Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12173


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Full Text
I

I
"..

' I

ANNO XLWL HUMERO 193
-----------------------------------------,____________.________________:________________________
PASA 1 CAPITAL E iGAEES OJTDE IAO SE PAGA PQftTE.
tres metes a .................
V suis tuto iiitjia..................
Por ur anuo idem......^............'.. .
Cada montero valso, r. .

' Ct500f>
244000
SABADO 27 DE AGOSTO OE 1870.
------------------------ ----------s ---------:---------------.-------------
PARA DEVTSO E FORA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados.................
Por seis ditos idem.................,. .
Por nove ditos idem..................,
Por om anno idem...................
W715
13*50C
201250
271000'
Propriedade de Manoel Figraaira de Faria & Filhos.
i --------------------


SAO ACKCTBW:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Goncalves d Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Olivara, no Cear ; Antonio de Leaos raga, no Aracaty ; Joao Mara JoJk Chaves, no Ass ; Antonio Marones da Silva, do Natel; Jos Juaua*
Pereira d'Almeida, em Mamangape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Paaha; Belarmro des Sant09 Bolcab, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em sAlagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
C overa da provincia.
db3tachos da presidencia da pijovlala da da 21
d:: agosto dk 18701.
Padre Antonio Freir de Carvatho.Informs o
Sr. inspctor di thesonr.iria provincia!.
Barran;! Antonio Paulino (avahante de Alba-
qaer.|ue.A' vista da iaform ii^ao da secretaria,
oraceda-?c com ordenado na forma da lei.
Antonio Xivi r Rodrigues da Silva.Informe o
Sr. Inspector da the-nuraria provincial, ouviodo
o Dr. procurador fiscal.
Antonio CordeiroCivalcante.N'ao existe vaga.
Antonio J >s liilhgusde Suiza. Conceda se.
Alfonso Jos de Olitetra.Infirme o Sr. enge-
nheiro chefe da repartir; in das obras publicas.
Anxi Joaquina Peres CampeIJo de Mello.Nao
bacadeira va-ja nesta ndade. Indique a suppli-
cante outra se quizer, renunciando a jubiiacio qae
obtevc.
Companbia rt.w trilhos urbanos de Olinda.
Aprsenle a suplicante urna relaeii nominal dos
embregado- da empreza para se providenciar.
Francisco B.rges de Lima.Expedio se orden
no sentido que requer.
eraclio Constantino de Paula Minteiro.Infor-
me o Sr. inspestor da ihesouraria provincial.
Joaqnim Herculano Pereira Cal Jas.Junte asua
f de offleio.
loariuiniFernandes de Azevedo.Yolte ao Sr.
tsenle-coronel do orpo de polica, para que o
upplirante prnve ,|uo a lesao que soffre foi ad-
querida em acto de serv; > assim como o lempo
qu,tem do raesmo sarvicn juntando a respectiva
f de oflicio.
Jo.iquim de Cusma iCnelho. Informe o Sr. ins
pector da th--souraria provincial.
Tenenie Jio Paulo liosa Cesar.Infirme o Sr.
tenente-coronel nunmandante do corpo de po-
lica.
Joan Deocleclo da Silva Paula.Preste o sup-
pkcante os esclarecimentos exigidos na Ihesoura-
ria de fazenda
laaquim Gato D;!gd> Infirme o Sr. Dr. che
fe de p ili i.
Jos Francisco BentoA quantii a que alinde
foi entregue ao thesoureiro da sociedade Pedro
Hales de Borges.
Joo Hermenegildo Xavier de Salles.Informe o
Sr. conselheiro director interino da iojrtroccad pu-
blica.
Jos Ferreira Cocido.O sunplicante j se acha
pago.
Minoel Pranci*ro da Silva Guimares.A".vista
da inlormacao nao fia deferir.
Manoel Antonio da Silva Rio*.I iforrae a cma-
ra municipal desta cidade.
Manoel Francisco da Trinlade. O supplianle
ja nbteve a dispansa que pede.
Mara Isabel de Mello Moura.Prove estar ha-
bilitada para o lugar que requer interinamente.
Ros&lraa Maria da Assum ocio. Informe o des
emhargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cerdra.
Vital Prudencia da Suva.Infirme o Sr. gene
ral cornraandante das arma.
Willian Ra\vlen cao desta data.
DUBIO DE PEBNAMBUCO
recipe 27 dk acost i>f. 1870.
O projecto de aniwasldade
III
As consideracesqueGzemos em o nosso
segundo artigo parece-nos ter "hern patente qno dofeitu isa a parte do
projecto do Sr. ministro do imperio, que se
refere universidade que se vai crear.
Nao pir.n untcame ite nessa parte que
ess prujecti pecca.
0> arts. :i e 4 o Aeree mraatera a cen
sura pelo inuto que dizem em prol do mo-
mpolio da instruecao sec^lnd^ria.
Esses artigus sao assim concebidos :
Art. 3' Sera) supprimidis as aulas de
preparatorios annexas s t'aculdides de d-
rto de S. Paulj e do Recife logo qu o
governo estabelecjr os externat s qu tica
aulorisad > a crear, seseado o plano du im-
perial collegio de P-dro II. niquellas cida
des e na da Bahia.
Art. 4o O governo crear estabeleci-
mentos iguaes ios de qu trata o artigo an-
tecedente, podeado annexar-lhes intrnalos,
as provincias que mantiverem escolas de
instrucr;8o primaria pa^a um e outro sexos
pe'o menos em cad.i pirocbia, e nella tive-
rem tornado e-tciiva a obrigaco do ensi
R9 para a populacSo de 7 a 15 annos de
idade, residente dentro do cin-.olo tracado
pilo raio de I kilomeiro medido da sed
das parochias.
Logo que snjim creado osexierntos sob
o plano do collegio de Pedro II, car3o sup-
primidos os cursos de, preparatorios anne-
\)s s faculdades da direito do Recifa e S
Paulo ; e portanOflcSr o estado-, e smente
ella.habilitado para dar a iastruccao secun-
daria ; i-to : fariell uai minjpoo ma
iifesto e xi-Jusvo do ensioo das bellas le-
tras' fl-wtes.
K" verdade que o ensino das bellas letras
entre o5s, ensin i dado nos c rsos prepara-
torios de que se oceupa o p-ojelo e ena al-
gans, collegtos particulares, muito incom-
pleto ; mas a culpa tem sido s do gove no,
que at agora o linhaesq'cido.
O curso de bellas letras do collegio de
Pedro II --finito compet, a instuicao
ex:elfente; mas nem por isso sua transpan-
ta?o para as provincias justifica o art. 3
da projecto, una vez que elle cerca a l-
ber Jade do ensino, extinguindo os collegio*
parlipjr/tares de instraccjto secundaria, como
extiagoe, tornando a matricula nos cursos
superiores dependente de habilitacoes qua
n alumno s pode adqoerr nos extrnalos
qae se pretende crear e onde s podera
prestar-exames 3 matriculados em seus di
versos- anos.
Extinctos os cursos preparatorios, sem
duvida ficarlo extinc^os es exames que
as suas diversas materias haviam
>< os annos. A' esses exames eram ad
ios os alomaos qoe se preparavam nos
gios particulares de instraccao secan-
la ir3o estes prestar os seas res-
pectivos crames ? E que valor podem ter
taes collegios particulares, urna vez que a
su frequencia nao habilita o alumno a ser
examinado as materias que estola e loe
nio abre por coosequencia as portas dos
corsos superiores ?
Dir-n H-b i tajvez que os extrnalos serio
suflkjentes. Nao, nao 6-assim.
Si*Tinstrucf;}o ple e deve ser obrigi-
toria, s isio applicavel primaria : e,
ainda assun, a obngacao nao ple ser leva-
da ao ponto de ser o alumno forjado fren-
quentar os collegios e escolas do estado de
preferencia aos particulares em que seos
paes ou tutores depositarem conQanca.
Tratando se^de instrncfo secundaria toda
a liberdade de ensino pouca. Basta que
o estado fisealise-a por meio dos exames de
capaciuade, onde se d ara ttulos das habi-
lila.Des dos examinandos.
Mas ess-s exaraes n5o tem lugar nos ex-
trnalos de q-ie falla o projecto senao para
os seus alumnos matriculados. Logo os
collegios particulares, apenas sejam extrac-
tas os cursos de preparatorios, ficar5o im-
possibiiitados de preparar alumnos para os
cursos de inslrueio superior. Logo ainda,
o estado far monopolio da rastrucejio se-
cundaria, pondo eotraves ao seu desenvol-
vimento nos collegiis parliiiulares; e por
tanto cercear a liberdado do ensioo, contra
a constituigo e contra todos os principios
que fazem a gloria da sociedad-* moderna
No regulndolo inicial do collegio de Pe
dro II e em todas as alteracSes qoe lhe tem
sido feitas posteriormente, at as exharada*
no decreto n. 44GS do Io de fevereiro do
corrente anno, nenhuma clausula estabalece
exaraes paraos alumnis nao matriculados.
Por tanto, extractos os cursos preparatorios,
s restarSo os externat os aos alumnos que
pretenderem matricular-se dos corsos de
instrucfo superior.
As inS'rncces que baixaram cora o de-
creto n. 4430 de 30 de outubro de 186!),
regulando os exames deque trata o art. i l
d i regolamento annexoao decreto n. 1331 A
de 17 de fevereiro de 1854, referem-se aos
exames das materias de instrac(3o secun-
daria do corte, e o3o nos consta qoe at
agora tenham sido mandadas applrcar s
provincias as suas disposicoes. E' verdade
que de um momento para ouiro pie-se
dar esse laclo ; mas n3o A at esta data
nada se fez a tal respelto, como tambem o
projecto de que nos ocupamos nada con-
signa sobre isto, e deixa por conseq leticia
larga brecha suposico de um monopolio,
qoe nao queremos absolutamente, e que at
cusa-nos crer que se pretenda estabelece .
Por tanto forfa confesar que ainda
nessa "parte o projecto defeituoso e encer-
ra urna lacuon senivel, visto como n8o nos
possivel acreditar que o Sr. ministro do
imperio, alias animado de excellentes inlen-
coes, tivesse em vista cercear a liberdide
do ensino, quando do contario deu provas
no | f d) art. Io do referido projecto.
Em todo caso nos parece que teria sido
mais concentaneo com a boa lgica que, no
mesmo projecto onde se acha consigoada a
extraccSo dos cursos preparatorios, se ti-
vesse determinado o modo como deveriam
prestar exanes das materias da instrucejo
secundiria os alumnos qop, nao estudando
nos externados pblicos, pretendessem ter
um titulo de suas babililaees ou se desli-
nassem aos cursos superiores de instrueco.
Todo isto na hypothese de ser moiifi-
da a clausula 5" do 2o do art. Io do pro-
jecto que discutimos, visto como all se nos
revela (pelo m nos assim que entendemos
essa clausula) que para a admiss3o nos cur-
sos superiores, sera frequencia, basta que o
alumno requeira o oxame vago das materias
dos diversos anuos de qualquer faculdade
da universidade, juntando apenas um docu-
mento que prove ter satisfeto as taxas de
matricula, e sera que mostr ter a idade
conveniente e as habilitaces que al agora
eram requeridas para a matricula as facul-
dades avulsas, o que parece que continuara
ter lugar smente para estas.
No artigo 4o do projecto faculla-se ao go-
verno a creado de estabelecimentos seme-
Inanies ao exiecnato de Pedro II. podando
ser-lnes annexados intrnalos, as provin
chis que tiverem escola* primrrias para um
e outro sexo, pelo mjnos em cada parochia,
e nellas tiverem tomado effectiva a obrigaco
do ensino para a pbpulaco de 7 15
annos de idade, no circulo< descripto das se*
desdas parochias com o raio de um kilo
metr >.
Nea.Din artigo'da constituido lornpu
obrigatoria a instrueco publica ; apenas ni
titulo da dirlnic3o dos direitos civise pol-
ticos dos ci ladJos brasileiros se acha esta-
"belecida que a instrueco publica primaria
ser gratuita.
O acto adicional, onde declara sobre o que
compete s AsserabldS proviaciaes legisla-
ren!, diz no | 2. do art. 10 :
II Sobre rastruceSo publica e estabele-
cimentos particulares promoverla, nao
comprebeadendo as faculdades de' medici-
na, os cursos jurdicos, academias actual-
mente existentes e ostros quaesquer estt-
belecimentos de instruccS que para o fu
turo forem criados por le geral.
Por tanto, competindo s assemblas
provinciaes legislarem s bre instrueco pu
blica primaria estas palavras do art. 4." do
projectotiverem tornado effwtiva a obr
gaco do ensino &imporlam urna insinua-
do no modo de deliberar das assemblas,
que qaizerem lazer suas respectivas pro'
vincias entrar n) goso dos estabelecimant/ ,g
faculta4ww>elo referido art. 4,
Nao sendo obrigatoria pela cqnsttao?k> a
instrueco. publica, compet s'assemblas
provinciaos dtrminarem que o seja ou
nao, conforme eitenderem.
Ora, a ins rueco nrimiria obrigatoria
requer um ceno preparo previo, em cuj >
compato entra o d-rramamento de estabe-
lec mentos appropriados ella de forma
qoe os alumnos obrigados nao tenham
grandes distancias vencerem.
Por tanto a clausula da ob-igaejio da ins
truccao primaria, para as provincias que
quizerem gozar dos beneficios qae 10 pro-
jecto se vajau'-tonsar, importa urna exigen-
cia de sacrificios que os rainguados recor-
sos da raaioria das provincias nao podem
permittir, isto equivale um esse et non
esse.
De mais, nao sendo gratuita a instrueco
publica secundaria ntrenos, se n) eme^
sos excepciones epara um limitadissimo nu-
mero de alumnos, nao vemos razo para
que todas as provincias deix-m de gosar
dos b metidos d'ella era estabellicimenios
bera montados e de curso completo de es-
tudos, como no collegii de I). P dro 2,,
mantidospelo governo, urna vez que da maio
ria d'ellas annualmente sai crescido nume-
ro de alumnos para aquellas onde a ins-
trueco seeunda-ia dala n'esses estabele-
cimentos ou nos seos equivalentes e que
esses alumnos estao no caso de, por sr s,
manterem com as taxas de matricula as
despezas de custeio dos eslabeleeimentos
que n'ellas se crearem.
Aim disso, pois qm a constitualo ga-
ranti a iostruc;o s-cundaria e superior,
cumpre aogoverno promove-la e derrama-
la o mais possivel em beneficio dapopula-
C3o ; e nraguem por certo negar que
ojuitos alumuos, que muta-, inteligencias,
se nao desenvol^em as provincias por falta
de estabelecimentos pu lieos onda ndqni-
ram luzes, visto com i todos os pais nao
licito enviarem seus filaos oatras provin-
cias onde te possam educar conveniente-
mente.
Todas as provincias nao podem com os
seus unicesrecursosmanter estabelecimentos
d instrueco secundaria, como mantera Per-
nambuco o seu Gyoarasio; e, ainda assim,
sabido que n'esses estabeljcurmtos nao se
cot^eretn ututos qoe deera privilegios e di-
reitos aos cidadaos, visto como, se as as
sa mais efficaz, sem contar que o espirito
do cdadi seri- melhpr weparado par a
vida publica pelos exempto bebidos no seio
da familia.
Qaanto instrueco primaria., o seo
quadro as diversas provincias, especial-
meotfc as roaii ailiantadas.comose v d re-
latorw do Sr. ministro do imperio, nada
tem de desanimador ; pel^ contrario ahf se
v que as provincias, tatito como na coz-
te, na proparco dos recurss proprios
cada uma, essa insirucc5o melhorada lo-
dos os das e ippresenta resultados muito
bellos e floresteotes.
S oque Ibe falta ser u'dformisada em
todas; m?s par l irnos caminhaBdo, e
de crer q e o cnselbo superior creado no
art. i" do projecilo, lido na caraira tempo-
raria no da 6 mito auxilie nesse ponto a
obtenco desse dtsideraium.
Este artigo j vii long -, por isto fazemos
ponto aqu, por hoje.
urna grande bauMia enire Meta e
Importantes netleias da Europa
Hontem ao escurecer lundeou uo lamaro o va-
por inglez Oneida, traieido datas de Lisboa al
13 do corrente :
Tenda dado somante a mal s 8 horas e neia
da noute, apenas p Memos hoje publicar as noti-
cias da guerra que se reson assim :.
A historia destes ultirios dias em extre-
mo importante para os futuros destinos da Euro-
pa ; entretanto o laconismo das noticias telegra
phicas, a pnihibicao formalque tem a imprenst
de tratar de objecios que teniam relacao directas
cora os raoviineiitosdosexenitos, deixara-nos oii-
camento para pontos de referencia algnns factos
i-olados e bem condrmadesla par das noticias
mais absurdas o coniradictoriis ; entretanto pro-
curaremos ser os mais II >is narradores dos acn-
tecimentos qoe na actualidade lanto preoecupam o
mundo poltico de ambos os hanisphenos,
No da 2 de agosto houvo^ primeiro encon-
tr entre as tropa* francesas e prussianas, s II
lloras da nianh t a divisa) coninandada palo ge-
neral Proissard, lotnou a offekglva, passou as
Ironteiras eatacon as tropas prkssianas que oc
cupavam as alturas que dotniiva Sarrebruck,
ptquena populacho aberta, nao tonificada: os
prussiauos depois de pequea risistencia retira-
ram, cando os franceses seubores da posicao ; a
escaramuQi terminou i hora taide, tendoa ella
assistido o imperador c o principa imperial,. A9
p-rdas fran:ens foram de n hoaens e as prus-
sianas sao calculadas pelos fraoeets em 250 bo-
mens.
Os franeores coraecaram aservir-se de suas roe-
ir.illr.il. a-, lojfi que louuram posreao pas alto
. logo que tnmaram
ras de S.rr.-wui-fc, fozluodo a I^ODWRn
eb1aTp7ovinefasTe"m o Vh.-eito "afxiv\f2M* f Pf' _z__.-._. .______,. ___ Tr_T_ r, no camnho (L) ferro.
larem sobre instrueco, esse direi o nao
vai ao ponto de poderem nllas conferir t-
tulos scientifico> era estabelecimentos pro
prios provnciaes, urna vez que suas atiri-
buicoes nao cnegam at l, l. porqae a
concesso de ttulos, honras e distHc5es
na> sao de sua attribuico, 2." porque, ha
bilitando esses ttulos' matricula oos
cursos de instrueco saperio-, o mes-
rao titulo representar maior ou menor
instrueco, conforme o arbitrio das assem-
blas provnciaes na designago das mat I-
rias precizas para a sua obtenco, segundo
explica o aviso de 15 de fevereiro de 1844
O amor ciencia e as bellas lettras en
tre nos anda no chegou ao-ponto de se
estudar >:nente para saber; islo urna
dolo'osa verdade. Por tanto mtiora dos
que se dedicara ao3 diversos ramos de co-
nhecimentos humanos, que ellas se pren-
dera, s o fazem com o tira de se habilita-
ren! oceupar car (ios pblicos e posi-
Ces polticas. Por tanto anda os estaoe-
lecimpntos provnciaes de iastrucc secun-
daria nao Ibes p le n bastar, visto como
n'elles nao Ihes podem ser coTeridos os re-
guesitados i alo-.
D'ahi portanto nasce a necessidade de
que o estado seja o mantenedoa d'esses es-
tabelecimentos as provincias, todos regi-
dos pelo mesmo plano, mas de forma que
nao se f *r,a o monopolio, isto de forma
que os alumnos que estudarem fora d'elle
sejam admittidos exames de seus diver-
sos annos em po as fixas, vmdo assim
obter os ttulos de que se mostrarem dig-
nos pelas provas.de capacidade queappre-
sentarem.'
K n conseqieacia achamds que a condic-
Co da obrigaco da instsueco i'rimaria as
provincias nao de*era existir no art. 4 do
projecto de reforma da nstrucoio como
meio para a ac^uisico de estabelecimentos
de instrueco segundaria mantidos pelo
estado, erabora essa obrigaco sea limitada
frequencia das escolias as sedes das pa-
rochias pelos alumnos que residirom no
cisclo* trabado com 1 kilmetro de raio
tendo por centro a sede da respectiva pa-
rochia.
Si iricsnteslavel qae a felicida.de dos
povosest adstricta ao seo estado moral,
e se este depende do srt grao da inslrnc-
co; parece-nos lgico que para a conse-
cuco d'aquella se derrame esta, em todos
os seas graos, coto, profuso sem lhe
cear nenhtlma sor'ie.de embaracos.
Seria excesso 0 e luxo condemoavel crear
aniversidadeso mesmo faculdades aulsas
em todas as or ovinoas; mas crear estabe-
lecimentos das ellas '.una neces^idtde iudeelinayl,
nao s co'jo meio de erguer o nivel da ins-
trueco p ublica. mas tambem como meio
de reg'.arisa-la.
Dtw .ais.com isto ganbaria muito a socie-
da(te orasileira, porqae, n3o sendo es pis
for/ados ase ap.rlarem de seas filhos em
4* de aindi tenra e ames que os lac/'S da
^ .milis Ibes tenham formado o coraelo,
'parafazelos edajjr convenientemente, lon-
ge do lar domesttebe distante d isnas vistas,
o nivel da moral incontestavelmente sabiria
visto como a educaco seria mais cuidado-
E-ta a.^cao c .nsidr-rada nos documentos offl
ciaes frnceles com um reconhecimento off-^nsi
vo no Intuito de >e apossarem da margem esquer-
d i do Sarre. No meio da acca o general Bataille
avanr^on na direcco da via do caminho de ferro.
Uina columna composta de um esquadro deca
vallara e de deas liatilb-'s de iofantaria sob o
command > do coronel de Ferron, varria o terre
no sitn >do e^querda do corpo de operagSes.
A annu at vista do Sarre, em frente de Ger-
swoiler. Um destacamento do corpo do general
B.iz lino reconheceu a pojico do inimigo entre
Sarrel mis at 1,200 metros em frente de Verden.
O resultado duste combate devia ser, privar o
prussianos das suas communiracoes por via fr-
rea entre Troves e Neunkirc.en.
No dia 4, segundo diiem es francezef, tres reg
mentos e urna brigada de cavallaria ligeira firam
atacados i W'issernbourg, por forcas eonsidera-
veis, retirando.se depois sobre a colimas de Pige-
onnier onde Cimuc^,a linha de.Biiche. Ficou mur-
i o general Uonai: cahio una peca em peder dos
prueshnos. O aiareehal Mac Mahon com o sen
corpo de exercito ix:cupa urna frie posicao. As
tr<>pas francezas que tomaram parte na x5;o fo-
ram 7 a 8 mil bnoeus, e apesar da sua interiori
dade numrica, eooseguiram resistir durante mui-
tas h i.-as, cera admiravel herosmo, e quando ti-
veram de retirar, as p t las do inimigo haviam
sido to considera veis, que u> ousaram perse-
gu I-os.
Vejamos agora o modo porque o re da Prassia
participa ranilla o mesmo aconlecimento :
c a presen;i de Frederico se alcancou urna
brilhante victoria, mas sanguinotonta, sendo assal-
tao Wissemboorg e o monte Geisberg. Gomba-
teram dius eorpos prussianos e um bavaro. O*
fraocezes em fuga, cinco mil prisionetrot Uksos
urna pe(,a, e um acampamento em nosso poder.
O general Donai m >rio O general allemao kir-
back ferido. o ""'u regiment leve grandes per-
das.
Gomo esle movimenlo, qnando os fraocetes se-
ohores de Sarrebruck, era territorio prussiauo, se
fdstejavam pela sua victoria e planeavam a sua
marcha pelo lerrUorio prussiano ?
(i grosso du exercilo francez acbava-so em Helz
e Thionville, pravas fortes da trootirtt fraoceza, e
a guarda.avaj-aaa, firmada pela divisao do gene
ral Froissard, acaupivj as aliaras de Sarre-
bruck.
As orca; allemao estavam na, outra margem do
Sarre, e entre Sarrebruck e Sarrelouis, acampava
o principe- mal da Prussia com om exercilo com-
posio de bavaros, badentes, wurtemburgeses, e
prusiaaos ; o principe Garlos com as rao I ores
trepis oceupava Tives e seus ai redores.
O caminho de ferro de Bruxellas Franca por
Met, entronca no Luxerabourgo com o de Lu-
dia, bifurcanJo este at Trves segu logo por
Vitohen e Mersig al Iftmborg, deixand di
reita Sarrelouis, e Sarrebraek para continuar
ate Tripsladt; por outra parte nm novo ramal
para Wiaserabourg na esquerda do Rheno.
Pareen dos, que o principe real da Prussia,
illuduido as evancadas rancezas de Sarrebruck,
oa desprsMndo-a>) as deixou as suas posicSes
o empr. henden ura grandsi e rpido movimento
estratgico, mettendo-se com as suas tropas em
Sarrelou is ellomborg, no caminho de ferro, e de
Tripsladt caba sobre Wissembourg e tomara a
praca.
No dia 6 diviso franceza de Froissard foi tor-
eada a retirar de Srrrebruck e Forbaek ; For-
back foi incendiada.
As forjas eommandadas por Mac-Mahon foram
batidas e derrotadas em Reicbsoffen, e depois em
Woerlh oom perd-as cooside/aveis.
Os fraocezes abandonaram Strasburgo.
0; prusianos iovadiram a Frane* por toda
a linha da fronteira.
A tentativa feita pelos francezes para retomar
Wissembourg foi repeliida.
O exerete prussiano conoenira-M no. Sarre,
acnan-se o quarlel general do rei da prussia
em Kaiaerslautern.
O general Razaine tomou o commando em
ebefe das tropas reunidas em Metz.
O general Ueeamp foi nomeado chefe do ter-
cairo corpo.
Mac-Mahoa tomou a'eoneentrar-sp em torno
de Nancy oom a malor parte do sea exeretto.
d general repablicaoo Changamier apresenion -se
no acaprnpamento francez para combatter como
soldada, foi perfeitamente recebido pelo rmperador,
e ficou ligado ao- exercito comomajor general
No da 9 bou*: un recnnhecimimto feilo | or
nm f squadrao de hnlano sofcre a frente do exer-
cito de Btaaine, fov repelWo por om esquadro de
hussards.
Espera- s
Ntncy.
A primera derrota do exercito francez produzio
as regidas aivernanventaes un grande panicoi
O Jornal Qflkial pabhca u segante grito- de
alarma; quasdo o governo de um paiz em guer-
ra con outro appella para-taes meio. ponpte o
inimigo ameafa seriamente a> patria e esta senie
v ciliar todas ae esperanzas e probabilidades de
salva cao.
A bnguagera da folha offlcial do govwno fran-
cez reio desvanecer toda: as esperaocaj de que- a
Franca se possa-reteraperar com aleara grande
espaco patritico- das pendas de Wissembnrgv,
Sarrebruck Reicbsoffen e de Woeilh ; afalta da
cooflanfi, o terror, a o desaliento queo-goverm
francez musir sao-notaveis.
Eis o citado bolletim :
Ha na vida dos-povos horas solemnes e deci-
sivas, en> qne Deus Ibes d occasiao de mnaararem
o que soe o que podem. Ctegou essa hora para
a Franca.
Tem-se dito alguraas vezes que a nossa gran-
de naco, intrpida ijnando a victoria corda os
seus esforjos, dilllcilmente supporta> os reve-
zos. Desmenle esta calumnia o que s est pau-
sando na n Nao e de desanima a attitude do povo, de
raiva, raiva palrftica e sublime contra os vaso-
res da Franca, os qoaes ho de schar aqu a se*
pul tura. Todos os fraocezes, pensando nos-en
antepassalos' e nos seus descendentes, vio levan-
lar-se corao um s hornera. Por traz delles ba
scalos e seculos de gloria; era frente o futuro,
que o seu herosmo deve tornar poderoso e li-
vre. Jamis paiz algum esteve mais bem armado-
de espirito, de dedieacio e de sacrinoio; jamis
mostrou com maior magestade e grandesa o vigor
e altivez do carcter nacional, Grila com-eolhu-
siasmo A p todos I s armas Vencer ou
morrer, eis aqoi a sna divisa.
Em quanio os nossos soldados defendem he-
roicamenle o sle patrio, inqnieU-se justamente a
Europa com as victorias da Prussia. Ignora-se
al onde ira a ambicio dessa insaciavel potencia,
se um triuropho defiaitivo a viesse sobreexcitar.
< E' lei invariavel da historia, que lido os
poros qae, por meio de exagerada coboa perlur-
tum o equilibrio geral, promovera reaego contra
as suas victorias e vjltam contra si todos os-ou-
tros povos. Semelhanle verdade nao pede deixar
de ser provada pelos factos mais esta vez.
Quem tari inleresse em ver resuscitado o
imperio allerae? auera desejwr vr convertido*
em lagos prussnaaos os mares do Norte e do Bal
lico? ASnecia, a Noruega, a Dinamarca, que
ieriam anniquilladas pela Prussia tnumphan
le' A Kussia. uns mieressada que nenhuma
outra notencia era salvar o eiuilrbrio d noria das
ambirSeg gcrmaoieasr A Inglaterra, opposta, na
qual.dattc de grande potencia nmriHmn 4a psn
lectora da Dinamari*, aos progre*sos da marraba
prussiana? A Hollarda, amelada j pelas intri-
gas audaciosas de Bismarl?
t Relativamente Austria, a restauracio do im-
perio germnico em proveito da casa de Hnhea-
zoll-rn era golpe faia is-sirao nao s contra a dynas-
lia II ip-burgo, mas igualmente contra a existen-
cia da monarchia au-tro-hungar-a. A Prussia ha
de cerlamente fazer promessa* ao gabinete de Vi-
enna ; mas qae crdito se ha de dar s palavras
de Bismark ? e ha ver-por acao garanta que se-
ja mais forte que os l.sco* pelos quaes a Prussia
>e acha ligada confederacao germanica> e que a
Prussia, com meuos-preso do lodo* os seus deve-
re e obrigaedas, espedacou violantaraente ?
Para a Italia nao seria menos funesto que
par a A-islria o definitivo triampho de Hohen-
zoliorn. Ura imperio germnico havia do exigir
costas por todo o preco : laoto havia de pre-
citar do sal como di norte, ttivia de querer o-
neza e Tri>sle, cora quiz ki-'l e havia de querer
Amsterdara. Ficaria coinpmmetlida a regenera-
co da Italia.
Appellamos cluios de conflanca p^ra a sabe-
doria dos guvernos a dos povos, para arrancarem
a Europa ao despotismo pru-siano, para aos aju-
darem, quer seja por meio de alliancas, quer seja
pir raeios de syrapatbias, a salvar o equilibrio eu-
ropeu.
i) Temos j razes para indicar alguns svmpto-
mas b mi-.
A Inglaterra completamente satisfeila com as
nos iiva nenie a neutial dada belga, cobre a. nossa
fronteira do norte e moslra-se disposla a defende-
la do lado da Blgica, se a Prussia quizesse vila-
la. E' emineniemente patritica a attitude-da Sue-
cia, Noruega e Dinamarca. O imperad>r da Bus-
sia honra o nosso erabaixador cm particularissi-
ma benevolencia, e a linguaea dos orgaos mais
aulorisados da imprensa russa desfavoravel
causa prussiana. Aqaelles uo jornaes vienoeu-
ses que primeiro revelaram timidamoote corlas
sympathias por Bismark sao obrigados a ceder
pressa-i da opinio publica, e servem-se de I i agua-
gara Conforme com os verdadeiros intere*es da
Austria. Tbstemonb.mno9 disposicoes cada vez
mais salisatorias o i operador de Austria, o re
da Italia, e os seas governo. Armam-se activa-
monte tanto a Austria como a liaba- Era Vienna
e e.n Peslh os ministros obedecen ao pensanieulo
rommum, aptoxiwa*w o nviroento en que a
Prussia enconlrar deste lado serios e graviss*mo
embaracos.
* Nao ser menos activa qne o exercilo aaossa
diplomacia. A Franca faz um esforc supremo e
lera confian?a. Esia a altura de todos os peri-
gos o nosso' patriotismo. Quanlo mais graves
forem as circumstancias, mais energa lera a na-
ci. Cessam todas .as dsencoes. A imprens
franceza expressa as ideas mai> patriticas e mais
oobros. O concurso do senado e do erpo legisla-
livo vae prestar nova forca as nossas tropas. A
Franca de 1870. mostrar aos povo da Europa
que nao degeneramos. >
Os ministros fizaram _afixar em lodos os lu
garas a seguinte proclamacio ao povo.
Francezes! dissemo^ toda a verdade. Agora
perlence-vos cumprir o vosso dever. Que .ura
mesmo grito saia de lodos os paitos de um extre-
mo ao outro da Franca. Que o povo inteiro se
levante exaltado e dedicado. Para sustentar um
Sranda camba soecumbiram ao numero alguns
os nossos regimentos.
O nosso exercito nao foi vencido; o mesmo sopro
deintrepidez o anima sempre. SusJentemo-lo. A au-
dacia raonraenlaneamente ?aliz oppoohamos a tena-
cidade qne doma o proprio destioo. Concentremos
os nossos esforcos e que os nossos invasores venhara
embaterde encontr aoentriQcheiramenio de pei-
tes humanos. Gomo em 1792 e como em Se-
bastopol sejam os nosos revezos o ensinamento das
nossas victorias. Seria um crime duvidar urajins-
lante da sa|va?ao da patria e sobretudo nao con
tribuir para ella. _,
Eia pois I E vos habitantes, do centro do norte
e do meio dia, sobre quem nio peaam os horro-
res da guerra, eorrei com um,impelo unnime
era auxilio de vosso irmios do oriente. Que a
Franca unida as victorias, fraternise aindamis
as provaedes, e Deas abencoe as nossa armas.
Depois d'asu proclamafo o gabinete em oonw-
lito de ministros,^ decreta o estado de sitio em Pa-
rs ; a convocaco dos coraos legislativos para >
dia seguinte 8 d agosto ; sic chamados a formar
a guarda uacional lodosos cidadaos vallidos d ;o
a 40 annos. O governo qaer pedir s camaru-
um reerutameUi forrado de trejmtm mil homei.-;
os trabalhos da fortrlcacoes na eapial activam >
sera descanso.
Qinl o efTeito- d'estas olicias entre o povo ?
No dia 8 s dnas horas da larde vlam^se eheias
de povo a prac da Bofca e as principae ras da
capital. A ban eir tricolor tremulawa- nos eete-
belecimentos pblicos, is casas partiealares, as
fojas, cafs, Iheatro, e at nos mnibus e carrua-
ges de alugnel. Ein leda a parte seouvia can-
lar a Marselfteza ; os ropos desfllavanrem direr
cues diversas, e appareceadtt em toda aparmeon
baodeiras e agitando os leocw e chapeos: Per toda
a parte segniava livremente-:Viva a Franca I
Viva o exerete-vencedor r
Corra o boato que- se bava recebido om tele-
gramma dando eonla > ama grande vieron al-
cancada pelo eaerciin franepi do commando de
Mac-Sfehon, sobre os prusianos, tendo-Uir frito 25
mil priwnneiros entre os quae se centava o-prin-
cipe Frederico Carlos.
Debatde Iralava a pcflcia de- estabelwer a nr-
dem declarando que o governo nao havia receid*
despacho algum do quarlel'general, t que portan-
Mtal boato era falso.
8'jube-se depois qoe o- lelegramma daladr de-
Londres e i^oe circuwva de-roo em mao era WIm..
a que era manejo nos JAgadores-da btdsa. O povo-
vendo qoe- havia silo victima-d6 omaespecolafa,.
encheuse de- lurer, c'.iegaado a> accommetler al-
goos individuos conhi'cidos como espeeoladotes d*
bolsa.
S nnite ebegaram' telegrarama nwilo urgen-
tes, e foi neeessario i^ acordar a mperatriz para.
Ih'os entregar.
Pde-secaknlar quslfoio efleito-qoe prodnzHv
na populacao de Paris a Iris nottela que vinte.
conlrabalaneaF as alegrase festejas da manhsa.
A impsratriz regressoo P.iris logo na m...1rn
gada segainte, e dirigie a> pavo a seguinte pr.
clarajijao :
O principio da gae?ra nao nis- Rii fovoravel
c As nossas armas sofTraram urn-rev. ,Sejamo-
< firmes na adversidad* apressemo- nos a ob-
tar i ella. Qie nao Wja entre ne-seniio ni::-
partidoo da Franca ; que nio naja seoao nma
baadeiraa da honra ajionsUt
Eu estou entre vos fiel mn'ia misfio e an- -
meu dever, e ver-me-hai* a priineir* no peng-
o defendsodc- a bandeira da Franca. Covido lo-
dos "os boos cidadaos <|ue maolenham a or-
t dem ; o qua a alterar seja nesso-miinigo. f
Eugenio.
povo pede arma? eora o mator aothusia>-
mo, e quer ir vtngar a derrota de exereilo fran-
cez. Coohnoava a agitar;
Qual o effeito desta tristes neticia no cor-
po legislativo ?
Na vespera da abertura da caranre rearoram se
os deputados da esquerda, querend; pedir a prw-
c lama ojio da repblica. Aftendttt-se ()ne l*w
Serta pooco- patrtntico, c me devian tafierar-O *r'
suljado da priraeira grande-bata Ib.
rto din ifiimli>-.e o nafpn tegi.iimHv, < pfe'i
dente do cooseHw de ministros, c- Sr. Otwier; leu
urna coraluuoicacao em que o governo da que a
imperatriz regente nao fio.** querido esperar, pa-
ra reunir a cmaras, qne a situacio sMivesse
cempromenida :
Nio.fomos vencidos, a maior parte do exer-
cito nao eomeateu. E' gara dar a viciara, que
pedimos o recrulamento em raas.-a. Paria a-
cna-se em estado de stte e pode-susieo'ar um
: largo sitio. Os Prussianos esperam aproveilar
as nossas disseneoes intestinas. Bita esperanca
< ha de ser engaada,
f Se a erdera for alterada, usaiemos- dlis pode-
res que nos confere tst, por leso qo a orden:
-a sal vacio. >
O mioislro Olivier accrescentso, pana respon-
der s ioterropedes da esqoerda, que seria um
mai para a patria perder ora minuto em questiie
pessoae*; que podem acamnular oensma contra
os mioi*ro*, mas que se guarda-o srieMio, e st>-
defandam e vr4em as medidas proposlae. Pedeux.
cmara que mes consenre aA'onfianca, mas quc.
s-> oulns ramistros podem melfter otar aos a-
coolecirtentos, qoe se apresentera, ma mimedia-
taraente, pornue na actaalidade- nio podem bawr
demoras.
O Sr. Dumoolin proper em ame de muitos di-
putados, qu.) a presidenta dosminislro6 fossae:
tregua ao Sr. Trocho.
O corpo legislativo adopten a urgencia sobro
todos os projectos apresentados- pelo governo.
Julio Favre pedio o armamento nmediat e a
organisacao completa da guarda nacional de Rtx
e de(>ortameotos, sob a-base da.lei de 1831 ;altn-
buio os chafes soflridis impericia absoluta d>*
commandaote em chefe, pedio por eonsequenciA
que o irnperador abandone- aquelfo comraacdiv
tomando o eorpo legislativo a direccao d*> *-
gocios do- paiz.
Agitacae indiscripvel. A esqoerda ap^laudi,
a direita prtestou.
Gassagnac disse que emelhaate mogia nm
comeco de revolugao. (Tamulto e agita jaut)
Picard pedio qpe os rsgimeoios que aataVa ac-
taalroeote era Paris sejam mandados para a fron
teira. Disse que se se raeusant aririas : popula-
cao de Paris, elladevflr procora-las p-ia todos us
meios possiveis. Pedio tambem a mudanza do
ministerio.
Jeronymo David, que assistio ao combate d >
Wissembourg, disses. os nossos soldados n^< '
t onvissem, clamariaro:deixai-vos de dissence-
intestinas conservai eonfi^oca noesercit", p i
c que toda a Franca est atraz d'ella
Ferry gritn, ameacando o ministerio:A e.-Ai
t hora metralha-se Paris.
Keratry pedio a abdicacao do imperador. I-oi
chamado a' ordem.
Encerroorse tamalruariameote a discutan, sus-
penden se a sessio.
Mais de 20:000 mil pessoas se acbavam as im-
raediacSes di corpo legislativo. A tropa foaeva-
cuar a pra;a havendn conflicte entre a tropa c o
povo qoe grilavatii'ra a repuMica.
Tornou a abrir-se a sess5o pelas 3 hor:^
da tarde. 0- presidente do consellio de mi-
nistros, declarou que em presenca da ma-
nifesiacao da cmara contra o ministerio, t'st
havia presentado a sua demisslo, sendo
encarregado o conde Peliko da f.>rmaca'>
de novo gabinete.
0 Sr. Olivier declarou queapoiar o novia
gabinete, com 03 seus amigos poltico.
Foram approvados todas as proposias
entre as quaes se comprebende o recrula
ment immediato de tresentos mil bomen*
de tropa de linha, e o armamento, geral -d*
paiz.
9 antigo ministro- dos negocios estrangei-
ros, duque de Grammont foi vivamente cen-
surado por alguns deputados, chegando, a
ser accommettido por om dejies. Intervie-
ram vanos membros da cmara.
Consta, qae houve em Paris nma grande
uynifestacao republican* tendo bavido ogo
,
1*



