Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12180


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Full Text


ANNO XLVJ. NUMERO k.
SEXTA FEIRA 7 DE JANEIRO D 1870.
\

-1
A CAPITAL
es-adiiiudos .
E LGAKS ONDE IAO SE PAGA POBTE.
)s idem
................ GdOOO
* i i i:::::::::: :
L*i* momero avolso .... %_;
PA1A BSITBa E PORA DA PBVIICIA.
m
P..r Ircs mezes adfantados
Fot- sois ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por um anno idem
DIARIO D
Propriedade de Manoel Mgueira de Paria & Filhos.
awaso
27*000
ftftf
l Os S. erardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Goncalves Piolo, do Marantto ; JoaqWm Jos de tfveiri, no
Pereira d'Atmeida, em Mamanguape; Antonio Aleaadrino de Lima, na Paraba'; Jtatom Jos"1
_____________________________________ WB ?W3refh ;^Wsco Ta vares da Costa, *lagt*s ; Dr. Jrs Ma
; Antonio de Lemos Braga, no Araeaty ; JoSo Mara Julio Otares, do Ass ; Antonio Marques da Ira, no Natal; Jos Justino
s, na Villa da iM.ha; Belarmino d.os Santos Bulcao, en Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
Abres, na Baha : adise Ribeiro Ossparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFHJIAL
-overa da ara viada.
'^TUNTE ANJKADO TELO EXM. S. DT!. MAVORL DO
sMfltlKVrn MA<:R.\BO P0I1TW.LA, VtCE-rmCStRNTE JlieOlO
ji.viovi.vuia, en _6toE o ruano db 1869.
1.* seceso.
N. 8i8. Portara ao Exm. Sr. general eomman-
, Viote. ihecimento e esoeucao copia do aviso circular
JiO txH > ministerio da guerra em 8 deste
mandando censar as commissoes de poslos
lite tiverem nesla provincia o crurgioes milita-
res.
Copia do qcigo chxular.
Circular.Riode Jineiri.Ministerio dos ne-
j-ems di guerra,em 8 deoutbro de 860.=lllui.
Exm. Sr.Devondo cessar as eommssoes dos
' 'st que tiverem nesga provincia, os cirurgiocs
iiltares, poniusuto ellas si) so admissiveis em
servico de guerra ; assim o declaro a V. Exc. para
sen conhecimento e execudio.
I -us guarde a V. Ex.liaran do Muritba.Sr.
residente da provincia do Pernambuco.
Cu-n;>ra-sePalelo do governo de Peroambu
', em 5o de ontabro de W).Dr. Nascimento
NMMjNa.
\". 8.9.Dita mesmo.Informa V. Exc. se
tu a g'iui local, p?rteneenteao ministerio da guer-
ra Mra onde possa ser provisoriamente removida
itvora quo existe depositada no forta do Bura-
lauto nao se faz nutr paiol, conforme exi-
i aviso daquelle ministerio de 9 Cesta mez junto
r capia.
J. 8'i).[i;(:i ao director da arsenal da guer-
, r.. I.;;< poder sati>fazer o dispasto no aviso da
:lie,. ifa guerra de f.'i do crreme ju:Ho por
;i. informa V. S acerca do qua expoo no (nal
i i seu i an eer, tambero por copi.i, a commissao
nmeada para enventarar o examinar os livros o
l'ipos depositados nesse arsenal cm 23 caixfte.
"ni i os archivos ios hatalhCcs de 1* lialia
i! aqui t -guirain para otheatro da guerra.
-V. I. Dita ao mesiii a. Para cumprmento
_vi) circular do ministorio d3 guerra de 8
leste uiez junio por copia. cnvicV. S. a esta presi-
<.ncia a nlaco nominal dos tArorgiCaa militares
dos reformado! o eivis, quo se acliam nesta pro-
ilr (jiie trata o uiesrai awso.
R.B31Dita ao ca, itao lo portoUommunico
V. S. para o seu conhecimento e dlreceo que S.
. o Imperador luuvo por hcn) eonced.r o seu
o aviso d*aqnene ministerio d 9 deste moz junto
por copia.
N 865.Dita ao iaspeetor da ihesouraria pro-
vincial. Atniindu ao que oilmitou o regedor in-
terino do Grinno em offieto de h intem, recotn-
mendo a V. 8. que em vista da melosa eonta
mande entregar ao secretario d'aquelle_estabeleci-
baeturel Antoni i de Assuoipcao Cabral a
quantia de t.QOJ, proveaieul <_ coacerto de
um piano do inesm Gyin^iajio.
N. 866.Dita ao mermo.Transmuto a Y. S,
as duasinclusas contas esn duplcala aflu d>. que
mande liquidar a dejpeza feila durante os metes
de agosto c- setembro deste asno, cora- o sustento
dos presos pobres da cadoia di termo de Santo
Antao, c pague a sua importancia a Flix de Fi
gueiroa Paria, conforme solicitou o juiz munici-
pal d'aqueNe termo em ofeio de 13 do crreme
.N. 8fi7. Dita
imperial exequtur a nonieaeai d) Sr. F. A. Wt
n Un para cnsul da Su-cii Noruega nosta pro-
le do imperio, de
at o limito sootentrional do
v.ncia, e oraros portes do norte do imperio, desde
irh fe S 1'rancisco
2.1 saccTio.
N. f*53.Portara aoExm. Sr. p/asideote da re-
laca.i.Envit-me V. Exc. copia do edital to que
'rata o seu oilicio do 11 ieag-iato ultimo para q:ie
pojm tur o conveniente destino os renuerimentos
Ijs pratenVtai i serventa valicia do oQkio de
rivf. de appellarfej ame tribunal, creado
ulttinamente.
N. 8;i.Dila ao chefe do pollda uterino.Com-
nuni-.j a V. S. para seu eonbedimento e direccao,
que Sua M igestade o Imperador kouve por bem
'.!! o seu imperial evnfiatur a norneagao
Sr, F. A. Wugrelin para costal Ja Suecia e No-
ruega aesta provincia, o utros portos do norte
I i i-.v. i ii.i. d.-sde o rio do S. Fra::-isco at o
ptentrional do rasl.
v. 83xDita ao eomroindanto superior da
ffuard : nacional de Itamb.-Em resposta ao offl-
de V S. de do mez Bsdo, tenho a dizer-llie
que pele governo iinper.,'. I ouim submelti a
lvida por v. S. proposta, fui declarado por aviso
i i ofioisterio da juslica do 16 do corrente, que
tendo ficado avulso o tonente-eoronel Cassiauo
);!avianc> da Cunha Vasconcellos, e por conse-
K'jinte lora do quadro d) bitalhao n. lo daquelle
iticipio pelo facto di rein'egrac.io do teen-
-! Joaquim Francis&i Civaljante Los, no
u injpi dimento compele o comniando daquelle
bata litio ao major Ursulino Cavbanle do Reg
Vasconcellos.
.V. 8j. Dita ao juiz municipal di Ia vara desta
''de. Transmiti a Vine, para os devidos flus
iaalasas guias dos sentn fiados na capital da
jirovineia de Minas-Gcraes, Josj Gomes da Silva
U_* e Maaoel. escravo.de Antonio Sabino de Le-
'->, os quaes vieram da corte com destino ao
presidia de Fernando de Noronha, onde devem
-umprir a pena de gales porpectuas a que foram
.il'uui con de m nados.
N. 857. Iia ao commaninto do eorpo prov-
- rio de polica.Mande Vine, destacar no 2 dis-
irite de subdelegada da freg'iatia de Gamellera
a tfisposicio do respectiva subdelegado at se-
jndu ordem desta presideacia, dez praeas do
<-i;.rpu sob seu commaado.
N. 858. Deiiberaco. O vice-presidente da
tioviucia. de conforundade com a propostado Dr.
de peNa *m ofclo n. 1536 do 23 deste mez
r wolra nomear para o lugar vego de subdelegado
> districto d'Aguas-Bcllas do termo de Buique
ao aiferes l.anriano Goncalvjj de Azevedo.
N. 8M.Dita.O vice-presiden"-; da provincia,
' confirmiddc com a propus co Dr. chefo de
i." em offljio n. 1121 d; 59 do mez Ando, re-
sotve a tcm do servioo pitblico, supprimir o dis-
Qi subdelegada denominado Peripiri do
: rn:o de llonilo, passando oterrtorii do mesmo a
i!c,T an da colonia de Pimenteira.
'! sceeao.
N. 66UPortara ao inspector da thcsourarla
; far-nda.SuguuJo aviso-io ministerio da jus-
ihj.i i.'j 16 diste naez, (,i tpwvala a doliberacao
I -i i presiden mandou pagar a Ernesto
de A ni lo a quantia do C'J/666 pelos aer
vi eos prestad-* do i.'1 a ij* !i junfto ultimo eom
iVial iateiiao da viuta do porto om virtude de -que vek anexa ao citado offlcio.
tar o Ktaivo tommmni* na assembla pro
i d, Coovciq purera ate V. S. infrme se a
ifetiMeacM 8f.credito por 0*1* (bi elTectada essa
na proveio da ciroumsancia de haver o mes-
onpregdo-optado o ordenado do emprego em
V t '': i S_J.
ti. 8^1.Dita ^ao nijrao.fJonstaodo de aviso
-(?pmicilo" 8a guerra de 2 do corrente haver
- licitado ao da fazenda a expedi-^o das eonve-
i; entw oaVMis f ara" que por caftti di g 14 -Obras
tares do exercicia corrente, seja concedido a
-m ibeetararia um credito-da quantia de tfliOO
orrer ao pajamenti dos concertos"feitos
feg" Ba fortaleza do Brum; assim o declaro
'. A.fpi seu c.Jniiec!feato e Qnseenve-
i. entes.
N K'2.-lMta ao masaio.-Communico a V. S.
ira seu coubeciiucnti a fias convenieales que S.
fnjostade ;6' Impera lor ftoave por bem con:eder
- il iaqaalur anomeao dO'Sr. F. A.
para co" '
^ ___C
N. 88.T.*Djta"aa m^orTransmitto a V. S-
nt) o lina convenientes copia
pel muisterio da
mandando cessar as
pHrem nesia provincia
iBfdroa* V. S. se ha'
stelo da guerra.
ais removida a
do Buraco,
rme exige
ao mesmo.Transmiti por co-
pia a V. S. para sen eoithedmento e devid.i exe-
cucao na parte que Ihe tocar os contratos celebra
dos com o arao doLivramont) para a factura
das pontes da Passagem da Magdalena e Casanga,
e com Justino Jos de Souza Campos para o abas-
tecim'iiio d'agua potavel a cidade do Oiindi.
N. 868.Dita ao mesmo.Declaro a V. S. para
sea eonliecment e devidos elTeitos que acabo de
recommendar ao oliafo da reparticao da sobras
publicas que mando proceder com urgencia aos
concertos constantes do orcamento junto por co-
pia na importancia de 1:7601000, os quaes se fa-
zem preeizos na casa que se destina ai Asylo d
Mendicidade, devena essa quantia correr por
conla dos dndeiros do mesmo Asylo em deposito
nessa thesouraria
N. 869.Dita ao chefe da reparticJo das obras
publicas.Mande Vine, proceder com urgencia
aos canenos constantes do orcamento que na im-
portancia de i:760.SOOO veio annexo ao seu offl-
cio do iiontem sob n. 363, os quaes se fazem pre-
cisos na casa que se destina ao Asvlo do Mendici-
dade.
N. 870. Dita ao mesmo.Transmitti por co-
piaba Vine, para seu conhecimento e devida exe-
cucan na parte que Ihe tocar, os contratos cele-
brados com o baro do Livramento para a faelura
das pontes da Magdalena e Cuang e com Justi-
no Jos de Sjuzi Campas para abastecimento de
agua potavet a cidade de Olinda.
4' sejeao.
N. 871.-.Portara aos niomhros da commissao
encarregada do Asylo de Mendicidade.Tendo
nesla dala mandado proceder aos concertos nece-
arios na casa destinada ao Asylo de Mendicidade,
assim o commumeo a commissao encarregada das
negocios do mesmo Asylo, enmprindo qu^ a mas-
an commissao de accordo com o director onga-
do rae envi urna relaca* das movis e mais ob-
.idos necessaros para que possa funecionar
aquclle eslal'elecimenlo.
iV. 872.Dila ao gerontc da companhia Per-
uambucana.O Sr. gerente da companhia" Per-
nambucana mande dar urna passagem do estado
a r alu o Acarar no I. vapor que para all se-
iuir w juiz de direito da comarca do Principo
mperial Gnillir-rme Corddro Colho Cintra.
EXPEDIENTE ASS1CNADO PELO SU. Dlt. JOAQUIM COH
REA DE AR.U'JO, SECRETARIO DO GOVKR.NO EM 26 UK
OCTfBRO VE 1869.
2* seceao.
N. 873.tMlicio ao Dr. chefe de polica interi-
no.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta ao seu o.'licio
n. 1,535 do 2,1 deste mez que nesta data se orde-
nou ca para fazer destacar n> 2." dislrclo da subde-
legara da fregueza de Gamelleira dez praeas
daquelle cerpo al segunda ordem.
N. 874.Dito ao mesmo.Do ordem do Exm
Sr. vice-presidente da provincia, transmiti a V.
S. a delberacao desta data junta por copia pida
qual foi supprmido o districto policial da subje-
legaca de Peripiri do termo do Bonito, passando
o sou territorio a nerteneer ao da colonia de-Pi
menteras, ik conformidade com a proposia de
V. S. em officios n. 1,421 do 29 de setembro ulti-
mo e n. 1,538 de 23 do corrente.
^ N. 875.Dito *o mesmo.De ordem da Exm
sr. vice-pre-idente jm pnvincia, transmiti a V.
S. o titulo de nomca do alfares Laurenio Gon-
Salve* de Azevdo para o cargo de subdelega lo
o districto de Aguas-Bellas, ao conformidade
com a sua proposta em offlcio n. 1,536 de 23 des-
te mez.
N. 876.Dito ao juiz municipal do termo de
Sanio Anbio. O Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. em resposta ao seu
offlcio de 13 do corrente, quo a thsouraua pro-
vincial tem ordem para pagar a Flix de Figuei-
ra Ferias a quantia constante do citada offlcio.
3.a scelo.
N. 877.Offlcio ao Sr. inspector da thesouraria
ae fazenda.Sua Exc. o Sr. vice presidente da
provincia manda traosraittir a V. S. as doze in-
clusas ordens, sendo'dez do tbesouro nacional
sob numeres 172 a 174, 176 a O e 182 e 183 e
duas em duplicata nmeros 691 e 692, expelidas
pela reparticao do ajudante general e bem assim
um offlcio d.t directora geraldas rendas publicas
datado de 13 do corrente.
N. 878. -Dito ao inspector da thesouraria pro-
vinelal.Sua Exc. o Sr. vce-presidenie da pro-
vincia manda commnnicar a V. S. para seu co-
nhecimento que segmulo consta de offlcio do di-
rector geral da nstrucejo publica de 23 do cor-
rente- rcassumio elle nossa data o exercieio do seu
cat^o.
4 scelo.
N. 879. O.Ticio ao regedor interino do Gymaa-
sio Provincial.Sua Exc. o Sr. vice-presidente da
provincia fnanda declarar a V. S. era resposta ao
seu offlcio de hornera que a thesouraria providnal
tem ordem para entregar ao secretario dessa e3-
tabeledmentn, bacharel Antonio de Assumpcao
Cabral a quantia de 1 ijfOOO constante da conta
lf? Pontos, para ir ver sua familia na villa de
ricury. Deste modo ffea deferido o roqueri
da mencionado cadete a que alinde o seu o
d) 26 do corrente sob ti. t>i4.
N. 88a.Dito ao coronel Higina Jo* Coel
Pelo seu offlcio de boje datado,'tico sciepte de
ver V. S. passado o exercieio do cargo 4e dire
da arsenal, de guerra ao roatiro (iropriet
majer ywiw6' naphaM V ** I^efo. Ap[
veito a occasiao para louvar o zelo e dedica
com qua V. S. serWo aquello log H. 884.Dtto ao inseotor Ao rsenfir de m
nha.Providencie V. S. para que de'conformid
com a sua infsrmacao de 23 do obrronto^aub
1818, sejam recolhidos a um dos armixei de
arsenal o lia lelegraphico, que se acha deposita
ni alfandega desia cidade, no taso de ser predi
para o servico daquelia reprt3o o espago p
elle all oceupado, cero de que neste sent lo vi
oifldar ao inspector da thesouraria de fazenda.
N. 887Dilo aa capito do p rio.Autor!
V. S. a mandar imprimir encadeanar dous livro|
do 200 felhas'cada um, para os recibos das mu
las que se cobrara nessa capitana, coma solicito
em seu oflido sob n. 131 de 26 do crrante.
N. 888.Dito ao cnsul de Portugal.Trans-f
millo ao Sr. Dr. Claudino de Aranjo Guimaraos
cnsul de S. Magestade Fidelssima o incluso map
pa nominal dos subditos portuguezes fallecidos i
sepultados no ceraitorio publico desta cidade du-
rante os mezes do juina a setembro ultimo, com
solicitou o mesmo Sr. cnsul em offldo de 9 do eo
rente. Aproveito a opportunidade para renova
ao Sr. cnsul os protestos de minha estima c con
si de radio.
N. 889.Deiiberaco.O Sr. vine-presidente da
provincia atienden lo ao que reqereu Francisco
Ganes d Casta, aja I nt* d i p >rto d > arsenal de
marinln, resolvu conceder-lhe-3 mezes de lcenga
sera vencimeutos, para tratar de negociae de seu
partiotlaf interesse.
2' seceao.
N. 890rPortara ao commandante superior da
guarda nacional de Serinliaem. Tendo por deii-
beraco dasia data, de conformidade com a sua
informaco de 7 de agosto ultima sob n. 2a, traos
ferido para o servico da reserva o capitao da 4*
oinpanliia do btlalhao n. 42 da guarda nacional
sob seu commando superior, Candido Manocl de
Sama Oliveira ; assim o coinmunico a V. S para
sen conhecimento e aUm de que deterntine ao re-
ferido eapjtao que trate de apresentar a sua patn-
tente na secretaria do governo para ser devida-
mente apiistillada.
N. 831. Dita ao commandante superior da
guarde nacional de Cabrob,Faca V. S. constar
.10 capitao commandante interino no batalhao n.
4Sde infamara era respasla ai olfldo qu: em 21
do mez ttndo di"igio a esta presidencia que, egnn-
do o dispista ;i > ;.it. 81 do decreto n. 722 de i5
de outubro do 18-50, os officiaos nomealos para os
batalhes prestara juramento perante os respecti-
vos commaiHlantc9; parm urna vez jurmentadas
pelo commandante superior, devem os juramentos
assim prestado* produzir ot' devidos effcos, e qu.
iar loi ua padera o socrotaros d > eummando
superioroa de corpos neroelier emolumentos pe-
los actos (fue prale ira era virt le il i sois postos.
N. 892 Dita ao eommandantc superior da
guarda nacional da Boa -Vista.Tendo nesta data
le conformidade com a sua inform ica > de 20 de
junte) ultimo, de-ignado o batalhao 49 para a elle
ser aggregada o capita do 52 batalhao do Ex
Antonio Luiz Peixolo de Barrds, que fixoi seu do-
micilio no municipio do Ouricury ; assim o com-
muniM a V. S. para seu conhecimento, restituin-
do-lbe convenientemente apostllala, afim de que
lenha o devido destino a patente do referido ca-
pitao que veio annexa a sua citada iuformacao.
N 893.Dila ao juiz municipal supplente da
1"*vara desta cidade.Ao offlcio de honlem dala-
do, em que Vme me consulta acerca das guas
dos sentenciados, que estiverem no caso de em-
barcar para o presidio de Fernando no vapor Co-
rnrtpe, respondo que mande prepara-las, afim de
N. Sito.Dito ao director goral int rno da ins-
trucca pubfloa.Sua Exc. o Sr. vice-presidente
da pr 'Vincia manda declarar a V. S. que p lo seu
oilido de 2> da corralo sob a. 3ii, lioou inteira-
do de haver V. S. transferido para o dia 3-da no
vembro iiraximo viadnuM o eximia de bablitacao
que dfla ter lugar luje peanle essa directora.
t. 8M.Dito ao Exm Sr. director geral da
nja to da provincia manda declarar a V. Exc. que
pelo seu offlcio datada de bontem tcou inieirado
de haver V. Exc. n'aquella data reassumido o
exerdeio do cargo de director geral da nstrueeae
publica.
tXPEDIKNTE ASSIGSADO PELO EXM. SR. DB. MANOEL D'.
NASCIlNTO MACHADO PORTKI.LA, VHlE-PRBSlOtN-
TE DA ROVIXCIA, EM 27 DE OUTUURO DE 1869.
I." scceo.
N. 883^ Portara ao Exm. Sr. genfral com-
mandat das armas.Cnninunica a V. Exc. pa-
ra seu eonhecimeirto, 9 aflra de qnte faca scienie
ao capita-i reformado do exereite Mannei CLiudi-
nb de Oliveira Cruz, aetualraenio empegado no
presidie de Fernando, que, segundo eonsta de
aviso da reparticao da guerra de 8 deste mez foi
iudeferidu o roquorimento em que elle pedia a
etape d que trata o decreto n. 1,2.54 de 8 de ju-
nho d* 1865 por nao coostar ter prestado serv
cas de camp-.nha par occasiao da indepsndencia
e adiar-se empregado n'aqaelle presidio na qual i
dade de atmoxarife, dispondo flos preciso moios
para pri>ver sua subsistencia.
S. 884Dita ao mesmo.Pode V. Exc. conce-
der permlssao ao2' cadete invalido do corpa 11
P! 9e vi !r.ntarios di oatria. Manuel Casado Coe-
# ^-5o-Dita ao iitivector da thesouraria de
razeuda.Lommunico a V. S. para son conheci-
mento e flnsconvenientes que no ,!ia 9 desetom
tiro uttnna falleceu o fen-mte raforanda da exer-
cito Francisco Joaquim Michado Freir.
R. 90).Dita ao mesm. Mande V. S. depois
6de liquidados m vis! i da fblha o pret nomina',
ntos era dunlicala. p.ig'r a Pedro Paulo dos
ntos, conforme solicitoir o commandante supe-
rior do municipio do Un-jo em offlcio do 14 de
setembro ultimo, os venciniento* relativos ao raer
de agosto proxi no luda do offlctal a pracis da
guarda nacional destacadas ni villa da Cimbres
ou Pesqueira.
N. 9iDiw ao mesmo.(>)mmunico a V. 8.
para seu embcimento, que regrussanlo da corte
onde se achavj o maj ,r Francis-jo Raphiel de
Mello flega, rea.?lrmira no dia 25 do Corrente o
exercieio do cwg) de director do arsenal de
guerra.
N. 905. Dita aa mesmo.Em resposta ao offl-
cio que V. S. me rigio em 13 do carren-n, sob
n. 725, Icnho a dizfr que no ca-o de ser preciso o
lagar qne occuaa m afaSflOga desta caaitil o fio
telegraplilco qne se ada all reiolhido, pode elle
ser removida para um dos armazens 00 arsenal
do marinln. al qiv enha o conveniente destino
segundo inrorma o inspecwr da mesmo arsenal
em offlcio.. n. 18'^; de M deste mez.
R. 906.Dita ao inspector da thojourara pro-
vincial. Transmiti, par copia a V. S. para sou
conhecimento e devida execucao na parte que
he tocar, a deliberacio de bot, pela quil resolv
rescendir o contracta crfebrado com Antonio
'rancisco Pees de Mello Brrelo o Antonio Pereira
da Cmara Lima pan a factura das obras dos 9,
10", II e 12 lances da estrada da Escada.
R. 907.Dila ao mesmo.! Flix do Fignciroa
Faria, mande V. S. pagar, dapois de liquidada,
em vista das duas ndu.-as coritas que me remet-
teu o chefe de polica interino cora offlcio do bon-
tem, sob n. loiii. a desjieza feita nos mazea do
agosto e setembro desle nnno, com o foruecimen-
te de Inz o agua para o quartel da desticamento
da cidade da Victoria.
-N. 908. Dita ao inesrai.-Tiansmilto a V. S.
o incluso pret em dopcata, aii n de liquidar os vencimenMs relativos ao mez do se-
tembro ultime, das praeas da guarda nacional
destacadas na povuacio dos Montes o pagar a sua
importancia a Joau Francisco dos Santos, confor-
me solicitou o commandante superior da munici-
pio do Agua-Preta em offlcio de 19 do corrente.
X. 909.Dita ao mesmo.Em vista da sua n-
lormacao de 25 do corrente, sob n. 602 o do que
ponderou o director da escola normal em offlcio
de 27 de setembro' prximo linio, autorsa nesta
data aa engenheiro li-cal da illuminacao publica
a mandar proceder os conrertos de qua precisa
os pparellias da llumiuacao a gaz da referida es-
rola ; o que coramunico a Y. S. para seu conhe-
cimento
N. 910.Dita ao mesmo.Annuindo ao quo so-
licitou o lenente-coronel commandante di corpo
^ovisoro de poHcia, em offlcio da 21 do corr.-nte
sob n. 495, recomn nlo a V. S., que, em vista
da inclusa conta, mande pagar a Agr A O a
quantia de 50JOCO proveniente dos enterres dos
cadveres das praeas d'aquelle corpo Joo Fran-
cisco Vieira c Joaqnim Dumiao da Silva.
N. 911.Dila ao mesmo.Devolvendo a V. S.
a conta e mais papis que vieram annexos ao seu
offldo de 29 de setembro ultimo, sob n. 596, rela-
tivamente aos cujelos fornecidos para o expedi-
ente do gyinnasiu provincial no semestre de jnlho
a dezemluo deste anuo, tenho a dizer em resposta
que depois de clediuda da saldo que existir no
crdito" volado pelo S 2' d > ari. 8 da lei do orca-
mento vigente, a quantia noressaria para paga-
mento da salara do servente da mesmo gymnosio
mande pagar da awucwoada canta tanto quauto
restar desse saldo.
N. 911.Bita an chefe da reparticao das obras
publicas.Tran-iiiltn por copia a V. S para SOU
conliecimi-ii!' e devida exenie.io na palle que Ihe
- .
foi exonerado, como tud propoz V. S. no atado
offlcio,
R- 911.Dito ao commandante superior da
guarda nacional dos municipios de Barrearos e
Agua-Preta.Resta data aularisou-se a thesoura-
ria provincial a pagar a Jala Francisco das San-
tos os vencmontos cjustantes da offldo de V. S.
datado de 19 do correte, o qual (ca as>im res-
pondido, de ordem do E*ir. Sr. vico-presidente da
provincia.
X. 922.Dito ao commandante superior da
guarda nacional dos municipio} do Brejo e Cim-
bras. S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar a V. S, em resposta ao seu offlcio
de U de setembro ultima, que a thesouraria de
fazenda tem ordem para pagar a Pedro Paulo dos
Sanios os vencmentos constantes do citado offldo.
R. 923.Dito ao jniz municipal e do orphaos do
Itio-Forraoso, Jos Julio Rigueira Pinto de Siuza.
"?rde-n do Exm. Sr. viee-presidente da pro-
vincia aecuso o reeebimento do offlcio de 22 do
corrente om que V. S. Ihe comtnunica que na
mosma data entrn no gaso da licenei que Ihe foi
concedida por deiiberaco desta presidencia de 18
de setembro proxlm > p issado.
N. 92%. Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.3. Exe. o Sr. vice-presidenlo da
provincia manda declarar a V. S., ora resposta ao
seu offlcio do 23 do corrente sob n. 495, que a
tbesourara provincial tem ordem para pagar a
Agr 4 C. a quantia de 50J000, constante do cita-
do offlcio.
3.a seceao.
N. 925.Offlcio ao inspector da thesouraria do
fazenda De ordem da Exm. Sr. vice-presidenle
da provincia communco a V. S. que o juiz muni-
cipal e do orphaos do termo do Itio-Formoso, ba-
charel Jos Juliao Rigueira Pinto de Souza, a 2
do corrente principiou a gosar da leenea com
vencimf ntos, que Ihe foi concedida por deiiberaco
de 18 de setembro prximo flndo.
4a seecio.
R. 926 Offlcio ao director geral da nstruceao
publica.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia manda remetter a V. Exc, em resposta ao seu
offlcio do 25 do corrente sob n. 344, a inclusa se-
gunda via do titulo de Francisco Camello Pessoa
Cavalcante para delegado Iliterario do districto do
Maranguape.
aa i*
CWaTliDO PBLICO.-Owaano
Janeiro :,
Rosa, Pernambuco, 7 dias, Reeifa; aspaam
Firmino da Silva, Pernarabaoo, 30 aaa *oid-
ro, S. Jos; aogado. ^
Domingos, frica, 58 anno*. sobeiro ____ -
hypertruphia. ^ '
Pernambuco, 18 dias, S. Jos
es-
Aatonio,
pasmo.
Claudino Jos do Naseimento, Miaas-Gcraas, 54
annos, casado, Boa-Vista; espasmo.
Anna, Pernambuco, 1 da, Bja-Vista : enav_-
s5es.
Seraflm Pereira da Silva M mteiro, Pernamlkk
50anuos, casado, Santa Antonio; thysica pulm-^-
nar.
Am'elia,
ttano.
Pernambuco, 3 mezes Santo Antonio ;
PUBLICACOES A PEDIDO.
que os referidas sentenciados possam embarcar a ioe 6 de novembro prximo futuro.
N. 894.Dita ao uiz de orphaos e ausentes da
capital.Transmiti por copia a Vme. o offlcio que
com a dala de 12 deste mez recebi do cnsul do
Brasil no Porto, communicando ter fallecido all a
subdita brasilera Carlota Maciel de Oliveira Slga-
la, viuva de Joaquim Goncalves Salgado, deixando
bens nesta cidade, aflm de que a res;>eita do seu
espolio d esse juizo as providencias que estiverem
a seu alcance e couberem as snas all ibuicoes.
N 89a.Dita ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vme. engajar | no corpo
sob o seu comraando ao paisanoFianklin de Car-
valho, visto ter sido jnlgado apto.para o servico
do mesmo, como informa Vme. em seu offlcio de
25 do corrente n. 498.
N. 896. Deiiberaco. 0 vioe-presidenle da
provincia attendendo ao que reqereu o capito
da 4' companhia do batalhao n. 42 da guarda na-
cional do municipio de Seriohem Candida Manocl
de Souza e Oliveira e a que este offlcal aeha-se
incapaz de continuar no servico activo por soffrer
molestia incuravel, segundo se v da resultado da
inspeceo a que foi subinettido na forma do de-
creto n. 3496 de 8 de julha de 1865, e tema em
vista a iirformacao-do respectivo commahdahte
superior interino de 7 de agosto ultimo sob n. 25,
resolvo transferir 5 referido capitao para o servico
da reserva.
R. 897.Dita.O vice-presidente da provincia
allendendo a que o capitao do batalhao oz do mu-
nicipio do Exu Antonio Luiz Peixota do Barros
temi transferido seu domicilio para o do Ouricu-
ry fez sua apresentacao em 10 de abril desle an-
no-, munido da compleme guia ao respectivo com-
maula ite superi r, seganda informa este em offl-
ci 1 do 20 do junho ultimo, resalve designar e ba-
talhao 49 de infaniaria para a elle ser aggregada
o referido capitao.
R. 898.Dita.O vice-presidente da provincia
allendendo ao que Ihe reqereu Telcsfero Marques
da.Silva Jnior, t nente aggregado ao batalhao n.
46 da guarda nacional do municipio de Agua-Pre-
ta, resolve conceder-lhe um ano de brenca para
tratar deseus interesses particulares tora da pro-'
vincia
N. 899.O vice-presidente da provincia alten-
deudo a proposta do chefe de polica interino, de
26 do corrente, sob n. 544, resolve exonerar para
o cargo de 6 supplenla do subdelegado do 1* dis-
tricto da Ex ao cidado Antonio Jos de Car-
vallio.
R, 900.Dita.O viee-presidente-da provincia
altendcoda a proposta do chefe de polica interino
de 26 do crrante, sob n. 1544, resolve nomear a
Belarmino Ferretra Liberal do cargo de 6 sup-
pleme do subdelegado do 1* districto do termo do
Ex.,
3* sesco.
R. 901.Sortaria ao presiJente da assaeiacan
eominerdal beneficenle.Acciso recebido o of
fL-io de 25 do corrente era que essa direccao par-
tecpando-me haver conseguido do commandante
do'vapor Cruzeiro do Sul ospicar a li ora de sua
sahlda para os portos do norto aflm de conduzir
as malas que com destina aquelles portas trouxc-.
ra o vapor inglez Doiu-o, cheadoda Europa, so-
licitoua expedicSo das oonvententes ordens neste
sentido ao administrador do correio e em respos-
ta tenho a dizer que havenda dado essas ordens,
declarou mo a melle administrador quo estaudo
promplas as malas d que se trata deixaram de
seguir a scus deslinos por Dio ter-m sido procu-
radas pelo commandante do 1 daquelle! vapores
qae parti as oito e roela horas da noute.
cendir o contracto celebrada cora Antonio Fran-
cisco Paes de Mello Barreta c Astenia Pereira da
Cmara Lima pan a fa-iura das obras dos 9",
lii H e i-i leos da c-trada da Escada.
N. 913. DUboracao. O vicepresidente da
provincia tendo em vista o que requerevam Anto-
nio Francisco Paes da Mello Brrelo e Antonio
Pereira da amara Lima contraanles das obras
dos 9*, 10, !1 c 12" lan-is da estrada da foca-
da, c bem assui o que a sto respeila informaram
a reparticao das obra- publicas e a thesouraria
provincial era ofli'ios de 4 de agosto e 14 de se-
tembro deste anno resolve reeindir o contracto
celebrado com os suplicantes en 10 de junho de
18G6 para ,1 constroccae de taes obras fieanda el-
les'obrigados a restituirem aos cofres da mesma
thesouraria acuantia Je 7:571 j*G4 rs. que de
mais recebenrai pois segundo consta da informa-
cao das obras p11I.lie.1s adina citada, importando
em 24:428736 rs. toda o tr.ibalho M_s recebe-
rain os omiratantes prestac/ies no vah>r;de .....
32:000400^. E ordena que neste sentido sejam
expedidas ai conveniente.- ordens.
4.* seceao.
N. 914.Portara cmara municipal da cidade
de Olinda.Declaro cmara municipal da cidade
de Olinda, em resposta ao seu offlcio de 21 do cr-
rante, que appravo o arreadamente do becco de
que trata o termo que par copia veio annexo ao
seu citado offlcio.
R. 915.Dita ao director da Escola Normal.
Declaro a V. S.. em resposta ao sen fflcio de 27
de setembro prximo flndo, que nesta dala auto-
riso ao engenheiro fiscal da lleminacao publica
mandar preceder os concertos de que precisara 03
apparelhoi da Huminacao a gaz desso eslabelec-
mtralo.
N. 916.Dita ao mesmo.Para se poder man-
dar effecluar os pagamentos de que traa o seu
offlcio de 6 do corrente, faz se preciso que V. S.
me remella a conla dos instrumentos comprados
para a aula de ebrnea desse estabelecimento, e a
aue se refere o final do diado offlcio.
N. 917.Dita ao engenheiro fiscal da illumina-
cao publica Era vista de sua informadlo de 9 do
corrate sob n. 345 e da thesouraria provincial de
25 sob n 662, mande Vme. proceder aos concertos
de que precisam os apparelho9 da Huminacao a
gaz da Escela Normal.
N. 918.Dita ao gerente da companhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar orna passagem de estado a
r at Pencdo, no primetro vapor que seguir para
o sul, ao promotor publico bacharel D. Luiz de
Souza da Slrveira.
MPF.D1ENTF ARStONADO PBLO Sn. DR. JOAQUIM COR-
REA DE XRAt/O, SBCRFTAR10 DO GOVERNO, EM 27
de orrnmo Dr. 1869.
, t* seclo.
N. 919.Offlcio ao Dr. chefe de polica interi-
no.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia, res-
ponden* ac offlcio de V. S. dtalo de h mtem e
sob n. loiii, manda declarar a Y. S. que a thesou-
raria provincial tem ordem para pagar a Flix de
Figueirfca Paria a quantia de 3*1990, constantes
do citado oWeir.
N. 920 Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provinriai manda-me responder o
offlcio de V. S. de 26.'do corrente sob n. 1544,
eom a remesa a do lituio incluse do 6 suppleato do
subdelegado do Io districto do termo da Ex, An-
tonio Jnse d Carvalho, noineado .por doliberacao
desta data era substilnioao do Betermino Ferreira
Libera! irr.c por outra iVbencAo tambora de hnio
despachos da presidencia da provincia do dia
4 de Janeiro de 1870.
Desembargador Alvaro Barbalho Vchoa Caval-
cante.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazanda.
Antonio Francisco de Souza.Informe o Sr.
desembargador provedar da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Antonio Servulo Pessoa deLacerda.Expeea-se
ordem para a guia de miidanca requerida.
Basilio Luiz Coelho.Indeferido, a vista da in-
formadlo.
Bacharel Chrysolty F. de Castro Chaves.Ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Companhia Pernambncana.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Jos Augusto de Aranjo. Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria proviicial.
Joaquim Martins dos Sanios.Expeca-se ordem
no sentido que o supphcante requer.
Joan Hyppolito de Meira Lima.D-sc a proa.
Jos Juo de Amorim.Como requer.
Luiz Epiphaho de Souza.Informe o Sr. admi-
nistrador Jo correio.
Rasa Maria do Espirito-Santo Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Repartido da polica.
2* sce.cao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 5 de Janeiro do 1870.
N. 19. Illa, e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta alas parti-
cipadles recebidas n'esta reparticao, foram hon-
tera recolhidos casa do detencao os seguintes in-
dividuos :
A' miaa ordem, Tiburtino Jos dos Santos, vin-
do de Nazarelh, como criminoso de diversas mor-
ios; Vicente Ramos Pereira da Silva e Theodoro
Aniceto Pereira da Silva, como pronunciado no
art. 201 do cdigo criminal.
A' ordem do subdelegado do Recife, James Bass,
por disturbios.
A'ordem do de Santo Antonio, Nicolao e Joa-
quim. oscravos, este do Victorino Jos Monleiro, e
aquelle de Joaquim Manoel Ferreira de Souza, o
primero por disturbios, e o segundo requeri-
mento de seu senhor.
A' ordem do da Boa-vista, Maria Benedicta da
ConceicSa, por insultos.
A' ordem" do da Muribeca, Flix Claudino Da-
roaceno, como su-peita de ser criminoso de morte.
Por offlcio de 3 do corrente parlicpou-me o de-
legado de polica do termo do Pao d'Alho que as
3 horas da tarde do dia 19 do moz prximo flndo,
em ierras do engenho Lueal, do 2- districto da
freguezia daquelia villa, Ignacio Francisco, conhe-
cido por Ignacio Caxito, foi brbaramente assassi-
nado por Jos Lopes da Silva, sando curaplices no
iubsuw crime Joo Mauoei do Rascenlo e Ma-
nuel Goncalve do Nascira.mlo; procedeu-se ao
corpo de delicto, ia ser instaralo o competente
summario, bem como que foram logo presos e re-
colhidos A respectiva cada os referidos Joao Ma-
noel e Manoel Goncalves, e deligenctava-se a cap-
tura de Jos' Lopes.
Deus guarde a V. ExcIllm. o Exm. Sr. se-
nador Fredcrico de Almeida e Albuquerqne, pre-
sidente da provincia. O chefe de polica, Luiz
Antonio Fernandes Pinheiro.
BEVjTSTADIABIA.
ASSASSINATO.Em 19 do passado foi assassi-
nado, no engenho Lucal da.freguezia de Pao d'A-
Ibo.- Ignacio Francisco conljcdo por Caxito, por
Jos Lopes da Silva, Joo Manuel do Nascimento, e
Manoel Goncalves do Nascimento. O primero lo-
grou evadir-so, sent presos os dous ltimos.
1GREJA DO MONTEDe dia em dia peiora o
estado deste templo em Olinda, e era um s pusso
se d para os devidos reparos, nao se pudendo J
fazer a festa qo asno passado, por lemerem os de-
votos a cabida da viberta. Nao haver quera pos-
sa por um paradeiro m voolade de alguein
esse templo ? Porque razo nao mandara os reli-
giosos, cuja guarda se acha o templo, fazer os
necessarios reparos ; ou porque nao cedem o nso-
frueto do edificio alguma contraria, que mediar
zle aquillo que elles desprezam?
DELKGAC1A DE POLICA.Acha-so no exer-
cieio interino de delegado de polica do Io districto
do Recile, o Sr. Dr. Miguel Jos de Almeida Per-
nanibuco.
PONTE DA FUNDICOB' preciso fluqa*nto
antes se faca reparar mn buraco, que ha no soa-
Iho da ponte prxima fundicio de Santo Amaro,
nao s para se evitar maior despeza, como mesmo
para que nao se d ahi algum desastre.
SANTA CASA DE MISERICORDIA.A respec-
tiva junta luncoiona hoje, por ter sido hontem dia
santificado.
LOTERAA que se acha i oda a 133', a
beneficio da igreja de ossa Senhora da Conceicao
dos Militares, que corre no dia 13.
Algor empregados do hnspil.il portoga
respondendo ao cotnmunido nsertu no
Diarioile Pernambuco de 4 do conente a.
i declaram quo nonhutna recornaind.xo
Ihes fra fetta por quem qoer qoo f.isse no
caso de fallecer o enfermo Joaquim Gon-
calves Torros, isto dar-se parle do sea
fallecimento.
No dia 3 de dezembro foi recolhrdo aqaelle
hospital o referido Torres, como socio pobre,
socio que se consliiuio s na occasiao de pre-
cisar do hospital, e cm estado de nopooVr se
mais approveitar; qnalijiiertrabalhoporaae
elle solida de tubrculos pulmonares, e era
tal estado de adiantamento que no dia ti
do mesmo mez fallecen.
Logo que o doenle cliegoo. ao hospital
foi-lhe perguntado pelo medico respectivo
a que lempo eslava do tile, e qae tratxoento
tinha tido, respondeu elle que estar
doeitte a 3 mezes, e que nao tinha sido tra-
tado por pessoa alguma; e, mais o c mlr-
un va o estado de sujo que eslava o corso:
isto se passou na enfermara a visla dos
doentes, e enfermeiros do hosp tal. Admira
que o Sr. articulista sendo tao carid aso para
com aquelle cadver o nao fosse logo ib?
adverso, o defxar-sc chegnr a um estado
to lamentavel.
Se S S. tivjcsr* fe i lo algama rocomroen-
daco para, no caso del le fallecer, so Ihe
dar parte, certamen:? que seria atteadtdo,
como tem acontecido oulros en goa-s
condicoes.
Lamenta o articulista que esta falta, at-
de ticar privado de fazir-lhe o cuten o. fi-
car a cmara prejudicada em seos iule-
resses; mas deve lembrar-se que nao mi-
nos prejudicado licou o hospital, por que
tendo elle entrado de socio na m _a_i de
precisar de seus soccorros, teve de trtalo
como doenle pobre, e como pobre tl-via ser
enterrado; visto n5o ter havido a tal prevrn-
c3o como diz S. S., quanto mais aaa essa
recommendaco, quando a tivesse de f*cr.
devia ser feila ao regen! 3 do hospi ai
aquem suas vezes lizesse.
Recife 4 do Janeiro de 1870.
P. O
O BACHAREL PEDRO AKFONSO FERREIRA E
O LIBERAL N. 43 DE 24 DO CORRENTE
MEZ.
Referlndosc eommunicacSes que teve de Agua
Prcta, diz o Liberal que, o engenho J.-iparatai-
ba se acha convertido tm asylo de criminosos (pie
frazem em verdadeiro susto c constante a iicaca,
lo la a populacaa das crcunoizlajuncas. .
E is o porque neste engenho se den a morte de
Joaquim Torres, e mais um cs>iaeimtmtn...
Cusa crer que se minia c.Hii tanto cy.iiV*
que o orgo serio de um partido sirva de ev_ a
la revoltante mentira,son:nlecom o flm da h-
tlisar seus adversarios !
o lia 28 do mez prximo passado, regiessaa-
do eu, meus cunhados e o Sr. subdelegado de Ca-
lende, da villa de A :ua Pr.-ta, ao ilwgiiaai aqai,
das oito para as nove horas da noule, enronira-
mos no pateo do engenho o cadver do inf-bz Tur-
res, que lluvia sido assassinado ha pouecs _-
montos, na estrada publica entre a minha casa e a
de meu conhado Francisco Affunso.
Nessa occasiao foi nos referido por cerca de va-
te pessoas, esse deploravel aconlecimenlo eem to-
das as suas circunstancias e pormenores.
Tinham ido Torres e um ini.fw fera, no pn-
voado dos Montes, ealli encontraran)-se coa tres
irmaos de Vctor, com os quaes traziam rxa ve-
Iha, e acbando-se lodos mais oo meaos ebrios, de-
pois de se provocaran c aineacarem recipru<-
mente, regressavam por este engenho pira staas
casas, quando em caminho reunidos a Doaiiafos,
Lopes, foram s vas de tacto, resultando da lata a
morte de Torres o o cspancaiiieajo de seo urmo.
O juiz municipal do turnio lomou. laiitertiin-
raente conhecimento do facto, e proceden a ca
de delicio no cadver de Torres ; e o referido Sr.
subdelegado de Calende, dise-mc que ira etnpre
gar os meios a seu alcauce para capturar o-" Bes
irmaos de Vctor que residVm em eu dislncl
Por sua vez o Sr. juiz municipal empregoa to-
das as diligencias para a capmrade Duiuin^us Lo-
pes, que se verilicuu ter-se. evadido na es_a
noute do deficto, para a provincia de Abfo->.
Dias depois, tendo o Sr. subdelegado do Catai
de ido varejar o sitio onde residen) o roaos *
Vctor, veio nesla occasiao a c*te engenho wri-
flcou quanlo levo dito acerca dos meios cmpnrga-
dos para a captura de Lope.
Dopois disto nada mais me restava ter. por-
quanto nao sou autoridade policial como a_rn_ o>
UUnO. _,. .
Quanlo ao espancamento do da 1 i e as taeaaw
de que foi victima um pobre matulo, nao ka an-
quera d noticia desse acontecimento. Apetito pa-
ra o lostemunha de t idus os meus vizinbus.
Diga o communican'-C do LitVraJ c>mo se ete-
rna es^e pbre tmituto, onde reside, quanfas faca-
das so-aa e por qon foi espaacado.
Diz anda o Liberal que, os membros da aav
dril ha de twe se, oceupa, sao todos desMfcim
marinhi, assasiiiioae inoradoies neste, engento)
Dentre os individuos, cujos nomea mmmmm.
mora va Best* eagpabo,Duiuingw Lopes, aaav
da. hoje mora Joao ftastos. -^
O primero moran por mellos sanos ean J
engenhos do Dr. Jacnthb de Meadoaca, ea
ts ; mudou-se dalli para a villa de Agua
onde residi por mais de don* anuos, aa
cus mezes veio para aqu. Nunca i aa l
fosse desertor e nem aassino : era omHo coa
cdo em toda a fregaezia e andava par toa a pai
le O nico def8*> que se Ihe noto- a_*i-*
brlagars^ tonB*o-se impiuia
achava neste estado.
ataw


