Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12195


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Full Text
amo mi NUMERO 19.
TERCA FEIRA 25 OE JANEIRO DE 1870.

V

(!
PABA.A CAPTAl l ICAMS OTEITAO SE PACA FOTO.
ir seis "os id............;; ; ; ; ; 4a2jj
maDooidem............ **
Cada aero avulso................. ****
DIARIO DE P
PASA DEITBO E FORA DA PtdfBTCIA.
Par bes nezes adiailados...... > r
Por seis ditos dem........ ....... 4;L
Por nove ditos idem.........!...'" ni
Por um anno dem ..,.......'.' u
Propriedad* de Manoel Fig-uira de Fara & Filhos.
Os -r>. Gerardo Antonio Alves Atrate*
1
; Goncaltes Pinto, no MaranMo ; Joaqmm Jos de Otrora, no Cm ; Antonio do Uam fraga, m Aricafj ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marque, da It, do Natal; Jos Justino
Pere.ra d Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino e Lina, a Parabyba : Antonio Jos Goiee, or/Villa da Peirtia; Belarraino dos Saatos Buicao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
n Naaareth ; Francisco Tavrt* da Costa, em Aragoas ; Dr. Jos Martins Utb, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
paute emciAL
rerato da proTiaeia.
mtimknt:; a.s. a.\do ru.o exm. sa. senador wuj-
ItRRICO I1B ALMILA K Al.niOOEBqilE, rCKSIDIMB
da saovus. \, ut 30 di: KovEsmno de 1869.
I." seccao.
\. 83b.Dito :.n director gcrnl da secretaria de
'-lado dos negocio* daguerra.Itogo a V. Exc.
' rHfne fazer .isrgnar pelo Exm. Sr. conseiheiro
ministro da pttf'frn, a inrlu^i nrdem de 17 do cor-
lme, que ren
.iieiida dest
< unnundMte
"liados rcfonriulis Manoel Pelippe deFigueirio
Antonio ilaptista dos Anjos.
N. 8zT>.~Portara ao Exm. Sr. general eomman-
>l inc das artes.Com a inclusa rpia do offlcio
lo eajrcrtheiro'flsca! da Iluminarn caz, respon-
do ao de V. vr.. no de 25 de novenibro prximo Irar as '"formajes solicitadas pelo presidonte da
|i.Ta*i, sol, n 6f:t, em me solifito providencias fProyirlciai.rt,)i^'- o oflleio incluso por copia da-
da ama cartelra com tinturas homeopathias, qae
forneceu para o tratamento da varila na villa do
I.imoere.
. 819.Dita ao ebefe da repartilo das obras
publicas.Declaro a Vmc. para seu con neci men-
t, e em resposta ao ollicio que me dirigi em 23"
do eorrente, tendo em vista o resultado do con-
curso a que se proceden no dia 22 desle mez para
preenchiinento do lugar vago de cscrevente dessa
repai lico, resolv por deliberaeo de hojo nomear
para esso lugar a Joao Cexario de Mello.
N. 850. -Deliberacao. -O presidente da provin-
cia, tendo em vista o resuHado do concurso a qne
para preen-
da repar-
para esse
lugar a Joo Cezario de Mello, e ordena que se
Iba passe o competente titulo.
4 seccao.
N. 832.Portara ao director da Faculdade de
Uireiio desta eidade.Sirva-se V. Exc de .ninis-
da
rC'ia, a inclusa ordem de 17 do cor- t' Ie,ra" tm T,s,a '""ao ao coneui
vette .10 inspector da thesourarta de s?Pedeu no da 22 do correle, para
. irovineiB as guia* pagadas pelo "I/nenlo do ugar v^go de eserevente i
So asvlo de invlidos da patria aos x& d*s ,ob.ra9 publicas resj.lve nomear
accivx do m
t mil.-ir.
N.XiMI.-Dito
tudo da illuminao da enferma-
ai mesmo.P6Jc V. Exc. fazer
-i*guirp.ira a frlr., no vapor Guar, para o que
'ifam Hadas .t* convenientes ordtw, os ire recru-
ras menciol''- ni seu uflicio desta data sb n.
7<.
N. 8!H.Difa : i director do arsenal de guerra.
ManJe Y. S. .mecer > cartuxame que for pre-
i>o para o funeral do aliares do8bitalhao de
nfintarra di sjuriitlB i.ncinnal deste municipio An-
f'ini Juaimioi1 de 'toma.
N. ao ryiiao do porto.Mande V
.S |i.".r em li :vd;ide o recruja Maaoel Gjrtllo do
N'asrimento, v.;to t^rprovado isenro legal.
V. KW.hila a conseilio de compras navaes.
Fi.'.ain pprovados os contratos que o conselho
li "uir; g 11 vaes crlebrou rom diversas pessoas
"ara fori! attnoxvrlfado do arsenal d
narinlia os nfijetos mencionados no offlcio do
uiesmo roiisc'":.' de 22 do corre:it.-.
' seo ;".
X. MB. a ao Dr. chefe de polica.Man-
lo V. S n era ..'..Tdadj o remita JanuarioHor-
aria na casa do detenga, c
mu HL.em fav,r sam-ao Ifgal, segundo consta do
.'rticioife V. S. d 30 do .iii me >uu n. I,6""i.
\. 837.Dija aociinimandante superior interino
la guarda nacional do liedle. Communico a V,
S para sen eonhecimento, e em resposta ao seu
"lllcio de i2 <}' eorrente sob n. 213, qne nesla da-
ta mandei i : m' ilterdndo o guarda nacional do
i" batalh Ihatia desto niniiicipio, Manoel
; Arillo do al >, que liavia sido prco para
i Tnila da armrula.
N. 8:18.Diti so mesmo.Expeca V. S. as eon-
voni ira o;.' sejaia feltas as honras
fnebres que competlretn ao alferes do
infanUrja Antonio Je s de Suiza,
iijo e. dav r acba depositado na ordem terrei-
r.i lo Cari min o cntoim ter Inpar li"je as
i huras-da larde-, indo a inclusa cnlemparao
al de guerra frneeer o cartuxame nece?-
-:iil.V
N. 839.Dtta ao commandante superior da
?uard;i nacional de Santo Antao.Tendo rm vista
ii sua inf: dr 18 de milubro ultimo, sobre
o reqni'riii'.cito o cattilao quaitelniestre desse
.mi r, Manoel Gomes de Oliveira,
autotisa V :- eoneederlhc a gra de que trata o
:irt 45 db decreto n 1,130 do 12 domare^ de
I8'3, vjfH nsferido o seu domicilia para o
municipio
N. 8V0.Bita ao juiz de direito da comarea da
Itoa-Vist.He couformidade com o disposto no
ir!. '. elo i). 1,301 de 23 de dezembro do
anuo pasmado, autorisoTme. a deferir juramento
ao promotor publico nome:. lo para essa comarca
liacliarel Francisco (Jomes Pinto de Campos, com-
ruuuicando <. (a piesidencia a data em que o
lizer.
?. Si!. > ao juiz municipal do tormo de
''.aranhiin?. Rm resposU ao offlriodoYmc.de
-') il3 ootu!:> aitimo, tenlio a dizer-lhc que, de
conformidade com o de.?retoji. 817 de 30 do agos-
to do 1831 ao juiz respectivo competo designar o
'serMw companbeiro para sulximir o impedido,
mas neo aquelle decreto, mm o de n. 12Pi de 16
abril de i.Sj.j aotorisa a proterigio do serventuario
iriioanlii-iro sob o fanoaneoto de incapacidad)!
I'.ie aliis (; c;c!i;iils pato helo de sua nomeacao,
o;ido qiic erros de of&Vios por taes ser-
ventinno- i Itido, ha a rosp msabilidade qne
i jui deve taaer effectiva, nos casos em que
couber.
X tii.-Tv 'liheracao.O presidente da provin-
:.(tendeado ao que requeren o capitao quar-
t'l ini-tie (io commando superior da guarda na-
ion.d dos utrinieloioa do Santo Anlao e Escada,
Uaao-I onic;-. de Oliveira, e tendo em vista a in-
uyao do respectivo commandante superior de
le outubro ultimo, resolveque ao referido ca
i se pa?" a guia do que trata o art. 4o do
leer'", n. H30 de 12 de marco de 1833, visto |er
tran-fjiido <;. ai domicilio para o muuicipio do
i'.abo.
,\\ i presidene da provincia, da
i- judi-iiiil.' ipioposta do r. chefe de po-
lica em oo-i; n 1B70 do 27 d'e-te mez. rosolve
xoncrar !o. liri-piniano Rodrigues Codlbo
ItntndSn, I de delegada do termo da Boa-
vista.
N. 8it.Dita O presidente, da provincia, con-
formttN ista do Dr. chefe de poli-
do 27 d'i'ste mez, resoive
Fr.tnciso Jos da Silva Amo-
riro para o c-irpo de tlolegado do'termo da Boa-
Vi.
3." sec;ao.
X. HY i a) inspector da thosouraria
ininico a V. S. para seu conhe-
-ni Tilo. qun.aefun I o consta de aviso da repart-
an do eorrente, fui concedido
pela vi'ili is pblicos o crdito de5435
meia, sendo por cunta
in de 18G8 (W, aqnantia de 601, e do
le 1869 a W a do 48'3, nfim de >erem pagos ao
Dr. Ftliciaao da Silva lavares, da
10 diarios que llie fra
arbitrada fbrai.io teaj o decorrido de 25 a 30
lea 11 de aguslo do errente anno
n que o villa de Serinhaem, encarre-
dos iadigent."s atacados da
lado de lo do corrate.
N. 853.Dita aos agentes da companbia brasi-
leira de paquetes a vapor.Podem Vmes. fazi'r
seguir para is portes do sul o vapor Guar, hoja
a hora indicada em seu offlcio de hontem.
bandeira a qual com tudo no se prohibo quo
se/a basteada no lugar eosumalo.
0. Rvjns. parochos o tenbaqs assimptndido e
declaren ais seo* paroebtanos, nao sendo por
conseguate permeUldo a nenhom'Rvd. sacerdote
presidir a taes actos sob pena de suspensa. Deus
guardo a T. Rvma.
Palacio da SodedaJe 22 de jatreiro de 1870.
Conego, Francisco-Jot Tarares da 6ama,go-
rermdor do bwpado.-^Rvd. Sr. vlgarfo da fr^o-
zia de.....
llcparticao da atoiteia.
2" seccao.Secretaria'a'a policio de "PerDarabo*
:o. 24 de jaaeiro de 1870.
IIfilm, e Exm. Sr.Levo ao' coobeei-
N.
iioia iiiuic.-iun em seu oiiicio ue noiiieiii. Icamhira nai-. ,.ar.
liento do V. Exc. que, segundo cono das parti-
ipacues recebidas Jira nsta reparttoao, fora recolhidos casa de detenoao, os segrales indi-
viduos :
No da 22 do eorrente a minlia ordem, FeJippe
Nery flezerra ou Torres, Joao Jos de Aievodo,
Antonio Paes de Souza, Arnou Ferreira Hamos,
Luiz Antonio da Silva, Juo Baptista dos Santos,
Eleuterio Jos Bezerra, Manoel Pedro da Salles e
Flix Pestaa daCosla, vds do termo de Garua-
ra, como riminosos; e Manoel Cavalcaute Ma-
i de osfuecer-sB quaudo tao uis sao as cir-
cnmsuneias presentes da provincia do Kio do
rtoatfO, an> i|ue ludo solroas consequeoeias da
guerr* e d. pe^imo eslndo e nossas lioaa^s.
Wfiaoiii do nicisloiro de S. Ssbastan da
CMlade da BubM apparero nRM^isenda &r bem
adiwuistrada, a faxenda de Mul, que em grande
Wto H*team o noswiro deapM wn todus os
unus a que se ve elle sujei(o.
Nopirtruauoi diUBuUii'C'jtt-tJlfcUas suask-
zendas muito concuprem para o sustento dente
W&evo ; e uo da Paral ni do Xorte o ama fa-
M de assucar quasi
embustes do mercantilismo e da especa-
dos os
lacio
E' neis, enri que as apobee* nao cirrespuid-!-
rtam nem a quarta parte do ralor real dos patri-
mwios religiows, so por ventura se heuvesse de
execular asta odida iakfua, qne acaba de ser sp-
pravada na oamura dos.Srs. depirtadoi em terce-
ra distasso.
E'arttoraio qne nio existira na aliuejada
y*a*fc**ba o beneficio ano a connnissaj preten-
dan abanar para as ordens renoiare; ai contra-
rio-jnrta grande e eawrme o prejuiz
...
__>, a mina dos
exclusvanalB onen jm- pammonio* seria inrrttawl e o abattmento de
uiuia e da propagacao all do flui-
idadan Jos Ayres de Mello
:)0 que llie fui marcada
jullio a 20 de setembro, ulti-
ou em cuiumissao idntica na
-il.i ao mesmaT data ap-
astante* du termo junto
lebrou o conselho de compras
ssoas para fornecimento
ao almoxarifado do arse-
iii o communico a V. S. p..ra
niosmo.DovoJveodo a V. S.
a quo se refere a sua in-
. sob a. 8ll> teuho a
Krando abonadas 4s taitas, qu',
n o juiz de direito < comarca de
i-I d ie 21 de agosto at 14 do setembro
pplcantc o seu or-
lias.
.i !s n > Em vista da inclusa
Dr. Pedro de Alna-
do 305 proveniente
I uso r
companhia brasileira de paqa>-les a vapr man-
dem dar transporte para a edrte. por conta do
ministerio da guerra no vapor Guar, aos remitas
Francisco Antonio de Souza, Manoel Francisco do
Nawimento, e Manoel Francisco de Oliveira.
N. 833Circular a cmara municipal do Re-
cito.Para o relatorio do mioisterio do imperio
a assembla geral legislativa em sua prxima
reuniao, coma foi exigido por circular de 30 de
outubro prximo lido, iutorme a cmara moni
cpal do ftecife at o ultimo do Janeiro impreteri-
velmente o que houver occorrido sobre o oslado
da salubridade publica desse municipio no de-
curso do anno eorrente.Igual as demais cmara?
municipaes da provincia.
EXPEDIENTE ASSUi.NADO PELO SR. DR. JOAQUIl COR-
REA DE ARAllJO SECRETAEI0 DO COVERNO EM 30
DE NOVEMBRo DE 1869.
2.* seccao.
N. 8*i0. -Offlcio ao Dr.' chefe de polica.O
Exm. Sr. presidente da provincia, manda declarar
a V_ 8. para os litis convenientes, qne por delibe-
racao de untem datada, fui exonerado por con-
venifiria ilo publico serveo, Antonio Manoel du
Reg Barros do cargo de subdelegado da fregue-
zia di abo.
X. 837.Dito as mesmo.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmiti a V. S.
o titulo junto de nouieacao de Francisco Jos da
Silva Amorim para o cargo de delegado do termo
de Boa-Vista, de couformidade com a proposla de
V. S. era cHlcio a. 1670 de 27 de*te mez.
N. 838.Dito ao conim.inuanle superior interino
da guarda naeioial do Kecife.O Exm. Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., cm
resposta ao seu offl'o n. 248 de hontem datado,
que Bosta data se expodlo ordem para ser forneci-
do o cartuxame c capsulas deque trata ai"?!!-*!
fifflcio.
3.* scelo.
N. 839.Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenfla. S. Exc. o Sr. presidente di provincia
manda transniitlir a V. S., as 5 inclusas ordens,
sendo 4 do ministerio dafazendi sob ns. 28 a
230 w 232, e 1 do ministerio da guerra datado de
16 do eorrente.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DIA
21 DE JANEIRO.
Bernardo Caraeiro Monleiro da Silva Santos.
A' vista das info/maeoes seja o suppcante no-
ineado.
Francisco Manoel Bezerra de Vasconcellos
Conceda-se dous inezes le liceinja com ordenado
somen'e, na furnia da lei.
Jos Bibeiro da Cunha.Satisfaga o disposto no
artigo 3 | 4o do regulamenlo de 3 de jaueiro de
18i.
Joaquim Loopoldino da Gloria.I.iforme o Sr.
inspector da thesouria de fazenda.
Joao Carlos d)*Souza Santiago.Seja aggrcgado
ao 2o batalhao do infinitara da guarda nacional
de Recito.
Manoel de Souza Cordeiro Simoes Jnior.In
form; o Sr inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Silvio.] de Barrus Falcao. Xao tendo
sido devolvido a peticao que o snpplicanle indere-
5011 ao governo imperial com os documentos,
que allude, nao tein lugar o que requer.
Mauoel Roberto do Carvalho Guimare3.Con-
ceda-so a licenc requerida nos termos da lei n.
887 de 23 de junho de 1870.
Tli imaz de Aquino dos Prazeres. Informe o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Bacharel Joaquim Mara Carneiro Vitalia.Ro
mullido ao Sr. conseiheiro director geral da ins-
irucgo publica para attender ao suppcante nos
termos de sua informadlo n. 37 desta data.
Bacharel Jezuino Lopes de Miranda Remettldo
ao Sr. conseiheiro direct>r geral da inscruetjao
publica para atteuder ao suppcante nos termos
du sin Infirmicao n. 37 desla data.
Jos Vicente de Arrula.Ten lo o supplicante
si lo condomnado a prisao perpetua com trabalho
e na 1 a gales perpetuas, como por engao deca-
mu o juiz municipal do termo de Limoeiro na res-
oectiva guia, nenhuma providencia tem a tomar
esta preidencia.
Manoel Godofredo de Alencastro Autram.Re-
metlido ao Sr. conseiheiro director geral de ins-
trucgo publica para attender ao suppcante nos
termos de sua oformacao de 19 do eorrente.
Manoi I Simplicio Correia Leal.Inform> o Sr.
inspector da ihesouraria de fazenda.
Manoel Silvino de Barros Falcao. Nao (ende
sido devolvida a peticao que o supplicante inde-
reC'Ui ao governo. imperial com os documentos a
quo alinde, nao tem lugar o que rejuer.
Cioverno do blapado.
CIltCULAU AOS RVM3, PAROCHUS DA DIOCESE'
Estando prnhib'nla a inauguragao ile bandeiras
as festividades religiosas, quando precedida de
aciimpanhamento al de pessoas a quem o pudor
inseparavel do seu melindroso sexo deva afa-tar
de tudo quaoto pode olloode-lo por mais levemen-
te que parega, confiamos que esta rasoave! prohi-
bicao seja fielmente observada.
Nem nutra cousa deve esperarse, nao digo ji
de Heis seguidores das leis da igreja, mais at de
simples cidadais, subditos de urna constituicao
une fez timbre de adoptar a religiao Crtlholica,
como a religiao do estado : cssa religao ni-
ca, verdadeira que manda adorar a Deus era
espirito e verdade e que altamente reprova
quaesqqer praticis quo nao es.tejam do accor.-
do com e*te principio fundamental do culto di-
vini ; quanto mais pratlcas abusivas que com o
pretexto de religiao, de estranho modo confun-
diera o sagrado com o profano ? Escandalizando
as pessoas verdaderamente religiosas, e dando oc-
casiao ncredulidade de noaliciosamente confun-
dir praticas que a religiao condorana com aquel-
las que ella prescreve.
Como, porio, infejizmenle possa acontecer que
1 r.iCoos nao cabom no animo de algu-
m-i psstia prevenida on cipridiosa, e do meu de
enerar a mesma prohibicao sob pena de nao
1 ser parfNUtdo cotebrar so ara qualquor igreja
ainda mesmo iseota, ou regular, novena 1 fesli-
le para a qual ^iver precedido procls;So de
nbdelegado d > Recite, Epiphania
Maria da Cmceijao, po disturbios.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Joao Cardoso,
por se aehar proaunoiado no arl. 201 do cdigo
criminal; Apolario los Braga, orno indiciado
em crine de furto; c Jacob, oaijiavo de Jos Igna-
cio da Luz, por ser encontrado depois de 9 horas
som bilheie do seu senhpr.
_ A' ordem do da Boa-Vista, Paulo, escravo de
Flonsmundo Marques Lins, a requer ment
desle.
N dia 23, a minha ordem, Marcelino Leopoldi-
no do Nascimento, Manoel Gaio, Manoel Joaquim
Civaleante e Joaquim Antonio Dourado, vnoos do
presi'lin de Fernn io, como sentenciados.
A' ordem do subdelegado doReeife, Alexandrioa
Maria da Conceicao, por disiurbios.
A' ordem do'do S. Jos, audino Jos de
Sant'Anna e Jos Francisco da Silva, por embria-
guez .e desordem; Manoel Oiympio Bibeiro, por
insultos; Manuel Baptista, Manoel Jaiuiari e
Francisco do Reg Cunto, por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, liosa Maria dos Pra-
zeres, por disiorbios e insultos; Manoel.Flix Gon-
tnmouio eidoila ra.o mosleiro xu aBcessario
para a auraijstaaUcao.
Demais, se- os lieos de nossa corporaco nao
preduiem rada es|ntosa que pilera algncm
desejar, e que de certo dara na mo de ospecu-
latores ailieios ao espirito aridoso do nossa ins-
Htn<;a.i,atiribua-e este-faesv as osmolas tj'te m-
cewiiuteinonto i'azeiuos, penliandi aoraineotos,
apneedendo pedis de torra a i-ifolizes familia-;,
que altas raorreriatn lome e as garras du mise-
ri-i, daaandosem alteraco e sew augmauto a cuu-
tribuigao de aiitigos numiinos ; em siinma pro-
digalisand obras de earidaie, 1*6111 o q zeuios nossa oooscieneia o-os dou*w de oosso es-
tado, ja que |ia (alia de pessoai nos uo li-
cito puf outro modo ps*esui- servlcns rebgio e
ao.paiz.
Podnramos, fluabneato, iwosiderw que o pe-
qneno prejuizo causado .->o otado, ipae se prelen-
Je ver na iiumoiiilidado J lillm da leis compressoras do prupro estado, pie
nos prohibi a Iransmisso, uw. quainio nao pso-
0 dntam leis, era soieja4nata compeosado
pelo ai-futeute de iniposti>s uofo que dsde inuito
as ordens religiosas sj; vea sobrecarregadas.
l'oriiv, deixaudo de parte e-Jas considerafes
eiUienios no estudo dj proj-cU) e na anilyso des
nossos instamos anda mais declarad! dbifue pre
seoieuienle .
Tertio. A aenhnm proprieUro-pode otnvirura
s ltalo de proprieJade, porque focil fit|r es-
sa tome de randas, por qujlqaer rmitivo imprervis-
lo. Tambera este principio iuconeassi, e que a
s razo est eridenciando. O pro prieta rio deve
ter garanta de sua proprie*de e o aso frnetoa-
noade sens rendiniemos ; ora. esta gnrawtii
nao descanea sente na existencia de varios ge^-
nero* de propriedadbs, ou varas tome* do rem-
me otos.
Con, poi?, se ba ** assegarar qne ha vanta-
ffem jrara as corporaeSas religiosas em possair to-
da a sua propriedadu en um tienta, qnaado este
0capaz de depreciar-se-, capaz de tomar, porque
ot waeven dos acixiteokaaatos atiram os estado
como os particulares en emergencias criticas e
imprevistas-? Uuem pdb afflrmar que o thesou
ro brasHeir nao seja obligado um dia, por moti-
vos de ordem snaertor. a susler o pagamento do
juro de suas aoolices.?
E se isso saccedesse don* tirariam sabssrsn-
ca o* ioffllize? religiosos ? ij>iereria a illastrada
QmiiiMsaotomar sobre seus Iwnibros a lesainsa-
bitidsde de la> deplorarel situa^to f
Dado que u susle o tliesouro o pagamento
apolices inlraosferiveis da divida publica no Mesan
prazo de 6 aanos; ^ ^^
1" Determina que o governo regle omuii d<*
raalisar so a conversao com a inaior vaakueot
possivel para as esraas ordan, bem eooio dtTiV
zer effectiva a resp-jnsabilidado desUs por U ci-
versao dentro do referido prazo, soicei>vdb
roroaar.sB quando inulto ato 19 anuos;
(." Excepta da ta*U estabelecida na artigue
lienta de qualquer imposto, nao so assenlas,
p suidas pelas ordens rehglosas, ojuando esbM de-
c ararem ao goverou qUc consideraro lirro os
hlhos que das raesinas escravas nnseer&n. us as
eservos |>cfas ditas ordens libertados cn a clau-
sula Ju reserva de serviros por teropo uio eme-
lentes a-10 asnos;
4. Suprime a parto do artigo que limiu os toi-
postos de que se trato, depois de cerv> uraao, i
quotas determinadas.
Eis o cometido-da emenda t-Tj 23 de iufto; roas,
porguntarauos : o que adianton olla, e o quo on
cerrn estas medidas de menos odioso, na do
iniis cquitativodoq) as doprimeiro argo'f
Xao se podar-ale dizer que a nova emerato.pa-
reeeodo abramiar o rigores do primeiro protolo.
ao contraro agrava nossas cireumstouciaj,por
quo obriga-nos a foramlar desde jnraa -"*-
rumosa ?
Analysem-se, porm, eom calma
500 s.
O art. 1 da
esi
tas dissati-
em apoh-es da divida publku, desse juro, piri)oe erafim hypothese menos roa-
sa tratiei'enr.ia
que a Ulusuada aommissau do i.rijameuto daca [lisaverno'esladoordinario dos"nejiocios' qemvo-
uiara teiuprn-aria julga itio s do tttitolad.' pbh- d; aHiriimr que nao venha un>ditim governo
ca, como de vantogtun para a< proprias ordans re-
gular .
Em jriiiiiiro lugar, nao so concebe como possa
sor qualiliivida do ulile proveitosa aos c>fres 11a-
i-ionaes una medid 1 que, Ihei snppriininde acn-
trihuiga.) cefa de nossos impi-tos, trai comocui-
si'queo.ia um titulo do divida para os masmos co-
(re*. Comprehen li'-s que o ilio.-ouro lucrara cora
o augmento dos imposlus j psisailos e ejfoessivys
calve; de Soma, por disturbios; eNubotto, escravo I que pagamos annualmente ; mas lucrar da^mes-
do Dr. Joaquim Pontos de Miranda, a requer-
ment desle.
A' ordea Ao da Capunga, Manoel Pereira Be-
zerra, por fermento.
Por ollicio de 11 do corif-nte, comumnicou-me
o delgalo do termo de Cimbres que zera cap-
turar e recolher a respeciva cadeia Manoel Go-
mes de Siquera, c-reo no assassioato do inspec-
tor de piaiieiro Jos 11 renlano, a qu.; amtra o
mesmo Siqueira eslava instaurando o competente
suinuiario.
Que na mesma dala pronunciara Jos Gomes
de Siqueira, confaecido por ffico, e Antonio Luiz
de Siqueira, eouhecido por Mituno i'Anja, cuno
Inciirsos as pmas do art. 21);) do cdigo criminal,
e sustentara o despacho de pronuncia 110 stabdeb -
gado do distrelo daquella vil a contra o indio Igna-
cio de Brillo, como incurso as penas dos
arts. 199 e 205' do cdigo criminal.
Em offlciodesta data partcipou-meo subdelegado
da Hoa-Vista que hontem as 7 horas da noule no
principio da estrada de Joo do Barros da mello
dislricto, lo a 16 invlidos tnvaran 1 urna luta
contra Joao Francisco dos Santos praca do 3 ba-
talhao da guarda nacional desla capital e um seu
companheiro, resultando do semeihame cuallieto
morle do referido Joo Francisco proveniente de
urna faca da que recabara sobre o^pelo esquerdo,
e o ferimeato do invalido Joo Feliciano Ferreira,
quem se atfibue a autora da inerte de Joo
"ranrisro; sendo que Joo Feliciano fora logo
recolliido a enfermara de hospital militar, afinide
ser coiiveQientemenle tratado do ferimenlo que
rerehra ; qu- acerca desse faci promove unirs
indagacoes para poder la I respailo proceder na
furnia da lei.
Deus guarde a V. ExcIllm. o Exm. Sr. se-
ador Frederico de Almeida e Albuquerque, pre-
sidente da provincia. O chofe de polica, Luiz
Antonio Fernandez Pinheiro.
ITEBIOR.
HIO DE dAXKSKO
to senado brasiles o o D. abba-
de de Beato.
1
Tendo sido approvttdo em torceira discusso na
caara dos Srs. depulados o artigo additivo pro-
posto pela commissao do orQamento com a emen-
da de 23 de julho prximo jiassado, que Impbes
ordens regulares a obrlgacao de transferir seus
patrimonios era apolice- inalienaveisda divida pn-
blica dentro do prazo de seis ou quando muto
dez anuos, vem o actual D. abbadc do mosteiro
de S. Bento de Uio de Janeiro representar o ve-
nerando senado brasilciro a iniquidade de tal pro-
jecto, a violencia dos meios propostos pela com-
missao de ornamento para a realisijo dussa aliue-
jada traosferencia, e cinliin os resultados fataes
que ella arrastaria para o lvre eprogressivo viver
da nossa corpoiarao monstica.
Deixaremos de lado a exposigo dos inmensos
senieos quo ainda presta a ordem benedictina no
Brasil causa da religiao e causa do propno
estado, porque era una representadlo por nos di-
rigida a 'altos poderes da naejio, co;n dala de
junho, flzemo-los sehlir, bem que ca rosuiro e
601 svnopse.
Daremos de mo, pols, saslentac,ao de aulas
publicas com que onosso mosteiro do Rio do Ja
neiro beneficia as classes pobres da sociedade, mi-
nislrando-lhes o pao do espirito ; daremos de mo
as esmolas, que de nossas rendas sahem para all-
vio dos enferm is, dos neeessilados e dos orpbos ;
daremos de mi, eml'nn, ao brlhantismo com que
nos esforcaraos para sustentar o culto religioso e
a regularidade de nossas casas, apezar do estado
deploravel em quo nos deixou o aviso de 18o5,
prohibindo a adnais^o de noslcoa, fonte e condc
ca necessaria pira a disciplina regular dos osta-
heleciinentos monsticos.
Poderiamos f izor co.i-dderaca>es sobre a injusti-
5a das censuras que algumas voze?, alias autorisa-
das, nloduvidafam formular contra a moralidade
da adminstraco dos nossos bens. Fallando pelo
que nosso edefendendo o no^so lar. poderamos
afoutamente responder que jamis ?e fez na or-
dem benedictina cousaque se parigessc com csses
contratos leoninos,com cssas resera oceultas que
a commissao de orenmento da cmara dos Srs.
deputadoN indlstinctamente altribuio a todas as
ordens religiosas do Brasil; nunca foram nossos
bens, quer urLanos,4quer rsticos, victimas ans-
ies esbanjainentos com que se pretendeu acober-
tar a violencia dos Hielos propostos no artigo ad-
ditivo
Poderamos dizer que a quatifieaco de pou-
co productivos, dala nesta augusta cmara aos
bens da ordem benedictina, injusta e alheia
verdade. porque s o patrimonio do mosteiro do
Rio, oreado em '! W0;000|000, produz nm ren-
dimento superior a 210;000i000, isto produz
i| sorte tomando sobro seus hombrOJ luna gran
do divida quo-dase ter em mira solver mais cedo
ol mais tarde, e co:n il i-se a pagar o ju-
ro dessa divida com a iuiailibididu o a unradez
que sodeveui esperar nos c.iiiiiromissos do es-
tado !
Em segundo tugar, cario que se ro so p4e
por modo algn defender modula pelo lado das
v.mtagens quo llie sao altiibnidas e.n rolacao s
co/poracoes nionisiicas. ,
|)aulo i.inJa de barato i|ue so poJessem fazer
bonecios coaira a voatade do individao, parlicu-
lar on sao dirigidos, ainda
iv) admssivel qno nao fiouv
grave lesa) nodiivi'o de pri'pricdade.om moa me-
dida que faz dos eorpos regulares simples usu-
fracturarlos de seus bens, a razia est mostrando
do que a traiisfeieucia do nossos patrimonios cm
apolices da divida publica na tem vanlagein al-
guma para as mesmas ordens religiosas : l" por-
que essas apolicesdariam um lendiiiiento inferior
ao que lein boje alguna lo nossos bens, ainda
quando aprescntasseni ebnonte o justo valor d w
pjtriinoiiios ; i; porque a experienia ensioa que
impossvel promover seiiulhanto transferencia,
oupir oulra impossvel vender lio extensas
propriedades, no oslad 1 ean que tudo se ac'.u no
Brasil, som nina unormo parda, seu) nina verda-
deira qoejoia, so til e proveiloaa para os especu-
ladores ; 3',.porque a iionbum proprietorio pode
joiais eonvir am s tilulo du propriadade atienta
a circtiiiisiancia possivel de lalhar essa fonte de
rendas por qualqjiw ni. livo Imprevisto.
'rimo. As apoltoes dina um n-ndiraento infe-
rior ao que boje team alguus dos bens de ndssa
ordem, parque, saodd o juro deltas do seis por
canto, e dando o patrimonio do mosteiro do Rio de
Jaueiro mais de seto por cont cunio ainda lia pou-
co disseuios. obvio que lula a vanlagein estara
en nao i.!oover-se a transferencia domis, sa-
bido que medanlo bda ad'iiinistracoes esta
renda de sel.; por cont p der augmentar-se, as-
slm como augmentou de 1829 pava c, a ponto de
passar o rendiinento anima; desto uio=teiro de 43
a2l0:000,.
Como assegurar se, pois, que ha proveto para
as ordens religiosas em prendo las ao jugo pesado
de seis por cauto, e este molino susceptivel de d-
mnoicao, quando assiin .ipprouver a qualquer go-
verno manes amigo do nosso instituto o menos res-
petador dos comprimas s eitabeleeidos ? A dis-
pensa dos trabalhos da administracioi com que
se preli-ndoabrandara dur.'.i desU medida cruel
e coactiva, est era relaca i ou ao qp tosa porven-
tura o prejuuorcal que tena a rdom benedictina
com a adopeao de semelhanlo jng. dada anda a
hypothese que as ap dices vpre-t.-itasse.n fiel-
nieute o valor dos patrimonios ? Cerlamenlo que
nao !
E a moralidade las administrarse*, quo setrouxo
a campo como urna concquencia necessaria da
medida do additivo 21, acaso urna referencia
digna que se deva fazer ao corpo religioso de S.
Denlo, sempro cheio do escrupu'o na gerenrii de
seus negocios, sempre adstricto s regras da mo-
ralidade e da lei ?
Quem pile sera grave o clamarla njuslca,
iavolver a ordem benedictina do Urasil nessa seu
tenca geral cora qno so lascan o balido da immo-
ralidade sobre una classo inteii'a do individuos e
individuos vaneraveit) pela sua nii-si?
Scii 0. A experiencia ensina que imposs-
vel transferir tac extensas propriedados em ttulos
inalicnavcis da divid publica, sem urna perd
enorme de seu valor. Isto todos os das a so-
ciedade v reajisar se o tem j como verdade de-
monstrada ; isto so prova com o exemplo do pro
prio governo brasllciro, que, nao obstante sua an
toriddo, sua forca e s'US recursos, ainda ni po-
de at boje converter com vantagem em apolices
o patrimonio urbano do extinelo seminario de S.
Joaquim. Ora, se scdeu.e so d a rospeito destes
bens o tocto que denunciamos como venladeiro,
como se pd negar de boa f que o mesmo nao
snciederia com o exlen'o patrimonio monstico
desl convento do Ro de Janeiro, quan lo por
desgraca fosse atirado de ehofre ad meto da pra- :
N '
Agora ajuntem se a estas COnsMeracSe, quo
por si Ja tm grande peso^outrasnlo menos impor
Unte?.
Considero-sa que os bens ruracs desla mosteiro
acbam-se completa nenie retalhados e subdividi-
dos i>or arrendatarios de mai ir 00 menor vulto -.
ora, estando ellis nesta circ Bstancia, claro qua,
ou so bao de vender otrar-
-tabelecidos. eiuio tero poniki valor, oa ?e
bao de vender cora o n dos contr.i
e ento o valor das trra- 1 ni or. pir-
que o comprador c rre|ara om o pagaraa/jto das
bemfeitorias.
Considere se, emllm, a di ura praso
total que o artigo additivo ioi; lens ivgu
lares para proceder-sfl a essa trar,p^rcnria) e ca.
lar de fora no espirito do todas 17; homon sen-
satos a convierto de que Rinda nyjio mais ruino-
governo
araam ao espirito' de nossa iostaucao, o at ini-
imgo da vida monstica ?
Com as tolsjs doulrinas que tiMizemense gras>
sam em todas as carnadas de nos-a sociedado, nao
esl na ordem d> possivel este fajn ?
Ora. quanto so elle desse, claro quo um sim-
ples rasgo do pasma bastara para raduzr nos ao
estado de imssraveis, como confessati un Portu-
gal um ministro da Borda, quo tica rara os religio-
sos desse paiz. dojiois do celebre decreto de 183i.
E ipjerer a Ilustrada commissao da -cmara dos
5w .(topulados, querer o venerando senado bra-
Bitoiro, eucarregado de defender a soguranija e o
basa estar dos cidad >s de sua patria, quo com as
medidas do additivo 21 se abram portas francas
para unracontocimento la opposto U jusilla, ao
direito e a seguranca individual ?
Nao, nao se armo as wgas braco de um po-
der quofde araanhaa exborbitar, porque, se hoje
senta-se no cimsellios di emia um mioisterio
que defendo a th-ona da iigUima |>rprieJade dos
regulares, e que diz fazer votos pelo eagrandeei-
meuto e pela restaurago das casas religiosas ao
seu nlig.> explenditr, nao si saliese eoinmunga-
rao os meamos principios todos os ministerios que
a este se ho de succeder aa gerencia d'>s nego-
cios pblicos.
Esta piis, demonstrado que por modo Denhum
pude apregoarso a vantagem da transferencia
dos bens religiosos em apolices da divida paalioa,
nem pelo que respeila ao estado, nem s proprias
B -11' iraooaa regulares.
Esta medida por todas as razos ruinosa: sua
execucao traria inqueslonavelmeiile e desbarato
de nosso patrimonio, al hoje conservado coin ze-
lo, augmentado e memorado cusa de grandes
sacrificios ; traria a redcelo de mssos bens ur-
banos e ruracs a um pequeno numero do apoces,
cujo rendimemo.de certo nao ahogarla nem para
melado dos servicos que anda hoje presta o im s-
teiro le S. liento do Kia de Janeiro, em relaco
mstruccau publica e as obras de candado que nos-
tos cofres liberalisam Annualmente.
Ora. se a utidade geral e a utilidade particu-
lar das ordens religiosas, condemnam una w
designios do additivo 21, que acaba de ser ap-
pnwado na cmara dos Srs. deputados, claro
que s un estudo pnaeo reflectido e pouco al-
iento perraito passagem como medidas prov^ito-
sas.
Essa supposico explica o tocto sucedido na
cmara dos Srs. deputados ; mas contra elle tem
o venerando senado recurso as discussdes a que
vae ser submeltido o projeclo.
Heconhe^am os Ilustres membros desso aoropa-
go a jusiica de nossa causa, cuide miando a in
coiilitujionalidade com qae se pretende restrin-
gir de um modo ruinoso o direito de propriedade,
garantido em loda a sua plenilude pelo nosso pac-
to fundamental ; delendam a corporaco beoedic-
tina, seis de culpas, dessa pavorosa medid 1 pe-
nal em quo t mvolveu ndistlnctameute o additivo
21 ; p.iniiitt.im corjior.ie 1 de S. Bento que con-
tinu a prestar ao proprio estado e ao povo brasi-
lero os servicos qua ineessaniemen'o llie tem pro-
porcionado.
O mosteiro benedictino do Rio do Janeiro podo
diier e.n relaco a esta eidade como o do monto
Cassino em Italia, que a acaleulou em seus bra-
cos e assistio comente o seu nasciinenio: aeomps>
nbou-a em seu progressivo vivar com amor o li-
delidade ; nao llie recusara agora a veuturasdo
continuara vvercom ella, a sen lado : como ir-
ino constante do glorias e desventuras, to devo-
lado nos das jubilosos da victoria como as horas
lgubres de tristeza e abatnente.
II
ama ronda so'pertor a seto or cenlo, fado que [sa nos deveria ser m \ u
Demonstrado que nem a utilidade publico, nem
a das proprias ordens regularas, pode per forma
liguma justificar a conversao dos beus monasli-
c s em apolices da divida publica, ha pouco pro-
posta pela commissao de orcaraento era.sen arti-
go additivo, resta-aos privar a violencia dos
meios empregados e a manifosla iniquidade que os
inspiroa.
Para coagir-nos a permuta de nossos patrimo-
nios por apolices intransferiveis da divida publica,
propuz a commissao em seu primeiro additivo qu.
se lancassem sobre as ordens religiosas os anor-
raissimos encargos que se seguem : 1, o iaga-
mento de um imposto de 6 % sobre a remto an-
nial quederem os teraenos o os predios rustios,
imposto que se elevar de mais 3 % em cada
anno al che,gar a 2t %; f, igual pagamento de
mais 2% sibre a rend dos predios urbanos, ele-
vando-se o imposto oa meso raza em cadA an
no at chegar a 3 %; 3", o pagamento sohre os
eseravos, alores de 12 aun os da taxa de quo tra-
ta a lei de 26 de setembro de 1867, auginentandii-
so de 2j; em cada anno at que atlinja o triplo do.
imposto fixado na mencionada lei.
'arcce. purm, que. movidos pela argumento-
rao poderosa de alguns Srs. doputados defensores
iio 11 >ssa causa, c abalados talvez pela exposico
que litemos pelas foihas publicas com data de 1G
da junho. mitenderam os Ilstralos me obros da
eoniuiis-o do onjamento que convinha abrandar
os rigores do primeiro additivo, inodlficando-o de
modo que nao repugnasse approvao) da cma-
ra tHuiuoraria.
Estaamonda f >, pois, redigda pelo1 proprias
autores do additivo 21, apresniaa na sesso do 23
ile julho prximo find>). O que, diz ella
_l. Djiermina que a cobranc des-os impostas
nao saja effectiva sena cora relaca) s ordens re-
galares, que nao se reaponsabilUarem paramo o
governo a converler os bou* tt-1 qtiu satrnuem
emendo era nada corrige a vtoisa-
c da proposta prmiliv^. porque i:o eximo On
pagamenito dos imposlus seno as ordens rebgio-
sas (pie se responsaWlisaem a fazer a permuta
no prazo de 6 airaos : ora, pois, que esta respoa-
sabiheor-se peranie cjfdvenio envolve toda n-
na dos patrira-raios umnasticua claro que iranbu-
ma ordem o far, ponme svria coniemnar-se par
sua propria bocea; soll'istirio, porlanto, os uo-
postos-enormissmos do projeeto priiTtiv,> cora to-
di o peso do sua volerieh o dW seu rigor.
O 2" artigo, eoqli.rado ao mesmo govera-i asdo-
ridade para regular a realisaeo da permuta pc.'w
m*ddqm for mus vuatiijo s ordens minfyret,
e para fuaer effectiva a- respoo>abldado desUs
dentro d"t referido prazo fua por muita grac po-
den ser elevado a 10 anno), ainda urna diupu-
sica-* capciosa porque, apjarenlaodo des.-jos da
vaatageio-para as ordens religiosas, deU-iininf
cousas que ueniura proven) pJei trazer. naos
- meios que tem o governo era sua mo para
regular essa-permuto de modo vaotajoso p3raO'
parioonio, quando < sabido que anda uai*
pode realisar Cun vantagem-a transferencia do
propriedades so? Pois lera-eHe menos zato cou*-
seus bens, du quo cora os d.-.sintolises orporacioe
monsticas, a quem nao duvida ne-gar todus ou
metos da vida o de beiu-esar? Que osperaa?
fundada podurnws nos os moogis aumentar acar-
ea do interesse e' do solo do governo brasdeii.. a 1
transferencia do nosso patrimonio, quando eerio-
que a medida proposla medida de aniquil mien-
to, de morte e do exterminio?
A daci do prAzo.qnfl por muilo favor a 'men-
da pcrmiile que ebegue a O anaos, mmlium pro-
wiOfajtear-nos-br., >oime, tira do tt, d> l, .u il
II aanos,-bastova que biuvesse oella um termo
lixo e fatal para que a conversad em apolices se
\i* nea a segunda iwrte deste artigo, qiie tah-z pa-
recer favorecer-nos, altera a nntalinrii odiosa e
eompresaora>da projeeto primitivo.
O 3o artigo sera duvida o umeo era que se po-
deria rosonhecer alguma diminuk;.^) de rin >r, por
que exiraa de aposto* as o-cravas cujos filhos fo-
rera deojarados Uvres ao nascer, e os eseravos que
libertorraos com a clausula de reserva do servbj 1-:
por teinpo nao excedente de 10 anuos.
Mas a esta niosma medida dous fortes argumen-
tos se podem opjior.
O_ primeiro nissinu cm relaco enormidad des encargos que
se deixaram som abeueao.
O segundo que cm caudada se se faz algmn
favor as nutras ordens relgiosasd Brasil, nenlmm.
hoovopara a otdetn b .-n ;dctina, quo aos 3 le
maii>de 186ii, d'U oprimein grito em favor la
idea emancipadora, ^incedndo libaidadca toda*
os lilhos que desta data em dianta tivassein sua--
escravas e propomlo meios de obtor se cm pouco
le op 1 a emaneipaco de loda parte servil do sea
patrimonio.
No claro, pois, ifue sendo estas as dispis^ioos-
da ordem do S. Bento, exuiir-s;-bia-e1la era pone
tempo e por su.is proprias mos do referido impos-
to seo precis ir desta concussaa que a emenda d
23 de juiho julgou conveniente lazer como grand*
graca s ordens religiosas?
Conclua-se, pois, que em nenhnra destes poaSoa.
a emenda modilicou snnsivelmente o espirito do.
additivo 21, aiuda cm p, sa pode dizer, com ludo
0 apparato de sua tyrannia.
Porm do i" artigo o que se deve pensar ?
Siipprinu-se, diz a commissao, a parte 3o ad-
ditivo que limita os impostosde- qae se trata, de-
pois de certo prazo. quotas determinadas. v
Oh I possivel conceber-sa maior crueldada &
mais arbitrio Pois ir) nossos mpostos aucmeo-
1 nido cada auno, nessa pruporco aterradora, sen
um lmite cm que devam parar? Qtier-sea toda
transe a ahsorpco de nossos patrimonios t
Ha prova mais inconcussa do que esl resol-vida
na memo de taes legisladores a mina do r-ussaa
corporales monsticas o o desbaraU) de nossos
bens?
Aqui nao ha seno concinir : o 4o artig da
emenda cora dignamente o projeeto, negan-lo a
ultima taboa da salvaba s urdens religiosas qne
podessero por ventura supix>riir o onas dos exa-
gerados impostos do additivo. anda qua a-costo do
prodigiosos sacrificios.
c Nao, legisla a commissid, nao vos ser possi-
vel pagar o que vos pedimos, porque no lim da
alguns "annns tereis d entrar para o Bs?o cota a
renda intuir de vossos bous, seris expulses do
vossos claustros, raorrereis tome o miseria,
porque o tbesonro ira iesplr vos do. ultimo esea-
pulari 1 e da ultima tnica do que vos servirde '
para cobrir a nudez.
Esto 6 a genniua explicao daquelle artigo, ap-
provato, apezar da toda sua moosiruosidaile, na.
cmara temporaria, em sesso da 27 de julho pr-
ximo fin do.
O venerando sanado brasilero que pese, coran
coslijma, osles fados, e decida se deve totaar so-
bre sua responsabilidade lo. onorraes atientado*
contra a justica e a oquidade.
Yolvendo agora do 11 trina do ndJIvo 21 e ana
i apostas que nelle se estabeldcen\, est a boa r*-.
zo dizendo que ella doscarraga sobro urna par-
celia innocente da commur.ho brasileira todii <*
peso do urna tyranna a'jos, porque s as ordoaa
regularos a victimas dos encargos propasa*
como se ellas 1 rara as nicas corporarcs da
mo mora que uo imperio existom.
Sabara lodos que no Brasil vivera nninccosas ir -
mandadas c contrarias, legitimas eonwrooes t
mo mora, quo possuom avallados patfiatoniea
to immoveis asj-aralysados como os das orden.
relRic.-
H'oude vom, iks, que. so nao desoarrega o pesa
de sua clava de tributos sobre todjs estes corno*
conectivos qne reubam ao Estado a mesa renda
que as inehzes 01 deas religiosas r Pois umaasao*
oxlensos patrimoaios de algumas dassaa ncas coa-
frarjas so fos particulares, nao dariam ao Estado a/s rendas qoe
resultam da -fransmitatto se repete imis fndlmente oowasAtfraafo
e controlo-
mmmmm


