Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12194


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Full Text
i l LHKJ 18.
DOMINGO 23 OE JANEIRO DE 1870.
.

1

j



PAHA i CAPITAL I 1UGABES OTOE IAO SE PACA POBTE.
....., ......
... .
C$000
12^000
240OO
320
PAU fififtO E FMU DA
mezes. ad&Udoe............... IfglO
ditos ida................. 43*500
Por nove ditos mm .................. qa]
Por ato auno idem............."."..*.'.".' 17180
RMMBCO.
Propndade da Maaosl Kfrueirda de Fara & Filhos.

Os Srs. Gerardo Antonio Alves d Flfto, no Para ; GonfJves d Pinto, do Maranho
A

=E-
; Joaquim Jos do Oliveira, do Oart ; Antonio da Lemos Braga, n* Aracaty ; Jo5o Maria Julio. Cbaves, do Ass ; Antoirio Marques da Silva, no Natal; Jos Jmtim
PfcHra d'Alaeida. em Mamangaape; Amont AlexafldlSflo de Lima, na Paranyt* ; Antonio JosJGonw; -na Villa- da P*,ba BrfafnHoo dos Santos Bote*, en Santo A**>; Demmgc* *s da Costa Braga
6; Francisco tarares da Costa, em Alagas; r. Jos |>rtins Alves, na Bato ; e Jo Ribeiro Gparioto no Rio de Janeiro.
PKTE 0FFB3IAL
overa* da provincia.
I'ACIIOS DA PltFSlDfiNCIA DA MOViNCIA DO DA
20 V. )A.VE!ltO.
Antonio Francisco Paes de Helio Barreto e An-
t mi Pe-eir da Cmara Lima.Tendo em consi-
Wacao o que inonnou a ihosouraria provincial
m dala de n do corrento e sob n. 14, e atienden-
tcTio, fleam os nwtsmos supplicantes iseolos de in-
femnisar fazenda provincial quantia algum,
i; iia ve que declaren perante a mesma thesoura
n& quejulgam se patrs e satlsTeitos cm asquan-
tas rebebidas, o que em lempo algum levantarlo
uuestfrs relativas ao contrato que fra rescin-
Tenente Francisco Seraphfeo Gomes do Reg.
Nio tendo o- suppitcantc provalo o que allega con-
n juiz municipal, e negando esto o faci pelo
I acorado, empregue o supplicante, se lite
convier, os metos raiuarios.
Francisco de Lacera Cavaleante de Arouiuer-
(Imitan 1 > de infurmacli do commandinte
no corpa provisorio de polica que nenhum indi-
v luo coiii o aaitieidad* do de que trata u sup-
ftWeanf, se-feona egaejsdo m mesmo eorpo de
P>l*ii, iMcfer Jo.'-
Joe Vicente Godinho.Remetndo ao Sr. majnr
irecor do arsenal de guerra para mandar passar
w wrtida requerida, ao lia vendo inwm veniente.
T-menio Joaquim J >* do Souza.Informe o Sr.
-e<-t >r da tfeesdraria do fazeda.
< I iiiinimd id >r Jos. Joao do Amorim.D-se.
lnSo l'aplista di Rocha Bafsilino.Reqrteir ao
mimeipvil respectivo, qoem compete- a no-
3' interina. '
Mulbeu; Aostin & CA' vista da intormaco
i' requer, pagos os diroitos que fnrem dividos.
rrloMMiin ao a preente pticao ao Sr. inspector
da tliosotraria do fazenda, para os ias con ve-
stes.
piulo Miguel Fcrreira Velloso.Aprsente o
fas cuntas, de modo qHa tt.jupm de<-
Minada- m despezas feas oom presos de jnsti-
a, di< que se li'Ti'ii com as praxis d denlaca-
i>, fkzend-i a re-peito dn nliimas, asdecl.ira-
da que i'-ata o parecer do contada interino da
- riiraria d3 AizmJa, de 7 do corren, afta de
icrar o pagamento qne reqtier.
l)r. I'odro de Athayde Labo Museo*.informo
o Pr. inspector da Hisourria de fazenda.
Rcpartlpo da polica.
S* soo^ii.Secretaria da polica de Pernaiabu-
de j;uieiro de 1870.
n. lo .film, e'Eim. Sr.Levo ao eonheci
i i ile V. Bxe. que, (Ognn'do consta das parti-
Hpae^es receUdas luje nesta reparticJo, foram
-.ai recolhidoa casa de deteneo, osseguin-
i lividuo :
A'orJem do sub relegado do Decife, I-aboJ, es-
iiva dd Feliciano da Sil^ Leifa, rqneri nento
i r ii respndeme de seu senhor.
A' ordeiu do S. Jos, Joaquim Jos de Sanl'Anna
o Quenno Nuaes da Silva, por criine de furto.
A' ordem do d> Boa-Vista, Manuel Francisco do*
Praieres. gara recruta.
Por omcio datado de lrnitem, parteoipou-me o
! ri i. do Io lisiricto da freguezia de iaboa-
I i' ao amanheeer do mesmo dia, fallecer de
ira ataque do hydrophubia, de que foi accommet-
ti JO no da 49 tro eorr nta, o menor de nome Joao,
se acbava cm sua companhia, e era filho do
indltfdao de nome Manoel Domingos, ijue fallecer
na cstnrla, quando da cidade da Victoria segua
alU, i no V. Exc. commaniquei em minlu
parte do dia i:j deste tner.
P claro;i-ino aquella autoridade, no mesmo offi
ro, que o dito menor qnanio estava com sna fa-
.nlia fra nrardid i, lia poneo lempo, por mu cao
popUob, pelo 'jiro vieca a sor agora victima
de Bm i' liorrivel mal.
trs guaras a V. ExcIllm: o Exm. Sr. se-
nador Frtarfeo de Almeida e Allmquerqae, pre-
sidente da provincia. O chefe de. polica, miz
Anlonio Fernandfs PinMro.
EXTERIOR.
ASSIMI'QA >, 30 DE DK7.EMBR0 DS 1869.
A carencia de noticias importantes sobre a por-
-cguicao ao for..gKlo lyranno fui i digo da guerra),
yor que esta ja se acauou), obriga-ine a ser mui-
io lacnico neia tnissiva. NSi sei encher papel
<*oin banalidades.
As ultimas Boticiai que teos do acampamento
le Sua Alteza o dio, no dia 49, ent Curuguaiiy, em
eras de seguir para Igoatemy, donde .-e diri-
pnra o Panadero, cm uu neral Cmara deve ter marchado no dia 2o da
Conrelo para o Rio Verde, e dahi se dirigir
rambcm sobro Penadero. Suppde-se que Lpez
aha-s oem os restos do seu destrocado ejercito
em ama posieao chamaJa Cerrci-Cor, a seis leguas
! njti l!e ponto. O general Cmara expedio o co-
I Rento Marlins, com fyrgas KtaBtes, para
lomar a picada do Chingelo c impi>dir a fuga do
xdictador por essa pioada em direccao aoAp,
vir atacado no :-cu novo quilombo.
O_ exercit i de Lpez est te desmembrando :
i.iriaineule apparecem grupos de soldaints e at
'zi'ii -., a is !. em todos os pontos em
urna foroa de 200 horneas, commaodada por m
oroual Gmez, preador o calebre Homero, qpe,
com o Caaaete, nao Me appareivu p->r ter sido
derrotado pela expedicao do general Cmara, de
que dei noticia. A priaao oletuou-se no passo
Placido, e a esta hora tara sem duvida llomeru
pago seus crimes na pool* de alguma lanca. Fta
pisifo em que se coilocoi Lpez e piia falta de
recursos, creara geral que elle boje nao pode
mais fugir e que lera dentro de pouco lempo de
ronder-se ou cahir prisi meiro.
i deixou estas plagas, camin- da repblica
do Uruguay, o guneial oriental Castro com a sua
gente. No dia 2o parti desta cidade para a de
uenos-A\res o general argentino Emilio Mitre
com toda a guarda nacional da repblica, que
constitua tres quarlos do seu reduzido exercilo
em operaces do Paraguay. Aqu ticaraui uns
1,600 bomens de linha sob commaalo do gnoral
Vedia.
O Sr. geDeral Mitre embarcou no dia 21 tarde
sendo acompanhado at a margen do rio pelos
Srs.'conielheiro Paranhos, general Polydoro, inem-
bros do governo paraguayo e outras pessoas de
distinecao, brasileiros c argentinos. Escaleres da
esquadaa imperial couduzirain S Exc. e seu esta-
do-maior para bordo do vapor em que seguio para
sua patria.
Assim, pois, terminou para eaes nossos-allia-
dos o onus da guerra. Infelizmente outro tanto
nao posso eu dizer a respeito Jo nosso pobre
Brasil.
Sobre a conveniencia, ou mais propriamente
necessidaie palpitante, da retirada de grande par-
te de nossas forcas ji disse bastaute em imana
ultima correspondencia. Esta a qie-ta vital
em que o Brasil deve ter fixos os ollios. Diminui-
cao, e grande diminuicao, iininelala das despe-
zar de guerra, qae estao sugando a seiva do Brasil.
J que nao se quei anda que este cancro aoja de
Unto extirpado, minrese o somimenlo do en
ferino.
Temos aqui seguramente uns 10,000 homens
inactivos. Alm da despeza, deve-se considerar
os males que produz a ociosidade, mai de todos
os vkio-s. Como bom Brasileiro, esperamos an-
ciatos as ordens que o governo imperial l duvida expedido sobre esta importante que-tao,
depois que leve conhecimento do accordo celebra
do a 2'i do mez passado pelo sosso ministro, Sr.
conselhairo Paranhos, e que foi envalo para
essa corte, seguudo me cons'a, pelo transporte
Galgo.
Has Mbas do Buepos-Ayret tem apparecJo
urna polmica entre J >ao Carlos Gomes e o gene-
ral Uarlholomeu Mitre, cm que este, tratando da
trplice allianca, faz umcmlc honorable ao escuirr-
giin que deu na e >n espoadencia que troeou com
o capjtao de mar c gu"rra Silveira da Molla, a
rcVpeiui da passagem dellumait, fazenda atlu-
j&a|iiij:Hia> ao benemrito vseonde de lnhsma,
as quaes foram lio brShanteinente refutadas pelo
di> captio de mar e guerra e pelo rraao do fi-
nado o Sr. Josc Victorino de Bal
i
do a rt. 21 do decreio n. .^I73,4e 6 de nbt de
1B, vislo solrer molesia catlica e rtefravel,
que o impossibiliu de oeMinuar a servir.
Por outro de iguai data iaudou.se ie
clausula oom que feram proauvidos os s
teneules Manoel Pereira Pin Bravo e F
da Silva, viste lerem sido approvfldo9a
exigidas pelo dcereio
de 1851.
9 ->-
Per porlafia de 3 do correte foram
pracaetes da contjidori da marinha
Woanque n Aittaida. AJfrado Martin
Francisco de Assis do Espitito Sanio, Freieric-
lss de Mello e Olivara, Manoel Candido t Ate
vedo Colonna, Luir Eugenio de Leaos, Benj mifli
Hwrique Tauner.
INTERIOR.
RIO I2 8 DK JANEIRO DE 1870.
S. M. o Imperador, aeompinhado* de seus sema-
narias, cheeou hontem s 9 1/2 horas da manhaa
ao arsenal de marinha, onde visitn as officinas de
machinas ; embarcando emsoguida nafaleota im-
perial, dirigise fortaleza de VillegaTgmm, e s
2 horas da tarde desembarcou no arsenal de
guerra.
-; c maior ser a escala
roximarem ellas di
'in;: A lome e a desorenca
obrigam e?sft pobres fanticos a abandonar seu
raado dolo. Tolos >> aceorde* em pintar
na matnr tjWlli U JUUIIIMmem'o de Lpez. Cir-
tdj-sc urna m. para oro Veas, o as pobres mu
tiwrs f\nt a* mpanh'iin sao obrlgades a recorrer
co lMtaaom.) principal atiraentactlo.
\- forcas sob o cowwfeao do general Cmara tm
'nlinuado a dar dnfoe golpes JO teimigo e a cor
lar liWweTsoa.
O teneate>)roAfl G'ierreiro. que commaoda a
nossa gnarnico do Apa em Bella-Vista, sorpren-
nma nartda paragiaya efez 80 prisiooeiros
alm de rao le nmnero de passadus qae se Ihe
aprosonturam. Destraio o fortim paraguayo de
-rio*. Entre os prisioneros aofea-sa atn sar-
geaft que declaren ter ordem de Lopes para reu-
nir a.gente dispersa p -\a matas e siaar-se cora
olla do Mitro la lo do Apa.
O foaaaie-coronel Caete, q;ie r-onmitndava as
forras iomigas ao norte do rio Jejuy, foi sorpren-
dido c batid) no dia i-> i!, corrale peso mijor
MartiiTs r n Iguasaugu. O a^^^Hfete e uns
40 de sou< Boldadus, isl ( ^Ba apa genio,
MI ja fhefoo a esta
'.ididc c declara que Lop
tsr-se. Presumo se qfle este ehefe, com
me o lf ranno o saerifioasse por caasa das d
tas que soffrOra em Sanguioo-Cu e Taesi!
ara-se pelos bosques espera -deoocasiie opM
una para entregar se.
sltaiosCayas leVaraai s-nossas foreas Ufe
tgtialem) uma miel Sutana de Cspedes,
Lpez hawa desterrado com outraa. O de-
loilaaatti desla eahora i mam toterassante, e da
moto Uswemonho as crueldades desle onttro.
iwv im, Abrahe Sartorio, fugki de Paaado-
). Aaplapoi-
'nei ia a simaco desesperada de Lpez,
te ftte te achara, Cerfo-
Por carta imperial de 7 do corrente foi nomea-
do offlcial da ordem da Rosa Charles James Man-
gles, presidente da companhia Roval Mail Steam
Pateen.
Por decretos da mesma data :
Foi concedida a exonerarlo que pedio Joao Bri-
gido dos Santos doveargo de secretario da provin-
cia do Para. ^*~--__
Foram nomeados cavalheiros da ordem deS.
Bento de Aviz os ofllciaes d corpo de fatentla. da
armada nacional Candido Jos de Magalhaes, Vc-
tor Maria dos Gnimaraes Vellozo e Eliseu de Oli-
veira Borgft*.
Foram concedidas as modalha3 de segunda cas-
se ao imperial marinheiro Hermenegildo Jos da
Costa e ao soldado do balalhao naval Manoel Al-
ves Ramos, por lerem salvado, com risco da pro-
pria vida, a do marinheiro Antonio Jos de Barros,
o qual cabio no ro Paraguay, do bordo da canto-
neira Behnonte.
Foram concedidas as seguintes pen?5es, que
fieam pendentes de approvacao da assembla g.-
ral
A D. FeKcidade Pereira dos Santos, mai do se-
gundo cadete do 2o corpo de cacadores a cavallo
Tnotnaz Joaquim dos Santos, a de 12000 men-
saes.
Ao capitao da guarda nacional da provincia do
Rio Grande do Sul Beaaardino Garcia Rosa a de
60fi mensaes.
Declarou se que a pensao de 96, mensaes con-
cedid a 1. J >sephinn Emilia do Carvalho Guedes,
viuva do tenente-coronel Gabriel de Souza Guedes,
deve ser considerada como conferida metade di-
ta viuva, e a outra metade reparlidarnente a seus
filhos Luiz, Carmelita, Virgilia e Maria, sendo
quanOao prinreiro somente at sua maiori-
dade.
Communcam-nos de Vassouras em data de 8
do corrente:
Um homem por nome Juca Ma.iocl, sabia na
larde de ante hoalem em carro por una das roas
desta cidade em companliia do urna mulbcr, mo-
ca, que havia alguna das, linha elle raplai o da
easa paterna, quando um velho muito conh cido
a*jui por nome Jerooymo e pai de tal moa fa
loado parar o carro e delle sabir o rapt >r dd sua
llha, desfechou"sobre este, na cabeca, um ti o de
picola, que o lancou por torra marlbondv.
.O nossojuiz municipal Dr. Manoel Jactaiho
Nogueira da Gama, oouiparereu iiumeaiatancnte
no lugar do orme, faz-nd) conduzir logo ofdrido
para a Siata Casa de Misericordia, recolher i,
priso incoramunicavel a mo providencias para a captura do criminoso ; asis-
lio eui pesaos a todo o curativo que prompiaiaen-
te foi feto polo Dr. Jos Hara de Andrade, o ojual,
a convite daquelle juiz, Bao lardn om exercer a
sua ciridosa inissa '.
Urna hora depois, ou pouco mais, o assassino
entra va nesta cidade preso pela escolta que havia
sabido om sna perseguirio.
x. O offondido fallecen na manhaa de hontem :
tendo logo procedido orno de delicio, contiaa
o juiz municipal com aclividade as diligencias
para a in--lanraco do processa.
H
< gabinete imperial actba de passar por urna
niodilicacao. Tendo pedido e aleaneaJo cxoaA>!
cao do cargo de ministro o secretario de eddn
dos negocios da uslica o Sr. eonserheiro Jos w-
tiaiauo de Aleucar, foi por decreto de hootom ao-
nread-i para suceeder-me o Sr. Dr. Joaquim Oota-
vio Nebias, presidente da cmara d s deputados.
Para a pasta de ministro e secretario de estado
dos negocios da agricultura, cmmeroio o obrss
publicas, que se acbava vaga, foi noieado, t m-
bem por desreto de hontem, o Sr. Dr Diogn Velho
Cavalcauw de Albuquerqne, Io secretario da mis-
ma cmara.
Por carta imperial de H do corrente foi nomea-
doo bactarel Ferondo Toixeira do Souza Maga
lliaes para o cargo de .secretario do governo 4>
provincia de Minas-Geraes.
-Por decretos da mesma data :
Foi exonerado a seu pedido o bacharcl Diogo
Luiz de Almeida Pereira de Vascsncellos do car-
go de secretario do governo da provincia de Mioas-
G era es.
Foi coucedda a Joao, filho legitimo do capitao
do 42 corpo de voluntarios da patria Joao Xavior
do liego Barros, morto em combate, a pensao de
30 mensaes, at que ello completo a idade de 18
annos.
foguete* de guerra boje usados, d? cauda
", atirados ao* por e tativa do aOtigo modelo
o owros por ditas melhoradaj pelo director actual
no laboratorio pyrotechnico do Campinhn.
> proJee8f-r,)-uei0.Martin, que j foi esperi-
emaoo cm 4 dejulho de 18(57, seldo ento lan-
ir caoliio de arma lisa, agora aeaba de ser
WlWr'ur eatrtiao raiido, cm \1rrB88 de orden
oo ex ministro da guerra o Sr. consetheiro Para-
nagua, cm coasoqueflcia dos bons resultados entio
apresemados.
)da i lea nova, appnrereram embaracos
1" Itsso tratou de rcfobvcr, o as novas
fterim demoirstrar qne o nrojectil-
mete e digno de serio estn-lo, porqnanto em re-
a direccao e effeitos parejeu superior aos
"O* g"erra ror n6 ad,P,:idjS; devndo,
porom, sor melhora) quanto ao sea alcadc auo
e pre"efltemento limitado.
Qnanio a nova estativa dos fugeles de guerra,
e ella ncoalcstavelmcnts superior a antiga, j pela
melhor direccao qae d.i ao foguete, e j pelo seu
diminuto peso para ser transporta c mano-
2.' Tiros de experiencia de. varias espoletas de
lempo, denominadas 1a Hitlt: de lempo por con-
cussao, syse:na Boxer, o de precnssaa, systemas
Amstrong e Boxer, tabricalas respectlvmente no
arsenal de guerra e no laboratorio pvrotechmco;
aquella sob a direeeio do referid!) rapitao-tenentc
Dr. Cerqueira Lima, e estas sob as vistas dos Drs
aptles Luz o Fausto; todas estas espoletas foram
exiterimentadas em granadas segmenta?*, que o
foram pela primeira vez nesta corte, gracas aquel-
le ofTicial de iiiarinba que na Europa estudou ar-
Idharia ea commis do governo imperial naof-
licina de Elswick., ootr'ora do governo inghsz, e
fc que ntriMhz no nosso exorcito tio importanterae-
Iheramenlo.
Tanto a granadas como as espoletas prodnzi-
rm reultados satisfrctorios que do a medida dos
sirvico-; que actualmente prestam a commis$o de
in 'llii ira meatos do excrcito, arsenal de guerra v
laboratorio pyrotechnico do Campinto.
Todas a! exj)crieneia< foram dirighlas riorparle
aesta coinmissao, pelo seu m-jnjbo adjunto mijor
Dr. Antonio Jos do Amaral.
S. M. Imperial, solicito como empre se tem pa-
tejrtea.lo pelo memora ment do material do xer-
cito. dignen-n Bcompshhar mimicinsainent as re-
feridas experiencia, inda.ando os aporfeieoamen
los de que sosusceptiversosarHtfciosexp'erinien
Concloidas as experieneias, dignou se S. M. Iip
Birriai convidar para sna me-a do almoco a todas
ai pessoas presentes, e s 3borsda lando rctirou-
separa j corte.
- 12
Por decretas de 48 de dezembro prximo passa-
do foi exonerado do e ,roas iUi pro-
vincia da llalli oeoronr Jtonleiroj por
asm n haverpedM ufo para o substituir
o coronel Antonio Gomes Leal.
tenente-corooef commandaote do 21 batalbio de
lafantaria Antonio de Campos afelio.
Foram concedidas as honras do posto de alferes
do exercilo ao alferes do 24" corpede voluulariiw
da patria Manoel Joaquim Cardoso, era axtencao
aos relevantes servicoS por elle prestados na guer-
ra contra o governo do Paraguay.
Por porta na de f do corrente foi Borneado ama-
nuense da secretaria de estado dos negocios da
guerra o praticante da mesma secretaria de esta-
do Gabriel de Araujoe Silva.
Por decretos de arde dezembro prximo-lindo :
Foi dispensado o jaiz de direito Antonio Au-
gusto da Silva- do cargo de chefe de polieia da
provincia do Ibranhlo.
Foi designada a 2' vara crime de 3' entrais,
na capital da dita provincia, para nella ter exer-
acTO e mesmo juiz de direito.
Por decreto de 7 do corrate mez foi commuta-
da em um anflo a pena de cinco" annos do prjsao
com trabalbo, a que por sentenca do conselho su-
premo militar de justica fra coodemnado o solda-
do do batalhSo naval Mariano de astro Possoa,
pelo crime de desorejo.
Por outro de 10 foi reformado o offlcial da ter-
ceira etasse do corpo de fazenda Auguro Jc
Gonearves Le<*a, com onze vigsimas quintas par-
tes do respectivo sold, na conformidade do alvar
de 16 de dezombro de 1790 o do art. 21 di decre-
to n 4,173 de 6 de malo de 18C8.
Por outro da mesma data foi transferido da pri
meira para a segunda classe o primeiro tenente
Uemeote de Cerqueira Lima, na conformidade das
disposierVs em vigor.
Por outro decreto de II foram promovidos a pri-
meiro< lenles da armada nacional e imperial,
contando antiguidade do 2 de dezembro do anno
passado, os segundos tenenles Manoel Pereira Pin-
to flravo e Flix Jos da Silva.
Por decreto de 8 do corrente foi nomeado Ray-
mundo Qairmo Bemflca para o logar de secreta-
rio da capitana do porto da provincia do Rio
Granlo do Norte.
transferido pa-
de infantaria o
rnesma arma Manoel
Por decreto de 5 do cerrente foi
ra a i' companhia do 12 bMalho
capitao do 8' batalhao da
Francisco Soare*.
Foi reformado com o respectivo sold por ntei-
ro. na conformidade da in perial resolocao de 22
de dezembro ultimo, tomada sobre cnsules do
conselho suprema militar e das disposieo> do $ A*
do art. 9 da le u. 648 de 18 de agosto de-1852, ti
capitao do 8 batalhao de infantaria Nelson Jansen
MuHer, vttt achar-se incapaz do servc do exer-
cilo, n flWIUIiTIHrih d* ft'riraento por arma de
Por decrete da tnpsma data foi nomaado, na
conformidade das-olspesieSes do art. 156 do re-
gutimento do corpo de sade do exercito, o dou-
tor em asedcina Paulino Pires da Costa Chastinet
2o cirurgio do dito corpo.
lof deeroios de 3 de desonsbro prximo tote fo-
-meados :
IVesidenle do conselho fiscal do Impera! Insti-
tuto Peroambocano da Agricultura o visconde de
9oas*una.
Yice-presidente do conselho Haeal do refendo
In-titrtto o bario di Rio Forran
Toesettrciro d > mencionado Instillo o viscoodr
de 'lamaragibe
Por; ok lo eofrente mez foi nomeado
rvalbo Jni
administrador do erreio da provincia d
Santo, eom os veneimentos da tabella que se refe-
re o art.2o da le n. 0.39 d* 16 de setembro de 1857.
. Por-deeroto de 30 de aem!
e ao 1" lenle AnP es de Barros %'
demisso que pedio la s*r*ieo dt armada.
Por outro da mesma data foi reforsaado o offi
c i al da terceira e)asse do corpo de fazenda Leon-
"rade Silva Frenas, oom dezoito vigesi-
partes d respectivo sold, na cunfor-
alvar hro de 1700, o
Por decreto de 8 do corrente foram nomea-
dos:
1" escripturario da thesouraria do Cear, o 2*
dito Jo? f^valcante de Aranjo.
1" escripturario da de Pcrnanibuco, o 2o dito
Thnm Arvellos Espinla.
2o escripturario da mesma thesouraria, o ama-
nuense da respectiva secretaria, Francisco de Sal-
les de Andrade Lima.
1 escripturario da da Baha, o 2 dilo Ernesto
llermelino Ribein.
2" escripturario da mesma thesouraria, o 1" da
do Cear Joao Mendss Pereira.
Chefe de secc o da de S. Pedro, o 1" oscrip-
tuiario da da Baha Antonio Baptisla Gonealves.
Por decreto do 8 do corrente foi o coronel com
mandante do 2* eorpr de cacadores a cavallo, Ma-
noel Pedro Drago, exorado do enramando do refe-
rido corpo.
Por decretos da mesma data :
Foram concedidas ao capitn do 35 corpo de
voluntarios da patria Francisco Benedicto de Mal-
los, a< honras do posto de capitao do exercito, em
atteacaoaos relevantes servicos prestados na guer-
ra contra o governo do Paraguay.
Por decreto tamhem de 8 do corrente foi nomea-
do 2 offlcial da secretaria de estado dos negocios
la guerra, o amanuense da mesrn secretarla Pa-
tricio da Cmara Lima.
Por oalros de igoal* data foi declarado de ne-
nhum effeito o decreto de 20 de outubro prximo
pascado, que nomeou Jos Ramos da
almoxarife de V classe do arsenal
corte visto nao ter om ten.po competente tomado
posse daquel e emprego, nem prestado a respectiva
llanca, sendo nomeado Jos Telles de Moraes Bar*
bosa para o respeetivo logar.
Por decretos de 12 do corrente :
Foi exonerado o primeiro escripturario da al-
randega do Espirito Santo Manoel Antonio de As-
sis da commissan de inspector da de Uruguay ana,
provincia de 8. Pedro, e nomeado para a referida
I commissao o pruaero coaferonte da alfaadega do
Rio Grande Camillo Jos de Carvalho.
15
S M. o Imperador, acompanhado de seus sema-
narios, chegou hontem s 10 horas ih manhaa ao
arsenal do marinha. onde vfsitou as olllcinas de
machinas; ora seguida ombarcou na galeota im-
p Tial, visitn as corvetas Nitkcrohy, Vital He Oli-
vara o W'tf, e desembarcou no arsenal de guerra
ale meia hora da urde.
Por portara de 10 do corrente concedeu-se ao
Dr. Ludgero da Rocha Ferreira Lapa, chefe de sec-
co da secretaria de estado dos negocios da agri-
cultura, comiiiercio e obras publicas, tres mezes
de licenea com venc monto para tratar de sua
sande.
Por portara de igual data foi nomeado-Joao An-
tonio de Siqueir, director do alriamcnto de Pa
r.'inapaiienia, na provincia da Paran, com o ven-
c monto de que nata o art. 11 das ianieeoes de
".'i d" abril de 1837.
dem, exonerado daqoelie cargo Joolyn Augusto
Monira Borba.
dem, nomeado Jocelyn Augasto Mtraira Borla,
director interino da colonia Tnerea, com a grali-
ficaeao aBnual de 2:000$.
dem, concedidos seis mezes da Keeaea sera
veneimentos, a Osear Voa Kescel, carador des
immigrantes, para tratar de Sua sade onde Ihe
aaavier.
ciai u terco
ci de Andra
S. M. o Imperador, acompanhado de seus sema-
nario, assis'lio hontem, na escola da rifo do Cam-
po Grande a varias experiencias levadas a effeita
pela commissao de memorimento d> material do
exercito, em presenra de S. Exc. o Sr. eooselheiro
ministro da guerra.
S. M. Impprial, semanarios, mmislro da guerra
e presidente interino da refer la commissao, o ma-
rectal de campo S jares- de Andrea, embarcaram
m trem especial s 6 Jioras da manbaa, e chega-
rara aquella escola s 6 horas e SO minutos : S.
Magestade alu visitou todas as dopendencias lo es-
tibeiecimento, inclusive o quartel dos prisioaeiros
paraguayos.
metnbros da commissao de melhoraoiento r
coojunciamente o ir. eoaselheiro director da re-
particao do quartel-mestre general Dr. Raposo,
han como o ofBcisl de marinha apltao-tenenta P.
Benjamim de Cerqueira Lima, leudo tetbame''
barcado em trem espeeiat, aHi befara m s ho-
ras da manhaa, e enlo egulrairi S. Magestade c
toda a comitiva para a linba de tiro, onde se ef-
fectuaram as segnintes exparienoias.
4. Tiros eomparativua 4a pretwtil^nete da
nvenfo de Garlos Augusto Hoofigues alan1'"-.
' No da 8 do corrente mez foi recebido por Sua
Magestade o Imperador, em audiencia de apresen-
lacao, o Sr. D. Luiz Mesones, que no acto da en
tregar ao mesmo augusto senhor a sua credencial
de onvado extraordinario e ministro plenipolen
ciaro da repblica do Peni nc.-la corle, pronun-
cou o segninte discurso :
Senhor.0 suprem governo do Per, com-
penetrado da elevada importancia de suas rela-
efies com o imperio do Brasil, houvepor bem acre-
ditar-nie enriado extraordinario e ministro pleni-
potenciario junio augusta possoa de Vossa Ma-
gestade.
f Os nteresses especiaes de ambos os estados
e a antigs e profunda? sympathias da repblica
peruana pela mcio brasileifa e por seu mu il-
lustre e digfMsslmn soberano, fazem-mc esperar
que Vossa Magstade dignar-e-ba pre^tar-me seu
poderoso concurso para fecundar aquellas rea-
p"los grandes principios de honra e de justi-
ca que inqiiram a BOhre poltica dos povos cultos.
Com tan satisfactoria e-peranca deposito, por-
tanto, senil ir, as inos d'> Vossa Magestade a car-
taVredencial que Ihe dirife S. Exc. o presidente
do Pera
Sua Magestad o Imperador responden :
Agradeeo esta nova proca de amizado para
com o Brasil da parte do giverno di repblica
do Peni, e eston certo, Sr. ministro, que liel in-
terprete dos senlimentos sempro manifestados om
nome do vosso g-iverno pelo Sr. Torres Bueno,
contribuiris, como elle, para cimentar edesenvol-
ver cadavaa mais as relaeo :s que lao felizmente 1-
gam aosas patrias.
13
De Assumpcao entrou hontem o transporte de
guerra Wcrneck, com datas daquclla procedencia
t 30 do passado, e do Rio da Prala at i do
corrente.
Como se ver da carta de Assuiipcao continua-
va's persegnico contra Lpez, acliando-se S. A.
jo Sr. conoe d'Eu em Curuguaily donde seguira
| para Iguatemy e dalli para Pa naden, em cujas
imniedi.ic >s so sappnnha abrigar se Lpez, tam-
I bem amerado pelas torcas do general Cmara que
o cercavam pelo lado do Apa.
Eran diminutas as nossas forcas emponhadas
nesta cacada, e a maior parte do nosso exercito
aguardav.i ociosa a ordem de retirada, em quinto
os Argentinos, deixando apenas no Paraguay uns
1,600 homens sob o com mando de Vedia, reco-
Ihiam toda a sna guarda nacional que, eom o ge-
neral Emilio Mitre frente, ch'gou a 2 a Buenos-
Ayres, onde depois das fe-tas de reeepro ia ser
de; armada e licenciada.
A este respeito faz o nosso corresp inaente oh-
scrvaeies que n,is parecem mni sensatas. Nao
descortinamos motivo algum para reter os nossos
voluntarios anda no aragiiay. onde na la fazem.
nada mai* podem fazer. E' urna crueldade para
com quelles v.deni-s que no lim de tantos annos
de fadgas e prtvacSes deven estar anctosos P"r
fornar a ver os seus lares, e enerar os cofres
pblicos com urna avultadissima despeza que ja
se nao justifica. Se estamos om erro, o alguma
razaforte existe para esta demora,seria bom pa-
tx'Htes la ao paiz, que nos parece ter direito de
saber p rqno so Ihe acrerravam os impostos.
Das repnh! i cas do Pra'a nao ha noticia do im-
ncTtancia.
44
Por decreto n. 4,451 de H do Janeiro de 1870,
fot autorizado o Enjtish Bunk of Rio de antit-o
titoVed para eslabcleccr urna caixa filial na cid-
le i > S mtos, da provine^ de S. Paulo, finando a
dita caixa sujeita s regras e condices proscriptas
no decreto n. 3,212 de 28 de dezembro de 1838.
Por decreto n. 4,452 di mesma data foram ap-
nroyados eom all-racao os novos estatutos do ban-
co Commercial do Rio de Janeiro
Dos directores ullimameote eleitos para o Monte
Po Geral, o governo imperial escolhsu para pre-
sidente o Sr. eooselheiro Antonio Nicolao Tolen
lino. Ruunio-se hontem novament a assembla
geral do* intitodores para designar o vice presi-
dente, o secretario e o thesoureiro, d'entre os res-
tantes directores eleitos, eleger o novo consorho e
dcntir o projeelo de reforma de estatutos spre-
iMHm pela direct-iria em seu relatoro. O re-
sultado do escrutinio foi o segninte :
Vice-pi-esidente.Dr. Jeronymo Jos Teixeira
Jnior.
Secretario. Commendador Joaquim Antonio
Fsrnandes Pinhefro.
Thesoureiro.Tliomaz Joaquim da Silva.
Arf/unfo.(ommendador Manoel Antonio Ai-
rosa e Augusto Herpar.
K para laeinhros do conselho os Srs. : com-
mendador B-raardo Casimiro de Freitas, cense-
Ihiro cnristiino Benedicto Otloni, conselheiro
Anlo lio Flix Marlins, coronel Jos Gonealves Vic-
toria, Dr. fenicio da Cunha Galvao, conselheiro
Adolpho Manoel Victorio da Costa, veador Jos
Joaquim de Lima e Silva Sobnnho, Dr. Tliomaz
Alves Jnior, Dr. Olegario Hercnlano de Aquino e
Castro, Dr l.oboDiniz Cordeiro, Dr. Joaqnim Bap-
tisla de Souza CastellSes, Dr. Antonio Jos Moreira
Guiniares.
Nao so adiando presente numero sufflciente de
instituidores para se tratar da reforma dos eslatu
tos, iitou este obje*to para nova reuniao da assem
bla geral, qae ser annunciada.
O Sr. conselheiro F. Octaviano propoz e a as-
sembl-a resol ven unanimomente qne se consig-
nasse na acta um voto de louvor e reconheciraento
aos membros da directora que acabava, pelo zelo
e dedicaco que maiufestaram no desempenbo gra-
tuito de tio ardua tarefa, concorren lo assim para
a prosperidade do monte-po geni.
Por derrets da 10 d correte fez-se merc do
titulo "o> consemo aos Srs Drs. Joaqu nOciavio
riebias e Diogw Vmo Cavaleaatj do .Mbuquerque.
Per decretos de 12 :
Foram nomeado*:
Medico lioaarario da imperial cmara, o Dr
Francisco Prxedes do Andrade Perteneo.
omendador da ordi-m do S. Rento do Aviz, 0
cavalleiro da mesma i rem eapitio do cavallaria
e major de cmrai-io Jos de Almeida Rarreto.
t\>iam acottas e eofTfirmadas as renuncias qne-
rjs padres Manool Ignacio da Silva Espindola, Ma-
tbeos Agusto & Silva Pranco o Cypriano Anto-
nio Alves Vianna, llzerara das igrejas parooljiaes
da Santtssima: Trodade e de S ore, na dioeese do
Para, e da da Smta Rita c Santa Philoraena do
Cedo, na do Msranh
Foi apr> s Jos Msnool do<; Santos
Pereira, na1fre|aparochial de Nrasa Senhora da
Cono do Para, provincia
de A'maton
4*or
da 12 do corrente mez :
: qm prteme o
DIARIO DE PEnNafflBUCO
RECIFE, 22 DE J.\_\EIR0 DE 1870.
Transcrevendo neste lugar o artigo editorial do
Jornal do Commercio da corle, abaixo. sobre tele
graphos erertricos, razomo-lo de lano melhor von
tale quanto coadunaia-se perfoilamonte com as
nossas, as ideas ah apresonladas, e das quaes ain
di no anno prximo lindo tiremos occasio de nos
ocruparmos.
A reserva, para nao usarmos do mui cabido
quabflcativo detleixo, que tem tido o governo em
traiaressa queslo,nimiamente importante, quc-ili
aue seriamente lem oceupado e oceupa a altearn
o governo dea paites civilsados ; tanto mais
censuravel, quanto publico e notorio o offereci-
ment qa Ihe tem sido feiio por particulares, que
se propoem construir linhas telographicas enlr-o di-
versas provincia* do imperio, dando as nocessn-
ria< e imprescindiveis garantas de prorapta eons-
trnecao.
Felizmente j o sr. Anlio deixon de oceupar a
pasta da agricultura, e poranlo de suppor que
a queslaV) soja estudada e resolvida como pedem
o* inmenso nteresses de toda aordBm,queatam
a sociedade brasi4eira, cada rez mus vida de
melhorainento. Resta que o novo ministro da
agricultura d* o devido valor ao negoo dos tele-
graphos o de urna vez estbate* como principio
qne o governo nio se pode iaoumbir de*sa tarefa,
o que alias demonstrado snflrientemente pelo
modo porque tem ella sido taita no sul do impe-
rio.
E' ferroso qae o gevemo 4o paiz so compenetre
da noaessidado jne tem o /aven imperio amertea-
no de ver sna paMtacao entrogar-se com afn a
tnie a sorte da inaNioramentos. spoderan
na espirito de assoei ic*> que faz hnje a* g
do muudo, o iniciand- as generosas ioas de
greew qoe to neaessarias nos alo. Para i
MUI'tmiderrttm tMTa nae o governo lirgue
mao dessa horsafoS depehdenci em que ctfeoa
tudo e todos, era manifest detrimento do eogran-
decimen'.o do pata, c que oH jToprio procure
derramar as ideas de livre asSoefaco aos indi vi-
dm>s para o bem dacomroanhao, sem oppor entra
ves ao aadamento da roda o progre
Deas queira nae aasa referencia aos tefefaapbos.
por que tanto claman as provincias da nirte, <
especialmente Peraambnco, que por asatni ditev
o posto avancado de eonunereio de brmU u.
Atlntico, o novo ministro da agrieuliura faca al-
guma eousa proveesa. Neste tcatMa faaaaio
votos sinceros ; o protestamos nos aastarmos i
br. Diogo Vellio nessa qaestao, seS. Exc. segunrtf
0 mao exempfc) da sea aalaeessor, esaiece-la m
sua pasta.
Ke o artigo do Jornal 'fCcmmrrcw :
TELBimAPROS ltHCTBir.OS.
E' geralmente sabido que a 6 da malo de 186i
celebrou-.o om Pars ansa coavaneao entra a
1 ranea. Italia, Portugal, Dinamarca e o Brasil coa-
codeado cortos favores a P. A. Balestrim para
construcrao de um cabo submarino que ligase*
elctricamente a Europa America do Sol, sasso
a eslapao terminal neste continente o cabj a 8.
Hoque. A coacessao caduco, porque da parti-
do alguns novemos Js mencionados paizea sohre-
vieram diflfculdade, antes de soivdas as qoaes
expirou o praso marcado para assentameato do
cabo. .ltimamente, porm, reviveu a idea. Nao
desanimando com o primeiro roret, Balestirini
prosegtio ncausavel na realisacao do seu mtooto
e tanto fez que, m-odlicadas al guias das primiti-
vas condicoes, nova convenci foi assignada na-
quella cidade, convenci quo, rechOcada por to-
dos os governos inieressados, selornou obrigalo-
na. Nao falta, pjis, eno qtw Baleslrini dd exe-
ancao a grandiosa obra para que alinal obiava a
almejaaa antorisacao.
Tambera a este respeito sio satisfactorias as ul-
timas noticias que recebemos. O Timrs aawsaeia
que para esie lim su organisou urna cumpa-amia,
com o ttulo de Oimpanhia Internacional do Te>
legrapho Transalilanlico do Sul, e rpia o ftbrieo
do cabo eslava j, contractado com a tiruu Au-
bcrl, Gerard A- C.
Tudo ndi:a, pois, que em breve aera realidad*
o que disde tanto lempo pmjecto: Baleslrini
compromettou se a trazer a linha telegrapliica das
Antilhas ao cab de S. Roque no praso-improrofa- -
vel detres annos, e dentro deste lempo- pede, per-
la nto,contar-se de alguma forma que a Brasil te-
lar lelegraphicamenlo ligado aos Estados Unidos
e ao continente ouropeu.
Infelizmente nao sabemos anda so nos txpri o-
mos rigorosa mente, dizeudn, o Rrasit, ou se
deve riamos dizer antes um poni rio Bratil.
De fado, pelo -cito quo as eousas levan, nao
impassivel que o lio telegrapbico chage ao cabo
de S. Roque antes que a importantes praeas de
commercio que Ihe de nocam ao sul, c entre ellas
a capital do imperio, de tolas a mais importan-
te, se achem ligadas qnetle ponto.
Nao nos cansaremos a demonstrar a importan-
cia dos tolcgraphos ; seria isso mais do-que ab-
surdo, seria mesmo ridiculo, boje em dia, que este
mais do que provadu pelos facas o nMfcuo va-
lor lano poltico como commordal d'este ine >
instantneo de transmisso do pansa ment de uina
oxtreiuidail do globo outra. Ligar um poatodo
Brasil aos Est idos-Unidos e Europa muito,
mas ainda nao ludo. Convra ligar esse pinto
lambera com os outnp do impeno, e mesmo com
0 Rio daj'rala. afim de q le da gran liosa ompro-
za se colbain todas as vantagens que encerra em
seu fecundo seio.
O lim diastas breves buhas na ouirasenao
chamar a altenco do governo para a nucessidade
de resolver afln.il a quesla da communicacao te-
legraphica dos nossos diversos pprtos, da capital
para o norte. A questao primorlial de saber so
estas linhas de vera ser construidas directamente
pelo Estado ou porcraprezas particulares, eremos
estar j resolvida. Para iluminara primeir.i alter-
nativa, parece que basta a experiencia da iinlii de
Porto Alegre.
Nrt nosso proposito censurar o constructor
d'aquclh linha. Somos os primeirus a reconhecer
a sua giande aclividade, o sea zelo incansavei, as
suas habililacues teclinicas e orca de vontade,
mas o governo nao po lia por sua disposicao
meios suffl .'entes para vencer as enormes dfficnl-
dades que realisacio da abra oppunha a natn-
rezi do terreno que era inister alravessar, e o re-
sultado foi termos urna linha que ao cabo de al-
guns anno* ain la fuaceiona muilo imporfeita-
nente. O nosso machinsrao administrativo nao
foi calculado para obras d'estas, que mesmo em
outros paizes se deixam com vantagens eiupre-
zas pa i (rulares. Alm dislo, a conslruecao do una
liaba lelegrapbica para o norte por conla do Esta-
do exigira da parte d'elle capitaes qne mais pro-
ductivamente se estao empregando na persegui-
Cao de Lpez pelos serios do Paraguay.
Poslo, pois, de parle, como elIeclivaraenU, ere-
mos que o est ha muito, este meio de conslrue-
cao, resta o outro, o de entregar a emprezas parti-
culares o assentamenlo de um cabo qne ligue a
capital a todos os portos do norte do imperio. Tai-
vez se suppoiha, porm, que nao haver j|uem
disto se eucarregiie sem pesada subvencao, ou
pelo menos garanta do capital que se empregar.
Engao: ha diversas propostas, cm que nao se
pedo um real ao Lbesonro, o o nico trabalho do
governo escolher d'entre ellas a que reconhecer
mais solida e vanlajosa. 0 que parecer ncrivel
que neste penoso trabalbo da escolha tenhaelte
consumido mezes e mezes, quasi poderamos
dizer annos.
So da | arte do governo to morosa urna_sim-
ples resoluca, o que nao seria a execucao da
obra 1 E' mais urna raza contra a conslrucc
por administracao e a favor da soacess$0 a urna
empreza. A prova de quo fe plera esiabelecer
tulegrapbos sen] subvenyo, j a temos na empre-
za do Sr. Kieffer, qae sem um real de auxilio dos
cofres publicos ahi val proseguiudo na conslrue-
cao da sua linha para Minas. Ora, fra do duvi-
da qne o telegrapho do litoral dore ser muito/
mais rendo-o, ligando muito mais importantes cen-
tros de populac. e pirtos de com nereio. Alm
do carcter dos proponenics, entre os quaes ha
nomes muilo respeitaves, ah temos mais este pc-
nhor da realisacao da emin> /.a.
E' singular que cnl assumpto de to magno in-
teresse so pega apenas ao governo que deixo fa-
zer, e este anda hesite lauto lempo c nada tesolva.
Que a communicacao telegraphlca entre a capital
e os nossos portos lo norte, como entre os diver-
sos portos- e imperio se ha de eslaheleccr, nao
soffrea mnima durila. O impalso das AVudo
seculo nesse sentido lao impetuoso, que nfi> Ux
resstir-lhe, e ainda quando tvessemos, qne Miz-
mente nao temos, nem poderiamos ter, nm >> r-
no que systematioamenic so Ihe oppozesse, a obra
da cWilLsaca i havia de ir pr danle, como bao o>
cumprir-se os destinos da bumanidado. ftao si
trata, pois, senao de urna mera questao de tempo,
mas esla quo nao nos parece ser tmala na
consideraban devida.
Nunca poderiamos querer ana rasolurao pre-
cipitada em ohjerjto que envolve iateresse da tal
magnitude, mas entra a precipitacao e o annea.
resolvor ht gran lo dilferenca. E' para esle uHim
lado qne tem propendido sempra os nossos gover-
nos de todos os lempos.
Para esludar a qnestio da escolha estro as di-
versas propostas aprsenla das para a constrae^ft
da Imha telegraphica do norte, pareea-aos terte-
vido j lempo de sabr. Seria bom rasnlve-lB qua
to antes, aflra de so dar prin
chogar ao cab de. 8. Roqoe fl"
nao passarmos pelo flosar da o nao pa
imraediatameniij aos rtos p
mesma capital. Nao se diga que, e *<
Rzeram o mils, rao fomos nos capaieata BK
1 menos,
*v*


