Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12174


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Full Text
i
*
i


f
ANNO XLfl. NUMER 194.
* '....... f...... i-------------------------------.-------------.----------
PARA A CAPITAL E IUGASSS OIBE BAO SE PAGA POF.
raezes adjuntados '.......#........
seis dios dem...................
Por um artflo idcm............... *.......
Cada mamero avulso .....;..... .....
0OOO
1*4000
24,^000
320
DOMINGO 28 DE AGOSTO DE 1870.
PAU DEKTHO E PORA DA P&QVI&CIA.
Por tres meros adiantados ; *.............. 6J7C5
Por seis ditos idem..... '.............. 131300,
Por nove ditos idem.....i ......, 20#2S0
Por um auno idem ........ f # ,....... 27(5000
MAMBIM
Propriedade de Manoel Fignra de Fara & Filhos.

SAO ACHOTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhcs, no Para ; Goncalves & Pinto, do Maranbo ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jnstine
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, ia Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareto ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RCIFE, 28 DE AGOSTO DE 1870.
Noticias da En ropa.
"Vimos hoje eoffl]tetar a seno de noticias trazi-
das da Europa pelo vapor inglez neida, chegado
na sexta-eira mul.
QCSBM KIUNCO-Plll SSIANA.
Alm dos diversos documentos e outras pu-
1le*giie3 que darnos hoje lu??r em nossa 8.a pa-
gina, lemi's a accreseentnr os segniotes telegram-
ma r^cclHdos em Lisboa .i ultima h ira pela redac-
cao do Jornal do Commeicio, que os devia publi-
car uo dia II, inmediato saluda do Oneita, e
que nos enviou no de, por peruiiss.ii) daquella redaroio :
Pan*. 10, s 8 hora* e 30. minutos da tarde.
Offlcial. -Metz, quartafeira, 8 horas e 30 minutos
da manilla. 0 imperad ir foi visitar o acampa-
mento do exercilo. Ha 48 lloras que os aprovisiona -
meitos ailluem. O material de artilharia augmen-
ta. Os soldados esperara o signal para o ataqu.
i Madrid. !(), s 6 hora.- e 23 minutos da tarda
Continua a c nceniracao das tropas francezas e
prtusianas. X'um pequeo encontr que leve lu-
trar M Yosgcs, morreram dius nfllciaes franceses.
A Igualdad annuncia que os deputados repubiea-
00- peder a Zurilla a reuniao immediata das cor
tes. para proporem a revisan do artigo da consli-
tiucae que trata da forma monarchisa. Annuncia-
se para esta lar Je a publicarlo do manifest re-
publicano.
* Pars, II, a 1 hora e 43 minutos da tarde.
Metx. qumta-feira, 8 horas e u minutos da uia
rrliia.Xenhum encontr. Eu noute cahio chu-
va torrencial. O estado moral das Iroprs ad-
miravei. .
c Pars, II, s 5 horas e 33 minutos da tarde.
No dirpo legislativo disse o Sr. Paliko, que o in-
sucoesso passageiro, ser reparado. A vinganca
prxima e certa ; applausos unnimes, Foi de-
clarada a urgencia a respeito dis projectos que
elevara .00 mlbes a un tnilhar o crdito conce-
dido para a guerra, eslabelocendo o curso legal
das notas do baen, e tratando da omissio de 1.800
milhies
Pars, II, 7 horas e 30 minutos da tarde.
No corpo legislativo o Sr. Keratry pedio um inque-
rito parlamentar a respeito da maneira porque
proceden o general Lebcur, como ministro da
guerra, O, conde de Paliko respondendo a una
ioterjiellagao, di'se que o general Bazaine com-
manda em chee o exorcito. A proposta do Sr.
Julio Favre para o armamento e reorganisagan da
Sarda nacional tomando per baje a lei de 1831,
adoptada por unanimidade, com algumas mo-
ditieaees. Asfeguia-se que o Sr. de la Tour do
Ausergoe, se recusa Scce'ilara pasta dos negocios
;-traogeiros em consequencia do seu estado de
sartde.
Pars, 12, s 7 horas da manha. OBcial.
O depa.amento da alta Geronda, foi declarado
em estado de sitio. Um despacho de Metz, de
quinta-fera tarde s 8 horas e 20 minutos, nao
allude a nenhura encontr. Tem chovido todo o
dia. 0 boato de haverem os prussianos oceupado
Nancy, desmentido.
. Pars, 12, a 1 hora e 30 minutos da tarde. O
sanado adoptou o projeeto para o emprestimo de
ara milhar, e o do curso forcado das notas. O
principe de la Tour de Auvergnp, aceiteu a pasta
dos esirangeiros, e sae hoje de Vienna, em direc-
jao Paris.
t Paris 12, s 3 horas e 5 minutos da tarde.
OoUMfeU, sexti-riri. 11 loras e 9 minutos da
manha. O imperador foi esta manha visitar as
tropas qus tornaran! posigo em volta da praca.
A apparencia das tropas exceente. As com-
munieac/fis esli Interrompidas em Strasburgo.
Vl^lrii, II, s t hora* datard, Cambio de
Viri.l sobra Lindres 49. Esta tarde houve
grande a^itaco no diroctorio republicano de Ma-
drid, para dirigir t\m manifest conciliador ao seu
.partido. Esperamos noticias da guerra. O gabi-
nete presldide pelo conde de Paliko est orga-
nisado: Gbevreau, interior, principe de la Tour
d'Auvergue, estrangeiros e Magne. tinancas.i
c Madrid, ti, s 10 horas da machia. Asse-
ura-se que as cmaras vo ser convocadas para
o da 20 do corrente, aflm de se proceder elei-
co do mnarclia. Gommnnicam de Pari* que se
esperava hoje um combate em Metz; s hontem
i-.oncluiram os preparativos. Foi votado o curso
forrado de notas. Nao tem fundamento muitos
dos boato*, especialmente a reosla dos aconteci-
mentos da guerra. Fondos italianos de 3 0|0 em
Londres 46-46 1|2, O cambio sobre Lisboa 30 112.
Londres 10, Consolidados 90 l|i 91 \\i.
Os 3 0|0 portugtieies 26 l|2 27 Vjl
ITAtl V,
0 general italiano Pittmengo f.i encarregado
le guardar as frooteiras dos estados ponlicjos,
I ji lis da saluda das trapas franezas de oceupa-
>;ao, com um cor>o de exereito de quioze mil
homens.
U a Independencia italiana que os cacadores
francezes quando sahiram de Civita-Vecchia gri-
taraa nbnixo a Papa I abaixo o governo clerical !
a Italia! Foi nece*;ario que o general Du-
mont sahi-se precipitadamente de casa para im-
lor silencio tropa. O tacto prodozio grande
^ensacao em Civita-Vecciiia.
La Sazione, jornal de Floreara diz que n a-,
quilla capital circulava o bjato de haver a Ingla-
terra perguntado na forma niais cortez e rospei-
tosa ao governo italiano, se este, para sustentar a
sua oeutralidade. carecera do concurso da esqua-
dra ingiera ; por isso que a Inglaterra como
potencia neutral tinha interesse' e desejava manter
incolu-aas em toda .a sua integridade os direitos
de todos os neutraes.
O ministro inglez em Roma offereceu ao
Pipa que dtras navios inglezes estacionariam em
, Civita-Vecchia, mal quto saiados estados pontifi-
cios o ultime soldado francez.
Parece que o governo prussino declarara ao
governo italiano que considerara como compri-
meato da neutrali Jade, e auxilio 4 Franca a occit-
liaro de Roma por tropas italianas.
0 partido de aeco considera como violacao da
neulralidide as precauQoes militares, que o go-
verno Italiano tem tomado relativamente aos es-
tados pontificios.
Nega o Cormo de Uilao e boato da occopacio
de Givila-Veocnia. por tropas italianas, e diz que
tal oceupacao nao pode ter lugar seuao por um
a.-ordo entre a Italia e a corte de Roma; que
ha quera acredite possivel e mesmo inevitavel
esse accordo ; mas que ueste momento nenhura
indicio fax suppor que a corte pontificia se
tenha dirigido Italia para obter o seu auxilio e
proteccao.
Notieias de divei-sos pontos de Italia concor-
dan] em que se reaova a agita gao tanto no norte
con ao =ul da Italia. Neite nllimo ponto tem
augmentado as fileiraados agitadores- Sao assus-
tadoras as noticias da Calabria ; na Lombardia
continua a agitar-se o mazzinismo. Em Milo
forara sequesiradas todas as armas e municoes ;
alg-ans depsitos tinbara sido estabelecidos era
quasi todos os bairros da cidade ; mas a polica,
mteirada do que se passava, pode apprehende-los.
A GatetuPtemonteza dii que o general Garibaldi
est sendo vigiado na ilha caprera.
Ko papiamento italiano foi o governo nterpella-
do pelo depnado Sctaloja acerca da questo ro-
mana. Maoifestou le o desejo de que nao hoa-
's* i lamentarse onrro Asproraonte, on OJtro
Heatana, e pedio qae o mmistro operasse energi-
O general Cialdim eensurou a maneira de pro-
ceder do ministerio, e especialmeute a do minis-
tro da guerra, mas os ministros Sella e Lanza
protestaran! contra o modo porque aquelle gene-
ral se expressara.
Depois disto o general Cialdioi continuou a fallar
da poltica interna, assim como da situacao da
Italia e da Europa. Dise que se o ministerio reor-
ganisiro exereito, poder contar com o seu poio
e com o dos seus amigos.
Sr. Sella defendeu o ministerio e o seu pro-
gramla. O Sr. Viseme Venosta, ministro dos
negocios estrageiros, fallando do conflicto franco-
prusiano, manifestou a esperanca que tinha de
de que aquelfe conflicto se conservasse cirennscrip-
to e disse que o governo italiano guarda a neu-
tralida Je, e se circunscrever em urna poltica de
observacao attentiva.
Relativamente4 questo romana o Sr. Visconte
Venosta, 'isse que a Franca, por iniciativa pro-
pria, quizara respeitar novanienteasdisposicoes^la
convencao de setembro e que a Italia adhinra a
essa resolucSo.
Mas como a violencia nao. pode resolver urna
questo moral, como a questo romana, o go-
verno nao permiltir a ninguem que lhe tire a ini-
ciativa de dicidir aque la questo.
O Sr. Lanza fez ver que o programma de eco-
nomas e de novos impostos formulado pelo minis-
terio ) estava em parte realisado, accrescentindo
que corresponda perfetamente s condicoes em
que se achava a Europa e a Italia at aus ltimos
acontecimentns.
Disse.qne o ministro nunca pensou em desorga-
nizar o exereito, o qual se acha actualmente era
raelhores condicoes do que noutro lempo. Ae-
crescenta que o ministerio ha de fazer respeitar as
leis, nao soffrendo que a aegao do governo seja
substituida pela iniciativa particular.
O deputado Scialoja declarou que estava' satis-
feito com a resposla do ministerio; e propoz que se
tomasse nota das suas declaracoes para quando o
assurapto fosse tratado em ordera do dia
_ Diz a Gazeta de Italia que o arcebispo de Mi-
lo resolver convocar um concilio diocesano, para
o consultar a respeito do acto de submisso que o
papa exige de lodos os bispos que votaram contra
infallibilidade.
RUSSIA.
O governo russo trata de concentrar duzentos
mil homens na Polonia, estabelecendo ao mesmo
lempo um cerpo de observacao nos conlins da
(tussia e da Austria com a idea de vigiar a atti-
lude qne esta ultima potencia possa tomar.
nmQou.
O governo oltoraano em presenca da anciedade
que se manfesta entre o povo, em consequencia
da guerra em Constantioopla se comecava a acre-
ditar que podera lomar o carcter de europea, e
temendo os effeitos desastrosos que d'ella poderiam
produzir-se mais nos diminios do sulto do que
em qualquer outra parle pelas complicacoes que
poderiam occorrer do lado da Russia, Principa-
dos, Grecia ou Egyplo apressou-se a notificar a to-
das as potencias da Europa a resolnco em que1
e-lava de reservar a mais strita neutralidade no
confli'tn franco-prussiano.
O governo turco protestou que nao cedera a
nenhuma suggostao, nem conselhoque tlvesse por
fim inclinar a poltica do impsrio a favor ou con-
tra alguma das duas potencias belligerantes, urna
vez que os acontecimeetos nao ameacassem a exis-
tencia e solidariedade dos estados ottomanos.
Entre tanto a Turqua procede ao armamento
das suas fortalezas, e a formarlo de acampamentos
entrncheirados, completando ao mesmo lempo
organisacao do exereito, seguindo as bases lti-
mamente adoptadas.
HBSPANHA,
A commissao permanene da9 cortes hespanho-
las foi de opinio que as corles nao podiam ser
actualmente convocadas, e que se devera esperar
a opportunidade conveniente.
Os partidosunio liberali opposcao e os re-
publicanos de Madrid agilam-se em presenca da
guerra das duas grandes nacoes.
Parece qae se tem tratado novamente da candi-
datura di: D. Fernando de Saxe Cobourg Gotha,
pai de el-rei de Portugal, para o throno de Hes-
panha ; promette-9e um tratado garantido pelas
grandes potencias em que se reconheca a indepen-
dencia e autonoma de Portugal, e os modos de
successo, de modo que as duas coroas nao possam
reunir-se em urna s pessoa ; parece porm que
D. Fernando continua a insistir na sua recoja,
oreferindo a vida domestica aos esp nhos da coroa
nespanhola.
Parece, porm, que mesmo entre os proprios
membros do governo, ganha terreno a idea da pro-
clamaro da repblica.
Foi decretada una amnystia geral pelos deudos
polticos commettdos em Hespanha desde 29 de
sstembro de 1868. Os militares sao obrigados a
prestar juramento copstitulcao nos consulados
respectivos para Ihes poder aproveitar a amnystia.
PORTUGAL.
Nosso zeloso correspondente escreve o se-
grate :
t 12 de agosto.Peto Pa'cal, de Liverpool, que
tocn aqu a 7 e seguio a 8 para os porlos do Bra-
sil escrevi detidamente sobre as cousas de Por-
tugal.
Inserido no corpo da correspondencia as re-
presentacoes dos tres grupos centraes polticos, a
saber, o da ma do Norte (Lisboa) regenerador a
que preside o Sr. Joaquim Antonio de Aguiar, o
do largo do Carmo, histrico, a que preside o du-
que de Loul, e o da ra Nova da Almada,
formista ou liberal reformador, presidido pelo
marquez de S da Ban leira e composto dos ami-
gos do bispo de VizeuD. Antonio Alves Mar-
tins.
Cada urna dessas representacoes em que se
pedia ao soberano a immediata convocaco das
corle*, foi entregue por sua vez pelas respectivas
deputacoes dos tres diversos centros polticos da
opposcao, sendo a entrega acompaohada de allo-
eucoes de que tarabem Ibes dei conta. 0 rei em
presenca da attitude da opinio publica, do inovi-
mento dos partidos dentro da esphera legal, da
linguagem enrgica da imprensa, do corpo com-
mercial do Porto (que n> lez da sua represeata-
cao questlo de poltica, pois. a cobfiou aos tres
presidentes dos centros da capital e por elles foi
apresentada a S. M-, o re como Ibe ia dizendo, le-
vou o gabinete a propor Ibe um decreto mandan-
do proceder s eleicoes ne mais curt* prazo, de
modo que a 4 de setsrabro se verificarlo, e diz-se
mesmo que para 23 ou 26 do mez prximo se
abrir o parlamento.
A demissao de autoridades administrativas su-
oeriores e subalternas dos districtos e dos conce-
Ihos tero-se feito era grande escala, sendo substi-
tuidas por creaturas de inteira confianza do mi-
nisterio, no que bem claro se manfesta, que a
despeito da circular aos governadores civis publi-
cada na folha offlcial para que deixem desaffron-
tada a urna e mantenuara completissima a liber-
dade do suffragio, abstendo-se de ifitervir no acto
elkoral, tenciona o gabinete, como todos que o
tem procedido, como provavelmente as mais que
se Ibe seguirera, pesar com urna certa influencia
na escolha dos ^presentantes da naci. E' o go
verno a preparar o tribunal que ba d pronunciar-
se em ultima instancia sobre os sens actos ; fa-
zendo se empresario .do applanso parlamentar em
que espera ser absolvido das leviandades que a
opinio condemna I .
c O caso, pdm, nao tem a menor novidade in-
felizmente. O perpetuo sophisma do systema mo-
narchicorrepresentativo (oi, tem sido e ser
sempre a causa de se acbar gasto em to ponco
lempo.
c Noraeou cada um dos centros dous ou tres
delegados, cujos nomes tambero Ibes menciona va
as miabas de 7 e 8 do corrente, para virem a
um accordo sobre a cooperacio que mutuamente
conviria se dssem lodos os centros para fazerem
de combinacao, iriumpliar as candidaturas de ca-
da centro. Entabolaram-'se as negociacoes ; mas
parece que de hontem para hoja se romperam, por
nao autorisar o centro liberal reformador os seus
delegados a sanecionarem por sua parte nenhum
facto ou accordo eleitoral com os centros histri-
co ou cora o regenerador.
< E' verdade que a projectada colligacao. (era-
bora se apregoasse transitoria e isenta de quaes-
quer compromissos futuros que signifieassem fu-,
sao) era o ponto vulneravel que serra de alvo s
qiH'i Irmas objungatoras do ergio setii-official,
Popular da Tarde, nica folha diaria que advo-
ga a poltica do governo, e a que serve de reforco
o jornal hebdomadario Le Courier de Ltsbonne, fo-
Iha saidaohista redigida em portuguez e france?.
Est, pos, iranstornada a projectada colligacao
eleitoral, a nao ser qne os dous centros o regene-
rador e o histrico pactuem entre ambos o que se
nao pode combinar entre os tres.
< Tem continuado as cmaras municipaes do
reina, os centros flliaes polticos, e os corpos de
comroercio das trras mais importantes, a repre-
sentar contra a dictadura, emqnanto de das a
das apparece no Diarto do Governo alguma ma-
nifestaro municipal, ou de iniciativa particular, fe
licitando o mrechal e congratulando-se coraos
destinos nacionaes pela dictadura inaugurada na
manha de 19 de maio.
t E' claro que a folha offlcial nio d publicida-
de s representacoes adversas ao gabinete ; e co-
mo as fivoraveis sao rarissimas, vo apparecendo
do tarde-em tarde. A do Funchal que- sabio ba
dias frisa pelo altiloquo do estyllo.
a Por decreto de 10 publicado no Diarto de ho-
je foi reformado e modificado o eonselho geral das
alf iddegas. O eonselho ser composto do ministro
da fazenda (presidente) do director geral das al
fandegas e contribuicoes indirectas e de mais sete
vogaes numeados pelo governo. Um dos vogaes
ser nomeado vice-presidenle. Haver dous sup-
penles para substituirem as suas faltas os vo-
gaes effectivos..
eonselho continuar) a servir com as nomeacoes
que j tem. Para servir4e secretario ser nomea-
do pelo mesmo ministro, ;ob proposta do eonselho,
empregado de qualquer. das repartigoes daqnelle
ministerio. O secretario nao tem voto.
< As fnnredes do conseibo geral das alfandegas
serlo gratuitas. A prestacao de SOlKX) mensaes
que at agora se tem deJuzido dos emolumentos
da alfandega de Lisboa, destinados* aos emprega-
do?, far d ora em diante parte da receila geral
do estado. As despezas do expediente do eonselho
serio pagas pelo ministerio da fazenda.
i Funda-se e relatorio que precede este decreto
era que as antigs conmissaes de pautas exerre-
ram sempre as respectivas funecoes sem remune-
racao alguma, at que por decreto de 3 de no-
vembro de 1860 foram extinctas as que en|ao axis-
liara e substituidas pelo actual eonselho geral das
alfandegas.
t Os vegaes deste eonselho erara gratificados, e
o secretario tinha ordenado. Em vista dos apuros
do thesouro faz-se, pois, economa constante das
disposic5es aciraa.referidas.
f Do mesmo moda se tem supprimido muitos
lugares que vio ficando vagos as diversas repar-
tieses do estado por aposenlacoes ou falleeimentos
dos funccionarkis que os servam.
Tudo to ptimo e o contribuinte applanle
estas suppressoes, com tanto que nao soffra o bom
andamento do servicu- publico, e que se nao este
ja economisando por urna parte para esbapj ir pe-
la outra, como ha bem pouco tempo acontecen com
as incriveis graiilk-acoes que mandou pagar pelo
ministerio das obras publicas, o marquez d'Ange-
ja, (conde de Peniche)" quando sabio do gabinete,
como Ihes contei na miaa de 7 deste. mez.
Toda a imprensa gritn contra aquellas prodi-
galidades do estamento ministerial do conde de
Peniche. E" por isso que estas economas nao
produzem todo o bom effeto que deviara pro-
duzir.
Foi tambem determinado por decreto de 10 pn
blicado no Diario que flea declarada sem effeto a
disposinao do art. 180, do decreto de 3 de novembro
de 1860, que atorisacao de gratificacSes at a som-
raa de dous contosde ris annuaes, pelo exame de ne
gocios que envolverem materia jurdica, aos empre-
gados do ministerio da fazenda com carta de ha-
chareis formados era" direito, sendo j eliminada do
armamento do estado a verba destinada ao paga-
mento daquellas gratificaedes.
E' muito notavel um artigo que se lia esta
olanhia no Diario Popular ; cora quanto pessi-
mista, abunda em rasoaves observares sobre o
e-la lo actual da situarlo desle paiz.
c A primeira impressao era presenca da situa-
cao da Europa, nota o articulista, o desanimo
profundo, e abatimento que prostra o paiz.
t Percorram-se os campos e as cidades : nos
labios de todos os que se elevam cima da nfima
classe social, se encontrar estereotypada a phra-
se fatal :
Isto ei perdido I Para que serve lutar ? A
Hespanha vai absorver-nos, e se escaparmos deste
perigo supremo, cahmos na hancarota.
t Depois motiva o referido jornal o seu thema,
como a nossa indiffereoca e falla de amor pa
trio ( ? )
E' duro que tal se escreva, mas em parte pre-
ciso, nio o descoohece,-um estiunante em quanto
tempo de excitara opinio publica.
A corrupeo e a immoralidade arvoradas em
systema de governo, diz o articulista, levarara-nos
a esta grangrena social. O povo v todas assi-
tnucoes assoberbadas, pelos bandoleiros polticos
que s curam do seu interesse; v os homens de
estado mais eminentes faltaren! cora torpissima
vileza sua palavra solemnemente eropenhada; v
q\ie os empregos, as gracas, e dinheiro, melhora-
mentos pblicos pncuram em regra a devassi-
dao, on premeiam a veniaga eleitoral. Um se
deixa seduzr porque o ridicularsam com o
titulo de bario; outro, porque lhe dan urna
cemmenda; o lerceiro, porque o fazera adminis-
trador do eonselho ; mais um porque o compram
com o dinheiro do thesouro; anda ouiri porque
protnettem sua trra obras publicas, uo falsas,
como torpe a corropcio com que se vende a
consciencia por meio kilmetro de estrada.......
.......i Nestes jogos olympicos de nova especie
o premio para o que mais enloda a alma e a
consciencia. Os corredores precipitam'se na
arena, e aquelle que melhor va no camlnhe da
Srostituicio moral, recebe o mais grosso esllpen-
io........
t Estas sao as ideas que se propagara, e que to-
dos os dias sao candrmadas por novos fados. O
povo honrado e trabalhador, que paga todas as
torpezas, affasta os olhos da seena poltica e fogo
da urna eleitoral porque, sem 'ter criterio saffl-
cienle para apreciar os mritos de un3 e' outrroe,
mede todos pela aiesma cravelra..........
Montienser, on Holienzollern. Toda3 as bypo
thesel si prejudiciaes.para a causa da nossa na-
cionafdade. Se vence a Franca, diz nos a voz" pn-
Wica.nue'elraj doas veres offereceu Portugal era
iroeolaallianca hespanhola. Com a mxima pro-
balidale, vencedor oa vencido, caminha o povo
fraocei para a repobfica.
_ RepabJiea em Paris e repnblca em Madrid
sao faclos consecutivos e inlimamente ligados.
Para nos a kpublica en Madrid segundo toaas
as probabilidades, osforro persistente para a
absorpcao de rortugal.
Entretanto o qne vemos? como s? prepara o
paiz para-affrontir a. tormenta prestes a desabar
sobre elle Vaos que conlina freate dos ne-
gocios publico* un governo iaepto, delapidador e
immoralissimo. Vemos que prepara o pair con-
tra os pertgos emii\entes e gravssimos, tratando
nicamente de empregar a parentella e os apani-
gualos, fe esbanjai os dioheiros pblicos e de
comprar onsciencias venaes a troco de gracas e
meros do dinheiro publico extorrfuido ao povo
pelos tributos.
t Tal a situacao. 0 paiz est perdido, porque,
da sua vontad perder-se. Pode salvarse, se
quizr ; mas estamos ftVmemeate cojwencidos de
que ha de continuar caminhando para o atij-smo.
.Quando chegar o desengao fatal, entio ir-
romper pranto ; entio\ vira o arrependimento
tarda Mas ninguem dewr lamentar-nos, por-
quei a serte que tivermos ser a que raerecermos.
'De o corarlo por estarmos a pique de per-
dense um povo to rico de tradiebes gloriosas e
de recursos presentes, que podia ainda occopar
lugr honrado entre as nacots livres e cultas
Mal se elte ijuer perderse, que (azer-lhe ?
i Sobre esta causa geral de descrenca des-
alent accnmnlaram-se ontra.. Todos areseatetn
que talvez estas horas ae esteja decdindb as
marges do Rheno,em Pars, e em Madrid a'lor-
ie da naci portngueza.
i Se vencem os prussianos devoraos ter em Pa-
ris a repblica, n Madrid a repblica ed talvez
i E' triste e de$consolador o que acaba de ler
se I mas.aalvo tim ponco de exagerscio no que
toe* ifferenca publica, quasi tudo infeliz-
mente exaetol
< Est-feconhecido que o pensaraeoto ousado da
diadura de 19 de maio, qne s podU justiflear-se
poi medidas de snmma energa, foi mero desabafo
de inveterados despeitos.
i Appella-se para a urna, quando o parlamento
de'ia estar funecionando e impriraindo legalidade a
tudo que o governo houvesse de fazer. Nao ha
pafc da Europa quera a actual lacla possa re-
mita ru mais directamente interessar, que esteja
fm da legalidade como est Portugal.
i Decreta-se a neutralidade, mas nao se tomn
nei se loma urna noiea providencia para que
e.*$s disposiedos se facam respeitar, se porveutura
fortm postergadas por arabas as potencias belli-
geiantes.
As promessas da dictadora sobre o armamento
feza do paiz flearam era prcmessas at hoje.
Os bomens mais eminentes dos partidos que estao
na opposicio, quando foram ao poder nao cuida-
ram de realisar o qne entio se podia ter feito.
Hojeesses grupos hostilisara' o governo por urna
falta, cuja responsabilidade, a elles Umbem cabe.
Que se wdera f Que urna esquadra ingleza de 16
ou 17 fraglht com 15,000 homens tfro>embar-
que manteoha a neutralidade de Portugal ?
Sobre esta ultima circunl6tancia tem corrido
nestes ulbmos dias muitos boatos. Uns diziam que
havia urna nota do governo hespa.nhol declarando
casus belli o desembarque de trepas inglezas era
Lisboa.
Robsteceu este boato oler o presidente do eon-
selho de ministros convidado para urna confWencia
no ministerio da guerra os Srs. Joaquim Antonio
do Aguiar, duque de Loul e marquez de S da
Bandeira, que sio os presidentes dos tres centros
polticos da opposirio. Parece que o marquez de
Avila e Bolama tambem foi convidado confe-
rencia. Dos ministros estiveram presentes, alora
do mrechal Saldadha, s os Srs. Cmara Leme
ministro da marinha e D. Antonio da Costa, mi-
nistro da insirucejio publica.
* As pessoas que tem razio para estarem mais
bm informadas, asseveram nio ter o menor fun-
damento o boato que se referia nota do governo
hespanhol sobre a supposta exigencia, perturba-
cao ou offereeimeoto da Inglaterra de desembar-
car era Beln* 15,000 homens que acampariam as
Tenas do Oesembargador. O que assevera-se
que a conferencia com os cheles dos diversos
partidos teve por assnmpto a candidatura ao
throno hespanhil de el-rei D Fernando, mas
por iniciativa do mrechal Saldanha, sem ne-
nhuma indicacio ou interferencia do gabinete
de Hespanha, urna de primeiro se espalho, che-
gando% correr que urna segunda nota havia che-
gado de Madrid intimndose el-re D. Feruando
para responder no prazo do 24 horas se actitava a
coroa de Hespanha !
Na conterencia de qnarta-feira 10, a que me
refiro, o duque de Saldaoha expoz o estado a que
haviam chegado as negociacoes relativas candi-
datura do Sr. D. Fernando ao throno de Hespanha,
e a necessidade que o governo julgava haver de se
procurarem todos os meios de evitar que da aseen-
cao de S. M. el-rei D. Fernando ao throno da na-
ci visinha "podessem resultar para a nossa inde-
pendencia perigos no futuro. Traton-se largamente
de quaes as condicoes que deveriam apresentar-se.
Parece qne se concordou em estabelecer que no
caso de faltar snecessio ao Sr. D. Fernando, a co-
rda de Hespanha pasaria para o Sr. D. Augusto,
e que nio poderiam juntar-se na mesma cabeca
as coras de Portugal e Hespanha.
t Diz-se qne estas condicoes j lnhara sido in-
dicadas anteriormente conferencia. Depois de
alguma discnsso assentou-se em que taes condi-
'des careciam de ser firmadas em um tratado ga-
rantido por tres potencias de primeira ordem.
t Na qainia feira (H) de manha parti para
Cintra o mareJhal de Saldanba aflm de expor ao
Sr. D. Fernando o resudado da conferencia, e ha-
ver delle resposla delnitiva.
t O ministro de Hespanha em Lisboa (D. Ange-
lo Fernandez de los Ros) esteve ha dias em Cin-
tra, onde conferenciou largamente com el-rei D.
Fernando, parece qne a este respeito.
t Consta que nessa entrevista o diplomata hes-
panhol se esiorcra por convencer o Sr. D. Fer-
nando que na actuaes circunstancias era impos-
sivel satisfazer-se ao que S. M. pretenda de sef a
iodopendenca de Portugal garantida por tres po-
urojias, por quanto a guerra entre a Prussia e a
Franca oceupava a alinelo de toda3 as nac5es,
3ue nio teriam tempo de tratar da quosio da in-
ependencia de Portugal, sendo o Sr. D. Fernan
do acclamado rei da Hespanha.
As-evera se que S. M. responder sempre com
nonre firmeza, sustentando a sua primeira resolu-
cao, e allegando que se a Europa tinha interesse
em'que elle acoeilasse o tbrono hespanhol, nio
devia er duvda de se ocenpar de tal assumplo,
apesar dos negocios'da guerra ; que elle fazia
uro grande sacrificio em trocar a vida tranquilla
a sem responsabilidade que passava, pela corda
de Hespanha, e que fazendo-o twr lhe assegura-
rom qne era preciso tal sacrificio para a tranquil-
lidade do paiz visinho e garantir a paz europea,
era compensarlo lhe Siessem o que pedia, que
era garanlir-se de um modo positivo a indepen-
dencia da naci portuguesa.
0 Sr. D. Fernando tem dado tantas provas de
atfTeicio a Portugal, que se acredita geralraente
q te a sua resposla naja sido esta.
c Qual foi porm o resultado da conferencia do
mrechal com S. M. depois da reuniao do ministe-
rio da guerra, do que a esta hora nao teobo suf-
ficientes informaooes anda.
A Goielo-do Podo, -'oreao hlewrk, referia-
qo-se 4 conferencia sobre a candidatura do Sr.
D. Fmo unnime accordo, aconselbar ao Sr. D. Fernando
que no caso de querer acceder s repetida* ins-
tancias que Ibe tem sido dirigidas, s aeceile a
coroa bespanhol garantiodo quatro potencias a.
independencia de Portugal, como S. M. propoz e
lera sustentado ltimamente.
Parece que esta indicacio fo eomraunirada
ao Sr. Fernn Jo pelo propno mrechal que
deu tambem conta do resultado da conferencia ao
ministro de Hespanha nesta corte e nossa lega-
gao em Madrid.
Acrescente-se que o mrechal Prira tinha ba
dias dirigido um telegrararoa ao duque de Salda-
oha pedindolbe, em termos mui'.o terminantes,
urna resposla definitiva do Sr. D. Fernando e in-
sinuando que por conveniencia de Portugal S. M.
deve ceder dos seus escrpulos e resolver-so a
acceitar o throno he ma hora se soilber, informarei os leitores.
< Quaifo aos boatos sobre a Inglaterra, aceres-
centa-se que esta potencia exige que nos armemos
e preparemos para qualquer eveotualidade. Tem-
se mesmo presumido que a Gra-Bretanlia esteja
as vesperas de abandonar a ueairalidaie, que
resolver manter na presente conjunctura e-que
estando aquella potencia rosolviu a aecudir
Franca,, declarando a guerra Prussia, pretende
que Poitugafcomo seu amigo alliado esteja pre-
parado tambem para o caso de se verificar que
existe um. tratado secreto de alliaoca offensiva e
defensiva entre a Hespanha e a Prussia.
Fallava-se ha dous dias, em quanto com mais
insistencia circuiavam estes boatos, que fura de
extrema conveniencia as actuaes circunstancias
firmai-se um gabinete de conciliario, com o mu-
tuo accordo dos tres centros poltico militantes,
ficando o marecbal lora do governo, mas como
bom cabo de guerra que testa do exereito
onde melhores servigos podera prestar ao seu
paiz, do que na qualidade de presidente de um
minist ro que pela sua origom e pelos seus erros
nao pode j conquistar a eoiitianga do paiz.
f Como se havia de realisar esse accordo, se
nem mesmo urna transitoria colligaero eleitoral
poude formar-se.
Chegou se mesmo a indigitar um ministerio
composto do mrechal, dos Srs. mar pie/, d'Avila
e de Bolama, Correa Caldeira, Jos Mara Euge-
nio e Margiochi. O mais'provavel alo haver
alteragio no gabinete, antes da abertura das cor-
tes.
As difflculdades fianceras com que se tem
visto a bracos o conde de Magalhies minklro da
fazenda, anda mais faziam acredilar na sua reti-
rada o de seus collegas.
Suspenderam-se interinamente, como era de
esperar, numa crise europea como esta que vamos
atravesando, as negociagoes entaboladas pelo nosso
governo para um emprestimo as pracas de Lon-
dres e Paris.
O governo nio tem culpa disto, nem se lhe pode
attribuir completamente o terem desido em Lis-
boa as inscripgoes a 28 3(4 (divida interna funda-
as) sem ninguem as querer mesmo por este baixo
preeu. As trnsacoes estao paralysada*_ as ban-
cos difflcullam o descont, do que muito se est
resemindo o nosso eomraercio.
t Ainda nio parti para Brnxellas o marquez
de Angeja, nomeado ministro naqnella corte por
occasiao de deixar o gabinete, como as minbas
ultimas lhe disse.
A folha semi offlcial afQrmou que o marquez
partira apezar do que se dizia em contrario. O
certo que ainda nao foi.
Nio se tem tornado a fallar lodavia na m von-
tad do governo belga acerca desle despacho. Se
existem ainda difflculdades, oceultam-se do pu-
blico.
i Afirma boje urna folha daopposifio que o
duque de Saldaoha prometiera mui terminante-
mente a varios cavalheiros de Braga o restabele-
cimento das ordens religiosas.
Tem continuado, menos nestes ltimos dias,
as preeaugoes para guardar a casa do ministro
do reino, o Sr. Jos D'as Ferreira.
Fallecen o Sr. Joaquim Pedro Celestino Soa-
QaB, almirante e autor dos Qvadros Savaes, inte-
ressanle serie dos episodios martimos portuguezes
onde o mais acrysolado patriotismo- se reflecte de
cada pagina. Foi modesto roas sRnilicatvo o seu
funeral, em tudo conforme as ullimas disposgoes
do finado.
Tambem falleceu o Sr. Henriques Bessa, chefo
da 3' repartigio do ministerio da guerra, e um
dos militares mais instruidos do exereito portu-
guez.
As letras patrias e a Universidada de Coim-
bra onde era lente, perderam em Silva Gaio um
dos cultores mais aprimorados da nossa litteratura.
Que o digam o Jfarto, como romance, o Fr. Cae-
tao Brandao e Magdalena, como dramas.
ii Fmou-se no Bussaco, ba poucos dia?.
< Foi urna perda nacional.
< Diz-se que continua o mrechal Saldanba a
fazer diligencia para que soa esposa seja esco-
Ihda para camareira-mr de sua magostado a
rainba. Parece que sua magestade nao est mui-
to disposta a annuir, por haver oulras damas que
desde o tempo de S. M. a Sra. D. Mara II, tero
prestado valiosos servigos a' familia real. Parece
que para a recusa tambem prevalece o estado das
fioangas da casa real, qne impoera a' necessidade
de se fazerem economas, poupando-se assim uns
poucos de contos de res, emquanto est vago
aquelle cargo, que se pode, talvez, dispensar.
Foi exonerado o Sr. Antn o Cabral de S
Nogueira (irraio do marquez de S da Bandeira)
do lugar que ba muitos annos exercia com muita
circuraspecgao de provedor dos recolhiraentos da
capital. Foi nomeado para o substituir o Sr. An-
selmo Ferreira Pinto Basto, lio da esposa do mi-
nistro do reino, e vereador da cmara municipal
de Lisboa.
As quesloes contra o deploravel servigo do
caminh de ferro do norte e leste sao caia vez
maiores. A differenga para menos no movimento
da linha ja' muito notavel. Tm sido despedi-
dos operarios aos ceios. Os erapregados que fl-
earam foram muito reduzdos nos sens ordenados
e salarios. Ja' tm havido desastres. Foi encar-
regado o engenheiro Souzi Brandio de informar
o governo. Ainda nao appareceu o relatorio.
Apresentaram-se finalmente no governo civil
de Lisboa os dous irmios Sontos de el-rei, impli-
cados no assassinato de Pi dos Santos. Entre-
garam-se a' prisio com intervallo de 15 dias.
. t 18 de agosto (akimce). O governo por-
tuguezo pedio resposta bem explcita ao gabine
te inglez sobre a posigao que tomara', no caso
de Portugal ter de repel ir alguma aggre sao. A
resposta de crer que seja favoravel, pois consta
que o ministro inglez dissera que a Inglaterra
sempre considerou Portugal como o seu mais fiel
aliado. Tarabem subsiste o pedido instante, quan-
to a' armamento.
c Na conferencia do ministerio da guerra sobre
a candidatura do Sr. D. Fernando ao* throno de
Hespanha, cada uro-dos cavalheiros presentes deu
a sua opinio por escripto. Agr leu muito a S.
M. o parecer dado pelos quatro estadistas consul-
tados.
t El-Rei insisti na garanta da independencia
de Portugal por quatro potencias europeas n'um
tratado. Parece que o raareehai Saldanba flera
contrariado com esta insistencia.
f Ha muito quera receie qae a acceitacb do
Sr. D. Fernando seja grande pretexto para mais
tardo se realisar a sondada reuniao ibrica.
< Est ba tres dias em Lisboa o duqne de Cas-
sahofrncez.encarregado. de urna misso diplo-
mtica.
Chegon hontem o paquete inglez La Plata dos
porlos do Brasil com 216 passageiros, sendo 8;
pgra Lisboa.
Um telegramma de Lunares recebido esta
oute ero Lisboa diz que est prestes a ser assig-
nado uro tratado entre a Inglaterra, Franca e
Prussia para a manutenro da neutralidade da
Blgica.
' < Foi nomeado ama nova commissao de inque-
rto ao orreo, mas de pessoas conspicuas. Pa-
rece que o tm do nquerto estudar o modo de
reunir esta importanta repartigio do trlegr.a-
phos. 0' presidente da nova commissao o Dr.
Jos Mara de Almeida Texeira de Quatroz, ju>;:
presidente do tribunal de ronwnercio drtish.
31o vogaes s Srs. Angosto Cesar Gao da Eosta se-
cretario geral do tribunal de contal; Jos- de Tor-
res, ehefe da repartigio de estilstica ou ministe-
rio das obras publicas, onde secrelario. geral in-
terino do raiBsterio; Jacintbo Augusto de Freit-as
e Oliveira, contador g :ral do tribunal do contae, e-
Migoel Eduardo Lobo de Bulhdes, ebefe da repar-
tigio de conlabidade do ministerio, da marinha e-
uitramar.
i Mal se conbiaam as altas diligencias do du-
que de Saldanha para qae S. M. o Sr. D. Ftrnan-
do aeceite o tbrono de Hespanha, quando tudo all;
parece inclinado a precipitar a proclamado da re-
publica, "m despacho de Madrid diz qae Zorrilla
pedio a_ immediata reuno das corle para propor
a reviso do artigo da constituirlo a rejpeilo do
estabelecimento da irroa monarchica.
Annnnciou-se para a noute de 10 do corren-
te, em Madrid, um manifest fc director repu-
blicano.
' Acreditase gerahnente era Hespanha que ser,
proclamada a repblica e que os esforgos a-favor
desta ou daqoella candidatura manachica sao
para o que se chama ganhar lempo.
c As fot as de Lisboa vera repletas de notieias
de gragas e mercs concedidas e varios cidados
por serviros mais ou menos desconhecidos.
Foi voto de todo o prejectado paci eleitoral
entre os grupos polticos da opposcao.
.V>tici* do norte 4o Imperio.
N > sabhado amanheceu em nosso porto o vapor
brasleiro Afino, trazendo data<: de Amazonas
11, do.Para 17, do Maranlao 20, do Cear 23, do
Rio-Grande t\, e da Parahyba 26 do eorrente.
AMAZONAS.
No dia 31 de julbo reuniramse, em eam
dos Srs. Jos- de Sonta Teixeira & C, diversos
commereiaBte da praca de Manus, e resolvern!
a eriaeao de urna a-sociacao commerrial qn
advogue os interesses do eommereio da pro-
vincia.
A reeebedoria de fazenda arrecadou no mez
de julho, I0:023890 rs.
O tenente-coronel Jos Coelbo de Miranda
Lelo e sua senhora, deram liberdade a tima toa
tserava, uo acto de baptisarem-a.
TARA
Inslallou se, no dia 15 do corrente, a asseni-
bla provincial, lendo o vire-presidente da provin-
cia o relatorio do eslylo. A mesa provisoria rom-
poe-sedos Srs,: Dr. Nunes presidente; Hildebran-
do e padre Benedicto, secretario?.
No da 13 falleceu, victimas de antgns pade-
cimentos, o destinelo medico paraense Dr. Gamillo
Jos do Valle Guimares.
Para a estrada de ferro paraense iinham
chegado diversos wagoes e urna machina.
A alfandega rendeu de t a 16 do corrente....
289:831 334 rs.
Eslavam a carga os navios : G. Batmer e
Comwade para New-York, Berta Reinstorff e Ftor
do Vez para o Havre.
Demos no Diario de Belm :
A's 5 horas da larde do da 6 do correnfe, fo-
ram recebidos, em matrimonio, na igreja paro-
chial de Santa Anna da campia, o digno com-
merciante de nossa praga Fernando Angosto da
Silva, soeio gerente da acreditada firma commer-
cial Carneiro, SUva & Sobrinho, e a Exm. Sr. D.
Victoria Amelia da Costa, fillia legitima do Illm.
Sr. Izidoro Ferreira da Costa e Sua Exma. consor-
te D. Victoria Amelia Gomes e Costa.
Nessa occasio o Sr. Izidon e sua Exma. con-
sorte fizeram apresentar a pia baptisroal a inno-
cente Sophia, fl Iba desuaescrava Victorina, da
qual foram padrinhos os recem-casados; receben-
do a innocente, nessa solemne occasio, os foros
de livre, com que a galardoaram os seus senhores
com o mais eloquente testemunho do jubilo do
seus coraces, em festejo dos exponsaes de sua li-
llia primognita.
c Auguramos aos jovens e dignos conjuges urna
venturosa existencia, e saudando-ose a seus extre-
mosos pais, pedimos ao co ihes conceda urna se-
rie fecunda de felicidades.
a Acto como o que foi praticado pelo Sr. Izidon
e sua Exma. consorte, esl de accordo com a ge-
nerosa tendencia do seculo actual, e registra-se
rnente...
c Acceitem, pois, as Exmas. familias dos despo-
sados, as nossas sinceras e cordeaes felicita-
goes.
MARANIIAO
No da 15 insliou-se a soctedade Onze de
Agosto, com assisteocia do 60 pessoas. 0 Paiz diz
esse respeito o segrate :
t Abri a sessi o Sr. Dr. Almeida Oliveira
expondo os fins da sociedade e entrando em con-
sideragoes sobre a instruego do povo, base de
todo o progresso real. Seguio se-lhe o Sr. Dr.
Cuqueiro, que damonstrou quanto conyem aos ar-
tistas terem certos conhscimeolos theoricos e como
no trabalhe est a verdadeira felicidade do hu-
mem. Finalmente leu tambem outro discurso o
Sr. Dr. M. Pereira sobre a vangem do estudo da
economa publica.
t Foram era seguida nome^dos para formar a
direegao interina da sociedade os Sr. Dr. AJraeida
Oliveira, presidente ; Dr. J. A. Cordeiro, l.-se-
cretario ; Dr. M. M. Pereira, dito ; JJ. Fernan-
dos Silva, thesoureiro ; Theodoro Jos da S. Bessa,
procurador.
t Nomeou-se mais orna commissao composia
dos Srs. Dr. Tiberio C. de Leraos,4)r. Mapoel Jan-
sen Peroira e Roberto H. Hall, para com o presi-
dente e secretarios da mesa interina, fazer os es-
tatutos, e mais seis commissoes, sendo tres pan
obter socios e outras ires donativos para a susten-
tagao da sociedade, sendo nessa ocw
urna subscripgo para as despezas
que importou e 21350O.
i E'excellente a ideia dest? associagao, naik
pode ser mais til o seu fim, porm depende a
sua existencia de muita perseveranca da parlo
dos seus directores e da melhor vonlade dos asso-
C'a Eleitasas commissoes, o Sr. Francisco Peixot
Franco de Sa, offereceu-se para abrir i
de desenlio industrial gratuitamente,
igual offerecimento para um curso i
industrial o Sr. Dr. ManoeNansen !*"'
O Sr. presidente da sessao propoz para este se-
nhores um voto de lonvor, qne foi approvado una-
aTKnha comecado os sen. trabamos a com-
roissio examinadora da escripturacao das alfande-
"L^AaK'dega renden de 1 a 18 do correla
162:708jt8B4rs.
O cambio sobre Londres regulava 21 J/4 d.
e sobre Portugal 145 0/0. ,
Estavam carga os navios Moruion para lu-
da nstallago,
cursi
e depois fez
de mechanca
i


