Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12176


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 196
QUMTA FElRft 31 DE AGOSTO DE 1070.
<
<


'
R
PARA A CAPITAL^ E LUGARES OWDE IAO SE PAGA PORTE.
ires mezes adiantados
seis tinos dem ". .
,Jor um anno idom.. .
1 Cada numero avulso. .
6,5000
12,3000
24i5O0
320
. *
PARA DEMTRO E fORA DA PROYOCIA.
Por tres metes adiantados
Por seis ditos idom."
nove ditos idom .
4*or aro anno dem
647C5
13*800
20*250
274000
Propriedade de Manoel Rgueirta de Faria & Filhcs.
r______________________________;---------------------------

~~ "~ SAO AK5TI*:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Goncalyes A Pinto, no Marao*, ; Joaqnrm Jos de Oliveira, no Ceara ; Antn* de Lemos Braga, no Araeatr
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Anton.o Jos Gomes,
em Nazareth ; Francisco lavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martios Alm >> Babia ; e Jos Ribe.ro Gaspannbo no *b de Jane.ro.
Joo Mara Jnlio Chaves, no ** 5 AntoM0 ""!* da no atal ** jMtD0
na Tilla da Penha; Belarmino dos Santos MeSo, em Santo AnO; Domingos Jos da Costa Braga,

PARTE OFFICIAL.
ovenu la provincia.
MFHIKKTF. IMKMMm PILO ItV. SR. SENADOR FKE-
(IIMCO BAU(EID\ R AI.BUOUERQI-K, PnESIDKNTK
H PBOYINCIA, KM 6 Mt MAR 1* se?ciio.
!t. T5f>.OlHeio an cdnunaadaate do presidio de
t emand*.Ctnstendo aprsentelo por
** cnmmandn no i.* de jsner uliimn. qae ah
ku iss-m iis respectivas traas,
mmpre que Vtne. remeta com urgencia ama re-
Jacio axiainsl dos mesmo, or deelaracao de suas
ualaralidades, estado, termo, comarca e provincia,
r*merii4'>s para esse presidio, a*1m como qaaes-
raer outros esclarecmentos que pofeatn aprovei-
Ur a aeiaisican das mestms guia, alin de se po-
ier providenciar sobre ellas.
N. 76. Dito ao conselho Je compras nacaos.
ApjiPfv. o contrato que o conselho de compras
eiraes eetehroH em 19 do correte, com Antonio
VraoeisM Manms de Miranda, para (ornecimento
1*. liaha aos navios da armada e estahele^iraentos
ariana/nn trimestre de abril a junho d'este
mihi-, pelo preco de 2450 o cento, como ennta
d termo annexo ao offlcio do mesmo conselho de
ti deste mn, a que respondo.
f seccao.
7tOIBcio ao Br. chefe de polica.Trans-
niittiQdo a V. S. as copias juntas dos ollbios din-
pelo delegado do termo de Htrbalho na pro-
picia In Oaraaos dos termos de Ex e Salgueiro
Mita provincia, Ihe recoramendo a expedico de
tas *irden<, para que caso all se achem os crimi-
3o*s de .ue tratam ditos oficios, sejam elles cap-
turados. .
V. 763. Dito ao mesmo.P.onstand) de ofcio
lile)?*e de Harbalhi. na orovincia do Cean,
a neaMudf o do respectivo presidente de li do
irrecic, sob n. 9, ter o facinora Antonio Pereira,
v aaeuttdo do termo do Grato, segundo ons
>.raalapr denominado Gavio, no termo da
Ba -Vita, onde lem nm Inri) Francisco Nunes de
Hacro lambem crimino^ reeommendo a V. S. a
Tpadlirli das convenientes ordens para ser captu-
rado (iit<* criminoso, caso realmente para alli le-
nhiidoe se ache.
R. t6tDito aompsmi.-Transmuto a V. b. a
inclusa conia dos medicamentos fornecidos pelo
piarmaeiiitico J()aquim do Almeida Pinto, para o
traumeitn dos indigentes accommeltidos da vanla
aittnna de Auua-Preta, alim do que depois de
pasado o recibo de en'reg, me Pa devolvido.
Ji. 765.Dito ao commaodante superior interi
m da guarda nacional do Recife.Mande V. S.
iur.s--enur araanha la -i hora da tarde, em frente
Ja ijjreiaBova do Senhor Bom Jess d>s Marty-
not daVregueiia de S. Jo>, um batalha da guar-
ditnciaoal sob o sea commsndo snoerior.panacom
pialar a magem que a respectiva innandade tem
ie aareentar em projissao a venorago dos deis.,
V 76t-Dito ao juiz de direito da primeira vi-
ra 4eta cidade Kemetto a Vrac. o conselho de
i-jigMBPBio a que f i submetti o o alferes do cor-
pa previsorio de polica, Basilio Luiz Coelho, soli-
'Udo em seo officio de l do crreme, para po
der enmprir o despacho langado no requerimento
do mesmo alferes.
N. 767.Portara ao commandante do corpo
pniroorto de polica.Pode Vine, engajar no cor-
jm sob 9 seu commando os paisanos, Emigdio Jos
do Nitimento, Jos Cesar de Andrade e Sevenano
Irfl da Silva, aos qnaes allodem os seas omcios
os. 126, 128 e 131 de i3, i\ e 26 do crreme, se
tiveretu a precisa idoneidade.
N. 7C8.Dita ao tenente Joao Decl co da bilva
Haoa. Declaro a Vmc. que nesta dala recommen-
do ao teaente coronel Joaquim Lucio Monteiro da
Vrasca, nue dos gneros alimsnticios r.onluzdos
p*r Tcic para soccorro da populacao da villa do
Baimie, Bom Conselho e Garanhans, entregue ao
1M-. Severiano Monteiro Leite, quarenta saccas com
fariilia, dncoenta arrobas de carne secca.dez sac-
ras coa milito e tres com feijao por serem remel-
idas para Cimbres.
3.* seccao.
N. 769.Officio ao inspector da thesonrana de
ta. ruta.-Transmiti a V. S. para os flns conve-
nientes a inclusa ordem do thesouro nacional, sob
". 770.-Dito ao mesmo.Devolvo a V S. a in-
losa coot, afim de qae em vista de sua informa-
-o de toje, sob n. 19H, com referencia a da con-
udarta des
dxcompanhia Pernambucana aquantia de 20o42tKi
pioventeate de transportes e passagens dadas por
ata do ministerio da guerra a bordo do vapor
Cmruiipt, oa viagem que Jez no correnle mez ao
nrewdio de Fernando de Noronha.
< 771.Dito ao mesmo.Teado nesta data ap-
provado o contrato que eelebrou o conselho de
compra* navaes com Antonio Francisco de Miran
i i para o ornecimento de lenha aos navios da
armada e estabelecimentos de mar nha, no trunes-
ir de abril a junho deste aYino, pelo preco de
"L-O o cento, como consta1* do termo junto por
^ta, assiai o commuDico a V. S. para seu co-
T 77?^Dito ao mesmo.-Em vista do incluso
re qae me remellen o commandante superior
esWNBaoicipie com offlcio de 24 do crreme, sob
a. 5, taande V. S. liquidar e pagar os vencimeu
losaos urabores, corneUs e clarins empregados
nos carpos da guarda nacional do mesmo munici-
pio nos meies constantes do mencionado Prel-
K. 77X-Dilo ao mesmo.Depois de liqudalo
em vista das comas juntas em dupheata da oes
acarsibi, nao s com a illuminacao do quartel da
coaapatthia e aprendizes do arsenal|de guerra,
durante o mezes de selembro do anno proximi
nwsadoa Janeiro nltirau, mas umbem com
Cinteras do eacanamento da mesma illuminacao
t*t pa,a a sua importancia empreza da illnmi-
naeo pablica desu cap al, conforme so icitou
director daquelle arsenal, em offlcio de 2i do t
"^^ 77i._T)ito ao mesmo.-Devilvo a V. S. com
i- competentes recibos as tres inclusas comas dos
*i8ic*nemos ornecido pelo pharmaceulico Joa-
i'urn 4e Almeida Pinto, para o tratamento dos m-
entes accommettiios de febres nos ternios do
Bn Conselho, Oaricun- e Salgueiro, ficando assira
sitirfeiu a requisito de V. S. comida em offlcio
de 1 crrante, seb n. 181, a que respondo.
5. 775.Dito ao mesmo.Era additamento a
miaba portara de 23 do crreme, contemple m'ais
no abone da quanUa necessaria para,o seu traas-
ottofe'Peaeo at Piranhas as prac.as do exime-
o baanTaaon. SJde veluntarios da patria, Jos An-
(ant Ron da Silva, e Jos da Costa Mendes, Ma-
nuel Batmndo dos Santo e Manoel Pereira de Al-
sntsd*.
gf_3j5._Du ao inspector da thesouraria pro-
vrnoW \a eaoiao Manoel Jos de Torres Tempo-
ral manfle V. S. pagar, depois de liquidados, em
* iitt prel junto em duplcala, qae me rometteu
o eawnandante superior do municipio dAgaa-
Pna oa offlcio de 17 fb crreme, os vencimen-
LuTiBUrvos ao mei de fevereiro ultimo, dos guar-
ilMMaanaeedestacados n'aquella villa.
w a TBUa ao chefe da reparticao das obras
anMias. -'Em resposu ao offlcio que Vmc. ma
SSam W do corrate sob n. 77, tenho a
Kfla approva a aeliberacao que lomou de sus-
MtST ir-T ao art. 16 | it do regulamento,
T.mnia>JU*to por oto das, de exercicio de a
ac "^oT
OMn.
4" seccao.
U_ 778.OITicio ao presidente da provincia do
Cear.Em resposta ao offlcio de V. Exc, de 14
do crreme, tenho dizer-lne que nesta data re-
commendo ao chefe de polica desta provincia a
captura do criminoso Antonio Pereira, caso elle es-
teja no termo da B ta-Vista, para onde algumas pes-
soas informara ter seguido, sendo que lamben) ot-
fljiei ao presidente do Piauhy oara providenciar
no mesmo sentido, se porventura tivtr elle ido
para a comarca de Joicoz, como dizem outros.
N. 779.-I)o ^0 mesmo.Respondendo ao oui-
cio de V. Ese, de 15 do corrente, tenho a dizer-
Ihe que nesta data se recoramenda ao chefe de
polica a expedicao das convenientes ordens para
que sejam capturados os criminosos de que trata
o dito uffltio, caso se ache nos termos de Salgueiro
e Ex. como diz o delegado do Barbalho.
N. 781.Portara cmara municipal de tim-
bres.Em vista do que expoz a cmara munici-
pal de Cimbres, em seu offlcio de 15 de junho do
anno passado acerca do ahaiXAassign^do que Ihe
dngiram Manoel Vicente d'Annunclaeao, propne-
taro da fazenda Alagoa.de cavallo, e outros mo-
radores era diversos pontos da mesma fazemta.e
do que inform >u o engenhero chefe da reparticao
das obras publicas, em 16 do corrente; declaro a
mesma cmara que flca revogada a nrdem desta
presidencia de 21 de novembro de 1867, que an-
torisou a desapropriacao dos terrenos precisos pa-
ra a abertura da travessa que pretenda a cmara
transacta fazer no sitio denominado Canga, distnc
to de Alagoinha para essa villa, visto estar verili-
cado, nao s que nenhum beneficio publico traz ao
respectivo municipio, cemo tambem que existe
urna outra estrada cultivada do referido sitio l.an
ga para essa villa, em terreno melh r, mas igual
e iraosilavel.
N. 782.Dita ao gerente da Companlia Pernam-
bucana. -O Sr. gerente da Companhia Pernambu-
cana mande dar transporte at G 'yaona no vapor
Parahyba, por coma do ministerio da guerra, as
pracas do extracto batalhao n. 53 de voluntarios
da patriaFrancisco Lopes de Mendonca e Anto-
nio Jos de S un" Amia.
N. 783. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
Companhia Pernambucana mande dar transporte
at Pnelo por cunta do ministerio da guerra, nc
vapor Gmui, s pra;as do extincto batalhao n.
53 de voluntarios da patrialos Antonio Rodri-
gues da Sitva, los da Costa Mendes, Manoel Ray-
mundo dos Santos e Manoel Pereira d'Almeida.
N. 784. Dita aos agentes da Companhia Bra-
silera de paquetes vapor. Os Srs. agentes da
Companhia Brasileira de paquetes mandeni dar
transporte, por conta do raini.-terio da guerra, ate
o Maranhao, no primeiro vapor que sejuir para
os portos do norte, ao anspecada do extincto bala
Iho n. 53 de voluntarios da patria Francisco
Joaquina Pereira. ,,. ...
N. 785.Dita ao tenente-coronel Joaqnim Lucio
Monteiro da Franca. Dos gneros alimenticios
conduzidos pelo tenente Joao Djoclecio da Silva
Paula, para soccorro da populacao das villas de
Bnique, Bom-Conselho e Garanhuns, entregue
V. S. ao Sr. SeveranoMo nteiro Leite 40 saccas
cora farinha, 50 arrobas de carne secca, 10 sac-
eos com mlho e 3 ditos com feijao, para serem
enviados para Cimbres.
KXPF.DtE.NTE ASSIGXAOO PELO EXJI. SR. DR. ELIAS FRR-
DERICO DE ALMEIDA E ALBUQUERQUK, SECRETARIO
DO GOAF.RNO EM 26 DE MARCO DE 1870.
1* seccao.
N. 786. Offlcio ao director do arsenal de
guerra.-S. Exc. o Sr. presidente da pnvincia,
respondendo ao offlcio de V. S. datado de 24 do
corrrente, e sob n. *3, manda declarar que a the-
souraria de fazenda lem ordem para pagar a
quantia de 251*600 constante do citado of-
ficio.
2' seccao.
N. 787. Offlcio ao commandante superior da
guarda nacional de Palmares.Nesta dala autori-
sou-se > thesouraria provincial a pagar ao capitao
Mauricio Jos de Torres Temporal, os vercimentos,
constantes do offlcio de V. S datado de 17 do cr-
reme, o qu.'l fica assm respondido, de ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. SENADOR FRE-
DER1CO DE ALMEIDA K ALBQUERQUE, PRESIDENTE
DA PROVINCIA EM 28 DE MARCO DE 1870.
1* seccao.
N. 788.Offlcio ao director do arsenal de guer-
ra.Mande V. S. por a disposicao do Dr. chefe de
polica 8 redes que por elle sao pedidos em offlcio
de 24 do corrente, sob n 409, enviando a conta de
sua importancia para ser satsfeta pelos cofres
provinciaes.
pi. 789.Dito ao mesmo.Mande V. b. receuer
no quartel do Hospicio aos armazens desse arsenal,
os objectos constantes das relaces n. 1 e 2, como
solicitou o brgadeiro commandante das armas em
offlcio de 26 do corrente sob n. 157, devendo V.
S. apresentar a conta da des pea que Bzer com o
transporte para ser indemnisada pela thesouraria
de fazenda.
jl. 790.Dito ao inspector do arsenal de man-
nha.Para poder salisfazer a requisicaoMe V. S.
conlid em offlcio de 21 do crreme sob n. 1927,
convem que me informe que salario se deve pa-
gar a cada um dos caldeireiros de ferro que se
tem de mandar engajar na provincia da Baha.
S_ 79i.Dito ao commandante de Fernando.
Envi Vmc. para esta capital, na primeira op-
portunidade e com a precisa seguraoca, a serem
apresentados ao Dr. chefe de polica, o< sentencia-
dos Antonio Gomes Serra, e Joao de Medeiros, os
quaes segundo offlcio do juiz municipal da 1* va-
ra, de 24 do corrente, j cumpriram as respecti-
vas penas.
2'seccao.
N. 792.Offlcio ao Sr. Dr. chefe de polica
Nesta dita ordeno ao d rector do arsenal de guer-
ra, que mande por a disposicao de V. S. os oito
refles de que trata o seu offlcio n. 409 de 24 do
corrente. .
N 783. -Portara ao commandante superior in-
terino da gnarda nacional do Recife. Kjpe> J-
S. as convenientes ordens para que no da 31 do
coprenie as 5 horas da tarde se aprsente em fren-
te da igreja do Cirpo Santo, na fregnezia do Reci-
fe um batalhao da guarda nacional sob o seu com-
mando superior para acompanflar a imagem do
Senhor Bom Jess doSPasso, que tem de ser de-
positado na igreja do Carmo, devendo no da se-
suinte de apresentar em frente desta ultima igreja
Ss 3 horas da lrdeos batalhoes da mesma guarda
nacional qae estivercm disponivels e poderem mar-
char, aflm de acompanharem a mesma Imagem
que em solemne procissao tem de regressar aqnei-
* lfre794.Ditas aos commandantes superiores da
guarda nacional de Palmares. Rio Formo. Pao
d'Alho, Limoero, Bonito e Flores.- Enve v. S.
com toda a urgencia as nformacoes que Ihe loram
pedidas era portaras de 12 de Janeiro e 11 de se-
terabro, 9 de outubro, e 17 de dezembro do anuo
passado e 15 do me lindo qaadto a guarda nacio-
nal sob o seu commando superior ; isto de
quantos corpos se compon a do servigo activo e a
cor
da reserva, com a numeracao delles o municipio.
cidade da Victoria, nos das 10, 12, 15 e 17 do mez
de abril vindouro, a lira de acompanharem as pro-
cissoes que nesses das tem de" satir da dita
igreja.
3a seccao
X. 79bV-Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda Antoriso V. S. nos termos de sua infor-
raacao de 26 do correnle.sob n..304. com referen-
cia a da contadura dessa thesouraria a mandar
p.gar ao Io pratico da barra desta capital Manoel
Francisco dos Res, que as>im o solcita no reque-
rimento documentado qae incluso devjlvo a quan-
tia de 503, pelo servico prestado ao'transporte de
guerra Itapicurk com referencia a sua entrada no
porto, e respjctiva amarracap. .
N. 797.Dita ao mesmo. Comraunico a V. s.
para os devidos fins, que segando participon o ba-
charei Austecliano Correia deBrito, em offlcio ae
11 do crreme, oessad.ita assumio o exercicio das
funecSns do cargo de promotor pnblico da comar-
ca d Tacarat, para o qual foi nomeado por deli-
beragao de 20 de novembro ultimo.
N. 798.Dita ao mesmo.Communico a \.b.
para os devidos fis, que segundo partecipou Lie-
mentino Vieira Batalha em offlcio de 3 desle mez,
nessa data prestou jnramenlo e assumio interina -
mente e exercicio do >eu cargo, de promotor pu-
blico da cmara de Tacarat.
N. 799.Dita ao mesmo.Expeca V. 6. ascon
venientes ordens para que no dia 1 de abril vra-
dooro a horas do eostume, se passe revisia de
mostra no 1 bataltfio de artilharia da-guarda na-
cional deste municipio que esi aquarielado no
Hospicio.
N. 800. Dita ao mesmo.Recommendo a V. b.
que em vista das inclusas contas em duplicata que
me remetteu o inspector do arsenal de marrana,
cora offlcio de hontem sob n. 1928, mande liquidar
e pagar a importancia do gaz consumido com a ii
luminac) daquelle arsenal, e da casa da respectiva
inspeccao, durante os mezes de julho a dezembro
do anno prximo passado.
TT 801.Dita ao mesmoAnnuindo ao que re-
latou o capitao do porto em eflbio de 26 do cor-
rente, sob n. 30 recommendo a V. S. que mande
pagar a Carlos Eduardo Mulhert 4 C. a quantia
de 24*600 rs. proveniente de um livro impresso
de 400 folhas, que em virtude de autonsacao da
presidencia, fez para o flm indicado no art. 19 do
regulamento, que baixou cora o decreto n. 447 ae
19 de maio de 1846. ,. ...
N. 802.Dito ao mesmo.Depois de liquidadas
era vista das contas juntas era duplicata, a despe-
za fela nos mezes de Janeiro e fevereiro deste
aano, com o fornecmenlo de luz e agua para o
quartel do destacamento da villa de Cimbres, man-
de V. S. pagar a sua importancia a Malaquias Jos
Bautista, conforme solicitou o chefe de polica em
offlcio de 26 do crreme, sob n. 418.
N 803.Dito ao mesmo.Commuoico a v. s>.
para os devidos fins, que segundo partiipou oba-
charel Antonio Paulino Cavalcanie de Albuqaer
que juiz municipal e de orphos do termo de bui-
que, em offlcio de 15 deste mez, nessa data deixou
elle o exercicio do dito cargo, por ter de vir lo-
mar assento na assembla provincial.
N. 804.Dito ao inspector da thesouraria provin-
cial.Nos termos do parecer da contadora de-sa
thesouraria"e de que fazmensao alsua Infermacao .le
23 do corrente sob n. 187,mande V. S. pagar aocon-
ductr da reparticao das obras publica* frelix Ha-
mos Leulhier a quantia a que tiver direito, prove-
niente de gratifljacao por elle reahsada por haver
exercido as lunecoes de engenhero daquella re-
particao a contar de 9 de aDril do anno prximo
passado a 21 de junho e di 15 de agosto do mes-
mo anno ao de fevereiro prximo Ando. e,ste
pagamento dever correr pela verbajsventuaes,
ser effectuado conforme indica a 2- seccao da men-
cionada contadoria. ..
N. 805.Dito ao mesmo.Atiendo ao que soli-
citou no requerimento o que se refere a sua in
rormacao de 24 do corrente, sob n. 193, o vigario
Trajano de Figueira Luna administrador das obras
da casa de beneficencia da povoago de Bezerros,
rocommendo a V. S que mediante flanea idnea,
mande entregar-lhe o cont de res, votaJo pelo |
5 do art. 16 da lei d> orcamento vigente para
aquellas obras. ,. ..
N. 806.Dito an mesmo.Mediante llanca id-
nea mande V. S. entregar ao vigano da Treguezia
do Cabo, Jos Lucio Pereira de Queiroz a quantia
de 2:000*, votado no 5' do art. 16 da le do or-
Cimento vigente para as obras da igreja matriz
d'aquella freguezia, segund consta de sua intor-
maco de 24 do corrente, s ib. n. 24.
4." seccao.
N. 807. Portara ao gerente da companhia
Pernambucana.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar transporte at Sergipe por
vapor conta do minutario da marraba no primeiro
que seguir nara all ao soldado do extincto bata
Iho n. 53 de voluntarios da patria Flix. Pereira
Masearenhas. .
N. 808.-Diuao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande dar urna passagem
d'estado a r no vapor Jequi, a Francisco de Al-
buquerque Hollana Cavnlcame, e*cnpturano da
thesturaria de fazenda das Alagas para onde
segu.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDK-
RICO DE ALMEIDA K ALBQUERQUE, SaCRETARK DO
OOVBRNO, EM 28 DE MARCO DE 1870.
i. seccao.
N S09.-0fficio ao Exm. Sr. geBeral comiaan-
dante das armas.-De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, declaro a V. Exc. em res-
posta ao seu offlcio de 26 do corrente, sob a. ioT.
que fica expedida a conveenente ordem ao direc-
tor do arsenal de-guerra, para mandar receber
no quartel do Hospicio, e recolher ao armazens
daouelie arsenal, os objectos constantes dos dois
pedidos que vieram annexos ao seu citado officio.
N 810.Dito ao inspector do arsenal de man
nha.O Exm. Sr. presidente da provincia, res-
pondendo ao offlcio de V. S. datado, de hontem, e
sob n. 27, manda declarar, que a thesouraria de
fazenda tem ordem para pagar a quantia de
687*600 constante do eitado offtoio.
N, 811.Dito ao capiao do porto.Nesta data
autorison-se a thesouraria de fazenda pagar a
garlos Eduardo Mulhert & a a quanlia de. .....
24600 rs., consume do offlcio de V. S. dalado de
26 do cojrente e sob n. 30. o qual flca assim res-
pondido de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
2. seccao.
N. 812.Offlcio ao Dr. chefe de polica.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a Y.
S. em resposta ao seu offlcio de 26 do corrente,
sob d 418, que a thesouraria de fazenda tem or-
dem para pagar a Mlaquias Jos Baplisla a quan-
Ua de 28*143, constante do citado ofluto.
N. 813.Bito ao commandante superior interi-
no da guarda nacional do municipio do Rece-
O Exm. Sr. presidente da provincia nda deeia-
rar a V. S. que nesta data se expidi ordem a
thesouraria Dar no dia de abrili vindouro se
passar, s horas do eostume, revistai de mostra_*o
1 batalhao de artilharia que se acha aquar eiaao
fieando assim respondido o sea w
N. I. Dito ao bacharl Antonio Panlioo Ca-
valcaptode AlbuquerqueDe ordem do Exm. Sr.
presidert da provincia aecuso o reeebimeuto do
offlcio de V. S., de 15 do correte em que partici-
pa ter nessa data deisado o exercicio do. cargo de
juU municipal e por ter de vir tomar assento na assembla provin-
cial. ,
N. 816 Dito ao bacharl Austerliano Corroa
de Crasto.0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar que ficou inteirado pelo seu ofi-
cio de 11 4o -orrente d- ter V.S. oem data assu-
mido o exercicio do cargo de promotor publico da
comarca de Tacarat, para o qual foi nomeado
por delibemco de 20 de novembro ultimo.
N. 817.Dito ao Sr. Gaspar Cavalcaote de AF
buquerque Ucha.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, acenso o recebimento do offlcio
de V. S., de 21 do corrente, em que participa ter
nessa data assumido. como 4* supplente, o exerci-
cio das funccSes do cargo de jai municipal e de
orphos do termo de Pao d'Alho.
N. 818.Dito ao Sr. Clementrao Vieira Batalha.
-De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
acenso o recebimento do offlcio de V. S., de 3
deste mez, em que participa ter nessa data assu-
mido o exercicio do cargo de promotor publico
interino da eomarca de Tacarat, por ter o qoe o
exercia vindo a' esta capital.
3
3. dbe apresenton-se a 22, o Sr. alferes com-
missiontdo tenente do 1* batalhib de rajantana
Jos L renco da Silva Mikmez, vjndo da corte
com 2 i uezes de licenca para tratar *? negocios *
seu particular interesse, a contar de K, devendo
ser-lhe descontada pela 5> parte do soWo a impor-
tancia da passagem que peto ministerio da guer-
ra Ihe Coi roandaaa dar para esta provincia; se-
gundo comrannicou cExm. Sr. ajadao peneral
em offlcio de-15 todo do corrente. .
4. Qae a presidencia commonicou^ per orocio
de 22 diste mez, haver concedido ao Sr. mejor de
iuiantailia Francisco Bhrges de Lima, .permtwao
para a
querime
refornii.
5.-Q
juardar nesta provincia a deciso do re-
nto em que pedio a governo imperial sna
ue a 25, apporvoo o engateroento, qura 18
do correte contrahio o soldado do 4 batalh de
artilhena ap Manoel Gomes do Nasetiuento, desta-
cado no presidio de Fernando, par servir por
mais 6 annos, com-o premio de 4005060 na foraa
da lei. _
Outro sim. determina o mesmo bngadeiro rme
na manha do dia 1* de selembro vindonro se
pnsse revista de mostra em sene respectivos quar-
tsis, a companhia de- operarlos militares do arse-
nal de guerra, ac 9" batalhao de infamara e dep-
sitos existentes nesta provincia pela ordem se-
guintes: .
A's 6 l|2 a companhia de operarios, as 7 ao ae
" s 7 1|2 ao 9 bata-
deposito dos recrutas.
AsignadoJoamum Jos Go*$alves Fonln.
ConformeEmiliano' Ernesto de Meti- Tambo-
rmii tenente ajudante de ordens enearregado do
letalbe.
o DrCCFrane3co Teixera delposito especial do instrueco
Sal-secretario d"assemWa legis.aUva provin- Ibeo de infantana e as .o
cal _N. l.-Do ordera de S. Etc. o Sr. presiden-
te da provincia remeti a V. S. as inclusas actas
das eleicSes dos membros da assembla legislativa
provincial que se proceden nos collegios eleito-
raes d'esta provincia no dia 28 de novembro do
anno prximo passado.
JKSPACOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DOS DIAS 23
K 24 W AGOSTO DE 1870.
Antonio Pinto Cardoso da Gama.Satisfeca a
exigencia da eontadoria da thesouraria de tasenda.
Adolpho Astolpho Lins de AlbuquerqueInfor-
me o 3r. consemeiro director interino da instruc-
eopnWica.
Bacnarel Bernardino de Sena Das Jnior.in-
forme o Sr. Dr. jnidos feitos da fazenda nacional.
Frafteisco Pedro Cavalcanti de Albuquerque
choa.Informe o Sr. conselheiro director eral
da instroccio publica, ouvindo o regedor do Gyra-
naso.
Francisco Carlos da Silva Fragoso Passe-se
portara removendo o supplieante para a cadeira
de Crus de Almas, creada pela le n. 947 de b de
julho ultimo. .
Alferes Geroncio doa Santos Teixera.Informe
o Sr. general commandante das armas.
Bacharl Joao Lins Cavalcanti de Albuquerque.
Informe o Sr. inspector da ihesourana pro-
vincial. __
Luiz de Franca de Mendonca.Entregue-se me-
diante recibo. ,,_.
Marcolino Augusto da Silva Villar.-Inforrae o
Sr. coronel commandante superior interino aa
guarda nacional do municipio do Recife.
Hoflao Manoel da Cruz Cousseiro.Informe o
Sr. engenheiro nseal das obras geraes.
Bosa de Lira Pereira.Informe o Sr. desemtoar-
gador provedor da Santa Casa de Misericordia.
Trajano Austricliano da Costa.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
_- 25 -
Antonio dos Santos Vital.-Informe o Sr. conse-
lheiro director geral interino da rastruccao pu-
AfTonso Jos de Oliveira.Dirija-se reparticao.
das obras publicas. .
Antonio Luiz. Luiz Pabio, Joao Franciseo de
Paula.Ao Sr. Dr. oromotor publico da comarca
do Cabo, com o offlrio desta data, para proceder
na forma da lei. ___.
Antonio Jacioiho Borges.-Conced-se a proro-
gacio requerida. ...
Capitn Gamillo Angusto Perreira da Silva.r-
Informe o Sr. tenente -coronel commandante ao
corpo de polica. ^ .
Cirapanhia Pernamnocana.-Ac. Sr. iir*e fa
thesouraria de azeoda com o offic d esta data.
E. A. Burle & C.-Inf rme o Sr. inspector da
thesouraria de razsnaa. ,-,,.!
Francisco Xavier Soares.Dinja-sa a reparti-
cao das abras publicas
Gu.lhermina Amalia Vieira.=l5brmeo SK des-
erabargador provedor da Sania Casa de Misen-
C"rmandade de Santa Anna da Madre de eus.=
CTenernT to Francisco tm 9*?*^**
o Sr. tenente-coronel commandante do corpo de
PJSK" Landeliao DoroeUa* Camara,^=*forme o
Sr. conselheiro director geral interino da tnstroe-
^TeCnto'ioo Deoclecio da Silva Paulas-Informe
o Sr. inspector da tbesoor?.na de fazenda.
Jos Henriqne da Trindade.-Junto este ao re-
querimemo anterior, informe o Sr. inspector da
Xesoararia provincia, ouvindo o Dr. procurador
flSJol Ferrai Daltro.-Seja posto m liberdade o
Jos Felippe de Sonza. Satisfaca o disposto nos
arts. 17 e 28 do decreto n. 7 2 de 25 da outubro
^Dr'os Soriano de Souza.-anforme o Sr. ins-
nootnr da thes uraTia provincial.
**..?. u..^mrt a Mr i.ima-Junto este ao
QIAR10 DE PERNAMBUCO
RECIFE 31 DE AGOSTO DK 1870.
O projecto denalversidade
V
Est boje perfe.tamente demonstrado qae
o desenvoiviuiento intellectuar de ua povo
qaalquer acarreta h delermiaa o sea desen-
volvimenio material. 0trabafho inteiagen-
te-, o trabalho do hornero instroiilo incom-
paravelmeie mais rap.do e poductvo do
que o trabalho sem regw e sem methodo
do bomen ignorante.
Hoje orna das grande mi6es d scien-
cia auxiliar a industria ; e esla sob o
impulso d/aqella descortina iodos oa d>as
novos horisootes, por onde se e9praia sem
pre em pre-veilo da bomanidade-.
Se a instrocc5o urna font de po&pe
ridade nao- o menos urna fonie de moral
pera o povo ; e o numaro d crimio&os
dkninue sampre que o nivel da tnstracf^o
se eleva e medida qe esta se alarga-.
A Snstroceao alm dtoso urna neoessi-
politica, n'um pa ilivre como o dobs ;
e bem o coraprebendea
teiro
toita
rior.
Joo Hvppqlito de Meira Lima.=
aue vem da assembla legislativa provincial com o
offlcio n. 80 de 30 de junho do corrente anno o
mais papis que o suoplicante se refere, infor-
me o Sr engenheiro chefe da reparticao das obras
POE3egario Liberato Pereira Caldas.-No est
.rda a reparticSo a qae aude.
O?mmendador Manoel Luiz Viries.-loforme o
n Sr inspector da ibesouraria provincial.
Teoento^eoronel Manoel Antonio dos Pasaos e
Sil-Vofte ao Sr. inspector da thesouraria de
Th^rAntSda Costa Piraente..-*forme
o Sr Dr juiz de orphos do termo da capital, ae-
clsrando se chegou ao sea conhecimeoto que o
menor de que Tirata esuva aUsUdo na compa-
nhia de aprendizes marinheiros quando, deixou-
Ihe tutor,
o legislador braai
tornando a primaria- inteirameoBa- gra-
e estabelecendo- a secundaria e sope-
manlida pelo Estado.
Todos os cidadaos o-oossosysteiM sen-
do chamada* a governo, toctos tendo o di-
reito de participaren da directo dos pu-
WiCS negocios, a instraeco, alera de ser
urna necessidade econmica e moral, orna
oeceBsidade poltica.
Tfatando-se de iastrucco primaria, dis-
semps que poda e devia ser ella obrigato-
ria, coav> gratuita ;. e anda o repetaos,
porue estamos convencidos de epe a feli-
cidade do povo s ser completa-, qoanilo
toda cidado brasilero soaber ler oscre-
ver, qtwado toda e- qnalquer iotelbgencia
se poden desenvolver livpemente.
Esse im, qaast atlingido peia Snissa,
Franja, Prussia, Sueci e Estados-oidos,
na le faier sem duvida. a maior gloria das
sociedades modernas, ncontestavelmente
mu to adantada*. as ideas democrtica*.
Felizmente, mesmo entre nos. longe vo
os empos em que ^ temia ver a ioslrnc'
q5q propagar-se, em. qoe se considerava a
ignorancia do povo como o elhor auxiliar
do governo. Todos comprebondem hoje
que, para qae a- bastara nos nao invada e
forcoso que o nivet da instmecto se e
com a onda da democracia,
prebendemos.
k nossa sabia eoostitoiclo.
instrueco primaria gratuita,
valiosissimas- ea que asseatou
tica e democrtica medida.
Ns nos absteremos de tratar da 'sostruc-
c3o gratuito, qoe, nosso ver, perfeita-
mente iustiflcavel, para s nos oceuparmos
da instroccao primaria obrigatoria, que, a
despert dos contradictores, acbamos qae
se casa tetramente com aquella.
Em 1833, um homem emioeote pela sua
illustracao, um pensador profundo, M. dou-
sin. apreciou pela seguinte forma a instroc-
5o obrigatoria, na cmara dos pares:
Urna lei que fizesse da iastraceao pri-
maria ama obrigacan legal nao nos parece
menos fra da aleada dos poderes do legis-
lador do que a lei sobre aguarda nacional,
e do que aquella que vindes de faaer sobre
a desapropriaao por olilidade publica
Se a razao de utibdade publica
o menos impr urna escola cada *eom-
mima sem impr aos aeus meninos a obn
gaco de a frecuentaren*.
e Tirai essa brigacao, e s torca de
sacrificios fundareis escolas ; mas esslfc es-
eolas nao servirlo preeisameote qoelles
que mats neceiSiSm d'eH->9.
Acabai com a idado fa em que se deve
ir escola e em que se a deve deixar,
oenmm garanta e assfdoidade haver,
nenbuma marcha regular dos estados.
nenbHma duragSo, ntnho futuro lera a
escola.
A verdadeira liberiade, senberes, nao
pode ser inimiga da c:vilisa?3o ; pelo eou-
trario e'l serve-Ihe de instriHaent, e rusto
est o sea mximo valor, como e- da liber-
dade no iodividuo est em ceocorrer para
o seo aperfeicoamente.
N5o se pode melhop defeader a- cansa
da instrueco obrig torra, ne demonstrar
melhor a tegiiiaidade d direito que tem
a sociedade de exigir de todo* os seos
membros a pos** dos conhecimentos qoe
gao necessarios a todos, escelam Tmtian-
tiier, cheio di aofr> enthiuiasmoC
E justo am tal enthusiasmoi porque
m reahdade a defexa de mesro, e im-
possivel sua- refotacSo.'
A instrueco- obligatorias importa, nos o
cenfessamos, DM vk>laQSo da libardade in-
dividual ; mas, urna vez ene esse mal
para bem de todos, nma ves que o qpe per-
de o individuo ganh a soiedade, parque
nao o foier ?
Se a falla de instrueco no- povo- nm
mol a liberdade de o pratiear imperta na
liberdade da ignorancia, e ninguemde boa
f dir.-qoe essa liberdade necessaria.
Nem se diga qne loda a obrigace legal
ni e repugna ao nosso carcter ;. porque
responderemos que na constitoico e as
leis ha moias violaijoes da liberdade indi-
vidKal, perfeitameale aoceita e exiremeci-
oas pela opinio paWica. obrigaco de
servir no exercilo e na armada esl^u'este
caso, e bem assim a de servir na guasda na-
cional a qae corre ao marido-de alimentar
sua raulber e filboe. e a que lem pai de
deixar aos filhos orna pane de seus- bave-
rs, Una lei que forcasse opai a mandar
os ftiuo aprenderem a ler e- escrever nao
ser por certo ma vexateria- nem mais ex-
horbitaote do que essas.
Lord Forster di?se na caaara dos sem-
muns : embora o saber nao ssja urna- vir-
tudev falta de edmafo urna fraqutia,
e. nos speras luas da vida, qusm diz
froqueza diz gerahaente if$rtumo, *-
fortuai conduz a'vicio.
Qtiem que nao v no interior do paiz.
e ate mesmo as capttaes e as cidado mais
populosas do Brasil, quantodescuidoba na
edncaco, quanta ignorancia- reina n popu-
lacao .
E nao sero responsaveis por isso-aqoel-
ies qoem corre o daver de zella? nos in-
teresses da sociedade?
Se a falta de edwcaco 3nduz an erime,
e ordinariamente miseria, nao ser licito
ofeviar esse m?l, tornando a lustruGeo obn-
cateria ?
>U)te-se bem todava qte s queremos a
ia"ucgao obrigatoria com a complata liber-
ilade de ensino ; tsto < queremos,, achamos
wsoavelque o estado imoonha aobngacao
da inslrticcao primaria ; mas queramos que

