Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12179


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Full Text
" -.II
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Y
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I
I *
i
1
M
i
ANNO XLVI. NUMERO 3.
--------------------------------- ii i
PASA CAPITAL LUGARES ONDE IAO SE PAGA PORTE
JPor tres mezas adiundos................. fi000
4er seis dilos idem................... 120Oo
lJor uoa mido Meo..................... 2WU0O
Oada mumero avolso...................
QUARTA FEIRA 5 DE JANEIRO DE 1870.
*
PASA ITB0 E PORA DA PBOVCIA.
Por tre9 mezes adiantados.......t......
Por seis ditos dem............... .
Por nove ditos idem................
Por um anno idem
050
20S5O
274000
Propriedade de Manoel Kgutira de Faria
-------v-
Os Srs. Gerardo Antonio Aives & Filhos, no Far
..AGE!
Goncalves & Pinto, no Maranto ; Joaqun Jos AfeOlkairfc iu>Cr ; Antoio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julia Chaves, no Ass ; Antooio Marques da Silra, no Nal
-Pireir d'AJmfliua, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Rarabyba ;. Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba; Be|armino dos Santos Bu!c3o, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Brga,
em Nazareth ; Francisco Tarares da Costa, em AUgoas; Dr. Jos Martins Alve, na Babia ; e Jos Ribeiro Gaspajinho no Bio de Janeiro.
PARTE ornciAL
C.overno da provincia.
MPE&IKNTE ASilG.NAftOPKI.0EXM. SB. DH. MANOEL DO
VasClMEKTO JUaiADO Hlft.TBI.L-A, VICE-PRES1DESTE
XA PH0VI.NO.V, Eli 2' DE qUTL'BO DB 1860.
2'aeaqio.
S. 813.Portara ao cbee do polica marino.
-Aoprovo a deliberadla tomada pelo subdelega-
te do 1" dittaicto da freanozia dos Afolados, de
rugar una casa por 1 o meusaes naquella tVe-
-uezia a Manoel de Carvajuo Moura para servir
e quartel no destacan: ento, visto a que servia
aara es.*e lim ameacar cabr.
N. 81i.Dita ao inesmo.Approvo a delibera-
ie que tomou o delegado de polica de Salguei-
ro '.> aer augmentar o destacamento da guarda
:acfonsl all existente eoin mais 20 eraras, as
naos itovero desaqnarlelar logo que allietieguem
- do corpo provisorio de pulicia que mandei des-
ecar nessa iocalidade.
N. 81o.Dita ao mesmo.Faca V. S. regressar
.... a curte na phmeiru opport'undade a escolta
d.'ilh veiu acumpanliando os sentenciados com
tino ao presidio de Fernando Jos Comes da
Siwa Bilias e Manoel esclavo de Antonio Sabino
.' Lemos, de que tratei era portara' de hontem
atada.
N. 81G. Dita ao commandaute superior da
cuanta nacional do Rio Formoso.Communico a
" S. para os devidos lins que segundo consta do
'"'(/o Uff'al n. 211 de 10 do correte, houve
r bem Sua Magestada o Imperador reintegrar
11 'ominando da seccao de reserva n. 11 desse
uoieipio por deereto de C deste me?, o major
N. *>17. Dita ad commandante superior, da
. larda nccioual de Flores.Communico a V. S.
ara os de\ idos, que segundo consta do Diario Of-
fieif n. 241 de 10 deste mez, houve Sua Magesta-
.i Imperador por bera reintegrar por decreto
6 do corrate, no logar de cuele de estado
iisaor desse commando superior o tenente-coro-
ool Francisco Miguel de Sii|iieira.
N. 818. Uia ao coinuiandaute superior da
suarda nacional de Taearat.Coniraunico a V.
> para os devidos filis, que segundo consta do
i o Oficial n. 2iG de 16 deste mez, por decre
" tic 2it de seiembro ultimo, houve por hem Saa
igestade o Imperador nomoar Antonio Valguei-
Santos Barros e Joao Rodrigues de Barros
ara "s cargos de majares ajudanies de ordens,
' Goncalves Torres para o'de capitn secreta-
. yers!, Manoel Cavaloante de AUiuquerque para
Capilao quartet-mestre, capitn Jos Xavier
: Sparao de cirurgo-mr desse commando
:aerior, Francisco Cavaleaiiii de AUiuquerque. pa-
o de lenente-coronel commandante fo baialho
oantaria n. Iti e Antonio Alvos da Luz para o
. major cominaiidatite da Recri di reserva n.
la municipio de Tacaratu.
819.l'ita ao couimandante superior da
rda nacional do Botuto.Conimiinieo a V. S.
ira os lins convenientes que por decreto de 16
ste mez houve por bera S. M. % Imperador rein-
i o major liento Jos Alvs de Oliveira no
ruinando do esquadrao n. o de cavallaria do mu-
cipio de S. liento.
^. 820Dita ao commandante superior da
. ida nacional do Brejo.Communico a V. S.
i,i c devidos fins, que segundo consta do Da-
i Ofjkinl n. 2il de 10 do corrente, houve por
. S. M. o Imperador reinlregar por decreto de
-te mez, no postu de chele do eslado-maor
>-e commando superior, o teen te-coronel Fran-
11! -reiiguer Cesar de Andrade.
\. Xil. Dita ao juiz de direito da Ia vara desta
dado.Communico a V. S pira os devidos fins,
lie secundo consta do Diario Oficial n. 211 de
I deste mez, por decreto de 6 do corrente bouve
bem S. M. o Imperador fazermerc da serven-
. vitalicia dn ofllcio do tabelliao de notas desta
(!ade aa baiharel FranciscoTeixeira deS.
N. 822.Dita aojuiz de direito dos feitos da fa-
i wla.Inorme V. S sobre o que requer na pe-
. \.u inclusa Antonio da Costa e Su.
3" seccao.
N. 823.Portara ao inspector da thesournra
faienda.lJe V. S., conforme indica em seu
icio de 22 do corrente sob n. 732, remetter pelo
-(ir Cururipe da compaohia Pornambucana os
:000000o, que se tornwn necessarios para a
;ieza do presidio de Fernando de Noronba nos
. 'es de agosto nvembro deste anno, segundo
noa do citado ollicio, que lica assim respon-
! lo.
\\ 82i..Dita ao inspector da thesouraria pro-
ial.Turnando em consideracao o que exuoz o
u -lente coronel commandante do carpo provisorio
polica no otuVo junto por copia, datado de 23
lo cnrrente e sob n. 494, recommendo a V. S. qne
ande pagar novamente nao s a quantia de I22
.nstante da inclusa relacaoe proveniente decon-
gna^oes que s suas familias deixaram as pra dicdas na mesma relacao, mas tambera a de
- .200, correspondente o saldo abonado por
. liantaineiito para duas pracas que seguiram em
j'ncia para Cimbres, pois que nao pode o ca-
. f.*.tan daqudle corpa l.uiz de Tranca Melle Jnior
-n coae(|iiewia do r-stidode aunijulaeao em qui
ileceu. dar cuntadessas quanlias, que l'oram por
ile recehidas, e das quaes se leve fazer carga
..tiHa do mesmo .capitn, para ser cobrada pelos
be competentes, conforme ndica o supradito
. HTite-coronel.
N. 82.".Dita ao mesmo.Em vista da conta
uta em dtiplicata, mande Vi S. payar a Justino
s^de Suiza Campos aquanla de 843*000, pro-
riiente de papel e envelopes que fofneceu para
sajsMte da secretaria do governo.
>'. 826.Dita ao director das utoras pub!eas.
nsmitto a V. S. o aviso da Justina junto por c-
i para que, de conforroidade uom aordem nelle
mida, Vmc faca confeccionar o mappa de dis-
as das comarcas desta provincia entre si e-
iimitrophes.
4.* seccao.
X. 827.Offleb ao Exm. Sr. presidente da pro-
s do Kio.de Janeiro^Can o ecuolHeio do 1*
oorrente recebi um exemplar e annexos do re-
. lateri em que V. Exc. atiri na^uelU data a 4*
ao da 18' legislatura da as*eiWa legislativa
:essa provincia. Aproveito aoteasiao parareite-
a V. Exe.os protestos d* aainha estima alia
asideracao.
Si ttS.-rBilivao Exm. Sr. pseiidente da pro-"
v ocia do Rio Grande do. Norte.Com o incluso
.hiero roatanddous tu** capilares a seis la-
' anas com pu/. vaociuico, fie satisfsita a.requisi-
io.de V. Exc. nstame'de- sea oficia de 18 do
torrente.
X. 82Ditti ao Exm. Sr. presidente da pro-
ncia de Espirito-iSant.-^RecDt uom o ofllcio de
V. Ese-de 7 do. crrante, sob n. 114, daos exorn-
ares do relatono com qae e Dr Luis.Antonio
rnandfis Pinbei/.), abri .sesso ordinaria da
>semblea legislativa desja produca no- da 9 de
",iubro do auno paseado.
N. 830.Dito so Exm. 8r. desambarjwdor Fran-
-co de Assis Pereira Raebaj l" vicernmndeete
i provtacia.-^Temla-sftieneerrado o*da 154o
reme mez a assemblea feral legislativa espero
tille V. Exc sa dignar designar odia e hora em
.iie quer assoinir a ndministracao dest*provincia
jfialidd <1e 1 viee-presideMe. Aprareitn a
V. Exc.
cao Commercial, determino Vmc. que manda pelo
vapor Cruzeiro.do Sul, que segu para o norte, a
mala que para ter este destino veio boje da Europa
no vapor inglez.
N. 832.- Dita ao thesoureiro das loteras.Em
vista do que Vmc. expoe em seu offlcio desta data
fica transferida para amanha 26 *> corrente, a
extracta da lotera 123 marcada para .noje.
N. 833.Dita aos agentes di corapanhia Brasi-
leira de paquetes vapor.Podem Vmcs. fazpr
seguir para os portos do norte o vapor Cruzeiro
do Sul hoje a hora indicada era seu oficio de bon-
tem.
N. 83>.rDita ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana. mande dar passagem de estado para o presi-
dio de Fernando de Noronha, proa do primeiro
vapor que para all seguir, a Senhorinba Maria da
Coneeico, mulher do sentenciado Manoel Sabino
de Jejos.
Expediente assignado pki.o su. dr. joaquiji coa-
REIA DR ARAUJO, SECRETARIO DO (OVF.RNo. EM 23
DE OUTUBRO DE 1869.
2"seccao.
X. 835.Offlcio ao director geral interino da se-
erotaria de estado dos negocios da justipuAc-
enso o racebimento do ofllcio de V. S. de 17 do
crrante, em 4jue commnnica ter sido por decreto
de 16 deste mez reconduzido no lugar de juiz mu-
nicipal do termo de Villa-Bella o bacharel Angelo
Caetano de Souza Cousseiro e reintegrado no com-
mando do 5" esquadrio de cavallaria do munici-
pio de S. Bento o major Bento Jos Alvos de Oli-
veira.
N. 836.Dito ao commandante superior da guar-
da nacional do Cabo.O Exm Sr. vce-presidente
da provincia manda aecusar o recebinrento doof-
ticio de V. S. de 21 do corrente, em qne participa
ter a 12 deste mez, aasnmido. o commando do ba-
talhao 4(> de iofaotaria da guarda nacional sob
seu oommando superior o eapitao Antonio Henri-
ques de Sa Albuquerque em substituiew ao eapi-
tao Jos Maria Carnetro de Castro Res que est
doentc.
N. 837.Dito ao juiz municipal di i" vara des-
ta cidade.De ordem do Exm. Sr. vico presidente
da provincia transmiti a V. S. a guia junta do
sentenciado Manoel A Ivs de Lyra, que veio do ter-
mo do Limoeiro e que allude o seu offlcio de 4
do corrente.
N. 838.Dito ao coronel Jos Flix da Cmara
Piraentel.O Exm. Sr. vite-presidente da provin-
cia manda acensar o recebimenlo do offlcio de V.
S. de 21 do corrente, em que pariecipou terassu-
mido nessa data o exercicio do cargo de juiz mu-
nicipal do termo do Ipnjuca. corno segundo subs-
tituto, passando o commando superior da guarda
nacional desse municipio e do do Cabo ao respec-
tivo chafe do ostado-mator. '
N. 839.Dito ao commandante do corpo pro-
visorio de polica.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia, manda declarar a V. S. cm resposta
ao seu oflleio de 23 do corrente, sob n W4, que
a thesouraria provincial tem ordem para pagar
novamente as quanlias constantes do citado officto,
N 840.Dito ao bacharel Angelo Caetano de
Souza Cousseiro.Pela secretaria do governo se
communica ao Sr. -bacharel Angelo Caetano de
Souza Cous-eiro que segundo consta de partid-
parti da directora dos negocios da Justina de 17
deste mez foi S. S. reconduzido por decreto de 16
do dito mez no lugar de juiz municipal e de or-
phos do termo de Villa-Bella.
3' seccao.
N. 841.Oficio ao iospec'tor da thesouraria de
fazenda.0 Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda communicar a V. S. que segundo par-
iecipou o Dr. chefe de policio, em offlcio n. 1333,
de 22 deste mez foi augmentado desde 30 de se-
tembro ultimo o desticamento da villa do Sal
. para reiterar a V. Exc. os meo potes
le subida considerado e estima.
^ laiinisleador do.correioJicante alinde foi despaoW'id
Attendend esaniou-me a Assecia-> anno pasando.
gueiro com mas 25 pravas da guarda nacional,
as quaes terao de desaquartellar logo que che-
gtiem aquella Iocalidade as de polica que foram
mandadas para all destacar.
N. 842.Dito ao inesmo. S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda transraiuir a V. S.
para seu connecimento as duas inclusas ordens
do tribunal do thesouqo nacional datadas de 13 e
15 do corrente sob ns. 17" -1*41.
N. 843.Dito ao inspci r ca thesouraria pro-
vincial.O Exm. Sr./vice-prestdente da provin-
cia manda declarar a/V. S. para os devidos fins
que segundo partt/cipou o Dr. chefe de polica
em offlcio n. 1332, de 22 do corrente foi alugada
por loOOO metisaes urna casa na povoacao dos
Affogados a Manoel de Carvalho Moreira para ser-
vir de quartel ao de-taca ment d'alli,
4" seccao.
N. 844.Oflicio a socieilade anonyma denomi-
nada Coaeiuacio, estabelecida nejlacidado Pela
secretaria do governo se communica a sociedade
anonyma denominada Conciliario nesta cidade,
que, segundo consta de partetipaQo da secretaria
do imperio, de 16 de corrente, foratn approvados
pelo decreto n. 4420, de 13 deste mez, os seus
estatutos e que para passar-se a carta que tem
de servir de ttulo a mesma sociedade, mister
que ella autonse algnem na corle a pagar as des-
pezas com a publicaran que na forma da le, se
tem de fazer dos referidos estatutos no Diarto
Ofnaal.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA
3 de Janeiro nr. 1870.
Tenente crurgiao Antonio Servlo Pessa de
Lcenla. Expeca ardem para a guia de mudanza
requerida.
Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavares.Aguar-
de a viuda de crdito.
Getultio Correa Pessa de Mello Expera-se
ordem para ser dada a guia de mudanza reque-
rida.
Jos Augusto de Araujo. Ao Sr. inspector da
thesouraria provincial coiu a portara dosta dala.
Desembargador Jeronymo Martinano Figuera
de Mello, e Francisco de Paula Correa de Araujo.
iufonue a..direct(jna da companhia-4e trilhos ur-
bauos para Olinda.
Padre Jos Porfirio Gomes. #rove que as obras
mencionadas no documento qu junta lorio eon-
tractadase feitas antes da le n. 891, de 25 de
juntio do anno passado.
Joao FrancUco dn Sjuza. P. P, nos termos do
regulamento.
Joo Francisco Lones de.Lourero. Entregue-
se, passando o supulicaote recibo.
Jos Vicente1 de Airuda.-ilnforme o Sr. Dr.
juiz de .direito da comarca de Limoeiro.
Manoel Sosla de Albuquerqufr Maranhao.Con-
ceda-se dous.meses com ordenado someote.
Mara Josefa. Nao tem lugar o que requer
visla da inforpaacao.
Maria Francisca d Conceirao. Informe o Sr.
Dr. chefe de Policia.
Maria Joaquina de Mello e Silva. Sugeitando-
se o novo foreiro a mesma condwao importa a
supplicante no respectivo titulo, eagos os dlreitos
devidos. como requer, remetiendo estes papis.
ao Sr. inspector da tbesourara de fazenda para
os fins convenientes.
Paulino Antonio Ramos Pagos osdreitos que
forem deviios, jomo requer, remettende-se stes
papis m Sr. inspector da thesouraria de fazenda
para o* tins convenientes:
SebasliSO Jos do Reg Barros. Ao Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda eam a portara desta
data. ^
S.nedade scieniilica apostlica dos iivres funda-
da nesta cidad : o requerunento que a tuppli-
ra 20 de julho do
llcpartico da psJIcia.
i' seocao.-Secretarla da policia de Pernambu-
m, 4 de Janeiro de 1870.
N. 12. Mm. a Exm.
menth de V. Exc. que, segundo consta das parti-
cipa coos recabidas n'esta reparticao. foram hon-
tem reeolhidos casa da detengo s wgiiintes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado do Recife, Antoaio
Dias dos Res, como prenunciado no art. 201 do
cdigo criminal; e Silvana, escrSva de Manoel
Carpinleiro da Silva, por lu
A' ordem do de S. Jos, Paulo, eacravo de Jos-
Braz da Silva, por insultos.
Em data de 21 do mez passado, eommunicou me
o delegads de Buique, que no distrelo da Pedra
daquelle termo, Man wl Bezerra Das, ferio mortal-
mente com um tiro a um individuo, que procedeu-
se ao corpo de delicio e ia ser instaurado o com-
petente procsso contra o delnqueme que foi pre-
so em flagrante e acba-se recolhido a cadeia da-
quclla villa.
Por ofllcio de 29 do citado mez, partioipou-me o
delegado de S. Bento, que captaran e lizera re-
colher a res|eciiva cadeia a Jos Lonrert da
Silva, que na dia 24 havia assassinado ao pardo
Carlos, escravo de Joo Jos datarias, do que
dei srienca a V. Exc. ero minha parte Oia'ria sob
n. 1,814 de 30 do referido mz.
Em offlcio datado de hontem, enmmiinieem-me o
subdelegado de S. Jos, que is 11 horas -da roa-
nha do mesmo dia o mendigo Firmino da Silva,
estando a lavar roupa Jo seu uso beira da ovar
na prata do Santa Rita daqitella fregueza, morre-
ra af'-gadn em cnnseqnencia de um ataque de epi-
lepsia, nao obstante os eslbrces empregados para
salva-lo pelas pessoas que se aehavaiu as pro-
ximil.idos do logar, que fi/.er conduzr o oada-
\er para a igreja de Santa Rita, onde proceden a
competente vistora.
Por olHco de 2 de dezembro uitimo, commun-
cnu-me o delegado de polica da ferino daFlores-
ta, que no dia 24 do mez anterior, foram all cap-
turados os criminosos de morfe Manoel David e'
Vicente Ferreira, ennhecido por Vicente Boi, os
quaes foram reoullwdos a cadeia do termo de Flo-
res, por offerecer mais seguranca.
Deus guarde a V. ExcIlhii. e Exm. Sr. se-
aador Frederico de Almeida e Albuqnerque, pr-
ndente da provincia. O chefe do potfeia,-
Antonio Fernandez Pmheiro.
mal-estar dos povos, 09 apuros do thesouro, em
baiio, o descontenta 1 nenio universal, e em cima,
aquel systenia de einprc tiinosiahos, no termo
Sr- Levo ao eooheei ^2^? n*** <> abysaM da bauearota.
bsquecru ao poder de ipie alem dos mares
exisoatn anda militaros de hespanhis reduzdos
a colinos e milliares de hoineus reduzidos a es-
eravon
A revolucao nao penetren ondea revoloeo era
mais necessaria, mais urgente, mais salvadora.
E -agora que se apalpara as conseqoenciae de to-
dos esies erros, agora que urna guerra s"e origina
do dpotsrao histrico ; agora imputa-str calum-.
niosamtmte ao partido republicana o aggraTir das
calamidades, qjie so teein o remedio da nossa po-
ltica humanitaria, lao saudavel a velha Europa
como imprescindivel na joveio e democratica
America.
A historia dir que todos os noesos males pro-
vtu, todos es males qne esta nacao sent en* to-
do o seu corpo, de ter querido fonnular um re-
volue,ao democrtica otre praticas reaccionarias;
da terem t do os governantes med lberdade,
os governantei, que lberdade deviain os guaos
do poder, vohidos ao anhelado lar noseio da pa-
tria redimida e saudada por todos os povos con
a iniciadora de urna nova epocha na h'storia.
Se a logieds factos. a popilardade das nos-
sas ideas,, a antip orgaosaco do partido, os seus
innumeraveis comicios, que nao qnzeram assig-
nar o pacto, em hi hora llrma'do por algons de-
mcratas com aiflumarehia, nao t vessem dado
forca e vigor ao partido rapublioano, davam-lh'a
taAMbaaNS do pnter4 seospariiilarios.
mos principios o observaremos o mesmo proced- [ ^ qaanilo ;l inaioria dos povos
EXTERIOR.
A matoria dis raniaras munHpaes, na* povoa-
Qqjtt mais Rastradas d.i H^fanha, era republica-
na. Os voluntarios da lberdade eram republica-
nos, como ilemonstinraiu os recentes desarmamien-
tos. Grande parte sai peridicos, que surgam
ao calor da lberdade em tolas as provin-
cias, erara republicanos. As nanifeslayoes das
cidades mais importaues eram republicanas, e n-
publcanos todos os clubs. Nao era este movi-
niento artificioso; nasiia do impulso natural do
povo que reivindica va os seus direitos, e recluraa-
va para s definitivamente a sua soberana 11-ar-
pada pelos res.
O g0vern.1i d?sconhe?eu toda a transcendencia
das novas ideas e todo 11 impulso deste moviinen-
to. Duvidou desde o pr.meiro instante se sum-
ir da constituiejto podijn escrover-so os protes-
I-tos pacficos contra a constluiroo ; osse protes-
tos, qne nasoem junto o tola arealid.ide, junto a
toda a poltica ; esses pr.T.estos.'-fillios do desejo
do mellioramento que agnilboa a ariividade hu-
mina e <|ue causa o progreso constante la- civ-
lisacao uuiversal.
Sufloeou o clamor do povo, que era a expres-
s" do seu pensamento. expresso lvre, lilrriina,
nao s em virtuddo direita incenito a todo-u ho-
mem, seno em virtude do direito escriato e sanc-
eionado p-a Cuiislituicao \
Exigi o juramento, re.-stiscilando urna pratica
desadrodi'ada pelos nreinri'is dos res e dos cesa-
iMentrtoria da inviolabilidad:! de eons'ioncia.
Prohibi os lemas na* bandeiras. que si> eram
urna de tantas m;rnil>staroes das ideas, cuja lber-
dade juli-avamos definitivamente segura.
E depois de ter dito ao povo por meo de alguns
redactores da constituirn, qne as direitos indvi-
duacs eram illimt.weis, anteriores s superiores a
todo o direito positivo, condicao primeira da vida
humana, organismo natural de una sociedade jus-
ta, base de todas as institoroes ; pela sua orgem
tao univ?rsaes como a propna natureza, o ;r fa-
cul.ladese neias uniros de taatsar o bem huma-
no, imlispensaseis a toda a democracia e indepen-
den!; de todos os governos ; depois de m ter apre-
ientalo como a tronquista mais alta da a-voluco,
Citmmissionoii as seus agentes para que muewiO
syslematic.ament provoca-1 seta rom circulares soptii>;ir.is e arlos arliirarios
Em poltica acontece petri-faojaflll serie orgnica de rondicors necessarias ao
licarem se os que olham para traz, e so o traba-! h"<'ir;n, qne deviam sor tao superiores a lodos os
Un pelo futuro fecundo, a a marcha para danh: j poderes como as harmonic.is Iris do bniverso.
asento.
Em presauca da inmgos fraeos, divididos, que
Botica se eatenderam nom acerca da dosigoaco de
rei, nem a raspeito das refarmas relativas ao cle-
ro, nem ralativamento aas graos da- centralisacao ;
oxi ontros oferecemus o nosso systemn lgico de
idea, e a nossa. unidad inalteravcii de prosador.
Pediremo* em-termos lgaos e haoeis :.a revi-
sao do art 38 e o estabeleei ment da repblica
federaL forma de governo que conven a um povo
onde a antiga aristocracia se perdeu, e a amiga
monarebia se suiciden ; a um povo que, emoo-
breelt pelas suas, tradieoes monarchicas, s ra-
zio natural e s< s tradieoes democrticas deve
appellar para se constituir; a nm povo, federa-
lista pela sua natureza e pela sua historia, qae no
norte conserva aiada- o caito aos suus antiga* gn -
vernos, salvados esfoi cadamente das artimanhas
reaes, e por toda a parte vive na,recordaco dos
holocaustos feitos autonoma das snaa. diversas
regioes, em Villalar, no patnalo de Laeiuxa, as
ruinas-de Barceluiii, immolad: pelos Bhnrbons,
as ensanguantadas cinzas de Jativa ; a um por.,
que s peta federago-pde roalisar a sua unidade
perdida pelos crimos dos seu res, trazondoa Por-
tugal, lvre e autonomi. avivar sob otecto-tin
notsa gloriosa tmeiomalidade ; a um povo que st
pela federaca pile salvar iromensos e ricos ter-
ritorios, tostemnnhos dos-sejjs -gloriosos (tescobr-
nventos, anda dMsiminados pelo mundo-; a nr
povo, que ao fundar a sua'poltica nos direitos na-
turaes, de qae neahun goveralV pode privarlo, de-
' monstrou rejuvenecer se como a America te Was-
M persoades
repo-
IS NiMXH %.
Os depnta(!e>9 repabiieaaas fede-
raes a seu pa .do.
a voltar a assenibla.'d'ande tempo-
Proxiroos
rarianiente nos senaraimijj aconselha-nos a con-
srenca o dirigir ao partido republicana a-nossa
palavra, destinada a eonimuniearoilio de novo
ai|uella_seguranca, nunca perdida nos lances a
que esio expostas os partidos innovadores e re-
volucionarios, a seguranca de que as recentes
desgracas, nem por grandes, nem por tristes, nem
por imiuerecd.is que sejam, podem quebrantar a
sua poderosa org.uiisacao, e menos apagar a se-
rie das suas solucoes, impostas pela boa lgica
dos factos revoluc/10 hespanhola, como nico
meio de organisar a democracia, de conseguir a
liberdade, e de chegar ao governo da nacao pela
prnpria naco, para o que a Bespanha, nunca dos
seus sacrificios arrependida nem cansada, tem an-
ligo?, ttulos ejnispeosaveis direitos.1
Nao quizerames .recordar successos nolvida-
veis ; dirigir recriminacoes nem censuras contra
os cegos poderes que
rain estes successos.
segura e sais-adora.
Mas a opioiao, que ouvio tantas calumnias, de-
ve ouvr lambuqi a noss:v defensa, e imputar o
mal a quem realmente o haja originado. Triqui-
na (em visto a opiniao quo fcilmente a des-
temperanca no poder engendra a guerra, e a
gnerra a dictadura ; e quao dillicilmente se evi-
lam as consequencias da guerra t que a dictadu-
O erro eterno da poliiira boiirlHinica fwou, co-
mo una enfennidade hei'e.litara, no novo gover-
no. Falsear a ronstniro e o syoma parlamen-
tar foi a perdicao dos Bourbons; falsear o direitos
phana o erro, triumpharia o sophsma, se framos ndividuaes e. o systema tem ir.ratico, a poltica do
seus cmplices com servil silencio. governo revolucionario, leconhecimento da lber-
dade, mas qne nao desagrade ao poder ; suffragio
umvorsai, Mas que nao vote contra o governo.
D'aqui desconfianca, desarmamatM de voluntarios,
obstculos as tnanifostaces, inil icicia moral nos
ra aspire vida perduravel. Tiido se evitar com comicios, guerra constante aos municipios repu-
liberalismo no p^er, prudencia no sen proced- blicanos, prupessos-do imprensa, ieclamaedes con
ment, medida na sua palavra, e confianca por tinuas do banco ministerial contra a lberdade,
parte dos raiiii-ros as orticas da liberdad'e. Um exagerarn dos seus abusos, complicdade sysle-
#terno erro, filh- da vossa prolongada servido,
faz com (pie todo o poder se julgue infallivel, e
ponha o seu oego arbitrio sobre a lei que a todos, provocacoes repetidas, e por consequencia nevta-
matica r-un todas as calumnias raccionarias, in-
sultos, circulares attentateras da lvre discussao,
obriga, mais que a todos, aos governos de um po-
vo llvre.
S assim, s por ter esquecido na servido os
hbitos severos da lberdade, s por ter absorvi-
do as mesraas ideas reaccionarias tjue fra cha-
mado a combater, podemos explicar o erro de le-
sa-revolucao commettido pelo governo, a serie de
usurpar/es que durante o periodo eleitiral con-
summnu,_empnnhando-se em dctloir o pensamen-
to da naco, com de-prez > dos comicios c das ir-
les, como a ontra serie'de usurpac/jascommetti-
das depois do periodo constituate, empenlundi -se
em definir o ttulo primeiro da constituign, com
desprezo e desconheciinento tanto do poder legis-
lativo, como dos tribunaes de justicia,
O governo leve e conserva a singular pretendi
de qne o paiz so contenta com que oceupom os
seos membros as altas regioes do poder, anda
que os antigos males, contra cujo delecierfo in-
lluxo emp/ftgaraos a revolucao, contnueui e se
aggravem. Com a.sua, poltica-presente acreditara
os governantes que as arbitrariedades administra^
Uvas, iias quaes jnlgavamos ter-nos preservado
com supremos esforijos, sao para etles proced
meotos essenciaes do governo.
Assim, repetimos, porque nunca isto se repetir
bastaute, assim usuroaram aos poyos as suas l-
culda.les, e Ibes arrebataram a sua authondade,
proclamando fra de temp >, do poder que devia
conservar urna neutralidade acbnselhada por to-
da a poltica democrtica, proclamando s- cegas
a monarchia, sera prever os olistaenlos insopera-
veis que todas as solucoes monarchicas haviam
de encontrar na reatidade, por injompativeis cora
a soberana do poro definitivamente .-consagrada
no suffragio universal.
'Seguidamente ao ver qne a opinio popular pa,
converta > solucoes repoblieaaas, empenhou-se
a poder em arrancar aos povos.as armas que li-
nham recon((uistado, e arriscon a sorteda revo-
lucao em sitios camo o da Cdiz, em batalhas
como a de Malaga.
Reunida* as cortes pela prudencia da todos, as
promessas e reforma feram endecidas e turki-
das as espenancas-dos poros. /iMatateve-se a dipto-
macia faustuosa das moaarenias,. km-arregando -se
o ministeri de nos. procatar estraakpiros res pelo
mundo; eonsefvaram-se M pTiieg|ia.da. jpieja e
a viciosa organisaeae-da magistratlra, com d''-;-
prezo da Uberdade aaligios^ e ahuvaon punivei
da'altissfma insttuiclfo (
predominio militar accri
da guerra e imponuo a*
dcimas, emqnanto as grandes
acoite com os ltimos restos da
Hunos 1 uuui um i mu
aggraou-
jua.lao orcamento
|li;oes peqosrias as
salvavam i"ete
a brtuna e os
vel do lodo, a rHtima sublevaco.
Trouxe ella como resultado da appellacao para
a forga nn povo, outra appellacao forca no go-
verno. Julgou o poder que a ibenlade nao bas-
tava para dominar a desordem u creou a dicta-
dura.
Creou-a, promptlenJo qne sera transitoria, e
parece quevai tornindo-se permanente. A mes-
ma lei que as cortes inslituintes promulgaram
para iouestir 9 governo de podwes arbitrarios e
excepcionaes nao foi resueitada ; e a condicao
de qiM as garantas individnaes sr> seriara suspen-
sas durante o periodo anormal e critico da rasur-
reicao, nao lu cumprida. Paltana assemblea quem
pugne pela lei que a assemblea den ; e nao ha na
maiona quem pessa o restabeleciineuto da consti-
tuirn que a maiona fe,:.
Os nossoj correligi narios perseguidos s oeces-
sitam q:ie as leis se prati-.juem, e o nosso partido
proscripto .- necessita que .. titulo primeiro da
constituicao se cumpi;a. (Virreinos iirgeateniente
Isto, e vamos rerlaina-lo na assemblea.
A minora, que auntinci ra no justante do seu
reirahmenlo a sua w|ta a uaoria, que nao poi
condicao aephuua a esta ynlta, segundo se decla-
rou no discurso em seu minie fc jtorsua delegaco
pronunciado sobre ta-grave assumpto ; a minu-
cia entra oas oirtej a pedir, que o estadj da_sitto
casse, ((ue a dictadura jeda, que a suspensao de
garanta se levantante, qne o governo entre no seu
centro f o pove ue sea direito.
cenif alisa.
beraades.p
nomico ; r
ral do. orcamento,
lando de
o
Eacusaraos d*er que principios vamos sustentar,
nem qual conducta, vamos observar. O periodo
passado, cuja historia nao foi esqnecida, mo-tra
qne defendemos com todas as nossas foreas es di-
reitos oaturaes como bast da sociedade a sepa-
raclo entre a igreia e pesiado oomo consagrado
.definitiva da liberdade de coqseiencia ; a demo-
cracia verdadeira como elemento social em que
ho de harmonisar-se lodos oa antagonismos hist-
ricos e concloir-se todas as iajusticas, tanto politi-
,tica* como econmicas ; a araobilioade do poder,
a sua elego por todos os ci lados, a sua re*pon-
sabhHdade perante todos ; a repblica federal com
toda a ana xteasao e em toda a sua pureza.
O procedioiento ajustoo-se s ideas. Fidelida-
de aos principios, reonbloanos, (Bonstanca em de-
fnde-los; opposead da< reformas progresstvas
inamobilidade ministerial, separaeo completa en-
tre o nico partido democrtico, o unic > partido
radieah que o nosso, e lod is esses partidos me-
dios, que hoje usurpara o nosso nomo para escon-
der a confusao das suas ideas; rapcencia gran-
de pelo irinapho da democracia ; us .nenhuina
au tmpacjeDaia pelo pader ; que t idas as nossas am-
" has fir* r**voes se aqham redtizidas e todos oa nossos es-
r eco- tercos concretados a chegar a.sor o cidado de um
isfa- povo livri'.
augmento do tributa ^te f,?"odo periodo defenderemos os mea-
Mwtdn no momento deescrevera firmla da li-
berdade republicana.
Se as nossas pretencijes na forera attendidas.
reclamaremos, sera por isso rpnonciar nassa f,
nem ao nosso ame de republicanos, que a fami-
lia destinada a vincular, a a elarnisar o poder su-
premo, seja tiscolhi.la pelo voto de todos os cida-
dos, como pelo voto de todos os cdados qcizera-
nv que fosse sanceionada a repblica.
Xas demais q.restes seguiremos o mesrao cri-
terio. Pediremos que o suffeagio universal seja
emancipado de toda a* tutela administrativa ; que
a imprensa alcauce liberdade absoluta ; .;.ie a
resp.1u-.1l o 11 la.le dos agentes do poder se torne
elTeetiva, j que esta escripia, para impedir arb-
trariedade do governo e a corrupeao dos eleitnres;
que o direito de rennio e de assoeiai.-o pacificas,
se complete, tanto na ordam religiosa, como na
poltica, econmica^' social : que a familia, a es-
cola, eaoniversidade, se seculariaem, e estabele-
eam primeiramente o seu direrto puramente civil,
para optarem logo depois pelas suas pratcas reli-
giosas, ou pelas suas i leas pliiiosnplihias, atten-
dendo lvre inspiracao das snas mosciencias;: o
que, d mesmo modo, a tireja e o estado flqoom
para sempreem^erpetoa indeiiemlenea.consegnin-
do a igreja desligar-so das regalas, e o estado
desembara;ar-se de todo o orcamento eede-
siasDico.
Para garanta da admiuislraciio da justica, n
romo urna das institiMcies fundtiinontaes da siibe-
rana papular reclamaremos irnmedilamentexo
jury, tantas vezes promcltido o nunca alcanzado.
ttenlos sempre ao'mellioramento social do pe-'
vn, pediremos (jue se reformemas leis de desamor-
tisaro, e que os antigos beas da cora, os nacio-
naes a enmmunaes se desamortisem de maneira
que sejam accessiveis s dasses pobres, aboliwlo-
se os ltimos resto de senhorios, e as barbaras
presiaeoes feudaes, que debaxo de diversos no-
iM*S anda existem desgracadamente na nosna
patria.
A alwlicodos quintse matriculas de mar ser
mantida por nos, com igual energa qne desen-
volvemos no perodo anterior, e bem assim a suc-
ressiva transnrawgln do-exercito activo em urna
reserva nacional.
As leis municpaes e provincaes offerecem-nos
occasao de mostrar provavelraente que o f.-drn-
lismo- essencialissimo liberdade e organismo da
soberana popular. Assimeomo a personalidade
hnaiana autnoma, e o individuo tesn direitos 3
que essa autonoma seja respeilada, tambera sao
autnomas essas personalidades sociaes a qoe se
ehamam municipios, provincias 011 estado partiou-
lar, nnro ou estado geral; e em quanto a lei nao
for a encarnaco deesas entidades sociaes, oreen
nhecimento dessas mtoaomias, a lei nao respon-
der aos mais simples e pnmordiaes principios da
justica Assim como aquillo que individual na
vida deve ser dirigido e governado pelo individuo.
todo quanto local na sociedade deve s/r lirigido
pelo municipio : tudoquanlo geral de nma ro-
gio, por provincia ; ludo quanto universal, pelo
estado; repetindose neste organismo, o pader
publico as suas mamfestaeoes de legislativo, exe-
cutivn e judicial, eleito em cada um dos seus
grao* por todo o povo, e inte todo o no- respon-
savel.
Desta maneira se evitara as dictaduras c os gol-
pes de estado ; faz-se da soberana um poder in-
manente em toda a sociedade; educam-se os povos
para os ltimos graos da vida publica por meio
las suas assemblas municinaes, e de seus jura-
dos ; governam-se as provincias por si inesmo em
vez de obele lerem a governadores estranhos
sua poltica e aos seus interesses; despoja-so o es-
tado de facilidades damnosas, o orcamento de em-
pregados parsitas, e a publica tran.nullidaJe des-
ses grandes partidos queso agglomeram no centro
e qnecnuverlcm.os poderes pblicos n'uraa peri-
gosa olygarchia, e as oppo faego ; consegnindo-se, emliin, pelas assoeiaooci
de municipios e de estado, em um estado superior,
singello e harmnico, as vaniagens e a influencia
das grandes naces, a liberdade e a ordem das
iM'qiio.aas ; e por isso a experiencia eterna do ge-
nero hnqvano ensina que arto, sciencia, industria,
liberdade e democracia sobretodo, foram obra das
federacoes, verdadeiros oasis da historia
O nosso systema tem tambera s vantagens de
ser summamente econmico. O paiz nao pode
snpportar o peso dos seus tributos, e as conse-
quencias dos desperdicios dos seus reis. 0 grito
de economas a todo o custo, e com toda a urgen-
pu-.nvi.
su renunciamos -is- re-
pargnMa ean pMi st
devein s revi luroes violcntis .
aci-elta-las.
S um nnico deputado utpm offialinente
partido republicano, nos das era que O parii.l
moderado se imaginara senhor desU socic.UA-
Vinte e ura deputados destroira m-iralnieofc-
os Ifcirbons no auno te 54. Sleou e tres tm
Udos im^ssibilitaran aura, cora os seus
toda arnonarchia, fazeudo raora^neme a
blica.
O caminho ampio, o trabalho iranrol. aspre
oceupaoes sao umitas, e uo se pod remnciar a
propaganda da tribuna, sem M calar no estnnri.'
egosmo; e na somnoleirta indilTereni-a, w nascem
quande se desconfa da Maasfo, J, paijnm, ,|,
Mnpreosai da ejoqnencia.tiis ideas, e-da* gramil
armas cora que hontem destrumos a* cunWt di-
ris, e hoje imitilisaromos a s:ibr. dos ih.rtadir^
Lutar nis nwrapipos, as ttepotacoes pr ivirriaos
rt cltlbs na imprensa, em todos o* Mnirtos
subir a tribuna e divulgar s.mb descanso as 1..*.-,-
ideas deve este ser o proposito, esta a condoctad-
partido reptiblirano, senhor di pensainen:. c^nui
que naactualidades'iagtaiia nnsri.-n.-ki imniaiia.
e por conseqneoca, senhor db futuro.
O protesto, quatido nao seja otra canea, o pro
testo forma a-optoio, o levanta o espirito 1x1 ilir,.
contra os governos arbtranos- Hoje nao podase
consentir sem protesto, e protesto MM ni*
as garantas iodivduaes c nitinneiii snsponsM a
maiona dos nerioceos republicanos suppuiii,l.s
ns clubs tecliados; as nutiewa ^wpaiv *Mar-
madas; as mnitosBDaa pabticas iuipcdia* pete
boda espada; as muaietpalidndes A si:flr.jpi.
universal suojtftuidas |x.r innnieipaMadas aa ar-
bitranedade mitar.; os repobKaaam tireso- eias-
portadns lora do Kiaite que previamenla indiram
fk a "S tr,:,unav*>'j-*'lC' p> una cuom!-
Ihos de guerra: os procediniC UxirliooiriK res-
aorados; divnlgachs grosseiris caJumoia-v i-
torpemente se urdiram com os ensa.'iicmadirt i*r-
do* aQoutes negreinn, para iltshonrar > win.
perno que ple mWat Cuba paaa a mu oatria
por meio da lifcerdad ; toado nana trbun .*-
sadfcposicao, um protesto logal mm nossas afea,
nao podemos nonseattr pie condnoaoi tod.H atas
escndalos, sem> nos emverteraMa, ,-!( awaa>'
tee, era reos-de lesa-nano, i-n i-aiiipti>'c*d.
d ciad ura.
Entramos, po',nas ,,[,., patadapaJb o :p<*r.
no a que cumpra .s lab, ou cm caso mmrano
jwra escrever 1* triboaa a noast "i>n>tL-st. nmn*
dictadura, protesto qne sera > grito da coust-tem-u
nacional.
O reirahimenti seria hoje o ibaaiMDa MMa
direituB eoabaaAonodtia nnm ilinile icrin #
conliecmento du nosso mndalo. R MeaaaarM
lejar pelo direito etero.' dentro 4Miriilu
Muitos nos pe-giintaro
volticoes armadas. Esta
dirigida pe os m
poder, nem si r respondida pelov que deremn.-s
revoluees violentas as liberafes afcanradM aa
presente secuto.
A ventad.: los partidos n 1 forja a- ttntmfim.
romo nao forja a tempestades As revi lu
vcom sempre,(|uakli asl'nrjam poderes sob ritos >
ipprossorus.
A revolucao a ultima razio Jos povos. maja a
retranintootn o nMmo recurso lapi.
rtenunciar rafujuaji mn e eni aa cas,
uaia abdicaco (jue o partido dcniociaa.-o *
pide commetter sin se expor a laarin c.-nsnra
que de todos os que eonbeeea que. cmquinto m
direitos natnraev se nj. achera seguros, v reva-
IU'.m-s estarao iuiminenles pch projiria \iolar.
de-ses direitos.
Mas a violencia tambem se nao po te rtevar :
systema E 111:1 recurso ultimoesopn'im> que tu
de evtar-se. emqiianto bonver recursos- tega4>s
A democracia er que a revolucao esri (testarrada.
para sempre onde a libertada .a a voz a Iwtaa as
ideas para penetrar as conscancias, e o siiirragio
universal meo a todas as refirmas pan |c t*m-
verterem era leis A vintencia em baixo ingendn
a arbitrariedad!'em cima. (Juando um |v. -.
sabe erigir barriadas, os governos so BriMM for-
jar cadeas. Os-pnicedimentus Ja forca,apoi.--
com amaiordtsc;ilaiiiiila'lesi> que h ye solTrcmos com 1 nunca, com a oli^ao-liia
e o predominio militar, ger.uxnes faties m hela-
dura.
C rallemos principalmente a nossa victoria, como
sempre, imprensa lrilni;:. assoaici nm-
lica, aos comicios do povo. e ao suffragin univer-
sal. Desrmenos as diciaduras com a Mea pa-
lavra. Tenhamos as noces )un ticas, que por*
defenderein o seu direito nece-^it.im d.ts povo* Ii-
vres, e ganhemo- palmo a pjlmo ajustira que ao-
corresponde:
Sejam os nossos escriptoies sacerdotes da ras.
lio distantes'da cobarda e do sopliisma, cixmt da
calumnia e do escndalo. Sejam os nossos Holks
escolas onde o povo aprenda que ou dein>cracia>
carecera de mu grande prudencia, por iaaa inesmo
que sua a victoria demiiv*. e n urna gmnite
tranquillidade para se ni pardaimi as inox i
seu mais temvel iinnii-jo. as urios dos seus pro-
prios excessos.
Conlnia'in is as r013111is-r.es, nos r >mieior> n
clubs, e em toda a parte a e lucaeai do aovo. En-
sioemos-lhe, que nao tem dir-to de s?r ouoa-aor
por ter estado opprimid.i; que nao tem direito te
>er tyranno por ter ida esri avo ; que a .-na aa-
censo, a ruina dos reis e dos ver limos ; me .
terror pregado era nome da povo, so serve aoe
inmgos do povo ; que urna man-liade aaf
oUusca o brilho iuunorlal das nossas idao ;
que o trumpho do povu a tnumpho do djreito
igual para lodos, o- triuuipio da ju-in-a.
Nesta otira da reivindicar"n paeMon it* repn-
blica federal ; aest* candan de m ttumtjkt a *<-
temperaoca que temos acunelli ido e que >-':api'
hourera prevaoedo, a nao tar i n.iedida u-.r un-
tos erros e provocacoes do poder ; oestes princi-
pios de moral publica, a que lata ajustar-se os
povos, incapazes do iiiactiiiiveli-mo dts reis ; ues-
te trabalho urugnwivn pela edneacao a aeni -
tar geral, s pedimos o so nere .siaraos a natao
cia, enche os ares, e necessaro dzer ao paz em
voz clara e muito alta, que nao pode ter economa
as suas despezas, baixar a sua divida, ter desala-
go rio seu thesouro erendinenlos na sua produc-
cao, em quanto nao reatisar estas reformas radi-
caes :aboliQio do oreamento ecclesiastico ; ui-
minuicao do ornamento militar, reformando em
sentido popular o exercito ; extinecao do parasi-
tismo burocrtico; autonoma das municipios e
das provincias ; redaco do estada s suas (acui-
dades essenciaes : n'uma palavra, federaran. E'
este o verdadeiro progearama econumieo.
Sabemos perfeitamente que ha grandes motivos
para desesperar de que este, progranima st realise
nasactuaes cuites, o que fundados era lio inste
seguranza, alguns dos nossas correligionarios ariu-
aeiham o retrahimeuto definitivo e absoluto. Mas
o retrahiment nao pode elevar-se a lei normal de
conduela se se converter em suicidio, onn
um partido nao pode renunciar a imprensa,
nao, pode tambem renunciar tribuna sem
desapparecer. Pifa^ue ora systema. palmeo
seja acceito, -neeessario que seja conhecido ; e
para ser eonhecido necessario que seja divulga-
do pela palavra. Nao ha cumulo social tao alto,
que s veja, de tao louge, e que lenlia lio grande
echo, como o cumulo da tribuna. D'alli iurcaes
oa vossos proprios inimigns a divulgar as ideas iue
os bao de- lstrur. D'aui oxiaes at as cons-
Iciencia mais rcbeldos. D'alli esereveis em todos
os Majjaes as reformas que nao saa euljaaio.se-
dos republicanos, o concurso te toJ>>s. para qnr
M nossas osforcos sejam fecundos, e a nossa wa
tenha aiuell* autoridade, sem a qoal sa prV.
como echo vio, debaixo das abbalas dos parla-
mentos, e nao tira a consciencia da nacao, a |u.l
as nossas faltas, e unicament. as nossas fallas, i>-
dem affastar d liberdade e oa aaMoaMl.
Republicanos : os vossos Aapandon s vm nm
dese.o, salvar os vossos direitos ; e s tana naaa.
ambicio, restituir-os sera mam-lia o nso man-
dato, para que araaiiliia .elejaes que roilmm os
frnetos da arvoro por nos plaatodw, arvore que ja
ningnem poder desarreigar dn nosso ato, por
isso que as suas ementes cahiram na eaaaeaan-
cia do novo, e porque sua sombra hiede vraer
amanhaa, no cumprimento das leis do pmgrwso
os Estados-Unidos da amiga lb*ia imlepandentc
e livre.
Sade e frateniidade.
Madrid, 24 de novembro de d&m .\gaanara.
Albors. Roque Barcia.Eduardo Beuat. IMn*
Rovo.Luz Blano.J. Manuel Caballo da at Va-
na. Roma 1 de CalaManuel Carrasco.
entelar. Francisco Ja Paula Castillo
Chao.F. Dioiz Quintero.Estanislao Fifi
Francisco Garca Lopev Fernando Garrida
Leoaardo Gastn.Jaaquim Gil Verges. EaaaB*
Giraem.Henriquo de Gusmao Sinu Jlnria.
Jps Gasmo e Manriqre. Joo Jas BriMp*
Caballero.Migiml Lardiez.Elenterto Mataana-
ve.Pedro F. Mjreoo Rodrigaex. -4fcnooaM .