iftftd do PerambCO L- Domingo 28 de Agost d 1870.
Joven Arthur e Ele-

wpnol, Venus para Lisboa,
alante para Peraamhnrr
CEAR
_ OSr. H*<*l Rurtiiisaes Barrete esua.n.lh-,
alforriaram gratuitamente as ua* eacra- *, pir
das de 5 anos de alaJe, Vitaba -., fm^.
0 vapor IjwjHca.'ib companh'^' perBaniba-
eana seguir para a Gurnja no ja 33 do eor-
'_ jo Ip frr.>savm cnm. iaterttldade tio>s.
Acerca iliso Jemos no Ceurente o seguirte que
Ihc escrevem da localidn4o a 58 de jomo :
Acriba de chegar io sul da. comarca onde (ai
nepiKio e em men. recresjo Uve n tostemunbar
am ;i?ill i asss slrrnno aqu para ues. Sezoes
ncstf aetfio \
E' x^rJmenie paranuiitn admirar.
\ Ha 72 ancos que rila grassou aqai. O nnico
* xemido que ha de. f>*zoes no Ip, segundo o es-
tem ;nho nos antigw, data de 4798.
D. sccnhecendo-se os symptomas flo mal eme
cnu se afplicar medicamentos que nenhura efleito
prodiniram e que por essa raiao he-uve grande n-
mrn de victima.
t 11 4 para o mezas que aqu assola este hor-
Tive! mal.
Pawi u> ra?a onde nao fcavia urna ti 088-
oa noo tiSo estivesse siffrendo sei5e*.
\ Vi un pequea ambnhracia remeuifla pe*
gnverno k> Dr. juta de direHo para ser destrbuida
pela pupolacao indigente : os remedios sao por
*Jemr.s insufQcientes para acudir os affectados na
csten-ao de 15 leguas.
A governo compete tomar serias e acertada
irovidincias para combater o mal, pois aoe sendo
vsta canto da provincia deliciente de re rsos im-
po*vel toma-?* o tratsmento de tantos ipais de fa-
milia qte so acham srffrendo.
RIO GftAXDK DO N011TE
J tinham asstimido o ejercicio de sens ear-
yos os Srs. : Jos Gandido Viegas, inspector da
thesonraria de fosen-a: e Dr. Joaqomi de Pa
faena de Lacerda.jfliz de direito da capital.
Ev.-idiram-se dns-cadeias da capital e de S. Jos
le Mipihrt o criminosos Josino Pares <*e Ollvein,
Hawai dos Santos Boeiro e Antonio Hygino deHol-
landa Lelr*.
PARAHYRA
Nuda eccorreu, que roereca'mencao
*
PERNAIEtJCO.
REVISTA DIAEIA.
CAPTURA 1MPORTASTE.-0 Sr. Dr. subdele-
gado Ja fre.#ue7.ia de Santo Antonio realisou hm
tein a tarJe, bordo do vapor brasileiro Arino*.
a prisa'i de Autonio J >aquim da Silva Catette, qu
ia d Cenri para o Rio de'Janeiro, por orden do
Sr. Dr. Wiefe de polica.
O referida Antonio Catette, cojo verdadero
mue Antonio Jo*auim dos Santos, um do
iioii.1iiii< importantes da celebre quadrilha dla-
didei, esi.helecida na provincia da Babia, deno-
iri ada dt, Ofto Vive, vet d'alli para o Oar o
Tocuitii'.s sob o nome'de Aporeo Jos Chrispim,
u-n.io-e demorado no "ReeUe cota e noroe de Anto
nin Targin dos Santos, 11 comp; nhia de urna
cri'-uia, ua amasia, chamada (Insma.
X'a proraplas e-energieas medida. tomadas ^>nr
H*n aut indadH, econfr:oidade com as determi-'
na-ne< 8o Sr. Dr. chele de polica, o ftere a cap-
turo dese gran le tnduSioso, b)tautfine.nte co-
rhecido entre mis por notas, c outros unejandos actos.
NAVIO EXCAUIADO.-O patacho iuliano Ln
Phsta.' 176 toneladas, -capitx <5. S. Bolla, que
ia de Genova pare o ltiode Janeiro, cnm carrega-
Biento de vinhos marmore e outros gneros, de-
poi< de 73 da* de viagem, galgoa a peJras dos
baKN de Goyanaa. e-aoha-se dentro do casal tn.i
ledor, de uotte pode *k# logt que hmvervent
favnnvai. AmMM con-tou isto eguio para o
iuf^iro luaie da aflandega eooi umenpregado.
SH TilAXSITO Gosi 7 recebidos era nosso
porto, levou o Qneidi para o sul do imperio 141
pa*s.g''rs.
BIARIO DE PERNAMBUCO.frtondo tioje fo-
chaa* a< no as oficinas, era consequenwa da
ehegada de SS. A A. o'Sr. conde e & ndess d'Eu,
deiuinud do dar Uia.m na segunda-feira, publi-
cando ii preaeate numero extraordinarioyaracom-
peusa' es-a fai.i.
TIUOS.-Usa 7 para 8 horas da noite do dia 1!)
do corren'e, t ferilo gravemente na perna direi-
ta, a |iro|irietrio Luit Francisco David, no'tvrmn
do Itamb, atiribiiinito-SB o crunc Joaqaim Be-
eeatros. Quando era perscgirido para-ser captu
r.ol-. J HiqulfS Be fo ferino.
i'.U'uA-O vapor ingle/. Oneida levot de
CKtsrM iraca : para a do Rio de Janeiro If8:i03
r j.tia ; le Montevideo600i069.
O .4r/*M troexe para os Srs. :
Pw ::, Viaana C.............. I6:86*0()
trar-se mil outros assumptos a analyse, mesmo
rpida deam liro que tiidut \>\ aipira
coes t potica d. ..[e. Man-
do Ibes o poema, o trae vale mais ainJa. Se
mecarem a lel-o, orciam que bio de tomar a de-
lii'iar-e com os versos do um dos poetas menos
peteucioios de quantos teiiho conhecido, seade sen
duvida ura ijps demala auspiciosa eslra que n'es-
tes ltimos almos s tem manifestado.
A minha tentativa diz o poeta no seu prefacio,
entre nos, quaaj nova na forma L Fra sai to
que Byrun dea ao $anfrei e Quinet ao Akot*ms
e an p%noiho a firma duotaiiea.
Em Portugal nao conheco obra vl'este genero,
se nao fallarmos d'agum preludio de poeta Inci-
piente em falla volante da imprensa peridica.
fiSi'Ciivamente um poema dramtico ^m que a
figura principal o proprio vate de Sorrento,
oasadia de que se sahir com xito felicijmo o
poeta portaguez.
Na livrari fiancs'ia dos Srs. Lailhaitir & C. ha
alguns exemplares venda.
HOSPITAL PORTGEl-Esti .le setnaua oeste
estabelecimeoto o Sr. mordom.0 loso Correa Braga.
BELLA F1GUKIRENSE. Este brigue portu-
guez, (icava a sahir de Lisboa para n Msso porto,
traz a seguinte carga : 140 pipas,' NH barr e 30
eaiaa vinho, 2 pipas e 16 barris vinagre, 30 ditos
azeite. 25 ditos carne salgada, 20 ditos touriuho.
8O ditos cal, 10 ditos e Vi saceos coi unhos, 350
ditos farellu, 35 caisas qaiiwrvas. S8 ilitaa cera,
82 ditas louca, 400 ditas batatas, 200 ditas cebollas,
83 'lilas drogas, 30i) harriej evada.
NAVIOS A' CARGAEm Lst)a RelampofO
0 Principio para Pernambuco, Lwielrt Ugeira
para o Para, Sttphyra para o Ceaii; no Porto
Sociul, Sdxts / eJitdtth para Pernambuco, Mnria
Cantina para o Cear e Haranbao, Nova Palma-
ra. Unido e Adelaitf para o Para.
CKARKNSB E AMRROSE.Rstes vapores eram
esperados mi Lisboa ; viudo de Liverpool para o
Ge.ii, Ma'.iuiho e Para, este de 26 a ?8 e aquelle
de 15 a tF do corrente.
AMAINE.-Este vapor da Unha de Liverpool,
devia ti.rar cmLisbH. vindo |iara o nosso porto
de 28 30 do crreme.
NAVIOS SAflIDOS.De ListtiaAi*** a 2 para n Para, Empreta a 3 para a Parahyba,
Maranko (vapor) ; do Porto.Vod- Patmeira e
L'niii* a 11 para o Para.
NAVIOS GHEGADOS.V Lisboa Paraense (va-
porj o Adelnide a 27 do Para, Relmpago a 2 de
PerMmbuco, Sapht/nt a a -te Pernumbuco; ao
Porto -Social a 3 de Pernambuco, e Adelatdt a H
do Para por Lisboa.
aiVIENTO MARTIMO E8T8ANGER0. -
Nos prtrtos abaixu deu-se o movimentn de entra-
das e san las s guinies de navtos vara os yortos
de norte do Brasil :
ilamburgoHavana Pachetsahido parao fijara,
a 26 de juln o.
Trieste Embtyn entrado de Pernambuco a 20 ;
trn sabido a 21 e Ida a 27, aafbos para Pernam-
buco.
BarcelonaSeoermc entrado a 34, GoiVo di oro a
1 de agosto, aobos de Pernambuco; .rseUc. sahido
para o Cear t.
Havreiaio sa :ide para o Para a 3 de agosto.
Marseiha -Uowxfie Sanies entrado de Peraam-
b co al de asJDSM.
aplesflette of Devon ntrada do Para a 1 de
agosto.
ristolClf de e Ventas entradas do Pernam-
buco a 5 de agosto.
LiveriMMilAtnbrose ale Cearense a 2 chega-
dis do lNr, & Miguel a 4 da Parahyba Ractr e
.Vnnali Mtry a tt de Pernambuco.
Q ieosnvna 4 de julho Linfem, chegado da
Parahyba, a C de agosto Gol-Hart de Pernam-
?ju<:o.
SauihamAlbotrooss ebegado de Pernambuco
a 25oVjttMo.
S "ifiy Hophie a 4 de agosto chegado do Ceara,
(erahxrd Aaulph a 5 de Pernambuco.
Swansea John Sarn sahido a '38 de julho
para e Cear.
LOTEtt A.A que se acha a venda < a 158'
beneficio da Santa Gasa, de Misericordia, a qua'
corre ne dia 2.
et K di !U de BMHa..........
Joaquio G iwiano de Andradc .
I!, rt La:;raage.................
Joat,i!v:i Jiih tomjaives Beltio .
Julio C. r.'ies Barreo........_.....
KranftiSCu Jo- !"o-ta Guimaraes...
Tna as pioeiucias do sul tnuxe
Tor :
..........................
Itln ': i leirA....
i:0nnaiH)0
':0000()(>
l:000000
70'000
UfWOOO
1203000
raais esse va
2t947$O0O
7S3197C3880
Seaddest pa.celia 750:4933930 parao the-
sonr.i iiaclonaL
De ni>ssa provincia lavouese vapor :
Pava fchia...................... *000
U.n o Rio de Janeiro............ 443.6liO00
ido destt iuautia 400;00000e p ra o thesou
ro tiaeic nal.
G;5*P.\NHIA LYC1CA. -A bordlo vapor n-
clez neida, pasin huntem para a Babia, acom-
lsahia >r.ca que vai trabalhar no theatro de S.
J..JO, por cunta do S; Jote Aaiat, sob a direcca
do Sr. i> tro Forirves.
H1EATR0 DE SAXTO ANTOXJO.-Se SS. AA.
pern>iUieninesta cidade, haver t-xpectaculo em
grinde gala neste Ifceatro, com pwgramma va-
ri.vlo.
lKCORACES.As do largo de Pedro fl, onde
deven d^c barcar -SS. AA., o conde d'Eu e a
princesa imperial, esta" concluidas. ConsUiem
i-m urna arcana que jodeia o targo as.faces de
leste, f ni e norte, tendo entre si masiros cog ban
deiras imperiaes que se ligam qaelb-s por festes
e 11' H-es. Na face norte, em frente ra do Im-
perador, acoa-se una grande prtico s repousa o retrato du conde d'Eu em transparente,
me dous anjos que austentam coras de louro.
Si bre o retrato, em un escudo soetentao por
outros dous anjos. t-se 1 de nar&), victoria
de Aqntdaban.\' leste da prafo, a parte do caes
grade-do de desembarque acha-se fechada por
urna balaustrada, Qngindo marmore, o tendo nos
xtremos du;w columnas obre as quaes tremo-
lara basdeiras imperiaes era pequeas bastes.
as pilastras d.' balao-tr&la reponsam jarros
cora palmen as e estatuas diversas. O recinte fe-
chado por essaljalaustrada ser alcatifado, e n'el-
l se reunMao'os envidadas 4ara a reeepcao dos
principe-. Era trejjte da entrada principal para
esse recinto um pequeo e raimoso repoeno, cer
cado por um gradeamento e ornado coaa iarros e
flores, compHa a ecorasao. O largo de Pedr II
e a ra do Imperador ei>tao iodos ornados con
bandeiras e gafliardetes diverso Estes proparo-
sao olna da eontrnissio da sociedade patritica l'l
*le selembro, quo tem trabalhado o trabalhi acti-
vamente.
Os baulhoes e esquadrao dessa sociedade esto
tjdjs preparados para o desembarfue.
\ comraissai dedecoracSo do palaciopre-ileo
cial, onde devem flescancar os principes, curapri
perfeit imente bem sua tarefa. O palacio acha se
.^domado com saraplnosidada e rnaghlfi -ncia.
A Assneiaci Commercial tgualiuent nio tem
descansado nos adornos do s-*u palacete e nos]
tircpar'S do Innch, quedeve all ser oflerecido ao
cone d'Eu.
Cotas se v, pois, tndo se acha prornpto para a
nto dos lustres viajantes que lali/ez h je
jira por aqni.
-NOVA PUiaJlCACAO.-Ha typographia dns Srs.
~de Lisboa, acaba de sabjr
PASS*GEmeS.-Sahidos para o Rio de Janeiro
no vapor ingU-z uncida :
Or. Aatonio Pedro F. iLima, Ignacio Ferreira
Serrao Sobrinho, Luize de Simoni, Thomsz Au
reho Geovani Uiuolei, Giovanioo Lansuttera, Joao
Jos* Das Lopns.
Viados as portes di oorle no vapor brasi-
leiro Aunas :
Maria Joaquina da Cooceicao, Antonio Joaqun
V Liras, Francisco Antonio Goni % de Molla, sua
sefthum, 1 criado e 3 criadas. Jacintho Tercio de
O. tnMia, Ssaeho Ferreira Gomes o 4 escr.ivu?.
Gssia/<* L. Furtado de Meodonca. domingos Jo-
Satioia <: Silva, Antonio Ferreira da Rucha, Camilo
Dtuiet, 1 preso e 2 nracas que o escoltara, Antonio
Firnandes Qncges, Manuel Vartins Ferrrira Rodf
gnes, Franci-vo Tavares Pessi a de Ara ajo, Joa-
iwra Barbosa C. de Castro, Aedas E. Pereira do
Laso, Joaquim Manoel de M. Grillo, Francisco Pe-
rora licite, Luiz Francelino de Agoiar, Jos Izidro
M nteiro, Elvua Hertneliuda da Silva, i preso e 2
pescas. Jos Gomes de Araujo Quntela Jnior, P.
L. M. RlierAop, i.io Soares de Ajuar, Antonio Ro
ilrigues da Cruz, Theophilo Jacintho da Silva Mello,
los Birihokxno, Jos de Araujo Lima, Nicolao
Jos Vicente.
Seguero para o sul:
Major Augusto Rodrigues Chaves, alferesLou-
rango *f Amora Margarida J. M. da CoaceJcao,
feaquina F. da Luz,-major Israel Bezerra e tfe-
nezi-s,.Francisco Po Teixeira Bastos, Antonio Joa
quii da Silva Catete, Anumi Fernandez Bordes,
Mancel Martius ?. Rodrigues, Francisco T. Pessoa
de Araujo, 40 pracas e 10 escravos.
PUBI.iGACOE A PEDIDO.
Jaaqniai Pialo de Campas aos
sens cata roTiaeiaaos.
Approuve Deus chamar bemav. uturanca um
de Dossoa mais preclaros coccidadaos, o senador
inar^uez de Olinda.
Se algumas vezes, nos ltimos lempos de to
laboriosa vi Ja, a eoncienia ale fez divergir pro-
luidiiTietite de soas opinioes, nem me e dado
cocstituir-me juiz nesse pleito era que fui parte,
nem, hor solemne em que um grande vulto
transpoe na umbraes da eteroidada, licito a.>s
superviventes negar i sua memoria justica plena
e iuteira. Iiuoe-me essa JusUga um di.'ver que
rae grato : o da reconhecer due a alta fortuna
do ex-regente do imano, do Ilustre estadista.
cuja falta huje deploramos, nao proveio dos favo-
res de um cgo acaso, mas devida as raais eleva
das auslidades: ao patriotismo, dedicacao, ao
genio, llustrarao, e aos grandes serviros por
esse vario prestado* ao Brasil, na adraini-tracao,
no pariaineno, na governacao da estado.
Temeridade ser, pois. repeo-n, que o mais
obscuro dos- Perna mbucanus to alto ponba. as
miras, que aspiro honra deucciipar no senado
essa curl, enja successao parece ionor lao pa-
sa las oarigae^es.
E todava, estimados comprovincianos n<-as, vos-
sa a culpa Ja minha andaciosa ambicio. Ha
longos asnos, exceplaando apenas ara curto nter
vallo, me tem cabido a honra de ser eleita repre
sentante da naciw; e anda na ultima ieieu de
senadores pela nossa proyujeia, vos illu>trstes o
raeq norae, submeitendo-o aabadoria da cor^a
com oulros alias mais dignos, .paca o mesmo alto
cargo, que h> je ouso, solicita/.
S^ osla nohre povocii- iiieiiberaispp jtio n-
vejavel honra, rae apraz pensar qfle, iws pone s
mezes desde eatao decorridos nao ta^tel desanda,-
'" I do nu concit e na benevolencia dos mus awj.>s.
Nast; curto iatervallo techo cuniinuado a aj>-
" plicar todas as m>aha> forga's' ao servido da patria.
as posieoes era que leuho sido colocad".
Regressy.de longes trras. Vi cora, amor apa/
tria de nossos a vos; visjtet cois curio-.iJaijje as
ea^itaes d^s duas naces que os Pyrineos estre-
uja.'n ; aJmi'rej a grandesada, rainha- dos ajares ,
d-iciei-rae na cidade duplateite eterna, btrc/
servio n* renos para me arraigar no aaior
trra onda tivemos a ventura de ver a luz.
Enchen-se-me o coracio de jubilo, a coaparar
as no tranquilla prosporidade com tantos deere
tosapertnrbac5es ; a auspici lidade da
nossa .patria cm a caucada caducidade d( tantos
tainos altivos.
Vi por l muas raaravlhas, rauts prodigios
humanos, e muita grandeza Traca, e rsuito fructo
apodrecido. e minia gloria va. E onto me re-
concjliei co'raplotamente com a nossa sjrty exui-
tands da coraparauao :
L solos fatigados, nataresa xluustat aqai
uberade sem limite, e o solo virgem e oiinimo-
das e esplendidas grandezas aaturae<.
L nstituicoe> ephemeras e rachitfc?s; aqu
mais sabio dos tictes fundamentaes, perdurando
des'le a randaeao desta sociedade. .
L lhronns cahidos, dymnas|i^s areeipittdas, si
mulacros de vacillantes scaptros ^ aqu dymuastia
e throno, inconcussameote lirmados, un) no di
reito como no amor o povo.
La diriefci um sol baixaodo ao sen soente; ajai
ua s.il-nafl .. fulgurante de calor, e rindo prospe-
ridades e iuturos. E poruae assiu o peisei, nao
perd occastao de, por todos os modos, Ifcertar o
raen paiz de injustos tabeas, e me sirar o talhrr
do ' En devw do cidado honrar a sua liatria ellre os
estrangeiros; enropri-o.
ltegrwso, pois, so iiocs qneride torrao, am ha
ver diminuido, julgo en, os ttulos que n voja be-
nevoteacm me havia ;oncedilo ; liouevlencia
e-ta que ao oeu espirito reconhec^de serepre-
seatava constantemente, e que de ao^-a aqu'venho
tmi)clr;r-v(is.
Por um qaarto de sculo me teafies yisvo con-
surair o rnelhur dos meiis uoos as ldei polili
cas. Nao portante, aos loeus comproviicianos
quelles -oto ijue tenbo passado a vida, gue pre
ciso submeiter um pro^ramma pjticj ; desvir-
ta de a esacta, poln os ij>e.us prin;ios ser
qualQedos, mas o que nao podera sei deseo
nljuidos dos cayalfceirus quera rae Jifijo.
Boa* un ras, s ideas que abrace;, acham-me
na currer do todo aotyaUe periodo, firme na bre
cha, em que, mare de Deus, espe/o, at derra
doiro al.'nto, ciiusorvar me. Quero como serapre
a liherdade, roas a liberdaao da coustuicao, na
constttuieio o pela eoa-titaicaa Quero as suas
grandes ilieses desenvolvidas, di um modo accom-
modado as exigencias do teropo. Quero, mais do
que nunca, a ordera com a rafderacao. o progres-
so cora a pxqdencia. Quero 4ua regais poli-
tico nao absorva por tal arte as cogitace3 dos
estados, a/w >l.--4uem o eleneoio religioso, fonte
de toda a civilisao>o, codig dos cdigos, phajol
de ambas as vid is.
Vos sabis era .|ua ardr c algunas vezes com
q.u evito da ea fiara flue perlenco rae bufia
jironunciaJo, sempre que a tela parla/nentjir se
se apreser.tam questoes fo affectera a caiigiao de
que son indigno imnism.
No senado, u. je o sacerdocio brasileiro ane
Das representado por urna voz ; nao ira eu par
eert aJdcionar-lhe fjrej, mis continuara sera
duViJa, em o alto logar, no eserapenbo da mi-
ulia miss'.
Nada mais.
Sede meus arbitra.
Era todo o caso, me veris respeitar submi*ar
mente o vosso veredicto.
Recife, 17 de agosto de 1870.
Jstiijuioi Pinto de Campos.1
!*cgocIos do %sylo
dade.
de Meadkl
Lalleinant & Irma
timos lempos se tem fejlo erq P rtug.il. E' ella a
do poema dramtico em 7 cantnTasto, do
joven academi-o o Sr. Candido d" Figueiredu;
A c rea da obra diz o op?so curresponoeqle de
Usba o seguale, na sua carta de 13 do corrente ;
Aobrj dedicada ao ectimav. I poeta e meu
velho amigo Antonio Xavier Ro Irigues Cor;
uuri d. piierqa Jevu-m
i nao fini, apuro de mt
rima?, opulencia de pora e, d('
tudo isto sh encunti la e.impo
que por certo r;) nals longe e aba-
laneam entre os, d.grac>i nova.
Ko para a precipita jao Jorcada de um re-
irospecto politico, onde vq por incidente encon-
Sanla Casa de Misericordia do Recite, 16 Je
ago.to de I870.-N. 2926.-lllm. e Exm Sr.-A
junta adtiiraistraii'.-a da Santa Casa de Miserieortia
desta nidada, tendo autorsado a sua secretaria
contestar cora documentos, quando fpsse po*sipl,
prpate V Ene. as alleiacdes, que o ex-direcor
do Asylo de Meudicidade publicara uo.Diario de
Pernambuco. acere do relatrio, que reeitei no Io
da julho prximo passado, aa parle concerniiie
ao dito Asylo, lomo a liherdade de dirigir a V.
E.vc,.era vista de semeihaote autorisaco alguis
>lBcos. que sero publicados cora o expediente Ja
Santa Casa.
Antjs de tudo, ctimpre me diier, que o rean
rio, que alludo, uo fui lido em sessao secraa.
confirme parece lepretienderse da publicaban do
rx-direetor, con-taate o Diario de 19 de julho ul-
timo n. 160, e para cunlirraar esta minha asser
cao invoco o lestjraunh" de todas as pes.-oas, que
esveram pre-entes seinelhante sesso. certo de
que Motean llavera que deixe de afBrmar que
ella fui publica, e leve lugar no salo d# oostume
ua casa Jos e.\p .slos e coa as portas aberlas.
Foi era virtude do que disjioe o art. 32 do cora
promiss, i|no tivo de ler o relatorio, de que se
trata, (lal liatea de conter os succes dos na Sania Cata durante o biennio, e por is*o
devia eeapar>ne con o Asylo aunexo nominal-
raeute Santa Casa, como o llz com os de mais <
tabeleciiuenlis regidos pela quinta junta, e |.ie
passavam a ser administrados pela sua ucees-
sora.
Quera ler o trecha do relatorie, que vasou so-
bre o Asylo, e que foi estampado n Diario de 19
de jnlho prximo Ando, nao duvidar de aseverar
ae elle est concebido em linguagem comedida,
Bcente, e por modo algn ofleaMva ao ez-diivc-
tor. E de niai- V. Exc. nao lera a menor dBcul-
dadeem eonhecer que esse trecho em sua raaxi
na P' rte, compoe-se du assumpto dos offlros pala
quinta junta, dirigido a presidencia em i de abril
e 7 de raaio prximo passado, .-ubre os quaes foi
ouvido o ex-direclor, pie deu suas raspo-tas em
8 do referido abril e i'i do indicado raaio ; pelo
qje seno todo ao menos quasi todo o trecho em
quesio coosla de materia velha para o ex direc
tor, que so agora iembrnu-se de acoiraa-la de per-
fetta verrina contra ello jugada com astucia e si
mulac.o.
E-tava eerlaraente o ex-diractor em seu direito
coofuiandd o trecho, que fet apparecer no Diario,
mas indino-mea pensar que nada raais devia elle
ler. a peito do que mostrar : 1* que o Asya, es
lando cargo da a Iramistraco da Santa Casa, nao
devia no locante ao seu rgimen e economa ser
tjov, ruado de conformidade com as disaosicoes do
compromiso, como osoutrus estabeleoimenlos su
jeitos aquella adiuinistracao ; que o nenciooa-
do Asylo nao devia ser nstallado com aecoauno
dafnes mais vasias, e que se po lia nelle prescio
dir de urna enfermara, embora fosse provisoria
e 3 que houve muita economa as despezas do
Asylo, queem nenliuin caso se podiamconsiderar
excesivas.
iS" por esta ultimo ponto que priacipiarei a se
rie de oflkios, que vou ter a honra de eneami
nhar V. iixe.; farei pur demonstrar as asser-
roes, que apressntar, cora documentos remelldos
pelo ex-diiector e archivados na secretaria da
Santa Casa, aponlarei algumas despezas do Asy-
lo que fora.n pagas pelo ex director, ou realisadas,
sob o seu governo, que se podiam dispensar, ou
jue deviam ser feitss em escala raais reduzida
Neste irabalho ni fulgirei de nao imittar o ex
director, que tanto mais promette ser moderado e
conveniente, quanlo mais prodigo se toros em dis-
tribuir injurias e soltar insiauacoes. llarissimas
vezas a razo est do lado de quera recorre a con-
vicios contra o sen contendor. Nao pelo empre-
go deste meio que as ooas causas sa recom-
mandam,
SegUt certamente a opiniao de que o Asilo de-
via ser estahekcido na payilhao, que xisie dasoe-
cupado no hospital Pedru ji. ou em futro que se
*ra/ujsse para este ara. Oiivido pelo Exm. Sr.
bario de Vilia-BVdla, nui qigno aateoesspr de V.
Bxc, mauesu;i-he a minha idea, a qual nao lo-
gr^u o acoltu<*ki da S. Eu., que em seu bem
elaborado reJatorin, apresentaio assembla desta
provincia em, sessii do W de nargu ^e lega, com-
baiai>a eop, as ratoes asss plaustveis, qua V.
Exc. podar var a* 8 pagina deste relawrio im