2
Diario de Pernambuco Domiugo. 2' de Janeiro de 1870.
- ..y -
noticias do sal do fnnperin.
Amanheoeu hoatora em nosso porto o vapor Ib-
csmtisu, iraxeodo dalas do Rio da laneiro al 13,
da Babia at 19 e das Alagoas at 21 do correte.
Sob as rubricas Exterior e Interior eocontrariio
os letona por extenso as noticias mais importan-
tas ; alm das quaes apenas temos nos jornaes re-
cbidos as que seguem :
S. FALLO
As datas alcaneam 10 do corrate.
O Sr. Miguel .Antonio de Miranda, na fregue-
zia da Penha, libertara tres d-cravas, sendo ama
gratuitamente, outra mediante pequea retiibuico
que foi pana pela loja macomca America, e a ter-
oeira de 16 annos de idade, mediante 5004, pagas
em duas prestaedes : a primeira deltas de 100.4
que fui satisfeta por meto de urna subscripQo
agenciada pelo Itvd. cara da S, e o restante para
ser pago peta liberta eom o fructo de seus serv-
eos, qaando ihe fosse possivel.
Na Gazeta de Campias de 1 e 6 do cerren-
te l-se o seguinte :
No dia 25 de dezembro lindo, a Sra. D. The-
resa Marta de Jess Paula, importante fazendeira
leste municipio, em commemoracao ao Natal do
Redempwr, conferio carta de liberdade ao seu es
cravo Lucio, uin dos mais robustos e melbores que
poesnia.
O Sr. Jos Pedro de Moraes Salles confei io
carta de emancpaco ao sea escravo menor Pa-
dro.
Sabemos que o Sr. Amador Bueno Machado
Floreuce, f-iiendeiro deste municipio, igualmente
liberlou a nm dos seus bons escravos. >
O Correio Pautistano de 8 do corrente tam-
ben da a seguie noticia :
Foram-nos presentes duas cartas de emanci-
pacao panuda* por urna senhora desta capital, cu-
lo lome nao publicamos por-assim nos ser pedi-
do, em favor de dous escravos seus.
O facto recommenda-se por si.
O uotne de um dos obreiros da loja America,
nellas arado, demonstra anda urna vez o inean-
savel telo daquello officina em prol da sacralissi-
sima causa da phtantropia. >
SANTA CATHAB1NA.
No dia 3 do corrente, prestara juramento e
tomara posse da admnistracao da provincia o Dr.
Andr Cordtiro de Araujo Lima.
O Despertador do dia 8 noticia o segninte :
O capitao Alvarenga, prisionero paraguayo,
travou-se de razdes com um alferes seu compa-
nlieiro, resollando do conflicto sabir Alvarenga
com tres ferimentos na testa e outro em urna das
raaos. O offendido foi recolhido ao hospital mili
lar, e o ofensor ao estado-maior.
RIO DE JANEIRO.
No dia II reuni-se a assembla geral dos
accionistas deste estabelecmento, e elegeu a di-
rectora que lem de o reger no anno corrente, e
qne licou composla dbs seguintes Srs. :
Couselheiro Tito Franco de Almeida, Dr. Manoel
Igaacio Gonzaga, commendador Manoel Salgado
Zonha, Dr. Jos Tilo Nabuco de Araujo, commen-
dador Joo Chrysostomo Monteiro, commendador
Jacinta o Alves Barbosa e Eduardo Rodrigues (lar-
doso de Lemos.
Pela pre>iJencia da provincia do Rio de Ja-
neiro foi dezmado o '.dia 20 de fevereiro para a
eleico de dejiuladps provinciaes.
Lemos no Jornal Ao Coinmercio :
Na madrugada de 8 do c< rrente, percorriam
as ras da cidade duas sociedades de msica ;
sua frente, como di cosame, cada urna dellas le-
tra urna m ilta de eapoeiras. Na ra da Alfan-
dega, entre a da Conceieao e travessa de S. Do
mingos, enconlraram-se os dous grupos e alli fize-
ram campo de batalha. ('.acetadas, garrafadas, fa-
cadas tudo hoave em abundancia, pois que a lula
foi renhida edurou mais de meia hora.
Acudi o commandante da forca da estacao
do largo de S. Domingos, mas j havia alguns fo
rmenlos, e Antonio Jos de Azevedo cahira mor-
talmenle ferido com urna facada, fallecendo pou-
cos momentos ilepois de ser recolhido a sania casa
da Misericordia,
O coininaudante daquella estacao conseguio
prender alguns dos da malta, e cmparecendo o
subdelegado do districlo cassou as licencas as
referidas sociedades muscaes e dispersou o resto
do povo quo as acompanhava.
As 8 horas da manha foi preso Joao Maria
da Silva S:ibri. mo autor da morle de Azeve-
d->, sendo-llie ontfa ocaro encontrada urna faca
de pontn, anda tinta de pangue. Antonio Jo~ do
Azfvedo, eurriuride por pinta negra, era guarda
Racional e cstava destacado na Piacava, freguezia
da Lign I A polica ainda prosegue a averigua-
NM ali ;i d prneeasar tod us implicados nesic
desagrdate! conflicto.
O eembo sobre Londres regulava de 19 7^8
a 20 <]. por 15. -o
A alfandega da corlo renJeu de 1 a 11 do
correte i, 079:3144800.
Sahir.im para Pernambuco ; a 7, brgue no-
raega mse Varara : e a 12, o briguc hespanhol
mutilar
I1AIII.Y.
O presidente da prjvincia, por portara de
18 do eormite resolveu o seguinte:
Art. 1.Fica supprimido o intrnalo da es-
cola normal para ho.iiens, e subslituido por um
curso de Igual escola, que se concluir om dous
annos, frequoniado por alumnos externos, como
me tedia mi os que esludavam na antiga escola
normal man lula crear pela Ici de 14 de abril de
S16.
Art. !Esta escola funeconar no convento
de S. Bento, por coneesso do Rvd. D. Abbade que
facultou r>A necessarloa commodos.
Art. 3. -'lora excepcio dos dius mestres que
eram adjanetos ao internato, todo possoal d'este
tica dispensado, por sercm meros empregados de
commisso como cxpressaraenle declara o art..'"
di regulameuto de 2 de abril de 1862.
Art. 4.O regulamento para o Aovo curso
-era em lempo publicado, cora as alter<.coes indis-
pnentela a sua nova organisaco.
i Art. 3.-Exsiindo no intrnalo quatro alom-
os sustentados pelos cofres provinciaes, que tein
de concluir o 2o e 3 annos do curso, receboro
por equidade cada um a penso de 2004 annual-
inente, que ser paga por trimestre, e em vista
de estados do director geral, se entender elle
qne aproveiiaui o ensino.
Art. 6.O exame de admissao, de que falla
o art. 12 do regulameuto citado, ser feto ante os
meslres da nova escola, com a presidencia do di-
rector geral elle auiorsado; nao tendo mais lagar a promessa
do S do art. 10.
Art. 1.a0 habiltaio pela nova escola lemd-
reito a ser prvido em urna cadera do en^no pri-
inario, independunle de exanie, de nha outro inconveniente, porque n'esto caso se
decidir por concurso na forma de um regula-
meato, tanto para reger este obiecto, como para
estabelecer as athegorias das'diferentes cadeiras
o as regras de accesso.
ArL 8.Se alguma cmara' municipal sub-
vencionar, com recursos proprios ou agenciados
entre seos niunicipes, alamnos para o curso da
escola normal, e.-te serio preferidos para reger
as oadeiras estabelecidas as fregaezias do mu
cpio, representacao sua, salvo alguma razo,
cspjc:al de conveniencia, que ser allegada no
despacho do governo, e somente emquanto esta
proceder
Art 9.Sao admttidos exames para obter
o titulo da escola os individuos qao o reqaererein,
. provando freimencia dos esludos ora outra parle
e boa conduela; nao sondo porm dispensados
de tres mezes do exircicios praticos na aula an
nexa.
Art. 10.A nova esjola ter tres professores,
sondo o 3-para o ensino religioso, divididas as de-
inais autoras do curso pelos dois prraeiros, e le-
lonand.) este duas vezes por semana em cada
ma das escoias dos dous sexos.
Art II.Os vencimentus de cada um dos
dous professores orlo de l:500j, sondo 1/3 gra-
lirlcaco, o que nao comprebendo os actuaes pro-
fessores adjuntos, acerca dos quaes se decidir o
que for de cquidade. O professor de rellgiao ven-
cer do gratifiMcao COOji.
Art. 11Esta reforma ser provisoriamente
execatada, e >ub nettida a appnvajo da assem-
blaem sua prxima reunio.
ArL 13.Continan) em vigor todas as dis-
posiedes anteriores que nao contrararem o pre-
aonte acto.
Pelo o' Jisliicto da provincia foram eletos
deputados assembla provincial os Srs. Drs.
Joao Vctor de Carvalho, Clemente de Olivera Men-
dos, Varcoluio Muir, Bartboloinen Pal ha, Jos
Cari >s Mariani, Deoclecinno da Rocha Vianna,
Cazar?, una, Antonio F. da Costa Meirelles, e Jos
Uabrel CaiiDAR.
Foi oomeado promotor publico da comarca
de Inh^i ,. jur tur pe-Jido domissao o Dr.
Jo! loara Magalhes o Dr. Altino Ro-
drigues I
1 n : na capital, o abtslado proprie-
Tario Argollo, o nog'icianlo Emi-
lio B PeToira Bastos
yardla.
Lemos no Jornal ia Baha:
i Sabendo o subdelegado de Geremoabo Jos
Rebollo deiMoraes, qae no lagar denominado Tora
eslavam acastellados alguns individuos indiciados
em furto de gido as fazendas d'aquelle termo, e
acensados de atacar os viandantes, tendo j no
dia 9 de deiembro atacado e ferido o guarda po-
licial Romualdo Alves de Souza, fez nodia 11 ama
dehgencia aquello lugar, do qnaJ, aproximndo-
se ao canir da notte, foi recebido com tiros, que
o Ozeram estacar.
Na manha seguale, porm, marehoo para
alli a forca publica, acompanbada de um moaino
que declara va coahecer o sitio onde elles se acou-
tavam, e de faci foram encontrados no lagar in
dieado pelo menino, entrincheirados por traz de
arvores, que a isso se prestavam:
O subdelegado fez ler em voz alia o mandado
de prisao o exhortouos a enlregarem-se, mas
leve em resposta ama forte descarga, qae obri-
gou a forja commandada pelo alferes de polica
Durval Vieira de Agniar a responder, obligndo-
os a ugir, mas fazendo sempre fogo em retira-
da. Ficaram feridos no peito o soldado de polica
Alhanasio Rispo da Cruz, e tres guardas naci1
naes.
t Dos resistentes dous morios, e um ferido que
momentos depois suecumbio.
O Sr. Dr. chefe do polica, tendo noticia d'esse
acontecimento, offioiou ao delegado, pedindo in-
formaroes, e recommendando-lbe que procedesse
a todas as deligencias alim de qae liquem bem
patentes o ponto de resistencia, seas autores i
mais circarastancias.
> Exigi mais saber porque crimes eram accu
sadosos individuos perseguidos, e se deu-se uual
quer circumstancia especial para se tratar ae os
prender n'aqnella occasio.
O cambio regulava : sobre Londres 19 7/8 a
20 d., e sobre Pars de 473 a 480.
A alfandega rondeu de 1 a 18 do corrente
362:2523333.
ALAGOAS.
Encontramos no Diario das Alagos smente
o seguinte :
Hoje (20), amanhaa, no dia seguinte terao
lugar na matriz desta capital ai preces publicas
mandadas celebrar por causa da flagelladora secca
que alguns annos devasta os.serloes desta e de
ou tras provincias, e que actualmente tem lomado
om carcter atterrador.
No domingo 23 do correle, se far tambera,
em proessao solemne, a transferencia da imagem
do Senhor Bem Jess dos Afilelos da igreja do
Rosario desta cidade para a Matriz de Jarag, e
do Senhor dos Navegantes dessa Matriz para
aquella igreja.
< as grandes calamidades publicas, como a
actual que tanto tem flagellado os nossos sertoes,
c cujos desoladores efleitos j se vao manifestando
tambera por esta capital, a religio aconselha co-
mo iim dos meios mais efflcazes para a extinecao
ou diminuicao do mal, as preces e rogativas ao
Deus de Mzericordia e Bondade, por intermedio
dos seus anjos archanjos, marlyres e bemaventu-
rados, e especialmente pelo de Sua Mi Sanlissi-
raa a sempre Virgemjklaria.
E' nessa occasio que o povo ajoelhado pe
rante o throno do Altissmo, convencido de que os
males que o opprimem sao todos oriundos de seas
grandes crimes e peccados, pede-Ihe inizericordia
e piedade, nao por seus proprios merec memos
mas pelos de todos os santos e bemaventurados
que habitara a corte do co ; e se essas depreca
coos forem fetas com animo verdadeiramsnte pu-
ro, com o coragao conlriclo, e com inteira con
lianca no nlinito poder de Deus, de crenc,a em
nossa santa rtligiao, que sero ouvidas e alteni-
da>, pois Jess Chrislo assim promelleu.
Gonvem, porlanio, que tijdos corramos pres
suro-os ao templo sagrado, para em churo com os
ministros do aliar, invocrmos o auxilio divino
em lavor dos nossos patricios e dos nossos com
provincianos, que gemem nos horrores da miseria
sob o peso do terrivel lagello da secca
r-EMAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
EXAMES DE PREPAH.viUlUUS.Em 3 do
corrente foi expedido palo ministerio do imperio o
segrale aviso a director da Faculdade de Direito
de S. Paulo:
Respondendo ao ofllcio de 13 de novembro, em
que V. S. consulta sobre diversos pontos de exe-
cucao das nstruceoes de 30 d.e outubro ultimo, e
di lecreto n. 4431 da mesma data, que as tornou
extensivas ia Facltales de Direito e de Medicina
da Bahia, declaro a V. S. que :
1." Os exames de historia e geographa, e os
do arilhmelica, algebra e geometra, que o art. 6o
das citadas instruceoes manda fazer separadamen-
te, devem effectuar-se era das diversos, e so po-
dero realisar-se no mesmo dia qaando, esgotada
a lista dos estudantes inscriptos para os exames
em urna das materias, huuver lempo para se co-
mearen) outras.
2. O substituto da cadeira de preparatorios
que nao tiver, por impedimento do eftectivo, de
desempeuhar nos exames as funcedes de professor
assistente, podo ser nomeado examinador.
3." Os professores sao obrgados a examinar
as materias ainda diversas da^ das respectivas
cadeiras, salvo se allegaren) nao terem nellas as
convenientes habilitacoes: os lentes da Faculda-
de pdem servir de examinadores e convm que
sirvam pelos motivos que V. S. pondera.
4.- A doutnna do aviso n.62 de o de abril de
1839 que firma a verdadeira intelligencia dos
estatutos das Faculdes, e portento fica sem eleito
a determinacao do aviso n. 19 de 22 de jaaeiro de
18G%
3.' No impedimento do commissario do go-
verno deve essa directora solicitar logo da presi-
dencia la provincia nomeacao de quera faca suas
vezes, continuando os exames na presenca do novo
nomeado. Dada a falla do presidente ou do pro-
fessor asistente, desgn?r V. S. inmediatamente
quem os substilua, conforme a ultima parte do
are. 8o das nsiruccoes, de modo que nao se nter-
rompam os exames.
t 6." A.acta exigida pelo art 28 das nstruc-
eoes citadas deve ser e-pecal para os trabalhos
de cada mesa de exames elavrada pelo secretario,
ou por qualquer outro erapregado da secretara
da Faculdade por V. S. designado, receben lo os
apontaraentos nessario* do commissario do gover
no, conforme se pralica nos exames fetos peranle
a inspectora geral de instrucejio primaria e secun-
dara do municipio da corte.
a 7. Convm declarar na acta a hora, Unto do
comeco como da terminacao dos trabalhos de
cada urna das mesas do exame, e ludo que disser
respeito ao andamento dos raesmos exarass.
8. As actas devem ser laocadas em livro es-
pecial; e como dellas ha de constar o julgamonlo
dos exame, escusados se tornara os termos de
approvacao e reprovacao de que trata o art. 27 do
regulamento complementar dos estatutos das Fa-
culdades de Direito.
TRRAS PUBLICAS.Por aviso de 10 do cor
rente, do ministerio da agricultura, foi auiorsado
o presidente da provincia a vender a Leandro Go
mes de Mello Cavalcanii, pelo proco mais vanlajoso
aos cofres pblicos, urnas ierras, por elle requeri-
das, que demorara no lugar denominadoBraco do
Meiodo municipio do Bonito, correndo por coula
do comprador todas as despezas -de medicad e
demarcacao. .
REMEDIO CONTRA A COQUELUCHE.Lemos
em am jornal de S. Paulo:
Pessoa de inteiro criterio informa-nos, a pro-
posite da intensidade com que lavra aquella enfer-
midade nesla capital, que ha rauito Ihe enviou um
dos mais di-tinctos mdicos da cidade de Campos
a noticia c a amostra de um especifico experimen
lado com inuia vanlagem para a cura da coque-
luche, o remedio indgena conhecido polo nomo de
mokitan.
O mesmo senhor communica-nos a seguinte
guia para uso do medicamento:
a Cora 24 graos de p da casca faz-se um cha
ou infusan em 3 ou 4 oncas d'agua a ferver. Para
crianzas al 1 anno de idade urna eolher de cha 8
vezes no dia. Al 3 annos, 1 1/2 eolher, igual
numero de vezes no dia. At 6 annos, 2 colberes,
8 vezes e no dia At 8,3colhores, 8 vezes no da.
< Como irregular a hora de d. rmir a alimen-
larem-se as enancas, conveniente procurar op-
portunidade para dar-lties o remedio, sem iucom-
moda-las. Deve ser elle empregado dous das
seguidos, descansando-se no tercelro, continan-
do-so com os mesmos ntervallos de descanco, es
pacando-se este intervallo al dous e tres dias
depois da ttreeira ou quarta repetico. Compre
dar o medicamento erabora espagaodo os nterval-
los, at cura radical d enfermidado.
Nao mislor coactar a alimenlacao das crian-
cas com dietas rigorosas, e posto qae o medica-
i nen! i nao prive que se han lie em agua fra,
conveniente nao expo-las a fortes seren< s, cltuvas
etc. Deve-se negar as criangas os fructos acido-,
zodos ele, qao trazem quasi infallivel recrudes-
cencia do mal.
NOVAS PUBLICACOES.-O Jornal da Commer-
ci, da corte, publica o seguinte sobre novo livres,
ltimamente publicados:
i Temos de registrar mais urna obra dvida
Bjnna do nosso focuodo e popular escrptor o Sr.
r. Joaquim Manee! de Macdo. Intitula-se ella
A luneta mgica, chistosa satyra, amenisada sob a
forma do romance. Mordaz pungente, umitas
vetee a satyra do Sr. Dr. Macdo ataca os vicios e.
defeitos sen oflender po-soas. Soearapucas la-
Ihadas a asmo, e que se ajustam a muitas eabecas
sem terem sido eilas para esta ou para aquella,
como o espelho reflecte indfstinctamente a iiiige i.
de quem se loe poe diante. Brincando diz atutas
verdades e corrige os costantes qae ainda forem
corrigiveis. *
t Divide-se esta obra era dous tomos, e editor
o Sr. B. L. Garuier.
t Acaba de publicar-se o Cathecismo 4a agri-
cultura, composlo pelo conselheiro F. L. Cesar
Burlaraaqae e ltimamente refundido e accommo-
dado aos alamnos das escolas ruraes do Brasil
pelo Sr. Dr. Nicolao Joaquim Mnreir, redactor da
revista da Sociedade Auxiliadora da Industria
Nacional. Publicando este cathecismo, colleCcio
de conselhos e preceitos, a sociedade Auxiliadora
presta servico nossa agricultura.
< Publicou-se tambem o Vocabulario nutico,
contando a nomenclatura em portuguez e francez
dos principaes termos techmcos usados a bordo,
cmaoslo pelo Sr. Adolpho Tiberghien, professor
de francez na escola de raarinha. >
< Acaba de publicar-se a 2* edicao do Manual
theorico e pratico do guarJa-Uvros, composto pelo
Sr. "Joao Francisco de Araujo Lessa.
< Alm da composco dos principios geraes de
cscrpturacao mercantil por partidas simples e
dobradas, e de numerosos cxemplos e modelos,
contm este manual muitas informaedes e disposi-
coes que, embora se achem em vanos livros e na
nossa legislaco, assira reunidos devem ser de
grande utildade aos commerciantes. Sao editores
os Srs. Eduardo & Heari pie Laemmert.
O Sr. J. E. Xavier de Brilo organisoa em for-
ma de uappa um ndice das materias comidas no
regulamento das atfaudegas de. 1860 e nos diversos
decretes que o alteraram. E' am trabalho carioso
e til, que facilita a consalta das varias e multi-
plicadas disposicjs sobre o servico das alfande-
gas. o
O estudante do 2* anno da escola central, Sr.
Alvaro P. N. da Fonseca publicou um opsculo,
em que analysa o problema dos correios e outres
que, segando o autor, oo sao discutidos no trata-
do de algebra de Lacroix. >
A' convite do Sr. hispo de Maranna em-
prehendeu a Sra. D. Emilia Augusta Comido Peni-
do ama traduccao portugueza da obra religiosa
Porque somos nos calholicos e nao protestan-
tes. Primitivamente escripia em inglez, esta obra
foi vertida para o francez por um sacerdote, e a
terceira edicao desta versao ranceza servio de
textora traduccao de que fallara ^s agora. A tra-
dcelo da Sra. D. Emilia Ponido foi examinada
pelo Sr. hispo do Rio de Janeiro, que, nao achando
nada que offenda a* nossa santa madre igreja ca-
tlulica apostlica-romana, a approvoa e recoramea-
dou aos fiis a sua leitura.
Depois da approvacao de dous prelados seriam
mal cabidas quaesquer palavras nossas. E' editor
o Sr. B. L. Garmier.
< Acaba de publicar-se um folheto com o titulo
Circular que aos eleilores do 4' districlo da pro-
vincia do Rio de Janeiro dirige o Dr. Albino dos
Santos Pereira.. E' am opsculo poltico em que
o autor estabelece varios principios relativamente
s assemblas provinciaes, que elle entende, e a
nosso ver cora razo, devem absier-se de discus-
soes de poltica geral, oceupando-se mais particu-
larmente dos imeresses reaes da provincia que
representara.
t O Sr. Dr. J. Parizot deu estampa urna me-
moria apresentada imperial academia de medi-
cina, de que socio correspondente, sobre o Fu-
turo dos hospicios de alienados no. Brasil.
DINHEIRO.O vapor Tocanlins trouxe as se-
guintes qaanlias para -
London.and Brasilian Bank 120:0003
JJank of Rio de Janeiro li0:000
Marlins da Silva, cadete Manoel Mara Comes,
dito Julio Cesar Riboiro de Sonna, e dito Joaqu im
Mantel Hypolito.
Entrados do Rio-Formoo no vapor Para-
*yba:
Vgario Antonio Eustaquio, Manoel da Cunha
Porto e sua familia, e capito Jos Henrique e sua
familia.
LOTERA.A que te acha venda a 135', s
beneficio do patrimonio dos orphos, que corre no
da 29.
30:000*.
20:7785
2004
30*
csse va-
o Maranhao
o Para
HYDROPHOBIA.-
ceu na povoaejio do
Marques, Barros 4 C.
Am iritii Irmos & C.
Justino J. de Souza Campos
Amalia F. Pinto
Para as provincias do norte trouxe
por ;
Parahyba ,2003000
Ce'ar 000 000
Maranhao 58 13*000
Para 193:9033000
Ainda essa vapor levou de nossa prac.a :
Para a Parahvba 33:0003
o Natal 45:0003
2003
20:3000
No dia 21 do corrente falle-
Jaboato, o menor Joao, que
viva em campanilla do subdelegado de polica do
Io districlo, vctima de ara ataque de hydropho-
bia. Este menor era lilho do indigente Manoel Do-
mingos, quefalleceu em viagem da cidade da Vic-
toria para o ltecife.
COMPANHIA BRAS1LEIRA DE VAPORES.
Por ordem da directora desta companhia, no Rio
de Janeiro, nao podem mais as ftias agencias as
provincias receber cartas o jornaes, cora destino
aos portes para onde seguem os vapores ; deven-
do uns e oulras seren postas cora antecedencia,
uas reparticoes do correio.
^ ACCIDENTE.-Na via-ferrea do Recite ao S.
Francisco deu-se sabbado 22 do corrente o acci-
dente seguinte : Desda o trem que faz o servido
da 4' seceo para Gainellcra, quando enconlrou
assentado nos trilhos entre Agua-Prela e Cuyam-
buca um individuo de cor preta ; o machinista
nao pode evitar que passasse o trem sobre as per-
itas do preto fracturando-as arabas. O individuo
pareca surdo, pois apezar do apilar precipitado
da locomotiva, nao se mcclteu : o machinte nao
poda parar o trem, por maiores esforcos qae em-
prega sse.
FALLEClMENTO. Hontem pelas 6 horas e
meia da tarde, falleceu em poucos momentos, na
estacao dos trilhos urbanos do Recite a Apipucos,
o amigo negociante (Testa pra*a, e com loja ra
do Qneimado, Santos Colho". Acudi em seu
auxilio o Sr. Dr. Sarniento, que nao obstante os
esforcos empregados, nada pude conseguir. A" sua
Exma. familia, pois, Ihe dirigimos os nossos senl-
dissimos psames.
LEILAO.Conformo est annuncado deve ler
lugar amanha (23), o Icilo de velas por interven-
cao do agente Pinto, no escriptorio dos Srs. K.
Oelli A C, ra do Commercio n. 3.
PASSAGE1ROS.-0 vapor Tocantins, trouxe
dos portes do Sul os seguintes :
Candido Jos de Magalhcs, alferes Luz Jos
de Souza, Dr. Jaciniho Soare> Rabello, sua senho
ra, 1 filho, 3 criados e 6 escravos, commendador
Joao Valentim Vilella, sua lilha, um neto e 2 cria-
dos, Bernito Jos de Miranda, capitao. Antonio Be-
zerra Teixeira Cavalcante, Antonio Gaspar Mallo
Bandera, Antonio Leal de Barros, lente- Anto-
nio Francisco de Mello, Felippe Alves Vieira, D.
Clara de S Carioso o seu filho. D. Tbereza F.
de Oliveira, capitao Tibarcio da Silva Tavares,
alferes Francisco do M. Salles, Manoel Jos de S.
Anna, Dr. Francisco de Paula Pena, Dr. Fancisco
Jos Monteiro, Dr. Antonio i' da S. Maia, Antonio
G. Nette, lunocencio Alvaros, Joao e Ignez, Fran-
cisco P. V. Bandera e 1 criado, Adolpho Sanchos,
Auxencio da uosta Luna, Manoel C. de Brillo, An-
tonio J. B. de Barros e 1 criado. Maria Tnereza (1,
Domingo R. de A. Pereira e l fllno. Arthur H.
F. do Mello, Manoel Cazar Bizerra, Bogard L. de
Souza Mdgalhaes, D. Mara de C. A. da SiUa, D.
Mara Augusta L. B. da Cuaba, D. Andreliaa B.
da Cunha, Carlota B. da Cunha, Alfredo Babia,
Luiz Bahia, Jos Antonio Rahia. Arthur Babia e
4 escravos, Joaquim Ignez, Fabo e Nstor, Jos
J. da F. Guimaraes. Jos Luiz Goyanna, Jos J.
Peixoto, Jos do Lemos Ferraz, Jos A. de Olivei-
ra, Francisco de A. Maia, Epiphanio de M. Mo
raes, F/an:isco Jos Duart3, Jos Das da Coste,
Salvador Elias da Rosa, Eugenio C- da C. Lima,
Taciano da Silva Rogo, Jos Joaquim Dias Fer-
reira, Joi Moreira Pimenlel, Agostindo Jos do
Reg, los M. Baplista, I). Balbina R. de Jess e
urna criada, D. Anna M. do Bonario, D. Anna F.
Clao e 1 criada, D. Mansalina M. do Barros,
Eduardo i. Aalunes, Henriq Dairsons, Andr
Aguilar, Andresson Aguilar, Manoel Pinto d' Arau-
jo, Salomo Kahm, Miguel Soares. Moreira de
Araujo, Neptuno Bezern Moate-Negro, Braz Con
de, Miguel Peixe, Jos Maria de Vasconcellos, F.
Manoel da Barros, Cyriaco Marlyr de Almeida e
Caelano do Mi nra Leito.
Seguem para o nono :
Alferes Joo da Fonsetsa Varella, Raymundo Q.
Bem-fica, Joo C. de A. Godinlio, 1 cx-praca, al-
teros Cosme F. de Oliveira, tenentc Raymudo do
Carmo Ferreira Chaves e sua seobora. i escravo-.J
Manoel Rodrigues Sampaio, Mauoid Cnsianheira, 7
ex-pracas, Emilio Diogenes de Ojiveir, Ante lio
Pereira da Silva Nunes, capitao Etevam Joaquim
de Oliveira c 1 escravo, 11 ex prajas, Joaquim
PUBLCAME a pepito.
AS GRANDES CULPAS DO VIGARIO BA-
SILIO GONCALVES DA LUZ.
Se no longo curso de ama admaisiracao, toda
cheia de zelo e piedade, de acedes generosas, e do
mais reeonbeeido desinteresse, escapassem leves
faltas, seria justo formar um corpo dessas faltas,
reunindose todo quanlo estivesse disperso, e li-
gando o que fosse solado, para se aggravarem
urnas pelas outras, calndose calculadamente ludo
quanlo de bom e louvavel desmentisse essas pe-
quenas faltes ? Se fosse, enlao ninguera pedera
escapar s persegucoes iniquas daquelles que era
seu olio se combinassem entre si para assaltarem
a mais illibada reputaco ; porque a falta mais
ligeira e mais iovolaetaria elles attribunara a in-
ten^o deliberada de pratica'r o mal; e por mais
puro e innocente que rosse um homem, sua repu-
taco seria manchada.
Seria manchada, porque o mal que nao estivesse
em suas iuiences, nem era seus actos, nem em
seu coracao, ah seria collocado por urna extraccio
infiel, por urna falsa e maligna interpretacao.
E quem qne nao commelle erros, quem que
na coramette faltas, mrmente qaando se so-
breearregado de muitas obrigac,oes e innmeros
cuidados, podendo ser a cada momento distrahido
de uns pelos oulros ?
O vgario Basilio, carregando por longos annos o
pesado fardo de sua missao, mostrou-se sempre
zeloso e incansavel na pratica de todos os actos re-
ligiosos ; e sem faltar aos seas deveres, como pa-
rocho, nunca deixou de cumprir nenhuraa das
outras obrga^oes soelaes.
Faltas ? Deve ter commeltido; >lle nao inpecca-
vel; e a mais grave esta na fraqueza humana...
em a natareza inteira...
Mas, em seu ministerio, quaes sao os factos que
reunidos forman) por accumnlacao as grandes
culpas do vigaro Sao faltas tao leves, que esca-
pan) por si a toda invesligacao; e me dispensan)
do mais simples exame sobre ellas.
Ha nada mais ftil do que es tada pela vaidade do padre Antonio sobre a sua
festa ? Se o fuodo esta as cqres, nao passa de
urna illusao ptica ; suas vistas nao sao muilo ft-
oas, v mailo pouco... merece toda indul-
gencia...
E os prvulos ? Estes va o padre perfectamente
voltrem sem baplismo, porque sua casa dista tan-
to da matriz, como a do vigaro; o que elle nao
pode distinguir que da falta de que o aecusa
igualmente culpado; e se innocente, enlao me-
nos colpa lem o vigaro, ausente e oecupado em
oulros actos de seu inioi>tcro.
Como este, sem duvida a historela do guza-
mento ; e entretanto es alii formado um grande
capitulo de accusac5es, sem nada se omittr, du-
rante o longo espaeo de mais de vlnle annos, que
rege o vgario Basilio a Treguezia de Tracunhem I
Quemis se podera dizer em seu lou vori O
vgario nao impeccavel, repito, deve ter defeitos,
elfee sao a parlilha da humanidade; mas nao tem
as (altas que deshonran) ao seu nimigo ; e se erros
tem commeltido, nao sao estes de que aecusado,
eu os declaro falsos e calumniosos.
E' sobre a f do nico testemunho de um inm-
go, servindose dos tristes instrumentos de sua
colera, que falseiara as bases da aecusago; so-
bre a f de nomes que desarmara a calumnia, e
que exprimen) por si a verdade, que eu neg a
existencia mesmo dessas pequeas faltas; fallem
os homens de bons sentimentos, tedas as pessoas
gradas de sua freguezia, que se honrara de sua
amisade.
t A honra e o cumprraeuto dos deveres socaes
para uns um manto pesado e escuro, com que
mal disfarcam as deformidades do espirito, para
nutros fino e transparente cendal, com que se
'ataviara, desenhando-se na pureza das formas a
simplicda'de d'alma A este pequeo numero
ertence o nome sngello e querido do vgario
TJpsiHo.
..." E' com esta conceito, que respondo a cruel in-
jnftiga, com que se move lo neura intriga.
O meu juizo esl na razio de seus actos. E'
opiniiio geral.
Bravejem os seus detractores, movam intrigas,
espalhem calumnias, nada conseguirlo. Seu hlito
impuro nao corromper as auras que respira o vi-
garo Basilio.___________________
i ii i *. % .tilia.
sobre o (iiiunlo do b ciiarel Loii-
renco Gomes de Araujo e
*llva.
Ha trinta dias que os prticos da oternidade de-
rara passagem alma de um moco que durante
23 annos de existencia soubjra preparar o cami-
nho que tinha de percornr um dia.
Ha trinda das que a morte cun o sea bafejo
fatal apagou a luz de urna existencia preciosa.
Ha trinta dias* que Qnou-c o bacharel'Louren-
co Gomes de Araujo e Silva.
Victima de urna molestia violenta tragou at as
ultimas fzi's o amargo calix do soffrimento, al
que suecumbio----
E suecumbio quando precisamente a sua vida
era urna nece Formado na escola de direito do Reefe, com a
idade de 22 annos, elle soube sempre usar da
mis sublime modestia, alim de s empregar o
seu talento na pralica do bem.
Exercendo o sacerdocio da advogacia a capi-
tal da Bahia d'ondo era natural, a causa do pobre
era tractada por elle anda cora mais enthusiasmo.
Suas virtudes, sua alma candida e sensivel fo-
ram apreciadas por todos aquellos que o trataran)
de perto.
Mas tu, morte, o que fizeste de tudo isto f ....
Porque murchastes tao celo a flor apenas des-
abrochada ?...
Porque ceifastes aquella vida de cujo hlito se
alimentavam oulras vidas ?...
Come Ilusoria a vida neste mundo (..
Quera pensava que urna existencia preciosa co-
mo aquella, to cheia de vida, nirando um hori-
sonte tao largo, em breve se encerrara debaixo
da fra e gelaa lousa d" mr sepulchro I...
E' que vida con i i flor, brilha hoje, e
amanha marchando derribada pelo menor ag-
lar da brisa. Homem, o qao s ta ? Alomo de
p qae te ergues com o sopro da vida, para
era breve sumir-se no golpho de escura oterni-
dade. .
O bacharel Lourenco Gomes de Araujo e Silva
raorreu para aquellos qae nao o conhectam, nem
sabam os predicados e virtudes qae o carateri-
savam.
Para nos, porm, amigos dedicados e verdadei-
ros que podamos aquilatar a nobreza de seus
sentimentos, e a gran leza de suas acones elle vi-
vera eternamente. Cumpre nos apenas verter la-
grimas. Estas lero o sea lira tambem; porm
a saudade companheira inseparavel de nossas al
as so nos deixar junto ao tmulo, quando por
ossa vez tlverraos de pagar o fatal tributo.
Curvaodo-nos ante a raagesiade dos tmulos,
Oespeiand o poder irrosistivel da morte, ante, o
Sal einmudecem todas as ambiges, imploremos
Senhor, para que tenha na mancao celeste a
alma d'aquelle que desprendendo-se d'este mun-
do deixou tantos coracoes repassados de urna sau-
dade eterna. **
Recite 23 de jaaeiro de 1870.
NEGOCIOS DO BIU:J(||>\ .Mvdiii;
DEUS.
Illm. o Exm. Sr. presidente da provincia.O ca-1
* ** I"* do miento do dito Vieira
da Canha afim de priva-lo de comprar algoUq, e
prendendo o machinsta do msmo Vieira da Ca-
nha por motivos futels-, aflra de faze-lo desgostar e
abandonar o estabeleciment-de sea pairo, o que
de feto conseguio; o que tudo obriizou o dito
Vieira da Cunha a vir esta capital por duas ve-
res representar a V. Exc. e ao Illm. Sr. Dr. cnef >
de polica ctatra um tal altentado, do que resultou
verificar-te que para se cohonestar o procedimen-
to criminoso do Bscal se iinba falsifiaido as pos-
turas da cmara, aogmentando-se-lhes um artigo
que prohibia a venda de algodo a nao ser no lu-
gar e nos das de fera, vista do que V. Exc.
mandn fazer cessar semelhante procedimenlo I-
legal e respon-abilsar o fiscal.
Contrariado por isso o delegado, visto eomo no
processo a que ter de responder o titea!, flcar
conhecida a sua coparticipagao nos actos do mes-
mo fiscal, e despeitado contra o dito Vieira da Ca-
nha, tem procurado opporlunidades para o offen-
der, j pessoalmente, j na pessoa -de seus p-
renles.
Assim, tendo-se encontrado no dia 1* do corren-
te as visinhancas da villa cora o filho do suppl-
eante, Laorndo Wanderley Pereira Lins, eleitor
da parocha e supplenle de subdelegado, entendeu
de amcagar prende-lo'e maltrata-lo com cordas e
algemas, pelo simples tacto de nao ihe ter tirado o
chapeo; e porque tvesse em resposta o qae a dg-
nidade e posicao do filho do supplicanle nao per-
raittiam calar, se bem qae em linguagera comedida
e respeitosa, resolveu ello horas depois mandar
urna escolta casa do supplicanle para conduzir o
dito sea filho sua presenca, o qae nao leve lagar,
porque tendo vindo os soldados sem ordem es-
cripta, vollaram casa do delegado para satisfa-
zer-se esta formalidade.
E apezar de nesla occasio dirigirse a elle b
subdelegado da freguezia e pedir-Ihe que consen-
tisse que elle subdelegado acompanhase o filho
do supplcante sua presenca, independente do
apparato da forca, empregada* sem necessidade e
sem motivo plausivel, nada attendeu elle, decla-
rando ao mesmo subdelegado que o qae quera
era que a casa do supplcante fosse corrida e d'all
fosse o filho do supplcante conduzi lo escoltado
sua presenca, como tudo consta da declaraco do
mesmo subdelegado, doc. n. 1; e de feto, man-
dou proceder a urna busca em casa do supplcan-
te, onde nao o tendo encontrado, mandn tambera
dar bus ja na casa de sen genro.o j referido Viei-
ra da Cunha, tado isto sem a menor formalidade
legal.
O supplcante com os documentos de ns. 2 a 4
(attestados dos Drs. jniz de direito, juiz municipal
e promotor) prova que morador na comarca do
Brejo ha muitos annos, tendo sempre merecido o
conceito de cdado pacifico e respeiador das au-
toridades ; entretanto v-se hoje injustamente des-
acatado em sua pessoa e as de seas prenles pelo
mencionado delegado. E porque tenha razdes
para rocear que esla auloridade contine a com-
metler violencias e arbitrariedades contra file e
seus paientes, instigado pelo mesquinho espirito
de vinganca contra os ditos seus genro o filho,
vera trazer tudoislo ao conhecimento de V. Exc,
a quem pedo qne, informan lo se dos Drs. jaizes
de direito e municipal, e promotor, acerca do oc-
corrido, se digne de providenciar como for de jus-
tica ; pelo queR. M.Recite, 22 de Janeiro de
1870.Jos Antonio Pereira.
Documento n. I.
Illm. Sr. Evaristo Cavalcante de Albuquerque,
subdelegado em exercicio.A sua honra de cava-
Iheiro iuvoco para que se digno responderme ao
p desta se no dia Io do corrente mez, quando
rainha casa se achava cercada para ser corrida,
afira de ser levado preso o meu filho Laurindo
Wanderley Pereira Lins V. S. nesla occasio nao
se me offereceu, dizendo que a ter com o supplen-
te do delegado Francisco Bcronguer, afira de que
o dito meu filho fosse em sua companhia; visto
ser tambem supplonte de subdelegado e eleitor,
por consegulnle seu collega, e qae fallando a este
respeito ao mesmo delegado, este disse Ihe que o
que' quera era que minha casa fosse corrida e que
inoii filho Laurindo fosse escoltado, assim como
havia determinado; vista desta resistencia V. 5.
pergunum-lho que crimetinha praticado meu filho,
respondeu-Ihe elle que assim ohrava porque meu
filho nao Ihe tinha tirado o chapeo por duas ou
mais vezes que por eille passara; e depois de tudo
isto om presenca de muitas pessoas V. S. nao per-
gnntou a ofhVtal de justica se a casa tinha sido
corrida este nao Ihe respondeu que sm, por or-
dem do delegado.' De V. S. atiento venerador e
obrigado.Jos Antonio Pereira.
Illm. Sr. capitao.Pdjpondondo ,i sua carta te-
nho a dizer-lhe, sob minha palavra de honra, que
foi exactamente publicado pelo delegado supplenle
o que V. S. expde na prsenle carta. E' o que se
me offerece dizer-lhe nesta occasio, podendo V. S..
fazer o uso que Ihe convier de minha resposta.
De V. S. amigo venerador o obligadoEcarhto
Cavalcante de Albuquerque.
Documento n. 2.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal.Jos-i Antonio Pe-
reira, capitao, eleitor e vereador da cmara mu-
nicipal deste villa, pede a V. S. se digne altesiar
qual o seu comportainento, e se o supplicante
goza ou nao de conceito e estima publica. Villa
do Brejo, 4 de Janeiro de 1870.Jos Antonio Pe-
reira.
Atiesto que desde o dia 17 de Janeiro de 1868
at hoje, exercendo o cargo de juiz municipal e
de orphos, neta villa, nada me lem constado que
desabone o procedimenlo do supplicanle : ao con-
trario, sei que um cdado honesto, commer-
canto, chefe de numerosa familia a qual educa e
mantm cora toda decencia, presta obediencia
passiva s leis e s autoridades, ainda mesmo nos
jfMs arbitrios e violencias, se por ventura destas
usara, e que por ludo isto goza nesta villa de con-
ceito e de estima publica. Villa do Brejo, 7 de
Descontam letras da ten* e ootroa
talo comtttrciaes.
Encarregtn atheia te es-
mas transa^ rica de letra da
torra e de ootros i -mraerciae*.
Recebem qaaerqoer quaoas ea deao-
*Ro, em contt coreante, a a praxo fixo.
Largo do Pelourinho n. 7
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Deseo ta lettras da pmca i tan a coav
vencionar.
Recebe dinbeiro em conta correle a a
praso fixo.
Saca vista ou a praso sobre aa riiadre
principaes da Europa, lem correspondealea
aa Bahia, Baenos-Ayres, Montevideo. Hew-
e New-Orleans, e eraitte cartas de uidiH,
para os mesmos lagares.
HUA DO COMMERCIO N. 3-
Caixa Filial do Banco do BtmI
A caixa filial do Banco do Brasil esa Per
oamboco em liqoidacao paga o 32*1
do das acedes po banco do Brasil ii
resta caixa a razao de 9000, por accSo
ALFAPDBGa.
aendimento de dia 3 a 21 Mt-.644l23
fdem do dia ..... .