1
'< 'i'i.ip

mi u


Diario de Pernambaco Quarta feira 5 de Janeiro de 1870.
FF
Peraa.Manuel P. Pau, y Pcardo.Francisco Pi y
Margall. Jos" Prefumoy Dodero.Benigno Re-
bolluda.Lu/, del Ri.i y Ramos.Huberto Robert.
Frederico Rubio. ijumorsndo Ruiz y Rniz.
Emitdio Santamara.Joo Pablo Soler.Santia-
go Soler.J e C. Sorni.Jxs Toms y Salvaoy.
Juan Talan.Mariano Villanueva.
PERNAMBUCO.
Outro do mesmo, informando o requerimento le
Manuel do Carmo R -lar que nao sondo
ido o telheiro que o supplicante quer fazer,
e sendo a obra provisoria, pameo-lbo que se pode
conceder.Pennitiu-se a eonslroccao do telheiro
fechado, assiguando o peticionarlo termo, obrigan-
do-se a nao dar outro inisier ao dito telheiro, se
i
REVISTA DIARIA.
GIMNASIO DRAMTICO -Sob. essa denomina-
<;o inangura-so hoje, na povoacu do Monteiro, o
iheatro que outr'ora existi no Poco da Panella.
A companhia qu- arti de*e trabalhar a mesma,
ue all funceionava sob a drereo lo "artista De
(wvaiii. O propramma, que vii publicado em
ontra parte do presente numero, variado e con-
vida os diletantis. (
FESTA EM OLINDA.Hoje s 4 horas da Urde
deve ter iup.ir a bencao da eapella de Nossa Se-
niora do Bom-Successo, situada na ra des rae. Amanha s>>r celebrada^ a festa dessa Ex-
celsa Senhora, eom o brilhantismo do costume,
sendo orador ao Evangemo o Rvm. Fr. Ludgero
lo San!isiii,n Nome de Mara. A' noite haver
ladainha; sendo, ao depois della terminada, quei-
mado um lindo fogo de artificio.
CORRECCAO INDISPENSAVEL. Por engao
ib pagtnac.i.' sabio, honlein troncado o artigo so-
bre oiiymnasio Provmcial, devendo lr-se em
primeiro lup.ir a partf qut sahio na segunda pa-
gina, e em sepundo a que sahio na primeira.
AFOG VDO.-Estando o pardo Firmino da Silva
.sentado na beira da praia da ra de Santa Rita,
no da ? do rorrenle s i i horas da manhaa, la-
vando alguma roupa de sea uo, cahio no mar,
<*u consequenca de Ihe ter sobrevindo um ataque
de polla, e ah pereceu atogado.
CAPTURAS. elo subdelegado de polica do
termo de S. Rento fm preso Jos Lourenco da Sil-
va, autor do assassinato do pardo Carlos, escravo
de Joao Jos do Parias.
Foi igualmente preso, no termo de Ruique.
Manoel Bezerra Dias, por ter dado um tiro em
um individuo, que llena mortalmenle ferido.
PRESO IMPORTANTE.Foi hontem rer-olhido
a casa de detenoao, vindo da cidade de Nazareih.
o celebre criminoso Tiburtino Jos dos Sautos, au-
tor do diversos assassinatos.
LOTERAA que se acha a venda a 1331
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Conceicao
dos Militares, que corre no da 13.
CEMITEHiO PUBLICO.UDtuario do da 31 do
passado :
Francisca Mara do Espirito-Santo. Pernambu-
co, 30 annos viuva, S. Jos ; tysica pulmonar
Jzabcl. Pernambaco, 13 mezes, Si Jos ; con-
vulcoes. '
Mara, Pernambaco, 3 mezes, Santo Antonio
tosse convulsa.
Alejandre Jos da Rosa, Pernambuco, 58 annos,
casado, S. Jos ; alfeceao cerebral.
Io de Janeiro.
Marcella, frica, 70 annos, solteira, Recife; he-
rysipeja.
" Mara do Carino Vianna, Boa-Vista : congeslao
cerebral.
Senhorinlia da Hora, Pernambuco, 30 annos,
solteira, B a-Vista ; syphilitica.
Luiz, Pernambuco, 2 mezes, Recife; molestia
interna.
Thereza, Pernambuco, 20 mezes, Boa-Vista;
vermis.
Francisca Tneodora do Espiritn-Sanio, Pernam
. en, 20 anuos; solteira, S. Jos ; varilas.
2 -
Anna Mara da Conceicao, Pernambuco, 40 an
nos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Pedro Silvio de Ramos, Pernambuco, 45 annjs.
Bheiro, Boa-Vista ; anemia.
Mana, Peruambu:o, 1 anno, Santo Antonio :
denticao e verrnis.
Antonio, Pernambuco, o annos, S. Jos ; hydro-
pesia.
Maria, IVrnambnco, 7 dias, Boa-Vista ; fraque-
za congenita.
Jlo, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista ; inflara
mac'i no ligado.
Jo- J i'v>\ IVrnambnco, 40 annos, soltciro ; Be
es-
sol
cfe ; v,in>ia- condueo
Maria, Pernambuco, 1 da, Santo Antonio ;
pasmo.
babel Ongri de Mello, Pernambu co, 80 annos,
viuva. I ia-V-t:i ; intente.
M.....el drt tjarvalbo Paes de Andrade, 28 an-
nos. casado, S.JJo- ; tubrculos pulmonares.
P talca da Saude, Pernambaco, 25 annos,
tuiro. Sanio Antonio ; broncbte chroni.'o.
Joan, [Vniainbuco, 2 das, Sanio Antonio : e
pasmo.
Avelino dos Santos, Portugal, 30 annos, casado,
Boa-Vista ; ilesinteria.
Manuel, Pernambuco, 1 dia. Boa-Vista ; es-
pasmo.
CMARA MUNICIPAL.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 22 DE DEZEM-
RHO DE 1869.
PHMmSSCU DO SR. DR. SOCZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Seve. Sonza Magalhaes,
Dr. Pilan) a e Gameiro faltando cora causa os
amen ss ibrio-se a sesso, e lida e ap
plorada a acia da antecedente.
L-se o se.puinte
EXPBD15.NTE.
Um oflicio do Exm. presidente da provincia, de
1 do correte, declarando a cmara,ein resposta
aoseu oficio D6, que licam espedidas as necessarias ordens,
aliin de serem eitos com presteza, os reparos de
eonservacao de ijue precisa o ealcamento do ce>
da Lingueta no lugar em frente da casa da Asso-
ciaco Coiiinicreial B-metiecale.Inteirala.
lima pelicao da Jos Joao de Auiorim, com des
pacho da presidencia, man lando informar, na
qual o supplicante diz qae pretendendo levantar
um jasigo no eemiterio publico para sua familia,
e sendo elle de tamaito superior ao concedido
pela cunara, requer a S. Exc. que, em vista do
art. 21 do regulamento do mesmo cimitorio, se
sirva conceder Ihe liceuea para tal edilicaeao, in-
demnisando o supplicante aos cofres da municipa
lidade a quanlia que fr de direito.Que se in-
formasse nada haver que oppr era vista do dis -
posto no art. 21 do regulamento citado.
m otDcio da mesa collegial da villa da Escada,
remetiendo em cumprimento do que dispoe o art.
79 da lei de 19 de agosto de 1846, a copia au-
tbentica da acta da eleico que se procedeu para
na deputado aassembla geral pelo tereciro dis-
trido.^Archive-se.
Outro da cmara municipal da eidade de Goyan-
na, aecusando a recepcao do qae ihe foi dirigido
em H de novembro ultimo, em que se Ihe commu-
nieou a posse do Exm. presidente da provincia
na mesma data.I n lei rada.
Outro do subdelegado supplente do primeiro dis-
trfeto da freguezia da Boa-Vista, de 21 do corre-
te, dizendo que tendo visto no Diario de 21 do
mesmo, o obituario, deparou com o nome do ma-
jor Henrique Manoel Malheiros de Mello, morador
no diio distncto, enterrado no dia 20 e como nao
Ihe tivosse sido apresentada a iicenca do parocho
e altes tado do medico at o presente para por o
visto, segundo de iei, rogaa cmara que d suas
ordens para o empregado competente nao dar a
Jicenca. Que o procurador e administrador do
cemiierio informen).
Oatro do advogado, remetiendo era cumpriraen-
to do que Ibe foi ordenado, os termos de infra.;-
cao abaix > declarados,-e informa que mandou ex-
tranir sentenca do processo intentado cofitr^Moo-
urroyns. aflm de que com ella se requeira a de-
nurcaco e Hueamento dos marcos no terreno
comprado a marinha para o matadouro do Ar-
raial. Quanto a primeira parte, que fossein os,
termos entregues ao procurador, e quanto a se-
funda, inteirada.
Outro do procurador, communicandoque Ihe fo-
ra presentado o despacho da cmara, mandando
tapar ao Dr. Antonio de Araujo Farreira Jaci-
ina, a quantia de 40# pela desappropriacao do
terreno do sitio do mesmo, necessano para a tra-
versa da ra da Ventura das Pernambucanas,
declara qae nao pode satisfacer o dito despacho,
porquanto a verba destinada para .-emelhanle des-
jpeu se acha extincu.Que se pedisse autorisa-
^ao a presidencia.
Oatro do engenlteiro cordeador, informando so-
bre e requerimento de Manoel Joa]uim Ramos e
Silva, caropri-lhe diier que nao ba incoaveniente
no que pode o su aplicante, construindo elle o no-
vo muro uo alinbameoto e nivelamcnto do antigo.
Conced
Ootro d<> mesmo, informando o requerimento
de Jos Goacalve* B-dtr & Irmo, tem a dizer
qne nenhum iiicoovenieBle ha no que pedo o sop-
plicant-' construindo elle as obras de confnrmida-
de eotn as posturas em vigor, precedeado a oeees-
saria cordeaSo.MaDd alo o de guardar raateriaes.
Oj