Divio do Pinambuoo Sabba lo 27 de Agjalo de 1870.
***
r***
entro a tropa e o povo, de que resollaram
ortos e feridos.
Apres'JBtoa-se na cmara o novo gabinete
qe (ion assim coostilnidot -condedo Mi-
kaoguerra, o presidencia ; Chevreaa, in-
terior ;Mftgne linaoc.asj Duveerooi, cora-
mercio;Rigault, mariaba ;David, obras
publicas; D'Auvdflpe, estraageiros : *-
on, conselho de estado -.Graridprret jns-
lica;Brane, nstruecSo publica.
O nova ministerio e formado todo dos
panid-rios do poder p*toal. o poponse-
^aeocia da ordnoi du coasas anteriores ao
MWItMS conmltns. ,
Forcaile da la Roqoelto leu o reiatono
da commissio enea-regada du ftXrtninar o
pr itctos e propostas apresentadas peto go-
verno. Foi Acctaita ama emenda de Keratry
para chsmar o% soldados que teera baixa.
A o umissa prope alm di.-so chamar
todos os cidados nia casados de 25 a 3
annos, para fazercm parte do exercito e ele-
var o crdito para soccorrer as familias
da gurda mov.l de 4 a 20 milhes. Ter-
mina cora parases calorosas sabr a umo
dos partidos que foram unnimemente -tp-
pla'ididas. Propoe um vol de agradeci-
tneato ao exercito declarando-o btnemro
4a patria. (Tripla salva da applausos un-
nimes.)
O parlamento dsciiio qua o presidente
transtnittisse es voio ao exerdb.
O projeet foi approvadopornanimidade.
Os mbakvdxsres da Ressia, Inglaterra e
Anstiia, em Pars n5o cessam de trabathar
par locilisir a guerra a conseguir a reo i
o de u na c*nfereii;ia logu que baja um
eito de armas importante. Varees qo a
eouferenci t sa rettfjira em Bmx-illas.
O Wrtrz'.iltUHj diz que o imperador]
Nap)l; i screveii urna carta aulographa ao
imperador d'Austria, corntiunicando-lbe as
propostas qne" ultimamen'e fez ao ri Gui-
Ihermt". para ultimar pacificamente o actual
ttmflicio. Ascoidi^Ses sao : deowc das
fiHtiricacees de-K dem ia Dinamarca do iistricto septentrio-
nal Jo Schleswig a compl 4 tvclalo de r'rat'a. No caso de qae a
rVussia responda n-^al amento o princip-1
LatoHr d'Auvergne pedir abertamenie
residenciada provi: rente, fot
mineado ool'.ectar das rendas mu
niciplo de Itarab, o das rendas lenes Antonio
Gtancalves de Oliveira.
AMNOS Este vapor da comptnhia bf asileira,
que se espera* boje dos portas do nerte do raneio,
sabe rfoje mesm para os do sal, tirando a mala
M corroio tanl.
CIDADE DE OLIND \. l\emete*-nnj o se-
grate, je'lindo sua publlcacio :
Austria a sua liaQ$a, e'tuo xara as-con-
dives evntu^s.
fe ultima toora fe-nos ttosso corres-
pond at- de Lisboa :
Hnwve despadto de Londres de qne ffl
fuios continua! a smir, barxando o i> mo
o riiew da aiprrtximacSe h paz, isto de
qn.i \ guefra N mita da as d's na?5es Prns-
si^ e tranca ici um termo rpido e de-
cisivo.
Neo hoovr" nda a toatalha qie -se espe-
rava as proximidades d'Mtz porque ron.
-vas tnrr>neiae'< a interr--imperara.
i) Jornal do Gmmercio ultima hora
publiiti o segomte acercado >pje-convem
esperar minuciosidades :
Sabemos que so retbwiem Lisboa om
lelfgramma particular em Madrid, dizendo
pouo mais amenos :
Ratalna em Nocy; 9000 prussianos e
70(>0 fraacMea ftka de combate. France-
tt derrota cor. pleta.
Dnvidamos anda.
< Sibemos tambem que nma casa com-
oHval rec^eriea boje ie.legrammas, noli-
tifindu grande agitarn em Lnuitres.
< Ouwmos qup g.'.irnK luanife i^roo popular r publicana.
O r da 'ljica ibrio NO .lia 8 do correutn
>'> \".-'i irinurrOias '.an.ir.is Batas. |iro-
nui:"'an l.i > agnate alscars :
fjgiilireti".' $$ piHOeiK'i em 40an tennttttl-
vn'.'i. exircios xaliim uo dosn. C'tra'.-:< u
sfitii-iitn Al patria eoiamu h, eslava itpaciente
por vve a reoreiieeiaca'nacional Piuuida em tor-
no !< roiin.
- Hipen (\i\c o a^ite A\ guerra nao ha le en-
aansH^aiar o nosao *>lu : que a Blgica inoffeo-i
vatn'nev la ;-.ini todo, nu> *er invitada umi
n^niradaJe que Ihe M imp >ia e garantida por"
: la una das fcineo grandes potenctas da Eu-
ropa.
O imperador dos fran^eze* es^reveu-noe que
a sna intenflb finiwl, pelo que respaila aos ,^eus
di'v.'.re in'.ernai'inaaes 'le respeitar a neutfalida-
de da Bolgica. Sita magestade imperial mapifesU-
ttie me-m 1 lent|W o de*ej> que teralie ser cm
llrmnla a opinia oque profeseaj de qu* a Blgica
h por todas os medios que estejam a sen al-
eaih'p.
l'rmpraz-ine alQrmar na luinlia resposta que
o imperador nao so haia engaad. acerca das
y.issas intenciii's. O governo d>* S. M. o ~ivi da
Prussie pressase igualmente a as-egurar-rae por
esrrtat>i iy.\c, a neutralidade balsa ser respeitada
i'ni'i'Kwt.) a nutra poiencia a nao violar.
Entre os testeraanhos de benevolencia que
trabo recebido das potencias estrangeiras, compra-
10-ine do mencionar como urna grad- de "que
parte-ini o patt ihleiro, a olieitude do goveme
de S. M. a rainha da Graa Bretanha, pelos intere<-
sm da oaeinnalidade belga, e o generoso apoio que
e*H sentimeoios teoa encontrado no parlamento e
na oiniiri publica em Inglaterra.
E Blgica pela saa parle, na poajpaogtie Ihe
ere<>fl o direito internacional na 1 desennhecer
nuil o qne deve a si nv-::i.>, e sabert conveneer
encinto a guerra na sua conseienciosa neutralida
il>* o carcter legal e sincero que empre se esfor-
cou em dar as sas retacees durante ^1 paz.
Xa conformidade dos desejos dos loes/nos'bel-
ligerantes estar' prompta a defender-se cora todo
o ardor do sea patriotismo, e com todos os recur
os que possa tirar nma naci da energa da sna:
vonlale. O meu gnveroo ja' tomou, debaixo da
-sua reponsabiHdade, as medidas que reclamavam
as circumstaacias, e que as duas catnaras nao
defecaran) de approvar.
' N> rneio das preoccopacoes que tan natural
mente domioam os 'nossos ospiritos, 'governo voi
sulimettor nicamente durante a yostz s-ssii 1
extraordinaria ^ gns proj^ctos de loi de ca'ac
ter urgente, cuja adopco nao eveaddlar-se. A
Blgica, ^enhor^g, Ji"pasaoa por mais de urna
pro va sOTiellnnte ; mas nenhiuna. leve a,gravida-
de da que atravpssa boje. Pela >sua prudencia, a
p.'l is seas leaes shtimetos e pelo seu,Arma par
uiotisrno, saber ausira--se digia de si msmai
diana da estima ^Ue nSrf concede ai as Vintragaa,
c^es, digna pela prospertdade que' lb tera Msej
nradi a< -uas in^titiQues livres.
t O povo belga tem a prolnnda canviccao do *f?
direito, conbece valor dos neneBcios qoe taofe-
litoteate ad piirio ha uarenta anno-, e'tjae po-sue
tao honro'amnte. Est lon^e de es'jueter qne (
que tem de cODserv'ar' boje em dia o bem estaij,
a bberdade, a honra e a pwpria exiilaaea da paj
aria. Ante Urna causa tan sagrada, todos os*corar
<$-* belgas se nnirio pira fcuttprW essi devere^.
O pnv > e o re nao torio aoaca BMio urna alma,
e mu grite :Viv ar Balgka iadependento 1 Deoi<
vete por ella t proteja os seus dtreitos!
la nao f)linda deoatr'ora, retirada do no-
viuipnto e dasTjaixdesdas grandes eidades, maia
resuscita la das velhas glorias pernambucana, qne
tocada pela forca irresi>tivel do progretso exige no
vos oleineutns para a confrtabilidade dos seus
admirados hospedes.
A magnifica via-ferrea li,ando as duat eida-
des plantn a neoaiwMade dos toari^tas oaeontra-
rflm commodo< e distraccJJes aos seus iasciVeis
pretores de locomoco, e de viagena.
Para sati^fazfr essas inevtiaveis exigeneia*sa,
acha preparado com* asseio e rer.ursns-Becessrlos
um grande hotel a ra dw S. Bento, qae o prin
cipal da biswrica cidade, o onde o re-peitavel pu-
blico encontrara ludo, qno conservando a preciosa
saude da p/ssoa. a faca apreciar o passeio contera-
planto os grandiosos panoramas da atureaame-
ricana, e sembr com licito e bem aceito proveit-
do prnprieno do aiesnio betel.
O ediRcio 6 vasto oITarece sob alugueis cora-
MtiSMntea pira residirom a< pessoas, que pre-
tendam pansara. forg.i do ver*, m-ta amena ci-
ade, cajos baotis nis aguasd.> attantico tora mi-
lagrosamente transformado csvelhos em vigonsos
tristSes, o dando ao bello-scxo o previlgio da pe-
renne mo-iilade.
AGSNTC C3S5ULAI\. Inrormam-nos pedino
saa pablicatjao, que foi noroendo ageate consular
portugus em o termo de Serinhem o subdita da
mesma naca o Sr. Jaeintho Soares de Meneies.
SS. AA. PERIAES.Provavelneme amaahaa
locain'esta norto o paaa^to glet do sul. m
cujo bordo de.vem virSS. AA. o Sr. conde d'Eu
saa augusta consorte, coa destino Europa.
CALCA1EXTO la t va t seguramonte cinco
moxes dVbnis que foi rarlwada a rna dxs-Cfnco-
Ponta peta empresa de esgot 1 da eidade e reca
cala a dita rua.e o respectivo calcamento c<*ntinua
m lis alto na parte uovamente feita. Amia nao
ser teatpo bastante para torera abatido as trras
e para refaier-s esse calcamento t ZWeaa Pa
duauL
UECEPfAO DE SS. AA. O programma desla
soletunida.to .m assim aderado :
Apenas a fortaleza do Brnm deslioguir o vapor,
dar ires tiros, com Intervallos.
Usa hora dep >is reunir-se-bio no palacio da
presidencia os convidados e mis pessna* que fo-
rera assistir a rece^;o; 0- quaes segairo d abi
para a rampa do c*< 22 de X uembro logo pi
se ouvir a salva aamiuCiadora de tertundeado o
vapor.
Se SS. AA. 9alterem, ser icado na torre do ar
seal do uiarinia c no telegrapho, um galhardeje
eacarnado ; se so saitar S. A. o Sr. c.inde oBtt,
serlo .cados dous gIttt'rdwes ara encarnado eou-
tro azul ; se, poMm, for smeble ira) 1 o galhar-
dete azui, noubum dos pi ncipe< vira trra.
Todas as pe-M>as dvcentcineote vestidas, que
fUizerem ir bordo do paquete niglez, i8m de
ac>mpauhar a galeota imperial, sera recebtdaa
tjordo dos vaporea que para ali se dirig. 5o, mfeia
boradepois dos 4fes tiros da fortaleza. Os vapo-
ras estao Tundeados defronte do edilicio da As-
sociacao Cimioercial.
MEXDIGIDABE.Lis novo apparece na cidade
a praga do? meadigas a traco11no.1d.1r ts traosttmi-
les eotn seu- pedidos, e dar esue*taoulo de falta de
cndale da part- d&qutlies a quem lueumue velar
p.ir esse ramo da pulici,a. Chaummas para esse
abuso a attencM da autonJalo xiiapctoVile.
RA BE S. WIWE.Crntinua a nitiiher douda,
que noticiamos-habitar na escadule um sobrado
de dous an.laree nesta ra, a eucomnodur os vi-i-
uhos com insolencias t obscenidades ; t.ao leudo
-ido ao menos segundo aos tfurinaui, procorBoa
pela autoridad-1 c.inpeteiiie. Nao poder a Sini.i
Casa Misericordia MMettar mais u.na lotica,
011 ser e^!^ previlegiada, e.'la de juo tratamos /
Dicant Pdduuni.
CONVITE.Sao convidados todos os bahi.ino
re-identes nesta capital a enmpareeerem a ama
reumo qaetor lugar domingo 2< do crreme as
6 horas da tarde, em ca>a du Sr. Dr. Pdro de
AlhaVde Lobo boscoso.
BA DE VAUCILIO DAS. Podem-nn.-f que
chamem s a atiene o de quem compete para tarto
morador desla ra. upe entente fazer despejo de
a*;Ua3 i/ulria^a -1-, vroda bnjit., crrvn grttrr- dr-
trnnepio publico. ...,
THEATRO DE SAXT ) ANTOXI .A'a quina
('.ira deu a cotnpaiiliia frauceza u seu seguudo es-
pectculo, agradando os ai listas e;u gtral pelq
Uora desenipe ,h dos trabalhos. Hoje sobe a are-
,;.i um espectculo variado, novo em grande parte.
LOTERA.A que se acha a venda a 458a
ttenellciu .la Santa Casa de Misericordia, a qual
curre no di 1 2.
PASStGEIROS.Vindos da Europa no vapor
inglez Oiieiii :
Chresiopcer B Lae, Luis Sand, Eduen C. Vleel,
Hdaugler Thereza F'lZgerald, Angneto Ost de
Abren, Vctor Ernilie'Boriip, Wilham Cleugh, Joh
Ha Amb-rg Antonio Jos FerreiraMonleiro, LmzMi
noel B zzan 1, Leonardo de B. Ct-da,. Alfredo da
Silva Mchalo, Antonio da Silva Carvalho,-Manuel
Jop Fernandes.Jialvador Jos Ferrelrd GuunarVs,
Rodrigo de S Pereira 1I0 Lago, Antonio Pinto da
Ctinha Coutinb J t Gunja'ves Gaspar, Vicenzn
Florenzano, Joaiiquim Pedro dos Santos Figaeira
Victorino Jos Pereira de Abren, Jos de Souza
Felippal e i' para os portis do >ul.
de tea caixeiro CandWo Francellino de Miranda
Forjaz.Remstrese.
De Antonio MuoU Machado, averbavo uo sen-
tido de ter ttansferido d.trapiche alfandegado
Manlalo-^para o deBrboza ao seu eaixei-
bo Jaaaario Jos da Cosu.-Como re
Do mesa*, para sa dar baixa no registro da
nnwa^ao de s-u* ex-eaixeiros Casimiro F'
Ferraz Jnior e Jos Monteiro Torres de Gaitro
Como requer.
DoDr. Bento Jos- da Costa, o^iatro da norata
ao de sjus caiaetro Pedra Lucia Rodrigues a
1*1 Baptisu Herbstar,rtefatr
De Nogueira & Ftlho, i dora ia de seu eaixeiro
Adrio Jos Marrins de OBvetra.-lamitisada a
estamplrea na forma da le, vrtife.
De Joaqaim da Silva GjMta, idera da da seas
eaixeiroswoo Jos Lopes e Herahno Gomes de
Freita* SilvaRegistre
D Ptancisco Forreira da Sira, cartidao de es-
tar ou na* registrada a noraeacao de seu caixeiro
\li|iio Ferreira Anames.CtriiSque-se.
Da Gempaabia Alian; de Segaros marilimos
mosiraado cura os documentos, ora juntos, ter sa-
l fctUi a exiganwa fiscal.V^Jte ao Sr. lUietnbar-
gadortlscal.
De Vicente Ferreira Xuaes de Paala e Jos
Frairisco Codfho da Paz, aHegande aahar-se cum-
prin o dispoia ao decreto u. 4,503 uora relaja<
ao seu distrito social, conforme Ibes toi declarado
pda repanirjai eempeltat.Nao-tem Higar urna
vez que a copia do contrato junto neo tem a mes
a date- que este.
De Joan Antonio dos Santos, submeitendo a re-
gistro a nome.icjio de-sea caixeiro Mano:-* Antonio
dos Santos.Rdgisire-se.
De Jos Jaeintho de Garvalno, cerUdaode estar
ou nao registrada a nomeaeo de sen caixeiro
Jos Jeaquim de'ant'Auna Lobo.CeriiHque-se.
Xa la mais havendose subaiettido denpach 1.
a .Expi. Sr. pre-idente eocarruu a sessao pelas it
boras o meia do lia.
CHRONICA JUDirURI.l.
rniii- v\j. ou cojiukrciu
kGTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE i DE
AGOSTO DE 1870.
HKSIDEI.T.IA DO BKH. Sl\. DBSBMBARCADOR ANSELMO
FRANCISCO PERTTL
s 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu
tados Rsa, Br.'-ti o baro de Cratn?y, faltando
com particlpacj o Sr. de.iutado Miranda Leal, s>.
Exc. o Sr. presidente declaroo aberta a ss*o.
Lida approvada a acta da seasaoile 22.
BXPEDIWTB.
1 Belattiri* do ministerio do negodo da agrical-
lura, eoniBBerto e'obras--publicas, eoviadjpela
respectiva secretaria.Ao archivo.
Offlcio do conservador do comraereio de Ma-
eei, informando o Teqoerimento que o acampa-
aba, do oorretor Guiihenne Garren, pedindo utn
aun 1 do prorogaco da laeenr t qoe obteve para
tratar de sua cade. (Estando a petijao a"s*gnada
f por procurador que uo juntou procuraca >. e o
attestado do facultativo eom a estampi'iba por inu-
tilisar, o tribunal resolven u< tomar eivmtiecinien-
to, devolvendo-a cora offlcio ao mesrao conserva
dor para que o preteinfente reqaeira na forma da
lei.)
ornal O/fictal de ns. 170 af87.Ao archivo.
F. F Borges, na qualidade de gerente da Com-
panii Pernambucana, pres'no o juramento de
qne trata o art. 4SJ lo Cdigo coraraercinl para
tine f is*e espedida a ^eferta de registre do vapbi<
Jloitar.
A Sr. debutado1 Basto foi distribuido o Hvrd
Copiadw de Ke1!er k MtePAOHSS
Requerimento de Bentd Elenterio de Sonza Casi
S
PERNABLBDCO.
REVISTA 3)1 ARIA.
AUTORIDADES POUCIAES.-Por portara da
prfsidncia, e 24 do cor-en'e. farm nimeid^
! 5. pplenles do sub'leleefljd itistrito'dp
Canhoinho, ik tTrnttle S. fteoto : Jlo "Pedrji
Coelbo da Silva, Tb maa de Aquine Vieira. sAi
nto L ipes de Araujo, Joo Panlo de Oiiveira, L
em Genui'i 1 ile Mello.
SOPPLENtE OE'JIZ' UtfClPA,
portar la 2j"
corrale, tdrt a eombades os Srs.* 'Br. Bel
a de "9K*wa friAmaro- -i, Bm
para :>. e G oppl- otos Jo juiz municipal do tei
mo de Olloda.pof nao fcr t ttulos re
pectivos os 'HWWtteidos, i
attim*.
tro, eidado brasileiro, que declara fer 30-anaos
de idade e commerciar em era, tendo sea esta-
bele^imento rua do Cabug, fwdlndo ser admit
tido a matricula Sao abonadores de seu-eredita
oomaiercial D-imingos Alves Matbeus, 'Anpusia
Fredeiico de Oiiveira, baro de B-mlb-a- MauH
los da Silva Guiraares, Candido C Guedes Alj.
ettforado e TbaVnnz de AquiueFeoseea dt C-^Vi*
ta ao Srjlesambtfgador fiscal.
De Antonio Jos' do Retsi pediad qu se ihe
registre a procuracSe, Inoe junta, de Manool
D.iarte Rodrigues Pinto. ltegiaire.se.
Ds Bernardo de Barres 'flarveto, certiae' Ido
registro da bornear de seu eaixeiro BateannfTji
de Barros Brrelo.^D-se.
De Joo Capi.-trnio de Oiiveira e^oa Joaquim
^Sobeaives de Marros ^moior, registro de seo enq-
iraio social.Cumpranr o dispost n* art. 2:i 71"
do decreto n. 4,503.
De Itaunitn Ua Silva Boa-Vista, reg'Htro da-no-
dtaa^i't de-seu caixeiro1 r'aistodio' de Aojo La
pes.Reiiisire-se.
De Manuel Rodrigues da Afcneida. nb nlssm --
sentido nanlo seu caixeiro Felizardo da-Svi*
Praga.- Registre se.
'Be Andr ia. fiomes Ferraz, riegtroi d> mi k
nomeacAw.leoalitetro'de Joamim Atrtaao*e as
"ll.is.-Regwtre^se. .
tqutm da Costa aaipos A C, ertidirt s
'*clttr- Afr~-
Ifcoal oreir ,
Be Franeisco Maestrali,, jregistco danomeajio
registrada a fl.rawaco de seu etiMfa > l>wpatna 4M reir da SilvaMtos.-CertiHque-M. raareaiviaJ i flt3 J t&de
iESSAO
BIC1AR1A YM 23 DE AHOCTO DE
1870.
'aasioENCU do axat. sb. desembargaoob v. n-
turra.
Secretario, Julio Guinaries.
Ao meto da declarou-se aberta a sessao estan-
do reunidos os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Reis e.Silva e Accioli. e os Srs. depulados
Rosa, Basto, e barao de Craaagy, faltando com
participarlo o Sr. Miranda Leal.
Lida, bu approvada a acta dz sessao anterior.
0 Esm. Sr. presidente maudou que se remelles-
se para o eartorio cotqpeteotft o feito vndo do
supremo tribunal de justicia mire as partes, re-
crreme Joo Pinto de Lerao Jnior, recorrido
Manuel Alves Ferreira.
ACCOBUAOS ASSftiNADOS.
Appellanle Maternus Leu/,appellado Antonio Go
rae- Se to; embargante Autonio Jo Duarle Bra
ga, embargado o curador fiscal damas-a ram'du
d- Thonaz de Figueiredo ; embargantes os herdei-
ros de Antonio Noberto de vSooaa Lealdadc, embar-
gado Polisarpo Jos Laym; embargantes os ad-
ministrador s da-ioassa'Dllida de Aitonio Maria
O'coBuel Jersey, embargaios Jos Victorino da Be-
ende 4 C.; enibargautoJos Maria Bezerra Ca-
valcanie, embargado Viienle Ferreira de Veras ;
appe.lante Jos de Oli/eira Lima, appellado Joa
qum de Sjuza Ferreiri ; embirganto fru Fran-
cisco de S. Biaventura embargado Maooel Ribei-
ro Bastos.
juramentos.
Juo especial docanmeicio : embargantes exe-
cutidos E. A. Burle k C, embargados exoquenies
Oiiveira, Filhos i C. juizes os Srs. Reis e Silva,
Accioli, Basto o llosa
Jt.) f iran recelidos os embargos* iufringentes
do julgado deste tribunal.
Juizo especial de commercio appeUaati r D.
Gertru'des ngeliai Joaquina, appellado autor o
b.icliarel Joanuim Fraiici?co Je Miranda; Juizes
os Sr-. Accioli, Silva Gimarfis, Basto e barao de
Cruangy.
Foi c-mfirmada^ senUuea appcada cora o voto
do Exm. Sr. prejideute, sendo votos vencidos os
Srs Basto e bar de Cruangy.
Appellante Joiquira Antonio Pereira, appellado
Vicuute Jos de Bnto.Addiado a pedido do 2o
juiz sorteado.
Esta -i em pjer do Sr Miranda Leal os fellos
adiados na sessao passada, entre parles, appellan-
te Manuel Car vilho de-Moura. appellado Hanel
Bibeiro Basuis, appellante Maaoel Pereira Maga-
iliaes, appelado D -JuatiBusson.
DF..-tG.NA0,.vO OE DIA.
Embargantes Joo Evangelista de S e outro,
embargado Jo> Fernanda Gomes; app. liantes os
uioiini-uaiiuies Ja na.-saJatitda de Amoriin,Fra
oso. Sancos A: C, appelllado Dom\go3 Francisco
amalho.0 pnineiro dia til
PASSA5ENS.
Do Sr. desemnargador Silva Guimares, ao Sr.
desi'itibarg.idi.r ft s o Silva : appellante Joaquim
Francisco Ja EsprI;o Sauto, appellados Lahmaiiu
Frrcs
Do gaJjr Silva .Quima i,i-js: embargante Joaquim de
Azev do Maia, embrgadu Jos Antonio de Almei-
Ja Guimares.
DESTIIIBUIQOES.
Ao Sr. desepibargadur Silva Guimares : appel
lante Joaquinp Francisco do Espirito Santo, appel-
lado Silv.iuo Blum.
Ao Sr. desenibargador Reis e Silva : appellante
Joa |uiin Francisco d i Espirito Santo, appedado
David FIh.'u.
AoSr. desembar^alir Aeci^i: appeilante Joa-
qaiin"Francisc.i doTspirito Santo, appellado Jos
Pelicwoo de. Naiarein.
Encerrou-se a sessao atoa .ora e meia da
tarde.
despeas, alm datan* tem pago cara o viaoda
commiislo respeetiv^,. Qae nata M t0atli'
para 'saber-se a ^m,, aouttn as HuunUas
pams.-
Outro do roes*, partecipar verba
destinada ao p->gaKjnto do pedreit .serventes do coiterio publico daweiiade. res
as a qoAuUa de 101*997, faltando dous me-
ara pjpletar o exe- 1870, e
pedindo .orisacAo para despender a nanita dfc
1:000*, anee necesaria para ocenrrer a lats
"is. -A commissio de remite!
:tro do contador, informando qne o escrivie
Frauciseode Barros Correia, tem direito ao paga-
mento daa custar que requeren na importancia
de m#M0.-Pague-.
Outro do administrador do ceoterio dasta cida-
de, 1 ernettonlo a certidao de bitos das pensionis-
tas di estado.Que se remeta ao inspector da
ibesounria de fazenda.
Outro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento do capitao Pedro Siman da Silva Braga, nos
segralas termos :
Xo dia 22 de fevereiro do corronte anuo, foi
sepultada a eataetwiba pequea n. i ao puente da
da irmaudade de S. Jos d'Agouia, o cadver da
ineuor Ama, de cor branca, natural desta provin-
cia, cora i Jade de 9 mezes, fallecida na freguezia
de Sauto MitonA. de eclampsia, segando consta do
liv. 4, folhas 128, verso u sob o 11. A3.I84 e da
igoia desta Hlma. enmara n. 6,722.Que se recorra
a autoridade coropo ente.
Outro do mesmo, reinettendo o modello de um
livro que pedio para o servico daqaelle esubaieci-
mento.Ao procurador pi'r ajustar, sendo com
300 ful has cada tira.
Outro do eagetheiro cordeador, informando
sobre o requerimento de Domingos Jos Marques,
qne elle nao se conformando cora o despacho desta
cmara, nega-se de assignar o termo antes de
dada a cerdeatio, e enficadas *s estacas.Aicora-
tnisso de editicaco.
Outro do mesmo, informando em cumprimento
da ordem du*7 de jubo prximo lindo, sobre o
requeriitento de Joo Joaquim de Hollanda Caval-
cante, que no fundo da casiaba n. 39 da ra do
Ouro, est se construindo um forno, o quaJ.fm 11
palmus e mei de dimetro, e ne 8 como foi eon-
cedida a ticenca a ManoerJacftrtho Coelho, acon-
lecendo que esu asa acha-se precisamente na
parte que airrvessa a rna dj Mrquez de Henal,
c que est marcada na planta para ser,demolida.
O mesmo Jaeintho Coelho declarou que estava
prompto para assignar um termo riesia cmara,
pelo qual soobriga independentemente de piga
ment a deir.olir o J;!:> forno. lugo que se deter-
minar a desapropriacao da casiuha para abertura
da rna.Ao fiscal.
Oul/r) do mesmo, informando favoravelraente so-
bre n 1 eqnerimento de Jos Jacome Tasso, no qual
pede liceuca para abrir urna janella no andar ter-
reo do sobrado n. 11 da ra do Codorniz.Conce
deu-se.
Outro do hiesmo, informando sobre o requeri-
mento de Joo Franeisco Paredes Porto, -que a
casa o. 1 da ra do Tambi, que elle se propoe a
aformosear, deve recuar perto de vmte palmos
para alargamento da rna.Concedeu-se, assig-
nando terina para nao pedir ndemnisaejio.
Outro do mesmo, informando favoraveimenle o
requerimento de 'Boaventura Jos da Costa, no
qual pede licenca para edificar ama casa com 28
palmos de frente, de conformidade cora as postu-
ras, no seu terreno do lugar do Giqui dos Afoga
dos.-Concedeu se, dado o cordeamento.
Outro do mesmo, informando favoravelmeate so-
bre o rajuenmeoto de Joo Jos de Moura Arau-
jo, parMonstruir ama casa de taipa no lugar da
Pedr. Molle, alm da pevoacao de Apipucos, fre-
guezia do Poco da PaneMa.Dado o cordeamento,
concede-se.
Outro do mesmo, informando contra sobre o re-
querimento de Antonio Moreira Reis, no qual pede
licencia para construir casas ineias-aguas de oitdes
stngelk>8, om palmos de largura na frente, do
seu torren* do p.teo da Fortaleza das Cinco Pon-
as. Indeferio se.
Outro-do mesrao, informando fayorvelmente
sobre o rqu-rrrtiento' de Jos Berasrdt'de Sena,
