Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12183


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Full Text
~


ANUO XLI. NUMERO 7.

~
AJU A CAWTA1 E lGAMS OIM IAO SE ?ASA FORH
4or ires mezas adiantados.........
Puf seis ditos dem
Por um anno'idem..
Cada mumero avolso
.
k .
00
120000
2i,OO
aso
TERCA FEIRA II OE JANEIRO OE 1870.
PABA DEITBO E FOBA DA PBOVUCIA.
Por tres mezes adiantados.....
Por seis ditos dem. ..."..'..':........
Por nove ditos dem ....... 5.* *
Por um anno dem......'

W750
131800
ao#5o
27#00O
Propriedade de Manoel Rgneira de Faria & Fhos.
*
MO AGBMTE: ----------------'------------------
Os Srs. Gerardo Amooio Ata 4 Fitos. o Par; Gm^o i Halo, do MaranMo ; Joaqolm los de Olivein, no Ceari ; Aotnlo de Leaos Braga, no Aracatv Joo Mara Julio w, .
em Naaaretb Franco lavares da Ota, en, AIa8oa ; Dr. M ar.is Alves, a Babia ; e Jo* w, Ga.parinhAoo do Janeiro. *
oinoiAi.
tflulslrri da juofira.
Hiede Janeiro, 29 de dezembro de 1869.Illm
f 'tm. Sr.Em offleio n. lO'tfe 27 de setembro
Mimo -ubmetcu V. Exc. a deciso do governo ira-
wriaJ as seguintes dtrvidas, propostai pele Juiz de
rt>rev< da eomarea de S. Joo, nessa provincia.
f Se n decreto n. :7f dt 7 de Janeiro de 1865
'tj'x chamar-se para presidir o jury, nos casos
wolfc especificados, e. jtiiz de djrato de oaira eo-
uarca, q ututo o Ja prxima e seos substitutos
K-ertun impedidos.
i' Se o jiii;, urna vez convocado, pode ser adia-
da por mais lempo do que o marcado na lei.
3* Finalmente, se, nos lermos do decreto citado,
rude sor chamado para presidir o jury o jniz de
direito da comarca tois prxima, embora pertenca
> linMo a primeiraduvida, o decreto n. 3373 de
7 ti.- Janeiro do 1865 faculta a snbstituicao do juiz
te direilo das comarcas mais prximas.
Cuanto segunda e terceira, nao s o jnry nao
vrts ser adiada por m.us tempo alm do praso le-
al, romo os juizes de direito de provincias dlver-
' aas mu se porkm raninamente substituir, embora
Ijam prximas as respectivas comarcas.
t mu* gardo a v gxc. Jote Mrrttntano de
av.ir.Sr. presidente da provincia da Para-
ida.
os requer mentes, rcelamaces, denuncias, recur-
sos e outros acto* relativos a direilos polticos
eleitoraes, sujeitosao sello,nao podem dexardeaer'
comnrehendidos nadisposicao genrica do art. 48
4 do raesmo regulamento, tanto mais quanto
pela asUor.kM3o conferida ao governo- twnertal
? JI-B16 -J" da lei n ,507 de 24 de setembro'
ae lNb/ acaran suipprmdas s isenees estabeci-
da pelo art. 23 e outros da lei ^n.'380 de 19 de
agosto de 1866, como a disposico doreferido ar-
tigo.
==
Co ver no 4a propnela.
SXrEDntNTE ASSIGNAOO LO BXM. 3R. nit. MANRl 00
NASCMKKTO MACHADO PORTKLLA, VfCB-t-ftCStOKN-
TE DA PROVINCIA, EM 2 DE NOVEMBRO DE 1869.
1" seero.
f>. 2.Deliberacao.O vicepresidente da pro-
vincia attendendo ao que requereram Fonseca 4
.Santos, resol ve onceder-Hies licea^a para embar-
car para o presidio de Fernando no vapor da
conipanhia Pernambucana os gneros constantes *m nmytm
da relacao junta assignada pulo secretario do go- le taes obras, renunciando o direilo que tem aos
verno. nao podendo porm effeetnar o desembar- dez por ceoto quo se acbam em deposito na men-
'lata pela qual ngsolvi autorisar a companhia d
Bebe ribo a construir um ehalariz na povoaeao do
Munteiro mediante a prorogacao de oiw mezes de
sen prevegii). conforme dispoe o $ 6 do art 3.
da lei provincial n. 46 de 14 de junb de 1837.
T. ITTWia ao mesmo.Depois de liquidados
em vista dos prets juntos em .laplicata, (fue me
remetteu o commandante superior desle munici-
pio cota olTkio de hoje sote n. ", maade V. .
pagar os vencimentos dos guardas nacionaes des-
tacados na freguezia de S. Lourenco da Xatta, a
contar de 15 de agosto a iodo ootukro'deste-
anno.
jN. 18.Dita ao chefe da reparligab da ebras-
publicas.De confbrmidade coi a sua ioforma-
go de H de outubro ultimo sob n. 346, e da thi-
souraria provscial de 29 do citado mez n. 668,
resolv conceder a perrafssao que solicitou o ar-
rematante das obras do 16 lanc^) da estrada do
sul Jiaquim lianoel da Costa, para nao obstante
nao estar anda concluido o praso de responsabi-
lidade di> lea contracto, fazer entrega definitiva
8r. coronel commandante superior da guarda na-
*Jfe8*"to Antio paragalisfazer o despacho
Oe fB de novembro. remetiendo o- roqiierimento a
(jue o suppicante alinde.
* HraaaiMo- de twm*xInformo- o Sr.

XinlKterlo da faznda.
Brfedicn'.c de 8 de deztmbro de 1960.
.'cuiar.lo de Janeiro, em 3 dedezembro de
1hC'J. o vsconde de Itiburahy, presidente do iri-
' d thesooro nacional, declara aos Srs. ios-
! .- tzrun re.listar aos das all.mdegas, para a devida
ofeMiesKia c execucio, que s eompanliias e so-
' les. a qnem se lea concedido encao de d-
is a hvor dos iiijectos de que preci'sam para
- .'n uu, nao se dever permittir que despachen) os
weutM "i ectos sem que o tbesouro tenha pre-
rtaxiMile .vado 5ua qualidadce quantdade annual-
II 'fi!".
E. poij, curopiv que os Srs. inspectores exijam
litas compauliif;s e sociedades relacoes desses
tos, e aa sulimelam approvacao do tbesouro,
m de que possam gozar do favor concedido.
*rr.nile fio Ithbmahv.
Da i
Circularlo di; Janeiro em 4 de dezembro de
^j'.i.O flseonde de Itaborahy, presidente do tn-
iiwl dothe-oiiro nacional, remelle aos Srs. nspec-
<- das thest>uiyri::s do fazenda, para seu conhe-
Blo, a copia junta do aviso circular que nesta
4aia dirige s presidencias das provincias, decla-
i-Hk.s que as ordens do da do quartel-gene-
i:, e quaesqaer (..itias relativas a assumptos in-
i-'aros, deveni ser Iransraittidass thesiiuraria d-
etaineute pela- preshffftnas das provinrins aos
clfvos mspnetores, e nao por intermedio dos
intes d i ordens, por nao seren para sso com-
-Ytteone d Itaborahy.
pia do aviso a que se refere a ordem supra.
lirenhir.Rio de Janeiro era 4 de de dezembro
I > i.Illm. e Kxin, Sr.Tcndo-se suscitado
las ea ahumas das fettoararias de fazenda
.-iliri* a pralca de corresponderem-se os ajudan-
le oraiM das presidencias com as mesm* the-
-ar,iras, o i noine daquellas, transmittindo Ihes
rdffls tendente- a assumpW militares, declaro a
V. K-.. ;:. as ordena do dia do quartel general,
relativas a assumpios milita-
ras, devem ser transmitida sthesour>rias direo-
taaiflRte pelas presidencias das provincias aos res-
'"" inspectores, e nao pilo intermedio dos
jiftantes de >rdcii,qae nao sao para isso rompe-
ju fo decidido pelo aviso n. 86 de
--; de maree' de 18-VI a respeito dos secretarios do
rao.
ais guardo a V. Exc Viscoiide de itaborahy.
A S. Exc. o Sr. presidente da provincia de...
Da JO
Quicio a tl.esourara de Pernamhuco.O vheon-
i Itaborahy, presidente do tribunal do thesou-
-^"i- nal, comnninica ao Sr. inspector da the
--orara da provincia de Pernambuco, em res-
gwfla 11 offeo n. 116 de 30 de junho deste anno,
>HLe mesmo tribunal, sendo-lhe presente o recur
i do esrrivao do civil da cidade do Recife, Ma-
:..*! loaqaira Baptsta, interposto do despacho da
iiu thesonraria que snstentou o da respectiva re-
<*edoria, julgando perempta a sua reclamacao
mira n ianfiameam do imposto ie lojas etc., em
raon aoseucartorionoexercicio de 1868186,
, Mvta : 1% tomar conhecimeuto do referido re-
*rso, visto constar dos documentos que o acora-
Ham, qne sendo a decisao da reeebedoria de 5
le maio no correrte anno, foi a petirao dirigida a
i esourarta, datada de 2 do mesmo mez. achan-
!o-se portante dentro do praso legal, e alem disso
ser espresso no regulamento de 17 de marco de
J860, art. 37. ^ 4" e art. 77, que os lanfaiore's de-
vciii eummnnicar aos conectados as alteracoespara
-.ti-, cj'ir liarem no< lancamentos, por meio de
i na nota ri. Ihes entregara, e esigr delles de-
.-.Iterace e este precetto legal deixon de sor
;ser*.do, r~'. fndo o contrbninte conhecimente
.mj'nicni';, que teve no lancamento. s^no quan-
l!ij tai iigr o pagamento di'imposto, e 2o
h- previmento, porqnanta o imposto sobre lo-
,w, Imje M;!;?tituido pelo de proftaies e industria,
o lleve aof confundido com e da deema nrbana,
nao ac sen modo de lancamenlo e elleitos. Es-
!: le-ahei tebre o predio, e aquello unicamenie
->jre a mz oa local, onde se exerce a industria,
se etldencia do art i do regulamento de
4e junli. de 1844 e ai:. ? do de 23 de mareo
qne o recorrente provou qne s
ipav* leja ou andar IWrreo da casa onde
i -as i "i'po-to Oe S- 0 0 correspondente a essa parte
1.1 di Da 11
Owsio ae pr'.sidente ds provnna do Rio de Ja-
rwrw.- Em iwr.osa ao oEeio de V. Ese. de 30 de
s Hmio, reiativo a dnvidas existas (elo
"ipv. fi< djtrict da capitaldessa provln-
-cSrtrlJfeBr.s arttgos do rcgolamento expedido
";"/'Cr" ** corrant? aono, para a arreca-
l'i'ttodwmipnste Jo sello, declaro a V. Exe :
Qnart 1; qae os acto e papis, de w fra-
ymm.tti. 19. f1-e 19, 1* e t>, Jeitos ao
podendo porm
que dos mesrnos generas sem que por parte do
commandante do referido presidio se proceda a
exame aflm de so verificar se ha agurdente ou
outra qnalquer bebida espirituosa.
" 2.' seccao.
IV '.Portara ao Dr. chefe de polica interino.
Para que se possa effectuar o pasamento da
despula feita eotn o sustento dos presos pobres da
cadea do termo de Agua Preta durante o mez de
setembro ultimo, e a que se refere o seu otllcio
de 11 de outubro prximo findo sob n. 1,482, faz-
se preciso que V. S. mo remeta a rolacjio nomi-
nal de taes presos, conforme solcita o inspector
da thesourana provincial em offleio de 29 do cita-
do mez de outubro n. 665.*
N. a.Circular aos commandantes superiores
da guarda nacional desta provincia.Por aviso de
b de outubro prximo lindo ao presidente da pro-
vincia do Espirite-Santo, e por ontro de 16 do
mesmo mez a esta presidencia declarou o governo
imperial que as transferencias dos ofliciaes da
goma nacional devem ser apostilladas as respec-
tivas patentes, e que a excepcao smente do caso
especial do art *
mareo do i8,*:
sugeitas ao pags
I unientes ma
4,356 de 17 24 de abril do correte anno : o
que a_ v. S. communico para sua ntelligencia e
execufao e am de que fmja constar aos oQiciaes
da guarda nackjjal sob seu commando superior,
que em taes casos devem solicitar as competentes
apostillas o papar o referido imposto para pode-
rem exercer os postes para que forem transfi-
^6-Portara ao commandante superior da-
guarda nacional do Bonito. Commanico a V. S.
para os fins convenientes que segualo consta do
Diarto Oficial n. 248 de 19 do msHfdo>r de-'
creio de 16 do dito mez fui reintegrado no com-
mando do 5. esquadrao de (-avallara da guarda
nacional do municipio de S. Bonto o niajor Denlo
Jos Alves de Oliveira.
N. 7.Dita ao commandante superior da guar-
da nacional de iaranhuns.Transmiti a V. S.
para os de vidas fias copia do decreto n. 4,424 de
2-4 2. amez ndo' cons,al,te do Diario OJfidal o.
2-)2 de 23 do dito mez, que marca o 2. uniforme
para o esquadrao de cavallaria n. 12 da guarda
nacional desse municipio.
'J- 8.Dita ao juiz municipal do Bonito.Em
addilamento a portara desla presidencia de 9 des-
le mez Informe Vine, com urgencia sobre os fac-
tos constantes dos documeutos juntos por copia, e
que ao conhecimenlo dest presidencia trouxe-
rara Jos Cyprlano Bezerra de Mello e Pedro de
Oliveira Cabral as peticoesjuntas por copia.
v a 3* seccao.
.. ~PortarR a inspector da thesouraria de
fazenda.Recommendo a V. S. que, em vista das
inclusas contas em duplcala, que me remetteu o
commandante superior deste municipio com oID-
co de 29 de outubro ultimo sob n. 224, mande I i -
quidar e pagar a despeza feita durante os mezes
de julho e agosto desta anno com o forneeimento
a agua para o 2. batalhao de infantaria, aquar*.
lado no Hospicio.
N. 10.Dita ao mesmo.Constando de aviso
da repartido da guerra de 23 de outubro ultimo,
ter-se solicitado do da fazenda a expedieio das
necessariis ordens, para que por cenia dos S 6 e
8 seja concedido a essa thesourana o crdito de
1:78,.I30, sendo 306*100 para o 6. e........
1:479*030 para o 8., asaim o declaro a Y. S.
para seu conhecimeio e fina convenientes.
n. 11.Dita ao mesmo.Conimunieo a V. S.
para seu conhecimenlo que segundo consta de
aviso do ministerio do imperio de 25 de outubro
prximo Ond, solicitou-se nesta data do da fazen-
da a expedieao de ordens para que pela respecti-
va verba do actual exercicio se pague nessa the-
souraria ao senador Frederico de Almeida e Al-
buqoerque e ao Dr. Joao Alfredo Rorrea do Oli-
veira Andrade a quantia de 2:000*000 a cada um
como ajuda de custo, a qne teem direito na qua-
lidade de presidentes nomei dos este para a pro-
vincia do Para e aquelle para esta. i
N. 12.Dita ae mesmo.Communico a V. S.
para seu conhecimento que segundo consta de
aviso do ministerio do imperio de 21 de outubro
prximo findo ro autori-ado pela verbaSoccor-
ros Pblicosdo exercicio de 1869 a 70, o crdi-
to de 90*000 para pagamento da gratifleacao que
vencen no mez anterior Jos Pedro dos Santos
nev, como encarregado das desinfectes dos
navios procedentes de portes em que grassa a fe-
bre ir.arella.
N" ?3'~Dita ao inspector da thesouraria pro-
i'rian i e conformidade cora a sua inforraacao
de 29 de outobro ultimo sob'n. 663, e da reparti-
34b, resolv conceder a permisso, que solicitou o
arrematante das obra* do 16. lanco da estrada-
do sul, Joaqrm Manoel da Costa, para, nao obs-
tante nao estar anda concluido o praso de res-
ponsabelidade do seu contrato, fazer entrega de-
finitiva de taes obras, renunciando o direito, que
ten. as dez por cento, que se acham em deposito
neis;, thesouraria como garanta .>e conservarlo
d aquellas obras: o que declaro a V. S. para seu
conhecimento e devida exeeocio na parte que Ihe
N- 1'*-Dita, ao mesmo.Em resposta ao ofi-
cie de 28 de outubro ultimo sob n. 664. em qne
V. S. roe declarou bver a contadura dessa the-
ctenada thesouraria, como garanta do conserva-
cao daquoljas obras. O que declaro a Vmc. para
Dr. chote dt? polica.
Jas Amanero Peretra da Matta.D-se.
Baebarel Joaquim Guedes Gurda fiondim.
tonceda-se com oroVnado, na forma da tei. .
Joao Francisco Fttoelro.Bxpeca-se ordem para
o suplicante ser drspensiulo do servioo at a pr-
xima vindowa reunnto do respectivo conselho de
qualiHeaeao, perante qooni dever allegar o que
Ihe convior.
Jyihenito Frisco ibelro.eja dUpanwdo al a
prowtna vmdi^ira reuniu do respectivo conseibo
de qaalrflcaQao, perante oqnal dever o auppl'
cante llegar o quo-flie gonrier.
Mariana da Cnceieo Pewira.Jonte o tiloh
de aforamento ea planta do terreno de marinha a
mw alinde, e de que traa o-art. 11 do decreto n.
41) de 2 do ffvernim ite 1868*.
Maria Valpri de Pama Barros. Encamnae-se'.
wwel do Sacr.imento e SIIvi.Expeea-se or-
dem para u supplicante ser dwpeosado do serviro
te a prxima reunto do res)X3ctiv0 conselho de
I a 47,13 por cento nao se inefando as contas de a*
eusteto a verta dlterencas de cambio saas *ree,w*'. as religiosas de Santa Doma
Dorante o anno Onde transitaran!
., ,k .. 7i t.^ '...... y" ""- ""-vina reuntuo uo respectivo conselho de
h^r,r mai e deT'd* eXeeU?a Da Pme qDe ',i,i^. Perante o ,,ual d'evCTa allefaT^quc
v in n lh coiwier.
an tt a mesm J--Expeca Vmr. as suas! Manoel Lonrenco Justmi.ia'o fe Almeida.-Ex-
^en:.I)ara 1ue c?"? w*enM sja coltocado no p^ica-se ordem para ser o suplicante dispensado
cancello principal da casa de detenca* urna fe-
'hadura, em subsltuicao a que nella est a qual
segundo officio do cliefe de polica n. 1I63 de 29
do mez Ando se acha dairiniOcad.
4a seecao.
N. 21.Portara ao desembargador da Santa
Casa de Ifiserkordia.'-Em vista de sua informa-
(,-ao de 29de outuaro prximo flodo sob n. 2236,
mande V. Exc. admitlir no collegio dos orphaos a
menor Rosa, neta de Alexandre Jos Pereira de
que Irata a conidio de idade inclusa.
N. 22.Dita ao conego go^rnador do bispado.
Declaro a V. S. em resposta ao seu officio n.
144 de 21 do mez findo que, de conformidade com
a doutnn.i dos avisos de 30 de julho de 1862,19
o 23 do dezembro de 1864. nesta data me dirijo
ao governo imperial solicitando approvacao a no-
oo serviro por tres inozps.
Santa Casa de Misericordia da citado do Govan-
na.-*Dlrija-sc ao Sr. ic-spector da Ibesourariapro-
vmcpil.
-Mara da Conceicao Vieirn.Informe o Sr. des-
'miisrgador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordn.
Mara Francisca da Coneoii,'o.Informe o Sr.
commandante do presidio de Fernando-
Vicente de Moraes Mello.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria proviucial.
Repar(i*o ta poUta.
t' secgiSo. Secretaria da polica de Pefnambn-
jo, W do Janeiro de 1870.
Jf. ;)S|. Illm. e Exm. Sr. Levo ao conhec
menwde V. Exc. que, segundo consta dasparti-
repartiro, foram hon-
o os seguintes ia-
ii na linha
a J. I*836'", e foram tcamparta-
dos : 45,IW volumes com 894::0;5 kilogrammas
debafpgem, 39,718,468 kilogrammas de merca-
donas diversas e 6,765 anlraaes.
as mercadorias estao comiirehemlidas: 417 303
?% daMcar com 31,7t*,673 knogrammas e
i.T,l/ sacc* ile algodao pesando 1.377,349 kilo-
grammas.
G1MARAES JUNIOR- DamosJroj rogar em
nota 8- pagina a untlrabalho Iliterario doSr. L.
PJmar3es Jnnor, que entoBtraraos- a Di-
rio flto Janeiro, e que eneerra a'escricao
de mais um dwses typos humanos dos qaaos se
tem elle ocenpado. Heeommendanio-lo aos leito-
res.
MORTE POR DESASTRE.- Infcnnam-oos m,
quando a barca ingleza Atlantic lovaateva ferro
no sabDado pan West indias, canto do laer da
'erga do mastro de proa nm mannlteiro sobre o
con vez, morreudo instantneamente; e que st-a
cadver oi trasido para torra, am de ser sepul-
DESA3TRE NO M.l.- No dia !. de outobro
ultimo, n lt. S 4f. e loog. O. 85.; o patacho
*( gem de\alparaizo para Montevideo, aoanhou nm.
forte temporal, que alen do levarlhe botes, piwis
e luo o mais que navia sobre o conven, carreanu
own o 1. piloto JoJn Pensilvan, qne nao pode Ter
salvo apezar dt>s esfor?os empregados.
DODA EM-OM.\rMk- Pedem-nos qne chame-
mas a attencao de quera compete, para urna-pobre
ronlher que vive no largo do Carmo em Ohnd>
ero completo estado de louenra, incommodando
com a seguinte incripcao
A Po IXGrande em indo ale da.
terna devocao o\>s crentesE do mais tena.
odio dos impos,-As alnmnas do colegio de S
*seEm Pernamanco -Juntamente rwn as rdi-
gmsas de Santa H>roVa_Qoe o dirig.nn-iKV-
remn hunnidemome-Seu bolo collertriur>
mil e quinhentos franeos-Qtiai testeaacaV wrt
quo-levissimo De acatamente e dedicaraEsa*.
ranrosas-De que o Pai Commom dos hVU-Dtaa
representante o que est nos cos Se sirra bn-
^ ?"!iJ,eniKw olhnnw-E urna beocar. aater-
naTl5S?or J?,1na-**M taes tilhinharaaaa
-aijudla America, ah f to longimina-O; rtle
nn.co entre os Papas-A Haitara-E por niidaia
tao amcmos-Vai alentando.
m a a*? -ft? Ano?9 ***** esereveiB aa
iu de despmhro ultimo :
t Estamos a dnwmafcha- le Cnruznarr a 23
leguas da villa do Fosario. O calor tem >iA, afcra-
sador (10 For. a sondo a), os pastos pusimos ,
as paradas frequentes por cawa s-nnpre do m*
andamento do forneeimento. Cumiado de rm
que nestes prximo* das etiegaemos ao BiH-ab-
jeetivo principal-Ciirngiiaty-. principal, aornoF
ai determinoo-se nlltma ester de forras sto
como Lpez j* perdeu jas-as pusiroes que occa-
pora por este Indo.
Na verdadt- o Jejsygnacn e Mirim .ram
iraapostos pe* columna de vaatonrda ao numin
do coronel Fidea> nos dias iT- 2 d.. pissatl .
fuateniy licou ocenpado. o ultmio acamt>;uarnaj
do rx-dictador yin It.inaran naeiraadli e elte obri-
gado a lomar rnmo qne nao i>?ni se cnohm\
O povoado irh* elle aind.1 con-errara a poder
i seus desertes Jgpatemv-j nao ;;.,> fertfre.
----- ------.. ju i,u" mr, rournri-, t*
quantos ah vi, e moram". iaVnamos'par'a'isso,'mlSrfemXE? '2 l **"**> +
'] numares ae niuir.eres e c risicas qtx ct>jain tJii-
riameneaos ni-sos acampamentos ao-nuis ineom-
' "*-ft <.!. i ''UpIlM,
I. 23.Dita ao engenheiro fiscal da estrada de
ferro.Com a informacao junta por copia minis-
trada pelo capillo do porte em 30 de outubro pr-
ximo lindo, respondo ao oOicio que Vmc. me di-
rigi em36, reclamando contra o faci deireni al-
gumas embarcacoes concertar junte ao caes da es-
tac/io das Cinco Ponas.
N. 24.Dila ao director da companhia do Be-
oeribe.Transmuto por copia a Vmc. para seu
coobeeimento e im conveniente a deliberacao des-: A "'"',M.1
la data plala*! umIv atHwmr a companhia i ^* P
de Bobirihe a construir um chafariz na povoaeao ^ms 8"
do Monteiro, mediante a proroga?o de 8 meiv '
de seu previlegio conforme dispoe o 6 do art.
" 2
N. 25.Dita a gerente da companhia Pernam-
bucana.O S. gerente da Companhia Pernambu-
cana mande dar urna passageir de estado a re no
vapor que seguir para o norte ao Dr. Fabio Ale-
xandrino dos Res e Silva promotor publico do
Aracatv.
N. 20. Deliberacao. O vice-presidente da pro-
vincia attendendo ao que requeren os moradores
da povoaeao do Mocteiro e tendo em vista as ia-
foruiacoes ministradas pelo vice director da com-
paubia de Bebiribe e thesouraria provincial de 8
e 29 de outubro prximo findo, resol ve autorisar
a mesma companhia a construir um chafarte na-
quella povoaeao, medante a prorogaco dt mais
8 mezes de seu previlegio, conforme dispSe o G
do art. 2o da lei provincial n. 46 de 11 de junho i
de 18:17.
EXPEDIENTE ASSIG.'UDO PELO SK. DR. OAQUIM CORREA i
DE ARAUJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EU 2 Di; ;
NOVEMBro DE 1869. I
2' seceso.
K. 27. -Offleio ao Dr. chefe de polica interino.!
O Exm. Sr. vice-presdente da provincia manda
declarar a V. S. que nesta dala se expedio ordem '
para ser substituida a fechadura do cancellao prin-
cipal da casa de detencao desta cidade, a que se re-
fere o seu offleio n. 1563 de 29 do mez (Indo.
N. 28.Dito ao mesmo.Nesta data autorison-
se a thesouraria provincial a pagar a quantia do
8*780 constante do officio de V. 8. datado de1 29
de outubro ultimo sob n. 1564, o qnal llca assim
respondido de ordem do Exm. Sr. vco-prsisdenie
da provincia.
. 29.Edital.Pela secretaria do governo se
convida os Srs. Augusto Cezar da Cnnha, hacha-
re! Bernardno de Sena Das Jnior, bacharal Joie
Lins Cavalcanti de Albuquerque, Joo Elysio de
Figueiredo Cruz, Jos Policarpo de Fretas, Jovino
Epiphanio da Cunta, Leolpoldino Antonio da Fun-
eeca, Manoel Jos de Sanl'Anna Araujo e Manuel
Rufino dos Sanios a irem ou raandarein a repar- !
tieao do correio pagar o porte dos respectivos re-
quorimentos para que possaoi ter o conveniente
deslino.
. 3." seccao.
N. 30.Officio ao inspector da thesouraria de
fazeada.S. Exc. o Sr. vice-presidenU; da provin-
cia manda transmttir a V. S. as dez inclusas or-
dens do tbesouro nacional sob ns. 185 a 194. e
bem a rendas publicas datados de 18 e 20 de outubro
ultimo ns. 7 e 8.
o dia 8 do crrente, minha ordem, Jos
Francisco de Lima, para rerala.
A' ordem Jo subdelegado do Recife, Luiz da
Silva, por crime de ferimenios.
A' ordem do da Varzea, Joao Raymuodo dos
Sanios, por crime de tentativa demorte.
X" dia 9, i* ordem do sididelegailo do Recife,
Masimm Mara da Conceicao e Maria (ietrndes
Benieta Lyra da Concoicao, por disHifbios.
A' ordem dod S. Josaj, Jos e Manoel, escra-
" dro da'Cnnha, por .indaran fgidos.
_ .;uardtj a V. ExcIllm. u Exm. Sr. se-
aador Frederico do Almem'a e Albuquerque, pre-
sidente da provincia. O chota de polica, Luiz
Antonio Femandes Pinlieint.
a attencao do Sr. delegado de Olinda.
PA8SAMENTO. Domingo fallecen, de antigos
padecimentos, o Sr. Ignacio Jos de Toro, subdito
portagnez, socio- da-mais amiga rasa de forneei-
mento para navios (shipschandlers) de nossa praca,
que pira sob a flrrha commercial de Vinra fiai-
mond & C. O finado ha SI anoos que se achava
em Pernambuco, sendo estimad por sua* qnali-
dades e maneiras
TRCPPMAN.Sobre este celebre criminoso, au-
tor do assassinato da familia Knck, em Pantin
extrahimos o seguinte dos jomaos da. Europa:
O iTibunal de aecusaco de Paris profiri na
sexta-feira 10 a sentenca que remelle Troppm;:n
para o tribunal de sssentada affm de ser jolgado
pela aecusaco de aesassinatos, roubos o falsi-
dade.
As 9 horas da manhaa Troppman fo transfe-
PMAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
SECRETARIA DA PHESini-.NTJA.-Por deUbe-
de 10 do crreme, fo noineado j Sr. Br.
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque, para
servir de socretario interino do governo da pro-
vincia.
1'oi nomcado chefe di repariicao das obras
publicas o 1" lente do corpo de engenheiros Jo-
s ThV.rWo Pereira de Xagdlllaes.
DINHEIRO;Os vapores Gwm e. Cruzeiro- do
Sul k varara hon tem as seguintes i|uantias :
Para a Parahyba' 60:000a.
o Rio Grande 30:0005
o Cear 2:0005
o Maranhao 14:154*
. o Para 165:UO0
a Rabia 22:300*
o Rio deJineiro 2:8005
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S. FRAN-
CISCO.Esta va frrea rendeu no prximo findo
mez dedezembro........... 111:897^)70
e dispendeu................ 96:543*008
dando de saldo..............
15:33406
as dispeaas est incluida a verba de 61:5385460
proveniente de differencas de cambio.
Subtrahida esta verba da disputa, resta somonte
como custeio propriamente dito da estrada a quan-
tia de 35:004*548, o que abaixa proporcionali-
dade entre a despeza o a reecfla 31,28 por cen-
to, isto lorna-a menor de 55,08 por cento do
que ella com a differenca de cambio.
Dnrante o mesmo mez transilaram na linha
2u.4n3passageiros; e foram transportados : 6,915
voiufl.es com 132,188 kilogrammas de bagagem,
7,3fi.>,504 kilogrammas de mercadorias diversas,
e 702 animaes.
as mercadorias estao incluidos : 63,711 sacos
com 4,836,617 kilogrammas de assucar, e 1,588
sacras com 116,781 kilogrammas de algodao
.A receta do anno prximo Ando de 1869 foi
,," ;,;;.-; "h.- V m?> w uocwrou oaver a conudoria dessa me-
''^uA,r Irt >n q fte^'^V' ProP0,rc,^. em souraria Pagnando o pagamonto integral da
s(a do art. 84 n. 9 do sobredito regulameoio.
A 'iis'wic/vo do art. i*paragrapho nico, refa-
v-i-se aos ltelos on eantractos so jeitos ao sello
ropo, i-iiimd, que de nenhum modo podem ser.
'irigados ao ello flxo.
?"u!ll,S' ;"' e^t'7re reftr^e'a as replicas ituar esse pagamento pnis que os alumnos, Ante-
roa deapaanos, esortplas nos propnos requerimeft-
'*, w eaMa% das coylas a-m" feitas, como eos-
Jxaas m autos 1 daposUasde bens penhorados,
aio Francisco Cordeiro Netto, Jos Libante da Re-
go Barros. Sebastip Pereira Mattso e Joo Pe-
mr*. Matldso ,i qnem se refere o sen citado ofll-
-jttstfea, n que ta se adNm resoividos pela poY-
tn de'fS-de setembro- di limo, deca raudo nia>
'-nwuvlaat acta sajeas a mm seRo.
Peioqpe re .|-;iu"a. ana* seao deviio o sello
..roa*prot(ii!oMada andiancias e outros,
mea da-fMBMcr.refli .?>? aMrnaMrados, ama vflr
- tallan i HMt'ti, l'lm mil* a servir at
-- saa-miHiao, jrtapenaVnfo 4* aovo seHo, pg
gacate da lilfcpwna da laxa, aue s se oo-
noatatdb art. & r^gubiiaB* citado-
JWatiBTn(o a.o a alti.Ja dorMr our. esuodo
qnattia de 1:380*000, proveniente das mensali-
dades, relativas ao trimestre de outubro a dezem-
bro deste anno, dos alumnes interaoe gratuitos do
Gymnaio Provincial, como so v da rasante, qne
inclusa devolvo, tenho a dizer que mande effec-
------. ^__ ^.- ^K^,,. _. Fv..urwmu3, f.,rA hiiusu ;| quera se refere o seu citado ota-
,*vrada,.omo sao, tu da pacora pelos ofleitt& icio, oram adminidos n'aaneile estabellecimento,
liliiflf % A me tm. w-a larfcanaam inaniiii ia na a >*> .-:_*..j, j^__a. 7 a ^ *
ram virfnde de ordem desta presidencia de .31 d
st prximo fiada.
N. H5.Dita ao mesmo.Aannindo ao que so-
Ticiteo o chefe de polica interino em offlck de 2
dr OKtubro ultimo sob a. 1564, reeommendo a V.
8. qnt, em vista da inclusa conta, mande pagar a
flactia de 8*780- despendida com o concert feite
em om arrorabamente, que na cadia do termo
do Litmoeiro praticarara os respectivos presos.
V 16.Dita ao mesmo.Transmiti por copia
a V 6. para =en conhecimento a deliberacao desu
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PnOVIXCIA DO WA
7 DE JANEIRO DE 1870.
Aurelano Rogerlo Marcelino.Expecase or-
dem para ser o supplicante dispensado do serviro
at a prxima vindoura reuaiao do respectivo
coaselbo de qualcacao, perante qnem dever al-
legar o que Ihe convier.
Bernardino da Silva Coste Campos.Passando
recibo entregue-se.
Baroneza de Vora-Crnz.Pagos os dreitos qne
foreta devidos, como reqner, remetindose estes
papis ao Sr.'inspector da thesouraria de fazenda
para os flns convenientes.
Dnmicio Rodrigues da Silva. Expeea se ordem
para ser o supplicante dispensado do srvico at a
prxima vindoara reunio o respectivo Conselho
de aaflificacao, perante o qnal dever allegar a
que Ihe convier.
Emilia Candida de Mello Lima.Conceda-ee
dous mezes com ordenado somente.
Genuino Francisco Pedro da Silva.Expeea-se
ordem para ser o supplicante dispensado do ser-
rico at a prxima vindoura rennovdo respectivo
conselho de qualificago, perante qnem dever al-
legar o que Ihe cohver.
Gertrudes Mara da Cdflcelco Mendos.Informe
o Sr desembargador provedor da Sania Casa de
.Misericordia.
Galdino da Trindade Pessoa.Expeca-se ordem
para o supplicante ser dispensad do servico ate a
prxima vindoura rennio do consemo de qaaliG-
caco respectivo, perante quem dever allegar o
qne Ihe convier.
Joo Francisco da Cruz.-Expeoa-ae ordem para
ser o sapjmeanta dupansado do servico at a pr-
xima vindonra remito do respectivo cnnsclho de
qnablkacao, perante qaem dever aHegar o djue
ihe oonvier.
. Dr. Joaanim de Aqnao Foaaeea.RameUio ao
Sr. inspecter da thesooraria de fiuenda par* man
dar certiflear.
Capitn Js Sancho Becerra HvrafaMe.\t
a seguinte : a
Janeiro. 76:106*650
Fereroiro. 05:564*300
Iknfl Marco. 89:293Si80
Abril. 7:162*6211
! dia. ..3:748*8:)
Junho. 71:365*790
Julho. 50:700*740
Agosto. 45:675*160
Setembro. 50:869-*95O
Outubro. 58:879*770
Novembro. 7:53M0
Dezembro. 111:897*070
Total. 848.798*900
A despea foi esta : X
Jaaeiro. 3*455*871
Ferretro. 1:680*865
Marco. 34:798*969
Abril. 3*277*375
Mato. 82:737*761
Junho. 35:004*269
Julho. 54:057*066 33:073*845
Agosto.
Seiembro. 31:.I93*628
Otnnbro. 32:963*761
Novembro. ;iO:f87*:i67
Dezembro. 96:543*008
Total. 5W:1*785 -----
O-baHanco dina de aWo em favor da garanta
de juros 323:676*115.
Seodo a garanta dos juros de? por cent sobre
o.eopital de 2O0:Ot)O, ao cambio par de 2C d.,
importa ella n. 748-.e66a663.
D'abi se t (fue o governo despehdeu no. anno
fiado com essa garanta iJ90*581; rmenos
teria despeudidp se o ex-minisiro da agrauliura,
o &r. Aniio, nao livesse mandado ocluir sera fun-
damento as. cantee de casteio da estrada a rrbn
differencas ds cambio, qne s por si avalla em.
124:038*460.
^ proporoionaldade entro a despera o a rceoRa
Wdn6>i ,'r cente; nwsessapFoparco* desee
rido da prwo de Mazas pa Conciergere no
palacio dHJiistca, onde costiimam ser recolhidos
os aecusattes qne vVBo fUrTser julgadns. expreso
roi condnsido em urna carniagem mllulnr, acom-
panhado por urna guarda de Mazas c um agente
do polica, e escoltado por urna terca da guarda
de Pars. O guarda da prisaa deseen'primeiro, se-
garen Iroppman (piando elle soapeou e o mesmo
Tez o geme de polica, e assim o conduziram ao
quarto que Ihe esteva destinado nos edificios re-
novados da Conciergere.
Troppman, apenas avisten Mr. Claude, chefe
de segnranea, que o esparava no pateo da priso,
estranhon-ihe qne nao Ihe fosse fallar, tendo-o
mandado chamar tantaveaes para Ihe tozar re-
velares importantes. Mr. Claude desculpou.se
cora as suas muitas ocenpaede.
Troppman usa a barba toda crescida, ia bem
vestido e todo-de preto. Parece qne actualmente
perdeu toda? as esperanzas de se salvar, qne
agora lenta por termo aos" sens dias antes de jul-
gamento ; para evitar o suicidio, a jusiica tem to-
mado tedas as precaucoes. No qoarte do aneusa-
do ficam dous presos e dous inspectores de polica,
o gaz nao s apaga, e por fra vigiam jante da
porta os guardas da prsao que pelo postigo podem
ver o quo se nassa dentro do quarto. E" absolu-
tamente prohibido ao preso receber pesoa al-
guma.
Troppman, quando enlrou na Conciergere,
licou por algumas hora abatido, mas denos re-
cobrou o seu bom humor, assobiou e eanlou,
como fazia em Mazas.
De so de Mazas para a Conciergerie, diz'o Fgaro, a
prefeitnra da polica invadida por pe-s. as de to-
das as gerarchas que pedem licenga para ver o
celebre assassino ; porm nenhum desses pedidos
deferido e s o foi ao irmo do criminoso, que ,
como se sabe, soldado da armada. Esta entrevista
nao poda ser mais xmmoventc. O irmo do as-
sa Ihe exprob/ar os seos horriveis crimes, pedo-lhe
com as maos erguidas e debulhado em lagrimas
que revelasse o nome dos seus cumpliess, afim de
conseguir por meio de urna sincera conlisso es-
capar ao cada falso.
O joven soldado da armada nao cessava de re-
petir que eraimpossivel que elle por si s tvesse
podido cammetler os assassinalos de que acen-
sado.
A tua ejecucao, dsse elle, seria a morte da
nossa pobre rai, qual j tens causado tantos des-
gostos.
Troppman licou silencioso, porque na verdade
nao poda nomear cumplices que nao existem.
Depois desla visita o assassino entrou maito
abatido no seu quarto de prisao e poz se a passear
de um lado para o oulro, murmurando palavnas
sem nexo ; em seguida atrou-se sobre a cama e
derramou abundantes lagrimas. A' norte recu-
sou-se a lomar alimento alguin. Desde entanao
tornou a ter a alegre indiflerenca que nao o tinha
abandonado nm s instante, tanto na prisao de
Maza como na ilonciergerie.
O preso est agora mais socegado, mas a sua
nova perspectiva e os momentos de rava e de fe-
rocidide que a cada instante brilham nos seus
olhos, fizerara coto que se erapregasse mais vigi-
lancia, porque se desconfa mais do que nunca que
tente por nm aos sens dias.
I*o dia 11 de dezembro fbi Troppman interro-
gado por Mr. Theventn, jniz de 2* instancia, que
deve presidir ao julgamento, para o qual est defi-
nitivamente marcado o da 28 de dezembro Ha
apenas tres dias para as audiencias mas pro-
vavel que se prolonguen! anda at-janeiro de
lo/O.
Os fatalistas devem notar urna coincidenea
extraordinaria. Troppman, aecusado de ter assas-
sinado cinco criancas, jnlgado n dia da degola-
cao dos Santos I anocentes !
Devem sustentar a accnsjwo o procurador
gpral Mr. Grand-Perret, e o advogadagerai Mr.
Merveillenx Duvignan. Estes magistrados exer-
oem as fnneedes o 1 do nosso puocurador regio, e
o2*doseajadante.
Troppman no3 primairee. dias da sua prisio
mosirava8 inquiete, triste e pesalvo. Agora
parece lanquilo. alegrek e descuidado. Cania,
ri, e trata com a maior benevolencia os guardas e
os sana, aampanheiros de prisao.
Cwila.se quo Troppman, nos ltimos dias que
este flm.Maifia, tendo cabida murta nave, fazia
botas .para atirar ao se companheiro, brincando
como se Bao ti vase censa alguraa qaa Ihe dsse
cuiando. a,
.DfHEmo.DE &KDRO.Ifa f/atao Cazao.
Jkafo 6 da novembro (eraos quara Exm. e RvnK
Sr. D. Francisco Cantoso Ayrcs,. bispn de Pernam-
buco, apnwentou sua saotidado Pi IX o bolo
das alnmnas. d. coliegio ds S.Jos-e jnnlamente
preheasirel grao ta miseria.
i A magreza, cea todo e qualqct-r predirado,
tem nm Nauta determinado pela aprpnara nor-
mal. d> nsido que >tn se dbin .-ftlrmam*) iin* as
regatadas da CordiSwira estaba* no oltiaaa pe-
nodo o- emuiagrecimento, miretann etw na
agora vemos teriam Wu qne ravejar o boa es-
tado da.pellas, e caltocadas ao l.-id das ontras
mosiranaiit o qaanjo a pello tinha anda >m m-
m?pir-se a afavar-s aos nmm para *.rn.ir-s a
tvpo completo da miintia ambulante.
No meto dessa (l-t.gr. -a monsira, Lnpn lada
fiz marchas-e conini-niari-h.is por pirada ipj
manda abrir no mais recndito dst matas. i-*r-
rando aqui omira a sem, all contra .h !**
Camoa, tp nada qnefi ver com ei>, aperiad
de um lado pela mminaaM aceb do Caara, d
ontro pela nos-a forca ta oii, baj verdanVir.-ttae-
te oatelyptica, acabruniaJo pal.. imaossirH e aa-
magado jieL-iri ronseijiencias ioSxims da sen
systeina.
c As medidas i|ue el> tem tomado ne.wes ar-
raacos sao proprias do sua indo! .aterra de
Nanduruc. as familias i/estirttuto* para aleta 4a
s^rrafdn Maracaj e as wiloca nos paasv* Espitim
e S. Carlos no rio fgnatemy, onde nunca Ikhiv,-
planlacoes nem habtanos para, jcjuudo o .le-
poimeiito de prisionerot c pascado*, mwr.-o
todos fome, poisahi m-m raiaw aa hranjas
azeda* com ijue se bariam al enfclo mundo;
prende os seus generaos, manda o- -njeitor j ar.k-
tes, castigar diariamente a seo irm Vmnrio,
ao coronel Marco com su miilhero .ri pie af-
gnns ja davam por monos, mas ajam viv.-oi n>-
bertos de chapas e do liiubos (diz o par ndn De-
cond) ; ordena o lam-eamento de todos juina
vo cansando as marchas depotman: .te -ai gra-
to Firmino Grana) e alinal j *em -artt. trm iUs
boisque pncliain non tmrras de togu : nwi.tem,
como pode em condiriieA mais ou raer.* r.-yula-
res, os seus dous cavlloonm baio, o outro [itca-
co '.declaia eapilao LepM, seu ajc-ianie ..r-
dens preso no Jcjuy-mi>.|)ara fugir ribaa* *<
por fraile.
o 3is o resumo dos concordes e r.imn-i in-
terrogatorios feilos aos prisioneirusj-pafeadus ch-
illidos na expedieao Fidlu.
Assim, pois, com raza preparan -se os bata-
Ihes de voluntarios para prximo regrmoan
Hrasil. Veles ehegar reunidos, formando inao-
nente grupo de patriotismo e valor, ser atp dns
mais bellos espectculos qne a cidade do no de
Janeiro possa jamis apreciar.
A presi-madelles aqui. superfina.
A guerra representa hoja as ultimas jugadas
de xadrez em que o contador detanden-s do ad-
versario poderoso s como movimento do re. hir
isso falla-se ja, tal vez sera motivos, na ida do pria-
cipepara o Rosario, dwttido ir em iignwt Cnav
ceteio, e alinal a Assmoprao esperar as uliiroa-
ordens do governo a san respeito.
i Em todo ocasoS. Alteza contina em dirre-
co ao norte c deve eslar hrave em CartMnaatv,
para onde marchou boje parte da forra ana aaaai
temos (2,000 hompns i debaixo das ordens do gene-
ral Jos Auto, e amant marchara o resto sob
o seu commando era. corta.
t Precedi-ndo a todos na vclta patria, sanio n
general Osorio de entre nos no dia 24 do passad.
Seus padecimentos nao Ihe davam tregoas, e as
gloriosas teridas, de continuo avontada pela blu
do conveniente resguardo, o hrigaram a pedir
uraa brenca.
t Vai esse hom mi, grando pela aspada, grande
pela intelligencia. esperar no Rrasii baraiboe* >
cidados que se formaram soldado* aa sua menta,
e com os quaes elle ganbon aa niaia ,'aoguiiiolen-
tasbatalhas qnt; se feriratn na Ai nerita da Sul.
Tai elle, prometiendo voltar se eetssarit Mr ann-
firmando plenamente as patarras cxn que Sua
Alteza se despedid, em ordem do (ka, do mus sa-
liente tvpo desta delooiada carapanlu, typode
beroismo, typc de persaverunca.
< Nao s debaixo do pon* de vi-ta milirar
que inuilo vale o viscoade do Itervai. O seu vinar
de espirite extremo : sua roncepeao prampta,aeB.
tino incontestavel. e aee-se ter por eerto ana a.
posic.io excepcional qae Ibederain as anras aao-
vera sido cora igual briltnti* rao conquista!n tas.
balalhas da intelligencia, se Deltas se houvesoaaM
atirado.
Acon~.panhar.im ao nobre gnerreiro ratitan.
ntliciaes distinctos quo se retirnraro, ou aaaa S-
cenca ou. dispensa do semen.
> Entre esses Oguram o coronel Urbano Jed de
Moura, cujo peito nunca se esquivou as batas, ca-
jo braco jamis cancn na pHeja, o lente Juao
Carlos da Rocha Osmio, pequeo no posto, gran-
de na bravura, a varios ontro igualmente nota
veis.
c Grande numero de ofliciaes da guanta a ario
nacional do Rio Grande tara se relindo ja ? O ge-
neral Visco Alves Pereira parti de Captvar) ana.
direccae a Itapua, levando a repjdacr. do nm
Bavardo, verdadeiro e novo ckeuier stau avtr C
sin< reproche na apreciacao iraparciai da
pe. ma antea censa era com adtite aaan,_
a sua coragoma modestia, modestia inaneravel,
e que resista os immensos elogios qun i
ram sempro os seas servicns.
< A' tono instante espetam-se por _.
Ssneral Canvira. O Apa est tomado, o
an todo nosso, os distr icios de & ^
Cooeeiciij,, sao por toda a parte dei_
nossa raliara, e aquafli inhtigavel cabodn pnar-
ra marehava para o pon'ciniP-iandarn, ou* ta-
la axi/tirem anda arapos annadta ana hnr o.
toper...
&0NCIM0 EaBnSWCft -A' rwne da abtr-
Wa solci.cne dns Irabalhos dn conco, t da
u
ILEKfVEl
"*
~^;