utro do mesmo, informando o re.|iicrimento de
Joaquim \jreir? de S mza, diz que nao ha incoo
veniente no que pede o supolicaaio. Conce-
deu se.
duro do mesmo, informando o rafieriment de
Francisco Jos Arantes, declara que sugeitaodo-
se o supplicante como declarou. a fazer a easa de
Iconlormida.le com as po ture
pode conceder, dando-se previamente a cordeaca*.
Mandou-so cordear.
~Butro do mesmo, informando o requerimento de
Saiyro Seraphim da SirVa, eumpre-lhe dtzer qne
nada tem que oppr a pretenco do supplicante,
dando-se-lhe cordeacao para o muro.Mandou-se
cordear.
Outro do mesmo, informando sobre o requer
ment de Joaquim de Oliveira Mello, para edificar
dozentos e nvenla palmos de muo na frente de
seu terreno da ra da Hora, diz que nada tem
quo oppr, dando-se-lh a cordeacao.Mandou-se
cordear.
Outro do mesmo, informando sobre o reaueri-
ment de Ignacio Marques do Espirito Santo, para
constuir cincuenta palmos de muro era. seu ter-
reno cora frente na ra da Hora, declara que nada
ha a oppr, precedendo a competente cordeacao.
Man-dou-se cordear.
Outro do mesmo, informando o requerimento de
Joao Lovet, cnmpre-lhe dizer que nada tem a op-
pr, urna vez que as obras sejam construidas de
conformidade cum as posturas em vigor, price-
dendo a neeessaria cordeacao para o muro que res-
la fazer no terreno.Mandou-se cordear.
Outro do mesmo, informando o requerimento de
Francisco da Silva Pinto, deeiara que nada tem a
nppor, tendo a janella as dimeoses que/marcam
as posturas 9 col locando o supplicante cano enter-
rado na parede para esgoto das aguas pluviaes.
Concedcu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o qne requer
Aodr de Abren Porto, superintendente da estrada
de ferro do Recife a Olinda, relativamente a Iicen-
ca que pede para abrir a canihoa que passa pela
estrada de Joao de Barros, desde a bomba al a
ponte do Maduro, d o seu parecer a respeito.
Concodeuse a liceuea, correndo por conta do sup-
plicante toda e qualut r despeza de conformidade
com o parecer do engenheiro.
Oulro do mesmo, informando o requerimento de
Bernardino Jos da Silva Maia, compre Ihe dizer
que nao ha inconveniente em conceder-se o que
pede o supplicante, collocando elle cano enlerraJo
na parede de conformidade com as posturas.Con-
cedeuse.
Oulro do mesmo, informando o requerimento de
Minoel Jos da Silva Marque%, declara que nao
tocando o supplicante na frente da casa, parece-
Ihe que se pode conceder a Iicenca pedida.Con-
cedeu-se.
Oulro do flsearda freguezia do Recife, pedindo
que se mandasse pagar ao Dr. Malaquias Antonio
Gongalres, a importancia de tres corridas unita-
rias, que proceder em os dias 3, 4 e 6 do corren-
te.Que se passe mandado de pagamento.
Ot'lro do liscal da freguezia da Boa-vista, re-
metiendo dous termos de infraeeao s posturas,,
coinmettida por Joaquim de Oliveira Mello e o pe-
dreiio Christiano de Souza Leal,Ao procura-
dor.
Despacharanwee as pelicoes de Antonio Duarte
de Figueiredct, AgoslinhoMrtins, Andr Avelin.)
Solireira de Mello, Anselmo de Jess Carvaltm, Dr.
Antonio de Vasconcellos Menezes de Druinmond,
Bernardino Jos da Silva Maia, Denlo Joaquim Go-
mes, Denlo Jos Domingues, Darlholomeo Domin-
gues dos Santos, Bernardino de Senna de Sant'An-
na, Carlota Joaquina Siines do Amaral, Casimiro
dos Iteis gomes da Silva, enpenneiro Carneiro
Monteiro, Domingos Jos da Cunta Lapes. pos Alfonso Ferreira, Elias Baptisia da Silva, Her-
nino Ernesto- de Lenios Amaral, Francisco Jos
Leitu, Francisco de Assis de Oliveira Maciel. Feli-
ciano Marques Vianna, Francisco da Silva Pmlo,
Fruicisco Jos Arantes, Goncalvcs & Teixeira,
Germano Jos de Souza, Ignacio Marques do Es-
pirito Santo, Isabel de Parias Guimaraes, JosCor-
deiro do Rezo Ponles, Jj- Antonio Correa, Join
Francisco Cavalcanlo, Joanna Maria Nunes, Jas
Pedio rVniaiulis. Joaqoioi de Oliveira o Mello, Juan
oas Nevrs, Jo- Goiic.ilves Dellro, Joao Lorel, Jas
Francisco de Figueifedo, Jos Joaquim Carneiro,
LuizJo.- da Costa Auiorim (2), Manoel Gomos dos
Sanios, Manoel da Silva forres, Manoel J laqaiin
Ramos o Silva, Maria Clara.Das, Manoel Jos Dan-
las. Manoel Vctor de Jess da Matta, Manoel Jo-
da Cosa Reg, Manoel Jos Ptesiivlln Olympio
Simplironio Paotaleao, Pojas A C, Pedro Francis-
co Antonio, Rozendo Gomes dos Santos, Seixas &
Bornes, Satyro Seralim da Silva, Theodoro Renzen,
Tnomaz do Carvalho Soares Brando Sobrinlio ; e
levantou-sea sessao.
Eu Francisco Canuto*da Boavagem, secretario
a subscrevi.Ignacio Joaquim de Souza Ijeao,
pr-pre-idenie.Dr. Pedro d. Mhm\fde Abo Hos-
coso.Manoel de Binros brrelo Ignacio Pestoa
da Silva.Dr. Prxedes omes de Souza l'Uanga.
Flix Francisco de Souza Magalhes.
Aos 28 de dezembro de 1869, adan.o-se pre-
sentes os Srs. vereadores Dr. Ignacio Joaqun de.
Souza Lean. Dr. Bedro de Aihayde Loho Moscoso,
Dr. Praxedesi Gomes de Souza Pilanga e Flix
Francisco de Si uza Magalhaes, para o lim de pro-
ceder se a apura cao geral de votos para um depu-
tado assembla geaai legislativa pelo 1 districto.
e apuraca geral de votos para os 9 membros
assembla provincial pelo mesmo districlo, nao
houve.sessao por falta de numero.
Eu Francisco Canuto da Boa-viagem secretario
a esc revi.
Declaro em lempo, que no dia 26 do corrente
deixou de baver sesso para a apuracao geral de
votos para um deputado geral pela mesma razao
de nao terse reunido numero.
Boa-viagem o declarei.Ignacio Joaquim de
Souza ls.no, pr-presidente.Dr. Pedro de Aihay-
de Lobo Moscoso.Dr. Prxedes Gomes de Souza
Pitonga. Flix Fi-ancisco de Souza Maga-
lhaes.
Letras
aixas filia
xa':
Em moeda corrente......
Rs........
1,474,115*980
1,271:9044960
401:1905390
3.149:2215330
Piusiro.
Capital (onecido pela caixa
matriz.,.................
l>eposit-K:
EincoBtitor.
rente...... !H3:9)9710
Depsitos fixos 517:1465610
888:888 890'
Crdito sobre diver* ontros
bancos e caixas filiaes..
^^^ ^n^^^nw'
Rs.....
1,431:056.-5320
829:2T6,3120
:!,149:2213330
S. E. eO,.
Pernambuco, de Janeiro de 1870.
T. Wilkinson,
Accountant.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO

BALA.NUBTK DO NOVO BANCO DK ['KRNAMWICO KM UflUI-
DAi-.Ao. KM 31 DE DEZEMBRO DE 1869.
Activo.
Letras protestadas........ 177:7134946
6:6985172
5:0li96
37:1483359
titulo depositados
Despezas geraes.........
Caixa.Pelos seguintes valores :
Em ouro amoedado. 9843670
Em notas do tbesouro
e da Caixa Filial do
Banco do Brasil 36:0053000
Em prata o cobre. 1585689
Ris. .
Pasmvo.
Capital. ..".......... ft:5M$0t
Emissao............ 8:0005000
Contas cortentes com juros..... 4:535ji488
Contas correntes simples..... 5:626J084
Fundo de reserva........ 112:7433766
226:6023437
JEnglsh Baak of Rio de Janeiro
Limited.
Capital do Banco em
50.000 accoes de 20
cada urna...... 1,000.000
Capital realisado .... 500.000
Fundo de reserva. 120.505
Bataneo da caixa filial em Pernambuco, em
31 de dezembro de 1869.
Activo.
Letras descontadas. 1,082:1475380
Emprestimos e contas
'caucionadas..... 10:841 #740
Letras receber..... 233:799^410
Garantas e valores de-
positados....... 486:721,9790
Mobilia etc. do Banco. 1:398290
Diversas contas. *. 256:8130940
Caixa.......... 535:957#8u0
2,627:6806350
Passao.
Contas correntes sim-
ples 375:1140910
Depsitos praso fixo,
com aviso e por le-
tras 1,490:6915150
Letras pagar.....
Titulos em caucio e de-
posito ........
Diversas contas. .....
1,865:9060060
1:0000000
486:7210790
274K)505OO
2,627:6800350
S. E. 0.
Pernambuco 4 de Janeiro de 1870.
J B. Blorhnam. Manager.
/. Lambley, Accountant.
LONDON 4 BRA8ILIAN BANK, (LIMITED.)
Capital do Banco 15,000 acc/5cs
de 100................. 13,333:3331330
Accoes emiUidas 13,000...... 1 !,553:KB|K0
Capital pago a 45 por accoes. 5,200:000|00n
Sl0 DA CAtXA FILIAL BM PERNAMBUCO BM 31 DR
DEZEMBRO DE 1869.
rtulos em cauco.
Masss fallidas cargo do Banco
Dividendos..........
Lucros e perdas........
fi.6983172
3:6153907
6003400
230*620
Ris.
226:602343/
DEMONSTRADO DA EMISSAO
25 notas do valor de 2005000
21 ditas
18 ditas
de
de
1003000
503000
Ris. .
5:000
2:100
9003000
8:0003000
&e. o.iyr
O guarda livros
Francisco Joatuim Pereira Pinto
PUBLIOACOES A PEDIDO.
0 bacharel Gaspar de Dnim-
mond.
Chamci a resjionsabili lace o autor do artigo pu
blicado no Joma/ do Recife de 23 de novembro
passado, sob a epigraphe-Questo Aratangile
com a asignatura Affonsc de Albuquerqoe Mello,
por me ter iujunado e calumniado com a maio-r
injustica.
E-perava que o Sr. adrogado Alfonso de Albu-
querque Mello assumissj a responsabildade de
seus escripto;.
Fui sorphehendido I O respon-avel por este
artigo o Sr. Manoel Jacome Pessoa, a que nao
tenho a furtuna de conhecer.
Poi* bem, j que oSr. advogado Alfonso de Al-
buquerque Mello recua ante o que escreve, eu
tambera nao iniciare a-cao criminal e> nira o Sr.
Pessoa
O publico julgue cora imparcialidade moa pro-
ceder e do meu injusto aggnessor, e descarte po-
dar avahar da veracidade d|s imput icoes qae me
foram feitas go artigo a ijue me tenho alludido.
Basta.
Rccifo 31 de dezembro do 1869.
Gaspar DrummonJ.
Brouchites, perda da vqsl
A imi'lanea de ares nao cura o bronchRM ou
perda de voz. porm o oleo paro medicinal de li-
gado de bacaiho de Lminan & Kemp, o curar.
Rvd. Heber Hapelye, de Miiwaukee, presente-
mente em Buenos-Ayres, para onde foi com a es-
[tertica de que o ar trpico o Jurara de una dr
de garganta chronica de que padeca j liavia mul-
los annos, escreve o seguinte :
t A mudanza nao me produzio bemalgum, po-
rm aqu nie aproveilei do uso do oleo de. ligado
de bacalho, de Lanman A Kemp, e depois de o
tomar pelo e.-pac/i d>- dous mezea posso assegurar-
vos, que ne aeho melhor, minha voz tao clara e
forte como d'anies, e tenho toda a f, qae me hei
de curar perfeitamente. Graca Providencia, de-
vo sem duvida alguma esle resultado a excellen-
te preparaeao de Lanman & Kemp. Outro* leos de
ligados de bacalho, podorao ser elllcazes, porm,
consta-me, que este o na realidade, e isto em
summo grao, e por isso o recommendo como lal.
O reo N. W. Simmonds, de S. Luiz, e o reo John
llaiidford Jones, de Bangor,, publiearam rescente
mente (sem para isso serem solicitados) seus tes-
lemunhoj reiativaraente aomesmo particular. Evi-
le-se, puis, o mais possivel os leos ordinarios de
ligados de bacalho, porque sad fal-ili -ados e para
nada servem. E>ie especilieo puro conserva-se per-
feito em todas as latitudes, pode ooter-s em to-
das as priucipaes boticas e lojasde drogas.
dem
395
65
dem veoro gneros
Oescarregam hoje 5 da Janeiro
Brigue btgjnMathde-bacaMo.
ngleidafarinha de trigo.
pMtannez Tnampholagedo.
uiHaa he^panbolal>)nacitavinhos.
Rrigue americano A'rfto-farinha de trigo.
Lugar inglezCaaautdiverso* gneros.
Brgue ioglezEdith Marydiverso gneros.
io ingleztiYiw/idem.
E-cusa, ctrte-allemaiMan'a Elisabeth-plvora.
Brigitt Inglez Jolm Frentndiversos gneros.
|HEt^Blflk)KIA DE RENDAS IXTBH.NA K-
RAES DE PERNAMBUCO.
-tendimaoto do dia 3..... 715*3"t3
demdjadia 4 .-...... 1:835494o
2:55UJ78
r CONSULADO PBOVINQAL .
tendimento do dia 3..... 9:0903MB
fdem do da l....... 8:9883366
IS:08.Vi9
lili <
C0MMERC10.
^rtAgA D RECIFE 4 K JANEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Cambio sobre Londres 90 d/v. 20 1^4 e 20 1|8
por 14.
Cambio sobre Pars 90 djv. 478 rs. por franco.
GoncaUo Jos Affonso,
Presidente.
Mosquita Jnior,
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Deseo ita lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
praso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
prlncipaes da Europa, tem correspondentes
aa Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
i New-Orleans, e emitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
ItUA DO COMMERCIO N. 36-
Soeiedade bancaria
em eommandita
Theodoro- Simn fy C,
Gompram e veodem por conta pro-
jria metaes, moedas nacionaes, e estran-
^eiras, letras de cambio, sedulas do go-
verno e do banco do Bsasil
Descontam letras da trra e outros ti
tulos commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
nas transaccoes, da cobranca de letras da
ierra e de outros ttulos commerciaes.
ReceVm quaerquer quamias em depo-
rto, emcoDta correte, e a prazo fixo.
Largo do Pelourinho n. 7
' ALFANDEGa.
endlmento do dia 3......39:5691189
(dem do a 4..... 30: 104793
69 794982
MOVIMENTO DA ALPANDEGA
/olumes entradoi com fazendaa
dem. dem com gneros 284
MOVIMENTO DO PORTO.
IfnJOt entrados no dia 4 de Janeiro,
Triestre 93 das, escuna norte alema Aielene,
ae 136 tonelada^. capitSo Hermann ChriMoffer,
equipagem 6, carga 1500 barricas com farinha
de trigo; a Johnsion Pater & C.
Novio saludo no mesmo da,
Terra nova, Brgue inglez Mary, capitao A. olson;
em lastro.
Canal Escuna ingleza Belle, capitao Jones ; caga
assucar.
Liverpool^- Vapor inglez Olinda, commandanlc
Gelkisdt, carga algodo.
DECLARACOES.
Acna-se rccolludo pela subdelegada do Re"
cife casa de detencao, o cabra Jos, como fugi
do e que diz ser escravo de D. Maria Marlns du
Amor Divino, moradora no sertao Riacho Grande.
Quera se julgar com direito ao referido escravo,
compareija nesta subdelegada munido de seus
documentos, que Ihe ser entregue. 0 subdele-
gado supplente em exercico, Autonio Goncalves
Ferreira.
Fiscalisaco da freguezia da Boa-vista 31 de
dezembro de 869.
Por esta flsealisacao se faz publico a quem in-
teressar, que desde o dia 19 do corrente'se acham
depositadas no armazem do sal, na ra da Con
ceigo, duas jyaccas e urna hezerra : quem se jul
fiar com direito s mesmas, eompareca, que satis-
azendo'O disposto no art. 16 das po-turas muni-
cipaesdo 30 de junhode 1849, Ihes sero entre-
gues.
Jeronymo Jos Ferreira.
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial se declara a quem in-
teressar pnsa, que l'oram comprelw-ndidos no res-
pectivo lancamepio para percepcao do imposto de
54 por escravo nesta cidade, no corrente anno fl-
nance ro de 1869-70 todos aqaelles escravos que
anteriormente se acham matriculados para o im-
posto de 54 par escravos ganhadores e emprea-
dos em armazfns.
Consulado provincial 29 de dezembro de 1869.
O administrador,
A. Carneiro Machado Ros.
Malas pelo vapor iftiruriofa da companhia
Pernambucana.
A correspood ncia que tem de ser exped la no
dia 8 do crreme polo vapor cima mencionado,
para Micei c Penedo, ser recebda pela forma
seguinte :
Macos de jornaes mpressos de qualquer nalo
reza e cartas a registrar at 2 horas da tarde, e ns
ordinarias al as 3 horas, e com porte duplo at
meia hora depois.
/oame? sabidos eom fazeada
------284
257
THEATKO
Gymnasio Dramtico.
( No Monteiro )
Hh k dlreceao do artista
De-Gi'ivanni.
Qnarta-fera 5 de Janeiro de 1870.
Espectculo -de naugoraca i. (l* recita de as-
signatura).
Depois dos professores da orchestra, regidos
pilo smpre inspralo maestro COLAS FILHO,
executarem
O hymno nacional
Abrir-se-ha a scena para o arti-ta De-Giovanni
recitar um
MONOLOGO DE GUATIDAO.
dedicado ao nospitaleif povo Pernambocano.
Segnindose a representacao da espirituosa
comedia em 1 acto, traduzida do hespanhol pelo
artista De-Giovanni, intitulada
liiiii noile de desespero
Tomam parte a Sr'. D.Jesuinaeo Sr. De-Giovanni
Depois a orchestra excular a brilhanto polka
Minerva
coraposta e offereci la ao Ilustrado corpo acad-
mico pelo maestro Colas Filho.
Finda a qual a Sra D. Jesuina cantar a inleres-
sanle cansoneta denomiuada
CAFE' CANTANTE.
Em seguida a orchestra tocar a linda srlio-
ttich 1
Jesuina
Composta pelo maestro Colas Filho, e por
elle tferecida actriz D. Jesuina.
Seguir-se-ha a pedido a exhibicao da graciosa
comeda em 1 acto ornada de msica e dansa in-
titulada .
Seguo-se, a pedido, a exibico da graciosa co-
media em um aeto, ornada de msica e dansa, in-
titulada
Paulo e Virginea.
desempernada pela Sra D. Jesuina e o Sr. De-
Giovomni.
Pela orchestra, a belssima quadrilha deno-
minada
A AMOLAQAO
original do Sr. Colas Filho.
Terminando o espectculo com a chistosa e
sempre applaudida estravagancia-burlesca,
ornada de msica, e dansa denominada
Urna noite de carnaval
Exhibida pela Sra. D. Jesuina e o Sr. De-Gio-
vani.
O panno de bocea, representando
0 aiijo da liberdade
foi pintado pelo habilissimo artista o Sr. Adolpho
Saldaoha ; toroando-sc digno de mencao pelo seu
bello trabalho ter sido feito com a mo esquer-
da, attendeudo a achar-se inutilisado do raco di-
reito.
0 LARGO DO M NTEIRO -
estar illaminado e embanderado, soltando se al-
ternativamente fogos cambiantes, baldes etc.. etc.
- O resto dos btlhetes existe na estacao do Reci-
fe e no escriptorio do theatro pelos grecos se-
Suintes :
amarte com 6 ingressos e passagens
correspondentes, a qualquer hora, nos
trens da companhia urbana, antes e
depois do espectculo......184000
Camarote com 6 ingressos, nao incluin-
d i passagens........124000
Cadeira com pa'sagem a qualquer bora,
antea e depois do espectculo. 34000
Cadeira nao indurado passagem. 24000
O espectculo principiar as 7 3|4.
N. B. No irem das 6 l|2 lmra> ir urna
4 BANDA DE MSICA
cuja tocait durante a yiagsov escolladas pecas.
O arttsA De-Gioval, cont com a illimitada
coadjuvafj do iUu^trado povo dest capital.
Quinta-iyira 6 dejneiro.
Repetir-e-ha/mesmo espectaculp com todo o
appaxato acAnMescripto.
A banda de ptusica, partir do Rectfe no trem
das 5 horas da larde.

ha nooco ffllo Grande do Sol cota earrefaman-
to/le carne secca, e se acha fundeado no ancora-
diuro re-|)ectivo, aonde pode ser examinado pelo
pretendentes : a tratar com Jos Victorino.de Re-
zende & C, i roa aa Gadeia n. 52. Ia andar.
Porto.
Vai sahir breve a barca Laura para carga e
rse cera os consignatarios Carva,
na do Apollo n. 20.
passagei
IhoA"
sahir breve a
irata-se
Nyueira,
BRASILB1R.I
DE
COVPADA
Paquetes a vapor.
Dos portos do sal esporadi
at o at, 9 Janeiro o vapoi
Guar, commanante o capitao-
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costme se
ra os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
;arga qne o vapor poder conduzir, a qaa deven
er embarcada no dia desuachegada. Encommen
las e dinheiro a f-etc at as duas horas do dia d
ua sabida.
Nao se recebem como encommendas senlo ob-
iectos de pequeo valor e que nao excedam a 5
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Tudo que pausar destes limites dever sct
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
ra sd se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
indar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir*
Azevedo & C.
COilPWHIA BRASILES
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 8 de Janeiro, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante J
P. Guedes Alcoforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os partos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
;arga que o vapor poder condu^r, a qual deven
er embarcada no oa de suachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sua
sahida. ,
Nao se recebem como encommendas seno ob
lectos de pequeo valor e que nao excedam a dua-
urobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican
rudo qae passar destes limites dever ser embar
a lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sagens s se recebem na agencia roa da Crur
n. 57 primeiro andar, escriptorio de Antinio Lau-
de Oliveira Azevede & C.
COJIP
DAS
Messagerics imperiales.
At o dia 13 do corrente mHZ, espera-se da
Europa o vapor francez Amazone, o qual depois
da demora do costme seguir para Buenos- Ay
re*, tocando na Bihia, Rio da Janeiro e Monte-
video.
Para conducoes, freles e passagns trata-se na
agencia ra do Conmercio n. 9.
At o dia 14 do corrente rnez espera-se dos
portos do sul o vapor francez Eslramadme, com
mandante Giost, o qusl depois da demora do eos
turne seguir para Brdeos tocando em Dakar
(Gore) e Lisboa.
Par coudiicoes, frotes e passagens trata-se na
agencia rua du Commerco n. 9. \
Rio CSraade do $ul.
Para o porto cima pretende seguir cum umita
brevidade o brgue nacional Amelia, capitao Mi-
guel Vieira, por ler parte da carga engajada epara
o rento que Ihe filia trata se com ns con.-ignatafio?
Antonio Luis de Oliveira Azevedo'& C, rua da
Cruz n. ."7, I. andar.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
Vavesavo costei^a por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mussor, Ara-
caty, Cear, M.indah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, commandante
Azevedo, seguir para os porto>
cima no dia lo do corrente as 5 hora-
Recebe carga at o dia 14, encom-
passageiros e dinheiro a frete at as
! horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio no Forte do Matts n. 12.
2L
la tarde,
nendas, e
COMPANHIA PEKNA.MIHJCANA
DE
Nauegagdo costea por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse e Taman
dar.
0;vaporP-aft/a, seguir para os portos ci-
ma no dia 10 do corrento, meia noite. Recebe
carga, encommendas passageiros, e dinheiro a fre"-
te no escriptorio^ *> Florte do Maltas n. 12.
companha PERNAMBUCANA
DE
\aregac5o costeira por vapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Giqui, commandante Cos-
ta, seguir para o porto cima no
dia 12 do corrente ao mei da.
Recebe carga at o dia 11, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at as 10 horas do
da da sahida ; no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
WL
COMPANHIA PERNAAMBUCANA
DE
V-ivesar-o costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mandah, commandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 12 do corrente as 6
horas da tarde. Recebe carga, encommendas,
passageiros edinheiro a frele at as 2 horas da
tarde do dia da sabida, escriptorio no Forte do
Maitos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
v Navegaco costeira por vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba, seguir para o porto ci-
ma, no dia 6 do corrente, s 9 horas da noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro frete, no escriptorio do Forte do Mal
tos n. 12.
seguir cism a possive presteza a barr.
za Harmona, de 1' marri -ie Mr. i
de par: rga engajada : pan i
e passageiros, trata-se coi
ma; de Aqnino Ponseca 4t C, na ro
n. 19, 1' andar._________^__________
Rio de Janeiro
Para o referido porto pretende sabir
brevidade o brigna arasileiro Adelante por it^
te de seu carreiameato engajado, e par
Ibe falta e escravo a frete, arata-se mas o
Datarlo Joaquim Jun Goncalve Beltro, i rna
ConilWrcio n. 17.___________________
Maranho.
Para o' porto cima preteade sabir i
brevidade o tiale brazileiro Joven Artkmr.
Trajano, por ter parte da carga engajada narav*
resto que he falta tratase un <* consignatiri
Antonio Luiz ae Oliveira Azevedo C*, rna
Cruz. n. 57, 1. andar.
(I
sahir com toda n brevidade o palhaboie port:-
gnez Villa-Flor tem a maktr parte da rar;a le-
gajada : para o que Ibe falta, pd-* tratar-** co"3
David F. Baltar, rua do Brum n.94, oo ana o ca-
pitao do mesmo navio.
PORTO
Pretende sahir em poneos au< a barca .
guezi Social por ter a maior parte earrepm^i-
to prompto; para o resto qne Ihe falta e pa^saf -
ros, para os anaes tem boas eooimnoV. irau-~*
com o consignatario Joaquim l& Goocalres B-
tro, roa do Trapiche n. 17.
Para Lisboa
tem de partir em breve o bem c nbe-ido logra
portugnez Julio, de superior marcha : para o r -
tu da carga e passageiros, trata-se com o* cnawe;-
natarios Thomai de Aqnino Fonseea & C, roa Jo
Vigario n. 19, andar.
Porto por Lisboa
Com a maior breridode, vai sahir para os r-re
ridos portos a barca portuguesa Claudia, de pr
meira marcha e primeira rlasse, por ttr a naiior
parte da carga proinpta, e para o resto qae ib-
falta e passageiros, trata-se rom o ansigaa
larios Veras & Barbedo, ao caes da alfindaga a-
Iha n. 2.
LEILOES.
de predios e terreuos.
Urna casa terrea n. 11 sita na Bai\a VetnV-
llapanga, com I p na e 1 jmila de frenan. :
salas, 2 quartos, cosinlia fora, quintal mnra-1 ,
solo proprio.
Urna dita ditt n, 13 contigua :. r,i % salas, 1 quarlo, cosiaba lora, quin-il mura-
do, solo proprio.
I m terreno proprio nome-mo Injar **rvl-' p
alagado com 56 1|2 palmo de frente e 232 1;2
de fondo a contar do nilia da eaaa n. II.
Um dito dito no me>m i lugar. t 56 1|2 palmos de Irenli- t Ki de fni l> t r-jo-
tr Uo aliiili.iin rnto da estrada ate rhe?;ir
oi'lo da casa n. |1.
Urna quarta parte da easa icrrea n 6 sita na roa
da Esperanza no lugir do '.irainho ?iovo, *m
solo proprio.
O agente Martins far leilo por mindid d
Illra. Sr. Dr. jui' da arakl nV i>r--l.i^- a
renos cima para pagaonata Aw ereHoc" il<>
sal do Ruado Iznloro dos Aojos da Purriuueul
Tcrfa-feira i d- lorrente.
No armazem da rua d i imperador n. 46,
horas do dia.
COMPANHIA PERNAMBUCANA ,
DE
\avega?o costeira por vapor.
Macei em direiiura, e Penedo,
O vapr Coruripe commandante
Silva, seguir para os portos cima
_ no dia 8 do corrente as 4 horas da
tarde. Recabe carga ata o dia 7, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da sabida no escriptorio do
Ferie do Mattosn. 12.
i
PARA LISBOA
vai sahir com brevidade a barca portugueza Ale-
xandre Herculano, capitao Almeida: para carga
e passageiros trata-se com E. R. Rabello & C,
rua do Commercio n 48.
PARA LISBO\
a escuna portngneza Agina, capitao Fonseea, vai
sahir com brevidade, recebe anda alguma carga
frete trata-se com E. R. Rabello & C, rua do
Commercio V 48.
AVISOS MARITIMfJT
Vende-se o patacho nacional Palma, forrado
cobro, prompto a navegar, cujo navio cnegou
PARA 0 PORTO
Prepara-se para sahir era poneos das a barca
portugueza Segnhinra por ter prompta grande
parte do seu carrega'mento : para o resto e passa-
geiros, aos quaes offerece bous comandos, trata-se
com Soares Primos, rua do Vigario n 9, oa com
o capitao Lourenco Fernandos do Carmo.
Para Lisboa
pretendo seguir com a maior brevidade o patacho
portugnez Marianna II, recebe carga e passagei
ros, a qnem offerece os molhores commodos : tra-
ta se com os consignatarios Thnmaz de Aqnino
Fonseea 4 C, rua do Vigario n. 19, r* andar.
Grande fabrica de christalizar
refinar assucar, no I usar do
Monteiro.
Tcrfa-fcira 18 do eorrrDlf.
O agente Ptmtaat, com|elentemenie aotunsa i
vender em leilit a grande fabrica arinM. en ore
ou mais lotes a voniade do* licitantes (visto >r '
re|irar-.se para a Europa o sen pn>prrt.irw)
lando a mesma fabrica em exposn i as 4..
quinta-feras, domingos e dias saohVad-ts.
0 leilao fabrica as 10 horas.
Relacao do machinismo e f-rrameatas e ateos,.
da fabrica de assucar do M>iaaa*ra, pertcoceot
a Angelino Jos dos Santos An 1r.il--.
2 caldeiras de cobre para de-rarregar o m-'.
com 5 ps.e 3 pollegadas de altura e6p'i
pollega las de largura.
i;dt com ama torneira grande de metal can
3 ps e 5 pol legadas de altura e 3 pe-* e 5 po*>-
gadas de largura.
1 tanque de ferro com 8 ps de rontprintewt
3 ps o 2 pdlegadas de largurae 1 p e 5 a-di
gadas de altura.
1 cano de cobre com 7 ps e 6 pollcg.idas i
comprimento o 3 ps de dimetro.
1 dito com 9 ps e 7 pollegadas de comprimen-
to e 3/2 pollegadas de dimetro.
2 tufos de cobre.
3 tanques de ferro de receber o mH para eoar
com 3 ps e 7 pollegadas de altara I pin :,
pollegadas de largura, com 3 torneiras de aaa
1 bica de pan forrada de cobre coas 19 pea !
comprimento e 6 pollegadas de largara.
1 cano de cobre com 19 ps de comprimento <
2 pollegadas de dimetro.
1 tabolleiro de cobre com 8 tubos para potir >
mel nos sarcos para cnar, com ps de eaanari
ment e 4 pollegadas de largura.
3 tanques de ferro com 7 pea e 3 pdlegadas o>
comprimento, 2 ps e 7 pollegadas de altara e 4
ps e 5 pollegadas de largara, com 12 torneira-.
3 canos de cobrir com 12 ps de eoatprineat.
e 2 pollegadas de dimetro.
1 bica de cobre com 15 ps e 4 poUepada* *
comprimento, 7 pollegadas de largura e 4 fanega-
das de altura.
3 filtros de ferro com 12 ps e 4 pnfgadn de
altura e 5 ps de largura, roo 3 toraeiras de
metal.
1 prensa de madeira com 1 tanque de ferro pa-
ra imprimir as borras do assucar, coas loaos os
seus pertenees.
1 tanque de ferro com 5 ps e 5 poHepfaa aV
altura e 5 ps e 5 pollegadas de largara.
3 ditos cura 8 ps de comprima* u, 3 ges a>
largura e 2 ps e 4 pollegadas de ahora, cosa 4
torneiras de metal.
1 bica de cobre com II ps e 1 pollegaa >
comprimento, i p e 5 pollegadas de largara c 3
pollegadas de altara.
1 cano de cebra com 8 pea a 4 poBegadaa Je
comprimento e 1 1/2 pollegadas de j
1 dito cora 4 ps e 5 pollegadas >
to e 1 1/2 pollegadas de dimetro.
1 caldeira de vacco de cnltra aosa 8- ps S poi
legadas de largara e 3 ps de altura, eoaa nana
torneira grande e qaatro peqoena*; leaaa ana ca-
no de cobre com tras entradas para a calanra
com 4 ps e 9 pollegadas de aleara e 2 1/1 palle
gadas de dimetro, com asan tnraata de metal.
1 caldeira com ama torneira de mliam, eaaa t
ps de comprimento e I pnllegada da dmmetm.
1 bira de cobre com 7 ps o 4 aaaagadas dt
comprimento e 8 pollegadas de largara.
1 columna de ferro com 2 seraeatma 4e eabr>>
por dentro, eom 10 ps de amara e C ps e :
pol legadas de largara.
1 cano de metal para a caldeira cara 6 pr e S
potincadas de rompriiaeoto, t ps e 3 |
de gMnaara, e 4 loroeiras de rara]
I cano de cobre com 10 ps da rwaaaiaanm) ate
3 1/2 pollegadas de dimetro, ora 1 arja 4>
1 manmetros na caldeira de coaar.
1 caldeira da eobre eom 4 pr de altara e i
de largara, cora 1 torneira dr vlvula t Vra*
fundos.
1
i
i
MUTILADO
a-i



