Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12175


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Full Text
?

t
i

1
ANNO XLVI. NUMERO 18$
--------------------;-------------------------------------------------------------------------------------9----------:-----------------------
PARA A CAPITAL E LUGARES OWDE IAO SE PACA PORTE.
Por ires rnezes achantados.................
s idem...................
Por un armo idem.................... .
Cada numero valso......... ........
fi000
42*000
24,5000
320
DIARIO DE
TERCA FEIRA 30 DE AGOSTO DE I87.
PARA DESTBO E TOBA DA P&0THOA.
Por tres meses adiantados
Por seis ditos dem. .
Por noje ditos dem .
por um anno dem .
W7C
\ 34500
20#50
*7#eeo
Propriedade de Jtanoel Figneira de Faria & Filhos.
mA9 ACJEMTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos. no Para ; Goncalves Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Alaria /olio Chaves, no Asso ; Antonio Marques da Silva, do Natal; Jos Jnstiao ^
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos' Gomes, na TiHa da Penba; Belarmino dos Santos Boteao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazarcth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martros Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gaspannho no Bio EXTERIOR.
Buenos-Aj res. S de agosto.
Os ares da provincia de Entre Rios parecem
anda mus insalubres que os estaros do Para-
guay ; entretanto, m ma influencia apenas pesa
vibre os generse- da naci-
iintem era u general Mitre nne se retirava do
i .ercito para tratar de raa saule minada, hoje
<> general Cosen que deixa, a mando ao coronel
Avala, porque os seus padecimento hnbitnaes nao
Ihe permittcn nfiais H<\ir frente do bravo exerci-
10 que opera obre o Paran. Dir-sehia que urna
to caprichosa se obstina em querer formar
uraa companhia de invlidos dos generaos argen-
tinos.
0 general Coa***, que niio s dispoe de tima
i'-patla valente, mas anda de urna peona hrilhan-
tvao despcdir-se do seu exereitn, Ihe dirigi a mv
g"inte proclamado, qne aproveiw integralmente
para provar aos seus leitores comment on crit
i'hiftoire :
t Soldados do exercilo I A ordern_ de hoje vos
du conhecioiento de ininha separado do exerci
lo e di acertada nomearo qne fai o govorno na-
cional designando o Sr. coronel D. Juan Avala para
ubsiituir-nH'.
Gompanheiros! Tres mezas faz que, ao por-
ras i vossa frente, me assistia a cnnUnea de no
der acompanharvos al a terminara) desta luta ;
a a azaro a eampanha que ueste curto lapso de
lempo tomos levado a cabo e v.?io agciavar as iiiinhas habituaesiloencas, eolio-
cMitO'iM na penosa Minara de renuncian posto
de honra que a patria me' tinha conliado. Vos, que
me eonheceis, deveis apreciar a magnitude do mea
uettf a > ver-me obrigado a separar-me de vosso
i.lI i, renuncindoos Iruros que vosso valor e pa-
triotismo saliera" i agzrcgar aos j obtidos. Muito
1i'.estes nesta campan >a ; alguma cona fica com-
nido por f >zer ; e, ao dirigir-vos pela ultima vez a
palavra, vo* recommendo qae prestis ao vosso
i- a decidida cooperado, que sempre em vos
': eMMfW.
[.nmbrai-vos sempre que o exercito do Paran
; i iniciar a eampanha, soube em 38 dias mudar a
ltaselo di provincia inteira e gair,r urna bata-
Iha a sen immigo superior em numero e protegido
//.'o espirito dn pniz.K. Confa.
J v que nao precisarla ser um espirito muito
malicioso para transformar esta proclamado de
um general da naci n um sangrento epigramma
cmtra o seu proprfn governo, principalmente
aquella phrase de actividade e rapidez, laucada
en momentos em que anda, e apezar de urna
l inga presenta do ministro da guerra, nao foi pos-
I dar aos exercilo* la naca os mefns de mo-
liilidade necessarios para alcaiicar um inimigo que
cora excepdo da Concordia, manda suas hordas
passear pelas ras de todas as cidades (Jo litoral
d Drofnay.
As ultimas noticias do Lpez Jordn com seu
c-ercito m (Jato a seto leguas da eidade de Gna-
: iveh, onde d descanso a sua gente e cava-
Its das marchas rpidas que tinha emprehen-
dido sobre os pontos principaes do Uruguay. Di-
zem que tem alli nns dni mil homen*, emquanto
;. divisode Juan Lua Gomales, como deoitocen-
tos homens. permanece perlo de (lualeguaych, e
outra divisa de Camilto Campos, mil e quinhentos
borne, opera sobre os departamentos do Paran.
l'ropala-se que Lpez Jordn apenas espera que
sua gente se tenha refrescado e receido os uni
formes necessarios (de que arsenal ?) para ir eR-
cintrar o exercilo do general Gelly y Obes reuni-
d i perlo da Comordia a espera de eavallos.
Entretanto grande parte d.-s habitantes da pro-
vincia de Entre Risemigrou para o Estado Onen-
Ul, assustada dos barbaros tratamentos dos solda-
dos da Lpez Jordn, quo consideram a sua pro-
viccia com |)aiz conquistado, e tambem um pon-
en das arbitrariedadet commeltidas pelos soldados
.n guarda nacional de Entre-Rios que ficou fiel
a.i governo nacional, e... aos seus intincto de
indisciplina. Porpouco que continu estatua sin-
gular se faro as pazes -obre mnnies de ruinas.
Lopz Jordn parece querer bucear tambera em
o lado meios de hier se mais fnite. prestando
auxilio aos invasores do Estado Oriental, e con-
tando alli com um prximo triumpho. Bastarrica
\ io a Gualegnaych com tre?entos homsns, reu-
n.odo o que hav i de orientaes, se diripio ao por-
i de Landa;"pra passar alli o Uruguay funlo com
Medina.
Emquanto no theatro da guerra as armas des-
..iiisam aqu as discussoes tomam sempre major
vulto em lusca de jia soiucaoda questao de En-
i -llios. Citoa-se ofxemploda Franca repuhhc-
n.. que mandava gailhotinar os generaes que per-
diam urna bntalha, o que de cene era o mdhor
meia para que nao p?rdessera outra : aconselha-
? de mandar tratar com Lpez Jordn, para por
a luta, sem lemnrar-se que a le decretada
- -lo congresso, como Ihe communiquei por mmha
ultima, j deixa estabelecido o qne ha qne fazer
n*sie sentido ; e finalmente nao se propoz menos
o .e a renuncia do presidente da repblica, mu-
daoea do ministerio, exonerado de todos os ge-
i, raes ; emfim nm cataerysm* completo, e ludo
,-: i s porque 3,000 ou 4.X homens de soldados
irregulares, capitaneados por um assassino, se
burlara? de um exercilo mal organizado sim, mal
ido p r falta de umdadena direcQJn, mas em-
repre M ia por Deas, qne. seria ent), se. a repblica ce
visse s mos com um verdadeiro exercito ini-
mgn 1 ,
felizmente ln anda orgaos publico:, que em
ama linguagem digna e elevada combatem estas
ila-, mas ii triste bastante que semelhanles
stSes se ttmham de discutir, por nao se ter po-
> conseguir em qnasi quatro tnezes vencer urna
,pies repelliin.
Sobre mudanzas possiveis no ministerio Ibe cito
substituira ao Dr. Flix Sanfleld e o Dr. Roqae
1 rez a Mximo Vrela.
Do memorial apresentado s cmaras pelo
r., nisiro da j slica e culto tomo as seguintes datas
e-tatisticas.
As cansas terminadas e pendentes no supremo e
ios tribunaes nacienaes era 1869 (cora excep-
das secr6es de Eatre-Rios, Santa F e Buenos-
vres, que S, Exc. nio rde obter) orcam em
1H7, mais 29 que em 1868; pertencendo 3-i ao
loro criminal
Emquanto ao numero de alumnos que frequen
taram as esc las publicas o termo medi entre os
alaarismos do censo e a estatistica escotar de
500, nao contando com as escolas das provin-
cias de Buenos Ayres, Santa F, Jujui e Santiago^
del Estero, cojas esUitiea* faltam. Ascende, pois,'
|. .uoo mais ou menos a 3 O/o-
Tenho em vista o memoria! apresen*ado pela
c immiS'o de emigrad0- flae da Par;i aQn ('e
S um resultado bastante fagaeiro, enqnanto
a i numero de immigrantes,
w para logo a ibesraa comraisso sgnala um
aveniente, que existe na desproporcionada
rtaeio de immigrantes na capital da re-
1' iblica, em lugar de buscarera colonias para en-
tregar-se a agricultura.
Antes de entregar-se a urna alegra demasiada
re o numero de immigrantes, seria
i iqdagar da sua qualidade e
aria talVez em resultado que dous
n offleio ali moi-
- servem para
O. numero dos immigranles que no anno passa-
do buscarara estas praias em 430 embarca des,
sobe a p?rto de 40,000, sendo 22,420 italiano*,
9,980 franceses, 3,406 suissos, 2,460 neipanhes,
1,140 allemaes e 708 inglezes.
Estes algarismns do em resultado que justa-
mente os allemaes, suissos e ingjezes, qde sao
mais adequalos para a colonlsacao, esli anda
em minora pronunciada, e smente por bon la
vradores o paiz [ode entrar eai urna va segura
de nrosperidede.
Mas nao bastante obter colonos, o essencial
dar-lhes as maiores garantas para estabelecer
assirn urna varladeira correte de immigrantes ;
infelizmente anda resta muilo que fazer, a julgar
por urna peticao ^ue diriglram os colonos de S.
Xavier ao presidente da repblica, em que Ibe
expSem a urgente necessiJade de dar fronteira
urna verdadeira defesa. porque acabaram de ser
morios alh pelos indios tres colonos, levando os
assassinos os galos e urna enanca, qne felizme\n-
[j no da seguinto Ibes foram arrebatados por urna
partida de colonos.
No forte qne o governo tem alli para proteger
os colonos, forte representado por alstiraas caba-
nas miseraveis s existiam dous offlciaes e sete
soldados, dos qaaes cinco indios, lodos mal mon-
tados, e armados de barras de ferro, de um velho
mosquetao e de urna davina ido-a.
Se comprehende que esta guarnid0 era pouco
propria para inspirar cootianca aos colonos, e
assim abanlonaram suas habiiac^oes, esperando
que o governo se compadeca delles.
Cito estes faclosj porque pelos erros alheos
sempre podemos aprender, e em materia de immi-
grado e eotofifeacao tudo um longo tirocinio.
Agora, por exemplo se offerece ao nosso governo
urna occasio de fazer alguma cousa em pro de
nossas colonias do sul
Ha aqu um bom numero de individuos, parte
j anligos colonos do Brasil, que pela febre da
mobilidade abandonaram seus lares e vieram bus
car aqni um novo agasalho, e boje reconhecem
seu erro e desejara voltar, parte immigranles vn-
dos da Europa e flesejosos de procurar no Brasil
um abrigo que Ihes parece nielhor o que qui
acharam.
O governo faria muito bem de autorisar nosso
mntro aqu, Sr. Borges, a dar a essa genle pas-
sagem graiuita para o Rio-Grande ; nao s aug
mentara o numero de nossos colonos, mas anda
dara um exemplo salutar aos ja eslabelecidosalli,
que o raelhor, para nao ler de voltar, flear.
Na cmara o deputado Rawson, apresentou
um projecto de lei concedendo um premio de
2-5,000 patacCes a quera descobrir na repblica
urna mina de carvn de pedra, alm' de 4 reaes
fortes de cada tonelada qus se exirabisse.
No Iheatro Colon a opera La Vendetta, do
cnefe da orchestra, obteve nm esplendido succes-
so. E' urna parttun em que se nota toda effer-
vescencia de urna imaginado frtil e ardente ; as-
a instrumentad0 e grandemente concebida e de
sim como um baile dos mais graciosos e encantado-
res muito effeiio; ha un duo e um teptuor que me-
receriam ser firma dot pelos primeiros maestro.
Alerta, port, bellas fluminenses, que em breve te-
ro por l as delicias de nossa opera.
_ 13 -
A beatice dos Srs. inglezes, que por nao ter que
trabalhar em da feriado, nos obriga a fechar as
nossas correspondencias hoje, poe to curto espaco
entre minha ultima e esta, que necessariamente a
parte noticiosa ter qne resentir-se.
Mas, ira falta de acontecimenlos capazes de des-
penar o ioteresse dos leitores vidos de impreasS-s
tebncas, sobrara motivos para reflexoes, quic
mais utei na historia das nades, e como neste
mundo egoista o rifo : mal dos outros pro-
veto nosso passon a ser considerado como urea
mxima, pelas lides salulares que encerra, pas-
saremos a ver em que p uto fica o mal d'esta
trra, que actualmente se chama guerra de Entre
Rios.
Materialmente fallando, istn e, de operacoes no
theatro da uuerra. acha-se tudo em santa paz :
os fxercitoi "beligerantes fazem seu toilette antes
que cheguem rao.
O de Lopes Jordn ainda permanece no Galto, o
do general Gelly A Oaes na Concordia.
As informacoe* mais fidedignas discrimmam as
foreas respectivas como se segu : O exercito do
general Gellv v Obes ficou remontando seus meios
de mobilidade,"com esperanzas de poder, dentro
de poucos das, principiar suas operades, inde-
pendentemenle do ontro eorpo do extreito situado
no Paran. *
Corra como ceno na Concordia que urna forte
columna de Lpez Jordn, sob as ordens de Segui
o Nico Corrael vinha 'marchando pela costa do
Uruguay, estando j a 10 ou 12 leguas d'aquella
diado, emquanto o cabecilho Gallo a vanea com
outra finja peloFiduse.
O exercito do Paran compoe-se de 4,000 ho-
mens concentrados quasi todos as immediacoes
da eidade. as chcaras havia uns 2,000 homens
de cavallaria. dosquae3 700 Santa Fecianos, per-
to de 500 d-, tropa de linha, e o resto milicias de
Entre-Rios. Alm disto havia na vanguarda 3,000
guardas-nacienaes da provincia e 600 na paz. A
iofantaria, inclusive a guarnid0 d9 Pra?a> conla
.UOO Horneas com 8 pteas prussianas do aijo. A
guarnido da praca se compoe de 800 homens e
tem 12 pecas de artilhana as trincheiras.
Ainda e'stavaiu esperando reforco de Corrientes,
de maneira que este corpe de exercito bem pole
resistir um golpe de mo de Lopes Jordn. Ape-
zar de lud ist, genle d'este ultimo mantinha a
eidade c >mo bloqneajla, fugindo das sahidas da
tropa do governo, gracas a seus bons eonselhos,
para voltar logo depois.
F.sta parle do inimigo commandada por La-
mulo Campos e o celebre Chumbead.
Nao exagerando nada, pode avaliar-se o exercito
de Lopes Jordn em 5,000 homens, dos qaaes ape-
nas 2,000 permanecem no seu acampamento ge-
ral, emquanto o resto dividido em tres divisoe?
bate a eampanha, commettendo toda a classe de
tropelas.
Diariamente se repele que o momento de urna
batalha decisiv, nfio tarda mas ja se tem repetido
islo tantas veres, que o espirito publico esla cansa-
do, e principia a olhar a guerr* j nao sem entu-
siasmo, mas mesnio com deslenlo.
a que ponto esta derroia naval das fortjas ao
governo ctaegoit, provam justamente lodos os boa
tos de renuncia do presidente, le mudanca no
tuir um partido de gowoo, produzir a reaccao pa-
cifica do seu partido, e oceupando em tempo as po-
sicoes, estar preparado para lutar com etilo nas
turaras eleicoes ; que a gaejrra de Entre-Rios nc
6 popular ; que a nica guerra popular nesle
paiz, guerra que deiaria os argentinos em camisa,
que infelizmente nao se realisana, seria a guerra
contra o Brasil tmperi; qae o pov > nao arden
em santa colera, qnando Jhe annunciaram que Ur-
.qaiza tinha morrido ; que ha uraa cousa, que o
povo nao entendera nunca ; que nao tem o di-
reito de' matar quem o opprime ; qae o nico
raeio de acabar quanto antes com a guerra, dar
o commando ao general B. Mitre ; qne a repblica
nao tem outro general ; que Mitre urna grande
cabera ; que est aerstumado ao mando superior
e sabe mandar sem despenar ciumea ; que nao
jiossue a arle de crear entbusiasmo as massas,
mas sabe dar Ihes certa cobesao pela tolerancia
republicana ; que as batalhas nao sao ganhadas
pelos soldados, mas sim pelos generaes; que o*
generaes que actualmente esto em Entre-Rios s
servom para prolongar a guerra ; que a Rivas
corado grande e caneca pequea ; que Gelly nao
conhece o fogo sagrado, que passa por activo,
porque como a forraiga, rutineiro ; que isto nao
basta para fazer a guerra em Eotra-Rios, porque
os soldados de Lpez Jordn nao sao como os mon-
toneros do Chaco ; que o general que vai En-
tre-Rios ter que fazer a guerra e a poltica ;
que gnalmente Mitre o melhor de todos.
Tudo isto dilo no estylo caprichoso ue carac-1-
teriaa to bem o carcter de Mansillo, e dito na
Tribuna, causou um verdadeirc espanto.
O Nacional, que depois de ter passado a novos
donos ostenta um trabalho de redaccao mais es-
merado, limitqu-se a defender os generaes ataca-
dos, e a provar que Mitre impossivel, justamente
porque nao eonvra que v fazer poltica.
Mansillo ainda replicou, sem produzir novos ar-
gumentos que valessem a pena da ir mscripcao
para seus leitores.
Agora tudo ifto a Nacao, diario de B. Mitre,
limita-se a responder que' todas estas discussoes
sao intempestivas ; qne Gelly y Obes um ex-
celente general, lo exccllente que o nosso gene-
ral Osorio disse d'elle : 'Se o exercito brasileiro
tivesse nm Gelly, competira com o argentino.* .
Abro aqu um parenthesis para perguntar como'
certas cabecas de reconoecida capaetdade pdem
chogar a extravar-se a ponto de lanzar ao publi-
co em letras redondas, gentilezas como a que dei-
xei grifada. Que tivessem contado ao redactor da
IViifio tal cousa ou feto ; mas qne elle acredi-
lasse que um-general brasleiro qualquer, mesmo
sem ser um Osorio, proforisse umi phrase como
esta, merece ser beatificado pola sua f. O meu
amor s nossas cousas nao me cega a ponto de
buscar parallelos odiosos ; m*s a minha paciencia
tambem nao chega santa resignada de tragar
loda a especie de humilhacoes, que um orgulho
fofo nos quer atirar.
A Nacao contina dizendo que nao se uecessita
de um Julio Cesa'/ para acabar com noi obscuro
bandido que nunca r.-.andou em chefe forjis nv-
tares; que a queslo nao 6 de grandes capacida-
des militares ; que quef lao de anidade e cl\ i -
dade, e para iriuniphaT it Lpez Joraan s faltam
eavallos; que finalmente, o mando do exercilo em
Entre-Rios nao pode offerecer Mitrenem provei-
to, nem gloria, era s2lisfaca ; que em sua quali-
dade de senador, brlgadeiro e ex-presidente, nada
acnaria alli a asgregar i estes ttulos ; que trium-
phar de Lopes Jordn de Entre-Rios nao nada
para elle que triumphoa del.opez d Paraguay.
Deixo ao general Cmara o direitode rectificar
esta ultima assercio, antes que passe s taboas da
historia.
As noticias da Europa, produzindo em geral
nma impresso d#lorosa, promovern! principal-
mente entre os Allemaes e Francezes, aqu resi-
dentes, uraa agitad0 febril e grande actividade
em recolher lundos para auxnfcr aos feridos que
devem resultar da horrivel lua. Infelizmente nao
ficou nestes actos louvaveis, os espintos alvorota
dos emal aconselhados pela paixo.produziram va-
rias scjnas desagradaveis entre Allemaes e France-
zes. que felizmente nao tomaram maor vulto. Os
orgaos que na impren>a representam estas_duas
nades, pregam a maor moderago, para, nao es-
tender at as margens do Rio da Prata os terrveis
effeitos da desinlelligencia entre Pars e Berln.
Como no da lo os Francezes festejam a festa do
imperad r, receia-se hija algutn disturbio.
Por fallar em festa, devo contar como curiosi-
dade que o P. E. da provincia de Cordova declarou
feriado _p da de natalicio do Sr. presidente Sar-
miento. A isto diz o Nacin A que a adorad0 dis
homens e o peior dos males em quilquer paiz do
mundo, e o que mais conlrihuio para que a luer-
dade humana nao se radicasse em toda a ierra.
Acaba re:ommendando ao governador de Cordova
raai> culto para os principios do que parece indi-
car o decreto em questao.
0 senador Orao apresentou um projecto de
lei destinando 50,000 palacues annuaes para a
educado de mancebos pobres que cursara os es
todos superiores. A commisso de legislado foi
contra o projecto, to popular com: uul.
Outro projecto de lei, nao menos til e mo
ral, apresenteuse na cmara dos deputados da
provincia, anolindo as loteras, desde 1 de Janeiro
de 1871. Para substituir a renda que produzi) a
da beneficencia pira a municipalidade, o projecto
designa o producto do papel sellado que se em
pregar em todos os expelientes da mesma corno
raeao. As leterias do beneficencia, extrahidas
cinco veres por mez, n'um valor de sones grandes
de 2,000 oncas, deviam detxar a raunicipaldaie
um beneficio de 6,000 patacSes, soramas que se
inyestiam no hospital. K nao crear notros recur-
sos que os do papel sellado, ser difflcil que a lei
passe.
O Sr. conselhciro Parsnho3 chegou aqui no
dia 11 com algnma demora, por ter encalhado o
vapor que condona S. Exc. A permanencia do Sr.
ministro aqui ser de poucos dias.
O general Galarza de Entro Ros foinomeado
bingadeiro general da nacjb-
Trancoso, nm dos assassinos de-almado3 do
Birradero, condemnado morte polo tribunal,
ser executado por estes dias nquelta villa, por-
que vista da ferocidade e do criminoso do reo a
sentenca fui confirmada. Depois de muitos aonos
a priraeira ver que se appticar a pena de
morte
com a maor antecedencia todos os possuidorm
apresentaren aas estades Oscaes, dentro do pre-
so qne for marcado, duas relacoes em tudo iguaes,
ernteodoo tm-jero de seos escravos, com a^de-
clando do noiie, sexo, idade, estado, prodsso e
api do parao-irabalbo.
c Das relacoes ssignadae pelo apreseotante e
rabricadas pe o agente fiscal, Bcar una em poder
do po riscal para (uerne a escriptaratao necessaria.
Os escravos que por culpa on omissao
dos interessados dVixarem de ser incluidos as re-
lacoes sej.im considerad s livres.
2o Essa dspoeido aoplcavel soraente aos
escravos que nao f irem dados matricula at una
anno- depois da data do ultimo edUal, e que nao
isiiverein compreh^ndidos as escep^es que de-
vero ser previstas no respectivf regulameoto.
3 Nos ediues eannuncios era qae se de-
terminar a matricula ser inserta a disposido do
paragraph antecetenle.
4 Nao sera admiltida ero jui> aegao al-
guma em que se litigue sobre a escravido,
sem que seja iuslruMa cora a certido da matri-
cula.
twulo ni
ninhierio e da nomeaco de B. Mitre para gene-
ral era chefe de Entre-Rios. Estes boatos, qae
apenas sao filhos de descontentamento geral, leva-
rain o JVfcional, orgo do governo, a acensar os
amigo-- do general Mitre de tramar ama conspira-
cSo contra o goveruo do Sr. Sarmiento.
A defeza, e mesmo a eanonisacao do general
Mitre appareceu promplo nafcolamnas da JV16-
aa,qa'in o dissera, e felta por qnem ? Por nm
pontfice de capa e espada, mas anda, de espada e
oenna, de quem Sarmiento dira ha pouco n urna
de suas canas originaes que tinba um p na Pam-
pa e outro nos diarios de Buenos Ayres... por
Lucio Mansillo emfim, nosso grande amigo, o lou-
loson da guerra do Paraguay, o hroe dis excur-
soes aos Indios Sanguelos, o anligo relactor aa
Patria, de gloriosa memoria, qoe-em cada artigo
de fundo devora um pelago do uossoimperio...
Nesta carta, qae adm rou a muita gente, Mansillo
diz, que o partido Mitre nao ganharia nada com a
renuncia do presidente, porque o Dr. Alsina, que
teria de succeder, de certo nao utilisaria os ho-
mens do partido Mitre ; qae a opposic,.io d'esl
icionaria ; que se qner cons-ti-
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
17 DE AGOSTO DE 1870.
Na sesso de Iftdo crreme o Sr. Teixeira J-
nior, obtendo urgencia, procedeu leitura do pa-
recer da commis-o especial sobre o elemento ser-
il, concluindo- pela apresentacSo do segainte prj-
jecto : ,
t A assembla geral decreta :
TITULO I
< Art. Io As 'e's Ia9 regalam o estado er-
vil conliouatu em vigor com as modillcades
guintes: '
TITULO II
Da matricula dos escravos
Art. 2' O governo mandar proceder a matri-
cula especial de todos os escravos existentes no
imperio, convidando por editaes e pela imprensa
fa gerarao actual
t Art. > O governo aulorisado a conferir aos
escravos da nado, com clausula ou sem ella, al-
forria, qne sera sempre raiuta-e lire de quaes-
quer direiios. emolumentus u desperas. Sao, po-
rm, livres os filhos de caes escravas que nasee-
renj depois da presente le. O'governo providen-
ciar a bem de un* o de outros coran, entenler
conveniente, p>dendo estabelece-!o om- ierra do
estado ou dovo'uu-.
t E' prohibida a alhear;o destes escravos.
Io Estas disposicoes sSo extensivas noque
forera applicaveis aos escravos era uso fructo co-
ra.
2- \'s ordens regulares e mais corporacoes
religiosas e d* inao-morta absolutamente pro-
hibo adquirir escravos sob penado licarem logo li-
vres.
Art. 5 Fica livre o escrava :
1 Salvo ao senhor o diretto a indemnisa-
co :
1" Que sendo de condominos, fr por alguu>
deste- libertados ; os outros s teem direito i sua
quota do valor.
t A indemnisaeao pode ser paga com servidos
nunca excedente 7 annos, sejaro qnaotos forera
os condominios.
4* Que prestar relevante servico ao estado,
como sej i de guerra uq exercilo o armada.
3o Qae professar em rolegio ou lomar ordens
sacra;, ignorando o senhor.
2o Sera indemni-ado :
c | Que for abandonado pelo senhor. por en-
fermo ou invalido.
t 2 Que rom aulorisado do senhor entrar pa-
ra a relKiao, para o exercito ou armada.
t 3o Que se (,.>t..lielecer como livre, com sciea-
ca e paciencia do senhor.
4o Os escravos das herancas vagas.
t 5 Os filhos da escrava que houver_ de ser
livre depois de certo tempo ou sob cundido.
Art. 3o O gororno crear um funda destina-
d > a promover a emancipad0 voluntaria, e au
xiliar o pagamento dos juros dos ttulos da renda
que as so emittirem-na forma do art. 7n da pre-en-
t* lei.
t i' Este fundo ser formado com as seguin-
tes verbas :
1- As qaantias que forem lxadas cora tal ap-
plicagao nos orcamentas de geral e provinciaes.
2 A importancia do imposto de transmissao
da propriedade dos-escravos na corle, e das taxa-
e qnaesqu?r miras imposicoes percebidas pr virs
tude de transaedo sobre escratos.
3o O producto de seis loteras annuaes que
serlo extrahidas de preferencia qtuesauer uu-
tras.
4o As multas impostas por virtude da presen-
te lei.
t 5- O producto da.s doacoes e legados para es-
te lim consignado?, salvas as disposicoes espe-
ciaes dos doadores e testadores.
t Si 2 As quoias que forera marcadas nos or-
cameuto- proviuciaes, assim como as doacoes e le-
gados com destino local, sero applicados _a eman-
cipado as provincias, comarcas, municipios e
freeuexias designados.
t 3 Ser) annualmenle libertados em cada
provincia do imjerio tantos escravos quantos cor-
responderem quota annualmenle disponivol uo
fundo destinado para emancipacao.
Tero preferencia :
a 1" Os do sexo feminino de 12 a 40 annos, e
d'enlre estes os de menor idade.
t 2o Os que souberem ler e escrever.
Art. 6o A beih da liberdade :
i k 1 E'permeltido aoescravo, com aulorisa-
do do senhor, a formado de ainpeculio destinado
a sua manumi-sao, ou de seu conjuge, descen-
dentes e ascendentes.
Pee 'lio, eatende-se dinheiro, movis e semo-
ventes adquiridos pelo escravo, quer pelo seu tra-
balho e economa, qner por beneficio do senhor
ou de terceiro, ainda a titulo de legado. Nos
semovente-, porm,nao se comprehendemescra-
VOS. ,
, 2" O peculio do escravo inalienavel.
i Falleceodo este llia succeder o descendente
ou ascendente na ordem hereditaria estabelecjda
pela, le; e na falta de herdeiros ser o peculio ad-
judicado ao fundo para emancipacao de.que tra-
ta o art. 3* desta lei.
u S 3o Ao conjuge livre licito romir o con-
juge escravo, e os Olhos, medante equitativa ava-
hado e exhibido immediata da importancia.
4P Aquelle que resgatar algum escravo tem
o direito de indemnisar-se, querendo. pelos_ eervi-
cisdo mesmo por tempo nao excedente de 7 annos,
ora tanto que o declare logo, seja clausula ex-
Dressa da alforria.
o Si O contrata de futuros servicos para o es-
cravo obter a sua liberdade dependente da ap-
prov cao do juizo de orphaos, e nio podera exce-
der ao mximo de 7 annos.
, 8 6 No caso de libertas*! de escravos, os
filhos menores de 8 annos acompanharo suas
mais.
8 7' Serao nullas:
' Io A clausula jue prohiba a manumissao.
. 2 Em geral a disposigao, condiso, clausula
ou onus que p ssa impedida ou prejudica-la.
, 8 8' As alforrias quer graluitas quer titulo
oneroso, sao livres de quaesquer direitos, emoiu-
menios ou desperas.
t Tambera sao isentos de impostos as h9rancas
ou legados instituido, em bens da eraancioaso,
e as arrematados para mahumisso1 de escravos.
8 9* A eoeessio da librdade irrevogavel.
> g 10. as quesioQ sobre a liberdade :
i i* A aedo sumraaria.
2 Quem a reclama ou defende nao obrig-
ao a eustas : as quaes sero paga* atinal pela
parle vencida oue.no for privilegiada.
. 3' O juir appsllar ex-officio da sentcnsa des-
favoravel lber lade.
8 11- Era qualquer aclo de alienaca u trans-
missao de ecravos, prohibido sob pena de nal
lidade separar o marido da mulher, o fllho do pai
eii mai, sWo sendo os filhos maiores de an-
respeiada a-disposid do 0.
la No caso de bjo comportar a diyisio de
milja, ser es, vendida, e o sea produelo wIwwq |
a projlor^So ^p for devi
TITULO T.
Da geracan futura.
Art. 7o. Os fillios das escravas nascidos de-
pois da pablicado desla lei sero considerados
livres.
8 ir Os libertos era virtude desta disposicao
Ifeara om poder esob a aulordade dos aenbore;
de anas mais, que xercero sobre elle o direito
de patronos, e terao a obrigacao *e crea-tos e tra-
ta-tes, proporeionano-ltes sempre que lor poss
vel a insirncdo elementar.
| 2.' Tero os proprletarios a opcao ou de re-
ceberem do estado, quando os. filiios das escravas
chegarem idade de oito annos, nm tit de
rendir valor de 500& e-jaro de 6*|0! ao anno,
qae se considerara'exiinctt), no fim de 30 annos,
ou de atisarem-se dos servifos dos menores at
a idade de 21 annosomp+elos, como indenantsa-
Sao do onus da criacao.
.V Na primara liypotTese do pnragrapho
antecedente os libertos connaarao a ser criados
e tratado* por seu patronos al a idade de t&
annos, presundo-lhes os servijos compativeis
com essa idade.
4." !> 15 annos at os- 21 permanecer
os liberjp sto poder dos seus pairemos, que Ibes
pagado urna retribu''*! roodica pelo seo tr.ba-
Iho, o qual sera llxado' era regoJamento do go-
verno.
i Dessa retribuido ser raelade entregue ao li-
berto, e a outra matado recollid a algum es-
labelecimento bancario designado pelo gpyerno
para formaco d peculio, que ser restituido
ao liberto, quaado attlngir maioridade.
5." Qualquer liberto poder ser rosgatado
do onus de servir medante indemei-ado pecu-
niaria exhibida vista, que por si on por potrera
possa offerecer,- procedendo-se avaliaeao dos
ser vicos pelo lempo que Ihe restar a preencher.
6. Nessajindemnisades se tena em atten-
go o mior ou menor prejuiro que possa caber
ais patronos as differentes liypiohejes da cessa-
cao dos servaos dos libertos combinada com as
diposices supraeiladas.
| 7 Os filhos dos libertos ficarao a cargo
dos pairnos, que cuidado de sua criaso at o
lempo de attingirem estes maioridade.
8." Se alguma associasd autorisada pelo
governo, quizer criar e tratar os (irnos das escra-
vas nascidos depois da publicaca desta lei, ce-
dendo-os o patrono, tero direito ao servigo gra-
tuito dos mesmo? at aos 21 annos.
9.* 0 mesmo se praticar- com os filhos
menores das libertas quanto a poderem ser en-
tregues a alguma associago com acqoiescencia
de sua mais.
10. Essas assnc'rasoes pttderao alugar os
servigos dos libertos, mas sao obngadas :
t !. A constituir para cada individuo nm pe-
culio constante na quota dos alanos que for
para eate fut reservada nos respectivos esta-
tutos. '
2." A procurar, lado o tempo do servico.
oceupago ou profusao para os ditos Bbertos a
aprarimenlo delles.
11. A disposisai do paragrapho antecedente
applicavel s casas de exposlos, e as pessoas a
quen) o juiz de orphaos encarregar a crago e
tratainenio do libertos, nos lugares
houvp associacoes, ou e tabeleeimentos pblicos
creados ?> ira tal lim.
112. Fica salvo ao governo o direito de
mandar recolher os referidos libertos aos estabe-
lecinenlos pblicos que entio existirem aliro de
educk-los e applica-los a alguma industria ou
prolipao,
Nesta hypothese incumbir ao estado satisfa
zer as condicoes impostas p?la presente lei s
associaeis autorisadas pelo govorno.
TITULO V.
Disposicesgeraes.
Art. 8'. O governo'na corte e os presidentes
as provincias auxiliarn, por todos os meios
ao seu aleauce, a creago de assossiagoes desti-
nadas a emancipar escravos, educar o emanci-
pado e promover a introJucso de bracos li-
vreino paiz.
1." As sociedades de emancipacao ja orga
nisadV e que de futuro se organisarera sao con-
cedidos os seguotes favores:
l." liengo dos impostos de transmissao de
propriedade e da tasa sobre os escravos com-
prados para serem libertos.
2." Privilegio sobro os arrieo di escravo
libertado para indemnisaso do prego da compra,
ni o mximo do art. 6o 4
t 2." Estas assoriagoiis licam sujetas a ins-
pecca i dos juizos de orphos.
Art. 9. O governo. aulorisado a expedir os
regulamentos necessarios exeenga da prsenle
le, p denlo impor multas al 200J e penas de
prisao simples at tres mezes.
Estes regulamentos dependero da approva-
cao do cirpo legislativo na parte em que excede
rem os limites expressamente prescriptos nesta
^- ,
Art. 10. Fieam revogadas as diaposicpes em
contrario.
t Pago da cmara dos deputados, em lo de
agosto-de 1870. Jerowjmo Jos Teixeira J*nor.
Jao Jos de Oliveira Junqueira, Francisco
do Reg Barros Brrelo. Domingos de Andrade
Figneira, vencido na forma do parecer.Rodrigo
A. da Silva, com voto em separado.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 30 DE ACORTO DE 1870.
O pfojec de anlversldade
IV
Em nosso terceiro artigo expendemos ai
guipas consideraces em ordem demoos-
traf a sem razao dos arts. 3o e 4o do pro-
jeetjo do Sr. ministro >lo imperio, solados,
como ahi se achara, de outras medidas ten-
derles precave-ios contra- a justa accosa-
Qaofde.estaibelecer monopolio no cnsLno se-
curldario, desde' que for empregada pelo
IfOAjerno a autorisaco de cear eslabeleci
rn?itoa pelo mesmo plano do exiernato de
Petllro II as provincias de S. Paulo, Bahia
e I'eraarabuco e em todas as outras onda
se estabelecer o ensino primario obrigato-
rii para os cidados de 7 15 aimos de
idade, dentro' do circulo tracado oom o
raio de 1 kilmetro da sede das parochias,
qu" devom coaler pelo menos urna escota
primaria para ambos os sexos.
Tambem nesse nosso escripto nos esfor-
zamos por demonstrar as vantagens incon-
lestaveis qae resultartam para, a instroccao
pu|blica, se em todas as provincias se fu
daksem esses extrnalos, mtntidos pelo es
tsio, indepeadeatemdnte da clausula do
art. 4o, como meio nao s de erguer o ni-
vel da instrucc5o secundaria, alias bem de-
preciada entre n3, mas tambera deunifor-
misa-la em todo o Brasil.
Quaado dizemosunitormisarcompre-
lba*we aos bem qu;. q5.j queremos pre-
-
conisar a rolina, nemaperlar o ensino pobli*
co nos estreitos limites de um programma
ofBcial de estudos. Rferimo-nos nica
mente ao numero e qualidade das materias
ensinadas nos estbele imnos do estado
bem issira i sua dircc?o, economa e di.s-
cipIM. deisando este aos estabelecimeito*
particulares completa lrberdadfe de accio.
quer no modo de se manieren e <:esei<-
voNeremi quer no modo e fuodarem e mi-
nistrarem o en**no.
Gorn eliio, nada justificando ?>? nossos
olhos uraa tutela do estado para os estabe-
lecimentos- parlkuiares, nao a poderiamos
louvar nem apptaudir.
Se o estado tem o direito de *esiB!rr pro-
vas de cjpacidade. nao porque elle lenba
capacidade proflseiooal, ma^ini porque o
resaltado dessas protas implica a ontborga
de um diploma que habilita para algn pro-
fl habilitac5esr s representa urna medida de
polica preventiva, destinada garantir a
segnranca dos cidaios: e ninjnem contfs-
tar^ qae tora medida que interessa a segu-
ranza publica da a4?ada exclusiva di> es-
tado.
No caso da instroccao supe'itr, aqaetle*
que a pretendem- adq.rir tem Becessidade
de um certo Tundo de coohecimeotos que- a
instrueco secandaria est incumbida d*
ministrar-lhes jeo eio que temo estada
Ae se assegurar que esses con!wcimento*
habtliiam o alumno pira os cursos superio-
res a prova de capacidade atistala por
um diploma eonerido- por um jury\de exa-
mes, onde o estedo seja bem representado*
Esse jnry pode'ser formado'peles lent>>
do exlernato do- estado, em nume de qoa
tro, sob a presidencia do director do esla-
belecimento, em todas as provincias Onde >e
ostablecerem essas casas d-i edncaci:
scientifica e litteraria. Peranto e dA-em
prestar exame nae s-os alumnos matricu-
lados, mas tambera' ajueites que o reque-
rerem juntando attestadoda idade-exig ia e
de frequencia em qualquer collegi> particu-
lar.
Por essa forma e sendo permRtido a
qaalqoer cidadSo eos nar como melhor Me
approuver, sem dependencia de aciorisasao.
e cando apenas sujeito s prescripes do
cdigo penal, eslabolec5r-se-ha a liberdade
completa do ensino e o estado te: a fisca-
iLgares "onde"""nao lisacSo smente qqando se tratar de diplo-
mas, como medida do polica preventiva.
Demais nao havendo razao que justifique
os exatnes annuaes para os alumaos de col-
legios particulares, visto como abi do se
tratado conferir nenbom diploma, Rem esses
exames habilitara. profissoes titeas, n5o ve-
mos que o estado tenha mysler t os exigir.
Se elle pode e teve exigi-los tos alumnos-
matriculados nos seus estabetecitnentos,
provm isso da necessidade qu* tem psts-
de manterem em seuseio urna certa polica
disciplinar no adiantamento dos- discpulos,
e mesmo loes convem despertar a emula-
co por meto desses exames parci :es, onde
de ordinario sao conferidos premios msra-
mente escolas aos alumnos que- d5o pr. va*
de mais estudo. e adiantament.
Porlanto. sendo esses examesparciaes me-
ras provas escolares sem effeitos immediaios
para a sociedade, sendo unicaniente incen-
tivos ao estado e applicacao, devemt elles
ficar a cargo dos directores dos coUeiis
tanto nos estabelecimentospobco's tomo
nos particulares.
Em conclusao das diveras premisas es-
tablecidas ebegamos este resultado: O
estado deve fundar, mantsr e desenvolver
em ioda3 as provincias estabelecimentos d
instrueco secundaria orgaoisados pelo pla-
no do extrnalo de Pedro 2., dando pen
liberdade qualquer cidad5o para tambem
fundar, manter e dessnvolver como Ihe
approver quasquer csta'ielecimentos da
mesma instrueco, sujsit ndo-se apenas s
prescripces do cdigo penal. s alomaos
d'estes estabeleoimentos qnando o reqnere-
rem, juntando certido de idade e aites'a-
do de frequen ;ia de qualquer coliegto par-
ticular, sero examinados, e epoclias -
xas aonuaee, por nma commisso de qna-
t-o lentes presidida pelos directorei dos
estab'elecimentoi do estado. E^ses esame
versarao sobre todas as materias ensioadas
nos extrnalos do estado, e a approvacao
em todas ellas dar direito um diploma
semelhanta ao concedido aos alumnos dos
eslableciraeDtos pblicos que tiverem com-
pletado o curso. Esses diplomas habilita-
ro o alumno matricula nos cursos su-
periores de instrueco, e pem assim aos
exames vagos, logo que o requeiram. da
universidade ou das faculdades avnlsas, de
que trata o projecto do Sr. Ministro do Im-
perio. No caso de roprovaco em urna ov.
mais materias exigidas, o alumno prestar;!
no "o exame smenie d'estas, passados pe-
lo menos 6 mezes.- Ninguem poder ob'cr
diploma de bacharel por qualquer acuida-
de sem que tenha previamente o diploma
cima referido, salvo o caso de ttulos pas-
sados por escolas ou acidemias e univer-
sides estrangeiras competentemente verifica-
dos por meio de um exame vago, como ho-
je se pratica com os diplomas" de medico
das escalas estrangeiras.
Por esta forma eremos que se ergu
muito e multo o nivel da instroeco secun-
daria e superior/ regulando-a, como enten-
demos qae o deve ser.
Algnma^ provincias que. como a nossa,
mmt^m estabelecimentos de rastroccSo se-
cundaria, procuraran, completar os res-
pectivos corsos de forma qae os seus-alum-
fcv-
:
ii.M*.W


