Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12169


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Full Text
AMO XLVI. NUMERO 189.
CABES OVDS SAO SE PAGA POSTI.
!* *
Cada muaero valso.

i. t
60000
120000
24^000
320
TERCA FEIRA 23 DE AGOSTO OE 1870
PABA DOTBO E PORA DA PHOVDCIA.
Por, tres mezes ndunUdo
Por seis ditos idam. .
Por nove ditos dem .
Por um anno idem
?
7(5
13*500'
20*450
27*000
MARIO DE PEMAMBUCO.
Propriedade de Manoel Fignira de Faria & Filhos.
SAO AEMTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Goncalves A Pinto, o Maralo Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Jno Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva; no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Buko, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
^^^ em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Ro de Janeiro. *
-^
PARTE OFnCIAL
CiOTern da provincia.
UIPEDIE.NTK AS^IfiNADn PELO EXM. SR SENADOS! I-IIE-
BRICO DE ALHK1UA K. ALBUQUEllQLE, PRESIDENTE
DA PROVINCIA, KM 24 DH MAC Bfl >$?fc
1* seeci i.
N. 722.Portara ao director do arseonl do guer-
ra. --A vista do que V. S. ponderou em seu olllcio
e 18 do correte, sob n. 41, nao pode ter lugar
per Taita de jdade legal a adnissio na companhia
le educandos desse arsenal dos menores, lilhos de
Mari Jos da Cooceieo, de nomes Antonio, Jio
t Manoel, determinada por portara, de 21 de fe-
vereiro ultimo.
, l. 723.DiU ao mesmo.r-Mande V. S. foroecer
ao rapuo qaarlel-ineslre geral interino do com-
mando superior da guarda nacional deste mnni-
c.pio, o cartuxame e capsulas canstantes do pedido
lucio, para as salvas dj da 25 do correnta, anni
versano do juramento a con-tituicio do imperio.
N. 724. -Dita ao inspector do arsenal de mari-
nea.Respondendo ao offlcio de V. 9. de 19 do
frrente, sob n. 1926, tenho a dizer Ihe que o pa-
gamnnto das 280 toneladas de carvao .Cardiff, for-
necido ao vapor Itapicur, de ve ser feto pelo mi-
nisterio da marinha, sendo depois indomnisado pe-
le da guerra.
N. 725 Dita ao mesmo.Mande V. S. por no
Caxang a disposicao do engenheiro das obras pu-
bliias, Manoel Lourenco do Mallos, urna baleeira
devidamente tripulada, afim de dar all transito
jos viandantes.
2' seccio.
N. 727.Portara ao Dr. chefe de polica.
Traosmittindo a V. S. o ofllcio junto por copia do
presidente da provincia de Alagoas, e as daquel-
les a que o mesmo se refere, Ihe recommendo d
todas as providencias que julgar conveniente com
relatan aos fados e criminosos de que trata o dito
officio.
N. 728.Dita ao mesmo.Nao havendo no ar-
enal de guerra armamento algum disposicao
esta presidencia, visto.as poucas armas quo all
se acham, nao poderein, segundo o aviso do mi-
nisterio da guerra de 29 de novembro ultimo, ser
erapregados no servido policial sera autorisago
do ministerio da justica, nao pode por isso ser sa-
t sfeto o pedido que faz o delegado do termo de"
tarreiros, e a que allude o offlcio de V. S. n. 383
de 18 do correte.
X. 729.Dita ao commandante superior interino
da guarda nacional doRecife.Transmiti a V. S.
a inclusa ordem (jara o director do arsenal de
guerra, mandar foroecer ao quartel-mestre geral
desse coramando, o cjrtuxames e capsulas por V.
S. pedidos em ofQcio n. .64 de hontem datado.
N. 730 -i-Dita ao mesmo.Em vista das razoe*
que expende V. S. em ofllcio n. 63 de 21 do tr-
rente, deixe d' mandar o balalhao, que por porta-
ra de 19 do corrente, determinou esta presiden-
cia, flzesse apresentar em frente da igreja dos Mar-
i) ros para acompanhar a procisso que deve sa-
bir della amanha.
N. 731. Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Goyanna.Nfm satisfazendo o
offlcio de V. S. de 23 do mez fiodo, as ioforma-
<;oes que a esse commando superior foram pedidas
m portara* de 12 de junlio, 11 de setembro, 9 de
outubro e 17 de dezembro df anno prximo pas-
cado, e lo do mez atimo, lenho a dizer-lbe que
taes informacSes sao relativas ao guarda nacional
sob esse commando, tanto do servir; activo como
da reserva com declaraban dos corpos que o com-
poe, numero de urflciaes e praxis de cada um, se
estad todos fardados, e se existem offlciaes aggre-
gados e a que corpos ; qual o armamento destri-
buido e existente, qual a fore destacada e quan-
tos designados deu cada um dos ditos corpos.
3" seccao.
N. 732.Portara ao inspector da thesourana
le fazenda.Pode V. S. mandar pagar a gralifi-
cacao de 300 rs. diarios aos voluntarios do exme-
lo corpo 53, sob miaba responsabilidade.
N. 733Dita ao menso.as baixas das pra-
vas e offlciaes do extincto balalhlo n. 53 de vo-
funtarios da patria o commanlante respectivo de-
clara- que elles se achnm pagos at o dia 18 do
correle, e isto porque pretenda receber a impor-
tancia do sold para desinbuir com os mesmos of-
liciaes e praras ; mas como este expediente nao
pode ter lugar, e estando V. S. inteirado de que
os offlciaes e pracas do referido corpo foram pa-
gos na corte at o ultimo de fevereiro somenle,
em vi-ta do aviso do ministerio da guerra, que
Ihe foi remettido por copia, recommendo a V. S.
que d suas onlens, afim de que com tolaa ur-
gencia seja paga cada urna das praras era vista de
suas baixas.
N. 734.Dita ao mesmo.Tendo remettido para
os municipios de Flores, Baixa Verde e Villa Bel-
la, pelo lente do corpo de polica Manoel Fran-
cisco de Paula, 340 saceos com farnha, 36 ditos
com feijao, 80 ditos com milho, 8 ditos com a'rnz
e 320 arrobas de carne, em soccorro da populacao
indigente daquelles lugares, e constaodo-me que
tae3 gneros nao podem seguir da villa do Pao
d'Alho, onde se acham. em virtude das chuvas, e
mesmo porque em companhia dos mesmos, os ha
hitantes daquellas pangeos, que se podiam encar-
regar da conducio dos gneros, acham-se oceu-
pados com as plantarles, julgo conveniente man-
dar tender os referidos gneros por preces que
nao prejudiquem aos interesses da fazeoda ; assim
pois desejo ouvir o parecer de V. S. a tal res-
peito.
N. 735.Dita ao mesmo.Inteirado de .quanto
V. S. expoz em seu i.flleio de hontem, sob n. 193,
tenho a dizer que concordo interamento com o
que propoe a conladoria dessa theonraria no pa-
recer que veio annexo ao citado ofllcio acerca do
pagamento dos vencimentos a contar do a 18
deste mez, das pracas do extracto corpo de volun-
tarios da patria a. 53.
N. 736.Dita ao mesmo.Tendo autorsado ao
inspector do arsenal de marinha a fornecer so va-
por tapicur, para seu regreso a corte, 280 to-
neladas de carvao Gardiff a 22*500 cada tonelada ;
assim comranoico a V. 8. para seu conhecimento,
afim de ser o respectivo pagamento effectuaflo por
coota do ministerio da marinha, sen lo este oppor-
tunamente indemnisado pelo da gnerra.
N. 737.Dita ao mesmo. Transmiti a V. S.
para os (ios convenientes, a inclusa ordem dothe-
soaro nacional, sob n. 49.
N. 738 Dita ao mesmo.Communico a V. S.
para os de vi dos fins que, seguodo participan o
juiz de dreilo da comarca do-Rio Formoso em of-
ficio de 18 do correte, foi nessa data pronuncia-
do como incurso as penas do art. 157 do cdigo
penal, o bacharel Jjo H-nrique Mafra, juiz mu-
nicipal do termo de Serinhem.
N. 739.Dita ao mesmo. Pode V S. de con
ormi Jade cora a sua informicio de 22 do corren-
te, sob n. 189, com referencia a da conladoria des-
ea thesourana, mandar pagar a quantia de 2:631*
a que tem direito o arrematante do eneoimenu
as columnas da ponte de Sete de Setembrq, Tho
nu de Camino Soares Brandao Sobrinho, como
se v do certificado annexo ao requerimento que
neluso devnlvo.
N. 740.Dita ao inspector da tbesooraria pro-
vincial. Certo de qnanto V. S. expz em seu offl
co de 3 do corrente, sob n 137, o autoriso a man-
dar pagar ao bario do Livramento a quantia de
37:733*979, a que segando a sua informacio de
2! de fevereiro ultimo o. 118, tem elle direito ero
viita das condic3es qoarta de seos contratos, re-
-as a construerlo das pontea de Magdalena e
Caxang, urna vrz qoe preste previamente a flan-
ea a que obrigada por esses contratos. O paga-
mento deve ser effeciuado em dinneiro, visto que
nos contratos nao se estipulou que f-isse feto em
apolices e declarou o contratante nao Ihe convir
essas.
N. 741.Dita ao mesmo.De conforraidade rom
aubrmaffie jauta pat r.apln do dn-oclor (feral Ja
nstrocc*) publica datada de 10 do corrento sob
n. 92, mande V. S. pagar o que se estiver a dever
do f-xpedienle da cadeira de instrueco elementar
da villa do Granito a contar de julho' a novembro
do auno prximo pa-sidi, como pede o nspeclivo
profesor interino Cornolio Carlos Peixoto de Alen
car Filho no requerimento que incluiso devolvo e
sobre que versa sua informacio de 4 deste mez sob
o. 142.
N. 742.Dita ao mesmo.Declaro a V. S. para
seu conhecimento e lins convenientes que o cfiefe
da reparcao das obras publicas participou em
ofllcio de hontem sob o. 76, que achando-se no
caso de ser dellnilivamenie recebida aobia do
pontilho dos Remedios, mandou lavrar o respecti-
vo termo de entrega e dar ao arrematante o com-
petente certificado.
N. 743.Dita ao mesmo.Em vista do pret em
seguuda va que devolvo em duplcala mande V.
S. pagar de conforraidade com a sua informaco
de hontem sob n. 190, com referencia, da conlado-
ria dessa the mez de oirtubro do anno prximo passado, das
pravas da guarda nacional destacadas na villa de
Agua-Preti, sendo esse pagamento effectuadoao
capitao Manoel Jos de Torres Temporal, para isso
indicado pelo commandante superior daquelle mo-
nicipio em ofllcio de 3 do crreme.
N. 744.Dito ao mesmo.Fico ioteirado pelo
seu ofllcio de hontem sob n. 188, de haver V. S.
dado despacho para o pagamento da despeza eita
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
termo dj Buique, nos mezes de Janeiro e feverei-
ro dess anno, nao na importancia de 58*800 em
vista da razio, constante do citado ofllcio a que
respondo.
. 745.Dita a chefj da reparlicao das obras
publicas.Inteirado de quanto Vine, expz em seu
ofllcio de hontem sob n. 76, acerca do recebimen-
to definitivo da obra do pontilho dos Remedios te-
nho a dizer em resposta que dei sciencia do citado
ofllcio a thesourana provincial para os fins conve-
nientes.
4* seccao.
N. 748.Dito ao presidente da provincia das
Alagoas.Acensando o reeebimento de offlcio de
V. Exc. de 16 do corrente, quanto aos factos oc-
corndos na comarca de Matta-Grande, tenho a
dizer-lhe que nesta data passo a dar as necessarias
providencias.
N. 749.Dito ao mesmo.Nenhuma duvida te-
na em altender ao que V. Exc. pondera em sen
offlcio de 12 do correte, acerca do fhgello da
secca, poiem havendo felizmente apparecido as
chuvas, e como consequencia eminentemente be-
nfica, tem em pouco lempo de desapparecer os
horriveis effeitos daqnelle mal, delxo do dar as i
providencias no seulido de auxiliar a Y. Exc. com
a remessa de gneros alimenticios para alii.
N; 750.Portara a cmara municipal de Naza-
reth.Remeta a cmara miipcipal da cidade de
Nazareth as contas que deixaram de acompanhar
0 balanco e orcamenlo que vierara annexos ao seu
offkiode 12 de fevereiro ultimo.
N. 751.Dita ao director geral da instruccao
publica.Tendo de remetter ao Exm. ministro lo
imperio em cumprimento de aviso de 25 de Janeiro
ultimo o relatorio apresenlado por essa directora
no corrente anno, bem como as informacoss de 15
e 21 do corrente sob ns. 101 e 104, recommendo a
V. S. que mande exlrabir e me enve urna copia
do mencionado relatorio e dos mappas que o acora-
panharam.
N. 75a. Dita ao gerente da companhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande dar transporte por conta do minis-
1 rio da guerra at a Parahyba no Vapor Ipojuca,
ao ex-cado do extincto bnlanao n. 53 de volunta-
ros da patria Manoel Jos Theodoro.
N. 753.Deliberaran.O presidente da provin-
cia ; tieodendo as pouderacoas feitas pelo bacharel
liento Jos da Co.-ia concessionarie da estrada de
ferro do Recife a Santo a Amaro do Jaboatan, e
tendo em vista a informaco do ebefe da repart-
ci da- ebras publicas de 23 do corrate sob n. 74,
resolve prorogar por 6 mezes o praso dentro do
qual deveria dar comego aos trabalhos da referida
estrada aos termos do respectivo contrato.
XPEDIENTR ASSICNADO PELO SR. DR. ELIAS FRE-
BERICO DE ALMEID V E ALBUQUBRQUE, SECRETARIO
DO GOVER.NO INTERINO, EK 24 DE MARCO DE
1870.
Ia seccao.
N. 754.Ofllcio ao Exm. general commandante
das armas.De ordem de S. Exc o Sr. presiden-
te da provincia, declaro a V. Exc. em re-posta ao
seu offlcio desta dala sob n. 156, que se mandou
sati>fazer o pedido do commandante da fortaleza
do Brum quo veio annexo ao seu citado offlcio.
2* seccao.
N. 755.Offlcio ao Dr. chefe de polica.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia aecuso o
reeebimento do offlcio de V. S. de 19 do crreme
sob n. 391 Picando o mesmo Exm. Sr. inteirado das
deligeucias feitas pelo delegado do termo de Flo-
resta para a captura de criminosos que vagam
uaquelie termo.
. 756.Dito ao commandante superior! da
guarda nacional d'Agua-Preta.S. Exc. oSr pre-
sidente da provincia, manfla declarar a V. S. em
resposta ao seu offlcio de 3 do corrente, que a the-
sourana provincial lem ordem para pagar ao ca-
pitao Mauricio Jos de Torres Temporal os venc
inenios constantes do citado offlcio.
.Y 757.Dito ao juiz de direito da comarca do
Rio-Formoso.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta* ao seu offlcio
de 18 do corrente, de ter sido pronunciado no
art. 157 do cod. penal o bacharel Joo Henrique
Mafra, juiz municipal do termo de Serinhem no
processo de responsabilidade iastaurado por esse
juizo pelo facto de ter o mesmo bacharel abando
nado o exercicio de seu cargo.
4' seccao
N. 758 Offl:\o a mesa regedora da irmandade
do Senhor Bom Jess dos Mirtyiios da freguezia
de S. Jos desta cieade.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia communieo a mesa
regedora da irmandade do Sr. Bom Je.-us dos Mar-
lynos da freguezia de S. Jos de>ta cidade, que em
vista do que pondera o commandante superior in-
terino da guarda nacional deste municipio em offl-
cio n. 63 de 21 do correle, nao pode amanha
apresenlar-se o baulho que por portara de 19
deste mez foi ordenado raarchasse para acompa-
nhar a procis>ao que pretende nesso dia apresen-
lar em publico essa irmandade por ter as raesmas
horas de toda a guarda nacional em miado de
arrumar, formar em grande parada pela aniver-
sario do juramento constftuicao do imperio, pera
qne seria conveniente fosse mudado para outro
dia a dita procissio.
PEMAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
RECEPCAO DE SS. AA.-S. Exc. o Se. vice-
presidente da provincia nomeou as segrate* com-
missoes para preparar o palacio da presidencia, 26
03 Srs, bario do l^ivramento, Dr. Ignacio Joaqun
i de Sonzi Leo. e Candido Alfonso Moreira ; para
r bordo receber as ordens de SS. AA. sobre seu
desembarque os Sr< chefe de dlvi~o inspector do
arsenal de raannln, e capities de fragata capitao
do porto, e commandante do brigue barca [tama-
rac ; para convidar senhor as para a recepcio de
S. A. a Sra- condessa d'Eu os Srs. bario da'' S>le-
dade, desembargadnr Jos Parein da Costa Motla,
coronel Domingos Alfonso Nery F*rreira, Antonio
Luiz aos Sanies e Francisco Mamede de Al-
meida.
Apenas a coramissao que f.iri bordo liver a cer
teza de que SS. AA. qnerera vira trra, faro sig-
nal torre do arsenal de marinha, que ir,ara o ga-
llardete encarnado.
PACO DA ASSEMBLEA PROVINCIAL.Por
deliberacao da presidencia da provincia, de 19 do
correte, foi mandada pi em prac* publica a
construccao de um edificio que sirva para o paco
da assembla provincial, ob-ervando-se no coo-
trato as segrate clausulas:
1." A obra do edificio, oreada em..........
205:419*995, ser executada seguodo a planta e
detalhes do orcamento, sob as vistas de um enge-
nheiro fiscal.
2." A obra dever ter comeco no praso de
um mez, e ser concluida dentro de tres nnos, a
contar da data. da approvacao da contrato, sob
pena de urna malta de 5:000,3000, para cada urna
das condicSes.
3." Todo ojBaierial, antes de ser empregado,
ser examinado pelo engenheiro fiscal, e aquelle
que fr regeitado ser immediatamente cenduzido
para fra da obra, sob pena de urna multa de
200*000.
4." A inspeccio da obra flcar cargo do di-
rector das obras publicas, oode um engeoheiro da
mesma reparticio por elle oomeado, "cando !m
seu arbitrio demittir qualquer empregado. pe-
dreiro, carpina ou servente, se assim convier ao
bom andamento e execncao da obra seu cargo.
5." Os pagamentos serio fetos em seis pres-
tacoes igues, a saber : a primeira, no comeco
da obra ; a segnnda, logo que tiver recolhdo toda
a madei ra para a mesma obra em armazens desti-
nados para isso, devendo ser esse reeolhimento
dentro de seis mezes, a conl >r do comeco da obra,
sob pena de urna molla de 5:0u0*000; a lerceira,
quaodo as paredes estiverem na altura do pavi-
mento superior; a qoarta, logo qoe estiverem em
estado de receber a eoberta ; a quima, depois da
coberta e telhado concluidos ; e a sexta, oa con-
elusao da obra.
6." Para o msis que nio vai especificado, se-
guir se-ha o que dispoe o regulamento de 31 de
julho de 1866. >
O terreno designado para este edificio o qoe
fica ao sol do gymnazlo, formando canto com a
ra do Mamede Sim5es, e comprehendido pelo
grande qnadro murado que ah existem.
IRMANDADE DO SENHOR BOM JESS DAS
CHAGAS.Dezejando esta confraria, erecta na
igreja do Paraizo da freguezia de Santo Antonio,
construir algumas catacumbas para nellas sepul-
tar os seus membros, e nao o podendo fazer cora
os recursos ordinarios de qoe dispoe por serem
muito diminutos, resolveu agenciar urna suln
cripeo entre os irmios da cas?, e pessas carido-
-as da provincia. Para esse fim nomecu as se.-
guintes commissSes parochiaes:
S. Frei Pedio Gon^alves. Joao Baptista da Sil-
va, Manopl Lopes Ferreira, Doming dos Santos
Costa, Zeferino Jos dos Santos, Bernardo Anto-
nio de Miran la e Gaspar Amonio dos Res.
Santo Antonio Cimerico Rufino Alves de
Sant'Anna, Marcolino da Costa Lima, Manoel Jos
de Souza, Balbinn Jos de Andrade, Melquades
Francisco das Chagas e Silva e Cosme Cyprian
de Souza.
S. Jos.Simplicio da Silva Barbosa, Rotilio
Francisco da Rocha, Francisco de Paula da Silva
Mesquita, Ignacio Francisco das Chagas, Ignacio
Francisco dos Santos e Sabino Herculano da Silva
Guimaraes.
B< Vista.Ludgero Lipes Lima, Joao Leni-
das de David e Silva. Luiz de Franca Pereira, Au-
gusto Jos Teixeira, Qiiirmo Antooio do Espirito
Santo e Felippe Eneas da Costa.
PASSEATA ACADMICA. Realisou-s? hon-
tem, como eslava annunciada, a passeiata dos
alumnos da Faculdade de Direito, indo em segu la
cumprimentar a oflicialidade do 9 batalbs de in-
fintaria, levando sua frente duas bandas de m-
sicas. Esteve animada e fot muilo concorrida,
sendo a mocidade saudada em diversos pontos.
IRMMANDADE ;DO BOM CONSELHO. Esta
confrarii, composta dos lentes e estudantes da
Faculdade de Direito, procedeu no domingo a elei-
i; i o da mes administrativa para o anno de 1871.
qoe ficou assipi orgaoisada :
Juiz, Dr. Joao Capislraao Bandeira de Mello
Filho.
Secretario, Henrique Affonso de Miraoda Leal.
Thesoureiro. Dr. Jorquio Correia de Aranjo.
Procuradores, Francisco Octaviano da Nobre
ga, no Io anno ; Pranciseo Fernandes Vieira, no
2o ; Manoel Maria Marqus Mariz, no 3o; Caeta-
no Alberto da Fooceca Lima, no 4o; e Braz Flo-
rentino Henriques de Souza, no 5."
Adjunctos, Francisco Bezerra Cavacante de Al-
buquerque, Francisco Rodrigues Selle Filho, lio
nono Horacio de Figoeredo e Jos Ferreira No-
bre Forraiga.
MORTE REPENTINA.Na travesa do Costa,
da freguezia da Boa-vista, morreu reoeotioamen-
te, victima d"uma congesto cerebral, Manoel Mar-
tins Ferreira, no dia 19 do corrente.
ARTISTA CABELLEIREIRO.A' roa de Saoto
Amaro, em freote ao Basar da Moda," acaba de
abrir o Sr Jos di s Saotos da Silva Barreiros, l-
timamente chegado da Europa, um estabelecimeo-
to par i preparar toda a qualidade de trabalhos em
cabello, tomo sejara loogos cachos, coques, ca-
belleras, ctioOs, etc., tudo pelos ltimos figuri-
nes do Paris ; teodo sempre variado sortimento
desses objectos, fabricados por elle mesmo.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECIFE.
0 pessoal dos estabelecimentos cargo desta
santa casa no mez de julho, foi o segrate :
Hospital Pedro II. Enfermos nacionaes 205, es-
traogeiros 26, mendigos Jo hospital 21, ditos en-
viados do asylo20, filhos de eofenaos 6, em-
preados 7, irmaas de caridade 9, serventes e lava-
deiras 15total 309.
Hospicio de alienados.Enfermos 77, emprea-
dos 10, srvenle.!total 88.
Hospital dos Lazaros.-Enfermos 29, emprega-
dos 4 serventes 2total 35.
Casa dos expostos.Educaodas oo eslabeleci-
mento 85, meninos em creacio 80, amas externas
80, idem interna 1, irmaas de caridade 8, empre-
gados 3, servente 1total 258.
Asulo de tnencidade.Mendigos 77, emprega-
dos oTguafdas 5, gerventes 7, total94.
Collegio dos orphaos.Educandos 79, emprega-
dos 11, serveotes 3total 93.
Collegio das orphaas.Educaodas 128, irmaas
de cardade9,empregados 3, serventes 4total 144.
Secretaria.Erapregados 6, advogados2, solici-
tadores 2, cobradores 2total 12.
Total geral1033.
D'este pessoal 702 pertencem ao patrimonio dos
estabeleeimentw e caridade, 237 ao patrimooio
dos orohaos e 94 ao asylo de mendicidade.
HOSPITAL PEDRO II.O movimeato desse es-
labelecimento de 15 21 de agosto de 1870, alm
de 268 doentes existentes, entraram 39, sabiram
26. falleceram 9, existem 272, sendo 169 homens,
e 103 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias as
8 1 2. 8 1/2, 6 l/, 6 1/2, 6 1/2,7, pelo Dr. Ra-
mos ; as 12 1/2, 12, H, 11, 12, 12 1/2, pelo Dr.
Sarment.
Fallecidos.
Agosnho ; gastro enterite.
faitop; dysenteria.
Jos Vicente Ferreira ; apoplexia.
Maria Francisca da Codceicao; hypetropha do
coracao.
Joanna ; apoplexia.
Francisco Antonio do Nasciraento ; tubrculos
pulmonares.
Adriano Ferreira da Silva; tubrculos pulmonares,
Manoel Joaquina de Sant'Anna ; enterite chro-
nica.
Benedicta : enterite ehronicn.
REVISTA AGRCOLA.Fomos obsequiados com
alguns nmeros da Revista Agrcola do Imperial
intitulo Fluminense de agricultura, publicada
triraensalmeoie sob a redaeco e direecao do Sr.
Dr. Miguel Antooio da Silva, leote repetidor de
sciencias physieas e naturaes da Escola Central
do Rio de Janeiro, e membrodo coosellio fiscal do
referido in-titato.
Essa ravita, deque j ha lempos dos ocejipa-
mos, um folheto de 60 80 paginas de ntida
impressao em 4.* ondes> ira adas por abaleados
cultores das sciencias agrcolas, os mnais wm-
ciaes ('roblemas que dizem respelo agricultura
e as industria! que ihe sao annexas.
A" frente de sua redaeco o Dr. Miguel Antonio
da Silva forcase por'torna-la cada vez raais
otil aos nossos agricultores e lem conseguido em
nao longoSempo, dar-lbe um desenvolvimento es
perancoso com a ns-rsao de artlgos sobre as-
sumptos que mais se prendem nossa agricultu-
ra no sentido de ergue-la de seu abatimento e
afasta-la da rotina, que tanto a acabrunna.
N5o raro acompanha a Revista estampas com
desenlias de aparelhos agrcolas e os melhora-
mentos que Ihe sao introduzidos em ambos os con-
tinentes.
A ultima Revista, que de janho, contem o se-
grate : Noticia sobre o (Jarana ou guaran, pelo
Dr. J. M. da S. Continko; Fatnicaco do assucar,
pelo Di: Icern; Relatorio sobre a doenqa da can-
na de asiuern; pelo Dr. A. Krauss ; Analyse chy-
mica dos lerrenos pelo Dr. M. A. da Silva; Nnticia
sobre o lpulo pelo Dr. C. Glasol: noticiario
Vodo proresso de propagamo das plantas por es-
tacas pelo Dr. C. olas ; Noticia de urna nova mS
china de preparar o caf, Louvor ao alyodo de ',%
Paulo, Exposicao agrcola-industrial na escola
Uniao o Industria e documento histrico sobre
Jardim Botnico, pelo Di: M. A. da Silva.
Por abi se v que os mais variados assumptos
sao tratados na Revstax Agrcola, que, segundo
pensamos deve fazer parte dos livros de leitnra
dos agricultores d'esta provincia, quera espe-
cialmente a rpcommendamos.
THEATRODE SANTO ANTONIO.-Hoje estra
a companfllalyriea de bouffes do theatro de Santo
Antonio, levando um. variado espedscxilo, que
promette ser bem desempenbado, ;taes sao os re-
cursos que, nos dizem, possnem os artistas qoe
compoem o eleoco da mesma companhia.
O empresario desse theatro, o Sr. Uarte Coira-
bra, pelos esforcos constantes que emprega para
captar as bfias gracas do nosso publico, olferecen-
do-lh-i os innocentes e agradaveis divenimenlos
da scena, j lyrica, j dramtica, digno credor
por certo de encommios e louvores, e bem assim
de ver soa obra coroada de feliz xito.
O theatro de Saoto Antonio nao grande, mas
so aclia convenientemente preparado de forma
poder receber urna socedade escolhida de dilec-
tantis, que alli vio passar algumas h iras ouvir
as doces melodas de OITenbach, Beethowen e
oulros festejados maestros.
Baldo de distraccoes como tem estado o Recife,
o theatro de Santo Antonio sem duvida ter sem-
pre cheio o seu recinto, tanto mais quanto foi pro-
nunciado o favor outhorgado ultima companhia
de bouffes que aqu esieve, cujo genero tanto
agradou ao nosso publico.
Em quanto o nosso velho e incendiado Santa
Isabel so nao reedifica e abre seu elegante sali
as operas italianas, vaina nos ao menos o trleatro
de Santo Antonio e a alegre msica que nos pro-
mettem os bouffes.
RAPTISMO DE ISRAELITAS.Ha dous mezes,
diz um j.irnil de Roma, um Postulatum em favor
dos Israelitas assignado por 510 bispos era apre-
senlado pelos padres Lamann ao soberano pontfi-
ce. O santo padre dignou-se acolhe-lo com urna
ternura toda particular. A bencio do papa traz
sempre felicdade ; alguns dias depois, muitos Is-
raelitas vinham procurar os dous rmaos, pedin-
do-lhes a instruccao e o baptismo.
Fei na semana do Pentecosts, commemorativa
do apostolado de S. Pedro entre os Israelitas, con-
vertidos em numero de cinco mil, que leve lugar
a ceremonia.
O baptismo foi conferido por S. Eminencia o
cardeal srcebispo de Perouse, assistido por mon-
senhor Cataldi, mestre de ceremonias. Dez bispos
honraram a fe*ia com sna presenca. Os Israelitas
qne se biptisavam eram em numero de seis, tres
de Bolonha, dous do Egypto e ama moca de Roma.
Ao lado dos padres Leraann acnava-se um ou-
tro filho de Abrahao, hoje religioso de S. Pedro ad
vincula, Elgard Pi Morlara. E para dar mai
um eocanio a esta festa, o baptismo era conferido
na casa dos Rvds. padres do Espirito Santo, cujo
fundador 6 igualmente um judeu convertido, o
padre Libermaon. Todo mundo sabe que trata-se
anualmente da causa de sua beatifieaco.
Personagens da mais subida piedad'e e da mais
alta iobreza linham aceitado rer padrinhos e ma-
drrahas. Erara o duque de la Regina, mordomo
da corte de aples, as princezas Pignatelli Ruffo
e Pignaielli-Dente, o marquez e a marqueza de
Dente com sua fllha, a baroneza e o baro de Ber-
lichingen ; o baro Ernesto de Sebonberg-Roibs-
chonberg, camareiro le sna sanlidade, o conde de
Schoonborn, l.aJy Consiantia de Gaimbouroug e
o conde Paulo de Galee, camarista de S. M. o Im-
perador d"Austria. Era tocante ver os filhos de
Israel cooduzidos ao baptismo por lio i lastres
personagens. Era verdadeiramete a augusta al-
liaoga do antigo e do novo testamento.
A ceremonia foi magnifica : comecou por este
cntico : < Quanto sao amados os teus taberncu-
los, Deu* de Jacob... Como o viado stdento sus-
pira peta agua das fontes, assim tneu coruco sus-
pira por ti, meu Deus. -.Quanto Sua Eminen
cia o cardeal aro-bispo de Perouse representava
bem em sua dignidade a mageslade do grande sa-
cerdote Aaro I Era sen discurso aos neopbytos
elle commentou esta palavra de Dos Abra-
u5o : i Sabe de tua casa, Abrahao; mai para
entrar em urna murada mais bella, na trra que
te vou dar. > Felizes neophytos. elles entrao na
tena promettida da igreja ; e ticaram encantados,
e o ,-eu encanto resplandeca por todo o templo I
A tarde deste bello da foi coroada por nina au
diencia do soberano pontiQse Po IX ; o hora Pas-
tor acolheu com a mais tocante ternura os neo-
phytos aecom pan hados de seus padrinhos e ma-
dri'nhas, os cordeiros com suas mais. Rile ani-
raou o$scoTdeiros, agradeced s mais e disse aos
padres Lemann : < ileus fimos felicito vos por es-
te prmeiro resultado. Vos insists no Vaticano
perante o santo padre, t os bispos afn de que oc-
cupem-se Uunbem de cofia nacao, faz'sis bem; tra
balhaes par collocar o nico rebanko deoaixo do
nico pasto: >
Depois da audiencia, es
ao famuh) de S. Pelro, deitando todos as caberas
sob o p de ua estatua ; o mais antigo deotre el
les frz prometter aos outros serem fiis al mor-
te. E quande, voltandi, elles qnizeram beijar
com respi?to as maos dos seus padrinhos e na
drinhas para agradecer-Ibes, estes nao o permitii-
ram. Elles o apertaram leroamene em seus
brt^os. Era como a reconeiliacao do povo judeo
e d) povo christo que comecava.
LOTERA.A que se acha a venda a 157'
beneficio da Santa Casa de Misericordia, a qual
corre oo dia 25 pelo oovo plaoo, D'este Diario pu-
blicado.
LELAO. Hoje efTecloa o ageote Martins, o le-
lio da taberna da travessa da Senzalla Velha n. 4,
a qual fica nos fundos do armasem de molhados
do Campos, s 11 horas do dia.
(HROMf, Jl-I:iARIA.
TRIBIWL Di lti:i. \< \0.
SESSO EM 20 DE AGOSTO DE 1870
RESIDENCIA DO EXM. SR. CONSBLHEIRO CAETAIC
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
Aa 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitiraoa, Guerra procurador da corda,
Lourenco Santiago, Almeida Albuqu'erque, Moita,
Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa e Souza
LeaoL abno-se a sesso.
Passados os fetos, derara-se os segrales julga-
nen.os:
Harbas Corpus.Nao tomaram conhecimento do
pedido pelo bacharel Rufino Colho da Silva, por
n) star este preso. Negaram soltura a Joao Ma-
noel do Nascimento e a Joaqnim Jos da Silva, e
conctderam soltura a Vicente Ferreira de Fran-
ca. .
Rehjrso cojuercial. Recrreme, o julzo; re-
corrido, Francisco de Freitas Barbosa.Relator o
Sr. di sembargador Gitrana, sorteados os Srs. des-
embargadores Souza Leo, Almeida Albuquerque
e Rejueira Costa.Negiram proviraento.
PASSAGEN8.
Do Sr. deserabargador Gitirina ao Sr. desera-
oargador Guerra.AppellagSes civeis: appellante,
los Joaqnim Plombo; appellados, Jos Mendes
Ferreira e outros. Appellante, Ernesto Brasil de
Mattos; appellados, os herdeiros de Miguel Alves
de Mello.
A Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pelladao crime : appellante, o juizo; appellado, An-
tonio Paulino dos Santos.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago.Appellacoes civeis:
appellante, Jos Francisco Xavier de Azevedo.; ap-
pellado, Joao Francisco Xavier de Azevedo. Ap-
pellante, Alexandre W'agner; appellado, Jos
Ignacio de Mendonca. Appellante, Antonio Morei-
ra dos Res; appellada, Feliciana Mara Olym-
pia. Appellantes, Pedro Antonio de Miranda e
outros; appellados, Dr Vicente Ignacio Pereira e
outros. Appelhmte, Inm Vicente- de Luna Freir ;
appellado, padre Antero Ouriqtie de Vescon-
ceilos.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerqae. Ap-
pellaco crime: appeflanle, ojuizo; appellado,
Joi) Pereira Machado.
Do Sr. desembargador Almeida Albuqnerque ao
Sr. desembargador Motta. AppellacSes civeis: ap
nellanle, Manoel Henriques Pimentel: appellado,
Thomaz de Aqurao Camello. Appellante, Joaquim
Fernandos da Rosa; appellado, Dr. Antonio dos
Sanios Sequeira Cavalrante. Appellante, Pedro
Fernandes da Silva; apitelladn, Francisco Jos de
Torres. Appellante, Manoel Ferreira dos Santos
Netto] appellado, Zeferino Lopes de Barros. Ap-
pellacii crime : appellaotes, o jnizo e Manoel An-
glico da Silva; appellados, o juizo e Manoel Fe-
lippe de Araojn.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria.Appellacao crime: appellante, An
ionio Francisco dos Santos; appellada, a jus-
fica. Appellacao civel: appellante, Delfino do
Naseimento Gaes; appellado, Jos Ildefonso Fer-
reira de Gaes.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
zador Domingues da Silva.Appellacdes civeis :
appellante, Trajano Americo Caldas Brandao; ap
pnllados, Jos de Souza Barbosa e outros. Appel-
lante, o juizo; appellado, Antonio da Sirva Gus-
oiio. Api ellante, commendador Antonio de Se-
queira Cavacante; appellado, Antonio Carlos
Pereira de Burgos
D > Sr. desembargador Domingues da Silva ao
5r. desembargador Regueira Costa.Appellacoes
civeis: appellante, Jos Moreira da Silva; appel-
lado, Valdivioo Ribeiro da Silva. Appellante, Joa-
qnim Jos de Lima Freir; apollado, Christovo
da Rocha Wanderley Appellante, Jos Joaquim
da Costa Maciel; appellada. a ordem lerceira do
Carmo.
Do Sr. desembargador Regueira Osla ao Sr.
desembargador Souza Leo.Appellacoes civeis
appellante, Henrique Jos Alves Ferreira; appel-
lado, Rodolpho Velloso de Azevedo. Appellante,
Firmo da Costa Villar; appellada, Esmera Rolim
Accoii Villar. Appellantes, Jos Victorino de Re-
zende & C.; appellados, Monleiro Correa & C.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitrana.Appellaijao civel : appellan-
te, Maoiel Gomes da Cunaa Lima; appellado, Ben-
to Correa Lima.
Deligencia civel.Ao Sr. desembargador pro-
curador da cora : appellantes, Dr. Pedro Jorge
di Souza e outros; appellada, a fazenda.
Assignou-se dia para julgamento dos segoiotes
feitos:
Appellaqobs civeis.Appellantes, Joaquim Ri-
beiro de Moraes e outros; apnellados, Manoel Pe-
reira Maga hies e outros. Embargante, Justino
Pereira de Faria ; embargado, Joao Luiz Ferreira
Ribeiro. Appellante, Jos Marcellno Alves da
Fonseca ; appellada, a fazenda. Appellante, Joan
Francisco do Reg Maia; appellados, Jos Affonso
Ferreira e outros. Appellante, Dr. Luiz da Silva
Gusmo; appellado, Jos Joaquim Goncalves Bas-
tos. Appellante, Manoel Gomes da Cunta Lima ;
appellado, Manoel Francisco Alves Gama.
Appellacao crime.Appellante, o Juizo; appel-
lado, Jos Francisco das Chagas.
A' urna hora e meia da tarde eoeerrou-se a
sessao.
CMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 3 AGOSTO DE
DE 1870.
PBKSroENCIA DO SR. DB. COSTA HJNK.
Presentes os Srs. Dr. Pitanga, Pessoa da Silva,
Gameiro, e Dr. Lobo Moscoso, abrio-se a sessao,
foi lida e approvada a acta da antecedente.
Leu-se o seguinte '
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia, con-
cedendo autorisacao qu pedio a cmara para des-
pender pela veroa eventnaes, designada no 4
do art. 2 da loi n. 901 a quantia de 1:000*, al
o-fim do corrente exercicio.Inteirado, que se
commanique ao procurador.
Onlro do mesmo, coramunicando a cmara ter
approvado pr visoriamente nos termos da art. 2*
do decreto de 25 de outubro de 1831 a postura
addicinnal, a que te refere o offlcio da mesma ca
mar.ioteirada, que se publique e tire-se copia
para se remetter aos flseaes.
Outro do secretario da presidencia, comraum
i oaodo ler-se coocedido a permisso que pediram
neophitos dirigiratnse I diversos moradores da cidade de Olioda e das
estradas de Paulino Cmara e de Belem, par rrr
aberta provisoriamente ao transito publico, a linh i
de trilhos orbanos desta aquellacidade. Intei-
rado.
Outro do mesnwj remetiendo exeor piares *> p-
gulamento dos trilhos urbanos desta cidade parj.
a tte.OliadiuAomUi.
Outro de S. Exc. Bvm. o Sr. vlgario capitular,
fazendj observages sobre as providencias que s-
devem tomar acerca dos enterramentos dos cada-
veres das pessoas que morrerem fra do oscol
da santa igreja.A commisso de cemtenos.
Outro do niesmi Exm. vlgario, eommunieand
que ao bacharel Francisco Augusto da Funeeci
Silva conceder ratifleacio da proVisio da eu
antecessqr para a exhuraacao dos restos mor-
Ues, do fjoado pai daquelle bacharel, o capitao
Jos da Fooceca e Silva, esla cora un i caca o arom-
panhada de um requerimento do mesmo barha-
rel Fonceca, no qual pede que em consequeifeia
daquella provisao se mande levantar o eiibarg >
que se oppoa a exhumaao d(* ossos de seo pai;
em seguimento foi lida urna peticii da vinva, fi-
lhos e georo do mesmo finado, allegando mais di-
reito ao acto da irasladncio dos ossos do seu ma-
ndo. Nessa pendencia a cmara declinou de si x.
responsibilidade da decsao para qiuem for de com
ptenle jurisdiecao.Communwjue se ao vgari"
capitular.
Outro da directora das obras publicas, com des-
pacho da presidencia do 20 de julho ultimo, man-
dando informar acerca da planta de urna pciru*
do bairro da Boa-vista, entre as ras dos Pires.
Soledade, Principe e Mondego.A commisso d.-
editlMcio.
Outro da cmara monicipal da villa do Brej...
de 11 de julho ultimo, aecusando a recepcio di>
offlcio que Ihe foi enderezado por esta cmara em
3 de maio passado.Inti irada.
Outro da cmara municipal de Flores, de 13 d.-
jatho_do correte anoo, (ambem aceaando a n-
cepQao do offlcio que Ihe fora enderessado em ::
de maio ultimo, pela cmara municipal (test a ci-
dade.A mesma resolucao.
Outro do supplente da vara municipal de
26 de julho ultimo, eommonicando ter entrado aa-
quella data no exercicio da referida rara.Inlei-
rada.
Outro do advogado, dando o seu parecer em
vista da informaco dada pelo engenheiro cordea-
dor, acerca da pretenco de Antonio Piulte Bar-
ros, na qual pede lieeoca para cercar o terrean
margem do rio Capibaribe allegando ser de sa
propriedade.Ao engenheiro para cerdear e imr-
car o ponto donde deve seguir a estrada (ora <
rio.
Outro do procurador, eommunieand* terse en-
golado a verba de 4:000* marcado pela !ei n. 92;:
de 25 de maio do correte anno, e pedindn quan-
tia para pagar algumas despeza*.Ao mesmo |. ara
declarar qual a quantia.
Outro do engenheiro cordeador, informando h-
voravelniente o requerimento de Boa-ventara Jun-
de Castro Azevedo, no qual pede licenra pwu
concertar a coberta de sua casa no Glguta Cua-
cedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoraTelrnenle r-
requerimento de Joaquim Ferreira de Azevedo tu-
mos, no qual pedo licenca para fazer 11 palmo-
de muro ta frente do sua casa n. 21 da ra di*
Pocos freguezia dos Afcgados. Mando-secor-
dea r.
Outro do mesmo, informando favoravelmeate se-
bre o requerimedlo de Manoel Fernandes da Cos-
ta, no qual pede licenca para fazer algunas obras,
tanto interna como externamente, na casa n. lt
da ra do Rangel.Concedeu-se.
Outre do mesmo. informando favoravemiente so- -
bre o requerimento de Antoni Muniz Machado,
no qual pede licenca para levantar um pedacp de
muro, quo cahio no oitao do seu armasem do caes
da alfaudega n. 4.Concedeu se.
Oatro do mesmo, informando contra a preten
cao de Francisco Antonio Durio, no qual pede li-
cenca para fazer a obra precisa em seo predio da
ra do Vigario n. 6 sem alieracio ou dlaiiouirio
alguma da architeetura do mesmo predio.Inda-
ferio-se.
Outro do mesmo, mfjrmando favoravelmenleso-
bre o requerimento de Thomaz de Carvalho Soa-
res Brandao, no qual pede pagamento da obra do
calcamentu das estradas do Matadouro.Mandou-
se pagar.
Outro do mesmo, informando que a altura da
calcada da casa n. 16 da ra Bella, propriedade
joao Goncalves Ferreira somenie de 10 cen-
tmetros e portanto nao se pode collocar c;raos d*
barro e sira de ferro fundido e chatos do modelu
ji apresenlados a cmara.Colloquem se cauw
de ferro do modelo aceito.
Outro*do riscal da freguezia de S. Frei Pedro
Goncalves, eommonicando que os herdeims de Jo-
s Epiphanio Duro nao zeram demolir demri'
do praso designado por esla caniara o predio ar-
mando na ra do Vigario n. 6, o qual aau&ffc,
desabamento.Ao procarador.
Outro do mesmo, coramunicando ter multado a
Jos Dativo dos Santos.Inteirado.
Outro do mesmo. remetiendo dons termos i!t
rafraeoie contra D. Clementioa Theodora da S.!-
va, e Joao Baptista Coelho.Ao pr curador.
Outro do fiscal da freguezia e Santo An-
tonio, coramunicando ter recolhdo a quantia ar
38*400 ao cofre da Santa Casa de Misericor.ti .
importancia liquidada d'arrematacao de cata*
apprehendidas na freguezia.Inleirada.
Outro do fiscal da freguezia de Jaboaiio, rm>i-
municando que por encommodo de sade, cao p>
dia comparecer a sessao e pedia a cmara i:> di.i-
de licenca.Concedeu se a licenca pedida.
Outro do fiscal da freguezia de S. Frei Pedn
Goncalves, coramunicando que o facultativo i -.
Antonio Marques, se prestara por tres vean a
exames sanitarios nos gneros venda em diver-
sos estabelecimentos de sua freguezia e pediitdo
iue se autorise,'o pagamento do honorario a que eit-
ez jos.Qoe declare em que lempo se flzeraat.- >
visitas para se averiguar se tem direito ao paga-
mento.
O Sr. Dr. Moscoso, fez os seguales requeriineu-
tos :
c 1 Considerando que o marquez de Olimh f i
um pernambucano, que fez um dos papis bmw
brilhantes na historia do Brasil, e que teve a lo-
ria, alm de ser regente, de oceupar um lugar
mu destnete entre os mais dessioctes estadistas do *
imperio.
t Considerando Jque nao ha pernambucano
que pronuncie ou onca prenunjiar o nome d
marquez de Olinda, sem que se possua do nucs
nobre orgulho.
f Considerando que o finado marquez de Olin-
da foi urna das raaiores glorias de Pernan I
t Considerando que Pernambnco deve paaai
um tributo de respeloe veneracao memoria d-> .
seu comprovinciano o muito Ilustre finado mar-
quez de Olinda.
c Requeiro que se mude o nome dn roa di
Cadeia do Recife e se chame ra doManmex !>
Olinda.
Paco da cmara municipal do Recife, era 3 e
agosto de 1870.Dr. Lo6o Moscoso.
2 Considerando que o yisconde ee Albuqner-
que, foi um pernambucano sempre respaila i
altamente considerado por seu carcter indepen-
denle, por sua probidade_ e inteireza e i^r
nunca contestada dedicacao ao servico e amor
patria aos quaes sempre sacrifieou os se
resses particoiares.
c Coosiderando que a provincia de Pero.au.bu-
al*.