mas
de ao cidado o direito de fundar escolas,
sem nenbuma outra rostrieco que M do
cdigo penal; mas queremos que o cidadio
nossa mandar seus fjlhos escola que mais
Ihe coovier, escola pablica ou privada.
E'verdade qne lugares ha onde" nao se
ode maoter urna escola particular retn-
nuida, eque ah sera o cidado [oreado a
publica
mas
tal como a com-
garantiodo a
teve razes
essa palrio-
viver na igno-
basta
no Hospicio.
ci n. 70, de hoje datado. ff
N. 81i.-Dito ao]u.z manipal_tol ren^
ta cidade.O Exm. Sr.
que perteneci, numero de offlciaes e pracas que
compoem eu eslao addidos a cada una, e sr^estao
armado e fardados, quantos designados, deu para -
aguerre o numero das pracas que Vcham des- manda ^^i.^% ft^
^9^ Dita ao commandaa,, sperior da tZ^^^^X^^
presidente da provincia
e nesu date se exepedio
(ommando das armas
quartel-6eneral do commando das armas na
provincia de pkrnambco, 30 agosto
de 4870.
OraVra do dia n. 487.
O brigadeiro commandante das armas faz pu-
blico para oonhecimento da gnarnicao e fins con-
venientes. ..;
1. Que presidencia communicou por omcio
de do corrente haver concedido permissao ao
Sr capitio de infantera do exercito Joao Domin-
gos llamos, para aguardar nesta provincia a deci
sao do requerimento, em qtte pedio ao governj
imperial i mezes de liceaca para continuar o tra-
tar-se do ferimento que receben na oaropauna ao
1 Qiie a 9 apresentou-se neste quartel-general
rindo da corte no vapor Arinos com 3 mezes de
licenca para tratar de sua sadda nesta provincia
guarda nacional de Santo Antit e focada.Expe-
ca V. S. as suas ordens para c ae urna guarda de
'^Ann^EGuM ^nra do.batalhao n.iado raCc,pio de Santo
penanoro Augu.io uo ^^ ^ pogUaa em ^ g ^ .^ m>lrU qa
meira occasiao oppoi na, ,
ao Dr. chefa de polica, os sentenciados que all se
adiara e dos quaes trate o seu offlcio de 24 ae.
me*-
Sr capillo do V batalhao da artilhen ape An-
tonio Gomes Pimentel, cuja lioenca Ihe foi conce- ^
dida por portera do ministerio da guerra de*> ae Q meJ0 je a lornar
julho ultimo. '
ao legislador para tocar na propriedade,
norque razio a de urna utilidade motto mais
Superior nao bastara para fazer menos,
para exigir que os meninos recebara a ins-
trueco indispensavel toda a creatura hu-
mana, afim de que ella nao se torne, pre-
judicial si proprio e sociedade mteira.
E' til no mais elevado ponto e mesmo
necessaria sociedade orna certa rastree-
cao.? Eis a quesio. .-
Resolve-la aflirmativamente, e armar a
sociedade, meaos que se nao qoeira con
te tar o direito de defeza pessoal; e arma-
la, dizemos, do direito de velar para que
essa pooca instroccao necessaria todos
nao falte ninguem.
t E' contradictorio proclamar
dade da instrueco universal e
mandar os filhos i escola
isso preferirel deixa-los
E que direito esse qae assiste ao pal
de orivar seus filhos da edncaco, cernean-
do-Ibes assim todas as nobres -asp.racoes
que porventura possam elles vir ter t
Isso tem todos os visos de urna barbaria,
urna Lyrannia bem qualificada.
A instrueco obrigaioru pelo contrario
habilita o cidadio para exercer todos os
cargos pblicos, abre-be as portas do fu-
turo, emancipando-o do jugo dos funciona-
rios dasociedate, e, desenvolvendo soses-
oirilos a cooscenca da torca individual,
prepara o cidado para a injeiativa privada
epor conseqoencia gsia-o restriccao das
retacoes do estado com a sociedade.
Urna tal obrigaco nao pode ser condem-
nada pela sa phitosophia, que sempreal.oa
a liberdade com a obrigaco.
hende-se bem, porqae
de ser obrigado mora
qoe saneciona urna obrigaco moral
lei de liberdade.
Assim comprehenden a AUemanha, a
Suissa, e aSuecia ; assim comprebenderam
os Estados-Unidos, o paz classico das h-
berdades, onde a instrueco primaria e
bSffi nos nao desojamos qoe a instroc-
cao primaria seja desde j obngatona e
por isso conderanamos a clausula esUbele-
cida no art. 4o do projecto do Sr. m.n-stro
5o imperto. V forU .que Micheg=
porquSn'isso vai um '^ffiXnTsa
para a nossa sociedade; mas indi
vel qoe se prepare -
llOli
Isto compre-
um ser livre s po-
moralmente e toda a lei
urna
o terreno antes de se
laucar a sement.
Antes que assemblas provinciaes de-
cretem urna tal medida, convm que tornera
n ansioo Primario inteiramente livre, qoe
S Nao VS ao cidado poderem fundar ota.
nS
^ '-
\
T


ftWPfe. a* *%ia!ibuco liarla feira 31 de Agost* de 1870.
onde o como Ihea approuver, segoin
uitrttiodos de muis lhe ag'
wd. (i que fuadem cadeiras
d> ustn: primaria em lodosos
pmoadas, de fma que o discpulo
seja obligado vencer grandes distancias
m basca do prufessor. Con
mandem construir edificios acommodados
aos mjrsteres da educacJo, aflm de evitar
-que o-, alumnos das soas escolas se acbem
gRlo'ni'rados em pequeos recintos, s ve-
es iHOSeabuihlos e ordinariamente pouco
aceiados. onde se respira um ar viciado e
orrin|;iilo. Coovm finalmente que le-
gislen! 110 sentido de tornar a misso do
proftssor publico maisnobre. ergaendo-os'
un, cssarta altura e dandu-lhe meios do
so; nistirem com decencia e sem aecessida-
tlede se damn outros mysteres paraaug-i
feburemseos rditos.
Aplanadas assini 'as difcuklades, esta-
beleca se enlo a inr.trucco primaria obr
.gal u ia, porque ncootestavdmente gantoar
muit > con isto a sociedade brasdeira.
tVeteoder torttat a lastWMfr&o prioaari/
pbrigtMria desde j urna iniquidad^, que
coiideojaremos com todas as forcas. Que-
rer tomar essa medida para uns lugares e
para outros alo, como *e insuma no pro-
jecto do nobre mioistro -do imperio, orna
ftarbaridarie que achacoad-mnai;3a na pro-
ptia constiuiifao, que -determina que a lei
seja goal para lodos.
C emos ter demonstrado a proposfCao
que avancamos<^ue a inslroccSo primaria
poda -e devia ser brigatoria, n5o de
chuleo 6 j, mas n'iini futuro mai uu me
nos remlo, e depois de preparadas asou-
*as para urna tal instituic3o.
N'um prximo artigo, que provavelmente
sei u ultimo, valdremos ao projecto do
uoiversidade, que servio de titulo aos nos-
sos escriplos.
man saliente^
sa d
paiz,
mpre pai
as raas parlamentares, reoommenaam asuj,an;
didatura.
Precederas deis
lar, fuero pelo e lo {j
de 5o rasoavel quo josta pretencao
Eis a circular :
9 JPO ELElTORt DA PROVINCIA DE
PElfiAMtUGO.Apenas coobeeda, r 4 Cidad do
Recife, a triste noticia o fallecimeni a 4o veneran
do marques de Olinda, alguna amigMapressaram-
se n apresentor (la iinprensa o mi-a nona
eonstderacao do corpa eteitoral di ** heroica pro-
vincia, aflm de ser contemplado di lista trplice,
que se lew d* organtsar para preencbinenlo da
vaga, que dehtou es penado amelle destnelo per-
nambucano.
Emboru animado por essa expontanea apresen-
ordenara peto contraria,
entregues 'aos aropbi-
uelles
z:
^^^^oe-reu
Ucao. nem par isso diiixei de hesitar, consideran caso deve-so repetir a eneraran
(lana arrtniHi.L. Ai muru. .. ., i.....,.,.,.. -..
PERNAMBCO.
SEXISTA DIARIA.
ATORIOABR POLICIAL.Por portara da pre-
s;d-ncia, de 89 do correte, foi noineado 3 sup-
liente do subdelepadu da freguezia de S. Jos
tena cidade, u Sr. Pedro Aureano da Cruz
Muir..
GYMXAZIO PROVINCIAL.A' seu pedido, foi
x.-aerado, por portara da presidencia da pro-
vim, ile 2ti do corrcnle, de censor do gymnasio
provincial o Hvm. Sr. conego Dr. Luiz Ferroira
Nqbna Pelinca.
ISSJBUJCCAO Pl.BLICA.-Por portara da-prc-
sidi-iicia da (jn/vineia, de 27 do orrnnte, foi no-
nwado para regar marinamente cadeira de
insimerao primaria do tttxa ma iwzia de Tra.-uoiiaein, o Sr. C-!Ciliano Jos lli-
beiro de Vas.-r*cellos.
Por portara de 27, foi removido, a seu pe-
dido, o profesor puolico Antonio Pliiladelpho
Pereira Dutra, da cadeira do povoado da Praia
do< Carneiros para a do povoado de Teraandar.
FALLECIMENTO.-Deu boDlem alma ao Crea
dor n Sr. Manuel da Silva Neves, ptimeiro pratieo
da barra e porto do Recife, em avanzada idade.
vitima de longos padccimenl s. O finado era mani-
lo partido liberal, ex<>rceu por mnitos annos
i Cario de juiz i? pac n < fre?uezia de S. Frei Pe-
dro Gonralves. ondii serapie morou.
.a su familia nossos pezaraes.
NOVO ATHENEU.-Hi h ije ses55o ordinaria,
h. ia <. no ugar (Jo costume, para trstar-se de ne-
o urgente.
PIUCA DO OONDE D'F.U.--=Devcni boje noi-
;e ser aaertas as proposlas para o fabrico do gra-
dil ds Ierro, i|ae tsm de ser collocado ero rolla do
jiriiim deslaprara, na sess) 'da c.ommissao res
iwcva o Basa do Sr. Dr. Lobo Moscoso, ra
do Vi-conde de Albuqnnr |ue.
COMUEMORACAO FNEBRE.Os prenles do
tenente-eoronel Jos Sabaya, residnntes nosla ci
dade. nir.ndam boje s S huras da manbaa celebra'
O'H* oussa, na matriz da ua-viia, peo reponso
da alma.
T8SATR0 DE SANTO ANTONIO.-lia hoje nes-
Te rliHitro pspectaculo variado, pela companhia
:'(> -/a, <;i>indo a scena a linda e chistosa opa-
iViU de OIT;mbacli Une nuit Manche, na qual
lomam |urte carlistas Maris,Carobs madeinoi-
**lle de Brescia. Alm deca operetta serio en
lailih p 'i is artitas diversas eaocoBOtas, romances
-.
O m '-ozario, de^ejando satisfazer ao pedido de
iiiitos f. quemadores do s;u Iheatro, acaba de
ant'insar sen correspondente na corte para con-
iraiir i:..i< alj;uns artistas aftm ne reforear o pes-
vial d 1 i'npanhia, para poder levar a scena ipe
:eUas iiuiores ; devendo vir tambom um bailarioo
tupa bailarna.
AFEIIICAO. Peranle a cmara municipal do
61 v,ii h"je praca o Imposto da afnr^ao no
municipio do Recife, servindo de base o preco de
2:H00*(KX).
GARANTA DE BILHETES.Abre amanhaa o
Sr. Cim.i Leile a sua casa da bilhetes ?arandos
w 1 ..\t is da provincia a ra do Bario da Victo-
ri4 ( oir.i'ora Nova) n. 63.
MICROCOSMO. Huje haver sesso ordinari..
Testa suciedade as 10 horas do da. ra dos Mar-
.yiios n. 2.
OPERACO CIRURGICA. Deus incontesu-
wlmente o pnmeiro e o mais esforrado protector
do talento e da appli.aciu. Pelo ijue nao para
admirar que, de quando em quano, no empenho
lo favorecer a humanidade ede realzar o mrito
real da fuelle que com idtelligencia se dedica i
-ciencia do bem, depare-lhe eitvejo de manifestar-
le, sem algum dos empenhos, que se soccorrem
iua-i sempre da argucia.
Aioda nao ha mnitos dias, noticiamos aos leito-
res a difflcil cara que o Sr. Dr. Carohno Francisco
<\e Lina Santo, realisou na Exma. Sra. D. Emilia,
iba do Sr. Correa de Brilo : hoje vamos inteira-
ios de outro facto nao menos importante, e que con-
isteem haveraquelle Ilustrado medico, platicado
dosSrs. Dr
do na arduidade da impreca, o na immonsa res
ponsabdidade auuelle qi\e se propoe representar
na cmara-vitalicia, ama provincia de lio elevada
importancia poltica, cerno sem dnvida a de Per-
nembnco, qae conla eatre seus lilhos, lanas ca-
pacidades e talentos dignos desse honroso man
dato.
Lembrei-tne, porm, que om todas as sociedades
polticas ejcisleifl tigras e principios, que sao in-
variavHmettiu bservados, seiHpre que se trata
da naojaa dos defensores dos grandes ioietosses
sociaes.
Se no txerclto e na armada, por occasiap das
[iroraocees, os piwtos de de-iincc/j".< sao conferidos
aos oSciaes |iertencenles ao quadro da forra acti-
va, leado-se em vista nao s 11 merecimento, como
tamban e priiicpalrnepie a antigaidads; pareceu-
me uatural que em poltica esses mesmos crinc-
pios de antigmdade e eireciividade de servicos de-
veriam ser admitilos, quando um pariidtktem de
eieger os defensort de suas ideas e inleressa<
peraote os dous grandes corpos da represenlacao
nacional.
Assim, nada mais rasoavel, mas regulare ao
mesmo i'n>j,o mais cjuforme co.n a ndole e pra-
tie* do systema poltico que nos repe, do |jue o
pn-iender passar da cmara temporaria para a vi-
talicia.
Por essa razio, pois, e temi eu recepido desde
a elerai de 18i9, as mais significativas provas de
oonoaoca da paite dessa miuha chara provincia to-
das as vezes que ao partido conservador conbe a
victoria das urnas, elegeado-me em diversas o-
casioes, p^ra a assembla provincial, e sempre pa-
ra a geral ; juguei que era at de meu dever
apresenlar-me candidato na prxima ele ci sena-
torial.
E assim devo proceder, nao s porque o exgem
os meus. brius, como principalmente para render
huineuageni s decisoes do partido conservador em
todas as anas voiaroas aufarJures, j que efltra os
aelgaes depuudos geraes, sou euo s;guado na or-
dem da auiijjiiidade.
Porianio, sem embargo de ter coasciepcia de
meu pouco merecunnto, e de rea nhecar que
igual aspiracio poaem ter outros purnambucauos,
disponuiid-.-uperioridade de talentos e de luzs,
ou dirlgir-me hoje a esse destnelo corpo eleito-
I I, : lll .11.1 ^..1 .. W________M- I____._
lamu''in que
nreoecuflacao
jornal
irater
H H
Maialalalalalalalafl a'J
boa:
Um nosso assignante conManci-no' a aa-
gainte mreiH^uo diz ter pa$oi5So m\ir.
ule.ra efflcacia, para a o^5aF do" parce-
vejos : r
Tome-se ara pouco de azeto a, se|a qual fr
a soa qualldade, deiese-lbe urna p,,-ao de sal
bem moido. Agitado o tiqaido al te operar a dis-
solucao, npliquese coAvam peqnwo pincel a to-
dos os sitios do leiio ^e tivereu, ?do invadidos
plos nauseabum.s insectos, no deixaudo leuda
alguma em que nao nlre o liqnWo. o mais con-
veni..-ute sera at nntar todo o leiio. e em todo o
'edindo ser rehabilitado, visto t*r sido al
2 a relatan na falleneia que se
, 8.' especial do continereio.*-An-
me Uuz, d-se tsu ao Sr. de-
J^r/SlSSI1 4.T*")P?ral. PW4o o registro de
w^contrato social.-Vista ao Sr. desembargador
De. Franccl Jos Goarajves da Silva, raqo*.
-* /9Mc? da nomeaco, qae juau, de sea
Joto Filemon de Manezas. Reffiii-