mm
*
M&v> de PMtflbucG -L Terqa feira 30 de Agosto de 1870.
i
ims podessem prestar os cxaia^^^^^^l
tamos cima pernote o jury d\
con *) fanlm ia nimia a intrnccle e *
SQCiedaito.
Ute rngH.iMi que precon samse pouco
sais ou menos o qni actualmente vigora
urn Frau qtie tauos fructos tam co-
ito lo a sociedade a'aanelle pan, salva en-
tretanto a compiatt liberdade que so vigo-
ra rigurnsaiueute rta Aletnaeh, a Blgico
na Inglaterra. Essa lberdade completa
consiste em poderem abrir curio, organi-
sar colegios e at faculdades e o univer-
sidades tu.los os cidi:3 sqie o qoijerem,
sem oulras mstrices que as do codrgo
penal, o sem neoiioma medida de polica
pr**v.;ntiva.
i. precio nao coofiKidir essa liberdade
ctw aquella que muitos apraz dar essa>
iiistMi^oes, dando-lhes o direito de confe-
niciu diplomas, direito que so compele ao
esta i', visto como so esle pode usar d'es-
sa medida de polica preventiva, como j
disemos.
Si a liberdaleem geral de.direitocom-
m-Jin. eom apalfCuTiu instru gao sua ne-
rsidid sobe de ponto; e por tanto faz-se
precito qpe seja concedida i todos, sem
prejudi;ar entretanto os proxressos da setn-
ela. O direito du ensinar deve pois ser
c mecido todos sem re-5trice5es, seno
as cima (lila-.
A leal e cinoera iiberdade de ensiao,
dii B. de Liveley, consiste: 1. na liber
Inde sem resirif,^. salva as reprefSs5es
dos d-dictos previstos no cdigo pennal, 2.
na sujeirau exame decapacidade d'aquel
les que pretenderem exercer cartas (iiofis-
sojs. .aliin de motrara que podem faze-
lo st.'/n perigo para a sociedade.
K scmos, no iiosn segundo artigo, que poda
e devia ser ella obligatoria. isto da al-
eada das assemblas provinciaes. Procura
renos desenvolver esta these n'outro a'r
ligo.
mi tt i i..... iJW
noticia-* do Mil do Imperio.
A imil'f.MU no domingo Tandeado do lamaro o
aun-
tew.
ladJo portai
v,im r ww-i Douro, trazendo dalas : de Buenos-
Ayre< 12, de Montevideo 16. do Rio de Janeiro 23
e iia Baha 27 do curenle.
rio DA PI1AT.V.
Pi-lo que loca repblica Argentina o as
MUiqJK actualmente de maior ioip ortancia para
a, a revolta de Enire-Ros, conservava-se no
Husmo Hado. Tundo, porm, ltimamente o go
v.Tii > n.ieiuiial KKMUldo grande quantidade de ca-
vai.s para as sua tropa* naqnella provincia, espe-
rav.i-.su que brevemente empivlienlessera ella^
up-tractes mais efBeaze*.
Dizia-se agora i)ue o eandiRn entrerianoia convo-
cir a li'gislaiur i Ja provincia para Jesconhecer a
, aut indade de Sarmiento, e enviara a est.j as suas
uliimas propostas, marcandp-Ine um preso al o
para acceiti-las ou nao.
Com e.-t" estajo de RtrasasVada vez se preo^cu-
pav&m, os nimos e.n llaouos'Ayre-, onde ferviam,
osalviires salvadores, to deprussa sujfgeridoa por
uns tono ripellidos por outros. A ultima ver>o
esa me > coramaodo de esercilo nacional era En-
u--Hi is i i ~r.r dado ro generai D. Bartholomeu
Mtire, que (tira acceita-lo exigia mudanza ou mor
diiii-.KVtn ,h inmisterio. K(T.-riivami,nio chegou o
iraplio a traiismitlir para MoateviJo a noticia
do padjdode deasisd aoretenudo pelos ministros
da iiuerra n hienda ; uolicia, porm, que foi des-
mi-atida pela imprensa miga do governo. Tudo
ser-'duzio pas a boatos a que nao sabemos que,
pev> p'issa dar
No I'MaJo Oriental, tambera nenbuma me-
Ih ra liavia. 0 prj-idente general Batlle valtou a
Montevideo, dizea que por liaver ped lo a saa de-
ons-o o imnisiro da fa/enda, Carece, porm, que
lie c n.-e^uio harinonisar os merabros do gabine-
te, e ii pulido foi retirado.'
Em materia de optragBes mi'ares nada se ha-
via f,;ito. O command'ite de l'aysand, Beln,
f.)i tentado p?los blancos com a prom9ssa de 30.000
paKco.'s o o posto de general para entregar-Ibes
* c -i, maa ri'seitou a oflocta, e remetreu presos
1 i.iiil alguns in lividuos envolvidos nesia-j pwta.
i-.a;n'.i do suborno.
> Booeral Caraballo amia nao tinlia podido al
a? ti :,i!':.ir as forcas de Aparicio a acceilar
o'i '. IIunidos de bons meios de mobilidaie
i.u iiam < mareha* das tropas do gjverno, e iam
eagrawaniiu ag suas liieirns al que chegase o
inn-iieiilii i'in qu6 julgasseai opporluao vir aberta-
lue'iU -i ::ia is com o adversario.
r^jre!'!Uo o presidente general Battle convocou
ara Oso -tonel umajnnta d'-s!chfijs militares, que
loo obede^m, atim de se concordir n'um plano
d caMftnnb* que pozeise termo este estado de
; jo-as. ;:iT:iivamoule reuniu-se esta junta no dia
li, e r. luir se nao soubessem ao certo o resulta-
ai q i se chegra, dizia-se ler-se mallogrado o
prw c:pal empenho, que consista em harmonisar
mire si aquelles caefjs, tendo apreseutado o gene-
ra* Suaret, proposto para o conuoando a sol do
l o Negro, exigencias taes que o presidente nao
|hi lora annuir a ellas.
crise ministerial resolvra-se com a
Mo la d i ministro d; estrangeiros Itotlrigues, con-
lutnand* Stewarl e Bustamante no gabinete.
Mininas de Bueni'S-^yresann'inciavam ha-
vi-itin o general Medina e o coronel Bastarrica
airavessado finalmente o rio ("ruguay com 700
Uinc-is passando-se de Entre-Ros para a repbli-
ca Oriental! Se esta passagera, j anteriormente
tantas vezes annunraila, eiTeeivamente se reali-
sou, importa para os rebeldes um consideravel re-
f -ir. i que tornar a* guerra mais sangrenta e di-
li:i( de terminar-sp.
No lia 11 ebegou conselbeiro Paranhos Bue-
nos Ayres. Bal devia sabir 16 ede Monievido-I
a 20 ou l do correte.
O Galgo, em que vem o Sr. Paranhos, truz tam-
b'in o 3o batalho de artilbaria, e devia tocar era
Sama Calliarina.
MINVS-iiERKFS.
Alcancam a 17 do crreme as datas, esta pro-
vincia.
Na eldade da Carnpanba i'allecen o tenente
Jo- Carlws Pereira.fazendeiro, deixando em seu
testamento llvres todos os seas escravo?, aos quaes
tata 20d ge i ras de torra na sua {'aieuda de S. Do-
mingos.
O Rvm. Luiz de Sonza Lima, da mesroa pj-
4ide, por sua morte. deKon livres os seos cscra-
vos era numero de '>.
Iteraos no J/inai-OTac:
No relatorio com que o Exal. Sr. Dr. Agosli-
nho Jos Ferrelra Bretas, vice-presidente da pro-
vincia abri no dia l;0 deste mez*a ajsembla le-
gislativa provincial, l-se o seguinle tpico refe-
rente e emancipar^ do elemento servil.
Dos jnizOB municipaes, aos quaes se,dirigi
nina circular a fln de que informassem sobre o
numero de alorrias por testamento, resgates etc.
ele. p-'qcos satlsfizerain a esta exigencia.
EotretanU dosm assegurar-'vos que sobem
illis .innualmente a numero consideravel'
Assira, segundo as inorroacoes recebldas, fo
ram libertados em 80 municipios 262 escravos, a
taer : .
No mnnieipio de Ouro Pre:o....... 10
de Mariana......... 44
de Pitangui.......... 17
do Par............ 7
do Corvello......... 33
'"> da Ponte Nova....... )|
da Coneeico........ 2
do Arax........... 8
^H ^H do Paracat ....... H
Depoi
lavrw, esse benemrito cldadSo concede i
de a 14 escravos.
Kram os unieis qu? possuia.
< Empregava-se eui sua lazonda sita ao distfic-
to da Itiiiipon daquelle termo.
Anda fes mais. Diintre os libertos escolheo
os mais iajalligentcs e mandou-lues ensinar a Mr
e escrever..
Aecoes como estas nao se commentam. Pn-
blicanvse simpl-smente. '
S. PAULO.
Sao de 20 do correte s jornaes da ultima
data.
Eip Soroeaba hoave am grande t'raporal, ao
bre o qial diz o Crrelo PavlittanQ :
Na madruga Ja de 1 docorrente rebentou so-
bre esta cidade nm forte titfo Al a hora rne
escrevemos nao temes noticia dos estraga, qif* le-
ra feito, jn?.s foi elle tao forte que necesariamente
os produzio.
Manoel Mendes Ribeiro, natural de Santo Ama-
ro, naseidoem o annn de 1739, fallecen a 31 de
juiho do correnio auno, na vill da Piedailp, con-
tando a pequea idade de 1II ahnos Entre ou-
tras rtsposieoes testamentam* ligmi pira a ma-
triz daquella villa uina casa e 3:U0j em dinheiro,
e libpriou tres e-i-ravos.
Era Campias grassava com iniensidalea
varila.
O maestro Carlos Gomes tmha chegado a
Sanios no dia 17 e dall seguido para Campias.
Era Jondiaby foilhe off-srecido um grande han
quete. A imiridade acadmica resolver elfertar
ao illnslro compositor urna me blha le ouro.
Le-se na Revista Commercinl :
Cuisia-nos (censa nnnea conhecida em Sant i-1
ter lia vid i geada no Sobeo, e em haixa da serr.
NJo admira que em serrs cima aopareca esse
phenomno, mas c pela nossa proximidade ex-
traorninariii; a temperatura ultimamente tem es-
tado fi igidissma : ha muito nao experimentava-se
um tal fri.
niO DR JASEinO.
Foi sancpunada como lei do imperio, sob o
n. 1,803 em 12 do correte, a segrate resnlufio
da assembla geial : ^
Art. I. A foreja naval nctiva para o anno fi-
nanjein de 1871 a 1872 se cninpor :
l. Dos oBcines da armada e das deraais
rli^ps que fr preiso embarcar nos navios de
guerra e transpones conforme suas lotagoes, e a
dos estados maiores das efqoadras e divisoes na-
vaes.
2. En eirepmstneias ordinarias de 3000
pracas de martdagem, e de pret dos corpos de
marinlia embarradas, e de 6,000 em orenmstan-
cias extraordinarias.
3 Di corpo de imperiaes mirinheiros, do
batallio naval, das comoaubas de aprendUes ma-
riheiro-, creadas por lei, e da cmnpanhia de Im
periaes marinheios da provincia de Matto-Grosso.
Art. 2." Para preencher a fo,ri;i decretada n
artigo anie^edent", o governo autorisado a dar
gratiflcacdei aos voluntarios qus se apre-entarem
para o servico, a contratar naciona -s e estrangei-
ros, mediante concesso de premios, o a recrutar
na forma da lei.
Art. 3. Fa o governo autorisado a crear
desde j urna eompannia de aorrnJiws mariohei
ros na provincia da Parahvba d Norte e outra na
do Amazonas.
t Art. ^.' E' piTinanpntn a dsposcao do ar:.
3." da lei n. 1,689 de 28 de agosto de 186'J, que
fixa a forca naval para o anno linanceiro de 1870
a 1871.
Art 3. Ficam revogadas todas as dlsposledes
em contraro. >
Sob o n. 4,371, era 11 do correte, fui po-
blicado ura decreto promulgando a convenci
postal entre o Bral e a Blgica, para regular a
troca da correspondencia entre os dous panes.
O senado approvou, na sessao de 18. o pro-
jecto do senado sobre moedas de troco, co:n as
seguintes envendas da commisspo de tazenda, sen-
do remetido commiss'o d8 redaeco :
O 1. do art 1. subuitua-se pelo segninto :
100 e 30 reis, tendo as primeiras o peso do lo
graramas, as seeundas o de 10 e as terceiras o
Je 7.
No art. 2." sopprima se as palavras e duzen-
tos res, e bom assim o peso de-ignado para estas.
O para:;rapho nico do art. 2. sub?titua-*e
pelo seguinto : Sao denonetizadas as moedas do
toque l '0.900 e tjdas as de 209 reis do mesmo
metal C. Caratiro de Campos Bardo di liom
Retiro.StiMza F' anco Dignos quanto s moedas
) reis de nikei e tudo quanto diz respait i
\ 4." do art l., elconseq
enda respectiva da caram dos de-
fl[ ivo seja subsiitoido pelo ee-
ao iWi, qoe a lei de 28 de jnnho dei!86S deca-
roo permanente, su iibservari de conformidad*
com a le n. l,47t 23 de leiemhra de 1867,
art. 3.
O art. 3. additivo seja sirbr se-
guinto
Dr. Henrique Leopoldo Soares da Cmara,
inspector da sade publica e coraraissirio vaccie-
dor da provincia do Rio-Grande do Norte.
O capi'o Joao Nogueira Rabello tenente-eoronel
Tindante do 6o corpo da *avallara da guarda
^^p; da provincia do C
Oapito Jeronymo Ribeiro Tavare tenente-co-
ronel commandam do 8o batalho de infamara
da guarda nacional da provincia do Para.
S'!raocoe^erad.*4sdesjil,er.1nose'grada-
los fosfen, os offlcieee donseecito pr.cas de
pret que f.iram commUsionada pelus generan-
em rhefe-, durante a guerra, e qUt; se acliam ac
tualineete ensprtad > neit is coramis
Siipprinu-.! ii art. 4." aditivo.
O art.'3 additivo persa a ser 4.
1'ic.i do senado, em 30 de julhn de 1870.
Viseante de Abael, presidente. -X Frederico dt
Almeid-i e Albuqtinqttc, 1. secretaiao.-Jos Mar-
lin? il i Cria Joiim, 2. secretario. ,
ivoiiinuaiido em eegeWa a 3* discussao da pro-
posta do poder ejecutivo, que autora o coverno
a contrahir um erapreslini. de 33,000:6005, de-t-
nudo a completar as lnhas da estrada de ierro de D.
Pedro II, orn o Sr. Luiz Carlos, e icou a discussao
adiada pela jra, coui a n>gnutu emenda :
t O governo e autorisado a conirahir um em-
pxestimy do 3,000:000: para t iim ^ auxiliar a
coosi:-uccao de nm Miniarlo de ferro, que eoineee
noramiiciptii de B.itunt e va tero>iaara cidadedu
Craii\ da provincia do Cear.AraMfn Lima.Fer-
nandts Vieira Pinto Braga. Jomingues.T.
Alencar Armipe.
O.ratimiou, em oliimo lugar. alV discussao
doprujecto refurmando diversas (H#ite9es da lei
de i oV deaembni de 181!, orando o Sr. Araujo
Lima, e'fteando a disrussao adiada iiela hora.
Na seesSo de 12 do correte, lia cmara des
denotados, f.ii lido n se^amte pareen-:
Foi pie-ente commissio le iistrueco pu-
blica o projeeto que o digno Sr. ioini> ro d impe-
rio aprsente! na seso de6 do corrent acamara
dos Srs. diputados, acerca do mellioraraouto da
instrnccii publica.
As Ideas capit.tes do projeeto sao as gegmn-
tes :
t 1* A ereacSo na capital do imperio de nina
universdade coroposta de quairo faculdades, de
direito, de medicina, de scicncias naturaes e uiathe-
maticas, o de llieologia.
t Ao director de cada faculdade incumbida a
tsrilisafjao hnmedtata doensino que nella tivnr
lugar; s respectivas congregacoes e rgimen
identifico.
Os directores das facilidades c im q na tro leales
calhedraticus de cada congrega^io forrnaTao o coo-
llio da ilniversid.!o, qne sera |jresidido pelo cnefe
della, o inspector geral da in-trnecao seperior. A
este conselho compele deliberar s>bre a economi
e polica do esiabek-ciniento, e ajiplicar as penas
disciplinares excedenles alf-ada do inspector
geral. ,
As materias do ensiao se'So divididas em cas-
ses correspondentes a distrilrn ;fio scentifica geral
mente adoptada, e as eadeiras e:n seccoes accom-
mudadas tanin qaanto fr cjuvenien.e classilica-
o das materias
Lentes oppositores, em numero de don terc/is
dos cathedraticos, e de alelado do* vencimentos
desses, os substituiro na regencia das cadeiras
ou lera > em curso complementares da secijao a
que pertencerem quande dAwrapedldos.
O provi'men'.o das -adeiras vagas so far por
concurso (salv.is direiios adquiridos dos actuaes
substitutos) eatre t idos os oppositores, e e:n falia
delles entre os graduados pelas respectivas facul-
dades.
E' perraittido oexame vaga das materias en-
silladas coi qnalquer faculdade, e a collado dos
ros ac.lemicos, pagas as confiliairrus fisrae* a
quera o requerer, alu.uno ou graduado e.a facul
dades i-sira ngei ras.
fci&ife* V* ntkU.it ', d. papel
' ^,b^rr,n5a rerca dft frs- S'O.OOO ao* extre
mos de 460 a-480 rs, por franco a 9;) d/v., 430 rs.
a 3d/r.e484 rs.a 30d/v.
Sqbre Hamburgo cerca deM. B. 50iO a 8141
rs. por marco banco.
l< Os soberano* estive'ram menos procurados,
constando nos apenas nina pequea venda d
a 17, a sumaca
a 20, o patacho
ouasan rtrrae* os lindos poklicos; ne-
bociaram-se pequeos lotes ideapolices gerae de 6
"-"i/, a 86 3/i e cer:a de 120 ditas a 87 / e 40 di-
lus do emptestiuio nacional da 1868 a t-OIOl.
i Procedente de Pernamboeo chem> a22 a
barca Otheb).
Para Pernamboco .ahiram :
jbespanhola Anna Cartulina ; e
Es/rega.
ESPIRITO SANTO.
No dia 13 do correte assumio as rdeas da
administraos o 1 vice-presidente Dionisio Alva-
ro Rosendo.
BAHA.
O resultado de 43 udlegios eleitoraas da pro-
vincia, para a formacao da lista triplica senatorial
o segrate:
Or. Joaquim J. Fernando* da Cunta......
Desembangador Aniouio Ladislao P. ocha.
T)r. Jos Augusto Chaves................
D.!sembargador taaoeencio Maaqnea de A.
Ges...............................
Dr. LiWz Antonio Pereira Fr.nici.........
Dr. Francisco Bonifacio de Abreu.........
A Fecoldade de M "tirina, proceda
Na sessiio de 23 foram approvados os projectos
da cmara dos depnlados, estabelecendo patrimi-
nios em trras para SS. AA. a Sra. D. Isabel o D.
Leopoldina e seus augustos esposos, cora emendas
ahrindo os crdito* indispensaveis; sendo ambo*
enviados co.mraisso de redaccio.
Disco lia-se o projeeto sobre abastecimento d'a-
gua putavel cidade do Rio do Jineiro.
A cmara dos deputados approvou, na ses-
sao de 16 do correte, em urna s discussao, o
projeeto autorisando o governo para conceder
companhia Fluvial do Alto Amazonas isenclo de
direitos de consumo nao s para o material q.ir os
emprezarios importaren) pelo prazo de um auno,
mas tatnbem Jurante todo o prazo de durarlo de
sen c intrato, para os materiaes destinados ao md
rteio, concert e perfeirao da* macliinas da en-
preza, tudo nos termos da clausula 23" do dito
contrato, appro-ado pelo decreto n. 3,898 de 22
de junho de 1867* approvou, com numerosas
emendas, tamb m em urna s discussao, o pro-
jeeto que antoiisa o governo a conceder cartt de
naturaiisarfw Jorge Nacouz, natural de Alepo, e
a Jcs Nicolao Deabann, natural de Damieta;
era seguida continnnn a 3.* discussao do projeeto
reformando versis disposigoes da lei de 3 de
dezerabro de 1841. Orou o Sr. J. de Alencar, 0-
cando a discussao adiada pela hora.
Na sessao de 17 approvou, em urna s discus-
sao, com varias emenda*, o projeeto que autorisa
o governo a mandar admltth* a exame do 1. anno
da escola central ao alumno ouvinte do mesrao
anno Herculano Delfioo Lassance; oceupou-se
em seguida com a 3" discussao da proposta do
poder execntivo que autorisa o governo a contra-
hir am eraprestinio de 35,000:000$000 destinado- ?o superior consigna a idea
de-(Iteraba.......... 19
da Boa Esperan a___ 1
de Uainb......'....>, 8
^ de Jaguar}'.......... 6
de Caldas........... 20
> f de Baependy........ 13
do Biumby.'........ 4
da Pornuga......... 18
de Lavras.......... 13
de Pomba........... 7
A' estes dados iremos aecressentalo todos
os mais que obtiverraos.
Hoje transcreven
No municipio de i ___ 43
45
De ooi artigo practicado ao Pltarol, do Juii
de Pera, extraetaraos o segrate :
Era Barbacena ras ;nu gociedade
pbilantroplca de em.
a completar as trabas da estrada de ferro de D.
Pedro II, os Srs. Anreliano de CaTvalho e Capa-
nema, licaudo a discussao adiada pela hora; con-
tinuando dep lis a 3." discussao do projeito refor-
mando div >rsas disposicoes da lei de 3 de dezera-
bro de 1841, orarara os Srs. Ferrira'Vianna, J
de Alencar, DuqueEstrada Teixeira, Junqneira e
Galvao, fleando encerrada a discussao de dous
requerimentos, um pedindo o addiamento per 8
das, ontro a remessa do projeeto s conmis-
sdes de jneliea civil e criminaL
Na sessao de 18 approvou successivamente, era
urna s discussao, os projectos cencedendo apo-
sentadoria aos secretarios da relacen de Pernam-
buco Domingos Alfonso Ferreira, e do noven da
provincia de Malte Grosso Joaquim FecUsinjo de
Almeida Louzada ; prosegaio a 3.* discussao da
proposta do poder executivo, que antorisa o verno a contrahir um emprestimo de 35,000:000#
destinado a completar as liabas da estrada de fer-
ro de D. Pedro II, orando o Sr. Junqueira, e fl-
eando discussao adiada pela hora ; regeiteu de-
poisjw requerimentos de ajiamento olTerecidos na
sessao antecedente pelos Srs. J. de Alencar e
Duarte de Aievedo, ao projeeto reformando di-
versas disposicoe* da lei.de 3 de dezerabro de
1841; e adiou pela hora a 3." jscussio do refe-
rido projeeto depois de orarem os Srs. Penido e
Ferreira Vianna.
Na sessao do 19 anprovou, depois de algasias
observaedes dos Srs. Corroa, Araujo Ges, Bitten-
conrt e ministro da agricultura, o projeeto que
autorisa o governo a conceder Antonio Ferreira
Rimos e Beroardino Jos Collio privilegio excln-
mio por trinta anaos para a applicacao e ons-
trueco de diques flactuantes, dcas e planos in-
clinados na provincia de S. Pedro do Bio-Grande
do Sul, sob as condicSes -qne forem estabeleeidas
pelo goverao, cora a seguinte emenda :
Antes das palavrasprivilegio exejusivedi-
ga-seou a quem mais vantagera ollerecer.
Em vez djpor trinta aunosdiga-seat
trinta annos.
Snpprima se a palavra dcas.
< Supprimara se tambera as palavrassob as
coudioSes qu; forem rstabeleeidas pelo governo .
Cintinnand 1 a 3. discussao do projeeto r.:f ir-
mando diversas disposiedes da lei de 3 de dezera-
bro de 1841, orou o Sr. Perdigao Malheiro, flean-
do a discos-a 1 adiada pela hora. -
le 22 approvou, em urna uniaa din-,
2.' A erraro do nm conse'lt) s.ipeno de
initraecan publica, presidido pelo ministro do 111
perio, n c inoost > do inspector geral da ifHtrttJija 1
su;ierior, os directores das faculdades di nmver-
sldade, do inspector geral dt nstruccio publici
primaria e secundaria do mnnieipio da 'curie, 9 de
mais cinco raembros nomeados pelo governo.
A este conselho, instituido para orgao consul-
tivo do ministerio do imperio em assurapto do en
sino publico, conferida tambsm a attribui^)
contenciosa Je julgar salvo a confirmelo du
governo, os recursos internostos de decisoe's sobre
nr.atena de instruenn ptnlica.
a 3." A subijiuico das aulas preparatorias an-
nexas as faculladss de direito de S. L'aulo e do
Kecife por ex:ornatos nessas cidades e na da Ba-
bia, nos auaes se observe e roactenha um corso
regular de estados secundario, secando a ulano
do imperial CoHegio de Pedro I!.
I." A ereacSo de estabelecimeoios igoaes a
que podero Usar annexos intrnalos era todas as
provincias trae mantiverem pelo monos urna oscila
de instrncr.ii primarla para um e ontro sexo eii
cada parochia, e oellas tiverem tornado effectivo o
ensiiio obri0Mtorio para a populacio de 7 a 13 an-
nos de idade, residente em um circulo trabado
pelo raio de um kilmetro da sede da parochia.
o." A reorganisa^o do ensino primario e se-
ennd irio da corte, com districtos de inspeegao,
estabeierini-nto di urna escola normal primaria, e
augmento gradual, segundo os servicos prestados,
at mais um terk:o do vencimentas do* profes-
seres.
t Para occorrer despea qoe provir destas
ref-rmas, solicita b honrado ministra dous crdi-
tos, nm, igual as sobras do ministerio jjo impano,
no ultimo exerrieio liquidado, para a construccaio
do edfflcto em que se tivetle aposentar a raunici-
paliJade ; nutro, equivalente receita das contri-
buiroes sobre iostrucc^j publica e do collegio Pe-
dro II para o raolhoramento do ensino publi-
co. Isto p etende-se appiicar instrucca-) pu-
blica a somma das economas verificadas no minis-
terio do imp -rio, e o que provm da propria ins-
trueco puhlisa.
Antes de offerecilo o projeeto consideracao
da cmara dos Srs. deputados, os raembros da
commisso le ihstruccao publica ja tinhatn raer-
ci.lo a honra de serem convidados para discut
rem-o cora o nobre ministro do imperio em confe-
rencia particular. Conformando-se desdi entao
com as suas ideas capitaes, dispensa-se hoje a
commisso de encirecer o mererimento de um
projeeto que, insttnindo o systeraa universitario,
e preparando melbor futuro para a iastruc-
de favorecer a
as provincias
eussao, depois de algnmas 'observaedes dos Srs. fvinca do sprito-Santo.
falvo, Bodngues Silva, Pereira da Silva e Cruz Gaspar Fragoso de.Al
Machado, as seguintes emendas do sensdo z pro
Sosta da ikaeao das freas de trra para o anuo
ofenceiro de 1871 a 1872 :
mstrucco primaria primaria
que podero nella concentrar lodos os seus esfor-
cis e recursos, medante o auxilio que os poderes
geraes Ihe* presiarao, encarregando-se de maoter
estabelecimemos regalares de mstrucco sejunda-
ra. Lnaita-se, portante, a commisso, para fun-
damentar o projeeto, a oferecer a exposietto de
motivos cora que o apresenteu na sessao de 6 do
corronte o sen illastrado autor.
E' estej) sentimento da maioria da commisso
de iostruccao publica. Ao membro da commisso,
porm, o Dr. Manoel Antonio Daarte de Azevedo,
parece que na o convra compr-se a universdade
projectada cora m-is do que tres fatuidades, as de
medicina, theologja e sicieocias natnrae* e raathe-