2
Diario de Pernamlraoo Terqa feira 25 d Janeiro de 1870.
f

que Invoearam em eu auxilio os autores de arti-
.qaaujj se tratnu dos convento, ja nao tem
ferca quando se trata de outras corporales do
HHHH geneio ?
Realmente digno de reparo que enm paternal
solicitud* na. boivesse tambem a comimssan do
orcameMii acautelado o futuro de-barato dos beos
las irraandades cora a til e proveilota cmcersao
tUu em apolices da divida publica. Porque
b quiz i'lla Hiviar o* muinbro* d'eslas corpora-
les do peso da administracad e da iiluVoldalo
das cobranzas ? '
Porque -o aos conveniss quiz dar um rendmen-
lo nuis subido e omito mai superior ao das pro-
priedades?
Ab I nao difflcil de arbar se a razao. O gr-
vame dos novos tributos e a coaceo ruinosa com
que se manda transferir os patrimonios em apuli-
ces da divida publica, pdem er laucados sobre
os humildes snonges, porque estes rao teem em
sea setograndes do mundo, opulentos senhores
e prestigiosos titulares; mas nao o poderiam
ser igualmente sobre as outras corporacoes de
mi morta, porque o clamor fra grande, a op-
J>ti(in renhida e a victoria difflcil. para nao dtzer
MBposjivel. 0 artigo do additivn, portanto, des-
carrega sobre urna parcella innocente da commu-
abio brasileira todo o peso de urna tyrannia atroz.
Nao na nelle sequerequidad*, derradeiro aaere-
caoaento que Ihe podra restar em falta de justica
41 de direito
Sendo as-im, o que nos resta se nao procurar
justica e direito no santuario do areopago brat i-
Sim, con lemnem os venerandos membros da
cmara vitalicia a onormidade d'esle projecto, que.
nao leudo lim juslicavel, iniquo anda nos
meios que einprega. Acbem urna barreira inven-
dr! na sisudez o no bmn senso do senado estas
medidas nto s expoliadoras e attentatorias do di-
reito de propriedade, como ornis e attentatorias
4o direito de igualdade dos cidadaos brasileiros
perante a le.
Reconbeca-se como expressao legitima da ver-
dade : i; qne para a orletn benedictina, como
para todas as ordens religio>as do Brasil, a per-
muta de seus bens por apolices intransferiveis da
divida publica, dentro de uro prazo fatal, ser a
qneima completa desses mesmos bens ; 2, que o
pagamento dos impostos oxagerados, propostos
pelo projecto additivo, imi ossivel as circums-
tanejas aciones d'este mosteiro, onerado como se
acua por obras de caridade e outros encargos de
consciencia, a que nao deve e nao quer furtar-se !
Facalhe ju-iiea o senado brasileiro.
Teado exposto nos dous artigos precedentes a
inconveniencia da conversa dos bens religiosos
em apolices inalienaveis da divida publica, e a vio
tonda dos meios, que nao duvidou a raaioria da
cantara temporaria aceitar para o alcance d'esse
etUtratum, resta "nos hoje demonstrar de modo
pashivo as confluencias ruinosas que procede-
riam d*cssa medida, se aaso a sanccionasso o ve-
aerando sena di > brasileiro
Coagidas as ordens regulares, ou a formular a
promessa de elfectuar a dita conversao, ou a sup-
portar o peso dos enormi-simns impostos que a
comrafssao do ornamento lancou sobre as nossas
propriedades, claro que nos nao licito hesitar
na eseolha ; a consi-ienria de nosso direito, a dig-
nidado de nossa posicao, exigen que se nao faga
a fatal promessa, porque ella importara a con-
demnacao por nossa propria bocea, a aequiescen-
eia de nosso instituto a urna medida que com ra-
zio se considera attentatoria e loiqua : claro que
a nao faremos.
O qu re>ta, pois, aos infelizes corpos regula-
res 1 Supp'irtar o peso d'estes impostos. E qul
arte a consequencia disto ? Vejamo-la. Ainda
quando parassert os encargo? miquillo que propoz
o primeiro projecti do additivo 21, a raza est
mostrando que um d'etes faeiis havia de occor-
rer : ou, reahsando um verdadeiro niilagre, como
o da multiplicacao dos peixes no deserto, satisfa
riam nossos cofres a exigencia indeclinavel do llie-
souronacional, e ento pouco, mai pouco nos resta-
ra para fazer face a todos os onus que a nossa
eonseiencia c a misso i-aridosa de nossa inslitui-
cao manda ni respeitar, ou, manila los pelo ni-
pos sivel, faltaramos ao pagamento dos grandes
impostos, e o fisco vira inc nlinente pagar-se por
suas proprias maos com aquella severidade que
Ihe c habitual.
No primeiro caso, cogulos a restringir os actos
de beneficencia que animalmente faxemos, Abriga-
dos a feibar aulas gratuitas em que nao dnvida-
m despender lfiOOUi cada auno para tatemase
o proveito da mneidade de nosso paiz, obrigados,
cmtim, a diminuir o brilho com que sustentaran?
o culto divino, t ariamos a um extremo de aba-
lmenlo qae vnlojo mesmo qm a morte. Na so-
Bnela liy|mihc