prenso na txpographia d. formal 4o Recife. E da
mais, Eira, Sr., a naha idea, reahsavel apenas
co um ensato, de que saaisse organisado o Asy-
lo, nao exclua a hypythase da ser He mais tarde
osubelecdo eu ediacio proorio. Era todo o caso
de nao. ser adoptada a minha lerobraoca. nao me
resullava, desvaqtagem alguna ou desdouro, e
de tudas as rao lemas civiiisa^oes, emporio dar
li^o santa ; percorri as regioes banha/iaj ppl^ .nem, portanto, motivo para"d*sabor.
aguas que d'scem das vertenles do Apeaaiuo. Su-
b ao alto das pyramides; ceiebrei sacrificio
incruento nos santo* logares oaJe Pilatos apre
wnloa s turbas o Hornera, Deus, e onjla o Bar
deinntor consuramoua-ua obra divina; epudo
iiroirar-rae em adoracao. ante as mais suilinie-
nera iras uue a' tradicao
p^>ra toda a\ternidade.
E u relaeao s-arandas viagens, diz ara celebre
eseriptor : atravs^u* niaras a poltica moeo-
lanea e local, dei.xa de er urna, paixao parai.sa.
tornar
e philosopho. a mia "nao i dadp fatv
m e,,n.s.-qaancia da e&caceA de meo* ^car-
mas nao oeseonhefq que esta, piTCgrioaua
por ouiros iuuuJos, par d. s profundos san^Hufiy
tos do venerago, aduiiracio e. respeito qu mt
Incutio para com mil objects sagrados e profanos*
Se. anexar disto, por entre as expressoes to
brandas da, trecha, dp minha exposifao relativa ao
AsyJo, tcansluaio, aos ottm do ex-director o des-
peto WgHpsy, de qw elle tait> falla, nao fallir
iquein com toda a raio, disiingu, ib sUas pal
vras to acrinoniosas e desabridas, despeito em
religiosa aMUsagrou grao mais elevada, e despeito motivado p. r acon-
teciraento mais recente du que o to ulico repu
4o.de aaaha idea sobra o UicaJ dv Asylo.
Coatrarudo oex-dirsetor pela aaanteciaiento.
que refiro-rae, panft^t que para desafcgar a ua
tima phiTosoiOua; parj-*e boraw, '***** .* PWWva, n.aaaejo, que T e dapa
rou o innovo relator da i" de jnlho prximo
exento, a tocnevsM o al*o dseos n^os, san
ttvasse concorrido para a causa da seu des-
__ una saz w.nuaaAA Y. Kg. biiL e Rea
oasasiap de Wiar e^ nomo do director,
.Asylo io-ttUH.w Nao rtico lar ei mais urna s palavra este ras-
paite), pois s quix mostrar que em eousa alguma
provoque o ex-dlrector do Asylo de Mendicidade.
T*ns guarfte V. Exe. Ulna. aJRxm. Sr. des-
erabaegadoc Francisco de Assiz Pereira Rocha, vi
ce-presidente da.provincia.
O" prowtor da Sanu Casa de Misericordia,
Anselmo Francisco Pertti.
Ssnta Gasa de Misericordia do Recife. 17 da
t|osto da I870.-N. .-mm. e Exm. Sr.o
trecho do relatarlo qua o cx-director do Asylo de
Mendicidade fez estampar no Diario de Perwm
tuco de 19 de julho prximo passado, n. 160, fal
le em despezas excessivaa das8*'e4belecnaato.
V. Ex'c.Mbe que com os novis i^ outros mai-
obje tes para o Asylo despenden-se a quantia de
12:469^660, a qual subir 18:5114560, se se Ihe
addicionarem ,"000, importaocia da dous ban-
cos de apiarell;. envernizados, A Santa Casa nada
tem que ver com esa avallada despeza, qae cor
rcu por ootra repart ;ao, e nao foi contemplada
aas coalas apresentadas junta adminislrativa.
Mas, alera dessa de*peza de 12:891*560, outras
forara feitas com objects para ornato de salas,
ua e service do Asylo ; despezas estas qne Agu-
jan) as comas do ex-director
Assira que n'essas coalas vera a quantia de
U9OOO despendida com bamhiuellas ou cortina-
dos, as respectivas giBrni?6es e elagere para a
secretaria, a de 5o65o00 gasta cora apparelbos de
porceana e vidros, isto e, garrafas, copos e cali
ees, e a de 326*130, cora alcatifa, tapete e cro-
chets, sem uvida, para encost de cadeiras.
Nao sei se andar errado queiB sustentar que
essas despezas nao eram indispensaveis para um
Asylo d Mendicidado, e que se dos objects. que
ficam mencionados, alguns eram precises, nao de-
viam ser to custosos e nem era to grande qnan-
lidade. A
Quvi dizer qne com a inanguracao do Asylo, ao
da 2o de marco ultimo, gasl ra-se a quantia de...
1:2174 : ignoro se asim foi. O que posso asse-
verar que das cuntas do ex-director consta que
nesse da despeederaws*e 350* cora um lunch
404 comarco?, 1704 com msica, 304 com alu-
guel de baldes para illummacao, e 304 con alu-
guel de cadeiras.
As despezas que no presente offlcio tenho enu-
merado, fazem parte das contas de maio ultimo :
as de junho encontra-se urna verba de 754, des
pendida con divers objects para o sillo, sera
sa .declarar quaes esses objects, e qua-i no mes-
rao caso estoutra verba de 554 cera agua e ou-
tros objects que nao forara deserimin-.dos.
Deu guarde a V. ExcIlim. e Exm. Sr. des-
erabargador Francisco de Assis Perelr Bocha,
vice-presidente da prcviada.O provedor da San
ta Casa de Misericordia, Anselmo Francisco Pe-
retti.
Santa Casa de Misericordia do Recife, 17 de
agosto de 1870,-N. 2930.IHm. e Exm. Sr.
Era additamento ao offlcio que dirig V. Exc
respeito das contas de appareiteos, vidros, tape-
tos, etc., comprados pelo tx-dnector do Asylo de
Meadicidtde. tenho a honra de apresentar con
sidaraco de V. Exc, por copia, as respectivas
cootas.
Den* guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. de-
sembargada* Francisco de Assis Pereira Rocha.
vice presidente da provincia.O provedor da San-
ta. Casa de Misericordia, Anselmo Francisco Pe-
reiti.
Pernambuco, 34 de marco de 1870.O Sr. Joa-
qun Pedro Birrete de Mello Reg comprou para
o Asyio de Meolicidad Moreira & Bastos :
Marco 944 2/3 covados de alcatifa
a 24800............ 1244130
1 tapete grande....... 214500
6 ditos pequeos a.....
64500............. 394000
Mito do............ 64000
24 covados de cretona
ara coberta....... 24400o
Marco 19 3 tapetes a 104500... $24300
< 3 ditos pequeos a 64 184000
4 toalbas de crochet
para cadeiras a 44000 164000
< 1 c .lacho de coco para
barra.............. 74000
ditos ordinarios..... 74500
> 3 covados de alcatifa
paraacapellaa24800 84400
Fita edebrum....... 24100
3M4IN
Recebemos a importancia d'esta conta, da qual
passamos recibo era duplcate, que s um vr
valor. Esteva urna estampilba de 200 rs. inutii-
sada da maneira >egutale :
Recite, 24 de marco de 1870.Moreira 4 Bastos.
liis 3^64130.
Conforme. Pedro Rodrigues de Souza.
24 de narco de 1870.O Asylo de Mendicidade
comprou- Morca i :
3 guaruicoes de cortinado a 104..... 304000
3 pares de cortinas............,___ 424WW
Alugual da 8 p-irta jarros e visos com
columnas de madeira............. 274000
1 elagere da secretaria.............. 204000
Ris
1194000
Reeebl do Sr. director a centa cima.Moreau.
Recife, 10 de agosto de 1870.
Esteva urna estampilha de 200 rs. inutilisada
pelo director.
Conforme.Pedro Rodrigues de Souza.
Pernambuco, 18 de abril de 1870.Armazem
da porta larga, ra do Rosario n. 26.O Sr. Joa-
qun Pedro Barrete de Mello Reg comprou pan
o hospital de Mendicidade Joaqun Antonio Pe-
leira A Sobrinho :
1870
Marco 231/2 appsrelho de porce-
lana para jmiar..... 1204000
1 l dito para alinuco..... 404000
'' 10 dunas de pratos a
3*500.............. 35*000
1 terrina............. 84000
8 pratos travessos.....r 124000
4 pratos cobertos a 34 124000
3 duzias de casares de
chicaras a 4....... 124OOO
< 1 par de jarros verdes
(tulipas............ 354OOO
< 1 jarro e baca de vidro 104000
< < 1 d)toa dita de louca 44000
< < 1 duzia de copos ordi-
narios p ra agna----- 64000
< 1 pratos de vidro para
uoce............... 8J0O0
1 c 4 garrafas tinas para vi-
nho a 84.......... 324000
< i fructeira de metal (3
ordens)........... 304000
< < 3 dozias de copos da
de crystal a 164..... 324000
< < < 2 duzias de canees de
erystal........... 32*000
corapoteiras a 84... 324000
par de rttsfriadairas 84QOO
araadella para deposi-
to de vidro......... I84OOO
1 par de jarros que se
quebraran)......... 354000
1 dito de dito cun un
pasas/o............. 254000
1 saleiro com p de
metal.............. 44S0O
1 par de escarradeiras
de vidro........... 64OO
a
4
1
1
5564500
Reeebi a importancia d'esta coala. Recife, 15
de marco de i870Por Jeaqmu Antonio Paroira
Joao Antonio Gomes.
Res 55*4500.
Esteva sella-la com urna esteopilba de 200 rs.
Corforma.Pedro Rodrigues de Souza.
Sanu Casa de Misericordia do Recife, 17 de
agostada 1870.N. 3931.lllm. e Exm. Sr.-Por
offlcio da 30 de auio, que por copia tenho a hm-
ra de remeiler V. Exc, comraunicou-ne o ex-
director do Asylo aeharem-se nelle recolhidos 30
saceos de firraba, 10 de fejo. e 20 arrobas de
carne, que o narao do Livraneolo offerlra o
mesmo Asylo. Lerabro esto i;onsJ4eravol donauvo
para qua V. Uxc. o teoia em vista e sirva-se ava-
har se uraantu suporiaaento de carne a farraha
dagiaaio aa de vida propureio a compra de.-se-
genero para o auasuno desse esiabejachnento,
pois nos sobsequaules fftcios vou tratar da des-
pezas f?llas.con os gneros coqsuuiidos aa alimen-
taco dos uyiados e empi>.#ad(*.-ius guarde
j' T0" a Exa fr- '^Bteargador Frau-
la* Asm Beraira Bocia, fies-presidente da
prawtiav-rO pnwador da Saaa Casa, Anselmo
Francisco Peretti.
ft tt3L-Birt|ria ~ AaFto de MeMicidade,
20 de malo de 1870 Illm- 0 Exm. S?.-.Commu-
niao V. Exe. que se acham j re'joihidos A este
Asylo 30 saacos de farinha, 10 de eijao e 20 arro-
bas de caroe secca que oaro dr.Livraraenio offe-
rect u a este Asylo, rogando V. Exc que se
digne dar disto eonhecimeutn ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia.Deus gusrde V. Exc^ Illm.
e Exm. Sr. desembargados Anselmo Francisco Pe-
retti, digno provedor da Santa Casa da Miseri-
cordia do Recife.-0 director, Joaqun Pedro
Brrelo de Mull Reg.ConforrmvPedro Rodri-
'gues de Souza.
mnmmmmmmammmm
POR OCUASIAO DA MORTE DA BXMA. SRA. D. CLIMBN-
TINA DORKKLLAS JAMARA, E KM SiONAL DE AMi-
ZADE AOSEt: INCONSOLAVEL ESPOSO -0 Si. MARCO-
LIMO QORKKM. tS CMARA.
A morte o principio da vida eterna. As pois, se oo livro da humanidade nao existe mais
o nome da Exina. Sra. D. Clemenlina Dornellas
uamara, Deus, por certo, j a ter escripto oo li
vro sagrado dos justos.
A virtnde como esposa, a caridade como chrls-
tea, e como mi os cariuhos e diivellos que prodi-
galisava a seu ho, os a aurola de gloria que
cireumdou sempre a sua fronte.
Na sua ionga enfermidade a re-ignaco, a f
constante e robusta em um Deus misericordioso,
eis'a nica esperanca, que sempre adejou em tor-
no de seu leite de dr.
A terrivel Parea, porin, deixando immerso na
mais pungente dr e saudosas recordacSes o seu
disvellado esposo, ceifou a flor de su existencia.
Resignemo nos, o conformmonos com a voniade
do Omnipotente. Una lagrima arrancada do in-
timo de nossa alma, e vertida junto seu tmulo
seja a prova mais evidente do quanto era verda-
deira a amizade que Ihe consagramos.
Mas nao s a perla de urna esposa exeraplar,
de urna amiga sincera e leal, quo no sapcluario
de nossa alma tez abrir a cbaga da saudade e da
dor. Nao E' tambera a de ama mli que, an-
da aa mantisa da vida, deixou seu obediente li-
Ihinbo arremessado aos bracos da orpbandade I
O seu solu^ar dolorido, porm, o seu pranto
copioso e aroargurado, ella por certo os luvirs, e
l, na raanso dos justos, rogar Deus por seu
Blho, e Deus velar por elle. E' .por demais sen
sivel, profunda e norrivel mesmo a perda de
urna esposa que, dnraote longos anuos de vida,
somente das de l'elicilade e ventura, harmona e
paz nos proporcionou.
Nao menos intima, nao menos cruel, uera menos
dolorosa, tamben a separado eterna de utna
mai. Mas, no coraeJo de utn dltio; o noroe de sua
mai nao morre nunca, e a sua imagen reflecte
sempre em nossa alma.
Portante, nos que tivamos a fellcdade de a co
nhecer, e qqe perfeitamente podemos avajjar a
nobreza de seu- seotlmentos, Jeixariamos de cura-
prir um dos mais sagrados deveres, que a verda
dira amizadd nos nip?l se ueste momento so-
lemne da vida nos cqnservjssero,o silenciosos.
A sua alma, desprecdepJo-se do centro das pji-
x5es humanas, voou ao seio da eternidade, e,
maityr, estar junto Deus.
J. A. S. (luimares.
Qaesto Seve.
Pela tercefra vez o mante da
re dade ao nscus.
c Quissenumendac, semptrmendax.>
Aqtu Ha qua utna vez falseou a verdvde
naenlio, la-lu-ha sempre. Ksie priacipio Uo
vuloar e mesmo acertado, tem incontesta-
velmente applicacSo ao ttsiuz ou individua
lidade duplice : amald<;oado Caim e des-
primriil pwnafrmnfi; por quanto do-seus
palhacmtos o confjsos artgos ressumbram
as repugnantes falsidades, calumnias maN
ou meooi aliozes e i ifualadas, qup em re-
sumo oao su BKBsdo que otransumpto fiel
los sentimentos i^nobeis que .se albergam
em sen enraco empedernido, e das quali-
dades nfimas que o rev.*tem ; despeito
da pin o publica qae j tem feito e soli-
dificado o seu juizo nesta questao Seve,
visto conhecer perfeitamente aquella indioi-
dualidade; Jespeito mosmo do nosso an-
ligo, recoabecido e soberauo desprezo, vis-
to como liuvamo-nos na opioiSo publica, e
no juizo universal das pessas de bem, dos
b.noens probos e justiceiros. para quem.
pois. semnre appellamos em pro! da causa
que defendemos, por ter sua base na ver-
dade, e sermos amantes desta.
Justus tem querido, mas nao conse-
guido, molestar com a sua mal diceocia.
com o sea acervo de injurias e falsidades
suogeridas por urna consc enca condemna-
da pur si mesma wguartto do 3o batalho,
aquella que foi pul ica e notoriamente
imeacado perante o pai por um uidivdiio,
raembro gatujren lembrar-ae destas palavra de um eximio e
profundo pensador: maledicencia urna
pequenez no espirito, ou orna negrura no
cor-c>. Maldizer sem designio estupi
dez; maldizer com reflexo infamia.
Em sen ultimo artigo, indigno por certo
de occopar as co'urooas da imprensa, de
cha nar a atteogo dos Uiti res de um jornal
i lustrado, porque, aitu do mais, conce-
bido em urna linguagem confusa e sem ex-
pressan, em um ponuguez rude, quasi que
sem orthngraphia, de forma a tornar-SH
i'iijitellgivel.qual ootro Babel, pois que mili-
tas vezes o espirito icava susp miso em pro-
cura do sentido da oraco, sem afinal sa-
ber-?e o que qaeria riiitr o articulisa ;
nesse ultimo artigo, repelimos, diseca o
Justus por mostrar ainda inepcia, falta d.-
conbeciraento da lingua v-macula, e sobre
^ludo as figuras queembcHezam-a, quando.
entre outras, di? o segmnte : nao conhece-
mos pensamvnto mais Mtbiime. e elevado, do
que umreptil rsmagado p*.h peso da verdade,
ia culpa e dos remorsos II! Entretanto que
us -xpnmitnos desta forma.... sob pana
de niv'elarmo-nos aos bailadores, qua ar-
rojam-so quando accoaiineltsm, que ro-
larn-se h in Mes na poeira, que r stejam
por assira dizer, quaes outros reptis, quan-
do sao esmagados pelo peso da verda-
de etc.
O publico, porm, que, confrontando es-
tes dous modos je exprimir, diga se ha
pandade. se o Justo compreheadea a me-
lapbora que empregamos e portanto o nos-
so peosamente; e dejpoia respoadase o
reptil que esmagad pelo peso da verda-
de, ou o bajulador. Parece-no que o Jus-
tus oo injusto revalou ignorancia cassa.
quando mapifestou e sea esdruxulo pmsa
luenio oesta parte ; o que, oir tan o, nao
admira porque eu m esconohavado* ar-
tigos j se tem deparado |or mais de ama
vez com jmsa em lagar de pteo e outros
erro, jusUficaniloise Ulvez por diwr que
toramerros typ grapbicos, como coslumtm
f'zer os q*ie enxertam u columnas da ira-
prensa com os seos a-ticos e insulsos ar-
tigos.
E para provar-su aio la a iepcia Hn /*-
tus basta ler-se o seguinte: abrigndose a,
prestigiosa d/usa ^t0orsjn/iultn etc.
Quem ser essa daiisa ? Em qua historia
poderem s enconira-k? &o se for ua Aislo
ra intima da familia. Quem Doresmou
Un f Ou quK ignorara. Nexo ao menos
sabe copi ir tejtual A acertadamente o que
e*U escripto, pois qm escrevemus e ere
mns qtie com e-xaetidio o segaint-'; prest-
iosaaHiHja. epwwlfa epoxo resa a v r-
dadeira Aistuna i o que tal vez anda quei
juslilicar se am oJ*ts itn>nipographicos\
0 Justos ainda esta vwguardou ma lifesto
tiieuciu sppre algoqtAS teepsafioe que Ibe
foj-m flitas; e sota-rt airas, embora difses i
se algunw cousa, nio apreseotou am srgu-
taerUo a'ioso usivet, ubmk
summ. ,te a destru-las.
Foi assim qae, di/ ua o phomtasmm
havia jogado no Clot, como nos assevera-
ram, e deixado de pagar, por ter pidro-
ama somma nm poac 1a, afgnns-
dos seus parceiros, pelo qce aosentoa-se,.
eanme'teadoe.'la dita de fidelid^dPv pro-
pria de seo carcter, o Justus, ste conheci-
do hroe da historia negra e assombrota da
familia=em gue figura\um velho pai repu-
tado demente (Que scena l)-respondea que o
phantasma, esse famoso Sarpi Jtoouiritfoi:
no cccmvirato, oao et a jogador.
Semelbante resposta certamenle iniso*-
ria, por quanlo nao ?e quer saber se tfie-
jogador de profissao, se coDaidara dest
forma o jogo como orna especulado, e n5r>
como disiracco honesta e desinteressaa:
porm sim se jogoa e principalmente se
deixou de pagar, faltando por tanto cetn a
devida sinceridade para com os seas par-
ce ros, e se por isso aosentou-se para oo>
ter occasiao de envergonhar-se perante elles,
se que am individuo era taes casos pode
ter pudor; o qae entretanto n5o disse reo
to pi uco provou o Justus, fazendo de*1...
forma com que se prespma com alg m- fun-
damento ser exacto o qu3 disseraia, e. s^o-
do, como parece, o publteo que qnalifqae
o carcter do tal phantasma, que tornar-se-
ha por isso me mo incapaz de jpgar entre
bomeos sensatos e zelosos da su^ ligni-
dade.
Diz o Justus que ignoramos a altura e
imporiaucia da palavraempenhado. a por
isso da os parabens ao distincto coromai>-
daute o considra-o como tendo sido gene-
roso e amavel para com o guarda doZS
ba talhao.
Reahftente o Justus ou o phantusmu, sob
este anonymo, fallou muilo de si, jacton-se.
louvou a si proprio, porm nada prov.n>v$n
sua defeza, e at pelo contrario forneeei
armas ao cea advtrsaiio para dobell3-U_
mostrando dest'arte a sua inaptido, a sua
falu de senso e criterio, porquanlo, desde
que o superior, cm nome da lei impde orna
pena ao seu subalterno, urna vez que este
nao justid jue-se plenamente, pesa-lh aobrt-
gacSo rigorosa de mandar ctimpri Ja, tisfcv
c mo a pena, V.omo derinem Grocio e ooiros
criminalistas, o mal do soffrimento que
ifl gido por um superior pelo mal da atttao
malum passionis, quod infligitur ob malua*
actionis a superir.re. De sor'e que o -ope-
r of n5o deve atender a empenhos, a palp>-
natos porque sao cousas exirautias e rapro-
vadas pela lei que exi^e sua fiel execuea.
Quando porm acontece qua o superior,
juerendo conciliar a benevolencia co a
juatica, tomando-se por assim dizer condas-
cHtidente, relaxa a pena, attendendo a pe-
d do de um amigo, esse acto devera fiar
oirwtm cristo ao superior, ao amigo- a a
subalterno, e nun.-a dever consiar de Huro
al uiu, para nao dar lugar a abqzos Mis
ou menos fundados e a censura- justas e
acertadas : a um facto todo particular.
Assim entrei-nto nao acontc'.ea coa o
capito Adriano da Silva Faria. a respeilo
de quem o phantasma, quando seu comman-
dire, escreveu com o seu proprio pon bu
no livro ru Ir :... foi relevad dopris<.
por se ter empenhado. Qual o <.hefe de
utna corporaco que assim pratia? Pt
ventura o phanl-sma proceden em regra f
Sera desta forma que haver disciplina
Isto n2> ser um acto de verdadeira iadis-
cric/u c quic incuria imperdoa el e injusti-
ti.-av.'i A ;-.ili m tiva r salta. Au pass
que a es e phantasma que o justo cbama
nsincto e d sinceros parabens, pela disw-
pina que tem conservado 11 Isto irriso-
rio ; provoca hilandade 11 1
Ondae.-t a amabilid^de, a excessiva ge-
nerosid.i de do PhanK.sma, de que falla o-
Jusius ? Se o capito Faria iivese e c'i-
vamente ordem de pris5o e fosse -elevado
da pena ainda mesmo por empenhos, pato
nao conslasse de livro algum. nto pode
i ia ter algom mrito o acUi condescendeute
do Phantasma', m^s desde que este (ave
a iHvmndaii dee-crever a exp-esso em-
penhado, de fnzer |inr tanto cstentaio, onde*
estar a generosidade ?
(lo porm, eunipre notar, leve lugar por
hav-r requerido o i-apito Faria, que elle
c^rtificasse se. j linli* solndo alguma pri-
sa ;l.u daquelia occa*iouada pelo proces
so, e nao podendo o Phantasma dar ootr*
res,ioslasetoa negativa, isto que st>-
mente eslava soffrendo a prislo em virtude-
doprocesso qtterenlo aggravar a situat;"">
do dito capilo. escreveu no livro to bata-
Ibao, que e.lle liaVia tiiio oidera de priso.
porm que l:nha sido relevado por hacer-
se empenhado. Que tal I 11
Urna ou ra eousa qie tambera provoca !>-
laridude e mesmo irriso publica, oovir o
Justus dizer : o Tenei te-coro ei S--ve in-
timo de um dos nembros da familia Faria,
( o tal Caim ) Tem raiao para sel o e a:-
crn*e-iita... se prenderam por immen.~
formas c finezas que mutuamente tem re-
cebado. Et expresofinezas, foi atirada .
atsrao, sem nenhuma nfl xo. svm altea-
iler-se a' snrados [e la opinio publica, cuja i a le
o Justus ijuiz d'esta forma mais uo ci u-
seguio, illaquiar.
De feito, ser fineza para o Caim ver >
seu proprio irmo, o sangue de seu saogne
in-uliado a ameae.do publicamente palo
seu intimo, palo seu amigo de infancia, qu-
por isso mesmo deveria ter toda conside-
rac? Ser anda fineza ver ot'afow am-
penhar-se para obter a dimisso da sen
irmao do lugar de despichante d'alfaolegt
corno dizetu e aflirmo algimas pt-sspa1
que ouviraq isto djzer da proprio iatio
oo esc'ptorio.4u Sr. majar OuifUeiio t
Ser dnaimeota fineza vc seu ira* de-
udo em nra qttartel por espaQ" de S,I dia<
por caus< de seu intimo 1 Ob I SemihaolS.
amigos j mais dever-saba ter; e taei fi-
nezas sement um como {ai* poder re-
cebe-las e agradece-las cordjilmnt ^
a rejeitamos e entregamos ao completo d
Que o Sr. Seve lenba recebido liaeza* 4o
Caim, nio oosaremos contestar, ooufei
rvjoos, por quanlo. basta dizer-se que. esse
Catn i ii quem jurou contra o seu inni
n; processo, defeadeado pwr tanto a eaum
do sen inJimo. Isto real^ep^e .-iitRa ffo-
zq. porqoe raro encontrarse u iwp^o
que liosiilise a usa d- outro irtaanmaa-
ror on beiecio de ora ertraabo tict-p^p a
estedepois nnf|tps elogios, eJevaadu^p aj-
raisiuo ^ndeosandu !,!! coa ttetlQ v|ta,
verdadera anomala I
Na cessaaios.de pedir ao Sr. 'aaftaj ase
|da a razao p\-raue chaom a,., g.uida uT^
bataliJo, ##, # a4a.; po> (joa
desejamos -orsgaaaate saber, portaaao
bao se esqueja de responder, sob pea' &