Diario de i*ernambuoo Sexta Cetra 7 de Janeiro de 1870.
O efundo nao merece de modo nenhnm a qua-
lificaciio de famigerado foi sempro e hornera
morigerado, pacifico e de ptima conducta. Ne-
ntauuia parte leve na- morte de Torres achava-se
Nesie caso epiniao geral, em face 9a legitimi-
dade da escuda quo devia o meretissimo jaita
qm esperar pela autor ou adiar o processo, como
eslava nos irteresses da justica; porquanto o au-
no povoado dos Montes, na occasiao do conftelo e tor nao deixou de comparecer, nem fez despruao
s
contra o seu costme completamente embriagado,
por ter sido a isto levado por um seu camarada
emeasa do negociante Manuel Pedro Evangelista.
Qaanto ao pardo Yuyo nao sei quem elle seja :
nao ha nenhum com este nome neste engenho
Quanie aos domis -Antonio Vctor, Joaquina
Vctor e Manuel Vctorsempra oram e anda
sio moraduras no diatriete de Cataste. Nunca me
eonstou que fossom criminosos e desertores, tanto
que andavam de publico, apresentavam-se em toda
a parte, sem que isto igorasse o anbdelegaJu da-
quelle di sin co.
Tanibem nma faliidade revultaote dizer-se que
Torres fura aanassinade para ser Manado. Vi o
seu cadver cujas roanas indica va ser elle ha-
roem pauprrimo. inv i JA
Transitara frequenlemente por esta estrada ne-
gociantes do centro e joalheiros com avultada;
-sommas; e ainda nenhum fui atacado para ser
rouhado. Por certo que, para tal fim, nao o foi
Torres que nao possuia se quer um cavallo.
Tem este enjtenbo cerca de duzentos moradores.
Entre ellos passivcl que algum exista com ins-
tlelos malignos, como agora revellou Domingos
Lopes. Sabein, porra, todos os meus vizinhos, que
son o primelro a concorrer para que sejam puni-
dos aquelle- que proceden) mal.
Jppartjfijuba, 29 de dezembro de 1869.
Pedro Affonso Ferreira.
A lngas.
A e<* raadlo tribunal da rea-
cao e ao publico.
No dia 88 de Janeiro de 1869, s 9 horas da
noite poucj mata oa menos, em pleno luar, ao en-
trar par a casa de inioha residencia ra da Boa-
vista desta cidade fui aecuramettido por dous sica-
rios, que aln me esperavam I
Ao approximar-me da porta, descarregarara-me
duas cacetadas, causando-mu urna deltas um gra-
ve ferimento na cabeca, e, como procurasse delen-
der-me com urna bengala que trazia, um dos as-
sassinos disparou queima-ronpa um tiro de po-
lola, cuja carga se empregou quasi toda em minha
mi direita, como tudo consta do corpo de delicio
a que ento se proceden, aflm de com mais bre-
vidade realisarem o seu damnado intento. .
So Providencia devo ter escapado com vida a
sanha dos dous assassinos, para continuar a cuidar
da subaMteoci de mtnha familia e da educacao do
meus fiihos.
A opinio publica indi pitn lago oa autores du
to audaciuso qu;V> atroz altentado ; mas a polica,
nao obstante us interrogatorios e autos de pergun-
tas, a que no dia seguiule procedeu, nao achou
indicios sequor para instaurar processo aos indic-
iados meu- inimigos.
O fado so passuu com a maior publicidade pos-
sivel, e foi presenciado por algumas pessoas e nem
era admissivel pretender-se que s 9 horas du
nma noite de luar estivesse deserta a ra da Boa-
vista, urna das principacs desta capital.
Ao meu conhecimento chegou que algumas pes-
soas sabia m do fado, indague! de seus nomes o
de a queixa contra os negociantes Josephino Mar-
tina da Cosa e Bento Estrella, e contra um Sr.
Manoel Francisco do Bosariu, o primeiro como man
danto e os dous eomo mandatarios.
Astestemunhas depozeram sobre o faci e foram
os aecusados prununciados no art. 192 combinado
com o art. 3i do cdigo criminal.
Desde a forin icao da culpa def?ndiam se os ae-
cusados, arguindo de falsas as testemunhas, por
quaulo outru meio nao tinham de defeza, c para
isso lancaram mo de atestados, documentos gra-
eiosos^-em que se mencionavam foctos circamlan-
ciaes.
Valou-lhes osla lctica serem dadas como testt
mnn as p.'la prumotnria publica, apezar da oppo-
sicij de meu advogado. tres dos assigualarios do*
documentos para completar o numero de oito tes-
teraunhas t
Nao obstante a proteecao de que faziam alarde
osaecu-ados, turan pronunciados pelo iutegerri
ino e honrado juiz municipal desta capital Dr. An-
tonio Joaquin de Suata l'araizn.
Tudo nanla linmanamente possivel pdr-seeni
jogo para absalvicie dus aecusados no jury, tistu
como nao quizeram interpor recurso du despacho
de pronuncia t
Apresenlei nova procuracao afim de poder meu
procura lur fazer o libello e aecusar no tribunal do
jury.
Acceila a procuracao fez o meu advogado o II-
nclloe foi considerado pelo Dr. juiz.municipal pre-
parado o processo para entrar em julgamento, e
do niesino inodu considerado pelo Dr. juiz de di-
reitu.
No prmeiro dia da sessao do jury, na chamada
geral dos aulures, rose tstemunas apreseutoii se
representaddo o recrreme o seu procurador e
advu.ulo legjlnientu constituido nos autos e nin-
guem se leiubruu ao menus de eontest rlhe a le-
galidade da reprt-senlarao porque nao se podia
fazer.
Na segunda sessao marcada para o julgamento
do roce-so em questao, frt-se a chamada c ainda
compareceu n nieu advogade o procurador, sem
que pelas parles, ou pelo juiz presidente do jury.
que mha'julgado o processo preparado, Ihe fusse
feila advertencia alguma, tanto mais quanto o re-
currente linda de comparecer inmediatamente.
Frita a-sim a chamada do autor, dos ros e das
testeinunha- e tomando eala um seus lugares, or-
denou o Dr. juiz de direilo presidente do jury que
so procedesse au swrtei > dos 12 jurados.
Nena occasiao um dus advugadoa dos reos pe-
dio pela orden) a palavra, reqereu o langamen-
lo du autor por estar presento tao smenle o seu
advogado e prueurador I
Este requerimento surprendeu a todo?, porque
va se nisto um meio de tulher os reeur-os da ac
cusucao e de>t'arte impedir que proseguisse o au
tor na accusacSo e lancasse mo de todos os re
curaos legaes allm de serem punidos os reo* Josa
phiiiu da Costa, Bento Estrella e Manuel Francisco
du Rosario, aecusados pelu attentado de 28 de Ja-
neiro do crrente auno.
Tudo qoanm venho de dizer consta dos autos,
que pendem de deci-o da relaoao.
O meu procurador e advogado nessa rceasiio
pedio em seguida a palavra e disse, que, nao obs-
Unte ter j de comparecer o autor, esteva egal-
mente em juizo, pur quanto com a segunda procu
racu com que fui admittido a confeccionar o li-
"bello e foi considerado presente autor ho s na
chamada geral, no primeiro dia de sessao, co no
tambem na presente sessao do julgamento, tinha
sido concedida esta liceuca nao s no juizo prepa
rador do processo, com > nu jury, tantu mais quan-
to havia isto mesmo declarado ao Exin, presidente
do tribunal que nada mais exigi
Disse mais o meu advogado que noasutos havia
duas procurares, constiluindo o mesmo advoga-
do e urna petirao para assistir formacao da cul-
pa por procurador, o que tudo dem mstrava, que
nao abandnnava o autor a causa, como tudo cons
tava dos autos a que se reportava, caso nico que
qniz a le prevenir; e quando nfw quizesst* o Exm.
Sf. Dr. juiz de direilo esperar alguns minutos pelo
compareeimento do autor recorrente (o qjte se ve-
ritirou logo depuis) valia-se da dispo*ic*> do art.
O do eodigu do processo para apresentar esco-a
lefKima por essa falu momentnea, o q ie pudia
fazer, como Ihe permetlia o aviso n. 43 de 18 de
abril de 18ii, porque de outro modo seria ^reju-
dicar os direitos da aecnsacao.
O Exm. Sr. Dr. juiz de direilo, nao attendeu -
ponderacoes du meu procurador, e proferio o lau
camento.
Dessa decisao recorrea o meu advogado e pro-
segaio o processo com o promotor publico, send*
o autor considerado apenas auxiliar da juslica,
c-sem poder recusar juradus su.-peitus, inijnerir
astestemunhas adrede preparada para a defeza e
contradiu-las, afim de que no_ merecessem f, e
nao escapanscn os reos punicao legal.
Eis o que ijccorreu na sessao do julgamento
dos aecusados, por queixa dada por mim, em vir
tude da qual foram levados a barra do tribunal d
jury.
Pens a vista do expendido por meu advogado,
que nao poda eu perder o direito de proseguir na
aocusaco, e que devia antes flear a cansa addia-
da, urna vez que a escusa allegada era fundad no
condenso do proprio juiz presidente do tribunal e
*ra easa escusa apresentada (Wlo legitimo procu-
rador do recrremele conformidade com o aviso
u. 13 de 18 de abril da 1842.
O que lucra va p ir ventura a Jatica enm esra
jnesteza, lancando se da acrus*$io o autur, que
nem ao menos apresentuu indicios ao querer aban-
donar a causa ? I
Q disposto no art. 33! do regulamento de 31
4e j; 18o2 f ti cninprldo. e deriaHiu o pur-
teJro il wr compareeido o anfir por seu
proc -se em 8eguida o que ordena
o ar regnlamento.
i parto #i procesao, om todo
deram sj faltas
do precoito judicial, nma vez qne estava presente
o seu procurador, que j tinUa sido admittido pelo
Dr. juiz de direito para proseguir na aecusacao
porante jurj.
Esta decisao tao ligeiramente proferidapodia
ser justificada se o autor tivesae alguma vez so
mostrado contumaz, tondo antes succedidj sempre
o contraro.
Quem poderia com mais vantagem aecusar aos
reos do que o proprio queixoso offenddo 11
Eis a historia desse altentado de que fui victima.
Justica, e smente justica 6 o que espero do tri-
bunal da relami, afim de pie seja urna realidade
a le do paz, se previna e acautele a reprodc-
elo de factos desta ordem.
MaceiA-M de*zemJrOde !69.
Mamoel Siqmra Machado Jnior.
'
Fez-se urna grande e importan-
te deseoberta *
as eminentes qualidades medicintes da Anaca-
huia, arvore esta que cresce as immediacoes de
Tamjuce, no Mxico. O Peiloral de Anacahuita,
composto e preparado com o balsmico sueco de
dita arvore, tem enehido o mundo de espanto e
admiracao. Oj prnprios mdicos confessam que
nunca se Ibes havia entrado na idea de que se po-
de-so extrahir de nenhum produelo da trra um
especifico tao maravimoso e completo para a cura
das enfermidades da garganta e dos orgos da
respira;ao. A tosse d'um carador o mais confir-
mado e violento, desapparece sob a sua mgica
influencia, dentro em poucoi dias, e s vezes mes-
mo dentro de algumas horas, depois de se haver
tomado urna garrafa d> mesmo. A rouqudiopor
mais cavernosa e profunda que seja promptamen-
te desvanece, e a voz dentro em pouco recobra e
adquire toda a sua costumada clareza e sonorida-
de. Os bronchite se alliviam mediante o su uso.
Cura os pulmoes feridos e nflammados. Os qna
padecem de asinina principian) por respirar cora
desafugo e regularidade, logo depois de se ha ver
tomado as primeiras dses. O catharro declarado
racurave! desapparece ordinariamente ao cabo
de urna semana. Emflm, a sua excellencla e
grande cffleacia nao teve, nao tem, e nem ter
igual por meio de todas as mais medicinas ten-
dentes para o mesmo flm.
COMMERCIO.
substa
i ~naiHft>aa> I
-rtACA DO RECIPE S DE JANEIRO
DE 1870.
A3 3 1/t HORAS DA TARDE
Assucar Druto americano 3OO0 por 13 kil.
lambo sobre Londres 90 d/v. 20 li8 por f f c
20 1|4
Combio sobre Portugal90 d|v. 20 1|4 por 1*000
pgavel em Londres.
Frete de assucar para o Canal -2o| por tonelada
sem capa.
Goncallo Jos Alfonso,
Presidente
Mesquta Jnior,
Secrotano
ENG1ISH BANK
Of Rio e /aneiro Limited
Deseo itailettras da praca taxa a cod-
vencionar.
Recebe dtheiro em conta corrate e a
praso fixo.
Saca vista oa a praso sobre as cidades
prlricipaee da Europa, tem correspondentes
na Baha, 4ueno*-Ayres, Montevideo, New-
e New-Orleanst emitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
UUA DO COMMERaO N. 36-
Sociedade bancaria
o' em eratjiaiidita ^^^y!
Theoiioro S/mon $ C,
Comprana e vendem por centa pro-
pria metaos, moedas naconae%^ eMraor
Reirs, letras de cambio, medulas do go-
veroo e do banco do Bsasil.
Descontara letras da trra e outros ti
tutos commerciaes.
Eucarregam-se por conta albeia das.ms-
alas transaeges, da cobranga de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaerquer quaniias em depo-
rto, em conta corrente, e a praz fixo.
Largo do Peiourinho n. 7
Pretende sabir em poucos aiasa barca porta-
fne Social por ter a maior parte no earregamen-
to prompto; para o resto qne Uie falta e passagei-
ros, para os quaes tem bona commodos, trata-se
com o consignatario Joaquim los Goncalves Bel-
trao, a roa do Trapiche b, 17.
ALFANDEGa
Aendimento de dia 3 a 4 ,
dem do dia 3 ...
09:6794982
39:69**119
109:3714101
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
olumes entrados com fazendas
dem idem com gneros
Volomes sahidos com fazendas
dem dem com gneros
34
207
------301
136
338
474
Oescarregam hoje 7 de Janeiro
Sumaca bespanholaIgnacit*vinlio. -
Lugar ingleCaii^Mediversos gneros.
Patacho inglezBranchdem.
Escuna nnrte-allemaaMaria Elitabethplvora.
Brgue inglezJohn Frentndiversos gneros.
nECEBEDORIA DE HKNDAS 1NTEHNA> tifc-
RAES DE PBRNAHBDCO.
Rendimento do da 3 a i 9:551*278
PORTO
Porto.
Vai aahr breve a tarea Lauro para carga e
pasaageiros, tratt-ae com os consignatarios Carva
Ihoa Nogueira. na ruar de Apollo n. JO.
G0MPA11A BRAS1LEIRA
Paquetes a vapor.
a poctos do Mil esperad)
o dia 0 da Janeiro o van
, commandante o capitn-
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se
ra os portos do norte,
j recebem-se passageiros e engaja-se i
carga que o vapor poder eonduzir, a qual deven
ter embarcada no da desuachegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia i
*ua sahda.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a J
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de med-
cao.
Tudo qne passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
fens s se recebem na agencia raa da Crux n. 57
andar, escriptorfb de Antonio Luiz de Olivein
\zevedo 4 C.
Para o P rto
i: 160*933
CONSULADO PROVINCIAL
Aendimento do dia 3 a i 18:08i4592
'dem do dia 3....... Hi63*270
32:349*802
TU1ELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE DEZEMBRO DO
CORRENTE ANNO FINANCEIRO, COMP.\KADO COM O DE IGUAES MEZES DOS DOUS
ANNOS LTIMOS.
Importacilo
Direitos de consumo......................
Ditos addicionaes de 5 %..................
Ditos addicionaes de 2 %.................
Ditos de baldeacao e r'eexporla^ao.........
Ditos de dita e rcexporlacao para a Costa
d'frica..............................
Expediente dos gneros estrangeros navega-
dos por caboiagem.....................
Ditos de '/? % dos gneros do paz.......
Ditos de 3% dos gneros livres............
Vrmazenagem...........................
Premio's dos assignados...................
Despacito martimo -
Ancoragem.............................
Exflortacao
Direitos de 15 % do pao brasil.............
Ditos de 9 /0 du exportadlo...............
Ditos de 2 % idem... ,*...................
Ditos 'de 1 % do ouro em barra...........
Ditos de '/? u/o dos aunantes..............
Expediente uas capalazias................
Interior
Sello do papel fixo...................,...
Dito do papel proporcional................
Dilu ailliesv...........................
Emolumentos...........................
Imposto dos despalmantes.................
Dito de 5 e lo % de transmissao de propric-
dade.....................:...........
Extraordinaria
Reccita eventual (multas).................
Dizimo da provincia das Alagas..........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Contribuieao de caridade..................
1869 1870
1868 1869
938:70' 5267
122:123*693
234*550
175*764
1:070*256
4:081*639
2:177*903
1:033*743
5:443*920
346:835*139
1:002$980
123*000
1:784*600
152*930
1:293*575
1:712*307
1,427:932*266
8:846*873
19:4895379
1:916*960
1,458:183*480
Alfandega de Pernambuco, 5 de Janeiro de 1870.
493:196*677
69:148*712
223*1139
219*:12
1:903*766
4:601*633
1:399*662
2645771
3:464*200
281:396*199
787*400
736IOO
210*790
52*600
62*300
257*500
1:328*576
1807 1868
790:847*090
105:493*548
226*406
226*638
l:lfi*804
3:510390.")
3 638*115
2:025*621
3:404*300
213:0185812
S
784/180
358*690
302^670
4t)*000
137*500
404*750
1:384*950
CMPASHIA BRASILES
DE
Paquetes a vapor.
Dos portea do norte esperado
at o da 8 de Janeiro, o vapor
Cruzeiro do Su!, commandante J
P. Gaedes Alcoforado, o qnal
____ depois da demora do costume se-
guir par o> portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
arga que o vapor poder eonduzir, a qual devers
mst embarcada no dia de suachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia (la sua
sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ob
icctos de pequeo valor eque nao excedam a dua
trrobas de peso oa 8 palmos cbicos de medical.
rudo que passar destes limites dever ser embar
a lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, que suas as
sagens s se recebem na agencia fu da Cruz
n. 57 primeiro andar, .escriptoro de, Antonio Luiz
do Oliveira Azevedo A C."
COJHPAMHIA
DAS
SIessageries imperiales.
Al o dia 13 do corrente m^z, espera-se da
Eurupa o vapor francez Amazone, o qnal depois
da demora do costume seguir para Buenos-*y-
re<, tocando na Baha, Rio de Janeiro e Monte-
video.
Para conducSo*, frete e passagtns trata-se na
agencia ra do Conmercio n. 9.
At o di 14 do corrento rnez e*per-se do<
portos do sul o vapor francez Eslramadui e, com
mandante Giost, o qusl depois da demora do cos-
tume seguir para Hordeos tocando em Dakar
(Gure) e Lisboa.
Par conduces, fretes e psagens trata-se na
anencia na du Commereio n. 9.
COMPANMA PERNAMBUCANA
-. OE
\'ave$ao costclra por vapor
Parahyba, Natal^ Maco, Mnssor, Ara-
cty, Cear, "Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, commandante
Azevedo, seguir para os porto-
acima no dia 15 do corrente as 5 hora-
Recebe carga at o dia 14, encom
passageiros e dinheiro a frete at a-
! horas da tarde do dia da sahda no escripto-
ro nn Forte do Matta* n. t2.
858:474*759
10:030*714
6:507*125
20*189
332*455
876:185*242
1,127:770*109
8:366*480
2:389*8:16
403*835
1:235*409
1,140:365*349
Servindo de chefe da 2' seccao,
Anselmo Jos Pinto MOVIMENTO DO PORTO.
Navios sahidos no dia 5.
ParaPalhabote nacional Rozita, capitao Jos An-
tonio Barros, carga assucar o uniros gneros.
Rio de JaneiroBrgue brasil *ro Isabel, capitao
J. A. Marques, carga differenfes gneros.
Ma> seillis Brigue inglez Innisfallen, capitao
Fulcher, carga assucar.
BarcelonaBrgue hespanhol Salvador, capitao
Mliet, carga algodo.
BarcelonaPatacho hespanhol Themoten, capitao
Coll ; carga algod >.
Observacao.
Nao houveram entradas.
Dia 6.
Nem sahidas nem entradas.
DECLARAC6ES.
Acna-se recolhldo pela subdelegacia do Be*
cife casa de detencu, o cabra Jos, como fgi-
do e que diz ser escravo de D. Maria Martins do
Amor Divino, moradura no sertao Riacho Grande.
Quem se julgar com direito ao referido escravo,
cumpareca nesta subdelegacia munido de seus
documentos, que Ihe ser entregue. O subdele-
gado supplente em exercrcio, Antonio Gonrjalves
Ferreira.
ordinarias at as 3 horas, e com porte duplo at
meia hora depois.
- Fisalisacao da fregaezia da Boa-vista 31 de
dezembro de 1869.
Por esta flsealsacao se faz publico a quem in-
leressar, que desde o dia 19 do corrento e acham
depositadas oo armazcm do sal, na ra da Con-
ceico, duas vaccas e urna bezerra : qnem se jul-
!;ar com direito s mesmas, compareca, que satis-
azendo o disposto no art. 16 das po-turas muni-
cipaes do 30 de junho de 1849, Ibes serlo entre-
gues.
Jeronymo Jos Ferreira.
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Da data leste ha tres mezos se proceder na
sede da comarca dr Goyanna a venda em praca
publica deste juizo das cu.npivhensoes do extinrto
vinculo de Iiamb, sendo a coinprebensao deno-
minada Engenho Novo, avaliada por 50:000*000 ;
a denominada Cumbt avahada por 9:000*000 ; e
a denominada Pangaui avhala por 15:000*000 ;
e as escravas Damiana, avahada por 100*000, e
Aquilina, avahada por 200*000, de conformidade
com o edital publicado.
Reeife 13 de dezembro de 1869.
O pserivao,
_______________Luiz F B. de Almeida._______
Malas pelo vapor Curuript da cumpanliia
Pernambucana.
A correspond ncia que tem de ser expedida oo
da 8 do corrente p para Macei e Penedo, ser recebida p. la forma
egnmte :
Macos de/ornaos impressos de qualquer nato
reza e cartas a registrar at 2 horas da tarde, e as
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial se declara a quem in-
teressar po-sa, que foram comprflu'iididos no res-
pectivo lancamento para percepeo do imposto de
5* por escravo nesta cidade, no corrente anno fi-
nalice ro de 1869-70 lodos aquelles cscravos que
anteriormente se acham matriculados para o im-
posto de 5* por escravos ganludores o emprega-
dos em armazens.
Consulado provincial 29 de dezembro de 1869.
O administrador,
________.________A. Carneiro Machado Rios.
Manta Casa da Misericordia do
Reeife.
A Illma; Junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Reeife manda fazer publico que na
sala de suas sessdes, nojdia 7 de Janeiro, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas *
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres anuos, as rendas dos predios um seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Roa ao Calabouco
Casa terrea n. 20, por anuo 242*000
PATRIMON40 DOS ORPHAOS.
Roa do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27. 240*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 98.......203*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal........... 150*000
Os pretendemos deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife, 5 de Janeiro de 1870.
Oeserivao.
Pedro Roriquex drfwza
2L
la Urde,
nendas, e
COMPANHA PERNAMBUCANA
DE
Navegncdo costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse e Taman
dar.
O vapor Parahyba, seguir para* os portos aci
ma no dia 10 do corrento, mela noite. Recebe
carga, encommendas oassageiros, e dinheiro a fre
te no eseriptnrio do Forte d" Matt s n. 12.
COMPANHA PERNAMBUCANA
DE
\avegac5o eosteira por vapor.
Fernamlo 1e Noronha.
O vapor Uiauta, commandante Cos-
ta, seguir para o porto cima o.
dia 12 do corrente ao meio dia.
Recebe carga at o dia 11, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at as 10 hora* do
da da sabida; no escriptoro do Forte do Mattos
n. 12.
3L
. COMPANHA PERNAAMBUCANA
DE
%'avegaco coateira por vapor
Mamanguape.
O vapor Mandahu, commandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 12 do corrente as 0
horas da tarde. Rucebe carga, encommendas.
passageiros edfnhoiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida, escriptoro no Forte do
Maitos n. 12.
COMPANHA PERNAMBUCANA
DE
\Tavega Macei em di re i tura, e Penedo,
O vap-r Coruripe commandante
Silva, seguir para os portos cima
no da 8 do corrente as 4 horas da
tarde. Recabe carga at o dia 7, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da sahida no escriptoro do
Prtrte do Mattosn. 12.
JL
PARA LISBOA
a escuna portugueza Agma, capitao Fonseca, vai
sahir com brevidade, recebe ainda alguma carga
a frete trata-se com E. R. Rabello & C, rna do
Commercio n. 48
De ordem do Illm. Sr. cou>elheiro mspeaWr
da thesoararia de fazeoda desta provincia se faz
publico, que em virlude do oflicio da presidencia
de 28 de dezembro pr ixiuio Sudo, ser arremata-
da em hasta publica, perante a me-ina thes-mra
na, n dia 5 de fevereiro prximo vindouro, as 2
horas da tarde, por quem maior lanco offerecer.
as mil bracas quadat las du ierras d volutas qm-
demoram na comarca de Palmares, cuja compra
foi requerida por Jos do Carino da Cos a, de om
formdade com o aviso do ministerio d agricul-
tura, commercio e obras publicas de 19 de ago>to
prximo passado.
Secretaria da thesouraria de fazenda 4 de janei
ro do 1870.
Servindo do nnVial-maior,
Manoel J 4 Pinto.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa
tem de partir em breve o lym ernhecido lngre
porluguez Julio, de superior marcha : para o res-
to da carea e passageiros, trata-se com os consig-
natarios Tho.iwj d Aquino Fonseca & C., rna do
Vigario n. 19, Ia andar.
PARA O PORTO.
Preparase para sabir m poucos das a barca
portugueza Seguranea oor ter prompta grande
parte do seu carregamento : para o resto e passa-
geiros aos quaes offerece bons commodos, trata-se
com Soares Primos, rna do Vigario n 9, ou com
o capitao Loureaco Fernandos do Carmo.
Para Lisboa
pretende seguir com a maior brevidade o patacho
portoguez Marianna II, recebe carga e passagei-
ros, a qnem offerece os niel nares commodos : tra-
ta se eora os consignatarios Thnmaz de Aqnino
Fonseca & C, roa d. Viirario n. 19. 1* andar
seguir cern a possivel presteza a barca portogae-
za Harmona, ao Ia marcha, para o que tem gran-
de parte de sua carga engajada :' para o restante
e passageiros, trata-se com os consignatarios Tho
mai de Aquino Fonseca & C, na ra do Vigario
n. 19, 1* andar.
Rio de Janeiro
Para o referido porto pretende sahr com mu
brevidade o brigue nrasileiro Adelaide por tor pi
te de sen carregamento engajado, o para o qol
Ihe falta e esCravos a frete, trata-se com o consif
i Joaqun) Jos Condal vea Be 11 rao, ra
Gomnerei n. 17.
Maranhao.
Para o porto cima pretende sahir com muila
brevidade o hiate brazileiro Joven Arthur, capitao
i, por ter parte da carga engajada e para o
t le Ihe falta trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C", ra da
Cruz, n. 57, 1. andar.
PARA LISBOA
vai sahr com brevidade a barca portugueza Ale-
xandre Hercalano, capitao Almeida : para carga
e passageiros trata-se com E. R. Rabello & C.,
ra do Commercio n. 48.
LEILOES.
LEILlO
de 130 caixas com 2 arrobas de
batatas cada urna.
Sabbadi 8 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertenec-, de 130 caixas com batatas,
viudas na escuna Das, em sua ultima viagem da
Ilha para este porto, serao vendidas no sabbado 8
do corrate as 11 horas, no armazem da viuva do
Sr. Paula Lopes, largo da escadinha da alfandega.
LEILAO
de 200 ancoretas com azeitonas de Elvas.
Sabbado 8 do correte.
O agente Pestaa far leilao de 200 ancorelas
marea M com azeitonas de Elvas vindas de Lisboa
no vapor inglez Alhamhra entrad > neste porto no
corrente mez, as quaes sero vendida?, sabbado 8
do corrente as 11 horas da manhaa no largo da
alfandega.
LEILAO
do brigue rasileiro Alberto com todos
seus apparomos e mais perleoces
a 10 do corrente.
_ O agente Oliveira far venda definitiva em lei-
lao publico, do dito brigue, tal qual se acha surto
neste porto prompto a navegar, servindo de base
a valida oflerta leila em leilao de 24 de dezem-
bro ultimo e de conformidade com o parecer dos
Srs. curadores QscaesSla massa fallida de Maia 4
Espirito Santo, datado em 3 e ulterior despa-
cho do Exm. juiz de direito especial do com-
mercio desia cidade, datado em 4 do correte.
Segunda-fera 10 do corrente.
Ao meio da em ponto, no salo (je entrada da
associacao commercial beneficente de-ta praga.
LEILAO
DE
urna moblia de Jacaranda, urna dita de amareilo
Luiz XV, um guarda-louca, nma mc?a elstica,
urna commoda, um guarda roupa, um guarda-
vestido-, um lavatorio; um piano de Jacaranda
muito forte, urna estante de amareilo, urna cama
franceza, urna banca de costura, diversos mar-
quezes, consolos, cadeiras avulsas, marquezas,
candieiros a gaz, lamparillas, mesas redundas, um
espelho grande, um dito menor, apparelhos de al-
mofo, urna espingarda de carra com dous canos
trochados, e amitos outros objectos, que eslarao
patenu.
Tnren-feira, II do corrento,
pelo agente Martins, no armazn da ra do Impe-
rador n. 16, s 11 horas em ponto.
de predios e terrenos.
Urna casa terrean. II sita na Baixa Verde na
Capunga.'com L porta e 1 janella de frente, i
salas, i qnartos, cosinlia lora, quintal murado
so-o proprio.
Urna dita din n, 13 contigua a casa cima com
i salas, 1 qnart i. cosinha fora, quinial mura-
do, solo proprio.
Umternno proprio nomenio lugar sendo parte
alagado cum 36 1|2 palmos de frente e 23i 1|2
de fundo a contar do oilao da casa n. II.
Um dito dito no mesmo lugar, todo atrralo com
56 l| palmos de frentn 83 de fundo a con-
tar no anhaiuHiHo daC entrada at chegar ao
oiao da casa n. I <
Urna quarta parto da casa terrea n. 6 rita na ra
da Esperanza no lugar do Caminho Novo, cm
solo profiri.
O agente Martins far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juir do oruhios, dbs predios e ter-
renos cima para pagamento dos credores do ca-
sal do finado Iznloro dos Anjos da Porciuncula.
Terca-teira 11 do corrente.
No armazem da ra do Imperador n. 16, as II
horas do dia.
Grande fabrica de chrisl alizar e
retinar assucar, no lugar do
Moutriro.
Terp-feira 18 do corrente.
O agento Puntual, competentemente autorisado
vender em leilao a grande fabrica cima, em um
ou mais lotes a voniade dos licitantes (visto ter de
retirar-se para a Europa o seu proprietario) .es-
lando a mesma fabrica em expnsivao nos das
quinta feiras, domingos e dias santificados.
O leilao ser effectuado no dia cima, na mesma
fabrica as 10 horas.
AVISOS DIVERSOS.
Pllll 011TII
sahir cora toda a brevidade o palhabote portu-
gnei Villa-Flor tem a maior parte da carga en-
gajada : para o qde Ihe falta, pd- tratarle com
David F. Baltar, ra do Brum n. 92, ou com ca-
pitao do mesmo navio.
Porto por Lisboa
Com a maior brevidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e primeira clas-o, por ter a maior
parte da carga prompta, e para o resto que ihf
falta e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbedd, ao caes da alfandega ve-
Iha n. 2. *
fuidi.
PARA lt
Vende-se tiesta typugraphia
a 160 rs. o exemplar da de porta.
Em temposmod-inAetmoio t
ment operomaior rvonirao nono* di*
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE AUCAHfn
TANTO NO TR.4TAMENTO DA
tosse,* oro,
ASTHMA, THlSir\
lUMJQUIDOr- REanil,V.nt-NTO.
BHO>CHITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO, l
EXPICTUBACO DE S.OU.LU
Como em loda a grande serie ile enfcri-
(iacles da aAnoAifhTA, do rerro (ffts aneis
oa ftesMBAr.Ao, que lano alonmulaai e b-
zem soffrer a humanidade. A mstil a an-
tiga de corar consista feralmente na app*-
caco de vesicatorios, sangras variar o ay-
plicar exteriormente ungentos Jortis*
compostos de substancias m
de produzir empolhas; cujos di
dos de curar, nao faziam seno
cer e diminuir as forcas do pobre
contribuindo por esta forma d'uraa matiiii
mais facii e certa para a enfei midade a its-
truicao inevitavel de sua victima Quem dif-
ferente pois o efleito admiravel do
PEITORAL DE ANAGAIR'ITA l
em vez de intu vn, MOtrruicvR e carztn
INAUDITOS SOFFRIMEXTOS AO M
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A
ai.i.ivia a mamcio
DESEMVOLVE 9 EMTBNDIMEMO,
FORTIFICA- O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompla e rapib
at o ultimo vestigio da enfermidadn. Ih
melhores votos em medicina da Europa (<*
Lentes dos Gollegios de Medicina de teriann
testificam serem exactas e verdadeiras esta?
relacSes analgicas, oualm disso'a
encia de milhares de pessoas da
Hespnhola, as quaes foram 'aradas a*
este maravilhoso remedio, lid mais qa
suIQcientes para sustentarem a oi>iniao do
PEITORAL DE ANACAHUITA F
Deve-se notar que este remedio se
inteiramenle izento de venenos, tanto
raes, como vegetae*, em quanto que-
alguns destes ltimos, e pirti.Tila
aquelles que s5o dados sob a forma de Opi.
e Acido Hydrocianico, formam a base in
maior parte dos Xaropes, com os quaes &>
fcilmente se engaa a credullade do pu-
blico. A (lomposic-ao de Anaeahoita Pt-iti-
a acha-se linda e curiosamente ^ngarrasadas
m frascos da medida de cerr-a de mei
quartilho cada um, e como a dosn qoe se to-
ma s d'uma eolber pequea: hasta fe-
ralmente a applicaco d'um ou dons trasca
para a cfTectuacSo oe qualquer rnra.
ST '
arh:'
de m \mm
Ra do Commercio n.
Jos Francisco Ribeiro de Sorna, *re.-
tor d'esse instituto de eduoacio e fcwtrn.-
rao. faz s.ieote ao respeiiavet peNtce e
paiiicularmcnle aos p;0s Je tena ahamons.
i]ii.' a ivnbcrtiira das aulas de instrnfri-
primaria c secundaria ter logir om o dia
10 do andante.
O programma do onsino se. i i n nfcir-
midarle com o decreto n. i-130 le 30 de
outubro de 1809.
Admitle alumnos pensionistas, taeio-pen-
sionistas e cxn-rnos.
Jos Maria Palmeira convida i
amigos e os qut-1"rain do seu.senapmfeai-
brado amigo Dr. Lourenco Gomes de Araw-
jo e Silva (faile.t'1o na Babia) o candfso
obsequio de assistirem a urna mi va qae
l>or alma do tnestno (nado manda ceirlar
na igreja do Corpo Santo, segu .la-frira lO
do corrente, s \ horas la ovmhia.
confessando-sc desde j grato a toda as-
pessoas que concnen-m com sua pr
ca a esse acto de reliian e caridade
T
n
Precisa-*- de nma ama farra m
para casa de familia : na rna do Kntio, fobrir-
de charutos de Joit Antonio ios RX#.
FAUSTINO JOS' DE UMIKOO K CASTRO-
Pabrieante de lbaro r- hao aa cidada i rV
to em Portugal e renenienicn:; efecgas a e*v
cidade, vindo da capital do imperio, rUiih
para ensinar a falirica- toda a ^oaidlad que se (tosejar pcli >y-tciia do "Xassega eu P^-
ttigal, o annancianto tem de rerar-s? para Por-
tugal no paqnete du fim do mez, a nao mmhb o
fabrico do sabio a ninguem por tar naa nimi
com o Sr. Antonio Joaquim de Va:3o:Rtt,
ruadoUrura n. 1.
~cs
DE IMPORTACAO E EXHATACdO
J9 CIRREKB
Escriptoro, ma do Vigario d. 5.
t ANDAR.
A ra do Livramentu n. 6, lo}, ten. nina
carta viuda da Europa para o Sr. Manoel Ludo-
vico df Araujo leo, portiigu-z.
ALUGA-SE
n segando andar e smao do sobrado da roa da
Cadeia do Rocife n. 60, com bastante* commodos
pm familia, tornando -e recommendavel por ser
boa a localidade e ninito fresco : a tratar no ar-
mazem di meono.
No dia SO "fe ileiembro prximo passado de-
sappareceu o escravo Jo3o. mulato, alvo, cabellos
con Idos, poara barba, lendn apemts alguns ca-
ballos no higodu e no qnrixo, gro^so do carpu.
estatura n guiar, dentes perfeit > e saos, nio
mal parecido de rostii, e costnma a embriagarle :
quem n capturar, pode comluzi-lo roa da Auro-
ra n. 76, que sera generosatmnto ncomponsado.
O MmsHbetru J.e Bento daU_
do contina no fxerncio da advoenats na ras *
Imperador n. 57. entrada peto caes S da !fc-
vembro.
Aloga-se maa *>U awniJ
accomiuodacdcs : no 1* andar da
imperador n. 57, ande quea
fallar.
Alia partinlar 4e
letras
Aana Theodnra SiinoVs, antjriaaa
Sr presidenta da pr vim ao ma\
rio, scientiflea aos seno res pa 4o .
e ao respvttavet pnblico, qae se acin
aula i articular de i ostro efio pr*-
do corrente, oa rna travetsa dt
6, andar, onde espera aaT*J
pai* de familias que Unto as m tenas <|ne rotataen
truecan, ernno umhem mn-*ea Toral e
cnnr^rn-inV as hahih-iades lia
AMA
Qnem praraur
va, d'- boa saude,
CFUZ.-S n. M. ara
irar cmn qneio t


Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Janeiro- de 1870.
U
cao
Bartholomeu & C,
pra?a,
10 i i il" arta-
imento de padana, debuixo da urina de Coe'
Iho & Pereirc, amigave'mente, flcando a cargo do
ocio Joaquini Gonoalws Ooula, 6 aetivp e pasa-
> da me-ma sociedade. desde a data abaixo, se-
l') o ocio Roivncio Piro Pereira, livre e deeera-
I >aracado.
Reeife, 31 ic dezembro de 1869.___________
Candida Paulina de Mendunea, competente-
mente habilitada pela directora geral da instruc-
'ao pubica desta provincia, para ensinar primel-
i as lettras, tem de abrir s\ia aula (como eostuma)
no'lia 10 do Janeiro concnte. As pcssoas que
laiicrcm digna-la confiando-lho snas filhas, o-
erao dirtgir-M: a ra Dimita n. 3G. segundo an-
clar, certas de que encontraran disvello e dedica-
:ao no anerfoirjainimtodas crianzas que Ihe forem
on liadas.
Reeife. i d Janeiro d 1870-_______________
' Joe floin Ramos de Ulivcira, la* publico,
quedesde o 1J d.i vigente, admitlio para seas M
ios om seu armazein de carne secca,osSrs."loa-
jaim Baptista da Silva, c scu 'amigo caixeiro An-
tonio Jos Mab. continuando os negocios soba
razio eommercial Jos Boa Silva & (I, tlcando a
"acarpo a liquidaco do activo o passivo de mi-
nia propria Urina, c com ella c .ntinuarei a ge-
rir a% negocios de barra fra.
Reeife, 4 de Janeiro do 1870.
Jo Ri.rn Ramos do Oliveira.
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
'! Reeife arco da Concelco. 1
Os abaixo assignados tendo-se habilitado na
torma das leis, tem exposto a venda os seus feli-
zea bilbetes das loteras do Rio de Janeiro, nacas
cima, aonde se pagarlo as sortea que sahirem
non rncsmus Lmeles, com o descont somentf
da le.
TRECOS.
Bilhetc inteiro 24*000
Meios 12*000
Quartos 6*000
EMe 100* para cima a 22* o bilhete.
Figneiredo Leite._______
ARRENDARSE Tpropriedade denomi-
nada Barra de Seriohaem, no liltoral da
i'reguezia do mesmo nome com gr?nde ren-
da da trra a receber e muitos coqueiros a
desfruelar; lendo, alm disto, a escolente
rara posicio beira-mar e beira-rio, intei-
ramente apropriada para manter-se ah
qoalqtier estabelecimento eommercial de
seceos e molliados : a tratar na rna d'Au-
roran. 26, ou na do Imperador n. 20.
Nao mais~cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
4a cabeca e da barba, fei a nica admittida
4 Exposirw Universal, por ter sido reco-
nhecida superior toas as preparares at
boje existentes, sem alterar a satide.
Vende-se a 15000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
Precisase de nm criado livre o captivo, on
memo om moleque creadlo : na ra da Madre
de neos n. 3._____________________
e*-pparecti da Boa-Vista urna vamiinha
preta muito magra, com urna corda na cabeca :
nuera a levar ao armazn, do sal defronte do cha-
farte da Boi-Vista, ser recompensada_________
Parentes do" fallecido Dr. Pedro Barbalho
Uchoa Cavaleanti mandam no dia 7 do correnle
clebrar urna missa na matriz de Gameleira pelo
eu eterno repouso, e para esse acto de piedade
onvidam aos amigos do finado.
VtNHO, PfUJUAS, XAROPB E TlNTURA
Ol .lUMUDEU/L SIMPLES E FERRUGINOSO;
()leo,*Pomadae Emplastro da mesma
PLANTA PIlEPAtlADOS POR
BARTHOLOMEU & C"
PlIARMACEDTtCOS-DnOQUISTAB
PEIMAMBITO
A Jurnbcba : esta i-tanta hoja reconhecid
coln i> tnaii> |iilaniso Inico, como o mellior
,|e,i|.-lniriiit.e como tal ap|iliila nos pailecenlo
iln lia.ln e I?", tiepalhe, duresa, lumore nter-
un e aaaeoialaieala do ulero, hidropesas, erysi.
pellas, etc. e associada ao ferro til as pallida
curt, cliloroscs e falla de mcuslrnacio, desarran-
ui do esiogiago, ele, o que disenios allesiao
iinioniera curas importantes oblida oom nosso
pr^iMra.loa j beiu conhecidoa e usados pelos aan
dilinclo mdicos do paiz e Portugal. Em lodos 01
nojfos depsitos distribuimos gtalis folbelos ou
melhor fasem conbecar a Jorobaba seo resoltado
appl cacao.
Antg collegio de Santa Ur-
su a para educado de me-
' ninas, na rna Formosi.
A directora deste collegio. abaixo assignada,
faz sciente nao s ,os pas de suas al nimias, como
a dos de mais que quierem conflar-lbe a educa-
co de suas filhas, que no dia 10 do oorrente co-
niecam os trabalhos do referido collegio, a testa
do aual se acham professores mu habilitados para
o mesmo, de leitura, escripia, arythmelica, Imgua
verncula, francez, piano, desenho e dani;a. A
directora promeite, como empre, dedicar-!* coro
ludo esmero e solicitude no cnmnnmento de seu^
deveres, para roanter o crdito e bom nome que
por mais de dezannos goza este esUbelecinxnto,
aoradecendo om extremo a confianca com que se
dignan, hnrala os senhores pas de familia eon-
Qando-lhe a educacao de suas innocentes filhas
rsula Alexandrina de Barros.
Alnea-se o nrimeiro andar do sobrado da
ra da Senzala-veHia n, 50 : a tratar na loja do
mesmo.
- Precisa-se de urna ama forra, di meia ida-
de e di boa conducta, para casa de pouca fami-
lia : no pateo de S. Pedro n. 12, loja.
Precisa-se de um calxelio que tenha bastan-
te pratica de taberna e que d fiador de sua con-
ducta, paga-se bom ordenado : a tratar na ra da
Santa Cruz n. 3._________________________
_ Os abaixo assignados fazem ver ao rospeita-
vel corpo do commercio, que deixou de ser seu
caixeiroo Sr. Francisco Henrique Marques desde
o dia 31 de dezembro de 1869.
Heilor & Sampau.
VERDADEIRO LE ROY
t ISItlBT, DoclMf-Mderiiv
Ru de Selna, 51, PARS.
COLLEGIO ^
Gabinete Portuguez de Leitura
i'iiiwiimiii
De ordem ao Illm. Sr. presidente do conselho
deliberativo, convido aos senheres socios effectivos
a reunirem-se em assembla geral, domingo 9 do
corrente, pelas 11 horas da manhaa, para dar-se
ciiraprimento ao disposto no art. 43 dos estatutos,
funecionando com o numero de socios qus com-
parecerem por nao se ter reunido numero legal
em 19 de dezembro prximo findo.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez nc Leitura em Pernambuco 4 de Ja-
neiro de 1870.
J. R. Fonseca,
.8 secretario.______
MDWH
E CASA NOVA PARA MORADA.
Alugamse duas casas no largo da Tamarineira,
sendo urna deltas acabada do construir, caiada e
pintada, e outra com capacidade para padana, ta-
berna ourefinacSo por ter jamaeao, o um forno
novo, cujas casas tem um grande sitio, com capa-
cidade para pastar animaes, e mnitos arvoredos
fructferos ; qualquer dellas pode alugar-se com
mais ou menos parte do sitio : a tratar no caes
da alfandega n. 3, ou em SanfAnna junto a ponte.
Perdeu-se na noito de festa um alflnete de
peito com um retrato : a dona qniz entrar na ma-
triz da Boa-Visla, e como nao pode, veio onvir
missa na igreja da Santa Cruz, e s no nm da mis-
sa que den por falta do alQnele : a pessoa que
o arhou e o qu ira restituir, pode levarlu a ra
da Santa Cruz n. 3, padana, ou na rna do Jasnwn
n 7, que ser generosamente recompensada.
Jos Fernandes Gomes & C. declaram ao
respeitavel publico e especialmente ao cerpo d>
commercio, que nesta data admittiram para socio
de sua casa eommercial, sita ra do LivrameDto
n 4, a Joaquim Jos Gomos Leitc ; Jicando desde
acora em diante gyrando sob a razao social Go-
mes, Leite 4 C. Reeife 1 de Janeiro de 1870.
Alguns amigos do Dr. Pedro Barbalho choa-
Cavalcanle mandam resr nma mi*sa na matriz
desta povoacio, s 6 horas da manha do da 7 do
corrente, trigessimo do sen fallecim-'nto ; e para
esse acto de piedade e religiao convidam os amt
gos daquelle infeliz Dr.
Em rail;i garrafa, ni, entre a rolda e o papel azul
que lca o mcu sinele, un rotulo impresso em ama-
lo coa o Sillo iibul m oteano nuums.
N.B. l'caart-
tendo-scuma lellra
de 500 franrosso-
brt Pars, aceilavrl
a CO das de v sla.
oniximo.goza-ie
4oabatimrntoede
aulor descont
S. FRANCISCO DE PAULA
Travessa das Barreiras n. 2
DIRIGIDO PELO BACHAREL
No dia 7 do correnle principiarlo a funecionar as aulas desle novo es-
m tabelecimenlo. O direelor proc .rarji por meio do mais apurado zelo e dediea-
w cao na instruccSo e tratamento dos alumnos, corresponder a espectativa dos paes,
^ que sedignareratonta-lo, conQando-lhe a importante musito da educacao dt
seus filhos; e espera que o aproveitamento dos alumnos coroar a seas esforcos,
e convencer a seus paes de qne nao foram Ilusorias suos promessas.
A inscripto para os alumnos, que desejarem frequenlar o ccllegio,
acha-se aberta desde j.
Precisa-se saber em que lugar falleceu o Dr.
Germano Luiz Lopes, que residi em Olinda no
anno de 1831, em companhia de seus os Alexan-
dre e Francisco, e depois em Nazareth : roga-se,
pois, aos parentes do mesmo. o obsequio de din-
girem informacoes travessa da Madre de Dos
n. 13, armazem de Fernandes & Irmao.
Mara Joaquina da Rosa, Genuino Joso da Rosa
Libania M. L. da Rosa Viraes; Francelina Joanna
da Rosa Aranjo. Joaquim Luiz Viraes e Jos Ma-
ra de Araujo, agradecem cordialmente s pessoas
que assistiram as exequias que se celebraram na
Igreja do convento do Carmo, e acompanharam ao
cemiterio publico os restos mortaes de seu mu
prezado esposo, pai e sogro Alexandre Jos da
Rosa : e de novo os convidara para assistirem as
missas do stimo dia, que tero lugar no dia 5 do
corr-nte, as 6 horas da manhaa, no mesmo con-
vento do Carmo.
AVISO
to$ convalescentes e i* petsoas
(tacas e debilitadas
ouinium UMRMQUC approvado
pela Academia imperial de medicina de
Parir tnico por excellencia.
. ., j em Ru-Jicir.o, Dtfcnchele; AtwM
"r*^ I em ru-iAUnuco, Mturer t C*.
COliliEC^IO
uo
A directora desse collegio, Josephna Benvinda
da CunhaSouto-Maior, competentemente habilitada
pela directora geral da nstruecao publica, avisa
ao respeitavel publico, que acha-se seu collegio
estabelecido ra da Imperatriz n. 63, cuja ma-
tricula abrir-se-ba a 10 de jineiro prximo futuro,
e offrece seu presumo aos pais de familia, asse-
verando-lbes seus bons desejos, quer a resp -to do
ensino, quer da educacao de suas filhas. O pro-
gramma dos estatutos leitura, cscripta, arithme-
tica, systema mtrico, ITngua nacional, francez,
geographia, msica vocal c piano ; para o que
llavera professoics c professoras competentemente
habilitados. Tambem se ensinar bordados, flores
de varias qualidade?, inclusive as de cera, o dansa.
.\'asa Senbora da Coocd^o
los Militares
Em eumprimento do despacho do Illm. Sr. Dr.
irovedor e juiz de capellas, convido aos Srs. ir-
ruios desta irmandade cemparecerem hnje. as 4
lioras da tarde, no respectivo consistorio, para me-
Reeife j de Janeiro de 1870.
M. Fonseca de Medeiros,
Seeretarjo. ________
A ra da Esperanca contina em trevas,
nao obsunto ha mais de seis raezes estar decreto-
la pela as-mnld provincial, e approvada pela
pro-idencia da provincia, a collocao de 12 lam-
peoes para illumimcao dosa rna, que hoje de
'jrande concurrencia
administrativo, mercantil, industrial e grcola da
provincia de Pernambuco para o anno de 1870.
At o dia 20 do corrente estar ex posto a venda
ein todas as livrarias da cilade" o referido alma-
nak, prego 23000.______________________
Precisa-se de um feitor para um engenho
margem da estrada do ferro, sendo pessoa pratica
no trabalho do c:impo : a tratar as Cinco Ponas
n. 130. das fi as 8 horas da nanhaa, e das 0 as 8
da larde.____________________p___________
M-se ao Sr. ..B.... de.... da ra do Impera-
dor nao por favor, mais em eumprimento de sua
patavra, de pagar 80*1000 que prometteu a um
moco que o coadjnvou eftlcwmente, para a reali-
sacao de nm negocio: qn* se pode subscreyer
sob o titulo de bens semoventes.... advertindo, po-
rm, a S. E c. quo se nj realisar -te pagamen-
to no periodo de oito Mas.*, ver em caracteres
indeleve< testa jornal.... coaaa sabida da cachona
de qu"m nao teme fidaJgos._______
_ Gmcs de Malte Ionios avisam ao com-
mercio. em geral, que admittiram como socio no
sea eseri|itorio de commit'es, na ra do igario
ii 26, a seu irmai Hanoel Gomes de Mallos, que
usar da Irma desla data em diante. Recite de
aneiro de 1870.
Preciosa publicapao
jurdica,
Commentariodo Cdigo Commcrcial Porto
guez e Brasileiro.
Vende-se na loja da ra do Crespo n.
25 A esquina da do Queimado, a impor-
tante moderna obra sob o titulo de an-
notaedes ao cdigo do commercio portuguez
em 6 volumes pelo Exm. Sr. conselheiro
Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi-
oientel, lente cathedratico na universidade
de Coimbra. Os subidos crditos de que
goza muito merecidamente aquello eximio
commercialista por si s bastariam para re-
commendar to importante obra, quando
nao concorresse mais para isso a grande
vantagem de ser um ptimo commeniario
ao cdigo eommercial brasileiro (na falta
absoluta que ba de qua quer outto) pelamo-
xima homogeneidade de enlre muitas das
suas disposiges, e as do mencionado cdi-
go portuguez, que lhe servio de texto.
i o rei pressurosos, distincta mocidade
do 4. anno da Faculdade de Direito desta
cidade e notareis jurisconsultos, a prover-
vos desse poderqso auxiliar para vossos
trabalhos da se la, e pelo prego commodo
de 203. toda a obra em 6 vol.
Da ra da Concordia at os Afogados, per-
deu-se urna rabeca noite de festa ; quem achon-a
e quzer restituir dirija-se a mesma ra n. lo, que
ser recompensado.
Aluga-se
o 1 andar do sobrado da ra do Vigario n. 5 com
bons commodospara familia e para escriptono : a
tratar no armazem da travessa do Corpo Santo
n. 25
Bichas hamburguezas
Neste novo deposito recebe-se por todos paque-
tes translanticos bixas de qualidade superior, ven-
de se em caxa ou porcae mais pequea e mais
barato de que qualquer outra parto ; na ra da
Cadeia do Reeife n. 51, Io andar.
LIMI1 EM MUELOS
FIO DEVELA
Barbante
Em casa de Rabe Schmetau 4 C. Corpo
Santo n. 15.
SHERRY 0L0R0Z0
Gelo seal.
Os abaixo assignados vem pe) presente de-
elarar ao respeitavel pubco e com especialidade
ao coipo do commercio, que nesta data dissolvo-
rai amieavelmcnte a soiedade que gyrava nesta
nraca sob a firma de (".encalves i Teixelra, ti-
-ando o activo c passivo a cargo do socio Teixeira,
retirando-se o ex-socio Goalves pago e satis-
f.ito de sen capital. Recite o de janeiro de 18/0.
Joao Gonjalve?.
Justo Jos Gomes Teixeira.
~ Aluga-se por mez urna preta escrava que
eugomma bem, vindo das as 7 horas da ma-
nhaa, e retirando-so das 6 aj 7 da tarde, dando-
so-lhalmocoejantar: n\ ra Nova, sobrado
n 39.
Sublime pnbUcaco Iliteraria
sob o titulo de Hemori do
Bom Jess do Monte, em
Braga.
Acha-ne venda na loja da ra do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
morosa Memoria do Bom Jess do.Monte em
Braga, ornada de gravaras finas, segunde
edicio, obra da penna de ouro do mu alus-
trado lente da universidade de Coimbra, o
Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira
Forjaz de Sampaio Pimentel. Qem tiver
noticia da extraordinaria devoco que exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
sissima imagem, affluindo sempre para o
sou magestoso templo em rom-na o nume-
roso povo de todas as parte desse reino;
quem souber avaliar as brilbantes doscrip-
ges, e o bello estudo daquelle consumma
do jurisconsulto e eximo Iliterario portuguez
nao deixar de procurar, quanto artes pro
ver-st de um exemplar da dita memoria,
pelo diminuto prego de U, na loja indica
da, onde ha pequeo numero bollas.
Na mesma loja cima ha ontras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Jess de Braga, por prego commodos
C'OGVtC HEWffESSY.
Em casa de Rabe Schmettau & C. Corpo
Santo n. 15.
XAKOPEUEFftDrGO.O,DO PINTO
I-,' de iim;ii't1icncinvcr(l:idcirumenlc mara-
vilhnGO como cnln.unledosyslemn nervosoe
nppcndo rontrn n parnlisia, nslhmn, tosse
convulsa ou coqueluche,Iosse ncenlcs ou an-
tipas surcacoes, calan hosbronchicos, etc. e
a Unnl conlni ledos os sofTrimcnlos das vias
respiratorias, c na phlisica pulmonar,sua vir-
l u do con I ra o letano ou espasmos, c convulces
6 inconlcslavcl o ningem ha que o dcsconheca.
nico deposito, ru larga do Rosario, n. 10,
junio no qunrlcl de polica. Pernambuco.
Continuadamente senosaprescnlamnovo9
teslemunhos daefllcaciu do fedegoso Pernam-
buco.
PILULAS, VINHO E XAROPE
DE JIIKURDB4
pkpdo8 pp.io MiaaaiCMlTico
JOtOIIH lE AI.MKIH.t PlliTO
As preparneoes de jurubeba sao hojevanta-
josamentc conhecidas e prconisadas pelos
mais habis mdicos, tanto da Europa como
do paiz, pela sua efficacianos casos de anemia,
ehloroze, hydropesia, obstruccao do abdomen,
c. lambem nos de menstruacao difficil, catharro
no bexign, ele. etc.
Vendem-se em porgo e a retalho na cidade
do Reeife, pharmacia do seu compositor, ra
Inrga do Rosario, n. 10, junto ao quertel de
policio.
PINTO PHAEMACKUTICO
XAROPE DE SALSA PARR1LHA DO PARA
00
OEPURATIVODOSANGUE
Usadas as molestias de Pelle, impigens, dores
rlipumalicas, c ulceras venreas.
RLA LARCA DO ROSARIO, II. 10.
UA e XAROPE
DE CODEINA DE BERTHI
Preconisadc por todo o$ aiedicos conlra os I
DEFLUXOS, CATHABROS, E TODAS ASI
IRBITACOES DO PEITO.
Si. B. O Xarope de Coidna ana mtreco a I
honra, alia ion rara entre os Uedicamentotl
novo, de er registrado como um dos medica-1
nentos ofpcius do Imperio Francs dispensa\
quatqver'elogio,
AVISO. Por causa da reprehensWel falsi-j
fica<;o que tem suscitado o felix resultado do I
Xarope e massa de Berlh somos Toreados a I
lembrar que estes medicamentos U6 justamente |
conceituados sd se
leudem em caixin-
base frascos levando
a assignatura em
tente.
4fi, Ave des eoles, e na Pharmacia Central I
de Franca, 7, Ru de Joug, em Parh, e em|
todas as Pliarmacias principacs do Brazil.
CASA DA FE.
Aos 20:000^000.
Blhetes do Rio venda : rna do Catinga n. i,
vende Vieira A Rodrigues.__________._______
Os abaixo assignados fazem puolico q*>
do Io de Janeiro de 1870 em diante a su
casa eommercial girar com a lirma de
Simpson, Duder & C, ficando a cargo da
nova Orma a liqnidaco das transaecci
feitas pela firma que boje Tica eitincta.
Reeife 31 de dezembro de 18'i9.
D. C. & C. C. Simpsoit Ao commercio.
Candido Alberto Sodr da Motta. tendo asaoeia-
do sua casa eommercial o sen primetro cnixeiro
Sr. Jos Domingnes do Carmo e Silva, faz publico
qne desta dala em liante continoarao os s<>us ne-
Socios sob a razio de Candido Alberto Sodr da
[olia & C. Recito t de Janeiro de 1870.
Do areal da rortalea do Brnra furtaram na
urde de 4 do corrente um bo manso do servico
de carroca, que eslava a pastar pelas 4 lioras da
tarde, com os signaes seRuintes : cor amarello -------------------------_--------------
liso, com algumas pintas esbranquicadas por baixo HACnJ9| PaH||01I07 dp Rl>Dfiil'i%l>
da barriga, pontas serradas, frente da cabeca acn- IIUMMIdl IOnil^UI/. UC DlliriHTH
zentada, altura regular, bastante manso, e muito
gordo, foi visto a Hora que se den pela Taita pouco
antes ser conduzido na passagem de Olinda para o
lado do Salgadinho ; gratfica-se bem a quem der
delle noticia : na ra do Brum, casa n. 66.
-----_------0------. _
cia en Pernaiubaeo.
Os abaixo assignados, nicos membros da
firma Monteiro, Correia 4 C, fazem sciente ao res-
peitavel publica e com especialidade ao corpo
eommercial detla cidade, que a firma social con-
tina sobro a razio de Monteiro & Correia desde o
i de aneiro de 1870.
Recite S de aneiro de 1870.
Narciso Jos Monteiro.
Manoel Alves Correia.
A junta administrativa do Hospital Portogoez
de Beneficencia roga a qnem te julgar credor do
mesmo Hospital, a apresentor sua mita at o dia
15 do correnle, ao respectivo csmolcr, para ser
incontinente paga.
s
s
Preclsa-se de um caixeiro qne tenna pratka
de taberna : no largo da Assembla n. 17.
Educaqao primaria e
secundaria.
Jeronymo Pereira Villar, faz sciente ao M|
respeitavel publico, e com especialidade S
aos lllms. paii de seus alumnos, que por 1
S" motivo de molestia, se acha morando no I
Manguinho entrada dos Afilelos n. 37,
onde continuar a exercer sen magiste- |
| rio, prometiendo interessar-se no pro- Ut
I gresso de sens alumnos ; as aulas esta- -
Precisa-se de nma ama para cosinhar e en-
gommar para pequea familia : ra da Amlzade
n. 21, Capunga.
CAHMPANHA
SUPERIOR
Roussillon, carte blanche.
Em casa de Rabe Schmettan t*
<;. Corpo Santo n. 15.
VINHO
SouaMoulinho 4 C. fazem publico que ato-
je o 1 do corrente teera admettido o Sr. Jos ur-
bano da Costo Carvalho como socio do seo esta-
belecimento eommercial____________________
Aluga-se urna casa com 2 satos, 4 quartos,
cosinba fora, cupi, cacimba e pequeo sitio coa
frncteiras, no principio da estrada dos AUsKtoa:
tratar na rna Imperador n. 28, armazem o\> Cam-
l_i___________________________________
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro para taberna qoe H>
nha pratica no pateo da Santa Cruz n.. i, e
na mesma se precisa de urna ama para eosiahar
era casa de pouca lamilia.__________________
Francisco Henrique Marques declara ao pa>
blico e com eepecialidade ao corpo do comnxrew.
que nesta dato deixou de ser caixeiro dos Srs.
Heitor A Sampaio por nao lhe convir mais esar
em casa dos mesmos senhores. Reate 3 de jan**-
ro de 1870. __________________
B -i
2L S. 5 PJ i
|lI__|
0
P
O 2.'
2. S3
l-'arS
Si
fp O*
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CHATEAC RAUZAM
Em casa de Rabe Schmettau & C. Corp
Santo n. 15.
Marcolino Panuira ua Luz.aviza ao res
pt-itavel publico, com especialidade ao cor-
no eommercial que havendo outro de
igual nome, assignar-ses-ba de boje em di
ante por Marcolino Martins Ferreira da
Luz.
MQLESTIAS do PEITO
HYPPHOSPHITOS
doDrCKURCHILL
XAROPE de HYP0PH0SPHITO de SODA
XAROPEdeHYPOPHOSPHITO de CAL
PILULAS deHYPOPHOSPHITO de QUININO
CHLOROSE"ANEMIA
CORES PLIDAS
XAROPE be HYP0PH0SPHITO de FERRO
PHULASdeHYPOPHOSPHITOdeMANBAWESIA
TOSSE; BRONCHITIS
DEFLUXOS ASTHMA
PASTURAS PECTORAES i'i'CEURCHILL
Exigir para os xaropes o fraseo quadrado e em
todos os productos a asignatura do D" CHUH-
CHXXX,, e o letreiro com a marea de fabrica da
Pkarmacia 1WAKN. 13, ra Catxigiionc. PARS
FOLHINHAS
Aesk* *e klr A aLu e aeha^ae
itmm -*.
LIVRARIA FRANCEZA
Rna do Oreipo, N 9.
v iSuttU FolUakai
E
PAM 0 ANNO DB '870

