Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12162


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Full Text
ANNO XUI. NUMERO 181

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AB8AD0 13 DE AGOSTO DE 1870.
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Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por nm ame idem .
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27,1000
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Propriedade de Manoel Rgraeirta de Paria & Filhos.
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' *O ACUCTE* :
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Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Par ; Goafalves A Pioto, do Maralo ; Joaquim Jos de Oliveira, no'.Cetra ; Antonio de Lrhbs Braga, no Aracatr ; JoSo Mara Jobo Chafes, no Ass

Antonio Marques da Sito, no Natal; Jos Justino
Pereira dWmeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lm, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VHta da Panbe,- BeJarmino dos Santos BahsSo, ea Santo AntSo; pemingos Jos da Costa Braga,
em Nazareta Francisco Tavires da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinhono Rio de Janeiro. i '
PARTE OFFICIAL.
-Governo da provincia.
DESPACHOS DA- PRESIDENCIA DA FROVIKCIA DO DA'5
' k 6 de acorro-ra 1870.
Antoalo Ptiaielpho Pereira Duira.Iudeferido.
Antonio Francisco Martins de Miranda. Infor-
me e Sr. director interino do arsenal de guerra.
Antooio Witruvio Pinto Bindeira Aceioli de
Va>coacellos.Informe o Sr te'poetar da thesou-
raria provincial, ouvindo o Dr. procurador fiscal.
Companhia dos trilitos urbanos de Oliuda.In-
forme o Sr. eomnwn taoie superior da guarda na-,
cinnal do rnunieipio do Recife.
Er-anindo Dooeleciano de Luyla.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Francisco Xavier de Sonza Ramos. Informe o
Sr. oommandante superior da guarda nacional do
inuoicipio de. Pao d'Alho, ouvjjdo o respectivo
cuinmaadaotB de batalho.
FU vio Jo' dos Santos e Silva.A' vista das ra-
lornjacOes u*> tam lugar o que requer.
(rmandade do Senh ir Bom Jess dos Passos do
Corpo Santo,Informe o Sr. intpector da tnesoo-
raria provincial.
Jos Felippe de Moraei e Silva. Informe o Sr.
Ur. jui/. de direito da comarca de Garanhuos, ou-
vinlo o juiz municipal respectivo.
Badurel Jeaqum Francisco Cavaleante^Lins.
i: mceda-se mais lo das, e facam-se coirimunica-
ce* convenientes.
Ji u Joai|uim de Siqueira Varejo. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
uf Bdisaria .Mariniw Falco. Iuforme o Sr.
fnspeci.ir da thesouraria provincial.
J is Felippe Santiago.V He ao'Sr. tenenteco
renej cuuttiiaudaMe do corpo de polica para que
a junta medica composla dos tres cirurg-ies do
mesra corno, declare se o supplioante esta ropos-
s bjlado para sempre mi tem provavelmeote de
continuar a servir, e se a impossblidade resulta
do feriniento ou de entra molestia.
Leopoldina Konuna Mendos Soncalves. Inde-
ferulo.
Mamipl Rodrigues da Silva.Dirija-se ao Sr. di-
rector interino do arsenal de guerra.
Manuel de Siqueira davalante.Conceda-se os
6 inez nos termos da le que autonsou a licenca
e, contada esta da data da mesan le.
Padre Manoel Tertuliano de Figueirdo.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Paulina Marcelina de Almeida.Indeferido,
-8 -
Ciroad Alexandre de. Barros e Albuqoerque.
U
A lirado Alvea,Pncboo.Nao ha vaga.
Can ido Jos de Ol ieira.Informe o Sr. direc-
' tr interino .do arsenal d<* guerra.
Damiao Lopes Pereira Guimareg. Prove que
marchou par a.campeaba do Paraguay como pra-
do corpo de polica.
F M. DupratJpnjrme o Sr. inspector da toe-
sourana provincial.
lsb l Mara do Espirito Santo. Informe o Sr.
Dr. obele de pulicia.
Kagenheiro Joa juim Peres Carneiro Monteiro.
Omceda-se a prorogacio requerida.
Januano Jos d Santos. Expedi -se ordem
para ser substituido o destacamento de Fernando.
Jos Francisca de Paula Vellez. .Nao ha vaga.
Capiuo Jos arlos Manso da Co*la Res. In-
r>rme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joc Joaquira da Costa Laite. Ao Sr. inspector
da thesouraria provincial com oflicio desta dala.
Jos Francisco Ribeiro de Souza. Informe o
Sr. cuiiiiiandante saperir da guarda nacional do
Kecifr.
Joao de Soizi Hangel. Infirme o Sr. director
do arsenal de guerr.i.
arcos Gomes da Silva.Informe o Sr. inspec-
tor da tbesonrarla provincial.
Manoel Gimes Veigas.Jnoior.Junto ao reqne-
rimento de Floriano Jos de M'randa, vnlte ao Sr.
inspeetur da thesouraria de fazenda para infor-
mar.
san, rival na sorte dos com-
EXTERIOR.
A Kuropa.
H-naE i pijerra Est a Europa'em
sangue Esta'a Eur \v\ em luto !
o i-inflicto rfiip pr.'.-r.'Tn -. que snmnciramos,
ilii n i pmphtelo, ahi rompeu com a
furia da t-MnpHu t a-sUndi a ierra da Prnssia,
o solo da Franca I
lljitve uin momento aiu.la em que parec^u
raiac no h,insonlo a aurora oa paz I Foi quando
-im da sua candidatura ao ilirono
vano de Hespanha I
Todos es'i annun^io julgaram que iam outra
vez cerrsr-se sa portas do teinplo de Ja no !
Pks ?e a circular de Sa;asU ao corpo diploma-
tico fora o alarme Ja guerra ; a declaraco do
priucipe do H.ihenzolern as crl-.fs da Europa era
a seguran^! da paz !
Can elfuto a resolucao di Ems tudo mudara de
aspecto.
(i- que reeeiavan o cahos, viara a ordem. Os
que tentaio a Igavam na vida. Os que
ciioiWSB "Pula pne, mnrriam pelo tnau-
pho !
Veio assim a tnnqaflMa'le no povo j e as na-
i;o 's coofuraui por mu momento no socego uni-
veral !
Mas onde resplandecia o iris bonancaso, em todo
o brilHantismo dss cores eelestiaes, enmona d> su-
a toMar-se mais e mais a-attnosphera. Enca-
pelsm-se as nnvens no horizonte ; ennegrecem-se;
acobream se ; ja ameacam a prxima tempestado
em toda a furia do vendaval !
Onde se sentan) os echo? longiquos dos cnticos
sonoros lo anjo da paz, ahi mesmo se ouvem j os
ruffios temerosos do monstro da. guerra !
OjKlO'*a. adintravi o aspecto da campia verde
jante, alarida da* mimosas llore, que engrinal-
da na fronte do univers >, vem-se j as torras ri-
das, caitas, devastadas ; Untas em sangue hu-
iuoo, adub) frtil ao solo, em que est plantada,
e en qua Jortilisa a arvpre do d-sp^tisrao !
Oade e elevava a fragrancia odorfera do bal-
samo, qn* se levanta o cheiro embriagante da plvora, na fu-
ria horrivel os cmbales I
O echo universal do'eoihusiasmo do mundo pela
piz parees abaf3do agora pelo estrondo hrrido
das dala* ao fragor da peleja 1
Desapparecen o vojto gigwle do anjo da vida,
que em sua alvnra nffdsaanfa" nosleslumbrava,
para de snbito Ore as nossas cahecas, ba-
teodo suas azastregra, % ombra slnlstra e terri-
vel da den da mor
rem urtf o outro
bates I
A Europa vai, pois, assistir nma carnificina
h irrivel para se satisfaserein vaiitades, caprichos,
amijics ; mteresses nao dos povos ; mas dos
seus verdugos; dos seus njmigos naturae?, que
ao os estadistas como Bismark, os re* como Gui-
Iherma' os imperadores cmo Napolaio I
E assin estarnas hoje na i Jarte media I
A philosophia do socnJo prpulama : ainviola-
biliJa le da vida humana I Muitos cdigos j ins-
crevem em suas paginas :aoplico da'pena de
morte! A civlisarao abate assimocadafilso,
e elimina da fola dos funecionarios pblicos a
fera, o monstro que se chamacarrasco l
Pois quando a humanidade caminha assim
para o respailo da vida, que os augustos cheles
das naces decretara a sentenca da morte !
Morte ao povo ; o povo innocente djs crmes
qos reis; ao, povo qne odeia os tyrannn? ; ao povo
que os serve na escravido ; ao povo que emlim
sempre a victima das testas coroadas i
Guerra, morte, exterminio I
Eis o grito da Franca 1 Eiso grito da Prussia I
Bismark qu'er bem firmar o tbrono de Guilher
me sobre um moniao de cadveres !
Napoleo quer lavar as nodoas do imperio era
um lago de sangue !
Podeis-nos assim dizer, amigos 4a Prussia, ami-
gos da Fran?a,quai ter instinctos man civilisado-
res, mais humanitarias, mais dignos da admiradlo
da posteridade f ,
Para nos, leitor, a guerra to cruel, tio bar-
iara, fio monstruosa, qua ante ella estremece-
mos o> horror, e eremos que as peraeRes por vir,
illuminadas pelo sol da civilisaeao, nao de eon-
demnar para a historia dos seculos os verdugo?
da humaiidade, os seus assassino?, ds seus car-
rsseo,.os homens que se diremhroese (jue
sao monstros; monstros que se alimentam da
carne o do sadgue humano ; feras que em lingna-
gem palaciana o] de corte se chamamprincipes,
reis, imperadores I
Eis a guerra I a guerra declrala a guerra
qne se diz para viogar os insultos da Prussia, e as
injurias da Frauga ; mas que-no fundo apenas
para engrandecer o nomo de Bismark, ou para
desoffuscar a gloria de Napoleo ; guerra, que se
finge ser de duas naedes caprichosas, e que so
de dous homens. ambiciosos ; guerra, que urna
vergonha para a Europa e um horror para a hu-
manidade !
Os oxercitos j marchan) gloria dos combates,
e honra das victoriasl E o seu rec.intro ser
lerrivel I
Q tantos cadveres Qcaro juncanio o so-
fio ?l Quanto sangue correr na lucia ?!
E depois quantas viuvas?! quanios orphaos ?!
qnantos pies sem Olbos e (ilhos sem paes? quan-
tos irmos era lutofl quan as familias em
dr?!
B valer a causa tantos sacrificios ? tanto san-
gue ? tantas vidas ?!
, o; mil vezes nao !
Pjem que ella fosse justisstma valeria o preco i
de milhares e militares de victimas que vai cus-
tari
Aos que decretam pois a guerra, pertencer a
responsabilidade lerrivel da carnificina, que vai
enehr de horror a Europa e-o rrundo!
Mas a posteridade lomar eontas no tribunal
da historia aos assassinos dos povos, aos carrascos
das naces!
E at l o sangue 3S innocentes ha de cahir
sobre a cabeca dos criminosos I Os thronos le-
vantados sobre cadveres,, seguros pela argamassa
da carne e do sangue das victimas, ho detam-
ben) desabar ante a revolucii que um dia pro-
clamar a emancipacao do jago dos tyram-
nos!
E' esta a nossa esperance; esta a nossa f !
Os tyrarauos dizem hoje do seu imperio de glo
ra : morte ao po*o I
O povo dir amanha na gloria do seu impe-
rio : morte aos tyramnos I
E at raiar a aurora do grande da da redemp-
gao dos povos, seja o grito das naedea:
Morte morte I Guerra guerra !
A guerra.
Declarada a guerra entre a Prussia e a Franca,
as duas potencia? rivaesno meio-dia da Europa,
occasiio de avaliarmos as suas causas, e os seus
effeitos ua mar.-lia eo mam da humanidade.
Agora que j o tambor toca o rebate da guer-
ra ; agora que j ) clarim chama a peleja ; agora
que j se ouve o primeiro rumor dos combates;
agora que j se v o sangue a vermelhar o selo, o
cadveres jucamio a ierra, o momento opporia-
no de aprecennos a questao, em seus ridiculos
principios e em suas consequencias terriveis I
Eis os factos!
Empenham-se na lacla duas najge?, grandes,
poderosas, fortissimas; duas nacoes que desde
um.lo tempo se vera com mus olhos; duas na-
ces que se gladiam, que se offascan?, que se'iu-
vejam, pelo eugrandecimento de cada urna, pela
forca dos seas exercitos, pela firmeza de seus sol-
dados, pelo enthusiasmo do seu povo!
Doas n.goes, nao dizetnos bem, que no conflicto
s vemos dous homens; e esses1 homens sao:
Bismark, Napoleo !
Sao estes dous noines s toda a causa da guer-
ra. Cada um querabysinar o adversario; mas
nao podeudo vence lo pola lucia diplomtica ap-
pellam um e outro para a sorte das armas I
Temos pois um duelio entre dous vultos, anda
que dusiguaes em gerarchia, que um impera-
dor, e herdou o raaior nome ddste seculo,Napo-
leo E o oulro apenas ministro de um re, e
chama-se por este norae que so ello fez gran-
deBismark !
E nao sena melhor que, igualadas as posicoes
soche-, j que ha tanto enthusiasmo pela guerra,
se batelera em combate singular Guilneroy- o Na-
poleo ; uvier e Bismark ; do que derraiuar-se
tanto sangue, eceifarem-se lautas vidas cp u o
cutcllo hrrido da monte?
------r
.
isso
ama sorpresa para as na-
por ella empenhadas agora na
Porque naf/i^ade imitar-se em nossos das o
exemulo dk< i0m ron')'" e do povo albano ? I'or-
aue ii io h), de escoihe<'em ,9e Horacios e Coria-
Ctef-para *decisao de um pWw, que h. je se qoer
abafar era iaDgue ? v
Seriara i,.^ mais eivilisadV
quera nao v^ha raiado anda n
christiamsiifj V Ou seremos nos mais". Barbaros
do que foram os p^< da rara latina de qtt'e'pro-
cede a Franca, que hoje, j>roclama e clamaguerra
aa povos para
mijndo alu'. do
nome foi por
(,'5es, que se veem
guerra (
Quem aulorisara Prim o Serrano, Okvier e Gra-
mont, Bisirark, Guilherme, Napoleo, a (azerem a
paz ou a declararen) a guerra ?
NSo foi todo isto ama questao pessoai, tratada
pelas dictaduras da Europa, que gao verdadeiras
formas do poder absoluto 1
Aniiuncion-se um dia que Leopoldo seria re
Heipanlia ; no outro dia aUlrmou-se a dissisteneia
do principe corta de Cirios V I
E foram as nacoes, qn decretarais a priaeira
ou a segunda resolucio ?
Anda mais. Annunciou-se a guerra por se
adiar offendida a Franca, e logo depois o telegra-
pho declarou a paz !
Foram os povos ouvidos ou achados em qnalquer
destas resoluepas ?
Mas anda. A pos os annuncios de paz vieram
cutra vez os ecos da guerra, e agora de um mo
do positivo, que vae custar milhares de vidas
Europa !
E foi acaso ainda o voto das naco*s que au-
torisou esse rompimento de hostilidade entre a
Prussia e a Franca t
' Nao; nao foi; que o povo por toda a parte nao
mais do que Instrumento flexivel, movendo-se
vontade caprichosa dos despotas, que Ibe irapoem
o jogo .
A Hespanha, mais interessada na questao, vio
darera Ihe e tirarem-lhe um re, e nem por isso
aquella nacao se ergueu a pedir justica recla-
mar vinfanca.'
E' que a Hespanha est hoje to escrava co-
mo o era no reinado da princeza desthronada!