dt re-se.
1 Antauo Bernardo Vaa de Carvalbo, reque-
o registro da nomeaco que ora fu
la, se conseguir exterminar
(|uelles inseptoe.
A receila fcil e barata.
-- de lempos a
lempos.
Com este processo, alBanra o autor da r*i~
lerrivel praga da'
bt* e barata.
qunm precisar, e, wder bem.iagffcd-ea.o, como
devid >, nao a nos. roa. ao autdr, posto une nos
folguemos com o boin xito deljai pois Imvendi
Unto bicho lamninho, bmn achar-se ineio de
dar caito ao nieiios.de alguns.
A GUSPRA.-Parece que no trajo a guerra va
laer urna revulujo e.n Pars. D'antes era ludo
a Bisraark, hoje sdoptam-se os cokiumts le
Bauf
Ditas cac^Us c.mveriavara u'am dos bou-
leva.rds rc-peitj Jjs seus negocio-, quedndo-
se prova velmente do perigoj da guerra :
Eu, dizia urna deltas, parto para Bruxellas
depois de amanba... Em Pars os temos esto
muito crliebg,
Para Bruxellas ? responde-lbe a amiga : nao
caias ne.-sx Pois Dio sabes que teosos iornaes
dizem i|oe u.t belgas sao neutros ?
Eis o lgica transtornada pelos acontecmen-
tos. Em Paris, um viajante, ouvinflo canUr na
ra : Ai armas cutidnos, formemos Malhues,
marchemos t marchemos '... .-^hegou janella ...
Eram uns poucos de elegantes que passavam
em carruagem descebarla.
C0USULTA3 DO CONSELHO E ESTADO.-
Acaba de ser publicado na typograpbia nacional o
3" e o ultimo voluina da compilacaa de, consnlu^
do con-elbo do estado sobre neglos eecle^.asti-
cos, feia^ior (irdemdo Sr ti/mi-lm dq imperio,
que pode comerare concluir este impurtanle tra-
ualhu, em cuj > eseiupenho observando
Io volante se oncuiilra um aviso de 5 de
ultimo, deve recoohecer-se que houve a
actividade.
O 3o volume
que no
Janeiro
possivel
ral. solicitando a honra de incluir na prxima
eleicao, o meu Dome na lista trplice.
Para apuiar tao elevada pretencao, os un:os t-
tulos que posso exhibir sao o- precedentes de to-
da a ininha vida publica. Nao posso promelter
fazer ineihur, ncm mais do que leno falo al bo-
je, e isto porque a minha copsciencia me diz, que,
as pasices publicas que ten lio oceupado, Unto
quanio me permitiirara as minhas forjas, teoh".
empre procurado servir com dedicacao, no s a
causa do nosso partido, como tambera aos inte-
resses geraes do paiz e especialmente aos de mi-
nha provincia natal, sem nunca ter tirado menor
proveito pessoal da carreira publica. Rio de Ja-
neiro 20 de agosto de 1870. Augusto Fretlerico
ae Oliveica..
no da t do correute, com assstencia d
Se ve e Kstevao Cavalcaote, ama tao grave quao
delicada operaco na pessoa do Sr. Joio Fraocisco
de Salles Baptista, filbo de Alagas, donde veto
as>as enfermo, com um grande tumor aneurisma),
producido pela dilataco da grossa arteria femo-
ral da ctixa direiu.. De feito, ovendo consistir a
operara 1 na ligadura dessa arteria, em ponto tal
ADVOGADO.Pedem-nos a pnblicac3o das^e-
gnintes linbas :
Acaba de chegar esu cidade o Dr. Elseo de
Souza Martins, mogo bastante intelligeule e bem
conhecido no Rio de Janeiro como deslindo advo
gado.
O Dr. Elseo vem fixar aqui sua residencia e
iem escriptoriu ra do Queimado n. 31 onde
pode ser procurado das 9 da manbaa as 3 horas
da tarde.
Elle propoe-se solicitar quae-qner causas
peranle os trilmuaes na provincia, aceitando
igualmente partidas de casas commeroaes.
QUESTO DE ENVENEA'AME.NTO. Acerca
da noticia que honiem demos sobre o resultado
medico, a q:i- se proceden na Bihia, remetlem-
nos o seguinte;
Para que so nao liqae impressionado pelo
que foi dito respeito do suppostu euvenena-
mento do fallecido Dr. Vic.oriano de Sa e Albu-
querque, cujo cadver foi exhumado na capital
da Baha, sendo suas visceras submettidas ana-
lyse chimica.cnmpre que esclarecamos o pahlico,
para que se nao faram juiws ntecipados e se
tirem conseijaencias infunda las.
Nao ba-ta encontrar-se veneno em nm cada-
ver, para q.ie disto se conclua que houve envene-
menlo. E' preciso, diz o professor Amb. Tar-
dieu em seusEstudoi medico-legaes e clnicos
acerca do envenenamento, que os svmptomas
observados durante a vida, e as lesees mrbidas
verificadas sobre o cadver enejara em relapao
com o veneno ; porqnanto muitas causas diversa*
podom fazer apparecer, na analyse, urna sub^un-
cia venenosa, e cumpre que, anles de concluir se
que houve crime, so corrobore ossa presurapcao
por meio de outras provas.
Briand e Chande, em seuManual completo
de medicina legal,diaem o seguintd:
E' necejsario e-tudar quanto lor possivel, a
marcha da molestia, e examinar a lesoes produ
zida, e por isto o perito deve conhecer os effeitos
que determinam sobre o organismo humano as
diversas substancias venenosas. igualmente ne-
cessario procurar e descobrir o jfeneno, indicar
sua natureza e mostrar que sua presenca se
devem os accidentes ayresentados dorante a
vida, e qne essa -.uhstan-.ia foi a causa da morte.
Lma vez verificado isto, yma vez reslabelecida a
relacao que exisie entre as les.des doscobertas
pelo medico e a substancia venenosa encontrada
pela analyse chim-ea, entio, mns entao smente
qne se pode concluir que hmve enventntomento.n
Para que baja envenenamento, preciso qu
a substancia venenosa tenha sido dada durante
a vida e tempe de poder ser ab orvjda, e que a
morte tenba sid > determinada por essa substan-
cia. O veneno dado poucas horas antes da morte
de um agonizante, quando j nao poda operar-se
a absorpcio, ou introduzido no cadver por ma-
levolencia e para fias occulios, ou posto as vis-
ceras durante a autopsia, nao constitue envenena-
mento. Isto principio correte.
No caso, de que se traa, era os sympto-
mas obsrvalo durante a vida foram, segundo a
exposicao dos mdicos as;ijuntes e conferentes
trata de assuraptos de grande in
le.rese ; ba consultas notaveis sobre assumplo?. re-
lativos s religmos difiranles 4a do estado, divorcio
de coujuge nao calUolicos. associagoes estrangeiras
[iara fns pos, ordens regulares, seminarios epis-
copaes elei?o de vigario capitular, ele.
O Sr. Dr. Jdanoel Francisco Correa, encarrega-
do da compiUeio, k preceder o dito volume da
seguinte declaracao :
E' esu o ultimo volume da Compilacao de
consultas do conselko do estado sobre negocios ec-
clesiasticos, que tive de organisar por urdem do
Exm. Sr. con=clieirn Paulipo Josq Soare* de Sou-
za, ministro e sjcretai-io de esudo dos uegucios do
imperio. ^_
Greio qne nao deixou de ser publicada eou-
sulu alguma imponanle, sobre este ramo de ad
minislraeao.
Fazemos votos para que as cnsults do conf-
ino de estado, s ihre outros as-nmptos. que me-.
ressam a adminisiracas, eiam tambem publica las
com o memoilo e clarea que se observam no ira-
balho ordenado pelo Sr. ministro do imperio.
HOSPITAL PEDRO II.O movimenlo desse es-
taljelecimeuto de 22 a 28 de agosto de 1870, alm
de 272 doontes existentes, ontraram M, sahiram
25.fallecern! I, existen) 263, sendo 165 homens,
e 98 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermarias uestes dias as
6 1/, 6 1/, 6 1/2, 6 1,2. pelo Dr. Ramos ; ai
H, 11, H 12, 12,12 12, 12, pelo Dr. Sar-
ment.
Fallecido*.
Joao Bezorr Rodrigues : enwrite ehronca.
Andr AvpIiw da Silva ; amoleciraento cerebral.
Yllereta Mara de Jess ornante chroniea.
Mana Benedicta da Eicarna.So : anemia.
Jacniho Jos de Miranda": tubereotoi pulmn
nares.
Maria Joa (uina daConcalcao ; entente chroniea.
Manuel rjodnardo Ferreira ; tubenulos pnlino'
nares.
Vctor : entente chroniea. 1
August tarasen ; tebre amarella.
Francisco Jos Pacheco
'ino > Albuquerque e Mello ePraxedaa
innoraiicio Pqgg, para caixeiros de seu arraazem
alfandegaq\Ao ao caes da Companhia, e.rtdindo
que sejarn ribminado* o caixeiros substiluidr*s
Joaqmm Pedro da Costa Moreira e Jos Htrmino
de Sa e Soq^.Como requer
De Joaquim Jos Martins, olTerecendo regis-
tro a nomeaco de seus cainairos Joao Carlos
iteortes e Luiz Hermenegildo Berges Dniz.Re-
gistre-*?. c
De Francisco Nunos da Silva & C, pedndo que
2. cB!er,lS,ne se fra registrada no exercicio
de 1869 a W70 a nomeaco de seus caixeiros, e
quaes os seos nomes.Como requerem.
Dq QUmwo Gwralves Rosa, cerUdao de ser ou
nao eominercianle matriculado.-Certifique-se.
De Joao Canisirano de Olivetra e Jo.- Joaquim
Goaealves de Brros Jnior, pedindo o regstrojde
seu qptrato.social, mostrando lera cuinprid 1 o
despacho de 23 do corr'ente.Vista ao Sr. desem
bargador fiscal.
De Afanoel da Cunha.Brandio. pedindo baixa no
registro da nomeaco de en caixeiro Jos Narczo
de Medetros.-1Como requer.
De Virginio da Silva Fraga, pedindo certidao do
ineor de registro de sua nomeaco de eaixeiro de
Olympio Gonralves Rcsa.Cerlilque-se
De Antonio Serafim da Silva para se Ibe" certfi
car se a nomeaco de seu eaixeiro Francisco Cy-
naco Olympio Serafim da Silva acha-se registrada
neste tribunal.-Como requer.
De Vicente Ferreira Nones de Paula e Jos
Francisco'Colho da Paz, para registrarse Ihes. o
seu contrato de distrato social celebrado por es-
cripto particular. Reg>tre-se.
COS tNFORMACAO DO SB. DSSKMBARGAOOR FrSCAL.
De Jos Guilher.ne 4C, distrato social e titulo
de quitaco d,ej)ag'a.Salisfacam a exigencia coas
Unte do parecer fisjral.
RehaBilitacao de Benvenuto Cavalcante Bnarque
de Albuqueniue.Junte a quitagl que obteve
dos credores.
Nida mais havendose sbmettid despacho,
3 Sxm. Sr. presidente encerrou a sessao pelas 11
horas e meia do dia.
iomiiMi. eompostt d* &.
ia e Dr. Moscoso para trata-
SESSO JUDICIARIA EM 29 DE AGOSTO DE
1870.
?aBSn>ENCIA DO BXM. ^R. DESEMBABGADOR A. F. PB-
RKTTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao meio dia declarou-se aberra a sessao estan-
do reunidos os Srs. deserabargadores Silva Gnima-
raes, Res e- Silva e Accioli, e os Srs. depulados
Rosa, Basto, e Miranda Leal, faltando com part-
ciparao o Sr. bario de Cruangy.
Lida, foiapprovada a acta da sessao anterior.
O escrvao Albuquerque registrou o ultimo pro-
testo de letra a 21 do presente mez sob o n. 2090,
e o esenvao Al ves de Brito a 23 do dito mez, sob
o n. 2052.
Acconnos assignados.
Embargantes E. A. Burle 4 C, embargados Oli-
veira frilbos &C.; appellante D. Gertrndes Ang-
lica Joaquina, appellado 0 bacharel Joaqm Fran-
cisco de Miranda.
mmimbco) termos pod e raspeilaaM a deei-
sao ueeiraatoria desta cmara, insiste de nov
lo exercieip do seu direito.l a commis
saodeceraiterio.
Um pa advogado, obre as proposUs
de D Man Be UZ!1 e d ba
charel Aurehano Augusto Pereira de Carvalbo e
ostros.
Foi nomeada um
lereadores 1
m deste coq^r.;
Um requerimento de Joaqun Jos Bello, pedia-
Oo ao Exm. presidente da profincia sua apo
aentadoria, eom despacho de informacie para es-
ta cmara.Informon-se.
Outro de D. Arselioa Xavier Carnefo da Caoba'
Rodrigues Campello, pedindo a ndemnisacao cor-
respondente aos palmos tonudos para a praca
marcada na planta da cidade em os terrenos ue
marinha dos quaes possudora, sob n. 6 De
E, situados ta ra do Hospicio.Ao advogado.
Ful Udo o seguinte parecer:
A commisso encarregada por esU cmara de
examiuar a reclamagao feila pelo Instituto Archeo-
logico Geographico, acerca da mdanos estabele-
cida na estrada de Joao de Barros, allegando ter
aquella denominacao seu nascimento na pessoa de
um horneo que 110 carcter do capuao militara na
guerra contra os hullandezes, e pirtanto proJqzi-
do faites, que davem ser perpetoados, tomando
em toda a considerado a reclamado do mesmo
instituto, a quein vote respeito, tratba de estudar
a que car que o mesmo usluto ao lem razio para fa-
zer esta declamacao, e para provar o engao em
que labora aquella congregacao litteraria, passa
expoi as razoes em que fundamenta seu jnizo,
que pede seja suomettidn consideracao do mes-
mo instituto, com cuja resposia a cmara resolve-
r o ffue. lhe parecer.
Nao pode datar do terapo des hollandeses o
nome que denominou a estrada de Joao de Barros,
porque nao consta da historia que com esse no-
rae milisse naquella poca capitn que, por eos
fritos ou residencia, desse nascimento ao nome
que dsnimiuou a mesma estrada.
As trras qne se chamam estrada de Joao de
barros zeram parte de um sitio chamado de Nos-
sa Senhora da Soledade, ou sitio da Soledade, qne
passara ao dominio dos jesuius. No reinado de
3*fi-
D. Jos, par ordem do capito general Luiz JMogo
a f-r7V* !rt=?|J^ote da juute do fisco no an
no de 1700, a requerimento de Domingos da Ro
cha, reiior do collegiu dos jesulias do Recife, por
elles Toram arrematados estas trras que se acha-
vam era poder de Manoel Coelho de Lemos, as
quaes foram mais tarda arresudas aos ditos pa-
dres, e pelo mesmo governador mandadas vender
em hasta publica, depois de procedidas as forma-
lidades exigidas e quo naquelle tempu gnardarair.
grande ceremonial; e nesta occasio foram ellas
arrematadas por Joao de Barros Crrela, em 23
de agosto de 1763, come, tudo se verifica da carliii."'""Tr ,Ze*
de senlehca passada p ,r orde.n do mesmo guver- ^Xe e l,acalila"
ir tifll.i iiipri-V. IhimT. .11..
bras na mportancia Av (>m
1 a^^^^^^^^^^^^^Bbe de o-
mida de peixe, nos o o Asylo 105S.
libras de bacalbo fornec opregado com-
prador em 1039 rages toaioafla* de 9 emprata-
flos subalternos e serventes, cabendo eada raeio
nma libra, pouco mai-ou 'enero foi
compradn na razio de 20*reTs ifcra, e irnpor-
touaaaflUGOn endea do
mesmo nVz mais t56 litM de baealhao por 48a
'irMf\ ?* raz* de l8 CT*1 "r*- S*
100 libras fossera compradas pelo praca das 5
ha ja ama economa de 13*325 ris.
as, prescBdindo d'esta insignificante eeonomia
o qne cumpre ter em consideracao a extraordi-*
nana racao de urna libra de bacalho para cada,
mendigo uo referido mez de maio.
DeiK isto apreciaco de V. Exe., que sem dn-
viaa ncara admirado de saber que essa descoon-
nal racao ro nltrapassada no mez de jnnbo.
E com effeito nesse mez deram-se 1*. dias de co-
mida de peixe, nos quaes foram consumida 1054
libras de baealhao compradas pelo mencionado
uemente Jos, sendo distribuidas em 1024 races
inclusive as dos 9 eropregados ja fallados, rabeado
a cada raeio o peso de 1 libra e 3 l/ oiiavas pou-
co mais. Cada libra rusten 200 ris, e importen
todo o bacalbo em 210*800 ris.
Fra d este am fornecedor venden mais 128II-
c '-!0.*' **l > Pur 156 */* ris cada lib-
ae as I0o4 libras {nssem compradas pelopreco das
128, dava-e nma economa de 46*113 ris.
Gasten-se mais com peixe fresco nos 18 dias de
preeeito 09 de comida de peiie em abril tara 7
empregadoe a quantia de 126*300 ris, costando
portaon. cada racao diaria 1*004 ris.
Nos 12 das do preeeito ou de comida de peixe
no mez de maio gastou-se a qnantia de 68*600
res com peixe fresco para aquelles empregados :
pelo que cestn cada racao diaria 816 ris.
Arada gastou-se nos U dias de preeeito ou de
comida de peixe no mez de junho a quantia de
7l*/0reis cein peixe freseo, cusiando por m
adl ris cada racao dos 7 empregados em quesiao.
tudo quanto fiea exposto no prsenle officio
consta, e se deduz das contas apresenudas pe'o
ex-director do Asylo de Mendicdade na secreuria
qa santa Casa, como ver V. Exc. da Cerlio
junta.
Deus guarde V. Exc-
embargador Francisco de
vice presidente da provincia.
O provedor da SanU. Casa
Anselmo Francisco feetU.
-Illm. e Exm. Sr. de
Assis Pereira Rocia,
nador. peloesenvio Antonio de Biito, documento
este qae se acha em poder dosqae hoje saopossui-
dores do sitio chamado da capella d- Joao de Rar-
JLGAMENTOS.
do commereio
ap-
pneumoma.
LOTERA.A que se acha a venda a loS- a
beneficio da Santa Casa d? Misericordia, a qual
corre no dia 2.
PASSAGEIROS.Viudos da Aracaj e portes
inlormedifts no vapor ManiaK :
Severiano Esteves de Freitas, Tburtino Mundim
Pesua, Antonio Jlocteiro de Carvalho, Dr. Fir
mino Antonio de Souza, Luiz Jos Moileiro, Fran-
^lh)^J^r3t- wsravj e 1 lilho menor.
CliMirE.tO PUBLICO.-Obitaario do dia 25 de
ajes.
FraaeiMsa das Cuabas, Pernambuco, 70 annos,
viuva, liemi'e; pneumona.
Mauoel, Pernambuco, 20 rnezes, BoavisU; in-
tente.
Um receronascido botado raorto, Santo Antonio:
espasmo.
que faciliusse o mais possivel o curso do saneue/ ?? eQve"enamenIo pslo arsnico, nem lesoes mor-
ulla. ..Aii-iio.-* ntft., a------1 .1___B... iwdas foram verificadas
pelas collateraes, e nao fossem de modo algum o-
rendidos os ervos e veas mporuntes que ella
naturalmente acompanbam, oSr. Dr. Carolno, de-
pois de ter chloroormisa^lo o doenie, executou-a
com unu certeza e seguranca qne, incontinente
deixando de pulsar o tumor, nao tardou o restabe-
lecimemo do calor e da'eirculacao em toda a por-
m ; e cessando tambera as dores continuas que
wnto alBigiara o doenie, nenhum outro incidente
appareceu, dos grave* qne em oasos'taes muitas
Vf;zes sobreven), que eomplicasse o born xito da
.aerao Tpois certo que o Sr. Sallas BaptisU,
coja residencia actual em rasa do"Sr. Ferrio,
se acha fra de todo perigo imroinente e em ca-
minbo de um prompto e completo restabeleoi-
mente.
UMA AG.L40 GENEROSA. Acoando-seanda
sob o peso da mais estranba persiguicao o Rvd.
rr. JoAodo Amor Divino, vo-selle obligado a
nder as raaos aos religioos franciscanos desU
capital; e estes, lio chelos desse amor que ensi-
ni nossa santa religio, quanto surdos aeranger
das paixoes humanae; o receberam em seu npho"
de paz, afim de abriga-lo,ao menos emquanto
sustente seos direitosde alguma violencia qne
entura, o odio mais encarnicado tenba exco-
gitado. Lonvora, pirunto, aos mnijo dignos re-
sos do convente de Santo Amonio, e especial-
nn nle ao seu conspicuo gnardiao.
diam ser, tendo
morte.
no cadver, nem as po-
decorrido Untos dias depois da
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 15 na
rna'Jli da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
i.* denunciaco. '
Manoel Marques de Lemos, com Bsllarmina Ma-
na de Sant'Anna.
Manoel Antonio da Cunha, com Jesnina Mana
d A93umpcao.
Joaquim Lopes de Almeida, com Esminia Olin-
da da Caoba Almeida.
Serafim Gomes de Oliveira, cora Rosa Gomes da
Coala,
Damiao Peregrino de Oliveira,'cota Josepha Ma-
ria da Goneeicao. I
Pedro Martins Bispo, com Antonia Maria da
Conceico.
Antonio Penira de Ges, com Enfrozina Por-
tuense D. Emery.
1* denuneiacio.
Joao Evangelista da Silva Bastos, com Maria
Carolioa da Silva Duatte.
Antonio Jos Alves, cora Tbereza de Jess
Lima.
tomo; conge^ta.) pulmonar.
Maria Joaquina da Cunha, Pernambuco, 59 an-
nos, viuva, Afjgados; evrro externo.
26
Rosa deLyra Pereira, branca, Pernambuco, 38
annos, viuva, Sanio Antoaio; eUca.
Bemyinda, escrava, parda Pernambuco, 9 mezas,
santo Antonio; bronchile.
Mara Benedicu da Conceiiiae. preta, Pernam-
buco, 65 anoos, solteira, Boavista, hospiulPedro
U ; anemia
Jacintho Jos de Miranda, preto, frica, 30 an-
uos, solteiro, Boavisu bospiul Pedro II; tubr-
culos pulmonares.
Grapa, preta, esc.-ava, Africs, iO annos, solteira,
S>. Jos; pneumona.
Antonio, pardo, Peruamboco, 2 anuos, BoavisU;
denticao.
Innocencio, branco, Peruambnco, 13 mezes,
Boavista; catharro pulmonar.
Mana Magdalena de Meiio Maia, branca, Per-
nambuco, 26 annos, soltera, Popo; enterite,
Thomaz, escravo prato. Para, 40 annos, solteiro
Boavisu ; apopiexia cerebral.
Felisberto Gome dos Santos, pardo,1 Pernambu-
co, 28 annos, solteiro, Roavisu Bexiga.
Marcolino da Silva Pessoa, brauca, Pernambu
co, 28 annos, solteiro, Boavisu ; phtvsica pulmo-
nar.
Manoel Cledoordo Ferreira, branca, Pernambu-
co, 30anoes, solteiro, Boavisu, hospiul Pedro II;
tubrculos pulmonares.
Mara Joaquina da Conceicio, preta, Afnca,60
annos, soUeira, Boavisu, hospiul Pedro II; em-
rito ehronuo.
Jovna, parda, Pernambaco, 37 annos. Santo An-
tonio ; enterite chronico.
Maria, branca, Pernambuco, 3 annos, BoavisU ;
queiraadnra.
Juizo especial do commereio : embargante a
pellante autor Manoel Carvalho de Meara, embar-
gado appellado reo Manoel Riboiro Bastos, cessio-
nano da mis,;, fallida de Antonio Pereira de Car-
valho Gtiimars; juizes os Srs. Silva Guimaraes
.Res e Silva e Miranda Leal.Foram desprezados
s embargos.
Julio especia! do commereio : embargante ap-
pellado reo Rotningos Francisco Ramalho, embar-
gados appellante autores os administradores da
mas a lalliria do Amorim, Fragoso, Santos & C.;
jubos os Srs. Silva Guimaraes, Accioly, Miranda
Leal e Basto. ?lo foi admittida a sustentarlo dos
embargos, por urna nnanimedade de votos: e en-
irando-se no merecimento da causa, foram re-
cebidos os embargos com o voto do Exm. Sr. pre-
sidente, sendo vencidos os Srs. Accioly e Basto.
Juizo especial do commereio: appellante roo
Joaquim Antonio Pereira. appellado autor Vicente
Jos de Brito ; juizes os Srs. Res e Silva, Acciolv,
Basto e Rosa Qrdenou-se urna diligencia, sendo
voto vencido o Sr. Basto.
Appellante Paulo Guelphe, apoellada D. Luciana
Gertrudes Clara da Sllveira.-Adiado a' pedido de
am dos sqflhores deputado?.
_Nao estando presente o Sr. Barao d Cruangy
nao foi proposto o feito adiado as sessoe artte-
rores entre pjrtes, appellante Manoel Pereira
Magalhaes, appellado p. Jaan Busson. '
Sendo susp'eito o Sr. Basto, e nao estando pre-
sente o Sr. barao de Ouangy, nao foram sortea
dos os juizos para o julgamento do feito em que
sao, appellante Joaquim Francisco do Espirito
Santo, appellado Nathan Danheiser.
Sendo suspeito o Sr. Rosa, e n5o estando pre-
sente o Sr. baro de Cruangv, nao foram sortea-
dos os juizes para o julgamento do feito, que pen-
de de embargos in/ringentes do julgado d'este
tribunal entre panes, embargantes Joao Evange-
lista de Sa" e outro, embargado Jos Fernandes
Gomes.
ros. i-sse horoem que aframatou dus trras era
l-ortuguez, ferreiro que naqueo* tJinpo fon.ecia
os ferros para os navios que viajaran) para aqui.
lelo pouco asseip com que se trat.va era Joao de
Barros conhecido por Joa> de Barros sujo E'
concludente que tendo sido a sahida das ho'llan
deaea em 10SI e tendo sido a>rematantedas ier-
ras Joao de Barr. s. em 1763, nao podia ter milita
do contra os hullauJezes por menor que Osse a
sua idadfl, ou por maior que fjjse a em que se
apresenusse como arrematante das trras, pois
que entre um e outro periodo s<> nota a existen-
ca de 109 anuos ou mais de 120. periodo medioda
existencia dos hoHaudtzes. em quo seniapJeper
milttr-a piisibilidiide de p-jder -. r militado o que
em 176.1 se aprescntou,com vigor para ser o ar
rematante de ierra-.
Aiada mais concluiente que nao hou-e^e
DESIGyAQ\0 0B DIA.
Appellante Joao Lourenoo Virato de Vascon-
cellov, appellado Jos Rodrigues Pereira.O pri-
meiro dia til. v
PASSAGENS.
Do Sr. dsembargador Silva Guimaraes ao Sr.
Anna, Pernambuco, 69 annos, viuva, Santo 4n- sombargador Res e Silva: appellante Joao Fran-
cisco de Carvalho, appellados' Manoel Frauciscn
da Silva Novaes e outro; appellante Bernardo
Jos Rodrigues Pinheiro, ".appellados Wilsons &
nOtt.
AGGRAVO.
Juizo especial do commereio: aggravante Vira-
to Ceoteo Lopes: aggravados Lnpes & Paiva.O
hxm. Sr. presidente negou provimento.
Nada mais houve, e toi encerrada a sessao a
urna hora da tarde.
CHRONICA JUBirURU.
ciUndo a inclusao
m que tem de ser jvada aprc
iuidy ara senador que
a pe
Haronea de Olinda.
io-a nesta pagina nosso fin dar um
nunbo de apreco ao Dr. Augusto, de cuja
auizadenos prezamos, e ao mesmo tempo toraar
Henrique Soares de Azevedo, com Virginia Lanra
do Nascimento.
Turibio Arjhanjo de Lima Ferreira Barras, com
Agnela Estelliu Matroniana da Silva.
Silvelra berl Soare8'coin Monica-Franctca da
4 Ignaeio do Reg Aleacar, eam Guilberroina
Apolinana do Nascimento.
. x 3.' derranclacio.
p0Jr^s,acler^!', Ferreira da Silva, com Emilia
Perpetua de Oliveira.
JXD!FJi0C,EI,ADE-Eormou-se anArb
um sociedae que conu j eom mais decem
tesumento, declarara que nao qneremser enler-
S^raMf W?a gOjMERCIO
ACTA DA SESSAO ADM-NISTILATVA DE 29 DE
AO09D DB 1870.
tSIIWIIClA DO EX*. SR. KSaaiBABGADOH AKSBL1I0
FRANCISCO PEBKTTI.
Ae 10 toras da manjiaa reunidos os Srs. depu-
lidos ftosa, Bato e Mirandi, Leal, declarando
acbar-ae doenie e ler-se de retirar para fra da
cidade o Sr. oarSo de" Cruangy pelo que pedia que
se obaraasse a Sr. depuUdo l. supnlente. S. Exc.
0 Sr., presidente daalaroa aberu a sessao.
Foi lida a approvada a acta da sessao de 28
O tribunalVesolveu aue fuese convidado a vlr oc-
cupai- o logar do Sr.,dopuUdo barao de Cruangy
q orante sea impedimento, o Sr. I. supnlente Jos
Francisco S Leito.
ElPEHENTE.
corretoj-^s cdi|
Aoarcbi
Foi encontrado. regnUrmente esertoturado o II-
vro da correspondencia officla.
nawicHes
Requerimento de Jos Antonio Soares de Azev-
^ecreuno da junta dos
: t AMABA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 17 AGOSTO DE
DE 1870.
PRESIDENCIA DO SR. PR. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Piunga, Coste Moreira,
Gameiro, e Dr. Moscoso, aprio-se a sessao, foi lida
e approvada a acu da antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
urna circular do Exm. presidente da provincia,
com data de 11 do correle, comraunicando a esta
cmara, que por porta ria da mesma data havia
pr _rogado at o lim do crreme mez, o praso mar-
cado nade 31 de maio ultimo, para prestaren) o
devido jurameate, os supplentes do juiz rounici-
pf 1^\ lermo' (*w tiverem tirado seus ttulos
at o de julho ulUmo.Mandou-se-afflxar edi-
Ues.
Um cffloo da cmara municipal da Boa-Vista,
acensando a recepoao do oficio desu cmara, no
qual pedu aquella sua coadjuvacao para urna
subsenpeao do monumento qne se lem de erigir
era coramemoracaa aos feitos dos nassos soldados
nos campos do Paraguay.Interada.
Outro do subdelegado supplente da freguezia de
b. hre Pedro Goofialves, Manoel Jos Dantas Ju-
mor participando ler entrado no exercicio da
subdelegada.Inteirada.
0a i0 fl2eal da freK"M'a de S. Jos, enviando
o recibo^do thesoureiro da Sanu Casa de Miseri-
cordia, do producto liquido d'arremataco do gado
eabrum.Aoarchiro.
Ouirq do fiscal da fregnezia, da Boa-visu, cora-
municando a pnsao de Manoel Francisco Cesarlo,
por se rarTQlar guarda municipal, multando a di
versas pessoas. Inteirada.
Outro do fiscal da freguezia dos Afogados, in-
formando sobre a peiigio de Antonio Estoves Mo-
reira da Cista, na qual pede Ticenra para matar
bo.s no lugar das Ardas do Barro' Conce-
deu-se.
Ora requerimento do vereadorDr. Lobo Mosco-
ao, pedindo para que se pessa ao presidente1 da'
provincia, autrisacao parase despender pela ver-l
ba eventnaes a (pranta de 360*. quantia qu ex-
ceden a qnota votada peta assembla pmvio
al, para o Tuberal que esta cmara manuo
ctfroS imis,d0' 1ae falleeerara na go'er
ra do ParagoavFoi approvado.
J.L 'eieootratar.se cera qum nrmenos
^5 Mr^-e.natflra^eg ^ res; cajos no-
mes MI In mndWos.Approvado 1
JtovSZIl'TaS t> ba,Sb*^e, PrawMo Augus-
to daFonceeae SH,em qoe deseavolve ampia-
meato as razWs do direito em que se funda para
tornar eeetiva a provisao'que obteve do ordina-
rio para exhumar os restos mortaes de seu pai, e
0 que se ti;, 1 poj crer q kmi, i.,.faria a,6 a
patente de alaros de urna d.v uslem.unhaa. A'
Vista do que fica exoosto e ua ausencia de docu-
mentos que o contrario prevem, a commisso de
parecer :
Io Que nao houve Joao de Barras que militas-
se no carcter de capito ria iuta contra os bollan-
dezes.
2* Que.o nome que Jeriominop a estrada de
Joan ae Barras multo posteri-T a sahida dos bol-
landezes de Pernambuco.
3 Quo a denominadlo Joao de Barros que to-
mou a entrada, fui devida ao ferreiro portuguez,
que se denominava por autonomasia Joao de Bar-
ros sujo.
4 Que este bomcm edifieou a capella daquel-
la estrada que a denoniinou eom o*sl nome no
reinado e D. Jos e nogoverno d> capito-gene-
ral Luiz Diogo Lobo da Silva no anno de 173
quando arrema too as ierras qae farmavam o sitio
da Soledade e foi ah residir.
A commisso espera eme "-ubmettido o seo
pareeer a Ilustrada consileraeq,do Instituto Ar-
cbeologico. e sujeitn ao vero jimo dos que se
oceupam de.-la scieucia, soffra qyalquer censara
antes de ser alterado o nome com oue a cmara
denommou aquella estrada, que > o de um Mus-
ir pernambueauo que, sacrificando sua vida e
posicao, fora um dos pnmeiros -.'.lunurios da pa-
tria e quen este provin a devo era grande par-
te a facilidade que encontroa na formacad dos
corpos qne mandn contra o tvranno do Paragusv
e qae por amor e honra sua patria ah deu fin
a existencia de seus dias.
Paco da enmara mumipa! do Recife, 17 de
agosto de 1S70Dr. Prxedes ^mes de Sonra
Pilanga eDr. Pedro de Alhayde Lobo Moseoso.-
Approvado e que se remeta copia .10 instituto \r-
.cheologieo.
Urn requerimento do 3r. Dr. Lbbo Moscoso :
Requeiro que se mande o engenheirn cordea-
dor examinar a estrada projertada da Ponte de
UehOA para a nova freguezia da -iraca, e informe
se ha conveniencia na abertura iMIa."
Pago da cmara municipal do Recife, 17 de
agosto de 1870Dr. Lobo M mowAMWHfcifc
e se omcie ao engenheiro cor i-ador.
Despacharam-se as neticOes :
De Antonio Alves Pacheco, Ad*::no Idelfonso
de biqneira Albuquerqoe, Agotin!io Jos da Sll-
1 Henrique de Arante, Antonio Lope*
Certifico que das cootas ajjreenUdas nesta se-
creuria pelo ex-dirocter do Asylo de Mendicidade
Joaquim Pedro Barrete de Mello Reg. coosU esu-
rem exacta- todas as cifras de que IraU o officio
supra do Exm. Sr. desemhargador provedor, rela-
imente a despeza feita com fructas, verduras,
han naquelle estabeleciraento.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite, 1/ de agosto de 1870.
0 escrvao,
Pedro Rodrigues de Soma.
Santa Casa da Misericordia do Recife, 17 de
agoste de 1870.-N. 2933.Illm. e Exm. Sr.-Em
nm dos meus precedentes officios declare qne
me fizera o ex-director do Asvlo constar em
20 de maio prximo passado terem sido all reco-
Ihidus o saceos de fariuha, 10 de feijo e ;0 ar-
robas de carne ateca, que offerlra o barao do L-
vramenio, cabe-me agora dizer que com sse Vt-
nai'vo furam susientados os asylados nos dias f
o 25 do referido maio e nos das 2, 9, 16 e 53 de
JU"b.>raas qae a ^"'da d'elle; fui accrescenu a
com 23 hbras de carne repartidas por esse dlas,
lendo-se csto com larinha de maudioca no mer
de.mato 90* e 76 no mez do lunbo alm da que
fora_ olterecida.
Nw mez de abril inclusive 9 dias de marco, ba-
via-se des(endido com tarinha a quantia d 19d*.
Consumi o Asylo de 23 de mareo a 30 de abril
1711 hbras de carne verde dividiias em 1863 ra-
cos iqclu<.ive as de lodos os empregados, caben-
do a cada raeo o peso de li oncas e f> oiuvas.
espendeu-se com esse genero a quantia de......
609 iiOO ris : o que prodnz tormo medio 336 res
por libra: A Santa Casa pacou a carne verde de
in pec'SU uo lodicaJo ufez de abril na raza> de
bto ris o kilogrammo, ou por outra, na razao de
2Ji res a bhra. Se aqnelle Asylo comprasse a
c-arad pelo mesmo prerjo, faza urna economa cte
106*082 rk
So mez de maio consumi o Asylo 1569, libras
ile Tarue verde em 1620 racSes, mclusive ae dc
todos os ompregados e abatidas as ragoes prove-
nientes do. donaiivo do barao em dous dias desse
mea,19 e 26, como cima dase e coube cada ra-
cao de carne verde o peso de 15 oncas e 4 oiUvas.
^P^aeu se com essa carne a quana de......
jOooOO ris: o que produz termo medio a de
.521 res por libra. A Sanu Cas a pagou a 'earne
verde, que consumi no predito mez de maio, a
2J* res a libra. Se o Asylo comprasse a carne pelo
m*-rao prego azia urna ecoraia de 47071' ris.
No mez de junho consumi o Asylo 1727 libras
d,e carne ver^e em 161 i racoes j, abatidas as de 4
das da a'imenlacao pelos gneros offerUdos, e
coube cada racao o peso de urna libra e seis ei-
uvas. De-pendeu-se com a compra d'esta carne
a quantia de 4Ua480 ris: o que produz termo
medio a de 286 ris por libra.
A Santa Casa abasteceu de carne os seos esU-
Delecirnenios no antenotado mez de junho narizio
de 220 ris a libra. Se o Asylo comprasse a car-
'??,'ln2am'?mo Dre consegua urna economa de
1IJ982 ris.
Despendeu.se em o Asvlo com pao e bolacha no
'i, Q.\',b.r;!jnclusive os' 9 dias de mar5 >'*-
O res e em junho ii7080 ris, >k
, mais do
Radrignes, Antonio Moreira Res, Angela de Jeius
e Souza, Adylpho Konps, Bernirdino Jos LeilK
Boa-venlura Jos de Castro Azevedo, r)3vid Flack,
Domingos Andr Gomes, Egv0ro Carneiro Rodri
gues Campello, bacharel Felisramo de Mendonca
Vasconcelos, e'crivao Francisco de Barros Cor-
rea, FrancisO Ferreira Balfar, a irr.iandade das
Almas erwa na matriz da freguezia de Santo An
tomo, Isabel de Jess. Fernandes, Isabel Maria da
Unceiclo. J., Barbosa de vira, Joao Joaquim
de Oliveira Lavalcante, escrvao I.iaqnira da Silva
Reg, advogado Joaquipi Gon-alve Aleixo, Jos
JacomoTasso, Joaquim Lopes de Almeida, Joa-
quim Pedro do Reg Barrete, /os Djmingos Pe-
reira. Joao Jos de Mour Araujo. J0 Bernardo
de Sena Joao Luiz do Araajo, tea.wim Luiz Viei-
ra> Jos dos Santos da Silva Barreiro. Joauio;
relippeda Veiga, Joaquim de Souza Neves Lo
noi* Mana de Souza, Lauriana Maria da Cotel-
caoLuiza Maria da Concelelo, Mara Benedicu
Monteiro, Mana Joanna Naboco, Manoel Felippe
de Gouvi Cavalcante, Manoel Jos Catneiro. Pe-
dro Osorto de1 Siqalra, capito Pedro Semino da
hdva Braga, Roberto Sighbon, Rosa da Conceleao
Mendes Ribeiro, Rufioa Maria da Concelco, fe-
motheo Pinto Leal e levanten-se a sossio
Eu Lourenoo Bezerra Carae.'ro da Cuaha, se
crerio a subserevi.
Ignacio Joaquim de Souza Ltao, pro-presidente
-Jos Mario FrttreySomeivo.-Caffano (Juriaco ia
uosta StotetraIgnacio Pema da Silva Dr
Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
., lo
qne os lazaros e alienados reunidos,
que inclusive os empregados coQsUn,jran) de pik>
Smoo-" e'" !,bril 3*7*608 ris. em maio......
tenf f.rK *, e- em jUBh0 332i2e5 ris, tendo os
dous estabelecimeuto.s mn auril 34 pessoas, en
dicidade ** "'"1 ianl" illM* qUe AsyI de Ubn~
Tudo quanto acabo de expender flrma-se em
can uios cuidadosameule feitos na seoreUria da
santa C.isa. segundo V. Exc. ver da certidao
juma.
Deus guarde V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. d**-
embargador Francisco de Assis Pereira Rochs.
O provedor da Sanu Casa
Anselmo Francisco Peretti.
c*r!l2C0 1*e 'das as cifras de que traU o dffi-
clc1 to Exm. Sr. provedor se achara de conformi-
dade cora os clculos feitos pjr esU secreuria,
em vista d s cootas apresenudas pelo ex-director
do Asylo Joaqoim Pedro Barrete de Mello Reg.
Secretaria da Sanu Casa da Misericordia 4a
Recife, 17 de agosto de agosto de 187a
O es:riv3o,
Pdro Rodiigues de- Souza.
publcame*ta mebdo.
Wegeclos b \hFU Ae Meadici
dade.
Santa Casa de Msericordi?. ro Recife, 17 de
agosto de 1870.-N. 2932 -lm. e Eim. Sr.-Gas-
taram-se no Asylo de Mendit:iade em frbeas e
verduras 161l00rs no mer de abril, 1801600
em maio e 197*900 em junho. Itaqni se v que a
despeza ja crescida nos doas primeiros mezes ain
da augmentou np terceiro 3 ne^j prngressao as-
cendente vina em nm anno a ronstifnlr nma ver-
ba mrnto importante.
co ao oltlmo da,lioute 18 dias de ;omda'de pei-
Xil%?M>re?i\0 T (fami foaft codadmidas
l,4o2 libras de baealhao fornecido pejo empreea-
t S?ou^""PJir '^fcs* Ferreira
.empregados subalternos e serenles, cabwdo
cadaracao o peso de 12oncas e 3 ditsvas. Este
gMerofoinradonarazg7de20(llfs cada li-
bra e importou era 230#WO ris. Alm desse b-
Santa Casa da Misericordia do Recife, 17 de
agosto deJ870.N. 2934.Ulna, e Exm. Sr.-Rna
cimtinuagao do que uve a bopra de expOr a V.
Exc. nos meus dous antecedentes officios relativos
a alimentacac- dos asylados e dos empregados do-
respectivo estabelecknento, direi anda :
Que a importancia de 493*480 ris de carne
verde consumida no Asylo durante o njt de ju-
nho prximo passado, alm da carne secea offere-
cida palo baro ao Livramente, constitue nma
omma superior a que se despendeu neste mez
cora, p mesmo genei na hospiul dos (ataros e
hospicio de alienados, que reunidos e cojn um
pessoal mais numeroso gastaran) apenas 3964790.
E que em manteiga despendeu-se no Asylo du-
rante o referido mes de jnnbo com 105 pessoas a
quantia de 188JJ, quando o hospiul Pedro II com
mais de 272 pessoas gastoo 119*000.
0 que acabo de dizer mostra-se da certidao jun,-
u passada pelo escrivio da Sanu Casa.
A ?ista do que nca expedido neste e t,s prece-
dentes offlcios parece me que nao dxei de ser
verdadoiro quando ao fallar das despezes do asylo
ne relatorio do i. de jolbo as qnaliBqoei de -
cessivas. Este, excesso, que noiei, demoastra-se
pela redcelo que taes despezas tem experanienta-
do sob a direccao do Dr. Oivdra Fonceca, segno^
do se collige da parte de sen officio do 1> do Aor-
rente, constante da copia n. 2.
Dgnese V, Exp. entretanto ter em considerac
que no citado relatorio, faltando tu de ddsne n
do asylo, qae repute! como exeessns naeas
Ucularise, como agora faeo, depois qae fui ai
dijo pelo ex director e paira comprevar a etaei
(13o do que afflrmei. E de mais desta nWlte
expresiies oeohum dezar se segua ao ex-dme
a favor de quem se pedera allegar que a dtf^^H
argida na desoeza era effeito do tributo ra
ao m jios no pAfneiro mez de exercicio tfaTul*
a inexperiencia.
O que porm ceHvinta era que o mal nao nmi_
gredisse ese larnaie regra, a cotteMg *
passado infefit dependa omito da Mava**
director auxliado or algn morioMa^H
udo da Sanu Cata. T !"-
A intervencao de um mordomo nos -----
mentos para qoe aomeado 6 de todo proSc!
1
*.\
\


(WAi X?famhw -t ***
erYa 31 de
Hr
de

arqamto elle polis wriflear o numen das pes-
aos que se presme exwdrero nesaes esiaoeieet-
aaestos, examinar qnaes as randa* dadas a essas
pessoas ei qualiada dos feneros campradosjm
torneados: limitar eaaas ameras e foraeeimentos
ao consumo de poneos das, nuodar consumir de
preferencia os gneros que sao de taeil, corrupcao
lulMUrtn Telar quando os gneros qne se con-
sonen) sio compra Jos como suceedia no a*ylo para
que So se figure entrar para os estabelecimentos
nur ponaao de gneros do qtte a qae se bouver
na realidade re;olhido e para que ao d-'pois nao
a d Bcticia sabida aos gneros nao recebidos,
por meie-de reles exageradas.
Deas guarde V. Exc. Illm. e Exm. Sr. de-
seaabargador francisca de Assis Pereir*,Rocbv
vico-presidente da provincia.
O provedor da Santa Casa,
Anselmo Francisco Peretti.
N. 1.
CertiOeo qne no mez do Jonho nltlmo a despea
<|is carne verde consumida no Asyle de Mendicida-
de itnportou em 493*480, e qne nesse mesmo rae
o hospicio de alienados e hospital dos lazaros con*
sunirara o mencionado genero na importancia de
de 39**720, tendo estes ultimas estabeiecimenlos
reunidos, 17 pessoas mais do que aqoetle aeyk).
Certifico mai- que no dito tnez de junho a des-
pexa com a manteiga fnrnecida ao hospital Pedro
'II foi de fr9*008. e qne nesse mesmo temp gas-
*ott o Asylo de Mendicidade com tal genero a
qoantia de 188*000, tendo aquello hospital 172
pessoas e est asylo 105.
Secretaria da Santa Cas* de Misericordia do Re-
fe, 17 de agosto de 1870.
Oescri5o,
Pedro odrmes de Souza.
\ 2
Asvlo de Mendicidade, 1 de agosto de 1870.
Illm. e EXm. Sr. Remello V. Exc. a nota das
desperas feitas com n sustento dos asyladw desde
o dea 22 do mez pa'sado, em que tomei a direecao
leste e?tabelecinientn at bontem 31.
Bm offlci i de 29 V. Exc. tambem rxige urna nota
das despezas, que se fizeram em igual numero de
-iins anteriormente.
Sinto dizer V. Exc, que na secretaria desle
estabeleeimento no exista nenhuma das contas
anteriores ao da 22 de jntho, estando todos era
poder de meo antecessor ; qne segundo me disse
as levou para fazer um relatorio, dt- qual en pode-
rla comer alguns esclarecimontos. Apenas se,
]iie em cada dia o mordomo faiia por ecripto_ o
pedido da qnantia neeesaria par a alimentacao,
ateulando em 810 res o sustento de cada asyla-
do nos dias de prceeito e em 980 ris nos onlros
tas. Em cada pedido diario n mordomo passava
reribo da quantia equivalente, ja tive urcasiao de
O mordomo diariamente escreve menuriosamen-
te todos os gneros, qne compra, e destes descr-
ditos os que entram para a dispensa dos empre-
ndo*. Os recihos sao passados proporeoo qne
<-!! vai recebendo as quantias respectivas. Da
nota inclusa ver V. Exc, que os gneros coosn-
aiidos na alimeotaco dos asylados nos ltimos 10
ai importaran! m 366*220, sondo 437 res a
aspan diana (lenno medio) com alimentacao de
nada asvIadiS
Veas' guarde a V. Exc. litro, e Exm. Sr. de-
*Miihargdor Francisco de Assis Pereira Bocha,
vire-presidente da provincia, o director interino do
lo Jos Joaquim de Oliveira Fonceca. Confor-
Praneiseo Lucio de Castro.
Conforme,
Pedro Rodiigucs de Souza.
Tabella dos alylados e qne reeeberam as tres ra-
'Oes diarias.
Jnlhi
<
C
C