JM
2
Diario de PwnaHoimco Terqa feija 11 de Janeiro
1870.
estran
especta-
marcha, encontramos o seguinte nos jornaes da
^ o dia 8 de. dezembro verlcou-se em Roa
a itertura do concilio eciHnjjnico. Desdo o aaa-
' abecer. apmr do mo temo jue fazia, o amo in-
teriore a Brande nave da bayuca do Vaticano, por
<*d devia passar a procisso, estavam aptahadas
le gente. .
As nove lioras, entr o repique dos sinos de
todas as grajos de Roma e as salvas de artimaa
lo cabello de *infAngelo o do monte Aventino, a
oroeusao, forreada no atrio snneripf do Vaticano,
oesceu a Seria Rugrria e passou pelo atrio infe-
r jr nara a calhedral.
clero regular e secular la aos lados, e a
procisso compunha-se de i arcebipos principes,
49 rdeas*, i'i Dalriasehas, 80 areeb*pos bis-
os, 28 abbadese 29 geraes de orden religiosas.
Ao todo 880ecclesia.-ticns que precr-dam o papa,
oqual foi conduzdo a calhedral na cadeira ges-
tatoria. .
c Suasanliiade esteve priraeiro joemaao al-
mos minutos diante do Santssimo e deponi os pa-
dres tomramos seus lugares em seta ordena de
assentos.
Depois que o cardeal Patrm cantou a rnissa,
o arcebispo Icomio pronunciou o decurso inau-
gural.-O papa, eoi qo*m se divisava a alegra de
urna excellenie sade, deu a sua benqao, e a ce-
remonia foi levada a cabo com estricU sujeieao
ao nrosrrainma olllcial.
Depois que o papa lancou a bencao, recebeu
a ooroenagem dos membros do concilio seguiram-
se as oracoes fixadas de ante-mao, t) sua saotida-
de iovocoii por tres vezes o auxio lo hspirito
Santo para o concilio, cantando os constas o \em
< Asir tuinas do salao do concilio eslavam oe-
roadas pelos soberanos o principes presentes ere.
Roma, pelo eorpo diplomtico, pelos generaes Du-
mout e Kanzler e pela nobreza romana o
talad do concilio aprese.ntava nm
culo sobre modo esplendido e imponente.
Depois do Yeni Creator os prelados que per-
leociam ao concilio abandonaram o salao.
Os prelados approvaram o decreto de abertu
doconcilio, eseguio-seo Te-Deum, terminan-
do a ceremonia s 2 e meia da tarde.
A imperatriz da Austria occupava um lugar
na calera dos soberanos.
O santo padre mandou distribuir os trabamos
preparatorios entre nove commissoes, cujas forain
oxadas do modo seguinte :
. commissao : O dogma ; -presidente o car-
deal Belin.
2> commisso Questoes pplitico-religiosas ;
presidente o cardeal Rcisach.
3 commi-sao Disciplina ecclesiastica;
presidente o eaedeal Caterini.
4> commssao : TGuarda e expediente dos re-
Kistos ;presi 1 .'lite o cardeal Rizzarn.
< S" commisso : Negocios do oriente ;-pre-
siden!} o cardeal Barnabo.
< 6J oomroissad : Festas e ceremonias,
c A 7" oomralssao, a titulo de extraordinaria,
v eotnpoese dos presidentes das seto antecedentes.
As duas restantes se entenderao, urna sobre os
motivos de escusa Jos padres ausentes, e outra so-
ore as queixas se as houver, dos padres pre-
O secretario do concilio inonsenfior Fessler,
esub-sccreuiios munsenhir Jacobini, da propa-
ganda ; o conego AgostlWlo Jacobini e um aju-
danle, Dr. Gamillo Santo/i, advogado^
Os pria pos Orsini e Colonaa sao designados
como guard-ts nabret.
- Monsenuores l'acill.'i, l.ololoml.o. Simoooi,
Martolini e Perieoti, prolonotarios apostlicos, des-
eropeuhatfw as funeecs de mlarii. .
Sao esmtlinadores monsenbores Seralini,er-
di, Pellegrim, Dialti, Gri-tolbri, Montara, do Fal-
Joax, du Condray e Ria.
. Os tres promotores sao monsenbores Oornmi-
cis To-ti e Plulippo Ralli; monsenbores Ferrari.
Marlimuvi. Balestra, Ricci, Romagnoli, Rinaldi,
Cataldi. Torio i. Acoramboin, Sinisln, Riggi, Galo-
ni, BoctineUi. Togno et Maso foram investidos no
careo de mostrea de ceremonias.
Como a$agnaare$,o papa etegea monsenho-
res Bolcbi. Noselli, Bastido, atanor, Pallotn, Pent-
ti, Galot, Vorsaehe, Rigapi e Silve-in.
A fra e-'.e< altos ollieiaes do concilio, ha a
cohorte dos offlria* menores, criba protoiiotaru,
dividid.^ em cantora, o.'innt e eorswivs; segoa-
do o* seus diversos nioJ's Je pronunciar a lingua
latina. ...
Todos is nJBeiaos do concilio prestaram na
reunid prosynodal de i o s.-unie luramento :
. Niis esoolhi los por vossa santidad.' para olli-
ciaes do concilio geral do ffaOamt, proinetlmw
eiawwoisdt.iv os Santos EyangeIhos de Deas
desempenhar uffieialmnte o ollicio conliado a ca-
da um de nos e ni divulgar nem desc.bnr a
Diisn.'iii...r-i"'" concilio, o, queor proposto ao
sea ame .i->im no tocante a discnssoes, qoino
a ooioiOV pessoaes, mas guardar a este iwpeito
on utros oui! especialmente dos sejaco conliados
o mais inviolavel -egredo.
t I-i X N (nome e wignom ), nomeado para o
emprg (design**) desie) o prometi,s.gundo a
for.niila que acaba de ser bda.
E indie.imlo os livris santos.accrescentavam .
. As>im eu- me ajnde e a* Santos Evanpelbos
de eus $C me Den* adjuvet ut pwc sancta Un
ErituneUn'. ,
t ma das seceoes regulamento que sera
apresen;:/! i ao Ilustre congresso pelo Vaticano
s.'i-.-i assira epneebida :
. A inieialiva de todas as propostas a snbmet-
lerao concilio pertencera ao soberano p.ntili.'e.
fcm caso de vacancia da santa se, as ses*OW
do omcilio sei ao su>pendidas, e nao poden con-
tinuar senao depois da nomeaeo do novo papa e
sub sa ord- m fornal. -
\ J foi distriiiuida em Roma a e.statistica olll-
cial dos membros da bJerarebia catholica actual,
quepodem tomar parte no concilio, por di re to,
ouemvirtudede qnalquer privilegio. Compre-
-heade Bcardeaes, II oatrrchas 927 priina.'S,
arcebispos. Wpo abhades nutfiNt, 22 abbades
mitrados e 39 geraes de orden; religiosas. .
. izein de Roma a urna follia panziense que o
salao onde so celebra o concibo o mag.iilleo e ex-
cede todo quanto dellft se esperava. E um tem-
plo dentro do outro tem)lo. s tapeganas e qua-
dros feitos expresamente para adornar o salao. a
disposicao do ihrono do papa, que domina toda a
vasta quadra e est sob um doeel de purpura e
oberto e tela recamada de prata, os bancos dos
cardeaos apoiados no apside e os dos bispos infe-
riores do templo, a disposicao das tribunas, o altar
de estyllo puro e >imples, ludo tem um cunho
especial de grandeza. __
Va Uibuua bastante ospacosa para receber
os principes quevao a Roma durante o concibo.
Acorte pontificia, cedondo as reclamacoes das
daleas romanas, que Qzeram valer, direitos anti-
os. coocedeu-lbes urna tribuna com grades, na
qual podem caber at vinte, aum de poderem
assistir as sessoes publicas.
Oecidio-se que os cavalleiros do Malta com a
guarda nobro dem a guarda do concilio.
CARTA ADTHOGRAPIIA PONTIFIOA. Os
iornaes inlglezes pnhlicam a seguinte caru. que
dizem ler sido dirigida por sua santidade Pi IX
ao arcebispd > Westminster:
Veneravcl innao. Saoe e bencao apostli-
ca.Dissemos-vos, na carta qno vos dirigimos,
?oneravel irmao, a t d* setembro passado, que os
assomptos que j tinham sido cuidadosamente
examinados e decididos por nm concibo ecumni-
co nao podiam ser tornados a por em dnvida,
que por conseqaencia nao se podia dar lugar, no
prximo concilio a nenhuma defeza dos errns j%
condemnados; equep.resse motivo naotinhamos
podido convidar os nao catlwlicos para urna dis-
cussio. ,
Eis que sabemos agora, qne alguns dos que
esli em dessidencia com a nossa f, comprehen-
deram essas palavras de maneira, que licaram
acreditando nao haver j meio de darem a conhe-
cor as difflculdades qne os trazem 3paad.is da
igreja catholica, o que lbeestao fechadas todas as
-vas para se checarem a nos.
m Mas nos, qUe somos na trra, apesar da nossa
indignidade, o vieari d'Aquelle quo veio para
salvar o qne eslava perdido, nos estamos tao loti-
ce de es repellir de qnalqner eitio, que vamos
at ao sen encontr, e que nada buscamos com tao
rivodesejo, como o poder esPoder os bracos, com
amor paternal, a qnem vier para nov
De corto nunca qniaemos impr silencio, aos
noe,lesviado3 pela boa edneafin e acreditando
na verdade das suas opinifies, pflnsam que a sni
difidencia comnosco se baseia era argumontos
nodrt-o>os que alies quereriam fazer exaimnar por
bomens sabios eprudentes. Comqaanto isso na
no-a fazor-sc, eff ctivamentf, no seio do concilio,
Jooaria nao faltar sabios theologos .desgnalos
botos, aos quaes pvkri) abnr as alma.s e expwr
ctnconlhnca os motivo, t"*^^-*^
v^oes de lal mKlo que mmo afora os conO-ctos
ieuau discussao emprebeodida implesroe.nte no
intuito de aclarar a veroaae, possam receber urna
ioz mais abundante qae os gaw para ella.
t Pdlsa teaver grande numero dos que tomem
essa linha de proceder e que a sigam cemjwa
os suppficantes eollocaraji
corre.-pondaote Vcapital ta sociedad
l Uporque d'abi odrido grfndes vantagens, tanto
paro elles como para outros. Para clles me>-
mos primeiro, poKjae Deas mostrar a sao face
aos que o buscara de todo o coracao.e dopets para
os outros porqueaw.0 t o exeinplo de bomens emi-
nentes no-deisaria de ter a sua elUcacia, mas
Umbem porque, quanto mais trabalturem com
ardor para obter o b-neficieda verdade, mais zeio
tero depois em se est'orcarera em commuaicar ao^
outros essa mesma vantagem.
t E' pediudo instantemente ao Deus de miseri-
cordia esse feliz resultado, que nos vos eoviamo>,
veneraveMrmao, a bencao apostlica, beocao qu
mis vos concedemos com toda a afleicao por vos e
por toda a vossa diocese, e pela nossa especial
benevolencia. __w-..
Dado em S. Pedro, em Roma, e oBtnbro
de 1869, 2t annos do nosso pontilicado.fio i.\,
Pipd. ...
MODAS EXTRAVAGANTES.- As exqnisices
da moda sao cada vez mais notaveis. Lina carta
de Paris enumera os seguintes modeles de pontea-
Penlead i Sardanbpa/o.ligeiramente desgrenhado
Powpmiour, com psbrancs ou de prata
ouro. '
Metlernich, vulgarmente cnaraado de cao a agua.
Ha alm destes o Ctjsae, o Cameiro e o Encallo.
A mesrna carta falla tambem de-outros pentea-
dos de genero ainda mais extravagante como o
'Isthom de Suez, com um barquinho entre o rica
do do cabello e um corcodillo a um lado; a /in-
ferna, que deslumhra com a profuso dos diaman-
tes ; a lieunio publica, cabellos espalhados, cha-
mados a ordem por um Jaco de perolas; e linal-
mente, para qu8 se vea at onde pode chegar a
maginaco, o penieado das victimas d-. Pantut,
cabellos" entrancados em forma de monumento
fnebre com urna p e um enxado de brilhanles
poslos em cruz.
OS BRILHA.NTES DO DRASILEIRO. O titulo
deste novo romance fia symjathico romancista
jiortuguez Gamillo Castalio llranco provoca a cu-
riosidaJe ,1o leitor, a quera asseveramos que o
livro corresponde a esse deseje disperudo por
urna das obras mais excellentes de Gamillo. Hm
urna noticia de breves linhas nao se pode dizer
tudo o que o livro tem de bom, nem mesmo apre
sentar em resumo sequer o enredo e acc;U) do
romance. Dos personagens mais importantes do
romance, o primeiro Angela. Angela das con-
cepc5es de Gamillo que mais nos seduz; ha uiuito
que' elle nos nao apresontava urna herona que
nao manchasse ao menos a fimbria do vestido nv
lodaral. O Dr. Costa um carcter com que se
sympathisa do principio ao Bm do romance. i>etn-
pre qutf apparece nos impressiona. E o brasilei
ro Uermenegildo ? Esse sim que o autor poz all
para azurragar aaquelle retrato mulheres desses
tvposque peio Porto como por Lisboa,,e por varia-
partee, passeiam de cabera erguida, coragu d;
pedra e dinheiro do...........sangue e lagri
mas. Estopidos bocaes para quem o nico Deus
o ouro, a nica reiigiao a barriga.
imao .\oronha, Joanna e al mesmo propria
Rita, com a sua linguagem popular, e Vidornia e
Joao Pedro, com o seu fantico amor de servos,
boje tao raro, sao desenbos de mestre. Os Atha-
nasios, Panlaleoes o Joao Bernardo, o leitor que
lea o romance e,que diga depois quanlos typos
duquilles cncontrou nesse da......
.\csie romanee o Sr. Gamillo, sem perder cousa
alguma do sen estyllo terso c portuguez de le,
evitou servir-se de' alguns termos novos^oor elle
moiias retes usadee, | ondo assim o seu lido ro-
mance mais ao alcance dos que nao possuem
como o illustre autor,. os segredos da lingua do1
Bernardos, Vieiras e Gastillios.
PROCLAMAS.Foram lidos ante-hpntem na
matriz Ja reguezia de Santo Antonio os procla-
mas seguintes :
I." denunciacao.
Manoel da Silva Lages, com Josepha Candida da
Silva.
Manoel Simplicio do Nascimento, com Emilia
Maria do Rosario.
Manoel Joan Simoes de Almc'ula, com Carolina
Felisminina da Cruz.
Jos Claudio Dubeux, com Maria Rosara de
Franca Mello. f
Joao Walfrido de Medfiros. com Hanriquota
Leopoldina de Carvalho Porto.
Franei-co Carneiro dos Aojos, cwin Joanna
Bapiista d.t Paz.
Antonio Vuis-imo Ferreira Gomos, com Tliere-
za de Jess de Leinos. .
A-lolplio Vieira Lopes, com Maria da Concei?ao
Vieira [jopdBi
2.a denunciacao.
Joao Gualberto, com Adelina Maria Soares.
O bario da Soledade, coa Tlierez Portella de
Souza Leo. /
Sebastian Luiz Marques, com Paulina Cosma de
ello.
Frneelino Antonio da Silva Jordao, cora Ber
narda Francisca dos Santos.
Antonio Joaquim de Figueirddo, cpra Avelina
Consiantina Cirne.
oo Roino Soares de Carvalho, com Josepha
Maria dos Prazeres. .
3.* denunciacao.
Manoel Francisco de Paula, com Julia Francisca
la Silva Orpho.
LOTERA.A que se acha venda a I33\_a
oenelieio da igreja de Nossa Senhora da Coneeican
do* Mitires, que corre no dia 13,
LEILESHoje as dez horas elTectua o agen-
te Pinto, nm seu escriptono a ra da Cruz n. 38, o
leilo de fazendas avariadas.
Amanhaa as 10 horas efTectua o mesmo
agente o leilo de movis, lou^a, vidro e mais ob-
jectos de casa de familia, a ra de Reacbuelo n. 1,
de conformidade com o annuncio inserido no lu
gar competente deste Diario.
do
mesevi contrato de ve
------------------------------------"
no coKtrato nao sai o
v;or
passo que doplicata
ter sello de documento.
De Luiz LeopoUo dos Guimaraes Peixoto, sub-
m.iltendo a regis*ra orna proeuraeao bastante na
ipial fora por Bartholomeu Torqnalo de Sonta e
Silva encaiTegade da gerencia do usiabolejimento
de- pliaimacia o drogara ra do Rosario*. %
durante sua ausencia na Eoropa.('.uno reqaor.
De Francisco de Assis Castro e Silva, reque-
fendo para ser- llie registrada a ni*meai;ao de seu
caixeiro Joao do Carmo Ferreira Micdo.Regis-
tre-so.
Do Verialo Centeio Lope e elflno Lopes da
Cruz, reqnerendo o registro de d strtto icial da
orinaVerialo k Delllu. Vista ao Sr. desembar-
gader fiscal.
De Juhhston Pater & C., commerciantes matri-
culados apresentando registro a nomeaeio do
sea caxeiro Odoreo Augusto I.unwcki de Mello.
De Jos de Mello Costa Oliveira, datado de 29
de dezembre ultimo, pediudo permisso para em -
do sitio 6:0003000 (que lhe foi adantadolm le-
gioma-per i:000#000), porisso onseguj annullar
tres avaliac3ea. Logo, pos, que u Sr..Emesto ro
intimada des& senteiiQa fallou ao escrivao da exeJ
ctirao, que tambem tabelbao de hypothecas, que
me'pedisse para queeu esperasse al que elle rol-
taese de Macei, donde traria o dinheiro das cos-
l-tas para entrar em um conchavo comign, ao que
rcsiiondi que nSr. Ernesto nnnea passaria deama-
rello, porm, que en espsraria para satisfazer o
pedido delle escrivao Jos Garlo?. Com effeito
volta o. Sr. Ernesto de Macei, deixando all fetto
um ertlljohanienlo de tndes os sen bens, e antes
do apparecer ao escrivao mandou-lhe pelo sobri-
nho Tibvrcio a certido do referido engenho i a
qoal llfe dei o nome de carta branca) para ser re-
gistrada I JSis aqui o agradecimento de seu^edido
ao cscritlo. O Sr. Ernesto, presuminJo-ter-me
assustado Com semelhante empenhamento, dirigi-
se a mim, em casa do Rvd. Jos Gomes de Lima,
o disse-me : Sr. Ramqs vamos aoabar com a nos-
sa qoestite ao que eu respond : tSr. Ernesto
gara Vmc. tenho peona, pode usar de sua carta
branca quando quizer. Continuou o Sr. Ernes-
nresar na escripturacao de seo. commercio qtie to : po* eu quera aeabar cora esta que>tao para
reSlha no eslabelecimento ra Direita n. i o li-
vro Diario que servio a firma de que fizera parte,
de Oliveira & Silva, extracta, em 25 de junho de
1866* podendo tambem transferir para dito Diario
o balanco dado em 31 do sobredito dezembro e as
transafloes que tive/ein lugar do 1 do correte
em diante.Gomo requer.
De Domingos Anlunos Ferreira Tasso, nacional
de Lisboa, subdito italiano, de idade de 30 annos,
meinbro da firma de Tasso Irmos & G., pedindo
ser admittido matricula de commerciaute.V is-
ta ao Sr. deseinbargador fiscal.
Da companhia de seguros martimos e terrestres
Phenix Pernambucana, satisfaaendo o isjPJBto nos
arts. 296 e 302 Io e 4- do coligo coramercial,
como lhe foi ordenado por despacho de; 13 de de-
zembro do anno prximo passado.Vista ao br.
desembargador fiscal.
De Clarendo da Silva Jucsalisfazendo o quan-
to lhe foi exigido era despacho do 18 de outubro
do anno prximo passado, am de lhe conceder o
Vmc. oib andar pelos balcoes dhamando-m" la-
drao (attenda-se que estas invencoes ou insultos j
nao eram os primeiros como abaixo se dir) pois
se V. me andar chamando ladrao hei de, ote, etc.
(e foram tantas as pancadas no vo da casa do to-
lerante padre que fez tremer os morios!!) A
este todo (ainda que mal pude ser ouvido) res-
pondi eis com que Vmc. pretende pagar os
seus dbitos, porm preciso por em pratica es-
sas promessas, pois j estoa ferto de ouvir va-
lentas, etc. Entretanto, chegou o Sr. Ayres, do
Capricho com urna Imitante scena sobre um casa-
mento, com o que nos nterrompeu (as mais aper-
ladas horas acode Dens...) Ora, dir alguem :
com que proposito diz Ernesto que Elias o atas-
salha de ladrSo, sem que Elias assim tenha prati-
cado! I Eu mesmo o responderei : que nao
] sou deudo; que ando fra de casa a toda hora e
sempre desarmado ; qne nao me pode ser escuro
a differenca de nossas torcas alm do Sr Ernesto
oslar em sua Ierra e por mais nassifico que fosse
>/ .11111' p-|0*iiw(m--) ------ ------------ ----- i-------------- t i j
titulo de agente de leiles da praea de Macei. jamis en oprovocana.com o titulo ne laarao,
___ in _.>_~ -*J* r>u Cfj ____. .111. -. .S ..;., .-. Cm CunnftA miP tttil
Nao tem Jugar. (Foram votos vencidos os Srs.
Rosa e Basto).
COM I.NTOUMACAO DO SR. DKSEMB\nr..\DOO FISCAL.
Do Jos Lopes Davin e Anionio Bezefra Uval-
cante. mostrando tercm salsfeito a exigeocia fiscal
relativa a tornar-se effectiva a assignatura das tes-
tmnunhas de seu dstracto sodal Registre se.
Do Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior Jos
Laurentino de Azevedo, junto aos autos de sua*
rehabilita?oes, fazendo diversas consideracoes a
respeto da sentenca quo Ih'as denegou.Nao tem
lugar em vista do arl. 89G do cdigo do com-
mercio. j ..
Da oompanhia inglcza Brasilian Street Railway
ComDanv, limited,registro de seus estatutos
lra sf adraittida a fanccionar nesta praea.
Registre-se.
Summario instaurado contra o agnnte de leiloes
Rernardino de Sena da Silva Guimarae.O Exm.
Sr. presidente marcou o primeiro' da do sessao
para julgamento, convidando o Sr. desembargador
fiscal pira assisli-lo.
Sendo i hora e tres qnartos depois do meto da,
o Exm. Sr. presidente encerrou a sessao. Em
tempo : foram rbrica os seguintes livros Dia-
rio e Copiador de Jos Tales de Mello, Copiador
.le Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes, Diario e
Copiad .r de Souza Bastos & C, ditos de Andrade
& Maia, Diario de J.s Luiz Gonealves Ferreira &
i;, dito de Manuel Nun^s da Fonscca. dito de
Olympio Gonealves Rosa & C. dito de Bastos Ir-
mos, dito de Augusto Oetaviano de Souza 4 G.,
Copiador de :arvalho Ail'eixoio, dito do London
an I Brasilian Bank.
PUBLICACOES A PEDIDO.
CHROMC1 JUDMUKU.
lltlIUWI. 0 COnnERCIO
vCTA DA SESSi
7 DE
O ADMINISTRATIVA E
JANEIRO DE 1870.
RESIDENCIA DO EXM. SR. DBSEMDARCADOtt ANSELMi
FRANCISCO PEBETT1.
s 10 horas da raanha, reunidos os Srs. depu
idos Rosa, Basto, Miranda Leal e barao do
iruangy, presente o Sr. desembargador fiscal, o
Exm. Sr. presidente declarou ab.-rta a sessao.
Foi lida o approvada a acta da sessao de 27 de
dezembro do anno prximo passado.
EXPEDIENTE.
Olllcio do Exm. Sr. conselheiro presidente do
tribunal do commercio da capital do imperio fir-
mado de 23 de di-zembro, enviando, com deciso
do tribunal, os autos de revista entre.partes : re-
currente, o administrador da raassa fallida de Pe-
dro da Silva Reg; recorridos, os curadores fls-
caes da masa fallida de Jos Joaquim da Silva
Gomes 4 C.
Offlcios (2) da junta dos corretores, sendo um
datado de 31 de dezembro e assignado pelo presi-
dente e secretario que j lindaran) o seu tempo de
exercicio, remettendo o ultimo boletim coramer-
cial, e outro coro data de 3 do crranle, e firma-
do pelos actuaos presidente e secretario, agrade-
cendo a prova de consderacao que receberam do
tribunal, o asegurando que, no exercicio de suas
funcedes se esfurcaro em corresponder a confian-
ca nelli-s depositada. Inleirado.
' Jomal Oficial de n. 296 305Archivera-se.
Mappas resumidos do, .novimento havido duran-
te o ultimo semestre nos seguintes trapiches :
Largo do Caes do Apollo n. 61, Baro do Livra-
ment ao mesmo Cae9 n. 45, Bardo do Livramen-
to ra do Bruin n. 2 e. Angelo.Tiveram todos
0 seguinte despacho :Confira-se com o antece-
dente. ,
Expeairaro-se 2 offlcios, que foram assignados,
1 pelo Exm Sr. presidente com indereco ao mi-
nisterio da agricultura, commercio e obras publi-
cas, e o outro pelo Sr. secretario para ser enviado
ao secretario do tribunal do commercio da capi-
tal do imperio.
Presentes os livros de protestos de letras, veri-
flcou-sp quo o protesto com que o escrivao Albu-
querque encerrou a sua semana de n. 1,963 e
datado de 4 do corrente, e o cora que umbem
iluda a sua semana o escrivao Alyes de Brito
tinba o o. 1,933 e a date de 5 do-mesmo raez.
BESPACII06.
Requoriraento de Sebastio Ribeiro de Mello e
D J.*Ta Maria Ca valuante, associados sob a fir-
ma de-Ribeird 4 Cavalcantc, apresntando a re-
t-tro o respectivo contrato social.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Prente Vianna 4 C apresentando igual-
mente registro o contrato de dissolucao e liqui-
dacao de sociedade na parte om que os supli-
cantes a tiveram com a viuva D. Joanna Baptista
de Atewto Vianni, commanditaria que era mn
dita sociedade.-Vista ao Sr. desembargador Bseal
De Ponte* 4 C, pedindo que se Ibes transfisa >.
livro Diario que pMieneeu a firma indiviJu.l de
\nget) Baptbta do Nascimenlo.Cono requerera.
De Poreira 4 RegufTe, offereceudo a registro o
contrato do sua sociedade.Ai estampimas que
SfjiAirw. Qnem vera a estas columnas nao a
..retencaodoLiidroabaixo assignado, natural
do Rio Forraos, sim forrado pele elevado prof
eedimento e civilisacao dii Sr. Jos Candido de
Lyra, filho de Porto Calvo, como passo a demons-
trar.
Tendo eu em 1860 de ir aqulla villa, os Sr?.
Adriano 4 Castro eBereceram-ine carta de favor
para a casa dos Srs. Dr. Olympio Marcelino da
Silva o Emygdio Victoriano da Silva, mon|>s di Sr.
eapitao Ernesto Augusto de Manga, me.ico
Jacmtho Pars Pinto e Dr. Jos Angelo Marrmda
Sdva, alli.pois.fiibemagasalhado.' n jwm oorter
dadoao primeiro 300ffpara eoni.nuacaodeuma icSo
dfsseiuhal contra Manuel Aman, .o ... heis, cojo
trabaihoalm de inultos oolros, p.s-ou p-da minha
cabera e assgtiaturas do reforieo advogado (tal
tem sido a minha sorte qpe por taes necessidades,
se bem que a martillo, alguma Cousa tenho apreu-
dido.)
l>te posto, nao tardaram o mesmos Srs. Adria-
no 4 Castro em remetter-me urna orden man-
dando-me receber dos dou? primeiros quantia
inaior de 4:0003. .
tira, apreseuu-i semelhante chaga chronica! e
enio com maior ellicacia, mais atractivos fui,re-
cebendo (principal com que de ordinario entram
os quo buscara viver com facili.lade e alinal pro
curara saldar com Menfasl...) menos dinheiro.
Tive de vir a esta cidade e ento disse aos referi-
dos credores qi\e nada linha podido receber. peio
que na vulta fui o Sr. Adriano comigo a presenta
.le seus devi'doivs e depois de com elles entender-
se, disse-me ; tenho empregado todos os meios
pera ser pago e nao acho eaiuiulio. A islo disse
lhe que laes uevedores estavam no caso d
se Ihes abrir falleneia, porque ento appaieceria
dmheiro ; porm, que eu nao o fazia porque linha
rc-ebido a Ti agrados, tanto mais das sobrinhas,
filhas do esi-rrvo Jos Joaquim Tavares e que o
publico me ehamaria desconheoido e assim qu--
fosse ao Sr. Ernesto, que, :..mu mano e mais ar-
ranjado, se quizesse lica con o debito dos pri-
meiros, poieria pagar com alguna espera. Ora,
foi o Sr. Adriano e vullon tend, reeebido um de.
bto dos Srs. Jos Ignacio de Mondonga, de Queiro-
ga, de Clnistovo,- do referido Ernesto na impor-
tancia de 3:1003000 em tres pagamentos annuaes;
finalmente, um dos primeiros djvedores, o Emyg-
dio, ainda Uceo a dever 138-iOOO, de que acceitou
umaJelra (com lauto que nao se dsse 20 risem
dinheiro!!) E por occasi > do cobrar eu esse mes-
mo debito, disse-me o Sr. Dr. Olympio (mano) que
o dejxasse receber urna letra deCapiana ; das de-
pois veio o*raesmo Dr. a esta cidade, o- que tam-
bera fu, e procurando-o trate-lhe do promettido ;
respondeu-me, porm, que a ordem de Capana
nao haia sido paga. Ento cenvidei-o para urna
transaccao, taido-me elle a letra de Capiana,pois
eu lhe restara o excesso. Nao quiz o Dr. dizenmv
me que o nao fazia por deferencia ao seu amigo
devedor e assira foi para o sul cmo juiz mantel
