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Diario de Pernambuco ( Wednesday, August 24, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12170

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, August 24, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12170

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12170

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, August 24, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12170

Full Text
\
1
XIVI. NUMERO 190
QUAR1
r FE1RA 24
PASA A CAPITAL LGABES QITOE KAO SE PAGA POSTE.
PARA DES
'TBO E FOSA DA PBOVIHC1A.
.Por i .
I Or UL jil: ......
Cada numero avulso ....
'>ooo
i 00
241000
320
>or tres metes adiaxitados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem
Por oot anoo dem
13^500
20*250
21*000
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filfaos.
' i

tJAO AGENTES:
-^
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na .Villa da Panba; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antlo; Dominga*- Jos .da Costa Braga,
em Nazareth; Francisco lavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Aivesj na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.

'
h
I
DIARIO DE PEBMMBUCO
BECIFE, 24 DE AGOSTO DE 1870.
portantes noticia da Europa.
Ctiegon antera o vapcr inglez Pascal, trazendo
ifetas de Lisboa al 7 do crrenle.
As noticias do theatro da guerra sao par ora de
pequea'importancia : no dia 2 de agosto leve lu-
gar a primeira escaramuza; os francezes pene-
traran) em territorio prussianos, desalojando as
(reas prusianos das postos que oceupavam em
Saarbroef ; eis o despacho transmitido segundo o
bolotim official do governo francez.
< Hoje 2 de agosto as 11 horas da manhaa trn-
vou-segrande combale entre as torgas france-
< use prussiauas. Onoiso exercito lomou a
offensiva, ganh >u a fronteira e invadi o lerri-
i,torio da Prussia. Apezr das torcas que defon-
diatn p< siglo do inimigo, algurs dos nossos
batalhes hacharan) para lomaros pontos immi-
lentes, que dominan) Saarbruck, e a nossa arti-
- ftaria ni" tardn em desalojar o inimigo da c-
i dade.
< Fui (amarino o entbusiasmo das nossas tropas,
< como ligeira a perda.
t O combate cjinegou s 11 horas e termiaou
i 1 hora.
O imperador assistio s manobras, e o prin
cipe imperial acompanhou-o por toda a parte,
recebendo uesta primeira batalha o seu bapts-
oto de figo.
A presenga de espirito e sangue fri do prin-
cipe no meio dos perigos, tornam-o digno do
nome que tora,
c O imperador e o principe imperial voltaram
i para Met < 4 boras da t.irde. >
As noticias francezas calculan) as snas perdas
era um official e dez soldados e as perdas prus-
ianas em J30 homens.
A verso prusiana a seguinte:
t O destacamento que guarneca Saarbruck Coi
lacado na manhaa de 2 por 3 divisoes france-
. zas, com 20 pegas de artilharia Depois de al-
guia defezi o destacamento relirou se da cidade
e das alturas.
i O fogo da artilharia franceza era intenso.
< Depois de 2 horas de hgo, o destacamento re-
Urou se da cidade, para se concentrar na outra
t liutm de defeza.
Perdas insignificantes.
Efectivamente tal aceito nao podia ter as hon-
Tas de urna batalha, cm presenga das enormes for-
ras aecumuladas por ambas as potencias.
Desde que o quartel general francez se estebe-
celeu em Melz os movimenlos das tropas prussia-
as da frenteira, indicaram o projecto de abando-
naren! a primeira iinha de defeza muito dilatada,
..berta e fraca ante o grosso do exercito francez.
Os prassianos mostrara querer abandonar Sar-
relouis e Laudan para so concentraren! entre
Mayena, CoDlenlz e Treves. O que indica quere-
rera os prassianos attrahir os francezes para o
magnifico quadrilatero formado pelas pragas fortes
cima mencionadas e Colonia. Todo esto vasto ter-
ritorio est coberto de formidaveis forlifijacoes e
guardado por enormes massas de tropas em fcil
communicago cera os exercitos lo sal.
Quanlo a Saarbruck urna pequea povoagao
aberla que nao podia ser ponto de apoto nem cen-
tro de jieclo de qm exercito.
0.cmbale annunciado de 2 de agosto fui pois
iusignificante em si, mas lalvez de grande resulla-
do na srte futura das armas pois inlica talvez os
planos prussianos.
O general Frossard tinba sido encarregado de
se apoderar com a sua dmso da? alturas que do
minam a margera esquerda do Sane, o exercito
francez oceupa pois essas alturas donde retiraram
as forjas prussiaoas.
Posteriormente a esta data nao houve mais ne-
nhura combate.
A navegado do Elba est interrumpida, a
foz deste rio loram submergidos 62 navios, carre
gados com pedras fiara deste modo impedirem a
entrada das embarcuooes no porto de Hamburgo.
A esquadra franceza acha-se em Cupeuha-
gue; receia-se que a presenga alli da esquadra
franceza decida o governo dinamarquez a tomar
parte na guerra.
Causa grande sensaeao no mundo poltico um
documento celebre publicado pelo Times, c que se
diz ser um projecto aulhenlico de tratado entre a
Franca e a Prnssia.
Depois dos preliminares do estylo o projecto dis-
poe o seguinte:
S. M. o rei da Prussia, e S. M. o imperador
dos francezes julgando mil estreitar os lagos de
amisade que os unem e consolida-- a> relagoes de
ba visinhanca que felizmente existem eutre os
dous paizes; convencidos alm disso de que para
obteresse lesultedo, proprio tambem para asse-
gurar a conservado da paz geral, Ifies importa
entenderem-se soiire quest5e* que inleressam as
snas re!ac5es futuras, resalveram concluir para
esse fim um tratado n >meando por consequencia
para sens plenipoienciarios......
t Os quaes depois de terem trocado os seus ple-
nos poderes achados em boa e devida forma, cun-
cordaram nos artigossegnintes:
t 1. S. M. o imperador dos rancezes admitte e
reconhece as acquisi^^ que a Prussia fez em re-
sallado da ultima guerra que sustentou contra a
Austria e os sens alliados.
c 2 o S. M. o rei da Prussia promette facilitar a
Frang a aequisigao do Lnxemburgo. Para esse
lira o citado soberano entrar em nagociagoes com
S. M. o rei dos Paizes Baixos, para o determinar
a fazer ao imperador dos francezes a cedencia dos
seas iireios soberanos sobreesse ducado, median-
te a compensaco que se julgar -afflfcrente, oo de
outro mdo. Pela sua parte o imperador dos fran
" eezescompromette-se i lomar sobre si os encargos
pecuniarios, qu- essa transaegao possa originar.
i 3. S. M. o imperador dos rancezes nao se
oppor a ama unio federal da confederacao do
norte, com os estados do sul da Allemanha, ex-
e'pco da Austria, cuja unio poder basear-se
n'am parlamento commum, respeitando n'uroa jus-
ta medida a soberana dos alludidos estados.
c 4. Pela sua parle sua magestade o rei da
Prussia, no caso em que sua magestade o impe-
rador dos francezes se visse compelfido pelas cir-
cumstaucias a fazer entrar as snas tropas na Bl-
gica, ou a eonqnista la, conceder o auxilio das
suas armas Franga e sustenta la,-ha com todas
as snas torgas de trra e de mar contra qualquer
potencia que nessa eventual idade Ihe declarasse
guerra. .
t 3. Para asjegnrar a plena exeengao das pre-
cedentes disposiges, Sua Magestade o re da
Frassia, e Sua Magestade o imperador dos france-
zes eontrsbe pelo presente .tratado urna alianga
offensiva e defensiva que se compromettem so
mente a sustentar. Suas Magostados obngam-se.
alem disso, especialmente a observa-la em todos
os casos m qne es seas citados respectivos, cuja
integridad* se garantam matualmente. estvessem
araeagados de urna aggresso, co.isideraado-se
como obrigados nessa circumstancia, a adoptar
aero .demora, e nao declinar sob nenhum pretexto
preparativos militares que exigisse o seu mte-
rene commum em conformade com as clausulas
e previses cima enunciadas.
O Timet afflangava que este tratadofora offere-
ido pela Franga Prussia por occasiao fcater o tratado le Praga, e que foi rejeitado pela
Prussia, e qae ha motivos para presumir que actu-
almente foi renovado o onerecimento, como orna
ondigio de paz.
cmara dos communs Mr, d'Irraeli inler-
pellou o governo sobre a existencia d'aquelle do-
cumento Mr.Gladstone dis>e que aquelle docu-
mento era de natureza a provocar a' attengao e
at mesmo e espanto, mas que por muito incrivel
que a cou-a se afllgurasse, pareca qae ia tomando
corpo; e que as duasjpotencias interessadas fe
vianwnoralmenie obrigadas a dar as precisas in-
formago.'s para 9sclarcerem este negocio.
Os jomaos imperialistas negam reinlamente a
existencia de semelhanta projecto de tratado A
Libert declara que, durante tres annos, desde o
dia em qae o imperador d'Austriaeatfuu em Fran-
cfort para presidir o congresso dos principes alie-
mes, at noute da batalha de Sadowa, o Sr. de
Biwiark nao deixara de offerecer ao imperador
dos francezes a Blgica ; que o Sr. de Bismark em
conversacoes confilencias era Biarriiz supplicralo
imperador a que ocjapasse a Blgica ; e (]'>
inesrno em Pars no decurso de long-a e animada
conversado, o Sr. de Bismark espantara e in-
dignara o Sr. Drouyn de Lhuiss pelos fogosos
rancores contra a Blgica, velliocouto de jierigosos
e ridiculos propagadores do parlamentismo extra-
ilota ; e que o Sr. de Bismark approveitara militas
oceasioes para recordar, ao que achavam a Prus-
sia ingrata para com a Franga, os seus generosos
offerecimentos ao imperador, e o seu desejo de ver
as susceptibilidades da Franca apasiguada. e a
sua legitima ambigao satisfeita com a annexagao
da Blgica Franga.
O conde de Bismark dirigi ao conde de Ber-
nstorff. embaixador prussiano em Londres, e des-
pacho seguinte, datado de 28 de julho :
t Tendo os ministros, inglezes declarado no par-
lamento que confiavam em que os go ernos inte-
ressados dariam completas explicagoes acerca di
tratado publicado pelo Times o chauceller federao
(conde de Bismark) reservando-se para presentar
urna exposigl) circunstanciada dos diversos do-
cumentos, dirigi ao eonde de Bernstorff o se-
guinte despacho :
Excelientiasimo.Queira commnniear a lord
Granville o que segu :
t O documento publicado pelo Tunes, ontem
urna das propostas que nos foram feitas desde o
principio da guerra dinarmaqueza palos agentes
offlciaes e nao offleiaes francezes, para fundamen-
tar urna allianga entre a Prussia e a Franga, .com
o intuito do seu mutuo engrandecimento.
Eu vos enviarei o texto do offerecimento fet
em 1866 pelo qual a Franca pnpunha mandar
treseotosmil homens contra a Austria, e oftorecia
Prussia um engrandecimento de seis oito
milhoes de almas, recebendo era troco o territorio
entre o Rheno e o Moselle.
i Todos viam a impossibilidado de aceitar se-
melhantes propostas, s a diplomacia franceza o
nao percebia.
Regeitadas estas proposta, o .governo fran-
cez comeg m a conftar na nossa derrota.
t A'Franga nunca deixou de nos tentar cus-
a da Allemanha e da Blgica.
A bem da paz guardei segredo sobre eslas
cousas. 4
Depois do negocio do Luxemburgo retiraram-
se as pmpostas, comprehendenJo a Blgica e Alle-
manha do norte.
essa poca data a communicago do docu-
mento de Mr. Benedetti.'
Nlo de presumir que M. Benedetti procc-
des-e sem consentimento du imperador.
t A conviego de que adnal de coala* nao era
oossivel entrar comnosco em qualquer combina-
gao para engrandecimento do territorio, ter ama-
durecido a resola'cao de adquerir esse engrande-
cimento por meio da guerra contra nos.
i Tenho mesmo raz5es para acreditar que se
nao se tives-e feito esta publicagao, a Franga nos
teria offerecido, dppais de completos os armamen-
tos mutuos, executar em face da Europa nao ar-
mada, o programraa de Mr. Benedetti, e de fazer
a paz custada Blgica.
t O gabir.ete francez destlente hoje os esforgos
que desde 18i tem empregado, ora por meio de
promessa, ora por meio de ameacas para nos at-
trahir ; isto explica-se em face da situago po-
ltica.
Bismark.
O Times de 28 diz que o Sr. Bismark aprsenla
ra ao exame do corpo diplomtico, em Bcrlim, a
minuta original do projecto do tratado escript)
pelo proprio punho de M Benedetti.
Nao ha duvida como diz o Siecle que o tal tra-
tado urna offensa aos Amitos das nagoes neu-
tras, e boa f dos tratados, e at agora tolos indicios sao de que a iniciativa de taes tramas
diplomticos perteneem Franga.
O Times faz tres supposices sobre a origem do
tratado : ou o conde de Bismark saggerio as ideas
a Mr. Benedetti e levou o a elle proprio escre-
ve-las; ou os Srs. de Bismark e Benedetti o ela-
boraram de commum a'ccordo ; on Mr. Benedetti
leve instruccSes secretas para entabolar negocia-
goes a tai re^peito, propondo o tratado ao Sr. de
Bismark, e este Ihe pedio para as reduzir a es-
cripio.
No priraero caso Bismark deu prova da sua
agudeza e Benedetti deixou-se lograr, mas de lu-
do devia ser informado o govexpo francez, e este
afflrma que nunca soube dr algutn projecto es-
ripio a tal respeito, e Benedetti forgjsamenle de-
veria communiea-lo ao seu governo.
No segundo caso, cumpria igualmente a M. Be-
nedetti enviar para Pars copia do que se houvesse
escrplo. _
No terceiro caso possivel que Benedetti nao
enviasse copia a Pars; mas, em negocio de tan-
ta raonu algoma intormagao acerca do que se
prepara om Berln devia Benedetti ter mandado
ao seu govern >.
O Times recorda um facto significativo, e vem
a ser qne, log depois do armiticio de Nicnels
burgo, isto , em fins de julho de 1866, a Franga
pedia qne o Luxemburgo fosse desprendido de W
da a lgaco com a Allemanba, e qoe Ihe f os sem
addidas ella as prefnelas bavaras e hessenses,
e ontros territorios da margem esquerda do Rhe-
no, que Ihe tinham sido abandonados em 1815.
A Prus-ia negou-se a annuir a 'estas exigen-
cias e na famosa circular de Mr. de Lavaleto de
16 de sejembro de 1866, tentava-se levar exe-
cucao esse plano sob o pretexto de que os grandes
estadas oevem absorver os pequeos.
O Jornal oficial do governo francez desmnte
nestes termos a existencia do tratado -.
O limes publieou um snpposto tratado entra
a Franea e a Prnssia, com o flm de facilitar a
Franga a acqnsiga do Luxemburgo e da Blgica,
com a condigio de que a Franga se nao dppofia a
unio do sal da Allemanha com a confederagao
do norte. ,
Depois do tratado de Praga multas conferen-
cias houve com effeito em Berlin entre o Sr. de
B'wmark e a erabaixada de Franga, acerca de um
projecto de allianga. Algumas das ideas. coudas
no documento Inserto no Times vieram conver-
sarlo ; mas o governo francez nunca leve conhe-
cimento de algam projecto formulado por escrip-
lo; em quanto as propostas de que se hllou na-
quellas conferencias o imperador Napoteao regei-
tou as.
t Todos cbmprehendero qual o intuito e in-
teress com que agora se procura Iludir a opl-
nio publica na Inglaterra. >
O Sr. Olivier escfeveu a um amigo em Ingla-
terra urna carta com antoiisago de a publicar no
que apenas se limitou a algumas indicagoes rela-
tivas a um desar.naraento geral.
Na cmara d cbmmuns em sesso de 56
de julho, Mr. Gladstone respondendo a Mr. Sa
muelson que o inieroellou sobre se podia dar no-
vas esclarecimentos acerca do documento publica-
do pelo Times, declarou o seguinte :
Annunciarei hoje que o governo reeebeu esta
manhaa de lord Augustus Lofios^ministro iuglez
em BerMm um telegramma com naia de hontem
que o informa de que os jornaes de Berlim derim
hoje publicar o texto de nm doenmento idntico
ao que hontem publieou o Ti'm^s-e que se preten-
de qne seja, posto que sem nome de autor nem
data, e sem ouiro meio de apoio, senio as provas
Indirectas lilhas da apreciar! individual, um tra-
tado de cinco artigo, (cojo texto explica e conti-
na) :
Lord Augustus Loflus diz tambem que foi in-_
formado de que as inmutas publicadas sao da let-
tra, secundo se alfinua do Sr. Benedetti. Nio se
deve deduzir destas palavras naturalmente que eu
allinne a.exactido da minha declaraco. Dou
cmara os pselarecimntos transmittdos a lord
Augustos Lofms e que elle proprio nos transmi-
ti pelo te egrapho (applausos). >
As explicacoes de Mr. Benedetti sao tristissimas;
eis a carta qu elle esereven ao ministro dos ne-
Bocios estrangeiros, o duque de Grammont, e qne
publicada pelo jornal olDcial do governo francez :
Paris, 29 de julho de 1870 :t Senhor du-
que.Por muito injustas que fossem nao julguei
conveniente reparar as apreciarles de que fui
pessoalmente objecto quando se soube em Franga
que o principe de Honenzolleim tinha acceiudo a
cora de Hespanha Assim como ra'o ordenava o
meu de ver, deixei ao governo do imperador o cui-
dado de as levantar. Nao posso guardar o mes-
rao silencio peranie o uso que o Sr. conde de Bis-
mark fez d'um documento ao qual pretende dar
ara valor que nuuca teve, e pego a V. Exc. para
reslaoelecer os factos cora toda a exactido.
E' de notonedade publica, que o Sr. conde
de Bismark nos offereceu antes e durante a ultima
guerra, o cootribair para reunir Blgica a Fran-
ga em corapensago dos engran lecimentos que
ambicionava e qae obteve para a Prussia. Pode-
rla a e-te respeito invocar o testemnnho de toda a
diplomacia europea, que nada ignoran. O gover-
no do imperador declinou constantemente estas
negociacoes e um dos vossos predecessores, o Sr.
Drouyn de Lhuys, pode dar a tal respeito explica
goes que nenhuma duvida deixariam.
Por occasiao da concluso da paz de Praga, e
em presenga da >-ommogo que levaniava em
Franga a annexagao do Hannover, da Hesse elei-
toral, e da cidade de Francfort Prussia, o Sr. de
Bismark novaraente lestemunhou o mais vivo de-
zejo de restabelecer o equilibrio alterado por es-
tas aequisiges. Diversas combinaces a respeito
da integndade das estados visinhos da Franca e
da Allemanha, foram as primeiras sus ladas; lor-
naram-se objecto de muitas palestras, durante as
quaes o Sr. de Bismark se inclinava sempre a fa-
vorecer as suas ideias pessoaes.
N'uma dessas conversanoes, efafira de apre-
ciar exactamente essas combinages, cnsente em
trnseme -las dictadas por elle. A fren. Uni
come o fundo, demonstrara claramente qae me li-
mitei a reproduzir um projecto concebido e de-
senvolvido por elle.
O Sr. de Bismark conservon essa redacgi,
querendo submette-la ao rei. Pelo meu lado dei
eonta. em resumo, ao governo imperial das.com-
municagoes que me haviam sido feitas.
O imperador regeitou-as, mal chegaram ao
seueonhecimenlo.
t Devo dizer que o proprio rei da Prussia nao
pareceu qusrer aceitar a base, e de*de essa po-
ca, isto , durante os quatro ltimos annos, nao
entrei em nenhuma nova troca de ideias a este
remeilo cora o Sr. de Bfniark. Se a iniciativa
de semelhanle tratado fosse tomada pelo governo
do imperador, o projecto teria sido libellado pelo
ministerio, e eu nio teria que fazer urna copia
eicripta pela minha m); seria tambem redigid'i
por outra forma e daria lugar a negociacoes si-
multneamente continuadasera Pars e.em Berlim.
Ne*te caso, o Sr. de Bismark nao se contentaria
com entregar indirectamente o texto pabliiida-
de, especialmente na occasiao em que V. Exc. no-
li cava, em notas que erara insertas no Jornal
0/fiual, outros erros que tambem se tentava espa-
Ibar.
Mas. para alcangar o fim que se propnz, 9 de
iransviar a opiuio publica e prevenir as indiserip-
gSesque n. mesmos poderiamos ter comraetlido,
usou de expediente que o dispensava de determi-
nar em que oceasiao, em .juaes cireunsuncias, e
de qne modo esse documento fura transcripto.
Lisongeau-se evidentemente de suggerir, gragas a
essas omissoes, conjectura< que, libertando a sua
responsabilidade' pessoal, deviam coraprometler a
do governo do imperador. Taes procediraentos
nao precizam de ser qualificados: basta apona-
los, entregando os apreciago do publico euro-
peu.
Dignai-vos de aceitar etc.
V. Benedetti.
A imprensa franceza nao official aprecia na de-
vida conta este triste documento do diplomata
frsHenf r
A Presse djz :
Parece-nos que nunca houve diplomata que
se compromettesse, e couipromettesse o seu go-
verno com Janta loviandade. ,
Termina com estas palavras :
os admitidnos que a teniacao veto da Prus-
sia ;. admitiimo> laoibem que Mr. Ueoedetti foij
muito alm por sua conta; mas as suas iaslruc
goes deveriam ser concebidas por modo que obri-
gassem evitar toda a discusso relativa Blgi-
ca, ed-isgragii miento necessario admittir que
nao eram concebidas nesse sentido.
0 Temps du que nao crivel que o Sr. de Bis-
mark peusasse seriamente em facilitar Franga a
posse da Blgica ; e sobretudo em ajuda-la con-
quistar essa. nacao, porque em troca dessa allian-
ga, e de urna guerra quasi certa com a Russia e
com a Ioglaterra, a Franga s poderia garantir
Ihe a Allemanha do sul, que a Prussia j possuia,
contra a voutade da Franja.
0 Suh-le not que as reciprocas aecusagoes de
intrigas secretas para a satisfagao de intentos am-
biciosos, tanto em Berlin, como em Paiis, enabora
justificadas, sai alheias aos dos grande? povos,
qne vo derramar nos campos z batalha o seu
mais generoso sangue ; que tudo se passou entre
d'ons poderes, ambos pessoaes, ambos dictadores.
Ni parlamento inglez lord Granville, respon-
dendo na cmara alta lord Malmesbury, leu o
desoaeho do conde de Bismark ao Sr. de Berns-
torff, e accrescentou 'que havia enviado lord.
LVods o seguinte despacho :
" t Mr. de La Valetta communicou-rae, 28 de, ju-
\hn. um desbacn i do duque de Grammont, rece-
bulo por elle, e relativo ao projecto de tratado pu-
blicado pelo Times. Nesse despacho, Mr. de Gram-
mont fot observar que a forma do projdeto de Ira-
lado publicado pelo Times, e os termos emprea-
dos indicara claramente a origem daquelle docu-
mento. Desde 1863 que Mr. de Bismark se esfor-
gon constantemente em proseguir no sea uno.
t .Nessa poca declarou Mr. Lefebvre de Be-
hain'e que a Prussia reconhecia o direilo que a
Franga tinha de estender as suas franleiras, de
ni .metra que se annexassem todos os pontos de lia-
gua franceza, indicando tarabam a Blgica e cer-
los canloes suissos. O governo franoez recuaon
e desta rez o conde de Bismark disse-lhe qne o ca
minho da Franga estava caramente tragado. 0
governo rraneez devia explicar ao rei da Blgica
que o nica meio de evitar o augmento quasi cer
to do territorio e da influencia inquietadora da
Prussia eria a unio da Belgic* a Franga por
meio de lagos to ntimos que a monarchia belga,
cuja autoaomia, sem embargo, seria respeitada,
cnegaria ser no norts ama verdadeira barreira
para a Franca.
O mhai'xador francez informou o seu gover-
no, emjulho de 1866, do que o Sr. de Bismark Ibe
tinha filiado no mesmo senlido, com o intuito de
procurar, a Franga compeosago93 na Blgica.
O duque de Grammont fez ver que, no caso
do sea governo abrigar semelhantes designios con-
tra a Bslgica, Ihe teria sido fcil leva-Ios effeito
com o auxilio offerecido pela Prussia. desejoso to
tornele de assegurar o resultado de suas victo-
rias.
As pruposlas tinham se repelido, quando se
suscitou a queslo do Luxemburgo. O imperador
receben com mo agrado e repellio categrica-
mente tedas estas propostas.
Emliin, o g.jverno francez encarregou Mr. de
La Valette de dar Inglaterra a seguranga de
que a iniciativa de todas aquellas propostas era m-
teiraraente devida Prussia. Mr. de La Valette
declaron-me que o documento publicado palo Ti-
mes tinha sido escripto por Mr. BeasdetU. mas dic-
tado pelo conde de Bismark. Alm diss >. Mr. de
La Valette promelteu rae novas inf irmaget, dan-
do-me desl* j entender que o fin que a Prus-
sia tinha em vista era implicar o governo francez
n'uma con-^iracao contra as liberdades da Blgi-
ca, o qae foi eoto rejeitado, como o tinha sido das
mais votes.
Apesar de todos os desmentidos e das declara-
goes da franga e da Prussia, a Inglaterra prepa-
ra-se para oppr o seu velo armado em qualquer
eventualidad, futura.
O govf> pe lio s cmaras um crdito supple-
mentar ddous millioes de libras para o armamen
to do ex|rcto d mar e de Ierra, e um ahstamento
do vinte.mil homens.
Em todos os arsenaes se fazem cora espantosa
rapidez grandes preparativos militares.
A Inglaterra contina por em quanto neutral,
segundo a notillcago feita pela rainha Victoria.
Oatro documento que produzia profunda im-
presso, principalmente era lUspanha, foi a circu-
lar do ministro dos negocios esiran?eiros da Fran-
g, o dnque de Grammont, aos representantes
franceza tos diversos estados. Effectivamenle a
referenck feita ao governo de Hespanha sobre a
queslo d;i candidatura, as apreciagoes que dess
se fazemj insistiodo em apresenta-la como urna
intriga tanebrosa intornacionalmente hostil Fran-
ga, e a thegorica aecusago de que se preten-
da surprehender o vjio das cortes e da nago hes-
panhola, implica mais alguma cousa do que um
lusinuacio de menos leal e patritico dirigida o
governo" de Hespanha e faz suppr urna aineaca,
ou pelo panos u-n resentimento grave, que pode
perturbar um dia, principalmente na hypottiese
de um tciumpho para a Franga, as relagoes dos
O |uT*iifr.hespah'l dirigi logo ao Sr. OLi-
zaga, emnaixador em Pars, urna nota concebida
em terjnos docor sos, mas severo.
0< jornaes h;spanhoes annunciam que ogabne
de Paris dera amplissimas explicagoes acerca das
phrases da nota circular do Sr. de Grammont, que
sejulgavam pouco decorosa para a Hespanha. Es
las explicagod.s foram presentes a um conselho de
mini-tros que houve em Madrid, sendo aquellas
explicagoes consideradas muito satisfatorias.
Ddcdio-se em coaselho de ministros nao
convocar as actuaos circunstancias as cortes.
Fa!la-se em urna aonystia geral em Hespanha
por delictos p uticos.
Sao desmentidos os boatos de crise ministerial.
O governo francez mandou retirar as suas tropa-
de Roma ; parece que o imperador Napoleao pre-
tende captar as sympathias da Itiha, que so pode
aliangar Veneza "pela sua allianga com a Prus-ia,
e que p le novameote reatar esta allianga para
ubter Roma. A guarda de Boma confiada ao
cavalheirismo do tm de Italia.
Na cmara dos deputados italiana o Sr. V i<
conti Venaste, respondendo a urna mterpellagao
do Sr. Nocoteio, dise.que a Italia observa exacta
mente a nentrali.lade armada, conservando todava
a sna liberdade do acgo, e procurando vigiar para
que os seus interesses nao sajara comprometa
dos. .
0 ministro declarou que o governo nao tinha
perfeito conhecimento das ihtenges da Franga
pelo que respeila a l\ ima, e por isso considerava
que a discusso era prematura.
Acrescenton que a pelor poltica a seguir na
actual conjuuciura. sena a de escolher esta occa-
siao para crear dificuldades Franga, e fazer crer
que a Italiaaeseja urna solugao violenta da
queslo romana.
Na sesso do dia immediato o deputdo La-
porta censurou o governo que devia denunciar a
convengo de setembro, votada pela Franga, proce-
diraento que podia provocar desordens no interior
do palz. ..
O Sr. Lanza responden que era extraordinario
que a esquerda da cmara tivesse esperado o alo-
men o actual para dizer que a convengo devia ser
denunciada. .
Accrescentou que semelbante poltica impedira
a evaeuagw de Boma, desejada por todos os ita-
lianos, e seria indigna da Italia, por isso que crea-
va embaraces Franga no momento em que aquel-
la potencia estava empenhada era urna guerra.
< O governo, dis?e o Sr. Lanza, poder garantir
os interesses e a honra do paiz -do meio das diln-
culdades presentes, que elle tem de conjurar. Nao
teme as ameagas de desordens, que sero reprimi-
das de qualquer parte que pravenham e repelara
sempre preteng5es emanadas de urna iniciativa
individual.
O governo italiano formou tres acampamentos;
um era Chiavone ao lado de Toscana, commaudado
oelo general Pmelli; outro as Marcas, sob o cora-
mando de Cadorsio; e o terceiro as fronteiras
napolitanas s ordens de Petineugo.
O commando em chefe destes tres corpos esta
confiado ao principe Humberto.
A evacuaco das tropas francezas-devia car ter-
minada a 5 de agosto. O* zu vos pontificios oecu
paro Civita-Vecehia e Viterbo.
POBTUAL.
,- Nosso correspondente de Lisboa nos escreve
n segainle i ,
, 7 de agasto.^So Diario do Governo do 1 do
correte, pela presidencia do cooselho de ministros
foi publicado o decreto real, assignado por todos
os ministros em que se estabelece, regula e decla-
ran neutraJidade da nago poitugaeza.
' Eis o documento importante a que me re-
dro :
29 de julho de 1861; e os arts. 148*. 150, 134*
153a, 15- e 162 do cdigo penal de 10 de desenv
bro de 1832; tendo em vista os principios consig-
nados na declaraca de Paris de 16 de abril de
1856, feita pelos representantes das potencias sig-
natarias do tratado de paz de 30 de marco daquel-
le anno, qual Portugal adberio em 28 de julbo
seguate, e bem assim a doutrina geralmente reee-
jid.' quanto aos direitos e devores dos neutros : nei
por ndm, ouvido o conselho de estado, decretar o
seguinte:
Art. 1. E' prohibido nos parios e aguas deste
reino, tamo no continente e ilhas adjacentes, como
oas provincias ultramarinas, aos subditos poriu-
Kuezes e estrangeiros armar embarcaeSes destina-
das a corso.
< Art. 2 Nos portos e aguas de que trat o
artigo precdante tambem prohibida a entrada
de corsarios e das presas feitas por estes ou por
qaesquer embarca-oes de guerra das potencias
bell geranios.
I nico. Sao exceptuados da dsposico deste
artigo os casos de forga maior, era que, segundo
os direitos das gentes, se torna indispensavel a
hospitalidade, sem que todava seja permiltido aue
se effeclue a venda de objectos provenientes de
presas, ou que as embarcagoes, conduzndo presas,
possam demorar-se por mais lempo que o indis-
punsav'l para receber os soccorros devidos.
c Art. 3. E' permittida nos portas e aguas de
que trat o art. 1 a entrada e demora das embar-
cagoes de guerra pertencentes a qualquer da po-
tencias beiligerantes, nao conduzndo presas, e
contormando-se s presenpeoes mencionadas nos
senuinles :
c 1. As embarcagoes de guerra de qualquer
das potencias beiligerantes nao praticaro, dentro
dos portos e agnas de Portugal, acto algum de
hoslilidade contra as embarcagoes ou subditos de
qualquer outra potencia, mesmo daquella cora a
qaal esteja em guerra a potencia a que penen
cerera.
c 2.* Nos mesmos portos e aguas as referidas
embarcaeoes nao podero augmentar a sua trino
lago, alistando marinheiros subditos de qualquer
nago, anda mesmo daquella a que pertence-
rem.
t 3. E' igualmente prohibido smesmas em-
barcagoes augmentar nos mencionados portos e
aguas o numero ou calibre do seu armamento, e
receber a bordo armas portateis ou munigoes de
guerra. '
4. As mesraas embarcagoes nao podero sa-
bir dos portos dentro do prazo de vinte e quatro
horas contado da sahida de qualquer embarcago
pertlmcente outra potencia, com a qual esteja
era guerra i nago que perteocerem, salvo se
obtiferera da autoridade competente despensa do
prazo cima lixado, tendo prestado as precisas ga-
randa^ de que'nao se aproveitaro desa circnms-
tancia para praticar algum acto de hosUlidade con-
tra a embarcago inimiga. .
: *rt. 4." E' permiltido o transporte oebaixo
da baodeira portugueza de todos os objectos de
eommercio licito pertencentes subditos de al-
(.giinja das potencias beiligerantes ; e permittido
igualmente o transporte de objectos da eommercio
licito perteaceatos subditos porluguezes debaixo
da baodeira de qualquer da potencias bellige
ranies.