wm

i
fcmrro de l'ernambiico Terca feira 23 de Agosto de 1870.
wt4
0 e^aaBBBBBB|
Mili
Considerando que a provinri de V^^^H
caeompr ver de grualo penerlaa
lemHranca de un sea Clh > Tupooho que se dnaoniiaerti do Viseante1
de Alboquerque a* tres com o nmade rf da
Matriz, roa atraz -la matriz e tu* da Gloria. .Paco
da amara municipal, em 3 de agoste de 1870.
Dr. Lnbo Mosciso.Apprffvados.
I>e*pacharain-sea8 jiettcfc de Anteare Fereira
Braga <3), Aristado Duartu Carneiro* da Cunha
Orna (i), o padre Antonia Generoso Bandelra, An-
teara Joaqun) to Campos & C, AntoBiO Ihuoel
deSouza, Antonio Mums Machad. Antonio Alvos
Paelweo, Antonio Cen,aires CoHin. .An* Imo de
Jes> Carvalho, Anteara Morena Reis Anglica
Cantarla de Miranda, Antonio Machado Sorba,
Antonio Penreira Alwes Antonio Rodrigue- da Sll-
^ra, Antonio Kaposo de Alherche Jnior, Arctoanjo
4o ttasari-, Aot*ie H- or que de Araujn, Adruug
Augusto de Almej.la Jordn, Antonio Pedro Cas-
eisoo, Benjamn la Cunha Trrelo, o bario da Soli-
dad, B aventura Jos de Castro. Azevedo, Bento
Je- da Coala Jnnior. Cruz Sogueira 4 C., o bario
da Solidado, o bacbarel Cicero Peregrino, os coa-
amores do sitio Viwiro do Moa, o tMl-.Inrei
CaadiJo Vuletiafi'i da Silva Fruir, D U.mwgos Jo-? Marque, Francisco FereiraBal-
tkar, Felismmo F.-i reir das Chagas, Francisco da
Silva Reg, o escrivo Francisco de Barro- Cor-
ra, Francisco Xavier Carueiro da Cunba Miran-
da, FwaMno Antonio o rigue?, Francisco Jus dos
Santos, Francisco Enes de Frotas. Gervasio Con-
cal*es da Sitra, Gnlherme Patricio Bezerra Car-
vnra-), Gertrudis Mara di Concetc, Hearique
Micliadon, Hilbeile Henrique, Innocencin Rodri-
gues Lima (i'i, Isabel da Costa Africana, Joaqun
Francisco Callado, Jos.; M.-reir da S-lva, Jos Pe-
reir de Azeved<\ Ji-aqnin de Almtida Pinto, Jos
Fraacisco da Cruz, Joaquina ntonie da Silva, Jos
Antonio de tfoura, Jos Bernardo de Senta. Joa-
qwre Pereira Frer-. Jiaquim Felippe da Veig.i,
Jos Aatonio df Qneir- z, Jo- Jorge Ta so, Joao
Joaqun de Holland. Cavalcanle, Joao Fefix de
eH), Jo Xia.iunn Barbosa da Silva, Joaqun)
Pereira utes, o coronel Joao Joa |uim da Cu-
aba Reg Barros, J >a-|ui'n Rifeeira da Gama, Ja-
wotBo Jliria di C meen-i -. > commenlad.-r Jo-
Pinto de Lereos Jnior,-'Joao Chrysoxtomo Soares,
Jai Pinto tarares Jnnior, Joaquiro da Costa Ra-
mus, Jos Velloso Soares, J.rio Francesco Burga*.
J.di Francisco Pared-s Porto, Jos Mainede d-i
Espirito Santo, Luis Gotiedves da Silv, Lauriana
Baria da CmceicSi, L>arenco Pe.reira Meade*
Giii.na-s. Manuel Mara de Soma & C., Mmoel
Cvrriaii ferrara Kabello, M .rumano da Cruz e
Meiio, Manuel Feflppo de Gou.-Ji Cavalcjnte, Ma
oi# do Nascirnento da Costa M -nteiro. Manoel Au
tttoi- da Silva Moa, Mmoel J.iaqnhn de Sant'Anna,
M. Mitanio Schlesse% Mariano -le Ca-tro Lei, Ma-
ra eneJ'ci.i Cunes do S-uza, Miternus Lena,
ao-iel da R-Mla Man; -ricao, Pinto 4 Martiniaao.
R.sa d,i C-nceica M-ndes Rit^-iro, Roberto
Svrfrxire & C, Hulin-i Mmoel di Cruz C.)U*seiro
'i), SiIvi'-i- Loarenco do Espirito Sant -. o bicha-
re Silvioo Cavalcanle le Aluuquerque.Teixeira &
3J*m, c levanion-sn a sessai.
Ea Luuri'iii; Bozu-rra Carueiro da Cunha, secre-
tario a subscrevi.
juru-io Jotiquwt dt Souza Lean, pro residente
Iqii'tcin PutfcM < Xilr.a.Caetano Cyriaco da
C r. Prxedes Gomes de Souza PUauga.
um
HCOI
i-m a otis Hhatt
PUBLICACOES A PEDIDO.
O jniz municipal iiiQuo t'oelho
dawi a ao veuerand Trlbu-
a! la Rrlaco e ao pnblte*
Mostrado.
I
Urna rausa celebre, pelo ranear e odio do* ini-
atig-s do l)r. |uil municipal de Olimla, e pela
vi.iucao das !eis e BfKMtukM de direilo, foi julgada
ao foro da,|i;ella cidade.
Kia leudo sido citado legalmenle e de modo
brig.ttorio, aquello bacha/el deixou de compare-
cvr a ui.liiir-eai do pruee** : Uinbem nao devia
BMBptdNef na o jui/.'i onde to-los o* empregailos
tfaiM seas btiiMfot igadats, e onde I he prepara
vara una cila.la.
f. fit, porin, que a causa sabio do dominio da
NM-dejrada, appe||,.u aiuelle baeharel para o jmz
de direilo, ein queiu ha va algunia prevenijn con-
fia o juiz municipal, mas que e.-le suppnua li-
gtira.
Kaaaaow se : a preveneao. provada por Tactos
constantes >le ioennwate) assignado.s oelo d -uior
juiz de direilo, era uiuiio sena, forte, inmiensa.
F. p..r ete motivo cond-uniad pelo doutor
joiz de Jireiio tres inotes de pnsao, leado-o ido
anto- -iii.iro laeua a mi
S -rpreiien lido o j lia m iiicinal, bein como todos
ns s.-us kinigits, c .ni aq'ieiie jnlgamento tfrtwt,
na.i taadi mus nearj or ni lo, laMM man d<-
ocurso especial e, exlraardtnwio -lo A-tfie-is-cor-
pus, vjs^.i ,(u' o nroi-i's-1-, oelo quai fi coudeiuua-
U, e-u eudmltiHCiite aullo.
Quaiido trata va de obler documentos paia ins*
trmr s^ti-fn-t-.fiamenle a sua pe'.ico de Jvibftif
rormt, <-s rauniinH oo juiz hnira-l-'o tettiganle,
uuliucavain no Ditlrio de Pernumbuco artguS re-
dieiailos de insultos, mjunas tiozes e infames
raJiiianin
V'ir e-te rneio, com que a inimisade ti^adal se
<"^wil uacin niqua e aulla, linham aqnelies rancoroso-
ades.iiiiiuigos uinliein por lini apr sentar o
jmz municipal ao publico e ao venerando Tribu-
nal, ciiuii .) pei-.r ridada i que a trra sustenta.
O-g-ts uel.i patxa, pefci odio e pela vingmci,
ao vum que ewa tal proradnaata cada vea pr>-
wanm wmm a iaimuad* r.tpUal que o juiz muni
cmai allegara e demonstrara ate a evidencia nos
auto-.
_C*--os pola paixio, pelo odio e pela vinganca
iva viam qqe ivforcandn co n pr>vas novas e-sa
tuwisude eupU'U que alineiit^va Ihes o eoraca--,
ea-J* vez r.i iicavdio mi.os pri-iunUaineute as nulli
da des iii-anavfi du processo.
O l-:-ha i el Itulin > C elh da Silva, de earseter
xureoiamente man-o e pacifico, do urna honra t<-z
invt-javel mbm juiz, e le reonhendo tlenlo su-
penor, nunca resp-jodea as diatnbes e atme*-
valuiunias que ihe prodig-lisava a teoaeidade
do dio inveicra-l-- dos s-tis in mig-is.
Via c ni indign ica > a cruzada
que tentara n per-le-la na opima o enblica, e a
desprezava sobraoceiro. Se a aggresso era aguda
a violenta, tranquilla eslava a -na e n-ciencia, se-
reno o seu espiriio i: immen-a era sua hMOMrta
Sra afrontar e re i-tir aos tremendos ataques da
leolada persegnica-.
II -je, porm, na. rnais possivel deixar de le
vaiiiar 3 lava, e aceitar o cmnbate. Caia qoem
nao (iver Tamr fon-lado no direilo e na razao; caa
quen nao puJer acobenar-se com o manto bt>ne
tino das eis; cia, eiiifi.u, aquelle que face oV
bfiis e dos to eos nao pud r mostrar qae ion
arate, que nao culpad.
Entrara o itaoh.irvl Ruano na lica coro o escudo
ai ta em bra ico, porque a prineira vez em sua
vi la que resee e aceita 'nm repto. M<* e-p.-ra
da* raoursos do sao animo, e condado no direiia
e as Iris que o protegern, qx ba de ah*r da
liei euiu o e codo fnxaiiiielatlo da vivos signaos
que proven) a nobleza de seus artos.
Mis aates do ktver-se dirtTiamnte em o* ini-
raigo que aUs>alliai'aoi a sua boa fama, fa lo-ha
iolir--ei;i;o>-ute, discnlindo a reg icao 4 lusbeas
Corpus, cun o wueran-i-. Triboaal da R-lacao: -B
para fallar rnais preeisaumle expor ao publico
tola a causa, n-candi d-s illa-tres setibores
1 oe-embarg.'id -res a sua benvola alinelo.
Pedio o baeharel Ruiino Coelno da Silva jnstica
qaam a poda fazr: nao a fizeram.
K^lltndo cent a itvvid, v^n-.,, pm* o bichar?)
Rafi io C-etbo da Srtva que imnv erro fOdian im
mi p riue o ve-ierand.- Trihuaal regeitm 3
habtis corpas qae resp*to rlJ..
E uesta inabalavel e nvieea em ine est, v-se
fiKCi-lo aapreentir asuadefiZA purtd>t o*
tt'i -s ao spu alcaore.
MAi: na- e p.-sivel que os ?e iliores d.eni-
bargad-res qaeiran que a cadeia neja recilrulol
i iira I > e i it.-ilige;le T -d
inag tratara m- -briria -le hit- o os p.
rrt -pie r>-geit-ram o ti
fieu a -lerimar l.i-
. i|iia-idi titem
trar toda
em en favor.
Bastava aer qoa Maca (traticoo
acans .lo venail rrupcao, para que.odte
acolhido de bracos abortos por seas collegas^^B
e tambare honrados, se por ventura Tosse ranamo
vwdade qae *He oomaietten asfa falu da Jases
infurto contra o presidente da cmara munici-
pal.
Este grande mrito de ser nra jai* honrado era
suffteiente para espancar qualqoer ligeira aavem
neira que embaeuaso o bniho di sua vUa, ou
qualqner acto menos considerado que de momento
praticlsse.
Lancar semelhante primor ao cisco, espadaear
es_sa joia preciosa das sociedades bem constituidas,
uao levar em cunta o grao de baeharel e a poric,ao
de ioiz, lavrarem os collegas jaizes a propria
coodemnacao, e desprezar i* /unine requisitos e
predicadas" que todos o> horaens de bem derem
venerar.
Deixar os jirzes manieipaes, que se distingui-
ram ennstaati'Nieflta por Mi reaowhecida areem-
testada hoaradez, -nerr o caprichos dos subde-
legados leigos, o qn ningOBni acredita qae o
quizBsse o venerando Tribunal da Relaja i.
Nao se pleiia, na hyp'inVse eeiebre que vamos
rxpr ao publico, a causa smente il baoharei
Kulai C wmo -la Silva ; mas a de todos os hacha-
reis, de todos es juizes honrados, que por iofeli-
cidade iacorrem oo despeilo e no o io dos instru-
mentos partidarios das rnais incultas al leas.
Nao : o Tribunal da Kelaco nao \ de tor qu:-
rido s-'inelhante desUleratum nao foi sem du'-'ila
iatencao de desembargadores de tito longa^ratica
na sei-ncia de julgar, estabolecerem e>ie lerrivet
precedente de flear cmdcmnado um cidadao pro-
i.'.', por mefo de um processo evidentemente nullo
A consciencia publica, a opinio morasada da
soeiedade pernanibacana, os direitos da razan, o-
interesses da bumanidade, todos os seutimentos
nobres, clamare aos rijos contra semelhante jul-
gado, e o irpeHere com evidente ju*ti{a.
Nao com um processo mam lefiamente na I lo
que ha de Picar perdido e inutilisaJo um baeharel
em dreit-, na sua vi Ja privada, e na sua carreira
Je magistrado.
A justica humana, n poder judimrio nao pode
caiuinaar ora a. iollexiWidade do compasso do
feonetra: na orJmn miral das. arajoas humanas
t infalhbilidade mathemxtica nSo pode ter a raes
ma applicaean que na onlein phisica do mundo.
Sem a luz da philosophia que precia lodos os
elementos de um crime, que analusa e peza devi-
damente tidas as sua.- circumst.ncias, quo apro-
fnnda cam rigorosa imparcialida.le a sua orlgem
e c.iisal, e a intenjio benfica ou malfica do agen-
te, ningrjem pote ser conoVmnado.
N'um processo evidentenente nullo, ete resul-
tado impossivel obter-se.
Todos ds pr-ncipios, todas as razoes, protestan)
enrgicamente contra a sentenca condemnat-irii.
Tado se congrega, e se rene para bradar bem
alto contra essa iniq idade, borrad dos nossos
annaes indicanos que deva ser apagado e limp -
Levantaran) em torno do juiz municipal de
Olinda, urna grande pneira que vedasi o exame
peifeito de suas acro-s. B :liat>le porem, o Uta-
rain : o s il da veriade ha d-i tornada transparente
quinto bastante, para que so conhe^a plena-
mente o carcter, a conducta, e os actos que im-
putan) aquello juiz municipal.
Bem a toa. pesar vem o baeharel Rufino Coelh >
da Silva cumprir esse encargo, imp sto pea
provocar) na imprensa. de >eu* inimigos. Seu
dever tambem o exige.
Na suprema colllsao ein que o colocvam, ou Aa
renolher-se eadeia manchan Jo, por este acto -le
cobarda, a classe. o gr -, e o cargo, ou de yiver
oceulto e foragido ; elle nao vajilla em preferir
o segundo alvitre, em jaanti saas. forras e roenr-
sos individuaos ) perniillirein, ea consciencia Ihe
lembrar a propria dignidade Se est escripto no
livro do deslino que e>se. distiheto ha.marel irre-
niis-ivelmente, pa-se a ler a vi 'a do proscripto,
e abandone a sua torra constitucional e liv e,
.ajas leis nito n-'rmiitem conde nnar a ninguem
em processo evidentemente nulio; compre ao
menos que elle Ihe dirija o ul/iin > a leus, justifl
c indo se parante o goveruo que o nomeou, pe
rante os amigos que o e*tinaam, e ^erante a fami-
lia e os prente quo n id.-latram.
Fiquem, em compensarn, estas ultimas pessoas,
caro olij-cto de sua mcessanle vencraco, conven-
cidas da nefanla trama que succnmtno, o, que
so por juizes snsnetos, eooi testemnnhas rnunigas
e em pn-cesso eiidmtemente nulh, foi cundem-
nailo o magistraJo que uunca prevancou, nuuc.i
p-Tseguio, nnne. vendeu a ju-lica.
Por h-.jp li i.itamo-nis a publicarn do requer
meato de h-ibeus-corpus. Proseguiremos ein ou
tros artigos.
fj amigo.
infatigavel com
Sennor !A' V. M. I. pede o baharel Runnn
difih'i da Silva, juizniiinicip-l susptns-i do torneo
le Olinda, urna orden) de Hibeas-cnrpus.
O impetrante arh e soba inais violentac^a?o
em constrnngimenlo Ilegal que se ein dado 00 foro.
U-ste vilenlo e in>stivel constrangiinent > ille
.al, cansa a Dr. juiz de dir.it da comarca de
Olinda, -pie o--r n na rat-a>nfa n-illa, dada em
process.i eeidentementr nullo, condemn.-U o pac
e.i'e priso, e expe-M" o mandado de (-aWWI.
A eonstituica.i do estado n> ft. 179 ?lj *B
que iiitignem sera en'enrMido ^enao na frm
pre-criptu pela le. .Na- ha sentenca na lnna
pre-i-rij-ta pela |ei, quando o procesa, por prete-
ricoes de formilas salMtaoetaas est evidente-
mente nullo ; porque enl > a sentei-ca igual
mente nuil, nao ple pioduzir effeito algam.
Tal a hypothese do j nz municipal de Olinda.
suspenso 4oeu cargo, o em nsea mmmtnte de
ser re-olh-lo m.J i min -nto, eadeia.
O constranyment Ilegal nes'.es termos, p r-
tanto clan-, iiiainfe-Ui. rudento.
Nnetas circnm-tanc is n conlic/ies, a lei o gt*
rente proleg.-c-ntra itMfH i Mt HbardaaV
iM'n..iiti-i.|o o recorto especial e extraordinario d -
habeos corpns, para faz-r cessar a violencia e
coiiNira.igiui-iito ilegal. E' expr-ssa esta garan
ta nos arts. 3iO e 3-'3 3-> do codigo do process -
.rmiinai, as palavrasconsirangimeoto Ilegal,
a n,e>las .miras qjando o processo estiver evi-
dentemente ti iirto,
E V. M I. interpretando sabiamente a Iri, irehn
o tom itoeididn, anrKill.nd- proe-ssos lindos, e
re-iituin1o es pacieates cuademnado! a sua piona
liberdade.
Knire onlros casos, rita o actual paciente o-*
tres acr >rdiw do V. M. f. por renido sob ns.
r.a- e:i!.-.r na
oz nuri
1 e i datad -s dons do 1 de marco, e oito d
abril Je 1862, e o 3 le li le agosto do aon i pa<-
sado. Todos tres concedendo orden) de habeos-
Corpus >-ii) proeessos con "luid eom entonga fi-
nal. o> que nao navia ma-- recurr ordinario.
E' Igual jiistica que pede o aclual paciente, ci-
dadao pac-fleo, ofcediente a lei.
B fuiz unnitipal de Oliu ta. esu ev d ntemeate nall-
V, M. I. o r,.mhecer vi-ta dod-cn nento n. 3
e permi'lir que del-e f ciau exposie-i que e >e mo :
! nollidade.
Palta de citacoo mcial.O subdelecado que
ioslaumn a- process.-, romo se v s>t d-irninput <
n. 3 IK 3 mandn p- fbsse innaad > o paciente
p.ra se ep proressar, ma- sen derlarar que o era
sobpt adercela. Ora, intimar, na> itir: a
intimacao o meij pelo qnal se o cmhecimento de
alga ii acto jf'ito, e o-n-u nmado, trati-fo .'o pas-
sado ; a ritacao o seto nel qual se chama a'-
guetn juizo, iraia-e douiu'o- S> cousas d f
ferentes, e sea efleitos umbem diff -rente*. E l<
riucii ja irregular, tem rnais dotis vieios iasana-
oavjs : I* nao cuater a clausulapana de rev
i.i ; 2* nao declarar o flm para q-ie ello era ci-
tado.
Se a otario nio leva elan-ul i de proeedor-se
a r.'veMa 11 rilado, elia na -nb'lgaloria, e n*.
sendo ottrigatoria quem a- io comparece, nao do re da aeiihum reve. A
>ui ausencia nao justifica, nein aulorisa proeasso
algnm.
A f dba- 6 v. -a *. 10, e fl IS, aeba n-se os
'iidolos ,,. i is qu tes un ofb.'i -es fizera ii a loN*
i-, b n cohi) a- reilido-s que aanwrraal de
n.iv -las f -iti. .Nao cuutoin a e ininnari.
U- me-m-s man la tos uiiibem nao c insta o
Un pw* iue fii iioioiiil- > joiz oiumciW"!: ape-
Iw-iii qua f>i oo|lft.,di de < nroka eom a-
moitna> para deu.ireni no arocesoo resto o
ralo
'' -s consta que mro aaoieate fkitu
sentir do cinteado n >. me* o waad .do<.
arinoad na art. 83 J 3
pre- ,^to og.0
-o fim pxr,t que u faz a eitafo,
\ do- leus a oigo .
la i*r-
^m