c
c
I
<
Calculo da despeza media com alimeotaco dia-
ria de cada asylado nos dias 22 31, inclusive
de jalbo de 1870.
Os gneros comprados para alimentacao nestes
30 dias importarmn em 4745820 sendo 805660,
di gneros que eolrnram para a dispensa dos em-
pregados, e 394*160 de gneros queentraram para
a dispensa do* asvlados, destes 3945160 existan
uta gneros 275940. sendo conscguinlemente o
consumo liquido 366*420, o que dividido por----
S.W05000 diarias, conforme a tabella acuna feita,
da 457 ris que a despeza media com al.menta-
diaria de cada asvlado nos referidos 10 das.
Jnlho 22
Horneas. Mulhen?.
22 53 27
23 53 27
14 33 27
25 53 26
26 53 26
27 55 27
28 53 27
9 53 27
30 53 27
31 53 27
cao _
Em relacao a quantidade e qualidade das rages
nenhuma alteracao tem havido.
Asvlo ci Mendicidade. 1." de agosto de 1870.O
mordomo, Clemente Jos Ferreira da Costa Jnior.
E-t exacto o director interino Jo. Joaqun) de
.Oliveira Fwnceca. Conforme Francisco Lucio de
tro.
Conforme,
Pedro Rodrigues de Swiza,
(Contina).
O correspondente de Pao d'Aluo pira o
Liberal, quaatlo quizer assoalhar embustes,
favor que me faz n3o envolver o meu oo-
um era suas historias.
No Liberal re qnarta-feira da seman--
:r>sada o referido correspondente diz entre
(tras coasas o seguate, com referencia ao
meu amigo e prente o Sr. J'-saino Domin-
^aes Garneiro, mas de modo a evitar a res-
ponsabilidade :
4 Na verdade o Sr. Antonio Francisco
At Abreu se quizesse poda dizer qnem ra-
pinoo cem mil r s de sua gaveta, estando
a; cbaves em poder de seu cnnhalo o vi-
gario Arago, qae dea as meiores.
Ijec'aro que esta insinuarlo urna falsi-
dade, qoe n5o posso consentir esteja o
-meu nome associado para llie dar verosimi-
ihanc. 0 Sr. Jesuino est muito cima de
aJ'i baixa imputafo.
Kecife, 30 de agosto de i870.
Antonio Francisco de Abreu.
No foro-criminal desta cidade foi proferida urna
decido, que eslabelecendo nova jurisprudencia, e
nado de encontr ao que ensinam os praxitas,
nio pie passar sem reparo, tanto mais qaanto
a nova jurisprudencia resulta prejuizo ao di-
reito <1as partes, acoroeparaento i impunidade e
npiata alteracao dos principios at agora ge-
ramente reetbidos.
IntAitando-se qaeixa por enme particular, pe-
rante e subdelegado da freguezia do Recite, e sus-
-iundo-se quesiao de poder admiitir-sc esta quei-
x, era razo de ter sido o reo preso em flagran-
te, e haver d subdelegado mandando proceder a
corpo de delicjo i-officio.e julgando-se nene sen-
i no juizn municipal, no recurso paraojuiz de
dijeito da I* vara, foram julgados nullos os actos
relativos a priso era flagrante, e ao corpo de de-
licio, e se reconheceu o direito de intentar-o of-
Udu iuaqueixa; mas com as testemuohasnao
[feaMm sido inqueridas sebreofaelo e suas
ircumstancias, e em consequencia da nullidade
do cjrpo de delicto, se deixou direito salvo par-
ara requerer o que lhe conviesse : esta deci-
;iassou eui julgado.
Efftictivaraente intentou-se nova qaeixa perante
. delegado, e sendo por este pronuuciado o reo e
confirmada esta pronuncia o* juizo municipal, ajli
jtoo o reo nova flanea, e interpoz recurso para
a segunda vara crime deta cidade.
Neste juzj, perm, se julgou nullo o processo ;
poique, estando preventa a jurisdiccao do subde-
legado peraote este e nao perante o delegado (que
alias exerce jonsdicco ao domicilio do reo, e no
lugar era que se commeUeu o delicto,) se devia
intentar nova queixa
E' eia a jurisprudencia nova a que temos allu-
dida, e que nada menos importa do que ampliar
ullidades qoe nao lo declaradas por le, e
a-las por mero arbitrio, contra a pralica de
julgar.eaui manifest pn-juiso das partes e da boa
adrniistracao da justica.
Pra aulorisar esta nullidade procedente oa
prevenaio se fondou a decisao alludida na. cir-
ia de-ter sido o reo preso pelo snoaele-
la darpeguezia doieeife, a haver prestado pe-
le elle lauca. Oceorre desde logo que se nao
i prebende preveneao eem processo pendente ou
ira razio poderia ser invocada,
nao por queixa
-alvo ao of-
f-od.do najeeisao do 4 tejdo
^^^^^v ao em flag
loc-i- que
se estabeleteu por actos nullos e contra o oue fjra
julgado.
A pns< m ple estabeleeer
prevencaonas queixas particolaies, nein pode in-
vocarse o que se julgou oulk).
A Banca tambera nao estabelece prevencio,
pode ser mesmo prestada antes do processo ou
depois Uetle, e na especie foi ialevidamante invo-
cada, porque tai Banca se ronsiderou sem effeito,
e foi o reo obrigadS a prestar ontra perante o de-
legado em virto.de da nova queipa 0 pfapee an-
nullado se considera como nao exisiindo. S o of-
feadido mienta nova queixa, o processo distine-
lo do que foi juLgado uulio, e nada tem, que ver
coa elle, e assim se proeedsu soui reclaraaao do
reo, qoe foi obngado a pesiar nova Qan^a, aao
sendo atteudido o recurso que se interpoz em rela-
cao a esta segunda flanea para a raesma segunda
vara criminal.
E perianto admiravel, qoe para estabeleeer
prevencao, se invoquen) aclos aoDullados e a
nanea qoe o mesmo juiz por outra deciso jul-
gou sem effeito, deixando-se era ailencio a flanea
posteriormente prestada,e que soraenle subsista
por forca da mesma decisi
? prevencao as causas eriraes se eslabeleee
pela instauiac.o do processo, quer a roquerimeT-
to das parles, quer ex-oflicio ; e assim foi julgado
pelo juiz da priraeira vara uo recurso alludido.
Xa leudo o subdelegado instaurado outro pro-
cesso ex-offlcio, nein se havendo perante elle in-
tentado nova queixa, nao, esteva e negocio sujeito
aa seu conhecunanlo, era conseguintementa pre-
venta a jurisdiccao, que nao cousa abstracta, c
applica-se a um caso dado.
O delegado tambem liara jurisdiccao para co-
nbecer do oaso e tao compleme era urna como
outra autoridade, para inlervir nay^jueixa que
fosse levada ao seu conbecimento, e quando
mesmo hoavessem semuluueameate cuuheoido
delU, devia psoseguir o delegado, art. 246 do re^
gulameno n. 120, que reaolve peremptoriamente
a queskle.
De feito, ainda mesmo que o subdelegado bou-
vesse principiado formar o processo, cabia ao
delegado, coacorrendo com elle na formadlo da
culpa, proseguir n'ella; e tem isso applicacao
oom maioria de razo, quando a parte usava de
um direito reconliecido por sentenca, de intentar
nova qneixa, em razao da nullidade, quo tinha fei-
to desappareeer o Io processo, e que nada 88 alle-
gou contra o jurisdiccao do delegado, que era toda
o caso flcou prorogada. E desta mesma disposicao
resulta tambera, que a prijao por si su nao estabe-
lece prevencao. uina vez que outra auloridade su-
perior, a que ordenon a prlsao, concorra para a
forraaco da cnlpa em que prefere.
E dove advertir-se ainda que a^priso, assim
como a Banca, nao sao actos, qne iniciem o pro-
cesso, per modo qna. possam estabeleeer preven-
cao, podendo ter lugar a todo o tempo. .quer antes
do processo, quer depois, e nao fazendo parte es*
sencial da formac) da culpa e nem sendo sertm-
niilade delta, nao podsm ser invocadas para esta-
beleeer preveuco, nem oonsegujuteraente nul
dade do processo.
A circumstancia, pois. de haver o subdelegado
formado o primeiro Brocease por queixa d-i ofen-
dido, nao o tornava exclusivamente competente
para formar o segundo, porqoa a sua competen
ca somente se poda estabeleeer com a citaca*
para novo processo ; sem o que e nao podi* dar
prevsnoao de jurisdiccao.
0 offlcio do sudelegado terminou com a decisao
da causa, e a annullacao desta, repetimos, a faz
considerar como nao existente, assim como cadu-
cou a flanea perante elle prestada. _
Nao se podo admittir prevencao, que a le nao
reconbece, e que eucontra as principios mais tri-
viaes que a estabelecem; e nem comprebende que
se d prevencao sem lide pendente.
Ainda mais, e coocedeodo por hypothese que a
dita cirenrastancu radicasse a competencia do
subdelegado, fra de du vida que, havendo sido
intentada a nova qneixa, e correado perante o de-
legado, sera opposico da liarte, que nem mesmo
no recurso allegou tal incompetencia, eslava pro-
rogada a jurisdrerao do raesmo delegado, como e
crreme em direito, e mais se nao poda jqlgar
pela prevencao, se a houvesse.
E", pois, fra de duvida, que se cogiton e crepu
una nullidade imaginaria, e que contra direito, e
nova a jurisprudencia, que se adoptou na referida
decisao. .
Parec-nos que o negocio to claro que nao c
su-ceptivel de legitima contestacao: se a houver,
discuti-la-hemos someute no iuteresse da boa ad-
ministracao da justiga.
Deciso que nos referimas:
Oando provlmeoto ao recurso interposto a fl. i,
julgo nullo o presente proce*so, por incompetcn-
Ma di jnit processaote ; porquanto, tendo sido os
recorrentes presos no districto da subdelegacia do
Recite, e alli prestado llanca, e processados pelo
rime que se Ihes imputa, segundo raostram os
'autos, visto que annullado, como foi o processo,
nao podia este ser renovado senao perante o res-
pectivo subdelegado, por- se ucbar por aquelles
factos j prevena a sua jurisdiccao, confirme
de direito. Pague, portanto, o recorrido as cus-
tas.
Reclfe, 29 de agosto de 1870.
O prtudicado.
devia apresen
quando Garcia atanbon, ouviudo um ramer >"u
,barulno,^ndo indagar o que aria em curaeanaM
gem.'e onde confunde os sus deiraclores. 0 Manoel Peijp, vio Sarcia apanlisdo ne teacM
Leiam todos a seguinte respost dada pelo pro- de um oejro de lo, de S, e do a_Bto<> Se
r_ *:_.-___ J- O ab> -T^ ...-^i ^fflol vor.
e \lbnqoerqo*, victima d^ um eiime luciendo,
que i acaba da rabotar-* Wi^ a loa,
nao -Je so* menaaria
doixa: lOoflyrao, pf
qnem a honra ainei-a pone
Iropuu-se an finado Dri tiiporiano urna fajia
de que eft/snjha aoro ioleira vanta
bo Dr. Victoriano de S4 que pao aera difflcil ver- Vicente Gago, trabalhwlor do aeawo toreia,
acha come
pea
se confundido o iqfeiiz calumniador da sua memo-
ria.
O bacharel Victoriano de S e Albuquerque.
0 correspondente desta provincia para o Consti-
tucional do Rio em sua carta de 9 de dezembro
ultimo diz a meu respailo o seguate :
< Deixando por um pouco o Sr. Olmda e seus
Qagicio, dirlhehei que ha tres para quatro rae
zes foi assassinado um portuguez no engenbo
Araungl, de qqe propretano, ou rendeiro, o;
Sr. Joo de S, irrao do Sr. Qatqnb, e cunhado
do Sr. Paes Barrete. Feram presos os indiciados,
correndo logo fama de qae o autor mandante era
outro. A polica do incommensuravel Abilio, nem
se quer se deu ao trabalho de averiguara verda
deira origem do fisto ; bsstava 9r elle praticado
em um dos engenhos da familia hoje privilegiaba.
Correram os lempos; eis, seoo quando sio os
nunJaUnos chamados a julguaento : interroga-
dos estes, dz-se qne fizeram akuraas revelagoes
que moito compromraettem o Sr. Dr. Victoriano
de S s Albo "merque, rmao e genro do Sr. Joo
de S.
O juii de direito, querendo entrar bera no
coaheoimento do fado, adiou o julgamento dos
reos, visto como em suas revelacesse refetiam a
pessoas que, estando ausentes, nao podiatn de
promplo ser acariadas. i
Este acto do juiz, corroborado polas referidas
revelaodes, lera susjitado graves nspeiUs contra
o Sr. Dr. Victoriano, de quem alias fazemos favo-
vel conceito, e contra qnem nao eraittirems juizo
nelinitivo, sem que as uvisligacoes da jusliji pos
habilitem. O faci grave; exige de nossa parle
toda a cireuinspecco; referimos apenas o que se
passa. -Se com elleito verificar-se a cumplicidade
do Sr. Dr. Victoriano em to enorme crime, brada-
remos, anda que sem tracto, contra mais essa
atrocidade ligu ira, que alias ha de ter o mesmo
castig) qneteem tidoos mandantes do assassinalo
do infeliz Jaron, duque jl|ie dei noticia na rainba
ultima, e de que at hoje nem ao menos resnltou
a priso do mandatario, que passea de poplldo na
freguezia da Escada I
Sei que o odio poltico capaz de grandes inv,en-
coes; mas nunca pen-ei que chega'stjnj a panto
de se rae attribur por esse motivo um fado da
natureza do que me attribus o citado correspon-
dente.
Para dar plena resposta e um desmentido com
pelo t) digno eseriptor, peco-Ihes, snho-
res redactores, que pbliquem os interrogatorios
dos presos a que o mesmo correspondente se rete
re, e as cartas que me drigiram em resposta sobre
os mesmos factos o j'irde direito e o promotor
publico da comarca.
De todos osss documentos ver o publieo que a
calumnia com qne almas pequeninas procuraran)
molestar-me (visto quo nunca bodtran destruir a
reputacao de que felizmente tenho gosado at
aqu entre os meus coacidados) se desfaz por fl
ine-ma, desappareceado completamente na origem
que lhe derara.
No careco de mais cousa alguma para inimigos
que nao se do a conbeoer.
Se o correspondente ou os seus informantes
acueitassem cem o seu n me a responsabilidade da
calumnia qne lancaram s^bre mi;ii, procurara o
caminho leg;il para fazer com que pagassem caro
a faclidade com que me aggn'diram.
Eogenho Aratangil, 28 de Janeiro de 1864.
Vic oriano de S e Albuquerque.
Interrogatorio feito ao r) Jos Forreira da
Silva Pinto.
Deferido o juramento aos 12 juies de fado, e
aeuaudo-se presente o reo Jos f'jrrera da Silva
Pinto, livre de ferros e sem coaeo alguma. o juiz
de direito passou a iuierroga-lo pelo modo se-
guinte :
Perguntado qual o seo nome, oacionaldtde, ida-
de, estado e residencia? KespotMeu chamar-se
Jos Ferreira da Silva Pinto, peruambncano, natu-
ral de Serinhaem, idade 50 anoos, solteiro, mora-
dor oo engenbo Aratangil.
Perguntado qual o lempo fle sua residencia, no
lugar designado ? Responden que ha 3 para 4
annos.
Perguntado qual o seu mol) de vida ou protts-
.so Respondentjne purgador.
Perguutado se sabia :r e escrever? Responden
que nao.
Perguntado se sabia porque era aecusado, ou
oreeisav.x algum esclarecimento llespondeu que
sabia; e era acensado-de ter esbordoado com ou
iros a Jos Garcia; mas declara que nao coramet
leu tal crime.
Perguntado aondo eslava ao lempo que e-bor-
doaram a Gracia ? Responden que em ana
casa.
Perjruntad> te conli'c? as ti>temnnhas que
nmaHunbado de Vicente Gago, que tiraram, a
Garcia da dentro d'agua ;. avista desia* dectera-
coes, e das testemunhas que sao aeeessana* e
devem ser ootifleadas, pede o adiamento da causa,
no que fi concordado pelo defensor do reo, e
pelo Dr. promotar publico, quem consalten o
Dr. juiz de direito.
Pergnatado qoe diz ao depoimento do inspec-
tor ter onvido a Garcia aecusado de lhe ter dado
a primeira cacetada ? Responden que Garca s
poderia ter dito teto depois de raorto ; porque,
se lhe houvesse dito era vida, elle inspector have-
ria procedido delle reo.
Concluid por esta frma o presente interro-
gatorio, nao sp Ibi elle entregue ao reo para in-
dicar as emendas precisa, como por mim escri-
vo, abaixo declarado, lidu.
E, naia mais sendo declarado, mandou o juii
encerrar o presente termo, qne rubricou em to-
das as suas tolbas, e assignou com o reo.
En, Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes,
escrivo, o escrev. Jos Bandoira de Mello.
Jeroayme Fe/reira ae Alpuqnerque.
Interrogatorio feito ao reo Manoel Fran-
cisco Pertira.
Interrogado o ru Jeronymo Ferreira de Albu-
querque, e achando-se presente o reo Mantel
Francisco Pereira, livre de ferros e sera eoaccao
alguma, o juiz de direito passou a interrogi-lo
pelo modo seguale :
Perguntado qnal o seu norae, nacionalidade, es-
lado, idade e residencia i llespondeu cuamar-se
Manoel Francisco Pereira Terse, pernarabucano,
natural de Sennbem, cora idade que uao sabia
e rigola de 23 a 30 annos, morador no engenho
Aratangil.
Perguntado qual o lempo de. sua residencia no
lugar designado ? Responden que na nm anno,
morando ames em Garneiro.
Perguntado qual seu meio de vida ?
deu que carreiro.
H
uto, affec-
Cao dos br ,$ pntmdes e do fi-
*wk) is, podem resistir a
sua njarav o medicinal. Sem rebxr o
mereetmejA) de unirs preparares fegitimas di
inesmanaturea, pdese affiangar qne aquelle
superlativamente excetleote. Girante-se a sua boa
evuservacio ero tod os climas, e acba-ae a ven-
da em todas as priocipaes lojas de drogas.
COMMERCIO.
WLM BANK
Of Rio de Janeiro Limited
a pracn taxa a con-
en conta corrente bis
Respon-
Respon-
Perguntado se sania |er e escrecer
deu que ao sabia.
Perguntado"se sabia o motivo parque era aecu-
sado, e se precisava du algum eseUrteime.nlo ?
Hespondeu que nao sabia ; e dado os esclareci-
ineutos, disse qne era al Grcia, e at nossa ccasiao lora para Coplhs, e
que, tendo sido mitificado ne*se da larde por
um alteres, cabo de quTteirao, para ir a urna
ronda ; ao mesmo cabo diesen que nao pudla ir
a tai ronda, porque ia comprar farinha ; e no
outro dia lhe disse Ignacio que Garcia havia apa-
ohado.
Pergontado se iodo elle para Coelhas, nao havia
procurado a compadria dos ontros reos, seus com-
panheiros t Respopdcu que nao : que passou por
c,ia delles os vio fazendo farinha, comprimentou-
os e seguio sua viagem.
Perguntado quo lestemunhas tinha eile de ter
estado em Coelhas na oteadlo do delicto ? Res-
ponden mo de Ignacio, tinha a Joao Baplsta, morador
em Coelhas, dous meninos que suppunha sobri-
nnos delle, o as muflieres do lugar.
Perguntado se eoonecia as testemunhas que ju-
raram no processo, e se tinha alguma cousa a
oppr c mira ellas: Respondeu pie as conhecia,
e so liona a recusar Francisco de tal, por nao
lhe ter amisade.
Peguntado se tinha algum m >tivo particular
qoe atlribuia a proenlc aecnsacao Hespondeu
que nao.
Perguntado se tem factos a allegar, on provas
que jusliflqnera a sua innocencia? Respondeu
que lera as lesiemunhas cima ditas que apresen-
lar, e requera o adiamento da causa.
Perguntado o que diza aecusaeao que lhe faz
o inspector, de ser elle roo acosturaado a fazer
espaucamentos, e al se offerecera a Garcia para
espabear a um seu trabalhador, moradjr era Gar-
neiro f Respondeu que era falso^que Ihe-levan-
lam.
Perguntado se tinha mais alguma cousa a de-
clarar uu a esclarecer? Respondeu que oo.
Concluido por esta turma o presente interroga-
torio, f j elle hdo por mim e-errvao abaixo decla-
rado. E nada mais sendo declarado, mandou o
juiz encerrar o presente lerm<> qae rubricou em
todas as seas folbas ; e, por nao saber o r es-
crever, assignou com o defensor, e Joo Apolono
Cavalcanti de Albuquerque, que tudo presencia-
ran).
Eu, Miguel Joaquim do E-oiriio Santi M iraes,
escrivo, o escrev. Jo> Bandoira de Meif.
Jos Joaquim Barbosa.Jo;io Ap domo Cavaicanti
de AlbuquiTque.
Descoota lettras
0MOMr.
Receb dioheiro
l raso fixo.
Saca k vista on a preso sobre as cidadet
Drincipaes da Europa, tem correspondente
ia Babia, Bueoos-Ayre, Montevideo, New
a Rew-Orleans, e emitte cartas, de crdito
oara os mesmos lugares.
RA DO CX>4ME&CI0 N. 36-
Voto banco de Peraambnf em
liquidaca. *S de agoste de
1890.
Os Sr. accionistas podem rceber o 7o
dividendo de um oor cento do capital s
quartas feiras e sabbados.
A' ra do Commercio n. 3*. 2o an-
dar faz-se, 3 quartas-feiras e sabbados o
3o e ultimo dividendo de 2,99 |0 sobre o
passivo da concordata do Sr. Jos Antonio
Basto.
Recife, 26 de agosto de 1870.
Despachos de exporlacao no dia 29 d
agosto
No patacho hespanhol Fomento, para Barce-
lona, carregaram : Amorim Irraos 4 C, 48 sac-
cas com 7.727 kilos de algodo.
No patacho portuguez Michaelensc. para i
Iha de S. Miguel, carregaram : Machado &
meida, 600 cocos com casca e 300 varas.
Al-
Cico equestre
Em nosso obscuro artigo de 10 do corrente, pu
bhcado sob o n. 192 d'este tai lido Diario, exuen-
demos a nossa opina j sobre esta magnnima com-
panliia ; e, n) tendo de que nos arrependenuos
d'esse nosso humilde juizo; tomamos a libertado
de nos adianormos em mais algumas considera-
coes :
Como dssemos, a familia Casali durante quatro
mezes de aturados espectculos tem-se sforeado
at ao possivel pomos mostrar o seu iocontesta-
vel mrito, dando seres de distraco ao nosso res-
peitavel publico, que se via ioleiramente despro-
vdo de qualquer divertimento serio, pela sentida
falta do primeiro theatro desta provincia ofor-
moso Sania Izabel.
Mas, como em todas as cousas ba nm lado mao,
ostrabalhos desta familia unida, que tanto nos
tem aggradado, enfraqueceu alguma cousa desde
que o Sr. D. Maros se retirou para a Europa;
oo s pela (alta deste, como pelos acorara idos
dos dentis artistas sent filhos.
Agora, porra, que o cuefe d'esta familia arts-
tica j regressou do velho mundo, agora que elle
se acha dirigindo os trabalhos da companhia, e
agora que seus filhos se veem livres de incommo-
dos, os trabalhos teem animado inteiramente, e a
pouca coocorrencia que se ia sentindo ltimamen-
te, vae outra vez crescendo sensiv el mente.
As partes que competen) a cada artista sao ca-
balmente axecutadas, o publico mostra-se plena-
mente satisfeito. em vista dos geraes applausos, e
de esperar que ainda por mais de urna vez ve-
jamos este circo trasbordar de> espectadores.
E antes de concluirmos estas mal coordenadas
ideas; seja nos licito que digamos alguma cousa
sobre o joven e svmpathico artista equestre Luiz
Casali; nao com relacao ao seu irabalho deequi-
ucao-, porque esse, est sobejamenle conhecido e
applaudido ; mas com retaceo sua recbnbecida
vocacao para a arte do immortal Rossini, Bellini,
Mayeber, e do anda existente Verdi e outros
maestros afamados.
Luiz Casali, oo sendo professional na msica,
como elle proprio coafessa, quando sobe ao coreto
da orehestra que loca n'este circo, sabe arrancar
notas tao melodiosas e compassadas do seu pistn,
que obriga os espectadores aos mais pbrenelicos
applausoi. Dzemo-lo sem lisonja :
Se o Sr. D. Luiz se dedteaase a tao mimosa arte,
seria um grande msico... Disculpe-oos a (Ilus-
tre familia Casali, se porventura offeaderaos a sua
modestia.
Recife, 31 de agosto de 1870.
O Imparaal.
iECEBEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES" DE PERNAMBCO.
*endimemo ao dia 1 a 29. 62;?^*S?2
i-iemdodia 30. ... 1:430*512
64:1303395
CONSOLADO PROYI?.CAt.
aendimento do dia 1 a 29.
(dera do da 30.
74:778*37
2:242*573
77:019*172
Ifm.
dame
var, por arrrn-
" Aa hobrail n.
()
Krecer, os ganaros
abaixo mencionadas :
laria i. 9, contrata i
com quem methor condic.1
alimenticios de 1* sorte,
Arrc pilado.
Asnear mascavo refinado.
Azeite doce.
Bacalho.
Caf muido.
Carne verde.
Dita secca.
Farinha de inandioaa.
Feijao.
Lenba.
Manteiga franeeza.
Pies de 6 oneas.
Dito de 4 oncas
Toueinho.
Vinagre.
E para o que convida aos seo ores negociante
entregaren! suas propostas na secretaria do mes-
rao batalbo, pelas 1P horas da manha do men-
cionado dia, cojo contrato vigorar do de se-
rembro a 31 de deiembro do corrale anno.
Quartel no Hospiric-em Pernambuco 26 de agos-
to de 1770.
Francisco Antonio de S Brrelo Janior.
Tenenle-secreJario.
lAspceco de arsenal de
aariuha.
Faa-s Bubfieo que a 'commissao de peritos
examinando na ferina determinada no regulameoto-
anpeao ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, os cascos, machinas, ealdeiras, apparalhi*.
raastrea?5o'<, velanes, amarras e ancoras do- v-
vapores Ptrapatm e Gtqm da compnhi l>r-
narabncana de navegarn eosieira, aebbti lodm
esses objeetcs em estado de poderem os vapore
navegar.
Inspeccao do arsenal de marinba de Pemambn-
co 27 de agosto de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
jurara no preces), e se tinha alguma cousa a
oppor contra ellas? Repondeu que conhecia, e s
tinha a oppr que juraram falsamente contra ell
reo.
Perguntado se tinha a'gura motivn particular a
que at'.rbua a presente nccusacio ? Respondu
que uao ludia.
Perguntado se tinha factos a allegar, ou provas
que iostitiquem s sua onticencia t Bcspondeu
qae tinha a allegar, que era innocente que, na
occasio do deluao, eslava en sua casa fazendo
farinha. e tem teslemuabas a aprescniar sobre
isto e sao: 1 /naci, pardo, casado, morador em
Aratangil, filhu de.Feliciana; Francisco, ilho da
mesma; Manuel B.ipti-ta de Aodrade, morador em
Aratangil, e Joo Baplisia de Andrade ; as quaes.
se nao vieram agora ao tribunal, foi porqoe elle
reo se achava s der noticar. e sem auxilio daiosca, o qual
requera ao Dr. juiz de direito.
Consultado o defensor do reo, disse que adhera
a proposta de seu cljenie, requi-rendo adiamento
da causa: e, consultado tambem o Dr promotor
publico, concordou Disto, por as?im convir aos
misteres da ju-tica.
Perguntado se era exacto haver elle ro dito i
Jos Manoel do Naaeimeato, que Garca precisava
de urna surra de ccete ? Responden que era
urna calumnia desta lestemunha.
Perguntado se, visitando a Garcia, nao leve oc
casio de dizer perante tres testemunhas quo1 lhe
dera cora seus companheiros pela razo de o accu
sar Garca de seraeltunte crime ? Respondeu que
.visitara a Garcia durante a sua enfermidade, e
falso que neslas occasiSes Garcia o oecusa9se de
seus padeciraentos, e que elle reo tambem se ac-
cusasse perante tres testemouhas. E mais nao
disse.
Concluido por eta forma o prsenle interroga-
torio, foi elle lido por mim escrivo abaixo deca
rado.
Nada mais sendo declarado mandou o juiz en-
cerrar o prsenle termo, que rubricou em todas as
mas folhas, e assignou com odefeusor e Porfirio
Aires da*Silva, por nao saber o reo escres-er.
En, Miguel Joaqun) do E escrivo, o escrev.Jos Bandeira de M-llo.Jos
Joaquim Barbosa.Porfirio Alves da Silva.
Termo de adiamento do julgamento dos reos para
nutra si'ssao do jmy
No mesmo da, uu-z e "anuo, retro-declarados,
no consistorio da igreja Ue N. S.-do O' desta villa,
presentes o Dr. juiz de direito presidente do tri-
bunal, Jos Bandeira de Mello, Dr. promotor pu-
blico Antonio Rogeri i Freir de Carvalbo, jura-
dos e partes comn.igo e. interrogados os Pos, Ibi por > lies uessa occasio
declarado h requerido que. ti-nd i suas testemu-
nhas da deten, as aja es por aan feram elles advo-
gado, nem injios de prom ivercn .is suas notifica-
coes, nem o poio da jusuca-fosse adiado os seus
joJgamentos para a tunra sss.io d i jury, aflid ile
que por intermedio da jusllea fossem notificadas
ditas testemunhas. O que onvido pelo Dr. juiz de
direito. consuHou a Dr. promotor publico e ao
advogado de causa, e por elles foi unnimemente dito que
cuiicordavam em dito adiamento : pulo que o juiz
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 30.
Aracij e portos intermedios2 dias, vapor bra-
sileirn Mandah, de 222 toneladas, cummandan-
te Jalio Gomes da Silva, equipagem 13, carga
vari is gneros ; a c->mpanhia Pernambncana.
Havre36 dias barca franeeza Aiel, do 372 to-
neladas, capito Hernault, equipagem 14. |carga
varios gneros ; Tissel Frere. Veio retrescar
e segu para o Japo.
Navio* sahiios no mesmo dia.
Ro Grande do SulBarca norueguensa denomi-
nada Brastleira. capito Juell, em lastro.
Rio Grande do SalPatacho dinarmaquez Jens
Wulff. capito H. o. Thvgessen, em lastro,
F.EITAES.
t- O Illm. Sr. con elbeiro inspector da thesou-
rarja de fazenda deta provincia manda fazer pu-
o para conhecimento de quem nteressar, que
vista da trdem do thesouro a. 138 de 3 do
cor -eote, acha se a mesma ihesourana autorisada
I agar aos oredores de dividas de exercicos
lint os de 186768 p^rt-ncentes aos minisieros
da guerra, agricultura e fazenda.
ecretara da thesouraria de fe onda do
nai ibuco, 23 de agosto de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Manuel Jos Pinto.
Per-
Pela Bscalisaco i pre>enca do Sr. juix da
paz da fregaezia de Santo Antonio, no dia de soa.
audiencia, tem de serem arrematadas as cabras
(bichos) que tem sido pega las vagando pelas rn..s
desta fre ueaia. contra as posturas da enmara mu-
nicipal, visto nao ter havido concorreneia na pri-
meira arrematado.
Recife 30 de agosto de 1870.
O Hscat,
_______Ti>'t.-s Gshudo._______
Pela subdelegacia de polica da freguezia de
S. Jos do Recife se faz publico, que fui ai'prehou-
dido om eavallo com cangalha por ser_eae mirado
vagando pelS ras desta freguezia sem dono :
quera se julgarcom direim. provaado, loe str
entregue.
Recife 30 de agosto de *870:
O subdelegado,
Antonio Morwra de Mendonca.
Asesso (ia cmara municipal Oesia cidade,
marcada nara o dia 31 do corrente, Coi transferida
para o dia Io do setembro vindonro.
Secretaria da cmara municipal do Reeifo 30 de
agosto de 1870.
O secretario,
fnrenea Bey*rra Caraetro da Cunha
Tribunal do c mmercio.
Nesta secretaria ficam competentemente archi-
vados .
O contrato de sociodade e Joaqoira Pinto de
Magalhaes, Antonii* Mende de Souza Machado e
Joi Antouo Soares de AzeveOo, esUbeleeilos nes-
ta cidade com casa de cnmniTCio de gneros de
estiva, sob firma de Mlgalhes, Mondes & ti, eo
capital de 14:7003, sendo 10-.006* em cora man-
dila.
O distrat > de Gregorio J s Gareia e Antonio
Jj>e Rodrigue-, dissolvendo a 'sockdade que li-
nham soh > firma de Gregorio Jos Garca & Ri-
drignef, cojo activo e passivo licam a cargo do
ex-socio Rodrigues.
B que em data registre o vapor JJoiwoi- de 30 ^)ne^adas, proprie-
dade da Companhia Pernambucann.
Secreuria do tribunal d > commercio de Per-
nambuco 28 de junho do 1870.
G offlcial-maior,
Jnlie Guimarafrj.______
Tribunal do commercio.
Esta secretara faz publico que em data de 18
do corente o Sr. Manoel Antouo Vieira, ciOado
portuguez, de 33 apoca de idade, s acha e-tahr-
lecido nesta cidade can casa de comraercio de.
loucas finas em grosso e por miado.
Secretaria do tribunal do commca'io do Per-
nambuco, 29 de agosto de 1870.
O ullical-maior
Julio Guimares.
M9TTE,
Sorffi uai golpe fatal
Por chegar tropa de liaba,
GLOSA.
Neste mea torrSo natal
Onde sou betn conhecido,
Fui da teta sacudido,
Sofa um.golpe fatal.
Nanea esperei cousa tal!
Que se acabarse a lapinha
Pois que fazer inda tinha ;
Agora o que pretender 1
Nada;' o rabo escoader.
Por chegar tropa de linha.
. OPhantasma.
Interrogatorio feito ao reo Jeronymo Ferreira de
Albuquerque.
Interrogado o reo Jos Ferreira da Silva Pinto, e
achando-se presente o reo Jeronymo Ferreira de
Albuquerque, livre de ferros e sein coaceju algu-
ma, o juiz de direito passou a interroga-ld pelo
modo siguite:
Perguntado qual o seu nome, nacioaalidade,
idade, estad i presidencia? Responden chamar-se
Jeronymo Ferreira de Albuquerque, pernambnca-
no, natural de Serinhaem, idade 44 annos, soltei-
ro, morador no engenho Aratangil.
Perguntado qnal o tempo de sua residencia no
lugar designado ? Respondeu que 3 anuos."
Perguntado qual o seo meo de vida, on profis-
so? Respondeu que agricultor e purgador.
Perguntado se saba lr e escrever ? Respondeu
que sabia.
Perguntado se sabia o motivo porque era aecu-
sado, e se precisava de algum esclarecimen-
to? Responden que nao; e, dados os esclareci-
raentos, disse que tudo era falso.
Perguntado onde estava na oocasjo em que es-
pancaram a Jos Garcia ? Respondeu que em sua
casa, fazendo farinha.
Perguntado ae cpnhese as testemunhas que ju-
raran) no proc -e linha alguma cousa a
oppr contrae!. e as conhecia,
o recusava dua r.imalos Alvos
Alegre e J
untado se tinha algum motivo particular a
que attrbua a presente aecusaeao ? Responden
que atlribuia urda calumnia do inspector e d
oulras testemunhas.
Perguntado se linha tactos a allegar ou pr
que c^^^^^fl^^H
ds direityi deterrado ordenoo qu-, quando so pre-
paris o processo, fossem nulificadas todas as
tt>temujhas declaradas pelos reos : do que l.ivro.
esto temo.
Eu, Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes,
escrivo o escrev.
Illm. Sr. Dr. Victoriano de S o Albuquer-
que.V. S. d um solemne desmentido ao cor-
respondente du Constititvional, fazendo publicar es
interrogatorios dos indiciados culpados no assassi-
nalo do portuguez Garcia e a acta qoe se lavrou,
onde veem os motivos do adiamento desse julg
meuto ; todava direi que os culpados se declara-
rain nuoeentes, un por estarem em suas casas
fazendo farinha, e outro por lar feito urna viagem
no dia do espaocameoto do dito portuguez, drzen-
do elles que tinham testrmunhas a apresentir, e
reiuerendo por isto u adiaraenlo que nao podia
ser desatendido. Os culpados do fizeram n-ve-
Li(j3es algunas que iltam V. S., e es-
tranho que se Hzesse raenco de V. S. era dita
correspond-ncia ; pois nunca oovi tratar de seu
oome senao com eiogi >, > isepto sempre de'impu-
tacoes criminosas. Uesejava ser mais extenso ;
pjim aima sou juiz na causa, e ;a prudencia
exige de mim reservas. Eu teuln tinalmeute ao Sr.
d .mor em conta de cidao honesto, e estran o
inteiramente a este enme, em que o querem fa-
zer participante.
Sou com estima e respeito, de V. S. collega e
atlento_CFiado, Jos Bandeira de Mello.
Illm. Sr. Dr. Victoriano de S e Albuquer-
que. Re.ipondendj a presada carta de V. S.,
principio por lamentar o geuio intrigante que pela
imprensquer tirar entra V. S. to a'.roz inju-
ria. Assim era resposta aos dous quesitos que
me aprsenla, cumpre-me dizer a V. S., qu1) uo
processo instaurado pela morle do poriugnez Gar-
ca nenhuma revelacao existe que possa prejudi-
car a V. S., e menos que fosse esta a causa lio
adiamento do julgamento, que foi espacado a pe-
dido dos pronunciados env,sejuelhante crime, eora
o fin de apresentarem testemunhas era sua defe
sa ; tenho, p js, respondido a V. S.
Sou com toda a c >iisi Jerac.i e estima, de V. S.
muito atiento venerador e criado, Antonio Roge-
riu Ferreira de Camino.
-+- Peraote a cmara municipal de>ia cidade
esu,r em praca dos dia.- 27. 29 e 31 do corrente
para ser arrematado por quem malor preco offe-
rewr o imposto de. aferiejb de pu-sos e medidas
peti quanlia de 22:800*.
. arrematado ser fela pir tira anno : aque-
les tjue preteolerem concorrer ella, devem ha
bilar-so na forma da le e apresentarem dons
diai antes as suas hablitacoas pnra serem jul-
gid|as.
As condifSes do contrato sero declaradas an-
tes Jde entrar a praca.
aco da cmara Municipal do Recite, 24 de
agrsto de 1870.
-! Ignacio Joaquim de Souza Lean.
Pro-presidente.
LonrenQi Bezerra Garneiro da Cunha
Secretario.
MCLARACOES.
Qonsulao d^ Portugal em
Pernambuco.
Os Srs. Jeo Macelo do Amaral.
Barbosa & Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Dus de Carvalho.
Manoei Luiz da Costa.
Fajoses Jnior & C.
Balthar tO.iveira.
Francisco Alves Monleiro Jnior.
Francisco Goncalves de Arruda.
Sebastio de (sem sobrenome)
Silva 4 Joaquim Felippe.
Manoel Gomes da Croz.
Amorim 4 C.
Christovau Ferreira Campo?.
Bcltro, Oliveira 4 C
Antonio Jorge dos Saatos.
Aolonio Goncalves Guimares.
Antonio Jos GoncalveJ de Azevedo.
Palmeira 4 Beltro.
Manoel Barbosa Rbeiro.
Jos Bernardo da Silva.
Sao chamado* a comparecerem neste eonsula
do afim de receberera o que Ibes locoo em rateio
n liquidaco de alguns espolios de subditos por-
fallecidos, dos quaes provaram ser ere
Adininistra^o des crrelos de
PeraaraEHico 31 de agosto de
is?o.
Molas peloe vapores Giqui e Pirapama da com-
pnnlua Pernambvcana.
A correspondencia que tem de ser expedid hoje
(31) pelos vapores cima mencionado-, pan os
portos do sul at Penedo e para os do norte al
a Granja, ser recebida pela maneira segninie :
Maros de jorn.ies, inapressos de quahjoer nalu-
reza e cartas a registrar at as 2 horas da Urde.
cartas ordinarias at as 3 horas, e esta: al 3 i(i
pagando porte duplo.
O administrador.
Affonsn do Reg Burros._____
Corto geral.
Relago das carUs registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
repartirlo do correio m 30 de ajoslo
de i870.
Andr Alves Gama, Bernardo da Costa Valente,
Bernnrdo Gomes dv Abreu. H imeterio Jos Velloso
da Silveira. Hermenegildo Firmino ae Leraos. Uo
Antonio Gomes Guimares. Luiz Jos Fragoso, Ma-
noel Gomes de Mello, Sancb i de Barros Pimentcl
(2), Tobas Barreto de Meneae-.
O eicarrigado do rpgi^iro,
\| noel P Miranda.
tugaezes
dures
Veritas aate omnia.
Era urna nublioaeao feita no Diario de Pernam-
buco de 23 de agosto corrente se procura fazer in-
crepacSes .desaiross dos caracteres mais
0 laclo de j nao existir ctoriano de S | qqe tinha, alera dat tastemnima qoe aeu irma''
OLEO PURO MEDICINAL OE FIGADf) DE BACA-
LHO DE LANMAN 4 KEMP.
Os Drs. de medicina reconliereram, faz alguns
annos, sem occullar o 'ii asombro, que a* n
lestias pulmonares e heiiathioas, com nenhuma ou-
Ira cousa se podiam curar, mas sim poderlam ser
completamente extirpadas com e oleo de flgado de
bacalho.
Apenas se annun : quando
para logo o me de toda a
cat de eomposicSe- balis, "e.pbo-
ca,de raaos de vacc: inho e um sem nu-
mero de ou tras, aos qnaet se ajaman o nome do
itico legitimo, porm sem psaairem neabu-
de soas reaes virtudes. Porftm agora tenws
leo puro roedici do de bacalh) de
Laoman 4 Kemp, u> oerfeita legij-
Benito de 1870.
DO
DA
MUITO APPLAUDIDA
CASA DA MISERICORDIA
RECIFE.
.A Blm.a. junu administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qne
na sala de suas sessoes,no da 1. de setembro, pe-
las 4 horas da tarde, lem de ser arrematadas a
quem mais vanlagens offerecer, pelo lempo de um
a tres aonos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABEUECIMEMTO DE CAUIDADE.
Ra larga do Rosario.
. dito do sobrado n. 24 A. 400tK)0
Ra do Padre Floriano
Gasa terrea n. 47. : ... 174*000
PATRIMONIO DOS ORPHAO.^.'
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 103 203*000
dem n. 94........2044000
dem n. 102,........202*000
dem n. 93.........204*000
Sitio da Mirueira n. 4...... 107*000
O* pretendenies dovoro apresenlar no acto da
arrematado das suas flaneas ou comparecerere
acompanhadoa dos respectivos fhdores.-
Sesntaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cita, 2 do agosto de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigue de Souza,
No dia 31 do correte tnez vio praca do
\j
Na
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
35-Rua do Genera! ViclorBO-.w
Principia s 7 1|2 horas da noule e Halar 4
11 1|2 da noute.
Prgraiumas na ealr
fago de entrada lOOO por cada pessoa.
THETRO
MOMO.
E1PBEZ4--C0IIBR4
COIHPMHU-FBMICEZaf
3.a RECITA DE ASSIGNATURA.
Quartafeira 31 do corrente.
ALTA NOVIDADE
Graede e variado especiadlo,
Aim que a orch itar urna das becas
do seo. rer. rinopiQ o espectaeoto n
qual vai dividid- em tea parte*.
4 IEIRA PARTE.
Mademoiselle Mariette cantar a chistosa oan-
eoneta
DUA'
Mr. Raynaud exibiri o bello romaneo