Di
de 1 efiambuco
t
V*
i
I
& .
t \


W-
vil e
oalomnia
paas-r por ujj.
Air
obreafcOTs fsctot aotreeUes ebypoineca
a aao. visto aindanSanoster sido transmit-
fJ4*>lHMnM(9es Fina sale /ras derrama parte de
s_* Mis venenosa sobre uno amigo do guar
4a do 3* battlho. sem entrtauto declinar
Mise, seto que desejatnos sabar quera
se)*, osrto porm de que, qtaam quer que
fr, segundo eremos, nlo ser do quilate
du tal tVttimo e do Caim, pois qae n3o pr-
sale mais a aroisadode ur_ estranho do que
a 4s sea propho innio; n3o Instelisara
.oaca a-cansa dste em favor de qtwm nlo
deve; nlo dar diralto em sumisa a que o
apellide dejCarn, afim de n3o ser amal-
>dieM4o pela sociedade.
A!pe_ar de termos muitos faetos relativos
_ Cttm e Phantasma, para trazer luz da
-paHieida.de, cumtudo, nao qaereo lo mais
litigar a benvola altencao daquelles qae
n* (em acompanhadO nesta quesiao, aos
qwes bypotheca remos a oossa grattdao,
temiaafainos por ora. para opportura ote
aflttrecermos, em detosa da causa justa
aja pleiteamos peralte o respeitavei tribu-
oat da opiniao pablica.
O amante da ver id.
r. nen Irnro al radar de ni-
qaelra crsica oil.
Tara qae mais mbustes e intrigas ?
Quaudii recorr a aprensa convidando o com
"Vuwel Ignacio e outro para urna composieao
nao tive em monte alardear, (como enculca por
se eaerovente, que em tudo acha bem cabvel
urna resposta para depeis vir dizendo que ve-
-Bo *o prfo por maoi, como se esta s nao
f.ie prooria de quem nada Ibe custa), mas sim,
vtm.pqr patente deste modo os meios por mim
jttoi-s \ ;zes empregados particularmente, os
i os alm de sempre baldados, se os desnatura
luiniia, propalando que eu nunca quiz ac-
empud.r-nie. Quem nao v, que o cbama-lo
agora p ra pagar me duas ledras de seu acceite
a i_ul lempo vencidas nada inhibe para a com-
<>_$_) de oairas em qae j foi condemna lo, e
tuwij Instas ? I niiigoem o inhibe a nao >er a
Ma i!.!, ilave inania ta nao querer |~gar, por
- dir, que tem odio qoesto-s, saneado, pa-
rea se*- Qu-e tal I os que u coohecera nao saban
ama tiesto, que em bom porluguez quer dizer :
-* Psg*r, e nao pagar por torca! E o mais
q Je uestes ltimos das, tem dado bem boas pro
tas testa sqa defeza o mea irmao Salvador, que-
rendo se fazer depositario a forciore dos bens qae
iwox-ou a peuhora.
Mi-', i ia \ <> oien convite para umi amigavel
oMjii ;'n fien Ihe feito, assim/om.i a >s outros
m_*o sinceramente quando dalle se quizerem u-
lisar, pns, como se v de sua redaceono Dia-
. ': na4a lera oe n-jf.ipso uem tao pouco
. nj ae impostura e improperios com
k. ni nte Ibe arge.
ao que diz sobre a composicao feita
iMermedl] de domo pai entre miro o Manoel
Jgaae: ve liada a fallar dum faci eoasamadj e jnlga-
'ii p : duas vece* unauimente por ioitos e res-
()...", DMgtstrados no sentido inverso do que
afanca. au poda en pmulo npga-la, on nlo
cadbsaa-la, quando foi sempre este o ponto em
qae mv f indei apontando o recibo de quitarlo
qae f > a sua prora real.
9 admira que somente agora venha afir-
mar, deptou de Anda a questao, que aquella com-
9 )*fvi lora feita, e por iaiermedio de nosso pai,
o fne Je parelba com Manoel Ignacio sempre ne-
.
)' c.--! dizer que en disfiz aquella composi-
^ao. i ind > o julga.l i o provad > foi por haver
i-a s'jtentado a sua elle -vi -lade t!
fijane moita honra, diga comi;o, rnen irmao,
-aa'ndo i laja cabe a aqaelles que nos lenjo e ap-
preciasito se bao de lisonge:>r de ver a verdaie
le ru j'il?adj .confesjada anal pela propria
fceea do to.
Mae Ihe respondo sobre a malevo-la insinaac^o
lai "nraulalisamenlB latida ao publico ten-
oeaie a jelle masan que acato e venero taato
qan...i me i:np5e o dev^-r de fllho, reverta por-
Uoto o :matlema sobre a cabera do irnio que
asaitu i-aliumnia o Blho de seu pae, querendo fa-
xer ? iustruraento o preprio pai.
Piado e-i. dizendo-Ihe que eslava muojonge
Oo tatppBr que fazeodo-ilie eu um convite tao s-
,'or termo as oessaa quesl^s, dsse elle
nw'n-.i para lancar-se sobre mim com tanto odio
1 F.iqo votos, para que se abrande o sea
sor f.\ eqae chegue a compenetrar-se da ver-
tit '. mmhas fcas BteaQ9 'j.
Soa o irmao
u m S. faHM de Siquetra Cavaleanti.
amos no Diar/o de honlern com um* alga-
tirr etnpiJa por un ignorante morador na villa
i. e a deixariatnos passar sem resposta,
se de -ivulta com mulla batiexa e bajnlag-'s no-
.iias. nao iroaxeaae o tal amigo vcrdaieiro a
nome- de pessoas, a' qaera maito pre-
aai^. por IOM qnaliladsrecommendaveis.
Em liogaafim de rt-paleira vomita esse ente
>aa~ ido I trpes injurias contra o* Srs. capito
Maaod Tliomaz de Villa-Nova, seu digo irmao
b Mmosl Marques, levando o a. rojo de seu cyai -
uia-a' ponto de os qaalifijar de infames!
Nen laiia arneirice, 5enhor sevanlija. Pode
inceasar a' sua vontado, sera ser pre.-isj offender,
le -i alo se lembra q-ia Snfc. exist-.
N'i i smponha qu" ignoramos as razoes que de-
termiiar.i'm o Sr. Dr. Ponella a demitlir esses
itada-is dos cargos 'policiae?, que entau oxerciam
aa qaes j foram satisfactoriamenle explicadas
aeatc Diario.
Enllanto o provocamos para que aprsente,
Ai tanto capaz, qnalquer documento, qu'
-\ coraprometier, anda de leve, a repntaco
djse dgaos e prestrnosos conservadores, ejles-
1 j !h-' pro -nettem >s arrancar nessa eceasao a
mascara daquelle qae justamente merece o ltalo
deinf.inv E-ileade, senlnr detractor?
: I mais accre-centareraos cora ralacao a s
R!B"aoo s de offlces para o batalhao do Bonito,
qae procure ler o qae a respeito se
4-m publicado.
Coastaa o amigo tefiaieiro (importante amna-
-de) I a sua diatibre, copiando ipi's verbis o irecho
di um communieaifo do Sr. Joaquim Mello Reg,
que d Urava (tfalandodas nomeaQO"9 desup-
: municipal) ler a presidencia plen>
I rtto de iilikerar sobre os negocios sujeitos sua
*mwv(ii qiae desta vez nfto ganha alvijjras.
i? en qaj fi-ilidate aprenteu o bx de cemr-
11 a' morder e soprar a'semelhanja do mor-
gat
Reebeo sem davida a'lgamas Ieec5 r preepondenle conservador <- d crt". e este dave se considerar perfeila-
uieate remunerado coi a publicacao do que nos
acoupamos oon^trangidamente.
Qvi ti,feta muito bom proveito.
i de afislode 1870.
Tanjasno.
Receba dinheir) em conta corrate hn
I raso fixi
Saca vista oa a praso sobre as cidadet
prlncipaes da Europa, tem correspondente!
ia Babia, BaeoosAyres, Moatevido, New
i New-Orleans, e emitte cartas de crdito
)ara ot mesrnos logares.
ROA DO GOMMERCH) N. 36-
\ovo l>amo de Perauaaabnet em
lkisildaeio. t e agesto de
Os Sr. accionistas pottem reeber o 7o
dividendo de um por cento do. capital s
qaartas feiras e sabbados.
A1 roa do Comnercio n. 34, V an-
dar, faz-^se, 3 quarhs-feiras e sabbados o
3o e ultimo dividendo de 2,99 \ sobre o
passivo da concordata do Sr. Jos Aatooio
Basto.-1
Rficife, 26 de agosto de 1870.
ALFANWtSA.
.tndmemododIaii2B. 8564794416
dem do da 27..... 21.878*672
848:358*088
UOVllKNTO DA ALFANDEGA
/olumes entrados com fazeadas
dem dem com gneros
'olumes sabidos com azenda
dem idem com geaeros
312
481
100
89
763
189
Descarregam hora 29 de agesto,
Patacho portugaezRestauracSonercadorias.
Paueho nerte-allemao -OUo mercadorias.
Brigue inglezi-)flH/eriden.
Bngue italianoS/nfeiafarinha de trigo.
Brigue iialianoStupiane idem,
Brigue inglezEdith Mory earvao.
Barca agleza-t'ittc of the ^igan-Ierra-
ftECEBEliOMfA D HEND8 lNtK*Ab (tK^
RAES DE PERNAMBCO. ,
endimonto do da 1 a 26. 57:471i269
demdodiaK....... ^JS6*088
88:457*337
| ao, eutfitobp
scri-ioape
CONSULADO PROV1NCAL
ttendiraento do dia 1 a 26.
(dem do dia 27.
G9:!WJ87
8o6S19
70:758*179
PRAGA DO RECIFE
KM 27 DI A60ST0 DE 18T0. AS 3 HOBA DA TARDE
REVISTA S8iHlXAI>.
Cabibios.Saccoa-se sobre Londres de 19 1/2
a 20 1/2 d. por 13 ; sobre Pars a 480 rs. por fr.;
o sobre Portugal a 180 rs cento a vista ; sommau
do o valor do saquee effectuados em ........
100,000.
Algodao. Vendeu-se o de Pernambuco, de
104800 a 10*300 os lo kilos.
Asslcar.Vendeu-se o mascavado prgalo de
25900 a 3500 por 15 kil., e o canal a litiOO.
Couros.Os seceos c salgados venderam-se a
250 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 31000
a arroba.
Azritb-doceO de Lisboa vendeu-se da 3*200
a 3*300 o galio.
Bacalho.Retalhou-se de 8* a 20* por bar-
rica.
Batatas.Vendeu-se a 2*300 a arroba.
Bolachinhas.dem a 5# a barriquinha.
Caf.dem de 5*500 a 6* aarroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*800 a libra.
Cerveja.Idem de 5*500 a 8*600 a duza de
b itijas. '>
Farinha de mandioca.Vendeu-se de 6*500 a
8*000 o sacco.
LougA.Vcndeu-se a ingleza ordinaria de 300
a 320 rs. por cento de premio sobre a factura.
Manteioa.A ingleza vendeu-se de 1*050 a
1*100 a libra, e a franoeza de 900 ? 960 rs.
Massas.Veuderam-se a 8* a caixa.
Oleo de linhaqa.dem a *50 o galao.
Passas.Idem a 12* a caixa.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Queijos.Os flamengos venderam-se de 2*600
a 2*709 cada um.
Sabao. Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Toucinho.Vendeu-se o de Lisboa a 14*500 a
arroba. ,,
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 1405 a
a 150* pipa.
Vinhos.Os de Portugal venderam-se de 210*
a 220* o tint e de 230* a 2605 o branco, e os de
outros paize? a 190* o tinto e de 2z0* a 2405. o
branco, a pipa.
Velas.As de compossao vcnderam-se a 5aO
o pacote de 6 velas. ,
Descont.O rebate de letras regulou a 10
por cento ao anno.
Fretes.Para Liverpool carregando aqu J/b
d. por libra &eio capa pelo algodao, e para o Ca-
nal 1/ d. por libra e 5 %
a>)
galaVa* **'
A 19 a> JdfcP de. WW^ aeMa eidade do Raeifa,
em mea cartork) pvranie minhaa taMeataahu in-
fra aasknadaa, eiimp>ica o supplicaole por sea
bastante procurador, <# Xavier Caatto, e por
este foi die-que reduffli tewao o eeotetMo de
ma peticao retro. iot ** cobm y arte do pre-
sente, em que depais da tdo e MM|pa com as
indicada testeinanfeaa da que fcvaa eale ter-
mo :
Eu, Briesto Bichado Fre*re Perera da SHva,
ascrivao, eacrevi. Jos Xavier Coemo, Francisco
Xavier de Souza Ramo, Felinto do Reg Barros
Pesoa, e tendo o sapplreante prodotido suaa tes-
temunas, que justificaran) a ausencia des soppli-
oados em logar ao sabido, sobrado os aatas a
a minha conclusao dei a senteu^a do theor ae-
guinle :
Proceda a justificado dada, seja intimado o pro-
testo de D quatro o ausente, passando-e para
so eahaes de 30 dias.que serio atfiWfos e pu-
licades. Costas ex-eaosa. Recife 26 de julbo de
1870. Sebastio do Reg Barres de Laeerda. E
mais se nao continha e dita sentenca aqu copia-
da e em virtade da qual o referido eserivao fez
passar o presente edita! com o praso de 30 das palo
theor do qual chame, cito, e ei por eiiodos os sup-
licadosd ausentes para que dentro do referido pra-
so oompare^am oeste juizo para allegar soa de-
fea por todo comeado na peaifjo aeima trans-
cripta, sob pena de proseguir a cansa, ses ter-
mos a >ua revelia, portanlo qualquor pessoa,
parate amigo, os conliecido dos referidos sup-
pheaoos, poder fazer-lbos sciente do que cima
lira dito.
Eparaque chegue ao conhecimeaiode todos man-
dei paasar editaos que serlo afflxadoa oos lu-
gares do costume, e pabiica-los pela imprensa.
Dado e passado oesia cidade do Recife de Per-
namboco^aos 29 de julho de 1870.
Eu, Ernesto Michado Freir Percira da Silva,
eserivao subscrevi.
Sebiutigo do Rugo Barro dtLacerda.
O Dr. Francisco de Cairela* SoalW Brando, juiz
de orphaos e ausenta dtst cWade do Recife
de Pernambuco e sen termo por S. M. impe-
rial' e constitucional qne Dana guarde etc.
Paco saber aoa que o presente edrtal virem que
fazendo parte da heranca da finada Carlota Maeiet
de Oliveira Salgado, cuja arrecadacao se proce-
de oeste juizo a metade do v*lor do eseravo Ce-
lesuno, preao, croalo, idade de 20 annos, servieo
de paaria, avallado em uut cont e quairo cen
los mil res, o qual fra comprado por Bernardina
Gnnealves Salgado, ,e Joaquim Gancalves Salgada,
fallecido, marido daqoella finada Carlota, se re-
cebem propostas para a compra da meliade do
valor do dito eseravo Celestino, estimado em qu-
nbentos e cincuenta mil reis, que serao recebi-
das a contar da data desie at a terceira audien-
cia deste julio, na qual lera lugar a praca,
abrindo.-e as proposlas, dand6-sc preferencia a
que maior prejo offerecer sobre o valor delle,
tudo de conformidade com o disposto no decreto
a. 1695 de lo de setembrw de 1869'
E para qne chegue ao conhecimento de todos
se passou o presente que ser publicado pela im-
prensa e affixado no lagar do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per
nambuco, em 19 de agosto de 1870.
Eu, Galdiao Temstocles Cabral de Vasconcel-
los, escrev. '
Francisco Carvaliio Soares Brandao.
O Illm. Sr. conelbeiro inspector da Iheson-
raria de fazenda desta provincia manda fazer pu-
blico para conhecimenlo de quem interessar, que
em vista da Lrdem do thesoure n. 138 de 3 do
correte, ^ichn se a mesma thesourana autorisada
a papar aos oredores de dividas de exercicos
lindos de 186768 pert.'ncites aos uiiniaaeros
da guerra, agricultura e (azeoda.
Secretsria da thesouraria de fez.mda de Per-
nambuco, 23 de agosto de 1870.
Servindo de official maior,
Manuel Jos Pinto.
irr,,.i'

Peralte a cmara municipal desta cidade
esur em praca nos dias 27, 29 e 31 do corrente
para ser arrvmatado por quem maior preco offe-
tecer o imposto de aferieaj de pesos e medidas
peta quantia de 22:800*.
A arrematocao ser feita por um anno : aque-
les que pretendere eoncorrer ella, devem ha-
biliiar-e na mrna da le o apreentarem dous
dias antes as suas nablilac5es para serem jul-
gada.
As condieos do contrat serao declaradas an-
tes de entrar a praca.
Pa?o da cmara mnnicipal do Recife, 24 de
agosto de 1870.
Ignacio Joaqnim de Soaza L?aa.
Pro-presidente.
Lourenco Bezeira Carneiro da Canha
Secretario.
velas de 6 em libra, 100 molhos de piasava, 20
covalos de tafat -verde, novado* de taot en-
carnado, 40 borlas de seda com corddes. 50 co-
vadi1 ai greetfeaapto branco, 4 libras de lioha
era, 6 daziM de limas eteta* de li a 16 polega-
das, 6 daaiaa de hraas meia-cana da 12 a M pole-
gadfc, 6 duzias de IhMi triangulas de 8 a 12 po-
egakas, 3 pannes de Ha para mesas,-. 12 bandei-
ras QacioBaw da 4 paoaoa, 12 banderraa nacionaes
de 3 pannos. 13 bandaim naciooaes de t panana
6 vergooteas da pinito para paos de eutello, t-ndo
de ctmpriroeolo 35 ps, e rasara no meio 7 po
legadas de diameao, e 6 vergooteas da piano para
raasfos de escaleres, teado de comprimenlo 26
ps p grossnra no neio 6 frl polegadas de dia-
raetr.
Sa daa sesaaes do conseiba da compras nava
25 doagosto de 1870.
O secretario,
Alexsadre Rodrigues dos Anjos.
AVISOS MARTIMOS.
Para a -Baha
fl brigue portuguer S.'Jos seguir com toda a
breVidade pos?rvel para aquel le port, para o qual
reeme carga : trata-se com arques Barros 4 C.
no lirgo db Corpo Sto n. S, 2* anifat.
PARA.
Paifa o relbrido porto, pretdtde segor com a
posirel brevidade a bra pertugueta S. JoSo,
por Ur j porco oa carga, e para a que loe falta
a fre* coinmodo, trata-se com o consignataric
loaquira los Goncalves Beltrao : a raa do Coro-
mercio o. W. ________________^
Para o, Porto
retende sabir o brigue' portugnez TVipmpao ate
0 de setembre prximo com a carga que tiver :
quer no mesm qnizee. carregar on ir de passa-
gem, para o que\iem bom commodos, trate com
os consignatarios Tlioma d Aqnino Fonseca A
C-, ra do Vigarici n. 19. Io andar. M
(era fote^
DA
armacao, gerftfrjs e peflances a taberna da
travessa da Senzala-Velha n. 4, em Iotas,
vontadi do compradores.
O abeate Martin? far leilao da taberna cima,
a qual se acta bem sortlda de gneros de prmeira
qualidade, orna boa armacao, gaz-e pertences para
tirar oa lea* oa casa.
TERO* FElrU 30 DO CORRENTE
s 11 boros do da. na mesma taberna.
LIIUO
Para Maco doAss.
barca aaotoati Flecha, eapo Victoria, re-;
cebe carga para afMMe port, para onde segu al
o dia 27 do crreme taez : trata-se com Marques,
Barro.) C, no largo 4 j Corno Santo n. 6, segn
do andar.
A barca Mara, chegada do Rkt de Janeiro, se-
gie para o Maraoho em poucos dias com a carga
qie tiver. e por isso quem quizer aproveitar tao
bia occasio de carregar, diriji-se ao consignata-
rio Joaquira Jo- Gonyalves Belirao ra do Com
rrercio n. 17.
Para.o referido porto pretende seguir em poucos
das o patacho Tres Amigos, por ter alguma carga
engajada ; para a que Ihe falta, trata-se com o
ipniujaa>ario tsaaaim Jos Goncalves Beltrao, a
Bia d Com mere o n. 17.
RIO DE JHEIP
Para o port > cima ssgue' com brevidade o bri-
jue nacional Isabel, tem parte do seu carregainen-
to engajado : para o resia que Ihe falla tratase
ton o< consignatarios Antonio L iz d Oliveira
\zevedo & C, ma da Crut n. 57, 1 andar.
. Rio de Janro
Pretende seguir para o referido prto com >
do casco com maatros raaos, mastaros e grops
flxos, lancha e bote do brigue norte-allemlo
Cndor, ea am so-lote, aaiim como de vellame,
cordoalha, vergas, mantimentos, e ontros artigos
salvados do mesmo brigm legalmente eondem-
nado em consequencia de baver batido e aberto
agua a entrada da barra d'este port, onde apor-
ten para receber ordens, tendo j- o competente
pralico bordo na soa> recente riaiHn que fazia
procedente de Trieste- com destino a Rabia, car-
regado de farinha, a goal, por tal sinistro causa-
do, fura tambera desembarcada.
A 30 d> eorrcifr*.
O eaptao F. Jardim, de dito brigne, far leilao
por iolervencao do agente Oliveira e eoou e risio
de qoem perencer, em presenfa do Sr. gerenta
do consulado norte-allemao oeste cidade. precedida
a -competente anlorisaco d* atfandega, e com as-
sistencia de um seu empregado fiscal
Terca-feira
principiando pelo lote do casco com mastros reaes,
maslaros e gur ps flxos, lancha e bote, s 11
horas da manha em popto, do salao da Associa-
cao Commerdal d esta pra?a, e logo em seguida
ao meio dia os mais artigos iaJieados, no arma-
zem alfandegadb do Baro do Eivramento, ao caes
do Apollo. t_______^^^
LEILAO
DE
MOYBI
Urna mobilia de Jacaranda Luiz XV, compota
de 18 cadeiras de guarnico, 2 de bracos, J de ba-
lanco, jardineira e 2 consolos com marmore e
sof, 1 dita de amarello com pouco uso, I piano
de Jacaranda, 1 guarda-louca, 1 guarda ma-
pa, 1 mesa elstico, 1 cofre francei, 3 com-
modas de amarello, 1 rceia dita, 1 cama fran-
cera de Jacaranda, 1 dita de mogoo, 3 inarnoezas,
40 cadeiras de guarnico, armario, de amarello, 2
sofas, diversos pares de meslos e mesas redondas
de amarollo, lavatorio, bancas, marqiuzas, meio
apparelho de porcelana branca para janear, I dito
l miado fino para almoc', 4 pares de lanlernas
com pinhentes, 1 binculo demargm, 1 relogio de
parede, 1 balanca systema mtrico,.! grande relo-
gio com figuras e muitos outros objeetos
Quinta feira 1 de setembro.
Augusto Seixas far leilao dos objeetos cima,
por intervencao do agente Ponlual, no armazem
ra do Imperador n. 16, as 11 horas. ______
qnim Jos Gonjalves Beltrao
n.17
a ra do Comraerci)

LARACOES.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 27.
Portos do norte8 das e 12 horas Vapor bra-
silero Anuos, de 600 toneladas, commandante
l leante I. C. Duarte, equipagem 52, carga
varios gneros ; a Antonio Lniz de O. Azevedo
&C.
Alcubassa10 dias. lancha brasileira N. S. da
Juda, de 21 toneladas, capitao Manoel Jos da
Boa Morte, equipagein 4, carga 850 alqueire
de farinha de mandiosa: a Jos Mara Palmeira.
Rio Grande do Sul 19 dias, brigue brasilelro
Tcrezinha, da 80" tonehdas, capillo Antonio
Goncalves Torre?, equipagem 11, carga. 14:532
arrobas da carne a Marques Barros 4 C.
Rio de Janeiro13 dias, bngue brasileiro fio
Douro, de 267 toneladas, capitao Antonio Goo,
alve> Freitas Vianna, equipagem 11, carga
.200 saceos com farinha de mandioca e outros
gneros; a Antonio Luiz de Oliveira Atevedo
&C
Navtos sahidos no mesmo da.
Araoatyhiate brasileiro MariaAmelia, capitao
Fraociso Thomu de Assis. carga differentes
gneros. .
Rio Grande do Sul Patacho brasileiro Junty
capitao Jos Bernardes de Souza, carga sal, e 1
eseravo a entregar.
Pcrts do sulvapor brasileiro Ar/RiK, comman-
dante Io tente Jos Candido Duarte. carga
vario gneros. .
Rio da Prata e partos intermedios Vapor inglez
Onsida, commandante H. Bax, carga parte da
que trouxe dos porto: da Europ.
CMPAKWA PiiR-NAMlilJCANA
DE
aTega^o costeira por vapor
Parahvba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty. Cear, Mandah, Acarar e
Granja.
O vapor Pirapama. comman-
dante Atetado seguir paraos
portos cima no da 31 do corren-
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 30, eneommendas
passaceiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
urde do dia da saluda : cscriptorio no Forte '
Maltas n. 12.
do
i* raa es
ar Je
medorias paral
1 prato solido.
1 dito de (aran.
2 pie% cha on caf.
Preco\j0#D00 mensaes
JAflTAR.
3 prtos com earne.
Arroa.
Sipa.
Sobre-mesa.
Preco 30*000 mensaes.
Faz-se algum abate; sendo para nlais de ama
pames rennida. _______
Pneasa-se do m moleqae de 11 aooos oe
idade, para criado de urna toja de nasudas :
iratar na ra estreita do Rosario n. 14
COL&EGIO
DE
ossa Senhora da Glora
DIRIGIDO
PELOS PRESBYTEROS
Joao Antonio Pinto d i Rezende, bacharel formado
em direilo, e Francisco Gomes Duarte Pereira
Goeotn, bacharel formado em theologia.
Em Portngal, oa cidade do Porto, na airosa roa,
de CeofeiU ns. 230 a 236, val abrir se no prxi-
mo ootubro, este novo estabelei'.imenlo aonde tw '
ensioavao os principios do religiio, as materias que
eonstitoam o corso geral dos lyceos, eseriptorarao
commereiaf segundo os melhores systemas e bel-
la artes.
Admrttem-ie alomos iaieroos, aimi-internos e
externos.
As pessoas que desejarem approveitar-se desta
casa de edacaca>>, podem dlragir se desda ja- ra
da Cadeia n. 6, aos Sjs. R(drigues A ftnan, qae
aro as infornnroes necessanas, e ministrara
programmas.
Qoem pretender aforar terrenos oa Capunga
dirija-sij ao sitio do Dr Jacobioa que temalguns
urna mesa de pinho,
1 caixa ''e pinho
1 relogio de parede, 1 caixa
do Purto, 1 barril de quint
vasto e 1 caixa com cha
Quintafeira 1 de setembro
no armazem
ra do Imperador n. 16, s 11 horas.
O agente Pontual vender em leilao os objeetos
cima, pertencentes massa fallida de Antonio
Jos Gomes, por mandado do Illm. Sr. Dr; juiz do
eommercio, e a requermentj do curador
da dita f.illeneia.
fiscal

COMMERCIO.
v<^l D0CIE^*7 DJS,AGQSTO
as 3 1/2 horas oa tari.
.ambio sobre Loadres 90 d/v e 19 1|2 d. por
UOOO, do banco (hontem).
bre dito 90 dr* e 19 3|4 d. por 1*000
{hooleto) N
I>it sobre dito-90 djv 19 l|t d. e 20 d. por 1J
fluje).
ito sobre dito-90 dr. U 7(8 d., 20 e 20 Ijipor
liOOO, tetras de fdra (awj)
sobre Pari 0 d|v. 49o rs. por franco
CuS sobre PoiWnal 0 jv- *60 0|0
premio-
Mwqaiu lunior.
Pelo presidente,
A. P. de Lemos.
Pelo socretexio,
EDITAES.
de
i
NGLISH MNK
de Janeiro Limited
is da praca tila a con-
&a<:
O Dr. Sebastio do Reg Barros de Laeerda, juiz
de direito especial do eommercio nesla cidado
do Recife de Pernambuco. e seu termo, porS.
M. I. que Deas gaarce etc.
Fac,o saber peto presente que Joao de Azevedo
Pereira dirigio-me a potifio seguiote :
Illm. Sr. Dr, juiz do eommercio. Diz Joao de
Azevedo Pereira, que sendo credor de Theophlo
Lopes Coelho, Ildefonso da Silva Lobato, Francisco
Jos dos Santos, Pedro Alexandrino da Costa, Ao-
tonto Bemo Gomas da Almeida Jnior, Joaquim
Ferreira da Mosquita, Antouio Pedro de Avelino,
Joao Lina da Slva, R-aneisco Serconda fsaltacao,
Theotonk Gomes da Sitea, Joo Aotonio Leile, da
qiantia de 3:730*370 consUates das leUras pelos
mesmos aceitas, acootece que nao tendo podido
obter seo pagamento apesor de eslarem todas
vaoeSdas, e como est prximo o prazo em
qae deve prescrever o sea direito, na forma do
art. 390 do regalmeoto coramertiaf, vem pela
prasenie contestar para conservaco e reserva de
seu direito, e assim pede a V. S. queir mandar
tomar por termo o seu protesto, fazendo intimar
as partes ioter*ssad morarem os sunplr.antes era logaras descenheei-
ircaodo T. S. dja e hora afim de ter lugar
a iaqoi lestmunbas, Assim pede a V.
S. defer ber mesc. Eslava sella-
da com a nutisada pp'a
manelr s i de jalho de 1&70,
O s lbo.
E ni- prescripao, 8301,
transcripta, na qual dei o despacho do theor se
gainl
Juntando procurara, destribua-se, e tomada
por termo o protest \e no dia 20 da cor-
rente, aa casa das audiencias, ao meio dia. Re-
cife, 19 de jaiba da 187 -Barro? de Laeerda.
oiisula o d* Portugal em
Pernambuco.
Os Srs. Joa 1 Mace.lo do Amaral.
Barbosa & Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Das de Carvalho.
Manoel Luiz da Costa.
Fajoses Jnior & C.
Baituar & Oliveira.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
Francisco 6005:1 Ivs da Arruda.
Sebastio de (sem sobreoome)
Silva & Josquim Fellppe.
Manoel Gomes da Cruz.
Amnrim & C. .
Christovio Ferreira Campos.
Beltrao, Oliveira & C.
Antonio Jurge dos Saatos.
Antonio Goncalves Guimares.
Antonio Jos Goncalves de Azevedo.
Paimfira 4 Beliro.
Manoel Barbosa Butiro.
Jos Bernardo da Silva.
Sao chamados a comparecerem neste consula-
do atim de receberera o qae Ihes tocou em rateio
aa liquidaco de algans espolios de subditos por-
lugaezes fallecidos, dos quaes provaram ser ere,
dores,
Recite. 17 de agosto de 1870.______________
O cooselho econmico do batalbo de infan-
tera n. 9, contrata no dia 31 do correte mez,
com quem melhor condicao offerecer, o geoeros
alimenticios de 1* sorle, abaixo mencionados :
Arroz pilado.
Assucar mascavo refinado.
Azeite doce.
Bacalho.
Caf muido.
Carne verde.
Dita secca.
Farinha de mandioca.
Feijo.
- Lenha.
Manteiga fraoceza.
Pies de 6 oncas.
Dito de 4 oocas.
Toucinho.
Vinagre.
E para o qa convida aos saahorea nagociaotes
entregarem,suaa proposlas na secretarte do mes-
mo bal bao, pelas 10 horas da manha do men-
cionado dia, cajo eootrato vigorar* da Io de se-
tembro a 31 de detembro do corrente anoo.
Quartel no oapioem Pernambaco 20 de agos-
to de 17.
Francisco Antonio de Si Brrelo Jnior,
______Tenente-aecreiario.
No da 30 do correte.
Companhia aui&ricana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia Io de setembro esperado d s por-
tos.do sul, o vapor americano Meirim,ick, o anal
depois da demora do costume seguir pan* New-
York, tocando no Para e S. Thomaz.
Para frotes e passagens trata-se OOM os agen-
tes Henrv Pafstev & C. ru:i do Commercio 11 8.
Fete sobre dinheiro X % Pari qualquer por-
to da escala do imperio, sendo quanlias maiores
de 10:0005000.
Tendo aberto seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,000 por qnalqoer vapor da linha, a
companhia segura qualquer reme*S de dinheiro a
1/6 % paf qualquer port da esrala do imperio.
O valor deve ser declarado em libras esterlinas
e o premio pagavel na mesma moeda cu seu equi-
valente^________________________________
Para Maeao sahe o nauho Bum J ies das e para o resto da carga recebe por todo
preco : tratar na ra da Madro de Deus n 2.
AVISOS PIVEBSOS.
A commisao, ene ir regad a
pelo Ex ni. Sr. pr-sidente d i pro-
vincia de pr >n\over a libertaqao
de crianzasdos.xoferainino avi-
sa as pessoas interessadas, que
deverao mandar as ibertandas e
as propostas, constantes de cer-
tid&o de baptismo, e declaraqao
do ultima preqo, ao pac/) da c-
mara municipal at o dia 30, das
10 horas as 2 da Urde. -
Francisca Serandina Ribeiro t Mell Wmrar-
rnyos, Gabriel Germano do Agotar Montarroyot,
Fernando Pacideo de Acular Mintarroyo,
Joaquira Ribeiro de Agaiar Montarroyos, Fernan-
do Francisco de Agoiar Montarrt yo Jnior, Ma-
ximino Ribeiro de Aguiar Montarroyos, Daniel
Germano de Agniar Montarroyos (ausente), Aana
Florencia de Agniar Mootarroyos, Joo Capi>irano
de Agoiar Mootarroyos (ausente), Paulina FloreB-
cia de Agniar Montarroyos Geimdes de Moraes
Ctrvalho Montiirrovti Hara Floreneia de Apmar
Montarroyos, Femando Espirido de Aguiar M3n-
tarroyos. Tertuliano Ernesto de Moraes (jrvaHio,
Joo Ribeiro Mooterroyi, [-abel Maria Comee,
Lourenca Balbinu de Garva;h MonlaTow?, Deo-
inda Vieira TeixKra Montarroyos, Aana Senbur-
oha Basto Montarroyos, Geralda Mara- do Sacra-
mento, Maria Joaq ina da G nreicao e-Silva, Jaao-
oa Maria da Triodade, Francisca Mora da As-
sumpeao. Joo Barttioloroeu Gjnalvcs da Silva,
mulher, filhos, netos, gnros, oras, irmas co-
nhado do fallecido tenente-corcnel Femando Fran-
cisco de Aguiar Moniarroyos agradecem corial-
menle a todos os speu res que tizeram a candado
de assistirem ao funeral e aeompanharam e nada-
ve I do finado ao cemiterto poblleo; e de novo os
cbnvidam para assistirem a missa de rquiem no
stimo du, segunda f.ira 29 de agosto, as 6hora
da manha, na igreja matriz da B >a-visla.
Aluga-se o palacete d> Mon-
dego, alu-guel ri.ZD.wel,
C >m bella vista c localidade, com bello terraeo
coberto, porto de embarque, e sitio cun fructeiras,
pequeo, e bonito jardim. poco mnito grande, tan-
ques para banho?, estribara para 12 cavallos,
quartos para criado-, tod i predio canalizado par
gaz, passa pela fenl,* o encanamento d'agna. em-
fim cora todos os commodos para um estabelec-
mento ; na realidad querirtiver gosto e-traiaro*n-
to o pode ocenpar : a tratar na mesma ra, ola-
ria o. 13. com Mareeltuo Jos Lopes.
HU'
Preiende seguir para o referido porto em poucos
dias o paraaboie fosiw por ler a maior parte da
carga, o para a pouca qne Ihe falta,, trata-se com o
consignatario Joajjuim Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
depois da audiencia
do ir. juiz municipal da 1* vara, tendo do serem
arrematados os movis penhorados per ezeeucao
de isulberme Pursell contra o carador da maarj
f.il ida de Tnomaz de Figoeiredo, cajo esrripIMee
acha em podar do porteiro, eserivie Baptisia.
Conselho de compras navaes
O cooselho em 29 do crrante naez, avista de
proposlas recobidas al as II horas da aaanbia,
promove a compra sob as coadicoos do estylo, do-
objeetos do material da armada- segumtes :
100 baldeadeiras de folba, 400 eelherea de ferro,
60 barras do ferro ingles proprio para grelfias, 0
fjle inglezes de 8 ps de compriraento e 0 del
largo, 2 ocales de alcaoce, 16 paos de ginipapo de
12 palmos de comprimenlo, 400 libras de prega -
dura de tinco, 1,000 tij los de fogo, SO cadernos
do papel muta borrao. 10 arrobas da prago de
fefro de S polegadas, 10 arrobas de prego* de ier-
ro de 6 polegadas, 50 garrafas de espirito da vi
nho, 40 resmas da, pap almac .0 resaaea
de papel almaco pautado, 100 '<; lhas d papel paa-
tado para maapas, 100 folhas de papel Usa psra
, LEILAft
DE
Movis, louea e vpqs
A SABER
Um piano forte, urna mobilia de Jacaranda cog
1 sof, 1 jardineira. 2 consol, 4 cadeiras de bra-
co e 18 de guarnico. 2 serpentinas, 1 espelho
grande, 4 jarros, 2 vista*,, esleir para forro de
sala, 4 venezianas, 1 machina de costara. 1 mesa
elstica, 1 guarda-louea, f aparadores, 1 sof, 12
cadeiras, louca para janaar, dita para cha, garra-
fas, compotiras, copos, clices,. loaca para toilel,
gacarradeiras, salva* de Elertro-plate, 1 commo-^
da, 1 excelleote guarda-rompa, 1 cama para me-
nino, 1 berco, 1 cabide e outros objeetos existen
les ao terceiro andar do sobrad da ra da Cadeia
n.51, por intervencao do agente Pinto.
O leilao principiar s 10 horas em pauto.
Teroh-feira 30 do correnta.______
LEILAO
u ivimuiaii'.iente do batalhao patritico do
eommercio do bairro de Santo Antonio tendo re
sebido o honroso convite que fez ao batalhao a
eoatmisso da sociedade patritica, Bize de Se-
tembro para oa divso patritica fazer as hon-
ras da rece cao SS AA. os Srs. eonde e cou-
dessa d'Eu que devem aqu chegar no da 28
do corrente e tendo o balalo por seus officiaes
annuido com mulo prazer a esse honroso eonvite
se apressa o dito commandante convidar pelo
presente a todos os seas companheiros que fize-
ram parte do batalhao e aos qne quizerem agora
a elle se reuuir para que comparecara no dia 28
do correite logo que fizer o primero signal do va-
por na parada do batalhao que dever ser no lar-
go da igreja do Livramento.
Recife 23 de agosto de 1870.
Miguel Jo- de Almeida Pernambaco,
Commandante._________
Manoel Ferreira Aniones Villaca declara que
veio a 22 do corrente, as 3 horas da tarde, na
casa da ra larga do Rosario n. 42, o cabra Jus-
tino, que diz ser eseravo de Alexandre Gomes
Barbosa, e que este o vendeu a seu sobriaho An-
tonio Martins, ambos moradores no sitio Satobo,
freguezia do Curato do Bom-Jardim, para o com-
prar, visto ser eu senhor de urna escrava de nome
Anastacia, que irmia do mesmo Justino, e como
est dito eseravo em sua caea, pelo presente avisa
aos enhores do mesmo para virem ou mandarem
temar coota delle, veaderem-o, se-qozer, pelo qne
nlo se obriga pela fuga drlte salvando, toda a res
poosabilidade. ^^_______
Precisa-se de urna ama qoe seja de boa eoodue-
ta para coziohar e fazer o mais aervieo do um
casa de pouca familia : a tratar na roa do Amo-
nio n. 43, ou na ra do Caldeireiro, terceiro sitio
do lado direito da estaca >.
Preci-a-se de urna raulher que rosa e eo-
gomme com perfeicao : na roa da Aurora n. 40.
Alaga-se a casa de duu andares a soto do
i ua da Aurora : na mesma rtia o. 38.
Precisa se de uiua ama para o serv? de
copeira : oo hotel francez, roa das Laraugeiras
n. 10.
3 PRIMEIKO B AMIGO CONiULTOlUO
IIOMEOPATH1:0
I>I :do peio l&r.
SANTOS MELLO
Restabelecido de saa 1 mga enfennidade |
contina a ser encontrado lodos o- atas
para consultas das-10 ao meio di.
Chamados a qualquer hur.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria43
(Amiga ra Nov*).
tMwm
Daniel Antonio do
Os advogtdos Aowalo Borges da Pbnseca e
saa Mo Beato Borges di Fonseca, contianam em
soJBa.eaeriptonos' roa do Imperad** o. 37, enira-
d* a esquerda.. Podem ser procurados todos os
diM atis de 9 fcowr da taanba s 3 da tarde.
Aeeilara causas para Sanio Aotlo e termos que
(team visrahos : estrada de ferro do Beeife a S
Francisco.
Se oceupara de qoaes^iiar appelraepes, quer des
te provincia, quer das sajeites *
bunal da relacao.
ao vtaerando tri-
taadaie mmn
os
DE
bgioa.de algibeira, dafereutes Uvros, msi-
ca para piano e rabeoa, 1 piano, 2 rabeoas, di-
eis perieocentes ao espotto do finada
Canes Steuber
Tera-feira 30 do correte, s 11 horas em ponto.
Q agente I i, raquerimeoto
do testamenteiro e iaventariante dos bens do Aa-
do Carlos Sleober, e por mndalo do Illm. Sr. Dr.
jmz de orabios, a movis livras e mais objeetos
DE
N.|. doBom Gonselho.
m do 00530 irmo juiz coovido a todas
Sos irmos para assistirem as noveoas da
Nossa Excelsa Padroeira, as quaes devem princi-
piar odia 30, aa O horas da urde, na capellaoo
eollegie de S. Francisco Xavier.
Outro sim convido a mesa admiaistrativa desta
ioiandada pao eereuTiir deaovo no edificio da
fauldade de direito na quinta feira Io de seleni-
ta prximo viodouro, as 11 horas da manha,
afim de tmter-ee de dar exocucio ao art 41 do
nosso compremisso, e d'ouiro objeetos relativos
Htividade da mesma Excelsa Senhora do. Bom
Consol ho.
Coasiswrtf'da Irmandado Academioa aos 27 de
agoaH de 4870.
0 secretario,
_________Cantillo Corroa Dantas
Precisa-se do urna ama que saiba engommar,
pretorioao-se escrava: na ra da Peaha n. 23,
i* aadar.
Faz. sciente ao respeitavei puWteo c com espe-
cialidade ae corpo do commercio, que tendo com-
prado ao Sr. Florn Jo Jos Teixeira de Camina
Sobrinho a loja de calcado sita ra Direite n.
II quem se julg r ser credor do dito Sr. Casva-
llio, aprsenle na coota dentro em tres das, a.
contar da data deste. Recife 27 de agosto de 1870.
A o commercio
Joaqaim Bodrigoes de Almeida Costa fax ver,
que as Srs. Urbino Miguel da Coste e Francisco
de Maduros Barbosa deixaram de ser seus eaixei-
ros desd 12 do correle, por ter vendido o seu
estaboiecteaento. ________
Efisino part'.cu ar
Maria generosa de Figueiredo, competentemente
habilitada peta directora geral da instruccao pu-
blica, declara aos senhore. pas de familias, que
tem aberto ete soa residencia, ra do Cotovello n.
31, Dan euTSo de educacao primaria, moral e de-
matca,noqne promette envidar aecurado esforeo
e desvelo, aim de que se dignera coaftaf-Uw suas
filhas, draaoudo se anda receber alumnas inter-
nas, stoi-tnterna* e externas.________________
GASA DA FORTUNA
Aos 5:000$.
Bilhetes garantidos.
A raa Primeiro de Marco n. 23 e casa da
costume
O abaixo assignado, tendo vendido alm de cu-
jas sortea, 1 ioteiro n. 253 com 5:000* d te-
tea que se acabou de extrahr a beneflciD da
Santa Casa de Misericordia (5T), convida a
pojuaiiinrre i virem receber na confonaidaa do
costa me sera descont algum
Acbam-se a Venda os falizes bilhetes garaa-
lidos da 5^ parte da lotera, beneflot da Sa_ta
Casa de Misericordia (15S") que ae extn__i aex-
u-feira. 2 do me v
PREQOS.
Bilhete ioteiro 64000
Meio blbete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bhete iol iro 5*400
Meio bilheto 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiuxa, 4


