Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12201


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Full Text
HITO XLVI. NUMERO 197
QUINTA FEIRA I DE SETEMBRO DE 1810.


V

PA&A A CAPITAL LUGARES OTOE HAO SE PAU PORTE,
For um anuo dem.....................
Cada mumero avulso............ .....
60UO
12*000
241000
320
lo
PASA 0EIT1O E TOSA DA PHOvTKCIA.
Por tres mazes adiantados................. W70
Por seia ditos idom.................... 43JBOO
Por nove ditos idem................... 20#250
Por om aun idem ................... 27|J00
1
1
Propriedade de Mano
a de Faria & Filhos.
___
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncalves d Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de OJiveira, i
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parhyba ; Antonio
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Ji
PAETE OFFICIAL
Canorno d provincia.
ExAooreirrc assicnado telo exm. sn. senador fre-
OEBICO DE AI..MKI )A E ALBUQUEUQU PRESIDENTE
DA PROVINCIA, EM 49 DE MARCO
. i" serciio.
N. 83.Portara ao Exm. Sr. general comman-
dante das armar.Mande V. Exc. -obr'estar a re-
messa para o Hio de Janeiro dos recrutas Floren-
tino Valerio dos Santo?, Ovidio Valerio dos San-
tus e Agostinho Valerio dos Santos, no caso de te-
rem sido jugados aptos para o servica, visto es-
tarem provando iseneao legal.
-N. 824.Dita ao commandante do presidio de
Fernando.Envi Vmc. para esta cidade na pri-
meara opportnnidafle e com a precisa seguranza o
-eotenciado Manoel Ferreira do ascimeuto Cruz,
que assini o requereu para aqui tratar d*suasa-
de. mandando-o apresentar ao Dr. ehefe do polica.
N. 855.Dita ao mesmo. Transmiti a Vmc.
a guas inclusa* dos sentenciados, constantes da
relaQo junta imr copia, que se acham nasse pre-
sid o cumprindo sentencas, as quaes me foram en-
cadas pelo juiz municipal da 1' vara, em offlcio
desta data.
M. 826.Dita ao conselho de compras navaes.
Approvo os contractos que, 'segundo o termo
datado de 29 do cjrrante, celebrou o conselho
de compras navaes com Joaquim Alves da Silva
Sanios e Manuel de Soma Gal vio, para fornece-
rem aqoelle 4 bandeiras nacionaes e este 20 len-
eoei de ierro, objetos necessarios para pr'ovimen
lo do aJmoxariado do arsenal de mariuha.
N. 827.Dita ao mesmo.Autoriso o conselho
de compras navaes, promover de conformidade
com o respectivo reglamento, a compra dos ob-
jeetos do material da armada, mencbnado no offl-
cio do mesmo conselho de 7 do crreme, visto se-
rem necsssarios para provimento do almoxarifado
do arsenal de marinlia.
2* seccao.
X. 828.OITicio ao Dr. chere de polica.Trans-
tniltindo a V. S. o odlcio junto por copia do presi-
dente do Cear de 23 do corrente, reeommendo-
I he a expedicao das suas ordens, quanto a capta-
ra do criminoso de que traa o dito oflicio.
N. 829.Portara ao commandante superior in-
terino da guarda nacional do Recite.Concedo a
.itorisaro pedida por V. S. em offlcio de 28 do
correnle sob n. 71, para mandar desaquarlelar no
Ia de abril vindonro, o 1 batalhao ue artilharia
da guarda nacional deste municipio e ser substitui-
do pelo 2* de infamara.
N. 830.Dita ao mesmo.Expeca V. S. as con-
venientes ordens, para que um batalhao da guarda
nacional sob o sen cominando superior se apr-
sente no dia 10 de abril vindonro, s 3 horas da
tarde em frente da igreja do Nossa Senhora do Pa-
raso, para acompanhar a imagem do Senhor Bom
lesus das Chagas, que em solemne procisso tem
de nesse da expor veneraeao dos liis a respec-
tiva irmaudade.
N. 83l.=Dita ao juiz municipal da i' vara des-
ta cidade Transmuto a Vmc. -para que substi-
tuto) as irregulares que e.-lao no presidio de Fer-
nando de Noronha, as guias e relceles inclusas
4os sentenciados constantes da relacao junta, que
se acham alli cumprindo sentenca, as quaes me
foram enviadas pelo presidente da provincia do
Rio Grande do Sul, em offlcio de 2 deste mez.
% X. 832.Dita ao mesmo.Transmito a Vmc.
para que fiubstituam as irregulares que esli no
presidio oe Fernando de Noronha, as inclusas
?uias dos sentenciados Antonio Seraphm da Silva,
.. Joao Francisco de Miranda que alli se acham
cumprindo sentenca, as quaes me foram enviadas
pelo presiddente da provincia do Cear, em offlcio
de 24 deste mez.
N. 833.Dita ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vrnc. engajar no corpo sob
o sea commando, os paisanos Joaquim Soares de
Souza, Jos Joaquim Duarte, Francisco de Salles
Mendes, Manoel Joaquim de Sanl'Anna, Manoel
Ftaacisco Dias, Antonio Bezerra de Mello, Joao
Joaquim Beserra, Angelo C'riolano da Matta, Her-
rniBO de Senna Barros e Antonio Marns Fogaca,
se tiverera para isso a idoaeidade uecessaria.
X. 834.Dita ao mesmo.Pode Vine, eliminar
do corpo sob o seu commando os soldados Francis
eo Dionysio de Sousa Chaves eAntsnio Pereira de
Oliveira, a que alinde o seu offlcio n. 137 de 28
do torrente, visto terem sido julgados inzapazes
do servico.
3'' seccao.
N. 836.Offlcio a> inspector da thesouraria de
fazenda.Inteirado de quanto V. S. expoz em seu
offlcio de hoje sol n. 2!2, tenho a dizer em res-
posta que acabo de recommendar ao Exm. pre-
sidente das Alagoas, a expedicao das convenientes
ordens, para que em um dos vapores da corapa-
nhia Brasileira, se d transpone do Penado a Pi-
ranhas aos 3 offlciaes e 41 pracas de que trata o
citado offlcio, sendo a despeza com esse transporte
iademnisada por essa thesouraria em vista da res-
pectiva conta.
N. 837.Dito ao mesmo.Tendo nessa data ap-
irovado os contratos que o conselho de compras
aavaes, celebrou com Joaquim Alves da Silva San-
tos e Manoel de Souza Galvo. como consta do ter-
mo junto por copia, para f.irnecerem 20 lencoes
de ferro, 4 bandeiras nacionaes para provimento
do aJmoxarifado do arsenal de marinha; assim
o communico a V. S. para sen conhecimento.
N. 838.Dito ao mesmo.Communico a V. S.
par o devidos ros, que nesta dala autorise o
commandante superior interino da guarda na-
cional deste municipio, a mandar desaquartellar
> IVbaUlho de artilharia, razendo-o substituir pe-
lo 4* de infantaria.
N. 839 Dito ao mesmoSirva-se V. J3. de dar
o seu> parecer oom urgencia, acerca nao s do
Voaledo dos 3 inclusos oflleins,i]ne rae sero de-
volvidos, do juiz de direito da comarea do Li-
moero, do delegado supplente daquelle termo e
do teBonte Manoel Francisco de Paula, eucarre-
gad da conduccao dos gneros alimenticios desti-
nados a soccorrer os indigententes Qagelados pela
fonweni Flores, Bixa Verde e Villa Bella, mas
tarabem do pedido de mais 3,0005 que faz o men-
cionado tenente para occorrer as despezas com es
.a onducao.
IL 84t.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Declaro a V. S, para o seu conhecimentc
efins convenientes que, em vista de su informa-
oiode22 do corrente, sob n. 183, resolv autori-
zar o director geral da nstruccao publica a ac-
ceitnr o offerecimento que fez o Dr. Augusto Car-
nero Monteiro da Silva Santos, de mil exempla-
rei do compendio de qne elle autor, do syste-
ma mtrico decimal, mediante a quantia de 3005
para serem destrlbuidos pelos alumnos pobres da
mstrucQo primaria de amlws os sexos. Essa
deapeza dere correr pela verba eventuaes, con-
forme V. S. indica na citada informara,
N. 841.Dita ao meimo,Pode! V. S. nos ter-
mos-de sna informado de .22 do corrente, sob n.
184, mandar equiparar o aluguel da casa em que
fiMeiona a escola de instrnecao primaria do
povoado da Capunga, aoda aulas desta capital,,
conforme sollicitou a respectivo professor Angelo
r-osta Mello Rozal, ng requerimento sobr
versa a citada informar;' .
N. 842.Dita ao cjiefe da r '>>ras
pblicas.Nos tei
nobn. 81, re-
iu Antom
mandar constr
aguas pluviaes de soa aaa|
n. 22, urna vez que elle, por nm termo assignado
nesea repartijo se obrigue. as condicc/ies estipu-
ladas a outros em ideticas cireumstancias. O
que declaro a Vmc. para seu conheclmento e llns
convenientes.
> 4* seceao.
. N. 843.Offlcio ao presidente da provincia das
Alagoas.Tomando em con-ideragao o que ex-
poz o inspector da thesouraria de fazenda em offl-
cio de boje sob n. 212, sollicito de V. Exc. a ex-
pedicao das convenientes ordens p3ra que em um
dos vapores da companbia Bahiana se d transpor-
te do Pene Jo a Piranhas, a : otliciaes e U draca's
do exlincto corpo de voluntarios da patria, cons-
tantes da inclusa relacao e domiciliarios em Ta-
carat e Cabrob, devendo a despeza com esse
transporte ser paga por qualquer das thesoura-
rias dessa provincia quem a desta indemnisar
a vista da competente conta.
N. 844.Dito ao presidente da provincia do
Cear.Nesta data recommendei ai) Dr. chefe de
polica a captura do criminoso de que trata o
offlcio de V. Exc. de 23 desie mez.
N. 813.Portara ao director geral $a instruc-
cao publica.Autoriso V. S. em vista de sua in-
fonnacao de 3 do corrente ob n. 87, a acceitar o
offerecimento que fez o Dr. Augusto Carneiro
Monteiro da Silva Santos de mil ejemplares do
compendio de q.ie ello autor, do systema mtri-
co decimal, mediante a qnantia de 3005. para se
rem destrbnidos pelos alumnos pobres da ins-
tiueeao primaria de ambos os sexos.
N. 846.Dita ao gerente da companhia Per-
nambiicana.O Sr. gerente da companhia Per-
nainbucana mande dar transporte para a provin-
cia de Sergipe, por conta do ministerio da guerra,
no Io vapor que para alli seguir, a ex-praga do
extincto batalhao n. 33 de voluntarios da patria
Flix Pereira Mascarenhas.
N. 847.Dita ao mesmo.O Sr, gerente da
companhia Pernambucana mande dar transporte
por conta do ministerio da guerra, para diversas
provincias do norte as ex-pracas do exlincto ba-
talhao n. 33, de voluntarios da patria, menciona-
dos na relacao junta, assignada pelo secretario in-
terino da presidencia.
Para a provincia do Cear:Cabo Ricardo
Ferreira Gomes; soldados, Joao Raymundo do
Nascimento, Antonio Thomaz do Nascimenlc, Joa-
quim Goncalves .de Aranjo, Manoel Raymundo
Gomes'e Roberto da Silva.
Para o Rio Grande do Norte :Cabo Antonio
Muniz, anspecadas, Manoel Cassiano da Silva e
Francisco An'toaio de Brito Guerra.
Para a Parhyba :Soldados, Amaro Jos Car-
doso e Jos Joaquim de Sant'Anna.
N. 848.Dita aos agentes da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor.Os Srs. agentes d
companhia brasileira de paquetes a vapor man-
dem dar transporte para a corte por conta do
ministerio da marinha no vapor Guar, aos re-
crutas Antonio Joaquim Bispo Pantaleo, Jos
Rodrigues da Silva e Elseo da Bocha Lima.
N. 849.Dita ao mesmo.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de Paquetes, mandem^'da
transporte para a corte, por conta do ministerio
da guerra no vaptr Guar, aos recrutas Jos
Ferreira da Silva. Jos Ignacio da Rocha, Joaquim
Jos de Sant'Anna, Joaquim Pereh da Silva, Ma-
noel Joaquim Teixeira, Manoel Pereira de Oli-
veira, Silvestre Jos de Rezende e Joao Manuel
Mumbica.
.<. 830.Dita ao mesmo.03 Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes a vapor, man-
dem dar transporte para as Alagoas, por conta
da ministerio da guerra no vapor Gnam, a ex-
praga do exlincto batalhao n. 53 de voluntarios
Silvestre Joaquim da Rocha.
N. 831.Dita aos aiesmos.-03 Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes, manden dar
transporte por conta do ministerio da guerra, no
primeiro vapor que pasar para os ponos do
norte, s ex-pracas do extincto batalhao n. 53 de
voluntarios da patria, constante^ da relagao junta
assignada pelo secretario interino da presidencia.
Para a provincia do Para : Furriel, Luciano
Jos Alfonso, cabo Ambrosio Joaquim de S, mu-
zico Francisco Antonio de Castro, soldados Anto-
nio de Souza Barboza e Justinlano Jos Miranda.
Para a provincia do Maranhao : Anspegada
Francisco Joaquim Pereira, 2o sargento Liberato
Lycnrco de Souza Lima.
N. 832.Deliberacao.O presidente da provin-
cia, tendo examinado as 7 propostas que se apre-
sentaram para a eonstrucejo de urna estrada de
carris de ferro, que partindo desta capital se diri-
ja a villa do Limoeiro, com ramaes para as cida-
des da Vitoria e Nazareth, em execucao da le
provincial n. 856 ; e tomando em considerado
de S. Exc. o Sr. presidente da provine!
a V. S. em resposta ao seu offlcio
n. 31, que flcam expedidas as convi
aos agentes da companhia brasileira
para darem transporte para a e
Guara, os recrutas de que trata o se
2" scelo.
N. 856.Offlcio ao Dr. chefe.de polica
dem do Exm. Sr. presidente da provnek,
munico a V. S, que nesta data se ordenoi
commandante do presidio de Pealando i
nha, que na primsira occasiao, e com seguran
envi para esta capital ser apreseotado a V
sentenciado Manoel Ferreira do Nascimento
que requereu vir aqui tratarse."
. 857. -Dito ao juiz municipal da l.' vara
ta cidade.De ordem do Exm. Sr. presides,
provincia, communico a V. S. para os
ns. que nesla data se expedio ordem a
mandante do presidio de Fernando de Nofc
para enviar para esta capital na 1' occasHhB
a seguranca precisa ser'apresentado ao Dr. ch
de polica, o sentenciado Mnoe' Ferreira do N
cimento Cruz, que requereu vir aqu tratar-se,
N. 83,9. Dito ao mesmo.De ordem do
Sr. presidente da provincia, declaro a V. S
nesta data teve o conveniente deslino as guias, qne
vieran) annexas ao liemos Braga, no Araartjr; Joao Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jtosfas
Mapa Penoa ; Belarmino dos Saatos BuIcSo, em Santo Ant3o; Domingo Jos da Costa Braga,
labia ; e Jos Ribeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
5^K! toe nm
sT viaja
titas
ttd
Commanilo das armas.
juartei.-general 1)0 commando das amias na
provincia db pf.rnambcco, 31 de acost
de 1870.
Ordem do dia n. 488.
O brigadeiro commandante das armas faz pal I
buco, que a 22 do corrente apresentou-se nesl
quartel general o Sr. tenen'e em commissao J
Maria Marques Cesar, vindo da corte com'4 t
de lieenra para tratar de sua saudc, conced
por portara do ministerio da guerra ds 5 de
julho, em vista da inspeccao que solfreu a 27 de
junho, ludo deste anno.
AssignadfjJoaquim /o*1 Gonrnlcrs Foutes..
ConformeEmiliano- Ernesto de Mello Tambo-'
nm, tenente ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 1 DE SETEMBRO DE 1870.
i oas odi=
nformacoes ministradas pela repartidlo das obras
publicas, e da thesouraria provincial, e atienden-
do ao seguinte;
1." Que das referidas propostas, duas, as do ba-
charel Bento Jos da Costa, e de Jacques Benefon,
nao podem competir com as outras, porque exi-
gen), ou subvenco kelometrica de um oitavo so
bre o valor das obras oreadas, ou garanta de ju
ros na razao de 4 0|0, era quanto que as outras
nenhuma subvenejio ou garanta pretendem os
proponentes:
2." Que a proposta do baro do Livramento e
Dr. Buarque de Macedo, sadmittindo fiscalisacao
da presidencia, relativamente a seguranza publica,
e polica do servico respectivo, coarcta de algum
modo a acc.o da presidencia, sendo que por este
motivo torna-se menos aceiiavel.
3.a Finalmente que as dentis propostas achan-
do-se quasi as mesmas cireumstancias, relativa-
mente unas as outras v-se a presidencia emba-
ncada em dar preferencia a urna dallas por nao
ter meios de saber qual dos proponentes offerece
mais garantas de execucao de semelhante emprer
za, alias de mxima utilidade publica. E convm
do que em contrato desta ordem se lomera todas
as providencias, nao s para que se leve a effeito
um to importante melhoramento para a provin-
cia, como para se evitar injusticas aos proponen-
tes, resolve mandar abrir nova concorrencia, com
o praso de 30 dias para apresentacao de novas
propostas no dia 29 de abril vindouro, cumprindo
que os proponentes fajara acompanhar s mesmas
prepostas de urna exposicao em que demonstren)
os meios de que podem dispor alim de levantar
capitaes para execucao da empreza, declarando
outrosim, quaes os seus fiadores eque se obr-
gara a diminuir os procos 'das respectivas tarifas
logo que o lucro da mesma empreza exceda de
10 0|0.
EXPEDIENTE ASSJGNAD0 PELO SR. DR. ELIAS FREDERI-
C0 DE ALMEIDA E ALBUQUF.RQUE, SECRETARIO
INTERINO DO G0VERN0, EM, 29 BE MARQO DE
1870.
1. seccao. .
N. 853Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das armasDe ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, delaro a V. Exo em respos-
ta ao seu offlcio desta data, sob n. 162, que ncam
expedidas as convenientss ordens aos.agentes da
companhia brasileira de paquetes paVa darem
transporte para a corte no vapor Guartfvaos8 re-
crutas mencionados na relacao que ve\ annexa
aa seu citado offlcio. Y
i\. 834.Dito ao mesmo.De ordem del S. Exo.
o Sr. presidente da provincia/ declaro a V. Exc.
em resposta ao seu offlcio datado d 28 do corre-
le, sob n. 180, convenientes ordens para serem transportada? s
provincias as ex-pra^as do extincto batalhao
luntarios d patria, mencionados na_ re
<53.Dito ao capitao do porto.De ofi
O projecto de unirersldadc
VI
Nos seriamos faltamente -incoherentes se,
aspirando a liberdade do ensino para a ins*
trueco do dous primeiros graos, procla*
massemos o monopolio do Estado ta ins-
truccao superior.
Se outras fossem as condicSes do Brasil.,
prefeririamos que n'esse ponto imitasaemos
a Alouaanha, sto ?, almejariamos d prefi-
rencic 'que o estado nlo tivesse escollas
de instrueco superior, e, deixando hu-1
ciativa particular funda-las, mante-las e
desenvolve-las, exercesse smente asna fisca-
lisaco concorrendo para a nomeac5o dos
respectivos lentes, de concurso com a direc-
cOo d'esses esUbellecimeotos, e interviesse
no exercicio das profissoes uteis, conferin-
do os ttulos de capacidad*, como medida
de polica presentiva.
No estado actual porem da nossa socie^
dade, onde apenas a iniciativa individ
comeca manifestar-se, tora isso requinl
da loucura.
De mais urna tal reforma nao pod
ser feita sem a supresso do f 33. do art
179 do nosso pact fundamental, que presjj
creve ao estado a manutenco d'esses esta-
belecimentos; e sem duvula o legislador
baasileiro atendeu. causas muto rasoa-
veis quando tal determinou
Em "todo caso o que por emquanto corj,-
vem que as mesmas regras que achamosj
deviam ser estabelecidas pira a instruceao
secandana sejam applicadas,
accommodadas, nstruccaosuperior: isto,
pensamos que .nenbum inconveniente e pej|
lo contrario toda a vantagem ha para a so-
ciedade brasileira que, par das faralda*
dse universidades mantidas Dlo estado^
tenham os cidados o direito de fundarem
livremente estaoelecimentos d'essa ordem.'
guardando apenas o estado a exclusio pre-
rogativa do oothorgar os diplomas que, coj
mo j temos dito, signiticam urna medida de j
polica preventiva, que s elle pode tomiT
por que s elle tem capacidade para tal
lim.
Dissemos que ha conveniencia n'isso.
disse-mo-lo bem, por que nos parece
contestavel que a liberdade no ensino
perior equivale liberdade scientiQ
esta accarreta forcosamenie, pelo cb
das ideas, o engrandecimento da scie
e eleva o nivel da instruceao.
0 estado continuar a manter os seus,
tabelecimentos de instrueco supero]
angmenta-los-ha mesme ; mas, tendp
correntes poderosos que procurem dar
alumnos de suas faculdades e univ*erJ
des a maior somma possivel de conhe
tos, trazendo-os sempre ao corrente de ti
dos os progressos da sciencia, elle, paFa qde
os seus estabelecimentos n5o percam i
conceito do publiivprocurar porrea!
accompanbar *"voos scientificos d
ciedades mais ilustradas, e por essa
concorrer muito para o suspirtdo fim
formar homens verdadeiramente insl
e .lustrados.
Com urna tal luda, com urna tal instH
cao a sociedade.hrasjjeira tem incont^B
velmente tudo ganbar e nada ^H
der.
Uemais, com o espirito rotinetro
grande numero de lentes das nossas
dades, qne ainda qaerem que prevaleca
magister dixit, sem deixarem azo ti[
manifestaco do pnsamento ; com o pin:
grama ofQcial de estudos que limita
risontes scientifacos das noss acad
os alumnos sao toreados se cingin
doutrinas mits vezes mpiftcj
Uates, visto como nao ihw "