A Hespanha est fraca, esl abatida, est anm-
qailada I Por isso nao ha rmes conviegoes,
era gloriosos entbu-dasmos, nem caprichosas vai-
dades I
A Hespanha ouvo com a raesma indifferenca, a
declaraco da guerra, e a declaracio da paz. E
quando outra vez onvio balbuciar algumas pala-
vras tenebrosas, mpoz-se ella mesmo silencio, co-
mo que co fnndida por urna fio grave circamstan-
cia, que romper assim das trovas I
a Prussia tambera se escutou o orculo de
Ems I
Como as sybillas, all se prognosticou a sorte
da guerra.
Nao consta qne fosse, porra consultada a op-
nio publica.
No gabinete de Berln se decidi lado, ignoran-
do os cidados qual seria o plano do governo na
gravidade das crcuinstancias.
Apenas a Franca consullou o parlamento ; o
essa andn com mais diplomacia, ngindo ir
cora a oplnio do corpo legislativo; mas inde
s de fado com o voto do governo, e com a vonta-
de do imperador I
Vae pois a Europa para a guerra, pela vontade
suprema de alguna homens, que aspirara im-
mortalidade na historia! Perpetudade bem pou-
co celebre para quem lera de passar por sobre'moa
toes da cadveres, e atnws um rio de sangue !.
E aqu est como a humanidade o ludibrio
destes grandes homens do mundo, que se inven-
tar m para as Aesgrseas das nardes 1 *<+
Assim a Hespanha e Prim ; a Franca inocula-
se em Napoleo ; a Prussia consubstaneia-se em
Bismark t
Por isso elles fazem e desfazem reis; por isso
elles proclamara pazes e fazem guerras; por isso
elles zombain das leis na omnipotencia d/ sua von-
tade inviolavel e infallivel I
E aqu est C3mo a guerra urna guerra pes-
soai ; guerra sem treguas e sera qaartel; guerra
de extermiaio na Prassia e na Franca ; guerra
atroz ; al que um dos combaieutes implore a mi-
sericordia do venedor I
Sao estas as causas da guerra I Nao ha aqui o
bem da humanidade, ha apenas os caprichos de
aiguns homens, que tem a vaidade de quererem
ser os dictadores do mundo !
E os effeito? nao podem ser differontes das cau-
sas I
A causa 'ii.i : logo a consequencia hade ser
pessiraa ; nefasta ; terrivel I
Pois que tem a ganhar a Europa se vencer Na-
poleo ?-ou se Bismark vencer ?
Qi>e mais vale para os povos do occidente o pre-
dominio da Prussia, ou o da Franca ?
Povo E' tempo de acordares, para veres como
s trahido I
Olha para a Hespanha, v como Ihe dao, e co-
mo Ihe tiram um re i
E' l na Prussia que/=e trama o conflicto. Mas
como elle conjurado ?
Affasiando a cabeca de Leopoldo para que so
bre elle nao peje responsabilidade da guerra
pela cora de Hespanha !
Mas nao a poltica que o dicle. E* a familia
que o decreta E" o proprie p-te que o commu-
nica s cortes amigas, como chele do conselho de
familia, ainda depois^ da maioridada do.fllho !
Eis como o negocio tolo pessoai; todo fami-
liar, todo alheio s grandes apiracoes polticas dos
estados occideotaes da Europa !
E todivia o principe Leopoldo o pretexto, o
nico pretexto da guerra !
Retira-so a candidatura da Hespanha ; mas a
Eran ;a, nao satisfeita complica a questao anda
depois de mona, rmsirandi-se facciossima para a
guerra i
E a Prussia, que nao teme as garras da Franca,
insulta-a, offende-a, leva-a mesmo ao conflicto,
provocando o rompimento, que poz em marcha
os grandes ejtercites das duas potencias, que esta
na lucia! .
E isto serio i Pois faz-se assassnar tanta gen-
te por um modo fio fjtil, fio ridiculo, to abaixo
de toda a critica ?
Onde eslava empeuhada a honra das nac's
helligerantes. para sa levaron) por olla ioeer'za
dos combates, e porfli das polejas ?
A guerra realmente um grande mal; urna
desgrana atroz ; urna calamidade honivel I
E mais do que isso. Ella um ludibrio para
as nacoes que vo morrer escravas aos ps dos
tyrannos !
Eis os terriveis effeitos da guerra Eis as con-
sequencias inevitaveis do conflicto europeu, que
por fim se ievantou por ura nome, que nao vale
o scrili -ao de nma s vida l
Povo Nao podes nada I E nao podes pola tua
fraqueta, pelajtua pusilanimidade, pela loacovar-
dia
Moles fe'Sr*. : Antonio-Patrlino, Manoel do Reg,
Mello Rogo, Teixelr oSa. Tolenlioo de Carvalho,
Felipp^de Figuaira, Correa de Araujo, t>eraam-
bneoFilho, Agiiiar, Ganha Cavalcante, Augusto
fiosta, Ribeiro Vianna, Vieira de Mallo, Pinto J-
nior, GonSim, Arasral, Cimba Figirsiredo, Gonr;al-
ves Lima, Rufino de Alm-oda, >llanda Cavalrn-
Ui, Mamede, Oliveira Audrade, G. Jkuramond, Gns-
mao Lobo, Vieira de Araujo, Ignacio Joaquim, E.
Oliveira, A. Cavalcante, Jo-i llvalcante, Oliveia
Foocec e Wanderlei.
A bre se a sesso, lida e approrada a acta da
anteeedrote.
O Sa. i Seoutario da conta do segnjnte
KXPEDtK.NTFT : *
Um oficio do secretario do governo remetiendo
os aulogronho' das resolucfies da assembla, sane
cionadns pelo Exaj. Sr. vice-presideote da provn-
ca, sob ns. 932 a 9i2.- A archivar.
E lido e approvado o seguiste parecer:
- A eominissia do fazenda e orcameoto nao po-
dendo em vista dos documentos apresentados
por Joan Urpoluo de Meira Lima, formar juizo se-
guro sobre o direito que pjryenluca Ihe assista a
indemnsacio que reqoer ; do parecer que seja
asnapetica') e doetnnentos reraettrdos ao presiden-
e da provincia para resolver como (ur de justica,
sendo a esia assembla, podido o necessario ere
dito, se o direito a inJernnisaeao fr reconbacido.
Sala das commissoes, 28 de junho de 1870.
/. Mello fljo G. Drummond.
Entra em discossc o contrato celebrado pela
Exma. eonjmi-sS') de polica cora o Dr. Manoel de
Figueira Faria para publicacao dos debales da
assembla oo prximo futuro biennio.
0 SR. PEDRO APFONSO :Sr. presidente, j
ti ve occasio de pedir infiirmacdes acerca dn as
surapto que se acha em discu^sao ; ontao o digno
Sr. Io secretario dsse que opporlunamente seria
aprdsentado o contrato feito para ser sugeto a ap-
provaco da casa.
Aeabo de ouvir lr o parecer da commssao ou
o contrato celebrado com o propretario do Diario
de Pemambuco para publicacao dos debates desta
assembla.
0 Sb. Teixeira de Sa : Nao ba parecer, o
contrato que est submettido a approvaco da
casa.
O Sr. P. Afeonso :E' a esse contrato que me
reflro. *
Crcio que nao desconhecido a casa que quan-
do a mesa cbnvidou os proprielarios dos diversos
jornaes desta ciade para apresentarem proposias
para a publicacao dos debates appareceram tres
pr postas, e que a do Jornal do Recife offerecia
melhores vantagens era a mais conveniente. E
tanto assim, que em vista dessa conveniencia, foi
convidado o proprietario desse Jornal para vir as-
signar o contrato ; por tres vezes mandn elle sea
encarregado d3 sua typographia, afim de asignar
o eiolrafo. Crejo que deste facto temeonhecmen-
lo o Sr. < secretario, assim como o meu hourado
colle^a'deputado pelo lrceiro districto e autor de
ama das propstas apresentadas.
Nao sel, Sr. presidente, como depois dessa eir-
curastandas, como depois de abortas as propostas
c aceita urna dellas, como depois de ter a mesa
convidado o propaeura_do Jornal io Recife para
e outra do Correio Pernamnucano. Abortas mais
larde estas propostas, as quaes presenciei abrir a
do Diario de Permtmbuco offerecia-ss para fazer a
irapresso pelamesma quanta do contrato ante-
rior, tfcflBO papos em duas presfcces...
O Sbj'F. ds RoxiRmA : Engaaon-ser o anno
passado o O Sr. H. Mameds :Ou em tres prestacesr nao
era em ama s, como hoje se quer.
0 Comi Pernambucan offerecia-se a bzer a
pableaeao por 4:800#, pagos em daas presas,
e o Jornal- do Rtoife- por 4:o00 pagos em urna
s presta rio. Constarme que a mesa, dominada
pe o e-pinLo de economa irue tem sempre predo-
minado nesta casa, era tedas as suas-deliheraeps,
acceitara da preferencia a proposta do Jornt do
Recife. Por mioha parte declaro que desde o mo-
mento em qne vi que a prop >sja do Jbrnal dh Re-
cife ora a mais conveniente, nao fiz o menor es-
forco para que a mirria fosse preferida, entend
que era de justica ser dada a preferencia ao Jor-
nal do Recife; e por consegrante considere-rae
vencido entre as proposlas apresentadas. Mais tar-
de soube que o Diario V Pernambiwafcse offerecia
para fazer a publicacao pela mesrna quanlia do
Jornal e sob as mesmas condir;oes.
Alguas das depois dirig-me pessoairoente ao
Exm. Sr. presidente da assembla e porguotei-ihe
se era possivel fazer-se novas propostas-;, disse-me
S. Exc. que assi n, e em vista* de sementante res-
posta, aprsente urna-nova proposta, obrigando-rae
a fazer a puolicaeao por ':000i pagos em 2 pres-
taces. Ado portanto digno de censara que a
mssa contrate com o Diario d$ Pemambuco po
i:500|00a
E' ludo quanto sei cora relaco ao contrato que
est em discusso.
O Sr. F. de Figueira :Est bem a par I
O Sr. H. Mahede .Se nao exacto o que aca-
bo de referir, convido V. Exc. para contestar-aie.
Eu emendo que as propostas primitivas que
deviam vigorar, aceitando-se s que mais van-
tagens offerecesse, a que lizesse a impresso por
menor quantia, e nesse caso eslava a oJornala
Recife ; mas admittido o irregular precedente de
receberem-se novas provas com diraitwicao dos
precos pedidos....
Um Sr. Deputado : Nao houve precedeole
novo, cousa j mfeito amiga, sempre assim se
tem feito.
O Sr. H. Mamede :Eofio para abrie-se a con-
currencia ?
Um Sr. Deputado :O-jornal que tenvo contra-
to sempre preferido em igualdade de circums-
tancias.
O Sr. H. Mamede :Neste cdso enteado que o
contrato com o Diario devia ser feito pela quantia
de 4.0004000.
O Sr. F. de Figurira d um aparte.
O Sr. H. Mmkdr :Em igualdade de circums-
tancias entendo que o Diario deve ter a. preferen-
cia, nao s por ser mais aatigo como tambera por
maior circulaco, mas desde que se admiltio a
apresentaQo de novas propostas, ptocurando-se
attender raines de economa, acho que a propos-
ta do Comi a- mais vantajosa.
Insisto ainda era dizer que da priraeiras pro-
postas a do Jornal do Recife era a mais vantajosa
cora elle efectuar o contrato; nao sei como se trr- "BTtevis ser aeiw pl mwsa. mas no caso d se
Cruzas os bracos em face dos teus nimigos ; e
Parece realmente que a Europa tierna dse- larcas hes depois p terreoo que tu conqaistate
' Sii deixis rasgar o cdigo das loas hberda-
des, para todo te entregares ao governo pessoai,
que o verSadeiro rgimen da Europa
E nesta coutra
fatto, que em t|es dias
o povo parguutava na
. erra
esta interrogajio terrivel,
de capricho ;
rra de ambicio I
nao ttm desafio en-
um daello entre dous
homens I
Bismark e da sua
influenci ando se de
.mais, appellam para as arrn le abysma-
ja so banhar-se era sangue
Como as feras no recndito dos bosf^w.;, os
diplmalas no antro de seus gabinetes, decra-sra
a morte ao viandante que passa, dosouidadrt Ocr!
golpe que o vae ferir, que o vae laucar exanime
nfc sepultura I
E' qae os povos esfio na raao de seus verdugos.
Os povos, sem vontade propria, s obdocem ser-
vilmente vontade caprichosa dos grandes qae se
tlies iinpem pelo respeito das bayaoela, e que s
tabem dominar pela forija, pela prapoiencia, pelo
teraor l
Pois quem ha mais indifferente aos factos que
t passara, do que os povos, que detles sao as vic-
tiaias t
;Sen.o dizei-nos :
Que disse a Prussia ? qne votou a Franca ?
.qae decretou a Hespar.ha sobre a attitude da
gaeret r
Nada !
Foi no mysterlo dos gabinetes de Madrid e de
Berlin, que sa ir atoa a questao I EMe
Pois a lico-,toomeniosa, o povo I agora ou vi-
vr.ia ignominia de nma paz deshonrosa; on
inorar pela pnerra, abracada tiandeira q,ue h>
ins-pirenJioeidodr, e que sijuioque same.)- da
patria! s,'
Sim, querevos a paz; mas, ae at no? chegar
o grito da uerra,Mvemos de acceiu-la. e corre-
mos .tambero s armVs nao para servir causa do
fAfono; mas para mdvyr pela causa d patria f
(PampUeto pt>{jcado en Lisboa.)
m
ma nova deliberacao, novo accordo no sentido de
regeitar se a prop >sta que era, sera duvid de mais
vantagens
Um Sr. Deputado :E* o que eu contesto, que
fosse de mais vantagens.
O Sr. P. Affonso : -J disse que me constou
isloe veriflqnei com o Sr. 2,*ecretaro, que den-
tro as prepostas K que offerecia mais vantagens era
na presentada pelo proprietario do Jornal do Re-
cife, nao s quanto ao preco porque fazia as pu
blicacioes como quanto as ontras condiedes a que
se sujeitava ; e tanto foi assim que a mesa man-
dou convidar o proprietario daquelle Jornal para
vir assignar o contrato, e affedivamente apresen-
tou-?e ne^ta casa para esse fim, o administrador
daquella typographia.
Depois dist senhores, me parece que nao ha-
va outra resol oca o a tomar, outro accordo, eno
celebrar o contrato com o proprietario do Jornal
do Recife.
O Sn. T. de S :Na opmiao do nobre depu-
tado.
O Sr. P. Affoxso -Eston filiando hypothetica
mente, refiro-me a um facto do qual nao tenho pie
no conhecitnenro, estou me referindo informa-
ces que tive, euibora me fossem dadas pelo hon-
rado Sr. 2* secretario, pelo meu eollega. proprieta-
rio do Correio Pnnambucano.
Esses meus honrados collegas diro o que ha
de verdadeiro, o que ha de exacto ; se porm,
exacto o qne reflrn, entendo que o proceiimento
da mesa repreheus^vel, que nao pode ser justifi-
cado, que nao pode ser approvado por esta casa,
visto que desse modo faltarnos eo n a lealdade dos
contritos.
0 Sr. T. de Sa :Oh I senhores Antes de ha-,
ver o contrato faltamos com a lealdade dos con-
trato?! ?
O Sr. F. Afeosso : Sim : porque desde, que
appareceram propostas e urna dolas foi aeceita,
ej deienniuado o contrato. ,
Um Su. Deputado :V que se accetou foi urna
nova proposia.