pal ; e porque, alientas as tnnsaccoes, j o Sr.
Dr. Olymposno era deyedor, perd a promeca e
nao sei se ainda me ter por camarada. Accione!
alinal o Sr. Emygdio Victoriano, que posgue o da,
etc., etc. Depois accionei o Sr. Queiroga, que e
morto e nao se sabe quaes seus beos; accionei o
Sr. Cliristovo, de Una, que patfou ; accionei o Sr.
Jos Ignacio de Mendonca, do qual arrematei para
o credor Adriano urna molcca do nome Pulquena.da
qual depositarioo Sr Dr. Jacinto Paes de Mendonca,
que tanta devocao tem com santa promeca ou as
do Sr. Jos Ignacio para eora elle, que la se vao
mais do dous annos sem entregar a dita raoleca.
etc., etc. Aquelle ao menps sabe jogar seu volte-
rete (venha logo) sem valentii?
Venceu-se entreunto, a l; i' e 31 letra do Sr.
Ernesto, que hypothecou o engenho Pao d Arco e
oMtioBicaJo Oteiro para granti-ias sem que
dsse real por conta e porque visso eu que elle li-
nha anematado a obra da caduiada referida villa
e no qae se dizia poder lacrar crea de 6:000#0uw
fui demorando ate que at qne elle acabasse a
obra ; entretanto. vunJo certos desperdicios, dis-
se-lhe : Sr. Ernesto devo dar al gura passo sobre
as letras do Sr. Adriano te, veja Vmc. qnaU
juii de paz onde possamos fater ama coneiliacao
espontanea. (1> preteodendo en joe oSr. Ernesto
declarasse no termo que pagara logo ojie lerrai-
nasse a referida obra. Mas "o que fez etle? apre-
sontou-se acompanbado do Dr. Reg e Mello, na
eonciliacJlo, e, confessando o dsbilo, disse que da-
va para o pagamento destes bens hypotbecados, ra-
zendo-se pre?o... ao que nao annui, e sira que,
avahados na forma da lei, prosogoisse os mais ter-
mos at arrematacao ou adjuicaro delles, no qu>-
mvoiuntariainenie se concurdoo.
Anda assim : o.Sr. Ernesto, porm, que esta
em seu Porto Calvo, com sens amigos, os avalia^
dores pode elevar a avaliacto do engenho
a 12:0004000 {que nao achara 4:0004) (i) e pela
quaneo, alias eu nao avalio o Sr. Ernesto por tao
passifico ou acertado em seu modo de pensar ;
que nunca mande aribeira com. valentas ; final-
mente, quetenho idade maior de 60 annos para
saber que cousa urna cadeia (resultado da val^n-
tia.) Nao s eto. mas tenho a respeto, e que
sendo o Sr. Ernesto devedor e depositario de seus
bens hypothecados, alm de outros esiravios, ven-
deu a moenda do engenho Pao d'arco, ao senhor
do engenho Primavera, e como sabe o crime que
commetteu, vendo, portante, que eu o poda cha-
mar ladrao, eis que com antecedencia inespera-
damente proclama : Sr. Ramos V. costuma cha-
mar ladrao a todos que demanda, porm se cha-
mar a mim hei de lhe arrancar as gargantas, ao
que lhe respond que chamava ladrao aos que
queriam pagar o que devam com os bens alheios
e quando lhe chamar ladrao com faea para lhe
cortar a munheca. Esta resposta lhe ficou no ol-
vido : tal foi o fundamento ou raaao que lhe as-
sistia.
Ora, assim feitos os referidos extravos o venda
da moenda, requer remoeo de deposito para des-
t'arte poder reunir os oojeclos e proseguir na
avaliacao de todos os bens, para o que j exista
a louvacao feita, e mandando o juiz suppiente.
que respondejse o depositario Ernesto, deixand
este de negar os extravos por mim allegados e
apenas limitou-se a dizer que ninguem mais ca-
paz do qne elle para depositario de seus bens, isto
vista de Poreira o Souza, nota 427, urna lor
mal cooflssao da venda da moenda etc. eic. o que
nao obstante foi indeferida a reraocao : aggrave
pois, uudando-me no lo do art. 696 do Reg.
coram ; mas nem o juiz municipal reformou seu
despacho.nem oSr. Dr. Selle deu provimento a res-
peto, allis declarou que o caso era de appellacao.
Uzei, portante, arredar a injustica d< semelhan-
te despacho determinando propor a ac?o de de-
posto, j que a e?ia dupplicata as-im o obriga o
art. 268 do citado Reg., por consfgunte, ja o
chame ao juiz de paz, onde se verificon a eonci-
liaco, que o Sr. Ernesto tem deixad de cum-
prir o que all tratou, exbir os objertos etc.
Oh que immorlal palavra de creatura I An-
da temos mais : o Sr. Ernesto nao podera dizer
que lhe sobreveio o menor embarace para deixar
de pagar semelhante debito, alias nao contaya
com a obra da cadeia, com cujo.ganho o poda
ninguem podia- fallar de ladrees porque ninguem
ajudava (o) pois contando eu ao major Emigdo
que. linha visto urna ovelha (do vigario) furtando
pementas as 9 horas a manan, elle me pergun-
ton tirando pimemas Elias ? Eu, pois, que
amo ao velho, disse-lhe Sr. majar quando eu
fallo daqui, primeiro de Vmc,; tortar nao ti-
rar Sr. majar Uio-s elle). L me conUram que
um sujeiio tiraBdo do carro una manta de car-
ne do major, outro quiz servir-se desta, mas o
ractante responden va a pia carnal; e isto con-
versando eu no wagn mu a.sangue-liio, contan-
do boa desposicao do mesmo Sr. Lyra, este po-
rm desabrida e altivamente respondeu-me nao
falle de Porto Calvo, porque a jusca d'aqui tudo
se con^egue com o dinheiro. e amitos homens
d'aqui tambem sao bons. Meu primo (Dr. Olym-
pio ) casta-se aqui com a Ulna de m grande,
morreu esta e o sogro tomn tndo quanto elle li-
nha, e V- tambem um ladra* que roobou um
eDgeoho de fiiinha familia (creio ser o Pao-d ar-
co). En, porm, vendo quo aquellas palavras
eram ouvdas por pessoas que me merecem con-
sideraeao, refreci-me e perguntei entao ao Sr.
Lyra se me qualficava como roubador, ou so em
furto ? responden-me naquillo quo V. quizer e
proseguio dizendo V. nao faz mais nada em Por
to Calvo ao que aecresceutei s se la rao ma-
tarem respondeu-me o Sr. Lyra la nao o seu
cemiterio, porque V. nao vai mais l etc. (6)
De maneira que o meu deus Lyra j me tem de-
talhado a cova, ser, como assim, apontada pelo
anjo Antonio Paes da Silva, da Cova da < teca ?
porm eu nao sou casado como foi ura dos ex-
senhores do engenho Frrica etc. etc.....e os
meus fllhos sao os Vermefnos, Praeiros, Praias-
?Novas, Ligueiros e os Republicanos, se pois eu
for morto a ferro etc, nm de taes fllhos, quando
subir me desenterrar os ossos, ento l ir o ma-
tante jejuar na grade. '
Sinto, Sr. Lyra, morrer com o titulo de ladrao,
visto que o< Srs. com quem contei, Jos Fraucisco
do Reg, Joao Pereira do Reg, Joo Alves da
Cruz e ootrus oegaram-se a ser testemunhas em
julzo; todava apezar do que eu fique com esse ti
tulo, consol-rae que sempre o terei sido da clas-
se dos que se acautellam para nao serem desco-
bertos, porque estes, como que ainda proctuara in-
culcar alguma vergonha, quero dizer, sao os que
se acobertam com a noite.uu a traico do dono
do objecto, rf esconde debaixo do capole, paltot etc,
etc., de modo que o dono perde por ventura o
aderezo de 2:000i, resta lhe ainda poupar-se de
seu inimigo ladrao, porque nao o fica conhecendo.
o caso que eu desafio ao Sr. Lyra para provar
qual o anal, didal, ou natureza de furto que eu te-
nha praticado. Ser pois assim ladrao nao o la ...
isto nao l ser safado, safado e safado, quero
com isto dizer, safados sao os que j perante pes-
soas, ja passando ttulos, per.em emprestado ou
comprom igual aderecos etc. Sabendo que nao
tem com que o pagar, e se tem antecipa-se com
hypothecas phantaslicas, ou finalmente vera a juizo
sustentar nm pleito, ja inventando urna prscrp-
co etc. etc., de forma que perde o dono os mes-
mos 2:0004, priucipal do adereco comprado, lem-
po e custas; accrescmdo-lhe, porm, o raiinigoe
al ao pobre procurador se foi perseverante. E
eis aqui o ser lealmente safedo e ladrao, pois da-
quolles multes tem passado por verdadeiros e ou-
tros, se sao conhecidos por urna parte da socieda-
de outra parte ignora, seu icio ; outro tanto
nao acontece na verba dos ladros safados, por-
que esles san conlu-eidos por todos quantos delles
tem lido nonhecimento, tanto mais por aquelles que
lies venderam a praso : nestos termos, Sr. Lyra,
desejo ler acertadamente desenminado estas duas
classes, isto deesfjo ter dado o competente ad-
jectivo para deferencar a segunda, se assim, pois,
nao achar acertado responda-me por typo em
quanto estoa vivo: cerlo que eu quitera ter lugar
para de outra forma agradecer a Vmc. o collocor-
me na primeira classe, todava atrs vira quem
melhor o far.
Recife 8 de janeiro de 870.
Elias Emiliano Rumos.
na
ter pago ; porem o Sr. Ernesto, pietendendo quj-
--------..i._a.......r o:000:INIU
Festa -d S* Sebastio
villa do cabo.
A 13 de crrante pelas 7 horas da tarde, :om to
da a pompa e brilhanlismo, ser o acto do levan-
lamento da ba.ndeira da fusta que precedida de no-
venas e cnticos em louvor do glorioso martyr,
lleve ter lugar no da 23, segundo o progratnma
qne ser aununciado.
(1) Suppmdo que o nosso jaiz, Joao lavares
le Mello, se declarasse sn-ipWlu onmigo, por ler
eu corrillo para tirar da escravido, em qne
-He linha a liberta Thereza. Com este 3 qued all
te no salvado.
(4) Hi 15 anno defogo morto : stemleasi
do engenho com aleumas tacha elha*,e a moen-
da (vendida.) Tem ierras.
o engenho e o sitio, que pnderao valer
res, tvssem odjncados a seus credores poi mais
de 15:000^000 reis, tem devenido o ganho da ca-
deia sem pagar semelhante debito Vejaa a nota4*.
Ainda eonunuarei, e se bem que esta nova ma-
teria seja um pono difirante, todava ha relacao
de pessoa. _
Em 1817 vendeu o pai do fallecido Barao de
lleberibe ao cap tao-mor. M-moel Gomes d.- Barros
o fallado engenho Po-d'arcn por 4:8003000 res,
a pagamentos annuaes de 400*000 res, sendo o
primeiro em 1820. (3) Morreu porm este capitao
mor e sua consorte sem terem dado vinle res
por conta! Ficaram-lhe dous fllhos, Sebastio,
que diz se retirou do monte sem herdar,e Manoel
Gomes de Barros e sua consorte, que, sem que
Uzeasen) inventario, licaram de posse do mesmo
engenho. Ora, D. Ignacia, filha j deste casal,
causou com um Jos Satyras (uriino e antecessor
por consorcio, do rnesmo Ernesto) liiho de Anto-
nio Paes da Silva, horaem temido e senhor do en
genhodva de On?a ; seguio-se afinal morrer a
mi de D. Ignacia, este genro Satyno, obrigou n
sogro que fliesse inventario de todos os bens
.Pisados por unirte da -ogra, >em arredar_ a
meiaco dos bens beixados pelo Tallecido capilao-
mr "no qual inventario nao foi ouvido o herdeiro
Seba-tiao, nem tambera o credor, vendedor do
mesmo engenho. Neste inventario a valenta de
Satvrico f-z ir a cadeia o concunhado Bernardo,
.-te.' ele, de raanoira< que em certo engenh-i dous
dos Barros j succnmbiilos as d> aeommodaca" annal 09 ouXro cinc" lNesla
escriptura fieou Satyrio com lodo o engenho Po-
d'Arco, ja como ligiti*ia da sogra e j tambem
o un a futu-ra do sogro No mesmo tempo foi por
all um procurador do crdito ou debite do enge
nho. propoz aeco contra os referidos herdeiros e
- Satyrio pedio vista, e, confessando o debito,
protestuu pagar sua quola, (sendo alias duas,
pois teve duas legitimas) foi, pois, assim conten-
nado de preceito. Deste' julgado foi o procurador
j em termo difirante intimado por carta, que
responden, e logo retirou-se para a villa do Pilar
(para nao"flear no pilo de Porto Calvo.ficarai
eu ) sera mais proseg ir na questao, ficando, fe-
lizmente, interrompida a prescripcao. Hoje, po-
rm, sou o procurador desta raesraa cobranca por
procurado dos Srs. Dr. Frederico Augusto de
Oliveira e outros, j netos do primeiro credor, e
heje habilitados com os reos devedores, da coja
sentenca s appellou e Sr. Ernesto Meraquabo.
Parece-me, pois, que do qnanto vem exposte te-
rei demonstrado que nao tenho sido deshu-
mano cora procurar dbitos tao reaes, pois ea, e
ainda muitos, entendem que os debites devera ser
pagos; e nao com facca de ponte nem mesmo
cora pantomima. Outro sim, terei igualmente ago-
ra demonstrado qual os direitos inculcados em
urna correspondencia d Sr. Ernesto, inserida em
um dos jornaes de Macei, e quaes as santidades
vocalmente contadas aos ^rs. Barros do Gamella
e outros I I
Entretanto, Srs. leitores, nao sao propriamente
os casos expostos que me estao fazendo interrom-
per o vosso precioso tempo, e sim urna ootra ma-
teria, adroiravel para certos e desejados horneas,
se bem que convenha para o Sr. Jos Candido de
Lyra I I Ele senhor parante daquelle do en-
genho Cora de Onga? de quem cima tratou se, e
oiesmo do Sr. Ernesto. Devo, porm, declarar
ob minha palavra que alcunhando eq. a essa
creatura (trnesto) de piuco juizo o juntando-lh-
a qualidade de yrestavel, jaro que lhe perdn desvarios com que me tem tocado, e a prova des-
ta minha tolerancia, dei-a no jury d'aqnella villa,
onde, e na qualidade de reo I nao o reensci como
8z patente.: pois para desejar ve-lo corregir-se
para melhor. Ora, mas eu nao tendo tido razos
para afa-tar-me do Sr. Lyri, sempre que o eo-
ontrava tmha de fallar lhe com afabilidad**, ma-
que, senhorast I (nunca de mouro boro Chriso)
No dia 13 do mez prximo passado, depois das i
horas, ep wagn para o Manguinho, tratando-se
alli de justca, alguem notou na de Porto Galvp,
ao que respmdi que o mesmo se dizia da d S*-
nnhanhem etc. (4) Apzar qu era Porto Calvo
(3) Ento acha va-se prompto, foi venddido at
cuna mobilia de casa.
(*) Ape?r qne umbem na justica de Porto
Calvo, funceionando o pro pre-idente da cmara,
hoje f'z de paz I Joo Antonio dos Santos Pacheco
como juiz municipal, teve de areordo com o eseri-
vio Alvaro de Pinte de Pedras, (que,infelizmente
entio ali se acha va), de arrancar duas fdhas divs
autos da execuc' contra oSr. Ernesto nara subs-
tituir ama Pfritdo de intimaijao feita a mim em
data de 16 de abril om outra do *de mal ou
jando, de como ea sciente da sentenca do adjud-
llillaOANo
lo venerando iribunal da relacao
e ao publico.
No dia28de Janeiro de 1869, s9horas danonte
pouco mais ou menos, em pleno luar, ao entrar para
a casa de minha residencia ra da Boa-Vista
desta cidade fui are.muiotiido por dous sicarios,
que ah me esperavam !
Ao pproxioiar-ine da porta,descarregaram-me
duas eacetadas. causando-me una dellas um grave
ferimeuto na cabera, e, como procurasse delen-
ler-me cora unta bengala que trazia, um dos
;issassinos disparou q.ieiraa-roupa um tiro de
pistola, cuja/'arga se empregoo quail toda em
minha rao direita, como lud. conste do corpo d
delicio a que entao se procedeu, ante de com mais
brevulade reabsarem o seu damnado intento.
S Providencia devo ler escapado com vida a
sanha dos dous a>sassinos, para continuar a cuidar
da sunsisiencia de minha familia e da educacao de
meus fllhos.
A opioiao publica indigiteu logo os ntores (li-
lao audacioso quo atroz attentado; mas a polica,
nao ubstante os interrogatorios e amos de perora-
tas, a que no da seguinte procedeu, nao achou
indicios seqoer para instaurar processo aos indi-
gnados meus inimigos.
O faci se passou com a maior publicidade pos-
sivel.e foi presenciado por al/umas pessoas e nem
era admissivel preu-nder-se (|ue s 9 horas de urna
noule de luar estivesse deserta a ra da Boa-Vista,
urna das irincipaes desta capital.
Ao meu conhecimento chegou que algumas
pessoas sabiara do fato, indaguei de seus nomes
e dei a queixa contra os negociantes Josephino
M .rtins da Costa e Bento Estralla, o contra um
Sr. Manoel Francisco do Rosarlo, o priraeiro como
mandante e os dous como mandatarios.
As testemunhas diipmeram sobre o faci e foram
os aecusados pronunciados no art. 192 combinado
com o art. 34 do cdigo criminal
Desde a forraacao da culpa defmdam-se os
aecusados, arguindo de falsas as testemunhas, por
quanto outro meio nao tinham de defeza, e para
isso lancaram mo de alte lados, documentos gra-
ciosos, era que so mencionavam fados circums-
taneiaes.
Valeo-lhes esta tctica serem dadas como teste-
munhas peta promotoria publica, apezar da oppo-
sicao de meu advogado, tras dos asignatarios dos
documentos para completar o numero de oito tes-
lemanitas t
Nao obstante a proteceo de que faziam alarde
os aecusados, foram pronunciados pelo integerrimo
e honrado juiz municipal desta capital Dr. Antonio
Joaquim de Souza Paraizo.
Tulo quanto humanamente possivel por-se ero
jogo para absolvicao dos aecusados no jury, visto
como na > quizTam interpor recurso do despacho
de pronuncia I
Apresentei nova procurco aflm do poder meu
procurador fazer o libello e aecusar no tribunal
do jury. .
Acceita a procuracao fez o meu advogado o
lbello foi considerado pelo Dr. juiz municipal pre
parado o processo para entrar em julgamento, e
do mesmo modo considerado pelo Dr. juiz de
direito. .. ,____j
No primeiro dia da sessao db jury, na chamada
geral dos autore>, reos e testemunhas apresen
tnu-se representando o rercorreote o seu proco
rador e advogado lejalmente constituido nos intos
e nnguejn se lembroa ao menos da
a legali-Jade da representarlo porooe na* se aadia
aier.
Na segunda ses>ic marcado para o jalpaiaote
do processo em questSo, fez-se a chaman e amda
comparecen o meu advogado e proaaradar. asa*
que pelas partes ou pelo juU presidente d jarv,
Ktmha julgado o nioecsat pre parado, loe hato
advertencia algnmi, aato mais qnaao*
receorrento tinha aV
mente.
Feita assim a chamada do aator, dos m **
testemunhas e tomando cad* um sea asgan-
ordenou o Dr. juiz de diretto- presidalB 4a jor.
que se procodesse ao sort io dos 12 jaradoa.
Nessa occasio um dos advofados do* raa paaV
pela ordem a palavra, e roajnereo o *
do autor por estar presente alo
advogado e procurador!
Este requeripiento surprendeo a
va-se Disto nm meio de tolher
ac>usaco e dest'arte impedir qoe .
autor na aecusacao e lancasse man de
recursos legaes "am de serem punido os roo ,
Josephino da Costa, liento Estrella c MaaoH frao-
cisco do Rosario, aecusados pelo attentado de 3*
de Janeiro do corrente anno.
Tudo quanto venho de dizer eoosta .toa autos, '
que pendem da deciso da relacao.
O meu procurador e advogado nessa accasia>>
pedio era seguida a palavra e disse, qa, aa
obstante ter j de comparecer o aator, e>tata
legalmeote em juizo, porquantn com a segwda
procuragao com que fui admittido a onfcecMOar
o libello e foi considerado presente o aaaar baos
na chamada geral. no primeiro di de sesea-,
como tambem na presente ses*ao do jolgamealo,
tinha sido concedida esu licenca us. ? ao jniz.
preparador do proeesso, como no jnry, tanto mas
luanto havia isto mesmo declarado ao Exm pre-
sidente do tribunal que nada mus exilio !
Disse mais o meu advogado que n
duas procuracoes, consttuindo o mrsroo advogac
e urna peticao para assistir formarn da culpa
por procurador, o que tndo demoostrava. pie ou
abandonava o autor a causa, como lodo eeanttv*
dos auto- a que se reportava, easo nnro que qox
a le prevenir; e quando nao qoizesse o Exa
Dr. juiz de direito esperar alguns minlos pe1.
comparecimente do autor receorreme io que se ear-
ficou logo depois) valia se da disposicao do art. W>
do cdigo do processo para apresentar escusa legi-
lima por essa falta moraentanfa, o qne noli tazer,
como lhe permettia o aviso n. 43 de 18 de aavd
de 1842, porque de outro modo seria prejnrjr o-t
direitos da aecusajo. .
0 Exra. Sr. Dr. juiz de direito, nio atteoden as
pondera(*es do meu procurador, e proterio o lao-
camento.
Dessa deciso recorren o roen advogado e pro-
seguio o processo com o promotor pub'.ic >, saodo
o autor considerado apenas auxiliar dajmsti**,
e sem poder jecusar jurados suspeilos, iatjoerir
as testemunhas adrede preparada para a defeza -
contradita-las, aflm de que nao mercowen fe,
ne escapassera os reos punicao legal.
Eis o que occorreu na sessi do ^|oapaaeai-.
dos aecusados, por queixa dada por mira, ero vir-
tude da qual foram levados a barra do araaoBaldo
jury. ,
Pens a victa do expendido p*r mea advefad-.
que nao podia en perder o direito de pweefusro:.
aecusayo, e que devia antes liar
da, urna vez qne a escusa allegada era too-dad
coa*enso do pronfio juiz preardeoto do arasBaai
era essa escusa apreseotada pd Ipjiftcao pr
rador do rworrente,,.dc confoniiidadoeoai
a. 43 de 18 do aoril de 1842.
O une lacran por ventura a juste a :
presteza, lancando se da acras .cao o Mar,
nem ao menos apresentou indicios n"
donar a causa 1 !
O disposto no art. 331 rb> regnlanimu de Janeiro de 18T>2 f> cumpndo. edeelaro-.i o pn
teiro do tribunal ter compareci o aatof p i
procurador, fazende-se em seguida o -yte ..If:.i
o art. ."loa do citado regulamento.
E' que como nesta parte do pro.-
elle, desde a formaran da colpa d;r.uu-- jM-s
mbstanciaes que o nulbficau !
Neste caso opiniao geral, en fare La lgitrm.
dade da escusa que devia o meretw*imo joiz
po esperar pelo autor ou adiar o proce o n
estava nos irteresses (a justic.a; porqiia
ter n> deixno de comparecer, nem fer.
do preceito judicial, tuna vez que eslava n
o seu procurador, que jatmba sido ,-,
lir jniz do direito para proseguir na areaoa.;a>
perante o jury.
Esta d. afeau tao ligeramente proreriii.-. p -I .
-er juslilirada se o autor tives: alga 11
niosirado contumaz, tendo antes sncce-Jid
o contrario.
Quem aeJeria mm mais vantagem aereas *
reos do que o propno ojoeisiwn olfeudido
Eis a historia iluana^ltlido d>ajw fui vichmt.
Justica, e sement justica o qoe l>
buna da rel^-o, aflm de cue m-j.i :;:iu
a le do iiaiz, o se prevma e acautele a reproa
cao de fados desta ordem.
Macei 28 de dezembro de 1869.
Manoel Tuxeira Ma,
cacao ile vio d'Arco etc, sendo para isso radispen-
avel copiar nova sentenca do adjudiracao.aqnal
nunca ma foi intimada. E quera o intersaado
nesta santidade ?...
(3j Reflro-me s a villa, onde ha mais de qna-
tre passeadores, e a prova est ter en all mettid
um ladrao 35 das no tranco de p, tem-*o-me por
isto tentado 3 praeesos ; na trato dos negociantes
que hoje all ha nem mesmo de certas pessoas co-
ra > o pardo Theotonio ele, e quanto por fora te-
mos familias inteiras, como a do velho Joo Luiz
Jo Res etc., h imens lidadores c honestos.
(6) Disse al qne eu era ingrato I qne all
que fui g-rate por consderacao dada por sua fami
lia I que me davam cavallo de estribara para
passeiar etc. Pergnnia-se, quanto o cavallo de es-
tribara ten-i pedido ou emprestado ? Responda
a mesma villa iuteira, e assim quanto ao mais.
(7) Camarada esta rarapnca lhe deve servir
bem, para qne tanto abnar? alias diga-me que
titulo quer qne eu lhe d em quanto nao pagar
o mea dinheiro.
. Villa da Escada. 6 do Janeiro
de 1870.
Deparando com um burlesco artigan olo ;-
n is da imprensa liberal do da 3 .! > corre i
imputndome eynieainento fa-tos imaginar'
culou desfarte promover a inin*ai!e -
para com as pes>oas gradas intimes anag*, a
quem muilo preso nesia localidode: eoHeeyoMrte-
uienie entenui do seria importancia quebraren
temp > os denles ao go-o, uue coro re<|iMirto*
ivos projecta continuar a morder-roc a i"
I-to posto receba o soldado rf-' Mal o cao-
tigo do seu desearame.nio. a aotMa>ano afcar-
var que lhe seria mais adaplavel a ffttjj
ni/ino *> que todas quanl r.i.;;ntar peoeve
imaginacao d'nm ente sera eduraca>> con >*lfe
fica o lal rabiscador cora o estylo tobil-:itr.> dr
su i jniseravel correspooden.-ia ; asska >
nojenus fbulas (|ue promette puNicar _sim*t*!
se prestara a exarcebar a paciencia do lei'or, va
to couo o hora senso sabe repellir o eocoora:***
bulTao e aborrecer a impudencia porque el ti o
escudo predil- co do anonymo e da mentira.
Neste caso parece que podia desiprezar > "r-
pio soldado de tenUnea, c ate esquivar-;* a i
ponder o seu incoberente palavriado Urirol>eir,
porem ja que so lembrou de ineu n*M l>rga a
nao consentir semelhante atrevlrwmto, pvr :s:>
apresento-rr.e, oaer tdb o carcter of/kia!, (ajanh*
demisso um snnb, pois apeoas ?ase evx r
cicio ao major Salvador) quer na :paawri> *
simples particnlar, para coto eieito inwrar o
testemunho de cidadaos imparciaes) e caaj*ajajata-
sos, que acostumjdos a prezarem a verdad-.
mente reprovarao o legitimo aniiiafejn, oui
avaliou afasur de s acus nefan k e iariaio
sos com o nico filo de prodigalisar-aa* epjilMsaa,
qae realmeote tem o seu tamo de Kaeraes r
Comprebeodo todo, o la! sold.uto de jiliDHaa
e o seu cliente sao ambo do mesmo jasa, p*ie
lingera ignorar que a annos passados certa bacta-
rel, miMieao jaoota era socio io tolo, Jaste a.
quem c>m tanto atan hoje detende.
E' da ordem das cousas : o malviJo zmo 9-
re-lo ser!... .....
Emliiii tenho presoutimento?. qae o ^uaa
sentinella anda est curtindo ateooL paat
das festivos bao dispensa urna boa da:
me as instrurcoes belzanlinas; ps-r^
limatum protesto que o roen repertaelo_
materia vasta para coodemaar o
tnella, que sera veroiz na cara
atassalhar a honra albeia. esquet*io I
sua barretina existe corroda petos
vermes, que j bem salientes se
fronte.
Tenho dito. j .
IJawoW ia Auto Imb.
Agua de Flarlafla ale aSamay c
Laaaaaa.
aoT-
0 Os-
Os gostos sio tito variaveai
fnmes como os viaams. Coaa ti
mets admiram eapreciara a
quot;e i-s Sras deboro guatoje
admiuem q>ie a fragraocia do -*#
Marroy e l/rmm, exeeiea toda
esencia floral. K o unin pe/Ha*
rica d Sol, o ae bem que peaco bn
introdnzida nesto bwkA*$
igual favor e-iceittejto pr
putricia-. EHa exjralHda i
u_
Liqo arooaUiaa da PWitvJa,
que a da Bnroe* a Afw Ftortla fd aaaaao O-as-
' cima aaeen'la). awa aa
t(>da sua fAMfoithV. p .rea deas ejaa i
rica da Herida, sala aaWafcra .
mereial adma _
da. om aroma mais rico e deirad aa ajie ajaBj
quer urna oatr wnoosic>> aatMaaW
a
.