em ser
1 All
para f na,
ielega.1.-
rme a lei
nullo. Logo a
^H se nao
qoe ha nulla,
owleniareonte nullo desdo.a
a uHima, como corrale em
intima
houtas-
primeira folha al
Jreito.
i K. "&&* ,nieial foodareento de da o juizo
destruido o alioerse o edificio iodo vem ao chao.
t* unidad*.
Orersiflo da deftia 9erbaL~A falta da defesa
fo pode ser justificada quaadoa reo por acioueu.
e sem escasa lnUima-.se uonstfcoe ora eerdaiiiio
retel. Art Sil do cdigo citado,
Mas, demonstradotJcouv que o paciente nao foi
citado de mudo Ifgal que o obrigasse a compare-
cer em juizo. Esta falta de eilael, i> .rtanto ,
aejciuaautu legilmu que se pode apreseotar.
Logo o processo nao podla-se fazer na sua au-
zeocia. por nio ser o paciente rce. vista a escuta
lemita da falta de citaco legal, e inicial. Se
mo r.n chamado a juizo, nao era obricado a
comparecer.
Aomissdau ikfeza oral,porUntcorre toda
elusivamente por conta do juiz-. Mas sem ser
onvido, ninguem pode ser ondnmnado.
Logo, lodo o processo esl evidentemente nullo,
nao pode pndnzir effeito de reconVr prrso, o
cidadao tao irregular e tumtuariamente condem-
nado.
3> nulli.lade.
Fii//o ie har arta t infartar el p.irt audiencia.
A fk li v. e fls. 13 esl o termo de audiencia,
e delle nao consta em que hora comecnu a mes-
ma audiencia: violacao da lei, art 39 do citado
cdigo.
a,* nullidade.
.Vo u hater annttnciado o principio da au-
diencia pelo logue da camp inni'i.O citado art. 59
inpoe esta formali.lade, c un garaniia es-eiicfcil
para as partes que sao chamadas juizo. Os tri-
bunaes da reiaca e o supremo tribunal de jn*tica
tem aaaullado' pn>cesios criraes, por se omiur
e-*a formalidade da M, e assim tom reconheciio
ser ella essencial. A prova dessa infraccao da le
V. M. I. encontrar no terreo de audiencia 0.
12 v. fl. 13.
> nullidade.
Nao ter havido da certo e iuvariacel pira a
andiencm. e esta ser em casa particular, havendo
casa publica.Es as formalidades sao determina-
das pe i*.irts. 58, ?)9 e 203 do codig) do process..
criminal. F-.r.nn tolas violadas e com escand.lo.
A' fl. 3 e fl. i est o despacho do subdelegad--,
mandando quo o processo tosse feit-> na casa de
sua resid-mria. no da 20 de jiinho ; a fl. 1 e fl. S
esl o juramento do qneix >so. prestad. na casa de
residencia do stil/delegado ; fl. 7 v. est oulro des-
pacho do subdelegado marcando nova audiencia
liara o dia 23 na casa de sua residencia ; ;1. 8 v.
v se o subdelegado mineando eseridlo interino,
e conviltndo o nomadj prestar juramento na
sua dita casa particular.
Mis fl. 9 se v que o subdelgalo den audi
enca; nao j em sua redJeoda, mas noeartorio
lo eserivli do jury (le j lizo -bfferente), ondo to-
mn o juramento do escriva interino.
E If. 11 est a peli?ao do queixoso pedindo
mudanca'deise dia, e da casa particular, t ara o 1
le julh i, no pan da careara municipal, iue a
sala publica das audiencias. O subdelegado an-
n*io e d iferio, e nesse novo lugar, novo dia, con
tinuou e concluio o proce-so.
Temos, pois, oestes au os o escndalo do sabde-
leg do dar au li-ncia em tres logares dilT ivn.es,
e por diversos dias. A primeira em casa de sua
residencia, ondo fomou o primeiro juramento do
queixoso ; a segunla no cartori-i do escrivo do
Jiiry, onde tnmuu o juramento do cscnv.to interi
no: e a terceira no pa;o da cmara municipal,
onle ciuclnio a procesa.
As-im V. M. I, lenio os autos, flear conven-
c io de que na. houve dia certo e invariavel, .-
que o juiz cada da foi pralicando utn acto do pru-
ceo, e em diversos lugares.
O art. 205 s marca um da para todos os actos
lo processo : a primeira audiencia depois da ci-
taran.
Se o processo j estava nnllo por ter comrcad i
-ia cai particalar do sublelegodo, proseguido na
do"e;criv Jo ja y. r uno c.-nfessa o qu-ix-so em
sua fietioao, a tran-ferenm para a casa pu
nao pote revalida I., porqne naoteieVa tr^n-
renri i p.Wer e f irQt de riscar do art. 25 o prazn
fatal que elle prescreve. Este pr-ze fatal, Mo pro-
-esso ,1opai-i- nte, era o dia 25 dejunhj, e na. o
do Io dejilho.
6" nulli lade.
Perentpr.no da nrcao. A reudanea feita do dia
25 para o -lia de'julh), afl n de le lugar a coa
tinuaeio do procs-m, j nao pidia fu-r-se por
estar per-mpia a a-'cao. Com effit--, dep is da
inlimacn nuba feita ao reo, ap. iin-ir anlienc-a.
como con-la do< anios, era n da 25. Neste da
levia o autor comparecer em audiencia : reas roo
coninareceu ; 1., aoraa nao lia termo aljnm -I"
aulieneia qie mostr que elle comparecen ; 2.*,
porque a mnlanc Mi requerid i poetarWnieBl
em urna pet c > c-"rripi.i. Se esta petica-i uo
posterior e antemtaia, devdra e-re->tir -tos autos
que o roasMshaaim da transferencia fra faito em
au !iecia, .>u man dad i ipr-s.-rHir nidia.
Mis nada disto consta dos autos. S na audi-
eoria quo se piideirrapresentir escusas, on p--s
-oalnieijtr. en mandau-lo p>:r outrero, orno se v
dos imperiosos termos do art. 220 lo cdigo.
A alieVaco de encommo-to -to *-i' de sen ad-
v ga lo (ni pn.vada alia-) na eseusa para ->
autor Tiocomparecer na audieu'ia : devia la ifl
-inii que para allegar esse mesmo imiiediment-'
_N -s aut is originaes m-lstrmos que essa peli-
ci era faUa eantidatala, por inais asegrete
prova : estar a esiamp Iba do sello coberta com a
-lata posterior de 20 ..u 28.
Se, pois, o requenmenio da transfareUcia nao f frit) em au lieneia, -re o imp^diment de m desla
o i provad i lo aJvogado nao escusa lHgal, se i
n-tig e-criplaprova pie o autor nao conpareeeu
ere audiencia; segu se q ie a transferencia foi
cncelida pelo subd legado j lepois Je pererepia
a acQo. ,
7* Biillidade.
Incomprtewa do escritao, A' II 8 v. es' a
porua que nomo -u o escrivo interino : nao
o suode^egad-i, porm, qoe u.mida escrivo do seu
jaizo. sioi o delegad -, corea expross-. no art. 42
-o regultmeuto de 31 de jineiro de 1842. 0 ul>
l'lega.lo s poto (azor la I aomeaca interina, u-
ca-o nico -to escrivi. etler.iivo nao ser de s.
con/tanca, como tambvre cxpre>so no rt. 44 do
uesiii i regula ment. Ora, a lryp-|hose -lestes an
tos nao esta : fl. 8 esl o i-fficio do escriv -
If livo dando parto de cenle in dia 20 de ju-
iih.i; mas osla parto de d onte ra sonteuie para
a audiencia du-juelle dia 20. Porunt-i devia ele
reasumir osen QSfgo, logo qoe fi-uu b on.
Mas, se a parte de d-xoito foi para sempre. para
n inca mais servir o cargo, ent-i a ooioeacao de
va >er enV-liva e tamnem pola delegad -. E n
ambos os casos, o escr-vo iniaria ore fu :
cimario mliuso por incunpilente.
Nao admira : saina V. M. I. que o propr aub
i legado, que funcemnou e condomn-o o aacien
l', nao era mais sub lelega lo, porque hi muit-
ttoapi estava mudado para fra du disiricto ere
qae era autoridad policial.
8* nullidade.
TrsrroitiaAat toda juntas, omthuto urnas 9 que
diziam as uniros. -No tormo de audiencia a ti
13 v-se que u queixosoapre>entoa todas as su lestemuuas; (nolamo vieram )untaj, o eor -
raui na auihenda todas jootae. M*. nei d sse
termo, nem a .mtra algwna parlo dos autos,
saaasj qoe eMiVMsare ellas ain ipMrto en sala se-
parada, e qoe nao soabessem, nem ouv"sen>
-toetat-tdos amas das nuir<. Vailarao, portflsto,
Jo art. 18 do eadigo do uroemso erhnreal-
9* nnldade
Falsidnde d juramento o utor Afl. 13
v-m>, e>ia o jeyan'o jurameniodu qurisosn: -e
p< niieiro (o no..-. p.r ler sido l re-do em casa
.articular do -obd lealo, rrivend easa puUi-'a
le aodi.-ocia-; esto segundo remoma nullo, p-.r
qo uao ei rtio. S- exisusse i foso prestido na
audioucia d I. de ju-hw, dw a>r -Ido re-.acto
iodo ao respectivo termo da reasasa aadienei,
-redo so uarrnu t ido qnaado aM Mceorrea M -s
oo tormo da aa-li-nria ret a osenetoaa esse jura-
iwnU; loi-i, ello ndo e*sln>.
na v r la-le do anus oaigioaos se v <}ne tal
jar amento f h iutr.lu>> nosirn rian*, p-r t-
<* oia H-M-ripio oa- Mhas mi-ira- d.>* a4SM>.
Mttzs umn MsiitfJka papet omita, e eosiito
re Jagana diVretito d. o ras.
Mi*Mtlhda
fit*reV4 lest^mmnk'ts para cem rn *
suspeicSn a mesm-u tm reine- ma omiur -a t*.
\s tris lo-iemuiilias que jirara u alio dn aow-
g.- inli-os io auior iiVs* 0 queixoso o ebvfj do partido onservad.r em
dfflte e mee
alm de amigos,
na e dirige.
la careara, a indueu^^H
sao os vereadnres da
i arios de dito presi-
do Portanto.
> qae os
* Lins al
procurador da careara, ou adv.igado, e vereador
supplenie.
Pelos arts 61 e 86 do cdigo'do processo 03
omignt t os dependemn to saspeitos, sus iapoi-
.mentB,portanto, sao bu:
Em rabeao ao roo, actual paciento, sao taes
testemunhas inimigas tigadaas, e portanto, cada
vez reab nuiles os seas daonianatos are faee da
Jai, o BMsirio art. 86 e 73 g 6.a. P-rquanto, prohi-
bmdo a le qae o iuimigo capital d dsnuncia con-
tra seaininngo, ni) poderla adretir que elle po-
desse dar testemunho dn verdade, jura* em p o-
cesso eriase como lestemirnha. Prova-se a mimi-
zade non o seguinto:
A' fls. 43 verso, 46,47 e 48, esl a queixa por
materia crine, que o* vereades derain. oontra o
juiz municipal, em data de 7 de abril, .testa
lueixa articulare os raesmns tantos, e declarare
que n-i p .dore lies deixar de etfectar a mesrea
cmara.
S:to, pois, os cercadores verdadeiros qneixosos,
e nesta quadado se dirigiramao Exm. Sr. presi-
dente na provlm-ia. O pre idete da cmara mu-
nicipal Passos e Silva, nao entrou ne--sa queixa ;
fieou de fra para depois dar soa qaeixa pessoal
peraute o juizo, orno fez em 3 de junho.
V. M. I., pois, esl vendo o coavencepdo-se"'de
que os abusadores du uiz municipal em 7 de
abril, os queixos-is, os offendidos, nio podem Dos-
ier iormente em 3 de junho servir da loastmoaaos
e de prova daquella aecusaco e daqaellas offensas
Por aquello acto odioso de*7 de abril coosUlui-
rare-se taes* ve readores nimigos eatNtaes do jaiz
nunicipal de Olinda : iairesgo capital outra cousa
nao seno aquelle que pratica actos de inimiza-
do seria, grav-, que nao iosigailicaato. Os va-
readoras pedem ao Exm. presidente que proriden-
cie pira que os cr quen) impunes. N'o pode ha ver mais seria e gra-
ve inimisade : quem assim aecus, consbtue-se
inimigo capital do acensado.
Pois bem ; a fl. IV, 13 e 16, ver V. M. I. que
laes vereadnres, no da i. de julh foram as tes-
tereirehas na queixa de Passos e Silva. *
Na queixa ao presidente, Passos e Silva, poe-se
de tora, e os oatros vorea lores sao os quoixosss
os aecusadores.
Na queixa judicial posterior, Passos e Silva
accusa-lor, o queixoso e aquellos vereadores as les
teinunhas comprobatorias f Quem acreditara
nesta miseria, ou fraqueaa humana, nesta supina
immoralidade, sem ler o processo ? E' todava
urna triste verdade, provaia at a evidencia pelo
documento n. 3.
0 iniquo conlnio est palale d)s autos.
A inimisade, portanto, das dua tesiamunha-
para com o paciente mani.esta,seria, capital.
"Sj inimigos que man;hai-.m-lhe a reputacao
perante o governo. injuriando e calumniando o
juiz municipal, e que procuraran) faze-lo p>-rder
o car o de magistrado, como rue-lo decahir e
liear perdid) na opinio publica, na e.-tnna dos
homens de bem.
Essa inimisale, esse odio prvido existiam an-
teriormente a queixa judicial perto de tres reezes.
0 depoimentii de ues testemunhas radical-
menie niillo.pela saspeigao legal e natural, prova
da e evidente que elle encerra.
ti.* nullidade.
.Vito addiamenlo, sem causa, do p-oessso e da
audiencia.A fl 18 verso est o termo de entr-
rame oto do prouesso.
A le ordma (quaudo. nao comparece o r, >, qae
o primeiro acto depois do eii-erramenlo, sem ue-
nl)ti ua interruucao e immeditttamente decidir i
uiz a causa condemnando, ou absolveudo o i>.
iple haver adliamento algum. E'expresan
no art. ;)3 do c.idigi.
Q laido o re i comparece, smente quando o
j-iz polo demorar -ua deciso al a audiencia se-
gn uto, se nii a poler dar na mesrea em que li-
earare encerrados os trabalhos. Arts. 209 o 2.10.
_Ere todo -) caso os autos van logo conctus-'S, e
nao sabern sentenca. A lei quer, o determina que os autos
sej un coiiliuujs e seguidos scre ueuharaa intar-
rupeo.
0 c retrario se fez: do termo de encerratnento
fl 18 consta quo acabada a inquirir >, o juiz or-
den -u que preparasem os autos, e'.- no dia 2 f-
ra :n eiles conclusos.
Ain la na flcou ahi a mfraroo dos art?. 203,
209 e 210; a 11 19, v-se que b juiz abri a con-
ciu-5 -, fez deseer os autos e mandn intimar a-
partos da que s no da 8 de juu!)o dara a senten
ca, Esie proeediment-i i contrario a lei. Nem o
preparo dos autos autorisava a,prire>'ira interrup-
ra- no ju'giment-): porque pelo art. 103 da lei le
3 de d-zembro de 1841, o sello e preparo pedem
ser pagos depois, e iudependente delles deva dar-
se logo o julgameoto.
l.1 nullidade.
Segunda perempgao da acriio. A ll. 30 verso
est o ultimo termo de audieucia em que f-i pro
fnlia seuienca : nem consta a h-ira dasao auli-
e ici.i. nem q ie ePa f .sse annunciada pelo toqu--
i.i campanil)i._ (i.o^ta, piren, dessa au lieneia
que o aut>r na> cjinj ireceu, e portaofi segunda
'3 ficnt perempla a acca. Nao comparecen um-
bein o pr .curalor, nem le* u ou man Ion escusa
jara si ou para o autor. Art. 221 do cdigo do
or-cesso criminal.
13.' nulli lade.
Inversao di ordem di prxessn, de ordinario pira
summirio.D queixa judicial, da admirn-ti-tua
la inquirir.) das te.-l munlias e mais pecas dos
autos (sapparedo que nao ha nullidades oqu- lies
pecas ios aulos exprimem a verJide), resulta o
errete de calumnia, e nao o de injuria.
0- fict-is princiyaes, ou os dous factos mais sa-
liente, sao os seguales:
I." Q te o paciente attriboira ao presidente la
cmara municip I o uassar attestados falsos, se-
ituind i aui-imaticamentn o que dizia o juiz d di-
reito.
Dar ou passar o anecionario publico (presi-len
te da cam ira) atiesado falso, um crime de res*
penaihihilnde.
Ora, altribuir ao presidente da .careara este
farto. oo bzer -la impatacao, altribuir am fasto
criminoso em que tu n lugar a acca p.puiar. ou
procodNuent.) .-f-ial de u-tica. E' p-rtanto -.
criine qualifica-lo no art 229 do BdsflN criui nal.
2.* Q ie o pariente chamara a presidente da ca-
an, ignorante no cumplimento de seus devores,
piando neg.m Ihe attesueo do exercicio durante
decreto n.
3, que permute oas f.
se animar
-hraze
jompo das ,'eriis, p,r nVsnonheeer o
563 de 3 de marco 1I3 1833, que pero
an o inigstrado, aasentar-se do seu disirieto,
sem cenca, para lugar do qual po>ss volior too-
Iro de 24 h ras: ou ign iranle de suas obriga-;-s
por-iue nao examinava o oflHo do juiz mun-eipi
u>> archivo da careara, e se guiara s pola iafr-
nac-) do juiz de direito, despresando aquelle
offlnio.
Ura. altribuir este faci a um funecionario pu-
blico fo presidente da careara) ailrilreir-lho orea
falta de exacio no curapriinento de seus de'ates.
A falta da exacSo no cureprireeoio dos deveres,
segunto o art'153 do cdigo criminal, pode ser
c.niiinettida por ignorancia, e crime do respoOM
bihdade. contra o qual ha prCtdimento of al de
justi^.i, ou acedo popular.
Altribuir esta falla de exacao de deveres, d por
lant aitrihun um f cto criminoso qualicads n-
art. 229do coligo crl uioal.
Ora, pelos arts. 74 g 2, l30 e 154 do c- digo d..
processo criminal a a.-ro popular, o o proced--
m-uti offlcial cab-m ere todos os crimes de res-
p-.nsabilidadp,
L >g -, sendo caln-snias e nao injurias os factos
constantes da q ieixa que esta diz foraui pralic-
dos pe|. Juiz ruunfcip I, o julgamento deiiui ivo
da c .mpeteneia do jury, e nao do -ubd legipo e
juiz de direito : e a forma do processo ou ra,
a rdmaria' e nao a summaria coreo pe fez.
E p->rtanto irre>itivr|menie nulio todo o pro-
ees-o por meio do qual A o pacteuto condemiudo
a priso.
Alen de-tes dons fi-ins a queixa judicial m m-
nona d-ms outrns de neohoma cri-mn dida le:
que. juiz municipal se qualificara rrbaixii-p.r
jue dependa de aitesudo d-i presidente da cmara,
e qu rasgara o requeriraent-i nao despach ida.
Nao ha nestes dous ltimos f-cl s, nada que
xp -ah o queix.isi) ao despreso pubtico, mi pre-
ju-Uqa a sua reputaco.
En qm prejuhea terceiro on o off-nle,
ronceilo d-' va.da-to e orguiho qne alguno f ..-na
I- si pn.pn.. ? Eiu Klia.A algum. h rema f
iuo j o-gulh-so, uos I.uv.ires exairradus qu
leclioa a ua pe>s..a, s-p-le pr. ju tirar a i <> e<
-n->. 0|uiz muni-ipal .. o .ae- expres s(s
f.-eni verlaitorras) apenas mamftf.-t..ii urna ja
"b"** ",,,,,l"'lr, "u "C-mpativea ruin a iu rto>gr-a.H rrq ennvel. qoe aai -er-
M to't'aireadrt, n, lmBl Bl prn-nmo algum,
hA<> d lajnna.
Q lena n queixoso sem davd qoe o per>
dobrasse o requenmeolo, e todo cuan icio e tiuuo i
respeitosoil
Mas i
nossas |e,- crimina^
Nean
do Dr. jmz
e especificar as pal
cursos que qualiflcaram inj
flculdade e im are.
Assim, paria % duas
sentencas aslao ioclui.ias aqueNas duas parases
que si) aatamnias quaadeadas, e aio peraittem
processo sammario. Nada mais
14' nasMade.
Suspetca do Dr. uiz direite.A fl. SO v., est
o documento qua pr va que o jan municipal s-a-
va ere agareicio no da 9b de Janeiro de 1870 :
entretanto da policio de queixa consta qoa o Dr.
juiz de direilo era quen bsf-irmava, ou tnsinuav
ao presidente da Cmara municipal que nao des-
se attestaco de exercicio. Este faeto prova a im-
uizaie do jaiz de direito.
Oatra prova desse odio e preveneao do juiz de
direito a que resulta do documento n. i,
pelo quat mandn este magistrado que o paciente
largassi incontinente o exercicio do cargo de jaiz
municipal, estando anda por appellar e nao'con-
lirmad a sentenca do subdelegado. E-la decisio
da juiz de direito contraria a disposi^ao do art.
ill, que manda suspender a execucie da senieo-
ea appeilada.
Eembora o \n\i de direito so fundasse nosavi-
sos n. 99 de 18 de abril o 119 de "10 maio de 1864
estes avisos s se referen) aos crimes de respoo-
sabilidade, era cujos processos ha pronuncia, e
por causa desta pronnncia qae ha suspensa das
funcedes publicas, como est jurdica e plenamen
to decidido pelo aviso n. 239 de 2 agosto de 186,7,
aas suas palavras flanes st-grete :
E eabora a appellac > lenha effeito suspen-
sivo p ira se nao dar execuco a pena, nao pode
o erupregado, por forca della, ser restituido ao
exercicio de suas funcces, porque subsistem os
effeito da pronuncia. (Avisa n. 200 de 12 de maio
to 1862.)
Mas no procos* do paciente, por crime de inju-
rias nao havia pronuncia, era ha.
Logo a decisao do juiz sendo abertamenta con-
traria a lei, s foi dictada pelo odio e preveneao
quo traba, e portanto elle claramente suspeito.
Alm destes dois tactos do juiz de di re te. an-
teriores a sua sentenca coaderenatoria, ha un
terceiro facti frisante, e o constante do docu-
meuto a. S.
Dete documento o. o se evidencia que o jtiz
-ie direilo, antes de proferir sua sentenca, j ti-
nha opinio formada, e a havta manifestado do
modo mais publico e miis solemne pos-ivel. Elle
disse ao Exm. Sr. presidente da provinciatenho
a triste convicco de que o juiz reanicipal de-
linquente.
U laudo are juiz examinando nm fado e saas
cousequencias, chega a emittir o seu juizo, a
declarar formalmente a sua opinio, fica suspeito
para faze-lo segunda vez, nao pode mais con!) -
cer e decidir sobre esse tacto. Este principio
crrenle em direito. As snspeices, segundo a
n-i-sa legislac) criminal, nao sao nicamente a>
que resaltare dos motivo* pessoaos, emnureeradi*
no &rL 61 do cdigo do prae sso. As suspeicoes
re-ultam tambem da prohibicao da lei, que "ex-
prossa, em ouiros e isos.
Assim temos em primeiro uzar a isposicao do
art. 223 do cdigo -lo processo criminal q-te o
juiz quo ulgou ama vez urna oaam nao p*)de
juJgar segun-la vez. Temos a di*posco d-> art
80 la lei de 3 de dezembro de 41 que prohibe que
o jurado eo juiz de direilo que entraran) no primei-
ro julgamento, n > entrera no segundo. Temos fi
nalcqeme a disposici de lei qoa manda que as
revi-tas concedidas pelo supremo tribunal de jus
tica, ni sejam --xininalas pela relacin que pro-
ferio a seatenca que s-t reimla rever, mas por na
ira rolacao difireme. .Uaere pronuncia, nao julga
alinal.
E'. pois, crranle e exacta a ragra de que
qnem emittio u -ou juizo aren vez sobre ure {acto
criminoso, o) polo ruis |i)lgi-li. Hi preven-
cao, e asaapaMsa o.-la prim-ra manifestar*), a
nnparciali lado de aaireo que deve conservar o
juiz psra o segmo julgamento. Prevemdo pelo
l-ie disse a primeira vez. o amor propno e o in
t-resse que te nem defteoder e sustentara sui
primeira ojimo, o aMitnr que nao errou, n^m
teve capricho, o obrtgan a cmiirmar a sua pri
neira sentones, por que ss prnneiras impre
reos iiillairam por modo funesto. II i, por tanto,
um motivo jauto de suspei;.to.
Tal a situara i em que se cotloiou o juiz d-
lirailo con) o <>0i *>> que dirigi ao presidente da
iirovincin, declara ido quo fiih.i a triste wmvicc u
le que o paciente era criminoso.
Esta man (estacan anterior, t dar e positiva,
prohiba o juiz de direilo de ser ao depois o julga-
lor da me-m i quaefln ciree..
Por esta preveneao, elle uo pidia luniiar, licmtrari desmentiria a si propri -, e
passaria pir mentirosa o c.lu nniosa a -u inf >r
re cao anterior an aredaVotn da provincia tille
j tmhtjalgvl) n wmient an'es de ser teinpi de
jnlgar, eo n > dn Pi uenta Boeno, art. 3 d is iao-iiilam-nt)s crimiiiaes. u juiz o syrebolo da
i nparriali lade, ou o -leve *er.
A suspeic. qno acab un m de d-m-restrar, re-
c-rehejida eni direito dsle remota antig-nlale.
vlm da legidioao ciminal que citamos, umbem
a lei civil a inv-ica. 0 direito rom inv igual nenie
a regiera. Eis como exprime o gran te tonteen
ad Pan Deinde guia el rirum bnnum essa deret judi-
cem. non sane personan jodias sustinere dehent,
qui vel ol nff.-ctum vil ob sprm cmn-nndi, aut ob
detrvnentum imminans, vel ob palrocminm atleru-
Iri t'tigmtinm prextitum, t on aliam jostam
CAUSAS! SOsPICIoNllf INCUIIRUWT.
0 venerando tribunal da relaco decidir se o
offl -io do juiz de dreit > ao prend-mw da pr .vm
c a, cont n, co-iM pensa o paciente, ;iixln cansa
de suspeico. A mlornac) descibrno inimigo.
Ma- a sentenca dada por juiz suspeito e prev-
o Jo, aulla
Coocloso.
X issa migestade imperial, sen duvidaest con
vencido pe i qoe fie i ex,iosto, de quo ni ha gr.i
vid ule nos "rimes que imjutam ao paciente, as-
sim como de qne o prceso em que foi condem-
-iado a priso, foi tumultuario e esi evidente o ia
te nullo.
Pe le, pois, o paciente, ezereplo do que j tem
decidido vossa m*ge.-ta. imoerial n- s cas-w anas-
'antes d s aceord is pantoa p-ir certi la -, quo vossa
reig -tado imperiil julga ido nulh. sto reo-
nhecendo que o processo est evidentemente nullo
man le asjaaf o mandado de captura, e re-titiwr n
p ii'ienle ao asta e u-o de soa plena lib-rda le in-
livi-lual. F| jusuri j teiii, quo invoca o na
cenle para si: a rectido, ioteireza e coheren-
cia do v ssa naigestade imperial sero anda do-la
vez indefectiveis.
0 pac-ente anda solicita a attencao de veesa
magestade imp-rialpara o acrordao do supremo
tnhiind da justiea, datado de 22 de janh-i do I8ii7
e-n fivor do uiz de direito Sevenno Alvo* de
Carvalho, leci lindo a nulh la I do proeeso por
ser o cri.no calu ania e n-> injuria, e mandando
licar uta e sem effeito u ordem prtsam D-rede
-e v qae ai i e-tav preso aq*i!e> paewmio. mas
-Jim . -o, pela expelic-i da orden de captura, asa
'rangi-iienio iPegal sufflcieiite para ser concedido
i h'tbeas-corpns, ( Di.c. n. 6. )
O paciente jura que v. r lade qnsoto tero alle-
gado, e assigna esu peticao pur sea proeorador
coastiluido.
essa indntidMf ^^^^^^a t me sm,.
^^^^^Hplli ao
..na-se ameafado etn
iTicia. Mgnodi> por
me Bos-
jo Gomo, qjeavj .slitutdo sen
"roso i bando
aolorde tae-
ns abaixo ajsigr*do6 na qoalidado de fjlhos
legtimos de Francisco IMluiades de G
epeira, era pedir eocarectdainenie as am -
ridades poliiaes d'aqosdli cidade. e ao-
Exm. Sr presidente da mesma provincia,
que por amor da ordem. e da moralidede
publica, se sirvamdecompenetrar-se da suj
elevada missio.e impedir a repet cao du oo-
vos ultrajes, sendo que emquanto nao recor-
remos a outros meios, desde j fazemosns-
pon>aveis Eustaquio Gorno e aeas cuin-
plices, etn qualqner insulto uu olTensa. de-
*ei)do andascieniilkar-lbes, que com toe
rigor da justici, e era justo desagravo da.
honra e vida lb.es tomaremos severas co -
us, e Ibes fazemos coubecer que no ttfasit
qualquer tuxtunrma estraogtiro.utvez ex-
patrido por brms feitos...... nao ha de
arrojar-se a ol. nder sen o de vi Jo trocas, ao
cidadao que sempre tem vivido bonstae
pacificamente, 4 dista someDte do sen tra-
balh.
D novo pois pudimos aquellas aulon-
dades supriores, qoe nao se ecsurde(. nossa presente exposico, e se dimem
providenciar em ordeio evitor deploiaos
conflictos, e a descolpa do eosiume. En
nao cuide.
E' melbor prevenir do qne punir.
Recife 23 de agosto de 1870.
Jos. Ozorio e Cerqmra.
Pedro Ozorio de ernuewtt.
NEGOCIOS DE OUNDA.
E' cora o roaior constrangireeoto, que vulto *
imprensa para responder aos nimigos do jaiz mr.-
nicipal de Oliada (-s Vires, Luiz do Reg,' liod
Ihos et religan) ; por-juanlo sou forcadoa deccr
ao plaino de ama discussi. cojo carcter minJu
rasa conlemna. e de curaca. detesto.
Ainda mais de-me na auna (dijo-o com since-
ridale) ter oecessilade de defender ,ure magistii
lo, de cuja probid ido e inielligeacia tentio sl
testemuntia constante, porque dianto delle se es-
gue, o na imprensa KV.) c--m palavr accasadura
ure homem quo se assignaJfraaosip Luiz fi-
raes (()com mais alguns de saa iguaiha !
Eu, que qmndo esludanle da Paculdade de Di-
reito desta cidade, onde oSr. Vires ext seo o car-
go de bedel, deixei umitas v-ze de realisar o de-
sejo, (to natural I) de nao ver na cardenet do
lente, marcada a fala, que acaba va de dar, e sen-
do m to f icil p >rqne va alguns dos meas eol-
legas pagarem umpufacopircada falla, nun-
ca o liz, porque fdigo o eren seguranea) tinha as-
co do comprar o bedel Vires E e>te Sr. Vi-
res em Olinda majorda goarda m-cnmal. .5 ca-
marista c vulto poltico na quadra aclual! f
Oh tmpora oh mores f
Pois bem -o diste quilate os signatarios da
queixa. uunllcada no Diario de 20 Sao os l.te-
flios, Christi) Leal, Vir\ etc., que desejind- vi-i
^car-se -!o nihilgo das terpeus dellos, acahertaov-
se co-n o aooros > nome da cmara mu licrpaJ para
conseguir fazer algam peso na baliinga do coneci-
lo publico.
Sii -i por certo dignos de urea resp sta
ria. Kn:re.tanu em attencio a sociedad.', ere qoe
vivemos, den) sempre dizer, que a tal wrrWi,
publicada no Diario de 20, reduz-se a eondica
do- seus autores, Istu toru:i-*e digna Je despre-
so au 'ontaeto do mais lev raciocioiij; porquan-
to, coii re(aao a queixa, basta fazer a segainl--
liergunta :C-nno acontece, que urna qu x.i, -la-
I.i so presidente da provincia contra uui jun mu-
nicipal, envilveudo factos de la.naoha gravidaJ".
nma queixi, quo denuncia at um h -nii:ido, pra-
ticado p..|n referid > juiz, como acontece, rep ".
que tal qneixa, datada de 2 de junh >, anda u-
tenhi at o presente pruduzdo algum le-ullo-
do f I
f rato ?n tem conservado por to longo lempo a*
autoriladrts superiores da provincia, snr-las ap
just-is tralo* di careara reunlcipalde V-re T !
Qlant-ias senten;is con-lemndiras, qne vem
publicadas api a refer li qn-ixi, oceu^anlo as-
snn o s,-a lagar Jov 1 >, examina Ih hei det^iha-
Isaente ere lempo qppoAuno ; entretanto par*
qite se possi desdi j aviliar dj escndalo, que
eilis encrrim, hasta d:zr, que as prova- i"\icvr.
em |u-s,. fmla n, firamd.us le,iomeiitis oV
-1 -ns d i pielles c -li'b Trireos amnri-la-, -ygnata-
ri-is da tal qiexi. e uu do procurad ir da mesma
ca-nara ; notunlo-s-, q ie o gaeixore o pre-i-
d-rele da ca nara. (!) E' islo u ,|iM se ,icha nos au-
tos, e elles proprios nao o podem contestar,
pena de exhibirre as certidoes.
.Vo obst.nt-, porm, fdta de pr--va, f3Sj vi-
dente, que se l c -m re c-> |U0lie rolde tnfa-
miat, que se rhareoii qu. xa, Oqaeffl os seus an
tures :ertos de que ser-Ibes ha arrancada a mas-
cara core maja sulemuidaJo,perante os tribuna"-
do patz.
a a-a
Ao publico.
Por diversas calas recobiilas altma-
menlo de Micei, e por urna eorrespon-lea-
ita publicada nn jornal rfaififll rMade.
sobo tituloDemcrata te mez, varaos coo hastaotn so-preza. que
o nosso np iia el pai Francisco Melqua-
des do Cerqueira, j-egoctaute all* est-bel-.-
cmIo ha p re. o, tem sido victima das m i-o-
res iujunas e uisumos, sem provncac o al-
goma de sua par?, e wm ontro m iv..
mesmo, qiw a aborlora de um essabeleri
mo do do fazend s fta d ti dad e vend r
ujais comino.lament) do que algons nego-
ciantes a Nao p i-ioada oilo iofftf.pnt ma i"mt o
l-ie no .^-oiiM-lo un capital ivili.sada fos-
s- assna iu lebdao iinoini^reeoirt insulta io.
"i pra mollior dizer uftrajido ro>u tima
riln tiftjt.iUila lo. roAirreuuuiaiid.iile cn-n
nte afl.ii de reprimir mn Miserias e
pr-.pites de individuosr sem -
ra i la-le, p ir punto
da d i ficto eat na yuaoralidida de
quem o pra tica.
O justo ao amante da verdade.
III
C .:n c iu o amante do terdide profligar o Jus-
to por ler si-lo n >eu commuu-calo vasio de*ta-
saoient isL o que realmente n-i o tez admirar,
porqu- nao coime .vinos pensinenlo mnssubUmt
eelevlo. .loque un reptil esmagi-li i..-lo pono
da verdade, da culpa e dos remorsos 111
As iccusieijes J.i Ju-to, pois, nao pmlom ser di -
vidim-nte apreciadas por semelbantes pensado-
res, e por liypoeritas to retina los, que sivabra-
cnu a .iiiju-ia paUrra dn Evanselnnon pot-
S'mus aliquid adiersus rcritatum sed pro reri-
tute, para no-mltar suas perver.-id.i les e inteu
-yus r.,s ; e aoftgando-se a pre tigmsa d--uz do
nmxsnouUn, jue n- era marnl as dignidad.-s
a h-ii-, ilio lm lo a ipinio publica c m asse
i.H).-s falsas e eavillosaa, c no bem dis-e o articu-
lantefa-ean lo a verade, conculcan lo a jusiic.i
e nirendendo a hmra ; mesmo porque \>- anli-
meatos, que o guiavam. nao sao f me.'reos juu
goiam a tiindade muldicla : quo renegando lodos
is principio l)vn-st-n,*e eotregoa desfarcidamen
t t.-das as especies de miseria o baixezas, que
os espiritas bem intencionados accreditam mommi
com sena -epugnancia.
Na j precisamos j miar documentos para pro-
vnoos a c induca .-XHioplax, amor a jueiica, o-
serv.m.-u reslricta da pessa a quem d<-feudereoe.
e nem to pouco para p ovar a baixeza de seuli-
meutus e costuui.-s, dos quaes presuntemeile no-
ecupareos, por pie seria uvidar -da credolidad
ojbhca, que rep-ius.i. na intima cerU-za .lasae-
coe.s repuunantej que caractersam semebaoit^
mdtvidualidides, j dea reuilo deussadas su-
bidas.
Duvidar da certeza 6 krecun. provar aqnlo
que j couviccao firmada, IraDallv, qne sas-
factoriamenle dispenso.
Mis paia que es-e amante da verdade uao diga
q-ie ladiamas, uovamenie Ihe aasegurareos, que
mnito brev) e depois de cumpridu o n-so pedido
anterior (vivemos de Ihe atirar as faces todas, u
infnni-e tr-ipelias com proras necessarias
teste vez ara anda verificado, quo os mano abor-
recen) i ix bous, e em todas observara tendencias a
seutiuieatos bouiogen:u-.
. IHI
E' verlasleqne antecedentementa so relatan
ao aman!'!da aerdade na p*rte relativa ao revi
lirio .1 ,i K.xuia rx. I). 1-abel ; e .ad.. agora X ..
Iirem.s. vi-t-. c-mo fug i- e Jo p->aio Kmcq^l
da que-l >, abrigando torpi-meote a fran*
laug'ut-,, d- aguardar documente .S>ieffr es*
iissumplo triemos bievemenlt tnfurmacies esoefaw.
Perca a Oitwrlia, as-iveie o que .ti-so a tal r>
peilo, eo no anda Ihe rogamos, que i
. es-e naftailA-i caimana-!
i io* a(T -te I -nga d ua a todos os outei
i.d.dj crear o> espinios desregrad
-llOS.
E-n rein' a areeaoa pedimos explie r&
amante it rerdade. i
uiv-z la dixcu-sii, e por |ann arr^,.41i,Ju vft
E l.. ntn-roi ^.
n an'e dn r ^H
l'ai aoeus ao dislrecto comuundaue qae
4.
' i
^H "
.