mo
GRANDE
Fotografa imperial
HOTEL
GALERA

DE
DE
Atteneao
PUNTURA
37Rua 11 de Dezembro37
{Outr'ora Largn do Rosario)
No muito canhecido HOTEL CENTRAL encontrarlo semore tjs nossos innmeros
fregaexes notaveis melboramentos, indispensaveis para commodidade dos Ilustres fre-
quentadores.
No .HOTEL CENTRAL encontra-se-na constantemente tudo que de confortativo eXZ'w ^"^X*%
deletUvel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem. 'aladar nossosestoicos erecompensarnossoisa
Assim acha-se all ama encllente casa para banhos, um sali todo alcatifado e
< necido d J. Ferretra Vtlhla
Oeste o dia T de abril pausado acha-se aberto o
aovo esttbeleeimento pholpf raphico sito ra ao
Cabug n. 18, esquina do pateo 4a matrii. Oslrabv
'hos qae desde eno, lem sabido de noasa offlciis
em geralmenie agradado, sendo recebidos ppr
ilguns cora admirarlo pete extraordinario po
gresso que ltimamente t,em tidoa photigrapbia,
e por outros com alegra, por verera a provuxia
dotada com um estabeleeimenlo digno d ella, e-in-
;ontestavelmente o prirdeiro que uesse geuero
boje pcssue : tambem nao nos jtoupamos em coisa
iacasa de aferic? 0gr.
Matmel M rea desde o dia 4 d^ correte
por mais convir ao arrematante, por es' raij0 ne.
nhuma quanua poiera receher, tat>;j-anle a0 mes-
posto d'ora era d Jante.
Qoeui precisar de umcridlTescravo dirija-
se ra da matriz da Boa v/st i n. 58, i* andar'
dulce frmeme
PEDIDO
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolcoes
Havanas.
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de ontros fabricantes, que seria ocioso innumer*r.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estraageiros, en
contrar3o os commodos necessanos. ,
A moralidiiu e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o aospanhol, francez, inglez e italiano.
mmmmmwt mmmmmmsm wmmmmmmw i
.


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GUSTAVE
ELLEIREIR FRANCE2
Ra da Cadeia do Secife51
Chama a atiendo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
jeral, para a seguate tabella dos presos de sua casa, os quaes sao \inle por cent
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25J, Cadeias para relogio a 5 305,354 i. ..... 40,5000, ~$, 84, H, M e. .
Ditas para bomem a 354, 404 e 504000!
Coques a 124, 154, 184, 204, Corte de cabello,.....
254, 304 e..... 324000. Cor'e de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 34, 44. 54, I { cbampou. .
T74, 84, 94 e. 04000Crte de cabollocom 1,mPez da
Tranca de cabello para annel cabeCa. Pela machina electri-
500 e....... 14000 ca, untca cm Pernambuco. .
Tranca para braceletes a 104, | Frisado ingieza ou franceza.
(54, 204, 25 e '. 304000 Barba. ,......
154001
50'
50<
14001
1400i
50i
251
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos catalbeiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bal
tallo para tintura dos cabellos e barba, as- ba- UDCa admittida na Exposicao nivers
r como nao prejudicial sade, por ser v<
ftim como om empregado smente oceupa- latil, analysada e approvada pelas acad
do nesse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES
TiBcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras qae gostain das artes, ou tivrreni
recessidade de trabalhos de photographia a visi-
larea o nosso estabeleclmento, que estar setipre
iberio c i ana disposicao todos os das desde as 7
boras da manhaa al as 8 da ure.
Para os trabalhos de pbotugraphia possuimosli
versas machinas dos raelhores autores francesa,
iogleies e alnetiies, como sejara : Lereooorset
Secretan, Hermagis, Thamaz Hoss, VoigUandere
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres nepas
macbinasi sendo urna deltas propria para tonar
sobre o meamo vidro 4 ou 8 iraagens diverss e
isoladas, e oatra de 6 a 12 imagens divers e
igualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar bre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e tala-
das para cartoes de visita, e assim em men* de
jm quarto de hora despacharmos 8 differsnies
pessoas que pecam cada urna, ama duzia de candes
vais ou menos, com os seus retratos smente, on
jm grupo com outras.
Encarregamos-nos excluvamerrte da direecao
3 feitnra dos trabalhos de photographia dei-
itande pericia e talentos do dfetincto pintor
illemao, o Sr.
Jorge A. R(/th
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
pastel.
Sr. Roth acha-se ligado a iossa empresa >or
ama escriptura publica, e at o presente lem se
iesvellado na execncao de seos trabalhos.
No nossoestabelecimento actam-se expostos oa-
tros trabalhos imponantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella cono oleo, retratos
)leo, quadro%sacros e diveisos ontros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
.amobo natural, assim cerno de qnadres sacro?
para ornamentaco de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encomm eos.
Asseguramos que precos dos diversos tra>
Oalhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES HE VISITA NAO COLORIDOS A 10400 A
DUZIA
CA^TES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATU-
RAL A -164000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 205000 cada um, nao convenientemente o.n-
aixilhado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
lodo o quadro palmo e meio de tamanbo
Julgamos qae bastarlo os preces cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
tableeimeoto, qaanto sua perfeicao cada um
enha jalgar por seas proprios olhos.
As raelliores horas para se tirarem retratos no
aosso eslabelecimento sao das 8 horas da manha
I da tarle; entretanto de urna hora s 5 da tarde
jm casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
jner pessoa. *
Nos dias de ebuva, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses dias sao
>s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela dolara e persistencia da luz, e pi r termos o
aosso terraco construido com taes proporcoes e
nelhoramenuis, que ainda chovendo orros ne-
ihum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
latos.
J. F* rrera Villela.
Agencia em Fernambuco
Do Dr. Aver
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
wa*sa pardilla
Cura ulceras e cliagas antigs, impigens e dar-
xos.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catrticas.
A' ra do Jardim n. 45 preeisa-se falla com os
seguintes seDhorts :
Julio Atlolpho Ribas (acadmico).
Antonio Goncalves da Silva (senhor do engenbo
Fragoae).
Joaqijkn Gavalcanli de Albaquerque Mello Filbo
(Pombal).
Jezuino Augusto dos Santos Fragoso.
Virissirno Correia de Lyra (Crnangi ou Vicencia.
Joaquim Esteves de Gauvea (Una).
Jos Hermino Pootual (engenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Manoel Policarpo de Azevdo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santo?.
Francisco da Silva Porto.
Ju venal Torres.
Thom Joaquim db Reg Barros.
AVISO
ni
= O Sr. Joaquim Dias de Almeida Costa queira
vir concluir com Tasso Irnos K.o que tratou.
^41uga-se
Um grande sitio com urna grande cisa com 6
3uartos, dispensa, 2 sa'as, eosinha fra, um gran
e terrac, boa cacimba com tanque, no Montei-
ro, na ladeira dos mudos, estrada do Arraial, dis-
tancia da eslacio do Monteiro li minutos, tra-
tar no mesmo.
Precisa-se tallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu inleresse : na praca do
Corpo Santo n. 17, 1" andar.
M0F1NA
I
F. G. de Oliveira possuindo dous magnifleos pre-
dio bem conntcidos pela sua belleza, tidez de
construegio, e amenidade de situacCes iaIilM|Ma,
sendo a. de um na povoacio do Poco da Panella,
com grande quintal murado e bem planudo, e a
dooutro no lugar da Torre, (de sua actual mora
da) com extenso sitio esmeradamente plantado dos
melhores arvorede s fructferos e adornado com
deleitoso jardim, sendo ambos em solos proprios, i
um nerlo, e outro raargem do risonho Capibari-
be ; nao Ihe cenvindo possuir seno uro, vende o
ootro a dinheiro ou a praso, conforme seja con-
vencionsdo.
Estas duas valiosas propriedades, que tanto fa-
zem real car o embellesamento dos ricos como ma-
r vilhosos suburbios desta cidade, e asss conhe-
cidas pela sua belleza, e coramodidades qu offere-
cem para moradas de familias decentes, por nu-
merosas que sejam, devem por certo attrahir a
attencao dos pretendentes a escolha de qaalquer
ama deltas, tendo-se porm em consideracao, qae
sao propria mente para quem saiba amenisar os
trabalhos iuseparaveis da vida, com as docuras do
descanco uo lar domestico ao lado da familia que-
rida, e nao para es egostas mesquinhos, que ve-
getam e nio vivem, pondo a mira someate no sr-
dido calculo do interesse pecuniario, deixando
tudo afnale aps vida miseravelmente consumida.
Nestas reveladas condcSes, queiram os verda-
deiros pretndeme dirigir-se ao escriptorio do
annunciante, ra da Cruz n. 53 primeiro andar.
Traspassa-so o alorameoto de um terreno
sito na povoacao de Jaboalao, tendo de frente 120
palmos e de fundo a encontrar a nova ra ; o
qual no melhor lugar da mesjna povoacao : a
tallar na ra Augusta n. 102. .
Alnga .-e o siti< janiim botnico, com muito
boa casa de vivenda e outras para escravos, apua
de beber, gasto e frrea; mutos arvoredos fruc-
tferos, excel'cnle terreno para capim e verduras.
Tambem aluga-se a melbor casa de Olinda na ra
do Bom Fim, com sitio, agua e casas paia escra-
vos e cjsioha iadependentes: tratar ua ru;i do
Bom-Fira, casa ionio a igreja.
C0MPANH1A
DOS
TEMOS URBANOS
DO
RECIPE A9 OL*DA.
Compra-se dormentes de "Oticica e secu-
pira, amarello, sedro e arueira, de 10 pal-
mos de compridos e 8 polegadas de larga-
ra e 3 1/2 de grossura na esta?3o da ra
da Aurora das 6 turas da uianha s 6 da
Urde.
Recife, I" de agosto de 1870.
0 supmntendente.
________________A. de Abr-u Porto
Quera pretender um criaao dirijase a ra
larga do Rosario rr. 20, laja, que achara com
quem trata A
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a oncluir
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V S. se oeve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quaodo o senbor seo
filho se acbava no estado nesta cidade.
Vendas on permutas
Vende-se a propredade Gaarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casai e armazens
de am e outro lado do rio, lugar berr. conhecido
pela sua importansia comraercial, cojo porto offe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moente e corrente, com cinco
lesnas de trra? de maltas virgens, oito escravos,
bos, bestas e alambique ( oa somente o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos precos,
e tambe se permntam por engenhos nesta pro
vincia Parabyba e Al^goas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas : tratar com o propietario
matar Fabncio Gomes Pedresa ra da Cadeia
n. 25, on com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
II. W. BOWIMN
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52.
Passmdo o Machinas vapor syslema melhorado.
Bodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dent das para moer com agoa, va-
por e animaos.
E outro* muitos objectos proprios d'agri-
cul ura.
Tudo por preco muito rednzido.
A verdadera farinha peitoral de
S. Bpnto.
E-la farinha usada com vantajosos resulla-
dos nos padecimeutos dos orgaos do peito,
como asthma ou puchamento de catharros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na plhysica ; re-
commendando-se com igual proveilo as pessoas
convalecentes
nico deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Bartiioloraeu de C.
34Ba larga do Rosario34
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
t Livrarra franceza.
A
ii dito
ADV0GA<3
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
u. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MAltlA SANT1SSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhra da Conceico.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Maria Santsima.
Novena de N. Sennora do Carino.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. J >ao Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Sanio Antonio.'
Novena do B. S. Jote.
Um bonito volme encademado.
200O.
roa
pri-
di-
0 Campos com armazeni
de ni'lhados na na do Im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tat s n vas de Lisboa a oito
mil reis cada urna.
A ellas que estSo se aca-
b-ndo.___________
Precisa- se fallar com o Sr. Bernardino Osear
Freir a negocio que nao ignora, na ra da Ca-
deia n. 30 A, luja.
A
o
fe
fe
S
-o

o
Te Liverpool & Lop-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companh.a ingieza de seguros contra-bgo,
estabelecida em 1836.
Capital e fun os de reserva
Ms. 36,S06:170^.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas armazenadas.
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarem aqui quaesquer reelamaedes.
Saanders Brolhers A C,
.__________Praca do Corpo Santo n. H.
Ama
Precisa-se de ama ama para cozinbar e engom-
mar para casa de pouca familia : a tratar no For-
Uedo Mattos, trapiche Angelo, n. 10.______
Na ravessa da
das Croles n, %
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores i
deooro, prata ebrilhan-I
(es, seja qual for a qoan- i
H ta. Sa mesma casa cora- |
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.

l Fereira VUeTa
photo;kaphi npEBO.1
18RA DO CABUC*8
Atntraia pelo pateo da tnatnz.
Ostrabatbos da reedificacJa de?t? pnotograpbla,
e qne se prolongaran! por tanlo tampo, ch*
felizmente (armiados reda berta ao lerv^o M
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est collocada esta photogar-
phia acha-se pullo augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento coma chiee ufe, ic%-
sive as do laboratorio. Todos os conetc* aag-
meatos tendo sido fetos expressamenle para s*
montar convenientemente a nhotograpbia, e nao s
podendo melhor modelo escolher do que a oto-
'gra/tia Imperial do Sr. Insley Pacheco io Rio d
Janeiro, o primeiro pliotographo do Brasil, e um do
primeiros do mundo, segundo a opiaiao dos mais
abalisados inestres, a nossa photographia acba-se
dlsposta e reedfleada pelo mmo plano da ao Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regra
recommendadas pelos mais destinctos proessore
de accordo com as modiflca$oes necessarias ao
clima do Brasil, recouhecidas e estudadas nelo ba-
bilissimo e pratco Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predi em qne est noss
photographia foi mudado desde a soleira da perla da
ra at a cubera, teado-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificando-e um novo terraco envldracaflo mu
espacoso e eleganlo.
Como sabiao, fizemos urna viagem expressa-
menle corte para examinarme* as melhore pho-
lographias all, e foi a 4o Sr. I. Pacheco, a que-
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
q5es, e da qual ^trouxemos os. plauos depois de
all estarmos toao om met estudando e apre-
veitandp as liciJes. de ib flbtJncto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e loop*
pratica de 15 adnos de photographia s lUilissrma
liQSes ultiman ente recibidas do Sr. 1. Pacheco,
leodo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esla cidade e aos nossos nu:: erosos freguezes
trabalhos de phctographia lo perfeitos. como se
poder desejar, % disto convencidos, esperamos
que conlluuem a dispensa r-nos a rxesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos lem honrado
ajudado.
* ifX 0 DR JACINTHO SOARES REBELLO, }
(25 ANTIGO MEDICO HOMEOPA-
& THA,
tt recememente esta bel* cido nesta cidade,
2 mudoa a soa residencia da praca do Con-
0 de n'Eu n. 32 para a roa do. Imperador .
|K n. 25, e abri consultorio junto ao labora- 2C
^ torio homeopalhico dos Srs. F. de P. Car- ^
0 doso Juni r cv C na mesma ra n. 41, )C
__ onde todos os dias dar consallas do meio (9
dia s 2 horas da larde, reservando para Jr
as visitas do:i ciliares os mtervallos, que
decorrem das 9 horas da manhaa ao meio
dia e das 2 4 boras da tarde. A qual-
quer hora attender a chr-mados, qne Ihe
sejam dirigidos, quer casa, quer ao cun-
yf> sultorio.
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0O05CO0
RA DE MAlir.0 N. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, qce com
quanto a nova le do ornamento lifesse elevado
muito o imposto sobre os bilhetes de loteras do
Rio de Janeiro, continua a vende-les cem as for-
malidades da le, e pelos mesmos preces abaixo
publiiados, pagando todos os premios cem o ds-
conto somente da le, e com a proipti.Jao o\j eos-
tome.
PRECOS.
Bilhete inteiro... 24*000
Meios bilhetes... 12JO0O
Quartos........ COOO
Em quantidade maior de lOOlOO na razao t
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
Marianna Augusta da Rocha Bastos, rtu-
va do desembargador Martiniano da Rocha Bas-
tos, tendo requerido a inierdiceao de seu filho
Bernardo da Rocha Batos, por alien; !, e
constando-Ihe que o mesm seo filho tem procu-
rad" vender as pequeas partes que Ihe conberam
em heranca paterna, as casas n. 30 da roa da
Aurora e n. 36 ds ra de S. GonraJo, freguezia
da Boa-vista, previne a quem quer qne pretenda
effectuar taes compras, alim de as Bao reali.-aremj
por quanto protesta desde j pela nuflidade das*
mesmas, atiento o reconbeci.lo talado da sea infe-
liz filho.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o gran le sortimento de joias d'onro, prata brilhantes. qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiris e as obras garantidas
de lei.
>IORKIPA UliBTE (
Grandes armazens!
A|u?ani-e.
Aiugam-se os grandes armazeos da ra 4a Prai-
de Saeta Rita Nova, opde foi a fobrica de sabo do
Sr. coronel Franca, e ltimamente occopados paja
com anhia de egoto, os quaes tem porto de em-
barque e todas as proporedes para se montar ama
labrica oa qualquer estabelecimeot) grande.
As casas de morada que fazem frente para a
roa tambm se ahigam .condicwnalmente, assim
cornos casa grande, qafoi morada do mesmo
senhor coronel, tem muito boas commodos e obra
quintal separado, grande eysterna qne fornece
agaa pula el, melhor do que a do encanamento
por ser BovbI e livre- de partculas ferrogwosai',
como aquella : a tratar com o commendador J. J
raseo, em seu escriptorio rta do Amorim nu-
mero 37.
Xarope (te agrifto.
E' um enfermidades, losse e sangue pola bocea, bronchi-
les, dures e fraqueza no peito, escrobuto e moles-
tias de flgado, que melhor tem aprovado.
Tintura de ma apuama.
A celebre raiz de marnpuama cuja energfa effl-
cacia as paralysias, imporpecimento etc., muito
se recommenda.
Todos esses preparados so encontram na phar-
macia e Drogara de Barlholomeu & C.
3iRa larga do Rosario-34
nico deposito.
Cura rpida e infallirel dos cal-
los, pela pomada
Cialopeaal.
Deposito especial na pharmacia de Bartholcrneu
& C,
34Roa larga do Rosario34
Ba)' nte-rheam tico.
Remedio efflpaefMfme contra as dores rhenma-
ticas at hoje o mai? ceanecido pelos seas mara-
villosos resultados.
AMA
Precisase de urna ama para comprar e cozi-
nhar pm casa de pouca familia : a tratar na ra
Imperial n. 130.
Ama
AMA
Precisa-se de urna ama n;na casa de liomeai ael-
lern : na ra da Praia n. 8.
Precisase le J >a^ nnsil ir b''m : na palana da ra lo ilangel.
pag.<-#-
Precisa-so alagar uiim tsisravjt para servi^t
inlerno e externo de urna casa de pequea familia:
na rua do Qm-rnado n. 12. T andar
Na rua do Vigario n. 5, 3o andar, precisa-se
de urna ama para coslnhar, cajo servico faca com
perfeicao e que seja de boa conducta.
0 CIRlRIilA DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scienlificar ao re peita-
vei publico ea gcral, en cuentes
am particular que elle nruiiou o sw gabi
nete de consultas da rua Direila d. t2 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, cota
a'entrada pelo paleo de Pedro II, onde po-
do ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dia-' uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da Urde.
Tambem previoe, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n5o s na cidade
jomo nos seus suburbios, para onde as
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao do
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as cummodidades ros oreos.
AVISO
Sendo publico qus o actual propri^ur.. do en-
senho Carneiro do termo de Serinhem pretende
vender dito engenho, av sa-se a quera quer qae o
pretenda comprar, que o mesmo engenho perlen-
ce ao espolio da (marta D. Cecilia Caurina do-
Monte Sinay, de quem successor o tenente-coro-
nel Gaspar Cavalcanti de Albuquerqae Ucha, con-
tra quera pelo juizo municipal de Serinhem pen-
de uma-acca rescisoria para milh'flcar-se a venda.
f'ita. pe is primitivos herdeiros daquella finada do
favoravelmeale, aquelle engeuho reunid-j ,aos e-
mais bens do espolio, tem de servir para o paga-
mento do preco daquelle contrato, o que i se lar
sciente nara que a todo tempo nao se allegue ig-
norancia.
AVISO
Anda est para alugar-se a p
rua do Lima, tambem a casa dejoai
com o Sr. ffiernas 1, da G:
Precisa-se de uin ama p:-
familia : v
Na rua estreila do Rossrlo, sobrado de am an-
dar n. 35, preparam-se bandejas de bolos eom
lodo gosto, de armacoes enfeitadas com boquete-
de flores e filas com letreiros, proprias para casa-
mentos, bailes e baplisados; fazem-se padus, bo-
los, pao-de-ls enfeiados para presente, doce
d'ivos e semedo e de toda qualidade, todo com
assek) e preco comroodo ; fa.em-ae boquetes, de
era vos naloraes para casamentes com fitas borda
das a ouro, sendo a encommenda eita tres dias
antea, e boquetes de flores de cera de toda a qua-
lidade de flores para qualquer offorla, e para en-
feiles de bolos, capellas de flores finas proprias
para mocas e meninas, ditas para noivas, e qual
quer encommenda de urea par fra, arcos pira
imagens, palmas, capelln n ira en-
ole de
I flores de cera para t>;
por preco eomn
Atten^o
a fornecor almooo e jantar
3S.
Pilulas, xarope, e vi-
nho d jurubeba
Superior a todos es tnicos conhecidos' contra a
anemia, chlorose, hjdropesa, obstrncSo fio abdo-
men E tambem empregado nos casos da mens-
truaejio dilllcil, nos catarrbos da bexiga. etc.
DEPOSITO
PHARMACIA DE
.lorqoin. de Almeida PJnio
Rua larga do Resario n. 10, junto | +
polica
____________PERNAMBUCO
20;000400;
A casa eli do arco da
seus felizes bilhetes, os premius seguintes .
M. 4345
N. S96
O. 4436
100*00
tOlUlUK

brado a rua estreita-do Rosario
isnganaa]
de bomem
tratar

J
<
II, oulr'tra da Gk


Diario de Pemambuco Domingo 28 de. Agosto de 1870.
Tm
i
I



PHABMiCU PIP1 Seahores. cocheios,
carroiros 6tCi
m chegar
Ru&dolmperador n. 38
arope de Uctucari
thery decio 'd'Aoba'die recommnflados,
como calmantes para os easos, em que se
n3o pode osar do opio e de aeus prepara
dos, e mui convenientes f>ara as crUDcas
nos espasmos e convnluoea
CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrSo m capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CACADO FRACEK
to da moda, e presos mais barates do que em outras P-
-, i Ill|liag Dar houien e meninos.
Botinas de b"r7cX!o lustro e peluca, das atore, fabricas e escolhidas.
Rolas e neroelras rnsslanas. .
Bous e peraeira^aTfm^tard" me.hores qualidades, de couro da Russia, lus-
**e ^ **
atar o dinheiro nellea empregado, sao baratsimo?.
natos de lustro para homcns.
Sapatos de entrada baixa de couro de lauro com salto, de muito boa qaahdade.
abotinado para meninos e.meninas
Sapatos .!" dSrlu modelos, de muito boas qualidades fortes, tanto
nara meninos como para meninas, muito baratos.
Manatos de tapete.
Sapatos de tapete ateludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tnguezes para horaens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
ERA-
desempatar
plKKSXQA CENTRAL BA DO I
DOB N. 38.
Pillas de Vallet..
Pillas de Blancard.
Pilutas de Bland.
Xarope furroginoso de Blancard
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnesia
Ferro de Quevenne.
Assucarfemn|us(K
PH ImAGL TRAr
DORN. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e jdiarthare,,
excellente tnico para auxiliar as digest5es
difflceis nos casos de debilidade do esto-
mago
.res de vestidos de seda, estn
I relio
Novo, dfloembtraaDdi
lbendo-se no arqurem de farinha de lrig> de Tas-
so Irmaos ir C, a preco commodo": a tfatar no
mesmo, w na ruado Amorim 0- 37.
Gratido.
Manoe; Jos SimSes, Mara Joaquina SioiSes,
Constantna SimSes Fontes e Jos Ferreira Fonles
agradecen a todas as pessoas que se dignara m
assistir tos ltimos suffragios de saa presada
me e sogra. ________
Prcisa-se de um conbeiro forro ou captivo
que coziohe o diario de urna casa e faca as com-
pras e nkis servicos de casa de homens solteiros :
a tratar na roa do Mrquez de Ohoda (antiga da
Cadeia) leja n. 44. ^_^_________
600)0000
Precisa-se de 600J a juros por pouco tempo,
para o qae d-se ac penhor ama mulatinha de
dade ISannos, avaliada no dobro do valor da
garanta : qnem pretender dirija-se ra do Ro-
ario da Boa-vista n. 42, que achara com quem
tratar. ______________________________
jh-ocura-se para comprar urna cabrinha
mansa.icriadeira, mas que seja preta com os ca-
britos rovos, nesta condico paga-se por bom pre-
co, e gratificase bem ao porudor no Corredor do
Bispo a 25, casa terrea._____________________
Prtcisa-ae de urna ama que 'saiba beui cozi-
nhar, prtferindo se escrava : na ra do Sebo nu-
mero 2& _____^_
ment
MLwlmo
vestidos, igual
mercado ; tydo se^
I |

quali-
^^s cortes de
3i casa-
s o de
is para
^^Hhecidas no
#"
Quinquilharias
* .. .* -_ .....II.".. .. ,.lli. mil
Luvas de pellica do conhecido fabricante J mvin, espelhos P a"',n^arJ!:S0^
binetes toucadore de diversos tamanhos, leques para senhoras e para menina^ abridores
Ivta ovas brinco* uuleeiras. botoes, corremos e chaves de rclogios e trncetu, tuda de
Juro de li clientes e brincos de plaqu, a imitaco e de mais gosto do que as de caro,
cernade costura ncaraente guarecidas e ornadas com lindas pessas de wMbnl
^Shos doTrados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para dislinetamente
tT?l*MffiX**%b\*U de phantasia para toilettes holslohas e ceslinbaa .
*2 ^ ve lud0 e de vimes' nara Uraco de meninas e senhoras ditas pra coston,.
anenoTreeisiros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelaua, jan os prprioa
Jara pbS e lituanos, quadros promptoa para eojlow-^ vistas.^ mMduras dourada-
pee
thf sounnhas e caivetes finos, pentes, cscovas, ironleira de espnnua
^chau os nara c carros, ioios de domin, rodetes, bagatelas e outros d.lTerentes ve-
ntanas moderna muio onveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas m g -
m" esldconos com interessaotes vastas de figuras e das mais bonitas roas, bpaJoWda,
nraWs e aS l Paria, photographias e caixinhas mgica,, reverberos para candiera,
unets de Nidrilho c de laa de cores para ps de lanternas, realejos grandes e OT;
nSnicosacSons de lodos os tamanhoT bercos de vimes para c, nc^s, sapatmhos e
E de laa mSos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condunr enancas;a passe o e
S mulus SJuflharia de phantasia, franceza* e aliemaes, a procos maito em conla.
BQuiapaD^s paiaa aasiaaiaaa
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a masante leitura da mfinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos pairos daJSuropa.
O dono deste estabelecimenlo pede ao publico em geral que continu a vala- o
wrifleaA^^dade^oaie^DKrtoadedia. Cactos por serem vmdos em d.-
reitnra e de conia propria
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemostbalica de Lechelle, mui re-
commendala em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas
PHARMACIA"DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco d) iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas. -
Este xarope empregddo com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cacbloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
nos casos, e encontram-se nesta pharrna-
cia.
PHARMACIA CfiNTRAL RA DO LMPER.A-
DORN 38.
Variado sortimento de chocolate e ban-
Dilha, salepo araruta, ferro, ede sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido pbenico, en-
xofre camphora recummendados para as
molestias de peL, como sarna, panos, ern-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a. ____.
Ama
Precisase de urna ama : na roa
50, andar.
de Horlas n.
GRANDE
armazem de lcuqa ra do Im-
perador ii. 46
Neste esttbeleclmenio alera "do esplendido sorli
memo que ha de louci. vidro*, porcelanas e crys
taes, como sejam : apparelhos para janttr, cha.e
toilel, ricos vasos de pbauasia para flores e can-
dieiros a gaz, ba lamber ltimamente chegado
variado sortimento de vasos de louoa para plantar
floras, bustos, estatuas, pinnas, tobos, lees e
lindas figuras para tanques de jardins.
Chegaram tambem os magnficos casticies de
metal com mola para vela, Dnie qne, as pessoas
que leeni de noite, dsvem u;ar para nao canearen)
a vista.
Tambem chegaram as tao desejadas bacas de
porcelana com bauvula, e por serem tnuilas as
pessoas qne as teem procurado, fe previne que
as veoha d buscar antes que le acabem : na ro
do Impe^vdor n. 46.
1 MUDENCA.
JS 0 Dr. Carolino Francisco de Lima San- ]
tos mudou sua residencia e consultorio ]
para a ra do Imperador n. 57, 8 andar
Cf do sobrado cujo armazem conserva ara-
ad hoje o nome de Alianca, tendo a
Keitrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
g frente. Ahi continnaido o dito Df. no
g exercicio de sua proQso de medico e
I de operador, pode ser procurado a qual-
ss c,uer hora do dia e da oute
Vende-se no trapiche Dantas o
seguinte:
Milho americano.
Farinha de mandioca.
Esleira de carnauba de diversos tamanhos.
Vellas de carnauba.
Alpista era barricas.
Vinho Bordeaux.
Cimenlo Portland.
Jiival sem segundo,
BlABiaiKlE < %\lAs \. 49
(Antiga ra do Qucimado)
Contina a
muito barato saber:
Libras de aivia preta mu.to b.-
Tesouras finas para minas costu-
m e
120
ra a.

