Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12188


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Full Text
I.....II II
/
1
>
I
. ,
MIIO XLVI. NIMBO 12.
.----------------------------------------------------------------------------------
FAEA A CAPIAL E LGABES ONDE HAO SE PA6A PGBTE.
Por eres mezes atirantados.......
Por seis ditos tdefn .,.....'..'...''''''
l'w urn armo idem.. .......* !!!!*'*'; ; '
Oda 'numero avtilso .....*
6000
24i5ifOO
oO
SECUNDA FIR 17 O JANEIRO DE 1870.
PABA EITBO. E TOBA DA PROttiClA.
Pi.r tres roces adiantndos .............. 4750
Pwr wis ditos Meo..........-',*' iiusn
Pof nove ditos dem........ ] "."..! 20J
27,500
Por orn anno rdem

Propriedade ds Manoel Kgueira de Fara & Filhos.
-

Ar Afi.-VTl!:
-
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos Fimos, no Para ; G^lves 4 Pinto, no Maraa Jo^to Jos de O**., no Oar. ; AoMh- de Lemoa o*, no Ar.c*y ; Joao Mara Jofio Cfcrves, no Ass Antonio Mnrqne* da Silva, no Natal; Jo* Jos**
Penara d Altae.da, era Mananguape ; Antn* Andrino de Lima, na Pa abyba j Antonio Jos Gomes, na Villa da P-nha: Retarmtno dos .Santos Bolco, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
GasparinfK no Rio de Janeiro.
i
PMTE OFFHML
toverno da p ovluela.
MBomrrs aspmmum pelo cxm. sh secador fot-
DMfcfl DR ALMMO.l B ALBCliWfeOlfB, PRRSlDP.NTli
dVmovkksk. em 10 tn: tovcmmio de-1889.
I* terrh'i.
X. 250.Porlaria a Exm. Sr. genoral comman-.
fente das armas.Transmit por ci>ia a V. Exc-.
para s : onheetmento e devidos efieiton, o aviso
expelido |h+.i minintcrw >h g-ierra cm 29 de ou-
tiAeipritxim (indo, declarando que o soldad > re-
f iriimlo 'lo exercito Miguel Luz da Purifieaeo,
Wm dln-ito as duas presta-Toes di> premio do seo
nktfon cngajanenio nos termos do art. 4o do re-
(Nntfceuta de 18 de nnvemhro da 48 #8, qne nao
(i reVo/ado pelos de 14fedeieinbro de I85 e 1
** maio de 1858 e avisos de 23 e 27 de Janeiro
4e 1861.
N. 2.1.Dita ao mesmo. Em observancia do
aiiso prximo lindo, faca V. Exc. inspeccionar de sail-
*!;. miando ah se'apresenlar, o guanta dnsapreu-
frte, menores do ar.-enal de guerra, Antonio Eran-
toen Gavaleantf, que allega molestia e requer li
efega. < remetta a esta presidencia 6 resultado da
li:-:.wci0.
N. 2.12.Dita ao director di arsenal de puerra.
Ti.i-ini'.o por c)M a V S. para sen conliecj-
niento e execufao oavis expedido pelo niitiHt -
da puerr i cm 29 de outubro proximn lindo,
owiniaiido qne o guarda de aprenditea manares
arenal Antonio Fran.'isco Cav.ilcanti, repo-
ha tiiu h'ivo de ufdi'isado ndevidatneqn papo
f ir occasiao da licenca do que gozon. E pira que
ii c-'.no suarda possa >bter a nova licenca que
i :- r. cc.inpre qu#M apres-Mite ao general eom-
aiiifcinie das armas para ser subinettido ains-
i > ic i!r sale.
V. 238.Olla ao eommanrtantc de Porto.Man
>ite Y. S. npTOftenar ao r. chefe de polica, alim
reerutas Pranciseu de asms Kamallio <; Solero
' nardo Gouhjs, visto terein sido'julgados inca-
pan o servico da armada ; Ofrendo V. S.
f.izer seguir no mpor Cruzeiro do Sul, que se e*-
oini o no l!caine\|ii'ili l*s as con-
1 orflens. os de nome*MaRtx-| de Aquino
da Silva, Norberlu Pranrr>i do Barros Waitder-
lave LeupiddiuoBaptisu Fernandas.
_ -X. 231.Dita ao eonacJhda compras navaes. i
Vteam appruVniuj na : intratus que u con>elho de i
atnpras navaes, eatutron sum diveasax pessc':i<
.'. i i i. rem ao a!in.\.r.ilalo do. arsenal do
rnarinha os uliji .'-<' m sncioaados no ollcio du mes-
tu* r jisl'IIio i'i de nutiihro ultimo.
' si-iv-o.
X. 5'". DoI.'k"!m.,;~>.O presidente da provin-
<-::i atteadendu a-iqa Iba requeren los Nori* 11 i
C.isi 11 Lima, i ufeeiliau a n*eriSo de oruhaos e
Moei d i h r n i J'Agu i-Pivta, a oicial do re-
fu- i-1 de hyputlivas di cmirca de Palmare, re-
.- ilva c laceder-fhe tres mear de lieeoca para tra-
t.ir da -na san lo onda !h: convier.
.N. 2">6.Dita.1) pr-sil'lite da provincia, ile
i 11 Dr. chore de po-
tn'i.i interino, em ufflno 1595 d-< 8 do eitrrente,
" resol ve conceder a .'. da Silva Loyn iuuior a
<'Ka Sida do eargu de :' sup-
fiieate do sub l U freguesa de S. Pedro
C'Kijalfcs t'.t.-ia ciilad'.
>. 3* *
K. 257. P irtaria an inspector da tlicsnuraria
ira! isj inta por copia, qne o cuosolho de com-
(iras n ivae* celebniu nm diversas possoas, para
i "i- icror ao altooxarifado do arsenal de marinba
(w objfAoa lidie meseinndos ; assim o commu-
meo a V. S. i.ara sen c.mliei'iineiito.
,\. :;.;8.Diuiao magno. .Transmiti por copia
a V. S. tiara *eu cunhecimento e execuco o Mi-
sa eapeoido pelo ministerio da guerra em 2!> de
>ntuliro itreximo lindo, declarando que o soldado
reformado do exercito Miguel Luiz da Purificacao
taia direito as duas presta^O'-s do premio de seu
idtiaio cDgajamento no termos do art. 4 do regu-
laoMalu do 18 de novembro de 1818, por na>> ter
sido e*te revogado pelo d 14 de dezembro de
18f e do r de niaio de 1858 e pelos avisos de 23
e ::7^c j;inei!o de 1862.
N. 29.Dita ao mesHDO. Transmuto a V. S.
par seu conhecmietito c execui,-o copia do aviso
cxnedido p^lo ministerio da guerra em 29 decu-
(ancu prximo lindo, mandando que o (tuarda de
Itreadizea menores do arsenal de guerra Antonio
l'Yancisco Cavalcanti, reponha um terco do aede-
tadii invidameatc pago por occasio'da leatfn
X. 26i.Dita ao msmoMande V. S. passar
de infantaria do exercitoJos Longuinho da Costa
Leite, que segu para a corte no vapor Cruzeiro
<1* Sai, que *e espera do oorte, o qual vai reuoir-
:<.- x> seu batdhao.
N- 2St.Dita ao raesmoTendo sido esta pro-
f.ide.nca autorisada por aviso da reparlicio da
agivjillura, coeamecrio e obras publicas de 30 de
<,mtuwv pniKiaio lindo sob n 38, incluso por co-
pia a depender at 9:180* com os melhoramentos
de fue carecem as columnas da ponte de ferro
S. que minde pr ca praca >enelhante obra de
conforiniilade como orcMiiento o clausulastam-
imu por cfaa e sob a in>pec?ao do engenheiro
que o foruiulou.
Jt 2U.Dia ao inspector da thesouraria pro-
viacial. Providencie V. S. para que depois de li
quidadosem vista do pret jtiuto em duplcala, que
noremeueuo ommandante superior interine do
iKiftkipki de Serinhaem com ofcio de 4 docor-
reoti, se/am pagos os venciraenlis relativos ao inez
de outubro uiiimu, do guardas naciunaes desta-
ados na .povoagaa do Gam< lleira.
N. 2C3.Dita ao mesmo.Depois de liquidadas
r-m \*u do pret nominit junto em duplcala, os
yeacimentus relativos ao inoz de outubro ultimo.
< Yt.u inaade V. S. pagar a sua importancia aq c*-
pilan Mauricio J6 fe Torrea Temporal, paraesse
lim indicado pelo cotnmaudanie superior daquelle
itiei(in em offlcio de 4 do crreme.
K. 2w.Dita ao mesmo.Declaro a V. S. para
Ltt cnnieciuienlo e oVvid.s efleitos, que atienden-
dendoao que requeren o continuo da secretaria
lo fovefu Art-h*njo Cbrispiniano de Gouveia Ca
valcante rejKdvi ab..narafals por elle dadas us.
das, 12, 14 e de 19 a 21 dote mea.
N. 26.Dita ao mesmo.-Koeomendo a V. S.
<, ais niainte liqui lar e pagar em vista da fotha e
lint juatoem duplifaia qne me remetvu o tom-
nundaiife cuuerior &a municipio de Olinda. com
nllicio de i do eorrenle, os vencimentos Correspon-
dentes ao mez de oulnbro ultimo, do official e pra-
i as da guarda nacional destarados naquella cidade.
N.TO.DiU ao mesmo.Declam a V. S. para
;^u cannacimento e fin convenientes, qne de coc-
oriidade com a sna informaran V 22 de setem-
Iro hUioo, sob |WS86, acabo de conceder a auto-
lida^io qiK' cm.4Hi de II do mesmo mez a.'*3ll,
uuUeilou ao chafada repartiere das ^ilr*spnbll-
ca para despender ate a qnaatia de 309JftOO com
:i de^apr-priacao do no terreno no engenho Q if i-
nodas rom 160 paunw de frente sobre 50 da faa
dos, o qnM toma-san#r-issari.para a consirorcao
'le una casa de-rtaa-U a residencia do guarda da
cunaen-agio do 6* termo da estrada da Victoria.
devend.1 essa despeja correr pela conaitnerao do
art. da le do orcamento vigeotev WOW
ndjea coa sai citada mormaeio.
em Natreth'; Francisco lavares da CosUT-em< Altgoas ; Dr. Jos MartMis klve, na Babia ; e Jos Ribeiro
----------------------------------------------------------------------------------r-1*---------------------.
N. 2G?.Dir ao mes/no.Devolvendo a V. S.
ja reformados, de conformidade com o parecer da
cunta loria dessa thesouraria. a que se refere a
sua inf.irmacao de 2i de >etembro ultimo sob n.
584, <>< prets juntos em duplcala, tirando venci-
'nentos para as pracas da guarda nacional, que
cativeran destacados na cidade do Rio Furmixo
durante o metes de outubro e dezembro do auno
pro timo passada, o autoriso a mandar processar a
importancia de taes venrimntos, aflu de ser paga
(piando a assembla legislativa provincial votar o
nnre exercicio j encerrada de 1868 a 1869.
S. 268.Dita ao mesmo.-Traainiti a V. S. a
coula e prels jimios em duplcala, aflm de que de-
pois de liquidados os -vencimentoa relativos ao
iihz de outubro nltim >, dos guardas nariooaesdes-
tacados na villa do Cabo, e bein assim a despeza
feita com o lornecimenP) de luz e agua no prodito
mez para o quarlel do mesmo destacamento man le
liagar a importancia de Iud4 ao commercianto An-
tonio Jos Pereira da Cunta conforme socituu n
lpente coronel commandanle di batalnl n. 54
le infantaria em offlcio de 8 do correute sob n.
144.
N- 269.Dita ao mes no.Atiendendo ao que
rejuereu Manoel Antonio de Jess, e lendo em
visia o p.ireear da procuraooria fiscal dessa the-
souraria annexo a sua informacao de-Ji9 do outu-
bro prximo lindo sol n. 670 autoriso nesta M>
ao desemhargador provedor da Santa Casa da Mi-
sericordia a mandar pagar ao supplican'o pela
verba de 40:(KX)00!i votado no art. 28 da lei n.
891 do ore i.nenio vigento com auxilio a me ma
Santa Casa a qnanlia de 13:3635277 que Ibe de
vida de
do Couto e Joa juim Thomaz da Silva
RuViro
Coelb.
2 serto.
^ N.- 2".Offlcio ao Dr. ebefe de pohcia.-O Exm.
Sr-ipreaMentiCda provincia manda deeterar V.
S que por rteKberaeSn desta dala, f.l concedida a
J-.se da Silva Loyo Jnior a raconeralo q'ie pe-
dio do cargo de tereeire sapplenle do subdelegado
da rregn-zia de 8. Pro Pedro Goiicalves desfa ci-
dade de conformidade com a sua proposta ata of>
nV-lo n. 1.595 de 8 do correala.
N. 284. Dilo ao commandante superier da
guarda nacional de OlindaO Bxm. Sr. presiden
leda provincia-manda declarar aV.S. emres-
posta ao sen offlcio de 8 do crreme, que a the-
souraria provincial lem nnlem para pagar o ven-
cimentos constantes do citado offjeio.
N. 28o. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Serinhaem. -S. Exc.oSr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao ta data ani..risou- pagaros veneimentos cpntanles di pret qiieem
duidiea'a veio innexo ao citad otlicio.
N. 286. Dito ao commandante snperior da
guarda nacional-d'Agua Prefa.-Nesla data auto-
|"isiHi>se a thesouraria provincial a iwgarao cap-
tao Minricio Jo> de Torres Temporal os vem'nen
tos constantes do offlcio de V. S. datad-, de 4 do
orrente: o qual tica a^.-im respondido, de erdem
do Exm. Sr. uresidento '------:--:-
ft. 287 -Dito
guarda nacional
la provincia,
ao eomni.indaiite superior da
do P.in-Fornioso.S. Exe. o Sr
oresidenle da provincia manda declarar a V. S. em
resimsta aos seus oBcios de 8 de outubro ultimo
da de pao e bolacha f .mecidos aos estabeleci- 5 fe crreme, i,ne acaba de recommeudar a the
ment*po. a carg.della: o que commume a souraria provincial que faca pnwmir para ari
VS. para sen cmhe-im'lito. naga qmndo a assembla'legislativa provincia
N. 270Dita ao chele da reparcao das obra
publicas.-Inteirado do contedlo do ofIMO qne
Vine, me dirigi'-m 11 de seteuibro ultimo, sob
ti. 11, lenh a dizer em re*posla, que o autoriso
a despender at a quantia de 300l)00 com a des-
appropriaco de um terreno no engenho Quema-
das rom IfK palmus de frente sobre 50 de fundo,
o qual segundo > citado offlcio torna-te necessario
pua a construceo de urna cata desiinada a resi
dencia do guarda da conservaeo do 6" termo da
estrada da Victoria.
. 271. Deliberaran.0 presidente da provin-
cia :temiendo ao ]u"e Ihe requereu o engenlicir
efefo 1a repanicao das obras publicas P Iro Har
batbu Uchoa Cavalcanti, resolve conceder-lhe dous
mezas de Uceftca com ordenado para tratar de sua
saiide onde convier Ihe.
4 feccao.
N. 272Portara ao dsembargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.Attendendo ao
que requeren Manon Antonio de Jasus e tendo em i
vistazo parecer incluso por copia do procurador,
fiscal da thesouraria primacial de 29 de ouluoro
prximo fin'lo, aolur>o V. Exc. a mandar li-
gar ao supplirante pela verba de 40:0003 Votada
no ait. 28 da le n. 8!M do orc.uneuto vigentfl coin
auxilio a Sania Ca-a de Misericordia a quantia de
13: :i277 que Ihe devida de pao e bolacha
forneoidos aos estabelecimeDlus pi* a cargo da
iiu.-mn Santa Casa.
X. 273.Dita a cmara mnnWpal da villa de
Pao d'Alho.Retpondendo an offlcio da cmara
mnuici al da villa de Pao d'Alho de 22 do mim-
bro prximo (indo, tenho a dizer-lhe quebem pro-
cadeu a mesma vamara deferindo juramento ao 3
jniz de paz Jacintlio Paes de Mendonca Jaragu,
visto nao ter elle perdido o seu lugar por estar
em comiiissao.
X. 274.Dita aoengenhpiro das obras (eraos.
-Tendo sido esta presid-ncia autorisada por avi-
so da reparlicio das obras pnhii^as de 30 de ou-
tubro prximo lindo sob n. 38 a despender at
9:1U8A030 com os mclhorammilos de que carecem
a ciumnas da ponte de ferro denominada Sete
de Setembro.expec nesla data as nece-sarias or-
d.-ns a thesouraria de fazenda para man lar por
empraca semelhante obra de conf-rmidade com
o orcaiuenti e clausulas que acompanharam o of-
licio de_ Vine, de 27 de agosto ultimo e sob sua
inspercao ; o que Ihe communico para seu conhe-
cimenio.
N. 273.Dita ao Dr. Joao da Silva Ramos.
Tendo por deliberacaO desta data nomeado V. S.e
os Drs. Pedro de Athayde Lobo Moscoso e Fraa*
cisco Pires Machado Portella para examinarem o
estado de cegneira do professor de latim do Gym-
nasio Provincial Jas Nicacio .la Silva e declara-
re m se est elle physicamente impossiblitafe de
continuar ao exercicio do seu emprego, espero que
acceitando a nomeac e de accordo com os refe-
ridos doulores proceda ao mencionado exame,
enjo resultado me ser reraeUidn.Iguaes muta-
tis nutiirtdti aos D's. Pedro de Athayde Lobo Mos-
coaa e Francisco Pires Machado Portella.
N. 276Dita ao gerente da companbia Per-
nambncana.Pode Vmc. fazer seguir para os por-
tn do norte e su tos vap es Pkapann e Potengi
no dia 15 do corrente, a hora indicada om seu ufli-
cio datado de honlem.
N. 277.-Dita ao mesmo.O Sr. gerente da
companbia Pernambucana mande dar urna passa-
gein de estado a proa do vap r Pirapqma, at o
Acarac, a Domingos Olympio Draga Caval-
cantn.
N. 278.Dita aos agentes oa companbia Br;si-
leira de paqueles vapor.Os Srs. agentes da
companhia Hrasleira de paquetes vapor man-
dem dar transporta para a corte por conta do mi-
nisterio da rnarinha no vapor Cruzeiro do S11/, que
se espera .lo norte, a*s guardas-marinha Paulo
Antonio Ribeiro do Couto e Joaqun) Thomaz da
Silva Otelho.
N. 479.Dita aos meamos.Os Srs. 3gpntcs da
cormianhia Bra-ileira.; de paquetes mandem dar
transporte para a corte no va por Cruzeiro do Snl,
que se espera do norte, ao rapitao do 8o baiilh>
de infantaria do exercte Jos Longuinho da Cosa
Leito, devendo a despeza de sen transporte correr
por conta do mesmo capito.
N. 280.Deliberaco.O prndente da provin-
cia, em vista do offlcio do director geral interino
da inslruccao publica de 6 de setembro ultimo sob
o. 287, resolve nomear os Drs. Francisco Pires
Machado Portella, Pedro de Athayde Loba Moscoso
Joan da Silva Ramos, para examinarem o estado
de cegneira do professor de latim do Gymna-m
Provincial Jos Nicacio da Sbv, e declararem se
elle est physicamente impossbilitado de continuar
4M exericio do feo emprego.
EXrSDIEBTB ASSIGNADO PELO SR. DR. JOAQUW COR-
REA DR ARAUJO, SECRETARIO DO G0VERX0, EM 10 DE
| fiOVElIBRO DE 1869.
! seccao.
N. 281Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
daote das armas.De orde.m de & Exc. i Sr. pre-
sidente da provincia declaro a V. Exc. em respos-
ta ao seu offlcio de 9 do corrente sob n. 667, qne
icam expedidas as convenientes ordens, nao so
aos agentes da companhia Brasileira de paquetes
para darero transporte no vapor Cruzeiro do Sul
Sne se espera do norte ao capitn do 8* batalnu
e infantaria do exercto Jos Longuinho da Costa
Lejtn, ernndo a despeza do seu trans >orte por
emita do mesmo capitn, como a thesouraria de
(aseada oara passarUlw guia da soccerritnento.
N. 282.Dito ao commandante do brigue-barca
7tnrtt.-De < rdem doS. Exc. oSr. presidente
da provincia declaro a V. Exc. em resposta ao sen
offieio de 9 do correte sob n 321, qne ficam ex-
pedidas as convenientes ordens aos ageules da
earapanhia 1
Iraasporte para a corte por conta do ministerio
da rnarinha aos guaraas-rnarinha Paulo Antn
legislativa pn
votar o necessario crdito, a importancia dos veo-
cimentos constante dos prets a que serelerem o-
eiados offlcjiw.
N. 2H8. Dito ai tenente-coronel commandante
lo batalhao n. 54 da guarda nacional do municipio
do Cabo. A' thesouraria provincial autorsoii-se
n sta data a pairar ao eommerciante Antonio Jos
Pereira da Cuuha, a despeza o vencimentos cons-
tantes do offieio de V. 6. datado de*8 do corrente
sub n. 14 ; o qual flea assim respondido, do-or-
lem do Exm. Sr. presidente da provincia.
4" seaein;
N. 289 Offlcio ao c mego governador do bispa-
do. S Exc.oSr. presidente da provincia manda
declarar a V. S que pp|o seu offieio .re B do cu-
rente ficou nteirad de baver Y. S. concedido ao
Kvd. Estani-lao Ferreira de Carvalho a exonera
ca .pie pedio do lugar de promotor dn foro rele
siasiic, e n..meado para o subsituir ao Rvd. Lino
do Monte Carmello Luna.
EXPEOIRNTK ASsIGNAOO PELO XH. SI!. SBXADORFRE-
Df.RICO 01? ALMRIOA R AMStOtlEROITE. PRysiDKNTK
DA PROVINCIA, EM II 0R UtVCMfiB'J DR 1869.
l*S(K-cSe.
N. 29o. Portara an drectr.r do arsenal de
guerra. Expeca V. Exc. as convenientes orileas,
para que de n>nf.rini ade com n p.-riido 1n Dr.
chele de polica, em offieio n. 'I.197 de 8 .lesti^
mez, sejain foraeeidas quatn. br.rias d>> maleira e
urna j.irra guardaba libeira da freguezia de S.
Jo desta cidade.
c7. 296.Dita' ao lnpectnr do arsenal de rnari-
nha.'ara cumpriinenlo do aviso expedido pelo
ministerio da rnarinha em 23 de ontubro prximo
fin lo, informe Y'. S. se aos patrOes e remadores
desso arsenal -ai abonadas racoes diarias, e, em
caso afflrmalivo, em virtude de que ordem tem
lugar semelhante despeza.
X. 297..ta ao capio do porto.Mande V. S.
sobrestar na remossa para a corte dorecmta l.eo-
poldm.i Baptista Fernandes. que fui jnlgado apio,
e de vi.a seg or a'iianha no vapor Cruzeiro do Sul,
visto ser reclamado cn> guarda nacional pelo
commandante superior respectivo.
mdale un a sua informacao de 10 do crreme,
..bin. 690. os objeelos deque Becessita o museo
doGyinaasio provincial constantes da relaro jun-
ta par copl.
ft 4." secijao.
i 311.D-iao presidente da provincia do Cea
ra.Omi"* oBcio de V Exc. de 6 rt. corrente,
reirebl B Esc. abri a essetahi* legislativa dessa provincia
no da 1 de setentn ultimo.
\. 312Dito ao'Exm. S presidente da pro-
vincia do Amazomte.-Becebi com offieio de Y.
Exc. de 30 de setemaro proxim Ando os exem-
plaies impressos do reilamenf..s ns. 21- e 22 fe
30 de agosto ultimo-ref .miando a thesouraria c re-
ft-bedoria dessa pnmbcfa.
X. 313.Dito ao F.xni. Sr. presidente da pro-
vincia da-Parahyba.An uso recebidos co.ti o seu
"fflji" de 27 de mimbro, prximo lindo, dous
pares do relntorio que V. Exc. apresentoU a
assemWa fegishtiva dCssa provincia no dia dous
daquelle mee \mt occasiSo da abertura de sua ses-
sao osnaria do correte anno.
N. 314.Dito ao Esm. Sr. presidente da pro-
vincia do Maranhn.C un o offlcio de V. Exc. de
28 de outubro prVximo lindo recebi dous exem-
piaren do rea torio apre lativa-dessa provincia mi dia .1 le jnnho ultimo
pelo fruneiro vire presidente Dr. Jos da Silva
Mata,
.V. 31.'i.Portara ao director geral da in-trae-
cao polrtii'a.Decl.-in. a V. Exc? em resposta ao
Uleio dessa director de 21 de ontubro ulim.,
sob n. 139, que nftsia dala- autoriso a thesouraria
provincial a mandar Fbrneeer -as objectos de que
necesita > nuiseii do GyNUMtn constantes da re-
lacao'qne acompanhoii o citatto offlcio.
Ra aos .gentes da companhia Bras-
vineiaL De ordem A. Exm. Sr. presidente da
pTvmcia, dedawj a V. Sr. para os fias enven-
tes qne nesta data se appt>von o contracto feito
pelo subdelegado da freguezia Jo P.too da Paeella,
cm Iguacn Marlms da <>>sla, do aluiruel de urna
casa a 10*000 mensaes, para servir de quactet d*
lestaeammto d'alli, segumi commanicou o cl^e
(te pofitiia interino, em offlcio- n. 1604, de 9 do
corrente.
If. 333.Dilo ao n^esmo.Dn ordem de S. Esc.
o Sr. presidente da provincia, comimtnica a V. S.
que. segundo consta de offieio d> 1 secretario da
ro do Recfc a S. Francisco, datado fe 10 do cor-
rente mande pagar o que justamente se dever aro-
veniente fe transporte effectuadfc nos re*, da-
moma estrada, por conta-da provincia durante *
m< ae outnsro ullimo.
>. 35o.Ota ao mesmaTransmiti a V. S. o*
ineljsot divcumentos. aflm de que depob de liqni-
dada a despeza feita durante o mez d*octubrool-
timo, ei m aii/nent co e dietas para os pres .s po-
bres dn casa 6*e deteneo seja paga a importancia
ao bachorel Joaq>>iin Jos Ferreira da Bocha Jn-
mor, conformo 'snlieHoii
direrlria da companhia dos itilhu nrbanos ib ^7^' l\fJ**|wll0iml
Kecife a Olinda, A, 9 do crreme. M designad! %-^ZrT "-161 i M ,
em 6 a fimpi de que trata o art. 30 fe respectiv,,^ ^uSZSSfSSST0 (,rM",Pnt' d} Prrt*in-
coiiiraeto, inaugurados no dia 8 os trabalbos fej^l*^S^i^r^0CT^^eS?W^*
linha. I fi"n!'U|; 4a sectSo lKMl"!'r,l,,e' res'Ive em vista das inf mnac/ie\ das
f. 34-.-0Scio aocrii^r'governadflrdotiis. | ^^""m etentes- owcedor-Nn tres
pada.*. Exc. o Sr presidente da provincia manda
declarar a V S. que pelo sen ofiieio de 9 do cor-
rente ficiHi inteira lo de ler fallec no dia 8 o
Kvd. parneho da freguezia de Afogafe, Jos Ga-
briel Pmbviro.
-N. 33o.Dito ao director geral dn inslruccao
publica.}. Exc. o Sr. presidente d provincia,
tendo pr deliberaco desta data, eemvist:. da
informacao dessa direrioria de 10 de setembro
prximo lindo, ^ n. 289, retntttfe m.mear a
Guilhermina Rrancisca fe Araujo Lina professora
publica da ca-leira de nstrnrco primaria da villa
la Boa-Vista, assim o manda eommuniear a V. S.
para se conhecimento.
X. 336.Dito cmara municipal de Recite.
fcwica conn vencimeotos para tratar fe sna s-itide
onde llie easvier.
, "cao.
X. :m. -Offieio ao Cx.a Sr. presidente da pro-
vinciedi P^anyba-En regosta ao seu oftkin
de-W de oiiMbro ultimo .%>!) n. 4*73, rematloa
v. Esr. o incluso ass ntamanln d suldado invali-
do .>Tao.el Joaqoim fe Lim d > femletei dos re-
creis, o qual segundo consta do offieio do gene-
ral cowmanrt.iote das armas de-t,i provincia fe II
d? crrente s. n. 663, ansentou-sc dai d.isfeo-
da trv Si-tem:->ro pr.ixbn.i flirfo, e convrBto iuk o
mesmo enmmarad tenna sci-ncia do dfa em qoe
f"i pro*, o soldado de qr.e se trata, qual a nahi-
reza do evime qne comnwtten, o se esiitl-fioitiva-
leira de paqmHes.-Podem Vms. fajer seguir para j rife a Olinda. de 9 do cnente,' foi assignada en
os portea do sul o vapor 6>ie/Vo do Sul amanhatr 6 aBaaca da qne trata o art 30 fe resiwctiv,
a li.^ra mdirada cm seu infici ife boje,
N. 317.Dita aos meaiios.Os Srs. agentes di
s srs. agente:
cinufanbia Bnisileira de panuetes em adilitamante
a nimba portara de hontein datada mandem dar
transporta para a corte na vapor Cruzeiro do Sul,
por cunta do ministerio da guerra ao capito do 8*
batalhao de infantaria doexereito Jos Longuinho
da Costa Lene a qual tem de ter por elle indem-
nisada a tbssoararia pela quinta, parte de seu
sold.
N. 318 Dita aos mesmns.Os Sra. agentes da
companhia Brasileira de paquetea mandem dar
transporte para a corte por ivnta do ministerio da
guerra no vapor Cruzeiro do Sul, as pracas e re-
crujas contante- da retaca*) junta por copia.
i i\. 319.Deliberaco.O presidente da provin-
cia attenfend') aoque requeren Gullhermina Fran-
cisca de Araujo Lint e ten lo em vista o resultado
do coiieaireo a que se procedeu no dia 17 de jn-
ulio ultina. bem como a informacao do director
K ral interino da Mstruecfe pnld-ca de 10 de se-
ternura i prximo lindo, sob n. 289, resolve nanea-
la professora publica da cadoira de instroccii pri-
maria da Villa da Boa-viste,
N. 321VDita.O presidente da provincia atten-
dendo #qjie requereu Joanua Jusiina de Siquei-
r.i Vapulo nTufessora publica da pritneira cadeira
l. iivgufejt-Hte -. I i lento em
vista a infocineeao do director g^ral da uistr.ueeo
p.il.lic i de 3 dii corrente. sob n. 349, resolve usan-
do da autorisaea.i ijue Ihe confere o art. 1 da le
o. 8f>7de'23 a mesma professora, um anno de licenca com lo-
dos os seus vencimentos pura tratar de sua
saude.
N. 321.Dita.O presidente da provincia at-
temiendo ao que requereu Maria Leopoldina pro-
fessora nomeada para a cadeira de instruec i
primaria da vida doGranil.. e lendo em vista a
mforinacao do director geral d;i inlrueco purifica
de 2 do crrente, sob n. 3Vs\ re- .Ive prvfogar por
ti das o praso que Ihn loi eoteNdife por'delibe
e ordem de S: Exc. o Ss. presidente da provineia,
comiiuiiie > cmara municipal desta cidade o/ne,
segundo consta de offlcio do Io secretario da tfc-
r.Tt .ria da companhia do tnlhos urUinos fe Rr-
em
v
e..i.irado, o inaugurados ro dia 8 os trabadlos fe!
kfltfe
aXPEOIENTE ASStpKAOO VKU> F.\M. SR. SR.^AOR -
DRR>CO ALMBtnA R ALDCQ4;KnQtIE FR'SIORNTB DA
PROVINCIA, EU-I2-DE .N-JVPStahO-DE 1869.
1* se.ecao.
N. 341.Portara ao Rxm Sr. general c inman-
danle da- armas.Expeca V. Exc. suas ordens
para que a Francisco Correa da Silva Mello, seja.
entregue como Ufe, a plvora, que, a 1 de maio
de 1866, foi reco'.hida a fortalexa fe Bnim pelo ,
alteres Jo- Flix da Silva Lobato, segundo iufor-
monesse commmda de armas em offlcio n. 43 de
3 de Janeiro ultimo.
N. 341Dita ae me mo.-Sbr'esteja V. Exc. j
na remessa hojepara a corte no vapo% Cruzeiro ao~\
Sul, do recrula Manoel Francisco d-- Ohveira, vis-
to que lem rcipaerimento penfeute de desisao final
de>la presidencia.
N- 343.Dita ao director fe arsenal de guer
raMande V. S entregar a Francisco Correa da
Silva Mello, como pede, as armas e mais objectos
que a 1 de maio de 18*6 Coran) ahi recolnifes
alteres Jo* Flix Ja silva Lobato e de que trata I q^'
o olltcio ile,ssa direetna de 9 fe Janeiro ultimo
desse anno.
N 344.Dila-ao cnsul fes Estados-Unidos da
Airrica.Bejitituo ao Sr. Samuel G-M'dlet o
exeijuatur impertis eoiifiruvuidiaa siti noineaeioi
de consol dos Estados-Unidos da America, nesta
provincia e (|ue para ter o conveniente cumpra-s
desta presidencia, entregou > mesmo Sr. MofftH ai
meu antecessor. Renov ao Sr. cnsul os Vote*
fe inraha perfeita estima o disctineta considera-
co.
2' seccao.
N. 346.Dito ao Exm. Sr. presidente do supre-
mo tribunal de Justina.Participo a V..Exc. paca
os d.vidos tins, que segundo offlcio do juz de di-
mei.-ta sentencia* rogo a V. Eie., que &#& u|t.
mo caso me enve, oara anr transiniUitr ao meu-
eionafe general, copiad sentenea, e no eaM cm-
tiario n &ea conservar em prisao militar at final
julsan-.into na lnnada lei.
V 3o:Portar a cmara municipal fe viila
ilorjio tiimmonieo a cmara manieinaraa villa
.te Gab-t em rexponte ao seu* offlcio de i.; de setenv
"*' ultimo que nata data expetv as iteeesaartea
ordens para ser removido pora oura casa o des-
tacamento esi-tente no edifiein n/se serve fe ea-
tieia e raa das aesaSas da mesma /amara.
.V3G0.-Dita ao director geral da instmeco
nnbiica. Tifodo nesta data nomeado a pr-fes-so-
ra publica da cadeira da fr.-encwa de Santo An-
tonio AmeHa Augusta de Oftewr Q linlal, para
examinar do trabalhos d ai/nllia mi concurso do
habilit ici>s ijr.c se lem de proceder boje. Kt/a
a sulntiliiirno caso fe impedimento, em I* lugar,
a fe S. Jo-, Digna de Santa Rosa, em 2, a.fe He-
cite, Clara Otenpia de Luna Freir, assim com-
mnnico a V. S. para ya c.nheeim.mto.
l*'lberai;ao. 0 firesidpnte> da prona-
ytenfenfeao que reqnereram os mantlirnatb
sK-iedade Recreativa Nova Uuo, astahetenfe
nesta cidade, resolve imnfe fe attribuic ana
Ihe cnnferein os decrete, ds. 1083, de 28 fe acoe-
tode 1860 e 2711 de 19 de dezembro do im-snx
anno, appmvar os eslalntes fe mesma sociedafe,
i trua e c,,nce,ler autofisaco para esia poder f ncete-
X. 298. Dita ao conselho do compras do arse-: racao de .' de outuhro ultimo, para entrar no exer
nal de guerra.Autoriso o conselho de compras | cicio fe sua cadena.
do arsenal de Hierra a contratar o l'ornecmonto
dos gener-.s constantes do pedid', junto sob n. 36.
os iiiiaes sao neee-sarios pava loinecimento do ai-
nioxanfado do mesmo arsenal.
N. 299.Deliberaco.0 presidente da provin-
cia attendendo ao que requereu Manoel Auaust >
de Meiezes Costa, professor de mu-fea da compa-
nhia de menores do arsenal de guerra, e leudo
vista a nfnruiacao do respectivo director, datada
N. 322.Bita0 presidente da provincia at-
ienden lo ao qu9 requeren Mariana Lina de Albu-
querque^ prof.;.s-ora nomeada para a cadeira de
in-truecao primaria da villa de Inga-eira. u tendo
em vista a informacao do director peral da ins-
lruccao publica de :j lo corrente, sob n. 350, re-
solve prorogar p..r 30 das o orazo que Ibe foi
concedido por Vhberaeo de Irne outubro ultimo,
para entrar no exercicio Je sua cadeira.
DO
l_l'l!
COV
de 3 do corrente sob n. 208. resolve conceden-lhe kx?:i>ik,vte aswohado pelo sfl^Mt.iOAQUU corrra
tres mezes de licenca com ordenado, para traUrde
sua sade, devendo ser esta apresenuda as res-
pectivas repartieses para os flus convenientes.
2"seccao.
N 301.Dilo ao Exm. Sr. presidente do supre
DR ailvcjo, shcrhtajuD
PtOVEMB'ro DE 86.
1.a seccao.
>T. 323.Offieio ao Exm. Sr. general comman-
i daiite das armas.De ordem fe S Exc. o Sr. pre-
mo tribunal de justica. Communico a V. Exc. I sioente da provincia, declaro a V. Kxc em res-
para os devidos tins que segundo participou ojuiz pos'a ao seu ufflcio desta data, sob n. 668, que
de direito da comarca do'Cibo bacharel Maael
Clementino Carneiro da Cuaba em offlcio de 10 do
po le fazer seguir amaaba para a corte, no vapor
Cruzeiro do Sul, as pracas e renrutas constantes
corrente nessa data reasstimo elle o exercicio das] da relacu ijue veio anuexa ao sen citado offlcio.
funecoes do dito cargo.
N. 302.Portarla ao Dr. chefe de polica.Ap-
provo o cntralo feto pelo subdelegado da fregue-
zia do Poco da Panella '5om Ignacio Martiu- da
Costa do aluguel d una casa na dita freguezia
para servir de quartel do destacamento pelo preco
de I0J mensaes, (cando assim respondido o offieio
fe V. S. de 9 deste mez, sob n. 1604.
' N. 304.Deliberaco.() presidente da provin-
cia de conformidade com a proposta do Dr. chefe
de polica em nfflcto n. 1560 de 28 do mez naife,
resolve conceder ao hachare! Jos da Costa D-.u-
rado a e legado de polica do termo de Garanhuns.
3" seccao.
N. 305.Portara ao inspector da ihesourarta de
fazenda.Recommeodo a V. S., que, de conformi-
dade com o parecer junto por copia do procurad.r
lineal dessa thesouraria e a que se refere a sua
informacao fe 9 do correte, sob n. 766, mande
luir cm praca o dominio ulil do terreno de mari-
uha que o visconde Loures pedio por aforament.i
sito entre a ra da Saudade e a pr jeelada em se
guimento a travessa dos Ferreirus na freguezia da
Boa vista, o qual con>t: do parecer que oor copia
veio annexo a sua citada informacao do agrimensor
dos terrenos de rnarinha.
N. 306.Dita ao mosmo.Tendo neste dalaan-
torisado o cnnselh de compras do arsenal de guer-
ra a contratar o fornecin.ento dos gneros cons-
tantes do pedido junto por copia, sob n. 36, os
qnaes sao necessarios para provimento do alotoxa
nfado do mesmo arsenal, as>im o comranoieo a V.
S. para seu conhecimento.
. 307.Dita ao inspector da thesnoraria pro-
vincial.Autoriso V. S. nos termos de sua infor-
macao de honiem, sob n. 689, a mandar pagar a
Helena Rosa de Jess a gratifleacio qne fe con-
formidade com a le n 611, venceu a contar do Io
de julho at 22 de outubro ultimo o seu fimo Ma-
noel Jnaquim Ferreira praca lo corpo elTectivo de
polica que se acha em servco no exercito em
tperacoes contra o governo fe-repalUca du Para-
gqay. -^
N 308Dita ao mesmo.-Declaro a V. S. para
sen conhecimento e devtdos eftetirs, qo, fe con-
formidade com a sua infirmaco de honlem.
n. 692, resolv retevarMkteteafeCarvalIto Raposo
da mulu, qua Ihe f lUiDfWM-. p*4 coasatofeipro-
vncial por Rao ha ver averbtdoalli no praad-de30
(i'fiirrttifl de partilhasdsua heranca pa,|erna,
alfmn"eserm ciiliectados em sen nomeos phdios
a que se refere o mesmo foHnMP -
N. 3110. -Dita ao inesm.Eaa, vista fe qne so-
licitoa o director interino fe iistruccio publica
ejm offlcio de 21 de ontubro prximo rindd, sob o.
839,'ftMoriso V. S. i, man^f'fairtecer de. tMnfor-.
para oque Ucam expedidas as cnvdnienles or-
dens.
2a seccao. .
N. 324.Offieio ao Dr." chefe de polica.-0
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. que por deliberaco desta data foi exone-
rado a seu pedido o bacharel Js da Costa Du-
rado do cargo de delegado do termo de Gara-
nhuns, de conformidade com a na proposta em
offlcio n. 1,560 de 28 do mez Ando.
N. 325.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. preii ten-
te da provincia manda declarar a V S. que nesta
dala se expedio ordem no director do arsenal de
guerra para man lar (.mecer guarda da nbei-
ra da fregueria de S.Jos as barras e jarras d>-
que irita o sen citado ufflcio n 1597, de 8 deste
mez. ,
N. 326. -Dito ao juiz de direito da comarca do
Cabo. Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cuaba.
O Ex n. Sr. presidente da provincia mana de
clarar a V. S., em resposta do seu citado offlcio
de 10 de-de inez que licuu inteirado de haver nes-
sa dala rcassumido o exercicio das funecoes do
seu cargo.
N, 32T.Dilo ao juiz municipal c de orphos
Ldo termo d > Cabo.O Exm. Sn presidente da pro-
vincia manda declarad a V. S. que licou inteirado
pelo seu offlcio de 10 deste mez, de haver nessa
data reassumido o exercicio das funecoes do seu
cargo.
3.* secci.
N. 328Offido ao inspector da thesouraria de
fazenda. Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que segundo particpou o
jniz municipal do termo do Cabo, bacharel Joo
Gonzaga Bacellar, em offlcio de 10 deste mez,
uessa data reassumio o ejercicio das ftinoeocs do
dito cargo.
N. 329 Dito ao mesmo.De ordem d Exm.
Sr. presidente da provincia, declaro a V. S. para
os devidos dos que, segundo partecipou o juiz de
direito da comarca do cabo, bacharel Manoel Cle-
mentino Cniaeiro da Canda, em offlcio de, 10
fe'te mez, nessa data reassnmio o exercicio das
funcedes fe dito canga
li 330Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. presideule da provincia, communico aV.S.
que, segundo consta de offlcio fe conego gover-
nador no bispailo fe 9 fe corrente, fallecen no
di 8 a .reverendo pa roete da freguezia da Afo\
gad ,. Jea Gabriel Pioheiro.
N. 331.-Dito ao roesran S. Esc. o Sr. presi-
dente da pruvjnria manda transmiltir a V. S. a
inclusa ordem fe tbesnro-nacional, sob n. 198, e
,2'offieios da dirctori* geral das rendas publicas
datado de 27 e 29 fe mez ultimo.
. 332.Dilo. ao nspeelor da tbes jurara pro-
reito bacharel Luiz Antonio Fernandes Pinbeiro,
de 10 deste mez sub n. 1607, nessa d. ta asiufe
elle o exercicio do cargo do ch>fe de polica desta
provincia, para o qual di nomeado por decreto de
13 do mez (indo.
.Y 347.Portaria ao Dr. chefe de polica.Em
vista do que ponderen a cmara monicipal da
villa do Cabo em offlcitt de 23 de setembro ultimo,
autoriso \\ S. a mandar remover do edificio que
serve de cadeia c casa das setsees da mesma c-
mara p destacamento que all existe para um
casa que siiva de quartel v qoe V. S. far o dele-
gado respectivo aluar pelo menos preco que se
.o ler ohier.
N. 348. -Dita ao commandante superior da
guarda nacional fes municipios do Cabo e Ipoju-
ca.Communico a V. &. para os devidos (ius. que
segundoc nsta do Diario Offu-i'tl n. 259 de 31 d
mez Ando, houve por beio &. M. o Imperador desig-
nar por decreto de 21 do dito me?, o capilo fe
batattio fe infantaria n. 54 do municipio do Cabo,
Augnio Dupral para excrcer as funecoes de ma-
jor do mesmo batalhao.
N. 349 Dita ao juiz des feilos da fazendaCom-
munico a Vmc. que segundo consta do bi'o'j'a
Ofkinl n. 259 de 31 do mez lindo, por decreto de 21
dilo mez houve por bein S. M. o Imperador fazer
merc a Luiz Augusto Ceelho Cintra da serventa
vitalicia do offlcio de escrivo dos hitos da fazenda
provincial.
N. 350 Dita ao juiz municipal da i' vara desta
cidade. -Transmuto a Vms. para os devidos fins a
informacao inclusa que pelo pre-ifente da provin-
cia do Rio de Janeiro me foi envala com offieio
de 30 do mez lindo, com relaca aos sentenciados
Antonio e Janairio (escravos) que so achara no
presidio de Fernando.
3.* seccao.
N. 351.Portaria ao inspector da thesourawa
de fazenda.Em vista da conta junta em duplica
ta. que ma remetteu o superiifenlenle da estrada
de ierro do Rectfe a S. Francisco, com offieio de
M) do Correle, mande V. S. pagar o que ju*ta-
tucute se fever, proveuiente de transportes effec-
tuados nos tren da mesma e-trada, dor conta do
ministerio da guerra, durante o mez de outubro
ultimo.
N. 332;Dita ao inspector da thesouraria pre-
vineial.Auioriso V. S. nos termos le sua infor-
macao de 4 do corrente sob n 680, acerca do
requenmento, que incluso devolvo, a mandar
pifar a Dr. Joo fe Silva Ramos, na qualifede
de procurador da praca fe corpo eftectivo de
policia, Sobastio fe Souza Ribeiro, que se acba
em sitvqo no exercito em peracoes contra-o go-
verno da repblica do Paraguay, a qtuntia fe
675650, que segundo o parecer da cintadoria
des-a thesouraria, se est a dever a mencionada
praca proveniente da gratifica, que venceu de
i'oiiformidade com a le n, 611, a contar de jnlh
a outuhro deste anno, fazendo processar a de
333550 corresponden!' aos mezes de maio e junho
paa ser satisfeita quando a assembla legislativa
previo sial votar o nece-sario crdito, visto pertei-
cer esta divida ao exercicio j encerrado de 1868
a 1869.
N. 353 s-Dita ao mesmo.Ex peca V. S. suas
ordena para que de conformidade com asna infor-
macao fe 40 do corrente, sob n. 693; so proced
ao arbitramento para ind-mnisacuo do Dr. Jnaquim
.Vntenio Carneiro da Cunta Miranda, pelas esca-
vacos taitas no seu terreno,, silo ao lado da es-
traite do Cixang para a extracto di trra ncce.s-
tarta aos reparo* da mesma asnada, observando
^ para esse tea o capitulo tt da lei u. 129, viste
nao ler a pieile dout >r concordado, com avaliaco
de 250^900 feita pela reparticao d*s obras publi-
cas <>eguudo interina o resp-ctivo ebefe em ufficio
n. 361 fe 23 de outubro ultimo
N. 354.Dita ao mesraaKecomraenfe a V.
-. que era vista da*3 inclusas coalas, a qne se re-
tare e offieio do svperiuteulente fe estrada de fer-
ETXPIIDIE.NTI. AaSKKAD PEIiO SH. DR. JftAljt IM fMKREA
Di: A1SA1JO, SRIIIIRTAMO DO COTSRNO, f.M 12 IMC
OTEMBRO Di 8C.9.
1.* seec.'u..
N. 362.Offlrio ao capitaa fe porto. i... i.-n-
fe dr avisos di> ininislerio d.i inarinlw de :'.',' *s
le oulnbro proxkfe Rnfe, que ro ;>.i.-.-mI. ..
requerimento ei que o patrio e remad.>:< O'-s.i
capitana pedia) para serem seus vaucimeMMM
opliparados ao-fe arsenal da marinia. annuanfe-
S*jL,les a rac,:*l> e,n dinhero que nao leen pvtae-
bido, nem mesmo em gen.-ros como aq i.- ;
assim o commumeo a V. S. di orfem do '. i .. S'-.
iresiJente da provincia, para seo cuniVnuumto :
afta de que faca-constar aos peticinanos.
2* seccao.
X 363-Offieio ao Dr.* chefe depona, box
Antonio Fernandes Pinlmiro.O-Exm. n. ,.i.-i-
ilenle da provine manda aeeusar o recclmneaui
do offlcio ile V. ;r. de 10 do corrente, sob d. 1607,
em que participa tr ne-sa data aaMMt o exer-
cicio d cargo fe ebefo de noticia fe-ta provincia
para o qual foi nomeado por decreto fe 13 fe on-
tubro lindo.
N. 364.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. pres-
llenle da provincia, mamb declarar a V. S. em
retosla ao seu oSdto de bontem, sob n*. 1611, qiw
a thesouraria provincial lem orJeui tara pagar ao
bacliarol Joaqnim Jos Ferreira da lloclla J mior
a quantia de 2:816,iil8- constante fe citadof-
licio.
N. 365.Dita ao Sr. Jos da Cunta. Barbosa
director geral interino da secretaria de estafe fen
negocios da jusfei.Acenso o rceebuneiilo da
patente de reforma do caoitfui Flix Francisco fe.
Souza Magalhaes, a que allude o offlcio de V. S.
de 3 lo correute.
N. 306.Dito ao majar Flix Praucisco fe Sou-
za M igalbes.Pela secretaria do governo se coin-
mnaiea ao Sr. maj ir Fdix Fnun-isco fe Sooki
Magalhaes que nella se acba a patente pela qual
S. M. o Imperador houve por bem reforma-lo no
posto de m.jor, convind que a solicite, pagando
os respeJtivps direito, o emolumentas.
o.' seccao.
N. 367.Offlcio ao raspe, tor da thesouraria fe
fazenda. O Exm. Sr. |>rusidenle da proviaciae
manda declarar a V. S. para os 6ns convenientes,.
9JBA, secundo particpou o juiz de direito bacharel
Luiz Antonio Fernandes Pinbeiro, em "Orion.
1607 de 10 do corrente. uessa data assumiu o ex-
ercicio do cargo de chefe de policia desta provin-
cia para qual fui nomeado por decreto de 13 fe
outubro (indo.
N. 368.Dtto ao mesmo.De ordem feS. Exe-
o Sr. presidente da provineia* communico a V.8.
que secundo consta do offlcio do l>r. Pedro de
Athayde Lbo Msense de 11 do corrente cntrou
elle nessa data no exercicio do cargo de inspector-
da saude do porto desta.provincia. ,
N. 308.Dito ao mesmo. -De ordem de S? Exc
o Sr. presidente da provineia transmiti a V. S.
para seu conhecimento e fins convenientes as S
inclusas ordens do tribunal do thesouro nacional
sobos. 212e 213.
N. 370. Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presi-
dente da- provincia, manda transmiltir a V. S. a
inclusa ordem do ministerio da fazenfe, sob i.
199, datado de 26 fe outubro ultimo.
N. 371.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
tendo nesta data e em vista do quo pooferoa a
cain ira municipal fe villa do C*bo emiiffktofe
23 de setembro ultimo, sob quo ve>sa sua nter-
macan de 9 do Crreme, sob n. 686, antorisafe
ao Dr. chefe fe policia a mandar -remover fe edi-
licii que serve fe de cadeia e cusa das sessoos;
la mesma cmara o destacamento qae afli exisU
para urna casa que sorvia de quartel quo ser.
alngado pelo respectivo delegado pelo menor pre-
co quo se poder obter ; assim o manda commn-
niear a V. S. para seu c(nheiraento.
4" seccao.
Nt 372.Offlcio ao Din-ctor geral da secretarui.
de estado los negocios do imperio.De orfem do
S. Ex& o Sr. presidente da jrovincia participo a
V. Ex. em resposta a sua commuoicacao fe 16
de outubro prximo fiofe, que segundo consta da
offltio lo presidente da sociedade denominada
Conciiaco acha-se incumbida de pagar as des-
pezas que houverem fe ser faitea com a publica-
cu. a< Diario oficial dos estatutos da nvsuM so-
ciedade o negociante estabelaeife no Rk. fe Janei-
ro Bernardo AnUnnule Miranfe
N. 373 -Dito, ao Dr. Pedro fe Athayde Lotio
MosctKO.S. Exc, o Sr. nroitfente da nravtaefc,
M)
UiGVEL
i
i