PRBCO
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I? 1 i S
"3
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Casa de enmmissao de esravos.
a antiga casa de commissao de escravos, do
abaixo assignado, ra do Imperador n. 45, conti-
nua-sc a n ceber escravos por commissao, lamo
do mato como da praca para serem vendidos, e
carante-sc o bm tratamento e prompla venda,
para o que se emprega lodos os esforcos afin de
satisazer em tud< s pessoas que o quizerem hon-
rar coro sua confianca. Nesia casa ha sempre
para vender escravos de ambos os sexos, velhos e
moros, assim como ha t da segranos para os ter.
Antonio Jos *. de Soma.
o. S
a ->
S.
o 3
t9
PILULES
DE VALLET
AsMl-JieTaII^approTadJspria
Academia imperial de medicina de Paria,
sa8 empregadas com o maior
xito para curar a ehloroiB,
e fortificar a constitoiede
tracas. Hnna este ferrp-
noso ennegrece os dental.
Para a garanta da mu aajUiantieirtiaW,
o nome do inrentor vai gravad e *
pilula como i margena.
_ i em Rio-JtaoM, DmmmemttU; Ontmt.
CABWiA
DE OJRO
RIJA
EO
CABG
esquina
esquina
da roa larga do
Rosario.
Esto mportaate ertabslwimeuto no m genero, tem empre um ortimento sem igual,
6 'TXta r^L.trprer.^M^aa'' ^^ daveroadeJ4 ""
a^tJ^JSS-W. oS. oV preta fa Haas por preeo. mate ete- Eoreria
V S' A. loja est aberta at as 9 horas da non te.

I MUTILADO


4
i
Diario de Peraambuco Sexta fera 7 de Janeiro de 18*0

TULlil
v
H'STA ANliGA E CREDITATA
FABRICA

HMSIU II CHST1ITIIIBTI 1 CIIPLITI MITI1IIT II
chapeos mm SOI,:
*
j
.
Popos tubulares ins-
tantneos.
Travesea do t'&ipo auto u. *3,
armazem. e rna JJora u 98,
loja.
Baadoira, Machado & C avinni ao rjpeilavc
publico que no* lugares cima encontrar no nes-
mosempro grande quantidade de ditos pocos, e
qae se acham babiliuulus para vcnd >r por menos
que outro qualquer, por isso quo os revehem di-
rectamente do fabricante Norton, do Londres.
As vantagcns que oITcrcceiii os pocos in*tanta-
neos sao : primoiro, pu-.lercm sor den-
tro de casa oti lora, con) o iraualho.de urna a duas
horas; segundo, fomeccrom os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serejn removidos de um
para onlro lugar, qnando asah eonvier.
Os arinunciantcs sreccIrVao a importancia dos
referid..s D050S depuis de collocados; .itistazendo
a es|ectattvs do comprador.*
ESTABTO MENE.LECIEM.183a
Salsaparilha de Brislol.
LEGITIMA E ORIGINAL
BU FRASCOS CHANDES
' comprat
Proclsa-se de umi ama livre ou captiva para o
serviQo interno 0. externo de una casa de pouea
familia, pn?;i-se l),m, dando garante a sua con-
ducta : a tratar em frente a ra da Visarlo n. 2
armazem lo molhados.
>\
Pnvisa-se, nl-j-wr^mn esr-nva na nma ama
forra que cumho, engomm; o faca as compras
para cisad'p M'oa frtnilii, pnga so bem : na
ra do oaos do (apitiarhv, rsa nova com grado
de ferro na frente e porkiao lado:
1
VVISO
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGE!
Esta encllente e admirnvo. medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifl-
ca por Chmeos e Droguistas mui doutos e
d'uma instnicgao profunda, tendotido mui-
tos aunos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composico nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
compostaextractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtudc especial ou poder
em curar as molestias as ques teem sede
du essento, no sangue ou nos lrumores ;
e estes differentes extractos vegetaes, achara-
se por uma tal forma combinados a ponto
de conservaren, em toda a sua forca, o cu-
Cativo especial de virtude, que cada umde
per si possne. .A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, 6 a que
lis usamos nesta preparaco, sendo a qua-
bnda
testa
eom bu
d?s p-li
di referido escr.iv\ e de entregar ao' sitio da'Pon-
te 1? IMiVi. de .1 i- Morcira Lopes, que recober
100 j de gratificar-o.
Escriptorio
Alupi-se a parle da frente do primoiro andar n.
33 da ra do Imperador : a tratar no mesmo so-
brado.
miJUMDORIA
0 solicitador Gkirgus Punee de Lcon,
cacarrega**e dequaesquer questVs civeis,
chines o eommercise*, carao as cclesus-
ffcas, das quaes tem urna onga pratica de
qumze anuus, e searhacompeteatemente
provi-iuiiadopoloE.Mii. c Rvhi.Sr. ispo
dioccauo.
1 c inn.ir a i regar tail >a seus
esf icc.s, i:m 'le mantera m na con-
Banca quo lnu inorcci.J 1 le seos ignos
uwikuiljas. ,;
Podo ser procurado das seis as novo
horas da manflas c das quafro da lardo
en diante, em aa casa, da na dasTrin- i
eludas, noto ao iv.ri >i > lo Sr. oscrivao !
" Jlotta, c fura de.-tas tiaras :kis salas das <
gpj audiencias
IMPERIAL
i i no m
Linda cassas francezas de cor 400 rs. o metro, na loia
*> .rw 11. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos.
das Collumnas ru<
w
m
0