alOVIME.NTO DA ALPAIfDIGA
Janeiro de 1870. Joao Alvares Pereira de'L
,yra.
de di-
Seguemse dous attlesla.los dos Jrs. juiz
re te e promotor, abonando a conlucte do capito
Jos Antonio Pereira.
Ao publico.
O Sr. Elias Emiliano Banios bem conhecido
nesta provincia.
Podra ou dispensar-me de responder ao seu
aranzel, se o Sr. Elias se liraitasse a desconfor-
me exclusivamente, atirandose sobre minha re-
putaco, e dizendo.contra mi.n o que Ihe pare
cesse ; porque eu tomara isso como um divert-
ment.
Mas, o Sr. Elias avenlurou urna proposicjn que
envolve o melindre do caracteres superiores a
quem devo respeito, altrbnindo a mira palavras
que as nao profer emrelacao ao Dr. 01 y rapio Mar-
ceHino da Silva, meu estimado primo ; porque o
que refere o Sr. Elias a respeito das relagoes em
que elle se acha com seu sogro, que sao as mais
estrellas e amgaveis, como ouvido ae mim, ama
calumnia revoltante.
Desafio ao Sr. Elias a que prove o sea acert
cora o testemunho das pessoas que esliveram pre-
sentes.! altercacaode proposito por elle provocada
sobro os habitantes de Porto-Calvo, fulminando-os
com o seu alto conceito....
Nao existem factos as reiacSes intimas com o
meu referido primo Dr. Olymp'io que autorise tal
invectiva, parto de urna imaainacao frtil em de-
tratar geralmente, visto como, jamis este levelou
resenliraentos contra aquellos que sempre con-
siderou o respeitou, como tenho pleno conheci-
mento.
O mais entrego ao soberano desprezo ; o Sr.'
Elias nao merece resposia.
Jos Antonio Canudo de Lyra.
/oluraes entrados com fazendas
dem idem eom genero*
Volantes sahidos eom fajeadas
dem idem eom gneros
13
8tt
-----7
fj
133
Descarregam hoje 21 de Janeiro.
Es una inglezaUunsemercadera*.
Patacho portagaezPoitfitwnwreadaras.
Barca francezaAugustinaidea.
Patacho americano -Seoritafarinha de trijl
Espaa nglezaLycurgutbacalbo.
Escuna portuguezaSernra-mereadorias.
Hiate inglezFredonidem.
Brigae inglezSolyvaeidem.
Patacho inglezHarbo Ciara bacalbo.
Importar/i*.
Barca ingleza cosmoiuntb, fue dr Lktr-
pool, consignada a Theodoro Just. maimfatm
30 toneladas carvo de pedra a Ednajd
Fenlon.
810 trilhos de terro; a empreza da va farra* t
Olinda.
3,300 sblipas ; empreza da via terrea de Api-
pucos.
Vi gigos lou{a ; a ordem.
. Vapor brasileiro tocanti.is, tino 4o Ro #
Janeiro e torios intermedios, manifest* :
348 rolos rumo; a C. A. Sodr da Moua a
32 ditos dito ; a J. M. Palraeira.
Encoramenda.9 volantes a F. Jos da Costa
Araujo, 4 a Veras & Barbedo. 1 a Kener C
1 a J. L. Bourgard, 1 a C AiTonso do TaaV, 2 a
Jos L. Goncalves Ferreira 4 C., 1 ao Dr. fia-p-ir
Drnniniond, 1 ao baro da Soledade, 1 a G. Wer
theimer, 1 a Hara Jos da Conceieao, I a J. Car
rere, 1 a Joao E. de Castro Jeta*, I a Joa aWkc-
sa de Mello, 1 a Domingos A. Matbena, I a Tai
Irmos, 1 a P. M. Maurv, 1 a Veras Barbado, I
a J. M. da Bosa & Filhi s, 1 a A. L. de Oliveir i
Azevedo & C, 1 ao Dr. Ignacio A. V llow, I a
Meuron & C, 1 a Hamos & Temporal, I a F. J.-.
da C sta Guimaraes, 1 a Th. Chri-tiawe, I a La./
G.mcelvcs da Silva & Pinto, 1 a J. Lohkr.
HECEBEDOIUA DE RENDAS 1NTBHNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
rtendmento do dia 3 a 21. 27:**Jd.' >
Idem do dia 22....... 3:H9a*W
30:V^33f*
CONSULADO PROVINCAL
(endimento do dia 3 a 21.
Idem do dia 21 ,
138U34947
4 1IHMT
COMMERCIO.
piteo Jos Antonio Pereira, proprielaroe residen-
tena fraga ezia do Brejo da Madre Deus. onde
vereador da cmara municipal e oteitor de paro-
cha, vein representar a V. Exc. contra procedi-
menlo criminoso que acaba de ter para com elle o
dual delegado do termo, Francisco Berenguer
Cesar de Andrade.
O referido delegado indisnoz-se contra o genro
do supplicante, o cidado An onio Jos Vieira da
Cunha, porque tendo este comprado e estabelecido
na villa do Brejo una machina a vapor de desea-
rocar algodo, para onde affluem muitos vendedo-
res deste genero, entendeu o refe ido delegado que
isto o prejudicava, visto como, vivendo elle de
comprar o mesmo genero, n > poda di raesmos recursos; e onlo traten de prevalecer-
so da sua auloridade para fazer mal ao g--nro di
supplicante, como defacto o fez, mandando era
agdsto e setembro do auno passado, por interine-1
F*ACA DO REC1PK 22 DE JANEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS OA TABJDB
Algodo de Pernambuco sorte1*007 por kil.
(hontem).
Algouao de Mace sorte1)109 por kil. posto
a bordo, frete de 3i8 e S 0|0 i hontem).
Algodo de Mace1089 por kil. a frete de 9|!6
sem capa (hontem).
lambo sobre Londres 90 drv. 20 l|i por U000
Cambio pagavel em Londres 90 d/v 20 l|i por
1*000.
Goncallo Jos Aflbnso,
Presidente.
Mesquila Jnior,
Secretario.
Sociedade bancaria
em commandita
Theodoro Simn $ C,
Compram e vendom por conta pro-
iria metaes, moedas nacionaes, e estran-
Jfeiras, letras de cambio, sedulas do go-
dio do fiscal do municipio, postar destacamento [ verno e do banco do Bsasil.
PRACA DO RECIFE
Sil 22 0E JAXK.lBO DB 1870, S 3 HORAS .V T\?-yn
iti;vim i hi:n \> %i..
Cambio.Sobre Londres effeetaaram-se transa
toes de 20 1;B a 20 1/4 d. por I i.
AssucAn.-Oma-cavailo bruto regaln de tiMO
a 34130 e do Canal a 24700 por arroba oatk-
logramraas.
Arboz.O pilado da India vendeu-sc a > por
arroba.
Azeite-doc.Vendea-se o de Lisboa tlji
galo.
Bacalho.Em atacado vendea-se a 19*0)0
a retalho IS^oOO a 204 por barrica. Fiando
era d psito cerca de 26,000 barricas.
Ba.niia ue i'OBio.dem de 640 a 450 rs. p..
libra.
Batatas.Vendea-se a 24500 por armh.i
Bolachimias.Venderara-se a 44-jOO a I
quinha.
Caf.dem de o4->00 a 64800 a arrota.
Cha.dem de 24200 a 24900 a libra.
Cebvbja.dem de 54700 a 94000 a doria de
garrafas ou botijas.
Feijao.dem a 164 o saceo.
Kerosene. -Vendeu-so a 84200 a lata de galoes.
LougA A ngleza vendea-se a 435 por oaa>
de premio sobro a factura.
Manteioa.A ingleza vendea-se de 141*0 a
14130 p>>r libra e a franceza a 860 rs.
Massas.Yen.leram-se a 7*500 a caixi.
Oleo de mniiaca.dem a 24400 por galio.
Passas.Idem de 114=100 a 114500 a caito.
I'keslntos.dem a 184 por amiba.
Qeuos.Os flaraengos venderam-se a 2JMO
cada um.
Sabo.O inglez vendea-se a 170 rs. por inrri
e o do Mediterrneo a 360 rs.
Touciniio.Vendea-se o de Lisboa nonj, a
114600 e o ve!ho de 64 a 84 p Vinagbe.O de Portugal vendeu-se a 1*J4 a
pipa.
Viniios0 de Portugal venderam-se de 2Sa
a 2904 o os de oulros pazes a 2004 a pipa.
Velas.O parole de 6 velas de eotnpasicjw
vendeu-se de 640 a 650 rs.
Fretes.Do algodo, carregando deste pan o
porto de Liverpool, vela, 3/8 d. kb capa.; a va-
por, 3/8 o o%: da Parahyba, vrta, 3,S e
5 % Do assucar, d'aqai para o rafr-rido D"rt.
vela, 17/6 e S % nominal; para o Canal, idm
23/ sem capa nominal; do Natal para o asna
porto, vela 25/ e 3 /
MOVIMENTO PO PWTO.
Navios entrado m dia B.
Montevideo30 dias, barra iwtiinnata Jara*Jf,
de 165 toneladas, capitao Juao M
pagem 12, carga 4,200 quintaos
carne ; ao mesmo capita.
Montevideo57 das, brigae inglez
415 toneladas, cap io 6. Wimanw, _
12, em lastro ; a Sannders Brutber* i
Rio de Janeiro22 dias, brifne portafnni
dar, de 337 toneladas, capitao
da Costa, eqnipagem 12, em taetro; a Ai
Irmo & C.
Bahia9 dias, l.rigun ingtez Termeikis, de t to-
neladas, capitao W. Johnson, eqaipnfeni Mt, asm'
lastro ; ordem.
Sania Catharisa 23 dias, barca
Diamante, de 170 toneladas, capitao I
equipagem 10, em lastro; a '"
4C
Bio de Janeiro e portes intermedio* dam 19
horas, vapor brasileiro Tocantins, de 71 ame-
ladas, commandante J Maria Fernn Fran-
co, eqnipagem 52, carga faino ontroa pan-
ros ; a A. L. de O. Azevedo & C,
Bio de Janeiro13 dias, barca ru 493 toneladas, capito Farperiand,
13, era lastro ; a Johnsto* Pitar C.
Rio Formoso6 bons, vapor I
de 104 toneladas, como
pagem 14, .em lastro; a >
cana.
Navia< sahidos no
Portes do norteVapor brasmnr 1
mandante Jos< Maria F. Franco, carga i
te* gneros.
Pencdo e porto? intermediosVapor brmMuire t-
eoit-