..... Ill
-J*
m*.
-" '" '--------------------~
Diario de Pernambuco Segunda feira 17 de Janeiro de 1870.
-

_____declarar a V. S. que pato seo nfB<-o de
I! 4o crrante 8u intoirado do .iaver V. S. nes-
aadata entrad.. uo exercicio do cargn de inspector
da ssde ilo i Mirto.
N. :I7V.Dte ao 1 secretario ilo directora
trilito* urbanos do Recife a Olinda. S. Exc. o sr.
presJdeQte da provincia manda declarar a V. 5.
me pe sen offlcio de 9 do frrenle, icou intei
rada da que end> sido assignado no da 6 deste
me a lan?a de <|ie trata o contrato de 22 de
jalho do aon > priado, f.iram no dia 8 inaugura-
ios os tr,.halhos da linlia.
. 375.Dit aovritendente da estrada de
ferro.Hela secretaria d > governo <-e declara ao
nim. Sr. superitendauo da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco em respeta ao seu lcio
de 10 do corrente, qu* transmitfio-se as thesou-
rarias geral e provincial para os lins convenientes
as contas que vieratn amurcas ao ctiado ofDcio.
DESPACHOS DA PRKSIDBNCIA DA PROVINCIA DO DA
13 DE JANEIRO.
Alejandre Manoel d.* Passos.Expe^a-se or
dem oo srniidn que requer.
Abaixo asignado indios da Aldea do eonde .do
Ex no Riacho do Mato.Informe o Sr. director
geral dos Indios.
Aoreliano Augusto de Vaseonccllos.-Tendo esta
presidencia mandado por em concurso a cadeira
que requer, nio ha que deferir.
Beato Eleutwio de Souia Castro.Informe o Sr,
coronel eommandantc superior latermo da guarda
nacional do municipio do Recife.
Claudino Jjsc de Almeida Lisboa.Lxpeca-se
grdom no sentido requerido. .
Claudino Gomes Brrelo.Nada ha que deferir
por ter esta resideucia mandado por em concur-
so o provimento da cadeira que refaer.
Francisco Carlos da Silva FYagoso.-Tendo esta
presidencia mandado por em concurso o provi-
mento da cadeira que requer, nao ha que deferir.
H rmilino Eliseu da Silva Caneca.Tendo esta
presidencia mandado prem concurso o provimen-
to da cadeira que requer, nao ha que deferir.
Izidoro Marinho Cesar. Vic ha que deferir por
ter esta presidencia mandado por em concurso o
provimento da cadeira que requer.
Iiabol Mara Brandao.Informe o Sr. tenente
coronel commandanle do corpo provisorio de po-
O mesmo.-Foi a informir o requerimento de
'"fgnacio Bento de Loynla.Informe o Sr. inspec-
tor da thesonraria provincial.
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejao.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Joanna do Rosario tiuimaraes Machado.rator-
me o Sr. inspector da thesonraria de tonda.
Jos Augusto d'Araujo.Constando de mforma.
cado inspector da thesouraria provincial de
do corrente, sob n. 7 que o supplicante ja tora
pago da maior parte da quantia que Ihe era de vi-
da, nada ha que providenciar.
Joao de Sonta Leito.-Informe o Sr. engonheiro
fiscal da estrada de ferro. .
Jos Martiniano de Soma.Lavre-se delibcracao
concedendo a permuta requerida.
Joao Fernando* Vianna Teudo esta prenden-
cia mandado por em concurso o provimento da
cadeira qu requer, nao ha que deferir.
Luiz Jacques Brunct.Informe o Sr. regedor
dofivmnasiii.
Luiz Ignacio de Oveira Jrdun.Nao ha quo
deferir por ler esta presidencia mandado por a
concurso o provimento da cadeira deque trata.
Mauoel Flippe do Moute.-Tiiido esta presideu-
cia mandado por em concurso o provimento da
cadeira que requer, nao ha que defrir.
Mara loaquina de Sonza.Informe o Sr. com-
ntandanto do presidio de Fernando.
Mara Thercza do Espirito Santo.Infirme o sr.
coinmaudante do presidio de Forondo.
Manoel Simplicio Correa Leal.Informe o sr.
inspector la the*ouraria de fazenda.
Manoel Carlos Vilal.-Tendo esta presidencia
mandado por em concurso o provimento da cadei-
ra que requer, nao ha que deferir.
Manoel Cas-iano Ferrara da Conceicao.Indc-
erido, a vista da intoimaeao.
Manuel AlexaniriDO de Albuquerque Puta
Omccda-se. .,
Thereza Alexandrina de Barros Mello. Lonce-
da-se por 60 dias com ordenado someaie, na for-
ma da lei.
Repartido da polica.
2* seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 13 de Janeiro de 1870.
>- 7. ni,,,. e Exm. Sr. Levo ao conheci
ment de V. Exc. que, segundo consta das parti-
cipa ce* recebidaa n'esta reparticao. foi hontem
recolhido casa de detencao, or.lem do subde-
legado do distriel do Recife, o americano Andieu
Hompson, a re juisicao do cnsul do Estados-Uai-
' Deus guarde a V. ExcIllm. o Exm. Sr. se-
ntar a repblica do alto da casa da ra-nara, com
as aaclaMiaeoes de dtenlos rail vas-allos transfor-
mados pelo seu valor em cidados. .
Af redhem na mmha velha experiencia : o ini-
migo nito so esmag se nio por manobra inespera-
da ; e era circunstancia* upremas que sao pre-
cisas providencias extraordinarias.
Como I Sera abstencao levar cera mil eleitore
de Pars a pronunciarem-se pela abolicio do jura-
Abstinham-se acaso na Inglaterra qnando, para
fazer entrar no parlamento os klandezes, os jo-
iteos, coritavam com os candidatos inconstitucio-
nal"1 ?
Nao ha duvida que para ter xito nao precisa
tal candidatura do sopro revolucionario ; mas >e
ella vencer, o saffragio universal fara o seu tu ae
agosto pacifico. ___...
Onde se pode ahi desenbrir o conQicto para da
flxo too Cernido pelos urdios amigos do juramen
to t Bateram-se acaso depos dos banquetes de
Llle, de Diion, de Chlons? Ninguem -uidou os-
so :,s Luz Felippe recebeu um golpe mortl e
o constitucionalismo, cada vez mais desrazalo,
foi arrebatado pela primeira rabanada de vento.
Prudentsimas gentes, seris vos menos perspl-
cazes que o proprio governo? Se o revea, tan
certo, por que que elle nao d ixa pronunciar se-
quer o norae dos inajuraraentados ? Ah e que
elle bem sabe que se quatro intrusos se introdu
zissem na cmara, a sua derrota moral nao seria
menos irreparavel, e que ficariaw contados os
seiis dias I
Mas para que o flquem preciso, antes de tu-
do, que o suffragio universal deixe de passar, pe-
los seus elelos, as forcas caudinas.
Se esl prorapto, nao tem que saudar. o bonnet
de Genler. '.
Esse deve ser o primero passo pira a repblica.
A revolncao, esse symbolo outr'ora prenhe de
tempestades, nao tom'd'ora avante desc.ntaecido.
As foucuras e as ruinas do imperio oncarregaram
se de Ihe imprimir a formula nos coraces:
c Conciiiacao pela scieocia e justca de todos os
direitos e de todos os nleresses.
Como expediente, o 89 da burgueza estendida
ao povo, para que esta palavra repeliente proMa-
rio, cobrndo Untas miserias, desappare?a dos
fados e da lingua, havendo s irmaos.
Os nossos pais tnham encontrado esta magnili-
ca syiithese n'um esboco immortal: perfectibihda
de indefinida da ra?a humana pela cultura igoa.
da intelligenca, e progres-o da felicidade physi-
ca S"b a fecunda influencia da lberdade e da paz.
O que era apeuas urna intuico do genio, as
descobexU* da anlhropologa elevarara-na a allu
ra d'oraa le inalienavel.
Sm, d'onde quer que venha, para onde quer
que va, este muudo tem a sua lei positiva de
transformacao e de des.involvimento incessante do
cerebro e das faculdades pela lberdado e bem
estar. .
Por conseguinte. toda a insttuicao que para ani
convergir boa, toda a nslituicao que a isso re-
sistir mi.
So a revolucao j nao tem desconhecid, tam-
bera nao inspira terror por eto curto praso :
manhaa.
O periodo incandescente das revolucoes loi me-
dirlo como o dos vulcoes.
Urna revolucao apenas um abalo que passa
para comuiunicar ao corpo social, com raais pu-
reza, mas energa.
Temos por garanta esse anno de 1849, que sot>
a forma republicana deu nossa prosperidad^ a
nossa indu-tria, ao nosw coiumercio um alent
at enio desconhecido.
Pois bem Com essa fe na alma e esse pharoi
reluzente.visu, camnliemos direitos, com passo
deejlido, em no ne de todas as consciencas que
te^m s.jde de liberdade, e em nome de todas as
miseria! que nao podem esperar raais tempo.
Saudacao e fraternidade.
Ledru-Rollin.
Londpes, 7 de novembro de 1869.
mai daquaila-, e pWindo que
deposiuria de tao preciosos documentos.
t Dous Ub Hies offereeero gratuitamente os
seus ser vicos a sociedade para a transcripcao da*
cartas documentos raanuraUsarios ella perlen-
centes.
Em cada sessao novos indivuloos vn asso-
-se plyade dos nobrespronngnadere*,.da- 1jJ*s de:eonformidade eom a doatriua di ref n I
' ufficio, e que se tomara o alvitra de consultar ao
governo imperial foi por que a p irle inleressada
aseverara que na corle os agentes deieiloesp>
iara proceder estes em qudquer lugar tora da
artif
bro de 1851 ; devndo nos lugares, onde os na
houver, -er o cargo exerciJi pelo porteiro do
jnizo eominercial na forma do aviso n. 8'i de li
de fevereiro de 1856 Acense agradecendo a
S. Exc. w Sr. ministra da ju tribunal indeforira a peligo de Oin agente de Wi-
liberdade que'fazem parte dessa humaniurra
tiiuicao.
i Louvores aos Ilustres nazareno, louvores
aos benemritos cidados qae se encarrregaram
de erguer um eterno padro comarca de Nata-
reih, instituindo a Sociedade Emancipadora Na-
zarena.
Fazeraos votos para que a eminente assocu-
cao prosiga serapre cercada dos fruclo- dulcorosos
da liberdade, cobrndo com a sua bandeara civi-
lsadora e phlantropca horror e hediondo,
dessa ulcera sociala escravido,que tanto en-
negrece a fronte esplendida do soberbo gigante
sui-americano.
i A sociedade mandn conferir diploma 4o
oco benemritos aos cidados que hberuram os
ventres lie suas esrravas na sessao inaugural da
sociedade, na de 26 de setembro e ao Rvra. An-
tonio Goncalves pelos nobres actos pralicados, que
os tornara credores da distinecao que concedida
pelos esututos respectivos a todos os manumisso-
res, por ella considerados benemritos da hnnuni-
dude.
CLUB X.Reune-so hoje, s 6 horas e raeia
da Urde, no salao do Club Pernambucano, a so-
ciedade desU denoinioacao, attra de proceder a
approvacao dos respectivos estatutod| e eieicao
da directora effecliva.
ASSOCIACO COMMERCIAL BENERCENTE.
Para hoje,' ao meio iia, se acha convocada urna
reunio da assemWa geral desU corportco.
TRILHOS URBANOS DE OLlNDA.-Informamv
nos que os navios Cosmorant, Strata Florida, Eli-
sa Stuiris, e Juvence, sao portadores de trilitos,
machinas e demais objecin para a emoreza dos
trilhos urbanos do Recife Olinda. O primero
desses navios sanio de Liverpool a 29 de novem-
bro do anno passado, e os outros logo em se-
guida.
ASSASSINATO DA ILIIA DO NOGEIRA.
Contina a poliei. em suas indagacies no intuito
de descubrir o raysle.rio que envaNe o assasfcinato
ile uraa infeliz moca branca, cojo cadver, con-
forme noticiamos m outra occasiao, tora encon-
trado na ilha do Xogueira, e, apezar do milito que
tero feto, segundo nos consta, nao se poupaiidi
trabalbo de quali lade alguiua, nem mesmo lera
conseguido saber quera seja a assassinada. Para
nos ha abi um segrodo de familia, exemplo de
tantos outros que sera para de ejar se descorl-
nasse, alim de satisfazer-se a vindieu publica pela
SEGUNDO MANIFEST DE Mil. LEDn R0LLIN.
Concidadaos.Sao, pecar de vivas instancias,
nao re a Paris,durante as eleic.oes.
Seja qual fr a forma, f aris tem que dar um su-
premo veiedictum, que tanto mas iiiipressionar a
Franca e a Europa, quanto mas placido fr.
Esse verelictum, s pela torca o |>oder conju-
rar imperio.
Nao uiivis j os gritos solvagens da imprensa
Imperialista, pedindo nova hcialombe de da mil
republicanos?
Ettwraea que as casernas estao cheas a deitar
(ara, e que de toda a parte convergen! novas tro-
pas a Paris ?
Nada de illusao; o que o imperio quer urn da
de baUlha.
Ora, a ehegada subitnea de um homein dupla-
mente rebelde, emquanto os vossos votos naj o le-
vantaran do o-tracismo de que est fulminado,
pode tornar-se o pretexto para o conflicto.
Se, em 18W, em perspectiva do imperio nascen-