gao
las
M
C Sao expressamente excluidos da disposi-
deste artigo os objectos qae possam ser consi-
derado- como contrabando de guerra.
2. Tambem oo applicavel a dsposico
dasti artigo nos portos de qualquer das potencias
erantes, que se acham era estado de bloqueio
effe.' iivo.
Art. 5. Os subditos portuzueies e os eslran-
geirjis residenles em Portugal e seus dominios de
veriia absler-se de todos as actos considerados pe-
lis como contrarios seguranga exterior e
interesses do estado em relaco as nagoes es-
trangeiras.
t Art. 6." O governo nao conceder proteecao
alguran contra os actos ou medidas dos beiligeran-
tes aos subditos porluguezes ou quaesquer outros
que faltarem observancia das prescripcoes do
presente decreto. A disposigo deste artigo ao
prej)udica as acgoe3 criminaes que possam ter lu-
gar nos termos da legislago era vigor.
i O presidente do conselho de ministros e os
ministros e secretarios de estado de todas as re-
parhgoes assim o tenliam entendido e acam exe-
cutar.
t Paco da Ajuda, em 28 de julho da 1870.
RE,.Duque de Saldanha.Jvs Dios ferretra.
Conde de Migalhaes.D. Lniz da Cmara Leme. -
Mrquez de Angja.D. Antonio da Costa de Son
za de Macedo. >
Tem-se dito nestes ltimos das, qne se espe-
ra ne Tejo nina esquadra ingleza de 16 fragatas
con uns 13000 homens de desembarque. E' pos-
sivi I.
t Como n'uma das rainhas ultimas Ibes contei,
est; va uprazada pira 3 de novembro a reunio das
cores, havendo, portante, ainda urna perspectiva
de i res longos metes de dictadura. A opioii publi-
ca, porm, tem-se pronuuciado com tanta energa,
pn icipalmente movida pelas represerrtagoes das
caara municipaes, pela imprensa que serve
ca sa de cada nm dos tres grupos polticos (histo-
rieb. regenerador e reformador ou de-/aniro) que
o proprio soberano fez observar aos ministros, que
ni era possivel espacarpor tanto tempo a convo-
cai o do parlamento.
c E etfeclivamente na folha official de 1 deste
niz lose o decreto de 31 de julho ultimo man-
da ido pro;eder s eleieoes para deputados no. dia.
4 do prximo setembro' segundo o mapa dadi-
vlo dos circuios eleitoraes de 18 de marco de
1869. E" o que reduzo a muito menos o numero
dos circuios, sendo ministro o bispode Viseu.
Os actos eleitoraes edeapusameoto sero pra-
licados nos prasos e pela forma prescripta ni de-
creto de 30 de setembro de 1838; e cari* de le de
2i de novembro de 1839.
* V ao pois, que o gabinete nao teve tempo de
decretar ou nao qniz para agora a r forma eleito-
ral que esteva ellaborada e quasi promptt.
Na vspero de apparecer o referido decreto
as columnas do Diario do-focena, torrentes de
vendedores de supplementos Gazeta do Pov*>
orgo do grupo histrico apregoavam a noticia dada
qne era uestes termos pelos redactores do suple-
mento :
t Produziram o devdo effeito as representaeoes
das cmaras mnnicipaes, a representago do par-
tido historien, a reunio imponente da classe eom-
mercial do Porto, e a aUilude que tomaram lodos
os pardos polticos contra a dictadura.
O governo ceden erafim impostcao da vonta-
do popular e decretou que a reunio das commis-
soes de rescenceamento se verifique no da 28 de
agosto e que a eleico geral se roalise no da 4 de
setembro prximo (utur.o.
Venceu, portento, a causa da liberdade e te
desde o dia 19 do triumpho se deve aos liberaos sentimentos do me
Times, eomi efTectlvaraente o (b, declarando que,.
o gahraete francez de 2 de Janeiro nunca entrou prestar attengao a essas aroposts. -Depow de Sado-
m negociacoes semelhantes com a Prussia; e 'wa, fize/am-sa propostas anlogas a Mr- de Benawe,
a Achand-se em guerra
correte o imperio francez con o reina da Prnssia,
e os paizes que Ihe prestam, contra o mesmo im
perio, o concurso das suas armas, como const da
communicago feil ao meu aovarno pelo ministro
da Franga ueste curte, datada de 23 deste mesmo
raez; conviudo qne as relagoes de ba amisade e
perfeila inlelligeo.cia que subsistem edtre Portugal
e os outros goverhos sejam manlidas e se conser-
vem tnalteravers, observando-se, pela,nossa parte,
a mais estricta e absoluta neutralidade a respeito
das actuaos p otencias beiligerantes; tndo em vis-
ta o 13 do art. 75a da carta constitucional da
monarchia, os decretos de.30 de agosto de 1,780,
de 3 de jo/oho de 1803, de 5 de mao de 1854 e de I cwBposta dos Sis.. Aaseloio Braancamp,
narcha, e ao entranhado aftacto que o povo portu-
guez consagra aos principios canstituctonaes.
A' urna, pois elellores, e que a vosea bandei-
ra tenha por divisa : .....
Guerra immoralidade, ao desperdicio, a in-
disciplina militar, aos esbanjamentos, ao pecnlato,
con ussio.s promoedes escandalosas, ao patro-
nato desaforado, s violencias, e torpezas, a trai-
go, ao despotismo, illefalidade, ao ministTio-
presidido pelo mareen! duque de Saldanba .
Com effeito no da 31 le julho fdra receida
por el ri ao pago da Ajuda a commissao do. par
tido histrico prestida pelo duque de Loulo
i, marquei
de Sabagosa, visconde des Olivaos D. Jeao PMr<
da Cmara, Francisco Joaquim de S Camell"
Lamprad, vicoade de Valmr, Jes Ferreira Pks-
tana, Joo Antonio dos Santos iva, Thomaz d
Carvalho, Manoel 'de Jesns CoelBU Antonio ios-'
Condeixa, Joo Chrisosthomo d'Abren e Soaza.
Anzu-to Cesar Xavier d Silva, Joaqoia Bmri-
jue, Fradesso da Silveira, Jbo Chrixosthcaio Mili-
cio, Joo Gualberto B.rros: e Caoba, Claudio Jo*1
Nones. Antonio Lopes-Ferrwf dos taj-A, e Jo-
quim Moreira Marqnes. Recebida t a cmmbm i
pelo chefe do estado, o duqrw de Lale proaan-
ciou o seguinte discurso :
Senhor.A commissao do partido progressr;-
I ta que vossa magestade se dignen admMr a sua
augus presenga, nao vem dirigir a voss mages-
tade urna supplica partidaria.
a rapresenlaco qoe ella vai ter a honra de
depositar as reaes raaos de vossa magestade rato
mais do que o ceo fiel das vozes unisone que
sera distinego de partidos se levantftm em todos o>
ngulos do paiz.
O partido progressisla tem f'em que wwa
magestade o atteoder, porque n'isso est eaape-
nhada tanto a dignidade da cora como a honra t-
o bem estar dos subditos de vossa magostad*-. O
partido progressisla tem f que ha de-ser allendtdo
por vossa magestade, porque attendendo-o, attftB-
de vossa Magestade igualmente, aos voM insuspet-
tos de toda a aaco.
t A consiituigao, senhor, nao pode por nmif
tempo ster suspensa sem grande dss*ire para-a
cora e sem produzir urna crise das mais-doloroso**
provages para esta boa ierra de Portugal.
Em seguida o duque leu a seguinte represea-
tego:
Senhor.Os cidados abaixo assignado, cons-
tituidos em commissao do partido progtessiste^
usando do direito de petieo qne Ins oonfere o
art. 143 do cdigo fundamental da roooarehw, stip
plicam respeitosameote a vossa magestade qae ba-
ja por bem restabelecer o rgimen consntueonal.
e fazer cessar a dietedura de qae o governo tero
abusado contra os direitos e liberdades do paiz, de
modo que possam legalmenle ser resolvidas as
gravissimas questes de que est dependente a go-
vernagoe seguranga do reino.
Os actuaes ministros logo que se apoderaram
dos sellos do estado, por raeioe illegitimos, addia-
ram as curies para alm do praso em_qae Ihee de-
viam pedir a impreterivel autorisaga de cobrar
os imposto, nao diseutindo o orgamento. e-aggra-
vando por medidas inconsiderada e actos irreflee-
tidos o estado precario e lastimoso da nossa fazen
da publica.
Assuramdo rungamente a dictadura, sen qw-
to funeste arbitrariedad* se possa legitimir pel
bem da cansa publica, decretaram iaiposios qw-
no podem era devenv cobrar, faltando-lnes a
sanelo do poder legislativo, nem to poooo -as-
recadar os que ainda nao foram '.volados parte-
mentarmeate, como presereve o artigo 12 u auto
addicional.
E nao s para esta sanelo reqnerem os abai-
xo assignados a immediata restauraqo do ri>:i-
men constitucional, mas tambem para quo chama-
dos os representantes da nago, sejam ouvidwr-
coro a mxima brevidade sobro as ultima cceor-
rencia iolernacionaes, era cuja seluirj podem
ser compromettidas a seguranga e independencia
de Portugal.
Quando as cmaras municipaes do remo re-
clama vara de vossa magestade aprompt convo-
cago do parlamento, o Gnverao despresando esta
legal a sincera manitestogo dodesejo dos povos-.
dis-olveu inesperadameofe as cortes geraes.de
cretendo a sua reunio par um praso posterior
ainda ao qne fura marcado no ultimo addiamento
Senhor : Nao uuicamento mandamento da
carta consiitucional a regala que tem o; porln-
giiezw de nos tributar-mos em cortes, e isemp-
gao e immnnidade de nossos amigos foros, op bok
gnardaram os augustos predecessores de vossa
magestade, aquelles que melhor-nome deixaraiu
as paginas da historia patria. Vossa magestade
nao consentir de certo que os seus minstros, -ob-
terem violado alei fundamental, fagam cuaque no
reinado de vossa magestadejsejaroos menos kvres na
iinpusiglo dos tributos que no reinado do augosto
fundador da dynastia de Braganga, cuja ba me-
moria lembra saudosamente aos portugueses a u-
tiertago da patria e a autonoma do pai
Senhor : Os supplicantes podiam ainda allegar
ontros motivos para recorrer cora em to aper-
ladas e perigosas circunstancias, mas afJendendt>
a que vossa magestade se pros de reinar coosh-
tucionalnienle, os que ficara expostos sao as~./
ponderosos para que vossa roaneslade Vlira e-te
supplica, restabelecendo imnediatamente o rgi-
men constitucional, poreuja observancia haia-
m'S grangeada louvor e respeito de tedas as na
ii'ies cultas.
Beus guarde a augusta pessoa de-vessa ma-
gestade e de toda a real tamilia por rouitos anns>
como todos hemos misler.
Seguem as assignaluras dos merobros l*
commissao.
. El-rei acolheu aflavel a commissao e respon.
deu que depois de examinar a representegao esti-
mara dar a solugl.! mais conveniente aus intere-
ses pblicos.
Foi tambera publicada no dia 31 a represen-
tegao da cidade do Porto contra a dictadura &>*
nhego que a transcripgao d"estes diversos diwu.
meatos ser prolixa. roas preciso cons Jena-h-
Aiera como os muitos que emilto daa cmaras, mu-
nicipaes) como outras tantas pegas de um pjuce--
so qoe os partidos todos de accordo, mas un W
sionados esto fazendo dictadora de 19 da roaio
Eis a representoco do Porto :
Senhor.O fatal systema a governagao, ini-
ciado pela revolte Oe 19 de maio de 1870, profun-
damente abalou o rdito do esdo, o leraparark.
desvio dos fundos, volados para o pegamwito d.
.uros da divida publica, a falte de pubhcidade da.-
operagoes financeiras, o illegal langamenu. do mii-
postos, a desharraonia entre as aspiraooe> da na
gao e os actos do governo, e finalmente, a continua
violago das leis aggravaram extremamente a>
dimculdades com que luterana o eommercio e to-
dos os ramos de trabalho eu geral.
e A rpida depreciaco dos titulo de divui -
publica um svraptoraa de grave doenga socia,
um aviso a que os capitalistas hao da aiteniter, *
que, alm de ruinosamente onerar o ihesouro. que
tantas vezes carece de vender e empenhar inser'
coas, diminue os recursos do eommercio habilu
do a mobilisar aquelles vMores. A miseria publi-
ca pode ser urna das funestsimas coucluses du
coniinuaco do desequilibrio financeiro, sobre u
qual tem'poderosissiraa inQuencia, e a iransre>-
so constante das leis.
< Vossa magestade nao quer contribuir para :>
miseria do remo de que chefe pela vnntade
povo expressa na carta constitucional ; a \
magestade recorreramos nos commerciaiiies, c i-
pitelistas e proprietenos o donos de eslatiel
menlos fabris do Porto, pedindo remedio a 'nll>
males, se o poder moderador existisse ; ms i
poder foi supprimido; embalde Ihe requerun**-
agora.
Por tanto, nos limitamos a representar a vos
sa magestade que o restebeleciraeolo do syst
constitucional nrgenlemente necessario; que
temos pnraptos a fazer sacrificios para melh
a situago econmica do thosouro; Hoalaienle qm
se vossa magestade quizer aproveiter o pnmeir.
ensejo de ser restaurador da carta onal.
que o pacto poltico entre1 vossa magestade e i
povo portuguez, encontrar a seu lado os abaixi
assignados. > /
;*,* --


da di> 49
Diario de Pernambtico Quarta felfa 2 d Agosto de 1870
con
SCJao

^

unes
aposentada a d-rei
rapos polticos os
lo Agolar, duque de Loul
da Bandeir.
ganda rea-
sido a 29 d U pelo Sr.
qoim Bibelro de Faria Guimarae<.
P.irlo 31, a I hora e 55 ratnutoi.
da Gazeta do Pava, Li-i <&&
lleirai o ntunerosUsim.F '
4o a presiden .^ffcntos toman-
te Macedo Pinto, que ,*W6z pari presiden
propondosecr ^g" rtl*l|db aceitou
raLarmo. R.
*bl is'iiroj^ bpreat-
eo,n" < aJsWrso. sendo applauiido, cmu
*" ^nic. Vlra Audrade. 'fallou no Mesmo
-*$&, tidraoflo que Salitadha sobrevive i
.(propria gloria. Reprejenta o unnimemente ap-
js" oprovada. Patitas prppoz que se iuformasso o go-
Vem cvN e so mandasse representacao para ser
Tircjciitc o rci pelos Srs. duque de Loal, mar-
qaerfeeSa'd Bindeira o Joaquim. Antonio de
tediar. Assigna.la a representacao, fui a mesa
Mar copia ao goverao civil.
Xa tarde do di;, t do corrate, espalaou-se
profusamente um Lisboa urna prociaraacn em es
tyto vehemente, n que a polica aqjprehendeu al-
gn.- cestos do exemptares, mas que' leve ordem
iramc Jiaumenle de deixsr correr. Diga-se a ver-
dado a tnaxi na U lerancia para com a imprensa
o para cum a t/ansmissao dos teiegramm is para
asiduas das provincias, aiada o nais injuriosos
b atrabiliario para cuna o governo tem sido b
servado pela ministerio.
' So virtttda poiica, era que mo preso de
eootossar imparcialidade, devo- eacarece-la, visto
qae timbera consigno quast tudo quaoto se diz
vatru os actos da dictadura.
Esta erocjamaeo ten por epigraphe lo Poco
e teriBiua appellaudo para a revoluco nesles ttr-
roos :
< A revulucojs vio erisas medonhas a que a
Providencia arrasia es nacas, como remedio he-
roico para curas malos prufiindameaie arraiga
- 4ts.
Arevolocao a oitima razio dos povos- des-
*axiertidi)s, ludibriaos e escarnecidos I
A revuluco < a salvwjao, quando tem por fim
derrubar a tyianuia, o despotismo, a devassstio,
-a luorabdae, a corrupcu e o cynisrao *H. estn do peder ; para d.poiserguer a esta
la derrabada da Libertado I
Oeus illumme e celaieca o espirito do mo-
nuclia porwgiK^, para que ella possa avasiar p
triste e.-pectaifalo que esl dando o goverue d'este
paiz. >
De Braga a-i de correte, -participara as fo-
Uias de Lista que huuvera if-es-e dia ifaquetia
cidade, iranio reunan na Associacao Sommer
tal, com grande onthu^iasmn (diz o lelegrarama)
seadnerioem tul. a liberal representacao da As
socMcao dmmersul !(> Poru. A representacao
era firmada pnr fraude numero do assignalnras e
devia ser entregue a el-repelos duque de Loiil
( ctiete irup" histrico , marquez de S (rhef.-
dci grupo reformador uu di. bi>po de Vir.ea) e Joa-
qnim Antonio Uo Agurar ictiefe do grupo regene
rador).
a As f dha de 5 do crrente, a cenneQar nelo
fUurio Papular, orgo 4.*gruyo reformista (S
Vizeu d',-quet entregue a el- r.d no Ha i po/ urna coinruiwi
corapestt d is Sr<.: martuei da S -da Bandeira,
p Matle:; Antonio Auf.ixU) Pereira de Miranda,
AntoBioAugiisio de Az-vedo Vi laca, Angosto Sa
taiva de <:.irvalh >, Antonio .le U >ra Borges, An
laao deVasconeeil.. Pereira Coutinho. Claadm
Mesjcita da Rosa Francisco Astonio da Ve*
Berra .Hmriquede Re.rris Gom-f-, on ilfredo
Ihas, i i- Antonio dos; Res, J**e Dionisio de
H lio Firo, J.is Maria Latan Cuela i. io* Ri-
b.-iro da'}nlia inunde Alme.ida e Albuquerque,
M ut.tel t mies Ja SiU ,i, viscoode e Ribaroar, U*
ran i tyntlo d- Cirralh > J laquiui de Vascoocel
ki< (iii-uia i e Jo B(ia> (i rea.
A imposicao f< lula pelo obre motilado da
liberdad.. e heroico uwrquez de S da li.uidera.
* Sea HMgastade o .vio com muita attenc) a-
pal.ivra- dn nlusiiv veterano. Respondeu que^em
prte Mflvam saMieitos 4M desejos da ceinimse(i.>,
P-is.4ui' nao era puMfed coovocar os coltegii
eleitor.e- para dU*;i;us prximo do que o de 4 de
seiemhro, ja lude M um deoreto para este fim.
- Falta aqnj ;i rejpreseniaca" do grupo ragene-
rador, q^e un icario toda a certeza de ter -fid.i
pateada hontem pea Hevokifo de Setembn.
K' a pnnaiWlwh je a el-rei por urna coiumis
sao do rti-ri lo grupo.
Ne-u.iituude Miiiionente dns partidos va se om
bom sriip.uiiia que a ausencia da luitt'utieiici
p.dKa;...
E' mais um bom servieo prestado pala situaci
e pelas suas leviadade>.'
9Ko pesi> re adente sera 4he narrar um epi-
dio .pie poda tr ti.lo fnie>nssimas coosejuea-
Ci*., mus q'ie arali..u de d Iror O grupo Jos efee*
Mee tiouickeiros, mi elul'.sta- da ra de S. La
tan., tinuV i, iiiaiq.rez d' lugej te u a palasio e fa-
lia as sius reumees ultra-deinagogioas.
A'27 do juino reun-se uoite n'uma das
alores sata do pal file d o viseond d'O.iguella
na rae Nova d Atinada o centro Ubi-ral rtfar-
mista. Uns mai.t-s do .ov.iie j penieheno qui-
Z'iain enirar a pneiext-i de que sendo pnlitiea a
nnniM p>9 K*. mesmo devia s. r publica. Ob
jeriaram-llie'-qi'>>r-m adHiiliidos.'S iu.lividuo>
qoe ti*rt-sem i eeebidu rana de convite. A polica
aVspudm em bous lermo- os ia>lruso>. Outros no-'
vns se lees ifnUteej) eio urna fuca da mumci
pil ; e os uiHg.ites de ente mil encarada tetina
ram eto'f irear a entra 11, diz-se que dirigidos por
ns sbitos que ao targ > da B m-H >n (uui pouc
inais ab.nx-), esuvam capitanean !> a a eca. A
gftnraVX i insultada, alguma- pedas foram ati-
i radas a jatieilas da sala do tmUro liberal, e tudo
islo p nene d< principio da libirdade de nuni" e de
a-s.ia^ao que uetoeamenie a dictadura decretara
pouc.is wmana- eMaa, como se fra coucesso ou
mrtdade que a caria constitucional deixasse de
eoiiwr
* A iropt provocada pe-.* populares pnz em
f befaa pacidas E p.ol-irada at que se Inopou coin o auxilio de
ati-uns soldados de cava liara a roa, e a reuma >
puotji-a f, r, l^b'ada com a possiwl trao (uilnlade.
Fim portlos minio elogiado o pr.xvdunento do
bario d iZ-eere (bravo commanJante da gaard.i
nuoicipa) .pie nao se Impoftna donde vinham
d.ii a que,ii eram atTectos os arrouceiros. No
c^ub reformitta pnnuociaram se eloqu-nte* pro-
testi< coatra aquella fierlorbaeao do sagrado di
reito qu.. assiste aos cidados de um. paiz livre de
aa*reunirem para cuidaren! dos iiileresse- publi
cns. No club A i largo do C irno (histor eo) sa-
benl" se lego o que ne-tava passando, rtieram-
se prit-tos c m a maiir vehemeneia, e foi alii
mesmo eieita deputaWio para ir ao club refor-
mista fraurni-ar, oftVrec ndo a sua ooperac. e
sjmpathia-. Uea outra cominiesae do ctab re-
formista foi humeada para receber a primeira e
yadcer-me.
Eio caso f grande barnlho, e o marquez
de Angeja (cunde de Peo*e) estomagou se alla-
ntente por i he teeera so vado os seus. tanto mais
que a sova fra unw plenissiraa anaueaeia do
marechal e Sr. fose Das Fern-ira, muistrn do
reino. 'A este dwsera o coinoussario geral da po-
lica, D D-ogo, que ou se demittia, oo dava urna
licjwi mestra aos amounadores das eocraziiba-
das.
Ao duque d Saidanba, oen mesmo o baro
flevmus que lapidavam as vidraeas do oalaew On-
^uella.
O marqa>z de Angeja jnrou vwgar-se, e vin
tou-p, mas lando em si porque attingio o subli-
-me do lidenle, orneando por deereto de 18 de
julbo (do da seguinie (assnada nocturna) urna
coimni-so de nqoerito ao correio geral, para ea-
tidar o servia postal, aflra de se proceder s
referais dos servicos carge da rRreccao Ve
correios e poetas do remo, send vogaes da dita
commissao os cidadios Jos L berato Brartto-.,
Franc.i-co LoJz Ontinh > de Miranda, padrM/oi
Ronaca, Fraoeco Salazar d'Kca o Antonio Au
fusto Ja Silva Lbo. servindo u pnmeiru de pre
sidem*. e o ultimo de secretario 111 f!
E' preciso conhecer cada nm I' 'es.indivi.
daos para dar apreco a este de-f..r{. do onde de
Penidie. k imprensa do dia seguate est .irav de
iidignag Xas ras, as salas, nes secretaria-,
eea loda a parte era geral a gargalhada. Os
los do correio repre-e'itn'.in todos a
owe'heiro E luardo Lesa, director geral, que
era nm hamuhacSn I r ni inq ieri
wr lc^>^ageltos } A vni pulilie. e os
atgat d'elles tinham msligado na
peyera 4 nQlfl , ^a;Mt j, rua noV, di) v
antros afflrraam qae foram elles que na madruga-
*!tft
cam
os cii
missi
,n', P ^^'* ^"l011 o'oqaj
5Ti,""e^ r^* eslin:av,'i;1 auxiliares nao pode-
.'10 ^1
urna mensage echa
seren Bt^^^^^^^H
se que o lm do mart
'-overnVnae lerc
ax '
^rip/vni.Part^^^^^H
rante das repreaent.
um ? j2?\ehuaye ,am aorei ^9 d*">)
*** ^ d9 se da**"r do referido conde,
itiahda^do. *ITerec*r-lha tima legacao ma copiunt que deisasae de ser miaistro da
ceroa.
1 J- "JfSoej de Angeja aimiroa se qae Ihe
j w^^ uUerecer aqoillo-qae elle se julgava-nas
eg &>ouotoe-Ferrei-|ciMuiasiiDcias de raptrllr ; tflwl... cedeu, e
pedio a sua dentissio, declara udu-se na carU regia
S servir milito contento do rci ete. ele. e lo-
.as galandnches do eslvlo, honras edoeuras
oBciaes. Acommtssao pedio (porqne ttfo intlma-
ram) a saa exoneracao, menos om dos oreaos, o
Rvd. Bonaoca, quem foi dada macere'porque
nao quiz pedi-la elle mesmo. Os decretos demis''
sorios vm todos* 00 Diario do goverao de hontem
com data de 3 do oorrento.
Vai ser nomeada urna nova commiso de in-
querito ao cerreio composU dos Srs. Oiogo Moati-
nho. Freita* Oliveina, Teixeira deQueircz, Ga da
Costa e Miguel BuIhSes.
Todos estes c*naiaeros sao ranecionarios de
superior cjraduanao e assas conhecidos.
Os demissionaros, 9 meaos que os teroava
impoMvei? para aquelle inquerito, era asuaab-
s "luiaiCiii|ieQleiicia '.
Tem sido assumpio a todos os commentario-
a predigalidade do testftttent ministerial do con-
de de Peniche (boje marquez de Angeja) por oc-
caso oe deixar a SMsta. Ao seu secretarij man-
do* abonar o erflenado de alguna sete annos que
esleve demittido, alm de moias outra gratihVa-
edea- que nineem usara coneder. Parece qoe
andaram aquellas bizarras ( casta dO'fhesoan^
por uns que toree cornos de reis. Nao ha nome
feio (iiicluiiii o de emieus-o) com que os ornae*'
da oppovnjo (oae si>) tmliis menos o Popular da
Tarde) nao toDftara quahlicado aqueMe- esbanja
memos. Falla-s tambem de uns 217* mande
d..s dar pelo referido marquez a corto empregad>
temporario do ministerio das obras publicas, pet<.s
servicos que prestoa, ou que deixcu de pre-tar,
durante lempo que esiiver com parle de doente.
Enifim o que se coHige que o notire mare,uez
dotado de um excettente corac, e seria omais
celebrado dos pbilantcopos se em vez de attender
a todos aquelles tiedituios casta dos contrtbom
tes, os Ivjuvessefavorecido do seu btflsinlio paili-
euJar !
Esta mana da popularidade a todo o transe
tem oedo serios disfabores ao marquez de Angeja
Quanrto niini-iro (n que ilitroe Amis mezesj tinha
sempre porta da secretaria urna tutba multa de
tperanus de-Lhba, arrabaldes e at de beta Ion
ge-que Ihe vinham pedir trebalho ; etnpregon os
que pode, ou mais do que (widia, e como oaotives
se que dar a fazer a outros sempre crescente
d.ts trabalhadore; que prrfferem o servico das
obras do estado ao dos particulares (por motivos
que toda g.-nte saaejL rheg.in a v^r-so ameai-ado e
qnasi apepadopor aque'lea quem nao poda con
tonar. A imprensa todos os das pregava que oin-
guein andava em Lislnia mais arriscado qae o
muito popular conde de Peoic'ie.
Para que se jmde-se mandar o marquez" de
Angeja (onde de Peniche para ministro porta-
iruez na Hav>. e Brnxella-, foi transferido oSr.
Oalas Pereira para a edfCa do Rio de Janeiro, e
posto na di-poiiibilidade o Sr. con-elheiro Maihias
de Carvalho e Vesconcellos que tantas sympalbia-
ij.ui aieaiic.nKi na corte do Brasil como plenipo-
tenciario de Portugal Toda a imprensa seni Jisiinc
cao de cor poRiiai estrauheu a sem ceremonia
com que se operou esta cniitradanca diplomtica.
Os portugoezes que residiram no Brasil, segundo
alDrmam o-jornaes le neje, ir em cnmmisso
ao paeo.p-dir a e| re o re-tituicao do Sr. Matfa-
de ('arvalftci no log.r de mini-tro dePirtugal nes
se imperio. E' naturai e muiti pmvivl quedo
Brasil venha una ou mais repre-eiuaces no me-
mo sentido. Pira servir interinamente na pasta das
ubras publicas f<>i n..meado o Sr. B. L-iiz da C-
mara Lemo, ministro da marinha e ultramar.
Tem se fallado na eutrada do Dr. Teixeira,
goveruadnr ciil de-Braga para a effectivi lade da-
quilla pee a, e mais reecMemente no Sr. J s Vic-
torino DainasM.
Por ora naj est isso resolv lo, e mesmo pa-
rece que al reamad das cortes nao ha ver ou-
tras mniltticacoes no pessual do ministerio.
Tem corrido em Lisboa nerles ltimos dia"
com grande insisteucia que Su Sanlila e Po IX
vira residir para Portugal. Al se acere-cenia que
a residencia (permanente ou temporaria) do sum-
i.. ponMien r-er em Kafra. tendo Ihe sIUj offer--
ciloopala-o red. P.rece que S. A. H. a sra
infanta B Isabel Alaria, que actualmente redde
em Fraseati (Roma) n e tranha a estas nogo-
ciandes. Qoal seja. pnrm, o fundamento de ludo
isto nao se diz por ora ao certo.
A verdade qae o soberano pa-tor da ignja
eaiholica ser amrosament recebido pelor. p..r
tupu-zes sejim qnaes forem as vinssitndes qu<
liajuvn de determinar esta viagem ou perignoacao
10 chefrt da igreja
Foi o oneada urna commissao composta dos
-.>rs. J.- Franci-co Pereira da Cosa, t mente-coro
nel Paulo Eduardo Pacheco, major do estado-
maii.r ; Vicente M.ria Pires la (Jama, capiii. de
'acad'.res da raiuha ; Joo de Souza Nunes, Io t -
nenie de 2" de artiiliana, e Jo- Antonio Bente-,
t-nente de cac.idores n. I, para.s.-b a dirprc 1 d.
general director geni de rtilhana pr .c-er a-
pxoeneocias necessanas com as espingardas do-
sy-lemas Scho ider, aperfeicoado por Barnrit Mar-
lini Henry, Albina, Albiee-Braendlin, Westiey Ri-
chard, Re.snngihon e com quaesquer outras que
o referid director indicar, alim dee-tuiar se pra-
licamenle as vautapeiis e inconvenientes de cada
um dos referidos ystemas. As experiencias sin
f-itas no polygao de Vendos Novas.
Cin-ta que o goverao addiou a execuco da-
medidas to pr-oneuidas e falladas, para armare
fortificar o p u '.
Se a sai m . faz mal, e pode ser que um dia
lenharaes de nos arrepender destes addiamento-
11 um assnmpio vital.
Emlim, como o parlameoln vai rennir-se,
de crer que se torne a levantar a questo e se vo
tem o;, najes para a realisar, porque aflnal de
comas na 1 um assumpto de patrioUsaw pialo
nio.
Emquanm os poderes pnblicos de Portugal s
nao resolveren a alienar urna parte do* noss*-
dommi' s alem-mar (Timor por exemplo) paw com
o prodecio dessa tiansaccao |>r o reino em esta-
do de defeza, ser urna chimara ftil pensar que
o paiz se forilirar cora discurso.
O Se Joo Coelho de Almeida, primeiro se-
cretario la legacao portugueza em Madrid, fot no.
meado envalo extraordinario e num-tro plenipo-
tenciario nos Estados-Unidos da America.
. Foi naneado Io secretario de legacao em Mi-
drid o Sr. Guiln-rme Street Arrraga e Cu sha, qu^
era S secretario.da levacao era Bnitlim.
O viscoode de Seissal (Pedro) foi nemeado ad\
dido militar nossa legacao na erie ie Londre-.!
1 Foi nomeado enviado extraoraioanoe minis
fo plenipotenciario amo ao sultao, o Sr. Eduar-
do Pinto Soverak
En Amos Vedros bnuve ba diasun conflicto
entre o novo e um deswca-nento de tropa que ia
capturar um tai Francisco Moreira aecu-ado de
vnrio* eriines epad o ultime o da tentativa de
assas.inato de urna familia de cujos bens se qae-
na apoderar.
Os soldados portararo-se com valenta, mas
como eram apeoas an* sete, o cabo oio os quiz
sacnQear cootra oiteota endemooiohados d plebe
que protegan) o criminoso. J com esta a
qoa. ta tentativa para prender aquella fra se se
podar conseguir. Um irmo d'elle j foi preso
pelo administrador de Alhos Vedros.
Urna recente pistura da cmara municipal
de Lisboa para que o pexe se venda a peso, tem
dado em resultado os pexeiros fazerem p'irede (ou
grve). Agora queja vo priacipiaodn a desa-
inuar, jxii9 a postura eoteade-se.com os vendedo
res fh.* ou era lugares, e niw com os ambu-
lantes.
Parece qne vao spr concluidos dentro di
actual atino econmico os primeiros 25 kilmetros
do camiiiBo de ferro adente de Evora, cuja des-
peta e-t ere ida em 55:000OOO.
Na malla que sabio h'miem para Macan
v:io as ins guias da torre e espada com que fni
agraciada a heroica rainha de Cora, b. Mana
Pire*.
Tem cmfiuiado os eforeis do governo para
> Sr. D. Fernando po d'el-rei ae-eite a corOd
da Bespaoha, mas o Sr. D. Fernando declara quo
eitar gtranlindp as potencias de, primeira
rdein a laJependeneia de P.r.ugal. Ante
hontem ooiie houve conselho de ministros por
este mtivo.
energicanif
regenerador
tJrtrra o basto de
* Falla se o'am emprestimo contrabi lo pelo go do que loraaram
veril em
Muitos JSciaes do exwsilu te-se recasada a < Pan, a, ^ 4
rgaasados me
dictad juntar-lhe
que l:
Anin
da C sta,
S. M. recebettasnirafaelo cam a costan
benevolencia. A MMra da represenlac^
precedida de nm breve discurso do Sr J^oqulm
Antonio de Aginar, o relbo e honrado ministro
de D. Pedro IV.
Eha repreetecin:
Snh.ir.O- cidados abaixo'jabados osan-
do do dreito garantido no J 28 dff artigo I o da
carta consiilBwmal da mooarchia, vera augusta
presenca de V. M. respettosaiTieote manifestar os
scnti'nentos e recelos da naci, ao ver substituir
a intervengas natural dos seus legitimes ropiesen-
tantcs pelo arbitrio dos conselheims respousaveis
da corOa, constituidos em dictadura.
t Na grave situacao em que nos acharaos.
Sreoecoaede tudos os espritus da oacessidade
e re alar n estado da fazenda poblica, e pnwer
a susientaca do crdito do pan; mafcqqe nua
ca reconhecfila eaamselhada a promuta rennio
do p*rtament... rpresentante legitimo da-naci e
salve-guarda dos veus direitos e oteresses, nico
competente para de accordo <:*m V7 M fa?er as
lesde que todos carecemos para, raelhorar a sorte
do reino.
No longo periodo qoe daeorre desde n prin-
cipio da motarctila, todos os soberanos e governo-'
deixaram gnrtmente a.s corpos pupoTares a fl-
saco do imposto coro que a a a cao dev c ntri-
bQir para as despezas publicas; e afora qu
neces-arlo augmentara receta do estade, vem
com magua es portugoezes, ja;tarapofe cioso< dos
eus direitos e garantas, aUrib'.iir-se.o goVrn..
faculdades que nao lera, dsnensanlo a ioferven-
cao dos represeniantf s do paiz 00 assumpto que
mais de perto affecta os seus ntertsses e mais
exclusiva mente Ibes perteoee.
V. M., nascido e creado np rgimen liberal
que lauto saneue custuu geracao que vai pas-
sando, tem sido zekiso mantenedor dos principios
iae iegulam o procdiraento da alta magistrtura
de que est investido, c mo soberano de urna ua-
cao hvre ; par isso V. M. a nica e-peraocaSio
paiz, que eonGa no sea re constilucional para
oasegair qae a governo entre nu eaminho da le-
gali.lade o que os legitimos representanles da
11 cao sejam qnanto antes -chamados a rodear o
inronn de V. M. e a tomar na s do ca dos nego-
cios pblicos o logar que a -csnstitiiicio Ibes assu-
gura.
Ne-tes termos,iienhor, os cidados abaixo as
signados. appell.-ndo para V. M. como che-fe do
estado, e confiando em que o re coostitucionai
saber manter a cada um os seus direitos e a
nacao os seus foros.
Pedem respetosamente a V. M., que, fazendo
eessar a dictadura, convoque sem demora os re-
oresentantes do paiz, dando assim mais urna pro
va do qnanto se d pela manutenco das regalas e direitos do povo.
-E. R. M.
Entre as pessoas que assignarara o d cu-
ment, tiguram os ni.mp dos Srs. : tgiiar, F li-
tes, Sampaio, Osa di Costa, Javme Moniz, Fica-
Ibo, Jos Pinto Bastos, marquez d Fronteira, Car
los S.otos, Casal Ribpiro, Pereira de Magalh-s.
condes de S..bra e ila Torre. A. J. de SeJxs lose
Jliria da Silva, Vaz Preto, loar. de R-ba Taraega,
'.orvo, Fornaades Ttiomaz, Ferreira Novae-, Paiva
Pereira. Pinto de Magalhes, Fianci-o 0>sta. Al-
ves da Fonseca, S .uza Lobo, b urenco de Carva-
lho, Rodrigues Cmara, Ab >im, Cesar do Aloirid,
Emauz, a. A. de Agniar, Franei eo H ra, Drs
Pita, Avellar e C simiro da Cunha. Namrados,
Heitor, si loro Vianna, Assla Gomes e Adelo ;
Teixeira fe Vasconcell., Ernesto Biesler, Pioheiro
Chagas, Kamalo Ortigo, ete.
Log 1 de.io- de ser pelo soberano recebida n
c imtms.-ao do centro da rua do Norte (< regae.
radora)os Srs. loaquim Antonio de Aguir, dn pie
de LoutS e marquez de S da Ba deira ealrega-
r m S. M. representacao do eorpo commercial
do Porto contri a dictadura.
Alm U mnitas representacoes de cmara-.
nioncipaes n 1 rae-mo sentido, publicadas esta m
nh. pelos j rnaes, apparece tambem a de C>im-
bra a? signada pelo Srs. : Dr. t>-'-irio Augusto
le Azevedo Pereira, Pr. Fram-isco Femande> O s-
la, Migud O.-orio C^bral de C^-to, Dr. Anloni
Bgypew QuareMna L.pes de Va-concellos, Ji.
L ipes de Souza, Manuel Jin Ferreira Leito, An-
loiu. J..s Alve- B.rg. Antonio Maria S mea -
gru, Min-.el Si-rm-s Dia Cardos, (r. Autmino
Jo- Rodrigues Vidal, Dr. Pedro Augu-to samteiro
Lestdlo Braueo, Jos de Moraes Pinto de M-
meido.
Estes nomos ?io todos dos mais ennhedd >.'.
Alguos, ou qua.i todo* os menciimalos cavalh;nros
leen sido depulado- - cortes em varias legisla-
turas.
A noite pa- tadas medims policiaca por se tpmer umib anronta
ou ataque So ministro \h reino (Dr. Das Ferreira).
Tem circulado no publico que ha pones das
fir*m comprado, uo- duzentos rt-w.lver- em Li-
na. Para que f Por qnem ?... Iguera se.
C'.mec u j.i a assignar-se a repre*. ataca > ao
re pedindo a conservaco do Sr. Mathias de Car
valhn na lug r de oossu ministro na corte do Rio
le Jan ir...
c Foi agraciado com o ltalo de onde de Faro
general Fre.lerico Le3> Cbreira, amcissiio d-
man chai. Com o titulo de oode de Pirtalegre f >i
agraciado" o Sr Francisio da Fonseca Cuntnho e
Ca-tro, de Remita, lilh. do II ado cunH d- C.s
teilo Branco. Militas oairas gracis e merc ion
cu vidn da ornucopia dictaional.
Arha- ioo de Lemas, qae urna dolor isa enfermidade
tem afligido ha matas,
O oiiiistro la P u sia em Lisboa rereneu alta
noite pelo cabo sut.'maiino um leiegramma. coin
contexto o segrale :
Um telegrainma do rei dirigido rainha Ao-
gasl, diz :
Alcancraos tima brilhante vict Tia, mas san-
guinolenta, tomando de assalto Wn-emlmarg a
montaaha que Ihe fica na reclaguarda 6c is
berg.
Entraram no combate a 5.* e 11" divisao e a
z.* b vara, sob as vi-tas do noss^ Pritt (j principe
rea).
Fiearam em nosso podpr tolo o acampament>,
urna peca de artilheria, e 500 pnsioneiroa, (nao fd
ridos).
meu regiment, o 5, leve graves perdas.
Um general n so de .a letemeiile ferido.
Ogejierul inimu i Dm.y. foi mirli.
Milrid 6, 3 3 horas'e 30 mnalos da ma
uhi (recebido I da noite em LMxJa.LonuYes
i.-0< Prussianus lomar in Wisseinburgo, hateu-
do e disper-ando os Fraucezes e fazeouo 500 pri
sioneims. O general D may.foi morto.
R-pera ?e tiatalha geral. >
t Madrid o, -' da tarde. 0 principe real da
Prussia derrofou tres divisos francezns. Jalga-se
que o gjneral Donay foi merlo. Fa|ia-se n'nma
grande batalha que se deve estar dando nela
hora. Dz-e qoe ha friera as reiacoes da Frao-
a ratifi-ac-io da neutraliqade da delgca.
Ultima hora, 8 de agosta.Fecha a mala o
Pweafs I huras da uanhSa. Apenas tenho
terap > para algumas liiiaai.
O marechal leve no paco duas vertigens, o
qne mart > inquiPtoo os seas amig >s; mas depois
tem passade bem. O marechal tem oiteota annos.
^ Reapparecea a ida d, uo casi da recusar o
sr. D. FVrnaodo definitiyameate a sua candida-
tura ao throuo de Hespmha, ser substituida pels
de um dos seu-< oetos portugoezes.
E*ta gravemente pafermo o contra almirante
Joaqnim Pedro Celestioo Suares.
a Sao gravissimos os ultimo teleeramraas do
theatro da goerra, recebidos hontem alta uoite.
H los :
f Madrid, 0, as 3 horas e K minutos da tarde.
loieroaeieaal.Nncias telegraphieas de Pars
dizem qda tres regimenios de intantaria e uma
briaida, de cavaljaria fraocezes tirara atacados em
WWsaemburgo por torean oo-iieravels qae oc-
rapara as colrinas de Pigeonaer. 0 general;
Mac-M.h'in cuocentra o seur,orpo de exercito era.
Pigainier.
Noticias telegraphieas da Berna dizem qqa
tres corp.w do ejercito prussiano atacaram Wh
sembourg ; o* fr.jeez>s foram im-tas em, fpga;
5,080 pros iaoos e a geaeral JJsataffc foram fe-t
rido-. Grande perdas.
Madrid U> *. huras da tarde, -(fja .
piuwiaaos eunimuam a oceopar W
"'......^ssM*^
at-eWmiouioo 4rdo.^
iseaiboei^H
|bara noco, a
* Midri ra da tardh.
I nteroac
iato mas inaAi .n^uinolen.
Os prussianiis flteram 500 pri-ioneiros. 0 exer
cito di principe ^^^^^^^^^^^^^^
po ^^^w> pru-siana tero symp
P* sJBIidrid, ma* apezar dsen a
[Seotaaetom tendencias para abalxa.
M Irid, 7, s 5 horas e tO minuto- da tarde
-(ltn>mcional). Dizem offleuliueote de Pars
qu,eJKf1* noticias de Mae-Mahoo ; s o gene-
ral Frottsard tomou oarte ao combate. O corpo
do general Fr..n*ard retiroo.-o que nrodusio em
Par ^eraordinaria aUacSo. Houve- hMe em
Madrid uma maoife-taco numerosa de operarios.
Mr dnd, 7, * -7 h .ras o 35 minuto da urde.
1 liiteraaclQual). Ignora-se o resaludo de reti-
rada do general Froissard; suppoe se que a Fran-
ca adopta novo-systmB de Vfeea. Em Pariz
^"eni bi,aK>" as-ustadores acerca da saude do
i.npeTiaar. Falla-se com loaisteocia de sllunca
entre a F rinca e a luli i.
Madrid, 7 s 9 p iras e 20 minutos da tsrde.-
(Ilava). -Pars em estado de sitio : cmaras con
vacadas- agttacan. Fmisird tusteaftou 4 horas
d fogo retirando se de Saarbruek Os prussanos
vietoriocos com perdas ooosiderftvpi*. 1
' Madrid, 8, i hora e 15 minutos da mantiaa.
Dizem de Pars: O conswho de ministros diri-
gi ama proclamaoao o-mulaco. Par foi
declarado em estado de sitio. A cmaras foram
cenvocadas pra h-qe. O general FMissard com
o sao corpa de exercito bateu-ae desde 2 at 6
horas da tarda com f. reas superiores, elle mao-
.ave"sea durante (aalro hori. retirndose em
boa ordem. A situacao cao sa acha comprometii-
da, apenas de esur o. mi migo era terrii rio fran-
cez. Um exforco supremouecassafio. Estim
mnente uma batalha.
Madrid. 8, as i horas da manha.E' neces
sario que a Franca inteira faca um e*t ro de pa-
triotismo para sustentar o exercito. Mac-Mahoo
f i balido em Rei*rhaffeo, relirando-se cobrind.j
o caranho de Nancy 0 corpa de exercito de,
Froissard tomou medidas enrgicas de defeza. O
general Lebeuf esta na* guaras avancads. Diz
se que as eqnpigens da imperatriz dos frauce-
zes acabara de ebegar.