os cursos das facoldade ou aai-
ydo estado, ou os das faculdades
lades livres, por isso que es-
tem, e elles tem necessidade
liorna que os habilite para deter-
^rofissoes.
testavelmente concorre para o
da intelligencla, atrophia mui-
Ses e mata o espirito scierttifico
os.
|.diga qoe o fado de serem os
ithorgados pelo estado, urna vez
as universidades livres, consti-
ibarreira posta ao livre desenvol-
das mais encontradas doutrinas,
ue aos exames seguir-se-ha um
a e os alumnos que quizerem
os subjeitar-se-b5o elle ; visto
opporemos que n'esses exames
quer sao conhecimentos da ma-
|pe tfelles todas as opinies sao de-
seo que a sua diversidade equiva-
gacio de capacidade proQssioeal no
o qtK "se stijeita essa prova.
ostadrt reconhece as facilidades e
univfirsidades\estrangeiras capacidade para
ensmaram ; s muitos mdicos formados as
I livres da Blgica e da Allemanha to-
pamfcero ddouior as nossas escolas
metu|ina, daendeodo siroplesmente urna
e naqueras escoias as maisencontra-
linas soieHsinadas, com manifest
ara a can?a-da sciencia ; e se nessas
fta opiniei dilferentes nao prejudicam
a cp4cidade proftssional do doctorando ;
por que raafio n3ose ha de reconhecir nos
cidadjos brasileiroi a mesma aptido para
ensioSinjjir*? por qup razo nlo se ha de es-
tablecer o ensino superior livre como na
Blgica ? por que rato linalmente nos casos
de exajpe profissona\, nico que admittimos
para as'faculdades a universidades livres
lio hao de reger os mesraos principios de
justig que snbsistem ^ara o dontoramento
Ume de capacidade prolissional dos
medi 3 por escolas esirangeiras ?
Nao ser isso orna grande iojustica feita
pelo astado sociedade brasileira ?
^-Jeca'Se por tanto o ensino saperior
o>o temos deffinido, nao s como
elevar o nivel da instf uceo, mas
como o recoohecimento de um di-
uai que.tem os homens de se
m- reciprocamente seus conheci-
me*oV"JHzes, que tal a consequencia do
| \ do Sr1tl79 da constitoicao do impe-
rio.
Nao seriamos nos quem acooselbasse o
emprego do raethodo de Descartesde tudo
destri/ir, para tudo reconstruir: nao, nao
queremos isso.
Consiste o estado os seus aduaes esta-
belecimeotos de instruccSo, augmente o seu
B-melhore como Iheapprouver;
reconhectlQos-lhe esse direito. Mas rec<--
ea eJf* tambera no cidado o direito de
ar seos semelhantes, sem outras res-
>es que as do cdigo penal, sem outra
isacao qoe a dos exames profissionaes
ra' f outhorga de ttulos que garantam a
sdciedade contra os males e damnos que
a causar a inepcia e o demerito sci-
_ queremos, eis o que dar nova
enca e litteratura no Brasil.
Por isso achamos incompleto e acanhado
projacto que o nobre ministro do imperio
leu na cmara temporaria no dia 6 de agosto
8ToSonnbrominStroaSd,,
e o seu projecto nos deixou no espi -
oa relaces haver, repetimo-lo. entre,
des avulsas e a universdade que
se vi rer ?
Pois ser licito que, sendo urnas e ontra
mantidas pelo estado, ellas nao lenbam ne-
ijfelacao entre si, nao naja o mesmo
Rolar entre as faculdades avulsas
Imiversdade, e qoe, ao passo que
^Bte,,(aquellas, seja-se indulgente
nestas ?
4 um tal projecto nao pode, nao deve
ptadb como le do paiz sem soffrer
js correcces, sem passar pelo cadinho
[a ampia discossp, que tenha por
principal o ensino livre.
unas a idea da independencia da
IS%oJ- um grande passo no
la l^erdfde, mas nao muito, nao
e reqer actualmente a socie-
so que os deveres e re-
ra os alumnos quer para os
is mesmos tanto na univer-
Rs fatuidades avulsas.
lis que tudo necessario a li-
^Bsmo.
fayn bem do paiz, em bam da
mira; e es timoneros^da
9ta{p conquistarlo urna eterna
^.o Brasil comecar ter
.ante entre as nacSes cultas,
fc o espirito scientifico,
ftp entre n6s.
tierdade do ensino, que facilita o
lo da instruceao, havemos de
ignorante, isto um
econmicas, moraes e
icapaz dos grandes coto-
ulham a sociedade mo-
nado o Sr. capifao Jeronymo Emiliano de Miran-
da Castro para servir dmajor do 1" batalhao de
artilharia da grwrda nacional do municipio do Re-
cite, sob proposta do respectivo commandante.
INSTRCTAO PBLICA^-Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 2 do corrente, fui remo-
vido, sen pedido, professor publico Franciseo
Carlos da Silva Fragoso, da endeira deTamandari
para a de Croz das .limas, na fregnezia do Po^o
da Panella.
JUIZO DO COMMERCIO.-Por delibencao do
Sr. Dr. juiz do commerrio as .^ndieoeias respecti-
vas foram transferida* para a quinta-feira de ca-
da semana.
PASSAMEN'TC):Deu ontem alma ao Creador
o Sr. Dr. Weneslo Garca Chaves, ajudante do
procurador flseal da thesouraria de fazenda.
ADLO.Abre-se hoje concorrencia pubjica,
na ra Bstreita do Rosario n. 14, am estabelec-
menlo de compra e venda de roupa e movis usa-
dos. Era de grande necessidade a erear.io entre
nos de um estahelecimento desse genero, ondo as
classes menos abastdss t)a sociedade encoraras-
sem, com pouo diimeiro. o objectos do seu uso
ordinario. Recom.nendcnmo-k>, pois, ao nosso
pnblico.
INSTITUTO HISTRICO E PH1LOSOPHICO.-
Reve reunir-=e hoje essa sociedade, eia sessao or-
dlnaria"'s 10 horas do da.
PARTHEXON PERX.tMBUCAXO.-Ifewr hoje
as 4 horas da tarde sessao ordinaria desta socie-
dade.
DfNHElRO.O vapor Pirapama levou hontem
as seguintes quantias :
Para o Natal 5:000*000
Para o Cear 118:2543080
CLUB POPULAR.Hoje haver sessao, ordem
do dia : revista de jornaes pelo Dr. Nobre; pre-
leccao sobre a constituicao do imperio pelo Dr.
Torres Bandeira.
A entrada franca u ha lugar reservado para
senhoras.
JOVEN AMERICA.Hoje ha sessao da assem-
Ma geral desta sociedade em casa do Dr. Diodo-
ro, ra do Imperador n. 81, s 5 1|2 horas da
tarde.
RECTIFICACO.A mjssa que os parentes do
tenento-corone'l Jos Saboa mandan celebrar na
matriz da Boa vista, para hoje s 8 horas da
manha e nao para hontem como por engao pu-
blicamos.
A ESPINGARDA FRANCEZA E A ESPINGAR-
DA PRUSSlANA.Le se no Tmps:
t E' inleressante comparar entre si a espingar-
da Cbassepot franoeza, e a Dreyse prussiana de-
baixo dos seguintes pontos de vista.
< I." Alcance fficaz da arma.
i A velocidade da bala du Cbassepot, ao sahir
da bocea do cano, de 420 metros, emquanto que
a da bala Dreyse s do 257 metros.
t Resulta desta enorn differemja entre as ve-
locidades das duas balas, que a 500 metros, a bala
prussiana nao lt-m quasi torta nenhuma, emquan-
to que a 1,000 metros, a bala (ranceaa mala quasi
iutadivttWunie: poe nm Iwmeiu lora da combate
a 1,500 metros, e podo ainda produzir um elTeilo
ulil de 1,800 a 2,000 metros.
2." Certeza do tiro.
A certeza do tiro da espingarda franceza
maior a 1.000 metros que a da espingarda prus-
siana 500.
A exactidio da primeira est graduada ate
1,200 metros, quando a da segunda est s at
550 (800 passos prussianosi.
Os francezes poderao pois matar os seus ad-
versarios em fogo de linhas, e. de atiradores de 600
a 1,200 metros, sem que os prnssfanos possara
responder senao cora Dalas perdidas atiradas ao
acaso.
Rapidez do tiro.
A espingarda franceza exige quatro tempos-
para a carga. Na espingarda prussiana exige
cinco.
Ura lempo a mais para puenar a agulha para
diante, mas a introdcelo do carlucharae prusia-
no mais difQcil.
. Piese dar de 12 a IS tiro do Cbassepot
n'um minuto, eroqoaoto qne apenas so dio X a 9
com a espingarda Drey-e, no mesmo espaco de
lempo.
i 4 o Obturaeao.
t A deterioradlo de urna rodela de caoutehouc,
a tituida n'um minuto. A espingarda prussiana, se
se produzir cuspiduras, orcoso mandar a arma
para a ofiicina para a concertar.
c 5. Peso da arma e suas municoes.
A espingarda franceza pesa 4 kilogrammas
sera bayoneta, e 4 kilogramroas e 600 graimnas
com o sabre-bavoneta
c A espingarda prusiana, pesa 5 kilogramraas
sem bayoneta e 5 kilogrammas e 350 grararaas
com a bavoii9ta. .
t O mane;do primeiro pois menos fatigante,
principalmente n'uma manobra prolongada, em
lavrar e a cultivar a vinha e a oliveira ; aati-
disso, aqnelles povos viviam do leite e de ea$a,
que denunciara a existencia de (Piresias.
Strabao, fallando dos Gaulezes, elassiflea .-. -
bolot9 como o fruct mais importaie das sua-
colbeila, pelo qoal se i^vem tomar, omo os Gr>--
gos e os Latinos, lodo os frueto- das arvorr-
glandieras.
Pompowo Mella diz expressamente qoe a Eu-
ropa eslava eheia de bosqnes iniraenses consagra-
dos ao culto dos deuses.
V-se frequenteraenio em Cejar e Tacil".
exercitos atravessaudo posases.
O mesmo se nota nyexpediciw o> Annib..:
qnando da Ifespanha pas-e para a Kaiia.
< Entre os bosques mais comeados-otaremos
de Vincennes, consagrado in-antiguidade ao den-
Sylvano.
Marselna 6>i fundada numa espesa.ffiJresta.
< A, termBao oel, la frequente na lingu i
cltica, qner dizer bosque, a alguns autores creen,
OM a palavpa Gaulez veai doeella gall que silim
Boa floresta-.
Quasi nodos os antigos mosteiros das Gali-
foram fndndos as trra do deserto, ^tttmo.
como o prova grande numero de actas citadas poi
Dncange, na palavra eremn:> esses desertes eram
bosque-, como Chateaubriand o denicoetro u i
tjinto do chfitfiamismo.
A Gra-Bretanha eslava aaligamente ed co-
berta de immensas florestas
Finalmente, Strabao menciona graades bos
ques, que seestendiam pelo paiidos Morios-, Su*'--
siones, e Cale-, desde Dunkerque at embicadu-
ra n Senna.
t-A civilisa^o e a sciencia viera m dornov*
importancia aos arvi.redos; coaindo, ha pzjjtsqu-
neste ponto se mostram muo renientes aos pre-
gressos do saber humano. Ffc> Hespanha e Pwiu-
gal encontram-se centenares de leguas quadrada-
totatmente despidas de floresta.
L01GRIA.A, que se acba i venda a-438*
baneficio da Santa Casa de tsericordia, a- qual
corre no da 2.
CEMlTEtUO PUBLICO.Obituario do di>9 d-
agosto.
Jt*s da Croe, branco, Pernembnco, 80->nn*.
solteiro, Boavista, hospital Pedro II; toberlo-
pulmonares.
Besario, branco, Pernambuoo, 8 mezes, ant i
Antonio; conva Miguel, pardo, Pernarabnc. i anno, Santo An-
tomo ; convulijoes.
Jhaimina Maria da Conceic^e, preta, Pemambu-
co, 7Dnns, solleira, BoavistOv tubrculos- pul -
monares.
Maria Magdahona Lopes .do Santos, trenca
Pernambuco, 2& aDnos, casaaj S. Jos; pneomo-
na.
Kescemnascido Elzeo, branco, rPemaraoco.
Boa vis :a ; ttano.
Mfcrgehno, branco, Pernarobuae, 13 mezro,-Boa-
vista ; bexmas.
-30-
Benedicta Mbria da Conceidie, preta, .Parnam-
baeo. 40 annos, solteira, rtoa-visto, hospital edro
II: apoplexia .
Gaspar, pardo, Pernambuco, TO annos, solteiro,
'nospital Pedro l: Boa vista.
Francisco Jos de Freitas- Guimaraes, branco.
Portugal, 48 anees, casado, 9. Jos; hydro-lbo-
rax.
Manoel da Silva Naves, branco, Pernambttco. 6i
annos, viuvo. Reeife; febre biliosa.
Aloenina, branca, Pernambuco, 6 meies, Afo-
gados; pneumona.
Mana Magdalena da Suva parda, Pernambn-
o, 3i annos, casada, S. Jos; tsica pulmona-
res.
Francisco CnModio Rabelio Braga, pardo, Per-
nambuco, 21 aenos, solteiro, S, Jos ; labrenlo-
pulmonares.
Jorge da Costa, preto, frica, 58 annos, casado,
Reeife ; hemorrha!a cerebral.
Margarida Ursulina de Cortnnha, parda,Pernam-
buco, 2o annos, solteiro. Reeife; pneurajmia.
Pedro, preto, frica, 76 annos, solteiro, S. Jos
dyarrhen.
" Jos braaco, ^Pernambuco, .'! anno S. Jos .
escoburto.
Hanoel> pardo, Pernambuco 3 annos^3o*-visU
espasmo.
cas de seu
mediara.
portara da presi-
^f currante, Coi d.8^-
que o brap esquerdo, tem de aguentar o paso a
arma.
. O cartuchame francez pesa 32 grammas, o
da espingarda prussiana 41 grammas : com peso
igual, o soldado francez leva pois mais nma quar-
la parte do que. o scldado prussiano.
t Leva, comsigo 90 (cartucheira o saeeo) 6(>sfo
levados pela arlilhena do exer^tto, e emiim o
grande parque da campanha comoleta com 280
cariuchos por hornera, o aprovisionamento total da
infaniaria. -.... ,.
EXJ2RCITO E ARMADA FRANCEZES. Enti%
tantas e to adulteradas estatisticas dae/orcas bel-
ligerantes, convm consignar a do Times. O ex-e1"'
cito activo francez em lempo d> paz de 334,280
homens com 85.700 cavallos. Cora as reservas e
a guarda inovel, quadruplica-se este exercito em
tempo de guerra, daado um total de i,337,99> ho-
mens. Disto devemo3 deduzr para baixar us 20
por cento. A rtlheria conla 1,362 pegas.
A esquadra franceza conla 62 navios de courac_a,
264 navios de madeira, 62 navios de transporte e
113 navios ligeiros. A frota couracada coma 672
pecas, e entre ps seus navios sao celebres o Ma-
genta, Solfm-ino, Corona, Normandia, Iwencivel, o
Toiro, e o Rochambcau, comprad o no3 Estados
Unidos. Dos navios couracados 2 sio nus, 18
frsalas, 9 csrvetas e lt bateras Huctuautes qne
se desmontan). Em tempo de guerra o pessoal da
esquadra, marinheiros e tropa, pode ascender a
170,000 horneas. .
Na Prussia iodo o mundo soldado desdaba) a
36 annos, e at os 50 anuos no landsturn. Tem 13
corpos de exercilo qne se alistara e recrutam na
mesma provincia ondeeslo. Em tempo de guer-
ra pode armar at 977,262 homens.
A Allemanha meridional pode dar-lhe 80.000 ho-
mens da Baviera, 34,000 do Wurtemberg I 20,000
de Badn. t
A fraquea da Allemanha esta no mar. no
anno passado s tnha 6 navios coura^ados e uns
5.000 marinheiros.
A populacjS da Franca sao hoje uns 39 milhoes
cora a Argelia. A da confederado do norte uns 38
cora-a Allemanha meridional.
FLORESTAS-t-O* amigos tinham muita venera
cao pelos arvoredos e pelas florestas, como se v
dos segnjntes fados:
E prahnente sabido o culto qne prestavam
os Gaulezes as arvores, adoravam os carvalhos.; e
l'lin; i > vidoeiro, do freixo, e do
aprendern dos ISMseUiezes a
sessao de 27 do corrente.aegaram pru*mifi-
AggravaBle, Loduvina Emilia do Sacrament
>ral; agsravad, 0 juizo. -Relator o Sr. de*-
bargadoi-"Regneira Costa, sorteados os Srs. d-~
f nR0M( VJlDSriARl^
TRIBUNAL A RELAt^.
SESSAO EM 3t> DE AGOSTO D8 WTO
PRESIDaSC DO EXM. Sn. C0SSELHBBO CAF.TAN
SANTIAGO.
Secretarte Dr. Virgilio Celho.
As-16 horas da manha, presentes os Srs. desera -
Dargadorw Gitirana, Lourenco Saattago, Alnvin
Albuqueraue, Motla, Doria, Domiitgaes da Silv;.
Regueira Costa e Souza Leo, faltando com caus
o Se. desembargador Guerra procaiador da cor.,
abrio-se- a sessao,
Passados os feitos, deram-se os segmntes .ulga
uentoe: .
Aggvvos de. PETiCAOAggravante, Lmz Antf-
nio dos Santos Pereira; agravado, o fnio, adiad
na sessao de 27 do corrente.Ngaram provimen-
to.
Cabr
eraba rgador Kegneira
erobargadores Lourenco Santiago e Doniinpues d*
Silva.Negaram provimento. Aggravanta. Manoe!
Vctor de Jess daMotta ; agravado, 0 jai'..Re-
lator o Sr. desembargador Souza Leao, sorteado-
os Srs. desembargadores Motla e Almeida Aibi
querque.Negarifm provimento.
AppellaoescrimesAppellante, o Jnizo; appe.-
lado, Jos Francisco^ das Chagas.A'novo jr
ry Appellante,' Antoio Francisco dos Santos:
appellada, a iusliQa.-Vista ao reo appellante
Apeuaqao 'civel.Appellantes, Ji>aquim Ribei
ro d Moraes e ouiros; appellados, Manoel wrer
.Magalhaes e outros.Annullarara. o proceso d-
flls. 107 era diante.
Habrs corpisConcedern) soltura a trari
cisco Xavier Carneiro Lins.
Assignou-se dia para julgamento dos seguint-
6t03 I
Appellapao cbmkAppella3te,oatzo; appe'.l v
do, Joao Pereira Machado.
Appellaqao civei. Appellante, Jos Olyrnpi
Maria de Soixas Borges ; appellada D. Mana d:i
Conceicao Gomes Mariz.i
Deligencia crime.Ao Sr. desembargador |
motor da justica: appellante, Joaquim Afl
Chaves do Mello; appellada, a justica.
passagens.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. dejen)
oargador Guerra.Appellac5es civeis: appellar-
tes, Francisco Antonio Pereia e sua mulner, n>
pellada, Rita Mari de Jess. Appellanto, An
Joaquim Lins Pirada appellada, Rosa A;
na do Espirito-Santo. c._^^, ,
Do Sr. desembargad >^ SanMgo, a
Sr desembargador Almeida Albuquerque A|
peilaces crimes: appellante, Vicente Ferr..
Aojo Lima'; appellaos, Antonio Gomes de F-
riafii antro. Appellante, Francisco Jos da I
veira; appellada, a justiga.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque a
Sr desembargador Motta.-'AppellaQoes veis
peilapte. Alexandre Waguer; appellado! Jos Igna-
cio de Mendonca. Appellante, Manoel Nic
Pinto ti ado, Emilio Per
jiueira
lubl ti


.--.i


Diario A Prnambikco Q
9
i

i.
,'**'

4 Araujo. App'ilaca Fio-
riMio A ii
Ao Sr. d*ca$
va.App- J>*d Prai.
Xavier d t viuva de Jo5o Prao-
crtea Xavier de
I>. Sr. desembarga dor Motta so Sr. desembarga-
dor Boria.Appellactios chines; appellante, Joa-
i|mih Francisco da Cosa; appsUada. a jasti-
a. Appellante, u juio; appellaao, Jos velrs
Patato.
Do Sr. desembarga* Dara ao Sr. desembar-
ador omiugucs da Silva. -Aapellacao civel: ap-
iolante, O. Cesara Gandida do Gusmio; appella-
lo, Anlouinda Silva Gu
AoSr. desembarga lr KejBair Costa.Appet-
lafiiocrvel : appellanie, .loaewm Ferreira da Sosa;
app-ilA lo, Dr. Auluuio dos Santos Sen ;ieir Caval-
canto.
Do Sr. desembarpador Regoeira Cesta ao Sr.
desembargador Souza Lean. Apoetlanao ciwl:
Miwliaitl*, Jo.- Ferreira Codillo ; Dallado, Dr.
I.uir. Lopes Ca#llo-ranco. Appellacio criase:
appeHaale, Bento Al ves da Silva ; appellada, a
{atiaa.
Oh Sr. desembargador Souza Lean ao Sr. des-
einb.irpa.lor Giiiraua. Appellpcio civei: appe
lantss. Manoel Lins de Aluquerque Pessoa ; an-
twllxd Cclho de Souza. Appellacoes t:n
mes: amellantes, o juiz i ; appellado, Antonio Joa
mita Ja Silva. AppolUnle, n juizn; apaehadn,
Hm-mI I)i:;i'I: Sjiw. Appellante, Candil
I! etrigdW I'.-zerra; ap|tellad->, o uizo. Appef-
ame, o juizo; appellado, Manoel Joaquira da
Siiva.
A' urna hora e mcia da tardo enoerrou-sc
'-sao.
f
m
Seiembro de 1870
COLLlORHiO.
..I lUUAS CoNSIDKltAljOES SOBRE A QUKSTAO DO ENVK-
NEJfAMENTO DOS IRM.iS SS.
K-'.a seria e complica lis i na quesiio vai toman-
* ti ii aspecto cada ves mais grave e de dilleilli-
na siiii^-ii jiantn do* fictos, t|ao se vao succe-
leudo, a proporeio qqe a polica se aitianta no
labyrinlhd etn que est Jcculta a verdade.
Pir orlas riadas da ilici palo paquete Domo
eoasta flue os mdicos eicarregados do exame
nimico nas vi -eras, extra'.iidas do eadavbr do
Dr. Victoriano de S, enoimirarana extraordinaria
mttidie de arsnico contida aellas. (Jornal Ho
< jaita, as conj ciaras que semcllianie facto
aatonHi nsa> if mi (Mt:ireza,qu4 oe-ptrito ornis
1 provenirlo Usa perplexo, ao combinar as deelt-
rr;cj e pareceres dos medaos, que examinaran
e tratiran o doenic, Cun o resultado do atante
chimien na Baha,
As primefras i-eUeida* que fiz o homem igno-
rante na arte de curar sao ns BPgaintsa:
Ser possivel que os dontoreg em medicina
Sanaeotn. A |aiuo. Ramos, Este vio e Sanios Mello!
nao coimecesseni no decurso da molestia, que
*uiv!iuil>:r,vn pi irmios Ss, a aceao toxica do
cilu .usi:aii)so oa d seas compostas, anda mes-
""' sendo ministrado em pequeas doses e loata-
C'Hiw confiimlio o Dr. Estovan os symptomas
Je um veneno mineral tilo conoecido, cora os dos
v neaw regata > da familia Jos narctico* f
puno, aera au) menos, os mdicos citados sus-
p-iuram a ensfencia do eaveneoamento pelo ar-
snico, e pelo eeotrarl i o applisaratn no tratamen-
io do Jocnto sob a f-rmala acooselhada borle-
-uard f v
-V' leiian os ctalos mdicos conhecirnenlo
dos pienomeno* phy-iologcos e patholopic is ob-
servailaa pido gr3no pratico Ambrozio Tardieu
na applicacio do aisonieo en dotes pequeas e
P0r iO igO l-:l:CO?
'stas e aunas ootras ohjecQOei devooi ser dis-
'uiuas, para que o publie i, derj^ameate eselare-
?,Pwm faxerjosca plana neate pleito, qna
interesa a oda a soeiedade.
No intuito de habilitar os nossos benvolos lei
iore, que Q?t) 5i>, ii,|3 pereeherem as futuras discussoes sobro est3 me-
I.Ii'omi asimpt.', vamos, apezar de simples en-
rws.* na Malicia K^colafio, traear algtma*
iala< s .ore a nal io/.a do arsnico, e seos elTei-
m -iov .. i*i%anktAo lia nano.reearlo para
Mi I al: qih eseripi in -. mais eooheeidea.
O arsenioo wn :nctd selMo, frgil, da ci'r
-i-azenu essora : nao e.npregadj na
f pelas 8 o
- coadiecTi
evacuante recalado, i
iiiiva e inais Fort
menos irevenM
ia gratillcaco, res
abelecime-i!
renitente,
das di
| (pa assaltamo es
na que
;--|<1 aferentes do doent-i venhim a im
prensa esclarecer os ignorantes, destruir as pre-
vencOes criada? por untas eooiraccSas, e, mais
que ludo, orientar o trAanal da opioiao publiaa,
que para emitttr o seu juizo imparcial, nec-ssiu
de odvir a palavra dos horneo* da scienca, em lio
melindro-a agravo quesiao.
Os medios sua molestia! aquellos que lizeiatn parte das conj
Feraacias meJieaa, tem rtuulacao bem fundada,
aao riesejarao por ceno que oorrstn a revelia jui
zos temerarios, ipie a ignorancia dos tactos e Jad
ooservacfjes scientiflcas, nao traziJas a publicid-
de, bem pode autorisar.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
Ao publico
Ainda estou no propojin de apreciar os offleios
do Exm. Sr. piovedor da Santa Casa, depois de
(Miiciuida a [iiblicacao de toi) .
O systema de axpbr os factos, as menudencias
a qoe43!0e, semdu*ida pura'enlinhar asairwmV
taneias, sao mais urna razia para esperar que a
publicaeao se conclua, afim de dar as minhas apre-
WcS >s a preci-a uniformidade.
Kutretaiuu faco publicar Imje o relatorio /nm
que liz entrega do Asylo de liendicidade ao Sr.
Dr.Oliveira Fonseca, como uuu respeta antecipa-
da diversas aruicri.)s comidas nos olflcios do
Exm. Sr. provedor ja publicados.
Ecaboaqai notar ania circnrouncia. No AeyJo,
pelo qae Szeui os ollico*Jj Exm. provedor, desde
seu imbco corriam as cjusas irregularmente,
e a santa Casa nem procedeu nauca nepessa-
ria liscalisacao para regularisa-las, nem advertio
ao director do que lite pareca ir mal 1
Pedi ao Exm. Sr. presidente para nomearum
empregado de conllanca que alli fosse fisralisar
as desperas e apreciar se era boa ou m a appl-
cacao dos dinbeiros que eu recebia, e este pedido
Hchq ilesatteiidida I
H jo que ou demitiidj, as posqunase exi-
mes se muhipcam. e ludo em segredo, em que
eu -eja ao msnos otivido para dar as ntoiieacoai
de mimos faaM que vio sendo mal interpre-
tados !
He lampe em que eslava eu no As\lo, nada se
quiz averiguar, porque" saber a do luda e es-
tava em condicoos de dar prompiunente as ex-
plicaeoes ; mas depois de rlemittidn que os exa-
mes o averigaaces veom a proposito Empega-
dos ajioinorados cora a damissao que soilri, e
comprehendenJo que o melhor caminho para ad-
quirir condanca o de atirar tmlo sobre o director
demittido, auxiliar a urdidura ; itera se aire-
verio, talvez, a dizer coas alguma que posa vir
em favor d'aquelle, i quera por todos os meios
qo v se colloc ir em m po*ic$o.
Em vista disto, requer ao Exm. Sr. As-is Ro-
cha para ser oavido sobre os oficios do Exm. Sr.
provedor, ligo que rns con-tou terer ees subido
i presidencia, o esta recusou- isto prova que o que se e nesta trra nao se lassou anda cora oulro, dadas
as mesmas circumstancias.
Pois bem aguardo o desfecli i de tndo. e estou
seguro, bem seguro, que me hei de defoader, se-
jara quaes forera as urdidoras.
Recife, JI de agosto ile 1870.
J. P. Bando de Helio tego.
de tara ale
i-foitor
" trabalho
deixanl
pon
o ex-dV
que fet
todas as
unido d
le
amo es-, dirigido |-r>r pes mdicos as plantacoes taanc muii^-*
Iheta.
Deixd finreiemo o si
plantado, e m$o de terr.
penas semeoes, cujas cquisires
presejitemenie.
Da liona iaon desde o do enrrente e
gado um meadi>. qoo se montra
o qoai eetrou ueste Asvlo em
limo.
tiao i fcil;
Qieca,
n que podemos cahir,
de }nho ulti-
creuria da
ora aleanea de 8S2J580, con-
passada pelo es-
^m. Exc.-Illm. e Exm. Sr. des-
^Francisco de Asai Pereira Boclsa,
sidente da provincia.
O provedor d Anselmo Francisco Peteth.
apto ni
*7 da mal ul-
a
A borla, e uma ecaMMlade mpMsaiii/iJj
estabelecimento, como raeio de economa a de
Pa que se fiz .im horialices.
RecinHlecendu islo, toaiei um hor(a%iln
vena cuidar da borla c do jarJim, masdHLf.
vi. ale ftm de abril.
Goutratei outro. que s veio ao estal
retiraudo-^e para voltar,
nenia,
tira da.
mais.
Nao podando eu dispensar nm hd|^^H_
nao eliminar da rol ha r. respectivo ordei do
eviur obserrareee da Santa Casa, .pira r, por vi
tura losse resiabelecido ; e. em qa o
apta apparocia. fleou o feitor cuidan'
na noria, mediante urna gratilicaci
acrescimo de tralialho.
A.iaal, tendo elle tomado para auxiU
lual horlelu, e mostrndose ene capa
a hurla, no do correte, supprimi o
lugar, n iiicmnhi damesm harta, prol
ihe a gralilicaijao de 8 por iuoz.
Do producto dos dous meies de urde
dos para o hortelao. paguei a gratiicaca!
tor, ompiei samentes de macacheiras,
ele., pagando fretes para manda-Ios bosl
lugares distantes, o ttinoem um railheiro
los, ijue aiu lica para caiUeiro%-e come
Jim.
Ainda por canta deste proJucio dei j
quantias a alguns mendigo?, e foi feilaa
creacao o amamentacao de uma creanca
de dons mezes, qije 'consigo trotixe a
Margarlda Joaquina, que se recolheu
abril.
Esta c4iegou ao Asylo gravemente
e a menina era estado de quasi rao
Por devor da liumaoidada, e por ente
tant' poda ser considerado memlig
como a enanca, tiaoduvidei tornar todo
pola iufeiiz meaina, dandodhe ama, ro
ment. Depois mandei-a bapisar na
Lasaros, pagando as respectivas despe
se acha em Iguara cicta. medanle 8i por mez.
4 do jnBho o ex-director do
rio de Maoticidade oaqoiui Pedro Brrelo d"
>llo Rage^jliBjpebeu para occorrar as despezas do
rnesmo Asylo a quanta de tres cont seiscentos e
trcenlos e oitenta e tres ris, que
de vale o don- .ntl qoiuhentej e tnu-
is do raez anterior pref.iz a de........
20, e que tenJo despendido a quanta de
i"A*0, e nao de 2:i7#l60 de que trata ero
-Jai aiflerenca proveniente de erros de
n contra o mesmo ex-director o sal-
i de 882*580 conhecido ate o de julho uimo.
Secretaria da Santa Casa ia Misericordia do Re-
cife, 16 de agosto de 1870.
O escriva',
Pedro Rodrigues de Souza.
/menos
Asylo de Meodicidade, 22 de julho de 1870.
Illra. Sr.Teridd de raser entrega V. S. da di-
rectora d este Asylo, em consequencia da demiss.n
que me foi dada por portara do Exm Sr. presi-
dente da proviucia de 12 do corrate, entendo do
mea dever traear uma lgeira exposiejio do estado
do ostalH-leeimento que vai ficar seb a illastrada
direeeao de V. S., qae merecidamente foi eseatbr-
do liara met successor.
Nao farei ara relatorio, em que emita a minha
opraiae e juizo sobre as reformas qoereonvm
adoptar-se ; direi siimeote o ijue occorren dorante
icw, ineui.inie ojs por mez.
Chsraa-se M.iria a referida menina, B a
cumpre agora |irovidenciar sobre o" iodo de cuu-
linilar a sua creaeao.
Nem esta despeza, nem < que a irarara as emitas de>te Asylo, eu/s flz por cu-
la do ordenado do liortelao, embora/fojse eeto m-
l'oior as m&smas despeas. /1
Para que V. S. fique safcenteieoie nleirado
de ludo quanto se passou ue-te Asilo poreJBK
acto_n;iMi,devo referir a V. S este/facto.
Nao havendo enfermara orgar/sada, por falto
de lugar apropriado, tome uma ^elbor idea.
sendo poueo apia, p idia preslar-seao serv
(.raieira as condicoes em que est
ment; mas, sendo pouco o leu irabaloo, e me
pan-cendo avallado para ella osalario de 2540I)
niensaes quemarquei para ara; enferraeira, r;^ I-
vi pagar-lhe somente l, tcando o resto para
auxiliar o pagamento de un criado, que. *stava ao
servico da casa da directorio E-te ma tvitra
Casa da Misericordia do Recife, 17 de
de 1870.-.V. 2*16.[lira, e Exm. Sr.-No
precedente ollico live-a honra de dizer a V.
trqae havia de escripturaeo nos livrss da
secr a do Asylo de Meodicidade, nao fallando
no livro de coalas do empregado Clemen-
te Jos.Ferrera da Costa.
Devo agora faaer observar a V. Exc. que o pou-
i escripturado no livro do entradas de
Uligos e no de registro feito por um guarda e
mao pelo amanuense da mesma secretaria: nao
posso aunar.com a razio disto, salvo se dito ama-
nuense nao tem as necossarias nabilitacoes.
Parece-me que per falu de escripia que nao
^Hie conbecer quanto vonciam os horleioes, e
gcral os empregados nomeados pelo ex-direc-
Ot, pois que o actual hortelao Jos da Costa Gui;
maraes, diz que nunca foi pago e raeadigo e a
enfermeir i Joaquina Umbelina. asseveroa. diante
de moitas pes^ias inclusive o Dr. Olveira Foase
d, qu s recebia 12a mensaes, ao passo quena?
comas ella contemplada como vencenJo 2o5000,
conrorme se ve* da curt dio junta n. 1, c eraquan-
toja ostra de taes cotilas ser o empregado Ce
mente quera fazia o pagamento aos empregados da
nomeacio do ex-director, afirmara estes que erara
pagos pulo proprio ex-director.
iue posso dizer a V. Exc com certeza, que
para o guarda Francisco Xavier de Soma Ramos
se tiraram sempre venciment03 na razio de 40
mensaes, como V. Exc. ver dacer'idao o. 1, pas-
tada pelo escrivio da Santa Casa, em vista das con-
tas do ex-director do Asylo, quando Ramos es-
crevente de cartorio, secundo se vd da certidio
por copia n. 2 de un dos escri'vies do juizo esne-
cial do commercio e nao prestava servicos no A-y-
lo de Mendicidad?, motivo, pelo qual foidespedi-
Mb cargo que se presuma exercer, como V.
^^Kvera do relatorio de 27 de julho prximo pas-
. que a V. Exc. dirigi o Dr. Olveira da Fon-
Stca. '
^Deus gu.arde V. Exc. -III ai/ e Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
vice-presidenle da provincia.
O provedor da Santa Casa.
Anselmo Francisco Peretti.
N. 1.
Certifico que revend as filhas dos venciraentos
dos empregados .io Asylo de Meodicidade, apre
Otra senio a hita
para eonter "maior i
e-|' o Dr. Q\l\ nao
tratou de lequsitor
Desvelido como oto de seas de-
veres elle esto' fatendo promptilicar urna enfer-
mara -previsoria como ja.' o diste a V. Ec.,. para
os doentes da^AsvIo, que exiftera no hospital, e
depois sem du' iquer
lccommodac:"io para 'igoi, qn
nao ha de presente, e nem a* havia no lempo do
^-director, seaJo pura verdade o que a tal respaila
eu disse no supranolado relatorio.
Deus guarde a V. ExcIllra e Exm. Sr. des-
erabargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
vice-provincia.t) provedor da Santa Casa, An-
telmo Francisco Peretti.
Certifico qna das Matas dos mazes de marco e
abril existentes nesta secretaria, apresenladas pelo
ex director do Asylo de Meodicidade, consto qae
pagou elle a quanta de 125000 ao cabo Manoel
Ttieopompnio Hospicio de Sarros de fretes de ca-
vallos que conJuiirara seis mendigos de Santo
Antao
Sel-retara da Santa Casa da Misericordia do
Recife, l de agosto de agosto de 1870.
O esertvio.
Pedro Rodrigues de Souza.
/ Continaj.
Abe pa-
Juectos
dicina '.'J101100 t'Bpo (quatro metes lucompleto.-j em que
M sea e-tado ampies, e ski' e iposfevsob ver- ^^^^"ecimen'^.
sas denominaedes. l t-ouue-me a pesada tarefa de orgarusa-lo, e te-
! ra des&raiienliado de modo inirs completo e sal
':' mais Vneeido soh a denominacio de acido
ar.-.e;iio-e, oxydo branso d arsenic i. 'ou arsnico
' immer i, mide se encootra na sob a forma
dip liranco ou em raassas vitrili: h! is disputas
em eautaibi: ira qailqaer descae doas formas 6
de swar aere e Borrosvo, iJeixando oa lingua um
re^aiOo aJ i caqa ; soluve em agua ; lenlo as
brasas eesarg vaporea brancos de pronunciado
ciieiro d alba
Pira o humera o acido anwoiosj e seas aniiipin
be- sempre venenoso na duse de alguns graos.
ympiomas que prodaz sao os segointes :
sabor acerbo e meltaluo, mo hablo, constriccio
da garganta, soluc is, syneopa, In i glacial do cor.
u\ Mr de esiom-igi, dde, salivaco, vmitos, al-'
teraeae do rosto, dejecedes alvinas [requemes, ou-
nM raras e sanguinolentas, prostracao, d-liiin,
io puiso pequeo, couvulses, sores abun
J.--iites. eiiiliu) a raorte.
Entretanto esta substancia empregada na me-
mema como meo therapeuiico contra certas roo-
rao v. g., 'ebres intermitientes rebeldes,
nwratgia, dartros etc. etc. etc., quasi sempre em
' una de licores, dos quaes os mais uzados pelos
' nS pratios nesta provmcia sio os formulados
i""S Uis. liiett hiuirdPearsone Fowler.
Cimera e-tes licores, uzados com muita camella,
qai sempre por gotas, .diminuta quantidade de
aciJo arsenioso, combinado com potassa, ferro,
o soda, conforme entendem os seus autores ser
mais i-o,veniente aos doentes.
E' '^ enrgica a aegao do acido arsenioso que
de ',) al,i grio produz os syraptomas claros e
bem patentes do envenciamento cima descrip-
los, leudo algumas vezas dous graos produzd a
raerte em pousas horas.
Na appeaeao prolongada do arsnico como me
dxamento conhecem es mdicos que a ac^ao the-
rapeatica do arsnico vai paseando a toxica, quan-
ao doente sobrevem ddr .le eabeca. dr no ven-
ir^, e constriccio na garganta, indicios estes'quasi
lalalliveis da accao veneuosa d'squella substancia.
Alea deatas nocOes geraes que ficam escriptas,
aacoatram-se no; modernos escriptores sobre e-ta
materia minuciosa- discripeoes de antros pheno
menos causados pela accio do arsnico empregado
va pequeas dores e por espaco proloogido de
t upo, e que produzem molestias graves, seme-
Inaates as que sio resultados de afleccees raorbi-
dasde cuira ordem e de oittras caqaas.
Venhum, porra, desses casos citados pelos mo-
leraos escriptores, como .l6ro/o Tardieu, polem
par -os olljos do ob-ervador intelligente, qae
'>g> suspeita a existencia da accao toxica do arse-
nic, i; pj:> qaa os seus eflfeitos, qtiijr seja elle in-
t '.lazido na economa animal em grandes dozes,
ijar em dimiautas parcellas, o foogos espae.os,
idos na niedn-ina ; o nenhuraa jus
ti-acio tera o prati;o, que oceitpando a cabecei-
ra do doente, pouco depois da propinacao de se-
i .ote toxico, nem de leve suspeitoise a sua
existencia. .
Na questao verteotn deelaron o envenenador, o
* veneno q Dr. VietoriaBo, mas quo Ihe ministrara
hm d;e boa, laucando, uma colher de cha do li
quido venenoso em uma cbavena de cal'.;, e que
nunca mais tivera oceaeiao Je estar em contacto
"Jim Hle : das investigages policiaes consta ter
com elTeilo Eduario d.ulTcaf ao Dr. ViArriano,
quando este se retirara, poneos da1 depois da
ictorio, se um grande embaraco me nao viesse
tomar ani co.-ne;o das minhas fOncoSes, embarace
que consisti no exercieio de membro da assera-
bla provincial por mais de tros mezes comula
vamente com .i de director d'-este Asylo,
-i sua nstaHaean leve lugar no dia'25'de mareo
ultimo, o n dia 29 d'esse merai-) raez corneee a
fuuccionar naqnellaas-emhla, cujos trabalhos pre-
longaram-se at 2 do correte.
llera pode V. S. avahar da impossibilidade em
que lique de prestar toda a minha altencio e cui-
dado a este estahelecimonto. Por esta razan nao
Ihe pude dar o impulso des"|ado, era imprimir-
iho um syslema de BseaRstcJta til e severa, neai
montar uma escripturacio regular.
Era obligado adeixar o Asylo das 9 para 10
horas da manhia, e s recolher-me elle depois
de "3 horas. Perdidas assim as melboros horas em
que a fiscalisacao ^eria exercida conveniente-
mente, nao poda dar inteiro cumpriraento aos
meas deveres em horas, em que at o cancaco re-
sultante dos trabalhos da maiba, as torna-vara im
proprit para o emprego da aetvidade que era
preciso ter.
Xestas condicOes nio poda fazer mais do qae
visitas sem investgacao seria no eslabelecimeuto.
e se nio fosse a pilanca que sempre tiv no
mordomo da casa, que o "recominendo V. S., se
nio fosse a sua solicitle, cortamente que nio te-
ria qnasi nada feito era bem do.estabelecimento.
Achei nesse mordomo um auxiliar pudoroso, que
bem gerio os necocios do Asylo era todo o tempo
era que a assembla provincial fanccionon, dando
sempre execucq s minhas ordens relativas ao
servico.
Neste momento ern qae dei^o o cargo em que
tamo rae servio, nao posso negar ao mordomo o
elogio qae merece.
Devo tornbem declarar V. S. quo todos os ou-
tros empregados serviram sempre com dedicacio
e zelo, tornaodo-se dgaos do meu apreco. V. S.
em lodos elles encontrara auxiliares utis ao seu
tirocinio.
Fetas estas consideracOes, devo dizer i V. S. o
estado era que deixo este Asylo.
A escripturacio nao esl devidaraente organisa-
da. nem est em dia.
V. S. comprehende bem que um estabelecimon-
to novo, que so trata de montar, nio pode corae-
car logo com syslea e methodo em cotfBa aljama.
a
mais um criado.
Para reparar as cercas do sitio e fazer nm cer-
cado para os bai, quo teiDemagreciJh doorisi^-
damente por audarem preso! corda, liz ama en-
cemmenda de madoira, qa< brevemente chegara
ete A^ylo.
Entretanto no sitio e mangues mapdei ;;.
tar porcio grande de estacas e raras, que al
cara j preparadas.
Devo lamhem dizer a V. S. qns dnixo porcio taro
bem de taboas de aniarello, prtas de boa cons-
truc^ao e vidracas liradas dos lorfeoes do pstao
quando r.iram demoaJos, que estio sob a r<.-,
sabibdade da repaitica das ni'ra? pnblic
Nao posso dar V. S. a informacao exacta do
estado da casa da arrecadacio, por nio tcr-lbe
anda dado batanen, em razio de haver deixado a
ij.'.ovacio da roupa que deve ser de troy'typ's
mezes, para depois dn reforma deste es beRi-
raeilto; mas parece me que ainda h> -istaiHi
trazia a conveniencia de diiiinuir a despeza de sentadas pd es-direi;iur e archivadas nesta se-
cretaria relativas ao- mezes de marco jubo lo"
o, dolas cousta, que pan <. gnafda Frdncisco
"Xavier da Sonza Rames, tirou-sa venciraentos des-
de o da 22 de narco i 30 do referido mez de ju-
ntio a razio 000 mensaes.
Secretaria Ja Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 8 de {osudo 1b70.
O eserivao.
Pedro Rorigues de Souza.
roupa JNponivel. sendo preciso todava fazer aovo | carlcrio.
- N. 2.
illm. Sr. Dr. juzde direito espscal do commor-
do.-Diz Anselmo i'rancisco Pereiti, que se Ihe faz
a bem que o eserivao compeitiite. revendo es autos
de deteucap pessoal re |uerida por Gomes Lete &
C, liquidatanos da firma los Fernandes Gomes
i C contra Francisco Xavier de S raza Ramos Ihe
r ceftido o theor do attestado que o escri-
vi^o interino Falca > passou favor do mesmo Sou-
za liamos, declarando ser este o escrevenle de seu
.*' SEMIDISSIMl MORTI
M
I- l>OKI.I\ A DE StOI'XA C\tll.(4\TI
POR 0CCAS1AO DO
Primeiro aunioersario' do seu passamenlo
(Io de seiembro de 1870)
OFFERECIDA AO SEU INCONSALAVEL ESPOSO
(iilherme Patricio Bezerra Cavalranli.
Sem ter menor saudade abandonaste
Este mundoonde tudo certameute
E' comileta illnsio I
Para buscar a doce companhia
Dos arebanjos que vivera dispersados
Pela etherea amplidao
Muito e muito n'aurora da existencia
Ali I sim, oste bastante pressurosa
Mifventaras fruir;
Pouco tempo depois de baveres tido
Conquistado de esposa o mais brilhante
E alraejado porvir!...
.Ningnem mais feliz, ninguem por certo
Do que Ui que nos cus entio habitas
Com o Eterno ilederaplor;
D'este mundo ai'aslada felizmente.
Ja que elle nio mais que ura mentiroso
/ Xambeai mais qae ura traidor.
Este mundo bem como a luz qae ensaa
A pobre mariposa, e que afina!
A cega, a faz correr !
Por sso t que bem a conbecias,
Esqueces'.e e>tes seus divcrlimeatos
Nao quizeste viver I
Eu entio na verdade te cocf;sso
Que desejo que gozes, gozes muito
Das riquezas de l .'
Das immensas riquezas quejimas,
Nao podas gozar um so instante
J que nio existem c !
Bem feliz, bem feliz t es afora
Xa morada de Deus I oh lotaimenle
Mais feliz do que eu,
Qae nio Uve este teu mereciuioiito
De ser digno tambera, anda nao,
De-morar l no cu !
T estos a so; rir I... Ea ueste mundo
Aleivoso e mordaz, vivo saiente
A lutaro a lutar I
0 abysrao encarando dos tormento.,
E o mar das aillicoes s com a esptanos
De como tu folgar !...
Sara ler pena menor te despediste
D'este mundoquo todo revestido
De glorias, de Utamoat .'
T buscar (bstfi, erafira, a companhia
I!).-. ar;iianjos que vivera dispersados
Do cea as regioes I
Aiunro ie Souza Pessoa.
forneciinunto, pele modo prescrpto no regulamen-
to interno.
Hitando, toda a arrecadacioe os movis da casa
sob a responsabiliiade do mordomo, nio Ihe deve
esta caber quanto aos movis da casa da dir
na, e por isto dar i delles coala, quando Tizar a 1870.Anselmo Francisco Peretti.C.
raorte. do teneos-coronel Joan de S, para o enge-
nhe Guararapes : que em caminho o Dr. Victo-
nano se sentir encomraodao do e-toungo e d
teas horas depois da chegada ai
untara, e sentir pro.-Tracio : que ch
ii une liataraento um medico desta capital
nano se sentir eneomiiodaflo do e-tomago e da ca
UC3S horas, dennu da eh.irrt, ao eQ.
ama
... este
minara, e qualuicandoo eneommodo do doen-
urna euxaqueca, Ihe preserevera um laxante
''..na cousa equivalente: que o doente
: irado, rindo recabir cora os raes-
lomas tres das depois : que mmediato
o fora condasido para esto cidade e entregue
11 medicina atos seus ltimos rao
in'ormam mais pessoas do engenho, que
un i-io, que^eberao vomito, morrera poucas ho-