*m
wmMmsm
rnaiitca QuarU feira 3i de Ag d 1$0
NINETTE1 v
MadlDelselto Cluiberi exeteutar o muilo ap-
^Jaudide ftttance '
rayn damour.
iotarVallo pela orchestra. 1
Eo seguida o muit8 applaudido actor Mr. Ca-
rn desempenhara a chistosa cancao cmica
UN HOMME COMME IL FAUT.
Mademoiselle Mariette captar a linda canconeta
aldeia
SAPZEDIE'
Mr. Rayoau cantar o lindo romance
SI VOUS N'AVEZ RIENS A ME DIR.
SEGUNDA PARTE.
Representar-se-ha pela priraeira vez neste thes-
tro a linda operetta cmica cm um acto d'Offeu-
nach. telada
UNE NUIT BLANCHE.
Tomam parte os milito applaudidos artistas Mrs.
Maris, Carn e mademoiselle Brescia.
TERCEIRA PARTE.
Mademoiselle Choiberl desempenhara o novo e
liado romance
MON REV.
Mr. Carn desempenhara a canelo typo de sua
creacao, intitulada
. AH t MALHEUR.
En seguida mademoiselle Mariette cantar a
bella canconeta
LA CANOTIRE DE SAINT CLOUD
Em seguida mademoiseHe Brescia exibir o ro-
a anee da opera cmica
WINNS.
"Mr. Ravnaud cantar o novo e beHo romance
LALGENDE DES FALAISV.
Intervallo pela orchestra.
Mr. Maris desempenhara pela pnmeira vez
'Ueste theatro a bell.s-ima cancao
LA CANAILLE.
* Em segata Mr. G.ro cantar a parodia c-
mica
LA YO.AILLE.
Os Srs. assignantes tenham a bondad**, de man-
dar buscar os seus cartes no da do espectculo
al ao meio eia.
O reato do* bllbetes acham-se venda na es-
criptorio do theatro diante.
O emprezario prefine todos os Srs, que sao
artistas, que este theatro est a disposicao de todo
e quaiqa^r que que:ra dar espectculos, coucer-
les e reuniOes, mediante um ajuste que ser
arcado por urna tabella que se acha 110 es-
criptorio do theatf* ; as pessoas que se quize-
rem utilisar, pdem dirigir-se este tneatro
allar com o empresario e na falta deste com o
fiscal do mesmo, os Beraardino Correa de Bar-
ros.
PRECOS.
Camarote del.'erdem............. 10*006
V ordem desde n. 1 at Id........ 12*000
Os nmeros II,ti, 13 e ti......... 164000
Cadeiras de 1" classe.............". ''308
Cadeiras.......................... 25000
Principiar s 8 da noute.
RIO DE JAHEIB
Para o 1 adeo bri-
gne nacional Isabel, tem parte do seo earregaiueo-
lo engajado : para o resta que Ihe falta trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
AzevdcaA C, ra da Crnt n. 37, andar.
OV-i
Rio de Janeiro
Pretende seguir para e referido porto corn
possivel brevidadeo patacho MoniwVo por ter por- i
co da carga engajada ; e para a que lhe falta t
e>cravos a frete, trata se convo consignatario Joa
quim Jos Goncalves Beltrao rna do Coro,merci3
-t7________________________
COMPANH1A' PERNAMBUCANA
DE
%avega lJarahyba, Nata', Maco, Mos/ot, Ara-
caty, Cear, Mandah, Aoarac e
Granja.
O vapor Pirapama. cemman-
dante Azevedo seguir paraos
portos cima no da 31 do corren-
as 5 horas da urde. Recebe car-
ga at o dia 30, encemmendas
passageiros ellinheiro a frete at as horas da
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte
Maltos n. 12.
fc)ro)frietarios
e mestrs pedreros.
Pe Barrete & Guima. es, rodeiros do lie
denominado Hirbalh ,n Aplpaeos, offere-
eem vena o mOHo acreditado tiiolo de alvenaria
grossa fabricado neta olaria, na pela grande
marca, como mesmo pala qualidade do barro, que
cenhecide como primario, alti encontraro sem-
pre grande deposito, e se manda botar dos portos
por precos razoaveis._______
Precisa-so do urna ama que jaiba engommar
prefenndose escrava: na ra da Peoha n. 23
1 andar.
Qtetn praolw.r aP nm criado escravo dirja-
se a ru*. da maKn da Boa-vista n. 28, andar.
PEDIDO
os
copeira
n. 10.
Precisase/le nina ama par* o servico de
no hotel francez, ra das Larangeras
Precisa-se de um moleque de l annos de
idade, para criado de nma loja de faxendas : i
tratar na ra estreita do Rosario n. 14,
Precisa-se' de urna mulher que cosa e en-
gomme com perfeigao : na roa da Aurora n. 40.
Aluga-se a casa de dous andares e soto da
ra da Aurora : na roesma ra n. 38.
do
Aluga-se para familia a metade de urna casa
por ser rauito grande e independente, por 12*000,
em Santo Amaro n. 25.
A' ra do Jardim n. 43 precisa-se fallar com
yjguintes senhore* :
Julio Adolpho Ribas (acadmico).
Querno Candido de Vasconcellos.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello Filho
(Rombal).'
Jezuino Augusto dos Santos Fragoso.
Virissimo Correia de Lyra (Cruaogi ou Viceoci.
Joaquim Esteves de Gjuvia (Una).
JosHermino Pontual (engenho Preferencaj.
Fernando Barata da Silva (engenho Moroji.
Mauoel Policarpo de Azevedo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Juvenal Torres.
Thom Joaquim do Reg Barros._________;
= O Sr. Joaquim Das de Almeida Costa queira
vir concluir com Tas Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, 1* andar.
CIRCO
NO
PAVILHAO DES. ISABEL
CMPANHIA
EQLESmS GYMNASTCA E ACROBTICA
SOB A DIRECCAO
ni:
D. Marcos Casali.
EXTItAOUDINARlA E VARIADA FUNCCAO
EM
ASYL
BENEFICIO
DO
DEMEKDICIDADE
<|uara-feir 1 3t do corrate,
As 8 1|2 horas da noute
.\.compai>:iia, grata pelo hospitaleiro acolhimen
to ipio len (idu nesia cidade, da boje um beneficio
m favor dos pobn>s asylados. esses infelize* que
ainda ha poocq petas roas desta cidade esiendiam
.: raa mirr.nla mao carid.idf publica ; assim co
ino tarobcm j den oulro especticulo em beneficio
dos enfermos do HospiUl Portupuez.
D'est'arte. pota, a oompanhia se ufana de ter
conseguido enmprir um dever to ju?to e huma-
nitario, e de-^ja que este respeilavel publico cor-
r ao beneficio dos infelices.
PROGRAM.MA.
P1UMEIRA PARTE:
I. Urna linda symphooia dirigida pelo maesfo
Manins.
2.* Volteio rpido,
:. Trabalho grotesco, soLre um cavallo, pelo
artista Luiz.
4.. Entremez cmico, pelo menino Juanin e o
artista Cesar.
o.e O salto da vaqueta, sobre um cavallo em
os", por Vicesie.
6. O systema Baoeber, Manilo em liberdade,
apresentado p r D. Marcos.
7. A batuda iogK-za, pelos saltadores da com-
panhia.
Intervallo de 30 minutis.
III'ARTE.
8. Symphonia.
9. Os dous anos agigantados, divertido ntre-
me:.
10. O marioheiro, scena danrante sentimen-
tal, executada por Luiz, sobre m cavallo.
10. O duplo trapesio, pelo artista Aldauo e Vi-
ente.
12. Dar fim ao espectculo urna diwrtida pan-
tomima.
Precos
Camarotes eom 6 entradas........ I2*00(i
Cadeiris.....,................. 200t>
^deiras avulsas para senhora..... 2*000
Geraes.......................... 1*000
Os bilhetes de camarotes, cadiras e plateas
vendem-se no mesmo circo.
AVISO.
As portas do circo'abrir-se-ho as 7 I2 horas
da nonte.
Companhia americana e brasilei-
radepaqneles'avapor.
At o dia Io de setembro esperado d'^s por-
tes do sul, o vapor americano Merrimack, o qual
depois da demora do costume seguir para New-
York, tocando 00 "Para e S. Thoroaz.
Para fretes e paj^agens trata-se com os agen-
tes Henry Forster 4 C, ra do Comraercio n. 8
Fete sobre dicheiro % / para qualquer por-
toda escalado imperio, sendo de 10:000*000.
Tendo aberto seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,-600 por qualquer vapor da linha, a
companhia segura qualquer reroessa de dinheiro a
1/6 /. para qualquer porto da escala do imperio.
O valor deve ser declarado em libras esterlinas
e o premio pagavel na mesma moeda nu seu equi-
valente.
Para Maco sahe o patacho Bom Jrtus nes-
les dias e para o resto da carga recebe por todo
preco : tratar na ra da Madre do Dens n 2.
PAM'
Ao commercio.
O abaixo assignado declara aosseus credores,
que nao pode, como annunciou fazer no dia 00 do
correte, os pagamentos da primeara prescao de
soa concordata vencer se em ntnbro vindouro :
porque os Sr*. Pedro Manry. ereira Carneiro e
Francisco Ribeiro Pinto Ouimraes se recusaram
enlregar-lhe para este fim o dinheiro, que teem
em sea poder, pertencente massa do abaixo as-
signado, qe receberam como membros de urna
commissJo nomeada pelos seus fiadores por nm
convenio particular, celebrado entre eses; e o
mesmo abaixo assignado recusa, pois, esta que foi
taita, alm de otros pretextos son o de que vio
annullar a sua concordata : e, reqaerendo ao Illm.
Sr. Dr. joiz do eoramereio a entrega do dinheiro
para esse lim, foi decidido por elle, depois deter
onvido a commisgao. que o abaixo asignado a
guardasse a sua deci-ao sobre a nullidade da
mesma concordata pulo segunte despacho:3un-
< te-se aos autos. Aguarde o suppiican.e a deci-
c sao sobre a nullidade da concordata, em relajo
< qual o convenio particular nada significa, e
nem pode regular as retaefies juridicas do
concordatario, fiadores e credores, como por
urna ou mais vezes j declarei nos autos.
ReciK 27 de agosto de 1870.Barros de La-
cerda.
Espera, pois, o abaixo asignado a decisi desse
incidente, par proceder de conformidade com
ella. Recite, 27 de agosto de 1870.
Joaquim Francisco do Espirito Santo.
Preiende seguir para o referido porto em poneos
dias o palnabote Rosita por ter a maior parte da
carga, e para a pouca que lhe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILA
DE
JIOVRIN
Urna mobiha de Jacaranda Luiz XV, composta
de 12 cadeiras de guarnirlo, 2 de bracos, 3 de ba-
taneo, jardineira e 2 consolos com marmore e
sof, I dita de araarello com pouco uso, 1 piano
de Jacaranda, 1 guaida-louca, 1 guardaron
pa, 1 mesa elasiico, 1 cofre francez, 3 com-
modas de amarello, 1 meia dita, 1 cama fran-
ceza de Jacaranda, 1 dita da moguo, 3 roarquezas.
40 cadeiras de garnicio, armario, de amarello, 2
sufas, diversos pares do consolos e mesas redondas
de amarello, lavatorios, bancas, matquezas, meio
apparelho de porcelana branca para jantar, 1 dito
dourado fino para alnior-, 4 pares de lanternas
com piBliciies, I binculo do margm, 1 relogio de
parede, 1 batanea systema mtrico, 1 grande relo-
gio com figuras e muitos outros ohjectos
Quinta feira 1 de setembro.
Aogu9to Seixas far leilo dos objectos cima,
por intervpnco do agente Pontual, no armazem
ra do Imperador n. 16, s 11 horas.
de parede, 1 caixa
1 barril de quinto
DE
una mesa de pmlio, I rehgio
1 caixa "e pinhu. do Purio,
vasto e I caixa com cli
Quintafeira 1 de setembro
no armazem
ra do Imperador n. 16, s 11 horas. .
O agente Pontual vender em leillo os objectos
cima, pertencentes massa fallida de Antonio
Jos Gomes, por mandado do Illm. Sr. Dr juiz do
commercio, e a requerimenlo do curador fiscal
da dita fallencia.
Theatro Oiiniense ,
Sao convidados os senhores socios reunirem-
se quarta-leira 31 do corre-te a negocio de ur
geucia.
Alvga-se um andar de um sobrado ra de
Pedro Alfonso : a tratar na ra da Imperairiz nu
mera 63.
Alaga se um sitio perto da cidade com com-
raodjs para familia : a tratar na ra da Impera-
triz n. 63.
Agencia em i^ernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
ausa parrllha
Cura ulceras e eliagas antigs, impigens e dar-
;ros.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
Pilulas caiuartlcas.
Aluga se o siti< jardim botnico, com muitc
boa casa de vivenda e outras para escravos, atiua
de beber, gasto o frrea; muitos arvoredos fruc-
tiferos, excellente terreno para capim e verduras.
lambern aluga-se a melhor casa de Olinda na ra
3o Bom Fim, com sitio, agua e casas para escra-
vos e cjsinha independenles : tratar na ra do
Bom-Fim, casa iunio a igreja.
AVISOS MARTIMOS,,
ijLi.
A barca Mario, r.hegada do Rio de Janeiro, se-
gno para o MaranhSo em poucos dias com a carga
<|ne tiver, e por isso <|uem quizer aproveitar tao
boa occasio de carregar, dirjase ato consignata-
rio Joaquim Jo? Goncalves Beltrao ra d.. Com
mercio n. 17.
COMPANlilA PEBaNAMBUGANA
XavegafS costeEra por vapor.
Porto de Gallintias, Rio I-unooso e
Tamandar.
U vapor Panilej'i'i seguir
para os portos ac.ma no dia
:l do corrent meia noite.
Recebe carga, encominen-
das, passageiros e dinheiro a
(rueo escriptorio do Forte
do Matt s n. 12.
LEILi
'
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costara por vapor
1 TRANSFERENCIA.
,Maceio, escalas, Penedo e Aracaj
O vapor coramandante
r%jL. Macedo. seguiri para o porto acim*
no,dia 31 d > correnle as ."> horas da
tarde.
Recebe carga at o dia 30, en-
commendas, passageiro* e dinheiro a frete at s
2 horas do dia da sahida, no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.________________________'
BAHA
Para o 1
dias o pa
engajada
i\UM Comm:
DE
um terreno na estra-
da do Manguinho
O agente Pontual, 'competentemente autorisado,
vender em leilao um magnifico terreno (limitando
com o sitio do Sr. Jeronymo Joaquim Fiuza de Oli-
veira na estrada do Manguinho com 337 e meio
palmos de frente e 800 e tantos de fundo ata o rio,
todo murado de frente e de um lado, tendo j eu-
cauada agua da companhia de Beberibe (15 baldes
diarios) e pagando 30* ananaes, sendo o terreno
proprb
Terca-feira 6 de setembro
no armazem da ra do Imperador n 16, s 11
huras.
LEILAO
DE
mvi3%*
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leil as dividas constantes da relago
em poder do dito agente, sendo em vales, tatras,
documentos e contas de livro, ludo na importancia
de 9:5235684, pertencentes aos herdeiros do casal
do fallecido Fortunato Cardozo de Gonva.
Terca- feira 6 de setemhr
no armazem a "ra do Imperador n. 16, s 11
horas.
COMPANHIA
DOS
TBILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OLI\I)A.
Compra-se dormentcs de loiicica e secu-
pira, amarello, sedro e arueira, de 10 pal-
mos de compridos e 8 polegadas de largu-
ra e 3 1/2 de grossura- na estafo da ra
da Aurora das 6 horas da manha s 6 da
larde.
Recifc, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
A. de Abrvu Porto
AVISOS DIVERSOS.
- -
Prisa-se de urna ama forra ou captiva pira o
servido interno e externo de ama casa puui*
familia : na roa Velha n 06.____________
Aluga-se a casa terrea n. 22 da ra dos Pra-
teres, freguezia da Boa-vista : a tratar o 3* an-
dar .o sobrado n. 36 da rna das Cruzes.
Quem pretender um criado dirija-se a ra
larga do Rosario n. 20, loja, que achara com
quem tratar.________________
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao
Ra rio Ti apella n. 17, 1 andar.
Sacca p>r todos os paquetes s"bre o tanco de
Mmho, em Braga, e sobre os segnlplea lugares em
Portugal :
Lisbaa. .
Porto. 1
Valonea.
. Calmarles.
Coimbra.
Chaves.
Vttw.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa -Nova de Fflniel
Lamego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Uarcellos.
Precisa-se de um menino de 1A a 16 annos
para eaixeiro de taberna, ou mesmo de unja pes-
soa que queira tomar conla, enlrauh com algiwn
capital ; e tamben) se vende se quizer comprar :
na ra imperial d* 224 ou ISO.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para casa de pouca familia : ni rna do
Duque de Caxias n. 22.
Ha ver todas as quiutas-feiraa um mnibus
, para Santo Aniao, d iiir as 3 horas em
> da ra daPrala n. 41, e voltaado para o Re-
s cavados
Tava-i
m tinturara fmieza .
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, coma maior perfeicA fazendas em
(tecas e em obras de todas as qualtdades ;
gj| como sejam : seda, lila, aigodo. linbo,
H chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noloas e liropa-se a seccosem
I molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilbo da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fe-
j ras.
Precisa-se de urna ama para casa de fami
lia : no becco do Lotato n. 6, sobrado.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade de Nazareth dcsta provincia, o
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a ontiuir
aqoelle negocio que V. S. w comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e nata curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qnsndo o senfaor seu
fjlho se achava no esludo nesta cidade._________
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armazens
de um e outro lado do rio, lugar berr. conhecido
pela sua importancia commercial, cujo porto offe-
rece muita facilidade para errbarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moente e correte, com cinco
leguas de trras de mattas virgens. oito escravos,
bois, beslas e alambique ( ou somenie o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
proprtadades vendem-se por baralissimos precos,
e tambe > se permutara por engentaos Desta pro
vieta. Parahyba e Alagoas, ou porcasas nas,ca-
pitaes das mesmas : tratar com o prop ietaric
major Pabncio Gomes Pedresa ra da Cadeia
n. 25, ou com os seus procuradores no Rio -Gran-
de do Norte.
D. W. BOWM
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. oi.
Pass nao o < haf ni
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de carina.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com ago)a, v
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios cjagri-
cul'ura.
Tudo por preco muilo reduzido.
m mmmm^.
ADVOGAGlA.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAl'JO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
11. 67, onde pode ser procurado das 9 h
ras da manha s 3 da tarde.
F. G. de Oliveira possuindo dous magnifico pre-
dios bem conhecidos pela sua ballexa, solidz de
construcQao, e amenidade de situares sahitiferas,
sendo a de um na povoacSo do Poco da Panella,
com grande quintal murado e bem plantado, e a
do outro no lugar da Torre, (de ana actual mora
da) com extenso sitio esmeradamente plantado dos
melhores arvoredes fructferos e adornado com
deleitoso jardim, sendo ambos em solos proprios,
um perto, e outro margem do risonho Capibari
be ; nao lhe cnvindo possuir seno nm, vende o
outro a dinheiro ou a praso, conforme seja con-
vencionado.
Estas duas valiosas prepriedades, que tanto fa
tem realcar o embellesamento dos ricos como na-
ravilhosos suburbios desta cidade, e asss contie-
ndas pela'sua belleza, e commodidades que offre\
cem para moradas de familias decentes, por nu-
merosas que sejam, devem por certo attrahir a
atlencao dos pretenderles a escolha de qualquer
urna deltas, lendo-se porm em consideradlo, que
sao propriamente para quem saiba amenisar os
trabalhos inseparaveis da vida, com as do^uras do
descanco no lar domestico ao lado da familia que-
rida, e nao para os egostas mesquinhos, que ve-
getara e nao vivera, pondo a mira somente no sr-
dido calculo do interesse pecuniario, deixando
tudo aflnal e aps vida miseravelmente cousnmida.
Nestas reveladas conduces, queiram os verda-
deiros pretndanles dirigir-se ao escriptorio do
annunciante, ra da Cruz n. 53 primeiro andar.
A verdadeira farinha peitoral de
^. B?nto.
Esta farinha nsada com vantajosos resulta-
dos nos padecimentos dos orgos do peito,
como astlrna ou pnchamento de catharros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na pthysica ; re-
commendando-se com igual proveito as pessoas
convalerentes ,
nico deposito na phirraacia e drogara.
DE
Bartnolomeu & C.
i 34Ra larga do Rosario34
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
ieoti
OU
I

DE
NOSSO SENIIOR JESOS CIIRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do SenHor Bom Jess dos Passos.
Ofllcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicjio.
Setenario das Dores de Maria.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da*Penha.
Canucos de N. Senhora da Pecha.
Novena do B. S. Joo Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
I
2#000.
0 (Jan 1 pos com armaflem
de molhados na na do im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tat s ntvas de Lisboa a oito
nnTreis cada urna.
A ellas que estilo se i
b ndo.
The Liverpool & Lm-
don & Globe Insu-
rance Company. .
Companhia ingleza de seguros contrajfogo,
estabelecida em 1836.
Capital e f un tos de reserva
R. 3e,SO:190^.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamacoes.
Saunders Brothers & C,
____________Praca do Corpo Santo o. II.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar e engom-
mar para casa de pouca familia : a tratar u:> For-
te do Mattos, trapiche Angelo, n. 10.
Ka ravessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
J. Ferrera Vlela
PUOTOGRAPIII % IMPERIAL.
18RIJA'DO CABG(8
A ntrala pelo pateo da. tira.
Os trabathos da retdificacjta dest pnotogra^taA^
e que se prolongaram por tanto lempo, aelora-M
felizmente terminados e ella aberta ao NTT^o *
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que tst cotlocada esta phofbfra-
phia acha-se muito augmentado, e so a parte desti-
nada ao estabelecimenio conta cinco salas, it-
sive as do laboratorio. Todos os concert an-
menlos tendo sido fetos expressament para u
m#ntar convenientemente a photographia, e nao s
pdendo melhor modelo escolher do que a Pkxo-
arafiia Imperial do- Sr. Insley Pacheco do Rio e
Janeiro, o primeiro phatograpno do Brasil, e boj do
pnmeiros do mando, segundo a optatao dos mais
abalisados mestres, a no^sa pbotographia acta-
dlsposta e reedificada pelo me;mo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as rtgris
recommendadas pelos mais destioetss piwfraortA
de accordo com as modificacjJes neoessartas ao
clima do Brasil, reconhecidas e estnidadas pem ta-
bilisslmo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio un qne est i no;sa>
photographia foi mudado desde a soleira da porta da
ra al a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se Fazerem as novas safas,
edificando ?e um novo terraco envidracado moi
espaoso e elegantr.
Como sabiao, fizemos urna viagem exprtssa-
mente corte para examinamos as melhores pbo-
tographias all, e fui a do Sr. I. Pacheco, a qM
melhor corresponden aos nossos desetaa a aspira-
res, e da qual tronxemos os planas depow
all estarmos todo um mez eslvdando e apio-
veilando ai lines de tto dlslincto mestre. Pul-
samos que juntando os nossos estados e Ioag
pratica de 15 annos de pbotographia s ntixitua
licoes ultiman ente recebidas do Sr. L Parheco,
tendo montado a nossa photographia como .ve-
ada, podemos otferecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nnu erosos fregntzos
trabaihos de photographia to perritos, et mo so
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a. mesma iro-
icce.au com que ha 13 anuos nos tem honrado
ajudado.
aDR. JACI.NTHO SOABJES REBELLt\ &
A.NTIGO MEDICO HOMEOPA-
THA,
recentemente estbelecido nesta cidade.
K mudou a sua residencia da praca do Con- v*
JJr, de d'Eu n. 32 para a roa do Imperador W
f n. 25, e abri consultorio junto ao labora- ^0C
* lorio homeopathico dos Srs. F. de P; Car- 3m
%t doso Juni r& C na mesma ra n. 41, MC
onde todos os dias dar consultas do meio gj
$9 dia s 2 horas da tarde, reservando para fi
X as visitas domiciliares os intervallo?, qne ig
?2 decorrem das 9 oras da manha ao me *
dia e das 2 s 4 horas da larde. A qual- X
^i quer hura attendera clamados, que liie ig
sejam dirigidos, quer casa, quer ao on ?g
81 sultorio.
CASA DA FOKTUNA
AOS 20:000 5C00
RA DE MARO) X. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, qne com
quanto a nova loi do ornamento tivesse elevado
muilo o imposto sobre os bilhetes de loteras o
Rio de Janeiro, continua a vende-Ios com as for-
malidades da le, e pelos mesmos preces abaix
Dubli:ados, pagando todos os premios coro o dis-
conto somente da le, e eom a promptido do coa-
tume.
PRECOS.
Bilbete inteiro... 2i$06O
Meios bilhetes... 12*000
Quartos........ 6#O0O
Em quantidade maior de 100/000 na raxao ata
22/000.
Manoel Martins Pinza.
o ciRiMolim
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao resptia-
ve,i publico ei-a geral, e aos seus cliente
em particular que elle mudou o sea gabi?
Dte de consultas da ra Direita n. !'2 par
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de su
profiss3o, todos os dia- uteis das 9 hora
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a yontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as-
idas ser5o precedidas de ajuste. Elle^ra-
rante o bom desempenho e a perfeicSo e
seus trabaihos, o que j bem conherido,
assim como as commodidades dos nre^os.
Cura rpida e Infallivel dos cal-
les, pela pomada
tialopeau.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeu
4C,
34Bna larga do R isario34
Ro -* nte-rheum tico.
Remedio eBcacissimo centra as dures rheuma-
ticas at hoje o mai.- conhecido pelos seus mara-
villosos resultados.
"r
Ama
O bacharel Eliseu Martins. cora escriptorio
de advocacia ra do Queimado n. 33, pripfle-se
igaalraente a solicitar quae; jner causas perante
os tribanaes desta cidade, aceitando partid? dp
casas commerciaos.
Criado
Preiisa-e,de um criado para copotao e serytao
de ca9a, que d fiador a sua conducta', na ra do
Cr.espo n. 9. livraria fran<-
Na ma do H ortas n. 8 preasa-fe do um
feilor portoguez para
- Em cana de~lHJTODORO~aiRTST
iNSEN, roa da Crrj enconlrnn-
afectivamente todas as.quaii^ades de rb*
iiqi, Botn^gne to RJno.
Grandes armazens!!!
Alm?ain- e.
Aiugam-seos grandes armazens da ra Ja Praia
de Santa Rita Nova, onde foi a fobrica de saljao da
Sr. coronel Franca, e ltimamente' occnpados pela
comnanhia de esgoto, os quaes tem porto de em-
barque e todas as proporcoes para se montar urna
labrica ou qualquer estabelecimento erand-.
As casas de morada que fazem frente para a
rna tambem se alugam condicionalmenle, assim
como a casa grande, que foi morada do mesmo
enhor coronel, tem mnito bons commodoi i bom
quintal separado, grande cysterna que fornece
agua potavel, melhor do que a do eucan rajeato,
por ser fluvial e livre de particutas ferruginosas,
como aquella : a tratar com o commendador J. J.
Tasso, em seu escriptorio rna do Amorin nu-
mero 37.
AVISO
Anda est para alugar-?e a padaria altama da
rna do Lima, o tambem a casa de junto : a tratar
com o Sr. Maternus Leaz, ra da Gula c
88 m&mmnm mm
PRIMEIRO E AXTIGO CON iLTORRT |
HOMEOPATHrX
Dirigido pelo Dr. ,
SANTOS MELLO
Restabelectdo de sua longa enterra dad |
contina a ser encontrado todos o< dia.'
para consultas das 10-ao meio dia.
Chamados a qualquer har.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria4-3
(Antiga rna Nova).
Na ma do Vigario n. 5, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cujo servico faca com
perfeicao e que seja de boa conducta.
TTTECT
Na raa estreita do Rosario n. 35, Io andar, casa
particular de familia, conlhua se a fornecer co
medorias para fra pela tabella abaixo :
ALMOCO.
# 1 prato de solido.
1 dito de farota.
2 paes, cha ou caf.
Preco 2OJ000 mensaes
JANTAR.
3 prafos com carne.
Piro.
Arroz.
Sopa.
Sobre-mesa. v
Preco 3O0OO mensaes.
Faz-se algum abate, sendo para mais de urna
pessoa reunida. ________
Pilulas, xarope, e vi-
nho de jurubeba
Superior a todos os tnicos cnhecjdos eantra a
anemia, rhlorose, hydropesia, obstruccao do afeoV-
men E tambem enipregado nos casos da mens-
truajao difilcil, nos catarrhos da bexiga. etc.
DEPOSITO
PHARMACIA DE
Jorqaim de Almeida Piule
Ra larga do Rosario n. 10, junto ao qtzartel de
polica
PERNAMBUCO
i
4o commercio.
Joaquim Rodrigue de Almeida i
que os Srs. Urbmo Miguel da Cos,
d^ Medeiros Barbosa deixaram de sp
nwdqsdelidoeflrrente, por ter venfii
eflatviecimento.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco iu 23 e casas do
costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de on
Tas sortea, 1 inteiro o. 2453 com 3:0004 da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia (137*), convida ao;
possmdores virem receber na conformidade d<
costume sem descont algum
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 3* parte da lotera, beneficio da SanU
Casa de Misericordia (138") que se extrabir sex
ta-feira, 2 do me vindouro.
PRECOS.
Rilnete inteiro 6*000
Mel bilbete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilbete inl iro 5*400
Meio bilbete 2*700
Quarto i*330
_______________Manoel Martins ^Jum.
Engomma-se com asseio e perfei?o, roupas
homem de senhora, por preco rasoavel :
ir na Boa-vista, ra do Viseonde de Alba-
r.ae u. II, ontr'ora da Gloria.
20:000^00.
A casa Ieliz do arco da Conceicao venden Boa
seus leizes bilhetes. os premios seguintes :
M. 43i5 2:000*(0O
N. 2966 100*000
0.4436 100*000
Bilhetes a 23*000.____________________
Daniel Antonio do
Res
Faz scente ao respeitatel publico e eom espe-
cialidade ao corpo do commercio, que tendo com-
prado ao Sr. Florindo Jos Teixeira de -CarvaMto
Sobrinho a loja de calcado sita ra Direita n.
II : quem se julg.ir ser credor do dito Sr. Carra-
Iho, aprsente soa conta dentro em tres ds. %
contar da data deste. Recife 27 de agosto de 1870.
Ensino particu'ar
Mara Generosa de Figueiredo, oompetemenwio
habilitada pela directora geral da mstrueeao po-
blica, declara aos senhores pas de familias, aae
tem aberto em sua residencia, rna do CotoveBe- n_
32, um curso de educacao primaria, moral e 4e-
mestca, no que proroette envidar aecurado esfiir^>
e desvelo, alim de que se digoem conftar-rta yiis
filhas, dispoudo se ainda receber alumnas inter-
nas, simi-internas e externas.
Precisa se de um eaixeiro de li-a 1? mbi.
que tenba alguma pratica de taberna e- que d
fiador a sua conducta : no pateo do Tere rome-
ro 32.
Cozinheira
forra orr opTa.
na ra da Cadeia.
Precisa sp de urna cotinheira
para casa de familia : a tratar
do Ricie n. 18,2* andar.
unan
i OS ADVOGADOS
ELSEO MARTINS
K ANTONIO DE SIQUE11
- Pree
nhar, prel


Diario de l'ernambao Quarta eira 31 d
5
-T
AO ARMAZftM
DO
VAPOR FRMCEZ
h. hm m\-i i
Este condecido estabeleciraento acha-f A constantemente bera sonido, em virtude das
trtaras que recebe por todos os vapores e r Avios Trnceles, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possi fe|
Botinas Ppri enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de cuitas ouiras cores, surtidas e bunitas, do ultimo gos-
lo da moda, e precos mais baratas ^ qae em outras partes.
Botinas para borneas meninos.
Botinas de bizerro, eord."wto, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
ilota, e pernelras rnsslanas.
Botas e perneiras para, mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para h uneits e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo am ^de
desempalar o dinheiro 'jelles erapregado, sao baratsimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de mui'o boa qualidade.
A.botinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muife barata.
Sapatos de tapete. |
Sapatoa de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras o para meninos.
PERFUMARAS .
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, larande, den-
triee, de .toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tado isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
[ Quinquilharias
Lavas de pellica do conhocido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toncadore de diversos taraanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de relogios e trancelins, tud) de
ouro de lei, correntes e brincos 'de plaqud, a imitacao e de mais gosto do qne as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhes dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfricao dos retratos, objectos de phaotasia para toilettes, holsinhas e cesiinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para costurs, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouqdets de Acres de porcelana, jarros "proprios
para gabinetes e sautuarios, quadros promptns para c dlocar-se vistas, moiduras-douradas
para quadros, estampas finas de paysagcns, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ru
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cures, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, tntsounnbas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joiros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentts, ve-
nezianas modernas mnito conveniente para porUs e janellas, cosmorama?, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com inleressantes vistas de figuras e das mais bonitas ras. boulcvards,
pracas e passeios de Pars, photozraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilbo e de la de cores para ps de lanternas, realejos grandes e peqnenn?,
harmnicos, acordions de todos os tamaitos, bercos de vimes para ciianc.is, sapatinhos e
toncas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para coudinir crianzas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da inGuidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
1TTENCA0
0 dono deste estabelocimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
1 verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serom viudos em di-
reitura e de couta propria. .