mm
Diario de Pernambuco :%Terqa feira II de Janeiro de 1870.
t



=
9
COMMERCIO._____
PRAGA 00 RECIFE 10 DK JANEIRO
K 1870.
AS3t/2f0BA8 DA TARDE
Algeoo de Macei sorte1-OSp por kil. posto
a bordo, (rete de 3)8 e 0|0
Cambio sobre Londres 90 div. 20 li8 e 20 Ii4
por U090.
Cambio soDre Paris 483 rs. por franco (banco).
Dito sobre ditp90 d|V. 478 por franco (banco).
Goncallo Jos Alfonso,
Presidente.
Mesqnita Jnior,
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Oimited
Descosta lettras da praca taxa a con-
vencional-.
Recebe dinheiro %a conta corrente e a
praso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as ciddes
)rlocipaes da Europa, lem correspondentes
ia Bahia, Buenos-Ayres; Montevideo. New-
e New-Orleans, e emitte cartas de rdito,
para os mesmos lugares.
ttCA DO COMMERCIO N. 36-
Soeiedade bancaria
. em oommandita
Theodoro Simn Sf C,
Comprara e venden por conta pro-
pria metaes, moedas nacionaes, e estran-
geiras, letras de cambio, medulas do go-
vernoe do banco do Bsas.
Descontam letras da trra e ontros ti
tulos commerciaes.
Encarregam-se por conta albeia das mes-
oas transaccSes, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recbela quaerquer quantias em depo-
sito, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Pelourinho n. 7
ALFANDEGA.
Rendimento de dia 3 a 8 233:053*378
Mera do .lia 10......68:783*314
301:838*892
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Vnlumes entrados com fazendas
dem idein cora gneros
V ilume sabidos cora fazendas
dem ideui cora gneros
324
-----324
231
1019
aceitante e provar- qomto baste, seja ela
julgada por seutetiga mandando V. Exc. que]
se lie faca a intimarlo do protesto por edic-
tos coh) o praso da 30 rias. Nastes ter-
mos, pede a V. Exc. daflr ment e recbe-
la inerct-. Como procurador, Joaquim
Eduardo Pina. No qual dei o segointe
despachoSim. devendo jastificar-se a au-
sencia no dia 13 do corrente mez depois
da audiencia. Kecife, 10 de dezembro de
1869.Aiencar Araripe,
Em virtude do qual a netiro destriboida
ao escrivo deste juizo Manoel Mara Ro-
drigues do Nascimehto o qual fez lavrar o
termo de protesto do tbeor seguinte:
Termo de protesto.Aos 21 de dezem-
bro de 1860, na cidade do Recfe de Per-
nambuco, em meu cartorio appareceu a
supplicante Mara Amelia Pina por seu
advogadoo Dr, Joaquina Eduardo Pioae disse
perante mim e as lestemunhas infra assig-
nulas que reduzia a protesto ocontedo de
sua [ieti ;ao retro, a qual offerecia como parte
dnpresenteque fita sendo e de como assim
disso e protestou, lavrei este termo no qnal
depois d lido se firmou com as dilas tes-
temunhas : eu Segundino Heliodoro da Cu-
n!ia estjrcvente juramentado o escrivi. Eu
Manef Mara Rodrigues do Nascimento es
criv3o o subscriv: Joaquina. Eduardo Pina,
Franceiino Olympio Pereira de Oliveira,
Francisco Joaquim Pereira.
E tendo a supplicante produzido suas les-
temunhas sellados e preparados os autos
subiram a minba concluso e nelles dei a
sentenca seguinte.Proceda a justificac5o
mando que o justificado ausente seja citado
poreditos de 30 dias para o fim requerido a
folhas duas pagas as custas ev-causa. Re-
cife, 17 de dezembro de 1869. Tristo
de Alencar Araripe. Por forcea do qual o
escrivo fez passar o presente edital pelo
qual chamo cito e bei por intimado Ma-
noel Antonio da Silva Rios, para que comp-
rela neste juizo dentro do dito praso afim
do allegar o que for dejustifa.
E para que chegue ao conhecimonto de
lodos raandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e affixado no lugar
do costume.
Recife, 17 de dezembro de 1859.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento, escrivo o subscrevi.
Tristn de Alencar Araripe.
COMPANJIIA PERNAMBIXIANA
. DK
* Navegagdo costara por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaju.
O vapor Potengii comraandante Mello, se
guir para os portos cima no dia 15 do corrent
as 3 horas ta tarde. Recebe carga at o dia 14
encommendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 2 horas da tard? do dia da sahida no escrito-
rio do Forte do Mattos n. 12.
O le 13o ser eireciuada no dia cima, na mesma
fabrica a* to horas.
r
S
LE1LA0
DE
COMPAMHIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 14 do corrente mez espera-se dos
portos do sol o vapor francez Estramadure, com-
raandante Giost, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para Brdeos locando em Dakar
(Gore) o Lisboa.
Par. condueles, fretes e passagens trata-se na
agencia roa do Commercio n. 9. '
COMPANHIA PERNAMBUCA7
vi
Vavegaro eostelra por vapor.
Parahyba, Nata, Maco, Mofltor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
0 vapor Pirapama, comraandante
Azevedo, seguir para os portos
_ cima no dia 15 do corrente as 5 hora.'
la tarde. Recebe carga at o dia 14, encom-
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio no Forte do Mattos n. 12.________
PAKA LISBOA.
A barca portngueza Gratido dever seguir com
a menor demora possivel: para carga e pasagei-
ros trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
& C., no largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o ca-
pitao na praca do Commercio.
Fazendas araadas.
,. HOJE.
lerca-letra n de Janeiro, s II horas em ponto.
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
quem pertencer de um fardo marca P A n. 243
rom lo pecas de casimira entestada, avahado u
bordo do vapor inglez Oneida, na sua ultima via-
gem a este porto. O leilao ser efTectuado s 11
oras do da acimn dito, no escriptorio do referido
agente, ra da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
Fazendas inglezas avariadas e
liaepas, a 11 do corrente.
_Robt Lighlbhwen 4 C farao leilao por interven-
Cao do agente Oliveira e conta e risco de quem
pertencer, de varias tazendas inglezas avariadas, e
de muitas (tras limpas. inclusive cerca de 10
caixas de lnh;i soitida em novellos.
.ni, HOiE-
as 10 horas da manhaa, em seu armazem sito a
ra da Cada do Recife n. 52.
MSTITCTO ARCHEOLOGIOT GEOOLlPIIICfl
1L
D8scarregaro hoje 11 de Janeiro
Vitacho inglez#/" Vacuna norte-allemaaMaria Elisabvthiiem.
Krigue inglez John FrtMO*- Mem.
Kscuna allemaa Addincfarinha de trigo.
ISECEBEORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
P.endimento do dia 3a8 10:7901119
Uem do dia 10....... 1:220620
4a seceso.Secretaria do governo de Per-
nambuco 3 de Janeiro de 1870.
1230 F.DITAL.
Pela secretaria do governo se communica ao
Illm. Sr. Dr. Francisco Pinto Pessoa, que existe
uesta reparticao para Me ser entregue depois de
pagos os respectivos direitos o titulo pelo qual o
governo imperial Hh concedo 6 uiezes de I cenca.
O secretario, Dr. Joaquim Correia de Araujo.
i'ara Lisboa.
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Pereira Borges, por ter quasi toda a sua carga
prompta : para a restante e passageiros trata-se
com os consignatarios Oliveira, Filhos A C, no
largo do Corpo-Saato n. 19, ou cora o capitao na
praca do Commercio.
LEILAO
\ I lili I I IMIH.l un
llavera sessao ordinaria qointa-feira, 13
do corrente Janeiro, pelas H koras- da ma-
nba.
ORDEM DO DIA
Disposices econmicas para- a prxima
festa do aniversario ;
Pareceres e mais trabalhos de commis-
s5es.
Secretaria do Instituto, 10 de Janeiro
de 1870.
Jos Soares de Azevedo,
_________Secretario perpetua.
Fugio no dia 27 de dezembro prximo pas-
sado, a escrava Henriqueta, preta crioula, idade
20 annos, ebeia do corpo, altura regular, cabellos
carapinhos, testa larga, pelle gro-sa e espinhenta.
beijos grossos, bocea grande, denles largo* e per-
feitos, olhos e mos grandes, rom tima cicatriz
em cima de urna deltas e ps chatos, cuja escrava
tem por costuras lugar-se como livre, protesto
a quem tem occnltada : roga-se as autoridades
policiaes e a qnera convier, a captura, que se gra-
tincara satisfactoriamente era casa de seu senhor,
ra do llenriques Dias n. 20.
Preclsa-se de urna ama de leite : na ra do
Qneimado n. 30.
Rdbert Lightbown & CL, "f^-nni
ca, antieamente esUbdccidoK
55, e boje na mesma rna n. 32,
completo sorliniento de fazendas,
amigos amigos e'a tods qnantj
na-lo, para appareeprem en sen
do dia |0 do torrente em diaMe,
dem dar omeco na* vendas.
Ama.
Precisa-se de nma ama livre ou captiva i
moleque de 10 a 12 snnus : a tratar m m
Lingueta n. X. 2 andar.
HOJE.
De nm sitio na Balsa Verde com perto de 90 pal-
mos de frente e 30G de fundo, solo proprio,
tiiido una casa de pedia e cal nao acabada,
fallando incaibrar e irripar, a qual tem 22 pal-
mos de frente c 37 de fundo, a moderna, tendo
o sino alguns arvoredos de frutto.
Pelo agento Martins no armazem da ra do Im-
perador n. 16, as 11 horas em ponto.
PARA LISBOA
a escuna portugueza Agum, capitao Fonseca, vai
sabir com brevidade, recebe ainda alguma carga
a frete : trat-se com E. R. Rabello & C., ra do
Commercio n. 48
PORTO
12:010*739
CONSULADO PROVINGAL
Kendimento do dia 3 a s 52:328*753
Mera do dia 10...... 13:026*381
67:3554136
MOVIMENTO DO PORTO.
or ios entrada no dia 9
Montevideo40 dias, barca ingleza othtemay, de
434 toneladas, equipag?ci 11, em lastro. Fun-
deou no lamaro.
Dahia13 dias, barca pirtugueza Acaso, de 221
toneladas, equipagom 11, carga varios gneros;
Amorim Irmaos & C
Calho90 dias, galera americana Belle of thesea*,
de 1132 louelacUs. cara guano; ordera. Veio
refrescar.
Rio Grande do Sui20 dias, hrigue portuguez
Rmlidade, de 360 toneladas, capitao Manoel
Veiga dos Santos, equipagem 12,carga carne:
Balthar Oliveira & C.
Rueos-Ayres24 dias, hrigue hespanhol Salva-
dor, de 16o toneladas, equipagem 6, em lastro;
ordem.
Nanos cntradoi-x no dia 10.
New-Yorck'i dias. hiate inglez Freedon, de 132
toneladas, capitao Thomaz, cquipagem 8, carga
8000 barricas com farinha de trigo e outro s
gneros; Augusto F. de Oliveira.
Rio de Janeiro 17 dia<, escuna ingleza Lizzie
Garraw, de 296 toneladas, e.quipagetn 9, em
""lastro : Henry Foster 4 C.
Para30 das, vapor inglez Spccdwell, comman-
dante Jones Parry. 1" do guerra.
Ass7 dias, hiate braseiro Graciosa, de 85 to-
neladas, raestre Joaquim Antonio de Figueredo
carga varios gneros : Bartholomen Lourenco
Navios sahidos o mesmo dia.
Partos do SulVapor Crteiro do Snl de 1111
toneladas, commandance Alcoforado. carga va--
rios generes,
OiieenstnwnBarca nor:-3 allema Fehmarn, de 165
toneladas, comraandante Lutt, carga 4333 quin-
taos de madeira.
EDITAES.
O inspector interino da alfandega faz publ
i-o, que no dia 12 do corrente, depois do meio dia
a porta da mesma reparticio, ser levada has-
ta publica, livre de direitos," o restante de madei-
ras e taboas velhas extrahidas dos concert* feitos
nos trapiches da dita repaci, avahada na quan-
tia de aOOOO ; ficando a dita arremataco depen-
il-'Dte da approvacao da Exma. presidencia.
Alfandega de Pernambuco S de Janeiro de 1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paes de Andrnde.
Perante a cmara municipal do Recife tiesta
cidade estaro em praca nos (lias 12, 15 e 19 de
Janeiro prximo futuro para serem arrematados
por quem raaior preco o'erecer, os talhos ns. 10,
II, 12 e 13 do acougue publico da freguezia de S
Jos, lado do sul : ageites que pretenderen! ar-
rematar, comparecam no paco da mesma cmara,
<;ii os referidos dias, munidos de llanca na forma
da le.
Paco da cmara municipal do Recife, 9 de de-
zembro de 1869.
Ignacio Joaquim de Souza Leao.
Pr.i-presidente.
Francisco Canuto da Ba-viagem.
Secretario.
O Dr. Tristao Alencar de Araripe, offi ;ial
da imperial ordenada Rosa, e juiz de di-
reito especial do commercio Besta cidade
do Recife de Pernambuco por S. M. Im-
perial e Constitucional o Sr. D. Pedro II
aquem Dos guarde etc.
Ftcy sabir ^ios que o presente edital
virem ou dalle noticia tiverem que por
parte de D Miria Amelia Pina, me foi diri-
gida a pet'Co do tbeor seguinte :
Illm. Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.
Mara Amelia Pina residente nesta cidad-
tendo em eu poder urna lettra de trra
da quantia de 75O#0OO, da pnncippl accei
to a favor da supplicante em 21 de setem
brodeM64, porManoel Antonio da Silva
Rios e Mtn el Arcbaojo da unha, morddor
nesta cidade, com o praso de quatiM mezes
ijuer interromper prescripcao da mesma
letra p ir meio de protesto judicial e requer
;i V. Ha :. qu se. sirva mnd r tomar o seu
protesto pr termo e intima-li aos suppli-
cads.
y tante Mmo-l Antonio da
Silva Rio auzente em lugar nao sa-
bido Exc. se digne admittir
a suppacaate provar a aozencia do referido
DECLARACOES.
Don Juan Busn, vice-consul de Espaa en
esta provincia, habiendo publicado los primeros
edictos, ipie eeseje el reglamente de 5 de mayo
de 18551, Jamando los legtimos herederos de I
fallecido subdito espaol Jos Felipe Martnez,
para presentar-se debidamente habilitados por
ante l, hace saber quien interessar pueda, que
se han presentado Jos Guerra y Garca, y Bar-
tolom Esteves y Vzquez, como procuradores de
D. Teresa de Viias, residente em Espaa, la cual
se dice madre y heredera del finado. Portanto,
se algura persona se juzgase con derecho,
tnbiese cualquiera reclamacin a hacer relativa-
mente a la herencia, dtber presentar-se dentro
del improrogable plazo de 20 dias, a contar del
de esta fecha, para ser atendido como fuere de
derecho, siendo que, concluido el indicado plazo,
este vice-consulado quedar libre de toda y cual-
quiera reclamacin que pueda aparecer. Y para
constar hajo publicar el presente en Pernambuco
a 8 de enero de 1870.
El vice- cnsul de Espaa
Juan Busn.
D. Juan Buson, vice-consul de Hespanlia
nesta provincia, havendo feito a publicacao dos
editos de confonnidade com o regulamento de 5
de maio de 1855, chamando os legtimos herdei-
ros do fallecido subdito hespanhol Jos Felippe
Martnez, para apresentarem-se competentemente
habilitados perante o mesmo consulado; faz sa-
ber a quero interessar possa, que se hae apre-
sentado Jos Guerra y Garca. Bartolom Estevez
y Vzquez', como procuradores de D. Thereza de
Milas. residente em Hespanna, a qual se diz mi
e herdeira do finado.
Portanto, se alguma pessoa se julgar com di-
reito ou tenha qualquer reclamarlo fazer, re-
lativamente a dita heranca, o dever fazer neste
consulado, no iinproroga'vel prazo de 20 das, a
contar desla dala, para ser attendido como for de.
dreito: sendo que Iludo o referido prazo, este
consulado se considerar livre de toda e qualquer
responsabilidade que apparecer possa.
E para constar faz publicar o presente em Per-
nambuco a 8 de Janeiro de 1870.
O vice-consul de Hespanha
Juan Busn.
Pretende sahir em poucos aias a barca portu-
gueza Social por ter a maior parte do carregamen-
to prompto; para o resto qne Ihe falta e passagei-
ros, para os quaes tem bons commodos, trata-se
com o consignatario Joaquim Jos Goncalves Bel-
tro, ra do Trapiche n. 17.
LEILAO
I*E PREDIOS
O agenteFontnal competentemente autorisado
vender em leilao os predios seguintes : sendo
urna casa terrea em solo foreiro, sita a ra do
Tambi n. 17, una dita sita ra da Praia do
Caldeirciro n. 24, em Solo proprio, urna dita com
grande sotao a moderna sita a ra da Palma n.
90 o 92, solo foreiro.
Os Srs. oretendentcs poderiio examina-las e
coucorrerem ao leilao.
HOJE.
No Io andar do sobrado n. 62, ra da Cruz,
as 11 horas.
COSINHEIRO
Aluga-se um e^ravo perito eoimferw e
na ra do Impt-radur n. 30,
conducta
andar.
Porto.
Vai sahir breve a barca Laura para carga e
passageiros, trata-se com os consignatarios Carva,
Ibo & Nogueira, na ra de Apollo n. 20.
PARA O PORTO.
Dever seguir com a brevidade possivel a
Barca portugueza Atoro Silencio, para carga e
passageiros dirijo-se aos consignatarios, Oliveira
filhos 4 C, no Largo do Corpo Santo n. 19, ou ao
capitao na Praga do commercio._________^
Porto por Lisboa
Com a maior brevidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e primeira classe, por ter a maior
parte da carga prompta, e para o resto que Ihe
falta e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras A Barbedo, ao caes da alfandega ve-
Iha n. 2.
LEILAO
Rio de Janeiro
Para o referido porto pretende sahir com muita
brevidade o brigue orasileiro Adelaide por ter par-
te de seu carregamento engajado, e para o que
Ihe fatta e escravos a frete, traft-s- com o consig-
natario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, ra do
Commercio n. 17.
X. Pela subdelegada do Peres, se faz publico
que foro aprehendidos no dia 4 do corrente, dois
cavallos, sendo um pedrez, e outro castanho : o.
quaes lo conduzidos por dois individuos que
sendo perseguidos por suoeitos, os abandonaro.
Antonio Correa May.
Subdelegado 1." supplente em ejercicio.
Adniiolstraco dos crrelos de
Pernambuco 9 de Janeiro de
1990.
Malas pelos vapores brasileiros Cruzeiro do Sul e
Guan.
A correspondencia que tem de ser expedida no
dia 10 do crrente pelos vapores cima menciona-
dos, ser recebida pela forma seguinte:
PARA OS POKTOS DO SUL.
Kacos tureza e cartas registrar at ao meio dia, cartas
ordinarias at nina hora da tarde
PARA OS PORTOS DO NORTE.
Macos de jornaes, impressos de qualquer nata-
reza e cartas a registrar at duas horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas.
As cartas ordinarias que forem postas at meia
hora depois das marcadas pagaro porte duplo.
O administrador.
Affonso do Reg Bun'os.
Maranh&o.
Para o porto cima pretende sahir com muta
brevidade o hiate brazilnro Joven Arthur, capitao
Trajano, por ter parte da carga engajada b para o
resto que Ihe falta trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.*, ra da
Cruz, n. 57, 1.andar./
PARA LISBOA
vai sahir com brevidade a barca portugueza Ale-
xandre Herculano, capitao Almeida: para carga
e passageiros trata-se com E. R. Rabello & C.,
ra do Commercio n. 48.
LEILOES.
LEILAO
DE
nma mobilia de Jacaranda, urna dita de amareilo
Luiz XV, um guarda-louoa, urna mesa elstica,
una commoda, um guarda-roupa, um guarda-
vestidos, um lavatorio, um piano de Jacaranda
muito forte, urna estante de amareilo, urna cama
franceza, urna banca de costura, diversos raar-
quezoes, consolos, cadeiras avulsas, raarquezas,
candieiros a gaz, lamparinas, mesas redondas, um
espelho grande, um dito menor, apparelhos de al-
moco, urna espingarda de caca com dous canos
trochados, c muitos outros objectos, que estaro
patenta.
HOJE.
pelo agente Martins, no armazem da rna do Impe-
rador n. 16, s 11 horas em ponto.
DF.
movis, louca. rldros e cryf taes
saber:
Um piano forte, do afamado fabricante R. Bord,
1 cadeira para o mesmo, 1 cxeellente harmnico,
1 cadeira, 1 porta msica, 1 innbilia com um
sof, 2 tcr.solos, 4 cadeiras de bracos e 12 de
tuarnicao, 1 sof estufado, 7 cadeiras antigs,
I mesas de Jacaranda gosto antigo, pelo que tor
nam-se roc.ininendadas, 6 cadeiras a Luiz XV,
6 cadeiras douradas, 1 mesa oval, 1 dita de sof,
4 descansos de na, 2 escarradeiras, 3 candiei-
ros a gz, 1 candelabro, 1 lustre com 18 man-
gas, 8 casticaes e mangas, 3 jarros e 4 vasos de
pedra marmore. e differentes objectos de electro-
pinte.
Um sof, 4 cadeiras de bracos e 6 de guar-
nirn (mobilia italiana),! mesa com abas, 1
relogio de parede. 8 quadros, 1 secretaria de
mogno, 1 maquina de costura perfeila, 1 mesa
de costura, 2 ditas de jogo, 1 sof, 1 lavatorio,
2 guardas roupa, 2 cabdes, 2 camas de ferro
com palhinha, 1 estante, e 3 rolos de esleirs
para forro de salas.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 appara-
dores de armario, 1 dito com ps torneados, 2 ca-
beceiras de mesa. 2 consolos, 12 cadeiras, 1
quartinheira, louc/,i, copos, clices, garrafas, cora-
poteras, e frucleiras, c urna caixa para gelo.
Urna mobilia de madeira branca com 1 sof,
1 mesa oval, 2 consolos com pedras, 2 cadeiras
ile bracos e 12 de guarnico, 2 candieiros a gaz,
2 serpentinas, 2 commodas de mogno, 1 guarda-
roupa, 1 guarda vestido, l cama de casados, 1 toi-
let, 1 lavatorio com pedra, 1 commoda amiga, 1
santuario. 1 mesa oval com pedra, 1 loucador, 2
cabibes, 1 cama franceza c muitos outros objectos
que estaro ao exame dos concorrpntfs.
QUARTA-FEIRA, 12 DE JANEIRO
Casa n. 1 da iva do Riachuelo, esquina da ra
da Uniao.
Gustavo Jos do Reg, tendo de retirarse com
sua familia parao Rio de'Janeira, far leilao, por
intervenco do agento Pinto, dos movis c mais
objectos cima descriptos. existentes em casa de
sua residencia, onde se effectuar o leilao no da
quarta-feira 12 do corrente.
Principiar as 10 horas em ponto.
Luiz de Franca Souto, sua iriniia e seu cunliado
e seus filhos e to e cunhada agradecem do pro-
rundo dalma a prova de considarajo que Ihe mos-
traram. acompanhando os restos morlaes do sua
presadissima mae, sogra, av e irmaa Anna Ma-
ra do< Anjos ao cemiterio publico e de novo con-
vdam a todos, para as missas e memento que se
bao de rezar na igreja deNossa Sen hora da Cn-
ceicao dos Militares no dia 14 do crreme, s G e
meia horas da manhaa stimo do seu falleciraento,
pelo que.se confessam eternamente gratos.
""""^mjV
Bichas hamburguezas
Neste novo deposito recebe-se por todos paque-
tes translanticos bixas de qualidade superior, ven-
de-se em caixa ou porcae mais pequea e mais
barato de que qualquer outra parto ; na ra da
Cadeia do Recife n. 51. 1 andar.
Precisa se de una passoa para carregar
nma caixa de joias das nove horas da manhaa at
as tres da tarde, paga-sebera : quera tiver dirija-
se a ra do Cabug n. 9, loja de relnjneiro.
Marcolino-Ferrcira ua Luz.aviza ao res-
peitavel publico, com especialidade ao cor-
po commercial que havendo outro de
igual nome, assignar-ses-ha de hoje cm di-
ante por Marcolino Martins Ferreira da
Luz.
-GENERAL
VERSAMMLUNG
BES DEUTSCHEN
HUELF5VERE1NS
AM 17; EANUAR
ARENDS HALBACHT
RA NOVA 44
ERSTE ETAGE
OTTO BOHRES,
Secretar.
O ;onseiheiro Jos Bento daCunba Figueire-
do contina no exercicio de advocacia na ra do
Imperador u. 57. entrada pelo caes 22 de No-
vembro.
ATTENCAO
Os abaixo issignados herdeiros e represe
da heranca de Dominara da Silva Campas,
visto ter de se proceder em breve i
partidlas dos bens deixados pelo dito
qoe se juigarem com direitu rreditoa mW
mesma heranca viretn no praso de a* m
apresentar suas contas para serem iirVns e
pagas ; bem coroo aos devedores do fellerfci Cas
pos virem Mpj dentro seus dehitos, ra do Cre>p n. 7.
Recife 8 de Janeiro de 1870.
Cusiodo Jos Alves Gaimarie*.
Antonio Jos Cordeiro Sisases.
___________Carolina Maria Campos.
Aula parliciL^dT^ieinir
, letras
Anna Tlieodora Simoes, antcrisa.la pelo Eibj
Sr. presidente da pn vmcia ao inagistcno priau-
rio, scientifica aos si-nhores pas de .as -'iam.
e ao respeitavel publir, qne se achara aserta saa.
aula | articular de insirucco primaria no de I*
do corrente, na rna iravWM dr.* Expostos. eaaa a
16, 2 andar, onde espera s.itHfazi-r aos seskurar
pas de lamilias (pie Ihe roafirem sus Mass.
tanto as materias qac consiitnpiii t sobreest ss-
trnecan, como tambem mo concernente s habilidades di aguiha.
COLLlilllfo \m
Ra do Commercio n.
5.
Jos Francisto Ribeiro de Soo, diite-
tor d'esse instiluto de educarn iostrac-
(3o. faz sciente ao respeitavel poblico t
particularmente aos pas de seos aloasjM,
que a reabertura das aulas de instroeeJt
primaria e secundara lera lugar em o dia
10 do andante.
O programma do cnsino seri de confbr-
midade cpm o decreto n. 4i30 de 30 de
outubro de 18G9.
Admitte alumnos pensionistas, meio-peo-
sionistas e externos.
Nesta typofjraphia se precisa alagar
um preto de meia idade.
Aluga-se urna sala asseiada cora algumas
accommodaciies : no andar da casa da ra do
Imperador n. 57, onde quem pretender poder
fallar.
Advocada.
AVISOS MARTIMOS.
Companhia americana e brasi-
leirade paquetes a vapor.
At o da 15 do corrente esperado de New-
York por S. Thomaz e Para o vapor americano
North America, o qual depois da demora do cos-
lurae seguir para os portos do sul, oara fretes e
passagens trata-se com os agentes Henry Forster
4 C, ra do Com.mrrio n. 8.
PARA LISBOA.
O Brigue portuguez Laia 1, seguir cora
toda a brevidade visto j ter prompta quasi toda
iua carga; para o que Ihe falta, passageiros diri-
jo-se aos consignatarios, Oliveira Filhos e C, no
largo do Corpo Santo, n. 19, ou a > capitao na pra-
i* do Commercio.
manir com t-> la a brevidade -le pnrlu-
Yilla-Flor ten a maior parte dd carga en-
la : liara o qne Ihe falta, pod- tratar-So com
David F. Baltar, na do Brum n. 02, ou com o ca-
fito do mesipo navio.
de predios e terrenos.
Urna casa terrean. 11 sita na Baixa Verde na
Capunga, com 1 porta e 1 janella de frente, 2
salas, 2 quartos, cosinha fora, quintal murado
solo proprio.
Urna dita dita n, 13 contigua a casa cima com
2 salas, 1 quarto, cosinha fora, quintal mura-
do, solo proprio.
m terreno proprio no mesmo lugar sendo parte
alagado com 56 1|2 palmos de frente e 232 1|2
de fundo a contar do oitao da casa n. 11.
Um dito dito no mesmo lugar, todo aterrado com
56 1|2 palmos de frente e 83 de fnndo a con-
tar ao alinhamento da estrada at chegar ao
oiio da casa n. 13.
lima quarta parte da casa terrea n 6 sita na ra
da Esperanca no lugar do Caminho Novo, em
solo proprio.
O agente Martins far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juii de orphos, dos predios e ter-
renos cima para pagamento dos credores do ca-
sal do Aado Izidoro dos Anjos da Porciancula.
HOJE.
No armazem da ra do Imperador n. 16, as 11
horas do dia.
DA
Grande fabrica de christzar e
refinar assucar, no lugar do
Mbnteiro.
HOJE.
0 agente Pontnal. competentemente aatorisad
renden em leilao a grande fabrica leunii, em um
<>u mais lotes a voniade dos licitantes (vj>t>i ter de
retirar-te para a Europa o sen proprietariu) e-
lando a mesma fabrica em expnsicn n
quinta-feiras, domingos o dias santitieadi
AVISOS DIVERSOS.
FOLHMHAS
PARA 1S10*
Vende-se nesta typographia
a 160 rs. o exemplar da d? porta.
Precisa-se saber em que lugar falleceu o Dr.
Germano Luiz Lopes, que residi em Olinda no
anno de 1831, em companhia de seds ties Alexan-
dre e Francisco, e depois era Nazareth : roga-se,
pois, aos patentes do mesmo. o obsequie de diri-
girem informacoes trayessa da Madre de Dos
n. 13, armazem de Fernandes & Inno.
Manoel Martins Rios, lgnez Martins do Rio,
Joao Martins do Rio e Jos Martins do Rio, tendo
de mandar celebrar urna raissa de stimo dia pelo
repouso eterno de seu muito prezado pai, sogro e
irmo Manoel Martins Rios, fallecido a 26 de de-
zembro ultimo na cidade de Lisboa, cenvidam a
todos os seus prenles e amigos para assistirem
aquello acto de religiao; que ter lugar no dia li
do corrente, as 7 horas da manhaa, na matriz da
Boa-vista, e desde j se confessam eternamente re-
con nocid
m amigo do Sr. Joo Jos Hennqes, fallecido
em viagem para Lisboa, manda resar urna missa
na igreja do Espirito Santo, as 8 horas da manhaa
do dia 11. do corrente, trigsimo do recebimento
da noticia de sua raorte ; e para esse acto convi-
da aos^parentes e amigos daiiuelle infeliz senhor.
aaBBaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaTaaaaaaaaaaaaaaaaaaal
Jovino Limeira Dno tem escriptorio de advo-
cacia na villa de Bodocong, e encarrega-se de
quaesquer causas civeis, crimes e commerciaes,
nao s all, como nos termos de S. Joao, Campia-
Grande, In, Bananeras, e Cuit, da provincia
da Parahyba do Norte, e Limoeiro da provincia de
Pernambuco.
Correspondencia de Portu-
gal.
Os Srs. assignantes queiram mandar pagar as
suas assignaturas do anno corrente, para no flm
do mez nao haver atropello na entrega da folha.
Jos Bom Hamos de Oliveira, taz paMseo.
que desde o 1* do vigente, admiltio para seo* sa-
eios em seu armazem de carne seeea, iwSr*. Joa-
quina Baptista da Silva, e sea amigo caixeiro Aa>-
tonio Jos Maia. continuando o< DRgorios o a
razo commercial Jos Bom Silva & Q, ririaKn s
meu cargo a liquidaban do activo e pa-siro n m-
nha propria finna, e com efla continuarfi a jb*-
nr s negocios de barra fora.
Recife, 4 de Janeiro de 1870.
Jos Bom Ramos de Oliveira.
AIuJAJiU
administrativo, mercantil, industrial e igrn>la da,
provincia de Pemambnco para o anno A- 187.
At o dia 20 do corrente estar ex posto
em todas as livrarias da cidade o referido
nak, preco 25000.
Para Porto-calvo.
Precisa-se de um menino para caixeiro, de 14 a
15 annos, quer seja portuguez ou brasileiro, que
tenha pratica de taberna e loja de fazendas : a
tratar no escriptorio do Sr. Joaquim Rodrigues
Tavares de Mello, largo do Corpo-Santo n. 17, 1
andar.
CABELLEREROi
BN. 82RA DA IMPERATRIZ-N. 8ffi
I Odilon Duarte, cabelleireiro, tendo se fjg
g despedido da casa de seu cunhado o Sr. S
K Carlos Dubois, onde trabalhou por espado 3
B de dez annos, acha-se estabelecido com SEE
a casa de cabelleireiro ra da Imperatriz 3
S n. 82, prompto a satisfazer qnalquer en- I
3 commenda tendene a sua arte.
Na ra da Imperatriz n. 80 se dir quem
tem para alugar um criadraho escravo de 12 an-
nos de idade.
Desappareceu da Boa-Vista orna vaqate
preta muito magra, com urna corda na cuben
quem a levar ao armazem do sal defronte do cha-
fariz :da Boa-Vista, ser recompensado.
_ A rna da Esperanca contina eu ireva,
nao obstante ha mais de seis mezes e>ur deenta-
da pela as-embla provincial, e approrada pala
presidencia da provincia, a collrtsjic.ii de 12 lam
peoes para illnminsco desta roa, qae hoje *
grande concurrencia*.
Kossa fien ora da <. reir* "
dos Militares
Nao se tendo efTectuado no da 5 do P a
eleico da mesa repedora. para a qnal (ora ro-
vocada mesa geral, foi novamente iV-i.-tnad n 4U
11 do crreme, ppla<5 horas da larde, e sao par
o dito lira convidados os irmaos dota irmamiaaV
Recife 8 de Janeiro de 1870.
M. Fonseca de Medeiros.
Secretario.
O proprietario do mnibus da carreira da Var-
zea, abaixo assignado, faz sciente aos senhores pas-
sageiros que de hoje em diante nao podem levar
bahus nembagagens para cia de l|2 arroba, e
tambem as passagens avulsas sero de hoje em
diante a 2*000. Recife 10 de Janeiro de 1870.
Antonio Jos Coelho Carneiro.
Soeiedade Liberal Uniao Be-
neficente.
De ordem do conselho desla soeiedade 'faco
sciente aos senhores socios qne no dia 12 do cor-
rent* ha as>embla geral para se tratar de nego-
cio de grande interesse, a qual principiar as 7
ila tarde.
retara da Socie infle Liberal no Benefi-
eente 8de Janeiro de 1870.
Augusto Cesar Con se i ro de Mattos.
. t. Secr
Precisa-se alugar unta escrava que saiba fa-
isthA a tratar na ra do
o o. 4'.), segundo anfHI'das 5 as 7 horas- da
UBjaV. __________. ____________
fj-se a premio 1:200*000 -oin hypoltssei
tiesta typographia .se dir qnein da.
Joao Teixeira da Rocha, juljta nada dever
nesta praca, porm se alguem se julgar credor,
queira apresentar sua conta, que ser saptisfeita
no praso de 8 dias.
Fugiram do engenho Animoso, do 4o distrc-
to da Escada. no dia 31 de dezembro, os escravos
segnintes : Luiz, crioulo, de idade 20 annos, mais
ou menos, cor fula, alto, secco, cara redonda, falla
moderada, tem pernas e partes do corno com mar-
cas de sarnas grandes, de um dos lados marca de
caustico que ha pouco soffreu, levou roupa azul
de algodao e de outras cores, um gibao de couro,
chapeo de couro e um de bata. Felippe, baixo,
grosso. cor preia, cara redonda, pouca barba e
conserva raspada, tem urna ferida no dedo grande
do p direit i, rendido da veril ha do lado esquer-
do, levou roupa azul de algod e de outra fazen-
da, chapeo de couro e um de bata ; ambos foram
comprados a Amaro Jo- de Araujo. como procu-
rador, e morador na freguezia d Villa-Bella, ter-
mo de Flores, sendo senhor do Luiz, Leonel Cor-
deiro de Magalhes, c de Felippe, Cornelio Cor-
deiro deMagalhaes ; foram vendidos na cidade da
Victoria : roga-se aos capitaes d i campo e as au-
toridades a captara dos ditos negros.
Quem perdeu urna carta dirizida a D. Ma-
ria Carolina Borge> Leal, pagando o annuncio
procure rna do Caldeireiro n. 10.
CLUB X
Reunio da directora no lugar e as horas do
costume, hoje segunda-feira 10 do corrente.
O 1." secretario
______________________G. Guimares.
O baihaiel Pedro Alfonso de Mello, mudon
sua residencia para a rna Formosa n. 21, onde
podcr_ ser encontrado para os misteres de sna
proOssao a au,l.|uer hora do dia ; alm das 10
da manhaa as 3 da tarde, em que ser no seu
escriptorio, rna das Cruzes n.,41, 1. andar.
Pf.rdeu-so urna pulceira de ouro imitando
galn, no doming.i 2 de Janeiro, no trem das 9 ho-
ras da nonte, da Casa Forte ao Recifo : quem a
aehuu querendo restituir, lev a ra Bella n. 32
quesera punen! ipotxado,
l'recisa-se
ou livre
de urna boa cosinaefra. escrava
Agradando, paga-se Lem : a tratar na
CapniB. i n. M
'Alii!ji-se nm e>
e boiieiro pelo prec
precisar dirija-
junto do cemit .to inglez.
^^Bp l'ara
: quem
5" O fr-
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S- 5 2 O
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O
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B ?.
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5"0!3 =
o cS o
Aluga-se
3' andar do sobrado da roa da Cruz, no .
n. 18 ; a chave est no armazan do mesmo
ver i a tratar com Jo Antnnes G< intarae.
Precisa-se na ra da Gamboa d-> Cara
21,1* andar, de do criado ou criada, lirra oa s-
cravo, para casa de hornero soheiro.
Ama
Quem precisar de nma ama para eozionar,
ja-sp ra do Paisand n. J, na Pa-sagts 4
Mag lalena.
Alnga-se uita (%is na povnaca a> eos, junto ao hotel fr >dtt': a tratar no Re-
da Madre de Dos n. t,ora Juao Alves de Qoin-
lal.
Preci
cada I
AMA
ttinhir
Baar>