realisarum ntais deprnssa o anquilamento de
nosso patrimonio e por consequencia o exterminio
da infeliz orden* benedictina brasileira, poique
aeai propriedades, no* tempes de boje, em que a
t uouca, na i posaivel na l>rra de Santa Cruz
a villa de urna corporacao religiosa bem organisa-
da e floroaeeflte.
Verdade que se falla de ordens mendicantes c
te traz sempre a campo a pobreza dos monges
como urna condicao neeessaria para seu viver
tranquillo e desapegado dos interesses muudauos ;
mas a verdade timbern manda confessar que, ape-
zar de po-suirem as corporacoes avulladus paln
momos, fiiram seus membros sempre pobres e
adstrictos ao veto que fi/eram. Ricas foram as fa-
milias religiosas de M >nte-Cassino, de Ci^ter e d>-
Cluny, mas nem por isso dex.aram seus fllhos de
ver segondo os preceitos evanglicos c as pres
erpcoV- da |i (|uo haviam abracado, realisando
eaaa prodigios de santidade, de sciencia e do re-
gular disciplina que a historia sufficienteu ente
conhece; possuidora de muitos bens fui a familia
-d'cstc mesino mosteiro de Nossi Seuhora do Mont-
serrato durante os dous prmeiros seclos de sua
existencia, e nem por isso deicaiam de aparecer
ndla fre Antonio do S. Bernardo, fre Gaspar da
Madre de Deus c outros fllhos benemritos de S.
Beato.
Conclua-se pois: ainda que nao bousv-sso sido
approvado pela cmara temporaria sonao o projec-
to primitivo do additivo 21. imporlava su execu-
50, por qualquer dos dous molos cima mencio-
dos o abatllenlo completo e a morte das corpo
Taches regulares. Porin o mal ainda maior,
porque os legisladores nao pararan) as exigencias
daqueile projecto.
A enii-nd? de 23 de julho vejo a gravar o esta
do precario da nossa nstituica, determinando o
Jancamento de um imposto progressivo sem lmi-
tes, que em pouco tempo promover a absorpcao
absoluta lio patrimonio religioso.
Ora, alo ha cousa mais evidente: a consequen
da indedmavel de tiio extranhas medidas equiva-
Jeria nosa extinecao I
R que motivos actuam sobre o espirito dos legis-
ladores de 1869, para decrelarem a extineco de
urna sociedade pacifica e til, como a ordem de S.
Bento no Bra-il, a favor de quem as tradicoes
aiistoricas e os factos contemporneos clamam em
alta voz?
Quando em 1711 esta heroica cidade de S. Se-
bastio foi victi na da invaso franceza de Du-
goay-i'rouin, nao se recordara seus fllhos que foi
oestes muros que anda, cboou algum brado de
resistencia ao faror dos inimisos, no meto do geral
desanimo da populaca.^? D'aqui se fizeram trin-
chara.' para ba'er as tropas francezas que bom
barleavam a ddade; d'aqui sahiram escravos
para o servij.. das tropas naeinaes; d'aqui >e
pdejava cm favor da causa patritica dos Brasi
Idros, emquanto um chefe pouco hbil fugia para
centro do paiz, abandonaodo-o aos horrores do
saque e da devastaco I
Quando em 1808 surgi entre nos a familia real
portugueza, trazendo-nos. se pode dizer, a lber-
dade e nossa emancipaeao poltica, esquecera os
fluminenses que foi no nosteiro de Nossa Senhora
do Montserrate que, o bondoso principe o Si\ U.
Joao VI achou o maior gasalbado para sua nume-
rosa comitiva t Mais Urde, em 1816, nao .ram
os monges de S. Rento que o reeeheran contentes
em seu palacete da ha do Governador, prepara-
do com grandes sacrificios para ofTert-cer ao re
um remanso de paz e de allivio no meio das gran
des agtacoes de sua vida poltica T
Em 1824 nao se resignaram os humildes mon
ges deste cenobio a de>amparar o retiro de seus
claustros para dar lugar tropas que aqu l.nain
mandadas aquarlelar pelo Sr. D. Pedro I, o que
dorante seto longos annos encheram de minas e
de tumulto o pacifico reeetso de urna casa reli-
giosa ?
Em 1850 e 18oo, quando as ltaos epidemias da
febre amarella ra-morbus encheram de
coasteroacao e de luto n habitantes do Rio de Ja-
neiro, houvo algara particular mais generoso e
mais dedicado salvar ci mpatriolas do
qae esta familia regular, que fez de suas i?ranja>
publico i ilo do pobres e necessitados.'
Porm ainda nao indo.
Em 18C nergencia critica em
que se vio o gove sustentando os
brios aac, rangeiro oflndera e
conculcara, j se nao lenibram "os fllhos de Santa
Cruz que.o nustdra benedielnd foi um dos pr-
meiros propietarios a coucorrer para o armamen-
to do paiz ?
Em 1864, quando rebentou esta bifolia guerra
do Paraguay, tilo atroz e injustamente oraecada
pelo dictador Lepez; quando foi preciso reclamar
o patriotismo de todos os cidadaos, para que urna
contribussem para a desalfri.nia de nossa honra,
nao foi este convento da Nossa Senhora do
Montserrate um dos' proprielarios mais generoeos
na dadiva de meios pecuniario- e na emancipaco
de indivdaos que engroasassem as fileiras do
exercito brasileiro?
Ponhanf-se de Udo, porm, astes ser vi eos. Qual
foi o desfavorecido da fortuna, qual o pobre que j
baleu s porus deste retiro, sem levar com que
saciasse a fome de seus miseros Mos, ou cobrisse
a nudez de seu corpo ? Qual em lim o partiru
lar, possuidor de grandes propriedades qae j
igualou a caridade desta familia religiosa?
PJe-se Ulvez afoutainenle assegurar que
nenhum.
Pelo que respeita emancpse do elemento
servil em nos'a patria, idea que vive na mente de
lodos como desidertum da civisacao moderna,
nenhum individuo, nenhuma sociedade fez arada
o que generosamente resolveua congregaco be-
nedictina a 3 de mao de 1866. considerando livres
todos os fllhos de suas e>cravas, e posteriormente
concedendo liberdade a todos os escravos que
completarem a idade de 50 annos.
Ora, se tal lera sido o proceder de no>so institu-
to, repetimos, que motivo pode influir sobre o
espirito dos legisladores para decrelarem por esta*
serte nos-a extinecao, e a morte de todas as cor-
poracoes monsticas do imperio?
A idea vulgar o sdica de que taes associaedes
sao retrogradas e opposias ao espirito do seculo
urna propoMcao la balda de fundamentos, e to
desmentida pelos factos ha pouco compendiados
nesle escriplo, que nao Dudemos acreditar in-
lluisse no animo da tllustre cmara temporaria de
1869.
Domis ah esto os annaes da historia ensman-
do-nos que, se por algum tempo cuidarara n%
enlliusiasias di progresso em proclamar esta idea
como verdadeira, desperta-se hoje em lodos os
paizes civilisados urna reacca salutar; acredi-
ta-se j que as corporacoes monsticas nio e iipe-
cem o adiantamento dos povos, fuodam-se nume-
rosas casas religiosas era Inglaterra, e no proprio
E-iados-Unidos incomparavel a disscmlmcao
dos institutos regulares.
Arguraenti-se, purventura, com a irregularida-
de dos mosleiros ? E' Umbem uro prela-lo so
phistico, porque essa irregularidade, se existe,
noel Gomes de Siqueira. coreo no assassinato do do todos os hachareis aqu existentes e pessoas
inspector de quarteirio Jos Eerculano, d'aquelle cora as quadade de jurado, e lodos navendo re-
loeal, sendo-Jhe instaurado o competente pro- citado a nomeaeio. eorlou o nogordio da qaa-lao
despachando o Sr. Lucio de Reg Barros, que fez
cesso.
DISTURBIO E MORTE.Ante-hontem, i immenso sacrificio de icceiiar o cargo, na espe
> 7 horas da noile, no principio da entrada de ranea de ser de promotor promovido a alferes de
de
Joo de Barros, houve nni grande disturbio entre
15 ou 16 invlidos da patria e o guarda-nacional
do terceiro bat Iha i Joao Francisco dos Santos o
um seu companh'iro, resultando d'abi a morte do
referido Joao Francisco em virtude de urna facada
que receheu no peito esquerdo, e o feriniento do
invabdo Joao Feliciano Ferrelra, pir cuja conta
corre a auloria da morte d'aqilwle. J ao Felicia-
no foi reclhido ao hospital miWlar. onde recebeu o
curativo que reclamava o sea estado. A aulorida-
de policial prosegne as everiguacSos necessarias.
aflm de entrar no completo conbecimento dos cri-
mes e seus autores.
PROTESTOS DE LETTRAS.-O escrivao dos
protestos Jos Manan, est de semana ra de
Santo Amaro n. 20.
I LEILOES.Hoje, 2o, effecliia o agente Pinto o
leilo de vellas stearinas, conforme est annan-
ciado.
Amanha eflectuar o mesmo agente leilo dos
movis, yidro*. vnhos, obras de ouro e prata, no
sobrado da ra do Imperador n. 30.
VAPQB, lPOJUCA.-Cbegou domingo da Granja
e portos intermedios, trazendo-nos jornaes do Oa-
r al 17, do Bi Grande at 20, e da Parabyba
at 22 do corrente.
A presidencia da provincia do Cear mandn
vigorar n cor'ente anno a portara de 2 de Janei-
ro de 1869 designando os substitutos dos juizes de
direito da provincia.
Tendo sido exonerado de promotor publico da
comarca de Qnixeramobim o Dr. Firmino Barbosa
Cordeiro, foi noraeado para o substituir o Dr. An-
tonio Perora da Silveira Caslello Branco.
Para promotor da comarca da capital foi nomea-
do efiectivamente o Dr. Manoel Ambrosio da Sil-
veira Torres Portugal.
Foi nomeado chefe da repartico das obras pu-
blicas, o engenheiro Dr. Henri me Theberge.
A altandega da capital rendeu no mez de dezem-
bro 397:363*615, sendo :
Imporlacao 308:257*386
Exportaco 84:091*713
Despachos martimos 827*725
De 1 a 15 do corrente rendeu essa repartico
58:755*653.
Para compr o conselho director da instrucci
pnblica, que deve funecionar sob a presidencia do
director geral respectivo, forara nomeados pelo
polica, wm quatriennio, pretenco em que acaba
de ser enfuniuilhado palo cidado Tbomaz Antonio
Nunes Moateiro.
to le 13 S. Bxc. nomeou o aiajor Ma-
noel Joaquim Fernandas ce Azevedo administra-
dor de rondas provinciaes do termo de Cangnare-
**na, julfando assim de nenhum effeiloa nimea-
eao d.) a^aPereira Cavalcaate, me, ro sabemos,
lega rendeu no raes de dezenibro....
urna consequencia necessaria das medidas com- I presidente da provincia : Drs. Jos Lonrenco de
pressoras que fecharam a pi ra de nossos claus-
tros. Sera pessoal que satisfaca a todas as obr
gacoes de nossa le monstica, sem novos adeptos
que venham povoar estes retiros e empregar-sc Jos de G rava.
l-aslro e Silva, Manoel & tares da Silva Bezrr,
Justino Domingues da Silva e Goncalo Baplista
Vieira, padre Hyppolito Gomes Brasil, e Rufino
era todos os vanos misieres de nossa profl^so,
claro qae nao poderia nem pode reinar perfeta
disciplina as casas religiosas, assi como nao se
regenera arvore alguma sem renovos que reben-
lein era flores edem fructos approvetaveis.
A prohibicao de novicos fe i la pelo simples aviso
de 1855 pn a origem do estado dubio em que
porvenuira vivemos Revogue-so elle, e breve
estar a infeliz congregaco benedictina nesse p
de florescimento e brilho em que a viram Bossos
antepasados. Assim Ciimo a lodo o cidado
livre a eseolha da proflsso que Ihe apraz, seja
tambem livre a eseolha desse estado, em que se
lomara por leis rigorosas os concilios evanglicos,
e ^e ralisa em ordem moral o lypo da perfeicao
que em vo sonhorain na ordem civil os philoso-
pbos da antigudade.
Nao se cinbaracem as vocagOes que chamara-o
individuo para o retiro e para os caminhos da
perfeicao moral, e a regularidade dos claustros ha
de apparecer. Pois ha liberdade at para a prati
M i vicios que degradam o homem, e nao have
r igual para a pratica das virtudes que approxi-
mam a criatura de seu destino sobrenatural ?
Resta, pois, ao sead > brasileiro urna grande
misso, agora.no momento em que se submette
sua approvacao o projecto iniquo da conversao
d patrimonios religiosos em apolices da divida
publica, passo indirecto para o anquilamento de
nossas corporacoes.
Oabaixo a-signado cusa levantara vozem nome
de seus irmos, conjnrando-o a desenlpenhar es misso com a maguanimidade e a justiga que
postuma demonstrar em todos os seus actos. Nos-
sos direiios esto claros como a luz meridiana; e
o senado eerto que nao lia de escurec-los.
Esla c a esperanza dos humildes' monges de S.
Benio, desejusos de patentear ao povo brasileiro
.i silencio de seu amor pela patria e a grandeza
do (to* veotlnMatos aeligiimos.
Ejla a ultima osperanca dos lillios da santo
patriarcha do occ.idoMs, anciotmn por morrer
abracados erns qae lemaram por norte e pharol.
anhelantes por faenar a < irreira de seus dias no
retiro sagrado de seus antepassados, sombra
(testas paredes que assistiram inclumes ao n s-
limeno e ao pmgresso da cidade deS. Sebastin,
envolvidos na grosseira tnica dos Amaros, OJi-
loaa, Robertos e Desiderios.
Fr. Josi- i/i Purificaco Franm. D. abbade.
Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1869.
PERNAffiBUCO.
REVISTA DIARIA.
CMARA MUNICIPAL.Em sesso de hontem
foi exonerado, seu pedido, de fiscal da fregue-
zia de S. Jos o Sr. Joao Xavier da Fonseca Capi-
barib-, sendo nomeado para o substituir o Sr. Er-
nestino Cavalcaate de Albuquerquc.
VAPOR COBURIPE.-Tambera no domingo che-
gou de Femando de Norooba este vapor, traznnd
dalas al 21 do corrente. Nosso correspondente
escreve nos o seguinto :
t Aqui festejou-se a Sanlissima Virgem da Con-
ceico, padroeirado iimorio, com a pompa e bri
Ibanlismo possivei do lugar.
t Temos hnje um pequono Ibeatro, organsado
por urna sociedade de particulaies, em que algu
mas represeutaeoes j se lem dado, que tem sido
bem concurridas, e sempre com muita ordem !
o que nos tora proporcionado bem boas dis-
tracoes.
Este presidio flea em par, gracas Divina
Providencia.
VAPOR POTENGI.Ainda chegou no domingo
de Aracaj e Penedo esto vapor, irazendo jornaes
d all at 12 o do segu ido at 21 do corrente.
Achase no exorcicio de chefe de polica in-
terino da provincia de Sergpe o Sr. Dr Alejan-
dre Pinto Lobo, juiz de direito da capital.
A alfandega do Aracaj rendeu no mez de e-
zeinbro 12:049*733 rs.
O presidente da provincia, Dr. Cardoso Jnior,
envidava os seas esforcos para melhorar aquello
ramos do servico publico que careciam de refor-
mas o raelhoraraentos.
Foi nomeado para um dos lugares de engenhe
ro da provincia, o Dr. Joao Gomes Vieira Gomes,
formado no Klngs College de Londres.
Falleceu, em Itabaiana, para onde tinha ido
tratar se, o Dr. Jos Jorge de Siqoeira Filho.
A' Penedo continuam a ebegar emigrantes
d) serto, por causa dos rigores da secca.
Em Sant'Anoa do Traip a forae tem sido to
extraordinaria, que omitas pessoas tem raorrdo.
ESTRADA DO LIMOEIRO.-Sao convidados a
comparecerem amanha 26 d correte, em o pa-
lacio do governo, ao meio da, os Srs. qae apr-
' sentaran) pnpostas para a construccao de urna
estrada de ferro para Limoeiro, afira de assistirein
a abertura das mesmas.
DINHEIHO.03 vapores Potniji, Ipojuca e Cu
ruripe trouxeram as seguintes quanttas para os
Srs.:
L. A. Sequeira.
Agente fiscal do Natal.
Joaquim Jos G<.ncajve.s Bellrao.
Mranel Jo- Machado.
Francisco Joo de Barros Janior.
S Leto St Irmos.
J' 3- Francisco de Suzs.
Flix Pereira da Silva.
Bernardino da Silva & Campos.
Veras & Rarbedo.
Tliomfz Jefleries.
Franeisco Pereira da Silva.
Jo-tino Jos de Sonta Can ;
Antonio P. de Souza Soares.
Msrtins St Leopoldo.
Fernando Gomos da Silva 4 C
PRISES.-No da 22 do corrente foram reco
lindos a dotenco Felippe iNery Bezerra, JoSo J ts
de Azevedo, Antonio Paes de Souza, Arnou Pe-
reira Ramos, Luiz Antoaio i\ Silva, Joo Baptista
dos Santos, Eleuteno Josi Bezerra, Manoel Pedro
do Salles o Flix Pestaa da Cost, vindos do ter-
mo do Caruar, como criminosos ; e Antonio Joo
Cardozo, pronunciado no arl. 201 do cdigo cri-
minal.
Por ordem do delegado do termo de Cimbres
fot capturado e reclhido respectiva cadeia Ma-
Os dizimos do sal e pesca no Aquiraz foram
arrematados por 1:470*000, e na Iinperalriz por
465*000.
No da 2 de dezembro do anno passado foram
alforradas : no Acarape, 2 criancas do sexo fe-
menino, custa de pessoas caridosas; em Quixe
ramobim, H sendo 6 por conta da provincia; e
no Aquiraz 6.
Lemos no Ceareme:
E' a terceira vez, escrevem-nos do Crato em 26
de dezembro, que o raio vera cahir sobre a cada
publica desta cidade.
i Hoje de envolla com urna copiosa chuva calvo
s 5 horas da manha sobre a cada um raio. qae
lascou urna janella da parto superior do edificio,
fendeu nina das paredes, o deixando vestios
por onde passou, foi cahir sobre os peitos do sol-
dad" que se achava de senlinella, e o deitou por
ierra.
E' por demas grave o estado da victima, que
tem deilado muilo sanguepela bocea al esla hora
5 da tarde.
De ceno, asseguram os facultativos do lugar,
o padecento nao escapa morte, que o ferio to
cedo na viagem da existencia.
Das cartas que recebemos do interior da pro-
vincia consta que o invern j comecou no Crato
desde o dia 8 de dezembro. e que as trras se
achara abundantes pelos recursos que tanto se fa-
ziam necessarios ao gado e lavoura
Consta ainda que tem chuvido bem desde o
Crato al as Lavras. sendo porm bem critico o
estado dos sertocs visioho?, desde o Ico at o Ja-
guaribe-meirim.
Nessas paragens j vo morrendo algumas re-
zes falta de pasta
Nestes ltimos dias, segundo nos eommnni-
cam do Aracaty, apparceeram tambem as chavas
que foram copiosas de>de Bussas at aquella loca-
hdma. y
t Se o invern continuar, est, salva a Cqrlttiui
de nnssns serrTes, que tanto avultam pela criac
dos gados.
Da capital do Ro-Grande do Norte nos es-
creve nosso correspondente em 19 do crrante :
Hoje deve ter logara apuraco dos votos para
deputados provnciaes.
Certamente o resultado sor o segrate
5:078OOO
4:000 OO l
3:510*000
2:300*000
:00O|O00
1:787*670
1:554*000
1:3-11*01X1
1:200*100
1:025*(,XM)
Dr. H. Cmara 301
Dr. Gomes da Silva 298
Dr. Jos Alexandre 292
Dr. Octaviano Cabral 290
Dr. Jeronvmo (Lol) 287
Dr. Luiz F. Soulo 286
Mr. Jeronymo Araerico 283
Vigario Pedro Soares 277
Pmfessor Cosme 276
Major Joaqnira Manoel 274
Professor Raphael 271
Vigario Antonio Joaquim 268
Capito Manoel Basilio 267
Dr. Amynthas WJ
t Dr. Ignacio D. de Lacerda .251
Brilo Guerra 248
t Capito Joaquim Gullberme 242
Padre Joaquim M. de Oliveira 240
Tenente-coronel Jos de Borja 237
t Sebastio Colino 219
Pairo Joo Manoel 218
Capito Elpilio 2 6
O Sr. Pedro de Barros acha-se bastante con-
trariado pela derrota do seu nico candidato, o
Sr. Aflonso de Paula de Albuquerque Maranho.
S. Exc. nao administrador que exerca vin-
gancas, somenie pela exclu-ao do Sr. Alfonso ; e
por isso foi que do engenho Jarinnn.onrle se acha-
va, expedio portaras escripias pe pnnho do Sr.
Dr. Lol demittindo os fraccionarios seguinles :
O coronel Bonifacio, membro importante do
partido conservador, do cargo de inspector da the
souraria provincial.
O alferes Pedro de A. Deo, empregado de
confianc, hbil e honrado, do lugar de chefe de
seceo da secretaria do governo.
"0 Dr. Joaquim Germano Ramos de promotor
publico desta comarca.
O mesmo doutor de inspector da nstruccao
publica da comarca.
O Sr. Eneas, sobrinho do coronel Bonifacio, do
posto de alferes de polica.
O Sr. Dr. Barros de secretario da instrueco
publica.
O Sr. padre Soares de professor da 3" cadeira
da primeiras lettras desta capital.
Alm de-tes actos de consirarnada prudencia
e actividade, S. Exc. mandou asabar com o desta-
camento da cidade do Principe, para desprestigiar
o capito Manoel Basilio* que aeaba de ser eleito
deputado provincial.
Passou tambem do servico activo da guarda
nacional para o de reserva os caples An'onio
Pinto e Joaquim Guilnerruo, por se acharem no
gozo do robusta sade e acabarem de completar a
idade de 30 annos, e de ter sido um delles tambem
eleito deputado.
S. Exc. com o criterio de que dolado, com
o seu reconhecido bom senso e com a llustrago
de que dispoe, tencona resolver outros actos de
igual jaez.
i E para isso foi ante-hontem refrescar-se
margem do ehrystalino rio da Hedinha.
A' vista do taes demissoes, at na propria
instrueco publica, o respectivo director o Exm.
Sr. Dr. Gomes pedio a sua exoieraco. Esla nao
Ihe foi concedida, pedido, mas por conveniencias
do servico publico.
Os liberaes mostram-se tristes e dizem que o
Sr. Pedro de Barros Ihes rouba a gloria de derru-
bar os conservadores quando Ihes couber o poder.
Digo-ihe na verdade que em m hora entmu
com sapportar esias coiuaj $ husat.
a A airan le
58:087*196
PROCLAMAS.Foram lidoa ante-aontem na
matriz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
eguintes :
1.a daaunciaeo. r
Miguel Archanjo de T rres, com Mara Guilher-
raraa das Chagas.
AnPiuio de Azevedo.Junior, cora Mara Victoria
de Sant'Anna.
PaajIalor'Jos de Castro, com Juliana Martnha
de Souza.
Manoel Antonio Pereira Pinto, cora Auna Felis-
mlna Carlos da Co-ta.
Caliste Jos de Mello; cora Maria Senhorinha de
Sonza Lima.
Genuino Joo Marques com Thereza Valeriana
de Sant'Anna.
Alejandrino Ramos de Oliveira, comGuilhermi-
na Francisca Reges.
Dimingos Miguel dos Aojos, com Gracinda
Amelia.
Joo de Barros Leile, com Isabel Barbosa de
Mendonea Furtado.
1' denunciacao.
Ivo Sovermo.comTheodoraJeronyma Correa.
Francisco Xavier de Barros Campetlo, com Isa-
bel Maria Ribeiro de Aguiar.
Antonio Soares Brando, com Eufrasia Maria
da Conceica.
Tertuliano de Mello rarndro, com Maria Fran-
ciscana Cmara Santiago.
Joo Gomes Antnnes Jnior, com Rita Maria a
Conceica.
Isidro Gomes de Macdo, cora Paulina Maria
dos Prazeres.
Joaquim Clernentino Ribeiro deBrito, com Maria
Anglica de Carvalho Pinto.
3.a denunciacao.
Adolpho Vieira Lopes, com Maria da Conceicao
Vieira Lopes.
Antonio Virisimo Fcrreira Gomes, com There-
za de Jess de Lemos.
Francisco Carneiro dos Anjos, esm Joanna
Baptista da Paz.
Joo Walrido de Merifiros, com Hinriqaeta
Leopoldina de Carvalho Porto.
Manoel da Silva Lages, cora Josepha Candida da
Silva.
Manoel Symplicio do Nascmento, com Emilia
Maria do Rosario.
Manoel Joo Simdes do Almeida, com Carolina
Felismina da Cruz.
Jos Claudio Dubeux, com Mara Bosaria de
Franca Mello.
LOTERA.A que se aeba venda a 133', a
beneficio do patrimonio dos orpbos, que corra no
dia 29.
PASSAGEIROS.Do vapor brasileiro Potengi,
viudo do Peuedo e portos intermedios :
Dr. Tobas Brrelo de Menezes, sua mai, urna
prima, um sobrinho, dous escravo3 e urna criada,
Adolpho Beck, Manoel Jos Martins das Neves,
Antonio Soares de Mello, Mauricio Manseluqne, Va-
lerio Gomes, Luiz Alves da Cosa, D. Mara Magda-
lena S. Wanderley e dous fllhos menores, Jos Ma-
ria Garca Fraga da Silva, e um escravo en-
tregar.
CEMITERiO PUBLICO.-Obtuano do dia 22 de
Janeiro:
Joo, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Emilia, Pernambuce, 1 anno. S. Jos ; convul-
SOi'S.
Jos da Silva Neves, Pernambuco, 33 annos, S.
Jos ; parelisia.
Isabel, Pernambuco, 18 mezes, Santo Antonio ;
hepa tite agudo.
l'liereza, frica, 7o annos, solteira, Boa-Vista ;
asdle.
Manoel, frica, 50 annos, solteira, Boa-Vista ;
bexgas.
Maria, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos ; convul-
s5es.
r-23-
Alrt.imo. eVrnnmbnc4. UJCies, S. Jos ; CSpaSIllO.
Jos, Pernambuco, 12 dias, Boa-Vista; febre
empestiva.
Um menmo que nao se sabe do nome, Pernam-
buco, 7 mezes, Santo Antonio ; aborto.
Antonio Francisco de Azevedo, Pernambuco, 50
annos, casado. S. J >s ; espasmo.
Jeronyma, Pernambuco, 60 annos, vuva, S. Jo-
s ; erysipella.
Idelfonco, Pernambuco, 6 mezes, Santo Antonio ;
ni. te.
Carolina Mara da Conceicao, Pernambuco, 28
annos, casada, Boa-Vista ; peneumonia.
Jos Joaquim de Oliveira Badnem, Pernambu-
co, 50 anns, ca'sado, Santo Antonio ; ence'alite.
Jos Antonio dos Santos G>elh, Portugal, 56 an-
nos, casado, Santo Antonio ; cougesto cerebral
Manoel, Pernambuco, 5 das, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Maria, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vista ; convul-
soes.
- 24
Maria Magdalena de Oliveira, Pernambuco, 60
annos, casada, Boa-Vista ; febre perniciosa.
Maria, Pernambuco, 2 annos, Santo Antonio ;
bexgas.
Juao Francisco dos Santos, Pernambuco, 25 an-
nos, solteir, Boa-Vista; 'oriniento.
Maria Montelrode Jess. Pernambuco, 23 annos,
solleira, S. Jos ; pneumona.
Jos, Pernambuco, 4 horas, S. Jos ; convul-
soes.
Maria, recem-nascida, Pernambuco, Ba-Vista;
nascmento prematuro.
Sabino Neves, Paraguyo, 63 annos, solleiro,
Santo Antonio ; congestan cerebral.
Expedir
pelo Ex
Sr. minis
ro presi
til do i
Dr. juz^
900.0000
093*OIH
474*000
360*000
1:050*000
' ftftofSoA ^r A*,BW' na chapa de deputados, quo S. Exc,
c-ora o concii/-so solitario dos amigos, organisou
etn sen secreto gabinete.
Tal derrota, tal derrubada !
a OSr. Aflonso tinha o contina a tor tres altas
preleiiCOes, a de inspector da alfandega, a de ma-
jor em lugar do Zany, e a de deputado provia-
ci.il.
Se elle* fur infeliz as duas primeira como o
foi na ultim.t, ento o que ser do partido corser-
vador f
Morrem todos, nao escapa um s.
Grandes dihlculdalc- se tem encontrado para
nomear-se um promotor interino om lugar do Dr.
Dr. juiz do diYflitJ, depoU dehavjr convida-
CHRONICA Jl'DllllARIA.
i!ii;n \\i. no otitu:iic 10
VCTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 20 DE
JANEIRO DE 1870.
RESIDENCIA DO BXM.-SR. DESEMUARGADOIl ANSELMO
FRANCISCO PERKTT1.
As 10 horas da raanhia, reunidos os Srs. depu-
tidos Rosa, Basto, Miranda Leal a baro de
iruangy, S. Exc. o Sr. presidente abri a sesso.
Foi I ida e approvada a acta da sesso de 13.
EXPEDIENTE.
Officio do secretario do tribunal do comraercio
da capital do imperio, com data de 3 do corrente;
enviando, em salisfaco ao preceito do art. 6* do
cdigo commercial, a relaco dos commercantes
que forara adraitlidos matricula no decurso do
mez de dezembro do anno prximo passado.Ac-
cuse se.
OfjQcio do secretario da junta dos corretores
acompanhando o ultimo bolelim commercial.Ar-
chive-se.
Officio de Joo Ignacio Avila, datado de 13 do
corrente, remetiendo o mappa denionstrativo do
movmento havido, durante o prximo passado se-
mestre, no trapicheAvila, e declarando ler o
mesmo leixado de ser alfandegado desde 3 de
mao ultimo em raso de haver cessado o alfanda-
Siraento cum o fallacimento do seu proprietario
anoel Joo de Amorim.Inteirado.
ffleio do amanuense archivista Francelino Au-
gusto do Hollanda Chacn, firmado de 16 do cor-
rete, communicando deixar de comparecer se-
cretaria por estar rateado parte da mesa de qual
licaeo da parochia do Santo Antonio desta cida-
de.0 tribunal resolveu que se respondesse ao
mesmo, dizendo-se-lbe que se lizesse substituir
c-impetentemente, pois estando como est a secre-
taria redusida a 2 erapregados, v-se por conse-
guinte impossibilitada a dar conta do expediente e
registro a seu cargo, tendo sido como foram pela
presidencia licenciados dous empregados, e que o
mesmo se levasse ao conhecimenlo do Exm. Sr.
presidente pa providenciar respeito.
Jornal Offkial nmeros 2, 3, 4 e 5 do corrente
anno, e 291, 292, 293, 294 c z95 do anno prxi-
mo pretrito.Ao archivo.
Mappas enviados pelos seguintes trapiches :
Barao do Livrameoto Loyo ; o. 26 da ra do Apol
lo ; Ramos ; Armazens alfandegad >s no edificio
Ifandega Velna; nmeros 92 o 94 da ra do
Rrum ; largo do Corpo Santo n. 19; Barboza;
Machado ; largo da Alfandega Vellia n. 6; nme-
ros 3,5 o 7 do sobredito edificio Alfandega Vellia ;
eommerciae; que.se segnem : Diario de Mon'ero
& Correa.Copiador de Joaquim Jos Goncaives
Belirao.Diario e Copiador de Vianna Gnima-
res.-Idem Je J.i4o Luiz 8 dor de Oliveira Filb.> .4 CDiario de Jos Victo-
rino de l-zende 4 CDiario e Copiador dp Do-
mingos Teixeifa Basto i C -He de Mello 4
os segamtas officio, assigaados
r. presidente do tribunal ao Exm.
ia justica (1), ao Exra. Sr conaelhei-
do tribunal do commarcio da eapi-
ao bario da Solada le (I), e ao
direito especial do commercio (I); e
pelo Sr*jBcr3tario, 1 ao conselhMro inspector da
tb-sourarta de fazenda, i ao secretorio da uribu
nal do cammenio do Maranho, i ao presidente
da compaahia de seguros Utilidade Publica. I ao
corretor Francisco Jos Silveira, I ao eorrator
Francisco de Miranda Leal Seve e mais 15 aos
presidentes e gerentes das diversas compaohias e
agencias establecidas tiesta cidade.
Prote>tcs de letras.O escrivo Albuquerque
registrn o ultimo que lavrra sob n, 1981 em
data de 18 do corrente, e o escrivo Alves de
Brito, 1947 na do dia sub-ei|uente.
DESPACHOS.
Bequerimento de Innocenck) Smoltz, pedindo
para ser (aneado no registro publeo o documento
com que proya tar Jos Mana Raraonda recebid
delle a quantia de nm cont de res para augmen-
to do capital da sociedadeRamonda 4 Stule.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Monleiro 4 Correa, parS transferir-se-lhe o
lvro Copiador que perteneera a extincla firma le
Monleiro, Correa 4 C, quera succadera a firma
supplicante.Como requer.
De Elysio Alberto Silveira, para regstrar-se-lhe
o contrato antenupcial e de dote, que junta.Re-
gstre-se
De Domingos Teixeira Basto, para ser registra-
do o contrato social que celebrara com Belmiro
Gomes de Oliveira a Jos Teixeira Leite Basto.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Do Antonio Verissiino Ferreira Gomes a Jos de
Fara Machado, para tambera ser registrado o seu
contrato social. Visto ao Sr. desembargador
fiscal. i
De Jos Joiquim Goncaives Bastos, apresentan-
do a registro a nomeaco de seu caxeiro Antonio
Martins Moreira.Registre-se.
De Jos Ferreira Bailar, de 23 annos de dade,
natural desta cidade, onde domiciliario, e socio
da firma commercial do Baltar, Oliveira 4 C- pe-
dindo ser admilldo matricula de comin.ircante,
e offerece. era abano de sua capac lade legal, um
attestado firmado por Johuston Pater 4 C, Phipps
Brothers 4 C, Luiz Antonio Seque ra a Guima-
res 4 Alcofurado.Vista ao Sr. desembargaJ r
fi>cal. *
De Francisco Ferreira Baltar Jnior, com dade
de 23 annos, natural desta cidade e nella domici-
liario, socio da firma cima mencionada de Bal-
tar, Oliveira 4 C, pedindo tambera ser admitlido
matricula de coramerciante.Apresentou igual
atiesado.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Da Companhia Liverpool and London Globe In-
surance, fazendo ponderales sobre o despacho
que Ihe nao accoitou o deposito vencendo juros.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Jos Bom Silva 4 C-, pedindo que sja re-
gistrado o seu contrato de sociedade.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
Do Adolpho de Brito lavaros Cordeiro. pedindo
que seja registrada a sua nomeaco de caixeiro
despachante da casa commercial de Cuuha Irmos
4 CRegistre se.
De Poreira 4 Reguffe, para que seja registrado
o seu contrato de sociedade. visto terem salisfeito
a exigencia do despacho de 13 do corrente.Vis-
la ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio Furreira Pracn e Bernardino da Sil-
va Co-la, para que se mande registrar o dstrato
de sua sociedale qne girou sob a Orina do Anto-
nio Ferreira Praca & CVista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
De Maicolino Pedro de Suiza Braga e Jos Braz
da Silva, solicitando 4 registro de seu contrato,
que apresentam. sob a Orina Braga 4 Silva.Vis-
ta ao Sr. desembargador fiscal.
De Jos Guilberme 4 C, declarando ter deixa-
do de fazer parte da firma o socio Felisberto Fer-
reira de Olivosa, que da mosmi se relima expm-
taneainente para fazer parte de outra; pedindo
que se faca registrar a saluda do referido socio, o
qual fi;a suie.ito ao art. 7 do contrato de 2 de Ja-
neiro de I8b6, j registrado.Juntera distrato.
De Custodio Antunes Guimaries 4 C, declaran-
do, em curaprimento do despacho de 4 de tlovem-
bro do anno prximo passaJo, que a ocia com-
raandilaria D. Ctetuaniiua TheoJora da Silva
viuva de Manoel Goncaives da Silva, a qual cele-
bmu um contrato com seu lilho Lnii G mealves
da Silva, que foi registrado ueste tribunal "a lis.
71 do livro 5. tomo 9.Como requerem.
De Joo Luiz Ferreira Ribeiro, Joo Luiz da
Costa Ribeiro e Manoel Ludovco de Araujo Leo,
pedindo o registro de seu contrato de sociedade
sob a firma de Joo Luiz Sobrinho 4 CVista ao
Sr. desembargador fiscal.
De Domingos Antunes Ferreira Tasso, para que
seja admittiJo matricula de conimerciante, visto
ter cuinpndo o despacho de 13 do corrente com o
attestado, que aprsente,"dos commercantes J.r-
ge Jacome Tasso, Francisco Guedes do Aran jo,
Luiz J. C Amorim, Manoel da Silva Santos e J s
Jacome Tasso que abona o seu crdito commer-
cial.Como requer.
Da Tasso Irmos 4 C, que tendo cumprido o
despacho de 1) do corrento, pedem o registro da
nomeaco de seu caixeiro guarda-livros, Julio Ce-
sar da Costa Gnimaros.ltegistre-se.
De Manoel Rodrigues da Silva, Manoel Rodri-
gues da Silva Filho e Joo Barbosa de Lima, pe
dindt o registro do distrato do sua sociedade que
girou sob a firma de Silva, BarHosa 4 CVista
ao Sr. desembargador fiscal.
"e Amaral, Moreira 4 C. para que se Ihes d
por certido se Francisco de Paula Lima est ma-
triculado como caixeiro de seu armazem do caes
da Alfandega, e desde quando Assignado, vol-
tem.
De Jos da Silva Loyo, Francisco Ferreira Bil-
lar e Henrique Bernardos de Oliveira, pedin lo
que se Ihes registre o di-trato da firmaJos da
Silva Loyo Filho 4 C Junte procuraco o que
lirmou co no procurador, e declarem os suppli-
cantej Francisco Ferreira Baltar e Henrique Ber-
nardos de Oliveira, a qnantia com que se retira-
ram da sociedade disovda.
Com informacao fiscal.
Dos procuradores fiscacs da massa fallida de
Maia 4 Espirito-Santo, fazendo entrega da carta
do registro da barca Adela-de.Como reqaerem.
De Joaquim de Faria Machado e Vorissimo Fer-
reira Gomes, distrato social Registre-se.
De Joaquim Caetano da Silva o Joo Francisco
Orphao, contrato sodaLRegistre se.
De Genrge Jacob Brumschuveiler,matricula
de cornmerciante.(Adiado.)
Da drecco da companhia de seguros marti-
mos e terrestres Phenix Pernambucana, registro
de seus estatutos para ser admittida a funecionar.
Satisfeita a exigencia do Sr. deserabargador lis
cal, regislre-se.
Sendo urna hora a 3/4 depois do meio da, o
Exm. Sr. pre-idenlo encerrou a sesso.
Jniza por eleicSo.
A Exma lacintha Joventna de Figuei-
redo.
s por devocio.
Os Illms. S
Major Firmino Jos da Oliveira.
Dr. Antonio Epaminnndas de-Mello.
As Exmas. Sr.
D. Lidia de Lirm
D. Maria Aida icredo.
O Illm. Sr. Miguel Archanjoda Silva Braga.
Escrivaa por deico.
A Exma. Sra. D. Maria Car mella de Figaei-
redo.
Escrivos por eleieSc.
Os lllms. Srs. :
Hermilindo Lniz de Carvamo.
Florentino Pereira da Silva.
Escrivas por devoco.
As Exmas. Sras. :
D. Julia, filha do Iilm. Sr. Jos Goncaives de Oii-
vdra.
D. Anna, filha do Illm. Sr. Antonio Ramos.
Juizes protectores.
Os Illms. Srs. :
Henrique de S Leito.
Samuel Mooteiro do Lima.
Francisco de Figueira de Parias.
Manoel do Nascmento de Jess.
Afionco Vieira de Oliveira Maciel.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras. :
D. Mar Petronilla Cavaleiratt Veliez.
D. Antonia Telles de Souza Alves.
D. Leopoldina Carolina de Campos PientzeBaner.
D. Amelia Alves Thenorio.
D. Maria, filha do Illm. Sr. alferes Fraucieeo Lud-
gerio Nunes Vianna.
D. Elvira Candida de Athayde.
D. Maria Augusta Magdalena da Costa.
O cura conego,
Tranquillino Cabral Tavares de Vasconcelk*.
COMMERCIO.
PUBLfCACOES
A PEDIDO.
ao largo da Assernbla n.
Birlo do Lvraraeato
17; e Avila.
Em cada um o seguinto despacha :Confira se]
com o antecedente.
Aos Srs. djpatodos foram distribuidos os livros
ELE1QA0
da pessoas que bao de reger a
testa do glorioso *. doaealode
amarante, erecto na Igreja do
tona Fian na eldade de Ollnda
no anno de l si.
. Juiz.
Mariano de Figueira de Faras.
Escrivo.
Manoel de Hollanda Bezerra.
Thesoureiro.
Francisco Augusto de Menezes Costa.
Procuradores.
Manoel Joaquim Botdho.
Joi.quin Quintino Gonealvej.
Januario Francisco do "Paula.
Mano>"I Alves do Sant'Anna.
Antonio Martins Torres.
O cura conego,
Tranquillmo Cabral Tavares de Vasamcellos.
ELEICAO
das pessoas que *>o de festejar
o glorioso N. Goncalo de Ama-
rante, erect na greja do om
Flm. na eldade de vllnda no
Anno de 1891.
Juiz por eleico.
a Illm. Sr. Marcolino Lopes Clao.
PHAgA DO BECIFE 24 DE JANEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Vssucar da Parahyba3267 por lo kil.
Algodo de Pernambuco Ia sorte1^007 por kil.
Acedes do banco do Brasil 1075000 cada ama
com dividendo.
Acedes da companhia U.ildade Pub:a355f00o<
cada um*.
Diuros verdes3 "8 rs. por kil.
Cambio sobre Londres 90 d|v. 20 I|S por lOOt)
Goneallo Jos.'- Alfonso,
Presidente.
Me.squita Jnior,
Secretario.
Sociedade bancaria
em commandita
Iheodoro Simn $* C,
Compram e vendem por conta pro-
>ria metaes, inoedas nacionaes, e estran-
^ciras, letras de cambio, sedulas do go-
verno e do banco do Bsasil.
Descontam letras da trra e outros li
tulos commerciaes.
Encarregam-se por conta albeia das raes-
nas transaccoes, da cobranza de letras da
trra e de oulros ltalos commerciaes.
lU'ct-b ni qaaerquer quantias em depo-
sito, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Pelourinho n. 7
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Deseo ita lettras da prara tua a con-
/eBciooar.
Recebe dinheiro em conta coirente e a
jraso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
prlncipaes da Europa, lem correspondentes
aa Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo. Nev-
) New-Orleans, e emitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
IlUA DO COMMERCIO N. 36-
Caixa Filial do Banco do Brasil
A caixa filial do Banco do Brasil em Per-
nambuco cm liquidaco paga o 3 dividen-
do das accOes po banco do Brasil inscriptas
resta caixa a razo de 9O00, por aeco.
ALFANDEGA.
lendimento de dia 3 a 22. 982:0531303
dem do dia 24. 5e:2olz087
1,03*. 804*390
MOVMENTO DA ALFANDBA
Totumes entrados com fazendas
dem dem com gneros
?olnmes sabidos com fazendas
dem dem com gneros
84
-----408
248
183
----- 432
(1) Conhecido, seguudo dizem, como palmatoria
dos volhacos, isto d'aquellcs a respeito dos
quaes me tem cabido a vez.
(2) DiveiUmento. Sim. Se o Sr. Lyra emende
que > ha de ser ouvido pelos velhacos pode des-
de considerarle divertido. Veja, porm, quo
peder enganar-se, porque (mesmo em Poijo-Col
vo) o Sr. Joao da Silva Brabo, assim como entro;,
tambera poderaouvi-lo e homem qae antes do
recolher gaiola o casal de apannadores de papa-
capns, sacodio-llies o pello em ordem de mar-
cha. Para obras to meritorias Deus o eonn
com -o sou assalpao no engenho Tp, servmdo ao
publico e tambera a si.
(3) Calumnia. Se mesmo mentira alguma ainda
nao escapou a Elias Emiliano Hamos, come se Ir-
poder imjrestaf calumnias? Para que n>
particularisou o menos um s faeto do tal natu-
reza por elle praticado ? filias, por certo, nao c
sentoria sens fllhos no captiveiro nea se nodera
embriagar at que Ihe falto a taabi nm
facto ha pnueus das praticado.
(4) Est respondido.
(51 dem.
(6) Ikiposta. Eila foi-me da. pondr-
ela nesle flrr, (o do 11 do corrente) com bqnal
lesej seja a prespiite confrontada, ou mesm
com qnalqner dos mil avul
que o Sr. Olympio Josa Antonio Candido i!> '
furtou-se de apontsr o fe 23 de j-iucim do 1870.
Elm Emi
<
Senhores reductores.Com as notas encberUdas
na seguale pulilicacao, de novo transcripta, tero i
ro>pondido ao seu assignante Lyra.
Ao publico.
t 0 Sr. Elias Emiliano Ramos bem conhecido
nesla provincia. (1)
i Podra en dispensar-me de responder ao seu
aranzel, se o Sr. Elias se limitasse a descoropor-
me exclusivamente, atirando-se sobre minha re-
puUqo, e di ndo contra mim o que Ihe pare
cesse ; porque eu tomara isso como nm divert-
ment. (2)
^Mas, o Sr. Elias aventuron un proposijii qne
envulve. o melindre de caracteres superiores a
quem devo respailo, atlribuindo a mim palavras
que as nao profer om relaco ao Dr. Olympio Mar-
cellino da Silva, meu estimado orino ; porque o
que refere o Sr. Elias a respeito das relacows eni
que elle se acha com seu sogro, que sao as mais
estrellas e amiga veis, como ouvido ae mim, urna
calumnia revoltanle. (3)
Desalo ao Sr. Elias a que pro ve o'sen acert
com o testeinunho das pessoas qne eslveram pre-
sentes a allercacao de proposito ptr elle provocada
sobre os habitantes de Porto -Calvo, fulminando-o<
com o seu alto conceito___(4)
c Nao exslem factos nts relacOes intimas com o
meu referido primo Dr. Olympio qne autorise tal
invectiva, parto de urna imaginaeo frtil em af-
irolar geralmenle, visto como, jamis este revelou
resenlimentos contra aquelles que sempre con-
siderou e respeitou, como tenho pleno conheci-
menlo. (o)
O mais entrego ao soberano desprezo ; o Sr.
Elias nao merece reposta. (6)
a Jos Antonio Candido de Lyra.'
i
f