O Sn. P. Affonso :Mas, chmo qne se abre a
ocurrencia, para a factura de um contrato, e
na forma da le, aeceitam se propostas, ama-des-
sas propo-las a mais vantajosa, em virtude dessa
circumstaocia manda-se convidar o concorrente
para assignar o contrato, e depois a4aitte-se que
um do> un!. concorrentes subtraa, retire a pro-
posta que apre-eiitou e a laca subslitair per urna
outra? 0
O Sr. F, de FiGUBtaA :Quem disse ao nobre
deputado qae houve subtraeco ?
0 Sb. P- Affonso : Ouvir dizer isso.
o Sa F. dr Fiubira : Pois iuexacto.
Su. H. Mambde :E' acto.
Um S. Deputado :-f-Eu fui testeniunha de uan-
do se abri as proposias, e posso invocar o tesle-
munho de outrus co. legas.
O Sa, PjtESiDt:TK : Nao precisa o nobre de-
putado invocar tesleratiobos, quaado a mesa est
aqui para dizer o que bouve.
0 Su. P- Awo :Eu declareique nao tenho
pleno oonhecijBoato do facto, referi-me a inforraa-
coes que oblive ; se estas informaoes sao exactas,
se o i falhara ; repilo, ioconveaiente, irregu-
lar, repteheusivel o procedtraaolo da mesa e a
caa nao n deve approvar.
U meu honrado eollega o Sr. Mamede ja pedio a
rtalavfa, vai dar -as in(ora)aces do que lera co-
ali'cimftato, e eu desojo ouvi-lo, assim como ao
honrado Sr. 2 secretario. Limito-me, pois, ao qae
rica dito.
O SR. HENrUQUE MAMEDE :Sr. presidente,
nao tencionava tomar parte oeste debate.
, Um Sr. D*putado ; Fazia mal se o nao II-
PERNAMBuCO.
ASSEMBLA PROYlICIaU.
SESSAO ORDINARIA EM 28 RBNHO
PRatDENOI\ DO SR.'4m. AOTT.1'
Ao mel da faifi 9 c'namda charam-s* pre-
icsso7
0 Sn. H.' Mamede : Nao tencionava faze-lo
porque san parte nesta questao, porm, o meuno-
bre coHe*a pelo le ce ico districto, que acabado
fallar,' chama-rae a tribuna, o eu divo picar i
casa tudo quanto sei era retacao ao contrato de
q|n se tra'.a.
tForsm Jeitos os aununcios na forma do costa-
a se contratar a publicacao dos debates des-
mbla^sses aununcios marca vara o dia 30
zqMwsaiaara furesenlacao das, propostas,
es deviam ser abenas as onze horas da raa-
Kflecilvainenie essas huras acha va se na
soiTaaiiia da asserahl* tres ppopastas, ama do
Diam de Peinmmbuo Jornal aV> Rtctfe
admittirem rrezulrmente novas propos, rfn
Carreio devla ser preferida.
Entreunto, sou parte, e prtenlo nada mais pos-
so dizer a este respeito, e assim aguardo-rae para
ouvir ao informaate nsuspeito, que o nobre 2* se-
cretario vai dar casa.
0 Sr. N. Tlestino (2o secretario) s*-W. presi-
dente, fazendo parte da cotnmisso de policia, ain
da que sem as precisas habilitacoes, (nao apoia-
dos) como ja dUse urna vez nesta casa, tive occa-
sio de no dia 30 do raez passado ser consultado
acerca do contrato, que se traba de fazer para a
publicacao dos debates desta assembla. Apre-
sentadas tres propostas e abertas,. soraente no fim
da sesso, foi qne coube rae a oportunidad de ex-
amina-las. Feito um lgero exame e attendendo
eu que ne;ta easa se lera feito sempre questao
da economia dos dinheros pblicos, nao trepdei
em aceitar a proposta do Jornal.do Reeife, porque
era justamente amis vantajosa que por menos
f izia o trabalho. Dado o meu voto, depois de urna
pequea pausa do nobre i" secreiark), disse-me
elle que coneorJava perfeitaraente eom a minha
opioo; epor consegrante flcou assim estabeleci-
dn o contrato, isto licou decidido pela comms-
sao de polica que o contrato seria feito com o Jor-
nal do Recife.
Sem querer entrar era urna outra ordem de con-
sideraces, que sfcrapre em todas as assemblsas
tem influido para a cchfeccao de contratos desta
ordem, isto as consideraijoes polticas, que mul-
tas vezes pe-am para a escolha do jornal que tem
de fazer a publicacao dos debates, eu anida liz
fuma observarlo acerca do carcter poltico que
ten) o Jornal do Recife. Parece que hoje acei-
to e reconhecido por iodos que o Jornal do aecile
nao mais nm jornal poltico, e'disso tem dado
provas as diversas pubhcacoes que tem feito eom
relacao a um e outro partido; hoje^ua jornal in-
teiramente parcial; pof consequencia ainda quan-
do alguraa consideracao poltica pode*se pesar no
animo da commssao de polida, essa devia tiesap-
paroct-r ; por quanto minha opino, e creio que
de todos, que o Jornal do Recife hoje nao e pol-
tico.
Um Sr, Deputado':Nem o Diario de Pemam-
buco.
O Sr, *N. Touentino '-.O Diario Je Pernamliuco
pelo menos conhecido como tal.
O S. P. Affonso :O Diario de Pemambuco e
apreseatado aqdi como nico ergo das doulrinas
conservadoras.. (Apoiados.)
OSr. G-Drummono:- Os jornaes desta trra
sustentara as ideas dos seus proprielarios, o pr n-
cipio a Imiitl lo.
OSr. N'. Tohentino :E' principio novo, e ape-
ran estabelecido aqui para o Correio Pemambuco
pelo seu proprietario.
fTrooarn-se apartes.)
O Sr. N. Tolentlno :Sr. presidente, eu preciso
continuar.......
O Sr. Presidente : Atiencao I.. v.
OSr. N. Tolentino:Aceita a proposta do
Jornal d) Recife, soube no da seguinte (ja entao
nto fazia eu parte da commissao de polica, por
que apenas havia substituido ao oobre 2." secre-
tario) que tinha sido convidado o Sr. Jos de Vas-
concellos para assignar o contrato.
Efleclivamenie vi aqui na secretara o gerente
de sua typographia a espera de que se lavrasse o
con'rato" para assigna-lo; ahi estove das 10 horas
as 3 e sanio sem solucao alguma !
Acontecimentos posteriores, cuja causa arada
ignoro', flzeram com que eu voltasse a ter assento
quasi que efectivamente na cadeira de 2." secre-
tario, e por conseguate me achasse anda sugetto
a conhecer das causas que demoraran) a realisa-
co do contrato para a publicacao dos debates;
ento ebegou ao meu couheoimento que o Sr. Fi-
gueira tinha apresentado urna segunda proposla
para fazer a publicacao pelo mesmo preco do Jor
nai do Recife. Entend, Sr. presidente, como V.
Exc. sabe, e Ihe fiz ver, que esta segunda propos-
ta do Mario nao poda ser aceite, que o coutrato
eslava estabelecido, e ao poda ser aceita pelas
seguales razoes : se abrise a concurrencia jwra
esse contrato, como pergunto eu, que depois de
conheoidas s propstas, que sao apre-entadas en)
cartas fechadas, se aprsenla urna outra proposla,
i i um dos concorrefltes para fazer a
i rcesmo preco da proposla qae j
terse admijti la ?...
Um Sr. DEr-tjTADo : Modificando a sna prroei-
ra propos.
O Sr. N. TruNTiNo :Modlflaacdo a sna pri-
meira proposla depois de ter oonfeedroeiito de que
um outro proponente fazia o trabalbo por menos T
O Sr. P. Afeonso- : O systema engenhoso.
0 Sn. N. ToriTiNO:A vista disto eo negnei
meu voto ao segando accordo ; o firme a materia
da commssao em sua aova opioiao disse qae as-
signar-me-hia vencido. Acho que isto uroair-
regularidade; j o fiz ver a casa e torno a repetir,
o contrato, na minha opiniao, nao- est regular-
mente feo. poder-se-l)ia quandomaito abrir urna
nova concurrencia.
Um Sr. Dkpctai- :De que serve a approva-
co da assembla t'
O Sr. -TtNTi-wiQuaado o contrate sub-
mettido a apreciacao da assembla oio para ve-
rificar se elle osi oa nao regular a-da accordo
com as conveniencias- neeessarias ? Se o contra-
to, pelo facto de estar estabelecido se devesse con
siderar approvado, qtie tinha mais a assemb'a de
tomar conbecnnenio d'e ?
Era miaba opiniao neu ama segando concur-
rencia poderia sanar essa irregularidae. e a se-
gunda concurrencia entendem contigo aigans dos
nobres de ..atados tambera irregular e-conlra os
estylos.
Su. If. Mamede : Preeedendo anoaactesnao
teria lugar.
0 Sr. N. TLENTrao : Cora fstas consideracSes
qne expuz a casa teoho justificado oniea voto
contra o contrato apresentado, a assembla qae
decida como entender.
Tenho concluido.
0 SR. TEIXEIRA DE SA* sostena a dthfceracao
da mesa.
Encerrou-se a discusso.
O Sil. Hl MAMEDE requor qae a vofaeao seja
nominal.
E' approvado o requeriraenlo.
Votara pela approvaco do contrato os 3rs. Cr-
rela de Arauje, Antonio Paulino, Eduardo de Oli-
veira, Augusto Costa, Vieira de Araujo, Oliveira
Foneeea, Goncalve- lima, Ignacio Leo, Mello Re
go, CunhaCavalcanle Manoel do RegoHollanda Ca-
valcante, Rufino de Almeida, e Oliveira Audrade;
contra os 3r?. Pinlo Jnnior Cunta e Ptgnoiredo,
Vieira de Mello, Tolentino, Almeida Pernamboco,
e Pedro Affonso.
C*MM Entrara em 2" discusso as emendas offcreiidas
em 3* no ornamento provincial, e sao. appro-
vadas.
2* disausso da emenda ofterecda era 3", no
procto n. I4" que approva o Contrato pana cana-
lisaqo do Rio Goyanna.E' approvada.
2' discussso da- emenda offerecida cm 31 ao
projeclo-n. 114 que autorsa o governo a provor
em urna das cadeiras desta capital ao professor
jubilado Joaquim Antonio de Castro Nanes. E'
approvada.
3* dittusso do projecto n. 104 deste anuo, que
crea duas cadeiras de priraeiras lettras no locar
Cruz de Almas, sondo urna para o sexo masenriuu
e nutra para o sexo feminioo E' apprnvado.
Unioadiscuss* do projecto n. 138 ateste amv,
que approva o compromiso da irmandade e
Santa Rila de Cassia.
Va mesa e apoia-se-a seguinte emenda :
t Offereco corno d'iiiiw o projecto a., 12i sobre
o compromisso da irmandade de N. S. da CojMt-
cn dos Militaros.
E. approvado o projecto e a emenda.
3* discusso do projecto n. 82 desto-anno, que
regtria n exereicio dos offifiins do contador e parti-
dor do foro desta capital.E' approvado.
3 discusso do projecto n. i 10 desta-anno qoe
aotorisa o governo a aposentar di versos offlciaes
do-corpo de policia.E" approvado.
2*discmso da emenda offerecida em. 8* ao pro-
jecto n. 38 de 1869, que manda pagar aos profe-
sores do extracto curso eommerciai os seus orde-
nailos desde que foram privados deslugares que.
8xerciam.
Sao approvadis as emendas.
2" discusso das emendas offerecidas- era 3* ao
projecto n. 102 de.-te anno que manda transferirfa
estacao ceatral da entrada de ferro de-Oliada para
o bairro de Santo Autopio.
0 SR. OLIVEIRA FfJNCECA justika e manda
mesa o segrate reqierimento.
c lequoipi o ada liento da discusso al virem
a casa s informaedes ^adas pela cmara rnuui-
cipal sobre a nuvlanca da estacao dos trilhoR urba-
nos de 01 inda.
Postea votos o requeriraenlo regeitado.
Verificando-se nao baver numero o Sr. presiden-
le designa a ordera d> dia e levanta a sesso.
REVISTA DIARIA,
CORPO DE POLICIA.Por deliberarlo da pre-
sidencia da provincia, d 11 do eorrente, forffra
nomeados: major do corpo de polica o capilao da
2' companhia Joo Francisco da Cunha : e capilao
desta companhia o adido Miguel da Fonseca Soa-
res e Silva.
SUPPLEXTES DE JiZES MUNlCIPAES.-Por
deliberat;o da presidencia da provincia, de 11 do
eorrente, foi prorogado at 31 de agosto o prazo
marcado aos supplentesdos juizes ronnicipaes dos--
termos da provincia i excepeo dos das comarcas,
de Flores, Tacarat, Boavista eCabrob, quedeu-
tro do'Feferido prazo tiverem solicitado os ttulos
respectivos, para prestaren) o devtlo juramento.
INSTRUCCO PUBLICA.Por deliberaQo de 11
do eorrente o Exm. Sr. vicepresidente da provin-
cia, attendendo que o professor da 2* cadeira da
freguezia da Boavista, Gemioiano Joaquim de Mi-
randa, j complelou 25' annos de magisterio, e
continua a servir a raesma cadeira, resolveu con-
ceder ao dito professor a graliftcacao correspon-
dente a metade de seos vencimeolos, em vista do.
arl. 24 da le n. 598 de 13 de mato de 18o4.
NONOBATALHAO DELLNHA-Dentroempou-
co dias deve ebegar a esta cidade o 9 balalbaoae
infantaria de lioha, que tantos e to valioso- ser vi-
cos prestou nos campos do Paraguay, d onde voi-
ta coberto de louros mraarceives* Esse bata-
Iho, composto em sua maior parte de filhos desta
provincia, merece queso Ibe faca ama bonita re-
cepeo, nao s offlcial como popular, que ponha
bem (atente o apreoo em que sao tidos os serviQos.
prestados nos campos da honra.
Pemambuco nao deve flear smenos a Baha,
que festejou enthusiasticaraento a chogada do' 14*
de linha, sobre ludo recordando-se de qne comraan-
da o 9" o heroico coronel Joo do Bago Barros
Falco.
SOCIEDADE JUVENTUDE.-Esla sociedade fes-
teja no domingo noite o anuiversario de sua ins-
lallaco, com am sero dansanlo, para o brilaaa-
tismo da qual nada tem poupadb a respactiva -
rectoria, .
Os saloes da casa da sociedade aehanVse pina-
dos de novo, forrados- papal, o deeorado conve-
nientemente. .
MINERVA.-Reune-se este sociedade no dia la-
as 10 horas, na logar do eostume.
SOCIEDADE MANUMISSORA.-Reunirarnse no
^dia 11 do correte, em casa do Sr Dr. Inodoro
Uloiano Coelho Catan*), algumai pessoas deste ci-
dade e fuudaram nma sociedade para proraovec: a
lihernciode escravos, sob a denomraacio teja-
ren America ; sendo eleites : presidente proviso-
riTo Sr- teoente-coronel Maooel Caojoite Peas
t MITHaOfl I
NUMERACAOINCORRETA
W


*
Diario de pernambuco <=* Sahbado 13 de Agosto de 1870.
'Mu *
aire-presidente o Sr. Dr. Dio doro, o todos os deraai-
tuocctonarios.
VAPOR SlJkiftAWJ'.-Nao se tendo reeolnido
ste vapor dttUMJpe. rt" *. Ac transferida a
"ragetn > ealisada hoje al Sergipe,
V*r* o da l(i te t aeras da Urde.
LUTE1UA.-A ue se acha a venda a 156* a
beneficio do coHegio dos orphas, a .nal corre no
Mal?