maticas. Funda-se elle em que j existem duas
faculdades de direito, a do Recife e a de S Paulo,
e as conveniencias da nstrncgo superior nao de
mandam na actnalidade a creacao de terceira fa-
culdade de direito ; em que, a crear-*? mais urna
faculdadi na corte, quasi inatil se tornara a de
S. Paulo pela exiguidade do numero de alumnos
qae a freqnentariam, e viria asim a exanguir-se,
sem vantagera do servico publico, ura antgo esta-
belecimento de instrnecao de bera lirmads crditos
e situado na localidade do raais saudavel clima do
imperio, wrcam*taneia multo ponderoso para o
caso; em qae, fcilmente, nao jasto nem confor-
me ao syst m da organisaco poltica que adopta-
mos privarem-se as provincias de beneficios a qne
esto affeitas de tonga data, e a que se prendera
muitos tnteresses legtimos.
Sala das eommtssSes, 12 de agosto de 1870Jf.
A. Duarte de Azetedo.J. Jwewio Fefnira de
Agniar.Francisco Bonifacio de Abreu.
Por decretos de 5, 8, 10, 1!, 17, 18 e 22 do
correte
Foi concedida licenca S. A. real o Sr. conde
d'Eu para ir a Europa com sua angosta esposa
a Sra. princeza imperial, deveodo estar de vota
capital d imperio at o-fim de abril do anno de
1871.
Foi concedida ao atieres do corpo do estado-maior
de 3' classe, Joaquim Felicissimo da Reg Barros,
a deroisiio que pedio do servico de exereite.
Foram nomeados: k
O bacharel Pedro Carneiro da Silva, juis munici-
pal e de orpaaos do termo de Alagoinbas, na pro-
vincia da Babia.
bacbarel Jo Candido da Silva, jais munici-
pal e de orphos de termo de Itapemerka, na pre-
Gaspar Fragoso de Albuqaerqae, pratiuate da
recebedoria de rendas geraes de Pernaialuco.
O Dr. Joo Thom da Silva, lente aubnioto da
Faculdade de Direito do Reeife.
*rneia>^rnnlo:(^tenento
conrmandante do 8 corpo de cavallafia da X Conti
guarda nacional da provincia do Cear.
Foi concedida ao bacharel Ernesto Aogosto Pe> *% a 86 3/i e cer;a
reir a deroissao que pedio po cargo de presidente
da provine, de Goyaz.
Perniit|jo-se q_ue"os padree Lourenco" Custodio
dos Aojos e Joo Evangelista de Carvalno. este
parodio collado di freguezia de S. Josde Guima-
raes, e aqueile da do S Francisco Xavier do Ta-
ryasM da dicesi do Maranho, permuten! entre
si as respectivas f.eguezias.
Fui elevada a CO mensaes, igual ao sold da
patete de capltao, a penso de SOS tambera roen-
saes, concedida por decreto de 4 de raaio'de 1866
a D Maria Francisca da Silva Gomes, viuva do
capitn Irino Gentil Gomes.
Foi coneedida a peoso de 600* annnaes ao pa-
dre Jos Maria Cardo>o de Vasconcellos, vigario
coludo da freguezia de Moiviairtm, da diocese do
S. Panlo, visto aclnr-se impossibililado de conti-
nuar no exereicio do seu ministeriu, pelo seu m-ia-
do valetudinario e vaneada idade; nao podendo,
pocin, gosar desta mere .sem. reonnviar o benefi-
cio em que est collado.
Concedeu-se:
Ao Dr. Antonio Carlos Ribeiro de Andrade Ma-
chado e Silva, lente catliedratico da faculdade de
direito de S. Paulo, um niez do lcenca com o
respectivo ordenado. 4
A' BeBdicto Carlos Leita Corlez e Olegario Jos
de Arruda Mendes, licenc,a para abrir^ botica; o
prmoiro na cidade de Piniamonhangaba e se-
gando na d; S. Joao do Rio-Claro, provincia de
S. Panlo.
A' Antonio Carlos Gomes, lcen$a para aceitar a
iionieario d > cavalleiro do ordena da Corfla da
Italia, com que foi agraciado par S. M. orei da
Ital, e usar da respetiva inslgni.
Concedeu-*e passagem para o servnjo da reser
va ao tenente-coronel commandante do 1 bata-
lho de infantaria da guarda n: cional da provin-
cia do Para, Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas,
ficando aggregado au Io batalho daquelle servico,
F> refirmado o mestre da 2' classe do carpo de
olllciaes marinheiros, Lanrentino Guodes, com 16
vigsima quintas partes do respectivo sold, por
s iffrer njnle*tas incuraveis, que o imposibilitara
de continuar a servir.
Concedeu-se reforma no mesmo posto ao raajor
coramandaote da 2.* sec^ao do batalhi de infan-
tariaaetivada guarda nacional do Amazonas Manoel
Pereira de S.
Foi perdoado ao reo Antonio, escravo de Manoel
Jos Ta vares, a pena ,de 4 mezes (te prisao e mul-
ta a que foi condmnnado, em grao dj appellaco,
pelo juir de direito da 2 vara criminal da corte,
por venda de bilhete3 de lotera nio autorisada..
Foram reconduzidos no lugar dojuiz raunipal
e de orphaos!
O bacharel Francisco Antonio Borbosa, do ter-
mo oe lu, na provincia de S. Paulo.
O bacharel Joaqnim Flix de Souza, dos termos
do Bomfim e Santa Luzia, na provincia de Goyaz
Permittiose a permuta dos respectivos offlcios
entre si a Jos-Daarte Telie* de Men'zes e Norber
'o Mendos de Lima, este partidor e contador, e
aqu-eescrivao de orpbiT-is. provedoria e ausn-
t^s. do trra 1 da villa doCinde na provincia di
Baha.
F>i aceita a desistencia que flzeram nsseguintes
serventuaros :
Jis Mano| peraira do Mello, do otBdo de por-
teir 1 do* andttnri s do termo de Itaborahy na pro-
vincia'do |;, de Janeiro.
J is Luiz de M isqDtta, do de 2o tabelliao do pu-
blico, judicial e notas do termo do Rio-Grande, na
provincia de S. Pedro lo Rio-Grande ds Sul
Conceden se a Leopoldina Jos da Cunha a di-
mi.sso que pedio da serventa do mesrao oflicio,
para o qual fdra mineado durante a vida ou im
pedimento do referido Jos Luiz de Mesquita.
Foi normado Felppe Basilio Cardoso Pires
pharmaceutico alfores do corpo de sauie do exer-
cto.
Concoderam-ss as honra* do posto de capitao
do exercito, era remanerago dos seryjeos presta-
dos na guerra contra o governo do Paraguay, oa
capio de voluntarios da patria Antonio Beati-
que< di Silva.
C.ncedeu-se tnn*feren:io para q corpo de esta-
do-maior da artilharia ao capilo do 4* batalho
d 1 ii"'sma arma a p Ettevio Joequm de Oliveira
Santos.
Foi reformado, na conformidade da imperial re-
sol rao de 3 do crreme, tomada sobre consulta
do conselho supremo militar, e das disposices do
Io do art. 9a da lei n 043 de 18 de agosto de
1832, o irrtjor da infamara Francisco Borges de
Li-i 1.
Foram cread is :
Um batalho de hfmtaria de guardas'nacionass
na freguezia de S. Sebas'.io da Biavista, provin-
cia di Para.
Um corpo do cavall ira de guardas nacionaes
no municipio do Ico, provincia do Ceara. ,
Um corpo de cavallaria tamoem da mesraa
guarda no municipio de Sant'Anna da raesma pro
vieta.
No dia 17 inaucarou-se, no cemiterio de 5.
Jo) Baptista daLigr o mmomento levantado
mera na do malfadado poeta Fau*lino Xavier de
Novaos, por muitos de seus amigos\
Depois de urna raissa celebrada na capella do
cemiterio o do divido responso resado junt#da
sepultura, deseobrio-se o monumento.
Consta de ama base d' cantina com nm baixo
relevo, onde se v urna lyra, a tuba da Fama, li-
vros, etc. Sobre esta ba3e assenta um pedestal de
marmore, ten lo na frente o busto do poeta exe-
cutado em alto relevo. Do pedestal levanla-se
urna c daina partida com o capitel ao lado e cir-
culado por ura festao de louro. O monumento
me le 43 palmos de altara.
Todo o trabalho artstico devdo ao Sr. Joa-
quim Pereira da Motta.
Junto do monnmento foram proferidas algnmas
sentidas palavras pelo Sr. Quintino Bocayuva.
ama poesa pelo Sr. Ourique Luzitano e oatra" pelo
Sr. B. Coelho.
Palleeeu, no dia 20 do corrente, o general
Francisco Jo.^ Damasceno Basado, com 72 anuos
de idade, sendo 59 de servigo no exercito.
Sobre o embarque da Princeza Imperial diz
o seguinte o Jornal do Commercio em sea numero
de 23 do corrente :
Ao vapor.qae sae hoje para Soutbampton con-
fiou o Brasil o mais grato penhor da saa felicida-
de futura. S. A. a Sra. princeza vai nelle para a
Europa, onde se demorar alguns mezes, prova-
velmente at abril do anno que vem. Acorapa-
nha-a seu augusto esposo o Sr. conde d'Eu, qne
tantos e to grandes servicos acaba de prestar
sna patria adoptiva na gaerrs do Paraguay. Ara-
bos sao caros aos corajoes brasiletros, que pre-am
era urna a sua futura soberana, e nooutro aqueile
que, mais prximo ao throno, nao pofler deixar
oe concorrer eom os seas conselhos para assegu-
rar a boa direegao dos destinos de um povo a que
jaden provas de amor ecarinho.
Sao as vagens saaipre uteis aos principes,
mormente aquellos que estao destinados a reinar
ara.a- Nao s no estado das leis, costumes e
instituicoes de outros povos, e na iramensa vari
2170
2109
1781
1634
1555
414
aes exa-
mes as viceras do Dr. Victoriano de S e Albu-
merque, sendo os mdicos incumbido* do traba
ho os Sr*. Drs. Salustiaoo Santo, F Robrigues da
Silva, e Jeronymo So.lr.
Aebavase no porte a canhooeira iealeza
Spedwel.
Tendo silo removido, sou pedido, da co
narca do Joazeiro para a do Monte Santo, o pre-
notar publici) Dr. Joaquim Simoes Dallro e Suva ;
'o nomaado para promotor daquella comaria. o
[)r. Arsenio Simes Caira Atu.
O transporte Bonifacio fleava no porto era
Viagem para o Rio de Janeiro.
Na villa de Caraam, no dia Io do corrente,
oao Malaquias Barbosa alforriou gratuitamente
o seu escravo Antonio, de 50 annos de idade.
Falleceu, em Curralinho, Maria Euzebia dt>4
esas, cora 90 annos de idade.
Leraos no Jornal :
t Hontem (23), para cf,mmemorar o 67 anni-
versario do Sr. general duque de Caxias por Iam
fcranc.1 e a convite do Sr. coronel Aomoio Gomes
Leal, comraandante das armas n'esta provincia, o
Rvd. capelln do ex irrito Sr. Pedro Luiz Rosa ce-
ibroa.ua capella de Sanio Antonio dos Militares,
ma raissa era MCao e petici 1 de grapas pela sau
e eexistencia daquelle venerando'anciao, urna
qas maiores glorias da patria e da classe militar.
Durante a ceremonia to-aroic alt'madamenle
as msicas do corpo policial e do 14- de iufaotaria
de linlwi.
A' esse acto po e modesto, tributo de um an-
go compinheiro d'armas, .is-:srirm alm de
lido o sen estado raaior, muit >sdjaciaes informa-
os, alguns ofilciaes do corpo desaade e toda a
ollicialidado dos corpos de polica e do 14 de in-
"ontana de hnha inclusive seu commandante.
Depois da raissa oa sachrista, perante nume-
rbso auditorio, o Rvd. monge lienolictino, prega-
dor imperiaii e digno Vutnotariu da patria Irei
francisco da Nalividad,Carnairo daunha, fez
ra eloijuente disjurso, considerando o nobre du-
ue como militar e como patriota, pondo em re-
ovo os seus extraordinario? c preciosos servieos
a> impeeio na .-eganda quadia da guerra, uas
o^eracoes contra o Paraguay.
Aartandega rendeu .le 1 a 23 docorrente
'ip:i:85illi0rs.
O cainlii 1 regulava : sobre Londres 18 Vi a
3 d., subrr Parin 301) rs.. sobre Hatuburgo 930
e sobre Portugal lO a 170 .',,
?EV1STA DIARIA.
- "- tfWtJf V U* liilllieu 1
ue ue gentes e de causas, ha para elies muito que'
aprender^ mas tambera no trato de homens, dos
quaes podera esperar, com a cortezia e deferencia
devidas a sua elevada posicao e s virtudes com
que se ornem, a sinceridade que nem serapre se
encontra naauelles qae rodeiam o principe, de cu-
jas maos poie depender oseupropno engrande-
cimooto. r K ^
, Empenhado era formar o espirito de suas au-
gustas li has, como com o* exemplos de casa pre-
curoa formtr'ibe* o coraco, S: M. o imperador
consentio era separar-se tMiuerariameate dellas,
na esperanga de que este sacrificio qoe a si mesmo
se impz, e ao amor materno de S. M. a impera-
triz, aproveite ara da ao seu paiz. Tambem o
Brasil, vende afastar se por alguns meses a sua
princeza muito amida, acalenta a saudade que
sent agora cora a esperan?a que'poe no porvr.
t Aeoinpanbadoe do sea camarista vlsconde de
Uge e sua seahora, e da. Dr; Luiz da Cunha Fei-
j, como medico, embarcan Suas Alteza boje em
a. Ohnstoyao na galeota imperial para bordo do
paquete Douro. Possam acompanha-los tambera
as felicidades que todos ibes appetecemo*.
~ onleli,da crt8 "facadoi de 1 a "22 de
corrente 1.860:928*320.
Eis as noticias commarciaes da ult ma da :
c indurado pequeas. transacQOes em cambio
elfcci^ w a??0,,feiondre8 *> d- PaPel bancario,
e a 20 V., 20 >/V 20 %, U e 21 i//d. panel parti-
cular, e sobre Eranca aA6o e47t rs. por franco,
soramam os saquee para o paquete inglez Dourv :
.'.r*^ 1Loadre* cerca de 300.000 a 21 /.
i9 V e 20 d. papel bancario, e a 22, 21 % 19 7
CHEGADA E DESEMBARQUE DE SS. AA.
Ante-iioiiieiu (domiugo 28 do corrente), como era
e perado, cin'Kou o paquete inglez Douro, em via-
gem para a Europa, em cujo" bordo vinhain SS.
AA. o general onde d'Eu e sua virtuosa esposa
serenissim p-inceza imperial.
Eram 6 1/2 Horas da raanha. quando foi visto
ojpaqaete do alto da torre do telegrapho, que im
nsdialamnte assgnalou-o izando no Hipe do
n astro a bandeira brasileira.
A's 7 hora? a fortaleza dd Brum, tendo-o destn
g lido, deu os tres tiros convencionados; e segu
rn> eu cootiuente para o paquete varios escale-
rs levando a commisso nomeada pela presiden-
cia para felicitar os arincipes e saber se prelen-
diam desembarcar, e bem assira rumias nutras
puspas que estavam ancusas por contemplar o
gpi'rrero que tanto foz pelu nome braeiieiro as
id vas corddheiras do Paraguay, onde se pelejou
Perribebuy, Campo-Grande e Linios outros fetos
heroicos.
JAlli chegando, a commisso cumprio sua mis-
sjo, e pouco depois o arsenal de inain'oa e o lele-
gffapho curara ura galhardete encarnado, sigual
qi(ie annuaciava que ambos os principes viriam
-a. J ento a galeota rica lo arsenal, reboca-
pelo vapor Moleque, octava aira-ala ao paque-
Eram 8 horas da manUa.
Logo que em torra houve scieacia do desem-
rque dos prncipes, todo se poz em moviraento.
O:povo affluio era massa para os caes do Hecifr,
22 de novembro e praca de Pedro il. onue era o
desembarque. .Comecou-se soltar fogo do ar,
as igrejas repicaram, todos os navios surtos no
pdrto erabandeirarara em arco, e a tro[ de linlia
e da guarda nacional fez ouvir o toque de for
m Hura.
A's 8 e 1/i SS. AA. de*cera!.i d 1 r.aijjete para
a ileota, entre vivas demoasira^ues 'de alegria
daqiieiles qne o foram ver bord; e o pequeo
vapor Moleque poz-se era movitn :;; r bo-aodo a
galeota, seguido por ledos o* esalerea que ti-
nbara ido ate o lamaro, Onde fuadeiarn o* paque-
tes inilezes.
Ao passar a flotilha em frente a tartaleta do
Brjura, esta deu a salva do 'Stylo. s'?ndo acompa-
nhnda pelos navios de guerra, cuj tripol.ioao, pos-
taja uas vergas, saudou os augu-tos majantes.
Era frente aos caes do Recife, e especiaintante
ao, do Coraraercio, muitas gyrandolas de logelos
e estrepitosos vivas saudarai'n os principes.
No recinto preparado para o desembarque a-
chavam-se muitos cavalheiros Je d:i:: -ao e do
mundo oIBcial, espera do principe*, que ahi
chegaram as 9 horas da uianha.
ela presteza do desembarque, pele pouco lem-
po idecorrido entre o 3ign.1l do nalhardete eo effec-
tivo desembarque, nao pod>ram formarse os ba-
tanees patri ticos, e raesmo ? se formanai no
largo de Pedro II o corpo patritico de ianceiros
dolPooe o 9" batalho de iofantaria d; !ioha,.e
no 1 campo das Princesas una brigada da guarda
na*|fooal sob o commando do Sr. coronel Barata.
logo que SS. AA. descerara da t^eota, nao
tardou o f niliusiasmo popular a ganhar todos os
corices; foguetes subirara ao ar, e esirepitasas e
unnimes acclaraacoes irroraperara de todos os
lab os.
f S. AA. seguiram pelo lado sul da praca de Pe-
dro II at a igreia do Espirito Sanio, "onde fl-
zeram oracao. D'ahi segairam pela* faces oeste
e norte do mesmo largo at euiarera na ra do
Imperador, cujas casas ostentavam vistosas col-
chas e bandeiras, e estavam atopetadas de seohoras
e ctvalheiros; e, segnindo essa ra, foram al pa-
lacio, sendo sempre victoriados pelo povo. De
muitas lanudas da ra do Imperador aiiraram so-
bre os princines flores e versos irapressos, e as se-
nboras agitaram os lene*.
Era palacio eslava reunido ura cressido numero
de seohoras e cavalheiroa, que agaardavam os
principes; e SS. A A. subiram as oseadas de pala-
cio, sob urna chuva de flores, ao som do- hymno
nacional e entre vivas unsonos e entusisticos.
Depois de alguns minutos de repouso, comecou
a rocepcao officral, e S. A. a pnocea imperial dea
beija raao todos quantos i|uizeraiu ler essa hon-
ra. Foram ento pronuacia n-, uulios disCursos
do felicitaco, e varias poesas patrioeas.
0 Sr. Dr. Maooel Portclla. era nome da sociedade
patritica Dou de Setembro, disse o seguate :
Serenissimo principe.1 un 3 ano a provin
cia de Pernainbuco.recebia com a uais signitica-
tivas deraonstrafoes de embust*) a uolicia do-
primevos combate, que sobo commado de vosea
alteza feriram as armas braaileiras pas cardilhei
ras do Paraguay.
t O* nooaes de Paribebay e i^aspo-Giasde in-
dica vam novas e esplendidas votarias, e annuncia-
vara prosim terminaco detaa prolongada guerra,
contirinaudo as esperancas de povo brasilero no
jo vem general, quem lora confiad o commando
em chefe das forcas do Brasil.
Os successivos ftitos, em que o valar do sol-
oondeo confianza d patr
e intrep. I irigia ao
campo da ia, rom<>
em todo o Brasil, applauduios eom a> mais ex-
pressivs. manifestacij pteco e reeo-
nhecinreiH' ;i pessoa de v. ..eire bri-
Ibanta da pieyada de brrv iva emrt-
^^iigrada causa da patria c da civlisaco.
^^U]ii?ih1,i na^ufaruTH diiijj^piilokin asorii-
das Bba diziaSKl a/Wtinf|Klavro, annoa
ciando gaitha a cansa >] vihuele, e aseguran-
do ao Bra-ii -tar terresMa com a honra-, qne
tmha dtreit*, a s nguieitlenta Iota, que fura pro-
vocado, a pri,\*ncia de Pernanibuco, na juela em--
co de iodisivet- jubilo, applaud recouhecio *
principe general qie sonbira mantee o sen nomX
na altura d.i -na levada posicao, gravando no eo-
rao bras oro o ma* refalgenta esmalte qoe po-
ae ornar a fronte marcial do guerreiro graii-
Hoje, senhor, qne vossa. alteza ptia o slo per-
nambucano e recebe as evaefles eom que este poro
aliivo sabe destiognir o mrito real, a soeiei;
patrioca Dose de Setembro vem pagar i vossa
altesa o tributo de sua admiraco, s3udadi> n;v
pessoa de vossa alteza o gaerreiro triampha que na phase decisiva da guerra dea as mais exu-
berantes proras de bravura e de coolweimente da
sciencia militar, o principe magnnimo qoe a
honra ma e das armas brasileiras c. nquisiun para,
o Brasil novos touros e honrosissima paz.
Sandanao vossa alteza, a sociedade, de .p,.
somos orgo, expresa os senlimentos do povn ;
nambucano, que por sen patriotismo nanea c 1
tado concorreu largamente para o tripulo de san-
gno devdo desafroBta da honra nacional.
Cumprndo com satisfaQo o ten impo*
dever, a sociedade patritica Dote d SelfWHx '.>
ardentes vetos ;, Divina Previdencia para <&<
vossa alteza termine com felicidade a vi.igem ifd-
leva s ierras da Europa, e no Brasil, hm> sna
patria, parlne por longos annos dos bineflrioa da
paz, de que foi vossa alteza muito refurcad obreire.
t Digne-se vossa alteza de acolher a mani
can dostes sentinientos da sociedade Do*e de sr-
tembro, que sao tambem os da commisso qne ora
a representa. >
Ao que o general conde d'Eu responden : Stm
mmto sensitel s felicitatoet. por de mais lisonge,-
ras da sociedade patritica Doze de fetemlo.
Depois dosdisjunws, continen o beija mo. m-
dc por essa occasiio felicitaros augustos principe-
os collegius em corporacao : dos orphos, das ir-
mas de Santa Dorotha.e das rmasde caridad^,
formando para raais de duzentas crianeas de ambos
os sexos.
Fmda essa eeremnnia, foram SS. AA. par a*
mesa do almogo, ricamente servida, e para ella
convidaram varias senhoras e 'cavalheiros dos;:
grados.
Depois do almnco, SS. AA. deseancaram algnn--
minutos, e descerara em seguida entre vivas" a>-
monslracoes de j;iiilo 1 ra se dirigirem igreja dr
Espirito Santo, onde foram ouvir a raissa de mstu
dia.
Finda a mises,S& AA., em sege puchad qna
tro cavaHos, seniram para o palacete da Assoca-
ciio C-iramercial. sendo acompanhadas por um |x-
quete do corpo fine de cavallaria e pelo eeqnedriM
patritico d^ ianceiros, i|ue nunca o abaodonon.
N'esse trajelo, como sempre, foram SS. AA. mm-
to victoriados ; e no palacete do commercio, 001>
os apuardava um esplendoroso, profuso e delicaoV
lunch, os principes foranr objecio das mais sigiuli-
cativas provas de respeitoso amor e ard-nte sym-
pathia.
No palacete da Associacao Commercial eeSava
reunida a nata do nosso commercio, e a ella nr
juniuu crescido 11 amero de senhoras.
Depois do repouso necessario, servio-se o luneL,
durante n qual foram fetos estes brindes, aewn-
panhado? de entusisticas palavras repassadas fo
jubilo.:
Pelo presidente da Associaco Commercial, em
nome do eo-uinercio de Periiambuco, SS. AA
Pelo Sr. Dr. Buarqne de Macedo, ao exercito
armada brasileiros
PeloSr. Dr. Lamenha Lins, em nome do pov<
pernambucano, a S. M. a Imperatriz.
Pelo presidente da provincia -S. M. o Impere-
dor.
Terminado o banquete, SS. AA. foram felcitaita-
por varas pessoas, otre as quaes pelo Dr. Lame-
nha Lins, em nome da sociedade patriolica Dose rlr
Setembro, cuja commisso offereceu ;i/erenis-im
princeza im|ieri^l um rjuissimo raraalbele de flo-
res.
Do palacete da Associaco Commercial sabirai
SS. AA. para o caes de embarque, ra do Com-
mercio, convenientemente proparado, repetndo-
no^ameole as scenas de Jubilo enthasiastieo pf
parte do povo e o mesmo ceremonial que leve tu-
gar no desembarque.
As fortalezas e navios de fcuern salvaran, sob-
rara ao ar muitos foguetes, e os viva* s cessaraui
quando a galeota imperial, rebocada pelo vap>*
Moleque, dobrou a pontado pbarol. Eram 2e me
horas da tarde.
SS. As. traja vam de preto, e se mostraram la
simples no seu modo de tratar a todos, quo sim-
ples eram seus trajos de viagem.
SS. AA. flearam sa isfeitissimas com a recepe.,
e as provas de amor e gratidao que recoberam : 1
Periiambuco ficon nao menos sitisfeito por le
pane urna divida em que- eslava pira cora o gene-
ral que fechou era Aqudaban a campanha do Pa-
raguay.
Houve, pois, jubilo de parte parte.
BISPO DE PEIINAMBUCO. Cartas da r
di'.emque foi nomeado bispo para a docose de-
Poi'nambnco o Exm. e Rvm. Sr. Dr. Antonio I
rea de S Benevides, que actualmente exerce c
cargo de vice-director do imperial collegio de
Pedro II no Rio de Janeiro.
COMARCA DO RECIFE.Anda cartas da eCrfl
dizera que foi recouduzido o Sr. Dr. Paulino 1 .
drgues Feroandes Chaves, no lugar de jniz hkiti-
cpal da vara da comarca do Recife.
THEATRO DA GUERRA.Urna correspon bn
de Strasbnrgo publicada, pela Independencia Hela 1
anrweeta (bllerentes probabilidades sobra as opi-
racoes dos exercitos belligerantes, acompanha
de'um peqneno mappa das fronteiras franco-p:
s:anas que nos abaixo publicamos.
Diz, pois, o correspondente qae os prussiar. -
agruparan as suas proprias forcas no triaoc.'
I'orinado palos ros Rheno, Moselle eSarr,jiro.
gado pelo Queich. Eis aqui o alludido trian:
lo ; esta indicada com liastante clareza a froet-i-
ra, na qual para o lado da Prttwia se acha a pea
de guerra de Sarrbruck :
Coblence -
Thionville -
Met -
Nancy -
Landan
^
s
I
Stsasbonrg -
5
Julga-se que os prnssianos basearam a saa Runa,
de oporaeoes no Moselle no Sarr, que a oa *-
querda se apoiara do Rheno, na altura de Laada.
que a drita se esieoder at ao Moselle, na n
ra de Trves, que Sarrlouis, ltimamente lortigm-
da, servir de ponto ou eixo central, e que no 1
de receber um golpe pelaliiha de Sarr, Ma|eu<;a
e C'blenza converter-se-iam em pracas de refuio.
e facilitar-lhes-ia a passagem de una para enira-
ffonteira do Rheno.
Se os pr ussianos atacara este triangulo, que es-
pecie de operaees podem aprehender s frant-
zes contra esta posicao, rodeada de grandes cor-
rentes d'agua, e, segundo parece, fonablavel?
!. Os fraoceze poderiam camgar oa.nrns-
sianos no triangulo, e desfilando com o grosso +<
suas forcas pelos esudoe alternaos de sai, deno-
tar o exercito destes estados e marebar iireotk-
WM