i\
(




Diario de Permtmbnco Tercia eira s de Janeiro de 1870.
3

\
-.
\
I
------------
earreiam boje 25 de Janeiro.
Patacho portugue.Potiiivo~\ntx*l"\.
Barca franceza.4uffwnrtdem.
Itrigae ingiez- doro.
Patacho nmericann-SraonVafarinha de trigo.
ii ngieza~/.>/L'tii<9i. itaportaco.
Vapor brasileiro potbngi, vmdo de Aracaj
r Penedo, manifestou:
478 barricas usias; a Jlo da Silva Faria &
IrmSo.
160 saeeas algodao; a Alvaro Augusto de Al-
meida.
102 ditas dito: a Tasso Irmaos.
52 ditas dito, 74 radios de sola; a ordem.
663 couros salgados; a Saunders Brothers &
Vapor brasileiro ipojuca, lindo di Granja e
portos intermedios, manifestou :
14 saccas algodao ; a Tasso Irnios.
10 ditas dito ; a Gregorio Paes do Amaral 4 C.
ti ditas dito ; a Manoel Rodrigues Cosa Haga-
11 lar.
26 eouros salgados ; a Manoel Claudio Dingo.
tO barricas carnauba, meios de sola ; a Ma-
noel Marques Pinto.
1 garajo peixe, i barricas carnauba, 5 saccas
ilgodo ; a C. A. Sodr da M.itta A C.
8 ditas dito ; a Bento lien & C
19 saceos camarina. 28 mlhos courinhos, 9
mam de sola. 20 couros salgados ; a ordem.
1*>8 meios de sola ; a Antonio Alves de Moraes.
3375 meios do sola, 65 saceos feijao, 10 saccas
algodao; a Joa. Jos de Carvalho Moraes & Ir-
mo.
428 mojos de sola, 3 mlhos courinhos, 20 sac-
ros goiutna, 67 saccas algodao ; a Luiz Gonealves
da Silva & Pinto.
4 ditas dito, 100 meios de sola ; a Francisco
Joao de Barros Jnior.
45 ditos de dita ; a Joaquim Luiz Vieira.
85 dito- do dita ; a J. Buon.
221 ditos de dita, 1 pacote pennas; a Gomes de
Mattos & Irmaos.
5 saceos feijao, 85 meios de sola ; a Fonseca &
Santos.
74 dito* de dita ; a Fernandos & Irmaos.
2,063 ditos de dita ; a Jos Lopes Davin
2,802 ditos de dita, 104 saceos milho, 30 ditos
;om.na, 1 dito cera de abelha, 1 dito peanas. 13
dito carnauba, 3 barrica" gomma, 7o couros sal-
dados ; a S Leilao & Irmaos.
235 ditos ditos, 150 meios de sola, 18 mlhos
vourinhos, 34 saccas algodao, 10 saceos e 1 bar-
rica carnauba; a ordem.
KECEBEDOHIA DE KENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 3 a 22. 30:444*338
dem do dia 24.......10 350*395
Pela secretaria do gymnaslo Provincial se faz
publico que no dia 3 de fevereiro prximo vin-
donro principiarao os trabamos do anno lectivo,
ueste instituto ; e que contina alierta a matricu
la para es que quizerem seguir o curso regular
ah adoptado, ou frequentar as aulas que nelle
funecionam.
Os alnmnos internos pagarouma mensaiidadi-
de 39*000 res, os meius pensontas metade des
ta quantia e sao oorigados a exibir, no acto da
matricula, certidao de idade que nao pode exce-
der a 12 anno*, alem da de vaccina igualmente
exigida dos oxternos, que concorrero tmente
com 5*000 reis, e urna vez salisfeitas essas pen-
sSes, por trimestre adiantado, podero estudar
sua escolha, qualqaer das materias que se ensi-
nam om dito estahelecimento.
Gymnaaio provincial de Pernambuco, 19 de Ja-
neiro de 1870.
Antonio de Assumpcao Cabral.
Secretario.
40:794*733
CONSULADO PROVINc-T*
Rendimento do dia 3 a 22. 142:356*473
dem do dia 24....... 7:133*871
149.490*344
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 24.
Aracajd e portos intermedios8 dias, vapor bra-
sileiro Potengi, de 281 toneladas, capitao Traja-
no da Costa Mello, equipagem 30, carga algodao
e coaros; companhia Pernambueana.
Rio Grande do Sul24 dias, patacho brasileiro
Htlampago, de 241 tonelada*, capitao Jacinlho
Meneaos de Andrade, equipagem 12, carga
11,500 arrobas de carne ; a Amorim Irmo & C.
irdiff30 dias, barca fraoceza St. Mickel, de
196 toneladas, capitao Beanjean, equipagem 10,
carga carvo ; a Saunders Brothers & C.
Navios sakidos no mesmt dia.
Rio Grande do SulBrigae brasileiro Princeza,
capillo Valentino Jos A. de Farias, carga assu-
car e agurdente.
Harcelona-Sumaca hespanhola Dolores, capitao
Marti, carga algodao.
Rio da Prata Sumaca hespanhola Voluntaria,
capitao Bertrn, carga assucar.
'.analBngue ingiez Bditk Mary, eapitao John-
son, carga assucar.
ED1TAES.
Aviso ao navegantes.
De ordon de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia fai,o publico que a barca Pharol que se
.chava collocada nos baixos de Braganca, foi re-
tirada do ponto de sua amarraco, porque esta
tnpreslavel, tendo corrido risco de perder-se : e
que at fazerem-se os reparos, de que ella neces-
sita, estar naquelle ponto o hiate Biachuello, o
qual de da crusar as proximidades dos baixos
e denoitj ancorar, tendo um lampeao. que possa
ser visto dos navios, que se aproximarem em de-
manda da entrada para o porto desta cidade.
Secretaria do governo do Para, em 20 de dezem-
bro de 1869.
Antonio dos Passos Miranda,
Servindo de secretario.
Est conforme,Capitana do porte de Pernam-
buco, 13 de Janeiro de 1875.
O secretirle,
Decio de Aquino Fonseca.
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Da data deste ha tres mezes -se proceder na
sede da comarca de Goyanna a venda em praca
publica deste juizo das comprehensoes do extracto
vinculo de Iiamb, sendo a comprehensivo deno-
minada Engenho Novo, avahada por 50:000*000 ;
a denominada Cumbe avahada por 9:000*000 ; e
a denominada Pangau avahada por 15:000*000 ;
e as escravas Damiana, avahada por 100*000, e
Aquilina, avahada por 200*000, de conformidade
com o edital publicado.
Recife 13 de dezembro de 1869.
O escrivao,
Luiz F. B. de Almeida.
oy
4* scelo.Secretaria do governo de Pernara-
Intco 24 de Janeiro de 1870.
Pela secretaria do governo se convida aos senho-
res que apresentaram propostas para a construc-
rao de urna estrada de ferro para o Limoeiro, a
'omparecerem no palacio do governo no dia 26 do
rorrele ao roeio dia, alim de assistirera a abertu-
ra das mesraas propostas
O secretario interino,
Elias Frederico de Almaida i Albuquerque.
DECLABACOES.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico que neste mez e no de fevereiro
prximo futuro que tem lugar o pagamento, sem
multa, bocea do cofre da laxa de eseravos do
-xercicio correte de 1869a 1870, cujos donos ou
administradores morem as freguezias desta cida-
de e as de fra, a saber : Affogados, S. Amaro
-lahoalo, Poco da Pancha, Varzea S. Lourenco
la Matta e Muribeca; e que findo o referido praso
ser cobrada com a multa de 6 /0.
Recebedoria de Pernambuco, 7 de Janeiro de
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Manta Casa da Misericordia do
Recife.
A Blma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no|dla 20 de Janeiro, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
E6TABELECIMENT0 DE CARIDADE.
Ra ao Calabouco
Casa terrea n. 20, por anno 242*000
Ra das Cinco Pontas.
Casa terrean. 112.....3003000
Aua do Padre FlOriano.
dem n. 45........ 1385000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Vigario.
Pnraeiro andar do sobrado n. 27. 240*000
Ra do Pilar.
<'..isa terrea n. 103, por anno .
THEATR
mnasio Dramtico.
( No Monteiro )
oh a dlreeco do artista
De-Giovanni.
QUINTA-FEIRA 27 DE JANEIRO DE 1870.
(3* recita de assignatura).
Espectculo em grande gala, para solemnisar o
faustoso anniversario da _,
RESTARAgAO
DE
PERMAMBUCO
O programma ser publicado por extenso, ama-
nha e depois.
O reste dos bilhetes de camarotes, cadeirss e
gentes acha-se na casa n. 38 ra Bella.
THE1TRO
DA
CAPCNGA.
Sabbado 29 do corrente principiam os espec-
tculos pasturis sob a direcca > _do artista drama-
tico Pedro Baptista de Santa Rosa. Vae a scena
um GRANDE VAUDEVILLE em dous actos o
mesmo que foi scena no the.tro de Santa Isabel
em 1863, que tantos applausos merecen, aclian-
do-se aberta desde j urna assignatura para 4 re-
citas rna de Santa Isabel n. 13, sendo os cama-
rotes a 8*000 e as cadeiras a 2*000 com o abate
de 20 por cento. O programma dos espectculos
ser publicado com brevidade no quai ir tudo
circumstanciadamente annunciado.
COMPANHIA PEMUMBUCAM

DR
Vareselo costeira oor vapor.
Parahyba, Nata', Maco, ossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acante e
Granja.
*ff\y O vapor Ipojura, eommandante
.*__ Monra> seguir par os portof
aMB cima no dia 31 do corrate as 5hora'
Ja tarde. Recebe carga at o dia 29, eneom-
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at as
! horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio no Forte do Mattwg n. 12.________________
COMPANHIA PERNAMUUCANA
DE
XaTgaco costclra por vapor.
Gomos.
*T\y O vap- r Parahyba, seguir para e
JfAi porto cima no dia 26 do corrent-,
jammi as 9 horas da noite.
R cebe carga, encommendas, pa;sageiros e di-
nheiro a frete no esariptorio do Forte do Mallos
n. 12.
COMPANHIA PEKNAAMBUCANA
DE
\avegaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mandah, eommandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
horas da tarde. Recebe carga, encommendas.
passageiros edfnheiro a frete at as 3 horas da
tarde do dia da sahida, escriptorio no Forte do
Maitos n. 12.
Para o Porto
deve sahir no Om do corrente mez a barca portu-
gueza Seguranca, anda recebe alguma carga e
tem lugar com bons eommodos para passageiros :
a tratar com Soares Primos, rna do Vigario n. 9,
ou com o capitao Carmo.
PARA LISBOA
Pretende seguir viagem, com maior brevidade
possivel, para o dito porto o patacho porluguez
Positivo, capitao Joao Ferreira Bastos, recebe al-
guma carga a frete a tratar cora Marques Barros
& C. no largo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
PARA LISBOA.
O Brigue porluguez Loia i., seguir com
toda a brevidade visto j ter nrompta quasi toda
sua carga ; para o que Ihe falta, passageiros diri-
jao-se aos consignatarios, Oliveira Filhos e C, no
largo do Corpo Santo,.n. 19, ou ao capitao na pra-
ca do Ccmmercio. _________
Para Lisboa.
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Pereira Borges, por ter quasi toda a sua carga
prompta: para a restante e passageiros trata-se
com os consignatarios Oliveira, Filhos A C, no
largo do Corpo Saoto n. 19, ou com o capitao na
praca do Comroercio.________________________
PARA LISBOA.
A barca portugueza Gratidao dever seguir com
a menor demora possivel: para carga e passagei-
ros tratase com os consignatarios Oliveira, Filhos
& C, no largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o ca-
pitao na praca do Ommercio. ______________
Dinheiro a risco
O proprietario e capitao do patacho nacional
Adelina, cempetentemente antorisasdo pelo Exm.
Sr. Dr. juiz de direilo especial do commercio,
precisa tomar sobre o mesmo navio a quantia de
um cont e tresentos mil reis para pagar a Iri-
polacao as soldadas da ultima viagem : a tratar
na ra do imperador n. 12, prinieiro andar, das
10 horas da manha as duas da tarde.
Para o Porto
a barca Flor de S, iimo sahir brevmente, por-
que j tem parle da carga engajada : para o resto
e passagens, trata se com os consignatarios Car-
valho & Nogoeira, na rna do Apollo n. 20.
Porto.
Sitio n. 5 no Forno da Cal.
146*000
150*000
no acto da
Os pretendemos deverao apresentar
arrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
acompannados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa ('asa da Misericordia do Re
cife, 18 de Janeiro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues deSonza
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o da 7 de fevereiro o vapor
Arimos, commondacte o primei-
ro-tenente J C. Duarte, o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qual dever
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sua
sahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob
lectos de pequeo valor e que nao excedam a dna>
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medirlo.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
ca lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sagens s se recebem na agencia ra da Cruz
o. 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Lu7
do Oliveira Azevedo & C.
Na agencia nao se recebem cartas, so
interesados devera leva-las ao correo.
itsco martimo.
H. Selvig. capilo da escuna norueguense Gal,
tendo de continuar sua viagem Lisboa para Bor-
deaux precisa tomar a risco martimo a importan-
cia de rs. 8:000*000, pouco mais'ou menos, sabr
o casco, apparelhos, victuallas, carregamento de
caf, e o nte do dito navio, para pagamento das
despezas encorridas por causa de ter arribado a
este porto : as propostas devem-se entregar em
carta fechada no consulado da Suecia e Noruega
at meio dia de 29 de Janeiro corrente.
Para o Porto
pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portugueza Clqjtdina, de primeira mar
cha, por j ter grande parte do carregamento en-
gajado : para o resto e passageiros, aos quaes
offerece ricos e excellentes eommodos, trata-se
com os consignatarios Cunha Irmaos de C, ra
da Madre de Dos n. 34, ou com o capitao a bordo.
Vai sahir breve a barca Laura para carga e
passageiros, trata-se com os consignatarios Carva
Iho & Nogueira, na ra de Apollo n. 20.______.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor.
Porto de Galliahas, Rio Formse e Taman-
dar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no dia 31 do corrento meia noite. Recebe
carga, encommendas, passageiros, e dinheiro a fre-
te no escriptorio do Porte do Matt->s n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nnvegagao costara por vapor
Macri esc.ilas e Penedo.
O vapor Poleng^ eommandante Mello, se-
guir para os porto cima no dia 31 do corrente
ts horas da Urde. Recebe carga at o dia 29,
encemmenas, passageiros e dinheiro a frete at
as 8 hiras da tard do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Mallos n. 12.
Porto por Lisboa
Com a maior hrevidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e primeira classe, por ter a maior
parte da carga prompta, e para o resto qne Ihe
Taita e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbedo, ao caes da alfandega ve-
Iha n. 2.
LEILOES.
LEILAO
De urna mobilia de mogno a Luiz XV com 18
cadeiras de guarnicao, 4 de bracos, 1 sof, 2 con-
solos, 1 jardineira com pedra, l dita de Jacaran-
da com lampos de pedra, 1 mesa elstica, 1 guar-
da louc,a, 1 guarda vestido, 1 commoda, 1 cama
franceza, 2 marquezdes, 1 lavatorio, 1 sof, 12
cadeiras de guarnicao, 2 bancas, 1 par de conso-
los, 1 cadeira de abrir, 1 mesa para escrever. 1
berco, 9 quadres geographicn, 2 pares de cadeiras
de balanco, 2 pratilheiras, 1 mesa de amarello
cora ps lorniaos propria para jantar, 1 appara-
dor, 1 banca para costura, 1 apparelho do jantar,
diversos objectos de vidro, l mesa para cosinha,
1 dita redonda e muitos outros objectos.
HOJE.
Antonio da Cruz Muniz tendo do retirar-se pa-
ra o Cear far leilao por intervencao do agente
Martins, dos objectos cima descriptos os quaes
sero transportados para o armazem da ra do
Imperador n. 16, as 10 horas, sem reserva de
precos.
LEILAO
de
De Telas stearlnas em ca'xas
95 libras cada una.
.HOJE
II. Oetti&C. farao iero por intervencao do
agente Pinto, de 110 caixas eom velas stearinas,
vindas no ultimo vapor do Havre, em lotes a von-
lade dos compradores, as 11 horas do dia cima
dito na ra do Commercio n. 3, primeiro andar.
De movis, lougas, vidros, ouro e
prata,
COMO SEJA :
Duas mobilias de Jacaranda com lampos de pe-
dra, um excellente relogio com msica, urna
commoJa com secretaria e segredos, ama
dita cora pedra, urna mesinha do Jacaranda,
nm espelho dourado, um marqueziio de ama-
relio, urna estanti para livros, urna cama de
Jacaranda, um armario para roupa. urna ca-
deira de feno estufada, um mesa elstica de
amarello, nm guarda tonca de dito, um tacho
de cobre, urna gamela grande para banho,
om qnadro com urna cesta do cera, ama ve-
neziana, um apparelho dourado para cha, ura
dito incompleto para jantar, salvas, faqueiros,
colneres, casticaes, copos tudo de prata a di-
versas obras de ouro, candieiros para gaz,
livros, 10 caixas viuho do Porto e outros mui-
tos objectos que estarlo patente no acto do leilao.
O agente Pinto autonsado pelos herdeirot e
representantes de heranca do tinado Domingos
da Sirva Campos, far leilao dos movis, louca,
vidros, ouro e prata cima descriptos existentes
no primeiro andar do predioda ra do Imperador
aonde se effectuar o leilao, isto
quem pertencer, de diSrentes bzendas avariadas,
como sejam : brins pardos, chitas, madapol'ies o
estoupa, as 11 horas do dia cima dito, em seu es-
criptorio, ra da Cruz n. 38.
avisos diversos:
As pessoas que tiraram urna quola para dar-
se a sepultura ao cadver do fallecido Juo Anto-
nio Pimenta, tendo encontrado j feito o enterro
pelos Sr>. Joao da.Silva Faria & Irma, delibera-
rain mandar celebrar algumas roissas com me-
mento per alma do referido infeliz Pimenta, para
o que convidara a todos os seus amigos e conhe-
cidos para assistirem a esse acto de religio. auo
ter Ingar na igreja do convento de S, Francisco,
as 7 horas da manha do dia 24 do corrente.
Preeisa-se de urna ama que saiba cozinhar o
diario de urna casa, prefere-se escrava : a tratar
na rna do Imperador n. 12, escriptorio.
Precisase alugar por mez urna preta escra-
va, que engomme bera : na ra Nova, sobrado
ATTEMAO
Fugio do engenho Araripe do Mel, do termo de
Iguaras-, o raoleque Benedicto, de idade, pouco ,
mais ou meiAs, 16 annos, baixo, sec:o do corpo,
bem preto, rosto eomprido e descarnado, pernas .
Anas, ps pequeos e apalhetados, milito ladino e
falla bem ; consta que seguir pela e: irada de
Goyanna: roga-se a quem delle tiver noticia o
fa?a prender e conduzir ao mesmo engenho a sea
senhor, que recompensar bem.
fYSTmTOARCIEOLOGICO E GEOGLUm
PERNAMB.
Tendo o Instituto Archeologico e fieographieo
Pernambucano de celebrar o oitavo annisersario
da sua fundacao no dia 27 do crrante Janeiro,
pela I hora da larde, no sallo da bibhotheea pu-
blica provincial, no convento de Nossa Senhra,
do Carmo. sao convidado' para semelhante eftVito
em assembla geral todos os socios .jue se acha-
ren) no Recife, effectivos, honorarios e correspon-
dentes.
Nao conhecendo o Instituto a sede da" difiran-
le associacoes Iliterarias, scientificas, artsticas a
de beneficencia que exi-tem nesta ridade, ten a
honra de convidar pelo presente cdiaf a cada,
urna de taes associacoes a assistir solemnidada
, do da 27, ou a fazer se ahi representar.
E para conheciinento das corpnracoes ou pes-
soas que tiverem de ornar a sessao com a su
palavra authorisada, aqui se transcreve a ultima
parte da artigo 28 do regiment do Instituto :
Se na sala existem socios ou pessoas ontras
qne desejam ler algumas memorias interessantes,
partecipam no ao secretario perpetuo, para este
prevenir o presidente, o qual d a palavra aos au-
tores das memorias; a loitura de cada urna das
?uaes nao pode estender-se alem de meia ora,
orra nenhuraa memoria ou traba(bo pode ser
appresenlado e lido em sessao publica, >em que
antes seja submetlido a urna commisso de exaine
para isso nomeada. a qual tem voto decisivo sobre
: a conveniencia ou inconveniencia da leitura.
Secretaria do Instituto, 17 de Janeiro de 1870.
Jos Soares de Azetedo,
Secretario pernetpo.
Preeisa-se de um coziheiro que saiba bem
de-empenhar as snas obrigacoes : a tratar no pa-
teo da ribeira de S. Jo~ n. 9.
O arrematante da atTericao do municipio do
Recife avisa ao negociante que tem o seu esta-
beleeiment > aberto das 6 horas da manha s 6 da
tarde, ra do Bartholomeo. n. 67, a vir alTerir
seus pesos, e que nao deixe tic ir para os ltimos
dias, pois nao lao grande o pessoal de caixeiros
que p issa em um s dia serena todos satisfeitos.
Aluua-se urna escrava para todo servico de
casa : na ra do Imperador n. 50. 3 andar. *
O. *3
M
CD ^ V
S"S.o>g'
i s-. A.
c
3
a
o

CJ
AMA.
Precisa-se de urna ama para servico de urna
casa de familia : na ma ao Cabog n. 3, loja.
Afll
Na rna Nova n. 48 se dir quem precisa de
urna arna para ca-a de pouca familia.
A commisso encarregada das obras da igre-
ja de S. Goncalo, convida as pessoas que quizerem
se encarregar das obras dos oitdes da mesm;, igre-
ja, de apresentarem suas prupostas em carta fe-
chada ate o dia 30 do corrente, as quaes devem
ser entregues na praca da Boa-vista loja n. 15 ,
onde encontraro o plano que ha de servir de ba-
se ao preco. ______
O abaixo assignado faz sciente ao publico,
que nao facara transaeco ou negocio algum com
a casa sita a ra do Aljube, pertencente a Samuel
Joaquim de Lima, visto aehar-se dita casa sujella
ao pagamento de ama letra no valor de 6004000
a vencerse no dia 24 do abril do corrente anno
pertencente ao mesmo abaixo assignado, e desde
j protesta contra qnalqner que faca negocio com
dita casa sem que tenha ouvido o abaixo assig-
nado.
Recife, 18 de Janeiro de 1870.
Manoel Luiz Viriies. -
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03
PARA O PORTO.
Dever seguir com a brevidade possivel a
Barca portugueza Novo Silencio, para carga e
passageiros dirijo-se aos consignatarios, Oliveira
filhos & C, no Largo do Corpo Santo n. 19, ou ao
capilo na Praca do commercio.
001PASHIA BRASILEIM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperade
at o dia 28 de Janeiro o vapoi
Guar, eommandante interino o
1 tenente Grembalgh, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devers
er embarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia ds
Nao se recebem como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 5
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
go.
Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros qne suas passa
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
I* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
\zevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
De navegco -costeira por
vapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Coruripe eommandante
Silva seguir para o pono cima no
__da 29 do corrente, ao meio da.
Recebe carga at o dia 28, encommendas, passa
gei rose dinheiro a frete, at as 10 horas do dia
da sahida no escriptorio do Forte do Mattos n. 12
opn
a. 30,
Quarta-feira do corrente as
lo horas ai posto
"iiLid
Da armacao, depsitos, urna balanea decimal, urna
dita de balcao, temo de pesos, moinhode moer
caf, deposito para o mesmo, 8 taxos de co-
bre, 3 caldeiroes, 1 raspadeira de ferro, tinas
para caldas, um torrador de caf com forna-
llia, 2 fornalhas de derreter e retinar assucar.
1 coco para tirar calda, 8 resmas de papel
marca grande, 4 ditas de marca pequea e
mais perlences da reflaacao da ra do Arago
n. 19.
Qnarta-feira 26 do corrente.
O agente Martins far leilao dos objectos cima
perteneentes a relinaci da ra do Arago n. 19,
as 11 horas do dia cima, garante-se a casa a
quem comprar o estahelecimento no caso de ser
vendido tudo em um s lote._________________
LEILAO
N. Danhersser, por intervencao do agente Mar-
tins, far leilao dos objectos dados em penhor em
Ma casa travessa das Cruzes n. 2, vene dos a
mais de tres mezes, sob as cautelas ns. 7, 10, 3"i.
3!', 55, 64, 91, 96, 104, 114. 123, 142, 147, 148,
155, 160, 161, 171, 174. 179, 184, 193, 202. 205,
222, 233, 243, 247, 264, 273, 283, 312, 338, 370,
250, no dia quinta-feira 27 do corrente -as 11 ho-
ras do dia.
Os donos dos mencionados objectos poderlo
resgata los at aorado leilao ou reformar as
Respectivas cautelas.
Em resposta ao aviso do Sr. Manoel Luiz
T raes, exarado no Diario de Pernambuco de 22
lo corrente mez, cumpre-me dizer-lhe, aflm de
que o publico conheca, que devendo meu finado
pai ao Sr. Vires a quantia que me obriguei a
l>agar, e a qual foi declarada no inventario que
proced por fallecimienta de mintn mi, nada tem
por consegainte o meu predio, urna vez que ha ura
predio do casal, no qual est incluida esta quan-
tia que o Sr Vires tem direito no dia de sea
vencimento ; prtanlo eonlie.condo o publico da
verdade desprezar tantos protestos sem funda-
mentos.
Samuel Joaquim de Lima. ____
I *
a. 2
I*?
T 7"
*0
Moleque
Precisase alugar um bom molerme e paga-se
bem : na ra larga do Rosario n. 44.___________
O advogado Francisco de Paula Peona conti-
na no exercio de sua protisso, ra do Quei-
mado n. 29, onde pode ser procurado de 9 horas
da manha as 4 da tarde.
Precisa-se de urna pessoa para earregar um
caixo com miudezas e para vender pelas ras,
escravo ou livre : a tratar na ra da Iraperatriz
n.74._______________________________
. JSOCIEDADE MONTE PI POPULAR
PERNAMBUCANO.
De ordem da directora convido a todos os Srs.
socios que estiverem atrasados em suas mensali-
dades, para virem satisfazer os seus dbitos, tendo
em vista o art. 56 i' de nossos estatutos.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 24 de Janeiro de 1870.
Candido Jos de Goes Telles,
Secretario
l_y
Bahia
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tacho ingiez J. Bowley, recebe carga a frete com-
ni.'do : a tratar com os consignatarios Leinpson
Duder & C.
Precisa-se de um es<:ravo| que entenda de
padaria para a padaria da ra da Florentina n. 3.
Na mesraa pre;isa-se de urna ama que saiba cozi-
nhar e engommar.
Precisa-se de um caixeiro com pratica der
taberna : na rna da Penha n. 33._______________
Na ra da Alegra n. 30 precisa-se de nma
ama para comprar, cozinhar e engommar, para
pequea familia, prefere-se escrava, e paga-s
bem agradando.______________________________
Precisa-se de um amassador que s obrigua
a entregar paes fregaezia : na padaria aliomaa,
em Santo Amaro.____________________________
Atagael.
Aluga-se a toja do sobrado por acabar, tendo
travejado confronte ao hospital Pedro II, nos Coe-
Ibos, muito proprio para qualqner estabelecimentc,
tem porto de embarque junto da porta : a tratar
na ra do Mondegn n. 13, olaria.
Alugam-se dous eseravos | ara naballaren?,
dormindo em casa do senhor, sao carroceins e
trabalham em todo o servico por estarem acostu-
mados : a tratar no Arraial, sitio de grade e por-
to de ferro, defronte de nm muro e mangueiras.
AMA DE LEITE
Precisa-se de urna ama
Vigario n. 26, Io andan
de leite: na ra da
Na ra da Penha n. 11, 1"
urna escrava para todo o servico
familia.
andar, aluga-s?
de urna casa d-
LEILAO
da metade do sobrad de dons
andares da ra da Guia n. 99.
Quinta-feira 27 de Janeiro ao meio-dia.
Por intervencao do agente Pinto, m seu escrip-
torio, ra da Cruz n. 38. _^^^
LEILAO
DE
Fazendas avariadas
Quinta-feira 27 do corrente as H horas em
ponto.
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
PORCELANAS
Apparelhos de porcelana branca com-
pletos para jantar com 282 pe?as a 180$
meios ditos ditos a 90$, e apparelhos de
ditos para cha e caf com 34 pepas 16$
pratos de porcelana branca para mesa a
5$ ditas para sobremesa a 4$, guaeni para lavatorio de porcelana branca com 6
pepas 6$ e 8$ e muitas ontras pepas qne
se vendem por eommodos pi'epos e garan-
te-se a boa qnalidade da mercadoria.
MA M111ATRIZ l S. \. il_
AO \mi DE OURO
RIJA
EO
DE
Este importante estahelecimento no sen genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qnalidade e do prepo das joias cada nm pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos mnito ele-
vados.
A loja est."aborta atfi s 9 horas da nonte.
___a
CABOG
esquina
dahua larga do]
Rosario,