no qual -poda ljenla para reedificar a. su casa no
sitio da ra da Baixa Verde.Mandou-se cerdear.
Outro Jo mesrao, informando favoraveimenle
sobre o reqnerhnebto de Antonio Ferreira Alves,
00 qual pede licenca para fazer certos reparos na
isa terrea sita na ra do Vliconde de Goyaona.
Conc Outro do mesmo, informando favoravelmente so-
bre o' requerimento de Antonio Alves Pacheco, no
qual pede llceoca para eoncerlar a contra-venta e
parte da cornija na casa o. i da ra ta BattuttV r-
de.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando costra spbre o re-
iiuc.'imeni'i < fiii>-, t...oron... SafiapirltQ jh-
to.no qual pede licenca para levantar um talhi-
ro de madeira em-seu terreno junto a estrada de
ferro na ra Imperial.ludeferio-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente
sobre o requerimento de Autonio G mcalves Co-
tho, n qual pode licenca para fazer cornija e bu
tras obras ua casa n. 4 da travessa do Veras.
Concedeu-se.
0 .tro do mesmo, informando favoravelmeate
sobre o requerimento de Jos Velloso Soare-, no
qual pede lceuca para fazer de las janellas por
tas, na casan. 72 da ra doBrum. Concedeu-se.
Outro do mesenu, informando favor-ivulrpente so-
bre o requerimento de Mrae. Milame Seblosser, no
Sual p'de licenca piracon 11 era seu sillo na freguezia da Cruz das Almas.
Mandou-se cerdear
Outro du raesino, informando favor, velmente
sobre o repierimeuto de Aristides Duarie Carueiro
da Cunha Giina, no qual pede ticenca para fazer
concert e repar s em sua casa n. 15 da ra do
Rio, no Poco da Paaella.Concedeu se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente so-
bre o requerimento de Roberto Lighlhuno A C,
no qual pdem licencia para abrir ama porta' no
mio la caa n. 136 da roa da Senzala Velha.
Cnoadeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente
sobre o requerimento d Manuel Cypriano Ferreira
Rrtbello, no qual pede licenca para construir urna
casa terrea com S2 palmos de frente solado da
estrada de forro, perto da ponte dos Afogados. -
Mandou-se cerdear.
Ouiro do mesmo, informando favoravelmente. o
requerimento de Manuel do .Nscimeoto da Co-ta
Monteiro, no qual pede licenca para fzer de urna,
u-tu janella na caaa u. 19 da ra Formusa.Coo-
CWfea-sa
. CMARA MUNICIPAL.
SESSAO BXTitAOKUiaiAKI \ AOS 1* AGOSTO Db
DE 1870.
PBESmRHCIA DO SB. TW. SOfcZA LBAO.
Presentes os Srs. iv>ta Jnior, Costa Moreira,
Pessoa da Silva, eDr. Pitanga, 'abri-se a sessao,
foi lida e aparatada a acta da antecedente.
Leu-se o segninte
XPKD1B.NTE.
Um offlcio do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia lomraonicando ter annuido ae que solici-
tou o Sr. Astnim Lapurt, cousul de Franca, e
emividaudo a cmara.para a*istir ao -l'Mnm.
qae mesmo Sr.-consul iein de mandar celebrar
na igreja do Paraso, om 15 deste mea a 1 hora
da tarde.inleitado.
Outro do .mesitio, reraeiiendo por copia a esta
eamaraap irtarla pela qual rasotvea authnriir
a Becife Drainage Cimpany Limitted a fazer a
esgoto d; s materias foees da freguezia de S. Frei
Peora Goncalves pele i$thmo de Otada, no lu-
gar fronteiro ao Pttorol, sondn designado pelo en
gvnbeiro ohefe das abras publicas e por esta aa-
raara.Intirada.
Outro do mesmo mandando pagar a reuuen-
manto do ex eirargt'j.'da'jana-de deteneo Fran
ciseo Jos da Suva, o -qoa se Ihe estivur a dever
de seu ordenado at o da 7 de julho prximo
tmao petos cofres-da raesoia oaraara.mandou-se
pagar pela verba respectiva.
Outro do eogenbeira'cbefe das obras putilicas
devolvendo ao Exm. presidente la provincia u ti
requerimeato do gerente da 'Brasihan Street R;il
vo.y Gompany iLunited) de gerente tem de-Hadoogar a'lintu de -triMios da
praca do Catira, snginniio plo caes, Campo da-
Prneras', gaos i de rrbveatbrot at a Ponte 7 de
0Membro, qno liga os bairros de Rncife e Sanio
Antonio, .pede as-|)'/itJ*raelas <|u*nio sorra nu* paaftectivos trabaihos ; obser-
vtindao eagenheiro^^irt que rtBeoo suppli'
cante est Jetenaiaado-no ar!.:i 1 do contrato
dessa empreza, driajne -nada tem a Htppor, nma
V'zjrtnereslabsleca o eatcamwito em a sea ^erfei
da4ado, e quaJauer eatrobra, publica em -our
rtver oeoeasidade de tacar Si-Excv .mandou qut
iuformawe esia c.iTnr. v-Que nada tem que ac
creseenfaNse a-mfonnacat. do enacoheiro.
o Outra-do Exm.'Sr. prtivador'idaiBeata.Cass'An-
*ema Francisca iRareiti, / a Exm. Sr. presitente
da provincia pedindo Ihe enruome da junta aili
sessao de 28 de jaih prexima-fkidis que faca so
pender- a arrocad^c iu do.imposto sobro oa cqnei-
ros existentes na ilha do Nogueira, pertenaentei'
ao p^uriniooi d.isestab. leoimentos de caridadi.
relativo 3t>f exereitkis de 486* IBTd a razao.anl-
nual de li4, qoe. kapoata. aja.,qMt di
1:296. S** xr. anandna a -mar. Aeoajmisfo-deipxdtoia.
Outro do Instituto Archeotonioa Gengraphc
>oliciaindo desia enmara, a toBJervacio. do. oml*'^rapeitu na freaw de safcasa.nu id'ru
de Joo de Barros a ertraday > que. axaawiuora iS.Bella. -CsooudeA-s*.
asno, tillo qur neobum eoBbecimenlo tem de laes
Outro do mesmo, informando sabn requeri-
mento do Joaquim Perora Ai mal pede
licenca para enllocar ma p-dra, ua esquina de
sua casa n. 14 da ra do Codo: ngonhuiro
cordeador.
Outro do tkeal da rreguezia da Boa-Vista.i^B
rrunicand' ndo o Dr. Gustavo Ada^H
WenfBain. desta cmara para cons-
truir um fOfjBa casa p. o da TamariMtea- fra
violentam^^^^Braeaii rrcr-iioo
mo forno (Mo inapactor de f uarMtrio do tafundo
distrielo Pedro dallara Santiago, qual apresen-
tando-se aaauelle logar desaersra es trabajado-
res, ameaeando-os com priso. i moKado tome-
tre em 30*000, e igualmente ao dono da obra na
mesma quantia, sendo nesse acto acompanhado do
escrivo, que interinamente serve na subdefegacia
do mesrao alitricio.
Outro do aubddiagado daquelle mesmo dUtricto
Waifredo da Ganha e Wgneiredo, arrogando-se a
altribuico de examinar sobre o cumprimento dos
deveres itos empregados desta cmara, e represen
hoido oatra aquella scal por falta de exaccao no
cumprimento de seus deveres.Mandou-se devol-
ver o offlcio =em resposts.
Outro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, com-
municando ter effectuado a venda de 160 saccas
com farinba, que por ordem desla cmara forana
compradas na povoac de Trombetas, e remetien-
do as coota-, em que se verifica baver o prejaizo
ae 6001000, e relatabdo os motivos, que occasio
naratn esta perda.A' commissio de p licia.
Outro do fiscal da freguezia de Muribeca, con-
suUaudo a esta cmara, se deve multar em 10
kos donos dos animaes vaceum e cabrum que pas-
Uin livnemente as ianr.edir.c5js da p voaco, eni-
bora no,ienham os propietarios seus terrenos
Cercados.Foi addiado.
1 Um requerimemo do Sr. tir. Pitanga concebido
nos seguintes termos: Havendo o instituto Ar
eheolagico protestado pela rao Janea feita nos no-
nes de algumas ras, e havendo asta idia par-
5do do mesmo Instituto, requeiro que se faca
ublicaro original apresentado pela commiso
myxta, aQm de que fique o mesmo protesto cem a
devida respo ta.
Paco da cmara municipal do Recite-, 12 de
agosto de 1870.Dr. Pitonga Mandou-se pu-
blicar.
Urna petiQao de Rabello 4 Almeida, na qoa! pe-
deio licenca para ollocar 11.) qaintal da casan.
86 sita na ra da Roda, um pequeo forno para
uelle cosinhar pao e outras massas.A' commi:-
so de saude.
Despaehiram-se as petlepes de Antonio Doarte
Coimbra, Antonio Botelho Pinto do Mesquita J-
nior, Vntunio Maia de Brito, bacilar. I Alvaro Ca-
minba Tarares da Silva, Antonio Pinto de Barros,
Antonio J s de Abreu RiheirO, Antonio Ferreira
Alves, Antonio Goncalves Oelho, Antonio Esteve"
Moreira da Costa, Antonio Goncalves da Silva, a
rompanbia dos trilhos urbano- do Rocile a Olinda,
Camilla da Costa, Maria dos Prazerps o tenante-
coronel Coriolaoo Velloso da Siiveira, Ctorindo
Graciano da Silva, Elias Baptista da Silva, o ba-
cbarel Francisao Augusto da Fon-eca e Silva (2),
I). Francisca Maria do Espirito Sant1, Francisco
Ja Silva Reg e Francisco Gavalcan'.e de Albu-
qoerque Lias, Francisco Rodrigues dos Santos,
francisco -Antonio-Duran, Gervasio Gontjalves da
Silva Gustavo Adolpbo Waifflb.in, Gerirudesda
Costa, George Gartard Sitarr, Heitor & Sampaio,
os her Jejros de Nicolao Rodrigues Ja Cunha. In-
jocencio Francisco dos Santos Araujo e outro?,
Ignacio Jos Cabral. Dr. Jiaquim de Aqttino Fui
seca, Joo Luiz, Jcto Paulo b'ranco, Joaquim
Araancio de Lima, Joai]tiim Perora Azevedo Ra
nios, Joaquim Anselmo de Santa Anua, Joo Joa-
quim da Costa Leite, Joo Ferreira da Silva, Ja-
ioano'Peres, Jo< dos Santos a Silva Barreiros,
|os D-imingues Pereira, Joanna Rosa-'Pereira. Ja-
eintna l*ereira da Bocha, Joaquina Maria da Con-
eielo, Joaquim Goncalves AeiX",Joo los Celev
mo de Mello. Joaquim Antonio Perura, Jos Vel
o'fioares, J mes de Abren e Melle. Joan Drfmiagos dos Passos.
raquim rfaSilvi. Itago, Jo< da Costa Blspo, Leo-
idns Tito L-lurairo. Lua de Preitas Visuiria, Ma-
oel da Cunha Saldanha, Manoel do Nasclinento
.1 CosM M ntero, Manuel C elho Piaheiro, 'Ma
ijoel FerninJes da Costa. Manoel Cyariana Fer ei
ia flabeilo. Mathilde Maria os Pr;ieres'Noj,"jeiia,
ia lama Milauu Sblaser, au el Joaquim de San
1 Anna. Manuel Coelho etto, Miituel Baptista da
osta, Porcina Maria da ^ucpi-jin, Remana ;R Mara da .Conoaico, Silvestre Lt'iirriro do-Espirito
Santo (.i), Tliomaz deCarvalho Soares'BrandoSo-
hliiib 'iuva, filbos e genro do fi'iailo Jos da
Funceca o Sil-a. a viscoaiessa de* Gbianna, e le-
vlinlou-iO a sessao.
Eu Limreig Bezerra Carneiro da Cunia, secrc-
tarto o-sulscievi.
Ignacio joiqunn de fouza LeCio, prj-presidente.
Dr Praxede* Gomes e *ouz Cyriaco da Costo Morena jos Vr.rta Freir Ga-
tu uro. -Dr. Pidro-de Athayde ho Mostoso.
11 1 1
Outrodo mesmo, informando contra, sobre o re
queriaiento de Francisco da Silva Hago, no qual
pede liceu?a para ed.ficar cinco casas de i pal-1
nios cada urna no seu terreno sito na roa do Mr-
quez-do Herval.Indeferio-se.
Ootro do, mesmo, infirmando favoravelmente
sobre o roquerimento de Joo Paulo Francisco, uo
qual pede licenca para construir urna casa de tai-
pa no lugar da estrada de Santa Anna, u-t-guezia
do Poco.Concedeu se.
Outrt* do mesmo, informando >favoravelmcnta
sobre o requerimento de Manuel Joaquim de Santa
Auaa, uo qual pede licenca para construir urna
caa no seu terreno na estrada que vai para o Re-
insdio.-wMandou se cordear.
Outro de mesmo, informando favcavelmente
-sobre o requerimento de Jos Joaquim Barbosa da
silva, no qual pedo licooca para fczer cerios pa-
ros as caas ns,.*-e 25 da Praca da Independen-
cia. -Miiocedeu -se.
Outro do mesmo, iofornando -iavoiavelniHitd
sobre o requerimento de Juaquim'FeVppeila Vei-j
ga, no. qual pede licenca para fazer de urna jauella
pbrta na casa n. 3 da rda das Cinco Ponas.
Concedeu se.
-Outro do mesmo, informando awraveunente so-
bre o requerimento de D. Anglica .Bernarda de
Miranda, no qual pede liceos para edificar uuxgai
Dete em acerernuo da casa 'de seu sitio na es-
irada da Santa Anna.Gonaedea se.
Oatro do mermo.. informando f.voravetmante
*ibre o requerimento de Dayid Hc, no osal ped
licenca para dar ao passeio da casa n. a9 da po-
voacao dd Moouiro, a largura raue tem o da casa
junu. -dbaueedeu- se.
- Outro .^0 msmo,. iaAi;uia,ndo'fvdrawlmenl(;
sub.-e ,0 xequeme-la de.D. Jtrts*da Cince>cq
Mendes RilMuro, no tuial pede licenca para rete.
Ihar a soa cas sito na povaaca doMonteiro, as{
simvamo alargar a, aleada idarmearoa.-iConce.
/deu-se.
Outro. do miwmo,, n/pajuto/yorTl .
o reqoerimento do padre Joaqaim Pereir.
| qual pede hcenc para fazer ceruja
Freir, no
Oatro., do. mesuio,informando farurayej
spbre o requer oento do Dr. Gervzio GncaWw
kWMrai ^oalipe raauiemisau soaraio a. lli da wa da.Iioperaf
gleria 1 daqaeMd vafonto isoMada.A.aamiaissj'
resptelira.
Outro do subdelegado soppJanto.da.Jnagaw.ia *'
Rea^spMtkipaada>aiBlaraiam>lxenieiur>-inte -
ti3t*rin^prornaadir.:n>aral ^anaapicp
calcular aquautia nacessana para.otcorwr -.# Gunarve8. declarando que o,examesrsanitarioa a"
ta'*rftaii l oVjIbo utiioo, -
maia doeorrw ToraoiJugar jo da 9, 18 e 28 de ; mm prpximo
-Wi
kcal. da .(regafjtiA de. S.,Fre ,^^0
passado.Que se pafass.
lostica oa a
dan
^^bnnal redtetr
n o er
Ao p;
ditiatim
ama negativa a indaferiraento,
encontrava argumento para fundamenta-la, e a
mo do relator trema o raaogaava esareve la.
A prime fa redaccaonoo aecordo era asa-
guinto :
9Pue rij toan 11 caatieglmapto da ordem de
aabtas-coipm, pur nifrestar fftso o paciente.
Depoij de esetipto, .porm, o tribunal mandou
ritear as pala-tfrmio estar presodeixando
o reat como -se aehava /
Cem efieiio, icurgrin do aeeord t-se a se-
gninte emenda i^Rteo/tei duas palavras.L. Saa^
ajo.
O qoe quer islo diter ? Qoer dizer que no co
tarao dos desembaryadores alo rstavam apagado*,
os seiitimeatos de justica e aaidade. Quer ikaer
que brad to de humanidade e clemencia.
Quer dizer que basura o poaco tempo que coa-
sumio-se cum a ledacco do aecordo, para que o
tribunal levogasse a "sua daeisao. BaVtoa asse
pouco tempo de reexo, para conhecer que**
nao estar preso o paciente, nao era fundamento
jurdico e legal para negar se o nat)o*urpuj.
Ansim, pos, cabrado o tribunal em si, mandou
ri-car do accprdo semelbante fundamento 4M ra
(MroaalMitr.
Com effeito esta razo de noo estar peso o pa-
ciente foi anegada smeule pelo Sr. deseiiibarga-
dor Souza Lr-o, mas combatida pelo Sr. deseaJjar-
gador Machado Doria. E o facto de ter tota-
minada e meada do aecordo, -prava que a maiti-
ria regeitou-a.
Regeiuda essa ratie, repeHido peto-tribunal
esse motivo," fteou o aecordo sera fundament, il-
gum, concebido nesles termos :
Nao tomara conhecimenlo da ordem de ka-
beas-corpvs do paciente.
Nada mais. Porque uo tomara conhecuOento t
Nao diz o veneraudo tribunal : seo dever, po-
rm, dize lo.
Os Srs. desembargado res, por sua sabedorta
experiencia, por sua eueaAo e bro, por saa
prestigio e posicao elevada, nao podiam jmala'*-
zer :Nao tomamos conhecimenlo do kahrai'-'ero--
pus. porme nao queremos. O tic coto, ste/oro.
fsim o^Tiero, assim o mando, nen aa-eaia feo-
rosainepie n'u.n tribunal, era nos, nem o publico
acredilam que foss ese o-movel de sen julgado
Nao, nao foi. "
Mas qnando se tl urna sentenca, sera declarar
o fund ment d'alla, porque se nao leve funda-
mento algum para da-la.
guando se favra um aecordo sem declarar a
raxo, porque nao houve razo que o dictasse.
Quando o julgado nao aponta urna lei.um prin-
cipio jurdico, ute motivo i|ualiuer, um regula-
meuto, um aviso em que.si- estribe, porque at uv
le, nem principio jnridico. nem aviso, rtgular-w,
lo, ou qualquer motivo procedente existe que >
snstenie e aoipare.
Urna tal sentenga, umiulgado astim caracteti-
sado um absurdo contrario todas as regrasOe
ojgar.
Ee nao poda impor, ucm convencer. Notem
base algtuna para ser aceito.
Ora. o venerando tribunal da relagao bem sfce
i)ue nao permittido aos juizes proftrirem senteo-
5as, sem dar os fundamentos d'ella?, sem apre>en-
tar razo alguma.
O aecordo, portanlo, da relaco de Pernambo-
co nada exprime, nao tem valor jurdico, nao tem
valor aos ollic- da justica o da imparcialidade, nao
pode produzirelTeito algum.
Es 0 habeas-corpvs, mas nao sabemos porque ; e*la-
ra 1- racillames, repugnamos negar o habtat-ar-
pus. Volte o (lacimto outra vez ao tribunal na*
esto ja abalado pui sua conciencia, recon-iderara.
a raati ra, e far Justina intoira. A primeira pto-
1 re>si 1 de negativa eliabeuscorpus que t. vemos,
destaneceu se. : pen*aremos de novo e resolvere-
mos com mata pausa.
O amerando tribunal da relaco no# perminiw
que assim benvolamente interpretemos o inOefe-
rioiento que .leu.
'Informara-nos que na dsensso havida, o tribu-
nal >-ex rain ra a preliminarse caba o aViaras
eorpus 1111 Wgpatkeu riipteriin,e para a negativa
que adopt u m> duas razoe- firam apresenladas.
Prhiieira : ntin estar o pctente preso.
Segpnda: ter o procesto (indo 9. concluido.
sem mais recurso ordinario.
Ambis as razdes sao improcedentes m tacada,
lei, e cont^.lria^ aos arestus.
Nao estar o paciente preso, razo combatida
pelo proprio triliunai que a mandou risear doa.c-
corilo. riepois de estar nelle cripla.
i-.' iNu-r..eeileiiti! um luce da lei, parque o art.
340 do cdigo do processo criminal, nao talla t
era pri-o : elle diz.o eidado qoe s (Tre prisao,
ou constrnnglmento itlegal em sna liberdade.
E' contraria aos arestos, porque o supremo tri-
nal de justica, j Urmou a jurisprudencia de.uue
para retnwrer-se, e -er c ncedido o habeos carpid
nao precisa z primo (peinada, basta
la a ordem de captura para se eumprirv
tenca coidemnoid 1 a prisa >.
0 barharel Rufino Ce lio da Silva, na sna pe-
tieo ajont u o-documento n.6 em quflvem trans-
cripto esse acordio Ei-lo :
Teudo ci tnparecido ojuiz de direito Severiito
Aives de Canal o peraute o supremo tribunal de
.justica, proc-ilda- as diligencias legaes edisentida
a materia, nandam que cesse o contrnnpkneBto-
illegal que o paciente soffre em sua liberdade.. pos
que, c evidentemente nullo o pruces-o inslaiiradtv
eouira o pariente, nao s pela incompetencia di>
juizo, em razan de ter o paciento dr'e espuria!,
como tambero porque a dir-sea exi-tencia d cri-
me, eri'o rste o de calumnia, da qual nao poda
conhecer ojmz processanle pelo que manduvi que
o paciente v em paz. hc-asdo skm eptrito b nui-
r.A a ord:m b pbisao. E pirque os j izes Silves-
tre Nuue- Goncdvto-Vieira p baeharel Jos Fran-
cisco deCarvalho N.Jjie,o primeiro, Mfeeirn subs-
tituto de j iiz iiunieipal >{. Jaguar->, e o segundo,
juiz municipal de Piratiny, lerceiro substituto do
juiz de exc-s-o c abuso de autoridade. mandara que
sfiam estes responsabilisados. extrahindo-se para
tal tira 1 rfiia do processo. Rio de Janeiro, 2 de
iiinh> de J&67. Brito, presdeme. Bar* -de
Montserr. to, wacirJn menos sobro a resprasatohi-
dade. -Lei. vencido nien. s sobre a respwnnabiii-
dada dos juizes.Mariauni. Fi anr^a.Almeida.
Ordoeira, venciJj.Veiga, vencido.Barbosa.
Simoes da Silva. Braga. 'Mascarenbas. Vil-
lares. >
Deste aecordo do- supremo tribunal de juslica,
v-se que. o Dr, juiz de direito everioo Alve Ue
Carvalho, foi condemnado pelo juiz municitiaJ, o
confirmada a eondemnacjo pelo juiz do direito
supplente. V-se que o'iprooessn eia qu -o 'a-
vrouesta cundumoaco eslava evidentemente wuilo.
V-se raais que o Hr. Sevenoo Ivs de C.rvalbe,
requeren habrs eorpus sem estar preso.
' Havia por tanto um pe frito caso julgado, sda
m is recuso algum oadinario,tj 91*10 it t*-
tnediatu e iamiu*te exeeurao
0 quo porra. mais sobi e-ahe ueste aecordo do
supremo .tribunal Je Justica, que o pnrient* urna
te quer rtquereufr escrtplo, aprsenlo* ptitcS
e habeos- eorpus; fer ludo verbaimente, ue qdano,
pela, -verd ade, sabida.
E osupreinotlnaunal de Justina, do-alto de saa.
competencia legal, representando na trra a sna
misso divina rie adiitn^KrnaiVd nuMaiaassa em julgado. aiaudtu
eessar o consirnugimento itlegal qu rraje/t actds
candumi ocau, tjffnitiea, e maniou.^iut o pneiente-
fosse'em paz. ficanoo sem e'FKito Ntu.A a on-
DEM.ufc phisai; que ii-p eslava anda enVctaada.
Ora, asa Jvoisap d .supremo tribunal de Justina,
esto jurdico arwi(vrardadaro'baluarte ctratra-a
oppre-^/) ipmuj.ade- do, um.processo itvidnXt-
mente tfull, uo pdde ser.defpiesado pet tribu-
nal da relaco-de Pornambuco.
Os .ministros .'do supnanu-tribunal de jarte*-sia
ito iUu-ttradqs mtaikgeni-s, tem. tent arricia .ju-
rdica,, como d>iabariiadores desta.pronrucia-
Sendo mais valhus, aquelles possuem mais lon-
5a prstca oVjulgar eportantoa presumpeiuile
tais rices iterain) conH>ttt)eadidi> o utoOdldo <
.verdadeiro sotado da lei.
Alm iii.stu, o. tribunal supremo.de juatica senda
creado para fo'vr a revisao dp todos os prifet3&*
tlndus', e srierttlmr-tato-ereadii para conket 'das
nulllditift dfKltdts-jj pvtmtas, tas sms- dtrin
>a.. muiiu r^^eiiaiv.^,, dexwpeer i.bsertasnasa'
cumpnJas, pvique firmam d-tjuttina, tMicata
o ansio, e funlam pcecedenti.
' A 'pitttwira alle*i*co, irnto de^nae er
presa o paciente Rufino Coelho da.8Mfi'*,*tn
^a>ir .Jgum. irrto raereeaneato l|gpla*tM
fuud.imeni9 jnnibro, .E^apaolataaienw iwraato-
vel, e .iinpriiCedeiite.
nqoe *Gf y>iga4\-*M#nka< &/f***""'' Wp-
* aMnmpeae aatqae BsfctidbWiperiDiniaiaVolar' fo-nque-, simple Mienc coadona.Kn-, am
n. uw a.,.paciate :,e foht. forte^ssa ftimrao ys^x -ilWb<(aM^alQeteiiU o que chjut ordem daMtVWWS' *.aetHj-' a,4ra p.:br-*ae ,abwrae oedem de^*n*M|r /
- impetrante. i eurput.
ta commaaoraviBla'a erando lla-flu nojcoracj) dos juizes, para segair a verdade J do e concluido, sem mais recorto ornurio.
'UBLiCACOES A PUMPO.
f jhz mnoa elpal Kai-ao Coelho
la siva ao venerauiiilo tribu-
nal da rriaco, e ao paibiico
itliitlrado
II
Nenhuma vanagem resulta ao -t'.i, quando
inteuciado o eidado. qualquer gile elle jeja, em
p roce-s evidentemente millo.
A preteneo de formulas substanaraes impede
que a oousciencia publiea se tranquilise sobre a
j suca da senle ca. D'ahi a mximaa .-.nfruca
mtl'a nunca passa em julgado.
F.>u verdade reconhecida universalmente por
tdos os escriptores, por todos js crirainalistas e
jurisconsultos eminentes.
Todos os cdigos a trazem inserida am seis ar-
os. E para que esla verdade nunca sejaes-,
ecida, para que a nminia sitntar nunca
ilada, a* leis tem rodeado o eioaoau de garantas
eHirazes que o livrara -lomal tlessa violcea
Ora, quando o proce>so lindo est otidmtemente
nullo, nao ha. uieio de fazer observar esca maxinia
arvorada em preceito de lei, sene cura o reprso
rpeciar o hubeesempus. -S assim se pode le-
var ao cunfieeiineuio da aiil..nn .d- superior.o
allentado que resulla da sentenca unlla. E' para
isto .que expressameme o citaigu de ios truecan
criminal admittio o hateas-corpas no cas>'depio-,
ce!Boemdir*mrM/ nullo.
A discusso sobre um processo em lana mndi-
ees. al>solulameuie necessaria para (settuecti e
convencer aos juutes, e para aclursur e convencer
as victimas da accao da lei.
Niugnem se conforma coro a'pena, senodepois
de teguhnente oiivt ucido
Se o processo esta evidonteamt lOulli,.nap
pode prodazir to iraporlaoie convu"Cu.
Os Srs. desembargadores t*lererD, pois, que dis-:
cutamos sua declsao. Nao sao -a* s-.-atmnlos de
revuita que nos duminam : sao. oa imperiosos de-
veres d 1 defoza que nos impeliera.
_ E,' tamanba a importancia d habec.s to sagrada a li.erdade indlvfdoM. rfub o u-odi.
primeiro; e o respeito segunda, '-So as priineiras-
condiepas hvres.
0 venerando tribunal idarelaci iegatuu ttjao de.*6aj-corps do jtnzrbani Jipar de Olidjai
IkilUlooelliiydalSHTa. ,
Pwoedhu coai! raao a fueiiawitna.jaaot}a i
ito. '
Observou e comprio le f Nao.
Aitendeu aos seus proprios arestos, e'ajnris.
ppudeucia dos tnbornes superiorrs ? "Anda -nao,
>' Exaaiinou a eaa-a. e reconhecour.qne nao (Uwia
no processo as nullidides substotams jque alle-i
gou o paciente ? Tarabem ni.
Que razde-, td fortes, que motivos to pderq
sos e eetranhes Ihe kbalaram e*atnWa e*per-
turbaram a locidtz do espirito, a:pebto dstndi
des presar ?
Naojbe aKribuimos motivo algp^a menos de-'
rOS.0 r^*a'', 'Ai%t.m.ni'nnA hnnu^urwA tlirHiAj, n
Vejamos. Eis~a dcpi-a)
f Aecordo m relagao,ele-, (fliw nio toama)
coHbeciraento da ordm de hubeus&wt** do pa-r
.-ienie. Becife.'SO de'agosto de MO.
"$Mhgo,<>1>.
1, sonata .
dVatfkto.
(iitiraaw
Venado.
:.4MriVzjlilinrr^.
Motta.
qB. M.,CtR*ia.
^suza, Uoo.
Acoo*tenei3 d6trit)ubai;HHva'PCvpiea, vat
iltufqnaodmpiruferio *>? anc^Sn. Wem na
naoaue auriouimos motivo aign<-a menos ae.-o-i
oso; .'basta dizenuos qu hou.^errft jurdico na
ipreciaco da hyp uhese.
Vejamos. Eis a dicihodo Jrinnal.
eas corpw<
r/da sen