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Oferfo de PefmMccf
(Vira 30 de
^^B-"" &1> iO0Ut
**o#tasseai asie
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*lo seajii


o Rhe-
ete
ido ameaeado o centro
-iam a passar amargara
Jireua <*. o n tarja ii.
auppoWe iHrgTn,!4o exerc i
<|04o i tus se encootrariam
as idOS a
turnar a pascar o Rhenn, poderiam ver-se bri-
llados a apreaentar-*e dlaote do exercito' francs
-n! 3poaeo favoraves, e nao h seo em
assejjurar que seraerbadie Aftmobra, de de* vates
are, Sera funesta para os Hm8es
t. Os frttfee&s podem resolv-er-se a torear a
Uan do sol. A:io Sarr, prolongada pelo Qnamh,
limitada pel Moselle e pelo Rheno, aprsenla tima
fre*jte-de 146 kilmetros de extrosio; As comil-
las es"pecraes de todc e-te terreno fazem n'o sttm-
mateme petigoso para o atao* como para a de-
fita, e j desde 1792 a 1796 M tlieatro de muitas
i* HMito sangrentas aceas. O Sarr, que pnen-
la entao Franca, servio hernatlvaraente de
iinha defensiva ambas a? parte* coiabatentes, e
Sarrloais, patria do marechal Ney, centro hoje de
'peracBes do ejercito prossiano, est destinada a
-deseuipenhar o papel de Kyserlantern as goer-
ras da rtpublica. Se os prnssianos a defndcm e
os francezes a atacara, as operares pedera desn-
volTer-se como segu:
Os/trancczes podem fazer nma grande Oemons-
"traci>om o grosso da sna cavaaria e artilharia
sobre a frente do Sarr, diante d> Sarrebruk e de
"SarrlSbs; simular a oassagera desta margetn en-
tre a al tira a cidadc e Troves, empreando a mns da saa inantaria ; tras^iassar a Iiti!ia dos prns-
sianos. para Landau, e, urna vez ro:a esta Iinha,
deenores pi-l > Moseile, aflm os afastar das
saas praca* He refugio e de Ihes cortar a retirada
peno do Uera. Metler-se entre dm exercito ini-
raifo e mu rii>, oflereen-grandes pergo*; mas de-
ler nma frente de IW kilmetros ainda mais
arriscado.
Os fnncczes podem tambera fazer demonstra-
para as'fli!8S extremidad-s da frente do-
piilssianos, pra Landao e para Sarrlots, tentan-
do romper eTa Iinha pelo centro, on fe'er nma
grande demontrac6 cintra Laudan e passar o
Sirr, pert de-Travs. A preferencia entre astas
tre< operaWi >s-dependo do carcter do general, do
ve iiccopem as tropas e da forca numrica
dous ejrcitos beligerantes,
es prusiano?, quem sera motivo talver, se
3a menos disposios a entrar era campanha
iits, lo'itiarem a ofensiva, estes ulti
- a bter-se no meio das fortifica-
pes inir.i'ga?, ou prximos daifas qffaodo menee,
eaaro - para aforrar as guarnidas, e en-
lae oexere !o novel cons"ideravel.-n-:i!e Jpbiliwrlo,
podara rt-se na necessidade de recoar sobre
raras.
O qnp provavelmenle far com que os alleraJes
mpreh-:i i i-:i esta m,;nobra, 6 que os (rancees,
illa pelos pruisian.is, podenara ser
; 'm i tiMipi araeajados sobre ditoita pelas
s -11, ."-ud is .1) sul, qae nao deixar > di
*.'ii'ir a |Hssi";n do r.luno para 'i:m ou para
i trasiarg:.
os pra-sianos se de.-idrem peJa oiTonsfri e
o exerit francez soora 'aris, for-
tuarra distara mutj d sea (im. por
a l'ranja, antes de sncearn'i:r, p'! lutar
mufl I 'ii' i. Mis sa os fr.-.ncer a fo:-oni os que
Taram rctfbcder os prnssian para 6erJn,
"-itif aberta, a oceupaco de-te c atro poltica
iria ama resisteocia rail por mais
', lar i l.-.-sse .1 cipit i! i > mea quar-
EVASAU DE PRESOS.a cadia da villa de
!om Conselho evadiram-se, na noulfi de 13 do
jorrante, os viraidosds rclno Jos dos Pra-
-: Bernardo Jos da Olivara, Jou Francisco
rio, tfanoel Luiz Gomes, ] .'n.'ira de
itto, a Joan Ferrolra da Mello.
VIA FERItA DE OLfNDA.N'o d imiogo s 5
iioras emes-da tarde houve, no lucrar da Encru-
silbada de Beim,,o di-senoartilbaniento de dous
(fdes, produziiulo alguna femneotos leves em
jivc.s, s ^as^ageil.>-.
E.\VE.\E\-AMENTO.-Informa-.^- paMM con-
rada ijut* cartas da lialii.. pelos m-
dicos que examinaram as riberas d i linado Dr.
Victoriano de (a 8 Albuquerque. ali fillecidoe se-
pultad >, alinnam ter havido en-'renamento pelo
revi>niente vira o relatnrio das mediata da Ba-
e eutaa terciaos a confirmadlo de la mpor-
i.iiite noticia.
ser ella exacta, eoriio explicar o desenidn de
tanUit mediros que viran e m i o Dr. Vic-
rir.no T G>mo oxiilicar-f! o iessonliecioiento
da doeoca, quando sao tao valj ns eneitos to-
\ic lividao envennalo pelo ar One labyrintlio, guarde Deas Onde ir isto
irir !?
ASSOCI ^O PrnuO-ARTISl [CA- No dia 31
J i crrante, s 7 h iras da noate, baver sesso
raarduiada desa sociedad, na ra do Podro
.ollSO II. 1.
HLBBTBa DO THESOUIiO.-Pato ministerio da
oda foram snpprimidos o-, btlbetes do thesonro
I ns mezes de praso, passaodo os juros a ser
le 4 i|20|0 para os d i mezes, de 3 0|0 para os
'- mezes, e de 5 i\i 0|0 para os de am anno.
ELaCi DE SENADOIV-Por aviso do minis-
i do'inqterju de 13 do corrente, fui ordenado
to presidente do Whranhao que mande proceder
i eleic/io de ura senador, que presneba a vaga do
fallecido eooselheiro Furtado.
NOTICIAS DA GCERUA.Ero segqida damos
.mas traduzidas da Independencia Belga de 8
afaete :
As sorias operacBos da eampanha com.eQ.aram
dia 2. A*se da, a' 11 horas da unnlia. as
as franeazas. lomanda a bflapsiva, franquea-
i a l'ronteira,'p, depols de um cxnbate de duas
horas, dominarain as alturas da cade de Sarre-
broc^. que a chave do caminha de ferro de
Ir vas,
m Cmi parte da cidade foi queimada.
Os Francezes tiwram onze morios, sendo um
'ticial.
Urna divisao do corpp do general Frossard foi a
i ana toman parte contra!re5 divisoes pras-
mas.
As netralhadoras estrearam u'es?e combate e
a-h privis effeitos parecem ter correspondido
implatmpata s vistas do estado-maior francez.
Um despacho accrescenta que o exercito prus-
ano entre Sarrelouis e Sarrehrack se eleva a
. -iD.OOliom'n-.
O imperador e o principe ImperUi assist ram o
vimenti dirigid) contra Sirreruck. Depois
i ac :'.<> arabai mJojjram para Hett
As versDes prussianss reduzem mnito a impor
' da .....isa. Sarrebruek, cidade aberta, nao
defensivel, como nao o o valle do Sarre;
: s divi-oes, como dizem os telegram-
francoze, s havia oo punto aneado um
Ihiia; e esto retiron combateodo e s teve
lis insignificantes, embora o inimigodispozes-
contra elle do 23 pecas de artimaa.
Por mais rpida que tenha sido a victoria da
>io do carpa de FrosarJ, que desalojou os
m da Sarrebruek, os Francezes nao po-
n amprr-se das locomotivas e carros que
un na estaoao d'essa cidada na occasio
laque. Os Pr^ssianos conseguirm, sob urna
- i-iva de projectia inimigos, levar esse material
ira Neunkircben, ponto de junegao das linhas de
.Valia e do Palatinado.
No dia sabseqaente ao em que os Francezes se
i"rarara das posiedes qne dominara Sarre-
ruck, ao sul. o 5o e 11* corpps do exercito prus-
iano a o 2* corno do xercito bavaro, ordens
do principe real da Prussia, arrancaram para o
lo de Wissenjbourg i, na frontera de Alsacia,
vavelmente para prevenir d'esse lado um mo-
do inirajo que leria podido convergir
ira Majenca e Maunneim com as forcas vindas
(o Sarre. L'ma divisao franceza, commandada
> geDsral Douai, qne tinba seu quartel general
Sul?, apoiaudu-se sobre Uaguenau, marchoo*
icontre e foi repellida pelas forcas sape-
l inimigo. Ella perdau seu chefe, que foi
'or'. urna pee* de artilharia e mais de 500 pri-
entre os qaaes alguns Tarcos.
(iveram por sen lado Derdas consi-
tudo no regiment de etilos dos
ros do re.
:e sangrenta combate, se nao constitue ainda
atalhas que decidern da sorte dos
leixar por certo de derramar em
tanto maior quanto
as forcas do pfincipe real da
rava mais
azar, no
o inimigo.
eito moral
Um despac Testa
lia (8) d
ocia q'wdffn
sua marcha part V la Wijsemoaur-
go, sem encontrar serlos obstac
Astropaabivira^.ebadeiBgc V fce
grande ducado dg^^^^^^^^l
da L'amcb, pe
ia fncentracJi
stajoperacijes
elfort,
eift os Vosires e o Jnra atare a estrada
gres e do valle do Mame para Pars.
Um aviso de Clierburgoannnucia que a fra-
gata Thet meteu a' piqao um monitor prusaiano
ao sal do grande Belt. O combata dnrou apenas
algans instantes.
De ama comaunicaco feita por M. Gladsla-
e resolta qne a' ultima hora M. da Bruunow, em
non da Ros?ia. tez nma tentativa para deter a
guerra por meio de ura protocolo enropeu, no
pial se tratara da existencia do principe Leopoldo
de Hohenzolern.
Segando a Presse de Venna, o governo aus-
traco liaba a intenro de formar urna liga de
paz entre as potencias neutraes. A raissao d'essa
liga era circamscrover a lula e suspende-U mes-
mo, em caso de necessidade, antes que d'ella re-
solte o esm^gamento'de am dos adversarios. Com
este tim foi o conde Vitzlbums i Floreoca. Nego-
ciacOes seraelhantes tem havido cora os gabinetes
de Petersburgo e Londres. Segando nutra ver-
sao, mas em harmona com a circular de oeutra-
lidade de M. de Beust, a Austria s iutervira se
seas interesses forera ameacados. E' esta urna
coodica mnito elstica, e que, como se v, un
prende de forma atguraa a aneando goverav.
Pede-se inferir mesmo de certos actos do go-
verno imperial que a Austria nao se sent muito
segura em seos iotereases-. Fala-se de moviiuen-
tos militares desuados cubrir de tropas as
fronteiras da Bohemia e dn Mora vi a. O qne nao
menos significativo urna missao de que se acha
eircarregado M. Klazko Junto ao govemo francez.
Essa missao consiste ern determinar, de accordo
com a Franca, os casos em que os interesses aus-
tracos comeoarem a estar em perigo e devera por
Um sua neulralidade
Temos recebido, mas serapre por vas prus-
sianos, algumas informacties circumstaiiciadas
sobre as ultimas victorias, ha tres das alcanza-
das pelas tropas allemaes, tanto na Alsacia como
obre a,1 Iinha do Sarre.
Em Worth, tres CGrpos do exercito francez to-
maran) parte, os dos marechaes Mac-Mahon t
Canrobert e o do general de Failly. Elles dexa-
ram as maosdo inimigo vencedor 4:000 prisi.-
neiros, sois metralhadoras e duas bandeiras.
* Parece que s lado-de Sarre, no momento em
que o exercito do principo Frederico Carlos ?e
poz em movimmto, ps francezes j convergiam
para o interior, ou para apoiar o exercito da Al-
sacia em virtnde da perda de Wissemlmrgo, ou
nara cubrir Tnionviie, cidade pie em Metz se
julgava araeacada pela ala direia do inimigo, a
qual tinha atravessado o Luxemburgo e a Blgica,
desp-iio de sua neutrahdade. .
Como quer que seja, erro aos francezes oa
tctica le guerra dos Mis iuinigos. estes nada
teataram do lado do Luxemburgo, mas sim ope-
rando oeste Sarrebruek. honlem wla manha (7)
atacaran as montanlns de Spiclcerev. de ond-5 es
fran"ez-s ominav.-.m o valle do Sarre. A bata
Iha, eotoecada por urna s divisao pruss.ina, da*
seovolvu-se depois, e acabou pela tomada das
posiedes oceupadas era ultimo lugar pelo ge-
neral Frossard.
POST.SCEHPTU.MOs despachos quenosche-
gam agora, quer de origein franceza, quer alemas,
parecem dar ao combate de Sarrebru.-k mais im-
portaneta do que lile attribuiain as prim.'iras no-
ticia. A aecao dnrou al a noute. Qui.tio d'vi-
des francezas esiiveram em Iinha, e sataaxaa tfne
as forcas prussianas eram mais consideravt-is.
Lomres 6 da agosto.Tdnjrammn. Urna fra-
gata franceza c a pturoa bontam u-anal am vaso
prqsaiano que levara couirabando de guerra.
LEILAO.Hoje effectaa o agente NartTtrs o
leilio da fabrica da" travessa da ra da Sanzalla
Velha n. 4, em Inte? a vontade dos compradores,
s 11 doras do dia.
Hoje s (O 1|2 horas effectaa o agente Pi to.
conformo est annunciado, o leo de movis
louga e vidros. Era cnnlinuaco vender o mes-
mo agente os movis, livros e mais objectos per-
tencente ao Hondo C. Steuber, existentes no '!'
andar do sobrado da roa da Cadeia n. 51.
PASSASEIIMS. Viudos de (ioyanna no va par
Parahiba :
Miguel P. A. Tavares, Feliciano Pereira grava-
res, Ermindo C. Layla, Thomat Antonio Machado.
Sahidos para a Europa no paqaete inglez
Doiiro :
' Antonio Joao Furtado, Podro Jos da Cosa, Da-
vid H. Clarke, Jao dos Santos Vieira, Antonio
Joaquim de Lima, Igoscio Te.ixeira Net'.o. Jos de
Mattos Figueiredo, Juliu Jo# raraanflM Bastos.
Eduardo Pinto Barbosa, Juan Alsina, D. Marianna
Poro e 1 criado, Manuel da Cruz Ledo, Gustar
Dammeyer, Madame Clark e 2 filias, Joao Ro-
drigues de Andrad- l'aiva e sua --enhora.
Sahidos para Mamangaape no vapor Cara-
ripe :
Nicnln Spiaola. Rayfnnndo Newton, Manuel da
Costa Luna.
Vindos d.) sul no vapor inglez Dowro :
Nicolao Pougintor, Raitgeim Guiseppe. Dr.
Paulino Rodrigues Fernn Jes Chaves, Rd. I. do
Monte Carmeilo.
i e'tres auartos da tarde efK!etDt
CHROMCA JUDIARU.
TfitlWIVil. DA RK2. ACAO.
SSSOEM 27 DE AGOSTO DE 1870
?RESIKXCIA O UXM. SR. CONSELUEIRO CMJTAN'O
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virt/dio Colho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirapa, Lourenco Santiago, Motta,
Domingues da Silva e Souza Lao, faltando os Srs.
desembargadores Guerra procurador da cora,
Almeida Albuquerque, Doria e Regueira Costa,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julga-
lientos:
Aggravo de rETin.o.Aggravante, Luiz Anto-
nio dos Santos Pereira; ageravad >, u juizo.Re-
lator o Sr. desembargador Gitirana, sorteados os
Srs. desembargadores Motta e Souza Lelo.Ficou
adiado o julgamonto.
AppellacSes caiMEsAppellante, o juizo; appel-
lado Laarentino Jos Antonio.A'novo jury. Ap-
pellante. o ju zo; appellado, Antonio Paulino dos
Santos.-A' novo jury.
Habeas noniTs.Concedeu-se ordeni a Fran-
cisco Xavier Carneiro Lins, para a sessao de 30
do corrente,
passage.ns.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
aargador Guerra.Appellacao oivel: appellante,
Salvador de Siqueira Cavalcante; appellado, Joa-
qaim Salvador Pe?soa da Siqueira Cavalcante.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellacao crime : apellante, juizo; appellado,
Joaquina. Ignacio Teixeira M-"idas. Appellagots
civeis : appellante, D. Rila Candida Vianna ; ap-
pellado, tenente-roronel Eufrasio d'Arrnda C-
mara Appellante, Antonio Peregrino Cavalcante
Albuquerque; appellade, Joao Pinto de Leaos
Jnior.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria.Appellacao civel: appellante, Manoel
Ferreira dos Santos Netto; appellada, Zeferino
Lopes de Barros.
Do Sr. desemCargador Domingues da Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao. Appellacao civel:
appellante, Manoel Luiz de Albuquerque Pes-
soa; appellado, Joao Colho de Souza.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
smbargador Gitirana.Appellacdes civeis : appel-
lante Bento Nones da Silveira; appellado, Dr.
Olintho Jos Meira. Appellante, Felippe da Cunha
Luna Araajo Rocha ; appellada, D. Anna Joaqui-
na de Albuquerque. Appellante, a cmara muui-
cipal do Aracaly ; appellado, Antonio de Moura
Silva. Appellante, Francisco Antonio Pereira;
appellada, Rita Mara de Josas. Anpellante, Hen-
rique Jos Alvea Ferreira; appellado, Rodolpho
Velloso de Azevedo. Appellantes, Jos Victorino
de Rezende & C.; appeados, Monleiro Correa
4 C.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
AppELLAgES cniMES.Appellante, o juizo; ap-
iada, Maria, escrava. Appellante, Domingos M-
ximo da Trindade; appellada, a jostiea.
Appellacoes civeis.Appellante, a fazenda; ap-
pellado, Antonio da Silva Gusrao. Appellante,
Joo Vicente de Luna Freir; appellado, padre
Antero Estanislao Oariqae de Vasconcellos. Ap-
pellante, Joao Bantista da Silva; appellado, Anto-
nio Ricardo de Mendonea. Appell Luiz
Ferreira da Cuta; appellada, Maria da Conceico
Chave
PUBLI
DIDO.
PAO D'ALHO 87 DE AGOSTO DE 4870.
As correspondencias do missivsta desta comar-
ca para o Liberal, publicadas 23 e 24 do cor-
HfrAi^0 oaco '"'aressantes, tao despidas de
nvidad5, qu3 quast nao merecem rsposta. Mas
como promettemos nao deixar de responder a
iioalqnar escriplo de tal senhor, era que fosse a-
dulterda a verdade dos fados, vamos curaprir a
nossa prona.
Bem disspins da ontra vez, que ara era balde
mostrarmos claramente as in-exactides com que
esse correspondente narra as fados, por menos
importantes que sejam : elle est Uto aflato a
mentir, que difflcl seaao mpossivel corre-
gir-se.
Desta vez, como de todas as ontras, as soa* cor-
respandencias cnmpdem-se de falsidades, epitbfttos
injuriosos e instrttos, dirigidos aos mais Inoffensi-
vns conservador* desta villa.
Aida rjae n'ama dellas figure como autor o
Soldaio Velhe, e n'ontra o Independente, ambas
foram sahidas da biliosa penaa do cameliao enlu-
tado, nnied liberal daqni, capaz de mentir tao des-
pejadamente.
Mai esse iihtralfo, qoe tanto grita contra as
perseguicoes; a,u* dit por lod a parle seren os
conservadores amigos de a-ylar ertminoss ; est
no caso de atrar a primeira pedra ?
Sem duvida qne nao: era sua propria casa,
acha se acoutado ha mnito lempo o assassino Cbris-
lavo, e i sentenciado Ignacio capo, est agera
oceupado Ara envernisar todos os seos i mo-
vis rf...
Ah I mea amtoo, se houvese persegnicao, oa
mesmo se as aotnaes autoridades policiaos cum-
arinottl rigorosamente o sea dever, certamente V.
S. nao eslava io des,assombraJo : dar asylo em
sua casa a assassinos ou roubadores, 'crime pre-
visto^pelo nosso cdigo penal.
Passemos adiante ; a nossa missao nao denun-
ciar iiiguem, e si de passagfin fallamos em taes
fados, foi imente para mostrar que conhecemos
bem de porto o nosso antagonista.
Com o pse-ionymoSoldado Vetho o nosso Ca-
meliao enlatado afQnia qoe Ilies dissemos em
uo.-sa earrespondemia pastada acjWgm-se reco-
Ihtdos os Srs. lenentecoroiiel Luiz Xaranho, e
inajor Silva Cabral. Anda o syema de men-
tir I
Ora. raeu senhor, faz obsequio de diier-me pelo
amor de Deus em i|Ue parto de min'ia correspun-
ciicia leu semelhante i>u.-a ?
Era possivel, que eu livesse avanzado urna tal
prgposicao, quando se da inleiramente o contrario
qu ? I...
So tem essa esperanca desengane-se : eu nunca
vi aquellas dignos conservadores, tao conservado-
r es cuino agora. "
Pij le ficar cerU de que lles nao, tem o menor
descosto, o mais peqoeno rescentioento, a mais le-
ve niranelade: a diracciu aoioal do partido, a
marcha que le.vam os negocios pblicos ; emm
ludo est de harrnonia com o sea modo de
pensar.
Por ah vai errado Sr. Thimole'o ; invente outra
COUS. *
Continuemos. Di/ o mentiroso Soldado : os
festejos foram s liberaes; s npparecemm conser-
oidores sem nome como 'anciano Canguc,' lian-
gel Barbudo, collector estellionatario, e Joao Paulo
punca ou alferes mendigo.
Ora, sou seu criado !... pni* entao o Dr. Jacin-
iho do Memlonra em companhia de oiros conser-
vadores onsegiie reunir a quantia de 4005, que
foram depositados em mo do alfares Manoel Al-
ves; rom esse diulieiro fazem-se os festejos; e
V. S. diz, que elles foram s liberaes ?
O I qne diabo de gosto por fallar a verdade.'
Apre !..
Si os festejos foram s liberaes, peco desde j a
reiiibuico ue 20^, que (sabe Deus quanto nwens-
tou), dei para elles : o vermelno, mais vcnnelho
de 11 villa nao pude de modo algum ter concorrido
para festejos trooraes
Diga-mu urna cousa : que mal Ihe fizeram, ou
Ihe fazem os conservadores, cojos nomos doclinou,
npezar de dker que eram sem mome?
N.io sao elles horneas inoffensivos, que vivera e
seu trabalhu t
Que damno ca'im ao pa:ido liberal d'aqui ?
Por ventara P.maiauo Canguc, ou panthera j
o devoroii cora su.is garras; as barbas do Rangel
j ) espetaram; e o mendigo Joao Paulo pedio-lhe
alguma esinoila?!
. Se nada disso se dea, para que offender qnem
esla quieto ?
Por parte do collector Jesino Carneiro, esla-
mos autorisadj a declarar Ihe que elle despre/.:.
e devulve intactas todas as injurias irrogadas /ua
pessoa : elle est muito cima dellas enera de le-
ve o podem tocar as calumnias e aleives assacadis
com o lira nico de naaaqbar a sua repulaco li.'
mada.
Nao pegam as bic'n- !...
Chegou .1 vez ao Cameleao lhW?rarpbesadO em
Independente.
Amia a diesma historia do Ribeiro Fund; aii^
da a inusma historia da creanca sahindo pela in-
da d'uma das Tacadas qn voo a mmher de
Bengalas; ainda a mesma historia daperseguigo
ao Santo Ignacio! !...
Como ludo isso ja esla completamente refutado,
nao ha o que responder.
At sempre
O despertador.
Ao publico
Come$am j a ser publicado os, de ha
maito annunciados, omeio do Gxin. Sr. pro
vedor da Santa Casa de Misericordia, em
resposta aos artigos que publique! reiotao
do o relatorio de S. xc ua parte rslativa
ao Asylo de Mendicidades
Dizerp-me que essi's ollcios soberrt ao n.
de I!), e que todos elles me fazem mais ou
menos oar^a. Espero, por isto, a publica-
cao de todos, para aprecia-los conveniente-
mente.
- Os que estSio publicadas tem resposta. f-
cil e satisfactoria, veremos os oulros.
Entretanto pecoao publico qne nao se dei-
xe levar pela irnpressSo qne taes ocios
possa casar-lhe; aguarde as miohas apre-
ciacoes, e depois faca justiga quem a
tiver.
Quizera prevalecer-me da occasio, para
adiantar ligeiras consideraces. sobre fados
que se teem passado nessa mapa quesiao
do Asylo de Mndicidade, mas o meu esta-;
lo de sande nao me permitte que o faca
hoje.
Fico, pois, nestas linhas, e amanhaa. se
poder, direi o qne hoje n5o me possivel.
Recife, 29 de agosto de 1870.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
Caso grave.
AO EGREGIO TRIBUNAL DA ELAgAO E AO RESPEITA-
VEL PUBLICO.
Hoje deve decidirle no tribunal da relaco ama
causa importante e assaz grave. Nada menos pre-
tende-so que sacrificar urna orpha de li annos,
de idade, berdeira de cerca de 30:000^000, su-
getando a tao cedo a ura casamento infeliz, pre-
parado qnasi as- trenas por um tutor fallido na
iraca, o qual de roaos dadas com o noivo, sen ca-
nhado e caixeiro, intenta satisfaaer seos coropro-
inissos commerciiea eom a fortuna daqaella des-
protegida menina.
O procedlraento desso tntor cansn tanta indrg-
naco, que immediMamente foi demethdo pelo Dr.
julz dosorphaos.
Fazraosum lijiafra histrico do qoe tem occor-
rido quanto ao dito cgsara.en.lo.
Quando morreu o pai.da referida menor, eslava
ella sendo educada em am callegio na cidade do
Porto. O antecessor do actual tutor, pretexto
de que os rendiraentos eram exiguos .para susten-
ta-la na Europa, no que nao navia exaetido, pois,
arretdados por baixo preco os qnalro predi
menor, rendiam, como ainda rendem, l^'OtK)
mens.aes, mandou-a. regressar para esta cidade,
mediante previo cunsentimento do juiz.
Depois de estar ella aqu, em vez de recoihe I*
amcollegio, onde podaste completar sua educa-
gao, couservoua em sua casa, dando-lhe apenas
por mestre de piano am curioso durante don
tres mezes; e, tendo arrecadado em porto de doos
annos cerca de 5:000*000, consom s era
, concertos de casas floaodo ainda credor di mesma
carador.
Ese *ator, aehaM*-s* eomproraetd(V na prae,-i
em avultadt quantia.e vendoserem protesUda
eltras, pi uesperadameme pera a dita
menor ara casamento com o fe mha-
do, sobre o qual por tilo cresda a sustentados
exerce sarama ascandeiicia. Esse eawmedlb pro-
curou4e fazer s carreiras e occahamanie, tanto
qne nao foi c 'mmunicado mi da roeaor, que
mora na cidadi da Victeria, e que manlinha rela-
C5es cm a menor e sat mto'r, era cuja casa se
hospedava, qnando vinha visitar sua lllba, como
aconteceu pela festa ultima do Natal.
O dito tutor, tendo de informar ao juiz de or-
phaos sobro o casamento, ifccbrou quo o pretn-
deme era de excellentes qualidades, mas para
evitar alguma syndicancia, occultou infielmente a
circumstancia de ser elle sea eanhado e-caixeiro,
o que o constitua suspetto.
Se esse caixeiro por mus pons til aloe- era capaz
de fe'.icitnr a mnqa eom qnem *tasasse. por que o
tutor nao o destinou sua filha, maior de 22
annos?
Foi passado o altar de licencia, oin ser efec-
tuado as trevas o dte casa me oto, qnando feliz-
mente urna eircanisiaacu imprevista obrigoa o
jaiz a susnende-lo J na occa<'5o em que o vigario
de S. Jos encarainhM-se para cetehrar a compe-
tente ceriuior.ia,
Algniis meaes antee havia o juiz, com previo pa-
recer favorawi do dito tutor, eonceJido alvar de
licenca para aue este ealetrrasse con Jet Pires do
Carvallro arrendamertw -dd arba Ms'aasas cora-
pmmettendo-ite o rendeiro a fazer bemfitorias no
valor de-1:400*000.
Lavrada n oscriptara, niio assigaou-a logo o tu-
4or por causa de diversos afazeres, mas o rendeiro,
confiaudo nello e na efflcaeia da datiso de um
jaiz circamsp*c.to, execatou logo as obras qne
se obrigiu, e alera disto outras para sua eomrao-
didade particular.
Estava tranquillo de que o tutor em todo o lem-
po assignaria a dita oecriptura, quando por acaso
di-seonlion qne se promnvia casamento para aie-
nor, o qne loen veriticoj. Exilio ene que fosse
assigaada a escriptnra, e recusando-.-e a isse o tu-
tor, quem coa vinha. dopois de seu estado de
Silencia, deseatnaraejar de quaiquer onus os pre-
dios da menor, reronvu Gatvftng o juiz dos or-
phos, a ente man-lou que o tntor Mere em praso
breve sua adormiten : o tutor, adiando essa in-
formarlo, apn's:'.u o casatneiiio, porque, reali-
sado este censan a intervem-o dn mesmo juiz, a
o iirrendamenio nao se txei-tii;iria. O juiz per sua
dignidad* aoctoil eni ind.' *nte chicaiw. suspen-
d^ndo, al decidir-so o m-idente. o alvara de li-
cenca que havia rmddido para o tal casamento.
Das depois Mirgo Inopinadamenin nerta cidada
a" mi da menor rindo a cidad'- da Victorir, onde
tambem por am acaso ehegoa-llie a notic a do ca-
samento da sna (liba, o qoal ella correu a impe-
dir, por julgalo inronvemenie e eonlrario felici-
dade da menor, urna vea que o uoivo Ihe era bem
Conhecido.
Hospcdnn-sc em casi d'i proprio tator, sea eom-
padr.*, quem francamente rxprboa o escndalo
de promover para a dita menor um casamento
clandestino, no qual por cerU ella nao poda con-
vir, pois sendo mai nao quera ver sua filha ex-
posta s masinas tri* yicissjiudes e desgranas,
que Ihe resultaram >le um casamento precipitado
e Infeliz, qne ella f z deom de morto a pai da
meni r.
.Ni da 19 do junlio dirigio-se casa de nra ad-
vogadu quo Iba indjaaram, e daln, ape.-ar de ser
um domingo, eneamiiihon-so com nina petino ao
Dr jniz don orphos. Nessa pptnrSo aHqprra ella
que o tillar mterpssavii-i por til casamento nao
por bem da orpha, mas uu intuito de podar asso-
ciar-se com o nnivo e dissempetriiar os seus com-
;.r.i ii.-s.rs un pfca que a menor era ainda una
fina sem ud nenio physico e iulellec-
tual n-*coss;. i:rpara contratar malmnofio, e o seu
Brelendente tinha 3i annos, mais do duplo da ida-
de daquella ; qne e9te pra aten disso u:n hornera
infpto, ocioso,' assal proletario, a incapaz de pro-
curar os mai os de vida, accresendo q-.ie vivia em
Concubinato com urna moca, da qual tiuha um li-
Iho ; o conc'nio podindo qae, sem perda de lem-
po e antes de man Jar ounr o dito tutor, tomasse a
providenciado recolbera menor casa de alguma
familia boneTta, pois recei.ava que o tior ao d-
confiar que o oanamento p ktaaba ser tolhidn, pra-
maria algnm acm ain la menos digno.
O Dr! nf de orphaos por Hiintn escrpulo nao
despac li ii letipo no mesmo dia 19, eso o fez
no dia segointe, mandando primeramente ouvir o
dito tutor !
Mal pensoa a mai da menor que o tutor e seu
procarador Ihe apresan tem n imlaa o pnws na-
quelle dia 19 Tenieu o dil tuior que no da se-
gninte apparecesse a'fgama providencia da pane
do Dr. jiii/. d-.' orpTi i*, e is-> prova que ell>* nao
tinha sinceridad a boa f, pOi-> so o casamento
fisse conveniente tnda flevhra recelar nem elle
nem pretend-nt.
Eis o que logo com grande escndalo occorreu.
N'a noii irio da I9achava-se a'maida
menor junto do sna fi:ha, ijr.an.1o o tutor procu-
rando distrahlla aqyti.la-a naca a sala da treme
< b n preti-xti de ler eont ella nina conversarao
mais p.irlical.ir i -.v e i ella a t.-.l convite, sem
uensar que era a victima rt un a inystiflcac.
nstame depois yei-i um filha do tator annunciar
i|Be a meiior l;:v,a i.i :ilo nujnelie momento .'
Que tarca mi-orivel !
Qu;?.--a liigir ii.:. rapto para l>rnir-se necessa
rio o t ni. I i ; --js- depois qae o tutor,
auxiliado pdr alguns amigos, Iinha maiulado reco-
llier a menor ,a casa de una familia hMesta no
aterro dos tflbffSdas.
E.ilao lesappareceram os escrapnl sdoDr. juiz
de orpho-, o qual lora >n-se enrgico, demittindo
Bimtadiilamente o tal doator ; e faz nda o substi-
tuir pelo ;i***oci::nte Lniz Antonio dos dantas Pe-
reira, parean e amigo do Buado pai da mu i.
Reconherenlo o estator que a menor havia dp
ser semure descobarta, taes foram as providencias
tomadas pela polica, foi no dia 5 do mesmo mez
pedir ao Dr. Pereira do Canso, que a recebase
em sua i-a-a. e ponco lempo dejioi?, no mesmo
da, vi -- i Cun u seu procurador
conduzi-la c-n nm Carro casa do referido doiitur.
o da seguate fui pe' jaiz interro?ada a me-
nor; .i qual, cora toda a franqueza e sem cons-
traugineni" algnm, d-.-larouque sur. honestidade
de modo algoai havia sido violada.
0 pretendeote, e inh icieu lo que pjru seus fins a
mi da menor era um grande embarazo, nrocurou
nVrar-se d'ella e o consegmo, allegando que sendo
a mesma casada nao puna figurar em juizo sem
consentiraento de seu m trido. Elle sabia que era
mpossivel tal consentimento, pois o marido a ha-
via aband mado por pstar em eo-icabinato com nu-
tra mull, r.
Felizmente o novo mtor sonbe comprehender os
seus deveres, e pronuncim-se tambem contra tal
casamento, an qual igualmente oppozeram se ara-
bos os curadore-. lano o peral como o id litem.
Com a certidlu di prote-to de 1 letras assigna-
das pelo ex tutor, foram outras pmvavelmente pro
testadas depois da data da cerhdio, e com o depoi-
mento detestemunhas que loram companheiras e
pairdes do pretendeiite. provou-;e que este, alera
de vagaroso e negligente, nao tem aplido alguma
para o consmercio, sand i por isso despedido de di-
versos e-labelecimeutos onde tinha sido admittido,
como os denominadtu /.ija, Baliza, Duas Amerf
cas, Propheta e dous na ra da Praa pertencentes
ao Sr. Jo? IV m Hamos de Oliveira, quem apenas
elle servio durante dous mezes ; provou-se tam-
bem que elle vivia com ama moca, da qual tem
am filho. e qae mora norteo de S. Pedro.
O pretndeme caixeiro do seu cunbado, por-
3ue ninguem como tal o quer mais aceitar ; o to-
os sabem que seu cunhado o admilte antes corao
um proiegido do que como seu empregado. Um
bomem que desde a sua infancia apphca-se ao
commercio e at os 29 annos ainda caixeiro, d
bem triste copia de si! Anda o noivo nao achou
am patrio que Ihe offereeesse a menor vantagem
no respective estabeleciinenio. nem inesrao o sea
proprit* cunhado nao extraordinario, sendo
elle bom caixeiro !
O qne, porm, em tndo cansa pasmo e sorpresa
o vergoohoso meio do qae ltimamente laneon
mo o preiendeoie, quinto vio se perdido e es-
roagado pelas pro vas prodazidas qontra elle. Ca-
Inmniou a fiezar do modo franco e
terminante por qoe effa ua prsenos do Dr. jufi de
orphaos deciarou se pura Quem diria !
Que immoralidade !
I Certos faetos por si s basUm para caracteriaar
*nm hornera Eentretanto o Dr. juiz dos orphats
ainda per excap pulo, despresando os pa-
receres do tntor. curador feral e carador ab li-
tem, aatorisoujp casamento mediante urna escrip-
tura ante t : :d". ondft se estipule ficarem osbens
da men-.i! do rgimen da eommnnhao,
al f scriptura possa garantir a fel-
cidadp da menor O marido nao elle o admins-
trale ao pode gastar eomo qolzer oa

eVsef
la sir#m
Ojaniiii
dando-se assiui
orescida idada posea rnelhor reflaer sobre o acto
qno impensadamente deseja, o te cruelmente a
querem arrasur.
E' de esperar qoe o egregio tribunal da ral acia
corra em aaxilio da pobre orpha, salvando-a de
um eminente
criftcio
*
rrrolAglaT
A eruenra parca ceTofl o* doce ffo aa existencia
da m|s desvelada esposa, 4a mais carraosa mai.
Ja' nao existe D. ClemeiUina Dornellas ('-amara,
consorte de meu amigo o Sr. Marcolino D. Cmara.
o aage de rio justa dr en venho offerecer a'
rasa anp;o ama lagrima de dr, e participando de
seu pozar trazer-lhe astft consolacio, que o mais
que podemos era) oceasities taes.
Dazanove annu* foi casada, teve de sea consor-
cio ara S ftlbo, ob>ecto de sua predilecto. Sera-
pre toronla em socorrer o pobre : a suavidade
de saas maneirswen inebriante, a placidez, am
raro bom senso, o extremoso amor para seu ma-
rido, o continuado disvello para loda sua familia,
erara as basas de suas virtudes, unidas ao santo
amor e temor da Daos.
Avisinhada a mofle, ella a receben, proerindo
estas palams-^anao o florofdo dividido em tres
partesama Ota, meu fitko, out> a i tua, meu
marido, e a terceia de Deus, leco-a comigo. E
n'um ibrir e fechar de olhos transpoz a hunrani-
dado, e coraparervii au Throno Divino, onde rece-
ben a palma dos justos. Dai-lhe, Senhor, o des-
canco eterno.
Recife 9 d agosto de 1870.
B.L.
STS!
AO CAO LA01UDOR DE 1TAMAKACA, SOB
0 NQME DECABO'AGOSTINHO.
Existe nesia ilba de Itamarac um cao,
que nos tempos da petiea ligneira assola-
do pelos seuliorfes de entao, avanijava e
morda mn'u >s wim: chegoo a fazer > 1-
gumas prezas importantes; era emfim o
terror deste infeliz lugar, e disso faiia o
seu molo de vida: mudaram-se os lempos
e a poltica actual pudendo quebrar-ilie os
cofrtentnu-se em pnr-lhe um acamo,
o tal cosinho actualmente de cauda
abatfja, dando pinotes bravios e rosnando
aquel! es a quem deseja morder ; porm que
cuitado, nao porte.
Estp cao Srs. Redactores, o noticia^or
do Liberal a, 236 de 25 de agosto corren-
Wquje no seu furor e sob ? capa do Cabo
Agostlnho, pretefide desconce'tluar diversas
pessas deste lugar, entre as qaaes o Sr.
Manoel Lopes rl'Amaqncrqoe, professur de
instruceo primaria.
Esle senhor aqu bem conceituado, ja
como particular.e j como empregado pu-
blico,! e nao por certQ vis detractores,
que l>ao de marear sua illibada t-.*putac5o ;
quanto a linguagem giria deletn, pint do
a manta etc. con reticencias, tire o tal
..< ladrador a mascara e declare su.-i signi-
licacao, porque o Sr. Manoel L d'Albuquer
que tem consciencu de sea pro edimento
exemplar. Pelo bem elaborado da noticia,
em goisa de conversa, corresp .ndencia, ou
n5o sei qOe, pdde-se ajtrzar de seu autor,
e por issA n3o merece que se Ihe d res-
posta.
0 Oitizeiro.
ALKANDSba
tendiiuenio de da la 17. .
dem do dis 29. t
848:338*088
i: 169*385
872:527.' 473
foiaicessahidos --.im fazenda
Fdem idam com gene.ro?
OVIMENTO DA Al.FANDEG-
folumes onr^vlos com fnzandaa 230
Idom ideas coa genero-. 471
-- 701
98
81
------182
DescarrejuD hoje 30 de agosto.
Patacho portuguez Rettauracomercadorias.
I'aucho nort'.-.all.'.nii.'-ft'fomercadorias.
Brigue inglezDauloe dem.
Brigue italiano5/aoi'dfarinha de trigo.
Briaue italianoSapiane dem,
IRialJKDORJA i>t. HENDA8 INTERNAS liK-
RAH DE PERNAUBCG.
tendi:iento da dia t a 27. 58:457*337
idemtodia 29........ 4:233*346
62.69C883
CONSULADO PRV1NCAI,
rtendimenta do da t a 27. 70:758*479
dem do dia 29. 4:Ot8117
74:776*596
MOifIMENTO 00 PORTO.
Navios entrados no dia 28.
Itio d1 Janeiro e BabiaI das, vaoor inglez Dou-
ro, de 1785 tone adas, commaudante Thwaites,
ejuipagem 130, carga varios gneros ; Adam-
son ilowie & C.
Goyanna6 horas, vspor brasileiro Parahyba, de
104 tonelada-, commandante Oliveira, equi?a-
gem H, em lastro ; a companhia Pernambu
cana.
Nucios sahiios no mesmo dia.
South.ampton e prtos intermeJiosvapor inglez
Douro, commandante Thwates.
Parabarca portugueza S. Joao, capitao Manoel
Pe reir Leite, carga assucar e outros geoeros.
Mamangaapevanor brasileiro Cururipe, comman-
dante i. H. da Silva, carga differentes gneros.
Navios sahidos no dia 2.9.
Barcelonasumaca hospaohola Joven Adele. capi-
tn Paulo Casloli. carfa algodao.
Rio da Pratapatacho hespanhol Miguel, capitao
Salvador Manstany, carga assucar.
Purtas do sultransporte brastleiro Marcilio Das
commandante. dafil o ente Franca.
Aracaty pelo Ass hi.ate brasileiro oco Invenci-
tel, cjpillo Vicente Perreirada Cosa, carga va
rio gneros.
ObserocirSo.
Nao hoave entradas.
EDITAES.
^ .
O Illm. Sr. con elheiro inspector da thesoa-
raria de fazenda desta provincia manda fazer pu-
blico para conhecimeoto de quem rateressar, que
em vista daordem d? thesouro n. 138 de 3 do
corrente, acha se a mesma thesoorana autorisada
a pagar aos oredorde de dividas de exercicios
lindos de 1867tW pertencentes aos minisierios
da guerra, agricultura e fazenda.
Secretaria da thesouraria de fezenda de Per-
nambuco, 25 de agosto de 1870.
Servindo de offleial maior,
_______Manael Jos Pinto.__________
Porante a cmara municipal desta cidade
estar em praca nos dias 27, 29 e 31 do corrente
para ser arrematado por quem maior preco offe-
recer o imposto de afercao de pesos e medidas
peta quantia de 22:800*.
A arrematacao ser feila pnr um anno : aque-
les que pretenderem eoneorrer ella, devem ha-
bilitar-se na forma da lei e apresentarem doos
dias antes aa suas habilitacous para serem jul-
gadas.
As eondigoes do contrato sero declaradas an-
tes de entrar a praca.
Paco da cmara municipal do Recife, 24 de
agosto de 1870.
" Ignacio Joaquim de Souza Leas.
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cnnba
Secretario.
Ooiisulao de Portugal em
Pernambuco.
Os Srs, Joao Macado do Amaral.
Barbosa Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Dia de Carvalho.
Manoel Laiz da Coeta.
Fajoses Jnior & C
Baltbar & Oliveira.
Francisco Alves Montoiro Jnior.
Francisco Goncalvos de Arroda.
Sebastiao de (sem sobrenorae)
Silva & Joaquim Felippe.
Manoel Gomes da Cruz.
Amorim & C.
Cbrijtovao Ferreira Campos.
Beltrao, Oliveira & C
Antonio Jorge dos Sabios.
Antonio Gonealvgi Guimarfea.
Antonio Jos Goncalvea de Azevedo.
Palmeira A Beltrao.
Manoel Barbosa IUbeiro.
Jos Bernardo da Silva.
SSo cRamatfos a comparecerem nesta mmeah
do alira de roceberera o que lites tocn en ratew
na liquidacio de alguns espolio* de itbdtoe por
tuguozes fallecidos, dos qaaes provarain aor era-
dores,
Recife. 17 de agosto de 187a________^
O conselho econoieii taria n. 9, contrata no dn .11 .lo corn>ne> nn,
com quem melbor condifi) offirecer, os ganaros
alimenticios de sorle, abaix'o ineneionados :
Arroz pilado. *
Assncar mascavo reflnado.
Azelte doce.
Bacalho.
Caf muido.
Carne verde.
DiU secca.
Farinha de mandioca. t
Feiiao.
Lenlia.
Man'.eiga franceza.
Paes de 6 oocas.
Dito de 4 oncas
Toucrabo.
Vinagre.
E para-n que convida ais -.-/inores negoriaaAes
enlregarera suas proposia- na secreiaria do mes-
mo batalhao, pelas 10 horas da ni.tnhaa ihi men-
cionado ala, ejo conirai" vigorar do 1 do >e-
lembro a 31 de deiembro .l.i rorrete anno.
Quarlel no Hospicio em Pernambuco 26 de agos-
to de 1770.
Francisco Antonio de S Brrelo JumorN
Tenimic-sei-retario.
No dia 31 lo crreme miz vao praca d
Illm. Sr. Dr. juiz munieipal da 2a vjra, a<>r arren-
damento, os dous andar-* e sntiio do. sobrad n.
31 da ra larga do Basado ne-ta cidade.
.%rremai.a^o le q?i;ilro cabra
e algisas giorews.
Hoja 30 do corrente havera' no pateo da riheir.i
de S. Jos s II horas da n anna, peranta o jaiz
de paz da mcnna frepuczi.% a arremaiacio de
quatro cabras e MgtHS i re s qao foram ap-
lehi'odidos era cuneci.-an peto fiscal da mesma,
freguozia.
O.fiscal.
Ernetftno Cavalcante de Albuquerque.
GYMMSIO DPlATICO
(No Btoutesro)
BENEFICIO DO ARTISTA
^
HOJE
SiL
te lugar o espectculo | ampielado pelo pro-
grmala conhecido d, respeitavel publico.
N. B. Havei trem espeeial gras para ida e
volta.
AMANHA
im
DA
MUITO APPLAUDIDA,
BP""
iirniiL
FABRICA DE CERVEJA
33-Bna do Genera! Victorino35
TER(;\-FEII'.\ QUARTA FEIRA
Principia s 7 l|2 horas d i uonte c findar s
II l|2 da noute.
Prcgrammas na entrida.
Preco de entrada l*00n por cada pessoa.
THEATRO

.DE6LARAG0ES.
No dia ..30 do corrente depois da audiencia
EIPRKZA-iOHBBi
COMPANHIA- FRANCEZA.
:}.a RECITA DE ASSIGNATL'RA.
Quarta-feira 31 ALTA NOVIDADE
Grande e variado espectculo.
Assim que a orchesira exocular urna das pacas
do sea repertorio, alai a principo o espectculo, o
qoal val dividido eiH ires parta
31Vd VHISTKIHd
Mademoiclle Muiette r.niara a chistosa can-
coneta
DUA*
Mr. Raynaud exibir o bello romance
NINETTE.
Maderaoiselle Coiberl executar o mnito ap-
plaudido romn
v RAYN D'AMOUR.
Intervallo pela orebestra.
Era seguida o mnito api>audido actor Mr. Ca-
rn desempenhar a chistosa cancao comic*
UN HOMME COHNE IL FAUT.
Mademoiselle Mariette cantar a linda canconeu
aldeaa
SAPZED1E' i
Mr. Raynaud cantar o linto romance
SI VOUS N'AVEZ BJENS A ME DR.E.
* SEGUNDA PARTE.
Representar-se-ha pela primeira veznesle thes-
tro a linda operetta cmica em um acto dXMTeu-
bach. intitulada
UNE NUIT BLANCHE.
Tomam parte os muito aplaudidos artistas Mrs.
Maris, Carn e mademoiselle Brescia.
TERCEIRA PARTS.
Mademoiselle Choiberl desempenhar o novo e
lindo romance
MON REV.
Mr. Carn desempenhar a cancao typo de saa.
creacao, intitulada ,
AH MALHEBR.
Era seguida mademoisejle Mariette cantara a
bella canconeta _.^
\ CANOTIRE DE SAINT CI^HID
Em seguida made rescia exibir o ro-
mance da opera cmica
DNNS.
Mr. Raynaod cantar o noto e bello romaace
LA LSBNDE DES FALAISV.
Intervallo pela orhestra-