Tildo itto levaos que nao sio versados nos s-
s da medicina, e apenas -e guiara pelas
raes que ore a aejao
jaros horneas, 'da
raedicos qaa curar. nte, per
wmv^ai ""? eirc<"nstancias aosi
ota- do Dr. Victoria
Qae qaaudtde de anenxo foi estafe Uncida
E' preciso pagar o tributo experiencia^ at que
pralica indique o melhor caminho a seguir.
Foi o me rae aconteceu, tive forcosa necessida-
de de esperar os conselhos da experiencia, e tomar
sobreludo medidas previsorias, ate mesmo no re-
gulamento interno, que nio podera-connuar o
raesmo,: e deveri soffrer as modiflcai}oes que a
granea exigir.
Por esta raz3o tive de esladar o melhor systema
de escripturaca), e concebendo-o nao me'foi pos-
Jvel eecuta-lo, por causa das interrapcees dos
trabalhos da assembla.
Os empregados de e^cripta nio tinham a neces-
saria praiica para por si executarem um trabalho
que Ihes fosse indicado, era preciso que eu es-
vesse diariamente na secretaria encaminhando-os
e dirigiddoos.
O mesmo que se dava em relacio a escriptura-
cao, davase acerca do mais; e por isto aguardei
o encerramento da assembla.
Como, porra, este decretou uma nova organsa-
cao do Asylo, cumpria-me esperar a execueo da'
lei para lado ser feito de urna vez, e'os 18 das
que es'ive desembarazado deixei-os perdidos, con-
servaudo as coasas absolutamaate no p era que
estovara.
Entretanto, V. S. acha o Asylo em soffrivel p
de ter >senvolvmento, nio obstante faltar ao edi-
ficio as'necessariasacoramodacoes e boas condi-
coes de asseio.
Os mendigos estio era geral saisfetos, e poucos
sioas que desijam sabir deste estabelecimento.
Estaoja acostnraados, e muitos desses prestam-se
convenientemente ao servico da casa. 4
Os primeros que foram' recolhidos*a mandado
da polica, mostrarara-serecalcitrantes eatdesobe-
dientes; ma3 a forca de muito moderac^o de mi-
nha parte, e do melhor tratomento que era pos"-
vel, constando em comida sa e abandanie, e urna
certa liberdade, fizerara fcilmente aquillo qn en
sappuaha difflcl, raodiftcou-os e tornou-os, sals-
A principio para nio Irrita-loa e desgbtar, dei-
ias era penco lempo fui pou-
poaco appiicando-os ao trabalbo, de sorte que
diversos teera aceitado de boa vontade empregds
conferencia do inventario.
_E' possivel que no atropello da minha m'udanca,
nio estando eu presente s arrumaedes, m os
m us movis fossera alguns da casa, que estavam
a meu uso. Nio leodo ainda tomado casa minha,
e estando todo- os meas movis reclhidOS una
casa na qual nio rae acho de estada, nio posso fa
cilmente averiguar o qaa por ventara nio me per-
lenca, e sendo mais acl a conferencia feito nesie
Asylo. couforrae a verbalmenle expuz V. S.,'
aqu vrei outro dia fazer esea conferencia.
O marcineiro que eontratbu corti. a repartirn
das obras pobcus o torfiecimenlo de alguns mo-
vis, anda tem que recolher ditas outras pecas.
0 modo de supprir o estabelecimento.que mais
econmico me parece, o de coutrato ddS genotos.
Quiz polo era cxecuei, e at annjMoiei pelo
Diario de Pernambaco contratar os fornecafctos ;
mas embancas por parle d Santa Casa mallegra-
rain este mea desejo, e por isto resolv adalo
para quando tivesse lugar a reforma deste .*ylo.
Sem contratos de fornecimeuto, nunca se pode-
r fazer uma liscilisacio regular
Eu presumo que, durante a minha administra-
gao, as despf zas foraih maiore3 do que deviam ser
por causa da mioha numeroia familia^omposta,
como de 21 pessoas.
A alimentario regular de tao numerosa familia
acarretava, sem duvida, maii^r despeza casa.
E ara esta a_principal razio que me creon o pro
psito de nao permanecer por muito lempo neste
A-ylo, eu nio queria em meu proveito irapor onus
ao seu patrimonio.
Desejava, po.-m, deixa-lo era completa organisa
ci, e coraeco de urosperidade. O acto-de minha
deraissao antecipoa-.se ao da realisacio do mea de-
sejo, mas deixou sem duvida a vantagem da acer-
tada escolha de V. S., que, alera de todos OS re-
quisitos para bem servir o cargo de director, tem
a coadicio econmica de ser solteiro, e de entrar
pan esta casa sem familia. ,
Nao me sobra mais tempo para continumosla
incompleta exposico. Peco V. S. qae supra-lhe
as lacunas cora a saa iliasiracio. -
Aprsenlo i V. S. os protestos de rainha mais
subida consideracao.
Deas guarde i V. S.Illm. Sr, Dr. Jos Joa-
quim de Olveira Ferreira, dignissimo director in-
terino deste Asylo.
O ex-dreetor,
J. P. B. de Sello Reg,
V. S. Illm. Sr. se digne deferir ao sup-
na forma requeridaEsenvio Manoel
Pede a
Sicante
aria.E R. M.
Eslava a estarafflha no valor df 200 rs. nu-
Ibada da forma seguinte: Recife,' 2S de julho de
Recife, 29 de julho de 1870-Barros de La-
cerda. f
Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, serven-
iuario vitalicio de nm dos oicios de e>;rivio do
juizo especial do commercio desta cidade do Re
cife e seu termo, capital Ja n/ovincia do Per-
nambuco, por Sua Magestade Imperial e Cons-
titucional o Senhor Pedro II, i quera Deus
i guarde.
Henifico vista dos autos de detenan pessoal
de Gomes Leto & C, liquidatario de Jos Fer-
nn des Gomes A C. contra Francisco Xavier de
Soma Ramos, ser o tbeor do atiestado pedido por
certidao, o seguinte :
Atiesto que o Sr. Praneicj Xavier de Souza
Ramos, tem feito do mez de abril para ci diver-
sos trabalhos de escripta do meu cartorio.
Recife, i i de junho de 1870.O eserivao inte-
rino do juizo especial do commercio, Manoel Sil-
vino de Barros Falcio.
Eslava un i estampilha de 200 rs. e inutlisada
pela aneira seguinte: Recife, 11 de julho de
lwO.Mano:l Sil vino de Barros Falcio.
S mai- se nao continha era dito attestado aqui
mui bem e fielmente transcripto e copiado do pro-
irio original, ao qual me reporto, e vai a presen-
te na verdade sem c m-a que duvida faca, confe-
rida e concitada subscriptaeassigna.lauestocida
de do Recife de Pernambuco aos 29 dias do mez
de julho do ann*do na-cimento de \osso Senhor
Je3us Christo de 1870. Fiieram Subscrevo e as-
signo em f da verdade. Estova a estampilha no
valor de 200 rs e inutilisada da frraa seguinte :
Manoel Mara Rodrigues do Nascimento Recife, 29
de julho de 1870.
Conforme.Pedro Rodrigues de Souza.
[o Phantasma, fi
so seohu:
mandant.
0 sea i
filhos Tosbas, Mari _______
de (ato e peta falta que faz ta ear-
nhosa esposa o mli, co.., Uta m seas aa-
Cruz do Patro, hoje stimo dia tu 10 da
maosa, onde jazem sepultados dentro da
mysttriosa caixa os restos raoriaes que para
alli foram coodazidos com todas as honran
militares.
Ahi depois do Rquiem canudo pe or-
chestra dos grillos, os soldados despmdo a
farda e sacudindo o mofo, dario tres des-
cargas de traques sobre a sua sepultura.
Urna importante questa pa-
ra os doente?.
Esta quaslio vital, que eovolve a saode e bem
estar de muharra e milhares de pessoas, vai -ter
snbmeltida a' todos que soTrem du dyspepsia, axi-
sao do ventre, fobres biliosas, debilidade geral oa
qualqucr uma odtra afermdade proceoiaa do
estomago, do ligado ou dos intestinos.
Queris por ventura persistir era usar da jun-
gantes drsticos mineraes, os quaes s bzeaa en-
fraquecer, atormoutar e destruir o svstema aatei-
ro; ou queris antes aceitar nm ailivio semro
ceno e permanente pelo feliz intermedio dan pi-
llas assucaradas de Bristol, um catharco *-
tal, o qual subjuga a molestia sem reduxir a tarca
pbysica, absolutamraente brando e suavissis>
na sua operacao, e que aclualmente poupa a ae-
cessidade de urna continuada purgacio ; unquac-
lo que a mesma produzida e aggravada por
meio desses purgantes violentos e evacuauea '
Se queris, pe, gozar da ventura de um boa
apetite, uma robusta digestao, um ligado sio. eva-
cuacSes regulares e a paz do espirito resuhante
d'esta reuniio de salutferas condicoes, as pilotas
assucaradas de Bristol rcalsario o vosso des*.
Experimentai-as.e podis ficar certo de qna bo
vos ha veis de arrepender.
O excelleale acondicionamenlo das pilobs alastro
de vidrinhos garante a sua durabilidade ea lodo
os climas.
Em todos os casos aggravados ou proveniente
de impureza do saagoe a saisaparrifha de Bristol
deve str usada conjuntamente com as pilotos.
ERRATA.
Xa publicaeao do expediente da Santa Casa
?obre os negocios do asylo de mendicidap deraav
se os seguales erros que convem corrifir. Xe
2* perodo do ollico n. 2932 quando dizda data
da nstallaco do a-ylo em fias dj marco ao ul-
tmio dia, etc.,deve ler-se :da dala da instoMa-
cao do asylo em fins de margo ao alta le
abril, etc. Xa 4" linha deste mesmo periodo em
lugar de1452 libras de bacalho, deve ler-fe
1132 fibras de bacalho. Na copia do oOck>
dirigido peio director interino ao Ex, presi-
denteda provincia, em lugar ds8:000$ diarios
leanse800 r?. diarios.
COMMERCIO.


Perrunta-se
(loe consideracal pode merecer na soeiedade o
individua que e o primeiro a ditYamar aquella
com quera posteriormente se casen ; que pelos
prostituas commanita e associa-se cora bebados
devassoj e corruptos, e nos excessos da crpula
injuria s'ias prapnas irraias, at aquella que Ihe
dea o ser; que o primeiro a' revelar os factos
hediondos e brutaes praticados por dous sacerdo-
tes seus irmaos germanos; que pelas tabernas,
aepugues, esquinas e at na porta da igreja matriz
injuria seu vigario, assacando-lbes termos e epi-
thetos por demais vergonhosos, mas que, apanha-
do nm flagrante, nega ludo, pede misericordia de
joelUos, e com as mios postas; que o tempo em
quo permanece na espelunca emprega-o em cogi-
tar mentiras e alaivos, c nseguindo com elles so-
parar um casal que vivia na santo nuiao conju-
gal ; que por tal coraportamento corrido vergo-
nzosamente e empurrado pela parla fra por
aquellas victimas de sua ma' lingua, e toma isso
por racejo e ri se idiotamente ?
Ouem de tudo isto sabe, alera de outros factos,
que levaremos a' publicidade, que consideracao
pude ter na soeiedade. uma vez que nio evita o
seu contacto, e antes frequenta o seu tnrdel para
o apjnudur e fazer coro?
Ignacio cipo
Que de gallo
S tem espora i.
PHACA DO RECIFE 31 DE AGOSTO
DS 1870.
AS 3 !/2 HORAS DA TABBB.
Frcte de algodio do Rio Grande do XrtB para.
Liverpool5|8 d. por lb. e 5 ftiO
Mesquito Jnior,
l'elo presidente,
A. P. de Lemos.
Pelo secretario,
ENGLISl BANK
^f Rio de /aneiro Limites i
Deseo ata lettras da prafa tasa a ot-
'eDcionar.
Recebe dinbeiro em conta cornatt ha
i raso fixo.
Saca vista oa a praso sobre as odadu
arlacipaes da Europa, tem corresponde*..
aa Babia, bueoos-Ayres, Montevideo, Naw-
j New-Orleans, e emitte cartas d creo,
jara os mesmos lugares.
ttA Da GOMMERCIO N. 36>
Savo bae o de Pcrnamlmw rm
liquidar. 811 de agosto de
t30.
Os Sr. accionistas podera rcober e 7*
dividendo de um por cento do captlat s
quartas feiras e sabbados.
A' ra do Commercio n. 3J
2o an-
dar, faz-se, s quartas-feiras e sabbados o
3o o ultimo dividendo de 2,99- \ sobre o
passivo da concordata do Sr. Jos Antonio
Basto.
Recife, 26 de agosto de 1870.
leodlcl
Xegocos do Asylo da
dade.
Santa Casa -de Mieericorda do Reafe, i
agosto de 1870.-flua. e Exm, Sr.V. Bxc sabe
perfeilamente que o Asylo de Mendicidade foie-
tabelecido com uma secretaria ; e do relatorio que
com data de 7 de mino proxyne passado o
actual director iwerioo, Dr. Jos Joaqaia de Ol-
veira Fooseca, eneaminhoa a V fcc, e-que V.
Exc. servo-se enviar-rae -por copa; constara os
livros dessa secretario, e o estado esa que se
acbara.
Posso asseverar que exacto tudo quanto disse
acerca dsstes livros o indicado actual director.
C certamente na secretaria do ylo enstam os
seguales h'vros :
1." Ura livro para registro da ofieios,- raa^
dos pea directora, o qnal est nicamente eecrip-
tarado at 22 de mato prximo '
2. Outro para entrada de I
nelle somente lancados os noraes
sera escripia alguma as casas
3." Oatro para iancamento
4^'m jgo 4eJ>arifl e 1
o. Fio.lnaant, umliv.
dos pedidos de iinbairaJP^^^^^^^^^^^H
cprapradar Oaaawlo Jo
nior.
-Sei que o ex-diroctor
Olveira Fonseca. a
do por assim diacr
vez coaviesse um exame
Santa Casa da Misericordia do Recife. 17 de
agosto de 1870.- X. 2937.Illra. e Exm. Sr.Ten-
oi dito no relatorio do Io de julho prximo pas-
sado que o Asylo por falta de enfermara tivera
de enviar os seus doentes para serem iratados no
pita! Pedro 1 I, em vez de mandar buscar os
mendigos que all exMiaoi na enfermara inaugu-
rada por S. M. o Imperador em 1859, havia eu dado
por causal d'este facto a circumstaocia de ter sido
penas apromptado na casa que fra .le Carlos
Cambronne, o raio do sul que era suffleonte para
iceber os mendigos que baviam sido capturados
ela polica, mas nio os que se acbavam reco-
midos naquella enfermara.
/istos-espondeu o ex-director do Asvlo que se
flcio era suffleiente para adraittr os mendi-
* enviados pela polica, era o tambera para re-
Jber os que estovara no hospital, como V. Exc.
vera do artigo publicado no Diario de Pernam-
buco n. 161.
Eu nio falle de edificio, mas do nico raio nel-
le concertado, e a' perspoacia de V. Exc nao es-
capara que de ser ura local suQteiente para eonter
HPSero de individuos, nio se segu que o
T*ra receber um numero raair.
>e entretanto o raio, a' que se'allude, tloha ca-
Jlaade para receber ja' os mendigos apprehen-
>s pela polica eja' os qu se acbavam no ho<-
t parece-me que era obrigacio do ex-director
femover a remessa d'estes ltimos para o Asvlo,
raquisitando-a a' presidencia ou a' chetaciura de
polica, se as*im o exiga o seu regulamento, e
tonto ma:s qoanto essa remess sena acorapanha-
da de urna resolta de cerca de 1:000*000.
Sera que precedesse ordem da presidencia ou
picao da polica parece-me queniodevia a
enviar os mendigos da enfermara do hospi-
dro II, mormente sabenJo que mui numero-
am os mendigos recolhidoj ao Asylo, poi
I Santo-Antao, corao se v da certidio junto
I pe'? envi da Santa Casa, alguns ti
n chegada; e se ella tive.-se feito provavel-
nssnte o ex-director dira hoje que a raesraa junto
via procarado r-ar-llie embaracos, eoviando-
3 umconaganie de mendigos, que fora produ-
vr aglomeracao rejodjcial nos deus salos do
- > d
MOTE
Descontar os ordenados
E' melhor que cavar onro.
GLOSA
E' enle desmascarado
0 anairda ouzurario
Maniendo o triste fadario
Descontar os ordenados
Dos irsTelizes coila los I 1 t
Nio ha maor de-aloro
Nem tio grande tyrannia !
0 ts po de vilania
Trazendo negocios taes
C melhor que cavar ouro.
ALFANDEGA.
eaCimento do dia 1 a 29. .
dem do dia 30. ...
dem do dia 31........
872:53714 73
32 85UI4S
15:880*3;*
t>5t:258*ar*
Alguns empregados pblicos.
Ao publico.
fvliraarr,fime tero sido agitada pela imprensa
uma polmica entre doas nonvmosJustas e
Amante da verdade, o primeiro defendendo o
Phantasma, qae segando dizem o tenente coro-
nel Seve, e o segundo ao guarda do 3" batalhio,
que tambera segundo consto ocapilio Farias.
Temos acompanhado essa polmica, e notado,
alem do mais, que o guarda do 3 batalnio come-
con a escrver nica e exclusivamente sobre actos
pratico Jos pelo dito tenente coronel com referen-
cia ao batalhio, sem indigitar am se quer particu-
lar ou da vida privada do sea adversario, o qual
entretanto assim uio tem procedido, pois que logo
em sen primeiro artigo descortinou a vida privada
do dito guarda ou capitio, chamando : ladro, jo-
gaior, nao filho, me irmao e mo cidad&o, e ou-
tras cousas que a decencia e o respeito ao publi-
co mandam calar.
Pelo qae, hodiernamente o guarda dq,3 vio-se
obrigado a corresponder da mesma forma; fican-
do porra sabido que quera comecou a fallar em
vida privada foi o defensor ds referido tenente
coronel Seve.
Semelbsqtes qaestoes sao sempre odiosas, e pou-
co interessa deisan, oieosa fiorqae nio se trato
de vida privada, porem sim da actos relativos aos
dois contendoios, no carcter de officiaes da guar
da nacional.
0 imparcial.
Bao ^aialao Bao balalo!
TJintlm! Tntiin! Blao!
Meas memnisse horret.
Mea Deus 1 qae tristes sobs, qae lugu-
bres'dobres sa-i esses quo tanto affligem a
belp "Veneza Pernambnwna ?
Descarregam hoje 1 de setemar
Patacho porluguezRestauracdomereadorias.
Brgue inglezDauloedem.'
Brigue italiano Scipianafarinba de trigo-.
Despachos de exportago no dia SO d
agosto
Xo patacho bcspanhol Fomento, para Barce-
lona, carregaram : Amorira Irraios i C, 161 san-
cas cora 15,570 kilos de algodio.
No patacho porluguez Michaelense, para, a
tilia de S. Miguel, carregaram : Jos de Meinirae
1 barrica com 42 kilos de assucar e 1 sacco cosa.
lo kilos de caf ; Manoel Baptisto de Sonsa Labo,
10 barricas com 795 kilos de assucar.
No brigue inglez Meduza, para Liverpool,
carregaou : J. F, Lopes, 700 couros secca coa
8,400,kilos.
TABELLA dos preijos dos gneros somrss a m-
r.EITO DE EXPOBTAg.O.SEMANA DI 29 BSt MH1I
TO A 3 DE SETEMBRO DB 1870
Mereadorias: Unidades. Valeres.
Abanos......... duzia 30s>
Algodio em caroop ..... kilog. 157
dem em rama ou em lia. 830
Carneiros vivos. ..'.... um 4#0O#
Porcos dem. ........ 24900
Arroz com casca. .... kilog. 6*
dem descascado ou pilado 177
Assucar branco ...... fjja>
Idera mascavado......
oa men-
. litr
.
....
.... kilog.
...
earmentodas:
.... litr.
idos mendigos do hospuai Pedro II nao podia ser I Dona Mmala dos grillos, ealimavel esposa

dem refinado.
Gallinhas ....
fapagaios .
Azeite de amendoim
dobim.....
dem de coco .
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Bauniloa ....
Bebidas espirituosas
Agurdente cachaca. .
Idom de eanna......
dem genebra......
dem restilada.....
dem alcool........
Idera cerveja.......
emvinagre.......
dem vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
biscoitos........
dem ordinaria, proppartri a
embarque. ....'.-
Caf bora.......
(dem escoma ou resto* .
dem torrado ou moide. .
Cal branca........
dem prett.......
Carne secca ( xarque ). .
Carvio vegetal.......
Cera amarella. .
dem de carnauba em brut*. .
dem dem em vetas, ....
Ca ......
Cocos seceos.......
Coila.....
Couros de boi, seceos salgados.
I.
43
&
675
me
lg
ata
33a
s
39
m
kilog. 4
t*
ata

*
cenia,
kilog.
434
M3V
1M3H
Stt
HHfH
i

1


Dftr
10 de Wammbwm
Uva 1 d, SvUimbqo t JMft
Ma idemeaoic
Dmaeaj^H
des
kilog.
A
IeacepaUa.
Emitas o carnadha ....
tfcpiNpm (tan forrooa estiva
4eauvw........
*K fionaJ......tiiog.
araaia de aramia.....
Mmfb mandioca .....
4equalquerqualidade. '.
JWiriUi......
Umcfra.s......
MWKmfatbabom .
i a fclha, ordinario ou res-
taufl1 ......
~~ em roto e eni latas bom .
rdinario ou restolho. .
caito


i
eentro.

kilog,
4fi mandioca, (polvilho).
inha(raiz). .
C.
>
>
*
>
a
duzia
um
Kuams........ ,
Frodue........ ,
nnnk (coucoeiras) duzia
m achas......cento
Coros...... >
liajhas esteios......nm
Low 6 (prandtoes)..... .
P Brasil........kilog.
IdB de jangada......um
\hieecostadiaho de 23 a 30
mlliiaetros de grossura. .
tlftm pranchofti de dous costa-
dos at SO millimetros de gros-
era .........
dem taboado de menos de 85
tmiUneiros de grossura .
Tabeado diverso......
Tattfafca........
Travcs.........
Varas para pescar.....
dem para aguilillas .
U*aa para canoas.....urna
Owernas de sucupira(em obra)
KatMUcicupira para carro. par
**.........kilog.
Um deabelha.......
3Hm..........
Owot.........
Pama de carnauba.....molhos
IVehury........kUog.
Jfedras de amolar .....
idmadc filtrar.......
idam de reboMo
ftimnsdeenu. ......
10/000
1*133
784
2/180
48*000
24/000
U000
16*000
12*000
136
681
92
J7S
3*000
320
1*090
613
681
543
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
96*000
3*000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
AVISeS MARfTlM
*
ro,
gue para o Tlaranhao em poneos das cora a carga
que ti ver, e por isso qnem quizer aproveitar tao
boa occaslo de earregar, dirija ao consignata-
rio Joaquim Ju.- Gonealves Beltro roa do Com-
rae,rcio u. 17.
i*.
dotir^B
com pinnen
pared'
gio cot fi
Butas/t bjnieil (ttArl
Augusto Seixas far l<
par intervengo do agente Ponta
fu do Imperador n. 16, as II hi
i y X I'. i' .- <>c
; reto
objectos
os obj
no armazam
ir
''lil/T"'i! mWAMlf
fVfKJIIInii ^Hiftl
um fo unps
BUhd d
ecotn
j a calmantes para os casos, e
nao pode osar di opio e de seos
do8ie mni cooveareotes para
nos espasmos eeoovuJsoes.
Para o referido porto pretende segoir em poneos
dias o patacho Tres. Amgps, por te alguma carga
engajada ; para a qae- flie falta, trata-se coro o
consignatario Joaquim Jos Gonealves Beltro,
rna d)Cnaenct.) n. 17.
urna mesa de pmho, 1 retogjo deparede, 1 eaixa
1 caixa vasio e 1 caixa cor cb
HOJE
OMPA^HIi
DAS
Messageries imperiales.
no arotazem
ra do Imperador u. 16, as 11 lloras.
0 agente PontuaJ vender eja lello-os objectos
cima, p rteocentes toassa fallida de Antonio
Jos Gomes, por mandado do .-Sin. Sr. Dr juiz'do
commercio,- retineriment)- do curador fiscal
da dila falleacia.
as
*i.%l
A'llt.*
Ferrara
n.Tl'M-%
Ftllela
ura 16*000
duzia
kilog.
urna
duzia
raolhos
cento
kilog.