EXTERIOR.
Franca.
HAWTFST'. DI MU. LWaW-BOLLlS AOS ELEITORES.
IrBBSEXT\-NDO-SB CANDIDATO A CMARA DOS DK-
pirruMK
CidaJans.Livre, bem o sabis, de escolher en-
tre as candidaturas ajuramentadas e a vossa can
didatura sem juramento, olhei como um dever
optar por ella. E' urna responsabilidade grave,
como todo n acto que rompe com o passado ; por
iss, nao podendo esquecer que em 1819 Pars,
sob um diluvio de calumnias, me elegeu o pri
meiro da sua MsU, e que a Franca ra honrou en-
to com mai- de dous mllioes de suffragios, via-
me
minaca
Porque no ha de haver juramento
rnioas.-e cujo destroc/i foi a decapiueao d parti-
do nos seus representantes e nos seus escriptores
mas dedicados, concorrer hoje que o imperio esto
agoiisante, para renovar esse holocausto, sena
urna loucura e um crime.
Com -sta recosa da ida, bem sei, j me o disse-
rain, perderei a sympathia dos ardentes, coran
perd a de alguns outros com a minha oegae>> ao
juramento. E' I que me importo a popularilade,
em presenca da salvaco da democracia !
Popular .ni nao, nem por sao deixo do me sen-
tir no proprio centro da verdade.
O que eu quiz, cuido tel-o exprimido claramen
te : como principio, libertar o saffragio universal
pelas suas mos ; como tctica, ne*u guerra era
que o sitiado possue anda um material derru-
dor, empurrar a mhia cada vez para raais perto,
escondida e acobertada pelo escrutinio.
Nada de confusao Ha dois papis :. o vosso,
di
e obligado a expr Ihes os motivos de Ul deter- eietores. que precipitar o movimento e o dos
JJSJ ajuramentodos, que, na cmara, tenam de o de-
Poriue no ha de haver iramento f i tender. .
En o so os principios, pedera eu repon- Agora, os eietores da terceira circumscnpao,
der : Porque contribu para o abolir em 1818 co- que dorara tamanha prova de patnot"', expul-
mo origein de escndalo, attentado contra a lber- j sando um apostata, querem dar outra ma.o jhb,
__' origein
dade de consciencia, incoinpatibilidade com a so
berania absoluta do sullragio universal ; porque
emiini foi morto para sempre era i de dezembro
de 1831.
Isto revelara apenas urna parte do meu pensa-
mento, e parecera censurar os que julgaram de-
-ver snbmetter-se Ihes, alim de prestar servicos
que effecliv.imente prestor-m. Mas cada cousa
ra seu lempo, para cada passo um progreso,
pois collocando-me no ponto de vhu das pre-
sentes circumsuncias, e cmno questao de proce-
der actual, que eu coasidero o juramento am
perigo.
PresUr ho'.e juramento, u puxar para o parla-
menurismo.
Nao se Mudara : ao imperio que se extingue,
o pirlamcntarisnio que tende a sneceder. Enlea
do por isso o partido de classe, de iristocracU.
sob o qual n paiz se petrificou durante 18 annos,
entre estos duas charlataneras: Segredo a respei-
lo das questofs pendentes, silencio acerca dos fae
tos consumidos ; este partido basUrdo de reba-
xamento por rara, de corrupc por dentro, que
nao tem nome. proprameute (aliando, mas, anda
menos extranhas para o povo ; que, depois de ter
gordado no lempo de Luz relippe, se etnpres-
loa ao general Cavagnac, como se eiipprestiMi a
Luiz Napoleao, como se emprestara amanha a
ama regencia fantostica ou a qualqoer outra tra-
vesinha de ordem, cora tanto que dominasse como
senhor e toinasse o passo deraocr.xcja. E' no-
meroso o seu exercito de privilegiados pulento ;
os dsolutos sao seus cheles.
Se nao fosse a poderosissima interveneo do po-
vo, estova all o verdadeiro perigo da sitoaco.
Gorao sahr d'ahi ?
E' ajanundo mais quatro depurados cnnshtucio-
naes a esquerda, onde os maiores talentos teein
ido e irao abortar contra ama maioria compacto,
que pode amanlia divdir-se a proHdsito do impe-
rio sera se dividir nunca contra ella propra, aper-
lada como se ha de ver pela cobica e pelo medo ?
En conhecia-a, en que durante dezoilo annos
atirei contra ella o meo mchedo de Ssyphe.
Ento comprehendi que nada havia a fazer pelo
povo, seno sahr desse constitucionalismo c-ffe-
minado, e entrar no absoluto dos principios ; f >i
nio que no famoso banquete de Lille, recusando
o toat ao re, como boje recuso o juramento, eu
demarra o pomposo chefe da esquerda parlamen-
tar e os quarenta deputodos quo o acompanba-
?am, cora estos simples palavras :
A' soberana do povo I A' independencia I
Ao melhorainento da sorte physica e moral dos
operarios f
E certo qae ouvia ento os raesraos clamares
que ouco hoje : Vos divids, vos perdis o par-
tido | > gnu varadme de todas as partes com tal
furor, que em conseqneaeia da minha recosa do
toast ao rei, ful o tunco de todos os deputadijs nao
convidado a memoravel banquete de Paris. E
todava cssa colera era insensata, nma vez que,
Mk depoi!, ea tiaba a insigne frtuea do procla-
lornando-se os liberudores do suffragio univer-
sal ? Querem, podem tcntol-o, ao menos na pri-
meira vniaclo f Se estao resolvidos a isso, digara-
no : pertence-lhes o meu nome.
Nao cntendem pe > contrario seno marcar pas-
so em vez de avaocar ? Digam-no tainhem, mas
de prompto ; desparecer o meu nome da luto.
Nao mim, effectvamente, que tenho sido ha
trinta annos o apostlo do s-iffraglo universal, que
desde 18U nre vejo condemnado a seis mezes de
priso por o ter proclamado perante urna assem-
Ma de privilegiados; a raim, que ti ve a inexpri-
mvoi felicidade de o inaugurar; nao a mira que
pode convir o ser Ihe motivo para discordia, entra-
vando-lhe a sua livre raanifestaca).
Coraprehendam bem isto os eietores da 3." cir-
cumscnpo: votando |nr um inajuramentido.
podem pacificamente, sem violencia, dar no impe-
rio o golpe definitno e fazer pela sua yotacao urna
dala nos fastos gloriosos da democracia.
Saudacao fraternal!
Ledra- MU*.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
AUTORIDADE POLICIAL. Por portara da
presidencia de 13 do corrente, foi nomeado lsup-
pente do subdelegado da freguozia da Boa-Vista,
o Sr. Dr. Porflrio Barbosa da Cunha Horeira.
VISITA PRESIDENCIAL.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia sabbadn percorreo toda a linha
da estrada de ferro de S. Francisco, at a estaco
do Una; sendo acorapanbado por diversas pessoas
gradas.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.Comeca
hoje a primeira sessao ordinaria do corrente
anno.
DlN'HEiRO. Foram portadofes o Potengi e
Pirnpama. sabidos ante-bontera para o nono e sul
do imperio, das seguales quantias :
Aracaj. 15:nO0*O0O
Alagas. 98:6"0l000
Rio Grande do Norte. 2.V.0Vlf WO
Aracaty. 1:500*000
Cear. 400*000
NAZARETH.Escrevemnos desta cid ido :
c A Sociedade Emancipadora Nazarena, serapre
incansavel nos meios conducentes consecosso
de seu sublime desiderandom, vai obtendo cada
vez mais brilbantes conquistas era sua marcha
civilsadora.
t No da 9 do corrente honve reunio da so-
ciedade, ou, na expresso dos seos estatutos, ses-
sao trmensal.
t All tratoa-se dos interewes genes da socie-
dade, e foi apresentaio, por intermedio do res-
pectivo 1* secretorio, ura offlcio do Rvra. Antonio
G-oo$alvca da Silva, do Tracunhaem, cobrind^
punlcao do crimineso. Ha na secretoria de poli-
ca, a seren vistos or quen quizar, diversos ob
jectos pertencentes assassraana, corao*sejara, um
chales, chapeo de sol, botn .s, cabello, um lenco
com a inicialP, um cinto ciir de rosa o frag -
mentes do vestido. E como quer que vista de
taes objects se possa descubrir a verdade deste
(acto, esueramos |ue todos, sera excepcao da clas-
ses, iratem de examina-los. procurando por esse
modo auxiliar a polica era suas invesligacoes.
PROCLAMAS.Foram lidos hontem na matriz
da freguezia de Santo Antonio os pruc.^111^
seguintes :
!. dciunciaco.
Francisco Xavier de Barros Campello, com Isa-
bel Mara Itbeiro de Aguiar.
Antonio Soares Brando, com Eafrasia Maria
da Cooeeicjii).
Tertuliano de Mello ''arneiro, cora Maria Fran-
cisca da Cmara Santiago.
Joo Gomes Antunes Jnior, com Rita Maria a
Concefo.
Isidro Gomes de Macdo, com Paulina Maria
dos Prazeres.
Joaquim Cieraentino RiheirodeBrito, com Maria
Anglica de Carvaliio Pinto.
Ivo Severino.co n Tueodora Jeronyraa Correa.
2." denunciarlo.
Adolpho Vieira Lopes, cora'Maria da Conc^ico
Vieira Lopes.
Antonio Virs za de Jess de Lemo*.
Francisco Carneiro dos Anjos, cni Joanna
Baptista da Paz.
Joo Walfrido de Moderos, com Hjnrqueta
Leopoldina de Carvalho Porto. >
Manoel da Silva Lages, com Joseplia Candida da
Silva.
Manoel Symplicio do Nascimento, hm Emilia
Maria do Rosario.
Manoel Joao SimSe de Almeida, cera Carolina
Felisinina da Cruz.
Jos Claudio Dubcus, cora Maria Resaria de
Franca Mello.
3.* denuncaco.
Joo Gualberto, cora Adelina Maria Soares.
O baro da Soledade, cora Tliereza Portella de
Souza Leo.
Sebastio Luiz Marques, com Paulina Cosma de
Mello.
Francelino Antonio da Silva Jordao, com Ber-
narda Francisca dos Santos..
Antonio Joaquim de Figu.'irdo, com Avelina
Constautina Crne.
Joo Renio Soares de Carvalho, cora Josepha
Maria dos Prawrcs.
LOTERA.A que. se ada venda a I3i", a
beneficio da greja de Nossa S-nhora do Amparo
de Olnda,' que corre no da 21.
LEILOES.Conforme est annunciado deve ter
lugar auianha o lelo dos movis, louca, vidros
e mais objects da confeitaria iianreza, ra da
Imperatnz n. 15.
P.VSSAGEIROS. Saludos para ilha de
Fernando de Noronha, no vapor Coraripe.
Julo Hyppoluo de Meira Lima, Gentil H >-
mein Rodrigues de Souza, sua senhora, 4
lia e i criada, Senhorinba Maria da Con-
ceico, Mafia Antonia do Nascimento, Mi-
na do Carino da Conceirao e i lilb.o. ca
pito Manoel Alejandrino do Albuquerque
Pitta, 10 sentenciados e varios guardas na-
cionaes.
0 vapor Potengi sahido para os por-
tos do sul conduzio os se?uintes :
Galdiuo Telles de Menezes, capillo Ma-
nee! Vindiano Pinito, capilo Pedro Jos
Pinho e i escravo, Luiz Goncalves da Cos-
ta, .Manoel de Vascon -,eIlos, ''rancisco de
Vasconcellos Mendonca, leme coronel
Jos Alves B anco, Baptista 4 Res, ianoel
da Silva, Dr. JoSo d'Almeida Lopes, sua
senhora e 3 esesavos, Maria Joaquina do
Nascimento, albino Joaquim de Gusm3o,
Jos de Barros e Almeida, Joaquim do
Prado A. Leal, Joao Capristano Pires Bar-
boza.
Para o norte seguiram no vapor Pira-
pama os seguintes :
i Costa, padre Manoel Gervasio Ferrei-
ra 'daSilva, -irnlino C. de ^igueiredo, sua
seutKHM e i criada, Jeronymo Ribeiro Ro-
sado, Minervino Alvares Affonso, Francis-
co Teixeira Chav s, Ge >rge Jacob e Brun-
cheller, sua senhora e 2 escravos, De Vi
rente Ferreira Gomes, Dr. Jos Ignacio
Fernandes Barros. Sabino Furiat, Franaisco
Affonso do Reg Mello, supenora Duborl
acompanhada de cinco irm3as de caridade.
Francisco Goncalves Valentun, Manoel An-
tonio de izevedo, Francisco Jos Gomes.
?r. David, figael da Fonceca Barbosa, pa-
dre Constantino Gomes de Mattns e cria-
do, Francisco X. Cavalcanti d'Albuquerque,
Manoel Correia Lima.
pra?a para que tnham sido provl Offlcio ao Exm Sr. presidente da provincia da-
tado de 10 do corrento, exigindo que se Ihe infor-
me qual b estado do commereio desta provincia,
sua-< necessi lades mais urgentes, numero de um-
panhia annimas, agencias e ca xas filiaes exis-
tentes, seu capital nominare rea I isa do, seu fundo
de reserva e de amorsacao.S#lisfaca-se, depois
de recorrer- se aos meios empregados o ahno pr-
ximo passado.
Offlcio do Exm. Sr. conselheiro presidente do
tribunal do commereio da capital do imperio com
data de 32 de dezembro prximo lindo, aecusando
a recepeo do que Ihe fura dirigido em 22 de no-
vembro, declarando que posto se desse naquelle
tribunal intorposicao de recurso de revista de um
sea de>pacho proferido sobre aggravo, nao eslava
mas disposto a permettir seraelhante recurso por
no ser caso d'elle como o d-^clarou o supremo
tribunal de justaba. Acompaab dito, offlcio urna
hrochura relativa qnesto Man -om a compa-
uhia da estrada de ferro de Santos a Jundiahv,
que embora no tivesse nenhuuia analoga com a
ques'o de que se tratara, servio de pretexto para
a indicada revista.Aeeuse-se agradeceodo.
Dous offlcios do mesrao Exm. Sr. conselheiro
presidente, datados de la e 28 de dezembro re-
metiendo competentemente decididos os autos de
revista, submettida- ao tribunal, era ura dos quaes
sao recrreme a direccao do novo b>nco era li-
inidacao, e recorrido o administrador da raassa
(aluda de Sebastio Jos da Silva e n'outros, recor
rentes _.
nio Supardo.A secretoria examine se verara os
autos que se referem estes ollicos; o que feilo
aecuse-se o recebimento.
Dous offlcios do secretorio do tribunal lo com
raercio do Maranho, firmados de 31 de dezembro
ultimo e 7 do corrente, acensando recebido o of
Picio que se Ihe envou em 22 de novembro. e re-
metiendo a relacao d is commerciantes que all se
malrieularaiii no ultimo trimestre.Accuse-se o
recebimento da indicada relacao.
Offlcio do presidente e secretario da Junti dos
corretores que findaram as suas funecoes era 31
de dezembro do anno prximo pausado, communi-
cando torera dado posse aos funecionarios da no-
va junta, e oflerecendo um m ippa demostrativo
das transaccods edctuadas pelos corretores do-
rante o referido auno, ponderara a necessidade
que lera a junta de um outro regiment interno,
visto como o que vigora se reseute de defeitos.
Acnsese e archive-se os mappas.
Offlcio dos 3Ciuaes presidente e secretario da
sobredta junta, enviando o boletra coraraercial da
ultima semana.Archve-se tambera.
Jornal Quicial n. 1 do Io d i corrente anno, e
ns. 306, 307, 308,309 c 310 do prjxmo pas>ado.
Ao archivo.
Mappas demnstrateos dos effeitos entrados e
sabidos e dos que ficaram existindo nos seguinles
trapiches e armazens alfandegados : Dantas, Tas-
so, annazens da companhia Pernambucana. n. 18
da mesnw companhia, ns. 9, loe 17 do edificio di
alfandega velha, largo da Assembla n. 20, cae<
do Apollo ns 73 e 7o, roa do Apollo n. 20.Cun-
lira se co n o antecedente.
Protestos de letrasO ultimo lavrado pelo es
crivo llbuquerque 6 de n. 1970, com data de 20
do crrante, e peto escrivo Unto n. 19V, 11 tora
bem do crrenle.
D8SPACU0S.
Petieii) de Veriato Ontolo Lupas, liquidante da
extincta firma de Veriato de Ddlphira, apresentan-
do para ser registrada urnaes-riptura de debito e
hyputheca coraraercial.Como requer, sendo feita
o) reisiro geral.
De. Jyaqum Caetano da Silva e Joao Francisco
Orpho, aprsenlando tambera para ser registrado
o seu contrato social sob a razo de Silva 4 Or-
pho.Vista ao Sr. do*enaharg*dor liscal.
Dos procuradores flseaes da raassa fallida de
Maia fc Espriio Santo, fazendo entrega da carta
de registro da barca Adetaidc, que perteneeu a
referida raassa, por ter pasando a novo p.jssuilor,
aum de ser nesse sentido averbada.Vista ao Sr.
desembargado!' ti cal
De Valtrudes 4 Borburema, pedindo a S. Exc.
o Sr. presidente do tribunal para Ins mandar re-
gistrar a nomeacao de seu caixeiro Jos Antonio
dos Santos.Regstre-se.
De Mana Joaquina da llosa, pedindo ao tribu
nal que Ihe mande registrar a proeuraeo bastan
te que apreseuta, na qual conferio ao seu hllio
Genuino Jos da llosa, pideres para genr e ad-
ininisiwr o estabelecinunto de carne secca que
possue ra da Praia desta cidade.ilegi-tre-se.
Da Pereira & Regutfe, mostrando torera cumpri-
do o despacho proferido na sessao prxima passa-
da no requerimento era que pedem o registro de
seu contrato social.A cstainpiiha corresponden-
te ao sello lixo de menor i Bporlancia que o sel-
lo devido.
De fasso Irmaos & C, pedindo o registro da
CHROMCA JUDirURM.
I Itlltl \\l. DO COHUERCIO
iCTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 13 DE
JANEIRO DE 1870.
BJtSroENCIA DO EXM. SR. DESEMBRGAME ANSBLMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhaa, reunidos 06 Srs. depu-
,ados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de
ruangy, presente o Sr. desembargador Uscal, o
Exra. Sr. presidente declarou abena a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessio de 7.
nDIENTR.
Offlcio da secretaria de estado dos negocios da
justca, eomrauMcando-se ao tribunal qae S. M.
o Imperador resolvendo a consulta de 30 de agos-
to njiinm houve por b.>ra declarar oue sendo os
subslituio sejam chamados para presidir o
jury o&yijzes do termo vismlio.
Pi ocremos a razad (tosas duas leis, e
vejamos quaes os fun lamentos que leve o
nosso legislador para assim determinar. .
'Nos parece fra de toda duvida que a
mutua influencia e dependencia eiaque
sino os entures e juiea de um termo, ro
que mjfivOd o estalwlecer a le; que den-
tro de seis mezas dipois de deixaremos
magistnlos o exercicio de soas felo *s
nao podessem ser votados para depulados
n'aqnelfe lugar.
Se a biftennitisse ao juiz receber votos
no lugar em qu*?ra;oa exerteti hapouco
lempo autoridade ou jurisdiccao, acco.jte-
cena maltas vezes que, ou os eleitores vo-
ta?sem Bello, nao por sua livre vo-itade,
mas pela dependencia em que po ventura
estivesse, ouque'o juiz se pronuncasse
n'esaou naquella causa, nao segoindo os
diclames dd consciencia; mas obdecendo s
determinac3es de qua'quer influencia eleito-
ral. de qoem dependesse sua eleico.
Bem sabia e justa porUnto, esta dispo-
sc5o legal, e incalculaveis os beneficios
que ella trouxe aos direitos individuaes,
que assim cam rodeados de maiores garan
tas e protegidos por um poder mais indo-
pendente.
Um juiz ou qualquer funecionario incum-
bido de applicar a lei e destribuir a justi-
?a, nao p le estar sujeito vontade de
pessoa alguma ; deve guiar-se por si, res
peitando a lei e o que Ihe dictar a cons-
ciencia ; de outra sorte longa de mantjr
a ordem na sociedade, produziria n'ella urna
a de Sebastio Jo* da Silva e n'outros, recor- pg,.^ anarc|ia.
'' A lei que determina sejam chamados os
juizes do termo visinlio, para presidir o
jury, no impedimento dos juizes do lugar,
funda-se era duas razSes principaes: n"
consentir que a alta Utnccao de presidir o
jury seja exercida por juizes leigos; e
apressar o julgamento daquelles que estao
privados de seu mais sagrado direito: o
direito de liberdade.
Realmente, s um juiz letrado, s um
magistrado, que tiver conliecimentos jur-
dicos podar oceupar a presidencia de um
tribunal Rio importante como o jury. 0
preenchimenlo de certas formalidades le-
gaes, o modo imparcial com que deve o
juiz fazer o resumo dos dubites, na exacta
applicacao da le, ao tacto julgado pelo tri-
bunal, sao outros tantos motivos imperio-
sos para que s um juiz versado em juris
prudencia possa.presidir um conselho de
jurados.
Em que embaracos nao se adiara um
leigo, que tivesse de resolver itiinaedata-
mente as qnestDes importantes e dilliceis.
4,ue se podem Jar em muitos j'ulg menlos'!
Q.iantas vezes, mesm sem o querer, n >
applicaria elle indevidamente a le ?
Era preciso, pois. que sabio e previdente,
como o nosso legislador, procurarse ar-
redar lodos esles inconvenientes, asseguran-
do assim a ordem na sociedade pela boa
adininislraco da Justina.
Pode porm accontecer, e se tem dado
militas vezes, que tanto o juiz de direito de
um termo, como o juiz municipal, seu
substituto legitimo, estejam impedidos de
julgar um processo, ou por se terem
pronunciado na causa, ou por outro moti-
vo qu ilijaer; perguntaraos, deve o reo es-
pera/' que seja nomeado para o lermo um
novo juiz ? Sem duvida que nao.
A aeco da justca nao pode ser tardia,
e muito nanos quando as pessoas que de lia
necessitam estao privadas de sua liber-
dade.
Em moitas occasies o jury tem repara-
do graves injusticas commetlidas por auto
ridades capricbosas; e sendo assim como
demorar os julgamentos dos reos ?
Tratemos agora da qu-:sto, que depois
.le estibelecidos esies principios torna-se
fcil de resolver.
Si a incompatibilidade dos magistrados
foi declarada por urna lei anterior, a que de-
i 'rrainou fossem os juizes do termo vizinhn
presidir os julgameatos, qmndo os do lu-
gar eslivessem empedidos, manifestojue
ella ii3j pode regular a especie de que tra-
tara is; nao s por que o legislador assi n
estabelecendo nao previo o caso especial de
poder um magistrado exercer jurisdiccao
lora de seu territorio, mas ainda por que da
propria lei so v claramente que a incompa-
tibilidade smente para os juizes, que exer
cem autoridade ou jurisdiccao em seu terri-
torio.
Assim, pois, quer pelo espirito da lei.
quer por sua propria letra, a queslo s
pode ter uraa resposta negativa.
Mas, vejamos se um juiz que vai termo
estranbo presidir um julgamento esl no
mesmo caso de om juiz effectivo, ou substi-
tuto que no mesmo termo de jurisdiccao
esto em exercicio seis mezes antes de pro-
ceder-se a eieicao secundaria, indaguemos
se contra aquelle militara as raesmas r zes
que contra estes.
Se como vimos a influencia e dependencia
em que eslao os juizes e eleitores foi o que
delerminou a incompatibilidade, parece-nos
quo sao mudo differcnies as cundieres.
Um juiz, que tem apenas o poder de di-
rigir os trabalbos de um julgamento, de qi*
nem ao menos pode appellar, porque quasi
sempre o impedimento do juiz ao lugar
ocasionado pela sua assistencia ao pri-
mero julgamento, em que pode influir? Um
juiz cuja jurisdiccao nao se estende alm da
sala em que funeciona o jury, que n5o lera
poder de processar, nem lo pouco de jul-
gar por si, deque vale?
Um juiz n'estas circunstancias nao pode
ser comparado ao effectivo, ou substituto
em exercicio no territorio de sua jurisdiccao.
os poderes destes sSo muito maiores, e.
por consequencia s estes podem influir de
alguma sorte na vontade dos eleitores.
Demais, segundo o principio de direito,
de que privilegios e exclusoes s podem
ser determinados por lei expressa, desde
qne esta nSo existe, n3o se pode por de-
dueco estabelecer a incompatibilidade ;
odiosa resiringenda favorabilia ampliando.
E' esta a epiniao de muitos advogados
notaveis d'esta cidade, e que por certo nos
parece a mais razoavel.
W.
victima desses raen cruns e inferoaes inimigos o
resto da minha chara familia I t
Senhor Vede que esto vomo humilde e sem-
pre leal servil j rece un u pessoalmento tres de
vossos delegados nesia provincia, alera de ootraa
autoridades, e nada d-* cessarem os birrivris ma-
les, otes por isso me*mo, que me tonho queixado
han anda mas os meus cruei o nfernaes innni-
go redobrado os liorrivel* nurtyrios | | I
Senhor f Este vosso humilde e sempre leal ser-
vo, que solta estes verdader osgemidos, pr dundos
da injusta-* Vossa Mag-tade Impend, natu-
ral do herosmo da regio catholica apostlica
romana, a cidade de Olinda, Albo legitimo d um
tenente c ironel deartilharia do exercito brasileiro,
de maii de 43 annos de servio. (sem nota) ao im-
perio do cruzeiro, e alteres da extracta guarda
nacional e da actual desde qoe se p- z era execu-
cio nesta provincia a lei n. 602 de 19 de seterabro
de 850. ...
Senhor I Dignai-vos attender a estes verdaoei-
ros gemidos profundos da jnstica-alira de quo
nao continu a ser marlyrisada o resto da familia
de militar do Imperador do Brasil, e seja garanti-
da a vida deste vosso humilde e sempre leal servo,
ameacada a todo* os momentos, como Ha sido, por
estes crueis e nfernaes, iniraig que nao saciaran)
ainda a sede infernal com os martynos de horror
que ho praticaio era uraa serie de 1* para la
annos : alm das injusticas anteriores a este lem-
po t !..... ..
Senhor I Soccorrei-nos sera demora : manaai
do alto do excelso throno imperial as sabias e jus-
tas providencias.
Cidade de Olinda da provincia de Pernambuco
do imperio do Brasil, 3 de Janeiro de 1870.
Antonio Lobo AWertim de Miranda Henriques.
0 commereio a retalho, j tao sobrocarregado
de impostes e sujeito a innmeros abusos, sofire
ainla, para cumulo de tantos vexames as exigen-
cias, para nao dizerinos extorsoes do Sr. aferidor,
o qual exige dos corainerciantos um emolumento
exorbitante pela afericao de pezos e medidas, c n-
tra o disposto oo regulamento da Illiua. cantara
municipal.
Se esse regulamento foi publicado para evi-
tor-se taes e igencias, podomoa afllrraar que nao
satisfeito o louvavel intuito que se leve em mira ;
visto como o Sr. aferidor, ou ligando pouca impor
tancia s disposicoes fiseaes, ou fingindo igno-
ra-las, as altera a seu bel-praser, em proveito do
seu proprio interesse, e em detrimento do com-
mereio, que costuma supportar reignado esta e
outras arbitrariedades.
E nao se diga que formulamos censuras sem as
fundanienlarraos, nao : os fados sao patentes, el
verdade das nossas assercoes est na consciencia
do muitos commerciantes, e at, talvez, na do pro-
prio Sr. aferidor. Julgmos que qualquer cora-
merciante, ura vendelhii por exemplo, nao obn-
gado a comprar as medidas ao aferidor, pois que
este nao possiie privilegio alguna que o coosiua
nico vendedor de medidas; e no entretanto o
actual Sr. aferidor arroga a si tcitamente esse
direito, exercendo inqualicavel presso sobre
aquelles quo ih'o contestara. No pagamento da
bracagem, isto do tratalho de ir aos establec
inento> alerir os pezos, nola-se urna disparidad^
tal, que rovela ou pouca praca ou inuita prepo-
tencia da parte do Sr. aferidor, que desabnda-
ii ente se recusa acceder s justos reclaraacoes
que Ihe sao dirigidas. Urge, portauto, que a Illraa.
cmara municipal, Ilustrada c justiceira como e,
adopto urna medida conducente a evitar a repro
duccao desses desmandos lo prejuliciacs ao com-
mereio a retal lio, que nao deve continuar a ser o
ponto objectivo de quantos ambiciosos por ato
pullulam.
COMMERCIO.
PRAGA UO KECIFl 15 DK JANEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS 0A TABDB
Assucar mascavado bruto cora purgado 3320O
por lo kr. (hontem)
Algodo do Pernambuco1007 rs. por kil.
oncallo Jos Alfonso,
Presidente.
Mosquita Jnior,
Secretario.
ALFANDEGa.
tendimento de dia 3 a l
lera do dia lo.....
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
olumes entrados com fazondas
dem idem com gneros 10
Volamos sabidos com fazendas 230
dem dem cora gneros 350-
10
.'*
nomeacao de guarda nvros de sua casa, que de-
rara a Julio Catar da Costa Gnimiraes.Aestara-
pilha enllocada no documento junto nao a com-
petente a qual deve ser a do art. 19 i- do decre-
to n. 4,334.
De Joaquim de Faria Machado e Vinssimo Fer-
reira Gomes, pedindo o registro de si-u distraclo
social.-Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De. Luiz Goncalves da Silva, Francisco Vieira
Perdigo e Fesberto Ferreira de Oveira, pedio
do o seu contrato social, .para cujo li n o apresen-
tam Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Jorge Jacob Brunnchuveiler, suisso, de 23
annos de idade, morador na cidale do Aracaty,
onde eslabelecido com arraazem de fazendas por
jrrosso, pedindo matricula; apoiando sua preten-
cao nos attslados que juntou firmados por Gui-
lherm Pereira de Azevedo, Jos Kaymundo de
f'^rvalho e Antunes k Inno.Vista ao Sr. des-
embargador fi-cal.
De Pereira Vianna & C, firma social eslabeleci-
da nesta praca com casa de conunijsdes ra do
Vigario n. II, compondo-se do Jos Pereira Vian-
na, porluguez de 3ll annfis de dado, domiciliado
na inesraa ca>a, e de Manoel Francisco da Silva
ovaes, commerciant matriculado no tribunal do
commereio da corto, pedind > matricula para dito
(trina, o Juntara um atiesta lo firmado por Manoel
Teixeira Ba-to>, Caetano Cyriaco da Costa Morei-
ra e Jo> S Leilo Jnior, com que provam eslar
ella no caso de ser atlendida. Vista ao Sr. des
emliargador liscal.
COM INFOBMAC.Xo DO SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
De Veriato Centeio Lopes c Delplum Lopes da
Cruz, distracto social.Registre-*e.
Di Prente Vianna & C, dissoluco de socie-
dade na parte que emende cora a as-rociada D.
Joanna Baptista de Azevedo Vianna.Registre-se.
De Jos Joaquim da Costo Maciel e Jos Pires
Agr, contrato social. Regstrese.
De Jos Jacome Tasso, Jorge Jaconie Tasso e
Domingos Antunes Ferreira Tasso, c intrato so-
cial da firma Tasso Irmns 4 C. Registre e.
De Domingos Antunes Ferreira To^so, matricu-
la de cominercinte.Satisfaga o disposto do art.
15 do decreto n. 738, quanto a justiticaceo do eos-
turne.
De Pereira Vianna & C, pedindo matricula pa-
ra a roesma firmaComo requer.
Processo instaurado ao agente de leudes Iier-
nrdino de Senua da Silva Guimartos, pelo faci
de nao ter pago o imposto de sua prufissao.Gon-
cedeo-se a demisso pedida por dito agento, e
mandou-se dar disso conheciraenio a thesi-
raria.
Nada raais havendo despachar, o Exra. Sr.
prw-idento encerron n sessao 1 hora e raeia da
tarde, tendo antes sido distribuido os seguintes
livros : Diario e Copiador de Perdigo, Oveira &
C, Copiador de Arraimo & C, Diario de E. R. Ka-
bello k C, dito de Antonio di Cruz Ribeiro.
Descarregara hoje 17 de Janeiro.
Brigue inglezCrimviamcrcadaria's.
Patacho dinainarqoez Kalie raercadorias.
Patacho americanoJonA FVvnion-^idem.
Hiato inglezFredondem.
Barca lughoaLatinabacallao.
Brigue inglezDore idem.
Escuna iiigleza(kmn Bredeidem.
Patacho InglesStdnen & Janefarinha de trigo.
lECtiiUKlA DE HUNDAS 1NTEKNAS (it.-
RAESDE PERNAMBUCO.
tendiraenio do dia 3 a 11. 16:972*74
dem do dia lo........ 2:454^74^
19:427*48bi
PUBLICACfJES A PEDIDO.
O juiz de direito ou naunirlpal.
que chavado a presidir o
Jury no (erm vcsloho torna-
se ah luc aapatlvel para aele-
glbllEdade ?
Antes de reapondermos a qoeslo julga-
tnos iodispensaNtl eslabelecer o seguinte :
a lei. que regula a incompatibilidade dos
magistrados anterior que determina, que,
no empedimeulo do juiz de direito ou seu
Gemidos profuudos da Justina
ao Sr. D. Pedro II muito ex-
celso imperador e defensor
perpetuo da naco Brasileira.
Senhor I Na antigafcapitol da provincia de Per-
nambuco, neste herosmo de tantos tropheos de
5lorias de que se compde a rica pagina de our
o grande livro da historia do BrasH, gerae victima
das maiores injasticas, das persegmeoes as mais
inauditas e de inteiros martynos de horror, este
vusso humilde e sempre leal servo I I I
Sanuor in veritate vos digo : que al geme
CONSULADO PROVINCAL
tendimento do dia ; a l. 8:3M363i
Idem do dia 13....... 8:36ajl737
97:799*37-. i
PIUCA. DO RECIFE
cst l' db liNtano dv. 1870, s 3 hoius qA t.u:d-
UE1ISTA *IMIA\ ir.
C\mbio. Sobre Londres regulou a 20, 2) l
JO l/l d. por 1*; sobre Paris de 176 a 470 rs. po-
fr.; sobre Lisboa de 160 a 168 de premio. Irapor
lando o total das iraosaces, durante a sewan .
tinda, me 850,000.
Alooo\o. -O de Pernambuco, escolhido n reg
lar, negociou-se de 14,-iSOO a 15-5 p^r arroba o"
15 kilograinmas.
Assucar.O mascavado purgado regulon d
:-,i00 a 3*800, o bruto de 3*130 a :<230 e d >
Canal a 2*900 por arroba.
Aguarobnte.Vendeu-so a 96* por pipa.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 8 r>3i
arroba.
Abite-doce.Vcadeu-se o do Lisboa de 4,5 a
43050 o ^'alo.
Bacalhao.Em atacado vendeu-se a IdiOOO
a retalho d.; I9000 a 90* por barrica.
Banha de porco.dem de 610 a <60 rs. po
libra.
Batatas.Vondeu-se a 1600 por arroba.
BolaciiixhasVenderam-se a 4,1500 a barr
quinha.
Caf.dem de 5*600 a 6*600 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*900 a libra.
Carvao de pedra.O de Cardiff foi vendido :-
204 e o raais ordinario a 171 por tonelada.
Cervejadem de 5*800 a 8*800 aduziadr
garrafas ou botijas.
isese.Vi
gales.
Kerosene. Vendeo-sc a 8*200 a lata de cinc
Lovqa A inglcza vendeu-se de 4:$3 a 440 por
cento de premio sobre a factura.
Mantkica.A ragleza vendeu-se a 1*160 por
libra e a francesa a 840 rs.
Massas.Venderm-se a 8* a caix, da? nja:s
ordinarias de 3* a 5*.
Oleo db linhaca.dem a 9*600 por galao.
Passas.dem a 10*500 a caixa.
Presuntos. Mora a' 18* por arroba. _
Queuos.Os flamengos vendorara-so a 25wt'
Sabo.O inglez vendeu-se de 170 a480rs. po-
libra e o do Mediterrneo a 340 rs
Toccinho. Vendeo-sc o de Lisboa, de 8* 'a lz*
>PyiNAORBa-0 de Portugal *Jeu-*e nt a
Vwnos.l-O* de Portugal vederani-se de i:
a 290'* e os de ootros paize a'90* a pipa.
Velas.O pacote de 6 velas de comjosiea,
rendon-se a 640 rs.
DescontDorante a emana regulou do 1. ;
13 por cento ao anno.
Frbtbs.Do algodo, carregando deste p;.
p..rto de Liverpool, :'i vela, 3/8 d. se
e 5 % 'dem vapor. Do ssucar para o inesm.
porto 20/ e 5 % por libra, i Vapor, esp/ s^m capa
por libra, i vela; o rara o Canal a 23/ s"-n capa,
a vela.
574:303*381
63:999*345
637:90i*996 ^

.-

yi.
'



Diario de Pernambuco Segunda feira 17 de Janeiro de 1870.