Otario de Pemambuco Tecqa (eir 30 de Agosto de 1870

Mr. Maris desempeorar pela prime ir
mi tnlr a belliswma eancao
LA CANA1LLE.
Em segu Ja Mr. Ctron cantar a parodia co-
mea a
LA V0LA1LLE.
O* ftrs. assignantes tenham a boniiade de man-
dar buscar os eus carteos no da do espectculo
at* ao roeio da. .
O resto do* bilhete s acha-se a venda no s
criptorio do theatro das 9 oras da manbia em
diante.
O emprezario previne todos os Sr^ que sao
artistas, que este theatro est a disposicao de todo
qualquer qne queira dar espectculos, concer:
loe e reunioes, mediante um ajoste qne sera
mareado por nin- ubella que se aeba no es-
criptorio do theatr ; as pessoas que se quizc-
rem otilisar, pdem dirigir-se este theatro a
fallar cora o emprerario s na falta desle com o
riscal do mismo, Jos Beroardino Corra de Bar-
ros.
PREQOS.
Camarote de I.* ordem............. 10*000
V ordem desde n. i at 10........ ii*500
Os numero* II, 12,13el4......... 163000
Cadeiras de 1* classe.............. 3*000
Caders......................... 2*000
Principiar as 8 da noute.
AVISOS MARTIMOS.
2aoai
elstica, I guai
cadeii
fas, ooppolera> "v
oscarradeiras, salva de Electro pate, I commo-
da, 1 exeellente gnarda-roopa, 1 cama para me-
nino, iberco, 1 cabide e outros objectos existen-
tes no teroetro andar de sobrad di ra da Cadeia
o. 51, por interveocao do agente Pinto.
O leilo principiar s 10 horas em pento.
________Terca-felfa 30 do correte.________
LEIIAO
(em lotes)
DA
armacio, gneros e pertences da taberna da
travessa da Senzala-Velha n. 4, em lotes,
vmtade dos compradores.
O aheate Martins far leilo da taberna cima,
a qual se acha bem sortida de gneros de primeira
qualidade, urna boa armacao, goz e pertences para
tirar ou flcar na casa.
1IOJTE
, s II horos do dia. na mesma taberna.
Mote
J escamotiei na alfandega.
llojo jgo e sou taful.
GLOSA
J- de a omito que son pandego,
Dediquei-me a escamotagem
DaDdo ao ooiros abordagera,
Ja escamotiei na alfandega;
Mas sopraodo o vento sul
De maneira forte irado.
Fui delta logo eochotado,
Hoje jgo e sou taful.
A parte adversa.
I Qoem precisar de ora criado eaeravo dirja-
se ra da matriz da Boa vista n. 28, Ia andar.
PEDIDO
MARAMAO'
A barca Harta, chegada do Rio de Janeiro, se-
gu para o Miranho wn poucos das com a carga
que tiver, e por iasu quem quizer aproveilar lio
boa occasio de earregar, dirija-se ao consignata-
rio Joaquim io? Gom,alves Beltrao ra do Com
mercio o. 17. ______.
COMPANHlA PERNAMBUCANA
avegaciio costelra por Yapar.
Porto de Gallkihas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seg ir
para os portos aoma no dia
31 do correntia meia noite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
Ir e no escriptorio
do llatt.s n. 12.
do Forte
COMPANHlA PERNAMBUCANA
DI
Navegando costetrapor vapor
TRANSFERENCIA.
Maeeio, escalas, Penedo e Aracaj
O vapor Giqui, commandante
Macedo. seguir para o porto acim
no dia 31 do correte as 5 horas da
tare- ,.
Recebe Carga at o da 30 en-
commendas, passageiros e dinherro a fretf at s
i horas do dia da sahida, no escriptorio do Forte
do Mallos o. 12. ____;
do casco com mastros reaes, mastaros e grupos
flxos, lancha e bote do bngue norte-allemao
Cndor, em um s tete, assim como'de vellame,
cord.ialha, vergas, mantimentos, e outros artigos
salvados do me*mo bngue legalmente coodem-
nado em conseqooncia de haver batido e aben
agua a entrada da barra d'esto porto, onde apor-
tou para receber orden?, tendo j o competente
pratico bordo a sua recente viagem que tana
procedente de Trieste com destino Babia, car-
TOgadO de farintia, a qual, por sinistro causa-
o, fra tarobem desembarcada.
HOJE
O capilao F. lardiro, do dito brigue, far leilo
por iotervencae do agente Oliveira o conta e nsto
de quem per oncer, em presenea do Sr. gerenta
do consulado norte-allemo nesta cidade, precedida
a competente autorisacao da atfamiega, e com as-
sistencia de wn seu empregado fiscal
Ter$a-feira
principiando pelo lote do casco com mastros reaes,
mastaros e gurups flxos, lancha e bote, as 11
horas da mannia em ponto, no sali da Associa-
gao Commercial d'esta praca, e logo em seguida
ao roeio dia os mais artigo-* indicados, no arma-
zcm alfandegado do Bario do Livramento, ao caes
do Apollo.___________________._____
Mote
Outr'ora foi raestre-escola,
Fez-se agora taberneiro.
GLOSA
Eis o bello marila
Vagando Dessa cidade,
O lypo da ioimizade
Outr'ora foi mestre-escola;
Mas agora per sendeiro
Foi da sciencia encbotado
O burro descabellado
Fez-se agora taberneiro.
Monsieur Amphibio.
\" roa do Jardim n. 45 precisa-se fallar com os
segurles senuort :
Julio Adolpho Ribas (acadmico).
Antonio Gooealves da Silva (senhor do engenho
Fraga).
Juaquim Cavalcaoti de Albaqaerque Mello Filho
(Pombal).
Jezuino Augusto dos Santos Fragoso.
Virssimo Crrela de Lyra (Cruangi ou Vicencia.
Joaqnim Esteves de Gunvea (Una).
Jos Hermino Pontual (engenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Maooel Policarpo de Azevedo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Juvenal Torres.
Tbome Joaquim do R*go Barros.
AVISO
I
= U Sr. Joaquim Das de Altneida Costa queira
vir concluir com Tasso Irritaos & C o que tratou.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, I* andar.____________
MOFINA
jfe
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em poucos
das o patacho fres Aviaos, por ter alguma carga
engajada ; para a que Iho falla, trala-se com o
consignatario Joaquim Jos (onralves Beltrao, u
ra de Commercio n. 17.
RIO DE JANEIRO
Para o porto acuna segu com brevidade o bri-
gue oacional k.ahel, tem parte do sou carregamen-
lo engajado : para o resta que Ihe falta trata-se
com.os consignatarios Antonio Luir de Oliveira
Azevedo 4 C, na da Crm n. 57, le andar.
Rut re Janeiro
Pretende seguir para o referido porto com >
poisivel brevidade o patacho Monteiro por ter por-
ijo da carga engajada ; e para a que lhe falta
;cravos a 1*0**, trata se com o consignatario Joa
inim Jos Coucalves Beltrao a ra do Commerc i
n. 7
COAIPAAHIA PEKNAMBCAN/
DE
Navcsaco eosteira por vapor
Parahyba. Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty./.car, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama. comman-
dante Azevedo seguir paraos
pollos cima no dia 31 do corren-
as o horas^da tarde. Recebe car-
ga al o dia 30, encommendas
nassagwrs e dinbeiro a frele at as 2 horas da
urde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12._____
americana e
raifr papeles a vapor.
At o dia de setembro esperado d"S por-
tos do sul, o vapor americano terrimack, oquil
depois da demora do costume seguir para New-
York, tocanrie no Para e S. Thotnaz.
Para fretes e pastagens traU-se com os agen-
tes Henry Forster & C. ra do Commercio n. 8.
Frete sobre dinheiro ) / Para qualquer por-
to da escala do imperio/sendo quantias maiores
de I0:000000.
Tendo aberto seguro em Lnudres sobre libras
esterlinas 100,080 por qualquer vapor da linha, a
.ompanhia segura qualquer remessa de dinheiro a
1/6 V^-para qualquer porto da e?cala do imperio.
O valor deve ser declarado em libras esterlinas
e o premio pagavel na mesma moeda ciu seu equi-
valente.
Para Maco sabe o patacho Bom J'sus nes-
dias e para o resto da carga recebe por todo
preco : tratar na ra da Madre de Deus n i.
W
Preiende seguir para o referido porto em poucos
dias o palnabote Rosita por ler a maior parte da
arga, o para a pouca que lhe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Concalves Belti.ui,
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILO
DE
doos reljgios do algibeira, dilTerentes livros, msi-
ca para plano e rabeca, 1 piano, 2 rabecas, di-
versos movis perlencentcs ao espolio do tinado
Carlas Steuber
HOJE
Ter$a-fera.TO O agente Pinto levar leilo, requerimiento
do Carlos Steuber, e por mandado do lllm. ^r..))r.
jo de orphos, os movis, livrcs o mais objectos
pertencentes ao mesmo espolio, o constante.- I o
Andado em poder dp mesme agente, as 11 horas
do dia cima dito, no terceiro andar do sobrado
da roa da Cadeia n. 51, onde haver leilo de mu-
V8, Jonca e crysus.
LEILAT
DE
Movis, luuca e vidros
ABER
Um piar ima mobilia do acarand com
1 sof, I srdineira. i co ras de bra-
cos o 18 de guarnicao, 2 serpentinas, 1 e?pelho
grande, i vistas, esleir para forro de
sala, 4 veneziaaas, i na
LEILIO
les-
DE
pianos, mobilia, 1 exeellente guarda roupa,
lame, consolos de Jacaranda com podras, ca-
deiras de bataneo, cadeiras avulsos, louga e
vidro>. .
Diccionarios inglezcs, francezes, allemaes, italianos,
latinos e portugoezes, msicas, dilTerentes livros
e 1 rabeca
Ao commercio.
O abaixo assignado declara aos seus credores,
que nao pode, como annunciou fazer no dia 30 do
eorrente, os pagamentos da primeira prestacao de
sua concordata vencer so em ; utubro vindouro :
porque os Srs. Pedro Maory. Pereira Canleiro e
Francisco Kibeiro Pinto Gaimaraes se recasaram
entregar-Mie para este ftm o dinheiro, que toem
em seu poder, pertencente ma'ssa do abaixo as-
signado, que receberam como membros de urna
commissio nomeada pelos seus fiadores por um
convenio particular, celebrado entre eses; e v
meslo abaixo assignado recusa, pois, esta que foi
feta, alav de outros pietextos sob o de que vo
annullar a sua concordata : e, requerendo ao lllm.
Sr. Dr. juii do commercio a eutrega do dinheiro
para t-sso fim, foi decidido por elle, depois de ter
ouvldo a commissao. qe o abaixo assignado a
guardarse a sua deci-o sobre a nuliidade da
mesma eonsordala pelo seguirte despacho : Jun
. te-se aos autos. Aguarde o supplicame a deci-
. sao sobre a nuliidade da concordata, em relaco
. qual o convenio particular nada signilica, e
nem pode regular as relaedes jurdicas do
concordatario, fiadores e credores, como "por
. umaou mais vetes j delarei nos autos, o
t Recif?, 27 de agosto de 1870.Barros de La-
cerda. >
Espera, pois, o abaixo assignado a deci?a> desse
incidente, para proceder de confrmidade com
ella. Recife, 27 de agosto de 1870.
Joaquim Francisco do Espirito Santo.
Hoje
:J0 de agosto, s 10 e meia horas em ponto
por intervencao do agente Pinto ,
no sobrado da ra da Cadeia n. SI.
LEILO
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Moli, es-
crivo na cidade de Natareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador- n. 18 a oocluir
aqoelle negocio qae V. S. se eaapromeUea reali-
sar, pela terceira chamada desle jornal, em fias
de dezembro prximo passado, o depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e nala curoprio,
e por esto motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V S. se oev lembrar que este negocio
de mais do oito anuos, e quando o senbor su
filho se achava no estado nesta cidade.
11 ID
F G d Oliveira r<09suindodonsmafmficos pre-
dios bem conbeeidos pela sua beltexa, solidez de
constrnecao, e ameaidade de situa?oes salutferas,
sendo a de um na povoacao do Poco da Panella,
-com rando quintal murado e bem planudo, o a
do otttro no lugar da Torre, (de so actual mora
da) com extenso sio esmeradamente planudo dos
meibores arvoredes fructferos e adornado com
deleitoso jardim, sondo ambos em solos proprios,
um porto, e outro margem do nsonho Capiban-
be : nao Ibe eenvindo possuir senao um, vende o
outro a dinheiro ou a praso, conforme seja con-
vencin* do. _-_'_
EsUs duas valiosas prepriedades, que unto la
tem reaicar o embellesamento dos ricos como ma-
ravilbosos subnrbios desU cidade, e assas conhe-
cidas pela sua belleza, e comroodidades que oftere-
cem para moradas de familias decentes, por nu-
merosas que sejam, devera por ceno attranir a
altencao dos pretendentes a escolha de qualquer
urna dellas, tendo-te porm era consideracao, que
sao propriamente para quem saiba amenisar os
trabalhos inseparaveis da vida, com as depuras do
descanco uo lar domestico ao lado da familia que-
rida, e nao para os egostas mesquinhos, que ve-
getam e nn vivem, pondo a mira sonriente no sr-
dido calculo do interesse pecuniario, deixando
ludo aflnal.eaps vida miseravelmente cousumida.
Nesus reveladas condicoes, qoeiram os verda-
deros pretendentes dirigir-se ao escriptorio do
annnncante, roa da Crnz n. 53 primeiro andar.
Theatro Oiiniense
Sao convidados os sonhores socios reunirem-
se quarU-leira 31 do correte a negocio de ur
geucia.________________________
Aluga-se um andar de mn sobrado la de
Pedro Alfonso : a tratar na ra da Imperatriz nu-
mera 63.
pelo
HOJE
Pestaa.
agente
DE
2a saceos marca diamante 12 dentro, P R dos la-
dos, com pimenta avariada de agua salgada f
com falU em algnns saceos, vinda de Londre>
no navio franca l.oisa, chegad este porto no
presente mez, e seio vendidos em leilo hoje
s 11 horas da manha, armazein do Aunes,
defronte da alfandega. .______.
LEILO
DE
Urna mobilia de Jacaranda Lniz XV, composta
de 12 cadoiras de guarnicao, 2 de bracos, 3 de ba-
laneo, jardineira e 2 consolos com marmore e
sof', 1 di:a de amarillo com ponco uso, 1 piano
de Jacaranda, 1 guaida-louca, 1 guarda-rou-
pa, 1 mesa elstico, 1 cofre francez, 3 com-
inoibs -i 3marello, l meia dita, 1 cama fran-
ceza do Jacaranda, i diu de mogno, 3 marquezas.
W cadeiras de guarnicao, armaiio, de amarello, 2
sofas, diversos pares de msolos e mesas redondas
de amarello, lavatorio?, bancas, marquezas, meio
apparelho de porcelana branca para jamar, 1 dito
dourado fino para almuco, 4 pares de lanternas
com pinhente*, I binculo de margm, 1 relogio de
parede, 1 balanca systema mtrico, 1 grande relo-
gio com figuras e muitos outros objectos
Quinta-feira 1 de setembro.
Augusto Seixas far leilo dos objectos cima,
por intervencao do agente Pontual, no arraazem
ra do Imperador n. 16. s.ll horas.__________
urna mesa de pinho, I relogio de parede, 1 caixa
l eaixa 'e pinho do Porto, I barril de quinto
vasio e I caixa com cha
Quintafera 1 de setembro
no armazein
ra do Imperador n. 16, s 11 horas.
O agen-e Pontual vender em Ieilao os objectos
cima, pertencentes massa fallida de Antonio
Jos Gomes, por mandado do lllm. Sr. Dr juiz do
commercio, e a requerimeoto do curador fiscal
da dita allenria.
AVISOS DIVERSOS.
.Acommis ao, encarregade
pelo Exm. Sr. pr> sitente di pro-
vincia de promovrr a libertaeao
de crianejas OSt xo ff minino avi-
sa as pessoas inleressadas, que
deverao mandar os libertandas e
as propostas, constantes de cer-
li(la-) de baptisiho, e declaraqaol
do ultinn pre<;o, ao patjo da c-
mara municipal at > dia 30, das
10 horfis as 2 da t Os ailvogados Ant nio liurses da Fonseca e
seu filho Bentu Boige i d Fonseca, continuam em
seus escriptoi ios roa do imperador n. 37, entra-
il i a esquerda. Podom sor procurados lodos os
das meis de 9 horas da manha s 3 da Urde.
Ae^itam cansas pun Santo Antao e termos que
ffeam visinhos estrada de fetro do Recita a S
Fran-is ro.
Se oc:upam de quaesquer appellacoes, (ner des-
la pi'jvincia, quer das sujetas ao veneraudo tri-
bunal da relaco.
Precisa-so do urna ama que saiba engommar
preferindo-se -escrava: na ra da Penha n. 23
Io andar.
Precisase de urna ama para o servico de
copeira : no hotel francez, ra das Larangeiras
n. 10.__________________________________
Precisa-so de um m deque de 12 annos oe
idade, para criado de uma luja de fazendas :
traUr M ra eslreila do Hosario Q- H_________
vPrecia-8e de uma mulber que cosa e en-
gorme com perteiQ|o : na ra da Aurora n. 40.
Aluga-se a easa oeduus andares o solio da
la Aurora: na mesma ra n. 38.
para familia a meiade do uma casa
por c idepondente. por lOOO,
Aluga-se um sitio perto da cidade com onrii-
modos para familia,: a tratar na ra da Impera
triz n. 63._______________________________
Agencia em Fernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
Maisa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigcDs e dar-
Veodas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapes no Rio
Grande do Norte, com trras casas e armazn*
de am e outro lado do rio, logar bem conhecido
pela sua importancia commercial, cojo porto ofle-
rece muta facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moente e eorrente, com cinco
leeuas de trras de mattas virgens. oito escravos,
bois, bestas e alambique ( ou somente o emgenho
com as trras que eonvier ao comprador). Estos
propriedades vendem-se por baratsimos precos,
e tambe se permutam por engenhos nesU pro
vineia. Parahyba e Alagas, ou por casas as ea-
pitaes das mesmas : tratar com o proprieurio
major Fabncio Gomes Pedroa ra da Cadeia
n. 25, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
D. \\. BO W
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52%
Passmo o chaf riz
Machinas vapor systema melhorado.
Roelas d'agoa.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, i
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'ajfri-
cul'ura.
Tudo por preco muito redazido.
IOS.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catharticas.
Aluga >e o sitir jardim botnico, com muit"
boa casa de vivenda e outras para escravos, ayua
de beber, gasto e frrea; muitos arvoredos fruc
tifero, exeellente terreno para capim e verduras.
Tambera aluga-se a melhor cosa de Olinda na ra
do Bom Fim, com sitio, agua e casas para escra-
vos e casinha independentes : tratar na ra do
Bom-Fim, casa junto a igreja.
COMPANHlA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OlilXDA.
Comprase dorrnentes de loticica e secu-
pira, amarello, sedro e aroeira, de 10 pal-
mos de compridos e 8 polegadas de largu-
ra e 3 1/2 de grossura na estarlo da ra
da Auror? das G horas da manba s 6 da
larde.
Recife, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
.4. de Abrtu Porto
Quem pretender nm criado dirij:-e ra
larga do Rosario d. 20, lija, que achara com
quem tratar.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Tnp*cho n, 17, Io andar.
Sacca por todos es paquetes sobre banco de
Minho, em Braga, e sobre os seguioles lugares ere
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valonea.
i'iuimar-?--.
Coimbra.
Chave*.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vi z.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova do Famelico.
Lamego.
Liaos.
:ovilha.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Reja.
H.ucellos.
B g-$m-BMHSi
I
TIMRAWA FRAXCEZA ^
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfelcao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, la, algodo, linho, g
chapeos de feltro e de pallia etc. etc. 9
Tira-se nodoas o limpa-se a secco sem g
rnolhar os tecidos, conservando assim to- |
do o brilho da fazenda. &g
Tintura preta Das tercas e sextas fei- g
ittKttMSH mmm
Em casa de THEODORO CHRISTI
INSEN, rna da Cruz n..!8, encontram-i-
jflectivamente todas as aualidades de vinb
lordeact. Ro-orgogne edo Rheno.
Na praca da Independencia n. 33 se da d<
jhero sobre penhores de ouro, prau e pedra
jrociosas, seja qual for a quana; e na mesm
asa so compra e vende objectos de ouro e prata.
igualmente so faz toda e qualquer obra de en
toramenda, o todo e qualquer concorto tendent*
A verdadeira farinha peitoral de
5. Bento.
Esta farinha nsada com vanUjosos, resulta-
dos nos padecimentos dos orgos do peito,
como asthma ou pnchamenlo de catharros,
inflamarlo de bofe, pleurizes e na ptbysica; re-
commendando-se com igual proveito as pessoas
convalecentes
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartiiolomen A C.
34Ra larga do Rosario34
DVOGaIA.
0 DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
u. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manha s 3 da tarde.
0 Campos com armazem
de molhados na na do Im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tat s n vas de Lisboa a oito
mil res cada uma.
A ellas que estao se aca-
b ndo._________________
The Liverpool & Loa-
don & Globe Insu-
rance Company.
Gompanhia ingleza de seguros contra-fogo,
estabeleeida em 1836.
Capital e fsiu tos de reserva
H. 8e,80tt:190#.
Os agentes desU corapanhia tomam seguros so-
bre propriedades. gneros o fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarein aqu quaesquer reclamaeoes.
Saunders Brothers & C,
Praca do Corpo Santo n. ti.
Ama
Precisa se de uma ama para coziohar e engom-
mar para casa de pouca familia : a tratare) For-
te do Mattos, trapiche Angelo, n. 10._________
Grandes armazens!
A|ugani-*e.
Aiugam-se os grandes armazens da ra da Praia
de Sania Rita Nova, onde foi a fobrica de sabax do
Sr. coronel Franca, e ltimamente oceupados pela
com(.anhia de esgoto, os quaes tem porto de im-
barque e todas as proporefes para se montar t na
labrica ou qualquer esubelecimento grande.
As casas de morada que fazem frente pan a
ra tambem se alugam condicionalment", as lira
como a casa grande, que foi morada do neimo
senhor cor.lnel, lem muito bons commodos e rm
quinul separado, grande cysterna que fornace
agua potavel, melhor do que a do encaname^ito,
por ser fluvial e livre de partculas ferruginosa?,
como aquella : a tratar com o commendador J J.
Tasso, em seu escriptorio
moro 37.
ra do Amorimnu
AVISO
Anda est para alngar-se a padaria allema
ra do Lima, e umbem a easa de junto : a" tra
com o Sr. Maternus Leoz, ra da Guia n. 56.
PRIMERIO E ANTIGO CON:
HOMEOPATHIX)
Dirigido pe Dr.
SANTOS MELLO
Restabelecido de sua longa eoermidade
contina a ser encontrado todos os dias
para consullas das 10 ao meio dia.
Chamados a qualquer hor.
Aos pobres gratis.
43Rua do Barao da Victoriai-3
(Anliga ra Nova).
A o commercio
Joaqnim Rodrigues de Almeida i
que os Srs. Urbino Miguel da Cosa e Fr::-'
de Medeiros Barbosa deixaram de s?
ros desde H do eorrente, por ter \
oflabelecimento.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
GUIA DEVOTA
OU
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRI5TO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
OfBcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceifo.
Setenarlo das Dores de Mara.
Officio das Sete Dores de Mara Saus::ma.
Novena de Senhora do Carmo.
Officio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joo Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encaderoado.
2000.
J Ferreira Villela
PHOTORAPHl 1 IMPERIA
18RA DO CABUG18
A entrada pelopateo da matriz.
Os trabalhos da re*diflcacao desta pbotograpta,
e que se prolongaran) por unto lempo, arbam-so
felizmente terminados e ella aberu ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em qne phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao esubelecimento conU cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os coneertos e ang-
menios tendo sido fetos expressamente pora so
monur convenientemente a photographia, e nao so
podendo melhor modelo escoiner do que a Phottr
grafiia Imperial do Sr. Iusley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro pliotographo do Brasil, o nm dos
primeiros do mondo, segundo a opinio dos mais
abalisados mestres, a nc>sa photographia acba-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regra
recoromendadas pelos mais destnelos professores
de accordo com as modificacoes necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudada pe ha-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que esU >no*sa
photographia foi mudado desde a soleira da perU da
ra- at a cubera, tendo-f e demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificndose nm novo terraco epvidracado obi
espagoso e elegante.
Como sabao, fizemos uma viagem expressa-
metite corte para examinamos as meibores pho-
lographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
edes, o da qual trouxemos os planos depuis de
all esteraos todo nm mez estudando e apro-
veitano ai licOes de to dlslincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e longa
pratica de 15 annos de photographia s utilissimas
liedes ultiman ente recibidas do Sr. I. Pacheco,
tendo moudo a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao luetrado poblico
d'esta cidade e aos nossos nun.erosos freguezes
trabalhos de photographia tio per'eitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.
0 DR. JACINTHO SOARES REBELLO/
5 ANTIGO MEDICO HOMEOPA-
St THA,
% receniemente establecido nesta cidade,
5 mudon a sna residencia da praca do Con-
X? de d'En n. 32 para a roa do Imperador .
"jL n. 25, e abri consultorio junto ao labora- 2A>
* torio homeopathico dos Srs. F. de P. Car- ^
9 doso Juni r A C na mesma ra o. 41,
onde todos os dias dar consullas do meio g*
A dia s 2 horas da tarde, reservando para 9
}g as visitas don ciliares os ntervallos, que fi
S decorrem das 9 horas da manha ao meio ?P
dia e das 2 s 4 horas da Urde. A qual-
& quer hora attender a chemados, qne lhe '&C
S sejam dirigidos, quer casa, quer ao con- ?
55^ sultorio.
0ft0 00:*^00 0000
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0005C00
RA DE MARQO N. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, qne com
qnanto a nova le do ornamento tivesse elevado
muito o imposto sobre os bi I heles de loteras do
Ro de Janeiro, continua a vende* los com as for-
malidades da lei, e pelos mesmos pre*es abaixo
publicado?, pagando todos os premios com o dis-
ponte somente da le, e com a promptio do cos-
tume.
PREQOS.
Bilhete inteiro... 24000
Meios bilhetcs... 125000
Quartos........ 6fi000
Em quaatidade maior de lOOjSOOO na rsro d
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
Na travessa da rna
das Grozes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
M nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brillian-
1 tes, seja qaal for a ijnan-
ta. Ra mesma casa com-
j pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
o mmmmmm
Frederico Maya
Tem a honra de scientifiear ao resCeiU-
vei publico e.ii geral, e aos seas clieDti
em particular que elle mudou o sea gnbi|
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
prolisso, todos os dia uteis das 9 hora;
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n3o s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicSo d
seus trabalhos, o que j bem conuecide,
assim como as commodidades dos pr^os.
Cura rpida e iul'aliivol dos cal-
los, pela pomada
Galopean*.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeu
&C,
34Ra larga do Rosario3i
Ro- nt-rheuin; tico.
Remedio efflcaciseimo contra as dores reuma-
tcas at hoje o mai: conhecido pelos seus mara-
vilhosos resnltados.
Pilulas, xarope, e vi-
nho de jurubeba
Ama
Na ra do Vigario n. o, 3o andar, precisa-se
de uma ama para cosinhar, cujo servico faca com
perfeico e que neja de boa conducta. *
ATTENCMT
Xa roa estreita do Rosario n. 33, abdar, casa
particular de familia, rontiiua so a fornecr co
raedorias para fra pela tabella abaixo :
ALMOm.
1 prato de solido.
1 dito de faroft.
i pes, cha ou caf.
Preco 20/000- mensaes
JANTAB.
3 pratos com carne.
Piro.
Arror.
Sopa.
Sobre-raesa.
Preco 30*000 mensaes.
Faz-se algum abate, sendo para mais de tima
pessoa reunida.__________________________
CASA DA FOBTIJA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Margo n. 23 e casas de
costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
5-as sortes. I inteiro n. 2153 rom .'J:000 da lo
teria que so acabou de extrahir a beneficio ds
Santa Casa de Misericordia (157"), convida aos
possuidores virem receber na confrmidade d(
costume sem descont algum
Acham-so a venda os felizes bilhetes (rarau
tidos da 5' parte da lotera, beneficio da Sant
Casa de Misericordia (158*) que so estrahlri sx
U-feira, 8 do me vindouro.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*800
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete int-ir j 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiuia.
Eogomma-se com asseto o perfeicao, roupas
de homem de seniora, por pr^co rasonvei :
tratar na Baa- vista, ra do Visconde de Albo-
'juerque n. II, oulr'cra da Gloria.
Superior a todos os tnicos coEbecidos contra a
anemia, chlorose, hydropesia, ob^llucciao d> abdo-
men E tambem empregado nos casos da, mee-
tn:a -o difilcil, nos catarrbos da bexiga, efe.
DEPOSITO
PHARMACIA DE
.iorqnini de Almeida Pino
Ra larga do Rosario n. 10, junto ao quarreide
polica
____________PERiXAMBUCO____________
20:000400.
A casa Ieliz do arco da Concei(o vendeu nvis
seus .'elizes bilbeies, os premios segnintes :
M. Wi5 2:000*(00
N. 2P66 100*000
0.4430 100*000
Biiheies a 23*000.___________________
lrmandade aademica
DE
N. S. do Bom Coiiselko.
Do ordem do nosso irmo juiz convido a'ijjo
os nossos irmos para assistirem as novene^ da
.Nossa Excelsa Padroiira, as qua-s devem prioc -
piar no dia 30, as 6 horas da tarde, na capel! i
collegio de S. Francisco Xavier.
Outro sim convido a mesa admini-traiiva desta
ir.nandade para so reunir de novo no edilici) da
faenldade de direilo na quinta-oira Io de se en -
bro prximo vindouro, as II horas da man
alm de tratar-se de dar execa?o ao art. 41 d .
nosso compromisso, e d'outro^objectos relativa a
festividaje da mesma Exceda Senhora do B
Conselho.
As 6 horas da tarde ser hasteada a b^ndeira.
llavera cada dia uma breve praiica coi o canto
de ladainba e tanlum eroc.
Consistorio da lrmandade Acadmica aos f os
agosto de 1870.
O secretario.
Gamillo Corroa Dantas.
*------ ___
Daniel Antonio do
Beis
Y: sciente ao respeitavel publico
cialidade ao corpo do commercio, que tendo c
prado ao Sr. Florindo Jos Teixeira do Carva
Sf'brinho a loja de caicado sita roa Direi
II : qaem se julgsrser credor do dito Sr. Ca
Iho, aprsente sua conta dentro em tres das. .
contar da data deste. Recife 27 de agosto de 187
Ensillo particu'ar
Mara generosa de Figueiredo, competenioui.
habilitada pela diretoria geral da mslrocio pu-
blica, declara ao- senhores pais de famii.
tem aberto ein sua residencia rna do Cotovl!
3?, ui primaria,
meslica, no que promane < i
alim de que sedignei
lllha?.
as, imiinternai e externas.
?-


Diario de Pernambuoo Terca feira 30 de Agosto de 1870.