HIGREl


O lUeSiOi
tnbanal supremo
trido, dea AdViu
dwSaL
i c^uTi
fOrci. raais
pra o refuta : o
[orno ftcoa. deroons-
so Ando,
rap.
metntand em
_ _
'Coalhp daSilSr
Mate deste pantd>a> vtea^nio ha s me ac-
?#eM,dd sopwma ttkpasj de tastifa, ha amitos
fa jarisprudenaiaseguida, -a.deatrina cor-
Esobaatudo o tribunal da ralaca de Pernam-
wwo, m> poda abrasan este funda meato, porque
<* raiaVas veze* te concedido aofeuf -corput, de-
f* a sauteucas condmaatorias, em proceMo
natos lie os annuilua por eataw roidrnlfnatft
Kwprireeiro lugar temos, o babeas corput oo-
-cedWo pela rulado de.Perparabuco, em 1863,, ao
5 amatorio. Jos Nicolao Bezerra. O faci qu*-
adp en me era urna desobediencia.
Fui Nicolao Bezerra condeoioado pelo jui mp->
nwiflalvauppleato, a c afirmada a conderaoacao
Ptto Jj* da direito da comarca de. Pal mares. Era
Pftfceaaaeodo, b2v Itavia ajs reaurse, Esta*
nada o caso julgtff Eo coiuequeucia da sen.-
o prendante da, proJfincia privona Jqa6 Ni-
Bewrr*, do poaio, qap liaba aa guarda ha-
i tribunal da rejacan, proclama tambera
wxa alia .lesa v% qm# ufifenga, < pasta emjulgado, monedea habas corpusyor es-
t*r o pnctsso evidentemente millo, e liyrqu assira
a paeietii* do contraugimento Ilegal que, su/Tria.
Nitt awi a cerM"d*M dasle accordao, porque an-
da, oa* aof chegou as roaos.
Masut pticao de habeas-corpus do hachare!
flafino Coelhe da Silva, esto junta duas cerli-
' ajUa, conlendo os. tres seguales aecnrdos, que
caayem, mostrar ao publico, e tu tribunal.
l'acoordio.
Ariao eq relacao ate. Qae era vista das
'w>piws9s constantes desu-s autos de habes-
**, em que paciente o capUfw Antonio Alves
de Patva, manda;n que seja posto em Itberdade
#>or estar o sea processo evidentemente nullo ;
porquanto sendo,o mximo das penas dos crimes
pie lie foram impostas de seis mezes e quinze
***>. 9.f* julgainanto definitivo devia correr pelo
uuoal do jury, por exceder a aleada do juiz
D\&'Ml*#*m*am abfeacto 27 A* J^9 ,i*,m;
tem nos
podem
^ pelos.
tran.
paso ngorosai
B lar;
mittir que o e
Moa ooa
ao terminados,!
utroa muitos
>ws qoe te d
jlnidos del
os damnns
raeuTi^siDiiinkrias, e a^sim ___
qu^ e garaotida, em seus direitos.
Ffcar latnbem tranquilla e garantida em. su*
Pieo, Uberdade odividoal. em as outras quatro
especies de Hnbeas-Corpm do art. 353 do cdigo :'
1' quaodo n5o bouver urna justa cauaa para a
prl 1* quando q r esteja na cada sem ser pro-
cessado, por mais tempe do que .narca a le.
3.a qoanio a autoridade que o mandn prender,
nao tenba direito de o fazer.
4," quando ja lem cessado o motjvo que justifi-
ca a prlsao,ou con>trangmetuo Ilegal.
Ora, todos estes casos pdem multo qem abri-
gar a liberdade dp cidadao, antes e depqls de cc-
njegado o processo.
Raspavel, sensato, e jurdico poctanto, qpe o
raso,de procussa evidentemepte nullo. espe-
cialmente creado na lei para todos os 'procesaos,
qoalqaer que seja o sen. estado, e principalmente
para aquellas que ettdo completamente acabados.
1*1; vnnn#.Ai> j.vmikAfilInp n< aa -1.. n .....:____._. .
birdaie, allegando
3:
paas.
Wada miis d>
laui'
vai (wkt cdigo unmua1
podia- rtr Maaa. proce*mento
f inlracc* de postaras mnnici
irijuoai uu jury, por exceaer a aicaaa ao J
municipal, conforme se v do 7 do art. Jdo
HlRo do procesan criminal; vmo serem crimtjs
^oqikjxos ; k quaoto rnais que o paciente nao po-
da ser prro,em eriroe desia- ordero, sem ihe ser
*maJa a sonteoca eonlra elle proft-riJ i [r
osar do cofiinetente, recurso; e manda.) tambera
qa<" ojuiz.de dimito da comarea proceda nos
tornius da res|iou8ailidade contra u juiz innnici-
1 suwtoue Joaauim Francisco de Mello Casal-
ao!1, que se h >uve-pela maneira supra referida :
para b qup remelia-se copia deste acjordo e da-
umento fl. 11tecife. I de marco de 1862.-A.
E. do Le.cpresideate.Saatiago,Silveira^ Giti-
rana.-M.ticA. F. PereUi.> '
< sa v esto acoqrdao refere-se a um pro-
ceaso e<:ukntenunte nullo, s porqna a senteoca
I MU oada, o senJo o crime calumnia, nao
fin litigado pelo jury.
Kv, assignado neste accordao o Sr. desembar-
ador M, >-a-/-p/adobcharel Hulino C eth da SiI\m
und? ae demonstrou quatorze nullid-idex.
Polcamos d- chamar a rtteacio para a asigna
tura, no aecordM, d. Sr. dtoajatargador Anselmo
iVr'ii. Qam cottbece a rigidez e se-
da S. Eu% sai grande iateiligjacta, illus-
. trv;u jridica o prohidade, n.io rile duvidar da
doatriua de que em pjoce-;o lindo, esndo eoi-
denfmente nullo, se deve conceder habeas-corpus.
2U accordao.
" ie visiu-o roala los os ajios, oncedem a
oltuia pedida pelo paciente Fr. Her-ulano do Co-
no ao de Jezus Brfto; porquanto amdi quando
MOflSse haver base para lormar-se processo, e
dar se julgamento, o que se nao verifica no caso
presute, nao s pelos defeitos das cinco teste-
tnunhas, como porque dos seus depoimentos nao
pr< va se oquisiio ossencia!, ou de leraido destri-
huida, ou mesmo lida a cana, que deu cau
qntixa e a este summarin, a.uiais de 15 pesso.is,
'.sti patenUf doata jiroces.-o qae nao f >ram obser-
vada; as funnalida les ^rescripta cas arts. 88, 205
.-e^jatesdo cdigo d.) processo criminal ; o que
7. rp!.\ que nao possa estar mais evidealemente
nullo um tal pruc-'sso ; e entao eumpra se o pre-
oTTtf M do art. 333 de referido eodtg*. Man
aao porlaoio que seja o paciente immediaiamente
*A'.a : mandara mais, que se proceda como for
da diroilo, tanto Ciiutra o juiz minicipal que fez
al processo, e dea a seatenct de fl., como contra
o juiz d dneitc. que na occasin da appellarao
nao reparn tilo flagrantes nullidades e at sn'nc
ion,>ulis. quando apenas lim>lou-se a moiiUmr a
P'na imposta. Determinara que tire-se copia au-
tfleniica de todo o proce>s<>, e seja remetuda ao
juiz de direito deSioio Anta ; e bera assira i^utra
igual copia pira sr entregue ao deserabargalor
promotor da justiea para promover a rosponsabi-
Iradedoju e direito.f.pcife 5 de abril de
dS62.A. E. deeao, presdeme. Santiago, (ven-
cido quanto a re>p>njabilidade). Gilirana (venc
vido quanto a respousabdidade tanto do juiz da
U.rei! i, como do juiz muuicipa!).Motta. cba
-avalcante.
Desta accordao se v que a seatenga do jniz mu
otcipaJ foi confirmada pelo juiz de diroito, e por-
unto havia processo concluido em ambas as ins-
tancias, e ssm raais recurso ordinario. E' um se
gundo caso julgtdo, que a relacao anaullou por
estar evidentemente nullo. Compra-s, diz ella,
o preceito do | 3o do art. 333 dn cdigo. Esta
assignado oesie accordao concedendo o babeas-
'orput, b Sr. desembargador Motta, que votou
contra a peticao do bacharel Rufino Coelho da
Silva.
As nullidades sao somante as inobservancia- dos
arts. 8*, e 20o o segundes do cdigo do processo
criminal, alera do defeito das 5 testemunhas.
Taes nuilidade- tambera allegou e provou o juiz
municipal de linda, em sen respeitoso requeri-
rnento relacao.
3* accordao.
c Que concedem a oliura do paciente Pedro
Alexanlrino da Cosra Machado, vista anallidai*
da sentaoca, em virtude da qu.il se decreten a
pnso do mesmo, pjrquanto tendo sido proferida
ama sentenci que foi publicada e intimada aos
fi'-.icaradores das partes foi essa sentenca inutilisa-
da contra a expressa deierrainapo da ord. I. :t*
tit,65 princip., iii. 6o; quando j as partes
trabara direitos a lquindos, e proferida outra sen
tinca por juiz divara, a qual por ana natureza
nonhuraa. Prtanlo concedem a soltura do paci-
eate.Kecife 19 da uovemliro de 1889.-F. A. de
S)uza, presidente. Almeida e Albuquerque.
LourenQo Santiago (vencido). Motta. Assis.
Doaimgaes Silva Ihha Civalcinte, votsi pela
soltara por achar todo o processo evidentemente
nullo.Souza Lew, nao concedi a soltura. Gi-
tirana. v
B-te accordao tambem se refere a am processo
Jindc : e naiavel pela circumstancia de que os
desembargadores nao acbarm urna infraceao da
Joi do processo criminal, visto que nao a men-
cionan) nos seus fundamentos. Mas como havia
nata infraejo da lei civil, posto que flagrante e
aabstanciai, a das ord. liv. 3' tits. 65 e 66, ennee-
deram o kabem-co.cpus. Nes(e terceiro a-,cordo
amda dea voto a f .ver do haheat corput o Sr. de-
irgador Mtta, e o Sr. desenbargidor Al-
meida Albuqurque, qu- negou iguil concesso
ao baeharel Hulino Coelhida Si'vl
Ora, pelos quatro accordbs citados, (alera do
da-supremo tribunal de jusiica) conhece-se cla-
ramente que o proprio tribunal da relacao de Per-
aambuco, lem Orinado a- droutri.ia, (alias fuadada
ni lei expressa) de que em proe.essos fados,
concluidos, sen mais recurro ordinario, tem, cabi
meato a concesso de habeas-corpus, urna vez que
taes processoa estojara evidentontemante allos.
Esta d^utriaa expresaa na. lei, e por isto a re-
lacao a tem seguido, Pera coma o supremo tribunal
da justica.
Cora effeito, dizen,do o cdigo do processo cri
nhoal que cabivel o hftteas-corpus, quando o
processo etticer evidentemente nullo, nao se
pode' Jmmis enlen Htr qae -eje smente quaodo o
processo est anda se fazendo, em meio do ea-
imnho e nio conclu
Esta iitttnqao :q qo admissivel,
parqoe e enrreme reita qae onde a
i2? d"t,nae ainigae: ininguir.
J!ri0?u'o.lado n rawa, c evidente q propria natare
e ara olla .o^g ai,p|iaaa> fue restringida.
p^^Sfc qQ6 Sempre -wrt"01 e ah> M
)d6 neofcnm, buseaado-se o sentido
Os.recaraos extraordinarios sao positivamente es-
tabeJecidoa.par4 os casos em que nao lia mais re-
curso ordinaria
Foraabsurdo grosse.irn, inqnalifleavel para,
doxo, ijonceder que a lei ? prohibe nplHdades e.m
procesaos que eni meio caminbo, epasentindo-as
e tolerndoos e.m. processos fnos.
Fora absurdo gr^sseiro e nqnanflcavel parado-
xq, qqe para o primeiro caso, a lei estabelecese
remedios e providencias, p para o segundo nao.
quando este., mais cr'a.ve, e mais offensrvoe viola-
dor dos direitos ae homam.
Pora absurdo frosteiro e in xo, adaiittir qne nm processo Bollo, em meio de
sos fjrmaeao, cansa oa produz constrangimento
Ilegal que deve ser removido e cessar ; mas qae
achaado-se concluido nullamentp. nao produz
cpnstrttnf ment illegal, ou esta nao deve sex re-
movida, ou cessar, mas permanecer e continuar
em seus terriveis e fataes effeitos.
Esta doutnna injustifieavel, ente contraseaso
insigne, felizmente sao repellidos peb> supremo
tribunal de justica, por todas as retatfes do im-
perio, inda rive a de Pernambmjo, como cima de
raonstramos.
Mas porque regeitou o Habeas-Corpus que ras-
pen smente e cum direito Ibe pedio o bacharel
llulin Coelho da Silva 1
Nao o sabemos, jiem o sabe a propria relagao
de Pernampuco.
Loijo nao poda deixar de aceitar o Habeas-Cor-
pus dojuiz municipal de Olinda, fundado era nul-
lidades -iDsanaveis, substanciaps. e esland elle
constrangido illegalnunte em sua liberdade, tao
preciosa e respeitavel como a de mtro qualquer
cidado.
Lago a m?.terii devs ser reconsiderada, por ser
toda-consistente em diraito, que nao materia ve-
Iba. mais sempre nova como dizem os juriscon-
sultos.
E tanto raais deve ser reconsiderada a questao,
quanto verdade que o venerando tribunal nao
leu os autos, nao exminou o processo para conne-
cer a materia defacto, ou se as nullidades tinham
sido reaes, Iiraaando sua dociso a questao preli-
minar nicamente.
A relacjo declarando siraplesmenta era sea ac-
cordao Nao tomara conhecjment) do Habeas-
corpus do pacienteest obrigada a revogar o
sou acto, porque deve declarar a razy do qae
faz.
Na i ha duas jastMaS,
Urna quando os tribunaes jalgam os crimes do
Dr. Severino Alves de Carvalbo, fre Herculano
do Curaca) de Jess Brito, Antonio Alves de Pai-
va, Pedro Alexandrino da Costa Machado, e Jor
Nc lo Bezerra ; eoulraquanio julga o fado
criminoso que imputara ao bacharel ufiao Coe-
lho da Silv,i.
Nao ha duas leis differentes em na applicacao.
Urna para o juiz municipal de Olrada ser sen-
tenciado e punid), outra para os demais cidados
serem abolidos e garantidos em seus direitos
absojutos e uaturaes.
Na i ha duas sciencias de direito com principios
diversos, uns oelos qnaes se regem as acedas do
bacharel P.ufino Coelho da Silva, e outros pelos
quaes se regem as acces dos outros individuos
ou cidados.
A justica urna, a lei e o direito os mesmos.
A constituieao do imperio no seu aat. 179 13
diz iraperiosomente :
A lei igual para lodos, quer proteja, quer
castigue, e recompensar em proporgao dos mere-
ciraeatos de cada um.
O conspicuo tribunal d*a relacao nao superior
a lei fundamental d > estado, antes deve obedecer
Ibe e observa-la religiosamente.
Se aos outros conderanados a relacao nao re-
cusou justica, do mesmo modo de?e proceder
para cora o collega juiz municipal de Ol oda, que
a pede e a merece.
O tribunal nao tem arbitrio. E" sna obrigacao
fazer justica inteirae igual lodos.
Se o arbitrio alguma vez Ihe f >sse pernittido,
seria para, fugindo ao rigor da lei,-desenvolver
sentimeotos de equidade e clemencia, e nnnea cahir
nos dominios da crueldade e tyrannia.
A hypotliese da aecusacao ou processo do ba-
eharel huliao C)elho da Silva, igualas outras
j re-olvidas, a3 circum3tansias as tnesmas, idn-
ticos os fundamentos do HabeasCorpus. Aoiffe-
renra saliente consiste em ler aqaelle bacharel
apresentado maior numere de nullidades
Idntico, porunto, deve ser o seuijulgamento, ou
deciso final.
O paciente pede justica, e soraente justicia. A
repeticio deste pedido nem offando o melindre do
tribunal, nem o desconsidera era cousa alguraa.
E' pelo contrario a prova mais evidente da con-
flauta e veneraco que o pasciente tem nos Srs.
deseaibargadores.
Injuria e desacato haveria, se o juiz municipal
de Ohuda se conformasse com este accordaoNao
tomam conbeciraento do flaaj Ce-rpus do pacien-
te ; porque ento minifesiaria a tntte convicgdo
de que o tribunal incapaz de corrigir o seu
erro ou desfazer um seu equivoco.
Jilo, na esta a conviccao do paciente, que
nao recusa apphear ao tribunal a mxima conbe-
cida dos sabios o mudar de conselho.
Um amigo.
PeliBfcr; foram -esees os
en^t. Se honve
mais algoos, nao consta dos auoa ; aoresentou-os
talvez em preloecuoj oraos aos esarwkw e officiaes
de justica.
. Apreciem os Jurista* qu oraDdlfcimos conbe-
cimeijiafl de junsprndeacia tem esa* 'Cujad pa-
rahybano I
Certaraente perdeu rauilo o iramorlal Jastinia-
no por nao ler nascidq era seu- lempo am juris-
consulto da tempera do Dr. Felinto !
9 Ur- Fbula no eatudou a quoso antes de
ueeidir, obrou precipitadamente, dominado pelo
desejo de satiafazar as exigencias da cas, coira-
bfWaaio, cora. sacrifielft d seos sagadoe de-
veres.
Njp de vendo ignorar qae. a procipiucao una
ralla gravistima em-uin tnagisirado.cumpria Iba ter
paciencia e prudencia para encarar a qaestao.que
tibe foi affecta, com os olhos de am bom,jaia, e nao
,com os olhos de ura ho.mem, que via na- questao
de Joao Feoandes sua propria questie pala den-
tidade de orencas polticas.
A sentenca do Df. Rebate para nao izer ri-
011
" "i*-|Wfll|#/e*niio;o.s, f
imi).
:_" '
M*
Sos ij
CarMgae|Bra pro
da EsDwlacao do
io-dia no,altiii _
2, .i/"!4 Gb'J-' ** requerimeoto do
dor 7 te0' ^^yerio da Espeetacd Itnora-
manS,2ei?5 * dos (ZrZfn Iab.af nomeado, os peritos notifica-
aos ^rvasio Jos da Costa morador em StrfnhSem,
d Ma45I D"?r-e3'r?s 'stemunlias Antn Alves
je cedo, e Joao Francisco de Sena moradores
a mesma propriedade : o )nlx deferio aos
pu
vis ates
de hM?J,S2fM Joraoint santos evangelbos
decJaMifn enlt desenopeobarem a sna raisso
"o eom verdade o qne descobrirem, e en
Uwo para ciwbecinwi
n.v.sta K n. I38de V
crrente, acU se a roeama thesonrana auiorK
a pagar aos oredores de dividas de exerciriS
indos de 1867-65 pertencetes a S
da guerra, agrteollara e fazenda """"erios
Screuria Ja thosonraria de fetenaa de Pop
nambuco, 2Tde ageste de 1870. Per'
servlndo de offlcial maior
________________TOnoel js Pinto.
injeicamente. iojuridica. Nosso cdigo cri-
dieula,
rainal. tra'tanq\i."d9' esteiio'nato/no % 4 do ari.
i diz : Em geral todo e qualquer .artificio frau
dulento pelo quaL se obtena, de outrem sua for-
tuna ou parle della.
Agora pedimos ao Dr. Felinto que, atlendendo
para os- termos do eodigo erimraa a parte fciU-
da. respndanos eom ua itlustracao tncontesta-
vel ae segrales pergnntas : oa> Fernandes, ten-
ao 'nmiurado cora baTro o assucar,."^je Xoi visto-
r,a a" com "m doloso de augmentar sua qnan-
tiiUde e ganbar mais, e tendo dado ao vendedor
assucar sexn nmtur* para servir de amostra na
occasiao da venda, que effectuooise, nao u^ou da
engao, de falladas, de manbas, finalmente de ar-
k mA fraudaleBtes naraillludir o comprador, e
obter deste, como efleutivaraente obteve, ama par-
te de sua fortuna, ama quarrtia que nao Ibe era
devida, a correspondente ao barro, que o assucar
contralla Nao coniulMien nliA'n iTimp dn ittpi-
arrancadas
os quisiios
wirgar a conviec.) de
da Dio fin-
TtaBlo a palavra pro
Hamhr 11 de agost de 1S1#.
Esta varaos persuadidos que o Dr. Felino H n-
rique dej\lmeida, junde direito de>ta comarca,
m tempo algum desceria de sua posiclo para en-
aolphar-se as lutas polticas desialocalidade, ago-
ra, porm, estaraos convenc ios do contraria, e po-
demos afiangar que o Dr. Felinto, com o seu nata
ral aut-miatism >, 6 um instrumento ceg das pu
xoes de eus correligionarios poliKcos, um juiz
inteiramente frace, que nao tem a coragem pre-
cisa para re-istir as exigencias indecorosas do<
pretensos liberaes : curvando-se corapietaraente
a estes, desusa-se do caminbo que deve triihar,.e
lobnga vmganga onde s ha justica para commet-
ter act >$, que deshenram a loga, de que elle nao
i' digno.
Ha poneos dias foi iniciado ura processo peran-
te o Dr juiz municipal deste termo contra o Sr.
Joao Fernandes Vieira, do Mello por crine de es-
tellimato. Depois de-terem .fepisto tres testemn-
nhas conteste e concludenteraante foi preso o in-
diciado. -
E*as testemanhas, conQrmando a exposiQo
do facto criminoso, feita na petico de dendncia,
d'clararam que o reo estava scostumado a falsifi-
car em sea engenbo todo o assucar bruto antes
de mandar vende-lo, misturando-lhe barro verme
Iho, qae era extrahido de nm barrrmro para is destinado, existente- aas proximidades da casa do
indiciado ; que, remettendo os eomboios de assu-
car, eotiegava ao vendedor una porcao delle sem
mistura, paraewin de amostra; e que Pedro Al-
vares ee Carvalho, morador em Goj^nna, tendo
ha algons mates, comprado um combato de assu-
car, remettido pelo^enunciado, com ecommenda-
coes raanbosas e fraudulentas; ao despejar os sac
eos reconhaceu que havia sido engaado com a
amostra, que Ihe foi geitosaraente apresenuda, pois
que o acucar vendido continba grande porco de
barro, como electivamente verifloou-se pela ves-
tona, que entao,ae' fez reqnerimeato do com-
Preo JoapTeraandas, excogitaran) um meio de
solu-lo, Acharara-no.
Eaconirafldo na Dr, Felinto nm homem malea-
tal as insinuages, os liberaea Unto o martella-
ram, q.e lb.e encasquetarara qae o deoonciado
a soffrenda ama perseguido poltica, aue
.ha par termo com a expedico de ama
ordem de kabeai corpas.
trepidar, escotando uaica
Nao coremwtuu elie'o crune de esle
lionaio, pordm, unicaineote, como S. S. disse, urna
simples infraceao de posturas munidpaes ? Va-
mos mais adame.
Para a boa inteligencia das sles, diz Delile em
sen tratado de interpretacao jnridica, importa mui-
to remoatar a leis anteriores e as fontes de que
ellas foram exlrabidas. Deste modo- acba-se facil-
mente o sentido das leis e pereebe-se bera os seus
termo > e exteneo.
O grande Pereira e Souza, cujas opinioes nao
raro lera passadopara as nossas leis, commentaudo
a legislacao amiga,, relativa ap estellionato indica
os mesmos modos de commetter essse crime,-
apuntados pelo nosso, cdigo criminal, accrescen-
taqdo mais :
O estellionato um crime genrico, debaixo
do qual enmprehendem se todas as especies de
fraudes eenganes, que podem pralcar-se nos coa-
tractos.
O estellionato dedusio este nome de uraa especia
de lagarto notavel pela sua grande subtilesa epela
vanedade de suas cores, porque aquelles que com-
melicra e-te crime u>ao de toda a sorte da rodeio3
e arda para ocultar sua fraude : classe dos cri-
mes, pag*. 3S e 357.
Cotejando-se Pereira e Souza cora o nosso cri-
minal tu parte relativa ao estellionato, eremos que
nioguem contestar rasoavelmente, que a diada
obra de Perein e Sonta foi a fonte da nossa lei
criminal. Esse escriptor diz que o estellionato
um crime genrico que, assim como o notavel la-
garto, de que deduzio o sea nome, elle apresen-
ta-se cora grande subtilesa, variando muilo sua*
cores, eque comprenendetodos os engaos e frau-
des, que podem c. mmetter-se nos contracto^, e a
qu3 as leis nao deram nome parucuar.
Nossp cdigo criminal segua a doutrma de Pe-
reira e Souia, tanto que, depois de i-numcrar os
mesmos casos do estellionato. indicados por elle, e
nao podendo prevenir todas as livootlieses pela
grande vanedade de rcaraftanejaa, com que a
parecem, resumindo o que esse mor escreveu
determinou que en geral costitue o crime de es'
tellionaio todo e qualquer artificio fraudulento pelo
qual se ootenha de outrem sua fortuna, ou parte
della. r
Anda mais; o direito romano, que era legila-
cao subsidiaria de nosso antigo direito criminal
lOiieanJo lamhein. m mesmos casos do estellionat)
previmos positivamente pelo nosso cdigo eriminaf
estabelece que a venda de gneros alterados o
contrafeitos dolosamente, custitue esse crime :
St quis forte rem alii obligatam, dissimulata obli-
gattone, per calliditatem alii distraxeril. vel in
solutum dederd ; nam he omne- especies stelbona
tum contmet. Sed et si quis merces crumpent
stelliovitus rus erit : D. Stellionatus. L. 3
A vista do que expendemos estamos convencidos
que, tendo n Sr. ioiti Fermndes veadido a Pedr.
Alves de Carvalbo, ura comboio-de assucar bruto
contrafeito dolosamente pela grande porcao de
barro que Ihe misturava, servindo-se d-. a-sucar
sem mistura para amostra om o (ira de illudir o
corapraaor, e obter desie, como efectivamente ob
teve, urna importancia que Iho nao Ihe era devida
a currespondfnte ao barro, cotnmetteu evidente-
mente o crime do estellionato previsto no ari. 26i
4, do cdigo criminal.
O crima est bera caracterisado pelas circums-
tancia/ antecedentes e concomitantes da venda
fraudulentamente reita. Ainda quando eu queira
negar por leima ou pertinapia, que o nosso cdi-
go criminal previo positivamente o caso, de que
tratamos, eremos que, por mais pertinaz ou teimo-
so que seja ura individuo, por raais afierro qu.'
tenba as suas opinioes, nao ousar dizer que o
facto pralicado por Joao Fernandes, deixou de
ser previsto implcitamente pelo nosso codiao cri-
minal.
Nao se dando ao referido cdigo umj interpre-
tadlo extensiva, interpr.-tando-o segundo os dicta-
mes da interpretacao simplesmente dctorativa
esse espirito obstlnar-se-ha, atlendendo para o
valor dos termos.- Em geral todo e qualquer ar-
tificio fraudulento, e pira a natureza do estelliona-
to, atrever se ha, por urna obstinaco, nada lou-
vavel, a affirmar que o codiuo criminal foi omis
so acerca do facto pralicado por Joao Fernan-
des?
Attendamos para as seguales eepressoes do
supremo tribunal de justica, proferida no caso
anlogo :
A generalidade do 4, do art. fii do cdigo
criminal comprehende o* casos que nao estao po-
sitivamente previstos no referido cdigo :
Accordao da 9 de marco de 1864, entre partes,
recorrerla Celestino SaTyro Martin?, e recorrido o
padre Ignacio da Silva Siqueira. A narradlo, que
hzemos do fscto'coinmettido por Joao Fernandes
no todo fiel, e consta das provas existentes nd
processo, que est mida lo.
Os autos do habeas-corpus, concedido a Jol)
Fernandas^devera ser reraettidos Ilustrada e
imparcial relajeo, e, seelles nao flearera dormn
do somno etaroo no jnizc quo, o qne muito
presamivel, pedimos a esse tribunal que aprecie
com sua iodefecuvel justica, o acto do Dr. Felinto
dessa juiz que, em lugar de eccupar na poltica
dests comarca um campo neutro,Japresenta-se com >
um automato de seus correligionarios, nao tendo
nonhumaraor jurti^a esquecendo-ae de que a
sagrada escriptura disse: ?raai ajustica, vos uue
jnlgees aterra.
Intil eonsdho para um juiz que s escata o
irrito das paixoas politicas I setjre cujas instiga
cbVs profere algumas sentemjs que acred'tamos
que de um juiz porque elle costuraa escreve-las
era ledras garra faas.
Tktso, .,
desempenbarem a sna raisso,
en1"J
rem^A^ e gue ei-" eoosdencia eieade-
me'a i.22?m,nndo"M qQe Pro^dessm p exa-
ptldada^P'fWenda no termo, da mesma pro
? lavo,.rSraogWeir3' "a,aa, foi
saguinte"'-* qe, responias^m,
de^anteroa8SflhOOV,5-deStra5' U dan",fco
f13' w" *e meios ^oi, cat*aq>.
enundal^ W b0uve BOendio' riiw^^6 os d*!** destru ios, ou damnifca-
S SrrXPara aeslinniar- se^ar os limites
ondSoidr' a qU, SexyL se o datnno causado teve lugar dentro do
limites0 prpPriedaileCarao8uetrera, oo de seus
Stimo, se houve arranpamento, ou destrualo
de algnaia alvore grande, i|ue servisse de deviso
da propriedade Caranj/tiegetra, com o engenbo
Algodoaes.
Oitavb, finalmente, qual o valor do darano cau-
sado.
Em copsequencia passaram os pcritfft a fazerem
os exames, e ravestigadJea., ordenadas, eos que
juigarara necessarias/e concluidas os quaes decla-
raran! o seguinte: i
Ao primeiro qislto, respondern que sim, hon-
veawancamento de rojeas, e destruico das mes-
Ao segundo qoisito .responderam. qne o arrn-
camelo, edostruico da.lavoora, ra causado
por enxada e arado.
Ao terceiro quisito n-sponderam, que nao houve
incendio, arrotnbameiio, e nem enundaco.
Ao quarto quist- resjwmderam. aue a* rocas, ou
lavou-as arraacadas uo sejvi.nn para limites da
propriedade mas que os vosijua x uraa graade,
gameleira por elles p-ros coi;!i-ci.la, para servir
limites entre a propriedade, o engonho, de-
Perante a cmara municipal destecde
sur em praea nos dias 27, 2 e 31 do comnie
para ser arrematado por quera maior proco oto-
recer o imoosto de aferico de pesos e medidas
peta quanaa deJ^O. ^^
A arremaiajaa ser feita por nm anap : aquel-
los que preaBjdejreai coneprrer da, devem ha-
bilitar-se na fcpa* da Id o aprssrnUrem dons
das antes a las habitacoe. para st
gadas.
As eondide do contrato serd dedaradas an-
tes de entrar a praea.
Paco d. cmara municipal do Heeife, Si de
agosto dp 1870.
serem jul-
NO
PAVLflla DE S I
CMPANHI.\
EONRniE filMiUSTICA e aciolutra
SOB A DIBECCAO
D, Marcos ftisali.
ESGQLHfDA E VABiADA nnWJUX
hoji:
**< 9 de arV
a-8 1 libaras da uoota
Pela segunda vea neste dreo u exibir nesta
upecao o grande trabalho gymnastico intitulado
voadq/, %que tanto fervor tem fji) na
daste
Ignacio Joaquim de SonzaLeae.
Pro-presidente.
Loureacp Bezerra Carneiro da Canha
Secretario.
WClMACOeS.
nn.iciavam ter sido lambtfli despida, u daroifi
cada, aquella arvore indicadora dos limites.
Aoquiu.o quisito respu-aderam. que as lavou/as
arrancadas, foram meas, e qiie ns destrocos,
deseas rocas se obsantaui n
Ao sexto quisito responderam que sm, que o
damno causado foi dentro da propriedade a quem
da garaelleira destruida paia. o lado da dita pro-
priedade.
Ao stimo quisito respondern) qne sim. que
foi arrancada e destruid^ una grande garaelleira
por- el|es peritos eonheeida couw pomo de diviso
e (railes entre a propriedade r^iranguegera, e o
engenbo Algodoaes, e que alinaam nao s por te-
rem conhecrao all aquella arvre, como tambera
por existirom vestigios na ierra do arrancaraento
della, at as raia&t,
Ao uitavo quisit,, ikulmente, rgspinderara, que
arbiiravam as rocas destruidas ery 503, e quanto
ao darano causado do arrancaraeato da garaellei-
ra que sera* de limites da propriedade. com o
engenbo, precisamente nao podiam arbitrar, e sao
estas as declaracoes, que era sua coscieacia, e de
baixo jo juramento prestado lera a f4ier.
E per nada mais navar deu se por concluido o
exame e vesloria ordaaada( e da ludo se lavrou o
presente auto, qoo-vai por mim esripto, e rubri
cado pelo juiz, e assi?nad i pelo mespn, iieritos e
testemunbas eomigo eaanao Miooel J.> da
SanCAttM y Arnujo que Bz, esorevi, oda todo
dou feJoo.Gonsaga Bacallar.Gervasi fos da
Costa.Francisco Jos da Silva.Antonio .-\lves
de Macedo.Jo > Francisco de Sena.
Oonsula o d Portugal em
Pernambuco.
Os Srs. Joao Macedo da Amaral.
Barbosa 4 Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Dias de Carvalho.
Manoel Luiz da Costa.
Faioses Jnior &C
* Balthar & Oliveira.
Francisco Alves Mfenteiro Jnior.
Francisco Goncalves de Arroda.
Sebastiao de (sem sobrenome)
Silva A Joaquim Felppe.
Manoel Gqmes da Crnx
Amorim & C.
Chpstovo Ferreira Campos.
Beltrao, Oliveira & C
Antonio Jore dos Santos.
Antonio Goncalves Guimaraes.
Antonio Jo Goncalves de Azevedo.
Pabntira ft Beltrao.
Manoel Barbosa Ribeiro.
Jos Bernardo da Silva.
Sao chamados a comparecerom neste cons-sm-
do aflm de retreberem o que Ihes tocou em raido
naliqutdacao de algans epolios da subditos por-
tugupzes fallecidos, dos quaes provaram ser era-
dores,
Recife, 17 de agosto de 1870.
scena cmica, paites- palhaco,
pod-
o Hqmem
Europa e aue tajos applansoa arraacou
illustrado paWico no domingo paasado.
Chamama papa :dfe a alteadfc do respdtwel
pualwo. ^^
PROGRAMMA.
PBUIJTJRA PARTE.
Man synpoonia dirigida pelo maestro-
2 L'ma linda corrida sobre o ea-vaUtto msra.
J.' Novos exercidos equestres sobre nm caval-
lo em 6sso.
4. Urna linda
imitacao de bou/i
,S^i,D- M-sal. *rigiri o eavallo Mutto
na alta eschola.
6.* A menina Juanita esecnur diflteeis
coas sobre um cavallo.
Intervallo de 50 miauto.
H SEGUNDA PARTE.
/ Symphonia.
8. O pao voador, pelo applaodido Viceala Ca-
S* II.
9. O marinbeiro. scena danzante e sealmeo-
tal executada por Luiz, sabw ura cavallo.
10. O duplo Irapesio, pelo artista Aldaoo a Vf-
cenu.
Intervallo de 16 minutos.
TERCEIRA PaBTE.
O HOMEM VA-BOK I
Difficil e arrlscadissim. iraballio, pelo apota*
dtdo Cesar Casali. #
Pr (^amarles com 6 entradas........
i;adnras.......................
Cadeiras avulsas para senhora.V..!
Geraes......................
Os bilhetes de camarotes, eadsiras e
vendem-se no mesmo cirt.
AVISO.
As portas do circo abnr-se-lifio as 7 1|2 bora*
pa noute.
l?*08v>
2ndf>
UOOP
BtaMaa
PitACA DO K^ClFlS 26 DK AGOSTy
:>:'". 87U.
AS ,3 1/2 BOBAS V. TARDR.
Algodao s.;m inspecQo680 rs. por kil. (bontem).
iimbio sobre landres IH) d|v. 20, 19 7(8 e 19
1|2 oor 1*000 (hontemj.
. ipcallo Jos Alfonso,
Presidente
Mesquita Jnior.
Secretario.
Xovo banco de Peraanbue> em
liquldaca:. 6 Se agosto de
Os S:-. ;iccionis.las | odom rGcebnr o 7o
dividendo de tvn or ceno do, capital .s
queras feiras e sabbado'.
A' ra do Coinmercio n. 34, 2o an-
dar, faz-se, s qaartas-feiras e. sabbados o
3o e uttim j dividendo de ,!l!) u|0 sobre o
passivo da concordata do Sr. Jos Antonio
Basio.
ReeiTe, 25 de agosto de'1870.
Conseil de compras navaes
O conselho em 29 do correte mez, avista de
impostas recebida* at as 11 horas da mauha,
pi oinove a compra soQ as condidiea do aslylo, do.'
objectus do material da armada segiihites :
100 baldeadeiras de fulha, 400 colheres de ferro,
60 barras de ferro inglez propri para grelhas, 6
fil^s inglezes de 8 ps de comprimento e 6 de
largo, 2 oculus de alcance, 16 paos de ginipapo de
12 palmos de comprimento, 400 libras de prega
dura de zinco, 1,000 lijlos de fogo, 5D eadernoj
de papel raata-borro, 10 arrobas de pregos de
Ierro de 5 polepadas, 10 arrobas de pregos de fer-
ro de 6polegadas, 50 garrafas de spirito de vi
nbo, 40 resmas de papel almaco liso, 40 resmas
le papel almaco pautado. 100 rlhas dep:.pel pau-
tado para mappas, 100 folhas de papel liso para
raappas, ino pis d' lacre encarnado, 60 grojas
de pennas de ac, 10 duzias de .labias de pitili>. de
3 polegadas, 20 arrobas de ere, 24 livpo* iippres-
sos para soccorros, sendo de 150 100 e 5 fo.ha.
16 peles de marroqura. 1 arroba de cera em
velas de 6 era libra, 100 roolbos de piaasava, 20
covadps de tafet verde, 20 covados h- lafet en-
carnado. 40 borlas de seda com cordes. 50 co-
vados de grosdenaple branco, 4 libras de linlta
erna, 6 duzias de linas chalas de ti a 16 pclega-
ac, dnn'is de Hr;is mela-ean d* t a 16 pole
Radas, 6 duzias de iUnn triangulas de ft a 12 po-
legadas, 3 pannos de laa para meas, 12 h-mad-
ras nacionaes de i pannos, 12 bandejas-nadonae*
de 3 pannos, 12 bandairas nacinuaes de 2 pannos
C vergonteas de pinbo para pas de cntello, t-ado
de comprimento 35 pos, e grossura no nido 7 po-
legadas de dimetro, e 6 vergoatcas de pinao para
mastros de escaleres, tendo de comprimento 25
ps e grossura no meio 6 1|2 polegadas de di-
metro.
Sala das sessoes do conselho de compras navae-
25 de agosto de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Mtt K1UttN.f BI.U Mil
AMANflia-
onningo 28 do eorrsnte.
QUE TRIO LOSAR
Umas 4 ir* da tolde.
Outra .'is 8 1|2 da nonio, como de costme.
Em regasijo da faustosa cbagada a esta cidade
ae bi, AA. o Sr. conde d'Eu e a nrineei lm(>-
nal, resolvemos dar duas fiiwoOes nesie .lia
as quaes se exhibir o sompre' apphwdido
ls'jtnein Voador.
I Sympfconri.
b Volteio rapoV,
PROGRAMM.V
I PARTE.
jocoso entrcnier, pi: .-owns oa pa-
ALFaMIBGa
teadimemo do dia 1 a 25. 806:001*016
(dem do di 20. .20 4784O0
826:479*416
MOV1ME.NTO DA ALKVBIDEA
'olumofl entradoa com fazeBdas
Idam idem com gneros
'olnrce* sabidos com fazendas
dem idem cora genero !
COMARCA DO CABO.
Prepoac|a.4osTliBiz
de tgniar lunior. rendelro do
engenho Alfdaaea.
Do docomanlo que abaixo vai publicado constara
a invaso e damoifteadio feita nae planus8es da
propriedade Caranguegeira, limtrofe do engenho
Algodoaes e do condominio, posse e residencia do
Sr. Jos Presbiterio da Espretacao, aasim como
a destraillo dos signaos upe serviam de limite en
tre a mesma propriedade e o referid engeoho Al-
godoaes, s gando foi reconocido pelos peritos
comeados para proceder vietarie, a quaes. aim
le reconbecidamente inpirciaes, sao conhecedo-
res do lugar, por ter sido, um, rendeiro do engr-
ano Algodoaes e o ontro, morador na mesara
propriedade CaraDgaegeira.
n.sabam o publico e as autoridades a
|o e)obei ment chegar este facto qae o autor
485
863
-----1350
195
331
-----526
Descarregam boje 27 de agosto
Brigue taliauolabiafarinha ie trigo.
IJrigae italiano Scipiane idem,
Brigue inglezEdith Marycarvlo.
Barca inglexaWithc of the FeigankvTQ.
Despacfios de exp&rtacao no dia 25 d
agosto
No brigue Inglez Meduza, para Liverpool,
carrega am : Manoel Ferreira da Costa & C, 2J
saccas com 500 kilos de algodao, e 56 couros com
4,409 kilos.
Na sumaca hespaabda Fomento, para Barce-
lona, carregaram : Amorim Irraos t C, 41
fardos com 7,565 kilos de algodao.
No patacho hespanhol S. Miguel, para o Rio
da Prata, carregaram 1 Pereira Carneiro & O,
60 oarricas e 100 meias ditas com 13,296 kilos
de assucar.
a barca franceza Cotinij. para o Havre, car-
regaram : Tisset Frere & C, 700 couros com
14,700 kilos.
ECEBEDORIA DE ftSXDAS INTERNAS Ule
RAES DE PBRNAMHDCO.
teadimento dr dia 1 a 23. 56:614*598
Idem do dia 26. ...... 836*671
57:471*269
CONSULA10 PR0V1NCAL
(teadimento do dia 1 a 2o.
dem do dia 26.
66:441*267
3:461*020
69:902*287
de*
mate p hdi),das paixoes, qne batiara porta do <*->r e renddro da aageoba ATrodoafcZuri
pretorio, wrando os onvidos aos redamos da satfacao de mesquinnas vmginca, dotarida
MOVIMENTO DQ PORTO.
lYatio intrads.no da 3*.
Rio de Janeiro-9 dias, barca ingle Arequipa, de
282 toneladas, capitao Kennev, equipagero 10
eip. lastro ; a Rabe ScJiameUti & C.
Rio Grande do Sal17 dias. brigue brasildro.D.
T*% 8 *** toneladas, capitn Coosiantino
Jos* da Silva anta, equipagam 10^ carga 9ol8
arrobas da carne ; a Amorim Irmo.
Soutbamptoo e portes intermedios17 dias,
inglw Oneia, do 1372 toneladas, oom.n
gaiaros ; a AdamsnnfH & C,
. Navio sahictono mesmo dia.
EL Prout, era lastro.
THEATRO
SMTO 4NT.,
EMPREZA-COIHBRA
C0MPANH14-FRANCEZA.
2 a RECITA DE ASSIGNATURA
Sabbado 99 do correte
O emprezario previne ao reopeitavel publico,
qne no caso de SS. AA. pernoitarem nesta cidade,
haver espectculo em grande gala ueste theatro;
os senhores que qoiierem bilhetes para esse dia
tenham a bondide de os vir eneommen'ar no es-
critorio do theatro. Os Srs. asignantes tem a
preferencia at ao meio dia.
Logo que a orchestra tebha executad) urna de
suas belfas sympbouias dar principio o espec-
tculo que sr dividido em tres partes, pela
raaneira seguinie:
PRIMEIRA PARTE.
Madamotselle Mariette cantar ama linda can-
eoneio
JENEVOUSDIS QUECA.
Mr. Carn desempenhar a bella cancoo
OA R\ TOMBER.
Madamoiselle Choiberl cantar a cbistosa aria
da opera cmica
IUYOX D'\MOUI{.
Fmda esta,. Mr. Raynu-I caniaf o linda avia
DES ABSENT.
Madenoiselle Mariette ex-eutarl a bellissima
cansoneta
LA CANOT1ERE DE SAINT CLOUD
r. Carn desempenhar a cancao typo do sna
creaco, intitulada :
AH MALHER.
Intervallo pela orchestra.
SEGUNDA PARTE.
A Irada opereta cmica em 1 acto
LES NOCES DE JEA.NNETTE .
na qual tmn^rao parte, maderaoiselle Bresda, Ma-
ne, te e Mr. Mari-1
TERCEIRA PARTS.
Mademmselle Cfwiberl cantar a chistosa aria
da opera cmica.
PETIT POCET
Mr. Raynaud exibir a can-ioneta
LE TEMPS DES CERiSVE.
Em seguida madoraoiselle Mariete cantar a
bella causonea
LA BONNE VILLAYEOISE.
Mr. Maris exhibir, a chistosa cansn
LA eANAILLE.
Em seguila Mr. Carn cantar a parodia co-
raica
LA VOLAILLE.
Os Srs. assignaates teaaam a bondade de man-
dar buscar os cartes de suas assignaluras -at-
ao meio dia de sabbado 27 do corrento nu escrip-
lorio do theatro. '
0 resto dos bilhetes acham-se venda no es-
cnpiorio do theatro das 9 horas da manhaa em
diente
PRECOS.
arota de 1. ardam............
riem deede n. i at 10.......
nmeros U, 12, 13 e 14........
Metra* da 1 dasse.............
1. Trabalho groteseo, sobre um cavalto, pelo
arUst-' Lua.
4. Um
bamos.
5.J Murillo, cavatio amostrada* em nona dos-
tjes. v^
6. A divertida scena Mr. e madame Denisz
sobre ura p.sseio a Versalhes, executado por Lui^
Cesar e Aldabo.
Intervallo de 10 minutos
.*-_! PARTHL
7- Symphonia.
8.- DlfBceis .alto bore rinchnirar, pd spohw-
nta Anna.
9 o trapesio peloapplaudidc artista gymaas-
tico Vicente.
10. A-menina Juanita, sobro um cavallo.
Inlervallu de 3o minutos.
III parte:
O homem mador bu os tres trapesios, pdo ap.
plaudido gymnastco Cesar Casali, nos qaaos ex-
cutara o difBcil saln mortal, at noie s exeenu-
do pei.j intrpido Lotard.
A mesma Anecia se execuktr s 8 *iS horas
da Beata. t
Procos:
Camarote cora 6 entradas IJJSflflO
Cadeiras 2800
Cadeiras avalcas para Sras. iaiGft
Platea iiX)0

Os bilhetes de cmaro'.- s,
vende-se no mesrao circo.
cadeiras- e plateas
TrMTRO
GIMNASIO MAITieO
(No Moateiro)
DENEPICIO 0 ABTISTA
OoiBio^o 'H l agOMto.de 183%.
Representar-se-ba a nula comedia em 3 actos
O
E raais divertimento ja annundado por esta mes-
mo Diario.
Ter trtm gratis para ida e volla depds do es-
pectculo : os biletes de entrada dos camaro-
tes e cadeiris servir) de pass.
N. II. Se no domingo 28, nao chegar o vapor
inglez, u mesmo chagando e nao desembarcaretu
Suas Altezas, tena lugar o dito espectculo; ase
pelo contrario saeceder, fka transfeno para
quando for annuociado de naao, visto que o pu-
blico se prepara para a sua recepta .
DOMINGO
28 DO CBRENTE.
(lAT'i
Principiar s 8
10*000
12*000
16*000
3*000
2*000
da noute.
DA
MUITO APPLAUryDA
oran mm
EM
DUNDA
No grande jariiim do Sr. Joaqoim Lopes
de Almei.la. junto estgo.
AS 5* 1|2 horas da t.irde.
Haverao to a* as rojnudidades predsas para
as familias e o jardn) se achara brilhantemente
illuminado, enelle s acbero sorvetes, coudas
e bebidas a gosto dos arasuraidoros.
Os bilhetes do direjt a passagem de ida e
volu nos treiis da eompanhia dos trhos orhano>
do Recife Olinda, ein-cajan etad5es 'esurii
venda os mesmos bilgps, a 9*300 cada paaloa.
Depois do caaoert partir de Olinda para. ..
Recife um trejIH
N. B. ^^^H| chaguera SS. AA. flear a
'onceno traasteaaV para e domingo seguala 4
de setembre ; o \ae tambera acontecer sa cha-
ver na larde datugoada.
AVISOS MARITIMOT


Para a fiahia
O brigue portoguez S. Jos seguir com toda a
brevidailepossivelpara aquello porto, naraono!
recebe carga : tratase cora Marques Barros d C
no largo do Carpo Santo n. 6, 2o andar.

I


?ernambuco -~ Sabbado 27 de Agosto 87Q,
PARA.
Tara* referido porto, pretende or com
possivel brevidade a baria portugueza S. *,
SorteTi porco a carga, e para a que lhe TU*
i (M*e-*omraoo, -trata-ae oom e consignatario
Joaquira Mv Beltrao : a ra dp Coro
i n. 17_________ .
1
LEILAO
DE
rehgioi de algibeira, differentes livros, mus-
para piano e rabeca, 1 piano, 1 rabeen, di-J
versos movis pertencentes ao espolio do tinado*
Caries Steuber
Para o POfi Tercafeira 30 do torrente, as ll horas era paito.
pretende sshiro brigua porluguw Trtumpnoaie Q agente fm ^vaf |eHi0( a |.8qaerifn,.nt0
10 de selemhre prximo com a carga que uver dQ tesU[DeiUeiro e |Venlarianle dos beo- do flr.a
quem no menino qoizer carrejar ou ,r f P^" do Carlos Steuber, e por mndalo dn lltn.. Sr. r.
gero, para o que tem bous cramelos, irat< ora de ^ QS m^% hvros ,llilIS ubfc<
.consignaunus Thomaz da Aquino rouseta a perleBCente8 ao meimo espolie, e o nslauloi du
G, na do Vlgario n. 49,4* apiar. -------- mandado em poder do mesma agente, a* 41 horas
do da cima dito no terceiro andar lo sobrado
di ra da Cadela n. 51, onde haver leito de mo-
vis, louea e erystae. "
iographia imperial
E
CALERA de pintura.