t*
COMPRAS.
Jqaquim Rodrigues Ta-1
vare"*, de Mello,
P TEM PARA VENDER :
Sal de Lisboa.
3tassa paRussia.
Vinho Bordeaux.
Faiello d^'Lisboa.
Fariaisa de niaadloea.
Papis de aguihas francezas a ba-
15o a......
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar lie.todas
as, cores a
Carriteis lie linba Afcxandre a. .
Frascos com azeite pra mach-nas
Grvalas de cores muito finas n .
Grozas de boloes madepersla fl-
nissimos a......"
Novcllo de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a .
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros cora l nta prcta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito l> nitos a
Duzia de saboneles muito fino: .
Sabonetes inglezes a 000 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo b.ibuza a.....
Caixas de l3mparinas a.....
Saboneles a forma menino muito
superiores a.......
carllias da doutrina fazenda no\a a
Libras de linha sortids de todos os
nmeros a.......1^800
Capachos muito bonitos e grandes a 70
Carriteis de rclroz preto, com 1
oita.vas a........ 640
Apulheiros de osso enfeibdos a, 140
Linra de linha francesa superior
qualidade i. ...... 4*400
Caixas de oalito do gaza. .. 40
60
15000
C1T0O0
100
500
600
500
60
000
440
100
200
200
500
240
800
720
1*400
500
100
40
440
400

JHIfi
r
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, praia
i peoras preciosas por precos mais vantajosos co
Iup em outra qualquer parte._____________
_ u>m muito Biaior vaniagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e o obras vellias: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, roa de
rjatngfc
- Comprase uma o sa terrea na freguea da
Boa-vista, em boa roa e bem edificada : a tratar
no oiiao da igreja da Santa Cruz n. SI________
- Compra-se um sitio qu- seja perto da cida-
de, que tenba boa casa de morada e arvores de
fructo : quem oniver annuncie.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR'N. 38.
Os melbores vermfugos para criarnos,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug:.
Tudo de melhor qualid de.
PHARMACIA'CENTRAL^A DO IMPER.f
DORN SS.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
FARMAmCENTR'L
Ra do luipcador o. 38.
Laniplougbs Pyrelic Saline.
A pfeparation of well knwn utelity to the En-
clish Faculty, asa couling and refreshing beverage
fu all caes of f, ver. The frequent use/ .UB sa
Une preserves foreigners from many distraes to
which they are leable before hecommg acchma-
ti-ed. May be ..biained at the Pharmacea Central,
ju;i db Iinperaor n. 38. ____ -----
pOTMAClA'CENTRAi ;.i;a 1>0 lUl'EUADOIt
N. 38.
Pastilhas de balsamo de-tol e de stiva
de piuho martimo, pa ? 2!ecc5es chro-
oicas do? pulmStfS.
Pa-iiihas de therydocio e louro cerejo
para as bsses agudas, e de carcter nervo-
so, o para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer ffecco nervosa.
.PaMilhM re b>p phospheto ni
atis na thystca pulmonar.
Pasti.has de ang'rco naf, c de Reguault,
de hoilela, piraenta, e de Vicclcy, de pe-
cacuanha e do Rermts,
PHARMAOA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo', o'refigerante, que se pode usar
repotidas vez s sem irritar osinle4tnos.
X^ROP UYPNOTICO DE CHLORAL.
Ochlora! um aqente therapeutico reoeo-
tcmente cioerimeutado, roes cujos benefi
cios vo seod largamente aprowitados pe-
los praticos em quasi todas'as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso,
sempre empregado com vanUgem
casos de dores nervosas intensas
VENDAS.
Sindh.
O Ota da ra das Cruzes contina aprevenir
aos ultimo vapor os mais novos#e exeellentes
Queiju- flamengos.
MaeMa de especial qualidade.
F.rvilhas para sopa e outras maesas propnas.
Farinha americana de especial qualidade.
Al-m de outios mullos gneros de imporlacao,
i conhecido* do respcitavel publico, e tem man>
(lueii) e carne do serla. rte superior qualidade.
Especialidades.
Continan) a achar se a vcuda na ra Diroila
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditad.!* re-
medios de veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Pars, bem como O xaropes de co-
deina de Berth, do rbano iodado, de iodurelo de
ferru de Blancard e as pilulas o mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativa de Cbable,
digital de Labellonv, pilulas uu confeitos de bis-
mutho de Chevrier, e outros medicamentos enja
prociencia quando empregados as doencas das
vas respiratorias, as dores rttmataUcas, na
amarellido, na falta completa ou irregulandade
de menstruo, as diarrhas, doentja- d corac>
e do ettomago, lera sido e Inconteslavel, em
v sta dos benficos resultados das experimentaco'-s
nu uso que diversas pe->oas delles teem feilo, as-
sim como das pillas detomioadas bravinas in-
comparaveis cm >u efflcacia nos acminettimcu-
lo* febris ou sez5?s ; existido tambem na mesma
casa, alm de suflicienle quantidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de limas, oleo de h-
nha^a e pincis, que se vendem pr menos do que
em outra parte.
queij
A 5k000
Ventam a ra da. Cadeia ver as bonitas betinas
de cores para senh .ras, .pelo diminuto preco de
oOOO ; venham, que ettao se acabando, na bem
c .nhecida loja do miudezas confronte a roa d
Madre de Dos. _______________--------------,
Tab as de cnlro
De muito W qualid,.de, so 0 duzias, propr.as
nara mareineiros : para ver, no armazem d- Sr.
ffiX,," ra do Apollo n U, e para tratar, na
ra da Cadeia n i, Io andar._________________
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vpnd na ra da
MaMre d Dos n. 22. armazem de loe. Hartas -
afra_______________________------
Nov- loja de (azendas linas, roupas feitas
e or medida, de Pinto euhora,
i tua do fia'.o da Victoria n. 9.
(anl ra Nova.)
novo estabileciiuito achjse prvido de
bjas casemiras panno?, brins, c iiiisaabor-
aaaas, nova as e chapeos par Mn-ira
e menina, luvas de pHlica, fias, pitoerina, or-
eandik cretones. vestidos de p.-rcale d Ele r, em
uma balavra, toda fazenJa, quer para
quer para homem. _
Saias de lita.
;nda qne sempre e venden por 10 c 12.5,
da rurquaia v.nde a 5000.
Gravatas escocezas.
to lindas a l#0.
Chales.
nerin estampado a 4000; na loja da Tar-
de Pinto, & Martiniano, a ra do lian:o da
ia n. 'J, antiga ra Nova.
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAf
UNIVERSAL, ra Nova n. 22cabneibo
vANNA*-um completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos,. as quaes eslo em exposicSo no
mesmo Bazar, garantiiido-ie a sua boa qua-
lidade, e iia-se com peifeigac
a todos os compradores. Estas machinas
iguaes no son trabalho :^c de 30 coste-
reiras diariamente, e a sua pereieo tal
como da melhor aastereira de Paris. Apre-
se.ntam-se trabamos executados pelas mes-
mas, que mui agrtftfer ios p l
dontes __v
Faz
leja
Mu
De
i|ofza
Yietoil
Doce fino.
tm cnaba laranjs, limw e bananas, vende-se
coJSeulea ra' de MarsiUoDia, outr'ora
Direita. tah M K"T" -______________
n
i
im
Uo
11A
da
azar
LO BAiAO DA VIGTRIA
(Oulr'"'.a N'-v.i)
V12H1IEH1.
Artigo* de alia moda em Part ehegados
ultimo i 'a Europa.
i
Cnapenas CO* IC0S e elc"
i enfeit.'s a nllima moda,
Veos Je core* e pretos pai i
telo
Vende Jx.qaim Jos Ramos :
n 8. 1* andar.
na roa da Cruz i
restadrant.de
4 Ra das Larangeiras
*Dronretar0>dwte: estabelecimenlo, avisa ao rtsa/oilt-vel aPiMeo
cidadel as pessoas-qde o honrar cor sua confian; I -m estable-
cer a tinte tab Ha.
AIMOPO
tile
pos
e as de
nsua/em que elle produz um somno
calmo e profondo.
Elle rec mmendado as odicts, na dio-
ica, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, ba* queimaduras extensas, nos
accessos agudos de gotta, n asliima, na
losse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Da por dia, conforme o effeito que o medico
qUERContr3-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38. ___
VINHO DD QININNO DE LABARRAQIE
Poderoso tnico hoje to acenseltiado nos
gozos de| debilidade geral, e mui usado
i'Haracia central ba do imperador
N. 3o
Folha-de Fiandres
Vende-e o r menos prtco do que em ouira
qualquer parte caixas com Mha de^landres de
Sasqnalidad,s- narualarsa do Rosario n.
20, |ja de Francisco Teixeira Barbosa. ________
""irvende-* urna rotula de amarello em bom
esUdo na camboa do Carmo n. 16.___________
Farinha de mandioca
Vende-se na roa do Amorim n. 33 ssceos com
srieclal farmha de mandioca, igual a de Munbeca.
oroSa para casas pariieuiares, e por prec.o mu.to
^. i -.
Grinaldas
inontarias i
e capailas de iaran;
propra para
em cunta. _______.--------------------__-
"ITvnde-se urna labcroa com .ujucos fundo-,
,endo commodos para familia, bem afreguezada .
na roa do Lima, em Santo Amarojijg_____x_
Machina
Vende-se una machina de Sinzer & C. cm per-
feiin estado : oa ra Direito n. 6!
Ai
411
S
3 prtos a escofher.
" Vinho.
Pao
Caf ou b.
4#000'
Vi til:
-obre me?
Caf ou

Pechincha
Rorzeeuins franceies de cnrdnvao a 7#00Ocas
mocezes par. senl.ora a 3 JoOO : n ra Direita
n. Oi, loja de calcado.
A meia pataca
Chitad francezas com toque de avaria a 1C r?.
,ocavad.i,elimpa400, 240 e 280 rs. : na ra
da lmperatriz n. 28, junio da fabrica do chapeos
je sol.
AGORA SIM.
Ufo Bazar da Moda
RA DO BARAO DA VICTORIA
(Outr'i rs N'.va)
VENDE-SE
Lindas taseadat para venid,.-.
Da alU moda de Paris, '
De superior qoalidi.de !
De bellissimoi podrdM !
De delicadissimas cores 1
i
A saber :
Gajses florentinas, novidade !
Pappeliuaa laviadas.
Grosdenaple* de cores crelo.
Setim roacau de cores.
Cortes para veslidus do grande luviaaii..
Cassas dj ultimo gotio.
Fijsto:.-s de cores.
Percaleas de melhor qualidade.
Bfrejfs com li-tras.
Liazinhas de divarsos precos.
Alpacas de eresMavradas e lisas.
Chitas esenrai muito sapariores.
RA de sSdabraoco e preto, liso e com salpicos.
Dito de algadao.
Suiuuz de linho e algodao preto e tranco.
E inuitas oulras fazendas, otuo sejam :
Ittulhados para *iesa e gm.rdnnapos.
ioalhas para t : lias e cobertores para
cama.
Brelanha?, madapoloes fraccezes, etc. etc.
Tudo e me-
melas,
para nrovas. -. .
Corpinh-- ; c entoiam.
Enfeile: i ; t ';"
Sais? b\ h :
r^rhin.'- di laa de I res.
Sini sas inialida '<
Sal ; i' I ; '
Casaqoinh s i '")i-
Chap .-!.!)'>-
Baloes d ci res bra para
ninMs.
Lagos, gi. | ird.hos, icnjos,
ele. etc.
Para horaem.
Manta- e grvalas do ultimo ga\o.
Od-rinhis de Itabo bardados e lii
Saroolas de bnbo.
Camisas d>- m.'ia.
M-ias de superior qualidade.
Lencos de linho e algodao.
Chacos de sol com cabo e marlirn, inglezea.
Para mwb'
Cottnipea orientaos de tustio de cores mudo
bem fiifeil;; ..
Vestuarios de diversas qualidades para b, plisados.
Chupisinhos de selim e merino.
Sapaliuhos de Betim, merino e laa.
Toucas de todas as qualidades etc. < lo.
Vende-se Indo por baralo- preces.
Di
Novo soriins.ento.
Mimosos cortes de percate a 2000, de. dou,
vestido : na ra do Crespo u. 2o, loja da es-
Criado
Precisa se de um criado : na ra do Queimado
. li. aadar.
Assueiaqo
Coraawrcial
ticen'e.
Bene-
A direetoria tendo resolvan oereter ui
d'agnaSS. AA. omarechal do exreito tf*&
ri'Ku e ua aoguta esposa serenissima |
imperial, por ueaasio do seu desembar;
BOSU
cidade, que seJulga ter*logar. na d p d- n e
vigente, hu;' -radodo
clez Dentro, convida p.ira .- tf if."
nhores socio',- e.*peraudo qv
cer oorw sas Exmas. fami"?. .
A*iK5iaco Cemrner ial Beiwneenr -
S im- Jeaquim Certri* d.
Precisa-se do oca
da Solcdade n. 1
~- Vendein-se chinuilas du Porto clisadas ulu-
in* lente, sapatos de tranca, dios de tapeie, assim
en ,u sapa;os par enhar, tamaiicos de ?anos ta
manl.o- para bomem e senhora. meninos e meni-
na: na ra da Ser, < _________
Fannia de mandioca
Vi'ode-se farinha de mandioca, nova, *
Ca harina, chegada no patacho partoguei vU*t**a,
furdeado defronie do trapiche do Sr. Barl do U-
vr.menio : a tratar no escnptorio do. Ji>a.|Uiifi
JosS (riin-jalves Beltrao. ra do Commercion.
ou
ui
quina
Vende se um cavailo proio c;.xito, gordo,
e sem defeito : a tratar
que amia de. baixo annn. i
no pateo da nheira n. 11
O artista Jjs Ricardo Coelho previne as Exmjs.
Sras., que tem em seu eslabelecimento ru Nova
fhni* do Bai ao da Victoria) 0- 37, um rici sorti-
menlo de etiques, cache-peinbe, cachos e diversas
lraof as do ultimo gosto e moda, e isli por menos
mi eco do que em qualquer nu^ra. parte._________
tratar Ba roa
i'.
incha
a bord' do referido Davio,
par
n. i.
F ns de ferro
a purgar assucar : veode-se na roa 0a Cadeia
armazem de S. Barroca.
Cal nova de Lisboa.
!.<"3da rcfcniementc no vapor Gl'idiator, tem
ofrr Joaquim Jos Goncalves Beltra., no
; ip)rio, ra do Cimmerno v. 17.
Mauteig a ifi.
Vende ie manteija inf-teta &* < a ,:Lra '
aa prozre-so dopMeo^do Carino n. 9.
"T-'eode se ia machina de costura nmi"
umaeam. -e casal em meto ao : e m meama
J se Iim prfelia imagen de Con to i no
Corredor do Rispo o. Sii.________________
A 6^1)00
Bichas hamburgnezas
veste novo deposito recebe-se por todos o pa
i;u tracslan'cos bichas de qualidade superan
^ ,'andem se em caixa ou porcao mais pequea
barato do que em outra qualquer parte
ra da Cadeia do Raeifr n. SI. <* andar.

amas*ador : na padaria
i 1 ja d Pereira irmaos 4 C. a ra do Duque
ixias n. 9, vande se algodao de listra pelo ba-
preco de t o seodo peca ainta
u dttferenca.
quina.
Por 1$000
Vende-?e calcado franc.ez uchiad.i, obr;
nelo diminuto preto de 6 : venham a ra da
Cadeia i".W A. loj. de miudezas confronte a ra
da Madre do Dens.____________,---------.
"FaTih de mi ho.
Vende-se diri.mente farmln dp milho rouu
lina o nova, a
a a
m farinha
100 r-'""na'ni-i ri.> C't .v It- n. 85.
FariDiiaTde oaadica
Chesada ha poucos dis da Babia e do Rio
GradTTd" soperter q para w
compaobia Pernanb. icedof'.m
e par, trinar, na r.W da Crl.-ia n. 1. andar.
m m gaz
Chacn ao antigo deposito de Henry Porster
raa do Imperador, tai arregamonto de a
de prinKira qualidade; o cnial se vende em partid
e a retalio por menos preco do que em ontwtqoA'
quer parte.


Diario de Femainbuco lina
Oft i*.
1870
fi.
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
SILU, FlfiUEIREDO & C.
vos socios
a gaoharem
esta firZ adoDtamn^^^^X qDe $e Veodem ">* >s do queTm ooir qua
a fdScZV: afnZ?/SiT0^u! ledwem D1NHFR0 ; Para pWeni vendepel
lju* palo costo, limitaado-se aaeaas
peiB mesmos presos qoe compra nT.i S lo,a ear amostras de toSasTs fazendas, ^VesleSS'c.^^:,?" "" ComflDO,,,dad oas ****** &-1*. Xo
pelos mesmos presos qoe
descont ; as pessoas qoe negociam em
PECH1NCHA EM CASEMIRAS A 45000.
No Bazar do Pavao fez a uma grande
wmpra em um leilSo, das mais finas
easemiras inglesas qoe tem vindo a
te mercado, tendo cores clara8 e escur:
toda9 coa padroes serios.
casas para escolbeiem.
CORTES DE LA ESCOCEZGS 00000"CAMISAS DE" ERANELL\S A 1S .SnXfSf 8it08 CrteS d8,'3a e8C0CeZaS' N) BjMr P3V3,> ^M^ Dm S
es nl^^!aZmnemea PaPel-Pel baratosortimento ro todos os tamanJd^
es- pnco de 60000 cada um; no Bazar do Pa- ll.ores camisas, de laoea de l i m
m rtfieiein.ii.nr... t____________ mangas, tanto proprias para bnr> ens romo
proprias para
seohoras e veode-se a
ao se vende
vantagem.
BRINS DE LIN'HO
ens OD cafa
pa'a
di. mii'ta
compra de puros brins de lieho, muito eu-
eorpados, propriospara caifas palitos, col-
tets_e roupas para meninos, por serem de
padrSes miudinhes; garntese qoe n3o ba
brrela que lhe tire a cor, e vende-se a
lWOO o metro desta excellente fazenda
MADAPUO FINO A 60400 A PECa!
No Bazar do Pav5o veodem-se pegas de
majdapolo fino de muito boa qoalidade,
lendo 22 metros ou 20 aras cada peca,
* pautse II...;vead.TeTw'X A RS. 0 OD*M p
Vm meuus ueoo, e granae sortimentode cassas de cores, para acabar, utiiidade.
DE COR A 10200 ^l?'iC^ad0,d'a8fin!ssimasfrancezas Granr" Pe^'neha om amisi iaSli an ^
NO Bazar do PavSo veode-se os mais con collarinbos e de-tos uomerosa
bonitos e muito fios organdys com listas 45000 cada urna, tai san cV|ariabos
largas e miadas a 10000 a vara, ditas lijas, poru faze da-rM-sio a W*W()-
fazenda de muita phantasia 800 rs. a vara, de pechincba
ditosi d c es, fioissimos padroes, inteira- CAMlSASBARATASa208O,3COe26OO
Trcn^ImU"" f Pe;hinct'- Nu Baiar <> Pavao vendase uma ran
GROSDENAPLES l'RETOS de porgo de easemiras mesciadas, tiLito
Loegoo para, o Bazar rio Pavao um gran- encorpadas a 20800, das finissimag com
de sortimento dos meliiores grosdenaples msela de sed
gran-
pele barato preco de 65000, por se term \ V^ Q06 *" vindo ao roerc"ado, que se de quadros^ fazenda de maito posto t
,mprado um pouco enxo?alhadas; pe-veudem de I^6(0 at SjuOO o covajo ; 356O0 o covado: aproveitem
sao toda muito em roma.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do PdVSj vcn.le-se nm grande
sortimento das meihore" camnraias bra cas
transparentes, temde35) al 40000.
peca, dit-s suissa finisM^as com 8 pal-
mos de largura a 20000, 25500 e 350i>o
vara, ditas victorias e tpalas da mais infe-
rior al amis fina qoe vea ao mercado;
tudo isio se vende moito em cnnia.
MANTELLETES DE FIL
N>Bazir do Pav3o venne-se moderni?i-
cbiocha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavlo vende moilo boas chi-
tas"*inglezas incarnadas adamac adas, pro-
prias t-ara cobertas e cortinas, sendo fazen
da que eaiq^alquer loja se vendd a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vo.
f RETOES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Cbegoo para o Bazar do Hav3o, um sor-
timniodos mais elegantes cretones frao-'mos mantelletesoubasqdnarde^rpreto"
cezos de cores fixas, propnos para vestidos: om laco, pelo barato preco de 400000 ca-
eroupas de meninos, e vende-se a 640rsJda om, barato
0 COrad' TOA HAS A 7A^00 I PANNS ?AM AUS A l&m> 4
xt r, 10ALHAS A 70500 406UO O METRO
No Bazar do Patao fez se uma grande No Bazar do Pavo vendase booita fazen-
eomora de toalhas alcochoadas, proprias ida branca .ncorpada para s;.ias sen lo com
para rosto, bastmte enerpadas e grandes, babados e pregas de om lado; danlo a lar
que sempre se venderam a U20OOO. Je li- gora da fazenda o comprimeato da saia, a
qoal se pode fazer com 3 on 3 i\l metros,
e oende-se 40000 e 408O e 1600; assiu
como tambe n no mesan est^belleclmento
se vende bonitassaas bran.-as bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de la d*
cores j prompts urnas ro:i> barras dffe-
rentfs, da metm i fazenda 40*00 e ostras
com barras borda jas P0OOD e 70000,
Ltudo isto moderno e barato.
qu'dam-se a 7-S5O0 a doziV.oo a 640 rs.
cada uma, boa pe-hincha.
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavao vende unn gr.nde porro dos
rcais bonit >s cbaposinhos de palha da iia-
lia propnos para menir-os de todas as I Ja-
dea, sendo chapis que valem 55('0) e ven-
dem-se a 2000 cada om, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINH05
200 R.
O Davovendn chitas ou ri cadinhos miu-
dirihos cor de rosa e lxinhos
p^ra vestidos(e roupas de creaoeas a 200
rs. o cr vado. S5o moi'o baratos.
LAASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Che^ou para o P*v3 o m;is bello sorti
m oo das iph^ briltaetes Llasinnas claras
com bonitas palminhas. de seda; temo lar-
gor^ de chita fraoce-a e'veide-se a 40OuO
o covado grande pechincba.
ALPACAS MATEADAS A 640 RS. O COVADO.
Viniera se as mais m derna^ e bonitas
alpcas matsadas com paimiab>s, muito
P'opiias papa vestidos de seohora t d me-
nioas pelo barado preco 'te 640 rs. o cova-
do ; s5o muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, C01CH1S.
Cbegou para o Bazar do PovSo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,-
qoe se yendem de 405 00 al 200) o
pfcr, assim como o melbor damasco cem 8
palmos de largura a imitacao de damasco
de seda, proprias para colchas, e propia-
mente colchas de damasco, send os melno-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se uma grande
qoantiade da* mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de todas as cores e at
fnna-cr ; fazenda que ninguem vende por
menos de 20400, e liqoida-se a 20000 cada
cjalo; sao muito baratas.
SE1INSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sortimeD-
to completo dos melhc res setios e grosle-
naples de todas as cores, que se vendem
moito em conta.
1JANSINHA A 320
No Bazar do Pav5o vende-se om elegaDte
?oi limento das mais bonitas lasinbas imi-
tacao de poupetinas, com lisias de seda miu-
dinhase de urna s cor 320 rs. cada cova-
do.
ALGODO ENTESTADO PARA LBBtfiS.
No Bazar do Pavao vend-se o melhor al-
, PaA8na5o inho a-niricanoe festalo pi,ra |en.
Cs, tendo liso e entrangado por prego
mnito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav5o recebeo-se um elegan-
te son ment dos mais modernos e melho-
res espndilos, que se veodem por prego
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar dQ Pavao recebeu um grande
sortimento dos me'bores pannos de croch,
propnos (.ara cadeiras de balango -sofs,
piaii(.s, t.mboretes e at proprios para cu-
brir airri'.fadas e pratos; veodendo-se por
u enos do que em qualquer parte.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bwar do Pavo vende-se om elegan.
le sortimento das mais bonitas poupelina*
de 13a com lista miodin&as, seodo todas
qoasi de orna s cor, 400 rs. o covado ;
9 baratissimo.
GRANDE PECHINCHA, GORGURES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Bazar do Pav8o fez-se orna grande com-
pra de laaz'mhas muito modernas duma s
cor. que pela sua boa qualidade se lhe den-
o titulo de gorgurlo de 15a, sendo fazenda
mu te larga e veod>se a 400 rs. o evado
fazenda que s vende aempre a 40000,
grande pechincba.
Lias fnrta cores a 400 re.
_ No Bazar do Pava vende se nm elegente
rtiment) de ISagiobas de furta cores que
brilbam igualmente as sedas e vendem-se
a 400 rs, o covado, fazenda que vale muito
mais dinhetro.
MERINOS PARA VESTIDOS A 4A0O0
Chfgou para o Bazar do Pavao nm ele-
gante -ortimento de merinos, muito leves
de uma s cor e c m as mus lindas cores,
pr..prios para vestidos e roupas do meninos,
cpinaas bourns etc., e vende-se pjlo
bario prego de 4000o c vado; houita
azenda
Lisinhas tranrparentes a 500 js. covado
O >avIo recebu um bonito sortimento
das mais elegantes laasinhas transparentes
proprias para vestidos, que vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENCOES
No Bazar do Pav5o veide-se superior
bramante d'algod) com 40 palmos de lar-
gura a 108Ouu metro, dito de lioho con a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds .obodo portocom i 4/2 palmos detargura
de "Oat 40 a vara, assim como i;mg aode
sortimento dn H mborgo ou creguella* ie
todos os nuneros, preg.s ou qaalidaies,
que se vendem mais barato do queeu ou-
tra qnalqoer pjrte ; aproveilem-
TAPETES
Cbegoo para o Bazar d. P.vo o mais
legante ortiioent da tapetes grandes, pa-
ra s..las, com 4 cadeifirs, dit..s maispe^ut-
nos, para duas caieka, ditos para
oanos, camas, portas ; et!. venJe-se por
meno? do que em outra q lal ioer parte.
:OLCH.S BRANCAS A 302' 10,30500 E 70
Para o Bazir do PavSo cbegou om gran-
de sortimeuti das mehores co'cbas de fus
to, s ndo tas celbores e maise corpuda
que tem info, a 75 'O ias um pouro
mais abaixr a 5550'', e ditas a 30U0:
lambem no mesmo estabelecimento se ven-
de uj! grande sortiment dj c.et mes e cbi-
t s, proprias para cotebas, que se veoiem
muit em onta
GORGttOS OU POPELINAS DE SEDA
0OCQCADA COLADO.
Cbeg q para o Basar do P,v5> om e'e
g?ne sortimento das verdaderas poopglinas
de lmho e sed. com os mais modernos
gustos, que se j-enlem a 20CTjO cada. ovado
o que em outra q'alquer parte nao se vn-
de p >r menos de 20500, previne- e que nao
sao algodo e seda, coaio ba muitos; ro^
>im puro liohoeseda; s5omuito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditad Ba ar do P^i-j encostra-
ra o respeit. vel publico um grande sorti-
mHoto de roupas para nomeos tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas corr peitos d'algodao edelinho,
para todos os pregos e qua'jdades.
Ceroulas de linbo e algod3o.
Mh is cortas francezas e Dglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de easemiras pretas e de cores, com
colleles iguai*s
De todas estas roapas ba para todos o
jrecose qualuades, e tem de mais a mais
um perito
ft a t M Oro;
Ka do Imperador n. 26
O respeitavel poBlieo encontrar nesi
estabelecimento diariamente om complot
sortimento de pastelaria, boHos inglezei
podras, pSds-del, prgserrtos dos mtimoi
chegados ao mercado, salame de lion, bo
linbos finos de todas as qualidades parachi
amen loas c mfeitadas, confeitos, bomboms
pastilhas, chocolate francez era libras, pai
tilhas- do numo .cartuios e carteirai co
seis charutos de chewolte'cada orna, estt
sortimento de chscolate to mais acredita'
do fabricante de Paris e o meltor qoe aW
boje tem vindo ao mercadok
Vinhos portugeBs, figneira muito supe
rior. Os mais genuwos, e superiores vinboi
do Porto, moscatel e Seobai, o Ilustrad*
publico encontrar ueste est;ibeleciment<
porcommedos pregos, fazendo-so abatimn
t a quera -.omprar em porgSo.
Os dofios dest estabelecimecto nSo i>
tem ponpado dspeza* para melhor m*
recerem a acoadjova^o d* Ilustrado pu-
blico*.
A Nova Esperanza
**Risa Dnqnc de axJas't
Quandoa NOVA-ESPERANGA*faz os seus
anuncios expando aos seus fegtfdxee e a
iodos em gem o grande sOrtmunto e su-
perior dado de seus bbjfeckn nao com vis-
tas de atrair a attimeo de urna grande fre-
gueza, como a de qii nctiyilmente despee,
e sira para scienlifictr (;i idterwe de isdss)
a qoalidade de seus ohjectos os qiaes sSo
sempre di apuradogosto e perf.'i.ao; tor-
aando-se qnasi iadspensavl ppra aquelies
-pieciadorcs (iio bom) frequenlarem a Mo
va Esperanga. pou q.ie ella capiicha era re-
ceber constantemente, o que ha de m;ljor
relativamente a sua repai tigo: o que se po*
der^verificar quando em qualquer reuniao
de pessoas (amantes doxique) v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapir d'um alvo lengo,
um moderno e linde lago, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc. todos olliam-se
reciprocamente e dizem cora sigo (e as ve-
tes uns aos outros) estes sSo objeetns
comprados aNOVA-ESPERANCA: realmen-
te II!! procv.rar dcscrever em annuncios os
artigos que cont-.'m dila loja, seria trabalho
insano e nunca o farianvis com aquella
graga e perfeigao com que sao elles fatirica-
dos, assim pois aNQVA-ESPERANCt con-
tenta se era convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ent3o ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
81Rus Bnqwc rfe Casiasti
La para bordar a
5^500 a libra
O Cysne, ra da lmperatriz n. 6i,. acaba de
receber grande e vari.-.do sortim-nto J liu, a qual
vende pelo baranssimo pre^o de S3e0 a libra
cores sertidas.
-i .Qaan? AGUIA BRRNCA, mais precisa scieoficar ao respeitavel pnblieo
ELSS-. n Jnstamente,(IQdo ella menos o pode fazer e porque essa falta ta*o~
SSTn.J ^f3 f eSpe/aDa benevolencia ^ todoa que Ib'a atenderlo e relevarlo,
SSf ^ D a d,n'rem-8 bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra d
Qustoado n. .8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de superioridade esa
qoaiwades, modicidade em precos e o seo nunca desmenttidd AGRADQE SINCERIDADE
Ai.t*. a qe aC,ma ^'10 8e conBeMfoe o lempo de qor a AGUTA BRANCA pote
dispfc, empregado apezar de seus costos no desempenho de bem servir a aouelles m*a
arD!r,iEarand0 prVer"Se fm djta loja d0 Ia6 >ft3in. entreunto sera ennbme-
rar os objeetos que por sua natureta s3o mais conhecidos ali, ella--------*- -
bTm ff W,a u,PrtaDC,a' ele^ci e noviade os tornan reeomnmAy5!*mm
Corpinbos de carabraJa, primorosamente
enfeltadss con fitas ter setim e oblras essas
cuja novidade de molde e perfeigao de ador-
nos os tornam apreciados.
Rtas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto omito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualiaades, coree e desenhos, tal
e o grande e variado sorthneato que acaba
ae ebegar, mas para nao massar o preten-
meibor86 tpre8enUra P P Entremeios em pegas de 42 tiras.
Gopure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
5?os de algod5 COm flores e lisos.
Veos de seda para cbapetines e monta-
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas aberU8 de fio de Escossia.
Costomes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tooqumhas de fil, sapatinhos bordados enancas.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA1
Grande e constante soranto de dita,
sempre melbor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinael,
Ca/xinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes domado
para circular o coqtae.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesorjras para frisar babadinhos.
Aspas para bario.
Nevos streoscopos com 48 vistas, aa>
qnaes sao movidas por um m>fj>inim+
urnas substituem as outras.
Vistas para streoscopos.
Bonitas caixinhas devidr enfeitadoscoBS
pedraSi
Ditas de madeira envernisada cmn vspe-
ras e cora dminos,
Bollas d' borracha para brinquedo de
e meis para ditas.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objeetos de porcelana, proprio
para enfeites de mesa e de lapmhas.
60