<
par

>
20*000
1444000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*900
16*000
50
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*796
160
At o da 9 do correte mez espera-se da Eu-
ropa o vapor fraocez Givonde, o qnal desos da
demora do costuran seguir para Boenos.Ayres,
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para cooducSes, frete e pas^agens, tratarse
na agencia, ra do Commercio o. 9.
Ate o dia li do corrate mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Sindk, eoramandaote
Massenet, o qual depois da demora do
seguir para Brdeos,tocando em Dakar (Gorea)
Lisboa.
Para condieSes, fretes e pangeos, trata-se na
agencia, rna do C.ommercio n. 9.
C0MPANHU PERNAMBCANA
\'avgac3o ostelra por vapor.
Fernando de Noronba.
O vapor Maniahu commandanie
Jalio seguir para o porto cima
_ no dia 5 do crreme ao m 'io dia
Recebe carga paasageiros e encommeedas, at
as 10 horas do dia da sahida no' escriptorio
do Forte do Matta? r.. 12.
um terreno na estra-
da do Manguinho
O agente Pontnal, 'competentemente autorisado,
vender em leilSo nm magnifico terreno (limitando
n0:^?" com o sitio do Sr. Jeronytno Jiquim Finia de OJi-
veira na estrada do Mangoinbo com 337 e meio
palmos de frente e 800 e tantos de fundo at o rio,
todo murado de frente e de nm lado, tendo ja en
capada agua da companbia de Beberibe (43 baldes
diarios) e pagando 30* anauaes, sendo o terreno
proprio
Terca- feira 6 de setembro
no armazera da ra do Imperador n. 16, as 11
honas.
---------------------------------------_----------------
RAL RA
DOR N. 38.
Preparados d'alcatro em cap*ahs, licor,
ferruginoso.
ACIA CENTRAL RA DO'IMF
09R N. 38.
Pilolis de Valr^.
Pillas de Blancard.
Ptala* de Bland.
Xarop furruginoso de Blancard.
es de lactato de ferro.
Confei
Pulas
ferro, io
Desde o da 7 de abril pa?sado leba-se aberto c
aovo estabetoeimeolo photgrapliioo sito ra do
'-^bng n. 18,e.qnina do paleo .la matriz. Oslraba-
W> que dpsde ento, lem sabido de nossa nfficina
\*o R(;ralmenie agradado, sendo reeebidos por
algnns com admirarlo pelo emraordinari > pro-
ffwso yue altimatrjntt; lem rtdo a pbot grpbii,
9 po-" ontro eom alegria, por verera a provincia
flotda com um estafeeioeimento digno d ella, e int
ratestavelraenae o priineiro qne nesse genero
boje possue : tamben nao nos poupamos em cousa
alguma para nunta-lo no p epi que se acha, es-
perando que* pubfieo de Pernambuco saber
apreciar nossos estoreas o recompensar nossoa ta-
os.
vidamos a todas aquellas pessoas, oaeioaacs
trangeiras que gostaai" das artes, ou tiverem
aecesjdade de trabados de photographia a visi-
tarenfo nosso estabeleelmento, que estar sempre
| aber.lo e sua disposica todos os dias desde as
Pilotes assucaradas de BrisIoL
NA CONTCM
NEM CALOMELANOS
Ha ,k.n,i. a t,_. i.i,An s i,u"^" a ua uisposicao toaos os oas dese as 7
de carbonato de ferro, laclado rtejaoras da manhaa at && da tarde.
ureto de ferro com magnezia.
Jarjode Quev$nae.
AflnBr ferTograwo
RAXR
.- t PORN.38.
Ttnb e xarope de pepsina e sdtarlhare,
escelteto tnico paFa auxiliar as digesles
difficeij nos casos de debilidade *do esto-
mago.
(Nmtas ou cbifres de noviho ou
wacca..........
Sam.........
SaL.........
Usjparrillia...... .
Sapa* de couro branco .
S ti graia em rama .
ideai jn velas. ......
u e vsquota.....,
Tapioca......... >
i'attas de boi.......cento
Yasseuras de carnauba duzia
Idea de piassava..... >
f tan de imb. .)....
Mfandega ae Pernabmbuco, 27 de agosto de 1870.
O l.'coBfereote. Manorl C. Barrete.
O 2.* couterento Carlos A. Litis de Souza.
Afprovo. Alfandga, 20 de agosto de 1870.
I 'oes 4t Andrade.
* Miarme. Joaquim Tertuliano de Medeirot.t
HCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Bfisaeotodo dia La 30. 61:131395
f 2800
348
10
2fi0i3
800
340
476
1200
380
768
1*200
960
COMA mmm
DE
66:614*133
CONSULADO PROVINCAL
Pv^tdirnento do dia 1 a 30.
(em io dia 31. .
77:9191137
90026o
Paquetes a vapor.
Dos porto* do sol esperado
at dia 8 do frrente o vapor
Paran, o qnal depois da demo-
ra do costme seguir para os
portos do norte.
, reeebem-se passageiros e eng.ija-se
:arga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ler embarcada no dia de suachogada. Encommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
lahida.
Nao se recebem como eacommendas seno ob
jectos de pequeo vdor e*que nao excedam a drta:
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medica
rudo que passar destes limites dever ser emliar
jado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua>
passagens s se recebem na agencia, ra da Cru
n, 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Lulz
de Oliveira Azevedo A C.
BRASILElli
DE
77:0195172
M0VIMENT0 DO PORTO.
Navios sahidos no dia 31.
mama Patacho brasileiro Tres Amigos, capitao
BunM'ugos Vieira dos Santos, carga farinha de
trigo,
'atedi) e portos intermediosVapor brasileiro
Giftii, Cdinmandandaote Macedo, carga varios
gneros .
franja e portos intermediosVapor brasileiro
Pir^jMuna, commaudantc Azevedo, carga diffe-
rettes feneros.
Observaco.
Nio houve entradas.
DECLARACOES.
Consulado de Portugal em
Pernambuco.
Qi Srs. Joao Mace.lo do Amaral.
Birbosa & Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Dias de Carvalho.
Manoel Luiz da Costa.
Fdjoses Jnior & C
H .Itlnr & Oliveira.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
Francisco Gonealves de Arruda.
Sebastio de (sem sobrenora)
Silva & Joaquim Felippe.
Manoel Gomes da Crnz.
Amorim & C.
Christovao Ferreira Campos.
Beltro, Oliveira & C.
Antonio Jorge dos Saatos.
Antonio Gone.ilves Guimares.
Antonio Jos Gonealves de Azevedo.
Paimeira 4 Beltro.
Manoel Barbosa Ribeiro.
Jos Berna rdj da Silva.
chamados a comparecerem neste consula-
adra de receberem o que Ihes tocou em rateio
r-.a liquiJacao de alguns espolios de subditos por-
lagaetes fallecidos, dos quaes provarara ser ere-
dteres,
aecifa, 17 de agosto de 1870.
SANTA CASA da misericordia
RECIPE.
A fHm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do'Recifi manda fazer publico que
na sala de suas sessoes.no da 1." de setembro, pe-
fas 4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
qaem mals vantagens pflerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABKLECIMEMTO BE CARIDADE.
Ra larga do Rosario.
2* dito do sobrado n. 2't A. 400000
Ra do Padre Floriano
;a<* terrea n. 47. .- 1741000
PATRIMONIO DOS ORPHOS. .
Ra do Pilar.
:* terrea n. 103......203000
Id n. 91........204*000
Ida a: 102........BdOOO
tdem.o. 93.........204*000
S 4a Mirueira n. 4...... 107000
Os^retendentes devero apresentar no acta da
:'iatac;!) das suas llancas ou comparecerem
acompanhados dos respectivos-fiadores.
eertaria da Santa Casa da Misericordia do Re
' ie agosto da 1870.
O escrivo,
Pedro Hodrigues de Sousa,
D
mam
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte 6 espera-
do at o dia 8 do crreme o va-
por Cruzeiro do Sul, commao-
dante capitao tenente Pedro Hv-
poliio Loarte, o qual depois da
demora do costume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e enga|a-se a
rga que o vapor poder conduzir, a qua d6vera
*er embarcada jto dia desuachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia d>
rna sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nio excedam a !
irroUas de peso ou 8 palmos cbicos de med-
{o.
Tudo que passar destes limites dever sai
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passagairos que snas passa
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
I* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Olivair.
Azevedo 4 C.
LEILAO
DE
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leiio as dividas constantes da relaeJo
em poder do dito agesta, .setdo in vales, letras,
documentos e coutas de livro, tudo na importancia
de 9:5235084, pertencentcs aos herdeiros do casal
do fallecido Fortunato Cardozo de Gouva.
Terca-feira 6 d setembro
no armazem ra do Imperador n. 16, s U
horas.
AVISOS DIVERSOS.
A commissao, eucarregads
pelo Exm. Sr. presidente d i pro-
vincia de promover a libertaqao
de crianqas dosexo feminino avi-
sa as pessoas que concordaram
nos pregos offereeidos pela c >m-
misso para ditas libertarjdes,
que devero comparecer na
casa da camra sabbado 3 do
corrente de 10 hroras por dian-'
te, para ahi assignvrem as car-
tas de alforria," e obterem es
respectivas guiac, com que teem
deappresentarem-se na thsou-
raria proviucial para receberem
a importancia das crianeas al-
lomadas,
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agu hemostalica de Lechelle, mui ra-
corjimsidada em qualquer caso de hemor-
rbagia, e principalmenle Da tliysica pulmo-
. e las heraorrhagias uterinas.
PHABBm DE"TOAL RUADO
DOR K. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binado d iodo com o sueco de plantas
anti-scorbeticas.
Este xarope empregado com jrrande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamelos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho loriado de joly.. e oleo iodado de
Persono, saoreccmmendados para os mes-
mos casos, e- ncontram-se nesta pbarma-
ca.
Aracaty.
Segu para o indicado porto o palhabote S-
brateme, capitao Pereira ; anda recebe aluma
carga a frete : a tratar cora S Leits Irmos, a
roa da Midre de Deus n. 1.
RIO DE JANEIRO
Para o porto acuna segu com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do,sea carregaraen-
to eDgajado : para o resta que Ine falta trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C., ra da Cruz n. 37, lc andar.
Rio de Janeiro
Pretende seguir para o referido porto cora i
possivel brevidade o patacho Monteiro por ter por-
cao da carga engajada ; e para a que lhe falta e
sscravos a frete, trata se cora o consignatario Joa
qoirn Jos Gonealves Beltro a ra do Commercb
n. 17.
Gabinete Portugus
deLeitura.
A director.ia do Gabinete Portogucz de Leitura
era nome da sociedaile que reprsenla, cordialmen-
le a com profunda considerado agradece aos no-
bres cavalheiros que se dignaram com sua ele-
vaba intelligencia nbrhnnt.ir a fest do 19 ani-
versario, que leve lugar a 21 do crreme ; e bera
assim a todos os Illms. Srs. que se dignaram con-
correr com objectos para ornamento dos saloes da
bibliothe:a
A todos esses dignos cavalheiros a directora
protesta um voto de rec nheeimento, al:a estima e
considera^ao, por tao significativas provas de
adhesn e amor a um estabelecimento, que tao til
e proveitoso so tem tornado nesta heroica pro-
vincia.
Secretaria do Gabinete Portugnez de Leitura em
Pernambuco ao* 23 de agosto de 1870.
Antonio de Albuquerque Mello,
Io secretario.
Sorrejo geral.
RU?ao das cartas registradas, procedentes
ftul e norte dorjaperio, existentes na
^1 em 30 de agosto
Companbia americana e brasilei
ra de paquetes a vapor.
At o dia Io de setembro esperado As por-
tos do sul, o vapor americano Merrimack, o qual
depois da demora do costuine seguir para Naw
York, toenndo no Para e S. Thomaz.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C, ra do Commercio u. 8.
Frete sobre dinheiro ]i % para qualquer por-
toda estila do impurio, sendo quantias maiores
de 10:0003000.
Tendo aberto seguro em Londres sobreJjbras
esterlinas 100,000 por qualquer vapor da lfaha, a
companhia segura qualquer remessa de dinaptro a
1/6 % para qualquer porto da escala do iruperid.
O valor deve ser declarado em libras esterlinas
e o premio pagare! na mesma moeda ou s"eu equi-
valente.
Para Maco sahe o patacho Bom Jrstts nes-
les dias e para o resto daxarga recebe por todo
preeo : tratar na ra da 'Madre de Deus n 2.
PAR'
Preiende seguir para o referido parto em poneos
dias o paluabote Rosita por ter a maior parte da
L-arga, e para a pouca que lhe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Gonealves 'Beltro,
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILA&
DE
MOVIS
na mobilia
ra marmol
de amarell
Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco
A directora do Gabinete Pi rtugnez de Leitura
summainente penborada pelos relevantes servicos
prestados por todo? es lllms. Srs. membros que
compozeram as diversas commissSes nmeadas
para a festa do 19 aniversario, que teve lugar
a 21 do corrente; vem agracecer a esses Illms.
Srs. to significativos favores e dedicaco socie-
dade e patriotismo, damo assim ara novo lustr#
ao bom nome Portuguez.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 23 de agosto de 1870.
Antonio de Albuquerque Mello,
____^_________ 1" Secretario.______
Chegandn ao conhedniento do abano assignado
que, nao obstante a publrcacao feita pelo niosmo
no Dia)io de Pernambuco de 14 de abril do cor-
rente anno, alguem pretenden comprar por vinte
e seis contos de ris o engenho Dou9 Bracos, si-
to m villa de Serinhaem e mais seus pertenc
aceessorios se achain em letiprio com um credoH
uzurario de9de 9 de julho de 1844, era que se pro-
ceden tumultuariamente a penhora em todos os
bens-dn seu finado avO Lata Jos de Araujo, de
quem o abaixo assignado legitimo herdeiro, co-
mo lamb?m legitimo h+rdeir e possuidor da pro-
pnedade denominadaSobradioljosito na viHa do
Bonite, cojos ber mportam em mais de cincoen-
ta contos de res, contantes do engenho Dous Bra-
cos, moente e corrate, com vinte e seis escravos,
triuu e sele bois mancos, muitas quartaos, quatro
cavallos de esttibaria, urna capella com todos os
paramentos necessari >s, mais urna safra colbida e
outra creada, ludo descripto no inventario do dito
seu av. de cuja heranca, deizada era testamento,
foi o abaixo assianidoesbulhado, como em tempo
mostrar : por isso apressa-se era protestar con-1
tra semelhaate esbalho, que o rednzio a extrema
pobreza.
Sendo certo, que para pagamento de quantias
nao verdadeiras na importancia de treze contos de
ris, foram todos os bens do tinado seu av Luiz
Jos de Araujo penhorados, e como em breve, te-
nha de ajustar comas coracse efedor nexoravel
e usurpador, que para isso, se aproveitou da in-
fancia e orphandae do abaixo assignado. vem pe\
lo presente, declarar, qne ninguem contrate, nem
compre o engenho Dous Bracos, nem os seus ac-
eessorios, nem bens alguns do-finido Luiz Jos de
Araujo, afim de se nao chamaram a ignorancia.
O testamento existe, em breve ser publicado,
afira de convencer ao publico, aos jujzes e aos tri-
bunaes do paiz, di que parte est 4 razo e a jus-
lica, se do abaixo assignado.
usurpador,;bem conhecidr
Becife, 31 de agosto de 1
'____________Joaquim Carrea de mor.
PHARMACIA CNTRAL BA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento do chocolate de ban-
Dilha, salepo ararta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido phenico, en-
xofee e camphora recomrnendados para as
molestias de peL, como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dadepara o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costomam accomettel-a.
PIIAIMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melbores vermfugos para criancas,
, Pasthis de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug,-;.
Tu^o de_melhor qualid de.
4CL CETRArRAD1M
DOR N. 3.
Vrfiadi.isimo sortimento de fundas de
exceUentftqualidade.
FARMACIA GENT4L
Ra do Imperador n. 3.
Lamploujjbs Pyretic Saline.
A preparalion of well known ntelitj' to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing heverage
in all cases bf fe ver. The frequent use'c""m sa-
lina preserves foreijurers, from many dst.jes to
which they^ire leable before becoming acehraa-
tised. May be obiained at the Pharmacea Central,
jua do'Imperador a. 38.
PHAHMACIA CENTRAL WA
N. 38.
Past.ilh.as de balamo de tol e de seiva
de pinho maritioio, para as affecces chro-
nicas do* pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carador nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, .& qualquer affecgo nervosa.
Pastilhas de bypophosphet de cal moi
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico nsf, e de Regnault,
de hortelaa, pimenta, e de Vicclev, de pe-
cacuanha e de Rerms.
Para es trabalhos de photegraphia possuimos di-
versas machinas dosmelhores autores francezes,
raflezes e allnjemes, como sejan f Lerebours et
Secreun, Hermagis, Thomaz Hoss, Voigtlander et
sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
maehinasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 iraagens diversas e
tsoladas, e ontra de G a 1* imagen diversas e
igualmente solada?, de orte que no caso de
grande* concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa at 8pessoaj diversas eisola-
das para cartoes de visita, o assim em meiws de
um qnarto de hora despaeharmos 8 differemes
pessoas que pecam cada urna, iiinaduria de cartoes
snais ou menos, com os seus retratos smenle, ou
;m^ grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
i reitnra dos trabalhos de photographia d'ei-
xando pericia e talentos do distineto pintor
iliomao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth ajehase ligado a nossa empresa por
tuna eteriptura publica, e at o presente tem se
lesvellado na execucao de sens trabalhos
o nosso estabelecimwito achamse expslos ou-
ros trabalhos imi-ortantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, re ratos
oleo, qnadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
aranbo natural, assim como do quadros sacros
para ornamentacao de icrejas on capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Assegnramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
kURTES DE VISITA NAO COLORIDOS 10(500 A
DC7.IA
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
I 1UI. i 6(5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20^000 cada um, indo convenientemente en-
;aixilhado em moldura dourada e regulzndo o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
)udo o quadro palmo e meio de tamanho
Julgamos que bastarao os precos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
sstablecimento, quanto sua perfeicao cada um
enha julgar por seus propris olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
aossostabelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 fia tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
am casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias do ebuva, ou por tempo sombro po-
lemo3 retratar, n assegnramos que esses dias san
os mais favuraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da hu, e pi r termos n
aosso terrac > construido com taes proporroes e
nelhoramentos, que ainda chovendo orrs ne-
ahum Inconveniente ha para fazer-se bellos re-
'.ralos.
J. Frrreira Villela.
3
NEM NENHDK
OCTRO MINERAL7
Agrande necessidade e falta de um ca-
tbahico ou de urna medicina purgativa, ha
mnito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da facoIdaoV
medica; e por isso, infinito g, gosto
prazer que sentimos, em podermos con
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetae assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as paites e mak-
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perleito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao coniDosta
dessas drogas ordinariamente "usadas na
oomposicao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de ratees
medicinaes, uervas e plantas, depois de se
haver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes,
que contem o verdadeiro valor medkmaJ,
aquellas porcoes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da meaor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes cspecilicos, podemos nomcar a po-
dophgtn, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
^aravilhoso possivel sobre as regios dn
figado, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto de combinarlo com
kptandrin, e'mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, eonsti-
tuem e fonnam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
puDlice. As pilulas vegetaes asspcaraia*
de Bristol, acbar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efl5-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguinteb.
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo
Afieocoes do figado.
Ictericia,
Hemorrodias.
-Man hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dspepsia. ou irtdi-
gestao,
Astringencia, ou..
priso do ventre
habitual.
Asia do estomago e
flatulcncia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Em todas as moleslias que derivam t
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de iSristol esse melhor de todo
os purificadores deve ser tomado conjun
tatente com as pilulas, pois que. estas-
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para ebrarem do harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz.
nao nos resta a menor d lvida em dizer.
que no maior numero dos casos, podemos-
alfiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompt-i e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao st
auhe n um estauo muo aietn uus recursos
humanos.
Tendo-sede celebrar na sexta-feira 2 de setem-
bro, ai 7 horas da manhlia, na matriz do SS. Sa-
cramento da Boa-vista, mis-as e memento por at-
ma da fallecida sempre lumbrada D. Argrmira
Duarte de Menezes Ferreira, mui digna consorte
do Illm. Sr. Antonio da Silva Ferreira Jnior, que
fallecen na cidade de Paris no dia 8 de agosto ;
pede-se respetosamente aos amigos d">te inconso-
lavo! esposo e pai de familia, para se dignarem
comparecer na mesmi igreja, em tribus de ami-
zade, e tornar-so mais solemne este acto observao
pela nnssa rcligiao.
Esc r >> va
Precisa-se alugar urna preta escrava para o ser-
vico interno e externo de urna caa de pequea
famtiia : na ra do Queirnado n. 12, Io andar.
AMA
Prv.isa-.se de unta ama pan casa de pequeaa
mlilL para comprar e eosinha do-e
erav*: tratar na roa do Crespa
\
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cb purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritir of intestinos.
XRO HYPOTICO DE CHLORAL.
Ochloral um agente therapeutico recen-
temene experimentado, mis cujos beuefi-
cios Vjo sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as afleccoes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre'empregado com vanfagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnta, em que ella produz ura somno
calmo e profundo.
Elle Kcmmendado as clicas, na cho-
rea, no letboo, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimadoras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na astbma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE. Daas a oito colheres de sfipa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontn-se na, Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LABAMkAQUE
Poderoso Inico aoje to acnnselhado nos
gozos de debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMAaA'.CENTaAL RA DO IMPERADOR
H. 38.
Alugam-se duas casas com grandes comra.i-
dos para familia, sendo una na ra das Pernam-
bucanas, na Capunga, defronto do chafariz. perto
da estaco ; e ouUa no Manguinho, principio- da
estrada dos Afflictos, e esto pintadas : a tratar
com Jos Antonio Marques, no Chora meninos, ou
na ra do Mrquez do Henal n. 08 A.
Aloga-se ou arrenda-se um sitio com efsi
ltimamente edilicada, sita no lameirao do Mon-
teiro : a tratar na ra da Madre de Dos n. 14,
Precita-M de uuia preta pafa tudo o servlco
de casa de pequea familia, e de um moleque de
l a li annos : na ra estreita do Rosario n. 14,
armazem.
A:os 5:fl00#000 e 20:000$00(T.
DA PROVINCIA E RIO DE JANEIRO.
Bilhetes garantidos da provincia, ra do
Bario da Victoria n. 63 (utr'ora Nova)
O abaixo assignado participa ao respeitavel im-
bu o e cora especialidade aos amantes do ouro,
qui abri a sua loja de bilhetes garautidos da pro-
vinfcia, assim como tem venda os muito felize*
billetes do Rio de Janeiro, pagando qualquer pre-
que sahir or snrt" somente com o descont
ei, e que paga com a maior brevidade. possivel
qualquer premio que o mpsmn venda.
Billetes da provincia.
Inte i ros 6*000.
Meios 3/000.
Qaarios 1/500.
De iOOfJOOOpara cima.
Inteiros 8/400,
Meios 2/700.
Quartos 1/330.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Pncisa-se de urna ama forra ou captiva pino
servieo interno e externo de unja casa '.- puack
familia : na roa Velha 11. fiO.
Aluga se a casa le rea n. 22 da T'~-T'7-
zeres, fregneiia da Boa-vista : a tratar no 3* an-
nar dn sobrado n. 36 da ra das Crn
Precisa-se de i menino de 14 a te tumos
para raizeiru de taberna, on mesmo iW 11 .., j,--.
soa que queira lomar rala, enlcmd 1 cu ahjiM
capital; e tamb-m se vmde se qoizu c
na ra Imperial u< 224 on 130.
Precisa-se dq una amaiara eonp linhar para casa depouca familia : na iua dw
Duque de Caxias n. 22.
H.ver todas as quintas feras um omnibns
para Santo Antao, devendo partir as 3 horas em
ponto da ra la Praia n. 41, e voltando para n *-
cife na sexta-feira as mesmas horas ; tambera
aloga-ve outro qualquer da para alguma familia ;
levando dez pessoas. Tambera.Teudem-se cavalios
para cabriolel : a tratar na ru de Ptdro Afleos
(antiga ra da Praia), com o Sr. Jus PintoTava-
res Jnior.
Aos senhores proprie; arios
e mestros pdreiros.
Pa'? Parrct!) & Guimaics, rendeiros do sitio
denominado Birbalho, sito em Apipii'-o?, oflre-
cein venda o multo acreditado lijlo u'e elveuaria
grossa fabricado nesta olaria, au s pela grande
marca, como mesmo pola qualidade do barro, que
conhecido como primario, all! enconlrarao sem-
pre grande deposito, e so manda botar nos pollos
por precos razoavais.
Precisa-so do urna ama que saiba engo minar
prefenndo-su escrava: na ra da "Penha n. 23
Io andar.
Aluga-se a easa Oe dous andares e, solo da
ma da Aurora : na mesma na n. 38.
Criado
Preesa-se de um ci. apeiro e
de casa, que d fiador a sua conducta :
Crespo n. 9, livraria fraBWW-
servieo
na ruado
Na ra de Harl
feitor portuguez para attto. *
precisa-se da um
I
Inteirrs
Meios
Qu;rtos
24*000.
12/000.
osooe.
j.
Domngo28de agosto desappare-
ceu da'ma do Commercio ura bur-
ro pequeo, cor rudado.cauda com-
prida, dinas corudas curta, com
eaogalha, sendo a oufalha de ferro: qnem o pe-
gou ou qnem aeile der noticia, diriia-se ra da
Matri da Boa-vista, sabrado 11. 18, que se recom-
pensar.
HOTEL CENTRAL
EM
manto % ejaboatio
uhores
viajan t rem a
passe s commodidades
e :'- desaj is modorados.
e en con tra, pois ncia pelos
qu 0 nn paaa a
= Precisa-se contratar um
Rvd, sacerdote para urna "ca-
pellana, n'uma cidade populo-
sa e perto do Recife : tratar
n sta typographia.
-* Quemannunciou a compra de um sitio, que-
reado no Arraiat, apparega na ra de Hurtas n.
IB, sobrado.
aWMlU!I
A direccao da So'ciedade Tlieatral Olindense,
tendo de proceder a.eleicao ao conselno adminis-
tra! i 8 do corrente, na casa do theatro,
pelas novo hor mha, na forma dos no-
vos estatutos,-convida a todos os Srs. socii
3.1ra comparecer, pre vi ni nd > qi
CLUB POPULAR
De ordera do Illra. Sr. 'presidenta, e de aecorn
com o art. 23 dos estatutos, convido a todos os
socios do Club Popular para se reunirem em as-
sembl^a geral no dia 9 de -etembro, s 7 be ras
da noute, na ra de Santa Rita Nova n. 1, an-
dar, afim de tomar conhecimer.tn dos trabamos da
junta e do conselno deliberativo ; todo de con-
formidade com o dispo^to n. do art. 14 dos
citados estatutos.
Secretaria do Club Popular, 34 de agosta do
1870.
0 Io secretario,
Misaelda Silveira Arairal.
FURTO
Furtaram da ra d- fcmmerew,
agosto pelas 2 horas da tarde, um
no, de cor, rndail
de couro ; quera o apar
ra o. 36, 1 ari
vista, sobrado n

.viho Bo-
era vantageas.
nnuncinu querer comprar
a ra da Aurora n.
Mide.
Aluga-se 1
Velha n. 17 : tratar aa nw
ndependancia n. 33 sedad-
de ouro, prata e pedrxs
seja qual for a quantia; e na mesa*
ouro er
lmente se fas toda e qualquer obra do eor
rada, e tod:> e qualquer concert Bwrtea,
i i mesma arte.