I
r-
Diario de Pernambuco Domingo 23 de Janeiro de 1870.
uid, commandante Costa, carga varios se-
eros.
Porto-Barea portogMU Harmona, capitao An-
tonio Jos da Crm, earga assuear.
UsboaLugar porluguc Julio, capitao Jeito de
Barro?, carga assuear.
OeenockBrigue inglex Courtnay, capitao E. G.
rerrian, carga assuear.
. Observado.
Saspendea do lamaro :
Para a Baha o patacho norte-allerao Anua,
capitao Larmann, com a raesma carga que trouxe
de Trieste.
Para Wesl IndiesPatacho inglez Francis Da-
ke, capitao F. D. Keslake, com o mesmo lastro que
trouxe da Baha.
EDITAES.
A cmara municipal desta cidade faz pu-
blico para conbecimento de seus municipes
o regulamento abaixo transcripto, que se
acba ero vigor para a cobranca do imposto
de aericao.
Paco da cmara municipal do Recife, 12
de Janeiro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leo. .
Pro-presidente.
Francisco Canuto da Boa-viagem,
Secretario.
Regulamento para as feriedes de balanzas,
pesos e medidas do municipio do Recife.
pelo novo systema mtrico decimal.
Todos os armazens, depsitos, casas de
negocio, estabelecimentos de industria de
qalquer naturza que sejam, flxos ou vo-
lantes, onde se compre o venaa em grosso
e a retalho, mercadorias ou gneros solidos
ou lquidos, que seja necessaro pesar ou
medir, serO o'irigados a ter coIleccSes
completas de pesos e medidas, segundo a
nalureza de seu commercio, na forma do
padrao do imperio.-
Todas as pessoas assim obrigadas a ter
bataneas, pesos e medidas, pagarlo a afe-
ricio da^naneira seguiute:
Art. i\ Por cada metro paga rao os lo-
gistas 24, os raascates e boceteiras l&.
Art. 2.* Por cada terno de peso, come-
cando de 20 kilogrommos at o menor peso
40, por terno* comee ando d j 10 Jtilogram-
mos, 2#560 por terno; comecando de 5
kilogrammos 14.
Os que excederem a 20 kilogrammos pa-
garlo 40 re.- por kilogrammo,
Pesos avulsos pagarlo 80 rs. por kilo-
grammo ; menos de 20 kilogrammos para
cima que pagarlo 40 rs.
Art. 3. Cada marco que nlo exceder de
meio kilogrammo pagar 80 rs., os que ex-
cederem pagarlo 40 rs.
Balanca < portuguezas, que nlo excede-
rem a 8 kilogrammos, pagarlo 500 rs. ; as
qua fsrem de maior capacidade e menor de
20 kilogrammos pagatao 1$, e as que exce-
derem de 20 kilogrammos pagarlo 2.
Balancas para marcos e granitarios paga-
ilo 320 rs.
As romanas e decimaes com pesos at
300 kilogrammos pagarlo 6, e as que ex-
cederem pagarlo i00.
Art, 4.o A colleclo de medidas para sec-
eos, com oito vasilhas, comecando pele de-
calitro meio de i-litro, pagarlo 15600.
Por collecclo de cinco vasilbas, comecan-
do pelo duplo-litro at meio deci-btro pa-
garlo i #.00.
Art. 5." A collecclo de medidas, conten-
do seis vasilhas para lquidos, pnneipiando
peh double-litro at meio deci-litro pagar
l|800..
P r um terno de quatro vasilhas, come-
cando de meio litro at meio deci-litro
1*200.
Art. 6." As vendas e armazens slo obri-
gados a ter tantos temos, quantasforem as
cualidades de lquidos que venderem.
Art. 7.a As medidas avulsas, quer para
liquido, quer para secco, pagarlo 200 rs.
Art, 8. Os que venderem pelas ras fa-
sendas ou seceos, como azeite, mel, leite,
feijlo milho, arroz etc.: pagarlo de afenclo
por cada medida 32o rs, e o mesmo paga-
rlo os canoeiros, barcaceiros e navi >s que
venderem cal, sal, farinba e ootros g-
neros.
Art. Os que venderem lquidos em
barris oa ancoras, slo obrigados a aferi-los
marcando no texto de cada um o que pode
conter, e pagarlo por cada par de barris
cu ancoras o que est estipulado por urna
s vez ao anno 1<$, at a prxima arrema-
tadlo, ficaodo livre da revislo para nova
arremataclo,
Art. 10. Por cada regra de dous metios
pagarlo 500 rs. e slo obrigados a mi
parte deltas os mestres do obras, carapi-
nas, pedreiros, cnteos, vendedores de ma-
deiras e todos os que por sua profisslo
della possam precisar.
Art. 11. As estaces publicas continua-
rlo a pagar as afericoes, bem como as es
ac5es da estrada de ferro, e matadouro
publico as bataneas de arrobadlo.
Art. 12. As medidas e pesos slo sujei-
tos s revisos, que costar metade: todos
os pesos e medidas atiendas pela primeira
vez fcam sujeitos mais da metade da affe
rielo proscripta.
Art. 13 As affericoes terlo comego em
outubro a dezembro, e a revislo de abril
i juntio (cando porm os acougues obriga-
dos* a reverem de tres em tres metes.
Paco da cmara municipal do Recife, 15
de julho de 1868.Luiz Jos Pereira Si-
mes. pro-presidente.Feliciano Joaquim
dos Santos.Tbomaz de Aquino Fonceca
Dr. Joaquim Jos de Miranda.Gustavo
Jos do Reg,Dr. Prxedes Gomes d
Souza Pitonga Antonio Jos Silva do
Brasil.
Approvo.Palacio do governo de Per-
oambuco, 17 de agosto de 1868 Assis.
Conformo.Antonio Anncs Jacome Pires.
PECLARACOES.
Pela recebedora de rendas internas geraes
se faz publico que nesie mez e no de fevereiro
prximo futuro que tero lugar o pagamente, 'sem
mulla, bocea do cofre da laxa de escravos do
exercicio correte de 1869 a 1870, cujos donos ou
administradores moreffl as freguezias desta cida-
de e as de fura, a saber: Affogados, 8. Amaro
Jahoatlo, Poco da Panella, Varzea S. Lourenco
da Halla o Muribcea; e que (Indo o referido praso
ser cobrada com a multa de 6 %
Becebedoria de Pernambuco, 7 de Janeiro de
1870.
O administrador,
___________Manoel Carnea de Souza Laceria
Pela secretaria do gymnaslo Provincial se faz
publico que no dia 3 de fevereiro prximo v-
douro principiarle- os trabalhos do anno lectivo,
nesle instituto ; e que contina aberta a matricu-
la para os que quizerem seguir p cuno regular
ahi adoptado, ou freqnentar as aulas que nelle
funecionam.
Os alumnos internos pagaro urna mensaiidade
de JOOOO reis, os rneigs pensionistas metade des
la quanlia e sao obrigados a exibir, no acto da
matricula, certido de idade que-nao pode exce-
der a 12 annos, alem da de vaccina igualmente
exigida dos oxlernos, que concorrerao somente
com 5|000 res, e urna vez satisfeitas essas pen-
siles, por trimestre adiantado, poderao estudar
sua esculla, qalquer das materias que se ensi-
nam era dito estabelccimento.
Gymnasio provincial de Pernambuco, 19 de Ja-
neiro de 1870.
Antonio de Assumpco Cafiral.
Secretario.
2L
COMPANHIA PERNAMBUCA1W
M
HaregatSa costelra per rapar.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandab, Acarac e
Granja.
O vapor Jpojuca, commandante
Moura, seguir para os porto
cima no dia 31 do correte as Shora.-
la tarde. Recebe carga at o dia 29, encom
mondas, e passageiros e dinheiro a frete at ai
I horas da tarde do dia da sabida no escripto-
rio no Forte do Mattw n. 11_______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavega^iSo enhetra por vapor.
Goianna.
O vaptr Parahyba, seguir para e
porto cima no dia 26 do corrent-*,
_ as 9 horas da noite.
R cebe carga, encommendas, pa:sageiros e di-
nheiro a frete no esariptorio do Forte do Mattos
a. 12.
LEILiO
2L
COMPANHIA PERNAAMBUCANA
\'aTega^5o costelra por vapor
Mamanguape.
-O vapor Mandahu, commandante Julio, seguir
para o norto cima no dia 28 do correte as 6
horas da tarde. Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 3 horas da
tarde do dia da sahida, escrptorio no Forte do
Maitos n. 12.
* |lohas com bola-
fcalxa TKAC ''rrninhnco.
?a. lada ragua salgada.
Segunda-feira 4 tJo corante.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
ae quera pertencer de 100 barriquinhas cora bo-
lacmnna marca cima viudas de New-York pelo
navio Freedoni, as quaes serio vendidas segun-
da -reir 24 docorrent' as 9 1|2 horas da ma-
nhaa no armazem do Annes defronte da alfan-
dega.
AMA DE LEITE
-De ordem do Illm. Sr. conselheiro inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia se faz pu-
Dlico para conhecimento de quem interessar que
no dia 29 do correte mez as duas horas da tar
do rao novamente a praca para seren arremata-
das pe ramo a junta da roesma thesouraria, por
quem por menos flur as obras da ponte do tra-
piche do algndao desta capital e fachada sobre o
largo da assembla, oreado em 14:770*520 res
conforme s plantas e orcamento que serao fran-
queadas aos pretendemos na secretaria da the-
souraria. Os licitantes deverao mostrar-se au-
tnticamente desembaracados e quites tanto com
a fazenda geral como com a provincial. As pes-
soas a quem convier a arremataclo deverao com-
parecer na referida Ihcsouraria no dia e hora in-
dicados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de Janeiro de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Para o Porto
deve sahir no flm do correte mez a barca portu-
gueza Seguranza, anda recebe algnma carga e
tem lugar com bons oommodos para passageiros:
a tratar com Soares Primos, ra do Vigario n. 9,
ou com o capitao Carmo.
PAflA LISBOA
Pretende seguir viagem, com maior brevidade
possivel, para o dito porto o patacho portnguez
Positivo, capitao Joao Ferreira Bastos, recebe al-
guma carga a frete a tratar com Marques Barros
& C. no largo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
Porto por Lisboa
m a maior brevidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portuguesa Claudia, de pri
meira marcha e primeira classe, por ter a maior
parte da carga prompta, e para o resto que ihe
falta e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbedo, ao caes da alfandega ve-
Iha n. 2.
Aviso ao navegantes.
De orden de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia fa^.0 publico que a barca Pkarol que se ( Com a maior brevidode vai sahir
ledra collocada nos baixos de Braganca, foi re-
tirada do ponto de sua amarracao, porque est
imprestavel, tendo corrido risco de perder-se : e
que at fazerem-se os reparos, de que ella neces-
sita, estar naquelle ponto o hiate Riachuello, o
qoal de dia crusar as proximidades dos baixos
e denoita ancorar, tendo um lampean, que possa
ser visto dos navios, que se aproximaren! em de-
manda da entrada para o porto desta cidade.
Secretaria do governo do Para, em 20 de dezem-
bro de 1869.
Antonio dos Passos Miranda,
Servindo de secretario.
Est conforme,Capitana do porte de Pernam-
buco, 15 de Janeiro de 1875.
O secretarlo,
_______________Decio de Aquino Fonseca.
PARA LISROA.
O Brigue portugnez Laia 1.a, seguir com
toda a brevidade visto j ter prompta quasi toda
sua carga; para o que lhe falta, passageiros diri-
jo-se aos consignatarios, Oliveira Filhos e C, no
largo do Corpo Santo, n. 19, ou ao capitao na pra-
ca do Commercio.
Para MaJaoa.
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Pereira Borges, por ter qnasi toda a sua carga
prompta: para a restante e passageiros trata-se
com os consignatarios Oliveira, Filhos & C, no
largo do Corpo Santo n. 19, ou com o capitao na
pra'ca do Commercio.
Tribunal do commercio.
Por esta secretaria- se faz publico que em ses-
ao do tribunal de 13 do correte foi a seu pedido
desonerado do offlcio de agente de leudes desta
praca Bernardino de Senna da Silva Guimaraes, e
que, do confonnidade com o art. II do regula-
mento n. 858 de 10 de novembro de 1851, a flan-
ea prestada subsistir por lempo de seis mezes,
contados do referido dia 13.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 15 de Janeiro de 1870.
Servindo de offlcial-maior
Dinamerico Augusto do Reg Rangel.
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Da data deste ha tres mezes se proceder na
sede da comarca de Goyanna a venda em praca
publica deste juizo das comprehensdes do extincto
vinculo de Itamb, sendo a compreheosao deno-
minada Engenho Novo, avahada por 50:000^000 ;
a denominada Combe avallada por 9:000*000 ; e
a denominada Pangau avahada por 15:000*000 ;
e as escravas Damiana, avahada por 400*000, e
Aquilina, avahada por 200J000, de conformidade
com o edital publicado.
Recife 13 de dezembro de 1869.
O. escrivao,
Luiz F. B" de Almeida.
AVISOS MARTIMOS.
CMPAMHIA BRASILEIR.I
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte' esperad<
at o dia 28 de Janeiro o vapoi
Guar, commandante interino o
1 tenente Gremhalgh, o qual de-
pois da demora do costme se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
sarga que o vapor poder conduzir, a quaJ deven
cas e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
Nao se recebem como encommendas senao. ob-
lectos de pequeo valor e que nao excdanla 3
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Tudo que passar. destes limites dever so?
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros qnesuas passa
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
l* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir*
Azevedo & C.
Babia
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tacho inglez J. Botcley, recebe earga a frete com-
medo : a tratar com os consignatarios Lempson
Duder & C.
PORTO
Segu com brevidade para o porto cima a bar-
ca portugueza Iris, capitho Mathias de Souza Ma-
ciel, recebe carga por frete eommodo : tratar
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, ra da Cruz n. 57, 1* andar.
PARA i LISBOA.
A barca portugueza Gratidab dever seguir com
a menor demora possivel: para carga e passagei-
ros trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
& C, no largo do Corpo-Santo n. 19, oa com o ca-
pitao na praca do Commercio.
Para o P pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portugueza Claudina, de primeira mar-
cha, por j ter grande parte do carregamento en-
gajado : para o resto e passageiros, aos auast-f
offerece ricos e excellentes comraodos, trata-se
cora os consignatarios Cuoha Irmos 4 C., rrua
da Madre de Dos n. 34, ou com o capillo a bordo.
Dinheiro a risco
O proprietario e capitao do patacho nacional
Adelina, cempetentemente autonsasdo pelo Ex ni.
Sr. Dr. joiz de direito especial do commercio,
precisa tomar sobre o mesmo navio a quamia de
um cont e tresentos rail res para pagar a tri-
p ilacao as soldadas da ultima viagem : a tratar
na ra do imperador n. 12, primeiro andar, das
10 horas da manhaa s duas da tarde.
Para o Porto
a barca f7or de S, Simao sahir brevmente, por-
que j tem parte da carga engajada : para o resto
e passagens, trata so cora os consignatarios Car-
valho & Nogueira, na ra do Apollo n. 20.
Porto.
Vai sahir breve a barca Mura para carga e
passageiros, trata-se com os consignatarios Carva.
iho & Nogueira, na ra de Apollo n. 20.
COMPANHIA PERNAMRUCANA
DR
Navegando costea por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse e Taman
dar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no dia 31 do correte meia noite. Recebe
carga, encommendas, passageiros, e dinheiro a fre-
te no escriptorio do Forte dn Mattos n. 12.
PARA O PORTO.
Dever seguir com a brevidade possivel a
Barca portugueza Atoro Silencio, para carga e
pasageiros dirijo-se aos consignatarios, Oliveira
Glhos & C, no Largo do Corpo Santo n. 19, ou ao
capitao na Praca do commercio.
LEILfJES.
LEILAO
De SO barra com chonrleas.
Segunda-feira 24 do corrente.
0 agente Pestaa far leilo por coma e risco
de quem pertencer de 20 barris com 1/nguicas
chegadas ltimamente em um ou mais lotes
vontade, no dia segunda-feira 24 do corrente, as
11 horas da manhaa, no armazem do Annes, de-
_ronte da alfandega.
LEILAO
De nina mobilia de mogno a Luiz XV com 18
Metras de guarnifao, 4 de bracos, 1 sof, f con-
tlos, 1 jardineira com pedra, 1 dita de Jacaran-
da com lampos de pedra, 1 mesa elstica, 1 guar-
da louQfi, l guarda vestido,. 1 cemmoda, 1 cama
iranceza, 2 marquezoes, 1 lavatorio, 1 sof, 12
cadetras de guarnidlo, 2 bancas, 1 par de conso-
los, 1 cadeira de abrir, 1 mesa para, escrever. 1
oerco, 9 quadrr s geographico, 2 pares de cadeiras
de balanco, 2 nratilheiras, r mesa de amarello
com ps torniados propria para jamar, 1 appara-
dor, i banca para costura, 1 apparelho de jantar,
diversos objectos de vidro, 1 mesa para cosinba,
1 dita redonda e mnitos outros objectos.
Terga-feira 25 do corrente.
Antonio da Cruz Muniz tendo de retirar-se pa-
ra o Lear far leilo por ratervencao do agente
Martin?, dos objectos cima descriptos os quaes
serao transportados para o armazem da ra do
Imperador n. 16, as JO horas, sera reserva de
precos.
LEILAO
e Telaa atearlaas em ealxas de
Sft libra* caia tima
Terca-feira 25 de Janeiro as i i horas.
H. OettiJrC. faro le o por intervencao do
agente Pinto, de 110 caxas com velas stearinas,
viudas no ultimo vapor do Havre, em lotes a von-
tade dos compradores, as H hora? do dia cima
dito na ma do Commercio n. 3, primeiro andar.
Precisa-fe de urna ama
Vigario n. 26,1- andar.
de leite: na ra do
W/TITO MfflEOIMO 1 SSSm
mmtm.
Na noite de domingo 16 do corrente fugio do
engenho Limoeirinjio, freguezia da Escada, um
mulato de nome Jlo, cora os seguintes signaos :
ura tanto claro, cabellos acaboclados, olhos gran-
des e papudos, bocea grande, beicos grossos, ps
bem cambados de bichos, levou vestido calca e
janneta de brira pardo, tendo a calca o forro dos
boleos encarnado, camisa nao se sabe se do cor ou
branca, chapeo de. bata j usado ; foi do padre
Jos de S. Matheus, e comprado na praca ao Sr.
Soma, n ra do Imperador : quem o apprehen- je beneficencia que exi-tem
der, !eve-oao sea senhor.no engenho Limoeirinho, honra de eonvidar pelo r
ou nessa praca aos Srs. Bernardino Correia 4 C, "1* detaes associaces a i
Tendo o Instituto Areheotogieo a
Pernambueano de celebrar o oilaw
da sua fundacao no dia 27 4o
oda I hora da larde, no sallo da
blica provincial, no eooi
do Carmo, sao convidan** .
em assembla .gera I todos m ocio
rem no Recite, effectivos, honorarin
denles.
Nao connecendo o Instituto a
tes associaedes Iliterarias,
ra do Livraraento n. 20, que ser bera recom-
pensado.
Precisase do um bom administrador de
obras de pedreiro e carpinteiro, que seja honrado
e intelligente : na ra do Crespo n. 20 A.
Praga do Corpo Santo n. 17 primeiro
andar "escriptorio de Joaquim Rodrigues
Tavares de Mello, tem para vender :
Fumo em folha de superior qualidade.
Vinho Bordeaux de superior qualidade.
Farinba de mandioca em grande por-
co e boa qualidade.
Cal de Lisboa muito nova.
Polassa da Russia.
s
De movis, lougas, vidros, ouro e
prata,
COMO SEJA :
Duas mobilias de Jacaranda com tampos de pe-
dra, um excellente relogio com msica, urna
comraoJa com secretaria e segredos, urna
dita com pedra, urna mesioha de Jacaranda,
um espelho dourado, um raarquezo de ama-
rello, urna estante para livros, urna cama de
Jacaranda, ura armario para roupa, urna ca-
deira de feno estufada, um mesa elstica de
amarello, um guarda louca de dito, um tacho
de cobre, urna gamela grande para banbo,
um q i adro com urna cesta de cera, urna ve-
neciana, um apparelho dourado para cha, nm
dito incontpleto para jantar, salvas, faqueiros,
colheres, casticaes, copos tudo de. prata e di-
versas obras de ouro, candieiros -para gaz,
livros e outros muitos objectos que eslaro
patente no acto do leilo.
O agente Pinto autorisado pelos herdeiroi e
representantes de heranca do finado Domingos
da Silva Campos, far leilo dos movis, louca,
vidros, ouro e prata cima descriptos existentes
no primeiro andar do predio da ra do Imperador
n. 30, aonde se effectuar o leilo, isto
Quarta-felra do corrente as
lf horas m ponto.
LEILAO
Da armaco, depsitos, urna balanca decimal, urna
dita de balcao, terno de pesos, moinho de moer
caf, deposito para o mesmo, 8 taxos de co-
bre, 3 ealdeirdes, 1 raspadeira de ferro, tinas
para caldas um torrador de caf com forna-
Iha, 2 fornalhas de derretir e retinar assucar,
1 coco para tirar calda, 8 resmas de papel
marca grande, 4 ditas de marca pequea e
mais pertenees da refioacao da ra do Arago
n. 19.
* Quarta-feira 26 do corrente.
O agente Martins far leilo dos objectos cima
pertencentes a reflnacao da ra do Arago n. 19,
as 11 horas do dia cima, garante-se a casa a
quem comprar o cstabelecimento no caso de ser
vendido tudo em um s lote.
LEILAO
N. Danhersser, por intervencao do agente Mar-
tins, far leilo dos objectos dados em penhor cm
sua casa travessa das Cruzes n. 2, vene dos a
mais de tres mezes, sob as cautelas ns. 7, 10, 35,
39, 55, 64, 91, 96, 104, 114, 123, 142, 147, 148,
155, 160, 161, 171, 174, 179,184, 193, 202. 205,
222, 233, 243, 247, 264, 273, 283, 312, 338, 370,
250, no dia quinta-feira 27 do corrente -as 11 ho-
ras do dia.
Os donos dos mencionados objectos poderao
resgata-los at a hora do leilo ou reformar as
espectivas cautelas.
AVISOS DIVERSOS.
As pessoas que tiraram urna quota para dar-
se a sepultura ao cadver do fallecido Joo Anto-
nio Pimenta, tendo encontrado j feito o enterro
pelos Srs. Joo da Silva Faria & Irmo, delibera-
ran] mandar celebrar algumas missas com me-
mento per alma do referido infeliz Pimenta, para
o que convidam a todos os seus amigos e conhe-
cidos para assistirem a esse acto de religio, que
ter lugar na igreja do convento de S, Francisco,
as 7 horas da manhaa do dia 24 do corrente. _.
Precisa-se de um menino pequeo com pra-
tica ou sem ella para taberna : no paleo da Pe-
nha n. 6.
Escravas fgidas.
Pugiram na noute de 14 do crreme, da casa
de seu senhor na povoacao do Moateiro, as par-
das seguintes :
Mara de 25 annos de idade, baixa e grosui do
corpo, nariz chato, cara larga testa estreita, bei-
cos finos e cabellos cortados r mies, do mesmo dia
pelo que se suppoe que tenha amarrado algum
lenco na cabeca.
Anna de 16 annos de idade, de estatura regu-
lar, tem os cabellos cacheados e nao muito com-
pridos, nariz chato, cara larga, testa estreita, olha
um pouco de e tanto snrda do ouvido direito ; esta ultima est al-
guna cousa paluda.
Levaram ambas vestidos brancos e a mais bai-
xa urna saia com fundo branco e palrainhas en-
carnadas desbotadas, com Garibaldi da mesm.i fa-
zenda, um chale do fundo azul com flores. Am-
bas levaram calcado, a mais alta sapatos de coa-
ro de lustre e a mais baixa botinas de couro pre-
to de enfiar. Desconfia se que estejam acoitadas
e protesta-se proceder cora todo o rigor da a quem
as houver homisiado.
Quem as apprehender, ou der noticia no largo
do Corpo Santo n. 19, sera b m recompensado.
ATTENCAO
o
O abaixo asigrtado partecipa ao respeitavel pu-
blico, cora especialidade ao corpo do comn ercio
que nesta data tem justa e c intratada a taberna
sita na ra de Joo Fernandes Vieira n. 44 per-
tencente ao Sr. Jos Marques de Souza Coulinho,
livre e desembarazada de toda e qalquer divida,
e quem se julgar cora algum direito compareca
na Estrada ae Joao de Barros n. 45 no praso de
tres das, a contar da data desta, sob pena de nao
?er attendida pnalquer reclamarlo que possa ha-
ver depois do praso.
do da 27, oa a fazer se ahi representar.
E para conhecimento das (nrfotMjim a prs-
soas que tiverera de ornar a tenia oa saa
palavra aulhorisada, aqoi se Hamira a
parle da artigo 28 do regiment i
Se na sala existen) sacien
qne desejara ler algumas memorias I
partecipaio ni ao secretario perpetuo, pan
prevenir u presidente, o qoal da a palavra an
lores das memorias; a leitura de cada nam
quaes nao pode estender-se alero da ntaia I
i Porm nenhuraa memoria ou trai
appresenlado e lide em aesso pn
antes seja submettido a urna atmmtmb de i
para isso nomeada. a qoal lera
a conveniencia ou inconveniencia di I__
Secretara do Instituto, 17 de Janeiro dr MM.
Jos Soares ie Asrwnw,
Secretario perpiipn.
CLUBX
De ordem do Illm. Sr. presidente, convi-
do os Srs. so ios a reunirem-se em assem-
bla geral quarta-feira 26 do corrente s 6
i/2 horas da tarde no sal8o do Uub Per-
nambueano para a approvaco do figulino
proposto pela directora.
Outrosim previno aos Srs. socios que de-
verao nessa occasio apresentar suas pro-
po.-tas nesse sentido .para serem sujeitas
competente discusso.
Recife, 21 de Janeiro de 1870.
O Io secrtario.
/. Guimaraes.
Ama
Precisase de urna ama para cozinbar : na ra
da Cadeia n. 50.__________________________
O Sr. Antonio Pereira de Souza, digne- se
V. S. comparecer na loja do Passo, roa do Dres-
po n. 7, a negocio que lhe diz respeito, isto com
urgencia._______________________________
Precisa-se de um hornera portuguez para o
lugar de copeiro em urna casa estrangeira : na
ra da Cadeia n. 3G.
Os abaixo assignados fazem sciente ao res-
peitavel commercio desta praca, que dissolveram
amigavelmente a sociedade que tinham no estabe-
lecimeoto de molhados sito no largo da Santa
Cruz n. 4, desde o dia 31 de dezembro prximo
passado, na razao social de Joo Luiz & Virginio ;
ficando a cargo do ex-socio Virginio Freir de Oli-
veira todo o activo e passivo da esma sociedade,
Recife de Janeiro da 1870. i
Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Virginio Freir de Oliveira.
" o' 5' O
i n P
Lrf I
3 3 OD
2oco
r si
u
fii
o. 2
Ipo
S." *o

Precisa se de urna ma qra
padaria: a tratar na roa da Florentina n. 3.
Bartholomeu & C,
Na ra da Penha n. 11, Io
urna escrava para todo o servico
familia.
andar, aluga-se
de urna casa de
Vinho, Pilulas, Xaropc z Tnrrona
DE JURUBEBA SIMPLES K mURLOlMn,
Oleo, Pomadas Emplastro da misma
planta preparados por
BARTHOLOMEO a C
Phahmaceuticos-Droouista
KU\4NBt|<
A Jurabeba : en plaau
como o man poderoso lomeo, coa
desobstrueale.e como ul ppliela ooa f
do ligado e baco, bepaiiies. durwaas,
nos c especialmente do aura, fsVifoaiaa, Tjm-
pellas, ele.; e associaJa ao forro aul an f
cores, cbloroses e falta de acaraaca>, i
jos do estomago, etc., a o qi
innmeras can* il
preparados j besa
diMinclos medico* do pan Ponap!. Ca
dossos depsitos distriboiatos gratis hf
melbor fasem eonbecar a Jarakaka aaa* i
* applicafao.
I
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar o
diario de urna casa, prefere-se escrava : a tratar
na ra do Imperador n. 12, escriptorio.
Precisase alugar por mez urna preta escra-
va, que engomrae bem : na ra Nova, sobrado
n. 39. ____________________________
Aluga-se a casa terrea n. 48 da ra da Cal-
cada : a tratar na Boa-vista ra do Mondego n. 51.
flB O advogado Dr. Antonio de Vas-
concellos Menezes de Drummond,
. mudou o seu escriptorio para a ra 3|
fjlj do Imperador n. 20, onde pode g
S ser procurado para o exercicio de %k
sua prolisso em todos os dias gg|
| uteis das 10 horas da manlia at |
w as i horas da tarde. Fra dessas !
I horas, e para qalquer occorrencia g
I urgente, ser encontrado no seu 1
H domicilio, ra da Aurora n. 26.
$a-Kmmm-ii
Precisa-se de um criado quer livre ou es-
r avo e fiel : a tratar na ra Bella n. 37, primei-
o andar.
Manoel Gomes Larangeira, vai a Europa tra-
tar de sua sande._________________________
Preclsa-se de um caixeiro nacional ou es
trangeiro, cora bastante pratica de taberna, e dan-
do fiador a sua conducta : na ra do Livramento
n. 26 se dir quem precisa.
Pars, 36, RnaVIrioMO,
CHABLE MEOECIN
AilUTEnjIIDADAS DES
COKS CDTANXAR.I kV~
DEPURATIF
i., SAIVG
10 tangut. (Xaropa
rmUwmM
anta oa fluxos $ fioru
Ista iojweaa baaitf! n
Citracto d F
MI
POMADA AMTIMnTBPmTaCA
Can ir i mfnfnmHmim mmtsmsW
PILULAS VEQKTAE DEPOrUTIVAf
i* aV CMmMm. ti frtat* ai atManavanaA >
a falhV
HIJA
i
8 CABUG
jj] esquina
iflda ra larga do
i
Rosario.
AO ANIVEL DE OURO
BIJA
BO
CABUG
esquina
LOnJA DE
> Este importante stabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igualj
e vende por preqos que nenhuma outra casa pode vender. L i i a
k vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha aonvencer da verdade.| -TOa ^^ j
Garante-se ser tudo de lei. Compra-s ouro, prata e pedras finas por preces muito ele- Rosario,
vados.
A loja est aberta at s -9 horas da noute.
isBSBssSaUnas ssasass
f
i
itaii


lltefi de Pernambuco Domingo 23 d Janeiro* de 1870
[INSTANTNEOS
Travcssa do Corpo Sanio %
AR.MZEM
Ra Nova n. 38, loja.
Bandcra, Machado A C av-svn ao respettavel
publico que nos lugares cima encontrar nomos-
mo sempre grande qnantidade de ditos pleo*, c
qno so aebam habilitados para vender puf menos
(ino outro qualficer, por isso nue o roeubem di-
rectamente do fabricle Norton, de Lodjres.
As vantagens que fferceem os pocos instant-
neos sao : uriiflei'ro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou (ora, com o trabalho de urna a duas
lloras; segundo, forneccrem os nvsmos agua pu-
ra e abnndanle, podendo scrcm removaos de um
para oulro lugir, quando assim convier.
Os annunewntcs sreeobrao a importancia dos
referidos pocs depois de collocados, satistazendo
i espctativa do comprador.
Precisa-so, de urna ama livie ou es-
crava para o servido inlerno e externo do
orna casa do poaca familia, sendo de boa
conducta ; na ra da Santa Criz n. G2.
maga
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2Caf2.
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O i^ O w
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fB O OJ i
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o
O
Nfio mais cabellos braneos.
A tintura japoaeza para finga os cabellos
da cbela e da barba, fai a nica admittida
Exposicao t'niversal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacoes at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vcndc-se a i 000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
Joaquim Jos Gon-
(jalves Beltro
RA DO TRAPICHE N- 17, 1. ANDAfti
Sac^St por ISBp Ts piquetes sobre o San*
x> do ^bo, efifiraga, e sobre os seguiu*
es logases em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valencia.
GuimarSes.
Goimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Vez.
Vtanna do Castello.
Ponte do Lima.
Vdla Real.
Villa-Nova de]Famalic3o.
Lamego..
Lagos.
Covilhaa.
Vassal (Valpassos).
MirnndeBa.
Be^ ____'_______,________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de onro, prau e podras
ireciosas, seja qual for ^jaantia ; e na- mesms
'.asa se compra e veude otyectos de ouro eprata
i igualmente se faz toda qualquer obra de en-
ommenda, e todo e qualquer concert tendent*
i mesma arte.
GUSTAVE
CABELLEIREIRI)
51Ra da Cadeia do Recifa51
Chama a attencJrj dos seos innmeros fregnezes, e do reapeitavel publico c
geral, Vara a seg-iinle tabella dos presos de sua casa, os quaes sao vinte por cenu
mais barato do que era outra qualquer parte: ".......... f "*
Cabelleiras para senhoras a 2o?, Cadeias para releen a 5, ,
300, 35(f e......405000 14,8, 9&, m 9. IW*
Ditas para hornera a 350, 405 e 500000
Coques a I2& 15;?, l$&, 20,?,
250, m e.....50^000
1. andar.
i

ii.llli
t. g
"Uto
liflf i
- -a o a o- ;r M
l'l 91 9
erra
Hospital Portugez
de Beneficencia.
A junta administrativa do Hospital Portugu.ade
Benefloema, ruga a quem se julgar credor do
mosmo hospital a apresentar a sua conta at. o
da l.'i do !-oirento, ao icspectifo aimok'r,"para
ser in continente paga.
O Sr. Antonio Pereira do' Soiza digne-se
cODiparccr na loja do Passo a ra do Crespo n. 7
i negocio que iiLi ignora : i-to'c'nm urgencia.
Crescentes a \U, \U, I8, 20rJ,
25^, 300 e .....
Cachos ou crespos a 30, 40, 5.-?,
60, 70, 8, H e. ; .
Tranca de 'cabelo para annel a
500 e.......
a 100,
70, 80, 90, II
Corte de cabello.....
Corte de cabello com fricc.ao.