J. Ferrad
Attenpao
ie e dil
oar.
rrente
V,
' \M Wl
para Maco do Ass.
A barca nacin1! Flecka, capltao Victoria, re-
cebe carga para alerte porto, para onde segu ale
o dia 7 do correle mea : trata-se oom Marque?,
rroit* C., no largo dJ Corpo Santo n. 6, segn
do andar. ____________, ______
ja-se acert c
ra do
rdraarii pro
'ph.ol gi
MARANHAO'
A barca .V gue para o Maranhao em poucos dias com a carga
me tiver, e por isso quem quitcr anroveiUr tao
bja oeeas-io de carregar, dirjase ao consignata-
rio Joaqun Jo- Goniplves Beltro a ra do Loro
inercio n. 47. ....._______
BAHA.
Pava o inferido poi u pretende seguir em pontos
tlias o paiach.i Tres t jm, por ter Iguma carga
engajada; para a que me falta, trata-se com <
.itnignatario ioaquii los Goi>ci*ves Beltrao, a
ra <|w-Cominereio n. 47. ___
RIO DE JAHW
Para o o*rt< acuna srgue com brevidade o bri-
uenacional'Isabel, tera parte do sen carregaroen-
?o engajado : para o resta que Ihe falta tratase
com os c -nsisnaurifls Antomo Lint de Ohveira
Atonto* C.". ra da Crus n. 57, 1' andar.
LEILAO
(em lotes)
DA
armado, eneros e pertences fatabeiita *>
travesw da Senzala-Velha o. 4, em lote*,
v diado los compradores.
O aheate Martin* fara leilo da Uberna cima,
a qual se acha bem sortida de gneros de primeira
qualidade, orna boa armacao, gai e pertence para
tirar TERC\ FEIRA 30 DO CORRENTE
as 11 "horos do dia. na mesma taberna.
Km de tennru
Pret-nle ;guic par o referido porto com i
XHsiv* brevidade o patacho Monteiro por ;er por
-Sada carga engajada ; e-para a que me ftlta <
'-oravn^.i f et^.W-ttse ecm o consignatario Joa
afn i o Goncalves Belr&o a ra do Cominera .
i!. 17 _____________________
COMPANH1 VeRNAMWJCANA
VB
i*avega^*o co*elra pr vapor
Mamanguape.
O vapor acional Cmrife, coa?in.indtmte S
va, seguir tara Mawan?uape no ia S
do cur-
ia 'as5*oras da Wde.' Recebe carga, encom-
meitdas, iwfgpiroa e rtinheiro a frete tte as 3 l/i
toras da larde do Ma'17, no esoriptono da com
-.anliia. PVrtn do'MatUw n. 1%__________________
mmth mm
DE
Paquetes a vapor.
Bus pnrtosdo norte ti esperadi
M 0 dia 27 i4o correte o vapot
A:iw>$. comroandanta o prunerr
twiente ^>-e C Daarte. o qoa
& dupois da demora do .costiiit-
sffHinaaca os do ful.
Desde ja recebem-se paseaeeiros e encaja-se
carga qse o vapor-poder conduzir, a qual dever
rembwci.la-o dia desuachegadt. Enconaiaec
das e diEhjiro a frote ate as duas horas do iw d
soa sahidx
Xao se recobwp. como eacerameodas sena ob
lectos de pH.irt:v valor eqae uo -excedain a
arrobas de peso ou 8 palmos cnbicos de med
'!0.
' Tude qu embarcado como -carga.
Pnaoe-soAus srs. pasHagetros que suas aas
m roa da Cruz 3
! aaitr,escriporio de Antonio Luiz de Oliver
Atevedo A '".._________________________
HUA -MMKHi.iO ^. "-
CC IV l'KHNAMBUCANA
M
Wavesa^* coslclra por vapor
Parahybii, Nita>, Maco, Mossoro, M
criy, Qmri, Mandaba. Acarac e
Ora
O vapor Pirapam'i cnnmn-
daibtfl a/i-vi'(!o s.-!.uir aaraes
|Miitosa<*iiwa nodiaiJl do corren-
as 8 bocas d tardo. Recelte ca,r-
ga at o dia 38, ciicoiiiiiii'mla-
pa9sageivs iinlieim a freU" at as
do ca^co cona astro* reaes, masiaros e grnptes
flx.is, laat*a e bolo do bngse norte-altemao
Cndor, m em f lote, aa.-im como de vettame,
cordoalha, vergas, mantimentos, eoutres aftigos
salvados do mesmo brigue tegalmente condem
nado ei oensequencia de baver batido e aberto
agua a Btrada da barra d'este porto, >ade apor-
tou para cewber ordens, leudo j o competente
pratico toordo na sua rcenle viagfm qi?e fatia
proosdeirte de Trieste com deslino i Hafcia, car-
regado de farinka, a qual, por tal s nistro causa
do, fra tanibfoi deseibarcada.
1 :]() d corrent".
O uapitao F. lardim, do dito brigue, fara leilo
por interveDia agente Oliveira e cenia enstc-
de Mn>>m per encer, em presenta do "Sr. gerenta
doonsul:idooorte-alleniao nesla cldaoe, precedi
a competente auiorisar3o da alandega, e cji as-
sistencia denm seu eropregadu fiscal
Tr principiando pelo lote do casco com mastros reaei.
ma:au!0< gurupes flx.-s, lancha e b >te, Mil
horas da wanhaa ei" ui-nto, ao salad da Associa
cao Comwercial dV-ia praca, e logo em seguida
ao meio dia os mas artigo- mjieados, no rma-
le o alUruegado do Baio do Livramento, ao caes
do Apollo.
AVISOS DIVERSOS.
i horas
t re do dia da sabida : cscriptorio no Forte
Mattos i). 12. .. _
=> a cnmnwfllente do batalhao patritico do
commerciii do bbirro de Santo AHtonio tendo re
cebidti o honroso convive que fee ao batalhio a
cnimrissao da eociedade patritica D ie de 5e-
|en l>ro para ka rtiviso patritica fizer as hon-
ras da rece dio ;i SS AA. os srs. cnde e cu
des-a d'Eu que d.-wm aqni caeear no dia 28
d i c.irrente e tendo o batalao p-r seus fflciaes
anuido em muito praxer a esse honroso convtH
se apressa o dito coininandaote -onvidar pelo
presente a todos os seus companhpin.s que fue-
ram parte do batalhao e aos qoe qnizerem agora
a elle se iuuir para qoe comparecam no da 8
d. correrte lego que firer o primeirosijrnal do va-
por na parada do batalhao que deverser no lar-
go da igreja do Livramento.
Retire 23 de ig.-to de 1876.
Higuel Jo- de xlmeida Peroambnco,
(vinmandante.
Desde o dia de a!
lovoesub"
labug n. i
has i
.ero, geraliiietite gr
Ugnn.- airacao (>
jresso que h'itimanwuie U'i
s por outrs com alegra, por vrrei a pxv
lotada com mu estabclecinier.to Jigno d ella, o uv
wnt.-stavelrai'iito o pri eiro que nesse gener
tiojepcssue : tambemnao mos (upamos era consa
ilguma para monta-lo po p em que se acha, es
aerando que o publico da Pernambuco saber
i preciar nossos ejorqjs o recompensar nossos sa-
nTictoa.
widamos a tods aquellas pessoas, nacin;!';
nngeirasque gostam das artes, ou tivereiij
idade de traba :h>.s de photograpbia a visi-
irtiii o nosso estabel-Timento, que estara sempre |
iberio e 4 sua dijposico todos os das desde as 7
loras da oanhaa at as 6 da trde. (
Para es trabalhos de photographia possuimo* di
rersas machinas dos memores autores Trnceles,
ngietes e allroemes, como seiara : Urebonrs el
Secretan, Hennagis, Thnmaz Ross. Voigtlander el
sonh eVulf. TJftimampnte recebemos tres novas
nachinasl sendo urna dMas propria para tomar
mbre o mesmo vidro 4 n 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 42 imagens diversas e
gualmente soladas, de sorte qne no caso de
grande concurrencia pederemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diverjas eisola
las para cartoes de viila, eassim em renos de
jm quarO) de hora despachamos 8 dfferenies
pessoas que f>ecam cada urna, umaduzis de cantee
nais on menos, com os seus retratos sement, o
mi grupo com ontras.
EncaiTogamos-BOS exclusivamente da direocac
', feitura dos trabalhds de photographia dei-
cand a pericia e talentos do distnicto pintor
illemo, o 9r.
Jorge A. R<3th
s trabalhos de pintura, a aqnarera, a oleo, e a
rastel. j
0 Sr. Roth acha se ligado a nossa empresa por
ama escriptnra publica, e at o presente tem-se
lesvellado na execucao de seuvtrabahos
"No nosso eslabelecimento arham-se pxpostos ou
iros trabamos imi nmiaturas aquarella como oleo, re ratos
.leo, quadros sarros e diversos otros trabalhos.
Tomamos enemnmendas de retratos oleo at o
'.amnho natural, assim enmo de quadn.s sacros
aara oroamenUcio de igrejas ou ca pellas. Tam-
?em aceitamos Bcommndas de quadros hislori-
:os.
Asseguramos que w precns dos diversos tra-
oalhos da noesa casa sJo mo rasoaveis.
CARTOES DE VISITA X\0 COWRIDOS 10|J00 A
OZIA
-.AKCK.S BK VISITA COM O COLOftiDO AO NATU-
RAL A f:5000 a DDZU
?ptr:ites em miniJltira oleo ou aquarella di
16 2o00(? cada m>, inoo convenientemente en
atxithado em moldura dourada o regulando c
msto da pessoa retratada i e 3 4 pollegadas e
Jo o qnalro pal" e meio de tamanho
Julg un>s que pasta rao os pre?s cima para
larmos idea diberate^a dos trabalhos do nossr
stablecimeoto. quanto sua perfeicao cada um
enha jhigar pir seus proprio- nlho.
As melrmres huras para se tirarem retratos m
iosso estabelec'niento sao das 8 horas da manbaa
1 da tarle; erlretaniode una hora s 5da tarde
m casos espeeiaes pde-se tambem retratar qual
iuer pessoa.
Nos dias de chnva, ou por lempo sombro po-
lem retraur. e asseguramos que es^es dias a|u
is mais favraveis aos trabalhos de photographia
jela docura e persistencia da luz, e p r termos o
iosso 4errsc > constroido com taes proporcoes e
nelhorameotos, que anda chovendo orros ne-
ihura Inconveniente ha para fazer-se bellos re-
ratos. >
J. F rreh-a Villela.
- uein precisa de rto nj*.
a ra da matriz da B^a vista 0_ jg# { jnd^r.
PEDIDO
tf roa do Jardim n. 4^5 precisa-! (aliar com o-.
seyuintes senhons :
liitio A'ipno Riba\ (acadmico).
ii irai).
F G de Oliveira possuindo dous magoifleos pre-
dio*'bem eontwcidos pela sai belleza, solidez de
constrneco, e ameoidade de situac5es salutferas,
sendo a de utn na povacSo do Poco da Panella,
cora grande quintal murado e bem planudo, e a
do outro no lutrir da Torre, de sna actual mora
Fragoav,
Joaquira Cavalcanti de Albaqoerque }f\\o Pilho
(Pombal).
Jezuino Augosto dos Santos Fragoso.
Virissimo Corren de Lyra (Crnangi ou Vicencia.
Joaquim Esteves de G iuv-ia (Una).
Jos Herrnmo Pontual (engenho Preteren^a).
Fernando Barata da Silva (edgenho Morojo).
Hanoel Policarpo de Axevedo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula S^nto?.
Francisco da Silva Porto.
Jnvenal Torres.
Thom Joaquim do R-^o Barros.______________
= O Sr. Joaquira Dias de Almejda Costa queira
vir concluir com Tas-o Irmaos & C. o qne tratou.
^luya-se
Un grande sitio com urna grande casa com 6
qnartos, dispensa, t salas, costaba fra, um gran
de terraco, boa cacimba com lasque, no Montei-
ro, na ladeira dos mudos, estrada do Arraial, dis
unca da e-taeo do Monteiro 12 minutos, tra-
tar Bomesmo.________________________________
Pr cisa se allar com oSr. Jos de Barros
Accioly a negocio de aeu interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, I" andar^_______
Antonio Goncalves. da Silva (senhor do engenho! ,ja\ C01U exteoso sitio esmeradamente plaqudo dos
meihores aivqred a trnetifen e adornado com
deleitoso jardfm, sendo ambos em solos proprio?,
um peno, e outro a margem do nsonho Capiban
be ; nao me etnvindo pssuir senao um, venle o
outro a diaheiro ou a praso, conrorme seja con-
vencionado. ,. .
Estas 8uas valiosas prcprledades, que Unto ra
zem realgar o enibellesamento dos ricos como rna
ravilhosos suburbios desU cidade, e assas conne-
cidas pela sua belleza, e commodidades que offere-
cem para moradas de familias decentes, por nu-
merosas que sejam, devem por eerto attrabir a
ailencad dos pretendentes a escolha de qnalquer
urna dellns, lendo >e porm em considerado, que
sao propriamenle para quem saiba ameoisar os
trabalhos ioseparaveis da vida, com as doeuras do
descanco uo lar doniestieo ao lado da familU que-
rida,-e uo para os egoisUs mesquraho, que ve-
getara e nao vivera, pondo a mira somente no sr-
dido calculo do interesse pecuniario, deixando
ludo aflnaleaps vida miseravelmente cousnmida.
NesUs reveladas condicoes, queiram os yerda-
deiros pretendenles dirigirse ao escriptorio do
anonnciante, a ra da Cruz n. 33 primeiro andar.
MOFINA
Roga-se ao Mr. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ea-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a oncluir
aquelle negocio qa8 V. S. se comprometteu reali-
zar, pela tereeira chamada deste jornal, em flos
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoo a fvereiro e abril,*' nala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flra ; pois V S. se eve lembrar que 'este negocio
de mais de oito anuos, e quamio o senhor son
(libo se achava no estudo nes'.a cidade.
Na estrada da Ponte do Ucha, siii* n. 2
precisa se delima boa engommadeira e urna cr -
da para o strvico domestico e ensaboado, paga-
se bem.
M-.-OtdFerieira Aulune Vi la^n declara <|-
veio a a do-oirrent', a> 3 hora-* da tardi*, >ua
casa da ra 4arta d llosario o. i, o cabra Jos
f.n >, que diz ser eseravo de Alexandr-* >- -s
(!uluisa, o jie e>io to:hIi-i a seu siiIhh.'ih Ao-
tiinio Vlartins, ambi.s murad res no sitio S.-.lol>.,.
fregueaia d.> Curato do bom'-sardim, para o com
.prar, visto ser eu se-ihor de uma esclava da noiiie
Anasuc!a.i|e i n^a rtu mesmo Jis'o;-, a como
a-la diti eseravu em sua casa, pelo presente avia
aos seuhores do me-in > para virem ou man larein
tunar conladelle, \enderem-o, se qoiter, pel<) que
fian -e obriza pela fuga J. lie, salvando toda a rus
^pon-ahiiidade.
Qi't-fli preieinier af lar ttrn-m.s na Capunga
dirija -< ao sitio di Dr. Jacobina iH" lemaiguns

Vendas <-n p rmutas
Vende-se a propriedaie Grande do Norte, cora trras casa* e armazen.-
ie um e outro lado do rio, lugar betr. conhecide
pela sua importan ;ia commercial, cujo porto offe-
rece fnuita facilidade para eaberque e desembar-
que de gneros..
Igualmente se vende o engenho Jnndihaby (na
mesraa provincia) moente e corrente, com cinco
tetinas de-trra? de maltas virgens. oiio escravo,
bois, bestas e alambique ( ou somenie o emg--nhc
com as trras que convier ao comprador). Ess
propriedades vendem-se por baratsimos precos.
p ambe se permuUm por engenbos nesla pro
vincia Parah\ba e Alagas, cu por casas as ca-
pitaes das mesmas : a tratar CKn o proprietarii
inajor Fsbncio G> nies Pedroa ra da Cudeia
n. 23, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Xorie.
Tra'spasa-si! o aloramento de um terreno
sito na povoacao de Jaboaiao. tenJo de frente 420
palmos e de fundo a encontrar a nova ra ; o
qual no melhor lugar da mesma povoaejio : a
fallar na rna Angnsta n. 102. ______
A verdadeira lar i n ha peitoral de
S. Rpftto.
Esta farinha (i usada con\ vantajosos resulta-
dos nos padecimientos dos orgos do. peito,
coma asinina ou puchamento de catharros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na pthysica; re-
commendandose com igual proveilo as pessoas
convaleeentes
nico deposito na ph irmacla e drogara.
DE
Bartiiolorneu & C.
34Pa larga do Rosario34
donpitiiia. anuTicuna e bralei-
ra te f aqm li's a vapor.
At o dia 4o de selemhro esperado d s por-
i- d i siU, a vapor americano Merrinwck, n qml
depois d* i>.'ii"n do cohiinn- seguir para New
mk, tneaafu no Para e S. Tilomas.
Para tfelett e pa-*agens trata-M com os agen-
- Il'-nrv F'ir-i!' & C. ra do Cowmercio o 8.
Fete surto diaheiru '{ / Par'> qualquerpor-
t.i da ese/;i i imperio, st-udo quautias maiores
de IO:0OOPfW
T.nlo,! i seguro em Londres sobre libra-
^sierlinas MlOO-pW qualquer vapor da linha, a
.nimpanliia -enuraqualquer rvmessa de dinhfiro a
1/ti-/, para .q*;iiquer p.rUi d e>calo do imperi".
O valor dee ser declarado em libras esttrimas
*'. n premio paghvol ra mesma noeda a seu eiHii-
valente.
Para Mario sabe o pau< ho Bom /-sus ues-
tes dias e para o resto da caiga recebe por to*o
preco : tratar na ra da "Maiire de Deus n 2.
Francsef. Secnndina R beiro de Mell> Montar-
t y o-, G -_tk- I. Germano de Afiliar Monta rn>yi>:,
i ipntti Kib iro de Apuiar M nUrrnj,o<, Penan-
nV> Kiaiiiisco ile Aguiar Mo tarn yus Jnior, Ma
Smino Ihbeiru de Aguiar nt Orinan Fi^rem-u dp Aguiar MonlarroVos. I &> CapUtraim
e Aguiar loniarr.'V is (auseim), Paulina Fi- r> n-
>ia de A mar MoiitaiTwyo-, G*irudes de Morae-
Crva h M Mo.turr y s.'F-mando E-piridiIo 1 Agniar Mon
tam y is Truiii-no Ernesto de Moraes Carv,-.iho.
J -a Hiheir M"iitarri yos. l-hb^-l Mara Gomes,
LourenQa Bal 'in oe Caryalho Mon tai n-yos, Deo
linda Vieira T-ix^ira M niiarroyos. Auna Senh >ri
ah Basto M.-niarr.vos, Geralda Mari^ do Sacra
uienlo, Mara J aq na da Conceico h Silva, Juan
q;i Miria daT'ioiiade, Francisca M ra da As
smppc.o. !oao Barthliloineu G mcalves ria Silva,
imilher. fimos, netos, gf aros, oras, irmas e cu
rUtdo do f-dleci m euente-corcuel Fernaudo Fian
ei<-ert de Aguiar M iniarn.yos agradecem cordial
mente a ludoa os < nii res que fuerain a candade
de assistirem ao funeral e acompanharam o rada
vel d' finado ao cemiteii i publro; e de oovo os
eanaiin para aeslstirem a missa de requiero no
stimo di', segonda fera 29 deainsto, as 6horas
da manhaa. na qrreia matriz da Boa-vista.
1EH.0ES.
.'i saew*'arca diamante 12 deutro, V R Oos la-
;do-, com pimenta avariada com agna salgada e
em falta ero alguns saecos, viuda de Londre
no navio lYta-z f/usa, -ebegad > te port no
(presene lun.
HOJE
t5 do earreiie
-II toras da manbaa.
O a tana lar leilo do g mero cima
menciouado, p< r nta e risco da qnem pertencer.
fcoje 27 do crreme, s 11 horas da manhaa, no
. armazein do Ann-s, defrnnte da alfandcga.
'TELT
DE
Movis, 1 \ SABER
Ur pisno forte, nma mobilia de Jacaranda com
1 sof, I jarJineira 2 cod*oIos, 4 cadeiras de bra-
co e 18 de guarbi^ao. 2 serpentinas, 1 eppelho
rande 4 jarro, 2 vi>t.-\-, esleir para forro de
sala, 4 V 1 machn ira, 1 mesa
el,.; aradores, 1 sof, 12
para b. gma-
f;,a i oca para tnilei.
f, plata, 1 commo-
^ \ i, I cama para me
nio
tsn
Alga-se o palacete d <
raz >&
lego,
Men-
aiuguel raz^'el,
Omelfa vista e lucalidade, rom bello terraco
enherto, porto de embarque, e sitio com frncteiras,
pequeno, e bonito jardim, poco muito grande, lan-
.ques paca banho*, estribara para 12 cavallos.
qoarloe para criado-,doda predio canalisado para
gai, passa pela frente o encanamento d'agua. em
5m com jedos ot commodos para um estabeleci
ment i; na realidade ^nem tiver gost etratamrn-
lo o pode icenpar : a iraur na mesma ra, ola-
ria n. 13 com Marcelino Jos Lopes.
1l.ll
Proeisa-se dcima ama que seja de boa coodnc
la para cozinhar e fazer > mais servieo de orna
casa de ponca familia : a tratar na ra do Amo-
rra n. 43, i u na ra di Caldeireiro, terceiro shio
do lado lireitn dn e-laciio. .
Aluga-se a ca^a terrea o. 22 da tu das
Prazeres, freguezia da Boa-vista: a traUr no 3
andar do si bradn n 3t da rna das Crnzes.
Preci*a-se de urna molher ^ue RflM e en
gomme com perfeigo : na rna da Aurora n. 40.
Alnga-ee a ca-a de dus andan-s e .sotad da
' ua da Aurora : na mesma ra n. 38.
AVISO
Ainda est para alugar-se a nadara allema da
rna do Lima, e Umbpin a casa de junto : a jraur
com o Sr. Materniis Len?, rna da Guia o- !6.
Ageuck im Ft-niaubuco
* Do l)r. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phthysica eriodas as molestias do peito.
a sa^parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
ros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pillas cal rticas.
I'P.lMEIitO AMIGO CONSULTORIO
homeopathi :o
sal ido pelo Or.
S*NTOS MKLL0
lfstabeipcido de-ua 1-mga enfermidade MB
contiri a -er encont'ad para cvisutlas das 10 > meio dia.
Chama lo- a qu :l;uer hor i. H
A"S pobres gratis. i
43Kua do Bario (Antga roa N"va). ^g
Preciso-se de uma ama iivrre ou escrava :
ra das Cruzes n. 39, hotel pprnamhucano.
na
D. W. BOWNAN
ENGENHEIRO
Com fiindicao.
A RA DO BHU.M N. 52.#
Pass'ndo o rbaf uiz
Machioa< "a,;or .ysiema mttlboroilo.
Rodas (l'-igoa.
.Moc.ndas de cabna.
T-iixas de ferro batido e fundido.
R idas rt*nl das para moer com agoa, va-
por e anirriaes.
R outro- muitos objectos proprios d'agri-
ul ora.
Tndn por prefo muito reduzido.
ADVOGA'IA.
O DR. JOAQUIM COMBA DE ARAUJO
lem o -eu esiitptorio ra d> > Imperador
u. 67, onde pile ser procurado das 9 ho-
ras da manha s 3 da tarde.
1

CCMPANHIA
DOS
mILHOS UBBAKOS
tu
RI_IFE A OLIXDA.
Cimpra se dormcnies de oticha e secu
pira, amardlo, sedro e arueira, de 10 pal
noos de comprHlns e 8 pingadas de Urgu-
ra 8 3 1/2 de grossura na estaco da ra
la Aurv>i? das i hjras da manha s 6 da
''.ardo. ,
Recife, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
. Grandes armazens!
Alu?ai- e.
Amgam-se os grandes armazens da ra da Praia
de SanU Rita Nova, onde roi a fobnca de sabio do
Sr. coronel Franca, e ltimamente occuoadospela
ompanha de eg ito, os quaes tem Dorio de em-
barque e todas as proporcoes para se montar nma
abrica ou qualquer esUbelecimento grande.
As casas de morada que fazem frente para a
rna tambera se alngam condielonalmente, assim
como a casa grande, que foi morada do mesmo
senhor coronel, tem mnitu bous commodos e bm
quinUl separado, grande cy-u-rna que fornere
4gaa, piiUval, melhor do que a 4o encanarrento,
onr er fluvial e livre de partculas ferruginosas,
como aquella : a tratar eom o commendador J. J.
Tasso, em seu escriptorio .i ra do Amonm nn-
Tiero 37.
A'e?!(;rio
Para casa de f milia precia-se de uma rapa
liga forra ou escrava de idade de 14 a 6 annos,
onicamen'e para entreter u>o menina de I anno,
quem qiuzer dirija se a ra Io de Margo, antga
ra do Crespo, na livraria ecommiea.
0 Campos com armazem
de m -hados na na do Im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tat s n vas de Lisboa a oito
mil reis cada uma.
A ellas que estao se aca-
b ndo.
Ao commercio
Almeida & Silva venderara sua taberna em lei
lao, e rogam a seus credores receberem suascon-
tas, e aquellos que nao apresentaram, aprsenla-
las para serena pagas, se esliverem legaes, isto no
praso de tres dias, oa ra dos Guararapes n. 2.
Recife J4 de agesto de 1870.
Acaba de sahir luz
E
Y'onde-se
SA
Livraria franceza.
a
m iw,\
JOSSO SENHOR JKRUS CHRISTO,
MARI A SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Ron Jess dos Passos.
)fflcio do Senhor dos Pasaos.
S'i.vena do Memno Deus.
novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das D res de Mara.
)fflcio das Sele Dores de M.iria Santis: ;ma.
Novena Je N. Sennnra do Carran.
Offlcio de N. Senhora do Carino.
Novena de N. Senil ra da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Peiiha.
Novena do R. S. Jojn BapwU.
Novena da Senlv-ra Sant'\nna.
Trecena do Sanio Antonio.
Novena rio R. S. J; f*.
Um bonito volme encadernadx
2jS()0o.
J. Ffer
PIIOTOCRAPIH V IBPftlAJL.
18RA DO UABG18
A entra o e pelo puta da \natriz.
Os trabados da rwdlflcaffp testa photographia,
e que se prolongar am por'(rio tempo, acham-ae
felizmente tenrrmados e ella aberu ao servicn >
publico desde 7 de abril passado.
0 predio em que tsti eollocada esta photo|fa-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabeleci ment conu cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os euncertos e aHg-
mentos tendo sido fertos exiiressimente par* s
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo estother do que a P*oto-
Cafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
neiro, o primeiro nlntographo do Bras, e nm dos
pnmeiros do mundo, segundo a opinfto dos mais
abalisados mesires, a no-sa photographia acha-se
dispona e reeJificada pelo meMno piano a do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
ecorfimednadas pelos mais destnelos professores
de accordo com as modiflcaoes necessarias ao
clima do Bra-il, reconhecidas e estudada* pelo ha-
bilissimo e pratieo Sr. !. Pacheco.
Todo o int> rior do predio em que est nossa
photographia foi mudado desde a soleira da per da
ra at a cubera, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas safas,
edificndose cm ,novo terraco envidracadomni
espacoso e elegant?.
Como sabioo, fizemos nma viagem expressa-
mente corte para examinamos as meihores pho-
togriphias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
rles, e da qnal trouxeunos os planos depois de
alli estarmos todo um rr.ez estudando e apro-
veitanda a lii,'3es de lao dlstincto mestre. Pen-
samos que junUndo os nossos. estudos e tonga
pratica de 15 annos de photographia s utilissimas
licoes ultiman ente recibidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia con se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado pubtleo
d'esta cidade e aos nossos nuo erosos freguezes
trabalhos de pboh graphia tao pei'eitos,'mo se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensarnos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.
S ANTIGO MEDICO HOMEOPA
recentemente csiabebcido nesta cidade. n
J mudu a sna re-idencia da praca do Con- v*
de o'Eu n. 32 para a rna do In p rador >
n. 15, abri cunsultoi iinnto ao lJxira- JM
4
labora-
torio homropathico dus Srs. F. de P. Car-
doso Juni PAC na mesma ra n. 4,
onde todos o- ibas dar onsullas do'meio
dia s 2 horas da tarde, reservando para
as visitas do ciliares os intervallos, que ig '
Sfi decorrem das 9 horas da manhaa ao mei> ^
Xft dia e das 2 s 4 horas da .tarde. A qual- j@fc
>X quer h ra allender a ch. mados. que Ihe
~ sejam dii igidos, quer casa, quer ao con ?ft
solturio. W
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0< i0*< 00
RA DE MARCO N. 23.
0 abaixo assgnado avisa ao publico, qoe con
quanto a nova le do ornamento live.-se elevado
muito o Imposta sota os blh'tes de lieri_ do
Rio de Janeiro, continua a ven le h s c> ra a- for-
malidades da ei, e pelos me-mos preres abaixo
publicados, p. gando todos os premi'-sV ta o ds-
conio somente da lei, e com a prompti: o do 609-
turne.
PltECOS.
Biihete Ipteiro... a*000
Meios hilheies... i*K)0
Qnarto. ....... 60C0
Em quantidade maior'de lOOOOO na ro de
22iOOO.
________ Manoel Marns I"
D. M.inanua \igu> a ii R icha K>i >s. nu-
va d di'-c: b;:i 'g il r dar:inano la \\m\; Bu.--
los, tendo reqiHiido a nierdi'eao de seuifllfio
Bernardo da Rocha Ra*tus, p f -11 nacao meiital, e
e<-ntandu-lhe qoe u rnesniu sen Itlho l^uj^r cu-
rad vender a- pequeas parle- que Ihe cjiulrara
em heranca paterna, na** -a-as n. 30 ra da
Aurora e n. 3^da 'ua de S. Gonzalo, frepnezia
da Ba vtsU, prefine a quem quer que prep-nda
(!! ciuar (aos n mpra<, aiim de asnii r por (punto protesta desde pela nullidade das
mesinas, atiento o recunhcci lo tslaJ infe-
liz l ho.
na
pri-
I.
Na ravessa da
das taes n, 2,
nieiro andar, da-so di- |
nheiro sobre penhores
de ooro, piala e brilhan-
tes, seja qi:a| for a ^aan-
tia. \ Diesma casa com
pram-se os niesiaos oie
laes e pedras.
mk
Precisa->i> de una 3:11a para casida homem
teiro : na roa la 'raa n .'i^.
JtoiM-w tallar cniu o *r. liernardmo Osear
Frfira a negc'io iy.o nao ignora, ua ra da Ca-
ea u. A, loja.
Prtci-a-se iie nina ama para e*sa de potca
familia ; na trtves^a de S I._____________
Precisa se
ra : no hotel francez, ra das Larangeirij
n. 10.
rjoem tn
diri)-e a ra
ae achara
agencia de cbranos.
i}uem prerisir de ama pessoa para cobrar di
vidas nesU cidade, oa nos lugares onde pasam
os frilhos drf Appipucns e Olnda mediante nma
poirentagem rasoav), dandi fiador, pode dirigir-
o a rna larga I ^leido n. tj.
__AlUjU se [nt
0<>a aa**a de viveuil* e ootras para eacravoa, asna
bef, gaM e i'errea; moilos arvoredos frnc-
*, excellenie terreno para capira e verduras.
\luga-*e a melhor rasa de Onda na ra
lo Boro Fiu. '0* 8 'a* nata esera-
eMh indepeoden *iar r;a ma do
Precisase de uma ama
oO, andar.
Ama
na ra
de Hortas n.
Engomo ia-se com asseio e perfeiio, roupas
de homem de senhora, por preco rasoavel :
tratar oa Boa vista, ra do Visconde de Albu-
qnerqne n. 11. outr'< ra da Gloria.
Tne Liverpool & Lop-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companh a ingfeza de serums coatra-fogo,
esiahelecida em 18.16.
Capital e tmm to de reserva
n. .<: 170*.
Oa agentes desU eompanliia U/mam seguros so-
bre propnedadps. gneros e fazendas arroaz-nadas,
mobilias, te, etc., e esto igualmente autorisados
a saldarem aqui quaesquer reclamacoe?.
Saonders Br- thers & d,
______ Praca do Corpo Santo n. II.
Ama
Precisa -se de uma ama para cozinhar e engom-
mar para casa de p lUea fami ia : a ratar no For
te d i MUto, tra pie b* \ogp|n, n. tO.
Xaropo de agriao.
E' um dos medicamentos que sua eflicacia as
Bofermidados, tosse e sangue pela bocea, bronchi-
tes, dores o fraqueza nn peito, escmbnto e mcles-
lias de flgulo, que molhur tem a pro vado.
Tintum de mu apuama.
A celebre raz de marapuama coja energa efli-
cacia as paralysia?, aiporpecimento etc., muito
se recommenda.
Todos esses"T)reparados se encontram na phar-
mncia e Drogara do Uanholnmeu 4 C.
'14Raa larga do Rosario-34
nico deposito.
Cura rpida e InfaMvel dos cal-
los, pela pomada
lialopeau.
Deposit especial na pharmacia de Bartholomeo
3c,C,
34Ra larga do R sario34
Ro' nte-fheum tico.
Remedio effieacissimo contra as dores iheuma-
ticas at boje o mab eonhecido pelos sens mara-
villosos resultados.
AMA
Precisase do uma ama para comprar e cozi
nhar em casa de pouca familia : a traur na rna
imperial d. 130. '__________
Atteinjo
C -ntinoa-se a fornecer aboco e jantar; to so-
brado de n*a esMBido Rosario 3.38.
Ama
Xa roa do Vigario n. 5, 3 andar, precisa-se
do uma ama para cosinhar, cu>> servieo faca com
perfeicao e qoe seja de boa conducta.
"ATTSfO"
Na rna estreita do Rossrio, sobraoo de om an-
dar n. 33, preparam-se bandejas de bolos com
todo gosto, de armac5es enfeitadas com boquete
de flores e filas eom letreiros, propria* para c?sa-
meotot/ bailes e baplisados ; fazem-se pudins, ho-,
Ins. p5o-de-los nfeitados para pivseoie, doce
d'r vos e seroedo e de toda qualidade, todo com
asseio e preco eomroodo ; fa em-se boquetes de
cravos naturaes para ca-amentos mu fiu* borda
das a ooro, sendo a eneommedda feita tn-s das
antes, e bonetes de flores de cera de toda a qoa-
lidade de flores para qualquer nfferl, e para en-
tiles de bolos, capellas de flores linas propria*
para mocase menina-, dita para noivas, e qml
aner encommenda de flores para fon, arcos pira
imagew, palmas eanella, rosa^ a roa da
$ lite de igrpja ; enteitam se velas ricamente
Precisa de le lnl aM*v| ?-*-,
bem : na oalaria nn lo lianjel.
P'gi-s
Pi-eeisa-SK Hlu.ar nm 1:1 pi'i s,
interno e cx'enio h um 1 esa de peqm na fimilis
na roa d O o i ia.ti o. li I andar
0 UKUUAu EvflTA ~
Frederico Mava
Tem a honra de scienlihVar ai respeita-
vei publico e.-,i geral, e aos seu.s clientes
am particular qus elle mudou o tm gabij
netf de consultas da ra ireila n. ti para
i dn Quimadit n. 31 primeiro andar, com
1 entrada pelo pateo de Pedro II, onde p-
,leser procurado pata os misteres de saa
prolissao, todos os da uteis da3 9 horas'
la manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a pretar-
iti a vootade dos cuentes nio s na cidade
;omo nos seus suburbios, para onde as
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a pereisao de
seus trabalhos, o que ja bem eonhecido,
issim como as commodidades dos oreeo*.
MISO
Sendo publico que o actual proprieUrio do u-
eenhn Carnetro do termo de Serinhaem pretende
vender dito engenho, av sa-se a quem quer que o
pretenda compiar, que o mesmo engenho perlen-
ce ao espolio da lina la D. Cecilia Caibanna do
Monte Sinay, de quem sucoessor o tenenle-coro-
nel Gaspar Cavalrarilt de Albnqnerque Ucha, con-
tra quem pelo juizo muniripal de Serinhaem pen-
,de umaac{ai resrisora para nullillcar se a venda
feita pe >s primiiivos herdeiros daquella finada do
eu direiio hererJiUrio, e no caso deser decedida
favoravelmeate, aquelle eogeuho reunido aos de-
rmis ben- do espolio, tera de s- rvir p^ra o paga-
mento do preco daquelle contrato, o quo se faz
sciente para que a todo tempo nao se 3liegue ig-
norancia.
Pilulas, xarope, e vi-
nho de ju-ubsba
Superior a todos os tonier'S cor heridos contra a
anemia, chlorose, hydropesia, obsrrucrao do abdo-
men B tambem empregado nos casca da mens-
truacao difficil, nos caiarrhos da be*
IIFPOMTO
PHARHAI IA DE
JorqniD de Alnriia Pinto
|. Ra larga do Rosario n. 10, junto ao qtiarte! de
polica
PERN\MBUCO
20;000J!00.
A casa Miz do arco da G-_f*ica seus felizes bilheies. 11. 4148 itmtv 00
X *<66 looaoixi
0. 4436 100
Bheies a :tf|0ft0.