1
Diario de Pfernambuco Teca-Jeira 2$ de Janeiro de 1870
!
INSTANTNEOS
Tra\essadoCoipataBton.25
ARMAZEH
Ra Nova n. 38, toja.
Bandeira, Machado & C. aviara ao rwpcitavel
publico que nos lugares cima encontrara nomos-
mo sempre grande qnantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualqoer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vanlagens quo offerceem os pocos instanta
neos mo : jaimataa, pitorroun anllnaadaa dan
tro de casa ou fra, rom o trabalho de urna a duas
hocas; segundo, foruecerem os mesmos agua pu-
ra c abundante, podeudo seren removidos de um
para outro lugar, quando asiiu coiivier.
Os nnnnncitileB sorecobvrlo a pDancia dos
referidos pog. sdjlpuis de col tocado, sajistazendo
especlativa lo comprador. _______________
Ls?ti-U23l-B
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o. 9:re o P.
HALDA
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O

i
os

era
Nao mais cabellos broncos.
A tintura japoneza para tingia os cabelle*
la cabeca e da barba, foi a antea admittkb
Exposi\o Universd, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacos atf
hoje existente*, sen alterar a sade.
Vende-se a 1;$0G0 cada frasco na
Rna da Cada n. 51.
1. andar.
"Hospital Portuguez
de Beneficencia.
A junta administrativa do Hospital Porlupuozde
lienoliceneia, roga a quem se jul^ar credor do
njcsiiio hospital a aprescnttr a sua cotia at o
da 15 iln eorronte,' ao respectivo esuoler, para
ser in continente |ii|.
OSr. Antonio Poreira do Souza digne-se
toraparecr na luja do Paseo a ra do Crespo u. 7
i negocio que nao ignora ; irlo com urgencia.
usTfeliz
Aos 20:COO((SOOO
\o Elecifc arco ta c:oncei? a. *
0s abaixo as-itaiados tendo-se habilitado ni
onna das luis, lera exposto a venda os seus feli
es billietes das loteras do Ilio de Janeiro, na cas;
icima, aonde se paf aran as sortes que sahiren
109 mesmos Inrnetes, com o descomo somenti
la le.
PNEGS.
Bilhcto inlL-iro 24*000
lleras 12*000
QuarlLj 6*000
E de lOd* para cima a 22 o billiete.
l'icuoiredo & I.iiii'
Joaquim Jos Gon-
palves Beltrao
UA.-D0 IftAPICSE N. i7, 1. ANDAi
Saces por todos os paquetes sobre o Ban
jo do-Mitiho, em Braga, e sobre oa
es logares emrPortugal!
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimare?.
Goirobra. *
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]FamalicIo.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Na praca da Independencia n. 33 so da di
iheiro sobre penhores de ouro, prala e pedra.'
.reciosas, seja qual for a quantia ; o na mesnu
asa se compra c vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda o qnalquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer concert tendent
i mpsma arte.
GUSTAVE
CABELLEIBEIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a alinelo dos seos innmeros freguews, e do respejtavel poblftc t
geral, para a seg'iinte tabolla dos precos de sua casa, os quaes s3o Tihte'por cemti
mais barato do que em ootra qualquer parte:
Cabellaras para senboras a 25$, Cadeias para relogio a 54, 64,
305, 350 e......400000 70, 80, 90, 120 e. .
Ditas para hornera a 350, 400 e 500000
Coques a i20, 150, 180, 200, Corte de cabello,.....
r 5,.tj Crescentes a 120,150, 180,200, ... _
250, 300 e..... 320000 Corte-de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, n, cliampou. .
pu ia < oa IAjtAnA Corte do cabello com hmpeza da
R0, /O, 09, me. 100000 i
Tranca de cabello para annel a cabe?a. Pe,a "china clectrt-
500 e. .... 10000 ca, umea cm Pernambuco. .
Tranca para braceletes a 100, *'***> inS,eza **
150,200,25 o. .... 300000 Barba.........
ASSiGNATURAS N1ENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soircs
O dono do estabelecimento previne s Recnmmenda-se a superior TINTURA' *\
Exmai. Sras. e aos cavalheiros que ba um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
|s*par, t.m d. caldos o **^ytS*SL? &&
sim como um empregado smente oceupa- latil. analysatla e approvada pels aad*
do nesse servico. mas de scicncias de PARS E LONDRES
150001
504
t0
10004
r.iM
COITRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora.estabelecid;
testa praca, toma seguros martimos sobr>
aavios e seus carregamentos e contra fog
m edificios, mercadorias e mobilias: j
roa do Vigarion. 4, pavimento ter er>
. PreL-isa-se de um cnziiihpiro
L0J4 DE JOIAS
liB
&c
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
aa de servir vantajosamente os seus fre-
^uezes, visto que acha-se prvido com um
xilendido sortimento de obras de ouro e
.rata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras podras preciosas, -ujos precos sao os
iaais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
e em troca ou compram-se com pequeo
a bate
N. 5 Ml\ DO CABUGA Al. S
CABEIXEHUtRII"
lm casa de THEODORO CHRISTt
i.NSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-s
iSectivamente todas as qualidades de vinhi
tnrdeaux, Rourgogne e do Rheno.
1
BN 82-RUA DA 1MPKRATRIZ-N. 82
Bg Odilon Duarto, cabcllelreiro, tendo se
S| desdedido da rasa de >eu runhado o Sr.
3 Carlos Dubois, onde trabalhon wt espa^
^S de dez anm<>, acha-se estabelfci'lo com p
* casa de cabelleireiro ra da Iinpcratriz g~j
"3 n. 8, prompto a saiisfazcr qnalquer en< Wa
^ connnenda tendente a -ua arte. tej
Pr cisa-sc do um uomcm portugnez pam
feitor de engenho ; a tratar na ra da Cruz n. i,
Io Mular
Ra do Commercio n.
5.
Jos Francipo Ribciro de Souza, direc-
hir d'esse insliitiio do educago e iostrtic
cao. faz s.iente ao respoiiavel publico i
partiiularmenie aos pai3 de seus. alumnos,
que a reabertura das aulas de inslrucQo
primaria c secundaria tora lugar em o dia
10 dn ailante.
O programma do ensino ser de confor
midade com o decreto n. 4430 de 30 de
outuhro de 18G9.
Admiti alumnos pensionistas, meio-pen-
sionistas o externos.
Preri.-a-se"
Ihos n. 28.
de um rriado : na ra dos Coe-

Jos da Cruz Santos e seus (tinos menores con
vwlam aos seuspaivnlos o amigos para a^stiiretn
a celobracao de aigumas missas e memento, que
mandan) resar na igreja da vencravel ordeo ter-
eiia do Carmo fiesta cidade, pelas 7 horas da
inanhaa do da 28 do crrente, por occaiao di
primeim inui versar io do fallec ment de sua sem-
pro chorada esposa e mi D. Fraqeisca Senhori-
nha de Odveira Santos, c dffltde j dirigem >eus
sinceros agmdecimenlos a todas aqnellas pessoas
que se diguarem prestar esse oflftcio o caridade,
recommetidado pela nossa santa religio.W
Convidam a qualqunr Rvm. Sr. sacerdote que
se apresentar, para celebrar, segundo a intenc^o
cima, na p ferida igreja dn Carmo.
Ao publico e corpo do com-
mercio.
Miguel Joaquim da Costa 4 C. fazem sciente
qoe nada dewn nesta praca, e e alguem se jul-
gar credor, sirva-se tirar sua* contas para serem
conferidas e pagas, no. praso de tres dias, assim
cmno scieatifirain que vendern) o e^tabeieciroen
to que tin am na ra da Senzal; nova n. 4. fican
do assini iitineta a firma cima. Recife 22 de
janeir de IMO._________^_______^
Precisa-sc de um "aixeiro de 18 a 20 annos,
de capacidade, que de tiador a sua cinducta, pois
na" se importara dar um boni ordenado : na ra
do Principe n. 40, Boa-vista.
ia ra do Imperador n
un cezinheira '
73. 2 andar.__________
Precii-a-su alugar p t inez urna preta quo
mgomine bem : na ra Nova sobrado n 30.
DAVID WILL
Precisa Bf alogar cmn brevidae por _mi-zes
ou por anno, urna casa em Apipucns, que nao seja
na povoaija), ou na Torre, peno da estacao: a
tratar na ra Preciosa ublicapao
jurdica,
Commcntarndo Odi Commeral Portu
guez e lirasiliro.
Vende-se na luja da ra do Crespo n.
23 A esquina fia do Queimado. a impor-
tante e moderna obra sob o titulo de an-
nota ales ao cmliijo do cemmercio por tugue i
em 6 volumes pelo Exm. Sr. conselln-iro
Dr. Diogo Pon ira Forjaz de Somiwio Pi-
entel, Iftic cnlb-dttico na universidad!
de C'imbr Os subidos crditos de que
gi.za muito mi i cidam^nti aqnelle exiuin
commiTcialistn por si so bastariam para re
fnmmendar trio importante obta, quando
nao concprrcssejfliiB pan< isso a grande
wntagem de ser um ptimo commentario
ao cdigo commcrcial brasileirn (na falta
absoluta que ha de qua quer nutro) pela mo-
ima bomoaencidade de entre muitas das
pas dispusieses, e as do mem onado cdi-
go porioBi, qye be servio je texto.
(oirei pressurosos, distincta miidade
dn 'i. anuo da Faculdade de Dircito desta
cidade e notaveis jurisconsultos, a prever-
vos desse poderoso auxiliar para vossos
H ababos da sciencia, e pelo preco ommodn
de 205. toda a obra em 6 vol._________
iuhlittic |>ub leato lllierarca
sob o iltiilo de Hemori lo
Efioui Jess do Iloule, cm
mega.
Aiha-ne wnda na loja da roa do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Queinwdo a pri-
morosa Memoria do Dnm Jmt$ do Monto em
raga, ornada de gravnras finas, segundt
ediejo, obra da peona de ouro do mui Ilus-
trado, lente da universidade de Coimbra, o
Exm." Sr. consHheiro Dr. Diogo Pe re ira
Kurjax de Sampaio Pimentel. Quera tiver
noticia da extraordinaria devocao que exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
ssima imagem, ajDQindo >empre para o
sea magestoso templo em rom na o nume-
roso povo de todas as panes desse reino;
qnem sbober avaliar as brilhantes descrip-
ces, e o bello estudo daquelle consumma
do jurisconsulto e eximo litlerarioportuguej
o3o deixar de procurar, quanto artes pro
ver-st de um exemplar da dita memoria,
pelo diminuto preco de 30, na loja ndica
da, onde ha pequeo numero bellas.
Na mesma loj.. cima ha onlras estampa,
mnito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Jess de Braga, por preco commodo
Participa aos senhores propietarios de engenbos, quo aconteceudo faltar-Htoi
igoa ou anitnaes pira a moagem durante a prsenle safra, elle tem vapores prpTrfplo
>ara assentar, sem aecisar de obra nova ou demolido de obras existentes, e qut-
)de botar taes ngenhos a moer oilo dias depois de cstarcm as pecas do vapor m
'ngenho, gar.mtindo-ge o tralialho.
Fnndirao, rnn i\o Brnm n. 52, pascando o ehafariz.
AGENCIA DE COBRABAS
BAtnRO DE >'.NTO ANTONIO.
T>t Mtrtita itn Roxrrrin n. ti, l mftm
eilrt-eior
LEO>LDI\) AXTOXIO DA FXSEfA
Ncste rsciipt -rio ocrbf'ms*' pr
>::( coes para ci branca de ndena.! e
c{5 guias, ||qnidai;3o de cootas de p
de pessoas do
centro cmn otttras desta prtfa, bem assifn
de arrendamento> de predios, para a^ert
cia de catisss civeis, rrime, com
ciaes e epcle-iaslicns em qne s"j n
sorio coiisttntr os mais concoituado.- ad-
icr
v. volados i: prccuradi res qw uv>llv i
m' | $S rantam os diieitos das parte : rav,i :Vl-'55?
ttj xk licitar ttulos o v ct'Y~
-.) manda-Ios vr da rOrto, etc.
' % Das cohriinMS o f^mpraa liro as.J
qnanilas lie,".idas .'i %, o sobra o mais
S5 medanle i revio jrj
sK As entregas ilc qua squer enofnnieu^
' -n.- oro-
(j5 prios tkiifis pessoas per estos aWorisa-i y.,.
j? das em cartas de >C cihos leja I mente pasfados. ^
,Q CURSO PR PflKPARAfORIOS
i:-vi.i:-iv!
;-] LVCITA. 1*HTITCI7E%A.
*f Ra da matriz da Boa-vista n. 2^.
Mensafidade C5000. Pi?
y
[\a Iravcssa da
das Cruzes 11, 2, pri-
^ oieiro andar, da-se di- |
m Aelro solrc penhores i
de ouro, prata c brlhan- |
H les, seja qaal for a qfian-
lia. M tmm isa m\-
'M ftm-M OS nit'ssios nie-
i \m c [)8('s;;.
wmmmmmmtemwmL
FM CAPORAL.

t:^
Chfg.iili ptlo ullioio paquete.
Marca aGivelle
Livraria francaza.
CASA
DE IMPOBTACAO E EXPOBTACO
J. IIIUURG
Escriptorio. ra do Vigario n. 5,
mniii
! ANDAR.
Pode-se
filil
s*ILS
i

AS-
B S
0
i 9
Telesphoro Marques dif Silva Jnior nao pu-
dendo despedirse pessoalmente de todos os seus
amigos, o faz pelo presente, offerecesdo o seu di-
ii ino'o prestimo na cid te da Fortalesa da pro-
vincia do Cear, onde vai residir._____________
EscravHS fagdas.
Fugiram na nonte de 44 do crreme, da casa
de seu senhor Da povoaclo do Monteiro, as par
das sepumle :
Mara de 25 annos de idade, baixa e gros do
ftirpo. nariz chato, cara larga, tf-sta estreita, bei-
pis finos e cab"llos cortados r ntes, do mesmo dia
peta lie se suppoe que tenha amarrado algum
lenco na cabeca.
Anua de 16 anno de idaie. de eatatnra regu-
lar, tem os cabellos cacheado^ e nit muito com-
iridos, nariz chat", cara larga, testa estreita, olha
um pouco de e-gudha quando responde e d um
tanto sorda do ouvido ireito ; esta ultima est al-
guna colisa paluda.
Levaram ambas vestid" s broncos e.a mai bai-
xa urna saia com fuodo branco e palminhas en-
carnadas le-botadas, erm Garbaldi da mesma fa-
znnda, um chale de fundo aiut eo ftir1. Am-
bas levaram calcado, a mais aha sapafcw d* roa
m de lu-irf e mais liaixs hoMna* den uro pre-
M de ennar. Desconfa so que e u pr..n sta-se proceder cora todo rigor da a quem
a bonwr homUiad.
Qui-iu a- appfefaeader, on di?r ootirla no targo
do Cor^y Sanio n. 19, sera b. ra recompensado, j
Aos dpnos de obras e mestres pedreiros, que
nao eomprem materiaes sem irem visitar a olaria
da ra dos Prazeres n. 50, de Jos Carneiro da
Cunha e verein a superior leiha e lijollos de to-
das as qualidades do bem afamado barro denomi-
nado do Taquary, por menos 5,4000 reis o milbei-
ro do que em outra qualquer parte.
Precisa-se fallar na ra do Crespo n. 17, a
negocio de interes-e, com os Srs. Jorge D weley.
Francisco Peroira de Arruda Cmara (senhor de
engibo).
foireapandenci de ortugal.
Os abaisos assignados previnem aos senhores
aisignantes desto jornal quo de jaseiro prximo
futuro em dianle a dlstrrbnicao ser feita no largo
do Orpo Santo no cal do Sr. Pestaa, omle os
mesmos senhores asignantes mandarao pagar des-
de j a assignaUra do ano prximo tiOOO
por 21 m meros contados do numero quo rondu-
zir o paquete de 28 do Janeiro prximo futuro ao
de i'k de Janeiro de 1871 Nninero avulso lOOO
reis. Os recibos sao io pressi-s e firmados pelos
baixos aseignados. A distribuico do jornal pi-ra
os as- ignanles s se lar a aquelles que leiiham
j pago ma anniialidado.__________________
'COLJLKCilO
DO
m mo di mi
A directora desso collegio, Josephina Benvindi
da Cunha Souto Maior competentemente, habilitad;
pela diectoria geral da instruecao publica, avls;
ao respeitavel publico, que acha-se seu collegii
estabelecido ra da Impcratriz n. 03, cuja ma-
tricula abrir-se-ha a 10 de Janeiro prximo futuro,
e ol -rece seu prestimo aos pas de familia, asse-
veraudo-lhes seus bous deeeos, quer a resp.iito di
ensino, quer da educaco de suas fillias. O pro
gramma das estatutos 6 leitura, escripia, arithme
tica, syslema mtrico, (ragua nacional, francez
geographia, msica vocal e piano ; para o qui
haver professoies e professoras compeleiiiemeiib
habilitados. Tambem se ensinar bordados, flore
de varias qualidades, inclusive as te cera, e danss
Casa de commisxo le oscravos.
Na antiga casa de eommissao de eseravos, di
abaixo asignado, ra do lm|>eraor n. 43, conli
nua-se a nceber eseravos por eommissao, tanti
do mato como da praca para surera vendidos,
garanie-se o bom tratamento e prompta venda
para o que se emprega lodos os esforcos afitn di
satisfazer em ludo s pessoas que o quizerem hon-
rar coa sua confianca. N-.-ia ca>a ha sempr<
para vender eseravivs de amos os sexo-*, velht* <
mofaos, assim como ha t da siinraiie para os ter.
Antonio Jos le Souza.
Bichas hamburguesas
Neste novo deposito recebe-se por todos paque-
tes trauslanticos hixas de qualidade uperior, ren-
Je se em cai.xa ou porcao mais p-'jtiena e .
bacato de qoe Ca lea do lieeife n. M. andar.
IMPERIAL
INSTITUTO
\. i 00 BOH
Machiitista e foguista.
Precisa-se do serralheiro ou outro que entenda
de machinas a vapor para tomar conla de una no
engenho a fallar na ra do llrum n. 32, passando
o ehafariz, fund rao do Howinen.
AMA
Na rna do Codorniz n. 8. precisa-sc
ra a que saiba co-inbar.
de nm;
CASA DA FORTIM
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
k roa do Crespo n.$3 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
ras sortes, ura meio n. 3187 com 4:000* da
lotera que igreja de Nossa Senbora do Amparo da cirade d-
Oiinda (134*) convida aos posraidores vireni
receber na conforraidade do costume sera descon-
t algum
Aimam-se a venda os felizes bilhetes da 14
arte da lotera beneficio do patrimonio dos
orphaoe (133-j, que se exlrahir sabbado 29 do
correnta.
Ptecos. .
"Os do costnrr.
_______________Mannet Martin Fi"*.
Precisa-se de nm menino pequeo com pera
tica ou sem ella para taberna : no pateo da Pe-
nna a. 6.
Casa para alugar em Olintla.
Aluga se por ura anno pago a liantado, a casa
n. 3 da ladeira da Misericordia, nm 3 sallas, *
Cuartos, cusinha fra, terrado na frente, e no fnn-
o com assentos do pedra e cal para grande fa-
milia, e bom quintal cercado, muito fresca e ex-
ceilente vista. Quem quizer prevenlr-se Iojo di
casa para passar a festa vindonra, evitar dar a
esse tempo um preco fabuloso por urna cas*
naquella apprasivel cidade, visto c une de espe-
rar grande concurrencia de novo para all em
eonsei|uencia da condueo fcil pela estrada de
ferro que l deve estar esse tempo: qnem pre-
tender dirija-so mesma casa, ou ao largo do
Terco n. H. ____
AMA
Precisa-se ds nma ama para comprar e cos-
nhar r na da Cadeia n. 29. 2" andar.
IIUHX
O bacharel Antonio Columbano Seraphico V
tsss Cnrvalho hoje o proprietario o direen-i*
desse instituto. Prctendendo dedicar-se cxcIum
vamenle, ecm lodo relo e solicitude aos traba!!*. -
proprios dessa profi.-sao, espera quo ns pas di-
acttiaes colligiaes o honraiao cora na ronaapi,
e hem assim'que acolhero o sen eslabelecimein
ai|nelles que. | reei-arem do collegio para educacio
de seus filhos mi protegidos, certos de que o ar
tual director se esforcar nao s para manttr
hom nomo e, crdito, quo desde muitoa annos fora
o referido Instituto, como tambem para imprimir-
Ihe iiiivns melhoranvntos.
No dia 7 de jan+iro do anno vindonro lera lu-
gar a abertura detodas as aulas de instru
primaria e -ecundariaj___________________
TNICO DElSIC.
0 Torneo tlsuc que hoje aprsente ao pnt''
depois, pirm, do um severo exame t de reiterad;,
experien-ias, tendo a certeza de que possiic'oia
^uperlllridade incontestavel a todas as nutras prt-
paracoes, que at hoje leem apparerido, ren
menda-se por sua boudade, c peio brilbanto lu -
tro que produz nos cabellos, tirando inmediata
mente todas as caspas, o coceras, fazendy com <|
appareoii era bom estar impagavel.
Usa agua compde-se de substancia cuidadi -
me :te escolhidas, purificadas, e confeccionadas
cora o maior cuidado, e alm disto .'ombinada.-
inodo tal a d'nr-lhe urna ac elBeaz. consoladora e benigna.
Derrama-se esta agua na cabera o esfreea-r-
levemente ; iinuiediatamente fic.ira os catTcll
limpos e coip um bnlho magnifico.
p s Sonifute ha venda em casa do anlor,
AMBWS BfifaSC,
caMIetreiro, ra do Crespn. VA, prime ir
andar.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite: na ra do II
piejo n. 38.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier m
'-g. tem o seu consultorio na ra das Trinxei-
I ras n. 50, t andar.
ATTENCiO
0 abaixo asignado partecipa ao resneilavr' r
liliri, i-......spi-cialidada ao cosjw do co-nn ei
que ne>ia illa tem jirsu e e intratada a lah'-r i.i
sita na ra de Jo3o Fernandes Vieira n. 41 ptr-
tencente ao Sr. hx Marques de S >nza Cnntin(['.
De ordeui do Illm. Sr. presidenta, conei- ISvre e de- do os Srs. so i. s a n w ire.n-sc em ass.ra- quera m uigr ^jg-W**^
bia geral qoarta-f,ira 26 do correle s 9\^^!ES^*V*
1/2 horas da tai de no salan do t.lBb P^r-jtHr ,tt<>n>1i naiuhuiaiio para a aoprovacSo do rigurino
proposto pela direcloiia.
Outrosim previii"ansSrs. socios qne de-
ver3o n ssa occasiSo apresentar gu-s pro-
po tas r esse n ntido para ser* ra sujeitas
lompeten e discn>>n.
Recife, 21 de Janeiro de 1870.
% O Io Sfi-riario.
J. tuimurSet.
?er depois do praso.
MI Gervazio te Que/ropa.
Ama
Precisa se de urna ama para
da Ca lela n. SO._____

cozinhar : na ,
~~ OrT Antonio Pereira *
V S. comparecer na loja do Pasw, rna d"- H
p,> n. 7 a negocio ja Ihe diz respeito, I
urgencia.
P
is



V
Vv
*>
l I
k
iario de Pernambuco Tfrc_a feira 25 de Janeiro de 1670.

NEGRA
-o
J
LOJA DAS MACHINAS cif uoIciS
BASTOS
r, fi^i^i J^fT** qua(nt,dade das verdadeirasTachinas americana
ra desca ocar algodJio de lodos os systemas e tamaubos sectales :
MACHADO & C,
la com o bom aecohimanto que t-'ive
A A GUIA NEGRA animada com o ora aecomtmanio que tue cm seus a
aos, vem novo participar a seus frepuezes que. araba de receber ura variado sorti-
muito de-ol.jeclob de gesto os qtsaes serio vendidos por precos muilo razoa>eis, pois
qiMRda fez os seus primaros anuncios, fui o que assegurou. c Sfin mdo de errar.
porque como ja dase osla mteresses ligada a urna casa importadoradcsta piaca..
pui iv.o podera ter todo especial e vender por precos admirareis.Chama pois a alten
.aa de seus fregoezes para os aritgos possa descrev
afros com'o lampo de mar'fim, .nadre-
l serras
1 i dilas
ditas
ditas
dilas
dilas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
W
M
18
20
22
26
30
35
40
seguintes
12 serras
ditas
15 ditas
1G dilas
iS ditas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
35 ditas
40 ditas
fl-M EuIhWISTA KELffilM
Espec afnenle
Dedicada u materias du CouciUo Geral Ecumni-
co do Vaticano.
Publica-?,- munsalntente om Lisboa
.\ssignalura pata 12 numera
6$0U0.
Livraria franceza
_ Ra do Ce.spo n. 9.
AMA
ver
penda o tartaruga, proprios para missa.
las vazias pi-i'pnai para presentes
consa de gosto.
Indjspensavis Je palinha c de couro pro-
prios para senboras e meninas trazer nos
ora.; us.
Binculos di madieporola, marflm o tar-
tartTTa lodos esmaltados.
Cintos largos de setim, coasa inteiramon-
te nova.
U.n variado soitiments de cliaruteiras t
palliteiros de porcelana,
Tentos para vollarele.
Bengallas con marfim, cousa especial.
Sal)oriP!'\s de alcatrao.
Cifres do folbas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um compiel > sortiinento de uvas de pe-
lic,
Talagnrce para bordar.
Um completo sortimento do enfeites de
'^e9se/endem Pr Pre,Cs commodos e roga-so as pessoas que deilasflzeram en
;omraendas de aiguns laraanhos, obsequio de as tartrea busca-las o mais breve po
uve I anm de n3o baverem faltas. p
RA DA CADEIA N. 56 A
i.2 ifs
as ai
Filas do sarja de tolas as cores o largu-
ras p ira lacos.
loicas, sapalinlios meiaa de S'da emals seda para vestido
Pe!sr.. o Jffi?2: Perfumarlas de todos os autores os mm
ti t do i o! vi |,nas para atniiMf* e,n n*^tofc ^"M *
. e finalmente oulros muios abiertos que nr
s vasos com po do arroz. possivol mencionar ; mas com a vista sf
cimento.
C =>
_, r- =
O O .i U O J CJ
Mis
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3'3.1-ata
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celana.
Aguia Negra, ra o Cabug n. 8.
TFJLHO
V- i
a
C-5
^
z &:.

3 5*3
BE3FE A' AF5PUCQS.
A e;qaeza leudo resomo alterar osys-
i da venia dos biilieles para pasagem
ios tr.ms, por meio do presente avisa ao
rtAitaio!publico (nodo dii l.'Me marco
pxmm < vindouro cm .liante nao sero
vendidos bUbctes nos lieos, os quaes de-
vem ?6r cqojpsados as diversas estacoes.
Collegjo de 8. Ffancie o Xa-
vier.
Ai S 3 da faverairo m da S. Francisco Xavier (ra du Huspiciu n
-N'n iniuitii de fornc-er m* alumnos aa coninio-
iji''a < ;<: iiilii ;, ciin.rKi ,)e si'is uini'ia^ o
iiiriri r il'i'si: i-olli^io i:a!i ivruuu aiile o grande
aogmenu- de dnpuel pelo araraMrinia>cisiaeni-
vil di edifieio, alenladu di e.-|jeranea de um niab
rjsonho pur?ir.
Alm de mais aula?, espaeo-as o liem arejada*
ha um -alan para o esludo particular dos alum-
nos, nnde cada iim deiles lera a pa banta r m
pyela para guardar livn.s e papis;uro ampio
(jpinlal cun paleo e jardira para o recreio e osjn-
gna pyninasiieas. Odormiturioacha-sena suload
) as melhores cundieoes hygicnioas, a cabein
Que do dia I." de nuivo .mu (liante co-
mee irj a cm\r um trrm de carga accom-
------__ ....ipoza
o nypiei] como da docencia. Mohos oikhios-
nle s de reirele, casa de p.rteiro. cusila ama
panfiailo por nm Vaao de -1 "chsse'Vru".'!'?''S m"delln!'^ fcniaria o offlrinas .le mar-
^ra ciiieui. o allai.iie completam ,. servieo material.
in para na alumnos urna cunvin.fiile Lililinltiii-.i
daiinmm A empella tern as imen.-oes do ama
assaj liande noeja, a qual accessivel ao publi-
co, seni ci mmuiiieacii com o resto do coilecin
Knilim a situacao solada do edificio contr.ljuc j
para o livro curso do ar/j para a be?, discipliua
do collegiii.
acc -;i:n-! Ineao das pescas pie quizeia m
accunpaBbjf os objecios, n qnal partir
do R'rifoparaApipucaa as 12 horas do di
3 \ tltar rt Apepuces a 1 ln.ia c '5' da
tard.;. Os objeclos deitmadus a segnirera
n'es iivm dovem ser despiebadi s as di
versa oslamos 15 minutos anles da hora
da partida do trena, dacaad/v-su fren- adian-
lado eoabnf o ari. 33 a tabella C do re-
golemeato do l.de abril de 18(59.
Escriptorio daempreza, 20 de Janeiro de
187:). Williain Rau:lv*on, gepetlA
TARCIiA doa precos de transporte de mer-
caduras e bagagens, nos trons de carga
da erapreza dos triilios urbanos do Reci-
to Apipucos.
5 a.v>
= 2.357
ss !-
ffo.<=>SS
3 O n a: rr. --
a O a 5
co g-3 =i 2 =4
cd 2 a. < S
5i s. o s
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_ 3 -1 o, O
S => I '* *
B S. ? y-2 o
;- CJ 3 u> ZT
"N US 9 1
o-
~ '=
Pii'(ms.i-fo de urna ama, preferindo-so idosa, para
cemprar o conobar para duas pessoas : no pri
meiro andar do sobrado dtfronte da igre-ja do
Kiraizo, est|uioa.
Precisa-sc de una ama
7, armazcm do boi.
na ra da l'raia n.
Aloga-se a eata n. iGda ra d 1 Jas nim
tratar no s..arado n. SO da ra da Am ra.
200^000.
C'onsrScKrla livro,
Perdcu-se m da 20 do c irer.le do Irem de
til- borai da tarde, da lacio da Cbm Porte a
-lonleiro. a iinaniia de i.o:;0000.sendo u.i.a nota
de oOOpOOO-loas dita, de SOOOOO. Llanca, ,1,,,-,-
ditas de lOOaooo. amarells, urna dita de SO 5000
e lie- ditas de I000o dilaceradas : a pesaos une
ach u a, qufrendo restituir, dirija-se a roa to
Oueimado. loja da aguia branca, que receber a
i|uaniia cima.
Anu deleite.
Ven le-se nina n.'!inha dn lo annoscom muita
abundancia de leftn : no terceiro andar do sobra-
do n. lid d.i ra das ("ruzes.
Aluga-se
O seftundo e lercelni andar do
sobrado rna
ao Aniiiiiu) n. :t!i con nuiitos conm.idoj para fa-
"'* : a tratar na armazen do nio \ ma^sndor
Precisase de mu amassador do
na dos Pires n. .'lo.
paitarla : nn
Compran) -> rauedi d ouro e prata do lo-
lasos valores, mro < prta" em obras innnlisadaN
irrinantes e m.es peras pteeiosas: na fca
;i i-, ves do arco d.i r.niceiern. nn Recifi.
0 nuzco ilo jiais
Na me do Cabog u. 4 conlpra-sa ouro, prai;
i peoraspreciosaspor precos mais vaataiogoa d.
pie em outra quf(|ner imrie.
Lm milito hiaior vantaBem cneipram-si-
maedas de onnee prata : na Inja de olas 8o fior
iic:.nde Ouro n. i I), na du Catinga.
55Ra do Queiiiiado56
A VERDADE tendo em deposita grande
quantidade de miodezas o perfumarias, e de-
sejando apurar dinheiro e adquerir bAa n>
wifzia est rssolvida a vender ftoitMstao
barate, ; por essa raz3o comida aoreaMi-
tavel publico vir compcientenn ule miioi-
(0 a soitu-se do bom c barato, pois ouan-
do a Vcil apparece-----
Grande sortimento de toecos, de cara e
massa as mais lindas possiveis vestidas a ca-
rcter.
Ahotoaduras moderuas para ccl
letea.......
Espedios donrados pepnenos. .
Agulhas (iu osee para ero .
P.-nies para rega; com ctaitis
Ricosgli-djosp:;ia e.aieito de g
Chaiiiins a ......
Grande si ilimento de objetos de
louca |)j; btifi(|uedode taeni
Garrafa com lima a.....
Dita com agua i! a ola wjidadoira a
Pita i :, a dita a .
Frasco como!,-o de botosa a 800 >
Dilo com agua do i i ,.
(jaiala i om a^na divina a. .
FVasco com setraclos finos a .
Lat. s pequ mas com baahj noKo
lina al*o......
Sbooetes de diversasquaU lados 9-
80, ICO, 24G*.....
isnas esco; a para denles de 12fta
Lindos coipies modetams a. .
I'avinsparaga/. d:izia a 240 o .
Escovas para fado a 5' 0, 600 e
Oilas para cabello a.....
IVnles para tirar pime a 10 e.
Brincos de core;-, bonitos a ICO e
l'.'eas de [ranea do la com 8
varas pon.....
Oleo pata aacbfna do costura,
frasco a........
Pinnas d'aeo unas caixas a 800
Dita d'aeo Perry, caixl a. .
Galloile algodao peca ....
!.indos liai.adinlios e entremeios
peca de 800 a......4/^in
1
316
sao
1;>801>
Me
l0t>fi
SDO
N80P
MO
1
et
320
TOO
BWI
2n
200
'l
80
00
leon
Ai
Diios de louca mnito fino a 120 B
Ditos para calca a jt.0 e. .
1 ai\Hcnm pape! amizade a. .
Ditas rom iv,\e!opes a. .
Imitas com obreas a.....
Caixa comagttUns fundo don Mi
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para costura a 240e
Caixa com liaba de marca a .
para fra ljinlia ^ cores ^m noveilos
bra) a ......
,-
>-
a*.