100000
10000
Tranca para braceletes
15$, 200, 25 e .
I0U
M
MARTIMOS
tOITRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecid;
esta praca, toma seguros martimos sobn
aavios e seus carregamentos e contra fog(
}rn edificios, mercadorias e raobilias: s
ra do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Caixeiro
LOJA DE J01AS
I'R
JA

4
OSARTE & G.
ste antigo estabelecimento, completa-
nte reformado ie novo, est as condi-
w de servir vantajosaraente os seus fre-
aezes, visto que acha-se prvido com um
expendido sortimento de obras de ouro e
jrata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, ujos presos sao os
mak modieos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
bate.
N. 5 RE DO CABUti \ 5
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
Vo Recite arco da concelciioD. S
Os abaixo assignados tendo-se habilitado n;
orma das leis, tem exposto a venda os sena feti
-.es bilhetps da9 loteras do Rio de Janeiro, nacas;
icima, aonde i=e nagarao as sortea que sahiren
ios -mesreus bunetes, cora o descomo somentf
la lei.
PRECOS.
RtRicte inteiro 24|00O
Meras 12000 "
Qnarto? 6^000
E de iOO para cima a 22|-o bilbete.
Fipneireito c t/'ite.
Em casa de f HEODOAO CHR^STJ-
4NSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-8
iflectivamente todas as qualidades de vinbi
inrdeaux. Bonrgogne e do Rtierjo;.______
Na retinaco da Florentina n. 28 vende-se
um paidiiiho de bonita figura, robusto, exoellente
oflcial de alfoiaie. e com pralica de Ckiaeiitt
320000 ^rle de cabello com lavagem a
champou......
Corte de cabello com iimpea da
cabe?a pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
300000 Barba. .,..'....
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de pentendos para casamento
Bailes e solres
0 dooo do estabelecimento previne sj Recommenda-se a superior TINTl'RAl*-
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um PONEZA para enegrecer os cbelta e bar
salo para tintura dos cabellos e baiba, as- ba unic,a admitSJf? "? ExposicJo Uni
como n3o pnjndicial a saude, por s^r v
sim como um empregado smente oceupa- jatil, analysada e approvada pebs acadr
do nesse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES
CABELLEBEKML
5N 8-RUA bA 1.MPERATHIZN. 8
S3 O.lilon Ruarle., cabelletreiro, teiido ^e '
^S despedido da casa rt. ?eu cimbado o Sr.
W& f.iirlos Diibois, onde irabalbou por espaoo
^ de dez anu s, acha-se estabelecido com
S? casa de ealn-Heireim rna vi Imprrariz
Wt ii. X2. pi-oioplo a saiisfzer (|ualquer ea-
IT com metida tendente a sua arte.
tm
Mj
Pr. cisa-se tle um nomem pertngtiez para
fcitor de engenho ; a tratar na ra da Cruz n. 8,
Io andar.

Sttl i)E U1N AMO
Ra do Commercio n.
Jos Franseo Ribeiro de Souza, direc-
tor d'-esse instiluto de tducaco e iostruc-
c3o, faz siente ao respcitavel publico e
particularmente aos pas de seus alumnos,
qae a reabertura das aulas de instruccao
primaria e secundaria lera lugar em o dia
10 do andante.
O programrna do onsno ser de confor-
midade com o decreto n. -4430 de 30 de
oulubro de 1869.
Admiti alumnos pensionistas, mero-pen-
SiOOiOaS Oi.tel'UUS.
(. anarios.
i'.hegoa um completo sortimento de canarios da
Aleinanha cantadores ile pi iineira classe garant
dos.: ra do Imperador n. 16, armazem Fideli-
dade e uo betel d'Eort pa ra do Commercio
n. <2.________
Preeisa-se
Ihos n. 28
de um nado : na ra dos Coe-
PerJeu-se na ribfiira duas chatos peqdenas,
urna de bah e outra de porta, atadas com' um
cordao : quem a* ti Ver adiado roga se Ihe a en-
trega na ra do Queimado n. 29, loja, pelo que se
Ihe flear agradeeid).
l*Bf""'
an-
M
s
!2-tic*
lAi
s sr *i m
Jcs da Cruz Santos e seus filhos meusrca
vidam aos seus prenles e amigos para assUtirein
a celebrado de ilgurnas missaj e memeate,- qae
mandara resnr na igreja da vencravel ordem ter-
oeif a do Carmo desta cidade, peras 7 horas da
maubaa do da 8 do correuie, por occa-iao do
primeiro anniversariodo fallecimento de sua sem-
pre chorada esposa e mai D. Francisca Senhori-
nha de iiveira Santos, e desde j dirigem ^eus
siaceros agradennwtrtog a ludas aquellas pessoas
qu ce dignarem prestar esse oIBeio (le caridade,
reeommendado pela nossa santa religto.
Contidam a qualquer Rvm. Sr. sacerdote que
se apresentar, para celebrar, segiindo a intencao
ai'iraa, na r< fehda hgaja do Carnjn.________
Ao publico e corpo do eom-
mercio.
Miguel Joaquim da Costa A C. fazom sciente
qoe nada devem neita praca, ese alguem so jul-
ar credor, sira-se tirar suas cootas para seren
conferidas e pagas, no praso de tres dias, assim
cuino scientiflcam que venderam o e.-tabrtecimen-
<> que tinhain na ra da enzal--nova n. 4, fcau
do assim euineta a firma cima. He if. 2* de
janeir de 1870.
Precisa-se de um vaixero de 18 a 20 annoo,
de capacidad, que d fiador a sua conducta, pui
nio fe importara dar um bom ordenado : na raa
do Principe n. 40, Boa-vista.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12 a 16
ranos que tenha pratica de taberno que d tladoj
Je sua conduta na ra dos Guarapec n. 14.
Precisa se de um ebzinheiro ou cezinheira -
a raa do Imperador n 73. 2 andar. _____
Preciea-se alugar p >r mei urna nrta que
;ngomir.e bem : na ra Nova, sobrado n 39.
Precisa S' alugar com brevldade por mezes
ou por auno, urna casa em Apipucus, quo niio soja
na povoag), ou na Torre, perto n estacao: a
tratar na ra da Imperatriz, loja n. 44._____
preciosa ublicapo
jurdica,
Commeidarioi'o Codh/o Commficial Poru-
(juez e Brasileiro.
Vt;nde-se na loja da ra do Crespo.n.
o A esxjiiini da do Qomado, a impor-
tante e moderna obra sub o titulo de an-
nolacoes ao codiqp do commercio portuguqz
em G voiumes pelo Exmr Sr. consclbciro
r. piogo Pon ira Forjas de Sampaio Pi
enfel, lente cathedralko na univers'idade
do O'imbr'. Os subidos crditos de que
g..za,muito mercidam''tito aquelle exiniii
comBaercialita por si s' bastariam para re
commendar to importante obra, quande
nao eoworrcsse mais para isso a grande
vtrta?em de ser um ptimo commenlario
ao cdigo cemmercial bfashVlro (na falta
absoluta que ha de qua quer futro) pelamo-
xitna homozeheidade de entre murtas das
sibs disjiosicoes, e as do mencionado cdi-
go portuguez, que Ihe servio de texto.
oirei prossurosos, distinc.ta motidad*
do 4. anno da Faentdatle de Direito desta
cidaile e notareis jurisconsultos, a pTOVEf-
vos.desse poderoso auxiliar para vossos
trabadlos ta setencia, c pelo preco commodo
de 03. toda a obra em O vol._________
Hubliufe pnb^IcacS IfMeraria
sob o "tilo de Hemorl do
Boia lesus do Monto. en
Braga.
Acha-ne vcnda.ua loja .da ra do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Qteimado a pri-
morosa Memoria do Bom Jess do Monte em
Braga, ornada de gravuras tinas, segundr
edicto, obra ra penna de ouro do mui Mos-
trado lente da nniversidade de Coimbra, o
Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira
Forjaz de Sampaio Pimentel. Qtiem tiver
noticia da extraonlinaria devocao que exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
silsim imagem, afiluindo ^epre para o
s-eu magestso templo em rom na o nume-
roso povo de todas as partes desse reino;
quem souber avaliar. as brilhantes descrip-
C9es, e o bello estudo daquelle consumma
do jurisconsulto e eximo lillerario portugus
nao deixar de procurar, quanto artes pro
ver-s- de um ejemplar da dita memoria,
pelo diminuto preco dg 30, na loja indica
da, onde ha pequeo numero bettas.
Na mesma* loja cima ha ontras estampa,
moit perfeita9 e grandes do dito Senlm
Bom Jess de "Braga, por preco commodo
CASA
DE IMPORTACAO E EXPORTACAO
J9 C4RRERK
Escriptorio, ra do Vigario n. 5,
1* ANDAR.
DAVID WILLIAM BOWMAN
Partecipaacs senhores proprietarios de engenhos, que acootecendo fa)Ur*Iri
igoa ou aniraaes pira a moagem durante a presente safra, elle U-m vaporea pn ^ i-i- -
)ara assentar, sem precisar de obra nova ou demolco de obras existtnte?, e qt*
)de botar taes engenhos a moer oito dias depois de estarem as pecas do \ap r na
'ngenho, garantir.do-se o trabalho.
Fundic.ao, ra do Bram n. 52, passantlo o chafTz.
1BHKI9W WMMMHi
AGENCIA Dt COBBAigAS
BAIIUI DE .-AMO ANTONIO.
Ilii'i ntreita ih ttnario n. n, i
Director
gLE)POLDKOASTl)XIOD.\FKEL\a
5S< Nesle e-rript' rio refelwm se prurnraj||
roes para cobranca de ordenad; s
da ra
2, pri-
Na (ravessa
das Crozcs n,
meirft andar, da-se di-
nlwlro sobre penliores
de euro, prata e brilhau-
l(% s?ja qual for a (pan-
Ha. ^a niisiaa casa com-
pram-se os mismos me-
tae e yedras.
Ws-i
SSiS i!.>
FUMO CAPORAL
Cbeg.ido pelo ultiitto paquete.
Marra ("ivi lie
Livruria francaza,
agen fx
guias, lii|uidar."io de cantas de
centro com cutras desta prari,
de arrendamenion d predio, para
ca de causas civeis, criinfs, couMref-
ciaes e ccelesiaslicas em que seja ecas- >
sario constituir os mais ronreitoaios 3:1-
vogados e procurad res qife mrtf r n-
rantam os direilos das paites ; para I-
licilar Mulos e [liii-ntes na captUl, uu
manda-Ios. ir da cuite, etc. etc.
Das contar ras e rompras rtbre as
qnantias liquidas :l e sobre o mar-
meditante divio ajnste.
nlregas de t| ia -quer encrm r.on--
x* e ttulos : straofis aos k
prios denos s pessoas per cites anti i
das em carta* de > rdm e mediante re
cibos Icgalinente pa^-ado.
CoireapondenctA de oriugol.
Os abaixos assignados previnem aog senhores
assignantes darte jornal quc_ de ja tro prximo
rutara n dktnte a disiriliui(5o ser fcila no hirgo-
do Corpn Santo no r-J(: do Sr. Pestaa, onde os
inesmos seniojesa-siinanles man.Uro uaswr des-
de j a a por 2i n1 roeros contados do atunero ojie condu-
zir o paquete do 28 do aneiro prximo futuro ao
de II de jancirb d 187 Numero avalan 15000
res. Os recibos sao irrpresses e tirmados pelos
abaixos arranados. A dlsniburcao do jornal p?ra
os as;.guantes s se far a aquelles que tenham
j pago sua annnalMadc.
cntso np prfpar.vtorios
IN.t.l
i.i\(t\ '..hhui:/\
*** Raa da matiiz da Uoa-vi-i.i n. 28.
* Minsalidade 6*000.
Bichas hamburguesas
Ncste nove de|ieeito rect he-se por Indos t-A'Ute-
3 trai'slanticus bisas de quaitdada superior, ver;
Je-se em caixa on porcio mais pequea e i
Oarato do qno qualquer ontra parte; na mi
Cadeia do Recife n. Bl. i andar.
COLINCHO
UO
B
I I llil.Mi" tjllIl.ilJ.1V/ Ifl 111.
. A directora desse collegio, Josepliina Beuvmd;
da Cnnha Souto Mamr competentemente habilitad;
pela diiectoria gerM da instruccao pubiiea, avls;
ao i r-ix'itavel publico, que acha-se sen collegw
es i; 11.'locido ra da Imperatriz n. C3, cuja ma
trenla abrir-se-ha 10 Je Janeiro prximo futuro
e ol-rece seu prestimo aos pas de familia, asse
verando-lhes seus hons desjos, quer a resp 'to d*
ensino, qaer da duca^M de suas filhas. O pro
grainma d( estatuios leitura, escripia, arithme
tira, systema retrico, lingua nacional, francez
geographia, msica vocal e piano ; para o qro
haver pTofessores e professoras competentementi
habilitados. Tambem se ensinar bordados, flore
de varias qoHades, inclnsive as n"e cfra. e dansa
(Jasa de cnnimisho de escravos.
Na antiga casa de commissao de es?ravos, di
abaixn assigaado, rna do Imperador n. 45, conli
nua-se a n ceber escravos por commissao, lann
do mato como da praca para serem vendidos, i
gafante-ee o bom tratafnento e. prompta venda
para o que se emprega todos os esforeo afim d(
satisfazer era tudo s pessoas que o quizeisent hon-
rar com sua conflanca. Nesta casa ha sempn
para vender cscravos de ambos os sexos, voltios i
mocos, assim como ha t da segnranc para os ter
Antonio Jos V.'de Sonza.
IMPERIAL
IISTITTO
i do m iiwo.
O bacharel An'onlo Columbario irra^hieo
Vssis Carvatho 6 hoje n proprielario e din
desse instituto. Pretesdendo dedicarse exrio.-
vamente, e com todo zelo e solrkude aos Ir^baUx-v
proprios dessa proflxsln, espera que es para
actuaes coH-giaes o hnararao rom sna rmjnrr..
e bom assim que arolhero o seo eslablatiati ttv
qaelles que precisaren de coMegio para rdaearan
de seas filhos ou pr >b-gdo>, cerles de que o ac-
tual director so esforcar nao s para mantrr
bom nnme e crdito, qoe desde muitos amos p i
o referido Instituto, como tambem para imprmir-
Ihe novos inelhiamerM*.
No da 7 do Janeiro uo anno vindonro lera
gara abertura d" todas as aulas de instru*.
primaria e secundaria.
AMA
Na ni 4o Codorniz n. 8. precsa-se de onu
ama que saiba cosinhar.
IVfachnista e foguista.
Precisa-se de serralheiro ou oulro qoe entenda
de machinas a vapor para tomar conta de urna no
engenho a fallar na ra do Brurn n. j'2, passando
o chafarz, fund cao do Bownien._____________
THJeephoro Marques da Silva Juaiar nao po
dendo despedirse pessoalmente de todos os sen
amigos, o faz-pelo presente, onVrecendo o sen di-
minuto presumo na cidade da Fortalea da pro-
vincia do Cear, onde vai re-idir.
Ama
Precita-se de ama ama para ra de poaca fa-
milia na roa das Cruzas n. Vi.
Pede-se
Aos donos de obras e mestres pedreiros, que
nao cornprem materiaes sem irem visitar a olaria
da ra dos .Prazeres n. 50, de Jog Carteiro da
Cimba e verem a superior telha e tijollos de to-
das as qualidades do bem afamado barro denomi-
nado do Tiqnary, por menos 5*000 reis o milbei-
ro do qoe em outra quakjner parte.
Prcisa-se de urna boa cozinheira para casa
estrangelra, agradando pagase bem : a tratar na
ra da Cruz n. 20, armazem, ou na Capunga, porto
Laserre n. 20.
Precisase fallar na ra do Crespo n. 17, a
negocie de inters-*, coraos Srs. Jorge Doweley.
Francisco Pereirj de Arruda Cmara - ongrah o).________ '_________________
No dia 15 do crrente desapparecea do sitio
do Cafando, estrada de Joao t Barres, urna cabra
com leif. a qual 6 grande e preta ; e cort ella a
cria, tambera preta.
Pede-se a quem a achon da a levar ao meimo
sitio que ser gratificado.
Casa para alugar em Oiinda.
Aloga se por um anno pago adantado, a cas
n. 3 da ladetra da Misericordia, com 3 sallas, 5
quarto?, cosinha fra, terraco na frente, o no Ion
do cora asientos de pedra e cal para grande fa-
milia, e bom quintal cercado, multo fresca e ex-
cedente vista. Quem quizer prevenir-se logo de
casa para passar a festa vindoura, evitar dar a
esse lempo -otn preco fabuloso per urna casa
naquella apptasivel cidade, visto ejmo de espe
rar grande concurrencia de poro para all Tin
ensequcncJa da conduelo fcil pela estrada de
ferro que l deve estar esse tempe: quera pre-
tender drlia-se mesma casa, ot ao largo do
Terco n. M. "________________
Escripturaf&o.
Urna pessoa habilitada se offereea para f ser-
ver em alguma casa commercal, e mesmo toma
sob sua responsanilidade qualquer escripia para
fazer era sua casa : a tratar no pateo do Paraisc
n. 22, encostado ao Sr. Salustano, a qualquer ho-
ra do dia.
TNICO DEI^UC
O Tonteo Msucqut boje aprsenlo ao pnbli0>
depois. purm, de um severo exame e derriierad*
experiea-ias, tendo a certeza de que pos-at-^tiir .
^uperlordade ncontestavel a todas as ontras pxi
paraees, (jue at hoje leem appareeMo, rerom-
rnenda-se por sua bmidade. e pelo brittiaMe lus-
tro qoe pruduz aos caladlos, tirando immediah.-
mente todas as caspas o coceiras, fazendo cun qaa
appareca em bom estar impagavel.
Ksta agua compe-se de substancias enidado" -
mente esOTlhidas, pflrilleada. e cjnfcerioaaita'*
eom o maior enidado, e aWm disto combinad *>
modo tal a d-.r-lha urna accao vardadeiramrali
efflcaz, consoladora o benigna.
Derrama-s esta agua na eabeca e estrega-?*
levemente ; immedatamenta Aesai e eannln
lmpos e com um bniho magaineo.
p s.Someme ha venda em casa do amor,
ANRK delsuc,
abellereiro, ra do Crespo 7 A, pnasti >
andar.
AMA
Ama,
Precisa-se de ama ama para comprar e cozinhar
Sira duas pessoas : na raa das Ttincbeiras nu-
era-W__________________________
O abaixo assignado previne ao publico qne
nao paga cantas contrajndas por Manoel Rodrigues
Teixeifa Sobrinho, por ser este de menor idade.
Manoel Rodrigues Teixeira.
Precisa-se de nma ama para comprar o
nhar : rna da Cadeia n. 29, 2o andar.
tosi-
Aluga-se
O f egando andar do sobrado da ra d9 Agirs-
Verdes u. i8, ranto fresco e com bastantes com
modos, quem pretender dirija- o ao terceiro andar
do mesmo sobrado onde se acha as chaves.
Escri'ptui'aqo commercia).
Urna pessoa habilitada, encarega-se de qual-
qiwr escripia, em sua casa on no eserfptor da I
pessoa que precisar de seus servicos : a tratar j
no largo do Corpo Santo n. 23.
Ama.
Ptecisa-se de urna ama livre ou captiva, e,an>
moleque de 10 a 12 airaos : a tratar na rui d
Lingnela a. 8, 2 audar. ___________
Precisa-se de urna ana nara cosinhar e conr -
prar em casa de familia : roa da Croa do Red'*
n. 15.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de lene: na roa dn H-
picio n. 31.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do Cc-
buga n. 3, loja.
na O Dr. Ignacio nrmo Xavier medico fi
S tem o seu consultorio na fUa daa Trinxe- 5
9 "s n. CO, i' andar. _^.M.--. S
-wuHBttaHnn*
Irnaddade tle il. W. rel-
cio dos BIIwWbHW _
Recebe-se propostas al o dta 5 do corren'
para o douramento dos alurei lataraes e reo da
capella-mdr da igreja de ft. S. da Conencao oc*
' Consistorio da mesma igreja 18 de janeir
1870. -
o su luiaiw,
CariHana IWborim.


Diario de Pernambuco Domingo 23 de Janeiro de 1870.
-1w
\ 00
NEGRA
oo-'

p.
o
I
BENTO MACHADO ft C,
A AGUIA NEGRA mimada com o bom accolnimento que tuve cm seus annun
M, vem novo participar a seos freguezos qao. acaba de receber un variado sori>
ment) da objectos de gosto os q\aes serao vendidos por precos nwito razoaves, pote
qtttfedo fez os seus primeiros anuncios, foi o que asseguron, c sem modo de errar,
porque como j;i (sse osla interesses ligada a urna casa iinportadoradesla piaca, <
por isso poder ter ludo espacial c vender por precos admirav*.Cbamapois a alten-
cao de seus froguezes para os arllgos possa doscrever:
I.hros com o tampo do marGm, madre-
. poroto e tartaruga, proprios para missa.
Garadrmas razias prdpmj para prsenles*
cousa de goslo.
Indispensaveis de palinha e de couro pro-
prios para senlioras c meninas tnzor nos
niazos.
binculos d! madreperola, marfim c tar-
tar! ia todos esmaltados.
Cintos largos de selim, cousa inteiramen-
l. nova.
bit is de sarja de todis as cores e largu-
ra* Dra Jacos.
uro variada .sorlimoate de cbaruteiras e
pallileiros do porcelana,
Tentos para vollarcte.
Bengallas con marfim, cousa especial.
Ssbonetes de alcatro.
Cofres de felhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo ortimenlo de luvas de pe-
lica,
Talagorce para bordar.
Um completo sorlimonlo de enfeites de
as, sapati.'ilms meias de seda ornis seda para vestido.
penen es para baptizados. Perfumaras de tridos os autores os mil
Fita? com mscnpgOes propnas para bou- acreditados em oxlractos, pomadas e oleo?
qaet de noiva, e finalmente outros muitos objectos que ni
Micos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista si
Um. taado sortimentc do jarros de por- ccrtificarSo do sortimonto deste cslabele-
na. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
.Collegio de 8. Franeieo Xa-
vier.
Aos 3 do fevereiro co de S. Francisco Xavier (ra do Hospicio n
No intuito Jo forncecr aos alumnos as comuio-
ilda'le> segundo a condirio do suas familias, c
director d'eslc c .illcpio nao recuon auto o grande
ademento do singue! pelo accrcscimn considera-
\vl do edificio, alentado di c.-peranoa do um ma>
ritonho porvir.
Alin de mais aula*, espaeo na um salao para o estudo particular dos alum-
no)*, onde cada um denlos tetn a fu banca com
gaveta para uardar livros e papis:nm ampie
(|iii:ital cnii paleo ejardim para o rcerelo o os jo-
g'is gyrnnaslico. O dormitorio acha-so no sobrado
, sob as melhoje* condiooes liygiemcas, ocal 'ti
nulle commoilainenle urnas cei camas; c o con-
tiguo" lerraco ctulribuc a turnar mais asseiado v
j sorvico. Dezdseis casinbas de banho com baahei-
rus fixos, p.iraondo curre a agua por canos e tor
[noiras, snti-fazom as oxigom'ias assim. da Unipezai
o hygicnc, como da decencia. Muitos qnartosi-
' nli" de reineta, casa de poitciro, cosinlia c-.nt-
: fugues innderiiiiS, enfermara e ofljcinas do mar-
cinciro c altaiale completan) i o sorvico nwtoiiaj..
Ha para os alumnos una conveniente bibliolhcea
rommutn. A capoto tem as dimen-fles "de ulna
assai grande igivia, a qual accessivel ao puWi-
co, sen coininunicaciiii com o resto do collegio.
Einlim a sitnacao Isofada do edificio coatribue ja
para o livre curso do ar, j para a boa. disciplina
do collcgif.
i
LOJA DAS MACHINAS
Acabam de c llegar grande quantidade das verdadeiras machinas americana*
ara descarofar algodSo de todoB os sy-stemas e taannos segnintes :
i- serras 12 serras
dilas 14 ditas
ditas 15 ditas
dilas f6
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
dilas
14
f5
16
18
20
22
25
30
35
40 ditas 40 dilas
is qtiaes se tendeen por procos commodos e roga-se as pessoas que deltas fizerana en-
oaaraendris do alguna tamaito*, bseqaio de as mandarem busca-Jas o mais breve po-
itvel afim de nao haverem faltas.
HIJA DA CADEIA N. 56 A
ditas
18 dilas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
35 ditas
cr S c ,= o
o w "S a
g
v, O en
S3 K
-, erg c

a
11
LHOS URBANOS
DO
RS'&SFE A9 APIPIJCOS.
Pora mair tcommodaijo d s pessoas
que SSSi'stenj as novenas de Nitsa Seulioia
da Sajui' no Pogi da Panelta do da -2J'
reir 2i de Janeiro al o dia l.n de fuve-
reiro Iiaver um Irem que partir de Galdc-
i'ii.) .ara o Itooifo at-U lioras o 40minutos
da licito.
Escrintqrb da empresa, 1!) do Janeiro de
1870.
.*, rmprei tendn rsolvd alterar o sys-
loma da venda dos biili.'ks -fiara paesag
ir-.is, por m*io do jsenle avisa ao
i '- .'.im'! ptiblf-o que du flirt* l.'n de marro
prox: no vindouro em' diante nao sero
ve 11 -ii ios bilbeti'S nos trens. os qtiaes de-
\ ni or comprados as diversas estago.-s.
(Jiie do dia K3 i!e i'evereiro (*ln aiite nV)
ros i : mais billieles, os que por ventura
licatotB, s5 podfrio servir para pagamento
d- p34agQM nos trens.
One rio dia Ii de marco cm diante co-
r i correr um trera do carga accom-
paniado por nm vago de 2a classe para
aceoramodac-So das pessoas que quizerem
.).:ei:.npanliar os objeclos, o qual partir
do Iloi-ifepara Apipncos as 12 boras o dia
i v I tari de Apepucos a 1 bora e <5" da
larde. Os objeclos destinados'a seguirem
ii este Irem devem ser dspacbados as di-
v.:s:s estaces 19 miutitns antes da hora
da partida do treni, pagando-se frete adian-
Udo conforme o art. 33 ea tabella do re-
g lamento do l.'de abril de 1800.
Kscriptorio da empreza, 20 ie Janeiro de
1879. WiUiam Ratclinson, gerente.
TABELLA dos precos de transporte demer-
adorias e bagagens, nos tiens da carga
ila empreza dos trilitos urbanos do Heci-
fe ;i Apipncos.
W ff- ^- -1
> S l .o i u
2 -> ? w -- '- ~
&B g ~n 8"
B V. 4 < T
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65 ST O
tr a> o n
g o B 3 '
3 S,$g-3
Si t; 2 -j
S? B S-
' N i: u (I u
Aos 30:0OSO00
D se a quanlia de 30:0003000, sefido om hypo-
llieca por cinco negras ou mulatas de bonitas fi-
gu.ras, para tra'ar Jo casa de bomei soltwo : Da
ru'a de S. Ji n. 39, tlberwa.
I'recisar-'O conii:H;ir cun ipiem i]ueira-u-
carrepar-se a oxfirc^iio de divereos fortni/uei
ro> ipie te :i ap areiido no convento e igrej Santa Thereza, em liuda, onde Xuncciona o colle-
gio das orphaas : as pessoa, foriaolo, que se
acherem em circumstaiicias do Tazer tal servico
dovprao cntender-se com o mor uno de .mez na-
quelle estahelecimento commendador Antonio Jos
Gomes do (orreio, ou com a respectiva snpe-
rinra.
CU
|
Soledadc.
a
I t
o
! I*
llanguinbo.
-t ose
Torre.
-3