PASSAGElfiOS.-Vinda a Rio Formaso, no
^aporPuiuAj/la :
loao Gavalcaati Wairiariey Uan, Jwooyteo Ca-
vacaoii da Silveira Lia, .na ahora e l Brava,
Custodio G >roe* Ferreira, ii< Lopes de Sampaio,
-Manuel toimirl da' Motta.
Satirios para o suL, no raj^r TadanUns :
Joaqun Francisco Vietra, Joao T. da Costa
Huoteirt Aristides Jos de L" e sua iwnhora. 1
flMio Menor e 2 criados, Antonio Barwto de Me-
aioe*. I, do Agriar Boto, Cario* Alberto dos San-
t<* faltnca. Jos liaruas, Miguel Francisco dos
"Santos, Traja*. Antonio de Castro, Jos Alves da
Carvallo Cunto. J-wo Antonio de Souza, Aotoni
(Bata-ario Pereira, i3e Ja Fonseea Barboa e 1
riad-j, U. Balbina da Jess Pinastro, Boaventura
4w de (Ustro Aievede, nr. Francisca Jo- Meira e
sualrmaa D. AtWtid Mara da* Noves Metra e 3
ewavos. Marcarme de Funtes Martins, D. Leopot-
diaa Moateiro E-p*noca e 2 (tobos menores, Ocla-
Mano de SoutaLeite e 1 criad. Estonislo Fclicio
4a Costa,* reenrta* de maane 3oo Luiz Pereira e
JFranci* deSoaza, Lu'. Jos Monteiro, Francisco
B it.'lti.i. Francisco da Hedern>. Dr. Floriano Jos
le Miranda, sua senhora, t f'ha menor o 3 escra
vos, Aiitoai JFernandes Pnrk>, reeruts do exr-
rito Estevas. Pereira da Suva, Heiwique pTetr
dr Luz, Mariano do Santos. Mariano JosGual-
berto ilos Santos, Joaqiiin da Cunha Moirelles,
-Ludiera da ConeeieS-i Verretrn, Jacques Bonne-
fond, Jos Moreira Garca, Vicente Alves de
-A.gui.tr, Frim.iseo G. Ptutieirn, Jos G*adido Ra-
im;i, Artlrar Budd, Manoel Joaquim da Silva Leao,
Belinlro Baptist de Sou, e 16 ssiravos a en-
ircfar.
Sabido* para aerte, no vapor Armo* :
Antonio Jo- do* Santos, ^aetaa Braulio de
S.iiin* e 3 e*ora*es, f sargento Manoel da Silva
PtoVira, D. Jtfs-frtiina Angela Cirios, Dr. Julio
Jos H'iilriani's e 1 unido, eapito }j Rayniundu
Correa. Virgilio de 'Jess Calauhede, Le 'y Mauri-
ce, Klein, Julis Xisto de Paula Baha e ?ua se-
hor.i, Jos Eduardo da Silva, Augusto Laoetle,
Guisope Antonio Citano, Voluntario da patria Ce
sario Jis Siarfes, Baymando Antonio do-Carmo,
Ray.nuitdo Dw ti* Ota. Manoel Jos Rodrigues,
Antonio da Suva Mitos, e 14 pracas de polica
cunduiindo 2 presos,
Saludes para a ilha de Fernando, ne vapor
Giaai:
m caoitae. m tenente, S atieres, 31 pracas, 11
nestia, 3 mottteres de preses e 1 tildo e Miguel
'eretra du VaHj.
CBSOMt 1 Jf^IOURtt.
TRIS4JW&L. 09 COH.URC10
ACTA ASBSSO ADMINISTRATIVA DE 11 DE
AGOSTO BE 1870.
rMlOENCIA 00 KXM. Stt. eKSGMIUBOiSea ANSELMO
FaAKCison peaETTi.
As 10 dores da manhiu, reonidoa os Srs. depu-
Uit.m R an .'v, s. B*c. E' lida-e^jirovada a acta da sesmo de 8.
EXmXSiTK.
Offlcw o-fcTeUric iii tribunal do conimercM)
ti rrte,'rMU-tundo a retacao dos e^mmerciantes
*lli inatuebUdus no curtir do uiez do julho ulli-
ntn Ai-osa-sa e arctowe-se.
Olleii'do secn*tarie dr tniMinal do comraereto
Miraubno; remeltendo igual rejacad- cortts-
|M>ndetrteoMMile a n mees de -ahril a julho dx> cor-
rente ann >. ftmiaa ib e arrhtve-se.
'tllicio iln consprvitdur do cnotutercio da, Para-
Ityha. r.m un ni cando o factu de uro agente de
kttiet lUjniiia praca Felippe Carnciro E-trella
r"i!r*hi! i scieda-le coinnnrciai sob a firma de
Feliiv* Carneiro E4rn!la 4 C. Vista ao Sr. de-
Bemftargailtir Useal,
Ans sr. depntadi)sfrain distribuidor og segua-
les livros: Criador du Manoel Teixeira Bastos,
djtn de ftiweira, PMbo.s A C
eBSPACHSS.
Kcipti'riiRento de .er.'nymo da -Costa Lima,
<1iteii sr ordeDou, por desjacho de 8 do correada,
juutas.se -nomcicio i. que se refera. Regis-
tre- se.
!> M:m;<:.'I Ramos Cornia o Manoel Gomes da
Silva Atnorim, sobHHiUenlo a repjatro o contrato
de sin Miitedad contttiercial. Vista ao Sr. de-
seniharg.-niir DieaL
i)e Ji.ii Martias da Silva Viiea, pedindo que
se ilttinine aiar-iu* EimesM Ferreira dos Santos, r^istrando-
se a q.: dora a Jjs neo^enos de Araujo para o
substituir.Como reqcer.
D Jiislofos Gomes Teixeira, para registraF-se-
lhe a nomeacito de seu raixeire Ignacio Cavalcau-
te de A-llK!i;uerque. utltlisada a estampilha fia
forma oae<, vulle.
De Joaquim Antonio de Olivetm, para ttmbem
regi~irar->e Ihe a deoea caixeiro Manoel Antonio
da S.lva Otiveira. ioutiiisada a ostampilha na
firma dadoi vol'e.
De Pedro Aureliano da Cruz Miaiz para igual-
menie ser.registrada a de Alfonso ^a Cruz Muniz,
raix-iro de sua botica no pateo do Terco n. 11
IWtristre-se.
De Manuel Francisco Uarques, para se 1 he re-
gistrar a jue ora dera ao seu cateiro Jos Ro-
tradas as dos outros sene caixeiros.e quaes os no-
taes ella.Como requer, sendo lameum registra-
dlo o requerimento.
tii correetur gerai Manrique Guilherme Stepple,
pedindo 30das oe Hceaia para ir ao Ro de Ja-
neiro.Como requer, na forma do estyio.
De J >s Marta Ferreira da Cnnha e Affonso Mo-
rura Teinovral, submeltendo a reg-tro o seu dis-
trato s-> ial. -'Vista ao St. desembargador fiscal.
De J.i- Mana Feroira da Cuaba, pedindo que
se I he con>ii:ut continuar aer a escripia nos mes-
nos livros que serviram a exlincta firma de Fer-
reira da Cunta A Temporal da qual fizera parte.
Como pede.
De Jos Pinta da Cunha, pedindo o registro da
nnmeacao de su caixeiro Jos Cesario Colho.
Ke/tstre- e.
Oe Mauoel Firaiiao Ferreira, pedindo por certi-,
u.io a que dra a-seu filhn Joaquim Domingos Fer-
reira, para caixeiro de seu armazn) de raateriaes
a ra da Concordia n. 113.Oirtitiquese.
De Tliomaz Aaastacio da Costa Pimentel, pedin-
' i ittualmente a da de seu aixeiro Belarmno
Drortalo de Lima.Oti se.
De Marcelino Ansberto Lopes, para certiftear-se-
tlt'i n registro da nomeacao de sen caixeiro Joao
vAnf?nio da Silva Ollveira.CertWqne-se.
SOBRR IKfORMACAO CAL.
Do Pareando Gomes da Suva e Joo de Sauza
Uaiitos, contrajo sociaJ.-'Coino reuer.
De Maoont Jos de Souza e SeverinO Ssraiva de
AndraiHV dintrato social.B.e??tre-se.
De Jastinu Francs-e. Heonqae e Delpluuo Lo-
pes da Cruz, lambem di*trato social.Regstrese.
Ue Sovenuo Jrmao &. C, sucwvsore de Souza
JVndrade & C, contrato de sociedad*.Regis-
tre-se.
Da co>npanJ>ia Jtectfe Drainage, limited, com a
sJuvia opposta pela societaria.-Satisfaca o pare-
er fiscal.
Dos corretones 4a praca de Macelo, opondo-se
an convenio celebrado per varios commereiantes
rfta dita pra^a por ser elle contrario aoe setas direi-
*os e nffensivo da lei Procede a reclainacM dos
-upplenleti : pelo que foram expedidas as conva-
ateots deterruRandes ao Dr. eonervador do com-
mercio d'e-sa praca de Macet, para que fique sem
ff'itn o eonvenio que %6 referemos supolieantes
Otficio do conservador de cemmercio da aobre-
dita praca, en que da eooheci ment ao tribunal
do alludido'eonvenio.O tribunal resol vea que se
i .'spondesse ao mesmo noseguinte sentido :Que
nao pode ter lut#r o aecordoon contrato de qne
-/ar. menco no sen ofBcjo', por ser contrario as dls-
IKisicoes do decreto n. 808 de U de jnlne-de 1851,
*> accrescenlando-fe qne confundo qne tal aceor-
do fura registrado, deve o uie-mo conservador de
clarar esae contrato sera effeito.
Por maW a ida bave a daspaobar, tos encerrada
a ses-ao te 11 e raeia- horas da manhia.
Aiada oS> ebegado
tado ^efB^i^lhe sobre .a
ca das autoridades; devo anda guarda
reserva, maa, confie qae darei sciencia ao
seus le lores de todos os pormenores d'esse
esc ndaloso descuido de polica.
< Entretanto charao daed.a a su* alten-
c3o para a seguate occurfeafiji:
< Fot eritt 0/JCM d'aqui pan a Baha
ada de all ser exuoiaado o cadver do Dr.
Vicloriaa de S, e proceder-se ao exatne
das visearas a firo de pesquizar-se a as-
lencia do Veneno. Pasados amitos dias, res-
ponde a polica da Babia que nao havia mel
de alit tsier-se o exame roqfteridt porqoe
nJo havia dinheiro, e os mdicos linhatn
exipao 3:000000 para fazer a utopsia do
cadver I nde est, pois, o ntereese d
polica.emdescobrir a verdad-? Se em_
vei de ua membro da familia S e Aibu-
querque fosse algu desfavorecido da fortu-
aa, ha ve rta ou nao exame ? Eutretauto o qu
iiz a pniia da BaAt'a nao verdade, por-
que ha all mdicos, coma oT Dr. Sonto,
Sodr e Gomes qne no soubcrai que apo
licia prticurava exhumar o cadver, e que
nao te recusauna a trabalk $ew ara
tuita se fosse preciso.
A verdade que a polica est em-
pentada em oceuttar o crinw : n'isto
relo en. Mas para se usar todo o pretex-
to a familia S e Albcquerqae manduu para
a Baha a somma necessaria para a au-
topsia, exames, experiencias, ludo em-
flm.
Anda nao la decorrido muito lempo
quando remetleram de Magnas para a
a Babia as visceras de algtiem que se des-
conliav* ter sido eQvdneaado. como Jbtt, e
ludo se faz sem uta real de particular:
houve ati lyses, o a pohcia bahiana no re-
clamott. >
as trechos transcriptos falln se se es
caudalosamente a verdade,
ga-n s o correspondente da Reforma
quaes os actos de esuandaloze descuido da
polica nesle negocio ; seja franco, e nao.
procure calumniar, .crevendo falsidailes
do quilate das que eserevets para a corle,
onde pensa que produziraua elTeit) as suas
palavra>.
A familia S -Vlhnquetque tomen) a tlan-
teira a Justina publica e nenhum requeri-
mento de seu advogado, o conselheiro Sil-
veira de Soijza, deixon de ser defo ido,
tnostrandO'Se o l>r. cefie de polica s-mpre
di-posto a empregar todos os mis.(fefae)
para descobrir a verdade.
Consta que tanto esta familia como o seu
dislincto dv..gado teca manifestado joi-.os
muito lisongeiros ao l>r. chefe de polica
pela maneira com que se ha portado nesie
melindroso assvmpto.
Quanto a questao da exhumacu do cada
ver do Dr. Victorianob< inex^ctido noque
ex .-.reven o correspondente da_ Reforma.
Nao foi somente para u exame chimico
legal uas. visceras -do tinado Dr. Victoriauo
que os raedicos^na Bahia se negaram a tra-
balhar gratuitamente: assirn lamhem pro-
cederam em margo do anno passado, po
oc asij de serem remetttdas do Maranho
e nao das AJagoas, as vircera do finado
Dr, Adolfo Jos Ascenso Costa Fe reir, e
emjunbo do crrente anao. quao lica pndia exame as das quatro raulheres,
que na ladeira do Taboo morieran) por
haverem jmid) das seris.
Os Drs. Ferreira Souto, e Sodr Pereira
fora u convidados pelo delegado, de. polica
do i.* destriao da capital da taliia, para
procederem a exhumago do cadver do Dr
Victoriano, o ambos negar'am-se faz-la gra-
tuitamente, declarando, que sabiam que a
familia do morto ia constituir advogado,- e
pagar as despezas com o exame chimico-
legal, exigido pela polica desta prov nci a,
que euto se encarregariara.dessetraba-
Iho.
Anda nio ttuba o Dr. chefe de polica
sciencia tiesta resposta dos Srs. Souto e
Sodr, quando a familia dos finados mandou
para a Bahia a somma de que trata o cor-
responder da Rofprma, e procuraci) ao
conselheiro Dantas."
Demais, como sabe o correspondente que
a polica nao pagara as despezas exigid**
para aquelle exame ?
Tambero au exacto, que a polica da
Baha nao tivesse reclamado o pagamento
das despezas teitas com o exame das visee
ras desse algueat, de que falla o correspon-
dente: exigi os 3:0'ii>UOO pedidos pelos
mdicos, indicando at a casa commercial
quem deveria ser dita qoaniia remettida :
a reclamadlo foi l-ita ao chele de polica do
Maranho e nao de Maguas, em data de 30
de marco de 1869.
E como esta slo todas as affirnte;oes do
correspondente da Reforma!
Se na quesiao S Aluuqaerque adulterou
a verdade, com cynismo inqalificavel se
houve no seguinte trecho :
9 coronel Alexandre de Barros, etc-com-
maadaate do '-i de voluntarios, aqu che-
gou de volta da corte, trazando comstgo os
livros do velho arebivo do corpo de polica
desta provincia, para desmacarar urna tnfa-
mia que contra elle aqu ardtram os con-
servadores, frente dos quaes se achou o
Sr. Frederico de AJmeida. '
o mo de eojiei se achou o Sr. Fredern
culposa Deglijjt
^ferxwo nl-i ter pudor par
despreso ;
I-
assit
sibam -
|uanU) existe
la asserabla
crorar 11
Saibare o nossos leitorese
lelores da Reforma, qae todfi
coatra o oriino AJxanj^H
aMDie dos litpuiros
M. CVnODEfltfcA 8KU
Foi urna eoamsso d'
liguein, da ql fizeram parle os Srs. Drs.