*
PERNAffiBUCO.
REVISTA DIARIA.
COMMISSAO DE C-1NVITES.-0 Sr. Br. nspe
torda saude lo porto tambora faz parle da c m
iiiissao iacujidiida de convidar senberas para a
recepeo de S. A. a Sra. ondesta d'Eu.
6UERRA FHANCO-PKUSSIANA.-Todo o ao-
damento no prompto e favuravel ae.dhiraento aos
desparhn* idegrenlvcos da ultima hora, preju-
dicial, qualquer que seja a sua origen), ama vez
que nao sejam elles emanados ofHcialmente dos
governo* europeas. Bem devenios leu das glande galgas inventadas, durante as guer
punho do
lo Luca-, o o testemnnho de pe-soas
que viram, em mao da visitador, documentos ne*-
se seoiido.
Nao obstante lado isto, insisto o Rvro. Fr. Ale
xaadnne om prorar o seo iireito de tsermisar, e
des .'arte-promover sequilo na optnio publica I
'apio que niune-so de ura avisoaviso, que em
sua natureza a prova viva de que nunca houve,
cuanoaloda nje, ei expressa que se opponha
Hite sejasn validas, mormente dando-se valiosas
nrcumstencias de morslidaie, as cartas de lber-
dada passadrrs pelos priores, e ijne apeoas fuuda-so
no parecer de um twnradc magistrado,e anda em
todas as portas da cidade a prgalo em forma de
cartaz; como se o direilo em sua natureza real,
abjurando o bom senso, a razan phjiosophica e a
sombrada justica divina se fundisse na vontade
individual ou na razan de bm s homem.
Em todo caso, lougo de ni entrar no valor pro-
fundo1 do apre.'oado avi^o; isto compete aos juizes
provectos d s tribu naes do<-paiz. Sao estes que,
cheios de ifustraco e inspirados pela Providencia,
lio de oimpulsar nos livros as razoes do d reito;
e assim decidir a vista das circumstancia morali-
-adas do fado, a s.irie desses oito infelizes, cojas
lberdades concedidas pelo Rvm. Amor Divino na.
podera prejudicar o diieito de propnedide de al
urm *emos principios da ordem social. Apenas
diremos quanlo ao seUborio do o vento qae este
ja recebeu o valer dos escravos pa ,1 saciar a sde
do c.inventoda Bahia; quaoto aa lllpgitiraos se-
uhores, que estes, tendo direito salvo, podera ha ver
do Rvm. Fr. I.iio Lucas 00 do convento da Ba-
ha.-, nde elle supremo arbitro, o dinheiro ds
pendido aas compras illegaes qoe flzerara ; quao-
to ao convento da Baha, e sea provincialesle
que reslituara antes ao cooveoto de Olioda 44:0003.
alm da muita prata e ouro, torran, escra-
vos, propriedades, etc.; e masdem levantar das
ruinas o c.mvente di Olinda reduzido por elles
nesmos ao deploravel esUdo em que se aeha;
quaalo pmftm :w direilo de propriedade da vene-
ra vel imagemde Xoss.i Smhora d.i Orma de Oli-
la,Esta mi dos pescadores, por que mi do re-
lemptor; e nao quer con>oiu;r-se madrinha da-
tramas dusRvras. Fr. Joi. Lucas e Fr Alnxandri
no. Quem mais restar tesado em seu direito de
propriedade? Nioguem.
Pa-*emo agora aos principios de ordem social.
sea hberdade dos eavue oao fere, de le^-e que
seja, o valor da propriedade de alguem, como po-
dera ella atai-ar o- principios da .wdom social ?
Atacara o Rvmv Ara t Divino o priaeipios da
ordem social, se;e-tando regular a orlem carme-
ntiua da Babia, so prejuiieando o valor da pro
pnedade de alguem, -e lando o convento de Olin-
da escravos quando se nrou elle do priorado.
se nao tendq os valores dos escravos uma vez
_ -ido approceitados pelo convento da Bihia na pes-
ngonsmo da le 3er.
viodo-se da uatorsKJ
religiosas de que se aeercam o- i os con-
summsdos, mormente qoaodo oio ha urna s
p*n'nnte -de juslica qut-
dssem que as carta-
de liberdaiJriit ir"Jferidico to somente
da dia em que fossem 1 aneadas as nota-, de snv
servira enio a prova tesiaoMinhal, representa-
da por duas le-temunhas T 0 que seriara d-w ti-
berios, cujos liberUdores oa mrres*em reeenaai-
mente depels de passarem soas cartas de liberta-
de ou habiUsiem logares distantes de um sel-
lo, de om registro, de um tauelHSo de aoUs;etc. f
dm Ul principio em ve de progresso loriamos
recnado om secuto, se nao mais. E todas essar
manifestacdes do espirito social, do befe do esta-
do, dos jurisconsultos, phylosophos moralistas .
todo ese resultado, emBm, da tendencia da eivili-
saco moderna, fruclo sasonado da religio de Je-
ss Christo, seriara sempre irapmhVaos, apenas,
ao ralhar severo e acrimonioso do qualquer cor
retor de escravos.
S.
,T
'da Crimea e do Paraguay cora h fim e se [**jof.^ativo ,',1?ca9' .?x;Pri"r
fazi'rem imponentes ter.nsacgoes commerciaes ; e
por Isso por-nos de subr'aviso para nao seamos
victimas de especuladores qae so cuidara no 1 ole-
re.-e pr. prio. Anida uma vez lembramos- calma
e preveocn na aceeitaco desses telegramas espe-
ciaes nltim hora.
ASSASSINATO.-Na segunda-feira s 8 horas
la nonte fui a-sassinado ota uma estocada e di
ver-as caceta-la-, dentro de sua casa na rua de
Domingos Martins, na fregueza de S. Frei Pedro
G"ticalves. Manuel Frederico Adolpho conhecido
por FHitueira. sendo autores do crime Paulino
Alve* de MenJiwiea e o i npenal marioheiri Eze-
quie| de tal. Dea isnr isso, o p.-oenrarem o*
d .us as^a-ismo- ;'t Maria Anglica da Concelci-.
onhecla por \\ .na R.>cha, e nao a enenolrareiii
em casa de Filgueira qu- a oceultara, e dera Ihe
fuga ns neca-io do conflicto pela janella da parte
posterior da casa. O* criiniuoso* foram presos
e vito s.-r pruces^ados.
SOBRE IMP0T0S PROVIXCIAES.-Os coniri-
buintes dos .differente iiop^i-'tos, que con-iiuem
a renda provincial no orreato anno (iiunceiro
de 1-70-71, para terem conheciraeuto das altera
cae- que so leram nos respectivos laucamento-,
e apre-entarera as suas rn-lamaces, caso para
i-to baja i'un Ijin'iio, devem ter -.UencSo < pa*
blieac's competente* feitas 00 Correio Pernam-
bifann, que onlratou e se servico.
FiLSiJMENTOS. Falleceu, e. hontem Un
dad 1 a -ep-Ulura o Sr. teuente-corunel comioen-
dador Fernando Francisco de Aguar Mtnt que ac.hava-se ha tempo doonu nesia cidade.
Senhor do engmho Maguuhipe de liaixo, na
freguezia de Mnrilieci, era lii devidam-ole res
imitado por suas quali lades nessoaes, que o tor-
nav in recomeudavel por certo aus seu* couci-
la 13 is.
Era o chefe da familia Montarroyos, e pertencia
ao partido liberal.
Tambem deu hornera alma ao creador, ait*
longo padeciraenlo, a Exiua. Sr. D. Clemeotma
D n nella-Cmara, esp.su, do Sr. Maroliuo Dor-
nelis Cmara, pr. prieta rio ^ toja da Agua
Br.nca. A tinada era Sra. dotada de grandes vir-
lude-, d'enlre as quaes sobresahia a dacaridade
naq.al >e deslimtiua. A'seu iucousolivel esposo
n .> NOTICIAS COMMERCIAES DA EUROPA.-O
banco de luglaurra elevoua laxa do descont a
6 0,0. Tolos os gneros de prodcelo do ttrasu
-tetara-se paralysado-. tunden loospreo" a haixa-
rua. A grande de.-cidado algoda tem produzd
fallencia imp rante- na loglaterra, era Frauca e
oos E-tados-Unidos.
LOTERA.A queseacha a venda a 157'
beneficio da Sauu Casa de Misericordia, a qual
rre no da 25 pela novo plano, n\Me Diario pu-
blicado.
PASSAGEI ROSSabidos
p .r Crnuiro do Sul :
J > Ferro Luna, Carlos Ernesto de Mesqut.
Falca-., Manuel Jos de Sant'Aoaa, Lemcia Au
usta drts Res, 1 osa Antonio de FariaCouto, Edu-
ardo Lehe ux. Tito Anloni 1 Perejn Braia. M.
iioel Ignacio, Firma Rsisa dos Amos, Hortencia
Bheiro e sen* filho- menores, capita Antonio Fer-
reira da Silva, Jis Rodrigues de, Souzi, Jaaquim
M. Pestaa e Jo- Jiaquin Rodrigue. Jnior.
Entrados da Eurontuo vapor inglez Pascal:
C. Snn.ison, I. Robes.,, A. I. Men-ioni;a.
para o norte no va-
PUBLICACOES A PEDIDO.
O hvio. frei Al xandrino, e os
iberios pelo ei-urior 'o con-
vente ds Carneo ele Olioda.
Nao haduvia : o Hvm. visitador Pr. Alexan
drino do Rosano Ftgveiroi est realmente no
inaior apuro da vida. O- fados o tem demon-.tri-
'10 E Om tado, aiiesar das vivas saudades da
Bihia, que vao dia dia o consuroiodo, jamis per-
Je de-vita o alvo de sua menos m iralisada em
presa poi^ certo que nao cessa de pensar no
meio decom uma cajadada matar dmis coelhos,
r*to , dar licao de mestre ao Rvm. Fr. Joo do
Amor Divioo.e captivir summariamente o< oii
libertos outrora, reivindicados por este sacer-
dote.
Bem pode ser que o consiga; mas tambera
po e duros espinos, qne o lacarem oa mais precipi
lada queda. Em todo caso, cada ora do* dous
acerdotes vai representando na scena social um
, de caridade o de moralidade, e
para los repruvados, t.ves-e pausada carta de li-
berdadeaos referidos escravos, boje libertos.
Ao contrario, os principios de ordem social re
clamara e esperara toja justica da parte dos tribu
n-es a favor dos liberto^, para que de modo aj-
:ura cheguea e-ra.gar o pe do o monstruoso p
da tyrannia de ura poder sem imiral o sem reli-
mo, as cerviz d(! ,,to infeiizes, cujas fraqueza
la -ua triste cmdica. excitara, tanto a corapaixiio
do cor.ioe.- bem formados,, qnanto despertara 1
tacto subtil dessa justica candida de que falla
Vloittesquieu, qae a ju-tica da r.-d-irapco.
F, j que tocamos em regularidado da ordem
carmelitana da Rjliia. seja dito em ab .oo da ver
Iad-i ecora pr. ordem nao tem estado regular, de modo a poder
emiitir ordens regulares, que sao as que devem
lar do conformidade com o bom senm e a cari
dade ; e isto apezar, jos oca seja feiu. de ainda
existrem na Baha ajguus religiosos carmelitanos
ver lade que bem poucos, dign >s da religan que
professara, mas. que aadam qua.-i sempre louite
do convento, em cumuii-soes especiis. E pruv
. de que alli nio ha regula/idade.. e s domina a
vontade do provincial Fr. Joo Locas, o pruprio
orovncal; que nunca se rap.ut.ind com o con
vent de Olinda, depois que e-te convento fiou
reduzido a.es|ue|.-tu, apenas soube dos bens rei-
vindicados pelo Rvn. Amor Divino, a qni. se apr
entou etamorph1>eado era Fr Alexanjrwo Fi-
gueiroi. (V. -ena estranh. que tambem se ch
mas-e Figueirade Vasconcell s), a toda a'geoteas
su nbraiid,., em briga de desespero, umcuneni
eom o fim de se a^ioderar dos escravos reivie-
dicados, que j urna vez, repito foram por elle vene
dido-.
E priva anda da irregalaridade o tacto do
Rvd. Fr. JoSo Lucas ordenar au Rv I. Amor Di
vino, e isto tornele por meu de urna i-imples car-
la de seu punho, a eotrega de alguna escravos
seas Ilegtimos senhores, aiiezar de n> iguorar
as sentencas da reJacJo. Entao nem do de.inuori.,
nem do prelado, era do nuncio, nem do governo
^e lembou elle para pedir ord-ns no sentido le-
ai e regular cootra o airecimt.il .to Rvd. Fr.
Jao ; atrevimento, que c m.-i-te em ter esto rcli-
gio-o reivindcalo escravos sem sua erdera, escra-
vos por elle illegalmente vendidos, e resistido a
entrega por simples carta particular.
Pui- crive que un umiordcm regular um
onvincial ouzas-e impunemente U por a ura prior,
servindo se de urna grande somraa de ileaves; por
nn tor esta cumprido ordens illegaes, alias off-n
.-ivasa IMo a bom senso, direilo, regras e e-tylos
carmelitanos ? Onde j se vio a irregulari.lade dar
direito para fazw-se o malriepor, agarrar, tirar
o pao, e e.scravi-ar ; e nao aproveitar pur n-'nhum
modo a aquelle. qne dalia se serve para praca
um grande b-un ?
3- de muito hoiivesse regularidado na ordem
carm-liuna da B^hia, bem certo que* Rvd. Fr.
J 1 Lucas nao tena vrado a Pernambuco vender
os beusdo convenli do Carato de Ounla, 00 valor
deraa*ita.4&:000f0ao,e reduz-lo ao pool, en
que se a/ha, para pagar divida-, que onlrabira H
dis-,'pacao ; e nem o cipim d ie ras de O.ioda.te
na ovadido o santuario do coavei-t >, ^em que
nunca, disto fe lembrasse o clan tro Ja Babia, ce-
ra 1 ha pouco somente se tembrou, depois da re
vmdieaco dos oito ecravos.urata 3 torras, pro
movida pelo Rvd Fr. Amor Dtviao
Se houvesse emlim regularidad naquelli or-
dem, nao s ter-so*ia p upa lo tanto escndalo,
orno toda essa tram 1 ridicula forjada na c.ao>>ca
de ura inonge. ao malnar rasan i do martelb do
demora o, uo estrouiaria a^ui uo seio dtjsia capi-
tal, sob o pretexto de que o Rvd Amor Divm.
havia desobedecido as ordens superiores ; quando
certo que elle -<) tota-se uposlo, manido sem
pre de justica e de razio, abusos o irregular!
dades que. a continuaren), poriam at eui riso
sua garanta m lividuai.
Portante, nao dan-lo-se realmente mais regulari
dade na orden carmelitana da Babia, pois .oeirt
capitulo tem havido, pera defioitorio exirla, a nao
s.r no ideal.com qqe direilo justica demanda
a^ui o Rvd. visitador com o nefando fat- de es-
cravi*ir,o* libertas ? .Como,, pao exiliado a preoi
a reguaVidtile, quaoexrprwr de arrasado ceu-
veatu da Olioda nao aba poderes, fondado na ra-
zao, nos inngos precedentes, e em- falta de too ex
pressa que se oppjiesse, pac pas;ar celas de.
Iiberdada aus escravos, por elle reiviodicados ? E
o mais rsera que do coaveeto tirasse o aecessa-
no para susieaUfo das dera.ndas sem qoe d<
conveoto recbense em lempo algura suas diaria.k
apezar do^w vezes as lar recUad.a-Med..Fr.
Juan Lacaso pfovincal.(Mais uma,priora e>la
Monte Po-P Roga-se a dictatorial directora de respoo
dr interpellacao que Ihe fui feita n ste Dia-
rio de 30 dejuiho ; os termos frasco** po-
sitivos em qoe se acha escripia, exige utoa
enrgica e urgente resposta. deve ser e>te w
procedimeoto d'uma directora, se que
nao vacila as pr^posicio-s que pretende li-
ar, a sua re posta, provamos qoe toda
qoalquer ntnifesl. cSo de indiflerenra
que directora voltar a essa interpellaraa
muito mal pensada, tanto qnanto tem sids
esse la*Umav-| e prejudicial iodfrrenli>m'>
com que tem encarado o termo* da sua di-
reccio provisoria, e por su utrno 06 oasis
v,iae& iuteresseo da sociedade. Por ora
basta.
Atguns socios gtte detestara a directora,
Mott-
Tenho pernas de vareta.
Son coropridao, sou puautasma.
GLOSA
Mu'her velha faz careta.
Qnand ve a mncidade.
Para ver minha beldado
Tcnbo pernas de vareta.
O qoe digo nao peta
E' coosa que a todos pasma ;
E por nao sol' er de as nina,
E ter figura elegante
Exclamo l do arr< gmte,
,Sou comprido. sou plianiasma.
0 chapeo de sol.
O que far o ol* o de fijado dt^
bacalho !
A resposta dependo da q na lid de do genero.
0oleo paro medicinal de libado de bacalho do
Lainnan & Kemp, extrahiJo dos figados-frevjos d>
lieixe acabtdo de colher, tem verificado taes co-
ras de ty-ica, complicada cum escrofu as, qae se-
ia mu ilitlleil encontrar iguaes nos annaes d.i
medidna. Tanto nos hospitaes como na praliea
privada, dos mdicos os mais deslractos.'os d^en
tes extenuados e apparenteinente desengaados em
con-equencia de se verem acata los dos casos mais
agu lo- das enlerm dales do pulrao e da gargan-
ta, restabeleoram-se com o seu uso, con om. ra-
pidez tal. qae os profesores de meiliclna eafej.
sam pie nao tem paral lelo em sua experiencia
Se 6 es.iaco nos permitlis casos de curas transcriptas por ditos msdicos o
extrahidos de soas nsemorias, assombrariam w
leu. re, ff l desperao tura. uoca desesperis
em qnanto tiverdes nao est> r-un4lio ouro e In-
comparavel aas curas das affeccoes pulmonare-
B no eetanto eilese acha Semen ao vos*o alean
ce, chando-se de venda om todoi os principan*
e^tab lecimentos de dMfaa.
CQMMERCIIX
Qnal.porein, dos doas desapparecer aos e-trepi-
s destas ? 0-frade qqe, ouoca tendo dilapidado
tos aesia t u,'ra ie qqe, nuoca leudo dilapidad
1 eonveoto le (Hmda. reiviodiou-lhe bens extra-
viadosama corda de Nossa Senbora, clice-., ibu
ribulos, galhetas (objetos estes qtfB j de mijito es-
ta no servido do convento), ierras, e e-cravos
Sortim. para que nio fossem e-des veudidos de
*wporqiKm u orna vez os vender, pass m-ibes
carta de. Iibrdde t O o frade, jue j ten Jo as
Signado urna escriptura de venda a um dos maio
tm bens do convento de OHndo, para pagar divi-
das ontrahidas pulo, mah espantoso desregra
ment, agora alm de acintosaraente depor e per
sogai/ a atyNle, premove cruel demanda com o
de e cransar os oito libertos, cujos valores
ff%?l'tiZlp*r.ViPa' ***** vidas ?
Fl qu** neste scalo, o-> rooio
J
^B appareeer, qual
mi
wmaBas, cota o decidido fim de
seu 1
. SeelleoBAra. cousa tivessa pra^cado-,leudo a
cerieza de que es escravos. retvindiciijo- a cual
ae *ea saor, de sen diaheiro e de sacrificios por
f^f^N-^tovaMi,caBdefflnado% unaerem
Ule{almento resumidos ao* ex-seaboras, miro-
vendid is de aovo pelo RviLucas, digo., que pin
sena bu iodo, c .ligoo do. haqitu que Ibo eaur o
coraco ; moruieaii se prevleeese aella a cir
CUU14.U11 de nao verter, como erteuem favor
da manutened -.la liberdade, o quialo-, Iba deve 1
convento la B.lna.
Eiiiliin, a j sii ;a nao wf)\ fra sedenu^Jo san
irue huminoe umanj. Jf bem. que receoeudu -
Deus iiispuac-s salutore, vai om u,i.|ng,s
aza< de-vi.aud o mal oppr.-ssor d,i gnpero huma
ho. Ella tem por bae ura grande d.reito human ,
que estej o Sao sempre mus. fortes e de
konsideracao as ra?es qqe ha a fav,r do Mierda-
de do que as que p .dem jUiuQc*r
P.e S,t. 2, aot 953. Vi-
prmrmio as .ala va-, -sao sempre v. 'P'^M^H
mais coswisVrofotora una, forra prudiglsa, qne | Agurdente cachaca.
PACA DO KkClFE 21 UK AGOSTO
DE 1H70.
aS 3 1/ HORAS'DA TAKDR.
Cambio sobre Londres 90 d/v 20 18 por U0tt
(boaicui).
GoBcalio Jos Affonso,
Presidente
A. P. de Lemos.
Pelo presidente,
ENGLSHBANK
)f Rio de Janeiro Liaiilo
Descoata lettras da praca taxa a coir-
encionar.
Recebe dinheiro em conta corrate, hu
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade.
irlncipaes da Europa, tem correspondeouia
ia Bahia, Baenos-Ayres, Montevideo, Nev-
) New-Orleaos, e emitte cartas de crdito.
ara os mesmos lugares.
KA DO COMMERCIO N. 36-
ALFAInDKGa.
toadueatododia la 22. 7i2:<5tt#36!
dem do du 23. .1 2.i;8l6|S2i
HOVIMENTO DA. ALFANDEGA "
/olames entradis cura faseadas 46
Idea dem com gneros 430
/oluraes sahidos com fatondas 163
dem idem com gneros 333
-- 497
Descarregam aoje 24 deago-to
Patacho portugu-z Rettauracaomercadoriai
Bngua inglez Duuloe 1 lem.
tarca aorueguen-e8ra.7eira idem.
Brigue inglez Edtth Hurp -carvo.
iai icbo aorte-aitomao Otto mercadorias.
Lugar portngU'Z Dmli il^in.
Escuna norte-al'Hiu.. Joanne dem.
Pitadlo p-.rtaguezM>cliaete*se dem
tingue italiano//(i*iafnaha e.farelo.
darca ingleaT-lH''e Feigutiferro.
Despachas de expnrtaco no dia 22 d
a&sto
Na barca ingleza Medina, para Liverooo*
carrega aro : Prente, Vianna & C., K*\ ssoca
coro O,2f9 kilos de algiodo.
Eo patacho bespannol frmenlo, para Btree-
lona, carregaram : Amnrim, Irmos ft C, 96 Sac-
ias com 1Q.I96 kdos de algodo. *
Na sumaca hespanbola /osjss i4eWw< para
Barcelona, carregva : J-iaquim Jos GoncalVes
Beltro, 144 saccas com 9-,998 kilos d algvdao.
UC
rABELLA dos pggcos ops gkxibos sojarros a di-
reito DI gXPORTAC. SBHAMA Dt t kfl B<
Mercadorias; ntdjfe-
Vbauos
Vlgodao era caipco .
dem era rama.ou e laa.
'arneiros vivos.
?orcos idem. .
. ;Utoz cooj casca,
dem descascada oq.pjladfr,
v^sucar brancu ....
idem itiasc*v4Q. . .
dem refloado,. ....
allinhas......
'apagaios.....
vzeite de amendoira
'iin.....
(dera dp coco .
olera de inamoi
dtala
efarmen
OB. DlflU-:
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ltolan,BWfrefcendidoso9
biscoitos Mttg
dem o iropparinla
emnaifue........ >
Cali-tan.......
Idam escoiha oa restolho >
Mom torrado on moide. ... t
f^a branca........
tdempreta........
i'-ameaecca ( Kanato ).
-irvio vejeta!.......
(era asarella....... >
Idaai 'de carnauba em bruto.
lden dem em velas,.....
<*..........
<-ocos. sceeas....... cento
Oniroe de d*>i, seceos sacados.
dem .dem espichados.... >
I dimitiera Verdes.....
i deni de cabras cortdos otn
dem de anca....... >
oocsem calda...... kilog.
i dem era gela ou massa. >
dem seceos.......
Espilladores de pennas grades dnzia.
dem" pequeos......
de palha.......
Esieiras de carnauba .... cento
dem pmpria para forro ou estiva
de navio........
Pstopa nacional...... lllog.
Parinba de araruta .....
dem de mandioca .....
'eijao de qualquer rnialidade.
f uni charutos...... centro
idem cigarros......
dem era folhabom .
Mein om torna, ordinario ou res-
* toluo ........ .
Mein em rolo e em latas bom
fdpn, ordinario ou reslolho.
Hipe .........
<>oauna de- mandioca, (polvilho).
Ipecacuanha { raiz ).....
Ansico (toros)...... dnzia
C.a%os ........ um
Koxams ........ >
Krecliaes. ......
Jacaranda (coucoeiras) duzia
l.euha em adas...... eente
dem em toros......
Linhas e esteios...... nm
JjOur s (pranchoos).....
Pa Brasil........ kilog.
Utm de jaagada...... um
^uiris ...... duzia
Vinhatico costadinho do 25 a 30
Hiilliraetros de grossura. .
dem pfnuchocs de dous costa-
dos ai 50 milliraetros degros-
Sura......... t
dem taimado de menos de 25
milliineiros le grossura dnzia
Tatuado div.irso......
iba........ kilog.
ves......... nma
Yaras para pescar..... daa
dem para ngiiilhada?
dem para canoas..... urna
(avernas ile sucupira(em obra)
Fis df cir.ipira para carro. par
\Haco......... kilog.
ibblha.......
!.;ib,........... c
<>>sos......,
l'alha de carnauba..... molhos
Peebary....... kilog.
V'fldras de amolar .....
dem de filtrar.......
dem de rebollo
bernias de ema. ..."..
Viaisava. ........ molhos
fontas ou chifres de novho ou
vacca......... cento
Sanad......... kilog. 348
. *......, 10
Salsaparrilhn....... 2J0M
Sapalos de cooro branro par 800
Sebo ou grata em rama kilog. 340
dem era velas. ......
Sola < vaqueta....., IH00
Tapioca. -*....... 20i
Niihas de boi....... cento 380
Vawmra* de carnauba duzia 768
dem de ptewava..... 1S200
i lem de imit. i 960
Alandea.i dfl l'< niahmtmro, 20 de agosto de 1870
O V erni ocie../wNjiiir A. Wanderley.
II 2" conlerealo Gter B. de Mello.
Approvo. A.lfandga 90 de agosta de 1870
>aes de Amlrae.
O-jafiMTM. Joiqniui Tertuliano deMedeiros.
I S lBEDORlA DS RENDAS INTERNAS GE-
>E PE'iNAMBUCO.
15*000
136
81
$*
33000
1*090
613
631
54o
rto
170
1*703
60*000
360
11500
5*000
95*000
3*000
12*000
OOO
10*060
103
54000
6*000
um mjooo
20*000
144M00
96(XM)
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
10(KM>
50
320
68
16
1*000
817
31
18
:tl
4*796
160
ras de 1 ca
Cadeiras...
mst
Principiar 8 da wmt. B armarao gneros e mai&Jitensilios existen
subdelegado sopplente,
Corra Ste.
A cmara municipal desta cidade, lendo'de
contratar com qum por menos fi/.er os letreiros e
numeraoio das roa?, cujos nomes ferara mudad JJ*
convida aos prtendeotes apreseotarem snas pro-
po.-tas em carta fechada no cha 24 do corrate, in-
dicando logo o menor preco.
Pago da cmara muaicipal do Recife 17deagos
to de 1870.
Ignacio Joaqnim de Scoza Leao,
Pro presidente.
Lonrenco Beierra Carneiro da Cnha,
Secretario.
_^-------------------------------------------- .i
i '(' Ta 1 a 22.
: na 23.....
53:721*042
1:348*945
55:069*987
CONStlLADO 1'RVINGAL
n Midieienlo di da 1 a 2.
16 dia 23. .
60:196*821
1:864*234
62:061*055
'
mGViMEriTO DO PORTO.
--------v
Navio entrado no da 23.
'piol por Lisboa21 da, sendo do ultimo
porto 14, vapor in;*!ez Pascal, de 1876 tonela-
das, eommasdante J. A. Perry, equiptgem 46,
oarfj fatwdas eoottoa gneros; aSawnder
Brothers & C.
Navio* sahiios no mesmo dia.
\irtos do SolTransporte de guerra brasileiro Bo-
nef'icio, cotnraandante capio tenenle Manoel
de M >iira Cune
?iab'i-Verde Brguo bwpaottol Joven Eduardo.
capitao Joo llaptista Marty, em lastro.
BITAES.
O inspertur interino da alfandega faz publico
le o If.iifio de cobre velho annunciado para hoje
' que por falj de licitantes deixou de Ber efJec-
Loado, Sea transferido para quarta feira 24 do
correte.
Alfandega de Pernambuco 20 de agosto de 1870,
O inspector interino,
Lni/. de Camino Paes de.Andrsde.
A cmara immioinl V-u cidde, em vis-t
'le oomraunioaQo do Excn. Sr. presidente da pro
-'ineia, convida aos snpplentes do juiz municipr
ust termo, que tiverem tirado seus tim
i- ai< o Oa 25 de julbo ultimo, e nao tiverem
itettedoenrmenlo para virem prestar ateo flm
mea crreme vi*to liaver resolvido S. Exc.
irmvjgar, ale e-ia data o jpraso aotiriormente
marcado.
C.i i da cmara municipal do Recife, 17 de
i do 1670.
Ignacio Joaquim de Sonza Lea.
Pro-presidente.
DEftARACOES.
Oonsula o d* Portugal em
Pernambuco.
Srs. Joo Macelo do Amaxal.
/ 'firbosa A Primo.
Andr Barbosa Soares.
Manoel Oias de Carvalho.
Manoel Luiz da Costa.
F.ijoses Jnior A C.
lajtb ir & livein.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
francisco Goncalves de Arruda.
bastio dc-(sein sobrenorae)
S (im Pelippe.
da Crnz.
M11 '-(,
ira Campo?.
nmarus.
rera neste consola-
Crrelo fwal.
RelacSo das cartas r^gist-adas, precedentes
do sal e borle do fliperio, existentes na
repartir/io do correio em 22 de agosto
de 1870.
fiAntonio Res de Albnquerque, Andr Arves Ga
ma, Antonio Luciano de Moraes de M. Pmemel
(2). Antonio Francisco de Sona Braga, Bernardo
Gomes de Abreu, Bernardo da Costa Valenie, Fran
cisco da Gama Porto. Henrvqne Saraiva de Arau-
jo Meti, HemelWi i Jos Velloso da Silveira, JoSo
Pelro H. Correta do Miranda, Jo- Malla da G.
Loitlo da Cunta, Jos Admiti GUimaraes Netto.
Jos Igiaclo 'Atcioly Vaseoncellos. Inlio Cesar m
Barreto Liliz eronymo Ignacio dos Sanios, Mar-
colino de Sooza Travasso, Manoel Gomes de Mello,
Pedro lavares da Costa.
O encarregado do registro,
ManoM dos Passos Miranda
gP*W. IL.. li.>L.. '- '
CIRCO
NO
PAVILHIO DES. ISABEL
GMPaNHI\
EOCBSTB GYMASTICA E ACROBTICA
SOB A DIRCgAO
DE
D. Luiz Qisali.
EXTRAORDIXAIUA E VARIADA FUNCCAO
EM BENEFICIO
DO
ASYLO DE MENDIC1DADE
HOJE
Quartn-fcln 94 do crrente,
As 8 1|2 horas da noute
A companhia, grata pelo tiospita'eiro acolhimen-
to que tem tido nesta cidade, d ho]e nm benefi-
cio em favor dos pobres asylados, esses infelizes
que anda ha pouco palas mas desta cidade es-
tendiam a sua mirrada mao caridade publica ;
assim como tamben j deu outro espectculo em
beneficio dos enfermos do Hospital Porluguez.
D'est'arte, pois, a companhia se ufana de ter
conseguido cumprir um dever lio justo e huma-
nitario, e desoja que esle respeilavel publico corra
ao beneficio dos infelizes.
PROGRAMMA.
PRIMEIKA PARTE.
1." Urna linda symphooia dirigida pelo maestro
Mariin.-.
2. Volteio rpido, pela menina Juanita sobre o
cavalilo mosca.
3." Trjhalho grotesco, sobre nm cavallo, pelo
artista Luiz.
4." Entremez cmico, pelo menino Juanin e o
artista Ces^r.
5.a O sallo da vaqueta, sobre um cavallo em
-8", por Vicente.
6.a O sysiema Baucher, Manilo em Iiberdade.
7. A percha perigosa, pelos artistas Tesari e
Vicente.
Intemllo de 't minutos.
SEGUNDA PARTE.
8. Symphonia.
0. Os dous anos agigantados, divertido entre
mez.
10. O marinbro, sce..a danzante e sentimen-
tal, execulada por Luiz, sobre um cavallo.
11. O duplo Irapesio, pelo artista Csar e Vi-
cente.
12. Dar fim ao espectculo urna divertida pan-
tomima :
Presos
Camarotes com 6 entradas........ 12*000
Cadeiras....................... 2iH*
Cadeiras avulsas para senhora..... MQOO
Geraes.......................... 1*000
Os bilhetes de camarotes, cadsiras e plateas
vendem-se no mesmo circo.
AVISO.
Sabbado 27 do correnle baver funcao neste
circo, subindo scena, pela segunda vez, o muito
applaulido e admirado Hornera Vuador, que
tanta surpreza tein causado no mundo civtlisado.
THEATR
SOTO ANT0KN.
EMPREZA-rOIMBRA
ALTA NOVIDADE
COMPANHIA-FRANCEZA.
1 a RECITA DE ASSIGNATURA.
Quinta-feira 25d> corrente.
Logo que a orchstra tenha execntado nma de
suas bellas sympbontas dar principio o espec-
tculo que ser dividido em tres parles, pela
maneira seguinte:
PRQIEIRA PARTE.
Romance cantado poi* mademoiselle Choiberl
RAYtN DAMOR.
Cansn execulada por Mr. Maris
QUAND ON BAPTISE SON PETITNEVEU.
Em seguida mademoiselle Mariete cantar a
bella camioneta
LA BONNE VILLAYEOISE.
O bello romance cantaijo por Mr. Raynaud
JA' PENSE A TOE
Nademciselle Brecia, cantar a linda aria da ope-
ra cmica
ROMANCE DE MIGNON.
Grande succetso: Mr. Carn, cantar pela se-
gunda vez a muito chistosa cansn cmica,
com danca
LA MANOOLINE A' DOOLO
IaUrvallo pela orebestra.
iSEGUNDA PARTE.
A nova e engranada opereta cmica era 1 acto
LA CANNE D'CnN GR AND HOMME,
Tomaro parte, Mr. Carn, Raynaud, made-
moiselle Choiberl e Mariette.
TERCEIRA PARTE.
Mademoiselle Brescia exeentar a linda aria da
opera cmica
LES SABOTSDELA MARQISE.
Mr. Maris exhibir a cansn
ALA HOTTE DU CHIFFONNTER.
Mademoiselle Choiberl cantar a grande aria
da opera cmica
GALATHEE'.
Em seguida Mrs. Raynaud e Carao cantario o
chistoso dueto cmico
LES DEUX CHANTEURS SANS PLACE
Depois deate, mademoiselle Mariette cantar a
linda eaasoneta
PASCA
. Em segnia Mr. C^ron caoUr a parodia c-
mica
PS DE CA
O empresario previne aos Srs. assigoantes e
pessoas qne encommendiram bilhetes para est
espectculo, qu tenham a bondade de os mandar
busc ir M ao meio dia le quinta-felra 25 do cor-
rente.
O resto dos bilhetes acham-sa venda no es-
iris de theatro das 9 horas da manha em
dlaote.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCAW
DS
HaTega^So eosttra por *
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, *
caty, Cear, Manah, Acarao 6
Granja.
O vapor Pirapama. eemmaft
dante Azevedti seguir paraos
portos aairaa ntrdia 31 do corren-
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at-w dia 30, encommendas
inheiro a-frete at as 2 horas d
Tarde do dia da saluda 1 escriptorio no Forte di
-Mattos d. 12.
g^htrs na taberna sita ia Imperial a.
lP ISO.
Quinta-feir,- -reste.
r despacha ;it ^Mbecial do
cttBWMrefo, %jgy tana,
iffcMh noi anuario, gaz e
m^ia atensils, Htat r^ube/oa 5|ta na ra
Imperial n. 150 .os qoa>': irte da massa
fallida de Mauoal Jalio 4a Silva. tfpfindo de base
a nhima offerta d iJM.tendo logar cfleilio no
di quinta-feira ^doiMrNilM^l'IVras da ma-
nha na mesma iaDraa.
Saolo
passageiros