\
Fu 00 n -lia 24 do convino mi de deiombro' mm^ que todos os meilicoS mais prezam
dp sitio fia Ponto de. cha, o escravo Victorino c est,mam- ^a composico da Milla-
miin do ferto.i. leo, preto fula, biixo. idade 17 parrllha de Bristol entra mais de 5
^r'T'?' '17!ili" 1nm.e"'?* J*". f,lusa '' por cento dcsto concentrado extracto. Ella
testosSA sjibL* cTra cm si m?b ^ ^ *
Idade :!>: i,-,,, :.ai.;i, as autoridaiP3 Por leve- ser peugosa ou injuriosa
e'aos'panfiM do campo a captt>i*'fsade; e Unto ueste, como em quasi to-
dos os mais respeios, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparacoes,
as quaes debaixo do nome de Salsap'arr-
llia, sao accondicionadas ou postas em gari
ralas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma collier de cha por
cada vez; Sos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIKA DE BRISTOL
em frascos grandes,' assfm por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito c vantagera alcancado por aquelles
que acondicionam sua prcparac3o em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Walsaparrilha de Bristol
l^nleem a messa quantidade igual porcao
oontirla naquellas garrafas pequeas, e alm
rnsso, possue ainda muito mais forca e
1 virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
Unto mui natural, que aquelles, que se
acliniM ucoupadus cm prepa^r e vender as
suas proiliv'i.'s, em garrafas pequeas.
murmurem e griten contra os nossos ft as-
cos grandes: proclamando, que a nossa ftal-
saparrillia de Bristol nao possue a
menor virtude ; porm quao effectivamen
le sao ellos pastos em silencio, quando indi-
camos, ou siinplcsiienM'rerdriiuHios para
com essas centenares de certjdoes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
ile todas as rtsses da sociedade, nos quaes
plenamente attestamo poder curativo c vir-
tudes m;tiavhosas da nossa.
BALSAPARrULHA 1)R BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios- agentes n'aquelles lugares aonde as
diiii'rentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
o produzidas, que nos habilita exer-
oer aquello eenstaute cuidado e disvelio na
minuciosa, eseolha; e o que alsegura e ga-
rante uniformidade de exccllencia.
Em quano que, por ostro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; aim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
co ; pois levados e compene irados da
mais firme e persaasiva con llanca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes-, que na
Ha 1 sapa rr i I ha de Bristol. possucm
um remedio mais e'fficaz e seguro ; do que
nenlium outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual' pdr corto nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
-e effecfiva cura das seguintes enfermidades:
r GUSTAfr^
CABELLEIIEIRO FRANCE
51Ra da Cadeia do Reeife51
Chama a attencao dos seus innmeros fregoezes, e do resoeitovel oablif
geral para a seg-nnle tabella dos preces de sua casa, s quaes rtteDo^2
mais barato do que em outra qualquer parte- ^
Ca5lflr"JPara seoras a 250, Cadeias para relogio a 5A, U
Ditas para homem a 350, JOS e iOr>000'
^Sf \ll*' m' m' 20;?' rte de cabello, .
. 250, 300 e..... 300000 r. ,
Crescentes a 120,150, 180, :>0\ Corte de cabello com friega'-. .
250, 300 e 320000 C^e de cabello com lavagern a
Cachos ou crespos a 30, *& 50, i champou......
60,70, 85, 93 e. 100000 Cort de ""'"llocoin limpez da
Tranca de cabello para annel a | cabeca pela machina clecfri-
iOO e........ j0ooo ca, nica em l'ernambuco. .
Tranca para braceletes a 100. Frisado ingleza ou franceza
150,200,25 o. 300000 Barba. .
w iSSIGNATRAS MENSAES
hspeciahdade de pentendos para rasaraento
. v Bailes e soirees
O dono do estabelecimento previne s I Recommcnda-se a superior TINTURA J.V
Extnas. Sras. e aos cavalheiros que ha iimPONEZA par.; cnegrecer os caWIoj e ba
sal5o para tintura dos cabellos e barba, as- ua> unica admillida na Exposicao niverr
sim como um empregado smente oceupa-' S SjE^Jij^' rT srr T
dn nessft rviftn .aiw,sVsa( a e, appmvada pelr.s acatfe-
ao nesse sen ico. mas de sctencias de PARS E LONDRES
!5er*
BU
100
2^
O rerdadeiros OOUAaZS &OTXB, os nico* apprcT.&*r?>
a Academia de Medicina, ten ataim como m aeo oMro* paa^Mh
Erahido a enpidei dos falsificadore, jue para hcilhar ima c/>mmm
industria nao sepja, nem receiao annunciir tender CilsoaCoujMias
00 aiBV aoiu. En prefino aa familias para iatemae *sniMM
que, para eritar falsiOcaeoe, deven exifir, que mena ^ItTanw Aea
aejao Tendidos em calas de tasabas de eaeahe e rmicdaii cabera^
por k ettiqaetas con a minha marea de fabrica e imanando ara*
proapoeto circunstanciado, e selladas por ama aaedalka eom u Imnlaq
COLLAR R0YE1. Km St-lMn. 221. Pa
W IMJ/i
0 5afBarel An'.on i Pjnphico do
\ss^-f;!M,vrftW ea-o instituto. I'ruicndendn ttedW-M tmm
lamente, ecmn vA\ teluesulicittj] aos trabalhos
nipriaw dema prolissa, e.sra <|i* os par dos
ctuacs .oii.'giacs u humax'^J com sua eopAaoca,
f bem ;iin (|no aoillw/i u sen Gstabeleeinifhlo
a!lu.'l!i'qaio pieci-aremde e.Hegij oara edjbeaca i
de eiifBii mi 111'itrpd.:-, '-lis do que o Tir-
illa I diiccti r se osforgart nao 0 para uwnter n
liom n.meo crdito, jue desdo mijitos annos gusa
b referido In-iitato, como fambem pin imprimir-
Um iiovoi iiVHhorsfiientiis.
No di* 7 do Janeiro do auno vinJoueo ter lu-
gar a alienara de todas k auras da inslra-eao
primai ia o secundaria.
Amas.
Pie.-isa-so do duas amas para o serv >o do casa,
sendo urna para casa de pou,ia lamilia, que saiba
coziiili..r e engommar, o outr.i para coz nhar e
comprar : trata-se na ra das Trincheiras, so-
brado n. 48.
CASA DA MtBin"
Aos 4:000S
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n. 23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sones, um meio u. 183 cum i:D00 da
lotera que se acabou de extrabir a beneficio da
igreja de .N. S. do Amparo de (oyanna (13M,
convida aos posMiidores virom receber na con-
formidade do costume sein descont algum
Acham-se a venda os f,;lizes bilhetes da 4"
Hoa caaiaiHMo rapcgni. allestados pata crediir
aos... pri-parado*. e dcixaiuos que sua appcavao e oa
resnluJo obii.lo jielaa pe.soasque se dignaran.aereila-
lo, haa deern crtliie t nga; porqai. sao srmnVe oa'
"tv'adoa considcradoa r.i.ios.e 4 jedna dU l.nea
m.. o cbarlnia.Hca,,,; mts n4 qiltrcn0 0,rCD,^r 3R mJ.
soacque.|.oulaB.-am^nle nosof&Teeefam,os qae abano
^.rS'!ii,C.r.,,',l,0S- os,tl,wm'" P"bUc" ""'csiai"in-Ibes
nossa jrati.to pela aiicnco. esperando .iu^ renham
arica cerroborar o conct-ito. e Mceflaelo cido uosso jaropo. Barikohmeo kC.
JESA Br,1l"ilon":o *c-c Min mj*
sst.s.^So qnc declaro ser o urope Amcrioan de a.-n,
v^,'"*""[,U"*"*- l'ni qne soffrendo ha dias de
i..?peuo mesmo .le me3lo>ir*ntos q3e tomara, a elle
?!' oa ,enf' ??** u' l'h *. a la lodo me
miZbS ,ei,,,!erl*.W" ""--> fmeuta de quasi
maMIraKo.- grife poj, a ,.,?e ri. ,,.b m .^
en reco!,!.,cnenio. De V. .v=. Iiahfc ,e-
_:; T 'i-T'-.", V,,;,i,,,Ai-i",!!'oV-V* Jnior.
. !i!5*.?? ,;i" ,!",l"n"-" #-.-1--
ri'""-- i.T.'n
"cgelal AmericBLu. de so compoaieSo. lam-Ja m
nrnnn eomplrt.fn.rnle ronco e qa. roux umi U-,
losse. e ,c lmp.*sbilHm deenmpriro -,; ,%f>
de matar da en.pr.-ra Irrica, mu aradec.-r-lrs m.
complwo resiabelecimenVo. qO nblrrS 7* ,*!
oa,T-, ygr^ftP* *'e h'"r r" qwX*
iraiamenios. fleaean>t qae onirns man e>t eMaV-'
an sru xa ropa para so erem iUriad..e da Uo iarrt;
uicnmmodo. ,|o fatal ne.-e px. Con, mal" oiS
racfl continuo a ser do Vr. Ss. atento. .rneradT-
d!'X: u*c,en,0M- -Becire *Sr
. Illms Srs Cariho!omeo*C -0 tarop VegtiiUn-.
ncann que \v. ^s ., e,pnSto 4 rend t 2 ,??
caca para o curaliro d'asibma, eanforme abserr, ar>
pli.andu-o aten (ilbo J-=-
-qtum. rflon.">r .te aontr.
nns; ftain. dVsse O.grllo. qo. .. en,, SS
excedente a dona nao* ba.ia raaMda a -..,Vxaxw
do grande nom-ads. Oueirnm poia V,. <. ,crJhT,
espreaaioalianin. sierra .|e m-n Wuaamaal^Wda
aliento.obrisaa,. Amrrico &t#* Mtadammr-
quinta
Pregos.
Os do eoslume.
Manoel Martiqs Fp-">.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
LOJA DE JOIAS
&
iSte antigo estabelecimento, completa-
mente reformada ie novo, est as confi-
nes de servir vantajpsaraente gnezes, visto que acha-se prvido com um
expandido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, aujos presos sao os
mais mdicos qiie se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
e em troea ou compram-se com pequeo
abate.
N. 5 MA DO CtiU 5 :
COMPMHM
____ DOS
TRILHOS DRBAJ
DO
A*
Tinha,
Syphls,ouMal Ve-
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geni,
Febra e Malignas e
Febre e Sezcs
Biliosas,
I1ECIFK A* OMMI1.
Por ordem da directora sao convidados
os senliores accionistas para ao praso de
i0 das, contados do da 3 de janpiro pfrt
imo fulur, eOctuarr m a 6* presta.-o de
suas accoes na raz5o de 10 0/0.
Para esse im ser* encontrado o senhor
ihes-uiviro da$ 11 boras da nianhaa s t
'Ja tarde no esm'ptorio da companfifei.
Reeife, o de dezembro d'IS;9.
'o Joarjuim Ales,
I* s retado.
Precisa-so de dmis trabalbadir.'s ^e~massei-
ra
de
INJECTlOfV BROU
A_____ til ?
Itl. aMtaraad Kataata, Ha.
na pndaria <|_rua do B.mgal n 9.
Precisa-se de um calxeao coni~ptfca
taberna : na rna da Penlia n. 31.
Precisa se d urna pjysoa para carrepar
nma caixa de lea-das no*e hora* da manhaa at
as tres da tarde, pajra-sebem : qnem jjver dirja-
se a rna do Cabugn. 9, loja da rplojneiro.
Um hmrwm pwrfngn^z, cjisaoo, de SS anuos,
com liahiacSes para o sjpaf _\&W_ fycjerer. i
grammatica nacional, lajln e m.aica, ofTerwe ao
respeilave' publico seus limitados presiiraos, com
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
mpigens,
Lepra, febres intermiUenles e remitientes,
liydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-lw, que para o bom
resaltado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pilulaa
vegetaes asstic.nrad:** de Bristol.
tomadas em doses moderadas em connec-
cao ou conjunctamentc com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e cxpellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo usp da Salsaparrilha; 9
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das opera^oe funecionaes,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo C, P. Ma.ia.ro
C, B M,i A.arbosa. Bartholomeu C A.
QUINIUM LABARRAQUE
APPROVAOO *!.* ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
0 Quiniom Labarraqu, eminentemente tnico e febrfugo den ser
preferido todas as outras preparacoes de quina.
Os tinJios de quina ordinariamente empregados na medicina prenaram-39
com cascas de quina cuja riqneta em principios activos extremamente
Tanate*; parre d.sso, em razao de seu modo de preparacao, estos vinhos con-
tem apenas vestigios de principios activos, e em proporroes sempre fariarcis.
U Quinlnm I abarraqua, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contrario um medicamento de composico determinada, rica em
pnncipios acvos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar,
sur k?i "" L*b*rra,*u# Preacripto com grande xito is pessoas frtca,
delibitadas, seja por diversas causas d'esgoUmento, seja por antigs moles
uas; aos adultos fatigados por uma rpida crescenca, s meninas qui tem diffi"
culdade em se formar e desenvolver; as mulheres depois dos partos; aos velhos
enlraqueeidos pela edade ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas, este vinho um poderoso
auxiliar dos ferroginosos. Tomado junto, por -exemplo, com aa pilulaa 4e
Taiur, produi efTeitos maravilhosos, pela sua rpida aeco.
Daposito em Pars, L PRERB, 19, rna Jacab
Maneiro, DPONCBBLLE; CHEVOLOT. Pernambuto, MARM d O
MDALHA A EXPOSIQAO UNIVERSAL DE 188"
Suporioridd d'a
Para -a
respeilave' publico se'uslimiladoi presiiraQs,
preferencia jiara .fVa da cidade : aaea preten-
der dinjase a rna da Concordia a. I, qne achara
com quem ti*atar.
AVISO
Pede-se ao seno* que ein o da sx^/eira, 10
do c.irrenlo^ as l| n. ras da Urde entroa na fa-
lirira de rigarrns, sita na Diraita n. 50, para
comprar nm maco cigarros de sedj operen-
*no lev -a uta chapi /le s.t| do abaixo aRsijroa-
lo e dm.Hi o ?eu, em vm disso tenha a bondad?
le vir troca -lo, do contrario eu Jeelaro o aome
para nao se cbauar a igouraacia.
de seguros raantimose terrestres
Ai wmpanhia de aepuros FidHdade ejiabelerida
em Lisboa oVsde o anno de 1838, e represeirtads
nesta cidade pelos seus asuntes abaixo a.ina-
d..s, cora plena ant..risaco do governo imperial
toma wpuros a risco martimo e c-.nrra fogo em
jifedim e eaubelecunentos, dundo, au. seauradQ o
elimo anno gratuito ouando Mida .egar seis
Minos Cjinsecutivos, para tratar na ra da Cadeia
do Reeife n. 42, escriptorio.
Os agentes
Feliciano Jos 6eme.
Tbomat Pernandes da Cunha.
Methodo^astior
SerQndino.Jrtr de Furia Simos profesor nar-
rular do instrnecaoelein.-niar prj metli.ulo Cas-
ilh.., avisa ao respettavel publico o rom especia-
lntade aos pas de s-mk alununis, que no dia 10 de
piro eat anerta sua aula na ra da Penha n
a, f andar ; aonde recebe nensimiisias por pre
en nonimudo. O meamo profesor pr.-neitP muite
sesoerar ao adianUaieuto do seus alumnos.
IiTtitaua tr LEGRAND, PerfBiois' do InptnJtr dta Fratm*
IS. 20T, Rna *.iiaat-Uani-r. 07 P*atian.
CrtIMl-: OJRI5SA
DE NIKON DE LBCCLOS
JZZSrUeu.ra ''"' d'"ruir rvfto ara,
tonuTta, lfi-iiamrato a telina di tinluU.
ORIZA LACT
LRITl AKTF.W1EUCO
Para nffticar, /runyMr ubfrr sr3a,
**lrpirtetr i>mMMilr^.
on^aSsr?^?......D,"P Ba-'a <:e,l'nila anare c d'am perfume dea mala dellcadoa.
ORIZ Pll I Ot'-iSfe 'iT"'!' ^''"""^"W I ron-.-naroaralicllaM^dMM* jn*
On 21- I-V 'avi ixV ? ':?KT ,,rf,.,ril lr;' '*' Mos rmperi' a>7o*k.-aa.
OH /A I u rns S". a""a"' '^ 'W*' d"r br,:,, a,,s >** rtvta. ,
M&vr-L- n..7H ) K lo;,cal<"i a'nia e anK-pliiliro. wm^
Ka I'M ..... u r"" S,,n^n,,a*' >",a ,cn l'^"'. multo Mica*
ORr/\ NiviMi'*" n ."* bT '^ "Ld" i,lln ?*'""" P o le"VO.
SSIzA^TAmsF'' ara alUji,r J' ']tn,e*'^ ""'**"" as r,"tha-
vntn-ui.MMUK ... riova masa para alrrjar oa urnte e... tleathiir pajtir
AGUA TNICA DE QUINA E POMADA DE BALSArvIO DE TAfTMNO
i m baaau e u.^nJ,Je ti cata.;,, tieana as catata, ti ecjiW.Kt te alar. ti hmit i
DEPOSITO CEHAI, na Caza !c
E cm C.;ro de todos Perfumista do Brasil.
jaafaMHBsssssl
DAVID WILLIAM BOWMAN
Participa aos senliores proprietarii.s de eng. iiIks, que acontec^ndo falt
goa oa animaes pora a moagem durante a prsenle safra, etie Un vapores
ara assentar, sem prwjsar de obra" nma on dem lifi de o^-
ide botar taes ng. nhes a moer oito dias depois de estarem
ngenbo, garantindi-sa o trahalhn.
Futidi<,ao, ra do Bram n. 52, passando o
^^^slsiHal
J


Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Janeiro de 1870.

f*i
0 MUS
DE JOIAS

(SRM. LIMITE.)
% travs da roa
| las Gnes n, 2, pri-
j| "meiro andar, da-se qnal-
g pcr quantia sobre ouro,
jf-ptia e pedras preciosas.
f'*ij O dono desto estabelectmenlo,
|S compelentemsnte au'orisado pelQ
;\? foverno, est as condigSes do ga-
rantir a transacgo que se fzer cm
'3 sua casa, proiaettendo todo e zelo
&| o eonsideiarao s pessoas que se
dignaren! de honra-Io era seu esla-
imento.
Na, mesaia casa compra-se ouro,
iraa o brilhantes.
zn

>/ 'spondencta de Poriwpl.
'*- 'nhahos assiptnados prcvinem ;.os senhores
-o jornal, que de Janeiro prximo
11 tiuniti a de>iribucfw ser feit no lar-
r' '' uito, no caf do Sr. Pestaa, onde
h iros as I' i i ;i i'-iirnarura do anno prximo quinze
'i.I tvis por i\ nmeros contado do numero
.i' conduiir o paquete do 28 de Janeiro prximo
ile II de Janeiro de 1871. Nmeros
is. Os recibos s3o mpressns o Br-
'ra.l 4 pe is abaixi assignados. A destrinfelo
; ll liara os asignantes s se ai a aquel*
iliam j paga sua auuuatidade.
Taso [rmaos.
a i'fta do Moiuleo u. ]} para
"sc i, com pequeo sitio o cacimba d;
inba eMianbciro: a tratar na ruada
'Cnife Req?teri.31.________________________
Precisa-se do mu criado para .'cmpr 0 re-
1 h : m ra dos C ellios n. 28.
&Q
'5rt
GOMES DE MATTOS IBMOS
tendo feito completa mudanza em sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fin de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RA DO CftBUGA N. 4
onde eiiconlrarao um completo sortimento do quet ha de mais elegante, |}
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prala e platina se pode deaejar.
ADEHESAS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim comb grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto anula nao visto, e completo sortimento de
ofejectos de prata para uso das igrejas,
Compran* e trocad qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade tos objectos vendidos.
G/2
BS3C
*" "**ir^wf

MARTIMOS
. lO^TlUFOGO.
\ Campanilla Indemnisadora, estabelecid;
esta praga. toma-uguros martimos sobr
navios e scu3 > "tnvgamentos e eontra fogt
em edificios, mercaderas e raobilias: i
ra do Vigariofl. 4, pavimento ter eo.
Na praca da Independencia n. 33-se da d
o licito sobre pcokores de ouro, prala e pedra?
preciosas, seja qnal for a quantia ; e na uiosm
casa so compra e vende objectos de ouro e prata
e igualmente se faz teda e qualquer obra de en
omfhcuda, c todo c qualquer concert tendenU
i mesina r.rte.
POS DE ROG
Ap;rovados pela Academia imperial
de medicina de Pars
Uai frasco do Fat *c n -*, dissolvido
cm urna garrafa d'agua. da urna limonada
ag idvel, que purga rpidamente e de
um modo certo, sem causar a menor
irrilacao como acontece com a maior
parta dos antros purgantes. Oa Pita de
Ko,;6, sao in:i!l!Taveis por so empre-
gin-se faci'.mi'ii.'e em riagem.
em ",:o -.xEino, V'JponeSelte; Chtsolot.
Pin l'l!.<4B*l.C0. Ucurcr 4 0\
A
o-
Buajo Queimadc55
A VERADE tendo cm deposito frc
quandade de niodezas e perfumari, e V-
sejando apurar dir.heiro e adquirir "
Kuezia est rssoivida a uuder b ui
barato, ; por essa razio eonvia ao
lave I publico a vir con'netei.U; nte
do a sorr-se do bom e barato. Pois n
do a Verdade appaico-, lado nu i Jt:-
ap parece-----
Grande sortimento de booeoa i'e era
raassa as mais lindas posiveis vestidas at-
racter.
Abotoadnras modeiu;.c para col
letea......- .
Espellios domados pepntito?. .
Agudas do mm para crox a .
iPentes para regace com esnta *
Ricos globos para candicirp de %
Chamim's a.......
Grande sritimente de objetos de
louga para brinquedo de mc>
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida rerdatMra t
Dita com dita dita .
m
ttt*
Frasco.cumoleoikbahr.-;! a .
PILLESroSCAUVIN.
GRANDE ARMAZEM
T\
DE PIANOS, MSICAS E
JOS! DE
i
N.ll-ltUA MIVA-N. 11
\j
l.-.fLepa ao respeilavel publico desta cidade e das mais
u. .^ba do diegar uua grande c ex jlendido sorknenlo de
provincias vismhas, que o scu grande c bem acreditad} amaem de instrumentos ^tra nmsi-

O quo ba de mate moderno, de lee
rivi ios e l>xm conhotdos pianos di fabrica doSr.
do ftxo-e rnobile, e cora transposicSo ou sem eila, de tutores os mas a.-rodftadoa no-la cidade, como sojatrl : os
Tlumaata. B, boulerd SbMUyoL Parta.
Este precioso Purgativo vcfeial to eemnodo
cono igradatel e ri-medio mai* infallivel pira des-
trair a conMlparact, -s evralgla*, a* oaia re-
beldes, asiin como Mlla e a vtoeaaMaalea
Elle f efllra; as gantrUto, ohalrucfoea cna-
ajneeas. anilina, d ore, eatarrboa, emptgem,
goua e rkruuiaitoaiiM.
O erccimenlo das rilla Caaln pode rean-
mir-se lettas palairu i Beitatwlecer ou coataer-
Tar a saude.
Ella nlo peem oca resguardo na comida lem
beila ara doae laaaate e OeiHiratUa, Dase tomar
ellas nal refeooei. en dose gargatlTa de noite ao
deiur-ia.
PtrnamlHCO! MM. arar et C.
AFFONSO
n$ 3 1*10l wlHl
:k*?.iris, do ijuetn o aiinuaciantc e o nico agento oi-sta cidade, com prova com o doctrnenlo attixo transcripto o a>s^nado pelo 4it Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
ad o ospecialraerMe. para o clima deste paz, sao os nicos que efferecem urna garanlia segura de sua duracao. Elles s3o iqui bastante enaltecidos desde 18*4, para que
i nccdsfto msislir sokk'e sua stiparioridade. As suas vozes s5o muito flautadas e melodiosas. Elles ptssuem um JatJado qu se piest4 >todos os caprichos do
MillOreS pianistas. -nriraa -v-
Todas as pessoas que comprarcm pianos neeta casa, sao rogadas a exigirem o tjertificailo de origera ass'ignado pelo Sr. Blo&del, -aflm de provar a su
t acidado dj numero de piano com o de certificado. > ^
AO PUBLICO
Mr. Alphonso Bloadel, fabricanto de pianos em PARS, declara ao respeitavel publico de Pernambuu), que o nico deposito de sous pianos na Cidade
-cife, a KUA NOVA N\ II, armazem de Antonio Jos do A/.evedo. Ontro sim que tedos os seus pianos rio accopinhados de um oerticado do origera assig
! por mim.
Parts, i de jullio do 1809.(Asssignado) .tlphonse BlondeJ.
. O aivntcian^ tambera troca e aluga pianos. E tem o raaior e mais explendido sortimento'de novas
MSICAS PAE4 PIA1VO*.
As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro: das acrediladas casas dos Srs. Felippone & Toraagbi, Narciso, Artbur NapoleSo & C.,
<.-. Tambera tem grande sortimento de papel para msica e desenho ; curdas para todes instrumentos, ricas gravaras e quadro3 para ornamentos de salas, oleados para
!: > t!e salas, ricos espetaos dourados. quadrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e Sf m ella, estojos para viag m, r< logirs com despertador, vidros para
- Ihos de todos os tamanbos, alagarea. I5as o agulhas para bordar, e muitos oulr< s artigos que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
*heit todos os dias at s9 oras da ixsito adradas Exmas. familias poderem ir apreciar -os sous pianos.
Saba ie alcatro
para curer-is molestns de pe/le,
taes rano empingens, darthro?, sarna?, cumichoeR
o mais mnlestiaa t pella, sem oeoasiBar acciden-
tes ; ttfaz as nvaa>'hs do corno, pannos, sarda?,
resubetece a oor-jjatural, quanto a cutis, secca.
grossa e amarellenta, oecasionado por algnma
enfermdade, c como de-infoctanto e preveulivo
das molestiaf contacinsa.s,
NICO DEPOSITO
Botica do Pino, ru.i larga do Rosario n. JO, junto
ao quartel de poliria.
.

MUNCXO DE tOm
Vende-ae em trascol
FiGAJUa i'RtSCOS D BACALHAO meto frascos -lai.gu-j
lares, phtrmacfa lloco,
" 2, roa de CasMgtionc,
cm Paria.
i

*.- neiamfaee&c, tw aUum pnrosc6cs fc cera olcaa
. ,.nuil u .. M i wii 'i> it'.' -.' .!, /ira::i iiiia^!iijdi< p.ira s;il-s!ili.ir rdadeiroa olrua le liaaiitoit
i* ,--... s4- BatorathfM > I'-*;i-\u-.. Estos ulroa e<.:.-ain oa seos anrcrctianrox >;(i '
i^nai.io i|tic os veritadeiroi leos de Igauto ilo barallio
i. ito caa, jato i|uo yura oliiiil-os icr.im o ifi miilwra cun?prc clorar
. i o it fis majores la(ii)s itos proprins l.ii::.ns daspe^ra. assim corno niarida !ai>r i
l. aimci no 18W. C oleo, ptu-nu de Iti.i-nltouo 4* ferra-Aua ale ifo<|g
c yriiiVK OjMicaiii- no urna fama uivrrsai as luolcuatllupetlo-ai (iciti
. ,v-. i ly*pltait<-<, a mjt-eiu m meuimm,cie., i i '.'
', ,l,. (i V de H'mji i ia\A fcil la diperir, disilngue-se cntfe os outroi leos pela sna
:/h ,a- jKiii.i:, i seo cintro suave e deli'do, e seo pmo de svdmha fensca.
i. KUA OWO pra< vtl o tlvv doi iraballios cliyniira da FA I- )ll < si .- ie : 0 o><> eir jftif *** o nah da aut os oieos parios t uo apcse.ita aljum iat inconvenientes ame. se
FABRICA DE l'IAMIS
DE
5v

.,/ < 'r'. jH-mto'ao cheiro t. sabor.
,,im1'-- rus
J. Rhtgass, successor
Ba do Imperador55
Nec-ja antiga e bem conhecida cssa, encontrar-se-ha como otJtr'ora grande sor-
amento de pianos construidos espressamente para o dina deste paix,e Mr. J. Rhigass
i .endo trabalhado muitos annos na construcclo de piaoos em Pavis, aaha-se habilitado
. i preparar os pianos que vende com todoso accessorios indispensaveis nao s a sua
[iolilez, como sua durado. TooWt os pianos sito garantidos.
Tamlvm ha neste estabelecimento, grande variedade de msicas novas e dos
melhores autores, tanto \inda*s de Pars (Mmbo do Rto de Janeiro, que so vendo mais
.iarato "do qud em outra qualquer parte; assim como ha igualmente venda todos o-
abjectos necessarios ooatruc^o de pianos. Os concertos o afinaces de pianos sero
: ."eitos cora o maior zelo e cuidado.
phar-mateta dai Frauc^-n e *
SOrTfilMENTOSCTESTOMAGO, CONSTIPAQO.-
Cura em poneos das veto ciftvlo de sclloo m p6 oa cm paitiluas.
ENJtAQUBAS; NEVRALGIASL e. atfa.-c.Tcs s*. **
sipadas rapdamonte pelas RMUI o-eth 'i I' CLUTtl.
ANEMIA, A PALLIDEZ e frimcntet qm necessitamdo
"emprego dos errugioosos so sempre combatidos com o melhor resultado
pphs pilOlas D vSllet. Cada Klula tem incravado o nome lLLtT.
PO DE ROG. Basta dissolver um fraseo d'estc p cm nteio
qarrata (Tagua para se obter urna limonada agradavel qae pgrga sera fa-
zer clicas.
VINHO DE QU1N1UM de Utorrttue. Bste vinl o, um m
poneos caj coas8j,aOt fara*tldsreo*rstante, urna das nu Inores pre-
paraeoeo o> (pinino, aem acoa*noUvel sobre os coirralesoentes, dando-
Ume lorcss c ipresssne i volts a saude. Cura as fettes antigs quo re-
Ift^^laWW MOLESTIAS DA BEX1GA. A maior parla d'estas moles-
tias, cmo as sciticas, Irtmbtffos, catanas, e todas as dates iaei fosas em
atrl sio curada pelas huoiu ot-tssEUCiA DC thebeb ntima do
0r. eiertan. O praitfsor Trousseau em sen Trataao de Inerapeiuiee acon-
ttha ns para serm temadas na ogesslli do jantar, na dose de 4 4 12,
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
Garantido puro a de primeira qualidade, um dos poucos aprovados pela
i! lia de medicina
Todos ettee medicamentos forun aprovados pela Academia
tntprrial de medicina de Pars.
DETOSITO
Parla, L. FREBE, 1S, raa Jaccb
W -4 Pernemtvco. JUun et O.
Ctara.....*craai et O.
"*
AS
OPPRC8SAO SOFFOCC/O
m rerola dvtber do uouTOR Clfrta.i1 approvadas j)la Academia imperial
do medicina de Pariz acalinam'tjuasi-semprc insUvUqneamente os ataques d'nsma,
o|i] rcissao, sofi%cacao, assim como as dures de cabeca e enxaquecas. sulfi-
riente na occaso em que aiJfpreref o mal, o engolir-se urna ou duas perolas
com urna pouui d'agoa. com certeza o medicamento mart-ftfeiFae tomar para
este genrro de doencas.
a. Per..i de terebw'tariaia i) doctor Glirtab sao impregadas diariamente
rom grande xito para a curifdas'nevralgias, riieumatismo, sciatico e catarrlios
da beiiga, Estas perolas foram sempre rctommendadas por um grande numero
de mdicos c especialoieuie pelo Itantor Trousseau. quo- indica este medica-
mento como o mais efliu. conteniente tomar de \ at 8 na oceasio das
comidas.
A approvaeo da Academia imperial de medicina aem chmda a rnelbor
garanta da boa preparacao d'st Desmitao ^ein Rio-Jakeiro, Utponchel c; Chitolot. Em Pebsarbuco, Maurcr k C;'.
Joaqifai Jos Gon-
f/hroi Beltr&o
tlA 90 TRAPICHE N. 17, 1. ANDAfc
Sacpor todos os paquetes sobre o Ban
A) do Minlio.-em Praga, e sobre os segttin
es logares em Portugal:
I.lsba. ^^
Porto.
VaMba. m i.
Guimaraes. -
Coimbra.
Chaves.
Viseo, mrmm
Villa do Conde-
Arcos de^rrHle Vez.
Viatraa d Srotello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de^Famatcao.
Lamego.
Laos.
Covfllia.
Vassal (Varpa^os).
Mirandelrl:
Beja.
Barcellos.
Mi
IgWt
2 ?:
> ri
tm
::
i*
'
!r>.
1
im
: Va
- Precisa-se alugar una escrava para crzi-
nhar, paga-se bmn ordenado : a pessna que tiver,
pode vir tratar nu pateo do Terco n. 64
Joaquim Jos Leite faz publico que havendn
outro de igual nome pas*ou dessa data em diante
a assigtar-ee Jiraquim Jo Gomes Leilo. Recite"
1 de Janeiro de 1870.
Retratista em 0 inda, ra do
Bom-fim n. 3.
Julin Bocuuel, photographo recem-clipgado de
Par, avisa ao Ilustrado publico Olinda, que
acaba de abrir nesta cidade una o'licina para ti-
rar retratos por tmlus os systemas conhecidos. O
artista Julin garanto ao Ilustrado publico de
Olinda a duracao o Itrmeza ue seu trabalho ; os
prec >s sero us mais tummodus possiveis por ter
de demorarse potieo lempo nosta cidade. O es
tabelecimpnto estar aherto todos os dias desde as
8 horas da manlm at as 4 da Urde.
Irmaiidade de N 8. la Boa
Viageni
Domingo 9 do enrrente, ter lugar a eleieo da
mesa regedora, para a qual sao convidados todos
os irmSns.
O Sr. Antonio Pereira de Sonza, disgnee
V. S. comparecer na loja do Passo, na do Cres-
po n. 7, a negocio que Ibe diz respeito, sto com
urgencia.
COMPRAS.
Comprara-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata cm obras mutilisadas,
Orilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
uriyes do arco daConeeieao, no Reeife.
0 muzeo de joias
Na roa do Cbug n. i compra-se onro, prata
a pedras praciosas por prejos mais vantajoses do
iue em outra quat>iuor parte.
Lom muito maior vanlagem cninpram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
racao d6 Onro n. 2 D, rita do Cahug.