Ui 5*
0
% i
o- 2.
0 O /) &
0
Sclcdade.
ti
-
5 *^ 2.
o
Manguinho.
?ti*2.
-i O O S -
Torre.
a
Parnamcirim.
ti. Rhigass, suecessor
65Ena do Imperador55
Nesta antiga o bemcohhewda rasa, encon'rar-se-ba como outr'ora grande sor-
Aos 30:000^000
Da se a quantia de 30:00000f), sendo cm hypo-
theca por cinco negras ou mulatas de bonitas ti-
uras, para tratar de casa de hoaiem suHwro : na
roa de S. Uy n. 211, taberna
I'recisao contratar com quero iTuTiiTT'^-
c.nieiar-e da extinocao de diversos loraii^uei
ro* que tem appart-cido no conv.'nto e j>rejs de
Santa Thereza, em Oiinda, onde funeciona o colle-
gio das orpbaas : as pessoas, perianto, que se
artiarem nm eirenmataneiaa de taier tal servico
deveao entender-se com o mor lomo do niez na-
quelle estabelecimento commeiidador Antonio los
Gomes do C;rrcio, ou com a respectiva snpe-
rira. v
,. indispensaveis nao s sua
oiiiez, como a sua durar:. Todos os pianos sao garanlidos.
..k. T:,mbem na este estabelecimento, grande variedade de msicas novas e dos
nelhore* autores, tanto vindas de Paris como do Ko de Janeiro, que se vende nafa
S L qUt 0rn Ura *u;,lluer Parle: assm como ba igualmente venda todos o>
S^r68^'08 a1coutru^1 d0 Pianos. Os concerlos afinaCoes de pianos sero
-iiios cora o maior zelo e cuidado.
Compram-sc e en icio se diariamente
i dentro da provincia e -epnezia de Santo Ant.iiin. ate UO. .......
Grampos muilo finos com pa.>sa-
ros, dueia a......
Cartas porloguezas, dhzia a ,(
.\a na da Ou/. n. :tti ciiiiipiam se eVcravi 'Dilas fi ,s a 2,^00 6 .
dobooilas llura> e mol :-.t:,s de 18 a 30 annos. j l'a j! aimaro e de peso
prendada*, paga-so uieiliur do que om outra mal- [ 3A40Q 'ASSiUi o
pier parte.
Precsate coiiqirai tuna esclava de meia
dade : quem ItVer o queira vender, dirija sea lu-
de calcado da ra da Cruz n. 21.
Eacravu para cosinhar
Preelfa-so comprar urna de meia idade, ou
(ambem se alnga :
ladaria.
o.
700 .
' 180
10
2Wi
n;o
Kl
2H0
aO(
:'tit.
i
i-a*
meia
a tratar na ra Direita n. 54
Comprare
ma casa terrea no balito de Santo Antonio ou
Boa-vista que nio soja e na esquesita : nesta
'ypographia se dir a pessoa que deseja comprar.
a 7o'mpri'*SH i',ri" mc Vk de dezembro
oe 1808 : nesta lypn/raphia.
E orava.
Compra se urna e**ra*a que saiba cozinhar e
engorr.mar com u^rfeleSo, apridando, paga-se
bem : na fabrica a vapor de cigarros, ra larsi
do Rosarlo u 21
? m c ic-1. 5
i; O c o o =
Casa Forte
S 5T 9 d 2.
2.O0O00O
CalJereiro.

Menleiro.
-3
Apipncs..
A pedido de um capitao de navio da carrei-
ra do Polo, precisa se saber te sim ou nao ansie
nesta cidade o Sr. Jos Gonenlo de Brito. ou -e
fallecido : na rna da Madre de Dos n. li.
Ama.
Precisas- de urna ama pura o'servico de urna
so pi-s ATTENQlO -
\s senlioras qne tiverem aiguma menina ou
cria, queiendo oiaudar ensinar a toda qualidade
do costura e bordados, marca e toda qualidade de
florea, por barato preco de 3J000 por mez, viudo
ellas aimneadas e ir jantar ern suas casas : na ra
cstreita do linsario n. 3i5, I andar.
('asa te pasto.
Trasnps.so a da rna da Lapa n. 11 por seo
dono, faho de gand1, nao ncifl* "'nistra-la
Tiiiir-
Esoecial para limas.
Em poreao e a retalho, vende-se no armazen,
de pianos e musirs do Azevedo, ra Nota nu-
mero ||.
oindn 'Prt9L'nJS ^suP(,,'!"r,"s toretes de cor, de quadroe do listras, para vestid,s fin
grado aeda pe baratissimo preco de 300 e (540 rs. o covado.
0 finn SSUn,cumo *1"l?er01res cassas franeezas de cor padrees de muito gosto i(X
Vasconcellos "' Ja Col!umnas rDa do ^P0 n- 13' de Antonio Correa d,
Ni pateo do Livraiueiiio n. 26, 1 andar,
compram-SH al.nun< escravo- que sejam de idade
regular, prefermdo-se sol.rotudo os do boi con-
ducta.
VIDAS.
tem
55Eua da Imperatriz55
F. Gautir, propiietario deste importante estabelecimento tem a
de participar
honra
Palacio po governo
de abril de 1869.
do Reiuambuco, 1,
A tenido.
w Prccifa-8e fa"ar com urgencia aos senhore
anaixo declarados a negocio de scu interesse n
raa da imperairiz n. 21 : ,
H,Jrll0,..J'.'a SW' perico Skner, R,-man*
a.l^""!^ Manoel J,,s Uarlins o Grego-
rio da Costa Menteiro. e
Antonio Jos Hiiitrigues
alugar urna moih.-r forra u .,.
bem cozinhar: a tratar na thesouraria das hrterias
80 em seu sili% no Mouieiro. pinto a igr.ia
do Souza precisa
escraya que saiba
Paga-SH bem
Conde dBaependy
CiAtt.% D* PE.
Aos 20:000^000.
Precisa-se de una ama forra ou eserava oua
satba engomar bem : rna do Crespo n. 23
Manoel (Jomes Laranneira, vai a Europa ira
tar de sua saude.
Na. roa to Jardn) n.
hoi f :rii,ha da trra.
26coiuna a ter muito
Preoba>M de um bem ailunni-trador de
oras de pedrero eearpiateiro, que seja bonradu
o inteligente : na roa do Crespo n. 20 A
Praga d Cnrpo. San n. 17 prid^
iiptorK de J rav.ires de Helio, tem para vender :
Knmo em foihe de snpn-ior qualidade. fl
Vmho Drdeaox de sp.'rior qoatldde.
Pannha V mandioca em granee por- ~
l>oa qiulitkdJM.
Cal de Lisboa muito nava.
la Rnseia.
1
Os abaixo assignad..s fazein cente res
peitavel conmiercio de-la praca, que dtsmlveram
amipavciiiientn a socifdade qne tinham no estabe-
foeimeDto de moldados Cru t n i, de-de o dia 31 de dezembro prximo
Mesado, na ra/ao social de J |i>i Lufa & Virgini
licandn a carjjti do ex socio Virainio Freir doOli'
veira Wdo o aclivn e pr.s-ivo da mesma socteilade
Hecife Io de Janeiro da 1870.
Jeai Luiz Ferreira Ribeiro.
Virairo-. Freir de Oliveira.
- estabelecimento cnjo excellente material ainda
mi augmentado eom novas machinas que ja recebeu e tambemmuitas drogas
novas ciin as qu#es se oblen estas maravilhosas cores modernas to apreci-
das em Franca e em-todo o mando.
Tinge, lava, limpa, lustra, achamalota com a maior perfeicao fazendas
om pecase em obras de todas as qualidades como sejam: seda, 15a, algodao,
hnhas, chapeos de feltro e depadia etc., etc.
Tira nodoas o I mpasecco sem raolhar os tecidos, conservando assim
todo o bnllm da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
com este novo sy.lema, os vestidos de seda e oulras fazendas que al agora s
podiam tingir-se de cores lisas, podem receber um bonito desenho de cor
diversa, a cscolha, o que rralea a fazenda e Ihe d mais merecimento.
I'intara preta, terqas e sextas-ferras
As pe-soasdas provincias limitrophes que quiierm ulilisar se do seu
estabelecimentu podero mandar o que tiverem, na certeza de srem tao bem
servidas como no Rio de Janeiro ou na Europa, e com mais prestesa or
causa da distancia. F
Aos forradores de carros e
donos de cochera.
Na cocheira da ra Nova de Vieira & C~
para vender segumte :
Pelles de vaqueta muito grandes.
Encerado gro*so para guarda-chuva.
Dito fino para forro dos carros.
Seda azul e pannn para forro.
Gallo largue e-treno.
Lanternas e Bchas para carros.
K-covas para lavar cavados.
Bonitos chicotes.
Latas com gracha para limpar arreio?.
Pregos do cabegn de osso.
Mollas de Se de 4 t Ihas.
Pecliiucli.
Vende-se urna grande armacao, parte della en-
vidracada, e tres grandes caixoes proprios para
deposito, padaria, refinacao ou oolro qualquer ne-
gocio, e dous lialces, tudo por lOOlOOO, afim de
d.'soccupar a casa : a tratar na luja da rna Nova
n, 48. Aprovcitem que cousa nunca vista.
Vende-se urna bonita armacao nova, de
amarello, envidragad, propna para qualquer es-
ta beleciniento, e querendo-se rondar para qual-
quer part, pde-so, por serem todas as peca
seguras a prafusos : a tratar na ra da Impera-
iriz n. 42
.Ha muilo lina para bordar? libra
Fita de algodle para debrum de
sapatos, peca a.....
Dilas de la pan debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes tinos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para ali: ar
a 240, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de 13a rb caracol peca a 40 e
Fita de coz peca a "480 e .
A lmeles de labio a.....
Sapatos de la para crianca a 400e
Gravata de sedas de rres a .
Cslcadciras a.......
Grande sortimento de rendas das liba
Um par de suspensorio de borracha
lOOrisI Mil! |
Xa Verdade rna do ttieiroario
____________n. AA.
VENDE-SE OU vttRENDA'Sfi a p
priedade denomi ada Barra de Seiitihao-i..
no littoral da frefjuezia do mesmo nome
com grande ren la da trra a receber e mu-
tos coqueiros a lesfnlctar ; tendo. alm
disto, a excellente e rara posicao br-n ar
e beira-rio, intei-ao-ente aprnpriada para
manter-se ahi pialquer estabelecimpnto
commercial de seceos e molhados : a tro-
tar na rna d'Au-ora n. 26, ou na do Impe-
rador n. 20. ,
Mi
48<
aa
ICt-
IOl.
sao
I0>
KM
80
por
AOVISSIIIO liOSTO HE PARS
Cbam unos e reeommendamos benvola alinelo das Exmas familias r.
annunciodoSK. ANDRK'DLSUC, cabelleireiro 7 A, na do Crespo primeiro andar
onde enconlrar-se-n^ urna noticia sbreos notissimos o afamados peiteal.s de Pars'
^ardanapale, Pom dour. Meiernok, Isthme de Suez, Lanteroe e
teado das Victimas do Pamim.
mais o famoso pe i-
Est p..r alujar-se n novo sobrado da ra las
U-iue-, ir-gnciia de Sanio A.n,,nio o qa.it tem
'mm bastwtt-H. rimiendnfilinn anoar e
sola i e arma2eio,.s-,-ndo que dos aodar&s suporie-
ii -aa indaii ndwe dehaixo de vista : a ular
yj (.ornean de oom.
- Aln
Mi. 4H ,1;, rna a C;.l-
? !ar i" t 'a-vi-ta roa do Mondego n. 51.
AVISO AS FAMILIAS
O VN'DIlli DKLSC.i:\.-.LLEIRH0 7A.rua do Crespo !. andar, teuT
honra d pariicip^r < esc vi Mitoteas senboras que recebeu pe'o ult mo vapor os liu-
tinos sobre os man afamados pentea lo usal>9 agora em Paris cujas nomos-sio: Sar-
danapale, P-mpadour. M-tternick, Gygne. Montonmre, Friseite,Isttlme de Suez, l'a Lan
terne, la Rruihui poDllipie e o famoso penteado cbamado dw Vkti oas de Pantim ca.la
um destes perneados recommend*.^ pehr btleaa e o annunctante d parte nest. occa-
st5o que todoos peateados- B.iina acham-se promptos ser execotados nesta casa do
Bolachinhii iuglez a i$
a barrica, e a 240 rs. a libra : no armazem da es-
trella. largo do Paraito n; U._________
Farinha muito barata
Vende-se em Jaboatao fari-
nha pelo sistema da erigen ha-
ra de Gand, na casa do Dr. Pa-
tury, ou na do Bezerra collete
curto.
Brevemente o mesmo dou-
tor aun iniciar a venda de una
pardinha de nome /r/aria filha
de outra de igual nome, de 16
annoa de idade.
Mu la ti bonita.
Vende se u na mulata moca, bonita fipura, lata
e engommi prMlami-nte, rnzinha e cose fulrivH,
assim como um mulatinh i de 9annos, bonita figu-
ra, ambts chegados ltimamente do sertao : tra-
ta se na ruado Gi4.rniz n 9
Vendem-se duas escravas peyas, reenltiiila-,
de idade de 13 a 20 anm*, com boas haWMad. s,
e bpm comportadas, urna dita de idade 28ann.,
tem boa conducta, engomma e c.zinha bem. por
1:200/000, urna dila d< iiade 20 annns, eenmma
ecozinha, por l:20000, um escravo canvirt.
* ''^ 2* amios, b.mita (gura, um mulato do
idade 22 annos, para todo o servico, nm mulati-
nho de idade 13 annos : na jravossa do Carn i
numero I.
Charutos da Baha
Na ra do Conimercio n 32, 2- andar, escri-
torio de Theo Just tem para vender exreHertn
charutos da Babia da fabrica do Sr. Gnviavo La-
porte, das marcas Flor de sali, Regaba de u
Iteina, Riachiielanos e turma Ha ya na.
Carroqae boi.
Vende-se urna carraca quasi novae um I ii
pito por prego con: modo : na estrada Jii3 i o i
Barros n. I. ultimo sitie.
Vende-se o engenho liba, junto a'vll.rtM
Porto-Calvo, em Alagoa* com obra de ppdra e
coherto de telhas, boaft trras e bom de rriacS i
tratar com Thoinaz Cavalcante da Silveira Ld-
Jnior, ra do Apollo n. 18. O me>mo
comprar 4 burro mansos para carga.
7 A, ra do Crespo primeiro andar.
Vende-n | e*cravo pardo d.- 2i annos de ida-
de. com oflBefct de pedreiro : na ru da Cadein e-
ma do R-cife. cana n. I, andar.
Vende-se o mUiW aerwdimde afnfen de
molhados d ra da Conreico n. H, com boas
commodida les pura qnei t*er fimilfa ; n dono
Mide o dilo ar limen por na> poder Continuar
quem prjteuder dirijsc ao mesrao.
MILHO
Vende-se no trapich" Bario do Livramento sar-
eos com milho, boa sarcaria e por menos do qn*
em ontra qnalqner parte.
Attenqo.
Vende-se urna elegante e bonita mulatinha tie
idade 16 annos, reedhida, e muito bem educada :
na travessa do Carnio n. I.
Machinas egypcias
uara desearojar algodao, fibra longa ; vend i
lia rea Nova n 6
Cemento.
Overdadeiro cemento portlanrt ; Vende-se na
travessa d* Madre de Wns n. 1* armazem de
CuniliOo AWeno ?VdK* da Me A r..
Vendetu-se e*era*os de ambos os sexos :*
ra dn Iinp*radnr n 7S 2 andar.
Vendase nm b'nRe armar" nova,
de amarrllfl. itldWfad, pr.|ien p
qualquer estabelecimento, e qu i
molar vara qualquer paile, (Hidi' se, por
iwrVm todas as ecas seguras a pai
a tratar na ra da Imperairiz n. 42.


6
Diario de Peinambuco TerQa feira 25 de Janeiro de 1870.
*"*
irmiiiik
A RIJA DA DIPERITRIK M, *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'este novo e sumptuoso estabelecimento de fazendas encontraro as Exmas.
familias todo quanlopossam desejar,tanto em artigos do mais rigoroso luxo, como em todas
as mais qualidades de fazendas.
Alm de se acharem prvidos do que de melhor se encontra neste mercado,
por todos os paquetes da Europa, receiem directamente o que em artigos de moda e
do mais apurado gosto se encontra eml'aris, o que vcm cada da augmentar s.propor-
cd s de que dispe este estabelecimeulo para bem servir sua numerosa freguezia.
IiOJA
DO
AS MAS SEDAS
11--RUA DO QUEIMADO--11
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto 4 C. rico
Tuto SSuSt RESSt *das **,lda 8da* de mimosas cres Para vesdos prprios Para bailes e ca9a"
GALLO VIGILANTE
Hua do Crespo m. ff
2k
AlgodSo largo para lences e toalhas de
todas as qualidades quecostuma vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos o> padres e qualida-
des to variadas que se n5o podem descrever.
Albunscora msicas para collocar retratos,
delicado presente para qualq er pessoa de
es ima.
Atoalhado de linho e algodo, branco e
de cres proprios para toalhas.
Bas juinas de seda pretas e muilo moder-
nas, bem como de crochet, tu i o de apurado
gosto e feitio.
Bales de muselina, madapolSo, blancos
e de cres, para senhora e meninas,
Uareges de cres variado sortimento.
Jjabadinhns ou tiras bordadas em todas as
larguras.
IMbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem. grande
vanadade de tamaitos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de II palmos de lar-
gura, e todas ifl mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
tfnvnto.
Brins de linho branco e de cres, do mais
cOinmodo ao mais caro em qualidade, aflian-
cando o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodo completo sortimento e
variedade de pre;os.
esa
Cassas de cres, o maior sortimento, pri-
mando pelo bom gosto e barateza, atientas
ts qualidades.
Ca nbraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
Camisinhas de cambraia de linho e cassa
bordadas ricamente enfeitados para Sras.
Camisas para honcens e meninos, to va-
riado sortimento que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perfeito bordado de li-
ado e cambraia.
Camisas do meia, de flanella, brancas e
de cres para homem.
Casemiras pretas e de cres, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor prova o grande consummo dellas na
officina da casa.
Capailas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
a mais- interessante griaalda.
Cbapelinbas no melhor gosto, de todas as
cores hoje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
ultimo gosto de Pars.
Chapeos de sol, para senhoras e homens,
de lodosos pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padres para vestidos.
Cuales de todas as qualidades, avultado
, numero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
to e variedade de padres e novos gostos,
ha neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
ghar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enlei-
tes, varios lmannos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gusto e Iavor.
CE*
Case com listras de s->da e flores, fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grvalas p.ra sennoras e homens, o mais
completo sortimento que se pode desejar.
Guipure preto e branco, diversas larga-
ras o differentes gostos.
Gollas e punbos bordados para senhoras.
Guardanapos de linho pequeos e gran-
des.
Gorguro de seda preto e de cres,
Grosdenaples prelo e de cres, haven-
do diversas qualidades e gostos.
Japonezes para senh iras, o melhor gos
lo, e fazenda propria para as festas nos ar
rabaldes e passeios a tarde.
Lazinhas de todas as qualidades, cres
e gostos, nao fcando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, ludo quanto pode haver desde
esguio ao algodo commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em fio
d'Escocia, brancas e de cres.
SXt
Madapolo; indescriptivel o grande sor-
timento que ha neste genero, desde o mais
elevado prego ao menor, que se vende em
pera e rotalho por menos do que em ou-
tra qualquer parte.
Mantas de blonde para noivas : o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Pars
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimenlo o que de melhor se deso-
ja para vestir e ornar urna noiva.
Mantas pretas de blond.
Manas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cres, lindos e va-
riados padres.
postos a apreciacao do respwtavel publico, nun-
daram vir e acabam de recetor pato ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de sen costume,
Sor precos muito baratinhos e commodos para to-
os, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitos gollinhas e punhos para se-
nhora, ne3te genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
ExmaV senhoras.
Superiores trancas pretos e de cores com vidri-
Ihos e sem elle*; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 303000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 30*,
alm destos, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
hnas.
Boas bengalas de superior eanna da India e
eastao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do raesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qualidades, como sejam, ma-
I deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadea e
de outras qualidades.
Lindas o superiores ligas do seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de sed3 para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga parafazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas o bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox,
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltorete, assim
como os tentos para o mesmo flu.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais coaheciios per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as cojmsoes, e
faWlitom a dentico das innocentes enancas. So-
mos desde omito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, alim de que nunca falten no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poden aquel-
les que delles precisaren, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avisto dos objectos que denamot
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pannos pretos e de cres, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
cmimodo.
Pannos de crochel, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e de cres.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ullimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHAO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquel d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de una senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cres
com folhos e sem elles, o mnlhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cres.
lavradas, lisas.
Machinas vapor de
forpa de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faeao e serrotes para desca-
rocar algodo.
Balanzas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Mitaez e de Ubit-
fieid.
Prencas para copiar carlas.
Fogo americano patent
melos.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de Hndascres,
gorgurio de seda preta, e grosdenaple de varias qualidades e gorgurio de seda 13a de
diflerenles cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas, lindas eolias de seda para camas,
ditas de la e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
cambraia de linbo bordadas.
Luvas novas de Jouvin, e elegantes sombrinhas de sedas d,e cor para senhoras.
Espartilhos de 50 at lOfi, lindos bournous de cachemira de cor para sabida
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de 13a, linho e algodo todas por precos muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar salees tudo em quantidade; e vendem semprejpor menos que em outra qualquer
parte.
Esteras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
miNCUM
Grande armazem de fazendas e ronpas feitas rna da Imperalrii
b. Si, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 30, 30500 at 60. Ditos d*
merino, ditos de casemira de cres bonitos gostos a 50, 60, 80 e 100, de panno preU
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 30500 a 50000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, di^
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 40, 50, 60 a 150. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodo e de linho de 20 al 50
urna. Sortimento de seroutas francezas de algodo, de linho e bramante a 20 e 2050
Gravatas (mantas) novissimo gosto a todos os precos. Meias sortimento completo a> 30.
40 at 70 a doa.
ROPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesquer obras de encemraenda tanto par* homem, como
para meninos, e eom brevidade, por isso que tem o bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e oairas multas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramante de 41 palmos de largura a 10800 e> metro.
Cambraia de cor e branca. .
Alpacas de- todas as cres a 640 rs. o covado.
Poil-de-chrre com lista de seda fazenda de gosto a 10200.
Basquines de guipure enfeitads a 180000.
Sortimento (te chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 60500, 70, 80 e 90000.
Algodo pee com 20 jardas a 40900, 50500 e 60000.
Peca de algodBo largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Cheguen roupa
feita que te est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de onrives) do
LEftO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Sedas pretas, de quadros,
Ditas'de fust3o branco e de cres por de listras de todas as cres e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cres e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pintoras para 8
cadeiras. mais pequeos e de todos os ta-
maitos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Milcfoskope acbroma-
~tsehen. ObjevLin-^^^J^)
O cordeiro providente
Roa do aurlBiado a. I .
Novo e variado sortBento de perfumariai
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effectivamente est prvida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba dt
recebar um mitro sortimento que se torn
QOtavel pela variedade de objectos, superior*
dade, quahdadea e commodidades da pro-
cos; aaaim, pois, o Cordeiro Providente peda
e espera continuar a merecer a apreciaclo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nio ae afaa-
tando elle de sua bem conhecidamansidlc
a barateza. Em dita loja encontrarlo Of
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray dr Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacio e
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei*
-o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo phrlocorae verdadeiro.
Extracto d'oieo de superior qoatdade,
com escolbidos cneiroa, em frascos de dife-
rentes tamaahos.
Sabonetes em barras, maiores e meaorae
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caramba para barba.
Caixinhas com bonitos safeonetes imitand
fractas.
Ditas de madewa invernisada contendo
oas perfumaras, muito proprias para pre-
tentes.
Bitas de ppela igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coteridos, e da
moldes novos e elegantes, com p de arro
e boneca.
Opiata ingleza e francesa pav denles.
Pos- de camphora e outras differentar
qualidades tambem para dentea.
Tnico oriental de Kemp.
Alada aaada> r|ne*.
Um outro sortimento de coquea de no
vos e bonitos moldes com filete de vidrilhc*
d alguns d'elles ornados d floras e fitas,
estio todos expostos apreciacaede que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeice.
Ft*ellas e Oas para elstoa.
Bello e variado sortimento de tees objee
tos, ficando a boa escolba ao gosto do com:
orador.
seo.
Barmetro e tenso*
metro. Centigrade
e reuumeure.
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
OD
Damasco de la de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padres.
Esparlilbos brancos e de coros, para se-
ihoras e meninas, o melhor nesie genero ;
nenhuma Sra. deixar por certo de muir pria para baile,
se de t5o precioso auxiliar perfeico de
um corpo delicado.
Entremeios bordados.
E Enfeites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Cal nova de Lisboa
rhegada no ullimo navio : vende Joaquim Jos
Ramos, na ra da Cruz n. 8. andar.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino Irabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanlios. lias e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cres,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro
Vistuarios bordados de fusto brancos e
de cres para meninos, de cambraia para
bapli.-ados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de .2 saias,
Esguio de linho, completo sortimento de novidade pelo padro, gusto e forma; ditos
todos os nmeros. delinlro com barras de cres, e de cam-
O braia de cres com 2 saias, tudo inleira
Fitas largas escocesas para cintos, vari- novidade, trazera os modellos juntos para
dade de gostos e lindos padres, mostrar a forma do os fazer.
Fi hs de crochet, modernos com cintos Veos de bload para noivas e pretos para
e-capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo,
e padres.
,luto.
de todos l Vestidos de blond para noivas : podemos
aostos e paaroes. aseveraras nossas Esmas..freguesas, que
Fnsio de todas as cres e qualidades somos os nicos em Pernambnco que pode-
grande sortimento. I mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e de cres. apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quor cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
soltar quer em ramos, tem o PAVILHa3 Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AURORA um permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
disposico das Exraas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que 03 propnetarios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
de e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lhe
seia npcessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommeudara-se
sem receio de sorem contradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer a
cerlos de que do seu estabelecimento nao sahira
proteco que se Ihes tem dispensado ;
o fresuez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, promplo execntar erra pn.mptido e hora gosto qualquer trabMho que lhe sqa
uontiado Urna modista especialmente occopada nos trahalhos do PAVILHAO V AU-
RORA, d'iige os que lhe sao concernentes, garante por seu apurado gosio eproraptdo
oa execuco e a mais completa perfeico nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
cito que se dispensa ao nosso estabelecimento, concert que procuraremos firmar cada
vez mais Para facilitar anda a cuncecuc&o do fim que nos propomos, temos no nosso
esiahelecimento os ltimos figu'inos de Paris, que rehilemos per todos os paquetes, os
rju es enviaremos para serena vistos as familias nossas fregm-zas, afim de escolherem,
com o padro da fazenda o oslo na forma. .
Na officina de alfaiate, junto ao estabeleemunto, ha igualmente os ugurinos
nara homens que por lodos os vapores se rerehem.
E' este o modo poique nos aposentamos p-dindo a protejo do mostrado
ooWico ecom o mais profondo respeito convidamos s exce lentissjmas Sras. a mi-
n o nosso estabelecimento, cenas de encootrarem nelle pelo menor prego possive-
tudo que podem desejir.
M-uidaremos paixeiros levaras fazendas eamostras onde forem pedidas, visto
nao podermos especiCar tudo quanto temos.
Joo Liuz. Sobrtnho & C
Aberto das 6 s 9 horas da noie.
RO BAZAR DA MODA
DE
josk de mk mm i c,
Ra Nova
VENDE-SE MUITO BARATO PARA LIQUI-
DAR A D1NHEIR0.
Liiva.
De pelica branca muito frescas, chegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de cres e pretas para meninoso
par 20000.
Minhas festas!!
Lindos objectos para mimos, como sejam:
Estojes e caixinhas de msica, bolcinbas e
sestiuhas, vasos e balainhos de porcelana
dourada, figuras, tinteiros, port-booquel.
caixinhas para j as, interesantes conebinhas
com frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama-
feo e madreperola, lindos vasos com perfu-
maras etc. etc, e muilos outros objectos
para este fim.
Chapeo* de sol ou sombrinhas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a.
14& me ISOOO.
GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode haver de mais
bonito em padres e superior em qualidades
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato.4
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de dous tamanhos
cada rosa a 4OO e i&00.
Chapeos para senhoras,
de palha fina de Italia elegantemente enfei-
tados e gostos muito modernos de 15^000,
vende-se para liquidar a iOjOOO. E' pe-
chincha.
OCLOS PERISCPICOS
E crysfcal de rocha do Brasil.
F. #. Cermann, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos; porque, com estes vidros, a vista descanca, fortifica-se e nao a canea como cjm
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o cristalino do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lbo, e,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais loage, os raios que expelle sao
mui convergentes ou mui divergentes e a visSo nao perfeita. Um grande numero de
pesseas 'tem o defeito de fezer convergir muito de sorle que a viso nao distincta.
Com a appticaco de meus vidros pdese vencer estas dfficuldades. Para os que tem
a viste curte e ujo cristalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
ionge), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o crystelino muito chato, o que snecede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergara senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da. vista; com um vidro convexo, estes enxergara"
3c distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se destes vidros quando e
vista priocipia eufraqnecer, previne-se o mal.
P. 4. Germana encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a e s
colber, a primeira vista, seja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
RAPE POFUIiAH
DA
FABRICA NACIONAL DA BABIA
DE
Teixeira Uldtmco f C
Acha-se venda este ptimo rap, mrico qn*
pode suppnr falta do princeza de Lisboa, por ser
de mni agradavel perfume, viajado, e a preco o
mais mdico possivel; e por isso tem sido ass
acomido as pracas da Babia, do Rio de Janeiro
em outrae do imperio : no esoriptorio de Joaquim
Jos Goncalves Beltrio, na do Commercio nu-
mero \ 7
TURA.
Acabam de chegar ao Grande Bazar Vmicersal
ra Nova n. 22 Carnpiro Viannaum comple-
to sortimento de machinas para costura, dos au-
tores mais conhecidos, a quaes esto em exposi-
co no me-mu Bazar, garanlindo-se a sea boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeico a todos
os compradores. Estas machinas san iguaesu
seu tramlho ao de 30 costureiras diariamente, e a
sua perfeico tal con da melhor costureira d#
Paris. Apresentam-se trabalhos ejecutados pelas
mesmas, que muito devem agraflar aes preten-
denies.
ABARA
E' novidade.
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o Iraba-
lho e a lettura.
Para a vista presbyta (vistagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para avista que as palpebras esto cer
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystatino
do olho se cobra de catarata.
MILHO
Em pequeas pre6es a 84500 ; em maiores
a 8#600, milho now>, saceos grandes, na rna d
Vigario n. 16, andar eseriptoriu. de Joaquim
Guido de Bastos. Na mesma casa ha para ven-
der excedente fasinha de mandioca, arroz, gum-
nia, tapioca, arar uta em barriquinhas, alfazema,
vinho do Porto em ancoretas e t arris de quinto,
ludo' precos razoaveis. ________
Sortimento
para theatro,
alcance para
rinba.
de binculos
e oculos de
o campo e ma-
0 proprietario da lnja da Arara, tem a honra de
declarar ao respeiiavel publico, que receben um
completo sortimento de fazendas ue todas a< quali-
dades e vai ex por a venda pelo prego mais barato
que possivel, como seja madapolo de todas as
qualidades; aipodosinhos, chitas e cassas, panno
flnospretos, cachemiras pretas e de cures, grosde-
oapoles pretos e outras umitas fazendas que a visla
dos sens fregnez"' verSo a sua qualidade de prego
como barato : ra da imperatriz, loja da Arara
CAZ GM Al ~
Cheguit ao antigi deiHiaito de Henry Forswr
C, ra do Imperador, um carregamento de ai
do primeira qualidade; o (nial se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em outr qual
Ttier parte. ________ ^ ______;_______
Milho e farelo.
Mai" barato do que em outra qualquer parte no
ir da Estrella, largo do Parairo n. 14.
Candido Alberto Sodr da Molla & C, com
escriplorio e armazem na travessa da Madre de
Dos n. 14 tem para vender o seguirte :
Cemento Porlland de 1* qualidade o melhor que
tem vindo ao mercado,barrieas de la 14 arrobas
por 10JOOO.
Vinho Boi deaux das seguintes qualidades:
St. Julin.
Fronsac.
Lormant.
St. Emilion.
Margans.
Chateau de Boycherelje.
Si. Lamber!.
Lalonbere.
Duplessis
Cauor.
Dearsesai.
Vinho do Porto qualidade muito especial.
Azeile dece refinado em caixas de 12 garrafas.
Vinagre superior em garrafSes pequeos.
Farelo hamburguez, saceos de 90 libras, por
6*000.
Farinha de trigo de superior qualidade.
Barris com alcatrao, de arcos de ferro.
Fumos do todas as qualidades, se encontrar
neste estabelecimento em latas, rolos e fardos.
Papel de todas as qualidades, proprio para ci-
garros.^__________________
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bnfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, que do horas e para
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibeira^ de ouro, prata, prata
dourada efoleada, inglezes, suissos eorisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N.21=ltua Nova. 21.
INJETION BROU
H>#lealr iafallhn r i>ri**r*ila, ftHwiuuimrOi > urna*
tat ariaeiixe. b*uea> aiuM. ^Eligir lajwim w). (NMM 4t uMMH.I fU, m W
teNaf MnH IU|MU. .
Leque de madreperola cora seda, todo? de
madreperola, muito proprio para n i as, chga-
ram a luja do Passo a ra do Crespo n. 7 A, as-
sim como requissimos chales de touquim do to-
nas as cores, vestuarios bordad* de cambraia
para baptizados, meas de escocia (novidade; mui-
to bonitas para as Exroas. Sras. que gostam andar
de saoatinho raso e outros mullos anigos do gos-
to que os proprietarios deste estabelecimento teem
recehido.
CEMENTO
O verdadeiro portland. 96 se vende na
ra ra Madre de Deus n. 22, armazt-m da
Ji.ao Maitins.lr Barros.________________
Novm factura de b la i w,
r."sias hei i iras
los os tamanhos : a ra D.rcia n. 29, ven-
de-se por menos do que em outra qualquer parle.
i