>
MOyiMENTO DO PORTO.
Narios entrados no dia 15 '
a dS2nPiroT-i8 dias ha/ea portugueza Amelia
de m lonelada*, capitao Jos Joaquim Bazilio,
quipagem 15, carga tall e uutro eneros ;
8althar & Oliveira
^a d? kueiro35 dias, barca portugueza Corea,
de 310 toneladas, capitn Antonio Lucas do So
i1: Iu'W**n 14, carga diTerenles gneros ;
a Tboniaz de Aquino Fonseca C.
Natos sahidos no mesmo da,
Granja'o portos intermedios Vapor brasileiro
Pirapanxa, coratnandante Azevedo, carga difi-
reme* gneros.
Penedo e portos intermedios Vapor brasileiro
Potengi, commandanle Mello, carga varios g-
neros.
Ilha de Fernando Vapor brasileiro Cururipe.
commandante, Jos Henriqae da Silva, carga
diffarente> gneros
Rio de Janeiro pela Baha Cuneta a vaper aus-
traca Dndola, cora manan te o capitao de fra-
gata Cbavalier Herzfeld.
Navio entrado no dia 16.
Terra NovaiOilias. Mema iogieza Ilaidee,
de 153 tonelada, capito Furze, equipa-
gem 8, carg-i .200 barricas com baca-
liio ; a Sawnders & C.
Observara.
At meio da n3i boove sabida.
O inspector interino da alfamlega faz publico
que em virtude da autorisaco da tbesouraria de
laz-ivla, ein portara sob n. 6 de 13 do correte,
sern levados em hasta publica. -porta desta re
partieo, no dia 19 do frrente, nm bote, nina
halieira urna cairaia do servido da allandega,
fisto na admittirem raais concert*. Esta arre-
matacn fia dependen'e da approvaco da Exma.
presidencia da provincia.
Allaodega 15 de Janeiro de 1870.
O inspector interino,
Lniz de Carvalho Paes de Andrade.
PORTO
DECLARACOES.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
N
Naveyagdo costeirapor vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse e Taman-
dar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no dia 0 do correte meia noite. Recebe
carga, encommendas, passageiros, e dinheiro a fre-
to no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade se faz publico para conhecimentu de quem
interessar possa. que a mesma cmara d comeco
a primeira sesso ordinaria deste anno em o da
17 do correte, e continuar no* seguintes.
Secretaria da cmara muuicipal do Recife 12 de
Janeiro de 1870.
O secretario,
_ ______ Francisco Canuto da Boaviagem.
TKIBL'NAL DO COMMEKCIO.
Por esta secretaria se faz publico que nesta data
flca inscripta no livro da matricula dos cqmm r
ranles a Brma social de Jos Minoal Baptista &
C., compota dos commerciantes Jos Manoel Bap-
tista, Brasileiro, e Manoel Joaqcim da Silva Lea >,
Portuguez, estabeiecidos na fregi'ezia de Jaragu.
provincia das Alagoas, com casa de commercio d
reneros de estiva e eommisses.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambnco 13 de Janeiro de 1870.
Servindo de officil-maior,
Beso Hanzel.
Declarapo.
Desta dati em diante se acba a berta a matri-
cula para a Escola Pratica de instruccao primaria
annexa a Escola Normal.
Secretaria da Escola Normal. 15 de Janeiro de
1870.
O secretario,
________________Ezequiel Franco de Sa.
Aviso ao navegantes.
De ordeai de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia tai o publico que a barca Pkarol que se
ichava collocada nos baixos de Braganra, foi re-
lirada do ponto do sua amarraco, porque esla
imprestavel, tendo corrido risco de perder-se : e
que at fazerem-se os reparos, de que ella neces-
ita, otara naquelle ponto o biate Riachuello, o
qual de da erusar as proximidades dos baixos
e denoite ancorar, tendo um lampean, que pos>a
er visto dos navios, que se aproximaren! em de-
manda da entrada para o porto desta cidade.
Secretaria do governodo Para, em 20 de dezem
bro de 1869.
Antonio dos Passos Miranda,
Servindo de secretario.
Est conformo,Capitana do porte de Pernam-
l/uco, 15 de Janeiro de 1875.
O spcretirie,
^_____ Dedo de Aquin Fonseca.
COMPANHIA HKASILEIKA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul 'esperadc
at o dia 21 do corrente o vapor
Tocntins, commandante J. M. F.
Franco, o qual dejmis da demo-
ra do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebein-se passageiros e engaja-se a
,arga que o vapor poder conduzir, a qual devera
er embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frote at as 2 doras do dia da sua
sahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor eque nao excedam a dua
trrobas de peso on 8 palmos cbicos de medicu
rudo que passar destes limites dever ser embar
*a lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, qne suas pas-
sagens s se receben na agencia a ra da Cruz
a. 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luiz
ile Oliveira Azevedo & C.
Segu com brevidade para n porto cima a bar-
ca portugueza Iris, capitho Malinas de Souza Ma-
riel, recebe carga por frete iommodo; tratar
com os consignatarios Antonio Luiz ile Oliveira
Azevedo k C, na daCni* n. 37. anlar.
LEILOES.
UM
IIK FAZEIOA
Hojt 17 de Janeiro.
A. C. de Abren far leilo por intervencao do
agente Pestaa, de fazendas ingieras e franc-zas :
hoje segnnda-feira 17 de Janeiro, as 11 horas da
uianhj era ponto, era seu armazera a ra da
Cada.
Grande fabrica de christazar e
refinar assucar, no lugar do
Mbnteiro.
?Terc-feira 18 do corrente.
0 agente Puntual, competentemente autorisado
vender era leilo a grande fabrica cima, em um
ou mais lotes a vomade dos licitantes (visto ter de
retirar-se para a Europa o seu proprietario) es-
tando a mesma fabrica em exposieo nos dias
qurata-feiras, domingos e dias santificados.
0 leilo ser effectuado no dia cima, na raesraa
fabrica as 10 horas.
Terca-feira 8 de Janeiro.
Por intervencao do agente Pinto. Na ra da
Imperatriz n. 15.
iElLAO
De um sitio e movis.
Um sitio na Baixa Verde com perto de 90 pal-
mos de frente e 506 de fundo, solo propno. tendo
urna casa de pedra e cal por acabar faltando, wi-
caibrar a enripar. a qual tem 22 palmos de fren-
te e-v de fundo, a moderna.
Urna roobia de Jacaranda com 12 cadeiras de
guarnicio, 2 do balanco, 4 de bracos, 1 sof, 2
consol e mesa redonda com pedra, 1 guarda
louca, 1 mesa elstica, urna commoda, urna cama
franceza, i piano de Jacaranda do afamado autor
Bord. um guarda vestido, 1 mobilia de amarello
a Luiz XV com pouco uso, 1 marquezo, diver-
sas marquezas, consolos, mesas redonda*, ditas
de pmho para cosinha, cadeiras avnlsas, barcos,
um armnico, nm vestuario para mascarado e
muitos outros objectos.
Qnarta-feira 19 do crreme.
O agente Martina competentemente autorisado
vender em leilo o sitio e movis cima descripto
no armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
_as em Pnto sem reserva de presos.
do arma-
Imperalriz
HKAS1LE1RI
DE '
Conselho de compras
navaes.
O conselho no dia 17 do corrente mez, vista de
propostas recebidas at as 11 horas da manba e
sob as condices do estyio, promove a compra dos
objectos do material da armada seguintes :
600 agnlhas de lona e brim, 10 arrobas de er,
50 pares de dubradicas de cruz de 4 a 7 pollega-
das, 20 arrobas de estopa de algodo; 60 cncha-
meis madeira de qualidade de 30 palmos de cum-
plimento, 6 arrobas de lo de vela, 10 duzias de
limas chalas de 4 a lo polegadas, 10 duzias da
limas meia-cana, 4 duzias de limatoes de 3 a 5|8,
8 arrobas de merlim, 8 arrobas de mialhar, 10 li-
bras de obreias fraocezas, 2 oculos de alcance, 600
pucaros de (bina, 12 pedras de amolar, 10 arro-
bas de pregos de ferro de 4 polegadas, 10 arrobas
de pregos francezes de 1 1|2, 2 e 2 1|2 polegadas,
50 duzias de npas de emberiba, 1,600 libras de
tinta branca de zinco, 600 libras de tinta preta.
2 terrinas do ferro c-^tanhado, 1,000 lijlos de fogo
e 30 travs madeira de qnalidade, de 35 a 40
palmos de comprimento.
Tambem o conselho, por igual forma, contrata
co mencionado dia 17 do carente mez o forneci-
mento de sapatoes para aprendizes artitices, impe-
riaes marinheiros e aprendizes ditos, no trimestre
corrente.
Sala das sessfes do conselho de campras na-
vaes 11 de Janeiro de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CUMPA*
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperadi
at o dia 28 de Janeiro o vapoi
Guar, commandante interino o
1 lente Gremhalgh, o qual de
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
er embarcada no dia de suachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
*ua sahida.
Nao se recebera como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a
trrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
co.
Tudo que passar destes limites dever sor
embarcado como carga.
Preyine-se aos Srs. passageiros que suas passa
ijens s se recebera na agencia ra da Cruz n. 57
! andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
azevedo A C.
Pede-se attenco.
Vende-se,
O lindo c muito veleirn patacho inglez J. Bow-
ley, lotaco de 143 toneladas e carrega 220, calla-
do de 10 ps carregado, com 94 ps de qnilha, 31
de boca e 11 de pontal, tendo sil) construido em
167 na Ilha Britnica Prince Edwsrd, e clasifi-
cado A I. com mastro novo de proa de pmho de
Riga, andaina inleira de panno novo, receniemen-
te appareihado a rame, com seus pertences com-
p!?ht o mais sobrecelentes constantes do inventa-
rio. Declara-se ha ver sido dito patacho prompti
fleado antes de sahlr de Inglaterra ei>m masstros,
massame de rame, e andaina completa de panno
intelramente novo ; e qne para memores informa-
coes, podem os pretendentes examnalo no anco-
radouro da descarga neste porto, e entenderem-se
com os Sr*. Simpson Duder & C, ra do Com-
mercio n. 16.
LEILO
DE movis, vidros, e muitos outros
objectos, a saber:
nm flteiro envidracado, 1 balco com tampo de
pedra, 3 duzia* de cadeiras de faia, mesas com
ps de ferro e tampos de pedra, 1 repartimento
de amarello, 2 panos com bonitas vistas pintadas
oleo, garrafas para vinho, copos e clices de
differentes qualidades, vasos de vidro, 12 cadeiras
de Jacaranda, 1 machina para gelar bebidas, diffe-
rentes formas para pastelleiros, vinhof, cerveja, 1
relogio, 1 prensa de copiar, 2 espelhos, 1 machina
para fazer agia gazo ma franceza, 2 quartinheiras, e muitos ontros ob-
jectos existentes no arraazem do sobrado da rna
da Imperatriz n. 15 (outr'ora confeitaria franceza).
Terca-feira 18 de Janeiro
0 agente Pinto far leilo por conta o risco de
quem pertencer, em muites e differentes lotes, a
vontade dos concurrentes, dos objectos cima
mencionados, as 11 horas do dia cima dito, no
armazem do sobrado da ra da Imperatriz n. 15.
Principiar as 10 horas.
LEILO
Da armafo, gneros, gaz etc.
zem de motilados na ra da
n. 39.
4|u uta-feira 90 do corrate
O agente Pestaa far letl) por conta e risco
da quem p rtencer da exceltente armacao de ama-
rello envidracada e dos gneros, gaz t raais aten-
cilios existentes no armazem n. 39 ra da Im-
peratriz, garante-se a casa, o estabelecimento
acha-se era bom lugar e bem afreguezaio e ser
vendido em um ou mais lotes, adiando-ie o ba-
lando em mo do agente e ser effectuado o lei-
lo no dia de quinta-feira 20 do corrente as H
horas da manha no memo estabelecimento.
O advogado Dr. Antonio de \hs- &l
concellos Menezes de Drurarnond, c
mudou o sen escriptorio para a rna p
do Imperador n. 20. onde pode e
ser procarado para o exercicio de M
sua prniss5o em todos os dias g|
uteis das 10 horas da manha at
as 4 horas da tarde. Fra dessas l
horas, e para qualqner occorrencia j
urgente, ser encontrado no seu i
domicilio, ra da Aurora n. 26. 8|
Aluga-se urna casa na povoaco de Apipu
eos, junio ao hotel francez : a tratar no Recife, ra
da Madre de Dos n. 2, com Joan Alves de Quin-
tal.
4
m
De
LEILO
fazendas geraes.
A 20 do corrente.
Henry Willmer far leilo por intervencao do
agente Oliveira, de completo sortimento de fa-
zendas mglezas, francezas e alleme* de algodo,
linho, la e de seda as mais proprias do mercado,
assira como para liquidacjio, de papel alraaco e de
peso e superiores esleirs da India para salas.
Quinta-feira 20
s 10 horas da raanha, e;n seu armazem sito
ra da Cruz n. 62
AVISOS DIVERSOS.
DE
PARA LISBOA.
0 Rrigue portuguez Laia l., seguir com
toda a brevidade visto j ter prompta -quasi toda
sua carga; para o que lhe falta, passageiros diri-
jo-se aos consignatarios, Oliveira Filhos e C, no
largo do Corpo Santo, n. 19, ou ao capitao na pra-
ra do Commercio.
Santa Casa de Misericordia
do Eecife.
A lllm. junta administra da Santa Casa da Mi-
sericordia do Recife, pelas 4 horas da larde do dia
20 do corronte, na sala de suas sessdes, recebe
propostas para o fornecimento de carne verde aos
estabelecimentos pios seu cargo nos mezes de
fevereiro e marco prximos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite 24 de janoiro de 1870.
0 escrivo,
v________________ Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa de Misericordia
do Recite
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 17 de Janeiro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia
do Recife se faz Dublico que no dia 24 do corren-
te, pelas 9 horas da monha, no salo da casa dos
txnostos o lllm. Sr. thesooreiro interino Vicente
de Paula Oliveira Villasboas far pogamento das
mensalidades relativas ao trimestre de outubro a
lezembrodo anno prximo lindo s amas que se
apresentarem com as criancas que Ibes foratii
confiadas.
PARA 0 PORTO.
Dever seguir com a brevidade possivel a
Barca portugueza Atoro Silencio, para carga e
passageiros dirijose aos consignatarios, Oliveira
fllhos & C, no Largo do Corpo Santo n. 19, ou ao
capitao na Praea do commercio.
Para o Porto
a barca f7or de S, Simao sahir brevmente, por-
que j lera parte da carga engajada : para o resto
e passagens, tratase com os consignatarios Car-
valho & Nogneira, na rna do Apollo n. 20
Para Lisboa.
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Pereira Borges, por ter quasi toda a sua carga
prompta : para a restante e passageiros trata-se
com os consignatarios Oliveira, Filhos A CU no
largo do Corpo Santo n. 19, ou com o capitao na
praca do Commercio.
PAItA LISBOA.
A barca portugueza Gratidao dever seguir com
a menor demora possivel: para carga e passagei-
ros trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
A C, no largo do Corpa-Santo n. 19, ou com o ca-
pio na praca do Commercio.
Porto por Lisboa
Com a maior brevidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e primeira classe, por ter a maior
parte da carga prompta, e para o resto que lhe
falta e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbedo, ao caes da alfandega ve-
Iha n. 2.
Para.
0 brigne dinamarquez Knti seguir para o Pa-
ra impreterivelmente no dia 20 do crreme; re-
cebe carga a fretes commodoj, trata-se cora Tasso
Irma & C.
Porto.
Vai sahir breve a barca Laura para carga e
passageiros, trata-se eom os consignatarios Carva,
Ibo & Nogueira, na ra de Apollo n. 20.
30 sccas com farinha de man-
dioca cora toque de avaria.
TEBCA-FEIRA 18 DO CORRENTE
O agente Pestaa far leilo da mercadoria ci-
ma, por eonta e risco de quem pertencer, no dia
18 do corrente, as It horas da manha no trapi-
che do baro do Livramento, Forte do Mattos.
LEILO
De H panel ros de tapioca.
Terca-feira 18 do corrente,
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer de 8 paneiros eom farinha de
tapioca no trapiche do baro do Livramento, no
dia terca-feira 18 do corrente as 11 horas da
manha.
LEILIO
DO
importante sobrado de dous an-
dares sito ra da Praia n. 59
A 18 DO CORRENTE.
O agente Oliveira far leilo do valioso sobrado
supra. contendo tres salas, cinco quartos e cozmha
em cada andar, com grande soto e quintal. Este
importante sobrado foi ha poneos annos esmerada-
mente edificado com umita solidez para moradta e
estabelecimento do possuidor, em ra muito larga
e commercial, e promette rendimento amplamen-
te remunerativo, tanto mais que apenas tem o
onus de um insignificante foro de marraba ; e por
ser bem conhecido escusado 6 exaltar a sua bon-
dade, excellente lo^alidade e mais vantagens.
TEItf.A-FEIRA
ao meio dia em poni ter lugar o leilo em o es-
criptorio do agente, ra da Cada n. 4, primeiro
andar.
FOLHIMHAS
PARA 1WO.
Vende-se nesta typographia
a 160 rs. o exemplar da de porta.
Ama de leite
de leite : na ra do
AMA

Precisa-se de nma ama para cozinhar : na pra-
da Independencia ns. 37 e 39.
PrecIsa-se de urna ama
Qneimado n. 30.
O capitao Jos Pereira Teixeira, juiz de paz
do 3o districto da freguezia da Boa-vista, tem de-
signado o dia sexta feir para as audiencias, as 4
horas da tarde, em sua casa na rna da Estancia
n. 4; e quando fur o dia santificado ou feriado,
ter lugaj a audiencia no dia anterior.
Na padaria da ra DireiU n. 24, precisa-se
de dous trabaihadores e tambem precisa-se de
dous pretos para o servico la mesma.
Precisa-se de ama para comprar e cozinhar,
forra ou escrava : na Boa-vista, ra do Destino
numero 19.
Fugio no dia 14 de Janeiro, e gratilica-ss ge-
nerosamente a quem pegar e levar a sea senhor
Dr. Virginio Larneiro da Cunha Albuquerque,
morador no engenho Fumas da freguezia de ."tan-
to Amaro de Jaboato, o escravo Joaquim de San-
t'Anna, preto, de idade 26 annos. bucando, estatu-
ra regular, um pouco espadtiido e largo, olhos
pequeos, vivos e nm pouco brancos, denles per-
feitos, alvos e limados, cabeca pequea, ps e raaos
regulares, disposto e esperto para qualquer ser-
vico, falla vagarosa e grossa ou cheia, anJar pou-
quinho cangueiro, deve ter marcas de feridas as
pernas de ferros que levou, e cicatrizes as. costas
e assento de chicote, foi comprado ao baro de
Nazareth, e este compren ao Sr. Jos M'guel (alle-
mo), qne o trouxe do Rio Grande do Norte, e ahi
corapreu ao Sr. capitao Frederico, morador na
villa do Pao do Ferro, e seu pai o capitao Fernn
des compren aa Sr. Manoel Tnomaz da Silva, mo-
rador na villa de Porto-Alegre, sendo e referido
escravo natural do loga da provincia da Parahyba,
viajou principalmente 03 sertoes de Ingazeira e
Paje, dhde tem dous senhores mocos por nome
Marcolino e Cantillo, Serra Talhada, cidade de
Souza, Serra dos Marllns, etc. etc. : previne-se a
quera prender o referdo escravo, qne sendo no
centro da provincia da Parahyba, o entngue ao
Dr. Jos Paulino de Figueiredo, morador na cida-
de de Scuza. ou ao capitao Joaquim Saldanha, na
fazeo la do Muiung, no riacho de porcos, no caso
de nao querer traze-lo ao seu referido senhor.
Eugio do sitio Itapirussu, freguezia de Igua-
rass, j escrave Tnomaz, crioulo, de idade 35 an-
nos, altura regular, corpo cheio, barba grande,
dentes limados, falla manga, ps largos, tem urna
marca na face, le>ou camisa do madapolo e caiga
de brim pardo, desapparecen no dia terca-feira,
11 do corrente, e presume-se que tenha lomad)
o destino de Panellas de Miranda, d'onde veio,
sendo aqu veadido polo Sr. Venancio Jos Ferrei-
s 1 maquina para gelar bebidas 1 prensa, ra da Cnir morador no dito lugar : roga-se a
gao de ferro e quem 0 apprebender o favor de lvalo ao dito
lugar a entregar a seu senhor Antonio Rodrigues
Campello de Mello, que sar recompensado.
Aluga-se una excellente e del e>crava para
comprar e cozinhar em casa de pequea familia
ou homem solteiro : quera precisar dirija-se era
Santo Amaro ao sobrado junto do cemiterio inglez.
Os abaixo assignados nao podem deixar de
manile-tar solemnemente o sen eterno reconheci-
menio e gratidao sociedade Beneficente, segredo
o amor da ordem pelo inleresse e solicilde que
tomou no funeral de sen presado pai, pois mais de
eos pianos, 1 fiteiro, 1 grad para escriptorio, 3 urna vez tem esta digna associaco dado prova de
lustres, 1 balco com tampo de marmore, 2 ar- estima e completa fraternidade entre os seus as-
LEILO
De vintaos, licores e servejas em garrafas, 3 cai-
xas com garrafas de vinho Bordeaux, e 14 gigos
cora serveja, e barricas cora marmore em p ; dif-
ferentes qualidades de copos, clices e garrafas,
candieiros, globos, jarros. lnuQa, 180 sifoes, 3 sor-
veteiras.
77 latas
muitos outros objectos existentes no armazem do
obrado da ra da Imperatriz n. 15.
Terca-feira 18 dejaneiro.
Por intervencao do agente Pinto. Principiara
s 10 horas era ponto.
LEILO
De 3 duzias de cadeiras, 1 duzia de ditas de
Jacaranda, 2 mezas com tampo de marmore, 2 ri-
marlos, 20 bandejas, 1 cama franceza, differentes
mezas com ps de ferro, 1 guarda louca, 2 espe-
lhos, 2 quartinheiras, 1 relogio de parede e mui-
tos outros ovis.
sodados.
Clempntino M. Temporal.
Francisco Xavier Temporal
Alfonso Moreira Temp ral.
Matilde Umbelina do Reg Lima, Ursicina Sil-
vera de Lima Gaio e Juvencio Antonio Gaio, pos-
suidos do mais grato reconhecimento agradecem
cordialmente a todas a pessoas, prenles e ami-
gos, que assistiram a encommendacan une se ce-
lebrou na igreja de N. S. da Conceico dos Milita-
res, e acompanharam ao jazigo no cemiterio pu-
blico, os restos mortaes de sen nresado esposo,
pai e sogro Jos Norberto Casado Lima, e de no-
vo pedem, (e desde j agradecem) aos que .se dig-
naren) assistir as missas qne no stimo dia, 17 do
corrente, as 6 horas da manh, pretenden! man-
dar rezar na referida igreja
Recife, 12 de Janeiro de 1870._____________
= O abaixo assignado. depositario particular di
escravo Theodosio, de idade 45 a 50 aunos, escra-
vo de D. Mara Eugenia de Castro Erster, qne se
achava penhorado por execugo de Joaquim F- r-
reira de Mattos, fugio do poder do mencionado de-
positario desde o dia Si de dezembro prximo
pascado.
____ _______Manoel Francisco de Mello.
Aluga-se a mei-agua n 28 na travessa de S.
Joo, com 2 quartos, quintal e cacimba,' preco de
144000 por in-'z : a tratar com L. M. It. Val enea
no mesmo luear.
O :onselheiro Jos Bento da Cunha Figueire-
do contina no exercicio de advocacia na rna do
Imperador u. 57. entrada pelo caes 22 de No-
vembro.
Aluga-se urna sala asseiada com algumas
accommodacoes : no 1* andar dji casa da ra do
Imperador n. 57, onde quem pretender poder
fallar.
I VlVfil AMARO
Ra do Commercio n.
5.
Jos Francisco Ribeiro de Souza, direc-
tor d'esse instituto de educacao e instruc-
cao, faz sciente ao respeitavel publico e
particularmente aos pais de seus alumnos,
que a reabertura das aulas de instrucQo
primaria e secundaria ter lugar em o dia
10 do andante.
0 programma do ensino ser de confor-
midade com o decreto n. 4430 de 30 de
outubro de 1869.
Admitte alumnos pensionistas, raeio-pen-
sionistas e externos.
Jos Aurelio de Oliveira convida a sens parentes
e amigos para ouvirem urna missa e memento, qne
por alma "de sua mui prezada irma D Anna Ar-
gemira de Oiiveira e Silva, manda resar na capel -
la do Remedio, terca-feira 18 do corrente, pelas 6
horas da manha, e desde j se confessa sutntna-
mente grato.__________________
Precisa-se de um homem portuguez para
feitor de engenho ; a tratar na ra da Cruz n. 8,
1* andar.
Alujra-se um escravo muito bom cozinheiro
e eopeiro, sabe tambem boliar : na ra do Impe-
rador n. 50, 3J andar.
Precisa-se alugar um mnleque para caa de
familia : a tratar na ra do Qoeimado n. 50.
IMPERIAL
mSTlTUT
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar : na ra Augusta n. 81.
U M MI HU).
O bacharel Antonio Columbano Seraphico de
Vssis Carvalho hoje proprietario director
des>e instituto. Preuradendo dedicar-se oxckisi-
v.imente, e com todo zelu.e solicilde aos trabalhos
proprios dessa profWso, espera que os nam dos
actuaes collegiaes o honrarlo com sna confianea,
e bem assira que acollusro o seu estabeleciiwttto
aquelles que prerisarem de collegio para educaeio
de seus filhos ou pr<>legi4o>, certos de qne o ac-
tual director so esforzar nao s para manter o
bom nome e crdito, que desde muitos annos goza
" referido Instituto, como tambem para imprimir*
lhe uovos uielhnramentos.
No dia 7 de Janeiro do anno vindouro ter lo-
gar a abertura de todas as aulas de inslruc-o
primaria e secundaria.
Oollegio de 8. Francic^o Xa-
vier.
Aos 3 de fevereiro gio de S. FrancUco Xavier (ra do Hospicio a
32.
.\o intuito de fornecer aos alumnos as comrao-
didades segundo a condico de suas ami!iasi o
director d'este collegio nal) recuou ante o grande
augmento de aluguel pelo arcrescimo considera-
ve! do edificio, alentado da esperanca de um mais
risonho porvir.
Alm de raais aulas, espaepsas e bem arejadas,
ba um salo para o estudo particular dos alum-
nos, onde cada nm delles tem a sua banca com
gaveta para guardar Mvros e papis ;um ampio
quintal com pateo e jardim para o recreio e os jo-
gos gyninaseos. O dormitorio aeha-so no sobrado
sob as melhores condicoes hygienicas, e cabera
nelle commodamen'e urnas cem camas; e o con-
tiguo terraco contriboe a tornar mais asseiado o
servico. Dezeseis casinhas de banho com banhei-
res fixos, para onde corre a agua por canos e tor-
neiras, satisfazem as exigencias assim da limneza
e hygiene, como da deceucia. Muitos quartosi-
nhos de retrete, casa de portero, cosinha com
fogoes modernos, enfermara e oficinas de mar-
craeiro e altaiaic completam o servico material.
Ha para os alumnos urna conveniente bibliotbeca
commum. A capella tem as dimensDes de ama
assaz grande igreja, a qual accessivel ao publi-
co, sera commnnicacao com o resto do collegio.
Emfim a situacao solada do edificio contriboe j
para o livre curso do ar, j para a boa disciplina
do collegio.
AVISO
Antonio Pereira de Oliveira Maia tendo recebido
po ultimo navio chegado do Porto urna nova re-
messa de calcado, sendo superiores cbinellus, la-
inaneos, sapatos de tranca, tanto para homem
como para mnlher e meninos, por isso convida os
seus numerosos freguezes a que aproveitem em-
quaoto nao se acabara taes objectos na rna da
Senzala Nova n. 1.
Contina estar fgido o escravo tibaldo, per-
tencente ao convento do Carino de Olmda, j an-
nunciado nesle Diario de 26, 27 e 28 de outubro
ultimo, e juntamente seus signaes, que agora tor-
na ser os mais nota veis.
E' clare, bonita figura, corpo secco e agiganta-
do, pecocp e cara comprida, nao tem barba, tem
24 annos de idade, fuma e costuma mascar, ca-
bellos pretos e quasi corridos, qne os tem sempre
grandes para esconder ditas faltas que tem quasi
no alto da cabeca perpendicular da orelha direita,
tem mais duas cicatrizes de ulceras na canella es-
querda junto da entrada do p, e sobre este tem
mais urna costura de um talho, alera de outros
mais de iguaes formas, em diversos lugares dos
ps, ltimamente lhe falta o dedo menimo do p
direito, e parte de esquerdo procedido de muitos
bichos que Uvera at idade de 18 aunos, e por
isso consta andar calcado psra nao ser conhecido.
Este escravo nesta praca bem popular, e nao
dexa de ser protegido por quem quer que seja,
consta andar homisiado, ora pelo bairro do Recife,
ora pelos arrabaldes desta cidade, como pelos os
de Olinda, onde tem sido sempre encontrado, j
trabalhando, j divertrado-se acompanhado de ad-
juntos, que pro avelmente estejam preparados em
sua defesa; e nao deixa de ser esta a causa, pela
qual nao tem sido capturado o dito escravo.
Tambem somos informados, que elle tem traba
Ihado em varias obras nos arranaldes desla cidade
e da de Olinda, como dentro do Recife no trafico
de carvo de pedra, algodo, assucar e no enea-
xamento de certos armazens, onde tem sido en-
contrado por diversas vezes, e verificou-se quando
tivemos certeza que o escravo quasi sf mpre tem
trabalhado no Forte do Mattos no armazem de la
do Sr. Augusto Coelho Leite, de eujo dominio fdrz
o dito escravo reivindicado em 1863, e no do Sr.
commendador Jos da Silva Loyo, sendo que os
mesmos erapregados do Sr. commendador confes-
saraui ter trabalhado o escravo cinco dias na se-
mana antes da Conceico, que se conton at o dia
4 de dezembro ultimo e recebera 55000, e elU
mesmo, Sr. commendador, sabendo do occorrido
permittiraalli ser capturado o escravo no caso de
tornar apparecer.
O que certo que o escravo depois desta ul-
tima occasio nao fra mais visto nem alli nem em
mais parte alguma desta cidade conjunctamente
um dos seus mais especiaos amigo, que agora nos
disfavoravel declarar seu nome.
E de suppr terem ido ac-utar-se em casa de
nma tia e madrinha do escravo de nome Felippa.
r inhecida por Pilippinha, hoje moradora em tr-
ras do engenho Velho de Jaboato, ou no engenhc
de Camassary, onde tambera o escravo tem mi e
mais parentes hoje do dominio do Sr. Miguel Au-
gusto de Oliveira, d crer que elles se entrete-
nham ahi at depois da festa prxima de Jaboato
Por tanto roga-se as autoridades do lugar se dig
nem empregar suas acoslomadas previdencias pa-
ra o tiiii de tal captura, da mesma forma recom-
menda->e aos seuhore capites de campo que
terodo seu trabalho 305000, e aeo capturarem
em algura servico qualquer ou em lugar do seu
homesismento tero 5000,pois desde j o llzemos
publico que se o dito escravo for capturado n
servico de quem quer que for, protestamos contra
tal procedimento, e sob sua responsabilidade serik
obrig^ado* nao s pagaren) toaos os dia de servico
desde o da 13 de abril ultimo, como todas as mai-
percas e damnos que forera decorridos
Fr. Joo do A. Divino Mascarenhas,
Vigario prior.
Precisa-se de um portuguez que entendu
perfeitamente do trabalho de padaria, para caixei-
ro, paga-se bom ordenado, dando fiador a sua
conducta : quem pretender, dirija-se a ra do
Cres| n. 1, das 10 horas do dia at as 4 da
tarde.
Casa de pasto.
Traspassa-se a da ra da Lapa n. 11, por seu
dono ter falta de saude e nao poder administra-la.
RA
DO
CABUG
esquina
da rna larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OUM
IRITA
EO
!
CABUG
esquina'
.% ME JOLl
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre' nmsortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. .
vista da qualidade e do preqo vdas joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.l raa ^ m
Garante-se ser tudo de le. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele- Rosario. -*
vados.
In
A loja est aberta.at fts 9 horas <1ft noute.