Di** d* FMfpbiBO Ter-a ira 23 de Jijlo de )*70>



> xau en^a^BSSSI
Talacei^^H
teen Baiaiacarraeode sea ba-
ulhau, P4JM|j| a sabe aqui-
UUred^^^H las de
rl^^B Mn o
amante i- ^^* amattttdade .
*je*siva#'iwr.isidade de seu c .mamUnta di
l**a>1e Jhft i*r atiribaido odas as especies de ri
jare.' e roalversacCe
umos vingaflV
pprc radiante, apezar
nuunp da ejt,pessura das -tretas, n assira qne'
*a& prupxios mimigos vio sera querer reniendo-
Ihe cali e tomenagero.
Finnjmeote depo de esgotarera todas as fahi-
l^de Jancvam niao do jogo.
Sea espirito ignai a so* estatura...
O leneote-coronel Se ve nao jogador, ten nm
' qe vida eonliecidn, nao eavalheiro de in-
i,enem vagabundo. Temo* dito.
^p rejacao, porm, aos negocios da Infeiiz fa-
a Farus, nada di pr piis d- mna vez publicamente discutidos : e
dios oSo pode ser o lente-coronel Ser rs-
M juciotrji tem razo para s-lo, sio amigj? desde
locuela, e que se prendern) por Inmensas
formas e finezas qge iu;amente tem recibido.
V
Urna suseeptibitidade, porm, mais on menos
delicada aparecen (Tendida, que o soseep ti val
i,M '.uni* encargos de consciencia e tantos fac-
ios udeeoro-os. que o ralim de remoraos, que
vefio-se ao mais leve toque de seus crimes.
Quem ser ?, Em iodo caso ura amigo do tal
guarda d>> 3* balalhlo.
Merecen ensideraedes pessoas laes ? Podem
mauchir reputarles alhelas semelhantes aseusa-
.'Oes ?
Annoso o $em receio esperamos o ornante da
terdade nao se faja e>perar, pnis, pr-tendemos
acouipanba-lo para onde nos quiter levar.
O Justo.
piwogar
seus tira
o tiverem
,*lar ate a lim
La#r soivid,. S. E*e.
praso aol-riurmenla
nicipal do Reeife, II d*
fnaejo Joaquina de $oza L -io.
Fro-presideate.
UCLBACS.
cebe dgpi*
daeflb.
COMMERCIO.
alFANDBGa.
ndimemododia 1 a 20. 680 193i2l
de-m do di 22...... 32 451*149
712.844*301
Coagula'o d Portugal em
Peraambuca
Os Sra. Joao MaeeJo do Aaiaral.
Barbosa & Primo.
And/ Barbosa Soares.
Manoel Diis de Carvaiho.
Manuel Luiz da Costa.
Fajoses Jnior A C.
, laliar de liveira.
Francisco Alves Monteiro Jnior.
Francisco Goncalves de Arruda.
Sebasiiae de (sem sobrenome)
Silva & Joaquim Felippe.
Manuel Gomes da Cruz.
Amoro A C.
Ctiristovln Ferrete Campos.
Beitrao, Oliveira & C. '
Anionio Jorge do Saatos.
Antonio Goncalves Guimaraes.
Antonio Jos Goncalves de Azevedo.
Palmtira & Beltrao.
Manoel Barbota Ribeiro.
Jos Bernardo da Silva.
Sao chamados a comparecerem neste consula-
do aflm de recberem o que Ibes tocn em raleio
na liquidacao de alguiis espolios de subditos por-
luguezes fallacidus, dos quaes provaram ser ere
dores,
Roeife, 17 de agosto de 1870.
Pela subdelegacia de pJieia do dlstricto
da Boa vista se faz publico que se acha recoihido
a casa de delencao o preto Franri-eo, qne diz ser
e'cravo de Seram de tai, morador em Cruangy ;
quem se julgar eom direito ao mesmo apareca.
Reeife, 17 de agosto de 1870.
O subdelegado sopplente,
Corrija Sette.
que na
o importe de
deste espectculo qne a apresentacao
nhia.
Os bilhetos aebam-M dezde ja venda no es-
criptorio do theatro pelos seguintes :
PWOOS.
i.' ordem...........\7r.......... 10*000
2,' ordem desde n. 1 al 10........ UJW
Os nmeros 11, li, 13 e 14......... 164009
Cadeiras de 1" classe.............. 3J90
Cadeiraa......................... paw
E' absolutamente prohibido o fumaran iialw
do tbeairo havendo para esse flm ura ana.
Principiar as 8 da noute.
HOJE
Dever ler lugar o leilaoMBesma taberna s 11
AVISOS martimos.
COMPANfflA ERNAMBUCANa
Vavega?5o eostefra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-:
caty, Ceari, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapatna. com man-
dante. Azevedo seguir para o
pono a4tt8 no da 31 do correa-
as 5 huras da tarde. Recebe car-
ga at o da 30, eneommeadas
passagelros c dinbeiro a frete at as 2 horas da
arde do da da saluda ; eseripiorio no Forte do
Maius 0. 12.
MOVlMEiNTO DA ALPASDEGA
1 'Tes sar.Mio cora fazendaa 132
dem dem cora tesoros 157
289
Dtfcajrapaa) boje 23 de agosto
*.ftach) portugu<-z -/fc'tavr<;comoreadorias.
I.ug.u- piiriugii."z Jhin!'dem.
ritru-1 mih-i. E(l'lli Mar;/ dem.
Hrttrue fi ancez!mk< dem,
circa noruexuen-eBiasiletradem. ?
Kriguo uuir/.DiulMi-leal
BngHe ibiiaoo -Habafarinha de trigo.
E-euna inginaHinneobacaihao.
: i > i o. > ri e -I lema' Olio mercaduras.
V *; irn i |i- :-mgi!''zMicjiietfnse idem.
K-Mim Dorts-allmnao Joanneidem.
ktpacln '/< exportadlo no din 20 d
agesto
N> patacho hespanhol Miguel, para o Rio da
P ;.a, e.-.ingar ni Pereira Carneiro & C, 4b0
;>irrir;is eom C(V440 kilo- do assucar.
Na liare i fiiuiew Veridiana. para o Havre,
iricjar.-i .i : R. A. Darle & ti, 300 couros seceos
com 3 600 kilos.
Na li.tr i pirtngoen Nova Marianna,cnrre-
gou pnr i Li-b ..i : Jos Mana Palmeira, 12 saceos
'in SVkil de assncar.
Na barca inglesa Medura, para Liverpool,
eaiwyarain Sauoders Broters & ('.., 77 saecas
177 kilos Oe algdo.
aSBEDCfllA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PRUNAMI3GO.
-odim.'.:.--, ip dia I a 20. 49 214*462
IdMldodiaSi........ 4:506*o'8l)
A cmara municipal desia cidade, tendo de
conlraur com quem por menos fiter os letr^iros e
numeracao das rua, cojos nomes feram mudad m
COBvida aos pn^tendentes apreselarem suas pro-
postas em carta fechada ni dia 24 do crrante, in-
dicando logo o menor preco.
Paco da cmara municipal do Reeife 17 de afros
lo de 1870.
Ignacio J'iaquim de Sruza Lean,
Pro presidente.
Lonrenco Bczerra Carneiro da Cunha,
Seeretarin.
53:72l042
Rendmient i di
. do dia 22
I :.ADO PROVINCAL
da 1 a 20.
54:4643399
5:732*416
60.196*815
MWMmd DO PORTO.
A'fln'o mirado no da 22.
P->rio Alegre-H iias brigae hrasileirn S. Manoel,
d- 178 i'Wlartas, eapidnj. Jr4 de Matlos Parlo,
carne e
a Ol-
eifipagem jft, catga 8834 arrobas e
300 aeras cid farinba de mandioca
\cira Fii.is G.
P.v'andii1' das, escuna nnrte allemaa Sehawa-
. de 78 [.infladas, capilo C. Loop, equipa-
'iii Parga 3000 quiniaes bespanhoes de car-
! r Oliveira.
]t !! i~-Avr.- 336 toneladas, capitao Ericksen, equipagem H,
ni la-Ir.. : a urdetn.
-:ool4-5 dias, barca ingiera Barbadoes, de
429 toneladas capitin David James, equpagera
12. sarga earvio a Aiamson H.iwie & G.
Rio Fonn.s e ccala 5 horas, vapor brasileiro
Par,ihyba, de 104 tonelada--, comiuandanle Oli-
veira, e.|i p.ige.Ti 14, em lastro ; a companliia
Poruambiii-ana.
N^vio* fahiios no metmo dia.
Porto* Jo noria -Varuor brasileiro Cruzeiro do
Su/, com:iiauJante capitao lente Pedro Hypo-
litoDnarle.
Liboa.iri'-t nirtugueza Niva Marianna, capi-
tai l';im:s:-) Jij de Abreu, carga assucar e
oulros gneros.
ECITAES.
O inspect >r interino da alfandega faz publico
iuo o leilai de cubre velho annnnciado para hoje
* que pw taita de licitan:es deixou de ser effec-
iumIo, tica tnn-ferido para quarla feira 24 do
> rrenlf.
Alfandija di Permmbnco 20 de agosto de 1870,
O inspector interino,
Luiz de Carvaiho Paas deAndrade.
(I IKiirlur $eh ifito Hegu Birros de La-
cerd i. j'z Ij ilireito e esnecial do cotn-
hivio ti&tU- fidade do Reeife de Per-
narabocn por S. M. I. &.
. saber aos qne o presente edita! t-
:.'in noticia tiverem que no da
Stembro do correle aooo se
a ri) arrh:itar por ven la a qnem mals
Ser em yr.i p ibli'ia d'esiejuizo d^epos da
o Seguate: ma-ar-
o con n tve estantes madeirade ama-
rellu enm vi irriga, toda envernisada, ens-
.'nU^ in IqJsj do livros da ra do Impera-
irwantfs aos execulados Gtiima-
tvra, avaliada por un cont it
i adjudietco s'ete costos e
uniris. Dus prelos brafats 4
iiffrmato jetu com dmis tinteiro
to mutis mil retacada om, pre^o da a^ju-
dica^cj. seis cento's mil reis cada um. Fo-
ran penh irados por execufo de Alves 4
Oropanhia, por si, e com i successores de
Jves Hatiburger 4 Companhia cooire
elecutados GuimirSes &
Oliveira. E n5a lnvendo laocador
cabra o preco da avalac3o ar-
r feita pelo preco declaradw, e para qae che-
ato de todos mandei pas-
nie ser publicado pela im-
ixado nos lagares do costmie.
,'o-todc Ig70' Eu Manoel
Nassiraeoto, eecrMto o
0 do Agosto de 1870.
Harros de Lncerda.
Pela subdelegada da Magdalena se faz pu
blico que no dia SO Jo correte foram encoolra.los
vagando, urna vaeea e um bezerro, o> quaes fo-
ram depositados : quem for sen dono eompareca
na mesma subdelegacia aflm de Ihe serem entre-
gues esses animaos depois de provada a legitima
posse.
_______Jeao Ribeiro Pessoa de Laceria Jnior.
Pela Bscalisacao da fregnezia de Sanio Anto-
nio tem de ir praca perante o Sr. jniz de paz
desta Treguezia, no dia 25 do corrente, algnraas
cabras que tem sido pegadas na ra, como deier
mina as posturas da cmara municipal.
O flseal,
_______ Joa inim Francisco de T.wre< Calindo.
Correio geral. '
Relago das cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes.na
repartico do correio em 22 de agosto
de 1870.
QAnionio Reis de Albnqoerque, Andr Alves Ga-
ma, Antonio Lnciano de Moraes do M. Pimeniel
(2), Antonio Francisco de Sou Braga, Bernardo
Gomes de Abren, Bernardo da Costa Vleme, Fran-
cisco da Gima Porto. Henrique Saraiva de Aran-
te Mello. Haineteri.i Jos Velloso da Silveira, Joao
Pedro H. d>rreia de Miranda, Jo- Maiia da G.
Loito da Cunha, Jos Antonio Guimaraes Netlo,
Josd Ignacio Accioly Vasconcellos. Julio Cesar Paes
Brrelo Luiz Jeronyino Ignacio dos Santos, Mar-
colino de Souza Tra'vasso, Maniel Gomes de Mello,
Pedro Tavares da Costa.
O encarregado do registro,
Manoel dos Passos Miranda
LIVERPOOL BRASIL & RIVER PLATE
AIAIL STEAMERS.
Espera sede Liverpool a qualquer momento, o
vapor inglez Pascal, de 1,900 toneladas, qoe se-
guir depois de indinpensavel demora para Baha,
Rio de Janeiro e Santot.
Para fretes o passageiros, trata-se com Sann-
ders Broth"is& C. Largo d-> 'iarpo Santo n. H.
GMPAffllA iflIASJLEIKl"
DE
Paquetes a vapor.
Do poruw do norlo esperado
at o dia 27 do corrente o vapor
Arinos, eommandanle o pnmeiro
lenle Jo- C. Duerte, o qaal
depois da demora do costante
seguir para os do sol.
Desde j roeebem-se passageiros e enjaja-se >
;arga que o vapor poder conduzir, a qnal deven
ier embarcada no dia de sna chegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as dnas horas do dia di
ni nhid
Nao se recebem como encoramendas senao ob-
ectos de pequeo valor e que nao excedam a S
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
^o.
Todo qne passar destes limites dever sei
ambareado como carga.
Previne-se aos Sr3. passageiros qne suas passa
nm soso recebem na agencia ra da Cruz n. 5?
i* andar, eseripiorio de Antonio Luiz de Oliveir;
Vzevedo & C.
es e difidas da
da Seneaga Velha
amoaco, geoert,_
taberna di bravees
u. 4.
O agente Mantim far lale da tabeMa e dividas
cima.
1UWTE
A'.ij horas do da ja nswiBaOberna, onde^-
" pretndeme* ecasiur o balanri.

* AA&kl_____________
vanisados por barato preco.
^ Torn-ira3, e curvas para os meemos I No armasen}
25.
da travessa do Corp
Meinhqs para caf e para milho
^^s melhores moinhos para caf e para milbo qoe tem vindo a este morcad, s
se enrasaram no armazan da travessa do Corpo Santo n. 25.

I

i

de 5 rls com fumo
HOJE
Ter$afeira, 23 de agosto da 1870, s 10
horas. ,
Q enta J>no laura ileHI) a raaneriaente
de tartos \lvcs Barboza e por mndalo do Illm.
fef. Dr. jiiix espeeiat do c.imojecio, 5 roles de fu-
me .con JU Aun*, e 80 marcas de cigarros ar-
restadas Manoel Jos Marques da Silva ; o leilao
sera eftw toado % 10 hra< do dia. no eseripiorio
,'
PAR.
DE
Helio snrt'mfHto de fazendas
iuglearas.
Hoje 23 do corrente.
Simpson Duder & G. fazem leilOo, por
tervenc5o do agente Oliveira, do grande va
riedade de fazendas iaglezas escomidas para
este mercado, e ora oxisteutes em sea ar-
ma/.em, sito na do Commercio n, 10.
onde espenm ampia concurrencia, de seua
apreciareis fregueies.
u:m:
Terc4-teira, das 10 horas da manba em
varita.
2 S-Sg'o
i*1 ^
e. S" 5. "
3
LEILAO
DE
Relogios nrjA-oS de metal e dourados ts mais
novos que lem vindo a este mercado
Quaria-feira 11 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por cota e risco de
quem perlencer, do poreao de relogios novos, dou-
rados e de metal, ro.-cenleuento cliegados este
mercado, os quaes serio vendidos pelo maior pre-
$.ea tiro do martello : quarta-oira 24 do cor-
rente s II horas da manla, no largo do Corpo
Santo n. 9.
Adminislrafo do correio da Pernambaco,
20 de agosto de 1870.
Mala pelo transqorte de guerra Bimfacio.
A correspondencia que tem de ser expedida
h je (23) pelo transporte de guerra cima men-
cionado para a Babia e Rio.de Janeiro, ser rece-
bida pela maneira seguint :
Macos do Joroaes, impressos de qualquer natb-
reza, e cartas a registrar at as II horas da ma-
nha, cartas ordinarias at ao meio dia.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.

preside
i do juiz mu
THEATRO
SAMO ANTONM.
EMPREZA--C0IMBR4
Terca-feira 25 de agosto
Estra da oonpanhia franeeza.
O emprezario dste Ihealro reconhecendo a
grande necessida.de e falta ,de um centro de dis-
traccio e passatempo de que se ressentia esta ci-
dade do Reeife, falla motivada pelo desappareci-
ment do theatro de Santa Isabel, nao obstante
afltarem Ibe os recursos precisos, emprehendeu
construir um theatro onde a sociedade do bom
gosto podesse encontrar o agradavel junio ao
bello, saquecido dos zoilos e amantes predilecto-
da censara, tendo smente em vi-ta o bem ds
maioria do< amante, das bellas artes, depois da
algum tempe de irabalho e fadiga ajudado ne
carreira do infortunio por alguns amigos sineea
ros, tem o subido prazer de abrir as porta< do
theatro Santo Antonio (islo provisoriamente) ao
publico pemambucano dando a primeira repreo
seotac4o terci-felra 23 do corrente cujo pro-
gramma o que se segu :
Depois que a orchestra dirigida pelo Sr. Jos
Coelho Barbosa houver xibido urna de suas me-
lhores ouverturas dar principio o espectculo
qne aera dividido em tres parles, pela maneira
seguime:
PRIMOR.*. PARTE.
MadimoiseUe^ Marietle camera urna linda can-
tnelo
C'EST UN BEL HOMME.
Em seguida Mr. Raynaud cantar o bello ro-
mance
L'HIRONDELLE DU PROSCRIT.
Findo este mademoiselle Cboiberl cantar
linda aria da opera cmica
PETIT POUCET
Intervallo pela orchestra.
Em seguido Mr. CarOn, cantar a chistosa
cansoneta cmica, com danqa
LA MANDOilNE A' DORLO
Em segaida mademoiselle Mariete cantar' a
bella cansoneta
JEN'VOUSDIS QUEg.*..
Finda esta, Mr. Raynaud cantar o lindo ro-
mance
PEftDUE! f f
SEGUNDA PARTE.
A linda opera cmica em 1 acfo
LES NOCES DE JEANNETTE
na qaal tomarao parle, mademoiselle Brescia, Ma-
rie.te e Mr. Maris.
TERCE1RA PARTE.
Mademoiselle Comerle cantara a aria da apera
cmica
GRANDAN DB GALATHE"
Em seguida Mrs. Raynaud e Garon cantaro o
chistoso duein cmico
LES DEUX CHAETEURS SANS PLACE
Depois deste, mademoiselle Marietle cantar a
liada eanssaeu
PASCA
Em seguiia Mr. Ckron cantar a parodia c-
mica
PS de g.\
Parece ao emprezario do theatro Santo Antonio
er esta a occajao de urna vez. ao menos appel-
IHAa Br povo penambucano,
nfluudo a sna prestitnosa coadiavacao para a
Para o referido porto, pretendo seguir com a
posivel brevidade a barca portuguesa S. Joao,
por ter j poreao d3 carga, e para a que Ihe falta
a frete commodo, trata-se com o consicnataric
Joaqnim Jos Goncalves Bellrao : a ra do Coro-
mercio n. 17-
rara o Pono
pretende sabir o brigue pnrtuguez Triumpho at
10 de stembro prximo com a sarga que tiver :
quem no mesmo qnizer curregar on ir de passa-
gem, para o que lem bous eommodos, trate com
os consignatarios Thoniaz do Aquino Fonseca &
C, ra do Vigario n. 19, Io andar.
Para Maco doAss.
A barca nacionil Flecha, capilo Victoria, re-
cebe carga para aquelle porte, para onde segu ate
o dia 27 do crreme mez : trata-se com Marques,
Barro3 & C, no largo do Corpo Santo n. 6, segn
dt andar.
TARANHA'
A barca Mara, chegada do Rio de Janeiro, se-
gu para o Maranho em poucos dias com a carga
que tver, e por isso quem qnizer aproveiiar tao
boa occasio de carregar, dirijase ao consignata-
rio Joaquim Jos Goncalves Bellrao ra do Com
mercio n. 17.

P
P-
o
O
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ff
en
i?
armario gneros e mais utensilios existen
tes na taberna sita na ra Imperial n.
150.
Quinta feira 25 do corrente.
P-r despacho do illm. Sr. Dr. juiz e-pecial do
commercio, e por intervencao do agento Pestaa,
iro de novo a leilao os gneros, armac5o, gaz e
mais utensilios, existentes na taberna sita na ra
Imperial n. 150 os quaes fazem parte da marca
faliida de Manoel Julio da Silva, servindo de base
a ultima offerta de 1:020i, tendo. lugar o leilao no
dia quinta-Pira 2o do corrente s 11 horas da ma-
nba na mesma taberna.
AVISOS DIVERSOS.
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em poucos
dias o patacho Tres A-nigos, por ter alguma carga
engajada ; para a que Ihe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Bellrao,
rna do Comroerc o n. 17.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA "
> DE
navegado eostefra por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe, commandante Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 27 do cor
rente as 6 horas da tarde. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as 2
horas da tarde do dia da sahida, no eseripiorio
da companhia, Porte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANa
DE
Navegando costea por vapor,
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir para o porto ci-
ma no dia 26 do corrente as 9 horas a nante.
Recebe, carga encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete at as 2 horas da tarde no escrip-
torio do Forte do Mallos n. 12.
Rio de Janeiro
Pretende seguir para o referido porto com a
possivel brevidade o patacho Monteiro por ter por-
eao da carga engajada ; e para a que Ihe falta t
e-cravos a frete, trata se eoea o consignatario Joa
qnim Jos Goncalves BeJtro a ra do Commercu
RIO DE JAHEffiO
Para o porto cima srgua com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do sea carregamen-
to engajado : para o resta que Ihe falta trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, roa da Crut n. i', lc andar.
Para a /?ah a
O brigne pnrtuguez S. Jos seguir com toda a
brevidade possivel para squelle porto, para o qaal
recebe carga : trata-se com Marques Barros A C,
no largo do Corpo Santo n. 6, 2 andar.
LEPES.
O resma* de papel pira ci-
garro.
HOJE
LEILAO
DA
Armac3o e gneros existentes na taberna si-
ti ras da Impenrtrtz n. 22.
igen'e Pontnal, venden em leilao, por an-
do Illm. Sr. Dr. jmt de direito especial do
commercio, a requenmento de Antonio Fernaides
Acommis o, encarrecada
pelo Exfn. Sr. presidente d-i pro-
vincia de promover a libertado
de crianzas dos xo fsminino avi-
sa as pessoas interessadas, que
deverao mandar s libertandas e
as propostas, constantes de cer-
tido de baptismo, e declaraqao
do ultim') prec/>, ao paqo da c-
mara municipal nos dias 19,23 e
26 das 10 horas asada Urde.
VSTJTLTOABCHEOLOSICO E GEOGBAPHICO
PERNAMIHICANO.
Haver sessao ordinaria quinta-feira 26 do
corrente pelas II horas da manha.
OnDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos de com
missoes;
Secretaria do Instituto, 22 de agoste de
1870.
Jost Soares d'kzetied,
.__________Secretario perpetuo.
Qabelleireiro da moda,
Jos dee Santos da gilva Barreiros chegado da
Juropa a esta cidade acaba de abrir na roa de
Santo Amaro em frente ao oitao do Bazar da Mo-
da, om elfgente estabeteeimentp de bellos pernea-
dos da nllima moda para sennoras do bom lom,
feitotjpapricho.-amente pelo prowieterio. de que
proleaaar nesia a re, cucarregando-se de executar
qoal(raet|encommenda com esmero, elegancia e
promplidSo e comimdidade nos precos. asim co-
mo prothlci-se em ir a rasa das excellentissimas
familias fazer qualqcer irabalho tendente sua
arle, garaniindo-lbej acompanhar as ullimai mo-
das de Paris, para o qae acha se manido dos 0-
gurises que recebe por todos os paquete.
0 astabelen ment em na .a lica a desejar cm
asele e commodidade para os fregueze*. encon-
;rando-se Igualmente nm mostrador collocado em
frente para o exterior a presentando grande vare-
dada oajenteados, assim como urna figura de
densa,1* meio corpo, mostrando todo o rigor da
mod^em seus bellos perneados.
gilmente acha-e um novo artista perfeito na
arte # barbear e cortar cabellos, prompto a pres
lar sins serviros quera o honrar eom sna con-
flanea, para o que pede a benevolencia do publi-
co, e eotftespecialidade do distineto corpo acad-
mico desta cidade.
Cotiemr-se-ba aberto todos os dias uteis das
9 horas da manhia s 10 da noile, e santificados
at f 2 da larde.
GRANDE ARMAZEM
DE
Fazendas, roupas feitas e de encommendas
iO-RUA 00 BaIU DA VICT0RI4-10
(Autign rui Nova)
DE
alli assaz condecido como perito em sua arte e pelo qu so torna urna carantia secura
i?.???.?!._.,re_cc? da olfi.cif?a .I00 aora dirie' Mtsfar cabalmente tanto aos
GOMES, SILVA it C.
Os proprielarios deste importante estabelecimenlo, no empenho de elvalo
aliura dos primeiros do seu genero establecidos nesta cidnde, mandaram contratar em
Lisboa, um eximio artista alfaiate para dirigir a *sua officina.
Acaba pois de chegar d'aquslla corte, e para este fim, o hbil e conceihwA>
SsfUoUl
PEREIRA REG
perito em sua arte e pelo que so tr
du que agora dirige, satisfar cabi..
rosos freguezes deste estabclecimeoto, como a todas as pessoas que se quizerem ntiiisa
da sua grande pratca e profici-ncia.
Neste estabelecimento achara o publico constantemente um magnifico sorfi-
meuto de pannos finos, casemiras, gorguroes, e artigos de modas, tudo do que ba de
meinor e mats lindos padroes que lem vindo a este mercado.
10 Ra d Baro da Victoria=10
(ANTIGA RA NOVA)
RESTAURANT DE PARS
4Ra das Larangeiras
me-

-- -
4;Precisa-se de um criado
Conquistas n. 4.
na ra das
ATTENQO
0 Sr. Dr. Francisco Domingos de Souza tem
nesta typographia urna carta.
Atten$o
Para ana de familia precisa-se de ama rapa
riga forra ou escrava de idade de 14 a 16 annos,
nicamente para ealreter u qoem qnizer dirija-se a ra de Har$o, amiga
ra da Crespo, na-wVraria ecnnwmtha.
Atagaoi->e dnas casas cem grtmdes eotnmo-
dos para familia, sendo nma na rna das Pernam
bacanas, aa Capola, defrnnte do chabris, perto
daestacao. mrtra no Mangninho, principio da es
trada dos AfIli*||^^Bp piuflas : a tratar com
Jos Antonio Mi*S|MSStti Cliora-mestto..
ALMOqO
JANTAR
A mesa repedora da irmandade d 8nhor
Bom Jezus das Cbagas. erecta na igreja de N. S.
.8
O proprietario deste estabelecimento, avisa ao respeit vol publico desta \
cidade, e as pessots qae o hoarar com sna confianca, que acaba de estabete- *
cer a segmnte tabella. &
3 pratos a escolher.
Vinho.
P5o
Caf on cha.
14000
Sopa.
3 pratos a escolher.
Vinho
Sobre mesa.
Caf ou cha. *
i00.
DAS 7 HORAS A MEIA NOITE CEA SEGUNDA TABELLA
8ii@-Ili|
A o comuiercio.
Joaqnim Francisco do Espirito Santo, concorda-
tario da firma fallida Maia & Espirito Santo.pede aos
seus credores que ne dia 30 do orrenle venham
ou mandem receber delb, na roa do Trapiche o.
4, os pagamentos da primeira quiaca mareada
na sna concordata, e a vencer se em outubro do
correte anno, que o abaixo assignado paga ao
dif 30 do corrente.___________
20;000 A casa Ieliz do arco da Cmceicao vendes nos
seus feiiaes buhles, os premios seguimos :
M. 4345 2:000*000
N. 3966 100*000
0.4436 100*000
Blhetes a 23*000.
Agencia de cobranzas.
i Quem precisar de urna pessoa para cobrar di-
vidas nesta cidade, ou nos lugares onde passa*
os trilhos de Appi pucos e Olinda mediante nma
porcentagem rasoavel, dandi fiador, ple dirigii-
se a rna larga da R.jsa-io. loja de Calcad* a. 1?.
Aluga se o si ti' j mlun hotanico, com moilo
boa caga de vi venda e outras para escravos,hw
; de beber, gasto e frrea; muijos arvoredas Broe-
; tiforos, excellente terreno para capim e verdona,
i Tamben aluga-se a oielhor casa de O'inla na rux
j do Bom Fim, com sitio, agua e casas para esera-
; vos e osinha indepeadenies : tratar na roa do
" Bom-Fira, casa junto a igr
do Paraizo, tendo deliberado em sua reuni d 29
de juho, dar principio as suas catacumbas no
cem.t no publico, noineou as commissoest abanto
raenc onadas, para receberem dos seos irmios o
d nativo para o mesmo fim.
Freguezia de S Fr. Pedro Goncalves.
Joao Baptista da Silva.
Manoel Lopes Ferreira.
Domingos dos Sanios Costa.
2* commissao do Becife.
Zefcrino los dos Santo,
Bernardo.Antonio de Miranda.
Gaspar Antonio do Reis.
i' commissao de Santo Antoaio.
Climerio Rufino Alves de Sant'Anna.
Marcolino da Costa Lima.
Manoel Jos de Souza.
2* commissao.
Balbino Jos de Andrade.
Melquades Francisco das Cbagas e Silva.
Cosme Cipriano de Souza.
1* commUsao de S. Jos.
Simplicio da Silva Barbosa.
Francisco da Paula da Silva Mezquita.
Francisco Hatillo da Rwha.
J commissao.
Ignacio Francisco das Chagas.
Ignacio Francisco do Santos.
Sabino Herculano da Silva Guimaraes.
1" commissao da Boa-vista
Ludgero L mes Lima.
Joo Lenidas de Donides Silva.
Laude Franca Pereira.
2' commissao.
Atojaste los Telxeira.
Quirino Antonio dos E-pirito Santo.
>e nas da Costa.
Reeife t| de agosto de 1870.
Ignacio Frarraseo das Chagas,
Secretario.
AMA.
Precisa-se de nma ama para cosinhar e faxer
i mais servicas do interior de ama casa de f tmiNa:
' ia rna Imperial n 17.