CARVO DE BELLOC

Approvado faeafatDendado pela Academia imperial de medicina da Para para a
cura da gastralgia em geral de todu as doenoas nervosas do estomago e dos intestinos,
fi egtnlmeafllPnf^P' por eRcellencia contra a reienco de ventre Finatmonte em
raalo de suas |tpriedtdes ahaorventes, recoramendado como verdaderro remedio'nos
cazos d diarrtoa e cholerfna. O eiirva* d* Oeline tema-be na occasio das comidas
sob a forma de*pos ou de pastilhs.
Deposito em Rto-Jasiiao Dumonthelle; ChevoUil. Em-PsamaRoco, Saurer s C!*.
IKIMHUN-SII lili-SI
ESt3IttY0S
Compram-se e venden>ae diariamente para tra
e deoH) da provincia escrvos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrada ir. 36, rea das Cruzes,
regnezia de Santo Antonio.
;Dto coro agua de Colonia a 304) e
Gatraa com agnadivin;i a. .
Frasco cii extraetus ItaVia .i I
LaUs petptenas con banlu :..'
lina a \H>e......
Stbonetea de diversas
80,168, M04. .....
Finas escuvas para denles de 1S
Lindos coques tn. ...
Itavios para gaz, duzia a 210 e .
Escovas pata laclo a IKO, C'JO a
Ditas para cabello a.....
Pon les para Airar pioiiio a IfiO e.
Brincos de cores, benitos a I
Pecas de tranca de !a gnu
taras por.......
Oleo para machina de eos-lu
frasco a........
P. nnas d*:n;o unas cusas a 8ff
Dita d'aco 'erry, caixa a. .
Galio de algoso peca -
Lindos babadinlio e e!ilreiDeio>
peca de ;ii)0 a......
Ditos de louga muito fino a l .-
Ditos pata calca a li'ii e. .
Caixa com papel amizide a. .
Dilas com crrgjelopes a. .
Ditas com obreias a.....
Caixa com agulhas fundo douradu
Ditas de ditas ditas a. ....
Tbesoura para costura a iOe
Caixa com tlnha de marca a .
Linha de cores em novelios (li-
bra) a........
Carreteis de linba Alexandi e d 7u
at 00........
Grampos muito finos com pass-
ros, duzi a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a 20() c .
Papel almaco e de peso, rntaa a
35400, trJSOO e .
Ja muito lina para bmdar. lilra *i|*r*
Fita de algodao para debrum tfe
sapatos, peca a.....
Dilas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a...... i'
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Dilos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Trancade Iaa de caracol peca a 40 e
Fita do coz peca a 480 e .
Alfinetes de latiSo a.....
Sapatos de Iaa para enanca a 400c
Gravnta de sedas de reres a .
Calcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das i
Um par de suspensorio de !">n
100 ris !!! 11
IVa Verdade a na do Qne;iv..>
_____________m. &*. _
0 VAPOR
. DAS
\ovii>iii:s
Roa da Impemrlz nuaarro 3
Grande novidadep ra a feotn.
A'ella antes que se acabe.
0 proprielano d'este somptno lado estabelecimento, rendo que se apprW. festa e querendo aprsenla!- aos sen amav.-;- Ut~
gtiezes urna novidade de que se admirassem,
viou o seu vapor, 3lo,o vapor dn N^-
desa todis os paizes da afamada Etnp.i, ja
de procurar e trazar o quede maior gosto : i
dade arhasse.
Regressando este, trouxe como alta novidaV.
como de facto o :
Lindo guepure escarate com fitsmr>; >sidV
e o mais bonitopossirel, proprio para raro- r
o fechos, o qual so vende por precn umita tnsn~
modo.
Grande sortimento de fitas de sarja de -.ttrr*
qualidade e de diuVrentes largaras e rre.
Completo sortimento de fitas anajaiiilis, -i*'
estas lizas e e*asezas de todas as la-nur.-
mais lindas core, ha vendo entre ellas rbbuj lar
gas e proprias para cintos da ultima nuda
Grande quandade de perfumaras Jos p.iftt-
ros |k*rfamantes da Europa.
Alm d'cstes objectos vieram muitos ...a4.r
lamben, de grande novidade.
O proprieta rio o revine todas as p^.-.a; a*.
pretendercm a Iguns dos objectos merici.nad'* ft
poderito buscar as amostras no 8o rstabdvt;,
ment, ou indicarem o lugar da residencia. ;x* t
tudo isto antes que se acabe a grande novMaoY
Loja do vapor da* Novida*les,
Roa da Iniperalnz n. 3,
_____________Ht-nripoedeSLettao_________
Deseja-se vender um collegio de DwnT~
situado em um dos mais agradareis arras* 14*
Rio da Janeiro, estabetef ido snai* de gozando de grande crdito e reaotacia, e qn aav-
duz lisongeiros resultados. Motivos de saude ottV
gam as donas a laiwrem-ae: md quizer emm-
pra-lo, pode dirit1r-e raatdr) Tifarxi n. SI, es
criptorio de DoraW|PM Airea laadsns.
Precisa-se romurai umaesciavade meia
idadb : qnem tiver e queira vender, dirija se a lo-
ja de calcado da ra da Cruz n. 21.
I i i
VrNDAS.

Km
m
Wm
I
Isidoro Baatai 4V C, na da i n. 1
em sea armaiern-wtteriur'Vitsl vaano entnmfc
do, o mais puro que terh vido a este ratrrauV
roga se aos senhores cHete de fatnitta o b*c^a-
de irem ver sna qnalWaV, o orwr WHsa r
commendavel por nao ter tahfcccao algBaaa.
Vende-se
Vende-se am sitio no camkroo de Beberibe,
com casa edifica la n mei passade, teno 3 salas,
5 quartus, rozinha fra, om grandes baixas de
capim, tendo 1,000 palmos de rente e i,US de
fun-lo, offerere grandes vanlagem por a casa ser
nova, como pela grande baixa de capim, como
lamhem por ser este lugar marcado para estacSo
da va-frrea : quem pretender dirija-se a ra
larga do Rosario o. 22. .
AttenpSo.
Vende-?e muito barato a cocheira da ra o
?o| n. 27, rom carias cvale*, por scu dono estar
doenle : a tratar na un ".a ra dj Rosa
no da Boa-vista o. 66.
por menos do que em outra parte farinha da ten
em porvao e a retalbo, MJio asalatiiib : ao a'
ma/ein Independencia/ rfc> >JhrnH n. X
Pende-se urna manila cota nuit habt.r-ta-
de>, e garntese nao ter vicio* : no largo du Pa
raizo n 8.__________.
Veii'lein-se duas raas na frnniHna Amaro de Jahoatao, sent ama na na da M
d;i mesma fregnezia e ontra eomitrna
ipieni pretender dirija-se a roa d
87. entrada pel.i raes 22 de Jtovnilii
Pin no
.Va roa jo I.ivrameuin o 3 <
' a. cm bom e-i-olo, para pi
mdica le (JOdOOO.


6
Diario de Pei-nambuoo SexU felfa 7 AGUA NEGRA
BENTO MACHADO ft C,
A AGOTA NEGRA animada cora o hora accofhimento que teve em seus anram-
< ios, vem de novo participar a seus feeguatea, que, acaba de rcceber um variado sori~
lento doobjeclos de gpsto, osquaes serlo vendidos por precos muito razoaveis, pois
,i;atido fez os seus priniciros annuncios, fui o que assegurou. e sern mdo de errar,
porque ctmo j disse est ligada por intercsses a urna casa importadora desla praca, e
por isse podar ter tudo especial e vender por precos admirareis.Chama pois a atte-
Co de seus freguezes para os arligos que possa descrever:
Livros cora o tarapo de marfim, aatire- m variado sorlimcnts de charuteiras e
.'erla e tartaruga, proprios para missa. pnltiteiros de porcelana,
Tentos para voltarete.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
t Cofres do folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-
lica,
Talagorce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
I Perfumaras de todos os autores os mais
acreditados em oxtractos, pomadas e leos
e finalmente outros muitos objectos que nao
6 possivcl mencionar ; mas com a vista se
certificarlo do sortimento deste estabele-
cimento.
Giirafinhas vazias proprias para presidies
Misa de goslo.
[(dispensareis Je paliuha e de couro pro-
s para senhoras" e meninas trazor nos
t' acos.
Binculos dj madreperola, marfim e lar-
Uini/a todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiraracn-
l nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largu-
ras para lacos.
Toucas, sapatinbos meias de seda e mais
pertences para baptisados.
Filas com inscripcoes proprias para bou-
quet de noiva,
Ricos vasos com p do arroz.
Um variado sorlmente de jarros de por-
celana.
MMA
DO
GALLO VIGILANTE
Hua do Crespo n. 9
AS NOVAS SEDAS
11--RUA DO QUEIMADO--11
Chegaram da Europa pelo ollimo vapor loja de Augoato Porto
A C. ricos
Os prapnearios.deste bera conhedd? estele- cf)e$ dasliXlYnlla^seliasTe mimlas corara" olidos proprtoe para baw e easa-
Affuia Negra, ra do Cabug n*. 8.
lilHIlill MlWIiMI ftftftaSftttttl

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cimente, alm dos muitos objectos qne tinham ex .
postos a apreciaco do respeitavel pnUieo, naau-1 mentOS.
daram tir e acabam de reeber pelo ni limo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
Anas e mui delicadas especialidades, ai aoaes es-
to resolvidos a vender, como de sea costume,
por precos muito baratinhos e coramodos pa/a to*
do, com tanto que o GaHo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollintaas e puhhos para se-
nhora, neste genero o que ba de, mais modera.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para caberas dhs
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de eres com vidri-
Ihos e sem efles; esta faienda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
oiarfim, sawlalo e caso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e- estes pretos.
Muitosuperore mjas fio de Escossia para se-
nhoras, .as qnaes sempre se venderam por 30000
ajluzia, entretanto quemes as vendenws por 20J,
alm destas, temos tamben) grande sortroento de
ontras quatedades, entre as qnaes algomas muito
linas.
Boas benflas de saperior canna da India e
castao de martlm com Indas e encantadores figu-
ras do mesmoy neste genero o que de meihor se
pode desojar -r alm destae-temos tambeta- grande
ouantidade de-otrasquaHdade?, como sejfinirma-
deira, baleia, ossoj borracnn et*. etc. etc.
Finos, bonitos- e airosos eteeotahos de eadea e
db ontras quaKdades.
Lindas e snperiores ligas- de seda e berracba
para segurar as meias.
Boa meias de seda para senhora e para- meni-
aa- de i a 12 anuos de idade.
avalhas cabo de marfim e-tarlarnga para- fazer
barba; sao maiR>i>eas,e de m*i a mais saw^a-
rantidas pelo faferiente, e nos pornossa vez-tam-
ben assegurams soa qualisde o delicadem
Lindas e bollas eapellas pasa noiva.
Snperiores agalhas para maekaa e para wvs.
Linha muito boa de pesoy roaxa, para enetier
labvrinthn.
Bous baralboo de cartas pato voltarete, assno
como os Untos ara o mesme fw>.
Grande e vanado sortimento das raelhom-por-
famarias e doo memores e mate eonhecidoo per-
famistas. __*f
CALARES DBROKA.
Eleetricos magnetieos coatm as-eonvnWao,
fxMlitam a deaco da3 innoaoales driancae,. Se-
rnos desde imito- recebedora* deste^ proiaiosos
collares, e conaiiBamos reehe-los por late o
vapores, afim da qne nunca, faltem nomercadOy
tomo j tem auonlecido, assim-pois poderle aquel-
las que delles pocisarem, vi ao deposito an-gatl
vigilante, aonda sempre encoatrario destesvera-
dBiPos cullaros, e os qnaes attendendo-s att fia
para qne sao applicados, se venderlo com un ram
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avisU dos objectos qne dsamoa
declarados, aes nossos fregnotes e amigos a**
comprar por preoos muito raaoaveis loja do galle
vigilante, ra do Crespo n T.
-
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de linda cores
de seda la de
Dcort
Machinas & vaporde
forpa de 3 e 4ea-
vallos.
Motores para 1 cavallos.
Arados amercauos.
Machinas de facSo e serrotes paa desca-
rocar algodSo.
Balancas para armazem e baJco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro do Milnez e do Uhit-
Qeld.
Prencas para copiar carcas.
Fogo americano patent
gorgurSode seda preta, e grosdenaple de varias qoattdades e gorgurao
diferentes cores.
Novas vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas ^de 18a e seda, cortinados bordados para camas e janettas, fronhas toalnas de
cambraia de linho bordadas.
l/ivas novas de Jouvin.eelegantes scmbrmhas de seMn de cOr para enhoras.
Kparlilhos de 5* at iO^t, lindos bournons de cachemira de Cor para sahida
de bafle, basqninos de resda preta, e ditos de croeb branco e preto para seaboras.
Grande variedade de camisas- bordadas e hsas para honrens e meninos.
Sortraento de roeitas fazendas de ISa, linb e algodao ledas por preces muito
mdico.
Tapetes grandes pera sof, piano- e camas, pecas de tapetes o de lcali para
forrar salDes tudo em qaantidbde; e veinte sempre^por menos <* em outra quelquer
parte.
Esteras da India de 4.5 e 6 palmos de largo.
ATTMCll 10 LU
Jnmde ,vDnii de Tazadas e rospas feit roa k Inperatrii
b. 52, porta larga, (te Parede Porto.
Neste estabetecimento encontrar o respeitavel publico um benito sortimeate
e reupas de todae- as qualidades-, palitots de alpaca a 3H 3^500 at- W- Ditos d
meriaj ditos de casemira de cores bonitos gostos a 50, 6& H e 100, de panno prett.
sacos o sobrecasaco6. Ditos de bnm pardo Anos- e ordinarios. Ditos da alpaca branca
c e eores de 3^500 a 5^000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, ditas
branca de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta- de 4& 50, 60 a *50. Colletes de todas a qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francesas- de algodSo e de linho de 20 at 5
urna. Sortimento de-seroulas franeeias de algodBo, de linho e bramante a-20-e 20500.
Grvalas (mantas) nevissimo gosto a todos os precos. Meias-sortimento esmpleto a 30.
40 at- 7$ a duzia.
ROUJA PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesqaer obras de encommend tanto para homem, como
para aaeninos, e conabrevidade, por isso que tean um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em caseniras como brins, pannosfinos e nutras muitas fa-
zendas,
FAZENDAS
Bramantes de H palmos do largura a 10800 o metro.
Cambraias de cor e braoea.
Alpacas do todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chwe com lista ds seda fazenda de gosto a 10^00.
Basquines de guipure eafeitadas a 180000.
Sortimento de chitas escaras e claras a 280, 300> o 360 rs.
Madapolc fino a 60500, 70, 80 e 90000.
AlgodJo psaa com 20 jardas a 40500, 50500 e 6^000.
Peca de algodao largo a 70500.
E outras militas fazendas que ser eafadonho mencionar Chegaem roupa
feita qat|se est liqjudando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEiO DA PORTA LAICA
Oh
Paredes Porto.
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de Lisboa
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S?srs,ifi-
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LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabam de cbfgar grande quandade das verfladeiras machinas americana
para descarocar algodSo de todos os systemas e tamanhos seguintes :
42 serras *- ^ serras
14 .ditas 14 ditas
ditas 15 ditas
ditas 16 ditas
ditas 48 ditas
ditas 20 ditas
dttas 22 ditas
ditas 25 ditas
ditas 30 ditus
ditas 35 ditas
ditas 40 ditas
i- quaes se vendem por precos commodos e roga-se as pessoas que dllas fizeram en-
commendas de alguns lmannos, obsequio de- as mandarem busca-las o mais breve pos
:vel afim de n5o haverem faltas.
nova
chegada no nllimo navio : vende Joaquim
Ramns, na rna da Cruz n. 8. Io andar._______
NO BAZAR DA MODA
5 OE
m DE mi\ SOARES 4 c,
Ra Nova
VENDE-SE MUITO BAR4T0 PARA LIQUI-
DAR A DINHEIRO.
* I.iiva.
De pelica branca muito frescas, chegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 20000.
Minhas. festas!!
Lindos objectos para miraos, como sejam:
Estojase caixinhas de msica, bolcinhas e
sestinhas. vasos e balainhos de porcelana
dourada, figuras, tinteiros. port-bonqnet
caixinhas para j jas, interesante conrhinhas
com frascos para excencias. ricos qoadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola. lindos vasos com perfu-
maras etc. etc, e muitos outros objectos
para este fim.
chapeo* de sol ou sonbrlnhas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode baver para senhoras a
140, 460e 480000.
GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode haver de mais
bonito empadr5es e superior em qualidades
para casacos, capinhas. corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato.'
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de rtous tamanhos
cada rosa a 40200 e 40500.
Chapeos para sen oras,
de palba fina de Italia elegantemente enfei
tados agostos muito modernos de 450000,
vende-se para liquidar a 400000. E' pe-
chincha.
Rata <
Sovo e variado st
finas, e outi
Alm do completo sortimento da perfo-
marias, de que effectivtmente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba 4a ~
receber um ontro sortimento qne ae tona
aotavel pela variedade de objectos, supaiotv
iade, qualidades e commodidades de pra-
cos; as:im, pois, o Cordeiro Prevideate pede
e espera continuar a merecer a apreeiael
do respeitavel peMieo em geral e de am
boa freguezia em particalar, nio aa amv
taado elle de sua bem connecida maatiib
baratez?. Em dita toja encontrarlo a
preciadores do bom:
Agua divina de E. Cosdray.
Dita verdadeira de moray & Laoaaaa.
Dita de Cologne ingle, americana, frae-
cezar todas dos melhores emaiyacreditade
fabricantes.
Dita de Ror de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilei.
Elixir odontalgico para sonservacao 4
isseio da bocea.
Cosmeliqaes de superior qaadade e cbe>
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e seores, caat
pomada fina para cabello.
Frascos eom dita japooeza, transparente
a outras qaaHdades.
Finos extractos ingieres, imaricaMa
(rancezes em' frascos simples e snfaitadoa,
Essencia iatperia) do fino e agraavel i
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igual-
mente finas e 3f radaveis.
Oleo philoeaiae verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior q^abdaio,
com escolhidos ebeiros, em frasees de dife-
rentes tamanbos.
Sabonetes em'barras, maiores a menoraa
para mos.
Ditos transparentes, redondos s aa Ufa-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes
froctas.
Ditas de madaira mvernisada
asa perfumaras, mnito proprias para pre-
sentes.
Ditas de ppela igualmente bcotas, taav
asm de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal color asa, 4
moldes novos e elegantes, com p* da arres
a. boneca.
Opiata inglezae francezapara dentea.
Pos de camphora e ontras dilfiiraalai
qualidades tambem para dentea.
Tnico oriental de Kemp.
Anda sala eoejnca,
Um outro sortimento de coques de no
ros e bonitos moldes com filis de vdriOna
alguns d'elles ornados de florea e fitas,
estao todos expostos apreciaras de qnaaa
os pretenda comprar.
GOLL1NHAS B PUNHOS B04DADOS.
Obras de muito gosto e perieicap.
FlTellan aaa para
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com,
prdor. _______^^
KA Pfi POPULA*
DA
FABRIf .1 J ACIOWL M BABIA
DE
Teix.*ira Uldunco $ C.
Acha-se venda esle ptimo rap, asara esa
pode suppnr (alta do prineen de Lisboa, par ser
de mui agradavel perfume, viajado, e a areeo
mais mdico possivel; e por Uso tem safe asar
acolhido as praeas da Babia, do Rio de liaijaa
em onlras do imperio : no eeeriptorio d Joasjan
Jos Goocalves Beltrao, rna do Corosaarc aa-
mero 17
49
46
IS
90
tt
25
30
35
40
RA DA CAMA N. 56 A
Lim
Primeiro introductor dos pocos tubulares
instantneos da Abyssinea.
Avisa se as pessoas
qut* haviam feilo en-
coiiniiiend
LIQUIDAChO
de fazendas.
Na ron Nova n. 48, anda pavteaa jlpur^.. fa-
zendas que se vendem por arma qne adwiram
romo spjam laazinhas a 308 rs, m<->mbi4M
com lisia* de muito lindas cores a 30O r*..
a 20uo. ;i00 rs., grande quanlidade de eanibi
de niHilo lindos padrees a 300 rs., c ostra* l
tas tazenda; que pela sua boa qualiihde se lor-
nam ree Grande quanlidade de paleto! de seda, de MSB*
fino, de easemira, de bombaziaa ipretns e a er-
res) que se vendem por todo o prern para Uc/m-
dar, aproveitera a pcebincba que est Rodando
Vendera-so tres bombas en muito boa as-
tado, urna de Japy n. 2, uva de ferr e osaat ate
robre, ps de laranjas rravo, da rliina, e pe* de
rosas de diversas qualidadss, j plntanos em ees-
tos proprios para m:idar-si>, assim ci>mf as larao
geiras : aa ra das Cruzes n. 36, 1 andar, se din
quem as ven le.
Veden i-se dna> casas em Santo Amaro de
Jaboalao. urna na na de llai\o. prxima fe-ira,
e oulra na ra da Matriz: a tratar m roa d ku-
perador r. 57, enlrad-Si>elo raes de Xovemsrr.
dos rel
i
idos po

lAZ CAZ HAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster
C, ra do Imperador, ora carregamento de ga:
de primeiraqnaiidade;oquaJ se vende em pardaj
e a retalio por menos preco do que em outr qu>
quer parte.
ATTENCAO
Vend-se urna mulatinha de 14 annos, sadia.
com pnoea< habilidaites : qinm pretender dirija--e
ra Nova h. il. onde *" dir e-m qnem tratar
__ Repullio salgad", s:il;.nirs suissos, landjaeper.
vinhos brancus suissos, yvoroe, villeneuve, crei.y.
cates dn Rhoiie, beaujolais : na nnrerial fabrica
de eerveja. rna dn Sebo n. 33.________
Vende-se urna bomba de Japy n. 3, n site"
Chora-menino, em bom estado, cmi 4 annos, de
cano de chombo, por precn cnmmndo, assim tnaw
vende-se niaoVira. a sabir, eaibros, ripas, enrha
mis, maos-travessa pelo mesmo preco dos ar-
mazens ou mais em conta.
ii lia ni
\<>va
teniu
que
r
busca
11.21,
qualquer
recim* nio.
r
a
ve
ra
onde ob
escla
F.ste admirare!
|Oe|>oiau>o nao
conten em simer-
rurio, iodo OS I
nenico | WB !
_ fvijioroso modifi-
cador para o sango* rara radica Imente as molestia s de pi-l le. lai-s como a lepra, as i mpigens, as herpes, as
espinbas, e os Pana*, etc Empregido diariamente elle retresca a nassa do aangue e eomolida saadaJ
A N I r r T 1 A r ITirV Cnr* 'em 8 <*'m m eerrimeotoa aptirw oa
i.i %' i
IHJECCAO GADET
Paais, 7, B' Denain,
os mais rebeldes.
CADET
CURA
em TRES DAS
Denain
PA R I S
Parte. S6(RuaTMnana\l
CHABLEmedec n
SASErtTtBSUDAD DCSSaiUAKS, Aj i
coas nurasna, ,
DEPURATIF
ln SAING
o iiny.< (Xaroaa
ratita* wnmmtmm
toao-se dOBS por i
Dt'mrmtivo mm
PLUS DE
COPAHU
BU os /luxot ftorm
lita laiaeea* tealps *
Citrtelo dt Fim.
ittsa
POMADA AMTIHERPCTK
Costra i aas afhofsss ssssssas #
PILULA8 VE0ETAE8 DEPUI
o v Ckahto, uU fraat sal aasas|BBBBj
aJMHv