1 Ip
*"'
Diario de Peraambuco Terqa feira 11 de Janeiro de 1B70
r
3=
T~
i-f'FALOOE
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
HClITli ti ClaoTIITIIMTl IDI CDIFL.Tt ItlTHMIl II
CHAPEOS IE SOL:
De todas as qualidades I
De todo os feitios !
De todas m precos I
RA DO CRESPO N' 4
Po tantneos.
Travessa, do Corpo Manto o. 5.
araaazem. e rna !*Jova n. 3S,
loja.
Bandeira, Machado & C, avi pnbhco que nos rogaras cima encontrar no mes-
mo sempre granda ouanlidado de ditos poco-
qne se acham habilitados para vender por menfls
que outro qualquer, por i**o que os recobem di-
rectamente do fabricante Norton, d Londres.
As vantagens que offerccem os pocos instant-
neos sao : orimeiro, poderem ser collocade-s den-
tro de casa ou fura, com o trabalho de urna a dnas
horas; segundo, frneeecem os mcsroos agua pu-
ra e abundante, podeudn seretn removidos de um
pera outro lugar, quaado assfffl convier.
Os annuncianles s rceebciao a- importancia dos
referidos pocos depois de enllocados, satistazendo
a ospertativa do comprador.
PERFUME INEXTLNGtrVEL.
Para o Lenco, Tocado% e Banho.

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Fugio no dia 2i do crreme mez de dezembro
do sitio da Pnte de Dclia, o toaravo Victorino.
filno do sertio do Ic, prelo fula, baixo. idade 17
a 18 annos, vestido com calca branca, blusa de
alpodaozinfen curta, chapeo do clv\i bastante ladino, eestfma a enihreagar-se. falla
com humiMade : pede-se, portanto, as autorida
des ptlicis e aos capitaes de campo a captura
l)e referido escravo, e de entregar no sitio da Pon-
te de Uehoa. de los Moreira Lopes, que recobera
tOO detfratincni.an. _______^^______
Escriptorio
Aluga-se a parte da frente do primeiro andar n.
32 da raa do Imperador : a tratar no mosmo so-
brado.
PBOGURADORIA
O sollicitador Burgos Puace de Len,
eucarrega-se dequaesquer questrir-s oivei*,
crimes e commerciaes, como as eclesis-
ticas, das quaes tem urna longa pratica de
q*inzc annos, e se acha competentemente
provisionado pelo Extn. e Rvm. Sr. Bispo
diocesano.
Eli continuar a empegar todos seus
esferfC, allm de inantet a mesma coa-
fiauca i|ue tem merecido de seus dignos
consiiluintcs.
Pode ser procurado das seis as nove
horas da manhaa e das quairo da tarde
ein diante, em >ua casa, da ra dasTrm-
cheiras, junto ao cartorio do Sr. eserivaa
Motia, e fura deilas horas as salas das
audiencias
mmmmm
Amas.
o a,
C 2 ^
_ C -; ra 2-
2H.3 Si
3 ~ C C S-.n o a-O
*^ c/s O

CT3
Precisa-se de duas amas para o servico de casa,
sendo urna para casa de pouea familia, que saiba
cozinhar e engommar, e outra para coz'nhar e
comprar : trata-se na ra das Trincheiras, so-
brado n. 48.
CASA DA NTillU
Aos 4:0005
Bilhetes garantidos.
k raa do Crespo n.a3 e casa^ do costtune. j
O abaixo assignaiio, tendo vendido alm de ou-
tras snrtes, un meio n. 185 com 4:0005 da
lotera que se acabou de extrabir a beneficio da
igreja de N. S. do Amparo de Goyaona (13r),
convida aos posmidores a virpm receher na con-
forniidade do costume sein descont algum
Acham-ae a venda os felizes bilhetes da 4"
parte da loteria benetirio da igreja de Nossa
Senhora da Conceieao dos Militares do llecife (13.1a)
que se e.xirahira na quiala-feira 13 do mez vin-
douro.
Precos.
Os do costume.
Manuel Martins Fnv.
O
3
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Liadas cassas rancezas de cor 400 rs. o metro, na loja das Collumnas ra
do Crespo o. i 3, de Antonio Correa de Vasconcellos.
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f 3 ft,
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. K 4
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~ ^m *
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LOJA DE JOIAS
DE
MUSA PAUTE & C.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
eoes de servir vantajosauente os seos fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
x pendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes 0 on-
tras pedras preciosas^ cujos presos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As jotas compradas nesta easa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
H S BU\ DO CAItWi N. 5
INJECTION BRO
C h'UfftMUl, hMtatUMBto UM %U Olt
^,(BljHf .11........*.).(<
I lili
iiHp aaamie.
.) rari*. A MU AFAMADA
4GUA DE FLORIDA,
DE
MI IlllAV 4t LACHAS.
He o mais delicado e mimoso e ao mes-
mo tempo o mais estavel de lodos os per-
fumes, e encerra em si, no.seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma, das verda-
deiras flores, quando ainda na sua flores-
cencia e fragancia natural* Como um meio
seguro e rpido allivio contra as -dores de
cabeca, nerv-osidadd, debilidade, desmaios.
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa effloibia e n3o tem outro que o
iguale. Igualmenie, quando destemperada
com agua, tofua-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvura e aperolada apparencia t5o
altamente apreciada e desejada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqaeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua* supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mu excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se quoira servir de!.la .-como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
dfc'steS disfiguramentos, e que tanto desfei-
amasfindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluicjio, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm nc
tratamento de qualquer espicha, usar-se-ha
della pura em toda a sua for^a. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as fei^es trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lie urna lida cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida de Murray &
Lanm.vn.
As Mtafifes que se tem feito na Franca,
Al lemanita, assim como em outras partes;
sao inteiramente inuteis e invaiiosas ; por-
tanto recommeuda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precaoco
e cuidado, de (piando comprarem, estejam
certas que compram.
A Genuta
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY A LANMAN,
V qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios,
LANMAN A KEMP, DE NOVA YORK'
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, A C. P. Mau-
er & C. A. A. Barboza 3artliolomeu, A C.
GUSTAYE
CABELLEIREffiO FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Eecife51
Chama a attencSo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel pubAco m
geral, para a seg'iinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vate ftf>
mais barato do que em outra qualquer parte: .
Cabelleiraspara senhoras a !')&, Cadeias para relogio a 55, 6|,
30*. 3M e.....v 405000
Ditas para homem a 35t, 403 e 30)5000
Coques a 12& 151, m, 200,
25,5, m e...... :0-)000
Crescentes a \U, ii>&, 180,205,
25,5, 305 e.....32^000
Cachos ou crespos a 33, 40, 50,
60, 70, 85, 93 e. 100000
Tranca de cabello para annel a
500 e....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200. 25e.....30OOO
70, 80, #0, 12* e.
Corte de cabello, ......
Corte de cabello com frtete. .
Corte de cabello com lavagem a
champou......
Corte de cabello com limpeii da
cabeca-pela machina elctri-
ca, nica em Peraambuco. .
Frisado inglcza ou frnceza.

Barba. ......
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solre
?~0 dono do estabelecimento previne s; Recommenda-se a superior TINTURA -V
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e ka*
salo para tintura dos cabellos e barba, as- ba- unic_a admi"ida J f F,osi,'^,'er?*
v como n5o prejudicial a saude, por ser vv
sim como um empregado smente occopa-1 iat|t analysada e approvada pelas acscV
do nesse servico. > mas de sciencias de PARS E LONDRES
COLLEGIO
i
DE
PAULA
Travessa das Barreiras n. 2
DIRIGIDO PELO RACIIAREL
i ?^\aSJSi) M Q^S) ^
j^ No dia 7 do corrente prncipiaro a funecionar as aulas destu novo e- %>
ff tabelecimenlo. O director proo rara por meio do mais apurado zelo e dedi.-a- "g,
*< cao na ins'.rncriio e tratamento dos alumnos, corresponder n especlava dospaes, cv
S que se dignaren) honra-lo, confiando-lhe a importante rnisso da edtlc3.;jo V
^ seus filhos; e espera que o aproveitamento dos alumnos coroar a seos e>fon;o>, *g
0 e convencer a seus paes de qne nao foram Ilusorias suas promessas.
g A itisciipco para os alumnos, i]ie dusejarem frequentar o ccHeg, ^
^ acha-se aberto desde 7f_
DAVID WILLIAM' BOWKIAN
Partecipa aos senhores proprietarios de engenhos, que aconlecendo Wtsr-R**
igoa ou ananaes para a moagem durante a presente safra, elle Utn vapores prowpUv*
jara assentar, sem precisar de obra nova ou dem'lco de obras exisUntes. e q*
jde botar taes ngenhos a moer oito dias depois de e.-laiem as pecas do vapoi
ingenho, garanlindo-se o trabalho.
Fundicjio, ra do Bram n. 52, passando o chafariz.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
Precisa-so de um eaiyclro de 12 a 14 annos
! para um estabelecimenio fura desla pra(ja : a tra-
tar na ra eatreita do Rn-ario n. 5.____________
~ AMA
Na ra do Codorniz n. 8. precisa-se de nma
' ama que saiba cosinba'r.
DO
RKC1FK A' OIIMOA.
Por ordem da directora sao convidadas
os senhores accionistas para no praso de
10 dias, contados do dia 3 de Janeiro pr-
ximo futuro, etectnarwn a 6* prestaco de
suas accoes na razSo de 10 0/0.
Para esse fim ser encontrado o senhor
thesoiireiro das 11 hors da manhaa s i
da tarde no escrintorio da companhia.
Recife, 29 de dezembro de 1869.
Joo Joaquim Aloes;
i secretario.
I
AVISO

Pede-se ao senbor que em o dia sexta-feira, 10
do corrente, as 2 1|2 htrs da tarde entrn na fa-
brica de cigarros, sita ra Direita n. 50, par
comprar nm maco de cigarros dewda, e por en-
Sano lev >u nm chapeo de sol do abaixo assicna
o e deixou o sea, em vista disso tenba a bondade
de vtr troca-lo, do contrario eu declaro o nome
para nao se chamar a ignorancia. .
Preci-a-! alugar por mez urna prista escrava
que engomme bemj viotlo das 6 as 7 horas da raa-
nbaa, e rtirando-se das 6 as 7 da Urde, dndo-
se- Ihe almoco e janUr : na roa Nova, sobrado
n. 39.
Methodo Castilho.
Secundino Jes de Paria Simoes, professor par-
ticular de iDStruccaoelem^tar pelo methodo Cas-
tilho, avisa ao respeitavel publico o com especia-
lidade aos pais de seus alumnos, qne no dia 10 de
Janeiro est abena sua aula na ra da Penba n.
23, andar ; aonde recebe pensionistas por pro-
co commodo. O mesmo professor promeie muito
se esmerar no adiantamento de sens alnmnos.
P^cisa-se de urna ama livre ou es-
crava para o servico interno e externo de
urna casa de pouca familia, sendo de boa
condneta ; na ra da Santa Cruz n. 62.
Precisa-ae de amas, cosinhetras e en
gommaieirae e um feitor para tomar conta
do cemiterio ingle/, o este deve er urna
pessoa muito capaz, pois ser milito bem
pago-
20.O00 A casa feliz no arco da Conceda en-
deu nos sens felaes bilbeies as segutntet
sortBft *
4 anta. I63T OOfh>00
2 meios n. 2126 1.OOO0OOJ
1 ioieiro n. 113* 2OO0OF
2 meios n. 3038 2*^000
E outros premios menores.
Nao
cabellos Caneos
mais
A untura japoneza pata tiogia os caMlo>
da &i e da barba, fei a xmk admittid^
i ExpwQo Universal, por ter sido reco-
abecida superior todas as prepKW^or0
boje exisieaes, sem iterar a sade.
Vende-s a 10OOOcada frasco na ^
Rna da Cada n. 51.
L andar.
VERDADEIRO LE RO
de SIGX.RET, Docteur-Mlrriii
Ru de Soirio, SI, t\ PAUL:".
B i
A. 1(5 o palmo
Tbeodora PWBisrt da Silva retalla um tire-
ao em Bebente a lOOO o palmo, tendo de 800 a
1.000 palmos de fundo, alem de muitas srvores
fructferas : a tratar em Beberinc. com o seu afi-
Ihado Manoe1 PinU) Ribeiro da Silva.___________
Achou-se na baga?em do Sr. H. ettli urna
tarrica contendo avelias : roga-se a quem per-
teocer, de vir reclama-la na ra do Trapiche u. 3,
no praso de oito dias. Uecife 8 de Janeiro de
1870._____________________________________
Ao commercio.
Venancio Fcrreira da Crnz faz publico que iles-
de o dia 6 de dezembro deu sociedade em *ua ta-
berna
ta Amorim
de Ferreira _
ponsavel por todas as ransaccoes cuntrahidas ate
esta data. Recife 5 de jane ro'de 1870.
COliliEttIO
DO
i m-
A dirc.rt.ira dee collegio, Joseph.na Bv
da ConhaSxitoMainr rompetentement- haMtrbr:
pela diiccturia gerai da instrneco publica, i*
ao respeitavel pnblico. que acha-H m rottrr
cstabflecido roa da Imperatriz u. 0, mp -
trenla abrir-ss-lia a 10 de Janeiro proxim* foia:
e offrecc seu presumo aos pais de famiti*, zme-
verank>-lli5s sens bons desejos, qner a resp*! *
ensino, quer da edncaco de snas fil&a*. ) pw-
gramma dos estatutos l-'itiira, escripia, aritlUB-
taat
- Altigaso o a- .ndardo sobrado n. 10 iU raa I qnalqner porto da
do Aragao, com basUnte commodo para fam.la, ^ ^eferindo-se este ul
caiado e pintado de novo, com um bom quintal o ,, nnpnfn pj
pintad
cacimba : a tratar
Boa-vista.
!de varas qualilades, clnsive as >e n'ra.
~ I Freta-se o iag.r ingiez, ce I* rtose. fm
da Europa ou Rio H
ultimo : a tratar re
na botica n. 6 da pra$a

fxa ria garrafa, ai. mire a rofln e o |ia|*c~1 >m
OOCTEUR-MEDEclr^"
VET PHARMAC1EN
i
que Icti o icen (mete, un malo inprrs5o na n.-n-
relk)em o sello Iuiu do Covr.no rnt\c i.
S.B.- nnrt-
iwliltll
aV .S"0 tr.imr. so-
brcRarit.Molavri
a tft nat Jr v s'a
nin-vmu.pi2^-5 '
do abiilim .i.Iii filo
Baior ili-Kuiuo
MOLESTIASdo PEHO
HYPPHOSPHITOS
i'o'D.: CHURGHILL
XAROPEdeHYPOPHOSPHITQdBSOOA
XAROPEdeHYPOPHOSPHlTO de CAL
PILUIAS rJeHYPOPrfOSPrflTQ de QUfNIftO
CH10R0SE ANIEMiA
X AflDPE de HYPOPHOSPHTO deFEBRO
PILLAS fJeWYTWHO^rWDtieMAHBAHESlA
T0r.r PRf?^CH'r,<"
DEFLXOS'
P1ST1LH1SPECT0RAESc.d'CHURC1ILI
Erigir para os xaropm o frotar ammrmio t em
todot ot proiuib a aMtgMfra O- CTJB.-
OHUX, e o lrnr. coa ara de fabrica da
PhanMcU VTAMM il,rw^mt0tm. PARS
AVISO
ms convaUtcmUt e s pessoas
fracax e debilitadas
tipmt imunnapu ^pniiilii
ph *witwaiMpukldnii IMkaentiH par aeam*,
I n PBjumoo. Maurtr 4 C.
Precisase de mh ama para casa de .loraem
solteiro : aa rna do uondfgo n. 03.
. capitn na praca oacwn os consignaano* *j
do Alberto Sodr da Motta & C.,"na traressa fc
Madre de Dees n !4.
AMA
Na ra do Torres n. 16, f" andar, pr*;; nma ama que cozinhe, compre o engoman para
urna oessoa.
AMA.
^C^?5~w^^
Precisa-se de urna ama da Jeito sem filu : no
pateo de S. Pedro n. 3._______________________
AGENCIA D* COBRAffJAS
BAlHItO DO R&CJFE
Ra estreita do Rosario n. 17, 1 andar.
DIRECTOR
Leopoldina Antonio da Fonseca.
Neste escriptorio rceeberu-se procora cobranca de ordenados e congruas, Vqwdacao de
cortas oe possoas do centro com outras destH pra
ca, bem assim de arrendamentos de predios, para
agencia de causas civeis, crimes, commei lia-fs e
ecclesiasticas em qne seja nece-sorio constituir 03
mais conceitnartos advopatlos e procuradores qne
melhcr garantan) os diretos das partes; para sol-
licitar ttulos e patente na capital, ou mamla-los
vir da corte, ote. etc.
Das cebrancas e compras sobre as qua tias li-
quidas 3 0(9, e sobre o mais mediante previo
ajuste.
iis entregas de qua squer encommendas e ttu-
los s serio Mas aos seus proprios donos as pes-
soas por estes autorisadas em cartas de ordem c
mediante reribos legalmetite passados. ____
A direccao da sccietkda Patrioti.-a akiana 2 *
Jlhti, convida a todos os sens ocios e *migr* *
sou ex presidente esocio benemrito f>. Lourrar--.
Gomes de Aranjo e Silva (tallecido na Bahu,
caridoso obsequio de assisrem a orna niasa tp-
pelo eterno desean; i do mesmo tinado, mamia -
lebnr na igreja matriz da B*a vi^ta, na qaar. -
teira 12 do corrente, pelas 7 Irl horas da mnMi.
pelo que se coofessa grata a lodos que cimio-
rom a este acto de artdarlc e religu>.
"ir-
Gabinete Porluguez de Leitura
PERMaHBDC3
De ordem do lUm. Sr. presidente do conselbo
deliberativo, convida sos senhores socios etectivos
a reunirem-so em assembla geral, qaarta-feira 12
de corrente, pelas 6 horas da tarde, aflm de pre-
cederse a eleicao do conselho deliberauvo, como
determina o S unicn do artign 44 dos estatutos.
Secretaria do conseibo deliberativo dn Gabinete
Portguez ao Leitura em PeroanJbuco 9 de ja-
Derodel8W- J.R.Fo^,
2 secretario.
Precisa-se de om criado livre cii captm,
mesmo nm molequ? crescido : na rna da "
de neos n. 3.
Precisa- de ma ana forra on esera^
para casa de familia : oa rna do Aragao, fui
de charuto de Jo7.o Antonio dos Res.
mmmm-mi
Educado primaria e
secundara.
Jeronyn Perwra Villar, faz
respeitavel pnblico, e rom e
aos 1 liras, paii de secs alumnos, que par
motivo de moisrtfr, so acba morase
Mangninho entrada dos Afflirtos a. 37.
onde continuar exercer sea igiiu
rio, promettendo iateressar-M aa *>
gresso de seus atoamos ; as
rao abertas !0 do vigente.
I
r
Precisa-se de osla Ma para rnniafra eit-
gdmraar para pequea Umita : a roa da kkmv --
n. 21, Caponga. ___________^_^_^
Recorro polica para preBJer o meo escra-
vo, abixu declarado, qne commetteu um crime e
fugio: Lauriano, conhecido por Bitti, com os>ig-
naes seguirte* : pret, onoufo, de idade 10 annos,
candas flna*, estatura regalar, big*des, costnraa
trazer raspado, catador e canoeiro, .tem pac forro
de nome Francisco, morador na estrada ntfra, e-
vou as roupas, calcas e jaquetas de brhn blanco
trancado e camisa de madaplo, calca e palelot
enrto de estopa-e cobertor de algodao braneo eom
lintra. Bitceui nwilos cormecnnutos na villa de
[guarassd par ter estado contigo ness* > Hla. Pro-
testo proceder contra uu^m o tiver asilado : qoem
o predder lev rninna otaria a. 13, rna db
Moadego, que'ser bem pago. i
Marcelino Jos Lopes.
Ama
Precisa-se de urna ama : na roa da Cnt: n. 16,
1* andar.
Casa de comroissao de escniTos
Na artiga casa de ewtainislo d* ascfaiaa. -
abaixo assignado, roa do ipaperaday a W, m-
naa-se a n ceber e*eravos por eooaaia|at>, tan*
do mato como da pra^a para serem vtradMaa,
parante-se o bom tnuamenio e prnopta rm.
para o que se empresa lados os i*Iwq alore-
satisfazer em todo sasfloaa qae o qaivaai feaa-
rar ootc sua eooriaofa. Meata casa ha *>
para veader escravo de aa*os as sexo*, retan* .
mocos, assim como Ha C d segcraoo para oa t"
AMoafoJos
deSeara.
m
Offeroce-se orna rapartga solleira para caa C
familia para coser dq baayayaar, arefrrjado-'-
casa esirangetra; qoeal prtdaar aaaaacaa par-
ser proenrado.
Jiaqorm Bezerrale Araa|ft ttmim a>rna><
no povoado dos Montes leo 2 ipeaaaa traaaVha i
e brancos, capazi de sarrai aiaaaa o mp-m
emuregar no Recife, nm de idad> 13
be bem ler e ewrever e ja trffl sMP' fjl*aj *
lija e de multados e o eolro teta fraoca a>ar^
Hdus, com id annos, taattM sata a*r, aa
telbo chamase Celestino e o ootm An'oor>
qoem os quizer oirja-se a raa Hora a. ti-
IIFCMH
IUDI II