s
N. 3 A RE4 DO CABUGi N. 3]A.
kmvmn mm
9
cr
3
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo suanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar deOuro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de meihor em
aderagos de bnlhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, hnneos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objeetos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, porraaior prego do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalbad* trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 40600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o tuelhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
Bal6es reguladores a 40OIH) 40SOO e 5500
Coegaram ao Bazar do Pavao o ma-s bem
feitos baRJ-s reguladores, -rtndo de fa>tlu
a 40000. ditos de musselioa a 40500, oi-
tos de laasinba de todas as cores a 50000,
todos elles sao mottd baratos.
ALFAIATE
Por qoem se manda fazer com prestesa
e aceio qaalquer pegide obra a caprich..
ou go-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento t 'das as qualiddes re
panno fino, as roeibores e mais moder-
nas easemiras, assim comb os melhores brins,
qor brancos, qur de cor; e-qoanlo qual-
quer obra nao tcar ioteirame te ao gosto
dos fregoezes fi.a por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegno para o Bazar do Pav3) am elegan-
te souimento de chaies de merino de cores
moito bons c;m pidroes maito decentes
para qaalqoer uma senhora usar, ditos de
crpen com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vi.ido ao mercado, e ven-
de-se por prego mono em conta.
BABADlNH >S
Paona preto mnito barato a 30600
O Bazar d> Pavo recebeu orna grande
porgao -le pegas de panno preto fino, com-
pradas em leilao, que sempre se vendan a
50000 o colado e pode liquidar a 30600,
por ser uma excellente compra,
Laasinhas com msela a 500 re. o corad)
No Baiar do Pava > vende-se orna grande
porgao de fimssimas lasinbas de uma to
cor com meada, que parece mescada de
seda, abitas muito bonitas cora str s, ten-
do cuasia largura de chita franceza, e li-
qoid-m-se a 500 rs. o covado, fazenda que
sempre se vendeu a 40000 e 40203, grande
Ipecbocba a 500 rs.
No Bizar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
uma grande porgao de enlr maios largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em coma e mais barato do que em outra
qualquer parle.
FA2ENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pava"o veode-se constmte-
mente o melbor sortimento de fazendas
pret^s para lato, como sejam :
Laasinhas i retas lisas.,
Cassas pretas de 15a.
Cassas pretas, fraocezas e inglesas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qoalidades.
Alpacas gretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, caoto<, bombazinas. qoe sa
veodem maisbarat* do que em outra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavao vende-se chitas pre-
tas raglezas com salpicos a-200 rs. ocosado,
ditas todas pretas, por eetarem uro pooc
russas, 12) o awado; pechincba.
Os pro>rietar03 desta importante esta-
belecimento rogam ao respeitavel publico e
partierdarmeote s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalho do lecem
os seus annuncios, pela razaode muitos
d'dlles serem mudad s amiu ladas vezes
CAGHE-NEZ A 60000.
No Bazar do ^vao vendem.se bonitos e
graades cacbi-nez'de pora lia, pelo bara-
to prego de 60000 cana om.
ESCOLA PH4RMACETICA DE PARS
Medalha de Prata 4860
-IQUEUR
lUDR^GONGEnr
GUYOT
EXTRACTO DE ALCTBAO.
saggawagh
inelhor prpartto (n ,,* c regulada em
do, da AGUA DE A1.CATIUO
I Uuai eotherada, grande, de liquiio por cada
litro de ,,, colorada pequea por
cada copo grande.) H
O ... SSV Mom"- -o- r."bf," emS;
Exigir a firma do inventor >
Deposito Gehu ^L^,^
Rus des Francs-BeargeoiK, 17 C=:--^2^
Depooto : o Rio ie Janeiro, Dupoothel!,,; na ;
B.:io, Sihr Loi.csi na Pernam,bitco, P. Miu
I <( <.'; n-i .VaranhaS, Ferrcira el C".
DteaO
MEMBRO DA ACADEMMdeMEDICINaI
Preparado por deslauriers.ph.
Suc de BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clry Pards
O Xarope depurati o iodu nido do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, corto e constante na cura
as tmntgms, escro/uhs. iol>>stwsdapelle,
victo do sangue, ktr uceve* lymphatica.,
molestias contagiosas [syphihticas), leves
tu inveteradas, ede todos os accidentes que
a ellas dependem.
A reeeita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmacias do
em Pernambuco: Mabeb e C"; Joaqim
aurtinho da Cbl-z Coiireia; Joao da Con-
ceicao Bravo e C-; Augusto Caors ;
Bartholomeo e C; Alxandbe Ribeiro;
abbbd Ribiro ; Joao da S Farla e Irmao.
UIIDACAr
LourenQo P. Mendes Guima^&es
RUADA IMPERATRIZN. 72
r J??-do r,esolvido sea proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
binbaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, visi'arem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinbeiro.
Arara vende raadapolo enfestado a 30500 Para lijuidar vende bramante de li-
ar pega, ditas de 24 jardas a 50000, 65 00, nho e a'godao a 10800 o metro, dito de
60500, 70000. 80000, 90000, e 100000.1 linho puro a 20SOO, esta fazenda pro-
Vende-se cortes de easemiras de cores (pria para lences e toalhas por ter 40 pal-
para caigas a 40000, 5000). m .s largura.
Para liqaidago vende-se algodo de lis- Vrade-se cortinados para cama &>*.
a 40400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para
30200
tras proprio pan caigas, camisas e saias
para escravos a 460 rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende se chailes de \ dos a 20500,20800 e
merino estampados e de barra a 20000, liqui 'ar.
0500 e 30' 00. Vendeo se cortes de cassa a 20500
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liquidagao a da imperatriz
para caiga a 30500, 40000. 50.00, 60000, Vende-se cortinados para Tanellas'a 60
'0000, e 80000 a pega para liquidar.
Para liquidagao vende-se brim pardo liso ECONOMA
vtet-
o corte para
o
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
70, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lengos
brancos de cassa a 20000, e 30609, ditos
de linho a 50000, 60K)<.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodao a 10400 e corbertas de chita a
405 JO.
Para liquidagao vende-se cortes de casto-
res para caigas de bomem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 32o, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidagao vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
' A Arara vende laziohas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
OGuimarSes vende raursulina.de cor
para vestido d Sras. a 410 rs. o ovado,
dita branca a 5 X) rs.
0 Mentes wode fu4o da cares par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O L'Hirengo vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360. 400 e 440 rs. o covado.
pa-
Vrade-se dozias de collarinhos de
pe a 240 rs. para acabar.
Arara vende laa.sinbas transparentes para
vestidis a 500 rs. o covado.
Liquidagao, vende-se parapeito Uso a
20200, 20500, 30. 30500, 40 e 50, pro-
prio para calsas e pa.iis por ser boa fa-
zeudae barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de bomem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo barato prego de a 60.
cadaum.
G.-anda liqaidago de roapa feila.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20. .
Veode-se ditos de ganga para bomem
a 20.
Veode-se ditos de brim de algodSo bran-
cos a 20
Vente sa ditos de meia casemira a 20.
Vende-se coletes de brim de cores a 40-
Vnde-s* ditos de meia casemira a 205o')
Vende-se caigas de algodao azul a 5M) rs.
Ven le sa dita da algo lo de listras a 800rs
Farinha' de milbo..
Ha para vender farinha de milho branca,
amarella e fub de superior qualidade em
sacias recentemente chepa da da Porto Ale-
gre : tratar na ra da Cruz n. 3, escripr
torio d'Amorim Irmos & C.
Arara vende alpacas da lista para vesti-1 V-nde se ditas de brim pardo 20,40:100
dos di senhoras a 500 rs. o ovado, ditas e 20500.
lisas a 500e640 rs.ocovado, ditas matisa-j Vende-se caigas de casemira de core
das a 640 rs. a 60 80,
0 Bazar do. Parto sito a m da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da manh&ft as 9 da noute.
Vende-se urna bonita casa nova a moderna,
com 2 salas, corredor ao lado, 6 qoartos, sotan
muito fresco, dftpensa, coiioha com bom forno,
grande copiar com gradeamento na frente, gali
nbeiro tambera com gradeamento de ferro para
grande porcia de criacao privada para despejos,
telfieiro para lenba, carvio, etc., cacimba com
bomba te Ja?i, tanqn9 c.*erto que serve para
I a ei"10' tem ,0" Pa|ms de frente e-OOde
ftindo, todo morado de novo com graleamento na
frente e poni de ferro, Jlndo jardim para w-
creo. plantacao de arvsros noro, passa-lbe o
no Capibanbe perto para osbanhos, no lugar de-
nominado Chacao n. 1, jauto da estacao da Casa
Forte : os Pretendentes poSer-se-ho dirigir para
tratara rna de Tbom de Soma, ontr'ora roa da
Liogotti, n. 4.
Canos de ferro galvanisados por barato prego.
Tonairas, e curvas para os mesmos I No armazem da travesea do Corpo.
Saoto o. 25.
Moiehos para caf e paramuno
Os melhores moinbos para caf e pa milbo qoe tara vindo a este mercado s
se encontrara do armazem da travt-ssa <> Corno Santo n 25.

tora de Lisboa en velas
4* 3 a
eaixi de urna arroba : no irmaxem de Tasso tr-
BMoa a d, rna do Aminm n. 37.
nnri7rDde'9ea-2a de canna 2*0 rs. a libra, tm
SSf^T l'*"0?" : fna de Horias ar-
mazem n. S. v '
XAROPE SEDATIVO
de casca* de Laranjas amargas So
BROMORETE DE POTASSI0M
J.-P. I.4KOZF. na de* Uaaaaap-alatfaBt-raMBl, PMrfau
Todos os Mdicos concordlo em que o Bromnr*^ de Poiasainm pnro tem sobre o
sistema nervoso, urna aeco M4&ti* Im.. Reunido io Xarope Larote de
Laranja amarga, coja accio regenera aa fas v-oet do estomago e dos intestinos, i
umversalmente appreciaJo. Sem rece dV-idenie se pode dar as pessoas adlM,
qusndo soffrem de n.nlsrtii do or*ao, digwti, mmi ff4,
Panas cresneas, para aaassf

assim que para xs mokatU* hroui i a n
agitafSo, ia Deposite *m Ri de Janeiro, 9 Oha^lot; em Pernambuco^
em lfa#0, raUo P..; em Pabias, Vauaro x*ia.; em Baftia, B>* oka,
Porta ilegrt, *ol auo; em Karankao, arra*Ni a o*; em Ottro Prelo, Wj
r
m
m


Diario de Feruaibuco joiwiigo 8 de Agosto a 1870.
3=
Jos de Souza Soares & C.
MA O B1RAO D\ VITORIA
( OUTH-URA NOVA ) ^^
Aoresenta-se m ti n rphozeado ... <.io p.lu havcr .le mais bello e agrailavel e fa-
zendas fiaas para Setrlurras figos d alta moda em Pars untu para swmoras como
para bomens o """"'
LIMA O PAPA(iAK)
ovo estaba ^cimento
E FAZEKOAS E ROMPASFEITAS
Ra da Impera riz n.
40,
esqutua do
DE
beco dos Ferreiros.
especi e-, variedade da lindos ohjectos para me-
moninos.
Miudezas afamadas, perfumaras
nios e brinqoedos para enancas
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente reeebido por todos os paquetes viudo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-so muito emwnta e masda-se por em pregads do estabeieei ment fazendas
m casa das xitos, familias afion deraelnor eseulhererri o que desejarem.
--------,-------- ------------- ----------------------------------_---------------
GRANDE ARMAZEM
mm tiiim
dosta
DE
Fazendas, roupas feitas e de encommendas
ft-Mi. DO Mi M VCTORIA-IO
(A'xiig ru\ Nova)
ti
i
DE
IB
, SILVA & C
'
Os propietarios deste importante estabelrcimento. no empenho de eleval-o i
altura dos primciros do cu enero estabulecidos nesta adida, matidarara contratar em
Lisboa, um eximio artista alf.iiate para dirigir a sua oflicina.
Acaba pois de chegar d'aqnella corte, e para este tim, o hbil e conceituadc
artista
PEBEIRA REG
l
aili assaz conhecido como perito em sua arte e pelo que se torna urna garanta segure
de que na dire<;o da otbcina que agora diiige, satisfar cabalmente tanto aos nume-
rosos fregaezes deste estabelecimeuo, como a todas as pessoas que se quizerem utilisar
iia sua grande pirtica e proici.-ncia.
Nesle estabule-imento achara o publico constantemente um magnifico sorti-
Mtt de pannos ir.os, casemiras, gorgorees, e arligos de modas, tudo do que ha dt
meihor e mais lindos p.idroes que tem viudo a este mercado.
10Riia do Barao da Victoria=10
(ANTIGA HIJA NOVA)
O novo propietario deste eslabeler-ime.ito, (ommunica ao respeilavel publico
idade, e especialmente s Exmas. familias, que est liquidando por precos bara-
tsimos, as antipas fazendflf* que existan) neste er-lablecimento, alm das que abaixo
v3o relacionadas, rojos precos merecra toda a attengao rio respeitavel publico, que Dio
dentara du cojo pequ -na quantia pefnfer-.se de qnalquer quadada. de fazenda que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma luja !en feito sertimento de fazendas moder-
nas, e continua a soriir-se d*s do mais apurado e escomido gosto, que vender mais
barato que tynatquer entra tota.
A LOJA DO PAPA -AIO alm de ter um grande deposito de roupas feitas, ten.
um bonito soriimcnto de cssi-rui;as fraba MS. inglezas 8 allemas dos padioes mais mo-
dej, e assim como pannos pretos, casemiras e panno fino cor ae pinhSo, azul claro
e mais eterno, br.tw bmneos e de cores, lusioes bran.-i.-s, e de c&tes,! gangas de linho
e brin- pardos de tudas as qualidads.
( A I.0.1A DO H.M'Ar.MO um contratado nm ptimo mestre alfaiate pe i to no
sen obcio para execotnr uu.-lipior o ni \> arte com a maior perfeicSo e esmero, e qual
quer ..hra que nao iique
faser mi ra.
Atoalbado de lioho l'no, a S o metro,
e de (IgoUSYi a 2$.
Ais_-;n[io largo, para
Ibas 3 (TOO.
Alpacas prela.*, A4
cores, e de listras.
vonlade dos freguezes, ficai para |oj?3 u manda-se
8, lisas, de furia
Esguio de linlio de [5506 '3.j a vara.
Chuls de merino pretus muito graudat
etices e toa- ;i :\{.
Dito ditos, estampados de i,800 para
cima.
Fil de lnho braneo e preto liso, e de
NMpM rom iiMiinlias de differentes co- apjco.
rm Mu rs. o amn. Gratn de seda pretag e de cores, da
witfl .-:. lapice aTCtohdas, para riagen?, maia mod*-ras que ttm vindo ao mercada
o preto e confoi:,; o tatoapno. uardamp^s de nnho brancos e pardos.
BMntoMtMg pelas, lisas, o trancadas. Grosdenaple preto de differentes pr eos
jS03"18* dti U{>U' rJM'n e ing!t'z a L5nsinhas em corUs com palmas com 1 i
-^fMJ corado por 6$.
Batoes le moas^tia;. b^meoj corn fit's. Ditas lizas o delatas transparentes e ta-
e ontres Indos de panno curo o feitio dos pailas de differentes precos.
.Madspolao 0j{|M de & al !0,> a per.3.
portas n. 53, ra Direita, 3 p ras n. 53, nliya
loja do Braga
O abaixo asstgnado, dono deste antigo esiabelecimento, tendo em vista aDreReotar em i
complato xM-umeatu de ferrageDs. raiudezas e eolileria, tem resolvido mandar buscar em
diversos pooim da Europa o> melhorn objecin do seu estabelecimento dos fabricantes
maiB cnheciJos; pdo que convida ao resp'itavel publico e a seas numerosos fregueies,1*
deftas, pwa softboran e menina*-.
HasqnRaa de (rn>6eiapte3 preftr mp-
lernas e de croch mojtn bfifrhadas.
BrfAaubas .te li:dio. e do .dyodao.
F ins de imito traiM.ados brancos e de
cr*s
Hruis de algodSo trancadas brancos e de o .ovad.'
c6r,,s- | Gorguees de
Goaibraiaa brancas tapadas e transpa-'t-.ipmeute nova
rentes, sendo inglezas e jmsaas de 8 pal- eovado.
mos ;" :ni,i. Merinos p,eto,
Camisas ife nwh, de fiane la. branca, o
de ajgorio.
Camisinlias brancas-de cambra'a com di-
licados bordados, e enfeiladas de c6r para
L'-i eos de a'L'uuao, brancos de ?jia3:5
a duzia.
Ditos de cambra i j de libo de C-? a 12 h
Ditos de esgoiSo de C;5 a 8.'.
Muselinas brancas e de cores a iOO rs.
la com listras, fazenda n-
no mercado s 800 rs. o
trancado e de cordo.
Paitos bordados e lisos, lant'j de linho
cojpqo de algndao para camisas de homem.
i rincetas pretas de diTereutcs precos.
Cambraia btanc-. tapada muito lanra com
; pregas e bordado, ha de tres qualidades
cures a iOO, rs. o OtftfO e "rol'ria Para ':a!S (!e S'as- Pi>eC ba-
*

.i-*#rtrt ____. --------- -, F... ^vjuah*, imvwido unid muy
, ditos para logo, nomine pa caf de todos os tamanbos, da fabrica do Japi, espingardas de
I doas canos e 4* um, tanto inglesa* como rancea?, louca de porcelana, facas e garfos
f. K'i.?er*f Wjudaues e pr. cus, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
I nraaina ae ierro, ano, e agnlha para fugueteiro ; assjm corno encontraro constante-
mente grande porco de fugo do ar, e recebe so encumraeBda de fogos de vista, alem de un
cera numero de ohjectos, que se tornara enfadonho nnmera-Io3 : venham ra Direita n
o3, toja de Lenidas Tito Loureiro, aqtiga loja do Braga.
NOVIDADES
DO
I /
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
k BASTOS
!
... (
E' ebegado a este novo estabeleciraento o mai bello sortimento de lazendas
ar-s, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bardados.
Gor?ur5o de seda braneo para vestido.
Cobhas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de crox, dem idem.
Cortinados ticam nte bordados para camae janellas.
Croxs p ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gustos.
Las de diversas qualid^des, lindos costos e modernas.
flicos b urnus para passeio, com listras d'e setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sera bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas ledas e de fazendas aue
* e&iadonbo """"'"""
Sras.
Gambraias do
a 80o >,. j vara.
Caroisps inglezas, e l'ranc zas de linho. e
de jlgjdo de pnv&, isas e bordadas.
Cbasos di sol descdjj, merino ealoar-
ca de diflereates wes, e miHte baratos.
Cbilas [.ara ves:idos, liajicttas, de 210
at 100 rs.
Ghitas ir.' col artas de y0 at 610 rs.
Corti;dos du caabnia.e de fil borda-
dos^ para camas ejaaaJas de l paia cima.
Col has de fustSo brnCas a 3^>00.
Ditas- de cores a ;j>ahi.
Colaiui;'..-:. lisos k rn-rii.n'o=.
Damasco de la, encarnado, a zul e a raa-
pello, (Sv.miiha preta.
Esprirolus de ii;dio brauco para Sras.,
de dff ii'iiies preces.
GALJ.0 VIGILANTE
Raa do Crespo n. 9
Os prepnetarios /teste bem conhecido estabele-
cimente, alm dos mullos objectos qne tinham ex
postas a ipreeia?5o do respeitavel publico, man-
daram vir a acababa de receber pelo ultimo vapor
da Europa nm completo e vanado sortimento de
finas e raui deliciSas especialidades, as quaes es-
o ro?olTdos a vender, como de seu costme,
por presos omito barntinhos e coramodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
uito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de inui lindas coras.
Mu boas o bonitas golliuhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Liados e riqusimos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos o sem elles; esta fazeuda o que pode haver
do meihor e raais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola,
marm, sndalo e osso, sendo aquellos trancos
eom lindos desonlios, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes.sompre se venderam por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
ontras (jualidades, entre as qaaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de snperior canna da India e
castao de marm cora lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de meihor s>
pede desejar ; alm destas temos tambem grandi
nuantidado de outras qualidades, como sejam,ma-
deira, balcia, osso, borraeha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de mitras quididades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as rocas.
Bons meias de seda para senhora e para meni-
nas de I a 12 annos d idade.
Navalbas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas,o de mais a raais sao ga-
rantios pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera aaseguran>s sua qualidade e delicadeza'.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores aguibas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frottxa, para encher
labyrinlho.
Bons baralho de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnoticos contra as convnlsSes, e
EMflitam a dontico das innocente* enancas. So-
rocs desd? muito recebedores dcstes prodigiosos
A ra do Duque de (Jaxis u 2J.
(ARTIGA RA LO OUEHfiACO)
Recebeu seguinte :
Empell? grandes dearadas, nx.ldp.* bonitos.
Carleias, charuteiras e poitvigarros de innii
cualidades.
Boama pe#la pera papis. sMiipl**e matiead.
Boas eai.us venia paia eslora con sua ccf*.
tente chave.
Delicadas caetas de marfim eom o iboeal A
orate. .
fadurnop pontos de lartaruca, sebresahmeo e-
tre elles os nrimosM telegraobistas.
Coinmodo? toucadore* con duas gavetas e b<*
espelho.
Port bauquet, o que do melhgr tem appanv
cido.
Port relngios de multas qaalMades.
Bons talherts pera crM..;as.
Vostuarios, cbapoziiHios, toucas, cpalos eoxtai
para baptizados.
ToaUase l'ronhas de tnbyrinilio.
Chapeos echapeiirias para .-enhcia,"moldes aoiem
a boaoe.
iiapozinhos gorros : b:.nets para menioos
meninas. ,
Cuiitra as covuIsis um
eriuiicas
Vendo-se os verdadeirn< collares na Nova Es|#-
noca, roe do Duque de C-xias n. M.
PARA T1KGIR CABELLOS
para predas on castanhos, recaben kNov.i Espe-
raiica a verdsileira Imta inelivn.
PARA ACABAR COS AS SARDAS
oo patines, ein a Nova E#v.-ar.i;a o vtrdadeir*
ieilo de rosas branca.
AGUA DE FLOR DLLARAXIA.
Vende-fe na .Nova Esperaoca, ra do Duque *r
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ESFEITAR-SE BOLOS
rcc(-beu-"s muito lindos a |ova KeperaaejB rea
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nove Esperanja *s saboncles de pos de
arroz.
Eival sem segundo
te
res, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, atlm de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
las que dees precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro dtstes verda-
deros collares, e os quaes attendsndo-se ao fim
pira que ,ao appcados, se venderlo com um mni
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avist dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virern
comprar por precos muito razoaves loja do gallo
vi0lante^ma do Crespo n. 7.
rato.
Sodas pretas lavradas para vestido a
O o eovado.
Sargeiira francez e inglez de leda ao co-
tes.
Toalhas de a'godoe'da linho de dif-
ferentes q^adades e tamanhos.
Punhos de Hubo para homem multo 0-
nos.
Meias ing'ezas para Sras.,e para meninos
e para bomens, de differentes qualidades
e de todos os taraarhos.
Para quom comprar peca ou duzia da
qualqner lazenda seu preco o costo ; para
dimiauir o retaibo.
D rr- as .mostras i!? qo^'qner fazenda.
A loja do Papado acba <> abtrta todos
os dias. at s ii nopps da noute.
Fratwisc" Trixetra Mentes
CASA CAUVIN t-JSm
Pharmaceutico privilegiado
i suoceseor
Sbastopol, BS PARS.
Bonlevard
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprcsntadas a Academia d Srienrias ao lustiUito d Fniig,
IH ICPPn Sol> (orma *-' Pastilla, devedida 6 doseada pin
IflbUUnU faser de imomeoto isa solutclo
Priventiva e enrativa lis M0U8T1A8 COTAfilOSA5.
i\.ii:i:iiiii-iliiii.fiw
do rolme de um relogio, servindo do
I Hll.lKO e sKHIMGA sem os
gravas iDcouveDientta de fragiliadf.
ESTOJOS
Com a roma, e de v.-.lume de um Porte-Moeda
COTENDO TODO 1RATMENT0.
COLLYHIO Contra as alloccois das palpebras,
preparado sob a mesma iorma.
mencionar.
Luvas tksoas de Jouvin
tetes para guarnicoes de salas, alcatifas
meditadas e verdadeiras
Esteiras da India
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala e o
R-snde sortimento das acreditadas e verdadeiras
'
,
/
SHA* BH i G,
MI M aiu. i.
A/ape de ferro galvaflisado em rede para coreas, gaiolas, galliDneiros etc.
Oanas de ferro galvanismo para cobrir casas.
Taenos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Milner e outros autores
Chumbo em cano.
Uto em leftcoL
Vito em barras. .
Dito em enxada".
Estanto em barra e verguiaha.
Folba de Flandres.
Arados americanos pare Udeira e vanea.
Carrinhos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algcdSo'de facao.
Sitas de serra.
its par# eortr faeoo.
Ditas a vapor de forc* de 3 eavallos e motores psra I eawHos, para mover es-
nnias ae algoaao.
Cadeiras de ferro.
Camas de *rm.
Prensas para copiar cartas.
Balance para po3af.
Jeo de linhaca em latas de ferro.
Trho* de farro para enenlw?ij
pmbas americanas,
acacos de e?>ivar.
Waj.cas e#esos decjntaes e ooiras.
toes de patente.
a**e. *
Salitre.
5?>Jar-a e de boa qaabdade.
S**as para. nwMaa de ferro.
w fc^aade sortimento de larrafeas e cutilana.
BARTHOLOMEO i C
casa cauvin \mm
Depceitarios geral para e BRASIL, o PORTUGAL,
34, ra larga do Rosario. PERNAMBTJCO.
PharmaeauUco piivilesiado
successor m
Boulevard Sebastopol, SG. PARI8.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aposentadas a Academia de Scieociu e aa Instinto de franea.
INJECCAO
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
Sol) forma da Paaiilia, davadida a doseada aira faser de
momento ama solicraO PBIVUTrfA I CURATIVA das
Graves
do volunte de um relogio, servindo
de Puiltbo e Skmnca sem oa
inconvenientes de fragilioade.
Coa a tu a,
IJL.YRIO
BARTHOLOMEO & C
ESTOJOS
Contra aa affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
do voloaM de am Porta Moada conlead*
TOBO TRATAME.VTO.
Depositarios geral para o BRASIL, e POBTIUtL
34, rea larga do Bosarjo. PERNAMBUCO.

W NWUN
n ESGEHHEIRO
Com fundeo
M 00 BRUM 52
Passaixio o eh la i?.
chama a ltenlo dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos e
com especMhoede para seus vapores que anda una vez tem melborado.
Os vapores fo'rnachMs por elle ej funeciopndo Ihe h5o de fazer meihor apre-
ciaco do que qual^uer dito prnpriu.
Desoja tan bem mQncjooar que tem feiio uma ledecfao em ee.us preijos; e qua
tem (.rompi to a a especie de maciuism e outros objectos para a agricultura.
;- JIM: I $M$
flHRURS^bw
Nova loja de jciaB
W\ DO GWGA' N.9 A.
DE
Wawel da Ounna SaldauJia & &
Aca^a ;' aJWBte efe e^abeleaioieaui de ioia?, o qupl tem graade sortimen-
to Jo todas a- j. las do uJ,iioq (iisti>, as cjuafs vender o mais barato pvssivel.
Ti.da as .lias yerao garantidas ouTci de tei, jio.s o- syus ooos tendo em vista
. i ad/|ii( mr gHguioes, nao t.lviaarao vende tom e por piaros 03 mais razoaves qne
Wir. tur ts.s v|
Ciiuvida-sti o, puK^ft fifi w|a .loivwcii, erio de gne ficajj, eomple-
?: tajKiile sa^tucito.
A MO DE OORO.-RA DO GABiA' 3. 9 A.
J cordeiro prevident(
Ra do Queiniado n. IR.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do ompleto sortimento de perli
narias, de que efectivamente est prvida
oja do Cordeiro Providente, ella acaba
receber ara outro sortimento qne se tom
otavel pela variedade de objectos, superior
lade, qualidades e commodidades de pr<
?os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciac
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nlo se afai
'.ando elle de sua bem conhecida mansidi
i barateza. Em dita loja encontrarlo (
ipreciadores do bom:
Agna divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fra;
;eza, todas dos melhores e maisacreditadr
'^ibricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilst.
Elixir odontalgia para conservaco i
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior quaiidado e chi
os agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
jomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, trajispareni
i ontras qnalidades.
Finos extractos inglezas, americano!
'rancezes em frascos simples e enfeitadoa.
Essencia imperial do fino e agradavel ch&
o de violeta.
Ontras concentradas e de cheiroa igtu
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad
.om escolhidos cheiros, em frascos de diS
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
oara mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinbas com bonitos sabonetes imitan
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo
Qas perfumaras, muito proprias para pr-
entes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentea.
Pos de camphora e outras difiranla
{ualidades tambem para dentes.
Tnico orienta] de Kemp.
Anda mala coques.
Um outro sortimento de coques de d-
.os e bonitos moldes com fllets de rdrilbi
9 alguns d'elles ornados de flores e fita
isiao todos expostos i apreciacao de qua1
ia pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de mnito gosto e perfeicjfo.
Ftvella e fitas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taea objet
tos, ficando a boa escolha ao gosto do coi
prador.
Milho
novo d
nando
Fer-
Km saceos grandes preco eomm idr : no ar-
imajem de Tasso trmos & C, ra do Amorim nu-
! mero 37
Cabellos

RA DO DUQUE DE CAXIAS N. i9
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissiinos preco; abai-
xo declarados, garantBdo ludo bom e pro-
cos admirados.
Duzas de paitos seguranza a....
Duzia de palitos seguranza caixa
gratide a...................
Frasros com oleo baboza muito fino.
Pacotes com pos de arroz o me-
ihor que ha a...............
Navalhas muito finas para fazer
barba a.......'.............
Caixas de linha branca do gaz a..
Vara de franja' de linho para toa-
lhas a .....................
Caixas com peonas d'aco de erry
superiores a............. 800
Lentes de ca?sa brancos e piuli-
dos a...................
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a........
Caixas com 50 nove I los de linha
do gaz a........
Duzias de meias cruas superiot
qualidade a.......
Pecas de bjbadinhos coro 10 va-
ras a........
Pecas de tiras bordadasroin 12
metros cada p Pecas de lilas para cus de q< al-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditaspaia denles a 240. 320,
400 rs. e.....,
Pecas de tranca li.~as. brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 4 Pares de meias crua< para mi>
nos diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas muo
finas para senbora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto....... .
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vuitarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartoas com colxetes carreras a
Aiotoaduras para colUte diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac minio
boa de 320 a......
Caixas com superiores obrcias a.
Duzia de agnlha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos .........
Rerma de papel pautado super or
Resma de papel liso muito supe
rior a..........
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32
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U VILLE DI PA1
20-
Ru.i da Impf-ratriz20
Farl & l>csa.
Acaba de chegar a esta voss notir loja e fa-
zendas finas um variad* sortimento de fazendas V
loa e seda, como sejam : granadines do uno:-
gosto, popelinas de urna so cor, alpacas e liazv
nha* de cores, o que ha de mais moderno, tudo
por baratlssimos presos, brilhanlina- de core?. I
cidos das indias, fazenda nova a imitarao do per-
cala, baUSe* de dina liogirdo saa de cr com lin-
das barras, fustdes proprios para vestido e roupa'
de meninos ; agora grandes e admiraveis perhin
cbas, saias brancas com lidos frisados a 3#. n
eos ccrpmbos bordados muito taos a f>3. balo*'
modernos de arcos a 24, ricas colchas para cam
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a Si, tfr
11, cambraia virinria tina a 3, ditas transparen-
tes a 54,6t e 7at,chitas finissinas escaras e clara-
a 280. 300, 310 e 360 o eovado, cassas de core? a
240, lencos brancos de cassa a iljOO, ditos cbi
nezes a 3*500 a duzia, madapoln lino a 6 e
61300, e mnita sopencr a 7a, 7#W>00 e 8L sty-
daziobo largo propri para loaces a r>. pa de al_odo braneo trancado proprio para toaiha<
de mesa a 1*600 a vara, nramante para lences a.
3*000 u 3*600, o que b de meoor, esgoiao 6-
nissinto a 2*200 e 2*300 a vara. Mandamos na*
casas das Exmas. familias para melbor poderem
esc.ilber. Tambem temos completo snjtimento de
perforan ras dt s prmeiros fabricantes franceies >
inglezes i as pessoas que se dignaren vir a esta
i ja lerao occasiao de reconhecer a realidade es
qne annnncamos para nr>9 justificar._________
Vende-se a casa terrea n. -ta em Olinda.
ra do Urgo do Amparo, com excetlentes com-
modos e grande quintal, solo proprio : a tratar <
Recife. ra da adeia n. S.
\endem-se cabellos de todas as cores, qualqner
comprimento, qualidade superior, em eaixa ou
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
ciffl n. 31, I andar
LOLKRIA Di RI
RA DO CAflUCA' N. t B.
At nova reaolncao, se vendem bilbetea do R>'o
aes vendedores oa razao de 22*000, seja qoal ;
fura porfi; dinbelro visU e aos parliculares a
a *00.
Effl casa de THEODORO CHR1STI
ANSEW, ra da Cruz n. 18, encoutram-i'
Jllectiwmente todas as qualidades deVinh-
Sordeaux, Boorgogne edo Rheno.
Farinha de milho.
Ha para vender farinha de mimo mnito nova e
snperior em sarens, chegada Bltimaniente de Pon
Aiegrc. A iodo e Vento dos compradoras, esta
r.innha consta d tres qnalidades ; BRANCA.
AMARELLA E FUBA'; sent-> esta ultima moit"
ntil para alimento de ammaes, j o me'ff.o temrw
de gpnfe aniag n aos eomprodures *>m face do*
prego- incontestovalmeBte nuil madiees : a tra-
tar na rna da Crnz n. 3, eacrinorio de Amorini,
Irmii'S A C.
Cigarros da imperial
fabrica de 8*. Joao
fie Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caos da alias
dega volna n. 2, anda.
lubl ti