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A LUG ASE
patente
americanos, os mais pelados e se
podem desejar, con Itnba oa carvao se faz urna
economa superior a 50 0|0 dos straes : no arraa-
zem de Tassb Irmos 4 C, no caes do Apollo.
I Senhores cocheiros,
carreiros etc.
/ Farello.
Novo, desembarcando no caea do Apollo e reco-
Ibendo-M no armazem de farinha de trigo de Tas-
s Irmos & C.,i a preco commodo: a tratar no
mesmo,on na ruado Amnrim n. 37.
Ermelinda Amalla da Cunha traspassada de dor
pela perda irreparavel de sua mnito prezada mi
D. Mara Joaquina da Cunh, fallecida a 2o do cor-
rente, agradece cordialmente a tod's os seus p-
renles e as pessoas de sua amizahe as provas de
dedicagao que manifestaram durante a molestia
da finada, e as que Ihe deram pbr occasiao dos
suffragios pelo eterno descanso da sua alma.
Summamente reconhecida a todos e especial-
mente s suas verdadeiras amigas, qne desampa-
raram seus misteres paracercarem o leito de sua
sempre lembrada mai e Ihe minoraren) .os- gran-
des saffriment?, Ihes roga anda mais de augmen-
tsrem a sua gratida^t aceitando o convite que Ibes
fsz para assistirem as missas do stimo dia, qne
sero resadas na igreja dos religiosos franciscanos,
guana feira 31, as 7 horas da manbaa.________
600^000
!!!
mperairz n. 2,
omple:
Precisa-se de 6OO4 a juros por pouco tempo,
para o que dase era penhor urna mulatinha de
idade 15 annos, avahada no dobro do valor da
garanta : quem pretender dirjase ra do Ro-
sario da Boa-vista n. 42, que achara com quem
tratar.
Procurase para comprar urna cabrinha
mansa, cnadeira, mas que seja preta cora os ca-
britos novos, nesta conico paga-se por bom pre-
C*,'e gratifica-se bem ao portador no Corredor do
Bispo p. 25, casa terrea.______________________
Ama
Precisa-se de urna ama : na ra de Hortas n.
80, l* andar._______________________________
Precisa se alugar um preto para servico de
padana : na ra Direiti n. 129.
AVISO
COMPRAS.
Pede-se ao Sr. Jos Francisco Perrira da Silva
Jnior o favor de dirigirse ra da Cadeia, es-
criptorio n. 49, a negocio de sen particular inte-
ressf.
Aluga-se a casa do Mondego n. 36 para gran-
de familia, com um pequeo sitio, com bomba e
oocimba de boa agua e tanque para bjnho : a
tratar na ra das Cruz n. 31, 2 andar.
AMA
Prreisa-se de urna ama forra ou escrava para o
servico interno e externo de pequea familia : na
ra do Caes do Capibaribe, casa nova com grade
e ponan de ferro ao lado ; e tambara se aluga
urna negrinha ou moleqne e paga se bem.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solteiro, para cozinhar, lavar e engommar : na ra
de Pedro Alfonso n. 56, (aatiga ra da Praia).
Ama
Pfecisa-se de urna mulher de bons costumes
para estar em companhia de urna pequea lam
lia. sendp para o servico interno : a tratar na ra
estreila do Rosario n. 47.______________________
Na ra da Imperalriz, casa n. 26, Io andar,
aluga se urna escrava.___________
Urna pessoa habilitada propoe-se a ensinar
pnmeiras letras, comprehendenlo arilhmetica e
graramatica nacional, em casas particulares, ou
em qualquer engenho : quem do seu presumo je
quizer utilisar, dirjam-se praca da Independen-
cia, loja n. 22.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra larga do Rosario n. 1, 1 andar.
Quem precisar de urna ama de leite, dirja-
se ao largo do Paraizo n 14, que se dir qunm .
Precisa.-se do urna ama forra ou escrava pa-
ra cozinhar em casa d$ pouca familia: na rna
Dreita n. 63.
- Pede-se s pessoas que se julgarem credor. s
doSr. Julio Grospan, fallecido, de apresentarem as
suas contas para serem conferidas e iacloidas no
balanco que ha de fazer-se : ra da Florentina
n. 14.
Precisa-se de um
da Soledade n. 2.
amassador : na padarai
Olinda
A viuya do Man-vi Nnnes de Mello faz publico
que contina a trabaJhar em doce, onde poderan
encontrar disposico grande qnantidade de doce
de toda- as fructas nacionaes, secco e em calda,
gela de varias fructas, cstanhas confeitadas ;
a? vidade qualquer mconimenda tanto para fora co-
mo para entro da Drovincia : em Olinda ra do
Coxo n. 21. 1
Olcial de barbeiro
Precisa-se d" um bom oflicial de barbeiro : na
ra do Io df Marco n. 7 A, Io andar.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro com pralica e taber-
na : iia^ ua do Brum n. 6o. _________
Precisa se de urna ama para coxinhar- na
ra larga do Rosario n. 46.
Pulseira perdida .
Xo dia.28 dpcorreute, por oecasiioda rocepce
de SS. AA., perdeu-se no palacio da pr?sidencia
um pnlsera de e< malina branca : qoem achot
digno-sp leva-la rua do Vigario n. 31, qus ser
recompensado.
Precisa-se de nm menino de 12 a 14 annos
para caixeiro de nadara : na ra Direita n. 129.
I'recisa-se de un eoziobeiro forro ou captivo
que cozinhe o diario de urna rasa e faca as com-
pras e mais serviros de casa de homens'silteiros :
a tratar na rna do Mrquez de Olinda (anSga da
Cadeia) li.ji. n. Vi.
A o enumrelo
Francisco de Mede'tis Barbosa participa ao ern-
mercio que deixon de BT cnixeiro do Sr. loaqnim
ias de Almeida Cdsti d^'sde o da 12 do eorren-
te mez.
Aiti'i
Precisa se de urna ama nicamente para cozi-
nhar : na roa dos Gnararapes n. 2.
O- advogdoa Autmo Borges da Fonseca e
seu Qlho Bento Borges di Fonseca, continuara em
seus escrpionos ra do imperador n. 37, entra-
da a esquerda. Podem ser procranos todos os
das nmis de Choras da nianba s 3 da tarde.
/tC4lt*m causas para Santo Anlao e termos que
ficasi visinhos estrada de ferro do Re'ife a S
Francisco.
Se ocenpam de qnaesquer appellacoes, quer des-
ta provincia, quer das sujeius ao venerando tri-
bunal da relacao.
Alaga-st o primein and^r do sobrado da roa da Cadeia do Recife n. CO,
muito fresco e cora commodos para familia ou escriplorio. toinando-se recommend-v:l
pea ba localidade, a tractarno.armazem do me?mo.
de
SITIOS PAR SE ALII1AB
de partir para Europa seu propietario : Um na Varzea no corredor
,'ar muito bem situado, ca9e com commodo para Carcilin, sitio bastante
te baobo logo no fundo do ra de
para fai
ibaria di-
-
J3
O Dr. Carolino Francisco de Lima San- 9
tos mudou sna residencia e consultorio B
para a rna do Imperador n. 57, 2 andar 82
do sobrado eujo armaze-m conserva ain- fB
da hoie o nome de Aliaupa, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete !
de Setenihro, o mermo numero 57, da fi
frente. Ahi continuando o dito Dr. 00 g
exercicio de sna profisso de medico e S
de operador, pode ser procurado a qual- |
quer hora do dia e da noute
O abaixo asignado faz scieote ao respei'avel
publico e com especialidade a seus amigos, que
d'ora tm diante se assignar por Joo Francisco
do Reg Paes Barreto, por haver outro de igual
nome.
Joio Francisco Baes Brreto.
Jos Gomes Villar retira-se para o Rio ~
I de Janeiro, e precisa declarar que nada.flj
deve nesta praca, nem lio pouco fra 8
_ della, porm se algoem se julgar seu.cre-
i dor peder nestes 8 das apre-entar
suas enntas, na .ru* Prmeiro de Maree
n 17, a Antunei Guimares & C, de
VI caja firma o mesmo faz najte com
na ci commanditarin, e serao pag?
5 refpi is, caso apparegam.
Apreveita a occasiaod ped
-'a praca man
res saldei.
2E2
5
O muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
1 podras preciosas por precos mais vantajosos do
rae em outra qualquer parte.
Loto muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coraeo de Ouro u. 2 T), ra do
Cabug._______________________________
Casa em Olinda.
Compra-se urna que esteja bem conservada e
que tenha bom quintal, nao se fazendo questo da
ra : quem tiver annuncie.
Compra-se uns arreios para cabriclet de um
s cavallo, embora eem algum uso : annuncie par
este Diario para ser procurado.
gostu de i
dade jualmen-
vestidos de hlund
mrito: assim como ^op- ma-
lindissimo gosto ; e muii
vestidos igualmente novas e descooliecidia
mercado ; tndo se vende mnito em cooln
---------------------1.
i para
DO
GRANDE
armazem de 1;
perade
uqa ruado Im-
or n. 46
Neste eslabelccimenlo jlem do explendido sorti-
ment que ha de louca. vidros, porcelanas e crys
taes, como sejam : apparelhos para jantar, cha e
toilet, ricos vasos {le pbautasia para flores e can-
dieiros a gai ba tambera ltimamente chegado
variado sorlimento de vasos do louca para plantar
flores, bustos, estatuas, pinnas, globos, Irdes e
lindas figuras para tanques de jardins.
Chegaram tambem os reagnilicos casticies de
metal com mola para vela, nicos que, as pessoas
qne leem de noite, devem u-ar para nao canearen)
a vista.
Tambem chegaram a? to desejadas bacas de
porcelana com bauvula, e por serem muitas as
pessoas que as.leem procurado, se previne que
as venbam buscar antes que se acibera : na ra
do Imperador q. 46.
!J0
509
66
I 000
VENDAS.
CONVITE
O Costa da raa Duque de Caxias n. 42,
toma pelo presente a lioerdade de convidar
aos amigos e fregaezes que sempre o hon-
raram e continuam a faze-io com concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
cstabelecimenlo, certo de que n'o deixarSo
de agradar-se, nao s de s< us gneros,
como do tralamento e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACO
Uvas ue Setumbal
Ameixas.
Peras.
Macjlas.
Vinhi do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em ftipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deirorinbo de pasto, dito verde da me-
Ibor qualidade,
Queijos flamengos empellicado o melhor
que tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas para sopa.
Chocolate de especial qualidade.
Bol-chinhas de todas as marcas e qua-
lidades conhecidas.
Mante'ga ingleza e francera de l* sorle.
GNEROS DE EXPORTACO
Doce de goiab.i em latas
Quijos de Minas muito frescos.
Carne do serto superior.
Queijos do sarto. .
JoaquimRdn^uesTa- |
vare< de Mello,
Praqa do Corpo Santo n. 17f
TEM PARA VENDER : ^
Cal de Lisboa.
Potassa pa Russia.
Vinho Bordeaux. &
Farello d^ Lisboa,
Farinha de mandioca. &
Especialidade
i.
Rival sem segundo,
RA nUQCEllE CAXIAS S. 49
(Amiga roa do ^ejeiado)
Contina a vender tu to bem e
muito barato a saber:
Libras de areia prela muito boo. .
Tesouras iuas para t:ulias e cultu-
ra a........, .
Papis de agu'has francezas a ba-
lso a.......
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 13a para bordar iJetod^
as cores a ...... GlTOOO
Carriteisde licha Altxandre a. 100
Frascos com azeite para machinas oOO
Grvalas de cores muito tinas a 500
Grozas de boies madepersla i-
.nissimos a....... 500
Nuveilo de linha de 400 jardas a. 60
Caias com 100 envelopes muito
superiores a...... CO
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tipia preta a80rs. e 100
Pecas de til elstica muito Una a 200
Lata com superior Banha a i00 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos'de macaca perola a." 10
Frascos de extracto muito b Ditos a 509
Duzia de sabonetes muito finos r. 720
Sabonetes inglezes a 000 rs. e. I200
Frasco com agua de colonia Piver a 300
Dito de oleo baboza a, 00
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Larlillias da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha surtidas de todos os
nmeros a........1800
Tabas de cedro
Do muito boa qualidade, ?ao 10 duzias, proprias
para marcineiros : para ver, no armazem do Sr.
Machado, na ra do Apollo n. 42, e para tratar, na
ra da Cadeia n 1,2 andar.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vend na ra di
Madre da Dos n. 22, armazem de Joao Martins >
h:irru
Doce fino.
De goiaba, laranja, limiio e bananas, vendp-se
constantemente rna de Marsilio Dia-, ontr'ora
Dir. ita. taberna rtn Boree*.
A 2J000.
Chales de merino li-os a i na loja de fazen-
das ra do Duque de Caxias n. 6 junto da Agnia
Btanca.
AVISO
Vende-sa nma casa terrea na Boa vista, sitaaf
ra da Gloria n. (57 : tratase na mesma.
Vende se um cavallo preto caxito, gordo,
que anda de baixo cima,- e sem defeilo : a tratar
no pateo da ribeira n. 13.
FAZENDAS BARATAS PARA ACABARj
Ra do i respo n. 25. |
SEDAS DE. CORES padroes miudtnnos I
:al { MlDINHAS brancas superiores a 400 |
5rs. o covado. fi
. COLCHAS ADAMASCADAS superiores J
{ de cores a 3i.
| COLCHAS BRANCAS sopenores de 10 1
Pr fi*. S
? I..XAS lisas de todas as cores a 400 |
l rs. o covado.
I MADAPOLO FINO superior de 4 pal
f mos com toque de ayaria a 5o00 e 6-5-
ALGODAOZINHO com 18 jardas a
, 24800 e :t$ a p*e>
CHITAS ESCURAS, modertios padroes
de cores a 280 o covado.
, CAMBRA1AS DE CORES lina a 240.
I 280 e S20 o covado.
(CHITAS ESCURAS, claras e miudinhas
, a 200, 220, 240 e 280 o covado.
[ DAO SE AMOSTRAS com penhor, na
I ra do Crespo n. 25, loja de Mancel Dias
: Xavier.
Continuam a achar se a venda na ra Direila
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios ds veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como 6? jaropes de co-
deina de Bertn, de rbano iodado, de iodureto de
ferro de Blancard e as pilulas do mesmt, peitoral
ae cereja, pos de Ros, depurativo da Ch.ible,
digital de Labellony, pilulas ou confeilos. de bis-
mtjtho de Cbevrier, e outros medicamentos cuja
pro8cien:ia quando empreados as doepgas das
vias respiratorias, as dores rheumat-as, na
amarellido, na falta completa ou irreguuridade
de menstruo, as diarrlifas, doenca do
e do ettomago, tem sido e in"contesta*l, m
vista dos benficos resultados das experimeilaco.s
ou uso que diversas pessoas delles teom fttin.'as-
sim como das pilulas detominadas bravirus in-
comparaveis eni_sua efflcacia nos acommetimen-
tos febris ou sezo^s ; existindo tambem na n)esma
casa, alm de sufflcieole quantidade de dogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo dp li-
nbaca e pincis, que se vendem por menos d que
em outra parte.
if
othcolate vermfugo de antonio ne-
ves de Castro.
'Este acreditado preparado, que 13o boj
acceitarao tem merecido nesta provincii.
omito se recommenda para cura certa
ellicaz das bichas ou lombrigas, tanio na;
criangas como em pessoas de maior idade
nico deposito na plurmada e dr.ogari
de Bartboloroeo !t C. ra larga do Rosa-
rio n. .1i.
E' hoje o preparadle ferro de mais ac
ceitaoo para a atona dos orgos.
'tfieeisetc.
itorisado da es-
^^^Hi^^^^^^^^^^^^^BCbiroicos
mais i
rial pbarmaci
o drogara de Bartbolomeo & C, coa larga-
'ot fncirio n
Nova loja de lazendas finas, roupas fettas
e por medida, de Pinto & Martinianp,
tua do Bar5o da Victoria n. 9.
(anlgrf ra Nova.)
s te novo estabelecimento adiase prvido de
muito beas caemiras.ppannos, brins, camisas bar-
dadas, novas chapelinas e chapeos para sonhdra
e menina, luvas de pelHea, la;>s, pilherinas, or-
gandis, retoes, vesudua de percate d'El e, m
nma palavra, toda lazenJa, quer para senhorl,
quer para homem. \
Saias de laa.
Fazenda que sempre se venden por 10
a leja da lurqueza vende a 5OuO.
Grvalas escocezas.
Muito lindas a 1 coo.
Chales.
De merir esta>DMdo a iOOO; na loja da Tur-
queza. de Pinto & Martiniano, ra do Barao da
Victoria d. 9, amiga ra Nova._______________
"AGORA SIM.
No Bazar da Moda
(H7A DO BARAO DA VICTORIA
(OulrV ra Noval
VKNDESE
Liadas azendas para vestidos.
Da alta moda de Paris !
Do superior qualfcdo !
De belli L>e decadissimas cores!
, A paber :
CiUe :rs, novidade !
Poupeuas lanadas.
Grosdenaples de cr>'s e preto.
Setim macan de eofe*.
Cortes para vestidos de grande novtdade!
Cassas do ultimo gosto.
Fasto*s de cOres.
Percaleas de melhor qualidade.
Berejes com listras.
Laazmhas de diversos precos.
Alpacas de cores lavradas'e lisas.
Chitas escura- muito superiores.
Fil de seda DrMteo e preto, liso e cem salpico?.
Dito ili algadio.
Guipuz de linho e algodo preto e branco.
E muitas outras fazendas, c-mo sejam :
Atoalhados para mesa e guardanapos.
Toalhas para rosto, colxas o cobertores para
cama.
Bretantns, madapoliles francezes, etc. etc.
Tudo se vend.-i muito barato.________________
Fanntia de mandioca
Vende-so farinha de mandioca, nova, de Santa
Cathanua, chegada no patacho portugnoz UUila,
lundeado defronte do irapiche do Sr. Barao do LU
vramenio : a tratar ii-j e-criptorio de Joaqun
Jos Gongalves Bettraa, ra do Cummercio n. 17,
on a bordo J referido navio,
Cal nova de Lisboa.
Chegada refeotemenle no vapor Gladiator, tem
para veuder Joaquini Jos Gonijalves Bellio, no
seu escriptori i, ra do C'inmercio n. 17.
Bichas hamburgnezas
iN'este novo deposito recebe-se por todos os pa
quetes tran-.ulicos bichas de qualidade superior
e vendem se em caix ou porco m.iis pequea
e mais barato do que em outra qualquer parte
na ra da Cadeia do Recife n. 51, 1' andar.
Capachos muito bonitos e grandes a
Carritei8 de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitedos a, .
Libra de linha (raneen superior
qualidade a. .'..;. 2i00
Caixas de palito do gaz a. -20
700
CiO
2W
UiM PARA
UISTURA
Acabara de ebegar ao GRANDE BAZAh
UNIVERSAL, ra Nova n. 22-rCAHNUR
vtANNAum completo sortimento de ma-
chinas para coslura; dos autores mais co-
onecidos, as quaes esto em exposi$o no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se cora peifeic.o
a lodos os cempridores. Estas machinas
sao iguaes no SQ rabalbo ao de 30 cosu-
reiras diariamerjie, e a sua peifeico ta!
como da melhor co;>turera de Paris. Apre-
sentam-se trabaihos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes._____
HOJE.
No Bazar da Moda
V
9FJ
ebegados gej
RA 1)0 BARAO DA VICTORIA
(Outr'ora Nova)
Artigo* Ho alta moda em Paris
ni limo paete .vindo Ja Europa-
, Para srulior;".
Ch.np-IJi.is de palha de Italia com ricos.e ele-
gantes eneites a nltima moda.
Veos ;| cores o prctos para montaras e pas-
seios*.
Grinalas e capelias de flirts de larang^in-
para a
("orpi|hoi"ip pamhraia h -nfeitados.
Knfeil's muito lindos para L'b*ea. i
' Saisslir icMs iurdadas e '1 eeres.
Ochis di- laa ile bonitas Cores,
|> Jo diversas qualidades.
Sahf.-is ilr liiiie o que ha de in!lior.
Casatuinli s de renda rhanteh pietoa.
Chapeu-inhos .!" setim para -o.
Bailes d' cores e brancus para senhoras e me-
ninas.
Lacos, gravatinhas, cspariilbos, lencos, meia*.
etc. etc.
Para homem.
Mantas e grvalas do ultimo sr
Colcrinhi.s de Itabo bordados o fisos,
Seronlas de linho.
Camisas de meia.
Meias de superior qualidade.
Lancns de linho e algodio.
Chapos de sol com cabo de niarim, inglezes.
Para menino--.
Costnrors orienties de fusiSo de cores muito
bem enfeilados.
Vestuarios de diversas qualidades para bjptisados.
Chapeosfhbos de iclim e merina
Sapatinhos de setim, merino h lia.
Toncas de todas as qualidades et. etc.
Vende-se tudo por baratas pr
Novo sortimento.
Mimosos corles de percales a 2000, de dous,
um vestido : na ra ao .Crespo n. o, leja da --
quina.
A 6jri000
Por ljrlOOO
Luidos "'panadores de palha, fortes e econmi-
cos a 1 : na roa d> Crespo n. 25. loja da es-
quina.
Batatas novas.
Vende.-e os na d Cruz n. 7, por menos prego
,1o que yin outra goalquer parle.____________
A meia pataca
Clias francezas com toaae de avaria a l'
o covado, e llmpi a 500, 2i0 e 280 r<. : na rna
da Impera'.riz n. 28, junto da fabrica de ch.
de sol. _______________________
Formas de ferro
para purgar assncar : na na da Cadera nnmo-
ro i._____________^______________
Para cigarros
do Am'
Vende-se calcado francez tachtado, obra boa,
pelo diminuto nreco de G& : v^nliaui a ra da
Cadeia n.SO <\. toja de mmjeias confronte ra
da Madre de Dos.
Farinha de nanlnca.
^ Chegada na poocos das Babia e do Rio
Grande, de superior qualjdade : para ver, na
companhia I'. rnaiiibucaiM < no trapiche do Cunha,
< para tratar, na ra da Cadeia n. I, 2* andar.
l'MA exeollenle parelha de bu
bem ensinadus pira carro : no sitio
do commenod..r Tasso, na Crui de
Almas : p ra ver e Tratar, todos os
das al as 9 hows da iiiMihaa.
lili M INDIA
Braii
ra-; vi
urna 4C
ra-


6
Diario de Pemanibucc O un
da

r..
31
losto de 1870
*

CAMISAS DE ERANELLAS A 30500.
* No Bazar do Pav3o vende-se om bonito
snrtimeoto com lodos ns tamanbes das me-
GRANDE I
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE .
SILVA, FIGUE1BED0 id
Neste imcrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grandee variadosortimentode fazeudas domis
apurado gosto e lodas de primeira necssidade, que se vendern mais baratas do que em outra qualquer part, visto qoe os no-
ves socios desta firma, adoptaram o systema de s venderem D1NHEIR0 ; para poderes vender pelo costo, limitando-te apenas
a ganharem o descont ; as pessoas que negociam em oequeoa esca'a nesU loja e annazem poderao fazer os seos Batimentos
pelos mesmos presos que compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior comaiodidade oas Exmas. faam se daro
amostras de todas as faiendas, ou Ibes levan em suas casas para escolbeiem.
PECHIJNCHA EM CASEMIRAS A 40000. CORTES DE LA ESCOCEZES 65000
No Bazar do Pavo fe-se ama grande Vende se bonitos cortes de la escocezas,
cempra em um leilao, das mais finas vindo cada om em sea papel, pelo barato
casemiras inglezas que tem viudo a es- preco de60000 cada om; no Bazar do Pa-'lhorls camisas, de flaneila.de lSa, cem
te mercado, tendo cores claras e esstras, vo. I mangas tanto proprias para bon-eos c^mo
tedas coin padres serios, rroprios para CASSAS FRANCEZAS 240RS. O COVA- para sonoras e vndese a 20OOU cad*
calcas, palitos e cohetes; vndese a 40000 DO. uma.e qnem comprar de roeia dnzia para
o covado, o qoe em outra qualquer parte No Bazar do Pavao vende-se om grande cima ter om batimento, S5o d" tnuU
nao se vende por menos de60; grande sortimento de cassas de cores, para acabar, milidade.
vantagem. j 240 rs. o covado, ditas flnissimas francezas 6ranoe pecKwha ora anrss iggbias a 4 e -4-5 500
BRINS DE LINHO DE COR A 40200 padrees miudinhos e grados 560 e 640 NoBaztr ooPav5o fez-secmagrf.oi.ecom-
No Bazar d" Pavao, fez-se urna crande rs. o metro ; sao mnito barata-. pra em leitSo, de dnisMinas camisas logle-
eompra de puros brins de litho, muito en- ORGANDYS BRANCO E D COR zas com peios e ponaos de Hmo, sendo
No Bazar do Pavao vende-se os mis com collarinhos e de todos os omeros a
bonitos e moito finos organdyseom listas 40000 sada orna, ditas sem copiar robos,
i largas e miudas 4 000 a vara, ditas lisas, por'D faze: da uisima ^5C0; gran-
fazeuda de muita pbantasia a 800 rs. a vara, de pecbincba.
ditos d c.-es, flnissimrs padroas, inteira- CAM ISAS BARATAS a 20800,30000 e 20OO
mecte novos 80 > rs. vara; pehincta. No Bazar do- Pavao vende-se nma grao-
GROSDENAPLES PRETOS de porc^o de casemiras mesefadas, mofeo
Cbegoo p?ra o Bazar d# Pavao um gran- encorpadas a 20800, ditas flnissimas cem
de sortimento dos meihores grosderaples msela da seda a 30200, ditas modernas
pretos que t->m vindo ao mercado, qoe se
i vendem de 40600 at 5$u00 o covado ;
sao todoa muito em conta.
CAMBRAIAS TBANPARNTES
No Bazar do Pavo vnde-se nm grande
sortimento das memores camforaias bra cas
transparentes, tem de 305 >0 at 100000
peca, ditas suissas fitrfssftsss com 8 pal-
mos de largura a 20000, 20500 e 30O
'ara, ditas victorias e tapadas da maisinfe-
rior at a mais fina qoe veui ao mercado;
tudo isto se veode moito em conta.
MANOLETES DE FIL
Ni Bazir do Pavo vende-se modernissi-
corpados, propriospara caigas, palitos, col-
letee e roupas para meninos, por serem de
padr5es miudrahes ; garntese qoe nao ba
banela que lhe tire a cor, e- vende-se a
10200 o metro desta excellente fazenda
MADAPOLiO FINO A 60400 A PEQA.
No Bazar do Pav5o vendem-se pegas de
maidapolo fino de maito boa quatidade,
tendo 22 metros ou 20 aras cada pega,
pelo barato preco de G0OOO, por & terem
comprado om pooco enxovalhadas; pe-
cbincba
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamac adas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen
da que emqtalquer loja se vende a 320 rs.
e liqnida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vo.
ORETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Cbegoo para o Bazar do Pavo, um sor-
linvn'o dos mais elegantes cretones fran- mos mantelletes ou basqoinas de fil preto,
cezes de cores fizas, proprios para vestidos! om lafft, pelo barato preco de 100000 ca-
e roupas de menino?, e vende-se a 640 rs. I da nm, barato.
o covado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pa\o fez se urna grande
romera de toalbas alcochoadas, proprias
PANNOS PARA SAIAS A 40600, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
da branca incorpada para saias, sen 1o com
par rosto, bastante encorpadas e grandes,babados e pregas de om lado; denlo a Ur-
que sempre se venderam a',120000. e li-ligara da fazenda o comprimeoto da sais, a
quidam-se a 7500 a duziarjou a 640 rs./qoal se pode fazer com :i n0 3 If2 metros,
cada urna, boa pecbincba. I e oende-se 10000 e lf5i80 e 1600; asioa
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000 / como tamben no mesmo bUbellecimento
O PavSo vende umi grande porco oi se vende bonitas saias brancas bordabas ten-
BBais tonit s chaposinhos de p&Iha da itt-
lia proprios pira meninos de todas as Ma-
jes, sen Jo chapeos que valem 50(00 e n-
dem-se a 2000 cana um, muito barato.
CHITAS E RISCADNHOS MIUDINHO
200 RS. f
0 Oavao vende chitas ou rhcadinhos piu-
dichos cor de rosa e rsinhos, proprios
pra vestidos e r.'upss de crearte es. o cevado. Sao mpi'o barato?.
1 ASINBAS COM PALMAS l)E SEDA
Cbftoa para b P^v3 o a;is bello sorti
m titu das mr.s brilb; ntes liasiohas claras
rom benitas pslminhas, de sida; tenlo lar
gara de chita fraoce'a e veide-se a 10000
n c"Taiiri grande pechinchi
ALPACAS MATISADAS A 640 r O COVADO.
m V-ndem-se as mais m- dems e bonitas
alptras matsadas com palnioh^s, muito
!> ia para vestidos de senbpra t d me-
>s peio barado preco 'te 64|> rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCUS.
Chegcu para o Bazar do Povio um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
i h o?, propriospara camas e janeilas,
qoe se vendem de 100' 00 ala 200 O o
par, avsim corflo o meibor damasco cem 8
^palmos de largura a imitac3o de damasco
do sedts proprias para colcha, propria-
Q'ente colchas de damasco, send os melno-
res e mais borilas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
."o Bazar do Pav3o vende-se ama grande
qoantitade das mais elegantes sedas com
[triobas, tendo de todas as cores e at
f'ria-ir; fazenda que ninguem vende por
DOS de 20400, e liqnida-se a 20000 cada
ccado; ?o mnito baratas.
>r;i>SDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav3o vende-se um sortimeo-
t'i completo dos melbres setins e grosde-
r,apis de todas as cores, que se vendem
) em conta.
LANSINHA A 320
No Baz3r do Pavao teade-se um elegante
mu tmenlo das mais bonitas lasinbas imi-
i ite poupetinas, com listas de seda miu-
iase do urna s cor 320 rs. cada cova-
il
FELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
\i B:zar do PavSo vende-se um elegao.
meato das mais bonitas poupenas
lia coa lista miudinnas, sendo todas
: de urna s cor, 400 rs. o covado ;
imo.
raUNDE PECHINCHA, GORGURES
DELAA
Para vestidos a 40O.rs.
r do Pavo fez-se urna grande com-
riazinhas muito modernas de urna s
pela sua boa qualidade se lhe i|eu
i.orgurilo de 13a, sendo fazenda
l t^rga e veode-se a 400 rs. o cavado,
se venda sempre a 10CO),
. bincha.
i furia cores a 400 re.
o Paya i vende se om efegente
siohas de ferta cores que
e as sedas e vendem-se
da qoe vale muito
do 4 palmos cada urna, dit?s de la de
core* j promptas urnas coto barras diffe-
rwtea, da metma fazenda 40'XKj e ouiras
com barras bordadas 60OOO e 70000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do Pav3n vend-se o meibor aU
godSoinbo amrricano e'feslado pra len-
g??, tenlo liso e entrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav3o receheo-se, om elegan-
te sort-ment dos mais mod^rnoi e melbo-
res espfrtilhos, que se veodam por preco
mnito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazr dQ Pav3o recebeu om grande
soclimeete dos melbores paonos de croch,
proprios para cadeiras do bataneo fofas,
pianos, t^mboretes e al proprios para cu-
brir arala das e pratos; vendendo-se por
trenos do que em qualqaer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A UOOO
Cbegoo para o Baar do Pavao nm ele-
gante sortimento de merinos, muito leves
de uma s cor e cem as mis lindas cores,
proprios para vestidos er capin'aas bonrns etc., e vende-se pflo
barto preco de 10000 u evado; bonita
fazenda.
Lfnsinhas traorparnles i 300 rs. covado
O Jav3o recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes ISasinhs traasparentes
proprias para vestidos, qae vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENCOES
No Bazar do Payio vende-se so lerior
bramante d'algodlo com 10 palito de lar-
gura a 1080o o metro, dito de hnho cora a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
dslmbodoptrtocom:! 1/2 palmos de largura
de 70at 10 a vara, assim corr i irmg ande
sortimento de IKmburgo ou creguea* e
todos os mineros, preces ou qaalidaies,
que sa vendem mais barato do que en nu-
tra qnslqner p^rte ; aproveitem-
ATOALHADOS '
No Bazar do Pav3o veode-?e snperier
atoalhada trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 10000 o metro, dito ae iinbo adamas-
cado o melhor que-tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo sto muito burato.
Baloes regulaiares a 4001)0 405O e b00,
Cbegaram ao Bazar do Pava o mais bem
feitos bales reguladores, endo de foitiu
a 40000. ditos de musselina a 40500, di-
tos de laasioba de todas as cores a 50000,
todos etles sao motto baratos.
Panno prcto mnito barato a 30600
O Bazar d) Pavo recebeu una grande
porco iie pecas de panno preto fino, cm-
pralas em leil3o, que sempre se venden a
*0OGO o covado e pode liquidar a 30600,
jor ser uma excellente compra,
Lasiunas com msela a 300 rs. o corad i
No Bazar do Pav3o vende-se orna granle
pon;ao de finissimas lSasin'ias ce uma s
cor com bestia, que parece mesc'ada do
seda, e ditas moito bonitas com str s, ten-
do cuasi a'largura de cbita francezi, e*li-
qnidam-se a 500 rs. o covad. que
sempre se venden a l|O00 e 10OO, grande
I pecbincba a 500 rs.
de qoadros, fazenda de moito gosto a
30000' e covado aproveitem.
TAPETES
Cbegoo para o Bazar do Pavao o mais
-legante sortiment" de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras. ditc-s- mais peque-
os, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; et^ vende-se por
menos do que em outu qnalquer parte.
COLCHAS- BRANCAS A 302 )0,30500 E 70
Para o Bazar do Pavo chpgoa um gran-
de sortiment > dat melaores colchas de fos-
to, s ndo das melbores e maise corpudas
que tem indo, a 7000., ditas um pouco
m?is abaiso a 505O' >. e dita a- 30OUO;
latnbem no mesmo estabelecimento- se ven-
de om grasde sortimaot i da cretones e cbi-
t s, proprias jara eolebas, que se vendem
muit em onta.
GORGUHES O ?0PEL>NAS DE SEDA
#0OCO CADA COLADO.
Cbeg u para o Bazar do Pavao om e'e-
ganie sortimento das verdadeiras poopelioas
de linho e oda. com os mais modernos
gostos, que se vendem a 200; cada ovado,
o que em outra q alqoer parte nio se ven-
de por menos de 20500, pre^ine-te-que oo
sao a'.godao e seda, como ha muitos ; mas
*im puro lirho e seda ; s3o muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditade Ba ar do Pavao encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
ateoto de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber: '
Camisacon peitos*d'algod3o e-delinhe,
para todo os preco e qua'idades.
Ceroulas de liobo a atgodo.
Meias sartas francezas e inglezas.
Palitos sebrecasacos de panno preto e
caspmira.
Calcas de brim branco e de cares
Ditas de casemiras pretas e de sores, com
colletes iguacs
De todas estas roupas ha pana todos os
jregos e. qualiJades, e tem de mais mais
om perno
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e act'i :> qualquer ptci de obra a capricho
ou go>to.do fregoez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qaaliddes ce
panno fino, as meihores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur branco:*, qur de cor; e quanio qual-
qner obra nao ticar inteirarce-ite ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotment'i de chales de merino de coras
muito bons om padres muito depentes
para qualquer ama senbora usar, ditos de
crpen com listas de seda o mais fino e
moderno qoe tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco mnito em conta.
BABAD1NHB
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais finos babidinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
uma grande porco de ntremeos largos e
estreitos, que para acabar te vende mnito
em conta e mais barato do que em ootra
qualquer parle.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavao vende-se constante-
mente o melhor sortimeoto de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinbas i retas lisas.
Cassas pretas de laa.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantOes,. bombazinas, qae so
vendem mais barat> do que em ootra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavao vende-se chitas pre-
tas ioelezas com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estarem om pouco
russas, 12) o covado; pecbincba.
0? prenretarios d'este importante esta-
bel'eci ment rogam ao respeitavel publico e
particnlarmente s Exmas. familias o favor
de se darerri sempre ao trabalbo do Jerem
os seos aonuncios, pela razo de muitos
d'alies sorero modaVs amiodadas veies.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar dol PavSo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura 13a, pelo bara-
to preco de 60000 cada om.
BRACO DE OURO,
Rna do Imperador n.26
O respeitavel publico encontrar nest-
estabelecimento diariamente um complete
sortimento de pastelaria, bollos inglezet
podins, pds-del, prgsentos dos ultimo
ebegados af mercado, salame de lion, bo
linhos finos de todas as qualidades para cha
amen loas cmfeitadas. confetos, bomboins
pastilhas, chocolate rancez em libras, pas
thas do mesmo ,cartaxos e carteiras con
seis charutos de cho/oate cada urna, estt
sortimento de dscola te do mais acredita-
de fabricaote de Paris e o melhor qoe aU
boje tem vindo ao morcado.
Vinhos portuguezes, flgueira mnito sope
rior. Os mais genuinos e superiores vinhoi
do Porto, moscatel e Setuba!, o iiluslradt
pablico encontrar neste estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimeo
lo a qaem -.omprar ero porco.
Os (Joros deste estabelecimecto nao
tem poopado a despezaj para melhor me-
recerem a acoadjnvacao do iBnstrado pe-
buco. _________________^________
A Nava Esperanza
91nn Diiqne de C*si11
Qoando a NOVA-VSPERANCA faz os seus
anuncios expondo aos seus fregnezes e a
todos em ge ral o grande sortimeoto e su-
periondade de seos objectos nao com vis-
tas de atrair a atteafl de urna grande fre-
guezia, eomo a de qw actualmente despe,
e sim para scientifiear (a interese de todos)
a qaalidade de seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto e perferco ; tor-
n.-ndo-se qnsi iadispeaeavfl para :;quelres
?preciadores (do bom) frequentarem a No-
va Esperaeca, pois que ella capricha em re
ceber constanlemenie, o que ha de m^bor
Telativament a sua repa?ir;!io: o que se po-
der verificar qoando eaa qualquer reuai3o
de pessoas (amamos do!q,ue; v'-se upi
bonito enfwtle em um frsflito vestido, um
aroma agracfevel escapar d'om alvo lenco,
um moderno e linde laco, ora dilicado ra-
mo de finas ffores, ete, ete, todos ofcam-se
reciprocamente e dizem com sigo ( e as ve-
aes uns aos ontros) este? s3o objectos
comprados a NOVA-ESPERtNCA: realmen-
te lf! 1 procurar descrever em annuncios os
artigos que conten) dita loja> seria trabalho
insano e nnnea o fariamns com aquella
graca e perfeicao com que sao lies fabrica-
dos, assim poi a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos goralroente,
visitarem-na para ent3o ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
91Bina, Pnqne o Caxlas91
Xaa para oordar a
5^500 a libra
Qoiodo a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientflear ao respeitavel pi
geral, e em particular a soa boa regoeria, da immensidade de objectos qae al
te tem recebido, jastamenteiqaando ella menos ovpode fazer e porque essa falta
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attenderb e re
continuando portento a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA rea do
Queimado n. 8, onde sempre> acharo abundancia em sortimento de superioridal0 em
qualidades, modicidade em precos e o sea nanea desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se conheceque o tempo de qoe a AGUIA BRANCt poda
dispfli', empregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aquellet"^pe a
bonram procurando prover-se em dita loja do qae necessitem, entretanto sem estima-
rar os objectos qae por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamentaIndi-
car aquellos coja importancia, elegancia e novidade os tornan recowmndareis, como
bem seja
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados cosa fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os toraam apreciados.
Fitas mni largas de diversas creS e qua-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se pedera
dizer querendo descreve-los minucioeamnte
por suas qualidades, coree e desenhos, ta^l
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nlo massar o pretn-
deme se lhe apresenter o qoe poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12; tiras.
Goipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo. com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
CapeUas brancas para meninas.
Grandes sortimento de Sores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento da dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pose,
Caixmhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dooradot
para circalar o eoqo.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir lates.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas pera balio.
No vos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sio. movidas por om macbmismo
urnas substituem as outras.
Vistas par stereoscopos.
Bonitas caixirmas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada coa vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqoedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados ^enancas.
e meis para ditos. fNversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
Cysne, ra da lmperatm n. fti, acaba de
recebe"- grande e vsrudo sortimento i* laa, a qual
veade pelo baratissimo prego de S'iOO a libra,
cores aortidas.
ESCOLA PBARMAPEUTICA DE PARS
Medlha de Prata 1860
J
DEGOfc_co^^
GITCOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
nico medicamento approado ym lodos os
Hospitaes de Tranca, Bet|tica e Espanhi como a
melhor prnara^ao intlitmanea e regulada em
dotes da AGUA DE ALCATRAO.
(Duas eolheradaa grandude UqniUi por cada
litro de agua, ou urna eolheradt pequea por
cada copo grande.)
O moitmr.idor mu! mentir* dat :nu-
eo* do miomago, do ro.-loc e da
orillea.
Exigir a firma do inrentor. /?
Deposito Gep.al S?-. ..
Rdc des Priacs-lMr|o. \ 1 e=s^~Z2f
Em pars. "~
Dcponro : no Rio de Janeiro, Dnponchellr; na
Bnhia, Sil Lopes< na Pernamhuco, p. Maurer
el O'; na Maranhaft, Ferrrim el f;-".
ITBP3HJ0S1
IAIEMBROdaAGADEMLAdeMKDIGINA
Preparado POrVDESLAURIERS.PH.
Suc* DE BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clpy Paiis
izar do Pavao sito a ra da ImperattiA n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da noute.
O Xarope depurativo iodu rado do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante na cura
dasimpigens, escrfulas, molesiiosdajjelle,
vicio do snngue, obstr uecSt* lymphalica.,
molestias contagiosas (syp/riltticas), leves
vu inveteradas, ede todos os accidentes que
d'ellas dependem.
A receita dcste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pei-nambuco: Maubep e C"; Joaouim
Martinho da Cruz Correia ; Joao da Coir-
ceicao Bravo e C*; Augusto Caors ;
Bartuolomeo e G"; Alexandre Ribeiro;
Abre Ribeiro ; Joao da S' Faru e Irmao.
Vende se uma bonita casa nova a moderna,
com 2 salas, corredor ao lado, 5 qaartos, sotao
muito fresco, despensa, coiinha com bom (orno,
grande copiar com gradeamento na frente, gali-
nheiro tambem com graieamenio de ferro para
grande porco de criacao privada para despejos,
telheiro para lenha, carvao, etc^ cacinlba com
bomba de Japi, tanque cobero que serve para
banho, e siiio, tem 100 palmos de frente e 500 de
fundo, todo murado de novo com graleamento na
frente e portao de ferro, lindo jardim para re-
creio. plantaeao de arvoredos no?o?, passa.-lbe o
rio Capibaribe perto para rs banhos, no lagar de-
nominado Chaco n. 1, junto da estacao da Casa
Forte : os pretendentes poder-se-hao dirigir para
tratar ra de Tbom de Sonza, outr'ora ra da
Lingoela, n. 4.
Gr-inde p^crincha
Na loja d- Pereira Irmios & C. a ra do Duque
de Caxias n. 9, vende-se algodo de listra pelo ba-
rat preco de 130 rs. o covado, e sendo peca ainda
se Tai differenca.
Yende-se urna machina de costura muito boa,
urna cama -e casal em meio uso ; e na mesma
troea-se nraa perfeita imagenr de Chri'to : no
Corredor do Rispo n. 55.
m m m
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster i
., roa do Imperador, om carregamento de sai
de primeira cmalidade; o qual se vende em partida
a a retalho por menos preco do que em oatr* qua'>
jjuer parte.
9r
0 CELAR
g)
i N. 3 A RA D CABUtiA N. SA. f
| mmk ffiHAs i
Com este titol acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo todo qoanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qoe o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de ruantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqnei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qoalqner parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte. v
naiuMCAO'
Lourenco F. Mandes Guimares
RUADA IMPERATRIZN. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi errara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, visi'^rem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 3#500 Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 54000, 6fc-00, nho e a'godao a 1^800 o metro, dito de
60500, 7(0000, 8,5000, 91000, e 10;$000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para calcas a 40000, 50000.
Para liquidacSo vende-se algodao de lis-
tras proprio para calcas, camisas e salas
para escravos a 460 rs, o covado.
Na roa da Imperatriz vende se chailes de
merino estanmados e de barra a 2#000,
20500 e 30( 00.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 50t 00, 60000,
70000, e 80000
. Para Hqnidacao vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 3*600, ditos
de linho a 50UOO, 60OO'.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algod5o a 1040) e corbertas de chita a
10800.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
r A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
0 barateiro vende percalas finas para
vestido, a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-l
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende laazinbas para vestidos de
Sras. a 320. 00 e 500, rs, o covado.
0 Guimares vende morsulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,'
dita branca a 500 rs.
O Men es vende fustao de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O Lurenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360. 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o ovado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matisa-
das a'640rs.
linho poro a 20800, esta fazenda pro-
pria para lencfies e toalhas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama frni
a 40400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para ven-
dos a 20300,20800 e 30200 o- corte paw
liquidar. .
Vendeo se cortes de cassa a 20500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janeilas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Venderse duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40i 50, pro-
prio para calsas e palitos por ser boa fa
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de dras saias
para senhoras pelo rarato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de roapa feita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Venle-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se coletes de brim de cores a 40-
Vndese ditos de meia casemira a 205oO
Vende-s:e calcas de algodo azul a 5i'0 rs.
Vndese dita de algo-io de listras a 800rs
Vende se ditas de brim pardo 20,40800
e 20500.
Vende-se calcas de casemira de core
a 6080.
PA1A AGUA.
da travessa do Corpo
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos t No anrazem
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para mil no
Os meihores moinhos para caf o para milho que tem, vindo a este mercado, s
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n 25.
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amargas &o
BROMDRETE DE POTASSIM
He J.-r. IAHOZI t, ra de Mawrtrt-FaMd, Parts.
Todos os Mdicos concordSo em qne o Bromnrfe de Potassinm traro tem sobre o
sistema nervoso, nma aeco .e*. .a.. Reunido So Xarope Lame de
Urania amarga, cuja accSo regenera as rao^oes do estomago dos intestinos,
umversalmente appreciado. Sem receio dV.idente se pode dar as pessoas adultas,
qoando soffrem de neleatia* do *><>, lu "*, assim que para as n.oW.. '* pranb. Para as creanets, pa ..la, .
gitaaao, rosocainai, toase dorante deatieea. ,_
Deposito m Rio de Janeiro, CheTolo; era Pernam&uco, r Ma.rer c;
em Maceio, T*> SM.a; em P'/jUU, Amtero *!*" m *wi *.
Porte legre, Jo.i Sollo; em aranMo, C; em Ouro Preta, *