Diario de Pernambuco Terqa feira 11 de Janeiro de 1870.
Ama secca.
Precisa-se do tuna ama que nao seja ranga para j-
andar com urna crianca e cuidar de tudo que Ihe
usier rcspeito; a tratar n.i praca de Pedro II nu-
mero 37.
Preeisa-se alagar una amade late
na ra Direitt n. 83,1
a tratar
andar, paira-se bem.
O abaixo assiguartu, coeimeretafite na ra
Direila. n. 72, faz trente ao respeitavel publico, e
especialmente ao eorpo comnierctal que d'ura en
diante, assignarse-ha por Joo Francisco da Costa
Campos, em razSo de haver urna outra pessa de
liiT.ia igual.
Uecife Ifcd i Janeiro de 1870.
Jxtfl Fmncifco tbi Crista Campo*.
PILULESSSSfSSCAVIN
0 MUSEO DE JOIAS
Csu pradeM fiaallaa aall lio eounodo
amo tinit'ti o remedia m* infllivel pin des-
tru u UlMCin, l, u mil re-
audei, usa toao i MI la a i TawoiHaw.
Elle efietx ni aaMrlU*, akatrneeoca ruxm-
arr,eaarra
O erocimento ir-M M*U* piliTru: Reiubclccer ou 11
r t uiii'e.
Blltt paisa) nea rejfwrdo u eoaid nem
bebidi; tOMtKumttt liw1w, me toatr
Um im iltcnlM: en doie |W|illn di Mite M
MMMS.
fnitei.- MU. T t v.
I'i i-cis.vse de ama ama livre que compre e
iwmh" pan pequea familia: na ra Direila, n. 79,
2." andan
Correspondencia de Portuyat.
O* ah.irxos assifmados previoem aos senhoresj
signa lites (leste jornal, <|ue de Janeiro prximo I
tolero em diante a destribuicio ser feiu no lar-
go do Corpo Santo, no caf do Sr. pestaa, onde
na mesmos senhores assignanles mandarao pagar
desdi- ja a assi?natura do anuo prximo quinze
mil res por i nomeros contad.) do numero
re ronduzir o paquete de 28 de'Janeiro prximo
fauno ao de li de Janeiro de 1871. Nmeros
avul-ns mil res. Os recibos sao Impresao* o fir-
madoa pelos abaixos assignados. A destribuicio
rnal para os assignantes s se far a aquel-
es que tenham j pago sua annnalidade.
Tasto Iniaos.
l'recisa-se de um criado para compras e re-
cada- : na ra dos Coelhos n. 28. __________
ni roa da Concordia at os Afogados, per-
d'ii-se urna rabees noite de festa ; quem achoa-a
e qoiser restoir dirija-se a mesma ru u. lo, que
riera recompensado.
GOMES DE IWATTOS ipOS
tendo feito completa mudanza em sea antigo e
acreditado estabelecimento de jolas, com o fim de
dar-lhe maiores proportjoes e elegancia,-convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
ondeencontraro um completo soriimenlo do que ha de niais elegante, fl
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, ruhjiis e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS BE 3BLHANTES, ESMERALDAS E RU8INS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
j prata contrastada e de gosto anda nao visto, e completo sortimento de
9 objectos de prata para uso das igre-jas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
L*f1'Tt
0 MUSEO M
MARTIMOS
O\TRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecid;
esta pra?a, toma seguros martimos sobr>
navios o seus carregamentas e contra fog<
em edificios, mercadorias e mobilias: i
rrjg do Vicrarnn. 4. pavimento ter eo.
Na praca da Independencia n. 33 se ai <1
aheiro sobre pcohores de ouro, prata e pedrav
preciosas, soja qnal for a qcanlia ; e na mesro
casa se compra e vende objectos de onro e prata
e igualmente se faz toda e qnalqner obra de en
cotmnenda, e todo e qualquer concert tendent
i mesma arte.
POS OE ROG
Approvado* pela Academia imperial
de medicina de Pariz
Um frasco da roa de Boee, dissolvi Jo
em ama garrafo d'agua, di urna limonada
agrad.ivcl, que purga rpidamente e de
um modo certo, sera causar a menor
irritarn como acontece com a maior
parle dos outros purgantes. O* f de
Done, sao inalteraveis por isso empre-
gam-ie fcilmente era viagem.
m Rio-)isiiiio. Dnp em Pnuiinoo. *iref I C*.
DtpKU
A VERDADE
55Ruado ueimado
A VERDADE tendo em deposito grande
qoantidade demiudezase perfumaras, e ovr-
sejando aparar dicliciro e adqnerir ba frt-
(oezia est resoNda a \ender mtdtitu'nir
barato, ; por ess razao convida ao resprt-
tavel publico a vir conipeientcniftite Bufi-
do a sortir-se do bom e baraU. Pois <(
do a Venladc appaiw, ludo ma:i
apparece
Grande sortimento de. bonecos de ara a
massa as mais lindas possiveia vestida a ca-
rcter.
Abotoaduras raodei uas para col
letea .......
Espellios donrados pepneno?. .
Agulhas de osso tara crox ;> -
Priites para regai; com cantas a
rucos globos para candieiro de gaz a
Cbamins a.......
' Grande sortimento de objetos de
louca pan brinqnedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida terdadi
Dita com lita dita a .
Frasco comi'lecdebah
m
2Df'
m
immgmri miiiiiiuiii "! '-' ih^
GRANDE ARMAZEM DE
PIANOS, MSICAS E INSTRUMENTOS
MTONIO JOS! DE AZEVEDO
N.ll-RA NOVA-N. 11
T~J
wtr-OBK
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais
zi, acaba de ebegar um grande c explendido sortimento de
K o p- ch
provincias visinhas, que ao seu grande e bera acreditado arraateni de inslrumefltos para musi-
%MOS
.50!
1
O qne ha de mais moderno, de teclado fnto e mobile, e coni transposico ou sem ella,
afam-idos o bem conhecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados nesta cidade, como sejam : os
Joaqum Jos Gon-
, ftA DO TISAl'ICtlE N. 17, t'. ANDAti
Sacca por lodus oa paquetes sobre o Baij
so do Miiiho. i'i.'i Rraga, e sobre os seguin
tes lugares e;u i'urtugal:
Li^tloa.
Purto.
Valona,
Guimarts.
Coimbra.
Chavas.
Viseo.
Vila do Conde-
Arcos de Val de Vez.
Viatina do Castcllo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova dejFamalieao.
Laiiego.
Lagos.
Covilhln.
Vassal (Valpassos).
Mirandelia.
Beja.
BarceRos.
Sab de alcatrao
para turar as molestias de pe fe,
taes romo empingens, darthros, sarnas, comichees
e mais molestias de pelle, sem eccasi-mar acciden
de Pars, de quem o annuncianta e o nico agente nesta cidade, como pruva com o documento abaixo transcripto e assg*|do pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabn-
cados <:spe.:iaimentc para o clima deste paz, sao os nicos que ofl'erecem urna garanta segura de sua duracu. Elles sao aqii bastante conhecidos desde 1844, para que
*>;, oeoeflrio insistir sobre sua superioridade. As suas votos sao muito flautadas e melodiosas. Elles possuenKum teclado que se presta a todos os caprichos do
senhores pianistas.
Todas as pessoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assgnado pelo Sr. Btondol, afim de provar a sua
?tit ncitjade do numero de piauo com o de oerttficado.
AO PUBLICO -
Mr. Alphonse Blondel, fabricante de pianos em PARS, declara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus paids^ na cidade
lo t-'ii'e, RA NOVA N. 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Oulro sim que tedos os seus pianos iro accompanhados de uta certificado de origem assig-
R*d'i o&t mim.
Paris, 24 de julho de 18C9.(Asssisnado) Alphonse Sllondcl.
0 annucau;e tambem trdea e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimento'de novas
MSICAS PARA PIAMOS
\s quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs. Felippone 4 Tornagbi, Narciso, Arthur Napoleo C,
etc. Tambem tem rande sortimento de papel para msica e desenlio ; curdas para todos instrumentos, ricas gravuras e quadros para ornamentos de salas, oleados para
palho de salas, ricos espelhos dourados, quadrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para viag m, r. loges com despertador, vidros para
KsjK'iii.js de todos os tamaitos, talaparca, I3as e agulhas para bordar, e muitos outr s artigosque o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
lo todi-s os dias ate s 9 horas da noite afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os seus pianos.
Dito com agaa de Colonia -j :iK) e
Gatrafa com a.vua divina a. .
i Frasco com cxlraclos liofrS a .
Lats pc!ui'ias com banlu ara
tina a 12i>e......
Sabonetee de diversas quali ;;d'-' a
m, 1(50,2408.....
Finas estovas para dantas de 190a
Lindos coques modernos a. .
Pavas para gaz, dtizia a 240 e .
Escevas para laclo a KM, O e
Ditas para cabello a.....
lentes para tirar piolho a 160 e.
Brincos de coree, bonitos a 160 e
Pecas de tranca de la com 8
varas por. ......
Oleo para machina de costura,
fiasco a. \ .
Pennas d'aco unas raixas a ID
Dita d'aco Petxy, caisa a. .
Galo de algodiio pora ....
Lindos babadinhus e ntreme
pora de-800 a......
Ditos de louca muito fino a 120 e
Ditos para calca a 160 e. .
i'aixa com papel amrzade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreiaa a.....
Cixa com agulhas fundo doorado
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para costura a ilOa
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novelios | -
bra) a ........
Carretcis de linha Alcxandr e de 70
at 200. .......
Grampos muito finos com paa
ros, duzia a
[
ia*t-
i
I
_
r<
44
20i

I
.'

c itini> niutUM.is uv j'ciic, seui wccii^iiirti .h i i,.;*m i
tes ; desfai as manchas do^rorpo, pauaos, sardas i '-artas portuguezas. Duzia a

restabeleoe a cor natural, qiianto a cutis, rece*,
groa e amarellenta, occasionado por alpnina
enfermidade, c como de> infectante e preventivo
das molStias eontasti >sas,
RNICO DEPOSITO
Bobea do Pinto, ra larga, do Rosario n. 10, Junto
ao qtinrtej de poju-ia.
O Sr. Antonio Pereira de Souza digne-se
compareer na luja do Passo a ra do Crespo -n. 7
a it-ycii> que nao ipnora : Irto eom uruencia.
Caixeiro
AMA
Prii-isa-st: de urna ama para
ntaar para urna pess i" ailar.
com
da I
rar e con-
loda n. 46,
coziaelro
Pren-a->e de um coziahaiCQ com pratica de casa
d'^wsM : ua na d<> Livramentn n. ;!t. deposito-
Juaauin l-Vrreira
drinca. pailicipa aos
mi;ii<, qne abre asua aula na ra estreita do
llo-ari i ii. M, 2" andar, no dia 9 do eorrente. pars
continuara dar : a> regraa, noa dha ji imccadoa, e nos outros das
se rni!Ot Precisa-se de nm caixeiro de menor idade, com ;
algum tempe de balcao : na ra do Livramento n.;
II. deposito._________________^________
CASA
DE IMPORTAGAO E EXPORTACAO
.1, CARRERE
FABRICA DE ITOS
DE
J. Rhigass, successor
55Ra do Imperador55
Nesta antiga e bem coubecida casa, encontrar-se-ha como outr'ora. grande sor-
a do, 8anUH, pr^fessor de Escriptofio, ra do Vigario n. 5, naato de pianos construidos expressamenae para o clima deste paiz, e Mr. J. Rhigass
seus ilustres discpulos o ^ j. andar. len*) trabalbado muitos anuos na construttcSo de pianos em Pars, acha-se habilitado
Caixeiro
Prrci-a-se de ura pequeo de ti a li annos,
que tenha adunia pratica de taberna; para in-
fii i!!i(V*s, na ruada Cnu p. 16-
Oozinhei'a
No eset iptorio do Leal A Irmao, roa
da Cada n. 06, precisa se de nm feitor
para eugenho com habilitafo, pratica,
que d fiador sua criducta, prearindo-se
casado com pooca familia.
Aos pais ae familias.
Josepha Maria Souto da Costa, competentemente
autorisada pela directora geral da instruccao pu-
blioa, eusioa primeiras leu-as e todo o irabalho
relativo a agulha. msica, piano, canto e francz,
Pnvi r-is:i do iiomem softeiro : a tratar na ra S0L1- listar de seu prestimo, eooaBdo-lbe snas meni-
nas podem dirigir-se ra do Gommercio n. 4i,
2 audar.
1 preparar os pianos que vende com lodos os accessorios indispensaveis nao s a sua
solidez, como sua duraco. Todos os pianos sao garantidos.
Tambem ba oeste estabelecimento, grande variedade de masicas novas e dos
iwlbores autores, tanto viudas1 de Pars carao do Rio de Janeiro, que se vende mais
barato do que em outra qualquer parte; assim como ba igualmente vonda todos os
objectos necessark* contrueco de pianos. Os concertos e ainacoes de pianos serao
(eitos com o maior zelo e cuidado.
Precisa-se de ura caixeiro que tenna pratica
de taberna : no largo da Assemba n. 17.
Aula pnrlicular de primeiras
letras.
Manoel de Souza Cordeiro Simoes faz sciente aos
nhores pais de sens alumnos, que no dia 10 do
crreme s* achai.i liberta >uas aula continuar
seos exepefcaama mesma casa n. 16 da ra Tia-
vessa dos fixpostos; e ao respeitavel publico, que
continua a admittir alumnos externos e otarnos,
pensionistas e moio-pensionistas, nao exredendo
estes idade de I i annos, p dendo admittir M o
n. de 16, para o que tem coinraodo suflkiente. O
esmero que tem mpregado para o melhor dosem-
penho de seu magisterio, j mu conhecid 1 de
todos os senhores pais de familia; que Ihe tem
confiado seus hu.
Uul
Precisa se de urna ama livre cu escrava para
urna casa de duas pessoas : na ra Nova n. 46,
loja.
Ditas raneazas a 5200 e .
Papel almaco e de p';so. resma a
3-5400, 31980 e .
-a muito lina para bordar, libra
Fita de algodo para deb um de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debnim de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 2i0, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de laa decaracol peca a O e
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de lto a.....
Sapatos de la para crianca a 400e
Grvala de sertas de cores a .
Cslcadeiras a....... .
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de suspensorio de borracha por
lOOris!!!!!!!
Na Verdade rna do Qariwxd
u. 33.


!
II

105
SI
Ki
Ama de leite
Precisa-se de nma ama de leite: no caes de Ca-
pibaribe n. 30. ou na raa da Cadeia n. 33.
COMPRAS.
Comprara-se moedas de ouro e prata de to-
dos 09 valores, ouro e prata em obras inntilisadas,
brilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
inrivea o arco da Gonceicao, no Reeife. '
0 muzeo de joias
Na ra. do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vantajosos do
iue em outra qualquer parte.
Oom muito maior vantagem comprani-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
raran de Ouro n. 2 D, ra do Cabug.
UQUIOAtfQ
Portodoopreco.
A loja da ra da Imperatriz n. 20 continua tu*
liquidacao, vendendo-e as fazenda> e liras f
no paiz existentes no mesmo estabeleriment r.r 1
grande redcelo nos precos, por dei*ejar acabar-
le quanto antes com a dita liquidar-.
Cha pelillo para senh de prpeos mui favoraveis e ricos nrfctos, chrpb'
ltimamente, de preco de 10*, tt* ^ I5J :
na praca da Independencia, loja de chap r.
Jos BarlM sa Pequen.

vr.riiento 11. ni), lojn.
CASA FELIZ
Aos 20:000*5000
%t> Reelfe arco da Canclese a. t
Os abaixo assignados tendb-se habilitado na
lorma das len, tem exposto a venda os seus feli-
zes bilbetes das loteras do Rio de Janeiro, na casa
acuna, aonde se oagario as sortes que sahirem
as mosiBu wmetes, eom o descomo somente
da lei.
PRECOS.
'.ilhete inteiro 24*000
Meios 12*000
Quartos 6*000
KJde 100* para cima a 22* o bilhete.
______. _____Figneiredo A Leite.______
. AKlttNDA-SE a propriedade denomi-
na a Barra de Sertalfiem, no littoral da
freguezia do mesmo noe eom gr?nde ren-
da desfrutar; tendo, alab disto, a excellente
e ra p5sicao bein-mar e beira-rio, intei-
rawnte apropriada pbn mantur.se ahi
*iualiuer estabelecimento comffiercial de
seceos e mofhados : a tratar na ra d'Au-
rora n. 26. ou aa do Imperador n 20.
"^ Em casa de THE0D0R0 CHBISTl.
ANSEN, ra da Cruz n. 16, encontram-se
edectivamente todas as quaUdades da vmb/
nopdeani. llourOrnw do Rbeno.
irecisa-se alogar um preto oa preta de ida-
de : a tratar no estabelecimento intituladoBasar
da Casa Fortejunto a estacan do Caldeireiro.
Da-se 23000 mensaes pelos serv
preto, ou hornera livre, na ra do Range
dara.
s de m
n. 9, pa-
Os abaixo assiguados fazem puolico que
do lro de 1*70 em diante asna
casa commercial girar com a firma de
Shnpson, Duder & C, fcando a cargo da |
nova firma a liquidacao das transaeces '
feitas pela firma que boje fica exlineta.
Rccie 31 de dezembr de 18h9.
>. C. & C. C. Simpson & C.
CAMA 0\ VE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 2,
vende Vieiri A Rodrigues.
Agencia geri,-praca do Corpo
Santo Rectfen 21.
Todas as pessoas que tem para alugar
sitios, casas ou escrav.-s. sao convidados a
regestra-los nesta agincia, A moda de
proceder a simplesmmte de mandar em
esciipto urna deScripco do objecto que
sequer alugar, acompanhado com a qnantia
de mil reie, e as noticias fleam patentes
ao pttbtiCii at que o alague! for feito sem
mais desbeza algnma.
!* la. proferiodo.se dosa, rna DiriU A Afogados n. W. taWa: ,____
para comprar a coznhar para duas pessoas : no Precisa-se de urna ama de moia idade que
pateo do Cuma a. 39, deJoDte d-J'portio de San-: saina c*-inbar e ensaboar bem : a tratar na ra
ti Tberoa, sob I Imperial o. 215.
OPPRSS%- SOFFOC^IO
.% peroiaa d'rther no wicTor. Clfhta>i approvadas pela Academia imperial
de medicina de Pariz acalinapn quasi sempre ustuntaneamentc os ataques d'asma,
oppressDo, ^fTocacao, assial 00010 as dores de caneca e enjtaquecas. su(B-
ciente na occasiio em que apparocer o mal, o engolir-se urna o duas perohs
com urna potoca d'agoa. com certeza o medicamento iiwis fcil de tomar para
este genero de doencas.
A. rerola> te ercfccntBiaa do WWTO Glbbtak sio impragadas diariamente
com grande xito para a rjura das nevrdlgias, rheumatismo, sciatico e catarrhos
da bexiga, Eslas perolas foram sempre recommendadas por um grande numero
f ''de mdicos e especialmente pelo Doutor Trousseau, que indica este medica-
mento como o mais dficax. conveniente tomar de 4 at 8 na occaeiio das
1 comidas.
A approvacao da Academia imperial e medicina aern duvida a melhor
garanta da boa prepartgfi d'stes mdicABentos e de sua efflcacia.
legato em Ri CARVO DE BELLOC
PARS
Approvado e reemimendado pela Academia imperial de medicina de rarif pira a
corada gastralgia e em geral de todas doencas nervosas do estomago e dos intestinos.
t egualmente o remedio par eicellencia cbntra a retencao de ventrt fmshneirta em
rado de suas proprledades absorventes, rcommendado como veraaMro remetHo'not
cSeos de diarroea e cbolrina. 0 mr^k ** tbellae tema-M na Occtsllb das comidas
tob fi>rma d pos 60 d* pastillas.
Deporito em RionIaneim DkptmckeUe; Chevolnt Em Pdsamcw, Mtvrtr I C*.
ESCRAYOS
Corapram-se e vendera se diariamente para lora
e dentro da provincia eaoravos de todas as idades,
cores a sexos, cora tanto que sejam sadios: no
'.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cri
frgnexia de Santo Antonio.
Precisa-se comprar urna esc ava de
idade '- quem tiver e queira vender, dirija se a lo-
ja de calcado da ra da Cruz n. 21.
Cooipra-se urna escrava que nao seja muito
dosa, e que saina coziouar : trata-se no sobrauo
n. 48 da ra das Trincneiras.
Couipram-se
escravo de robos es sexos : na ru do Impera-
dor n. 75, J andar, das 9 da nmb&a as 3 da urde
" ,HMHQi
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vende na
raa da Madre de Deas a. 22, armazem de
Jd5o Maitinsde Barros.
lova factura de balaios e
o^tai
Bercos, condecas, roupelros, e costurei-
ras de todos os uminhos; roa Direila n.
29, vende-se por menos do que em outra
qualquer parte.________...... ______
Bous escravos e escravas
Venda- e 6- escravos bonitas figuras, ida-
da Id a li annos com todas as habilida-
des precisas ab servico de urna casa, 1' es-
Craya pessa. idade 22 annos. I tnoleqne
idade 16 annos, e 1 mulaUnliodo 13 annos;
fia travessa do Carmo ti. 1.
Manuel Alves Ferreija & C, na rna da
da n. 5, 2 andar, tem para vender superior vinar
d< 1 Porto em anciretas e caixas d> duii^s, beirit-
linhos com 400 e 300 sardinhas superiores e har-
ricas com bago de sabugneiro. ootassa da Ra*
e cal de Lisboa
Attenpo.
Vendo-se muito barato a focbcira da ra 1
Sol n. 27, com carros e cvalos, por seu di-nn *>t.
doonte : a tratar na mesma, ou na rna do Rusa-
rio da Boa-vista n. 66.
Companhia de seguros marti-
mos ulilidade publica.
A direcejio de coaormidade com <>s seus tstilD-
tos a.t. 19, vfndepor interraoio correti* Ma-
cedo dez aci;5es da mesma eompaania : para tra-
tar na rna da Cadeia n. 41___________
escravos de ambos os sexos-: na roa do Impera -
dor o 75,2* aMar, das 9 da mavbia as 5 di
tarde.
Na rua>do Rosark da Boa-viaa e. 53. f an-
dar, vende-se ura escrava recolhlda, te. 18 au-
de idade, coztnha o ordinario e tem principios
costar____________
ota venda
Vende-se o estattfeeuMato de msicas da ru.i
No n. 8 : a tratar no mesmo.________
IW1
Nocaes22deNeve*ron.3S, vndete esto-
pim.para qoabrar podras.___________________
Vendemse quatru escravas, sendo fes rm-
Ihidas, com idade de IB annos, bonitas flguras, *
com habilidades, outra de 24 ann umb-ir 1
habilidades, e dous pretos proprius para lo
qualquer servco de casa, ambos eom Marte fr *>
annos : na ra estrella do Rosario n. 43, prime.-
ro andar. _________^^
Aos senhores de engeuho
Vendemse duas rodas de msdeira coa dente-
duras par molino, acabada.* de novo proona*
liara engeiiho de aahaan; 'assim como um gigaa-
te de (erro para don eavaHos toearem a moe*a
de um eogi'oho : quem pretender dirija-se rey
da Crui do Rurife n. 39, armatem._____
Vende-se
por menos do que em ontra pstt fcrintii d
ra e foijao mulaliobjo : 10 aroManm 1*1-peu. >-
cia, ra do Rangel a 3.
s