JOAO DA SII.TA KA0S B MAXUIUNO t^PS
machado, qaera aocusoo o coronpl Alexan-
dre-de prayacidoi, Pi St',b.ul^o ds
tilla bella quero, ni qnalidad% d| prasj-
dentq desta provincia, ordenou ao Dr. Nei
.juizda dkeilajla. 2- vara cfime, .qne a,
vista do parecer 4e referida- eenuw|p\ e
dus documentos por ella fornecdos, ins.a^
rasse o competente processo. A ordem
do Sr. Villa-Bella foi cumprida. o cwonel
.Uexindre piocessado, UvrapdPAJui,sen
tenga, em que mndou reraettar o prooea-
so par o 'foro militar: ata sereaa fot
connaada pelo tribunal da ,reUco, que
mandou fosse o reo submeitido a julg^men-
to de um conseiho de'guerra.
E como se ten a coragem de chamarse
a istu acta negro dos conservadores!?
Se houve-cto negre, foi do Sr. tilia
ella e dos saos comparsas da .assembla
provincial rigtteira, e nao da assemula con-
servadora, que ne pidia mantlar reinte-
grar.taooDlinente em elevado posto militar,
um cidado sugeito a livramento de crirne
por l'orc-a de urna seatenca do superior
tnbunal da relaoo.
Os livros, sobre os quaes se baseoa a
commissao a assembla liguetra, foratn
encerrado em cofre especial, e lacrados
pt-lo ento procurador fiscal, Dr. Demos-
thenes du Silveira Lobo; e as certidoes
exibtdas extradas delles por emprpgado
da thesoarar e este da contianca da cora-
wssa'j
Se neste negooio Ai patifaria como diz
o correspondente da Reforma, ajuste o
pivjuilicado as suas contas com o Sr. Vil-
la-Bella, e seus amigos.
Comnosc nao. figa figa !
Ha no i recito que rica transcripto nm
grosseiro insn to ao digno commandante
actti 1 do corpo de polica, qne pedera
ter cabal resposta. Mas o insulto de na-
turwza tal, que reverte intacto para o seu
auclor. em quem, talvez, caiba melhor o
qualiticativo empregado
Bastar dizr, que o actual commandan-
te do corpo de polica nunca foi acensado,
ante os tribunaes do paiz, e menos tevv
necessdade de mudar de nome.
Conlenuareme-s em ouiro numen.
COMMUNKABOS.
COLI>\BRAC.iO
Uge'ra respMtn an crr4pa.
eme eta provincia para a
Wcforaaa aa rte.
(GonUuttqa do numen antecedente)
Prosigamos em noasa ardua Uru
O correspondente da Reforma anda es-
cieveu o segninte:
* Como o coronel Alexandre tinha direi
tos incootestaveis ao commando do corpo
| de" polica, qu$ par lei Ih foi garanta,
os couse- vadores espalbaram qae- havia elle
subtrahido crescidas soturnas dos cofres da
pohcia. e asaim o.fizeram porque nao pen-
sara m que os livros do balalhio o ttvessem,
acotnpanhado, eo que mata afta se
deram ao trabalho de verificar as contas na
tbesouraria.
rjue infamia Pois agora aprsenla se
o coronel Barros com os livros, que para
aqu foram maadaddos pelo Sr ministro da
guerra, e delles se v que prestou as suas
contas com inteira exactido; que essas
mesmas contas, prestadas, de outras vezes,
mereceram elogios at do serenissimo vico
presidente desembargador. Peretti.
: < Vai, prtanla, desawsearar-se o trama;
e eu teobo o prazer de mais urna vez dar-
Ihe as pro vas do que I be afirmo, como
deta occisio anda o faco, dtzendo-lhe qae
foi um acto negreo qae prattcoa o gover-
00 da provincia, roubaado o diraito do co-
ronel. Alexandre para dar-lhe por substituto
um capaoga eleitoral, que agora mesmo
aciba de ser notamente noraeado para o
carpo etectivo de puiteta, cojo coutnuado,
purfei, por honra, perteace ao coronel

Que infamia f exclamaremos nos por nos-
savet.
Como se tem a coragem e o saague fro
de faltar a verdade-Uo descaradamente I
Urna infamia urdiram os conservadores
O correspondente rtes'.a provincia pariJoinaJ
do Commereio, em sua correspondencia publicada
no da 17 lio mi indn, ata>:a fnritiieot a actual
adrainistr.ic) do Sr. desembargador Assis Racha,
intermwan ju acres censaras com alguns elogios
e protestos de amisadti'i espeit e ennsideracao, .
Servara isto para crear anparencias da impar-
cialidaJe, m nao houvcsse, entro, as censaras e
os elouioa, ;i mator contraoj^io pofsivt'l.
Mas no Joi-noJ do. Commereio de 11 do mesmo
m-?., o correspuiKlente, poad de parta as appa
reocias, os pr.ite-to e os epithetos honrosos, f/i
secamente novas cenuraa aa- Sx. liesembargrd ir
Assis.
O Diario de 10 do correte publicou um oom-
rauoioado, om que te demonslrou perfeitameote a
tmprocedencia.desse segundo ataque. A ess de-
ntoBsiracfto nada puJeiii'M adiaotar, mas vamos
dizar alguuus.palacras om relajan a um dos fa-
tos poIms quaes agora censurada a administra
Ci;; noter sido Moccionaa a resolucao, que
java, ao jues de direilo do crime oconueciincn-
to das i-.iu-as da fizeada provacial.
E>ie icto suiiiuamt'ate justo do Sr. desembarga-
dor Assis era esiwrado a vista da ioqonsiitu-
cionaliJade e iaronveain;ia da medida projeu-
tada.
Na assembla provincial foram proferidos alguns
discursos em q.ie so detuonstron sua incompeten-
cia para conceller attribuieoes cvis ordinarias aes
juize de direilo do crime, creando-se nm novo
juizo especial para os fettoi da fazenda provin
cial.
Os iniciadores da idea nao respondern) a esses
discursos, que se firmaran) em augmentos iacon
testareis.
Em um parecer luminoso (i;au patenteada a in
constiiucionaliviatlii da medida projeclada. Sendo
publicado esse parecer, flcou at hoje sem conles-
laco. Apenas veio a imprensa um anonyuo, pro-
ineltendo refuu-lo, mas tal refatacao nj appare-
ceu.
A' n'iini communicado, em qne se defendan)
os inciadores do projecte, dizendu-se que elles es
Uvam de bea f; e nao eram movidos por senti
meatos inconfossaveis, coneluio-se declarando,
que, se o projecto fosee approvado pela assembla
pro va vel mente nao seria sanecionado pelo presi
dente da provincia.
O act j do Sr. dessmbargador Assis esuva, pois,
justificado de ante man.
Nao addusiremos mais nm ? argumeuto a este
respeito, excepto se alguem unizer desculir seria
mente a questao em sentido consentido ao nosso
modo de pensar.
O nao sanccianar-se ama resolucao inconvenien-
te e inconstitucional nao o que causa verdadeira
extrauhesa, e sim que o correspondente conserva
dor desta 'provincia para o Jortul do Commereio
esteja reproduoado as mais injostaa censuran da
opposifio ao Sr. desembargador Assis, forneceBdo
arma aos dossos eutnmnns. aiversarios, e al Ihes
tomando a dianteira.
PUBLICACOES A PEDIDO.
BKEVES CNSIDEBAGOES DO SR.-O Jutlo-
QfJK PROPOZ SE A DEFENDEK O SK. TE-
.N ENTE-CORONEL LEAL SEVE.
A opiniie publica, irrefragavel orno tem su!o
invocada varias veaes para ernittir osen juizo
recto e impareial sobre a polmica susciada olti-
mmente entre os guardas do 3 e 6 batalnao,
isto entre o ofTendido e o oflensor, aggiedido e
aggressor ; malfeilor e a victima ; e mutto era-
bor com o aiionvmo, apeear de j ter declarado o
guarda do que declinara per extenso o seu
nome, fie por ventara o seu adtrsrsnrio o finease,
cota tudo o puWieo conhece perfeilamonte qnaes
os contendedores e de que lado est a verdade, a
luz e a jjsiiea ; porqaaato, por mais compacta
que seja a impulaeao,por mais qae se procure
moldurar as falsidades, por mais em sumiua, que
se envfietedo* o aforos para faier calatna
eonselencia pobltca a coMiccao de certos faci,
tndo ser frustrado^ tudo baquear, tuda emflm
ticari aniquilado aute a verdade, porque estad
tio ufallirel como a propriadivindade,deqoera
puro reflexo.Veritat mam elnct qu catp***
ad mamum vntit.
Neste caso esto os fados qne tem sido exh
bidos pela imprensa, e por conseguais sabatettt-
doe considera (ao publica, soto o puudtumni
fuarda oG' e o Justo. Sob estes anonymos fi-
gura dous individtios de amizade ^aast fraternal,
onhecidos vulgarmento pop PmtnUmue Coi*.
sendo qne a cAroat'ca da ambos ceralmente sa-
bida, e rasoavelmente censurada
Ambos- procuran provocar o desaonselto pnb
co, excitar a odiodnde de todos, fi
eerieo pnWtca e nosso soberado
K-rquaoto ellev sssim merscen^^H
a proprio irmio ^B| SetiO
" *,e osaheoidoT
w M gaardnremoi 3>re
les, porque dpyfc car ctrcuraaerlpias lar
&&??'*** Pr lo8e te|np^Mei%s do
trmao qaiPMm\>Mhim da Alfandeta, enqaem
M'^nen-^e*nas por ajJas^SS, q2?tias
"ais ou. -wj.avaladas tanto que quaodn.cor-
u ** reta^oW de amisade, awda evia-Tlte a
qaa'jUfu 4* r8,1:200*000, que foi paga depois de
r4- -mm, v*s)B jU^nauMIto v-ejioda, aqulte
que recuso rusa--a nanafi L Sr, Manoel AJwn
Guem a insignificante divida d 50*000, con
tfntwn por sen pai, apresentaud^se tta andieneia
efrevando.psescripcao ; finalmente o uegoci-
mm* honrado qne, rendo tido leja na rna de bario
te Victoria, quebrou, e pagou aos seus credpres
omnlnle de<(^ eororgrv prejUlMo^eu
protector; e outros facto que era outea occasio
serle-aeelarados. '
Entretanto, roister.notar, este proprio indi-
vida que antma-se a subir a tribuna da imoreosa
para com o maior d^tefle, requintada. de^tarV",
dizer, alluslvameote ao irmib : Ingratos e desa-
ptedutks infamadores, que, mmteotndoMt dt um
pastado que htrrohsa, enao, tembravdo-st do
etc., oto. Semilbanle- lingua^em, tal modo de ex-
primir-se, nao deveria certamtoia partir da quem
sera melhor que esiivesse silencioso para ao dar
Ingar a exclamar-se : i Mirabe ietu Horrtbilt
vu I /forrasen nfumi.
E para avaliar-se anda d carcter deste indivi-
duo basta dizfcr-se que, tsndo sido ameacadepu-
bticasaeate seu irmio parame o. .propia pai, em
vez de revoltar-se contra quera atneaeou^ de pro-
curar viogar a injuria,, da tornar-se, emfim, mi-
migo encarnizado daquelle que o ofenden,indi-
rectamente, porque ofieodeu sea iruio ; ao con-
irario, preciso notar-se, coaUouai ser asjigo
do olfensor, frequentar-lhe a casa> receb-lo
na sua, .-i cerca-la de consideraroee, e finalmente,
o que anda preciso notar, ter o arrojo de lan-
(jar-so no campo da imprensa, para atirar desa-
piedadamente o golpe contra seu proptie irmo,
em favor do oppressor-I I
E anda este individuo que ousa,dizer : nao
trmao, mo-fHko, mo amigo! I Tal ves que queira,
assim exprmionVse, itlaquear a boa f de todos,
zotnbar da credulidade publica, do Bom seoso e
criterio dos bomens probos e imparciaes ; porm
i "luir em um perfetto equivoco, porque o no-so
publico est eeiupletamente intetrado uestes e de
outros faclos, aos quaes far a devida justica, nao
a ;reditando e estigmaUsando aquelie que procura
obscurece los.
Anda mais, o Sr. J*sU> ou a individuulidad
dupltre, falla em negociante fqnudnlaruo da Pa-
rahyhu, em. faminto rsleitioiuxtario, etc.. etc. Ig-
noramos qual a pessoa que reuue. estas qualidaes,
ou por nutra, a quem.se refere, porqnaoto o onur-
da do &> batalho nunca foi negociante em provin-
cia algniua, e nunca sabio de Pernambuco. como
sabido; pelo que isto urna fal.-dade, conse-
queocia das qae tem sido presentadas pela im-
prenso, o qne, porlanio. j na deve,causar admi-
r.K'o, porm sim dusprezj e desprezo se berano.
fiasta por ora de fallar no Cnim ; nodeseja-
mu- que tal individuo o cupe ,por tnau lempo a
benvtda attenrio publica ; vamos ao Sr. Wan-
ftnsma. i
Qste individuo ousou ameacar com o seu cha-
peo do soi em pleno di*,-; porania aigumas pe*soas
inrlu-ive o pai do ofTeadido, o guarda do 3 bala
Iho e alada preinlj -lo por ospai^o de l dias, indo
de encontr a disposcao expressa e terminante da
lei. Semelhante acloque qualiiicacao poder ter 1
Responda a nptnie pnbliea. E o mesmo que,.
convern notar, arrojar-se chamar aos outros: mao
cidaiao. Cora effeito 1! Parece que nao tem coas-
ciu.icia de si; que nao se coubecetl I E' bom
que se Ihe-appliquem estas palavras do orculo e
D^lphos, gratadas no f rontispicio do templo de
Apollo : nosee le ipsumconhece-te;
Este individuo, nao considerando o seu acto,
lanc/tn cura seu uroptip puoho.nii litro mestre do
batalhau o seguiule : ... 0 o/ficiat tal tem ordem
de piuio.1-e foi reinado por se ter empenhad :
isto provauo* om ce.mdao; e outriw absurdo*
semelhantes. Esta^ eocpresso rmpeaAidd-r basta
para revelar-a falta de sensode ijboio infelizmente
comiuaiida, quando deveriarser commaadado.
Quanto ao di- er-se ime o Phtmtasma ne receta
une 0 presideaie da provincia e o coantandante
sup rinr mandem proceaer 3. um exame na-ms-
cripUiracaoido batalho, isto sanente para Un
dir o pulieo, |urquantn"- sabido jjise ha mais de
sete amuis naojia conseiho ad ministralivn, encar-
regado de investigar o estado do batalho, eleger
um ihesoureiro, etc., etc Entretanto qae, como
sabido, ainla nao foi eleito um ihesoureiro. sen-
do qin' o Phintasma tem recebidD os dinheiros,
nao tem prestidonrootas, e nada consta este res-
peito da esenpturaejio I
Nada mais irrisorio do qne ouvir o Phrntasma
dizer : meo fho mo irmo e mo cedudmo, salvo
se j e8qoeceu--.e de que, sendo nomado tesUi-
mt nteiro e inventariante do casal da propra mai,
com a cendicae de faser as part I lias dentro de
pequeo prazo, so o fez anuos depois, e isto por
ser aeossado petos outros herdeiros ? Tambem
talves j esteja esquecido de qne anda nao prestou
contas dos rendimentos dos heos deixados por sua
mai, no valor maior de 30:0004000. e qne por> is-
to os outros -herdetros viram-se foreados tomar
urna medida enrgica e efcaz para garaatia des-
ses bens! I
A' ser isto exacto, como duetn e mesmo asseve-
ram, depoe muito do Sr. PhatUusma, e obrigao
conservar-se no silencio, sem j gar sobre este ou
aquella epithetos mais ou menee offenstvos e des-
tituidos de fundamento!