I


de Pemambueo 'Quml
Sctembro de IBT

inri------ff'fi ti t
D


1 O H3
3
fc5
*rido **?cp>vo dinja-
mdar.
PEDIDO
A' roa do Jardim n. 45 precisa-se Miar com *?
seguate senboifs :
julio Adolpho Ribas (acadmico).
Querino Candido de Vasconcellos.
Joaquira Cavalcanti de Albuquerque Mello Pflho
(PombaO-
Jejuiuo Augusto do .Sanios Fragoso.
Virissimo Correia de Lyra (Croangi ou > /teencia.
Joaquim Esteres de Gonvea (Una).
Jos Hermino Pootoal (engenho Prefe mea).
Fernando Barata da Silva (engenho f orej).
Mauoel Policarpo de Azevedo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Edaardo de Paula Santo.
Francisco da Silva Porto.
Juvenai Torre.
Tbora Joaquim do Reg Barro'. ________
A. yeit'dadcjri oral de
& Bento
Bala farir*P sulu-
4s ttfs padec me nios m do peno,
coroo astjima oa padrarae; atharros,
irifanacao de bole, pleurtae e na ptbysica.; re-
oomrnendndo-se com igual provelto as peasoas
convlecente.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartholomeu & C.
'*. 34Ba larga do Rosario34_______
Acaba de sahir a luz
E
Vende-se
>'A
Livraria franceza.
A \
= O Sr. Joaquim Das de Alrjeida Costa queira
vir concluir com Tasso lrmoc> C. o que tratou
MOF'iNA
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado Huma
escala de poder servir vantajosamente os seus fregueses, tten-
to o granie sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes. que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- eujos prepos sao' em competiveis e as obras garantidas
de lei.
1HOREIRA 1113 ARTE .
Ttoga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Naxareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a roncloir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reah-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flin ; pois V. S. se aeve leeabrar que este negocio
de mais de oito annos, e quano o senhor
fimo se achava no estude nesta cidade.
GUIA DEVOTA
SAO
1fflAZILI\N STEET
Raihvay Company (Limited)
AVISO !
De deajingo 4 de setembroem diante, os
treos nes dongos e das santificados par-
tira) pela tabeila seRiirnte :
MANBAA
lo ecifeAs 6, 7, 8, 9 e 10 horas.
l)a Xpipucos As 7/5,8/5,9/5, 10/5
11/3 mitos.
TARDE
T) Recife-I, 2. 3, 4, 5, 6, 7, 8/15 e
SI/15 mininos.
lfc> Aplomos2, 3, 4, 5, 6, ", 8/20 e
D/O minutos.
As tabellas novas podem ser procuradas
fyt UvIV.
"N. B.As partidas tos trens nos das de
Ksciiphrio da companbia, 31 de agosto
do 1870.
Williain towtinson.
Gerente.
RESTAURAN! DE PARS
4Ra das Larangeiras4
Ao commercio.
O aftafto asignado declara aos seus eredores,
que lio pode, 'tomo annuncica fazer no da 30 do
crrante, as pagamentos da primeira prestado de
sua concordata vencer se em ;utubro vindouro:
porque i Sr-. Pedro Maury. PereiraCarneiro e
Francisco Kibeiro Pinto Guimres se recusarara
eata | ra este m o dinheiro, que teero
..... -i. i .., [i. rigtado, qne K-eetierain como memhros ae urna
miimi-i) nomeada pek sus liadores por um
.-,.n\vi!io ((Cftieolar, celebrado entre ese*;
iM*BM afaail i assiflflido recusa, pois, esta (|ue foi
hila, .il-.n iie (luiros pretextos sol) O de que rio
.imiiiliai .-ordata : e, requerendo ao Illm.
Sr. ttr, jiz 4o commercio a eutrega do dinheiro
para es.-e 1 i, foi decidido pur elle, depois de ler
imvldo a cuimnUsan. que o abaixo asignado a-
guardaste a m decio eohre a nullidade da
iMMMMCoa: .i pelo segante despacho: Jun-
le-se m .if.s. Aguarae cf supolicanie a deci-
sao sobre quai cotwenio particular nada signica, e
- nem pede tegolar as reiafOea jurdicas do
raacordafcMO, fiadores e crdores, como por
uniaou mais vezas j deilarei nos autos.
I5epif>. 27 de agosto de 1870.Barros de La-
cerda.
lpera. |i :-, o abaixo a?signado a deciso desse
inrijente. i. proceder de conformidade com
i Francisco do Espirito Santo.
.COMPMHIA .
DOS
TBILHOS RBMOS
DO I
UECiFE A9 OIIWDA,
Compra-s< dormentes da ioticic e secu-
pi, ..rn;,K..w, sedro e araeira, de 10 pal-
in s fl i'oiopridos e 8 polegadas de largu-
ra e I de grossura na estaco da ra
da Auror? das G boras da manhaa s 6 da
lardo.
Reofe, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
.1. (fe Abreu Porto.
Muiii>i.'!eader um criado dirija-se a ra
larga Do Rosario n. O, loja, que achara com
.....m* rf-""""*8" "

as p~ins J'>ua amisade e aos seus patntese
de w re ktubrida mullier Landjlina de
fVwu ^ivai.oite. para assistirem a mLssa fnni-
\->.rsaru d i nto desU, hoje, s 6 l\i ho-
r.i- il na nutriz de Santo Antonio.
H D'YIITOT
m;\ i;srEiTA do rosario n. 14.
Ya le de commercio faltava ne3tapopn-
j.i.i imento em que se compre
i-, ve > de roapas feitas novas
se denomina era Pars
- o estabelecimento que se
jiw i i^i streita do Rosario n. li. Assim,
toila-
i qtiizerem vender, ou com-
ou velias e todos os mais
neo, inclusive trem de
ao indicado estabel
rece-se para i
s para elfeciuar as
elqci-
ir em
compras

- V

ernanibucano
para
. Pernami
O proprietario deste estabelecimento, avisa ao respeitavel pujlico desta
cidade, e as pessoas que o honrar com sua confianca, que acaba de estable-
cer a seguinte tabella.
3 pratos a escolher. ,
Vinbo.
Pao
Caf ou cha.
10000
Sopa.
;j pratos a escolher.
Vinbo
Sobre mesa.
Caf ou cb.
15000
HORAS \ MEIA NOITE CEA SEGUNDA TABELLA
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapos no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e rmateos
de um e outro lado do rio, lugar beir. conhecido
pela sua importancia commercial, cujo porto one-
rece muita acihdade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihany (na
mesma provincia) moente e correte, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, beatas e alambique ( ou somenle o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos precos,
e tambem se permuum por engenhos nesta pro
vincia, Parabyba e Alagas, ou por casas as ca-
piues das mesmas : tratar com o proprietario
major Fabncm Gomes Pedrosa ra da Cadea
n. 45, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte. _^_______
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Stpnario do Senhor Bom Jess dos Passos.
OlDcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Mara.
Olflcio das Sele Dores de Maria Sanlistmia.
Novena de Seubora do Carmo.
OiBcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penba.
Cnticos de N. Senhora da Penba.
Novena do B. S. Joao Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anua.
Trezena de Sanio Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2^1000.
ALMOCO
mm
DAS 7
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Ra 11 de Dezembro37
(Outr'ora harg do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontrarao sempre os nossos innmeros
fregoezes notaveis meiboramenUs, ndispensaveis para commodidade dos illasires fre-
auentaores. ,.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de.conftytativo o
deleitavel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acha-se alli tima excellente casa para banhos, um sal5o todo alcatifado e
guarnecido de dimos, piano, j-u-naes nacionaes e estrdngeiras etc., ele.
DULCE FAINEOTE
d. w. nniiN
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52.
Passando o chafarte
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
' Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
cultura.
Tudo por preco muito reduzido.
advogao:
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.

Normas da Havana.
Suspiros.
Napoleoes
I la vanas.
CHARUTOS
lmperiaS .
Amadores
Loodrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumsrar. .
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estrangeiros, en
contrario os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanbol. francez, inglez.e italiano.
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife5
Chama a attenco dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
geral, para a segointe tabella dos preces de sua casa, os quaes sao vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senboras a 25,
305, W ..-...* 405000
Ditas para homem a 335, 405 e 505000
Coques a 125, 155, 185, 205,
255, 305 e.....505000
Crescentes a 125,155,185,205,
255, 305 e.....325000
Sachos ou crespos a 35, 45, 3&
65, 75, 85, 95 e. 105000
Franca de cabello para annel
500 e....... 15000
rranca para braceletes a 105,
155, 205, 25 e.....
;:i55ooi
50i
501
Cadeias para relogio a 55, 65,
75,85, 95, 125 e. .
Corte de cabello......
Corte de cabello com frieco. .
Corte de cabello com lavagem a
champ...... 1500*
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambnco. .
Frisado inglesa ou franceza.
Barba. ,......
305000
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e toir6a
1500i
50
251
O dono do estabelecimento previne s
Sras. e aos cavalheiros que ha umxmas. 1S
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bal
i< ;- na ^ahoiina a harha a- i ha, nica admittida na Expsito Universa,
15o para tintara dos cabellos e barba, as-,comQ n3o prejadicial ^^ Mr vo
iim como um empregado smente oceupa- iat.il, analysada e approvada pelas acadt
o nesse servico.
mias de sciencias de PARS E LONDRES
0 Campos com armazem
de molhados na na do Im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tatas nwvas de Lisboa a oito
mil reis cada urna.
A ellas que estao se aca-
b ndo.____________________
The Liverpool & Loe.-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia inglesa de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1836.
Capital e fundos de reserva
Rs. 3tt,S06:190#.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarem aqui quaesquer reclaniagoes.
Saunders Brothers 4 C,
l'raca do Corpo Santo n. 11.
Grandes armazens!
Alu^am-se.
Aiugam-se os grandes armazens da ra da Praia
de Santa Rita Nova, onde foi a fobnca de sabo do
Sr. coronel Franca, e ltimamente oceupados pela
comuanhia de esgoto, ps1 quaes tem porto de em-
barque e todas as proporcues para se montar urna
labrica ou qualquer estabelecimento grande.
As casas de morada que fazem frente para a
ra tambero se alugam condicionalmente, assim
como a casa grande, que foi morada do mesmo
senhor coronel, tem rotulo bons commodos e bom
quintal separado, grande eysteraa que fornece
agua potavel, melhor do que a do encanamento,
por ser fluvial e livre de partculas ferruginosas,
como aquella : a tratar com o commendador J. J.
Tasso, em seu escriptorio ra do Amorim nu-
mero 37.
AVISO
i1
D( "A
0UMQST4flD4t
NOS HQSPITAES DL PAR1Z AS AMBULANCIAS
INDS HDRPITAFS MILITARES NA MARlNHA IMF ERIAL|
E NA MARINHA REAl IZA
Exigir a ..
PAR
Anda est para alugar-se a padaria allema da
ra do Lima, e tambem a casa de junto : a tratar
com o Sr. Malernus Leoz, ra da Guia n. 56.
"PRkEIRO E ANTIGO CONsLTOR
HOMEOPATHI-X)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Restablecido de sua longa enfermidade
contina a ser encontrado todos os das
para consultat das 10 ao meio dia.
Chamados a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bar3o da Victoria43
(Antiga roa Nova).
A o commercio.
Joaquim Rodrigues de Almeida Costa faz ver,
ue os Srs. rbino Miguel da Costa e Francisco
Medeiros Barbosa deixaram de ser seus caixei-
ros desde II do correte, por ter vendido o seu
estabelecimento.
Na Iravessa da roa
das tees n, 2, prr-
meire andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
ura rpida e iafallivel dos cal-
los, pela pomada
Cialopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeu
k C,
31Ra larga do^Rosario34
Rol -hnte-rheum tico.
Remedio eflBcacissimo contra as dores rheuma-
cas at hoje o ma conhecido pelos seus mara-
villosos resultados.
Ama
J. Ferrera ViHtefe
rueroRArai i _
18-^-RUA DO CARUG18
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedificacia desta photograpnia,
1 e que se prolongaram por tanto lempo, aeham-s*
felizmente terminados o ella aberta ao serttj do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est collocada esta photfra-
phia acba-se muito augmentado, e so a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concern e augr
memos tendo sido fetos expressameate para se
montr convenientemente a pholographia, e na se
podendo melhor modelo escolher do que a Pketo-
grafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photograpfto do Brasil, e um'dos
I pnmeiros do mundo, segundo a opiniao dos mais
abalisados mestres, a nossa pholographia aeha-se
dlsposla e reedificada pelo metmo piano da do Sr
I. Pacheco, a qnal foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais destnelos profeasore*
de accordo com as modificacoes necessariaa ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudada'pelb ba-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em qne est nossa
photographia foi mudado desde a soleira da.porta d>
ra at a coberta, tendo-te demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificando-se cm novo terra$o envidrando mu
espa^oso e elegante.
Como sabiao, fizemos urna viagem expresa-
mente corte para examinarmos as melhorea pho-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a quo
melhor corresponeu aos nosos desejos e aspira-
55es, e da qual trouxemos os planos depois de
alli estarmos todo um mez esiadando e apro-
veitando ai lic5es de tilo dlstincto tnestre. Fen-
savtos que juntando o* nossos esludos e longa
pratica de 15 annos de pl.otographia s utilissimas
licSes ultiman ente recebidas do Sr. I. Paeheco,
tendo montado a nossa photographia como se-
aeha, podemos oflereeer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nuu.erosos fregoezes
trabalhos de pholographia to perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que conlluuem a dispensar-nds a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado
ajudado.
$&^$ 0^^8^ )
>X O DR. JACINTHO SOARES REBELLO^
8* ANTIGO MEDICO HOMEOPA-
5^> THA,
recentemente estabelecido nesta cidade.
^ mudou a sua residencia da praca do Con-
% de d'Eu n. 32 para a ra do Imperador %
n. 25, e abri, consultorio junto ao labora- )tt
~* torio homeopalhico dos Srs. F. de P. Car- ^
j9 doso Juni r & C na mesma ra n. 41, jfit
onde todos os das dar consultas do meio %
18l da s 2 horas da tarde, reservando para JB
as visitas domiciliares os intervallosj que ^
gT: decorrem das 9 horas da manhaa ao mel ?R
dia e das s 4 horas da urde. A qnal- r.
f quer hora atlender a cheroados, que Ihe "t
sejam dirigidos, quer casa, quer ao con- g$
sultorio.
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0005000
RA DE MARCO N. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, que com
quanto a nova lei do ornamento livesse elevado
muito o imposto sobre os bilhetes de loteras do
Rio de Janeiro, continua a vende-los com as for-
malidades da lei, e pelos mesmos preces abaixo
publicados, pagando todos os premios com o dis-
conto somente da lei, e com a promptidao do coV
tutne.
PI1ECOS-
Bilhete inteiro... 2400d
Meios bilheles... 124000
Quartos........ 6<000
Em quantidade inaior de 100/000 oa razo de
22000.
Manoel Martins Fiuza.
So e
Na ra do Vigario n. o, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cujo servico faga com
perfeicao e quo seja de boa conducta._________
rATTENCAO
Na ra estreita do Rosario n. 3o, Io andar, casa
particular de familia, conlioua-e a fornecer co-
inedorias para fura pela tabella auaixo :
ALMOCO.
1 pralo de solido.
1 dito de farofe.
2 pes, cha ou caf.
Preco 20J000 mensae
JANTAR.
3 pratos com carne.
Piro.
Arroz.
Sopa.
Sobre-mesa.
Preco 30*000 men;. >.
Faz-se algura abate, sendo para mais de urna
pessoa reunida.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
K ra Primeiro de Marro n. 23 e casas do
costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
a-as sorles, 1 inteiro n. 3453 cora i:000 da lo
leria que se acabou de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia iloT'), convida aot
possuidores virem receber na conformidade de
costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
(idos da 5* parte da lotera, beneficio da SanU
Casa de Misericordia (158*) que se extrahir sex
ta-feira, 2 do me; vindouro.
PRECOS.
Hnote inteiro f-iOOO
Meio bthele 3C00
Ouarto 1*500
Em porfi de 100000 para cima.
' Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martn Fiuza.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
I
O bacharel Eliseu Martins, com escriptoi
de advocada ra do Queimado n. 35, prop
igualmente a solicitar quaesquer causas peimie
os tribunaes desta cidade, aceitando parlj1
casas* commerciaes.
Precisa-se de urna ama ptra o se
copeira : no batel francez, roa das Lvangeirai
d. 10.
Roa doTrapxhe n, 17, i" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco do
inho, em Braga, e sobre os -egaintes lugares em
portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Goimares.
Coimbra.
Chaves.
Vis*.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa;Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpassoi.
Mirandella.
Reja.
Barcellos.
llllillllll
TIMARA fraieza
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge) lava, limpa, lustra e acbamalo-
ta-se, com a maior perfeirao, fazendas era
pecas e era obras de todas as cualidades ;
como sejam : seda, laa, aigodo, linbo,
chapeos de feltro e de paite etc. etc.,
Tirarse no loas e limpa-se a secco sem
molhar os i
do o brilb
Tintura prata tas M*
|
0 CIRUIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scienbficar ao respita-
vei publico ecu geral, e aos seos clientes
em particular que elle mudou o seu gab
neto de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de su
profissSo, todos os dia* uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde aa
das serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicio da
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos.
Pilulas, xarope, e vi-
nho de jurubeba
Superior a todos os tnicos conhecidos contra a
anemia, cbiorose, hydrpesia, obstrue_cao do abdo-
men E tambera empregado nos casos da mens-
truaoo difflcil, nos cataThos da bexiga, etc.
DEPOSITO
PHARMACIA DE
Jorquini de Almeida Pinto
Ra larga do Resario n. 10, junto ao qnartel de
polica
PEhNAMBUCO
20:000400.
A casa Ieliz do arco Conceicao venden nos-
seus felizes bilhetes, os premios seguintes : *
M. 4345 2:000*000
N. 2966 100*000
O. 4436 100*000
Bilheles a 23*000.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 17 anuo*
que tenha alguma pratica de taberna e que d
fiador a sua conducta : no! pateo d) Terco nume-
ro 32. '
Cozinheira
Precisa-se de urna coznheira forra ou captiva,
para casa de familia : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 18,2* andar.
OS ADVOGADOS
ELSEO MARTINS
E
ANTONIO DE SIQUEIRA
Escriptorio
Ra do Queimado n. 33, entrada pela
praca Pedro II.
Precisa-se de urna ama que saiba bem eozi-
nhar, preferindose escrava : na roa do Sebo nu-
mero 29.
Agencia em Pernambnco
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phtbysica e todas as molestias do peito
waisa parrllfaa
Cura ulceras e cbagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
CoDserva e limpa os cabellos.
.Pilnlag catbarticaa.
Aluga-se um andar de um sobrado a ra de
Pedro Alfonso.
mero 63.
a tratar
\loga-ae um
ara (amiba
da Imperatriz nu-
ciiade com com-
lar na na da lmpen-
ara casa
obrado.
de farai-
MUTILADO


Diario de Pemambuco Quinta eira 1 de Setenibro de 1870.
/

AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
1.7-MifflWH. 7 ..
Este conhecido estabelecimenlo acha-se constantemente bem sortido ero virtudedas
factaras que recebe por todo os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, presos os mais resumidos que possivel.
CAIi^ADO FRAMCEZ
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas preUs, brancas e de rauitas outras cores, sortdas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais baratos do que em outras partes.
Retinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolh.das.
Botas e pernearas russianas.
Botas e peraeiras para mantaria, das melhores quaiidades, de couro daRussia, lus-
tro e bizerro. _^.-,_-
Sapatos de borracha para horneas e senfcoras
Tendo chegado grande porco de sapatos de borracha vende-se pelo costo aura [de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro cora salto, de muito boa qual.dade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas quaiidades e forte, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
sapatos de tpete.
. Sapatos de pete aveludado, de caseroira, de charlte e de tranca fran:ezes e por-
taguezes para homens, para senhoras e para meninos.
perfumaras
Excellentes
triflce, de toilette, __
atroz etc., ludo isto de primeira qualidade
Quinquilharias
Luvas de nellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore; de diversos taraanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de relogios e tranceln* tuda de
ouro de l'ei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de oaro,
caixinhas de costura ncamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica alouns
e caixihos dourados para retratos, caixinhas com vidro ae augmento para distmctamente
ver-se a, perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, holsmhas e ceslinnas
de seda de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
quenos registros mnito Unos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
Dar gabinetes e santuarios, qnadros promptos para collocar-se visUs, molduras doradas
para quadros, esUmpas finas de paysagens, cidades, figuras e de sanios, vidros para.eos-
morara, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, culos, taetas ou
nensioez de prata dourados, gravatas prelas e de cores, abotoaduras de collele e de punhos,
carleiriohas para notas, tbsourrahas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jobos de domin, rodetes, bagatelas e ontros differentes, \e-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, bonieran,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
toetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os umanbos, berros de vimes para mangas, sapatinnos e
toucas de laa, carriohos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condunr crianzas a passeio; e |
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, a precos muito em conta. i
m
patente
americanos, os mais aceiados o economices que se
nodem desojar, com lint on carvao so faz urna
economa superior a 50 0|0 dos nsnaes : no arma-
tem de Tasso lrmios 4 C, no cae^do Apollo.
Ennelinda Amalia da Cunha traspassada de dor
pela perda irrepara*el de su* muito prezada mai
D. Mara Joaquina da Cuno, fallecida a 25 do cor-
rente, agradeco cordialmente a todos os seus p-
renles e as pessoas de soa amizahe as provas de
dedicaeao que manifestaram durante a molestia
da finada, e as que Ihe deram por occasiao dos
8uffragios pelo eterno descanso Oa sna alma.
Summaraente reconhecida a todos e especial-
mente as suas verdadeiras amigas, que desampa-
raran) seus raisteres para cercaren o leito de sua
sempre lembrada mi e Ihe minoraren) os gran-
des soffrimentos, Ihes roga ainda raais de augmen-
tvem a sua gratido, aceitando o convite que lhes
faz para assistirem as missas do stimo dia, que
serio resadas na igreja dos religiosos^franciscanos,
guara feira 31, as 7 horas dajnanhar
AVISO
Pede-se ao Sr. Jos Francisco Perrira da Silva
Jnior o favor de dirigirse ra da Cadeia, es-
criptorio n. 49, a negocio de seu particular inte-
resso.
Aluga-se a casa do Mondego n. 36 para gran-
de familia, com uro pequeo sitio, com bomba e
cacimba de boa agua e tanque para banho > a
tratar na ra da* Cruz n. 31, 2o andar.______/_
Senhores cocheiros,
carreiros etc.
Farello.
Noy, desembarcando no caes do Apollo e reco-
Ihendo-se no armazem de farioha de trigo de Tas-
se Irmios 4 C, a preco conunaio : a ir
mesmo, ou na ruado Amnrim n737.
6004000
Precisa-se de 600 a juros por pouco tempe,
para o que d-se ara penhor urna mulatroh* de
idade 15 annos, avahada no dobro do valor da
garanta : quem pretender dirija-se ra-do Ro-
sario da Boa-vista n. 42, que achara com quem
tratar.
Anu
Precisa-se de urna ama
50, andar.
ra de Horta n.
Precisa se alugar um preto para servico de
padaria : na ra Direiu n. 129.
Precita-se de urna ama
roa de Hortas n. 94, sobrado.
para cosinbar, na
Na ra da Cadeia do Recife n. 66, loja pre-
cisa-se de urna ama que cosinhe bem, para 4
pessoas.
___*mmem
ImRofrigue
vare< de Mello,
jjPra TEM PARA VENOER :
I- Cal de Lisboa.
Potassa paRussia. '
Vinho Bfrdeaux.
Faiello de Lisboa.
Farlnha de mandloea.
Em casa de THEODORO CHRIST1
.4NSEN, roa da Cruz n. 48, encontram-i<
jSectivamente todas as quaiidades de vino
ordeaux/ RoarROjtne edo Rheno.
T
COMPRAS.
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para o
servico interno e externo de pequea familia : na
ra do Caes do Capibaribe, casa nova cora grade
e porto de ferro ao lado ; e lambam se aluga
urna negrinha on molegue e paga se t
Precisa-se de urna ama para casa de homem
soltero, para cozinhar, lavar eengommar : na ra
de Pedro Alfonso n. 36, (aniiga ra da Praia).
Ama
0 muzeo de joias
Na rea do Cabag n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por presos mais vanUjosos do
ru em outra qoalqner paite._______________
OHm muito maior vanugem compram-se
ouro, prau e pedras preciosas em obras velbas: na
loja de jeia.3 do Coracao de Ouro n. 2 D, rna do
Cabng._______________________________
Casa em Olinda.
Compra-te urna que esteja bem conservada e
que tenha bom quintal, nao se fazendo questao da
ra : quem tver annuncie._________________
Compn-se uns arreios para cabriolet de ura
s cavallo, enbora cem algum uso : annuncie por
este Diario pira ser procurado.
Especialidades.
Continuara a achar-se a venda na ra Direila
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios d3 veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como o xaropes de co-
deras de Berth, de rbano iodado, de iodurete de
ferro de Blancard e as pillas do mesino, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellonv, pilulas ou confeitos de bis-
mulho de Chevrier, e oulros medicamentos coja
proflciencia quando empregados as doencas das
vas respiratorias, as dores rheumaticas, na
amarellidao, na falta completa ou irregulandade
de menstruo, as darrhas, doenca* do coracao
e do estomago, tem sido e incontestavcl, era
vista'dos benficos resultados das experimenlaoOes
ou uso que diversas pessoas delles teem feito, as-
sini como das pilulas denominadas bravinas in-
comparaveis em sua efflcacia nos acommettimen-
tos febrisou sezoes ; existindo lambem na mesma
casa, alm de sufflcienle quantidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de l-
nbaca e pincis, que se vendem por menos do que
era outra parte. _________
Para este artigo nao ha espaeo nem tempo para a massante leitura da infinidade de
generes de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
0 dho deste estabelecimenlo pede ao pubTico em geral que continu a visita-lo
verificando as quafdades e os precos baratos de dilos objectos por screm viudos em di-
reilura e de conU propria.
Precisa-se de urna inulher de bons costumes
para estar em companhia de urna pequea fami-
lia, sendo para o servido interno : a traUr na ra
estreita do Rosario n. 47._______________^__
Na ra da Imperatnz, casa n. 26, Io andar,
aluga se. urna escrava._____________ ,
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na rna larga dn Rosario n. 1, 1 andar.
Precisa-se de urna ama torra ou escrava pa-
ra cozinnar em casa de pouca familia: na rna
Direila n. ._______________________^_
Pede-se as pessoas que se julgarem credons
doSr. Julio Grospan, fallecido, de apresentarem as
suas contas para serem conferidas e iucluidas no
balaoco que ha de fazer-se : ra da Florentina
n. li._____________
Prcisa-se de um
da Soledade n. 2.
ODAS.
Eivai sem segundo,
RiJA DVUIJKUE CAXIAM IV. 49
(Amiga rea do Queimado)
Contina a vender n e
maito barnto a saber:
Libras de areia pn 120
Tesouras finas para r.nlias e co; tu-
ra a.
500
CONVITE
amassador : na padarai
Olinda
A viuva de Manjel Nunes de Mello faz publico
que contina a trabalhar em doce, onde podorao
encontrar disposicao grande quantidade de doce
de todas as fructas nacionaes, secco e em calda,
gela de varias fruoUs, cstadhas confeitadas;
assim como se encarrega de apromplar cora bre-
vidade qualquer encommenda tanto para fura co-
mo para dentro da orovincia : era, Olinda ra do
Coxo n. 21.______
Offlcial de barbeiro
Precisa-se d? um bem olTicial de barbeiro : na
ra do Io de Marco n.
A, 1* andar.__________
Caixeiro
Precisa-so de um caixeiro com pralica de taber-
na : na ra do Brom n. 63._________
Precisa-se de urna ama para counbar: na
ra larga do Rosario n. 46.__________________
Pulseira perdida
No dia 28 do correle, por oeeaeiSo da recepcao
e SS. AA., perdeu-se oo palacio da presidencia
urna pulseira de malina branca : quem
dgnese, leva-1* ra do Vigario n. '31,
recompenslo. ^^_^____
0 Costa da rna Duque de Caxias n. 42,
toma pelo presente a liberdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o hon-
raram e continuasn a faze-iocom <> concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimenlo, certo de que nao deixar3o
de agradar-se, nao s de s.us gneros,
como do tratamentrj e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACO
Uvas oe Setumbal
Ameixas.
Peras.
Macias.
ViDbo do Porto de diversas quaiidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deirorinho de pasto, dito verde da me-
lhor qoalidade,
Queijos flamengos empellicado o melhor
que tm vindo a este mercado.
Ervilbas novas para sopa.
Chocolate de especial qualidade.
Bolicbinlias de todas as marcas e qua-
iidades conhecidas.
Mantesa ingleza e franceza dej4 sorte.
GNEROS UE EXPORTACAO
Doce degoiabi em latas
Quijos de Minas muito frescos.
Carne do serlao superior.
Queijos do sertSo^_________________
Nova loja de lazendas finas, roopas felas
e por medida, de Pinto & Martiniano,
rna do Baro da Victoria n. 9,
(antgi ra Nova.)
s te novo estabelecimenlo acha-se prvido de
muito beas casemiras. pannos, brins, camisas bor-
dadas, novas chapelinas e chapeos para senhora
e menina, luvas de pellica, lias, pilherinas, or-
gandis, cretones. vestidos de percale d'Et e, em
urna palavra, toda fazenda, quer para senhora,
quer para homem.
Saiaa de laa.
Fazenda que sempre se venden por 10 e 12,
a leja da iurqueza vende a 54000.
Gravatas eseocezas.
Muito lind3S a U000.
Chales.
De merino estampado a 4^000; na loja da Tur-
queza. de Pinto & Martiniano, ra do Bario da
Victoria n. 9. aniiga ra Nova.
AGORA SIM.
No Bazar da Moda
RA DO BARO DA VICTORIA
lOutr'ora Nova)
VNDESE
Lindas azendas para vestidos.
Da alta moda de Paris !
Da superior qualidade I
De bellissimos padiGes -
De delicadsimas cores!
A saber :
Gases florentinas, novidade t
Poupelioas lavradas.
Grosdenap'.es de cores e preto.
Setim macau de cores.
Cortes para vestidos de grande novidade !
Cssas do ultimo gosto.
Fusles de cores.
Percaleas de melhor qualidade.
Papeii de agulbas francezas a ba-
15o a. ....
Caixas com seis sabooeies de fruta
Libras de lia para bordar de todas
as cores a.......
CrriieiS de linha Alexandre a. .
Frasco com azeile para machinas
Grvalas de cores mnito linas 9 .
Gr'ozas de botogs madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 enveiopes muito
superiores a ......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiios com tvota preta a80rs. e
Pecas de fila elstica muito fina a
Lata com superior bania a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muio
fino a. ,.....
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito benitos a
Duzia de saboneles muilo fii:ui a.
Sabonetcs inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pivcra
Dito de oleo babozn a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino mnito
superiores a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de lodos os
nmeros a.......1(4800
700
60
1,5000
GflTJOO
100
500
500
500
60
600
240
100
200
200
- 500
240
500
7-2'.'
1*200
500
500
40
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de relroz prelo, com 2
oitavas a........ CiO
Agulheiros de osso enfeilados a. 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......25400
Caixas de palito do gaz a.
20
achnu
que ser
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos
aixeiro de nadara : na ra Direila n. 129.
Precisase de un cozinheiro forro ou captivo
que cozinhe pras e mais serviros de cas de homens lteiros
a tratar na raa do" Mrquez de Olinda (anti
Cadeia) li'a n. Vi.
a da
A o c-jmmercio
a-anasco de Sedoiros Barbosa participa aq,c ra-
nerciu que deixou de ser caixeieo dojir. Joaqulm
Das do Almeida Costa
te raez.
desde o da l do eorren-
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende na ra di
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martras &<
Anvi
Precisa e de urna ama nicamente para cozi-
nhar : na ra dos Guararapes n. 2.___________
_ (), iilvogados Ant.'iiio Uurges da Fonseca e
seu fiio Bailo B irges d Fonseca, continuara em
eus escriptonos ra do Imperador n. 37, entra-
da a esqnerda. Poden) ser procurados todos os
dias uieis de 9 horas da manbaa s 3 da tarde.
Ac.ii..ni causas para auto Antlo c termos que
ucar viainos estrada de ferro do Recife a S
Francisco.
Se oceupam de quaesq^cr appellacoes, quer des-
ta provincia, quer das sujeitas ao venerando1 tri-
bunal da refaci.
no
CHUGLAIJE vermfugo de anto.nio .ne-
VES DE CASTRO.
Este acreditado preparado, que to boa
acceiucaotem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa e
eliicaz das bichas ou lombrigas, tapto na?
enancas como em pessoas de maior idade
nico deposito na pbarmacia e drogara
de Barfbolomeo C, ra larga do Rosa-
n.34.
gabonetes d'alcatro.
e Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que i5o boa
accita(;ao tem merecido aesta provincia,
muito se recommenda para cura certa das
impigens, sarnas, castas, coceiras, e toda*
js molestias de pelle, sendo anda prefen-
vel para a barba, outro qualquer sabo-
aete. ,' ,
nico deposito do verdadeiro, na pnar-
macia edrogaria de Bartholomeo A C.
-na larga do Rosario n. 31._____________
IWeies com llstrjs.
Laazinnas de diversos precos.
Alpacas de cores lavradas e lisas.
Chitas escuras motio fBperiores.
Fil do seda-branM e preto, liso e com salpico.
Dito de algad".
Guipuz de linhj algndao preto e branco.
E muitas outras fazendas, como sejara :
Atoalliados para mesa e guardanapos.
Toalhas para rosto, cclxas c cobertores para
cama.
Bretanhas, mad.tpoloes franceses, ele. etc.
Tudo se vend- milito barato. __________
Faraiha de mandioca
Vende-se farra'.a de mandioca, nova, de Santa
Cath.-rraa, chegada BO patacho portugnezLT/.
tundeado defrouie do trapiche do Sr. llaiao do l.i-
vramento : a iratar no eserplorio de Joa \am
Jos Goncalvcs Bellrao. ra do CommercioD. 1/,
ou a bordo do referido navio,__________
I10JE.
No Bazar da Moda
RL'A DO BARO DA VICTORIA
(Outi't'ia N >va)
Arligos de alia mo"da em Paris chegados pe
ultimo paquete viudo da Europa.
Para senhoras.
Chapelinas de pallia de Italia com ricos e ele-
gantes enfeites-a ultima moda.
Veos de cores e pretos para mentara* e pas-
seios.
Grinaldas e capelias de llores de larangeiras
para noivas.
Corpinhoj de cambraa bsllamente enfeitades.
Enfeftes muito lindos para el
Saias brancas bordadas e ci cocea.
(Machines de la de bonitas cores.
Sintos do diversas upalidades.
Saludas de baile o que ha de melhor.
Casaqunhos de renda eh cos.
CoapeosInbOM de setim poF '* I.
aloes de corese trancos para senhoras e me-,
ninas.
Laeos, gravatinhas, esparno, lenjt, mcia,
etc. etc.
Para ttot)
Mantas e giavatas.do ultimo p
Colerinhcs de linlio bor'd.;ds e i- -,
Seroulas de linho.
Camisas de meia. .
Mcias de superior qnalW
Lencos de linho o algeoT).
Chapeos de sol com cali n.ngleies.
Para (ei
Costumes orientaes de :qres rooflo
;. ni ti.i-ii.i'U.'?.
Vestuarios de diveiasoual rampl sados.
Chap islnhos d" seti e
Sapatinhos de sem. merin
Toacas de todas as qoalkJi i c.ik
Vende-se indo por bar^lo ; -
Doce. fino.
De guiaba, laranja, lima > i I .;
constantemente rna de MatsioBws, i.utr'ora
Cal nova de Lisboa.
Chegada recentemente no vapor Gladiator, tem
ira vender Joaquim Jos Goncalves Jellro, no
para
seu e?criptorio, a rna do
;>mmerro p. 17.
Para cigarros
Excellente pape', de linho multo propno para i
cigarros : uo armatefll de Tassc Irmajs & U, rna (, ^ nQ ^ j,, Ap(,u-H.
do Amorim a. 37.
l'MA excel!en:e par! ...
bem enin;ulo-i |
do eumnvodnd. na Ci ib d
: atar, todos os
das al b's 9 hor: p i^^B ni"
IJJIillO 1^ >
Branc- e de eores, de 5e li pamnu de largu-
ra ; Vande se de urna ';;1''- tendo c
urna LO jardas : n sra :.'tcul
Tasso Irmaos &

1
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2 andar
do sobrado enjo armazem conserva an-
da hoje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sua profisso de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.