Diario de Pernambuco Tenja feira 25 de Janeiro de 1870.
0
*.
>
:
\
7
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEN!
DO ^.
DE
FEIIX PEREIRA DA SELVA.
0 proprietario d'esle grande esubelacimento, vendo qae se est aproximando o fin-
io anao, e tendo em ser uin grande deposito deposito defazendas; nlo fallando em
valladas encommendas que Ibes esto obrigado todos os dias, tem resolvido liouida-
a* por preco muito ma.s baratos do que em oatra qrjalquer parte ; s com fim
de dinmar o depos.to e apurar dinheiro Kncontra-se oeste estabelecimento do
?^kr lvIUdo 80rl"nenl0 de ia?*nda8 d >xo e modas; assim como de primeira
oecessidade. As pessoas que negoc.am em pequea escala n'esf* loja poderlo surtir-
M veodendo-se^bes pelos precos que comprara, tus casas inglezas; assim como as ex-
eUeaUssimas familias poderlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas ou man-
ax-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; o estabelecimento se
cha constantemente aberto das 6 horas da manhla s 9 da noite.
Explendido sortimento de L^INHAS modera j Va loja do pavao
P'ACUIA
ft.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acba-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
endo calcas palitots e colotes de casemira,
de panno, de brm, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
am desojar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maiorpromp-
tidio vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao sen contento, assim como
o'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
nho e algodao e outros muitos artigos
propros para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porc5o de cera de
carnauba era saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavio ra da Imperatriz a. 50. Do Flix
Per eir da Silva.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavao.
Encentra o respeitavel publico neste estabeleci-
mento um grande sortimento te fazendas pretas,
como sejam, cassas francezas e inglezas, chitas
pretas de todas as qualidades, fazenda de laa de
todas que tem viudo, proprias para luto, como
ejam, laazinhas, alpacas lavradas/e lisas, canto,
bombazinas, merino, etc., que tudo se vende por
preco barato.
AS CASSAS DO PAVO
Covado a 300 rs.
Vendem-se finissimas cassas francezas cora lin-
ios desenhos e cores fixas a 300 rs. o covado.
Madapolao francez a 7 $000 rs-
Vende-se pecas de madapolao francez
com 22 metros pelo baratissmo preco de
7)j(000 a peca, pechincha.
Altas novidades em sedas
Chegou utn grande sortimento das mais
moderoas poupelinas ou gorgurSes de seda
e linho com os mais elegan'es padroes que
tem vindo a este mercado sendo, miudos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
bonito sortimento das mais bonitas sedas
iistradas que se vende tudo muito em canta
Grosdenaples de cores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores para
vestidos que se vemem muito mais barato
do que em outra qualquer parte.
M 2 iL CflVAIMIS DI
LAASINHAS LUSTROSAS A iOO RS. 0 C0-
VABO.
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes lasnhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
vindo a este mercado, sendo com listrinhas
miudinhas que parecem de urna so cor e
com tanto lustro que imitam perfeitamente
s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato preco de 400 rs.
OssetinsdoPav&o
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados proprios para vestidos
tendo do diversas cores.
Cheou para este estabelecimento um grande
sortimento das melhores e mais modernas laazi-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os precos e qualidades que se vendam
mais barato do que em outra qualquer parte.
Crochs para cadeiras e sofs
0 Pavao tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-se mais barato do que em outra qual-
quer parte,
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
O Pavao tem esta nova fazenda lisa pro-
pria para vestidos, com as mais delicadas
cores e com mais lustre do que a propria
seda com 4 palmos de largura que facilita
fazer-se qualquer vestido com 10 covados
e vende se pelo baratissimo prego de i::200
rs. o covado, pechincha.
Organdys a 360 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padroes miudos e graudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pro-
cos de 360 rs. o cova io.
ALGODO ENFESTADO
Vende-se urna grande porcao do algodo-
sinho americano com 8 palmos de laigura
proprio para lences e toalhas tendo liso e
tirncado que se vende por prego muito em
conta.
GRANDE N0V1DADE
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scienlificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem receido, juslamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falla invo-
luntaria ella coBia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attendero e relevarlo,
continuando portante a dirigirem-se a bemconhecidakja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades. modicidade era precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima fica dito se conhece que o lempo le que a AGUIA BRANC \ pode
dispr, erapregado apezar de seus custos nodesempenbo de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que oecessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, eleg.ncia e novidade os tornam recommendaveis, como
AOS PALITTS DO PAV.0 A 18 e
20,^000.
Vende-se um bonito sortimento de palit-
ts francezes sendo, sobrecasacados e pro-
pramente sobre-casacos, que se vendem
forrados de alpaca a 180000 e forrados de
*eda a 20000, pechincha.
COLCHAS DE PSTAO
Na loja do Pavo vende-se um grande sortimen-
to de colchas de istao sendo brancas e de cores
ditas de croch1 para camas de noiva, assim como
qonitos dama-icos de lia para colcha?.
Na teja ao Pavo vendem-se os mais
bonitos chales de wrdadeira cachemira de
cor, com os desenhos mais modernos, a 64,
10 e 12)9000, muito barato.na ra da Im-
peratriz n. 0.
BASQUINAS A 125000
' Na loja do Pavo vende-se as mais mo-
derna basquinas ou manteletes de guipure,
pelo barato preco de 12J000 cada ama.
Cortes de organdys com barras
Para a loja do Pavao chegaram, os mais
bonitos cortes de organdys com barra, sendo
cada um em seo carJSo, com o competente
figurino, muito proprios para fazer pre-
sentes-
Pauos de linho
Chegou um grande sortimento de pegas
de panno de linho do Porto que se vendem
de 700 rs. at i000 a vara, garantindo-se
que em fazenda de linho nao ba oada me-
Ihor, nem mais proprio para lenges e toa-
lhas.
PECHICH EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grasde sortimento dos me-
lhores chapos de sol de seda, inglezes ten-
do nesle art go o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porcao de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por prego muito mais barato do
que em ottra qualquer parte, por haver
grando pergo.
neos braucos
. Vende-se um grande sortimento de len-
gos brancos para hornera, sendo a duzia a
($600,20000 e 34(000, "ditos abanhados
muito finos a 4 e 60000 a duzia, ditos de
esguio fazenda muito superior a 5#, 60 e
70000,
Pechlcha em casenilras a .000
Vende-se finissimas casemirasde cor cora
listras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo prego
de 40000 o covado ou 70000, cada corte
de caiga.
Os baloes do Pavao a 2000,
Cheg u um grande sortimento de balees
ou crenolinas do feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo prego de 20000 ca-
da um grande pechincha.
AS CA BRAIAS DO PAVO A 4:500 RS.
Vende-se urna grande porgo de pegas
de finissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo prego de 40300, a
pega sendo fazenda que nunca se venden
por menos de 80000, grande pechincha.
b- m seja :
Corpinhos de carabraia, primorcsmente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos s tornam apreciados.
Pitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree o desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
0 Campos da ra do Imperador n. 28
no intuito de servir salisfatori mente ao*
seus innumeraves amigos e freguezes, em
particular e era geral ao respeitavel publico,
desta cidade ; avisa aos que r-stiverem pas-
sando o lempo calmoso, nos deleitaveis
arrabaldes desta capital, que tem resolvido
vender, de de superior qualidade, a precos
razoaveis. os seguintes gneros a saber:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostras
e lagostas."
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
zas.
Ditas com gela franceza.
Cerveja franceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambro e afiambrados.
PARA DISPENSAS
Latas com chourigas novas sendo de 80,
cada urna.
Presuntos de Lamego para tompeiro.
Cuias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provincia.
Copos de vidro com dobradiga e tampa
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIOA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranga.
PARA SAL Y
Churutos de S. Flix do afamado fabri
cante Costa.
Fumo picado do Daniel de S. Joo do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos tem con-
viego de que o seu estabelecimento um
dos que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos illustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
to se acha elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
ITASSOIRMAOSfrG.
Vendem em seus arma lo Anoltri
n. 7, Escadinha o. I e ra d Amorim ti. 37
seguintes. peneros :
Ag) de Milic.
Milho em .ateas prmdes.
Farello em saces* de 90 libras.
Chumbo de muDicao sortido.
Mewl amarcll) para forro de navios.
Machina! para descarui.ar algodio de ti, 16 o IR
serras.
Kerosene em latas de 5 galoes.
Champagne do afamado fabricante Krug.
Hormouth.
Vinho do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Prre.
Fngo da China, caixinbas, 40 cartas n. 1. EjIm.
Genebra ingleza tOld ton
Cimento Romano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Portland.
Geso para estuques.
Cannos de barro para esgotos.
Gradeamen'os de f rro para jardins, calcadas etc.
Carros de miio para servicos de armaicn?.
Garrafoes com 5 galoes de vinagro tinto,
dem cen 3 galues de vinagre tinto.
Chumbo em barra.
0 Campos.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados crangas.
meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Caraisinhas bordadas para ditos. para enfurtes de mesa e de lapinhas.
S0RTH1EM0 PARA A TESTA
Veude-se por menos de 10, 20 e 30 l
SO' NO
ARMAZEM CONSERVATIVO
N. 23Largo do Tenjo.N. 23.
BRACO
DE
SIMAO DOS SANTOS a C.
Os propietarios deste bem sordo fmazem de secco e molhados esto re-
solvidos a fazere urna grande diminuigao de pregc>3 as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa. e sempre se fazem avultadas compras para o centro e praga, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despengas e cer-
tos de que vero a grando differenga em pregos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
620 rs. o kilogrammo.
FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
6i0 a libra e 15400 o kilogrammo.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas,!400 rs. a libra e 8K)rs.o kilogrsmmo.
400, 450 e 500 rs. a garrafa, a 2A8O0 e I VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
35200 a caada, 660 e 720 rs. o litro. Jmasso. era caixa ha abatimento.
DEM BRANCO DE LISBOA a 45000.1 PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro. BANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
GAZ AMERICANO 95500 a lata, e 440
rs. a garrafa e 660 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO F1GUEIRA 560
a garrafa, e 45500 a caada e 800 rs o t-
tro.
Ra do Imperador n. 26
Neste nova estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimeuto de bo
linhos para cha, pastis, podn>, bollos in-
glezes, p5es de lo. presuntos, ditos na fiam-
bre, superior cha Hvsson, preto, e raiudi-
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinbas de todas os gustos e pregos para
mimosear senhoras.'stas caixinnas recen-
tempnte chegadas de Pris sao de primora-
do gosto, olteresse-mo-las aosgalanleadoies
do bello sexo pois nellas acharao nm digno
e serio presente .para as donas dos seu?
pensamentos. Tambem os apreciadores da
ha fumaga encontrarlo charutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havana
sganos do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e de
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas para
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja pao d- 16
e bollos enfeilados e outros murtas couzas
que enfadonho mencionar.
De superior qualidade da mni accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch d- C., em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consnmmo de
Heino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
;ommercio n. 32.
VENDE-SE ou arrenda-se o engenoo
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinhiinn.
comarca do Rio Formoso, prximo do em-
barque, com grandes partidos de pal e
massap i roda da moenda, mattos mangues
para madeira necssaria, bom pasto, etc.:
a tratr na ra d'Aurora n. 26, ou na do
Imperador n. 20.
Loju do passo
Os requi??mos corles de blonde de seda com
manta e capella para casamento, sendo ne-le ar
ligo o que se pude desejar de melhnr e mais mo-
derno, tambem cliegarato os cortas de seda de co-
res novidade. e outras nutas fazendas de go-io
que chegaram pelo ultimo vspor francez, ? par
a loja do Passo a ra do Crespo n. 7 A.
Farinh de mandiocji
Vende-se farinha de mandioca nova o multo su-
perior, chegada ltimamente de Sania Otarina,
a bordo do lupre Margarida, fondeado dt-front.- Jo
trapiche do Exm. Uarao do Livramento ; e \>tt
iratar ra itn Comercio n. 17, esoript'rio do
J-aquim Jo-e Gmiralvcs Ueliran.
ESCLAVOS FGIDOS.
Attenqo.
[i
Pechincha a 2^000
Para lenqcs.
Na loja do Pavio vende-so superior bramante
com 10 palmos de largora. dando a largura o com-
primelo do leocl, sendo apenas preciso para
cada lencol um efieo, ou im o nm qoarto me-
tros ; alm desta aplicado tem outra muitas
para arwujjo^ da famHias a vando-se pelo barato
preco de 2|000 o metro Na loja do Pavao, ra
da nperatriz a, 60. De Flix Perer a Silva.
AS POUPELLWS DO PAVAO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
la com imilaco das poupelinas de seda,
um fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: verde Bismark, rxa, azul
lyrio, c nsento, perolla etc, etc. e vende-se
pelo baratissimo preco de 500 rs.
Fustoes brancos para vestidos
Chegoo um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustoes brancos com listras
e cordoes, sendo fazenda bastante larga o
llexivel, muito propria para vestidos e rou-
pas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
BONITAS LAASINHAS
OU ANADINAS A 1,9000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riado sortimento desta nova fazenda de 13a
e seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos e mais modernas cores,
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm vestido'com poucos covados, pelo bara-
tissimo preco de 13000 o covado, por j es-
tarera muito prximos da festa.
CRETONES MA776ADOS PARA VESTIDOS
A 640 g 800 RS.
Para a loja do Pav3ar chegaram os mais
bonitos crotones oscuros matisados, pro-
prios para vestidos, roup5o chambres etc.
que se vendem 800 rs. o cavado, assim
como a mesma fazenda em padMto claros
proprios para vestidos e roupas te meni-
nos a 640 o covado, sendo os padrS^ mais
moderaos que tem vinpo ao mercado.
Chitas francezas
.Para a loja do Pavao chegaram as mais
fluas e bonitas chitas escuras, propriamente
francezas. t ve&de-se a 50Q rs. o covado.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, li00,
15800 e 25200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e I MANTEIGA INGLEZA FLOR 1,5100 e
10280 a libra, 3#060 e 20780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 o 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo-
grammo.
- DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li
bra, 10220 o kilogrammo, em porc3o se
far abatimento.
BANHA DE PORGO DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 10560 o kilogrammo, em 800 rs. a parrafa.
porgo se far abatimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e O rs. o
kilogrammo, e 60000 a arroba.
CAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento. ,
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 560 ts. a libra e
10220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola br-
lhante,combinaton, Francy^cracynel, mixed
Britania. Mdium, F;incy-nic-nac, a, b, c, e
soda a 10000 o 10400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
30200 e 60500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 10280, 20500
30500, 40500, 50500 a lata e a retalho e 10
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS&
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a dnzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
GENEBBA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira e 10 q frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
.TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 110500 a arroba.
LINGUIQAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 10000 rs. a lata.
LOMBO DE POBCO ASSADO JA PBOMP
TO a 10000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
30200 e 20800 a libra, e 60100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 20000,
20200 e 10800, rs. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
Resta venda um escolhido sortimento de ob
petos de marcineria, como sejam, nmbias de ja-
3arand,mognoeamarello, obra nacional e estran
eir, do apurado gosto e por pre^o* razoaveis:
aa ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
asa fazem-se com perfeicao todos 03 trabalhos t
palbinha, como sejam, empalhamentos de lastro?
igra camas, cadeii as e sophs.
Cal de Lisboa
chegada no ultimo navio, tem para vender Joa-
quim Jos Godcalves Bellrao, no seu escriptorio
ra do Ommercio n. 17.
Tendo fugid', ha dias a Morara Aguida, cabra
de 25 annos, mais oo menos, um pouco ma^ra e
vesga, com o miro aposto de Tbf reza, pele M
a quem a poder prender o ob.-eqoio de leta-U
a sua genbora a lixina. Sra. Baroneza da Virtori..
na da Aurora ;i Ci.
Aviso s autoridades policial
e a quem competir
No da 2! de maio do crreme amo
fugio o escravo Ezcqniel. crinlo de 30 T
annos de idade-, estatura regular, reorcadr
cor bem piel, caheca redonda, lraj**a ti
mi a azul e caiga de cassemira cinzenl
durante ii dia cosluma andar ganhand.i
ras, ou em armazens d- ssaocar o nf 13
bernas a conversar c a beber; di rafe i
noite recolhe-fe a telhciros aberlos, m pe
netraveis, a rasas em construuc3o e a Mitro*
quacsqtier logaros, onde se possa abnsar;
quem oapprehcr.dertcnha a htmitiu i
conduzia a ra Aurora n. 26, m m
Imperador n. 20, onde sera ralili ado.
T
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conserveiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
luguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, pexe em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, graz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Oanella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandesmolhos de sebolla 10500.
Finalmente mnito; outros gneros que enfandonho menciona-Ios.
Rheumatismo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de salsaparrha
do Pai, pilulas e xampo de veame, tin-
tura e xarope de siYupra.
Doen^as do ligado e bajo, ane-
mia, opilado, ele.
Emplasto, oleo, pommada. tintura, pi-
lulas, xarooe e vinho da milagrosa Jum-
beba.
Sezdes ou fekres intermitentes
As pilulas anti-periddicas de Pinto.
nico deposito destes medicamentos na
pbarmacia do seu autor ra larga do Ro-
sario n. 10, junto ao quarlel do corpo de
polic>a.
NA PHARMCIA DO PINTO RLA LARGA DO
ROSARIO N. 10 JUNTO AO QUAR-
TEL DE POLICA.
Acham-se constantemente promptas a
senm satisfeitas, as prescripoes des Srs.
facultativos, e as necessidades dos enfermos
s especialidades da mesma pharmacia.
composta de me licamentos, tanio indge-
nas, como eslrangeros.
Toases e molestias do peito.
Xaropes de fedegoso, rabo do tat.
Agrio, pao Cardoso, juca, mulungt, u.u-
amba, etc.. etc.
Fuko no dia "z'i do rorrele mez du ira i
do silio da Ponte de Ucha, o aeram Wtorfi
fillio do seilo do Ico, preto fel hr.ixo. i a 18 anuos, vestido cora calca braiuv, tiin-a *
algodaoiinho curia, cbapo do chylo de aba larjrj.
i) basiate la ii i, costuma a ombreacar-se. faifa
com bumldade : pdese, portento, as
l.'s pnhdaes e ai eapites de campo a rapm.%
do referido escravo, o de. entregar m :<;io d* fM
te de lii-hoa. de Jos Morcira Lopes, ^q,- ;
tOOi de pralilic.
Na loja e armazem do Patrio rwi da Imperatriz n. 00,
PARA A FESTA
3 portas, loja de fer agem
53~Rua Direita--53
Neste prande eitabelecimoiito, ha para vender i S^Stf fj'^' ^^ do arco da Coa-
nnf compfelo sortimento de ferragem, e miudezas, ceicao. em batrwa grandes
nas e grossas, como sejam bandejas chinezas'
quadradaa e ovaes, facas o garfas de I 2 bo-
tes, balango inteiro e l/f halartco; panellas, cha-
Iheiras, cacarollas, fnVkleiras, aj?adeira?, tanto
de ferro cofno de porcelana, moinho* rra caf de ua meinor qai aaao e por menor preco
diversos tamanhos do fabricante Japy, eeaos kilo- que em outra qualquer parte, vendem Ama-
gravimos, tanto de ferro como de atio, mctroB ral. Moreira A C. em seu armazem do Caes
,iara modir fazenda tanto de frro como de ?tao, ,ia Alfandesa n 7
yrtre, breu, barbante, cnxofre. papel marca va- -______________________________
do, i?o J'*2*dc|ro Picardo, machinas para desea- v.90de se urna taberna em mtfito bom locar,
mear tywao; alm de outros artigos de trra- ait Pra pessoa solteira como para casada nom
geni, miu.wa cutifarias fioas, ^e scora a vis- familia, tendo a mesma bastante comi'odo para
tae vonRc.i; na ruadireita a.*3 !oja de 3 per- *M I motivo da venda o dir ao entrador :
tade Manoel tiento de O&vein Braga* C. a tratar na ruado Lmamento a 28, loja.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem araarello de Vicente Fer-
ita & Filho, defronte do ar
larncas grandes
CUNTO
Da melhor qualidade
Liquidapo.
O proprietario da loja, denominada aribaldi,
faz ver ao respeitavel publico e seus fregueza?, que
tendo concluido seu balanco. como o de cosiume
dar-se no fltn de cada anno, c tendo o niesmo pro-
prietario foito diversos abaiimentns em suas fazen-
das para servir seus freguezes, como sejam algu-
mas abaixo mencionadas, a sabei : madapolaV
&t e bom, algodao pessa 'ii c B|, cliitas franco
zas a 280 o covado, cassas francezas a 240 o co-
vado, alpacas de cores para vestidos a 300 o cova-
do e outras muitas lazendas que seria enfadonho
mencionar por falta de tpmpo, fazendas pr.'ias para
a quarosma a saber : grosdenaples preto do to
das as qualidades, panno fiao preto de todas as
qualidades, axemiras preta* c de core3 e outras
muitas fazendas quo se vendo sem reserva de pre-
co na ra da Imperatriz loja do Garibaldi n. *iG.
em lempo para nao haver encano ua frente da lo-
ja do Garibaldi haver dous letreiros de liquida-
ci em laura grande.
Fugio no dia li de Janeiro, e graiifl
nero.s.inicnte a quem pi gar e levar a S' i
Dr. Virginio Carneiro d- i'.iinha Alfcwnwi
morador no rn^enho Farma da incurro da >*
lo Amaro de Jaboaia i, o escravo loaimmi tt
l'Anna, preto, d dade 56 amn, >ngindn,
ra regular, nm pouco cspad.do e largo.
peiliieiio--, viv.s i; um ponco hiancos, .(les
feilos, alvos e ln, aiios. caliera pequea, p e ,
regnlsres, dis|n -:i e esperto para qualqn-r i
vico, f;,lla vagar -a e gnsa ou ebeia, an l i
quinho canpnei.,-, deve ter marcas de feri.U- ra
nemas de ferros que levoo, e ''icalrtes as roste.
o assento de chicte, fui comprado ao rari> *
Nazareih, e esto compren aoSr. Josc Mgnei rali*
man), que o tmuxe du Rio i'iiade do .V-rie, e a*
eomprou ao Sr. capitn Pfeferfe^ mnra.ior v*
villa do l'o do ierro, e sen pai ocapili Ffrna
des eomprou ac Sr Manoi I Thomaz rta Silva Wb-
ador na villa ib Porto-A legre, sendo r-fcri*.
escravo natural Jo Inga da provincia 4o Parahvb*
viajou principa mente os sertoes de lupzei,
Pajr, onde tem duna senhores moros pi>r Dom-
Marrulino c Cimillo, Sem Talbada, rUla*1,
Souza, Serra d s Marlins, etc. etc. : previne--
<|uein prender o refor do escravo, qne sendo b-
cenlro da provincia da Parahyba, o enin gne i
Dr. Jos.) Panlin> de Figueiredo, morador na >'id
de de Souza, ou ao capil.io Joaquini Saidanha,*
fazenia do Mukngii, no riacho de porros, n
ele nao querer Iraze-k) ao sen referido ser.
Chegem pechincha.
Cambraia francezas fle cAres mnifo finas a 2i0
res o covado, e 400 o 100 reis a vara.
Ditas ditas pretas muito finas, a 240 o covado e
iOO e oOO reis : estas fazendas serapro so vende-,
ram por 800 reis -a vara : ra do Quoimado n.
O, defrouie da botica uova.
Acha-*" fgido o escravo preto u non
Jos, idade 40 :.nnos, eslatnra regolar
propt'rjao, pon. a barba, alguna rabeUn branr.
na eabeca, tem junto bocea e no pese
deum arranhai. enja err mais ebra fM a i
pello em cmspi,,unca de ter sarado ba p'ao>.
levoo ci apeo rmzento de fellro, camisa de
rocha o nutra t-ranen, e duas cale* pordas
escravo do Sr Amonio Manoel Pereira V-
morador no Grvate : quem o caplarar leve
-ra do Apollo r -cr recompensado.
AVISO
Fugio :i dia ib oo cci rente iaez
beria, rrionla, rir fna. de i lado >le S.,;
latura regvtef, sftcea do corpo, <|oand> amli an-
cha por um quailo. talla unus, beims
sentura delgada, ruga-so porlanto at atitondad-
e capites do catnpo a sua -aptura e quem a p-
gar deve leva la na roa do Amorim n. t\, oo
Soledade n. 90 onde era praiirteado.
>"a noite de di mingo 16 du edrw fiif
engenbo Limotrinho, freguezia a Emi,
mulato de nome Joao, com os seguate* signan*
um unto claro, cabellos acaboctdw, oihae graa-
des e papu-los, bocea grande, beiew gr
bem cambados de l.icho, levon veaido rite*
teqnela debrim pardo, tendo a eatea o farr
buidos encarnado, camisa
branca, chapen de bata j osado ; Id d
Jos de S. Malbpus. e compra Jo aa
Soma, ni ra do Impr-rndT : unom
der, !. .'caai UnaanilnV
ou nessa praca aas Sr?. Bernardina l
ra (\<\ Livrami


Diario de Pernnmbuco Tercia feira 25 de Janeiro de 1870.