1870
CALER
'"''VE
J. Ferrara Vtllela
Desde o di*:7 de abril passado acha-se aberto c
ovoetabelecimeoto photngrapteo sito* na <
Cabasa n. 18, esquina do pateo .la matriz. Oseaba-
}CTe ^io enio. tem sahidode nossa offlcm
sera geralmente agradado, sendo recebtdos por
Jiacoro admiracao pelo extraordinarn prc-,
Jaio qoe ltimamente tea ndo a pboP grapnia,
* por oolros com alegra, por verera a provincia
I' i llJWfll" esublcciniento digno d ella,- e in-
.omeftirelmente o prj hoiepcssue : tambem nao nos poupamns em coosa
algunia para raonla-lo no p em que w achs es;
erando que % publico de Pemamboeo tbera
apredar nossos esfor^os o recompensar nossos sa-
" Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae*
e estrangeiras que gostam das artel, en tiYerem
aecessidade de trabaihos de photographia a visi-
taren o nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e ua disposicao todos os das desde ai 7
boraiia tnanba ateas 6dat>rde.
Para os trabaihos de puotog raphia possuimos di
versas machinas dosmelhores autores francezes,
infieles e allroemes, como ejara : Lerebours el
Secretan, Herroagis, Thomaz llosa, Voigtlander el
Sonta Wulf. ltimamente recebemos tres novas
machina sendo urna dellas propria para tomar
obre o mesmo vidro i ou 8 imagens diversas e
soladas, e oulra de 6 a II imagens diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa r.t 8 pessoas diversas e sola-
das para carites do visita, eassim em menas de
uui quarto de hora despaeharmos 8 difTerenjes
pessoas que pecam rada urna, umaduzia de carloes
jais ou menos, ooin os seus retratos smente, ou
m grupo com ontras.
Eoearregsmos-nos exclusivamente da direccao
rehar dos irabalhos de photographia del-
xaodo penda e talentos do dislincto pintor
alemae, o Sr.
Jorge A. Roth
)s trabaihos de pintura, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Holh acha-se ligado a nossa empresa por
unta escriptura publica, e al o presente tem-se
livellado na execucae de sen? trabaihos
No nosso estabelecimento arham-se exposlos ou-
iros trabaihos importantes do Sr. Rotb, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
leo, quadros sacros e diversos outros trabaihos.
Tiznamos enrommeodas de retratos oleo at o
amnho natural-, assim como de quadros sacros
pan oruamentaeao de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histori-
os.
Assegnramos que os precos dos diversos tra-
oalhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
cartSes de visita nao coloridos 10^00 A
DUZIA
CARTES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATU-
RA!. A 1 KjOO A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
it 50*000 cada non, inao convenientemente en-
,-aixilhado em moldura dourada e regulando o-
u.to da pessoa retratada rie 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanbo
Julgamos que hastarau os preces cima para
darmos idea di baratesa dos trabaihos do nosso
-'stableeimento. quanto sua perfeirao cada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos^ no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manha
I da tarle; entretanto de una hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
quer pessoa. .
Nos das demos retratar, e asseguramos que esses das sao
-js mais favoraveis aos trabaihos de phoPgraphia
pela doQura e persistencia da luz, epr termos o
nosso terrap construido com taes proporcoes e
melhorameutos, que ainria ehovendo orros ne-
bum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos. .,. ,
J. F rreua vilMa.
Agencia m Feriuiiubuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Con a phihystea e todas as molestias do peitc
^a sa parrllha
Cora ule-ras e hagas antigs, impigens e dar-
m ,
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
E*luta*. ca' rticas.
IMH1
raiMmKOKANTIGn CON ULTORIO
HOMEOPATHl 'O
Il i?s SNTUS MKLLO M
Restablecido de Ma loiiga enfermidade jg>.
contin. a ser encontrado todos o das ^-
para consitUas das 10 meio dia.
Chaina v a qn ih|ber hor.
\ 4 pobres piati-. qb
-Uua fio Baro rta Victoria 43 W
(Antiga roa NnW).
-O
C5
O
03
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'ma
escala de poder servir Vantajsamente os sens fregnezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Earopa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOBEIRA OTARTE C._________
F. G. de Oliveira rxusuindo dous magnficos pre-
dios bem eonbtcidos pela sua. belleza, solidez de
eonstruccao, e amenidade de situac.5es salutferas,
sendo a de uro na povoacao do Po$o da Panella,
com grande quintal murado e bem plantado, e a
do outro no lugar d* Torre, (de. sua actual mora
da) com extenso sitio esmeradamente plantado dos
melhores ai voredt s fructferos e adornado com
deleitoso jardim, sendo ambos era solos proprios,
um perlo, e outro margem do risonho Capibari
te ; nao Ihecenvlndo possuir senao um, vende o
outro a dinbeiro ou praso, conforme seja con-
veocionado.
Estas duas valiosas propriedades, qne,tanto la
tem real car o embellesaraento dos ricos como ma-
ravilbosos soborbios desU cidade, e alss conhe-
cidas pela sua belleza, e commodldades que offere-
ci|m para moradas de familias decentes, por nu-
merosas qoe sejam, devem por certo attrahir a
ai|tcncao dos pretendentes a eseolha de qualquer
urna dellas, tendp-se porm em consideracao, que
sao propiamente para qnem saiba amenisar os
trabaihos inseparaveis da vida, rom as depuras do
descanco uo lar domestico ao lado da familia que-
rida, e nao para os egostas mesquinhos, que ve-
getam e nao vivem, pondo a mira someate no sr-
dido calculo do interasse pecuniario, deixando
indo afnaleaps vida miseravelmenie cousuraida.
Nestas reveladas condiedes, queiram os verda-
deros pretendentes dirigirse ao escriplorio do
apnunciante, ra da Cruz n. 53 primeiro andar.
Precisa-se de um cosinheiro para casa de pe-
quea familia, que tenha boa conducta : .a tratar
oa ra do General Victorino, ootr'ora A
ni. 38. _______
do Sebo
_________________________- mmmM Prsa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
IMa&MMSMI IllillllWi Accioly a negocio deseu interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, 1' andar.________________,
Antonio Jo Furlado vai a Portugal.
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o
a
MOFINA
Roga-se ao lilm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, esr
crivao na cidade de Nazarelh desU provincia, o
favor da vir a ra do Imperador n. 18 a oncluir
aquelle negbcio que V. S. se eomprometteo reah-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor su
filho se acbava no estudo nesta cidade. ____
>*
Manuel onc/tlves Feneira da Costa, deca
ra que legitimo senhor e possuidor da casa
terrea n. 9, sita ra da Con;eiQao da fregu-
zia da Boa-vista, desta cidade, e na qual mora a
Sra Thomazia Maria da Canoeicao ; outro sim de-
clara que nunca pretendeu, nein pretende vender
dita casa. _______'
r^S_WJA DO aBUGi8
A ntrala pelop da matriz.
Os trabathos da reedifleacia desta photograpM,
e qne se prolongaran! por tanto lempo, aenam-ae
felizmente terminado e ella aberu ao servlco do
publica desde 7 de abril passado.
0 predio em qne est eollocada esta photom-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conla cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
mentos tendo sido eitos expressamenle para se.
monur cenvenientemente a pbotographia, e nao se
podendo melhor modelo escoher do que a Photo-
grafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro pliolographo do Brasil, e um 4os
pnmeiros do mundo, segundo a opiniao dos mais
abalisados mastres, a nossa pbotographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo memo plano da do Sr
I. Pacheco, a qnal foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais destnelos protestorta
de accordo com as modifieacSes necesurlaa ao
clima do Brasil, reconhecidas e esludadas pelo ba-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o inP-rior do predio em que est nossa
photographia fb mudado desde a soleira da porta da
ra at a coberta, tendo-ie demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas safas,
edificndose om novo terraco envidracadomui
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viigem expressa-
mente corte para examinarmos as melhores pbo-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melbor corresponden aos nossos desejos e aspira-
$5es, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um mez estudando e apro-
veitando as ligoes de to dlstincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e longa
pratica de 15 annos de photographia s utilissimas
lC8es ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacbeee,
tendo montado a nossa pbotographia como _&e
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esla cidade e aos nosos nuu erosos fregnezes
trabaihos de photographia lao per'eitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a mesma pro-
teegao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.________________________________<
Cu
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m
a
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1
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3
IMDE WlVIDAE
extrac;o dos dentese operHqaesd. ntarias sena dores, todos os
dias uteis,daslO horas at meio dia
PELO EMPREGO DO ,
PROTOXYDE D'AZOTE
no gabinete do cirurgio denlisla FREERIGO GALTIER
19Ra Nova19
0 qual, achando-se relacionado com os mais celebres dentintas de Pars, adquiri
com elles, na ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este excelente
anesihesico de que se-pde setnprt usar sem inconveniente algum, e pruduz nsensibili-
dade completa. .. ,,
0 mesmo aproveita a occasio para lembrar ao respeitavel publico que no
sen gabinete-continua-se a azer tdas as operar>s da sua arte e collocar dentes por
lodos os systeoias: com ouro, platina ou vulcanite, segundo os casos.
Esfieaahdade fie obturages com ovro puro.
Veudas on pumiitas
Vndese a propriedade Guarapos no Rio
Grande do Norte, coui trras casas e armazen
de um e outro lado do'rio, lugar berr. conhecidt
pela sua importancia comraercial, cujo porto offe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros. -L.-a
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moente e correle, com cinco
le?uas de ierras de maltas virgens. oito escravo<,
bois, bestas e alambique ( ou somente o emgenhc
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratsimos precos,
e Lambe se permutam por engenhos nesta pro
vincia Parahvba e Alagas, cu por casa* as ca-
pitaes das msmas : a tratar cwm o proprielarii
malor Fabncio Gomes Pedroa ra da Cadeia
n. <5, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte. _________
AHENCAO
9
Um moco brasileiro. casjdo com um 8lho, pr-
poe-se a encinar js materias primarias. gum engenho, perto da via frrea, o qual alm
da praiica de li annos que tem, afha-se habili-
tado pela directora da nsiruerao publico : quem
de seu preslimo se quizer utilisar derija-se a ra
do. Imperador n. 37, das 9 as 3 da tarde._______
Precisa-se de urna ama paia casa de ho-
mem solleiro, s para cosintiar; a ra do Crespo
n. 8B.
\
Aluga-se. parte ao 2" andar, e o soto da
casa da ma do Apollo n. 36 : tratar no mesmo,
ou no 2" andar da de n. 3i, com o Sr. Barba.
AMA
Aluga-se on arre.nda-se urna casa terrea de
pedra e cal com 4 quartos e 2 salas, sita na ra
Nova desta cidade, n nit 3 fresca, com excellente
vista, com quintal de grande extenso assemelban-
do-se a um sitio, cora bastantes frncteiras e oes
de coqceiros, botando os fondos para o Bomflm.
perto do banho salgado, e porque a referida casa
prec-a de alguns reparos, por isso convida-se aos
apreciadores da festa para arrendar cu alugar a
sobredita casa, fazendo a sua custa os leparos de
que precisa a referida propriedade. levando se era
conta nos alugueis as despezas feitas. pelo tempo
que se convencionar, assegurando se toda a coro-
modidade no preci : qnem pretender dirija-se a
cidado de Olinda, na ladeira da ribeira, contra-
tar com Miguel Carlos de Farias. ^^____
Prociso-se de urna ama livrre ou escrava : na
ra das Cruzas n. 39, hotel pernaiohucano.
Casa Feliz
AOS 20:000^000.
A casa feliz, sendo a nica qua no decurso do
auno prximo passado, vendeu mais premio. da
lotera do Rio de Janeiro, f.a scieute ao illustra-
do publico desta capital e a seus numerosos fre
guez"s que contina a vender os referidos bilhe-
tes rubricados na forma da lei, pelos precos se-
grales :
.Bilhetes inteiros 23JO0O
Meios hilheles.. HiSOO
Quartos....... 63000
S na casa Miz ao An'i da C'i* eigao u 2.
COMPANHIA
nos
TRILHOS URBANOS
no
RECIFE A9 OMXDA.
Compra se dormentes de lOlicica e secu
pira, aman'ilo. sedro e arueira, de 10 pal-
mos de eompridos e 8 polfgadas de largu-
ra e 3 l/ de grossura na esUgo da ra
da Aurora das 6 horas da manha s 6 da
17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
A de Abreu ?orto.
Precisa-se de urna ama para cosinbar e com-
prar para urna Pessoa : no sobrado novo que faz
esquina da ma de Santa Thereza._____________
i Cailiarma de Sena Crbosa da Carvalho Ar-
co-verde, declara ao publico que tica de nenhum
effe.iio urna pr.euracao que patfuo ao seu neto
Manuel Caetano d^ Siqueira, na nual en o eopsti-
tuia seu bacante procurador, e para que nnguem
depois se chame ao engao faz o presente annun-
cio no qual se assigna pelo seu proprio punho.
Arraial. 19 d*e aglisto de 18'0. Calharna de
Sena Barhosa d-- Carvalho Arco verde.
Joaquim Francisco do Espirito Santo faz pu-
blico ao corpo do commercio que o Sr. .Jo> Di
mingues dos Santos deixou de ser desta data em
di, me o encarregado da escripturacao de sua caa
como concordatario da firma Maia & Espirito
Santo.
PARS
IVjcife.
em
TABELLA
q le regula de sabbado 20 do corrente
dianle, nos di^s utei..
MANHA.
Do RecifeAs 6. 7 e 8 horas.
De Olinda-As 7. 8 9 horas.
TaRDE
Do Re:fe-As 4, 5 e 6 1/4 horas.
De Olinda-As 5, 6 e 8 1/2 h( ras.
Foi alterada a tabella em vista de exigir
o servteo ria lir.ha, continua-mos a esperar
toda a ooadjuvacao do respe-tavel publico.
Recite, 18 -!e agosto de 1770.
Q sui eriniendente.
A d'Abreu Porto.
I
Grandes armazens!
JiHfim t os grandes armazen da ra da Prai
de"Santa Rirn Nova, onde ro a fobnca de sabio do
rooei Franca, e ltimamente ocenpados pela
i de esgjto, o quaf? tem porto de em-
as propor?6es par ?e montar nma
tabelecimento grande.
que fazem frente para a
ute, assim
bm
,i-r.;.. M'p.trad<. granifl rjrierna qu; fornece
^^^^^^^^^^
er:
CARVAO BEL10G
APPROVAOO
PELA CaOCMia IMPERIAL OE MECICINA
. em 97 deumbro de 18^9
I
I), W. NWEIK
EMGENHEIRO
Com fumliqao.
A RA D8 RBUM N. 52.^
Passando o rhaf riz
Machinas vapor sysiema melhorado.
Rodas d'agoa.
.Moendas de canna.
Taisas de ferro batido e fundido.
Rodas dent das para moer com agoa, va-
por e aniraaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
cul'ura.
Todo por preco muito rpdnzido.
H tel O'indnse
O abaixo assignado tem a honra de participar
ao ie.-peita el publico desta* cidade e da do Recite,
que no da li do corrente estar aberto concor-
rencia publica o grande hotel Olindense.
Tomara-se as-ignaturas para dentro e forado
estabelecimento ; ha quartos para alugar, banhos
salgados, boa comida, sortimento de viohos finos
portuguezes e francozes, charutos finos e ludo
que concernente a um estabelecimento desta
ordem. ...
Este estabelecimento alera da magnifica po^cao
em que se ach, offerece as melhores commodlda-
des por ser prximo -*stacao dos trilhos urbanos.
O servico da casa feto com muito asseio e
prompdo.
Joo Lniz Vianna Jnior.
Irmandade acadmica
DE
N. S. (iBom Coiisellio.
De ordem de nosso irmo juiz convida a mesa
administrativa dessa ci-rporaeao rennr se na
faculdade de direito dest* cidade, n > dia 25 as
11 horas da man aa, para tratar-so de negocios
qu sao relativos mesiiia irmandade.
Consjsiori' da Irmandade Acadmica aos 22 de
agosto de 1870.
O secretario.
Camill" C>rr-ia Dantas.
AMA
PARS

E' sobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o Car*ao de Beitoe deve a sua grande efQcacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affeccoes seguintes ;
GASTRALGIAS
DVSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
OIGESTES DIFFICEIS -
DORES DE ESTOMAGO
CONSTIPACiO
CLICAS
OtARRJHEA
DVSSENTERIA
CHOLERIHA
MODO DE EMPREGO. -Ocwaodr BcIIm ibartainIcIk)
toma-ee antes ou depois de cada comida, sob forma de t ou de
Pastilhi. Geralmente o bem estar sente-se logo depois das pri
meiras doses. Urna inform;v;ao cntensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilhas.
PARS
I

I

Ama
Precisa-se de nm ama: na ra de Hartas,
brado n. 50, i andar.
so-
Precisa-se de una ama aue compre e enzinln*
para duas pessoas : no largo da matriz de Santo
Antonio n. 12._______________________________
fiT'io Imd' rador ns. (J e li
Agr & C qnesepdo augmentar o spu c-tab'-le-
cimenta pelo desej qne teem de n^lli >r scrvirtcni
e cuiiiprirein iioriiu;.lni'iiie os sens deveres, como
seniprpteem feitq, resoiveraui alugar a casa con
ligua, para em malor espado aconiinodarem o nu
mero de carros que hoje possuem ; pelo que fa-
zem o preste para scieneia do pul len, de quem
-P rama contiiniacao da eonfiianca que at ag. r*
t era merecido, sendo gratos a tixloi com queni
teein lid > lran Precisa se de urna ama
30, andar.
Ama
na ra
de Horas n.
Monte do portuguez
Eis a actual directora que eleita ha s-is annos,
a permanece na administrarlo sem apoio e
offenca da lei :
ainda
c* m
PresidenteJo- da Silva Loyo.
SecretarioJoaquim Gerardo de Basto?.
TliesoureiroJo; Alvw Lima.
Na estrada da"Ponte do Uchoa, Hita n. 1
precisa se do nina ra engommadeira e una cr. -
da para o servico domestico e ensaboado, paga-
se bem.____________________________________
Professor de ~U. H. do O' de
Olluda.
Precisa-se fallar com o Sr. Mannel Candido de
Lyra, na rna do Ligamento n. 37, loja. ______
(ASA DA VOKTINA
Aos 5:000$
Bilhetes raraiitidos.
A ra Primeiro de Marco n. 23 e casas do
cosiume
Acham-se a venda os felizes biftetes garan-
tidos da 4 parte das loteras, beneficio da Sant
Casa de Misericordia (157*) que se extrahir quiu-
ta-feira, 23 do crreme me .
PRECOS.
Bilhete inteiro 6fi000
Meio bilhete 3*r00
Quinto UttO
Em porco de lOOsOOO para cotia.
* Bhete int iro 540O
Meio bilhete 2*700
Quinto 1*080
Manoel Marlins FiU".
VJ O DR JAC1NTHO SOAREs REMELLO, *&
} ANTIO MEBir.u IIOMEOPA C
0 TUA,
g recentemenle e>t;.tieKcuto n^sta cidade.
J* mud'Mi a soa re-idenciada praca di0n- ^
de o'Eu n. 32 0ara a roa do lo perador 3ef
& n. 2o,eabri consulto-i 'junto au labora- j.
'r torio hi-meopalhico dos Srs. f. do P. Car-
9 dogt
onde todos o* dias dar consultas do meio J
da as 2 huras da lrd#, r*serwindo par ja
^ as visitas do- icihan-s os intemll?, qne JgC
^q deeorn m das !i huras da manha a<> me i i c
^ dia e 'las 2 ifl \ horas da tarde. A qnal- J
XX qner h ra altender rlnmadns, qoe Ihe aa
^ sejam dirigidos, quer casa, quer ao con c
CASA DA FOETNA
AOS20:OnO-:00
Ill'A I DE MARCO N. 23.
0 abaixo as-gnado avi'sa "ao publico, qne cora
quanto a nova le do ornamento tive-ss elevado
muito o imposto sobre os bilhte* de loteras do
Rio de Janeiro, coutinna a venJe les com as for-
malidades da lei, e pelos me-mos preces abaixo
publicados, p.gando todos os premios com o di--
cont somente da lei, e com a promptidao do co
turne.
PRECOS.
Bilhete inteiro... :'3000
Meios bilbetes... 124000
Quartos........ 6*000 '
Em quantidade maior de 100*000 na razao ds
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
mwrmwam-mmmmmmm
m TINTURARA FRAICtZA
55-Hua'la lmpeat iz-55 |
s

Creado.
Paga-se bem a nm creado de 11 a li annos pa-
ra servioo de casa e compras : trat-se no caesde
Aporlo n. 69.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o sen esrriptorio rna do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho- a
ras da manha s 3 da tarde. H
BIJRRHnR WwHDmm bBSBjBsIBb
Labonlaye
O principe Cao d'Agua.
( k Prince Catuche )
traduccao
de
R. A. F. F.
I vol. 18. br. 2*000 rs.
________LIt arla franeex________
A abaixo assigoada Ociara que tem retirado
lodos os poderes qne concentra aos D's. Antonio
Borges da Fo ceca e Rento Borges da Fonceca pa-
ra intentar qualquer aceio contra o seu marido
Ignacio dos Santos Coelho. Recife 18 de agosto
de 1870.
Frunci c Mana 'do OliTrtra Melb.
8
i
Aluga-se um wtio na Passagera da Magdalena,
coro boa casa e multas arvores de fructo : a tratar
na livraria econmica a) p do arco d,e Santo An-
tonio.
* --------------------j.-----------------------------------------_
Criado
Paga se bem a um criado de 12 a 18 annos: a
tratar na ra da Aurora n. 18, das 2 horas da tar
de em diante. __ ^ "_______.
>ocio
Quem precisar de um socio. para taberna, en-
trando Com algum capital, appareea na ra da
Palma n. 71. *
'ffarece-ne um ti tantas nabi-
litacoes para servan de agricollura ou caiwrre de
qualquer engenho 16ra desla cidade : a
rna Jarga d<> Rosarlo 8.
A verdade.ra farinha peitoral de
S. Bjnto.
Esta farinha nsada com vantajosos resulta-
dos nos padeeimentos dos orgaos do peito,
como asthma ou pn;hamenlo de catharros.
inflamacao de bote, plearizes e na pthysica ; re-
commendando se com ignal provello Has pessoas
convalecemos
nico deposito na prnrraacia e drogara.
DB
Bartholoraen & C.
34Rna larga do RosarioM
Precisa-se de moa ama para coinhar
ra do Qoeimado n. 50.
BILHETB> DO HI>>
Na Pra^a da Independencia n. 28.
Na rna da Aur v, dos mil
nos do HeCife a Ol
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta se, coma maior perfeicao, fazendas cm
8 pecas e em obras de toda* as qullidades ; ^R-
S como sejam : seda, lia, aigodo. Ijnbo, M
| chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se no loas e limpa-se a seccosem
^IH molhar os tecidos, conservando aasim to- ^|
j do o brillio da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei- 1
81 ras- X
mmmmmmmmm&mmxm
Ama

Precisa-se de urna ama qne cosinhe e engoc-
me para casa de pequea familia : na rna detraz
da matriz n. 28,1 andar.
I
Hmlem as 4 horas di larde, rtmbaram da casa
do S\ Keinpcha, no ce de Capibarbe, um relo-
gio de mesa todo de metal amarello, e mostrador
de porcelana com urna figura representando nr
cacador ; gratifica se a quem der noticiado relo-
gio n do al fregoea.___________ '
AVISO
Benlo Monteiro da Silva, encarrega-se de c
car encanaraentos para agua, e concerta bou
de qualquer systheni < mais ene
de qurtein outra qualquer parle, podo serpr
rado na ra da Imnerainz n. 43 A. ou ra K
n. 3o, b>ja du Sr. Jos BaptiMa Brava.
Quem prc
zinha e engorara bem, o
ro61.
Precisa-se
B. I.
de nma ama: na rna de H
rrec
tempero erv na m
Mp>
i


Diario de Peraambuco Terqa feira 23 de
5
rV
AO ARMAZEM
i
f i
DO
Este conhecido eslabelecimento acha-se constantemente bem sortido, era virraae aas
helaras que reeebe por todos os vapores e navios francezee, do* artigas abae menciona-
dos, preces os mais resumidos que i possivel.
GAIiV^UO FBAUCE*
Botina para -eahoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de militas outras cores, aortidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e precos mais baratas do que em outras partes.
Botina para borneas e neniaos.
Botinas de btaerre cordava-, lustro e pellica, das memores fabricas e escolbidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peraeiras para mantaria, das memores qualidades, de couro da Kassia, lus-
tr e bizerro. a .____^
naoatos de fcorracna para humen e sennoras
Teudo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo alim gde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimo?.
8patos de lustro para noniens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de dierenles modelos, de muito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tapete.
Sapatos de tapete awludado, de casemira, de charlote'e de tranca franceres e pqr-
tuguezes para borneas, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, Honda, divina, lavande, den-
triflce, de toilette, sabonetas, tintura para cabellos, pomada anfroisei para bigodes, pos de
arroz etc., todo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante J ravm, espe.lhos para sallas, quartos e ga-
binetes torJeadore de diversos lmannos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de !uva brinco? pulceiras, bolSes, crrenos e chaves de rebtgios e tranceln*, tudJ ae
uro de le, correales e brincos de plaquo, a imilacao e de mai c>'to do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lind..- ,as de msica, aiDuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distmctamente.
ver-se a perfeicao dos retratos, ohjsitos de phaolasia para toilettes, holsinhas e eetinnas
de eda do velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bnuquets de flores de porcelana, jarros pmprios
para calimetes e santuarios, quadros promptos para enllocar-se vistas, molduras oouradas
para qnadros, estampas finas de paysagens, cidade?, puras e de sanios, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chistes, bengalas, oculos, lunetas; ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de pnnnos,
carteirinlias para notas, tbsourinhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros dilTerenUs, ve-
neziana* modernas muilo conveniente para port-s e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bwilns mas, l.onlovards,
pracas e p.issoios de Pars, photoiraphias e caixinhas mgicas, revert*ros para candieiros,
tapetes de vidrilln e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinnos e
toucas de laa, carrinhns de 3 e 4 rodas muito elegantes para coniurr enanas a passeio ; e
oatras martas quinquilleras de pbMtasia, francezas e allemae-, a precos muito em coma.
Para este artigo nao ha espaco nem lempo para a mas-ante leitara da infinidade do
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
Ac
ua ae sanir a
Vende-se
Livraria franceza.
luz
Sindh.
M'
mi see* uno
mu imn
ou
)VI
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MAltlA SANTI3SIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passoe.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceico.
SetenaYio das Dores de Hara.
Offlcio das Se te Dores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carino.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena d N. Senhora da Penba.
Canucos de N. Senhora da Penba.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sanl'Anna. t
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2$000.
Tiie Liverpool & Lon-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companbia ingleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 4836.
Capital e I un ios de reserva
H8. l.Htt:130#
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades. gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e eslo igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamacoes.
Saanders Brothers & d,
Praca do Corpo Santo n. 11.
" ICAIXEIR.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna : na rna da Palma n. 37.
Attencao
Continua se a fornecer almoco e jantar : no so-
brado dama e*treitado Rosario n. 35_________
Precisa-se de urna ama para o servico de ama
so pessoa na ra de Sania Thereza o. 3. Paga-
se i em_______________________________
Engommadeira
A ra do Apollo n. 24, *> andar, precisa-se de
urna ama para lavar e eng. mmar, ptga se bem.
Ama
O dono deste estabeleCimento' pede ao publico em geral que continu a visita-la
ido as qoalidades e os precos baratos do ditos objectos por serem viudos em di-
propria.
sr tez, fflBRfifS flffS
Mi Uj
verificando as qual
reitura e de canta
z^*;
Na ra do Vigario n. o, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cojo servieo faca com
perfeicao e que seja de boa conducta.
da roa das Crines i
eos numrese* fregnezes
ultimo mais novos e exeellentes
Qu4Bn^Bn^Bn^H i
Erviftis para ___ BB^Bnl
Farias
Alenfl
I_ ----- _
qaeijo clrnedo'
Bamio.
Anlifr inado)
o ser lio oe superwr qoapdade.
aiat i
de an
Cal nova de Lisboa-
Chegada reeeniemenie no vapor Glihaor, ten
para vender Joaquim Jos Gungalves Bcltrao, no
sea escripiorio, a ra do Cjmmercio n. 17.
Bichas hamburguesas
Neste novo deposito rcebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bfchas de qualidade superior
e vendem se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qoalqner parte :
na ra da Cadea do Recife n. SI. 1* andar.
CEMENTO
O verdadeiro portland. So' se vend na rna d*
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins df
barro*
Doce fino.
De goiaba, laranja, limito e bananas, vende-se
constantemente ra da Marsilio Das, ouir'ora
Direita. taberna rto tinrgt. ^^^^^
i m s.
Novo sortiatento.
Mimosos cortes de percales a ?000, de dous,
am vestido : na ra do Crespo n. 25, loja da es-
quina.
ra a
is finas pira tinlias e coi tu-
tu'
liooo
100
500
500
500
60
m m (az
Chegou ao antigo deposito de Henry Porstar <
., roa do Imperador, am carregamento de gaj
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por meaos preco do que em ontr qna
qaer parte._______
Papis de agulhas francezas a H-
Jt a. \\y
Caixas com seis saboneles de fruta
Libras de la para bordar de todos
as cores a.......6ITOO0
Garriteis de Dba Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Grwatas de coras muits titfc a .
Grozas de bot5es madepersla fi-
pissimos a ..
NopellD de lioba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muilo
superiores a...... 600
Peotes volteados para meninas a. 40
Tinteiros com t0
Pepas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b nitos a 500
Duzia de saboneles muito 'finos a. 7a"
Saboneles inglezes a 600 rs. e. l200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Saboneles a forma menino moito
superiores a....... 240
uartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortijas de todos os
nmeros a.......10800
700
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i podras preciosas por precos mais vantajosos de
jue em outra qualquer parte.__________
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 3,dntga
luja do Braga
Oom muito man >r vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velbas: na
loja de joias do Corago de Ouo n. 2 D, ra di
Catinga.______________________ -
Ciuiprain--f paUrdVf hr-spanhes e br silei-
ros : n'> caes d" Rarnn n. 8.
nm grsndeespeih, estando o vidro em perfritn
estado embi*a a moldura estoja estragada : na
ra do Cabug n. 11, l-ja do iota.
Vende-se urna taxa fi ndiaa com 10 palmos de
bocc e com o peso de 1.378 libras, por preco com
molo : trata-s na camboa do Carmo n. 41
Farinha de mandioca
Vende-se na rna do Amorim n. 33 saceos com
especial farinha de mandioca, igual a de Muribeca.
propna para casas particulares, e por preco muilo
em cunta.
GRANDE
armazem de 1 uqa ruadolm-
pt rador n. 46
Neste estabelecimento alem do explendido sort-
memo que ha de looca. vidjros porcelanas e crys
taes, como-sejam : apoarelhos para jantar, cha e
toilet, ricos vasos de phautasia para flores e can-
dieiros a gaz, ha tambara uliimamente chegado
vanado sortimenlo de vasos de louca para plaular
llores, bustos, estatuas, pinhas, glcbos, leSes e
lindas figuras para tanques de jardins.
Chegaram lambem os magnficos caslicjes de
metal com mola para vela, nnicos que, as pessoas
que leem de noite, devem usar para nao canearen)
a vista.
Tambera chegaram a? tao desejadas bacias de
porcelana com bauvula, e por serem muitas as
pe.-soas qup as teem procurado, >e previne que
as vennam buscar antes que se acabem : na ra
do Imperador n. 46._______________________
Ven-Je-se no trapiche Dantas o
segu inte:
Milho americano.
Farinha de mandioca.
Epeiras de carnauba de diversos tamanhos.
Vrllas de carnnuba.
Alpista pos barrMs.
Yiiih Birde.-uix.
('iincnlii Portland.
640
240
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeilados a, .
Libra de linba franceza superior
qualidade a....... 2^400
Caixas de palito do gaz a. 20
JoaquimRodnniesTa- |
vare< de Mello, f
Praqa do Corpo Santn. 170
TEM PARA VENDER : j&
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia. s
Viuho Bordeaux. ^
Fa ello d- Lisboa. 3
Farinha pmnniri. m do SrXSK" n"fi Gin & C, ditas para costura, mo .res para animaos
ditos i' r So r cafe de lodos os tamanhos, da fabrica du lapi, wpingardas de
J"?? (no francesas, loo.-a de p..rcei;ina. lacas e garfos
, ...-jas chinelas, salitre, bren, barbante, enxofre, papej e
Iba para fi'gueteiro ; assim como eneontrarao <
mente grande p.tn,* d*>
eemhumero de objeems, qne se l 'rnaria _
nidat Tito 1vkW9, antiga loja do Bi aga.
de di-.. illadj a \>
liraalha de I rru. ac. <
racebe >e enc<,mmenda de fogos de vista, alem de um
enfadonho numera-los : venham ra Dircila n.
ojo de

Farmha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Cathanna, chegada no patacho portuguez UUitta.
tundeado defronie do trapiche jo 8r. Barao do Li
vramenio : a tratar no e>criptorio de laaqnw
Jos Goucalves Beltrao, ra do Cooimerciou. 17,
ou a bordo do referido navio,_______________
Especialidades.
ros do Jardn n. 43 deseja-se fallar cornos
seguiotes seohore':
Antonio G incalves da Silva, senhor da engeuho.
Manoel Poicarpo do Aevedo.
Jeznino Augusto dos Santos Fragoso, ex-pren-
Damiao los Martin i do Olivera Ignarass.
Fernando Barata da Silva, en enho Morojo.
Frederico Augusto Velloso da Silveira.
Jos Hermino Pontual.
Joaquun Cavaicmtl de Albnquerque Filho.
Antonio Gomes Cordeiro do Moli, conhecido
por Tolo, Iguarassu ou juuiu, das 8 as i ho-
ras da manhla.
Campos com armazeii
olhados a na dolm-
dor 11. 28, vende como
Travessado*Queimado n. 5
ti .racio Antonio Mangabcira, propretario deste
ostabelecimento, tendo feito urna grande refor-
ma no s-u bom conhecido esubelecimenio, faz
freguezes, que se acha de ora cm diante com um
nmpleto sortimenlo de charutos de Ha va ha e de
oda* as qualidadcs, cigarros de palha do Rio e de
liwrsasqualidades ; e recebo sempre por todos
os vapores um completo e variado sortimenlo de
ponteiras para charutos e cigarros, boleas para
fumo o fumo do Para ; assim como um grande
sortmento de cachimbos de. todas as diversidades ;
a se vende por menos 10 por cento do que em ou-
tra qualquer parte._______________________
Xarope E' um dos medicamentos que sua efficacia as
nfermidades, losse e sangne pela bocea, lironchi-
tes, dures a fraqueza no peito, escrobuto e meles-
lias de flgido, que melhur tem aprovado.
Tintara de maapuama.
A celebre rail de marapnama coja energa effi-
cacia as paralysins, imporpocimento etc., muito
?e recommenda.
Tolos esses preparados 8B encontram na phar-
macia e Drogara de Bartholomeu & C.
!iRa larga do Rosario34
nico deposito.
Far'iih de mi ho.
Vende-so 4ir\raqnl brra4da milho muida,
lina e nova, a 120 rs. a libra : e tanib--m farinh..
-;i a 100 r?. : na ro d f.oiov lio n. i'.
HOJE.
No Bazar da Moda
RA DO B\HA0 D.\ VICTUlA
.(Outi'oia .N..V.)
Artigo de alia moda em l'aris ehtgados pe'o
ui.no paquete viada da Bnmpa.
Para senhora*.
Chapelinas de palha de Italia com ricos e ele-
gantes enfeites a uliima moda.
de cores e pretos para montaras e pas-
seioi
Grnaldas e capellas de flores de larangeiras
para noivas.
OtihiiIi n de cambraia b?llamente onfeitados.
Enfeiies muito lindos para .-abeca.
S.irs brnraa bordanan e de coros.
Cachins de laa de bonitas cures.
Sintos de diversas quali la
Sah das de baile o que ha de melhor.
CasaqQinfa s de renda chaiitely pretos.
Chapeo-inhns de setim para sol.
Baloes de cores e brancos para senhoras c me-
ninas.
Lagos, gravatiohas, espartilhes, lencos, meias,
t te. etc.
Para homom.
Manas 9 grvalas do ultimo g isto.
C l'Tiuhus de tiutic bordados e lisos,
Seruulas de hnho.
Camisas de meta.
M"ias de superior qualidade.
Lenco* de lineo e algodao.
Chapeos de sol com cabo de niarfim, nglezs.
Para menino-.
Coslurres oricnties de fasta de .cores muito
b'in t afeitados.
Vestuarios de diversas qualidade. para )kplisados.
Chap isinhos de sctim e merino.
Sapalinhos de setim, merino o lia.
Toncas de todas as qualiddes etc. etc.
Vende-se tud por baratos precos.
Vende se um cabriola americano em per-
foilo estado etii as>ento para dnas a quatro pes-
soas, quem o ireleiider dirjase a ra do Impe-
r d-r cocheira n. 25, que achara com quem
tratar.
no jrapi< he, caixasflom bar
tat* n VaS de Lisboa a OtO enra rpida elnfalllvel doscal-
m j Mn los, pela pomada
mil res cada urna.
A .ellas que estilo se aca-
Ama
1 de orna ama para casa da f.milia,
bem : a tratar na ra d. Queimadq,
o Sr. Anifirjw Ftrrsira ia Silva o ub-
ilCIO.
irles :
dr Barro*,
wewtrea
fin
Cialopeau
Deposito especial na phsrmacia de Bartholomeu
&C,
3iRa larga do Rosario34
Ro- nte-rheum tico.
* Remedio efflcacissimo contra as dres rhouma-
ticas at hoje o mai? conhecido pelos seus inara-
vilhosos resaltados.
Dase 1:000 a premio sobre hyj> nli
sendo prunriedade que agrade, se ia/a xm- di-
Rui d<> respo n. 25.
Sedas de cores miudinhas a 11
COU'.ll \S ADAMASCADAS superiores
de cores a 34.
CHALKS DE MERINO' de cores e pre-
tos i 2*3(10. .
MADAPOLAO FINO superior de i pal-
mos com to inede avaria a6{a peca.
AL.ODA'iZINHO com 18 jardas a
2/800 e 'i a l'eca.
i AMBRaIAS FINAS de cores a 280 o
eovad". .,
CHITAS.SUPERIORES do cores a 20),
240 p 280 o eovado.
MIISSELINAS BRANCAS linas a 400
rs. O fioViln.
ALGODO AZUL com 36 covados a
o a i*M. N
MEIAS DE CORES para hornera a o3
; a du'a.
l)AO SE AMOSTRAS com penlmr, na
ra do Crespo n. 25, loja de Mane el Dias
; Xavier.
Continuaru a acbar-se a venda na na Direita
botica n. 88, os mu conhecidos e acreditados re-
nedios da veame, e onlros diversos medicamen-
tos feitos em Pars, bem como o xavopes de co-
deina de Berlh, de rbano olado, de indureio de
f-rro de Blancard c as pilnks do mesmn, pei|i>ral
>e cereja, pos de Ros, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pilplas i>n ronfeilos de lii--
iniho de Chevrier, e onlros inedica'neim s cuja
in i.'enca quando empreados as d"i; ;
vas respiratorias nafl d'ins rlieuoiaticas. na
amarellido, na i ;[ c muleta ou irnpulandade
de menstrtn, na*'"iiarrhs, i! ei .: i! > eorag5 i d i estomago, tem .ido e hicootestavei, i m
v sla dos beoefleos resultados das experr,i"niaro"s
ou uso que diversas pessoas delles leem feito, as-
sim como das pilulas detomioadas hravinis n-
e(.[ii|iaraveis em sua effieaeia nos acommettmen-
los febris ou sezO'S ; exi-tindo lambein na mesma
casa, alm de sufflciente quanlldade de Tlrogas,
um nao peqaeno Mtrtimentn do limas, oleo de li-
nhaca e piiic:s, |ue se tndem per menea do que
em outra parle.
A MU! AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
Hl KHAV & JLAXMAX.
He o ifiajs deliado e mimoso e ao mes-
mo.lamp ornas esta^U de todos os per-
fumes, e encerra em 64, no seu maior auge
de excellencia, o propiio ai-oiHa das verda-
deras flores, quaudo aiuda ua sua flores-
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio'coua as dores de
cabeca, nenosidade, debilid.ulc, desmaios.
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa efficacia e nao tem outro queo
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, toma-se um dentifcio o mais
agradavel e excellente, dando aos denles,
aquella alvurae aperolada apparencia to
altamente apreciada e desojada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias' impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu flagrante aroma, ella
por certo nao tem igual : e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor>
na-seum meiomui excellente, para fazer
remover do sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, obulii'es, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfigurainentos, e que tanto desfei-
am as lindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'utn estado de d!luu;ao, destem-
perando-a numa pouca d'agua ; porm nc
ratamento de qualquer espuia, usar-se-ha
della pura cm toda a sua forra. Final-
mente como um admitavel meio de com-
municar as feices trigueiras e paludas.
utna pelle macia c d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal im, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at bo-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua e Florida *de Miiuiay
Lanmav
As imilagoes que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente imitis e invaliosas ; por-
tento recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que cnham toda a precauco
e cuidado, de quando compraren!, estejam
certas que compram.
A GliM'INV
AGUA DE FLORIDA
DE
M'RRAY d- LANMAN.
A qual preparada SWMBle petos nicos
Propriotorios,
LANMANN dt KF.MP, DE OVA YORK.
\cha-se a venda nos estabeledenlos de
\. Caors,.!. da C. Bravo, & C. V. Mau-
rcr A C: A. A. Harboza Bartholomeu. & C.
Flor do fumo.
o
s
o
u
o