-____ urtJi.
Canos de ferro gaivanisados por barat prt-co.
a-iras, e curvas para os masmos No armazem da travessa do Corpo
Moinhos para caf fpara milho
Os meiliores moinhos para*caf e para milbo qoe tem viodo a ste mercado, s>
se encontrad) no armazem da travessa do Corpo Santo n 25.
!',
GOMPANnlA BRAS1LE1RA
DE
Paquetes a vapor
Dos porins do*norte eesi^eradc
ateo -dea 17 do correte o vapor
Ai-mot,a*otnmadante o prtaeiro
lenle Jo- C. Duarte, o-qnal
depbis da demora do costnwi
eguirzfpara os do sal.
Besde j recebem-sa.'passageiros e engaja-se
sarga tjueo vapor'peder edndnzir, a o^ual deven
ter emJrarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e'dueiro a'freHe aft as duas htfrfis'do dia d;
Nao se recebem como encommendas senao ob-
ectos de pequeo valor e que nao excedam a !
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de med
ao.
Tudo qne passar destes limites devera se
embarcado como carga.
Prevme-seaBS Srs. passageiros que ssas passa
^ens 9 se recebem na agencia rea da Cruz n. 57
" andar, escriptorio d Antonio Luiz de Oliveir.
Fazendao, chap* e miudeaas
L ^^0uinta feira 25 de agosto de 1870.
TlaJfe', Azevedo A C, tendo de effecluaraoa
mudanca do armazem da ma da Cadeia n. 34 para1
o "a mesma ra n. 51. firao leilao por interven-
cao do agente Piolo, de nm' completo e variado
sortlmenw de fazttlda ingleits, trM&a, sotms
e allomaos, asim como algons ahapos e miu >e-
tas txM''nles no sen armazem silo ra da Ca-
dea n. 34, onde se effectuar o teilao slO horas
dedia cima dito.
I
Vzevedo & C.
parA.
Para o referido porto, pretenie seguir com a
po por ter j porcao da carga, e para a que Ihe falta
a frete commodo, iraia-se com o cnnsi?nalari
Joaquim Jos Goncalves Beltrao : a ra do Com
me* n. 17-___________________________
Para o P<*t
pretende sabir o brigue porluguez Triumpho at
10 dn setemhre prximo com a sarga que ti ver :
quem no me.-mo qnizer carregar ou ir de pas?a-
gem, pnra o que tem bons commodos, trate com
os consignatarios Thomaz da Aquino Fonseca A
C, ra do Vigario n. 19, Io andar.
Para Maco doAssti.
A barca nacin I Flecha, capao Victoria, re-
cebe carga para aqnelle porto, para onde segu at
o dia 27 do crreme mez : trata-se com Marques-,
Barros C, no largo d Corpo Santo n. 6, segn
do andar.
MARANHaU'
A barca Maria. chegada do Rio do Janeiro, se-
gu para o Maranhao em poucos dias com a carga
que tiver, e por isso qnem quizer aproveitar to
boa oecasio de enrregar, dirija-e ao consignata-
rio Joaquim Jo- Goncalves Beltrao ra do Com
merejo n. 17.
Para o referido porto pretende seguir em poneos
dias o patacho -Tres Amigos, poi ter alguma carga
engajada ; para a que Ihe Ma, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Gommereo n. 17.
COMPANHIA PERNA-MlUCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir para o porto ci-
ma no dia 26 do correnle as 9 horas da noute.
Recebe, carga encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete at as 2 horas da tarde np, escrip-
torio do Forte do Mattos n. 12.
DE
de cerca de 260 toneladas de carvao de pedra
existentes no armazem do bario do Livramento
silo ao caes do Cipibaritie, e d> outros salvados
da galera ingleza ,W- kburn Abktp, consistindo.
em ma lancha e nm bote ncalhedo na praia
Poota de Pedras, o remos, 1 leme e 1 croque,
todo sob a gnarda do respectivo capataz da al-
fandega, de tima vej-ga grande. 2 maslaro, 2
verga-, 2 pranchSes de madeira, 1 machina e
ontros artigos
A 26 do corrente
David Iones, capilao da dita palera. !ar leilao,
d accordo e em prese.nca do Sr. consnl de S. M.
Brltannica, nesla cidade, por interveneo do agen-
te Oiiveirp e conta e risco de quem pertenc' r,
preceiida a competente autorisacao da alfaadega,
eem presenra de um seu empregadj liseal, dos
alvado? suua mencionadoj
SEXTA-FEIRA
s 11 hora* da aianhaa, ni armazem atUndegado
do birao do Livramento, ao caes do Apolla.
AVISOS DIVERSOS.
A commissao, ene regada
peloExhi.Sr.pr sitented 'pro-
vincia de promov-r a libertaqao
d crianzas dos xo feminino avi-
sa as pessoas interessadas, que
dfverSo-mandar as libertandas e
as propostas, constantes de cer-
lido de baptismo, e declaraqao
do ultfm ) prqo, ao pae,o da c-
mara municipal nos dias 19,23 e
26 das 10 horas as2da ttrde.
IMSTITCTO ARCHEOLOGIGO E GEOliRAPHIGt
Ro de Janeiro
. Pretende seguir par o referido porto com >
possivel brevidade o patacho Monteiro por ter por-
?o da carga engajada ; e para a qoo Ihe f-lta t
e-cravos a f'ete. irata se com o consignatario Joa
qiiim Jos Goncalves Beltro a ra do Cotcmerci>
'rio de jheiro
Para o porto acnua srgue cpm brevidade o bri-
gue naeional Isabel, lem parte do sen carregaraen-
lo engajado : para o resia que Ihe falla tratase
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveir?
Azevedo A C, ra da Crui n. 57, 1 andar.
Para a BdWm
O brigue porluguez S. Jos seguir com toda a
brevidade possivel para aquelle porto, para o qual
recebe carga : trata-se com Marques Barros A C,
no largo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
COMPANHIA PEHNAMBUCANA
M
Vavega^o costeira por vapor
Mamangii ipe.
O vapor nacional Coruripe, commandante Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 28 do cor-
rente as 5 horas da tarde. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as W/i
horasjda tarde do dia 27, no escriptorio da com-
panhla, Forte do Matt3 n. 12.
Recebem se pmpnsias para fazer os
concertos necessarios do brigue norte al-
emelo Cndor, o qual ssITreu avahas ao en-
trar em este porto, couform'i a n-ita que
se acba exposta no consolado da c n-
federac5o norte allemaa, as quaes devem
ser entregues neste mesm^i coi\-ulado al o
dia 24 do correte as horas da tare. d
Haver sessao ordinaria quinta-feira 2o do
crrante pelas il horas da manha.
OUDEM DO DIA
Pareceres e mais trabamos de com
missoes;
Secretaria do Instituto, 22 de agosto de
1870.
Jos Soares d'Kzexedo,
Secr-ilari' perpetuo.
P eeisa-se
de um hnmern habilitado para vender leite na ra,
o tratar de vaccas em um sitio : quem se achar
nastas cireumsianeias e queira presiar-sa a este
servieo, dirjase praca <1* independencia n. 26,
que se d'r qo^m o Dr^tendente.
PAKTHENON f'ERNAMBUCAN'
Haver sesso amanha quiuta-feiPa 20 do cor-
renii". a^ 4 horas lata'de.
= O abaivo asatgnado, procurador constituido
de sua v 0. C-ilharinade Sena Barbosa de Or
v.ilho. declara ao res,T'itnvel publico que niuguem
faca trausaeco alguma com a mesma sobre seu-
beos, sob pena de s.r milla em vista do que tem
de propor em juizo, visto estar em dade avanen -
da para mais de 80 annos, provando o seu estado
de demencia : e para que alguem nao se chame a
ignorancia faz o presume annuncio, prote?tando
em juizo competente, Recife 22 de agosto de 1870.
Manoel Caetano ae Siqueira.
LEILOES.
LEILAO
DE
Relogios novos de metal e doorados es mais
dovos que tem viudo a esle mercado
HOJE
O agente Pestaa far leilao or cinta e risco de
quem pertencer, de porcao de relogios novos, dou,-
rados e de metal, reJcentemente chegados este
mercada, os quaes sero vendidos pelo maior pre-
co e a tiro do oiir/tella ; quarti-feira 24 do cor-
rete s 11 horas da manhja, no largo do Corpo
Santo n. 9.
f
$
t

GRANDE ARMAZEM
DE
Faz andas, youpas feitas e de encommen^s.
I 10-MIA DO BaRAO DA miOIIA-IO
Nova)
(Antig ru i
de
GOMES, SILVA & C
Os proprietarios desle importante estabel-cim^nfo. m empeuto de eleval-o
altura dos primeiros do seu genero estabelecidos nesta oidade, mandaran contratar eai
Lisboa, um eximio ariista alfaiate para dirigir a sua oflicin;).
Acaba pois de chegar d'aqoella corte, e para este lite, o.babdr e- eonceJMtad<:-
artista
PEREIBA REG
alli assaz conhecido como perito era sua arte e pelo que se torna um-raraf>t'ia segur;
de que na direevao da olficina que ago-a dirige, satisfar cabalmente tanto aos mine-
ro5 os freguezes desle eslabelecimento, como a todas as pessoas que se quiaerem otilisa-
da sua grande pralica e profici-ncia.
Neste estabeleciraento achara o publico constantemente um magnifico sorti-
mento de pannos finos, casemiras, gorgnroes, e arligos de modas, tudo doqou ha de
melhor e mais lindos padres que tem viudo a este mercado.
10Rua do Baro da Victoria==10
(AN7IGA RUA NOVA)

AVISO
Anda est para aTucar-se a padaria allemaa da
rua do Lima, e lambem a casa de junto : a tratar
com o Sr. MatTnus Lenz, rua d:< Guia u. 56.
O abaixu asignado pelopreiente, declara que
nao ha tornad^ parte directa e nem indirecta, na
accao d liber ade que ne>ta cidade corre contra
o maj >r Francisco Xavier Carneiro Lnj, pelo pre-
tinho Franrelinn, cnj. declararfu smente faz por
Ibe constar que alguem procura dar-lhe a pater-
oidade desse acto, sendo que o abajes asignado
nao castuma encapotar-se por qualquer negocio
mesmo quando iho pos*a vir grave responsabili-
dade. Kecif'' 23 de agosto de 1870. /
'Hermenegildo Eduardo Mego Mello.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Rua do Trapchi n, 17, Io andar.
Sacea por iodos os paquetes sobre o banco de
Tllinho, em Braga, c sobre os seguinles logares en;
PoitUgal :
Lis Osa.
Porto.
Valenga.
Guimaraes.
Gsimbra.
Chaves. ,
.ise.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
' Vjanna do Castello.
Ponte do Lima.
V lia R*al.
Villa -Nova de Famelico.
Lamego.
La nos.
Covilhla.
Vascal (Vlpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
RESTAUR \NT RE PARS i
E
m
coa'nuaqao.
HOJE
91 do emrremtm.
Simpson Doder & C ceotmuario, por ci do agente Oliveira. o sau leiiio de esplendido
sortiroento de fueodas as mais proprias do aier-
cado
Quarta-eira s 10 horas da manha
em sea armazem roa do Commercto n. 16.
MUDANCA.
s;
O Dr. Carolioo Francisco de Lima San^
tos mud u sua residencia e consultorio
para a rua do Imperador n. 57, 2 andar j
do sobrado cu jo armazem conserva an-
da hoja o noma de Alianca, tendo a
ia, que pelo lado da ponte Sete
^Htemhrn, o mesmo namero 37, da
frente. Ah continnaado o dito De. ao
exercicio de sua pruAssao de medien e
de opeiMitHr.pdjtjer procurado a qoal- 1
s
i
s
qnertora do da da noute.
4Rua das Larangeiras4
O propietario deste estabelecimento, avisa ao respeit^vel publico dest
cidade, e as pessoas que o honrar com sna confiaoca, que araba.- de estabete-
cer a seguinte tab' lia.
ALMOQO 3Pv72.aesM">er-
Pao
Caf oa rh.
!<>00O
Sopa.
3 pratos a escocer.
Vinho
Sobre mesa.
Caf ou cb.
DAS 7 HORAS A MEIA NOITE GEA .SEGUNDA TABELLA
JAMAR
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Rua 11 de Dezembro-37
(Outr'ora Larga do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontrarlo semore os oossos innomero-
freguezes. nota veis melhoramentjs, indispensaveis par commodida dos Ilustres frens
quenladores.
No HOTEL CENTRAL encoirtra.se-ha conslantemente tudo que de confortafiw e
del'tavel se pdi encontrar seu estibeleciment desta ordem.
Assim acha-se alli orna excdante casa para btnhos, um sallo tod) alcatifado e
guarnecido de divans, pianos, jornaes nacionae- e estranReiros etc., etc.
DULCE F4RHTE
Normas da Havana,
Suspiros.
N^polefles
Ha vanas.
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Lofldrinos
Leaes
E de ootros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos qnizerem obsequiar, tamo nacionaes como estraBgeiros, en-
coDtpar5o os commndos necessar^os.
A moralidade e boa or t- mea norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhoL francez, ioglez e italiano.


ALERI
J> Ferrara Vhla
S
Desde o da 7 de abril pasado acha-se aberto _
ovo estabeleciment* photofcraphieo silo i tVi l
Cabog d. 18,esquina do pateo.lamat^ Oslraba-
Ibos qae d*sde entao, tem sabido , nMW ()ffleina
\em geralmeate agradad^ Mhj0 f^^^ p0T
ilguos cota e^rtcjo p&lo eur*ordoari pro
*r$jjj^ tpie ultimaran: lo a phot grapbia,
*4 pwoutroa com alegra, por Verem a prfcincia
>* dotada com um estabv'. tui :ito digno d ella, c lr>
oQt?stavelm(t nesse genc-rc
iiojepcssue : t*,int pamosero coosa
liguma par? munta-lo no pe em que se acha, es-
perando quoo publico de Perbambuco saber
torec^r nossos esfortoae recompensar nossos sa
Convidamos a todas aquellas pessoaa, nacionaes
estrangeiras que gostaui das artes, ou tverem
oecessidade de trabalhos de photographia a visi-
taron o nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e sua disposicao todos os dias desde as 7
horas da manhaa at as 6 da Urde.
Para os trabalhos de photographia possuimos di
versas machinas dos medraras autores francezes.
.nglezes e allmemaes, como sejam : Lerebours ei
Secretan, Hermagis, Thnmat Ross, Voigtlander et
Sorra eWulf. ltimamente jecehemos tres nova?
machina sendo urna de-llas propria para tomar
-sobre e mestno vidro 4 od 8 imagens diversas e
(soladas, e uutra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia pederemos retratar sobre I
-ama twica cbapa aio Spessoas diverjas e isola-
- las para cartS1 do vi-iu, e assim em men^s de
um (jsaru de bou despacharmos 8 differenles
(Ttessoas que pecam cada urna, nina duzia de cartoe?
oais ou menos, coro o seus retratos somente, on
"m grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
wndo penda e talentos do distincto pintor
alleraao, e Sr.
Jorge A. Roth
os trabaihos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
0 Sr. Roth acha se ligado a nossa empresa por
urna escriplura publica, e at o presente lern se
Jesvellado na exeeucau de seus trabalhos
No nossoestabelermento acham-se exposlos on
tros trabalhos iuqHirtanles do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, re ratos
iIpo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
arnnho natural, assim como de quadn.s sacros
para oruamontacao de igrejas ou rapellas. Tam-
beni aceitamos encommendas de quadros histuri-
ooa.
Asseguramo3 que os preces dos diversos tra-
balhos da nossa cas* sao mui rasoaveis.
CARTOES 1>E VISITA NAO COLORIDOS 10$00 A
DUZIA
CARTOES bk visita com o colordo ao natu-
ral A |i Retrates em miniatora oleo ou aquarella de
Ib" 20^000 cada un indo Convenientemente en
libado em moldura dourada e regulando c
busto da pe.-soa retratada oe 3 4 pollegadas e,
lodo o qna-lio palmo -nieio de tamanho
Julgamos que bastaran os presos cima para
darmos Idea di baratesa dos trabalhos do nosso
estaWeciraeulo, quanto a sua p> rfeicao cada um
venha julgar por seus propros nios.
As melhores horas para si tiraren! retratos^ nc
ossoeetabelecinu'Mo sao das 8 horas da manhaa
1 da lar le; entretanto de ma hura s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tainbem retratar qual
querpessoa.
Nos dias de chn*a, ou por tempo sonibrio po-
demos retratar, e asspguramos que esses dias sao
as mais iavoiaveis aos trabalhos de photographia
pela doenra e persistencia da luz, e p. r termos o
nosso terrac i construido com taes proporcoes e
ajelhorameutiis, ahum inconveniente ba para fazer-se bellos re
_________________J. F rreira Villela.
Agencia *w lYmaibuco
i)o l)r. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phihysica e todas as molestias do peiu
a sa parrUha
Cura ulceras e cliagas antigs, ioipigens e dar-
iros.
Tnico
Conserva o limpa os cabellos.
tPSislas cal rticas.
aPRlMEUtO B AMIGO i'.O.N LT1U0 a,
HOMEOPATIII O S,
I>i itfido pelo r.
fS>NT()S .MILLO
Restabeleeido de sua I oiga enfermidado MA
_ coijii > a -i-r iiicMiitado todos o- dias
g para consulta da* 10 a meio dia.
B Chama his a qn >l _ Aos p.ilir.-s piali-.
1 43Ra l fiarn ^a Victoria43
(Amiga ra N> v<).
^A
%
S3
-8
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguzes, atten
to o gran le sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Earopa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
III]ARTE .
TDl
I.
F. G. de Oliveira poeauindp dous magniBcos pre-
dios bem eonbtcidos pela sua bajleza, solidez de
construcQio, e atneuidade^de situaqSes salutileras,
sendo a de um na povoacSo do Poco da Panella,
com grande quintal morado e bem planudo,"e a
do ontro no ragsr da Torre, (de sna actnal mora
da) Com extenso sitio esmeradamente plantado dos
melhores ai vored(s fructferos e adornado com
deleitoso jartiim. sendo ambos em solos pfoprio?,
um perto, e ontro margem do risonho Caplbari
be ; n*o Ibe cenvindo possnir senio um, venJe o
antro a dinheiro ou a praso, conforme ^ja con-
vencionsdo.
E>us duas valiosas propriedades, que tanto (a
tem reaicar o embellesamento dos ricos como na-
ravilhosos suburbios desta cidado, e asss conhe-
cidak pela sua belleza, e commodidades que offere-
cem para moradas de familias decentes, por nu-
merosas que sejam, devem por certo attrahir a
atlencao dos preteodentes a escolha de qualqner
am& deltas, tendo-se porm em consideraeo, que
sao propriamente para quem saiba ameoisar os
trabalhos inseparaveis da vida, com as docuras do
; descanco uo lar domestico ao lado da familia que-
I rida, e nao para es egostas fneaquinho*, que ve-
l getara e nao vivem, pondo a mira smente no sr-
dido calclo do interes-e pecuniario, deixando
ludo afjnaleaps vida miseravelmente cousnmida.
Nestas reveladas condicoes, queiram os verda-
deiros pretenderles dirigir-se ao eseriptjrio do
aonunciante, ra da Ci uz n. '3 primeiro arfdar.
JJ

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Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio Je seu interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, 1 andar. ____________
IYI0F1NA
Rog4-se ao Mm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
\ crivo na cidade de Nazarelh desta provincia, o
| favor de vir a ra do Imperador n. 18 a oncluJr
l aquello negocio que V. S. se comprometteu reali
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flus
de dezembro prximo passado, e depois paraja
neiro, passou a fevereiroe abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V S. se eleve iembrar que este negocio
de mais de oito annos. e qnando o senhor seu
filho se achava no estudo nesta cidade.
CFflPANHIA
DOS
7BILH0S URBANOS
DO
RE i E A9 OMXUA.
. Cunipra se durmenrfes de olicica e secu
pin, amaniin, sedro arueira, dn 10 pal-
mos de rompid> s e 8 p>ligadas de largu-
ra e 3 1/3 de gmssura na eslava da ra
da Auror? das G horas da manla s 6 da
urde.
Hecife, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
A de Abr u Porto.
mm vovidaue
extraegao dos denles e operAqaes dentarias sem dores, todos os
dias uteis, daslO horas at meio dia
PELO E.MPREGO DO
PROTOXYE D'AZOTE
do gabinete do cirurgio dentista FREDERICO GAHER
19Eua Nova19 .
O qual, achando-se relacionado com os mai ce'ehres denlintas de Faiis, adquiri
com elU-s, na ultima vidgem Franca, o modo de preparar e empregar este excelente
anesiheico de que se pode stmprt usar sem inconveniente algum, e produz insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveita a occasio para Iembrar ao respeitavel publico que du
spu gabinete continua-se a azer te'das as operaco-^ da sua arte e collocar denles por
todos os systetuas: com ouro, platina ou vulcanile, segundo os casos.
Esi>eciahdade re obturaces com nvro puro.
Vendas on p riimtas
Vende-se a propriedaJe Guarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casa? e armazn-
de um e oulio lado do rio, lugar beir. conhecido
pela sua importancia commercial, cuj porto offe-
rece ulU'ta facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se Vende o eogenho Jundihaby (na
niesma provincia) moehle e crrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgegs. oito escravo-.
bois, bestas e alambique ( ou somente o emg3nh(
com as trras que convier o comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos preco.
e tambe se permutan) p<>r engenhos nesta pro
vineia Parahyba e Alapoas, ou por casas as ca-
pitaes das mesnias : a tratar cm o propfietari<
major Fabncio Gimes Pedriza rus da Cadeia
n. i5, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
Preciso-s de urna ama livrre ou escrava
ra das Cruzes n. 39, hotel pernambucano.
na
Grandes armazens!
"Aludan -e.
Aiugams-'os prandes armazens da ra da Pra>
le jauta Ktia Nova, on-ie fui a fobrwa de sabio do
Sr.coronei Franca, e ltimamente eccnpad"s pela
wmianhia de etg'ito, o* qnaes tem porto de em-
hanjun o todas as proporcoes para se montar urna
labrica ou qualquer estabelecimento grande.
As cajas de mora.la que fazem frente para a
ra tanibem se alugam condicionalmente, assim
i a casa grande, que fu morada do mesm
Mobor coronel, temnuto bons commodos e b"m
qninial sepralo, grande cy^terna que forneee
agna nutavpl, melbor do que a do encanan enlo,
por ser lluvial e livre de partculas ferruginosa?,
como aqu^ila : a tratar com ommendador J. J
Ta=so, pm sea escriptorio ra do Amonm nu-
mero 37.
Precisa-se fallar cihi o Sr. BernarJino O-car
Freir a negocio que nao ignora, na ra da Ca-
deia n. 50 A, luja.
pars
Bfrencia de cobmiicas.