Diario de Pemambuco Sabbado 27 de Agosto de 187.
I
i
i
40 ARMAZEM
DO
VAPORFRANCEZ
U-MAMH...
Este coobeeido estabelecimento acha-se coustauteratoie be sarlido, em virtude das
facturas que recebe por lodos os vapores e navios francezes, dos .artigos abaixo menciona-
os, preeos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FBAXCfiZ
Botinas para -enfloras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e i precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para torneas e meninos.
Botinas de biierro, eordavao, lustro e peluca, das melhores fbricas e escomidas.
Botas e pernelras rnsslanas.
Botas e perneiras pan uiantaria, das melhores qualidades, de couro da Russta, lus-
tro e bizerro. __!;_
Napatos de borracha para h mens e sennoraa
Tendo ehegado grande porcaode zapatos de borracha vende-se pelo costo aum .de
desempatar o dinhciro nelles empregado, sao baratsimos.
s pitos de lastro para horneo.
Sapatos de entra Ja baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qual.dade.
tbotiuailo para meninos e meninas _
Sapatos abotinado, de dilTerentes modelos, de muito oas qualidades e fortes, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Napatos de tapete.
Sapatos de tapete aveludadoTde casemira, de charlte e de iranca franseres e por-
tugueses para borneo?, para senftoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banbas, leos, agua de cologne, florida, divina, Javande ;Jej;
triflce, de toilette, sabodetes tintura' para cabellos, rt^aiigroise ra b,pde pode
arroz etc., ludo ist de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Coudray, P.ve e I ubtn.
Quinquilharias
i Luvas de pellica do conheeid fabricante Juivin, esp.-lhos para salla?, q u artos e ga-
binetes toucad de luvas, brincos, pulcerras, bftes, crrenos e chavea da relogioa e tranceln*, lud de
ouro de lei, correntea e brincos de plaqu, a imitarlo e de r oto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com liu..., pessas de msica, albnns
e caixilbos doursdos para retratos, caixinhas com vidro de augmento pura distinctarriente
ver-se a perf-icao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes i ulsinhas e cesiinnas
de seda, de velludo e de viines para braco de meninas e senhoras. ditas para costuras, pe- ;
quenos registros mnito finos e delicados, bouquets de fiares de porcelana, jarros pnpnos
para gabinetes e santuario, quadros proinptos para enllocar-se vi-tas, molduras douradas
para quadros, estompas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros pura eos-
Diorama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, ebfroltt, bengalas, oculos, lumias ou
pen'inez de prata donrados, grvalas pretas e de cures, abotoaduras de, eollete e de puados,
cartein'nhas para notas, tlusounohas e caivetes finos, pentes, escotas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros,Joees de domin, rodetes, bagatelas e ontros differeot. s, ve-
nezianas modernas muito conveniente para porls a janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos c>m inleressantes vistas da figuras e das mais b,mas ras. I.uii'.rvards,
pracas e passeios de Paris. photographias e caixinhas mgicas, reverberos para cannieiros,
tapetes de vidrilho e de la de cores para ps de lanternas, realejos granfl-s e pequeo,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, barcos de vimes para enanas, sapa minos e
toucas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conlu;ir crianzas a pa^seio ; e
outras mnitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae-, procos muito em cunta.
qotpsdos paiaa (amalaos
Para este artigo nao ha espaco nem terapo para a mas-ante leitura da inlinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
PHARMACIA CER1BAL1 Senhores cocheiros,
Ruado Imperador n. 38 CaiTerOS etc.
Aubergie
thei ij'Alibadie racnmm<
como calmantes para os casos, em que se
nio pode osar d opio e de seos prepara
dos, e mni coveoieotes para as enancas
nos espasmos e convulsoes.
ATTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verificando as qualidades e os procos baratos de ditos objectos por serem viudos em di-
reitura e de conta propria.
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STB
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O proprietario de?te o-tabelecimnto, avisa ao ivspeit--vel publico I_--':
cidade, e -is pessoas que o honrar com $t> confian:, que !c;iba de estbele-
cer a sepumiH lab Ha.
Aixoqo ^Z"'m^
]af oo eh.
OOO
Spa.
3 pratos a escolher.
Vinho
Sobre mesa.
Caf ou cha.
I 00
AOITR
JAMAR
MjA
mi**

PHARMAGIA CENTKAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'aicatrio em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
DOR N. 3a
Pillas de Vallet
Pillas de Blancard.
Pilulas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
PHulas de carbonato de ferro, laclado de
Trro, iodoreto. de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTKAL MUA DO IMPERA-
DOR N. 38
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellenie tnico para auxiliar as digestoes
diflicers nos casos de debilidade do esto-
mago
Farello.
rauzem d farinha de trigo
s Irnl^H
reco-
Tas-
ratldo
Manoel Jos Simes, Mara Joaquina Simoes,
ConsUntim SimSes Fontes e Jos Ferreira Fontes
agradecem a Indas as pessoas que se dignaran
sssistir aos ltimos suffragios de soa presada
me e mirra.
Precisase de um coiinbeiro forro ou captivo
que cosinbe o diario de urna easa e fa?i as com-
pras e mais servieps de casa de homens s)Ueiros :
a tratar na roa do Mrquez de Olinda (anga da
Cadea) loja n. H,
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Naru* doGabuga n. 4 comprase ouro,prata
i podras preciosas por precos mais vantajosos o
pie em outra qnalqner parte.________________
Lom muito maior vantagem compram-so
ouro, prata e pedras preciosas e u obras veras: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. J D, ra do
Cabug. _______^__
COMPRASE
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle. mui re-
commenda >a ero qualquer caso de hemor-
rbagia, e principalmente na idysica pulmo-
nar, e as hpm'Trhagias q,terinas
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38
Xarope de rbano iodado exce'lente com-
binac5o di iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
E.'te xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle. os
enfrorgifamentos escrofulosos, o rachitism
cachlnroso.
0 vmho iodado de joly, e'oleo iodado de
Personne, sao rrcommendados para os mes
mus casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CNTRAL RA DO'lMPtRA-
DORN 3-t.
Variado ^ortimento de chocolate ne ban-
t ilha, salepo aramia, ferro, e de saiie, da
acreditada olficina de M*inr.
Sabunetes d'aicatrio, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recummendados para as
molestias de pe.o como sarna, panos, em
pingens etc., sendo o ultimo de muita uii-
rlade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de er manchad* das maculas, que
costum-m accomettei-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N 38.
Os melhores wimifiigos para ciiangas,
Paslilbas de sanctonina.
'Di'as de K-mi.
Oleo vernifug .
Tudo de melhor quali'l ile.
PHABJC1A CENTRAL RA Da IMPERA-
DOR N 3*.
Varia.lissimo sortimento de fundas de
excelUotequalidade.
s F4RMAiI\ CESTB L
Etna lo linisf ador a. 38.
mpiuuiAs Pyretfc S-iuie.
A prepar^tiin 'f wed kn-'Wn uielity Id the En-
gli-h Facuty: w l eooling an.i p'freshmg heverage
10 il!(\!m-s.|'t ver. The fre'|0>'Ml USl'*>I|I
ri-nrves ^eic'.i.'is fr un mai.y i!is^...'es i^
v are Vaiile befofo becoiiinp acclim
::: .1 at the fturmacea Central.
p' :.:.. :i.\ central hua do imperado
N. EB.
jp.
as 'e !--!s, mo'le tol de -Iva
r)< pidio iBjM'itimo, para au nffeccSeS ehro-
lliti
Pa-tnlias .lo llieryd'Wio e lonrn ,-en "
ag ludrfS f, A;f. r lifi;i rv
i | tu
I '"7 n "lal'" t t' 'r' > OWv,
hvp< pl)>n(i-jbi iln I ia''i
UWIS M .livsi.i pulmonar.
p.i \ e di; R';
deil i I Viccley, de pu-
cacu. m :.
urna morada de casa uo bairro de Santo Antonio
ou Boa vista : a tratar na rna da Palma o, 44.
Cumpra se urna csa terrea iu fregoecia da
Bta-vista, em boa ra e bem edificada : a tratar
oo oitao da igreja da Santa Crnz n. 22.________
Compra-se um sitio qu seja perto da cida-
de, que tenha boa casa de morada e arvores de
fructo : quem o tiver annuocie.
V1NDAS.
Sindh.
O Costa da ra das Crure3 contina a prevenir
aos seus numeresos fregueies que recebeu pelo
ultimo vapor os mais novos* e excellentes
QueiJDS flamergiis.
Mecas de especial quadade.
Ervilhas para sopa eoutras masas proprias.
Farinha ameiicana de especial quaJidade.
Alem de outios muitns gneros de importaban,
j conhecidos do respeitavel publico, e tem mais
queij > e carne do sertai le superior qualidade.
A 5^000
Venham a ra da Cadeia ver as bonitas botinas
de cores para senhras, pelo diminuto preQo de
5*000 ; venham, que esto se acabando, na bem
c nhecid lo]a de raiudeas confronte a ra d
Madre de Dos. __________________ .
Tiib as de cedn;
De muito boa qualid,-de., sao 10 duzias, proprias
par marcineiros : para ver, no armatem d<> Sr.
Machado, na roa do Apollo n 4i, e para tratar, na
roa da Cadeia n 1, andar.
CIMENT
O verdadeinr portland. S se vend* na ra di
Madre de Dos d. 12. a'rmazem de Jlo Martins d>
^^Kdu gusto
leote n
mercado ; todo s<
o lie
para
GRANDE'
armazem de 1 uqa ra do Im-
ptrador 11. 46
Neste estabelecimento alem do explendiJo'scrti
memo que ha de louca. videos, porcelanas e crys
taes, como sejim : apparelhos para jamar, cha e
toilel, ricos vaos de phantasia para flores e can-
dieiros a gaz, ba tambero ltimamente clvpid"
variado sortimento de vasos de louca para plantar
flores, bustos, estatuas, pinnas, globos, Icoes e
IJBdas figuras para tanques de jardms.
Chegarara tambem os magnficos castiQes de
metal com mola para vela, nnicos que, as
que leem de noite, devem nsar para nao cancarem
a vista.
Tambera chegaram a lao desejadas bacias de
porcelana com bauvula, e por serem muitas a>
pessoas que as teein procurado, se provine qu>-
as venham buscar antes que se acabem : na rui-
do Imperador n. 46.
VeirJe-se no trapiche Dantas o
seguinte:
Milho americano. *
Farinha de mandioca.
Esleirs de carnauba de diversos lmannos.
Vellas de carnauba.
Alpista em barricas.
Vinho Bordea ox.
Cimento Portland.
Doce fino.
De goiaha, laranja; lirniio e bananas, vende-se
CDii>Untemtnte a ra de Mar3ilio Dias, oulr'ora
Dirpita. taherna <* K"g- .
ttk Wk DI LMM
Vende Jiaquim Jos Ramos :
n 8 1* nndar.
na ra da Cruz
Vende se um cabriola ameriesnj em per-
feilo estado com assento para duas a qoatro pes-
soas, quem o pretender dinja-se ra do Impe-
rador cocheira 0. 2o, que achara com quem
tratar.
Joaquim R< dr!?ues Ta- j
vare- de Mello,
Praqa do Corpo Santo n. 17f
TEM PARA VENDER: gj
Cal de Lisboa, o
Potassa pa Russia, g
Vinho Bonleaux. j^
Fa'ello d Lisboa.
Farinha de mani|ea. 0
Especialidades.
Coniinuam a achar se a vmda na rna Djreita
botica n. 88, os mui eonbecidns c acreditados re
medios ) veame, e uulros livirsos medicami 11-
tos fiitos i'in P^ris, bem como o xari'ie< le vn
deina de Rcrth, de ranano Mado, de indoreie de
ferro de Blancard e a> pilulas d ne eereja, pos de Rim, depurativ 1 de Chitle,
digital de Labelluuy, pillas 1 u entifeilos de W-
muilio de Cbevrier, e outn* mtjdicanientia cuj-
proHei^neb quindo emprogados nas doenfas as
vias respiratorias, nas dr-'S rlieumaiicas, na
ainarellido, na falta < npirU ou iir'uularddt
de menstruo, nas dianhas, il enea- d> curaca.
e do e^omago, t ni sido e uroniesavel, ew
v sta dos benficos resnilad' s das experine'nt.icr).<
nu uso que diversas r*1'- i',-'~ delh's tci 111 Wto, M
sim como das pillas iiei nnniiadas braviims in-
comparaveis em >ua efflcaria us ai-oinineitiiiicii-
los febris ou sezoi-s ; exi-tm'lo tmi bem na moma
casa, alm de sirfBrifiile 1 uantldalfe >1e rtn ps,
um nao peqneno sortnnMIn da tintas, oleo de li-
nh.u;a e piocis, que >e vmdem pur menos do que
em outra parle. ______^^^^
Rival &em segundo,
i:m.'I3 lB C.XIA* M. 4
ra doOucii
muito
L,ibra 'i*
ra a.
Papis ^de agudias francezas a ba-
lo i/ ... *i
Caixas com seis sabonefes *1e fruta liJOOO
Libias de 12a para bordar ce lud^s
as cores a....... GffOW
Carrileis de litiba Ali xatidre a. IftW
porcelana's'e crys Ifrascos com azeile p^ra mar binas 50
Grvalas de cwes muito Knas a 901
Crozas de bol.s madepersla 11-
DilliflMll a 500
Novel lo de linba de 400 jardas a. 00
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a....... fiCO
Pentes volteados para meninas a. 40
Tinteiios com tota prela alW'rs. e ICO
Pecas de fita elstica muito fina, a 200
Lata com superior banha a luO e. 200
Frascos de oleo Philocomo irinio
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b Ditos a 500
uzia de sabonetes muito lino- a. 7:<
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 1(5203
Frasco com ana de culi na Pitera' 50t<
Dito de oleo babiza a..... VC08
Caixas do lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
lartilhas da doutrina fazenda nova 1 400
Libr-s de linha sortras de todos s
nmeros a....... I 800
''aparhos muito bonitos e grandes a 70*
Carrileis de retroz preto, com 2
oitavas a........ (J40
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra qualidaoe a........ i^i'M
Caitas de oaWio do gai a. o
Folha de Fiandres
Vende-f pr rrenos pnco do qno em outra
qualquer parte caixas eofi f'lha de Flandrfs de
tudas as qnalidndci ai r lar-a d
t, li ja de Francisco Teixeira Baibosa._
PoT 1^000
Lindos espanadores s paiha, fortes e eeMoml-
Bna 13 : na ra do Cn-po 11. IS, 1-ja Jn ee-
quina
par
so,
Maote g* a 1^.
Venlere manteca ieglexa fl >r a !J :i
nu k >ire- Acaham de cbegai ao CHANDE RAZA*
UNIVERSAL, roa Nova a.ticarnm
vix.nnaum completo sorimii uto de ma-
chinas para costura, dos autores maiso>
aecidos, as quart esto em eXpOiicio ne
meamo Bar, ptaraufiBilo-t i soabdaqw-
idado. e tambtm enioa-se cot pcifeKfci
i iodo* US -i ii.; iin-.s. Esu macbiOM
sao ipoaes no seu Irabalhoaode 8u eosta-
kf8 dianai" nto, e ua :' \$5B u<;
como da meiiior ci stori ira de Pars. A
sentajn-se tiah ti ladi s pe,laa i
nas. que mtio d*vem p'retm>
lentes
tira
Xeo-ic >e orna iinoli-ii u iMura n uiio l.ia.
orna cama -e casal em nuio u ; e na mesma
i: c\sf ama perfelta Imagem de Ghri.to: ay
i', iricTlur d" Rpi> m W____________
A 6^tC0
V'eode-se raleado frauc^z tarniad, obra uo,
..,. prmo de S| eohn rna da
.-o v. lija de anndoias c oftoow i roa
';. M:.-lr,' B '"'- 5 _______
KESTAUR\NT DE PARS 5
4 Ra das Larangeiras 4
PHARM.<' STi \L il i DO I.MPERA-
C jimyavjvo de Cttamb^rd, exc*lteBle
I?-, .Mi^eranti. i|ii.- se pode i i i
i,-..i-.(.! ji m'iii irrit-r o*intestinos.
-; li-ji'F ITiTNOTICO DF CHLORAL.
Ochlorn' fl nm aijeiite llii'ra|ieuii-i> rei-.i-o-
trin-M !'<; riBmotiiks pms i ujo oeneii
cius xiseiiow largamente dprovHtados pe
los-prat^os em qnasi todas asaleccoes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, ille
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e nas de
insomnta, em que elle produz um sumno
calmo e profundo.
Tlle rec mmendado nas c licas, na cho-
rea, no ttano, nos partos la oriosos, na
clampria, nas qoeimadnras exfensas, nos
accessos agudos de ^0"'. na asitiraa, na
tosseconvuisa, e em muitos outros casos.
DOSE.Da-8.a Jilo colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontri-se ua Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LABARRAQLE
Poder so tnico hoje loac- nselhado nos
gozos de, debilidade gerl, e mui osa4-
i-omoaiitif'rn'il.
PHARMACIA CENTttAL RA DO IMP0RADOR
N.
Criado
Pre-isa se de um criado : na roa do Queimado
n. 1. I* aadar.__________________________
tfftijciaqiio Commercial fiue-
ficen e
A direetoria tendo re-olwidn offerocer um
d'agua SS. AA. o mar -hal do i-xcrcito Con*
o'Eu e suh niguta esyosa a seremssima Brinceza
imperial, por uc-a-iao do seu desembarq' e nesta
cidaJe, que se ola ter lugar no dia 28 .do me*
vieent". iiianlo esperado ,1o sul o paquft
giez D nhoros *uems, e-orando que se aigueno eompae-
Kinas. aui
-^iaco Ceuimer ial 3e.m iicente 23 do agesto
da 1870. '
Far nh do toi lio.
Vndese diri mente iminh de noiiio muida,
ejn. e pom. a 150 rs. i Hin : i'imhpn farinha
grossa a 100 r. : n-i o?>?llo i. 25.
N v,i Ifijn de azendas fnts, roopa f
e por medida, ile; Pmio Martillaoo,
,i tua do Ra ao'-la Vctiiia n. 0,
(;intg ro No* a.)
Este novo estaljeli-ciiiii-iiio irlw*e prvido de
muito b'-as caseniiras p: nim-. hri >, c ni-:i- bor-
dadas, novas rtlas .ara sentv-a
e nienin., luvas de p. lln-a, las. pillieiua-, or-
gand-, eretones, vi-n s le pirlo ii'Ele e, rm
nina paUvra, t-.l.i av 1, qn>"f p^ra senh>>r;>.
quer para hornero.
Saia1 de Ra.
Faienda qu* sempre -e nd i ir 10 e 123,
a lija da Tnrqueza wnde a SI00O.
Grvalas e>-cocezas.
Jloito lindas a JRmi.
Chales.
])' merino slantpaAi a 'i00n.-na loja d,- T i-
qmza.de Pimo & M.riiniMi.-, a roa a Bario da
Victoria n. 9, antig-i ra Suva.


4


COltlCS V!lTn;MI.\S :i U
25.

"o\oj
- Vende-se uV..\ ro.ula ue amarello eiu bom
c-tiito Ha c;oolioa d Carnio n. Ifi.
Boliinga r-m na.
Wniie-si- rna lialanQa qu^^i Bbva,
uara kil" e libras : na rna d
Farluk Chicada ha poneos cas da Babia,
com flesos
Vira iio n. \%
Eo Rio
Stand? de snpprior qualirin.ie : par* w, na
,: muanlo PeruainbucMu t- no ii-.ipiciio lo C
P
llar, na roa la Cal*a n.
. :iu
lar.
m m m
Chegon ao amigo deposito de Henry Porater
., rna do Imperador, um carregamento de gil
de' prBeiraqualidade;oqnal se vende em parni
e a retalho por menos pre^o do que em outr qua
querparte_______________________________
Farinha de mandioca
Vende-se na roa do Amorim n. 33 spccos com
espacial farinha de maoiiiora, igual a de Muribeca.
propra para casas particulares, e por preci muito
em CHOia.__________________________________
Vndese urna taberna om piucos fundos,
teodo commodos para f unilia. hem afregurzada :
iki ra do Lima, em Santi Amaro, n. i6
prWwa

Machina
ia machina de Sin/.f r
n ron Direit* n. 64
Pechincha
Vende-se urna machinado Sior 4 C 6 i per-
frita estado: na ria Direit^ n. 64
iiorzeguins francetrs de eordovo a 7iKk). focas
Trnceles para si-nhora a 3|500 : na ra Oireita
n. Oi, leja de calcado.
A meia pataca
Chitas francezas
n covalo, e limpie
da linyeratriz n. 28,
ilc sol.
AGOIU o
No Bazar da Moda
RA DO BARO DA VICToftIA
(0m' ra S"Va)
VK.NDE SE
Lindas faxenda: para venidos.
Da alta moda de Paris !
Dn Buperii r qn lidda !
De heili*Mini's padii
De delicadsimas core-!
A saber :
Gases florentina?, no*idade !
Pouprlinas laviadas. ,
lrofdenaples de cores c preto. /
Setim macau de cores. i
Curtes para vestidos de grande n rirtat e !
Cassis do ultimo gosto.
Fuslous de cores.
Prrcalea- de melhrr q^alida*
Berejfs com li-lias.
Liazinbas de diverso* pree, s.
Alpacas de cics lavradaa e Usas.
Chitas escura- muito Mip^ri.vres.
Pil do sedabr;mo e preto, liso e com salpico.
Dito de algadao.
(uipuz de linho e algndan preto e branro.
E militas HnUits fazcnil,.s. ermo sejam :
Aioaihados para mesa e, gunrdunapis.
Toalba para rosto, c< Ixas u o BerU res para
cama.
Bre'anhns. madapnii>s fram-eze--, etc. etc.
Tudo se wnll' moli rcr.ito
.--i 5EB\S
'.n\MA-C\U.'.S -i.pcri. res g
; : lil RfM) de t ires e pro-
.;! St.\!)\H)i.AO FINO >operiur de 4 pal- |
Sm ron- m lo ii' 'I' ; :i peca. gg
AL DnA'iZlNHO rom 18 j-iilas a ea
: AS FIN i--: i 80 i
ei a SB
i ita.s : riT.r.li;;.
2'.0' icol
MI -'! !\'\S lH.'. s a iOO r
1 '- B
.,ii|>..'i \Z!"L. r -: "' vjpj
S a i H
MEI .: ;: :'3
DOSB AVO-'TUAS mn pephT, Mg
rus lo Cre-po i ib, k^a deMamef Das Jg
I

kf-'-
pele
ale-
_ Veii' Porl' iiic.id.is lti-
mamente, sapatosiie tranca, dioe detanrf.aifn
como sapatos para snthra. amane- de arii i t*
I, is para humen e senh ra, m maos o meni-
fias : na ra da Senz^la n .vn n. 1.____________
Familia de tnatuioca
Vende-sa farioha de mandioca, nova, de Sania
Cathanna, chegada a patacho purtufiiaa UUitua.
com loqe d,- avaria a 160 rs. fondeado deflrad a dd irap che do Sr. Barlndn Li
a*00, 240e80rs. : na ra vramenw : a tratar mi e-cnplon> de Ji a ni-;
.jonio da fabrica de dbapeo Jo- r.-nolves Beilrao. ra do Cnnmercion. 17,
oo a bor lo do referido nsvio,_____________
"F lis de fer o
irgar assm-ar : viniese m rua da Cadeia
n. i, irmazem de S. Barroca. ___ .______
Cal nova de Lisboa
Chegada rereojemenie no vapor Gbidintov, tem
pan vender Joaqoim I- G-nealves Beltr*, ao
-criptnri'i, a ra do C .nmi rno n. 17.
JUUilil I JLil
O artis'.a i >s Ricardo (' iclbo p|f?ine as- Exmjs.
Sras., 'que tem em su estaUeleeim- ato ru Nnva
(h> j-d.i Batoila Vi.'t >ri>) o. 37. um rici $nrtl;
ni-uto de coque-, cache*-pi-fnhe, cacho* e diversa*
tren diottimo gvi-m e mola, e i*to- por menos
preco do que em qu ra parte.
^TTECTO
-.! a dinhwro duas canias em boro est-
te loUco de 1800 liiullni
rio n 31, loja.
Bichas hambargnezas
los os na \
m se em '-aix.i oo I
51, 1* andar.
E UOJE.
No Baz ir ta
UUA DO BARO D\ VICTlRI.V
(Ou'oia N> v )
Artigo de alia'meda em Paris ch.gados
ultimo paquete vin-!. da Europa,
Para senfmras.
Chapellnas de ualha de Italia eom ricos e
gantes enfeitea a ultima moda.
Voe ae cores e preloa para montara* i pat-
el'*
Griualdas o eapelUs > Boro* de laraogati
para DOivas. ... V
Croinho? dn camhrata -hjllr.mente enfeitados.
Eiifeiies moflo lindas para ealieca.
Su;- hr-nras bardadas e de cures.
Garbines de lia de bonitas cores.
Sinbw de diversas qnalidades.
Sah das d^ baile o que ha de mehV.r.
Casaquinh. s de ronda chMitely pietos.
Cliapo-iiihos de setun para sol.
Baldes de eores e braneos para .'inoras c me-
atos.
Laeo?, jraTajjnbaa, espartiiht:?, lenco?, meias.
etc. etc.
Para homem.
M.niia-: ;;i avalas do ultimo gusto.
C'l'rinhis de Inhu bordados e lis
Ser ulas de linho.
Camilas de im a.
Miia- ^le superior qualidade.
Lencos ce linho algadao.
i- & 1 rom Palio de inailim, ingl
Para menino-.
Cnslti" s orientaos de fustao do eores muita
bem nfeita Vestuarios de iv.-rsas qualnlades para b plisados.
Chapisinbokjj elim e merino.
S:ip:itinhus de mmiii, merino e lia.
Tonca de. toda* a* qoalidades
Vende-

12:11011 w
No o sor ment.
Mmusos curtes de per alps a 23000, de I*
um vestid;: na nu do Cropo ti. 2o, loja da es-
'iiiin.i.
\
eo da ribeira n. 13.
. a tratar
mm


rRANBE

1T
MI
m
BAZAR DO PAVAO
60-RUA BAIMPERATRIZ-60
DE
OTO:
Riia*lo Imperador n. 2
speKavel poMieo encontrar oev.
estabelecimento diariamente um complett
sortinjeeto de pastelaria, boll09 infiere)
podtor, pds-del prgsentos dos ultimoi
chegados ao mercada, salame de lion, bo
finta finos detoda*asquaiidadesparacha
amen loas nnfeitadas. coofeito, bomboim
pastillas, chocolata fr.r.icez era libras* pa>
ti I has do meso o. .cartuxos e carteirae coo
seis charntos de ohO'l3ted3 orna, esu
sortimento de chscnlaie do mais acredita'
do fabricante de Paris e o melbor que atf
jioje lem vindo ao mercado,
Vinhos portuguzoe, fignelra murto sope
rior. Os mais' geauraos o 6nfwrrr>re vmbe-i
do lorto, moscatel e Setebai. o'ilosmdi
publico- encontrar neste estahetecimeat<
porcommodos precos, fazeodo-se abatanen
to a quem oraprar em porcBo.
Os dono deste estabetecimecto Dio u
teta peopado a despee&i para' rnelbor me-
recerem a acoadjuvjce do Ilustrado pe-
blico.________________,______________________
A Nova speranca
o se vende por menos de 6*; grande *^^^'?SS. S^ ban,Bento' ""H*-* *ec.ri.^M-
SIL TI. FIGIJEIBEBO&C.
PTR^dnlv?ffM!RAS A 44?- C0RTES DBLU.BSOOCEZEg A6J00O
elll? *m J ? T nma gr0de Veorte se Galios cortes de la eoonu>.
compra em um leilSo, das mais finas vindo cada om em seo papel peto barato
?ZnaL'tS T Tm a P^de&mdaum;Kardo"
te mercado, tendo cores claras e escoras, V2o 'uta
tedas coo padrOes serios, oroprios para CASSAS FRANCEZAS 240 RS 0 COVA-
olcas, palitos e colletes; vende-se a 44000 0
o covado, o qoe em outra qoalqoer parte No Bazar do Pava;
oas Exeas, familias se dar.,
C\MI5aS DE ERANEILAS A 3*500.
No&azar do Pavao vende-se om bonito
cnrtiWlo.com todos ostacBro^des me-
Ibores camisas, de flanela de la, c maneas, tanto proprias para han ens como
' 1 roboras-e> vende-se. a000 cada
u .i, < gnem comprar de meiiklnzia para'
?SnJE2and0 Prover-se !adita loja do que necessitam, entretanto --------------
Z* S** *" Por na oatureza sao mabombecidoe a, ""t -rmSJSTSSl
cari aulles coja importancta, elegancia e no ________________
Gorpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitaea com fitas de setim e obras esees
coja novidade dentoide e pereifio di ador-
vantapem.
BRINS DE LINHO DE COR A
No Bazar d" Pavao, fez-se urna
compra de paros brins de liaho, amito en-
corpados, propriospara calcas- palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padroes miudinbos; garante-se qne nao ha
banel'a qne Ibe tire a cor, e vende-se a
i*2O0 o metro desta excellente fazenda
MtDAPiLO FINO A 60400 A
No Bazar do Pavao vendem-se,pecas'de
ma dapolSo fino de maito boa qualidade,
t^ndo 22 metros oo> 2u varas cada peca,
cores, para acabar, otiirdade.
iima VS .cyad0 0,as finissimasfranceza? Graimr peobinsba om-canta jeeras a 4e4*;IO0
Brande P "'^obos e granaos 560 e 640 NoBaz.r o-Pavo fez-se Ima grande c'om-
"' ^V.0,' s3 mo,to bara,aj- pra-em leilao, de rtws-imamisas- b#J^-
0R6ANDYS BRANCO E DE COR zas com pertos e puohoTde SJSSo
^o Bazar do Pavao veBde-se os mais com collarinhos e de todos os non* a
bonitos e mmto flora organdys com Ifctas 45.000 cada urna..ditas.seta, calmianos
largasi e mmdas a W000 a vara, ditas lisas, poria faze da tinisioa a-.4A50O : erap-
fenda de mima phantasia 800 re. a vara, de pechincba '
ditos d c es, finissrmr.s paroe, inteira- CA^ilSASBARATAS^i 25Soo 35060 e2600
PECA. nnte novra 80 n. vara; oechmcna. No Bazar do Pavao vnde-se urna gran-
GROSDENAPLES PRETOS de porC5o de casernamescladas, !uiio
Legou p.ra o Bizar do Patio um gran- encorpadas a 20800, ditas fiaissimas cora
ment dos melhores gresdenaplee msela de seda a 35200, ditas- modernas
pe barato preco de 65t00, por se t-rem Pretos qoe t-m vindo ao mercado, qoe se de qnadros, fazenda de moito gosto
comprado um pooco enxoralhadas; pe- veud*"m de "46iiO at a->oO0 o covado
chincha .sao todoa omito.enroma.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O CAMBRAIAS TBANPARNTES
OVADO No Bazar do P.ivS'i ven'le-se nm grande
O Rizar do Pavao vende muilo boas cbi- sortimento das mejore* camriraias bra cas
tas inglezas incamadas adamac adas, pro- transparentes, tera de 3#5>0 at IO^OOi
prias para cobertas e cortinas, sendo faz-n P6?3 iiS snissas finissircas com 8 pal?
da que emqualqoer loja se vende a 320 rs. mos de largura a 25000, 25500 e 350(0
e liquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa- vara o".*138 detonas e tapa.ias da mais infi-
v5o. rio- at amis fina qoe veo ao morcado;
tudo isto se vende moito em coma.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS. MAN1ELLETES DE FIL
Chegon para o Bizar do mvo, um sor- N Bizv do Pjvo ven tim-nm dos mais elegantes cretones frao- mos mantelletes cu basqoina' de fil oreto,
cena de cores fixas, proprios para vestidos om Ihco, pelo barato preco de 105O00 ca-
eroupas de meninos, e vende-se a 640 rs. da nm, barato.
o covado. PANNOS PARA SAIAS A 15009, 15280 E
TOALHAS A loOO ^HJ q METRO
No Bazar do Pavii fez se urna grande1 No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
comora de tialhas aleonadas, proprias da branca .ncorpada para saias, senio com
para rosto, bistmte enerpadas e grandes, bmadose pregas de um lado; danto a lar
que sempre se vendern a'125000. e li- gnra da fazenda o comprimeoto sais, a
quidam-se a 7-500 a dazasou a 640 rs. qual se pode fazercom:i o 3 Ir metros,
cada uma, 6 boa pedmwha. je oende-se 15000 e 15280 e 1600; assio
CHCEOS PARA MENINOS A 25000 como tambe o no mesmo est^beHeciment.
O Pavao vende um-i gr-nde normandos se vende bonitas saias brancas bordaos tcn-
G-ais bonit s cnaposif.hos de palha da iia- do 4 palmos cada orna, ditas de laa de
lia proprios pan meninos de todas as I Ja- cftres j promptas urnas com barras dilfe-
des, sendo chapeo qce valere 55(i0i even- rente, da mes-mi fazenda 45'MX) e mitras
dem-?e a 260OO cada um, muito barato, com barras borda-tas 65003 e 75000,
CHITAS E RISCAD1NH0S MHJDINHOS ludo ist0 moderDO e barat0-
n BfeJ.J.!S Rb' a- i. :ALGODO ENTESTADO PARA LENCES.
O Havao vende chitas iu n-adinhos miu-'
dichos cor de rosa e rxinhos, proprios
para vestidos e ronpas de creanc rs. o ci vado, Sao nioi'o baratos.
LA Cbe^ou para o PavJ o mais bello sorti
m"nto das mais brilba'otes lasinbas claras
com bonitas palminhas. de>eda; tenio lar-
gura de chita fraoce-a e ve ide-se a 150 o covado grande pecbincha.
ALPACAS HAT1SADAS A 640 RS. 0G0V1B0.
V'-Bdem se as mais m derna* e bonitas
alpacas matsadas com palminhas, muito
Dopiias para vestidus de senbora t di mi-
ninas pelo barad" preco ie (>40 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA VOTVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chrgou para o Bazar do Pov3o nm gran-
de sortimento dos ajis bonitos Ctrtioadra
brdanos, proprios para camas e janellas,
qce se vendem da 105 00 al 205 > O o
P'r, a>sim como o melhor damasco com 8
palaio- de largara a imitaco de damasc >
de seda, proprias para oolch'., e propria-
n ente colchas de dam >sco, send os melho-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDASTE LISTRAS.
*o Bazar do Pavao vende-se uma grande
qnanti tade das mai> elegantes sedas com
lisinhas, tendo de todas as cores e a'
fura-' 6r ; fazenda qne ningoeo vende por
m>mos de 25400, e l'qoida-se a 25000 cada
co>ado; sao moito haratas.
SE1INSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vvnde-se um sortimen-
to completo dos melr>< res setins e grosde-
nap'es de todas as cores, que se vendem
emito em coma.
LANSINHA A 3zO
No Bazar do Pavio vende-se om elegante
sortimento das mais bonitas liasinbas imi-
tacio de poopeiinas, com lisias de seda miu-
dinbase de uoa s cor 320 rs. cada cova-
do.
No Bazar do Pav5o vend-se o m^Ibor al-
godio-iobo aauricano e festado p^ra len-
cos?, tendo liso e entraocado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav5o receben-se um elegan-
te son ment do3 mais mod-rnoi e melho-
res espirtilhos. que se vendem por preco
miiiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar dQ Pavio recebeu nm grande
sortimento dos me'bores pannos de croeb.
proprios para, cadeiras de balanco ofs,
pianos, t mboretes e at proprios fiara cu-
brir aim< f-idas e pratos; vsndecdo-se por
aenos do que em qualquer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 4A0O0
Cbegou para o bazar do Pavio nm ele-
gante >ortim.'nto de merinos, muito leves
de uma s cor e o m as mus lindas cores,
pr..prios para vertidos e rmpasde meninos,
c-pinias burns etc., e veode-se p^lo
b3r to preco te 15000o c vado; bonita
fazenda
Lisinhas tranrparenics a 500 rs. o cavado
O 'avio racetMu um bonito sortimento
das mais elegantes laasinhas transparentes
proprias para vestidos, que vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENCOES
No Razar do Pavio vende-se su )eror
bramante d'algod i com 10 palmos de lar-
gura a i5H0uo metro, dit.< de lmho coro a
mesma largura a 25800 cada metro, panoos
ds I nhodo p-rtoenm 1/2 palmos de largura
de720at 15 a vara. as>im comoimg ande
sortimento de H mburgo ou creguella> ie
todos os numer-s, pre? s ou qaalidafes,
que se vendem mais barato do que eo oo-
tra qnilqner prte ; aproveitem-
35600 o cavada; aaroveitem.
TAPETES
Cbegoa para o Bazar-do Pv>> o mais
'legantesortiment de tapetes grandes, pa-
ra sof, com 4 cadeios, dits mais-peque-
nos, gira doas ca-iairas, ditos para
pianos, camas, portas ; et-.. vende-se por
menos do que em om>a qnalqner parte.
COLCHAS BKANCASA 352*0,3550;i B 75
Para o Bazar, do PavSa ebegou una- gran-
de sortiment j das melores calchas de fus
to, s ndo n< melhores e maise corpada
que tem vindo, 75!'0 oitas um pouco
mais abaixc a 3550t. e ditas a .^OnO;
tambem no mesmo estabslecimcolo* se^ ven-
de um grande sortiment, i cretones e ciii-
t s. p'-oDrias para coletas, que se vendem
mnit em 'onta
GORGUhOES OU POUPEUNAS DE SEDA
A fM.0 CADA COLADO.
Cbeg o Dar o Bazar do Pava) um e'e
gante sortimento das.verdadeiratpoaplina1
de linbo e seda, com os mais moderno*
gostos, que se vendem a 250: .0 cada ovado,
0 que em outra q alqoer parte uio se-v-n-
de p-ir menos de 2550O,pre>ine-;e que nao
se algedao e seda, como ha muitos; ma-
sim puro linho e seda ; sao muitj baratas.
ROPAS PARA HOMENS "
No accrtdnad Ba ardo Pavi.) euontra-
r o respeta ve) publico um grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodo e delinlio,
para todos os .precof e qua'idades.
Ceroulas de linbo e algodio.
lletas cortts franceeas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panoo preto e
casemira.
Caifas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguars
De todas estas roupas ha para todos os
recose qualidades, e ttm de mais mais
um periio
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceb qualquer pee* de obra a capricho
ou go*to do freguez, tendo n'este importan
te estabelecimento t.das as qualidttes ne
oi-nno fino, as melhores e mais moder-
nas: casemiras, assim como os melhores bros,
qur brancos, qar te cor; e qoanio quaU-
qner obra nao tcar iuieirame de ao gosto
dos fregnezes fi a por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegnu para o Baiar do Pava nm elegan-
te sottiment) de cbaies de merino de cores
muito bons com padroes moito decantes'
para qaalqner uma senhora usar, ditos oe
crpon cero listas de seda o mais fino e
moderno que tem vhdo ao mercado, e ven-
de-se por preco mono em oonta.
BABADlNHOS
No Btzar do Pavo veBde-se nm grande
sortimento dismais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
e
Qoaadoa NOVA-ESPERANCA faz oa.seus
anunwo expendo ao sene fregutzes e a
todos era geral o graHda>$ertimento e su-
periordade de-sens objectos nao com vis-
tas do .atrair a altimco de moa grande fre-
guoxiai Tomo a- de qtw aotualmerus despoe,
e sim para scientfitiar (a interese de todos)
i qaadade de seus objectos os-quaes sao
sempre de apuradtj gosto e perfoir.o; tor-
nndole quasi iadispensav.| para aquelles
preciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Esperanca, pois que ella caprieba em re
ceber constantemente, o une ha do m^liior
relativamente a sua repariifo: o que se po-
der verificar quando em qualquer reuniao
de pessoas (amaoles do xiqvoj v-se um
bonito enfeite em um bonito vestida, am
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e lindo laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, e}c, todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos ontros) estes sito objectos
comprados aNOVAESPKRANCA: realmen-
te l!f I procurar descrever em annoncios os
artigos qae contem dita loja, seria trabalbo
insano e nunca o fariarms com aquella
graca e perfeico cora que sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente.
i visitaremrna para entio ficaram iutei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
8jRa Duqiac le rabias2i
La para bordar a
5^500 a
O Cysoe, ra da lmperairii n. 6i, acaba de
recebe"- grande e variado soitim-nto d lia, a qual
vende pelo baratsimo preeo de [300 a libra,
cores surtidas.
ffWI
J
ra, e em PJrticolar a sua boaflB, da immensidade de objectos qoe ultimar
Ki "n* \ Ista,nentelqoando ella menos o pode fazer e porque essa falta ravo-
lantana eua confia e espera na benevolencia do todos que lb'a attenderSo e relevarla,
SSSfl Pa rairiPr?BM bem conhecida leja da AGUIA BRANCA/ roa do
qaalidades^modicidade em procos e o aeuoooca deameottido ACR.AD0 E SINCERIDi
dispi,
Do que aciaa tica dito so conheceque o tempo de qoe a AGU BRANCA
empregado apezar deseos cusios no desempenho de bem servir a aquelles i
aquelles qi
sem enrom-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores,e qpac
lidades para cintos.
Leqnes uesse objetto moito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
rr suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nio massar o pretn-
date se lhe apresentar o que poder d
melhor.
Entremeios em pecas de 1* tiras.
Gurpure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodio com flores e lisos.
tornam recommaodaviia* coa
Capailas' branca* para meaMM
Grandes sortimento. de ftOKs teas
Pil de soda, paolo.
PERFUMAR*
Grande a constanls sortimento do dita,
8empre-melbor quajidada.
- Lindos vasos com po do arroz e pioaai,
Caixiobas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dooradoo
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecqs e "brincos de madreperolr.
Caivetes finos para-abrir latas.
ThBsowas para frisar babadinhos.
Aspas para bafio;
N*vos staroescopos com 48 vistas, ao
qnaes sio movidas por um machimsa
t
na.
Veos de seda para cbapelinaa e montan'^^ substituem asroutras.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meotnoe.
Enxovaes completos para baptisados.
Visias para stereoscopps.
Bonitas caixinhas devidro eafeiUdoaco
podra.
Ditas da raadeira euveroisada com viapo
ras e com domias-,
Bollas de borracha para brmqnedb do
Tonquinbas de fil, sapatinhos bordados I enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos da porcelana, proprioo
Camisinhas bordada para ditos. para eneites de mesa e de lapinhas.
N.SABUAM
MOSTIIO
ESCOLA PUARMACEUTIGA DE PARS
Medalha de Prata 1860
n^QlJDRQNWCMTfi^
HIBACTO DS AtCATRAtf.
melbor preparado fainas e tequiada em
r"n* A2VA E A1.CATOAO.
Uuas eolhetadas grande, de UqavM, pot cada
luto de upu. ou urna colherad* pequea pot
cada copo grande.) H
. K";..-" C8,on. ** bra.^bieV e S.
Exigit a /Irma do inrcxor />
Deposito Gbbju. <<^, ,
*oe des Franrs-Bourgeois, 17 C==Z}>::5*
Vm pars. ^t'r
Dppom-o : no Dio 4, Janeiro, D.ipond.elle! ~
Bihia, Silva Lopes, ni Ptrnambnco, P. Maurur i
i l": n-i Naranhao, Ferrcirn el (:.
JAROPE
Com este titulo acha-se abe'rto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraran tudo qoanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robras e perolas, raeios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas.as qualidades, prata de lei faqoei-
ros, colberes, palileiros salvas e outros muitos objeotos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
mmmmmmmmmmmm wmmmmmmmmmmmmm
MEMBRO DaACADEMMdeMEDICINA
Preparado por deslauriers.ph.
Sucf de BOUTIGJW-DUHAMEL
51 Ra de Clpy Paris
Lourenco P. Mendes Guimares
RUADA IMPERATRIZN. 72,
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
lianhaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, visi'jrem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolio enfestado a 35500 Para liquidar vende bramante de Ir-
a peca, nitas de 24 jardas a 5?)000, 6 00, nho e algodio a 1,5809 o metro, dito de
6*500, 7*000, 80000, 900. e 10*0;. linho puro a 2*Si>0, esta fazenda pro-
Vende-se cortes de casemiras de cores pria para lencs e toalbas por ter 40 pal-
par* calcas a 4*000, 50000. m.>s largura.
Pira liquidacio vende-se algodio de lis- V-mde-se cortinados para cama fr*M5o
tras proprio para calcas, camisas e saias, a 1*400 o co-tinado para liquidar,
para escravos a 160 rs, o covado. Arara vende cortes de chitas para vea.
Na ra da Imperatriz vende- se chailes de dos a 20500,2*800 e 3*200 o corte p*-
menn estampados e de barra a 20000, liqui-iar.
0500 e 3*i 00. Vendeose cortes de cassa a 20506- o
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liquidacio a da imperatriz
para calca a 3*5004*0O. 50> 00, 60000, Veode-se cortinados para ianellas a 6*
7*4>O0, e 8*000 a peca para quidar.
, Para l.q bom a 500 rs, o metro, dito transado a Vende-se duzias de collarinhos de oa-
720, 900, e 1*000 o mtro. j pe a 240 rs. para aca-ar.
Para a cabar vende-se duzias de lengos Arara vende liasinbas transparentes para
brancos de cassa a 25000, e 3*600, ditos' vestidos 500 rs. o covado.
de linho a 50000, 60iO'. Liquidacio, vende-se parapeito liso a
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores 2*200, 2*500, 3*. 3*500, 4* e 5* pro-
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pavio vende-se um elegan.
/e sortimebto das mais b nitas poupelmas
de laa com lista mia finnas, sendo todas
quasi de orna s cor, 4*'0 rs. o covado ;
e baratsimo.
GRANDE PECHINCHA, GRGUROES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Bazar do Pavio f-z-sc uma grande com-
pra de liazinhas muito m d-rnas de uma s
cor. que pela sua boa qualidade se lhe deo
o t tu;o de gorgurio de lia, s#odo fazenda
mu to larga e vende-se a 40o rs. o a vado,
fazenda que se renda sempre a 1*000,
grande pechincba.
Lia faMa ores a 409 rs.
No Bazar fo Pavi. vende se um engente
sortiment > de liasinbas d* fert* cores que
brilbam iifualmenie as sedas e vendem-s
a 400 rs, o covado, fazenda que vale moito
mais dinheiro.
ATOALHADOS
No Bazar do Pavio vende-se superior
atoalbad- trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito ae linbo adamas-
cad > o melhor que tem viod > ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto muito barato.
Bales reguladwe a 10OO 40O t 5300
Ciiegaram ao B^zar do Pava o-mas bem
fnitos bal s reguladores, ^endo de f,i?ti,
a 4>0('0. oits de museli ia a 40500. di-
tos de la-raba de todas as cores a 5*000,
todos elles sio mot'to baratos.
PaBaa prete muio barato a 30600
0 B.izar dt Pava, recebeu uiLa grand-
porcio oe p^cas ne panno preto fino, com-
pra tas em leili'i, qm sempre se venl--u a
50000 o covatoe pode liquidar a 3*900,
por ^er uma excelente Iiasiolias com msela a 500 rs. o corad)
No Bai-r ''o Pavi vente-se urna granle
porcio de finissin.as lasin^as de uma s,
cor com mesrli, qne parece meseada de!
seda, e rtia* muito boo'ta com istr s, len-
do uisia largura de chita framezi, e li-
qmd m-se a ROO rs. o covado, f,zendaqu-
remrese v.ndeu a 1*000e 1*20j.graue
pechincba a 500 rs.
uma granad porcio de entr m-ios largos .
esirettis, que para acabar >e vende mnit'
em conu e mais barato do qoe em outra
qualquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pa.o vende-se constmt-
mente o me'hor sortimento de fazendas
pretas para leto, como sejam :
LSasinhas retas lisas.
Cassas pretas de U-a.
Cassa pret is, francezas e mglezis, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas yetis lisas.
Diti Lvradas com brano.
Merinos, cant s, bombazioas, qu
vendem mais barat > do que em ootra qual-
quer p.rte.
CHITA8 PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Baz^r do Pavio vende-se chitas pre-
tas ioulezas com salptcos 206 rs. ocovado,
d tas todas pretas," por estarem um paaco
iussas, i 12 o covado ; pecbincha.
0< propietarios deste importante esta-
bel ecimeoto rogam ao respeitavel publco e
parti'-nNrmente > Exmas. familia o favor
de se direm sempre ao trab-lno de lerem
os seus annoncios, peU razi > de muilos
d'elles serem modad- s amia 'adas vezes.
CACH-NEZ A 6*000.
' No Razar do -*ati/ vendem se bonitos e
grande-, cacbi-nez de pura lia, pelo bara-
to preco de 6*000 caua um.
O Xarope depuj-ativo iodu r.ido do ou-
tor Gibert ofTerece, no scu /-mprego, um
resultado bom, certo e constante na cura ,
astmnigens,escrfulas, molestiasdapelle,
victo do sangue, obstr uceves hjmphatica,,
molestias contagiosas (syplahtieat), leves
tu inveteradas, ede todos os accidentes que
d ellas dependem.
A receita deste Xarope foi anprovada
Fia Academia imperial de Medicina de
Deposito as principnes pharmaejas do
emPernambuco: Maiber e >; Joaquim'
Mabjwho da Cruz Cobreia ; Joo da Con-
ceicao Bavo e O; Augusto Caois :
Bartholomeo e C"; Albxandre Ribejro;
abbeu RiEttto; Joo da S Fabja e lanio.
Farinha* de millio.
Ha para vender farinha de milho"branca,
amarella e fub de superior qualidade em
saccas recentemente chegada de Porto Ale-
gre : tratar na ra da Cruz n. 3, escrip
torio d'Amorim Irrnos & C.
de algodio a'1*40) e corbsrtas de chita a
1*5 0.
Para liquidacao vende-se cortes de casto-
res para, calcas de homem a 500 rs.
A Arara venda chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. covado.
O barateiro vende percalas finas para
vesl do a 440, rs, o covado. y
Em liquidacio vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado*.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320, 400 e 500, rs, o covad >.
OGuimaries vende mursulina de cor
para vestilo d Sras. a 44o rs. o covado,
dita branca a 5JO rs.
0 Meo les verada fa-Uit di core* par-
vtsiidos de sanhoras a 860, o covado.
O L -uranco vende cassas tinas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
e paitos ,or ser boa fa-
de brim para cal-
pno para calsas
zeoda e barato.
Arara vende cortes
sas de homem 1*500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
'para senhoras pelo Darato preco de a 6*.
cadaum.
Grande liquidacio de ronpa feita.
Vdnde-se palitos de alparca e de cores
a 0.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 2*.
Vende-se ditos de brim de algodio brin-
cos a 20
V-m ie se ditos de meia casemira a 2*.
Ven te-se coletes de brim de cores a !*
V-tnde-s* ditos de meia esemira a 2^'q')
Ven le-secalcas de algodio azul a 5X)rs.
Ven le se dita da algo lio de listras a 80Ors
0 Bazar do PavSo sit> a ua da Imperat iz n. 60, esta' constantementeaberto
d>is 6 horas da manu i as 9- da noute.'
,' Vende-se urna bonita rasa nova a moderna,
com sals, corredor ao lado, 5 quartos, sotao
muito fresco, despensa, conha com bom f.rno,
(rande copiar com gradeameoto na frenta, gali
nbfiro Umbero com gtaneamento de ferro pora
grande porcao de criaco privada para despejos,
telBwro para lenha, carvao, etc., cacimba co
bomba de Jaii, tanqa coberio qae serve para
t"' eJ'umlem ,0 Psl(ns de frente e 500 de
fundo, todo morado de novo com graleamento na
frente e. portao de ferro, lindo iardim para re-
crem. planta^ao de arvoredos novoj, passa-lbe n
no Capibanbe perto para es banhos, no lugar de-
nominado Chacao n. J.juntj da estacao da Casa
Forte : os pretendenles poder- se-nao dirigir para
tratar a ma da Tbom de Souza, outr'ora roa da
Lingnea, n. 4.
Cera de Lisboa em velas
TamsoOos differenteg desde t a atxto ae era arroba : no rmarem de Tasso !r-
mios i C, rw do Aro rim n. 37.
Arara, vende alpacas da lista para vest- V^nde se ditas de brim pardo 2*. i*i00
dos da senhoras a 500 rs. o c vado, ditas e 2*500.
11838 3^500 6 640 r. ocovado, itaa mitisa- V-nde-se caigas de caseaira da aro
das a 640 rs. a 6*8*.
-Vende-se iaa de canna a 280 rs. a libra,
porcio far-se diffarenca : na ra de Horla,
roazeo n. 2. ^
em
ar-
FSRRLUIMtO BK CREVRItR
CRAXCO E ESCURO
Desinfectando o Oleo de Figado de Baulhio,
o Si-hhor Uhevrier deo a eala precila prepaxa-
tao therapculica um ckeiroe sabor agradareia
:-hma de suas virtudes lhe liram.
Ektk iin|.ortaiile descoberta, que graogeo a
sen :. -.r. ama Slcdalha de hoijra, Tulgarisoa
.leKipadn deBacalho desinfectado.
Os mediros o uceitam preferiielmente a todoa
os ontros. em toda* as molestias onde se em-
| n'pa o Oleo de Figado de Bacalhao.
\ ST por mais pormenores os relatorioa raedi-
e ,es que conten a noticia que aecompanha cada
fraseo.
Ffttrmacin fnEVHtKH, t'l.r-e *# Pmu. Mf0Il4
Nn sesma pjiarmaeia achio-se o VIHHO ELIXIR da COCA, exeellenles pxe^^^B
0 TAFFFTVULNERARmeoni RNICA para curar as caigas, feridas. cortaduras
Os GRANULOS de BISMUTH compostes centra as dirrteas,*jsentenaa, dores de i s
Depositario, cm Rio de Janeiro, Dpokchblli et C". Baha, Moreira Iruao rt C.u
Pernambuco, P. MaubkA et C. Marankao, Fnuuu et Ch. Porto Ale{
- Jos fEt.LO. -Iotas, kmi*o Ltiva.
O Senhor Chwrier compleou a sua deseo-
heru ajastaa-do a iodura de ferro ao Olee de
Bacalbao desinfe> lado Este Oleo de Figado Baealhio ferrugiueo tem todas as proprtrrUdes: I
do oleo e do ferro, digere-se fcilmente e i
causa priso de- Tentre. Portaolo i
a mais preparaeMs ferruginet
repe), couTem em todas as doenra^^i^i^H
emprega o ierro Tsica pulmonar, brel^^
raehitismo, escrfulas, impigens, g
mitismo ehrontoo, eatarrhos amigos.
lias, conTalesceucias difficeis e fta-iu
constituirlo.
\
w