ireiR<

I^^WP
>i m
..i .i ti i. ... ..
i1



Otario de Ptfm&ittbaeo Segunda {ira Al de Janeiro dp fc?0
**
ESZABTO MENELECltfM 1832
Safcaparilba de Bristol.
1GINAL
NDF.S

- -a
f2 & n
B g 5 -fi 11
5 r- -3 3
O c i
5 i S 5
c >
Bandeira, Machado i C avisara, a|l
publico que nos losares cima onconiraraflD i
nro pecopre grande uwnlidadn de ditos por,'.-
que se acham habilitados para vender por menos
que outrn(|ualorcr, por issn que os receben! di-
rectamente do tahrieati'e Xorton, de Londres.
Aswantmtwfwenlferccemos ocos instant-
neos sao : priiTH'iro, pndere.m serenllocados den-
tro de ras on tora, com otrahallio de urna a duas
; bnras; secundo, fornecercnl mesmos agua pu-
ra o abundante, pudendo seren removidos de um '
para oriln lugar, piando '> '"'*'''
{)* annnnciantcs sj reoeu rao a importancia dos
referid -s iv>c s tenis espertaflva do feroprader*
O seMritadui ttrtrfo* ftftMl 'le Len,
(ucaiYeia-SL'iiOiiua'isjjer'iufSTOfsc.v.-.^
rrimes wminerciaes. cerno as rc-lesus- |
lic.a-, d:> uses leio un longa piatie> de g-;
': nHmzemnws, < searba^onnvlememenMi
u^tVi-ioiado pelo Bstn. e Rvra.Sr. Rispo
dioi-c-aim.
23 Etleor.l miar a empwfi*' todo seos.
^J e>fid>oc;% aran de ma*** o oan-
i Ran?vqnfl t- n merecido *e seus di?*
cunsifluintes.
a
GUSTAVE
51Xoa.-xla Cadeia do Recife61
Ch 'tria a attencan dos bbiis innnmtfos freguezes, e do respeitavel poblieo en,
geral, para a segninte Ubdla tos prncos lo sua casa, ^os quats sao *h)te por mu
mais barato do que em outra qualquer parto:
Pede -er prwwwlo d*s Mi as >nove
'-lloras da anab* c das quntro em diaiile, em Ma casa, da na da< irm-
' Cneiras, ii'Ho ati <-::rtono do Sr. ewiwlu
Molla, e fiira dOt.s Iwu* na* ss das
i'' audiencias
Pri'risa-se to tna ana livre fln es-
orava para o 'ivii; nrn;i casa Jh |!moa familia. Mido de btia
(1;!il.icia ; na ra da Saeta Cruz n. <

3
M
'Mr
esa.
V40
Nfio Bftait cabellos bjtUmjus
A Untura \ ponca pttw 8gw os otMhn
' ta calio^ B ^a n!!!})a- f,i a,u"ica "3M>-tld
i Expmcao Universal, por ter sido reco-
il.ccuU iiyisiiur a kxbs as preparadles at
iuje exi8ietfes. *tin aitecar a .-ciid.
Vcts-s*- v4jMU da frasco xa
1. andar.
(fe Benecencia.
A junte iui-lu.'.iv.! fila Ilnspilal ['.tupoftde
B [1M!;..... iKisidtol a wirrtieBjar a su ma ate o
ta <"> do coirenie. ai i-peclivrftstnolcr, pam
T ift cuiilinfliil'i pajia. __ _____
#lferecB-se uuu senbora haWtitakuui ms-
-j.) irini to, para lesionar en ajfm qfiW
twta cijole, hu ursino para o malo, r-u\m rain-
'X'in un imikm i le m projfe ao hk->>o na'
- pera 0 iii<:ino t'ii>i;hi Bul para a Ui.sua fran-
a ^ gauwatmja tiai^r nesia typmirai'hoi.___
>>Sr. VHtitniV ivn-ita de S^taa dipli^e
injmivcr na luja do Va-so a ra do tospo n. 7
t nouoci.i (ne na> i*nt;i : i.-lo cqih uruancia.
OGRANDE HJWHaUOR DO SANGUE J
Esta cxcllente e admiravel medicina, e
preparada 'tmw maitetra a ruis scie.ntifi-
Lca por Chiraif$ eirt^uista; njui doutos e
d'uma instruoJBo ptofuiida. nd i tido mui-
tos anuos dftJtfeiTcr.cia ao {laad'uma Ion-
ga e laboriosa pratica.
A sua cfB^pBsifio rfo cnfsiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
chpBm numero de raj-
j zes, Servas, cj&cus, e folhas, nossuinda to-
.!;;.;citas, roa virtude especial ou poder
em curar as molestias as'quaes teem sede
ou essento, no eaogue ou nos humores;
e estes diffeMntes extracto?; vegetaes, acJiam-
se por urna tal frma combinados ponto
de conservarem en toda a sua forea, o cu-
rativo especial de virtude, que cada tunde
per si possue. A raiz da planta de Satsa-
parrilha. produzido as Honduras, a que
nos usamosnesta pr6Wtra3(>, sendo a lidarle qu| tad( os mdicos ntjiis prezam
e estiman^. Na cijanpitsifif da ^als parrilha de Ba-feinl on'a inais de 50
poriWjnto deste concentrado extracto. Ella
noncerra em si cousa algu.ii1, que pos-
sa por leve ser perigosa j i injuriosa
sai'ide; e tanto n'este, comd em quasi to-
dos os ma'is respeitos, ella iirteiramente
diversa de todas cssas mais preparaces.
as quaes debaixo !o nome Ihn, sao uce.tndicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo recetado em doses
imui diminutas d'uma collicr de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
>m frascos gtandes, e assimpor este modo,
dividimos com os cojrsumtdores, o grande
proveit.) e, vantagem alcancado por aquelles
que acondicionan) saa prepararo em gr-
rulas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Malsaparraha c Bi*isi!
Cabeltairas para senhoras a t5,
3t)fJ,- 35^ e......
Ditas para homem a :tW, 405 e
Coques a i*$, m, i*t, fOt,
,255, 305 e.....
(>eswQtes a l& 15& 18, 205,
255, 305 e .....
Cachos ou creaos a l&j W, 55,
65, 75, 85, 9 i e. .
Tranca ic'abel'o.para annol a
500 e. ;.....
Tranca para braceletes a 105,
iCadeias para relogio a 5& W,
405000. 75, 85, 03, 5 e. .
5050001
Ii6irte de cabello,.....
505000 cr'te de cabe(l0 gj,,, fc^o. ,
*5000 Corte de cabello cora lavagem a
.champou......
40"000 C*rte lle cal,,',locoin lmPM* *"
d^^ cabeca pela machina clectri-
i q,,q ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou frauceza.
P.05000 Barba.
O*
10(
5i
W|5iJ, 205', 25e.....
SSIGMTURAS MEKSS
Especialidarie de penleadfs para casamento
Bailes e solorccs
O tlono do estabelecimento previne s R.-cimmenda-sp a superior TINTURA J.v
Exma. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA pan enegrecer os cabritos c tar
j v.ii^> k,,^, i~ ha. nica ndmittida no Expnsico Unh
salaopara tintura dos cabellos e barba, a,- ^ m pr.jnriicia, Mrtp;pnr gl,
sim como um empregado smente oceupa- jgjji, analysada e ?jpio\>da pel.- arafli*
do nesse servico. niias de scier.cias de PARS E LNDRr*-
^. DMIDWLLIaM BOWWIN
Partecipaaos senltores proprietoiios de engnJn s, que aeoiilecentto faltr.r
coaon animaes mra a tnoavt-m durante a presente safra, elle t>m tapnres |
iara assentar, seiu precisar de obra nova ,.u dem IicSo de obras existm!;
lde botar ta'es ngi nhis a moer oito dias depois de eslartm es pecas do vapor m
ingenuo, garantindu-se o trahalho. -rjf.
Fundicao, ra do Bram n. 52, paerafedo o WIWiz.
I il
Lindas e suerions banves de cor. de quadro e de lisfras pura ve>tid s ti .-
"indo seda, pe haratssimo preco de 5(U 640 rs. > covado.
Asvim como nbperiiiros &*** r:ncezas de cor padres de mudo_gtito W>
sonteem a messa quantidade igual porc.o; e 600 rs. o metro, na ioja das Collomnas rub do Crespo n. i, ue Aumnw u>m.i .
LOJA DE JiltS
e
Este antigo estabelecimento, completa-
Mente reformado ie eovo, est mas condi-
oes de servir vantajosaraente os seus fre-
guezes, visto que atba-se orovid com um
-aK-ilendido sortimento de -obras de ooro e
rata de lei, assim como brilhastes e ou-
tros pedras preciosas, ujos precos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias cempradas nesta casa recebem-
m-em trova, ou compra,m-se com pequeo
ibate.
5
CASA FELIZ
Ags 20000^000
*oec*earcoDe4e4n. *
s auaixo as orna as leis. leni exposto p venda os seus fel:
es bilUetes das lotena-s do Rio de Janeiro, na cas;
lOiwa, aonde se uapto as sones qae hiren
ios mesmos uiiiietes, com o descomo oraent-
il iei.
PSECOS.
Bilhete iateifo OOO
ffeos tOOO .
Qaartos wooo
E"de 10fi para cima a 223 o bilhete.
Fini'iredo A l^i'e
~~^ +!m casa TeTTfcHiliUlMJ CUKiSii
tNSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-si
Bectivamciite todas as qnatidades de vinb
Ho'deaux. P.uurgoffne do Rheno. ^
Salmo ie acatrab
pmn oitmr as mtdestos deselle,
!ae* (omocn.ip?ens. darthrw, sarnas, coini;h5es
mais mule^ias de pefie, sem occasi'tRar acciden
's; di-La as manchas do corpo, panno-, sarda*,
r^slabeleee a cor natura!, q'uanto a ralis, secra.
nwea e arearellenta, occao:iado pt* almena
-nferuiidade, c como di}-infectante e prevedlivo
las-molestias cnntap sas,
L' NI GO DEPOSITO
Stittca do Pinto, ra larg do Rosario n. W. iunto
io ida naqjaellas gatraias pequeas, e alern
disso, {vosjue ajiida mui virtude mcdkipal do que aquelp, que por
ventura se pos* aehar contida dentro de
garraas de pequeo tamanho. Por-
tatito 6 faiti natural, que aquelles, que se
acliam ooujiai'.os em preparar e vender as
suas pro ;. em garrafas pequeas,
murmurem gtitem contra os nossos Iras-
cosgrar..i iamando.quea nossa Sal-
saparrilha ce Bi-islol nao possue a
menor virtoe : porm quao eleclivame.n
te sao elte^sim enw4nK*a orando indi-
camos, usieiiAesmente refrrimo-uos para
, alear* \ |efties e les-
temuiilHis autfrenjicn?, pbr*nW,;recebidos
de todas as classes dasociedade, nos qwaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravitliosas da nossa.
SALSAPARWUIA DE IJRISTOL.
A -vanlagom de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
dilT..'rentes raizes, drogas,-. hrvas, e plan-
las de que socjapemasnossas medicinas.
s5oprodozdas,qa.n08 Jwbilila excr-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
uiinu^jsa estiba; e o que assegura e ga-
rante uinfonnidade de exceltencia.
Em-quinto que', por otro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o raelhor
e nicamente o melliorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
c3o; pois levados e compenetrados da
inais firme e persuasiva coulianca; que po-
demos afou4aineate dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os pai/.es, que na
alsaparrkta de Brlstol. possuem
um remedio mais eficaz e seguro; do que
nenhum outro, que vos teuha sidoellere-
cido at hoje, e o qnal por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva ci^ra das seguintes enjwmidades:
Vascoucellos.
COLIiBOIO
VQ
CASA DA FOSTlilU
BabSS Sdos. mm Mam i M
A roa do Crespo n. '23 e casas d O abaixo-assiii:.(M. imdu v.-ndido aluxle u- 'da Cui.haSonto Matnr nmiUrteateinentehabil
pela dilatoria ponil da in^rwtao pohlr.-a. nvs -.
Precisa-se de nma ama do leite sem filno : .no
palpo i1e S. Pedro n. 3._____________
DE IMPORTACAO E EXPORTACO
J, AR1URE
Es^iptonio, ra dt> Vigark) u. 5,
! A.NhAR.
Roa Nova o- 58, primeiro attdar,
Recebeu pelo ultimo panjuete rea collerro completa das
MiickM de^TStflACTK. ditas de ARTJIUR NAPOI.EAO.
Moilinhas, trias, cavatinas com palavrasi.italiana.s e.fraw zas, .dancas. ouv rtu-
* a lina! e :' onairi' n>s "'t etc.
^PRODUCTOS 4e J.-P. LAROZE
PBAKHACgUTlCO, I, IW iMK'MUai-PL, MUS.
XAROPE DEPURATIVO
BE CASCAS DE URAJUAS AMARGAS
Cm aDuatH- e rartliid
lodoret de potastio m vrrdwkiro alurame. u deiradx.*e iic.ont^ist|Bl.efli-,
cacia; combinada com o rope d 09BC9 de Uranja Mnargae. e/Mdo
sem fierturbicAc alguma peto wmp-mftuia-vt nwit kaco, em ^Itecw |P'H"'
de (P>ion)ue. A dotes maiecwt:(:,u queeMer para itdaMs eMplka>es oaailacv*s escrofoloaa, tuberouloaas. oaac
Mjciideates imtentttentea a toroeiroa; alem d'iuo,
jente o mai poderaeo < ira as doenfas rhetunatieae.
UR0f INICO tNTI-RERVQSO
d* rucas 4* urnju *mej~u
25 auno de inecessoe si>s.to .1 sus effi-
rat pars curar :,oj ioenftu ntrvcsas,
agudas ou rhronicas. gatlriUs, astral-
\gia$; e facilitar a digestia
A r*arii- soHere que sincioo qnerer ser
ama, *rija-se a> Gr~-ednr do *spo em frente a"
nakM>M ^sp"paj, era c.a Juronel Viletia, -iae
chara a semWa tratar. iNa mesina casa ven
le-se urnas poacas de operas italiana para piaui
1 cunto.
XAROPE FERRUGINOSO
ir 'b a fonnaJJMIa~ 'aeilmen-
lese assimila o Wm>; n'esta (urna prefe-
rir) es pilulasepastiltMseDUxlososcasos
em que So pretcripos os ferrugiaosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM tiINA, PlftETlMO *
Kllxtr Icatl^ricie, para a tlvara e cod-
tervacao dos denles, curando ai 'lores
causadas pela caria ou produxUas pelo
ornado do calor on le fri
Dtoosilo es
s
err rtrs> CT} em 0*r* Prtto.c J.V m*i<
^-i.tt.imb-. 4-ifr.f
i. e*atrl Hmtesii. O. tabp#a
CAUCO
Ve aeeaViWo, com bese de magnstia
para a aJof e consenaelo dos denles,
provfindo a descarnadura, provocando o
'.arnro de qneompede a repredncio.
( Haurer r C"; D Mactio,
i tm flor* Altfr. mm
---------- -Jer
:*set-4frs>,
CASA
Mulf^ue
Aluga-saom moleque cem 14 a 15 aanns de
idade': tratar ua ra Direita n. 83, .luja de fer-
R>i-n-
- i\afefliaj'. da FUirejtfina n. 8 veorte-se
um pardiiiho d bonita figura, robusto, excelleote
nfficial dealfoiaie. h rom pralka de caixeiro.
Ama.
Preiisa-e de urna ama capaz, para copinber,
faier as compras e mais algtwn servico de casa :
na HUuraria francapa. ra falmperairiz n.
Atu#-e.uina preta m
casa de familia : a trater na ra da Santa Cru;
n.
Arrendase a padaria lo flbiira -menino, nm
Htx os pcrlences, rauilo afreguezada, e em bom
local : a tratar nn niesnia.
Aluita-i* a ca
53 : a tratar na ra
fizendas.
lerwa da r>\ da nio n,
Liramento n. ti, Ioja de
Para P<*rt-caly<).
Prerisa-se de um menino para eifixeiro. de 14
lo anis. (y^er seja portugus in bmiteir.), ojie
leoli d taberna e toja de faieodss :
iraiar no escriptorio do Sr. Jnaquim R. drigues
Tavares de Mello, largo do Gorpu-Santo n. 17,1*
andar.
Escrfulas.,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha.
SypliiliSiOuMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidale Geral,
Febra a Malignase
Febre e Sezoes
Biliosas,
Tumores
Abscessos AposUjQias,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Lepra, feb/ef iqr>enn|ti3ptes e nprniUentes,
iydnapasia e ictericia, etc, etc.
Ontro-swn, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfarmidades cima apoutadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando sp ao mesmo
tempo das oossas mui valiosa plalas
vegetaea aae>ucai-adas de Brlstol.
tomadas em doses moderadas em connec-
cao ou.coiuncamente com a Salsaiparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quanttdades de materias morbficas e hu-
mores viciados que ,se desprendejn e livre-
mente ciitailam espalhados pelo systema,
isto-causao pelo nao da Salsaparrilha; o
por asta forma facilita a voUa 0 o exercicio
uorul das operaces funccionaes,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caars, J. da C. Sravo C, P. Mawjn
C, B H,& A.arosa. Bartbolomeu C A.
Eeravo para padaria.
Precisa-se alugar ura escravo na padaria da
ra fiireita n. Si.
A stiifi
aiaVUltl>
ci-a-se de nma ana que ctWahe com
perfei<^ie ; ra do Qieimedo n. 6*t Ioja las seb
ttjm MMUttsmusAfMaHHWaMMK
^waraw^Ba^s^sW sm*mTsW*y
OES M F
jas sones, ara meio n ItiO MV l"AT00 1!
pieria t|iie ~n acalvu de exiratair a bmetrin da
i(reja ili.-iic (43:t-)r oohmiIi io< "piwuideres a viren
tic. hrr ua ooo'.'oniiKiade do costume semidesooii-
10 ejma.
Audam-se a venda os feijies bbetes da 2'
arit da loieria boiiccio da (gwja de Nos*
Sent ira do Amparo da --iu de d<- .Olinda (l.'tl')
:n- se L.-araira u.) Sxta-fira l du. crreme
niez.
Preces.
Os do eosuime.
M:noe| Martins F1"
Precisase de uu>a ama para casa de homem
solieiro : na ra do Mi.Qd-go ri. 93.
AMA.
ao HWpeitavL'i publico que *rfia-s"ne dl^M*
i'slbel<''-i'!n :i na da Imperatriz n. fi:!, raja m:
irjcftla abrn--e-!i:i : 10 le Janeiro prximo folu
,. ,.\v 1 uno ton pais de familia,
veraado-ih^ seus bous deseos,oaar a i?sifc>-
,'iisino, o'r da eduraca de suas nlhas. 0 ;
eramma dos esiainjos e leinya, escripia, arilln
lira, systema ttmin,-o. .linjraa lacional, fran
gt>igraj[ihta, ir.usicu vocaj e piano ; para n
nver brofe-soies e uriinwira* r mpetenien-
habilitados. Tambem se ensitiar bordados, don-
de vanas nnali la des, iiicJasi've as ae edra. o dans.,
(..'asa de cimmis>ao le escravo^
Na anga casa de aimmissao de eseravrf,
abaixo assignado. rna do Imperador n. W, cirni-
nua-se a r ceher escravos por coininiv-ao. ia<
do mato como da praca para seren vendidis.
paranle-se o bom trata ment o prompta vei
nara n iMie se emprega todos os esforcos afina I
satisfazer emtd\i s pessoas que o quizerem to
rar coa sna mflanca. Nesta ca.-a lia-empt1
para vender Bscravos de ambos os sexos, vefhos
mocos, assim como ha t da seannnc> para es ti
Antonio >9& V. .1.- Su
AGEHCIA Dt COBRAlfgAS
BAUIUO DK SANTO ANTONIO.
Ra estreila do Rosar a. 17, i 3ndar.
DIRECTOR
Leopoldina Antonio da Fonseca.
Nesle escriptorio rerchciii se piucuracoes para!
eijbranca de ordenados e congrua-, liqnjdacau de
nintas -le pesso.nsdo centro rom potras de>ta ora-
ca, bem assim je arrendamentos de predios, para
agencia de causas civeis, crimes, oromerciaes e
(.Il >i;siiras em que seja nccc;sorio constituir gs
mais conceituados advnoados e procurad ores que rJT| "*, andar
niel!!' r garanlam os direitos das partes; para sol- '22 :,"> "/'+
licuar i'tulos e ualeuies na capiul, ou uuiuda-lus' N collegio da t'Weujao
vir da forte,ir- etc. Iiheiro.
Das cobraiicas o compras solire as qnantias li-
quidas 3 %, e sobre ,0 mais mediante previo,
ajuste.
Asamtrega^ de qua squer enrommendas e tiiu-
|os s sera" feitas ao< seus pronrios dimos s pes-
>oas por etes autorisadas em carias do rdeme
mi iliante recibos lepahnente passados.________
AMA
*.\a na do Codorniz n. 8. precisa-se de un..
ama que saiba :o-inliar.__________________
Ama.
Precisa-se de.uma ama livre ou captiva. u
r.ioleque de 10 a 12 annos : a tratar na rna '..-.
prceJa-s,, de o.
Ra do i'liardt n. s.
Ra do Hospicio n. 84
Este novo fisfc.beleciniento fornece comeduria
unto para fora como para iieinro (tu dito e* talie-
lecimento, assim enm nos dou>ingos e dias ;
haver aao-de-.^acca, o proprietario lem. Dina
-ala para .'guiuas pe-soa< que quijer se servir
particnlarmeale, por i>-oiero cominodos suci'n-
tr? para ess? lito ; espera purtaato, do respeitavel
.publico a grande protecoao.
|f.aaa
U immi\ da roa
das Cruzes n, 2, pri-
iweiio andar, da-se di-
nbelio sobre jienfcores
de miro, prala t brilian-
les, stja qnal for a qwn-
Me. \;i Divina casa tm-
.pratu^e os mesaos e-
Jaes. e yedras.
Em ra de Portas, lado da maro grande, aln
j->e uma casa rom imns conimudos para peqnr-
.i familia, tem duas salas, dnus quarios, sola
cozih fra, e um pequeo quintal : trau-se
de AjkHo 6._________________
Precia-so de orna ana que cwzlobe.
me e faca o servico de casa de iwqoena famip
preii^rindo-se eserava : na roa du Queimado o.
," andar. ___________________
~ C.\*% .% IrE.
Aos mooo^ooo.
j ^htaes do Rio venda :' ra do Cabui^i p.
vende \1eirs Roirigues.
0". abaixo ^ssignados berdeiros e represenlan'
da heranca de D mingos da Silva Campos, peden.,
visio.ter de se proceder era breve ao in entario
partilhas dos bns deisados pelo dito Campos, a,
que se julgarem cotn direito crditos sobr-
mesma heranca virem n pra^o de oilo di,,
apresentar soas oenta* para serem veri -odas
pag3s; bem como f* devednres do fallecido Can-
pos virem satisfaser (tentro d*> mesmo pra1-
seos dbitos, ra do Crespo n. 7. *
uafc de janein de 1870. ^
o Jos Al ves fioimaraes.
Antunw 4os Cijrdciro 8Un5e
Canilina Mara Campo-.
Trabalhador.
Precisa se de om trabalhador para tratar
aro silki pejoeno porto da ujaca, paga-se a -
dando se casa propria e nna nava morar, e preter
so casado : tratar na ra Nova n. 19,1 and.
C4BKIIEREIR0
N 8RA DA JMPERATRIZN. 8l
I 0 lilon Duarte. rabelleireini. tendo se
1 despedid., da casa de sen runnsdo o Sr.
Carlos Dubojs, onoVtrabaiboq por espa<^>
de d -labeleciilo ctn
caa de catt-fv liuperalriz
n. 88, i satisfazer qnaiaoer en-
comiuenda tendente a oa arle.
JHWK98* isKotSRqMs
1
CtIRSO ^SPAP.
tLivci ii(,n:zv
Ra i^H S.
A.UA
___________Jtmmm
Bichas hamburgnezas
-la novo deposito recebe-se por todo- paqu<^
ejfcmf lanuc* bas de qualid^de -uperior, ven
le se em c.tixa cu porci. mais pequea e ma
oarato de que i|uaiqncr ontra parta ; na rui da
Cadeia do Recife n. 51, 1* andar.
Offetextt-sftM rapariga setieira pa/a vMp
familia para i
casa estramjeira; quoni precisar annoncie. para
-er procura1
UTesp(m(U?iKia (te Portu-j
gal
Os Srs. assignantes queiram mandar nafrar w

-na" as^isnatiiras du anno corrente, para Brn
do mer nao naverattoiiello na mtrega da folha.
PrvHsi-s
De nm njpnino de l." a 16 annos, que tenha
pratica de raixeiro, na ra do Livramento o. 3d,
Ioja de cora.

m
Franceiino Dominguef da Si:
ores rsdecem f^M i^^Kplin
coocideracio qu. 4|IBs soalfcte -
e amig'is de asmaren, s ultimas exetitlips ,
actrOpanbarem oe restos -es de_ sima
mira de O **>**' y
dia 12 do corren i.
os %w.< amigos e prenles para awjslireni
Sn sern resadas na Sarrao.wno *
na-vita, nodia>rea-i^ra r*l do crreme, p*
h da manhla, e stimo da do sea h
[,, neloun-^ confe^sam eternamente
Precisa-se alng^r nma prett eserava qu-
si ja pwfeita co/inbeira ; na na do lmpe
85, V anlar a *Mjq..rila.
Precisase de cm tuenigo pequ'
tira on sem e!la para taberna : ao pateo da Pent
uomero 6.





.
/
/
/
>
Diario de Periiambuco Segunda feira 17 de Janeiro de 1870.
..__.----------1--------.-------m---------1----------------------,,---------------!,-------
Joaquim Jos Gon-
RA 00 TRAPICHE N. 17, 1. NDA1,
Sacca por todos os paquetes sobre o Bar-
co do Minho, era Braga, e sobro os seguir
tes logare em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Vlela.
G.iimaraes.
Coi (libra.
Chaces.
Viseo.
Villa do Conde-
.V.v.os 'te Val do Vw.
Vianaa do Castalio.
Ponte do Lima.
Via Real.
Villa-Nova de]Famalico.
1 -.nogo.
!.: ;.-.
'."via.
v.-.-ssil (Valpassos).
.Mirandella.
a.
'-los.
> i praea da Independencia n. ;tf se da di-
nhoiri .-" .i.- petbures do ouro, {fala o pclra:-
;:-- -;:.- .i-*, teja iina] tor a quantia; o na niesm:!
mpra e vende objectos di* ouro e prata.
e ignrifmonfa se faz teda p qoaJquer obra tic n -
conjmjsdft, c todo e qual'iner concern) tendeute
n mesmi arte

Caixeiro
Precisa-se de nm caixftm dale do t a Id
anuos que tenlia-pnrtica -te ia**trWi^ii* de sua crindni.i na roa nVs Gya_ie.- p. \'t.
Apparoeeu eserato que diz chamar-se Seba-n, pertencente
a Sra. D. Antonia. Man i da C flCCiCo, aradura
em Curato (te l'nin Jardini : mga.se a bota n-nhu-
ra vir lomar cula dille, nao llci-ido o ..baixu as-
signado re.qioiiavel pelo que pos-a acontecer ao
dito escravo. .
\J
TA AMA1AS
Ra cto Queimado n. 5
HARQES ft
C.
Preetsa-sn fallar com aiguns credofes ila
Os iidviis pmprietarios deste imporiant-., bem mohecido e acreditado estabe-
aieni-ia de Thoinaz de Frgaeredir, ua ra do recirnento de fzendas linas, vera commtmicar ao rejDeitavel pub ico e mui particular-
:,' "* mente ios s-tis amig<-s e freguemos que o mesmo eatabelecimento acaba de oassar por
urna lefio na radical.
etffiE;?'
Precisa-so de MM
ha co-mbar e ensab>
perial n. fro
AMA
ni*i tdado quo^sai-
: a tratar m ra lu-
AMA DELEITE
Proci.a se de urna nina de leite >em Mfa.i, papa-
se heni : na na Nova n. 21. 3" andar.
I'rcd-a-rse de urna ama livreoiifsrrava para
o -ervici interno e externo de uina ca-a de utir
faniili., sonde de Ix'ia conducta : na ra da Santa
rnx n. k.
A FRVGATA A.M\Z0NAS, livre e absolutamente desembaracada das p.j.is que
ilie toliiiatii a matvln, ..u par? melhor dizm-, havendo expelido de seuseio i-s paraguayos
que tambera pode den minar kspkci: nova de torpedos, que "
riesa proa, aprsenla se yo publico ufana e, garrida, arvoran 1o
villiao'initicailijr da aqceridaaV. A barateza e esolhido s- itirr
roni'KDos, que Ine ameacavam a vicio -
no maStn grande o pa
limento de fazendas sao as
jaranitas cora qiec'-nti para merecer, lodo a [ui.leccao do publico.
A FRAGATA AMAZ-XAS. ceW)re [K-la gloriosa tradicoSo as a^Has do Prata.
Manrt'do Jos de ToircsTemporal, Anto-
nio Ciem ico More ra TVmp'ral, Mari a Tero-
m?m, J vam nTV m ^.iK'^ az^k' fiMS' Al" '* *'-w ^ e ecoism, tiveram liymnos de victoria, fqai-
?^TSwt^!&r^ -**-. A ocC3o 4IM
vidam portanto .ios seus ptirefitLS e amii;os i.-.*.T iur/ivwiuin',i,njn i
ttnJkuZLuLamMArtim pZ .l. n-p isri sin ''"^ \I\ AMA/.N \b lcin a honra de cnataar a atenr.ao de seus amigos
cniMdados todos (Wsrs: satJfcrniies a ce-i (v>ii..< ,i,. 1.. i, i ,i. i,i....h*i. 77 ^
lebrarem as refendas #> -as t as 8' t0( ; ^ l'' ra d,' e Seda c0lD Gmpnre em pera, pre.o e kraneo.
Dodisos p.-rte.Li,, para nmvas. Comnados de bambriia bordados para
naHOBme', _M.igmli.-ase grandea co,Ic1ku do era:!;.': .ama. grat.dn o variad i sojlioaento.
horas.
i blanco para camas.
1 POOSC Colchas de se.li, de laa e seda e de al-
Ao* danos de nbras e medres pedreiros que gnl.ii para o m suio fin
lian colhprem nia'.'iiaes seui irem visitar a otaria i T.m'U k *xen :,-m'< -Ir- linJm .,! .--*. ~> i ,
da na da- I'ra/.'.-es n. TO de l- (.'arneim da1, l '""/' 'l J0a*l0
Cnnh.i e veree. a snivrior tPlha e tipil!,.* de |n-UU ''."'"P'linciL i (!,.' 20 palillos pal a Hfia.
das as ipjjmaades do Ijein afmalo l>arni deiiiihii- Uitas felpudas (# de iliiiio adamascada
C-rt V1TRA FOfO.
-A Cuirpanhia fnilemnisadora, csfabcleid
BBSti praca toma seguros martimos sobr<
navios e seus carregamentos e Gontra fog
in e liicios, mercadorias e mobias: :
rea 'o Vigarioo. i. pavimento ter eo.
.(firma ruin.iiercial U a Kilo deBelito,
i- & (',.. julpa nada dever nesto praca on fra
delta i r qusidoer ttulo ; se uttrSm nljuRM) se
jttijr;,,- nvdnr, (pieii-,1 apo-M'iiMr icsl^s !iv> dus ,i
r. i.' .i, sena i legal, ser paga Himediatamcute.
i; p. l.'i i(p aiii'iw fle IS70.
;,. ii4C]-iivl joaquim (^.'roi-iro Co.i-
lh'1Cilra, tiizniimicipil de Goiaqua, qupj-
ii! id d appaiecer na do
II ispi-io i;. 81. a negocio i: ule.
ne u ii en itira :
r lo I id.-r n 73. ?- andar.
Precisa-se alugar |iiir. oitz urna prca <|"
eo^--. na ra a'mv.-i, sobrado n 'i.
I'iecisa-sc de urna ama para casa de puuca
i j : a tratar iia na do Cabuya n. I.
Ct'i'h* para sofas 6 pira cadeiras.
Bellos tapetes de dive sos tamanlics para
sof, camas, podas e auellas.
Grai'.d v.iriedi lo de chapeos do paula
verdadlra de Italia primorosamente eofi-
talos.
Cirros da mesan p.ilha e dwpeRnas d>
l-JMaailnd'i.s t-a.vfo.< aa Haa-!to boa ipiaiidade para vesii os. mesma pala c do seda.
tria i't ios*] iato. Ditasp.etas rom !istra*iasodiiadas'^ue Penteadores bordados e camisas de li-
De nrdem da m-s:i n-e,i..ra sao c..im.i. ios |u ,|e fte|hr nUa um bom vestido nreio nlio, e de algo ln bordadas para senboras.
reco a irioandadc no da W d.. preneiHe nw as 0-3068; Q piras. mens boivlI idas, lisas, ingi.zas e fiancezas
horas da tarde no i,^pcctivo cnsist. rio, Uit/s i|, cores, guiguro de seda ore o Vesluarios para meninos e eixo\ae pura
O e-criva.. interina. j 0 de Coro. baptisadOS.
nado do Taquarv, por menos StWO ni- o miilici- ;,ara lilaos.
ro do que ,.,,, ontra q.ml,.....r parle _, (,1(,0, {h S(1|];1 ^ .^^ j., .
-tO boa qnaUdade pa ve.>li os.
Ditas pelas c.orn listeas assojtuadas o que
lia 'le njelhorpua um bom vestido preto.
Crosde.ua'pies jd-eto de ilei-enles iua!-
ATTENCAO
P-de-se o Exm 8r. presidente da pro-
vincia que tcnlia a bundade de dar pnvi
demias sorre o m estado do ralr^mi'iilo
do Atierro dos Aleado-, visto na i termo*
sido satisfeiios cm igual [ledido ao Sr
i'hefe dsobraspubjeas por diversas vejx.
Fiiriaram im da .'i d" cufente da pov-ae
de .'.iboaiao uiij cav.dlo lazao foveiro. rom ns<-tjf-
nai's ';:-ii:'!is : taintnhii radiar, boas rarn. s.
cun unii peqiier,:i marra de bexig.i : quem o
aprehender uu delle fler milicia i Jn- Leoncio rt
Alboqui rque naqoet!* Inyar ou no Reci'e a rao
lif lia n. U sera re* npensado.
~ &TTCO
O adverada Lniz l.opi-s Castillo Braiteo nadnii
K u -criptiiiio Ja casa n. 2 da r >a d-i Queimad
para o segnndn andar da casa n. 31 ua nwsma
roa. pr.'dio mide o commerciante Kuliui tmn seo
estabelerimento ; o q ip fu publico, e principal-
uicntc avta a >.-:: rtlentpg e a auiielle- que di-'-
Harem se prncura^ki paraos trab:dh is le sii.i
pnifisso Aii serl de h je em diante encentra
do nos dias.de trabadlo do-de as 8 horas da na-
manha 6da tarde.
oel Morriro Campot,
__aj
l). [Imbuidla Mara Ano-; de Sfio! Amonio
Amits v,-ira de Souza e J liamos, nirdiatmm-
le agradecen) a Imlas as pes-oas que Ihes pre^t^-
ram o piedoso ob-equi i de acun laohar au ultuno
jazign ns restos mona'es .te -en l'dho. rrn>%< o fu-
nhadn los Aunes Vi.dra as conridam a as-i '.irs mi-sas do" stioi i dt,
pie terio lagar na Maint de Santo Antonio o ca-
; Ha de Api|iueos s 7 li >ra? di inanhan de ti rca-
'eji-a IX do iMIT rite.