de urna nessoa para cobrar di
no? lugares onde pausan.
r> O m la mediante ama
land i dador, jle dirigir
^ -PARIsZ Zfie-~^m TpARIS
CARVfl de BILLOt
appaovaoo pela AcaoeMia imperial de meoicika
em 97 dczrmbro de 18.0
Preeisa-se de nm cosinheiro para casa de pe
quena familia, que tenha boa conducta : a tratar
na ra do General Victorino, outr'uia do Sebo
n. 38.
Antoiio J'o Furtado vai a Portugal.
Manuel liuncilves Keneia da Costa deca
ra que legitimo senhor e possuidor da casa
terrea n. 9, sita rna da Conjefcao da fregu-
zia da Boa-vista, desta cidade, e na >|al mora a
Sra Thomazia Maria da Cenoeicao ; ontro sim de-
clara que nunca pretendeu, neiu pretende vender
dita casa.
ATTENCAO
o
Um moco brasileiro. casado com um filho, pro-
pSe-se a encinar as materias primarias. gum engenho, perto da via frrea, o qual alm
da praiica de H annos que tem, acha-se habili-
tado pela dircii ria da loatrapcab publico : quem
de seu prestimo se qnizer oMisar derija-se a ra
do Imperador n. 37, da- 9 a? 3 da tarde.
Pnci>a-se ue urna ama para casa de ho-
mem solteiTo, so para cosinbar: dha' do Cresno
n. 8 B.
Aluga-.-e parte uo i" andar, e o Mitin da
casa da roa do Apollo n. 36 : tratar no nn-snw,
ou no 2" andar da de n. 3i, d-m n Sr. Burba.
AMA
Precisa-se de urna ama pira cosinhar e com-
prar para urna Pe*soa : no sobrado novo que faz
esquina da ra oe Santa Thereia.
Catbarina de Sena Brb>sa de Carvalho Ar-
co-verde, declara ao publico que tica de ni-iihum
iffeito urna pM'uracio que pa-si u ao seu neto
Manoel C etano di Siquiira, na uual en o conti-
luia sen ba-iame procurador, e para que ningmm
depois se rhame ao eng no faz o preenie annun-
ci no qual se asigna pelo seu proprio pnnho
Arraial, 19 de agosto de 1870. Calharina de
Sena Barh a dn Carvalho Arco verde.
cfCc
PARS

pars

K" sobretudo s suas propriedades eminentemente absorbentes,
que ocnio t, Beiioe deve a sua grande eflicacia. Recom-
nend^se-o especialemente contra as affecces seguintes ;
GASTRALGIAS
OVSPEPSIA
PVROSIS
AZIA
DIGESTES DIFFICEIS
DORES OE ESTOMAGO
CONSTIPACiO
CLICAS
OIARRHEA
DYSSENTERIA
CMOLERINA
9I0D0 DE EMFBFGO. -Oc.*.kMtar .ibrlHuti
Uma-M antes ou depois de cada comida, sofa'forma de f ou de
Paslilbas. Geralmente o bem estar ,sen(e-se logo depois das pri
meiras doses. Urna informa(;ao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
Deposito em Paria, L. FUERE, 10, ru Jaeob.
Veod-se na phanna ia e dr< garia de P. Maurcr C.
roa Duarte Cuelho n. 17


Casa Feliz
AOS 20:000^000,
A casa feliz, sendo a nica que no decurso d
anno prximo passado, vendeu mais premios da
lotera do Rio de Janeiro, faz sciente ao illu^lra
do publico desta capital e a siu- numerosos fre
goezes que contina a vender os referidos bilhe-
tes rubricados na forma da lei, pelos prero$ !:e-
guinles :
Buhaos inteiros 233000
M.os bilhele*.. lU-lOO
QuarUis........6^000
S na casa Miz ao Arco da C -n oicao n i.
D. W. 0OWI1
ENGENHEIBO
Oopo fumiiquo.
A RA DO BKUM N. 52.
Pasyjiudo o i haf riz
Machinas ^H^or systema memorad".
Rudas d'.-gu.i.
Moendas de canoa.
Tai.xas de ferro batido e fnnJido.
R das dent das para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outro> muitos objectos proprios d'agri-
i:ul ura.
Todo por nreco muito rfdnzido.
fittJiiiB8ii{ittni*
i ADVOGAilA. i
m O DR. JOAQUIM COIIBEA DE ARAWJO %
B tem o seu esi-riptorio ;rua do Imperador Sg
n. 67, onde pode ser procurado das 9 bo- 2
ras da manhaa s 3 da tarde.
Oabelleiriro da moda,
Jos dos Santos da Silva Barrelros cheeado da
Furopa a esta cidado acaba de abrir na ra de
Sanio Amaro em frente ao oiao do Bazar da Mo-
da, um elegante estabelecimento de bellos p-ntea
dos da ultima moda para senhoras do boin tom,
feitos caprichosamente pelo proprietario. de que
professor nesta arte, t-ncarregando-se deexecutar
qualquerencommenda com e*mero, elegancia e
promptidao e commodidade nos preces, assim co-
mo prontiftes-se em ir a cas das excellentisaima
familias fazer qualquer trabalho tendente sua
arte, garaniindo-lbes acompanhar as ultimas mo-
das de Parn, paraoqne arha se munido dos fi-
gunnos que recebe por todos os paquete.
O estabelecimento em naca fica a desejar em
asseio e commodidade para os freguezes, encon-
rando-se Ignaimenle nm mostrador collocado em
rtHte J"ra exterior apresentando grande vare-
dade de perneados, assim como urna flgura de
leusa a meio corpo, mostrando todo o rigor da
m da em seos bellos penteados.
Igualmente acha-se um novo artista perfeito na
arte de b .rbear e cortar cabellos, prompto a pres
tar seos servcos quem o honrar com ana con-
nanga, para o que pede a benevolencia do cli-
co, e com escecialidade do distincto corub acad-
mico desta cidade.
Conservar-se-ha aberto todos os dias otis das
.T1^ ?*^hia * 10 da no-te, e santificados
al a- 8 da tarde.
Precisa-se de um ctiado: na ra das
Conquista* n. 4
~aTEClir~
nil^nPl' *n(,?c<) Domingos de Sotm tem
nesta typ-graphia orna, carta
A tencao
Para casa de f mdia precisa-se de urna rapa
ng f.rra ou escrata Oe idaoe de 14 a 6 annos,
on ara ureier uo.a menina de. 1 anno,
qiem qii.zerdinja.se ra, t. u m ^ '
Mugaai-.-e
rtu pw familia, sendo aun na roa da. pan
bucana, na Caoun^a, oVn
la ertaeao. mitra do Man
irada d..-
\ntooio Marques no Chora-men
Joaquim Francisco do Espirito Santo fat pu-
blico ao corpo do commercio (ue o Sr. Jo> D
mingues do Santos deixou de ser desta data em
di. nte o encarregado da escripturacao de sua ca como concordatario da Grma Maia & Espirito
Santo. .
Irmandadft acadmica
DE
N. S. d'Bom Conselho.
Deordem de nosso-irm) jniz cifnvida a meca
adminisirava dess- c rp raca i rennir se na
faculdnde de direito desta cidade, n > dia 2o as
II horas da man aa, para traiar-se de negocios
qu8 sao relativos a me>nia irmandade
CnAsMnli da Irmaudade Acadmica aos 22 di
agosto de 1870.
O pcrrtarin.
Gamillo C irr-oa Damas.
AMA
Precisa-sede urna ama aue compro e coz'mh'-
para duas p>'s-oas : uo largo da matriz de Sanio
Antonio n I?.
riii;t Agr & C q esendo augmentar o s<>u e-tab-le-
ciuirnto jielo desejo que teeni de melh >r servineio
" rumprirern pontnalih'nie os sen< dever -, con
spiupre teem feto, resoM'ra.:) llbgir'a casa con
mua, para ein.inaior e-paco a.-omiool.in-m n mi
miro de cairos jue hoje ps>uem pe o que fa-
zem o prexnle para sriencia di pul Peo, de quem
e>p r.nn a continnacao da confliaaca ipieai ag r.
i em merecido, sendo gratos a toiio> com quem
teem tid i iran.ac^oej.
J. Ferrpira Villela
PUOTOKAPHI 4 IMPERIAL.
18RA DO OABUG18
A entra ia pelopute da matriz.
Os trabalhos da reedifleacia desta phuiuai ipfcll.
e aue se prolotjgaram por unto tempo, acham-se
felizmente terminados e ella aberta ao serrleo do
publico desde 7 de abril passado.
0 predio em que tsta collocada esta phototra-
phia acba-se minio augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimenlo conla chico salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os eoncertos e aug-
menios tendo sido feito3 expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nio s
podeado melhor modelo escolher do que a PVtfo-
grafa Imperial do Sr. losley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro pliotograpjio do Brasil, e nm dos
primeiro* do mundo, segundo a opiniio dos mais
abaleados mestres, a no-sa photographia acha-se
disposta-e reedificada pero me>mu piano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
ecommendadas pelos mais de>tinctos professores
de accordo com as modificacoes necessarias ao
clima de Brasil, reconhecidas e estndada* pelo ba-'
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est i nossa
photographia foi modado desde a soleira da porta da
roa at a cubera, lendo-fe demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificando se um novo terraco envidracado mui
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente corte para examioarmos as melhores pbo-
lographlas all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
edea, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um inez esiudando e apro-
veitando ai licdes de lio distincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos e pratica de 15 annos de photographia s ntilissimas
licdes ultiman ente recibidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, "podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nos trabalhos de phot graphia lio per'eilos, amo se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 1S annos nos tem honrado e
ajudado.___________ _
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco n. 23 e casas do
costume
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 4a parte das loteras, beneficio da Santa
Casa de Misericordia (157") que se extrahiri quln-
ta-feira, 25 do correte me .
PRECOS.
Bilhete inteiro 6000
Meio bilhete 3<'00
Quinto llOO
Em porcao de lOOOOO para cima.
Bilhete int iro 54O0
Mem bilhete 2*700
Quinto 1*080
Manoel Marlins Pinza.
*$** *** om
& 0 DR JACINTHO SOARE* REMELLO,
X ANTIGO MEDICO HOMEOPA-
TIIA,
rerentemente eetabeb cldo nesta cidade,
_- mudou a sua residencia da praca d" Con-
\t de d'Eu n. 32 para a roa do lo perador
4^ n. 25, e abri consulto i i junto ao labora-
^ lorio homeopathiro dos Sis. P. de P. Car-
9 doso Juni rt\ C na niesma roa o. 41,
onde todos os dias dar cinsiillas do meio
9 da s 2 horas da tarde, r servando para
>K as visitas do ciliares os ntervaliof, que
5 decomm das 9 horas da manhaa ao meio
6 dia c das 2 * 4 horas da tarde. A qual-
iJX quer h ra ailender a che inados, que Ibe
3Q sejam dirigidos, quer casa, quer ao con
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0110* 00
RA ! DE MARCO N. 23.
0 abaixo assignado avisa ao i'ublico, que com
quanto a nova le do. orcaimnio liTesse elevado
muito o imposto sohre os bilh-es de loteras do
Rio de Janeiro, continua a ven le los emn as for-
malidades da b-i, e pelos me-ruos preraa abaixo
nubli.-ados, p gando iodos os premi. s cum o dis-
eonto somente da le, e com a prompticao do c;^=
lume. .
PHEC03.
Billiet o-no... 2r000
Meios bilhetes... I000
Qnartos........ 6*noo
Km quaniidade m.iior de l('00U0 na razio de.
223''0*.
Manoel Marlins Fiuza.
Ama
Precisa se de urna ama : na ra de Hortas n.
30.1- andar._________
Monte do ponuguez
Eis a actual directora que eleita ha s-l# anoo?,
anda pero-anece na adminislracio sem apoto e'
C' m iiffen?a da lei :
PresidenteJo^ da Silva Loyo.
Secretari)Joaquim Gerardo de Baslos.
Thesoureiro-Jo.- Al ves Lima.
Na estrada da Ponte do Ucha, siiii n. 2
precisa se de orna boa eogommadeira e urna cri -
ila para o servico domestico u cnsaboado, paga-
se bem. '

TI\TL!{\{!.\ FRWCEZA
55-HuaiH Inipe al iz-55
TmgM, lava, limpa, lu>ir e acnamalo-
com a ii.aior perf-ico, fazendas em
peras e em obras de tuda- as qualida les ;
como sejam : se.la. lia, a godo, liuho'
chapeos de feltro e de palba etc. etc.
.Tira-se noiots e limpa se aseccosem
moltiar os tecidos, coiiiorvando assim to-
do o hrilho da fazeuda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras. '
AVISO
Professor de W.'4. do O' de
Ollnda.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Candido dp
Lyra, na ra do Livramento n. 37. luja.
11
.1
Aloga-se um litio na Passagem da Magdalena,
com boa casae muiias arvores do fructo a tratar
na livraria econmica ai pedo arco de Santo An-
tonio.
. Traspassa-so atoramento de um terreno
sito na povoao de Jflboatio, tenio de frente 120
palmos e de fundo a encontrar a nova roa ; o
qual no melhor lugar da mesma povoacio : a
fallar na ra Augusta n. 102.
ts0C10
Quem precisar de nm socio pira taberna, en-
trando com algnm capital, appareca na rna da
Palma n. 71.
--------------------------------------------------------------.------------------------------------------------1-----------------------------------------------------------------------
A. verdade ra farinha peitoral de
S. B uto.
Esta farinha usada com vaotajosos resulta-
dos nos padecimentos dos orgos do peito.
como asth na ou pochamento de catharros,
inilamacao de bofe, pleorizes e na pthy-ica ; re-
i'oiiwuendando se cum igual proveito as pessoas
convaierentes
nico deposito na thirmacia o drogara.
DE
Barloo! meo & C.
34Pa larga do B. ario34
Prensa ia pura conuhar : na
roa di Qoeimad n. 50
B!LHETE> DO Kl i
Na Prac da li
fi.bre velt

Rento Mnnteiro da Silva, encarrega-se de co|o-
car encaaamentos para agua, e concerta bombas
de qualquer sysihema......perf.-ica mais enconta
de queem outra qualqner parle, pode spr procu-
rado na ra da Imperainz n. 43 A, ou ru;r" Nova
n. 35,1. ja do Sr. Jos Baptiza Braga.
Quem precisar de una ama ecrava que co-
zmha e engomma bem, dirija-se ra Nova nume-
ro 61.
Olferece-se urna parda para ama de casa de
hornera solteiro ou de pouea familia, para todo o
servia, meaos oozinhar e comprar : a tratar no
argo de S. Pe ro. loja do pahicete.
A mesa regedora da umandado do Senbor
Bom Jezns das Chagas. erecta na igreja de N. S.
do Paraizo, tendo deliberado em sua rsoniao d 29
de jolh i, dar principio as suas catacumbas no
com terio pnblico, riomeou as commis-tfes, abaixo
mencionadas, para receberem dos seus irrnii
d nativo pra o mesmo flu.
Freguezia de S Frr Pedro Goncalves.
Joio BaptNta da Sirva.
Manoel Lopes Ferreira.
Domingos dos Santos Cosa.
2* como isso do Recife.
Zeferino Jos dos Santo?,
Bernardo Antonio de Miranda.
Gaspar Antonio do Res.
1* rotnm ssio de Santo Antonio.
Chinero Bofino Alve* ile Sant'Anna
Marcolino da Costa Lima.
Manoel Jos de Souza.
2* commissao.
Balbino Jos de Aodrade.
Melquades Francisco das Chagas e Silva
Cosme Cipriano de Souza.
! com.iiUso de S. Jos.
Simplicio da Silva Barbosa. -
Francisco de Paula da Silva Mesquita
Francisco Ratilto da Bicha.
'.roniinissao.
Ignacio Francisco das Chagas.
Igoacw Fran<-i-co dis 3ii
Sabino Hereulari i da Silva Gaimar
I' commi-so da Boa
Ludgero L >\
ira.
2* Coi
AujmMo Jom-
Oinrmo Ai

> V
4 <



Diario de Pernambuco O
Acaba de sahi
i
Veode-M
Livraria franceza!
A
- * 9* cT P xr 'V- ' 9
ira 24 de Agosto de 1870.
AO ARMAZEM
CilA DEM
c
ou
V.
Sindh.
1 da na das Croies contina a prevenir
aos seus nnmeresof freguezea que receben pelo
animo vapor os maii novos e exeellentes
Que i
p"i^2_^_^_^_H_H
kVJ1^ "r aMwsas propria
nrinha ama^^^Kpeciai qualid
i imporUcao,
eU?pT^re^Tel Puhl*' e mmi"
qgeip ej-arne do sertao de superior oaalidade.
Bival sem segundo,
RL'A Ul {Antlg roa do Qoeimado)
muito bon
Gal
Este conbecido estabeleeimento acha-98 con? uniera en te bem sortido,.em virtode das
'facturas qne recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
" dos, preces os mais resumidos que possivet.
JAI^AWO FRiIEZ
Botinas para cultora* e meninas.
Botinas pretas, brancas e de mriitas outras cores sorlidaa e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais baratas do que em outras parles.
Botinas pa-a homens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escomidas.
Botas e pernelras rasslanas.
Botas e pernelras par mamaria, das melhores qualidades, de coaro da Russia, lus-
tro e bizerro.
apatos de borracha para h >iuensc senhoras
Tendo chegado grande porQAo de tpalos de borracha vende-se pelo custo am de
desempalar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimos.'
W patos de lustro para homens.
Sapatos de ntrala baixa de couro de lustro com sallo, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meniuas
Sapatos abotinado? de differenies modelos, de muito boas 'qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, minto baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para hornen?, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
DE
NOSSO SE.NHOR JESS CHRISTQ,
MARA SANT1SSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jesns dos Passos.,
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deu3.
Novena de N. Senhora da Conceico.
Setenario das Dures de alaria.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santisitoa.
Novena de N. Sennorado Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Canucos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Sanio Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume enradernado.
nova de Lisboa.
Chegada recntenteme no vapor Gladiator, tero
para vender Jcaquim Jote Goncalves Bellrao, no
seu escritorio, ra do Comraercio n. 17.
Bichas hamburgezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade superior
e venaern se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na/na da Cadea do Recife n. SI, i- andar
0 CEMENTO
u ver1di"k,r<> portland. S se vende na roa da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins de
turro*
tina a
muito barato a sal
Libras de areia prea muito boq, .
Tesoaras Anas para tmuas e cottu-
ra a.....
Pipis de agulhas france2as a ba-
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de Ia para bordar de tods
as cores a.......60000
120
:o
M i\Utr
MEDICINA!
60
1,5000
Doce fino.
De goiaba, laranja, limSo e bananas, vende-se
constantemente a r"a de Marsilio Dias, outr'ora
Direita. taberna or> Hnra*.
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triflce, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tadoisto deprimeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver eLubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante J nvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore de diversos lmannos, Uques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, boioes, correnfs e chaves de relogios e trapcelins, tud} de
ouro de lei, correles e brincos de plaque, a imilaco e de m;v ~-fto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas con) hu.;'; ssas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos^ caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-sea perfeico dos retratos,- objectos de phantasla para toilette.*, rolslnha* e eelinhas -
de seda, de velludo e de viim* para braco de meninas n senhoras. ditas para costuras, pe- f.
quenos registros muito finos e delicados, bouquels de flores de porcelana, jarros proprios fj
para gabinetes e santuarios. qoad>s promptos para c .linear-se mas, molduras douradas A
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos- i
diorama, malas, saceos e. bolsas de viagens, esporas, rhh.les, bengala*, oculos, lunetas ou (1
pensinez de prata domados, grvalas pretas e de cores, arvdoadurss de cohVte e de pnnhos, a
carteirinhas para notas, thtsourrahas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma ?
para charutos e para cigarro*, jobos de domin, rodetes, bagatelas e otaros dilTerenUs, ve- (j
nezianas modernas muito conveniente para pnrl% e janellas, cnsmoramas, lanternas magi- II
cas, esteriocopos enm interessaates vistes de figuras e da? mais b mitas ras, boulc-vards,
praijas e passeios de Paris. photozraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de Ia de core? para pes de lanternas. rea'ejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berros-de vimes para ciianc.is, sapatinhos e
toucas de Ia, carrinhns de 3 e 4 rodas muito elegantes para conlu;ir enanchas passeio ; e
outras maitas quin jnilharias de phantasia, francezas e allemae-, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espico nmn lempo para a macante leitura da inflnidade Je
gneros do briuquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
,\>i
ATTENCAO
0 dono deste estabelecimento peo"e ao publico em geral que continu a
vericundo as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serera viudos
reitura e de conta propria.
visita-lo
em di-
Tiie Liverpool & Lop-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingleza de seguros conlra-fogo,
estabelecida em (836.
Capital e fun ios de reserva
lis. 36,80e:190.
Os agentes desta companlia tomam seguros so-
bre propriedades. gneros e fazendas armaz-nada?.
mobilias, etc., etc., e estao igualmento autorisados
a saldarem aqui quaesquer reclamagoes.
Sannders Bn thers & C,
_____________Praca d<> Corpo Santo n. II.
|r.AIXEIH.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna : na ra da Palma n. 37.
Atten^io
Continua se a fornecer almoco e jantar : no so-
brado da ra estreita do Ri.sario n. 35
Engommadeira
A ra do Apollo o. 24, 2 andr, precsa-=e de
u.na ama para lavar e eog' minar, piga-se bem.
Ama ~
Na ra do Vigario n. S, 3a andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cuj servido faca com
perfeicjio e que seja de boa conducta.
Associaqao Coimnercial Beue-
ficen e
t A directora tendo re-olvido rlerecer um copo
d'attna SS. AA. o marecbal do exercito Conde
i"Eu e sua augusta esposa a serenissima princeza
nii|ierial. por oceasiao do seu desembarq e nesta
riiiade, que se julga ter lugar no dia 28 do mez
vipent", manlo esperado do sul o paquete iu-
giez Dow o. convida pira tese acto a tofos o se
nhores sucio?, esperando que se dignen) compare-
cer com stias Exmas. faniilia*.
Associacao Cemmer ial Sene fcente 23 de aposto
de 1870.
Joaquira G-rardo de Bastos,
_____________________Secretario.
Preeisa-se de um menino de l a 14 anuos
para c.-.ix'iro da I herna du rn i.Aogusta n 116.
-Va ra ila Luprairi, ca*i n 37, aiuga-se
urna esjrav qu e multa, eo-aoi e engomma.
Carrilers de linha Alexaodre a.
Frascos com azeile para machinas
Grvalas de cores nraito tinas a '
Grozas de boioes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de liaba de 400 jardas a.
Gaixas com 100 enveiopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tnta preta a80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a loo e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......
400
500
500
500
(50
ROO
240
m
200
200
5O0
Frascos de macaca perola a. i 240
No^ sorlimento.
Mimosos cortes de percales a 2#000, de dons,
um vestido : na ra do Crespo n. 25, loia da eg-
quina.
m HAZ AZ
i Cbegou ao antigo deposito de Hcnry Forster t
o., roa do Imperador, um carregamento de gat
de primeira qualidade; o qual se vende em partida i
s a retalho por menos preco do que em outra qua
quer parte
Farinha de mandioca
Vende-se na ra do Amorim n. 33 saceos com
especial farinha de mandioca, igual a de Muriheca.
propra para casas particulares, e por preco muito
pm conta.
Ven'Je-se no trapiche Dantas o
seguinte:
Milho americano.
Farinha de mandioca.
Esleirs de carnauba de diversos lmannos.
Vellas de carnauba.
Alpisla em barricas.
Violto Bordeaux.
Cimento Portland.
Vende se um cabrioh t americano em per-
feito estado com assento para duas a quatro pes-
soas, quem o i retender dirjase ra do Impe-
rador cocheira n. 2o, que achara com quem
tratar.
FraScos de extracto muito b nitos a
Duzia de saboneles muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babnzn a.....
Cixas de lamparinas a. . .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a. .....
Lartilhas da doutrina fozenda nova a
Libras de lioba surtidas de todos os
nmeros a.......1,5800
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulhiros de osso enfeitados a, 210
Libra de linha franceza superior
qualidade a. 2#40 Caixas de palito do gaz a. 20
500
720
10200
500
500
40
240
400
COMPRAS.
3 por(as n. 53, ra Direita, 3 p Has n. 53, anliga
laja do Baga
0 abaixo .vsignsdo, dr.no de^c antigo estabelecimento, ten.Io era vista presentar um gfr
completo -orliinento do ferrageus. mimlezas e cotileria, tein resolvilo mandar bus -ar em j
diversos pi n o< da Europa os nulbores objec'os de-seo estabeleciiiiento dos fabricantes
mais cnih-'ci'los; pe i que convida 8'> re>pei;ivil publico e a seos nomerosos freguez
virem s# ervir dos ohjectis de -ua carencia, ainde encontrara^ por menos 10 0t0 d> que i
era outra qnalqoer iiartr, um si rtimento completo de marhmas para descTOfar aUolo, 8
do bem conhecido ricantfl Cottorr Gin & C. dita* para Costura, u, ra animan'
ditos par: e>s p-.ra caf 'ie lidos os xanianhus, da fabrica do Japj, i'spinyardas dd
dous 'anos ede um, tanto injtleai1 e nt" Iraneetas, lunca de purcrtana, hras e giirf-is
de di vi .- tlidades e presos, bandeja* chinezas, alitre, ureu, barbante, enxofre, pipel e
limallia di i ii:', ,'Co. agivllia para fogueteiro ; assin c.'ino encontrarn r.instante-
mente gran le pun-ao de l ; i do >', a recebe >e encumnvada de figos di^ vista, alem de um
cem nomern de objetos, que se t;niaria enfadonbo uumera-los : venhatn ra Direita n.
ida? Tito Lourelro, aati^B loja do Brag3.
'


./.->,,U.r.
A' roa do Jardi n n. 43 doseja-se fallar cornos
iguintes se-h iros :
Antonio 6ip{alves da Silva, senhor de engeuho.
Manoel Pto carpo de Azevedo.
Jezuino Augusto dos Sanios Fragoso, ex-pren-
sario.
Damin Jos Martins de Oliveira (gnarass.
Fernando Barata da Silva, en eolio HofoJ.
Frederieo AnfOlo Velloso da Silveira.
Jos Hermino Pontual.
Joaquim Cav.ilcinti de Albuquerque Pilho.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello, conhecido
por Tot, Iguarass ou Ciianna, das 8 s 10 ho-
ras da machas.
0 Campos com arinnzem
de m -Ihados na na do Im-
perador n. 28, vende como
no trapiche, caixas com ba-
tatts nvas de Lisboa a oito
mil reis cada urna.
A ellas que estro se aca-
b ndo.________________
Pertido
Pede-se. ao Sr. Aawrfen Ferreir.i da Silva o ob-
seqoio de vr ra Ja Penha n. 8, a negocio.
Precisa-sed* urna ama para dous bomens
solteirosesirangeiros, para coxinhar : na.ra (lo,
Bram n. 19.
Cinniercio.
i Espirito Santo, con.
AO
Joaqtim Frann
tarto da ri Vfaia t'R-piritoan':o.|iede mt
seu cr o do
ou man di
na |
or?
dia
t venhatn
Trapiche n.
i marcada
lutobro do
ido paga no
f ravessa Ho Queitnadu n. >
II *rto Antonio Uangabeira, propietario do-tt;
slabelecimento, tendo feito nata prando refor
ma n<- s u bem conbecido estabeiecimehio, Ui
jcienle ao respeitavel publico e aos seus antipos
freguezes, que se acha de ora em diante com um
completo sortimento de charuto! de Havana e de
tortas as qualidades, cigarros de palha do Rio e de
diversas qualidades ; e recebe sempre por todos
os vapores um completo e variado sortimento de
ponteiras para charutos e cigarros, b.4cas pan
tumo e fumo do Para ; assim como um grande
iorliiuei.'ti de cachimbos de todas as diversidades ;
^s se vende por menos 10 por cento do que em ou-
ira qualquer parte.____________________
Xarope ie agnao.
E' um dos medicamentos que sua eflkaci na?
enfermidad^s, losse e sangue pela bocea, bronrhi-
tes, dores o fraejueza no peilo, escrobuto e moles-
tias de ligado, que melhvr letn aprovado.
Tintura de maapuama.
A celebre raz de marapuama cuja energa t-tli-
jacia as paralysias, imporpecimento etc., muito
se 'ecomroenda'
Tolos esses preparados se enconram na phar-
macla e Drogara de Bartholomeu & C. ,,
.liKua larga do Rosario 34
nico deposito.
Cnra rpida c Infaliivel do cal-
los, pela pomada
^i 3 o pea ii.
Deposito especial na phormacia do Bartholomeu
*C,
34-Ra laiga do Rosario34
Ro nte-rheum tico.
Remedio efflcacissimo contra-as dores rheoma-
ticas al hoje o mai; conbecido pelos seos mara-
villosos resultados.
Da si 1:000* a premio s bre hviuiheca. 9
seodo propried^de. que agrade, se lar buj-di-
nheiro : a tratar na ra do Ara gao n. lo.
EngiiOiua-se com assoio eperfe^a1, roupas-
r?e iToffiem de setih .ra;>por preco raSoavvl :
tratar na lioa vista, querque n II, .Milr' r d CMria
A/l
20;000i00a
A casa leliz do arc d* Conceico venden nos
seus felzes buhen**, os premio* s-gontes :'
M. 4 :0(HiiMK)
X 3"66 1001000
O 4W8 JOOAOUO
Prer*
va
na