Nao qaerendo mais fatigar a a lien cao publica,
finalisoprometiendo vir de aovo imprensa, viste
haver assumpto e sssumpto e importante.
0 amigo da verdade.
TWHbt i terem eKM dado b ramHn^^H
geocis no seio do partido coosarvad
ca, aflarmamc *r isto pura
asa lasflbacao do' correspondente; e as aatri
anda-a esperacav bom-ser qne arrate car)
rejra^m quacui lempo
O 4* districto nio precisa de fettores para se
dirijir convenienteple, e.n 'SJ^H
m mal
5 ditas obras de too e
1 dita chape
ido.
9 de agosta de 1K
Qbon
NKOCIOS DE OLINDA.
Foi QnalonsM decidido n grande ap-
pellacao o processo que por crima de inju
ras se instaursa na cidade de Olinda contra
t Dt. Rufino Coarto da Srlva, jais manici-
pai e de orpaos d'aquelle termo.
; Hwira. ao digno juiz de direilo que nao
vaciforr em decidir condenatoriamente a
causa em qae eslava empatillada a morali-
dade diquelle termo, eminentemente ameaca
da pela estada de um juiz por todos os ti-
tuloi incapaz de oecupar o importante cargo
de juiz municipal ao meos no lugar qae
tem sido theatro das acc5es mais vergoano-
sas que se pode imaginar, praticadas pelo
tiomem que nio poder ser nanea um bom
juiz, atiesta a relaxacao, a falta de carcter e
a pobres*- de sentimenios de que dotado.
Consta-nos agora, que o condenado juz
protesta' requerer urna ordem de habeos
corpus ; nao sabemos sobre- que fundamen-
tos, mas estamos cortos que o venerando
tribunal da- relacao, saber repellr com o
despreso que merece essa pretenco, inspi-
rada apenas na espertesa e no calatlo do
pretenden te.
Parabens, a Olinda : a cadeia que receben
o preto Tnomaz, vai tambem recabar o juiz
desconceituado o perdido na opmiao publica.
0 zuza.
Attenpo
Um dever sagrado chama-me a S. Beato, oa
oalro lugar que melbor convier ao mteiro restabs-
letment dojneu afilhado, pouco chegado da
Europa, e nao podando despedlr-me das pessoas,
que me cousagram amizade, nem daquellas que
me oceuparam no sagrado ministerio, e faco pela
folha, olfertando o raen acanhado prestimo no lu-
gar da minha residencia.
Recite, 6 de agoste de 1870.
Fr. Joo Bapttsta do Espirito Santo.
Pars
Caieraff a Mr, de
AMIGO E COLLEG.Tenho litio na imprensa
amas cartas dirigidas por Joo. Kink a Joao fiap
tis Troppmano. Que quer i.iu dizer ? Nao sao
estes os ames ,do* dous. priacipeas personagens
da tragedia de Janeiro ? Sera possivel que o pri-
meiro ao teuha sido assassiaado e o segundo nao
tenha sido bem morto por ? A miaba corda
infalliveL Ter falhado o teu cutello ? Tt-ras
corapromeUido a houra da nossa classe ?!
Responde-me. que estou em ancias, apezar de
toda a miaba fleuiuia.
- Londres, 2 de-agosto de 1870.
COMMERCIO.
rvUktjA KECIFR If DK AGOSTO
DE t70.
AS 3 i/2 HORAS OA TAHDK
Algodaode Penuunbuco 1' 'serte714 rs. porkil
(hontem).
Cambio sobre Londres 90 d|v. 20 1|* e 20 IrJ
I oor lOOO' (hontem).
Goncallo Jos Alfonso,
Presdante.
Mesqniti Jnior,
secretario.
EPGLISHMM
jRlo de Taueiro Limited
da praca laxa a con
< conservador > de Jemal e
a administrars do Eim. des-
Pesco ata lettras
eaciouar,.
Recebe dinheiro em conta cor reate, h
l raso fixo.
Saca vista oa a praso sobre as cidadet
jrlncipaes da Europa, tem correspondentet
ta Bahia, Bueuos-Ayros, Montevidoj New
3 Now-Orleans, e emitte cartas de crdito
oara os raesraos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 3r5-

Dias.^
14 ditas
2 ditas minde
man.
1 dita espelhos
ILniar
perfumaras s dro-
ifiDO
^3;^T!SaaJ
e cartac
da Silva.
io Jos n>
ALFANDBGa.
Aendimento do dia 1 a 11. .
>dem "do dia 13. ... .
408:SoO767
28:984,1029
437:834*796
2 ditas armas
Azevedo.
2 ditas tecidos de linho ; a Caoha & C.
4 ditas chpeos; a J. Ctrisliini.
4 ditas movis, miudezas e entilara ; a Orto
Bohres.
13 ditas calcado, chapeos e tecidos m'varsos ; a
Monteiro, Gregorio & C.
16 ditas e 17 barricas ferraguu, chapeos e per-
fumarias : a Rodrgaos & Irmao.
1 caiza lpulo ; a Chaix A. Gassier.
30 ditas e 19 barricas perfumaras, miodeas,
papel, quinquilleras, calcado, vidros, porceiana.
e tecidos diversos ; a Lucio da Silva Anlunes.
1 caixa vidros ; a Manoel Jos da Cunha Porto.
2 ditas vinbos a tecidos de la ; a T. Catos-
liansen.
1 dita mallas para ragem ; a Angosta mtM.
11 ditas espemas e perfumaras ; a i. de Soma
Soares t.
2 ditis p ircelana e modas ; a madama Adour.
1 dita ferragens ; a Datel C. Ramos.
2 ditas chapeos; a Manoel Alcoforado.
50 ditas vinho; a Augusto Ferreira de Car-
valho.
4 ditas mradexas; a Domingas Manoel Mar-
tins.
4 ditas e 1 barril vmho, cutilaris, calendo e per-
fumarias; a Prente Vianna & C
5 ditas chapeos e tecidos diversos; a Fners-
temberg, Flack & C.
2 ditas rpsrmaeetii; a Jos Joaqnim Alves.
1. dita tecidos de algodao ; a Henriqae & Aie-
vtdo.
12 ditas objecto? para escriptorio, crystaes pa-
pel ; a Lailhacar & C.
9 ditas drogas; a Manoel A. Barbosa.
2 ditas sabonetas, marroques, e cachimbos; a
ElevSo da Cunha Medeiros.
39 ditas e 63 barricas porcelana peramaria?,
cylindro?, selrins, arc5es, marroquius, calcado,
drogas, pianos, vidros, moinbos, spermaeetti; a
Bemol.
2 caixas dregam caixinhas ; a A. J. da Cosa e
Silva,
3 ditas tecidos de linho ; a P. sonrage.
1 dita ferragens; a Domingos F; Bastos.
18 ditas dregas : a A. Caors.
17 ditase 3 barricas ditas; a F. P. Borgss.
1 dita e i! caixas ditas; a J. Maninhoda Crnr
Jyorfea.
2 dius e 16 barricas; a Joo da 8. Para -
Irmo.
8 dita, 1 fardo e 14 caixas ditas;a Barlholomen
fea
6 dHas e 1 barrica dita ; a P. Maurer & C
5 ditas e 5 c-.ixas ferragens, tnndeeas e cha-
peos; a Vai i Leal.
,11 ditas fumo, spermaeetti, n-trnmentcs de mn-
sici, vidros, chapno de sol, arreios, porcelana; a
A. Roberto 4 Fita?.
20 barris e SO meios manteiga ; a A. Lepen Ro-
drigue?.
15 ditos c lo barris ditas, B barricas e 57 cai-
xas pernmarias, tnittdeas, arjoes, chapeos, mar-
roquins, papel; drogas, agua de Viehy, cachimbos,
spermaeetti e futri; a ordem.
13 ditas calcado, agua de Viohy chapeos ; a
Joaqun) Lope Machado,
6 ditas perfumaras e miudezas; a Cosa Irmes
. 4C.
11 dilas tecidos diversos; a Lniden, Weylman
&C
13 ditas ditos drtos earces ; a Pinto da Silva k
Ctelo.
16 ditas tecidos diversos ; a Carneiro dt No-
gueira.
6 dius cutilaria, marrotjainas, joias'falsas e cal-
jado; a H. Wrtraer
13 ditos dito, miudezas, marroqnins, e tecidos
diversos ; a D. P. Wild.
23 ditas ditos ditos c papel; a Heller t C
20 dilas dito e tecidos diversos ; a Silva de Car-:
do-o.
22 ditas, 2 fardos e barrica porcelana, courode
lastre, pape e tecidos diversos; a J. Car-
rera
2 ditas e 8 caixas romas e legumss ; a H. Lei-
den.
68 dHas e 2 b:wrs: vinbo, sarrtinhas, cha pen,
marrequinsi ervilHss,- rame, manteiga, tintas, to-
cidos diversos1; a Monhard. Meltler A C.
40 fardos e 28 caixas papel, chapeos, brinque-
dos, miudeas' e tecidis diversos ; a Alves
A C.
2 ditas arcoes: a Domingos Jo Ferreira.
27 ditas ditos, chapeos, marroqnins e tecidos
diversos ; a Carlos Pinto de Lemas.A C
1ECEBED0R1A DE RENDAS INTERNAS GK-
RAES DE PKRNAMBGO.
iendiraentodo dia 1 a 11. 32:433*32
Ideo do dia 12........ 2:6*9*06
MOVIMENTO DA ALFANDECA
foiumes entrados cam fazendas
dem dem com gneros
foiumes sabidos com fazendas
dem idem com gneros
143.
194
------- 337
327
40o
732
contra o coronel Alexandre, e a testa del-
0 correspondente
Commereio, e
embargador tssis Racha.
Profunda indignacao nos cansn a leitnra da
alguns lopiros de nina correspondencia do Jornal
\4o Commercial da corte, escripia desta provincia
a 9 do prximo passado mez de julho, por alguem
que se intitula conservador; e a alta estima que
consagramos ao digno viee-presidente da provin-
cia, pela nouvel imi>arcialidale e independencia,
qae teem presidido h tod .s os seas actos adminis
trativos, nos impoe o riguroso dever de por nossa
vez, tambem manifestarmos a admirac.o que sem-
pre nos causa, e quanto nos re volta ao mesmo
lempo, o pouco amor, ou antes a nenhuma consi-
deraco que certos horneas tnbut m verdade.
Nada- de maravilheso -encontramos no apreciado
que de tal publicaeu lito Liberal, e nein oulra
cousa era da esperan' da um jornal, que ioieira
mete vaste de ideas, que pessam interessar san-
sa publica, quasi se oceupa exclusivamente em
deprimir e calumniar de mo Jo torpe aos adversa
ros policos.
O qne, sobretodo, aoe exciton desprexo, ti ver
qae um conservador, ao furor de sea despeito,
ueabum escrpulo tivesse em tancar mo da pon
na para atacar a administrarn d Sr. Assis Racha,
uxando-a de Indolente, inerte, e nao sei o qne
mais.
Quer o correspondente ue diante dosolhns Ihe
apresan temos a mt'is eloqueate res posta a essa
accnsaeao, i tantas.vetes destruida? Ptoouroa.
& lr o Liberal sob n. 206, e nelle encontrar o
seguate pedaeinho, que tatvez Ihe dqua etoma
ment gravado na memoria : to governb da pso-j|
rucia acaba de pratiear dm acto de alto moraala
de pnbliea.
i, Ora, quando proposiodes desta ordem sJo profe-
ridas e confessadas por 'pessuas. quarmnanerdown
aos adversarios, nao deixam ettas do ter grando'
laJcanc; e aaB*ieetn< asssa^ne o. corree pndente
conarroannr; a quarnaao'conhecenns (sejaif**,
dito de passagemj ha de anal confessar 1 erro
grosseiro em qae lalnirasa,
acarretar l spois de se direr amigo, sincera i do8rc Assis
o estigma para nem estocom a eosstaaoia irn. Rocha,, o cotrupmdtnu mais.ndiantadia entea
quila, om o espirito, dnsassoabrado, porqu*. der que ta-nbera o dos tubitaotes do-ftmito;
tem em sen favor, porua sabe que ata'cima tmd erttrol) t apesar ilrnotrar-*e to versad.
de todos e d ludo, a optnio publica que lar-me- "i I1* I i' ln iiduato niwiaia.* pnrailla
na a dendajuatica : tal a coal.aca ^m nea de-ilie t]~
deposita, cunlianea peraote a qual idasapparao r ircoe>de
e Aaar r-nttegue ao desprezo i""lifT la-nnioaal lc
spaitMda ou pubajda peia* reajouga des ca- rm
UM
O guatea da O batalho, rrnpm, a iptaai Wteniio
bliea, smeaw a ea auaode, a por csoaadattaianma
apresantt-se t-"T'iU* ""Mfr""' -Tlt-alaMIf l"tTTCri|
da imprensa, pois qne, para individuos on anony-
mos da ordena do Catm Phantatma, somanto ka
lados actos Idnticos,
(oes transactas.
uu recebe infor
tadoj qaanto se acha
quer inverter a ver-
fe mais provavel.
oaUhio do
Mdaa legalatode, e nen-
I do t^iToals i iram apreseo-
pratieados pelas admioitra-
Descarregam hoje 13 de ageste
Patacho norie-aliemo Georgineniercatlorias.
Patacho diuamaiquez Jens Wulf dem.
Brigne inglezEdUh 3farr7-ilom.
Lugar porlugaez-Danteidem.
Barca ingleza Gaselle-'carvo.
Bacca francezaCoiiny mercadoria-.
Brigue mglezRegulatoridem.
Importar*).
Barca franceza Gouo.vr. viuda de Havre, con.
signada a Ttsset freris, manifest :
220 barris e 325 meios manteiga, 2o barris ne-
vada ; aos consignatarios.
50 barris e 50 ineies manteiga ; a Corga ir-
raaos,
15 ditos e 30 barris dito ; a Guimaraes dr Alea
forado.
125 ditos e 100 meios dita ; a C. A. 3odr* da
Molla & C.
30 dilas dita ; a Tasso Irmos A C
4 ditos e 4 barris dita, i caixa vidros: a Au-
gusto F. de Oliveira A C.
20 dilas sardinhas a H. Nieneyer.
20 ditas ervilbas ; a J. M. Paluieiri.
t dita piano ; a Hyvernal A 'O.
3 ditas pianos ; a J. Rhigass.
2 ditas quinqnilharias e calcado ; a B. Norat.
1 dita tecidos diversos ; a Guilbermeda 8. Gui-
maraes A C.
1 dita fumo; a Joaquim B. das Reisi
13 dilas perfumaras ; a Saunder Brothers A C
6 ditas calcado; a Lyra A 'Vianna,
1 dita dito ; a M. vFrocisco Pasos.
1 dita dito; a Manoel N. da Fonceea.
6 daedito; a J. P. Araatos. S\
16 ditas dito e miudezas ; a J,' do 'AinSflida A C
1 dito papel ; a Meuroo A^ k
1 dita poreelaqn; a Jop de Sa Aimqner-
qne.
3 ditas am nrelo tvpagranhico ; a IgBaet*lr'aB*
oiso dos Sanios.
30ditos* 10barris peixe salgada; ** >
tealamp A C. *. '
3 ditos e 6 caixas-vinho.tenca.-.j a Lahmara
Aeres.
4 ditas el (ardo l teeidas diversos a CraBaer,'
Fney A.
3 caijfi armaeoes para chapeo de soi > Ma
oelAC.
& ditas chapeos e agua de Wknj'i a H. Otllli-
A C
1 dita livros; a Jos Barbosa de Msllo.
1 dita objectospara escaiotories a. Nogtaira *
Medeiros.