A 6^000
Vende-se calcado francez tachiado, obra boa,
pelo diminuto preco de 6 : venham raa da
Cadeia n. 50 A, loja de miudezas confronte a ra
da Madre de Dos.__________[______________
"Formas de ferro
na ra da Cadeia nnme-
FAZENDAS BARATAS PARA ACABARj
Ra do respo n. 25.
para
jo 4
purgar, assucar
A 2,000.
Lindos c rtes de percales a 2*000 r?. : roa
do Crespo n. 25, loja da esquina. ___________
de todas as cores a 400
ALUGA-SE
\luga-se o primeiro andar do sobrado da rna da Cadeia do Recife
muito fresco e com commodos para familia ou escriptorio. tornando/se '
pela ba localidade, traelar no armazem do mesmo.
I
n. 60,
recommenrtavel
SITIOS MU SE ALIjGR
Por ter de partir para Europa seu propietario : Um na Varzea ao corredor
deS. Joo em lugar muito bem situado, casa com commodo para familia, sitio bastante
grande, com excellente banho logo do fondo do si> : outro na ra de S. f
410Mdos, maito pert- da estacao da via-ferrea casa com commodo para
murado, boa cacimba dous tatiques, om grande copiar ao lado "da oasa, h
verso arvoredos, dando fructo e bem assim excellente capim constantemente 1***
tentar um a doia cavallos: a tfatar cora seu proprietafio, ru; Kc' D-
0, armazen lfl Condrea.
O abaixo assignado faz sciente ao respei'avel
publico e com espeoialiiade a seus araigos, que
d'ora em diante se a9s:gnara por Joao Francisco
do Reg Paes Barreto, por haver outro de igual
nome.
Joao Francisco Paes Brrelo.^ ,
a>
sitio
i*aria d-
Jos Gomes Villar retira-se para o Rio
de Janeiro, e precisa declarar que nada
deve nesta ,praea, nem tao pouco tora
delta, porra se alguem se jnlgar seu cre-
dor poder nestee 8 dias apresentar
suas conlas, na ra Primeiro de Maree
n. 17, a Antunes Guimares 4 C, de
cuja llrma o mesmo faz parte como so
ci commandtaro, e ?erao pags
referidas contas, caso apparegam.
Apreveiu a occasiao de pedir aos seus
devedores desta praca mandar saioar
suas conus antigs, pois '"lto,?
que retirando-se para o Rio de Janeiro _
os seus devedores saldeb seus dbitos |
muito breve.
- Ape^ueHRmprarSmKsa na
cidade de Olinda, diriia-se na roa da Aurora u.
ir qum vende. ______.------.
Ama
Precisa-se de nma ama
50 primeiro andar.
na ra de Hortas, n.
Pechinchas novas
NA
Loja Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de M. Guimares.
Laas para vestido, fazendas todas novas, ova-
do OO a 500 rs.
Cambraias de eores francezas para acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
1 Chitas escuras e claras cores xas, covado 240
a 30 rs. .
Laa Amelia, fazenda nova, covado 600 a bOO rs.
Bnto pardo trancado, boa fazenda, metro 500
a 300 rs.
Peca 4e algodao e madapolo, cambraias trans-
paretes e victorias, precos muito baratos: na
ru da imperatriz o. 48, junto a padaria- franceza
Offlcina de aifaiate
NA
LOJA FLOR DA BOA-VISTA
DE
Paulo F. de M. finiuiares.
Nesu flQciBa se mandam fazer roapas feitas por
medida, tendo nm completo sortimento de zon-
das proprias a mesma, assim como um perito mos-
tr, Gatauts-se ser precos mais em cenia do que
em outra qualquer parte : na ra da Imperatriz
a. *8 junt a padaria franceza.
La
SEDAS DE CORES padroes miudtnhos
a I* o covado.
M1UDINHAS brancas superiores a iOO
rs. o covado.
COLCHAS ADAMASCADAS superiores
de cores a 32. ,.
COLCHAS BRANCAS superiores de IOS
por LAAS l'sas
i rs. o covado..
MADAPOLO FINO superior de 4 pal
| mos com toque de avaria a oioOO e 65-
i ALGODAOZI.NHO com 18 jardas a
2*800 e 3# a peca.
CHITAS ESCURAS, modernos padrues
(de cores a 280 o covado.
CAMBRAIAS DE C01\ES tinas a 24C,
\ 280 e 3 JO o covado.
(CHITAS ESCURAS, claras o miudmhas
. a 200. 510, 240 e 280 o covado.
{ \0 SE AMOSTRAS com penhor. na
| ra do Cresp) n. 23, loja de Manoel Das
* X;ivier.
& Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito reeehe-se por todos os a-
B Lqueies translanticos bichas de qualidade superior
i e vendem se em caixa ou porcio mais pequea,
e mais barato do que cm outra qualquer parte :
na rna da Cadeia do Recife n. "A. 1* andar.
Por 1^000
Lindos espanadores de palta, fortes e economi-
os a l : na ra do Crespo u 23. loja da es-
quina._______
Vende-se um cavallo preto caxiio, gordo,
que anda de baixo cima, c sem deleito : a tratar
no pateo da ribeira n. 13.__________________
\}\
I
I
AVISO
Vende-sa nma casa terrea na Boa vista, sitaaf
rus da Gloria n.57 : tratase na mesm*-
"Tajoo.-
Chales de merino li-o? a 2J: na loja de fazen-
das ra do-Duque de Caxias n. 6 juoto da Aguia
Blanca
PIANO
Vende se'um piano de mesa, nroprio para
no, preco baratissimo: a ra da Imperatriz n. 48
'* _________:___________________________-
ATTEMCO
Vende-se urna taberna propria para principian-
te, por ter poneos fundos, ua ra da Senzalla -No-
va n. 6 : tratar ca mesma ra n. 22.
A lea de Antunes Guimart" 4 C, ontr'ora
de Villar, na iua Primeiro de Marjo, antiga do
Cres n. 17, acabam de receber pelo ulmo
timo vapor de coia propria, Tequissimas capel-
linas de palba a de blonde, e lindos gorros de
velludo e cbapoa de palha ricamente enfeiUdos
da ultima novidade que se ua '.m Pars; a elles
antes que se acabem !______ .________
CALCADO
O borzegum ourado
n a do baro da Victoria n. 30
Oulr'ora ra Nova.
O dono dte otabeleciinetito Fernaudo jteppie
da Silva partecipa a sens amigos e ao puwic<
,iue icaba de receber um compielo sortimen.o e
'cal.-adj< principalmeato nos r.brlcantcs suzer
Miles, pelo vapor lojlez Oneid, troando-se as-
sim mus iecoumenda\-el por ser o mais fresco
mercado. '
SUZERS
Boots and Shoes
tnnla i*t received a complete assorimont of
' BoS anl shoes come and see tnem : ra
Farinha 2 1|2 e al-
ouwres ea por preco mdico : a ra d
torio de Jos Lopfs Davim.
Cal de Lisboa.
nde-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco ra^vel = ~ am de
Manoe! Teixeira Bastos, roa do CommercK) n. 13.
-"


Diai
Pemambueo
Quii
feira
1 Je Setembro .} 1870
GRANDE
BAZAR DO PAYAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
r.iuw Mili
DE.
SILVA, FIMEIREDO id
95 se dar j
A 3i9300.
mn bonito

BRACO DE OURO
Ra do*Iraperador n.26
O respeitavel publico encontrar nast
MUMitliauali) diariamente, um coanpleU
sortimento d paslelaria, bollos ingleze;
podins, plds-del, prgsentos dos ultimo
chegados 'ao mercado, salame de lion, bo
Kobos finos de todas as qoalid3des para chi
amen loas c nfeitadas, corrfeitos, bomboinj:
pastilhas, chocolate francez em libras, pa.
tilbas do mesmo .cariosos e carteiras con
seis ^baratos de chocolate cada ama, esti
sortimento de chocolate do oais acredita
do fabricante de Pars e o melhor que aW j
hoje tem viudo ao mercado.
Vinhos portugoetes, figueira mnito sufx!
rior. Os mais genuinos e superiores vinhoi
d Porto, moscatel e Setobal, o ilustrad*
publico encontrar neste estabelecisaenu
por commodos precos, fazendo-se abatimen^
lo a que\n comprar em porco.
Os donos deste estabolecimecto nao i
*n JJ !Jf? fUbeleciment0 encontrar o respeitavel publico, na grande wad*sortHto f .i wJ JLTm"ra nec6ssid^e, que se vendem mais baratas do que em outra qualquer part, SoTne os ni
''Llorn:T*tZ;*O**Tm 8ySlema de 8 ?tBder< DINHEIRO ; para poderem vender pe culto. Imito^ ena
LS??LS2 ; as PeaMe negociain em nequana esoa'a nest, loja e aromem peder, fazero mi\S.
attr^tod maor comoiodidaie das Extras, famfe
amostras da todas as razeadas, ou Ibes levam em suas casas para escolbe/em. ^^
PECHNCHA EMaSEMIRAS A 4J000. CORTES DE LA ESCOCEZES 6/000 CAMISAS DE ERANELUS
,Jmr. *1 ?i "f DtDa 8rnde Vende se b0Bt0S rle8 d* l3 ocesas, No B,zar do Pavio vender
clSaslSs que tem viudo5 a e n?^ E'aZ* paptVe, 10! nrlia,e0t BOin tod0S M tamM^~ ** lemVoupado a despean melbo7m7.
SrcadoXdo8 Sast^rat vaT ^ ^ ^ M; D *' 4 *" fc 'S^S S Z HcT ""^ *
SCTPadr5en ,Sri08' Drpr0S !" CASSASFRANCmS240RS.O.COVV-Wa%eonWV^
?l55j?'*ecoUeles vende;8e aW0O DO. ,ifM.eqom:oopr.rdeadS para
encovado, o que em ootra qualqoer parte No Bazar do Pavao vende-se um grande cima ter orn abatimeoto, S5o U
por menos de60; e grande sortimento de cassas de cores, para acabar, ui'uidade.
240 re. o covsdo, ditas finissimas francesas (rama peeLincha em eaa's injkiia #wl84|9
'O padroes miudiobos e graudos 560 e 640 No Baz^r nol-avae fez-se orna eratrde cora-
re, o metro ; slo muito baratar. pra em leilao, de flijis*imas carnes iople-
ORGANDYS BRANCO E DE COR zas com peitos e pnnbos de liono. sendo
No Batar do Pafao ende-se os mais com collariohos e de todos os omeros a
^T^lS!nmnimft90rtUe?^ b0nUo8e 'o fios organdys eom listas 4*000 ,:ada urna, ditas sen c-oSos
padr5es miudmhos garante-se que nao ba | iarga8 e miudas IdOOO a van, ditas lisas, porm faze^da finsima a 4i5( ; gran-
: fazenda de moita pbantasia 800 rs. a vara, de pecbincba.
ditos d c es, finissim<-s psdroes, inteira- CAMISAS BARATAS a 2^00. .3 JOCO e 2*600
mente novos 80 rs. vara: peobincba. No Bazar do PavSo vende-se ma grao-
GROSDENAPLES PRETOS Nle porco de casemiras mestladas, muito
Cbegoa para o Bazar do Pavo um gran- cncorpadas a 2*800. ditas tfcissimas com
de sortimento dos melhcres grosdeniples msela de seda a 3*200, difas modernas
pretos que tim vindo ao mercado, que se de quadros, fazenda de nuito gosto a
veodem de 1*600 at 55000 o covado
sao todoa muito em cooia.
a5o se vende
vantagem.
BRINS DE UNHO DE COR A
No Bazar do pavo, fez-se urna grande
compra de poros brins de bobo, mnito ea-
corpsdos, proprios para calcas, palitos, col-
CAMBRAIAS TRANP.\RNTES
No Bazar do Pdvio vemle-se om grande
banela que lhe tire a cor, e''vende-se a
1*200 o metro desta excellente fazenda
MADAP1LO FINO A 6*400 A PECa!
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ma dapolo fino de muito boa quaiidade,
tendo 22 metros ou 20 aras c ida peca,
pelo barato preco de 6*000, por fe terem
comprado om poaco enxovalbadas; pe-
chincha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pav5o vende muilo boas cbi- sortimento das meihores camoraias bra cas
tas ingiezas incarnadas adamacradas, pro- Jransparentes,: tem de 3*5 JO at 10*00t)
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen Peca- dltas oissas fiDissicas com 8 pal-
da que emqoalqoer loja se vende a 320 rs. mos de largura a 2*000, 2*500 e 3*0u0
e liqnida-se a 240 rs. o covado; s o Pa- vara> d.itas victr'as tapadas da mais infe-
t5o. !rior ale a ma's finaqoe vea ao mercado;
; tado isto se vende mnito em cent.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS. MANIELLETES DE FIL
Cbegoa para o Bazar do Pavo, um sor- No Bazir do Pavao vende-se -modernissi-
h'mn'o dos mais elegantes cretone* frao-jmos mantelletes ou basqnioas do fil preto,
cezes de cores fixas, proprios para vestidos; om laco, pelo barato preco de 10*000 ca-
eroupas de meninos, e vende-se a 640 rs. Idaom, barato,
o covado. PANNOS PARA SAIAS A 15009, 1*280,E
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pavo fez se urna grande
1*600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
comura de toalbas alcochoadas, propriaslda branca fncorpada para saias, sen lo com
para rosto, bastmte encorpadas e graodes,! babados e pregas de um lado; dan'lo a lar
que sempre se \enderam a H2*000. e li- gora da fazenda o comprimeoto da saia, a
quidam-sn a 76500 a duziar.ou a 640 rs. qual se pode fazer com 3 nu i|2 metros,
cada urna, bna pecbincba.
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavao vende uim grande porco dos
mais bonit >s cbaposinbos de palha da lta-
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tambem no mesmo estubellecimetito
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
ilo 4 palmos cada orna, ditas de la de
lia proprios pera meninos de todas as Ida-'cores j promptas urnas com barras diffe-
des, sendo chapeos que valem 5*000 e ven-rentes, da mesnn fazenda 4*|l0u e oatras
dem-se a 250OO cada um, muito barato, com barras bordadas 6*003 e 7*00,
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 RS.
O DavSo vende chitas ou riscadinhos miu
dichos cor de rosa e rxinhos, proprios g0do pira vestidos e roupas de cranos a 200
rs. o c vado. S3o mnito baratos.
LA Cbetou para o Pava o msis bello sorti
ra'nto das mais bril'u ntes lasinbas claraj
tom bonitas palmintias, de seda; tendo lar-
gura de chita francesa e vende-se a 1*000
o covado grande pechincha.
ALPAGAS HATISADAS 1 640 RS. 0 COVADO.
Vendem se a< mais modernas e bonitas
alpacas matsadas com palmiob prop'ia^ para vestidos de senbora t di me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
ChPK' u para o Bazar do Povao um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordaios, proprios para camas e janeas,
qne se vendem de 10* 00 at 20*JC0 o
par, a>si- como o melbor damascd'cem 8
ptlmo- de largura a ratagao de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
mente colcha de damasco, send os meiho-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
tudo isto moderno e barato.
ALCODO ENFE3TAD0 PARA LENgES.
No Bazar do Pava vend-'se o melhor al-
para leo-
por preco
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
qoanti ia.ie das mais elegantes sedas com
listrinbas. tendo de todas as cores e at
fana-'r ; fazenda que ningue* veode por
menos de 2*400, e liquida-se a 2*000 cada
toiaio; sao mnito baratas.
SEilNSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos melhcres setins e grosde-
oaples de tudas as cores, que se vendem
muito em conta.
LANS1NHA A 320
No Ba/.ar de Pavo vende-se um elegante
sortimento das mais bonitas lasiohas imi-.
taco de poupetinas, com listas de seda miu-
dinbase de urna s por 320 rs. cada cova-
do.
ces, tendo liso e entrancado
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebec-se um elegan-
te son ment dos mais modernos e meiho-
res espimlhos, que te vendem por preco
muio em conla.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Razar do Pavo recebeu nm grande
sortimeeto dos melbores paooos de croch,
proprios para cadeiras de balancp sofs,
pisaos, trnboretes e at proprirfs para cu-
brir aimtfadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qaalquer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 1*000
Chegou para o Bazar do Pato nm ele-
gante sortimento de merinos, muito leves
de urna s cor e com as mis lindas cores,
proprios para vestidos e roupas de meninos,
cjpin'aas bourns etc., e vende-se pelo
barato preco de l00Oo covado; bonita
fazenda. *
Lasinhas tran'parenles a 300 rs. o eovado
O Javo racebsu um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, qne veode a 50O rs.
o covado;- moito barato.
PAB.A LENCOES
No Bazar do Pavo vende-se suprior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1*800 o metro, dito de bobo com a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
flshnhodop rtocom3 1/2 palmos de largura
de 7^0at 1* a vara, assim como umg ande
sortimento da H.-mburgo ou creguellas ie
todos os numer.s, preces ou qualidades, I
que se vendem mais barato do. qne ea oo-
tra qnalqner parle ; aproveilem-
3*600 o covado ; aproveilem.
TAPETES
Chegou para o Bazar dt Pavo o mais
"legante sortiment de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; et;. vende-se por
menos do que em out.-a qaal-joer parte.
COLCHAS BRANCAS A 3*2' 0,3*500 E 7*
Para o Bazar do Pavio chsgou um gran-
de sortimeolo das melbores colchas de fos
tao, s ndo das meihores e mais e corp?d4>
qoe. tem indo, a 73O ditas om pooco
mais abaixr a 5*50'>. d ditas a 3*000;
lamber no mesmo estbelecimento se ven-
de um grande sortiment. d cret mes e cbi-
t s. proprias para colcnas, que ts vendem
muit em"0nta
GORGKOES OU POUPEL'NAS DE SEDA
#*O0O CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo om ele-
gante sortiiaento das verdadeiraspoopelioas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 2*00 cada ovado,
o que em ontra q alijuer parte oio se v^n-
de por menos de 2*500, previne-s-e que nao
sao algodao e seda, como ha muitos ; mas
sim puro liabo e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditadc Baar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
meolo de roupaa para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con; peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qaadades.
Ceroulas de linno e algodao.
Meias cortas francezas. e ingiezas.
Palitos sobrecasacos d'e paono prelo e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes igaes
De todas estas roupas ba para todcs os
oreos e qualidades, e tem de mais mais
om perito
ALFAIATE
Por qum se manda fazer com preslesa
e aceio qualquer pecide obra a capricho
ou gerto do freguez, teodo n'este importan-
te estbelecimento tidas as qualidades de
oanno fino, as meihores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur braceos, quF de cor ; e qnando qual-
quer obra nao ticar ioteirameote ao gosto
dos fregnezes fica por coota do estbeleci-
mento.
CHALES DE MERtN
Chegou para o Bazar do Pavo am elegan-
te sottiment i de chales de merino de cores
muito bons com padroes moito decantes
para qualquer urna senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em oonta.
BABAD1NH3S
A Nova Esperanza
*1-Rna Dnqne He Casias21
Quando a NOVA-ESPERANCA os seos
anuncios expondo aos stis fregueze e
todos em geral o grande sortimenJio e su-J
perior^dade de seos objectos nao com vis-
tas d atrair a attenea de nina grande fie
gpezia, como a de que actualmente despoe
e sim para scientifiear (a iuterese de todo*
a quaiidade de seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto e perfeii.o; tor-
uaodo-sc qoasi indisponsavd para aqnelles|
-preciadores (do bora) freqncnlarem a No
va Esperanza, pois que ella capricha em rej
ceber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua repanicao: o que se po
der verificar quando em qualquer reuaio
de pessoas (amantes do xique J v-se um
bonito enfeifcaera um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'ura alvo lencol
um moderno e linde laco, um diticado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos olham-sa
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos oatros) estes So objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen
te !!!! procurar descrever em annuncios o;
artigos que contem dita loja, seria trabalho;
insano e nunca o fariamos com aquella
graca. e perfeic com que sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente
visitarem-na para ento ficaram intei-l
rados do que ha exposto n mesma loja.
1 Bna Dnqsie de Caifasi
itnc------ -----------------
feral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de'ob
te tem recebido, justamente?quando ella menos o pode fazer e porque essa falta
Juntara ella confia e espera na benevolencia de todos que In*a attenderao ____
continuando portanto a dirigirem-se a bem conbecida Ir ja da A GUIA BRANCA roa
Queimado n. 8, onde sempre acharad abundancia em. SGrtimento de superiorid *
qualidades, modicidade em precos e o seo nunca desmenttido AGRADO E SINCEP
Do que cima fica dito se conbeee qoe o tempo de qne a AGUIA BRAN
dispi, empregado apezar de seus cusios nodesempenbo de bem servir a aquellos
honram procurando prover-se em dita loja do qu necessitam, entretanto sem en^
rar os objectos qoe por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella T'T"iiriiiTMJIt]
cara apelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendi sjs, qi
bem aeja
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeic de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas odres e qua-
lidades para cintos.
Leqaes uesse dbjecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melbor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
. Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisado.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de florsj finaa.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento defina,
sempre melbor qnajidede.
Lindos vasos com p de arroz e platel.
Carimbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourado
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperoir.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por om machinisnv
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados coa
podras.
Ditas de raadeira envernisada com vtspo-
ras o com dminos,
Bollas de borracha para brinquede de
i
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. J Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
14
o
t
N. 5 AIDAM GAHGAN. A.
WTIIO i II
I
La para
5^500 a
libra
a
O Cysne, ra da lmperatriz n. 6i, acaba d
recebe1- grande e varijflo sortimento de laa, a qna
vende pelo baratissimo preco de 5500 a libra
cores sortidas.
ESCOLA PHARMACEUTICA DE PARS
Medalha de Prata 1860
EXTRACTO DE AlCATRAO.
it nC0 Del!cament0 aPPro*> Por todos os
Ilnspttae de Franca, Belpiea e F^anha como a
nielhoi-prporacao instantnea c regulada em
dosoa AGUA DE AI.CATRAO.
(Vuas colheradat grandes de liquido por cada
litro de agua, ou urna eolhtrada pequea por
caila copo grande.)
O modlflr-aflor mal cnerflc* d*i ag.
>m",.-0 m,'?"0- broMMM eS.
^lixigir a firma do inventor. /?
Deposito Ceial ^-CL.^^
Rae des Francs-Boirttojs, 17 -^^^r
Vm pars. -"' Sfr
Dpposito : n-htio ie Janeiro, Dnponchcllc: na
Bnhia, Silva Lorws} na Pcrnamluco, P. Haurvr
ot C": ni Uaranhtt, Ferreir el (:.
DFjpuRATjyn
IMEMBRO da ACADEMIAdeMEDIGIIVA
Preparado por deslauriers.ph.
Suc* DE BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Cipy Papis
Com este titulo acha-se aborto e inteiramente transformado este antigo
estbelecimento de joias, onde os fregaezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
obsen-ar delicadeza no trato e se.nciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, briocos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brhantes e podras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
perteoceote a esta arte.
Lonrenpo F. Mendes Guimaras
RUADA IMPERATRIZN. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amanto da economa, visi'arem a
loja da ra da lmperatriz n. 72, pois s de, Arara vende madapol5o enfestado a 3#5001 Para lijuidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 55000, 65 00, nho e algoolo a 15800 o metro, dito.de
65500, 75000, 85000, 9*000. e 10,5000. linho poro 25800, esta fazenda pro-
Vende-se cortes de casemiras do cores pria para lences e toalhas por ter 10 pal-
para calcas a 45000, 55000. mos largura.
Para liqnidacab vende-se algodao de lis- Vende-se cortinados para cama fr^caza
tras proprio para calcas, camisas e saias
para esclavos a 160 rs, o covado.
Na ruada lmperatriz vendase cliailes de dos a 25500,25S00 e 35200 o'corte
merino estampados e de barra a 25000,' liqnMar.
1500 e 3(0:00. Vendeo se cortes de cassa a 25500
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liqoi a 15400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vet. .
pea
o
I
POUPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
Nn Bazar do Pavo vende-se um elegan.
te sortimento das mais bonitas poupelinas
de la cmn lista- miodinbas, sendo todas
quasi de orna s cor, 400'rs. o covado ;
9 baratis.-imo.
GRANDE PECHINCHA, GORGURES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Bazar do Pavo fez-se urna grande com-
41ra de laazinbas muito modernas de qma s
cor. que pela sua boa quaiidade se Ihe'deo
o tituo de gorgurao-delaa, sendo fazenda
rau'to larga e vende-se a 400 rs. o covado,
tazenda que s vends sempre a 15000
grande pechincha.
lio furia cares a 400 rs.
\o Bazar o Pavo vende se um elegente
sortiment de lasinhas de ferta cores que
brilham igualmente aj sedas e vendem-se
a 40 ovado> fazenda que vle muito
mais dmheii
ATOALHADOS
.No Bazar do PavSo veode-se snperior
toalhade trancado, com 8 paliaos de largu-
ra a 15600 o metro, dito de Hubo adamas-
cado o melhor que tem viod > ao mercado a
3!500 o metro ; tudo isto muito barato.
.Bales reguladores a -15000 45iO0 e 55G0U
Chegaram ao Bazar do Pavao o Eais bem
feitos bales reguladores, sendo de fusto
a 45000, ditos de musselioa 45500, di-
tos de lasjDha de todas as coras a 55000,
todos etles sao motto baratos.
Puno preto muit barato a 35600
O Bazar do Pavo -recebeu urna granda
porco ue pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, qn sempre se venden a
55000 o covado pode liquidar a 35600,
por ser urna excellente compra,
Lasinbas com msela a 500 rs. o covado
No Bazar do Pavo vende-se orna grande
porco de finissimas lasinhas do urna s
cor com msela, que parece moscada de
seda, e ditas moito booitas cora listr s, ten-
do quasi a largan de chita frapceza, e li-
quidam-se a 500 rs, o covado, fazeodaqus
sempre se venden a 15000 e 1 ade
pecbincba a 500 rs.
No Bazar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de entremaios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em outra
qoalqoer parte.
. FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constsntp-
mente o meiher sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas ; retas lisas.
Cassas pretas de la,
Cassas pretas, francezas e ingiezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas da todas as qualidades.
Alpacas prets lisas.
Ditas lavradas com braneo.
Merinos,, caot?s, bombazinas, que so
vendem maisbantj do que-em outra aual-
quer parte.
CHirAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
tas ingiezas com salpicds 200 rs. ocovada,
ditas todas pretas, por estarem um poec
rossas, 12') o covado; pecbincba.
O proprietarios d este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o- favor
de se darem sempre ao trabslho do lerem
os seus annoncios, pela razaode muitos i
d'eIlesserem^Dudad"s amiuladas vezes
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Pa?o vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 65000 cada.oa.
O Xarope depurativo ioduradn do Don-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom. certo e constante na cura
dasinmigens, ttcrofulat, molestiasdapelle,
vkio do sangue, obstr ucros lymphatica,,
molestias contagiosas [svpMltticas), leves
du inveteradas, ede todos os accidentes que
d'ellas depender.
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil. r
em Pernambuco: Maureb e C*J Joaqim
Martinho da Cruz Corheia ; Joilo da Con-
CEigAO Bbavo e C; Augusto Caobs ;
fiABTuoLOMEO e C; Alexandhe Ribeiro;
Abreu Ribeiro ; Joo da S' Faria elRaio.
Vende-se urna bolita casa nova a moderna,
com z salas, corredor ao lado, 5 qaartos, sotao
muito fresco, despensa', coiioha com b'jm forno,
grande copiar cora gradeamento na frente, gali
nbeiro tambem com gradeamento. de ferro para
grande porcae de crijear privada para despejos,
telheiro para lenha, carvao, etc., cacimba com
bomba de hp, tanque coberto qne serve para
banho, e sitio, tem 100 palmos de frente e 500 de
huido, todo murado de novo com graieamento na
frete > portao de ferro, lindo jardni para re-
creo. plantcao de arveredos novoj, passa-lhe o
no Copibribe nerto para osbanhoe, no lagar de-
laminado Ghacio n. i, junto da esuco da Casa
forte : os preleadentes poder-se-hao dirigir para
tratar a rna de Thom de Souza, outr'ora ra da
Lingoela, n. 4.
para calca a 35500, 45000. 55t 00, 65300,
75000, e 85000.
Para'liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 45000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 25000, e 30600, dilos
de linho a 55000, 65J0O.
Na rna da lmperatriz vende-se cobertores
de algodao a 15400 e corbertas de chita a
1550O.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280. 320, e 360, rs. o covado.
O-barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o cpvado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende laazinbas para vestidos de
>ras. a 320, 400 e 500, rs.'o covado.
OGuimres vende mursulina de> cor
para vestido de Sras. a'i'tO rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Alen les vende fasto de cores par-
vestidos de senboras a 360, o covado.
O Lourenco vende cassas finas part ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o covado, ditas
I sas a 500 e640 rs. ocovado ditas matea-
das a 640 rs.
para janellas a 65
pa-
Vsode-se cortinados
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vmde-se duzias de collarinhos de
pe a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos 500 rs. o covado.
Liquidaco, vndese parapeito Uso a
2520U, 25500, 35. 35500, 45, e 5$. pro-
prio para calsas e paiits por ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim par cal-
sas de homem -15000.
Vende-se cortes de p--calas, de duas 6aias
para senhoras pelo narato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de rompa feita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 25.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 25.
Vende-se ditos de brim de aJgodo tran-
cos a 25.
Vende-se ditos de meia casemira 25.
Vende-se coletes de'hritn de coras a 15-
Vende-se ditos de meia c semira a 25500
Venle-se calcas de algodao azul a 5!H) rs.
Vende-se ^ita de algodao de listras a 800rs
V-mde se ditas de brim pardo 25,1500
e 25500.
Vende-se calcas de casemira de core
a 6585.
PA1A AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos! No armazem da travessa do Corpo
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para milho
Os melbores moinhos para caf e para milho que tem viodo a este mercado, s
se encontram no armazem da travessa d-> Corpo Sanio n 25.
0 Bazar do Pavao sito ,a ra da lmperatriz n. 60, est* constantemente aberto
das 6 horas da manbaa as 9 da noute,
Gr-iude pechincha
Na loja d- Pereira Irmaos & C. a rna do Duque
ff,21*i.IL9;J?I,de"8e ^xle h'stra pelo ha-
mo prora de 130 rs. o covado, e sendo peca ainda
se fai ditlerenca. v v
Batatas novas.
Vende.se na na da Cmr n. 7, por menos preco
do qne era ontra qnalqner parte.
GAZ CAZ W
^ Chegou ao antigo depoio de Henry Forstsr 4
jd, rna do Imperador, nm carregameoto da tu
de pnmelraqnahdade;oqual se vende em^^H
9 a rettlho por menos pnra do qne em ontr*\^n
gner parte.
f
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amargas SO
BROMURETE DE POTASSIOM
De J.-P. LAltOIE, t, ra di Iiion-ain-Pul, Paria.
)uro tem sobre o
arope Uroze del
Laranja amarga, enja aecio regenera at fott^oes do eswmago e dos intestinos, *
nniversalnrente apprectedo, Sem receio i'tr jdente se pode dai 5, 1
quando soffrem de mleti4N do eorafo, a igftn; om M>nu> a cmrul,
assim qne pas as moIeatM aerroMs t* p****- Par creauva, p**a U .j
giU(o, moimm. tOMe dnrmntc denti{ao. '
Deposito m Rio de Janeiro), ., Chorlo; em Pernambuco, r. Mrer j
em taceio, raleo !; em ijl/fa. Amlero toia^WB BaAto, D Moefao i
Todos os Mdicos eoncordSo em qoe o Bromar*;* de Poussram pu
sistema nervoso, urna aeco ttintiv lm Reunido 9o Xai
are, Joiaullo;
inhao,
o o*;"em Ouro Preto, Wihm.


p
V
\
Peraambuco Quinta feir* 1 de Setembro de
1870.
Jos de Souza Soares & C.
KtIA 3M BAKAO A VITOHIA
. ( PUTH'WA NOVA )
TAolrf JJIa"S8 m''^,r?hw<]:> o qW ()-,.|:! nav^r de mais helio e agradavel em fu-
5ftRrSr art,?os ,ie aita muda *paris iante seahoras*
ni^K ",waa8' Perfamartos especi a*, variedad di luidos objectos para me-
ninos e bnnqcedos para enancas. ^
GttAHM SORTIMEXTO
bets cofSUamft ece>l'!o P01* lodl* s P3'^3 vinJo 3 Europa aonde tem ba-
m Jende-se muito m;onla e maada-se nr em pregad do estabeleciment fazenda*
em casa das Exms. familias Siin a methor escoliierem o qqe desejarem.
DO PAPAGAIO
BTqvo estaba efiimeato
SE FAZEiMS E RQUFAS FElTfiS
Ra da Imperatnz n. 40, esquua do be-vo dos Ferreiros
m
., .1,
deste estabi'k'cimeulo.