Popelinas OU s.'da c linho) g.anle c Cacinmezricas sabidas de baileman
vaiaado soitu.- nlo dos inciunics gusto titiras piel, s de fii de sedj para Otb ca
Grande t variado so:iiuenti de basqui- .arandi- sortim. rilo de slpaes lisas e lavra
as de seda.prea, car j< o qV ciiiiu a coin dis-iis nimio ni n!erii s e bonitas conj
laco. niiUo 1m :h $ar,w*id listrasdosoda--nsparldlmsi-oi-iiinlms hu
Wilas de ticliq) de ilillerenies dados- mailw outr s me&das que aeria
modeos piva-s e c -res. fisWdioso ennonierac.
.i M'iii|iie. otiiaieril* variado de I-ums d) J0V1N, s timento d'. riopas
e eiK:i;',g-se quad^uef obra por medida, para o que procura sempre bous ar-
tistas.
Desaiipareocu h nteai ]:$ do crenle nina ra-
chirrinhi :.....i' uvta c amarello, t-m rn sijrnal na barrica por bita dr
c. bello p.'-'' on 11 > da inoeda do um nntfm :
luein a ta-n aailo leve a a roa .Nova q. 'O,
sera Leu. m-amen'
lija, on-
|ifl rec..ni|ien-ado.
iisphalto
rente
sai&i do
W9MtM?9 i-iV?*T>lVv.
7SR3ADEIR0 lER'J!
ie SIC.VORKT, Doctci!r-,'ilco:i
| Hu do Sotno, 61, PARS.
-i.....':
Rin r,,, rilTafa, ral. mire a ,.!, e |iajl ,
mi l'i>*.Miiiiet',.in)ruli,loalr- .., ,,,.,.
(V B.- narf.
y* truii i iraMtra
d' Si'fl irn- os no-
trePTu.ac.-.^,,)
a l> lilas Ar \ j
nal I'i.-|.ynz:.-M
d' ''. I ni.-..|. J
Cl.oi .'."-i-....
""ao altto I
'CC'Ia-MtDcCIN^
VET PHARMACIEH
^
POS OE ROG
AffTcvadoi pela'Academia imperial
de medicina de Pariz
l'm frasco do 9m dr Hoc, dissolvido
ero ama garrafa d'agua. d urna limonada
agradaiet, que purga rpidamente e de
um modo certo, sem cans;ir a menor
ni.'aco como acontece cora a maior
parle dos outros purgantes. Oa rde
taro-se fcilmente em viaiem.
un RjoJWipo, Dupcachtlte; Ckaolt.
em PcsumiDca. Murer C*.
PMita
t.ltib IViTiamhuvano para a a provara i des
estatutos e ieicao da .Si'eclS'ia td-cliva.
Itccie, <3'flo Janeiro d- 1870.
O Io secitario.
G. Gumiriie.i.
HEPiMOS
DE
>i. RhtHss. suceess<>r
55Ba do Imperador55
Ner.ta anga e bem conhecida casa, r-nrontrar-se-ha como ouir'ora granle soi-
SoCedade bcn'ticflllt 1T Je ',ni*nln :sndo trabajado minios anuos na constiucco de pianos em Pars, acha-se habilitada
i preparar ..s pianos que ende c.ni lodos os accesorios indispensaveis nao s sua
;o lez, auno sua durarn. Todos os pianos sao garantidos.
Tambero ta ueste estabett-.'imeiito, grande variedad? de msicas novas e dos
JjITH'i
ro.
O piv-identf de ta m ciedade pelo presente con-
vida aos seiinnri saorios a>e reunirem em a bk geral. na rasa n. 41. ru.i da (ladea do Recite
s 5-huras ila larde d
aetwpes au k-s. tamo viudas de Ruis como do Rio de Janeiro, que se vende mai-
da in.va ''Hr;!*,,^* - anrt.-ir, :\< ft-horis da ird> do i! a 17 de Janeiro
cirr.nte, aliui des pf..cder aeleica. da n..va Mrfttn *' 'i;!' cra Wtra quaiquer p;rte; assim como ha igualmente venda todos o-
diierioria e traanse de assiimptos relaiivaiiieriie 'biectos uceessarios co.ilniccao de pianos. Os cuncrios e afiuacocs de pianos ser>
mesuia sociedadei eitos oiB o maior zeio e cuidado.
Recife 14 de Janeiro de 1870.
Jos Btftardo G. Alcnfnrado,
l're-iilente.
A tenido.
Precisa-se fallar eimiargeiiria aos senhiyba
abaixo declarados a negocio-de" neu iuteresse. na
ra da Imperatriz n. 21 :
Julio Jos da Silva. Frederiro Skner, R>4R3na
da Costa M.nteiro, Manuel Jis Uartin- e Grego-
rio da Co.-ta Monteiro.
coiiid b:<-io
HE
I
Ena do Hospicio, n. 2' <*24
Antonio Marques de Amoiim, dire toe do
collegio de Sauta Geno\eva, lera a honra de
participar aos paes. tutores e imivqpponden-
tes de seus alumnos que a aulas de ins-
tr iceo pri nai ia e secundaria futHXiouaro
neste collegio desde o dia 2 do crrente
pudendo d-.-de j regre*sarem reiuicre-
I ver-se os que qutzerera,
Avisa igualmente que tendo dado mais
i ampias e commodas pioporcoes este es-
abelecimeoto pela atliUii'vao da casa hi-
; mediata qu lias em que tem residido des-
de IS'SK rx'ide admtir maior numero de
pen-ionistas
UM LABARRAQUE
APPROVADO PELA ACADEMIA CE MEOrCtNA DE PARIZ
O Quiaium Labarraque, eminentemente tnico e febrifugo deve ssr
preferido todas as outrag preparares de quina.
0 vinhos de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-se
cora cascas de qtiina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; 5 parte disso, em razo de seu modo de preparafo, estes vinhos con-
ten apenas vestigios de- principios activos, e em proporcOes sempre variaveis.
O Quinlana f abarraque, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contrario um medicamento de composi$o determinada, rica era
pnneipios activos, ecom o qual os medicse os doentes.podein sempre contar.
O Quinium Labarraqo* proscripto com grande xito s peasoas iracas,
debilitadas, seja por diversas causas d'esgotamento, seja por antigs moles
lias; aos adultos fatigados por urna rpida crescenca, s meninas qui tem difL
culdade em se formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos veibos
enlraquecidos pela edade ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas, este vinho nm poderoso
auxiliar des ferruginosos. Tomado junto, por exemplo, com as pilulas de
"'-VauETrpffodui effeitofl raaraTilhosos, pela sua rpida accAo.
Deposito em Paria, L. MERE, 19, roe Jaceb
Ric-JoHtiro, DUPONCHiLLB; CUliOLOT. Pernambuco, MAURERotO
O deposita d>vte tnaleriaJ acha-se bstanle pr-
vido, p o &'--|dv,ltita ;ibaixo afstgnado obriga-se
fazer ladriili > de anua?, ns, lerracof, cale d -.
eiH-.iieii/,.. casas de nioradia ..'le. ole. Uni Mm
a tu. i. r peifeirao \ segurang-i, visto a lona pra-
lina que t-:o desta arle, e c :\ a manir presteza.
.la deve esW a alcance de lodos a utnlidiirtf des
la desc berta, p >; pie os ladrdhos felos ewtn a<-
pnalto sao Iteres da humidade, dos rato.-, e do
cupini : e miir.1 durad.ures. Os senhorei prel n
denl podein inairUTl seOS aviso. ra da Om-
ntrdia i. 113 ; a tratar com o
Firniinn l'eireiia. '
asphaltista Manuel
l'-reci-a s,. de urna aimi para comprar e en-
cinar : na roa da Braia anmazem ns t:i. 15.
Seieiitiffca-so as autorM.ide> polica ? e ra-
nitiies de campo, que no da II dejaueiio de 11*70,
de-appareceraoi do Brgenliii California da fregu-
zia de SeilB fu-m o^ N'iUiintes escravus :
Germano, td.d. di 18 aunns. hem preto, cane-
ca pequea e afunifada, te-ta aperlada, vivo sem-
pre c o >e.\i Mame iristoiibo, mu enicundo, lioio-
bros levSUMW non olliar lji\o, (lernas i-ouipri-
das. | .- Unan;, bon' dimt 's. levoii ronpa grossi e
parece que Lipibeiu uina bala eiicariia-'a, tambem
um boiie! ffi-henenle ao Imtaluao n. ki \<- Sen-
nbaein ; este es-raw veio de Bananeifas da pro
vinria da ParJiyba, e t'oi comprado po a>aix
tfigi>ad sideule em Santo Aula.
Grrgorin, de idadB de lo a 115 annos, nao mnilo
proto. -rtibeea redonda, test, lamhem redonda,
olhos bem vivo-, nanz pequeo, u-iu falla de dril-
les na lenle, heici-s fum, ts curtos, dedos
rgoaes, lemtima marea de jfieiinadura na barri-
ga> tam alpanias marcas de chicote as nadegas,
ist" muilo repente, (.ffieu un pequeo uina e--
trepada na coaba liireila que atravessi.u de um
para nutro lado, mu i tu eachimbeir.. e regrista, le
von raipi-a dechiin e mais ronpa de algodadzinbo,
e chapeo do rbyle.
naz-irio, par.io escuro, de |."{ para 14 annos, ga-
pneija atgnina cousa quando falla, maos grossas.
ps curt s. rosto redondo ; este livre, prphao. e
afilhado do abaixo assignado. OITerece-se lOOj
de gratificajao pela captura de ditos escravus. e
levlos ao niesnio engenho, ou ua ra da Praia
n. 3<. 2 andar.
Associaco Commer-
cial B neficente.
Pelo presente sii convidados lodos os senhnres
socios da Associa^a.i Cumniercial Benelicente a
>e reunirem em asseuibla geial no da til do cr-
lenle mez ao meio dia no edificio da mesma asso-
ciacao.
Hecife li Je Janeiro de 1870
Daniel Cnnr Ramos,
Secrelario.
ELEPHANTE CO
(RANBE AftWEM DE
MTOMO
^'2
1.11-ilA
PIANOS, MSICAS E
BE AZEVEDO
,-N. 11
Partocipa ao respeitavel publico desta cidade o das mais provincias visinhas.jiue o seu grande e bem acreditado armazn do instrumentos oara musi-
s. scaba*ae ebegar um grande e esplendido sortimento de v
9
.r.*^ n i-____?3^e hade mis,0,?rn?' de teclado fix e mobile, e couTtransposigSo .u sem ellaf de autores os mais acreditados nesta cidade, como sejam : os
aiasaaeOi e oam coabecidos pianos da fabrica do Sr.
mi prova com o documento abaixo transcripto e assignaaii pelo dito Sr. Brondel. Estos piajoos, fabri-
(toParis, iie fluem o JUc|Mte'e o nico ak'nte u-st-i cidade, co
tados cspedaimeate para o elinu
i8S?l),>.'" **. possuen
|Me eomprarem pianos msta casa, t-So rogada^ a exigirem o certincado de origem assignado pelo Sr. Blondel, atan de prpvar a au
o de certtficado.
Si^l^^r^fiiff^K*1*^1^desle. ea*z-/5o os ,l,licos 2i^SfiSL "" 8U*wrwrid^de- ^ suas Vtzes s3 Bwito flautadas e melodiosas. Eies possuem um tec^do que se nesta a todos os caprichos do
T>4as as cp
Jn-n*.'' a niiA^ yrwa-lel, fabricante de pianos em PARS, declara ao r>p^iurvel |iublico de Pernambuco, qtre o nico deposito de seus pianos na cidade
w Kocw, bit iiA mlA *. H, annazein de Antonio Jos de Azavedo. Oulro sim que ledos os seus pianos ir5o accouipaiihados de ura certincado de origem assig-
aado jwr mus.
Paria, m,fa wiho de 18r9.(Asssignado) tlphoose Blondel.
O annucian e tambem troca & luga pianos. E tem o mamr e mais ejspteojidfli -VistipMf de novas
A #! SICAS PARA Ff A HO-*
. As qna8_recebe directamente <1a. Europa e do Rio de faneiio ; das a. reriiadj, Sis! Felippnpe fomaj^M, Jrriso. Arthur NapoleaO d C.
**'"'^ TaaafcoK'm grande sortimenlo de papel para mnwcae *shhi ; coMas para todos iustroBi ms grasuras e uuadros para oraamaptoa e salas, oleados para
tes^ neos espelbos dourados. quadrados e ovaes, caixinhas de csima ctm msicas e san ella, estojos para vjr m. rlogies coin despertidor, vidios'para
eSiKjihos de. todos os tamanyos, lalagarca. I8a e agu has para bordir, e ratito* outr s artigos que o res beitavel public eocSlrar sempre Mite armazem, o qual estar
.rio todo/ oa diat at s 9 boras da noite afim das E'unas. familias puderem ir apreciar os seus pianos.' r '^^
PaMi-s bem
Precisa-se de una ama forra on escrava qu.i
-aiba engomar bem : ra do Crespo n. 23
COMPRAS.
Comprara e moeda de ouro e prata de le-
los os.valores, onro e prata em obras inulilisada-,
rilhantes e mais |)edras preciosas : na loja de
uriv( dn arco da Conceicao. no Itecife.
O miizeo de joias
Na roa do (^ahug n. 4 compra-se ouro, prai;
5 pedras preciosas por precos mais vantajosos d<
po em ontra qualoner narle.
Cufe mudo Hiaioi vaniagem coinpram-se
ooedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
icao de Onro n ? D. r"a do ('ahue.
wmmi \iiih-
Compram-se e vendem-se diariamente para rom
i dentro da provincia escravos de todas as idade-
aores a sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrad n. 36, ra das Cruzes.
reenegia de Santo Antonio.
SfeeiM-M- eouqirai una esclava de meia
idade : quwn.liver e .pietra vender, dirija sea lie
ja de aleado da ra da Cruz a. 21.
Compra ni -tse
csrravos de, ambo os#es : na roa do Impera-
lor n. 75 2o andar, ila- 9 1amnhrqa> a da larde
i Cum|ra.e uiua escrava de meia idade que
-aiba rosiuhar : a tratar na pa.lana da ra 9i-
reita n. 84.
VNDAS.
ESTOi'IM.
No caes 22 de Novembro o. 22, yende-se esto
pim para quebrar pedras.____________________
Na taberna da ra di Raogel a. 1, vende-e
.urna preta de idade 26 annos cura urna lillw da
idarte de 1 mu
Vende-se a taberna da ra de Sal Rila n-
,3 : a tratar na mesma.______ ___________^
Refii'tgdtt
Vende-se a refinacao sita A n^a de Hurtas n. 7 :
* tratar na me-nia.
Vende se a taberna da ra Oireita n. 35,
propria para nrlncintawe : a traiar na mesma
Vende-se urna burra de ferro grande : na
roa da Imperairla^. <4, loja._____________
Man. el Mveiie'eireij.i A C, na ra da Moe-
4a n. 5, 2o andar, ljm para vender superior viuh.
lo Porto em anceretas e eaixas derimi-i?, hnrril-
linhos rom 400 eSOO sarilinhas snperiores e *r-
ricas com bago de sabngueiro. poiassa da Raaia
e cal de Lisboa
A VEHlADE
55Tua A VF.UDADE tendo em deposito grande
quanlidade de mmdezase perfumaras, c di--
sejando apnnirdinheiro e adquerir boa re-
L'nezia est rsatirrida a vender nioitissimo
barato, ; por eisa razo convida ao iv.-p. -
tavcl publico a vit cumpeteiitemeole n:;-
dr a sortir-se do bom (barato. Pois quan-
do a Veirdaile apparece, ludo mais le:--,
apparere
Grande sortiraento de bonecos de cera e
massa as mais lindas possi.eis vestidas a ca-
racler.
Aliotoaduras moderuas para col
lelea....... '.)>
Espedios domados pepiiriins. .
Aguiha^s de oteo para crox a
Petites fiara rega; com esntas a
Ricos globos para candieiro de gaz a ;'<
Chammsa.......
Grande sormento de objc-los lauca p.'o'i. hrmquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
I tita com agua !.,, i I
Dila com 'tita dita a l-: (tj
Frascoconvo*.11'.. "> .. Ti
Dito com agua ioOikm a ii .
Gairafa ci ... !
Frasco cu\ Wtrai tos I i .
Lai-.s pequeas i om banh milito
hna a li'-e...... t'
Salione'i-s de diversas qtiali lades a i
80,itQ,te.....
Finas escovas para flenb s fie 'ri a
Luidos coquea modernos a. StKM<
Pavfos para gaz, diizia a 24o e .
vas para (acto a (ii u. fiOO u
Ditas para cabello a .
Pentes para tirar piolbo a |60e.
Brincos de coree, bonitos a -160 c 2&C
Pecas de tranfa de la com 8
varas por....... &fj
Oleo para machina de costura,
fraseo a. .....
Pennas d'aco tinas eaixas a 800 o !.'
[Jila d'aco l'oiiy. caixa a. l,v
Galode al^odo pora .... tt ;
I S l.aia.i,, llOS 6 I UI* !'.,': I
pera (le 0t> a......
Oi'us de lou?a muilo fino a VIO e
Ditos para 'calca a D'O c. .
' laixa cora1 papel amizde a. 7-
Ditas oan en\e!opes a. / .
Ditas connihreas a.....
Can romagnlbas fundo doura.'. >
Ditas de ditas dilrs a..... I
Tbesoura para COStQta a 2Mo. BO
Caixa com hnlia do marca a .
Linha de cores tDQ tMKeUos (li-
bra) a........ C<
l'.aneteis de !in!;: Alexar.ilrode 7t) .
at tJO....... .
Grampos nmlo linos com pasea-
ros, diizia a......
fiarlas portiignezas, rtiKia a !,'
Ditas fraucezas a t$H)Q e >('m
Pajel alnaco n de peso resma *
:i,54(M, 31900 c .
fia mnilo lina para bordar, libra '
Fita de algodao para debruw de
sapatos, peca a..... D'.r
Dilas de 13a para deliran de ves-
tido, pera a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a....... 2
Dilos ditos de bfalo para alisar
a 24-0, 320 e...... :b
Ditos para aparar penna a I O
Rosetas pretas, par a JOl
Tranca de laa d caracol peen a 40 e I0C
Fita de coz peca a 480 e 3
Alfinetes de lato a..... KM1
Sapatos de 13a para crianca a 400e S(X
Gravata de sedas decores a 9W
Gslcadeiras a....... #1
Grande sortimenlo de rendas das flhas.
Um par de suspensorio de borracha po-
100 ris!!!!!! I
\a Vei'dade risa n ibueimaa
n. d%.
~CMENI
Da melhor qnalidtde e por atpnnr precu
que em nutra qualquer parte. vendemAma
i al, Moreira d G. em seu armazem do Cae.
da Alfandega n. 7.
Cera eai velas e em grane
a lato por libra
Domingos- Alves aftheae, tem para vender em
seu eseriplerio xrua do Vigirio n. 21,superi r
eraeni grumo e em vel s fabricadas em Usbd;.
pulo barato prfeo do (200 por libra em lotes a
vontade do comprador._________,
Vende-se urna bonita negriuha muito deli
lente, cmi idade de II anuos, a qual vende-:-e por
precisan : na ra da Paz n. 3i.
VENDE-SE OU ARRENDA-SE a prc-
oriedadedenomiada Barr de ScrtohaVm.
no liltoral da freguezia do mesmo n'ni;
com gr?nde ren la da trra a receber e mi
los coqueiros a lesfructar ; tendo, alm
disto, aexcellente e rara posicSo beira-niar
e beira-rio, inteirao ente apropriada par:-,
nunter-se ah jualquer estabelecinientt
oummercitl de seceos o molhados : a u.v
lar na ra d'Aa-oran. 26, ou na do Impe-
rador n. 20. ,
Bous e^cravos e -escravas
Vende- e 6 escravos bonitas figuras, ida-
de 15 a 22 annos rom todas as habilida-
des precisas ao-servico de ama casa, 1 es-
clavo pesaa. idade 2 annos. i moleque
.dade-16 annos. e 1 mulatinbode 13 annos;
na trav. ssa do Gamio n. 1.
____,________________________.,-------------------------------1.-----------mi
Cortes de seda
A loja ds Arco* a ra do Cee-pn n. 20 A, d
Mvaru Augusto do Ahneida 4 C. acaba de rere>
her ricos cortes de seda de cor e pretos' o melhor
pie na no mercado, a-im o-mo ba-quinas dt
Korgurao; nMilels inleiramento noros, chapeo
-inhos de velludo a Tirotien e muitos outros arli-
tos, tuda do uliimo go to. j_________________
piiaio.
Vende-se nmptan emiperfeii.. estado de con-
servacao, boas vozet, profiri para aprendizes : 'a
tratar na roa do Q leimado n 29. I"ja._________
Vende se burrarba de primeira qualidade,
para limas de cheim, taato a retalho como em
qualquer iioreao : na mu-das Trincheiras, fabri-
cas de tientes n<. 1 e8_______________________
Vendeni v ** casmlias iimo aguas cnntal-
ei.Ta e sata, edim-ada em cha. prnprios. na se-
gunda ra a sabir ta estrada de J de BarroJ.
entre a ma do Principe e beew. do Poro bal : a
tratar na roa larga d Rompo n. 36 loja. _
CWENTO
O vrda-leiro prntland. 9 se vende na
ua da M 'Ir do Deus o. 22, anaazeui d'a
Juao Mj.tmsde Barros.

PiiSim


m

6
Diario de Pei-nambuco Segunda feira 17 de Janeiro de 1870.
AGIA NEGRA

00
0

P4
BENTO MACHADO fr C,
A AGUIA NISGRA animada com o bom accolhimentu que teve em seus annun-
cios, veno de novo participar a seus freguezes, que. acaba de receber um variado sorti-
merto de objeotos de gusto, os quaes sero vendidos por presos muito razoaveis, pois
(jn-inlo fez os seus primeiros aununcios, foi o que asspgurou, e sera mdo de errar,
porque c mo j disse est ligida por interesses a urna casa importadora desta praca, e
P'T isso pxier ter todo especial e vender por prepos admiraveis.Chama pois a atten
co de seus freguezes para os artigos que possa (biscrever:
Livros cnm o tampo de marfim, madre- Um variado sortiments de charuteiras e
pernla e tartaruga, proprios para missa. palliteiros de porcelana,
lentos para voltarete.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folbas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
C*rafinuas vazias pruprias para pres entes
cousa de gusto.
Indispensaveis ie palinha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
traeos.
Binculo? d madreperola, marfim c tar-
tar) a todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-' i "'
ie nova. Ilca'
Fitas de sarja de todas as cores e largu-
ras pira lacos.
Talagorte parabordar.
Um completo sortimento de enfeites de
Toucas. sapatinhns meias de seda e mais seda para vestido.
pertences para baptisados.
Fitas com inscripcoes proprias para bou-
juet de noiva,
Ricos vasos com p do arroz.
Um variado sortimente de jarros de por-
celana.
Perfumaras de todos os autores os mais
acreditados em oxtractos, pomadas e leos
e finalmente outros muitos objectos que nao
possivel mencionar ; mas com a vista se
certificado do sortimento deste estabele-
cimento.
Agnia Negra, ra do Cabug n. 8.
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IiOJA
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 9
Os propnelarios deste bera cunhecido estabele-
cimente, alm dos muitos objectos que tinham ei-
postos a apreciacao do respeltavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa ura completo e vanado sortimento de
finas e raui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de sen costume,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas* bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nbora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de" tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de efires com vidri-
lhos e sera elles; esta fazenda o que pode haver
de raelhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito*superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 303000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesrao, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quandade de oatras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade. .
N'avalhas cabo de marfim o tartaruga para_fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ves tam-
bem asseguramas sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bollas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para erox.
Linha muito boa do peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das methores per-
fumaras e dos melhores o mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
faWIitam a donticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, atim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisaren), vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis luja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Machinas vapor de
forpa de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
ro?ar algodo.
Bataneas para armazem e balco'.
Gamas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogao americano patent
AS NOVAS SEDAS
11-EUA DO QUEIMAD0--11
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor luja de Augusto Porto A C. ricos
cortes das mais linda sedas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes e casa-
mentes.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorgur5o de seda preta, e grosdenaple de varias qualidades e gorgur2o de seda laa de
diflerentes cores.
NovoS vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas de 13a e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
cambraia de linho bordadas.
Linas novas de Jouvin.eelegantes sombrinhas^e sedas de cor para senhoras.
Espartilhos de 55 at \0&, lindos bournous de cachemira de cor para sabida
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de 15a, linho e algodao todas por precos muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar salos tudo em quantidade; e vendem sempre'por menos que em outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
^
iMiflmma nwmmmmm mmmmmmmm
Grande armazem de fazendas e ronpas I pilas ra dalmperatriz
n. o2, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 3#, 3)9500 at 6<$. Ditos di
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 50. 6, 8# e 10(9, de panno pret<
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branc?
e de cores de 35500 a 5*9000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, dita*
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 45. 55, 65 a 455. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodo e de linho de 25 at 55
um. Sortimento de seroolas francezas de algodo, de linho e bramante a 25 e 25500
Gravatas (mantas) novissimo gosto a todos os precos. Meias sortimento completo a 35
45 at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesquer obras de encommenda tanto para bomem, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e oatras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a 15800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 15200.
Basquines de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 65500, 75, 85 e 95000.
AlgodSo peca com 20 jardas a 455O0, 55500 e 65000.
Peca de algodo largo a 75500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Chegoem roopa
feita qaefse est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEAO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabam de chegar graude quantidade das verdadeiras machinas americanai
para descarocar algodao de todos os systemas e tamanhos seguintes:
serras |2 serras
14 ditas
15 ditas
16 ditas
18 ditas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
ditas
40 ditas
14
15
16
18
20
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
Cal nova de Lisboa
chegada no ultimo navio : vende Joaquim Jos
Ram"s, na ra da Crnz n. 8. andar.
NO BAZAR DA MODA
DE
M DE SOIZA SOARES C,
Ba Nova
VENDE-SE MUITO BARXTO PARA LIQUI-
DAR A DINHEIRO.
Luvas.
De pelica branca muito frescas,Nchegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 25000.
Minhas festas!!,
Lindos obiectos para mimos, como sejam:
Estojse caixinhas de msica, bolcinhas c
sestinhas, vasos e balainhos de porcelana
dourada, figuras, tinteiros, port-bouqnet.
caixinhaspara j'jas, interesante* conchinhas
cora frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola. lindos vasos com perfu-
maras etc. ele, e muitos outros objectos
para este fim.
Chapeo** le sol ou sombrlrabas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
145, 165 e 185000.
. GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode haver de mais
bonito empadres e superior era qualidade.*
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato."
LINDAS CAiMELTAS
brancas e cor de rosa dp doos tamanhos
cada rosa a 15200 e loOO.
chapeos para senioras,
de palba fina de Italia elegantemente enfei-
tados e gostos muito modernos de 155000,
vende-se para liquidar a 105000. E' pe-
chincha.
D cordeiro providente
Una lo Quelnado h. Itt.
Novo e variado sortimento de perfumara*
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
narias, de que efectivamente est prvidas
loja do Cordeiro Providente, ella acaba receber um outro sortimento que se toras
notavel pela variedade de objectos, superiori-
iade, qualidades ecommodidades de pre-
'/)s\ assim, pois. o Cordeiro Providente ped*
e espera continuar a merecer a apreciaclo
do respeitavel publico em geral e de sos
boa freguezia em particular, n3o se afas-
tando elle de sua bera conhecida mansidip
a barateza. Em dita loja encontrarlo of
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Co logue ingleza, americana, fran
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, con
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
o de violeta.
" Outras concentradas e de cheiros igoal-
T.ente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
om escolbidos cheiros, em frascos de diffe-
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
(ructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
oas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bera de perfumaras finas.
Ronitos vasos de metal coloridos, e da
moldes novos e elegantes, com p de arros
a noneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differentas
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda asis coques.
Um outro sortimento de coques de no*
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
a alguns d'elles ornados de flores e fitas.
astao todos expostos apreciacao de quen
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS RORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeic3o.
Fivellas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com;
prador.
BAP3 POPUIiAB
DA
FABRirA NACIONAL DA BABIA
DE
Teixeira UldurtcofrC.
Acha-se venda este ptimo rap, nico qtu
pdc suppnr falta do princeza de Lisboa, por er
de mui agradavel perfume, viajado, e a pre$o t
mais mdico possivel; e por isso tem sido asso
acolbfdo as pracas da Babia, do Rio de Janeiro
em outra do imperio : no escriptorio de Joaqun
Jos Goncalves Beltrao, ra do Commercio nn-
mpro 17
Frmeiro introductor dos pocos tubulares
instantneos da Abyssinea.
Avisa-se as pessoas
feito co-
dos re fe
que baviaiii
ASARA
E' novidade.
22 ditas
23 ditas
30 ditas
35 ditas
40 ditas
is quaes se vendem por precos commodos e roga-se as pessoas qne deUasfizeram en
eoTimendas de algans tamanhos, obsequio de as mandarem busca-las o mais breve do*
livel afim de nao haverem fallas. r
RA DA CADEIA N. 56 A
O proprietario da loja d;i Arara, tem a honra de
declarar ao respeitavel publico, que receben um
completo aortiinento do fazendte de tudas a< quali-
dades e va expr a venda pelo prego mais barato
que possivel, como seja madapolo de todas as
Sualidade?, aiffodaosinhns, chitas cassas, jianno
nos pretns, cachemiras pretas e 5e dres, grosde-
napoles pretos e outras muitas fazendas que a vista
dos seus ftvjrueze* verlo a sua qualidade de preco
como barato : ra da imperatriz, loja da Arara
o. 78. _______________
m az az
_ Cbegou ao amigo deposito de Henry Forster o
<1, ra do Imperador, uhi carregamento de ga>
de primeira qualidade; o qual se vende em parnd'
s a retalho por menos preijo do que #m ontr> qna'
mor oartp.
ridos pocos que os ve
uham buscar ra
i). 21, ondeob
qualquer esela
terao
recimfnfo.
Attenco,
Vende se o eslabaietiifient" de mnlhados da ra
da Imperatriz n. 39 : traiar n mesma.
Este admirarel
Depurativo nao
urio, iodo ou
incaico i ub
Vi|:orow modifr.
cirioc para o mangue en n radical mete as molestia) acuelle, taes romo a lepra, as impigec, as herpe, 'as
spinha?, e os Pannos, at B- -- Empretado diariamente elle refresca a masaa do sangue e consolida o sa Cura esa 8 das
m aai* n
ai,
A IWJECCAtf CADET
****** 7. B Den i ain,
os oarrmentos aDtipt ou recates
,11
TURA.
Acabam de ebegar ao Grande Bazar Universa
ra Nova n. 22Carneiro Viannaum comple-
to sortimento de machinas para costura, dos aa
tores mais conhecidos, as quaes estSo em expoei
cauno mesmo Bazar, parantindo-sea sua boa qna
lidade, e tambem ensina-se com perfeicjioa todo;
os compradores. Estas machinas sao ignaesi)
seu trabalho ao de 30 costureiras diariameDte, e a
sua perfeicjio tal como na melhor cnsiureira d<
Paris. Apresentam-se trabalhos execntados pela-
mesmas, que muito devem agradar aos prelen--
denles.
~TttEHO~
Em pequeas porcoes a 85300 ; em maiores
a 8{000, millio novo, saceos grandes, na ra do
Vigario n. 16, Io andar escriptorio de Joaqun
Guido de Bastos. Na mesma casa ha para ven-
der excellente farinha de mandioca, arroz, gom
ma, tapioca, araruta em barriquiuhas, aifazema.
vinho do Porto em ancoretas e arris de quinto,
tudo precos ruoaveis.
CADET
CURA
en TRES DAS
Ph1! B^ Denain 7
PAR I S.
Pars, 86, Roa ?Ivlenne, V.
CHABLCmoecin
ASBIVKSIUDAUAS UESSKXUACS, *Si___
COKS COTAWBAS, F ALT81UCOK9DOSAJISOaV
\,uttul*t, ktrnt, Mt-ao
V omiso**, trtsjwni a, i mt
Yerfo, oieiouu o a*aw
_________________ajpia; otVni, aHiia|al
do satina,.(Jarop* atlana wtrldl.r
raliru .rCe*> AJiaiM* ni
lomao-a* dons por nernin. guinda a traeua
Dfiiirah'nn e aai'rpdcnai maaaua aolMUa*,
Eau laraaa Citraa*
farro da CHABLK. car,
inniadiaUaiMIaqaala^a
puraacoo, ratanfM,
______________ bidt, a (aa*
anta o fluxot ftoru brme*$ da ibaraa^i
Bftt Injaceao banijn amprega-aa ooaa alara** d%
Citrocto de Ferro
Mrtwidu. Pasada qi* as cara tu a ajv,
POMADA ANTIH6RPETICA
Ostra: ata afecto autanea* laaaiawaax
PILLAS VEGETAS DEPl/RATIVA
< aV CteU*. Ui trate vas attamaiaite
W tMhatat. ,
DEPURATIF
i.. SAIVG
PLUS OE
COPAHU
\
^.