Chepou h"jo pelo apor Tem-
tns fumo picado para cigarri a h
cachinibos o iiieilvr que lia ne.-to
(tenero fahrfiadn no Para pr J'^s
Julio Sao paio Pires, nico dvpoei*
to em Pemambnco, ni Pr jada
Independencia, lja Jo Calcados,
de Pjrto & Castos.
A eile ame; qae se. arabem ;
remessa fui pequeua
O
*
O
B
o
Flor do fumo.
Vende-se
peiru-a tular tu-Ca..o Ara^ua 16.
**wjpr,M
ao f Adegw di SlvlWuo.
m> aun'uncio do 5r. "Manoel Ja-
e;dim frimes de Son e li9Tr no Jornal do He-
fe de 46 e 17 do correte, tenho a dizer ao mes
mo seohiir qne me devedor da qoanlia de *6d8E0
lm(i*tt-d* genero* qn* Ihe foru,ci para o sen ae-
tabolermiento no beeee #>'Jd> Caetan, efe*o
c nsta dos seus vale n mea po-ier.
Jos Miguel o
iEncouj/nae etiro af?eo e |>.

mesmo sobrado.
ACORA SU.
No Bazar da Moda
UA DO BARaO DA VICTORIA
(Ontr' ra Nova)
VKNDESE
Lindas lazendat para vestidos.
Da alta moda de Pars I
De superior i^ualhlado !
De bellssimo padroe* !
De decadissiinas edres'
A saber :
Gases florentinas, nordade !
P oipelinas lavradas.
Grosdanaples de cores e preto.
Sdiinrniacau de cores.
Cortes para vestidos de grande n.)vidade .
aa do altiiuo gotfc.
fuslois de cores.
P.reaieas de melhor qualidade.
B rej'S com listras.
La-izmhas de diverso prej.
AliiacH de coi es lavradas e linas.
Chitas escura- muilo fuperi h
Fil de seda baso c preto, liso e com Mipico?.
Dno de algadao
tuipuz d
li mo
eiiht ^^^
' Brctanhi--.
Tnd
am sobrado cm Olinda, na ra de Malinas Fcrre-
ra : a tratar na Boa-vista, ra do Visconde de
Albuqoerque n. 14; 2- andar, das 6 s 9 horas da
rnanhaa, e das 4 s 6 da Urde.
oir. "7
Vcnde-se um grande s brado na ra de Malinas
Ferreira, com quintal murado e muilo boa cacim-
ba, precisando o sobrado de concert : a tratar
nohotM da ra de S: Beato._________________
Aos vidraceiros
Na ra Direita n. 18, loja de fnileiro, vende se
vidros de todos os tamannos, mais barato do que
em nutra qualquer parte.
Fart lio.
Vende-se saceos com 90 libras de farello no-
vo do Chile a 4*500 : ra da Madre de Deus
b. 7.__________________________________
Emfim erogaran-.!!! -
0 Pacilhao d'Aurora i ra da Imperatrz n. 2,
receben pelo ultimo vapor o mais completo sorii-
meato de cortes de vertidos de seda, eslampas c
po.".s inteiramente novos e de superior quali-
dade ; vieram juntos igualmente ricos cortes de
vestidos de blond bordados, perojas para casa-
meirtt assim como popelinas, padroes novos e de
lindissimo gosto ; e muitas outras fazendas para
vestidos igualmente novas o desconhecidas no
mercado ; indo se vende muito cm conta.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
tle Niclheroy.
Uuieo deposito cm Pernamb'uco caes da alfan-
depa velha n. 2. I' anda. _______
MURA
CAL
Vende Joaquim Jos Ramos :
n. X. 1 andar.
-------------T*
na ra da Cruz
Vndese laa de eanna a 280 rs. a libra, em
porcao faz-so differenca : na roa de Hortas, ar-
mazem ii. 2.
Attenqo
Venda-se dnas carteiras homeopticas, urna de
48 tubos e outra de 2'. perfeitas, e as obras ho-
raeopuihicai dos Drs. Jahrr e Coehrane, por preeo
commodo : na ra estreita do Rosario n. 19, -
andar. ^___
Vaccas

Veode-se urna vacc de raca, parida ha pouco
lempo, e Oia ovelha da trra lambein parida : a
tratar no viveire do Moni., ra Imperial, das ti s
9 horas e das 4 em iante
Yende-.-euuia machina de costura muilo boa.
urna cama -e'casal em meio aso ; e na mesma
trocir urna perfeita imagem de Cliri-to : no
Correilor do Bispo n. IB.
PoF^OOO
Lindos espanadores di paiha, fortes e econmi-
cos a l : na ra do Crespo n. 25", lija da es-
qnina-
io preto e branca
m :
Armazem do porto to rapim n. S, vende-
*il lijlos inglcz qmlidad, canos vi
dradis de id;- 'los quadraflos
.0 pflmoo,
exaiois ladri
quem
k^k^k^Hm"!
A 64000
Vende-se calcado francez Udnedo, tjbra boa,
pelo diminuto preeo de 6 : venham a rna da
Cadeia n.bO A. loja do miudezas confronto a la
da Madre de Dos. ____
Acabam do ebegar ao GRANDE BAZAh
UNIVERSAL, i ra No\a u. 'J-cahneiro
vunnaum Cbrupllo ^orBKDtO de tna-
chmas para .coswra, oi autoras mais ci -
ntiecidob, as qca s eslo eiu expsito nv
roeshio Bazar. jai.niijiiio-so a sua bon qua-
lidade, o tambern ensina-se cm peifei
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no sou trabalbo ao de 3U cestu-
reiras diariamente, a a sua perfeicao tal
como da melbor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos ejecutados pelas mes-
mas, qoe muito flevenj agradar aos pretcn-
dentes. ,
KA
L-iia flor Ha boa-vista
J DE
I. lo F. fe H. Cnimarc
Chita- escolas e claras, eovado a 200, 2tf) e
280 rs.
Cambraias de cores lisa?, eovado a 200, 240 e
Laa com listras, e miudinhas, eovado a 200, 5S0
aSOOrs.
Drim pardo trancado com pequeo toque, metro
a ;00, 500, 500 rs.
Dito? decores, puro lioho, grande peemnen?, a
14, l, 14000.
Diio* de dito, algodao, boa qualidade, eovado a
360. 360 e 400 r>.
Molskirw paia calcas, fa;cnda nova, eovado a
IOO, 900, POO rs.
Cortes de calca de casofnlra prcU a 35t>
4O0.
Diios de dita *e quadros de enra a 70UO
124000.
Calcas de brim paa e-cravns a 40 e 14000.
Caiuisas de riscado para eseravus a 800 I400i.
Pecas de algodao e madapoln por prejo? ba-
ratissiinos.
48-RUA DA IMPERATRIZ-48
Junto a padaru franceza.
A 5^000
Venham a ra da Cadeia ver as bonitas botinas
decores para senn-*a, pelo diminuto preco de
5000 ; venham, que esto e acabando, na bem
cfinhecida loja de roiudezas confronte a
Madre do Deo. _..
ra
Taberpaa a >eoda.
Vende-se a taberna da ra de S. liento n. 19
em Olinda, urna roa do Pilar, n 108 O motivo d?. venda e achar-
ar de re-
tirar se >nra fra da i ______.
Mantel g a

a libra :
CANDIDO ALlKUTuSODHEDAMOtTA AC.
com escript"ro e arrnatem Iravessa da Madre
deeu* n. 14. tem para vender o segurte :
O'IH de muito boa qualidade a 1*200 a ar-
roba.
CIMENTO POHTLAXD, verdadero e de primei-
ra s' re.
VINHO BORDEAUX, desdo o mais fino e espe-
cial ; ni m
CONSEVAS FRANCEZAS das mais snpertores
qualidadcs. atada nao' bem conhecidas noste ti
radn.
PAPEL de diflerentes marcas para eigat
DITO PINTA
ilc.
Acaba de chegar artefacto,

estado : na camba do Carmo a. lt
.m b'ju


I*-"**
p01
ambuco Terca /eir 23
<\e Agosto
GRANDE
BAZAR DO
60-RUA DA MPEMTMZ1!___________
DE
SILVA, FIliUEIREDO 4 C.
Keste mwrante estabelecimeoto encontrar o respeitavel f ublic#. na rande e miado sortimento de aiendas dn rmis
aparado sosto e todas de pnme-ra necessHade, que se szsxwsEszrztx ttzxs!s:aL TO~t~ Eras
^^f^?*8 A ""I?' C0,ITES BE UAESOOCEZES A 0O0OI CAMISAS DE EMNEIUS A W0O
,. LS. to,s '">a ai> em wo pap.l,pe!o tanto sorUvaato con iodos oe lutfgho.dui-.
.* ^XSLT'JS ^SSASFRANCEZAS A U^.O OOU^T^Z^ZZ'XZ *S
calcas, palitos a colle e*; vende-se a 4*000 no i. .,7.,LJaT
o cavado o q;e em oulr, qua.qoer paxte No Bazar do Pav^vende-se om grande ti e 7m"K^f JE
n3o se vende por menos deW; egrande sort.ment de cassas de cores, par acabar. nulidad.! "* ww' 6d0 ,fle mu't
BRINs"df' IJVHrt HP car a i jma V! "' .co*>d,as nniasimas francesas Grauoe pecbinelia oa No Bazar d"'av3o fezS? urna* randa ***** .M,d,!hM .adal 56 e ^ N BaZ T ^^ e,*se W>*> com-
rJ.; a*d?' ff ?. fl metro; 83o man., barata-. pra em cilio, de tinisimaj emitas lucir-
ZS. A S ftnM de^b0 r/ 6r ORGANDYS BRANCO E DE COR zas com pe.ts e pono! dUfeo sendo
u,T rinSrP"8para M,c"- P,',1S' f Bazar d0 P-ao vede-se os mais com eullariohos e de Los os nnme^s a
^TS^iS2mai0fftV0rtnT^ b0Bl089 moi.o flo..8 organdys com listas 4flK.O cada urna, difas mcSZIbis
S?3? r hgTe qe ? ha Ur*a8 e miu,1as l00 a dUu Usas, porm faze da nWstraa a 1*00?; S
barreHa que lbe tira a cor, e vende-Rea foenda ditosric es. finissims padroe*. ioteira- CAMISAS BARATAS a 2f*800.3,OCOe%600
mele novos 0 re. vara: pemincua. NO Bazar do Pavao vende-se urna gran-
GROSDENAPLES PRETOS de por^o de casemitaa masciadas, t^nito
Cbegoa p^ra o Bizar do Pavao um gran- encorpadas a 25600, ditas limssira6 comj
de sortimento dos melbores nisdenaples msela ida Reda a MfcOO, 4itae modernas
pretos qua t -m vin-lo ao raercado, que se de qoadros, fszenda de rauito costo a
veiid^moe WnO al 55oOi) o covado ; 3^1000 o covado ; apmveitem.
sao tod<>a muit<> em coma
T

ii200 o metro desta excellente fazenda
MA0AP1LO F1NG A 6/JiOO A PECA*
No Bazar do Pavao vendern-se pecas de
ma dapolao Qno de moito boa quatidade,
tendo 22 metros ou 2 i --aras cida peca,
pelo barato prego de 6to60, por >e t-rem
comprado um pooco enxovalhadas; pe-
cbiocba
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O B^zar do Pavao vende rouilo boas chi-
tas inglezas iocarriadas adam*c adas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo faz*n
da que em q .alquer !oj-t se vend a 320 rs.
e bquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa-
vao.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegoa para o Bizar do Hav'o, um sor-
tim n'o dos mais elefantes cretones fran-
cezes de cores 13xas, propnos para vestidos
e ronpas de meninos, e vende-se a 6i0 rs.
o covado.
TOALHAS A 74300
No Bazar do Pavao fez se urna grande
comn de tnalbas alcocnoadas, proprias
para rosto, bastrnte eocrpadas e grades,
que seropre se \enderam a:l12<$()0. e li-
qaidam-se a 7-500 a duzia^ou a 640 rs.
cada una, boa pe hincha.
CHCEOS PARA MENINOS A 25000
O Pavao vende um gnnde oor.o dos
mais bonit >s coaposibos de palba da i ta-
lla propnos para meninos de todas as Ha-
des, sendo chap is qoe valem 5-5' 0 even-
dem-se a 2i000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINH03
200 RS.
O av3o vende chitas ou ri cadiohos miu-
diohos cor de rosa e rsinhos, proprios
pira vestidos e rmipas de creanQ.s a 200
rs. o crvado. Sao moi'o barato*.
LA^INHAS COM PALMAS UE SEDA
Cfceon para o Pivi o mais bello sorti
moto das miis brilh.-ntes ISaunbas claran
com bonitas palmiDhas. de seda; ten !o lar
. gura de chita france-a e veide-se a lOljO
o covado grande pechincba.
ALPACAS HUSMAS A fil) RS. 0 COVADO.
V^ndem se as mais m dorna e bnnitas
lpicas matsada> com paluii;ih-s, muitn
p oprias para vestidos de senbora e d> mf-
nioas pelo barado prego de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVABOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chegou para o Bazar do Pov3o um gran-
de 8ortimento dos mis benitos ojrtiaad borda o?, proprios para camas, e janeilas,
qoe se vendem de 103 00 al 203 > 0 o
par, assiui como o melbor damasco com 8
palmo- de largura a imitaco de damasc >
de seda, proprias para colchas e propia-
mente colcha de dnnsco, send os memo-
res e mais bonitas que tem viodo ao mer-
cado.
SEDAS-DE L1STRAS.
No Bazar do Pavio vende-se urna gran le
qaanii ade da* mais elegantes sedas com
listrinbas, tendo de todas as cores e a<
far'a-cr ; fazenda que ninguem vende por
menos de 25400, e hqoida-se a 20000 cada
' coa 'O; o moito baratas.
SEiINSDE CURES E GROSDENAPLES.
No Bazar d<> Pavio vende-sa um sunimeo-
to completo dos melb're setins e grosie-
oapies de todas as cores, que se vendem
muito em coma.
I.AANSINHA A 30
No Bazar do Bivio vende-se am elegaate
sortimeoto das mais bonitas laasinhas imi-
tacio depoopelioas, com listas de seda miu-
dinbase de urna s cor 30 rs. cada cova-
do.
POUPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
N-> Bazar do Pavo vende-se nm elegao.
ie sortimento das mais bonitas poupelinas
de 15a com listas miadinnas; sendo todas
qnasi de orna s c6r, 400 rs. o covado ;
e baratissimo.
GRANDE PECHINCHA, G'JRGURES
DLA,
Para vestidos a 400 rs. *
No Bazar do Pavao fez-se urna grande com-
pra de liazinhas muito m -durnas de u ca s
cor. que pela sua boa qnalidade se Ihe deo
o t'tuto de gorgurio de lia, sendo faznda
mu to larga e veade-se a 400 rs. o c vado,
tozada qoe se veni3 sempre a liJOOl),
grande pechincba.
Lias furia c jre a 400 rs.
No Bazar no Paviende se nm elegente
s irtiment de liasiohas a fert cores que
brilbam igualmente as sedas e vend<-m-s i
a 400 rs. o covado, fazeoda que vale moito
mais idinheiro.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do P va i vende-se nm grande
soriimenio das roe hores camoraias bra cas
transparentes, t-mde335aa i l-fiOk
peca, mus suis.sas finissinas com 8 pal-
mos de largura a 2)0000. 2#500 e 60y 0
vara, ditas victoria e tapa as da mais inf-
rio* at amis fina qoe veai ao mercado;
tujo isto se vende moito em coate.
MANrELLETES DE FIL
Ni Btzir do Pivio v^rnie-se modemissi-
mos mantelletes cu basquinas de fil preto,
om Ihqo, pelo barato prego de 10f)000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SALAS A i 3000, 10280 E
1#H)0 0 METRO
No Bazar do Pavo veud^-se bonita fazen-
da branca .ncorpada para saias, sendo gom
b.tbadose pregas de um lado; danto a lar-
gura da fazenda o comprimeoto a* sata, a
qual se pode fazer com 3 >u 3 i|2 metros,
e uene-se 10000 e 13:280 e 1600; assix
como tambe o no mfsmo est-belleclmento
seveade bonitas >a>as brancas bordadas ten-
do 4 palmo cada urna, ditas de lia de
cie* j promptas urnas tom barras diffe-
reriUs, da me.-m< fazenda 430O e outras
com barias bordadas 630O) e 73000,
ludo isto moderno e Daraio.
ALGODO ENTESTADO PARA LENQES.
No Bazar do Pavao vend-se o m-Thor al-
gndo inho amiricano e festado p'.ra len-
gn*, ten lo liso e entrancado por prego
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav3o recebeo-se um elegan-
te sort ment dos m res spirtilhos: que te vendem por prego
mnio em conta.
PANNOS DE CBOCH PARA CADEIRAS
O Bazr dQ Pa-5o recebeu am grande
Bortoii'Bto do melbores pannos de croch
proprios pa-a cadeiras de balanco sofs,
pian s, t mboretes e at proprios para cu-
brir aim< fidas e pratos; vendecdo-se por
menos do que era qualqtwr parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 1A0O0
Ch^-ou para o Baiar do 'avo nm ele-
gante 'ortimKnio de merinos, muito leves
de urna s cor e c.m as mos lindas corea,
prprins para vestidos er.upasdo meninos,
cun'aas biurns etc., e veode-se pilo
bar to prego ce 13000o c vado; bonita
bwnda
Laasinhas tran-pren:es a 500 rs. o covado
O 'a> reetb-u um bonito sortimento
das mais elegantes laasinhas transparentes
propias para vertidos, que veode a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo veode-se sa jerior
bramante d'algoda com 10 palmos de laf-
gura a l380uo metro, dit-i de linho coro a.
mesma largura a 23800 cada metro, paanos
ds l^nhodo p rtocnm i i i palmos de larplra
de 70ail3 a vara.,assim como nmg ande
sortimento de Hmburgo ou creguell-as le
'odns os nuuer s, preg-s ou qaalidaies,
que se ven iem mais barato do que cu en-
tra qnalqner,prte; aproveitam-
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pa^So o mais
legante lortiment de tapetes jrand es, pa-
ra sfs, com 4 cadeiri-s, d t s maispequf-
nos, para duas ca leiras, ditos para
oanos, camas, portas ; et;. vende-so por
menos do que em outa qialjupr parte.
lOLCHaS BRANCAS A 332 iO,-305Oti E 73
Para o Bazar do Pa\5o chegou um gran-
de sortimeot i das metonres oiciias do fus
to, s ndo oas melhores e maise corpsda-
que tem vindo,* a 73 0 citas um pouco
mais abaixo a 5350 o ditas a :3(KiO;
tambero no mesmo estabjlecimento se ven-
de um grande snrtimeot > d 5 cret mes e cbi-
t s. proprias para colchas, que se vendem
rauit em outa
GORGUItOSS O POUPELINAS DE SEDA
A ?30LOCADA COLADO.
Cbeg u para o Bazar do Pava > um e'e
gan:e sortimento das verdadetrs poopelinay
de linbo e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 230Ocada. ovad.-,
o que em outra q Iqner parte nio se van-
de p >r ments de 235'JO, prefine-.-e que nao
sao a'godio e seda, como ha muitos; ma-
m puro linho e seda ; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditad, Ba ar do Pava eocootra
r o respeit^vel publico um grande sorti-
meoto de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodio e de linho,
para todos os pregos e qualidades.
Ceroidas de linbo e algodio.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Cajgas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguars
De todas estas roupas ba para todos os
)regos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
e aceio quaiquer p^gde ohfa a capricho
ou goto do freauez, tdndon'este importanr
te estabclecimcnto t .das as qualidades de
oanno fio o, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores bros,
qur brancos, qnr de cor; e qaanlo Quai-
quer ebra nao fioar ioleirameate ao gosto
dos fregnezes u\a por conta do estbeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pa\5o nm elegan-
te sotiiment > de cba'es de merino de cores
muo bons com padres muito decintes
para quaiquer nma senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem viido ao mercado, e ven-
de-se por prego muito em oonta.
BABADAH3S
DO
BRAfiO M OURO.
Raxlo Imperador q.^6
Orespit ra^ ne8l.
estabelec|ecto diariapienuj om ampete
sortimento de paslekiria, bollos ingezei
podios,nfdS'del, prgserrtos dta ultimo'
ofaecalQS lo arfao, salan; da lio, bo
liobos finos de todas as qualidades para cha
amenioas c fritadas, confeifos, bomboina
pastilhas, chocolate francez em libras, pa/
tilbas do mesmo .carlufua e carteiras con
seis charutos de che-late cada urna, est>
sortimento e chscolate do mais acredita
do fabricante de Pars e o melbor que aU
;hoje tem vindo ao morcado.
Vinhos portugueies, figuera muito sope
rior. Os mais genuinos e suporiores vmboi
do Porto, moscatel e Setubal, o illust,rad<
publico encontrar ueste estabelecunont
por commodos pregos, fazendo-se abatimeo
ito a quera omprar era porgao.
Os dono* deste estabelecimecto nio si
tem poupado a despezas para melbor m-
recerem a acoadjuvago do Ilustrado pr-
blico. ______
A Nova speranpa
81lina Duque le Caxlas91
guando a NOVA-ESPER,VNCA anuncios expondo aos secis iregaezes e a
todos em gara I perioridad de soos objectos nao com vis-
tas de atrair a attenrao de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despe,
e sim para scientificar (n interese de todos)
a qualidade de seus objectos o qnaes sao
sempr*e de apura lo gosto e perfeiVao; tor-
uando-se quasi indispensavl para -aquelles
rpreciadore (do boro) frequenlarem a No
va Esperaaga, pois que elfa qpricLa em re
ceber constantemente, o que ha de melbor
relativamente a sua reparricio: o que se po-
der verificar quando era quaiquer reuniio
de pessoas (amanto* do xiqoe) \-se um
bonito enfeite on om bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'ura alvo lengo,
um moderno a linde lago, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc. todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (o as ve-
zes uns aos outros.) este* sao objectos
comprados aNOVA-ESPERANCA: realmen-
te !!!! procurar descrever em aonuncios os
artigos que cont^m dita toja, seria trabalho
insano e nunca o fariami s cora aquella
graga e perfeigio com que sao elles fabrica-
dos, assim pois aNOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos garalmente.
vistarem-na para entio ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma toja.
1ttna Deque de Caxiaa*1
Laa para bordar a
5^500 a libra
O Cysne, ra 4o lmperairiz n. 6i, acaba de
receber grande e variado sortimento de ta, a quai
vende pelo baratsimo prego de 5500 a libra,
coras sorlidas.
j^kf
1 HTC
cabelleBro fbancez
51Baa da Cadeia do Becife51
Chama a attengio dos seas innmeros freguezes, e do respeitavel pnblico m
Jtfal, Baca a segoiote tabeUa do* proco de na casa, os quaes lo Tinte por coal
ais bmto do qoe em outra quaiquer parte:
telteiasMiit senderas
-mm e. 40*000
Wtes parahomejp a 35, 403 e 5O300O
Soquea a lXlU 1$ 203,'
|53, 304 e.....
S^ntea a 124,45* |83, 203,
853, 30* e.....
uaphos ou crespo a 34, 4*. 53,
W, 74, 84, 93 e. .
Tranga de cabello para annel
rranga para braceletes
153, 204, 25 e. .
a 103,
OiiOf
323060
103000
I40OO
304000
Cadeias para relogio a
n, u, 94.. m e.
5#,W,
Iwo*
Coate da cafello,.....
Corte da cabello coai friego. .
Corte e cabello com lavagem a
com limpezi da
cabega pela mecbina elctri-
ca, nica em "Pernanmuco. .
Frisado ingiera on i franceza.
Baarba.........
140H
ASSIGNATURAS MENSAES
EspeciaJidade de penteado* para casamento
Baile e soi*ra
O dono do estapelecimento previne as; Recommenda-sa awpeiior TINTURAi
xmas. Sras. e aos cavaneiros que ha um PONflEA para eaegreeer os cabellos e bar
laiio para tintara dos cabellos e barba, as- ba> UDca admittida na Exposicao UmvereaJ
lo nesse servigo._____________________\mmde scien-ias de PARS E LONWU
SCOLA PH ARMACEUTICA DE-PARS
Medalha de Prata 1860
UQUEUB
nrilODDRQIV.GQIVCEIV
GDYOT
EXTRACTO DE LCATRAO.
mclhor prparafao insuma,,,, e regulada ent
do,e, da AGUA DE AI.CA7IUO.
!**f cotherada, fronde, de liquido por cada
litro de ai-ua, ou urna eolherada pevuena por
cada copo grande.)
Exigir a firma do inventor. /?
Deposito Cehax, ^iSf.L.
KnedesFraDrs-Bargeois, 17
Em PARS. 'r%.
Dkmuito : no Dio de Janeiro, Diiponchflle; na
B1A10, Sv LoTies; na Pernamiueo, P. Mjurcr
l'."; no Maranhat, Fcrrcir el C".
mam mm
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa sejentificar ao respeitavel publico m
pal, e em particular a sua boa freguezia, da immenstdade de objectos que ltimamen-
te tem receido, justamentequando ella menos o pode fazer e porque essa falta maa-
lunlana ella confia a espera na benevolencia de todos que Jh'a aUendera e relevaro
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida Ir ja da AGITA BRANCA roa do
Qoeimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de snperioridade em
qualidades, modicidado em pregos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima fica dito se conhece que o tevpo de que a AGUIA BRANCA pode
atspi', empregado apezar deseus custos no desempenho de bem servir a aquellos que a
nonram procurando prover-se em dita toja do que necessitam, entretanto sem ennorae-
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cua importancia, elegancia e novidade os tornara recommendaveis. como
bem seja :
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melbor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pin sai.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para bao.
No vos stereoscopos com 48 vista, aa
quaes sao movidas por um macbinismo
urnas substitnem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
.Corpinhos de cambraia, primorosamente
nfeitados com fitas de setim e obras essas
^oja novidade de molde e perfeico de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
dades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coreee desenbos, tal
o grande a variado sortimento que acaba
d)e chegar, mas para n5o massar o preten-
diente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
rla.
Meias de seda para noivas.
; Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados. Bollas de borracha para brinquedo d
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados criangas.
meis para ditos Diversos objectos de porcelana, proprto*
Camisinhas bordadas para ditos. i para enfeites de mesa e de lapinhas.
IMEMBRO DA ACADEMIAdeMEDICINAI
Preparado por DESLAURlERS.PH.f
Suc* DE BOUTIGNY-DUHAMEL
31 Ra de Clpv Papis
0
\ 3 A RH DO CABUGA K S,A.
g
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C*5
i1
Ll
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalbadw trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 13600 o metro, dito ue linho adamas-
cad' o uelhor que tem vind) ao mercado a
33500 o metro ; tudo isto muito barato.
Balees reguladores a 430UO 43300 e 5300 1
Cot-garam ao B^zar do Pav Jo o mais bem
feM bal5 s reguladores, sendo de fasflo
a 4W>'0. ditos de musselioa a 43500, di-
tos de Uasioba de todas as cores a 54000,
todos elles sao muito baratos.