^H
*
H
I


i

-
injeceao
ibrica,
.Ins.
gar
pollegadas
Untas de diversos lataauhixs.
i machinas de reliar assucar.
1 lomo e seos pertences. I
i moinho le ferro para arvae animal.
t dito de pedra para dito Uno.
1 Jtoneira grande de peneirar 5 qualidades de
'irvao ao mesmo tenpo.
aguilbao de ferro com 18 ps e 8 pollegadas
de comprimento o 3 pollegadas de grossura.
.1 aguilho com 7 ps e 7 pollegadas de com-
priiaento e 3 pollegadas de grossura, cora um vo-
lante grande.
i roda do pao e. ferro movida por agua para
todo o macliinismo da fabrica, com 16 ps e 5
pulleadas- de altura e 3 ps e 5 pollegadas de
largura, com dius roetes da ferro.
i fornalba com "i chapas de ferro, com 6 boc-
eas para retinar eui laxos,
;0 enlii Tes de pao para bater assucar.
J ditas de ferro*idm.
! caixo de peneirar.
10 pendras de rame de diversas grossuras.
10 armarle' de amarello p*ra as raesiua-.
i caideira de ferro" com a ps de largura e 3
les e 5 pollegadas da altura, com 1 serpentina de
robre com 7 voitai com peso de 14 arrobas, e
cen 3 torneiras 1 filtro de forro eow 0 ps de altura e 3 ps e
' pollegada de largura, com I tararira de metal.
1 assentamento d madeira cora 2 uxas de co-
bre com 2 serpentinas dentro das mesmas e l>
lorneiras de metal para relinar assucar a vapor,
coro seus encanameutos.
1 tanque de ferro com .'i oes c !) pollegadas de
emprmenlo, 3 ps e 8 pollegadas de largura e 7
pollegadas de altura.
1 bancada de pao com "i boceas para bater as-
acar.
1 encanamento de cobre com 31 ps de compri-
oiento e 11/2 pollegada de dimetro.
1930 formas de ferro de purgar assucar.
1 ca| leira de ferro com 9 ps e 6 pollegadas de
'omprimento, com todos os encanamentos de co-
i "", vapor para purgar.
3 lorneiras de metal.
3 tanques de ferro com 7 ps e 3 pollegadas de
'omprimento, 3 ps e 1 pollegada de altura, 3 ps
1 7 pollegadas de largura, com 3 tornciras de inc-
lu.
i laxas de ferro com 3 ps e 3 pollegadas de
l:( cea. 9-
i bomba de japv n. 3.
2 bicas grandes "de pao forradas de zinco.
1 porgan de bicas de zinco que communicam
a m os depc-itos de mel.
2 taboleiins grandes de pao.
7 ditos pequeos.
1 dito grande de zinco.
2 estufas para seccar assucar erf" pao, com 2
valdeiras grandes de ferro, encanamento de cobre
i- torneiras de metal, e madeiras.
t estufa de seccar assucar reliado com ama
caideira de ferro, com encanamento de cobre e
icrneiras.
17 tanques de ferro com 2 ps e 5 pollegadas
de altura e 3 ps de bucea.
I Volante grande de ferro.
1 porcao de carvao animal grosso e fino, 1200 a
1300 arrobas.
1 assentamento com 7 caldeiras de ferro patente
para vapor com lodos seus pertences e encana-
mento ile cobre com 11 torneiras de metal.
1 tanque de amarellu para lavar carvao.
1 coche de amarellu com sarilho para lavar
c.rvao.
1 encanamento para levar agua ao tanque e
ce che.
\ carros de ferro (de mo).
1 dito sem armarlo.
i carroea prompta para cavallo com sens per-
enees.
2 rodas de carroea em bom estado.
1 guixo de ferro e mais ferragens.
1 correia grande nova, com 2i ps de compl-
nenlo e 4 pollegadas de largura.
2 ditas com 3 pollegadas de largara.
1 furnia de bronze para fazer pie de assucar.
3 ferros Ue soldar de cobre.
5 ditos de estanho t sida.
7 manmetros em bom estado.
A. porcao de bromes no vos e velhos.
i dita de canos de cobre perfeito.
1 dita de chumbo novo e velho.
( dita de parafusos com porcas.
1 dita de ferrainenta perlencente ao fabrico do
assorar
1 Folio grande de ferreiro. .
I safrae toda a l'erramenta pertencenloj oflici-
;a cima (de ferreiro) e moldes de fnndicao.
1 tarracha grande Jin lodos os machos.
1 tarracha pequea com todos os machos.
< caixao com areja de moldar.
t Bailan para moldar obras.
1 porcao de ferro de diversas grossuras.
1 folha de ferro grossa.
1 bancada com 2 tornos, grande e pequeo.
1 porcao de chaves de 2 boceas de diversos
:^manhos.
1 porcao de ferramenta de carpina.
1 banco de carpina.
1 dito de corneiro com ferramentas.
20 saceos vasto* de lona.
30 ditos vastos velhos.
1 fita de medir com 110 pollegadas de compn-
Vnento.
1 braco e conchas de balanca grande com >
pesos de 2 #, 1 de ,, 1 de 16 e 5 de 8 a 1/2
lifcra.
1 aguilho de ferro com 10 ps de compnmento
J pollegadas de grossura com 1 volante.
1 aguilho de 3 ps de compnmento 1 3/i
pollegadas de grossura com 2 volantes e 3 man-
itaes dos mesmos.
1 escada grande da casa de purgar.
i dita do servico da casa.
1 dita do servico de filtrar.
2 canecas de buba.
-i ditas de ferro galvanisado.
.'; ditas de zinco.
' ditas de folha e 4 pratos do dila para tirar
mel dos tanques.
1 coco de cobre para o mesmo lim.
' dito de folha para a casa de purgar.
i cainhos para fundicao.
2 corredores grandes.
1 dito pequeo.
1 pedazo de pranchao de amarello.
1 1/2 pedaco de pranchao de pao carga.
2 machados.
2 ciscadores.
1 enchada.
1 porcao de er.
1 piearela.
1 aparelho de suspender madeira.
H latas com verniz da China.
1/2 caixa com folha de Flandres.
1 latrina de louca.
2 raangaes de ferro com bronzes.
1 pene ira redondo de rame.
2 ditas faltando Ihe arcos.
1 cano de cobre com 33 ps de compnmento e
3 1/2 pollegadas de dimetro, de conluzr mel
para a caideira de vaccuos.
1 cano de cobre de I! I ps de eompriniento e 2
polegaCas de dimetro ijub conduz o mel do uion-
tejii para a caideira de cozer.
1 rano de 40 ps de cumplimento 2 pollega-
das do dimetro que condnz os vapores servi-
dos.
cano de cobre do 20 ps de comprimento e 2
peHegadas de dimetro, que condaz vapores para
o raonlej.
1. cano de cobre de 23 ps de comprimento e 2
pollegadas de dimetro que conduz vapor para a
caideira de cozer.
1 cano do cobre de 33 ps de campriinento e 3
pollegadas de dimetro, que conduz agua da leva-
da para o tanque do quinto andar.
1 dito de 20 ps e 5 pollegadas de comprimento
e 4 pollegadas de dimetro.
2 ditos de 20 ps e 4 pollegadas de comprimento
e 2 pollegadas de dimetro.
1 lito de 81 ps de comprimento e 3 peHegadas
do dimetro.
1 dito de 81 ps de compnmento e 2 pollegadas
de dimetro.
1 dito de 43 ps de comprimento e 3 1/2 polle-
gadas de dimetro.
1 dito de 81 ps de comprimento e3 pollegadas
de dimetro.
2 ditos de 33 ps de comprimento e 2 pollegadas
de dimetro.
1 porcao de canos de diversas grossuras, que
eondazera vapor para as caldeiras das estufas, com
2 tornciras de metal.
7 torneiras de metal grandes.
6 ditas de diversos tamanhos.
7 ditas pequeas.
2 canos de cobre de 30 ps de comprimento e 3
pollegadas de dimetro, que conduzem agua para
as caldeiras de vapor.
3 repartidores grandes que dividem o mel pelas
formas.
2 ditos pequeos com 10 libras.
1/2 barrica de cebo.
1/2 dita de bren.
1 porcao de panellas de queimar ossos.
1 porcao de canos de ferro grossos.
1 torrador para caf.
1 aparelho pira guindar cora duntes e 2 rodas
de ferro.
1 dito de guindar saceos, ce m correntes.
2 portas de fornalhas.
1 assoalho de auiarello da casa de purgar fura-
do para 1930 formas.
2 torneiras grandes postas no centro dos enca-
namentos geraes.
3 bombas de abrir as torneiras do filtro as
turbinas maquilas de purgar o i$ de assucar em
5 mirfftos dando urna qualidade superior ao assu-
car. Sao de grande vantagem para os senhores
de eogenhos.
Diario eje Pernambuco Quarla feira 5 de Janeiro de 1870.
,___________ _______J____
vim
\ossa Seahora da Voncelciso
dos ."Militares
Em cumprimento do despacho' d<* Illnf. Sr. I>r.
pruvedor e jutz da calilas, convida, ai fin1. n*-j
maos desta. irroandado eem'parecerem h
horas da tarde, no respectivo consistorio, par ine-j ,,em comp.ireceMja.loja do Passo roa do
SXrffe5dejaneirode7. | Crespo n. A. a r*goeo do seu parcu-
M. Fonseca de Mcdeiros,*
Secretario.
Pede-se aos seguales senhores, se dig-
' A ru* da' Esparauca contina em trevas,
nao obstante ha mais de seis mezes estar decreta-
da pela assemtila provincial, e approvada pela
pro-idencia da provincia, a collotacao de 12 lam-
seu
lar inters
Antonio Pereira de Soaza.
D-se l:2(J00i0 a premio sol hypolheca
nesta typographia se dir quem os d;i.
AVISOS DIVERSOS.
FlUlUi.
PARA 18*.
Vencle-se nesta typographia
a 160 rs. o exemplar da de porta.
Barca portugueza /Seguranqa
Ignorando-se a morada dos segrales senhores,
roga-selhes o favor de. virem ao escriptorio de
Soares Primos, ra do Vigario n. 9 primeiro an-
dar, afim de Ihes serum apresentadas letras de
passagens no navio cima chegado do Porto em
11 do mez passado:
Severino Saraiva de Andradc.
Francisco Goncalves Maia.
Antonio Fernades de Figuoiredo.__________
A ra do Livrauento n. 6, loja, tem urna
carta vinda da Europa para o Sr. Manoel Ludo-
vico de Araujo lefio, portuguez.
ATTENCMI
Declara-se ao corpo do commercio desta praca,
que" dissolveram a sociedade que existia do esta-
belecimenlo de padaria, debaixo da firma de Coe-
Iho & Pereira, amigavelmente, (cando a cargo do
socio Joaquim Goncalves Coiilho, o activo e passi-
vo da mesma sociedade. desde a data abaixo. sen-
do o ocio Florencio Pires Pereira, livre e desem-
baracado.
Recife. 31 de dezembro de 1869.
Candida Paulina de Mendonca, competente-
mente habilitada pela directora geral da iastruc-
eao publica desta provincia, para ensinar primei-
ras lettras, tem de abrir sna aula (como costuma)
no dia 10 de Janeiro corrente. As pessoas que
Jnizerem digna-la confiando-lhe suas (Unas, po-
ero dirtgir-se a ra Direita n. 36. segundo an-
dar, certas de que encontrarlo disvello e dedica
cao no aperfeicoamentodas criancas que Ihe forera
confiadas.
Recife, 4 de Janeiro de 1870. __________
Jos Bom Ramos de Uliveira, faz publico,
que desde o do vigente, admitio para seus sa-
eios em seu armazem de carne secca, osSrs. Joa-
quim Baptista da Silva, o sea antigo caixeiro An-
tonio Jos Maia, continuando os negocios sob a
razio.commercial Jos Bom Silva & C, fleando a
meu cargo a liqutdago do activo e passivo de mi-
nha propria firma, e eom ella continuarei a ge-
rir os negocios de barredora. /
Recife, 4 de Janeiro d.
r- A pessna que perdeu urna argola com tres
peoe7pai illola^"desta ria,_('ra hoje de, chaves de armario e urna de relogio, queira pro-
grande concurrencia
administrativo, mercanul, industrial e agrcola da
provincia de Pernambuco para o anno de 1870.
At o dia SO do corrente estar es posto venda
em todas as livrarias da cidade o referido alma-
nak, preco 2000.______________________
Precisa-se de ara feitor para um engenbo
raargem da estrada de ferro, ssndn pessoa pralici
no trabalho do campo : a tratar as Cinco Pontas
n. 130. das 6 as 8 horas da manhaa, e das 0 s 8
da larde.
curar nesta typosirnphia.
Precisa-se de um calxeiio que tenha bastan-
te pratiea de taberna e que d- fiador de sna con-
duca, paga-se bom rrdenaoo : a tratar na ra da
Santa Cruz a. 3.
Os aoaixo assignados fazem ver ao respeita-
vel corpo do commercio, qoe deixou de ser seu
) caixeiro o Sr. Francisco Henrique Marques desde
o. dia 31 de dezembro de 1869.
Heitnr <$ Sampaio.
Perduu-se na nuito de festa um allroete. de
peito com um retrato : a dona quiz entrar na ma-
triz da Boa-Visla. e como nao pode, veio ouvir
Pede-se ao Sr. ..B..- de.... da ra do Impera- \ uii^sa na igreja da Santa Cruz, e so no fim da mis-
dor nao por favor, mais em cumprimeoto de sua sa que deu por falta do altlnete : a pessoa qu
palavra, de pagar 60*000 que proroetteu a um o acbou e o o ira restituir, ide leva-lo ra
moco que o coadiu'vou elllcazmente, para a reali- j da Santa Cruz n. 3, padaria, ou na ra do Jasmii
sacao de um negocio: que se pode subscrever! n 7; que sera generosamente recompensada.
sob o titulo de bens semoventes.... advertindo. po- j Jos Fermmdes Gomes A (1 declarara ac
rm, a S. E to no periodo de oito das.... ver em caracteres (ommercio. qoe nesta data admittiram para socio
indeleveis ueste jornal... cousa saluda da cacholfa e 9ua casa cormnercial, sita ra do Livramento
de qnm nao teme fidalgos.
fr.imes de Mattos Irmaos avisam ao com-
mercio em geral, que admiuirara como socio m>
sea escri|torio de commissoes, na ra do Vigario
n. 26, a seu irmao Manoel Gomes de Mattos qu
usar da firma desta data em diante. Recife 3 do
Janeiro de 1870.____________
- Os abaixo assignados ven. pelo presente de-
clarar ao respe.tavel publico eeomj-pecmJ dade V S&o do sen fallecim.nto ;
lo commercio, que nesta data dissolve- M?e ^ de* pj^^e r,u^n ,nnvH,
gos daqnelle infeliz Dr.
n. 4, a Joaquim Jos Gomes Leite : ficando desde
agora em diante gyrando sob a NOio sociat Go-
mes, Leite & C. Recife Io de Janeiro de 1870".
Jaboatdo.
Alguns amigos do Dr. Pedro Barbalho TJchoa
Cavacante mandara resar urna mi-sa na matriz
desta povoacio, s 6 horas da manha do dia 7.do
e pora
ao corpo do couimn-ciu, que "-'""T^l \ esse aet de" predade c religio convidara os mi-
ram amigavelmente a sociedade que g>ra\a r _
praca sbb a firma do Gencalves & Teixeira, fi-
cando o activo e passivo a cargo do socj Teixeira,
e retirando-se o ex-socio Goncalves pago e satis-
feito de sea capital. Recife 5 de Janeiro de 1870.
Joo Goncalves Justo.
Jos Gomes Teixeira.
O desemhargador Alvaro BarhalhoUcha Ca-
valcante connda os seus ami?os o os que foram
de seu muito amado fllho l^lro Barbalho Ccha
Cavacante a assistirem a urna missa, que manda
__ ___ celebrar na igreja do Carmo as 8'horas da ma-
TmTnEmrCM^aTe^ello com o iiuimo ""a, do trigeseimo dia do passamento dille ( 3
do seu coracaomais urna vez traspassado. porou- do corrente) pelo repouso eterno de sua alrna;^
tra interna penetrante dor, causada pela sensi-; ^sde ja agradcc! cordialmenle a todos aquelh
i n^n Lrdn >t sna nroinda a miprid.1 so- que concorrercm com a sua presern-a a esse aefc
que
religioso.
S3>
i.-. -
vel e penosa perda de sua presada e querida so
gra Izabel Ungna de Mello, que teve lugar ao
Io do corrente mez e anno, com cujo golpe o seu-
duro fado o arremes-ara cruelmente um com-
pleto e triste isolamento de exMencta : manda ce-
lebrar por sua candida alma, nina missa de r-
quiem s 7 horas do 7 dia des corrente mez e
anno, que tambem o do sou sentido passamento,
e outra aos consecutivos, todas na matriz de S. .
ent^^T^XS^' <fiS ^F
lo, para intercederera ao Ente Supremo, que sua ^^^JtS^^m^\X
S tfcaridoso annuDCiant i Bftssrsea: zssse s
'^j|^j^^d|^^^^^^^^ 'eemiterio puWico os restos nV>rtaes de seu mui
^^^^^^^^^*^^^^^^^^^^^^^^^^^^ prezado esposo, pai e sogfo Alexandre Jos dn
Gabinete .PortUfUeZ de Lieitora; Rosa : edenovooscon>idam para assitirem a
1 missas do stimo dia, que erao lugar no dia 5 do
orr-ote, a9S> horas da manhaa, no mesmo con-
vento do Carmo. ^^^^
fugados.
EM
mHOi
De ordem do Illm. Sr. presidente do conselho-
deliberativo, convido aos senhores socios eBclivosi deu-5e"mrrabeM"ni^t7de"'festa"; qaem'achon^
a reunirem-se em assamblea geral, domingo 9 do e qnjzer resli,ur (tirija-se a mesma roa n. 15, que
Da ra da (xmcuraia ate os Afogados, per-
corrente, pelas 11 horas da manhaa, para darse
cumprimento ao disposto no art. 43 dos estatutos,
funecionando com o numero de socios qus com-
parecerem por nao se ler reunido numero legal
em 19 do dezembro prximo nodo.
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabinete
Portuguez oe Leitura em Pernambuco 4 de Ja-
neiro de 1870.
J. P. Fonseca,
fr secretario.
Alugi->e por mez urna preta escrava que
ser recompensado.
Aluga-se
engomma bem, vindo das 6 as 7 horas da ma
nhaa, e retirando-se das 6 as 7 da tarde, dando
se-lhe almoc/j e jantar
n. 39.
o 1 andar do sobrado da ra do Vigario n. o cent
bo*js commodos para familia e para escriptorio : a
tratar no artnaiera da iravessa do Corpo Santo
n. 23
PADARIA
Bichas hamburguezas
Nosie novo deposito ecebe-se por iodos paqoe-
;es transtanticos bixas-de qualidade superior, ven-
na raa Nova, sobrado de-se em caixa ou porcao mais pequea e mais
barato de que qualquer outra paNe ; na ru da
Cadeia do Recife n. 54. Io andar.
E CASA NOVA PARA MORADA.
Alugam-se diias casas no largo da Tamarineira,
sendo urna dellas acabada de construir, caiada e
pintada, e outra cora capacidade para padaria, ta-
berna ourefinacao por ter j armacio, e um torno
novo, enjas casas tem um grande sitio, com capa-
cidade para pastar animaes, e muitos arvoredos
fructferos ; qualquer dellas pode alugar-se com
mais ou menos parle do sitio : a tratar no caes
da alfandega n. 3. ou em Sant'Anna junto a ponte.
Ama
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
coziuha, paga-se bem : na ra. da Cruz n. 66.
IJMI1
COLLEllIO ^
DE
l FRANCISCO DE PAULA
Travessa das Barreiras m 2
DIRIGIDO PELO BACHAREL
' No dia 7 Jo correte principiaran a funecionar as aulas (leste novo es-
ta be lecimento. O diretilor proc rara por mcio do mais apurado ztHo e dedica-
co na mstruccao e tratamento dos alumnos, orresponler a espectatrva do* paes, gt
*? que sedignarern boma-lo, confiando-lhe a importante misso da edocacio t l
* *eus filhoe; e espera tjue o aproveitarnento do afumos euroar a se esforcos, S
e convencer a seus paes de qne nio foram Ilusorias suas promessas.
A inscripeo para os alumnos, que desejarem frequentar o cclleg, 0
acha-se a berta desde j. tt
COIIjCCIO
DO
DE JFIJ.
VAH\ DA FE.
Aos 20:000^000.
ra do Cabug n. 5.
Bilheles do Rio venda
vende Vieirs A Rodrigues.
A directora dese collegio, Jbsepliina Benvmda
da Cunaa Souto-Maior. competentemente habilitada
pela directora geral da inslrur^iio publica, avisa
ao respeitavel publico, que acha-se seu collegio
estabelecido na da Imperatra n. 63, cuja ma-
tricula aarir-se-ha a 10 de Janeiro prximo futuro, nova
o offerec sen prestimo ao< pais d familia, asse- gj(as
verando-Hies seus bous desejos, juer a resp tito do
ensino, quer da educa?o de snas fihas. O pro-
gramma dos estatutos- leitura, escripia, arithme-
tica, systema mtrico, lingua iwcional, francez,
geographia. msica vocal e piano ; |ra o que
haver proftssoies e professoras eompetentemente
habilitados. Tamliem se ensinar bordados, flores
de varias (jualilades, inclusive as rta cera, o dansa.
Os abaixo assignados fazem punlico qn-
i!n Io de Janeiro de 1^70 em diante a sui
casa comiDercial girar com a tirina (le
Simpson, Duder d- C, ficando a cargo da>
irma a m|.iidarao das iri!isari;iV>
pela flrma que boje fica estincta.
Recife 91 de dezembro de I8>9.
/>. C. & C. C. Simpuon & C.
Ao commercio.
Gandido Alberto Sodr da Molla, tendo associa
do a sua casa commerci! o seu nrimeiro caixmn
Sr. Jtis Domingues do Carmo e Silva, faz publico
IH'IUK lt IP lliHk P C'SBtK flil Flll '1"''desta data em ilianle continuar." os sens v-
as na i u Sblla &.C. RiHife 9 de Janeiro de 1870.
larga do Kowirli .."
iU
Antonio Jos de Carvaiho & C faz scienle a
Este eslabelecimento acaba de sef sopando com i tave, b|jco especialmente ;il, ,; ^
um dos melhores sorlimentos de obras de palha ^^(.0. ,,ue coinprou a taberna sila na nudo
ce^us Iina?)> propria sement para cotlnra de pharo| n. 10, ao ^ ^n^] .\nlonio de Carvalao.
senhoras e meninas dfi escola. 0 ben acabado jjvre e desewbaraeada": qnem sejnlgar com di-
destas cestas de .modelos- inteiraweDte nwos nos nit0 inesnWi 00mpareca no praso- de tres das,
facilitara (o que desejantos) sua prompra extrac- C()Dt3r de ^ e ,^)is (]o di|t) nij x
cao. Anda por esta vez solicitamos ds nossos aUender re-Hamacoo alguma.
freguezes sna coad|c*racao par* concluir-se o----------------------------------------------------
Cozihei-o
quanto antes- o sortimento de obras de vime che-
gadas de Lisboa em noaremhro paesado. Conven-
cido de ser o no-so estabeleciment o nnieo nesta
cidade que eooslaotemente recete- da Earopa to-
das as variedades de obras de palba e vime, offe-
recenios tudo- e em todas as pocas peh menores
presos que -pessivel;. sompre adoptamos o syste-
ma de vender mallo e- lucrar paaoo.
Precisa-se de um cozinheiro com algnma prati-
ea de casa de pasto : no becco da Bota n. 8.
So uta Moiuinlu 4 C. fazem publico que des-
de o 1* do corrente leem admeitido o Sr. Jos Ur-
bano da Costa Carvalho como socio no seu esta
belecimento commenal
Aluga-se urna casa com 2 salas, 4 miarlos,
eosinha fora, cupi, cacimba e peijueno sitio eom
frucleiras, no principio da estrada dos .tfflictos:
tratar na raa hnperador n. 38, armazem do Cam-
pos.
Caixeiro
Precisa-se de uu caixeiro pana taberna qoe te-
nha pratiea- no pateo da Sania Cruz n. n. i, e
na mesma se precisa de urna ama para cosinuar
em casa de ponca lamilia.__________________
Francisco Henrique Martes declara ao pu-
blico e com especblidade ao corpo do commerci.
que nesta dala deixou de ser caixeiro dos Srs.
Heitor A Saiapaio por nao In* eonvlr mais estar
em casa dos mesmos senhores. Recife 3 de janci-
gomtoar para pequea familia : roa da Amizade rn de ^7^
n. 41, Capunga.________________J
Ektttcarimara e
secundaria.
8Jroaymo Pereira Villar, faz seiente ao
respeilavel publico, e com especial idade
aos Illm. pai \ de seus alumnos, que por
I motivo ile molestia* se acba morando no
^S Mangnmho entrada dos Adictas n. 37,
-& onde continuar a exercer sea angiste-
rio, prometiendo interessar-se no pro-
mt gresso de seus alumnos ; as aabs esla-
g rao abenas II do vigente.
mwmmm-wMmmm-wmwm
Precisa-se de una ama para cosmhar e ea-
s
Jos llm Ramos de Oliveira.
Satro

Agradecemos ao disncto artista o Sr. Thomaz
Espinca a maneira delicada com qne recebeu o
sen collega em sua casa o Sr. De Giovani, quando
mesmo Ihe fora pedir para elle entrar np theatro
do Monteiro ; isto contalo pelo mesmo Sr. De Gio-
vani, justamente o que se deve esperar de um
homem honrado como o senhor. Apesar de nao
nos querer dar a gloria ao pedido que atemos ha
poneos das, com tudo camos-lhe obrigados da
mesma maneira como que se fosse aa nosso pedi-
do, e desde j pode dispr do nosso diminuto
prestimo para tudo que quizer e Ihe for til.
Alguns particulares.______
00S000 de gratificado ,
Fogio no dia 24 do corrente, do sitio* da Ponte
de Uehoa, o escravo Victorino, filho do sertao do
Ico, preto fulo, baixo, dade 17 a 18 annos, vestido
eom-calca branca, blusa de algodaotiaho curta,
chapeo do Chile de abas largas, bastante ladino,
costuma a embriagar-.-e, falla com humildade :
pede-se, portante, s autoridades pohciaes e aos
capitaes de campo a captura do referido escravo,
e de entrega-lo no sitio da Ponte de Ueha, de Jos
Moreira Lopes, que receber 1003 de gratilicacao.
Precisa-se saber em que lugar falleceu o Dr.
Germano Lniz Lopes, que residi em Olinda no
anno.de 1831, em compaohia de seus tios Alexan-
dre e Francisco, e depois em Nazareth : roga-se,
pois, aos parentes do mesmo. o obsequio de diri-
girein informacoes travessa da Madre de Dos
n. 13, armazem de Fernandes & Irrao._______;
J Antigo collegio de Santa Ur-
sa a para educado de me-
ninas, na ra Formosa.
A directora deste collegio, abaixo assignada,
faz seiente nao s ;.os pais de suas afumnas, como
a dos de, mais que quizerem confiar-lue a educa-
cao de suas filbas, que no dia R> do corrente co-
mecam os trabalhos do referido collegio, a testa,
do qual se acham professores mu habilitados para
o mesmo. de leitura, eseripta, arythaoetica, lmgua
desenho e danca. A
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Senzala-velha n, 50 : a tratar na loja do
tnesrao.
verncula, francez, plano,
directora promette, como sempre, dedicar-se com
todo esmero e solicitude no cumprimento de seas
deveres, para manter o crdito e bom nome que
por mais de dez anuos goza este estabelecim. nlo,
agradecendo em extremo a confianca com que se
dignam honra-la os senhores pais de familia con-
fiando-lhe a educacSo de suas innocentes Albas.
rsula Alexandrina de Barros.
Antonio de Azevedo Ramos faz ver ao res-
peitavel publico que dora em diante assigBar-se-aa
por Antonio de Azevedo Maia, pjr hiver outro de
igual nome.
Boa-Viagem.
Aluga-se urna pequea casa na Boa-Viacem no
raelhor lugar, e por preco commodo : tratar na
ra do Livramento n. 2, loja. ______^^^^
FIO DE VELA
Barbante
Em casa de Rabe Scnmetau & C. Corpo
Santo n. 15.
SHERRY 0L0R0Z0
Gelo seaL
COGMAC MEMXESSY.
Em casa de Rabe Schmettau & C. Corpo
Santo n. 15.
CAHMPANHA
SirERIOK.
Roussillon, carte blanche.
Em casa de Rabe Schmettau 41
u. Corpo Santo o. 15.
VINHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
C IIII i:AV RAUZAM
Em' casa de Rabe Schmettau 4 C. Corpo
Santo n. 15.
- Precisa-se de urna ama forra, di meia ida-
de e da boa eonducta, para casa de pouca fami-
lia : no pateo de S. Pedro n. 12, loja.
Marcelino Ferreira a Luz.aviza ao res-
peitavel publico, com especialidade ao cor-
po commercial que havendo outro de
igual nome, assgnar-ses-ha de hoje cm di-
ante por Marcolino Marns Ferteira da
Luz.
Casa de commisso de escravos.
Na antiga casa de commisso de escravos, do
abaixo assignado, ra do Imperador n. 45, conti-
oua-se a n ceber escravos por commisso, tanto
do mato como da praqa para serem vendidos, e
garante-se o bom tratamento e prompta venda,
para o que se ejnprega lodos os esforeos alini de
satisfazer em tudo s pessoas qne o quizerem hon-
rar com sua confianca. Nesta casa ha sempre
para vender eseravos da ambos os sexos, velhos e
mogos, assim corto ha t da sesuranci para os ter.
Antonio Jos V. de Souza.
'3J*l*)r ' ''"ID .'*J|*VJ*(I 'ontniTf-oi',1 a
urajim omoa
vjm m opeAU a* JoiuaAui op aoioa
'*peppiiuamni ens tp tjtuwe t ucj
^^^^ -saiuap so *jSaut ""
-tSnjJOj ai unjj swejj
^^a^lnJn8,10^ n jr,!>,0J
SBOJojqo jwna tst oni
^^^^ joiem o a* stpefejdn ges
iuj p tmoipan ap rudun vnoapaf
Bjad stptAOjddt -*nA "^ihi "T

3Ttf
RA

|D0
CifiTC
esquina
|da rna larga do
Rosario,
ANL DE OURO
RIJA
10
CABUG
esquina
LOJ/I DE JOIAS
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual
e vende por presos que nenhuma outra casa pode vender- 3 ^ Ida ra lardado
vista da qualidade e do pre Garante-se ser tudo de lei. Compra-s ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele- Rosario.
vados.
A loja- esta -aberta at s 9 horas da noute.
lfe(WSBBt*.