--------------
GRANDE ARMAZEM
DE
Fazendas, roupas feitas e de encommendas
MHA DO BaRAO DA HCTOHi-M
para a luja, q manda-se
(Atiligti rui Nova)
DE
Os propriecirios deste importante estabelecimento, rto empenho de eleval-o
aliara dos primeiros do soa genero establecidos nesta cid.de, mandaran, contratar em
Lisboa, um eximio artista albiate para dirigir a sua oficina.
artista ACaba P'S e Cl'0gar daquella crte' e paraesle ^n nabil e coneciinado
PEREIRA REG
all assaz counecido como perito em sua arte e pelo que se torna ama garanta segura
de que na cireccao da otiema que agora dirige, satinar clmente tanto aos nume-
roaos Ireguezes deste csiabelacimento, como a todas as pessoasquo se quizaren, utilisar
da sua grnele pratica e procincia.
.Neste estobeleoimenlo adiar o publico consi3niemene um magnifico sorti-
mento de pannos finos, casemiras, gorgures, e artigo* de
melbor e mais lindos padroes que tem viado
10Ra
o"- modas, tudo do que
a este mercado.
do Barao da Vctoria=10
(ANTIGA RA NOVA)
ba de
ase Previ,,*.*,. !;iinbcm ^ mof!rna j., lm ft,il0 ^^ "^en7 ^"^.
SraiM^rou?,6. %?>W '**< Costo, que venderais
A WSMu, PAPADO alm ri Wrurn grande deposito de ronpas feitas, tem
um ho.,,1.. >i itmoA, e aswu^oind pannos pretos, casimiras e panno uno rr Oe pinhir. azui claro
a mais e.c.i.o, i.r.;is braoooe e de cores, fuoes bran.os, e de cores, gangas de linbo
o bnus pardos i! todas as quall;d.;s.
A I.OJA 1)0 l\v';.*; WO t'-iu wmralado nra opiimo -me^iro nlniiale perito no
sen ol.icu. ,,;!,-a cxear qualqoer ohra da a.te com a mainr p^feicSo e esawrd,e'qul>
uuer -.1)1., ,(ue n*> tiqun a vonlade dos Ireaaezes, fiar jira a
lazer mira.
Atoaifead de lii.lio Gao, a 3 o metro'
e de al^ddRe a $&
AkTjdowH) l;r-o, para lences e toa-
IbM a l<"-W.
_ AlpaCM pr. t.N, ,i, coros, lisas, de furta
cores, a de iistras.
Barofie.s a m li>liii!ias de ditTerentes ni
resa3u.rs, oci vao.
Bob l: bipetfi axelndadas, para viagem,
0 pnecfl ( iotbasinas pretas. lisas, e Iranrada?. i
Bramaolta <0 linh, fanoez e molez a
-2->,M).
Maioes a nu-snn.-i, bffiMMM com fit-s.
aXmH!^Vmmo C("n,, ^,l,lus P*^*-iImteaprecW.
denUs,p!<)M,lll(,rasomen.nas. u:ifI,^, ,. j^Ta 105 a peca.
a vara.
iranes
Efgiii fe'linM de lW06 a 30
Chales de merino pretos mnito
a :i3.
Dito ditos, eslampados de 4.500 para
ama.
Fil de linbo bronco e prtto liso, e de
salpico.
Cravatas de seda pretas e de cores, da.
mas mcd!Tn;is que tem vindo ao mercado.
Guardanspoa de iinho brincos e psrdos.
Grosdenaple preto de ditr^rentes pr eos.
; Lasinlias em cortes com palmas coiri I
covado por 6^!.
Ditas izas e deslas transparentes e ta-
jloa
DO
GALLO VIGILANTE
I na da Crespo o. 7
Op proprictaxios unste bem conhecido estabele-
ciiMMf, fm dos mnitos objectoe quojtinhain ex^
pwusjtapraciaco ao respeitavel publito, raai-
aarain vu- o acabar ile receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
(mas e mui delicadas especialidades, as quaes e*-
tao ri35olvidcs a vender, como de seu costnme,
por jireros mui lo baratinhes e commodcw para to-'
(toa. :om tanto ano o Gallo...
Ib)ilo-superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas de mui lindas cores.
Mr i boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nboi ji, neste genero o que ha de mais moderno.
Sujioriores penles de tartaruga, para coques.
U.idos e-riqusimos eoeites para cabei-ss das
xmn?. senhoras.
Sujicriores trancas pretas de cores com vidri-
Ihos e 64Ri (les; esta fazeuda o que pode haver
d mcllior e mais bonito.
Srmeriores e bonitis leques de msdreperola,
marlim, sndalo e osso, sendo aquelles broncos
com lindos dnsenhos, e estes pretos.
Minio superiores meias fio de Escossia para se-
uborss, as qua<\s sempro se venderam por 30*000
a diuia, entretanto que nos as vendmos por 20*,
aiem desta, temos Umbem grande sortimento de
uutras qualidades, entre as quaes algumas maito
finas.
Boas bfBgaip de superior canna da India e
castaoda i.iarrini com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, oeste genero o que de melhors*
pode desojar ; alm destas temos tambera grandi
fjuanlidaue de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia. osso, barracha, etc. etc. etc.
trinos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras inialid.-ides.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar a meias.
Boas meias de sida para senbora e para meni-
ss de i ai; annos de idade.
A
A roa ro Dique de Casias n f.
(AHTTGA BA M QUEMADO)
Receben i seguinte :
E=peHios grandpfi AXM4iD*> olrtw bonitos.
Carieiras, charulpiras e puit-cigsrros de msrea*
qualidadcs.
Bonitas pastas pan papei*. simnlf! p tmt>'sa4tc
Boas caixas fastas para cottnra em sua cempt-,
tente chave.
Delicadas caetas de marfim rom o boeaJ *
pata.
Modernos penles de Urt.iroga, fobresr.hindo es-
'tre siles os mimosos telegranhiflas.
Commodes toucadores com duas gavetas e bo
espelho.
Pon bouqupt, o que de melhor lem appare-
cido.
l'ort relogios de mnitas rmalidades.
Bons lalherp? para criar.-m.
Vo-iuarios. chapeanlios, toucas, sapatosen?ai
para baptizados.
Toalhas e fionhas de laLuinlbo.
Chapeos ochapelinaspanisenhoia, moldes nov<*
e bi'iiiios.
Chap.ozinhos gorros e brnets para BMsuBN
meninas.
Coiitra as convulsors
h

3 portas n. 53, ra Direia, 3 p nas n. 53, anga
loja do Braga
..P.ffi*0 "fsaadaj dono de?le antigo psiabelecimento, leudo era vista apreseutr cm
compiero oramento de ferragans, miudezas e cotileria, tem resalTidtr mandar buscar em
WWaos Pikos ,1a Europa os inalhoiea objeclos de spu estabeiecimento dos fabricanies
mais u.i|eeido; pelo que convida ao respeiiavel publico e a ssus numerosos freguezes,
a \irem se .venir dos objecto de sua carencia, aonde encontrarao por menos IOOiO do que
5? hJ m> ,Ui:'r )*." U!11orl"'"!ow completo de machinas para descarocar algodao,
aL ni! (',;"ncc,U0.l',1bllc;inIe Cottorr Gio & C, ditas para costura, motores para ataae*
ditos para fogo, mronhos para caf de lodos os lmannos, da fabrica rio Jani nin^rH,. ai
dous canos
de di'
limali
^SlSSM&. H ar' C t****** wt-mmeada de fogos de vista, alera "de um
Z t .7 dan.l"'"j.!.''^Vue se :ornaria, Bfedonho numera-loa : venham ra Direita u.
53, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga.
lii!
.ieSe"iHso,1!^^'"f,a^,!,;^T,o mo-. ***** so*. ****&&&
iimjs e m no< ti! uuiiui nfeiiadw. a>dazia
^W da iM.io i, atoados brancos c de Dt-,s de esgoiao de 6l a 8.
Bnis d alor^O* i, -...... ,1 u LJ M^*^M braiicas e de coros a .'iOO rs.
?diiiis ot aifocaa ii..nr.idS brancos e de o covado,
r" Gorguies do laa com Ijstras. f.izendaln-
Lomoraias brancas tapadas e Iraapa-ftoramente nova no merdado a 800 r<. o
;, sondo inglezas e suissas de 8 pal- covado.
Marinos preto, trancado e, de cordo.
tnos de laignra.
Camisas de meia, de ianella, branca, e
de algodao.
Camisinh.is brancas de cambra;a com di-
los boWados, e eideiladas de cor para
Sras.
Cambijas de
Peilos bordados o lisos, l;.t de Iinho
como de agodao para oamiaaa de bomem.
I 'ncelas pretas de differeoteS precos.
Gamb lia branca tapada muito larga com
prras o bordado, ha de tres qnalidades
:6res a OO, rs. o metro e ')roIiria P31"3 saias ,le fi. o preco ba-
os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas d
extatCQ&o dos denles e operqaes dentarias sem dores, todos os
dias uteis, das 10 horas at meio dia
PELO EMPREGO DO
PROTOXYDE D AZOTE
no gabinete do cu urgio dentista FREDERIGO GAUTIER
19Sua Nova19
O qual, acbando-se relacionado com os mais celebres denlintas de Paris, adquiri
com elles, na uitima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este excedente
anestbesico de que se pode setnpre usar sem inconveniente algum, o produz insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveita a|occasio para lemlrar ao respeiiavel publico que no
seu gabinete continua se a azer tedas as operaces da sua arte e collocar denles por
todos os systemas: cem ouro, platina ou vulcanita, segundo os casos.
Especialidad?, re obturaces com ouro puro.
a 800 rs. a '.ara.
Camisas inglesas, e francezas de linbo. c
de algodao de megas, lisas e bordadas.
Chapeos drt sol de seda, merino e alpai -
ca de dfferlfts cores, e mnito baratos.
Chitas para vesiidos, liancezas, de 2AJ
ate OO rs.
Chitas para Cotiertas de 320 at CIO rs.
Cortinados de camhrac, e de Ql borda-
dos para camas ej:nelas de 10-5 pura cima.
Col. lias de- fusto branca a 3^300.
Ditas de cores a 2^800.
Colarinios da iiohos, inciezes, a alemaes.
usos a hordados.
Damasco de 12, encarnado, a zul e a ma-
pello, escomilba creta.
Espartirhos du Iinho braoco psra Sras.,
de di lie rentes precos.
ralo.
Sedas pretas lavradas para vestido a
l-ifiO o iivado.
Sargelim fraicez e inglez de toda ao co-
res.
Toalhas de aodo a de linbo de dif-
CASA CAUVIN JUBSa
I furentes qualidades e tamanho.-.
l'nnhos de Iinho para homem muito li-
ni'S.
Meias ing'ezas para Sras.,epara.mennos
e p3ra bomens, de <} ll'erenies quMidades
e de tod(5s os tamarhos.
Para quvm comprar peca oo duzia de
qusii|iier azenda sen preco o costo ; para
diminuir o retaiho.
D rn-sc as amostras de qnflqncr fazprida.
A loja o Pap;aio ac.ha-se aberla todos
os dias. at s 0 bnpm da noute.
Francisca Tuxeira Mendes
Pharmaceutieo privilegiado
3Uccesaor
Bonlevard Sebastopol, SS PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINO
AprcseuUds a Academu de BrarlM e ao Instituto de Franca,
I N.IFnnfi Sob l0^u e, P*'". JeveOida e doseada para
IIIHLUHU lser de momento urna soluctao
Prgenti t curativa das MOLISTMS C0STA6I0S4S
mu
NavaJbas cabo do marm e tartaruga para fazer
barba ; sao multo boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asscgurarfi.-js sua qualidade e delicadeza.
Linda e boUas capellas para noiva.
Superiores agulh;is para machina e p^.ra croi.
Lona muito boa de peso, fronxa, para encher
lahyriuiho.
Loes harahor do cartas para voltarete, assim
como os tectos para o mesmo fim. *
Grande e variado sonimento d;is melhores per-
famarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnoueos contra as convulsoes, e
fa'itai a doacao das innocentes criancas. So-
cios desde maito reeebedores destes prodigiosos
collare, e continuamos a recebe-los por toaos os
vapores,, atira do que nunca fallera no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delios precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros colores, e os quaes attendendo-se ao fim
para que tan applicados, se vendeio com um mui
diminuto lacro.
Regamos, pois, avista dosobjectos que deixamos
dectaradus, :m aossos froguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
cri-incis
Vende-*p os vcrdiuleiras collar.- n.i Nova Espft-
rauca, ra lio Duqui- ile Casias u. SI.
' PARA TINii; CABELLOS
para preto* ou earbtttttt^, ivccl-eu a Nova i"
ranea a *f*4dttta lima iimlna.
PAKA ACABA!'. COJI AS SARDAS
on iiauiis, ti-m a No\a Rsprrapca o CMadetre
lee o-; rosas branca*.
AGUA DE KLOi: 1)C URANIA.
Vede>se na Nova Bsperaoca, ma do Bni|ii-; #
Caxiii- n. 21.
PAPEL PAKA ENFKlTAft-SB BOLOS
recfbeu-os muito Rudos a Nuva EspersBCt, ra
do Deque de Caxiis n. 21.
PAKA .IACIAK E AFORMQSBAR A l'F.I.
tem a Nova Eflperanca s saboneics de poa t
arroz.
INJECT0RPH11TR0
ESTOJOS Com
do volme >le am reloeio, seniado da
IIIII.TRO e SKRINGA sem os
|rav iicoaveniMU de fr{ilia.
a forma, e de volume de um Porte-Xoeda
COTEnDO IODO IRATXMBNTO.
COJIYRIO Contra as afecc<)is das palpebras,
preparado sob a mesau forma.
BARTHOLOMEO 4-C
CASA CAUVIN Kmm
Depositarios geral para e BRASIL e l'OKTIGAL
34, ra larga do Rosario. PERNAMBTJOO.
Pharmacoutlco privilegiado
successor
m uiib k c,
ll III OH S. 1.
rame de ferro galyamsado em rede para cercas, gaiolas, galnheira te.
Chapas de ferro galranisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para engenbs.
Cofres da ferro de Milner e outros autores. '
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Dito em enxadas. v g
Estanho em barra e verguinha.
Folha de Flandres.
Arados americanos para ladeira e varzea.
CarWnhos de roo.
Venezianas para jaaellas.
Machinas de descarocar algodo'de faco.
Ditas de serra.
Ditas para corlar fumo.
taa*i*i,1j a y,ip *cs de algodao^ r *
Cadeiras de fetro. "
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Balancas para pesar. '
Oteo de linhca em latas de ferro.
M&osds ferro para encenhos
Bombas americaoas.
Macacos de estivar.
Balancas e pesos decimaes e outras.
rogo* de patente.
Eoxofre. >
Salitre.
S2S.P ? **>* qualidade.
Boulevard Sebastopol, 38. PARS*
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresemadas a Academia de Scieacias e ao instituto de Franca.
IN.IPPPAn Soh firma de Patulla, devedida e doseada para faser de
i nu bVVIIU momento urna tolaccao PBEVUTIVA I COBATITA das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
UTOR-PHILTRO
Graves
do volume de um relogio, servindo
de Philtio e Sebinga sem os
inconveuientOK de fragilioade.
Cota a forma, e do volume de um Porte-Xoeda titeada
TOBO TRATAHENTO.
ESTOJOS
COLLYRIO Contra as afleccois uas palpebras, preparado sob a mesma forma.
RARTHOT iMPa Pa DeP8tar>os geral para o BRVSII. e PORTI G4L
DAR I llVLVaiLV Ct U 34, raa larga do-Rosario. PERNAMBTJCO. *
W. loWIMI
n EHGEKHEIRO
Goei undico
BA 00 BRUM 52
Passaudo o chjfariz.
(.ama a atteogao dos Sr. de engenho para seus acreditados machibismes e
espeCiailUde para SeUS vapores OUfi ainrfa nma vpt. tPtn mplhnrarln
pores que anda nma vez tem melhorado.
Pfcaretas
para caminhos de ferro.
com
Os varjorMfornecidoaporalie^^^
ciago do que qualjtier ditoproprio.
Deseja tambem mencionar que tem ftito urna reduefo em seus precos: e oue
tem P^yPy^^^P^f^amachrnisao e outros objeclos para a agricultura.
DE OURO
iTm ,j ^"unuuus uo ierro.
um grande sortimento de ferragens e, cutaiia.
Nova loja de joias
RA DO CABGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba deabri-se este estabeteciaieoto de joias, o qual tm tranda sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto. as quaes vendei o mais barato pos-
sivel.
Todas as joias sero garantidas onro de le, pois os seus donos tendo em
isla so adquirir fregutzU naavlvidafo,- vender bora e por precjs. os mais
azoaveis possiveis.
Coijjda-sa o publico a vir a este eroDeJecunenlo, certo de oue Ocar
A MO DE OURO RA DO C4BUC N.9 A
*"*""*"........\mmm



$m
Jeordeiro prevident
Rea do Inelnsado n. 6.
Vovo e variado sortimento de perfumara
unas, e ontros objectos.
Alm do completo sortimento de perfi
alarias, de que effectivamente est provida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba d
receber uiq outro sortimento que se tora
iiotavel pela varie'dade de objectos, superior
iade, qnalidades e commodidades de pr
mi assim, pois, o Cordeiro Providente pee
e espera continuar a merecer a apreciac
do respeiiavel publico em geral a de so
boa freguesa em particular, nao se afa;
tanda elle de ua bem conhecidamansias
a barateza. Em dita loja encontr3r5o i
precidores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Di!a yerdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Coiogne ingleza, americana, fni
eza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Eliiir odonlalgico para conservago
sseio da bocea.
Cpsmctiqu.es de suparior qaalidada a chs
os agradareis.
Copos e atas, maiores a menores, coi
pomada fina para caballo.
Frascos com dita japoneza, transparen;
a oatras qualidades.
Finos extractos inglezos, americanos
francezes em frascos simples e enfeitadoi.
Essencia imperial do fino eagradavel ch*
'o de violeta.
Ontfas concentradas e de cheiros igoii
ment finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quah'dad*
om escolbidos cheiros, em frascos de difi.
'entestamanhes.
Sabonetes ew barras, maiores a menort
para maos.
Ditos transparentes, redondos a em tei
ras de meninos-.
Ditos mnito finos em caixinha para barb;
Caixinhas com bonitos sabonetes iiaitan
fracta3.
Ditas de madeira invernisada contando I
aas perfomarias, muito proprias para pr^
sentes.
Ditas de papelSo igualmente bonita, ta&
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a
moldes novos e elegantas, com p de arre
a boneca.
Opiata ingleza efranceza para dentei.
Pos de camphora e outras differeatt
qnalidades tambem para dentea.
Tnico oriental de Kemp.
Alada oais coquea.
Uta outro sortimento de coques do n-
vos a bonitos moldes com filets de vidrillic
* ?.lgccs d'elles ornados do flores a fita
estao todos expostos apreciaco de que'
os pretenda comprar.
GOLLINIIAS E PUNHOS BORDADOS.
Obres de mnito gosto e perfeic5o.
FiveHas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento do taes objw
toa, ficando a boa escolha ao gosto do coi
prdor.
Sival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estos disposto a continuar a veiMksktsdas
as miudezas pelos baratissimos piejos ab/-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
Cos admirados.
Duzias de pa'itos sepuranca a.... 120
Duzia de palitos segurarla caixa
grande a................... 328
Frascos com oleo baboza muito fino. 320
Pacoies com pos de arroz o me-
Ibor qqe ha a......,....-..... -
Navalhas muilo finas para fazer
barba a.................... !&M
Caixas de linha branca do gaz a.. 50
Vara de franja de Iinho para toa-
lhas a ..................... 160
Caixas com pennas d'aco de eny
superiores a................. 808
Lengos de cassa brancos a pinti-
dos a...................... 108
Caixas com 0 cadernospapel pau-
tado a........ JOf
Caixas com 50 noveilos de linha
do gaz a....., 4C*
Duzias de meias cruas superitii
qualidade a...... 3N
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a......... 5UI
Pecas de liras borda dascom \2
metros cada p.-ca sWBQOa. -':'><
Pecas de fitas para cus de a al-
quer largura com 10 varas a. 501
Escovas para unhasf:izenda fimi a Sfj
Ditas para dentes a 240. 320,
400 rs. e. ...... 8(1
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.....
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares-de meias cruas para no
nos diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 4|6ftG
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2|08
Pares de sapatos de tapete a. l|80i
Duzias de baralhos para vuitarete 3|00
Sylabarios portuguezes a. .
Cartoes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para colkte diversas
qualidades....... 480
Caixas com penna de -.o muito
boa de 32C a.
Caixas com superiores obreias a.
Duzia Oe agulha para mactiina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos...........
Refma de papel pautado aupent
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
50f.
2.;tx!
24
4|088
3
Cabellos
Venoern-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, qualidade snperiot, em eaixa ou
poreao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
fe n. 51, fi andar.______________________
LOLERA DO RIO
RA DO CABUGA' N. 2 B.
Ale nova rezolusao, se vendem bilbetes do Rio
aos vendedores na razio de 22*000, seja qual
aialSn530' dinheiro vista e aos Particulares a
20Ra da Imperatriz-
Farl & Lessa.
Acaba de chegar a esta nossa nova loja de fa-
zendat finas um variad sortimento da fazenda* ao
laa e seda, como sejam : granadines do ultimo
gosto, popelinas de urna s tor, alpacas e law-
nhas de cores, o que ba de mais moderno, tudo
por baratissimos precos, brilhantina- de cores te-
cidos das indias, fazenda nova a imitaclo de per-
calia, balSes de dina fingindo saia de cor com lin-
das barras, fustoes proprius para vestioo e roupas
de meninos ; agora granties e admirareis pechin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3. ri-
cos corpinbos bordados muito finos a 5i, baldee
modernos de arcos a 2g, rieas colchas para cama
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a 5, 6**
"i, cambraia victoria fina a o, ditas transparen-
tes a SA, 6# e 7,chitas Qnissimas esenr s e claras
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas da cores a
2iO, lencos brancos de casta a 2;00, ditos erk-
nezes a 330 a duzia,. madapolo f no a 6 i
6*500, e muit superior a 7*, 7600 e 8A, algo-
daozinbo largo proprio para lences a 6*, panno
de algodao branco trancada pioprio- para toalhaa
de mesa a li600a vara, nramante pas Irnees n
2000 e 34500, o que ha de melhor. esgniae fj-
nissimo a 2*200 e 2*500 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderers
escolher. Tambem temos completo sojtimento, do
perfumaras doprtaeiros fabrieanies franceses e
inglezes; as pessoas que se dignarem vir a esu
loja tero occasio de reconhecer a n alidada to
que annuociamos para nos justificar.
Vende-se a casa terrea u. H. ii em Ofida,
ra do Urgo do Amparo, com exeellem>s com -
modos e grande quintal, solo proprin : a tratar nu
ilecife. ras. da Cadeia n. 5.
Mantenga a 1^.
Vende e manteiga ingleza flor a 1* a libra :
no progresso do pateo do Carmo n. 9.
Veade loaquio Jos Ramos: na roa da Cruz
a. 8. 1* andar.
Vende-se ama roala de amarello em bom
r ik cunc-se ama roala o
tos. I estado : na camoda do armo
a. 16.
Farinha de milho.
Ha para vender farinha de milho noiirr mrT e
superior em saceos, chegada oltim;.mente de Pertn
Aiegre. A todo contento dos ompr.idorM. e-ta
farinha eoasu de tres qnalidadi- ; BRANCA,
AMARELLA E FUBA'; send) es! ultima mnito
ntil para alimento de animaes, e un mefin t^mo"
de grande vattagfm aos conpraoN.n>s em f*ce dos
precos ineontestavslmsnto mnito miMfirwt a tra-
tar na ra da Cruz n. 3, escrptorio de Amorta,
Traaos A C:
Cigarros da imperial
fabrica de S. Mo
dft Niothero}.
nico deposito em Pernambuco caes da a!fi<
dega velha n. 2,1* anda.