i*erjiua*uco SaLbado &7 de Agosto *k 1870.
v
^ac

Jos de ouza Soases & C.
RA IM> tt&RO I VITORIA
i UTh'ORA NOVA)
Aaresenta-sd nrtn. cphozaado m. que fi l. tuvc Jo mais bello eagradavd etn U-
zendas finas para Senhoras artigas de alia muda etn Paris tanto para senhoras como
para homens e meninos.
Miaaezas atartaidas, perfumaras espdiyitH, variedad de luidos objectos para me-
nnius e blfciquedos para criancas.
GHANDI: SORTIMENTO
Continuamente receido por todus os piquetes, vindo da Europa aunde teai ha-
bis fcorresponientes.
Vende-se multo ementa e manda-se pr empragados do estabeleciroentoiazendas
m casa das Exms, familias ai.n de melnor e&coUttrem u que desejarem.
---------------------------- ... .-
r.
Njdvo esfcabe ecrmetto
flEFlZHWSfTOffilSfHTS
Ra 'da Impenairiz n. 40, esquiua do be co ios Ferreiros.
IOJTA
:DO
A
/
DE
Fazandas, roupas feitas e de encommendas
W-RIA 00 BABAO DA YICTORIA-10
(A'rUiga ru i Nova)
DE
GOMES, SILVA & C.
Os proprietarios deste importante estabelecimento, no empenbo de eleval-o
abura dos primeiros do cu genero estabelecidos nesia cid*de, mandarara contratar em
Lisboa, um eximio artista alfdiate para dirigir a sua oflieina.
Acaba pois de cliegar d'aqudia corte, e para este fim, o hbil e conceituad.
artista ,
IRA REG
ah assaz conbecido como perito em sua arte a pelo que se torna urna garanta segura
le que na dtreorjfa da olBcina que afro-a dirige, satisfar cabalmente tanto aos nume-
rosos fregnezes deste estaee-cimento, como a todas as pessoas que se quizerem utilisar
da sua grande pralica e profifi neto.
Neste esUbelcirnento -chara o publico constamemente um magnifico sorti-
mento de pannos linos, casemiras, gorguroes, e arligos de modas, tudo do que ha di
melbor e mais lindos padrSes que tem viado a este mercado.
10Rua do Barao da Vctoria=10
(ANTIGA RUA NOVA)
mtwwn
O lloro propriotari!. atoaje eatsrtwlBCflnento, toraraoiiiea ao respeitavel publico
deata c.isiie, e especialmente S Exmas. familias, que est liquidando por precos bara-
ffestaos, m anias fazenda- que existiara roste e-iabehirinterrto, nim das que abaixn
vo rdeciunadas, cujos presos-metete uda a :ittero;3o do respeitavel publico, que nao
Sellar Be nm pequ ua quana n-fazer-se le mialquer tpialidade do fczenda quepre-1
se. Pre-ine-ee lambqm que a nwsma lija tem fvito Sortifantn de fazeodas moder-
na*, e i'onimi!.: a soriir-se d*tt do mais apurado e escomido gusto, que vender mas
barato pie tpiatofie oi.tia bija.
A l,OJ\ DO PAPA AiO alera de ter um grande deposito de n.upas feitas, tem
m beettu M.,ii*)enii) (1-- a.x-tiiii.i*Trane z;is. irtgtatas e &NemSrs dos padroes mais tco-
le ims, e awim n.m.- pamw pre.ms, casemiras e panno fino cor oe pitil.ao, azul claro
e mais es.ii.o, br.no brancas e dyftres, fustoes bran:os, e >e c6?*j gangas de linlm
e brin- patttns l" todas as ifnli A !.().;\ DO W'AGxlO t-m contrado um ophm<> me-tra IfiJatH perito no
sen offlio pam ecUedlf qualqner o':'ra da arte coir a rnaNtr ii.'-ffiriio esmero, e qoal-
qoer thra nn nau que vontade dos fregueze-1. Inr iwra a hf, e manda-so
fazernu ra.
E:i:" de lud di' 1 !) < a :!;S a vara.
*'i-.-.- ; si'triion n!"< '.< i^i'iil" ^ides
a M.
Dito ditos, eslampados de 4,500 para
cima.
Fil do linho blanco e preto uso, de
Atoatnadn de linbo fino, a 0$ o metro,
e de atoritlari a .
Alf(MlS(.si]ilio 'a'go, para letcBS e toa-
Ihas a 4WM).
Alpacas pr>;i>. cores, e d- li>tras.
Baroges emo li-trinhas de diTerentes co- salpico,
res bUU is, o cavado. Grvidas de seda pretit e de cores, da.
!)o!s sdu iapete>avoidids9, para viagem, mais mi dornas que tem viodn ao mercado,
o pre-co e cmfcrme o timanbn. Guardan; pos de nnho branens e pardos.
Brtbasiiii, prelas; lisas, e trancadas. Grosdenaple pretn de diffprentes pr ?os.
Brvithanks do riniio, fra&cez e inglez a LaaSinhw em corus com palmas com 14
->ij!wl cu vado por 6.5.
I>a oes de-musMdir ., tra-n>s erm ll .*, Ditas hzase dcshs tran? prenles e ta-
ie o-tr. s t..: .s d.- p*mut cm o l'eitio dos padaa de diU.-rrntes ptecs.
de titas, para senhurns a meninas. Madapoln inglez de i$ at 105 a pt-Qa.
Basq. mas de grotMetoples preto mo-
lernas c de cmcfi muo enfeitadas.
Brtanba6 *Ni la hu n de tigottn.
B ins de ludio livinvdiis brancos e da
cores.
'Bwm de lgftdo irtnradjs hrancos e de o Bovado,
cor('s- Gurguroes do. la com listras, fazendaln-
Cottibraias brancas tapadas e transpa- '-rmente nova no nnji-cauo a S00 r. o
rentes, tmu tihz*s :. goitsts de 8 pal- ovado.
mos de largura. | Meiins'p'f'f. trancado e de cordo.
Cam'sas (e meia, de finneila, branca, e! PfflM bwdri'>l e Imis, t;mt dn linho
de algoiifio. corno de atgt dao para camisas le homem.
CainisnhaS b'-anens de cambra a cora di-! ''rincelas pietas de dileivtes preces,
licadi? bortta*s, e enlejiadas de cor pan' Gambraiabraoc tapada rauito larga com
3 portas n. 53, rua Direita, 3 p rtas n. 53, anliga
loja do Braga
O ahaixo assigado..do(io deste aotigo eiUbeleciraento, tendo em vista apreseular um S
completo >ortiiiicato Ueforrage[is,.miude2as e cotil.-ria, tem resolvido mandar bascar em E
diversos pen;os da Etrropa os melhores (Afelos de sen iMabelc-cimento dos fabricantes m
mais conliecidas; p^lxjiie oonvid ao respeitavel publico e a seos numerosos fregueze ^n
a virem se servirlos objectos do >oa carencia, sonde encuntrarao por menes 10 0(0 do que ja
, em oaua aualjoer parte, um sorliinenio completo de machinas para descarocar aleodo fel
[ do bem conhecido fabricante G-ttorr Gio 4 11, ditas para costura, motores para animaes, m
..os para fogo, molnlms p.-.ra caf de iodos os tamanho, da fabrica do Japi, e.-pingardas de el?
jos canos e de nm,'tanto malezas como francezas, louca de porcelana, facas e canos ?
e diwerw qualidades e pncos, bandejas chim>us, salitre, bren, barbante, etrsofre, papo! e m
amaua de ierro, aoo, e agiilha para fogueteiro ; assim como encontrarlo constante- ^
diente grande ponjao de fugo do ar, e reeebe se encoinrneada de fogos de vis, alem de um g
em numero de objectos, quo se tornara enfadonlio numerarios : venbam roa Direita n S
o3, loja ae Leonidac Tilo Looreiro, antiea loja do Braga.
L i,os de algod, brancos de 2-5a:J5
a iluzia.
DiLos docflmbiaia de linho de C-5 a I2&
Dit/js de es.tjtiio de (55 185.
Mius-nnas brancas e de cores a '>00 rs.
pregas u bordado, ha ;e
propria ^ara saias de Sras
;r;to.
Sedas piets lavradas
.'iiiO nforado.
tres qualidades
, o pieco ba-
para vestido a
Sras.
GaiTiUa;.;s. do ..res a 400, rs. tiltlio e
8(M rs. a vara.
. Camisa: ii,iglex.is. e frano zas de linbo. e;
de aJg>Hii de pregas, lisas e bordadas.
Cbaiei ik. sol de > da, merino e alpar- *>arg^la francez e inglez de toda ao co-
ca de 'iii.TD tns f/irs, fl mni.-o baratos. \n':t- ,. ,
Chttiis |on rodos; francfzas, de 40 r"2|h:is "" %5^ *' 'mito de dif-
at iiKi ,.. rentas qotrdadvs u tamanhos.
CliiU para eobettas de 2 al G rs. | Ponhosdo Indio para homcm muiio li-
Cortinados de rambrjii. e da filo bordarin?2
dos para -amas e janela> d: 10-? para cima. | Mp,;is *8 Was Par* Sras-.e para meninos
Col has de furiao bf-ncas a Z$SX).
DO
Eua doQueimado 7
DE
EIB4 & BASTOS
E' ebegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazenda?
zts, ndo sua especialidade enx ;vaes para noivado.
Vestioos de blmd de,sda ricamente bardados.
Gorguro de seda braDco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenho9.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de crox, dem idem.
Cortinados i ieam irte bordados para cama e janellas.
Cross p ra cadeiras e gofas.
Vestidos de carabraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
T.aas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b unios para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sera bordados para seDhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
Dtasinglez.vs para bomense meninos.
Seroulas de linho, e am grande sortimento de roupas feitas e de fazendas aue
e infadonho mencionar.
i'r.s ,io rriis a S08QO.
Co!aiiiil:r;-d Jiriln *, indezes, e alemes.
SIIS e b<.l.i.i>\j-.
Damasco -ir i. enctraado, a zule ama-
pello,' esendha pt i.
Esp*rlJliC8 f!-'. Itabo brauco para Sras.,
de d-fleienus grecos.
e oara homens. de dferenles qo*liddes
e de todos os tamai hos.
Para qiun) comprar peca o\j duzia da
qualqner fziroda sen prego o custo ; para
liiininiiii' o ret-. ho.
D i->' as amostras de qulquer fazenda.
A Itja do Papacao acba .'e abtrta todos
os das, at s > hor?sda noute.
Ffaticiscn Teixeira Mondes
Una iCo crespo a. 1
Ob proprietarios dese bem conbecido estabele-
cimento, atm dos muito* objectos que tinham ex-
peslts a apreciocao do respeitavel publico, man-
daram vir e acaiam de recebee pelo ultimo vapor
da Europa nm completo e variado sif liraento de
finas o mu delicadas especialidades, as quaes es-
tao remlvidos a vender, eomo de seu costume.
por precos muilo baranhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Irnito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de nrai lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhoia, ueste- genero o que ha de mais moderno.
Superioreapcntes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas da.'
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com ridri-
Ibos e sem elies; eta fazenda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreporola,
martim, sndalo e osso, sendo aquelles bronco?
com lindos desenbos, e estes pretos.
Muito superiores meias no de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 204.
aim destas, temos tambem grande sortimento de
oulras qualidades, entre as quaes algumas muitc.
Inaa,
Beat bengalas de superior canna da India e
casto de raarfira com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melnor s
pode desojar ; alm destas temos tambem grandi
Juantidae do oatras qualidades, cerno sejam, ma
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos o airosos clcotinhos de cadeia e
do ontras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 ancos de idade.
fJavlhas cabo de marflm e tartaruga para ftzer
barba ; sio aiuiui boas.e de mais a mais sao ga-
raBiii?;..s pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asse.guramas sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas eapeuas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muifo boa de peso, lrouxa, para encher
al yriutho.
tions baralho de cartas para voltrete, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das melhore3 per-
fumarias o dos melhores e mais couhecidos per-
nmitas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra ss convulsCes. e
fa-'ilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedoros destes prodigiosos
i ihres, e continuamos a recebe-los por lodosos
vapores, afim de que nunca faltom no mercado,
omo j tem acor.tiicido, assim pois poderao aquel-
es que deiies pre-isarem, vir ao deposito do gallo
vipilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros coiiares, e os quaes attendendo-se ao fim
eara que uo applicados, se tendel o com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, peis, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por prectis muito razoaveis loja do galli
vigilante, na do Crespo n. 7.
A ra (AHXIGA .HSA DO QEIMAIlO)-
Receben seguinie :
E-pellios grandes rtfiuradn^, m.ildp bonlloF.
Carteiras, tharuteiras e potutigsrrus du aanitas
qoalidades.
Ilunitas paitas para ppete, simpase matisadis
Boas ttivu va>ias para costura em soa cim^
tent chave.
Delicadas candas de narflm com o bocal oe
prata.
M'xlernns pentes de tartar, obresahindo n-
tre eiles os mimosos lelegia;.iislas.
Commodos tomadores coa duas gavetas e hm
espWho.
I'ort bouqaet, o que do melnor tem ar;
cido.
Port r.-l"gios demuitas .|u.litlade?.#
Ron* talheres para n .nicas.
Vo?tuarios, chapiunliu.-, tonca?, sapatos e meias
para tupsados.
Toalhas e fionhas i'e lahyrintho.
Chapvos e cbapelinas poia >'nhoia, moldes e s
e Ix.nitt*.
Chapuzinuos'.gorros e boiicts para meninos
meninas.
Ohtta as convulsas as
Vede-sp os vi rdai'eir s i-, li:>p's na Nova E-;-
ranci. rua do Dnqu<* 'le dxias n. 21.
' PARA T1NSIR CARKI.'.OS '
para pretn* oa c.i.-toibas, iteWu a Nova Es;e
rasca a verdadena nina h-pkia.
' l'ARA ACAI1 !'. rOU AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Upe.nga o verd.ic r.c
leile de rom* htaueas.
AGUA l)E FLOR DE1.ARAN1A.
Veule-.-H na No.a liperi.iii;.". rua do Bui|tv. de
Casias n. 21.
PAPEL PA11A r.:\Ki:V.\RSE BOLOS
eeebeu-os muo Bdon ?iva KsjicrauM, roa
do Duque de t'jixias n. I
PARA AMACUR E .UJR.MOSEAR A PEALE
tem a Nova Esperanca M sabonetas de p i.e
arroz.
Rival sem segundo
CASA CAUVIN a. MARINIE3,
UouleiBj .1
NOVAS ESFECIALIOADES
Aprtstntaas a Academia de Sciencias
Phamnaceatieo privilegiado
succes*or
(Sebastopol, .".- PABIS.
A. MARINIE.R
e ao Juslitulo d* Franca,
tK irPPI Sob fr"u de ''..sila. devedida e dosoada par*
SlfkwtUHU fastr ile raomeiilo urna solucflo
Preycntiva caratifl dai MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
IXJEtM-PHILIRO
ESTOJOS
do volurae de um relogio, servindo i*
I lili.ru e sl-.ItlM.A sem os
ertre iicraveiieoUi de fragilldade.
(knn a forma, e de rolume de um Porte-Moed
COTES DO TOUO IRATAMBNTO.
COLLYRIO Contra as affeccois das patpebras,
preparado sob a mesma turma.
BARTHOLOEEO C
CASA CAVIN *8m
Depositarios geral para e BRASIL e I'ORT I 41,
34, rua larga do Rosario. SERNAMBTJCO.
Pbarmaeeatlco privilegiado
suocesBor
Houlevard Sebastopol, O3. PAKIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
..presentadas a Academia de Silencias e ao Instituto de Franca.
Luvas frescas de Jouvin
letes para gnarnicoes-de salas, alcatifas
meditadas e verdadeiraa
Esteiras da India
Sortimento de tapetes para gnarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e-o
-fraude ortimento das acreditadas e verdadeira9
Kl
n.
rh!n a. V salvaomdo em rede para cercas, gaiola?, gaiobeiess etc.
Chapas de ferro (talvantsado para cobrir casas. ^ ^^
Tachaede ferro-eeianha-to para ntrennos.
Cofres de ferro de Milner e ooims autoiv-t.
Cbwfco am. ano.
ito em. lencol.
Dito em barras.
Bito em enxadas. m
Esianbo em barra e tergrha. *
Folha de. Flandr^s.
Arados americanos para ladeira e Tanca.
Carrinhos de mo.
; Veneasnas para jane Has.
Machinas da desearvcar-algodo; de iato.
Ditas de serta,
.itas para cortar ./amo.
a^s^lSE8 fd'5a'l< ,'e*van8 e a,otore9 PWfcawot, aar*oer as;
Cjf*iir8 de fcrw.
Ganiaj ,de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Bataneas para pesar.
^OletxfeliBatjaem tatasde'fBrro.
trines dtTifeffra para bbbd*w
".Boathas amerteauaj.
.acates deestivar.
toaims e pesos'decimaes e aatras.
'* de patete.
Enxofre.
1 SiJ^ ***-Miid^e. A
*^pa mlnhos de ferro.
-ta grande sortimento de errageos e catuana,
INJECCAO
MOLESTIAS
Sob a Corma de Pastilla, devedida e deseada para lser de
uto aa softiceto PHITISTIVl I OtTSATIV*. das
CONTAGIOSAS
do Yolume de um relogio, servindo
de Philto e Seringa sem os
Graves inconvenientes de fragiliaade.
IWElilO-PHILllO
Com a founa, e do votume de um Paate-Moeda (ornado
TOBCTUATAmENTO.
COXXTYXflO
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
PAUTIIAT flUril ra ^po"1" m*i p^a o brasil e i'oitn ,f,
DAili nULUfllLU & U 3, na larga do fiosario. 1KRNAAQJUCO.
"Cum .uini.p^o
wm m mm 52
i'assaaatlo o.clkfa baiua a iatten com espe<-.iwiijcde para twnis vaporS'>que'>;.'i[uia> nmavez>4nQ.'indfaorado.
Os vapores lome idos por-CHe ej ftinaioaondo be ho de fazermelhor spre-'
ciaco ik) que titsal'joer Mo pi prio.
Uestjutoiavia bamMumi que-'vi ta do cambio;gora mais favoravttj tioqne
Da-epooiia.dos.3{)OBtaaietrt leus prefus. |
HA-* *> ifc3j.il*i1
ilffr'
.iova iqja de, jowi
RXM.OO (^tRUIA' N.9 A.
.DE
Maaoel da Oun*a Saldanha & C.
'1(l' nlirir-'<-:e esft*lciiiicnui .de jnia?. o qnal lem.grande fotimeu-
iloiJiiiMdaMaajiAi duJ*AiiM'g,*tD,'BS,,qim'S voderifl'maw burato"PusmvH. V* i
pjd& L iW'*^r*l*flfri.BawalidH*oiiilai,ifHH taa^d^ihwiendt) em -1 1 -.ir frrH^^ np.fiKiaiaopsienttercii' m *jr,pttc.w .taunmcrauanm ana
.' Si
Hl-i#ifa*B>*wlkto a eir,*'We*ab..^'in.ratt),'eertfi'de qne. ficar compe- 'li
-
feg LilftA9Br)0BD.BA 3DO. .TMBB'IA' Otfl UV.
Jeordeiro prevident
Ruado i$aeimado a. IR.
N'ovo e variado sortimento de perfomari
tinas, e outros objectos.
Ai'um do completo sortimento de perft
aarias, de que efectivamente esta prvida
oja do ordeiro Previdonte, ella acaba o
recebar um oulro sortimento que se ton.
otavel pela variedade de objeoto3, superioi
iade, qualidades e commodidades de pr
BJM; assim, pois, o Cordeiro Providente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavel publico em geral e de si
boa freguezia em particular, nao se afa
cando elle de sua bem conhecida mansid'i
} harateza. Em dita loja encontraro r
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
' Dita de Cologne ingleza, americana, fra.
:eza, todas dos melhores e mais acreditad)
'ar-ricanes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Si.xir odontalgico para consenrac5o t
sseio da bocea.
Coametqcea de superior qualidade e ch*
os agradaveis.
Copos e lstas, maiores e menores, coi
/Guiada Sna para cabello.
Frascos cora dita japoneza, transparon'
i ostras qualidades.
Finos extractos 'inglezes, americanoi
'rancezes era frascos simples e enfeitadoa.
Essenciaimperiai do fino eagradavel ch
o de violeta.
Outras concentradas e do cheiroa igua
nente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad
om escomidos cheiros, em frascos dedifi
-entes tamaitos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondoi e em flg
as de meninos.
Ditos muito unos em caixinha para barb
Caixinbas com bonitos sabonetes imitanr
fructas.
Ditas demadeia invernisada contendo)
aas perfumaras, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelSo igualmente bonita?, tsi
Dem de perfumarias finas.
3onitos vasos de metal coloridos,
moldes novos e elegantes, com p de aro
d boneca.
Opiata ingleza e francezs para dentea.
Pos de camphora e outras differeni
{calidades tambem para dente3.
Tnico oriental de Kemp.
Aindamais cosaca.
Um entro sortimento de coques de n
/os e bonitos moldes com filets de vidriib
* alguus d'elles ornados de flores e fiu
istao todos expostos apreciaco de qnr
is pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BOBDADOS.
Obras de muitogosio e perfeic3o.
FiTellaat e fltos para elatoa.
Bello e vanado sortimento de taes objn
tos, ficando a boa escolna ao gosto do co
orador.
BA DO DUQUE DE CAXlAS N. 49
Estnu dispostu a continr a vender ted ts
as min.le/as pelos baralissinxis presos ab..-
xo declarados, garantiudo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de paitos seRuramja a....
Duzia de palitos segurana caixa
grande a...................
Frasos cora cien balioza muito fino.
Picotes com pos de arroz o me-
lnor que ha a................
Navalhas muito tiras para Gner
bat ba a....................
Caixas de linha branca du gatt a..
Vara de franja de linho para toa-
lhas a .....................
Cixas com pennas d'at;o de i erry
superiores a.............
Lencos de cassa brantros e pinti-
dos a......................
Caixas com 20 cadernospafl pau-
tado a........
Caixas om 50 oovellos ile ilnl; i
do gaza......
Duzias de meias cruas superior
quadade a.......
Pe?as de. bjbaiiibos com 10 va-
rusa........
Peras i!e tiras bordadasrom 12
met os cada pea a IA5O0 e.
Pe^as de lita? para cs de q al-
quer lnaara ooa 10 mms a.
Esci-vas para unhasfaztnda fina a
Ditas pai denles i 840. 320,
400 rs. e.....,
Pecas le Manga lisas, brancas e
de cores a.....
Duzia de linha fr.\a para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares di?1 meias crua^ para m?
n>s diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a.
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares t'e sapatos de tapete a. .
Duzias de. baralho* para vullarete
Sylabarios portuguezes a. .
GartiVs com colxetes ^carrerasa
Aiotoadmas para colbte diversas
qualidades......
Caixas com pnna de sgo muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia e agulha par machina a.
Libras de p'fgos francezes lodos
os tamanhos a......
Pacole de papel com 20 quader-
nos...........
Rema de papel pautado superor
Resma de papel li?o muito supe-
rior a......... '
120
320
IlO
Zio
i!/'
160
800
ICO
70o
too
3>:
SsiOOt
SI
500
10
500
320
100
2A000
00
a ..;.
400
20
400
80C
40
2000
240
40i'
4 $000
3$'00
BBIho novo d Per-
nando
Em saceos grande? a prpjo orara *aV : no ar-
mairm de Tasso Irrnos & C, rua do Amorim na:
n;?ru37_____________^_________j
Cabellos ;
Vendem-se eabells de todas as cores, qualquer
compriniento, qualidade superior,, em eaiza oq
porfo mas pfqnena : na rua da Cadeia do Re-
cite n. .*|. i* snrtar
LOLKIA DORIO
RUA DOGABCGA' N. 2 B.
Atmoni rexoluco, se rendrin bHfwtes do R'o
aos Tened for.a porgaQ.-dtobrir.i avista e. as paitioiilares a
Ll VILIII MUS,'
20~Run ti si Imp^Tatriz20
Fari & Lessa.
Acaba da chrgar a esta i hoss-i ora loja de fa-
zendas finas nm variad* sortimento-de fazendas de
lia e seda, como sejam : granadines do uUimo
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e lia-
nha^ de tres, o qo> ba dp mais modi-rno, tudo
por baratissimos prego?, brilhantina-- de core-, te-
cidos das india?, (azenda nova a imitacao de per-
calia.bale- de dina fingndo saia de cor com lin-
das barras, fustes proprk'S para vestido e roupa?
de meninos ; agora grandes e admirareis perhip-
cbas, saias brancas oom lindos Trisados a 3. ri-
cos corpiubo* bu-dados muito Unos a 5j, balo* -
modernos de arces a ricas colchas para cama
a Iroc boa das. sendo* brancas e'de cores, a Si, 6 e
7a, oawbraia- victiria tina a S2, ditas .irsospar; a-
tes a H, i e 7#,chitas finipsiroas eeciuvs e claras
a H)0, 300, 320 e 3D0 o covado, cansas de core a
240, lenco. hrancosde eas>a a 2*500, ditos ehi
nezes a 3.J300 a duzia, madapoln tn.a 6* o
6*500. e;muiia superu r a 7, 7<600 e *U, algo-
daozinbo largo propriupara lnces a fi*. pane
de al.odo branro trancada proprio para tnatbas
de mesa a \ 1000 a vara', nramante pata leDC^es!
20000 b.3*f00. i. que ba demeMwr, esgniao b-
uissimo a 2*200 e 2*.*i00 a vara. Mandamos na-
casas das xma*. familias para melbor poderem
esculber. Tambem temos completo sojtimento do
perfnmariasdcs'prHieiresfalirreantes franeetes e
mglAzes as, pen-uas qne se dignarem vir a esta
I ja teranncca+-io,da reeonleeer a realidada do
que annunciamo< para nos jiutiUrar.
m,i:asa .de THEODORO CMUST
SSXN, rua .da Croa n. !8, encontram-s
ifiectivamente todas as qualidades de vict
^ordeaoi, Bourgogne edo Rbeno.
Vende-se a casa terrea n. i i, sita em Olkida.
rua do largo do. Amparo, com exeelleotes com-
modos e grande-quintal, solo proprio : a tratar n
tteeife. una da rnlenii d. i.
Farinha de milho.
Ha para ven*r farinha de milho muito nova a
superior 01 s*k.s, rhefada Bltlmamento'de Pnrto
Alegre. A md coatenta dos twnppadores. esu
irania enlista le tres quahdades ; BRANCA.
AMARELL\ E FDBA' ; sand. esu ultima milito
til par* alimento iHanimaes, einmfiM empn
do griimle wanteg m s cetnpfiteres em f; re dos
presos K>i-nniM:'vemen(e nn"l<"mnrtiros : a tra-
tar na roa da Cruz n. 3, esrcipterio de Amorfo,
lrm'S A V,._______________._____________
Cigarros da imperial
fabrica ideS. Joao
Me Nimheroy.
Dnico deposito em Pernambcco caes da alisa-
degavelha 0., l'aada.
I
I