B
2. w*-2.
roo os
3
I s-
Parnameirlm. L.
cSSSSSs
Casa Forto
Caldereiro.
1
Apipnc s..
Palacio pogoverno do Rernamboco, 1.
do abril de 18G9.
Conde de Baependy
Pagina tem
Precisa-se d* orna aun forra ou osera va qno
saiba engomar ben : roa daoCrep o. 23___
Aos 20:00(^000.
fiilbtes 0o Rio venda : ru k Cabug o. i
vende Vieif & RodrtgMes.
Na ra do Jantim n. iieootloa ler mailo
*oa farinBa da trra.
CRIADO
OITerece-se para criado um rapaz de 18 a 19
annos, de boa couducta e fiel, d-se preferencia a
casa rsirangeira : nesta lypugraphla se dir
A pedido de um eapitao do navio da carrei-
ra do Purto, precisa-se saber se sim on nao existe
oesta cidade o Sr. Jos Goncalo de Brito, ou ?e
fallecido : na ra da Madre de Dos n. 14.
Traba.hador.
P V1GM12S
,h Rhigass, successdr
55Rirtt do Imperador55
Nesta---arjt*g e bem conbecida casa, encontrar-se-ha como outr'ora grande sor-
amento de pianos construidos expresamente para o clima deste paiz, e Mr. J. Rbigaas
endo trabalhado muilos annos na consirnecSo de pianos cm Pat9, acba-se habilitado
i piepatar os piauos ^u ^eude com lodos os'-^ccessorios-indiBpensaveis n3o su*
iHidet, coiaoa sura da rata. Todos os pianos sao garantid*.
Tambera be ecle estahelecimento, grande variedade de mnsicas novas e dos
uethores autores, tanto viadas de Paris como do Ro de Janeiro, que se vende mais
arito do que em outra qualquer parte; assim como ba ifuatmeale venda todos os-
'bjectos necessarios contrneco de pianos.- Os concertos^-mfinaces de pianos ser3o
itos com o mair zeto e cuidado.
Lindas e superiores bSrtgffl de cor, do qaadroe de listras, para vestid jS d
gindo seda, pe > haratisstmo prego de S00 e 640 rs. o covado.
Assim como superiores "cassas franeczas de cor padrees de muilo goslo 4(X
e 600 rs. o metro, n toja das Colhimnas rut. do Crespo n. 13, de Antonio Correa *
Vasconcellos.-
Prccisa-se de um trabalhador para tratar de
um siti pequeo perto da pra^a, paga-se a secca,
dando casa propria e boa para morar : a tratar
na ra Nova n. i9,1 andar.________________
Ama.
Prcvisas- de um.i ama pora o servido de urna
s ptestoa na ra das Cruz n. IG, 1* andar.
Ai senlioras que tiverem aiguma menina ou
cria, querendo niand. de costura e bordados, marca e toda qualidade de
flor*, por batato proco de 33000 por mez, vindo
ellas almocadas e ir jantar em suas casas : na ra'
estreila do W Casa de pasto1.
Tispassn-se a da ra da Lapa n. 11 por setr
dono, fallo de saude. nao norte1- -mnstra-la.
Esoecial para limas.
Em porcao e a letalbo, vede-se no armazem
de pianos e musilfcs do Azetedo, ra Novaifti-
mtro H.
II IT

f|Jos6 Alejandre Riheir, Aatmio Jos de ^veo
Rlbeifo, Joao Caetano de Abreu, Anrea Hrasiftaa
de Mello Ribeiro e Maria Paula de Abreu cordial-
mente aradecem a todos sens amigos e prenle
que se dignaran) assistir os ltimos sufragios^ f$la
sentida morte do sita moi presada mai e .sojgra,
i de noto Ibes rogam o i.bseqolo de assistrrem as
mis-as du setnno dia qoe lera logar na ter$ifck
ra iH do corrento na matriz de Sanio Antonio as
S t>o.rs da manhaa. ^-ul,
A tengo.
Preei-ae taHar com urgencia 305 Selihor
abaixo deolaradns a negocio de setr interesse, n
roa da Imperatriz n. II : "~
Julio Jnsda Silva, FrftderlcQ Skhet, -o*.
da Asta M..nleiro, ManbeTJJs' Maffltls
rmtJa Costa Mnnteirtf..
y- Antonio J.> limirgne* de Soni
n^rat1 nma mnlhir nr
55Ra da Imperatriz*55
F. Gantier, propiietaiio deste importante estahelecimento tem a honra
do participar ao re.-peilavel publico qtie acaba de chepar da Europa para on-
de tinha ido especialmente para contratar peritos offiefaes e que conseguio
contrata-Ios na pnmeira casa de Pars, por isto jnlga qoe todos ficaro satis-
feitos dos trabalhos do seu estahelecimento enjo excellente material ainda
foi augmentado com novas machinas que ja receben e tambem muias fb*ogas
novas corn as qnaes se obtem estas maravilhosas cores modernas tao apreci-
das em Franca e em todo o mundo,
Ting, lava, limpa, lustra, achamalola com a maior pe'rfeicSo fazendas
em pecase enrobras de todas as qualidades como sejam: seda, 15a, a!god5o,
linhas, chapeos de feltro e depaiha etc., etc. k %l
Tira nodoas e hmpa aeeco sem inolhar os tecidbs, conservando assim
todo o brilbo da Tazenda.
Impressoes sobre tecidos
com este novo sy.- podiam tingir-se de cores lisas, podem receber um lionito desenho de cftr
diversa, a cscolha, oqne realca a fazedda e'fie'd mais niereciment.
Tintura preta, terqas fe sxtas-feiras .
As pessoas das provincias limitrophes que qaierem atilisar se do seu
estabclecnnento poderto mandar o que tiverem, na certeza de srem to bem
servidas como no Rio de Janeira ou na Eqropa, o com mais prestesa por
.pausa da distancia.
MlViSSHIO IIIISTO DE NWS
Chamamos e recommendamos benvola altencao das Exrais. familias, o
annuncio do SR. AORE' DELSUC, cabelleirirb 7 A, ra do 'Crespo prPrneiro andar,
onde encontrar-se-ha urna noticia sbreos novisimos e afamados pentfealos de Paris,
Sardaoapale, Pom >adour, Meternck, Islhme de Silez, Ltnterne e mais o famoso pen-
teado das Victimas de Padtim.
AVISO AS
O ANftRE* DELSUC, CVBiLLElRiIilO;7 A, ri do Cresoo 't. andar, t'etn
honra de participar s exci loaits-imas senioras q'erecebeb'pei iilt-mo vapor os (tau-
rinos sobre os mais afamados peritedos ufados agora-em Paris cujos nnmits-so : Sar-
danapale, Pumpadour, Metternick, Gygne, Montonnire, Frisette, Isthme dn Suez, (a Lan
terne, la Reunin publique e o famoso penteado chamado das Victimas de Panttm, cada
um destes penteados recotnmenda^se peta'hetteza e o afoiranefante d parte nest< occa-
so que todos s penteados asirita adiim-sepronlptos r xecutadbs nesfa casa do
concilio smm.
KniKWHeVKTi RELriOSA
J'spcc ;>!ineu(e
Dedicada s materias do Concilio Geral Ecumni-
co do Vaiidiio.
PahWca-si "nto cm Lisboa
Assignatura para lj nmeros
6000.
Livraiia franceza
Rna do frspe n. 9. -->
m ~
Prccisa-se de nina ama, im-ferindo-se idosa, para
comprar o cozmliar para duas pessoas : no pii
meiro andar do sobrado defronle da groja do
Paraizo, esquina.
- Precisa-se do una ama : na ra da l'raia n.
. rmawm do bnt.
Aluga-se a casa n. 16 da ra do Jastnim : a
tratar to suarado n. .'O da ra da Aurora.
200^0007
Couscicncla livre,
PerJe-se no da 20 do frrenle do trem de
4 1|4 horas da lardo, d'estacan da Casa Forte a
Montoiro, a quanlia ile 1 5"0000, sendo uina ola
de BOOOOO. dais dito.' deiooaOOO. braiwai diins
dilas de lOOOOO. amarellas, urna dita de 20*000
e tres dilas do WjOOO dilaceradas : a pessoa que
arli'ii-a, querendo restituir, dirija-so ra do
Queimado, luja da aguia branca, que eceber
quanlia cima.
Ama de leite.
Vende-se urna ii.grinba-do l.' annos com muila
.dmndancia de leite : no lerceiro andar do sobra-
do n. 36 da rn.a das Cruzo?.
O ahaixo assigriafl faz scienle ao publico,
que nao Cacam transacejio ou negocio algum c.nn
a casa sKa a ra do Aljuhe, porlencente a Samuel
loaquim de lama, visto acliar-se dita cas sajeHl
a o pagamento do nina letra no valor de OOOOCO
S vencerse no da 2i de ahril do corrente aune
perlcncenlc ao'mesmo abaixq a j protesta ConUa qnalpier qil" faca in-gncio com
dita casa sem qno tenlia ouvido abaixo assig1
nado.
Reclfe, 15 de Janeiro de 1870.
Manwl l.ttiz Viriles.
A eommissaencarregada das obras da gro-
ja de S. Goncaiii, convidt pp se encarregar da* obras do- nitoes da mesm igre-
ja, do aprc.-ciitaiein suas prupostis em caria fe-
chada .'le o dia JO do corrente, as quaes devem
sei' entregues na praja da 15 ia vista luja o. 13 .
onde enconirru o planoque ha de servir de ba-
se ao preco.
asrTioRtiir
Aob 4:0004
Billietes gii'aiitidos.
V ra do Crespo n.23 e casas do cestuine
O abaixo assignado. tendo vendido alm de ou-
iras sortes, um meio n. 3187 con* 4:000 d
lottria que ~e acabiu de extrahir a beheScm da
rreja de IS'ossa Senil ira do Amparo da ca; de de
linda (134a) convida aos posadores virem
receber na conformidade do costume sem descon-
t algum.
Acliam-se a vend os felizes bilhetcs da ii
(arte da lotera benehVlo do- patrimonio dos
irphaos (13o'), que so extrahir sabbado 2) do
corrente.
Pree<)s
Os do costume.
Manoel Martina Fp.
Est por alugai'-sc o novo sobrado da ra das
Cruze?, reguezia de Sanio Antonio o qual tetn
commodos bastanti s, conlendo dous anaares e
sota i o arnwiein, sendo que dos andares superio-
res traiMd.i a cidaae debaixo de vi oo Coraco de ouro.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inulilisadis,
irilhantes e mais podras preciosas : na loja do
'urives do arco da Gonceicao, no Recife.
0 mnzeo de joias
f^k roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prai;
i pedras preciosas por precos mais vantajosos di
iue em outra qualquer parte._______________
Com limito matul vantagem compram-sc
ooedas de ouro e prata : na loja de joias ao Co-
acodn Onro n. 2 D. ra do Cabug.
G0MPH1-II MIM
EgCRAOS
Compram-so e vendem-se diariamente para (ora
dentro da provincia escravos de todas as tdades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzo*.
re.gueria de Santo Antonio.
Precisa-se coniprai urna escrava de moia
idade : qnemtiver e qneira vender, dirija se a lo-
ja de cateado da ra da Crnz n. 21.
Compra-so urna escrava de meia idade qno
aib& cosinhar : a tratar na "padaria da ra B-
ivii.i n. 84.
Na ra da Cruz n.-3S compram se- escravos
Je bonitas figuras c mulatas, de 18 a 20 annos,
prendada, paga-sc nelhor do que em outra qual-
quer parto. ^^_____^_
Escrava para cosinhar
Preei-a-.se comprar urna de meia idade, ou
tambem se aluga : a tratar na ra Direita n. 54
nadara.
Compra-se
Urna casa terrea no barrro de Santo Antonio ou
Boa-A'isla que nao seja e roa esquesita : nesta
lypograpbia se dir -z pessoa que desoja comprar.
Compra-se o Diario n. 295 de 24 de dezembro
de !1868 : nesta lypographia.
Enraya.
Compra se una escrava que saiba czinhar e
engommar com -pefftlcao, agradando, paga-se
bem: na fabrica a vapor de cigarros, roa larga
do Rosarlo n 21
aiugar urna tnulhor fofrlr < l escr
bem cozinliar : a tratar na ihesooraria Awlwetias
oh col eu sitio, no Monteiro, junto a igreja.
7 A, ra do Crespo prmeiro andar
VPNMS.
'Manoel AI ves Ferreua & C, na ra da Moe-
da n. 5,'f* andar, tjm para vender superior Tiuho
lo Porto em ancoretas e-caixas de duzias, barril-
rinhos com 400 e 500 sardinhas supefiores e bar-
ricas com bago, de sabugneiro. potassa da Rnssia
e eal'de Lisboa
Attenpao.
Vede-se uma*e?egtite e bonita muiatinha de
idade 16 annos, recomida, e multo bem educada :
na travesa do Carme n. 1.
Vende-se barradla de pnmeira quah iaoe.
para limas de cfteiro, tanto a retaho como em
qualqner porcao : na na das Trineheirt1, fabri-
cas de pentes ns. 1 e 8.
Aos forradores de carros e
donos de cochi-ira
Na coch'eira da raa Nova de Vieira & C, tem
para vender o segutnte l
Pelles de vq^Ha'milito grandes.
Uderado-gro^opra guarda-cidVa.
Dito fino para forro dos carros.
Seda ature' pfcnnrTpara forro.
Galn largo e e-treito.
bantrrias e flfttia* pira carros.
E Bonitos chicotes.
Uattr com gracji' para limpa? frtios..
Prdgos de caboca" de osso.
Mollas de S e de 4 folbas.
55Ruado Queimado55
A VERDADB tendo oto depostio grande
qtnniidade demiudezase pcrfiimarias, e de
sejando apurar dinheiro e adquerir boa-r.--
imezia est rsolvida a vender mnitissini
barato, ; por essa razo convida ao nspe:-
tavel publico a vir coropoteflteoi(/n(e ibud-
;to a sortir-se do bom e barato. I'ois qoaD
do* Verdade apparece, tudo mais dos-
apparece-----
Grande sortimento de bonecos de cera e
raassa as uiais lindas possi.eis veslidaa a ca-
rcter.
Abotoaduras moderuas para col-
Jetea....... 32>
Espelhos donrados pepncuos. 26 Agullias de osso para crox a 20(>
Pentes para regac i com esntas ;i 32 Iticos globos para cnmlieiro de g.iz a I.
Chamins a....... 32C
Grande sortimento de objetos <':;
louca par;, britiqtiedo de meniiu iQC
Garrafa com Unta a. 80(
Dita com agua florida rerdadeir *
Dila com lila dita a ;.;-<.> t
fraseo com oleo de babosa a 500 <.
Dilo com agtra de Colonia a 300 e
Girafa com agua divina a. i ;
Prasco com ertractos linos a I
LaUs pequeas com banhi maito
lina a ISi'e...... ICO
Salmonetes de diversas qnali ladiJS a
80, 160,2406. ..... 32v
Finas escovas para dentes de i 20 ;i GCC*r
Lindos coques modernos a. 2
Pavioe para gal, dazia a 240 e 320
sccvs para Cacto a 5(0, G00 e
Dilas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a 1(0 c. 24C
Rrincos de cores, bonitos a IfiO o SOt1
Pecas de tranca de ia com 8
varas por......'. 80
Oleo para mnchina do costura,
frasco a........ 600.
Pennas d'aco finas caixas a 800 e 1.'
Dita d'aco Perry, caixa a. !
Galao de ajgodo peca .... 4(i(>
Lindos bab;idinI)os c entrenados
peca de 500 a......[;
Ditos de louc3 muito fino a 120 e
Dilus para calca ;i ti;0 o. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a.' 48i
Dilas com obreis a..... 4C
Caixa com guillas fundo dourado
Ditas de ditas ditas a. .... tfir
Thesonra para costura i 2i0c 5^:
Caixa com liaba de marca a .
I.iulia de cores em noveos (li-
bra) a........ 801
C;n retis de nha Alcxandrc C 70
at 200. ,..... {0
('.rampos muito finos com pasea-
ros, dszia a...... .,'"
Cartas porlugurzas, duzia a !'-.''
Dilas fiancezas a 2.^200 e .
Papel almaco e <'< peso, r^ srna a
;;V;0(>. Hfima e ....
5a muito lina para bordar, libra r,
Fifa de algodSo para debrum de
sapatos, p.'ca a..... <':-
Ditas de ISa para debrtun de ves-
tido, peca a ..... 4Ht
Pentes finos para segurar ca-
bello a .......
Ditos ditos de bfalo pata alisar
a 2W, 320 e...... 50<
Ditos para aparar penna a 100
Rosetas pretas, par a. 100
Tranca de Ia d -caracol peca a 40 c 100
Fita de coz peca a 480 e 864
Alfinetes de lalao a..... S(V'
Sapatos de 15a para enanca a 4O0e f 00
Grvala de sedas de cores a 00
Culcadeiras a ...... 80
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de snrpensorio de borradla por
lOOrismiM!
Ka Verdadc rua do Quciauado
n. &5.
VENDE-SE OU AUREDA-SE"a" OTO
predade denotni tada Barra de Serinlie.
no littOral da freguezia do mefmo non.e
com grande ren ia da torra a receber e tnui
Iqs coqueiros a iesfruclar ; tendo, alm
disto, a excellente e rara posicao beira-n a
e beira-rio, intei -anuente apropriada para
manter-se abi quaiquer" est*beleeimnto
commercial de seceos e moldados : : tra-
tar na rua d'Au*oran. 26, ou na do Impe-
rador n. 20.
Vende-se por prego commodo motado n-
enupnho Camorimzinho, sito no lermo lo Apui-
Preta, porto da estacao de Cuiambuca, com Mtita
boas (erras de prodcelo, malas Inpradouras : a
tratar na na da Mooda n. 5, 2o andar, escriplor.
de Manoel AI ves Ferreira & C.
Vondem-se dnas cscravas p^cas, recoltiidaiv
de idade de 15 a 20 annos, com boas habilidad*1 ,
e bom comportadas, urna dita de idado 28ann>w,
tvm boa conducta, engomma o cozinha bem. por
1:200*000, orna dila (H ade 20 annos, engrmnu
e cozinha, por 1:2SO|000, nm escravo carroir".
de idade i anuos, bonita figura, om molalo d
idade 22 annos, para todo o scrvic", um mnlati-
nho de idade 13 annos : na travessa do Carnw>
numero 1.
Charutos da Baha
Na rua do Comraercio n. 32, Candar, oscilp
torio de Theo Just tem para veorfer oxrelierrw
charutos da Uahia rta fabrica do Sr. Gusiato La-
porte, das marcas Flor de satto, Regala de U.
Reina, Riachuelanos e torma Ikvana.
CarrOjae boi.
Vende-se urna carroca qaasiiwvaenm boi bo-
nito por preco commodo : n* estrada Jj do
Barros n. 1. ultimo sitie._________________
Vende-so o ongonho tina, junto a vito d*
Porto-Calvo, em Alagas com obra de pedra e ca
cobrto de tenas, boas trras e bom de cri
a traur com Thomz f^valcanle da Silveira Lii
Jnior, rua do Apollo n. 18. O omh prertsa
comprar 4 burro- mansos para carga. m .
Vende-se no'trapicho Barao do Livrament) sao
eos cora mHho, bda sareria e por menos do (ue
em ontra qnafqner parte.___________________
Votide-se una bonila armaban nova, de
amarello, cnvWracada, propria para qoaafwrw-
tabelecim'ento, e qnerendose mudar para qual-
quer parte, ndde-se, por ser em tudas as po?at
seguras'a paraftsos : a-tratar Baroa da Impera-
triz n. 41
Machinas e^fpoias
piradescaroerIgodfo, fibra'tonga ; vdrtw*
na rna Novan 6.__________________
Cemento,'
Overdaeiro ceeno pmttaad ; vde-w *>
travesaa da Madre . 14. armazaB *!
andido Alttrto Sfl nVMU ? C.
Vondem-se escravos de ambos os ;. \x :
rua do Imperador o. 75, 2" andar.
] MUTILADO
.------


6
Diario de Pei-nambuco Domingo 23 de Janeiro de 1870.
-/
I PlflLlll IIIEIIIA
A RIJA DA EMPERATRIZ }, *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'este novo e sumptuoso estabelecimento de fazendas encontrarlo as Exmas.
familias tudo quanto possam desejar,tanto em artiga* do mais rigoroso laxo, como em todas
as iiiais qualidades de fazendas,
Alm de se acharem prvido/'o-^w de melhor se encontra oeste mercado,
por todos os paquetes da Europa, recebem dilectamente o que em artigos de moda e
do mais apurado gosto se encontra ernT>aris, o que vem cada dia augmentar s propor-
co s de que dispoe este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezia.
CE*-
4^
Algodo largo para lences e toalbas de,
todas as qualidades que costumavirao mer-
cado.
Alpacas de todos o i padroes e qualida-
des tao variadas que se n3o podem descrever.
Albuns com msicas para collocar retratos,
delicido preseute para qualq .er pessoa de
es ima.
Atoalbado de linho e. algodo, branco e
de cores proprios para toalhas.
Bas pinas de seda pretas e muilo moder-
nas, bem como de crochet, tu Jo de apurado
gosto e feitio.
Baldes de musselina, madapolo, brancos
e de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutina de todas as cores.
B Isas de tapete para viagem, grande
variadade de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante do linho de 11 palmos de lar-
gura, e todas as mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
tiro-nto.
Brins de linho branco e de cores, do mais
commodo ao mais caro emqualidade, affian-
tando o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodo completo sortimento e
variedade de pre;os.
CB
Cassas de odres, o maior sortimento, pri-
mando pelo bom gosto e barateza, alientas
as qualidades.
Ca nbraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
Camisinhas de cambraia de linho e cassa
bordadas ricamente enfeitados para Sras.
Camisas para homens e meninos, to va-
riado sort ment que vai do mais ordinario
- madapolo ao mais perfeito bordado de li-
ndo e cambraia.
Casemiras de meia, de flanella, brancas e
de cores para liomem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor prova o grande consummo dellas na
officina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
a mais inieressante griaalda.
Chapelinas no melhor gosto, de todas as
cores boje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
- altimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, para snhoras e homens,
de lodosos pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padrSes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
umero e nao menos variedade de gostns,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
to e variedade de padroes e novos gostos,
ha neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
ginar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gusto e la vor. |
Ditas de fustao branco e de cores por
presos com modos.
Gorpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.o que de m lhor se pode desejar.
Colarinbos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padroes.
s^a Toalhas de linho e algodo de todos
se de to precioso auxiliar perfeico de v.
Gase.com listras de seda e flores, fax.en*
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grava tas p-ra senhoras e hmeos, o mais
completo sortimento que se pode desejar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e ditferentes gostos.
Gollas e punhos bordados para senhoras.
Guardanapos de linhope quenos e gran-
des.
Gorguro de seda preto e de cores.
Grosdenaples preto e de cores, haven-
do diversas qualidades e gostos.
Japonezes para seuh -ras, o melhor gos
to, e fazenda propria para as festas nos ar-
rabaldes e passeios a larde.
Lazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, n5o fleando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, ludo quanto pode haver desde
esguiao ao algodo commum
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em fio
d'Escocia, brancas e de cores.
SXt
. Madapolo; indescriplivel o grande sor-
timento que ha ueste genero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
pega e i retalho por menos do que em ou-
tra qualquer parte.
Mantas de blonde para noivas: o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Paris
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimento o que de melhor se dese-
ja para vestir e ornar urna noiva.
Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
. Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
lOJi
GALLO VIGILANTE
Una de> Crespo a. 9
Os propnetarios deste bem condecido estabete-
cimente, alm dos muitos bjeetos que tinham ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daran) vir e acabam de recebar pelo altimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas o mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, cmo de sen costme,
por precos multo baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeltes para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhora/, as quaes sempre se venderam por 3OJOO0
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algnmas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
. deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para'senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabe de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vex tam-
bem assegurames sua qual idade e delicadeza.
Lindas e bellas cape Has para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as cbnvulsSes, e
faWIitam a dentico das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por toaes os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisaren), vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos fregaezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
4$ MAS SEDAS
11-EXJA DO QEIMAD0-11
ricos
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Diots de casemira muito finos para
mesa.
Pcitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretos e de cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais no Bonquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possvel,
Sabidas de baile, de todas -as cores.
Sedas prelas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidadea.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Machinas k vapor de
forpa de 3 e 4 cla-
varios.
Motores para 2 cavados.
Arados americanos.
Machinas de fado e serrotes para desca-
rocar algodo.
Bataneas para armazem e baleo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de- Milnez e de Ubit-
field.
Prencas para copiar carias.
Fogio americano patent
- Chegaram da oropa pelo ohimo vapor loja de Augusto Porto d C.
i das mais linda sedas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes e c
mentos.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas core,
gorgorSo de seda preta, e grosdenaple de varias qualidades e gorguro de seda la de
diflerentes cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas de la e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
cambraia de linho bordadas.
Luvas novas de Jouvin, eelegantes sombrinhas de sedas de cor para senhoras.
Espartilhos de 50 at 104, lindos bournous de cachemira de cor para sahida
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de la, linho e algodo todas por precos muito
i?Iap6tfS gnnies Para 8of Piano e canias. pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar salces tudo em quantidade; e vendem sempre^por menos que em ootra qualquer
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
ATT.IMI lilil
Grande armazem de fazendas e ronpas feitas roa da Imperatrii
n. 82, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a U, 30500 at 60. Ditos d
mermo, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 50, 60, 80 e 100, de panno preU
sacos e sobrecasacos. Ditos de brijn pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
> de cores de 30500 a 50000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, dita
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 40, 50, 60 a 150. Colletes de todas as qualidades e preco muilo
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodo e de linho de 20 at 50
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodo, de linho e bramante a 20 e 20500.
Grvalas (mantas) novissimo gosto a todos os precos. Meias sortimento completo a 30.
40 at 70 a duzia. *
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se. de quaesquer obras de encommenda tanto para homem, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a 10800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poilde-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 10200. -
Basquines de guipure enfeiladas a 180000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 60500, 70, 80 e 90000.
Algodo peca com 20 jardas a 40300, 50500 e 60000.
Peca de algodo largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Chegaem i roopa
rita (rae se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 Canto loja de ourives) do
LEO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
os
auxiliar
um corpo delicado.
ntremelos bordados.
E*comilha prHa.
Enfeites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paqaete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padrSes,
Fi ;hs de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
es gostos e padroes.
Fuslo de todas as core e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de tres.
Vistuarios bordados d fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptiados,.o quede melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padro, gosto e forma; dilos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de -cores com 2 saias, tudo inleira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.-
Veos de blond para noivas e pretos para
lulo.
Vestidos de blond para noivas: podemos
assevorar as nossas Exmas. frepuezes, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Cal nova de Lisboa
chegada no ultimo navio : vende Joaqnim
Ramos, na ra da Crui n. 8. Io andar.

Mikroskope achroma-
tiseben. Objetiv Un-' "N^-j
800.
Barmetro e termo
metre. Centigrade
e reuumeure.
3 cordeiro providente
Raa do Qaetaato 1 .
Novo variado sortimento diperfanari*
finas, e oatro objectos.
Alm do completo sortimento de perfp>
aunas, de que efectivamente est prvida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba da
recebar um oatro > manto que se torna
Qotavel pela variedade de objectos, aoperion-
dade, qualidades e canmodidadea de pre-
cos ; asaim, pois, o Cordeiro Providente peda
e espera continuar a merecer a apreciacJc
do respeitavel publico em geral e de ana
boa freguezia em particular, nao se ate*
lando elle de sua bem conhecida "yri*1*
a barateza. Em dita loja encontrarlo of
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray l-ampiyi.
Dita de Coiogne ingleza, americana, frtm
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet
Elixir odontalgico para conservacJo 4s
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chai
roa agrada veis.
Copos e latas, maiores e menores, um
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, transparenU
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos a
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
'o de violeta.
Outras concentradas e de. cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de difle-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinbas com bonitos sabonetes imMands
(rucias.
Ditas de madeira invernisada contando fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a da
moldes novos e elegantes, com p de ano
e boneca.
Opiata ingleza e francesa para denles.
Pos de campbora e outras diflerentet
jualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mala coqaes.
Cm outro sortimento de coques de no
vos e bonitos moldes com filete de vidrilhc*
a alguns d'elles ornados de flores e fitas,
i8to todos expostos apreciacao de que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
FlTellaa e filas para elmtoa.
Bello e variado sortimento de tees objeo
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com
orador.
RAPE:. POPUIiAB
DA
Jos
apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quef cas ao bom gosto do nosso fornecedor Vm
Si IiTonD6111 ^am03, temopAVILHA<3 Paris, podemos garantir que ninguem neste
A-Ln -J a im Perman.e.nte jardim a genero o possue melhor, nem mais em
disposicao das Exmas. familias. conta.
vil Hn nf^SSS0 d l3 gr8nde e variad0 >ortimenl Que os proprietarios do PA-
VILHO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
de e o bom gosto-o movel nico de seus negocios. atena
Prvidos de tudo e promptos sempre a preverse do que por ventura le
seja necessano, os propnetarios deste sumptuoso -estabelecimento recommendam-se
sem receto de serem contradictos e protestara esforcar-se por continuar a merecer
protecao que se Ibes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
o freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas prompto execntar com promptido e bom gosto qualquer trabalho qun Ihe seja
oni,. J mod,1sta especialmenle oceupada nos ira balboa do PAVILHO I) l AU-
HOHA,-dirige os que Ihe sao coneernentes, garante por seu apurado gosto e oromptidao
na execuco e a mais completa perfeico nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos con-
cedo que se dispensaao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
voz ma.s Para facilitar anda a concecuco do fim que nos propomo, temos no nosso
..-^cimento os ltimos figunnos de Paris, que recebemos por todos paquetes os
quaes enviaremos para serem vistos as familias nossas fregu-zas, afim de escolherem.
com o padro da fazenda o gosto na furma.
nlM h"lrici,,a, d|alfaiate' UQl ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
para homens que por tod^s os vapores se recebem.
rnhu, > ando porqae nos aposentamos pedindo a proteceo do Mostrado
nbhroecomo,: ndo respe.io envidamos s excelentsimas Sras. a visi-
*K Cerla8 *** -"Pe'o menor preco possive-
WO BAZAR DA MODA
DE
DE SOIJZA SOARES 4 C
Ba Nova
VENDE-SE MUITO BARATO PARA LIQUI-
DAR A DIMIEIRO.
Luvas.
De pelica branca muilo frescas, chegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 2tf000.
Minhas festas!!
Lindos objectos para miraos, como sejam:
Estojase caixinhas de msica, bolcinhas e
sestinhas, vasos e balainhos de porcelana
donrada, figuras, tinteiros, port-bouquet.
caixinhas para jijas, interesantes conchinhas
com frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola, lindos vasos com perfu-
maras etc. ele, e muitos outros objectos
para este fim.
Chapeo* de sol ou sombrlubas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
ItfMWe 184000.
GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode baver.de mais
bonito empadrSes e superior em qualidades
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
Saias etc. e vende-se muito barato."
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de dous tamanhos
cada rosa a 14200 e 14500.
Chapeos para seu horas,
de palha fina de Italia elegantemente enfei-
tados e gostos muito modernos de 154000,
vende-se para liquidar a 104000. E' pe-
chincha.
OGLOS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
FMf A mm M BAHA
DE
? Teixerra ldurtco fy C.
Acha-se venda este ptimo rap, nico m
pode suppnr falta do princesa de Lisboa, por ser
demni agradavel perfume, viajado, e a preco <-,
mais mdico possivel; e por isso tem sido imm
acolhido na? pracas da Bahia, do Rio de Janeiro
em outras do imperio : no escriptorio de Joaqun
Jos Goncalves Beltiio, roa do Commerck) nu-
mero t7.
P. JT. Germano, recommenda ao poblicoi sus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos; porque, com estes vidros, a vista descanca, fortifica-se e nao a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obligado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais looge, os raios que expelle s3o
mu convergentes ou mui divergentes e a viso nao perfeita. Um grande numero de
pesseas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a vi3o n5o distincta
Com a apphcaco de meus vidros pdde-se vencer estas difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo ffasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir osjobjectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o crystalino muito chato, o que seccede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e n5o enxergam senSo
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarao
tic distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se destes vidros quando t
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
P. V. Ciermann encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a e s
colher, a primeira vista, seja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
TURA.
Acabam de ehegar ao Grande Bazar Universa.
a roa Nova n. 2i-Carneiro Viannaum comple-
to sortimento de machinas para costura, dos au-
tores mais conhecidos, as quaes esto em expsi-
to no mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se rom perfeico a todo^
os compradores. Eslas machinas sao iguaesi
seu trabalho ao de 30 costureiras diariamente, e a
sua perfeico tal como da melhor costurara d<
Pars. Apresentam-se trabalhos ejecutados pelas
mesmas, que muito devem agradar aos preten-
demos.
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos s5odesiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vistagalon ).
Para a vista que n5o supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esto cer
cadas de sangue.
Para a vista que nm dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olbo se cobra de catarata.
MILHO
lU!eq'1-enas Pr?5es a 8#500; em maiores
a 8*000, roilho novo, saceos grandes, na roa dV>
n'eV10, n 16, *" an" escriptorio de Joaquim
Guido de Bastos. Na mesma casa ha para ven-
der excellente farinha de mandioca, arroz, gom-
ma, tapioa, araruta em barriquinhas, alfazema,
vmho do Porto em ancoretas e i arris de quinto
tudo; precos razoaveis.
ARARA
E' novidade.
Sortimento
para theatro,
alcance para o campo e
rinha.
de binculos
e oculos de
ma-

M n
derm
'iros levar as fazendas eamostras onde forera pedidas, visto
ludo quanto temos. '
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
O proprietario da loja da Arara, tem a honra de
declarar ao respeitavel publico, que receben um
completo sortimento de fazendas de todas as quali-
dades e vai expr a.venda pelo preco mais barato
que possivel, como seja madapolo de todas as
qualidades, aigodosinhns, chitas e cassas, panno
Anos pretos, cachemiras pretas e de cores, grosde-
napoles pretos e outras muitas fazendas que a vista
dos seus frpguezes verao a sua qualidade de preco
como barato f ra da Imperatriz, loja da Arara
n. 72. '
fiAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de fenry Forster A

de primeira qualidade; o qual se vende em partida
6 & retalho por menos preco do que em outr* qual
quer parte. ,_____________
Milho e farelo.
Mais barato do que em outra qualquer parte no
cmazemr da Estrella, largo do Para izo n. 14.
**>-.
Tem tambem grande sortimento de
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc. ..
Cand.do Alberio Sodr da Molla & C, coi
escriptorio e armazem na travessa da Madre d*
Dos n. 14 tem para vender o seguinte :
Cemento Porand de qualidade o melbor que
tem vindo ao mercado,barricas de 12a 14 arrobu
por 10*000.
Vinbo Bordeaux das seguintes qualidades:
St. Julin.
Fronsac.
Lormant.
St. Emilion.
Mrgaos.
Chateau de Boycherelle.
.St. Lambert.
LaJonbare.
Duplessis.
Cauor.
DearsesaL
Vinho do Porto qualidade muito especial.
Aze|le doce refinado em caixas de II garraftu.
Vinagre superior em garrafoes pequeos.
Farelo hamburguez, saceos de 90 libras, por
6^000.
Farinha de trigo de superior qualidade.
Barris com alcalro, de arcos de ferro.
Fumos do todas as qualidades, se encontrar
neste estabelecimento em latos, rolos e fardos.
Papel de todas as qualidades, proprio para ci-
garros. r
:,, aI T u grane sorl'mento de relogios para parede, oue do horas e nara
^^^tal,,ir!',?0de,o Relogios *^X-S.IK
a eroleada, inglezes, suissos e onsontaes .ios,melhores e mais afamados fabri-
dourada
cantes.
Vendas em gfosso e a retalho. EmPernambuc
N. 21=Rua NovJf^I
>* i|Ci..
*-;c."?
INJECTION BRU
. JT*IS!!^.'"y'"y_lril. 4hw
Htr^#.;
MI.
M
Leqne de madreperola cora seda, e todo? de
madreperola, muito proprio para n-i'as, chega-
ram a loja do.Passo a ra do Crespo n. 7 A, as-
sim como requisarnos chales de touquim de to-
cas as cores, vestuarios bordados de cambraia
para baptizados, meias de escocia (novidade; mui-
to bonitas para as Exmas. Sras. que gostam andar
de sapatinho raso e outros muitos artigas de gos-
to que nj proprietarios deste estabelecimento teem
reeebido.
CEMENTO
So se vende na
11, armazem de
O verdadeiro portland.
ra da Madre de Deus n.
Juan Martins^le Barros.
.Nova- ftictura de barios,
< nerens, condecas, roupeiros o r.ismreiras
los os tnmiinhos: a roa Direita n. 29, ve-
de-se por menos do que n outra qualquer parte.