T*
f

Diario de Pemaipbuco Terqa iWa 11 Je Janeiro de 1870
AGUIA NEGRA
00
te
o
3
BENTO MACHADO a C
A AGUA NEGRA animada com o bom aecolhimento que teve em seus annun-
ftios, vem de novo participar a seus freguezes. que. acaba de receber um variado sorti-
n.ento (le objectos h gosto, os quaes serio vendidos por presos muito razoaveis, pois
r,\mio fez os seus primeiros annuncios, foi o que assegurou, e-sera mdo de errar,
I >rque c/mo j disse est ligada por interesses a urna casa importadora desta praca, e
f t isso poder tur tudo especial o vender por presos adrairaveis.Chama pois a atten-
co de seus freguezes para os artigos que possa descrever:
Livros cim o tampo de marfra, .n idit- Um variado sortiments de charuteiras e
paraU e tartaruga, proprios para mi***. pallitciros do porcelana,
s vaiiM proprias para presentes Teillos pm voI(arele
cousa do gosto.
Judispensaveis Je palinha e de couro pro-
paos para senhoras e meninas Inzer, nos
t raros.
Binculos dj. madreperola, marlim e tr-
taro .-a todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiromen-
e aova.
Fitas de sarja de todas as cores e larga*
Rengallas com marim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
ica,
T;ilagorce para bordar. -
Um completo sortimento de enfeites de
i is para lacos.
Toucas. sapatinhos meias de seda c mais seda para vestido,
parteoecs para baptisados. Perfumaras de todos os autores os raais
Fitas com iosenpeoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
quel de noiva, e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas cora a vista se
Um variado sorlimente de jarros da por- certificarlo do sortimento deste estabele-
' lana. cimento.
Amplia Negra, ra do Cabug n. 8.
na**** mmmmmmmmmu mmmmwammm
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo a. 9
Os propnetarios deste bem eonhecido estabele-
cimente, alm dos muitos objectos qne tinhara ex-
postos a aprecacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de,
Anas c mu delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvios a vender, como de seu costura*,
Sor preeos muito baratinhos e commodos par* lo-
oS, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas; brau-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollnhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que lia de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para, coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode ha ver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles braneos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 301000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qaalidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desojar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qualidades, como sejam, ma
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e airosos chicutinhos de cadeia e
de oulras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Naval has cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramus sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyriutho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das inlhores per-
fumarias e dos melbores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
fai'ililam a donticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedore* destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de qne nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
ara que sao appticados, se venderao com um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por preeos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Machinas a vapor de
forca de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
roca r algodo.
Balanzas para armazem e balcao.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogo americano patent
Cal nova de Lisboa
chegada no ultimo navio : vende Joaquim Jos
Ramos, Ba ra da Cruz n. 8. Io andar.
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabara de chrgar grande quantidade das verdadeiras machinas americanai
f ara descarocar algodo de todos os systemas e tamanhos seguntes :
12 serras 12 serras
14 ditas 14 ditas
15 ditas 15 ditas i ,
16 ditas 16 ditas
18 ditas 18 ditas
20 ditas 20 ditas f
22 ditas 22 ditas
25 ditas 25 ditas
30 ditas 30 ditas
35 ditas 35 ditos
40 ditas 40 ditas
s qaaes se vendem por preeos commodos e rogarse as pessoas que dellas fizeram ei
commendas de alguns tamanhos, obsequio de as raandaiem busca-las o mais breve po>
sve! afim de nao haverem faitas
RA DA CADEIA N. 56 A
NO BAZAR DA MODA
DE
.I0SL DE SOI ZA S.OARES k i
Sua Nova
VENDE-SE MUITO BARATO PARA LIQUI-
DAR A DINHEIRO.
Luvas.
De pelica branca muito frescas, chegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de c&res e pretas para meninoso
par 2,5000.
Minhas festas!!
Lindos objectos para miraos, como sejam:
Estojse caixinhas de msica, bolcinhas e
sestinhas, vasos e balainhos de porcelana
dourada, figuras, tinteiros, port-bouquet.
caixinhas para jjas, interesantes conchin has
com frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola, lindos vasos com perfu-
maras etc. etc, e muitos outros objectos
para este fim.
chapeo** de sol ou sombrfnhas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
14)91,16$ e 185000.
GUIPURE OU1 CROCH
preto ou branco que o pode haver de mais
bonito empadroes e superior era qualidades
para casacos, capinnas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato."
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de dous tamanhos
cada rosa a 15200 e 15500.
Chapeos para senioras,
de palha fina de Italia elegantemente enfei I
tadose gostos muito modernos de 155000,
vende-se para liquidar a 105000. E' pe-
chincha.
AS NOVAS SEDAS
11--RUA DO QUEIMADO-ll
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto & C. ricos
cortes das mais linda -sedas de mimosas cores para Vestidos proprios para bailes e casa-
meatos. v
Grande varedade de sedas de listras de diversos presos todas de lindas cores,
gorgurio de seda preto, e grosdenaple de varias qualidades e gorgur5o de seda 13a de
differajitsf cores.
Novos vestidos braneos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas de lia e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
cambraia de lnbo -bordadas.
Luvas novas de Jouvin.eelegantes sombrinhas de sedas de cor para senhoras.
Espartilhos de 55 at 105, lindos bournous de cachemira de cor para sahda
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande varedade de camisas bordadas e lisas para -homens e meDinos.
Sortimento de tnuitas fazendas de laa, linho e algodo todas por preeos muito
mdico. '
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o.de alcatifa para
forrar saloes tudo em quantidade; e vendem sempre*por menos que em outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
~~~TTO M Mil
Grande armazem de fazendas e ronpas fcitas roa da Imperalriz
n. 32, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estobelecimento encontrar o respeitavel publico ura bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 35, 35500 at 65. Ditos de
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 55, 65,85 e 105, de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos d alpaca branca
e de cores de 35500 55000. Catyas de brim de cor finas e ordinarias, ditos
brancas de todas as qualidades, ditos de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preto de 45, 55, 65 a 155. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodSo e de linho de 25 at 55
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodo, de linho e bramante a 25 e 25500.
Gravatas (mantos) novissimo gosto a todos os preeos. Meias sortimento completo a 35.
45 at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesqner obras de encoramenda tonto para hornera, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemras como brins, pannos finos e ootras muitos fa-
zendas.
FAZENDAS
Rramantes de II palmos de largura a 15800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 15200.
Basquines de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapol5o fino a 65500, 75, 85 e 95000.
AlgodSo peca com 20 jardas a 45500, 55500 e 65000.
Peca de algodo largo a 75500.
E outras muitas lazendas que ser enfadonho mencionar Chegaem roupa
feito que|se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 Gunto loja de ourives) do
LE&O DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto. .
3 cordeiro presidente
Ra do Quelnado .
Novo e variado sortimento de pe
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de r
manas, de que eflectivamente est prvidas
loja do Cordeiro Providente, ella acaba di
receber um outro sortimento que se tone
aotavel pela varedade de objectos, soperiorv
dade, quatidades e commodidades de pre-
eos ; assim, pois, o CordeiroPrevidenCe pede
e espera continuar a merecer a aprome
do respeitavel publico im geral e de sea
boa freguezia em particular, nao se afas-
tondo elle de sua bem conhecida
e barateza. Em dita loja encontrarse
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coodray.
Dito verdadeira de Murray I iw
Dito de Cologne ingleza, americana, fr
ceza, todas dos melbores e mais acreditado
fabricantes.
Dito de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toet
Elixir odontolgico para coaservacao de
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade eefaei-
ros agradareis.
Copos e latos, maiores e menores, cos
pomada fina para cabello.
Frascos com dito japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agrada ve 11
ro de violeto.
Outras concentradas e de cheiros
mente finas e agradareis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade
com escollados cheiros, em frascos de i
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fige
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bae
Caixinhas com bonitos sabonetes imitasxV
fructos.
Ditas de madeira invarnisada contende sV
aas perfumaras, muito proprias para prs-
tentes.
Ditos de papelo igualmente bonitas, toa
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arras
a boneca.
Opiato ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e oatras difirentst
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais roqaes.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filete de vidriaos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas
estoo todos expostos apreciacao de que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSo.
FivellaN e fitas para cate*.
Bello e variado sortimento de tees objec
tos, ficando a boa escolha ao gosto do i
prador.
RAJPf; POPUIiAR
DA
FABRfA ACIOM DA BAIIA
DE
Teixeira Uldurtco fr C.
Acba-se i venda este ptimo rap, sai
pode suppnr falta do princea de Lisboa,
de mu agradavel perfume, viajado, e a preeo <
mais mdico possivel; e por isso tem siso asa-
acolhldo as [iracas da Baha, do Rio de Jasare *
em outras do imperio : do escriptorio de Joaqaar
Jose GoDcalves Bel trio, a ma do Comnero aa
mero 17.
(AZ f,4Z m
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster
C, roa do Imperador, um carregamento de ga>
de primeira qualidade; o quai se vende em partMw
e a retalho por menos preco do que em outr* anal
quer parte.
L. im EM PEBM1C0
Primeiro introductor dos popos tubulares
ir^antaneos da Abyssinea.
Avisa-se as pessoas
qut* lia vi;ni feilo n-
eo mHiendas dos refe-
ridos pocos que os ve
nhara busear ru>
1OVH
LIQUIDADO
de fazendas.
Na ra Nova n. 48, anda restam alnmas b
zendas que se vendem por BfMSS qne admiran
como sejam laazinhas a 300 rs.. mossambiq
com listas de muio lindas cures a :M0 rs., daaa
a 200 e 300 rs., grande quantidade de eambraia-
de muito indos padroes a 300 rs., e entres sa-
las fazendas qup pela sua boa qualidade lor-
nam recmnu:nrladas para casas de fanssac
Grande quantidade de paletots de seda, de pasan
fino, de casemira, de bombazina i pretos e de ti-
res) que se vendem por lodo o prero para li.jni
dar, aproveitem a pechncha que est lindand.
IU
vintee cinco :icroe- da estrada de ferro de Otada
quem pretender dirija se roa do Imperadora
75, 2 andar, das 0 da manhaa as 4 da tarde.
Vedem-se duas casas em Santo Aman aV
Jaboatao, urna na ra de Baixo, prxima tira
e oulra na ra da Matriz : a tratar na ma do Im-
perador r. 57, enlrad.i|pelo caes 25 de Novembrt
tvlso sos freguezes da boa
na de nsasidloea
J chegaram da feira da Encada os saceos com
muito boa farinha, contendo cada um sarco ti a
18 colas da de meio decalitro ; venham logo antes
que se acabe, ra do Jardn) n 26 (cada sacco
a 7,300).
Anliinioda Cosa Mt1f>), tendo de retirar-se
)iara a Kur'ipa. ven !> sua cas;i o podara no po-
vnaiji do- Miwiit'-. cuja caa se achu bi-m afre-
^'iii'zalav1 propria para qualquer prinRipians*, t
imiibem si- faz negocio priZO": tratar no me-
n puv.nlM un n:i na A i r.in P^nla n. 82
Vfiul'iii-^' niiHs'i-a gue/ia V sSTi
Amanwj'' Jaboatao, -i>n4o urna na roa d.i Main'
da mwm.i freguezia e ontra coniigua a feira
(juem prcii',1 li'i(l;rii.--i'a na do IciperadOT n.;
57, entrada pelo caes ii do Nov^uibfo.
a qoa> ^.
sr^ierao
n.21,
qualquer
onde i b-
escla
recluanlo.
rSS i
Este admirare!
Depurativo na
ontemeBifl mer-
curio, iodo ou
arsooicoi dd
irigofoso modif -
-lil^^rrSm^X
AINJEGCAO GADET Cur*^n--'-d^ "^""t05 "tgosoa re^te
i saoKue i
lmente as molestias <
os mais rebelde*.
GADET
CURA
em TRES DAS
Ph^BDenainT^
PA R I S
Ptrii, 36, RmTlTl ism,'
CHABLE medecin
BUSSanOUODADAS DBSSBXUABB, AS
OOKS CTJTaWKAS.E ALTiaAOOSSSOl
DEPURATir
i SAIVG
do tanyni. (laropa 'fatal
raitva. rttMaw
toauo-MdoMaorai
Dewirattwi i ean>r*f4. aai
Sita larva. Ovm
itna AaC&ASIX
imaiadiaiaaaam.
PLUS DE
COPAHU
ala os ftuxot e flomt broacaa Afta >a
Esta iajweao baaigia aiaraga aa eaai. Xana, i
Citracto de Ferro.
MMfnMu. Pesiada aa. aa cara aa m atast
' POMADA AMIHERPEITCA
Caatra. au afaecoai aauaiaaa a ummmr
PILULAS VEGETAS DEPURATIVA*}
CbAMa, > as fiii.
1 .; ,


Diario de Pernanibuco Terqa feira 11 de Janeiro de 1870.
7
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO ..
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
endo calcas palitots e coletes de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
am desojar, assim como na mesma loja
tem am bello sortimento de pannos casemi-
ras, bris, etc. etc. para se mandar fazer
craalqer peca de obra, com a maior promp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
DE
FEI/IX PEREIRA A SIIiVA.
O proprietario d'este grande estabelacimento, vendo que se' est aproximando o An-
do anno, e tendo em ser uro. grande deposito deposito de fazendas ; nlo fallando em
avnltadas encommendas que Ihes estao ebrigado todos os dias, tem resolvido liquda-
las por preco muito mais baratos do que em outra qualquer parte ; so com o fim
de diminuir o deposito e apurar dinheiro. Encontra-se neste estabelecimento do
PAVO, avultado sortimento deiaz^ndas de laxo e modas; assim como de primeira
aecessidade. As pessoas qua.negociam em pequea escala n'esta loja poderlo surtir-
ce veqdendo-se-lhes pelos presos que compram, as casas inglezas; assim como as ex-
cellentissimas familias podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-ba levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; o estabelecimento se
acba constantemente aberto das 6 boras da manhaa s 9 da noite.
LAZINHAS MODERNAS NA LOJA DO PAVO
CbegoQ para este estabelecimento um grande
sortimento das melhores e mais modernas laazi-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os precos e qualidades que se vendam
mais barato do que em outra qualquer parte.
Crochs para cadeiras e sofs
O Pvi$o tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-se mais barato do que em outra qual-
quer parte,
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
0 Phvo tem esta nova fazenda lisa pro-
obrigados a acceita-las, quando nao stejam pra para vestidos, com as mais delicadas
completamente ao seu contento, assim como cres e eora mas |us|re 0 que a pr0pria
n'este vasto estabelecimento encontrar o se(ja com 4 pa|mos de largura que facilita
respeitavel publico umbeilo sortimento de fazer.se qualquer vestido com 10 covados
omisas francezas e inglezas, ceroulas de e vende se pelo baratissimo preco de 1:200
iinho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lbe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
CEU DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo ra da Imperatriz ,n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o respeitavel publico neste estabeleci-
mento um grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam, cassas francezas e inglezas, chitas
pretas de todas as qualidades, fazenda de laa de
todas que tem vindo, proprias para luto, como
sejam, lazinhas, alpacas lavradas e lisas, canto,
bombazinas, merino, etc., que tudo se vende por
preco barato.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado a 300 rs.
Vendem-se flnissimas cassas francezas com lio-
dos desenhos e cores xas a 300 rs. o covado.
Vladapolao francez a 7$000 rs*
Vende-se per;as de roadapolao francez
com ii metros pelo baratissimo preco de
7(5000 a pega, pechincha.
Altas novidaiies em sedas
Chegou um grande sortimento das mais
moder tas poupelinas ou gorguroes de seda
e linbo eom os mais elegantes padres que
tem vindo a este mercado sendo, miudos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
bonito sortimento das mas bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em cnta
, Grosdenaples de cres
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores, para
vestidos que se vendem muito mais barato
do que em outra qualquer parte.
GRANDE PECHINCHA A 5:000 RS. PECA DE
Bretanha
Vende-se pecas de superior bretanha de
algodo tendo quatro palmos de largura
com 20 varas ou 2 metros cada peca, esta
fazenda seria para custar 85000, a nao ser
*ma grande compra que se fez, e liquida-se
a 55600, cada peca.
m 20 MIL (MU DI
LAASINHAS LUSTROSAS A 400 RS. O C0-
TAO.
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes tasinhas para
vestidos, com as cres mais novas que tem.
vindo a este mercado, sendo com listrinhas
fniudinhas que parecem de urna s cor e
com tanto lustro que imitam perfeitamente
s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato preco de 400 rs.
Bretanha* de role a 2&500 a
peca
Vende-se superior bretanha de rolo ten-
do 10 varas ou 11 metros cora 4 palmos
de largara pelo barato preco de 25500,
pechincha.
OssetinsdoPavo
Vende-se es mais bonitos setins de cres
4 mais encorpados proprios para vestidos
tendo de diversas cres.
AOS PALITOTS DO PAVO A 485 e
,205000.
Vende-se am bonito sortimento de palito-
ts fraocezes sendo, sobrecasacados o pro-
priameate sobre-casacos, que se vendem
forrados de alpaca a 185000 e forrados de
seda a 205000, pechincha.
COLCHAS DE FDSTAO
Ka toja o Pavo veade-se am grande sortimen-
to de cotcha/ de fusta* sendo brancas e de cores
dita* e croeb para camas de noiva, assim como
qonttoa damascos de 12a para colchas.
Na loja ao Pav3o vendem-se os mais
bonito* chales de verdadeira cachemira de
cor, coa os desenhos mais modernos, a 65,
10 e 121000, muito barato na ruada Im-
peratriz o. 60.
BASQUINAS A 125000
Na loja do PavSo vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de guipare,
peto barato preco de 125000 cada orna.
Cortes de orgaudys oom barras
Para a loja do Pa\So chegaratn, os mais
bonitos fortes de organdyt com barra, sendo
cada ua em sea rarta-s com o competente
figoriao, muito proprios para*a*ar pre-
DVHVvV
rs. o covado, pechincha.
Organdys a 560 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cres com padres miudos e graudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pro-
cos de 360 rs. o cova lo.
ALGODO ENFESTADO
Vende-se urna grande porco de aigodo-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio para lences e toalbas tendo liso e
trrncado que se vende por preco muito em
conta.
'-anos de linho
Chegou um grande sortimento de pe?as
de panno de liubo do Porto que se vendem
de 700 rs. at 15000 a vara, garantindo-se
que em fazenda de linho nao ha nada me-
Ihor, nem mais proprio para lences e toa-
lbas.
PEGHICHA EM CHAPEOS-DE SOL
Chegou um grande sortimento dos me-
hores chapeos de sol do seda, inglezes ten-
do neste art go o raelhor que tem vindo ao
mercado assim como ama grande porco de
ditos de alpacas de todas as cres e todos
se vendem por prego muito mais barato do
que em o tra qualquer parte, por haver
grande perco.
Lencos fot-ancos
Vende-se um grande sortimento de len-
cos hrancos para hornera, sendo a difcia a
1561K), 25 muito tinos a 45 e 65000 a duzia, ditos de
Rstraiao fazenda muito superior a 35, 65 e
lechicha em caseniiras a .
Vende-se fmissimas casemiras de cor com
listras ao lado, tendo duas larguras e com
;is cres mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo preco
de 45000 o covado ou 75000, cada corte
de calca.
Os bales do Pavao a 2&000,
Cheg u um grande sortimento de bales
ou crenolinas da feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo prego de 25000 ca
da um grande pechincha.
AS CA BRAIAS DO PAVO A 4:500 RS.
Vende-se urna grande porco de pegas
de finissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo prego de 4$500, a
pega sendo fazenda que nunca se vendeu
por menos de 85000, grande pechincha.
GR4NBE OYIMDE
Quando a AGWA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua hoa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido. justamentequando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'-a attenderSo e relevarlo,
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharlo abundancia em sortimento de superioridadi em
qualidades. modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
' Do que cima rica dito se conheceque o tempo le qne AGUIA BRANC V pode
dispr, einpregado apezar de seus custos nc^desempenho de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua atureza sao mais eonhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bun seja
Corpinhos e cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os. tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto uito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba, para circular o coque.
de chegar, mas para n3o massar o preten--
dente se lhe apresentar o que poder de
raelhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para cbapeliuas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto. i
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidad'e.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesonras para frisar babadinhos.
Aspas para balan.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substitnem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
" Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
S0RT1HT0 PARA A FESTA
Vende-se por menos de 10, 20 e 30 io
SO' NO
m\\ CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SIMAO JIOS SANTOS ir C.
Os proprietarios deste bem sortido armazpm de sCcff e motbados estao re-
solvidos a fazere urna grande diminuico de pregos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazem avattadas compras para o centro e praga, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral. que mande fazer suas despengas e cer-
tos de que vero a grande differenga em precos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 95500 a lata, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VINHO VERDADEIRO FlGUEIRA 560 FAR1NHA DE ARARUTA VERDADEIRA
agarrafa, e 45500 a caada p 800 rs o ti- 640 a librae 15400 o_kilogrammq
tro.


O Campos da na do Imperador n.
no intuito de servir satisfatori menU:
Iseus inumeraveis amigos e freguezes, em
particular e emge
desta cidade ; avisa aos que estiverem pas-
sando o tempo calmoso, nos deleita
arrabaldes* desta capital, que tem resol'
vender, de de superior qualidade, a pi
razoaveis, os seguintes seeros a sao
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostras
e lagostas.
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
sas.
Ditas com gela franecza.
Ceneja franceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambre e ^fiambrados.
PARA DISPENSAS
Latas com chourigas novas sendo de 85,
cada urna.
Presuntos de Ljmego para tompeiro.
Cuias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provincia. t
Copos de vidro cora dobradiga c tampa
para diversos miateres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIOA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranga.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri-
cante Costa.
Fumo picado do Daniel de. S. Joo do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos tem con-
viego de que o seu estabelecimento um
dos que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
to a acha elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
>i
:hep>r a i Gnu
na Nova d. 2i i'^m' i un cumpl
iriwjeulo de machinas
i^So'na mo-ni" Razar, pnrnntiwl
lidatle, i
seu tranallm an de ;w co -ua pcrieir.'.n .' la I nmm ib m<: i
Pars. /Cpre>eBUui)'M Initartho* ,5i-itad iiu'sinas, que incito ievm a^r.iJar i"
denlas.
mUagrOH
lintora, r.
Jai
O Campos.
Sheumatismo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegettl, xanipe de salsaparrill.j
do Pai, pilulas e xajope le ..laiae, ti
tura e xarope de sicopira.
Doenras do ligado e baro, an -
lia, opitofo, ce.
Emplasto, oleo, pommaila,
lulas, xarope c vinho da
beba.
Sezftes ou febres interiBileRtB
As pillas anti-periodicas de Pinto.
nico deposito destes medicanmiM >
pharmacia (lo seu autor roa larg do Wr-
sario n. 10, junto ao quartol o corpo c
polica.
NA PH.AKMCIA DO PINTO Rl A LARGAD )
ROSARIO N. 10 JUNTO AO nLAR-
TEL DE POLICA.
Acham-se eoBStioteBMOM proaplK
ser m satisfeitas, as |re< Jos Si
facultativos, e as Deeessidades .o< enferm;
s especialidades da mcsm> pkm
composta di; medicamentos, lamo ir.i.
as. cumo estrangeiros.
Tohses e inole.slia.- do poto.
Xaropes de fedegoso. rabo l lai:.
AgriaO, pao (lardoso, juca, uiulnng, u. -
lamba, etc, etc.
BRACO
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimeuto de bo
linhos para cha, pastis, podin>, bollos in-
glezes, p5es de l. presuntos, ditos i m am-
De superior qualidade da :nui accrediu*
da fabrica de Risquit Duhoucb & C, en
j cognac urna das que mais agurdente li
cognac, fornecem para o o;usuauno do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa do Th. 'st. ra *?
Icoamerdo d. 3i.____________ _
VENDE si-; ou KiTHidj-M eotttm
S. Ga>par. ito na IVcgm/.ia da Serinb i
comarca do Rio Formnso, prosino d> u,
o' 8^^^H*!S?"^l,r^:.l!,i:!har,|ne, com grand.s partiA* di pnl
Imni-radnr n. 'JO.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 140 e 500 rs. a garrafa, a 25800 e
3d2i>0 a caada, 6t0 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 45000.
a caada e 360 a garrafa, e 840 rs. litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
OO, 240 e 320 rs. a garrafa, UQO,
15800 e 25200 a caada, .
AZITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a caada, e 15340 o litro.
MANTEIGA INGLESA FLOR l1400 e
15280 a libra, 35060 e 257S0 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 2100, 15980 e 15860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 360 rs. ali
bra, 15220 o kilogrammo, em porco se
far abatimento.
BANHA DE PORCO DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 15560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 8<>0rs. o kilogrsmmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
35200 e 65500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CAGHINHAb
DE MUITOS TAMANHOS 15280, 25500
35500.43500, 55500 a lata e a retalho e 15
a libra.
,GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso. e em calxa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA U 55500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEDtA IHLERS &
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO'PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 15500, 15200, 15 e
AS POUPELIN\S DO PAVO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
13a com imitaco das poupelinas de seda,
am* fazenda muito leve combas mais lin-
das cres, sendo: verde Bismark, rxa, azul
lyrio, c nsento, perolla etc, etc. e vende-se
pelo baratissimo prego de 500 rs. .
Fustpes Lrancos para vestidos
Chegou um lindo sortimento dos mais ha-
ratos e bonitos fustes -brancos com listras
e cordoes, sendo fazenda bastante larga e
flewvel, muito propria para vestidos e rou-
cias de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
BONITAS USINHAS
OU ANADINAS A 15000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riad sortimento desta nova fazenda de 12a
e seda propria para vestidos, com os mais
delicados .desenhos e mais modernas cres,
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm vestido com po'ucos covados, pelo bara-
tissimo prego de 15"00 o covado, por j es-
tarem muito prximos da festa.
CRETONES M^TISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pavaa chegaram os mais
bonitos creones escuros matisadi*. pro-
prios para vestid-, roopSo charnetas etc.
qut> se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padrOes" daros
proprios para vestidos e ronpas de meni-
nos a 640 o covado. sendo os jfedri>s mais
moderaos que tem vmpo ao mercado.
Chitas francezas
Para a loja do Pavo chegaram as mais
tinas e bomas chitas escuras, propriamente
francezas. e vende-se a 500 rs. o covado.
porgo se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
35400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e iO rs. o
kilogrammo, e 65000 a arroba.
-:AF EM GRAO 65 e 65500 a arroba,
200.240 e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 560 rs. a libra.e
15220 o kdograinmo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
Ihante, combination, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a. b, c,
soda a 15000. e 15400, cada urna lata.
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 75 e 65 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
Ha frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
35000, 25800 *e 25400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 115500 a arroba.
LINGUIQAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 15000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TO a 15000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
35200 e 25800 a libra, e 65100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25000,
25200 e 15800, rs. a libra.
Vanos finos de todas as qoaUdades ^ ,.,
conage, licores, conservas, champagne, cer- Larade|n necesaria, bdm
veja mgleza, fructas muito boas, por- J" &hmon ,, ^ ou :,
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e pregos para
mimosear senhoras, estas caixiimas recen-
temente.chegadas de Pars sao de primera-
do gosto, oleresse-mo-las aosgalanteadoies
do bello sexo pois nellas acharo nm digno
e serio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores da
boa fumaga encontra rao charutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havana
sganos do Rio de Janeiro etc. ele.
Doces d'ovos seceos, christalisados o de
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recehem-se encommendas pan
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
e.ncommendas avulss, como seja pao d- lo
e bollos enfeitados e outros muitas eoozas
que enfadonho mf-mionar.
Armaco baratissima
na rua Kova n. 'i3, vende-s6 uin i -
cao. prternvidra$ido,MuNrim^
(jjvcrrins eaixSM grjwto, prnpr -
padaria, drpa>ilo ou oolru '|u:ilauer Wf% t
qual se vende por preco banlnsilM tm >; I
copar a cara ; a jumamente se vaatna i >p
faMS .'ii(|i'.e.Tlas ile IVrru.
iiimiiii
Kesta venc'i um escolhido sortimento de ob
lectos de marciceria, como sejam, mobitos de ja-
urand,mognocamarolln, ohra nacional eostran-
jeira, de apurado gosto e por preco- razoaveis:
na rua estreita do Rosario n. 32. Nesta mesnu
asa faiem-se eom perfeicao todos os trabalhos di
wlhinha, como sejam, empalhamentos de lastro-
ara camas, cadeiras e sophv
Farinha da trra
Manoel Jos Alves contina a ter farinha da
trra pa/a vender: na rua da Pnia n 38.
RUA DA OliORlA Nm 5
< Haria do Funriao.
Ha sempre nesta olaria grande sortimento di-
materiaes, como tijolos de alvenaria batida, ladri-
Iho, quadrado de 8, 9 e mais pollegadas, telhas e
telhoes, tijolos de tapamentos. O proprietario des-
ta olaria garante a bondade e barro dp tacs mate
riaes, comotambem vende-se mais barato do que
em outra qualquer parte.
cMIRtF"
Da melhor qualidade e por menor prego
que em outra qualquer parte, vendem Ama-
ral, Moreira & C. em seu armazem do Caes
da Alfandega n. 7.
Cal de Lisboa
chegada no ultimo navio, tem para vender Joa-
qmm Jos Godcalves Beltrao, no seu escriptorio a
rua do Comme'rcio n. 17.
Assim como ha outros muitos gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conserveiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, pexe em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoge, cominho, pimenta, grandesmolhos de sebolla lpOO.
Finalmente muito< outros roneros que enfandonho menciona-los.
y -----=
\>
Na loja e armazem do Pa^So rvm da Imperatriz n.
60.
CEMENTO
' PORTLAND.
Vende-se no armazem amarelto de Vicente Per-
reir da Costa & Fimo, defronte do arco d Con-
ceicio, em barricas grandes.
PARA A FESTA
3 portas, loja de fer hgem
53-Rua Direita--53
Ne?te granoe estabelecimonto. ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e miudezas
finas e grossas, cmo sejam bandejas chinelas
quadradas e nm, facas e garios ae I 2 bc-
tdes, balanco inteiro e 1/ibaUncn; pandas, cha-
Ineiras, cacarollas, rrigidira>, asradniras, t3nto
de ferro como de porcelana, moinhos para caf de
diversos temanhos do fabricante Jspy, pesos hilo-
graimos, laato de ferro corno de lataj), metros
para medir fazenda unto de ferro como Je latn,
alitre, bren, barbante, enxofre. papel marca via-
do, do verdadeiro Picardo, iqachinas para desca-
rocar algodSo; aMm de ontros artigo* de ierra-
am niadeza entilaras Anas, qnei s eom a vil-' a tratar a bordo da barra nacional Flfcha, oa com
u s verifica; na rua direita n. K3 loja de 3 por-! Marques Barros & C, no largo do Corpo Santo n.
tas de Msooel Beato de Oiiveira Braga/: C 6> *"M Gunia rmelos & (J.
MAOrtfi DOS V. 34:
Teem para veod.-r vinbo ilo Prto lino e de pas-
to em barris de quinto e dcimo : chegou ultima-
manteo bem cinhecido vinho engarrafado lagri-
mas do Dnr, e b>>m assim aocoretas de vinbo
fino encapadas e ral de Lisboa nova.
SAL 'DO ASSL"
Vende-se superior sai do Ansa', alvo e (trosso
0 VAPOR
Rua da Imperatriz numero SG.
Grande novidade p ra a festa.
A' ella antes qne se acabe.
O proprietario d'este sumptuo tado estabelecimento, vendo que se approxima a
festa e querendo apresentar aos seus ama veis fre-
guezes urna novidade de que se admirassem, en-
vin o seu vapor, isto ,o vapor das Novida-
desa todas os paizes da afamada Europa, afim
de procurar c trazer o que de maior gosto e novi-
dade achasse.
Regressando este, trouxe camo alta no vida le,
como de facto o e. :
Lindo guepure escaralo com flnissimo tecido.
e o mais bonito possivel, proprio para camisinlia-
e fechas, o qnal se vende por pre?o muito com-
modo.
Grande sortimento de fitas de sarja de ptima
qualidade e do diferentes larguras e cres.
Completo sortimento de fitas assetinadas, sendo
estas lizas e escossezas de todas as largaras e das
mais lindas cores, hfendo entre ellas muito lar
gas e proprias para cintos ultima moda.
Grande quanlidade de perfumaras dos primei-
ros p^rflimantes da Eunipa.
Alm dVsies objeclus vieram mnitos outros
tambem de grande noMdade.
0 proprietario urevine todas as pessoas qn>'
pretendert-in alguns dos objectos mencionados, qm-
podero buscar as amostras no flito esiabelfci-
mento, ou indicaren! o lugar da residencia, porin
tudo isto antes que se acabe a graode novidade.
Loja do vapor das Novidades, _
Rua da Imperatriz n. 36,
" de
Honripue de SLnito___________
Piano
Na rua do Livraroeuto n 34 vende-se nm piano
de mesa, em bom estado, pnra principiante, pela
mdica quaotia de 60*000.
Caml A" Alhena Sinlre da M-i'.m k C
esiTiplurioe annazfin na liavi--.i Ja Madr' C