AO ARMAZEM
patente
imericanos, os rrais celados e econmicos que se
pudem desejar, comJnha oa carvao ?e fai ama
economa superior a O 0|0 do* nsoaes : no arma-
zem de Tasso Irmaos & C, no cae do Apollo.
Senhores cocheiros,
carreiros etc.
Farell.
Novo, desembarcando no caes do Apello e reco-
Ihendo-ae no armazem de larinha de trigo de Tas-
ae Irmaos C, a preco omraodo : a tratar do
mesmo, ou na roa do Amnrim a. 37.
cbeuarart
i l i
VAPOR FRANCEZ
U-MiMJH.7,..
Este conhecido estabeleciraenlo aeha-^.coDSUnleiDente bem rtto. ^v^^
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos art.gos aba.M) menc.oua
dos, precos os mals resumidos que possivel.
CACADO FBAWCE2
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pret" brancas eFde multas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
10 da moda, e precos mais baratas do que em outras partes.
Botinas para homeos e meninos.
Botinas de bizerro, cordavo, lustro e pellica, das melhores fabncas e escoladas.
Botas e pernelras msslanas.
Botas e peraeiras pan mantara, das melhores qualidades, de couro da Rttss.a, tas-
n e b^Jroo d borracha para hnmens e senhoras
iS*^?nSZ"r* de saltos de borracha vende-se pelo custo am :d9
desempatar o dioheiro nelles empregado, sao baratsimos.
ipatos de lustro para horneo.
Sapatos de entrada baixa de couro de tetro com salto, de mano boa qualidade.
abotinados para meninos e meniuas
Sapatos abotinados de diferenies modelos, de muito boas qualidades e forte?, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tapete.
Sapatoi de tapete aveludad?, de caseraira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excedentes extractos, bannas, leos, agua de colme, florida, *^_S;nd!'sdcJ
trifice, de toilette, sabenetes, tintura panjcabe los, pomada angro.s.para' gea, nos ae
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, P.xer e LuDin.
Quinquilharias
Luvas de oellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes,Sucadcr?de diverso, tamanhos, leques para senhoras e,-ara mcnma, .1 jnre
de luvas, brincos, pulceiras, boiSes, crrenos e chaves de regios e tranceln,tuda de
uro de li, urentes e brincos de plaque, a imitacao e de mais gosto do que as do ouro
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas con, lindas P^J* >""J gg
e caixilhcs dourados para retratos calxmhas com vidro de .S^M**"*"
m
Ao roto prente e amit?o o Sr. Marcolino
Doroellas tomara.
A le tura do seu agradecimento, publicado no
Diario de 26 do correte, despertou me a idea de
dizer-lhe duas palanras sobreest assurapto.
Nao ousarei, por mais sobtil queseja-me possi-
vel, (aliar boje das grandes e eminentes qualioa
des que ornam ?ua pessoa, no quanto _e digno e
merecedor para com o* seus amigos-; nao. U que
dsejo manifestar como penhorado fui pela toa
sempre chorada esposa a Exma. D. Clententina
Dornellas (Croara, a quem tive a fellciiade de
apreciar as raras virtudes.
Saiba, pois. o Sr. Marcolino, qae o que fix foi
mostrar at que ponto chegou o merecimento da
finada D. Glemeniina ; o que flz, anda repito, nao
foi bastante em relacio a maneira por que rui
sempre tratado, istu com a ternura e delicadeza
queeram peculiares a nada, o que nz, toi mostrar
o quanto colhi de seus saos e prudentes rasemos,
o que tlz foi em recompensa do que merece a mao
caridosa, que nunca se ovcultou a fazer o bem; o
que flz, analmente, o que se deve fazer sempre
que se encontra am caracao bem fasejo, um cor-
po, cuja alma, subiodo mansao dos justo?, entoa
o canudo dos anjos.
A Onada D. Clemcotina, sumraameute religiosa,
merecen sempre atten^o e admirarlo de todcs os
que a eonheciam.
Na igreja do Carmo celebravam-se missas em
sua tenco, quando- chegava para ser depositado e
corpo inanimado daquella que Dos havia chama
do sua santa gleria ; e notei nessa occasiao, que.
quando o cadver transpunha os umbraes da ca-
pellamr, um dos sacardotes celebrantes igual-
mea e elevava a sacratissima bostea : o que fi-
gurou-se-me, o cordeiro immaculado, apresentan-
do se para perdoar Ihe qualquer culpa,- se. como
ereatura, culpas tenha.
A. A. L. A.
Corpo de lanceirt-s.
Convida se a todos os eavalleiro que compoem
este patritico corpo, se reonirem boje, 30,
s5 l| horas da tarde, nos sa!5es do Club Per-
nambucaoo, para tratar-se de assumpto urgente
importante. _________
_?
Precisa-se de um ooainliero forro ou captivo
qtie cozinhe o diario de urna casa e faca as com-
pras e mais servicos de casa de homens eelteiroii:
a tratar na roa do Marques de Olinda (anUga da
CadeiaKIoja n. U.______"
receb- completo s
ment de corte* i- de seda, estampas e
de superior quali-
dade lente ricos cortes de
olas para casa-
mento: assira 3 a di oes novse de
lindissirao gos: jaznn^s Para
vestidos. igualmente n<> -eoi.heeids no
mercado ; ludo se vende mnitoem roma.
GRANDE
6004000
holsinhas
ver-se a perfeigao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes,
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para ^"M?*
quenos registros muito Anos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros pn-pno
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para collocar-se vistas, molduras douradas
taraquadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas oculos lne as; ou
pensinez de prata doorados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de puchos
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteira* de ^pnma
para charutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros d'flereot^ ve-
bezianas modernas muito conveniente para porus e janellas, cosmorarnas anterna rnag -
cas, esteriocopos com interessaDtes vistas de fianras e das mats bonitas mas, l'oul.jard>,
pra'cas e passeios de ParK photozraphias e caixinfas mgicas, reverberos para candi ,
upe'tes de vidrilho e de laa de cores para ps de lanternas. realejos Rrandes e gw,
harmnicos, acordions de todos os tamaitos, bercos de vimes para enancas, sapat.ohos e
toncas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condunr cranos a passao, e
outras muas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes a pre?os muito em tonta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da inltaidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabeleciraenlo pede ao publico em geral que continu a visita-Io
verificando Saudades e os precos baratos de ditos objectos por sercm v.ndos em dt-
reitura e de conta propria.
Pre"Sisa-se de 600* a juros por pouco lempo,
para o que dase ora penhor urna mulatioha de
idade 15annos, avahada no dobro do valor da
garantia : quem pretender dirija-se roa do Ro-
sario da Boa-vista n. 42, que achara com quem
tratar.__________________
Procurase para comprar uma cabrinha
mansa, cnadeira, mas que seja preta cora os ca-
britos novos,- nesta eondicio paga-se por bom pre-
c,e gratificase bem ao portador no Corredor do
Bispo n. 25, casa terrea.___________________.
Precisa-se de uma ama que saiba bem cozi-
nhar, preferindo-se escrava : na ra do Sebo nu-
mero 29. ____
Precisa-se de uma ama
50, andar.
Ama
na ra
de Hortas n.
i
m wmmmmmm
RESTAURAD DE PARS
4 Ra das Larangeiras 4
O oroDrietario deste estabelecimaUo, avisa ao tvspeitive! tabhco dea
- honrar cora sita confianza. qo ateba de eslabeie-
cidade, e as pessoas qqe o
cera sejjiiinte tab'lla.
3 pratos a escollier.
Vinho.
Pao
Caf ou cha.
1-000
Sopa.
3 pratos a escollier.
Vinho
Sobre mesa.
Caf ou cha.
ALMOgO
JAMAR
NDA TABELLA
Ai^r,^
Ermelinda Amalla da Conha traspassada de dor
pela perda irreparavel de sua muito prezada mi
D. Mara Joaquina daCuoh, fallecida a 2o do cor-
rento, agradece cordialmente a todts os seu p-
renles e as pessoas de sua amizahe as provas de
dedicacao que manifestaram durante a molestia
da fiaada, e as que Ihe deram por occasiao dos
Sblfragios pelo eterno descanso da sua alma.
Summamente reconhecida a todos e especial
mente s suas verdadeiras amigas, que desampa-
raram seus mis teres para cercaren) o leilo de sua
sempre lembrada mai e Ihe rainorarem os gran-
des soffrimentos, Ihes roga ainda mais de augmen-
taren) a sua gratido, aceitando o convite que lhes
faz para assistirem as missas do stimo da, que
sero resudas na igreja dos religiosos^franciscanos,
qoarta feira 31, as 7 horas da manhaa.
O Dr. J. C. Bandeira de Mello Filho mana ce-
lebrar no dia 31 do correle, pelas 7 horas da ma-
nhaa, na matriz da Boa-vista, uma inlssa por al-
ma de seu prezado lio e padrinhp o tenente-coro-
nel Jos Saboia, fallecido em Sobral em 3! de ju-
Iho prximo passado ; e para assistirem a este acto
convida os seus amigos e os do finado, confessan-
do-se desde j muito agradecido.______________
MUDANCA.
0 Dr. Carolina Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a roa do Imperador n. 57, 2 andar
do sobrado cujo armazem conserva an-
da hoie o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sua profisso de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute
armazem de kuqa ra do Im-
perador n. 46
aeste estabeleciraenlo alem do explendiJo soni
ment que ba de louca. vidros, porcelanas e eryi
taes, como sejam : apparelhos para jamar, cha e
loilet, ricos vasos de pbaulasia para flore* e can-
dieiros a gar, ba tambera ltimamente chegado
variado sorlimento de vasos de louca para plantar
flores, bustos, estatuas, pinhas, globos, leoes e
lindas figuras para tanques de jardms.
Chegaram tambera os n.agmficos castifies de
metal com mola para vela, nicos que, as pessoas
que leem de noite, dsvem n*f para nao canearen)
a v's- w i
Tambera chegaram a? tao desejadas bacas de
lorcelana cora bauvula, e por seren maltas as
)essoas que as teem procurado, se previne que
is venharo buscar anles que se acabem : na ra
lo Imperador n. 46. ___
mmtm
Joaquim Rodrigues Xa- j
vare< de Mello, @
Praqa do Corpo Santo n. 17)ft
TEM PARA VENDER : g|
Cal de Lisboa, e
Potassa paEussia. S
Vinho Bordeaux. 0
Faiello d^ Lisboa. S
Farluha de niamlinea. O
(50
1,5000
6B000
100
500
50t
0 abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e com especialiJade a seus amigos, que
d"ora em diante se assignar por Joo Francisco
do Reg Paes Brrelo, por haver outro de igual
QOH16
Joo Francisco Paes Brrelo. Tfc
COMPRAS.
D muzeo de joias
Ka ra do Cabug n. 4 compra-so ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
jup era outra qualquer parte.________________
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: na
loja de joias do Co.-acao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.__________________
AVISO
Compra se uma casa terrea na freguena da
Boa-vista, em boa roa e bem edificada : a tratar
no "oiio da igreja da Santa Cruz n. 22._______
Compra-s um sitio qu- seja perto da cida-
de, que tenha boa casa de morada e arvores de
frncto : quem o tiver annuncie.______________
Casa em Olinda.
Compra-seoma que esteja bem conservada e
que tenha bom quintal, nao se fazendo questo da
ra : quera tiver annuncie._________________
Compra-se uns arreios para cabriolet de um
s cavallo, embora cm algura ujo : annuncie per
este Diario para ser procurado.
Especialidades.
Continan) a aehar se a venda na ra Direila
botica n. 88, os inui conhecidos e acreditados re-
medios da veame, o oulros diversos medicamen-
los feitos em Pars, bem como os xaropes de co-
ileina de Berth, de rbano iodado, de iodurele de
ierro de Blancard e as plalas do mesmo, peitnral
iie cereja, pos de Roe. depurativo de Ch.tble,
ligilal de LabelWny, pilulas uu eoofeitos de bis-
DUiho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
jroflcieocia quanlo empregados as doencas das
,-ias respiratorias, as dores rheumaticas, na
imarellido, na falta completa ou irregulandade
le menstruo, as diarrbas, docn^ do. eoracn
le do estomago, tem sido e hicontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentaciVs
ou uso que diversas pessoas delles teem feito, as-
sim como das pilulas denominadas bravinas in-
comparaveis em sua etficacia nos acommeltimen-
los febris ou sez5es ; existindo lambem na mesnia
casa, alm de suUL-ienle quanlidade de drogas,
um nao pequeo sorlimento de tintas, oleo de li-
nhaca e pincis, que se vendem por menos do que
em outra parte.___________
Rival sem segundo,
RA ni Hl EllE ( AAIA^ V. 49
(Amiga ra do Qncltuado)
Contina a vender bem e
muito barato a sai.
Libras de rea pi i_>j
Tesouras finas para nu!i* e costu-
ra a..... 500
Papis tKi aya'has francezas a ba-
lo a...... ,
Caixas com stis s:.boueles de fruta
Libras de la para bordar (Je lod.s
as cores a.......
Carriteis de iicha Aiexandre a. .
Frascos com azeile para machinas
Grvalas de cores muito linas a .
Grozas de boioes madepeisla li-
nissimos a..... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... <>00
Pentes volteados para meninas a. 40
Tinteits cora tinta prela a 80rs. e l-K
Pecas de fila elstica muito fina a 00
Lata cum superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pliilocomo mnilo
fino a.......t 500
Frascos de macaca perola i. \ iO
Frascos de eslraclo mu'rto b nitos a 300
Duzia de sabonetes muito finos a. liv
Sabonetes in^lezes a 1300 r?. e. 1_00
Frasco com apua rtecoronia Pivera 500
Dito de oleo b:ib.:.za a..... KXl
Caixas de lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
wrlilhas da rloutrina fazenda no'a 400
Libras do linha sortidas de todos os
nmeros a.......1(5800
Capadlos mnilo bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a. ......
Agulheiros de osso enfeitados a. .
Libra de linha franceza supeiior
qualidade a.....
Caixas de palilo do K*Z a. \ .
700
640
240
M400
20
Pede-se ao Sr. Jos Francisco Perrira da Silva
Jnior o favor de dirigir e ra da Cadeia, es-
cripiorio o. 49, a negiio de seu particular inte-
resse.__________________________________
Aluga-sa casa do Mondego n. 36 para gran'
de familia, com uin pequeo sitio, com bomba e
cacimba de boa agua e tanque para bjoho : a
tratar na ra das Crutes n. 31, 2o andar.
VrNDAS.
COWliE
O Costa da ra Duque da Casias n. 42,
toma pelo pres-nte a libe dadede convidar
aos amigos e Irepuezes que sempre o bon-
aram e eontinuam a faze-iocom concur-
so de sua fivguezia, virem visitar o seu
tsiabeleciraenio, certo de que n o deixaro
Ir.cisa-sedeumalTa~forr.i ou e?crava paraolde agradar-se, nao s de s us gneros,
servWo interno c externo de pequea familia : na cont d Iralamento e limpeza que a todos
ra do Caes do Capiba ibe, casa nova com grade je!pensa.
AMA
I o porto de ferro ao lado ; e (ambara se
I urna negrinrnon nwtoque h pagase bem.
aluga

IMPORTA! :\0
nhora,
125,
Preetsa-M) de urna ama para casa ue humen)
sojleiro, para euzinbar, lavar o engommar : na ra
; de Pedro Aflono n. 06. (amiga ra da Praia).
Ama
Precisa se de uma mulher de
para e^tar em companhia de uma
lia. teno para o servico inierm :
estroiia do Rosario n. 47.
bon> costnmes
pequea fitmi-
a tratar na roa
Na ra da Imperalriz, ca>a n. 16, 1"
aloca se urna escrava._____
Una pes>oa haliilitaiia prop5e-se a ensinar
pnmeir.-.s letras, comprchendenlo ariihmetica e
gramm.Mica nacional, em casas particulares, ou
! em qaalqaer cngenbo : quem do seu presumo ?e
;quizer uuli-ar, etrijera-se prar.i da Independen
ria, loja n. 25.____________ ___
Precisa-so de tuna ama para comprar e co-
zinhar : na roa larga do Rosauo n. i, l' andar.
Qaem precisar do uma ama de leie, dirija-
se ao I rp> do Paraizo n 14. que, se dir quem .
Precisare de urna ama torra <>u escrava pa-
ra co7.ir.iiar e'ii rasa de pouca familia: na rna
Direila n. 6Vi. ____
I'ede-se pessoas que se julgarem creitor. s
! di Sr. Julio Cii-ospan, fallecido, de aprsenlarem as
suas cotilas para seren conferida^ o incluidas no
i bal.mo.o que ha de fazer-se : la da Florentina
n. 14!_____________________________
Precisa-se de um amassador : na padarai
da Soledade n. t._________________________
Olinda
A viuva de Mainel N'unes de Mello faz publico
que continua a irsblhar em doce, onde podorao
encontrar disposieao grande quanlidade de doce
de toda* as frnetas nacionaes, seeco e em calda,
gela do varias fructas. cslanbas confeitadas ;
assim como se enearrega de apromplar cora bre-
vidade ipialquer encommenda tamo para fra eo
mo para dentro da prnviocia
Cox" n. 21.
GNEROS DE
Ivas e Selumbal
Am>ixas.
Peras.
Maclas.
Vinh do Porto de diversas qualidades
enlre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendave! tara mesa por s-ru verda-1
t- I deirorinho de pasto, dito verde da me-
r,;lhor qualidade,
Oueijos llamengos empollicado o m-'lhor
que" tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas ptra sopa.
Chocolate d^ especial qualidade.
Bol chinhas do todas as marcas e qua-
lidades conhecidas.
Mantega inglea e franceza de 1* sorle.
GNEROS DE EXPORTACO
Doce de goiab 1 em latas
Quijos de Minas muito frescos.
Carne do serto superior.
Qoeijos do sertao.________________
Nova loja de lazendas finas, roupas l'eilas
e por medida, de Pin lo & Martiniano,
tua do Baro da Victoria n. 9.
(antga ra No\a.)
Este novo estabelecimento acha-se prvido de
muito boas casemiras. pannos, brins. camisas bor-
dadas, novas chapelinas e chapeos para senhora
e menina, luvas ue. pellica, lias, pilherina, or-
gandis, cretones. vestidos do percale d'Et e, em
uma palavra, toda fazenda, qaer para
quer para horaem.
Saias de '3a.
Fazenda que sempre m venden por 10 e
a leja da Turqueza vende a 0*009.
Gravatas e.st'ocezas.
Muito lidas a I i>00.
Chales.
De merino estampado a 000; na loja da Tur-
queza. de Pinio & Martiniano, ra do Baro da
Victoria n. 9, amiga ra Nova.
ACORA SIM. ~
No Bazar da
MAMAS U
COSTURA
Acabam de ebegar ao GRANDE BAZAft
UNIVERSAL, ra Nova n. i_cahneirc
vunnaum completo sorlimento de ma-
chinas para coslura, dos autores mais co-
nnecidos, as quaes esto em exposico no
mesmo Bazar, garanlindo-se a sua boa qua-
lidade, c U.rabem tssi_a-sc o.m perfeicSo
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes no sea trabalho ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfeico ta,
como da melhor costure ira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos execrados pelas mes-
mas, que muito deven) agradar aos preten-
dentes.
h
2o
Rl'A
Tabeas de cedro
De muito boa qualidade, sao 10 duzias, proprias
paca marcineiros : para ver.
Machado, na ra do Apollo n.
ra da Cadeia n 1,1 andar.
no armazem do Sr.
M, e para tratar, na
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vende na ra
Madre de Dos n. 22, armazem
V.arro
da
de Joo Martins df
Doce fino.
De goiaba. laranja, limao e bananas, vende-se
em Olinda ra do i eonUntemeiite ra de Marsilio Dias, outr'^ra
Direita. taberna do Bnip".
na
Ofllcial ue barbeiro
Precisa-se d urh bom idcial de barbeiro
ra do Io de Margo n. 7 A. andar.__________
Caixeiro
Pie'-isa-se de rrm caixeiro coro praliea Ce taber-
na : na rna do Brnm n. 60.
! Precisa se de una ama para cotmbar na
ra larga do Rosario n. 46. _______
Pulseira perdida
No dia 28 do correnle, por occasiao da reeepcie
de SS. AA-, perdeu se 00 palacio da presidencia
umi p lseira de cornalina hranca : qneln achou
digne-** leva-la rua do Vigario n. 31, qus sera
recatnpensaihk %______ ________.
CAL Wii DE \m
[Vrece se urna ama para engommar e c -
zinbar em casa de hnmem soltefro : quei) preci-
>ai dirija se rna do >_ccente n. S
Vende Joaquim Jos Ratos:
n. 8. Io andar. |
na ra da Cruz
l'M.V excellente parelha de burros
bem ensinados psra carro : no sitio
do commendad. r toro, na Crox de
Alraas : para ver e tratar, todos os
dias at as 9 horas da manhaa.
RA DO BARO DA VICTORIA
i'OutrVira Nova)
VNDESE
Lindas lazendas para festidW.
Da alta moda de Pars !
De superior qualidade !
Da beissimos padrdej !
De dclicadissimas cOrw !
A sabor :
Gases florentinas, novidade !
Poupeliuas lavradas.
Grosdenaples de cOres e preto.
Selimmacau de core*.
Cortes para vestidos de grande novidade !
Cassas do ultimo gesto.
Fustoes do cores.
Percaleas de melhor qualidade.
Berejfs com listias.
Lazmhas de diversos presos.
Alpacas de cores [aviadas e lisas.
Chius escura- muito superiores.
Fil de seda branpo e prelo, 30 e com salpiCOB.
Dito de algado.
Guipuz de linho e algoda) prpto o branco.
E muitr.s outras lazendas, como sejam :
Aloalhados para mesa e guardanapo?.
Toalhas para rosto, eolias o cobertores para
cama.
Brelanha?, madapoloes francezes, etc. etc.
Tudo se venda muito barato. __________
Farniba de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Cathanna, chegada no patacho partuguez/j'//Mca,
Tundeado efroiue do 11 apkhe do Sr. Barao do Li'
vramenio : a tratar 110 escriptorio Jos Goncalves Belirao. ra do immercip n. 17,
ou a bordo do referido navio,________
F 11 s de fer^o
para purgar assucar : vende-se na ma da Cadeia
n. i, armazem de S. Barroca^____________
azar
DO BARAO DA VICTORIA
(Ouli'oia N^.va)
Artigos do ..la moda pin Pars cfkgndos pelo
ultimo pqueto vhido da Europa;
Para sonii
Chapelinas (!o palha de Italia com ricos o ele-
gantes enfeites a bltitna moda.
Veos de coree o preh paps montanas e pas-
seios.
Grinaldas e espolias Se D ros de larangeiru
para coiv; .
Corpinhi le c ::; r.-i 1 li4lamniM evfeitados.
EnMie* iisuh lind.w pan I
Sales br neas bordndw < de. tww.
Carbios Je laa de bonitas eies.
Sinto do li' ersas qnaUadOA
Sal das de baile o que ha de melhor. .
ladina s de rena rhanlely pelos.
CbApeosinbos de fpUw pars mI.
Baldee de cores u brancus para wnbotas e mi-
ninas.
Laeos, graatinas, tpariilhos, neos, metas,
etc. ele.
1 ara h.-mem.
Manas s grvalas Jo uhiimi gofio.
Coferiohoa de linho bordados e liso?,
Seroulas de linho.
Camisas de meia.
M>-ias de superior qualidade.
Lencos de linho e alg"dao.
Chapeos de lol com cabo de inarfim, mglezes.
Para merinos.
Costones oriontajw do fwflo de cores multo
h >m 1 feil
Vestuarios de diversas qnaJades para t)ptisaao?.
Cbaposinhos de selim e merino.
Sapaiinhos de selim, merino e lia.
Toucas de todas as qualidades eic. ele
Vende-se Indo por barato* pre^r*.
de Lisboa.
Cal nova
Chegada recentement n 1 vapor
para vender Jmqnin I"' Cm^alvcs B
sen escriptorio, rna do C mmercin n. 17.
No mi sor; i ment.
Mimosa corles de penales a 2*000, ds don-,
uui sudo : na ra do Crespo u. 23, loja da es-)
quina._____________________________I
Veude se 11111 ravallo preto oaxito, gordo,
que anda de. bailo cima, c sem defeito : a tratar
ao pateo da ribeira n. M.__________________
Vende-a* urna taberna coin pvueos fundo?.
Gladiator !,m itendo c >n......dos para hmilM, bem afr.guezada :
do Lima, em Santa Amaro, n. 4o
no
S
. i>reeisa-se ae um "menino ex 12 a 14 atino?
roa Oireitrn-21.'.
de
para caiseiro de. nadara : o<
ProJJsa-^ alogar um i-roto para *#rH0
padana : na na Direiti n. 129. _^_
cjmmtrcio
I
irancas e de cares, de tltaps de largu-
ra ; vende s de uma peen para cima, tendocada
uma 40 jardas : n > armazem de Tasso Irmaos &
C.too caes do Apollo.
Bichas hamburgnezas
.Veste novo deposito reefbe-se por indos os pa-
quetee transanlos bichas ds qualidade inpariui
e vendem se em caixa ou porto mais pequea,
a mais barato do que em outra qualquer parte
oa ra da Cadeia do Recite n. SI. 1* andar.
Por POOO
Lindos espanadores ds palha. fortes o econmi-
cos a 1$ : na ra do Crespo 6. 2o. !<_ quina.
Jo
Francisco de Medero* Barbosa participa ao conv
ovrdo que deixou de ser ca.se.ro do Sr. Joaquim
Dia^ do Alnteida Costa desde o da 12 do eorten
lo atea.________*______._______-
Am-
Preci-a se de uma ama unieanvnle [*ri
nhar : na ra dos Guararapes n. 2.
A '2OUO.
Chales de merino lio- a 2- : m loje dn feo-
1 ra do Duque de Casias u. i uuio da Aguia
liim-a. ^
AVISO
Vende-ss nina casa terrea na Boa vista, sita a
la Gloria _. 67 : trata-se na mesma.
Batatas novas.
Vende.se na ra da Cruz n. 7, por menos prcro
do qu eo mitra qualquer parte.____________
Folha de Flandres
Vende-se pr menos preep do que em outra
rjaalqoer parte ;-ai>:as cora folha de Flandres de
todas as quaHdades na roa larwa do R'.
20, loja de Francisco Teiseir
oa rna
A 6^000
Machina
Vende-se uma
feiiO'estado: na ra Drreita b. 64.

Vende-. iV'icz tachiado, obra boa.
I*k> dimiucto preco do6J : eohan 3 ra da
Cadeia 11.90 l<'ji ''' miudezas couironle a ra
da Madra de fleos.
r.irintia fie u-u!i"ca.
Chegada ha poneos dias da Baha B do Rio
Grande, de soprj.r qualidado : paia ver, na
companhia l>eu)ainbucana e no irapirbe ot.nnna.
e para tralar. na roa da Pifia n. < 2' *r-
l 4AZ4.AZ(AZ
Chejtcu ao antigo deposito de Henry Forster
, ra do Imperador, um cx-rregainenio g-
le primeira itniidade; o qua! se vende emparuo
l! a retalho por menos preco do qu* em omt qua .
pier warte
Pechincha
7*000.1
rrancezes Pra sent 11. OV. loja
A meta pataca
Chitas fiaua 1
OCnV.
de soL


>
G R A TN D E
fcAR DO PJttfb
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DE
apurado gosto e todas
SILVA, FlfiCEIREDOSC.
cas Exmas. familias fe darTo
amostras da todas as *nd/o.lrer^ maior **>^*
TX\oE^^ OE EHANELLAS A W00
compra em om 1 k? das Tais te ,id ^n*8^ ^8 (le,,5a *C(lCMas-! No B.zar do Pavao vende-se umoho
casemiras inglezas que' tem vbd? a ^ Tp ^ dt2 Zl'L^l'Cr tT ^Tm CR todos os t^maahos das ale-
te mercado, teudo cores clarase escuras, yin W00 Mda Um' Baaar do Pa' ilhores am,sas de ^nevla de la, cm
todas com padres serios, rronrios nara risicrD>Pr7>, i a, ^_ J M"3s Unto proprias para bnnens c mo
imuis com paaroes senos, rropr os para C\SS\SFRAi\rnr7A<; nnns nmin B p->" u^-ens c mo
caigas, palitos ecoletes; vende-se a 40000 FRANCEZAS^A 240 RS. O COVA- | para teobons e vende-se a ?*>0 rada
o covado, o qoe em outra qualqoer parte No Razar dn p^'nla .a ., S'' f qrm corap'"3r ,1e a,tia flnzil P8"
nao se vende por menos deU: Jande .JXf^l.Pa. a'J6^6!88 Dai *ra.nde c,Dla. l?ra offi 'batimecteu 9SV, d, mu*
; grande sortimeDlode'casVasle "cores^ acabar milidade.
i*nn a 2j*? "' 0.cyado oi,as finsimas francesa Gramo pecbincha om camisa inqlj-3S a 4&4M
u padroes miudinhos e grandes 560 e 640 No Bazar no Pavao fez-se ,ma a^uot 'c m-
ORGANDYS BRANCO E DE COR zas com peitos e pn,h,s de lio >n, ,e,io
letes rnrnK'nira'irflnmni nnV^^'Vr, ar d0 Pav3 vende-se os mais com collarinhos e de to4ns os mm^-osia
M. v. I* tire'a cr, e q,ede-re a Sr^/piSS So 2". 5 Ka M' *"" ^; -
ditosdeces. flntssimrs padrn, roteira- CA\HSASBARATASa208OO 300'OeM00O
mente novos 80: rs. ^3ra. pestaincna. No Bazar do Pavao veo de-se urna gran-
GROSDENAPLES l'RETOS do porcao de casemiras mescladas, rito
Lbegoo para o Bazar 1 P,.v0 um gran- encorpadas a 0800, ditas tiuissimas con
i sortiraento dos meihores grsdepaples meseta de seda a 30200, ditas modernas
vantagem.
BRINS DE UNHO DE COR A
No Bazar d" Pavo. fez-se urna grande
compra de puros brins de licbo, muito en-
corpndos, propriospara calcas- palitos, col-
15200
o metro desta excellente fazenda
MADAP1L0 FINO A 60400 A PEgA^
No Bazar do Pav3o veodem-se pecas de
ma dapol5o uno de muito boa quaiidade,
tendo 22 metros ou 20 aras cada peca,
pelo barato prego de 6#000, por se terem I Pretos que t-^m vindo ?o mercado, 'nne se
comprado cin pouco ensovalhdas; pe-1 ^eadem de 10600 at ioUX) o covado
chincha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
muito gosto a
s5o todoa muito em coma.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pdv5u nde-W cm grande
O Bazar jlo.Pavo vende muito boas chi- sortimento das meihores cam^iraias bra cas
tas ioglezas incarnadas adamacadas, pro-lraDfParentes. tem de ifiSM at 100000
prias fiara cobertas e cortinas, sendo fazen r Pe?' d'tS su'ssa* finissima^ cora 8 pal-
da que emqalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa-
v3o. i
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chego para o Bazar do pavSo, um sor-
tira: modos mais elegantes cretones fran-
cezs de cores fixas, proprins para vestidos
eroupas de menino?, e vende-so a 640 rs.
o covado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pa\3o fez se uma grande
compra de toalhas alcor.hradas, proprias
para rosto, bastinte encorpadas e grandes,
que sempre se ^enderam a 1120000. e li-
quidam-se a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
cada uira, boa pecbioelui.
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavio vende m*gr?nde pori;5odo8,
Kais bonit s cbaposinhos de palha da Ra-
to proprtos para meninos de todas as Lia-
des. sendo cbapcsque valera 55(00 e ven-
dem-se a 2000 (ada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 RS.
O "avovend' cuitas cu ri-cadinhos miu-
dirhos cor de rosa e rftxinbos, proprtos
P' rs. o c.i vado. Sao oini'o baratos.
A-INHAS COM PALMAS DE SEDA
Cbcon para o PvS o m-is bello sorti
m rito das mai< brilhantes MaUDbat claras
rom bonitas paiminhas, de seda; tenlo lar-
gura dti chita francca e veide-se a 10O.O
o covado grande pechincha.
ALPACAS HATISiBAS A G40RS. 0 COVADO.
V'ftdeiD-ae as mais moderna> e bonitas
alpj-.cas mat sada^ com palminhss, muito
p opHa< para vestidos de senbora e di me-
ninas ielo bando preco >le 640 rs. o cova-
do ; sao muito em ronta.
PARA MIVADOS CORTINADOS, COLCUAS.
Ctjegr u para o Bazar do Pov3o um gran-
de srrtmenlo dos mais bonitos cortinadi s
borda-ios, proprios para 'camas e janelras,
que se vender da 100 00 at 200 ):0 o
par. a.*sim como o melbor damasco com 8
palmos de largura a imitaco de damasco
de .veda, proprias para colcha, e propria-
nente colchas de damasco, send os meiho-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pav3o vende-se uma grande
qoanti sat'e da3 mais elegante* sedas cora
lisirinbas. tendo d todas as cores e a>
furta-ir ; fazenda que ninguem vende por
menos de 20400, e liquida-se a 2;>000cada
co^'O; o moito baratas.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos melh res setins e grosd-
nap.'es de todas as cdres, que se vendem
muito em conta.
LAANSINHA a 3-:o
No Bazar do Pa5o vende-s um elegante
sortimento das maisbooitas I3asinbas imi-
taco de poupeliaas, com listas de seda miu-
dinas e de uoia s cor 320 rs. cada cova-
do.
mos de largura a 20000, 20500 e 30000
vara, ditas victorias e tapabas da mais infe-
rior at amis (maque veai ao mercado;
tudo isto se vende moito em conta.
MANFELLETES DE FIL
No Bazar do PavSo vende-se modernsi-
mos mantelletes ou basqoinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco do 100000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavao vendase bonita fazen-
da branca ncorpada para saias, sendo com
bbados e pregas de om lado; dano a lar-
gura da fazenda o comprimento ai saia, a
qual se pode fazer com : no 3 I 2 metros,
e uende-se 10000 e 10^80 e 1600; assi.n
como tamben no mesmo p.subellecimentu
se vende bonitas sa'as branoas bordaras ten-
do 4 palmos cada uma, ditrs de 15a de
cores j promptas urnas co;n narras di fe-'
pentea, da meMni fazenda 40i^)o e oniras
com barras bordadas G0OOO e 70OO,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pavao vend-se o melhor al-
goijjo inho aiixricano efestato p^ra len-
Cea, tendo liso e entrancado por pregT
mnito barato.
ESPARTILIO.
No Bazar do Pavio recebeu-se ora elegan-
te son.ment dos mais moderno* e meiho-
res espuiilhos, que se veodem por preco
rauio em ronta.
PANNOS Dii CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavao recebeu um grande
soriimchto dos melbores pannos de croco,
proprios cara cadeiras de balanco ofs,
pianos, t-imboretes e at proprios para cu-
brir amutodas e pratos; vendendo-se por
senos do que em qualquer parte.
SEDA
de quadros, fazenda de
30600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Coegea para o Bazar do Pavo o mais
' legante sortiment de tapetes randas, pa-
ra sefs, com 4 cadeirjs, ditrs m.'ispequt-
00$, para duas caleiras, dilos para
pianos, camas, poHas ; et;. vende-se por
menos do que em nmra qnal oer parte.
(.OLCHaS BRANCAS A 3fiuOt 30500 E 70
Para o Baasr do Pavo chegou um gran-
de sortiment) das mejores eolebas do fus
tao, s ndo las aeihores e maise corp;di
que tem vindo, a l O cias um ponco
mais abaixr a 50tO >. e ditas a 34000 ;
Umbem no mesmo estab?lnfiraento se v-n-
de do grande sortiraenti i cretmes e chi-
t s. proprias para colchas, que se vendem
muit em 'onta
GOKGHOES OUPOUPEL'NAS DE
A ?0O(OCADA COLADO.
Cheg u ara o azar do Pavo um e'e
gante sortimento da* verdadeiraspoupelina
de lioho e se ia. com os mais moderno*
gostos, que se ven lera a 200.0 cada ova.ln,
o qoe em outra q alqier parta nao se vn-
da por menos de 20500, pre tafee que i o
s?o a'godo e seda, romo ha muitos ; rna.s
sim puro licho e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtdadr a ar do P^-) encontra-
r o respeikvel publico um grande serti-
mento '!e roupas ma homens tanto bran-
cas como de cr.res, a saber :
Camisas con: peitos d'algodao e de linio,
para todos os precos e qua'idades.
Ofoas de linbo e afgoriSo.
Meias corlas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de Vaario .preto e
casimira.
Oleas de brira branro e de cores
Ditas de casemiras pretas e de core?, com
colotes iguars
De todas estas roupas ha para todos os
-preces e quaJidades, e tem-de mais mais
um periio
mwm
BRACO RE OR,
Ra do Imperador n.26
O rospeitavel publico encontrar oesv
eatobeleomeoto diariamente um complete
sortimento de paslelari*, bollos iogTeze
podins, pds-del, prgsenlos dns nltimoi
chegzdos ao mercado, stame de Ikra, bo
bob! Pnos de todas as cualidades para cha
amen loas cnfeilarlag. confe.los, bomboin
pastilhas, chocolate fnmccz era libras, pas
tifhss do mesmo .cartujos e carteiras con
seis charutos de cho -oate cada uma, este
sortimento de discolaie do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que ate
hpje lera vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira muito sope
rior. Os mais genuiuos e supeMoma vinboi
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrad'
publico encontrar neste esnheleejoenu
por coramodos precos, fazend >-se ahatimeo
lo a quera -.omprar era poroso.
Os doBos deste estabelecimecto nao
tem ponpado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do Ilustrado pr-
blico.
A Nova Esperanza
a 4Etna fanque do Oaxias*1
Quando a NOVA-ESPERANCA faz os seus
j anoncfOs expendo aos seus freguezes e a
todos eia geral o grande sortim.nto e su-
perior dada de--si-iis ohji-clos nao com vis-
tas de atrair a Bftn?8o do urna grande fre-
guezia, Como a de qhe actualmente despoe.
e sim para seitnttficar (a interese de todos)
a qoalidade d seos ohjectcs os quaes sao
sempre de apurain posto e perfeiiio : tor-
;iando-se qnasi iadrspensavf I p?ra aquelles
apreciadores (do bo;n) hequentarern a No-
va Esparaaca. pois q.ieel'a capiicria ern re
ceber constantemente, o que ha de ir liior
relativamente a sna reparrtcJ: o qoe sepo-
der verificar quando em qoalqoer reunio
de pessoas (amvol do xique; v-se um
bonito enfeite em tnn bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno c linde laco, um dilicado ra-
mo de^nas flores, etc, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizera com ngo (e as ve-
zcs uns aos notros) este? slo objeems
comprados a NOVA-ESP::RANgA: r.ialmeo-
te l! procurar riescrever en aimimc.ins os
artigos que contem dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamos com aquella
raga e perfeigo com que sao elles ftario
dos, assim pois a NOVA ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos gsra'lmente.
visitarem-na para entilo ficaram inlci-
rados do que ha exposto na mestna leja.
81 Roa Benque de Casias21
para bordar a
5j$500 a libra
O Cysne, ra da lniperacri?. n. 6V, acaba de
recebe grande variido oriimfnto 5a, a qual
vende pelo barassimu preco du SiSCO a libra
cores sortidas.
1 Onaodo a AGUIA BRRNCA, mas precisa identificar ao rspeiUvel pnb!
eral, e em particular a sua boa fregueria, da immensidade de objctos qoe ultimaeS>
te tem recebido, justamentePquando ella menos o pode fazer e porque essa falta J^K'
Inntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ib'a attendero e relei^H
ntinnando portante) a dirigirem-se a bem conbecida Ir ja da AGUIA BRANCA roa o
flOflimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de superioridade etn
qoalidades, modierdade em precos e o seo nonoa desrucntiido AGRADO E SINCERIDAD.
Do qoe cima fica dito se conhece que o tempo de qoe a AGUIA BRANCi pMe
uispoi', empregado apezar de seus costos no desempenho de bem servir a aquellos honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem enni
rar os objectos qoe por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidajMsM
cara aquellas cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaleV
bem seja ~
Corpinhos de cambraia, primorc smente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito- se poderia
dixer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
0 grandeevariado sortimento queseaba fara circolar o coqoe.
A pharrtt* wmto arma s -- .__a. t\ i i
de chegar, mas para nao massar o proten-
dente se lhe apresentar o qoe poder de
melbor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
n .
. Capellas brancas pata meninas.
Grandes sortimento de flores-finas.
Fil de eda/ peto.
PERFUMABA
Grande e constaste sortimento de dita,
sempre melhor quedado.
Lindos vasos com p de arroz e pinsei,
Caixrabas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donradea
Ronitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperob*.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes So movidas por um machiniaWj
l
Veos de seda para cbapelinas e monta-' ""f substituem ae outras.
na.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas eaixinhas de vidro enfeitados eos
pedris.
Ditas de madeira envernisada com vspe-
ras e cora dminos,
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes oo uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados. Bollas de borracha para brinquedo de
Touqumbas de fil, sapatinhos bordados criangas.
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de pqreelana, proprtoa
para enfeites de mesa e de lapinhas.
POPELINAS DE LAA A 400 RS. O CO-
VADO
Ni Bazar do Pavo vende-se um elegan.
" sortimento das mais bonitas poupelmas
le la cum lista^ miudinnasi sendo todas
qnasi de ama s cor, 400 rs. o covado ;
o baratisimo.
GRANDE PECHINCHA, GORGURES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Bazar do Pavo fei-se uma grande com-
pra de lazirdias muito modernas de urna s
cor. que pela sua boa qoalidade se lhe deo!
o t tu:o 43 gerguro de la, sendo faznda
mu to larga e veede-se a 400 rs. o evado
fazenda que se vends sempre a I0COO, '
grande pechiocba.
Ls fnrla ores a 400 rs.
No Bazar i'e Pavo vende se om elegente
meot de lasinhas de furtj cores que
.ara igualmente as sedas e vendem-se
a 400 rs, o cov3do, fazenda que vale moito
mais dinbeiro.
MERINOS PARA VESTIDOS A 10000
Chegou para o Bazar do Pavo nm ale-
gante sortimento de merinos, muito leves
de uma s cor e com as miis Jindas cores,
proprios para vestidos e roupas do meninos,
capinhas bouros etc., e vende-se pilo
barto prego de 10000 o c vado; hooita
fazenda.
Lasinbas traarparenles a 300 rs. o covado
O Javo racebeu um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para venidos, que vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENGOE3
No Razar do Pavo vende-se sn >erior
bramante d'algodSo com lO.palraos de lar-
gura a 1080o o metro, dito de tinho com a
mesma largura a 20800 cada meti, pannos
ds Ijnhodo porto com 3 1/2 palmos de lar ara
de 720 at 10 a vara, assim como i-mg ande
sortimento de Hmburgo ou cregu-:;u< le
todos os nu.-eros, pregrs ou qaalidaJes,
que S9 vendem mais barato do que ea ou-
tra qnilqner p>rte ; aproveitem-
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com jfostesa
e aceio qaai ou go-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qmlidides de
panno fino, as meihores e mais moder-
nas caseroiras, assim como os meihores brins,
qur brancos, qor de cor ; e qnanro qual-
quer obra nao tcar iaieirameate ao gosto
dos .fregnezes fi'a por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotumento de cha'es de merino de coras
muito bons c para qualquer uma senhora usar, ditos de
crpen coro listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por prego moito era conta.
BABADINH3S
ESCOLA PHARMACEUT1CA DE PARS
Medalha de ?rata 1860
kLOER
EXTRACTO Bfc LCTRAO.
melbor prt-pornd iwnuiane., reculada em
do,aa AGUA DE AI.CATRIO
f Dua, cotheradas graUn rfe liquido por cada
JO de <..,, uma colorada p,v,cc por
cada copo grande.) ^
~2,JnOi<",,ri,d0r n,' fnfrulf das mu.
bSi.*' '*""*<> -o, i.?^hr"
Exigir a firma do inventor >
D2P03STO GERAZ. ^CL^-^
| Hue ate Frairs-Bourgeoi'!, 17 <:=:sy~^f
l r.".'"*"0 : nin jHrirm, n /.'.*io, m Loprt, ai VtmambHCo, V. Murr
ii (.': ni Varmthao, Ferri'ir.i el C*.
fM. 3 A RA DO CABlfGA N. 3,
I
Com este titulo acha-se aberto e nteiramente transformado este anti^o
estabelecimento de jotas, onde os freguezes e amigos encontrarao tudo qoanto
a moda e o bora gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato senciridade e modecidade nos oreos
Espera que o respeitavel polfiico venha ver o que existe 'de meibor em
aderacos de bnlhantes, esmeraldas, robios e perolas, meios aderegos, pol-
ceiras, hnneos, alfinetes e anneis de todas as qualidades. prata de lei faqoei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros mutos objectos que seria enfadonho
mencionar. '
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer o'biecto
pertencente a esta arte. J-
I
I
Lpurenpo P. Mendos Guimares
RUADA IMPERATRIZN. 72
Tendo resolvido
o seu proprietano liquidar todas as fazendas existentes as loia
bariPal.ii e Arara, convida ao respeitavel publico, amaoto da economa, visterem a
loja da ra da Imperafriz o. 72, pois s de^eja apurar o dinheiro.
Arara vende madapola enfestado a 3)300 Para li inidar
a pega, ditas de 24 jardas a 50000, 60.00, nbo e a'jzodo
60oOO, 70000, 80000, 90000, e 100000.
Vende-se cortes de caserniras do cores
para caigas a 40000, *0OO9.
Para liquidago vende-se algodo de lis-
vende bramante
a l:)SO0 a metro,
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo veuds-se snperior
atoalhad') trancado, com 8 palcos do largu-
ra a 10600 o metro, dito je linbo adamas-
cado o melhor que tem ande ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
Baloes reguladores a 40000 40iOO e 3600 >
Cbegaram ao Bazar do Pa\ i o rcais bem
feitos balts reguladores, sendo de fu.-tu
a 45000. ditos de musselina a 40500, di-
tos de lasioha de todas as cores a 50000,
lodos elles sao moito baratos.
Panno preto mullo barato a 30600
O Bazar dj Pavo recebeu uma granV
porgo t!e pegas e panno preto fino, com-
pradas era leilSo, qoe sempre n venden a
53000 o covado e pode liquidar a 30000,
por ser urna excellente compra,
Lia8inba8 com msela a 500 rs. o rovadn
No Bazar do Pavo vende-se tima grande
porgao de fioissiroas lasinhas de uma s
cor cjm mesda, que parece mescada de
seda, e ditas moito bonitas cora :str s, len-
do quasi a largura de chita francesa, e li-
qmdam-se a 500 rs. o covado, fazenda qoe
S^aTS1;.11000-4^^*
No Bazar do Pavo vende-se nm grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
uma grande porgo de eotevmos largos e
estreit-js, que para acabar ;e vende mnito
era conta e mais barato do que era oetra
qualquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vepde-se* constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinbas i retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantn, bombazinas. qoe ,8
vendem maisbant; do que em ootra qual-
quer parte. 4
oMIBeEt
MEJIBRO da ACADEMIAoeMEDIGIN \
Preparado por osuuriers.ph.
SucO^de BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clpy Pais
de li-
. dito de
Imho paro a 20800, etta fazenda pro-
prn para lencoes e toaihas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr**H*E4
a 10100 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para veu
dos a 20500,20800 e 30200 o corte p*i-
lqnidar.
Vendeo se cortes de cassa a 20500 o
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liquidago a da imperatriz
Vende-se cortinados para janellas*a 60
tras proprio para caigas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende se chailes de
merino estampados e de barra a 20000,
0500 e 30( 00.
para calca a 30500, 4(5000. 50i 00, 60000.
70000, e 80000.
Para liquidago vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
7-20, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se dnzias de lenc*os
brantos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de lihho a 5 5000, 60)Oi>.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
pa-
de a
10500.
Pa
godo a 10400 e corbertas de chita a
liquidarlo,vende-se cortes de casto-
0 Xai-ope depurativo iodu rarlo do Dou-
tor Gibcrt offerece, no sen emprego, um
resultado bom, cerlu e constante na cura
das vutgens, escrefuks, molesliasapelle,
vtao do snttgue, obs/r verics li/mphatian,
molestias contatjiosas {si/phicas), leves
oi inveteradas, ede todos os accidentes ove
d ellas dependem.
A recata deste Xaropc foi anprovada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principacs pharmaciasdo
em Pernambueo : Mai/beb e C; Joaqim
Martisdo da Cncz Cohreia ; Joo da Con-
CErcAO Bravo e C; Augusto Caors :
BABT00L0ME0 e C; Alexxndbe Ribeiro:
Abreu Ribeiro ; Joao da S* Fabu e Irmao.
para
CHITAS PRETAS A 200 RS. 0 OOVADO
No Bazar do Pavo vndese chitas pre-
tas inglezas com salpicos 200 rs. ocovado
ditas todas pretas, por estrem um pouc
russas, 120 o covado; pechiocba.
0< proonetarios deste importante esta-
bellecimento rogara ao respeitavel publico e
0articoIarrcente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalho do lerem
os seus annoncios, pela razo de muitos
d'lles serem mudados amiodadas vezes
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do Pavo vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pora la, 'pelo bara-
to prego de 60000 cada om.
Vende-se ama honia casa nova a moderna,
com 2 salas, corredor ao lado, 5 quartos, solio
muito fresco, dfspepsa. cozinha com bom fnrno
grande copiar cora (tradeamento na frente, cali'
nntiro lambem com graneamenlo de ferro para
grande porcao de criacao privada para despejos,
ielhe.ro para lenha, carvao, ele., cacimba com
bomba de Ja?i, taniine coben. -nne serve para
banhoesuio. tem 100 palmos de frente e 500 de
fundo, todo murado de novo com gradeamento na
frente e portao de ferro, lindo jardim para re-
ereo. plantacao de arvoredos novos, passa-lbe o
no Capibaribe perto para na banhos, no lugar de-
nominado Lhacao n. 1, jauto da estacao da Ca-=a
Forie : os pretendentes poder- se-bao dirigir para
ratararnadeThom de Sooza, onlr'ora ra da
LiDgoela, n. 4.
res para caigas de bomem a 500 rs.
A Arara vende chitas larcas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O arateiro vende-percalas finas
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidago vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende laazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
0 Guimares vende mursulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Mentes vende fastao da cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O L"urengo vende cassas finas para ves-
tidos $40, 360, 00 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas d; lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o ovado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas mattsa-
das a 640 rs.
a pega para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de
pe a 240 rs. para acarar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidago, vende-se parapeito liso
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e pa.its por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo Darato prego d % 60.
cadaum.
Grande liquidago de ronpa feita. *
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20.
Vende-se ditos de ganga para bomem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Venle-se ditos de meii casemira a 20.
Vende-se coletes de brim de cores a 10-
Vendes-i ditos de meia c:semira a205o'>
Vendevse caigas do algodo azul a 500 rs.
Vende-se dita da^lgo-to de listras a 80Ors
Vende se ditas de brim pardo 20,10dOO
e 20500.
Vende-se calcas de casemira de core
a 6080.
S
0 Bazar do Pavfio ^'[^^^ n.60, esta', constantemente aberto
- das b horas da manfaaa as 9 da noute.
mENC
daau
tijftJa
H, foja.
- V
do : de lolcao de 1800 tijoTr
estreita do Rosario n
os : tratar na ra
PAMA AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos! No armazem da travessa do Carpe-
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para milho
Os meihores moinhos para caf e -para milho que tera vindo a este mercado, 36
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n. 25.
i
4
Gnrrde' pecfinclra
Na loja d- Pereira Irmo- K. a rna do Dnqoe
de Caxias n. 9 vende.. algodo de listra pelo ba-
rato prero de 130 rs. o covado, e sendo peca ainda
se fax differenga. ^^
-Vende se ama machina de eq#ara mullo boa.
ama cama -e casal em meio nso : e na mesma
troca-se urna perreita imagera de Chri'to
Corredor do Bispo n. 53.
no
XAROPE SEDATIVO
de cateas de Laranjas amargas So
BROMURETE DE POTASSTOM
De J.-P. LAROZE, rus dea LiowaM-Paal, Parla.
Todos os Mdicos concordSo em qne o Bromarte de Potassinm poro tem sobre o
sistema nervoso, ama aeco edatir. mmua*,. Reunido 3o Xarope Laroze de
Laranja amarga, coja aeco regenera as fardes do esiomago e dos intestinos,
universalmente appreciado. Sem receio d'ar.idenie se pode dar as pessoas adultas,
quando soffrem de moleitias do aorafto, iat ria* digeti. oo novrotu na (ral,
assim que para as molutiaa aerroaa *a prenhea. Para as creancas, poaa aalaaar a
afitacao, anaaoiaa, tate dnranta r daatieao.
Deposito m Ato de Janeiro, s Charolo*; em Pernambueo, W. Mummr C;
em Mactio, raleo SKaa; em Petjtas, Aataro t; em Baha, atoaba; em
Porte A\eqr*, *oaieUo; em Zaronhio, Vanaba C; em Ouro Preto, Welawea.