T>.
rnambuco Quinta felfa 1 de Setembro d 1870
IfflERATBA.
i
eotre os liollan-
' entretanto
no tal)
M. Pinheiro Chaga
XIII
(Coitcluso).
As companhiaa hollaodezas
penetravam como uro furac5o
Sentune ojalar dascanoas partidas |
macbados, lepis ouviu-se urta desoca,
que nenhum outro som tes echo 0>
Hollandezes preludiara, assim o ata
da primeira emboscada, os nossos e go. p,
Dio pod; responrter-lhe. Travou-se eolio
a loia corno *>rpo, roas nSo foi dura-
doura; era irresistivel o impeto dos-assai-
taotes.' Debalde Domiogos Facundos cora a
sua torca herclea, raantendo.se na re-
guarda, "procurava, brindo um claro ero
torno de si, fazer com que se operasse em
mais ordem a retirada. Os defensores do
priireiro posto acolberam-se tumultuosa-
mente ao segundo, os Hollaadezes era por
um tosante so suspenderam a sua marcha,
destroc.arara esse tarabem, repelliram os
saldados sobre a terceira emboscada, sem
perderem nunca a forraatura, arrancaram
finalmente as companh.as portuguezas d'os-
se terrivel tabocal. Quando, saindo d'entre
as cann'as cerradissimas, se encontraran! na
encosta na, s Itaram um grito de Job loso
triumpbo, mas osea general, quecomman-
dava em pessoa. n3o quiz deixar nm u>o-
mento aos Portuguezes para se recobnrem
do terror, e para recuperarem a turma.
Urna nova descarga desordenou os fugitivos,
e de novo as corapanbias victoriosas couti-
nuarara subindo velozmente, arrancando de
psito em posigao os Portuguezes qoe
tentavam resistir.
Do alto do monte vio Jo3o Fernandos
Vieira o desbarato dos seus, vio assomarem
os Hollandezes j bem prximos, e, olhando
em torno de si observuu que o batalhao de
reserva, que enviara aos pontos atacados,
estava reduzido apenas duas ou tres corn-
panhias. Formou com tudo essasmesmas
em columna, e, deserabainhando a espada,
precpitouse comellas sobre oinimigo.
Era a ultim gota de sangue dos Pe--
nambucanos que all se ia derramar; porm
com que heroicidade, com qae ardor se ar-
roiavam morie os bravos companheiros de
Vieira, electrisados pelo sea exemplo I
a Viva a hberdade de Pernambuco Viva
D. Joo IV Victoria ou morte
E entrando o padre Manoel de Moraes
aleando ms m5o* um crucifixo, ex'-lamava:
Irmos, defendei Christo Senhor Nosso
contra os heredes blasfemadores Derra-
mai o sangue dos que opprimem o r.osso
paiz, dos que insullam a nossa religio !
Pela patria e pela t I
Pela patria e pela t, bradaram todos
desceudo a eucosta como urna torrente.
A sbita ebegada d'este reforjo inespera-
do deu animo aos Portuguezes que recuavam
e suspendeu o impeto dos Hollandezes.
Desassombrados um momento da persegui-
rn dos ass3ltantes, os defensoras das em
ooscadas procuraran (ormar-se n'um grup.
abrigo columna de reserva. A voz de
Vieira etectrisava todos, e os Hollandezes
sera retrogradaren! de certo, affrouxaram
um pouco o assalto.
Veste momento de hesitaco, Antonio
Dias Cardoso approximou-se paludo d^
Vieira e disse-lbe baixo :
Est tudo perdido.
Porque ? perguntou Vieira.
Pelo lado do nascente sobe a monta
nba um reforco que parece vir de Pernam-
buco.
E nao podemos destacar quarenta,
vinte, dez homens ao menos, para Ihe
suspender por um momento o ataque ?
Das Cardoso apontou mudamente para a
destrocada phalange
dos Portuguezes.
Pois bem, disse Vieira com sombra
resignacSo, oceultai bsm a noticia, preeipi-
temo-DOS sobre o inimigo, e morramos ao
menos antes de sermos feridos pelas cos-
tas.
E, fozondo o que dizia, rrojou-se como
ura Ie3u aos assaltantes. Todos o se-
,'uiram.
Mas a falta de manices paralysava com-
pletamente o raoviraento dos nossos.
No primeipo impelo haviam feito recuar
os Hollandezes. e hastante em desordem,
mas era fcil de prever que, assim que es-
tes podessem carregar de novo as armas,
urna salva de mosqoetaria Ihes daria outra
vez a superioridade na pelja, qnando de
sbito ouve-se as costas dos Portuguezes
o grito : t Por Vieira e por D Joao IV
Logo um corpo de cincoenta bomens bem
Enr seguida descarga, os cincoenta
mosqueteros recen chegados, e omom
homeal juvenil, com o chapeo derruBado
sobre os olnos, commandava, lancam-se ao
inimigo-e ^recipitam-o de posicSo em posi-
de iwivo no tabocal da raiz do monte, e
d'ahi. com o auxilio dos reanimados com-
.i.nihi'iros de Vieira, ni planicie das mar-
geos do rio. onde se tornara a formar na
retaguarda da reserva.
Too espantado licra Vieira com esta su-
perpcia, qoe nern se lerabrr de dar
as ordtns necessarias para se retomar a in-
vestida. Tarabem nao fra preciso; os
soldados, saudando com o grito de Viva
D. JoSo5V a chegada deste reforco, ti-
nhara-se arrojado, n'um movimento espon-
taneo, em seguida elies, pelo monte abai-
xo. Bem quizra Vieira conhecer o se
auxiliador; adrairava a tropa que elle con-
dozia, e que se compunha de mercenarios,
verdade, mas que por isso mesmo tanto
mais til he era, por serem soldados ver-
daderos, praticos da guerra e disciplinados.
N3o lhe deixou comtudo Henriqoe Hus tem-
po de satisfazer este desejo ; porquex ainda
ten leu urna quinta investida, que essa era
chegon ii penetrar no tabocal, d*ode a re-
pelliram com um logo bem sustentado os
cincoenta mosqueteiros, e os soldados de
Vieira, quem-o novo chele mandara des-
tribuir manieses.
O inimigo retirou emfim, e foi o recem-
ebegado quem frente dos seus homens
lhe ioquiaoo a marcha. Cahira a noute
proceltosa, sulcada de relmpagos e innon-
dada de chovas. Ao atravessar o rio, al-
gumas descargas se trocaram, mas os mos-
queteiros n3o oasaram passar o vo, em se-
guida aos Hollandezes. cm receto de o en-
contraren! volta oTapacur muiloengros
sado pelas chovas.
Vieira organisava a guarda do campo, e
tralava dos feridos, quando recolheram ao
tabocal os mosqueteiros. Vio-os de longe
e i a j ao seo encontr para os felicitar e
para Ibes conhecer o chefe, quando notou
que a sua marcha tinha urna apparencia f-
nebre. Effectivamente, ao approximarem
se, vio que traziam um ferido n'uma pa-
diola de ramos de arvores. Ao lado della
caminliavam dous mosqueteiros com ar-
chotes.
Onde est o vosso capitao ? pergun-
tou Vieira.
Um dos mosqueteiros apontou silenciosa-
mente para a padiola.
Foi urna das ultimas balas do inimigo
na passagem do rio, acudi outro.
Vieira debrucou-se para o ferido, e sol-
tou ura grito de espanto :
todrigo Teixeira! disse elle.
O ferido abri os olhos. e, Otndoos
cora mii triste sorriso no afflicto general:
Nao era traidor... bem vedes...
disse ele rauito custo ; oh... mas...
quera conhecer... euorphSo... desampa-
rado. .. quena conhecer os" doces affectos
da familia... Nao pude... a tua maldi-
co... Vieira... amargurou-me todos os
jbilos... N3o pude supporta-los... Reuni
todos os raeus recursos... e levantei orna
companhia..'. para vir dizer-te... e pro-
var-te... que ainda amo... que amei sem-
pre a minha patria... apezar de amar
tambem... tanto... oh tanto... a minha
pobre Margarida.
Rodrigo, Rodrigo, exclamon Vieira
debulhado em lagrimas, perda-me, perda
quem nao soube comprehender a tua uo-
bre alma, pobre martyr, pobre victima do
egosmo dos outros.
Perdoar-te o que?. se eti estou sa-
tisfeito... se eu morro nos bracos da vic-
toria, que me devida era parte, e vendo
j ao lunge raiar... a Hberdade... do meu
paiz. /. vendo realisado... o meu desejo...
mais... que... rido... Oh!... mus... se
ella aqui estvesse!... Era feliz, e para
mim nao se creou a fellidade duradoura...
Adeus, Vieira... dize-lhe... Margarida...
O' patria... Deus...
E expirou.
Tinham-se approximado varios cfciaes
deste grupo, e todos viam com espanto o
forte, o estoico Vieira, banhando de lagri-
mas ura cadver, e soltando solucos que
pareciam dilacerar-lhe o peito :
Senhores, disse elle emtim levantan-
do-se, este mariyr jurou que havia de pagar
sempre cora o sacrificio, com a dedicaco
heroica o insulto que"n5o nos cansamos de
lhe arrojar s faces. Chamaram-lhe traidor
os Pernambucanos, e era elle quem os pro-
tega, quem os resguardava, na conspirago.
ea qaoodevia cojibe- gi
. e elle pa-jl
gou^me, vindo aalvar-oo ,zer-nos
a victoria. .
Todas se descobriram respeitosamente
diante do cadver do martyr, e uo dia se-
to, na .presenca de todo o exercito, era
enterrado com as maiores honras o homem
qne fra t3o conspnreado em vida.
Abatalba do monte das Tabocas foi a
primeira de urna tonga serie ~de victorias,
em qoe Fernandes Vieira, o valoroso Laci-
demo, como lhe cbamava Frei Manoel Cia-
do, oa o Caslrioto luztano. segundo a de-
nominado adoptada por Frei Raphael de
Jess, fepresentou o mais brilbante papel.
Em 1G51, emfim, o governador bollandez
de Pernambuco assignava a capitulaco pela
qual eram restituidas aos Portogoezes todas
as possessSes ,que a Hollanda no Brasil lhe
conquistara.
Depois de ter embarcado a gaaraicSo
hollandeza, seguiam para bordo dos escale-
res as differentes familias que voltatam
Europa, e conservavam-se em armas as
forjas do commando immediato de Joo
Fernandes Vieira, quando este, qne pareca
esperar alguem, vio atravessar o caes orna
familia composta de um sacerdote calvinista
que dava o braco orna senhora de 28 para
29 annos, pllida e vestida de preto, e de
om general Hollandez, braceiro de ama me-
nina de pouco mais do 20 annos, qae
muito costo pareca conversar no travsso e
formosissimo rosto a gravidade proDria das
circomslancias.
Pareci que esta familia era a qae Joao
Fernandes Vieira esperava, porque, assim
qae'a vio assomar, dirgio-se ella, e fal-
lando com moita cortezia ao velbo sacerdo-
te, pedio-lhelicenca para conduzir elle mes-
mo ao caes a juvenil senhora que o acom-
panhava. Nao fazemos aos leitores a inju-
ria de suppr que u3o recooheceraro j o
nosso condecido Habacuc Vernooy e seus
filhos Gerrit, Margarida e Keetjen. Mar-
garida acceitou o braco de Vieira, mas fez-
se pllida corao um lyrio, quando elle lhe
disse em voz baixa algomas palavras. En
t3o Vieira fez um signal, e logo os regi-
raentos portuguezes saudaram. com todas
as honras militares, como se fosse na pas-
sagem d'oma rainha, a pobre senhora que
se debulhava em lagrimas com >s recorda-
Coes que despertava no seu espirito a cor-
vezia do bere de Pernambuco.
Quando Margarida embarcou, Vieira indi-
nou-se respeitosamente. e beijoa-lhe a m3o.
Ella saltn para o escaler, e, escondendo o
rosto no seio de sua irma, solucon amar-
i, Zabava
ia acbava-se a fragata
de vapor retaguarda os moni-
tores o Koldotme, o. Slrlets, o Fiphon, o
Vestehoune, o Ouragan, o Pcame, e. o va-
por blindado Fcharodicika qae alvorava a
bandeira do contra-almirante Stetoenkof,
commandante da seguoda divislo da esqna-
dra cooracada,' A fraaata a Olaf, VUtdi-
mir, e Solombola estavam igualmente na se-
gunda linb,a.
A baha offerecia ara magnifico aspecto ;
o dia estava claro, e entre as nnveos de
tumo divisavam-se os mattros dos navios e
o yacbt imperial seguidos dos mais va-
pores.
Depois deS M. ter visitado os navios,
dirigiu-se a esquadra para Krassnia Gonha,
e ahi fez algumas evolocoes, e a segunda
divi.-o simulou um ataque contra a primei-
ra, terminando por um combate tambem
simulado, entre a fragata de 51 Presvel e
a couragada de 46 Sebastopol.
VARIEDADE
GUERRA FRANCO-PRUSSIANA.
DOCUMENTOS QUE PRECEDEBAM A DECLARACO
DE GUERRA ENTRE A FRANCA E A PRUSSIA.
sea Sino, qoe a acceitacio estava
ilnna
enviado a ogramma que di-
rigir ao marechal Pnm p?ra declarar que
a sua candidatura estava retirada.
O Sr. de Grammont disse qae este estado
de coasas era muito embarazoso para o
governo francez.
Por um lado a opinio publica estava por
tal modo excitada em Franca que se reciia-
va qae b ministerio cahisse apresentando-se
s cortes amanha para declarar que julgava
a pendencia como terminada sem ter obtido
da Prussia ama satisfac3o mais completa.
Por outro lado, a desistencia do principe
de Hohenzollern punba fira ao primeiromo
\\\o da pendencia.
O lado mais satisfactorio do negocio qae
me apresentou o Sr. de Grammont que a
Mespauha se tornara agora completamente
astranba a pendencia. A discassSo que se
ijebatia estava limitada entre a Franca e r
Prussia.
Nao oceultei ao Sr. de Grammont a sor-
ireza e o pezar qoe senti por o governo
francez hesitar em acceitar a renuncia do
irincipe.
gamente.
Os olhos de Vieira n5o estavam enchutos
de lagrimas.
- Conservou-se de cabeca descoberta. em
quanto pote avistar no escaler a austera fi-
gura do padre, a Rrave pbystonomia de
Gerrit, a aria forma de Keetjen, e o ele
gante vulio de Margarida, que, em p no
escaler, pareca n3o poder desprender os
olhos da trra, onde lhe ficava sepultada a
v.mtura no tmulo do seu mallogrado Ro-
drigo.
Vieira dirigio-se para a sna residencia,
triste, mas com o corac5o mais allmado.
Parecra-lhe que prestando estas honras,
estas homenagens viuva de Rodrigo Tei-
xeira, pagara a divida contrahida no monte
das Tabocas, e enviava da trra um bafejo
consolador ao espirito do pobre martyr.
;i
FOLHETIM
VIVA DEPOIS DI MORA
POB
Xavier de Montpin.
Qae immensa
que fogosidade
Vejo
PAUTE ECil \A.
O HORSCOPO
(Continnaco do n. 193;.
XIX
Weblr e Mesronr
soberbo esse cavallo } bradou Saint
Maixent entusiasmado.
Braca, que linda estampa,
Olhe, primi. nio v ?
Ab murmurou a condessa.
at demais, e assusto-me devras !
Qae medo esse ? Bem sabe que
meu primo om verdadeiro centauro.
Nao ha cabalgadora capaz de o arrancar da
sella. '
Bem sei... e todava estremeco sem
querer..
A condessa interrompeo-se dando um
grito.
Annibal queria chegar o Kebir ao pi
da varanda para enviar a sua mulber o
ultimo beijo, e Olympia e Saint-Mai-
xent o ultimo sorriso ; mas o cavallo de-
clarava-se em aberta rebelIiSo, e ora corra
phrenetico para um e ontro lado, ora se
empinava sacodindo as compridas crinas,
ora, em summa, dava saltos com t5o pro-
digiosa violencia, que pareca mesmo que-
rer despedacar se.
Durou a luta a^guns minutos, qae con-
dessa parecern! scalos.
A habilidade e especialmente a vontade
do caval mpbaram da brutal obsti-
nacSo do cavallo. Kebir declaroa-ie ven-
POUCO DE TUDO.
RUSSIA.Segando lmos. no Messager
de Cronstadt, o imperador da Russia visitn
a esquadra couracada de evolucoes qoe all
se acha.
Sua magestade chegoa, procedente de
Peterhoff, a bordo do yacbt imperial Stan-
dart que arvorou a sua bandeira, sendo
escoltado pelo navio de igual classe Ale-
xandria e pelos vapores Stretra e Aera.
Ao passar na altura do forte Mentz chi-
coff, foi saodado o pavilho imperial por
toda aesquadra e pelos fortes.
Os navios tormavam em lipha E". 0. acor-
veta d vela Ghilialc e a fragata de 53 pecas
Fromboi quetinhaa'bandeira do contra-almi-
rante Rimskg Korsakoff, chefe da esquadra
nacional; a fragata de hlice Presvel; as
couracadas Sebastopol e Ptropartorsh e a
batera blindada Xtrotie Menia. A bandei-
ra do vtce-alroirante'xEo'otakoff, comman-
dante da esquadra conracada, e^ava icada
no Retropartorsh, e a do contra-almirante
Ponafdne, commandante da primeira di-
visao da esquadra, no Hetrone Menia. Se-
Paris, 12 de julbo.Sire.Logo que
chegaej esta manha, s dez horas, acom
panhado de um correio francez do conde
Benedeiti, do secretario de embaixada o
barao Bourqueney, o duque de Grammont
nrandoo-rae logo o sea chefe de gabinete, o
conde Taveroey, para me pergnntar se eu
estara disposto a fazer hoje mesmo visita
ao ministro. Declarei que estava immedia-
lamente prompto e fui recebido pelo duque
de Grammont da maneira cortez habitual,
como se ce s.uma entre antigos conhecidos.
Antes de dar conta da nossa entrevista,
desejo fazer observar que foi interrompida
pela noticia da visita do ministro bespanbol,
o qual tinha a fazer nma'communicaco offi-
cial. Esta coromonicaco consista n'um
telegramma do prncipe Antonio de Hohen-
zollern (pai), pelo qoal annunciava que seu
filho, o principe hereditario, em presenca
da complcaco provocada pela sna candida-
tara ao throoo, renunciava ao throno bes-
panbol, e qoe bavia dirigido esta noticia
directamente ao marechal Prim.
A nossa conversa, principiada pelo duque
de Grammont, desenrolava-se principalmen-
te, sobre o ponto sublevado pelo conde Be-
nedeiti : que vossa real magestade, auto-
risando a candidatura do principe de Ho-
henzollern ao throno, sem se concertar ao
prealavel d'uma maneira qualquer este
respeito com o governo imperial francez,
n3o pensava ter magoado a Franca.
Pergaotou-me seisto era realmente o qne
se tinha passado. Expnz-lhe enl3o que V.
R. M. nao teria podido recusar formalmen-
te esta aotorisac3o, urna vez que o pripeipe
de Hohenzollern estava disposto a acceitar
a cora que lhe era offerecida, e que ero
presenca das relacoes de parentesco exis-
tento entre o principe e o imperador, V. R.
M. n3o podia de modo nenhom acreditar
que esta candidatura ao tbrono seria mal
acolhida em Franca.
O duque de Grammont citon ento os
exemplos do duque de Nemours para o
throno belga, e do principe Alfredo para o
tbrono grego, como casos tos qaaes urna
autorisaco deste genero tinha sido negada.
O duque de Grammont fez valer em se-
goida qae era natural que a Franca, como
a visinba mais prxima da Hespanha^ to-
masse um vivo interesse na oceupaco do
throno deste paiz. O silencio, accrescentoo
elle, qae foi observado a respeito das nego-
ciacoes coneernentes ao principe de Hohen-
zollern, n3o podia seno ferir profundamen-
te aqui, tanto mais que em todas as ques-
toes polticas a corte imperial havia sempre
mostrado as maiores circomspecces para o
nosso governo. Este procedmento, diz
ainda o duque de Grammont, ferio profun-
damente a Franca inteira, cujo descomen
tamento encontra a soa express3o oas- dis-
posifes da cmara, a qual desgracadamen-
te estava reunida nesta occasiSo, o que ag-
gravava a qu^stao. '
O duque di'sse-me que a lnguagem do re
da Prussia nSo era nem cortez. nem satis-
factoria. S. M. negou toda a connivencia
no offerecimento da cora de Hespanha ao
principe de Hohenzollern e recusou se a dar
ao principe o conseibo de retirar a sua ac-
ceitaco. Por outro lado, o pai do prnci-
pe Leopoldo annunciou formalmente, em
O sentimento da nac3eall<;raa, disse-me
sua excellencia, qae elto -
mente em estado de se medir com a Franca.
Os prussanos esto t3o '$oafltdos como
podem eitar os franeexes nef eos eitos
militares. Por conseguinte, a aprsalo
qae rtina na Prussia e na Atemanha. 6
que n3o se devem supportar nea- bomilba-
C5o nem insulto da parte da P/anca, e qne
em presenca de urna injusta provocaco,
preciso acceitar o combate.
Mas, accrescentou soa excellencia, nos
nao desejamos a guerra ; provmos, eoati-
nuaremos as nossas disposicoes pacificas.
Ao mesmo tempo n3o podemos tolerar qoe
os francezes tenham superioridade a nds
em materia de armamentos. Estou posi-
tivamente informado de que os preparati-
vos militares se teem feito e continan a
fazer-se com a guerra em vistas. Reun-
ram-se grandes quantidades de muncoes,
grandes compras de feno e de outros aper-
cebimentos necessarios para ama campanha.
assim como de cavallos. Continuando isto
seremos obrigados a pedir ao governo fran-
cez explicacoes a respeito do intuito e da
significacSo d'esses actos.

Os dons ministros, de urna maneira mu
sollicita, expressaram-me o desejo de que
U tratasse aqaest3opelo telegrapho. Mas
i3o vi motivo para obrar assim. Wer-
ther.
cdo, e com o corpo todo a tremer, lan-
cando fogo pelo uariz, obedeceu dobrada
presso do froio e do joelho, indocollocar se
dcilmente por baixo da varanda.
Saint-Maixent applaudio muito, eaiquanto
a condessa, tirando a cara d'entre as m3o,
encaroa*no marido, que pareca ama es-
tatua equestre sobre o Kebir imraovel.
Annibal, Annibal, murmurou ella em
tom supplicante. Peco-te que n3o saias
n'esse cavallo.
E porque motivo, querida esposa ?
Porque um demonio vivo.
Quem ? o Kebir om demonio f re-
darguio o conde com alegre gargalbada.
Ah Mara, ests acalumniar o animal.
verdade que tem s vezes seus caprichos;
isso, porm, s se-deve attribuir a sangue
quasi regio que lhe corre as veias, mas
afinal de contas manso como um borrego,
e bastava a mo de urna mulher ou de urna
crianca para o obrigar a obedecer. Nada
receies, pois, e espera per mim sem te im-
pacientares ; estou de volta d'aqoi duas
horas.
Dito isto, soHon o conde a rdea ao
Kebir, que sentindo-se finalmente livre,
deu dous ou tres saltos desordenados e
deitou a voar, que n5o se pode explicar de
outro modo o prodigioso galope daquelfe
animal.
Em menos de dez segundos transpoz a
grade do castello e desappareceu como se
fra um meteoro l ao fim da alameda de
castanbeiros.
A condessa j n3a o podia ver, e todava
cootinuava com os olhos- fitos no sitio por
Onde elle havia passado.
O Kebir deve descender em linha
recta da famosa egua do profeta, disse
Saint-Maixent. Parece mesmo que tem
azas de aguia nos ps ; um cavallo como
aquelle compete Oa rapidez com o fu-
raco.
Meo primo, interrogoa a senhora de
Itahon, o conde monta medo n'aqnelle
terrivel animal ?
Lord Loftas ao conde de Granvlle.
Berlim. i 3 de julho.Ti ve hoje urna entre-
vista com o conde de Bismark. Felictei
S. Exc. pela solacio que parece ter tido a
crise imminente, por meio da espontanea
renuncia do Drincipe Hohenzollern.
S. Exc. parecen duviuar um pouco de
qae essa solac5o possa trazer a conclus5o
do conflicto com a Franca. Disse-me qae
a extrema moderac3o que o fi da Prussia
mostrou peranle o tom araeacador do go-
verno francez e a cortez recepc5o que S.
M. fez ao conde Benedetti em Ems, depois
da severa lnguagem a respeito da Prusisa,
quer as relacoes officiaes, quer na im-
prensa franceza, produzio entre a popla-
3o prussiana urna indigoacao geral.
Tinha recibido n'aqaella manh3, disse-
me elle, telegrammas de Bremen, de Ka?
nigsberg e de outros sitios, exprimindo urna
viva desapprovaco conducta conciliado-
ra seguida pelo rei da Prussia era Ems. e
pedindo qne se n3o sacnficasse a honra da
nacSo.
O conde de Bismark exprimir o desejo
de qoe o governo da rainha aproveitasse
urna occasi3o, talvez por urna declarac3o
no parlamento, para exprimir a sua satisfa-
c5o pela soluco da difficuldade hespanho-
la. por meio da renuncia do principe Leo-
poldo, e para prestar publicamente nm tes-
terounho da serenidade e da saba modera-
c3o do rei da Prussia, do seu governo e da
imprenta.
Sna excellencia fallou depois da declara-
c5o feta pelo duque de Grammont, no corpo
egislativo, dizendo que as potencias da
Europa reconheceram a justica do pedido
feito pela Franca ao governo prussiann.
Desejava por conseqaencia que algum tes-
temonho publico, da parte das potencias
que tronara empregado os seus bonsofficios
para obterem do governo prassano a re-
nuncia do principe Leopoldo, viesse tam-
bem exprir quanto ellas aprecavam o espi-
rito pacifico e conciliador manifestado pe-
lo rei da Prussia.
O conde de Bismark notou ent3o que se
tinba recbodo de Paris (m'S nao pelointer-
mediario official do Sr. de Werter) o avi-
so de que a solucSo da pendencia hespa-
nhola n3o bastara para contentar o governo
francez, e que teria este outras reclamaces
a fazer. Sendo assim disse sua excellen-
cia, era evidente que a questo da succes-
s3o ao throno de Hespanaa era apenas um
pretexto, e qbe o verdadeiro fim da Fran-
ca era obter urna desforra da batalha de
Koeniggraetz (Sadqwa).
Depois do qae acaba de succeder, do-
vemos reclamar alguma seguranca, algoma
garanta de qae n3o temos a temer nm ata-
que repentino. E' preciso sabermos qae
depois de afastado este negocio de Hespa-
nha, nao estamos dispostos a ver outros de-
signios secretos cabirem sobre nos como un
vendaval. /
Maito medo, qnasi todos os dias.
Nao o conheceo ?
Pareceu-me ve-lo pela primeira vez,
oa pelo -menos nunca o aclfei t3o irritavel e
fogoso como hoje.
tem muita razao; mas isso que a
admira explica-se fcilmente. O Rtbir
companheiro de cavallariga e amigo intimo
do seu compatriota Mesronr. Quando o
conde e eu sahimos juntos, eu monto no
Mesrour, eos dous cama radas nao seapar-
tam. Hoje, qoe eu fiquei no castello. o
Mesrour n3o sae da cocheira, e o Kebir,
furioso por causa do apartamento desosado,
manifesta seu modo o sentimento que
tem por esse motivo.
A senhora de Rahon juntou as m3os, e
as populas dilataram-se-lhe com expresso
de horror.
MasentSo, se assim balbncion ella,
a colera d'esse cavallo ha de ir augmen-
tando em vez de serenar.
possivel, quasi certo.
E essa colera ha de torna-lo perigoso,
indomavel, terrivel.
Indomavel e perigoso se-lo-hia sem
duvida alguma para qualquer outro qae
nao fosse om cavalleiro- como o primo ;
mas a sciencia byppica do conde, a sua ha-
bilidade e a soa andacia facilitam-fce o do-
minar em poucos segundos o mais furioso
cavallo. Peco-lhe que se tranqailise, por
qae, repito, nada ha a receiar.
Assim se diz sempre, mormarou a
condessa, aos olhos da qual assomaram
algamas lagrimas ; aflirma-se qae o perigp
n3o existe, e s se nota a imprudencia
depois de ter saccedido a desgraca. Ah I
bem vejo que n3o poderei respirar tranqnil-
lamnte sem que Annibal volte.
Olympi'* e Saint-Maixent procuraram dis-
trahir a senhora de Rahon e affastar d'ella
os tristes pensamentos qae a affiigam.
Todo foi intil. A condessa ordinariamente
risonha e amavel, estava agora absorta na
sua dolorosa preoecupagao ; ouvia-os dis-
trahda e quasi sem responder.
O conde de Bismark disse-me depois que,
se alguma seguranca, se alguma declara-
cao nao fosse dada pela Franca s poten-
cias-europeas sob urna forma official, a so-
lucSo actnal da questao hespanbola era orna
satisfago final dada aos pedidos da Franca,
e de que ella nao tinha outras prelences a
fazer, que se nSo fosse retificada a lngua-
gem ameacadora do duque de Grammont,
o governo prassano seria obrigado a pedir
satisfac3o Franca. Era impossivel, ac-
crescentoo sua excellencia, que a Prussia fi-
casse inerte depois da affronta feita ao rei
e naco pela ameacadora lingnagem do
governo francez.
Nao posso, disse-me elle, ter nenhuma re-
laro com o embaixador francez, depois das
palavras pronunciadas a respeito da Prussia
pelo mioistro francez dos negocios estran-
geiros face da Europa.
Segundo estas observares do conde de
Bismark, vossa senhoria deve ver qne, se
algum conselho n3o ver de ama voz amn
ga intervir para apasigoar a irritacSo dos
dous governos, a brecha, em vez de se fe-
char com a soloc3o da pendencia hespanbo-
la, provavel que se augmente.
E' para mim evidente que o conde de
Bismark e o ministerio prassano lamentan
a attitude e as disposicoes manifestadas pelo
rei para com o Sr. Benedetti. Encarando
a opinio publica na Allemanha, sentem a
necessidade de algamas med'das decisivas
para salvaguardar a honra da nac3o.
O nico raeio de apsignar o orgnlhn
ferido da nacSo allemSa e de por a confian-
ca na manutenco da paz, seria urna de-
claraco do governo francez, dizendo qoe o
incidente hespanhol foi eneprrado de nm
modo satisfatorio, prestando justica aos sen-
timentos moderados e pacficos do rei da
Prussia e do seu governo, e accrescentan-
do que as boas relacoes entre os dons esta-
dos nao deviam estar expostas de faturo a
influencias capazos de as perturbar. Temo
bastante que se influencias mediadoras n3o
conseguero proceder com xito no governo
francez para apasiguar a sua irritaco contra
a Prnssia, e aconselhar-lhe a moderacjfo.
seja a guerra nevitavel.
Assim decorrea horae meia.
Ao cabo d'esse tempo, ouvio-se ao longe
um furioso relincho. A senhora de Ra-
nhon erguea a cabeca, secearam se as la-
grimas que lhe humedeciam os olhos e vol-
tou-lhe a cor s faces.
Nao se poda dnvdar que o relincho
fosse de um dos cavallos rabes, o que j
a condessa conhecia perfeitamente.
O marquez eaformosa Olympia trocaram
urna olhadella s escondidas,
Emfim I murmurou a condessa. Em
fim ei-lo qae cheg, gracas Deus !
Apenas acabava de pronunciar estas pa-
lavras, quando se avistou ao longe, ao tim
da alameda, a branca forma de um cavallo
correndo toda a bride. Aquella forma
avan?ava com vertiginosa rapidez, e a se-
nhora de Rahon, de p e inclinada para
diante, devorava-a-com a vista, empallide-j.
cendo mais maneira que mais se appro-
ximava o animal.
De repento, soltou-se-lhe dos labios um
grito surdo ; vacillou, e teve de se agarrar
ao espaldar da poltrona para nao cahir.
O Kebir !... balbucioa ella com a
voz atterada. o Kebir que vem s I
O cavallo rabe, continuando na torio
carreira, chegoa defronte do castello ; n3
trazia sella ; entre as erizadas crinas via-s
urna tira de seda carm^-zim.
ao dar a volta de certo para se metter
na cavallarica, extenuado pelo excesso do
seu ardor, cabio no chSo offegante ; levan-
ton-se depois de om pulo e desappareceu
por traz de urna esquina do castello.
Ab I 'os meas presenlimentos os meus,
presentimentos gritou a condessa fazen-
dose lvida. O conde morreu e ea voa
morrer !
A pobre senhora cambaleou e cahio dfy
costas.
Saint-Maixent e a formosa Olympia fiae-
ram nm movimento para a ampararem nos
bracos ; mas a demora calcaladt foi o mo-
tivo de j lhe acudirem tarde, e a condessa
baten comsigo na pedra da varaoda.
(Continuar-se-ha).
Bem representado, nao verdade ?
coxixou Saint-Maixent ao ouvido da foimo-
sa Olympia, inclinando-se ao mesmo tem-
po sobre o corpo inanimado da condessa,
que tornou a por na poltrona.
A senhora de Chavigny n5o responden.
Facamos'lhe a justica de dizer que empal-
lidecera muito, e que se sentia fundamente
perturbada. Os priraeiros crimes s3o sem-
pre acompanhados de um esiremecimento
involuntario ; ainda que elles estejam com-
binados com astucia suficiente para o cul-
pado nada receiar da justica ; mas aquillo
urna fraqueza momentnea, qua logopassa.
Saint-Maixent agitou fortemente urna
campainha, em quanto a senhora de Che-
vigny pedia soccorroem altos gritos.
Acudiram os criados e criadas em tro-
pel, com promptido extraordinaria, devida
em parte obediencia e em parte curio-
dad.
A senhora condessa est incommoda-
da, disse O marquez com voz breve. Montem
quanto antes tres homens cavallo e par-
tam em procara demedeos. V. aviar,
toda a brida Vinte cinco luizes "de re-
compensa ao primeiio que trouxer um me-
dico.
A affeico que geralmente inspirava "a
condessa, junta ao estimulo da magnifica
propina, produzirm immediato resultado.
Em vez de tres homens, que Saint-Maixent
pedir, sete ou oito correram s cochei-
ras.
Entretanto, as camareiras, guiadas pela
o corac3o de sua prima e codou perceber
que n3o batia. Arredou-se do leito" brus-
camente, com espanto involuntario.
Se estvesse morta disse ella entre
s. Morta, assassinada por nos! Ah
que horror I E algumas gotas de suoi
lhe correram pela testa.
Sahio do quarto, e encontrn em. outra
casa Saint-Maixent, que a estava espe-
rando.
D'ahi ? perguntou esteullimo com
viveza. \
Continua iramovel e gelada, respon-
den a marqueza. N3o respira, o coracio
nao bate. Ah f que fizemos t Um susto
assim podia matar a m3i com o filho, e eu
creio que a condessa est morta I
Pois bem, redargoio o marquez, aos
labios do qual assomou ora sorriso diab-
lico, se morreo, estamos innocentes da soa
morte, e com toda a consciencia nada te-
mos de que nos aecusarraos. Temos acaso
a culpa de que o cpnde, obstinando se em
montar cavallos indmitos, sem attender
aos rogos da esposa, se deixe arrojar da
saja como um caloiro ? Temos nos a cul-
pa de se ter o Kebir aproveitado da hber-
dade para voltar sozinho ao castello, e de
que a condessa, repentinamente accommet-
tida por um desmato, parta d'esta para
melhor vida ? Nos c nSo fizemos nada
d'isto, e acredite, querida Olympia, a nossa
consciencia pode dormir em pai.
EmquaDto os dous cmplices trocavam
estas horriveis palavras, n3o longe do leito
formosa Olympia, levantaran a senhora de onde a condessa era talvez om cadver
Rahon, que estava anda desmaiada, e le-
varam-n'a para cima da sua cama.
Empregaram-se todos os meios qoe so
osam- em casqs semelhantes para fazer ces-
sar o desmaio. Esfregaram com agua fra
e vinagre as fontes da ctndessa ; fizeram-na
aspirar ses e essencias ; tudo foi intil.
A'condessa nSo dava signaes de vida; dos
seos labios descerrados nlp. sahia a mais
leve respiraejio.
A formosa Olympia foi pfir a mo sobre
emquanto os criados galopavam em todas
as direcces em btisca dos mdicos e em
poz dos vinte e cinco luizes promettidos,
entrava Annibal de Rahon pela grade do
parque, cavalgando tranquillanfente no Ke-
bir, e admirando-se de n3o ver a condessa
na varanda, como era costme.
(Continuar-se-ha.)
TY'P. DO DIABlQ RA. QUE DB CiXlAS


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