f
14
1
I
xbuw ~ QUarla feiru 31 de Agosto de 1870.
Jos da Scuza Soares & C.
RA IO BA RAo DI VITORIA
l OTU'OBA NOVA)
') quu po4e Iwtor deraai* helio eagradavel ea fi-
nara beoRoras a.^os de alta moda em Pars mito para senboras como
le lrodcrs objectos para me-
Aires9Dia-s3 mitin rnboa.id'> i
rendas una;
para borneas
llHiaeas abrraatlas, perfumaras esped e<, variedade d
om.ua a bnnquedos para enancas.
,. L. GftANDE SORTIMENTO
beis CcorpaondCenSerb,,(> ^ **" S T ^ ** E ^ l6m **
.m ,,a!f:S^mUlmcor,,a ,n*'la-se ** em pregad* do e*-~
m casa da, Etns. facultas afim de mdoor escolherem u que d
OF
Ra da
esejprem.
-
GRANDE ARMAZEM
__ DE
Fazendas, roupas feitas e de encommendas
10BIJA DO Md DA VICT08IA-I0
(Artiga rui Nova)
Uk (10 P_____
Novo estabeiccimento
FZEffWS E BOUPAS FEITAS
Impera r.z 40, esquiua ,1o berco, dos Ferremos.
.testa fHJrte, o especialmente s Em."fttM r0a1SrE-!L NPHwil P*0
MK, as anteas ha^ q exiliara ^JSJSL3fi T *2" 3""
vito relacionadas, rojos oreos raereccm todi niil2fC m das que abaixo
tal coro ^S^SEES 'qS? ffl,?Sf J25: *" n3
ese. PreMne-se umhem'qoe a mesma toja tem ~K o Sf2 T"
na<. ecouiintia a sorlir-se das do mais aparado e e c ihL 1 ^ S0*^'
barato que aoalatwr notri toi. l e es 8^to, que. vender mais
iAiisee tul
O novo propietario .leste estabeterimeio,
E.OJA
DO
VIGILANTE
que qnalquer ootia toja.
A LOJA IWI PAPAJA10 alcn de um bMito s.r.m.c.o de.no,, e assmi como pannos pretes, wsemiras l nanno t v T
panno uno cor
ro.ipas feitas, tem
ios parirws mais nso-
oe pmMty azul claro
i; mais earthn, Iw.ns brancos e do cores iisifio* lir-m.,Y" ";"' !-""""' "' c,eir"
e bro, tmhkm todas ^.ltni "^ e ,1e cftr6s ^aS ,!o **
A LOfA D9 f\i'AG\|(> teni
sen onicirt para execrar quif^
altara
Lisboa,
artista
GOMES; SILVA & C.
Os propietarios deste importaate eslabel?mento. no empenho desval a i
dos pr.me.ros do soo genero establecidos nes elfrde. maEaS coiaur
, um ex.m.o,.rusta aifaiato para dirigir a sua officina. ^oniratar era
contratado um (.pumo mesfc-e aMatMe
^r hn (},c nao tiqoo ^22 'i*' L"**'
faaer (.ii ni. b
Atoraadn de IMn lino,
pauto no
r p<;if-v.:. e -sme-r
ficara para a l(j:>, e maitda-sc
a ''<$ o mt tro,
p'.ra lenw.'s e toa-
. ores, lis.ns, do furia
Acaba pois de ehegar d'a
all aaeaz cooheci 1
quella corte, e para este tim, o feabil e cooceitaao
atento de tS^ftS?^!^ acbar Publico constantemente um magnifico
ment de pannos linos, casemiras, gorgnrSes, e artigos.de modas tudo rio
melbor e maIS lindos padrees que tem vindo a este mercado
10Ra do Baro da Victoria
(ANTIGA RA NOVA)
e ile alp*sfl ;i ^.
Algnd3..fffho largo
tttts a l#OM).
_ Alpacas p.'^.'is. de
cores, e de liseras;
Barfges enm .istrinhas de Gerentes co-
res a:")*.> rs. .-envadf..
Bola s<- tmetH avehidadaj.para vtem,
o pr.'o e coHor.ne o tamaatin.
BoSstrasfMaa preta. lisas..e trancatU-s.
qtw Esgtyfo delinho de lP0 e 35 a vara.
Ops .le merto pt'etos multo grenes
a -'5.
lito ditos, eslampados
cima.
W do linfeo blanco e
salpico.
Grvalas de seda prietas e de tpres. da.
de 1,30 para
prelo liso, -e de
maiS ino 'Uaraaoapos de iml.o brancos e pardos ras*J-^ pelo fabricante, e nos por nossa vez
w. .~'\ *> a^segurtuiws sua qi:atidade e delicadeza.
Una do crespo o. 1
. Os projinetarios cimenls. ah.ai dos mritos objectos que tinham ex^
potos a aprtciacao do respeitavel publico, man-
daran vir a acabaru de receber pelo ultimo vapor
da huropa um completo e vanado sortimento dp
linas o nnu elicadas especialidades, as quaes
lao reaotwdos a reader, como de seu costu._.
por prefod muito baratiuhos e commodos para to^
dos, .om tA^o euo o Gallo....
Hoito superiores luvas do pellica, pretas, bran-
cas o. de mu lindas cores.
xrn boas a bonitas gbllinhas e punhos para se-
ntara, cesto genero o que ha do mais moderno,
superiores tientes de tartaruga para coques.
Lindos e rlquissiraos enlejes para cabecas da*
Esmas. senhoras.
Su4>erif)res trancas pretas e de cores com vidri-
Ibos e sem elles; csU fazeuda o que pode nava-
de inellmr e mais bonito.
Sujieriores e bonitos leques de madreperola,
mirtun, sandito e osso, sendo aquellos brancos
cora nndos desnhos, e estes pretos.
Huito *aporkwes meias Ito de Escossia para se-
nhras, as quas sempre se venderam por 30*000
a nzia, entretanto que nos as vendemos por 20J,
aiem dess, temos umbem grande sortimento de
cutras quaWades, entre as ^uaes algum;is muito
unas.
Boas Iwsgalas de superior canna da India e
castao fe marnm com lindas e encantadoras Ogu-
rasdo -.lesmo, nerto genero o rute de melhor s?
Pode dusqar ; a!r-in dostas temos tanibcm grandi
quantwSac deoutrisqualidades, como sejam.ma-
^ b^"a os*"- borracha, etc. etc. etc.
blnus, bonitos e^sirosos ciiicotinhos de cadeia e
de outra.s oualida-vles.
Lrnin:- e si!f*nores ligas de seda e borracha
para-segurar us meias.
B.s mfias, ee seda para seahora e para meni-
na^ *i "wiliKts abo de marflm e tanaruga para tazar
: sao coito boas,e de mais a mais sao ga-
s pelo-atiricante, e nos por nossa vez tam-
259.
a'es di ttossAKen,
b/aneps cota U*f.
que
sorti-
ba dt
=10
a^'is de imbo braceos
Orosdenaple preto de dir^rentos pr-cos.
LSasinliM em t*uu* M,Mu, ,,; naas e hetlas capellas iara nova,
ro'a lo Z?dT com'Ijal^s com II, Superior^ agulhaa par. machina eparacroi.
S? poi 96. Lmha BiBitoboa de peso, frouxa, para eneber
e drfistas transparentes e ta- J^vintao.
Bon> UB-ahcn> de cartas para voitarete, assim
W a peca,
ancos d 2 a 3#
Bretanhj .le untw; m ,..!
B ins de folio trancada*
crf-s.
lliOtlft*.
braoctw
e dtt
cws.
<]ombraia
frrril
i
"'i
$m
3 paras n. 33, ra Direita, 3 p rtas tu 53, aniiya
foja do Braga
mais conhecidos:
"ic
r, '
m
pelo que convida ao respeitavel "
dos
numerosos
do iKm^iLJX*:-!^ completo de machmas para descarocar algodao,
animaos,
pingardas de
e garios
papel e
meme grande n. ZJTZZSgZTZLLS?^ c.""l0 enconiraro constante-
cem
53
pitos tic camkraia de nao de Ditos-de esgoio (!h-(; a 8-5.
* de algodao triados Ura.K^e de o $$*" ^"^ i Gorgtiroes de lea com listras, fazenda-'a-
i'nncas tapadas transpe-.-teirameotc nova no aereado a 800 rs. o
ntes. sendo inglesas e suissee i Mmioos prcto, tcencado de cordao.
e Qanlte, l)rinoa, e Heitos burklados o lisos, wtir< de tao
i-;oni<> de algd5o para camisa* de boasem
irances de cambras 0Dfe4U| ^rtecetas pretas de diBerentes pr^;os
suacios, e -enlejiadas de cor [ra i Geaibraia branct sapada muito larsa com
pregas e bordado, ha fie tres qoetifedes
UmhrK<;s dfl cwe a 400, ps. o metro e,!"0!' W Ut*4u Si as., o prero ba-
a^sot rs, ;i vara. FbHh.
Camis;'-; ing|wst frano-zas de a^wfode pregas, lisas e lieroN^aa. 3JWKK) n ovado.
Chalos d sel II de difterenflfl ,>;fvs, e m?to baratos, i re*.
Cutas pare vesmios, iVancfezas, te20 albas de alpodo p. dft linho de dif-
r> 400 rs. ferantes quadad^s e tamaohos.
Chtaa para cenertas de :i-20 ele 648 rs. j folies do linto para hornera muito fi-
Cortinados de camhraia, e de fil borda- Dm-
tm para anas ejudas de 10 para cima. ^^^ ng'e^aspara Sra..epara meninos
mo* ,i; Urgora.
Camisas .m, ineia.
de algiida<.
Cunisi^ias
Ifcadfs
Sras.
b oo, iuj ue i.
temmmm
, loja de Leonida, TitotSureiro, Siga'lo" &o Br. '"' *** ""
m mrnsmamm mmmmmmm mmmm
NOVIADES
TRIUMPHO
JRua do Queimado 7
ai
Cui.has de fiisto brancas a 3,5^00. e P^ra homens. de dfferenles
Ditas ite cures a i800. de tedos es taiiarihos.
yso^tr^ 5 wm T" Peoa duzia de
DaiatS o. .i. ?Ja- e,iarnado, a zol e a raa-; d^.inuir o retatfao.
r^oaSt1^;^ ,m-spi.s;,mo>trasi;,.o1K!querfaZPnda.
mos de hnho branco para Sras,r} A toja 00 Papado achare iberia todos
os dias. at as P horas da noute.
Francisca Teixeira .Vendes
i. MARDalER Pbarn-utico privitegiacu,
J*olevar como os laos para o mesmo fim.
Granee variado sortimento das melhores per-
famarias e dos melhores e mais conhecidos per-
amistas. T
COLARES DE ROER.
Electnoos ^ magnoticos contra as convuisoes, e
wv mm (entieso das innocentes enancas. So-
mos coliares, -i continuamos a recebe-los por todos os
vapoaes, am de .fuj nunca faltem no mercado,
orno J. >sm acontecido, assim pois poderao aquel,
les que vigitaffle, aonde sempre encontraro destes verda-
oeax tobares, e 09 quaes attendendo-se ao fim
paraflt.-e .ao appkcados, se renderao com um mui
Qi.-ains lm-.ro.
Roieiris. pois, awsta dos objectos quo deixamos
aeriarjidos. aos nossos freguezes e amigos a virem
Sgl^CrS1 nTaVe8 ^ d ^
J eordeiro previdenti
t a f a mam *
A ra do Duque de Caxias n 21
(AKTIGA RA DO QEIMABO)
Pecebeu seguinte : ,
Bpclho grandes flouradi'; moldes bnnii
Carteiras, cbaruteiras e port-rigai ^
qualidades.
Bonitas pastas |frapape.'*. fimpWi" matiact*
Boas caixaTasias para cosli aa eempb-
tente chave.
Delicadas canelas de maifl.B com o loes: 6
prala.
Modernos pi-nles de Ururnff, sobresahindo ec-
tre elles es mimosos lelegraphirt*.
Commodoi toucadores ctin uuas gavetas e t>.
espelho.
Port b:ii|uet, o que de i melhor tero appart-
cido. N
Port relogios demuiias qnr.lidadrs.
RopstiiraNS para oriarras.
Vostuarios, cbapccziiil.os, loucas, sap.ntosemf.iy
para baptizados.
Toalbase fnuihas de lahyrinll.o.
Chapeos eebapetiflasparj wolwra, mol:
e bonito?.
Chapozinhos gorros e txniets para iatW*irt
mininas.
Gtmtra as convulso's as
crianzas
Vndese os Terdadeirt'S collares na Nova Esj^e-
rapca, roa d Uuqoe de Caxias o. 21.
PARA TtKGlB GAMLkAS
para pretA< Bo'eastanbos, receben i Novs Espe
ranea a verd.'deiia nn:a Mleaa.
PARA ACABAR 6QM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Espcranca o vtraeir-
leite de rosas branras.
ACIA DE FLOR DE URANIA.
Wnde-s^ria Nova Esi.ernnea, iua do Daqoa t
Ctxlax n. 21.
PAPEL PARA EXFEITARSE BGLOS
rcebeo-os mnito lindos a Nova Ksperaoca, re .
do Duque de Caxias n. SI.
PARA AMACIAK E .VFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Es]ierauca s sabontk's de pos
arroz.
de d He re otes precos.
CASA CAUV1N
DE
E' chegado
B4 & BASTOS
de fazernas
JiT?a0X0 estabeIeciraent<> o mais bello sortimento
K-s, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgur5o de seda branco para vestido
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam ntc bordados para cama e ianellas
Croxes p-.ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qualidsdes, lindos ?ostos e modernas
Ricos d urnus para passeio, com listras de sem
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
a eirfadonh^mtciotr0110' Um grMde Srtimenl de rouP;atas e de fazendas que
Luvas frescas do Jouvin
MnA1^2,nien0 e Upeu* Para oraC3esde salas, alcatifas para forro de sah
Grande eortimento das acreditadas e verdadeiras F ae sala'
Esteiras da India
5 PARS.
MOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprewnuds a Audemia defiendas e ao lusiituto de Franfa,
INJECCAO
Sob a forma de Paslilta, de.edid e doseada par
raser de momento urna soloccao
wmmm e-ttntiv u olsstias nene Mama
Rea to 4|ae!mado n. 1.
novo e variado sortimento de perfumara
finas, e oatros objectos.
Am do coffigleto sortimento de pert
arias, deque efectivamente est provida
'oja do Corde-o Previdente, ella acaba d
reeeber um outre sortimento que se torc
aetevel peta variedade de objectos, sunerior
-iae, qaalidades e commodidades de prc
qualidades fi^ assim, pois, o CordeiroPrevidento pee
espera eontimar a merecer a apreciac
ao respeitavel publico em geral e de n
m freguezia em particular, nao se afa-
ando elle de saa bem conhecida mansidi
M fcaraeza. Em dita loja encontrarao s
f -tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
3ita verdadeira de Murray & Lamman.
ita de Cologne ingleza. americana, fraj
veza; todas dos melhores e maisacreditdt
asneante.
Dita de Cor de larangeiraa.
Bita dos Aipes, e vilete para toilet.
E._ixir oddiiialgico para conservado c
'ss&io da bocea.
120
380
320
820
'
500
160
CrO
-
408
llUECMffllinoljj?' S^ k
**' "iMVgtiit iaceattmiaui de frafUldade.
ESTOJOS
Com
a forma, e de roame de um Pnrte-Vmu*
COIBmO TODO IRATAMBNM. ""*
COLLYBIO Contri as affeccois das paJpebras,
______ preiarad aob a nesaa form. '
lilllUULUIHLU *L 34, ra larga do Jtosario. PEJEtNAMJBUCXJ.
CASA CAUVINA bhiiee, *b*^^'*>
Bonlww 'SibMtopd, SS.-PAR18
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApreseaUte a Academia de Seieieias e ao histUoto de Krajfi.
e 0
INJECCAO
INJECT0R-PH1LTR0
Sok Corma de Pastilla, detedida e doseada
momento urna solutcao PIIVIITIfi E C
MOLESTIA* CONTAGIOSAS
{Pira faser da
OUTITA das
Graree
u,
IB DI ,11.
i '
rame de ferro galyanisado em rede para cercas, olas eallinhfiros .t*
Ckapas de ferro galvanisado para eobrir casas gaiiinne.ro? elC.
Tactos de ferro estanbado para eogenbos
Cofres de ferro de Milner e oatros autores
Chambo em cano.
DRo em lencol.
Dito em barra*.
Dito em estadas.
Estanbo em barra e vergnnha.
Folha de Flandres.
Arados americanos para ladeira e vanea.
Carrinbos de ao.
JjaBeziBBS para janellas.
Maciina de descarocar a.'godao'de facao.
Ditas de serra.
WiM para cortar fumo.
^2*\iJB?e frQ*d* 3 esva,,os e motores Plra 'to, Para mover w
Cadeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
fJr pw-a pesar.
Mgjte Knha*sa em latas de ferro.
jwnwas americanas. *
cacos de estivar.
EBtofre.
Salitre.
do volurae de um relogio, servindo
de Puiltio e Scunga sem oe
inconvenientes de fraTilljade.
ESTOJOS '"^^ba^'K^^0^
OLLYBIO Contra as affeccokoagpalpebra, preparado sob a mesma forma.
BARTH0L0MEO C* ^T? rf T !f!ie **'
muuwuuiuuu u 34, roa larga do Rosario. PERNAMBOO
MW MI. M)\M '"
. EfiEUfiEIRO
Com fu n di cao
BM I0 BftM 52
Kzwtmdo o ch> au.
com ut*^!** ^22! E" T acre^ad? ma^iD^ *
Os va>rP4 .nin.li> T a"lda "Mvei tem melhorado.
apre-
a |an,,e wommo de errigan, e CUIar^


Hova loja de joias
RA DO CABUG.V .N.9 A'.
SlanAoel da Cimha Saldatiia & C.
unto o? .tla^^'w esllabe!eciH1^,0 & juias, o qw, lim ^^ S(,rl. gfc
ffi^mo as l()das aejoiae de ultimo gest, a* qoaes veiWe,*0-Biais barato pos- ^
razoa^VXs^^*'443001^^' VeD,Jer bm epf *** *
Cosmetiques de superior qoadado e chs
*os sgradaveis.
Cipos e lates, maiores e menores, coi
(KMtMa fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, trananaront
e OtKras quahdades.
Fbos extractos inglezes, americanos
franoezes em frascos simples e enfeitados
Escancia imperial do fino e agrada ve' ch't
o de violeta. '
Outras concentradas e de cheiros ira*
aiente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad*
com escolmaos cheiros, em irascos do din-
rentes lmannos.
Sabonees em barras, maiore3 e menors
para m5GS.
Ditos transparentes, redondos e em fict
ras de meninos. ^
Ditos muito. finos em caixinha para barb.
Caixraas com bonitos sabonetes imitand
froctas.
. Ditas de madeira invernisada contendo i
tus perfumaras, muito proprias para nr<
sentes. '
Ditas de papello igualmente bonitas, ta
oem de perfumaras finas.
Eonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de arre
a noneca.
Opiata ingiera e ranceza para dentes.
Pos de campbora e ontras differenn
jnalidades tambeni para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
, AJitda mal* coque*.
Um ootro sortimento de coques de b<
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhf
5 algnas d'elles ornados de flores e fita,
esto todos expostos i apreciaco de que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
ODras de muito gosto e perfeic5o.
FTcas e Utas para cintos.
Belioe vanado sortimento de taes obitt
ws, ficando a boa escoma ao gosto do coi
orador.
Rival sem segundo
RA O DUQUE DE CAXIAS N. i9
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudozas pelos baratsimos procos abat-
a declarados, garantindo ludo bom e pre-
gas admirados.
Duzias de paitos seguranca a....
Duzia de palos seguranza caixa
graude a...................
Frascos com oleo baboza mnito fino.
Pacotes com pos de arroz o me-
lbor que h a...............
Navall.as muito fioas para facer
barba a....................
Caixas de linha branca do gaz a..
Vara de franja de linho para toa-
llias a .....................
Caixas com pennas d'afo de erry
superiores a.......:.........
lencos de cassa brancos e pinta-
dos a.....................-.
Caixas com 20 cadernospapel pao
lado a........
Caixas com 50 novellos de linlia
do gaz a. .....
Dutias de meias cruas superior
qualidade a.......
Pecjs de babadinbos com 0 va-
ras a.........
Pee* de tiras bordadasenm 12
metros cada p.ga a 15G0 e.
Pecaade fitas para cs de q- al-
quer largura com 10 varas a.
Escov* para nnbasfazenda lina a
Ditas Ara denles a 240, .320.
4001 rs. e.......
Pecas th tranca lisas, brancas e
de cares a.....
Duzia di linba frxa para borda-
dos si 400 rs. e.....
Pares dmeias croas para me
nos diversos tamanhos a. %%.
Duzias ik meias brancas mnita
finas pira senhora a. .
Pares de \sapatos de tranca do
Porto :.....*. .
Pares de sapatos'de tapete a. .
Duzias de bratros para voitarete
Sylabarios portvoczci a. .
Cartees com coISBtes -i carreras i
Aotoaduras par collete diversas
qualidades.......
Caixas com penra de ac muito
boa de 320 i......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulhi para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamaitos a......
Pacote de papal com 20 quader-
nos ...........
Reema de papel pautado super or
Resma de papel liso muito supe-
rior a

:-.-.
:-v
i,
ti

26QX
3f?00i
4/
40
2500:
4,5000
Cabellos
enm^L ^'.'S? ? todas cores' qaalqner
pTSmr^ef'6 '^ <
fe n. o, I andar.
na roa da Cadeia do Re-
20Rua da Imperatriz20
Fari & Lessa.
Acaba de chegar a esta nosn ota loja de fa-
zendas finas um variad sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejatn : granadinas do n!ti-..
gosto, popelinas de ama so cor, alpacas' e 13
nhas de cores, o qne ha de mais moderno, md
por baratissrtnos precos, brigantinas de core-,
cidos das indias, faienda nova a imitarlo de per-
calia,baldes de dina tinglado saia de cor com Le-
das barras, fastoes proprios para vestido e roupa.'-
de meninos ; agora grandes e admira veis pertvn-
chas, satas brancas com lindos frisados a 3 ri-
sas corpinbos bordados muito finos a 8f, balG.-
modernos de arcos a U, ricas colchas para ir.:
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a 5,
11, cambraia victoria una a 5*, ditas transparen-
te-^*s*> 6* e 7*,chTtas linissimas tscoras e clsra-
a 280, 300, 3S0e 360 o covado, cassas de coif
240, lencos brancos do cassa a 2*500, ditos cfci
nezes a 3*W0Q a duzia, madapolo fina a 6f e
6i500, e muits superior a 7, 76O0 e 8, alp..
daozmho largo proprio para leoces a 6j, p.:
de al^odo branco transada proprio paxa toalh-<
de mesa a U600a vara, nramate para lences a
2*000 u 3*500, o que ha de melhor, esguiao fi-
nissirao a2*200e2*300 avara. Mandamos na
casas das Bxmas. familias para melhor poden.r
escolber. Tambera temos completo sojtimento d<-
perfumanas dos primeiros fabricantes francezes. o
ngiezesj as pessoas que se dignarem vir a ca
loja terao occasiio de reconliecer a realidada da
que annonciamos para nos justificar.
'a-se o ^Uioo a> vir to estabeleeirtento; certo-
satisfHto.
de que ficart
A'JIAO DB OUROftCA PO CABC N. 9 A
m
LOLKRIA DO RIO
RUA DO CABUGA' N. 2 B.
?^1a rezolucl0. se 'endem bilhetes do Rio
aos vendedores na razio de 22*000, seja qual
KlOOO5*0; TSU 6 a0S ParticnIares a
Mnteiga a 1$.
Veode-iii manteiga ingleza flor a i* a libra
ne PQDgres ;o do patee do Carmo n. 9.
Farfulla de mandioca
fVende.so na ruadlo Araorim n. 33 saceos com
jpaoal /armfca de mandioea, igual a de Muribeca.
em ce t5ara CaaS particnl*res' 8 Pr Pre? muito
"dnV.eille"se B?\ all ae amrello em bom
estado; oa cambOa do Carmo n. 16.
Vende-M a casa terrea n. Il.-sita em Olinda.
a rua do Urgo do Amparo, com excellentes coro-
ect 'raKftSSft f10 Pr0Pr : a lratar n*
FarSEaTde milfioT
Ha para vender farinha de milho muito nova e
superior em saceos, chegada uliimameot de Porto
Alegre. A todo conteni dos compradores, et\s
AMARBU/ BFUBA' seod > wta allima m
ntii para alimento de animaes, e ao mesmp tei
de grande vanUgm aos compradores em face
pregos incontesuvelmente multo mdicos a tr
lmaos 4*0* CZ n" 3' e8Cript0rio deAmorik
;
Cigarros da imperial
fabrica de & Joo
dp Nictheroy.
nico deposito em Pernambnco caes'da a/aa
dega velha n. i, i* anda.