f
I ,1

h
i
Diario (te Periiasahueo Teroa eira 30 de Agoslo de 1870.
* ......
I*MA
Jos de Soma Soares & C.
MtJA MBlili 1*\ VITORIA
I OUTlfORA NOVA ) ^
.^Tfr0!3'" m"S V*0*!*" i|a |t I hUar le mais bello e agradavel ea
n rf m.V. Pa" "^ "*0* a,la ""** em P l setiboras cn.no
parahomens h mininos. r
nnI?8K?nnilf!!^ada4' l)erf,,fmiias t**' es variedad de Lodos objectos para me-
nios e brinquedos para enancas. v
r ,. OftAKDE SOaiIMENTO
Continuamente recetado por todos os Muem vmilo da Europa aonde tem ha-
oeis correspondentes.
Vnde-se moito em',nnt; e manda-se p -r om pregad do estabelecimento fazendas
em casa das Eimi. familias alia demslnor escolberta o que desejarem.
Bfovo estabe.ecimfinto
. OE FA7EN0AS E ROP
itia (la Impera riz n. 40, esquina do
&kMm) tilAfi'StUl H
FEf TAS
co lioa Ferreiros.
DO

_._

iltANE ARMAZEM
DE
Fassndas, roupas feitas e de encommendas
MICA DO BRAO DA VICTORIA-JO
(A u ti gil rui Nova)
ru i
DE
, SILVA & C
Os propnetanos deste importante estabebcimento, no empenbo de eleval-o;
aitm dos primeos dn seu geoero cstahelecidos nesta cirtud?, mandaram contratar em
Lisboa, um eximio artista alfaiate para dirigir a sua officina.
Acaba pois (h tb**'*'Wfa corte, e para esto lim, o hbil -e conceiaado
iifluuiijiw jiiijuiicii iimfi/iaui
- O novo propnetario deste estabelriniento. eooMnanka ao respciiavel publico
esta i-.d.te, e Kpeaaimefite s Eim feftilus, que,e>t liquidando por preces bara-
lissmK,M amigas fauntj* que existiain nerte e-tateWimento, alm das que abaixu
v) relacionadas, roj* presos itteriwm toda a alientan ,i0 respeavel publico, que nao
fleixara oe rxm peqo-na ijuanlia r.-Iazer-se de qnalqiier qjiatidade do fazenda que pre-
ciso. JJwnese tariilwm trae a m^ma loja ten. r-iio sortimento de fazendas moder-
na-, e continua .monir-s* dasr do mais apurado e escolhido cosi, que vender mais
barato quii qnalqnei mitra toja.
A 1.0.1 a !)> PAPA ".Alb nlln de ter um gnndp deposito de roupas feitas, tcm
um nonan st.r.h%ertro rfc bkmmri* Mnefzas, malezas e aliemos dos padrtfea mais tio-
dorims, e assiifl coum pannos preto, nnjras e panno fino cor oe pinhao. azul .aro
e mais esen o. hrrrs bfncore do cores, fyftfei braU:os. o de ctJTes, cangas de linho
e hnn- n#rd-i di- udas as miahdades.
A. l.(?Jv 00 A'-A(}\!0 t.io contratado nm ptimo met-i/e slfaiate pe.ito no
sen o,i;nn pa,-.i pxn:iar qajt|tjnir o>a da arin om a tttaior i^rf-ico e esmero,e qual
a i..c nao iique a *outde dos freguezes, -..u para a loj; u manda-se
a 3(5 o metro,
tenMcs e toa*
tures, lisas, de (br
da -,ua grande pratlea o profin-ncia.
Neste estabele'imento achara o publico constantemente um magnifico
m-:.to de pannos liaos, cjwmiras, gorgnres, e anigos de modas, ludo do oue
meliior e mais lindos padroes que tem fnd a este mercado.
10Ru:i do Barao da Victoria*
(AMIGA RIJA NOVA)
sorti-
ha df
=10
fazVr no i*!.
Alafftfcid'i de*liidpi lino,
e de ifuiac ;i i'.5.
fgonS linio laigo. para
Ibas a |^ fjM.
Alpacas ni l. i|h
Cpks. e de l;sr.ts.
Banrgis com rtstriuHaa do diflVrcnles co-
res : :]H) rs. oevadi>.
ols so,. Ujlflii .it'eirtdadw. para iagein,
o preeo c ci/nffirtne o i imanftt.
Bombasitias iirt.js. -as. e raneadas.
Bramantes de liuho, franepz a inglez a
ba'oes i> mmmm-4, .r..o.s esm -.
e outros t^fc de p.iniKi
de filas, para sonhoi
liO delho de lid'(" ;: -v a vara,
elides .c itioin nidos muilo grandes
di: s, eslampados de .."00 para
itiho luanco e preto liso, e de
--
D.to
lili;;'.
Fil de
salpico.
Grvalas de seda p/ctas ede cns, da.
mais ojAdenias que t. m vodfl ao merend.
Gnardanspos de nnbo teaneos o pardos.
Orosdenaple preso de difirenos pr eos.
I.aasinlias em cortts com paiftias cum 14
i por 6#.
Dik l/ai a dHlal !:Miisnar':tes e ta-
evm n feto dos psdas -le diff-frentes preces. '
6 mernmis. Hadapolo inl.z de :r> al IO
Basquinas de pr>HeMf*.i* proio mo-j L'.ro deaho
jemas e de crofti tmio enf-'dtadss: :* .?
Jr.-aii!. .s .1^ bViho gn aluorfSn.
B los da linho trabados braacos e cor. s.
Brins de
cores.
Cqtl tiratas
rentes, sendo
mos l ;..r ir.-ira.
Camisa- de rnei-1, de fianea. branca, e
fle?lg Larai.br.Va com di-1 ''rincetas relas de diffjrcntes prec-os.
GALLO VIGILANTE
linfa do Crespo n. 9
On bem conhecido estabele-
cirtienif, aiin dos mitos objectos (me tinham ex
costos a .preciable do respeitavel publico, man-
daram vir o acaham de receber pelo ultimo vapor
da Fur(!j):i un; completo e variado sortimento de
finia e mu i'ciicadas especialidades, as quacs es-
'aoreso!viilw a vender, como Ue seu costume,
rfoa muito haratiaoN e commodos para to-'
doa. lum tanto quo o Gallo....
Milito superiores luvas do pellica, pretas, bran-
ck p (ic inui lindas cores.
Mtii boa e bonitas gollinhas e punhs para se-
nlklia, neste genero o quq ha de mais moderno.
Superiores nenies de tartaruga para coques.
Lindos e riqaissimos eneites para canecas das
hxmas. senhoras.
Skiperlures trancas pretas e de cores com vfdri-
llws e seta eM ; esta faieuda o que ode haver
do eihor e mais Iwnito.
Superiores o bonitos loques de madreperola,
nurim, sandaio e osso, sendo aquelles brancos
com li::iios desenhos. e estes pretos.
Mnito apoderes nelH fio de Escossia para se-
nliriras, as quaes setnpre se vonderam por 30000
a duzia, ontetanlo que nos as vendemos por 20j,
aten distas, temos tambem grande sortimento de
nutras quad.ides, entre as quaes algumas muito
Qna$.
B(>as bnnsalas
X;
bar!)
rawi
a pcfa.
nao, branco de 24 a3/
C03
riozi:.
Ditos decambraia de pho de 60 a 2i5k
Wiji d esguiSfl i! 6|S a 85.
, ,. Mus-vlins brancas de cores a 500 rs."
Igodao troteados broncos e do o tnxtdv
Gorgorees de Isa edm listras, fazendalB-
hmneas "tapadas q Iranspa- t-iraipeato'nova aooiercado'a 800 rs. o
itglezas u soissati de K pal- covMo.
Metios preto, trancado e de cordo.
Pilis bordados e lisos, t;.nL de linho
3 po:rfas n. 53, ra Direita, 3 p ras
loja do Braga
0 abaixo assignado, dono deste antigo estabelecimento, tendo,em te
nmpleto sortimento de ferragens. miudezas e cotileria, tem resolvido mj
.verses penus da Europa o-; meJbores objectos de sen estabelecimento
lo que convida ao respeitavel publico e a seus
apresentar um
mandar bussar em
dos fabricantes
tmerosos freguezes,
fioas canos e de um. tanto ingleaa como Irancezas, louca de porcelana, facas"
; ae ai versas aaalidds
lima Iba de le
Dienta grande
eem numero
!:3, loja de Leonida^ Tito'Loureiro, antiga loja
licados lKirdados,4 enfeiladas de c
Sras.
Cambr;. is a>
a 800 rs. ,, \, "!rat.>.
Cambxaia branc lapada muito larga com
pregas o bordado, lia r>< tres quafidadfes
cres a- iOO, rs. o metro e l,ro!'r'a Par* saias de Sras., o p.eco lia-
NOVIDADES
DO
7 Ra doQueimado 7
E' ebegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de lzenda
w.as, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de .soda ricamente bordados.
Gorgor5o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de otse, idem, idem.
Cortinados ricara nte bordados para cama e janellas.
Croxs p.ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L3as de diversas qnalidades, lindos gostos e modernas.
Hicos b urnus para passrio, com listras de setim.
Sabidas de baile*o que ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Camisas mg.'nas, o CranceEdS de linho. o
de ai-odao de i-re-as. lisas e bardadas.
Ita:oM d.' sol ftestd, merino a atoar-
ca de (turereles cures, e anitfl baratos.
CIuIhs para vastos, banct-zas, do 24
at 4fK) rs.
Chitas |i;:r. 'o'^rlas de :>0 at 040 rs.
Gortdos de cambraia, e de fil borda-
dos para camas ojaladas de i06 para cima.
Col. has de testan br?iwas a b\$S00l
Ditas de corea a 2|800.
Colarialio\de linhos, inciezes, ealemaos.
lisos c liorilaiio.
Damasco de 15. 'iie.arnado, a zul e ama-
pello; ese.niniliin pie!;..
Esprii!/ s de linlu branco para Stte',
de dilnn-nles piceos.
Sedas pretas lavradas
':'>O o c.iivado.
Sargeflfn francez e in
res.
Toajbas ^e afgodSo e de
para vestido a
g!ez de toda ao co-
hobo de dif-
fereotJ's qiftdiddes tamanhos.
Poohosdo ii.bo para homem muito ti-
nos.
'leas ing'ezas para Sras..e para meninos
e para bomens. de dille: coles qnalidades
c de todo* os tamarhos.
Para quan comprar peca or duzia da
onalquer lazenda seu preto o custo ; para
diminuir o ret^iho.
Otees* as amostras de ipilqner faz^nda.
A \'p do Papa^aio adiase aborta todos
os dias. at as !l horas da noute.
Francisco Trxeira Mondas
CASA CAUVIN USW
Pharmaceutico privilegiado
successor
JIoulevard Sebastopol, 63 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINO
ApreunUdas a Academia de Sciencias e ao Iastiluto d Franca,
tu ICPPn ;"1' a forma de Pastilla, devedida e doscada para
illULuHU faser de momento ama soluecao
Prventiva e carativa das MOLESTIAS C0STA610SAS
e superior canna da India e
can 10 de tuarfin con lindas e encantadoras figu-
ras 10 mesnio, neste-genero o que de melhor si
ped dt'rjar ; r..-;n tesias temos tambem grandi
quaatidade de ou!r.'.squalida:les, como sejam.ma-
deira, baleo, osso, borracha, Mr., etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicolinhos de cadeia e
de oi.as qaaiidfi!eB.
Litadas i- sopes ores ligas de seda e borracha
para segurar as ia*u.
Boas meas de seda para seuhora e para meni-
II te i a 12 sanos de idade.
vathas eabo de marflm o tartaruga para fazer
i u muito lioas.e de mais a mais sao ga-
ia* pelo fall n-ante, e nos por nossa vez tam-
bem .asseguranins sua qualidade-e delicadeza.
Lindas e bellas capillas para noiva.
Sureiiorcs agullias para machina epara cror.
LLilsa muito boa de peso, frouxa, para encher
labyiiuthe.
Bo 13 baralhoe de cartas pan voltarete, assim
come os lentos para o uiesmo m.
Gr uiile e vanado sortimento das melhores per-
fumarids e dos melliores e mais conhecidos per-
fumi tas.
COLARES DE ROER.
Ebctrieos magnticos conn-a as convuisues, e
atn a doBcao das innocentes criancas. So-
desde muito recebodores destes prodigiosos
i-.nllares, e continuamos a raeebe-los por todos os
vapo es, aui de que nunca fallera no mercado,
eoint ja tcm acori!>.-cido, assim pois poderlo aquel-
les o te delles pteeisarem, vir ao deposito do gallo
vigil? uto, aonde sempre encontraro destes verda-
de;ro i eoltares, e os quaes attendendo-se ao fim
ara que sao appeados, se vendern cora um mui
diinir uto lucro.
. A_______________,.
A ruadoDiiqued(Caxiasu21
(AIT1GA RA tO OEIMDO)
Rerebeti rtfoini
E-pelli i* graiidrs donrailnr. molA.sbonito.
Carteo.is, charuieiras c pojlcigirros de muita
qtialiiladis.
II.mitas fastas para papei-. simple- p matsad>
Boa* raixan va>ia para c-slura com :ua eempe-
lente chave.
Delicadas caetas da marQni cora o bocal d
nrau. ...
Meemos initi's de t.irtaruga, sobir:.lundo en-
tre i-lles os mimoso* iHegracl.isias.
Cnmmodoj loueadores evm duas gavetas e boro
espelho.
Pon bjuquet, o que C mclher tem aopere-
Ci.lo.
Prt rd.gios d*1 milita? .leadades.
Itnis talhereii para eria"' K
Vwtnarins, chap, zini.; -, toncas, sapatos e Bielas
para baptis&rin*.
Tbalbase fi-onh* de labyrinibo.
Chapos i'chapelioaspar .-enhoia, moldes novo
e bonitos.
Chapotinbos gorros e ). neis para meninos
menina*. *
CwLtiM as convulso1 s isas
Vende-c os verdadeiros > ll;rr> r,\ Nova Espe-
ratira, roa do Dnque < i- K^xia* u. 21.
PAHA TINGIi; C.MlKl.l.dS
para preto* oe ca>i,.:,h >. recebvu a Nova Espe-
ranza a vrritMli'ir.i lin'a i'i:,c/.i.
PARA ACAll \\\ COM AS SARDAS
oh pannos, tcm a Nova E>nanea o vtrdadeiM
(cite de iwa> lflranee.
ACA I.K FLOR !;:!.AliANIA.
Vcado-M- ua .Nova Koeranej, in e Caxias n. 2!.
PAl'EL PARA EXFF.rrAR-.SE 0L03
reeebeii-os r uto UneVw a Xo*a Ei'peretea, ra
do Duqncdn Cax3*n. -I.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Espeanea te tabonetei de pos de
arroz.
Rtfili
mos
'J,0fa""'os' Pis- 3vis,a dos objecios que deixamo?
deca -ados, sos nossos freguezes e amigos a viiem
comprar por preces muito razoaveis loja do gallo
vg'la ate. na do Crespo n. 7.
IKJECTOR-PHILTRO
do volme f.e. um rclonio, serviodo de
l'HILTRO e SERINGA sem os
graves incoaveaieoiei de fragilidad*.
ESTOJOS
Coa
a forma, e de volume de um Porte-Moeda
COTEiXDO TODO 1RATAMENT0.
COJLiHiYIlIO Contra as afieocois das palpebras,
preparado sob a niesma forma.
Seroulas de linho, e um grande sortimedto de roopas feitas e de fazendas
^nfadonho mencionar.
Luvas frascas de Jouvin'
etes para guarnicoes de salas, alcatifas
meditadas e verdadeiras
Esteiras da India
Sortinento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala
grande sortimento das acreditadas e verdadeiras
que
e o
lllftffi Al!,
IEA U II l i
.Ajame de ferro gaWanisado em rede para cercas, gaiolas, gallinheiros ete.
Chapas de ferro galvamsado para cobrir casas.
Taebos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Milner e outros autores.
Chombo em cano.
Dito em lenco).
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estanho em barra e verguinha.
Folha de Flandres. i
Arados americanos para ladeira e vanea.
Carriabos de mo.
Venecianas para janellas.
Machinas de descarocar algcdao'de facao.
Ditas de serra.
Ditas para, cortar fumo.
eh!Bi8^\I*SSode for5adC 3 CaVa"S m0tOre9 PMa ,CCTa,l0S- P" a^ :
Cadeiras de ferro.
Camas de.ferro.
Prensas pira copiar carlis.
Baiancas para pesar. *
Oteo de linhaca em latas de ferro.
Trunos de ferro para engenhos*.
Bombas arnericanas.
Maeaeo de esiivar. '
Baiancas e peso decimaes e ontras,
Fogfies de patente.
Enxofre.
Salitre.
fstopa^bxrga e de boa quadade.
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IPJJtuwAU momento urna soluccio PBIVKITIV1 E C
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
Sob foroa de Pastilla, devedida e doscada para faser de
lUBaTITl das
If
Gravee
do volme de um relogio. servindo
de Phu.to e Seringa sem os
inconvenientes de fragiaade.
Com a forma, e do volme de um Pone-Noeda coileodo
TOBO TRATAHENTO. "w>"
OOLLYItlO
BARTHOLOMEO 4 C
ESTOJOS
Contra as affeccois tas palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BRASIL e PORTL'GAL
34, ra larga do Rosario. PJB1RITAMBTJOO. "
^caretas
para caminbos de ferro.
iTrnTi-TT*^ p^nuniosae ierro.
i^m grande sortimento de ferragena e cunlana.
HEQHIEO
Com fu n di pao
ba oo eeoi 52
Passamln o ch^fariz. ^
Ciiaua a attent;ao dos Sis. de engenlio para seus acreditados inacbinismos e
com espeeiaiitiade par seos vapo; es que anda una vez tem melbora:....
* vapores fon.ccidos por^lle e j funecionando Ihe b3o de faier melijor tpre-
cia5o do que qnai^ner dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito uma rediicgo em seus preces; e qae
tem [.rompi to ia a especie da macboismo e outros objectos para a agricultura.
Lanteiga a 1$.
Vende-e manteiga ingleza flor a U a libra
no progresso de paleo do Carmo n. 9.
Juordeiro previdenti
Tua do Qneimado a. 1.
e variado sortimento de perfumara
bnas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de peri
tnarips, de que effectivamente est provida
loja i do Cordeiro Presidente, ella acaba c
receber um outro sortimento que so tora
aota- ?el pea variedade de objectos, superior
lade, quaiidades e commodidades do pr<
?os; assim, pois. o Cordeiro Providente peo
e esi era continuar a merecer a aprociaci
do lespeitavol publico em geral e de se
boa tfreguezia em particular, nao se aai
lando elle de sua bem conbecida mansid's
9 baj-ateza. Em dita loja encontrado a
tpreiJadores dbom:
A| aa divina de E. Gondray.
Di a yerdadeira de Murray Lamman.
Di a de Cologne ingleza, americana, fri
ceza.j todas dos melbores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toi6t.
Elixir odonalgico para conservarlo t
ssei da bocea.
Co:mctiqnes de superior qualidade e chf.
ros a{;radaveis.
Copos e latas, maiores e meaores, cci
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
s oati-as qjalidades.
Finas extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e oufeilados.
Ess enca imperial do fino e agradavel ch*
ro de violeta.
Oaras concentradas e de cheiros igu*.
mente finas e agradaveis.
Olep pbjlocome verdadeiro.
Extracto d'cleo de superior quadad;
una ejsco'.hidos cheiros, em frascos do diS:
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menore
para naos.
Ditos transparentes, redondos a em fin
ras d( meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb:
Cabinbas com bonitos sabonetes imitan
frucia;
Ditas de madeira invernisada contando
aas pa|rramarias, muito proprias para pr
sentesj.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tas
bem de perfumarias finas.
Benitos vasos de metal coloridos, e
moldes noves-* elegantes, com p de arro
a bonica.
Opiata ingieza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differem
quaiidades tambem para dentes.
Torneo oriental de Kemp.
Atada sHaU coques.
Um ontro sortimento de. coques de nr
vos e bonitos moldes com filets de vidrilht
9 alguns d'elles ornados de floros e fitat
estio todos eiposto8 apreciacSo de qotr
oe pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de mijito gosto e perfeicao.
FIvellas e fitas para cintos.
Bollo e vanado sortimento de taes objet
tos, ficando a boa escoma ao gosto do coi
orador.
Eival sem segundo
HIJA DO DUQUE DH CAMAS K. 49
Eaton disposto a conlmuar a vender toda*
as miudezas pelos baratissimos procos abai-
xo declarados, gaianlindo ludo bou; e pre-
sos admirados.
Duzias de pa itos srguranca a-----
Duzia de palitos seguranra caixa
grande a...................
Fraseos com oleo baboza muito fino.
Pacotes com pos de ai ros o me-
Ibor qne b.i a...............
Navalhas mullo unas para fazer
barba a....................
Caixas de linba branca do gaz a..
Vara de franja de linho para toa-
Ibas a .....................
Caixas com pennas d'a?o de i erry
superiores a.................
Lencos de cassa brancos e pinti-
dos a.!....................
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a......
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a.
Duzias de meias cruas uperioi
qualidade a.......
Pecas de babadinbos com l va-
ras a.........
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada pea a 15500 o.
Pecas de lilas para eos de q<;a!-
qner larpura com 10 varas a.
Escovas para tinhas fazenda lina a
Ditas para dentes a 246, 32,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.....
Duzia de linda frita para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias crow para mt>
nos diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas Btotto
finas para senhora a. .
Pares de sapat03 de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para voltarete
Sylabarios portopoazes a. .
Cnrlocs com culxuies- carreras a,
Abotoadnias para coiitle diversas
quaiidades.......
Caixas com penna de* seo muilo
boa de 320 a. .... .
Caixas com superiores brelas a.
Duzia de agolha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 qoader-
nos....... .
Resma de papel pautado super or
Resma de papel liso muito supe-
rior a........
120
320
320
320
1^000
500
160
800
100
709
400
31600
50.
00O
500
m
500
82i
:>0(>
sjee
40P
20
4Ch:
u
2OO-.
24"
400
ijOOO

341000
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qaalquer
comprimento, quahdade superior, em eaixa ou
porcao mais peqnena : na roa da Cadeia do Re-
cife n. 51. 1 andar.
LOLBRIA DO RIO
RA DO CaBUGA' N. 2 B.
Ate nova reolacao, se vendem bilhetes do Rio
aos vendedores na razio de 22*090, seja qual
a? nnft"80' dinneiro visla e aos parculares a
20Ra da Imperatfiz20
Farl & Lessa.
Acaba de chegar a esta ioa nova loja de fa-
zendas finas um variad sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejam : granadines do ulm
gosto, popelinas de uma t cor, alpacas e laz -
nhas de cores, o que ha de mais moderno, turL
por baratissimos preces, brilhantina* de core-, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitaeao de jier-
calia.baloe.-de dina fingmdo saia de cor com in-
das barras, fustSes proprios para vestido e roupa-
de meninos ; agora grandes e admira veis pecbin
cha9,9aias brancas com lindos frisadbs a 3|, ri-
cos corpinnos bordados mnito nos a 5, balde-
modernos de arcos a 2*, ricas colchas para ama
alcochoadas, sendo brancas e de cores, a o, & r
lt, cambraia victoria lina a /s, ditas trausparsn-'
tes a 5, 64 e 7chitas fnissimee escaras e ciara -
a 280, 300; 320 e 360 o covado, cassas de cores a
240, lencos brancos de cassa a 2*500, ditos chi
nezes a 3*500 a duzia, madapmao lino a 6 -
6500, e muita suporior a !{,, 7*600 e 8*, algo-
daozinbo largo proprio para lences a G*, panu.
de ar^odao branco trancado proprio para toalha-
de mesa a U600a vara, nramanle par lences a
2*000 e 3*300, o qne ha de melbor, esgoio C-
nissimo a 2*200 o 2*500 a vara. Mandamos na-
casas das Exmas. familias para melhor poderer
eseolher. Tambem temos completo sojtimento d
perfumarias dos primeiros fabricastes franeaes e
inglezes; as pestoas que se dignaren vir a esta
loja terao occasiao de recoohecer a realidade do
que annnociamos para nos justificar.
Vende-se a casa terrea n. 11, sita em Olicda.
ra do largo do Amparo, com excedentes com-
modos e grande quintal, solo proprio : a tratar n*
Recite, rna da Cadeia n. 5.
Farinha de mandigea
Vende-e.na raa do Amorim d. 33 sacos com
especial farinha de mandioca, igual a de Muribeoa
pcopnanara casas particnlarea, e por preco mnito
ide-se nma rotula de amarello em bom
na cambda do Carmo n. 16.
Farinha de milho.
Ha para vender farinha de milho mnfro nova e
superior em saceos, ehegada nltimamente de I'
Aiegre. A iodo contente dos compradores, esto
farinha consta de tres quaiidades : BRANCA.
AMARELI ntil para alimento de animaes, e ao.mwmo tempo
de grande vantag;m aos compradores em face de-
preco' incontestavelmente muito mdicos : a tra-
tar na ra da Cruz n. 3, escriptorio de Amorim,
Irmaos & C._____________________________________'
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de l^ictheroy.
Unico-deposito em Pemambaco caes da alian
dega velo o. 2,1* anda.