ro i un- te-
Utbei ia-ln regule de 14 a
llar na rs das Calcad? n. 1
. 0 muzeo de joias
Na ra do Caboga n. 4 compra-sa onro, prat;<
i pedras preciosas por presos mais vantajosos d(
[u* em outra qualquer part-.
i.om muito eiaior vautageni .-nnmram-si
uro, prata peoras precio-as e obras venias: na
ja de oas
Cabug.
V^KOaS.
pelo
Fannh de m\ ho.
Vende-se diri menta farinh< de milho muida,
lina e nova, a lO rs. a bbra : e Umb<*ra fariobn
grossa a 100 rs. : ua roa d" i'.ol>v lio n. 23.
imm.
No Bzr ta Moda
RITA DO B\RO D\ VICTuRlA
(Olr'oia .Nov.i)
Artiiros de alta moda em Paris chegados
ultimo paquete viudo da Europa.
Para -cuhoras.
Chapenas de pallia J.' Italia com ricos e ele-
gante* eiifeite* a ultima moda.
Veos de cores e pretos ;iar.i montaras e pas-
eiiis.
Griualda o cabellas de dores de larangens
para uoivas.
Corouihos de cambraia bellamente eufeitado*.
Eufeiies inuito lindos pan abeea.
sairs brancas b-irdadas e de cores.
Ocliines de iija de bonitas cores.
SmtoH de diversas qualidade*;
Sah das de baile a que ha de melhor.
Casaquuih s de renda chantely pretos.
Chapo-iuhos do setim para sol.
Boioes do cores e brancos para senhoras e :m-
ninas.
Lagos, sravalinhas, espartilhos, lencos, meias.
de. etc.
Para homom.
llantas grvalas do ultimo gosto.
C"l.-rnlius de linho bordados e lisos,
Seroulas 1e linho.
Camisas de meia.
M as de suporiwr qualidade.
Lencos de linho e algodao.
tAaaos de sol com cabo de luarfiu), inglez>s.
Para menino*.
Costatres oriantaes do fusiao do cores muto
b-m enfeitados.
Vestuarios do dve_;asqaalidades para biptisado?.
Cliap isinbos de selim e merino.
Sapatinhos de setim, merino o lia.
Toucas de todas as qualidades etc. etc.
Vende-se tud > por baratos preces.
JoaquimRodr'r'uesTa- |
vare- de Melo, |
[Pra(;a do Corpo Santo n. 17
TEM PARA VENDER :
Cal dd Lisboa.
Potassa pafiussia,
Vinho Bordeux.
Fa'ello d Lisboa.
Farizaha de inanriiiiea.
Laman Kemp
toda a
dedo-
, quersqa
to ou bofes.
E x p r e s s a-
mente cscolhido
dos melhores fi-
gadts dos craaes
so.extrahe o
leo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
in clmente, e
suas
lropricdades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
fiasco, segaran-
fe perfeitamen-
to puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos ciimicosde mais tale-n
ot, do governo bespanlio! om Cuba.foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCAO D'IODINA
Jo que oulro qualquer oleo, que elle tera
examinado
IODI.NO E'M poder salvador
Em todo o oleo de figado de bacalho,
700 anaquelle no qual contm a maior portan
d'esta invaluavel propriedade -o-unioo
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronclntes, asma, catarrho, tos
resfriamentos.t'tc.
Uns poucos frascos da carnes a/> muito
magro que seja, clarea avista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhom oi^tro artigo co'-
nhecido na medicina ou sciencia, da tanto
rratrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisagSo tem sido
destruida pelas aleccoes das
ESCRFULAS O RIIEUMATISMO-.
B todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarraigada,devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE BACALHO
DE
l.anuan ifi fenip,
Se que desejam ver-selivres "epatad
le enfermidades
Ra do l respo n. 25.
DE CORES MIUDINHAS a l
superiores
SEDAS
0 OVado.
COLCHAS ADAMASCADAS
de cores a 34.
CHALES DE MERINO' de cores e pre-
tos a 25W
MADAPOLO FINOsoperor de 4 pal-
mos rom toque de avaha* a 6 a peca.
AL'.ODAOZI.N'HO cora 18 jardas a
23S00 e 3 a |..
i AMBRaIAS FINAS de cores a 880 o
covadu.
CHITAS SUPERIORES de cores a 220,
240 e 280 o corado.
MIJS5ELINAS BRANCAS Gnas a 400
rs. o enfado.
ALGODO AZUL com 36 covados a
'ii a oeja.
MEI \S DE CORES para homem a 5
a du' a.
DO SE AMOSTRAS com penh ir, na
roa do Crespo n. 25, loja de Mantel Dias
Xtvief.
Far.n'ia de mandioca
i
Vende-se
um sobrado en Oliiida, na roa de Malhias Ferri-
r* : a tratar na' Bm-vista, ra do Vi-ron te df
Aibuqueniue n. 44,2' andar, das 6 > 9 horas da
maahaa, e das i < 6 da tarde..
Oii .
Vende-se um grande si brsdo na rna de Ifalhias
Ferreira, com quinta! morado e muito b*a carim-
ba, preci-Aiido o sobrado de concert : a iraljr
nh .t-1 da roa de S. Bnt'.__________________
Aos vidraceiros
Na ra Direita n. 18, loja de funileiro, vende se
vidros de todos < em nutra qualquer parle.____________________
Vende-se farinha de mandiu-a, nova, de Santa
Caihanoa, etiegada no patacho p.>rtugit<3 Uiito
tundeado defronte do trapiche lo Sr. liarn do Li
v ra ment : a tratar no e-crioiori de'Jaoi
Jos Goncalves Bellrn, ra do Couniifrcion. 1",
ou a bordo do referido navio,
Especialidades.
CoDDtiam a acbar-se a venda na rua Direila
botc n. 88, os mu conhwido* e arredilados re-
oedips de veame, e i.ntro* rtjw rsoa n edilaoien-
tos fiitos em Pars, bem como n> xaropn de co-
deind de Berth, de rbano oalo, de iodure'o de
f.-rrui de Bl.mcard p as plinto* d i li flKno, iiet, ral
oe enreja, pos de Rot. depnraliVo de Chante,
digital te Labellony, pitillas u rw fe:tos de U-
muil^o de. Chevri'T, e entro utediranienfi a <-jrj
nrufl ri-ncia quan lo eiiqireS'dos as dnenoka d..s
vas respiratorias as ddres rhPDnurtit'an, na
amarpllido, na falu r mplea ou irregolandadi
de m iislruo, uas djarrWas, d enea d i c i
e do e.-tomago, tem sido e iiicortleslavel, n
v sta do* beneliciK resa lados das experinienici -
"U uio que diversa* pe-toas de)les leem frito, as
sim como das pillas itni minada* bravmas u
rompiraveis em -ua efflcaria nos arommeitimen-
los febrie ou sezo-' ; exi-tind-i Umudhoi na mesan
easa, Jaiin de autBcienlf iioantHlado de droga,
um no pequeo -otmenlo de limas, oten de ||.
nhaca e pincis, que >e vendem por menos d" ifue
em otra liarle.
Vendc-se un .i in u|a e .n.aren > eui butf
e-ndo na eamtWii 'i i Ornin n. Iii
Nova loja de fazendas fins, roupas foitas
e por medida, de Pinio & Martiniano,
a la do Bap2o da V-cturia n. 9,
(nMg' rua Nova.)
le novo eslabelecimento achae prvido de
muiU luascasemiras pannos, brina, camisas bor-
dadas, novas chapelinas e chapeos para senhora
e menina, lava! de pellfca, lias, pilherina*, or-
itandis, cretona, vestidos ie percala d'Et e, cqi
moa pal quer para bomem.
Saias de 'a.
Fazenla qr^ sempre 'e vennVu por 10 e ii,
a l< ja da lurqtiea vende a 5*000.
Grvalas esoocezas.
' Muito liud.s a IJIlft
Chales.
44OOi; n Inj
Pin o 4 \l irtiiiiaoo, a rua do Bario da
Victoria u 9, autiga raa Nova.
NellJt-se una inai-liiua Oe fusiUTa ii.uilo boa-
lima cama -e casal em meio uso ; e na mesma
noc se urna perfeita imagem de Chri lo : no
C irredur do RUo n. US.
Por 1S000
Lindos espanadores ds palha, fortes e econmi-
cos a i $ : na rua do Crespo n. 25, loja da es-
quina. >) 1___________
Armazem do portu do capim n. 5, v.-nde-
sa lijlos inglrzes de primeira qanHad, canos vi
drados de odas as grossuras, lijlos quadrados
de 6 e iOpol egadas, travs de 3?! a 0 pt Irnos,
ensarnis de 22 palmos, telhas, tijollos de ladri
lito, smente portland e rabros deS a 40 palmo*:
quem precisar derja-se armazem dito, que se
srvirt a contento lo freauez. '
Mauteig- a 1$.
Vende .-e manteiga ingleza or a Ija libra :
n>progresn do pateo do Carmo n. 9.
F irfts de fer o
para porgar assucar: vende-se na rua ua Cadeia
n. 4. armazem de S. Barroca.
Farinha de mil b o.
Ha para vender farinha de milho muito nova e
ouerior era saceos, cliegada ltimamente de Pono
Aiegre. A todo c miento do* compradores, r-ta
rri'nha consta de tres qualidades ; BRANCA,
AMARELLA E FURA'; send i esta ultima muilo
nlil pira alimento de animaes, e ao menmo tempo
do graoie vaniag m aos compradores em Uct do?
precos incontestavelmentc muilo mdicos : a tra-
tar na rua da Cruz n. 3, escr ptorio da Amorim,
Irmi-* 4 C.
Folha de Fandres
Vendc-se pir menos prco oVt qu em ootra
qualquer parte caixas com fdha de Flaniresde
indas aa qn-ilidales na rua lar>.*a do Rosario o.
20. l-.ja de Franciseo Teixeira Barbosa.
Vende-se urna tabenn ua tregnez.a dw S.
Jua : a tratar na rua d i H pido n. JO, taberna
innito alreunezada nara a Ierra.
Actenco
Vende-te um raixao de easa sito' rna do Gn :
juera pretender diriji se a roa da Cadeia do Ra
rife o 27
V- Urrtllja de limbigo.
u e chin^
-
aa.
Eiiifini cht-garan !!.!
O ParHhao d"Aurora ma di liU|ier iriz n. 2.
reob'-a pelo altim va wf n mal- nmipleto s< t-
menlo de Crtts de vestidos de seda, < impas p
o-t-is inti'irannii!i' novns e de superini lio
lade ; vieram juntos e ignatmen'e ricos rrte de
Veslulis de hjOOd bolila'li'- a perfilas |ii|-.i (.,-;:
nieiM: assioi comn pr(>eliBai<,pailioVs nnv<*e k*
lindissiiio posto ; e militas natr#s faz- ndas para
vestidos igualmente mvas e desri.iih"nd..s un
mercado ; ludo se vi nd.- nmilo em rnhla.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de i\c he ov.
nico deposito em PMMiateo caes da alfaD-
lega velha n. 2. Io amia.
*4
BAZAh
Arabam ite ciie{jar i
i.MVtHSAL, rua Nuva :. ti> cahkkibci
vianmaliin cmBfileto si.nimento de ma-
chinas para .cortara, dos aotore* mais co-
onecidos, as qtiacs eslo eni exposico no
menino 'arar. (j;aitn r;i l:oa qua-
ulade. e l.utilnni kisi.i-c i i()5o
dos i.; ct mpndttn a. El* ti:;-; as
*8p ; >tu-
n ras di ..... e a *-i ;il t3
c iodo lia ..\pre-
s*-ntam-sH ,.! a'li |j mes-
:' s- ; prMrj-
U Dti.-.
m
Na
flor la bo-vista
K
So R. i'e n. <.i3Bsase<..
1), 2i0

Attenco
Vendo se duas carteras homeopaibicas. urna de
i8 tubos e outra de ib, p. r Vitas, e as obras ho-
meopathicas dos l)rs. J.ihrr odichrane, por oreen
com modo : na rua estreila do Rosario n. 19, 2-
andar.
A 6^000
Vende-se calcado francez tachiade, obra boa,
lelo diminuto >preco de Cj : venham rua da
Cadeia n. 30 A, loja do miudezas .confronte a rua
da Madre de Dos.
A 5^000
Veuham a rua da Cadeia ver a bonitas btnas
decores para senhora*, pelo diminuto preijo de
SOOO ; veubam, que & se acabando, na bem
eonhecida loja de miudezns confronte a rua d
Madre de Deo3.
Taberna a veada.
Voode-jso a taberna da rua de S. Denlo n. 10
f*rii Olind.i, urna ds melhores rnas : tratar na
rua do Pilar, n. 108 O mr>tivo da venda 6 achar-
se o seu dono hadante dnenlo e necesitar de ro-
lirarse para fura da provincia.
Vende Joaquim Jos Ramos : na rua da'Cruz
n. 8. ." andar.
GRANDE
armazem de I u perador n. 46
-te estabelecimento alem do explendilo sort-
meaid que ha de louca. vidros, porcelana- rrya
taes. nomo sejun : auoarplhna pata jantar, cha e
toilet, ricos vasos de iihanusia Dar 11 tc* e can-
dieiroi a eaz, ha lambem ollimamenle rnegad-
vanaijo s-wtinjento de v:?os de loo )nlar
llires, bu-
linda^
Cllppa/aii
metal
, nnicu
uar para na
Chita
280 r<.
C m*n I . vad i t i>:i. :'-.
310 ra.
Lia rom Ibtra, e miudinhoa, .. {00; 30
a 50 r-.
Imiii pardo (raneado c i loque, metro
i SOI, 800, .'iim rs.
Dito- de cines, puro linho, arando ptvhinili i
14. I. UOOO.
Ddos de dir.i, algodao, boa qaalidade, covado a
UPO. 3C0 e 4IHI rs.
Molskine paia calcas, fazenda nova, covado a
00i', 9U0, OO rs.
Corte do caira d tira ore!a a .'i^O'
4*000.
Di'oa de dila de quadros de aVes a 70lH>
124000.
Caigas de brira para ecraves a 50 e 1000. ~
Caiiiisas de rlscado para cscravos a 800 e IJOOO.
Pecas de algodao o madapolo por pr
ratissimos.
48-RUA DA IMPERATRIZ-iS
Junto a padann Iranceza.
AGlIftA
No Bazar da Moda
RUA DO BARO DA VICTORIA
(Onir' ra Noval
VK.NDE SE
Lindas \aia\da: para ve-lidos..
Da alta moda de Pars !
De superior qaafida
De biilissimos padrocs !
De delicadlsiroaa coro?!
A saber :
Gajes tl'.rc-niinas. uovidade !
P oipeluias lavradas.
Grosdenaples de cures e puto.
S-tiii macau da cores.
C"rles para vestidos de grande novfcde !
Cassis di :ilt mo gi
FusiO'.'S do cor
Pi-n-alea- de melh'r qualidade.
R rej-s rom ii-tias.
Li'Ziohas de diverso* pr<
Aliuicis de i-i'i Itsaa.
Chitas escura muilo s-operi il
Fi de seda braco e preto, liso.e com
Diio de al|iadit,
Tldi
Par-
f

jd> I
ador n. 4G.


GRANDE
BAZAR DO
60-RA M MPERa.TRIZ-60
DE
CAMISAS DE ERANELAS A 3506.
No Bzar do Pi vende-se um finito
sortimenio #>m todos os tananbos das aie-
Ihores camisas, de fltrreda de l$a, era
rrangas tanto i roprias para hu< es cmno Wico.
* d 'floiiores -e vndese a SfcSOOrJ cad;i
u a, <-, quem comprar dVmeia-'dnzie. para
batimento, Sao de mu't>
SILVA, FIliUEIlEDO t
Neste imne rante estabelecimeoto encontrar o respeitavel publico, oca Tandee -variado sortmentode'fazendas domis
apurado gosto e todas de primera necssidade, que *e vendum mvs baratas do qo em outFa qualquer part>, vmo que es n>-
tos socios dcSta firma, adoptaram o systema de tp venderem DIMHEIRO ; para poilerem vender jkIo CD6t','llotaad a anbarem o descont ; as pescas que oeeociam em c-equ^na esca'a nesti leja e arraazem poderlo ftzer otfBOBVsertimentus.
pelua roe>ruos precos qoe compram cas casas inglezas, (importadoras) e para maior comniodidade cas Extras, familias w darau
auiostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escolbeem.
PECH N^HA EM CASEMIRAS A. 45000. CORTES DE LA ESCOCEZES A 65000
No Bazar do Pavao fez-si urna grande Ven-ie se bonitos cortes compra em om ledSo, das mais finas vindo ca la om em *eu papel, peto barato
casemiras ogiezas que tem vindo a es- preco de65000 cada um; no Bazar do Pa-
to mercado, tendo cores claras e escaras, *3o. '
todas con padres serios, oroprios para CASSAS FRANCEZAS 243 RS.O COVA-
calcas, palitos e colleies; vende-se a 45000. DO.
o covado. o qoe em -outn qnalqoer parte No Bazar do Pava vende-se um grande cima ter em
n5o se vende por meos defi; grande sortimento de cassas de ci.res. para acabar, miiidaie.
vantagem. 40 rs. o covado, di>as finsimas francs* Gran r peebincha oa eara'ii ingtens ale 4550
BRINS DE LItNHO DE COR A 15200 padroes miodiobos e graados 560 e 640 NoBaz r ..or\v3 fa-se ma ra,e com-
No Bawrdo Pavo, fez-se urna Brande rs. o metro; s5o moit<> barata-. pra em leiio, de tims-rraas esmisas in\e-
compra de paros brins de lir.bo, milito eu- ORGANDYS BRANCO E DE COR za< com poitos e pumos corpudos, proprios para calcas paitos, coi- No Bazar do Pavo vende-se os rni-is a>m collarinbos e de torios os numerosa
leles roup-ts para meninos, por serem de bonitos e mnito fios organdys coaa listas 450 cada una, ditas sem roiauahos,
padroes miudinhes ; garante-se qoe nao ba largas e miudas iflOOO a vara, ditas lisas, poru faze da ui-sima a 45500; gran-
fazenda de muia phantasia 5 800 rs. a vara, Oe pechwcha
ditosneres, fin8So>S padroes inteira- CAMBASBARATASa258iVi.350f0ea600
mente novo *0 rs. vara: r-e;htncta. Nu Bazar do Pavo vndese urna gran-
GROSDENAPLES PRETOS de pdrc*o de casemiras mescladas, n.uito
Chegou p*ra o Bazar do Pavao um gran- encorpadas a 25800. ditas finsimas com
de sortimento dos meltiores gn sderaples msela de seda a 35200, ditas mode
pretos qoe t-m vin>lo ao mercado, que f^
se.id.-m de 156"0 at iO o covado ;
sao lodoa moo em roma.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pv. ven le-se um grande
soriimento das me bres camuraias bra ca>
tramp^rentes, ton de 305 t) at i''500o
bRAGO & OlRO
Ra do Imperador h 26
0 respeitavel publico encontrar nesi
estabeleciraento ianataente um couplet,
sortimento de pastelaria, bollos ingleze-
podins, p5ds-de!, prgsenios dos ultimo
chegdos ao mercado, salame de lion, be
linhos finos de todas as qualidades para cha
amen loas C'-nfrltadas confc'tos, bomboint
pastilhas, chocolate francez sm libras, pa
tilhas do mesrao .cartuxos e oarteiras con
seis charutos de cho Oate cada urna, est-
sortimento dechscoate .do mais acredita
4o fabricante de Pars e o melhor qoe au
'boje tem vindo ao mercado.
Vinhos porttiguezes, figoerra milito sopt
rior. Os aai3 genuinos e# superiores vinbo
do Porto, moscatel e Setbal, o illustradi
publico encontrar neste estabelecimem
por commodos precos, fazendo-se abatimer
to a quem oroprar em porco.
Os donos deste estabelecimecto nao >
tem pupado a despezar para melhor mt
recerem a acoadjura^So do illustrado pr-
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Bna da Cadta do Eeci51
Chama a attenco dos seos innmeros freguezes, e do respeitavel publico em
pni, para a seguate tabella dos precos de sua casa, os qnaes Mo vtate pr^enOtt
nais barato do que em outra qualquer parte:
bar'el a que Ihe tire a cor, e vende-se a
15200 o metro desta excellente fazenda
MADAP LO FINO A 65400 A PECA-
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ma dapoio fino de mnito boa quatidade,
tendo 22 metros ou 2) ^aras cada peca,
pe- bar preco de 65000, por -e t-rem
comprado um peuco enxovalhadas; pe-
ebincha
CHIIAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
0 Bizar no Pavo vende muito boas chi-
incarnadas adamac adas,
Gabelleiras para senhoras a 255,
305, W e. 405000
Ditas para hornera a 355, 405 e 505000
Ooques a 25, 1*5, 18* 205,
285, 305 e.....505000
Qreseentes a 125, 55,495,205,
155, 305 e.....325000
Gachos ouctespos a 35, 45, 55,
65, 75, 85, 95 e. .
Franca de cabello para annel
500 e.......
Trasca para braceletes a 105,
155, 205, 25 e.....
105000
15000
Cadeias para relogio a -85, 65,
75, 85, 95, 425 e. .
Corte de cabello,
Corte de cabillo com ricf^b. .
Corte de cabello com lavagem a
i cbampou......
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambco. .
Frisado ingieza ou franceza.
305000'Barba. ,......
.mam
Me
50
BA
MKK
I
45001
501
25
da qu em q alquer loja se vend a 320 rs
e Lquidase a 40 rs. o covado; so o Pa-
v3o.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegou uara o Bzar do pav;o, um sor-
tim n o dos mais elefantes cretones fran-
ceze' de cores fixas, propnos para vestidos
eroupas de meninos, e vende-se a 640 rs.
o covado.
TOALHAS A 75500
No Bazar do Pavlh fez se urna grande
com. ra d-a toalhas acochradas, proprias
para ro-t", bastmte encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a\125o qu-dam-s- a 7-500 a duzia*ou a 640 rs.
cada no a. boa ce'hincha.
CHA' EOS PARA MENINOS A 25O00
O Pav-io vende um> gr-nde oqr;io dos
mais bou t s cnaposiohos de palba da i'.a-
li propnos para meninos de todas as I la-
des. t>en < rhapos que valera 55< 0 > e ven-
dem-se a 2^000 ca>la um, muito birato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 R.
O Dav5n^pnde chitas (u r cadinhos miu-
d'ubos r de rosa e lxmhos, proprio>
p ra vestidos e ronpas de creanes a OO
rs. n r,i vario Sao moi'O baraio^.
LA-I^HAS COM PALMAS UE SEDA
Chegou cara o PV5 o mais bello sorti
m uto das mai< brillantes la^inhas clara-
com bonitas palminhas. de seda; tent lar-
gura de bita fri'ice.-a e veide-se a 150u0
o covado rande pechincha.
ALPACAS MATIStDAS \ 40 RS. 0 C0V\D0.
V n lem se as mais m derna e bonitas
alpacas matsadas com oalmiih s, moito
p np'la* para vestidos de senhora e di mp-
ninas pe (tarado preco 'te 04O rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PA A K01VAD0S CORTINADOS, COLCUiS.
Qmv a iara o Bazar do Povo um gran-
d-' si rtiuiHitodos nais bonitos c irtiniil's
bord< o-, i roprios Dar camas e janellas,
qe se vfiodem de 105 (X), al 205 > 0 o
p^r. a-si u como o me'hor damasc. cura S
palmo- le largura a imitac3o de iiamasco
i* se'a, iT'-prias para colcha-, e prqpria-
mfntf coletas de damasco, send os melno-
res e mai< bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTBAS.
Na Bizar do PavSo vende-se urna grande
qnan'i a^'e <1a mais elegantes tertas com
listiinh^s. endo de todas as cores e a'
fnr a- 6r ; fa/.enda que ningueai vende por
m-rios de i 400. e hquida-se a 5000 cada
co a o; f5o mnito ha,ratas.
se iNSDE cores e grosdenaples.
No Bazar d-> Pavo vende-se um sortimen-
to co *>p eto dos melT res setins e pros ie-
oap-e* de i' dts as cores, que se vendem
mmt' em coma.
UANSINHA A 30
No Ba* ir do Pa5o yeode-se om elegante
sottimeuto das mais bonitas lasinhas imi-
tado dinhas t de urna s cor 320 rs. cada cova-
do.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
N> Bizar di> Pavo vende-se om elegan.
le sortimento das mais bonitas poupelinas
de la r.<'m lista** miulintias, sendo todas
qnai de nma s c6r, 400 rs. o covado ;
5 baratsimo.
GRANDE PECHINCHA, GORGUROES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Razar do Pavo fez-se urna grande com-
pra de aziihas muito modernas de uaia s
cor que pela -saa boa qoalidade se Ihe deu
o t tu o d>,gorgurlo de I5a, sendo fazenda
mu to larga -e veude-se a 40() rs. o e< vado,
fa/onda qoe so vens sempre a 1500'),
grande pwhinrha.
Li-s fnrtt cares a 400 rs.
..#Mo Bzar o Pava > vende se um elegente
mos de I rgura a 25000. 25500 e .350; 0
vara, ditas ictoria.-. e tapa as da mais inf -
rio- at a mais fina qoe vetu ao mercado;
tujo isto se vende moito em cono.
MAN rELLE! ES DE FIL
N) Bizir do p.ivo vende-se modernissi-
ddoh maotelletes cu hasquinas de fil preto.
om l^c/), pelo barato preco de 105000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 15000, 15280 E
15b*J 0 METRO
Ni Bazar do Pavao vend--se bonita fazen-
da branca tncnrpada para saias, sen lo com
b.tbdose pregas de um lado; danto a lar
gura da uzeada o comprimento . sato, a.
qnal ^e pode fazer com 3 u 3 \[i metroA
e uenie-se I50t)0 e 1580 e 1600; asfin
como tamben no misino est-beilecimeato
s vende bonias *aias brancas borda-as ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de la de
cores j promptas urnas coio harras d ftV
rentcs, da me>m fazenda 45fHH) e outras
com barias borda jas 650OD e 75000,
ludo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENglS.
No Bazar do PavD veod-se o m-Ihor al-
godo inho ami ricano e festalo para len-
g's, tendo liso e eotrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeo-se um elegan-
te sort ment dos maU mod-rno> e memo-
res esp-irtilhos. que te vendem por preco
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
Bazi-r idQ fa^o recet.eu om grande
sorii"'oto dos me'bores taos de croch
i'ioprio para cadeiras de balaugo fofas,
pisos, tamboretes e at proprios para cu-
brir aim> fadas e pratos; vendendo-se por
ii euos do qoe em qualquer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 4*000
Cth-goa para u Ba'/ar do Pavo nm ele-
fante ortimf.nio de merm", muito leves
de uma s cor e c m a> mi> lindas cores,
pr piios para venidos er-upasde meninos,
ciin^as bourns etc., e vende-se pdo
bar t preco de 15000o c vado; houila
taZ-nia
Lasinhas tran-pirenls i 500 rs. covado
O 'ao rditb-u iii bonito sortim^tito
das mais elegantes lasinbas transparentes
proprias para ve>tidos, que vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo vode-se so >eror
bramante d'algodi com 10 palmos de lar-
gura a i58(hjo metro, dito de linho com a
mesma largurla 25800 cada metro, pannos
dslnhodop rtocom 11/2 palmos delargura
de7zOat!5 a vara. asim comoi.mg ande
^rtimeoio de H mburgo ou crguellas te
todos os nu ner >s, prec s o qualida les,
que se ven lem mais barato do que en ou-
tra qn.lqner pirle ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo veode-se snperior
toalbadw trancado, com8paloios de largn-
ra a 1600 o metro, dito oe buho adamas-
cado o mHbor qne tem ttod-j ao mercado a
35500 o metro ; ludo tfto muito barato.
Bales regaladores a 450<>0 45j00 e tOO"
Cbt-garam ao B zar do Pava >o mais bem
feitos- bal s reguladores, endo de fat"
a 4i0' 0. ditos de mu tos de 13aioha de todas as cores a 55000,
todos elles sao motto baratos.
Panno prete malta barate a 35600
O Btzar d i Pava i recebeu urna grande
porco ie p?cas de i>aono preto fino, com-
pra las em leil', qu-3 seinore se vendeu a
55000 o cova to e pode liqndar a 35600,
por er nma encllente comura,
Lasinhascmmesel a 50> rs. o corado
No Bu r o l'rfv ven 'ese^ms grande
poican de finissimas laasin' as de urna s
cor com msela, qne parece mese ada de
seda, e ''ita- moito bomt com i*tr s, ten-
s'rt'meot de Hasiohas de futi do u^sia hrgura de chita franezi, e li-
no na mente as sedas e vendem-se quid m->e a koo rs. o ovalo, faiendaqu
vado, fazeuda que vale mudo sempre se v. ndeu a 15000 o l&iOJ, granue
mais dmheiro. ipechiocba a 500 rs.
de qnadr-os, fazenda de moito gosto a
35600 o covado ; aproveitem.
TAPETES
Chegou pura o Baar do P^vo o mais
legante sortiment de tapetes grandes, pa-
ra s fas, com 4 cadeias, u;t s mais peque-
nos, para duas ca:eiras, ditos para
oan-s, camas, po'tas ; etn. veoie-se por
menos do ijue em "ut a q tal joer parte
..OLCH^S BKANCASA 352 0,355ihiE 75
Para o Baz^.r do Pa^o chegou um gran-
de soitimeti das mel'mres coicnas de fus
tio. s ndo das meliiores e raaise corp-di
qoe tem vindo. a 75 0 mais abaixc a 55i0'. 6 ditas, a 30i'0;
lambem no mesmo et^btlecimcnto se ven-
de. u'j> gran le sortiment d-i ciet mes'e chi-
t s. proprias para aleas, que se vendem
muit em i otila
GOHGU! KS 00 POUPELINAS DE SEDA
A r40.0 CADA COLADO.
Cheg u oara o Bazar do Pavo om e'e
gane sortimento ds verdadeirasponpelina^
ie linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 25r"10 cada > ovad",,
o que em outra q liqoflr p?rte nao se \n-
de por menos de 25300, prc ine- e que t.o
sao a'godao e seda, como ha muitos; mas
cim puro liuho e seda; sao muito baratas.
R0UPA*S PARA HOMENS
No accrtditad' ita ardoPa> encentra
r o respeitavel pubiieo nm grande sorti-
mento de roupas para homeos tanto bran-
cas como de cores, a saber':
Camisas coir peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qua'idades.
Cernidas de linho e algodo.
Mi'ias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
C^cas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
cohetes inuacs
De todas es,tas roupas ba para todos os
irecos e qualidades, e Um de mais maisl
om periio
ALFAIATE
Por quem se manda fizer com prestfsa
e aceio quaiquer p^c ou goto do freauez, t-mdon'cste importan
te estab>-lecim*-ntD t das as qaalidtdci <'e
i^nno fin, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores bro*,
qor brancos, qur de cor; e quanlo qual-
quer < bra nao toar inleirame de ao gosto
dos freguezes fi a por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MER'N
Chegou para o Bazar do Pa>> am elegan-
te soiument' decbae< de merino de cores
muio.D'ns c m padres moni decmtes
para qualquer urna senbora usar, dit< s de
crpi n com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vi ido ao mercado, e ven-
de-se por proco mu no em oonta.
BABADiNH JS
NoBztr do P^v5o vende-se nm grande
sortimento dos mais ha os babadinh >s borda-
dos tapados e t-ansparemes. assim como
urna grao'e porco de entr mos largos e
estreitos, que para acabar te vende mnit>
em coma e mais barato do que em ootra
qualquer liarte.
FAZSNDAS PARA LUTO
No Bazar do Pa o veode-se constiuU-
mente o me'hor sortime' to de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de laa.
Cassas uret ts, francezas e inglezas, lisas
e com safpicns.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas tretas lisas.
D'tis livradas com braceo.
Merinos, cant s, bombazinas. que sa
venlem maisbardt do que em outra qual-
quer p-rte.
CHI f AS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazir do Pavo vende-se cniJw pre-
tas inglezas com salpos 2"0 rs. ocovado.
d tas todas pretas, por esUrem om pena
russas, 12 l O co*ado ; necbincha.
0^ pro ir etarios d e>te iiuponante est-
bel ecimeoto rogan ao respeitavelpublco e
particularmente s Ezmas. familias o favor
de se rfirem sempre ao trabdbo do lerem
ns seos annoncios, pe t raza > de muitos
d'ellesserem mudad s amm 'adas vezes.
CACHK-NEZ A 65000.
No Bazar do Ja5o vendem se bonitos *
grande cachi-nez de pura ia, pelo bara-
to preco de 65000 ca.a om.
A Nova iSsperanpa
91Rna Ruque de Cavias21
Quandoa NOVA-BSPERANCA fazosseus
anuncios expondo aos sews freguezes e a
todos em gral o grande sortimento e su-
perior.dade de seu* objectos nao com vis-
tas de atrair a attenco de urna grande fre-
goezia, como a de que actualmente despe,
e sim para scientifiear (a interese de todos)
a qualidade de sr-us objectos os qnaes.so'
sempre de apura lo gosto e perfeico: tor-
uando-se qnasi iadispensavtl para aquehes
apreciadores (do bom) frequenlarem a- No-
va Esperanca, pois qoe ella capricha em re
ceber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua rcpariico: o que se po-
der verificar quafido em qualquer reunio
de ^jessoas (amantes doxiqtiej v-se um
bonilo enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde lago, um dilicado ra-
mo de finas flores, -ete. etc, todos olbam-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos ontros) este? sao objectos
omprados aNOVA-ESPERANCA: realmen-
te II! I procurar descrever em annuncios os
artigos que contera dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariami s com aquella
Braca e perfeico conr que sao elles fabrica-
dos, assim pois aNOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente.
i visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
381Rn Duque de Caxlas2*
La para oordar a
5^500 a libra
O Cysne, ra ra lmperalriz n. 6i, acaba de
recebe"- (trande e variado sortimento iie lii, a qual
vende pelo baralissimo prego de Sj'0O a libra,
cores sortidas.
ESCOLA PUARMACEUTICA DF. PAF.IS
Medafha de Prata 1860
UQUEUR
0[G^pMNfflTREE
GUYOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
nico medicamento approvado por lodos os
Hospltaes de Franca, Blgica e Espanha como a
inellior preparacao instantnea e regulada em
dotes da AGtA DE ALCATRAO.
(Duai colheradas grandese liquido por cada
litro de a%ua, ou urna eollierada pequea por
cada copo grande.)
O modlllcador nial* cnerirle* mt ma-
cona o rslouiuco, dos bro>-.bfos t da
rxlna.
Exigir a firma do inrenior. > .
Deposito Geral ^^^.
Re des Frapis- Baorgeois, 17 ^^ZJ^f
DFrosrro : a Uxo ie Janeiro, Diiponchell; na
Bvhia, Suva Lo:ifs; na l'ernambuco, P. M.iurcr
.I !': i Harankat, Ferreir el O.
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solrvs
0 dono do estabelecimento previne s; Recommenda-se a superior TINTURA M
imas. Sras. e aos cavalheiros que ha nm PONEZA para enegreclr os cabellos e bar
* ao para tintura dos cabellos e barba, as-iba, nica admitda na ExposicSo mversH
r ; como n8o prejudicial a saude, por ser vot
lim como um empregado smente oecnpa-Uatijt anaiysada e approvada pelas acad#
lo nesse servico. Imias de setemias de PARS E LONDRES
t.UWDi: NOVIMDE
Quando a AGUIA RRRNCA, mais precisa scientifiear ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da knmensidade de objectos que ltimamen-
te tem reeebido, justamentequando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a allendero e relevarlo-
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida k ja da AGUIA BRANCA ra d
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de soperioridade em
qualidades, modicidade em presos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SlNCERlDADE-
Do que cima tica dito se conheceqne o tempo le que a AGUIA BRANC\ pod
dispr, empregado apezar de seos cusios no desempenho de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
r;r os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
c; r aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, com
b m seja :
Corpinhos de cajnbraia, primorosamente
ei ifeitados com fitas de setim e obras essas
o ija novidade de molde e perfeico de ador-
q )s os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores-e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e deseohos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o massar o pretn-
deme se Ihe apresentar o qne poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Eniovaes completos para baptisados.
0 Buzar do Pav&o sit> a ua da Inperat iz n. 60, esta' constantemente aberto
-.s 6 horas dimanuai as 9 da nt*ute. ? <
IMEMBRO DA ACADEMIADEMEDICIN4
Preparado por OESLAURIERS.PH.
Suc* DE BOUTIGNY-DUHAUEL
51 Ba de Clrv Pars
,____^__________*________
O Xarope depurativo iodurado do Dou-
tor Gibert offerecc, no scu emprego, um
resultado bm, certo e constante na cura
das impiyens, escrfulas, molestiasdapelle,
vicio do sangue, obstr uccen lt/mphalica,,
molestias contagiosas (si/pftililicas), leves
ou inveteradas, e de todos os accidentes qne
d'ellas depender. '
A receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principare pharmacias do
em Pernambco: Mairer e C; Joaqlim
Martinho da Cruz Correia; Joao da Cok-
ceicao Bravo e Cu; Augusto Caors ;
Bartholomeo e C"; Alexandre Ribeiro;
Abreu RiBfciRO; Joao da S1 Farla elmiAO.
Farfolla de mllho.
Ha para vender farinta de milho branca,
amarella e fub de superior qualidade em
accas recentemente chegada de Porto Ale-
gre: tratar na ra da Cruz n. 3, escrip-
torio d'Amorim Irmos < C.
Vende-e tma bonita casa nova a muderaa,
com 2 salas, correder ao lado, 5 quarlos, sotan
maito freico, drspensa, cotiana com b >m fi mo.
(iranrie copiar tan 4Jradeamento na frente, gali
nh-iro Unibera com graaeamenlo de ferro para
grande porca de cjiaeio privada para despejos,
telbeiro para tenha, carvio, etc., cachaba con.
bomba de Jai), lanqo* coberto me servp para
banhn, e sitio, Irhi, 100 palmas de (rente e 500de
fundo, lodo morado de novo com gra Jeamento na
frente e portao de ferro, lindo jardim. para re-
creio. plantago de arvuredos ooro<, passa-lhe o
rio Capibarihe perto para esbanhos, no lugar de-
miminado ChacJo n. \, juut da e^iacao da Casa
Forte : os pretpndentes poder-se-h5o dirigir para
tratar rna de Thom de Sjur.a, ontr'ora roa da
Lingoela, n. 4_______________
Cera de Lisboa em velas
Tamanhos differentes desde a f6 por libra, em
xas de ojra arroba : no tramen) de Tasso Ir-
mne A C^ rna dn Am rim n. 37.
Vende-se aa de canna a J8f* rs. a Kbra, era
porc&o faz-se differenca : na rus de Hurlas, ar
mazem a 2.
Capellas branca* para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de spda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita.
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourade
paraxircular o coque.
Benitos biincos de plaquee.
Aderaos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir atas.
Thfsouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, a*
quaes sao movidas por um machinisme
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada cem vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo *>
Touqttinhas de fil, sapatinhos bordados crianzas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprioe
Camisinha8 bordadas para ditos. P2ra enfeites de mesa e de lapinhas.