1 Mimo
T-
'lU.^Wn


Diario de Pernambuco Quarta feira 5 de Janeiro de
.:
1870
-i-fliii
N'ESTA .AMIGA E CREDITATA
FABRICA
>
ICIITI1 II COmrilTIlilITI IDI COMPLETO SIITI1IITI II
CHAPEAS DI ftL:
De toda as' qualidudei I
De todos os feitios I
De todas os presos I
---------------- I
RA DO CRESPO N' 4
-
Pocos tabulares ins-
tantneos.
Travessa do Corpo Manto u. *4,
araaazein. e rna *? n 3,
loja.
Bandeira, Machado & C, avnam a o rospeitavel
publico qne no logares cima encontrar no mes-
mosempra grande quaotidado de ditos pucos, e
que se acharo habilitados para ven ier por inenos
que outro qualqoer., por isso que os rerebem "di-
rectamente do fabricante Norton, de landre?.
As vantaeens que olfcrccem n doqos instant-
neos sao : iiriineiro, puderem ser colocados den-
tro de casa 011 Cora, com otrabalho de urna a duas
horas; segundo, fornerorem os mesroos agua pu-
ra e abundante, podendo sen'm removidos do aiu
para outro logar, quando a>>im ronvier. .
Os annuneiantes s ri>eeb-rao a importancia dos
referidos pocis depois de col locados, satistazeado
esneetativa do comprador.
Precisase de urna ama livre ou captiva para o
J servico interno o externo de una casa de punca
{amina, paga-se hern, dando garante a sua con-
ducta : a tratar em frente a rna rijo Vigario n. 2,
arrnaeom de im.lhailns.
ESTABTO MgNELECIEM 1832
Salsaparilha de Brisol.
LEGITIMA E ORIGINAL
KM K1IASC08 6RA.NWE8
i i--
Precisa-se alugar urna escrava ou nina ama
forra que eonafce, enpnmme c faga as compras,
para casa de pequea familia, pagase bem : na
ra do enes <)..> 'apioarilMi, casa uova com grade
de ferro na frente e porto ao lado.
VVISO
Fugio no da 2i *io crreme mez do dezembro
do sitio da Ponte de Uclts, o escravo Victorino,
filho do serliio do Ico. preto fula, bnixo. idad 17
a 18 annos, vestido com calca hraoca, blusa de
aigodaozinlio curta, chapeo do chyle do aba larga,
bastante latino, costuma a emhfeagat-sc. ralla
com humildadc : pede-se, portadlo, s aulorida
des p>lieies e aos cptales de ranmu a captnra
do referido eser.iv.i, e do entregar no sitio da Pon-
te de tienda, de J >> Morcira Lopes, quo recuber
1005 d graliracrio.
Precisa-sede tuna ami deleite, g^a-se bem,
e de nma outra pira amiga de casa : no pateo
do Carnio n. 18, 2* andar.
Escripia >i'io
Aluga-se a liarte dn frente do prineiro andar n.
.12 da ra do Imperador : a tratar no mestno so-
brado.
mmmmm-i.
PRPiUDORA
0 sollicitador Burgos, Posee do Len, K
encarrega-se dequaesquer i|uesto>s ovis, j^
crimes e coiaoieroiaes, rmuas wlesjjwr d
tica-, das quaes tein umalouga praV de fiS
qmnze anuos, e se arca compcientemente JS{
provi-iouadu pelo Exal, e Rvm. Sr. Bispo e
diocesano.
Elle continuar a emiregar todos seus U
estreos, aliui iie rnantor a niesina con- ota
ifianga que um\ merecido de seus dignos 81
leonsntantcs.
Pode ser procurado das 9eis as nove
horas da inanhi;, e das quatro la t
em dinle, em .-na casi, da ra das Ti m-
chHras, junto ao carinan do Sr. e-'-iiv.i.i
Molla, e lora deltas horas as salas das
audiencias

t s?B^;
w B o *
T 22 I
B*ffl*Z
a'*~o, O =>l>7""3 O a
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lineas OHAas rranceue du Ciesjjo B. 13, de Antonio Correa de Vasconcelos.
3
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S
\m\
Dinheiro a juros
D-se 7005000 a juros sob urinas a contento :
na ra das Triucliiras, sobrado n. 48. dir-se-ha
quem da.
IMPERIAL
i i non
O badiarel Antonio Colnmnano Seraphici de
AbsiB Carvalho hoje 0 proprictario e director
desse instituto. Pretendendo dedicar-se exclusi
Viimentt!, e com tojo zeloe >olieiUid ,ios tnabail: >s
propnos d-ssa pro(is- i, espete que os paes .ij-
actuaes rolli^iae-o honrara i rom sua con tu..
e bem assnn qae Icilthlro o seu estabelcimeni >
quelles qne preci^areni de collegio pam ediiflaco
de s-ii filhos ou protegidos, cestos de que o ac-
tual director se esforcar nao so para manter o
bom nome e crdito, que desde muilos annos goza
o referido In-iituto, eomo iambem para inipriiir
Ihe novos melhorainentos.
No dia 7 de Janeiro do anno vindonro ter lo-
gar a abertura de todas as aulas de instnueo
primaria e secnndaria.
OGIUNDE PURIFICADOR DO SANGUE!
. Esta exceliente ^ admiravel medicina, e
preparada d'tima maneira a mais sctenti-
ca por Cliimicos e Droguistas mui doutos e
d'uraa instrucc5o profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'ma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua comppsico nao consiste d'um sim-
ple extracto d um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zcs, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
d ellas, sua viride especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes dilerentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaren! em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparado, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composicSo da Malsa-
parrllha e Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. IJIIn
5o encerra em si cousa algunyt, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa a
sade; e tanto n este, como em quasi to-
dos os mais respeitps, ella inteiramente
diversa de todas essas mais propaiacoes,
as ijuaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iba, s5o accondicionadas ou postas em gari
rafas pequena's, sendo receitada em doses
mui diminutas d"nma collier de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
em fiascos grande*, e assim por este modo,
dividimos- com os consumidores, o grande
proveito e "vantagem alcanzado por quelles
que acondicionam sua preparacito em gar
rafas pequeas. Cada um dos fraseos da
nossa Kalsaparrlha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual i [)orcaV)
contida naqoeltns 'garrafas pequeas, e alm
disso. possue ajudav inoilu mais lorya t;
.'rindo medicinal fo qu aquella,'que por
-Bna da Cdia do Eecife51
Chama a atienco dos seos innmeros freguezes, e do respeitavel pobo *,
geral, para a seg-iinte tabella dos precos de sua casa, os quaes s5o vinte por ceu
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25$,
300, 33 e......405000
Ditas para homem a .15^, 404 e 504000
Coques a (*& !5j, 184, 204,
254, 304 e.....50r5000
Crascentes a tij, 154,184,204,
25ri(, 304 e.....324000
Cachos ou crespos a 34, 44, 54,
64, 74, 84, 94 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
500 e....... 14000
Tranca para braceletes a 104,
Cadeias para relogio a 54- 64,
74, 84, 94, 124 e. .
Corte de cabello,.....
Corte de cabello com frio-o. .
Corle de cabello com lavagem a
rhampoo......
Corte de cabello com limpez da
cabera pela raaciina elctri-
ca, nica era Pernamboeo. .
Frisado ingleza ou francesa.
IS.tf*
501
I
154, 204, 25 e.....304000 Barba.........
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de pentcados para casamento
Bailes e soires
0 dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TRITURA ja.
Exmas. Sras. e aos cavalheiros qne ha um PONEZA para enpgrecer os cabellos e bar
sali para tintara dos cabellos e barba, as- ba- unica admittirta na Exposico niver-jv
, como nao pn judicial sade, por lerta
sim como um empregado smente oceupa- |al|, analysada e approvada pelas ***-
do nesse servico. mias de sciencias de PARS E LONMIb

Amis.
LOJA DE JOUS
&
Precisa-se de doas amas para o servico de cana,
sendo una para casa de potica famlia,*que saiba
cozinhar e enyommar, e outra para coznhar e
comprar : trata-se na roa das Trmcheiras, s
brado n. 48.
CASA DAllTlT
Aos 4:0001
Bilhetes garantidos.
A ru do Crespo n. 23 e casas do costme
.0 abaixo assignado, endo vendido alm de ou-
tras sorles, nm mel n. 183 com 4:000'da
lotera que se acaboii extrahir a beneficio da
groja de N. S. do Amparo de Goyansa (132*).
convida aos possiiidores vlrem recebjr na con-
formidade do costume sem descont algam.
Acham-se a vonda os Mlzes bilhetes da 4*
parte da lotera beneOcio da ipreja de Nossa
Senhora da rjoaceiio dos Militare* doRecife (133")
q'iose estraflir aa quinU-feira 13 do mez vin-
douro.
PrSeos.
Os do eostume.
Mannel Martina F"i.
ventura se possa adiar'' corirlrTa dentro r^'
sois garrafas de pequeim laina^jn. Por-
laud v. mii natural, qw tquyi que se
achniii ou;i|);idos ttm propawr e vender as
suas produceoes, em .'garrafas pequoias,
munnurem e grftem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Slal-
saparrillia de Bristol nao possue a
menor virtude: porm quao eirectivamen-
leso elles postos emstnm, qnando indi-
dimos, ou simplesmentfl referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
femunlios authenticos, pon nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vanlagem de termos os nossos pro-
prios agentes naqugjles lugares aonde as
difforeutes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoira as nossas medicinas,
sao produzidfcty que nos liabilita exer-
cer aqnelle constante i-nidndo e disvello na
a esculha; e o que assegura ega-
ranle unil'ormidade de excoencia.
Em nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; alirn de alcanearmos o melhor
e nicamente o melliordo cada bra artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
c5o; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva conllanca; quepo-i
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes, que na
Salsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais efGcaz e seguro; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido'at hojeje o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e efectiva cura das seguintes enfennidades:
Este antiguo estabelecimento, completa-
mente reformado ie novo, est as condi-
coes de servir vantajosaraente os seus fre-
suezes, visto que acha-se prvido com um
ex3lendido sortimento de obras de onro e
.jrata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, jujos presos sao os
mais mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
os em troca o compram-se com pequeo
aoate.
n. s m no mw i\. s
IJEfrldN BKfJ

, tkt t.. (BKraofM i m>. isa mm ;* ftjtmgia,) tnk; a as
aaHBfMiat BBOt. bwltfcfi wii. Ka.
COMPANHIA
TRILHOS URBANOS
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Faminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral;
Febra e Malignas e
Febre e Sezes
Biliosas,
> -i .'(*. .9

>
i
J
so
RECIFE A' OL1VDA.
Por ordem da)dirictoria s5o convidados
os seahores accieoi;tas para no praso de
10 dias, contados do da 3 de Janeiro pr-
ximo futuro, cfTei'tiaivm a6*pres(acao de
suas accr.es ni razio de 10 0/0.
Para esse fim sera encontrado senhor
ihesoureiro das 11 horas da manhaa s 2
da tarde no escriDtorio da companhia.
Recife, 29 de dezembro de 1869.
, Joo Joaquim Alvet,
Io secretario.
ra
- Pre<-isa-ee*Jednos tnbalhad .re< de aiassei-
na padaria da ra do It.iogel n. 9.
Precisa-se de asa <-*xeiao com praiica de
taberna : na ru
de um
1a da Pe
enha n. 33.
Precisa-se de um criado para co
cados: na rita dos Coelhos n. 28.
e re-
Precisa se de una p.i^oa para carrepar
nma eaixa de joia- das nova horas da manhaa at
a< tres da tarde, paga-eheui : quem tiver dirija-
so a ra Cabula n. 9. Ija de rel.ijueini.
Um homem porlHicz. cisa <>. de ,:' modos.
com habilitara** para e slnar a It. nreier,
prammatica mnooal, latina o musir, ulRvergao
resie-itave pnbKco seus li i ii nlo- com
pref.Teneia para fra der .dirija se n ra d
cuta jaaia tratar.
Tumores
Abscssos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
fmpigens,
lepra, febres intermitientes' e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom'
resultado eperfeito curativo de todas aquel-
las enfennidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
lempo das nossas mui valiosa pilnlas
vegetaes assnearadas de Bristol,
tornadas em doses moderadas em counec-
C&o ou conjunctamentecoma Salsaparrilha;
ellas fazera remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espalbados pelo systema,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; 9
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacoes funecionaes,
Acha-se a venda nos estabefecimentos de
A. Caore, J. da C. Bravo A C.,P. Majam
C, B M,dc A^rbosa, Bartholomeu C <4.
de seguros maritimose terrestres
A companhia de seguros FiddWsde esttfcrtarida
em Lisboa desde o anno de 1838, e representada
nesla eidade pelos seus aeentes abaixo aselgna-
d;, com plena autorisaco do governo impenal,
toma setnros a risco mritimo e contra foro, em
predios e est.ibelecimentos, dando ao seaurado o
>ninio anm> gratuito asando tenha sesuco seis
anno consecutivos, p*ra tratar na rtia da Cadeis
do Recife n. 42, esenptorio.
O agentes
Feliciano Jos Gemes.
Thomaz Fernandes da Cnnha.

DAVID WILLIAM BOWMAN
Partecipa sos senhoses proprietarios de erigenhos, que acooteceodp ta.'Ur-f*)*
tgoa ou anhnaes para a moagem durante a presente safra, elle Ira vapores yirissai
>ara assentar, sem precisar de obra nova ou demolco de obras existentes, e esa
do botar taes -ngenhos a moer oito das depois de estarcm as pecas do vspor w--
wgenho, garantinde-se o trabalho.
Fundirjao, ra do Bram n. 52, passando o chafar.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
f rflARSAcaonSo, i, b DES USJ si MOi, paws.
XAROPE DEPURATIVO
DR aSCAS DC URAWAS AMARGAS
sa ItlIlITO te PSTAISIS
0 Udoreto da p#tassio ssst verdaelro alterante, om Separador de irnaliaSwal dkV
eaek; combinado com o zaurope d* cascas da larstnjas suaargsaa, t aarada
seas pertnrbacio alguma pasas temparamenton os mais traeos, sem alterar as ssassln
do estomago. As doses mathenwtica* que elle rontem permittem aos medios* dt ivwilrO
para todas as eomplicacoes as affeecoes eacrofuloaa, tnJaercalosusi. ossaos-
nos aocidentes ttermittentss e terostros; aJens sTias,
ipte o asaia poderoso contra as doengaa rheumatioas*
" Methodo Castilbo.
Semoriinn J isa* re i" r ,,.-.r-
tralar de instmeeaa^enx'ntar pe f>-
iilh.-. avi-:i r, i respeitavel publico e ri
li'.-ele aos pas de s--ti- alin u ''i;. 10 di
aneroe>ta uberta sua aula 'enfta n
5. \" andar anude web* i r pre-
<; r mni i lu. O h.,-' o pn
aerar uu adianiaiueu!
HROPE TNICO *HTI:r1ERV0S0
35 sanos de suceessosattestSo a sos effi-
cacia para curar: agudas oufhronicsA, as gottlet, gastralr
giat; e facilitar a digeslo.
XAROPE FERRU61I0S0
dacaseaa laraajas a^ssssssaaassssv.
IT sob afci ,na li'iuidi te se assimila o ferro; nesta fnnua srefs-
rr) as pitalase pasti I bu a lodos as casas
em que so proscripto* as ferras^sosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QDIKA, PYRETHRO K CAUCO
slizir daatifrralo, para 'a alvura e con-
gervactlo dos denles, curando as dores
causadas pela caria ou produxidas pelo
(otado do calor ou do fro
SS deatsncio, rom base de aiaaaajss
para a alvor* e conserracSo das dcasas,
provenindo a descarnadura. proTorasdoo
tan..ro de que empedo a reprodaca.
Deposito em flie i* Janeiro, B. Cbc*lot; em Pemaslsu. r urrr C; as Vasa,
rale* Da, em Pilotas, ster* Lelrax; em Baha. Da Saraa; em Porto Altfrt, Jas
Bella; em MaranhSo Peirflr r C*| em Our Prel. C. I. V Webenaa**SaatSC*S
rtM. S. Sekaicl \ em Mtntnidro, s. laikx-<->i m Runos-Afrai. afatar>asraa
'
IIEBIVEI

a^p
B





m
Diario de Pernambuco Quarla feira 5 de Janeiro de 1870
Aos banhos no Mon-
teiro.
Aln|ga-se unta pequea rasa no fim da levada lo
Monteiro jtintono im. no inelhor dos I upa res do
banho, rom 2 >atys, : quartos e cozinha> e milito
peno da L'-i.irai do h"(el, propria para mocos sol-
s : a tratarna c.i- aova da e.-iradado lama
rao, oo ii.) Recito, na .Nova, loja n. 7.
60RA DA CADEIA
ftRAMOE ___
,,, PAR* ACABAR NESTES DAS
je metal do mais lino que ha pan almoco. bandejas etc., perfumara* de-difforonts fabricante, diferentes caixintm. v '
\*ri* l 01 Pertences P'iru costura, ferro de engommar, nao sendo prpeiso carvUo nem tan-tro, machinas
los, drtas para bter ovos o bolWs, gra-J
lobos para eaies. linternas para cima'de
quadros
cortinados
~ '.......T~,T"" --'"'"> "o ciiguuiuidi, iiau scnuu pijecisu carvau ueui fkueamro, maduras de delir batatas, ditas para nrenarar
'22 5*^X2S^ como, va*>s para toilette, appareibos para mesa etc., differe.ltes obyectos deSo cjmo ferfarip.
mesa, escarradoms eu, uns excallenes cofres Je
__; ditas com cheiros proprias para
1ada para ajmofadas dita para tapetes e para deitar
'tratos, ditas cheiros proprias para presentes, mesas ide c
vasos emeima da mesa, rologio par cien de mesa, de parde e de ouro para* algibelra," stereoscopos "de diversos
em salas, aadios com finas fimiras do ner-celana. ditns rnm mnvimentns limu-nc hrnnM.j.. ,.<..:_. .i_____._.
., apparelhos
a!,a8,c;n'lel'_._ m.u,t0 ProPn Para presentes, caixas
a carne para Jui-
.,Jio seia: lastros*
, espelboi do diosrsos tamanhos- de moldara dourada/e preta-, molduras
hurfls bandejas de dito. Estampas finas paral quadros talagarsa
MARTIMOS
;ninI1os, cosmorama, lanternas mgicas paiu divertigieuto em salas, qnadros com finas figuras de parcelan*, ditos com movimentos, liguras bronseadas oara enfetes'de"meZl
?:Ta;.^,Para se tomarbaate, no-mar on rio. lencos de linhos finos para algibdiras, ricas gra^s deseda, variado sortimento de miudezaTebri^dM p crSS!
venderlo
* grawfts de' seda, variado sortimento de miudezas e brioauedos oara crianrn
;,! OT Cam*!de fermde d'fferentes t^anhos, lavatorios, stereocospos. cosmoraroas etc. etc., quesera patente ao comprador; a mudos outros arSs aoe se
tO barato oara int,"iir.irnAntA avahar nn 3>m rvnncirin nt> numneo u,lTO ""S" 4"e >e
CONTRA FO&fD.
A Companhia ndemnisadora, estabelecid;
esta pra navios e sena carregaraentos e contra fog(
em edificios, mercadorias e mobias: j
roa do Vijrarion. 4, pavimento ter eo.
Na lirada da Independencia n. 33 se da d
aheiro sobro nenbores de onw, praia e pedra.-
preciosas, seje, qual for a quanha.; c na mcsmi
cada se compra e vende tiujofMis de ouro o prata
e igualmente so fax loda e qualquer obra de en
couimenda, e tedo e qualquer concert tendoali
i mesnia arte.
luto barato para inteiramente acabar, no armazem EXPOSICO DE LONDRES
atro siiir, da-se pal
1'MB|
;cr (jianiia sobe ouro, 1 I' *
prala e pedras preciosas.
0 dono deste estibeleciiento,
.itemenie aotorsado pelo
;ruo, est as condi^oes .lega-
Lr a transaeco quo se fizor oti
Ma casa, pi-omcttendu-todo o zeto
i e '.ofisideraro as pessoas que so
I dignarem de honra-lo em seu esta-
p be^cjincnio.
f^ Na mesma casa compra-se ouro,
Wi 'rata e brabantes.
CrrKsporUencia de PoHw/n/.
O* ili.iixiK ajsijrindns previnem .ion sentires i
"ijmanies denO jornal, m-.e de jinoir puntan :
fii'nro -tu divino a dest:bui(;.\d .-era teita no lar-1
l do Oirpo Ramo, no caf do Sr. Pestaa, onde
ih moMiM senhores abismantes msndarXo papar!
iinl res por 21 mininos contado do numero
'pie c unliizir o p:ii|uelo de 28 de amnao prximo
fuor i de de Janeiro de S7!. Mnmeros
vii- is mil i s. Osrei-ITlos sao Impresos < Itr-
ni;n|..s pelos ali.iixos assignado. A desinlmicao
-lo j.rii.il para os t*t>iganlea s s*> i.ir.-i a aquel-
los ijue lonliaa j;i p.igo sua annnalida*.
_________ T:i*o Irmaos.
Auiga-M a casa do .VTmdciio u. :ili ^tara
: ni lo familia, com peqiu*m> silio a carhitlta d'!
boa ;i-ua. bolilla a banbeiro : a tratar na ra da
Cru< do BM>ife n. '1.
GOMES DE IMTTOS IRIKlOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
! acreditado estabeleeimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores preporcoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com esfpecialidade as Esms.
Sras. de bom gosto a comparecerem' pesscalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da uoutV na
z&*
ZK
RUfiDO QBUS N. 4 ohtoqm
-- i'i-.'.risH se ile nina nina de leito sem lillio no
i df S. Pedro, n. 3.
ondeencontrarao un conip|e# sortimento do que ha domis elegante,
bello e precioso em briln'ante, esmeraldas, rubins e tudo que em ot
de ouro, prata e platina se pode desojar.
ADEREQOS
de novos gostos,
prata contrastada e denosto
objectos de prata para usod
E
BBILHSiTES, ESiEHLOIS E
assim como grande variedade de salvas e paiiteiros de
linda nao visto, e completo sortimento de
3 i grojas,
Comprara e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e
a qualidd dos objectos vendidos.
srarantem
0
i JOIAS
. .1. y-ar- >**::fc5-SHajaB
POS DE ROG
Approvado.1 pela Academia imperial
de medicina de Paris
m frasco do fm de Ros, dissolvido
em urna garraft d'agw, d uma limonada
agradnvel, que purga rpidamente e de
oin moNto certo, sem causar a menor
coma aconiece com a maior
pan.' dbs outros purgantes. Oa Pa de
KeRr. sao inalieraveis por isso empre-
gm-se tirini-iite em vjagem.
L. Dfi tM*l>^** n>J "W B; Cfcwtot.
P^ I '> hnuM), Uaurer C.
-i

!t!
.
-
PILULESISST/ICAUVIN
PWraMlca, 15, boulstfrf Sttiilopol. Pirli.
Este precioso Purgativo Trgeial lio eommodo
como tni\ul t a remeJiu nui inlallivel para des-
truir as eunftUparoe*. as nevral|la. as nais re-
beldes, assim eoniu a bltta e a IscnaldadM
Ella elbeai aas aaatrllla, aatruecoca eaxa-
WMCM. ataa. alorca, calarrbaa, eaaplaeoa,
MM e rbruniacl-mo
0 mercciaientu da Hilla raavln pode reso-
rair-se oeslas palavrai: tteiuaeleeer ou eonaer-
var a sade.
Bilis nio peem nrm resfuardo na comida nem
bebida-, cmduselaxanteea>awatWa, atase tomar
ellas as rafaaedes en dote aoraaU*a de noite ao
daitar-te.
P*rnnntmt Id. aiaarcr el C*.
COM
vi, acaba le dMga
MK ARMAZEM DE PIANOS, MSICAS E IlNSHlJMiNTOS
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 4 i- RA NOVA-N. H
Partecipa ao respo.tavel publico desta cidade e das raais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditada armazem de instrumentos mra
cbwar uin grande e ex jlendido sortimento de oaiiiiMMiuu Para
Joaqj,pi Jos Gon-
Qalv^s Beltrao
WJA DO THAPJCHE N. 17, I." AXDAfc
Sacca por to^ os paquotos sobre o Bat
io do Miiiho, em Braga, e sobre os sesmin
tes logares em Portugal:
Lisboa. uv.
Porto.
Valenca. .._
Guimai-es.
Goimbra
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Va* rta Vez.
Viaana do Cstello.
Ponte* do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Famalic5o.
Lamego.
Lagos.
Covfta.
Vassal (VaIpssos).
Miraodelia.
Beja.
Barcellos.
Saba ie alcatro
para curar as molestias depelle,
taos fomoerniiingens, darlhrus, sarna?, comiehies
e mais molesiias depelle,sem occaiuna'r acciden-
tes ; deslazas inanchs do"corpo, pannos, sardas.
restabelece a cor natural, quanto a culis, secca.
fnnsa e amarellenla. occasionado pur alpunia
enreriiiidad, e enmo desinfectante e preventivo
das mulestias csis,
IiN'ICO DEPOSITO
Botica do Pinto, ra larga do Rosario n. 10, junto
ao quartel de polica.
mus-
PIAMOS
*,.!. i cslpiat^^^.t; tw"to xo c mobile'e com ,ra"5i>osic30 ou sem ella' aoiort's os mais acrediudoi ucsta cme- c *; ,