Diario de Pernambuco Segn la feira 17 de Janeiro de 1870.
I#
>
LI

DE
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO

DE
FEIIX ?EREIRJL DA SILVA.
0 proprietark) d'este grande estabelacimento, vendo que se est aproximando o fin"
4o anuo, e teodo em ser um grande deposito deposito de fazendas ; nao fallando em
ivoludas encommendas que lhes esto obrigado todos os dias, tem resolvido liquida-
i las por preco muito mais baratos do que em outra qualquer parte ; s com o flm
de diminuir o deposito e apurar dinheiro. Encootra-se oeste estabelecimento do
PAViO, avultado sortimento de iazondas de luxo e modas; assim como de prmeira
aecessidade. As pessoas que negociara em pequea escala n'esta loja poderao surtir-
le vendendo-se-lnes pelos precos que compram, ms casas inglezas; assim como as ex-
cellentissimas familias poderlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas-; o estabelecimento se
acha constantemente aborto das 6 boras da manha s 9 da noite. *
LAZLNHAS MODERNAS NA LOJA DO PAVO
Chegou para este estabelecimento um grande
sortimento das melhores o mais modernas laazi-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os precos e qualidades que se vendam
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO k RA DA
LMPERATRIZ N. 60
Acba-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melbores roupas,
sendo calcas palitbts e coletos de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos caserai-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qttalquer peca de obra, com a maior promp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
mais barato do que em outra qualqner parte.
Crochs para carleiras e sofs
O Pv5o tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-so mais barato do que em outra qual-
quer parte,
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
0 Pavao tem esta nova fazenda lisa pro-
obrigados a acceita-las, quando nao stejam pria para vestidos, cora as mais delicadas
completamente ao seo contento, assim C0mo|c5res e com mais |us(re do que a pr0pria
a'este vasto estabelecimento encontrar o |sedacom 4 pa|mos de |argura que facilita
respeitavel pubco um bello sortimento de ^gr.^ qUa|quer vestido com 10 covados
camisas francezas e inglezas, ceroulas dee vende se pelo baratissimo preco de 1:200
inho e algodao e outros amitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
Mndo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
iriz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de.cra de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo ra da Imperatriz jn. 50. De Flix
Pereira da Silva.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o respeitavel publico ueste estabeleci-
mento um grande sortimento de faiendas pretas,
Mtao sejara, cassas francezas e inglezas, chitas
pretas de todas as qualidades, fazenda de laa de
todas que tem vindo, proprias para luto, como
sejam, liazinhas, alpacas lavradas e lisas, cantao,
bombazinas, merino, etc., que ludo se vende por
preco barato. _- '
AS CASSAS DO PAVAO
Covado a 300 rs.
Vendem-so finissimas cassas francezas com lin-
ios desenhos e cores ixas a 300 rs. o covado.
Maclapolo francez a 75000 rs-
Vende-se peras de madapolao (rancez
iom 22 metros pelo baratissimo preco de
7^000 a peca, pechincha.
Altas noYidadcs em sedas
Chegou ura grande sortimento das mais
modernas poupelinas ou gorgures de seda
e linho com os mais elegan es padres que
tem vindo a este mercado sendo, miudos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
bonito sortimento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em canta
Grosdenaples de cores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores para
vestidos que se vendam muito mais barato
do qne em outra qualquer parte.
GRANDE PECH1NCKA A 5:000 RS. PECA DE
Hretanha
Vende-se pecas de superior bretanha de
algodao tendo quatro palmos de largura
com 20 varas ou 2 metros cada peca, esta
fazenda seria para custar 8,5000, a nao ser
urna grande compra que se fez, e liquida-se
a 5)5000, cada peca.
0 QutIMA*
GRANDE N0VID4DE
Quando a AGUIA RRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
eeral e em particular a sua boa fregoezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido. justamentrfquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a atindelo e relevarao.
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida kja da AGUIA BRANCA rqa do
Oueimado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em sortiment< de.supenondade em
uaWadesnmodicidade embreos e o sen nunca desmenUido AGRAOE S.NCER1DADE
Do que cima fica dito se coohece que o lempo le qu> a AGUIA RRANC V pode
disor einpreeado apezar deseus custos nodesempenbo de bem servir a aquellos que a
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recoramendaveis, como
I
rs. o covado, pecbincha.
Organdys a 360 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padiSes miudos egraudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pre-
cos de 360 rs. o cova lo.
ALGODO ENTESTADO
Vende-se urna grande porco de algodo-
sinho americano com 8 palmos de latgura
proprio para lences e toalbas tendo liso e
trrncaao que se vende por preco muito em
conta.
Panos de liuho
Chegou um grande sortimento de pecas
de panno de linho do Porto,que se vendem
de 700 rs. at 1(5000 a vara, garantindo-se
que em fazenda de linho nao ha nada me-
Ihor, nem mais proprio para lences e toa-
Ihas.
PECHICHA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grande sortimento dos me-
hores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do neste art go o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porco de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que em oitra qualquer parte, por baver
grande pereo.
neos brancos
Vende-se um grande sortimento de len-
cos brancos para homem, sendo a duzia a
lGOO, 23000 e 3,3000, ditos abanhados
muito linos a 4*5 e 65000 a duzia, ditos de
essuio fazenda muito superior a 53, 63 e
73000,
Peehlcha em asentirs a .000
Vende-se finissimas casemiras de cor com
listras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e"mais bonitas que tem'
vindo ao mercado, pelo baratissimo preco
de 43000 o covado ou 73000, cada corte
de calca.
b' m seja :
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos rs tornara apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se podena
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar. mas para nio massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melbor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos. _____ __
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Cupellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos cora p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
AdofSpos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substitnem as nutras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
I
. O Campos da ra do Imperador-n. 28,
no intuito de servir satisfatori mente aos
seos innumeraveis amigos e freguezes, *m
particular e em geral ao respeitavel publico,
desta cidade ; avisa ios que estiverem pas-
sando o teinpo calmoso, nos deltitaveis
arrabaldes desta capital, que tem resolvido
vender, de de superior qualidade, a pr.-ros
razoaveis. os seguintes gneros a saber:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas cem peixe a saber; salmn, ostras
e lagostas.
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
zas.
Ditas com gela franceza.
Cerveja franceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambre e afiambrados.
PARA DISPENSAS
Latas com chouricas novas sendo de 83,
cada urna.
Presuntos de Lamego para tompeire.
Cuias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provincia.
Copos de vidro com dobradica e tampa
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIDA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranea.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri
cante Costa.
Fumo picado do Daniel de S. Joo do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos tem con-
viccao de que o seu estabelecimento um
dos* que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
to s>- acha elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
COGNAC.
Tonquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas. ,- mmMmua
e neis para ditos. I Diversos objectos de porcelana,-proprios
Camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lap.nhas.
SORTIMENTO PARA A FESTA"
Yende-se por menos de 10, 20 e 30 io
SO' NO
llliZII CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter?o H. 23.
0 Campos.
De superior qnalidade da mu accredtt
da fabrica de Bistfuit l) ufo tuche & C, cognac urna das que mais aguardarte <>
cognac, fornecem para o contnao
Reino da Inglaterra.
Vende-se era casa de Th. Jnst. roa de
'ommercin n. 32.________________
VENDE SE ou arreuda-se o rnvnlkt
S. Gaspar, sito na fregnezia de S*rinh* nx,
comarca do Ro Furmoso. prosiu o rt<> rth
barque, com grandes partidos de pul
massap i roda da moenda. mallos menguo
para madeira nerssaria, bom pasto, rir.-
a tratar na ra d'Aurora n. ti, ou na d>
Imperador D. 20.
Cand.do AlbmSwlrJ il^Mo & C, ra>
esrripioriu e aruiazem na irave>sa da Midn t
Dfli n. 14. tem para vender o seguinte :
Cemento Porlland le 1 qnalidade o melhor qm>
tem vindo ao men-ado,Larricas de lia 14 arrubw
por lOOOO.
Vinliu Bordeam das seguintes qualHlides:
St. Julin.
Fronsac.
Lormant.
St. Emilion.
Hargans.
Cbateau de Bo>chcrellc.
St. Lambert.
Lalonhere.
Dnplessis.
Cau>r. _
Dearsesai.
Vinho do P.rto qualidade nmit> ejyrial.
Azeite doce refinado em :aix.is de l parrabf
Vinagre snperior en trarrafoes pequen-*.
Farelo hamburguez, saceos d'i 90 libras, per
6^000.
Farinha de trigo de superior qualidadV
Barrs enm alralrao, de arcos de ferro.
Fumos de todas as qualiJade*. se eifi ntrar)
neste e#tabele',imento em latas, MR e far
Papel de tedas as ra Ci-
garros.
nniiini
Vende-se um estabelecimento de rar
ros de passeo. em loi Ijcalidaile. pr
seu dono nSo poder ajClar-M *em>re
n'elle. Assim como H M sn-'iedade mu
alguma pessoa <\ae pieira : tratar na
ra Dirata n. 17 loja.
BRACO
DE
SMAO DOS SANTOS ft C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molbados esto re-
solvidos a fazere urna grande dirainuiclo de precos as suas mercaduras, como se apro-
xima a festa e sempre se fazera avultadas compras para o centro e praca, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cor-
tos de que vero a grande differenca em precos mais do que em outra qualquer parte
e earantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9^500 a lata, e 4K> | SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogramrao. l^.-.-^.
VINHO VERDADEIRO FlGUEIRA 560 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
ms n SIL
SIMIAS LUSTKO;
YAH
S o Pavo
LAASINKAS LUSTROSAS A400RS. O CO-
VADO.
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes lasinbas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
violo a este mercado, seodo cora listrinbas
miudinhas que parecem de urna s cor e
com tanto lustro que imitara perfeitamente
s poupelinas de seda, o vendem-se pelo
barato preco de 400 rs.
Bretauhas'de rolo a 2*500 a
peta
Vende-se superior bretanba de rolo ten-
do 10 varas ou 11 metros com 4 palmos
de largara pelo barato preco de 2(5500,
pecbincha.
Os setms do PavSo
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
AOS PALITOTS DO PAVAO A 18> e
sodooo.
Vende-se um bonito sortimento de palito-
ts fraacezes sendo, sobrecasacados e pro-
prameote sobre-casacos, que se vendem
forrados de alpaca a 18^000 o Torrados de
eeda a 206O00, pecbincha.
COLCHAS DGFUSTAO
Ne loja do Pavo veode-ae am grande sortiraun-
ts de colchas.de fustao sendo brancas o de cores
ditas de crocu liara camas de noiva, aasim como
qomtos damascos de ua para colchas.
Na loja ao PavSo vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira de
cor, com os desenhos mais modernos, a 6)$,
10 e 123000, omito barato na na da Im-
peratriz n. 60.
BASQUINAS A 124000
Na loja do Pavio vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes degm>ore,
pelo barato preco de 120000 cada orna.
Cortes de organdys com barras
Para a loja do Pavao chegaram, os mais
bonitos cortes de organdys com barra, sendo
ida am em sea cartlo, com o competente
figurino, maite proprios para faz^r pre-
sente*'
Os baloes do Pavo a 2000,
Cheg u um grande sortimento de bales
ou creuolinas do feilio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 2#000 ca-
da um grande pechincha.
AS CA IBRAIAS DO PAVO A 4:oOO RS.
Vende-se orna grande porco de pecas
de finissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo preco de 45300, a
peca sendo fazenda que nunca se vendeu
por menos de 85000, grande pecbincha.
AS POUPELINAS DO PAVO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
la com imitarlo das poupelinas de seda,
ura* fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: verde Bismark, rxa, azul
lyrto, cnsento, perolla etc^etc. e vende-se
pelo baratissimo preco de 300 rs.
Fustes brancos para vestidos
Chegoo um Hndo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustes brancos com listras
e cordoes, sendo fazenda bastante larga e
flexivel, moito propria para vestidos e ron-
pas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
BONITAS UASINHAS
OU ANAD1NAS A 1*000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riado sortimento desta nova fazenda de 15a
e seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos e mais modernas cores,
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm vestido com poucos covados, pelo bara-
tissimo preco de 10000 o covado, por j es-
tarem muito prximos da festa.
CRETONES MATEADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pavaa chegaram os mais
bonitos cretoaes escaros matsados. pro-
prios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padrOerclaros
proprios para vestido e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sendo os p;idres mais
moderaos que tem vinpo ao mercado.
Chitas fraacezes
Para a loja do Pav3o chegaram as mais
finas e bonitas chitas escaras, propriamente
francezas, e vendo-se a 500 rs. o covado.
a garrafa, e 4o00 a caada e 800 rs o li-
tro.
DEM DE LISBOA das molhores marcas,
400, 440 e 300 rs. a garrafa, a 26800 e
35200 a caada, 660 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISROA a 44000.
'a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO
200, 240 e 320 rs. a garrafa, .1-5400,
15800 e 25200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a caada, e i340 o litro.
MlNTEIGA INGLEZA FLOR 15400 e
15280 a libra, 35060 e 25780 o kilo-
Ruado Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimento de bo
linhos para cha, pastis, podin, bollos in-
glezes, p5es de l. presuntos, ditos t m fiam-
bre, superior cha Hysson, preto, e miudi-
nho. Vinhos finos ile todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, frucias muito boas, por-
luguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas es goslos e precos para
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
leraente chegadas de Paris sao de primoia-
do gosto, offeresse-mo-las aosgalantbadoies
do bello seso pois nellas acharo nm digno
e serio presente para as donas dos seos
peosamentos. Tambera os apreciadores da
boa fumaca encontra rao charutos dns me-
lhores fabricantes da Bahia e de Havana
sigan os do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, cbristalisados e de
calda, ditos de caj e de utras qualidades
Nesla casa recebera-se encommendas para
bailes, casamenos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja pao d<- l
e bollos enfeitados e outros muitas colzas
que enfadonho mnnnonar. ___
Vendo-se no trapiche Bnrau Jo I.ivram&n'o <.->
eos enm milito, La HMCIfia c puf BMBM fc mu
em outra qualquer parle. ^^^^
Vende-se
Urna negrinha de dado d" 12 anuos, <:.V' tra-
tar (Je meninos : compni muit > BM >: 1.x I
algn* serviris de an beeeo iit* rrrii n. .i, Basa lama.
Carroca com bi.
Vende-e urna carmea nova rom um tx w'ti
hnm, quem pretender dirija so a ra da IMk a
37. loja de funileiro.
ESCP.AV0S FGICGS.
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 15860 o kilo-
640 a libra e 15400 n kilogrammo.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 8<0rs. o kilogrsmmo.
VELLAS DE ESPABMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ba abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
i? iSRO 35200 e 6d500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 15280, 25500
35500, 43300, 55500 a lata e a retalho e 15
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 55500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERSd
Fugio no dia 27 de deaenbro pn ;
sado, a esrrava lleniiquiia, preta ffkrt i
20 auno, chi-ia do corpa, altura lifilar, r: H.tt
rarapiuh.is, te-la L.rga. pelle Jiiu ?a ey.'ii.trnl,
beieos grossos, bocea grande, der.le; tafpi \<-r-
feit?, iilhus e maus grande?, rom urna rir:.ni
em cima de tima deltas pes e 1 < a
tem por eostune alugar-se cuno!,
a quem tem oreoltaa : raft m as
puheiaes e a quem eonHer, a eap'ur.i. |i" r tn,
tiliear MtisbcturiauMBU easa r
ra /lo Benrkpiw Das n. -0. _____
__Actia-se fogidu o eseram preto de a
s, ida e 40 annos, otatnra Kgotar, t 1
porco, ponca barba, a^oM eaM
rabera, tem unto a burea e Do ;
de uiii airanhao. ruja t-'T 9 qmh clara Oj
pello em conseqneneia dt 1 '' 1 -"'. > ba |
rao. chapeo cinaenin de feltn, ca ba oV 1
e outra bran-a duas raais f ir*
do Sr. Antonio Maowl Pereira Vtaaaa 11 > r
ni Grvala : qneiu o captar lev- >
Apollo n. II. que i i '.'______
Gnirificacilode liHi
Ao chegar a esta efatoda m a Bhta
dos pnruis do norte o wpor a
de bordo o eaeravo Seerino, olau, i- '.' hhop
de idade, que 4o Of reweUtaB i* n
Salgado S 4 C. por ennta do Sr. I>' -w
Olimpio G. Preita..... Sr. IMplnm i.
AIi.mi. nollio de Jaueiro : pede-*, |wlai ?
autoridades poliriaes tiesta ci I
de campo a captar da referid" rr* -
tregarem no aos abaixo a*siga \m a l >
ao raes da alfandega vrth u. l'. i, ?
chegada no ultimo navio, tem para vender Joa- ; hilisam por todas af deijn 1 -'"
" seu escriptorio a (Orando oais a qualquer opit" d
lili
Resta venda um eseolhido sortimento de ot
lelos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
arand. mogno eamarello, obra nacional e estran
jeira, d apurado gosto e por pre/o- razoaveis:
aa ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
jasa fazem-se con? purfetcao todos 03 trabalho d*
palbinha, como sejam, empalhanientcs d8 lastro-
jara camas, cadeiras e sophs.
Vemle-se um arrinho americano de dons c
quatro assentos : para ver e tratar na ra da Flo-
rentina, ollicina do Sr. Grosjean. ___
Cal de Lisboa
quim Jos Godgalves Beltrao, no
ra do Commercio n. 17.
grammo.
b'U^kilSSS em56poSoa se BELL, 8O0 rs. a garrafa e U a dnzia.
faS abatiniento VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
BANIIA DE PORCO DE B.\LTIM00R DIVERSAS MARCAS 13500, 10200, ide
720 rs. a libra, o 1#>60 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
Rheumati&mo e moles-
tas syphiliticas.
quantta
aeioM referida.
Verai f Bar
Attencao.
porc5o se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA LNDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
3#i00 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 6^000 a arroba.
CAF EM GRAO 65 e 6>00 a arroba,
200.240 e 260 fs. a libra. 440 e 320 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 o 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSASr PARA SOPA, MACARRAO, TA-
LHARIN E ALEiTRIA, 560 rs. a librare
1A220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bn-
Ihante, combination, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-oic-nac, a. b, c, c
soda a 1*000 e 43400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
GENEBBA DE HOLANDA E HAMBUB-
GUEZA 7(3 e 63 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco. .
DEM DE URANIA DOCE AROMTICA,
113 a frasqueira e 13 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
330OO, 23800 e 23400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 113500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 13000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TO a 13000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIDINHO
33200 e 23800 a hbra, e 63100 o kilo-
grammo. <
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 23000,
23200 e 13800, re. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos, charutos #e diversas marcas, marmelada, leita pelos
melhores consei-veiros em Lisboa, gela de marraello, pecego, ervilhas, era latas, por-
tueuezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, -pene em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardmhas de Nan-
tes camella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandesmolhos do sebolla 13500.
Finalmente muitos outros gneros que enfandonho menciona-tos.______________
PARA APESTA
3 portas, 1 ja de ier a?em
53-Rua Direita~53
Na loja e armazem do Pavao ri da Imperatriz n. 60.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
rara da Cosu & Kiltoo} defronte do arto da'Con-
eeico. em jiarneas grandes._________________
Cunha rmflos <& 0.
MADdE DOS N. 3i.
Tei'm para vender vinho d een barris de quinto e dcimo : chegou nltima-
StaSostaSM mente o bem hecido vinho engarrafado -laftri-
ratnraos. Unto de ferro orno de o aatros mas do Douro, e. borai assim ancorlas de vuiho
nara medir fazenda tanto de ferro conift.de latao, lino encapadas e cal de Lisboa nova.__________
salitre,tren, barbante, enxofre. papel marca vxa- T7*#< A
do, do #rdadero Rcardo, rifachMs para dosoa- VeilCie-Se
^r&^^K"irPeST! por mWdo que em outra parto feriaba da^ter-
RS^Sf^frS9,SftT3Vr 'aefcijaomu.attr.ho r^noawiaxctn Indapente-
m de lbuneel Rento de Ovaira Braga* C. a, ra do Rangel n 3.
Neste crande estabelecimento, ha para vender I
um completo sortimento de ferrsgem, e mtudezas f
finas e frossas, como sejam bandejas chinelas,
auadradaa e ovaes, facas e garfos ae i 2 bo- x
toes, balando inteiro e 1/i balanco; panclla*. char ,
Iheiras, cacarollas, frigideira-, assadniras, tanto
de ferro como de porcelana, moinhos para cafe de to
Arrobe vegetal, xarope de slsaparrilha
do Pata, pilulas e xarope de veame, tin-
tura e xarope de sienpira.
Doentas do Ogado e ka?o, ane-
mia, opilado, ete.
Emplasto, oleo, pommada tintura, pi-
lulas, xarope e vinho da milagrosa Juru-
beba.
Sez6es ou febres intermitentes
As pilulas anti-periodicas de Pinto.
nico deposito destes medicamentos na
pharmacia do seu autor ra larga do Ro-
sario n. 10, junto ao quartal do corpo de
NAPHARMCIA DO PINTO RA LARGA DO
ROSARIO N. 10 JUNTO AO QAR-
TEL DE POLICA.
Acham-se constantemente promptas a
ser tm satisfeitas, as prescripcoes dos Srs.
facultativos, o as necesidades dos enfermos
s especialidades da mesma pliarmacia.
composta de me licamentos, tanio indge-
nas, como estrangeiros.
Toses e molestias do peito.
Xaropes de fedegoso, rabo de tat.
Aeriao, pao Cardoso, juca, mulung, u.u-
amba. etc, etc._______________
Liquidbalo.
O proprictario da loja, denominada Garibaldt,
faz ver ao respeitavel publico e seus frepneles, que
tend) concluido seu balance, como de cosame
dar-se no lint de cada atino, e tendo o mesnjp pro-
prietario feitn diver-os abatimentns em suas fazen-
das para servir eus freguezes, como sejam algti-
mas aharxo menrittaadas, a sabei : madamiao
5 e bom, algodQ pessa 4s e Si, chitas france-
zas a 280 o cova Jo, cassas franceza* a 240 o co-
vado, aloacas de cores para vestidos a oOO o cora-
do e outras tnnitas fazenda <|ne seria eilfadonlio
mencionar por falta de lempo, fazendas preas para
a quaresma a saber : grosdenaples pialo de to
das as qualidides, panno Cao preto de todas as
qualidades, csxemiras pretas o de cores e outras
umitas fazendas que se vende sem r^ervade pre-
co na ra da Imperatriz loja do Ganbaldi n. 5o,
era lempo para nao baver engao na frente da o
ja do Ganbaldi ha ver dous letreiros de liquida-
5 em lettra grande
Vende-se ps de naeiras de Alexandria bran-
ca j planudas em sesln. proprias para mndar se
e de outras muitas citio junto ao portao do eneaaaraento d agua.
T^ndo fugidt, ba aj a errara .' n
de 2o annos, mais m meaos, tiui p
vesga, com o nome ?npoa(* Ja nrrta, |ffc-
a quem a poder prender > nbsoroto t-
a sua senhora a Berna. Su. Saroueza m 1 r**m
ra da Aurora n. f*.____________________
Aviso s autoridades fm
e a quem competir
No dia 2tt de maio do corn me ar.fi
fugio o escravo Ezeijniel, 'trinoio de ;t "-i
annos de idade, estatura regular, wawp*
cor bem preta. cabe<;a redonda. Itjpa n
mi-a azul e calca de casemira ciitrei.ta
durante < da costuma andar faobainl* wa
roas, ou em armazer.s V assu-:ar mi w-> '
ber"as a conversar a a beber ; m m
noite recolhe^e a telheims aberu<<. :i p-
netraveis, a casas cm unaUllfi" ***"*
quaesquer lugares, onde se possa atipar;
quem o apprebender teoha a bor'dl- a a
conduzia a ra da Aurora n. t>. i *
Imperador ti. 20, owtojwi srEi-lt a*^
Fotiran doeipa immm, i *>w-
to da Escada. no dia 31 seguintes : Luiz, rrioiiia, de idade 20 aun->.*
ou menos, cor tula, alto, setco, cara rert"da. *m*
moderada, tem perns> a parts s cor;" ^"""l
cas de sarnas grandes, de nn d* lad tntn m
caustico que ba punco sofrru, lvfw_ npa arel
de nlgod" e do omras coros, un %ib*- te r> w%
chapeo do cooro e am de bactj. Felippe Mix^
grosFo. cor preta, rara redonda, pon *"**?
c-inscrva raspada, tem una VrW *' rr>*
do pe direit i, rendido da venm *> a* <>ir-
do Jevou ronpa azul de acodan e de mifr;
da cha'-' de cor.ro e um de be-la ; am*- >*
comprados a Amaro Jo- de Arauj.^ fZ't*"**-
rador, o morador na frpjruraa de >rt s-IV-Ha. r-
mo do Flores, semki senhor n Lniz, (y '
deim de M.gaKiaes, o do Fsbppe. Cn.i. ^
deiro deMagalhaes ; foram vendidos a rub*-
Victoria : roga-se aos capitaes earo^ as au-
toridades a captura dos ditos negros.
;
\\1S(I
-

Fugio no fta 24 do correne nw e *T"-^*.'
do sitio da Ponte de Uch*, *5
filho do sertio do le,., preto tak,Jm J
a 18 annos, vestido p^ calca braw^.M^j
aigodozinfco curta,chapeo do rhvte >afc ff
basiar.te ladino, cosan a erjbmpc-*-. *^
com humildade : ped.--se, portana, as **
des ptOtciae e aos cajMtae c ext^o^J r?^
: -inUrgir a sia
de referido nscravo,
te de CchCa. de Jos.
100a de gratifcate.
fie fwr*r-;