Diario de Pernambuco Domingo 23 de Janeiro de 1870.
+*
\\
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r
- ^

7
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
Q(D_ao& ida nia&aaaiiaiiao. wd
DE
FLIX PEREIR1 A SKLVA.
0 proprietario d'este grande esubelacimento, vendo que se est aproximando o An-
do anno, e tendo em ser um grande deposito deposito de fazendas ; nao fallando em
ivuludas encommendas que Ibes estao obrigado todos os das, tem resolvido liquida-
ia> por proco muito mais baratos do que em ootra qualqaer parte ; s com o fim
de diminuir o deposito e apurar dinheiro. Encontra-se oeste estabelecimento do
PAVAO, avallado sortimento deiazondas de laxo e modas; assim como de primeira
uecessidade. As pessoas que negociam em pequea escala n'esta loja podero snrtir-
M vendendo-se-lhes pelos prego que compram, as casas inglezas; assim como as ex-
celleotissimas familias poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-taa levar pelos caixeiros da mesma loja em snas casas; -o estabelecimento se
acha constantemente aborto das 6 boras da manha s 9 da noite.
LAZINHAS MODERNAS NA LOJA DO PAVO
Chegou para este estabelecimento um grande
sortimento das melhores e mais modernas lazi-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os preces e qualidades que se vendam
mais barato do que em outra qualquer parte.
Crochs para cadeiras e so fas
0 Pv3o tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-se mais barato do que em outra qual-
quer parte,
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
O Pav3o tem esta -nova fazenda lisa pro-
tfiiimm*H
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acba-se este grande estabelecimento com-
pletamente sonido das melhores roupas,
tiendo calcas palitots e coletos de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
am desojar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qoalquer peca de obra, com a maior promp-
dio i vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceita-las, quando nao stejam,pra para" vestidos, com "as
*
GMNM NOVIMDE
Qoaado a AGOTA BRRNCA, mais precisa scientiQcar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentelquando ella menos o pode fazer e porque essa falla invo-
luntaria ella confa e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e relevarSo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades. modicidade em procos e o seu nunca desmenltido AGRADO E S1NCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhecequeo tempo de que a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apezar de seus cusios o desempenho de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessilam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja
completamente ao seu contento, assim cerno
n'este vasto estabelecimento encontrar o
.respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
nho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
iriz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se orna grande porcao de cera de
carnauba em saceos por proco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavao ra da Imperatriz Jn. 50. De Flix
Pereira da Silva.
FAZEJDAS PARA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o respeitavel publico neste estabeleci-
mento um grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam, cassas francezas e inglezas, chitas
pretas de todas as qualidades, fazenda de laa de
'.odas que tem vindo, proprias para luto, como
tejam, lazinhas, alpacas lavradas e lisas, canto,
bombazinas, merino, etc., que tudo se vende por
preco barato.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado a 300 rs.
Vendem-se flnissimas cassas francezas com li-
dos desenbos e cores tixas a 300 rs. o covado.
Madapolo francez a 7^000 rs*
Vende-se pecas de madapolo francez
com 22 metros pelo baratissirao proco de
74000 a peca, pechincha.
Altas novidaiies em sedas
Chegou um grande sortimento das mais
modernas poupelinas ou gorgures de seda
e iinho com.os mais elegantes padrees que
tem vindo a este mercado sendo, miudos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
bonito sortimento das mais bonitas sedas
stradas que se vende tudo muito em esnta
Grosdenaples. de cores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores para
vestidos que se vondem muito mais barato
do que em outra qualquer parte.
AK 2t.il MSDl
LASINHAS LUSTROSAS A 400 RS. O CO-
VADO.
S o Pavo
Vende-se ora grande sortimento das
mais modernas e elegantes lasinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
vindo a este mercado, sendo com listrinhas
miudinhas que parecem de urna s cor e
com tanto lustro que imitam perfeitamente
s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato proco de 400 rs.
OssetinsdoPavo
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
AOS PALITOTS DO PAVO A 185 e
200000.
Vende-se um bonito sortimento de palito-
ts francezes sendo, sobrecasacados e pro-,
priamente sobre-casacos, que se vendem
forrados de alpaca a 185000 e forrados de
eda a 20,5000, pechincha.
COLCHAS DE FSTAO
Na loja do Pavo vende-se um grande sortiraen-
te de colchas de fusto sendo brancas e de cores
ditas de croch para camas de. noiva, assim como
qonitos damascos de laa para colchas.
Na loja ao Pavao vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira de
cor, com 09 desenhos mais modernos, a 60,
10 e 12*000, mqito barato na ra da Im-
peratriz n. 60.
BASQUINAS A 12*000
' Na loja do Pavo vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de guipure,
peto barato preco de 12*000 cada orna.
Cortes de organdys com barras
Para a loja do Pavo chegaram, os mais
bonitos cortes de organdys com barra, sendo
cada nm em seo cartao, com o competente
figurino, muito proprios para fazer pre-
sentes-
Pechincha a 2*2000
Pan* lenqes.
Na loja do Pavao vende-se sape rior bramante
com 10 palmos de largara, dando a largura o cora-
prhnento do lencl, sendo apena preciso para
cada lencol um e meio, ou uti c um quarto mo-
troi ; tem desta iplicaclo tem outras muitas
para arranjos de familias e vende-se pelo barato
preco da Imperatriz a. 00. De Flix Pereira da Suva.
mais delicadas
cores e com mais luslre do que a propria
seda com 4 palmos de largura que facilita
fazer-se qualquer vestido com 10 covados
e vndese pelo baratissimo preco de 1:200
rs. o covado, pechincha.
Organdys a 360 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padtoes miudos e graudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pro-
cos de 360 rs. o cova lo.
ALGODAO ENFESTADO
Vende-se urna grande porcao de algodao-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio para lences e toalhas tendo liso e
trrncado que se vende por proco muito em
conta.
Panos de Iluho
Chegou um grande sortimento de pecas
de panno de Iinho do Porto que se vendem
de 700 rs. at 1*000 a vara,_ garantindo-se
que em fazenda de Iinho no"ha nada me-
Ihor, nem mais proprio para lences e toa-
lhas.
PECHICHA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um eras de sortimento dos me-
lhores chapeos de sol de seda inglezes ten-j
do neste artigo o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porcSo de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
"se vendem por proco muito mais barato do
que em outra qualquer parte, por liaver
grande perco.
Lencos braucos
Vende-se um grande sortimento de len-
cos brancos para homem, sendo a duzia a
i600,2*000 e 3*000, ditos abanhados
muito Gnos a 4* e 6*000 a duzia, ditos de
esguio fazenda muito superior a 5#, 6* e
7*000,
Pechlcha em casemiras a O
Vende-se finissimas casemiras de cor com
listras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo proco
de 4*000 o covado ou 7*000, cada corte
de calca.
Os baloes do Pavao a 2#000,
Cheg' u um grande sortimento do baloes
ou crenolinas do feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo proco de 2*000 ca-
da um grande pechincha.
AS CAMBRAIAS DO PAVO A 4:300 RS.
Vende-se urna grande porejo de pecas
de finissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo preco de 4*500, a
peca sendo fazenda que nunca se vendeu
por menos de 8*000, grande pechincha.
AS POUPELINAS DO PAV.O A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
13a com imitaco das poupelinas de seda,
um' fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: verde Bismark, rxa, azul
lyrio, c nsento, perolla etc, etc, e vende-se
pelo baratissimo preco de i00 rs.
Fustes brancos para vestidos
Chegou um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustoes brancos com listras
e cordes, sendo fazenda bastante larga e
flexivel, muito propria para vestidos e rou-
pas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
BONITAS LASINHAS
OU ANADINAS A 1*000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riado sortimento desta nova fazenda de la
e seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos emais modernas cresr
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm vestido com poucos covados, pelo bara-
tissimo preco de 1*000 o covado, por j es-
tarem muito prximos da festa.
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava chegaram os mais
bonitos crotones escuros matisados, pro-
prios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem 800. rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padres claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o. covado, sendo os padnVs mais
modernos que tem vinpo ao mercado.
Chitas francezas
Para a loja do Pavio chegaram as mais
finas e bonitas chitas escuras, propiamente
francezas, e vende-se a 500 ra. o covado.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeiclo de ador-
nos rs tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nSo massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Eniremeios em pecas de 12 tiras.
Gaipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas. brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar -babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
- Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de Gl, sapatinhos bordados enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
SORTIIIEMO PAMA 4 FESTA
Vende-se por menos de 10, 20 e 30 0io
SO' NO
ARMAZEM CONSERVATIVO
N. 23Largo do Tei^o.N. 23.
DE
SIMAO DOS SANTOS & C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados estao re-
solvidos a fazere urna grande diminuico de precos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazem avultadas compras para o centro e praca, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande, fazer suas despencas e cer-
tos de que vero a grande differenca em procos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
620 rs. o kilogrammo.
FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
ti';0 a libra e 1*400 o kilogrammo.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
VELLA3 DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso, em caixa ha abatimento. .
PH0SPH0R0S DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. -o masso,
3*00 e 6*500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 1*280, 2*500
3*500,4*500, 5*500 a lata e a retalho e 1*
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e em caixa ha abatimento.
! BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
1 SERVEJA INGLEZA MARCA II 5*500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
' DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS A
BELL, 800 rs. a garrafa e 9** a duzia.
! VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 1*500, 1*200, l*e
800 rs. a garrafa.
GENEBBA DE HOLANDA E HAMBUR-
' GUEZA 7* e 6* a frasqueira, e 500 rs. o
frispo
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
11* a frasqueira e 1* o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES, i
3*000, 2*800 e 2*400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 11*500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 1*000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TO a 1*000 rs. a lata.
CHA FINO, GRAUDO E MIUDINHO
3*200 e 2*800 a libra, e 6*100 o kilo-
grammo,
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 2*000,
2*200 e 1*800, rs. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
GAZ AMERICANO 9*500 a lata, e 440
rs. a garrafa e 660 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO FIGUEIRA 560
a garrafa, e 4*500 a caada e 800 rs o li-
tro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 2*800 e
3*200 a caada, 660 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 4*000.
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 1*400,.
1*800 e 2*200 a caada,
. AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7* a caada, e 1*340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 1*400 e
1*280 a libra, 3*060 e 2*780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 2*100, 1*980 e 1*860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. ali
bra, 1*220 o kilogrammo, em porcao se
far abatimento.
BANHA DE PORCO DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o' 1*560 o kilogrammo, em
porcao se far abatimento. >
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
3*400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 6*000 a arroba.
CAF EM GRAO 6* e 6*500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogrammo em saeta se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 560 rs. a librare
1*220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
Ihante, corabination, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a, b, c, e
soda a 1*000 e 1*400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores cnserveiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, peixe em latas, bem como
pescada, lainha, pargo, goraz, lula,.corvina, vezugo, cavada, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandesmolhos de sebolla 1*300.
Finalmente muito outros gneros que nfandonho mencionadlos.'
O Campos da ra do Imperador n. 28.
no intuito de servir salisfatori mente aos
seus innumeraveis amigos e froguezes, em
particular e em geral ao respeitavel publico,
desta cidade ; avisa aos que estiverem pas-
sando o tempo calmoso, nos deleitaveis
arrabaldes desta capital, que tem resolvido
vender, de de superior qualidade, a preeo
razoaveis, os seguintes gneros a saber:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostras
e lagostas.
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
zas.
Ditas com gela franceza.
Cerveja franceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambre e afiambrados.
PARA. DISPENSAS
Latas com chouricas novas sendo de 8*,
cada urna.
Presuntos de Lamego para tompeiro.
Cuias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provine^.
Copos de vidro com dobradica e tampa
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIDA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranca.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri
cante Cosa.
Fumo picado do Daniel de S. Joo do
Rio de Novo. \
Alm desses gneros, o Campos tem con-
viccSo de que o seu estabelecimento um
dos que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan
to se acha elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
O Campos.
DO,
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimento de bo
linhos para cha, pastis, podin>, bollos in-
glezes, p5es de lo presuntos, ditos tm fiam-
bre, superior cha Hysson, preto, e miudi-
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, -/rucias muito boas, por-
tuguezas francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e procos para
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
temehte chegadas de Pars sao de primora-
do gosto, offeresse-mo-Ias aos galanteadores
do bello sexo pois nellas acharo nm digno
e serio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores da
boa fumaca encontraro charutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havana
sganos do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e de
calda, ditos de caj de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encnmmendas para
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja pao d- l
e bollos enfeitados e outros muitas couzas
que enfadonho mt*n Ll
Resta venda um escolhido sortimeuto d ob
jectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
iarand, mogno eamarello, obra nacional o cstran
eir, de apurado gosto e por proQO< razoaveis :
oa ra estreita do Rosario n. 32. Ncsta mesms
sasa fazera-se com perfeico todos os trabadlos dt
palhinha, como sejam, empalhamentos de lastro'
jara camas, cadeiras e suplas."
Cal de Lisboa
chegada no ultimo navio, tem para vender Joa-
qun) Jos Godcalves Beltrao, no seu escriptorio a
ra do C'immercio n. 17.
PARA A FESTA
3 portas, lja de fer agem
53-Rua Direita--53
CEMENTO
Na loja e armaeg do Pavo i rvi da Imperatriz n. 60.
PORTLAND.
Veude-se no armazem amarello de Vicente Per-
Neste be.ecimon.0, ha para vender I S^^rc^an^0016 d "C ^
nm completo sortimento de ferragem, o mindezas |
linas e grpssas, como sejam bandejas cbinezasj
qaadradas e ovaes, facas e garlos ae 1 2 bo-;
Ues, bataneo inteiro e 1/i balanco; panellas, cha-1
Iheiras, cacarollas, frigideiras, assadeiras, tanto Da melhor qualidade e por menor preco
CIMENTO
de ferro como de-porcelana, moinhospara caf de
diversos tamaohos do fabricante Japy, pesos kilo-
graoraos,. tanto de ferro oomo delata, metros
para medir fazenda tanto de ferro como de lati,
alilre, bren, barbante, ensofre. papel marca via-
do, do verdsdetro Pieardo, machinas para desca-
rnar algodo; alm de outros artigos de Terra-
gem, miudezas cutilaria* lina*, qne s com a vis-
ta se verifica'; na ra direita n. 83 loja de 3 por-
tas de Maooel Beato de Ottroira Braga* C.
que em outra qualquer parte, vendem Ama
ral, TMoreira & C. e seu armazem do Caes
da Alfandega- n. 7.
em. muito b>m locar,
como paca casada com
familW,. MKTfWsnn bastante commodo para
** ; o molivo dn venda so dir ao comprador :
' a tratar na na Jo Li vramento n. 28, loja.
Rheumatkmo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de salsaparrilha
do Para, ptalas e xaropo de veame, tin-
tura e xarope de siiupira.
DiKMiras do ligado e liaro, ane-
mia, opilado, ete.
Emplasto, oleo, pommada tintura, pi
lulas, xaroDe e vinho da milagrosa Juru-
beba.
Sozoos ou febres inleriuitentes
As pilulas anti-periodicas de Pinto.
nico deposito destes medicamentos na
pharmacia do seu autor ra larga do Ro-
sario n. 10, junto ao quartel do cprpo de
polic>a.
NA PHARMCIA DO PINTO RIA LARGA DO
ROSARIO N. 10 JUNTO AO Ql AR-
TEL DE POLICA.
Acham-se constantemente pronoptas a
ser^m satisfeitas, as presrripcoes dos Srs.
facultativos, e as necessidades dos enfermos
s especialidades da mesma pharmacia.
composta de medicamentos, lano indge-
nas, como estrangeiros.
Toses e molestias do peito.
Xaropes de fedegoso, rabo do tat.
Atjrio, pao Cardoso, juca, mulung, u.n-
amha, etc, etc.___________________
Liquidaqao.
O proprietario da loja, denominada uanbadi.
faz ver ao respeitavel publico o seus fresnezes, qn<-
tendo concluido seu balanco, como o de eslame
dar-se no fim de cada auno', c tendo o mesnro pro-
prietario fuito diversos ahaiimentos em SU** Uat%-
das para servir seus freguezes, como sejam algu-
mas abaixo mencionadas, a sabei : madapoln
Si e bom, algodo pessa 43 e Si, chitas franco
m a J80 o covado, cassas francezas a iO o co-
vaAj alpacas de cores para vestidos a oOO o cova-
do e outras muitas lazenda <|uo seria enfadonho
mencionar por frtta de tempo, fazendas pretas para
a qnaresma a sa&ff : grosdenaples preto do to
das as quatidiV^ panno fiao preto de todas as
qualidades, casemiras pretas e de cores o outras
muitas fazendas que se vendo sem reserva do pre-
co na ra da Imperatriz loja do Garibaldi n. 56,
em tempo para wi haver engao na freno da lo
ja do Garibaldi baver dus letreiros do ;(jnlda
coemte^^.^______
Chegm |>echncha.
Cambraia fraucipxas do coros muito'fina* a 2W
reis o covado, e W0 o fOO res a vara.
Ditas dita^reUs muito finas, a 2V> o cafado e
M)0 e oOO rfl^wlas fazendas sempPo so vendo-
ram por 800 rei< vara : ra o Queiciado n.
iO, defronte da botica uova.
TASSOffiMAflSaC.
Vendem em seus armazens, no caes do ApoI!'>
n. 7, Escadinha n. 1 e roa do Amorim n. 37, .
seguintes gneros :
Ac de Milao.
Milho em saccas grandes.
Farello em saccas de 90 libras.
Chumbo de municao sortido.
Metal ainarcll i para forro de navios.
Machinas para descaroflir algodio de 14, 16 o 1
serras.
Kerosene em latas de 5 galoes.
Champagne do afamado fabricaute Krug.
Hormouth.
Vinho do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Frre?.
Fago da China, caixinhas, 40 cartas n. 1. Extra.
Genebra ingleza (Od ton
Cimento Romano.
Cimento Hidrulico.
Cimento fVriltnd.
Gesfo paraesluqtifs.
Cannos de barro para esgotos.
Gradeamentos de ferro para jardins, calcadas etc.
Carros de mao para servicos de armazens.
Garrames-cora o galoes de vinagre tinto,
dem com 3 ealoes de vinagre tinto.
Chumbo em barra.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Risquit Duboucb AC, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Jost. ra do
ommercio n. 32.
. VENDE SE ou arrenda-se 0 engenno
S. Gaspar, silo na freguezia de Serinhat-m,
comarca do Rio Formoso, prximo do em-
barque, com grandes partidos de paol e
massap i roda da moenda, mattos mangue?
para madeira necssaria, bom pasto,- etc.:
a tratar na ra d'Aurora n. 26," ou na do
Imperador n. 20.
Loja do passo
Os requissimos corles do, blonde de seda coy
manta e capella para casamento, sendo ne>te ar-
tigo o que se pode desejar de melhor. e mais mo-
derno, tambem chegaram os cortes de seda de efi-
res novidade, e outras muitas fazendas de go>iy*
que chegaram pelo ultimo vspor francez, s para
a loja do Passo a ra do Crespo u. 7 A.
Farmliii de mandioca
Vende-se farinha de mandioca nova o muito su-
perior, chegada ltimamente de Santa CathariOu,
a bordo do lugre Margndn, fondeado defronte d>
trapiche do Exm. Barao do Livrainento ; e para
tratar ra do Ommercio n. 17, escriptorio de
Joaquina Jos Gcncalves Beltrao.
ESCRAVOS FUGIPOS,
AtteiKjo.
Tendo fugid, lia das a csrraya Aguida, rabr
de 2o annos, mais ou menos, um ponen magra e
vesga, com o none snposlo de Thfrcza, pede se
a quem a poder prender o obsequio de leva-la
a sua senhofa a Exma. Sra. Baroneza Ja Victoria,
na da Aurora n 64.
Aviso s autoridades policiaca
o a quem competir
No dia 2! de maio do corren te anno.
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 35
annos de idade, estatura regular, reforjado
cor bem pela, cabeca redonda, trajava ra-
mi a azul e caiga de rassemira cinzenta:
durante i> dia cosluma andar ganhando as
ras, ou em rmateos qV issocar ou as ta-
bernas a conversar e a beber; dimites
noite recolhc-te a lelheiros abertos, ou pe-
nelraveis, a casas cm construeco e a outros
quaesquer logares, onde se possa abrigar;
quero oapprehendor tenha a bondadedeo
i-oniluzia a rita da Aurora n. 20, ou na do
Imperador n. 2<>, onde ser gratificado.
7"
Fugio no dia 24 do coi rente mez de dezembro
do sitio da Ponte de l'clma, o escravo Victorino,
lilho do sertao do Ico, preto fula, baixo. idade 17
a 18 annos, vestido com c;ilca branca, blusa de
algodaozinho curta, chapeo do chyle de aba larga,
bastante ladino, eostoma a embieagar-so. fall
com hnmildade : pede-se, portanto, s autorida-
des p>liriaes o aos capilaes de campo a captura
do referido escravo, > de entregar no sitio da Pon-
te de Uchoa, de Jos Morcira Lopes, que feroberl
1003 de gratifica cao.
Fugio no dia t4 de Janeiro, o gratificase ge-
nerosamente a quem pegar e levar a seu senlicr
Dr. Virginio Carneiro d;i Cunlia AlhuquiTiiu -.
morador no enpenho I'unas da freguezia de San-
to Amaro de Jaboatilo. o escravo Joaqnim de Sau-
l'Anna, preto, de idade 6 anuos, bufando, estatu-
ra regular, um poiieo espad.do o largo, olii:-
peqnenos, viv s e iim poiieo, braucos, denles per-
feito, alvoselimados, caneca pequea,pes e na;-
regulares, disposto c esperto para qualquer ser-
vico, falla vagarosa Bgrossa ou chei.i, anlar pou-
quinho canituciro, deve ttr mareas de feridas nas^
pernas de ferros (;ue levou, c cicatrizes as costa*
e assento de chicote, lid comprado ao baro dr
Nazaretb, e esteeomproa aoSr. los M'guel (alle-
mo), que o Irouxc do ]tio Urande do Norte, e aLi
conipreu ao Sr. capilao Frederico, morador u
villa do Pao do Ferro, o seu pai o capitn Fernn-
des comprou ao Sr Maooel Thoniaz da Sil\a mo-
ador na villa de Porto-Alegre, sendo r-feiid
escravo natural do Inga da provincia da Paiahyba.
viajou principalmente os sertes de Ingszeir.i
Pajeii, onde tem dous enhores mocos por nomc
Marenlino o Camillo, Sorra Talhada, ridsde de
Suza, Serra dos Mallos, etc. etc. : previnc-se a
quem prender o refer dq escravo, qnft sendo i
centro da provincia da Parahyba, o entnguo a.'
Dr. Jos Paulino de Figueiredo, morador na cida
de de Scnza. ou ao capilo Joaquim Saldanha, na
lazen-ia do Mulungti, no riacho do porros, no ca..
de nao querer Iraze-lo ao seu referido senhor.
Eugio do sitio llspirussik',. freguezia de l(oa
rass, o escraw Thomaz, crhMfcas de idade 35 an-
uos, altura rogular. corno etlrta\ barba graud,
denles limados, falla manea, pes largos, tem una
marca na face, lo'on camaw-itemadapolao e catea
de brim pinlo, desappnreoeu no dia lerea-feir,
11 do corren!*, e presume-so" qne tenba tomad:i
o destino do Panellas de Miranda, donde vei
sendo aqui vendido polo Sr. Venancio Jos Ferrci-
ra da Crii7, morador co- dito logar : ropa-so A
quem o apprchender o favor de leva lo ao
lugar a entregar a seu senhor Antooin Rodrisu *
Carupello de Mello, que sar recompensado.
- At-ha-s" fgido o escravo preto do no:.
Jos, idade VO annos, estatura regular, corno
proporco, pouca larl.a. alguns cabellos brauc -
na cabera, tem junto -j bocea e no pavcocn iun
deum arranho, cuja cor mais clara quo
pelle em Cins?quenci de ter sarado ha pouoc.
levou c apeo ciuzento de feltro, camisa de i
rocha e outra brancn.e duas calcas parda- ; t
escravo do Sr Antonio Maooel Pereira Viam ..
morador uo lravata : qnem o-capturar leve o
ra do Apollo n 14, que ser recompensado.____
AVISO
Fugio no oa 18 do correte mi a eKrai
hera, crioula, Cor fu'a, do dado de 1 anuos, t.
tatura regular, secca .lo corpe, quando anda p.
cha por um quarto, falla naa, beuy* grr-C-
sentura delgada, regase portan as ut-inac
o canilles da campo a soa captura a quem a |
gar deve lava la na r:a do Amorim n. 6i,ou i
Solcdade d. 90 o iratucado.
i