4 Pars, do quena o annunciante e o nico agente twsta cidade, coio prava-, com a docummo abaixo traoscripto e assurnad }. ocio dito Sr Brondel Fstps niann* f-.hr
S!.o.'rptanrsti. super.or.dade. As suas vozes sao malo itraud e melodiosa. Elle poisoat um teclado que se presta a todos os capriios^
m ncidado do nume^Spircom 2 de ^S ^ ""* W*u* rgadaS Cxigrcaiocc,-lfiado de <** -**> ^ *< Monde., aflm de>ovar\ sua
AO PUBLICO
Pars, 24 de juW.o de l8fiO.-^(Ass8ignado) Alphonse lllondel.
0 auuacian-e tambem troca,e alugpianos. E ten o maior e mais xplondklo, sortimapto'de novis.
MSICAS PARA PIAMOS
As quaes .recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs. Felippojie 4 Tornacbi, Narciso Artbur \anoleiwA r
r^tlhTS,lem^,le,rrn,01dC ^Pr* desenho^cordaspawxodos instrumentos, rica, gravease quadros p.S o^i^^L^^Zt^
vlZ i^f- n0S espelh0S lo1ura(,os' qaadradns e ovaes, caix.nhas de coalffa com mm^ e sem.eta, est^jof vv**m*n. Sogics com despertador Sos San
mu fe Mr
Aos 20:000^000
%o Reclfe arco da CAa.ceffJ.onv 2
Os abaw as^igBados tendo-se habilitado na
forma das le, tem exposto a venda os seas feli- comprar* ani"mta> gq^J'My.^ to^to. do Rio de Janah^nacasa ga^Km^aptTso? affixo'aKa'
AMA.
Precisa-se de uma ama para comprar e cozi-
nnar : na ra d > l.ivramenio n. 13.
Preeisa-se alugar una
nliar, paga-se bom ordenado
pode vir tratar no paleo do Terc^n. 6i.
J iaquini JW- Leite fai publico ijue hav
escrava para cizi-
a pessoa que ti ver,
ndo
outro da igual mime passou dessa dala em diante
a assipnar-se Jnaquim Jos Gomes Leite. Recife-
1 de Jaueiro de 1870.
COMPRAS.
Compnm-sn moedas de ouro e prata de to-
dos os valores, ouro e prala em obras inutilisadas,
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
oorives do arco da Conceicao, no Recife.
0 muzeo de joias
Ha roa do Cabug i. i compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por procos mais vantajosos d<
jup em outra quafijuer. parte.
Lom muito Hiaior vantagem eompram-se
moedas de ouro e prau : n* loja de joias do Co-
racaode Ouro n, 2 D. iuj do (Jabug.
A VE11AE
55Ra jo Queimado:
A VEKDAlE tendo era .deposito grax.e
quandade de miudezas e.periiau.j;; e r
sejando apurar diuheiip e adqoerir boa itr
jfuezia est rss.vvida a voadr n i
barato, ; por ussa raiio o
lave I publico a \u coiupt;
do a sortir-se do-borne ralo,
do a Veidadc apparecc, tudo ms des-
apparece....
Grande sortimeMo de bemtm de :r e
massa as mais lindas possi .eis \
racter.
Abotoadu/as moderuas ;iara col
lelea....... %+)
Espi'lhos donrados pupaMot. .
Agullias de osmi para crox r .
P..ites para refla-; com caotai
Bieos flofaoa para ca&diairo di
Chainii's a.......
Gmnde sortmwnlo i!-.' obj*li-
Inora para brinquedo de mu
Garrafa com tinta a.....
itfcom agua florida r tWra a
Dita com -uia da a ,
Frasco ooBiuleo do bajwaa aK
Dito com agua iN-; fionia a :. u a
uarrafa cora agua divina a. .
Frasco com extracta! liaos a .
Latas peqaeoas com banba i
tina t li'c......
Saboneks de diversas qoali I
80, K;).-2Hi(i......
Finas escovaa para dentes fie 120..
Lindos coques modernos a. .
I'avius para gaz, dtizia a 240 e .
Ksccvas para I';;..Lo a i 0, G00 e
Ditas para cabalo a.....
Pentcs para tirar piolbo a !'() e.
Brincos de cores, bonitos a ICO
Pecas Je tranca de laa can H
varas por.......
Oleo para machina de cus,:.:.
frai co a........
Prunas ttco linas c?ixas a 8U0 e
Dit d ac Perry, caixa a. .
r.alrio de algodan peca ....
Lindos babadJBboi e enirem ii -
peca de 500 a......
Di'os de louca ONiitq fino a 120 e
Ditos para caifa a JrO e. .
aixacom papel amiz.ido a. .
Ditas i om enviones a. .
Ditas com obreras a.....
Caixa cninaguibas fundo don-o.
Ditas de ditas ditas a.....
Iliesoara para costn ;i .
Caixa com nha lo narra a .
Linba de corea em nov
bra) a........
Carreteis de nha Alexandrc. d 70
at 200. .......
Grampcs milito linos com i
ros, dnzia a......
Cartas portuguezas, .lir/.ia a .
Ditas (ranceza a 2,5200 e .
Pajel almafo o. Je peso, resr..;> a
35400, ;:S50 e .
.a mnito lina para bordar, libra
Fita de algodao para debrum de
sapa tos, peca a.....
Ditas de la para debrum de \c-
tido, peca a......
Pentes linos
bello a
Ditos ditos de bfalo
a 2i0, 30 eJ .
Ditos para aparar penna a .
Rosetas prttas, par a .
Tranca de la d' caracol peca a 10 (
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de (atoo a.....
Sapatosde 15a para enanca a ie
Grvala de sedas de cores a .
Cslcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das I;i.: ..
Um par de suspensorio da borracha pr
lOOrisl.'mil
Xa Vcrdade rna do Uncinado
i. ."..



para segurar i ..-
para aii-,:
^
H
UM
: -
10
lo
0 VAPOE
fiWHl-SE 1 m
XSSEATO
Compram-se e vandem-se diariamente para fra
e deniro da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que seiam sadios : nu
tercero andar da sobrado n. 36, ra das Cruzas,
freguezia de SanU Aniouio.
r. BAr
tCT!
, VERITABLES .
AVISO
Pede-se ?o senlior que em
do correle,as 2 tpkras da tarde enlron na'fa-
o da sexta-feira, 10
-a tarde enlron
brica (de cigarros, sita roa Direita n. 50,
para
acunaronde se nadar as sortes que
na mesiiKie butiMes, cora o descont
dt li.
ECOS.
Bilhete inteiro 24*000
Meiot lioo
Qnartos 6*000
EMe 100* para cima a 22* o bithete.
Figueiredo A Leite.
sabirera
somcte
do^ deixou o sen, em v)Su disso tenha a bondad^
de*ir.m>calo, do contrario u declaro o aomf
para nao se chamar a ignorancia.
Precisa-se eoiiiprai un eseraYa.de meia
idade qem tiver e queira vender, dirija tea lu-
ja de calcado da ra da Cruz n. 2t.
VTNMS7
Nao mai& cabellos'branco$.
O* eraadeirw OOTXAaxs HO
os nmcaa approvados peta
a Acadeaaw He Merlicina, ten attim como oa aneoa ootroa productof
atlrahido a dipidet dos falsificadores, ju para-^acllitar toa crimiaeja
induatria nao se peja, >- receiao annasaiar eader falsot OoujaaiM
eost mm hoki. P.n previno an familia para iaterrste de seus tilhot
pira evitar falsrBcaeoes, deven exigir, que mena Ooiuus Ibes
vradidoi. em caita* de lanbas de eacaii: e oorredias coberta*
^ eiti'iuc!' com a minhn taarca de raime? e i.aaaiaauta oa
praapeoco cj 1o, a sellaas por um nedalha eom o letuwtjr
UiB*0m, Rae m-larti!:225. Paris.
A tintura japoneza para tingia os cabelto*
da cabeoa e da barba, fei a nica admittid^
-ARRENDA-SEapropriedadedeaomi- lS12l^t?? ** Sd0,reCO;
'nada Barra de Serinhaem. no littoral da t^^*^t^t*"Mlt
> fnane! do mesmo nomo com granjle ron- ^StTiiSi ^Ti ^*'
(Ja da trra a receber e moitos coqueiros a cada frasco na
rentar ; tendo, alm disto, a excellentv
i e rara posi-.o beira-niar e beira-rio, intei-
raieot- apropriada para maot*r-s ah
rjiialqiifr estabeleeimento commercial de
1 molhados : a rraHr na rna. d'Au-
rora n. 26, ou na do Imperador n. 20.
Eua da Cada n. 51.
1. andar.
PreiM-se Jh u w criado,. Itvro ou captivo, uu.
i om moleque erescfdi: na ra .
de Oqs n. 3.
Piano
N rna do Livramento n. 34 vende-se um piano
de mesa, em bom estado, para principiante, pela
mdica quantia de 00*000.
SAL DO ASS-
Vende-se superior sal do assu', alvo e.grosso :
a tratar a bordo da barca nacioial Flecha, ou com
Marques Rarros 4 C, no larglo Cuino Sanio n.
6, 2 andar.
r Vende-e uma bomba de Jpv n. 3, no sitio
Cnora-menino, em bom estado, com 4 annos, de
cano de chumbo, por preeo eominodo, assim como
vende-se madeira, a s;ilr, caibros ripas, encha
mei", mans-travessa< pelo mesmo preco dos ar-
mazens ou nlai< om cunta.
DAS
\i^VIIIlJEN
Rna da linperatriz anoiero 3G.
Grande novidadep ra a (tala.
A' ella antes que se acabe.
O proprictano d'este sumptuoso e nui h\-
lado estabeleeimento, vendo que seappro.omii a
festa e querendo apresentar aos sena amav ;'.> rv-
guezes uma novidade de que se admirasen,
viou o sen vapor, isto ,o vapor d. .V.ivj'j-
desa Iodos os paizes da afamada Ear
de procurar e trazr o quedo mai.,r gostu e ov-
ade achasse.
Regressando este, twuxe c^mo alta oor.Cv'.:..
como de faci o :
Lindo guepurc es.arLite cora Suissin >eaV>.
e o mais bonito possivel, propro para amisidB^
e fchus, o qual se vende por preco uiui; i
moda
Grande sortimento de fitas de arj:i -' )jii.-
qualidads) e de djfJerentes larguras e cores.
Completo sortimento de fitas assetin.n!:.-. is-i.
estas lizas e escossezas de todas as largan ".-
mais lindas cores, ha vendo entre ellas moito r
gas e proprias para cintos da ultima moda.
Graneaquanlidade de perfumarias do* pr.i-
ros perfum.intes da Europa.
Alm d'cstes objectos vieram rouit' &**
lainbem de prande novidade.
O preprieiario orevine todas asj>e*oas qa'
pretndeFeni algnns dosohjcctos mencionados. |s'
podero buscar as atnosiras ao jto -,
ment, ou indicarem o.l^ga.rda-residB- i. r,
ludo isto antes qne se acabe/R grande n. -iJad.
Luja do vapor Oa? Novidade*.
Ra da iniperalnz u. 36,
de
____________llenripaiedeSLeitoo
Bpseja-se vetidW nm coliegio ih~"men'-
situado em um dos mais agrada veis arrabajia. >
Rio da Janeiro, estabaleeido mais de. d> tai
gozando de grandecfpdito e reputav">, c (U- pr
auz lisongeiros resultados. Motivos de s.v,J t <,: -
g;:n as dunas a rtifcm-se ; queuf ],./ r -
pra-lo, pde'dirinir.-ae. ra do V/gario d. -'!.
eriptoro de t>Miingos Alvt* Matbeus.
Izidoro Bastos 4"C, ra da Cruz n. *., i----
em seu armatem superior vinbo velho engarran-
do, o mais poro qoe tem vindo a este morcado
roga se aos senhnres chafes de familia o nbaeqi'
de irem ver sua quatidade, o qual se'.orna
commendavpl por nao ter conefcao algnma.
Cuki. trilitos & 0.'
tADriBIIEO!
Te m p i vi ,1 r vinlio rt.i l>..rto fino o de pas-
to em h.irr e dcimo ; chegmi ultima-
lagn
fino ei:'
Vende-se tima caa com sifip de frndeira na
Passagem da Magdalena, em-bom lcale por prr,,,.
razoavel: quem pretender dirija se i ra Jo fem-
mercio no Recife, rasa a ti, *fs 10 horas Ja rne-
nha.i as i da Urde, ou.pA#a{e Alegra em casa
de Jos Antonio Rai
Vnde-se
por merms do que em outra fa Ja m
r:n pirca e a ivtalh. f.ij i i
riia'eui Indf'ponieiirtia. na d .
ibm mua'
II. 8.





>
Diario
de Peinambueo -~ Ourta tera 5 de Janeito e 17#.
JLOJA.
BENTO MACHADO a C
mete de objectos de gosto, osqaaes *riO wnd.doa por P^C^ ^^-SS S S
mundo fez os sens primeims aunando*, lo. o que seguro, e ^m medo de ar
porque o mo j disse est ligada por nteresses a urna cas, "porlndonja* M e
por taso poder* ter tudo especial e ndor por precns adm.raveis.-Chama pois a alten-
i lo de seus fregu para os artigo* qM D09M dewrew : rhnrnteiras e
' Ltvr com o tanipo te marlim, .nnlre- I n vanado sori.ments de cnarnieiras e
-.vrola e Urtarnga, proprios para missn. pMHtoirosda porcelana,
Garaflohas vaziaa pmpnai para prseme? Tent(,s p.ira voltarete.
conaa de gosto.
Indispensaveis 1e paliiiha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
traeos.
inoculo? di madreperola, marfim e lar- (
tarn'ia todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa ntcra:neii-
te nova.
Fitas de sarja de todas as cores e larga*
ras para locos.
Bangalba com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatiao.
Cofres de folhas para dinlieiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
rica.
Talagorce parabordar.
Um completo sortimento de enfeitcs de
Toucas. sapatinhns meias de seda c mais seda para vestido. .
l ertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com inscripcoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e. leos
niPt de noiva, | e finalmente outros muitos objectos que nao
ni* vasos rom n do arroz. U possivel mencionar ; mas com a vista se
Sm variado Smene agarros de por-' certifico do sortimento deste estabele-
celana. !cime,nl- Q
Affuia Negra, ra do Cabuga n. 8.
DO
GALLO VIGILANTE
llii.i da Crespo a. 9
Os. propnetarios deste bera conhecido esttbele-
cimente, alm dos muitos objectos que tinBtm ex-
SDstos a apreciacao do "respeitavel publico, man-
iram vir e aca'bam de receber pelo ultimo Tpor
da Europa um completo e vanado sortimento de
linas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como e de seo cosame,
ior preces muito baratinhos e commodos para to-
los, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o me ha de mais moderno. .
Superiores nenies de tartaruga para coques
Lindos e riquissiraos enfeites para caoeyas das
Exmas. senhoras. ,
Superiores trancas preUs e de cores com iridn-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode hJver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por >"*"'
a duzia, entretanto que nos as vendemos por Ufi,
alm dests, temos tambem grande sortimento de
outras qoalidades, entre as quaes algumas muito
lilil
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras Hgu-
ras do inesmo, neste genero o que de melhor se
pode deejar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ete.
Finos, bonitos 6 airosos chicotmhos de cadea e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas
para segurar as rociar
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas do I a 12 annos do idade.
Navalhas cabe de mariim e tartaruga para tazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas polo fabricante, e nos por nossa ver. tam-
bem asseguramus sua quaiidade e delicadeza.
Lindas e bellas apellas para noiva.
Superiores agulhas, para machina e para cmx.
Linha muito boa de peso, rouxa, para eueber
labvrintho. ,. ._
Bons baralhos de cartas para voltarete,. assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhorcs e mais conhecidos per-
COLARESDEROER.
as mm
3 cordeko
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
fanlitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores desies prod'gw08
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galio
vigilante, aonde sempre encontrara) destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao tlm
laraque sao applicados, se venderao com um mm
liminuto lucro. m,
Rogamos, pois, avista dosobjecios que deixamos
declarados, aos nossos fregnezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoareis a toja do gano
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Machinas & vapor de
forpa de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faci e serrotes para desca-
rocar algod3o.
Balancas para armazem e balcao.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Ubit-
eld.
Prencas para copiar carlas.
Fogao americano patent
11-RU DO QUEIMADO--11
Cbegaram da Eoropa- polo ottin 10 vaoor loja de Augusto Porto d C. ricos
cortes das mais linda sedas dernioa cores para wstiee proprios para bailes e casa-
mentos. '
Grande variedde de seda defcstras de diverso precos todas de lindas cores,
gorgurSo de seda preta, e grosdanapte d varias-qualidades e gorgurlo de seda 13a de
diflerentes cores.
Novos vestidos brancaa-de Wond para noivas, lindas cobas de seda para camas,
ditas de la e seda, cortinados bordados para camas a janellas, fronbas e toalbas de
cambraia de linbo bordadas.
Luvas novas de Jouvin,eelegaBtas sombrinha* de-sedas de *r para senioras.
Espartilhos de 5^ at tt^ lindos bournous e cachemira de cor para sahida
de baile, basgomos de renda prete, e drtos de croch fcranco e preto- para senhoras.
Grande variedde de camisas boniadas e lisas jara homens- e meninos.
Sortimento de muitas faaendas de 13ar linbo e agbdo tedas por preces muito
mdico. .,
Tapetes grandes para so, piano e camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar saloes tudo em quandad*',. e vendem semprejpo# menos que en outra qoalquer
parte.
Esteiras da India de 4, o e 6palmos de largo.
Fraior
Grande armazem de fazendas e napas filas roa da Imperalrii
n. 5i, porta larga, t Partees Pto.
Neste estabelecimento encontrar o res-peitavel publico um bonito sortimento
. de roupas de todas as qualidades, palitols de alpaca a 3$, 3*5500 at 6^ Ditos o
1 merino, ditos de casemira.de cores bonitos gestos a 3*, 6& W e 40??, de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de. alpaca branca
e de cores de 3,5300 a 5,5800. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim. pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 4& 55. 6* a 154. Coltetes de todas as qoalidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas fraocezas de algodSo e de linho de 1# **f
urna. Sortimento de seroulas francezas da algodao, de Bho e bramante a 2)5 e 2o0>.
Gravatas (mantas) novissimo gasto a todos es pregns. Meias sortimento completo a 3.
4<5 at 75 a duara.
ROUPAS PARA MEJQNOS.
Encarrega-se de qnaesquer obras de eicommenda tanto para bornea, come
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de faaendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos ontras matas la-
zendas.
FAZENDAS
Rramantes de II palmos de largura a 1^800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores 640>rs. ocovado.
Poil-de-chevre com lista de seda fazenda de gosto a 40800.
Basquines de guipure enfeiladas a 1S5000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolao fino a 65500, 75, 85 e 95000.
AlgodSo peca com 20 ardas a 45500, 55500 e 65000.
Peca de algodio largo a 75500.
E ontras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Qeguem roopa
feita qnefce est liquidando na loja roa da Imperatrii n. 52 (junto toja de onrives) de
LESO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Ptrlo.
de Lisboa
nova
rhpgada no ultime navio vende loaquim
Ramos, na na da Cruz n. 8. t andar.
LMA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabamdechegar grande quantidade das verdadeiras machinas amer.cana.
para descarocar algodSo-de todos ossystemas e lmannos seguintes :
12 serras & serras
44 dis d|tas
ditas 15 ditas
ditas 16 ditas
ditas 18 ditas
ditas 20 ditas
dttas 22 ditas
4itas 25 ditas
ditas 30 ditas v
ditas 35 ditas
ditas 40 ditas
a naaes se vendem por precos commodos e roga-se as pessoas que dellas fizeram en-
commendas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarem busca-las o mais breve pos
sivel afim de n3o baverem faltas.
RO BAZAR Di MODA
OE
JOSfc E SOIZA SOARES 4 C,
Ra Nova
VENDE-SE MUITO BAR-VTO PARA LIQUI
DAR A DINIIEIRO.
Luvas.
De pelica branca muito frescas, chegadas
por este ultimo vapor para homens. senho-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 25000.
Minhas festas
Lindos objectos para miraos, como sejam:
Estojos e caixinhas de msica, bolcinhas e
sestinhas. vasos e balainhos de porcelana
dmirada, figuras, tinteiros, port-bouquet.
caixinhas para j as, interesantes conchinhas
com frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola, lindos vasos com perfu-
maras etc. ele, e muitos outros objectos
para este fim.
Chapen* de sol ou somforinbas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
145,165e 185000.
GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode haver de mais
bonito empadres e superior em qualidades
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato.'
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de dous tamanhos
cada rosa a 15200 e 15500.
Chapeos para sen oras,
de palha fina de Italia elegantemente enfei-
tados e gostos muito modernos de 155000,
vende-se para liquidar a 105000. E' pe-
chincha. _
Rna 4o 4iie*Ma Sov e varjado sertiihento Id* perfumara
finas, eootws objeeto*.
Alam do completo sortimento de perfn-
maKas, de que effectwamente asm prvida
loja do Cordeiro- Presidente, ella acaba d*
receber um outro sortimento qoa aa tora
aoiarel pela variedde deobjectoa, snperiofi-
iade, quafidades e comroodi*ades de pre-
os; assim, pois,o Cordeiro Presidente
e espera continnar a merecer a aprecis
do respeitavel publico em gara) e de
boa fregnezia em particular, nao se ama-
tando elle de sea bem confceaita mansidmn
d barateza. Em da loja eneuitrarin oa
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coadray.
Dita verdadeira de Morra? 4 Lamman.
> Dita de Colcgno mgleza, americana, fraa-
ceza, todas dos^memores e-majs acre*ladea
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toitoL
Elixir odoatalgko par ccaservaom a*
*sseio da bocea.
Cosmetiquesd* superier qnalidada ecaei-
ros agradaveis.
Copos e lates, maiores e menc*e, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, traaspanote
a outras quadades.
Finos extractos ingkzes, amor;canea a
francezes em frascos simptes e enhitadaa.
Essencj imperial dQ.fiBeagraaaye)eaei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros ignal-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome vardadeiro.
Extracto d'oleo de superior qaaiidada,
com escolbidos cheiros, em frasooe ae difle-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para maos.
Ditos transparente*, redondos a em Ufa-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com benitos sabonetes mitaadc
frnctas.
Ditas de madeira inverninada conteni t-
aas perfumarias, muito proprias para pm
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas tas*
bem de per fumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e da
moldes novos e elegantes, com p dn anos
boneca.
Opiata inglesa e fraaeeaapara deates.
Pos de camphora a ontras dmMCtea
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp. '
Aluda Main enqnes.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets da vidrilbo*
a alguns d'elles ornados de fletes a Atas,
stao todos expostos i aprecia*jo da qoem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeigao.
Flvellas e fltaa para elataa.
Bello e variado sortimento de tees objec
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com.
orador.
Jos
RAPE POPUIiAR
DA
F IBRirA WIDVU DA BAHA
DE
Tetxeira Uldurtco O.
Acha-se venda esie ptimo rap, ateca
pode suppnr falta do princeza de Lisboa, f
de mui agradavel perfume, viajado, e a aneo-
mais mdico posa i vel; e por .so lea sida wi<
acolhido as pracas da Baha, do Rio de I ladino
em outras do imperio : do escriptorio de Jooqoii.
Jos Goncalves Bel trio, ra do Ceumerrio on-
mero 17
fser
i. un em mumci
Priraeiro introductor dos pocos tubulares
instantneos da Abyssinea.
A\isa se as pessoas
que haviam feif^ en-
comiueiidas dos rel
ridcfS poros que os ve
LIQUIDACXO
de fezendos.
Na ra Nova n. 48, anda res ara algnma?
zondas que se vendem por preros (|iie adn>irj
como sejam laazmhas a 300 rs., mossamhion.
com listas de muito lindas cores a :IOO rs., rbita -
a 900 e 300 rs., grando quanlidade de rambraia-
de muito lindos padrts a 300 rs., e outras mui
las lazeBdas que pola ua boa qualidad e tor-
nam recmniendadas para casas di fanMlia.-
Grande quantidade de palrtols do spda. de pann
lino, de casemira, de boinbazina (prelus e de ce
res) qu se vendem por todo o preo para h\|oi-
dar, aproveilem a pechincha que osla lindando
Vendera-se tres bombas em moiin bom es-
tado, urna de Ja;} n. 1, urna de ferro e urna <
cobre, ps de laranjas oravo, da ebina, e psd-
rosas de diversas qualidades, j plaanos em ca-
tos proprius para madar-si-, nssim como as tara*
geiras : na ra das Cruzes n. 36, ls andar, se dir i
quem as vendo.
VK\IIK-4E
a reliniqao da ra do Arago n. 19 : quem or<
tender dirjase tratar na mesma
15
46
18
20
22
25
30
35
40
RA DA CADEIA N. 56 A
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster o
1, roa do Imperador, um carregamento de ea;
de primeira quaiidade; o qual se vende em partldaf
e a retalho por menos preco do que em outr qual
quer parte.
ATTENCAO
Veade-se ma mulatinha de 14 annos, saia,
com pnucas habilidades : quem pretender dinja-se
ra Nova n. 23, onde se dir com quem tratar.
Chapelinas para senhora
de precos mui favoraveis e ricos gostos chegados
ltimamente, de dreoo de 10*, iU. 14* e 134 :
na praca da Independencia, loja de chapeos de
Jos Barbosa Pequeo.______________
Repulho salgado, salames suissos, landjaeger,
vinhos brancos snisiios. yvorne, villoneuve, orepy,
cates du Rbitne, beaujolais : na unrerial 'fabrica
de cerveja, ra do Sebo n. 33.
oham
f^ova
tero
e
liusc
11.21,
r a
oude
i
qualquer
recimiilo.
escla
m
Este admirnel
lialito uai
Tcontem enuimer-
ario, iodo oa
arsnico) OB
------ ----- ----- ------ Jtigoroso modifi-
! cador parao sangue e cura radica I cente as molestias depelle. lie? como a lepra, as impigens, as herpes, as
espiabas, e as Pannos, eleEmpregado diariamente elle refresca a massa do sangue e consolida osauafe
i iRirrrin rinvt Can ea 8-di,s ? *rriaMBtM "jo nceatM
Vjjis, 7, B' Denain,
os mais rebelde*.
GADET
CU RA
em TRES DAS
[Pt?B Denain 7
PA R I S
Pars, 36,RnaTrvtanM, ir
CHABLEmcoccin
ASKMrailUbAAS DKSSEXUAOS, AS i
COM CUTAWKAS, E ALTOUCOODOSAJtOV
DEPURATIF
SAi\G
tc.~
pu-, inM, avofaoj
PLUS DE
COPAHU
alo tanqut. (laropa vaga tal Mi I
rstivaa rrirUH Uhnmt
lonao-s* dous por mut, aagsa** I
Pgri/rolnio pregad*! *n
"n lite Xana* Otncw
I forro aaCHAX
iaoMiiau
i nos
enu os /Incoa fon* brtmet *M _
f su irjaccao bsnigna eapraga-aa Mi
nitrado'a* ferro.
OBarraldaa. Poaaa as as ara Mi Wm feaV
POMADA AMTIHEBPSTICA
Coatra i m *ff>fcu mitmtm c aoaftava*
PILULA6 VECITAES DEF4JRATIVA
o CausMa, *4a frv| w* naajiii*i v
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Diario e Feraamboco Quaila (eir 5 de Janeiro de 1870.
; i .. -------------------------'----------------------1.------------' i .---------s,----------------------------:-----------------------------
A DIHKElflO NA LOJA E ARMAZEM
DO -^