Diario de Pernambuco Sexta feira 7 de Janeiro de 1870.
7
J


h DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO -^
DE
FEE.IX PERBIRA DA SHI A.
O proprietario d'est grande estabelacimento, vendo que se est -aproximando o An-
do aMO, e tendo em ser um grande deposito deposito de fwendas: nao fallando em
voltadas encommendas que Ibes estSo obrigado todos os das, tem resolvido lionida-
las por preso muito raais baratos do que em outra qualqaer parte ; so como fim
de d.m.nmr o deposito e apurar dinheiro Encontra-se neste estabelecimento do
PAV -r lvu.llad0 8*rt,ment0 ,a?cDdM aso e modas; assim como de priraeira
aecessidadev As pessoas que negociara em pequea escala n'esta toja podero surtir-
le vendeno-se-lhes pelos preces que comprara, n,s casas inglezas; assim como as ex-
ceUentissinas familias poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas on man-
*ZSLl?L^^XTL\Tma** em ^s; estabelecimento se
cha coBstantemeote aborto das 6 horas da manhaa as 9 da norte.
Esplendido sortimento de' L*A*s mderxa na lqudopavao
J Chegou para este estabelecimento um grande
sortimento das melhores mais modernas laa-
nhas para-vestidos, sendo tapadas e iransparontes
de todos es precos e. realidades que se vendam
mais barato do que en -aatra qualquer parte.
Crocfas para adeiras e solas
O Pwo tem um grande sortimento dos
mais benitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas ete etc., assim
como proprios paracobrir presentes, e vea-
de-se mais barato do que em outra quat-
quer parte,
GLftCE' A i:20 PARA VESTIDOS
0 Pavio tem esta nova fazenda lisa Dre-
obngadosaacce.ta-las, ufando nao ste]am pria ve$td com as ^ '?
completamente ao seu coatento, assim como rA p m,. ,1Icl ",, "" ."
D'est vasto estaheleciiapnto encontrar n l m m?,S ,US,re ^u6 a Propria
francezas e tngtezas, ceroulas de e ^^ plo baratsimo ^Sg
roipas ferias
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZN.60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roopas,
endo calcas palitts e coletes de casemira,
de panno, de fcrim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
cam desojar, assim como na mesera loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, com a maior promp-
id3o vontade do fregaez, e nao sendo
GRANDE N0V1D4DE
Qaaodo a AGU A BRRNCA, mais precisa scientiflear ao respeitavel publico em
p*al, e em particular a suaboa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefquando ella menos opodefawre porque essa falla invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qwe lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a dtrfgirtm-se a bemconhecidalfja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, aodicidade em precos e o seu nunca desmeottido AGRADO E SINGERIDADE
Do que cima fica dito se coahece^ue o tempo ie qne a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apeear de seus r*stosTiodeserapenho de bem servir a aquellos que a
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessilam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua naturez slo mais eoahecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquettes coja importancia, elegancia e novidade os tornara recorameodaveis, como
bun seja :
camisas
iinho e algodao e outres muitos artigos
proprios para horqens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Tmpera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavao ra da Impera tris tn. 50. De Flix
Pereira da Silva
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o respeitavel publico neste estabeleci-
mento um grande sortimento de.fazendas pretas,
-como sejara, cassas francezas e inglezas, cintas
pretas de todas as qualidades, fazenda de lia de
todas qne tem vindo, proprias para luto, como
sejam, lazinhas, alpacas lavradas e lisas, canto,
borabazinas, mermo, etc., que tudo se vende por
preco barato.
AS CASSAS DO PAVO
Covad a 300 rs.
Vendem-se fioissimas cassas francezas com lin-
dos desanos e cores fixas a 300 rs. o covado.
Madapolo francez a 7S000 rsj
Vende-se pecas de madapolo francez
om 2 metros pelo baratissimo prego de
7f5000 a pega, pechincha.
Altas novidiiies em sedas
Chegou um grande sortimento das mais
modenas poupelinas ou gorgurSes de seda
linho com os mais elegan'es padroes que
tem vindo a este mercado sendo, miudos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para ven-ier era covado, assim como nm
bonito sorticiento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo rauito em cunta
Grosdenaples de cores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores para
vestidos que se vendem muito mais barato
do que em outra qualquer parte.
GRANDE PECHINCHA A 5:000 RS. PECA DE
Hretanha
Vende-se pegas de superior bretanha de
algod5.i tendo quatro palmos de largura
com 20 varas ou 22 metros cada peca, esta
fazenda seria para custar 8(5000, a nao ser
urna grande compra que se fez, e liqnida-se
a 50000, cada peca.
, AOS 20 Mil, (OVADOS DE
l.usinhas lustrosas a400rs. o c0-
vabo.
rs. o covado, pechincha
ftrffamlys a 300 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padroes miudos egraudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pre-
gos de 360 rs. o cova lo.
ALGODO ENFES1ADO
Vende-se urna grande porg3o de aigodSo-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio para lenges e toalhas tendo liso e
Imitado que se vende por prego muito em
conta.
'anos de lluho
Chegou ura grande sortimento de pegas
de panno de linho do Porto que se vendem
de 700 rs. at fjGOO a vara, garantindo-se
que em fazenda de linho nao ha nada me-
Ihor, nem mais proprio para lenges e toa-
lhas.
PECHICIIA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grande sortimento dos me-
hores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do nest art go o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porg5o de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por prego muito mais barato do
que em ot-tra qualquer parle, por haver
grande pcrg3o.
.neos brancas
Vende-se um grande sortimento de len-
cos hrancos para homem, sendo a duzia a
16600,2()00 e 3#000, ditos abanhadog
muito linos a 46 e 65000 a duzia, ditos de
sguio fazenda muito superior a 5'3, 63 e
76000,
Corpinhes de cambraia, primorosamente
enfeitados com Otas e setim c obras essas
cuja novidade de rao Ido e perfeifo de ador-
nos rs tornara apreciados.
Fitas ni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Lequee uesse objecto muito se pedera
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremcios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco epreto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodJo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fo de Escossia.
Costume ou uniformes para merinos.
Enxovaes completos para baptisados.
{apellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e onstante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
fuaes sao movidas por um nachinismo
amas subetiluem as outras.
Vistas para stereosoopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados cora
pedrae.
Ditas de madeira ea*ernisada om vispo-
ras e com dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, apatinhos bordados criangas.
e neis para ditos. Diversos -objectos de porcelana, proprios
Camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
SORTIMENTO PARA A FESTA
Vende-se por menos de 10, 20 e 30 t0
SO' NO
ARMAZfiH CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
i
iiriuiFl
O Campos da ra do Imperador h. 28,
no intuito de servir salisfatori menle aos
seus innumeraveis"amigos e freguezes, em
particular e cm gcral ao respeitavel publico,
desta cidade ; avisa aos que ostiverem pas-
sando o lempo calmoso, nos delcitaveis
arrabaldes desta capital, que tem resolvido
vender, de de superior qualtdade, a prreos
razoaveis, os seguintes gneros a, sab'.-r:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas cora doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixo a saber ; salmn, ostras
o lagostas.
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
sas.
Ditas com gela franceza.
Cerveja f-anceza verdadeira fobe.
Presunto para Hambre e afiambrados.
PABA DISPENSAS
Latas com chourigas novas sendo de 86,
cada una.
Presuntos de Lamego para tompeiro.
Guias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provincia.
Copos de vidro com dobradiga e tampa
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIDA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranga.
PARA SALA
Charutos de S. Telix do afamado (abr-
lante Costa.
Fumo picado do Daniel de S. Jo5o do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos tem con-
viegao de que o seu estabelecimento um
dos que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
lo s acha elle bem prvido de gneros su-
priores, de maneira a no desmentir
TURA!""
Aeab.im (To eliegar ao i
roa Nova n. SiCaraHra Viannaun Cm ;
loortimi-t'i de ma.-hias para ocMara, d
I
liJade, e i -un se rom ciMcioa Me
os coniprr.ddrw. Ksia* narhiUM *3*iyns>
seu trabalho ao de 30 toruveint li:uJjK'ni<.
sua pcrfoii-'i) tal eomo li im
l'ari?. A|iri!seBtim->e Irabalhos j
mesmas,
denles.
qne muito Jpvm agradar aos prrter.-
0 Campos.
BRACO
DE
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
mai8 modernas e elegantes lasinhas para
vestidos, com as efires mais novas que tem
viudo a este mercado, sendo com listrinhas
miudinhas que parecem de urna s cor e
com tanto lustro que itnitam perfeitamente
s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato prego de MK) rs.
Bretanha* de rolo a *#.oo a
peea
Vende-se superior bretanha de rolo ten-
do 10 varas ou l metros cora 4 palmos
de largura pelo barato prego de 2^00,
pechincha.
OssetmsdoPavao
Veae-se os mais bouitos setins de cores
e mais encorpados proprios para vestidos
tendo de di versan cores.
AOS PALITTS DO PAVO A 185 e
205000.
Vende-se um bonito sortimento de palit-
ts francezes sendo, sobrecasacados e pro-
priamente sobre casacos, que se. vendem
forrados de alpaca a 8000 e forrados de
seda a 20)9000, pecuincha.
C0LCHA8DBFDSTA0
Na loja do I'avo vende-se ain grande sortimen-
to ie otloh&s de fastlo sendo brancas e de cores
ditas e croch para camas de noiva, assim como
qonitot daoltocos de laa para colchas.
Na loja oo Pavio vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira d
cor, com os desenbos mais modernos, a 8d,
10 e 12*000, muito barato na roa da Im-
peratriz o. 60.
BASQUINAS A 124000
Na loja do Pavio vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de guipure,
pelo barato proco de 124000 cada urna.
Cortes d rgandys com barras
Para a loja do PavUo chegaram, os mais
bonito cortes deorgandys com barra, send
cada ano em seo rart3<>, com o competente
muito proprios para fazer pre-
Pcehlcha em casenairasa ;000
Vende-se finissimas casemiras de cor com
lstras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo prego
de 45000 o covado ou 7#000, cada corte
de caiga.
Os bales do Pavao a 2&000,
Ch.'g u um grande sortimento de bales
ou crenolins do feilio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo prego de 2^000 ca-
da um grande pechincha.
SIMAO DOS SANTOS ir C.
Os proprietarios deste bera sonido armazem de secco e molhados est5o re-
solvidos a fazere urna grande diminuco de pregos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazum avultadas Compras para o centro e praga, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, quo mande fazer suas despengas e cer-
tos de que ver5o a grande differenga em precos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 8)9500 a lata, e h '.0 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 re. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
V1NHO VERDADEIRO F1GUEIRA 360 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 40500 a caada o 800 ra o ti- 640 a libra e 14400 n kilogrammo
tro. BOLAXINHA. INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas/,400 rs- a l'bra e 8(0 rs. n kilogrsmmo.
-400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 24800 e
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimento de bo
linh6 para cha, pastis, podro, bollos in-
gleses, paes de l presuntos, ditos tm fiam-
bre, superior cha Hvsson, preto, e miudi-
nbo. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja iBgleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os .gustos e pregos par,.
mimosear senhoras, estas caixiniias recen-
teracnte chegadas de Paris sao da primoia-
do gosto, offeresse-mo-las aos galanteado'es
do bello sexo pois nellas acharSq nm digno
e serio presente para as donas dos Bem
pensamentos. Tambem os apreciadores da
boa ftiraaga encontraro charutos dos me-
lhores fabricantes da Baha e de Hnvan
sigaiios do Rio de Janeiro etc. etc.
. Qooes d'ovos seceos, cbrietalisados e de
cada, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas para
bailes, casamentos e baplisados e qnalquei
encommendas avulss, como seja p3od- l
e bollos enfeitados o omfOS muitas rouzas
que enfadonho mencionar.
Armazem da Estrella
Caes t2 de Vovcoahro a. 8
Nao ha davida por latir. Je cumprimeDlo*
guras de uiadciras de pinlio, nao qo d. iia
de fazer obras, puis existe ao mercado 4e M a>
24 pollegadas de largur assim como qaiUa*-,
desde o bronco pinlio americano al o enci.nra^i-
do de rezinn : portanto os armazenati* d^rr:
aproveitar a oceato, poh tem prani-n>s al &
90 palmos do comprimeiito para da-las, tai>-a
tambem completo sortimentu d< piuh. d ba'l*..,
para convs do navio?, e SQJTMB ii'-i tab"-
forro, para fundos de barrica, r>ref*riyel a wUt
qualquer por raasa da lf r poocoa nos; vrode
de 9 a t0 a duzij, remos de faa, e follas de nt-
lal para forro de navio*, e pregadur* tea
mesmos, ludo de coiifor:Pi>!ad; om M pnf
mercado : no antigoe Iwm conhorido arman m
Paulo Jos umef V i'.limaeo.
Rhenmatismo emoles-
tas syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de ^alsaparrili i
do Pai, pilulas e xarope de veame, tir
tura e xarope de si.upira.
Doencas do ligado e ba<> an
ma, opilar, ele.
Emplasto, oleo, pouvnad. tintura, j -
lulas, xarope c vinho da milagrosa Jor-
ucha.
Sczftes oh fbres inleriilenlr
As pilula anti-periodicas de Pinto.
nico deposito .lestes medicament is :
pharmacia do seu autor ra inga do R<-
sario n. 10, junto ao quarld polic a.
NA PHARMCIA DO PINTO BL.V L\RG\ T- >
ROSARIO N. 10 JUNTO AO Ol AR-
TEL DE P0LIU\.
Acham-e conslantement; prutnpUs
ser-m satisfoilas, as picsrripcr.es dos %t
facultutivos, c as necessidades ios tiifnm
s especialtdudc-s da mesm pharm
composta do me licimentos, mio inlif^-
nas. como estrangeiros.
Toses e molestis do peito.
Xaropes de fedrgoso, rabf m tal..
Asnao, po Cardoso, jaca, mulung, i
tamba, etc, etc.
COGNAC
e superior quali.lade da mai dccredit-.
da fabrica de Riaquit Dubonch 6:., r.
cognac urna das que mais agnank
cognac, fornecem para o consnromo
Remo da Inglaterra.
Vende-sc em casa de Th. Jnst. ra
commercio n. 32.

II
AS GAd BRAJAS DO PAVAO A 4:500 RS.
Vende-se urna grande porcao. de pe?a
de flnissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 40 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo preco de 4#500, a
peca sendo fazenda que nunca so vendeu
por menos de 8i$000, grande pecbincha.
AS POUPELINAS DO PAVO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
ta com imitaco das poupelinas de seda,
um fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: veYde Bismark, rosa, azul
lyro, c nsento, perolla etc, etc. e vende-se
pelo baratissimo preco de 50 rs.
Fstoes brancos para vestidos
Chegou um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustoes brancos com listras
e cordoes, sendo fazenda bastante larga eJ
flexivel, muito propria para vestidos e mu-
pas de meninos e vendem-se a G40 o co-
vado.
BONITAS L&ftSINHAS
OU ANADINAS A tdOOO RS. 0 COVADO.
Chegou para o Pavlo, um grande e va-
riado sortimento desta nova fazenda de la
e seda propria para vestidos, com os mfls
delicados desenhos e mais modernas cores,
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm vestido com poucos covados, pelo bara-
tissimo preco de I^ntO o covado, por j es-
tarem moito prximos da festa.
CRETONES MaTISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E (10 RS.
Para a loja do Pavaa cbenaram os raais
bonitos cretooes encaros matisad^s, pro-
prios para vestid 'S, ronpSo chambres ele.
que se vendem 800 rs. o covado, a*sim
como a mesma fazenda em padr5os claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos 64o o covado, sendo os padrO-s mais
modernos que tem vinpo ao mercado.
Chitas francezas
Para a loja do Pavo ehegaram as mais
inas e bonitas chitas escuras, propiiamenU'
francezas, e veudo-se a KOO rs. o covado.
mazem do Pavao rvi da Imperatriz u. 60.
354(10 a caada, G60 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 45000.
a caada e 560 a garrafal e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, !#400,
1,5800 e 23200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 73 a caada, e 13340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 15400 e
13280 a libra, 350CO e 25780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 23100, 15980 e 5860 o kilo-
grammo.
DITA PRA TEMPERO 560 rs. a 1
bra, 15220 o kilogrammo,, em porcSo se
far abatimento.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
33200 e 65500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHA.
DE MUITOS TAMANHOS 15280, 25500
33500,45500, 53500 a lata e a retalho e 13
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISROA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 53500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM RASS, VERDADEIRA IHLERS4
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
Resta venda um eseolhido sortimento de ob
iodos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
jarand, mogno e.amarello, obra nacional o esti-an-
(eir, ae apurado gosto e por pruco* raznavei*:
aa roa estreita do Rosario n. 32. Nesla mean
sa fazem-se coiu perfeicao todo- os tral)alhos d>
jalhinba, como^gejam, cmtialliamentos de lastro-
s e snnM
Antonio da i.-ia \MI,. un^lo ;.; i,;.
para a Europa, wnJe sua vua padaria r i
voado AMontes coja easa ,
|{Onala e pn.pna para f(u;il')i.r priliiiMt
tambem m fax nrpnrio a prazo : i tratar i>. m.-
ido pnvpadii mi na na das Ciare ];.,!.,, i fl
Arma^o baratissima
^.>a na Ron n. 1S. feade-n nm i pmi* arm
gao. parteenridrarada,eantrirn, d u- i
divvrscs C3\.'.c. grandes, pn p
ia, deposito on onirn qa.-ibi'Ter nri; r,
qoal c v.'iid.- por pn jo baraJiiMfnn aOtn d '
i'upar aa*a ; ojunlaoiMlfl w .-id m i a
vasias ..niiH'a.las .!>> f, rro.
>ara camas. cad<>iras
npnfts.
RANHA DE PORCO DE BALTIMOOR DIVERSAS MARCAS 15500, 15200 "
720 rs. a libra, o 15560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
porcao se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 o rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
33400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 65000 a arroba.
CAF EM GRAO 63 e 65500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra. 440 o 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACAR RAO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 560 rs. a librare
15220okdogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
Ihante.combination, Francv-cracyne!, mixed
Rritania. Mdium, Fancy-nic-nac, a. b, c, e
soda a 15000 e 15400, cada urna lata.
Assim como ha nutros muitos
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 75 e 63 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
115 a frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
35000, 23800 e 25400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 115500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 15000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TOa 13000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
33200 e 25800 a libra, e 65100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 23000,
23200 e 13800, rs. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, apitonas,
Farmha da ierra
Manoet Jos AIvps continua a ter farinha da
t>rra para vender: na rna da Pria n .18.
RA II1 LORIA *. 5
Olaria do Pundao.
Ha sempre nesta olaria materiaes, como tiiolos de alvenaiia b3tida, ladri-
Ino, quadrado de 8, 9 e mais pollegadas, tenas e
lelhoes, tijolos de tapamentos. O proprietario des-
ta olaria garante a bondade e Iluto de taes mate
riaes, como tambem vende-se miis barato do que
em nutra qualqiipr pane.
Pinga do DoroT
_Felx Pereira da Silva recebeu novamenle por
cao de barris do bem conheeidie exeell.mte vinbo
puro doDouro, muito proprio para mesa, e ven Je
por preco commodo : na ru:i da Imperatrii nu-
mero 60.
Vende-se urna ra .*om sitio de noc
Rasssgetn da Uagdalma, em h local* pw <.
ruuarel: qurm pielen ler dirija ir a roa d i
ineieio no Recito, casa n II, nhia s 2 da larde, ou na rua da Alegra en i
de Jii-i: Anli.ni.) Bastos.
ESCRAVCS FGIDOS.
VENDE SE ou arrenda-se o encenno
S. Ga^par, sito oa freguezia de SerinliS-m,
comarca do Rio Furmoso, prximo do em-
barque, com grandes partidos de pal e
massap roda da raoenda. mallos mangues
para madeira nerssaria, bom pasto, etc. :
a tratar na rua d'Aurora n. 26, ou nado
Imperador n. 20.
Manuel Alvos Kerrea d: C, na rua Mw-
da a 3, andar, t-mi para vender superior vinho
do Porto em ancoretas e caixas de duzias, barril-
tnhos com 400 e 600 sardinhas superiores e bar-
ricas com bago de sabugueiro. poiassa da Russia
e cal de Lislma.
seguros mariti-
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conserveiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, peixe em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla. sarda e sardinhas de Nan-
tes. anella, cravo, ervadoce, cominho. pimenta, grandesmolhos de sebolla 13500.
Finalmente muito* ontros gneros que enfandonho menriona-lns.
PARA A FESTA
3 portas, 1*j?i de fer am
53-Rua Direita--53
Neste pande estabelorirneuto, ha para vender
um compiet.1 sortimento de ferragem, e miudeeas
Anas e grossas, como sejam bandeja* chinezas
qiiadradas e ovaas, facas e gartti de I 2 be-
loes, balanco inteiro e t/i bal^noo; pannttas, cha-
Ihelras, cacarollas, frisideira-, a^sadeiras, tanto
de ferro como de poreelana, moinliiis para caf do
diversos tamanho* do fabricante Japy, pesos kilo-
ra unos, tanto de frrm amo de la t i, metros
para modir fay^md*:tjBrtn de ferro mino de huao,
salitre, bfeu, barbante. lufre, papel marca via-
do, do verdadeira Pcardo, machinas para desea-
rucar alpodio; alm de mitro* arjjpos de lerra-
prem. miiidexa* rutilara* nas, qne oe-m a vis-
ta s verifle? ; rfa rua dirwta n. J>3 loja de 3 pur-
tas de Manoel Beato de Oveira Braga* C.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armaiea araarello de Vicente Fer-
rara da Costa & Filho, defronte do arco da Coo-
ceicao, em tan-iras grandes.
Cunbi Irmos & U.
MAD \K. DOS \ 31
Tfceni para veod-r vinho do prtn fino e de pas-
to em barris de qmm>i e decinvt: rbegon ltima-
mente o bem enherido vinho engarrafado
man do Douro, e bem as*im ancoretas de
fln encapadas e cal de Lisboa nova.
lagri
vinho
SAL .'DO ASSL"
Vende-se superi-ir sal do assu'. alw e grossn :
a tratar a bordo da barca nacional Fltcha. oa com
Marques ^mi% 4 c no ,ar d ^ ^
o, *> andar, ^
Companbia de
moa utilizarle publica.
A diroeco de conformidade com os ens estatu-
l0ja'i* ,9' v,ndePr intermedio do correlor Ma-
cado dez accoes da mesma companbia : para tra-
tar na rua da Cadeia n. 42.
CIMENTO
Da melhor qualidado e por mpnor preco
que era nutra qualquer parto, vendem Ama-
ral, Moreira & C. em seu armazem do Caes
da Alfandfga n. 7.
24000
radeiras de pmho de tibrtr e fechar
No armazem de Paulo los Gomes 4 Clima**,
caes 22 de Nnvemhni n. 28, vendem so cadeiras
d pinho americano de abrir <} fechar, proprias pu-
ra armaens, assim como, pela fcil eondnrc>>.
jt-le qualqner pessoa qne viaja condnzi-las sem
inromni ido, e ttrem as~im un assent apmpriad"
para descantilla viageni; o bem assim a rapazea-
da, qne na presente quadra, procura os arrabaldes
afim de passarem nm dia livre do calor da cidade,
podein estar sentados debaixo de frondosos arbus
!, saboreando seo havana, w>m Mr preciso esla-
rem deliados na relva, com receio de sercm mor-
lid.is jHir alvum inwi-i venenoso.
I'ligio noTlia 8 do correnlc mez *mm*-
Itro de (869, do engenlio 6'iqui, fr<-iuMa di .
cada, o parrara Paulo, cabra, (!: dude 40 auno*,
altura o corpo legnlares. b.irbadn, rabeUos -
puibos, peilos e perna? bem cabelludos, cara r i i
laurea* de beafgas, ti-m m.irca do cni-nie pHas
i-ii?las con paroni,iasde'|iieiinadiirasi ve calca de biiih [iard'1, enmisn de madapoln, cha-
llen do palha di; carnauba, fui UHw padre
Luiz, ni irador nos A fugados, tendo u mesa rs-
cravo multier c Illhos nesse lugar : pagase 100/
de gratificicao a quem o prender o leva-kt ao iiit
engcubo, ou na ni; do Cahug n. II ao Sr. I-Van
cisco Antonio do Brilo.
GratifiScao de M)|
Ao chegar a esta cidade rm sua ultima vi?gi
dos pnrtus du norte o vapor narionjl Oumri. fng
de bordo o ewravo Serermo, nmlato, d :tO ana*
do idade, que do car rcmeliiam os Srs Vinri
Salgado S*iuza & C. por conta do Sr. Raymua#>>
Olimpio G. Fn-ilas, ao Sr. IMpbim HibViro *
Abnn, no Rio de Jun-iro : pede-e, potUmln, >
autoridades policiaes desta cjiiade e as rapiribo*
de campo a captara do referido etrraw, e de ta-
tregarem no aos abaixo assignados neta riaaV.
ao i-at-s da alfandega vvlha u. 2, que se re-p-'B-a-
bilisam por todas as despezas que se Gzt-n ni, gra-
tit'n-ando mais a qualquer capillo de campe eeat i
quantia cima referida.
Veras & Barbrdo.
Cal de Lisboa
ehgada no ultimo navio, tem para vender Joa-
qmm Jos fiodcalves Be|ir8o. ao seu escriptorio i
I rua do Commareio n. 17.
Aviso s autoridades filkia^
e a quem competir
No dia 2 de maio do corrate anuo,
fugio o escravo Czeqniel. irntulo de30 i .12
anuos de idade, estatura regular. refoifMo
cAr htOl pela, cabeca redonda, trajava ra
mi-a azul e ralea de rassemira cinzenia :
durante h dia cusluma andar ganhai^io aan
roas, ou em armazens d assucar on as ta-
bernas a conversar e a beber; diraott
nmie reclhe-^e a telheirus abertos, ou pe-
netra veis, a rasas coi coiistrucrSo e a ouiic*
quaesqticr lug^re*. onde se possa abrigar;
quem o appreheiider lenha a hoi-dade dr o
i-nniluzia-a rua da Aurora n. 20, on na 4o
[inpt-ra.lor n. i, onde ser irraiifl arlo.
.aofl c*erara tnglmm
Pugiram don? eserav* do engrilh Bni
fregu za da Esrada, nm de n>mie Heailbiio, ca-
bra, qne representa ter de 20 a tt aaao 4* ii.ie>,
lem feicdes regulares, pi.ura barba, crpo'eg-
tar, tanto na altura como em gmesara. rl coa
o cabello cortad-* rente ; e tmtro 6> a- aw l^r-
nado. pardo, qne representa ter a> 3b 31 arma*
de idade. tem nariz afilado, cabe tan e"rrt4>w, enr-
no regular, tem s olh* eacovaaV*. sai i'eda.
falla mansa e (Ina, de-eonfla-se lef "gnidn Tr,
Criiard, em virtnde do Bonifacio ter ata aV Ib :
quem os pegar |tde levar a dita saacnan y^
nesla praca, na roa do Apollo n. 4-1. 1* i~
que sor recomaaaiado com


8
Diario de Pernambuco Sexla feira 7 de Ja? de 1870.



I.
JTTERATRA
Falla perdld.i
\io f que cruel L-mbranca
V m o a esperanca dissipar locdo !...
Ea vejo a rirgem, qoe adorava t;into...
K o sea enea lo nao me l o!
Itoje no brando despertar da \ i
Saeta partida de HtB piulo a lyra '
Ksos .. prazeres... da tentara a palma...
Toda u'csl'alma indiffereiitr- expira '
>'4 mocidade. no brotar de amores
Km quo, flore i deveriacu ter,
Viro. aBatabiiho sera soltar um canto,..
rW-m lenlw pranto para o mou soffrer!...
A-n^i... t muito... cora amor profundo
4jaal eu no mundo nao terei igual
V ara s*r clestc... uim vi<>>... ura anjo.
Divino arcuanjo de mou serphanal!
Pobre mancebo, devotei-lhe a vida
Ni triste lida de mundano amor.
Ju.'gjudo mu dia vir collier a palma,
Ai i fui minh'alma sepultar na dr !
Entaomeus dias que eram bem risonhos
Foram tristoahos se tornand ponco...
M rto fimo meu coraco na vida.
Toda embebida n'um scismar de louro!
H.je o mou riso quer dizer om, pranto...
Hoadocc cantourna sentida queixa....
t) meu prazer ... o desprazer da vida....
\ aafea vidase chorosa endeixa !
BUMtm 181."* Pernambuco.
Godofrcdo Autvan.
Desengao.
t*oi loucura jurar-te amor eterno -
Por que nunca te amoi ;
Das foliabas que o peito meu encerra
Umc s nSu te dei.
N'essa tarde fatal em que fallei-te
N'um amor de poeta
Ea sonhora que um aojo n'um sorriso
Me cravara urna sella;!
C, fugiado brincar cora seus cabellos,
Me donara indeciso
Bafea as sombra* de um lonco pensamento
E a luz d'esse riso.
MiaiYatrao, desprendendo as brancas azas,
P'ra o infinito voou ;
Ma?, fugindo a viso de grande altura
Bem depreca tomboa.
Mus veloz do que o raio um pensamento
Transforraou a illuso
?)e fazh pulsar no peito meu
Ardinle o coraco.
\' Sorrio, que nao cliorou:
Ras chora quem se sonto renasccr
Da queda que levou.
borou o lempo apenas de urna noute
Ue fataes illusoes
Esse amor que por troca do leu peito
Deu-me dois coraces.
o aimr assim, fogaz e breve
Como a rosa de um dia :
;>adas d.i liaste as fines murcham
A) peso da atrophia.
Novombro de 1808Rccife.
? ?
VARIEOADE
Boas leis uiuuioip.ie fran-
<*ezas.
(Conclusao)
O bailio nao tem nenbum conselbo com-
sig.i, mas em muilm casos consulla os mai-
tes e sea* adjuntos. As despezas da bailia
.sao /eitas pelus cofres do districto, que, em
havendo, cobra a receila..
Nao ba bailio as cidades.
le sao na realidaue aojunti
E' a reunio do
que substitue (
As allribuicfi ram redu-
zidas em proveito do bailio de cuja alead!
dependem os milites em todo o que con-
cerne a polica e as estr; mlinurira
a ser eleitos petos habitantes da communa.
A eleicaa devo ser confirmada peto 6ub-
pref ito, que nao pode nnmda-la sem o as-
sentiraento do eonje'.o de districto, $o bou-
ver caso 'isso. O conselho deve tam!
ser ouvido na nome;1 rfn do um corarais-
sario.
Importante innovar o a soppresso d.i
mairie hereditaria. Em certas eommenas,
as foncebes dos mai res estovara ligadas a
propriedades determinadas. ^o era acm-
pre um privilegio, por que murta vez lipuve
familias que livram c poso hereditario de
urna propriedadecommnnal. com a condicao
de s encarTegarem das funonos tio mane
tSchttlze).
O projecto autorisn os nutires a cobrar
as suas despetas e a sorom indemnizados
do seu trabalho.
Somos obrigados a passar por ello mul-
tas minodenciascoric sas. mas harona cousa
que nao podemos omiitir. Annexo ao pro-
jecto, ven om regulamcnto efeitoral, que
dispe mais ou menoso que segu :
t O presidente da mesa 6 nomeado pela
autoridade admmistrtiva, mas os el nitores
elegem doiis assess res. As cdulas devem
ser idnticas, e para isso so marcadas com
um sinete. S5o distribuidas na occasiSo da
votac5o. e cada eleitor inscreve logo o nomo
da- pessoa a quem d o seu vote. Se nao
souber escrever pode mandar escrever o
nome da soa escolha por um dos memhros
di mesa, mas sempre sem deisar o local.
As cedul s n3o marcadas si) nullas.
t A' hora marcada as couvocacbe?, dis-
tribuidas oito dias an'.os, comer a chimada
nominal. Ouvindo o sou nome, cada elei-
tor mette a cdula na iinia, o quando lodos
os eleitores inscriptos liverem votado.a clei-
CSopde ficar encerra as m esperar pelo
prazo mximo.
V-se que o escrutinio 6 secreto; a imio-
vacao importante porque ouJr'ora e ainda
hoje as cleicoej das cmaras prussianas
(mas n3o para .s eleiccs dicta da confe-
deradlo) o voto publico, porque o nome
do candidilo preferido ins;ri|ito no regis-
tro, raargem do nomo do eleitor.
II
Expusemossummariamente a orgiusaco
das autoridades ; indicaremos agora as suas
attrihuices, limitando-nos aos pontos sali-
entes.
Um desses a di-diuccao profunda, rali.
cal, estabeiecida na Pru>sii entre as com-
muas urbanas e as commonas recaes,
Em Franca tambera diversas leis dis-
tinguen! entre as cidades e as aldeas, mas
s para reduzir, em detrimento das cida-
des, quer os poderes dos maires, quer os
direitos dos administrados.
E' que o governo desconfa das cidades;
trata-as, sen3o como immigas, ao ni mos
como adversarias. N'uma palavra, a lei
municipal ein Franca, urna le essencteT-
monte poltica.
Na Prussia, e gerahnenle na AHeraanha,
puramente administrativa. A distin^
entre cidades e aldei.is n*pousa oeste tri-
plice fado : a populacho de urna cidade
mais num rosa que a de urna aldea,
urna cidade encerra maior numero de pe^-
soas instruidas c intelligentes, urna com-
muna urbana tem iuieressts mais consi-
deraveis que urna communa rural.
Por consequencia, a lei prussiana nao
se limita com a lei franceza, a tornar pro-
porcional com a populacSo, o numero dos
membroa do consell municipal, vai mais
longe : da poderes mais an.plos as auto-
ridades urbanas que ;is autoridades rurts,
mas nao o governo que exorce a tulella
sobre as aldeas, o conselho de districto.
A organisaco prussiana semelhante
em mais de um ponto brganisacSo ingkzi.
Na Inglaterra tambem as cidades (boroitghs)
eslo fura dos condados ; e n autoridade
do condado exerce orna parte das attri-
buicoes de que gozara as cidades. Nao
ha, por assim dizer, communa rural na
Inglaterra, lia parochias, situadas na grande
conmuna chamada condado. .
da Prussia.
Na communa rnr
chefe da
* charadB
cem
bailio, e a
coram
a lei
municipal
communa^, coflipost
mnnicipm
<^ i
Hs sensr