UTTERATBI
A' SITA ALTEZA
O MARECHaL CONOS
D'EU.
i
i

'*"

As placas da Man
Bemvirulo soj is. gneri airo !
Teii nome nm diadema
Para o po\o brasileo !
Na dextra a nvitM.i espada
Que den pan i "* WK
Na f onte Mrw, m P*>,
Grande e nobru c r c*>!
Remindoam povo captivo,
Prosiftndo to ps um algoz,
Dste brilho a nossa Tama,
'Maior forra a nossa v, 7.!
Querem todos nesto da
Vossas victorias saudar
Janto ao aojo que vos segu
Nossa estrella tutelar I
De nosso futuro esp"ranc.a >
Saudainos, pois, poflia
Gentil, excelsa princesa
Progenie da monarchia !
Itemvodos! da Mauric t
Sobre o invicto torran
O povo vos abro os bracos >
D-vos livre. o coraco !
Seja, pois. o oosso brado
Porte, ingente, varonil.
Viva o as-iro da victoria!
Viva o aojo do Brasil !
A. Lame.mia.
Companhia
>nias Hollao-
ei*to linem-se o generaes e 6s es-
tadistas, e d-se a direcco dos negocios
idelogo-; mas se rom a pralencia hu-
inana se regem .as cousas humanas, dei-
xai-ma dizer-vos que nao com estas dfvi-
ses que se ha de conservar Pernambu-
C i os sei na s te mil homens de guar
i bullan leza nopoderSo subjugar ter.
mente n;n povo "quem' estamoi drado
ustH :ad;K motivos da odio.
Que imparta que elles sejam numero-
sos romo os gafanbotos ? mais forte do que
os Egypcios o dedo de Deas. N5o procu-
re a' esletos carnaes para sustentarmos
a nossa aij>a. Puuharaos a nossa confian-
za na Providencia.
Mas tornemo-nos dignos do sea auxi-
lio ; etn vez de forraarmos aqui no Brasil
dous povos separados, procuremos por to-
u .s os modos confundidos n'um s, para
om homem d
proeurar.oes.
gava que ''"JH
Vieira respooo
do, e pergonU
commercM^^^^^I
rador bastante
plissimas
idez alie-
mcommo-
a que negocios
iue um procu-
vesse. O emissa-
rio retirou-se desesperad, e o governo,
quebrando ento por todas as considera-
Ces, rosohtu dar um golpe de estado
prendendo Vieira em sua propri casa, mas
fazendo a priso de noute para impedir a
subhvacoquo urna Ul medida, tomada
osleufivamente, sem durda produziria.
Foi a noticia d'essa restuco qoe Rodri
go recebeu coufidenc almeate da boc^a de
um dos membros do governo. Era quasi
noute ; dep >is das onze horas que se de-
via effectuar a prisa o : um dos tercos da
guarnilo, j avisa lo, cercara a casa de
Fernandes Vieira, dividido em grupos de
vinte e de tcmta soldados. Nao bavia tem-
quebrarme assim os laces que ligan ^oape^
l wijtiuujij ua iw
por M. Pithr.iro Chayas
X
(Conlinuarao).
Estavaelle agora em servir o as provin-
cias no corpo de operacoes que aedava euflD
primindo os motins com quo os Poriugue-
Z3S preludiarn a n.uireico, de que de-
via ser Jlo Peinan les Vieira o hroe.
Espera varo-c suas irma- coai brevid -
de na cpilal e no dia em que annunciva
a soi ebegad Mugarida, dcandos em ca-
sa rom sua irada e unit escrita negra, por
qtie HabactK lora ao encontr de seu timo,
le coDUDOfl'car Rodrigo as esperamis
que depotitava na Merveoeajo de Garrit.
Pouco ante da volta oi dous. Ro trigo;
den mu pretexto qoalqoer a saliiu. TmiIm
a cabera em fogo. Travai-se uo seu es-
pirito urna lula fonnidavel. O osmienl. j
que ambicionara tanta, aproximava-se tai-
ve/. Ira ligar-se emh'm, ele cathlico e
PortQguez, com urna berego e urna Hallan*
i. E qual seria o novo embaraco ej^
nos urna til posicao < havia de lanoai"?
Em que luta de devores nao se veris
de novo arrojado ? O irmao de sua l'u.uiv.
esposa combata no exercito dos II il-
landezes, elle do opposto campo!
Qoe situarlo que angustia! Mas poda
tamben* renunciar Marganoa ? Ali!
diz a comsigo, tu lo se pode conciliar de
certo. Pois quando rebeotoo em Portugal
a revoluco do l. de dezembro, nao foi
ella partir tantos lar js de familia ? A
propra ranhi de Portugal, D. Loiza de
Gusmo, nao Giba de um fidalgo hespa*
t.nol. o duque de .Mediua-Sidonia ? E deixa-
ram per isso os duques de M.dina-Sido]a
oe dei'ender a causa de seu rei ? Deixot| o
s bersoo de Portugal de cumprir os seus
devoras de soberano? Ah! tornou ele
respirando mais dd&affegado, posso desejar
a restauraco da minlia pitria, sem renun-
eitr possh deMargarida. te 30 lado de
Permnoes Vieira poderei proteger elBcaz
mente acjuelle pobre bprege faoatico das
iras dos uossos 0A0 menos fanatios s j-
dad is.
Era j quasi noute quando pensou de
sub to que, absorto as suas cogilaces. se
e.quecora completamente de indagar o que
se decidir nesse dia no conselho do go-
venio. Inquieto, porque os acontec me ritos
nessa poc j se precipitavam, e os Holfan-
dezes s pensavam no modo de coiber
Vieira s mos, correu Wryburgo. Effec-
ti\anente l eocontrou noticias que o so
bresaltaram.
Entretanto Gerrit, acompanliado por seu
pai, que nao se farta>a de admirar o seu
garbo, entrava em casa, onde o acolhiam,
com enternecido affecio Margarida, Gathari
i.a com estouvada alegra. Gerrit era um
bello mancebo de 27 para 28 annos, que se
pareca tanto com sua irmaa mais velha,
quanto um homem na forca da vida se
pode parecer com urna menina de liezoio
annos.
Depois das longas palestras em que Ger-
rit coIoh a sua viagera pelo interior, em
que Habacnc narroit, as novas de Hollanda
e da colonia, e em que exultou fallando no
triuraptio provavei dos presbyterianos inle-
zes soi)M o seu desventurado rei Garlos f,
e em que Margarida tambero disse o modo
como a familia travra relc5es com Ro-
drigo Teixeira (rujo nome, digamo-Io entre
parenthesis, fe i com que Gerrit fran/isse
imperceptivelmenteosobr'olho). Depois des-
tas l ngas expanses, estabeleceu-se a coi-
versaco sobre o estado actual da colonia
Gerrit desapprovava o procedimento do con-
selho, que, pralieando exaeces crueldades
e injusticas, opprimindo os povos, eslava
desfazendo a obra de Mauricio de Nassau,
que tanto desejra congraciar Com o domi-
nio hollandez os colonos porluguezes.
Este illostre principe, dsse elle, bem
vira que 0 nico modo de conservar a colo-
nia era conceder aos calholicos a liberdade
de consciencia, que para nos queramos na
Neerlandia. Assim como o nega-la Puilippe
ft foi talvez a causa principal porqae per-
deu as sete joias da sua corda, que s3o
boje os sete estados da nossa repblica,
assim tambem o oppriroirmos a conciencia
dos Portuguezes pode dar em resultado
perdermo* esta florescente colonia.
O que, meu filho, acudi Habacnc,
pois ousas confundir a causa da verdade
com a causa do erro e da abominac3o ?
fueres"que os filhes devassos de Efabylo-
uia possam queimar graos de incens no al-
tar de Satanaz, ao lado do templando os
le Israel se cobrem com as v
a acenterem no tabernculo
!)tiguri.
tea querido pai,
sanctuaro e as vestes
nossos novos subditos sua antiga m5i pa
tria. E para usar da vossa lioguagem mys-
tca. dir-vos-hei: E" necessario arrancar-
raos as raizes que ainda conservam as
praias de Babyloni 1 os que nos desejamos
agrupar em torno do templo de Israel.
E de que uto4o queres tu conseguir
istttT
De une modo? Por .todos os modos
poisivui: pela cimmunddiide interesses,
de deveres e de alTectos, pela tolerancia,
pe 1 imp ircialidade, pelos enlaces matrimo-
niaes.. .>
A:,atliema! bradou o velho ministro
pondo .-e em p n'um impeto Pelos enla-
ces matrimoniaes! Nao sabes que eus di<-
se aos setw se. vos : 1 Separai o trigo da
palln. para que os n3o confunda o fogo da
mnroi imgneeo eoraiodaminhacolera?
Mis, meu pai ..
-Nao quero ouvir-te. Arreda-te, mode-
rado, erastianista, tu que adoras o bezerro
domo, .jue t ansiges com os fihos de
Belial
E saiu do qaa to, erguendo as mus ao
cn.
.G rril esuas irmsa oharam uqs paraos
oatree sorrindo. Ji conheciam as exploscs
la ira do bom ve*o, e sabiam quanto
eram pouo formidaveis e pouca duradou-
ras
l'arecc-.ne, Grieljen, disse Gerrit Otan-
do os oios em M.rgarida com um sorriso
matlcbso, eafagmdo o bigode louro, pa-
re^e-mo que te agradou mais do que nos-
m pai a minln idia acerca da fuso pelo
mauimuni .
Marga ida crou, mas dsse simplesmn-
E' vrdade, meu irm5o.
E j t: alaste de por e.u pratica a theo-
ria ,
Jj sim, Gerrit, e contiva coma tua
viada parame ajudaresa convea^ermeu pai.
Podes imagioar como folguei de te ouvir
expender as uobres ideas que excitaram a
sua irii-llectida colera.
tomo migaras de me ouvires expen-
iler ideas dTameUalmwte oppostas, se fa-
vorecessem l os leus ulanos de corceo, vh!
Giibtjen, Grieljen, as ideas polilicas das mu-
laeres t^em sempre urna forma visivel. pal-
pavo, e determinada Vamos, quem o leu
escoibidot
-RodryO.Teixeira, disse Margtrida.
Rodrigo Teixeira, exclamou Gerrit, fa-
zen lo-so pailido e levantan io-sl>. Impos-
sivel!
Nao o conbecea ? o amigo de Mau-
riiio de Nassau.
.Mas Mauricio de Nassau j n3o.
guveroador de Pernambuco, respondeu
Gerrit com impaciencia, trahindo assim in-
voluntariamente as suas ideas ambiciosas.
Margan la olhou para elle com reprehen-
da tristeza, e Gerrit. corando, apress u-
se em, balbuciar :
Eu Dio gosto de traidores, ainda "quan-
do files nos servem.
Alas as toas ideas acerca da fuso dos
Hollndoles e Purlugue/.es n um (> povo,
consentcm qse chames traidor quem
serve.a causa que tu proclamas justa ?
E ta lgica simples impacientou Gerrit.
s meus planos ten respeiio, Griel-
jen, disse elle seccamenie, coadunam-se
nal com as tuas loucas predilecces. Nao
me soni a idea de te ir entregar um im-
bcil, despresado 011 odiado pelos membros
do consellio do governo, que d'elle se ser-
vem, mis quo una llie nao podem perdoar
a sua amizade Mauricio, outros nao yeem
com bons olhos um renegado. Os seus
compatriota* detestam-o, e entre ees
Di nhuma inlluencia exerce. A tua mo
ileve conquistar a causa hoilandeza vulto
mais elevado e mais nobre. Ah se Joo
Fernandes Vieira e.-livesse livre, enl3o
que eu te aconselhana a experimentares os
eteitos dos leus encantos sobre um homem
coja adhesao franca e explcita pdeassegu-
rar Hollanda a posse indesputada da colo-
ma. Nao faltaran! de certo as altas recom-
pensas quem prestase um servico d'essa
floalidade. Vive D. Maria Cesar, esposa
de Vieira ; mas sao livres Luiz Barbalho
Bezerra, um dos homens tambem mais in
fluentes da colonia, Alvaro Fragoso d'Albu-
querque, Manocl Pereira Corte Real. sEs
coihe entre tantos, ] que te agrad3m as
minhs ideas ; mas, para casares com Ro-
drigo Teixeira, nao contes com o meu au-
xilio.
E, dizendo isto, sabio arrebatamente do
aposento.
Ah como eu sou desgracada, excla
mou Margsrida cabmdo nos bracos de sua
irmaa lavada em pranto.
XI
O II1M0 DE MARGABIDA.
Rodrigo Teixeira, como dissemos, ao en-
trar no palacio do governo. encontrara no
ticias inquietadoras. N'esses ltimos lem-
pos, Jo3o Fernandes Vieira, terca do qual
elle conseguir por muito lempo alorme-
ber atvigilancia dos Hollandezes, inspirara
suspeitas que j se nao podiain por em
duvida, e o conselho empregava todos os
meios para o coiber s m3os. Como Vieira
fra por muito lempo, e continuava a ser
ostensivamente um dos agentes da compa-
nhia, quizar; m os governadores attrahi-lo
Wryburgo, mandando-lhe dizer com muita
cortezia e amabilidade que' viesse para as-
signar alguns papis de ma'ta urgencia. A
perspicacia do futuro restaurador do Brasil
septentrional bastara para o advertir de
que n3o de a acceder ao convite, ainda
Hodrigo Teixeira o n3o prevenisse. Mas
ra-o com elleito, e por isso, por
hollandez. repre-
i o seu papel, Vieira n3o se deixou
npada dr, e, ti arou que,
ta a urgencia do mandara
pela idea de que as preoccojpacoes do seu
amor llie tiuham Teito esquecer em occasio
130 critica a salvaco do seu amigo, e a li-
berdade da sua patria, deliberou convr
casa de Jo3o Fernandes Vieira e avisa-lo
do succedido. Mas n3o pode ainda tanto
n'elle o sentimento do dever qoe tvesse
coragem para nao passar ao menos por
diante da casa de Margarida. N3o Ihe que-
ra fallar, apezar da anciedade em que es
lava, do destjo que tinha de saber ares-
posta do irmao, em qoe ella lauto confia va;
mas quena ao menos poder v^r a jan-lia
do seu qnarlo iliuminado, ouvir talvez a
sua voz suavissima ent ar algnm dos psal-
mos da igreja protestante. (Juando passa
va, porm, diante da porta ao jardm, p*i-
receo-lhe v la entre-aberta. Aoproximou I
so na pouco, e logo appareceu urna cubeca
curiosa, e urna voz feminina prouuuciou ;
seu nome di manso. Era Catharina
O que, Ketjen ? O que fazeisaqui?
Succedeu alguma cousa ? perguntou Rodri-
go inquieto.
Minha irmaa, temendo que passasseis
quando ella o3o estvesse l\re, pedio-me
para virespreilar, afim de vos dizer que
precisa fallar vos. Segui-mc.
Mas, Keetien, um negocio de vida e
de mo te obriga-me.-.
Ai que uamorado este acudi a tra-
vessa rapariga. N3o me diris quaes s3o
os negocios de vid* on de raorle que se
uodem 3ntepr um desejo da dama dos
nossos pensamentos ? Que ouse um meu
requestadorpr-me um dia essas dvidas. e
-erais se o nao mando tratar para todo o
sem.ire dos seos negocios de vi la ou de
morte.
E, dizendo isto, Catharina obrigava Ro-
drigo a entrar no jardim (o mancebo s re-
sistir por descargo de consciencia, deve-
nios confessa-lo), e guiava-o para junio de
urna janella baixa, em cojos vidros bateu
urna leve pancada. Logo se abnjo com
precauco o postigo interior, e Margarida,
que eslava oceupada com trabalhos de eos
tura, appareceti por traz da vidraca. Keet-
jen, que mandara esconder Rodrigo de-
iraz de urna aore, porque receiava que
sua irma nao esiivesse s, fez-lhe signal
que se adiantasse.
A janella abno-se sem o mnimo baru
Iho, em quanto Rodrigo se approximava do
peitoril pelo lado de fra.
Keetjen, disse Margarida sua irra3a,
completa a tua obra, corre n'unt momento
a espreilar o que Gerrit est fazenio. Dis
senos que se ia deitar porque vinha fati-
gado da viagem, mas ser bom certificar-
mo-nos.
Keejen desappareceu n'um momento,
graciosa e aeria como urna borboleta.
Rodriga, disse Margarida com lagri-
mas na voz, j p >r estas precaucoes podes
ver que se n3o realisaram as minbas espe-
rangas. Gerrit, em quem eu tanto conava,
Gerrit que n5o tem o fanatismo de meu
pai, nao quer de modo algum o nosso ca-
samento. E, com tudo, elle partidario
dos enlaces matrimoniaes entre os nossos
compatriotas e os filbos do paiz.
Mas porque ent3o ? exclamou Ro-
drigo violentamen e, sentindo n'um repellao
de colera acudir-lhe o sangue s faces.
Mas antes que Margarida podesse res-
ponder-ihe, appareceu de novo Keetjen cor-
rendo bom correr.
Depr^ssa, depressa, exclamou ella.
Gerrit ahi vera.
Rodrigo, foge, disse Margarida asus-
tada.
Rodrigo hesitou um momento, mas logo
vio n'um relmpago que s ria loucura ficar,
e dirigio-se precipitadamente para a porta.
Dependa de n3o ter urna briga com o ir-
mao de Margarida nao s o futuro do seu
amor, mis tambem a salvaco de Vieira e
por consiguite de Pernambuco.
Keetjen, entretanto, sempre travessa e
estouvada no meio das occasioes mais cri-
ticas, firmavase no peitoril da janella, e
saltava para dentro com o desembaraco de
um p igem, dizendo :
Tomarei de escalada as mais alias va-
randas s para colher um bejo nos vossos
labios, minha gentil deidade.
E dava um beijq na irma, que 03o poda
deixar de sorrir-se, exclamando:
Louquinha!
Um insume depois appareca Gerrit no
jardim. O aviso ele Ke'-tjen n3o podra an-
lecipar-se tanto ao acontecimenio, que o
irmao de Margarida nao descortinasse ainda
um vulto a escapar-se por entre as-arares,
e nao sentisse fechar-se ao de leve urna
janella.
O psseio de Gerrit nao era completa-
mente accidental. A conlisso de sua ir-
ma fizera-o pensar na necessidade de cor-
tar pela raz quaesq;;er amores que podes
sem embaracar os seus planos de ambico,
e, suscitando que Margarida nao tardara
a communicar ao seu namorado o resultado
da sua palestra, viera rondar o jardim com
o projecto de interceptar qualquer corres-
pondencia.
Por isso, apenas vio um vnlto sumr-se
no frondoso arvoredo,' Gerrit, sem hesitar
um momento, experimentou se a espada
sabia fcilmente da baiuha, e pondo a mo
esquerda nos copos para que a bainha Ihe
nao embaracasse a marcha, sahio rpida-
mente na direcco qae vira tomar ao mys-
terioso vulto.
Official valente, e duelista aflamado, o
capito Vernooy nao recuava diante do pen-
mento de se desembarazar por urna catilada
do homem que poda ser um obstculo
aos seus projecios, e dem?is julgava-se
obrigado pelas ideas do seu tempo a pedir
satisfaco de espada em punho ao homem
queousava requeslar-lhe a irma, sem pre-
via licenca sua ou de sea pai.
Como esperava, encontrou a porta do
jaruiiQ auBim. samo e vonando-se para um
|e para outro lado afim da ver para ond* se
dirigir o deseonh' scortinoo-o aaal,
raud distancia, no camiuto que ia
ter a o campo.
A la, alta no co, banhando na sua luz
argntea as arvores copabas, projeclavalhes
no chao as tongas sombras dos troncos, e,
por entre ella;, a movel sombra do des-
conhecido.
Gerril alargou o passo e seguio com ra-
pidez. Esperava alcancado lim de tro-
ia ou quarenla passos, mas notoo que elle,
como se soubesse que o seguiam. cami
nliava com grandisslma velocidade ; a 1
mesmo tempo, o que destrua essa suppo-
sico era que nunca se voliava. Por con-
segoote claramente se va que a pressa do
desconhecido provinba de um fado qual-
quer alheio aos acontecimentos do jardm.
A curiosidade, natural aos homens activos
e perspicazcs n'estas pocas revolias le
lutas e de conspiraces, levoo Gerril a.con-
tinuar na sua ardente persegu;c3o, mas
com m3i5 precauces do que at ah.
Felizmente para elle, porque Rodrigo
Teixeira, depois de deixar atraz de s as ul-
timas casas da cidade, comecou tambem a
camiobar menos esacautelado, v0ltando-se
frequentemente para ver se o seguiam.
Gerrit nessas'occas oes, como j ia preve-
nido, aproveitiva logo um tronco d'arvore
para se esconder rpidamente. O luar po-
deria trahi-lo. se a frondosa vegetaco da
Amena nao mantivsse na estrada urna
screta penumbra, apenas sulcada pelos
ra )s\ da la que se coavam por entre as
folhas das arvores.
Qiando chegou prximo do engenho
S. Joao Baptist* pertencente Fernande-
Vieira. Rodrigo parou e debrurou se para
traz d'uma arvore, onde o seu Dusto des-
appareceu quasi completamente. Logo em
segu la endireiiou-se de novo, e proseguo
o sen carainho.
Gerrit, apezar de naturalmente descon-
fiado, uo vio cousa alguma de extraordiria-
Honeste nnvimenio de Rodrigo, que poda
ser o espreilar alguma vereda que princi-
piara junto do tronco da arvore. Ao pas-
sar por ella, olhou para l naturalmente, e
nao pode deixar de estremecer rendo um
homem alio e forte, lio collado com a ar-
vore que pareca formar corpo com ella,
como ama Dryade mascolna da America.
Por quem ? disse e le siraplesmente
apenas vio Gerrit.
Este percebeu que estava perdido. Ca-
hira em plena conspraejio, e a arvore mys-
teriosa era a guanta de urna das suas sen-
linellas avancadas que Ihe perguntava urna
senha que elle nao tinha. Enlendeu que s
a extrema audacia o poda salvar, e, respon-
den Jo ousadamente: Pnr Neerlandia e
Nassau e tirou com rapidez urna pistola do
cinto. Mas, antes quepodsse clpgar com
o dedo ao gatilho, o homem do tronco da
arvore segurou-lhe com braco hercleo no
pulso, e fez ouvir um assobio d'uma espe-
cie particular, -cujo som, como n-s scenas
das bailadas allemas, se despregaram das
arvores mais prximas oito ou dea homens
vigorosos, que, n'um abrir fechar d'olhos,
desafmaram Gerrit e o seguraram com
forga.
Levem-o sala da assemblea, con-
cluio com a maior smmidade o '.omman-
dante dos postos avancados, se assim nos
podemos exprimir, voltando sua arvore.
Penetro assim muito mais no segredo
da conspirac3o, do que eu mesmo julgava
possivel, disse de si para si o joven Ricial,
bem mostrando ser irm3o da travessa
Keetjen, pela reflexo humorstica que hV
salteiava o espirito em hora de tamanha an
gustia.
Os seus guardas levaram-o para ama sa-
leta, em quanto um delles ia adianto pedir
ordens. Voltou um instante depois. e logo
era seguida Gerrit acbon se n'uma sala vas-
ta, escassamente a lumada por duas vellas.
postas emeima do bufete, que podemos
chamar da presidencia.
A' roda da sala, sentados em bancos se-
m-circulares, estavam qunze ou vinte ho-
mens mascarados. Outro, mascarado tim-
bem, sentava-se n'uma cadeira junto do
bnfete.
A scina tinha q*seu^aspecto lgubre;
Gerrit sentio-se involuntariamente estre-
mecer.
A resolufo de se maseararem os conju-
rados para assistirem s reunioes, apezar
de todos se conhecerem uns aos outros,
tomra-a Fernandes Vieira nestes ltimos
tem'pos, qnando se vira perseguido mais de
perto, para evitar que urna sorpreza reve-
larse aos Hollandezes o nome dos conjura-
dos, que alias se podiam salvar, ou pela
fuga, ou pela resistencia com mo armada,
e tambem para mallograr os projectos de
qualquer traidor que se podesse insinuar
na pbalange de criados, alias dedcadissmos
Vieira, que faziam. por assim dizermos,
a polica da conspiraco, e estavam em re-
laces imcnediat3s com os conspiradores.
Mds o aspecto que asees vultos de peni-
tentes negros, que pareciam ondear luz
trmula das vellas, como e?tas figuras das
tapecarias d'Arras que o c!aro ondulante
dos archotes como que despega das paredes
nos ampios saloes gothicos, o aspecto que
es,ses vultos davam assemblea era por tajl
forma smisiro, que Gerrit sentio a impresr
sao que deve experimentar o condemnado
morte, quando v apparecer a procisso
funeraria que tem de o coniuzr ao cada-
falso.
Approximai-vos, dsse o presidente.
Gerrit dea dous passos, e achou-se n
circulo luminoso projertado pequea dis
tanda pelas duas vellas.
Quando esse c.laro incerto illnminou a.
feces plhdas mas resolutas da joven Hol-
landez, o vulto negro, que estava mais pr-
ximo do presidente, estremoceu com vio-
lencia.
Como vos chamis ?
Gerrit Vernooy, respondeu com reso
lucjo o prisioneiro, captao dos exercitos da
Hollanda, ao servico da corapsahia das In-
dias Occidentaes. ^
O vulto negro, que j citamos', levaqtou-
se d'um impeto, depois senton-se de novo.
Sabis qoe conspiramos para darmos
a liberdade nossa patria, torajou o presi-
dente com austera serenidade. Arriscamos
na empreza as nossascabecas, nem ovosso
governo oceulta a firme' intenco em que
est de nos nao poupar, quando conseguir
assenhorear-se das nossas pessoas. O di-
reito de legtima defeza, que nos assiste,
obriga-nos a condemnarnos morte quem
vem sorprender os, nossos segredos, < ex-
pr completa perda a nossa causa e as
nossas vidas.
Urna pausa terrivel seguio estas palavras.
Gerrit cooservava a sua attitode intrpida,
tor fro Ibe aljofravam a
e isuitinnou :
o qu- en* este sitio reti-
rado, aonde o acaso s vos n3o poda de
certo conduzir a esta hora adiantada da
noute'
Gerrit conservoo-se um insUnte, um ins-
tante s, silencioso. Depois ergoeu nobre-
meote a cabeca, e respondeu:
D311S se amercie da minha alma. O
que vioha aqufazer ? Sorprender os vossos
segredos para tentar mallograr osjossos
intentos.
Nnbremente respondido, e devras me
sa que a faiaiidade das circomstancias me
o permita proteger eflicazmente nm ini-
m20 leal.
Depois, voltando-se para os seus silen-
ciosos companheiros, disse cora voz com-
movida :
Senhores, qual no vosso entender
a ponico que este official merece ?
A morte, responderam todos com
implaoavel conciso.
Todos, menos aquella que vimos to
agitado durante o interrogatorio do prisio-
neiro. .
Esse dea dous passos parado centro da
sala, e, curvan lo-se respeitosd perante o
presidente, disse-lhc:
Senhor, se eu hoje prestei algum ser-
vico causa que todos defendemos, se nun-
ca deixei de fa*oreer, com xito, os nos-
sos planos, se por issoemlim entendis que
mereco recompensa, concedei-me a vida
desle homem, e serei premiado muito alm
dos meus mereciments, e toda a minha
vida consagrare a pagar-vos a minha divida
de gra'.ido.
' Um murmurio ameacador seguio estas
palavras. Todos os que formavam a as
liembla tinham dexado a sua rgida mmo-
)ilidade, e segregavm entre si aguados e
indignados. O prisioneiro olhava com es-
lanlo para o seu desconhecido protector. O
jresidente redargnio.com tristeza :
Irmao, Deus sabe quefolgaria de vos
mthorgar essa merefi que tanto se coaduna
:om a minha propra inclinar.o. Mas pesa
sobre mira urna grave responsabilidade.
Depende deste incidente a salvaco da cau-
sa, a segoranca de todos os qoe se confia-
am em mim. Foram elles que julgaram,
3 a sua sentenca nao a posso eu revogar.
Deixaime ento cnvenc-los, tornou
j defensor de Gerrit. Senhores, continuou
:lle voltando-se para o grupo, fostes avisa-
dos que os Hollandezes esta mesma noute
vos cjnerem sorprender. Advertidos, ides,
raqui um momento, pr-vos salvo, as-
sim qu9 chegarem os cavados. De hoje era
diante cessa a conspiraco para comecar a
guerra abortar. Que tendes a receiar de
traices? Conservai o prisioneiro coravosco
at ao momento da partida, sltai-o cnto,
e v-de se elle poder seguir a rpida car-
reira dos vossos corseis. Nao vos sattsfa-
zeis ainda assim ? Exigi do prisioneiro o
juramento de que proceder como se nao
tvesse nem sorprendido, nem suspeitado o
nosso concilibulo. Quem nao desceu, ha
pouco, a recorrer urna mentira para sal-
var a saa vida, incapaz tambem de trahir
um juramento. Convencem-vos as minhas
razes ?
Os conspiradores follaram entre si com
agitaco, cpy.s ara delles adiantou-se, e
disse com alguma irona na voz :
pra que ellas actnem completamente
no nosso espirito, precamos de saber quem
as expande, precisamos de saber quem o
homem que tanto se nteressa pela vida de
um official hollandez. Como dissestes ha
pouco, vai comecar a guerra aberta, tor-
nam-se por conseguinte snperfluas muitas
das precauees, at agora ad< ptadas. Po-
dis desmas arar vos sem per'2- Nos
que, antes de cceitarraos a Banca, quere-
mos coahecer o fiador.
Sem responler urna palavra. o interpel-
ado recuou dous passos, levon a mo ao
rosto, desfez ,os cordoes da mascara, e a
luz das vellas' ilfaminon era ch-io a pllida
e melanclica physionomia de Rodrigo Tei-
xeira.
Um grito immenso de espantle de furor
acolheu esta inesperada revelaco. Todas
as espadas sahiram das bambas. Gerril
estreraeceu e fitou olhos pasmados no rosto
do namorado di sua irma.
Traico Traico I bradaram todos,
Rodrigo Teixeira, o Flamengo, o renegado
entre nos I
Rodrigo, cora um triste sorriso nos la-
bios, crusou sereno os bracos, em presen-
ca de vinte espadas ameacadras.
XII
DEPOIS DO MARTYIU0 A HECOMPENSA.
Neste mouvnto fez-se ouvir a voz trove-
janle do presidente. .
Silencio, senhores. dizia elle, domina-
nando o tumulto da assemblea... Parece
que nao vos satisfaz esse fiador. Pois bem ;
veremos se tambem vos desagrada o segun-
do que se apresenta.
E, desmascarando-se rapiiamente, dei-
xou ver o rosto nobre, en-rgico, e, nesse
momento, Iluminado pela indignaco, de
Joo Fernandes Vieira. '
Esta sbita intervenco restabeleceu
effecti va mente algum socego no rumoroso
concilibulo.
estranlio, meus senhores, exclamou
Joo Fernandes Vieira, accentnando pausa-
damente cada palavra, e dominando-os
todos com a sua alta estatura ; estranho,
meus senhores. que, estando em minha
casa, o tendo confiado na garanta da minha
honra-, vos apresseis tanto enreondemnar
como traidor um homem, que men hos-
pede, como vos sois todos, um homem que
esl aqui meu convite, como vos iodos
aqui estaes.
Bem sabis, Sr. Vieira, acudi um
dos conspiradores com altivez moderada
pela consideraco que Ihe inspirava o no-
bre vulto que tomara a palavra, bem sabis
que infelizmente, apezar de todas as pre-
caucojs, alguns traidores conseguiram insi-
nuar-so nos nossos concilibulos. Nao vos
admire, pois, que nos sobresaltassemos,
vendo entre nos um hornera, que vos mes-
mo, Sr. Vieira, nos indigitaveis d'antes como
um renegado, coma> um espio de Mauricio
de Nassau.
Agradeco-vos, senhor, disse nobre-
mente Vieira, qae rae proporcionis ensejo
para reparar a offensa que outr'ora fiz in-
voluntariamente um dos mais nobres ca-
racteres que tenho encontrado m minha vi-
da. Dissestes que se introduziram traedores
entre nos. Pois bem, sabis quera neutra-
lisou os planos desses traidores ? Foi Ro-
drigo Teixeira. Sabis quera sempre me
lem informado das machinaces dos Hollan-
de/.es, quem os tem Iludido, quem tem si-
do o guarda vigilante da nossa segtfran?a ?
Rodrigo Teixeira. Se nao tenbo cnido, se
uio lemos cabido cem vez< eos dos
nossos inimigos, ell a
hoje mesmo, se poden rema
certa que nos preparavam
drigo Teixeira, deaprezaodo os perigorqne
podia correr transmiitindo-nos este rmo a
oliima hora, arriscndose mesmo as nos-
sas assemblas, onde nunca at aqui appa-
recra. porqae sempre comigo directamente
communicra, veio trazer-nos a salvaco
para levar em paga o insulto.
Um silemio de estupefaccio saccedeo i
(-estas palavras. Rodrigo, de olhos cravados
no chao, escutava, cheio de intimo jubilo.
esta rehabditaco da sua existencia, proferi-
da por to respailada voz.
Mas quem podia suspeitar ? murmo-
ron emfim um dos conspiradores.
Ningum, certo, conlinuou Vieira ;
porque do segredo absoluto dependa o soc-
cesso d< s nossos planos. Mas por isso
mesmo que tanto tempo foi necessario con-
servar na sombra a virtude grandiosa dVste
homem, qoe desejo que ella hoje appare-
Ca emfim. toda a luz. preciso que todos
saibam que o papel mais nobre, por
isso mesmo qae era o mais inglorio, o
papel mais terrivel, porque n'elle a morte,
que todos alias nos arriscavamos. se co-
bria de ignominias, foi o papel que Rodrigo
Teixeira desempenhou. Sempre com o sop-
plcio dianle dos olhos, assim que urna leve
tuspeta p*ssasse pela mente dos que o ti-
nham inerme em seu poder; despresado
e insultado por aquellos quem servia, e
curvando a fronte, Iluminada de immorre-
doura gloria, ao poso do opprobio com que
todos lh'a oporimiam. Por isso, eu, quem
incumba a direcco d'esse emprebendimen-
to, me ufano de confessar em alta soz que
a melhor paite dos louros Rodrigo Teixei-
ra competem, porque, se eu fui a iniciativa
e o arrojo, e le foi a dedicaco, a coragem
estril, o sacrificio obscuro, a abnegaco
incancavel.
Vieira I murmuroo Rodrigo, com os
olhos banhados de lagrimas.
O here de Pernambuco abro-lhe os
bracos coromovido. Rodrigo Teixeira pre-
cpiwm-se n'elles radiante de alegra. As
espadas estavam j ba muito embaraadas.
Este moviuicnto de Vieira deu impuho
todos os sentmentos que anciavam por ma-
nifestar se. Todos os conspiradores rodeia-
rara Rodrigo, apertandolhe as m3os, loo-
vando-o e pedndo-lhe que Ibes perdoasse
a longa injusta de que fra victima.
Bem, senhores, disse Vieira ; basta de

manfestaces esteris. necessario conce-
dermos Ihe a recompensa que elle desejou.
Depois, voltando-se para Gerrit:
Est agora as vossas m3os, senhor,
a sorte do homem qnem deveis a vida.
Xmanha encontrar-vos heis no palacio do
governo com Rodrigo Teixeira, e urna pa-
lavra vossa* poder conduzi-lo ao cadafalso.
Ouviste ? Depois do que se passou, per-
sistes em desejar a vida d'este homem ?
Persisto, responden Rodrigo com a
maior singeleza.
grande a confianca, que elle depo-
sita na vossa lealdade, proseguio Vieira di-
rigindo-se ao Hollandez. Juraes, pois, pela
vossa honra de soldado, pela religi3o de
vossos pais, pela vida dos entes que mais
estremecis na vida, que esquecereis tudo o
que presenciastes, que emfim tudo o que se
passou diante de vos, desde o memento
em que ultrapassastes os limites do enge-
nho S. Joo Baptista, ser como esvaido
sonho, que nao deixa no nosso espirito
nem urna vaga impresso ?
Juro, respondeu Gerrit, pela minha
religio, pela minha honra de soldado, pela
vida dos entes que mais preso.
Estis livre, senhor capito. Se nos
encontrarmos no campo de batalha, terei
muita honra em crusar a minha espada leal.
N'este momelo ouvio-se fra um tro-
pear de cavallos.
Soou a hora, meus senhores, excla-
mou Vieira; p-riamos, Rodiigo, disse elle
chamando o inlerpellado de pane, ron para
os mattos esperar os tercos de Henriqne
Oas e de Camaro que Antonio Telles me
prometteu, e ao mesmo tempo juntar re-
cursos. N3o conveniente que arranques a
mascara por ora. Fica para me informares
regularmente dos planos dos Hollandezes,
at que eu possa entrar em campanha.
Ento vire eu mesmo chamar-te. e, segun-
do a toa promessa, deixars tudo para me
seguir, para defender a patria, luz do dia,
com a espada em que flammeja o sol ?
Sim, meu nobre amigo, exclamou Tei-
xeira. e venha esse dia cedo !
Sahiram todos. Os conspiradores monta-
ram cavado e partiram rpidos como o
vento. Gernt e Rodrigo ficaram sos ao
fundo da avenida io engenho.
Senhor Vernooy, disse Rodrigo Tei-
xeira inclinando-se com gravidade, tendes o
caminn livre. Nao me agradecaos o que
eu fiz, continuou elle *endo que Gerrit ia
a fallar; nao podia proceder d'outro modo;
ser me-hia impossivel ver as agonas da
morte empanaren) o bnlho dos olhos que
reflecten), como espelhos fiis, nm olhar...
Emfim, sois o irmo de Margarida, isto diz
tudo.
Salvou-rae a vida ento, disse Gerrit
sorrndo, a parecenca com minha irma ?
D-culpa, disse Rodrigo, o baver-voi
r velado assim de sbito os meu3 secretos
sentiraentos, que demais a mais sois ad-
verso. Nao quiz influenciar no vosso espi-
rito, interpondo-me ao vosso corpo e s es-
padas dos conspiradores ; obedec apenas .
om instmeto, ao desejo ardente de poopar,
ainda que fosse custa da minha vida, ama
lagrima vossa irmaa.
E sabis, tornou Gerrit, qual o motivo
porque eu me opponho redlisaco dos
vossos votos ?
E que me importa ? respondeu Rodri-
go, com melancola. Nao ba, alm da vossa
vontade. tantos outros obstarlos que nos
separara ? Duas religioes oppostas, dnas
patrias inimigas; a empreza em que entrei
c que me ha de absorver todo ; deveres
contrarios asollcilarem-me, a ira do cea
a ameacar-me... Olhai, senhor. para mim a
vida um tormento. Desligo-vos da vossa
promessa. Entregai-me vmganca dos
vossos compatriotas; nao fareis mais do que
dar O repouso om infeliz.
O dois t nham camjnhado, e caminhado
rpidamente, em quanto Rodrigo profera
estas palavras com agitaco febr.
(Continuar-M-ha).
TYP. O WAHiu HUA (JUE US CaXLaS
* .
- "1


Full Text
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