wwiEL qa aa^aaiiS!j2=a, m

*
-/ fe^f
*6 ^IMA6
^is.
DE
r* FEIjIX perciba di silva.
O prcprietario d'este glande esubelatiaento, v<* do anno, e tendo em ser mn grande deposito deposito de telendas f nao fallado en
valladas encoicmendas qee Ibes eslao olwigado todos os das, tem resalado )i Itt por preco muito ma* baratos do que em outra qualquer ^rte ; s eom oflm
devd.QMnu.r o depos.to^ apurar dhe*ro. Encootra-se este estabetecimento do
AV -n av,lad0 sortfiQto de*azondas de luxo e modas; assim como de priraeira''
aeeesaidade. As pessoasajue negociara em pequea sea! n'esta loja poder5o surtir-
le vendendo-se-lfaes pelos, grecos que comprara, q,s casas mglezas; aSsinaomo asex-
celleutissimas fatn. lias poderlo mandar bascar as amostras de tedas as fazendas ou man-
dar-se-ba levar elos ca.ie.Pos da mesa leja em SU6S casas; estabelecimento se
acha constantemente aberto das 6 horas
Esplendido sortmento de
roupas feitas
NA COJA DO PAVO RA DA
IMPBRTRIZN.30
Acha-se este grande estabetecimento com-
pletamente sortido das meluores roupas,
sendo calcas pautis e coletee de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
tara desecar, assim come na mesma loja
.em um bello sortimento de pannos easemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar faeer
qualquer peca de obra, com a maior promp-
da manhia s 9 da noite.
LAAZl5Mi*S MODERNAS NA LOik DO PAVO
Ctwgou para este esiaaelecimento om grande
sortimento das melhones e mais modernas ltazi-
nhas para vestidos, seado tapadas e transparentes
detonos areros e qualidades qo.e se vendam
mais barato do que em outra qualquer parte.
Crochs para cari ei ras e sofs
O P*vae tem um grande sortimento dos
oais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para obrir presentes, e ven-
de-se mais barato deque em outra qual-
quer parte,
GUINDE MYIMDE
feraU-e-wa particular a sua boa freguezia, da immensidade de objecto's que ltimamen-
te tem recebido. justamente'quando ella menos opodefazere porque essa falta invo-
luntaria lia-confia e espera na benevolencia de todos qne lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanlo a dirigirem-se a bem conbecida Ir ja da AGUIA BRANCA ra do
Queimato n. 8, onde sempre acharlo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades. modicidade em precos e o seo nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima ica dito se conhece que o tempo le que a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bem servir a aquellos que a
honrara procurando prover-se em dita loja do. que neeessilara, entretanto sem ennume-
car os bjectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
4jcar aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
O Pavao tem esta nova fazenda taa pro-
obngadosaacceita-las, quando ao steiam ^ para V68tid com as majs ddJd
(Amn atomanln ni\ cav r\nttin<\ ooim n^mn r iMiuau
udSo voatade do freguez, nao sendo
completameote ao sen contena, ass.m como ^ t mais |lJgfre do .
ueste vasto estabelecimento oacontrara o 8edacora 4 |mos de ] J qaeffKma
respe.tavel publico um bello ort.mentode ffaaer.se / vestido ^m J, ^
.'impele ri^oni-OTia a pnrp u7-i.' p'arrkiilotf Aa T WIJ
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
iinbo e algoo e OAitros nuiilos artigos
^proprios para bomens e senhoras promet-
tende-se-lbe vender mais barato o que em
outra qualquer parte, ffa ra da Impera-
triz n. 60, lojs e armacem de Flix Perei-
ra da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porQo de cera de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em oatra qualquer: na .loja do
iavo ra da Imperatriz jn. 50. Be Flix
Pereira da Silva
FAZE.\T>AS PARA LUTO
Na loja do Pavio.
Encontra o rcspeilavel pubkeo neste estabeleci-
aeuto um grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam, cass^s francez.19 e ingleza, chitas
pretas de tudas ai qualidades, fazenda de laa de
todas que lam vindo, proprias para lulo, bobm
xejam, Ifiazichxs, alpacas lavradar- e lisas, canta,
ombazinas, merino, etc., que ludo
pre^o barato.
AS CASSAS 00 PAVO
Covad'p a 300 rs.
Vendera-se Cnissimas cossas francezas com lio-
dos desenhos e cores Gias a 300 rs. o covado.
Madapolo franeez a 7S000 rs*
Vende-se pecas de mad.ipolo francez
com metros pelo baralissiino preco de
7^000 a peca, pechincha.
Altas novidades m sedas
Chegou nm grande sortimento das mais
moderiaspoupelinas ou gorgures de seda
e linho com os mais elegantes padres que
tem vindo a este, mercado sendo, miitdos e
graudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
Douito sort ;nento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em cvuta
Grosdenaples de cores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grolenaples de todas as cores para
vestidos que se vendem muito mais barato
do que em outra qualquer parte.
/iRANDE PECHINCHA A 5:000 RS. PECA DE
Hretauha
Vende-se pecas de superior bretanha de
algodfr. tendo quatro palmos de largura
com 20 varas ou 2 metros cada peca, esta
fazenda seria para custar 85000, a nao fer
ma grande compra que se fez, e liquida-se
a 5)0600, cada peca.
e vende se pelo baratsimo preco de 1:200
rs. o cdvado, pechincba.
Or^iidys a 360 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys d
eres com padres miudos egraudos. sen-
do todos de cres fixas, pelos baratos pre-
cos de 360 rs. o cova lo.
ALGODAO ENFESTADO
Vecde-se urna grande porgo de aigodo-
sinho americano com 8 palmos de la'gura
proprio para lences e toalhas tendo liso e
trrucaao que se vende por preco muito em
conta.
'anos de Unho
Chegou um grande sortimento de pecas
de panno de linho do Porto que .se vendm
de 700 rs. at 15000 a vara, garantindo-se
se vende por que em fazenda de linho nao lia nada me-
ihor, nem mais proprio para lences e toa-
lhas.
PECHICHA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um. grande sortimento dos me-
nores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do nesie art go o melhor que tem vindo ao
mereado assim como urna grande porcao de
ditos de alpacas de "todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que era o tra qualquer parte, por baver
grande perco.
rencos braucos
Vende-se nm grande sortimento de len-
cos hranens para homem, sendo a duzia a
i 0600,25000 e 35O00r ditos abanhados
muito linos a 45 e 65000 a duzia, (filos de
fiecuiSo fazenda muito superior a 55, 65 e
75000,
bna seja
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com Otas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicjio de ador-
nos es tornam apreciados.
fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqiies uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba J para circular o coque.
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se Ihe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em peca? de 12 tiras.
Guipare brnnco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos. ?
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor qoajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesoaras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
0 Campos da ra dV imperador n. 28,
no intuito de servir satisl^n B^016 a,}S
seus innumeraveis amigos e fregC*28' l'm
particular e em geral ao respeitavel po^60'
desla cidade ; avisa aos que esliverem pa.-""
sando o tempo calmoso, nos deleitareis
arrabaldes desta capital, que tem resolvido
vendei-. de de superior qualidade, a preros
razoaveis, os seguintes gneros a saber:
PAPA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostras
e agostas.
Ditas com eivilhas francezas e portugue-
zas.
Oitas con gela francesa.
Cerveja l'ranceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambre e fiambrados.
PARA DISPENSAS
Latas com chouricas novas sendo de 85,
cada urna.
Presuntos de Lamego para tompeiro.
Cuias do Para (pintadas pelos indgerfas
daquella provincia.
Copos de vidro com dobradira e tampa
para -ditersos inisteres.
PARA OS QARTOS DE DORM10A
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranca.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri-
cante Costa.
Fumo picado do Daniel de S. Joo do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Camp'os tem con-
viccao de que o seu estaoelecimento um
dos que podem satisfazer com garantas as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
to s* acha elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
i mis m\ %
TURA, "VV0
Acahnm de chegar ao i ra Nova JJ-Jj**. ttaLi?^*^-
tnrw ,ui- eoaberidu, HfMn ,>,;.'! em mi
cto no im*m i Basar, pnianiiiM b-iaira.-
"*dade, e lamliem rnwnase rom p. ifeiri,, a ;
' Nuor;i.rL-s. Elaj ni;n-hiiu< o '
seu ira., "^ a." dr ""* -IbriaimsH
sua ,,nl,.ica ^ '"' ,'"1"; ^ ""
Paria. A,;^,-,,..^'^ 'ratalhin. uta* :
immaft, que inuiio *-'w,u 'S*r Pte-
denifi. .____.
Armazem da Estrella
Cae* 88 de \uvmbi
Xo ha iluviil.i por (alta d* p.joipri..>!,^* u '
BUrai do inadi'iras de |iinho nao e |iie f**a-'
de faier ohra pou ntiala no merrado >' <:
4 pnllecaM de larptir asim n.m.. .|iialiu.'**''
desde o uranro nia4ta aatariOMM ai..... do de rckiiia : iwrtaulu os .,
.a|ii'(iveiiai a i.i-casa O palmos de Con)|>hlIMfilo para i|j-la<. h.i\
tanibem completo Mihimenle d* pmU d
para envs de navios, e serrado >*ui tatu
MTD, para fund.is de barrica, preb-nvel a n
uoalquer por causa de ler pones ni-
de 9 a i0 a duzi i, renms na faia. f >!!a*3a w-
Ull para furro de navios, e prcjiadura* para -
niesnio MuIimIc (i.nfiiriiiiil.iijf com ttfttf
mareado : noaali|H>e beta MriwMa aamaMi
Paulo Jos Ciiioics A- f'.luiiai-u.
na.
Dilos dealgodSo com flores e lisos."" '^3es s3u ^vidas por um machinismo
Veos de seda para chapelinas e monta- Qnf substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos.
Rollas de borracha para brinquedo de
Meias de seda para noivas.
Ditas aberlas de lio de Escossia.
CoStumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
0 Campos.
BRACO
Touquinhas de tilo, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
SORTIMENTO PARA A FESTA~.
Vende-se por menos de 10, 20 e 30 0
SO' NO
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter?o.N. 23.
DE
Pechicha em casmiras a .00
Vende-se finissimas casemirasde cor com
listras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo preco
de 4:)00Q o covado ,ou 7(^000, cada corte
de calca. ") *
hu uviiiirvu vi
LiASlNHAS LUSTROSAS A 400 RS. O C0-
VABO.
S o Pavao
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes lasinhas para
vestidos, com as eres mais novas que tem
vindo a este mercado, sendo com listrinhas
miudiuhas que parecem de urna s cor e
com tanto lustro (jue imitara perfeitaraente
s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato preco de 400 rs.
Bretanha* de rol a %500 a
peea
Vende-se superior bretanha de rolo ten-
do 10 varas oo i 1 metros com 4 palmos
de largara pelo barato preco de 2^500,
pechincha.
Os setins do PavSo
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encrpados proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
AOS PALITOTS DO PAVO A 18)$ e
205000.
Vende-se nm bonito sortimento de palito-
ts francezes sendo, sobrecasacados e pro-
priamente sobre-casacos, que se vendem
forrados de alpaca a 8000 e forrados de
seda a 265000, pechincha.
COLCHAS DE FSTAO
Na loia do Pavao vende-se um grande sortimen*
to de calchas de fustao sendo brancas e de cores
ditas de croch, para camas de noiva, assim como
qomtos daoflseos de lia para colchas. .
Na loja ao Pa\5o vendem-se os mais
bonitos cbales de'verdadeira cachemira de
crycom os desenhos mais modernos, a 6,
10 e I2.50OO, maito barato na ra da Im-
peratriz n. 60.
BASQUINAS A 12,J0OO
Na loja do Pavao vende-se as mais mo-
dernas basquinas on manteletes de guipare,
pelo barato preco de 12*000 cada urna.
Cortes de organdys com barras
Para a loja do Pavao chegaram, os mais
bonitos crte^ organdys com barra, sendo
cada um em ti", com o competente
.B. para fazej pre-

Os baloes do Pavao a 2&000,
Cheg u um grande sortimento de bales
ou crenolinas do feilio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo pre-jo d 20000 ca-
da um grande pechincha.
SMAJ) DOS SANTOS ft C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem d secco e molhados e$tao re-
solvidos a fazere urna grande diuainico de preces as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fajern avahadas compras para o centro e praca, por
i.-so previnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que verao a grande differenca em precos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as snperioresqualidades.
GAZ AMERICANO !)oOO a lato, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e U60 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
V1NH0 VERDADEIRO KlGEIRA i 560 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 405O a caada e 800 rs o ti- 640 a libra e 10400 n kilogrammo.
tro. I BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das memores marcas,, 400 rs. a libra e 8 400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 28Q0 e VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
302110 a caada, 6(50 e 720 rs. o litro.- imasso. em^aixa ha abatimento.
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estahelecimento encontrarse
diariamente um vanado sortimeuto de do
linhos para cha, pastis, podins, bollos in-
glezes, pes de l presuntos, ditos un fiara-
hre, superior cha Hvsson. preto, e miudi-
nho. Vinhos tinos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fruclas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e precos para
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
lemimte chegadas de l'aris sao de pringa-
do goslq, offert'sse-mo-las aos galnteadoies
do bello sexo pois nellas acharo nra digno
e erio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tarabem os apreciadores da
ha fumaca encootrarSo charutos dos me-
Ihores fabricantes da Rabia e de Havana
sganos do Rio de Janeiro'etc. etc.
Doces d'ovos soceos, christalisados e de
calda, ditos de caj ede outras qualidades
Nesta casa recebem-se ocommendas para
bailes, caaamentos e baptisados e qnalquer
encommendas avuls^s, come seja pao d l
e bollos enfeitados e ootros muitiis couzas
que enfadnnho men i inar.
Rheumatismo emoles-
tas syphilitieas.
Arrobe vegetal, xarope de salsaparri
do Pai, pilulas e xarope de \o!.ime, lir-
tura e xarope de si'-upira.
Doencas do ligado c baro, anr
ma. jiilarao. ele.
Emplasto, oleo, pommada. tintura,
lulas, xroDe c vinho da milagrosa Jut t -
beba.
Sczftcs ou Mires iiilermileBles
As pilulas anti-periodicas de Pinto.
nico deposito destes medicnnail >s : 1
phermacia do sen autor rua larga l k* -
sario n. 10, junio ao quartel do COTM
polio a.
NA PHARMCIA DO P1MO Rl A LARGA PO
ROSARIO N. Id JUNTO AO QCAR-
TEL PE POLICA.
Acham-se co.islanieruente pn>raf.ta>
\tatsta satisfcitas, ;.s prenrriprM .1 1 si-
faculiiiivos. e asDecessidMra doeeafrn
is especialidades da naesaa pbarap<
composta de melicameutos, lanl) imi,
as. cerno estrangeiros.
Toases e molestias do pelo.
Xaropes de fadogOtO, ral... dr. 1.
Au'nao, p.io Cardoso, juca, nlfi 1
tam'.)a, ele, etc.
cor,
De superior qualidade da umi acciei; -
da fabrica de Ifaquil DohacM & C.
cognac urna das que mais agurdente
cognac,, fornecem para o consuauuo d>>
Reino da Inglaterra.
Vende-se era casa de Th. Jusi. rua .?..
commerek. n. 32.
Antpinio 1I.1 t'.n-i:-. MhII i. i ;..:,p iu rriirar-
nara a Bwopa, venje raaMM i- |
viiaiin dos llniU'--. ruja ea.a m tete Iwm .
dueza la e pru|ir.-> |> ra i|>.i .'ty: < \>: um
Umbem se i nep ri 1 \it v<: i iral 11 1
mo Durrada wi na rm d f3mm 9vto* n *2
AS CA'IBRAIAS DO PAVAO Ax4:500 RS.
Vende-se nma grande porcao de pecas
de finissimas cambraias brancas transparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo baratissimo preco de 40500, a
peca sendo fazenda que nunca se venden
por menos de 80QOO, grande pechincha.
AS POUPELINAS DO PAVO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupelinas de
la com imitaco das poupelinas de seda,
um* fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: verde Bismark, rxa, azul
lyrio, c nsento, perolla etc, etc. e Vende-se
pelo baratissimo preco de 500 rs.
Fustes trancos para vestidos
Chegou um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustoes brancos com listras
eeJMoes, sendo fazenda bastante larga e
fletvel, muito propVia para vestidos e rou-
pas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
BONITAS LASINHAS
OU ANADINAS A 10000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riado sortimento desta nova fazenda de la
e seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos e mais modernas cores,
tendo bastante largura que facilita fazer-se
nm testidocom poucos covados, pelo bara-
tissimo preco de 10000 o covado, por j es-
tarem muito prximos da festa.
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava chegaram os mais
bonitos cretones escaros matisados, pro-
prios para vestidos, roup5o chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padres claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sendo os padres mais
moderuos que tem vinpo ao mercado.
Chitas francezas
Para a loja do Pavao chegaram as mais
finas e bonitas chitas escuras, propiamente
francezas, e vende-se a 500 rs. o covado.
iazem dJ^Pavao rm da Imperatriz n. 60.
DEM 8RANC0 DE LISBOA a 40000.
a carrada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10100,
10800 e 20200 a caada,
AZEITE DOCE DE LSB0A 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
10280 a libra, 30060 e 20780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, o 20100, l980 e 10860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a ii
bra, 10220 o kilogrammo, em porcao se
far abatimento.
RANHA DE PORCO DE BALTIMOOR
E DE SEGU-
rs. o masso,
720 rs. a libra, t 10560,0 kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
PHOSPHOROS DO GAZ
RANQA, 28Q, 400 e 560
302OOe605OQa groza.
AMEIXAS'EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 10280, 20500
30500,40500, 50500 a lata e a retalho e 10
a libra.
GOMMA DE MLHO AMERICANA 400 rs
c masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA O 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS. VERDADEIRA IHLERS &
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
unuu
Resta venda nm eseolbid sortimontogde o
ectos de raarciueria, como sejaiu, ui..l>lia?fie ja-
:aranda, mopno eainnrello, obra nacional estraB-
eira, ae apurado gosto e por prepu razoaveis:
aa roa estrcitA do Rosario n. 3. Nesta mesin*
asa fazem-so eom perfeico todos os Irabalbos dt
jaIMnha, como sejam, etupalliamcnto de lastre
ara camas, caoi'iras e Ropoas.
---- Wlllll'-Sl1 ,.
emsaecos : Da rua d.iQuemadn. 13, ptim
andar.
Armai?ao baratissimg-
na rua Neta n. 48. vendc um ,
cao. p.irie envjdra^ada. caoteiru, di!- h
diviT>pp eaixoVf grande.-!, |>n
padaria, deposito 11 !>otr.M|ual qual si-vende por ptftfl bar*#finm
cupar a faxa ; juniameiiiu renJ'm pi
vasias arquea la d* ferro.
Fariulia da tem
Mano-il Jos Alvcs contina a ter farinha da
trra para vendtw: na rua da Pr:iia n. 38.
porcSo se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 60000 a arroba.
CAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA "240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
, MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LA ARIN E ALETRLV, 560 rs. a libraj
10220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
Ihante.combination, Franc.?-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac. a. b, c.'e
soda a" 10000 e 10400, cada ama lata.
Assim como ha autros muitos
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 20800 e 20400 6m caixa ha abati-
mento.
'TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 110500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 10000 rs. a lata:
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TO a 10000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
30200 e 20800 a libra, e 60100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOttO 20000,
20200 e 10800, rs. a libra.'
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
RUA DA GLORIA Jl. 5
Olaria do Fundao.
Ha sempre nesta olaria grande sortimento di-
materiaes. como tjolos de alvenaria batida, ladn-
Iho, quadrado de 8, 9 e mais pollegadas, tenas e
telhoes, lijlos de tapamentos. O- propietario des-
ta olaria garante a bondade e barro de taes mate-
riaes, comotanibm vende-se mais barato do oue
em mitra ijoalquer parte.
Pinga do Douro.
Flix Pereira da Silva recebeu novamente por-
cao de harris dj bem condecido e excellente vinho
puro do Dnuro, muito proprio para mesa, e vende
por preoa commodo : na rua da Imperatiiz nu-
mero ""
mxm FGiESs.
VENDE SE ou arrenda-se o engenno
S. Gaspar, sito na freguezia de SermhaVm,
comarca do Rio Formoso, prximo do em-
barque, om grandes partidos de pal e
massap roda da moenda, mattos mangues
para madeira necssaria, bom pasto, ele.:
a tratar na ra d'Aurora n. 26, ou na do
Imperador n. JO.
Manool Alves Fcrrea & C. na rua d Moe-
da n. 5, andar, tm para vender superior vinho
do Porto eoi ancoretas e caixas de duzias, barril-
ziuhos com iOO 0 .00 sardinhas superiores e bar-
ricas com baso de sabugueiro. potassa da Russia
e cal de Lisboa.
Fiieio no da h do crrala **t i
Uro de isti'.i, do wifnha Ciqui, firmmai d.i h
cada, o eaeravn Paulo, cabra, de idadi M ai
altura e corpo rogoiare*. barbado, 1
pmhos, peit'is operna*bem nbettod .. eatic
mareas de baxigat, wm wat trUetti prU-
costas com parenciasdc iluminadora
eali;a de lniii. pardo, camisa da u
peo de pallia de carnaoba, ki tttm mtr
Loiz, m nador nos AfBfiados. laai p> BHH11 1
crayo mulner e lilix's aaaat lugar : Bafavaa Hp-
J>- gratificaeio a |aen > pnaecr na-b m
cngunho, ou na un 4o Cabug n. 11 ao Sr. K..
cisco Antonio de Drilo.
Uratificacao de lOOf
Ao chegar a esta cidade em sua ultima vbp
dos porlos do imite o vapor nacional Gama. I
de bordo o escravu Spvcrino, mualo, de
de idade, que do Ctara rcmeltiam os Srs \
Salgado Souza A-C. |ior conta do Sr. RavmuaoV
Olimpio G. Freilas, ao Sr. IHphim Riten o ..
Abreu, no Rio de Janeiro : pedc-e, portant-
autoridades iioliciacs desia ridade o ana rVitk
de campo a captura do referidp* aatianat de en-
tregarem no aos aliaixo assiguados nesta rdadt.
ao caes da .illanilega velha u. 2, que M leapaBal-
bilisam por todas as dcsfiezas que se lama, gr..
tincando mais a qualquer capila> de campo com a
quantia cima referida.
Veras & Rarbedo.
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conserveiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervlbas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, peixe em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, fula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoce, cominbo, pimenta, grandesmolhos de sebolla 10500.
Finalmente muitos oulros gneros que enfandonbo menciona-los.
PARA A FESTA
3 portas, loja de fer Ttgem
53-Rua Direita--53
Neste grande eslalielecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem; e miudezas
finas e grossas, como sejam bandejas chinezas'
quadradas e ovaes, facas e garfos ae 1 2 bo- j
toes, balanco inteiro e I (laUnco; panellas, cha-'
llieiras, camamilas, frigideras, xssadeiras, tanto
de ferro como de porcelana, moinhos para caf de
diversos tamauhos do fabricante Japy, pesos kilo-
gravimos, tanto de ferro como de latan, melros
para medir lazenda tanto de. ferro como de lato,
salitre, bren, barhanle. ensofre. papel marca via-
do, do verdadeiro Picardo, maoliinas para desea-
rojar algodo; alm da ostras argos de ferra-
gm, miudezas cutilara tinas, que s c-nn a vis*
la se verifica ; na rua dire.it n. W loja de 3 (k tas de Manoel Benio de Oveira Braga* C
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da.Cos & Filho, defronte do arco da Gon-
ceicao. em barricas grandes.
Balanzas decimae.
Vendem-se balances decimaes de todos os taa-
nnos, paraenge.nbis earma en. de assncar: na
casa de Parante Vianna & C.
Lagedo de Lisboa.
Vende-se lage lo de pedra de Lisboa : na rua
da C.de.ia n. SI, casa de Prente Vianna 4 C.
Vedem-se duas casas em Suato Amaro de
Jaboatao, urna na na d* Raixo,. prxima feira,
e outra na rua da Matriz : a tratar na rua do In
perador n. 57, enirada pelo caes 21 de Novembro.
Companbia de seguros marti-
mos ulilidade publica.
A direccao de conformidade com os seus estatu-
tos a.t. 19, vndepor intermedio do corretor Ma-
cado dez aecSea da mesma companhia : para tra-
tar na rua da Cadeia n. 42.
CIMENTO
Da melhor qualidade e por menor preco
que em outra qualquer parte, vendem Ama-
ral, Moreira C. em seu armazem do Caes
da Alfandega n. 7.
24OOO
radeiras de pin fio de abrtr e fechar
No armaiem de Paulo los Gomes A Climaco.
caes 22 do Novembro n. 28, vendem se cadeiras
de pinho americano de abrir e fechar, proprias pa-
ra arma^ens, assim como, pela fcil conducan,
pode qnaiqner pessoa ipie viaja conduzi-las sem
ineommodo, e terem as para descanso da viagem; e bem assim a rapazea
da, que na presente quadra, procura os arrabaldes
afim de passarem nm dia livre do calor da cidade,
podem estar sentados debaixo de frondosos arbus-
tos, saboreando sea havana, sem r preciso esta-
rem deitados na relva, com receio de serom mor-
didos por algnm incto vonenijso.
I
Cal de Lisfca
chegada no ultimo navio, tem para vender Joa-
quim Jos Gi/dcalves Relirao, no seu oscriptorio i
rua do Coamiereio a. 17.
Aviso is mloridafs policio
e a (|nem competir
No dia 29 de maio do corenle acno.
fugio o escravo Ezeqniel, crioolo de 30 X
anuos de idade, estatura regular, reforra!
cor bem preta, cabeca redonda, trajava ea
misa azul e calca de cassemira rinzeota
durante o dia cosluma andar pandando na.-
ras, ou cm armazens de assucar 00 as ta-
bernas a conversar e a beber ; dite *
noite recolhe-se a telheims aberlos. oa jh.
netraveis, a casas cm constrac^o e a4Mlrc-<
quaesquer lugares, onde se possa abriga' .
quem o apprebcnder tenha a bondade uV "
conduzia a rua da. Aurora n. 6, 00 va do
Imperador n, 20, onde ser gratiGado.
Fugio a 22 Joo, crioolo, pedreiro, idade SO annos, estator
regular, cabellos branco<. nariz chato, m'sdcnlade,
aocca grande, ponca harba ; roga-se as aMi-riJ
des, cap taes d' campo, e a qnalquer
novo, a captura do sen referido esrravo.
lo a rua do Imperador n. 50, qne ser
cado.
;eti eerav fagMe
Fugiram dous escrav.is do engeflh" Biwajae u-
fregu-zia da Kseada, um de nnme Ronifariu, ca-
bra, que representa ter de 20 a 22 anuos de idad-..
tem feicoes regulares, (Mica barba, evao refa-
lar, tanto na altura como em gnxsurav l zar'
o cabello ciirtadii rente ; e ootro de nota Hp>-
nado. pardo, que representa ter de -W a 32 aaao-
de dada, tem nariz alilado. cabcNs cnrrid, car-
po regular, tem os uMlus encovados, Ja'ad:.
falla mansa o lina, ae-ronti-se ler negaida fr
Gruar, em virtndc do RonibiCMi Wt *id de la
quem os pegar pode levar a> dia **?&*. ou
nesta praca, aa rn a^aoli
que sor racodlpoojadjieBa- fptterjahaade.
MUTILADO


MI MiBBI
8
1JTTERATMA.
A trrnnua f aocen.
(QMrcfn'ii)
O orador o Bateador. Tira do cora?o
seus instnetos, suas paixoes, suas crencas.
seos s ffrimentos, seus sonlios. suas ideias
e os deila mo* ehoias no meio dos to-
rnens. Todo cerebro llie 6 sulco. Urna
palavra cabida da tribuna germina s/ra'pre
ii'nlgtW'j parte e f.tzse urna cousa. Dizeis
e na ia, um somera pie falla, e levan-
tes os hombros. O' 'espiritas inyopes !
I'.' um fmuta que germina; um mundo
que desabrocha.
Vil
Pendem. opre o m raido dous grandes
problemas : a 'guerra deve desapparecer e
a conquista deve continuar. Parecem ex-
cluirse estas duas necessidades da civilisa-
co cm progresso. Como satisfazer a urna
sem prejudcar a outra ? pueril poda re-
solver os dous problemas a um lempo, quem
0* resolva ? A tribuna. A tribuna a
h/. e a tribuna a conquista. Conquistas
pela espada, quem as quer ? Nlnguem.
Os povos sSo patrias. Conquistas pela idea
quem as qur ? Todo o mundo. Os povos
.sao humanidade Ora, duas tribunas br-
Ihantes domina vam as naques, a tribuna in-
gtexa, a fazer negocios, u a tribuna franceza
a crear as ideas. A tribuna franceza tinha
laborado desde 8!) todos os principios,
que sao o absoluto poltico, e tinha comeca-
to a elaborar desde 18i8 todos os princi-
pios qu sao o absoluto social. Urna vez
tirado um principio dos limbos e trazido
luz, lani.ava-o ao mundo armado completa-
mente a" Ihe dizia: Vae O principio con-
quistador eutrava em carapanha, eacontrava
os guardas da alfandega na fronteira e pas-
s na apesar de suas caes; encontrava sent
nellas as partas dasckUdes e passavaapesar
das senhas : tomava o caminio de ferro,
subia ao barco a vapor, pecorria os conti-
nentes, atravessava os mares, chegava-se
aos transentes,sentava-se no lar domestico
ntroduzia-se entsp os amigos e entre os
irraos, entre o hometn c a mulher, entre
o sciihor e o eseravo, entre o povo eo rei.
e aos que llie perguntavam: Quem s ?
responda: Son a verdade, e aos que o
arguio : dizia : D'ondc vens Venbo de
Franca,
Ento aquelle que o tinha interrogado.
eslendin-lbe a mo. e era miis do que urna.
provincia, era urna inteligencia annexada.
Oalli em diante entre Paris, metropole, e
aquelle hornera, solado em sua solido, e
aquella cidade perdida no fundo dos bos-
ques o dos steppes e aquelle povo curvado
sob o juga, cs'tabelecia-se urna corrente de
pensamento e de amor. Sob a influencia
'aquellas corre rites certas nacionalidades
ulVaqueciao oytras se forlificavo. O
Ivagem sentia-se menos selvagem, o turco
dos turco, o maso menos russo, o hn-
garo mais hungaro, o italiano mais italiano.
Lenta e gradualmente, o espirito francez
para prodazir o progresso universal chama-
va a si as naces. racas a esta admra-
le! lingua franceza, composta pela Provi-
dencia coa) um maravilhoso equilibrio de
consoaoles para ser pronunciada pelos po-
vos do Norte, e de vo-iaes para ser pronun-
ciada pelos povds do Meio-dia, gracas a esta
lingua que .um poder da cirilisaco e da
.umindade. pauco a pouco, e so por seu
.liar, aquella alta tribuna de Par z con
|ilisiara os povos e os fazia Franca. A
fronteira material da Tranca era o que po-
da ser: mas nao havia tratados de 181o
para a froowira mora!. A fronteira moral
racoava continuamente e a augmentando
ilia por dia e antes de um quarto de se-
:u!o talvez ter-sediia dito o mundo francez,
ino se disse o mundo romano.
Bis o que era. o que fazia para a Franca
a tribuna, prodigioso turbilho de ideas,
gigantesco apparelho de eivilisaco, a ele-
var perpetuamente o nivel das intelligencias
do universo inieiro e a desprender, no
ra to da humanidade, urna quantidade enor-
me de luz.
'o ato o que suppiimiu o Sr. Bonaparte,
m
V. Hugo.
lado lenta dov
;le as
nebulosas do. desconhocido, s, sen) guia
e sem apoio, precipita abysra > 'Jo
erro o da perdido.
Neusa Iota desesperada com o rmpojssivel,
na iraproticeidade dos esforcos titnicos
que rupeiiha para vence-lo, o espirito
tjrt vez de abater-se e humilhar-so, ergue-
se e revolta-se, e em lu^-ar de lagrima
da compuncao que consola, rebenjta-He
dos labios o verbo da irpiedade que es-
candalisa. da injpreeafab qua irrita, da
blasphemia que escala o co !
Fausto a razo em delirio estorteodo-
sa as agonas lentas" da duvida que o
Diario de Pernambuco
Quarta fetra
5 de
Janeiro de 1870.