8
tteiroeyeeto polilioo le t **
PAUAULAV.
( Conclttso)
Sentimos ler q i 'hada o mar-
lyrologio deste paiz no auno que se encer-
r. A1l, oado ajtsln un poso pacifico,
indolente, descuidado do prsenle, e mddfe-
rente do futuro, mas elizna siu ignorancia,
e na sua ndmiravel snbmisso, deparn-se
[tojo com u;a vasto ccmilcrio, eu que W>-
gueiam sem cooscienca do qm se-passa
cn nula driles os poneos desbragados que
sobrevi vern horrivcl catnstroplie. E'
un qudro deploravel que s por si bas-
uria para conderanar a guerra, se este U-r-
rivel flagello ja nao e*ti\ 0 nwtor mal condecido.
E um liomem, um homom fo o autor
dota rnnplll traa>form.ig3o A luz se
faz, a historia comee..! a fallar, a pronun-
ciar sua severa, mas justa sehteuga, e.
!*onra no Brasil, a*o lhe cabo a -menor
responsabilidade na hecatombe sinistra que
de um extremo a outro da Repblica do
caraguay onsanguenlou o solo, o a reduzio
a um deserto, que pareco amaldicoado.
Neste momento, solemne diseussao se
aslenla na imprensa Ilustrada de Buenos-
Ayros a respeito das causas da guerra :
os adversarios do Imperio, que al agora,
a sos, nos linham condemuado, rospon-
?abitisando-nns como provocadores de>te
drama de exterminio por urna nescia am-
biguo, enccmtraram, por Om, vingadores
do direito, que, por sua elevada posigo,
a paite import te quo 'lomaran" nos
;eontcnments, e sobretodo pela qualidade
cslra. geiros. deven ser acreditados
na refutago comp'eta que fazcm de todas
as calumnias que nos tem sido assacadas,
Jeixando bem em relevo o nebro e desis-
eressado papel que tem representado o
3rasil nesti Iota desesperada a que fo
rrastado por um louco tyranno
Nao ha um principio, um nteresse digno,
11 so idea generosa que possa ser in-
vowAa pelo ex-iliclador do Paraguay e Mis
defensores, para juslifica- o sen proced-
ment, conflagrando quatro nacoes que de-
iun viver em paz e amizade, deixando
aeco do tcinpo destruir os antagonismos e
rivalidades que por ventura tivessem urnas
para com outras. Ao contrario est patente
que o movd da stu deliherago ao balar
raigaerameute sobre seus viznhos, foi
crear para si um vasto imperio, no qua!
dominassa arrogante, dando leis a esta
parle da America. O orgulho e a ambiguo
sinenle inspiraram este liomem funesto
|ue, para realizar o seu arrojado plano
nao duvidou exterminar o povo de cujos
Justinos se liavii assenlmreado, abusando
la sua ndole, c da sua educaco ; nao he-
sitou em paralysnr o progresso dos estados
limitr.'ph-s, espalhanJo nelles a desblago
B I mu te Nada o conteve no desvario a
que se entregou. As leis divinas e huma-
nas forana calcadas por seus pos, todos os
suitimentos, todas as suas crencas, todas
as npgoes do justo e do loneslo serviram
;m suas mos de instrumentos para perpe-
trago desous dimes.
A humam iade inteira amal ligoar o
mimstro do Paraguay, quando conhecer em
'.ola a extensao a etiJiraidade de seus
actos. Novo Cahn immolrm os irmos
sua ferocidade ; impo e sacrilego, depoi
do haver associado o chefe da igreja de
sua patria execuco dos seus nefandos
designios, iinmolou-o tambem em um da
de descoiilianca.
Entretanto, visto de longe, e considerado
pela scripeto dos seus assalariados, o
Allila da America do sul toma as propor-
ges d- um bere, que em urna lula des-
proporciona!, com tres nares nlcanga as
suas proprias derrotas outros tantos tri-
um plios atontas.
Para os que estio tiebaixo desta illuso
r.Ilc personifica urna grande causa. E' o
Paraguay ioteiro, transformado em um s
hornera, a combatir pela, sua independenc a;
1 defender a sua autonoma, o seu lar, o
seu slo. Se assim fra. cortamente me-
recera applau'Os e o apoto de todo o
mundo eivilisado. Mas ja vimos Mal.a
bandeira que elle hasteou, qual a idea a
que tem servido, que era a do seu proprio
engrandeeimento, com sacrificio completo
das hberdades da sua patria e da dos seus
vizinhos I
Napoleo, vencido em Leipzig, nao trava
em franca tima lula estril contra seus po
derosos inimigos, porque quer poupar
sua trra os horrores da guerra que espa
Ihara por toda a parto em que apparecera
com as aginas victoriosas. Nobremente
abdica em Fontainebleau, o segu para <>
exilio. L"pez, depois de mil revezes em
que foi destruido todo o seu poder militar
recebe aioda em duas notaveis batalnas o
golpe de graca. Se abrigasse em seu co'
rago um s senlimento nobro, era a oc
casino oppoi tuna de entregar-so gen no-
Milade dos seus leaes inimigos o de salvar
o Paraguay de-urna completa deslruico.
Diario de Pernambuco Domingo 23 de Janeiro de 1870
*_-------------,---------^--------*i-------u-------_---------.----------------------------------------U------------
FOLHETIIW
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
POR
Paulo Fval
Terceira parte
AFLOREITt E PVIIW
xnr
0 cofre do Bancellc.
(Coutm'uaco do n. i 7)
ii Amanhaa, longe da bulla estrpitos1
que se ha de levantar em volta d'este acon-
leciinento, em qnanto innocentes e erimi-
:iosos se'debatom no poder dos senhores,
caminlin ello do cabafa erguida. Est
seguro dos proprios a quem trahio. Nin-
^'uem llie pronunciara o notne, porque
ell! o unico aastlio com que contam. Ate
a/calceta, at ao patibuh, hSode ler espe-
raiicas u'elie, a^perangs ftais vivas aioda
porque ello se engrandecen toda a altara
i 'tu: dc-am.
o. hordoiro da um pensamento arro-
jado, e cujo auto tlvez b5o falharia as
autor. Ei'-lo nos pagos do
rei. (Merece um Instrumento maravilhoso,
1 para um partido. O,
i correspondo um desejo ve-
aondo subir o seu
tpamga,
acabado em Angostara Villf ta, Aa e-
rmos a nossa feaista o4anW|#sado
annuciamos os hymnaa e^ajplfiiie'ol
Brasil entoava pela gloria alcmcaaa e- ms
anda pela aurora de paz, saudada com.al-
vorogo como o prenuncio de prosperidade
iufallvel.
Engao I Tinhamos-os asjjuecJo do
carcter de Lpez, e esperavamos do ha-
mem dominado pele nnshio egosmo uin
acto de desinteresse o de patriotismo. Anda
havia Paraguayos para oterminar, ealuta,
m vez do concluir entio, mudou de ter-
reno e d; carcter. Os nassos aoldados
estavam exhaustos depois de una marcha
de 80 leguas por cominos iuvios, e #e
combates successivos, sanglnolentos c ppr-
tiados. A cavallana, brilhantemente mor-
tada nos primeiros das de dczembro,.ap6#
os triumphos deste mez, eslava, por assim
dizer apa. Os aniraaes do sul nao sup*-
portam as fadgas dos cavallos rabes on
europeos. A maior parto 'das operages
tem-se nterrompido no momento precioso
de colher todas as suas vantajosas conse*
quoncias, por causa desta infenoridade -da
cavalbada.
J pela persuaso de que o ex dictador
poupasse ao menos o resto da popalagao
paraguaya, j pela mpossibilidade du mo-
ver-se para o ioterior com um grande exer-
cilot o nosso general em chefe, o Sr. du-
que de Caxias, que alias eslava soffrendo
muto em sua sade, dirigise a Assump-
gao, emquanto aquelle fugia de Lombas Va-
lentinas para a primeira serrana 'do Pa-
raguay e se fontificava em Ascurra. Ag-
gravaudo-se o soffrimento do referido gene-
ral vio-se elleforcadoa separar-so doexer-
cito, e a vollar a esta corte. Na occasiio
em que se despedio dos seus bravos solda-
dos, o general manifestou a sua convicgSe
de que a guerra estava acabada, concluSSo
certa das victorias ultimas se o inimigo.
fosso de outro quilate.
Ocommandante em chefe di 'esquadra
tambem se ^io obrigado a despedir-so des
seus valentes marinheros, leaes companbei-
rosem todos os das difllces, para tratar da
sua sade profundamente alterada. Qinndo
desembarcou aqoi estava mwiido, e
poucos dias depois suecumbia nw brago*
da desolada familia, cujo unico lenitivo fui
ver a conslernago co:n que toda a popu-
lago da cort-i a acompanhun ta sua fKr.
A guerra entrava em nova pbase. Por um
lado estavamos senhores de todo o litoral
do Paraguay, e de toda a navegneo lluvia
al Cuyab. ond j no dii '.i de fevereira
a canhoneha Felippe Ciimiro- levava aos
Mallo-Grossenses a fausta noticia da sua
completa libeitagao, noti. ia que foi recebi-
da na provincia com indescnptivel entu-
siasmo. Por outro lado affbiia a Assump-
g3o um sem numero de familias que'tnha-
mos libertado, e que < areeiam de lodos os
desvellos para neutra usar os perniciosos
effeitos do desenvolviniento dos males quo
haviam contrahido por longas privagoes e
fadigas.
Era preciso envidar novos esforcos, ven-
cer dilcnldades ainda desconbecidas, para
ruis j-suaatt&w,- quo partir d4qoi;po.upric
inlia tambe ja la cheg.m a 1' de
nicas.
tafiri-
^Hhetes
teriormente
g.u a T 'ara
commandar a esquadra seguio outro chele
nella mni respeitado^) i$
para Luq^c
o commajjpr** interi
abril, foi all qmi
mando supremo,
ca grande enth
Desde logo se
ment nos acampane
de Buenos-Ayros erfe.Wi'
militar acomnOhaa p>r e passo a acgo ili-
plomatici, (rMpiuV-|iN>mhii ao hwmbo lim.
o a harmona dos gffwfcrtia^je^flafl se w^
presentantes davalhes todo o dc?et*oWm*i^
to q w careca para atlngl-o com presteza.
A prmeri operag5o militar emprehendi-
da pelo principe fiPtlOftaiao itk\$k feRz
resultado, e den-nos a possa- da tmlt a *aa-
errea, e do vllenlo Waju'.iqrte'flevia s:r
a bnse (|m nossos n\1montos alterere*
paiM atacar a psito do Ascarra, que Ihe
lie iv i em frente. De)ois de urna demora
'ievitavel para cobi-ir esa importante liaba,
e fintllical-a, e para-org.urtsar o conpos do
esercito qoo detinm marchar, 9oa Alteza
iHJhoa-se fiabilitado nos primerros dias de
agosto para dar principio reatisago do
seu plano de campan ha da Cordllheira, que
lo'glorese xito leve.
Emqnanto, porm, f iziamos osles prepa-
rativos, o inimigo nao tiaha sidodeisado em
repouso. Um punhado de valentes, diri-
gidos pelo chefe oriental Coronado, inter-
nram-se afontamente at IbicnhA, onde exis-
t i nma impoi tinte fundid e'drpnis de
batida e aprisionada qoasi oda a ^uarnico
q*na defenda, destnitram os michioismos
e mais aecessorios da ofliUma, privando o
sen dietador dos reoorsos -preciosos que
della brava. Osoossos soldados foranas-
sn babitaando-se a poreo'rer todo o ipaiz,
o a domnalo, deiMndo nicamente snjeili
ao general-Lpez a paite que elle oceupava
com seu exercito.
Pelo lado do norte a esipi.ilra fasia tam-
bem arrojados reeonhocimeatOs, penetramlo
pelos ros Manda ir e ejny ato onde-nunca
antes elles tinbam sido navegados. A ex-
pediciio^o Mandrtvir, conposti de tres mo-
nitores, depois de navegar mais do SO le-
guas, e de chogar a avistar Curngaaty, fliffi-
eilmenle pode voKar ao seu ponto de par-
tida, porque o inimigo obstruio o rio e hos-
lilisou-a constantnmentc. Mas os-Paraguayos
j linham aprendido a re^peitar-nos om ce-
ios de embates, o desta vez ainda dexa-
ratn escapar urna presa importante, que os
fra provocar tao atrevidamente. Estes fei-
tos de armas solados da marinha e do exer-
cito sustentavam o ardor bellcoso dos nos-
sos marinheiros-e soldados, e os preparav;im
para mais serios comm-ltmentos.
Eximplos tambem de dedieago n3o Ihes
faltavam para robustecer o scntiuv'nlo de pa-
triotismo que os dominava. Quando reapa-
recen no exerclo o visconde dollerval, com
o rosto amarrad e sua gloriosa ferida ain
la ab'rla, para tomar parte na campanha
que se iniciava, nao so pode calcular o en-
lliiniasmoque este fado preriazio. Era mais
una garanta de victoria para nos, porque
?0bs: sobro esta praga importante, queileprjrs .linda f 'Re&igttdo agOM na
irto bombarde-unenlo foi ass-llada cos
irdia^e tomada, cahiudo ein nosso p>-
proprio archivo
esta emprea
anoel Mea-
mas estas
odas porfiado o parz
ages gloriosas ifa
ho de animar fu-
uiFOS iiero.i
:n(piant'
ostes esplendidos
c os nossos soldados
oienrm.is nn|#co de resisten-
i'iiini:'|sMilhava, os Para-
guaydNresM^s uftssumpg5o, de acor
ilfc^cpr o ctmvenio de 8 de junho, assigna-
do em Bienos.Avies pelos representante^
das potencias alliadas, elegiam o governlo
^^IVf^tt^'11 B*^bolocer. esca-
iIhnii) uara-fliani^ delle tres cidadrjs
M %3ti*)3 tr^in*o!.i, Loisaga o Bedoya.
:E*te4,'ovorno iostallou-;e a t de agosto,
disida AasHmpgito. com conieotamento da
popolaco nacional e estrangeira, que nellc
va 'um'elemento de organisai.'oindepensa-
vel noqolla sitnago.
Os'seui [>rMoiros actos lora*b d>os de-
opetos;. om puado Lpez lora da lei o ba-
nimh>o do solo paraginyo com) assassino
da sun patria o inimigo do genero Itiimano,.
e o ooi ro declarando traidores e pondo
igualmente fra da lei lodos aquellos que
per-istissem em acwapanha-lo, prolongando
intilmente a guerra.
O astabelecimento dogoveroo provisorio
tem sido objeclo de controversia no terre-
no .poltico. Uns o consid 3f,im como mons-
truosa creagao doi alliadas, oalros como
umaseJugao lgica e digna. O futuro se
encarregnr de eselarerer este ponto. Em
todo o caso, foi um expediente de momen-
to sempre admiravel, o fundado em prece-
dentes historios o unico talvez de que se
poda lancar mao as eircumsian iias em que
se achava o Paraguay, conf/unsiad'> na ri-
gorosa nccepgao de palavra, se bem n5o
fosse este o fim da allianga, que se nobili-
tou tomando aquella resulugo.
QaandoJLopez'reconheceu que a sua iiiax-
pngnavel cordilhera nao era birreira para
deter o impelo dos nossos soldados,apres-
sou-se a abandonar a sin temida pjsico
do Ascurra, e evacuou-a no da segainte ao
da tomada de Pcribebuy. IIj quem diga
que ainda desta vez nos escapou porque
houve fulla do execuc) de um-ponto capi-
tal do plano. Nao entraremos nesta in-
vestigarlo; o faci qne logo quo o gene-
ral em chefe brasileiro presenlo o naovi-
mento, emprelnnden urna vigorosa perse-
guirlo, o o grosso da forga inimiga nao lar-
dn a ser aleancado.
Caacupc, com o seu arsenal, Campo-
Granile e CoragnalnUj sao marcos glorio-
sos desta marcha irre-istivel. Em seis das
os nossos bravos tinham lomado duas pra-
atacar o inimigo as suas p)siges internas: I a confianga no> chefes a primeira condigo
era imperioso acudir a esta populago, qoasi! do triumpho.
toda feminina, que aftViii capital no esta-
do mais lam uitavel que se poderla imagi-
i).ir. Alm disso tmha tambem cabido sobre
Assumpgao urna chusma collccticia de aven-
turemos de todas as nagoes, que tratavam
aquelh cidade,como nma praga coaquista-
da,, e que punham em apuros os chefes
brasileiros, incumbidos da sua guarda e se
guranga.
Para attender a Untos e lio oppostos in-
teresses Dio bastava a aegao dos comman-
dantes em chefe dos exercitjs alliados, a
que faltava essencialmente a unidadede pen-
samento para ser proficua. S a reorgani-
saco do exercito, que pela primeira vez se
va privado do concurso immediato e directo
da esquadra, exigia um lino tacto c urna
aclividade incansavcl.
Foi nesta circumstancia que alguns Pa-
raguayos manife^taram o dse jo do cons-
tituir um governo provisorio, que se incum-
bisse da administrago civil do paiz, livran-
do a administrago militar deste encargo,
que nao lhe compela. Os alliados, cuj"
proposito elevado era muito conhecido
nao desprezaramesta aspiraco to natural,
e apressaram se em tomar medidas para
realiza-la.
O Brasil j tinha ent5o resolutamente en-
carado a questao da guerra do Paraguay,
no ponto em que ella fienra, e deliberara
nao perder mais um momento na persegu
gao de um inimigo que renascia de suas pro-
prias derrotas como a phenix das cinza's.
Para os accordos diplomticos que se de-
viam celebrar nomeou o governo um mem-
bro do gabinete, o Sr. conselheiro Para-
nhos, e para commandante em chefe de to-
das s furgas brasileiras a sua alteza o Sr.
conde d'Eu. que tanto ahnejava esta posi-
gao para conquistar com mais jns a estima
dos brasileiros. O enva lo nacional, que
preceder ao Ilustre principe, desembarcou
em Assumpgao no da l!) de fevertiro; Loucura, n5o veidada ? Loucura,
effectivamente, porquo estn cu aqu .
t Est concluido meu procosso prep i-
ratoiio. Eis o libelio :
Este homem procurou assassjaarme
na Corsega, conseguio trucdar-rae mor-ib
mente no tribunal de Caen ; tcntou matar-
me em Paris, era casa d'elle, na roa Gad-
lon, onde fui salvo por urna cretura, qae
me foi querida, e que depois ello manclm
matar ; levou-me forca em Londres ;
hontem, finalmente, langou-me s costas o
seu ultimo crime, o homicidio da gentil e
desventurada condessa Corona, edo tal modo
se houve, que me vera ontra vez mettido
em ferros, se a longa aprendisagem do
combate me nao bouyera ensiirjdo, a es-
grima que lhe para os boles...
N'aqueile momento ouvio-so mmor do
outro tado da noria principal, que da va
para a sala do Canlpeo. Lecoq estreme-
ceu sob o p de Vndr e parou o ouvido.
Era o primeiro signal que dava de vida,
desde qne fra vencido. Ao mesnio tem-
po houve impercepiivel movmeito no por-
ta falsa que communicava com o palacio.
Os olhos de Lecoq reforilharam.
Os outros n5o deram por tal.
o algapSo quo cae sobre algum su
balterno, disse Andr, allu lindo ao rumor
que se ouvia na sala do Campeao ; 6 pira
nos cousa de pouca monta, e prosigo A
casa de Bruneau foi cercada depois do as-
satsinato da condessa. Enlre o qu-u-to de
runeau e a trapera de Tgci,l'aias s urna
parede e\istia. SaWam qpfi era o Bru-
0 que dava aind-a certa forca moral ao
chefe inimiijo ora a presenga, no seu acam-
pamento, do ministro americano, general
Mac-Maion, que, por orna incomprebensj-
vel i'voluco, so dentilicava com el e, em
logar de tomar-lhc estreitas con tas pelos in-
sultos irrogados no seu antecessor o Sr
Washburn, ebanderadesua nagSo. O tes-
tamento de Lpez, apaninado em Lombas
Valentinas, constituindo-o tutor dos seus l-
llins, levantava a ponta do veo que encobria
este mysterio, boje completamente desven-
dado pelas revelagjs importantes que est
fazendo nos Estados-Unidos o americano
Porter Bliss,.uma das victimas da tyramna
daquelle bariaro.
Betas revelages duran conhecer que
por ominteresso srdido nao duvidou aquelle
diplomata .representar tao triste papel, pro-
curando conduzr o seu paiz a um conflicto
com os-nimigos do seu patrono, e^especial-
m-nte com oflrazil,smente para salval-ol
felizmente a opinio publica, um mommlo
^balada, nao lardn a coniemnaki, desde
que soube da origem de seu procedimento.
Mac-Mahon, por (im, deixou o Paraguay, e
com ello desappareeeu toda a esperanga, que
se alardeava do prximo apoiodos Estados-
Unidos a favor do Lpez.
Assim dispostas 3$ cousas, den Sua Alte-
za o signal de marcha no da 3 de agosto.
Depois de urna pequea resistencia no pisso
da Sapacaia e em Valenzucla.os nossos con-
seguiram contornar a cordilhera, conser-
vando defronte de Ascurra urna forga res-
peitavel para nao denunciar ao inimigo qne
esperava um.ataque do frente as nossas
verdadeiras intenges. No da l estava-
mos vista de Peribebuv, cidade. comple-
tamente fortificada e bem defendida, onde
Lpez havia eslabelecido a sua terceira
terceira capital, persuadido da invulnerab-
lidade della.
Sua Alteza cm pessoa dirigi as opera-
racajir, onde oeai uesmo aia as n--
Iho lem deixido repouiO.
planicies ir Veccaria, n5o merece mais o
respeito das sii inimigos.
Por isa**!}*** a ge#a do Para-
guay definitivamente" terminada, eapplaudi-
mos .o regresso dos nossos soldados. PRO
lia mais hypotheses deque Lpez posw ex- p.,
O*
ercer qoalquer eutoridade n'aqueile ptfiZy
qde conservar por longos annos a tradicAi r,n\t
de seus crimes. -
Muos sacrificios fizemos tiesta guerra,
mis mgamos a nossa hoara, c elevamos
bem alto a bandeira auri-verde*, no Rio da
Prala. Sao os nossos proprios adversarias^
all que, obrgados, caofesso o valor, a
disc plina e as qu ilidades do soldado bra-
zileiro. fira tempo qie se 4he fizesse jos-
tica.
O paiz estava desarmado merc do in-
sulto de un vizioho desleal, e censaro-se
S lentld3o- MTrrfs'dos generaes, qaerrSo
coflseguiram mais rpidamente debellar o
poder qoe seorganisou :om peraaveranga,
em dez annos! A historia investigar a ver-
dada, c lavrar a aua senten$a inrevogavel,
e ento reconhecer-se-ha qua ata gloria al -
cangou um exercito que percorreu orna ex-
teoso como a da Concordia, onde primeiro
se orgamauo. al Iguatomy, onde hoje lez
alio; marcando cadaraarcha.com una victo-
ria, cada da com urna prova de dedieago I
O Paraguay era um misterio, transforma-
se em um enleio. 9eos queiraque noseja
ainda orna boceta de Pandora I
A riqoeza de seu solo proverbial, mas
para ser provekosa mister que a mao do
liomem a v arrancar do seio da torra. O
Paraguay nao .tem homens. K um paiz ani-
qniMade, quo'perece ter silo iecitailo pela
ira do co, o que ainda assim, nesta des-
gragada posicao, desperla a cobiga, o pede
ser o germen das nossas desgranas nesta
parte da America.
O Brazil, fatalmente envolvido em m
destino futuro, ha'de fazer ainda matos sa-,
crilicios por sua causa. Existe all um pro-
blema perigoso que reclamj solugao, qne |.
env^lve morios intefesses oppostos, e que
n) sabemos como ser resolvido.
Contentcmo-nos com o presente, mas nao
descuidemos o futuro. Elle ser ou brlhanto
ou funesto, conforme os estadistas do Im>
perio e do Ro d^ Pfala procederem. No
bom senso d'elles repou-5o a tranquflidade
e a felicdade de qoinze milhes le homens
que tem bastante espaco para vverem con-
tentes na parte do mundo que I lies coubc
em partiiha, sem qne precisen hitar seafio
no campo do trabalho o da aclividade.
le com
generosi los
Fyfe fflB'^3^iWf^n^>J conspirar
contra a Franca. A eanura pode apreciar
qual o val iar-
UOSSu
POUCO DE TUDO.
CORPO LEGISLATIVO FRANCEZ. Na
sessie de 20 de dezembro Mr. de R iche-
gas de assalto, e haviam dado urna grande foi t dirigi ao
noau : irapedia-os isso de cnidarcm de
Tres Patas. Era tSo bom o disfan>, que
haviam encarregado Tres Patas de vigiar o
Drnneau I
Tanto era mister. Tratava-s de nga
nar um homem, cujos olhos penetravam
todas as mascaras. O Casaca Preta, p Pa,
o Mogol, porque temo chefe da qnalrhha
estes tres appellilos, era um espirito pru-
dente, subtil e dotado de diablica astucia.
Desvion por mu to tempo as mmhas ave-
riguages, fazendo para comigoo que pla-
ticara para com a justga, e abrigando se
por detraz do baro Schwartz, que en
tantos motivos tinha para odiar. Aquelle
era o amo, este n5o passa de" um laeaio ;
era o pensamefito, esto s o braco. E
senao, vejam : assim que Dos destroio o
pensamento, o braco paralysnu se.
Eu se, son o nico a saber, o verda-
dero nojne fl'aqaelle qne'm chamavam o
coronel Bozzo Corona. Se Pars ouvisse
esse nomo, irla toda em romra vsitar-lhe
o mausoleo. Era um tigre velho'; esco-
Ihera para.morrer a unici jungla quo na
Europa talvez existe. Havia multo que o
ultimo dos bandidos legendarios deixra
as florestas da Calatnia, onde o roubo c o
homicidio altaneam indigente producto.
Procurou um da e achou a grande flores-
ta, a verdadeira floresta, a floresta de Pa
ris, por onde, caravana continuamente ajou-
jada do riquezas o mundo mteiro transita,
a Aqui em Pars, ap^|H^e ann.o> de
victorias, o aaligo bei la falle-
ce u tranquillo sob as vistas dos zeladores
tataib campal- O inimigo dilacerado, ein
pe ages, reduzido a um punhado de ho-
mens, p le s respirar ein Santo Estanis-
lao ; pirque j nao lindan >s cavados para
as marchas, por terrenos alagados ou c-
benos de florestas.
ma testemunha ocular, descrevemlo na
occasio estes fados, recapitnlou os serv
gos do nosso exercito, no curto mas clo-
quele periodo que vamos transcrever:
Seis mil o m ni los homens eliminados
do theatro da guerra; 00 bocas de fogo
conquista.las, fabricas de enxofre c de pol
vora destruidas, o arsenal de Ciacup ani-
quilado, o encanto do paiz das raoptanhas
quebrailo, prodigiosa quanliiUde de mu
ges, immensas bagagens, apparelhos le
imprensa e de telegraphia tomados, foram
consequencas da aclividade juvenil do prin-
cipe, obrigatoria no h-neral que conhece
a arte da guerra, estudou-a'no sen gabine-
te e vai apjilicando os seus preccitiscom o
elasterio de urna i rile 11 gen ca esclarecida c
do urna resolugo (irme.
Estava concluida a eampanha de Cordi
Ihera, e Lpez ainda conseguira fugir I
Era urna decpelo mais que obscureca toda
a gloria conquista la, o provocava injustas
apreeinces.
Que tres nages reunidas f.tcam a guerra
contra um s homem constituido Mino ob-
jectvo da lu i, comprehende-se quando este
homem representa alm diurna grande forga
moral, um grande poder material. Mas'o
ex dictador ai) se acha hoje nestas condi-
ces, nem pode ser igualado a Jurez, no
Mxico. Este tinha por apoio a populago
numerosa da m patria, c a cooperago im
portante de um poderoso vzinho. Era o
campeao de urna idea nacional, e combata
um governo de origem estrangeira e de forma
anlipathica ao paiz. Lpez, ao cantrario.
converteu a sua patria em um deserto, onde
j nao pode I ovan lar um exefeto; nao ins-
pira conQanga a ninguem, nem dentro, nem
fura do paiz, pois lave a imbecilidad de
alienar-se as symp thias dos Mane s e fede-
raos, sacrificando os homens deste partido
que havimt abragado e servido a sua causa ;
nao tem vizinho algum que lhe possa ser
mil, c acha-se frente a frente com um go-
verno nacional. Qu receio ple inspirar
do imperador a
segnnte interpellago :
Desojo dirigir ao governo urna perginta
sobre um fado grave. Trata-se da expnlso
de um deputado s cortes hespanholas, o
Sr. Paul y ngulo, que se tinha refugiado
em Franga, e quo repentinamente recebeu
do ministro do interior a ordem para
abandonar o territorio francez no praso de
vintoc quatro horas. Depois de ler sa-
crificado urna fortuna coasideravel caasa
que os seus eleitores lhe tinham mandado
representar as cortes, o Sr. Paul y ngulo
fez o que de ve fazer todo o deputado hon-
rad!) o leal no da em que julga que o
seu paiz est ameagado d'um golpe d'es-
tado. Abandonou os -bancos do corno le-
gislativo c empuuhou a espingarda. Fo-
rillo, vencido, e condemnado morte, tove
a innocencia de acreditar no que, por tra-
digo sem duvida, se chamava a hospita-
lidide franceza (rumores). Mandou-se-lhe
que parsse para outro paiz. Se que a
lei de I8i9d ao governo um poder abso-
luto sobre os eslrangeiros residentes em
Franga, mas desojo sabar do governj como
exerce esse poder.
AcoHiemos e abrigamos, e. al se nos
i npoz urna rainba deshonrada, que om-
prga os railhoes que trouxe de Ilespanha
om fomentar desordena no seu paiz. Os
carlistas hespanhoes conspirara luz do
dia em Franga, c os rigores sao todos para
os republicanos.
Porque trataes os -m marchicos com
tanta dogura, e os republicanos com tanta
severidade ? Porque os monorebicos s i
vossos alliados, c por sob esle go erno
que se diz tao forte nao tendes seno nm
pesadeilo constante, a repblica. Tendes
razo, porque estou convencido do que a
repblica est prxima, o ella que dos
ha de vngar a todos, hespanhes e france-
zes (rumoMS e grande agitaco).
O ministro do interior respondeu :
t Tenho mu breves palavras que respon-
der s observages que a cmara ple
apreciar. E' verdade que usando do um
direito que nao foi posto em duvida, o
governo intimou o Sr. Paul y ngulo para
qoe bindona^se o territorio francez. Este
direito concedido ao governo pelo litulo
8o da lei de 3 de dezembro de 181!). Ao
t Ni) df^ffna-Wfaaooae-Sr.^Pjul
yAngqlo par <*r ropoWcaao. fQncq soja
om fnsparffii ; ^n^WPfc?drq'^1e, lhe
compele UecurifiUjS armts n8o contra
um governo praparfeB' de um golpe des-
tallo, as contra a Embica soberana do
seu paiz. Refugiou-se em Franga, depois
de so terom nJUatrado a fnas tentativas
de guerra civil. Se tivesse observado as
leis de hospitalidade, o governo nao teria
peasado certamente era expulsa-lo. Mis a
hosptalidade tem os seus daveres, e o
primeiro c respeitar o governo do-paiz em
qe essa hospitalidade se recebe (p-
plansos).
n Pois bem, qWfez o Sr. Paul y ngulo?
EnvoKen-se em cortas itjtrigas-republicaaas,
dos que nos 'diietn qee a repblica e?t
prxima agora. Bffeotivemenle assim se
repete ha alguns mezes ; mis des onvmos esta linguagem, nao viajas que
chegue a hora de ha tanto tempo amattn-
cladi. E porqoe saben que o governo
est bem resolv4o, no dia era que pas-
sassem das palavras aos actos, a Halar como
se merece os quo tiverem a pretengaa de
destruir o govorno do seu paiz-(grandes
applausos). e tst cora os applausos e accla-
maooes da cmara qua representa a nagUo
(bravos o estrepitoaos applaoao-).
< Rednziremos essas minorias a impo-
tencia, nlo pela -forca material ; mas pela
forca moral d'esle grande pai, qa? pesa
sobro ellas, e que as coodemoa no eio
da hbordade que desfruotaraos a- dar o es-
peclacolo de suas injurias, de sua ira, e
de sua impotencia (novos applausos).
O Sr. Paul y ngulo participou d-essas
esperangas facciosas e nanifestou-as publi-
camente em reunies publicas, annunciando
que uiTectvamenle eslava proxiraa a har
da repnbliea. Nao as informacoes da po-
lioia quj derem eonsorvar-se secretas,
mis na reforma de 9 do .dezembro temos
estas phrases do Sr. Angulu :
t Sois sempre o povo fraternal que daes
hospiUilidade aos proscriptos. Por dos-
graga nos temos tambem como vos a
nossa opposgo legal c moderada, val-
vola de segjranga que d saida ao es-
pirito revolucionario, o que impedo re-
bento a caldeira. Pola- mnha parle prc-
firo que rebente n caldeira, e que d'ella
saia a repblica.
Quando um refugiado pronuncia publi-
camente seme.hantes palavras, o governo
est resolvido a impedir a sua residencia
no territorio francez.
< Usa de um direlo e cumpre um dever,
(applausos e signaes de approvacaVi.i-
O Sr. Rochefort: Em que consiste
quo este governo forte, este governo intr-
pido, esto boyardo dos governos expulsa os
republicanos, qne pjizes to pequenos como
a Suissa o a Blgica acollien com osbragos
aberlos ? Os governos d'esses paizes sao
sem duvida mais fortes do quo o nosso,
porisso quedeixnn expor idnticas tlinriis
luz do sol.
sociaes, o os bilhetes d'estes cnchem um
acafato no vestbulo do seu palacio.
Sagraram-no phlantropo : ninguem
conh^ceu n'elle o diabo sob as vestes do
eremita. Em volta da sepultura, forma-
rain todos a ouvr-lhe panegyricos.
i Assistia elle cm vida propria apo'heo-
se, e Paris inteira entora cm coro a lenda
da5 suas proezas. Vi-o urna vez, n'um
theatro suovencionado pelo estado, asse da-
do frente de um camarote Ilustre, sorrir
ouvndo a msica de um membro do ins-
tituto, adoptada ao poema de um acad-
mico. Era a epopa das suas antigs fa-
ganhas. Pars cel bra gostosamente os
bandidos : por isso os bandidos gustan de
Paris. E na realidade, Paris e os bandi-
dos apnlaude-m-se mutuamente na ele-
gante sala de Opera Cmica, onde o que
matta e rouba, tevo em todos os tempos
perante molheres encantadoras e homens
intelligentes, o direito de escarnecer a lei re-
presentada nos officiaes da polica.
Esse bandido, que todos conueceram.
que se banbra em sangue e commaodava
os Casacas Pretas, depois de ler reinado
sobre os Camorras na Italia, tinha um ap-
pellido quo os vai fazer estremecer, e que
ha de ficar como seu nome histrico. Cha-
raava-se...
Lecoq moveu-se do sbito e desferio a
vista anciosa para a porta do corredor dw
bar3o Schwartz. A porta movera-se.
Cautela I disso o magistrado, quo nao
perdia de vista o bandido.
Andr Maynotte retirara o p que pesava
no peito de Lecoq. e conserva .-a-se estira-
do como massa inerte. Andr Maynotle
respondeu :
Nao lenho de que mo acautelar. Ji lhe
disse, senhores: esle homem tem a cons-
ciencia de que nada podo j. Est aqu tres
vezes vencido : venido por mnha lei, que
a do mais forte, pela lei dos seihoMS, e
pela sua propria lei dos Casacas Pretas.
As ultimas palavras, Lecoq volveu para
elle os olhos injectados de sangue.
Andr Maynotte abri as bandas do fraq jo
e mostrou um objedo, quo dostacava na
alvnra da camisa: era o escapulario, lega-
do pelo coronel coadessa Corona.
Andr accresentou :
Eu sou o mestre da "erc ,
Lecoq deixoii cerrar do novo as palp-
bras convulsa*, e voltou mesma immo-
bilidade. No espaco de um segundo, Qze-
ra-s-lhe por muitas vezes a face purpura
e lvida.
Poderam todos ver quo Andr tnba ra-
z5o. Aquelle pareca anniquilado1 para
sempre.
Deram tros horas no relogio do Cam-
peao.
Chegou o momento do proceder,
^ontinuou Andr Maynotte approximando-
se da grade. Disse qnaoto cumpria, meos
senhoros, n5o"para me vngar, sen3 para
que soubossen m^dir a extensao da sua
divida para com aquella pie so chama bote
a Sra. baroneza Schwartz. Somos cinco
ao fado do seu segredo, que pode mita-la
com urna punhalada em ebeio no coracSo:
MORTE DE TRES LADROES.Eis o lira
trgico de tres individuos quo perecern
enterrados em nevo no monte S. Ber-
narda.
Tinham roubad > urna cabana em Cha-
monnix a fugiam carregados de macos de
linha. Temendo serapanhados, se saguis-
sem o carainlio da Cabega Negra, salva.-am-
se palas montanhas do Raime, onde s?
perderiam os seus tragos do lado do
Trenl; cliegados no dia seguinte a S.Pedro,
os ladros com "medo do serem ainda per-
segu los, quizeram passar da nonio a cris-
ta do grande munte S. Bernardo, pen-
sando Bear livres quando estivessem na
Italia.
Advertido um dos proprictaros de Praz.
pelo latir dos ces qmz prevenir aquellos
Individuos para que nao prosegnissem o
seu caminho, porm nao o escotaran e se-
guiram para dianle a pesar de mo tempo.
Surprehen lidos pelo fro tenso, opprimi
dos do fadiga, nao tendo dormido durante
duas noutes e .perdidos, pereceram un-
aps outros na nevo, estando apenas a ;
minutos de distancia de.um hospicio.
Ao lado dos tres cadveres estava o fatal
roubo que.t5o caro lhecustou.
FECUNDIDADE. A mulher deum tra-
balhador em Inglaterra den recentemete
luz cinco enancas 1 A ranha mandou-lhe 7
lib. E'os u terceiro parlo; em Cada om
dos anteriores presenteou seu venturoso
marido com tres filhos. Est pois esta
abengoada mulher no sen terceiro parto,
e j conta onze lilhos c todos vivos I
os senhores, o baro Schwatz, osle bomemr
e eo. Os senhores, j antes de o sabercm
se linham ambos condoido...
Engana-se, senhor Maynotte, inter-
rompeu em voz baixa o conselheiro ; nao
temos direito a condoor-nos.' Faziamos
quauto preciso era para mudar a duvida
em cei toza___ Foi Deus que lempo o
trouxe.
Bem, disse Andr ; agora, quo tudo
saben, o seu dever responde-me pelos se -
nhorts. Resta nos o baro, eu e es o Ho-
mem. O bario ama Julia e dar- Ihe-bia o
proprio sangue. .Eu... ser mister fallar
du mira ? S resta este homem dia
vinte annos que elle pura sobre, a nosa
cabega como um mo desuno. .Viabo
segura-Ib no momento em que eli eslava
prestes a conseguir o seu (im ; acabo Ae
arranca'-lhe a presa, sobre a qual so lhe
fechavam j as garras aduncas. Est ven-
cido, est quebrado, j lhe n5o resta ns-
perangas. ..Eogano-me. Nutre a 'erie-
rauga de yipgar-se morrendo, vingarrse do
(Ota. Labcar-se-hia vito no inerf para
saciar a raiva quo o devora. Ora, dito sa-
be onde o mea ebrago reside, sabe onda
me ha de fer'ir crobhnente : Julia anda nao
est salva.
(CoHtimar-t-ha.)
TVT. DO MARIORdA DAS fRCzt I.
>

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I


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