ir

Diario de Pernambuco Segunda eira 17 de Janeiro de 1870

*

___

IITTERATMA.
poxrco dettjdo;
I iIh prximo
II >% VVI%K4.il*.
Rm qno.r.ra dvir.ir, met Dan*, qnirera
Reirar tn,os pe.s ile lapr ir !
Snffro Unto, irt'i grande este palor
O le me env-i>lv> o pensnr. (ivi la chamma
Que bnfltilt'a em rrane i uuwihtin i
jjne ii tfcr, .lua um mundo
Para sentir lianlinna de mcus prsnies
' S-in.-i.-lint i (i Iniril das Vsventur;
Vai matura*,
i Uros tantas !U iinw.
i; r.'iinr c ni.iiiir ii quetenho acjoi :n> |i.-iti>!
Kiim |>wum chamar-Um nunlia vida
Porque inaior i|ue Deus cr(> alie ser.
fiiho do infcrnn,
Uiwotf sol da vida, nonti' io.-rlvet,
na a fu ule no inl'mii",
tpoi.-uido leu* ps ai|tii bu abysnie..
bom sinlo em meu peito o tea pnrtef
Brpjer n mito altivo, e destrvnar-mr
V ratita, procuran lo desligar me
0-H la^.i iiiruro una lagrima doridn,
urna m'i. i]w, me cure essa funda;
fruteada cicatriz, que sobre o p-ito
un-me :i miio ferrenh do destino.
Q-rtNti i i:m brnia iu primi i llin a.flor do lyrio.
lntli-ma iiiiiriorredouro do martyria
Qae desde a infancia veto aeompanliar-me.
i la Yeuhimbora com olla atroz martyrio !
Man poM chorar, que a dr tanta,
''. Ctmaoho o soffier que valone n'alma.
U le a peiln estala enfurecido
fitan ai rochas Punhin.is p"lns chammas
(jUMdii liies bate o frgido lufo.
R i,7.' potra, qoe o foyo que me abraza
Su re. rver do cabos ilwfnr.i ludo !
' Meu labia enibranquHCidu qua-i mudo ;
Mra* oHmi i-en apenas um vislumbre
Ha luz que Mies dora a nntureza.
Minli i fronte encumbrada de tristeza,
A raza > baqueandi a cada instante,
* lampada 'nido, mil.- que IWL tifio haixaodo
Ao p, ao nada terrivel que Ibe acea;
- e~ fiuct.is amargor dessa enorme
.rio que dc arrebata ao desespero.
Su awmte o coraci bate violento
Weartilas e IngubrM pancadas,
:>.?..'lulo i- que mo-reta ilMa de vida.
Vil!" estn reunidas concentrad:u<,
lo las as forra? vltaes do entiinento.
K, i|uando agom suspire, rapa&Mdo
0.i 1.1 quo ahi b rbnSna en vez de sangue.
Ven: fugitivo rorir-:ne pelos labios;
a s>u i. n'i' Aj desprender o lnguido gemido,
V i ir tudti II ser, toda minh'alina
Pan sorver a lagrima pungente
Que o romean verteu ebrio de dr
Ai pcrpassar-lhe em hora de amargor
A negra ai o munstro do cime.
F.irqnn razio < tu to deshumano.
l.i i .-ni lillio dilecto, ol^! sanio anuir .'
Porque da vid i o calix de amarguras
Constante ao labio levas de qnem vota
-v.i puro confio ao culto ti u '
i. ti. mal dito espectro do cime,
Pimple, razio, em horas de tristeza.
Quando todo se veste de negrores,
Vens ii odio afiar n'nm peito casto
(Jue se esbraz.i em fulgidos amores *
Am ,i. ci.ne, odio, tres venenos.
Oda pial mai- snbtil. e mus twrivel
:>iit II Castos ei-ilos que produz !
arnOr teste as gnlas do p'razo.
O odio m'i p.ir si Din gera InfafBM
guando o cime os pinol Ibe conduz. /
Ru b-m sei qne o cime em mim palpita
tiente, voraz, louc.o e feroz ;
K |;or is-o me esmaoa a dr immensa
Qu aiisorve meu ser, minh'alnia toda. ^
K mbando-me a ventura que en gozara
Ao ver o rosto anglico da virgem
Que te retrata ardeiit? no meo peito.
Se nao fura csse fe I quo elle inhocula
Em todo eu e em tudo que me cerca.
E p ir is-o, mea Deus. en de?ejra
Banhar-le ns pf? de lagrimas ardentes;
g por isso eu ipizera rosplendentes
i> pi.iiitos ier os olbos macerados :
r tornar mim essa alegra
i un que a vida ouli'ora me fuljia
. ,ii ii o s mlio douradi) de creanca.
i'ara enioar-le um hymno de lonvor :
n-lamai I tea heme- sempre santo
Cor entru as bagas quentes de men pranto.
Duns eoracoes unir, ambos coutentes.
Janeiro de 1K70.
? f i
CONULK) EGU.M::.Nl.Dauos ca se-
guida Irus importantes doumeutu'S'tbfe o
concilio ; o S? a circular qou o mtnisuo
doi estrangeiros ila Franca dirigi
agentes diplomticos fratroezes, o -
ollicio do duque de (IramoRt emiwixadoT1
francez em Vie,nna d'AsIfia em resposla'
aquella circular, e o 3" utm nota do mar-
que* de Baim.ville enibaix^dor francez .-m
Huma ao tutni.-lro dos estraugeros em l'a-
desaCCOl'i!
' est|L aJm -lisso, unta eventualuiade.
que ftfttU'etteni emipnrir civil tinha a facinil! da su a
'itn publico de idu quanto fosse contrario mus |)-i
presenpi da qual esperamos
coll cadn?; temos
vadas qoe hlo de prevafecer no
assembla,-psr que nos
contar menos com a sabtddfl
dr, do qiidcom as tuzes c o
dos bisptis.
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
POP.
' Paulo Fval
Terceira parte
AFLOR8HT1 DE PABK
(Continuaco do n. i 1)
X
O aleljado
Era o bario Schwartz horaem na forca
da idade. enrgico e robusto. Sugeitos
d'aqaea laia comfecam de ordinario po
verdadeiios bonacbSes ; a paciencia um
dus dotes com qoe se sane de Guebwiller.
Essa paciencia, porm, essa paz d'alma
fifio passam d* ferramenta : s vezes, mal
termina a campanha do trabalbo, arremes-
sain-na para loo^e.- Singular cousa
.iquelles pred-stioados da conquista conser
vaiQ-se brandas e soffredores em qnanto
ma^risellas, esgaios e cubicosos; o sangue
a elles chega lh-*s com as banbas, qua .do
se seotea rech^ados. Se os virem irados,
podem llirmar que tem o papo cheio.
Ni su.i v da poacas occasies ti vera o
baro de recorrer violencia ; nao era
man, e todava os raros accessos de ira
haviam se-lh< descareeado sobre creatu
ras mais fra as qoe elle, salvo um ou dous
c"asos de que se sabira mu i airosamente.
Kn isso i-oosa sabida na roda cora queli-
dava, e para elle a coragem fra anda
lio.n n-go io.
Os q te meibor o conheciam baviSo sem-
pre tolo por certo que se jamis alguem o
niacflsse no amor qoe dedicava mulber,
Sehwaite seria terrivel,
Haviaj alguns dias qne o baro viva
de febre. Os seos recetas, assim como as
jas esperancesparticip-ivam d'esse estado,
novo para elle, porque a febre de que fal-
lamos j no era aquella s-raples accelera-
cao do pulso qoe acorapanha a luuiid.ana
lid i d i milhSo e que malta lentamente,
como o opio >'U absynto : era urna febre
profunda, dolorosa, capiz de desconortai
aqoelle instrumento de preciso que Ibe era
cerebro, capaz de ai raneado ao calculo
para pregar com elle em aventuras fabu
yva a ponto de dar fondo n'esse
ns.
Kilos:
Paris, 8 de setembro de 1809;Sr.-
Muitos gabinetes -se tcem dirigido ao jjover
nodo'imperador na mtewfl de cunh*!ccr a
tinha de-conducta que so prope segair a
respailo do concilio ecumenioo, convocado
em orna para o dia 8 de tez'o-tntire i pr-
ximo. '
Nenhuma questo merece, seguramente,
em ma>s elevado grao, a atteneao, do qm-
a de saber a parte que os goveruos devem
tomar no importante aconleciuiento- de qnu
vamos ser lestemaubas, nao lia nenliuiu,
ao mesmo terapo, par o qnal seja roa difii-
cil procurar esclarecimentos no passado.
por sso i)tie lodos que so poderia ir buscar
bistoria dos concilios, pertencea a po-
cbas j bem affastadas de nos, e muilo
dilferentes d'aquella em qua vivemos'. As
retacos da igreja e do estado teeni soffit-
do tnudancas profundas, e evidentemente
segundo a oatureza dos lagos que esistem
boje entra os doos poderes, que se deve
determinar a posicao dus govetnos. em pra*
senca da assetnbla que o santo padre oha-
mou para junto de si.
Nos concilios antoi ores, os soberanos
linbam o seu lugar antecipadamente mar-
cado. Enm convidados a tomar parte
nelles, quer em pessoa, quer por meio dos
seus enviados. Os embaixadores tiaiiam
assento entre os membros do clero, o al-
gumas vezes exerciatn na marcha das deli-
oeraces tima aecao cntiMeravel. Algu-
mas vezes mesmo, a re.uniao dos concilios
era provocada pela iniciativa dos principes,
que se entendiain com os papas, sobre a
opportunidade das medulas qne sedevessem
tomar no interesse commntn.
Nada era mais natural naquelletemp >,
em que as quesles da ordem civil le con
fundiam multas vezes com as da orlein re-
ligiosa? pelo propno fado das ostituices
e das leis.
A liberdade de eons.:L-nca proclama a
desde ento, modificou aquelle estado de
cousas; o poder civil e o poder ecclesiasti-
co cmurelie.nderam a nocdssi iade de se
defmir mais francauenle, e a nossa legisla
cao marcou os limites da sua competencia,
mantendo-os todava unidos um ao outro,
sob as coudicoes trepadas pelo accordo es-
tablecido pela Franja t) a santa S no co-
meco deste seculo. dominio da igreja 6
do estado, tornaram-se deste modo mais
dislinctos.
Sem duviJa, o contacto dos intereses
nao cessou com a cooniso das institniv'es,
e lia, pela propria ualureZa das colisas,
questes mixtas que piovni da autiiridade
secular e da auloridade ecclesiasiica. Os
governos, reconheo-ndo a sua incomp lene a
para todos os negocio* de doiitrina, e de,
i nsiiio religioso, podiam anda reivindicar
como um diieilo faculdade de iilcrvir as
discussos que versassem sobre os privile-
gios que do seu devnr conservar iulactos.
Alas o goveron de S M. vera acuialmente
no uso dcse direit serios inconvenientes.
A sua iiitervenfao poderia ler etu resultado
en\olvel-o em debites penosos, sem llie dar
a certeza de faz ;r prevalecer, as suas opi-
nies, exp.indo-o a conflictos qu-, a maior
parle das vezes nao poderia evitar, sem in
wrrer as mais vivas responsabilida-
des.
Debaixo deste ponto de vista, as nos-
sas leis olerecem todas as garantas dse-
javeis., Man ti vera ni em favor do poder ci-
vil a faculdade, que j tmba em pachas
anteriores, de se oppora.tudo quauto tosse
contrario s nossas liberdades nacionaes.
Estai iamos pois p isitivamente habilita los a
regeivar, no caso dado, todas as- doisSes
sentiiva eniao em condiebes origm.es de
verosimtlhanca e bom succeaao : a exis-
tencia de. um ueto deLuizXvI. Agarra
va-o o Sr. Lecoq cuno aquella mao de
fer o, magia das modernas industrias, que
lilavaos ladres que se atreviam a frmal-
os famosos'cofres de segredo- da casa Ber
lliier & C.
Schwartz violara a fortuna. E, n'um
mu nenio dado, quando j o triumpbo nem
sequer era duvtduso, sdlra se acuelle en-
diablado tnecbauisinu : o Sr. Lecoq !
No neg icio do supposto lho de Luiz
XVI, Schwartz, em verdadeiras talas, pm-
curava um refugio, um escudo, alguma
cousa que se parecesse com o famoso bra-
cal que s rapiantes da celebra arca-foi te
baviain deixado tiure as garras do m-cha-
nisiuo, na n ute de 11 de juuhode 18i5
Nada roubra ; lambreini-i-nos, po m.
la pungente convic?5o que attermu Andr
Mayuutie innocente, no dia immediato ao
do enme. A mao que ento cerraba as
gualas de Andr Maynotle eslava agora em
volta do pescoco do barao Schwartz: a
mesma mo I
Andr M.iynoite n5o jwssava entilo de
urna creatca enamorada, e foram as pro-
prtas precauces tomadas para acautelar
Julia, seu adorado thesouro, que coro rain
completaran! o fatal acervo de apparen-
cias, d'onda a justica no pftde descriminai
a verdade oceulta.
O Sr. Schwartz era, pelo contrario, um
homem, e bomem hbil ; abuud ivam Ihe
em volta recursos de toda a qualidade, e
a riqueza formava-ihe valiosa couraca.
Entretanto, sulocava presso d'aquella
mo, que media poder do aperto pela
toica da victima. Soltava j arrancos. por
que, para completar a pa.-m-isa paridade'
di situaco, tambem um grande amor pe-
sava sobre elie : havia urna mulher qua Ihe
paialysava a iefeza, ama malher aorda,
a uteama mulher.
Eu nao disse o mesmo amor. 0 baro
Schwartz e Andr Maynotle nunca amain
do mesmo modo ; mis que tem isso ?. A
paixo entorpecida na ventura torna-se
feroz as horas de attribulaco No meio
d'aquella immensa b talha dos interesaos
qua se agitavain em redor de S liwartz, o
seo principal interesse fra a mulber.
A mu.her embaragava-o, agriihoava-u.
absiirvia-o. Amava-a com phrunesi, tfesde
que ella dexra de parten er-lhe. Ama-
va-a ao borrivel ponto de chegar a pensaj
unf instante em esagalha la sob a santeu-
ca do tribunal d> Caen, constantemente'
0 nosse pnn
rm c nsiderai c
ressados na obrjg
convoca os prefl
importancia d*T^
n > meio da crise
>r que. mesmo i
lo exemulo.
as tradic-is tiacioua 'S.
ter fornacido explica;es
|e%ento qoe a p iiaha
klL^ resjeito da as-
nao nWldifferir di
b u-g wz-me obser-
tivesseinos d i lo
oslro-luinoaro leria
^Bla circuintaticia;
Wr para 1\ i ni.
Pmslorfser sunples-
PBPSestar iiogirrenl-s, com
;>os qljefj|qj|ignarem pres-
*>* W-toit&x> n a -Jh^ das resoluta -s
ciedades modernas, nao ole ser*pnl em|quiftdjtfcbrerem no seio da reuuio ecuJ
dtivida. e nada do que pode dizer respeito > menica. Quanlo instrueces especiae-<
aos destinos d> muni ico, po leria I das quaes se nao vi n'este momento nmn
encontrar-nos desprevenifloi e indlffefcn ot^^efl inilWldiA nao se ihe trans-*
tes. tnillutsfh' ilti foram nccessariasi
0 enverno do MTipeta^r r nao remm. pdlJ tudciiciaslltncio, e pela allitudd
do goTertr poftiilrt*
adre ]
ilTI Hld
]>
pois a empregi'r a Sun rifWnnria: Ha do
etnpregar-se em recommenda* a todos, as
ideas de conciliaco, cojo triumpbd nao
pmferi deixar de enntrihuir par a con-
s'iMai/urda ordetn social e*-para a pxr.
das conscienrias. Mas esta influencia mo
doradora, pHa mtervpn^ de nossos re-
presenta tes ordinarios qtienos prnpomus
exerce-la. sem depntar ao concilio um
Acceitae etc (Assignado) Giuifior/.
Huma, 10 da nuvi-mbro da 1SGC
Mpe. (legado Roma1 no da -i
4VRc mez, fui no dia seguinte a casa do
ca*de*l secKtarto de eHadol e pedi-lha que
sollicitaise. pira mim uma audieucii do
san* padre.
0 papa recebeu-me hontem. A con-
mandatario especial, coja ppestnca obri-' versacao -ao tardn em* travar-se eacca
garra a libenlnd.j de arcan, qtw pelo con- j do concilio. Disse en que. o papa sabi^
trtrio desej nos reservarlos iflU'iramenle I ila resnlncao tomada pelo govemo do un-
Esta linha de conducta concorda com perador, no que diz re-peito queslaodi
o que nos conhecemos dai disposinfs da ropresentaPo dos guveiwiaj e os motivos
generalidadc dos governos catnolicos .- e o q\ie a dirigiram. Esta resuluciiu, a quai
oroprio papa Pi IX parece preparado para ;se-ligaram todos os gabinetes, ao mesmo
a abstebe dos sid)eranos, per-isso (fuejleapo, a que inelbur correspondi, seguido
tio julgou a prepsito appellarpara o seu me quer parecer, aos desojo*' da santa s
concurso directo, e ririo Ihe dirigi, como
nos lempos paspd s, o conste de so fa-
zcrem represenrar.
Quando o guvenn do imperador adop'.rm
o partido de nao ter embaitador no seio
do concilio, obedecen nicamente ao es-
pirito1 das nossas leis. AreserVJpqne ju^-a
prudente guardar est alm d'isso d'> ac-<
cordo na qit'< se reserva o proprio Santa
Padre, e segnindo a esse respeilo a pol-
tica que nos parece mais pp>pna para ga-
rantir os nossos direitos, temos tambem
fondimento para esperar qne a corte de
Un ua ha de faz-r pie >a justica s consi-
deraces 'que inspiram a nossa resolti-
Co.
Ficaes arrtorisado a fazer ieitura d'este
despacho ao mii istro dos negocios estrMk
geiros do governo. junto do qnl oslaos
acreditado, sem Ihe doitar todava copia.
a A'.'eilae, elePrincipe de la Tottrd'.Ui-
vergne-*
Vitrina. 21 de setembro de 18G9
Prlncins.V Kxc. lignoi-se fazer-tae co-
iihecer, pola sita circular de 8 d'esto mez.
i attittide qne nos pro|mos guardar em
presenta do concilio eoumscico convocado
em Roma, para o dia 8 de dezemhro pr-
ximo.
De accordo com as vossas intences,
liz Ieitura d'esse de-picho ao birnd'Al-
ieiiboiiig, na ausencia do c inda de Reust
0 Sr. d'.\i4cnbrturg agrid:cettma esta'
commonicaca i, a qual e-p-irava de'pioj d>'
um olfi i i que acaba va da recebar dn en
carrejado d.- negocios l'Austria em Pris.
Acrescent iu que a linha do conduca que
comamos sajiair, -ra a quo o goveroo i
sua niagestade aposWfMa so propuqBi ji
adoptar.
O governo de Vienna esperara, sem
se inquietar antei-iiiidonmle, as decises
quo podar lom;r o concilio, e espera
que a prod-vicia do santo padre, assim como
a dedicaco di sacro collegio, tender3o
afa-tar, as quesles que tocam as re-
laces dos poderes, civis e religiosos, so-
laCSas de natureza a fazer incorrer em uma
grave responsabilidade os seus autores.
0 Sr. d'Aldenbourgdisse-mo, tambem, qu',
no estado actual dos -espiritos, o com a in -
terpretaco dada boje a legislacao que se
liga s tradires de Jos 11, o d'reito pu-
blico da monarchi oflerece debaixo d'esta
pon'o de vista ao governo suficientes ga-
rantas : que aqui, como em Franca, o
Tulo lava a crer que o pastor Ilion
veliio decrepito ap-
pireucia
represen1 tranh > completamente
itorrivvis asitoisinatos com
un por -ssous le-M >uiar : espr--i
saja postp em lioerdaiie quauto antes
t Contou-se de diversos feilios cotBH
l ssous.ie-Moustier executraos seus exe-
i veis enmes. Pelo qo.
liz dis ciinlissas do accAaof paHfce que
a versan mais provavel a seguate:
t Imiginindo que Thiri m levava cotnsi-
oiu ig'iu-o a ;i n em sua casa e embriagou- :
i-invid.iu-1 dep os a passar l a no te. ims
Tiiiriou nao quiz acceilar o coacte e diri-*
giu-sa para a porta',de entrar que daita
para a ra: No mesmo instante em que
Thtfion pasiva "ao p d'dm po;o abando-
nado, quasi em frente da porta da rua
Dessouvle-M lustier atirou*sa a elle e af -
lou-o com \oda^ ns suis forcas. Travou-
se na escurido urna lucta hirrivol, e n'um
momento esteve D^ssous-le-MousUer a
pmto do cair no poco com a ua.victima
0 assassino venceu ali'tal Tiririon bebado
este ultimo, depos de ter sido em balda
revistado, fui atirado ao poco, lalvw aivla
vivo. Dessous-le-M mstier a ti roa ento para
cima do corpo di sua victi ua todas as
peilras qua encontrn no pateo.
< Tan ion, a segunda victima. Uvera aim-
prudencia de depois de se deixar embria-
gar era casa de Dessous-le-Mouistier, accei
lar a hospitalidade d'elle. Em quanto dor-
ma profundamente, debaixo dus telhados
do amigo rumia arribana, foi lentamente
estrangulado e arraslado pelos ps para a
cisterna. Parece qoe esta segunda victima
1o n
leml
r
h qne el!
I*".
r. faz saltir a>
trem
Ci!.s.
gundo do navio.
O Moaroa, pftin de Tahiti coa
r>o
iirwre'ucUiiciaifBrBur-
igenas, de *ario p .rt por xl
tisoguio metter i bord->trzeot
leH
101
i
ea-
aft
e s ideas quo o proprio santo padre me Itatabem nlo trazla dlntieiro comsigo: d'atn
Amava-a a ponto de chorar, elle, o ba
rao Schwartz, quando se via a sos e rodea-
do de terrores no seu gabinete, por onde
tanto oure currara. Em certos momentos
as ameacas, as accosacoes, erguiam-se-lhe
em volta como um crculo impossivel de
transc-nder : era bigamo ; era, segundo
um embuste que tinha fatalmente seus visos
de verdade, o caixa, c cmplice de uma
associaco de bandidos ; dezesais annos de
laboras intellgentes, probos na medida das
caiiiiuras iud isiriaes, rigorosamente injx-
probaveis. segundo a moral urea, quinze
annos de conjepgoes que nem e am sem
utilidade para o seu paz, nen? sem gran-
daza sob o aspecto do progresso material
de um povo inteiro, podiam ser trinsfor-
mados, como o leite das vaccarias parisien-
ses, puro tambem parante a longanimtdade
dos zeladores, se volta e corramue ao per
lido coQlacto de um acido, venenosamente
em cinco lustros de debetos cunados da
impudente xito Uma vez puchado o sino
que solta o dobre funerario da conlianc*
publica, desgracado do triampbid"r d
vespsra As virtudes tornam se em cri
mes n:um rolance, os arrwjos em felonas ;
nao falla uma matilha que Ibes caa em
cima, matilha de caes entre os quaes ha
seus lobos, e sabem a historia da casad--
jogo, historia eterna em qae o triste tra-
paceiro, apanb obngado restituir honrada assrabia
quauto ganhou com o que ella nlo per-
der !
Preseneeara o baro Schwartz mutos
supplicios d'esse genero, tinha presente a
sua poca, conbea a sua Pars argentara,
nao havia illuso pa the dourasse o pan-
go, e com tudo pas-ra impone, de cabeca
erguida, e brandindo o crdito como ama
clava, se a mulher idolatrada Ibe nao bar-
rara o ca rumbo.
Perdia-se para salva-la. Fazia como An-
dr Mapnoue : no momento da hita, o*
bracos, en tz de defenile-lo, estrena vain
convulsos o seu thesouro. ^
vura a fionra de exprimir; nao implicava
alinal. da parle do joverti do imperador,
nem indi lie, rene a p>r o n awto t) con-ide
lave! como era a reuna* menieo; nem a intanrfiode 90 desimeressar
1:.'. qqestas a debiter e da decises a
tomar, se ellas podessem affeciar a paz
das conscienoias ou as rola^Oes exist'lilis
da igreja e do estado.
Accrescen'.ei que espero qne, sob a
diraeg > do santo padre, a alia prudencia,
a sabedona cuusuinma la e a experiencia
dos bispos sabenam evitar a prtabilida le
de conflictos, sempre latneniaveis, e que
> podia n ser prejulich retigiHo. enire
ns principios que sSu boje a base de quasi
i odas as MgislacBS civis ou las institmces
p iliticas, e as verdiles da onlera moral e
religiosa que porte.ice a igreja dillnir o
consolidar.
O goverio do impendir, niqi'lbe
tocara, ti ha. no pasudo e d; ao dii em
que fa Jarrinos, tanto no interior do imperio
co:ho fra dalle, da lo bistaiiis acuioie*
dos sentiini.'iitos de qoe ost animad i para
cntn a igreja para esperar qie a< suas
intenews seio eomprenedid is, e ouvi-
dos os conselhos da mo leraco e de pro-
deuia que j Igassn de er dar.
- 1 raepeito dos trabalhns do cnnciln.
das q lesles que alli- sero tratadas e
las sUas d'Cica jos eveuloas. o papa evitoo
foifas as palavras que podessem compro
nutwr a sua upinio e as sois prevista
pessoaes ; deve-se c indar na sabedoiia
dos padres do concilio, q te co a a assis-
leacia de )eus, rem diaro tudo o que exi
gu\;in, notimpo en qua-estam is, o bem
la rdegii a os inleres-es da igreja ;
podia lasiunar-se as temerarias conjecluras
a que se entregnam freipientemente espi-
rii'is ardentes e impacientes, e a dacuss i
premitara de certas qnesl s que mais
ratera raservir para o proprio concilio, se
elle julgasse ouportuno exatninil-as. Quan-
to representaco itas pote idas, o santo
padre conhecen que a resoluco do gover-
no do imperador era motivada palas cir-
cunstancias flo lempo presente, e d'aecor-
do com as ideas que elle proprio me havia
exprimido.
Dignai-vos de aceitar, etc.Svtmc!''
OS GRIMES D'HORNU.-- Tiramos da Ca-
zla do ons oS se^iiint s p irm mores:
.-------------1---------------------------------------------m
romance j sedico, e qae todava se apre- suspensa sobre a cabeca de Jutia.
. Deditava -s-- com ar lor, e ao mesmo tem
po deliberadamente, n5o todava, como An
dr, a mu ber qua anaava, mas ao amor
que nutria pela mulher.
Determina a-se a fugir, mas com ella.
Pralicava uma loucura, dava-se a um
monstruoso capricho, perda, ao jogo da
paixo conjugal, tudo com qne podaia com
pr r o completo amor de Pars...
Tal era u humen que do' certo ouvjra as
ultimas palavras de Julia, e qne a* porta
mal abena, maitrava a cabeca transtorna-
d por detraz do aletjado sem defesa nem
susp-ta.
Julia n m por um momento duvidou drf
que ia pasSar-se.
Vio um assassln to commettido destin;-
lmeme o como se o punbal que o bin-
queiro tinha na mo se sumir j entre os
dous hombros da An ir Maynotle.
Conhecia ella almiravelmente aquelle
hom^m, que. verdu.ro stm. mas victima.
>abta o que n'elle havia le bom e de mo.
Ali, o mo e o bom nao daviam hitar, se
nao reunir-se e addicionar-se, para desear-
regarem dm d'esses golpes em que a
arma ioteira desapparece na ferida.
Quiz gritar, mas a voz licou-lhe na la-
ringe
Qoiz correr, pareceu-lhe que dora um
salto : estava paralylica.
Tres atas vio isso. Nao te ve terapo
para' se vnpar.
A aeco foi effectivan me mais rpida
que o relmpago, e o banqueiro nao besi-
tuu a centesima parte d(f um segundo.
E com tudo nos deraoramo-nos quando
s fra preciso uma a avra. a mais fri
sanie de todas as palavras. para exprimir
uma aeco que foi ab-olutamente instan-
tnea.
Demoramo-nos, porque a nossa barca
de narrador rocaaqoi por pergoeo arralS^.
J um punhal na mao do bar! Scqw i> tz
una demasa, se be u pue o punhal fosse
umad'essas armas curiosas disp istas pro-
iniscuameat e em quautidade p >reima de
alagartes prateieiras. e com quanto os
lados birlos se Ihe enMassem. em volta do
cabo, ao passar, instinctivamente e como
se levanta uma pedra para esmagar una
cobra.
Nioisso oque nos detm, fallando
demasiado be ra do fosso qae cumpre
iranspor. 0 punbal nao servio paraeousa
alguma.
Ha accidentes de um cmico a f ron toso,
que o narrador evitli. As contienes, d'estes
autos poam nos em presenra de uma acOSo
burlesca, mas terrivel, que assomura me-
ramente o nosso tacto de romancista vete-
rano. Verdade que podamos passar por
um ou nutro lado ; apm-nos, prra, de1
proseguir direitos no nosso caminho, d
por onde der -
0-barao Schwartz eslava com ancia de
apunhaiar, isso certo. Dizia-o o fogo
rubro di o-hos, apregoava^) otregeito da
boca ; o homiciuo In-se-lna na livtda pal
ndez dos abios e at na soffreguido dos
dedo* voluptuosamente eurolados em volta
do punbal.
proven) de carto a sua nenhuma precanco.
ti. Tliiriun, o terceiro innao, tinhi com
sigo a quautta de tres mil francos metlrlo-.
no cinto. Aventiimu-se, nao se sabe eximo.
no aulr do salteador, e alli foi fcilmente
estrangulado, porque andava doente e linha
um cancro no peito. Assim como P. Tb -
rion foi atirad i ao poco.
Tem-se feitn militas conjecturas a res-
pailo do poco e da cisterna onde foram
ra ittidos os cadveres. A verdade parece
que esta:
Antes doassassinio dos Thirons, o poco
dequ'i se rati eslava abtodouado, porq ie
nao da va agua. No jirdim por traz da
casa havia outro poco muito'sutfMento para
os gastos da asa.
Dais mezes depois da poca em que trio
singularmente desappareceram os tres r-
mis, Dessous-le-M u siier p-rdeu o c.mha-
do e hordou uns seis tnil francos. Essa
heranca deu ao tratmte oocJsiW jus irica-
vel para engrandecer o seu commercio e
c nballezar a casa, sera dar aso aos cornen-
-tanos. Dessous le-Mouistierfallou era com-
prar uma carruajero : para esse fin ( /.
transf irmar a pequ ma pona do entrada d
sua casa u'uraa grande p irla, mm lou deiiar
a calica no poco, e com) o pogo asiorvaria
evidentera rata a passagera do trem, man-
dou-o entulhai al cima.
t A respeilo da cisterna procedeu Des
sous-le.Mouistier c >m a mesma infernal ma-
licia. Para abrigar a carruagem precisa va
d'ura telheiro: mindou construir o lelheiro
por cima da cisterna, depois d'ella entnlha
da. i
ESTATWnCA MSDICV Segundo as
estatislicas publicadas p do consalho sanita-
ario do ex rcito inglez as aneurismas da
corta sao onza vezas mais Irequentes no ex-
ercito, do qm na populaQo civil.
Este tacto attriboe-se opprtsso eao
constraiigimento q ie a respirafo e a cir-
culaco solfrem c >ni o aperto da gola, e
pela conariccao exercid pela parte superior
do fardamento, como usara os militare i in-
glezes.
SBLEVACAO NOMVR. Um telegram-
ma conton surainariaraente uma espantosa
tragedia, que se passou no ocano Pacilic i.
Uro navio franc /. o M ama carrejado
de coolies da P yn si i, ia p .ra Tanili, quan-
Antes do embarque d'esi.
Wfb recebera da ootro' una
Navegando no alto mar, titdopsrerwlrad
quiMo, pitfar de se achara trezraUs es-
soas reunid ts na tolda; a alguns hoaenaate
tripolaco emprega 'am se em
cbas, quando da rep-me os M
para a r. alacam o oficial e
tam a golpes de machado o
gundo cornmandante dn navio.
entrada da cmara, lanca
vina, corre emsoccurrodueapSi,
tarde : 0 bravo marinfie
com ons poiwosdekaoiqies, toilw
o na punlialada pelaseisiase oalr Mean.
que o fez cahir morto pinto p-nto Para-
mara, depois: di rece ber na cabera oanT-
pe de machado-.
Alli os revoltosos sitiaram a gaarohalo.
itrando-liie cora tij<)los arrancado4tfcir-
nalhas do navio, e pretendeoiiotapr-llft
veame a clara bota e as fsrotilbas da
ra, o que os m irajos foreejavam por
dircom as davinas.
Finalmente, o segnndoeaaMMwloaflr; Mo-
do qan 03o era pnssivel resisiir a
te. dehberou-se a nmaviter
res actos de teaarilado que sepOAf
ber.
Entrn na coberta, coRoeoa
plvora por b xo da tolda, p9e-tte
tilho, e larga !be fogo.
A exploso foi immediata. O
commindrite e i gnwnic*. qoe es*
a ponto da m rrer sufT.icadiis. mimen #ti eo-
mara, virara o mar cumpleanvnle rin^- da
cabis negras.
Oslados do navio nao nVaram
dos com a exploso. coraqnant i ella Hw
primisse espantoso estremer meao.
Eslava ebrio, eslava tig ino : e poiiham
na mente que j a idea do suicidio Ihe oc-
correra de leve.
Mesmo admittidas, porm, a embriaguez
do sangue e a ferocidade que assalta o
cerebro como um tresvario, um banqueir..
de cosiumes pacirtcos na fere como um
assassino jubilado. At no crime pd<
haver desaso e puenlidade. segunda
vez mata-se com mais geito. 0 que salti
va aos ollios do baro wa a hispida cabeca
d'aquea miseiavel creatura, o Tres Palas
rojado no chao, e cujo semblante elle nao
via As mos ancosase ella rosna va de
ra voso delei.e, como um animal esfaimado
que com com sol eguido entarrararo-
^e-lhe n'aquella trnmpha spera e grosseira;
e sem largjr o punhal, puchou para si com
pasmosa violencia. Quena derrubar aules
de deslerir o golpe e pisar a pos o cada 'er
em face d'aquella mulher qne acabava de
repetir tantas vezas: amo-te !...
A tiumpha cedeu. Ahi tem o que nos
apavorava. O chin para que empregue-
mos em nossa coutisso a palavra mais hu-
milde, cou, com a barba pusuca, as mos
trmulas do baro, que recuou um enorme
passo e quadou-se assomradi* e boqui-
aberto.
Tre> Patas voltara-se, sereno como ho-
maro desteraido, mis cora un movimeul'
viril a vivo. Erafiruneau, sem a mascan
de vulgar simplicidade. Era um rosto
novo anda e uoiavelmenle formoso, corea-
do por eabelios de nev.
0 baro baibuciou :
O bomem de Jersey !
Depois, ohou para o singular objecto
que Ihe penda das mos e onde o punnal
m perda. Eraparam-se-lln ot oluos, o
pescoco eresceo Ihe para diante e parecau
que o pasamento se Ibe extingua.
Julia exhalara prolongado ai. Inunda-
va-a urna torrante da vida. O peno do
bmqiHiro soltou um gemido rouco. poi-
que ella caminbava para An Ir de mS-is
estendidas e balbuciando sons confusos
como a lingtiagera das mis novas, que se
mbavec *m da blandicias. Nao era crueza
nem audacia ; j* nao sabia que o bario
e.Ntava aHi. Enlacou com os brafos o pes
caco*de Andr : estreitou-se t da contra
elle, 13 i graciosa e t3o-gentil, que os olhoe
do deottkoso espectador d'aqijellasotmi.
arrasaram-se da sangue.
Fraquajtvam lh* as pamas. Gonservava
o punhal. Um sonriso de agonisante pro-
curou irromper-4he no rosto, envelbecido
taz annos n'um minuto.
Meu marido 1 meu marido I um
NEVOEIRO EM PAIUS X i dia 10 .b
novembro cabio sobre .:s m irg ns d> Sooo
um n voeiro to expesso. que mvovmi rma-
pletament'i a cidad de Par s. >o ioi ia
terrorapida a circ i r n-H boal'tvafis.
pirara as carrna^-ns ti eram .le mlw( m
toda a prul-ncii nara se evitarem Hacti-
dentes. Onevoei-o aprese-itav- a part*
ri lad-; de se espalhar de vexiD quirnl
expnssas nuv-ns. que de repetit se
vam quasi corapt UOXWe.
O nevoeiro era l intenso emeertnp hair-
ros que nao so via a luz dos laaopoiV-i e
entra ta das pontea e eni alpiaona* i
vam policas com ardite* para iaAeansm -
caminho.
TEMPESTADES. Annynciam algroHi
odas estruigeir.is qu lia wtm triitrj
mas d Cab da Ita Es|e an;^. oo4e nmm-
ram durante 4 das, com orna violencia an-
ca vista, fortes mu s do sul.
Dous baros mglezes e uro soe*- per.Ie-
ratn-se compl'lamente n aquellas pr s'.-w.
Era trra morraraao moius pe.,sa
e-tragos sao iuralculiveis.
Sobre P iris cabio uma medtioba Irnap^-
tade. O vemo do nurarste. ar^wapwOw
da grandes aguaceiros. era violOBaav 9jm
tnuitas pessas ioram i anejadas por tafia,
grande numero de ehauwos w- amp-sos
ares.
Foi p> incipalmente as a'toras da i
esquerda do Sena, nos hairroade M Van ves Grenodle, qie a lUBptWd--;
nalou .nais desastradam nte a .ua i
mando disse por tres vatM Julia, ajo?
cxbal iva a alma n'um oselo.
Seu marido l repet o birn.
Erguau-se a todi a altara do corpo. Sao
riso covulso, agudo e curto, saeroyfc>-o
da cabeca at aos ps : iep>s cabio cavo
uma massa, e nao mais %n meches
A bulla da queda desparti Jola. Ro
soturno silencio que se segoio, softaraaose
ao longe as harmona* di onthosl.
Pela terceira vez, onvio-se o froaJoaoV
tocador do relogio ;
La dama roagea. vista cariosa f
0 banqueiro jazia atravessado na pirta.
An Ir e Julia coninaavam mirao)4Mo :
Julia quebrada e chata de terror. Aodr
(rio.
Foi o primeiro a quebrar o imi#* :
0 quarto do Sr. baria MMartz
disse coai uma sereoidade ojoo
as palpitaces do coracao de.
nica com os seus escriptorios ;
peco-lhe que me eniine o caataobo da I
forte.
Eu o acompanho, exdaaooa cRatoai
hesitac nem sospeita.
N5o, responden elle ; o qne oe p^-
que rae eiisroe o caminho e
a chave: j lardo.
Quiz ella replicar, file.
ordenando :
A chave, senbora. peco-lhe a i
Julia transpoz o corpo do lorio)
entrar ao raarto d'elle.
Eslava vingado f pensoa eHoaasKio
da sua angustia, Imcand loe umr atbala
olhos de tarda cotop ixio.
Quando volteo com a chave, ja Tw Pa-
tas desappareeera. Estar of Ao4r. de
u e firmo. Os olbao soppbcea de Jaba
iraploravam oaaa palavra.
Racebeu a chave e aa ndieaees
sartas, sem dizer palavra.
'crtendo sentido praato.
steiMleu-lhe
^R porm el'a qoixesae
lio-a brandamente :
Admio. disse, nao
ver. Perdooi-lbe.. pordooi abo
mete. Acoda a osa
cumpre.
:ia deis'a-a ahir-*
atastou-se sem voltar a cabeca.
(Qmtitmr u-mnj
Tl'P. IMbUIAllt-** *



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