"es
&c
p
4
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o
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P
9
Ai. 3 4 IDA DO C4EUGA N. U.
i
P
CO
Com este titul acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimeuto de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Uuro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
. Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderlos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereces, pul-
cetras, nrincos, alfinetes e aunis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadoobo
mencionar.
Compra se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer,parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
mmmmmmwumMnwMwmi

FIGADSgeBCALHAIJ;
^ml^r
HONRA
BRANCO E ESCURO
"Oosinfertamloe Oleo de Figido de Bucalho,
iio'r Jhevrier deo a eela preciosa prepara-
dlo iln-rapcuti^a um cheiroe sibor igiradivtit
que iienhuniadeinaiviruiiU'slhciirani.
EKta importante descoherla, que grangeou a
scu autor nina Siedalha de honra, olgariso a
uso do (leo de Figado deBacalbo desiafeetail.
Os mediros o receilam prcferirtlmente a todos
os otttrm. em todas as molestias onde se em-
prepa o Ole* de Figado de Bacalhlo.
Ver por mais pormenores os relatnos medi-
caes queeontem a norteia que accorapaitha cada
frasco.
FERRU(ik\LU BE CnEvT.IFU
O Seuhor Cherrier completou a sua deato-
beru ajuntaa-do a iodura de fcrro ao Oleo de
Bncalho deslnfei tado Este Oleo de Rgad de.
BacMhio ferrtutiiieo lem tadas as proanedades
do oiao e do ferro, digere-se facilmeaM e nanea i
causa prisio de tentre. Portanto i preferrtel
4 mais preparicdesfrTgnea(Plulasou J-
rope), contem em todas as doeneas on.l se
emprega o ierra Tisica pulmonar, bronchites,
rachitismo, escrotulas, impigen, (ou, rbeu-
matismo ebronico, caiarrhos antigos, dyspep-
tias, eontalescencias difficou e ftaqueiss U
constituirlo.
Ffiartnttfi'i cnBVKMKH, ti. me tlf Faub. itrnln*n-tee
*, m smTpharmwia acho-se o VINIO e ELIXIR de COCA. W*MpteptfK twlqs;
0 TAPFETV0LNERARI0.0O, ARR1CA para curar as .haga., frulas, wn^t* '
0$ GRANULOS de BISUUTH couiposlo contra as diarrheas.djsentena, rea eatomago, etc.
Depositario, era Iiio de Janeiro, Dcponciielle et C. Babia, MonEiriA Irmao ct C
Pernambco, V. Maorer et C. Maratihao, FerRDRA el C". J "ro Alegre,
F" JOSF. RF.1T.O.- Pelotas. V'TFnO I.EIV4S. _________ m
ROB LAFFEGTER
afleefles da pelle, ImpisraM alporcn*. tumor*. nlwrM, rna drr
erada, earorbnio. e os accidentes provendos dos partos, da idale cnca, e da
monis hereditaria dos numeres. ..... 1
O rr be he especialmente recommendada contra as doenjas syphtca recentes, invete-
radas oa rebeldes ao mercurio e ao oduro depotassio. __-
Deposito geral do verdadeiro ROR LAFFECTEUR, em casa do doutor
SAINT-GERVAiS, ra Richer, l, Paria.
4 *
:M


i
Dia/io de P^nambhGo Qjiurla eira 24 de Agpslo Je 1870.

1
\\
1
rto rna rtn lnnenfri/ rnmTa wJ - / se^ .es tabule*! msjnAos de fazendas
Md* a respeitavel ntibici> ea 5ik VB Pa"e"D8t,n*o le presos, por issa con-
p.ra Ibes le.obrar n, o o seu ^^^ST9' ^V? pral1 ^ d nMU'
vender a hq da R rthJXF n Ha- InPeraln 72- o tica dito. o* Ganbald'' P'-a Bear sement IiOJA
Novo estaba tcimenta
Attenpao.
OE
Ra da Itnperuiriz n: 40,
esquua do
DE
IT1
be co loa Ferteiros.
CHALES BRANCOS DE CASSA A1000
ORCANDYS nir i i? S^ Vendo-se orna grande porcao de cober-
VK0 ,1. DE,.?REf l3S *> c,,il" chineMS l)ara o Peto barato
ahora, fT ^ P*.ve8l,dS de se' Pres* dt 2W0<> da urna. *
bolado mU'l mdernaS a 4i rS- V*ntle"e na l0Ja d0 Arara 3 bato5es para
Wrllh.n<.,n ,., .. .. qualquer es-abeieumento por barato -presso
ySSZhriii?- u"* *>* por nao se precisar d'ellea oo estabelec,
venae-se bnlbtitina ou mussulina de ment.
^w^rfnrw lS'^SS^ KBTAUIOS.DE CHITAS PRETAS E CASSAS
MACADOS FKACEZES A 36- A 120 O COVADO.
. -15 nscad,1s tancezes para vestidos Vende-se urna grande porcao de reta-
.w.0Va0- lhos de cbitas e c*ssas Prelas a 120 rs. o
CIHta larga a 320. covado para liquida-.
~J J? C itaS escaras finas da ,3r8as COBERTORES DE ALGODO A i UOO'
para vestidos de senboras. a :W0 o covado. i Vende-se cobertores de algodao cada um
Ditas matisadas oscuras a 280 o covado, l;00.
RRAMANTE DE LINHO FINO A BARATO
PRESSO.
ALPACAS LIS\S A 500,
Vende-se alpacas lisas para vestidos de
enhoras a 500 e 610 rs. o covado.
LAAZINHAS TiU SPARENTES A 560 RS.
Vende-se faisinhas transparentes, para
estidos a 500 rs ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
Vende-se lpicas de listas para vestidos
500 rs o cavado.
BRILHANTINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se brillantina branca pira vestidos
500 rs, o cavado.
ALPACAS MVriSADAS 640.
Venderse alpacas ruatisadas para vestidos
de senhora a 640 rs. o covadu.
3.RTIMD03 PARA JANELLAS 6-5000.
Vende-se cortinados para janellas a 6^1000
par para i-quid r.
SEDAS DE CORES I 000.
Vende-se sedas para vestidos a i >00 o
vivado.
O novo proletario desie estabtlecimwitu. communka ao respeitavel publico
tiesta cmade, especialmente s Exmas. famibas, que ota liquidando por precos bara-
tifiams, antipas fczenda- que existan) neste e^tabelecimento, alm das que abaixn
vm reraaooaWas, ruius precos merecern toda a atteneao do respeitavel pnblico. que nao
amarade c;,n> pniu na quaniia refazef.se de qualquer quadade de fzenda que pre-
cise, trevin-se lambem qae a :n.;sma luja tem Wio sortimtuto de fazendas moder-
na-;, c ciiitmna a sor(ir-se di.s do mais opnraio e escolhido
barato que qualquo- ctfUa Ir Ja.
A LOJA DO PAPA -AlO a!m de ter um gr.ir.de deposito de
um bonitd
demos
e ma-
e biin< pardos de todas as (ualidades.
A LOJ.V DO PAr-AGvIO ltm contratado nm ptimo eslro
gosto, que vender mais
roupas feitas, tem
twhjig siTlimertlo de caseofires Crancezas. inglezas e acms dos uadrts mais nso-
os, e asfirn como pannos prtos, casemiras e panno uno cof oe p.nlio, a?ul claro
lis escuro. I.r.ns brancos e de cores, fustos bran:os. e de cotes, gangas dNtnho
perito no
sen officrt pata exeeular qualquer obra da arte com a maior perfeicfio e esmero, e. qml
quer ubra que nBo ique vuntade dos fregitees. flear para a loja, e mandare
CORTINADOS PARA CAMA V 145000.
Vende-se cortinados para cania a 1 i.^OOO
OLLINHAS PAHA SENHORA A 100.
Vende-se urna grande porcao de gollinhas
3ara senhoras e meninas, a* 100 e 200 rs.
ada ama pan liqaidar.
CHlfAS PARA COBERTAS A 320.
Vende-se chitas largas oara coberta a
820 e 360 rs, o covado.
MANGUITOS E.GOLLAS 500.
Vende-se manguitos e golhnbas para se-
anora a 500 is. ditas linho a 640 e 800
rs:cada urna.
CHALES ESTAMPA DOS 2*000.
Vende se dales de merino estampados a
2j000para liquid.r.
CAMBRAIAS VICTORIAS OOOO.
Vendase camhraias Vidorias finas a
rt*GOO 6d500 o 700.>, por ser liquidado.
AJ.PACAS COM PALM tS DE SEDA A l000.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
metidos de seobm-a a I "000 o covado.
OMITES DE CHITAS DE CORES A 2^400.
Veade-se cortes de cbitas de cores com
io corados a 2500.
.llgodSe fraudad de duas lar-
garas 1&200
Vende-se algod5o transado de duas lar-
guras a 1|5200.
MADAPOLO ENTESTADO A 3o500.
Vende se pecas de maiiapoiaode 12 ar-
das a 38500 a p' ca.
ALGODO A 48000.
Vende se pee s de algodo encorpado a
43, 5j, 65 e 75000 a peca.
MadajAolo a &000.
Vende-se pecas- de madapol5o de i jar-
das a 5 65 e 6^500, dito nwito fino a 7:5.
80 93 e 105 a r>ca para liquid r.
ALGODAO DE 8 PALMOS DE LARGO.
Vende-se algodao com oito palmos de
largura proprio para lences e toalhas a 900
rs. o metro.
ALGODAO DE LISTA A 160 RS.O COVADO.
Vende-se algodo de lista proprios para
saias ou vestidos para escravas ou calcas e
carnizas para escravos por ser mnito forte a
160 rs. o covado para liquidar.
Cortes de eastor para caira a
oOO rs.
_ Vende se cortes de castor para calca a
500 rs cada um.
CORTES DB BRIM PXRA CALCA A 10400.
Vende-se cortes de brim d cor para
calca.a I400 cada om.
Brim pardo liso a 500 rs.
Vende-se brim pardo liso, meio linho para
calcas para trabalho a 500 rs, o metro.
angas para calca a 9SO rs.
Vende-se gangas inglesas para caifas e
patitots h 280 r>. o covado para liquidar.
CORTES DECASEMIRA DE CORA 38500.
Vende-s cortes de casemira de cor para
calca a 3-5500 cada Hm.
Ditos mui e finos rom listas do lado a 55.
PERCALAS FINAS A 4#.
Vende-se perca as finas, para vestidos de
senboras a 440 rs. o covedo.
Cassas ira cezas a 840.
Vender cansas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
Esguio de linho de 18600 a 35 a vara.
Cli es do merino pretos milito grandes
a US.
Dito ditos, eslampados de 4,500 para
cima.
Fil de linho branco e preto liso, e de
salpico.
Grvalas de seda pretas e de cores, da
Ato.ilhado de linho Uno, a :J5 o metro,
o de slgodSo a 25.
ttiyodaoMiiho lattfo, para lences e toa-
Ibas-a I-yon.
AlpiMM pr^;w, de cOres, lisas, defera
cres.'^PIl: iistrjts.
Bjfeges com Ifttrinhas de di'erentes co-
ros i 320 rs. o covado.
Bols s.b i;.pl;eav.-!udadas.para vigem, mais mod^rna'.s'que ffl vmdd"ao'nwcad
o pree. e conforto o t.manho. (uardan.pos de .mM bancos e pardo."
Bi.mbas.nas pretas. hu, e trancadas. GrOSfhmapJe pelo de diiT>rones pr r>.'
ingiez a Laasinhas em coitos com palmas com 14
cov.'.ii,, pnrft8.
K.-.O..S de nxBSBho, nrasens cr.n (Rk. f)ks \m* e delistas fransparentcs e t--
e oitros toot-s de purn* om o feMo dos parias nV ciff-r.ines prrcs
Madapoiau intf^z de 55 at 105 a m>-
Lp> eos de afgddao, braucos de 25 a 38
GALLO VIGILANTE
Ruado Crespo u. 9'
Crespo
Os propnetaries tleste bem conbecido estabele-
cimente, alm dos muslos objectos que tinbam ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vu- e aeabam de receber peto ultima vapor
da Europa -um completo e vanado sortimento de
flpas e mfci delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu eostume,
Sor precos mnito baratinhos e commodos para to-
es, com tanto quo o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas da.
Ex mag. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cures com vidri-
Inos e .-em elles; esta fazeuda o que pode haver
Je rnelhor e mais benito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marurn, sndalo e 03so, sendo aquellos branco)'
com lindo desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as qaaes sempre se venderam por 30,5000
a duzia, oatretanto que nos as veudemos por 20
aim destas, temos tambera grande sortimento de
nniantes
2500
de linlio, francu2 e
fluirs qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas, bengalas de superior canna da India e
castao i!e marfini com lindas e encantadoras figu-
ras d0 meanio, oeste genero o que de melhor s
pode dese;ar ; alm destas temos tambero grandi
quantidade de omrasqualidades, como sejam.ma-
deu-a, baleia, oseo, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e psriores ligas de seda e borracha
para segurar js meias.
Boas meias do seda para senhora e para meni-
nas de l a '. i auno de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para ftzer
baroa ; sao muito hoas,e de mais
A UVA .,,
A ra do Duque de Casias n 21.
CANTIGA HA DO QUEMADO)
Recebeu seguinie :
Kpelho> gran>8 dourados, molde boniton.
Carteiras, charuieiras e port cigarros de muiti*
qualidadc?. A
Uunit.is paMas para papis, f imples e matiadas
Boas cnixas vatas para costura eutn sea eempe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresshindo en-
tre elles os mimosos tclegnpliisls.
Commodos tuucadores coro dnas gavetas e ben
espelho.
Port boafjnet, o qne do mellrr tem appare-
cido.
P.irt ri'ligios de motas qualjdadw.
Buns talheres para cran-.-s.
Votuario?, chapcozinlios, tonca?, sapatos e meia
para baplisados.
Toalhas e fnmha* de lobyrinrho.
Chapeos echapelinaspar.-ist'uhora, moldes nov'S
e bnoil*.
Chapozinhos gorros o bonets para meninos
meninas.
Ooiitra as -convulsas i.as
ua,u*, sju uiuiio noas.e ae mais a mais sao ga- ""->--"' .v.u.
rantidu pelo fabricante, e nos por nossa vez tain-" tf,m a Non E?Peai".a eS sabunei.s d
lieni assegurarans sua qualidade e delicadeza.
Lindas e belias capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina
mo-
BasquiDas de jr^osdenaples pretb
lernas e le crxlu'; BMtitn eftNUNIas.
Bfelaj^Mf de liaho a do lgodn.
B iris de lioiio l.1|)1jdos braucus e de
cores.
Brins.do algodio trancadus brancos e de
cores.
2 dgztaf.
Ditos decambrsia de litihn de 6^ a 12.->.".
Dit'is de esg.iino d" 6;3 a SU.
M-.is ulinas brancas e do cores a 500 rs
o covado,
Gorgtites ile laa com !sfr;;s, fazendaln-
Cotfibra-.as brancas tapadas o Iranspa- t iramejite nova no mercado a 800 r*. o
rentes, sendo ioglna e suissas <>8 pal- covado.
mo.-. de hagan Merinos preto, trancado e de cordo.
Camisas de jneia, de llaneda, branca, e j Paitos bordados e |-?os, tant de linho
de algodao. como do algalio para camisa de homwn.
Cami.-inhas brancr.s de camhra a cot di-
licad. s bordados, e enlejiadas de cor para
Sras.
C n.hraias do cores .1 400, rs. o metro e
a 801 is. a vura.
Comisas in^ews.ie franezas de linho. e
de _algodo ' Lba eos Qtt sol de > da, merino e alpar
<:a de (lil.'n",i>s cores, e rriqito baratos.
Otlas |'-ira vestidos, fiancezas, de 240
at 4(M r*.
Cbil*g pan co'citas de 320 at 040 rs.
Ortmados de can ljri;i. o de fil borda-
dos para ramas ejusela." dr 10-J (ara cima.
Col has de ftaso br n-as a 39300.
Ditas de cores a 2S()0.
Colariiil.cMh! linbos.inclozes, ealemes.
liso* t* bordado^.
Damasco de 13. encarnado, a znl e a ma-
pi-o. es-cinillia pr>a.
Lsn-rtilhos do linho branco para Sras.,
de d Aferentes pretos.
'rincetas pretas de difl'erutiles oreos.
Cambraia branc lapada mnito lartra com
pnBRofi e hord -.do, l:a ne tres qualidades
propria paofl saias de Sras o peco ba-
rato.
Sedas prrtns lavradas para vestido a
S 5 0 o eovado.
Sargelim fr;;ncez e ingiez do toda ao co-
res.
T'albas de algodo e de linho de dif
f-n ntis qafidedes e lamarihos.
Punhos de linho paia bumtm muito fi-
nos
Meias ing'ezas para Sras..p para meninos
e para homens, de diferentes qu" lidades
e de todos 69 tamai los.
Para qu m comprar per,a ou duzia dr
qoalqnef faz nda Sf u prei.-o o costo ; para
diminuir o ret lio. /
D rr -se as amorras de qiulqner faz^nda.
A lojft do Papayaio a cha >e abtrta todos
os dias. at :*k ! Ii .r>s da noute.
Francisc- Teixcira Menes
_ e para crox.
Linna muito boa do peso, frouxa, para encher
lahvnano.
Bcns baratbo de cartas para voltarele, assim
como os tontos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
C0I.ARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
fa/'itam a entico das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm da que .nunca faltem no mercado,
como ja tem acontecido, assim pois poderio aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde serupre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao firo
para que wo suplicados, se Tenderlo com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
ueclarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos mnito raoaveis loia do gali
vigilante, ra do Crespo n 7
(TlMK'ilS
V'endn-se os verilai'eirns ci!larp na Xova Espe-
ranca. na dn Roque Ce Caxia n. 21.
PAHA TINi;Hl .ll.i.uS
para pretal u canUnh , reaotwu a Xova Espe-
ranea a verdadeira unta ingieu.
PARA ACAB/R COM AS SARDAS
ou pannos, lem Nova Eiperanra o verdadeiro
leite de rosa" braneas.
AGl'A DE Fl.dii 1); LAItAX1A.
Vndese na Nova Esperan e-a j 1 na du Duque d
Caxias n. l.
PAPEC PARA ENFBITAR-SE RODOS
recebet:-os muito lindon a Jova hs;>'ranca, ra
do Duque dn Caxhs n. 21.
PARA AMAC1AR E A FORMSE A R A PELLE
pos de
arroz.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estnu dispostu-a continuar a vender toda*
as miudezas pelos baratsimos precos abai-
xo declarados, garantmdo ludo Lom e pre-
Cos admirados.
Dnzias de pa itos seguranga a------ 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Fraseos com oleo baboza muito fino. '2b
Pacoles com pus de arroz o me-
lhor qne lia a............... 320
Navalhas muito linas para faef
barlia a..................
TRIUMPHO
7 fiua doQueimado 7
DE
& BASTOS
E' chegado a este novo cstabeleciraento o mais bello sortimento de fazendas
iS, sendo sua especialidade enx .va^s para noivado.
Vesti os de bl n<\ de ,sdi ricamente bardados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Col- has de MJda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id m dem.
Ditas de crox, dem dem.
Cortinados iLam nte bordados para camae janellas.
Croxs p ra cadeiras e sofs.
Vestidos d cambraia branca bordados.
Popelines de iindos gustos.
L5as de diversas qnalid des, lindos gostos e modernas.
Ricrts b urna* para passeio, com litras de setim.
Sabidas de baile o qiioba de mais rico. ,
Crotones para vestidos com lid s desechos.
Comizas bordadas e sem b>rdados para senhoras.
Omisas bolladas imiita linas para homens.
Das ingiez-s para homens o meninos.
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COLLYBIO Conlra as afTeccois das palpebras,
preparado sob a mesma torna.
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ORATIVA das
UTOR-PHILTRO
Graves
do volume de um relofrjo, serviado
de PHiLTao e SkrimJa sem os
incoavenieates de Iragiliaade.
Coa a forma, e do volase de am Porte-Noeda coateada
TOBO TfUTAMENTO.
Luvas foscas de Jouvm
ates para guarnicoes meditadas e verfladeiras
Esteiras da India
0a1uS^nien!0 e tapttt!f pfa 8,iarni?osde salas, alcaas para forro da-sata e
grande eorttmento das acrediUdas e verfladeiras
rame de ferro galvaorsado em rede para cercas, gaiolas. gaMiahwos etc.
kapas^e ferro alvanisado para cobnr casas. -"w etc.
Tachos de ferro estanhado para engentaos.
Cefres de ferro de Milner e oatros autores.
Cbumbo em cano.
ito-em lenc-'l.
Dito em barras. ,
Diio em enxa las.
Estanto em barra e verguiaha.
Polha de Flandr-s.
Arados americanos para ladeira e vanea.
CatTtnbos de mi.
Vneiinas par janalas.
Machinas de descarucar algodao de faeio.
Ditas de serra.
D> para rxwlnr famo.
'umSSSS^ ^ **3 "TaH0S e DWOr<9 P acanto, fmmver a*
adeiras de ferro.
Cama* de f^rro.
para -copiar cartas.
ESTOJOS
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a meama forma.
PAUTTlT nWFn S. ra ^P08'13 geral para o BRASIL e PORTUGAL
OAHi U.Vb\JBUi\t ftll 34, ra larga do Rosario. PlRNAMBCO.
Aly w moa
EffilIHEHKl
Com undipo
BOA 00 BRUM 52
i Paseando o ch fa> iz,
Cliarpa a attencau mSm, de enfullo paia sous aorediados macbinismos-e)
.om especiaii.i.dc pata seos vaporee qu amrla urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle ej funecionando Ibe bao de fazer melhor apre-
yacaj do que qual (uer dito pioprio.
Dtiseja lo avia.mencJunar que vita do cambio agora mais favoravel do qoe
poc a dos apontauieuto& du muo paseado tem leitu urna redac.an iensivel em todo
BaaMs*> pan p^aar.
Oteo de I.
linlaga em latas de ferr^
MMe ierro para enenhost
Bflmbas americana.
Macacos de estirar.
Ktaiifu e pen decimaes % ontras.
".'e de patente.
xiUre.--
Salitre.
atow larga e de.boa qoalidade
Pi*areia par caminho de ferro
Um grande sortimeaio de ferraieas e cotilaria.
l
na
seus precos.
tal
Jeordeiro previdenti
Ra do Hneiinado n. IR.
>lovo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do compfeto sortimento de perh
narias, de crae efectivamente est provid
oja do Cordeiro Previdente, ella acaba c
-eceber um ootro sortimento que se ton
lotavei pela variedade de objectos, superior
ade, qualidades e commodidades de pr-
;os; 3ssim, pois, o Cordeiro Previdente peo
i espera continnar a merecer a apreciaci
lo respeitavel publico em geral e de at
wa freguezia em particular, nao se afa
ando elle de sua bem conhecida mansid;
i barateza. Em dita loja encontraro f
nreciadores do bom:
Agna divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ing-leza, americana, frt
;eza, todas dos melhores e mais acreditad
bricantes.
Dita de Oor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Exir odontalffico para conservado
L-seio da bocea.
Cosmetiques de superior qnalidado e chr-
os agradaveis.
Copos e iatas, maiores e menores, cot
ornada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
< uatras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanoi
; ancezes em frascos simples e eneitadoa.
Esseacia imperial do fino eagradavel ch
o de violeta.
Outras concentradas e de ebeiroa igna
oente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidao
om escoibidos cheiros, em frascos de din
entes lmannos.
Sabonctes em barras, maiores e menor
jara mos.
Ditos transparentes, redondos e em fif
as de meninos.
Ditos mnito finos em caixinha para barfc
Caixinhas com bonitos sabonetes iiiiar:(
froctas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
aas perfumaras, mnito propinas para pr
entes.
Ditas de paneUo igualmente bonitas, tu
oemide perfmarias finas.
Bdnitos vasos de metal coloridos, e a
inoldes novos e elegantes, com p de ai?'
i boneca.
Opiata ingleza e (ranceza para dentea.
Pos de campbora e ontras dTereut.
tuaiidades lambem para dentea.
Tonirjo oriental de Kemp.
rJ ili "M^rfcV
Lntoirtro sortimento de coques de n
os e-bonitos moldes com filets de vidrilb
i algnns d'elles ornatios de flores e fita
stao todOs expostos i apreciaciode qn>
8 pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfei?ao.
Pivella e fitas para cint.
Bello e vanado sortnnento de taee obja.
uw, ficando a boa escolba ao gosto do coi
orador.
Caixas de linha blanca do gaz a.. 50t;
Vara de franja de linho para toa-
lhas a ..................... 160
Caixas com pennas d'aco de erry
superiores a................. 800
Lencos de cassa brancos e pinli-"
dos a...................... ICO
Caixas cora 20 cadernospapel pau-
tado a........ 700
Caixas com 50 novellos de buha
do gaz a....., 40i
Duzias de meias cruas supcri.n
qualidade a.......3GO0
Pecas de bbaditihos com 10 va-
ras a......... 50
Pecas de liras bordadasrom 42
metros cada p ca a (#800 e. rJOOt
Pecas de litas para cs de q al-
querlartura com 10 varas a. 5*00
Escovas para unhas fazeuda fina a 50t
Ditas para denles a 240. 320.
400 rs. e....., 501
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a..... (
Duzia de linha fixa para borda-
dos.a 4 Pares d-- meias croa- para m>
n.s diversos tamaitos a. 326
Dnzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 4,5501
Pares de sapatos de tranca do
Poito........8|0O:
Pares de sapatos de tapete a. I Dnzias de baralbos para voltarele 3J0O0
Sytaharios porto^tiezes a. . &06
Crti-s cm ct'lxeles : carreras a 20
A oloadmas para collete diversas
qualidades....... 400
C ixas com p^nna de ac muito
boa de 320 a...... 5<*
Caixas com su pe otes obrei s a. 40
Duzia e agtilha para machina a. 20000
Libras de p'egos francezei lodos
os tamanh'is a....... 24(
Pacote de |apel com 20 qoader-
nos........... 400
Re; ma de papel pautado super i r 4r?00(i
Resma de papel liso muito -up---
riora........... S^-O




t
U
leja de jolas'
RA DO CABU6A" N.9 A.
DE
Maaoal da Cknha Saldjaiiha & a
5 .!',.'..: .-.-j im dn ultimo posto, a4HMK>- vens>ar o laiais barato pi*sie|" #
las as i -ias cerao garaiidas uui. d le, io.o*.eus doos tendo empata 'SS
m, naufllvidario reoder bota* *r pw. os maia, rawawJ *
nM> w o piwtito.ajfir -w.entNlwirMrto, cw^^aat fieari coimne
UHiOitt! >asWii-
A MO DfcOtfllOi^RBA. DO CABDiiA* I
BUlho novo d Fer-
nando
, Em saceos grande a preco comm 'dr : no ar-
mazem de Tasso Irmos & C, ra do Amorim nu-
naero 37
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, qnalidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na rna da Cadeia do t>
cife n. 51, I* andar.
LOLtiHIA D RIO
RA DO CuBUG.V N. 2 B.
At nova-reiotaca, se ven tem Mtines do R <
os vended' re> na raiao de 22^000, seja qnal
r a poreao; dinheirn avista e1 aos panicularcs a
a 24IOIO;_________________
Em casa de THEODORO CHBJsT
VNSEN, roa da Croa n. IS, encontram-a
iflectmmente todas as rmabdades de vinb
ordeaax, Boargogae edo Rbeao.
Ll VfLIE 1 i?IIS.
20Rui da Imp.mlnz20
Fari & Lessa.
Acaba de cb> gar a esta noaj noro loja de fo-
rendas finos mu variad* sortimento fle faz^nda- t
laa e seda, como sejam : granadii>s d> uttiti.it
go.-to. pupeliaas de urna s cor, alpacas c Hm-
nha< de cores, o qne ha de mei- n <>' rnn. tud.
por baratissimos pregos, brilhantina- de o c-, te-
cidos das indias, fazeuda nova a iuit- cao de per-
cal!, balice de dina fing: do saia di- 'r c m lin-
das barras, fusi6>9 |irt>prios para ve-tion e roni-a-
de menims ; agora grandes e admira vi.- pirhin
chas, saias brancas com liados frisados a .'U ri-
Bpf cr-rpinhos bordados muito finos a Xfi. lalos-
modernos de arc> s a 2. ricas colchas para raro
alcoehoadas. sendo brancas-e de cores, a S. 6a r
7a, cambraia victoria liina. a A ditas irarispafu-
te> a3*, 6a e 7,chitas finissimas srur a e clan*.-
a 280 301), 320-e 360 o covado, cassas de core* *
240, lencos brancos de cassa a 2S-100. dilns rhi
m-zes a 3*500 a duzia. madapolao n< a Oa
6*500, e niuit supem r a 7|, 7*i 00 e 8a, alp >-
daoznlio largo proprio para lences a 6a patino
de al.odao branco trancado proprio para Mtttas
de mesa a 1*600 a vara, oramanie paia lencrast* a <
2aOO0 3a00v que hs de mMhor. esgnio ti
mssimo a 2*200 e 2*500' a vara. Mamlamos na-
casas das Ex rna. faiiiilias para melhor poilerpn.
ex /Iber. Tambero teuus compietu sojtiniento d:
perfumaras dos pr.mrirtw fabricaiatee francetes V
inglezes as pe#sias que se dignaren vir a esta..
I ja teraoocca-io de recuoliecer a realidad* a,
que annunriamo- para ons justificar.
Voode-se a casa tarrea n. II. -itt em Olinda,
ra do largo do Amparo, com excellem c^im-
modos e grande quintal, solo pronri : a tratar tu-
Recife. rna da adeia.n. S.
Ea gxosso
Bap giosso
Na lojada Punir.- na ra la<|ia ifc> h sala, n
38. per.ieHceote a U^noel Jm-ii L> i A luiia.-re-
ceberam rap g -se gr< sso du Iti de Jo eir., dte
gas-e Uno, dii i Paulo Cordeiro vaj-n t r1i|.< ririn-
ceza Rirh, di1 prmi-eza fino, d R hra, di*ri m. i.
pros-o, d"t" r. 15o fr.im-ez, dUn d* l.sho< ; d"t
esta. ^aaltade de rap se vende lano emlihri.'
comoretaliio. *
Gachines
Ga chines-
A fija da Anrera na ra larva do Rosario
38. tem l.on- caeRnes de 15a de l ff
bra mnito boa para senbor;; saven'1*
muito barato.