Diario de 1 ernambueo Sabbado 27
le Age
le 187U
LITTERATDEA
i .
por M. Pinheiro Ctiagas
(Continuarn).
Aproxima vam-se aguns ofliciaes h dlan-
dezes ; Juo Fernaud-s Vieira envoiveuse
a capa e aflastoo-se rap (lamente.
N'essa tarde, Rotng sem se esennd-^
?.s vistas dos passeiarites, mas caminli n lo
o desembarazo d'um favorito d g >ver-
ao, tomava a directo da bardado do I i <
Fernanda Vieira, onde se devia eomb iai
Mu prpcedimento ulterior. Vinaa | pro-
urna a noule. mas o sol a oda so o>t-:titav.-i
ao bonsonte, dorando com < sua luz radio
sa as ciipulus das fl cestas e semeando de
semli tonto* palmetas as aguas do Bebe'ibe
fiodrig Teixeira alravessava a ponte, qu
una a ilba de Aalonio Vaz, onde agora se
ergua o palacio edificado por Mauricio, con
a torra firme, e uaoiinoava indolentom ;nt-
ao longe das casas cercada? de plantajes
tac. preladiavam ao bairro moderno da Hoa-
V1U1, quaudo de subito fea pareceu oovir
gritos de mullir alguna distancia. Apres
MU ora, pouco mais u pas;o, impedido pela
ruriosidade, 6 nao tardn a ver antro as
M)\u-i .<> incipientes do copusculo urfia mu-
r de :at-ndo-se tus maos da dous Mil la
. ifue pareiara ler prologado mai di
seria til as bachieas saudafoes* boa
viagera do principe Mauricio.
Rodrigo nao Jiesilou uai momento Ar-
rancn a espada e correu contra os hrn'.ies
Krin dous mospieteros aHeniies, dous dos
rouitos aven'.ureiros que entravam as ar-
aadas hullmlezas'para irem tentar fortuna.
r que pin oiedeciam seno voz da dsci-
plma, qiiando estavam em forma, voz das
Mas paixes qaando vagueiavam em lber-
dade. Eram ambos membrudos e fortes
Koirigo era magro e nervoso, omitido,
como distemos, nao bes tou. Tres ou q ta tro
vigorosas pranchadas obrgarara hs Wjsl
pbaiatios (a essa provincia pertenciam) a
iargirem a rapariga. Quizerara voltir-se
ontra o aggressor, mas viram qm era des
Uo no manejo das armas, em quanto elles
Mdm tinham as pernas muito firmen, nem
o bracos muito solidos para sustentaren) u
comba.e 0 ltimos raios do sol puente,
sciuliilando na relampagueante espada di:
itodrigo. que acuda parada para um e
para oitro lado cmi incriel agilidade. fa-
llan dancar railhares de luzes trmulas di
ante dos ol ios deslumhrados dos ebrios
ni tsqueteiros. De forma que, em trf d<
atacaren, petar de serein dous, foram re-
tinada -empre. O Derribe coma proxi
rao ; um dedes, perseguido mais de perto
pelo Balitan recuou tambem com mais li
gefreza, aaoorragot e cabio agua. O seo
tompatiheiro (pres'e-se-lbe essa |uslica) pre-
{.ip'tou-se atraz delle para o salvar, e Ro-
drigo, conservan do-se -sin ga;rda, aproxi-
iH'.u se contado para os ajudar ambos se
corressem risco. A convivencia com Maori
rio de Nassau ensinra ao vingativo e exal-
tado mancebo a misericordia com os venc
dos.
Mas o seu auxilio nao fui aecessaro. Os
dous mtsqneteiros sahiram da agua todos
ensopados, e, laando um olhar dere-ez
para Rodrigo, que nao podia deixar de rir
da situaco dos seus dous adversarios, dtri-
giram-se para apunto que airavessarain, in-
ternan lo se logo nos arvoredos da ilha de
Antonio Vaz.
Q laudo se voltou nao ficou pouco espan-
tado di ver que a ranluer, que salvara das
garra* dos aveutureiros, em vez de apro-
veitar o inesperado socoorro pira se por
salvo, se deixra estar um pouco le parte,
olhando para e.le c m urna express i de
torno recouliecimento.
Rodrigo aproximou se um pouco embara-
zo. A menina, quem livrra, poda ter
dezoio para viola annos. Que era de or
gen li 'llanieza fjcilmente o indicavam os
seus longos caballos louros, que lhe aff.ig.i-
vain as la;es, cahindo ao longo d'ellas em
ondeantes anaeis. A sua testa alvissirna, as
suas faces rosadas, os seus rasgados e bri-
iuautes oaos azues em que transparecia
urna corajosa confianca, e a franca limpidez
d'uma alm.. que nada tiulia que oceultar.
tambera mostravam qoe nao era urna cri-
oula, mas sim urna f ta das racas do norte
10 que podia possuir esses predicados s-
peciaes de belleza desconhecidos nos trop-
ees. Era to seductora a sua boquinba q e
FOLHETiM
i VIVA DEPOTS DI IOBTA
POH
Xavier de Montpin.
o noBoscopo
("Continuaclo do n. 190,).
XVIII
marque* de a'nt Maixent
d ama queda.
Ao anoutecer d'aquelle mesmo da, foi
o coiide de Rabn ter com o nnrquez seu
primo, e palestrou com elle em particular,
para Ibe dar conta do feliz resultado que
os seos empenhos tnh-m obtido junto do
rei, que de principio se recusou a conce
dar o que Ibe pediam ; vendo-S', porm,
solicitado con ardor e insistencia,, assig
noo afinal, com bastante repugnancia, diga
se a verdade, as cartas patentes de remis
sao, segundo as quaes ficava limpo e sem
macula o passado do marquez, e este livre
de toda a responsabilidade ante a justica
humana, anda que bouvesse commeltido os
maiores crimes.
Fiquei eu por sea Oador, mea primo,
disse o conde ao terminar, responde a mi-
nha honra pela sua. Jarei solemnemente
que as accasacoes feitas contra o senhor
nao passavam de calumniosas, e que um
Saint-Maixent pode ter commettido' erros
eo imprudencias, mas nao crimes ou infa-
mias. Por fin de contas, forca de bata-
mar, consegu o nosso intento A absolv-
ci do rei parifica o primo de toda a ma-
cula, como a agua do bautismo lava a cul
pa original. D'aqui em diante pertence-lbe
o faluro. Pode princioiar novamente a
aoa vida, e prometto-lbe o meu auxilio
para qoe ella n5o soja indigna do ultimo
ramo de urna oobre estirpe que tao de por-
to me toca.
Saint-Maixeot agradecen ao primo, dando
o'ir do seu
pie mais
labios se um
beijo, se urna d ce palavra.
Ella d.jixou-o ap.jroxmar-e,fitando os
seus o tos ii com um senlimento
d'mgeuua ad:nirac*3o. A (ixidez d'este olbar
augmentou o embaraco de Rodrigo, qae se
f;/. muilo corado Quasi no meemo instante
a juvvnil Hollnleza sentio tambera invadir-
llie asa-es um v.vjdo rubor.
\ eaca(3o e as lndenciis ascticas de
R drg i tmiiam conservado n'elle uns hbi-
tos de castidad'', l)m raro o'esses climas
ardeut-s. Era uaa es iccie de monge-sol-
di lo, (31 eslranho sedac?8o como ao trato
intimo d i b-d o sexo
N'esta natureza ardente, roas casta, pouca
influencia poderia produzir o olbar provo-
cador e sensuil das crioulas, que os seus
austeros mestres Ihe ensinavam a considerar
como umi lenlac) do demonio, tentaclo
que e'ie vota va. como vardadeiro pantano
d'America, o mais completo -lespreso.
Mis a b9llea, que elle pre3enciava agora,
e qoe nio W vnlgar em Prnambuco, por-
qne nao abuidivam por l as Hollaodezas
fonnosas, e principalmenie d'esse genero
de rormos ira aeria e loura que mais pro-
pla das Al emitas, essa bellezi tmida, mo
desta, suave e puddin ida, com osm aspec-
to virginal, com o seu encanto indzivel pro
du/.io urna imp.ess) fortissma. e tanto
mais foito quanto era complelameata nova,
mi curaca > de R<> Irigo.
Estova po.- um instante mudo, mas, como
va que a pobre menina, enverginhada de
ter sido sorprendida na sua ardento. con-
templarlo, na r atmava com palavras, fez um
esforco sobre si mesmo e peiguntou-Uie em
bollandez :
P.'i'.me n3o vos poz^stes salvo, se
iibon* em qianto eu affugentava os vossus
lotis perseguidores?
Queria... agradecer-vus responden
illa baixando os o hos.
Aimirar-vos, que seria a pilavra ver-
dideira; a encantadora rapariga sentir um
verdadeiro prazer em coutemplar o mogo e
eleg nte Babiano sacando da espada como
om cavalleiro de romances, e manejando o
giadi reluzen'e com tanto vigor e presteza,
que nao exclua nem a ai'ostdadc dos mo-
vimientos, uem a postura erecta da morena
caneca naturalmente frisada.
Mas. por mais lisongeia que fossc.a ex
prsalo d'estos pen.-amentbs, poaeo mais
agradivel sana para Rodrigo do que o foi
simplesreuto j encantadora meloda d"un?a
vhz suavissima.
E nao desgostastes tamb3m de ver,
continuou elle sorrindo. o banbo que toma-
ram os ossos dous perseguidores I Preci-
savam d'elle, porque tinham a cabeca es-
qaentuia.
A Hoihndeza levantou a cabera e olbou
para Rodrigo com serena confianza.
So banbo foi s, tornou ella* devem-
n'o os dous mi loes vossa generosidade.
Rodrigo crou e disse apenas:
Feliz fui eu em vos protegir contra
as insolencias dos voseos compatriotas.
Odo se comer a sentir, segundo vejo, a
falta de Mauricio de Nassau Mas, dizei-me.
ontinoou elle mud nlo de conversarlo,
como vos encontr aqui s, to prximo da
nouto ? Nao teuies um p i, um prente que
vos acomp inlie e proteja ?
Moro dous passos n'aqnella casa ao
lada. junto do templo calvinista Cbamo-me
MargaYida Veruooy. Meu pai mandiu-me
bem perto casa d'uma pobre viava d'um
soldado bollandez, que est doente, levar-
Ihe timas poetes preparadas por elle, que
Ihe bao de acalmar a tobre. Fui n*um pulo.
to pequea a distancia que, se nao fosse
esta meandro do rio assombrado pelo es-
pessp arvoredo, se podia ver da casa da
vinva ., nossa residencia Isto bastou com-
tudo para que, vollando u j, ao etitrar
as arvores. se me deparassem esses dous
soldados, que vos pozestes em fuga. Acom
panliai-rtie, senhor, casa de meu pai, para
que el e vos possa agradecer o sotvqo que
noje prestastes sua lilia.
Terei muito prazer, redarg > Rodrigo,
folgire em couhecei o ciridoso estrangeiro,
pie, n'esta poca de egosmo, nao olvida as
viuvas desamparadas, e Ibes enva tisanas
com que liie suvisa as agonas corporaes,
e um anjo para llie refrescar o espirito com
aondul ri das suas as brancas.
Apenas p.-ofe io este comprimento, que
Ihe escapou como que irrefleclidamente dos
frtofi'lVs a> fiflPaYll(tiltil I O
mostras da mais apaixonada, e, segundo
pareca, da mais sincera gratoio, chegando
at a ver er algomas lagrimas, tosiemtmho
mudo mas eloquente da commoQo profun-
da e do reconheetmento sem limites que
senta.
Agora, meu primo, proseguio Anni-
bal, permitle-me quo Ibe d um conseibo?
Por muito feliz me darei em o ouvir
e seguir bem religiosamente.
O senhor livre, tom o mundo aher
lo dtante de si; pode araanba mesmo, se
quizer, *oliar Paris.
Su'ut-Maixen' estremeeeu. Quereria sea
primo iosiiuar-lhe, em termos cortezes,
que nao devia abusar por mais tempo da
nospitilidade do cistello de Rabn ?
Em breve, porm, se dssiparam os seus
receos.
Cmprehenio per'fetamente, conti
nuon o senhor de Rabn, que um moco
unta io das brilhantes qoalidades que o se
npor possue, e costamadov a obter trium-
phode toda a casta, ha lie achar mono-
tona a vida n'uma provincia e n'um cas-
tell. Nio obstante, se me quizer attender,
convida-I -tvi a estar comnosco maisalgum
tempo. O meu honrado procurador anda
nao pode concluir satisfactoriamente as
pendencias relativas aos seus apnros pe-
cuniarios, e se os seus encarnizados ere-
dores o veem apparecer em Paris, ser
muito diffi'l, para nao dizer impossivel.j
obter d'ells estas rasoaveis concesses,
que na sua ausenciaT'e especialmente, na
ignorancia em queeslo da sua actual sita-
Cao, se verSb obrigados a accedar. <^l
fallar-lbe d'este modo, smente me guia o
interesse que me inspira ; dicta-me estas |
palavras o affecto qo3 Ihe tenho. N5o nos
desampare. A alma e o corpo r^egeneram-
se com a vida do campo. Arme-se de pa-
ciencia e bosque nao se aborrecer muito
no castalio de Rahon at o da em que a
sua fortuna, restaurada em parte, e oca
samento que-j Ibe prometti e que estoo
certo de Ibe proporcionar, Ihe permittam o
coneguimento de urna sitaaco. do senhor.
Acceila ?
D'esta vez nao precisou Saint-Maixent de
chamar em 8ea auxilio a hypocrisia para
labi is, Rodrig) paroq
para esconder o en
E' medico, v
E' padre, respoodeu siogel
garida.
Sois (ilha d'um padre ? exclamou Ro-
drigo com horror.
Sou, redarguio a gentil llollandeza
Nio vos disse que a nossa casa ficava jan-
templo ? o preshyteric.
Ab! ent5o vosso pai, acudi Ro-
drigo hesitan lo, ministro... calvinista ?
E'... mas, torno ella ingenuamente, o
que fazemos aqui am ia ? Viada, meu pai
pode in paietar-se com a miuhi demora, e
tenho pressa de llie apresentar o meu sal-
vador.
Mas... balbucou Rodrigo.
Mas, t >rnou ella com am encantador
sorrso. nao queris de certo daixar-me
gora s ziuha, expoodo me segundo en-
contr de que me nao possaes .iv.-ar. Hesi-
taes ? Meu Ojos, a vossajihysiunomia ia-
pirava-me tanta co ifi nfi Estamos aqui
13o solado n'esie Brasil, e eu leubo to-
las saudules da miaba querida Leyde, que
j p nsava no prazer da vussa compaahia,
no gjsto de ter algujm rquem fallar as
maravilhas da m.nha torra natal. Fui l 19o
Feliz em crianza, com a miaba torna mi.
na nossa casa de Breedesiraat! Eolio vivia
a, miaba santo mi, eu nada saba d'estos
borre -dos esp'Cta;ulos de guerra e da de-
suniera, o mau nico terror era que a
cabir da noute me apparecesse no velan
burgo rom rao a sombra di coodessa Ala
Sina-me feliz e descuidosa, e os visnhos,
que me viam sempre corada e alegre, cha
mavam-me sorrindo a rosa de Leyde.
E agora sois a rosa de Peroambuco,
murmurou Rodrigo, que escuta' a com enle-
\o o graemso pairar da gentil enanca, e a
fra seguindo iuseos/vel uente.
Era o segundo galanlei* era que o faziara
incorreras sensacJS, nnvas para elle, que
a formosa Ilollandeza despertara no seu es-
pirito.
Margarda crou. sorrtndo-se. Tubam
chocado porta da sua residencia
Rodrigo amia hesitou um momento, an-
tes de transporo bumbral. O* seus velhos
instinctosde catholico fantico revoliavam-
se contra esta transigencia. Mas elle /jue
j nao sabia resistir fascinaclo de Mir-
garida.
Quando os dous entravam na sala prin
cipal, nina rapariguinha, que, sentiodo pas-
sos, viera a correr porta, estacou de su-
bito ao ver um estranho, e um valho, que
ia a Biblia junto da janella, ergaeu-se e
olbou, de sobrancelhas franzidas, para o
recem-chegados.
A rapangu nha, que poda ter os seus
ooze para doze annos, mas qae j nascera
nos trpicos, desenvolv^ra-se Com a rapi-
dez peculiar das mulheres u'esses frvidos
cumas, e.apesar di ua piuco avmcada
idade, podia-se considerar adolescente A
sua b icca unamente desenlala e vermelha
como urna roma, as suas face- padidas e
um pouco morenas revelavam urna belleza,
que, sendo de diltorente genero, no^hava
de ser comtudo inferior de sua irma
Mas o que lornava mais caracterstica a sua
physionomia, o que Ibe devia dar depois
um eucaplo irresisivel.quandodespoQtasse
para ella a idade do amor, eram uns olhas
negros magnficos e esplendidos, ora che os
de fogo, ora amortecidos em langada
docura. A gentil crianca resuma na sua
formosura os encantos da crioula, e os en-
cantos da mulber do Norte.
O veiho era.un hojaem de estatura me-
diana, magro e paludo, de olhar fro e des-
airad). Habacuc Verno y(assim se cha-
nava o ministro calvinista) era um exem-
plar d'esses protestantes fanticos, to bem
desenhados pelo primoroso lapis de sir
Walter Scolt.
Quem esto bomem, Gretjen ? disse,
fechando o livro e dando un passo para a
porta.
Gretjen o diminutivo bollandez de
Vlargarida, asira como Gretchen, nome to
conhecdo dos le tores do~ Fausto, o seu
diminuiti-o allemo. '
Este... ia a dizer Margarida.
Mas seu pai interrompeu-a. O seu olbar
perspicaz acabara de ver ao peito de Rodri-
go nina d'essa* medalhinhas, tanto em uso
entre os catholicos.
E' um madianita, exclamou elle com
impeto. Nao vs que traz as suas vestes
os.sigoaes de Bahyionia ? y uem introdozio
InlJniM
8e,&fi
se fingir alegre; eslava realmente cheiode
jubito.
A generosa ollera do conde adiantava-
se aos seus desejos, assegurando-lhe a rea
lisacSo das mais criminosas esperanzas.
O marquez tomou entre as suas as mos
deseo prino, e apertou-as contra o peito,
exclamando :
Nao sei, em boa verdade, mou primo,
como hei de provar-lhe de qoanta gratido
me transborda o peito Acaba de satis-
fazer o meu maior desejo, propondo urna
cousa qu>' eu nao me atreva a pedir. Fi-
car seu lado a minha un 'a. ambicio.
Em toda a minhi pessoa se tem operado
radical madanfa e agora conbeco perfeita-
mjnte que a feheidade e.t aqui, e nao on-
de eu a procorava.
Louvado seja o Senhor! bradou o
coode, cujo formoso e sympathxo semblan
le se encheu de alegra. Louvdo seja o
Senhor, qua pela sua iaexgotavel hondada
me contina encuendo de favores 1 Essa
resposta p-ova-rae que foi completo a sua
converso. digao do appellido que tem ,
tonoiono dar-lhe a maior prova de estima
que se pode conceder, fazendo o padrinbo
de meu fjloo.
Saint-Miixent ouvio aquellas palavras
sem cahr por torra humllhajlo e sen bater
com a fronte contriela no marmore d pa-
vimento. Aquelle honem s a cara tinba
da humano. O coradlo era de ferro tem-
perado as forjas ofarnaes.
Passaram-se algumas semanas.
As esperancas que o marquez de Saint-
Maixent e a f.rmosa Olympia trah?m fun-
dado na snpposicao de qoe estaran enga-
ados b conde e sua esposa e n'um erro
os mdicos, foram-se desvanecendj pon-
co pouco.
Nao era j possivel duvdar de qoe
Oiympa tivesse effecti va mente no seio urna
creatura ; a cintura delgada e elegante en-
trava a perder a flesiblidade, as feicSes
notavam-se j os vestigios da languidez qoe
to bello effeito produz no semblante da
qae vai ser mi, n'uma palavra, era preciso;
obedecer evidencia.
As entrevistas do marquez com a senhora
de Chavigny, menos frequemes agora, coa-1
30 dos santos o impo
'
i fez-se paludo de colera,
aasso para a porta. Mas Mari
e nm olhar supphcanle, elle pa-
r-zar de todas as suas*aeciamacoes
o bom do ministro era afinal es-
^^^Bi caprichos de snas filbas. Marga
rida contou-lhe o qoe se psssra. o Habacuc
Vernooy, que a ouvira com ex Iamac5es de
espanto e de colera, afinal deu um passo
para Rodrigo.
Mancebo, disse ella, Deus, para sal-
var as Qthas do seu povo, recorre militas
vezes aos Laodiceus e aos Erastiahos. S.
pois, bem vindo, apezar de seres ain la es-
cravo do peccado. Espero qae enteja re-
servado minha mo indigna abrir os leus
olhos luz da lampada do sanctuario.
Esta liaguagem nu era das que melhor
podiam lisongear os .senlimjntos di Rodri-
go ; mas a doce confianca de Margarida, o
gracioso e infantil sorriso de Calharina ou
Keetjen como Habacuc cha nava pelo dimr-
nutivo bollandez sua filba mais nova, dis
siparam a m impresso que podiam ter
produzido as maneras do velho.
Mais larde do que tenejonava, sabio Ro-
drigo de casa do mmistrq calvinista, para
se dirigir herdade onde o esperava Vieira.
Novos pensamentps Ihe tumultuavam n
espirito, e quando alta n rale voltou para
casa, ao ver o litar espelhar-se as aguas
dos dous rios, e avivar a orla argeotea das
ondas da enseada, mais do qoe a idea d<
patria e da religio, Ibe saltaava o espirito a
doce visi de Margarida.
X
CONSPIRADOR E AMANTE.
Por isso mesmo que a consetencia Ihe di-
zia que eslava agora um pouco mais fro na
causa da patria, que fra at ahi o seu un
co eoleva e o seu nico encanto, Rodrigo
Teixeira, para abafar esse secreto remorso,
redobrou de zelo em Servir os conjurados.
Adminian? o os Holiandezes nos seusconsa
Ibos, posto que intariormeit o despreza*-
sera porque o julgavam traidor aos seus
suspeita em que os conm-mava a manifasta
nimadverso que os Peroarabucanos cun-
linuivam a manifestar R .drigo. Effecti
vanunte s Fernandes Vieira eslava no se-
gredo, ninguem o commanicra; porque
esse nyst-rio favoreca os seus projectop,
e Rodrigo, que, para servir a patria, se re-
signara a carregar ora o estygma de trai-
dor, mas que n enchia de amargura o pa
pe que se vio forcado a representar, apro-
veitava todos os momelos que as intrigas
polticas Ihe deixavam livres para os ir pas-
sar no solado presbyierio calvinista, aonde
alo chegav o mais leve rumor todas
estas agiacoes mundanas.
Os servicos prestados por Teixeira can-
sa peraambocana foram inconteslavelmente
grandes.. Decidido Vivir a dar coraeco
revolufo, convjdou um da para jantar em
sua casa os principaes moradores, e reve-
lou-lhes o seu projecto, in?o"mandj-os ao
mesmo lempo de que v.ra 'la Bdiia secre-
tamente o capilo Antoaio Das Cardoso,
para Ihe favorecer os plaDos. Espantados
com a revelaco, os moradores, depois de
fallarera :ara o emissario da Rabia, partiram
irresolutos, e alguns houve, que, impellidos
pelo mdo, nao tardaram a ir se'c elamente
ao conselho do governo informar os Hollao-
dezas d que succedia. Rodrigo logo avi-
sou Vieira da t aico e do nome dos traido-
res. Sem se dar como sabedor do caso,
Vieira tomou as suas precaneftes, e afinal
advertio-os de que, indignado com a timidez
de lodos, Dias Cardoso parti para a Baha.
Foi nesta occasio que Rodrigo mais ga-
nbou a conanga dos Hollandezes. Antes
de dar a noticia da supposla partida do ca-
pito Das Cardoso aos seas collegas da
coospiraQo, entregara Fernandes Vieira
Rodrigo, para ello a communicar secreta
ment- aos Hollanlezes, urna carta do mes-
mo capio, em que este finga revelar-lbe*
confidencialmente a resolucao em que esti-
va de aband mar lo cobardes conspirado
res. Rodrigo effjctivamente mostrou a
carta no conselho do governo,' e quando
das depois os traidores vieram trazer com
grande atvoroco a noticia de que o.cajito
partir, os governadores moslraram-thes
sorrindo a carta, deixando-os attonilos e
maravilbad sda astucia da sua poli ica, ao
passo que elles mesmos ficavam.convenci-
dos do que nbam em Rodrigo um pre
cioso' servidor.
Por tal forma lhes captara a confianca.
que soube desviar-Ibes as saspeilas do pro-
tinoavam todava duas oo tres vzes na
semana, dentro do pavi hoj nosso conbe
c;do. Assim ia proseguindo Saint-Maixeni
na sua obra de corrupta deslruindo no
animo de Olympia toda a crenfa religiosa,,
por saber que pira.a tornar sua cmplice
e eostoma-la nao recuar peranto nennutn
crime, era preciso apagar na sua couscien
ca o mais poderoso freio dos mos insti c-
tos : a idea de Deas.
O marquez perte'ncia rac e a escla
dos grand s criminosos do s:ulo XVII
Naquede tempo, em que-ominava sem n
val urna f quasi cga, os Sainle Croix e
os Exili atreverara-se a faz^r publica pro-
fisso de atheismo, precedendo na incre-
dulidade os pbilosophos do seculo XVIII,
assim como tambem os precederam no es-
tado profundo e detido de certas scienci 'S
pbysicas com a diffirenca de que, se os l-
timos buscav.m n'esse estudo o que elles
julgavam a verdade, os infames contempo-
rneos da Brinvilliers s se propunham sq
contrar venenos sublis, que dssem a morte
sem deixar signaes.
A alma dbil de Olympia modeloti-se
como'cera a gosto de Saiot-MaixenL O
interesse, o olio e a paixo eram os auxi-
liares do seu infame perceptor, e aquella
infeliz creatura, longe de lular contra todos
estos sentiraentos reunidos, escutava doce-
mente e deixava-se convencer.
Qaando j nao acreditava em Deus, atre-
veu-se a marqu-za a encarar de frente o
crim-, e o crime n5o Ihe fez nem medo,
nem repugnancia.
Singular e terrivel espectocolo baria de
irar P'
^^^^^^^^Ht para
le o g varnador \::> .- I
indar |kV os tartos
de Hennque Das e de Antonio Fe'ippe Ca-
rnario, sem que os Hollandezes acredrtas-
sem que era elle o chefe da revolla. Abri-
ran-se-lbes os ol ntndo, qaando a
voz geral fii essa, e Rodrigo leve anda a
habilidade de lhes despertar de novo as
u-pe tas, tempo que as suas indicacOes
precedessem o clamor dos interessados no
dominio bollmdez que se q leixavam da ce-
geira do governo. Pdde por cQnseguinte
desfructar sem;ire a confianca dos Hollan-
dezes, troco de grangear o odio insultante
dos seus compatriotas.
lias de-tudo o consolava urna hora pas-
sada na companhia da sua doce Margarida.
A graciosa m mina amava o,*confessra-lh'o
emlim com a face incendida em pjo, urna
tarde em que Rodrigo, furioso cora um ata-
qie dirigido pelo min sir calvinista contra
O'catbolicisn\o, se levantara,, pegara no
chapea e descera pela escada abaixo. Quan-
do ia a.atratessar o jardira, appareceu-lhe
Margarida. O que alli se disse entre os es
plcndores e as fragrancias do co e da vc-
getacio da America, as revelacoes que se
(izerara. as promessas quase trocaram nio
o sabemos nos dizer, que nao podemos,
como a ira vessa Keetjen, espreitar detr^z
do tronco d'uma sapucaya, para, sabindo
depois do seu abrigo, perseguir cora as
Mas maliciosas imilaeoes dos ardentes pro-
testos oe Rodrigo a sua mais velba, porm
mais tmida irma. *
D'ahi por diante pode o digno Habacuc
Vernooy fallar vontad' n_a impa Babylo-
nia, sem incitar a indignar i de Rodngi.
S um leve rubor trahia de vez em quando
a impresso daagradavel que essas decla-
mares fazara no seu catholico espirito, mas
um olhar, um sorriso de Margarida logo
acalraavam a revolla dis velhos instinctos.
A travessa Keetjen, essa divertia-se em
abusar da f.-.qoeza de Rodrigo, pondo
dura prova a recente tolerancia do dis:ipulo
dos jesutas. Em quanto o velho ministro
calvinista descarregava contra o hispo de
Roma, cono elle dizia, os seus canhes pe-
sados que faziam mais bulla do que mal,
Keetj-n, coran essas pecas de artilhara li-
ueira que vo'toiara aqui e alm em torno do
flanco do inimigo, divertase em vibrar epi-
grammss sobre epigrammas contra as insti-
loicas d cilbolicismi. Greeljen bata o
p de impaciencia, misairmazmba, apoia-
da pelas ampias gargalhadas de seu pai,
continuava sempre no seu diverlimento. que
Rodrigo afinal supporlava de melhor feio
do que se podia esperar.
Mas que a rapariguinha era incontesta-
velmmto gracosissima. Tinba ella urna
voz fresca e deliciosa, e cantava com urna
graca viva ou tocante as cancss da Hollan-
da. e com mrbida languidez as voluptuosas
melodas da tena em que nascera. Urna
vez disse ella para Rodrigo, que Ihe pedia
para cantar :
Eu canto, mas olhe que sou como
certas gerigon^as mgicas dos contos de
fadas. P-I faz-las parar...
Ola, irraazraha, disseGree'.jen queja
tema alguma travessura, se assim me-
lhor ser que nao comeces...
Que diz quillo o nobreaval!eiro que
desejou ouvir a sua humilde serva ?
Cante, Keetjen, disse Rodrigo, nio
me fartaret de a ouvir.
A rap'riguinha nao se fez rogar, e, acom-
panhando o canto cora a expressio de phy-
sionomia mais apropriadaraente maliciosa,
entoou a segrale caucan popular na Hol-
landa, em Flandres e na Allemanha, onde
brotaram por essa poca urna alluvio de
versos epigrammaticos aos mosteiros e
tudas as outras inslituices calbolicas :
Dansa, dansa. freir linda !
dou-te nraa touca louca!
Nio, disse ella, tenho ainda
a que me deu ra nha irmia.
Nao quero, nao possol quem ousa d rasar
depois que renega do mundo as vaidades?
Frades, freirs, freirs, frades
qaem os vio jamis pular ?
Dansa. dansa, freir linda :
dou-te um palacio d turado.
Nao, responde a freir, ainda
gsto do claustro solado.
Nao quero, nao posso, quem oasa dansar,
no seio da mi exclamou Olympia um da,
ao apartarse do marquez. Ab podesse
eu evocar phantasmas!
Saint-Maixent nao responleu, mas aquel-
las palavras ficaram-lhe profundamente
gravadas no espirito e suggeriram-lbe urna
dea, que tratou de por em execuejo.
Desde a chegada do conde, tiaham sol-
tado os dous primos ao costume de danm
diariamente um passeio cavallo depois do
almo;o, se o tempo ih'o consenta.
A coodessa, que nao se levantava qua-i
nunca da sua poltrona, obega*a cora Olym-
pia varanda que havia por cima da esca-
dmha do castalio, e d'alli assi ta partida
e volta dos dous cavalleiros, qaem rece-
b>a agitando o lenco, mal desembocavam na
grande alameda de castanbeiros.
Annibal, excellente cav-lleiroe muito dado
aos exercicios de equitaco, achava grande
prazer em montar cavallos fogosos, e guia-
va-os com taraanha graca e destreza, qoe
nio pareca que podesse existir para elle
nenhum perigo.
Nao obstan e, a senbora de Rabn, que
se tornara muito impressionavel desde que
anda va grvida, sentia urna vaga inquieta-
Co quando va seu marido, montar lgam
iodomito cTcel, que se eijcabrit sse e po-
lasse, trincando impaciente '0' freio. Pedia-
the que s montasse cavallos doceis ; mas
Annibal respooiia sorrindo que lodos os
cavallos eram doceis quando elle os mon-
ta va.
Entre os hospedes mais selectos das ca-
vallaricas do castalio contavam-se dous no-
Dres animaos de raga rabe, chamados
vaidades
ades
nos teas labios de carmim.
Nio, disse eha, nio desejo
beijos comprados assim.
Nao qner( nio posso^uem ousa dansar,
depois que renega domando al vaidades?
Frades^freiras, freirs, frad
quem os vio jamis pular ?
Dansa freir, e um rapaz lindo
por marido te hei de dar.
Ab disse ella logo rindo
dansarei at cansar.
Jl quero, j posso, j ouso dansar.
e vivam do mundo ridentes vaidades.
Frades, freirs, freirs, frades
gostam muito de pular.
->;
Rodrigo primeiro franzira o sobr'olho, e
fizera-se pdlido de colera quando o velho
ministro clavmista entender que devia sau-
dar com ruidosas gargalbadas a maliciosa
cangio ; mas Keetjen dra urna expressio
lio gaiata physionomia quando cantara
com muita vivacidade a ultima estropee,
que Rodrigo nio pode deixar de rir. A sua
colera extinguio-se. completamente quando a
graciosa menina, passaodo Ibe- o braco
roda da cintura, o obrigou a voltear n'um
gyro dessa dansa popular da Allemanba,
que, dous seculos depois, bavia de ser a
dansa elegante de todos os sales da Euro-
pa. Sim, leloras, no seculo XVII a walsa
cantada por Byron era na Allemanha e na
Hollanda a dansa dos caraponios. quando
nao era a dansa phantastica das milis. Nos
sales de ento s tinham foro da cidade a
pavana, o minuete, e outras dansas graves
e cortezaas.
J vero, pois, que o amor transformara
bem devras Rodrigo, para que o bomem,
que vimos no principio deste romance.pe-
dir a henea ao padre Antonio Vieira para
ir assassinar um berege, estivesse agora
ouviudo tranquilamente os epigrammas vi-
brados pelos hereges santa igreja caiboli-
ca, apostlica, romana.
Mas esta situaco, em que os dous amo-
rados, Rodrigo e Margarida, se fisqueciam
completamente de ludo quanto nio era o
seu amor, tinba de terminar torc smente.
Habacuc, esse nio va cousa alguma do que
se passava, mas a sizuda Margarda perce-
bia que era necessaric que se resolvessem a
revalar-lb'o, affronlando a ira que Ihe devia
causar o saber que estova sua fuha nano-
rada d'um catholico.
Se Rodrigo se quizesse converter ao pro-
testantismo I oh I mas nisso que nem
Margarida ousaria tocar; temia e com ra-
zio que tal proposta, feila pelos seus labios,
quebrasse para sempre o encanto que
prenda o enamorado Bahiano.
Efectivamente primeiro a convivencia
com Mauricio de Nassau, depois o amor ti-
nham tornado Rodrigo muito accessivel aes
sentiraentos de tolerancia. J nio recuava
mesmo diante do pensamento de se unir
pelos lacos do matrimonio urna herege,
sem nem se quer teniar converle la. Para
elle todas as esperancas de ventura se re-
suman) agora na posse da sua amada; mis
nlo comprara a realisacodesse desejo que-
rido, nem a propria vida, renegando a crenca
de seus pas, ou trabindo a sua patria.
Margarida sentia tambem qoe o estima-
ra menos se elle nio tivesse esse pobre
pensar; mas sabia quanto seria chflicil ven-
cer as repugnancias fanticas de seu pai.
Contava para isso com a viuda de seu ir-
mio. O capitio Gerri Vernooy era um
mancebo valenle, ambiciosissimo, muito
pouco fantico, e muito disposto a transigir
cora quesles de consciencta anda mais se-
veras do que a que pertorbava o espirito
de sua irmia.
Habacuc viera para a America na esqna-
dra que conquistara Olinda. era mulber,
pouco depois de deserebarenr, dra luz
sua filha Cathatina, e morrra logo. O po-
bre calvinista vira-se s com seus filhos, e,
apesar das suas Irovejantes maneras, era
com elles diurna extrema fraqueza. Nio
conseguir inspirar Gerrit as sais ideas,
e Gerrit pelo contrario que sempre o do-
minava, sem se apartar nun;a do respeilo
devilo, massubjugando-otanto pela influen-
cia do coraco, com i pela de urna intelli-
gencia mais substancial e mais pratica.
(Continuaremos.)
ser o d'aquelles dous entes, ambos na pri- Kebir e Mes mavera d vida, ambos dotados de form -
sura qaaai sobre humana, a/nbos qnidos
por um pensamento tenebroso, e buscando
os meios dec ommeiter um crime, em vez de
se entregaren praticas amorosas.
Depois da torem esperado urna decepeo,
contaram comalgum accidente ; mas tinham
pela condessa uns cuidados taes, rodeia-
an-acon tanto desvelo, qae baria cada
vez meos probabilidade de sacceder am
aborto.
E pensar qae aa sosto inopinado
bastara para matar essa maldita crianca passeiado peMPfarque. Fallara de mil
nev, e lio parecidos que era difcil des-
tinguir am do outro. O co'ide e o mar-
quez sahvam n'elle- muitas vezes.
Arreiavam-os moda do oriente, com
rdeas de seda cor de purpura e sellas de
velludo escarate, viodas*de Constantinopla.
A cor viva da seda e do velludo, sobre a
nacarada alvura dos dous formosos cavallos,
produzia um effeito admiraveL
Certa manhia, leve Saint-Maixent com
Lzaro e Laclando orna palestra mysterosa,
e foi depois tejfpm o conde, qoe andava
ler com
elo>T>arq
coosas iodifierenles, at que ao voliarem
ambos a > castalio, o marquez. escorregoa
na es admlia e dea urna pequea queda.
Qaando se levantou, entrou a jueixar-se
de urna dr na perna.
Mando j chamar um medico, disse o
conde.
Nio faca tal I respoodeu o marquez
s rrindo. O medico vnha .mi zorhbar.eo-
migo. Isto nao nad$. Duas ou tres
frieces de qualquer cousa faro desapa-
recer a dr. S que recelo que o de-
monio da queda me nao deixe montar boje
cavallo.
Seati-lo-hei devras, disse Annibal,
porque demais a mais, sendo assim. nao
poderei ficar nocastello paro o acompanbar;
preciso infalfivetmenle de ir ver os traba-
dlos de urna granja, d'aqui tres leguas,
onde ajustei apparecer com os meus ar-
cliitectos. M8j de esperar qae a sua dr
isappareca d'aqui at tarde.
3$ possel, mas duvdo, responden o
marquez, que foi coxeando.
Djpois de jantar, tinba augmentado a*
dr, segundo' asseverava Saint Maixent, e a
nica maneira de a-poder suppartar seria
coaservando-se n'uma immobilidade quasi
completa.
As minbas amaveis primas hii de
permittir que boje Ibes faca cpmpanhia,
disse o marquez dirigndo se condessa e-
formosa Olympia ; e era. quanto galopa ahi
por esses camitibos fra accresceQtou,
voltando-se para o conde, fallaremos nos
do primo, que a maneira de achar menos
demorada a sua ausencia.
O co eslava radiante.
Um,sol magnifico inundava de-tfoz a cam-
pia, e fazia brilhar, como se fossem de
ouro, as folhas seccas amarellentas que os
primeiros fros do inverDjp j iam soltando
das arvores.
O senhor de Rahon passou aos seus apo-
sentos para mudar de uto, e om instante
depois appareceu no pateo do castello, se-
guido por um s criado. Montava o ca-
vallo rabe Kebir, que da va grandes palos
e trotava relinchando.
________(i ha).
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TYP. DO DURiO Rl
CixAS
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