eiiliaquc
.vilmente ^Wbrda
rada particular ulaasi/icada por
desappropriaJa.
i^m materia de irrigacSo,
amonto e fabricas.
a uii.i rasos, constue a ultima ins-
i materia de policirrural, industrial
CoUruccao o de incendio.
:n as questo3S do compras, ou
ioem uraa communa, Ex-
> communa.
raes, em oefib casos pauco unriarosos,
m roe^Hm goverq mas geralmente
tttbdo soberano-
do
assewhl
rural, qn*p^Agicamparud. ^.. K'iifiajWihi j[*Q\' orgmisa a- st c
algumas cousas, aos Tnymfc c%'^#Wy< oamsTsrecla-nicroa qu,> se li/.erem
oue a'Iei municipal franceza estabulecc, eslo respeilo. "
jue a*l*i municipal franceza eslbelce, esfe respeilo
qiando preciso, as fraegocs de Os mombros da comniss) n) sao re-
mua afastadfl da cabis Jo dist#ktorrib!UJs, cha td corteza d-i que ellescon-
Electivamonte,
urgentes oq prvkorte
o verdadeiro maire, quem Ui c
s dispi u in lopon lencia. qu3 a lei
is; o MkiRo qnt|i^).#s#4#)c a comnisso invadir
gulamentos do polica, trata da conser-
varlo das estradas, dirige oh soccorroa
pblicos, auti'isa as industrias reguladas
por.lei, examina crafim a
ila* commuoas ruraes.
A reunio, sob sua presiiencia, dos
mires o al'motacis do cntao, forma una
osperie de conselho cintonal. Nao se e_s-
quec,a que os mai res e os almotaceis sao
eleitos. as cidadvs pequenis, o burgo-
meslrc, ao raesmo lempo bailio; n is
grandes ao mesmo lempo sab-prarto.
0 bailio. e os maires o chefes de
communas Gemeindiuorstehtr. tem p-
os direilos. ou roso!ver medidas contririas
ao btaresse do estado, (lib: entao ao sub-
perfeito.deveri.'Mnos dizer ao tconselheiro
rural a ImAoUi) sustar a exscuco d de-
administraco cis), para referir primeiro autoridide
superior, que aaluratmeste, ka com o di-
reit" de anuaJIar as decisos contrarias ao
meres.se gera!.
Apceciando osla appoilagii.i jgeral, deve-se ter prweute ao espirto,
que o L'indrath tem apenas nma analoga, e
s exterior, com o subpr-.-eilo; qoo e-te
uiifcametlta igente geralmente suliir a prefito. isto a deixar
o dstnct<>, aojiasso queoo.itro (salvo exce-
deebrer
iras. A
previ.!- -..cr. n.. os antros
destas HHm lianiia, e obrigan-
do-as a viver luz do sol, tirou-lhes parle
das feii;5es de classe, mas nSo poode ae-
quostral-as de todo ao sea predilecto modo
de viver.
Debaixo do rgimen constilocional uta
senhora visinba perdeu parte da influencia
malificaque me provinha do antigo iioli-
mento. ganboa consideravelmenle ^Moer-
dado de aceto, e nos meios expeditivo! de
dar puboidad ao fructosas suas atora-
das pesquizai.
N5o obstante, a senhora visinha, a ver-
dadeii, a nacional, chora ainda hoje pelo
capote e lenco, trajo qoo trazia mais a von-
tade do que o chapeo e o chale^ quer^para
a

alU. .
deros bastantes para os negncios ordina- -u-n is) pede simplesmento [ira representar
rios. Para os negocios mas ou nv;ns ,, s VJ districto na cmara,
.ixtraoniinarios, dirige-so ao conselho, e. amais, nao eolio nicamente do gever-
principalmonte coounisaSo de districto.!no ; tambera,o ni mssmi g-o. reprc-
aos quaes o projecto conere attrili:ii(;us|gonta:ilo do districto, onde possue geral
numerosas, e.ncarregan.o o ,irefei>o (ou,ntj!ito piopric.lides. o que alias, o apresen-
uoeeriio nravHCfit) o dar as ,ipprova<;oes, (.,u ;u, re.
oii/.eratoos que se meditasse estaidi de
om muro de disHcto, ou de um reb-pra-
fiito eoibid(] dentro os inemliros do conse-
Iho de dislric/o, t-nclo suas raizes no
lugar.
Nao parece que nm sub-prefeilo elei'o
seria o primeiro passo para urna desecutra-
sar'to elTectiva ? Mauricio block.
A seuliora visinha,
Antes que o typo se perca registre-
mol-o.
Anterior a chronica, ao almanak. ao jor-
guttrno prorinci:
outr'ora reservadas ao mmisiro.
Ha distinecao ent.e o conselho e a com-
mi^sao do disttictos.
O confino de (lUaiclo representa a
circumscripgao : pode deliberar sobre re-
galamentos administrativos, ou para com-
pletar a5 leis, ou para lhes supprir o si-
lencio, e em cortos casos previstos, at
as pode modificar de manoira que as
torne applicavcis s circunstancias espe-
cules do dislricto (Abweichungem, 93).
Neste ultimo caso, necessaria a appro-
vac3o do governo.
E' inuli; dizer que o conselho regula
ludo o que relativo ao oncamento do ^ nal, e ao ceg ambulante, j a senhora vi-
districto : vota mpostos, poatrahe om- snha coordenava os fados, registrava os
prestimos, adquire aliena bens, organisa boatos, dava curso montirar punha em cir-
cu!t!;So o doesto c
.
FOLHETtll
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
" POR
Paulo Fval
Terceira parte
AFLOUR8T1 K I'UIIS
VI
Pequea junta.
Conlinuacao do n. 3)
Andr Maynotte, proseguio-a baroue
xa solufando, esta va a dez passos de raim.
na gruja de S. Hoque, quando dei ao Sr.
'faro Schwarlz esta mo, que me nao per-
tencia. Deixoo Franca para me nao
perder, depois do se ter visto prostradu
por tonga enfermidade. Soguia-o fatal-
mente hib brafo, qoe nunca teve commise-
rat3. A arma que j urna vez o apu-
' akalira rodobrou o golpe. Foi cohdemna-
do i furca, em Londros.por la-irjo.
m P(r l^dr5o, duas vezes conderanado
por ladrio I E'le a tonra incarnada !
Evadi se das prisoes de Londres,
fflno quebrara os grilhos em Caen, por
fae Dos bbe s vezes o dedo nos demo-
nio* que e perseguem, e ha como que urna
Providencia tmida, que suspende a tor-
tura no momento em que ella est prestes
a tornar-se mortal.
Estig Hnhas, raeio apagadas pelas mi
nbas lagrimas, o miara qainze annos da sua
vida. em milagre cruel o que se pode
siipporiar eem fiuccombir 1
Andrt viria para sed fimo. A' mim,
ji elle rao nao amara !
)mo podi
Viva tambera para
da i>)rsega.
Conssfuir
Wmjgo.
ie trabalbus
OMirte. tbe dsvam para isso
4J
amar-me ?
a viagaaw. EUe 4
1 no campo
pblicos, outra
om horril
ha leis fel-
es o que
os proprios mes-
tres do primeiro grao j nada podiam con-
tra Andr, sagrado pela appareucia do seu
duplo crirae.
Podiam apenas engana-lo ; isso flzeram,
desvirado a sua anciado vinganca, dirigin-
do-lhe as iras contra um innocente, inno-
cente pelo menos com referencia ao crime.
que foi a nossa co.uirium desgrana, mioha
querida Fdme.
Durante annos, julgoa Andr que o
Sr. barSo Scbwartz era o autor do roubo
commettido em Caen, em prejuizo do seu
infeliz pai, minha menina, na nmito de 14
de junhode I85.
Havia singulares testemVtnhas em apoio
d'este engao. E j no-lempo om que
Andr eslava prisionciro em Cien me es-
crevia, recordando a vinda d' wartz, pobre e sem recursos, nossa lo-
graba ; recordando o acaso que o fevava 3
mesma diligencia em que eu vinha, quando
fugi pira Paris, e repetindo as paiavras do
veudeiro Lambert, cmplice do roslio : p
Cjsaca Preta matou de urna cacheirada
dous coelhos. Gostava da ferrageira.
E Andr achava-me casado cora aquel-
lo mndigo de oulro tempo, que (Rspunha
agora de centenares do mil franco?, c: rcli-
vera a correspondencia que Ihu'fra cou-
Qada na ilha de Jersey /
O que salvou o baro Seliwart foi oa-
tro engaao : Andr suppoz eme elle era por
raim amado.
E Andr' o maior cofaQo que dar-se
pode.
c Era juiz ; fizera,-se jai/.. Mo obr u
enmo os qu ocondemnarara, lleqso en
tretanto nao liaba oem o fre o da lei, era
a luz dos delates, oem os depoimentos
prestados sob a 'do juramento, Tinha
totopo para ao esclarecer. Atoa vida d -
ra-se elle toda e te labor. Bape
procurou, OVocbrio.
A baroneza desdobrou abri a,
sitando as duas primeiras pagina;
tas.de 1 ira boa e cerradiseinia.
ludo isso aqu est, diss sos lab.s o papel, n'um ario
asi re gioso. O resi ser-Ae
:, porque oeotm a nossa tinha de cm*
instituices e estabelecimentos de distrito,
quo manda administrar em seu nome,
marca os venciraentos dos empregados, c
resol ve sobre o modo do esecuco, no
districto, de diversas leis gora.es,-por exem
po, a das prestaces, militares.
Era summa, as suas attribuicos sao
mais extensas quo as dos nossos conselhos
geraes, e sua aeco mais efficaz, p. rquo
appcada a urna circurasciipeo muito
menor.
Mas o que principalmente lhe d forra,
e o que- constitue roalmento o self-jnrer-
nement, que elle d orna commisso
permanente qoe auxilia o snb-prefeito
[L'in.lrath) na execuco das decisos do
conselho. Essa commisso mais que
nm conselho de prefeilura, porque o con-
tencioso apenas urna de suas attributces.
V commisso permanente de ura corpo
electivo, enca regada de velar pela execu-
C-ao das decises do dito corpo, e obrar
por sua propina autoridade, e urna insti-
tuifo completamente desconhecida no
direito publico francez actual.
Compoe-se essa commisso de seis mem-
bros. tres dos quaes so eleitos pelo
conselho de dislicto, e os outros escomidos
pelos bailios e bnrgo-mestres dentre si,
reunidos para isso em corpo eieitoral.
As allnbcigoes da commisso sao nu-
merosas, e em muitos casos as suas de-
cises sao soberanas.
Nao podendo dar aqu urai exposicap
exacta e desenvolvida dessas atlribuiccs,
devemos limitar-nos a algumas indicaces
sommaritt.
A commisso decide em appellacao as
questoes relativas a soccorroa pblicos,
quando as communas ou os indigentes nao
aceitara
a deciso do bailio.
O
que me vsnd
^ha muiter nais tempd
cal moM^^B d;iUs sofaxffe) existe,
que eu, porque ello foi a cansa da nossa
sahida de Caen. Teuho a mo erguida
sobre elle, como por tanto tempo a d'elle
esteve levantada sobre mim. Dentro de
vinte quatro horas, ha de a associacjlo dos
Casacas Prelas ser despedacada.
t Soi todo. Permittio-me Dous qne eu
podesse ler-lhe no coraco. Julia, como
u'um livro. Nao pode o pissado renascer,
e com tudo foi grande o meu jubilo na
hora em que os meus olhos poderam pe-
aetrar lhe at o amago do pensameBto.
Disse a verdade : acompaohar-me-hia ao,
cadafalso.. Mas a vida com a vergonha
um supplicio muito mais cruel.
t Nada teoho a perdoar-lhe. Por si,
dara eu mais que o sangue.
O Sr. Schwarlz, sem ser culpado na
propyrco das minhas primeiras suspeitas,
moreceu todava castigo. Ha de se punido
na justa medida do seu peccado : nada
mais; pai de urna anglica menina cuja
m a Julia .
Ascojsas est) previstas e reguladas
em volta do si, e independantes da sua
vimlade ; nao o esqueja. Aquellas, que
imprudentemente Se approximam de certas
rodas poetas em movimento pelo vapor po-
den ser arrebatados e desf^ilos. Est
por algumas oras cercada de niyateriosos
machjpisroos movidos por ama potencia
mis violenta que o vapor. Nao se mova;
isto um conselho e urna ordem.
Succeda o que succeder com referen-
cia Miguel, Branca, Mauricio e Edme,
conheco-os todos, todos estimo ; nao se
mova. C estou. eu, sempre vigilante ;
por tudo respoado, salvo pelo movimento
imprudente que enlreaassa alflum dos sen
membro aos dsnles' o matbinismo.
Principalmente, rao esteja con coi-
dado no Miguel. Esse um leao. Foi
preciso agrilnoa-lo e pr-lhe om acaimo.
Ver-me-ha esta soote...
A baroneza Scbwartz saspendeu a lei
tura, porque tinha lugar na ante cmara
urna djscu*90 ruidosa. A porta abrise,
e Miguel entrn, eom as faces iacendidas
por urna corrida sobre poste, e os cabellos
baniados em suor.
- Ea bem sabia que vinha eocootrar
todos aqui, efctomoo. W5o me queriam
Jeixar passar, mas 4^^Hb we resiste.
Bis-te instalado, n.
a ciluraaii, fazen lo-se
editora responsavel de todas as hlelas da
sua ra, c do todos os casos nitiveis da
sua freguezia.
E' da mullier popularmente conhecida
pola dcsignagi do scohora visinha que
veio a todo o sexo a pecha de linguareiro,
em quo nos os homens erradamente o te-
mos, tomando a excepcSo pola regra, e es-
tendendo o que attfibuto singular do ura
typo a tudo quanto veste saias, mas nio
perfilha o sestro da enredad jira de pro-
lisso.
A senhora visinha como nos a conhecc-
mos como ella -vive as nossas memorias
e nos fastos das nossas dissonancias na-
cionaes, a mulher solteira ou casada, o
estado em nada influe as suas nativas pro-
pensbes, que se erg ie da cama ao cantar
do galo, para dar f do quo so pasea na
casa de cada um; que a pretexto de tomar
ar se sonta porta da ra de olbo alerta e
ouvido escuta, para o; actos e paiavras
dos visinhos; finalmente que se doita fra
de horas s polo prazer de espreitar pelas
fondas do postigo se j passou o namorado
da costureira da esquina, ou se o munici-
pal da palrulha se deinorou a palestrar por-
ta da mulhar do calceteiro, doente no hos-
pital.
Com apparencias de crdula, de bonache-
rona, de temente a Dous, a senhorar -visinha
iiuge-se parva para poder narrar sem sus-
peitas os mais inaceitaveis absurdos, o lira
da f apparenle nos mysterios da religio a
forca necessaria para jurar falso as occa-
sies de apuro, quando as suas temerarias
afirmativas vo em contradigao com a no-
toriedade dos factos.
No tempo em que Lisboa era quasi um
convento, as rotulas das janellas poupavam
composi^io dstudaa da plwsiononia
cfier pata a gravidadetambem estucraffa, do
porte.
Er debaixo do antigo capote de pao
lino qoe a senhora visinha trazia pendente
da cinta o'rosario o as vernicas, qoe oc-
cullava ou descobria conforme as occasibes
o requeriam, ou que nos classicos apertoes
da semana santa a bondosa creatura ao vi-
sitar as capellmhas de Santo Antonio dos
Capuchos, resguardava dos curiosos o Re-
licario Anglico arteramente empalmado
beata, caida em xtasis diante do grupo
que representa a fuga de Nossa Senhora
para o Egypto.
0 moderno noticiario das folhas peridi-
cas desfalcou era parte a industria da se-
nhora visinha. guando ella cuida ser a
primeira a ir na pista de um infanlicio, a
saber a fundo as rawes que levarn a crea-
da do boticario a soicidar-se, u o caixeiro
do urna casa de commercio a fugir para o
llrasil, j'o noticiarista, lepido no olftcio,
conla no mesmo dia e cora arrebiques de
estylo o que ella so anda esfalfando em re
petir de viva voz aos agoadeiros, ronque-
nhos propagadores destas o d'outras narra-
tivas lastimosas.
A estanquera habilitada, cora as iniciaes
do seu norae e appellido pintadas na tabo -
leti da luja, foi tambem um dos golpes mor-
taes dado na nacionalissima industria das
palradeiras de prosso. Expulsa primeiro
da rotula protectora que lhe servia de do-
micilio c de observatorio ; mal vontad
depois no lemiar da porta, onde o polica
civil a nao perdia^de vista; a senhora visi-
nha refugeou-se no estanco e hoje entre
o sabo ama relio e o charuto de dez
ris que se eleva a trpodo da pyihomsi
que fra durante seculos o rculo gratuito
do mulherio da sua freguezia.
A pal; vra habilitada quo os irreflei-
tilos cuidam que se refere simplesmente
faculdade de vender tabacos, envolve tam-
bem a de dar lingua, sem outra respon-
sabilidade quo nao soja a da querella que
os offendidos dem da oradora, levando-a
de lempos a lempos polica correccio-
nal.
Dentro do balcao do estanco a senhora
visinha vive, segundo a locuco popular,
como o peixe fra d'agui. Que lhe impor-
ta a ella a liberdade de tagarelar, se quando
est mais atienta em nao perder o fio de um
enredo amoroso, ou quasi a apanhar as ra-
zoes de um divorcio ; lhe chega urna fre-
g oza pedindo um vinlem de retroz preto,
ou um emprasador requerendo a troca de
urna cautela de pataco.
Felizes eram os lempos em que a se-
nhora visinha, livre de petas e responsabi-
lidades, via nascer e por o sol sem outros
cuidados que nao fossera os de querer sa-
ber, para contar depois t Inimiga de to
dos os monopolios por isso detcstou sem-
pre igualmente o segredo e o contrato do
tabaco. A industria Ilegal que exerceu,
e a legal que exerce agora, tem entro si
esta inmensa affinidade, e por isso a se-
nhora visinha a escolheu para refrigeriodas
suas saudades.
A senhora visinha foi, c aquillo a que
nosso povo chama ser pronostica. Se bem
atino com osentiddo da palavra quor dizer
pessoa que fall com acert, ediz as cousas
de papo, o eom a segufanra de quem as d
por evangclho.
Custa-me, verdade, a coociliar os me-
xiricos da senhora visinha cora a qnalidade
de pronostica que os seus admiradores lhe
pode lah stf.ora
era nobilsima slin peb*
mas razos qn..' V.
terrai
celra,
vesada geneali
A encina senhora visin, > p>
mi a lodo; os sabbados o sea oratorw
prejuizo do velho direito qac flie a?*'tm
de morder as reputaces d. proximn;
qoe vai accendsr a candis a casa do I a l.
s para dar f do que por l se pa*s ; -pa
sabe de cor trila veraCes da ohm>> aaa
justo juiz, e as intercala com aaMaWpbn
mal soantes ao padeiro que se demora -as
traawr-lhc o pao a casa; su *> predas
outras genealogas mais do qoe as trm
proprios actos, e o titulo se soob a* re-
ce-lo... de senhora visinba. Dtscviie-
cedora das formas da estatuaria 3MSf>. nn
das leis que regem a plstica, como ifirb
om pendante semi-enfronhado sas lhcirj%
allemaas, a senhora visinha aoeavtrombr
na sna roa escndalos de ootoric-laile po -
blicj, encostase desgeitosamentc a nu '
ra da porta, apoia o cotovetto dfre > u
palma da mito esqnerda, e cora o qairiv
escorado no dedo indicador, deixi rtf
lar a panella, absorvida no escndalo, e na
inveja do nao ser olla a primeira p'?v
a rubrici-Io com a autor ida Je o sen
nome.-
Quando o caso qne pde, ou il:v* r
futura noridade carece concentrar
pirito, o apparente indifierenfa da par.- da
senhora visinha 6 fazendo meia,* c d ixar.-
do-!he cihir as malhas por entra, ri...
quo ella v machinalmnte trahcHlnr na>
dedos, sem perder nma palavra. um
dos interlocutores do dialogo que
offlcio lhe cumpre reprodozir roso a pn*-
sivcl plansibilidado do incidentes lo-
caes.
Se o historiador mente as vezes, H!
pela apparencia da verdade ; e o r*anei-
ta mente sempre obrigado pela v
Ihnnca da narrativa; a senhora Twntei.
meio termo entre um e ontro, nvntr -ra
que a isso seja obrigada por nenbnrn fc
huera ra.
Mele porque gosla, por qre aspira lhe
faz conta, e porque menndo que no
tos attingindo o maravilhoso, chegarn. roa.
o descont dos ouvinles, a retomar o lugar
que lhes pertence.
Dirigi risonho moneio de cabega Mau-
ricio.beijou a mo da mai e chegou os labios
fronte de Edme.
A baroneza nao pode con ter um sorriso,
tanlo aquillo se assemellrava urna fa-
milia.
Amanha j a Branca aqui nao falta,
nensou em voz alta.
Interrompo-os ? conlinnou Miguel.
Nao sou dos seus segredos. Mou costar-
lhes os- meus. Acabo de sabir da cadeia.
Da cadtia i repetirn a baroneza o
Edme.
De Santa Pelagia, onde fui mettido
com a maior promptidao pelos cuidados
d'aquella boa alma que se chama Braoeau
e da sua digna associada a Sra. condessa
Corona. Que faria eu quelles dous entes,
sabe minha m i
NSo sei, respondeu a baroneza ;
ignoro-o.
Estava scismando, c apoderra-se-lhe do
espirito nao sei que susto.
Sena ter idea alguma do que ia passar-
se, prveia violenta catastrophe, c Andr
ao fallar de Miguel qooria agrilboado e
acaimade.
Andr, que todo conduzia, Andr, o
deslino d'aquella hora suprema I
E bom ter amigos, proseguio Miguel.
Basiou escrever ama palavrinha ao Lecoq e
receber a resposta, para a minha letra ser
saldada. E toca para a ra t Sabem cora
o que deparo ao ebegar casa ? O cofre
roubado Entre parentheses, se cominea
joias ou valores, pode a minha mai estar
descansada. 0 ladro nao teve tempo de
se servir d'elles.
Alas ladrio ? pergontou a baroneza
cada vez mais desassocegada.
Ver' | j havia muito tempo que eu
aadava desconfiado.. Dosci os degros a
abatro e qtwtro, e quiz flcar cora a cons-
leneia Hmpa... A occasiao era na ver-
dade excellente. A gente da p licia estava
i porta da ra, d ndo os signaos de um1
qudam qne era o moa homem, e tirando
informacCos. .
Por quem s, dlze-me de qosm fallas?
murmurou a baroneza ScbwarU.
E -Edoiee, com autoridade :
OigB o nome, Miguel.
0 nome ? n5o me pds. lembrar,
mas om d'esses nomes qne o tal Broeeau
loma quando commette alguma nwroteira.
E porque o boscavam ? pergunlou
Mauricio.
Para lhe conferrem premios de vir-
tudo, nao era com certeza, querido mano.
O nome na de occorrer-me. Em todo caso
l puz os caes na pista, a casa foi cercada,
e o commissario, alando a faxa, subi as
escadas do tal Bruneau... Que isso ?
que tum ?
Reinava em volta d'elle profundo si-
lencio, e todos estavam enfiados.
Estou a ver se me lembra o tal no-
me, continuou : esperem... Maynotte ;
isso : Andr Maynotte !
A baroneza levanlou-se hiri, e Miguel
recuou em presenca'd'aquelles olhos espa-
voridos.
N'aqnelle momento a Sra. Sicard, con
tentissima por se mostrar zelosa, eitrou
sobresaltada.
0 senhor baro, exclamou 0 se-
nhor baro que quer vir ao quarto da se-
nhora.
Mande entrar, disse Julia machinal-
mnte.
U barao Schwaftz appareceu quasi im-
mediatamente atraz da aya. Haviam-n'
os ltimos tres dias tranjloraadp e enve-
lhecido ; affectava, porm, a maior sereni-
dade.
Noticias 1 disse relanceando os olhos
sorumbaticos, mas reconhecidamente in-
quietos pelas quatro pessoas que ali esta-
vam. Extraordinarias f Enterre soberbo.
Condessa Corona assassinada esta noote .
A condessa Coronufassasanada! repe-
li a baroneza, como se o cerebro comba
lido tivera difflcuMade em perceber o sen-
tido das paiavras
Mulner bonita f pena f disse o baro.
E accrescentou com a evidente inienc-So
de vibrar golpe, e d'esta vez sera elipse:
O senhor prefeito foi delicadisso para
comnosco. Vera esta noute.
E ao ouvido da baroneza :
Cedamos am rebate falso. Estoo
mais forte que nunca.
E qeaato condesea Corona, come
cou tilis, sabe-se ?...
Casacas Pretas, ioterrompen o ban-
queiro, volta ndo sua stonologia. Casa
cercada, roa de Santa Isabel.
Cosmopolita de ideias, de afl^ir/ies e de
hbitos, a senhora visinha respetti wniiaw-
livamento o interior do lar domesti
no di respoito, e alarga a sna gen'r s'l-
de ao ponto de compartilhar os t>
e os prazeres da gcn'c de vid atrada A
seu armamento, comtantoqoe nns e <*'
lhe fomocain assumpto para as su-
tardes oraes.
Em resumo. A senhora visiuha bie
quasi perdida com typo, e alirada para
baleo do estanco ou da toja do cao-Ha.
nao sei por quo mal entendidos interior
fiscaes, pode ainda jactar-sc do haver !
testemunha ominosa de devassas p>4lic
em tempos, rcvollos, podendo tarabea coa
ufana considerarse como nm d-u nrmea-
bres ascendentes do actual
sendo ella que parece ter inventad" s ala-
se o o corre c o jnlgamos poder ai-
firmar em que actualmente se csti
toda a verdade que pode ser ajenra,
ou toda a mentira que pode ser ver-
dade.
O ser ou nao ser, do poeta agiez. aan-
ca leve miis pratici exemplicari) i! > ji-
as narrativas da senhora visinti >, aanr
fadada para fazer do preto lo.ii
brinco preto, como vulgarmente anan
de quem, exagerando oa adiiltenndi *
cousas, as desloca do seu signilkad natu-
ral.
Se nao fosse pedantismo fazer apanrii-
mos e caso pensadit, vinha aqui a a? anc-
lo engendrar ura para fecho desto esita
sobre a creatura que, por um.i aberrar
moral e [ihysica, pertence sera conle>tJC>>.--
ao genero neutro.
L. A. pAinEinni,
Do lado da roa de S. Martinho ? por"
gunlou Miguel com vivacidad*-.
Justo, responden o barao, que fea
meia volta e dirigi se para a porta. I a
tal Bruneau.
. Seria esse pitife ? exetemou Mignef,
seguindo invnlontariaraenie o banqrv-ir >.
Edme e Mauricio haviam segaml. as
mos da Daroneza, que se senta desatorar.
Miguel disse arada :
Quiz o acaso... Dei indicbaos aos
agentes...
Boas disse o bario Scbwartz traae-
pondo o limiar sem voltar a cabeca ; ra-
toi'ira armada. Ningaem sair
casas juntas; s Tres Palas, M
Miguel voltou para junto da m.e vio a
desfallecendo entre os bracos de
e d3 Kdme. Ao apprDsisar-se, i
ella como qoe horroriseda.
Andr Maynotte teo pai!
fechndoos olhos.
Miguel ficoo por om instanto como ful-
minado ; depois, sera artieolar patarra,
arremessn-se psra a porta.
la pelas ra- fra correado como faosa
e nSo sabendo de corto ene esnnraannea
meio empregaria paca romper o eartan> .te
policas que lhe sitiavam o pai,
altura da porta de S. MarUnbe,
marem-lhe pelo nome.
PassavaTres Patas ao sea oboe
por um co de gado. Pareca ir
prasenieiro. No resto, imasoael eoaao
mascara, desenhava-lhe quasi qne
riso, por entre a anta de pellos I
que o emmolduravam.
Venbo de sna casa, Sr. Miguel, dtsse;_
tinha l ido nara lhe dar not ias do ri>inha
Bruneau. Se por abi. em algom sMa eeaV
verem com cuidado^n'elle chegue l, e di-
ga-the qne os eneootros aprazatos jara a
noute nao deixam de ter lugar, aaa aa
lambem qne o eowe %stt era boas
cofre que e'senher nlo sabia l
Adons, meo amo t e senher ea eaneia I
va bem socegamee. Mas, orna vrzqne
T est Bre. vi paulaseis smanf
o chao : cnidsdo com os aasaaoes I
'
I

TYP. M MRkn-


Full Text
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