mm^mm


Diario de Pernambuco Ouarta feira
UiTEBATDRA,
A GUERRA.
A PROPOSITO O FRATRICIDIO I l
pnt'SSIANO.
Recitada no Gabinete Portugus, de 'ilirra.
Primognita da morte
Inna so dos genios mos:
Lucifer fo nvti consorte
Foi nosso tbalamo o chaos.
Tendo por meu o universo,
Da humanidade no berco
Busquei saber o meu ftra ;
Ao. meu aspecto iracundo
De sangue tu/vou-se o mundo,
E os cos gritaran: Caim-I
Do fondo do firmamento
D senfieado corsel,
Galopa raivoso o vento,
E a vaga acoita o parcel.
Meo hlito o ar esfuma ;
Bebo o ocano em espuma,
V trra devoro em p.
Nos seios affago um raio,
E, luz do sol em desmaio.
En lanco ao mundo Nemrod.
O homem chora : que encaato !
Geme a muliier: que festim
Banho me em ros de pranto
E sempre nflmimada assim, /
N'uma volupL dojiangue.
Ora feb.il, ora langue,
Porm, prostrada jamis !
Bacchante Ingubret infausta,
Emb Ta r.aia de exhausta,
Eu digo :Nao satisfaz !
Do oriente ao-;occidente
As minhas tends armei:
Do Sahara Siberia,ingente
Meu n-gro peudo soltei.
D'algemas. c'ras e sceptros
Minha phalange de espectros
Ergue um thron", que so meu,
E-on-le esmago absola a
Cleopatraa prostituta,
Bem como o candido hebreu.
Ab Marlyrios e herosmos
Apra-me tudo empolgar;
Soffro a ome dos abysmos ;
S Deus me a pode fartar.
Nem todo o glo do polo
Saciara em meu eolio
Esta sede de volcao.
D--US ou o homem, que importa ?
Do inferno abriram me a porta,
E en vi o meu coraco.
Tenho no mundo um vassallo ;
Gigantes e pygmeus,
Sob os ps de meu cavallo
Debalde clamam por Deus.
Deusa, rainha ou cigana,
O templo, o paco, a cabana,
Sao meu8, como a selva e o mar.
Tudo luda : nuvens. ventos,
Ondas, fras, pensamentos,
E eu somente a reinar.
Ri-me do culto d s magos,
Da ira dos Pharas;
Da orga azedei os tragos
Na convivencia feroz,
, De Baithazar que se inclina
Aos seios da concubina
Ebrio de vicio e poder.
Vio-me Calligula, o foro,
E a propria sombra de Homero
Quasi que pude varrer.
Rstame ainda nos labios
Das cruzadas o .*abor;
Guerreiros, papas ou sabios,
,0s ap tstolos do horror,
Tigres em nome do homem.
A's minhas plantas se somera,
E nos espacos azues
Vejo, paludas, manchadas,
as mos de um aojo abracadas
A meia la e a cruz.
sub me o pensamento,
E grande a idea : pois sim.
Alas eu raio, e n'um momento
Tudo capliva-se a mim.
Patib'los, thronos lombados,
Puvos, reis, desbaratados,
Sngrenlos beijam-me os ps;
E eu m tstro altiva ao futuro
Esse medinho monturo
E Ihe pergunto: Quem s ?
Rival do bem, do progresso,.
Delles mo nutro tambera;
FOLHETI
I VIVA DEPOIS DE 111)1(1 \
pon
Xavier de Montpin.
O HORSCOPO
(Continnacao do n. 187J.
XVII
A cfcegada.
Esl'oatra epstola, muio mais breve que
a anterior, anauo/iava que dois das depois,
s tres da tarde ebegariam o conde e a soa
esposa ao castelio
Saiot-Maixent mandou immediatamenle
chamar Lact ncio e o mordomo appareceu
d'ahi poticoihinio, cora a physionomia e
compostura habituaos, isto , cara bypocrita
e mesuras eternas.
Ti Lactanco. disse-Ibe o marquez, o
sephor de Rabn e a senhora rondessa che-
gam depois de amanha s tres da tarde.
Louvado seja Deus, que nos restdue
os nossos bemditus amos 1 bradou o hon-
redo servo, levantando para o teclo os seus
olhinhos piscos.
E' preciso arraojar-lhes urna recepcao que
os satisfaca, proseuio o marquez, e confio
esse encargo Vmc. Dou-lhe plena au
torisaco para provar o sen zelo, e s Ib*
recommendo que o entbirsiasmo alcance o
mais alto grao. Nunca sobrarao as demons-
trac5es de amor e de alegra para receber
o futuro herdeiro da grande riqueza, ttulos
senhorios da casa de Rabn !
Saint Maixent pronunciou estas palavras
apezar seu, com entonaco que^ linba sns
visos de amargura, e Lactancio, que era
muito esperto quando se trata va de aventar
algum sent ment mi, logo reparn na-
illo.
Farei o que estiver ao mea alcance
iruin? ,
50
Toldando com meu contacto,
Enredo, estbrtego e mato
O ninhu da creaco.
Miserias, lagrimas, luto,
Bis a grandezas que dou
Faro do bomem um bruto
K a Deus pergunto : O que son ?
Fiz da tera um plro immenso
E os pinos queimam incens
Em fuco do meu altar.
Abnire, cancro, desgraca, .
A humanidade me abraca
G deixa-se devorar.
1 Chamem-me grega on romana,
Direito ou usurpacao ;
Julguem-me santa ou profana
fatal minha misso.
Altila, Xerxes on ero,
Ju-tiniano ou Severo,
Sao todos cmplices meus.
Vou do Caucaso ao Calvario,
E embrtilho no mea sudario
Os Christos e os Prometheus.
Eu vi. Guttemberg a imprensa
Contra as rt.-vas as>estou ;
E eu disse : Gloria A sentenca
Oue me opprma acabou.
Engao Fundo, bem fundo
Lavrra n'alma do muodo
O herpe do criroe atroz ;
A le da carnificina
Fez do prlo guunotina, /
Do pensamento ouiro algoz.
^Da cruz, do arado, da penna
Forjo espadas e punhaes ;
Debalde a razao com pena
Angustia e raivas mortaes
A's tubas da immensulade
Sopra o verbo da veidade ;
Mais alto sa a ambicao.
Nascra o homem p'ra o jugo ?
Proclama o co : Vctor Hugo I
E a trra d : Napole5o !
Sempre a garra em vez da itla
S mpre o sangue em vez da luz ;
Presos eterna cadeia
Os povos famintos, ns,
Percorremfatal supplicio
A escala do precipicio,
De Babel at Pariz.
E eu venco a sacerdotisa,
Venco a razopropbetisa,
Que em vossos tempos prediz.
Quero morrer, quero, insisto ;
Tenho nojo e horror d'aqui,
Desde que o sangue do Cbrislo
Por vossas boceas bebi.
Matai me En sou a guerra
Em sangue litigio se a trra,
Lavai-Sem sangue tambera.
Da campa que me fizerdes
Surgiro as a Ivas verdes
Do amor, da paz e do bem.
V. Palhares.
I
por M. Pinheiro Ckagas
V
(Continnacao).
D.ius um, exc amou Rodrigo Tei-
xeira, urna a sua lei, insulta-o quem con-
tente que ll/a sophismem, e a faca derivar
por mil canaes lodosos.
E, pegando no chapeo, sahio arrebatada-
mente.
Mas ao mosmo tempo que se affastava
dos oppressores, eslava longe de ser bem
acqibido pelos opprmdos. A intimidade,
era que viva com Mauricio de Nassau, tor
nra-o um objeclo de desconfianca, e at de
odio para os seus compatriotas. Se as
ras do Recife se formava um grupo de
Portnguezes a conversarem de manso, ape-
nas Rodrigo Texeira se approximava, ca-
lavam-se todos. O espino era como bs-
tanles o denominavam: o (lamengo era o
>ohrenome que Ihe fra imposto pelos mais
indulgentes.
Um vulcao latente rngia em Pernambuco,
e ameacava arrojar a lava revolucionaria
prmeira oreasiao propicia ; o odio aosHd-
landezes mal se disarcava, e, apezar de to-
dos os esforcos de Mauricio de Nassau para
operar urna fuso ou ao menos urna conci-
liaco entre os conquistadores e os con-
para corresponder conflanca que o senhor
marquez se digna de me conceder. Nada
pouparei nem dspensarei ; o enthusiasmo
swa ilimitado, e pago peso de ouro, nao
fallando nos tunis que sahiro da adega.
O senhor conde e a senhora condessa sSo
muito bemquistos entre os seus vasallos ;
atrevo-me, puis, a afiancar que naver ac-
clamacoes em massa. Os homens ho de
gritar at enrouqueccr : Viva o senhor
conde I Viva a seubora condessa I Viva o
seu herdeiro As raparigas ho de chorar
de alegra, oflerecendo-lhes ramos de flores
e cordeirinho recem nascidos, brancos com
a nev, e n'uma palavra, imagino que ser
um quadro idylico e bastante commovedor
Nao isto o que o senhor marquez deseja ?
E' so mesmo, to Lactmco. Com-
prehendeu i s meus desejos s mil maravi-
has. Mos, pois obra, e arrange bas-
tantes arcos de triumpho.
Mandarei fazer tres, qOe snpponbo de
magnifico effeilo. Lembrou-me de arranjar
ama engunhoca famosa, para do alo de um
d'elles descer um r^pazito vestido de amor,
om suas azas de papel dourado, e p6r urna
cora na cabeca da senhora condessa.
Boa lembranca. sim, senhor ; merece
os maiores elogios. V, toca a fazer os
preparativos.
Lactancio recuou algiins passos para o
lado da porta, como quem ia sabir, mas de
repente avancou oulra vez.
Peco humildemente ao senhor mar-
quez que me perde, balbucioo elle com
modos commovdos ; nao possn.porm, dei
zar de Ihe manifestar a adrairaco que rae
inspira. O senhor marquez tem um corac5o
de ouro !
Devras I disse Saint Maixent edm ar
de mofa. E poderei saber, lio Lactancio,
d'nnde provm t sbita e profunda admi-
racSo, que, certame^te, por causa da mi-
nba urande modestia nao atino a compre-
hender ?
JProvm do herosmo do senbormar-
qnez, beroismo t3o bello, to1 maravilhoso,
quislados, a separacio perman
Portuguezes
tras dados p<
lamente Ibes era impofe.
elle
Um bomem bavia de quem, ma
de todos os outro, Mauricio de Nassa
receiava. Esse bomem era Joao Fe mandes
Vieira. Ao fazermos entrar em scna este
vulto ce'ebre dos nosos annaes. pre iso
que Ihe consagremos algumas paginas de in-
troduccSo.
Nasceu Joo Fernaodes Vieira na cidade
do Funchal em 1613; de idade de 41 annos
passou ao Brasil, naturalmente a procurar
fortuna, como ainda boje fazem nessa tenra
idade mnitos dos se patricios. Estava
em Pernambuco e linha apenas 17 annos,
quando os Hollandezes invadirn a (brs-
cente provincia que Malhas de Albuquer-
que defenda. Levado pelo seu generoso
coracao e brioso animo, pegou logo em ar-
mas e alistou-se na bandeira da nobrea,
capitaneada por Aff'mso de Albuquerque
Collocado em posicSo de que dependa a
sorte do Recife e do resto da provincia, de-
pois da tomada Olinda, o forte de S. Jorge,
df que era capitSo Antonio de Lima, devia
conter o exercito hollandez que desejava
atropellado para proseguir na victoria. Era
o posto arriscado, tanto^ mais quanto, na
desorganisac5o absoluta das tropas portu-
gnezas, mal podia Malhas de Albuquerque
envar-lbe soccorro serio : esensavam se os
mais bravos de se irem juntar pequenis-
sima goarnico do forte ; Joo Ferrtandes
Vieira offereceu-se espontneamente. Era
um nobre exemplo. que Mathias de Albu-
querque applaudio com reconbecimento, e
em que todos presentirn! o hroe da res
laurceo de Pernambuco.
Abstemo-nos de narrar as facanhas prai-
cadas por Joo Fernaodes Vieira na defeza
desse forte, que, pela desproporco flo nu-
mero entre defensores e assallantes, merece
ser collocada ao lado dos mais gloriosos
feitos desse genero que nos nossos annaes
resplendem. Essa verdadeira epopa en-
controu penna digna do assumpt" que a re-
commendasse posteridade. O Forte de
S. Jorge, episodio flo Calabar, e romance
que faz parte das Chronicas do scalo XVII,
um dos mais bellos trechos de prosa, que
Mendes Leal tem escripto.
Nessa defeza coube Joo Fernandes
Vieira um papel importante ; tres dias e
tres nontes velou como sentinella no mais
arriscado posto, e Antonio de Lima bem
senta que boas mos confiara a seguran-
Ca da fortaleza e a honra de. Portugal. Ren-
deu-se, emfim. depois de prodigios.de valor,
o forte de S. Jorge, mas ainda nesse dolo-
roso transe acbou meio Joo Fernandes
Vieira de mostrar que era homem para to-
das as circumstancias, e que nem Ihe falta-
va o ardor na Iota, nem o accordo no in-
fortunio. Enrolando em si a bandeira p r-
tugueza, salvou a da vergonha de ser pisada
aos ps pelos exacerbados vencedores.
Esta defeza do forte de S. Jorge valeu
para Joo Fernaodes Vieira por longos an
nos de campanha ; 'o dora escola em que
se exercitou, e em que tambem revelou ins-
tantneamente as suas elevadas qualidades
aos chefes do exercito portuguez. Deudbe
logo urna prova disso Mathias de Albuquer-
que ; perdido o forte de S Jorge, e em se-
guida o Recife, fortificaram-se os nossos nos
arraiaes do Bom Jess 'para sustentarem, o
tempo que podessem, a campanha. Apezar
da sua mocidade extrema, nomeou-o Ma-
thias de Albuquerque para commandar os
batedores que tinham de vigiar pela segu-
ranza do acampamento, e ninguem desap-
provou a escolba, tal era a conQanca e a
*ympalhia que todos inspirava o moco
Madeirense.
Nao deixou elle ficar por mentirosa a sua
fama, e no exerecio do seu cargo deu pro-
vas tanto de valor como de instincto mili-
tar, velando pelo arraial fortificado, e ruba-
tendo as sorprezas dos Hollandezes. Mas
o infortunio persegua ento as nossas ar-
mas, a fortaleza do Arraial cahio como, todas
as outras as mos dos republican; s dos
Paizes-Baixos, e a sua guamico foi prisio-
neira. Joo Fernandes lfoi tambera entre
os captivos, mas, se nao muYto opulento,
pelo menos abastado, nao tardou a resga-
tar-se.
Estava comtodo decretado pela Previ-
dencia que baviamos de perd r a provincia
de Pernambuco; de nada serviram nem va-
lor nem constancia; a Holanda triumphou.
Recolhido forca 'ament vida privada,
casado com D Maria Cesar, quem votara
ura extremoso amor, Joo Fernandes Vieira,
nem por ter de posto a soa gineta de cap-
l3n ftA tfir
que at agora o tinha julgado impossivel
neste mundo, onde nada ha perfeito.
Temos historia 1 pensou o marquez
entre si. Que vira este patife a dizer na
sua ? O diabo me leve se o entendo Ex-
plique-se, virtuoso mordomo, accresceotou
o marqoez em voz alta.
Pois, senhor rnarqnez, admiro-me por
que o vejo dar mostras i grande alegra,
quando bavia de entristecer-se e sumir-Sr
no maior desespero.
E poder dizer-me porqoe motivo ?
Por causa do prximo nascimento de
um herdeiro do senhor conde.
MjS para que mehei de affligr ? Na-
da tenho com a beranca de meo primo.
i Directamente possivel, quasi certo;
mas a senhora de Chavigny teria bordado
immediatamente, no caso de morrer meu
amo, e supponbo, com o devido res.eito,
que a senh >ra de Chavigny pode mnit
bem" converter-se em marqoeza de Saint
Mixent, era ficando viuva.
De maneira que >e Vmc. estivesse no
meo .lugar, nao lomara o seu qunho as
geraes alegras, nao verdade, tio Lac-
tancio ?
laso de modo algum C pela rai-
nha parte, confesso que nao possuo as emi-
nentes virtudes do senhor marquez, e que
maldiria de todo o coracio essa crianca,
que ninguem esperava j. e que viria rou-
bar-me de repente urna riqueza immensa.
Quer dizer qoe, suppondo-se sempre
no mej lugar, se po lesse impedir o nasci-
mento da enanca...
Nao hesitara, ainda que tvesse de
chamar em meu'auxilio o proprio di bo,
para levar ao cabo essa empieza...
Acredita no diabo, tio Lactancio ?
pergunlou Saint-Maixent com irnico sorriso
Com todas as veras da minha alma,
senhor marqoez. Teabo a felicidad de
possoir -os-mais solidos principios religiosos
e procuro fazer todo o bem que est as
minhas passes, mas quando os milhdes en-
tram em danca, confesso qoe nao saberia
resistir tentacao do espirito maligno.
eoosienmel para os s
^^^^^^^^^^^^^^B de
receiava-se delte.
um pretexto para o
pelo menos; mas Joo Fernandes
ra nao dava azo sevicias. Viveodo
IranquilUmente, como simples particular,
pareca couapletameme estranbo poltica;
nlaguem o ouvia dizer mal do governo que
ragia Pernambuco; os sens deveres de sub-
dito cumpria os fielmente. Nao soltava
nunca nem urna qneixa, nem exprima urna
esperanfa de salvamento. Porque o haviam
de punir ? Porque, liberal e generoso, es-
palhava com ralo profusa beneficios entren
povo' Porque todos apreuoavam a'sua in
tegridade, a sua bravura de ootr'ora, a sua
caridade de boje ? Porque ega por tal forma
querido que tocar-lbe n'um cabeHo da ca-
beca seria espor-se a excitar urna'seria con
flagrafo ? Apezar de republicanos, os Hol-
landezes eslavam longe de ser Athenienses,
e o ostracismo nao entrava as leis da cons-
ltuico dos Paizes-Baixos.
Tal era o homem que inspirava Mauri-
cio de Nassau os mais vehementes recejos,
a Rodrigo Texeira a mais ardente sympa-
ihia. Mas no rosto impenetravel do moco
hroe quebravam-se todas as expansoes da
ira de um e da amisade do outro. Peran-
te a sua polidez ceremoniosa e grave, o
conde de Nassau nao sabia o modo de o
provocar algoma imprudencia de que po-
desse resultar urna condemnacojustiticada,
e Rodrigo Teixeira n3o ousava revelar-lhe
o que se passava no seu espirito.
la a estender Ihe a raq e oaspecto se-
rio de Joo Fernandes Vieira ekaraeava-o.
como se elle tivesse urna culpa nj'cons-
ciencia.
E ccmtudo o esposo de D Maa Cesar
nem o repellia, nem Ibe moslrava o insul-
tante desdem, que da parle de outrosj
prodozira algumas rixas que a intervencu
de Maurcio de Nassau pozra termo; po-
rem Rodrigo Teixeira nao sabia seno balbu-
cear perante aquella physionoraia muda
como "a de urna esphinge.
VI
A RESTAMACAO DE PEHNAMBCCO.
Corria o mez da marco de 1641, quando
um successo estranbo avorocou os habitan-
tes do Recife. Um navio pequeo, alvoran-
do deserradamente a bandeira partugueza,
entrava no porto e fundeava com a maior
tranquilidade. Accumulou-se logo gente na
praia, para saber o motivo de caso to no-
vo; da j mella do seu aposento solitario
(nao quizara acceitar os quartos que Mau-
ricio de Nassau Ibe offerecra no seu pala-
cio) olhava tambem Rodrigo Teixeira para
esse navio que certame te vinha da Baha.
Viu desembarcar um homem, e dir gir
se serenamente com um capito hollandez
ao seu lado, para a residencia de Mauricio
de Nassau: o povo quasi que nao os dei-
xava caminhar, por tal forma se agglome-
rava era torno d'elles ; mas via-se que nao
consegua saber cousa alguma, porque o
enviado portuguez apenas trocava algumas
palavras com o seu companheiro, e tinha
na physionomia a impenetrabilidade usual
dos diplmalas. O eucarrgado da misso
de que j vamos dar conla era comtudo
simplesmente o piloto da barra da Baha
Joo Lopes; mas a c nsciencia do papel
grandioso que vinha desempennar como
que o revesta d'uma certa dignid de.
Rodrigo Teixeira viu-o internar-se no
palacio do governador, vio o povo aecurau-
lar-se porta, e, nao podendo adevinhar
qual seria o objecto d'essa embaixada, fi-
cou encostado jaoella com os olhos vaga-
mente fixos no horizonte banba io de s il.
e immerso nos sombros pensamentos que
habitualmente osalteiavam.
Passou meia hora t.lvez; de repente v
Rodrigo Teixeira um criado do conde de
Nassau desembocar na ra todo o galo-
pe do sea cavallo. Quando chegou dis-
tancia de se/ oiavido. bradou em liagui
bollandeza que j Rodrigo entenda:
Depressa, depressa venha ao pala-
cio.
Para que?
Nao sei; mas negocio que o interes-
sa; trago ord^m de Ibe dar o cavallo.
Rodrigo Teixeira desceo acorrer;-mon-
lou no cavallo que o criado Ibe entregava,
e parti galope, emquanto o fleugmatico
Hotlandez, descortinando, ao cabo da ra,
um ramo de loiro annuncrador.de ponsad
gradavel, se diriga para l trauteando com
voz desafinad! uropsalmo protstame.
Entretanto Rodrigo Teixeira atravessava
os grupos de po^tlIares qoe palestravam
comagita$o, e atrava a rdea do cavallo
um lacao que alii appareceu. Depois
Pois faria muito mal. redarguio o
marquez em ar de cmica reprehenso. Af
faste de si esses mos pensamentos; siga o
exemplo que Ihe dod ; lembre-se de que
nada valem lodos os milhoes do mundo
par de orna consejencia tranquill . Nao es-
queca que a verdadeira felicidade do homnin
est na abnegaco e no sacrificio, e regosi-
ge-secom as venturas do ppoxmo, ai ida
que essas venturas preju liquem os seus
interesses. Disse. Medite bem n'estes
sabios conselhos, e d-se pressa em fazer
os preparativos para a entrada truraphal d>
meu muito amadj primo, da sua digna es-
posa e do seu futuro herdeiro. Mos
obra, senhor mordomo, raaos obra.
' Isto era despedi-lo formalmente, Lac-
tancio, que' assim o eotendeu, dobrou-ee
al ao cbi> - O aMeo adevinhou o meu jogo, disse
Saint-Maixent entre si, quando. ficou sozinho,
e veio darme a entender, com bastante ba
bilidade realmente que em eu precisando
d'elle para qualqoer obra tenebrosa estar
prompto a obedecer-me. Bem ; por agora
tomo nota da deciaracao, e seu tempo me
lembrarei d'ella.
No dia e hora determinada chegaram
varios criados cavallo, com libr de gran-
de gala, anooociando que s precediam um
quarto de hora a liteira da senhora con-
dessa.
Tudo estava preparado para a entusis-
tica recepcao ordenada por Saint-Maixent e
dirigida pelo tio Lactaucio ?
Tres arcos de triumpno, todos vestidos
de folhagem verde, de grinaldas de flores,
de emblemas e divisas, ostentvam, pe-
quena distancia uns dos outros, as maravi
Iras da sua campestre architectura, e lan-
Cavam s ondalacoes da brisa urna grande
qaantidade de galbardetes com as cores de
Rabn.
Na grrapa do terceiro arco, via-se com
immensa admiradlo da rustica turba, um
capidinbo com azas de papel dourado, pr-
vido da respectiva cora.
Os rapazes e as raparigas esperavam em
as aseadas, encontrn as ante-'ama nova, oue sobren
da. O
que falla\
lo animado e que todos ouviam com at-
tenco.
A amizade do conde de Nassau era para
Rodrigo Teixeira nm passaporte in'allivel;
os suardas abtiram-lhe a sala do conseibo,
e Rod-igo Teixeira dirigio-se para 14 de-
pois de ter comjrimentado os Portu^uezes-
que mal Ibe correspondern!.
S Joo Fernandes Vieira, que emmade
cera apenas o vira, o compninentou fra-
mente com urna leve incbnaco de ca-
beca.
Quando j transpimba o bumbraes da
sala do conseibo, Rodrigo Teixoira pode oa-
vir nma voz mormurar:
Ha-de-te chegar a tua vez, Miguel de
Vasconrellos.
O nosso hroe comprimi um movimento
de raiva, e com um sorriso amargo entrou
na sala.
O conde Mauricio Nassau, rodeado dos
membros do conselho supremo, ouvia o
enviado portuguez.
Apenas Rodrigo entrou, Mauricio nter-
rom eu com um gesto Joo Lopes no meio
do seu discurso, e, voltando-se para u seu
joven proteg 1o, estendendo-lhe ao mesmo
lempo urna larga carta sellada com armas
reaes de Portugal:
Rodrigo, disse eHe, quz conservar-te
a honra de nos traduzires em hollandez a
carta que me escreve o Sr. marquez de
Montalvo, e em que me partecipa, segn
do nos diz o sea enviado, a feliz nova da
restauracao de Portugal.
Kodrigo Teixeira qsqIIou, ebrio de
alegra.
Como... disse elle balbucante... Portu
gal... livre..., do jugo castelbano...!
Lde, continaou sempre benvolo o
princue hollandez.
Rodrigo quebrou o lac e com mo tr-
mula, e percorreu a carta com um rpido
olhar, depois lea correntemente em ngua
bollandeza a missiva que encerrava to agra-
ve! npticia.
O oiarquez de Montalvo, governador da
Bihia, parlecipava ao conde de Nassau, go-
vernador de Pernambuco, que em Lisboa
no da 1. de dezembro del640fra accla-
mado re de Portugal, com o nome de D
Joo IV, o duque de Braganca, que em to-
do o reino e em todas as suas colonias f-
ra to feliz nova recebida com unnime en-
thusiasmo, que nao bouvera um instante
de hesitaco. e que por toda % parle os
Castelhaoos tinham sido expulsos quasi sem
resistencia, e que Portugal surgir de novo
livre ecompact), como se accordasse de
um longo somno, e como se os sessenta
annos d'oppresso e'de miseria nao h-iu-
vessem sido mais do que um terrivel pesa-
delo.
Mandava mais o marquez de Montalvo
congratular-se com os membros d > gover-
no hollandez por to fausto socseso. igual-
mente venturoso para os dois paizes, cu
jos interesses comecavam agora a ser com-
muns, vis'o que, tinam ambos a Hespanha
por inimiga. Dizia-lbe que no fim de Ja-
neiro de 1641 chegra do reino o padre
Francesco de Vilhena, portador da noticia,
e que elle,- marquez de Montalvo, como
bom e yerdadeiro Portuguez, nao hesitara
em resonhecer o governo do duque de Bra-
ganca. Cim > esta grande mudanca na si-
tuaco de Portugal nao p idia deixar de in-
troduzir tambem alteraco profnda as
relaces de Portugal com a Hollanda, pe-
dia o marquez de Montalvo que se e>ta-
belecesse urna tregua, at que viessem no-
vas da attitude que os dous govern >s, om
presenca um do outro, entendiam de ver
tomar.
Os membros do conselho approvaram com
a cabeca, e Mauricio de Nassau disse levan-
tando-so, e tirando do dedo um riquissimo
annel de diamantes:
Primeiro que tudo accete o portador
de to fausta noticia, era signal d'alvicaras,
esta joia. E agora as nossas intenroes cora-
raunica-las-hemos em presenca dos fiis mo
radores do Re;if. Abram as portas da sala
do conselho.
Rodrigo Teixeira, radiante de jubilo,
abri a porta de par em par.
A turba que se agglomerava as antec-
maras, e entre a qual se destioguia, como
dissemos, Joo Fernandes Visara, entrou de
tropel na sala.
Todos esperavam com vida coriosidade
o que o principe de Nassau dira.
Senhores! exclamou elle, no meio di
mais profon to silenc o, acabo de receber
do t\ oe reconquis-
tar a '"tor-
cos de seos fimos. A Hollanda, ue soffrea
o mesm jugo e qoe leve tambem energa
I1-
Intimo dp coracao ao jnnilo que todo oa
boas "Portnguezes inspira este acontecUnento.
Hoje o rei de Portugal o descendente, le-
gitimo dos seus gloriosos soberanos, o Sr.
duque de Braganca. Viva, pois, a indepen-
dencia de Portugal! viva o senhor re D.
Joi IV!
Viva, foi o grito aoinme qae estru-
gio na sala.
Viva a independencia do Brasil I acudi
logo em seguida um grupo que pareca re1
cener as inspiracoes de Vieira.
Viva atalhou immediatamente o prn-
cipe de Nassau, fixando nos conjurados o
seu olbar firme e sereno, viva a indepen
dencia do Brasil que eu hei de auxiliar com
todas as minhas forcas, como desde j pro-
meti ao senhor marquez de Montalvo. E
agora, contnuou elle vultando-se para o en-
viado da Baha, contai brevemente estes
senhores como se levou cabo o grande
feito do 1. de dezembro.
No meio do silencio geral que se estabe-
leceu n'esse momento, ouvio-se um ligeiro
rumor. N'um accesso de raiva concentrada,
loo Fernandes Vieira quebrava com a mo
febril o espaldar d'uma cadeira que se en-
costara.
Quem olbasse ento bem Ato para o prin-
cipe de Nassau podia ver um ligeiro sorriso
desenbar-se-lbe nos labios.
N'auella assemhla, t> unnime appa-
rent-raente, um drami terrivel se agitava :
jogava se urna partida decisiva entre esses
dous homens que mal cruaivam as vistas om
com o outro.
Quando Joo Fernandes Vieira recebeu.
por cartas particulares, a noticia da restau-
r cao de Portugal, o seu primeiro pensa-
mento foi aprovetar o alvoroco que urna
tal nova fogosamente bavia de produzir.
i>ara excitar os nimos sublevados a que-
braren! o jugo hollandez, como os seus com-
patriotas da raetropole tinham quebrado o
jugo da Hespanha.
Os confidentes do seu pensamento est-
vara postos, as massas populares, j exci
tadas vagamente pela noticia que fra pas-
sa do de grupo em grupo, agglomeravam-se
inquietas em torno do palacio; i mais leve
hesitaco do governo noli mdez deseocadeia-
va a tempestado, e talvez, n'um impeto feliz,
como o do primeiro de dezembro, podesse
a b ndera portugueza tremular de novo
as muraibas de Pernambuco.
Mas o prncipe Mauricio era adversario
digno d'estes homens ; a sua perspicaz in-
telligencia adevinhra o perigo, e mdicra-
lheno meio de o desviar. Acolhendo com
tanto enbusiasmo como os Porluguezes a
noticia da restauracao, perturbara um mo-
mento os conspiradores, e, dando a enten-
der em phrases ambiguas qoe a Hollanda
seria adiada de Portugal, fazia hesitar os
sublevados, qae, com a boa f habitual do
povo, poderiam suppor qoe a Hollanda,
para render culto liberdade e justica.
entregara Portugal independente as colo-
nias qae Ibe arrancara quando sugeito Hes-
panba.
Joo Fernandes percebeu-o, e vio o seu
plano perdido, mas qoiz ainda jogar urna
ultima caria. Aquella viva independencia
de Portugal poda ainda laucar o fogo s
plvoras, mas o prmeipe acudi parada
com urna promptdo admiravel; e, c< m orna
phrase que pareca prometier muito, respon-
da quasi que satisfactoriamente ratimaco
indirecta que Fernandes Vieira Ihe fazia.
Ao mesmo tempo, chamanto as atteoges
para um outro objecto,' que excitava um
alto grao a curiosidade do povo, desvava o
golpe, tornava a exploso im#os$ivel.
Foi n'esse momento que g.meu. vergada
pela mo robusta do ebefe dos conspirado-
res, a cadeira, victima innocente d'este si-
lencioso combate. Joo Fernandes Vieira
quebrava-a, como um duellista batido pode
quebrar no joelho a espada intil.
O sorriso, que floctuou nos labios de Mau-
ricio, foi como que o fri comprimento com
que o vencedor, satisteito de si proprio.
sada o seu adversario.
Passou tudo isto desapercebido mesmo
Rodrigo Teixeira. As atlencoes de todos, e
do nosso Babiano mais do que de outro
qnalq'ier, concentravam-se na narracao que
iam ouvir.
(Continuar-se-ha.
dnas fil'eiras, com ramalbetes de flores p
preciosos cor leisinhos, m is alvos do que
a propria nev, e a camponeza mais bonita
aprender de cor urna saudaco para recitar
condessa.
Em torno dos arcos de triumpho amon-
loava-se numeroso povolo. que era todo
composto dos inquinos do conde e dos
habitantes das h uitas aldeias situadas as
suas vastas possessoes.
Os sinos das igrejas repicavam alegre-
mente.
Por todos os lados se ouviam as melo-
das, mais ou menos desafinadas, de or-
chestras arranjadas ad hoc.
A creadagera do castello estav era duas
alas desde a grade at escadinha. Em
resumo, era um espectculo admiravel, o
d'aquella desusada animaco, no quadro
que j em tempo descrevemos.
Chegou finalmente a liteira conduzida por
quatro bom-ms vigorosos.
A condessa Maria de Rahon, mollemente
reclinada sobre coxins e almofadas, vinha
um pouco paluda, mais pela commoco do
que pelo cansaco. Aquella pa.lidez anda
le augmentava mais a belleza, e accres-
centava-lhe um attractivo irresistivel.
O conde Annibal, motado em formoso
cavallo preto como bano, camnhava ao
p da portinhola direita da liteira, r: diante
de alegra e s^tisfaco. A escolta era com-
posta de quatro bomens cavallo.
Mal a pequea comitiva eniroo na grande
alameda, elevou se um grande clamor, se-
melhante um furaco de vozes humanas,
resoavam pidos ensor Jecedores, e todas as
bandas de msica principiaram a tocar estre-
pitosamente. V
Os criados wos fazendeiros mais antig s
entraram a cnorar de enternecimento ao
verem a alegrillo conde ; e especialmente
ao pensarem jfl| as suas nobres e exponta-
ueas qualiladlsiam Jerpetuar-se n'um pim
polbo da sua raca.
S esperavam no primeiro arco triompbal.
Ambos tinhauffeito os maiores esforcos para
se purera ao nivel da alegra geral e fingir
nos semblantes nma cousa muito differeote
do que se passava nos coraces Conse-
guiram-o completamente e representaran!
o seu papel s mil maravbas. Os hypo-
crtas sao ordinariamente grandes actores.
Parou a liteira. O conde apeiou-se do
cavallo, profundamente abalado pelos gritos
de jubilo que atroavam os ares, e, cedendo
ao irresistivel impulso, lancoo-se nos bracos
do marquez, balbuciando :
Ah meu primo I Quanto sou feliz !
E cuida porventura que nao tomamos
grande qunho da sua felicidade ? redar-
guio Saint-Maixent apertando-o nos bracos.
Ah o prova a imraensa alegra de todos
nos, e este dia, que o mais radiante da
sua vida, tambera o mais bello da nossa.
A senhora de Chavigny appromimrase
entretanm da liteira descerrada, e liberali
sava i condessa de Rabn os seosbeijos de
Judas. As uumerosas teslemunhas daqoella
sesea de familia applaudiam com enthusias-
mo e sentiam as lagrimas t deslisar-se-ihes
pelas faces.
A liteira foi andando ; recitou-se o com-
primento, offereceram-se os ramaihetes e os
cordeinnbos; o cupido com azas de papel
doprado desceu da grimpa do arco, auxilia-
do por urna corda, a collocou graciosamen-
te a sua cora na cabeca da condessa. En
tim, tudo correa o melhor que podia ser,
e o conde e sua esposa entraram sob os
mais felizes auspicio* naqueila casa, onde
os esperavam as sombri-s peripecias de um
d'esses dramas, cuja memoria passa de ge-
raco em geraco, como a lembranca de
urna grande catastroph.
Preparava-se efectivamente urna lata
tinistra e medonba entre a generosidade, a
virtude e o genio do mal, encarnado este
sob a forma seductora de um galbardo mo-
co.


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(Continuar-te-ha).
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