tM nieloif tas lo capo
Walfrana.
I
Fabricio d'E hfa di universidade
de KuMisberg n da om que Iho
ira dado pnraeiro premio de composio
"BHifcal, er ra a urea tnodalha no bolso e
a corea de carvajo sob o braco, eaminhava
uuiaro.m lo pula estrada que coniuzla
granja de seu lio Muller.
Sd.-s mozes depois o joven compositor re-
Hunciavj para sempro a refreir ni isical,
jtfj lio brilnante se abra para elie, a seus
ilbos de gloria e de fu!uro, para se tornar
agricultor como sen prente.
O que so pastara news seis mozos, qne
podera inspirar ao moc o-ma,vmo tSo sbita
tmesmoi (extrema resoluco ? Urna nica
lahvra explicar ludo: o posil\i mo do tio
Muller.
Meu querido Fabricio, dissera elle ao
artista, tea pae resisti a meus conselhos,
3 miulia experiencia; qjiz ser soldado para
seguir a saa vuieao: uiorreu ein Ierra cx-
tranha sea un viniera no bolso, deisando-
tae (las criancas tara educar.
Podes seguir o seu exemplo, mas so-
mente devo prevenir te que disporet de
?araba fortuna em vida, e que aem t, nem
toa irnia nada terao que esperar delta.
Com a gloria morre-sc sobre seccas co-
rtas, com o arado se enriquece o hoinem.
So e livre certaniente Fabricio recusara
o offerecimonto de seis tio ; mas o jo ven es-
U Jante pensou no futuro de sua inna Maria,
a facidade de sua prima Margarida, qu;
lio Maer recabe-a na granja.
Agora que este prologosinho instruiu o
leitor ubre a nova posio de-Fabricio,
avisamos os nossos personagens desempe-
nbar [tur si mesrao os seus papis, abramos
a prineira pagina deste romance no instante
.en queMargarida, a linda pruna do ex-ma-
Stro, acaba de inqnisilar o pobre-rapaz.
Ilargarida c Maria esto sos em se na,
como m dina no thealr o.
Mari borda no bastidor, perto dajanella.
Margarida folha com os rseos dedos
as paginas de um livro.
Eniaot disse Maria levantando a cabera,
uaeu inno deixa-tc o campo livre e tu
(Basa le aproveilas para largares o cravo,
caprichosa!
A proposito, lembra-me que tenbo que
ralbar oomtigo.
i Nao lenhas inedo, dize-me todas as
venia dea; sim bem o sci 1 sou urna louca,
" urna extravagante que queres tu, amo a
ara-oca cima da tudo.
Nao le censuro por gostares da msica,
as ira por n3i teres amor por meu irm5o.
Aprecio as bellas qualidades de Fa-
bricio, disse Margarida [evautaado-se e apro-
xiaundo-se de Maria, nunca conbeci mais
aobie coraco ; por isso amo-o como a um
irmao; mas j te disse, nao posso ser sua
mulher.
Mas, emfim, porque motivo ?!
Vaes achar absurdi a minba respasta.
O que censuro em leu rmo, que elle,
que lo boas esperanzas mostrara, se tor-
aasse < que boje, simples agricultor.
K que tobem sabe tirar partido de
sajas trras, que "sob *;na direccSo rende o
ii4ro. Tena razio, grande desgrana.
A censura 6 louca, para ti principal-
mente que jilo vt's mili o borisonte alm dos
ralos e mattos desta granja. Porm, eu,
seiv.ig ;, educada em paiz longioquo, priva-
da des cariabas maternos quasi ao nascer.
ao posso ver o mundo p do mesmo prisma
que tu. Divid a vida em ilu is parles: urna
pe^uenina. desticei-a realidade ; outra
maior, guard.-i a ara a arte.
Pus b-m I Pica com a maior o d a
menor a Fabffco.
Nao pedir-lho-i i mais que a felicidade.
pedir Jue-ia sonhos que elle nao pedera re-
asar.
Escola, Margarida, aingucm nos pode
mvir. juro-te a mi inviolavel segredo ;
Ibaadoiicmos es e projeclo de casamento.
mas r.'.ufesv-i-me-a wrdade: amas a alguem ?
E se asaba fbsse ?
Oh! coaOaaca plena : seu nome .'
Nao o oonheco.
Mas ao menos ello lo boa familia ?
Tambera nao sei.
M >co bonito, rico f
Nao o vi.
Ab! decididamente ests louca.
Oawe, c depois mejotgsrs. Ha dous
Taaos. .
spera, i-.so principia como um ro-
mance
Ei um romanee. Passeiava sosinha
aa praia, abaixo do escarpadas penedias,
r do de repeuto a mar enebendo veio
ifa< brar a m us ps suas primearas ondas.
^jz lugir, mas a'vaga anda foi mais veloz
d<> o,*!-*, meus passos. Agarrei-me s farpas
Je u a r icliedo e fucliei os olbos para nao
ver minlia propria agona.
S'a-ra> olio arrebatada por vigoroso
bntC/i o ouvi cima de mim urna voz que
canlava em ihylhmo singular trova dtsconhe-
cida. Quia filar ; mas a voz gelada sob o
IpHMp seus cuidad'
E o cautor ?...
Depois de salvarme, rpido se
fra.
E depois nunca mais o viste ?
Nunca. Somonte lembr.-me dessa
aria que elle centava, e espero que o acaso
faca encontrar-me com o meu salvador.
Silencia! ah vem meu tio e meu ir*
m30 de volta, disse Maria, pondo um dede
nos labios.
Depois de abracar as duis mofas, o lia
Muilor pendurou a espingarda cima da
chaniin e deixou-se c'hir em orna ca
deira.
Morro de sede depressa, qnefida
Maria, orna garraa de cerveja e dos co-
pos. Fabricio, assm c-mio eu, deve tbir
necessidade de refrescar-sc.
Obrigado, meu lio, responden 0 mo-
co pondo sobre a mesa um rolo de papis'.
Venbam ver A msica!' dUso Marga-
rida sentando-se junio de fabfieio.
Sim, querida prima, as novas compo
s'icoes que eacommendasies para Koenis
heg. Tambem adiareis as ultimas telo-
das do pobre Wolfram.
Ab disse Margarida corando de
prazr, bem sabis que o mu autor
predilecto. Dizei-me Fabricio, cmheces-
tes o Sr. Wolfram na universidade ?
Eramos amigos ntimos.
O que veio a ser elle ?
Foi capito da marraba" m3rcintc.
Que homem era 9
Vou te dizer, conlinuou al'gfewentc
Mara, porque elle veio uma vei passar a>
ferias com meu irmo. Era um rapaz
alto, magro e paludo como um ralo de loa.
f liando pouco, comendo muilo, e fuando
era um cachimbo exquesitissimo mais alto
que eu.
verdade, disse Fabricio ; nunca so
liavia advnhado ent5o o iuo elle seria om
da. De sonhador que era l rrinu-se Wol-
fram espirito serio, homem de genio, era
quanto que outros, saccudinlo para serapre
o p da universidade, essa falsa gloria que
as mais das vezes s nos i em-^ag a
miseria, tornaram-se como eu nonesios
agricultores, homens otis sociedade.
Bravo, Fa tricio e.v;kaaiou a to Mil-
lar la lo radiante.
Margarida e *4arka trociram entre si sig-
nal de intelligencia.
E a esse primo, cont roo Margarida
observando Fabricio, nlo 9cariB algumis
saudades do passado ?
Fabricio ergueu para a mofa temo o
triste othar.
*Aesscs, prima, disse elle commovid
fie necessidade, de' ter desempenliado um
dever.
-*- Tu o ves, tu o nives, murmuiou
baixinho Margarida |o ouvido de Maria
O certo que na i comprebendo'cou-
sa alguma, disse a bonita mofa.
Essa mudanca alias, conlinuou Fa
brido, explica-se do mesmo modo -que
aquella que se opero no espirito de w->l-
fram, que morreu capito mercante ?
Pobre moco 1 suspiran Margarida,
: morreu victima do proprio genio I
Nao tanto assiin, queiida Margaiida,
interrotnpeu-a por sen turno o tio Muikr
enebendo o cachimbo, o capito Wofram
alfogou-se e nada mais.
Ah sim, replicou Fabricio, no por-
to de Trieste.
O cajiito Wolfram 1 disse no mesrao
instante um criado, abrindo a porta de en-
trada.
As duas mocas soltaran) um grilo d i
| terror, e em quanto o tio Muller e Fabricio"
lirigiam-se rpidamente p I ir rapaz gordo e rosto risonho, de
chapeo de encralo e btasa azul, appare-
ceu-no patamar e atirou-su nos pragos de
J Fabricio.
W I fram exclamou o moco agricul-
tor cambaleaudo sob o amplexo de ma-
nijo.
Porm 6 elle, ella mesmo, disse
por seu turno Muller, apertaado com torca
a mo do capito.
Minbas senhoras, sou sen humilde
criado, disse Wolfram tirando o chapeo.
7ejoem vosso esprato que a raioha resur-
reico nao era ainda sabida por c... Duas
palavras vos explicara ludo.
Esta va a affogir-me, quando un barco
egypciaco passoii a cincoenta bracas de
mim. Porf licidade techo robustos bra-
grande folego ; meia lio: a depois tro-
pava no convez do egypciaco, c abi est
tudo...
E chegaes ?... pergontoo com cu-
riosidade o tio Muller.
Da metropole dos ibis c dos croco
dylos.
Vinde, Margarida, murmurju a ir-
ania de Fabricio, sera duvida o cap to
deseja conversar com abricio.
Ahuecareis aqui nao vendada i con-
linuou Muiler; vou pessoalm nte dars
ordens para que n3o vos facam esperar
que ey
le quar
as do
OSGAGMPMTAS
ROMAHCE
Paulo Fval
'jferceira parte
irLM^Tt SE i'AHIS
*> cofre '(CoBtin".?co da n. 18)
Empresenta dos nossos testemunhos.
ia para dwer o (toaseibeir i, os trib'uaaes...
Rao tciV lerrompeu
Aadr raMeni d'antes, que-
ro 'fHR Ha ttfi recado em quanlo
o tribnnaes jutguem.
Mfo-lhea pie me desculpem, meus se-
tdwi-s. prospgaio mais soc gado. Trata-
sapara mim MMaaa Scb-
ttjrtz, *k i para comigo
yWrah' Jo a hou-
Querem
i srHhores ser 'endo ser
servido f
.0* i ram con-
sph, porque u
^be, i voz
firaae:
lempo, ti 5pero tamiK
impossivol, querido Sr. Mu
mea barco me es
forcoso que^eu^s^l
dias.
Va
dsie elle*qoando
tricio, e explica-
nlia onco tod
maestro, ilustre
Vais baixo,
exclaraou Fabricio.
Como i jki>-
Adrialico, caWlilho -oftaceujias rearas p ira
vir te aperlara mo.4i4ti|aQ^b ajeu ib-
Ihor amigo, e tu tomas a cara^'w^aatapi-
rado por me veres ainda vivo, e dizes-me :
Mais baixo, desgracatl !
Perdoa-me, 'fcaut Wofrdm, mas n
sdrprcsa, a alegra d te tornar a ver...
Este bom Fabricio''! Letdbrs-tffqiie
valente por de amij?os eranaes nos na uni-
versidade !
Ah que bom temp t verdade, ca
msica vai bem .' Tu j5 promettias mui-
lo.. .
Roiwneiei a todo isso para me tornar
igrirultor, disse tristemente Fabrici".
A fe que fizesto bem ; porque entre
nos, a msica, emendes...
Seio t em nome do co I Wolfram
n3o repitas nnnea o que acabas de dizer.
Porque ?
J esqueceste que s" considerado
por um dos maiores compositores da Al-
lemanba ?
Eu compositor E oigas qne nao
desmentir i taoabominavel calumnia.
Desmonte pois isso, disse mampnt-
Fabricio, indo buscar ao cravo meia duzia
le melodia:, walsas c qaadrilbns
Ento Pensameatos musicaes do ci
piTio Wolfram, Cintas nocturnos, meloda
a qualro m3os do capito Wolfram. A
brisa domtrr, A estrella do nuer/ante. etc.
Quera ser o patife que so atreven V...
Mas ha leis na Prossia, e swterti f rcar ao
atrevido autor d'eaaes mos gracejos a
adoptar a sua insolento familia de fnsas e
semifusas.
E se en le pedisse de nada fazer ?
conlinuou o moco rendeiro dtigindo pira
sen amigo dolento olhar ; se te dissesse :
Wolfram, promettes a felicidade e o soce-
go de m'mha vida' se no aceitas a reputi-
cio musical que te lizeram. Varaos, o
que responderas ?
Julgas in que isso fcil... Mas
ijue interesse podes tu ternisso !
Nao m'o pergunies, bom Wolfram
Edizes tu qie com isso presto-te
um sci vico.
Servico que nunca esquecerei.
De facto murmnrou o capito depois
de recettr um pouco, de hoja a aJguus
dias estirei loage daqui... Vamos, es1
tratado : deixo fazer o que qnizerem, j
que isso le da gosto.
s o meibor rapaz que conheco !
A quatro mos e em clave de sol,
disse rindo se o risonho omp inheiro. Eo-
lio, servico por serviej : o lio pareae que
se csquo.eu do almoco.
Vou .cu mosmo te mandar servir.
Ollia; cuidado com os vinhos ; o tio
Muller poz-me certa reserva do Rheno d
mais agradavel eli ;ito, so bem me lam-
bro.
As vigons nao te mudaram.
Que queras tu ? Cirainho no mes-
mo roteiro
Mais ua pouco de paciencia, cm doz
minuUseston comtigo, disse o moco cor-
rendo para fra.
Vai, e era quanto esporo passarei
em revista a3 minJias ultimas produecocs.
Qoegraide liomjm C'ish-mo a ter essa
idea. Mas que diabo poda imaginar tal
Matara ?
Alguns amigos de Fabricio, sem duvida,
u m infeliz cujo nome rediculamenle pro-
saico jamis sahiria dos limbos de uma
loja de msica, em vez do que Wolfram,
sa bem ao ouvido, com acompanhamento
decapa lithographada e allegorias conve-
nientes. Ora vamos : a especulagao nao
era m. Este bom Faoricio tambem leve
por muito lempo a mesmi mania de cora-
por.
Em quanto fallava, o capito assentava
se junto ao cravo, e cora a mo direila pas-
seiava sobre o teclado.
Certa meloda predilecta cantava eile ad-
miravelmeiite : era o costumado estribilho
de suas emocoes alegres e tristes.
Vejamss um pouco. Hum hum !
A tal brisa do mar enrouquoce um homem
como um velbo pedreiro.
E tocando tres vigorosos sons, Wolfram
enioou com voz vibrante a balala de Fa-
bricio
Conclua apenas a primeira copia quando
um grito de sorpresa fe-lo parar de re-
pente.
Margarida radiante de alegra, a mo
esquerda sobre o coraco, conservava-se dr-
pea alguns passos da porta.
Fssa aria que acabaes (le cantar,
quem vo-la ensnou ? disse e^J combe-
sitaco. Sois o sen autor, nao assiin ?
dis^o argariJa coai com-
er vossa.
nao nee li-
bo. Dcssa
nao podi
jKcho nao ter nun-
ca cantf ^^Bkssas melodas.
S oin senhora, fu rea
qn
H^BWnhor. essa aria nao
a cns: regiera .'
(my quanto a ijso fcinha sen'iora,
eu to-l'jure. A'-^
Hato^e'uhor, fos'.es vos que me
satvas'es.
O rosto de Wolfram exprimi ento in-
deaeriplivat adiajracao.
Sa!vi-a Ai.idi mais esta exela-
moi elle.
Sim, ha dons annos atraz.
(Coiuiniiar-se-hu/
VARIEDADE
Papc's da tyranao da Para?iiay
(mu los p!o* allfadOa ua as-
salto de t? de dezembi'o de
isa1.
PHOCESSO IN'STVUHAnO CONrilA O TYRANN0
1)0 PARAGUAY, FRAMCISro SOLANO LOPE/..
Parecer do Auditor de Giurra.
(GooclusJo)
1. Infrac^es do direilo da guerra,
observado por todos os povos civili-
sados.
2." Ataques injustos contra agentes es-
Irsngniros e subditos de poten :ias nonlraes
e consegnintemenie, dolidos contra o direi-
to das gentes.
3 Olvido completo das leis da huma-
nidade, e crueldades exercidas sobre s,'us
mosmos compatriotas, tanto em relacn ao
exercito, como para com o povo paclico,
victima do horrivel caniilicina.
Seguirei a onlem desta classilicaco reu-
nindo, por assim dizer, em um s feiebe.
lodos os fados que pertencerem a cada
gerarehia, reduzindo os ao menor numero
possivel, porque para descreve los todos,
por mais supercalmente que o fizesse,
seria necessario escrever grossos vulumes.
Tal o estupendo monlo de crimes de
que com juslica se pode acensar esta fra,
com figura humana.
III
O Iratamenlo que geralmenlc reoebiam os
prisiooeiros de guerra, nao poda ser mais
bar. aro, cruel e deshumano. Assim o de-
monstrara todas as declaracoes do presente
proeesso. e justilfca tristemente a cir
cumstancia do haverein qoasi lodos pereci-
do na tortura, na miseria ou sido fuzdados
Se me remonto aos anligos lempos,, quan-
do as naces so guerreavam com o fin de
se extermftarem a todo o transe e sem
omitlir raeio algum que podtisse fazrr o
maior mal possivel individual e colectiva-
mente, ainda assim nao encontr em parle
alguma, nem em lempo algum o espirito
de vmganca que Lpez tem manifestado du
ranlo esta guerra contra os prisionefros do
exercito alliado.
Tjo cynico como criminoso, pouco lhe
mportavam os meiosdeque livesse de fan-
gar mo uma vez que dessem o resultado
a que elle se propunha. Assim, j se ve,
que de nada valen) estas formalidades jti
ridicas militares de que fazia ostentadlo em
seus tribunaes.
Sabf-se por muitas declaraces e esps-
novos n
Este sy
em lodas
livo.
i ia JUSmiC3r oSla JroSCrCaO flu vStdO Qft
duzentos ou Irezentos prisioneiros lomados
no da 3 de novembro em Tuyulv
tantos dequaesforam acoutados'
d'-se-poaWs enrepo colombiano,
50 fuzilados, nao entrando oeste numera os fer^
que posteriormente form executados ou
morrerara no tormento.
Em seus momentos do ra va damnada,
saci iva-se em marlryrisar os prisioneiros
do exercito alliado. Por exeatpio, em Paa-
so-Pac, gosavam os cnefes o omcias, que
estavam em seu poder, de uma liberdade
relativa ; porm nm soldado brasilir ten-
t u fugir, e este facto foi bastante para de-'
terminar o mau trato e rigeroaa pristo de
que foram lictimas.
Pouco tempo depois suspeilou-se que um
capito da raesma nadonalidade procurava
voltar as leiras do exercito alliado. For-
mou-se um proeesso, foi o infeliz tortura-
do o fuzilado em seguida, sem que se hou-
vesse descoborto que a sua tentativa tioha
alguma importancia porm nem por isso
dexaram do soTrerosseus companheiros de
iufortunioasconseqnencias de um facto indi-
vidual e solado, do qual nao linhara nena
conhecimento.
E' inaudito, e quasi q e toca ao fabulo-
so, os vexames. as miserias e os lormentos
que os prisioneiros do exercito alliado,
ebefes, officiaes e soldados soffreram desde
que Lpez abandono'u o quadrilalero para
fortificarse em Lomas, regando antis os
campos de S. Femando eoai o san gafe de
iniiitos delies.
Nao individualisarei e aem historiarai
parcialmente cada facto, porque seria de-
masiado prolixo, c porque atm dislo estes
tactos se acham especificados no corno do
proeesso, j estando tambem publico em
quasi a sua maior parte.
Porm nao deixarei de citar o que se
passou com o tenente-coroncl D. Gaspar
Campos, morto de miseria e de fadigas, e
o que tambem succedeu com o capito Mo-
rillo, sacrificado nos ltimos dias da resis-
tencia qne Lpez fez em Lomas.
Gaspar Campos, carcter bom e soffre-
dor, suportava com resignaco a posicSo
em que se encontrava. J muito extenua-
do e enfermo, supplicou que nao o pozas-
sem em cepo de ac em que todas as nou-
tes dorma, dizendo que j nao p dia sup-
portar este tormento o que amanbeceria
morto. Assim realmente succedeu, nao
leudo sido bastante para abrandar o empe-
dernido certita de Lpez, a dorara e resig-
naco desse marlyr.
O capito Morillo sofiria com altivez e
com valor pouco commuin sensguard s, e os tormentos a que Lpez
o submetlia.
Alma inflexive!, nao se curvou um s
uma das narji fil
ditos seus no Pa
iam mait>Tis;
_1BI
fi inaHs raes do Ma.
SafHlo o que reaai de-
conctairam a sua vida as
padeceram de miserias nos cajabooco aa
foram morios ao pabalo, salva aurcauaa-
siraas excepcoes, tojos os estraaaairos oaai
residiara no Pi7ag# ao cafB ta
guerra, sem que serrisse para morar a
eondicao de tantos infelizes > praaeaca da
um agente diplomtico, coate a n,m i aaaa-
rica do Norte Haba acreditado, aera a 4*
agentes consolares da Franca, IngUaarra
Portugal.
Bastaram os vpxames e pB%uauH1li i ^iBi
estes ulibnoa sulfreram, persegalflea a a-
xames que boje sao do oVwana aeMe.
para que as nac5as cujos infOfUNi
sentavam, p ;dissem estrella conta
pota insolente de sea
gindo as reparacocs devids i
dade to estpidamente ultrajada, e ab ia-
demnisacoes a que dera lagar.
Mas ainda ba alguma causa aaaia. Lapas
nao se limilou a injuriar as agentes estaa-
geiros, tornando-Ibes diffieii o exaraiaaa da
suas funecdos, seno que chegoa al o afl-
mente punivel extremo de peraagaar aaas>-
nistro da America do Norte, aawarrbaaalaav
do varias peasoas de ara seaato. a aa da
arrastar a um patbulo o viee-coasat de fm-
tngal.
Sabidos iflo os detalbes da marta
deswnturado. Parece que as
de Lpez contra etlc proviabaaa doa
humanitarios qnv> exercera em
occasioes com os prisioneiros do
alliado. EsU mr-nslro aproveiloo a o*
tura que lhe "fferecia arevolnc >
proprio pretextara,para arrancar-lbe a i
plicio confissoes que mais Urda a
desmenta, achando-se borda da
lora que Iho cavara a raiva de>le m
da hum inidado.
/)
Queremos, senhor Mtffl dte, anda
que para isso houveramos de quebrar a
aoasa carreira public, e procurar na vida
privada a completa liberdade denrooeder.
Andr agradeceu-Ibes om os oliiose
corJinuou :
Fra para deixar Paria c a Franca
que.oSr. baio Schwarlz operara esta
enorme concentrac3o de fundos. O mise-
ra ve I que aqui est desmascaira recenle-
menle as suas bateras, e o senhor barSo
tivera de escolher entre o seu amor o a
sua ambicio ; va a consono amcacada,
Auezar de quanto se possa dizer contra
elle, o barJo Schwarte homem de cora-
go ; perdoei lhe todo o mal qde fez.
mister que dentro de uma hora o Sr.
ScUwanz se veja com sua esposa longe de
Paris. Tudo eslava preparado; o baile
servia para oncobrir a fuga ; a sogo de
posta est esperando.
Mas o senhor ? objectaram-lhe am-
bos.
Porque em conscencia nao era 'aivez
assim que o magistrado e o amigo i om-
missaro de polica haviam entendido a fuga
da baroneza Scbwartz : liavia ali um gran-
de amor compartido, dous esposos que so
en ontravam.
Eu fleo pronunciou Andr vagarpa-
mente. Dliem que a blasphamia do alheu
sempre uma bravata a uma mentira. Eu,
quebUspbesnei da justica social, poi-quea
a socad foi cega e cruol para comigo,
talvez nao o alheu um fi-
Iho : quizera restituir-lhe o nome de meu
pai. 'oi por is-o que nao esmagu i esta
sorpente quando a, tinha debaixo dop...
mata-Io-hia, se recusassera auxiliar a fug:<
de Jaita, porqui uma p^lavra d'elle havia de
perde-la. Se, porm, ella se amata, o pe-
rigo ser todo para mim. E serei eu, eu
proprio, o sentenciado da Caen, o acensa-
do de Paris, que conduzirei aos seus juizes
o ladrao do cofre do banqueiro Haucelle e
o matador da condessa Corona.
E ao mesmo tempo rorreo o ferrolhc
(ue fechava a grade. O Sr. Roland mmou-
Ihe as m3os arabas e paxou-o para o peit>.
Coroai assim urna nobre vida, disse
com profunda commocao. Nos c estamos.
Promjtto-lhe a honra, seno a ventura.
O antigo commissario da polica levou a
mo aos olhos; onde ama Jagriraa tremia.
Os quatro massos de nota-, do banco que
estavam no cofre fram entregues aos dous
fu necion arios
Lecoq conservava-se sompre immovel
como um cadver.
O condemoado de Caen trocon um
abraco com o homem que o,prendera, e
com aquello qj$ dirigir o prowsso p^pa-
ratorio.
Encarrego-me d'este hemem, disse
elle fechando a grade. Qaahdo a baroneza
Schwartx boaver partido, queiram mandar
aqui a justica; ella nos achara ambos
Vodava para justo de Le oq.
ment en que elle pronunciava
palavra, a porta do corredor
cialmente pela de um los seus' fiscaes, a
do capito D. Mitbias Goibur que nos tri-
bunaes mistares instituidos por elle para
ja gar causas de to la a especie, BjHlares
ou nao, se fazia o que Lpez prescrevi.i de
antemSo, pon lo como juizes peatoas de sua
: mfianca, e para vigiar a estes os seus
ajudautes, qiu vinbam a se tomar asim
fiscafs dos juizes.
Lpez, cerno indos os tyrannos que pre-
viamente tem estudado todos os meios de
atorm-otar os sjus semelhantes, com-
prr.liendeu perfotamnitr. que se lia muitos
pie soffrem a morto senrecuar. resigaao-
do-se a sua precaria sorte antes do que
prender as malbas da mesma rede em
que se achara, outros to innocentes como
elles, sao poucos, porm os qne paciente-
mente e sem alterar seus senlimentos de,
raoralidade, possam soffrer uma tortora
lenta, dulorosa e continuada com retinad i
constancia.
Para este meio reprova.lo appellava Lo
pez, quando quera fuer passir por crirai
nosas as pessoas qu i odiava, ou as que po-
diam mesmo de leve coinrariar os desmn?
dos deste desposta vaidoso. Por isso nao
foi escasso no emprego da tortura, e lhe
deu ella to bom resultado, que as vezes o
marlyrio de um individuo, causavj a mor-
te de varios litros.
Posto o infeliz na tortura, e oppresso
por uma dr, que nao lisia por limite se-
quer uma prxima morle, declarava o que
dalle so exiga, o por mais que depois qui-
z-sse destruir as falsidades, que as dores
pentinamenlc nos gonzos, e uma voz de
mulher, uma voz partida pela angustia bra-
da va :
Andr, .Andr. Eu nao quero par-
tir i
A baroneza Scbwartz, solios os cabellos
e os olbos ardentes de loucura, eslava de
u em fnmtc do lminar.
A' exclamado que soltou, respondeu do
outro ladcf da grade outra exelamaco de
selvtico triumpho.
Anles que Andr, commovido e sorpre-
so, pjidesse tentar um mnvimeuto, rolara
Lecoq sobre si cam uma agilidade de ser
pente e assim atravessra toda a quadra
Achava-se j na outra extreraidade, i* p
e com uma pi>tula de dous canos engaii-
Ihada.
Sim, sim, disse rsngendo os denles,
ebrio de furor e de triumph<\ tinha na ou-
tra algibeira alguma cousa boa. Sim, sim.
sei onde te hei de ferir, meu parvo-. Sei
oade reside o teu coraco, e antes de ir
para o inferno, vou pagar-te n'um s larlfce
a minha divida... Mis v !
Abaixou a pistola aponanlo ao peito de
Julia; e a detonaco reboou terrivelmente
no estreito reciuto.
Mas uma forma hnmana.resvalafldopara
fra do corredor, cuja porla ficraabei
inlerp<'Z-se mais rpida que o pensr.mef^H
e recebau a oala destinada pa a Jul
o barao Scbwartz quan cabio fulminado
Aadr Jlavnotte- e Totofwz/Amiz.
momento nessa prolongada lula de dores c
miserias.
Todos os lyraans bao tido certo respei-
10 pela coragem franca e leal; porm Lpez
que encerra em si lodas as qualidades ms
dus despolas, sem possuir um s rasg
bom, mandn fuzilar aquello official, cuja
memoria se conserva com respeito entre os
mesmos paraguayos.
J se sabia, o que este proeesso veio
demonstrar evidentemente, que Lpez man-
dava matar a todos os pnsioueiros que
cansavam no trabalho, ou firavam fatigados
as jornadas.
Os guardas que conduziam estes des-
giacados tinbam ordem de lancea-los ou
acaba los a bayoneta, quando tal suc-
cedia.
Os campos de Passo-Pac, S. Ferna do
e Lomas, assim como o trajelo daqnelle a
estas dous ollimos pontos foram regados
com o sangue de centenares de prisionei-
ros de goeira do exercito alliado, os quaes
antes de soilrerem a morte, que tantas ve-
zes linbam visto de perto, sum se atemo-
rsarem, haviam passado polos tormentos
da f me e dolorosos supplicios.
Baaaa mudos campos, theatrode lo san-
grentas scenas, e boje cemilorio de lanos
bravos, sero o padrao do elerna ignomi-
nii para Lpez, emquanto o mundo im-
parcial nao o julga e condemna como me^
rece.
diego ao episodio mais brbaro e covar-
dc de quanlos este proeesso encerra. Re-
liro-me a deekir.co feita pelo major San-
chez : que dps ftidas que oexeniio bfasi-
leiro e argentino dexaram sobre as linhas
de Cumpaity, a 22 de selembro de 1866.
s foram recolhidos os qne podiam andar,
sendo todos os outros morios no mesmo lu
ijar por ordem de Lpez.
Um tocto (o monstruoso nao necessita
commentarios.
IV
O lyranno Lopes, que enconlrou defen-
sores o sympalhUs entre as uacoes mais
altas, n i limilou o seu rancor e perversos
iustinetos nos males causados aos seus rom
patriotas e as crueldades exercidas contra
os prisioneiros do exercito alliado. A sja
l'itavam corpo corpo : um leo e um ti-
gre, cmbale furioso e mudo.
Rolaran) ambos al junto do cofre contni
o qual a cabeci de Andr bateu violenta-
mente. Lecoq, lambendo a espuma dos
labios, conseguio solttr a mo que segu-
rava a pistola c apoiou esta contra a fronte
ensanguemada de Andre, sillando suido
rugido de satisfaco ;-&% tes'.omuohis cor-
reram ; chegarim dd certo dtiraasiada-
menia tarde.
Foi Dms quem descarregou o golpe.
Lecoq eslava de dentro da porta aberta
do cofre, Vudr de fra.
N > momento em que Lecoq dava ao ga-
lilbo, cooseguio Andr al anear a porla e
impelirla e.n initinctivo e supremo esforco.
tiro parti, mas a bala encontrou o
pesado hlente, que ia j virando.
Todos conheeem o pe#o d'essas portas
msicas, todos sabem como fcilmente
gyram nos robustos gonzos. Andr tinha
a forca de um athlela, dez vezes accrescida
pela paixo do momento, 'o urna execu-
co horrived.
Veloz como uma bala de artilharia, a
porta tomtou Lecoq o fechou-se positiva-
mente, apezar do obstculo opposto pela
cubeca borrivelmente esmagada, que des-
appare-eu deixando um tronco mutilado..
Andr cabio sera sentidos.
A baroneza Scbwartz pargontoii com
\oi abafada :
Est morto?
Com o mesmo pretexto foram i
dos os eslrangeiros enjos nomes apparcreai
neste proeesso, e oulros muitos caja hu-
milde eondicao fel-os passar despereabi-
dos nessa sangrenta transicio da viiii i
morte. O l^mpo o mais deudas invejaif-
coes h3"o de dar por fim a medida aV
monstruoso numero a que ascendem lrangeiros sacrificados por Lop^z.
Os assassinadns pelo tyranao paraguayo
pertencem a eslas naces : Franca, llesoa-
nha, Allemanba, Portugal. Inglaterra.
Bolivia e a.gumas otilras que se
sem contar as victimas pcrlencenles s
naroes alliadas, que por desgracasiai
numerosas.
Segundo as \>:rM^ mais admKsive,
Lpez envin a morte, por ordens di/actas
suas, do mil e oitoceotaa a duas mu pesan a,
ontro ellas n mais bonravel leste
E' o conhecido valor, a rcfiro-me
aos naluraas do Paraguay.
A" medida que a tmerra se proiaagau e
as armas alliadas faziam-no perder tarraaa.
a sede de sangue do canbal paragaato ia
lomando se cada vez mais insaviavi-l Pria-
cipioa por malar em pequea quanlidada a
acabou por fazer ntaiancas cujoiiomeroaa-
panla.
Entre as victm; s immoUdas ao sea fa-
ror insano, conlSo-se um irm5o e daos ca-
lillados.
O luxo de refinada <-moldada de qne soas
pxecuc,'s foram adornadas, pintado ando
mais completo o cara-ter do verdugo. Nao
qnero'passar por alto a circunstancia A* ter
sido um dos detalbes destas secado a
affronia publica c o casligo corporal a>
seus pronrios irmiaa.
Sacrilego o sem respailo a Daos nem as
homens, levou a mi ensopada eui saagaa
sobre as pessoas e varios ministros do altar,
cujos nomes se regisiram ncsla causa e ca-
ire os quaes se eneoulra o do bispu Pala-
cios.
As senhoras de classe elevada e as ler-
nas Albas de familia, foram tambem anras-
tadas em massa aos acampamentos, para
serem ali escarnecidas c vilipendiadas por
uma soldadesca bruta e deseofreada. Di tosa
familia que depois de ter orrido i ria-
crucs, que penosamente e com pi
guenlados transita, podia levantar a
sem n'ella arhar-se impresso o estjgou da
deshonra 1
(lAriitinoavia-aa)
- Jtto est, respondeu o coasalheiro Ro-
land, qne apalpava o concia de MayaoMe.
E-tendeu ento ella as mo* arabas para
0 baro. que lhe morria ajoethado aos pea
e que disse :
Bem fiz cu de me nao mata-.
Bem dizia Andr : havia n'aqoetle ba-
meiu.um coracio.
Apoiou os labios resequid m s niveas
mos de Juba e pode anda ia amarar :
Perante 1) ;us, que sabe cuaw aa a
estremecia, juro qaff nao sua)
mas...
1 O ultimo suspiro, avrebatoo-ltae o i
do peusaraento. A bala cortara-lhe
arteria.
Deus os livre de om as,
conscencia Ibes solta o supremo
?
Termraava o baile as sama aV
meio de jbilos encantadores
quem dansa, nem seqner a trowaa
Repenti ament, porm, coi
um calefrio simstra noticia.
com as faces euadas aaabaaam d
car-so do alto personan, emo
conservamos .
Depois, ouviram-aa astas paJavras osa
corriam de boca em boca:
_ orreu o Sr. ScbwaiU. Os Casacas
rprplas.
TIP.OMk PMRHMK
RMfc- i.


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