3 ditas chapeos i a J. LViera. -
. 1 dita papel; a F. G. de Oliveira Saurinnn;
2 ditas vidros ; a J. Ferreira Monteiro
. 3 ditas nm piano, marroques e miudezas
Isidoro, Bastos A.
i 3 ditas-aguas de Winhy a l.A. S\queira.
2 ditas tecidos de algodao ; a Ed. de Morae?.
1 dita miudezas ; a D. Anua MQitau. <
5 diuao.iiarreas vidws, a troaato,' Caavos
*ift
35:072*3X4
aXVSCLA PROVISCAL
Mendimento do dia 1 a 11.-
Idem do dia 11.
36:819*80
1:768*697
lf^88*50ti.
aj^H
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 12.
Rio-Formoso e Portos intermedios6 horas, vapor
nacional Parahf/ba, de 104 toneladas, comroan-
danle Oliveira, uquipagem 14, em lastro ; coasv
panbia Pernamhucana.
Navios saludos no mesmo dia.
Hamptom RoadsBrigne inglez Jura, capilao Ri-
chard Searle, carga assncar.
Hamburgo Brigae dinamarqnez Anna, eapitao
Brineh, earga algodao.
Canal-Brigae mglez Ctdar, capito Chastin\,
carga vlgodo.
Ilha de Feraando Vapor brasileiro Gqui, ooid-
mandaate Joaquim de Macado, carga vare
gneros.
DECLARACOES.
7 ditas e 8 caixas ditos e porcelana ; J. AnfMMn|l U^X'dia I
Pereira
ditas manteiga ; a J. Gerardo daBaetos. r
las papal ; a J. Walfredo de JdtdeiVaa,
10 ditas qufnquilharias e teeidas diversos
Mello, Lobo A C.
" O abaixn asignado, escrivao das colletoria
feral e proviDCial do municipio daBarreirns, taz,,
publico que toado desde e dia 9 de juobo nroatnsb
passado substituido o cogitme de Jnior peto e-
Otireira por ter falleeidn seu pai Manoel Josa a.
SU va assigaa se como abaixo t v. Barreiros IX
de agosto de 1878.
______________Manael Jos, da, Silva. Oliveira.
De ordem da tbesonraria de fazenda desta proraoia se tos
publico para onheaimeat de qnern iateresear.
qneem virtode da ordem do tbesenro a. liad*
15 de julho altim, acba-sn a raesma ibasanrara
autorisada a pagar aos redores da divida >
ercici is lindos de 186T a 1869, petteaeeotes asa .
ministerios do imperio, justica, raarinba, geras *
agricultor.
' 8-wretaria da thetettoara de fajeada de Per-
nsmbue 11 de giwto de 4870.
Servindo ds oJBcial-maiar,
_________Manoel Jos Pinto.
^ntaCasa le-i- -Mmnooi?^aax,
.ia eJr.. vUat.
A Illma. juuta admioistratiu,,da santa eaaa.
misencordtoido Ractfe^a innito da a
culo das pesaoas non, oneorrer
do fornecimento de gneros quedMMMMMMMMJ
todos os estobeleciroentos tpios a \ ^^
mezea. setembro vindanra, Oaai
qae o mesmo forneotnento da QU^^I
cootos e lautos mil rdpananalmantear
mensalmentf coa dinnairo i
tarjto.a.BMimaJaataj
% 'il
i
I
'
LlJ*J?,3J3fta\L
a^a
_iisoaa lii
Agurdente idem.
Baealnao kilogramos
MUTILADO


CPlMJp 4*n#er*n*bco ~ BkbMoM de gosCo tem
Karinha de mi
Cano du Rio I
feijio mulatii
Prelo sacco.
i frauceul
fMe0.
kilograromo.
dem.
8e Lisboa idem.
------ dem.
s oti **) apresentarao suas propostas em
,31 feotes, doriaanynte yM^ as ,uaes
^t^tSOtl ter a erfcm establecida n* presento an-
Saemarl* da saala casa da isericorto do Re-
fe 1f.fc< agoste de 1870.
Oescrwio,
PedroBodrigaesdatStMa.
, fy.a sWetefaeU de poltca d* frettozia-de
S. Jos do Reeife-se tfai pubheo, qae foi entre-
gue por ara preio, un pequeo hsh de foftn ie
lado coa urna trwxa : quem se julgar com di-
reito, twvando I be ser efttregae.
Recite, il de agosto d f870.
0 subdelegado,
Amonio afereira de JfctfVto^a.
W delfgaeia de polica do 3 distrieto do
termo do Recife (i. Loureoco da Malta) foram ap-
prehendido eaeiam-e depositados oito catallos,
seodo am prqto, uto lso, un castanbe, uta pe-
drtte-qiiairo russos, os quaes '-serio entregues a
quem provar sua propriedade.
S. Louretfce da ' delgalo de polica,
Lo Moniteur Universel a ouvert one sous--
cription nationale ^ur venir en aide aux fafnillea
de ceaw, o as sddBs qai moqrront ou seront
toteases.^eadaat htfuerre ; je sasis celto ocea-
sin de poner ce fait ala eomisissanc 6b mes
mpattiotes et, j'ai l'hunneur de les informer que
cqoe souscrlption est ouverte des ce our au eon-
jutat de France. Les non des rastaipteurs et
to-abouunt de leors dflrandes aerte putlis dans
TJBSS
if 4o elpo'i^ata d ili
lar dio Coma'de Barr
~ 10
talos
e
heetro,
i, T>A
MOrTO AWLAUWDA
JMINCI DE-'CEIIVEJI
35-^MaAifieMm Tkloriiio--S3
S A HIIAUO
cantos
acadm
esclavo.
PEDRO
C
do conselheiro Heniles Leal e a coa de
'o^aMBi
cos-
can
n::
N. II.
N. fu:
iioi.
PROgMJPA..
PARTE,
la opera Tancre de Rosslni.
da opera Maebeth de Verdi.
Cavatina da Opera Somnmbula de Bel-
tomes acadmico, original brasileird
ca Jnior
Meia hora de Qff&tio
Os cenvidades-nue se dignam fcsistir a este'
UMPAMUA PEaiNAMBUClNA
xr -*DE
navegado mtfetra por vapor,
N. IV. Walsa de Bolenna de Sjrauas. f
SEGNDATARTE. i
N. V^ Oavertura di opera Don lata'de Mozart.
Vii f9Vtl4t ** ****** .*
H". VIII. QuidHJba^da opera &rVisCBat*,de
Voss.
--fnrjttRU'iuaTB.
K IX. Oaveriar* drama de Tannhauser de
Sogpe.,
S. X. Cavatina da opera A tila de Verdi.
N. XI. Duetto da opera Norma de Behii.
N- XfH. Galop >ada sobre o canto Alegra e Tris-
ton djq,t)reyei\
A desej. A malla posta de Schafef.
E' prohibida a entrada para a orchestra.
Nao se repetir pe^as tocadas tenue ao lim
reoncerto.
O jardjra ser brilhantemente illuminade gaz.
A entrada do jardira ser marcada por transpa-
rente e estrella gaz.
Haver Miflettes de sorvetes e todas as ootras
aenldas.
' Prin:ipisr as 8 heras da noute: flm as 11
l|2 da nonte.
espectculo teraaqtassagfm gratn/ne wagn, ne
diante a apreseatt^o de seu bHte.
0 espwUculo wmecar s 8 jo<*-V'ponto
anco
ISABEL

porto ajt-
aa noute.
e dinhelro
riptorio do
Frwtispkw o Carno
^! TSHLeTIFiu M'"em mmom
para a mesnja e-ta, de comparecerera na sena.
da.trat49corraa)te,M* filas da maDMa
na roa do Livranwnto, para te tratar de neeoeks"
argentos tendentes nw^nm fe^Ovtoade.
NO
Pretei
possivel
(o da
escrajM'
quim Jos
17.
Miro
porto co
o per ter
que Ibe falta c
nsignatorip Joa
do Combrcij
do
Coslat de France
Bambuco.
a i'er-
Men-chers campa trioles.
J'alThofroemvfle vons Inviter a assister au tt-
Beum qui sera chant le 15 Aout prochain. ane
tieaflg i'epnis mii dans il'tlise de Notre Da-
me la Paraso, ;i J'oocasion de la jete de S. M. Na-
polon III.
Votreconconrs cette solemfi ne m'a ianuis
fait dfaut; il sera cette anno plus empress que
imais. Vena comprende! qu'il est bon d'on
bon exemplf! de montrer, tu motoent on la Fran-
ce est engage dans les hasards de la guerre
que ni lelemps ni 1 absence n'alirent l'amoar que
u.i03 portnns a notre eber et grand pavs. Peut
tre, fneure mme ou nons dernanderos Din
de proteger la France et 4'Empereur, le sort des
armes prononcerat il son arrt I que celte
l>ense rende nos voeox encor plus fervents,
paisque c'est 9enlement par des voeux qne nons
pouvons rtianifester notre patriotismo.
Pf rnambuco, le 9 aout 1870.
Le cnsul de France,
__________________Osmm Laporle.
O inspector interino da alfandeja fiz -pnblico,
qae o leillo das pedras annonciado para boje,
que por falta do licitantes deixou de ser.efectua-
do, Qea transferido para qninta-fetra 11 do cor-
rente.
Alfandega de Pernambnco 9 de ajjwto de 1870.
O inspector interino,
________Luiz de Garvalbo Pacs de Andrade.
8anta Casa de Misericordia
do .Recife
Perant? a Illma. junta administrativa da Santa
Osa de Misericordia do Hecife, na sala das ses-
sessoes no dia 15 do corrente, tem de arrematar-
se o fornecimento do pao e bolacha que tiver de
consumir o asylo de mendicidade sea cargo nos
mezes de setembro a miembro.
Sama casa de misericordia do Recife
agostao de 1870.
O escrivao,
______^^ Pedro Rodrigues de Souza
Aliento,
llavera trem especial s 11 1|2 da noute, da es-
toca do Recife e tocando em todas as estocoe?
dos trilhos-urbanos at Apipacos.
O trem especial demorar se ha de 3|4 da
noote at meto nonte na estacSo da Soledade.
Haver venda dos bilhetes na estoco do, Rhc-
a-' oe, wnl,o at 11 3|4 da noute e na estacao
da Soledade de ll horas da noute at meia tate.
Preco deenirn MODO para o eoneerto e l
para ida e velta com o trem especial.
DOMINGO
As 5 1x2 da tarde.
PROGRAMMA.
PWHEIRA PARTE.
Marcha da Hymna de Mailand de Ha-
I.
8 de
lnspec?o do arseaal de
mariaha.
Pax-se pablico qne a comraisslo de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo an decreto n. 1324 de 5 de fevreiro' de
18.14, o casco, machina, caldira, apparelho,
tt*trecio, veame, amarras e ancoras do va-
vapor J-ujuaribe da companhia Pernambucana de
navc?acaa costeira, achou todos esses objectos em
todo de poder o vapor navegar.
Inspeccao-do arsenal de marinha de Pernambu-
co 11 de a-rj.-to de 1870.
O inspector,
H. A. Rajbosa de Almeida
Administraco dos crrelos de
iPcraainbaco 13 de agosto de
190.
Jfaia pelo vapor laguaribe da companhia Pernam-
bucana.
A correspondencia qae tem de ser expedida hoje
0*1 pelo vapor cima mencionado, para os
cortos do norte at Granja, ser recebida pela ma-
neira seguinte :
Ma^os de jornaes, impressos de qualqaer nata-
reza e cartas a registrar at as 2 horas da tarde,
is ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1|2
N."
tajar.
N. II. Ouvertara da opera Elisa e Claudio de
Marcadante.
N. III. Ana da apera Os ganos de Blf.
.* IV. Uateas amoreltas. Valsa de Ganpl
M SEGUNDA PARTE.
N. V. Cantos de Korm-z de Parlone,
N-* VI- Potpourri da opera Preciosa de Veber.
N VII. Cavatina da opera Ernani de Verdi.
N VIIL Qoadrilha. Legrant Duchesse de Ge-
rolstem de Offenbach.
TERCEIRA PARTE.
N. IX. boro da opera Taflnhauser de Wagner.
N." X. Potpourri da opera, Orpbens de Offen-
N. XI Poutponrri dos cantos de Gungl.
H. XII. a mala posta de Schonefer. .
m v, QOARTA PARTE.
All A marcha de Rooletsky de Strauss.
N. XIV. A serenata de Schuhert.
N. XV. Polka SordJnes. Sote de trompa de
Lesner.
N. XVI. Quadrilha de Barb Blet de Strauss.
N> XVII. Hymna brasileira national.
" prohibida a entrada para a orchestra.
PAVLEiO DE S.
mMPANHIA
EQESTRB GIMNSTICA IACROBATOT
SOB ADIRECCAO
K
D.-Lu'z Casali.
ftuslseolliflas ftaneeSes
JtiMWtiAa 14 <|o torrente.
QUE TERlO LUGAR
tyrwsi i^ dafere,
Optra s 8 1|2 da noute, coao de costme.
_ TenoV) ch^ado o diramor D. Marcos Caeali da
Europa, um pouto incorfmdado "nao pode tomar
a cargo a direceo da companhia, e s sim quan-
do o permittir sua saade, e continuar no mesmo
cargo interinamente, como at hoje, D. Laiz.
A fanecio composta do segninte
PROGRAMMA.
PRIMEIRA PARTE.
1.* Urna rinda syiphala dirigida pelo maestro
Birtm-.
2.* O Jokei, pelo volteador Aldabo.
3. Os salios dos 4 ercoe ferrados de papel, por
D. Luir., Obfe .ti0-mallo.
4. Uto jeesi entremek, tomando parte o ar-
tista Cesar Casali.
5.* Murilla, cavalto tmestrado em novas posi-
58es.
6.* Jogo* indios, peto Senhorita Anna Casali.
"' Volteio rpido, pela, menina Juanita sobre o
cavaiito musca.
nter vallo de 30 minutos.
SEGUNDA PARTE.
8.' Symphonia.
9.' O pao voado'r, pelo applaudido Vicente Ca-
sali.
10. Os dragos franceies, scatu jocosa, por Luir,
e Abenuo.
U. Os muito applaudidos exerclclos gymnasti-
cos, o triplo trapesio, pelos gymnaslicos Cesar Al
dabo e Vicente.
19. Pela prPrneira vz urna nova pantomima in-
titnlada : El Pinoelo de Par, execatada pela Se-
nhorita Anns, Cesar e Tesari.
A mesma funecao se execatar s 8 1[2 horas
da noute.
Preos
Camarotes com 6 entradas........
Cadeiras.......................
Cadeiras avulsas para senhofa......
Ueraes..........................
Os bilhetes de camarotes, cadeiras e
vendem-se no mesmo circo.
AVISO.
O beneficio do Azylo de Mendicidade ter la-
gar quartafeira 24 do corrente, porque assini o
pediram.
N. B. Achando-se o artista Gesar restaBlecido
da sua doenca, brevemente se executor os tres
trapesios do celebre L^otar.
Kafanho
i Mfria,
m*
esperada do Mb *e Janeiro
Portugneza fl^rla, qae traz jal
para o referido porto ; e descarriada i m
para este oonduzir, receber aqui a qife nr.Ms-
sivel obter para o Maranho, e com poaca dmo-
2L?r.i8-90 1aem e-eJar aproveitar esta boa
"^^emba>qu; diri]a-iw ap consiRnataric
Joaquim Jos fioncalves Belfrac, a ra do Com-
ere u 47.
LEIL6ES.