Merman
M EGADO PELO PAOBE JoO MaNOUI-, NA
IGIIEJA B SANTANNA P0B OCOASIO DA
! KSTIVIDADK QUE O COLLEGIO PINHHIUO
MWDOU SOI.EMNISAR NO DA 3 DE 0UTCBB0
DE 18ti), A.NNIAEVSHSAIUO DA SI A 1NS-
rAl.LACO.
lntium sapienm est imor Domini.
(Ecl. cap. 10 v. ib".
O espirito humano em suas arrojadas in-
FOLHETISI
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
por.
Paulo Fval
Terceira parte
AFLORKATt DE P1RIM
(Cootinuacao do n. 2)
VI
Pequea Jcmia.
115o de os geograplios objastar ao autor
d estas narrativas, que oao ba jia ra
','iereza lugar para collocar um glande
jardim. e que nunca existi na ra
ue Boghjen um palacio principesco, como
devia se-lo o do poderoso baro Schwartz.
Outros. porm, lem pelo contrario cen-
surado no mesmo autir pretendidas trans-
parencias, ., que pareciam estampar por
oaixo das mascaras alguns noraes de per-
..sonagens que exisliram realmente.
Teeui raza os geographos : nao ha jar-
dim vasto na ra Theroza e o palacio do
iwro Schwartt nao exista no sitio em que
> pozeoios. ti-, outros enganam-se.
Tomem, pois, o nome de Enghien, ap-
plicado ra Schwartz, por um pseudooy
mo. e entrem comnosco. no palacio d'a-
quelle laconicn capitalista. Nao se arreceiem
de alguma descpip^o massadora ; est
agora o no^so romarice muito adiantado
para que pensemos em pregar-ribos same-
Utaflte peca ; affigurem-se-lhes um palacio
quaiquer edificado por um pacha da Bolsa :
ha q is escollia n'esta ditosa Pars.
Mas tomem o melhor.
A uaica cousa que, para inteligencia do
drama, importa saber que os escriptorios
pavam as loja? e' as sobre-loj3s do
i da ra, serviudo o resto do ed-
igreja, sent na luz da estrella quo,-^rilha
no borisonte o fogo do inferno i torturar
a alma ; Catharina de llora verle urna la-
grima de arrependimento : Lulhero sent
o remorso gritar-lhe na consciencia. mas
os nevoeiros d'aquellas existencias sacri-
legas, uau se dissipam ; llenan e Strans
acerndem os raios di co com a,b!asph''-
mia que Ihes va dos labios, blaspheinia
que euvenena e corrompe, que.asphyxia
e que mata.
(juaod a barca da sciencia atraves
os mares da vida sem o lema da fe que
a cnduza ao porto am^o da 'eternidade
em meio de viagem a tempeslade da du-
vida agiganta-se, e a onda que muilas
vezes alevanta no ocano das opimes,
desvia Ihe o rumo, e o abysmo a engole ;
o abysmo do pechado, um dos limites
collocado entre o mundo e o inferno.
O grande e profundo sabio Ventura, um
dos luzeiros mais expandidos do co da
Italia, exclamava ebei > de justa indignarao:
Ati! dir-se-hia boje que mesmo eotre os
povos christos, ludo o quo ba da in-
tellgencia, da sciencia. de espirito, com'
raiissimas excpgoes. parece abominar o
cwcmndadf) de urna
'Siiiagar-lhe a cabeQa,
despedazar os- seus dolos, e destruir seus
altares.
O homen feroaeoto de. qus
a verade- en
suas .conquistas.
Om com araa>.(
humilde e cheia de -f.
cima de si ni^k^k^L^k^Bios ps
smeestoa, are-Jde -paz e de prudencia.
le passos que vos guiam ao le
dade.

de Deus, beo^
vindade, e
luz benfica
Ora, coib a
nos "^^otapfMMHhl^ipppflBtenTimpida nate i^agua crystalina
crenca csHiprUTe ihfCMtial, que, gera a | r0i, armaitaVdessa sciencia que
da .di- dr-i
i coa a
di pflligiao.
intecidae envolta
fer a
por linguagein, a conversago cora os bous
a que depois de se santificar a
' da|-ama exleriormonte pelos
*s ^^^Hridade e edifica pelo
Bapoctacui stirtodes. (Th. 3. 1G.)
afilado dessa sciencia, que Moyss
tornou-se o sabi^legjslador do povo hebreos
anquera kgou esse sublime cdigo de leis
rJitraessado irrumpante
revolugoesdji Jfcciil is; foj armado dessa
"cia, i|imHRui vjrga miraotilosa
cjnvertau a dureza a esierilidade do rche-
os
consom : Lulhero atacando .dogmas daj superstico, donde s %ia^nvMMnHPaJ #"lolos vnceram os preconceilos oamais
e do|?ebeldes, dissiparam as prevences asmis
arraigadas, hnlilharam o orguiho o mais
indcil,, domara os appetiies os mais desen-
l'reaans, obinereni o sacrificio dos enti-
meritos os mais delicados, impondo silencio
s paixoes e abaleado o seu imperio. >
Kabuciiodousor, ao contrario, nfdMia-
gnez, do fausto e da grandeza, na pnja^ica
das mais risonbas prosperidades, elevado ao
apogeo da gloria, que Ihe davam as con-
quistas das arma* com que su celebrisra,
expandia-se apenas eco aJormosear l}atx\ kinia
coco, inagailicos monumentos, quando de
repente vi-se despenhado da tnootatiha de
seu orguiho e de sua vaidade crjideiiinado
a misera condico de pastar no campo cuiuo
um irracionai!
Ballhazar, o rei impo e dissoluto, que
vivja engolfado na impureza do vicio e nos
horrores da duvassido sentado meza do
fesiim, a o prol'mar com seus labios sacrile-
gos os vasos grados do templo, vio urna
(Ao negra e mysteriosa tracar-lhe as pala-
s fatdicas, que eram sua tremenda a>n-
ridiculas e extravagantes da
paganismo.
Ora com o.e#pirito satutodo do Qfgulbo
satnico e devofado pelas hamma las pai-
xoes violentas, quij se agitaba ft;lhe raftrvarQil
na alma, quer snjeitT ao imperio de sua
forca a trra, o co e o proprio Deus: o
despotismo induiuitoda razao, que acaba ou
no desespero do scepticismo ou nos eices-
sos da iupiedade.
Nem sempre f^.nem sempre razo. A
crent:a-e o racktcfiio devem marchar ae ac-
coro, de harmoAia, na ujesma djrecco,
tiindendo ao mesmo fin-
T-a/ito perigoso, diz um nptavel pen-
saor, crer. sem raciocinar, como racioci -
nar sem crer: todo o sysU)ma iutellectual
excessivo e falso na ordem lgica, como
todo acto humano que exce.de viciosofoa
ordem moral. A verdade as^im como a
virtude, consiste no meio termo. A ver-
dade, a virLude da intelfiajencia, como a
vutude a veraiidade do coracao. Quano
a f nao se oppoe ao desenvolvtmento re-
gular
e legi^mo ,do talento, unipdose a demnacao.
ensino do Qlho de Deus <. preferir o dos
lilhos dos horaens !
i Todas as ideas sao confundidas, todos
os principios esqueddos, todas as ventadas
calcadas aos ps para dar espaco a todos
os erros, a todas asaber-racoos, a lodosos
delirios da razao humana. Tudo ver-
dadero, excepto a verdade; ludo vir-
tuoso, menos a virtude : tudo honroso,
excepto a propria honra ; es d^utrioas, es-
pirituaes e moraes perderam seu valo^ e
importancia ; a duvida tornou-se phlloso-
pha, como o egosmo justiga, o interesse
lei, a anarchia govtavno, o atheismo re-
ligio.
E' assira que intelligencias ^s: mais opu-
lentas e talentos os mais brilbantes que
devam constituir a gloria e o explendor
da sciencia e da relgio, so transviam
entlironsando o erro e vilipendiando a
verdade !
Em vez da loz que devam dilfnndir no
seio da sociedade, afogani-aa eai tira ocano
de trovas, cm que el es inesmos se snb-
mergem. Em vez do bein que. a sania
aspiraco da hnman lado, o mal que a
corrempe e deslroe. Ivn lugar do balsamo
da virtude que suavisa e vivifica, o veneno
do vicio que corroe e mala. Em vez
da felicidade a miseria. Em rugir da vida
a morte. Em vez do paraso quo o
goso perenne do supi*emo bem, o.inferno
que o a eternidade do solrimenio.
D'ahi conclue-se naturalmente que nao
ha verdadejfa sciencia sem religao que
sua base : iilinm sapicnlic- esl titnor do
miui.
E' o ponto que me proponho a desen-
volver.
Espirito de luz, divina sabeduria. illu-
minai a minha intelgencia c inflammai
o mea corago, para que eu pjssa elevar-
me magnitude do assumplo.
A verdade a brilhaate conquista da in-
telgencia. Esforcar-se e aombater por
ella um empenho nobre e glorioso
Acontar os perigos e arroslar o Icio.
das potestades do interno, pregando-a er
espoliando seus beneficios, nao s um
sublime apostolado, tamhcm um sacri-
ficio immensamente herorico.
O espirito para se ennobrecer e glori-
ficar deve aspirar o suramo bam, que
a verdade.
O erro o triste patrimonio dos in-
sensatos, r^
A lula entre" a verdade e o errovlravou-
se no berro da bqmanidade. E quando
este pareca em xtasis rever-se na |ua
obra iiefauda e erguer-se triumphante
sobre as suppostas ruinas de sua victima,
querendo eslender o seu imperio a todos
os espiritos e avassallar todas as encias, ei-la que surge mais esplendida
de fulgores, mais^msgestosa e.mais impo-
razp e a sciencia autqridade, tem-se re-
solvido o grande problema da.intelgencia
ilumina.
A rizo altiva, soberba e orgulhosa, va-
guido s cgas no deserto arillo das ieo-
iias ab.-tratas o chimeneas, nao apanha urna
verdade* nao formula urna creft&a e nao de-
termina um dever em que possa firmar seus
passos e regular, sua aecoes. *
Nessa tremenda disiluo, ,na impaciencia
de sua cegueira o na impenitencia de ue
temeridade, a razo delira e vocifera. Nao
ha santuario que nao profane, verdade que
nao desconheca, virtude que nao ataque,
sentimento que nao .macule, instituicao que
n3o condemne, saqlidade que nao .vitu-
pere.
Combate e riega com indomavel furor e
pertinacia as verdades mais imponentes, e
nos excessos de seu delirio descpnhece at
ao proprio Deus.
Aproposito da questo magna e suprema
terojjfc
Quando soi dia a sociedade egostica e
cavilosa exigir os vossos litlos, ejbibi-os
sem ervnibecer de pejo e moitrai-lbe a le-
genda qqe elle com desvello e estremeci-
mento fez gravar em vosso espirito: cien-
cia e religiSo. !sbbbk ~t
Virgeiu immaculada. filha da eterna sa-
beduria, esposa do Espirito Santo, e mi
do verbo divino, acolhei benigna a consa
gracao desees espiritos que se afervuram
no estjido da. sciencia : fazei chover sobre
elles centelhas de fogo do co, que os in-
flamme, quecos alete, que os vigore, e os
santifique, fortificae o animo' do seu direc-
tor para que no seu nobre empenho, no
seu augusto sacerdocio, os faca sempre ins-
pirarem-se no sanio temor de Deus que o
principio da sabeduria.
Inrtium topieniw est timor lomm.
VARIEDADE
eulra c
Odist
na (a |et
diz lambem distrkt
tue urna pessoa civil, pode pi-
parecer em juiw), tea o diretlt si btarar
iepostos, e o ajpsssto vntla-Uw a a4aa>
nislraco do \ ai in pMk-x impor-
tantes.
Por coasequeocia. o djstrkto prwsiaaa
tem. com o nome.de sub-pretsite {Umdratk)
um verdadeiro maire qne swaseado pesa
re, p> r proposu ou desigoafio do
Iho municipal.de districto,de
aja o sub>reeito geralmente
entre as pessoas qoe tem orna pr
no distaicto,
Alm disso, ao lado do
funeciooa ama commisao de
oros, tres dos qoaes sao etilos pelos iw
bros do consclho de dislricto, e tres i
tre os maire e bailios, de qoe
adiante. A bem dizer. essa
agitav os espiraos na Europa Mr. Guisot
di/.ia: E' do Deus vivo que nos temos
necessidade. E' preciso para possa salva-
co presente e futura, que a f na. ordem
divina, que) respeito e a subraissao a or-
dem sobrenatural reentrem no mundo e
n'alma humana, nos grandes espiritos sim-
ples, as regioes as mais elevadas, como
iiits mais.humildes.
A influencia real, verdaderamente
ellisaz e regeneradora -das cren sas depende dessa condico. Ha mais po-
der em um grao de f do que em moda-
linas de duvida e de indifferenca.
Deus o centro luminoso, cuja irradia-
cao santifica as almas a Ilumina as intelli-
gencias.
Quem caminha para. Dos, busca a vida
e a imraprtalidade; quera o despreza acha
a mora e a condemnSco.
Anta seu immeoso poder, o homem deve
dobrar o joelho em trra, rendendo home-
nagem de amor e recouheciuiento sua in-
linita magostada; abaleado o seu espirito
e humihando sua razo, dtixar que em sua
alma se entornemos inestimaves thesouros
da graca, enriquecendo-se dos dons da di
vina sabedoria; submettendo-se dcil ao
jugo suave da f, erguer os olhos para o
co, admirando as grandezas e maravilhasdo
Eterno; tornar-se grande,,mfim, pela su
blmidade uo saber epela bumildadedo co-
racao !
E' esta a sabedoria de fjuo nos fallara -as
letras sagradas, rescendente dos perfumes
do co, e que brota dos labios de Deus
fertilisandoo coraco da humanidade como
gotas de prvalho divino; resplendente de
luz, de verdade e de justiga. iuimiga do or-
guiho e da v;udade, tendo por principio
fundamento o santo temor de Deus; sa-
ta doria, finalmente, que segundo a bella
descripeo de S. Thiago, tem por ornamen-
to opudor, por emhjauna a paz, por carac-
A tales fahava a scncia dos simples e
humildes de coraco..
A iriste e deploravel historia Vis erros e
dai.misjiis bimanas nos ensina severu-
raente,.qiie, a; razo nao podar adiantar um
passo no cammho da verdade e da salva-
Co, ym iospirar-so no santo temor de
Deus e pas luzes divinas da revelacao, sem
opulentarse da virtude e do poder da man-
sido, cora que os primeiros athlelas do ca-
(holocismo evangelisaram os povos,, avussa-
laram as naces do mundo, humanisarara os
coraces, annquillaram o erro, amenisaram
os costumes, quebraram as cadas que ro-
xeavam os pulsos do genere, humano, bas-
teando em toda a parte o lbaro da lber-
dade e da redempeo.
Como catholieo, com* filho da igreja de
Jestis Christo, como indigno ministro des6a
religao santa, pura, sublime e sobrenatural,
eu RMg de ver na presente feslividade um
protesto v.vo, eaergico e solemne contra
ficio do mesmo lado de accorandaces
administrativas,e que o palacio propia-
mente dito, elevava-se brilhantlfcve garrido
pelo lado trazeiro, entre o magnifico paleo
e o esplendido jardim. Dos dous lados do
pateo licavam as cavallaricas e cocheiras a
direita, e as cozinhas esquerda, urnas e"
ouiras sobrepujadas de andares -tm gi'e-
rias, qne ligavara as duas constraccoes
principaes.
N'aqutlla famosa quarla-feira, pelo meia
do do da, funecionavam os esor.ptohos
como se cousa alguma se passra; o Sr.
Campeo trabalbava na soore-lpja, um tan
to escandalisado por se ler o patrd. havia
ires dias, dado ao trabaio de assuoiir o
lugar e as fiuiccoes d'elie, para entradas
de forados considerabilissioios, e cojo .des-
lino era para elle mysterioso. Dissera Cam-
peo n'aquella me>ma manha mulher,
n'asse momento de expausao que segu ao
despertar :
Era bem bora o peixe de domingo,
nao te parece, Celeste ?
E depois da aflirmativa da Sra. Campeo,
accrescentra :
Em toda a parto ha vejosos. Nao
supponho que os esconderlos do patro
sejam a aurora de urna despedida, porque
a casa nao pode passar sem ura homem
como en. Entretanto, d-me que setenar.
O patro tirou-riie as .chaves do cofre, que
deve conter soturnas de entrada inteira-
raente extraordinarias. Para algum lance
da Bolsa, nao me parece que saja, porque
elle, na sua posico, pode, operar sempre i
lescoberto. J pense n'ura empiesiimo.
Aquelle homem ha de vir a ser ministro...
Mis tu, Celeste, nao fazes idea dos nve-
josos que os resellados que tiro da pesca
liuha me altrabera.
Nao ha rautos pescadores da tua
forca, nao ; respoadeu Celeste, que man-
tioha forca das baixesas a paz do lar. .
Dispuabiella formidaveis preparativos
para ^^M noute, ao qual devia as-
sistir o'MVRsHdas Diniz. tabellio. En-
entre o racionalismo e o catholocismoj que as tendencias racionalistas do secujo: a
razo acastellando-se no redacto inexpuga-
vel da f contra a torrente invasor;) do erro
e da ira pie dade.
E' a sciencia que vem pedir luzes a re-
ligiao ; os filhus das letras rendendo piuito
e homenagem a sabedoria increada ; o am-
plexo amigo e sympathico da raji) com a f
o homem proslado ante a immensidado de
Deus.
E' no templo, no ensino catholieo que
os principios conservara So pureza o san-
ldade primitivas, e a verdade se salva-
guarda dos assaltos do erro. E' ahi que
a alma se eleva e o coraco se enternece
por entre as harmoiyas mysticas dos cnti-
cos sagrados. E' ah que o homem con-:
versa com Dens'-por meio da yoraco sim-
ples a eloqueute, pia e fervorosa. E' ahi
que o pensamento, depois de sehavercon-
centrauo em's mesmo, remonta a iinmen-
sidade ao infinito, e diz tmido de amor e
de respeiio: eu te confesso, Senhor I Te
dominum confUemur.
Quando as sciencias e as lettras, diz
um sabio e^criptor, fugianr espavoridas
diante do furor e da perseguido dos bar-
baros, o christianismo Ibes abri umasylo
no templo.. E: pois na templo que se ha
conservado o fogo sagrado do saber ; foi
dalli que elle sabio depois para esclarecer
e civilsar o mundo ; c toda sciencia e toda
civilisacoque nao procede do tempo tral-
la, falsa ou perigosa.
Mocidade cheia de vida e da esperanca,
que aspiraes um futuro radioso de gloria e
felicidade, bem dizei a mo daquellc que
vos conduz ao templo, que vos infunde na
alma os sublimes preceitos da religiSo ;que
abroqnella o vosso espirito com o escudo
da f para resistir sereno e impertorbavel
ao choque tempestuoso das paixoes hu-
manas.
Imitai o sen exemplo que edificante ;
ouvi os seus conselhos que sao de amor,
tre Lenidas e Celeste, ligada todava aos
seus deveces e orgulhosa do seu Campeo,
ardia, havia vinte seta anoos, urna d'essas
chammas platnicas que s rom a vida se
apag m.
No palacio, tudo soffra completa trans-
formaco. Os Godillots de 1842 linbam-
s apoderado das saias e voltavam n'as de
haixo para cima. Bem eatendido, que iieui
o dono nem. atona da casa tomavam parte
alguma n'equelle insano ldar, e apenas
tacin esua mulher davam tos. preparati-
vos urna urna \isla d'onos pieguigosa. Nao
exista, portauto, o mais leve presentimento
da prxima peripecia. Os criados traba-
Ihavam desembaracatlos, e at o p deroso
Domergue cooservava a quolidiana pbysio-
nomia.
A Sra. Scard, porm, a aya puchadinba
sustancia quj Irazia das visitas ;i raadri
uha um ebeiro pronunciado do fumo,
andava inquieta. A sua curiosidade,
fortemente excitada, causava-lhe febre.
Em vez de se oceupar dos preparativos
para o baile, c a senhora baronwa encerrada no seu quar-
tdcom g-ntinha jjpr quera a Sra. Sicard
nao dra um copito se quer da genebra que
beba s escondidas.
Estav a baroneza ScbwarU.no seu quar-
to de cama com a cabeca desornada e tra-
ja ido siraptesmeote ya peleador. Ha
va as feices d'ellamuito cansaco, muita
pallidez cas faces, mas a sua portentosa
formosura da^a quelles signaes de angustia
nao sei que novo altractivo. Sem brilhar
menos, impressionava mais, e.js duas crean-
cas que. sollicitas, ali estavam junto d'ella,
subjugadas e collocando-llie os labios fiiiaes
ao alabastro das mos, cQntemplavam-n'a
com superslicioso amor. .
Nao Ihe perteociam pelo sangue, e teda
via davam-se-lhe todas com toda a frvida
dedicacio dos nobres nimos. Escutavam-
n'a attentos ; Mauricio Schwartz de p,
paludo como ella e de olhos rdanles Edmr
Leber assentada nmma alraofada aos ps
d'ella e conservando na enternecida fronte
a sensaco'de um beijo materno.
Edme tinha s palpabras- arrasadas de
lagrimas : era a mi da Miguel que ac
bra dofcllar. Em Mauricio, o sincero d-
voroco do seu coraco, excellenlo e joven,
ligava-se por urna especie de adultero mix-
to ao outro alvorcco ficticio, que. bruta
n'outro coraco, bolso banal, particular ao
generoso autor, e onde caum e se elaborara para produzirchimi-
c mate as enl'adonlias tiradas,, asexage-
racoes e a algaravia.
Mauricio, porm, aprosserao-r.os a dize-
lo, aoresentava um caso mu benigno da
colera theatral. A epidemia tocara o, de
leve ; conservava-se digno de admirarpe.
cwnprehender, de sentir o valente esforco.J
otfieroicos clculos, a pungente dr d'a-
quella nobre e gentil oreatura. que pec-
cra talvez, mas que se rehabituava no
marlyrio de urna enorme expiaco.
J ella nao aliava ; lme e Mauricio
esculava.n-ra ajnda.
Fallara.ella por rauito lempo de olhos
ochados, tas com, o coraco alanceado
por pungentes recordaces.
. Dase tudo, proseguio depois de ter
dividido um beijo mudo por aquellas duas
canecas lihaes. A Branca nao devia ouvir-
me, porque, sem querer, accosava-lhe eu
opai ; e adiara talvez meita-dijculdade
em.copfessar-me diante io Miguel. Tdo
disse que ha de ser rooiher de meo
Qlho, agule que deve amar e proteger
mhiha filha. Tinham direito a saber que
terrivel desgraca se oceulta sob a nossa
riqueza.
A minha falta consisti em ter lid o
medo e ba ver prepitadamente acreditado
no abandono de Deus. A morte da An
dr partia-me o coraco ; eu ja nao era a
mesma. O pensamento de ir para a cadeia
toraawa-me louca, e fura elle, toterno,.]
13o dedicado, 13o gpaeroso, quem em mica
exaltara aquelle temor.
Eu estava s ;. pensava estar s ; mas
Um*H lels nsuMlcl|ae9 fran-
rezas.
-
No momento em que o governo francez
prepara urna lei acerca da nomeaco dos
maires, nao deixa de ser interessante a ana-
lyse comparativa do projeclo de lei muni-
cipal que o governo prussiano submetleu as
cmaras remidas em Berliin.
Os maires em Franca sao nomeados pelo
governo, que, cem o art 57 (Ja constituico
esubeleceu a sua completa liberdade de es-
ajpOii.
O artigo rosa assim :
* A erganisaceo municipal ser determi-
nada por lei Os maires sero nomeados
pelo podar executivo, e podero ser lirados
fura do conselho municipal.
Apesar do senalus-consuUo, de 48 de
julhu de 186(5, -que veda a discusso da
constituico, a autoridade do art, 57 e a
do artigo correspondente da lei de 5 .de
maio de 185o forampor tal modo enfraque-
cidas com as militas scolhas nfelizes, que
o governo pensa em renunciar ao direito
de escolher os maires fra do conselho
municipal, continuando, alias, a uata-
los.
Compre convir quo o governo prussiano
mais generoso: era certos pontos eslava
elle menos,adiantado quo nos; eis que
de um salto nos deixa aira/.. O projeclo
que vamos examinar nao muito do nosso
gosto em todas as suas partes, mas contera
numerosas disposices favoraveisao self go-
verment, e por esse lado recommendamos u
estado dolle.
Beferc-se o projeclo prussiano as com-
munas. aos canloes e aos districtos, mas a
lei s ter vigor as seis provincias onen-
taes. A Prussia nunca teve, e parece
que nunca ter urna adminisiraco uni-
forme.
O projecto comeca por difmir o dis-
lricto.
O districto prussiano (Kreis) anlogo
ao nosso, pois que urna subdiviso ad-
ministrativa do departamento (Begierung,
governo na Prussia). Mas nisto para a ana-
logia, como vamos ver.
Os nossos departamentos divklem-se em
tras a sete districtos, termo medio qaatro,
tendo cada 4im 100,000 habitantes; os go-
vernos prussianos, que^geralmenle sao um
pouco amores, verdade, dividem-se era
oito a -vinte e tres districtos, isto doze a
quinze, termo medio, com urna populacb
media de 50.000 a 60.000 habitantes ; ba-
os de 30.000 e de 160.000 habitantes.
Mas aqui vo as differentas mais cssen-
baes.
Os districtos francezes sao divisoes ter-
riloriaes creadas no inieresse da adminis-
trajo pare facilitar o trabalho ao prefaito
(antes de 1789 o intendente nomeava o
subdelegado), pois que o sub-preleito, ape-
sar do decreto de 13 de abril de 1861 e da
lei de 4 de maio* de lKol, nao mais que,
um agente de tnmsmisso, e quashem po-
der proprio.
O sub-prefei! nomeado pelo impera-
dor, e o conselho da dislricto, qua eleito
p los habitantes do dislricto, dq .o seu pa-
recer sobra questoi**" de-territorio e de "sji-
Cao, e algumas orftras; poder real, s o
tem na divisao dos impostas entre as com-
muas, do d^tricto.
O dticto francez na de facto, urna
pessoa civil: nao posean uada, nao tem re-
ceia nem despeza propria, nao pode com-
parecer em juizo, c to debis sao os seus
vnculos, queaiguns espiritos eminentes,
com ou sem razo, nao o examinare-
invigivel afluencia me crcandava a impel ia
liste casamento pareceu-me urna barreira
entre mira e o objeelo dos meus terrores.
Kefugoi-ma n'esta umo como n'um asylo,
e n'ella achei. seno a felicidade, pelo me
nos urna e*jpeeie de repouso, al ao da
em qua a descoberta das cartas de Andr
me despertou terrivelmeme. *
Besurai Ibes o ciKitedo d'essas cartas,
que talvez osio n'este momento ora poder
do nwsso mortal inimig. Cada um dos
meus lilao* me irouuMsti raanha a sua
m uova, como se todas as horas de todos
os das devessem engrossar o monte de
ameacas que me entorpacem o caminho.
Mauricio Jeu me noticia do furto uocoln\
Edmedo roubo da pes sao vibrados pelrf'mesma mo.^fcnto
em dezesata anoos tenho feito intil
Est a lei minha porta, como na manha
stjguinie ao dia em que pela vez primeira a
desgraca nos fulmnou.
, Se o sangue se me gela .anda as
veas, porque pens em mista filha.
Pelo que me diz respeiio, esipu rtwgnada.
estou prompta...
Nos formosissimos olbos de Edme, ma-
rejados de lagrimas, fallava-lhe o coras
Tomou a mo -da baroneza e beijou-a enter-
necida.
Matjrico disse :
Meu pai enganou-se, como .taQtos
outros, no eomeco d'este infernal trama.
Meu pai homem integro e bom
Tosse ter.com elle ?
' 'Detave-o o olhar* triste e resoluto da
baroneza.
Nem sequer nos permitldo defenr
der-nos, p'roauncion vagarosamente, i)
senhor ludo pode pelo faturo de minha
filha, que Iba vai ser confiado ; por mira
nada p6de, ninguem poda cousa alguma
seno aquelle -qoe tem direito para'esco-
Iher o faeno qoe deve Iluminar esta escu-
rido ; aquelle que padecen mais que n;
e por nos ; aquelie quem pranteei cop
ligrimas de sangue, e cuja' ressurreico
presidida pelo sub-prefeito, qoe
o districto.
Cousa digna da nota : o art. lOQdopr-
j^cto de lei prseme a poblicario coi \m
lolha local, das actas do coe&o. e s*
permitte excepeo em casos especiae-i, por
meio de votaco do conselho do astricta.
O orcamen.o do districto UaUwai potin-
cado em virtude da lei.
O conselho de districto elssso pal.*
habitantes do district>, observando *e ao
regras seguiutes:
Comeca-se por tres oo qoatro coi*"itos
elaitoraes, um compaehendendo a noaoV
( oo cidades ), outro as commooai iunr>.
o lerceiro os grandes proprieUrios. R-fcv
re-se esta expressao quelles tojos tea* de
raz forem avallados pel< catastro n'oon
renda liquida de f:000 tlialenpebasema.
Nos districtos em qoe hoover priprieti-
rios com urna renda liquida de :tt I) dos-
iers, pelo menos, organisa-se san /ooarto
collcgio, o dos maiores proprieSBJiM
que se nao confunde com o dos gra:t.ies
proprielarios, excepto em qoe os ns e4-
legios dos proprielarios remudo aa<> pO-
dem dar. segundo os casos, bbm de ana
quarto ou de um terco des membros da
assembla.
Nao entramos as mnuden-:us da <
dos eleitores c dos membros doceftsli :
queremos mostrar somante que o legist nt-'T
prussiano lem a principal preoccopoc>> o>
affiancar a representadlo e todos o ii-:-
resses, llavera, portauto, represtnUaoBO
das pequeas cidades e representantes >Us
aldeas ; finalmente, representantes da grao-
de propriedade. Nao se procuro, njnsjar
as cidades nos campos. Todava, nosistnr-
tos, onde, por causa da populacho, as cidbdW '
li ver in de eleger mais de nietad;
membros do conselho, a lei limita o sr
direito dispondo que em nenhum easn p-
dero ter mais da metade do meabro*.
Importa accressentar que as CsMss tle
30:000 almas pelo menos, sao autor i- las
a se separarem do districto territorial. a
formarem um dislricto urbano diaocto.
Nesse caso, o conselho municipal a hars
mestre subslituem o sub-prefeiio e o con-
selho de dislricto. isto desapparece o
termediario enlre a cidade e o prrtVi' >.
At aqui a lei nao unovoo anteantes
modernisou, e assim se pinU dizer, e rrf-
larsou a organisaco dos districtos. M> v .-
mus agora a urna innova;oupoilaijt aool
bailias, divisoes territoriaes semelltaals oa
canloes francezes. %
Nao seria exacto dizer que o canta) f nsi*
at aqui desconhecido na Prussia ; eustei
cantes com diffarenles noraes, na prmin-
cia Bhenania, *We?tphalia, na provino^ >te
Posen e em ontros lugares, mas as >ra s
criados em cinco provincias ao ine:**. i^ *
iniioYdco do projeclo de gramla akanr
(ao menos primeira vista) porque < beri-
lios 'Aintrliauplinaiin) nao sao m maires de cantan.
Quanto formarn deseas divi>es. fe
notar que o artigo 43 manda expresaaasealo
respetar, quanto possivel, assoeiar'* d>
communa* existentes para um tim qoatqnvr
adminis!. agSo de polica, ou de escala*. i>o
de estradas, ou de protero mutua contri
o incendio.
O bail:o c nomeado pelo re por trw
anuos, e escolhido dentro os habitante* Mi-
ta veis e considerados do cantad, inc aalo*
n'uma lista pelo conselho do dbtrcto. \s
funeces do bailio sao ratuilas : pogara-s-
Ibes, porm, as despezas que fiz:r.
( Continuarse-ka. /
me ta/, um jubilo envenenado, ponpta
entre nos existe um abysmo.
Elle vive. ? murmurou El mee.
Aquella j Mauricio ressuscitra no dra-
ma. O drama persegua o excedente aio-
co, elevando-se s proporces de buh
p ophecia.
Com a paluda mo, a baroneza compri-
mi a fronte, qne abrasava.
Seiitia-o em volta da mim, disso elb.
Por moitas vezes reprim o inpui* >U>
meo corago como quem afasta orna idea
sup^stieiosa, seja eda de esperanra i
suito. Baldado empenho : o preteotuarn-
to era mais fofo ; torna va-se certeza, f
parecia-me que aquelle id ilatrad plian-
tasma. ignorando o castigo da minha *ita
o o mago do meu coracao, se chara iv i
agora a vinganca.
i Nao me eoganava ; estive doranta al-
gum lempo conderana la pela sua josupi.
' < Pelo que respaila ao passad. aeah^i.
meus filhds ; resta o presente. Mm urna
vez Ih'o repito : tem direito a saber torio.
A baroueza timo do seio orna carta, oae
Lparecia araarrotada e hmida. E disse sor-
liado tristemente e a II odiado aquella appa-
rencia da vetustez:
Ed'hojel....
de meu marido, prosepno, daadb"
por violento esforco alguma firmeza
d'aquelle que se oonservou meo,
peraute Deus. Ambos sao muito
0 mas um da vira em que bao de medir, to-
da a extenso do sacrificio da Jaadiuoi
mulher fue Ibas patent o sem nada reser-
var, sem oceultar cousa alguau.o ab>*n
da sua vergonba e da sua das ventar a.
&lma e Mauricio levanurara-s; por
cominera impulso, e todas tros so cooser-
varara por um iastante eo lacados ento-
treito ampiexo.

t
m i


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