Panno preto nuil barato a 33600
0 Bazar di Patio recebeu urna grandt
porgio de pegas de panno preto fino, com-
pradas em leijjo, qua sempre se vendeu a
55000 o covaloe pode liqaidar a 34600,
por er orna excellentacomo'-a,
Laasinhas ci>m tesela a 500 rs. o corad >
No Ba/*r -'O Pavi > vende-se urna grande
porcao de finis*iojas laasinhas de urna s
cor com raesda, que parece mescada de
S9da, e dita moito bonitas com -istr s, ten-
do u.sia largura de chita franreza, e li-
qotd m-se a 500 rs. o covado, fazenda qu
senpre se venden a 13O00 o I420, grane
pechincba a 500 rs.
No Bizar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais rio-.s babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgJo de entr unios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnitn
em conta e mais barato do qoe em o&tra
quaiquer parte.
FAZENOAS PARA LUTO
NoBazar do PavJo veode-se consttnte-
ffiente o meihor sortimed,> de fazendas
pretas para luto, enmo sejam :
Laasinhas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas oretas, fradeezas e inglezas, lisas
e com salpico?. *
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Dtis lavndas coa branco.
Marinos, caot, bombazioas, que se
vendem maisbarat. do que em outra aual-
quer parte. H
CHirAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do PavJo veode-se chitas pre-
tas inulezas com salptcos 200 rs. ocovado,
d tas todas pretas, por estarem om pooco
russas, i 12 o covado; pecbincba.
0< pro inetarios d e-te importaote esta-
ba! ecimeoto roga-n ao respeitavel publico e
particohrmente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabdbo do lerem
"S seus annoncios, pela razJode muitos
d'elles serena mudad' s amiu adas vezes
CACHE-NEZ A 63000.
No Bazar do "avi 1 vendem.se bonitos e
grande- cacbi-nez de pura tia, pelo bara-
to prego de 63000 caua na
O Xarope depurativo iodurado do Dou-
tor Gibert olTrcce, no seu emprego, um
rsultudo bom, certo e constante na cura
dasimnigens, escrfulas, molestiatdapelle,
vicio do snngue, obstr ucedex Ivmphatica,,
molestias contagiosas {si/phihticas), leves
tu inveteradas, e de todos os accidentes que
d ellas depender.
A receita deste Xarope fo approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito ns principaes pharmacias do
Brasil, y
em Pei-nambuco: Maibeb e C"; Joaqih
Martinho da Cruz Correia ; Joao da Con-
ceicao Bravo e O; Augusto Caors :
Bartboiomeo e C; Alexandhe Ribeiro;
Abreu Ribeiro ; Joao da Faria elRMlo.
0
OS
Com este titulo acha-s aborto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimeuto de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo qnanto
a moda ie o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha vero que existe de melhor em
aderogos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paiileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonno
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhaates e pedras finas, pormaior prego do
que em outra quaiquer parte, troca-se e concerta-se todo e quaiquer objecto
pertencente a esta arte.
Fariika de niliio. m
Ha para vender farinha de milbo "branca!
amarefta e ftlb de soperior qualidade em
saccas recentemente chegada de Porto Ale-
gre : tratar na ra da Cruz n. 3, escrip-
torio d'Amorim Irmios & C.
0 Bazar do Pavao sit) a-rna da Imperat iz n. 60, esta' constantemente aberto
-das 6 horas d^mannat as 9 da noute. *
Vndese urna bonita casa nova a moderna,
com 5 salas, corredor ao lado, 5 qaarlos, sotao
muito resey, dispensa, cojinha com bom /orno,
grande copiar com gradeamento na frente, gali
nbeiro tambem com gradeamento de ferro para
grande porcia de criagao privada para despejos,
talbeiro para lenha, carvao, etc., cacimba-con.
bomba de Jaii, tanque coberto qne serv*> para
banho, e sitio, tem 100 palmos de frente #300 de
fundo, todo murado de rfo*o com graieamento na
fente e portao de ferro, lindo jardim psra re-
creio. planUCao de arveredos noroj, passa-lbe o
rio Capibaribe perto para os banbos, fio Ingar de-
nominado Chacao n. 1, junto da esUgio da Casa
Forte : os pretndeme poderse-bao dirigir para
tratar rna de Tnom de Sooza, ontr'ora ma da
Lingoeta, n. 4.
Cera* de Lisboa em velas
Tamanho3 differentes desde S a 10 por libra, em
caixas de aira arroba : no trmazep de Tasao Ir-
mios A (1, roa do Am rin
Vende-se nm rico ptanu traasposnor, qnasi
novo, da Wrrfea de A Biondell A. J. Vignesr
na rna do Imperador i ,adar
MEDALHA
DE HONRA
BRANCO E ESCURO
Desinfectando o Oleo de Figado de Bacalhio,
altor Chevrier deo a esta preciosa prepara-
i,ao ierapeutica nm cheiro e sabor agradaTeii
iiuenenhumades'tiainirtudfslhetiram.
Esta importante desooberta, que grangeou a
uso do Oleo de Figado deBacalho desinfectado.
Onetco5 o reeeitam prefenrelaientea todo
os outros. en todas aa molestias onde se em-
presa o Oleo de Figado de Bacalhio.
Ver por mais pol-mcnore os relatnos medi-
enes que conten a iiolif que accompanha cada
Irnseo.
FERRl GIXU DE CHETRPBR
O Senhor Chevrier completen a sna deseo-
berta ajuntai-dtr a odura de (erro aa Oleo de
Bacalhio desinfectado. Este Oleo de Figado de
iiealhao ferrugiaM Iem todas as propriedades
do oleo e do ferro, digere-se fcilmente e nimca
anuir urna Uedalba de honra, ul|rise cansa prisio de tentra. Porunto i praferirel
i* mais preparaflesrerrngineascPitnlasou Xa-
rope), conrem em todas as doencas onHe se U
emprega o ferro. Ziioa pnlmoaar, kronchlles,
rachitismo, eserofalas, impigens. gota, rbeu-J
matlsmo chronico, catarrhos antlgos, dys.
sis, convatescencias difficeis e fraquezai i
constituido.
M'hurtMttria 'IthSYflr, H, ti,ru fM Faufi. .ffanlntrwtr?
in mesma oWmieia aeho-seo VIUIO e ELIXIR da COCA, excedentes preparaedes tnica
O TAFFTA VULNERARIO com ARM1CA para curar as chagas, feridas, cortaduras e conlusor
Os GRANULOS dr.BISMUTH compostos contra as diarrheas.dysenterias.dres de estomago, e"
Depositario, cm it/o de Janeiro, DdpoMcheu et C". Baha, Moreha Irmao et
Pernambuco, P. Maurer et O*. Maranhao, FERREIR.* et C". Porto Alegre
V" Jiisf. Bei.i.0. Prlt,is, Antro Leivas.
\ "i wl a nmiwii
HJpWlalHI
ROB LAFFEGTEUR
Approfado em Franrl*.
rindo, be mor superior aos__
digeslao, adagraved ao paladar, _____________________
affecOes da palie, >**. alpatream. tumores, ulcera, nrtiat dre-
**< esea)Hl>, e os accidentes provendos dos partos, da idal critica, e da acr
moma hereditaria dos humores.
O arr. be he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, i|
rtdaa ou rebeldes ao mercurio e ao iodnro de potassio.
r..v3E^,6e.1 do Terd,deiro ROB LAFFECTEUR, em casa do dontor GIRADEAC
SAJNT-GERVAIS, ra Richer, 12, Pars.


se
Diario dV Pernambuco Ter;a fein 23 de Agosto de 1870.
".....-*- *'^r*..... ,

n
.i
\
Al RESPEITUEI PUBLICO
'LOOTentofereiraMe. iu3e, comraercianto desfa praca acaba decoacluir
toJososteui negocios commerciaes e de nu*o attft osieus esubdeciwemos de (agendas
aitos i na ra fmperatrpt, crm a denonwi-acoes de Garibaldi e Arara, e tendo rwol-
rao RqoWar todas as mas faaends com grande abatiment de precos, por sao co-
uda t respettavcf ptrbticD e a seus amigos e fregoezes, tanto da phicacomo do mallo,
para ibas lembrar do novo o seo fcsiabelecimorUo. e que todas as fajeadas estao
reralas na ln;* o annaem da Arara na roa da hnperairu n. 72. e qne reaolveo-se
tender a armacao ir.* fe.
Atsnpo.
CHALES BRANCOS DE CASSA A l.-j00
, CADA UM.
"V"C !*!fr*noas ? -w> ^ -"oiCOBERTAS CHLNEZAS DE CHITAA 25000,
Vende-se urna grande porcao de eober-
:J60 o covado na loja do Arara.
ORGANDYS DE LISTA DE CORES.
Vende-se organJys para vestidos de se-
atioras, fazeuda muito modernas a 4V0 rs.
covado.
Brllhaatn.t a raussullaa de cor
Vende-se brillantina ou tmissulina de
cdr para vestidos a WO o covarre.
RIFADOS FKACEJHS A 300.
Vende-se riscados franecze* para vestidos
360 rs. o covado.
Chitas largas a 3O.
Vende-se chitas escaras finas das largas
para vestidos de senhoras, a 320 o covado.
Ditas matisadas escuras a 280 o covado,
ALPAGAS LISAS A 500,
Veode-se alpacas lisas para vestidos de
enhoras a dOOe 640 rs. o couado.
L AZINHAS TIUv SPAREfTES A 560 RS.
Vende-se lasinhas transparentes,"para
estidos a 500 rs., ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
. ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
v Vende-se alpacas de listas para vestidos
* "00 rs o cavado.
BRILHANTINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se brillantina branca para vestidos
"OO rs, o cavado.
ALPACAS .MATISADAS A 640.
Veade-se alpacas matisadas para vestidos
le senhora a 6i() rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS 6*3000.
Vende-se cortina Jos para janellas a 6(5000
t oar pan lqnd-r.
SEDAS DE CORES IrOOO.
Vende-se sedas para vestidos a \ $000 o
-ovado.
Vaade-Sft cortinados para cama a 14^000.
iOLUNilAS PAKA SENIHRA 400.
Vende-se una grande punja> de gollinbas
Mra seoboras o meninas, a 100 e 00 rs.
^ia orna par liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS 320.
Vende-se chitas largas para coberta a
20 e 360 rs, o covado.
MANGUITOS E COLLAS 500.'
Vende-se manguitos e gollmhas para se-
Jiora a 500 rs. ditas d* linbo a 640 e 800
^:c3a urna.
CHALES ESTAMPADOS 2,5000.
vende se fha'ea de merm estampados a
lOOOpara liqoid;r. v
CAMBHALAS VICTORIAS 65000.
Vende-se cambrgias Victorias finas a
tas de chitas cbinezas para cama pelo barato
presso, de 25000 cada urna.
Vende -e na loja do Arara 3 balees para
qualquer estabeieciraento por barato presso
por nao se precisar d'elles no esiabeleci
ment.
RETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A 130 O COVADO.
Vende-se urna grande porc3o de reta-
Ihos de chitas o cassas pretas a 120 rs. o
covado para liquidar.
COBERTORES DE ALGODO A I 400'
Vende-se cobertores de algodo cada um,
l.eo.
BRAMANTE DE LINHO FLNO A BARATO
PRESSO.
Algoda trancado de duas lar-
guras fAtOO
Vende-se algodo transado de daas lar-
garas a 15200.
MADAPOLO ENFESTADO A 35500.
Vende se pegas de maoapolao de 12 jar-
das a 35500 a puja.
ALGODO A 4,5000.
Venda se pee s de algodo encorpado a
45. 55.65 e 7000 a peca.
Hadapolo a OOO.
Vende-se pecas de madapolao de 24 jar-
das a 55 6d e 65300, dito mnito fino a ~,i,
84 'M e 105 a peca para liqoid r.
ALGODAO DE 8 PALMOS DE LARGO.
Vende-so algodo com oito palmos de
largura proprio para lengoes e toalhas a 900
rs, o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS.O XVADO.
Vende-se algodo de lista proprios para
saias ou vestidos para escravas ou calcas e
carnizas para escravos por ser muito forte a
160 rs. o covado para liquidar.
Cortes de castor para ealea a
oo rs.
Vndese cortes de castor para calca a
."00 rs cada nra.
COBTES DE BRIM PARA CALCA A 1400.
Vende-se cortes de brim d cor para
calca a 15400 cada um.
Brim | u-(Io liso a 300 rs.
Veode-se brim pardo liso, meio linho para
calcas para trabalbo a 500 rs, o metro.
Gaogas para calca atNO rs.
VVnde-se gaogas inglesas para caigas e
patitnts a 280 r<. o covado para liquidar.
CORTES DECASEMIRA DE CORA 3550o.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 35500 cada um.
LOJA 110 PAPAGAI
TSqvq estabe aciment
OE FAZEROB E R0UPAS FEITAS
Roa L11UIIDI.V lill/lllll IflUlVlDi
O novo proprletmi) deste psLihelecimenlo, communi(a a respeitavel publico
desta cidade, e especia (mente s Exmas. faiiiitis, que e?ta liquidando por precos bara-
i.--sitros. at antipas fizenda^ que existiam ne?te e-tabelecimento.-alm das que abarxo
v-kr ivlat-ionaiias, enjos prerosmcrMcm t deixar de mm wqu na quantia i-efr./er-se de qualquer qualidade de futenda qoe pre-
cise. Preun: ; tambera que a cierna loja tem feito sonimento de azendas moder-
na-', e continti./ a soi-tir-sc &** db mtns apura io e escomido goisto, qua vender mais
barato que qimlqur' emita leja. '
A \.LU\ DO PAPADO fm de ler um grande deposito de mapas feit*, tem
ora hoii:t* si-irtimento casefltrs frncrtas, inglez^s e aJIcffaS dos padroes mais mo-
deno, e aMin romo pannos pretos, casemiras e panuo fino cOr n pmhao, .r/nl claro
e mais e*etrio, Immis bwnces e de cores, fustas bra:os, e de cores, gangas de linho
e biin- felos (ii> (ndM as qesfidatfes.
A LOJA DO P.\AGU0 lem contratado nm optrmo mertre alf.iiato perito no
sen oHeio fiar rxeartar qualqnSr o ra da arte cora a maior pt-rfeic^o e esmero, e qnal
qner -.bra que nao fique v.raiade dos reguezes, ficai para a loja, e manda-se
bzer u ra.
a 35 o metro,
lencoes e toa-
lisas, defurta
EgniSo de linho de loOCO a 35
Ch-es de merino oretos muito
a :: Dito ditos, estampados de 4,500
cima.
Fil de finho branco e preto liso, e de
a vara.
:r;i ndes
para
^OOO 65500 e 7500>, por ser quidacSo. Ditos mui o finos rom listas do lado a 55.
OPACAS COM PALM\S DE SEDA A 15000.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
olidos de senhora a 1*000 o covado.
O&RfES DE CHITAS DE COMES A 25i00.
Vende-se cortes de chitas de cores com
10 ovados a 2300.
PERCALAS FIN iS A LLJ.
Vende-se perca as finas, para vestidos de
senhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas ira cezas a 40.
Vende-se ca?sas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
DO
TRIUMPHO
Ra doQueimado
llOiSEIBi & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento Je fazendas
**. seado sua especialiilade tfrtnn para noivado.
Vesti >os de bl nd de,sda rienmente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Cohhas de ^da pura, para cama com rico? desenhos.
Ditas do 13a c seda, id m idem.
Dius de crox, dem idem.
Cortinados nam nte bordados para camae janellas.
Cross p ra caileiras e s<>a.<.
Vestidos do cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qoalid des, lindos gostos e modernas.
Kii'.os b u>-nns para passcio, com letras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lind >s desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Cmisas bordadas muito finas para homens.
Dtasinglez'S para hmense meninos.
Semillas de linbo, e um grande sortimento de roopaseitas 8de'fazendas que!
t -infedonho mencionar.
Atentado de linho fino,
e de atgodfe & 25.
Ak'odSdsiuhft largo, para
Ibas a 15T0U.
Alpacas pietas, de cores,
cores, e de IRtras.
BSn^es rom isirinhas de differentes co- salpico.
res aBi rs. o o.vado. (ravatas de seda pretas e de cores, d.
Bols sde apete uvoludadas. para viagem, mais med^rnas que tun vindo aomrrcado.
.0 prprjo e conforme o t.manbo. Guardan;pos de linno brancos e pardos.
Roinbsiius pretas. li.-as, e trancadas. Grosdenaplo preto de differentes pr eos.
BwiiBOlefi de linho, francez e inglez a' Lasinhas em corte* com palmas com 11
*05OO covado por 8
BuKws de eHwuiKna, bfuntai tt-tai lit e'eptros todtis de panno ivrn o feilio dos pailas de rlferentes precos.
denlas, para sentunas e menina. nBadpdtSo inglez de 55 al 10,-? a pe$a.
Le eos de algodo, brancos le 25 a 55
dbiia.
Dito decambrnia de linho de 65 a l5
Difis de esRuiao de (35 a 85.
Alus-ulinas brancas e de cores a 500 rs.
Brins de asedie trsneadufl brancos e de o covado,
COres- Goi'gues de lia cooi iistras, fazcndaln-
CnriibraiK branca* tapadas o tr^nspa- t iramcnte nova no mercado a 800 r-. o
rentes, sdo nuezas e sotssaa de 8 pal- aovado.
mos de largura. Merm* pfeto, trancado e de cordSo.
Carnisa de mi ia, de flane'Ia, branca, e P-ii"s bordados e lisos, tant do linho
deaigiilao. como de algodo para camisas de hornero.
Basquinas de gi.isi'er-iaples preto mo-
lemas e de erorhs mui'o eBNtdaS.
Brefaohits de liwtio e de ^1,'od".
IJ ins i!>j Kilho IMtifdoa brancos e de
cn-s.
C.-imi.-inhas brajbcas d carnbra;a com di-
Hcadi i bordados, e enlelfadis de cor para
Sras.
Camarajes d sea a 400, rs. o maro e
a 800 o. 1 ara.
Camisas jn^lejas'. e fanazas dolijho. e
de aiyoiiao Chapeos ele tvj da si da, rufrui e al|>ar-
ca de diJl'.-!ro.a.;s rios. e milito baratos.
Chitas para vesitai> fiacezas, de 20
at 400 rs,
Cbil'as au 00: erial 'e :0 al 640 rs.
Curidos ,i,. en biia,.; de l borda-
dos para Anas ejrmetas.dr 103 cara cia.
Oil has de fustn br. ricas a ;i?)500.
D'us (le cores a 2o00.
Cklarinlios de inhos.iiulezes, e alemes.
I s i< e bordado*',
D-ni.jsio ir- eiic;iniado, a znl e ama-
pi-lin, esccmilha prta.
E-p 111U11 s do ;.ho bravea paia Sras.,
de d friculi.s pieijos.
rinceas pretas do lFt-rt-ntes precos.
Cambraia branc- tapada muito larga com
pregas e bordado, ha re tres quididades
propria para saias de Sras., o peco b%-
rat".
S'das pretas lavradas para vestido a
O o rovado.
Sargtlim francez e inglez de toda ao co-
res.
TValhas de algodo e de linho de dif
frii-ntrs quadades e tamanbos.
Psuhos'dd linho para homcm muito fi-
im:-;
Mi'ias in^' r/rs para Sras.,e p3ra meninos
e para homens, rio deferentes qu lidades
o de lodos os tamai hos.
para qwm comprar peca on duzia da
qaalqnejf faai rula scu prt'co o custo ; para
lii.iiiiiiiir o rct bo.
D n -se as .imo'tras de qnilqner faz^nda.
A lija do Ppat>aio acha > aberta todos
os Francisc" Teixeira Alendes /.
CASA CAUVIN a. MAWHIER
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Aprfsentadas i Acaucniu de Scieocias e ao lustiiulo de Frang,
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('OLLYRIO Contra as aflVccois das palpcbras,
preparado sob a mesma forma.
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Apteseiiladas a Acadeoii de Scieocias e ao tusliuuo ce Franca.
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I HJ E.U VAU mom.-nto ama solorrlo PITIITITA I ODUTITA ts
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iajectof-piiiltuo
Graves
do volume de um relogio, servindo
de Philto e Singa sem os
inconvealanMs de Iragiliaade.
Luvas fraseas de Jouvin
leles para guarnicoes de salas, alcatifas
meditadas e veradeiras
Esteiras da India
Sartiaiento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para ferro de sala, e o
r.aiJe tortimeto das acreditadas e veradeiras
,

WIIAWSiC,
i m un i i
rame de ferro galtanisado em rede para cercas, gaiolas. sdlialwires ate '
hapas de fnrro galvamoado para cubrir casas.
Tachos de ferro etarrha lo par ngenhns.
Cutres o> ferro de Milucr e oatros aulorea.
Chumbo em cano.
rio em lentjd.
ito em b*rx**.
lio em enxa las.
E-tabo em barra e verguitiba,
Folna de FlandrrS.
Arad.)? americanos para ladeira e vanea.
Carrinho? de mao.
V>efaru? para janeHa?.
XacbiiUH de ilescarooar algodo da faci.
M' df serra.
Ihla? pira rnrarfamo.
t>u? i vs0.,r >to f>rea de 3 afelios e motores pira ScavaHus Wver asf
as de algo-lii. r^
g'-eiea fli* Cerra
mi* de f Tro.
Pnm-a? para copiar cartas.
Batanea^ papa p*-sr.
* df ttuea em lau? *>. ferro. \
Tnihf de- fc-rrn para eo(faho6
B >n>ba? amprrana'. je^
Marac? de e-tmr.
Balinr;* e pen? decimaes e ootras.
P"n>? le palate. s
p- b joslilaV.
irV* fie (earr..
limeaio de torn|eiu e entilara.
COLLYRIO
BARTHOLOMEO4C
CCTft mo c"m 'orma, e do volone de um Porte-Moeda eoiteado
CO I UJ UO TOBO TRATAMENTO.
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a meorna forma.
a Depositarios geni pata o BttASIL e POUTL'GAsL
34,
ra larga do Rosario. PlRNAMBrjCO.
' Mliil W. BoWMAN
Com tun di cao
RUA-DOfBRUM 52
PjsapaiHli o ch a iz.
Chama a attrnrSo dos Sis. de ci'{jrf4io pai' .-ets acrediados ma*.biDisuios e
uta esperiiiii. i pWta *t*l vapores ^pie aiuria- urnam*i tom roelhorado.
Os valores loii-cid por elle ej fucm-ti<>nU4i Ib- lau du fazer roelhor apre-
i;ui;ao Ju que qu.'l .uci Jilo piuprio. i
U-seja io dVia^uuetMNuudr \\w vi la do caBibio a^'ora mais favoravel doqne
na ftpocl a lio apeolauitiiio-lt> hi uassad*) leo leito uaix redac.ao stii-tvel em todo
elis pret;"S. ,
I iv-> ty5^>r..fi
.;IC.>I
*
Nova lbja de joias
iu;a do cabga' fcfl a.
DB
Miicel da Cuuaa Saldanba & C.
a i* alnir-<- rvia e-o,ib'leiipriio *>> |'.;. o qil lem prawde?ortimen
< t de t. rw,- a j i.i- di ulliiiiii ^^ij.. ( , wiii ^.Kaniidis aur.i le, rwi? a* s? d .non iei<4o em visia
.ad.|i)Mii h>iwv*, nai> ujviarao vendar ImiUi e por prego* un inais ratavei gue
:*; for -J el
ir a e-.- eHtM'l-'Cwnpn'ft, th de ie ffrari rompte-
-tUA DO GABlJ IA'

h (
(GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo a. 9
Os propnetarios de?te bem /wnheeido estabele-
pastos a aprecitcio do resseitavel iublico, man-
dwarn vir e acabara de receber peJo ultimo vapor
da Europa nm completo e vanado sortimento de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de sen costnme,
por precos mnito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas goiKnhas e pnnhos para se-
nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos eneiles para cabgas daf
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elle; esta fazeuda o que pode haver
de mclhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola,
inarlm, samlalo e osso, sendo aquelles branco?
com lidos desenhos, e estes pretos.
Muilo superioresjmias rio de Bscossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderanl por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
airn destas, teios tambem grande sortimento de
ontras quadades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s
podo deSejar ; alera destas temos tambem grandi
uantidade de onir.is quadades, cerno sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonstos e airosos chicotinhos de cadeia e
de ontras quadades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para sejrurar as meias.
Boas metas de seda para senhora e para meni-
nas de I a 12 annos de idade.
Navalas cabo de marm e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas polo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem as seguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capetias para noiva.
Superiores agu'.hSs para machina e para crox.
Liana mnito boa de peso, frouxa, para encher
labyrinlho.
Bons baralhc; do cartas para voltarele, assim
como os tentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fu marias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoe?, e
fai'iiitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, atim de que. aunca faltem no mercado,
temo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles preoisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-.
deiros collares, o os quaes attendendo-se ao fira
para que iSo applitados, se renderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por pregos muito razoaveis loja do gallo
violante, ra do Crespo n. 7.
k
cordeiro previdentt
Raa do tmeimado n. f .
^lovo e variado sortimento de perfumar
Anas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfi
*narias, de qne effectivamente est prvida
oja do Cordeiro Providente, ella acaba o
receber um ootro sortimei"' qne se tort
iotavel pela variedade de ob..5tos, snperior
lade, quadades e commodidades e pr
' 9 espera continuar a merecer a aprecia?
10 respeitavel pnblico em geral e de sr
ooa freguezia em particular, nao se af?;
ando eMe de sua bem conhecida mansid
i barateza. Em dita loja encontraro r
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Mnrray dr Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fra
oza, todas dos melhores e mais acreditad!
'abricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco <
sseio da bocea;
Cosmetiques de superior qualidado e ch
os agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, co
tomada fina para cabelio.
Frascos com dita japoneza, transparen
< ontras quadades.
Pinos- extractos inglezes, americanoi
rancezes om frascos simples eenfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel cbs
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igra
uente fin.33 e agrada veis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto, d'oleo de superior qualidaa
om escolbidos cheiros, em frascos de di8
entes tamanhus.
Sabonetes em barras, maiores e menor
jara m5os.
Ditos transparentes, redondos e em g
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bar
Caixinhas com bonitos sabonetes imiunr
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
oas perfumaras, muito propinas para pr
entes.
Ditas de papolio igualmente bonitas, tu
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e o
moldes novos e elegantes, com p de iit*
i boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
P6s de camphora e outras difieren!
jualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada atait coqaes.
Um outro sortimento de coques de d
os e bonitos moldes com filets de vidrilt
alguns d'elles ornados de flores e fita
stao todos expostos i apreciaco de qua
is Dretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDABOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Pivellas e Utas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes obj*
ios, fleando a boa escolfaa ao gosto do coi
ordor.
Milho novo d Fer-
nando
Era sacros crande> a prpc>i cornm d' : no ar-
maj^m de Tasso Irmns & C., ra do Amorim nu-
mern ^7
Cabellos
Vpndemse cabellns de todas as cores, qnalqner
wmpnniento, qualidade superior, em caixa ou
P-rcjio mal" pequen : na ma da Catleia do Re
ci'f n. :;i. i" ani-i
I^OL^hl \ D t HIO
RA lio CaBI'G*' N. B.
Al nova leinlnci, s? veo'ein hllhetes do R o
sos ven.|e| re< na rzandf 1000. seja qnal
Mr a porra"; dinheir> avista e particulares a
* aotift -
Eui i.asa de THEODOKO CHR1ST1
NSEN", ra da Crin n. <8, encotram-
' Sectivamente todas as qoaiidadea de ;.vinb
iordeaui, Boorgogue edo Bueno.
A ruadoDuquedeCuxiasn'iJ.
(AHTIGA RA DO QUEMADO)
Receben h seguini
E-pelho> grandes donrados, moldes bonitos.
Carteiras, charoteiras e pon-cigarros-da muito
qolidsVs.
Bonitas pastas para papis, simple* mattndas
Roas calxas vasias para costura com sua eempe-
tenle chave. ,
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos penles de tartaruga, sobresibindo ca-
tre elles os mimosos lelegrapbislBs.
Commodos toacadores eom du.is gavetas e bom
espelho.
Port baurraet, o que do melhor lem appare-
cido.
Port reoslos demuitss ounlidadcs. v
Bons lalheres para cri.iru.-ai.
Vosioarios, cbapoziuios, toncas, sapatos emeias
para baptisados.
Toalhas e fronbas de labyr*riho.
Chapeos e chapelinas pora senhora, moldes aovo?
e bonitos.
Chapoxinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Cuiitra as couvuIOis as
(Tilica
Vende-se os verdadeiri-'S cunare* na Nova Espe-
rann. ma do Dnqn.' de C-xia< n. 21.
P.\ltA TISGIK CABELLOS
para pretos oo c>t;iriti. s. rpcehra Nova Espe-
ranca a verdadeira tinia inftna.
PABA ACAB*n COM AS SARDAS
ou pannos, lem a Nova r*.-perw;a o verdadeiro
Icite de rosa liranra.
AfiA DE FI/)li D4 LAR AS JA.
Vendo-se na Nova Esperaoea, ra do Duqne de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITARSE BObOS
recpbeu-os nnrilo lindos a Nova Esperauca, ra
do Duque de final u. -I.
PAKA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nuva E>perauca s saboneles de pos de
arroz.____________________________
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. i9 .
Esti'O dspost a cootmtrar a vender toda*
as mindezas pelos baratissimus precos abai-
xn declarados, garantiudo ludo bom e pre-
sos admirados.
Dnzias de pa tos spguranca a------
Duzia de palitos segurarla caixa
grande a...................
Frascos com oleo baboza muito fino.
Pacotes com pos de arroa o me-
lhor que h a.,.............
Navalhas muito finas para fazer
barba a....................
Caixas de linha branca do gaz a..
Vara de franja de linho para toa-
lhas a .....................
Caixas com pennas d'aco de erry
superiores a.............
Lencos de cassa brancos e piuli-
dos a......................
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a........
Caixas ''om 50 novellos de linha
do gaz a......
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......
Pecas de bibadinhos com 10 Mi-
ras ........
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada p ca. a 10800 0.
Pecas de litas para eos de q al-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazeuda toa a
Dilas para deutes a -240, 320,
400 rs. e.....,
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a......
Duzia de linha fixa para borda-
dos a 4< 0 rs. e. -
Pares d meias eroa* "para me
* d"S diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de trapea do
Porto........ 2i(K)00
110
320
320
IAO0O
500
460
800
tro
700
400
3#0C
500
800
ROO
:;<
10
500
feo
too
Pares de sapaios de tapete a. .
Dolas de haralhos para vuliaiete
Sylaharios poriupinzes a. .
CrtiVs c.m o leles .' careras a
A oloariuias para colble diversas^
qnalidades.......
C isas com patina de ac muito
boa de :I20 a......
Caixas com Mi|icrioies obris a.
Duzia Oe agulha para mactiina a.
Libras de p'egos frauoezes ti.dos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 qnadcr-
nos...........
Re.ma de papel pautado super nr
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
3 400
10
400
906
40
2.50O(i
240
40(>
i 5000
Ll VILIIII PARS.
20Run da Imp'ratriz20
Farht & Lessa.
Araba ie ch> gar a esta twss nota loja di fa-
zendas finas um variad* scrlimentn de fazenda-; de
la e seda, como sejatn : granadines do u'limc
go-to, popelinas de urna s mr, a'pacas e laazi-
nha de ci.r>s, o que ha de niBi- moderno, ludo
por baratissimos piejos, brilhanima- de coic-, te-
cidos das indias, fazenda nova a imit;>cao de per-
calia, baleen de dina finji do saia de <>t com lin-
das barras, fuslSes propriis para vertido e rouoa-
de menims ; agi-ra grandes e admira veis pechi-
rhas, sai? brancas com lindos frisados a 3. ri-
cos ci rpinhos bordados muito fims a 3{, halo*-
modermis de are. s a 2i, ricas cotrias para cam
alciK-hoadas. sendo brancas e de Cores.i a 5'3, 6sl b
71, cambraia victoria lina.a 5*. ditas trans|iarra-
les a S. 6| e 7f,chitas llnissinao fseur s e clara?
a 280 300, 3*0 e 3t0 o covado. hmww de core. a
240, Irnfix brancos de cas>a a 2*500. ditos en*
nezes a 3*500 a duzia, malapoiao i n a fl e
6S00; e muin sapernr a 7, 7^00 e 84, aljo-
daozmrro largo pro|irio para lences a 8#, paano
de aljidn branco trancado pioprio para toalha-
de mesa a l*600a vara, nramanie pata lencoes a
24000 v 3*500. o que hf de nielhor. esgnio 8-
inssimo a2*2o0 e 24300 a vara. Mandamos as
casas das Exn>8. familias pora meUior poderern
en? 'Iber. Tambem temos completo sojtimento d-
prfom.rias dos pr mi iros fabricanies francotes .
inglezes as pessoas que se dignarem vir a osla
l ja teraoorca-iao de ructHihecer a n alidada do
que annanrmH p*r nos jwOiflcaf. ,
Vendf-M- a ea^a terre* n. II, >ita em Olina,
ra do largo do An paro, com excedentes ebm-
modoi e grande quintal, solo prouria : a tratar nv>
llecife. ra da aiiea n. 5.
Ea & grosso
Eap grosso
Na lija da *urnra na roa laiga do H rio, a.
38 penen-ente a Mam el !>*& L"p>s A Ir*' re-
ceberum rap g -se gr. ssn do Ri de Janeiro, dltt1
gan-e fino, rlii.. Puni <: .eza IV < h>, .lioirurr.ia fin", d. B*h, diio nwn
gioso, 4l> r. lio fraruvi, dipi de Lisboa ; defndi?
sias (ualiaiie- da tap se vende lano era libra
como a relamo.
Cachles
Cachi aes
A loja da AartM na m larp do Rosarn, n.
38. lem twn-iin-hinps rifli de d,ff irrrtes rrw.
bra moii .boa para senhoras; aqual sa Tender
muiio barato.
MUTILADO