Dos n. 14 teto para vender segniole :
Genvnto Poriland de 1' qualidideo melhor q
tem vinito ao mero4olbarrKas '\' Ha l\ wnl
por 105000.
Vinho Bordeaos das Wgaifltes ;'.
St. Julin.
Pronsac
l,i unan t.
St. Emilion.
Maipans.
Cbateau de Boychercllt.
Si. Liinbnt.
Lalonbjre.
Dnplfssis.
Cauor.
Dearso^.ii.
Viiiln- do Pi.rto qualidade ninil > t ...I.
Azeiu i'-e n-ltmdoem atouu .! !-
Vinagre Miperlur en. garrafoes pe fartn*.
Faraw tamborgan, tana <\>' Wftm, pr
spno.
Farinha de iripc. de superior Ojna id;: Ir.
Hairis cmii alratrSn, de treni de ferro.
Pumos de todas as qoalilaa*. ir lamuMrar i
BArte i'-tabelfi'inunto i-m tetas, Mn t Tirili.
Papel de todas as qualiladi-, piuprio parao-
garros.
ESCBAVGS FGIDOS.
Fugio no di.i 8 do coi reato mez mt inra
bro de 1869, do ngaahu Ghu Bwaauhi tV-
cada.'o esclavo Paulo, catira, de iiadn i %
llora e corpo regulares, barbad", rakril
pinhos, peitos o pernas bem rahellod' s, rara r >
mareas de bi xigas, tem marra dt (Mnai p ta-.
costas coni pareneas de >|iieimaduras, vp>tjdo i xa
calca de brin. pardo, eami.-a da mmtfdm,
peo de palha de carnauba, bi axiava t> Bafre
Luiz, ni'rador nos Afogados. tend o me-ni
cravo imilrier e lilhos nesse lugar : paga-.- toj
de gratific.icao a quem oprend. r e leva-te ao o
engenho, ou na ru> do Cabug n. 11 ao sr. Prao-
cisco Antonio de Brito.
Gratificarlo de 100$
Ao chegar a esta cidade em Ra olatea vteferi
dos portos do norte o vapor nacional G*ai. mm)
de bordo eserwm Sevwino, mulato, u> nmm*
de idade, que do Cear remettiam os Srs TWr*
Salgado Souza t C. por conta do Sr. Raymnn.
Olimpio G. I'reitas. ao Sr. Delphim Biheiro f-
Abreu. no Rio de Janeiro : pede-e, pi;rt;.nte.
autoridades polieiaes desia eidade i aos cipiiV.i
de campo a captura do referido escravo, e rtr m-
tregarem no aos abaixo assignados nesta <"*.
ao caes da alfandega velha a. que se roponsj-
bilisam por todas as despezas que se flieriB, grj-
tifirando mais a qualquer capilar' de campo nm \
quantia cima referida.
Veras & Barbedo. ____
Iviso as autoridades piliria^
e a quem eompelir
No dia 2 de main do .torrente anaft.
fugio o es*cravo Czeqoiet. crinlo de 30 i 3
anuos do Hade, estatora regular, reforcario
cor bem preta. cabega rertonJa, trajava ra
mi-a azul e caiga de rassemira cinzenta
durante < dia costuma andar ganhar.d" o"
ras, ou em armazens d assucar on as tv
bermas a conversar e a beber ; di rante *
noite recolhe^e a telheirns abertos, oa p-
netrawis, a casas etn construcf jo e a nutro?
quaesqtier lucres, onde se possa abrfar;
quena o apprehender tenha a bondad* m o
i omluzia a rua da Aurora n. 26, on na do
Imperador n. '2', onde ser gratifi ado.
as ecrat tmgUmm
Fugiram dous escravos do engefiho Bovpi
're;u zia da Escnda, nm de m>me Bnettari,, cv
bra. qne representa ter de 10 a 21 tmm* utoeV.
tem f-ic.6es regulares, prica barba, e*jio rega-
lar, tanto na altura como em grnssnr. 'a "'.'
o cabello cortado rente ; e ootro o> *,nf *'S,
ludo, pardo, que representa ter de 30 a 52 *' '
de idade. tem nariz afilado, caheitos emp*, *
po regular, tem os olhos enrwvado?, |Jf **'
falla mansa o fin, ae^ronfiase ter *n*>,fj. *
Cruar. em vi nudo do Bonifacio ler mmome .
quem os pegar jide levar a- dito _yw ^
nesta praca, na rua do Ano! n. t- aaa'',
qne sor, recunp osado com faMnamae.




8


MM.TM.
f ,, r
O algodo e sna rultnra.
(Conchtsao)
Coraprehende-sc isto mais fcilmente sa-
ii que as snhoras da familia tomnm
firSws recrelos e enireteuimentos dos
.ros, superiutei denrto a pastelaria, o
adorno das mesas, e ein tirio que possa
oficoiT.-r para a perfeico da tesiivdade.
iEin taes (icrasioes so vistas aa snhoras
rbas, o suas aristocrticas flhas, pra-
iuJii itliit. os ados .lo benigilidado, o
rsientendo pala inaiieira mais encanta-
dora os sefitimentos de fatuilia, o carcter
i.iliian-lial das nossus instiluicoes raeri-
hooaes ; ewquanio os negros, por seu
udn, nunca se jnlgam saiisfeitos devida
o aibQiMMkflMate. n a familia branca ou a
.n :iur parle dos seus memhros, nao est
iresonie par-i lesteiuuuhar, o participar dos
..imis pretores E parece que os iucideates
ruis divertidos das festas dos-das santos
,'o os toasts e discursos dos peraltas da
ula.iac(T, e a aftectada desconlianca e im-
j nioiito rcinamenlo das bellas ; elles sao
ipre indicativos do bons seutimontos, e
, a as ve/.es decididamente jocosos.
Vestes iinilaces de gente branca, al-
4H Qd bravia flor preta. posto que. nunca
.iilia penel ado, un) Uculorio, executar
n'.-sios que seriara totalmente impressiona-
veis n> ni o das ^ozes etn Saraloga ou
N-wport ; no emtnlo que na fleld nigger
ui-ei tara algumas peculiaridades do senhor.
ou de um visitante excntrico, que s5o
noniptaueote recouliecidas, mas uunca
furam divulgadas.
As fuetividades do natal comeeam zo
romper do da. Formados em procisses,
precedidos de urna rabee?, e urna va-
rieeda de instrumentos rsticos, ao som
de uina cantarela turbulenta e zornbeteira,
ello* duraban em roda da casa gritando
cum imervallos levanlai! levanlail ce
asa o natal Ij repelindo todas as ex-
jresses de benevolencia e congratulado
ijuo llit;s vera mente.
Toca aos curiosos traear a origem d'estes
enstomes, pois quasi todas tas nace.-* lem
i o seus hyinnus da mauha do natal.
N i ategre Inglaterra tclha, inuito antes da
descoberia da America, seus habitantes in-
genuos, sernelha/ites aos negros do sul.
tmbaffl suas procisses e cantatas ao
4in.iunecer, em proveito de seus senbores
leudaos.
Punca tempo depois a agente da casa
esta de p, a familia reune-se na grande
-ala e comees a distribuico dos brindes.
Os bomens recebem japonas, codetes e
outros artijos de vestuario, e as mulheres,
lencos para a cabeca, vestidos e lilas, fa-
rinlia de trigo, assucar, cha, e cafe. Outros
presante* indisiinctamente para todos, e a
O lhaa do dia de natal u aa completa
sesna folgazooa de confuso ordeira.
O que Ilustra o humor do negro e l
fj nili tri iade do senhor n'estas pocas
EuStivees, a ancdota do ralbo governa-
dnr 1> que dirigi mn alugre natal a um
los seus vemos negros. Tio Moyss,
com urna dignidade que faria honra aos
melbores eostumes da telha Virginia, vol-
tou-so para seu filho Ben, e disse : gover-
oador li.. dai um picayune (losto) para
sea natal.
Agora que insensivelmenle nos desviamos
Ja toteo 3o de mostrar* a vida do grand.
trabalbador do campo de algodo. lalv z
uiis algoos paragraphos dedicados ao
meslo assumplo possam esclarecer as
jtginas por ventura obscuras d'este artigo.
Os negros tem um seatimento delicado
do ridiculo* ejogam azombaria com muito
espirito. Em urna occasio, despenda o
joiz alguns dias na plantarn de um amigo
O juiz era de carcter elevado, e, jamis
gracejando com oulro, era particularmente
sensivel a qualquer cousa que parecesse
zumbara dirigida a elle. Durante a sua
visita houve um casamento na plantaco, e
elle ambieionava, como um favor poder ce-
lebrar a ceremonia, o que Ihe foi prompta-
mente permiltido. Q lando a procisso ca-
minbava, um dos hospedes da casa enlregou
um meio dollar aomoco dizendo-lhequan-
lo acabar a ceremonia, passa adianta da
familia, e de todo o sequilo, e d isto ao
juiz.A commisso foi desempenhada per
fritamente com muita solemnidade. Quando
o negro avanedu, e co:n semblante grave
estendeu a mo com o dinheiro ao juiz,
este olho -d confuso, e nao comprehen-
deodo o que aquillo sigoiticava, perguntou
o que isto ? O negro respondeu a
esportilla do casamento, senhor A victi-
ma da zumbara coron, tornoo-se mais
confusa, urna estrondosa gargalbada se
ou vio, e os quarlsiroes mais que nunca
alegre- pela agudeza do negro que kvou
o grande homem casa branca.
Os negros tem urna idea mu clara da
justica, e quando merecem castigle Ibes
dado com plena consciencia da sua ne-
essidde. Elles nunca se quexam tanto
de severidade como de injusticas,x e vio-
lencias. Alguns dos melhores senhores, e
os mais estimados dos seus escravos, sao
os proverbialmente rigorosos, mas cons-
cienciosamente justos. Os negros sob um
tal trato, sabera o que tem a esperar, e
servem nesse accordo.
Untre os negros ba 'militas alteraces
que provem de negocios entre elles, e de
chimes. Quando se d urna desordena, e
o senhor nao pode conhecer logo o cul-
pado, a regra commum crear um tribunal
obrando o senbar como juiz. Sao intima-
dos a comparecer o queisoo e o aecusado,
para produzirea suas testeraunbas, e for-
mular suas razes. Mudas vezes acontece
um esperto, companheir+ instruida, como
entre os broncos, i^ip&r-se a alguns igno-
rantes, e excessivamente confiados. A
questo 6 ouvida, a jastira feita, e grande
regosijo toma o lagar que o direito ganhou
sobro a velbacaria.
fnstrucco religiosa dos escravos.
F.rn algumas plaata;oes o domingo um
dia intil e ocioso ; n'outras, guardado
com observancias proprias. Em muitas fa-
milia-!, em vez da adoraco no locutirio
aos domingos de manhaa, reune-se na c-
pellti ila plantaci) a familia toda, que
no sul comprehende broncos e pretos.
Usas rouniOes sao melhoradas pela troca
da couversaeio e instrucro religiosa. A'
laude os negros retmem-se de novo, quando
u servico divino e\ecutado por um padre
justamente apontado como inteligente. Os
doentes e dosos sao particularmente di-
rigidos, o depois do servico, se se julga
til, visitados em suas camarinhas.
A attenepo que pustam os plantadores.
edui; nal

a annnalmente, e o proveito sen-
pelos senhures e pelos escrotos. O
subordinado torna-se mais |monK mais'
digno de conBanca. e mais industrioso ; o
superior nao carece de tanta solicitado, e
tem o prazer de testemonhar a,s felizos re-
formas.
Alguns dos padres mais dignos e intefli-
gentes do snl, dedicam milito do seu
tempo, e em agonas crenmstancias. todo
eHe, instrueco rellgios .scravos.
O* sentimentos religiosos do%|negros Ho
fcilmente tocados e excitados. Se ettes
n3o sao dirigidos regularmente, tornan>se
supersticiosos e fanticos: se sao tratados
intelligentemente. adquircm vistas claros e
praticas de moralidade e religio.
Um cavalheiro que attendia muito
instruccao religiosa dos seus escravos. ve-
xnu-se summamente ao saber que em sua
sittiaco su haviam darlo dous. ou ves
erimes graves, e cbtm.mdo a um dos seos
mais eis, fezlhe sentir o seu pezar por
taes factos to reprehersiveis, a deb'peitoj
de todo o seu cuidado, e da despera que
fazia para conseguir a instruccao religiosa
dos seus escravos, concluindp por advertir
que He nao acreditava que os negros es-
ta vam melbores do que. antes da pregaca-
O anciao respondeu: Vede, senhor,
isso zbmbana ; um monlo de cousas
empregadas para illudir-vos ; mas agora,
quando qualquer cousa vos -i injuriosa, no
chega logo aos vofcsos ouvidos; nos somos
atrevidos, porera mais honestos em dizer-
vos a verdade.
O algodo em Inglaterra e na In dia.
A grande questao relativa ao algod3o que
resta ser resolvida, se a Inglaterra pode-
r em algum tempo supprimir-se -smente
das suas possesses da India. De fado, ella
nao presentemente um grande consnmidor
da nossa prodcelo. O que ella recebe de
nos em algodo bruto, quasi todo em-
barcado para ootros paizes transformado
em manufacturas, pois mais de metade de
seu commercio de exportado depende to-
talmente do algodo.
E' inoegavel que a Inglaterra esforca-se
por libertar-se dessa dependencia; a ener-
ga dos seus maiores estadistas conceutra-se
nesse intuito, e se o conseguirem, ser ce-
lebrada pela naco a pocha do annuncio
ofDcial do governo britatmico, com todo o
enthusiasmo que entre nos caracterisa o
aimiversario ua independencia nacional.
O augmento do-algodo lem sido seinnre
objecto de desvelada animacao para a Gr
Bretanha, nao s as suas possesses, como
tambem com as naco 'S amigas favoravol-
mente situadas para concorrerem nesse
lim.
Em Gold coast d'Africa, os seus agentes
tem supprido de sementes os chefes nati-
vos ; e couta que elles angmentam a cul-
tura animal.
Em Nova Galles do Sil, annuncia um plii-
lantrupo, o algodo pode ser levado a con-
sideravel extenso, e o capital por urna
vez empregado para produzir sempre nas
margens dos rios da Australia. '
Para a India, porm. que a. Inglaterra
olfia com as maiores esperanzas ; u como
os seus estadistas imaginam meios e modos
de preservar a sua grandeza dos decadentes
recursos do presente, prophetisa-se o seu
futuro de continuo poder, por iss > que
elles sentem como nas margens do Ganges,
e Burrampooter, e seus tributarios, existem
fon tes de inexhaurivel riqueza.
Allirma-se que a Grande Repblica pos
sue a melhor regio do'mundo para o de-
sen'-olvimento doalgoio. Que nos Es-
tados-Unidos ha a melhor ierra e clima, nao
pode ser objecto de duvida, mas, por es-
tranho que pareca, a India produz, certa-
mente ha pouco tempo, mais algodo an-
imalmente do que os Estados do Sul.
De tempo immemorial o ste tem sido
celebre pela prodcelo do algodo, e s ha
poucos anuos, comparativamente, que todo
o mundo tem sido supprido pelos seos fe-
cundsimos campos
E' verdade que certas experiencias feitas
sobre as ierras da India para animar o al-
godo, nao foram bem succedidas.
Falharam plantadores do rio Mississipi, I pedras aos passaros.
e sement nao acclimatadas, e esse facto
foi denunciado sem qualilicaco nem expli-
caco. Ainda nao obstante, verdade,
que a India interior, alm das fontes de
proveilosa exportaco para o commercio,
cultiva animalmente o seu slo com algodo
improprio, e quasi espontneamente nascido,
que, se tosse colbido e trazi lo ao mercado,
endiera os armazens de Liverpool, e em-
pachara as fabcas de Mauchester.
A idea de animar o algodo- aa india em
ierras convenientes aos canaes naturalmente
formados de communicacao com a Europa,
foi abandonada, mas a Inglaterra nao des-
coro?oou, pois ella est prestes a vencer
bbstaculos naturaes pelo poder creador da
arte.
J se annuncia pelos seus jornaes offlaes
um projecto de caminhos de ferro, vapores
e telegraphos elctricos, que, realisarJo,
abrir pela primeira vez ao commercio do
mundo christo a ioapreciavel riqueza agrco-
la docoracoda Asta. A estes grandes me-
Ihoramentos seguir-se-ha a introdueeo do
descarocador em todas as aldeas do Hin*
doo levando o incentivo a um povo de vinte
milhoes para trazerem o sotmo do sisa tra-
balho, a competir com os plantadores ameri-
canos.
Anda nos recordamos de quando foi ex-
portado o primeiro fardo de algodo dos
nossos Estados do sul para Inglaterra. Nps
entao seriamos sorprehendidos se, por entre
as espantosas peripecias do XIX. sculo po-
desse vir memoria de mimares de vivan-
tes quando a India, sem duvida mais rpi-
damente, augmentar sua exportaco, a to-
mar o nosso lugar como grande produc-
tor da materia prima algodoeiva.
FACTOS DIGNOS DE COMSIDERACO.
Os argumento adddzidus por alguns para
mostrar a mpossibilidade de tal acontec-
ment, e a leviandade com que sao tratadas
por outros as coDsequencias interessantes
do progresso do algodo do St, nao guar-
dan a verdade poltica da rellexo econ-
mica e patritica: e e* um facto consola-
dor, que muitas vezas1, ama drecejio com-
paravamente nova, dada industria, pro-
duz bem e nao mal; >e tal vez estej>nis ar-
canos aa Providencia que aqtilo jue Irtnr-
tasse a Gr-Bretanha de comprar es prodoje-
tos dos nossos campos saBt&s, nos eurnasse
independen tes das saas lahri :a, anos atig-
mentasse os intereses superre e ileii-
gnaes das mauufacturas sobre o trabalao
agrcola : e ainda cum a vantagem, at aqu
negada pela Inglaterra, de, possuindo nossos
fusos e arados, podermos vender por me-
nos al" manufacturas inglezas, nao s nos-
mercados abertos da China, Japao c outros
dos mares distantes, como enq, todos os por-
tes do seu vasto imperio, cojo triumpho
nos devemos acabar dando a ultima pancada
na sua effecliva conurrencia ; conctoirido 4
Diario de Pernambuco Terca feira lt di Janeiro de 1870
que, nao teremot paralielo, e podaremos tar: Peco a palavrt I poz-seem p sobre
gloriar-nos d% nio carecerme* de elemento
alguin pan consolidar a grandaza naci-
los ltimos afl pasaados, os planta-
dores de algodo teta ticlo snas cnnoc*r.)es
e as vemos uestes signaos to tempo, qiial
quer que possa ter do o sea resultado, a
evidencia de om sergimento commum que*]
cresce, e teiMa. n proseguir at qae os pai-
zes al^odoairosenierrdaine pratiqrem o que
de seu verdadeiro interesSe.
A Georgia, tem apresentado um exemplo
de sabedoria, e muito breve possuir \len-
tro de si to completamente,todos os ele-
mentos de um imperio, que podaba sepa- : bem!
Ao Sr. bar do Rio Azul, unta das
Iftmnasdo imperio de Santa Cruz.
Quaudo dcabavum o ultimo toast, Curnq-
Ka etgne^e enrgicamente e depois de gri-
oadeira em que eslava sentada.
As seotwras fcaram borrorisadas.
Os velbos awagalaram^ti olhos, a
rapaziada exulten batendo palmas a he-
roioi.
Senhores (exclamou ella levantando
o copo e deixando cahir algumas gotas
sobre a cabeca de um juiz de paz). Senho-
res e snhoras! O sexo-feminind" parece
estar por nina fatalidade inaudita, spa-
le todas as amortes e glorias que
lomie a vida dos wvos e das jiaces civi-
lisadls f
Apoiado! gritn um tabellio quai
sofocado de puixe cosido. Tem dito muito
rar-se do resto do mando, florescer com
prosperidade sem igual.
Moa cumes dos seus montes principia a
fumegara fornalha da riqueza aperfeicoada;
o anido dos fasos do algotKo mistura-se
com o sussurro dos seus azulados rbeiros;
o cara I lo do ferro csti aao distancia, circu-
lando seus productos; soa populaco
outr'ora solada, principia a sentir a creaco
de um mercado para a industria propria, e
que a Georgia, se a demanda apparecesse.
faria seus embarques do algodJo bruto, to
desuzudo, como -agora o embarque i)
algodo e em sement.
E' tempo, onntiruiou Cornelia, lem-
po de aniuquiltarraos para sempre a vil ca-
dea que prende a mulher aos estpidos
passatempos do lar domestico, e, dando-lhe
a liberdade cvica, abrirmos aos vos de
sua alma patritica o largo campo da po-
lolea, .que oterreiro em que os espirites
se batem com a espada do pensamento a
conquista do futuro!
Minlia fillu! bradava o velho Porto
lmpaodo lagrimas e gordura que innunda-
vam-lbe o rosto. Minha lillia basta!
O tabellio assustado pelos gestos e es-
gares de Cornelia, fevantou-se de man'so e
Q que inquieta om tal estado que um paiz tevou. o prato paro urna janella.
estrangeiro se eoriqueca por fiar o seu al-
godo ?
A materia prima produzida peto tra-
badlo consumidor des mscalos do homem,
provocador de molestias, e com desprezo
do calor ardento que traz as felires; o mais
fcil, e quadruplicadaroenle mais proficuo
trabalbo de manufactura, pla iacansavel
machina, e forcas do foso e do tear, est
sua disposico.
A Georgia tem, pois, s a empunhar o
sceptro. e est comrnercialmente livre.
Querero suas irmas, to ricas em pro-
duego agrcola, e igualmente interessada
na cultura da grande materia prima, imi-
tar o xemplo?
Se assim fizerem, o Sul se tornar, com
o curso natural das cousas, a paite mais
independente do nosso extenso estado, con-
servando wn suas mos os beneficios d-1
him grande monopolio de algodo.
VARIEMDE
D. Cornelia neroniana.
(l"M PEBFir. POLTICO)
1
O retrato da minlia herona est em gra-
ciosa e.xqiosico na grande casa photogra-
pliica dos Srs. Cypciano & C, artistas da4
casa imperial, moradores a ra dos Ourt-
ves. na corte do imperio.
.1 minha herona fui a mulher mais cor-
pulenta do seu tempo.
A primeira vista o olliar della assosta,
na photographia. E' um olhar acerado,
arrogante, policial como o de qualquer ma-
jor reformado. Tem um enorme sorriso
na bocea enorme, urna grande verruga ve-
getativa no queixo ; calva como um eon-
clheiro c traz no peito em circulo de
rubins a careta de seu respeitavel con-
sorte.
Quem essa mulher ? Quem era cssa
mulher ? Fallemos dessa mulher !
Chamava-se Cornelia Herculana da An-
nunciaco Porto. Era lillia da cidade de
Ouro Pelo (Minas Geraes) e descenda da
primeira familia da capital.
Quando eu digo primeira familia, refiro-
me a familia que mora va na primeira casa
a entrada da cidade.
II
Cornelia Herculana desde pequerrueba
revelou as mais robustas e valentes dispo-
sices para o sexo contrario. Brincava com
plvora, sold dos de chumbos e lancava
Aos doze annos, ge-
ralmente, as meninas pensam em um vesti-
do eompiido e em um namorado ; Cornelia
pensava apenas era um paletot e um cha-
peo alto.
Aborreca a leitura, quebrava todas as
pennas que Ihe davam na escola e quando
vinha para casa divertia-se em dar soceos
a .moda americana, em um pobre caixeiro
de venda que perguntava-lbe todas as
tardes quantos bolos apandara ella da mes-
tra.
O pai de Cornelia, bom homem, porm
ingenuo de mais, apreciava no mais alto
grao bs desenvolvimentos phvsicos de sua
lha.
Quando algucm gabava-lhe a sande e a
robustez da menina, o velho dizia entre
duas baforadas de enthusiasmo:
E que pulso tem ella!
m
Aos quinze annos, Cornelia, a interessan-
te Cornelia, deu para ler artigos 46 fundo
e acompanhar a poltica do paiz.
Era tal o gosto da rapariga pelos termos
technicos da cmara legislativa, que nao dis-
pensava nanea umapoiado-a lempo ou
Que miilharsifiha est so creando
all! rosna va elle trmulo! Acabo esto res-
to de per e ponho-me ao fresco!
Unamo-noji, puis mulheres e h rniens!
bradon ainda Cornelia depois de beber um
trago, unmonos om urna phalange com-
pacta e corramos as urnas, interpretes
das liberdades publicas, para dopositermos
nella a exprosso de nosso carcter cvi-
co o o enthusiasmo do nosso sanio patrio-
tismo !
Viva a constituicao do imperio !
Viva a emancipaco das mulheres !
Viva o voto lvre !
Viva o soffrogio feminino 1
V Viva I Respondiam de todo os lados.
O pai de Cornelia, o velho Porto, era
abracado por liomens, mulheres e crean-
cas.
Que filha, Sr. Porto !
Que menina, mcu amigo !
Oh! meo velho cantarada! dste a
luz a um aojo!
Obligado, minha gonte volva o ven-
turoso pai beijando e abracando todo o
mundo.
Entre as mocas o caso era ontro.
Que ter a Cornelinha ? Aquillo um
fogoete !
Qual! bebeu muito!
Bem dizia cu. Est cora um chero
d8 vinho!
A culpa do pai !
Seio! Falla mais baixo se ella nos
ouve capaz de darnos um par de bofe-
tedas!
Quando Cornelia Herculana voltou a casa
as II lloras da notite, entregaram-lhe una
carta assgnada por un votante livre. Ter-
minava assim a carta :.... estou apaixona-
d'i prvogmiss, se quer casar com este cria-
do, pode contar que nos dais arrebentamos
a urna desta feita. Seu futuro
Annimo votante livre.
IV
Cornelia Herculana nao pregou olho toda
a noutd:
= Oh I como de ve ser bello arrebentar
urna urna-! exclamava ella emum xtasis re
|endo a carta do ananymo.
E poz abaixo toda a iivraria, a procura
de um artigo de fundo sobre a abollo da
guarda nacional, de que ella quera extra-
hir algumas ideas.
As fadigas danoute, porm, prostaram-
na, mau grado seu. Deixou-se cahir sobre
urna poltrona, junto a cama, e adormeceti
com a carta do votante livre entre os de-
dos cerrados.
Sonhou o resto da noute com pedacos
de urnas e barretinas de guardas nacio-
oaes.
V.
O tal anonymo da carta era um boticario
Ora, um boticario capaz de tudo, menos
de empregara orthographia.
Esse boticario, conhecido em todo o
Ouro Prcto pelo Pelisca, sobrenome que
Ihe valera mil epigrammas e satyras cons-
tantes, sabia de todos o teres e haveres
dos habitan les da capital e de vinte leguas
em redor.
Cornelia era orphaa de m. O Sr. Cos-
me Paes (o nome do boticario !) esperava,
casando com a pequea, receber a legitima
materna de Cornelia, que montava a uns
vinte contos de ris.
Tentara elle por varias vezes abordar a
feroz menina; impossivel sempre!
O banquete poltico veio salvar tudo. O
boticario nao perda por pecco. Nesse tem-
po a Corda sensivel era a comedia em voga
dos ti leal ros de Minas.
O Sr. Cosme Paes pensou muito bem,
que a poltica era a corda sensivel de Cor-
nelia e esereveu-lbe a carta, de cuja final j
instru a leitora.
E digam por ah que um Cosme Paes
O Sr. Porto Inndojf annuueio que a fl-
ua acaba va de t pallideceu e
recuou estreraaceudo ate a raiz dos cabel-
los.
Estas douda, minha filha Ten nome
em urna gaseta Cornelia! ta naa fars
semelhante asneira !
Ella ergoeo-se de toda a sua aliara e
responden com om silvo de ser'pente:
Hef de mostrar para qne serve ama
mulher da minha tempera !
Minha filha!
Sustenlarei face do mundo o direito
e a liberdade feminina desde os artigos
edtoriaes at o mais insignificante aunan-
do.
E chamando o moleque:
Leva este annuocio a tvdbgraphia.
Meo pai, d-me dez tustSes.
O velho automticamente entregoa-lhe
a quantia pedida.
Toma moleque. Paga este annuncio
e volta j. te ao administrador da typo-
grophia que eu logo vou ver as provas!
O pobre Porto j nada ouvia. Tinba des-
melado.
VIL
Quando um boticario d para ser patife 6
peior que um vidro de arsnico, ojio ba
droga na pharmacia que se Ihe compare.
E Cosme Paes era desse genero.
No dia em que sabio o celebre annuncio
de Cornelia Herculana () o boticario nao
cabia em si de contente. Olhava-se ao
espelho, peuteava-se, cortava unhas e reci-
tav stropbes dos Luziadas, de um folego
s.
Por momentos parava em frente do es-
pelbo e dando na propria face urnas pan-
cadinhas amorosas :
Ah I ladr5ostBho! murmorava elle ;
ali! patusquinho nao ha quem possacom-
tigo preciso criar juizo agora, Cosme,
meu filho Casa oom a pequerrucha, em-
palma-lhe os comeos, e ri-t desta vida,
para o diabo n3o se rir de ti como tem fei-
to at hoje E em oulro tom:
Quem ha de damaar de veras o ta-
be liSo Gomes 1 Ai! qae mos bocados
vai passar o bom do meu compadre E a
Josephina, aqulla bonequinha de cheiro,
que cacua commgo constantemente E
esta canalha toda de Ouro-Preto que vai
estourar de inveja! Salta Cosme! Salta
meu velho Chegoa o dia de tua felicidade!
E estala va os dedos, bata com a lingua
no paladar sonoro, arripiava os cabellos,
peuteava-os de novo, e tantas vezes quiz dar
corda no relogio, que desesneertou a ma-
china.
Cosme Paes era sovina. Ouvindo o ruido
da corda partida ficou lvido como urna
hostia ; immediatamente, porm, um vivo
carmim cobrio-lhe a face, e arremessando
o relogio, a cadea e os sinefcw sobre um
grande frasco de pastilbas de IpSeacuanba.
Vai-te maldito exclamou elle com
a voz estrangulada pela epocao Vai-te
resto mortal do meu estopido passad) !
Cosme l'aes oulro agora! Cosme Paes
j nao solteiro, noivo, j nao
velho, 6 rapazola, jno boticario, e capi-
talista !
Eotravam nesse momento na botica. Era
urna crioulinha.
Que quer ? ai vou Gosme Paes com
os olhos chammejantes.
Dous vntens de canella moida, Sr.
Petisca! (E^a o tratamento que dispensa-
vam geralmente ao boticario) Cosme Paes
desprendeu urna gargalbada estrondosa, e
dando um furioso murro no baleSo:
Aqu nao na mais canella, nem pas
tilhas, nem lanxantes, nem vjsicatorios, nem
raz de sabugo, nem seringas, perno diabo !!
Vou pegar fogo na botica !
A negrinha, atemorisada, fugio gritando
pelas ras que o Sr. Petisca estav doudo,
VIII
Coma Pim,
t nadas,
cbgavalhe
Moleqnes t ivava
*-* V aJaiullftl Ca
tantomente idosf
- tisc vai i fasta
De casaca e correntao,
Facam alas os.
!
Poocos patios felizmente fjMafMi aa>
infeliz boticario gara atrapar a rasa de Cor-
nelia. #'
Olhou para traz; vio ojie a torta dna
moleques engrossava cada vez aaais. ca>-
ciiendo-se de animo poz mais carvo aa
machina: j nSo andar, corra.
me, comadre, como rorre o ra-
tisca!
Para onde ir elle tio depresat ?
E' por cansa dos mateases!
Tambem sabir coa asjosHa casaca t
Peste!
S Petisca vai fasta
De casaca e correntao !
fra de tempo, ara prevaricador bem api-
raentado, e outras bellezas da nossa assem- Jio tem boas!
Wa. VI
Durante os bailes, ningnem a vi me- Ao amanieccr, Cornelia Herculana raos-
neiar um leque ou fazer voar om segredo trou a carta ao pai.
nos- ritornellos da walsa.
Era sempre robusta vigorosa, monumen-
tal. Coovidam-n'a para urna polka. Qual
era a resposta de Cornelia ? Lm sorris) de
desdem.
Eu dansando polkas ponderava ella
a suas amigas. Esta gente sulta-me por
farpa E era usas quadriraa, quando per-
guaiavam-lhe se achava bella a reomo, oe
toilettes cscolhidos, etc. etc. Cornelia Her-
cuiana media o sajeito de alto a baixo, e
cum una voz toda da garganta:
Eu nao me don ao trabalbo de pres-
crutar essas puerilidades, senhor.
O fulero da bumanidade e do paiz iKo
est em oro pedaco de seda, nem um par
de luvas cor de canna! Pensamentos mais
altos me dirigera!
E fazia o eu avant deux, com una arro-
gancia capaz de assustar qualquer vis-a-vis
despre virado.
Baa o(a<> ooule de banqaete poltico, de-
p.is de fazerem varios bnndes aos maiores
vultos do paiz: Ex.:
Ao Rwa>. Sr. esembargador Vinle estrel-
las, thcfe do partido que ha de guiar o ie>-
perio a trra da promisso l
Ao Sr. 0r. Anselmo Lopes, que equivale
um sectil, isto um anuo, isto um catac-
lismojmHUm; t
Mande saber quem 6este volante
livre, meu pai) S me caso com este ve-
tante !
O Sr. Porto tentou algumas paternas e
judiciosas observaces. Cornelia correu
estante de seos livros e mostrou uro artigo
de Stuart Mili sobre diretes polticos das
mulheres.
O Sr. Porto rogou-lbe entre lagrimas.
que nao desse ella a mo de esposa a urna
pessoa que nem se quer tinha a coragem
de ass gaar o nome.
Pois bem, mea pai, quando elle dei-
[xar de ser aoonymo, o senhor consente no
meu casamento ?
De cario.! minha filba, de certq!
Mas casar te, a ti que tens nm nome to cora
rido com um anonymo, nunca !
N3o seja essa a dnvida,' exctamon
Cornelia Herculana, apoderando-se de um
pedaco de papel, tinta s peona.
Escreveu o seguala annuncio :
| ATTENCAO.
O cidado anonymo totante Kvre que di-
rigi urna carta nupcial d abaix> assignada
tenha a honra de comparecer cusa da
mesma, onde se tratar lie sua nmsiva de
urna maneira concinatnria.
Ouro,Preto, 14de julhode 1849 Con-
oelia Herculana da Annanciaco Porto.
Cosme Paes fechou a botica e dirigase
casa de Cornelia Herculana.
la reluzente de cobiea e de orgulho.
Cabeca alta, olhos coruscantes, queixo
mais afilado que sempre, e as ventas aber-
tas s frescas auras da tarde.
Tudo quanto havia de agua de Colonia e
oleo de amendoas doces na pharmacia, ser-
vio para o toilette do boticario. O cabello
e a testa brilbavam como um espelho, e a
camisa, ensopada d'agua de C lonia, exha-
lava o cheiro a duas milhas de distancia.
la arreiado como um diplmate do tempo
colonial. Urna "casaca esguia e russa com-
primia-lhe o corpo sem articulacoes, um
chapeo de altura phenomenal dancavd-lbe
na ponta da cabeca, (a caneca do Sr. Cosme
Paes era ponteagaada), um collete de vel-
ludo, carregado de matizes, calcas aporta-
das e curias, que prohibiam-lhe quasi o
movimento da perna, como a celebre ar-
madura de D. Quixote, um pesado cordo
de cabellos com passador de chumbo dou-
rado, sapatos de bezrro, e a camisa de
peito de periquito; eis o respeitavel e no-
bre traje do luluro noivo da minha he-
rona.
Os garotos que o viam passar faziam urna
careta, e cantarolavam pinoteando em roda
do boticario :
Sfl Petisca vai festa
De casaca e correntao,
Facam alas, fazileiros.
Viva, senhor capito!
Cosme Paes rosaou comsigo apressando
o passo:
Canalha!
Mais adinnte, um moleque lancoo o pio
aos ps do boticario:
Apanhe na unba, s Petisca f
Cosme Paes aacelerou o passo.
Algumas filhas de Eva mais liegoarudas.
que o viara passar pela porta, exclamavam
urnas para outras:
Feitico, que ter o Petisca hoj ? Vai
alli como um parafuso t'
E' afgom enterro, aposto. De ca-
saca!
(junes enterro nem meio enterro!
cora tan la agua di Colonia assim! ?
Ser casamento ?
De quera? D'elle,?
S se Sor com o diabo!
Credo Mara Santissima!
Cosme Paes, seguido sempre em distan-
cia mt alguns gaiatos, saltava como gato
SoMRigueira.
Oh! Petisca, sco 1
Oh! s Petisca !
Oufa urna coasiaha, olhe!
Apanhe d lenco!
Espere um pouco, s Petisca !
() O autographo foi comprado por om
ioglea pela soffrivei somma m 90 paUttoef.
(OOiJOO pouco mais ou menos.)
O boticario enflou pelo corredor da *sa
do Sr. Porto. Eslava arquejaote! Ba-
purrou a porta, cuja campiinlia fez ans
rtilho de dez infernos, e fechaadn ineea-
tinenti encostou-sc a ella com asado de
alguma invaso.
Qoem est ah ? pergunton a voz es-
ganicada do pai de Cornelia. WagiaaBa vai
ver quera bate.
_ O boticario quiz responder e nao pode:
tinha a lingua presa na garganta, a soor
escorria-lhe em gressas gotas, lastfa Pe-
tisca !
IX
Cosme Paes deixou-se cahir sobra san
cadeira na sala de visitas, alqoabrado de
fadiga e trmulo de medo.
Cuidavd ouvir ainda a. voz doa i
que o perseguram at alli! No
espero, o infeliz pensou ve-Ios Mnasiir a
porta paro virem insulta-lo na praasi casa
da noiva! E os vinte contos ? E o dale?
E a fortuna toda de sua vida !
Ergueu-se de um pulo, e a Doarar/*
Porto, que apparecera aesse aaoBaasSi
porta da sala :
Mande fechar a porta da roa. palo
amor de fieus! grtou elle.
O Sr. Porto, boquiaberto, poz-ss a aaa>-
templar o boticario sem sabera qae jatgar
de tudo aquillo.
Finalmente:
O que sent Sri Paes! Eit inroaa-
modado ? A que devo a honra ie sau vi-
sita ?
O pobre drog lista sales de respaoder
prestou ouvido aos funestos rnmores ajee
sussurravam-lhe ainda no pensamento. es-
piou pela janella o qne se passava faca a
armando-se em seguida do sen laetbor sar-
riso. estendeu a mo ao pai da desejada
Cornelia, acompanliando o aperlo de nao
da mais estupenda cortezia que dado a
olho humano lobrigar na trra.
A que devo en ...' eomec/>n de novo
o Sr. Porto.
A minha visita ? a nossa visita ? esta
visita ? respondeu Cosme Paes engaegaodn-
se procura de um termo, qae cortease a
crise.
Sim, senhor.' A que devo a honra
de sua inalteravel visita?
Esse inalteravel veio em logar de im-
perada : lapsus lingua;.
Eu, Sr. Porto, mea respeitavel ami-
go, volveu o boticario levantando- e
tornando-se a sentar como se fosse aaa-
vido por um par de molas. des**jo*o da
acabar cora urna existencia que..... orna
existencia assim... quero diz^r...
Tem razo! replicn o Sr. Purto.
apertando-Ihe ambas as mos, mea bom
amigo f
Urna existencia., qne n
(la-se preenche), o que eu tenho na
mora...
Ah sim I
E sendo o mea pensamento pajaro
(la-se fixo) urna cousa s, ba moito tem-
po... venbo para... venho... eo venho
para. .
Um enorme assovo. partido da rna. li
estacar o boticario no melhor do dis-
curso.
Com a orelha ardeote e vermeloa. os
olhos ariscos,.e a face paluda, elle enras-
too-se ao pai de Cornelia, passando-av b-
miliarmerite o braco pela cintura. Tais
por medo. pobre homem!
O Sr. Porto oadava em um ocano ala
conjecluras.
Apezar de idiota cnidou qne Cosasa Paes
estivesse lonco.
-Mas afinal de cuntas, vociferoa o pai
de Cornelia sentiodo-s'nervoso.... afina!
de conteSf Sr. Paes, o que rae qoer V. S.
com todos os diabos ?
Cornelia Herculana sorgio como osa aaon-
lasma porte da sala. Costae Pac* vio
perdido para sempre o dote, o eaaaaaeaao.
a felicidade. emfim / Encbeado-se da aaaa
virtuosa coragem exclamou, poodo-se eaa p
como nm maneqnin!
Perseguem-me por molaos polti-
cos !
Cornelia Herculana, Iluminada deeaffca-
siasrao e prazer, correo ao bobean e apar-
tando-lhe a mo com o vigor de naaiagki
electrisado:
Quem ? Quando ? Como ? Diga, falle.
explique-se,. fie-se em mam, aao tenha
medo! Nesta casa nem as bayonetas do go-
verno f
Desta vez, forcoso coofessar, o Sr. Pe- -
tisca ficou com mais medo de Coraefia *
que de todos os moleques que o aartyrisa-
vam e, haviam de martyrisal-o na terra '.
Eu me explico, aventoroo elle,
do esforcos inauditos para mover a
son republicano, amo as ideas Kvres i
a suppresso da guarda aarioaal e o
moderador....
Sublime! gritoo-lhe Cornelia"aaa oo-
vidos, sem poder soasar-se.
Quero a liberdade das ornas, eoati-
oooo o boticario, recoando sempre casi aa
olbos filos na mo de Cornelia qae caara
con visivamente os dadas como pan dar
um sueco treaeode, quero a layaasaala de
alguns parafragos...
Paragrapbos II bramio Corndm Her-
culana dando om passo para a frente.
Sim! jMTMrss daj;in imperio! Voto contra a ufftiawim ta
aboso, a torca osaaasid
r s de qoaileiroas; eat
ria.ost.
t* r. Duiut-Mt is cinav


Full Text
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