8
Diario de Pernambuco Domingo 28 de Agosto de 1870
LTERATUM


POXTCO DE TUDO.
VCTOR HUGO.-0 desterrad,
sey publicon a seguiute carta s senh.
" Hautevle Hatisc, 22 de ralho
Seohoras Alguns bomei in o
gosta de cooderanar morte urna paii
genero humano, e prepara-se mu
terrivel. Esta ncfr ai tilha da :
dade, nem d dever ; urna guen- .1
caprino. Dous povs se vio matar par*
satisaco de dous principes. Emquanto os
philosophos ;aperfeicoam a Civilizo, os
res sperfeicoam a guerra. E:ta ha.eser
horrorosa
Anniftciara-se obras mestras na arte
de matar. Urna espingarda destruir doze
homeos ; urna peca de artilharia matar
rail. Nao a agua pura e livre dos gran-
des Alpes que vai correr no Rhepo ; o
sangeui <1os horneas.
Milis, irmis, raparigas, mnlheres. vo
derramar lagrimas. Tbdas v3o estar de
uto ; urnas por causa da sua propria des-
grana, oujras pela desgraca das demai*.
Que carnificina Que choques o de
todo3 estes descortinados combaten'.os !
'ermittam me, senhoras. que Ibes dirija
urna supplici. J que estes sensatos as.-
qoeeem na sua cegueira que sao irmJos,
venham em seu auxilio, preparem (ios
Todo o lenco velho de nossas casas q-.ie
aqoi de nada serve, polo alm salvar a
vi la dos feridos. Se se dedicara todas as
mulheres d'este paiz a essa obra louvavel,
daro um grande exemplo e faro um gran
de beneficio. O* homensfazem o mal. vs
outras as mulheres dais, o remed;o ; e ama
vez que n'esta torra ha aojos mos, sol
vos outras os bons.
Se querem, e de certo querem, era
pouco tempo se pode reunir ama qaantida-
de consideravel de fios. Paremos d'elles
duas partes iguaes e mandaremos .urna a
Franca e outra Prussia.
Sou seu affectissimo e respeitoso
Vctor lugo.
PARS.O prefeilo de polica da capital
de Franca publicou um edito!, no qu:l d Z
que, considerando que alguns estrangeiros
partencentes ao3 paizs em guerra coa a
Franca e residentes em Paris ou no distrio-
lo da prefeitura de p licia se entregam a
raachraaces contra a seguranca interior e
exterior do Estado, ordena o segrale :
1 Todo o estrangeiro originario da Prus-
sia, dt.s Paizes da Confederaco do Norte,
da Baviera. .11 Wurlemberg, dos gi-du
eados de Hesse e de Badn, e residentes
actualmente em Pars ou no distrido da
prefeitura de polich. dever apresentar-se
no praso de tres.dias no commissarado de
polica do barro'do seu domicilio para pe-
dir urna licenca de residenca.
2" Todo o estrangeiro originario de qual-
quer dos paizes indicados que no praso fi-
xado nao tiver cumprido as disposicoes do
artigo anterior, ser preso.
3a As presentes disposicoes nao sao ap-
plicaveis aos estrangeiros qae tverem per
didopurouira natunlisaco a sua naeiona-
lidade de origem, nem os que foram admi-
tidos por autorisaco do governo a estabe-
lecer o seu domicilio em -Franca.
STRASBURGO. Sendo esta cidade o
ponto para onde se dirigen), segundo pa-
rece, as tropas prussian s, e em cujos ar-
redores se dar dentro em breves das,
talvcz de horas, a prmera batalha, justo
parece que dediquemos alguns paragraphos
a essa bella cidade, fcanceza pelo estandarte
que ondeia nos seus torrees, mas verda-
deramente allema pela sua origem, pela
sua pbysionomia caracterstica das popula-
res, pelas suas recordaces.
Strasburgo, antiga capital da Alsacia,
boje capital da provincia do departamento
do Baixo Rheno. e urna das mais importan-
tes cidades da Franca.
Conta 80:000 habitantes, e o centro de
todas as grandes admraistracoes, que cor-
responden) a urna cidade de primeira or-
dem : possue urna academia com cinco fa-
culdades, urna diviso militar, etc.
Strasburgo est situada a raeia legua do
Rheno. Aiitiga cidade allema, conservou
am cuoho inteiramente particular : ao lado
de certos bairros e na poucas construc-
Coes modernas, veem-se anda as aot'gas
casas, cujos andares supe.oreseslo ador-
nados com torres golhicas, as quatro an-
tiqnissimas torres das famosas pontes co-
bertas, a elevada fltcba da elegante torre
da cthedral, e a igreja protestante (Je S.
Thomaz, onde est o magnifico mausoleo
do marechal Saxe.
.No centro ha duas pontes que indicam
?ma dupla corrente de agua.
Electivamente, o i!li com o seu canal
forma na cidade urna especie de cinto inter-
de preciosos caes circulares, quo for-
man) um passeio dos mais agradaveis.
Quando se Ma dos monumentos de
Strasburgo, preciso principiar pela sua
cathedral, a mais alta do universo e urna
das maravlhas da architectura gotbica.
Construida de pedra vermelha, a sua
massa imponente e ligeira eleva-se nos ares
entre u na infinidade de columnatas o tor-
rinhas pequeas que a rodeiam, formando
ama verdeira moldura de pedra ; a flbcba
conta cento e quarenta e dois metros de
elevaco, desde o solo at parte supe-
rior oade est collocada, e destiogue-se a
tamanha distancia, que se v perfeitaraenle
do outro lado do rio no grao-ducado de
Badn.
Urna das curiosidades da cathedral o
famoso relogio astronmico, reconstruido
em 1840 pelo engenheiro Scbwilgne.
Depois da cathedral deveremos citar a
igreja de S. Thomaz ; o palacio real, habi-
tado pelo hispo ; o theatro, que esj situa-
do na magnifica praca de Brouglie ; a pre-
feitura, a cmara municipal e osquarteis,
que sao verdad*iramente grandiosos. Nao
menos digna de chamar a attenco a es-
tatua de Kleber, na praca do mesmo nome
e a de Guttemberg, coja copia exacta est
oo pateo da imprensa imperial franceza.
Passeios magnficos rodeiam a cidade,
olferecendo agradavel expanso aos seus
habitantes.
Sem ser ama cidade industrial, propria-
mente dita, Strasburgo fabrica am certo
numero de artgos qae sao muito nomeados.
A industria doa couros, por exemplo, est
n'aqaella locahdade muito desenvolvida,
assim como a dos productos chamicos. A
cerveja eocontra tambera as suas fabricas
excellentes instrumentos, e os gastrnomos
apreciam no ve*rdadeiro valor a sua especial
cerveja, e sobretodo os seus magnficos
nanha contra a I
los ms importan
rritorio francez. Do
mesmo modo que a cidade tem conse
momia especial e prima
itoc lambeta conserva um carcter
ramele particular e cheio de reminis
,-ermanicas.
Ni lula quo4' primVpia agora, a antiga
Alfemauh, representada pela Prussia,
frente dos exercitos da confederaco tratar
rtufodcar rs seus direiios possesso
sa magnifica praca, emquanto que a
Frar.ca, que lenta repellir os allemes para
o oniro lado do Rheno, defender com b,io
o at ao ultimo transe a cidade de Slras-
buri{o, sentraella avangada do territorio
francez do Rheno.
O futuro nos dir o desenlace;
\*OGEIj DE FALKENSTEIN. Este ge-
neral um dos officiaes', mais antigos do
exercito prussiano e dos mais aflamados da
Allemanha.
Tomou urna parto activa po grande dra-
ma de 186(3. adqoirindo urna justa ropula-
co da dureza e inflex:bilidade pelo seu
eme' modo de proceder com os vencidos.
Vogel coraei;on a sua carreira militar ha
56 airaos, batendo-.-o contra a Franca, e
conta hoja 73 airaos.
Naseido em 5 de fevereiro de 1797 es-
lava destinado por seu tio o principe-bispo
de Breslau ao estado ecclesiastico, mas
como nao goslasse d'esta carreira, sentou
praca como voluntario em 1843, quando
a Allemanha se levanton em massa para
resistir a Napoleo 1. Brevemente chegou
ao* posto de official, e em 1814. na bata-
lha de Mor.tm.rail, deslinguio-se tanto pelo
sen valor, que mereceu a desncelo da
Cruz de Ferro.
A-signada a paz entre a Franca e os Es-
tados alliados, Vogel retirou se do servico
para de licar-se pintura, e protegido pelo
principe real que depois foi Frederico tni-
Iherme IV, irran e antecessor do actual
rci da Prussia, fundou urna ollicini de pin-
tura em vjdro.
Passados 30 annos lembrou-se de que
liaba sido militar, entrando no servico ac
tivo. e desde 1848, o,ue pareca ser a poca
de descanso para elle, comecou a debuxar-
se a sin figura no exercito com mai6 ex
presslo.
Collocado frente de um dos regimen-
ins do imperador Francisco Jos, tomou
pa/tc na guerra da Dinamerca, e destinguin
do se, fui promovido a chefe \e estado
matar do general Wrangel.
Promovido em 1835 a lente general,
fez era S'JI a segunda campanha contra a
Dinamarca, como chefe do 3o corpo do
exercito eocarregdo da oceupaco de Ju-
Uandia s ordens Jo principe Frederico
Cailos.
Nomeado em 1866 chefe do corpo de
exercito que havia de marchar sobre os
Mallos do sal, doptou a divisa de Hen-
rique IV, is'.o dividir para vencer, e ef-
fecliyamenle em quanto os soberanos dos
pequeos Estados qneslionavam sobre quem
havia de tomar o commando de todas as
todas as foreas, Vogel foi-os vencendo se.
parad; mente, derrotando os exercitos de
Uannover, Baviera e oulros Estados, at
que penetrou em Francfort.
Ninguem como elle sabe fazer viver os
seus soldados em paiz iuimigo : contribni-
coes de guerra, esquecimento das leis, dis-
solucao da corporacoes, n'uma palavra,
tudo quanto ? xiste do vejatorio costuma
elle pOr era pralica.
Chamado Vogel i Bohemia para se en
carregar de governo militar, depois de ter
sido substituido pelo general Manleuffel, nao
menos cruel que o seu autecessor, rectbeu
urna recompensa extraordinaria : o rti con
cedeu-lhe uraa dotaejo esplendida.
Era 1867 foi m.meado depulado dieta
da confederaco da Allemanha do Norte.
Estes apontamentos biographicos acerca
do general Vogel sao dados pela poca de
Madrid,
COMBATE DE S.iARBRUCK.-Damos em
seguida a parte que o general Frossard,
commandante do corpo de exercito fran-
cez, dirigi o imperador sobre a acejio de
Saarrbruck:
* Senhor: Tenho a honra de dar con-
ta a V. M. dos movimntos executados
hoje pelo corpo 4o exercito, conforme
as suas ordens, para se apoderar das po-
sigues que, na margem esquerda do Sarre,
dominara as alturas do Saarrbruck.
A diviso Bataille, tendo a sua direita
apoiada na diviso Laveaucoupet e n'uma
das baleras de 12 da reserva, e a sua es-
qnerdp sustentada pela primeira brigada da
diviso Verg e pala segunda batera de 12
forma va a primeira linha.
_ O general Bastonl, acampado em Spei-
cheren e encarregado de dirigir 6 >movi-
mtnio da direita, recebera ordem de enviar
dous batalhoes para se apoderarem da al-
deia de Saint-Arnual e depois das alturas
que a dominara, ao passo que o resto da
sa brigada, descendo i barroca situada
para l de Speicberen, devia afacar de fren-
te as posi(;5es que se acham direita da
estrada de Forbach a Saarbruek.
A ontra brigada da diviso Bataille li-
nha por objectvo a posico dita do campo
de batalha; tinha por batedores tres es-
quidroes do 5o cacadores.
Fnalmnte o coronel Do Ferron, do
4o de cacadores, com um esquadro do seu
regiment e dous batalhSes da Ia brigada
da diviso Verg, devfa fazer um reconhe-
cimento at Gersweilier. para ligar os mo-
vime/.tos do 2o corpo aos do marechal Ba-
zaine.
* As tropas abalafam entre as nove e
deziioras. (iteneotecoronel Thibandin,
do 67, encarregado com dous batalhSes do4
s^corpo do movimento* offensivo sobre
Smt-Arnaal, achau'eeta aldeia cecupada e
defendida por baleras' de posico coltoca-
das na margara direita do Sarre.
t Para pmbater esta artilheria, o gene-
ral Mcheler, cuja brigada tinha viudo ap-
poiar o movimeato do general Bastoul, fez
avanzar tama batera do 15 regiment, que
abri eficazmente o seu fogo sobre a arti-
Iheria prussiana.
Sustentado por um batalho do 40
de linha e pela companhia de engenheiros
da 3* diviso, auxiliado pelo movimento gi-
ratorio do coronel Mangin, que com o res-
to do 67 e com o 66 descia sobre a es-
querda, o tenente-coronel Thibaudio pode
tomar a aldeia de Sai'nt-Arnaal e fazel-a oc-
cupar pelo batalho do 4* e pela companhia
oiiera
de mano-
ite o inimi-
O 66 com n
va-se das alturas
bras, expulsando socce-
go de todas as sua
Ao mesmo tem ar Bataille
conduzia rpidamente a sua primeira brga
da pelas ladeiras esquerda da estrada de
Saarbruek, ligando o movimento da sua
2a brigada com um batalho do 23.
Marchando por'lianas conloadas e
cobertas por numerosos atiradores, os ba-
talhoes do 23 e do 8" de linha tomaram
animosamente os di veaos barrancos que
ha nesle paiz muito arborisado. Um bata-
Iho do 8o de liona, atravessando o bosque,
seguio'a via frrea at a altura da aldeiajde
Trotany, onde se Teunio aos batalhOes de
regimentos e junios alcanzaran) o campo de
manobras pela direita-
t Chegando s alturas, o general Btanle
fez estabelecer ama das suas batariana fren-
te das liabas d 66. e outra no campo de
manobras para bater a estaco e extinguir
o fogo de artelheria inimiga, que tinha to-
mado posico esquerda de Sarrebruck.
E^la nao p le sustentar o nosso fogo, e re-
cao u.
A batera de 12 de reserva ve;o', por
minha ordem, apoiar o fogo da batera do
campo da manobras, e em ultimo lugar a
baieria de metralhadoras da 2.a diviso poz
em couplets desordem as columnas de in-
fantera qae evacuavam a cidade,
Durante es'e com'iate da artilheria, as
tropas poderam acclmar S. M. e o prin-
cipe imperial no propio terreno d'onle
acabavam de desalojar o inmigo.
Os movimntos de infantera fufam
perfeitamenu secundidos pele 5. rigimen-
to de cacadores debaixo das orlens do co-
ronel Serevlle. Os esqudr5.;s apoiados
pelos aliradores de infantera coroavam r-
pidamente as cristas do monte, d'onde po-
dan) descobrir o inimigo.
O 12, batalhoda cacadores e a com-
panhia de enginheiros da 2.a diviso forma
vam a reserva do general Bataille ; hgavam
as tropas da I.* brigada sobre o campo de
manobras.
Ai.* brigada da diviso Verg, for-
mando 2.a linha, manteve-sa constantemen-
te a 400 ou 50 metros da primeira li-
nha, approveitando para se cobrir com as
ondulaces do terreno.
Os relatnos que al agora tem che-
gado referera as seguintes perdas:
O 66. teve um official morto, outro
ferido e 15 ou 16 soldados morios ou feri-
dos.
O 67.d)ussargeatosmortos; 20 sol-
dados morios ou feridos.
O 8. da linha leve dous soldados fe-
ridos.
A 3.a divisio assignala um sargento
morto e um soldado de ferido.
o Anda nao recebi o relatorio do coronel
Do -Farrou. Consta-me que no combate
que sustentou teve urna dezena feridos.
As tropas esto acampadas as posices
de que se apoderaram,
Fiz estabelecer alguns postos entrin
cheirados em frente da posico que as tro
pas oceupam e no seu flanco,
Fiquei muito satisfeitocom o arrojo e
valenta das tropas da mea commando
N'esta primeira aeco, os nossos soldados
deram provas de energa para supportar as
fadigas de urna longa marcha ascendente e
para combater. Os ebefes dos corpos cer-
tificam o sangue fro dos seus soldados,
a sua intrepidez e a confianza cada vez
maior que tem as suas tmas.
Opportunamente ievarei ao conheci-
mento de V. M. os nomes dos militares
de todas as graduacoes que merecem ser
galardoados.
A cifra das nossas perdas, de que te-
nho conhecimento n'esle instante, eleva-se
a 6 morios e 67 feridos.
Acceilai, senhor, as homenagens do
mea profundo respeito.O general de di-
viso, governador do principe imperial
commandante em chefe do 2. corpo
Ftossard. rjL^
O EXERCITO FRANCEZ.Para melbor
se conhecerem os importantes stjccessos
que teem lugar na fronteira franco-prussiana,
preciso ter urna idea da orgajoisfcoi.dos
exercitos nella sitoadQS. Eis aqiif, pois, a
organisago qua, segundo o on espondepte
do Standari, linha no da 31 de julho o
exercito francez acampado perto da fronteira
e que naquella dala se compunha de oitQ
corpos : ,
O primero, ordens-do marechal Mac
Mahon, tem o sen qoartl-geniral em
Strasburgo, formandf; a ala direita, raasto*
a extrema; pois esta oceupa-a o stimo
corpo, s ordens do general Doosy, quel
tem o seu quartel-generai em Belfort, quasi
na m'esma linha onde est situada a cidade
de Basle, enrdisposicio"-de poder operar
unido ao outro orpo se as circurastancias
o exgrem, isto se os exercitos de Badn
e Wurtemberg os ataeaseem.
O marechal Mac Mahon pode alravessar o
Rheno onde, quizer, entrar no gc-ducado
de Badn e marchar sobre qualquer pouto,
e o general Douay, mais a sul marchando
sobre o monte da Floresta Negra em drec-
co ao noroeste, pode reunir-se ao dito cor-
po para operarem juntos.
O ebefe do estado-maior do marechal Mac
Mahon o general de brigada Colson e a
forca que commanda comp5e-se de qualro
divisOes de infantaria e urna de cavallana,
destribuidas pela segrate forma :
Primeira diviso. General Ducrol.
Brigada de Moreno, formada do bataltaao
de cacadores n.T3, dos regimentos de linha
os. 18 e 96, e dos bataa5es 4o e l dos
Turcos.
Segunda diviso. General Ducrot.
Brigada de Pelletier de Montmare, compos
ta do batalho n. i 5 de cacadores e dos
regimentos de linha 50 e 64, e do 68 e Io
de zuavos.
Terceira diviso.General Raoult.Bri-
gada de Lheriller, composia do batalho n.
8 de cacadores e dos regimentos de linha
36 e 48, e segundos batalhoes de Tarcos e
Zuavos.
Quarta diviso. General Lartigne.
Brigada de Fraboutel de Kerloudou, forma-
da do i batalho de caladores e dos regi-
mentos de linha W e 87, e dos 30 bata-
lhoes de zuavos e turcos.
Cavallaria.General Dubesme.Brigada
de Septeuil, composta do 3" regiment de
hussards e do o. 11 de cacadores: brigada
de Nousonly, compostt do 2o e 6o de lan-
ceiros e 10 de dragos: brigada Mchol,
com posta do 8o o 9 de coura cairos.
: coramandada
de 3 di-
J segundo t irpo, > o leras do general
Prossard, tea o seu qnartel-general em
Saint-Avold a SOmilhas para leste de Metz,
sobre o caminbo de Forbach. O chefe de
estado maior deste corpo o general de
brigada Laget. Comp5e-se este exercito do
seguinte modo:
Primeira divio.General Verg.Bri-
gada de Letellier Valaze, composta do ba-
talho n. 3 de cacadores a dos regimentos
de linha 32, 85, 76 e 77.
Segonda diviso. General Bataille.
Brigada de Pougel, composta do batalho n.
12 de cacadores e dos regimentos de linha
8. 21, 63 e 67.
Terceira diviso.General Laveaucompet.
Brigada de Doens, composta do batalho
de cacadores 10, e dos regimentos de linha
2, 63, 24 e 40.
Cavallaria.General Lifablin. Brigada
de Valebrague, composta dos regimentos 4o
e 5o de cacadores e brigada de Bachelier,
formada dos ns. 7 e 12 dedrag5es.
A artilharia deste corpo commandada
pelo general Gagoeur e comp5e-se de duas
divisos de tres bateras cada urna.
O terceiro -corpo, s ordens do marechal
Bazaine, tem epeu quartel-generai em Metz,
e por chefe do estado-maior o brigadeiro
Maneque.
Comp5e-se da seguinte forca :
Primeira diviso.General Mootaoloo.
Brigada de Aymard, composta do bata-
lho n. 18 de cacadores e dos regimentos
de linha 51, 62, 81 e 85.
Segunda divisoGeneral de Castagny.
Brigada de Cambriels, composta do ba-
talho de cacadores lo e dos regimentos de
Imha 19, 41, 69 e 90.
Terceira diviso. General Metraan.
Brigada de Les Potier, formada do 7o bita-
Iho de cacadores e dos regimentos de linha
ns. 7, 20. 59 e 71.
Quarta divisio.General Decuen.Bri-
gada de Joseph de Braner, compo;la do ba-
talho de cacadores 11 e dos regimentos de
linha 44. 60, 80 e 8o.
Cavallaria.General Clorembault.Bri-
gada de Bruchard, composta dos regimen-
tos 2, 3 e 10 de cacadores. Brigada de
Manbranches, dos regimentos 2 e 4 de dra-
ges. Brigada de Junial. composta dos re-
gimentos 5 e 8 de drages.
Artilharia.A artilharia deste corpo
commandada pelo general de Rechebonet, e
compe-se de tres bateras do regiment n.
11 e tres do n. 4.
O quarto corpo, ob o combando do ge-
neral Ladmirault, tem o seu quartel-generai
em Thionvillo, urna hora de Metz, pelo ca-
minho de ferro que vai para Luxemburgo,
e o seu chefe de estado-maior o brigadei-
ro general Osmont e a forca que commanda
a seguinte :
Primeira diviso.General de Cepey.
Brigada de Bayer, composta do batalho de
cacadores n. 20 e dos regimentos de linha
Io e 0 e dos ns. 57 e 73.
Seganda diviso.General Rose.Briga-
da de Bellecourt, composta do batalho de
cacadores n. 5 e dos regimentos de linba
13 14, e dosns. 64 e 98.
Terceira divisan.General de Lorencez.
Brigada de C. P. P. P.qo!, composta do
2o batalho de cacadores e dos regimentos
os. 15 e 33 de linha, e 54 e 65.
' Cavallaria.General Legrance.Brigada
de Montaigu, composta dos regimentos 2o e
7o de hussards, e da brigada de Gondre-
court, dos regimentos ns. 3 e 11 de dra-
gues.
Artilharia.O general Lafaille o que
commanda este corpo, que compostds
de seis bateras.
O quinto corpo, sob o .commando do ge-
neral Failly, tem o sen quarlel general em
Bitche, entre Sarregueraines, a um conve-
niente distancia do marechal Mac Mahon ou
do general Frossard, e o seu chefe de es-
tado-maior o general de brigada Besson
com a seguinte forca:
Primeira diviso.General Gose.Bri-
gada da Grenier, composta do batalho de
cacadores n. 4 dos regimentos de liaba
o. 49, 84, 88 e 97. .
Terceira divis*o.General Goyot de Les-
part. Bragada de Abbatuci, compogta do
batalho- de cacad res n. 19 o. dos regimen-
tos de linha 17,27, 50. e 68.
CavaHaria.General Bfahant. Brigada
de Berns,- composta do5?' regmaenWs n: 5
de hussanls e do .12 de cacadores O^rgada
de lamortiere, do 3o e do 5 de laneeiros.
Artilharia.A deste corpo, sob Q'com-
i minjdo do general Liodiot, composta de
seis bateras.
O sexto corpo, commandado pelo mare-
chal Canrobert, est em Chalos naquella
data, por cbja cansa nao se pod dar noticia
do numero de regimentos que o compoeta
OflWJS30 stimo, cujo qoartel-general
est era'Belfort sob o commando do gene-
ral Douay (Flix) compe-se 'de'lres fivi-
s3es. \ < .(A TAHTi
O oilavo composte 'da gnarda imperial,
que a reserva commandada polo general
Boarbaki, e o seu chefe de estado-maior
o general de brigada de Auvergne.
Primeira divisio. General Deligai.
Brigada Brincourt, composta de cacadores
da guarda, Io, 2", 3 e 4o regimentos de
atiradores.
Signada diviso.General Picard.Bri-
gada Faaningros, compoeta de zuavos, Io,
2 e 3". de granadeiros.
Cavallaria.General Desvaux.Brigada
Ha I nade Fretay, composta dos guias e de
cacadores, brigada de Franca, de laneeiros
e drages, e da brigada de, Preuil, de cou-
raceiros e carabineiros.
SUISSA. Damos em seguida a declara-
Cao de neutralidade desta confederaco,
e. a proclamaco do cooselho federal ao
povo suisso :
Declaraco de neutralidade. Os
tratados de 1815 garanten) Suissa a neu-
tralidade perpetua e inviolavel do seu ter-
ritorio- Garantem tambera a mesan sea
tralidade certos paizes que faziam ou-
tr'ora 'parte integrante do.reino de Sarde-
nha, mas que se 'acham actualmente na
posse da Franca, na conformidade do tra-
tado de Turim de 24 de marco de 1860.
A esperaoca de urna soluco pacifica
do conflicto suscitado entre a Franca e a
Prossia, proposito do throno de Hespa-
nha, tendo-se desvanecido, e havendo
aquellos dous estados recorrido s armas,
a confederaco saissa julgou qae era do
seu dever manifestar-se desde j, e com a
maior franqueza, respeito da posicio que
conta tomar, preveado certas eventualida-
des.
< O cooselho federal declara por conse-
oxrencia. em
S* ID
que se prepa
tegridade do seu territorio por todos os
meios de que dispSe. Conservar lealmen-J
te perante todos aquella posico que lhe
dictada pelos tratados europeus, e tambera
satisfaz .as condices em que se acba, assim
como as suas propriss necessidades ; mas,
se, contra toda a espectativa, fr atacada
essa neutralidade, repellir enrgicamente
qualquer aggres?3o, compenetrada como est
a justifa da sua caasa.
Relativamente s partes da Saboya, que
flos termos da declaracio das grandes po-
tencias de 29 demarco de 1815. e acto
OoalJ de Vienna de 9 dejnnho de 1815, do
tratado de Pars de 15 de maio de 1815
art. 3., e do acto de reconheqjmento e de
garanta da neutralidade suissa, da mjsma
data, devem gosar de urna neutralidade
idntica da Saissa, disposico que a Fran-
ca e a Sardenha confirmaran) no art. 2.
Jo precitado, tratado de Turim da 13 de
marco de 1860, o conselho federal julga
dever lembrar que a Suissa tem o direilo
de oceupar esse territorio. O conselho fe-
deral faria as d'esse direito, se as ciicums
tancias lhe pafecessem exigi-lo para a de-
feza da neutralidade suissa e da inlegridade
d territorio da confederaco; todava res-
peitar escrupulosamente as restreces qae
os tratados irapocm no exercicio do direito
de que se trata, e i esse respeito entender-
se-ha com o governo imperial de Franca
O conselho federal manifeita a espe-
ranca de que estas explicacSes francas
respeito da posico que tomar a Suissa,
em presenca dos acontecimentos que se
preparara, sero acolhidas cora benevolen-
cia quer pelos estados beligerantes, quer
pelas ootras grandes potencias garantes dos
trabados de Vienna, e da que ellas se con-
vencero. qae, as disposicoes a lomar, a
^uissa entende collocar-se no ponto de vista
qu- lhe marcam os tratados era vigor.
N'esta esperaoca, aproveilo esta occa-
sio etc.
Era nome do conselho federal sosso, o
presidente da confederaco, Doior J.
Dnbs. O ohanceller da confederaco
Schiess.
Proclamaco ao povo.Fiis e cha-
ros comfederados. A paz que reinava na
Europa parece de repente dever ser profun-
damente alterada por acontecimentos im
previstos.
A intenco do governo de Hespaoha^
de chamar ao throno d'aquelle paiz o prin-
cipe Leopoldo Hhenzollern Sgmaringen,
provocou complcacoas que, parecem, nSo
pdem ser resol vidas seno por meo de
ama guerra entre a Franca e a Allemanha.
A atttude que a confederaco deve to-
mar nestas graves circumslancias est-lbe ca
ramete indicada pela sua historia, e pela
poltica tradiccional.
Conserva ella o senti.mento de que a
sua sal vacio depende do cuidado que tver
de se manter fra dos conflictos entre as
potencias estrangeras, mas de repellir
enrgicamente qualquer ataque praticado
contra os seus nteresses e toda a violaco
do seu territorio.
As medidas necessarias para a defeza
di nossa neutralidade, e da iategridade do
nosso solo tem sido tomadas ou prepara-
das com toda a actividade qne sao para de-
sojar.
A assembla federal que funeciona ac-
tualmente em Berna, adaptou por unanira-
dade, na sua sesso de 16 da ju ho,
as seguintes disposicoes:
1.a A confederaco suissa, durante a
guerra que vai rebentar, defender a sn-
neutralidade e a inlegridade do seu tercia
torio por todos os meios de que dispSe.
O-conselho federal convidado a an-
nunciar esta declaraco aos governos das
partes beligerantes, assim como s poten-
cias signatarias e garantes dos tratados de
1815.
2.a Sao approvafios os recrutamentos
de tropas ordenados peio conselho federal.
3.a O conselho federal tambem auto-
risado a levantar todas as tr.pas que forem
necessarias para manter a neutralidade da
Suissa, e prever seguranca do.seu terri-
torio. samelhantemente autorizado a to-
mar todas as medidas de defeza que julgar
opportuna-.
4.a Que aberto um crdito Ilimitado
ao conselho federal, para cobrir as despezas
que resultarem da applicaco dos plenos
poderes concedidos pelo artigo precedente.
E especialmente .autorisado a contratar
os mprestimos que se poderem tornar ne-
ces-arios.
5.a A assembla federal proceder in-
mediatamente Domeacio do commandan-
te em chefe do exercito suisso, assim como
do chefe d'estado maior general.1
6.a O conselho federal dar conta as
sembla geral, na sua prxima reunio, do
uso que tiver feito dos plenos poderes que
lhe sao conferidos pelo presente decreto.
7.a O conselho federal fiea encarrega-
do da execuco d'este decreto.
A 19 d'este mez, foi o coronel federal
Joo Herzog, d'Aarau, nomeado comman-
dante em chefe doexercilo sursso, e no dia
seguinte foi-lhe adjunto o coronel federal
Rodolpho Paravicini, como chefe do estado
maior general.
< J chamamos s fleiras a lite das di-
visSes ns. 1, 2, 6, 7 e 9. e temos.posto;
jte reserva a lite de todas as ootras divf-
s5es, afina de poder fazer face todos s
ftcontecimentos que possam ameacarnos.
Fiis e caros confederados!
Temos a satisfaco de vos poder dar
a seguranca tranquillisadora de que todas
as partes do exercito, esto a todos os res
peitos providas de tudo quanto carecem para
poderem desempenhar honrosamente a sua
misso.
O povo suisso ser de novo chamado
a fazer grandes sacrificios; mas a voz das
autoridades do paiz encontrou consUnte,-
mente um echo sympathico e enthosiasta
quando se tem tratado de proteger a pa-
tria, e de transmittir intacta s gerac3;s fu-
turas a honra da nat;io snissa.
A historia e a experiencia do-nos a
firme convieco de que hoje. como sempre
estaris promptos a supportar, com o espi-
rito que animava os nossos pais, os encar-
gos que vos impe a patria, e de que apoia-
res com todos os vossos esforcos as dispo-
sicoes tomadas pelas vossas- autoridades,
que nao sao mais do que a expresso da
[vossa vontade soberana.
Soldados suissos t Sentimos vivamente
ser forcados por circumstaocias indepen-
denles da nossa vontade a arrancar-vos de
larei. a voisas raou
leva
em caoj^^^^^^Hibe-
nws que o oisso, que npo
'cidado e soldado, dirige com amor as suas
vistas para a patrir Irvre e para de toda a
mancha, e qae tem sempre considerado a
defesa desia como o primeiro dot mandatos.
que lhe pode ser confiado.
Sabemos tambem, que, lembrando-vos.
que a disciplina militar, convem, pnmeiro"
que tudo ao republicano, seris as popa-
tacoes co maio das quaes frdes chamados
a permanecer, nao estrangeiros, mas confe-
derados e irmios.
Recebe aotecipadamente os sentimentos
de gratidSo da patria pela vossa dedica-
Co, de que daris a pro va,
Esperemos que com a proteceo divina,
o nosso paiz sahir desta crise de orna ma-
neira honrosa e digna do nome nosso, cer
tos como estamos de que cada am de vos
est prona pto a encontrar no Sentimeolo do
lever lealraente cumprido a sua methor
recompensa para os sacrificios que tiver de
fazer.
Berna, 20 dejulhode 1870. Em oome
do conselho federal soisso, o presidente da
confederaco.Dr. J. Dubso chaoceller
da confederacoSchie$s.
DEPOIS DE WISSEMBURGO.Teveem
Pars um echo espantoso de dor, de raiva
e de ndignaco o desastre da Wissembur-
go. A grande capital, toardenle, to na-
pressionavel, nio poda acceilar a derrota
de Wissemburgo apresentada ultima hora
em dez linhas seccas e cheias de relicen-
cias, pelo ministerio, sem dar livre curso
sua impaciencia.
Era urna gritara verdadeiramente in-
fernal :
Berlim!
Abaixo a Prussia !
Noticias, noticias I
Deve saber-se alguma cousa !
Vamos ao ministerio.
E mil outras exelamaces ruidosas.
Sao assaltados os kiosques, arrancados
viva forca os jornaes : todos querem saber
o que se passa.
Os vendedores de jornaes aproveitam a
occasia e vendem-os por precos fabulosos.
Travam-se colloquios de todos os g-
neros.
vergonhosol
Especular com a curiosidade pu-
blica !
preciso fazerjustica.
De tarde, entre as 4 e 5 horas, houveno
boulevard Montmartre um incidente em que
ia sendo victima um philo-prusso.
Quando a multido se acotowllava mais
tumultuosamente ao canto do boulevard e
da roa de Richelieu, apparece porta de
urna loja um bomem em cabello, agitando
um jornal na mo, e gritando :
Viva a Prussia 1 Os Francezes fritos
em postas em Wissemburgo I Que bella
desforra!
Sorprendida primeiro, mas depois indig-
nada, a turba cresce para elle. Mas elle
responde-lbo com outro viva a Prnssia.
O incidente tomou de repente proporces
ameacadoras.
Abaixo a Prussia!
Fra o Prussiano!
E, como este livra a prudencia de se
ecclypsar, a multido apedreja a loja e poe-
he este letreiro por cima da porla :
FECHADA POR INSULTAR A FRANCA
*
Ordem do poto
S TORNAR A SER AllERT.V DEPOIS DA TOMADA
DE BERLIM.
A''noite era este incidente commentado
por todos.
Como nao tinha podido dar cabo do ho-
rnera da ra de Richelieu, a multido
norte quiz matar um Prussiano no cal Ri-
che. Se nao lhe acodem, faziam-o em pos-
tas.
Eslava branco, dizia-se n'um grupo
onde se commentava aquello incidente,
branco como a cal da parede.
Mas Garroche, que nunca perde occasiio
de largar um bom dito, pe-se a gritar:
- Qual branco, nem meio branco I o
que elle estava era azul... azul da Prus-
sia!...
Ha sempre urna nota alegre no meio de
todas as borrascas parisienses.
WEISSEMBURG.Esta cidade tomada
pelos Allemess ordens do principe real da
Prussia, praca forte de quarta ordem na
fronteira meridional do Palaiinado bavaro.
Est situada na margem do rio Lanter, a
15 kilmetros do Rheno e na linha frrea
de Landan Strasburgo. distando desta ai-
tima praca 38 kilmetros ao N. E.
Weissemburg tem 5,675 habitantes, e
capital de districto no departamento do
Baixo-Rheno. O edificio mais notavel da
povoaco urna igreja dos fins do secnlo
XIII.
Esta praca est unida de Lanlerbnrgo,
que dista della 20 kilmetros, por um para-
peitp com fosso. A esta fortificacio d-se
o Dome de liabas de Weissemburg, que
desempenharam importante papel as guer-
ra da repblica de 93.
Hoje estas linhas nao desempenhavam
se nao um papel muito secundario no sys-
tema geral ded/eza da frontreira fran-
ceza.
O GENERAL DOUAY.O general Carlos
Abel Douay, morto no recente combate de
Wissemburgo, era general de diviso desde
o dia 2 de agosto de 1866. Dstnguio-se
muito pela sua bravura e elevados dotes mi-
litares no ataque de-Malakoff. que teve la-
gar no dia 8 de setenaba de 1to5. Em
de sembr foi promovido ageaerai, de bri-
gada. Em 1859 commaodou a segunda
brigada da primeira diviso do 4 corpo na
batalha de Solferino. Na planicie de Me-
dol. o general Douay, encarregado de ope-
rar sobre a esquerda e de se apoderar da-
quella povoaco, passoo enrgicamente atra-
vz de todos "os obstculos, entrincheiran-
do se urna a ama em todas as casas.e pou-
tos que defendiam as immediacees da po-
sico inimiga, e pz em precipitada fuga o
inimigo at Rebecco, cidade situada* na di-
receo de Guidizzolo.
O general fez prodigios de valor naquella
aeco.
Desde entao para c, o gomera Douay
commaodava a stima diviso territorial em
Besancon e inspeccionou o anuo pssado a
escola de Saint-Cyr.
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TYP.


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