slo de 1870
LHTEBATBBAi
A (ffiffil '
r M. Pittheiro das Cfingas
III
(Continuara
Na frente das c.-mpanhiw passeiav.-im os
capiles, usando para destinctivo iln sen
cargo ama gineta ; os teneiites usavam urna
parlazana, e os. sargentos uiaa alabarda mais
corla, mas que por isso nao era meos tu
mivel arma.
C>da companhia oha o seu oficial porta
bandeira. qne' na frente delta fazia ir
Jar, ao vento nocturno, as pregas do (8 an-
darla hollandez.
Reinavararofundo silencio as flleiras ; 6
osofciaes trocavam algumas palavras em
voz baixa, relanceando os olhos com impa-
ciencia para o lado onde se via, nomeio do
improvisado acampamento, ama vasta bar-
raca de campanha, com sentinella porta
onde entravam e d'onde sahiam cada ins-
tante ofciaes azafamados.
Era a tenda de Mauricio de Nassau.
De sbito um oficial veio, golope. Ira-
zer ao corpo 'expedicionario a ordem de
marchar; corren um frmito pelas fileiras
iramoveis ; um ceno enthusiasmo animon
aqn itlej hios semblantes hollandezes. ; em
quanto o* captes, raneando as ginetas,
davam as vozes da enramando, os soldados,
invocando as Iradiges da sa gloriosa r
vo ugo, eitoavam era coro, com voz grave
e cheia, a melopea um tanto montona do
byrano nacional. Era o Wilhelmus-Licd, o
canto de Guilhermo de Nassau, composto
por Marnx deSainte Aldegonde, e qae tan-
tas vezes soou eotre os clamores da victo
na, as heroicas pugnas, que esses pobres
republicanos do norte travaram cortv a or-
golhosa Hespanha. Era ainda esse canto o
que os guii\a atravez dos maras da America
e do Oriente, onde iam banhar nos raios
do so' dos trpicos a altiva bandeira da sua
juvenil repblica.
0 Bahiano segua com os olhos as com-
l>anhms hollandezas que, luz dos rebo-
tes, avancavam contra as muralbas da rida-
de, e savia, perdendo-se na distancia
pouco e poaco, a grave melopea do Wilkel-
mus-Ued.
Eu. Guilherme de Nassau, dizia o livm-
no heroico, at a morte fui fiel patria e
p r isso os mos me baniram para longe do
meu paiz e dos meus. Deus, porm, me'
ha de guiar como instrumento til; elle de
novo me ir pousar a mo no leme do
baixel.
Homens de corarlo leal, confiai em
n:
Dens.ainda que o infortunio vos prostre.Deus
nao.me desampara ; se queris vi ver na
justica, orai Deus de noite e de dia, que
elle me dar a fdrga de vos salvar.
Nito vos poupei nem a minha vida, nem
os meus haveres; e meus irmos tambem,
grandes pelo seu norae, Gzeram o que eu
tiz: l ficou o conde Adolpho estendido nos
campos de batalha da Frisa ; no seio da vi-
da eterna espera a hora < Sde-me escudo e forga, Deus,
met Senhor! em vos confio ; n me des-
amparis nunca 1 Ide e guiai o vosso el
servo; fazei com que eu despedace a lyran-
nia que me ensanguenta o corago.
* Gomo David leve jde se esconder da
face de Saol o despota, assim en ti ve de
fugir cora os meus nobres; mas Deus le-
vantou David do seio do abysmo; deu Ihe
em Israel um grande reino.
Se'o men Senhor assim o ordenar, lo-
do o meu desejo morrer com honra no
campo de batalha, e conquistar um reino
eterno como um here leal.
* Na minha aflig i profunda nada me
compunge mais do que ver-vos, Hespanha
devastando as boas trras d'el-rei. Quando
n*isso pens, nobre, doce Neerlandia,
raeu nobre corago verte sangue pelas feri-
das nbertas.
So cora as minhas torgas, eu, principe
da alta linhagem, allrontei o orgulho e os
soldados,, do tyraooo. Sentiram o meu po-
der os que ficaram sepultados em Maes-
triebt. Galoparara atravez das campias os
meus audaciosos cavalieiros.
Se o Senhor houvese querido, teria
repellido p3ra longe de vos a terrivel tera-
pestade ; mas ao Senhor do co que todo
rege sempre o devenios loovar; resignmo-
nos sua vontade santa
As vozes perderarn-se na distancia, eo
Bahiano, surgindo detraz da orvore, depois
de relancear urna vista de odio para a co-
lumna que se denunciaba ao longe pelo
scintillar los archotes, carainhou, apartan-
do o punhal na mi, para o sitio onde se
ergua a tenda de Mauricio de Nassau.
Assim, invocando o nome de Deus. ca-
rainhavam protestantes para trucidar os ca-
limacos, e, invocando o nome de Deus tam-
bem, ia o calholico vibrar o punhal sangue-
sedenlo ao peito de um principe protestante.
Onde eslava i Providencia ?
Velava sobre a ordem eterna e immensura
veld'is ranndis,e desviavaos olhos dos ver-
mes b.'asphemos que,misturando com assuas
paixos mesquinhas osea nome sacrosanto,
jara dilacerar-se em crua peleja, face dos
cos, onde as estrellas scintiUavam.
O acampamento estava na agitago que
sempre acompanba um movimento bellico ;
fficiaes agrupados conversavaui, e seguiam
com os olhos a columna, que avancava con-
tra os entrincheiramentos da Baha.
As alteiges concentravam-se todas nes-
se ataque nocturno, tendente a desalojar das
i uas posiges avanzadas os Portuguezes obs-
tinados.
A sentinella da tenda do graeral em che-
fe, velh i mosqueteiro callejado nos cuidados
da guerra, assoprava negligentemente o
rourro, e bocejava segoindo com olhar dis-
trahido a longa filia de scentelhas que dou-
dejavam ao longe, emanando dos archotes,
como osjmmensospynlampos dessa magni-
fica e em ludo grandiosa natureza ameri-
cana.
Sabtil como am selvagem, o Bahiano ap-
proximou-se da tenda, sem que o mosque-
teiro o presensse, e, rasgando de alto
baixo a tela Hacinante, mergulbou no inte-
rior nm vido olhar.
Um hornera na torca da vida, de cabellos
iouros, e com a fronte encostada mo, es-
tava sentado diante de urna mesa atolhada
de papis, e fitava os olhos atteotos n'um
mappa que se desenrolava diante delle.
Tinha as costas voltadas para o sitio on
de o Bahiapo prlicra ama brecha.
Um relmpago de alegra falgurou nos
olhos do fantico ; a Providencia prote
gia-o.
Foi essa blasphemia qae Iheacodio do
corceo aos labios, mas que os labios nao
proferiram.
O Bah omo I
das ando be.'
o punhal a&V
Mauricio.
O golpe ia acontado ao enraco ; porm,
mo de ferro apertou o pulso do assassino,
e o prin^pe, de sobr'olho franztdo. conser-
vando-lheo brago bera entalada nos dedos
rigorosos, ergueu-se diante delle com seve-
ro aspecto.
O Bahiano d>
balde forcejava por livrar-
se ; o mu coloso Hollandez tinha o vigor
proverbial das ragas do oorie.
Ilouve um instante de silencio profundo;
os dous inimigos encaravam-se; Mauricio
com assombro, o Bahiano com altivo des-
dem.
. IV
MAURICIO DE NASSAU.
Urna circumstancia insignificante salvara
da morte nevitavel o chefe das forcas hol-
landezas.
A brisa da noite, inainuando-se pela aber-
tura que" o Bahiano praticra no panno, fi-
zera oscilar levemente a chamma da lam-
pada que illuminava a tenda, e agitara o
mappa.
Meto distrabido, Mauricio voltou invo-
luntariamente os odios para o sitio, d'onde
ihe viilia tambera uina sensato de frescu-
ra, e vio urna forma vaga cabir sobre elle
de punhal erguido.
O movimento com que a repellio foi mais
insiinctivo do que^aciocinado. Depois er-
gueu-se e olhou com espato para o seu as-
sassin '.
Logo reconheceu um Brasiieiro; s um
tolmigo fantico poda tentar a empreza ar-
riscada.
Quem t ? perguntou elle, depois
de breve pansa, cm mo.portuguez.
Um inimigi, respondeu heroicamente
o Bahiano.
Como te chamas ?
Rodrigo Teixeira.
O que preienlias ?
Assassinar-te.
Urna nuvem de tristeza correu pelo ros-
to de Mauricio de Nassau. Lnmbrava-se
do chefe da sua casa, de Guilherme de.
Nassau, Guilherme o Taciturno, cabrado no
meto das suas victorias, aos golpes de um
obscuro fantico, d Balthazar Grard.
Quem te en via va ? tornou elle.
Nmguem.
Porque pretendas entSo tirar-me a
vida ?
Porque te odeio.
OJeias-me ?... a primeira vez'qae
te encontr, supponbo-----Que mal. te
liz eu?
Es herege.
De novo urna luz de melancola assom-
breou as nobres feices de Mauricio de Nas-
sau. Lirgou o pulso de Bodrigo, e, re-
pe lindo ojjbrandamente, sentou-se contem-
plando o seu assassino com um ar de pro-
funda commiseraco.
Do espantada, Rodrigo nem tentou fugir,
e, vencido p^aquc-lla sereoidade do Hol-
landez deixou cahir o punhal da mo que
nao cessra de o apertar.
Assim, disse M; uricio com voz grave
e triste, ainda punhal que o catholicis-
mo quer viagar a sua injuria, e converter
os rebeldes ao seu credo ? E' o assassinio
o nico argumento C9in que tenia provar a
superioridade dos seus dogmas ? Que te faz
qoe eu sija herege? Violo eu par acaso a
tua consciencia ? Ircponho-te a minha reli-
gio ? Vou profanar os leus templos? Res-
ponde.
Respondo, exclamou Bodrigo Teixei-
ra cora os olhos a scintillarem-lhu de selva
gem furor, que t s H ilophernes maldito
que vera para saquear Betbulia. e qae, no
>lenco da noite, Deus me disse como
Juiiith : iToma o leu punhal e salva a tua
patria e a tua religio.
Mauricio de Nassau encarou-o algum
tempo em silencio.
fallas como um dos nossos protestan
tes, tornou elle depois com branda iron a,
e nenhum dos meus sodados, d'esses que
desde pela maJia al noite resmungam
os psalmos, invocara m is proposito o
Velho Testamento, e citara com mais filici-
dade um texto. Ha vera tambera entre os
meus quem s'julgasse inspirado como Ju-
dilh, e chamado por Deus a dcferde-lo com
o seu punhal! De que lado estar a inspt-
racDo \erdadeira ? Quat obedece na realida-
de aos mandados de Deus ?
Aquelie que pugna pela f immacula
da, pela grata religio de Christo, pela
igreja catholica !
Achas isso ? E qoe diflerenga to
grande ha entre o calholicismo e o protes-
tantismo, que um fraco mortal possa com
profunda convieco dizer: a A f verdadei-
ra esta, a minha 1 > Nao adoramos
ambos o raesmo Daos, nico, eterno, om
nipoUnte, creador de todas estas maravlhas
que nos rod ara, mmersas agora no siten
ci augusto da noite, que nos perturbamos
con as nossas mesquinhas rivalidades*? Nao
acreditamos ambos na diviodade de Chris-
to, na sua misso Sublime, na,redempco
da huinanidaila operadi pelo seu augusto
sacrificio ? Em que differem as nossas eren-
Cas ? Em formulas de interpretado e de
rito, e isso basta para que julgues que Deus
v com mais torvo olhar o protestante di-
que o catholico ?
Dex mo-nos de vas palavras, inter-
rompeu Rodrigo Teixeira sombro e turvado;
obedec minha consciencia, e foi nm de-
sastrado que nao soube vibrar com acert
urna punha ada. Mer^co a morte, condu-
zam-me ao supplicio, estou prompto.
Ambicionas o martyrio ? tornou Mauri-
cio somndo. E julgas que te ser levado
em conta ? Nao o castigo, a causa que
faz o martyr! E qual o grande prin:ipio
que te sacrificas ? Que idea viestes aqu
defender ? A da religio da frateroidade, e
do idealismo contra a religio paga, brutal
e oppressora ? A da patria insultada contra
o estrangeiro invasor ?
Essa ao menos, j que perseveraes em
me negar a jusiica da outra 1 Ainda que
nao defendesse o mea Deus, defenda a
minha patria.
A tua patria I exclamou o principe hol-
landez levantndole- de um rapeto. qoe
naco, pertences ? s Portuguez ou Hespa-
nhnl ? Es Portuguez, combates sombra das
bandeiras castelbanas, e ousas dizer-me qoe
defendes a patria Defgnde-a ento contra
o leo sangui-sedento que dilacera seo
bel-prazer com as arras insaciaveis o ca-
dver da mi de Vasco d Gama I Defende-a
contra s oppressores, contra es seas
tyran no contra os seas irmos, que
tambem como elles padeceram, mas qae lhes
9 I*0
fs tanto
nderdes as
mea-
emons-
Portugoeves # Aoilaadexet ,|
I
prios inter<
valor e tanta intre
possess5es da cor
ma se est encarai^i^i^i^H^
ando con
ravnra dos vossns generaes. Ved
0 qoe l na Europa Qzerarn Maihias d'Al-
buquerqoe, e apnndei n'esse exemplo i A
patria ninguem mais ,do que eu respeit*
esse nome, e ainda que o assasiinio nao
seja o modo porque en (tosejara yr defen-
dido um principio sagrado. tudo.Tudo des-
culparia quelle que so procurasse vingar a
patria opprimida. a- trra mai dilacerada
pelas garras brulaes de estranhos: mas nao
a patria que tu defendes, porque, a tua
patria escrava. nao pela patria que-
queres morrer, porque, se assim tosse, em
vez de me vires procurar para me apanha-
laVe% terias enterrado o ferro no peito dos
orgulhosos castelhanos que ludo mandam
na trra descoberta por Pedro Alvares Ca-
bral.
E. como Rodrigo Teixeira permaneca si-
lencioso e de olhos baixos, Mauricio bateu-
Ihe brandamente com a mo no hom ,ro, e
disse-lhe :
Val te !
Mandaes-me embora ? 'cxc'amaa Rodri-
go Teixeira com espanto
E vai depressa, tornou Mauricio sor-
rindo, porque, se enlrasse alguna dos meus
olliciav.s, ser-te hia ddlicil justificar a tua
presenca aqu, ten Jo um punhal cabido
teus ps.
i Pois que venham, acudi Rodrigo Tei-
xeira exaltado, sou um assassino, 'agora o
vejo claramente, venha o supplicio qae jus-
to.
s um fantico desvairado, mas tens
urna alma oobre, volta para a Babia, defen-
de contra mim a tua patria, se entendes
que eu lbe sou adverso; mas, quando che-
gar o momento da resurreko do veho
Portugal, ergue-te com elle e ajuda-o a li
bertar se da oppresso castelbana.
Ha via urna tal nobreza no gesto e na voz
de'Mauricio, queR,drigo Teixeira caho-lhe
aos ps, dizendo:
Mas porque me nao puns, nobre prin-
cipe?
Porque a minha religio' e a tua tam-
bem (sao n'isso felizmente conformes) im-
poe-rae o de ver de perdoar as injurias.
Parle. ,
Nao partire, exclamou Rodrigo Teixei-
ra levantando-se CQin entbnsiasmo, ficarei
ao vosso lado, Mauricio de Nassau, servir-
vos-hei como escravo para resgatar a minha
loucura. Qoe vou eu fazer de novo para
1 Babia ? Ver a minba patria oppriraida ?
Deixa inllamjiar o meu sangue pelas ruins
paixoes que as theorias fanticas to fcil-
mente accendem na minha fogosa organisa-
C-o ? Sentir as minhas crengas vac Harem
ao supro dos mais encontrados principios ?
Nao : voltarei ao leu lado para Pernambuco,
assistirei de brarjos crozados lacla que se
trava, e, quando soar o momento da rege-
nerago de Portugal, tomarei ento nao j
o punhal, mas a espada, e combaterei
sombra da restaurada bandeira das quinas
contra todos aquelles que tentarem profanar
a trra portogueza.
E, curvanao-se para Mauricio de Nassau,
pegou-lbe na mo, e beijou-a.
Este futlou-se aos seus transportes de
reconhet cuento, e, abracando-o com as la-
grimas nos olhos, exclamou:
Nao te disse ea que eras um nobre
corado ?
As, tropas enviad s ao assalto nocturno
retiraram-se repellidas ; sem desistir com
ludo da empreza, o conde de Nassau por-
li.ui na investida, e, levantando trinebeiras
prximo do convento de Carmo, preparou-
se para bater a cidade senj; treguas; mas
os.defensores da Babia, animados pela pros-
pera fortuna, tomaram tanto esforco, que,
fazendo urna sortida, -.i-rara salteiar os
quarteis dos sitiadores. Entre os ebetes da
sortida resplandecem os nomes de alguns
que foram depois hroes na guerra da inde-
pendencia contra os Hollandezes, Andr Vi-
dal de Negreiros, o indio Potyguarass ou
D Antonio Philippe Camaro, o creouiu
Henrique Das. Nao desisti o conde da em-
preza, e continuou bombardeando a cidade
cada vez com mais furia; mandn parla-
mentarios a intima-la para que se rendesse ;
a resp -ata foi negativa. Logo ama outra
sortida espalhou a d .'sanimago no campo
hollandez. Com graves perdas, e, vendo
os soldados desalentados, resolveu se Mau-
ricio retirada. Favorecido pela noite aco-
Iheu-se aos navios, e logo no lia segainte
fez-se de vela para Pernambuco.
Rodrigo Teixeira assistira impassivel
todas estas peripecias do cerco ; os senti-
mentos que o tincara agitado l por dentro
ninguem (;s pie conhecerk.; mas, quando
a esqnadra hollandeza parti da Baha, M ra-
ncio de Nissau, approximando s de Bodri-
go Teixeira, vio-o iramoyel, de bragos cru-
zados, no con'ez do navio, contemplando a
cidade que se suma no bprisonle, e urna
lagrima lbe rolava pe'o rosto bronseado.
V
PERNAMBUCO
Quando Rodrigo Teixeira, que passava
tongas horas, sozinho na proa do navio
hollandez a contemplar o ocano menos
tempestuoso do que a sua alma, e procu-
rando ordenar os tumultuosos, pensamentos
que se agilavam no seu espirito, desde qae
a tolerancia e a magnanimidade de Mauricio
de Nassau tinbamvindo ro idificar profunda-
mente as ideas em que fura educado, sem
se poder costomar ainda perspectiva d'es-
se mando novo que a sua intelligencia ele-
vada confusamente entrevia; quando Ro-
drigo Teixeira, depois de ter segoido com
a vista distrahida o recife que se estende
de sul a norte na costa de Pernambuco,
descortinou a porta natural que a Providen-
cia rasgou n'essa I raga muralba de pedra.
e viu desdobrar-se diante d'elle a maravi-
Ihnsa enseada, onde avulta a formosa ci-
dade, qae os Bras leiros denominam a Ve-
neza Americana, nao pode deixar de soltar
um grito deadmiraco.
Que a' engoado paiz, aquello, onde os pit-
torescos espectculos, que na Europa s
se encontrara em L sboa. Genova, aples,
Veneza ou Constantinopla, sao apresenta-
dos aos viajantes por todas as suas cida-
des principaes. Ou em Pernambuco, oh
na B hia, ou no Rio de Janeiro, a nature-
za mostra-se igualmente esplendida, e os
accideotes do terreno disp5em-se de om
modo igualmente encantador.
O recife, qae nome ao porto de
Pernambuco, e boje f cidade principal da
rao dokaa natural
fjr.i do nrc-ano tafesta de
^^^^^^^^^^^^^Hodes
alguma ser-
rana submarina > Depois a muralha ra-
terrompe-se; o mar precipita se pela aber-
tura, e, protegido da furia dos ventos pelo
anteparo do recife, alisa as suas vagas, e
oUerece aos navegantes om abrigo tranquil-
lo. Mas, quando a p-ocelta o a^oita, como
que reconhecendo a mpossibilidade de- en-
fiar todo o enorme volme das suas aguas
pela estreita portada que Ihe est franca e
abena, arresta com o recife pouco elevado,
galga-o com is ondas em tropel, furiosas
e espumantes como coreis de carretea ao
enconirarem ao carambo os barrancos, quan-
do va i na galopada incitados pelas esporas
d s cavalheiros, e enchera com um turbi-
IhJo de espuma e de rugidos o placido re-
cinto do porto.
Mas, quando a osquadra hollandeza na-
vegava ao longo do recife, o mar estava
plano, o sol innnndava cora a sua luz serena
as vagas que arrulhavam, como Nereydas
toucadas de niveo da tema, um cntico de
amores, e que iam quebrar mensamente e
com um suspiro no recife. cuja face pedre-
gosa baohavara de alvejant-j espuma.
O navro que levava Mauricio de Nassau
e Bodrigo Teixeira, dobrou galhardamenie
a extremidade do re ife, e entrou, com as
brancas velas rafunadas, na enseada de
Pernambuco. Era maravilhoso o pano-
rama! w
direita a velba cidade porlugueza, a
Olinda de Duarte Coelbo Peroira, desenro-
lava a sua casara branca pela eminencia
verdejante onde campeia desasc-mbrada, e
d'onde mira o ocano. As larangeiras e
as baan iras cobriam os outeiros, antiga cidade se levantava, e. cora b con"-
jucto da sua vigasa folhagera forraavam um
verdadeiro ninbo de verdura, era que se(
abrigava a povoago. Depois a vista, des-
cerni dos outeiros planicie, segua a
longa pennsula arenosa qoe .se desenrola
paralelamente ao recife, e repous0va aTwial
na cidade nova, qne Miuricio de Nissau
erigir no sitio onde um velho burgo, com-
posto apenas de pobres cabanas de pes-
cadores, se levantava, e que recebera o
nome de Mauritiopolis. As mangueras,
as larangeiras as palmeiras, agrupando-se
no sumptuoso jard m do governador hol-
landez, apresentavam um risonbo aspecto,
e o palacio do principe, desenhand no
azul da almosphera as suas linhas gracio-
sas, (embrava as raaravmas artsticas da
velba Earopa no seio das maravilhas natu-
raes do novo mundo.
Logo em seguida a Mauritiopolis, lmje
substituida pelo bairo peninsular do Re-
cife, avultava, separada da nova povoago
por am braco do mar, a illa de Santo An-
tonio, que forma boje lambem um dos bair-
ros da cidade, e qua ento, coberta de
magnifica vegetag >, pareca um cesto de
verdura e de flores fluctuante as aguas.
Do lado opposio ao promontorio do nor-
te, onde Mauritiopiis se eleva va, o rio Be-
be' ibe corra placido e suave vrado rodear
a iloa de Santo Antonio, para se juntar ao
sol com o Capibarioe e tevarem ambos,
confundidos n'am t, ao ocano o pobre
feudo de suas aguas.
Hoje Pernambuco merece verdaderamen-
te o nome de Veneza Americana. O Beci-
fe. propiamente dito, construido na extre-
midade da pennsula qsa o liga com os ou-
teiros, em cujo cume est edificada
Olinda, espelha de um lado no rio Baberi-
be, do outro no ocano as suas casas de
alvenaria. Ouve-se all constantemente o
prego das negras vendederas, o bulicio
e a ag tago commercial campeiam desas-
sombradamente as ras oceupadas outr'ora
pelos massigos verdejantes dos sumptuo-
sos jardins de Mauricio de Nassau, e pelo
palacio que elle erigra.
Urna ponte une com o recife p-opriamen-
te dito a ilha de Santo Antonio. Ahi. n'es-
se delicioso bairro, qu* surge do seio das
aguas, como qualqu r das ilhas da ratona
do Adritico, elevam-se formosos edificios,
e as aguas tranquillas do porto proyecta-
se a ondulante sombra dos campanarios
de innum-raveis igrejas.
Outra ponte une Santo Antonio ao bairro
moderno e elegante da Bra-V'Sti. que, li-
gando Pernambuci aquatica cidade, com
as opulentas ca upiaas brasleiras Ihe d
urna decidida vantagem sobre a sua rival
italiana, que;'-soladano sendas aguas, nlo
v onlro arvortdo que nao seja o que for
mam as mastrea;oes dos navios ancorados,
e cojos habitantes nao repousam os olhos,
fatiga to de s verem mar, ce> e marmo-
re, 'oulras flores que nao sejam as ma-
ravilh sas flores da arte desabrochadas de-
baixo do pincel dos grandes mestres nos
magnficos paineis dos palacios e das
igrejas.
Mas ento a cidade nascente jazia humil-
de aos ps da sobranceira Olinda, que, ip-
s-r d'isso, olhava cora ciume para a sua
rival preferida pelos Hollandezes. Mais
algans annos de oceupago, e Mauricio de
Nassau fazia da cidade, que dera o nome,
nome ephemero que os Portuguezes tinhrai
de apagar dentro em pon-o para extingu-
reo de todo a memoria da oceupago hol-
landeza, urna nova Amsterdam da Ame-
rica, i
Mas oatra memoria mais perduravel dei-
xaram de si os Hollandezes ; foram os pa-
nucos edificios com que opulentaram a ci-
dade, qae triumphoii, gragas aos seus es-
forgos, da decahida Olinda, e hoje conquis-
tara deffinitivamente os foros de verdadeira
capital.
Mas Olinda que nao perdeu o que de"
vera natureza, e os ingratos Brasileros.
que durante o invern a olvidam, lembram-
se delta no esto para irem procurar as
frescas sombras dos seus jardins, e esque-
cerr-m, mirando, das suas alturas bem la-
vadas d'ares, o magnifico espectculo do
mar, da cidade e do campo, as preoecu-
pagoes do teu labutar quotidiano.
A esquadra de Mauricio de Nassau foi re-
cebida com jobyio pelos "Hollandezes, que
habitavam na capital da colonia dos Paizes-
Baixos, com sombra indifferenga pelos Per-
oambucanos.
Rodrigo Teixeira, depojs de consagrar
alguns das ao espanto e admirago pro-
duzida nelle pelas novas scenas que pre-
senceava, cabio de novo em profunda me-
lancola.
N5o estava vontade entre esses estra-
nhos dominadores do seu paiz, esses bere-
ges inimigos da religio, que elle professava
com fanatismo.
E' verdade qae a generosidade de Mau-
ricio de Nassan fizefa-lbe compreltonder a
--------_____^____________________
juiam sobre os dogmas e
as mais encontrada-
tolerancia; mas den ppr isso poda h
tU3i'*s*,i tr&L
ue i^^^^^^^^^^^^^^^^^^^l
do p
pratici
niOes.
Urna scena, qae se passoa no palai
Mauricio de Nassau, alguns mezes depois
da sua chegada Pernambuco, anda mais
agmenlou essa repugnancia.
Jantra-s e jantrase bem. Em casa do
governador geral estavam reanidos tio s
os chefes militares da colonia, mas tambem
ouitos dos principaes negociantes hollande-
zes estabelecidos era Pernambuco. Nao
faitavam, tambem os delegados da corapa-
nhia das Indias 0:cidentaes, dois dos qoaes
eram ainda parentes d'algunsdos directores
das cinco cmaras qoe governavam os ne-
gocios da companhia, a cmara d'Amster-
dam, de Rotterdam, da Zelandia, da Hollan-
da prio Mauricio de Nassau os tratava com
bastante deferencia.
Algumas Hollandezas tinham tambem sa-j
sistido aojanlar. Eram formosas, mas
d'uma formosora deslavada, qne nenhuma
mpresso prodnzio no nosso selvagem e ar-
dente Rodrigo Teixeira, que assistia mudo
esse banquete, para o qual fra convidado
por Mauricio que Ihe consagrava um ver-
dadeiro atcelo.
Depois da sobremesa, segundo o costu-
me inglez tambem adoptado em parte na
Hollanda. as mulhefes levantaram-se e sahi-
ain da sala.
A cerveja circoloa ento com abundancia,
as frequenteslibagesderm em resdltado
um certo tumulto, queapresenga do gover-
nador nao rprmia.
Era a liberdadV republicana.
Affastado comtodo dessa scena de vozeria
de hilaridade, Mauricio ou trocava algu-
mas palavras com Rodrigo Teixeira, on, dei-
xando O copo vasio ao seu lado, tragava
iom o garfo no fondo do prato phantaslicas
figuras. .Pensava.
Andava-^he o psnsamento bem alheiado
do jantar que assistia. A ruga da raedi-
tago cavava-se-lhe Da fronte, e a saa phy-
Sionomia syrapathica illuminava-se-lhe com
a luz semi-velada da chamma interna do
seu vasto espirito.
Ento responda com um sorriso distra-
hido qualquer apostrophe que lbe diri-
giam os alegres convivas, -e recahia na sua
rteditago.
Rodrigo Teixeira respeitava-lh'a, e. como
nao linba outra cousa que fazer, e j per-
cebia algomas palavras do hollandez, pres-
t >u attengo palestra das pessoas que o
rodeiavam.
A palestra versava sobre assumptos re-
ma o hornea
(') Mendes Leal, Calabar,
Repito, exclamava um Hollandez gor-
do e crala, qae absorvia com prodigiosa
rapidez copos e copos de cerveja, dirigin-
do-se um ministro calvinista, magro e
.esgalgado, que Ihe dardejava olhares furi-
bundos, repito que a conservago das tor-
res e dos sinos urna abominago qae se
resente ainda do papismo. E' um resto
da pompa do culto catholico, de que o vos-
so materialismo nao pode fazer prescindir.
E deitou abaixo om formidavel copo de
cerveja, assentando-o depois com estrondo
em cima da mesa.
Rodrigo Teixeira olhava para elle com
espanto.
Mereca realmente a pena, por to va
discordancia, redargoio amargamente o
ministro, separar-se o vosso Arminius do
gremio da nossa igreja. Arminius nao
mais do que um novo Pelagio, e o synodo
de Dordrecht, em vez de 'lbe condemnar
pura e simplesmeute as doutrinas, de via
envia-Io fogueira.
Rodrig Teixeira olhou, sorrindo-se para
Mauricio de Nassau. Aquella tolerancia do
ministro calvinista parecia-se bastante com
a da nquisigo catholica. Mauricio nao re-
uarava comtudo as discusses que se tra
vavam mesa.
Como Calvno Servet, acadio iroca.-
mente o gordo admirador de Arminius.
Nao toquis na arca santa, bradou
o ministro, nao maculis com a vossa baba
impura o nome do santo fundador da nossa
religio.
Rodrigo Teixeira tambem nao ficra me-
nos espantado de ouvir om homem tratar
Calvin com aquella sem-ceremonia em plena
assembla dos Hollandezes.
Nao pode ter-se que nao se irfformasse
com Mauricio d^ Nassau.
Este olhou para o homem indigitado como
profanador, e respondeu tranquillamente :
Nao calvinista.
Enio que elle ? catholico ?
Arminano, discpulo de um profes-
sor de theologia de Leyde, que pregou dou-
trinas que pouco se affastam do credo cal-
vnsia, mas que bastaram para produzr
urna seta nova, qual foi concedida a 1-
berdade de consciencia por meu primo o
stathotider Frederico Henrique. Espantaes-
vos, R )drigo Teixeira ? Esperai que anda#
tereis mais que ver, nesta assembla onde
por um raro acaso estoreundo6 represen-
tantes das principaes seitas, em que o pro-
testantismo se divide. Vedes aqpelle grave
negociante, que olha com um sorriso de
desdem para os dois disputantes, como quem
se compadece de os ver to desviados do
caminho da s Ivago? E' um lutherano.
Discpulo de Lutbero ?
Exactamente.
Mas nao sao irmos Luthero e Calvino?
Eu que osjulgava, menos doqnedons ho-
mens differents, dnas encarnagSes do...
Do espirito do mal, -quedis dizer ?
ac lio Mauricio vendo que Rodrigo Teixei-
ra interrompa a phrase. Ah! papista in-
corrigivel, continnou elle sorrindo, sahereis
pois, para coosolago vossa, que os disc-
pulos de cada urna d'essas duas columnas
do protestantismo odeiam-se mais eotre si
do que odeiam o papa. E' sina, bem ve-
des. Nao nos tendes mais odio nos pro-
testantes do que aos judeus, aos turcos e
ao3 gentos ?
Rsdrigo Teixeira fez-se levemente cora-
do, Mauricio continuou a sin enumerago.
Reparaos n'aquelle oficial de aspecto
um lantp selvagem, que bebe em silencio
a saa jarra de cerveja ? E' um anabaptista.
O principia capital da sua doutrioa que
as criangas nao podem ser baptisadas, e
que o baptismo um sacramento, que s
pessoas em oso de razo devem receber
A saa mor l pura, mas apenas em theoria.
Na pratica desmentem sempre os seus ele-
vadas principios. Professam o horror do
sangue humano, mas ninguem o derrama
com mais delicias. A Westpbalia conser-
va ainda bem fresca a mamona das atroci-
dades commettidas por esses fanticos amal-
digoados. Mr. Pietersen, qae assim se cha-
'01
ieaigio, om dos
nossas filei-
^^^Hque no en-
:^^^^^^^^^^Hp solda-
dos o exempiu Jfl 8oas
mos nao teem nodea de sangue; mas, ape-
sar d'isso, iaimigo qoe lbe pajse ao alean-
ce do brago, levou passaporte para a eter-
nidade. Nao juram nuuca, e o sea credo
prohibe-Ibes, quando entram no negocio,
ifludir tquelles com quem commerceiam.
ptima tab tota para attrabir os ignaros.
A* sombra d'essa fama, roubam qoe ma*
ravilba !
E aquelle serio ?personsgem, pergun-
tou Rodrigo Teixeira. que desde o princi-
pio do jantar conserva imperturbavelmente
o chapeo na cabeca, e bebe to silencise
como o anabaptista que Ihe fica fron-
teiro ?
E' um quaker; a saa religio parece-se
bastante as doutrinas qae professam com
a dos anabaptistas, mas differem d'elles ao
menos em cumprirem letra os preceitos
porque se regem. E' agricultor aqaelle que
se senta nossa mesa, e chama-se Hilde-
orand. A sua plantago fica nos arredores
da cidade da Parabyba, que pozemos o
nome de Frederca, em honra de meu pri-
mo o statbouder; um modelo de ordem,
de cultura, e de hom aproveitamento dos
terrenos. Foi elle que deu primeiro a co-
nbecer a excellente qualidade do assucar
d'aquella provincia, e d'ahi provena o trrmos
dad, como verdadeiro povo commerciaote
qu somos, um pao d'assucar por brazo
a cidade. Na jura nunca, mas a sua pa-
lavra sagrada ; ordena-lhe a ana religio
que nlo derrame sangue, e podieia ir cra-
var-lne nm punhal no peito que elle, ira-
raovel na sua cadeira cural, nao lancana
mo de urna faca para se defender on se
vingar. Quanto eu seria feliz se tivesseum
exercito de anabaptistas, e urna popolago
agrcola de quake* s I Sao ainda pouco nu-
merosos ; urna religio nascente. O sea
apostlo e fundador vive ainda, inglez, e
chama-se J rge Fox.
Mas nada disso me explica qual o
mo'.ivo porque elle conserva sempre o cha-
peo na cabega.
Porque os membros da communho.
religiosa que perlence entendem que to-
dos os hom-ns sao iguaes, eque as formu-
las de cortezia sao apenas formulas disfar-
gadas d'uma hypocrisa qoe condemnam.
Eu mesmo debalde esperara que elles me
dssem outro tratamento que n fosse o
tu igualitario. Que importa, se sao probos,
laboriosos, sinceros"? A sua religio toda
interior, a consciencia -ihes templo e altar;
s em certas occasies comegam a tremer
de cubito (motivo porque em Inglaterra
lht?s derara o nome de quakers) edos labios
habitualmente silenciosos jorram-lhe flux
palavras misteriosas. Em cima d'um banco
parecem ento a antiga pytbonisa feamente
ao sopro da apollinea inspirago. Suppoem
qae o Espirito Santo que os anima.
Blasphemia I mnrmurou Rodrigo Tei-
xeira.
Inoffensiva, acudi Mauricio, menos
para aquelles que a aturara, porque o Es-
pirito-Santo nem sempre costuma ser moito
eloquente, quando falla pela bocea dos im-
pertigados quakers. Mas vdeme aquelle
folgaso negociante, que ri e conversa com
todos, e que nunca promove a mais leve
discasso religiosa. Nao vos espante o
fado; d'uma seta ecletca. Van-der-
Bo>ch pertence communho dos Bhrasbar-
guezes, assim chamada, porque foi na aldea
de Rbinsburgo, prxima de Leyde, que os
seus fundadores, os irmos Codde, tanoei-
ros, fizeram as primeiras reunies dos seus
neophylos. Os Rhinsburguezes nao teem
principios muito fixos: acceitam. como os
arminianos, a doutrina da predestinago, vo
de ac:ordo com os anabaptistas >obre a
questo do baptismo, e, como os 'quakers,
dispensam os padres. Assim nao ha moti-
vo serio para regeitarera cto todo qualquer
das religioes, cojos principios parliiham.
Teem consciencia fcil de contentar,
acudi Rodrigo Teixeira.
o contrario dos conventicularios,
de que vedes um representante no Sr. Cor-
nelius Scholten, delegado da companhia, que
se est sorrindo agora mesmo para mim, e
designando-me com sorrateiro olbar o gru-
po dos discutidores, que, como vedes, j
foi augmentado com Mr. Pietersen, o ana-
baptista, e o lutherano Mr. Vss^her. O Sr.
Cornelus Scholten pertence quelle grupo
do homens, pois que nem seta Ihe podemos
chamar, cujos exerccios religiosos consis-
tem nicamente em lerem e commentarera
a escriptura, reunidos em serena assembla
ou conventculo. Esses sao tolerantes...
por scepticismo.
E nao ser essa tambem a vossa' to-
lerancia, principe ? perguntou Rodrigo Tei-
xeira cravando os olbos nos olhos de Mau-
ricio de Nassau.
Nao, crianga, respondeu sorrindo Mau-
ricio, quando liverdes os oihos menos
offuscados pelas cbammas do fanatismo, po-
dereis ento fita-Ios na luz serena da religio
que Ilumina o meu espirito.
Rodrigo Teixeira curvoa a cabega suspi-
rando. Mauricio de Nassau conservava
sempre sobre elle a saa tranquilla superio-
ridade.
E. para completarmos o quadro, con-
tinupu Mauricio de Nassau, podis ver l
ao fundo da mesa curvado sobre o prato, e
com os olhinhos astucios s e inquietos pers-
crutando todas as pbysionomias, o nosso
digno tbesoureiro Abraho da Costa, per-
tencente essa raga industriosa, activa e
atelligente dos filhos de Israel, que vos,
loucos meridionaes, tendes affugentado dos
mais ridentes paizes da Europa, e que teem
vindo aviventar e enriquecer o nosso slo
rade mas hospKaleiro.
Comprehendo, disse Rodrigo Teixeira,
queTse trate com tolerancia os homens, que
nao sao cbrisios. c sao fiis urna le di-
versa que foi a le da saa infancia, maga-
me o grande schisma qae dividi a ebris-
tandade, mas percebo-o emfim ; o que eu
nao adraittiria nunca era esta multip icidade
de seitas, de communbes, de crengas, qoe
sao para o christianismo urna vergonha, para
os pagaos motivo de justificado riso.
Que nos importa nos, se os homens
dessas diversas crengas sao unnimes em
servirem bem o estado, e em eomprirem
Belmente os seus deveres cvicos e moraes ?
Nos que promulgamos as leis humanas, ve-
lamos para que ellas sejam obedecidas; para
os infractores das leis divinas ha s dous
tribnoaes, na trra o da consciencia, no co
o de Deus.
. 4\
'J
(Coniinuar-te-lM.)
TYP. DO DIAKUJ RA DUQUE DE CAXUS
MUTILADO


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