8
Diario de Pernambueo Quarta feira 31 de o de 1870

UTTEMTOM
por M. Pinheiro Chagns
XII
(Continuarao).
'BsBUdrisrl T sse Grril
ile sbito. Cuidis fjil ile ouvir eom admirara*)
queme que da vos* u'da
Fernandes Vieira ? Nio
de adversario, e admiro
accOes aic.da quando sao ontrari;is
que defeadf. Sabis p rque-eu
pai.-ndu
O tu *
i narrativa eio*
herric kt Joad
me cga u odio
a grandeza d*--
c;isa
VU- i!'O
quera pan irroo ? porque vos avaliava da
mesnaa forma que os voseo* compatriotas,
porque vosrlesprezava como renegado. I luje
sou eu o primeiro a dizer-vos : Tu, que me
salvaste a vida, queres entrar na minha fa-
milia Quem sabe se as dsseoses que
dividem as nossas duas patrias s a guerra
as terminar um absur.io tamanbo que
se guerreiem na America doas paizes al lia-
dos na Europa i Btbs, se forera inevitaveis
os combates, lealmenie combateremus. Nao
nos faltarlo adversarios, continuou elle
sorrindo, sem ser necessario que se renov
na America a luta dos Horacios e dos Cu-
riados
Rodrigo escutra-o com verdadein as-
sombro .
0 que!... balbuciou elle, dizeis
me... pois... Margarida...
Ser vossa mullur se alguma inri jen-
ca exerco no espirito de meu pai
Rodrigo nao pode resistir esta violenta
commogo. Debuihado em lagrimas, pirou
e ergnendo os olhos ao co :
Meu Deus! disse elle, pois Adeveras
possivel AJm a rehabilianSo,aqui aven-
tura n'unia, r.oute s I abrandare.n se
d'este modo os-meus longos martyrios! O
am^r, o dever! ambos! coucliados O
patrii! Margarida !
E do s.eu peito oppn-sso exhalou-se, como
urna fragrancia benfica, ura bymno de re-
conbecimento immenso ao Deus bom. que
elle tantas vezes vira pelo sen lado austero,
e que Ibe apparecia agora radioso de mise
licoidia e de bondade, envolvendo o na
suave candura do luar, afagando o branda-
mente com o murmurio da brisa.
Cerril amparava o conmovido, e, quando
emfim se separaran), elte. ao dirigir-se para
casa, a murmurando comsigo :
Devia-lho isto, porque me salvou a
vida. Mas tambera, se elle o vulto que
V.eira uos descreveu, que servico iraraenso
r^esta quem o desviar da luta, que se tra-
ma em breve! E cu as mulheres perderam
de Omahale para c o seu poder fascinador,
oa apenas o envolver o amor de Margarida.
Rodrigo nunca mais pensa em conspiras
e em liberdade! E como hei de prestar este
servico, sem iraliir o meu juramento e sem
perder elle0 Ora, muilo -inhbil sena
eu se, endo na micha familia um amigo
intimo de Vieira, nao soubesse arrancar-llie
daqui em d.antc as mais minuciosas in or-
maces acerca da vida e gestos Jo ctoeW
dos revoltados! Pensaremos nisso, e
maa, comecemos o combate com i
Assim ia dizendo Gerrit, singular mijo
de bem e de mal, ambicioso sem escrpu-
los, mas alfectando um cynismo que o fea
carcter nao corrompido desmenta. O no-
nolgo, que acabava de ler, provava wm
affectaCao, que anda boje commum. Ser-
rit quera convencer-se de que Uvera urna
alucia machiavelica, offerecendo a mi) de
Margarida Hodrigo, quando nao zeia
mato 0 que obedecer um impulso sin-
cera gratido, que elle agora qutria deslar-
car, allegando si mesmo raes, cada quai
mais especiosa. \
Era perto de meia noute\ Gerrit nao
ode deixar de se sorrir, quando seolio de-
baixo das janellas o passo d s tropas q-ie
iam assaliar a casa de Vieira. Acoocbegou-
se entocommodamente ntrelos lencoes e
adormeceu. Algumas horas totes, julgara
sim e devras que adormeceriaViessa noute,
mas com o somno da elernidaa]e.
XHI
A SOMBRA DO N01VAD
Tinham passado perto de Idous mezes
desde os acontecimentos que narramos no
anterior capitulo. As tropas, ekviadas pelo
consebo do governo, como i>cil de sup-
pr, tinham j encontrado deseto o er.ge-
ibo S. Joo Baptista. Vieira entretanto re
fugira-se no engenlio de Luiz Braz Bezer-
ra, e, logo que all se Ihe juntaram uns
cento e trinta homens, parti mais para o
interior as trras, indo alojar-se em Gama-
ragibe, sitio difficilmente accessivel, porque
o rodeiavam paes. A noticia da partida
de Joo Fernandes Vieira, e o saberem que
todos s das se Ibe estavam aggreg-rado
voluntarios, caosou urna grande agitado no
Recife. Temia-se a guerra, porque se re-
conhecia a alU capacidade de Fernandes
Vieira, e tanto que os governadores propo-
zeram ao ebefe dos insurgentes dar-lhe urna
somma de duzentos mil cruzados, nao par
reconbecer o dominio hollandez, mas para
deixar a capitana. Como se podena espe-
rar do conbecido carcter de Vieira. o hroe
de Pernambuco regeiton com indignacao o
offerecimento.
Quizeram ento os Hollandezes ver se o
deixavam sem soldados, e, como sabiam
que muitas vezes as sublevares a causa
dellas progredirem a impossibilidade em
que se vem os sublevados de recuarem,
sem encontraren, a morte e a deshonra,
mandaram afiliar um edital, em que pro-
mettiam amnista completa todos os que
dentro de nove dias recolhessem dos matos
cidade, e relomassem as suas antigs
oceupacoes. Pensavam que um mez de
vida errante teria esfriado j o ardor dos
burguezes do Recife, e que proveitariam
cora jubilo o eosejo que se Ibes offerecia
para v Ninguem acceitou a amnista; a revoluto
fra mais do qoe um capricho momentneo,
tinha palo contrario profundas raizes no es-
pirito de todos. Mas o que exasperou os
Hollandezes foi o apparecer dias depois
afiliado as pravas d< Recife um edital de
Fernandes Vieira, em que se declama, em
contraposico ao decreto do governo hol-
landez, traidores patria e rebeldes todos
os que se nio juntassem elle no espaco
de qoatro dias.
Mal suspeitavam os membros do governo
qae fra Rodrigo quem assim ousra affron-
ta-los. Gerrit> fiel ao seu juramento, guar-
daba o mais profundo silencio, e o casamen-
to, j anonadado, do moco Bahiano com a
fiifca de Habacuc Vernooy ainda mais con-
U-ibnio para afTastar delle todas as descon-
flaneas.
Sempoderem pnnir o homem que osin-
uiii
dargnio-lhes offerecendo oito mil
nela.cah-ca de cada om dos governadores.
Os odios exacerbavam-se, e a esperanza,
forra ilada por Cerril, de que tudo acabasse
n'um tratado, tojnava-se cada vez mais Ilu-
soria.
t nto ss trras dos arredores do
fe si;b v,vam-se cada momento ; Joao
FcruaadtS Vieira percorria salvo os cam-
pos promoverlo as iosnrreices, e s es-
erava o. lerdos enviados ds Babia, e que
j tiil am a'.ravessado o rio de 9. Francisco,
parr abrir finalmente a campanha. Os go-
vri cito de operacoes commandado por llenri-
qoe Il.is, aflm de suffocar os motins; mas
Fernandes Vieira, que se n5o achava em
lorca. esqirivoii-9o ao combale, e cootnoou
organisandoe disciplinando os sus volun-
tarios.
Eotrctanio Rodrigo Teixeira, que pr'rmei-
ro esperara, com anciedade o chamado d
os eme reos goso<
amor, as tran-
elle, coja
ptxoes
violentas, e '.ivera sempra por horisor,
panorama tempesteoso das pelja
se
Deus am
deixar tras-
uaoto
la oa
Veremos se Rodrigo trabalbae agora
para restaurar em Pernambuco o rgimen
d nquisicao, contrbumdo para lanzar
s.ia nropra malber as garras Bosanto
elUcio.
Os amigos e caraandas- de Gern tiabam
querido festejar cora orna Kermesse o casa-
mento de Margarida. As arvores do-vasto
jaidim, ornadas com fiammuias de todas as
coras, apresentavam naaridentissimo aspec-
to. Urna aore toda verde, um mak>. cheio
de flammulas, de grinaldas e de rosas de
papel dourado.coberta decollares devidro,
cmbale cora meu pai! I [embrava os costumes da patria ausente aos
' exilados da Hollanda. Mesas, onde corra
em ondas o vinho e a cerveja, reoniam em
torno de s os alegres convivas. Quando
appareccu porta do jardim Margarida,
acorapanhada por seu esposo ebrio de feli-
cidade, saudou-os um hiirra! forsaadavel,
por tres vezes repetido. .
Margarida vinha realmente radiante de
formoMira. Por cima d'uma longa saia de
setim blanco, vesta um corpte de velludo
verde que Ihedesenhava a esbelta e graciosa
cintura; um veo de seda transparente,
bordado .uro e prata, suspenso das tran-
cas dos cabellos louros. descia-lhe ate ao
chao. Keetjen acompanhava-a, nao meaos
formosa no sen modesto trajo.
Depois de rereber as ielicitacoes de todos
os convivas, Margarida dirigo-se para, um
sitio, onde dus ampias mesas formavam
urna especie de theatro. Em cima desse
improvisado palco estavam sentados quatro
homens, fumando cachimbos enormes, ou
antes bebendo tabaco, segundo a phrase
nessa poca adoptada. Assim que Marga-
rida e Rodrigo apparecerara
das plelas, ee o
nebuloso quadro das conspiracoes, Rodrigo,
de iudo o mais esquocido, de absorto que
eslava as soas novas esperancaj
tira a necessidade de ergoer
hymno de reconhe:imeoto, de
bordar no seio carraboso da natareza o co-
racSo kmundado do mais dftee jubilo.
E cravandoos olbos na la que pareca
sorrr-lne, a fluctuar no thir azulado, Ro-
drigo sentia-se mais leve do que nunca, sen-
ta como que desabrochar-lhe emfim na al-
ma e no rosto a tarda mocidade, coja seiva
ate abi nao conseguir desalar-se em bo-
les e em lomos, perqu sempra lh os ba-
via crestado o vento rido e queimador do
fanatismo religioso oo poltico. .
Q'iando estavamaie eagolpnado nos seus
luminosos soobos, sentie de sbito bate-
rem-lbe no hombro.
Voltou-se e vio diante de si um hornera
envolo n'uma ampia capa, ecom um cha-
largas derrabado sobra os
olhos. .. .
Qae-me queris? disse Rodrigo sor-
prendido-, ..
O homem embucado deixoo cahir as pre-
gas da cap, levantan um pooco o chapeo,
e, reconh8eDdo-o a luz dft la, Rodsago
fez-se hoxrivelmenli pllido, e soltou ara
a sna[grito:
tesBpcstade que .
Eu mesmo, res-pondeu eom aesusaaa
severidad no rosto e na voz o ebefe da m-
stirreicao peraambuiaira. De qaie te espaa-
las ? NSo me pediste wm tanao-aador que-,
assim que bsse possivel combaieres raen
lado na caans^ da patriav me cawigasse la.
dlzeawlo te 5 Soou a hora ? Pois '.nsffl. venhir
comprir a promessa que te fiz.
Rodrigo nao responden unw palavra
Pela pallada fronte corr-lhe o- suor em
bagas.
E na juraste egaalmente,. eoniannoa
Tieira inplaeavet. que, rjpal fosse' o sitio e
a occasio, arjanas ouvisses o mea ebama-
menio, quebraras por tado para me s-goi-
res!' Qiegou o e*ejo. A'.quareota passos
d'aqui espeam-os dous cavallos^ Cumpre
a tu a promessa como eu compri a Dtoha.
O que t exciamou Radrigo^ torcendo
as raaos coa- desespero- o que, Vieira ?
agora ?... ageste momeat ?
Qualqser instante- de tardanca nos
pode ser fatai.redarguio ^lidameite Vaeira.
Percebes qae as ciicaaastancias em que
estamos, un general ne> pode deisar o seu
ejercito. Adeviubas que j nao Gommeti
pequea iraprudoocia, vkido eu mesnao, era
occasio 15o. oriliea, para le revoGar aos leus
deveres. Mae a aewzade que te consagro fez
com.que a todo me eipoaesse pana te im-
pedir de conoJetaares a tua perdi?a. Vamos,
e- tempo.
Vieira, ex^aamou o pobre mogo Bahia-
seu ciefepara se Ihe ir reunir, vendo a de-
mora, e suspeitando qoe n3o chegariamtao- peo de abas
tdo os tercos da Babia, absorveu-se com-
pletnnente no seu amor, e, engolpbado
oessas delicias de Capiaa tao. novas para
elle, desprende se completamente da poi1
tica. Foram Coda vez mais raras e a fina I
cessarm as sua communicaes com Viei-
ra, e, enlevado nos ns sonaos de ventura
as suas longas eoaversacSe com a sus. |(
noiva, nem j peneava na teapestade que Joat>Hernsnde> V.e.ra f
raga era lomo delle e que uodia de ura
momento para o ootro reclaraa-K).
Tinham-se venerdo os escrpulos de HVJ-
bacuc, e fixra-se enafim o 'lia do casamen-
to. Na manha desse dia, um padre catbo-
lico uni os noivos secretamente, porque
Habacuc de iwto seria i flcxivel: em n5o
consenUr na eeremo&iai O padre fez-lhes
uma pr.itica. em que dJsse esperar que esse
casamento fosse um meio da Providawia
para que os olhos de- Margarida se abns-
sem ver'iadeira luz. Era tambem essa,
devemos confessa-lo, aseereta esperanca de
Rod'igo.
Depois no templo calvinista Habecnc ce-
lebroi; tambera a ceremonia, jue elle jialga-
va imica, u Dio se eximio de fazer urna longa
prdica, era que declarou esaerar que a fi-
Iha de Sio arrancasse da escravidao do
pecc.do o servo da iropia Babylonw. Mar-
carla que pensava pooco em proseytis-
mo: eslava simplesme-nte radiante de feli-
cidade.
Au sahirera do tempio, Gerrt dizia eom-
segn|^H
Bear,
os leus H
A irritacao di e esqoecer
o sea habitual conbecknento do cora?5o hu-
mano. Espritus, como o de Rodrigo, rea-
gem sempre cowtra a oopressad qoe Ihe
queiram impr,, parta d'onde partir, e a
violencia nada consegne 'd'elles. Rodrigo
recuoo om passo, com os olhos cbamme-
jante, e "bradoo :
Pois bem, nao. As ameae s. ataviis
sabe-lo, nao tem poder em mim. Voltando-
me defcza da patria, nao abdiquei n s
vossas racs o meu lvre arbitrio O cum-
primento do meo dever pnde-me ser dictado
pela minha conscienca, nao pela aatoridade
desptica d'um.aotro homem.
Vede o que fazeis, Rodrigo excia-
mou Vieira ceg de colera.
Vejo sim, toroou Rodrigo, e as pala-
bras sahiam-lhe dos labios en> frvida tor-
rente. Ab! pois j lo que todos escolbam
a sua hora para se arroj irem aos perigos
da conspirfySo e da campanha. que uas
ponham priweiro em seguranca as suas fa-
milias, que otros realleem os seos baveresy
partam emfim todos para a cruzada
)adas,
i rom
que
quaado o juigoem conveniente, e que eu sr>
tt-nb de ser oautomato-qne develaos seus
chefes a mais passva obediencia r Consul-
tastes por aca as mnbas predilecc&es, Vi-
eira. quando cae dstes ordena que-ficasse
entre ?* Hollandezes, de- modo que sobre
mim ewitinuou pesar esse stygma de
traidor,.cora que tambero v6s, OS e op-
primis afora ? I SnsSo chamaveis sso sa-
crilicio meritorio,, heroica abnegado. Mas,
to superior me jjilgastes adnat ao reato da
numanidfede, que exiges de mira sacrfiios
verdadearamente superiores- as Jorcas auma-
J Negaes me o dimito de ler affectos,
de ter faaalia! Ei* que hei de imiaolar
indo isse- as aras- da patria* as aras da
reli"io Po s bem! revolio-rae ahnal con-
tra "essa oppresso-constante., tjae me cha-
mem trakor, infame, renegado ; n3r> sao
nomos par mim esses epunetos, e q ero
as-menos, aNraixo do vosso ponto de vista,
'merece-los uma vea. Quero- vrver, quero
respirar looge de aabaM>sphera.abradica dos
vossas escrpulos religiosos o polticos, ^os
teades familia e patria. Eu no quero sem-
pre sacrificar patrias que to-mal me tem
Recompensado, os mais sacros direitos,. as
aiais legitimas ventoras do homem.
Oovindo esta s*hi la violentas Vaeira fwon
or um motoanto mud de assombro. Da-
tioi*, envolveado-se na apa, exciamou cora,
voz. sarda:
das, pinicos
man
eos e iru
diera faeili** <
ter Fernandes VeirJ a m.for .repugnancia
em presentar bata^ ii'^*
o se7desejo era eocoo rar sitio bem fo^l
ficado, onde o valor doV fus.8^? ^
desse supprira sua (iiV'!a .gnotaucli. O
sargento-mr Antonio Dia* ^rdoso fora en-
caregad, de descobrirora siUo qoeirae-
Ihor onviesse aos designio* de Fernandes
Vieira .lo que o alojamento de W-
gressou, aconseloando ao genera que tos*e
oceupar o monte dasTdtV.'cas, noaie ate en-
I3.i obscuro, e que devia ser illustaado pe
la primeira victoria dos Rrasileiros contra
as disciplinadas tropas europeas.
Cbaaiam-se ou chamava se tabocas no
Rrasil uma especie de cannas bravas e gnos-
sas, rodeadas de espinhos 160 agudos e
fortes, que prese que^deu a naturesa aos
indigenas um meto de formarem de prornp-
to pausadas com qae se defendessem dos
ataques estranhos^e tinto mais ditliceisde
roaper soessas aatu/aes patissadas, quao-
to forroom as tabocas uns cannav+aes deosos
e rijos que resisten admirave'mente.
O monte das T.bocas, tolo vestido d es-
Uas canoas espinhosa, tica nove leguas ao
poeate do Recife. Cinge-o p-lo lado-acciden-
tal o rio "Bapacur, no esli quasi seoco, tor-
rentuoso no invern, e que ao sul je apar-
ta do monte, deixando entre o seu proprao
ieito e a rata da montanha urna planicie de
meio quarto-de legua,,limitada pelo tabo-
cal, que veste a falda do monte. Btpo s
dresse primeirocannavarQca ontra planicie,
e seguera-se de novo as cannas menos es-
persas que v5o peto mont-; cima, forman-1
do orna especie de trineberra. No alto-do
nxr.te ura labocal densissimo forma eomo
que om paredo connuo, que defende a
p!aura do cuine pelo lado do sul Para o
na-eente corra om raminko antigo e aban-
donado ptra a conduccSo do piu Brasil. Ao
norte, e legoa e meia do monte ftcave
uma ermida solitaria consagrada Sent
Anto, emuito venerada pelos poneos_ ha-
bitantes d'aquelle sitio quasi ermo, babit ra-
les qoe viviam de pasorear numerosos re-
banhos, e que baoitavam. n'nmas poucas
de casas .terreas, cujo conjunto se cha-
mava a Ciiladb de Brai/a,' norae que. mos-
trava de certa as tendencias vaidosaa do
fundador, mas que era uiaa pungente-ro-
ma para a mesqninha povoaco, que twe-
ra j> capricho de ser to pomposamente
denominada.
Foi, pois, n este sitio qae veto Joao aTer-
Iaaniies Vieira fortificarse, disposto a es-
a bstalha
.;..-,
5 ctete pungir o PO-|perkr ah .a alaqqe do i.aimigo. Entrsa o
oaowo. De- balde lentas aoafar com os -] me^ d'agosto, emo dissemos. que e no o
teas sophisraas o grito da taa^onscieoen
.. |e>tac3o das chovas, o-iogo^p-.r coose-
K.C pauS^os que nao to prooo- goihle tratarara.olli.iaes esoldados^de pr,-
i-"" en^^^ntrA .Jtlh do astrancei-? canrem n'esso monte asporo abrigo para
as intemperies da atlimospbera. No alto do
arreados de ''
i>utariam a victoria dV
Hoportantissima comtado a Iota, logo qoe
a atteodesse aos seos possireis resultados.
Dependa tdvez do suecesso dessa jornada
a sorto da futura carapaaba. Uma victoria
dara aos sublevados ums'fmmensa forea mo-
ral, arrastaria os indecisos, animara a aja-
da-Ios mais francamente o governador da
Babia. Uma derrota essa qpo seria ter-
ravel, porque podia ter como conseqoeneia
a dissolmjo irreraediavel do pequeo Wr-
cito. Por isso Vieira-, apparentaado sere-
nidade, nao deixava de estar bastBte.inqw-
to, principalmente quandopensaMa nopessi-
mo armamento dos seu e na pooea abon-
dancia das muni?6es. Fava-se comtado oa
Torca da posi?5o e na coragem qae o de-
sespero, o anceio pela liberdade, o desejo
de vingao?a baviam dteinspirar forcosamente
aos soldados do pequeo exercito.
Quando o inimgo ebegou diente do rio,
e observo a pequea- companbia que so
preparava para Ihe disputar a passagem,
adeviuhou logo que enire os caiMaaviaes es-^
tariam emboscadas, e, somo nao poda co-
nhecer o sjtio certo, varejou-as com rapadas
descargas de mosquetaria, que pooco effei-
io produziram pela incerteza do tiro e pela
fcil defeza que- as cerrados tabocas offere-
ciara aos Portogoezes. O totrepido Bomin
gos Fagandes nao cessava entreanto de at-
trahir sobre si oe golpes o inimigo. Os
H-tllandezes corntodo passoram o rio em
boa ordem, levaodo os aveuioreirs adiaote
de si, e o capitao, vendo que erainotil mais
prolongada resistencia, inlernoa-se no tabo-
|cal. ani.do-8e primeiraemboscada,e dei-
xando H-inrique Hs incertodo modo como
navia de avanzar.
O primeiro plano de Vieira eslava assim
malogrado pela prudencia do-oimigo. Va-
se claramente qoe- elle desconfiara dos ta-
bocaes, e oio marchara ao viso do monte,
sem ter primeiro desatojado es seus oecnl-
tos adversarios. Mas ainda nos restava toda
a vantagem da posi(.5o,, a incerteza do ini-
migo, e a diBculdade qoe elle torio emabrir
camnho por entre o rgido cannavial.
Conservando na planicie desooberta o*m
batalhSo de reserva, cuja sombra se po-
dessom abrigar s ootro destacamentos re-
pedidos, Heorique HQ mandou algumas
companhias correrem ao longo do taboca!,
empregandaytodas as precaacoas para aiina-
rm com o sitio onde-ostavam atojados os
nossos. A primeira emboscada commet-
teu a imprudencia de responder com uma
descarga ao fogo incertodo inimigo. Fez
estrago porque >e empregaram todos os ti-
um dos fuma
dores levantou-se e cantn a segninle can-
ea a, j velha nesse tempo, pois que dalava
do seclo XVI, e qoe figura no Repertorio-
de amigas cances famengas.
t Cbegou das Indias alguem que alguma
cousa saib a. que alguma informacao nos
possa dar acerca do tabaco ? Responder-
me ? b.im realmente para o saogue do
homem? Dizei-m'o, dizei-nvo, amigo meu.
Tudas as mulheres odeiam hornvel-
mente o tabaco, e em muto poneo avaliam
as suas virtudes. Condemnaram-n o: di-
zem que o fumo scea o homem; o que ha
de verdade nislo ?
Tranqnillisai-vos, beber tabaco e um
excellenie remedio. A cinza boa para a
dr de denles, experiraentai-a; e, em quan-
io ao fumo, apezar de ser apenas um va-
por, tem um goslo ainda mais agradaveldo
que o do alho.
Fazei tudo com termos ; mais vale nao
fumar do que fumar demais, bem o sabe-
mos ; mas podis aqu,' se tendes vootade,
fumar tres ou quatro cachimbos regados
com cerveja. i
Naturalmente a gesticulado e as caretas
dos cantores davam muita grai;a esta for-
midavel sensaboria, porque a acolberam as
gargalhadas de todos, e Margarida tambem
entendeu dever -auda-la com um sorriso,
con'touand" depois oseugyropara receber
as homenagens dos amigos de seu irmo.
Descera a noute; uma noute clara dos
trpicos, innundada de luar, rescendeote de
perfumes; findra havia multo a Kermesse,
d^sapparecra o trwio, e as arvores solita-
rias ba!oucavam-se ao spro da brisa embal-
samada.
Asjanellas iluminadas do presbyteno
derramavam jorros de luz na alfombra pr-
xima da casa, mais longe dorma o luar es-
praia'lo nos tapetes de flores, e nos seus ni-
uh-s de folhag-m baloucavam-se as aves de
plumageos variegadas, que transformara o
arvoredo americauo n'um joalheiro de pe-
dras preciosas. .
Abrio-se a porta da residencia, e um vul-
to de homem deseen ao jardim. Vinha de
cabera descoberta. Ao abrir a porta, para-
ra, para respirar com delicU os balsmicos
effiuvios dessa risonha noute dos trpicos.
Depois comeen a percorrer vagarosamente
as.alamedas, agora desertas, e, que nessa
tarde se tinham enchdo de tumulto e de
aleurn.
Era Rodrigo Teixeira. Quando se ia
abrir para elle ama vida como nunca sonh-
|ra, qusndo ia desfructar as ventoras da Ca-
os Vieira, meu amigo, meu geoetwso pro-
tector, oh t rogo-te qo* nao seja implaca-j v* de que lado esta ;
vel. 'Parte Araanhaa, juro-t'o pela mino-
koara, pela manba f, amanhaa re ter comr
tigo. e, vers, vers cerno en resgaao cada
momento de demora pratkando o possi-
vel, se o impossivel me ordenares.
Pela toa bon a T extlamoa Vieira iri>
cicimente: edmo posso eu acreditar na
honra de quero julga que, sem quefera d'elb.
se podem illodir os mais sotemnos jor>-
maotos ? Pela tua f ?* Qaal ? Affe Catholica,
por ti professada outr'ora, oa a fe calvioio-
ta, qoe ta. boje mesmo recooheceste ?
Vieira... murraurou Rodrigo.
Ah^coQtnuou o here Peroamouca.
no sem attender ioterrupcao, votp Deus
qoe nao. sou um d'esses fanticos intoleran-
tes que edeiam os qoe professam uma reh-
gio differente ; perceberia a toa resolugao,
se a tivesses tomado em terapos tranquillos;
mas agora .. agora, quando- os que nao sao
por ncas, sao coora nos, agora que a neo-
tralidade am crime, agora que todos
devem dar os mais serios pephores de fide-
lidade causa, que defendem, por Christo,
considero uma verdadera traico o ligros-
te assim urna filba dos qppressores, om
verdadeiro sacrilegio ires tai, catbolico, ac-
ceitar as bencos da beresia triumphanle.
Queres que eu acredite na pureza das tuas
intencoes ? Prova m'o, segumdo-me j, sem
detenca e sem besitaco.
O que! tornoj Rodrigo, sem a tornar
a ver ao menos.?,.. E dizendo.isto as lagri-
mas banhavajn Ihe as faces..: O que pois
esta ventura que eu sonhei por tanto tempo,
este amor ineffavel, cuja esperanca me deu
vida, hei de te-lo as m^os, e hei de arro-
ja lo de mim como fructo de maldicao !. .
E, em qorato ella, a m|oha doce esposa,
me espera, pensando em mim, bei de eu
deixa-la sem uma palavra d'adeus, para tai-
vez nunca mais a tornar a ver, para me sn-
golphar n'um abysmo, despenhado do ceu
que eu j entrevia em todo o seu sererj i e
radioso esplendor. Impossivel 1 Uma hora
ao m&nos, Vieira, e seguir-vos-hei depois.
Dou-vos a minha vida per ama hora.
Nem por ura instante. O que! pois
tu juigas. doudo, qoe, se tornasses a en-
trar aquella porta, podas voltar de qovo
para cumprir o leu dever austero? N5o vs
que, se s tao fraco, aqu, n'este momento,
quando s tens de lutar com uma imagem
querida, perderas esse resto de torca, que
o sentimento da tua honra, avivado pela
mraha voz, te inspira, assim qm te enlacas-
sem os bracos damulher que amas? Nao ;
mister que partas j. oa ests deshonrado
para sempre. J te alcunham de novo de
traidor, j me aecusam de ter depositado
em ti uma cega confianca, e eu mesmo co-
mecei a acreditar que souberas Iludir me,
quando volveram os.dias sem que do Recife
me chegasse um unied* a -iso enviado por
ti I E, quando soube depois que, em quan-
to nos corramos perseguidos de matto em
matto, tonga das nossas familias, sabendd-
as exposus vingancj dos nossos inimigos,
tu eslavas prompto a vender a nossa segu-
ranza pelos beijos d'uma malher, oh I ento
amaldicoei-te deveras. Montei cavallo, e
part. Deixra os meus soldados, os meas
companheiros d'armas dormindo sobre a
trra na, sustentndose com as frnctas d -
matto, e com a carne dos animaos que ma-
tavam na caca, como selvagem e misera
irihn de Indios bravos, e vim encontrar-te
aqui no m--io d'uma ruidosa kerm-sse,, onde
corra jorros o vinho, enlacado nos bracos
da estrangera, olvidando patria, irmaos,
nenra e crencas no enlevo d'um criminoso
affecto. Oh I enta senti invadir me o-
lera, e. se n5o me retivesse o pensamento
de qae ia sacrificar minha vinganca a
cansa sagrada da patria, ob! juro que te
haveria atravessado com o meu punhaL h
agora, dize, querw rosgatar a tua, infaW
pan as esposas entre as-tilhas do estrangei-
ro., Sempra que ha da-veres q*e se con-
tradizem, podes estar ceno de q*e
algom d'elles- falso. Vai, entrega-te aos
santos gosos-da familia, e redectido bem,
verdade moral, se
a causa sa patri* que se liga da re-
h$ia> e ao isomprineente das-tuas solem-
nes promessas, se na^familu que te irapoe
como obrigaeo implcita o insultares,, o
blaspheraares- a religio em qoe nascestes.
e o (altares- aos tens juramentos. De om
lado a abcegacao e- o sacn&io, de outro
) perjurio oa biasphemia. !5solteste6 os
ltimos. Bata beaa. Adeue.
E, enterrando o chapeo sob*e os ofeos,
Vieira desf>pareceo>
Rodrigos fulminad por esta vehemente
objurgatowa, ficoo por um minuto immo-
vel no mesmo suio. Depoi*, soltando uro-
grito de desespero, correo, oa direcrao de
casa.
Quando ia abrir a pora, antecupou-se-
Ibe do lado interior Margarida, que vinha.
de semblante inqaieto. mas que togo sor-
riu ao v-lo.
Ahf esuvas nt> jardim, mea doce es-
poso, disse ella eom urna, voz que era urna
meloda... Mas- que tens-tu? d+sse ratos-
rompeodo-se ao v-lo paludo e afflici-.
Qae tens ? Mafto amor, falla.
leu amor, sim, exclamota< Rodrigo,
apertaodo-a ao peito com vehameme affec-
to, repete me que o tea amor pertence-me,
porque s ella, s elle resta este masaro
proscripto doshonrados sem .amigos, sem
patria,
E, sltando-se dos bracos de Margarida.
que veto cahir de joalhos junto d'elle, aper-
landarlha as m5os oas suas, e interrogan
do-o e coosolando-o com immenso carinho,
^Rodrigo desatou r'om choro convulsivo.
Enxogou as lagrimas emBni, e a influen-
cia de Margarida, a influencia de quinze
dias da ventura coosegoiu abalar o desa-
lent profondo que dewrava acorao.o do
Bahiano ; mas na sua fron'e, s desana-
viada pelos beijos de sna esposa, agglomf-
ravam-se as sombras da tristeza, e as ho-
ras de mais jubilo vinha freqoentes vezes
cortar-lh'as uma sabita e penosa abs!*ac-
C5o,
XIV
A BATALBA OAS TABOCAS
J entrara o mez de agosto, e Joao Fer-
nandes Vieira debalde esperava a promet-
tida viada dos tere s de Henrque Dias e
de Camarao. Apenas alguns soldados, en
viados adianto para que elle nao perdesse
a esperanca, tinham mostrado aos j des-
contentes revolucionarios que Vieira os nao
Iludir. Sem oosar affrontar os Hollan-
dezes em campo aberto, pelos poneos re-
corsos de que disponha, Fernandes Viei-
ra passava de engenno para engenho, pro-
curando sempre os mais fortificados, natu-
ralmente para poder defender-se de algum
sbito ataque dos inimigos. Quando viera
chamar Teixeira ao Recife, eslava elle no
engBnho das Cvas, e acabara de receber
por sete indios, armados com mosquetes
biscainhos, o que era por esse fado um re-
forco importante, a noticia de que nao tar-
davam sete ou oito das os promettdos ter-
cos da Bahia.' Mas pssou uma semana,
passaram quinzedias, e o soccorro n5o ap-
pareceu E entretanto o exercito de ope-
races de Henrique Hus, composto de mil
e quinhentos soldados escolhdos, percorria
o campo queimando os engenhos que per-
tenciam aos revoltados, destruindo as po
voaces insurreccionadas, e fazendo emfim
um deserto da floresceate varzea de Per-
nambuco. Jlo Fernandes Vieira taba apa
as mile trezentos homens, ntreos qnaes
cem' eram negros e indios. N'esse peque
no exercito nao falta va na verdade o valor,
mas todos os qae o cimpunham ignora vara
completamente a arte da guerra, e, o que
era peior anda, quasi nem tinham armas
da fogo. Entre esses mil e trezentos ho-
mens, apenas dtenlos possuiam espiugar-
raoiate ergueu-se uma residencia para o ge-
neral ; os offisiaes armaram barracas pelas
ladearas, eos sida los re5d;aramse como
poderam, uns em emprovisadas choopanas
de troncos e de folhas d'apv-res, outros as
cavernas do monte. Nao Pallasa da esses
colonos que viviam tanto em contacto com a
nalnreza, a arte dos homens primitivos
para*arranjarena commodidades com os
milis ligeiros recursos.
Snlretanto Henriqae Hbs, qaem.se uni-
r omajor Joo Bar, marchara com sous
mal e quinhentos laomei, seguidos por nu-
merosas hordas A lidios, coaira o enge-
nho das Covas, onde atocia sappuoha que
estava Joao Fernandos Vieira. N'um eoge
nho prximo, qoe pertencia Baltbazar
oncalves Mi>reno, deara o hbil general
jportoguez o>capilo Antonio Gomes Tabor-
da com duzentos e qoarenta soldados, par
vigiar a
ros, mas dennnciou-se ao mesmo -tempo, e
os Hollandezes, sem fazerem caso da perda,
marcharan; direito ejles, rempendo os
obstculos, e arrancaram-nos do sea pri-
meiro entrinaheiramento. Vio Fernandes
Vieira o destroco, roas piade ver o- mesmo
tempo o bomresultado das suss *sposi-
Ces, porque os Hollaadezes,|levando os nos-
sos de vencida por entre o cannavial intrin-
cado, foram suspensos de sub to porsnma se-
gundqemboscada que j nao esperavam, e
cujo fogo certeiro os fez recuar era desor-
den).
Formaram-se de novo na planicie, pro-
tegidos pelo batalbao de reserva, e Henri-
q oe Hus, agora j mais conhecedor dos pe-
rigos do taboca!, dividi em doas corpos o
destacamento de assaKo, enviando am a tor-
I near a posicSo, o ouaro a ataca de novo
de frente a> j descobertas emboscadas. Re-
novou-se a conflicto- com ammensa furia,
nao foi mtafaor o valor dos nossos, mas as
municoes que j escasseiavam. A terceia
emboscada comtudo ainda d'esta vez conse-
marcha do iaimigo e perseguido guiu sorprender o inimigo, e obriga-lo a
Icom escaramucas para que eram tao pro-
' prios os soldados, insurgentes pelo conhe-
cimento qae tinham do terreno, Rraissanos
succe^sives, enviados por Taborda, a-isa-
ram Fernandes Vieira da direccSo do ini-
migo, do sen desespero quando vira o en-
genho desampara'o, da vinganca que to-
mara queimando o edificio e as soas depen-
dencias, e finalmente da sua marcha para
o monte das Tabocas, maraha que elle ia
inquietando, sem nunca acceilar combsie,
nem se ex por a mostrar-! he" a pouca torca
de que se dspunha.
Sabendo qoe ia ser dentro em breve ata
cado, preparou-se Vieira para resistir bra-
varainte, porque nenlaum, o'dro ponto poda
encontrar ta> favoravel para ne'.le se desen-
volver o valor dos seus soldados, e disfar-
Car a sua falta dos outros predicados milita-
res. Tratou logo por consegrante, auxilia-
do pelo sargento-rar Dias Cardoso, de
dispr as tropas de modo qne melhor apro-
veitasse a disposaco do terreno, e as van
tagens qoe os seus milicia'ios tinham sempre
em escaramucas, peleias de emboscadas, fi-
nalmente na pequea guaira, onde se deixa
muito iniciativa individual, e onde o sue-
cesso depende raaisda coragem de cada sol-
dado do que da sua disciplina.
Aoroveitaram primeiro que tudo os dous
chefes os to favoraveis tabocaes, e entre
essas palissadas cerradissimas. tanto na
campia como na eniosia, dispozerara tres
emboscadas, qne se cobriam urnas s ou-
tras, e que, entrincheiraodo-se no rijo can
navial, con-tituiam urna especie de redo-tos
que crusavam os seos fogos contra o inimi-
go, e que tinham de ser demolidos um
e um, antes qoe os Hollndoles podessem
caniar victoria. A primeira emboscada com-
segunda estava s ordens do capitad Paulo
Velloso, a terceira bbedecia ao capitao An-
tonio Borges Ucha. No viso do monte con-
servava Jlo Fernandes Vieira um forte ba-
talho, que constitua a reserva, mas qae
de longe poda parecer ao inimigo, que era
o corpo todo dos insurreccionados.
recuar precipitadamente. Ao mesmo terapu
o sargento-mr Ifcas Cardoso. sempre vi-
gilante, observava o movimento de flanco
do inimitfo, e avisava Fernandos Vieira que
lanjou algumax mangas do seu corpo. de
reserva, dirigidas pelo padre Simo da Fi-
gueiredo, que as gniava ao combate docru-
cixo em punho. Mas o dtostroco do corpo-
prncipal, e o ver que estavam por todos
os lados vigilantes os Portnguezes, irapediu
Henrique Hus de proseguir n'essa investida,
lateral.
Principiava. o general hollandez aisnspei-
tar que Ihe seria impossivel a conquista do
to fortes posicoes, mas o seu orgulho nao
ihe consenta que a-sim cedesse o campo,
eile c iminandanle dos melhores soldados
da Hollanda, um punhado de gente collec-
ticia, sem disciplina nem pratica da guerra.
Terceira vez voltoa carga, dispoodo um
forte batalhSo que, torneando o tabocal e
escondendo-se com elle, ira atacar pela re-
taguarda os Portuguezes. Mas da elevada
posiejto que occapava, Joo Fernandes Vi-
eira observava lodos os movimentos do
inimigo, e logo algumas mangas do sea
bata lun de reserva corriam a opp'-se ao
novo ataque. Terceira vez foi -o inimigo re-
peludo com perda.
Comtudo Henrique Hus, notara qoe n'esse
terceiro assalto apenas raras descargas ti-
nham respondido ao fogo dos seus solda-
dos. A fortaleza das palissadas, e a defeza
corpo corpo dos insurgentes, que po-
zera maior obstculo ao ^eu triumpbo. Sem
adevinhar que isto se devia escassez das
muuices, percebeu comtudo que ama cau-
sa qualquer affrouxava a resistencia dos
Portuguezes. Decidiu-se por conseguinte a
dar urna qoarta investida, e a concentrar
n'ella tedas as suas torgas e todo o sea
poder.
Eram quatro boras da tarde, e os nossos
principiavam a sentir-se fatigados d'essa
prolongada luta. Henrique Hus reorgani-
sou o batalbao d'assalto, substitoindo por
soldados frescos os que se achawm rendi-
dos de cancasso, e depois de mes fazer
vinham do sul os Hollandezes, e tinham por -urna breve e enrgica falla, em qae Ibes
conseguinte que dravessar o rio Tapacur,
mandara Joo Fernandes Vieira o capitn
lomingos Fagundes, com uma companhia
de aventoreiros, a disputar-lhe a passagem,
apenas o bastante para attrahir os inimigos
dos sitios onde se.esperavam as embosca-
das. Era este Domingos Fagundes um
homem notavel tanto pela robustez, como
pela coragem, e o principe Mauricio de Nas-
sau, com o seu fino tacto habitual, destn
gaira-oe attrahir o. Nao tinham sabido pro-
seguir-lha o plano os seus inhabeis suc es-
sores, de forma que fra elle am dospn-
meiros a ir juntar-se ao matto com Jlo Fer-
nandos Vieira.
Alvoreceu o dia 3 de agosto, carregad
e tempestuoso. Estavam os Brasileiros nos
setas postos, firmes e intrpidos. Viram,
sem Ibes desmatar a coragem, assooMr ao
longe na planicie o bem ordenado exercito
dos-HoDandezes, seguido pelos Indios to-
fazia sentir a vergonha que projectana so-
bre as soas bandeiras uma derrota infligi-
da por inimigo assim, dea ordem para se
marchar ao combate.jSilenciosas e resolutas,
caminhavara as companhias bollandezas,
precedidas por gastadores, qqe abriam
machado mais fcil caminho. Fernandes
Vieira do alto do monte vio o perigo era
qoe o ia por este ultimo assalto, deseen
elle mesmo a animar os qoe defendiam as
emboscadas, des'.ribuu at ao ultimo grao
de plvora que tinha em reserva e, poodo-
se testa d > sea ultimo baUlhiq, prepa-
rou-se para correr em auxilio dos postos
a vaneados, logo que isso Ihe parecesse indis-
pensavel
(Continuar-se-ha).
TY?, OO PIAJUU HUA QUE DJt CA3A

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