W *XW
121000
200U
2*000
1*000
plateas
salvados da galera Woburn Abbey, recente-
awnte nau/regada no lugar Poota de Ve
^ns, cosi8lindo emTaiiqoes de frro
vasios e ooiros com boiacba paos de pi-
Rbe princh5:-s de carvalho. bombas
de Erro, correntes, vassouras, cader-
naes, cabos usados eom (alva-vida
A 46 do correte.
David Jones, capitao da dita galera, far leillo
de aesordo e em presenca do Sr. consol de S. M.
uritanaica nesta cidade, por intervencao do agente
JiMlra e cnnta e risco d" I116"" ^""toncer, pre-
ceWml competente aatorisacao da alfandega e
eom a$sistencia de um seu empregaio fiscal, dos
salvados supramencionados
Terp .-feira
s II horas da manhaa, no armazem alfa^dega-
do de itrao do Livramento. ao caes do Apollo.
ga ftwn preventivo seguro e certo- cootr
El* Hlvice,
i e restaura forca e sanidad a pelle
j^jBt cabecaj
m de prompto fez cessar a queda prema-
v-lura dos cabellos.
Elle d grande riqoeza de lustro
bellos,
fllle doma e faz preservar os cabellos en
qualquer formo e posicao que se deseje
n'um estado fortaoso, liso e macio,
Ble fazerescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de casoa
m previne os cabellos de se tornaren
francos,
Erre
conserva a cabeca n'um estado de fsej
cura refrigerante e agradavei,
Sle tiSo demaziadatnente oleoso, gordu-
reato ou pegadico,
Elle nao deixa .0 menor cheiro desagra-
da ve 1,
Elle ff melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservado e artanjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenbum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
0 CABELLO.
Tnico Orieatal
o qtH-eserva, limpa, fortifica e aformosea
Acba-se a venda nos estabelecimentos de
\. Caors, I. da C. Bravo A C. P. Maurer
4 C, M. Barbosa, Bartholomeu & C, e em
todas as principaes lojas de perfumaras
e boticas.
DE
25 barris com Biaat^ga
inglez u
_ Quarta-feira 17 do torrente sW levado era lei-
lo 25 barris com manteiga ingiera, chegados alti-
mamette. Os lotes serio do 3 barris em numera-
rlo a eguir.
O agente Pestaa, competentemente autonsado,
far o respectivo leilaa s 11 e meia horas do dia
indicado, no armazem do Annes, defronte da al-
fandega.____________
v:
Nao se repetir pecas tocadas senao no flm do
concert.
<) jardim ser brilhantemente Iluminado a gaz.
Havera diversos btffette de sorvetes e todas as
outras bebidas.
Principiar as 5 1|2 da tarde e Andar s U lij
horas da nonte.
Haver irem especial s il 1|2 da nonte da es-
tabas do Recife e tocar em todas as estacoes at
Apipucos
O trem especial demorar-se-ha de 11 3|4 da
noute at meia noute na estaco ta Soledade.
Havera venda dos bilhetes na estaco do Re-
cife, de mahhita at H 3|4 da noute e na esta-
do da Soledade de 11 horas da noute at meia
nonte.
Preco de entrada 1* para concert e 1* para
ida e volta com trem especial.
Aittn$do.
Cada entrada tem diretto para receber nma
garftf i de cerveja imperial, ou para receber um
srvete, recebendo na entrada um rale para este
consumo.
pagando porte duplo.
0 administrador.
Affrnso do Reg Barros.
""^Bi
THEATRO
SANTO 4NT0MO.
E1PREZ4--C0IMBRA
COMPANHIA FRANCEZA
O emprezario deste theatro tem a honra de
partecipar ao resj*eitavel publico desu capital,
que acaba de chegar du Paris a companhia por
lie mandada contratar para dar espectculos de
deelamaco e canto, da qual sao artistas M"e
Krescia, M."- Clrolberl, M." Mariette Thierry e
Mra. Aotonin Carn, Joseph Raynaud e Alfred
Maris.
O emprezario nq ousa transcrever o que orea
<-orre mrito destes artistas, esperando que o respeita-
rel pablico que epacorrer ao theatro forme o seu
uizo a tal respeito.
O empresario deste theatro nao se tem paupa-
do a despezas nem a fadigas, aflm de apreseotar
usn estotoeieciment digno desta capital ( onde vi-
ve desde 1837).
O emprezario previne ao illustrado pabheo, que
o macbiflismo deste theatro feito pelo hbil ar-
artista Jos Alves Monteiro; assim como todo o
ecenaro, pao de bocea e arco do procenio
ejecutado pelo hbil pincel do distinto senocra-
1*0 Mr. Chapelin.
O emprezario aproreita a ocoasio para direr
ao pablico que te acha abena desde j, a assig-
natarapara camarotes e cadeiras de 1' e 2* Clas-
i por 30 recitas, pelos precos abaixo declarados:
Camarotes de 1* erdem cora 5 entra-
das, por 30 recitas.............. 3001000
Ditos de % orden com 5 entradas por
30 .recitas......... ififtinnn
l"ordemns.ii;i2;,3'e'4
entrada, ptr 30 recitas..... 4801000
J ^s 30 recius..... 904001
I de 2" classe, 30 recitas...... 604000
r iQ.sAaiziLrem "rtg"r podem des-
?f/,CT^aoeSSr'P0'10 d0 theatro qae er-
Uri abertb dee as 7 horw da manhaa *t& a
- nprenrio previne que vjo entrar os ensarna
ii de principiar os seos trabalbos o mais breve
N. B. As assignataras tanto de camarotes carao
de tadeiras i Mus pW 18 e recitas o jme
pw esquecimento se deixou de clonar no
As 7 horas da noute.
PROGRAMMA.
I PARTE.
V, (Iavertura da Pera Emilia de Herold.
i\. II. Potpourri da opera Czar e Jimmermann
de Leruing.
N. III. Qainietto da opera Anna Bolene de Do-
nizetti.
N. IV. Valsa intitulada TempO velho e novo de
Faast.
M ^ II PARTE.
. V. Ouvertura da opera O Stumme de Por-
tyidectuber.
N. VI. Potpourri da opera de Lacia deLamer-
moor de Doniretti.
N.' VIL Romanze da opera Os puritanos de
Qellmi. ^^
N. VIII. Polka Mazurca (Por ti) de Faust.
III PARTE,
N. IX. Ouvertura da opera Titas de Mezart.
N. X Fantasie Potpourri da opera Roberto o
Di abo de Meyerbeer.
N.-XI. Canto. Msica Be Thiesen.
N. XII. Qoadrilha da opera O Troavador de
Lognsehen.
IV PARTE.
N.# XIII. A serenada de Scbubert.
N.9 XIV. Sonos fantsticos de Lumby.
N.4 XV. A mala posta de Schaeffer.
E' expressamente prohibida a entrada para a
orchestra.
Nao se repetir peras tocadas seno no flm do
concert.
O jurdim ser brilnanremente Iluminado gaz.
Pnneipari s 7 horas e nadar s U Ii2 ho-
ras da noute.
Haver trem especial s 11 1|2 da noute da es-
tacao do Recife e tocar em todas as estacoes at
ApiDUCOS
O trem especial demorar-se-ha de 11 3(4 da
nonte at meia nonte na estaco da Soledade.
Haver venda dos bilhetes na estacao do Recife
de manhaa at 11 2|4 da nonte e na estaco da
Soledade de 11 horas da noute at meia noute.
Preco do ehtrada 11 para o concert e i para
ida e volta com o trem especial.
Attentjao
Cada entrada tem direito para receber urna gar-
rafa de cerveja imperial, u para receber um sor-
vet, recebendo cada entrada um vare para este
MMi.
_____ DO
CLUB PESAMBUCARO
Ter^a-feira 16 de agosto
IrMSDX rJ tSJBD BJ>3B3a'Ji)
BENEFICIO DA MENINA RABBQUISTA
O concert ser organisado por eu pai o pro-
fessor
RAPHAEL ANTONII
Cfm o valise eonourse dos disUwton professo-
resSrs. EmianeleCalbore, Gustavo WerteiiDPr
H'Wique Sarvador, Ortidido Filho e ostros que
no programma ser annunciado o dia do con-
cert.
Todos prestam-se gratuitamente para coadjurar
o beneficio.
N. B. A menina Egeria b^de aos Exms. pais
de familias qne-envidm para o concert seus
nlhos al idde d 10 anuos, os quaes teem en-
trada gratis.
Os bilhetes acham-se venda as eeuinte*
casas
Loja de msica do Sr. Aevedo. ra Nova n.
1', no Clnb Pernambucaoo e no Hotel do L'ui-
verso andarsalao-
Pecos de oostume.
As 8 lloras da noute.
AVISOS MARTIMOS.
Farinha de trigo no
estado
. A 17 do corrente
O arente Ollve-a far IpIo por ordem de Ra-
be Schmettau & C.,consignatarios do patacho inglez
Orange{fo accordoe era preeca do Sr. onral
de S. M. B. nesta cidale, e oor conta e risco ei
quem pertencer, de 2020 barricas cora farinha de
trigo, sob a marcaOda acreditida fabrica Fon-
tana, sendo 255 barricas consideradas era bom es<-
tado, e 1765 com pones averia, v4Sto baverem-se
desearregado de bordo do dito patacho dorante 12
a 24 hora?, depois que bateu as pedras do recife
entrada d'este porto, na sua recents viagem pro-
cedente de Triste
Quarta-fira
s II hora da ntauha, no armazem.alfandegado
do Bario do Livramento, ao caes do Apollo n. 45.
oclednde Patritica Doze de
Secrnbro.
Sendo esperado n'esta provincia S. A. o
Sr. Conde n'Eu de viagem para a Europa, a
commissao central desta sociedade convida
aos seus ass ci+dos a comparecerem no sa-
13o do Club Peroambucam do dia i6 do
C' rrente as 5 horas da tarde para tratar-se
de dar urna solemne manifestaco de gra-
tidao ao joven principe honja" da
; ha do Paraguay.
Espera a comrhisso do nunca desmen-
tido enlhusiasmo da Sociedade Doze de
Sitembro toda boa vontade e coadjuvacao
para o bnlhantismo da festa de recepelo
que pretende fazer.
Secretaria da Sociedade O ze de Se
tembro, 12 de agosto de 1870.
A. Lamenha.
Secretario.
campa-
MDANCA.
O Dr. Caroline Francisco de Lima San-
tos mudoa saa residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2* andar
do sobrado euo armazem conserva an-
da hoje n norue de Alianca, tendo a
entrarla, que pelo lado da ponte Seto
; de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. ao
exerccio de sua proflsso de medico e 1
de operador, pode ser procurado a qual- j
qaer hora do dia e da noute.
AVISOS DIVERSOS.
Ama
Precisase de urna ama (ara cozinhar :
da Praia n. 37, andar.
na roa
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegago costetrapor vapor
TRANSFERENCIA.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Mandahu, commandante
Juh.seguir para osportos cima no
dia 16 do corrente as 5 horas da
tarde, ."fiecebe' carga, eneonamendas, passagei-
r se dinheiro a frete al as 2 horas da tarde
do d* da sabida oo escriptorio do Forte do Matto-
D, 12.
AVISO
Samuel Kent.capi to do patacho inglez Urano*
precisando proceder ao concert do mesmo pata-
cho neste porto, onde se acha surto, convida a
quem tal servios queira fizar com prompldo,
pondo e em perfeito estado nvegavel srb a ap-
provacao dos agentes de Lleyds nesta praca,
examiaarem o actual estado do mesmo patachoJ
e a fazerem suas propostas no cansulaflo britnico
at quarta-feira 17 do. corrente.
' T i i ,i
i, w. mm
ENGEHHEIRO
Com fundigao.
A RA DO BRUM N. 52.
Pass'indo o rhaf'.riz
Machinas vapor syslema melhorado.
Rodas d'goa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro balido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
cultura.
Tudo por preco muito rednzido.
lllllilliilll
s
Em tempos modernos nenhara descubn-
mento operou maior revotacio n modo- d
corar anteriormente em Togado que o
Blill DE UKtlRIA
TANtO m TRAtASBNTO DA
T088E, CROPO,
ASTmiA, THI9ICA,
ROQOTDO, RESrWAMENTe*.
BRONCHITES,
T08SE CONVULSA,
DORES DE PErfO,
EXPCTRACO DE SAfjCTE.
Como em I oda a grande serie de enfermi-
dades da GAncANTA, do peitob dos orgao
da respraco, que tanto atormealam e fa-
zemsofrera humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista gcratatente.M appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sariar (Ri ap-
phcare^teriormente nnguentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
deproduzrempolhas; cujos differentesmo-
dos de curar, n5o faziam senao enfraque-
cer e diminuir as frcas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truico inevitavel de saa victima Qnem dif-
jerente pois o effeito admiravel do
PEITOKAL DE ANACAHUITA f
VM E EZ DE IBRITAR, MORTIFICAR E CAtTZAR
LNAUDITOS SOFFIU.ME.VrOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACO
DESEMVOLVE ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o uitimo vestigio da enfermidade. 0
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim>
testificara serem exactas e verdadeiras estas
relaedes analgicas, ou alm disso^a experi-
encia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suflicientes para sustentarem a opiniio do
PEITORAL DE ANACAHUITA f
Deve-se notar que este femedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto minc-
raes, como vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que s3o dados sob a forma de dpio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, cornos quaes tao
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composico de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meias.
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma collier pequea: basta ge~
ralmente a applicacao d'um ou dous frascos
para a effectuacao de qnlqoer cura. \
Acha-se venda nos estabelecimentos de
P. Maoerc., J. C Bravo & C. A.
Caors, B. M. Bsrbnza e Bartholomeo 4 C.
O.DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
Ra estreita do Rosa-
rio n. 36.
Hufcl de Hespanha.
O proprietario deste estabelecimento faz pnblico
aos sens respeitaveis fregnezes, qne Ihe acabim de
chegar da Europa um famoso cozinheiro. e um
bello servente, fallando este ultimo diversos idio-
mas ; e portanto offerece ao mnito lluMrado povo
desta cidade constantemente mesa aberta com toda
a decencia, e seriio servidos com toda limpeza,
promptidao e agrado, com comedorias ptimas!
Acharo tambera nesta su casa divertimento de
domin e bebidas das melhore< qualidades. Ad-
mrttem-se assignantes apagar por mez, e prepa-
ram-se encommendas de gosto para bodas e bap-
usados. AnMcipao Jo se dasde j a agradecer o
bom acolhimento do< feus hospedes
TINtaAlIA H.GEZA
55-Rua ta Imperatriz-55
s
DO
^a^
panhia americana e forasi
le,; a de paquete a vapor
At o da 15 de agost aperado de New-
York, fwr S.'Thmtiaz, 'Pafi o vapor americano
Merritnack, o quaLdpois da demora do costum
seguir para is portes do sul, para fretes e pas;a-
gens trata-se com ws agentes Hnry Forster 4
C-, roa lo Gommercio n. 8.
Freta-se .-obre dinheiro a i|4 0|0 para qual-
quer parto da escala do imperio, sendo qnantias
maiores d 20:0004. Tendo aberto seguro eai
Londres sobre liba. 100,OO, por qualquer vapor
da linha, a companhia segura qoalquer remessa
de drahetb a 1|6 0(0 para qoalquer porto da esca-
la no imperio. O valor deve ser declarado em li-
bras esterlinas e o premio pagavel na mesma moe
da ou seu equivalente.
Divino* Espirito
Santo
Erecta no convento de Santo Anto-
nio da cidade do Recife.
Por ordem d mesa regedora sao con-
vidados todos os nossos charissimos r-
maos para encerporados acompohar-
nos a procisso da imagen de N. S de
rom Conselho, que tem de ser trasladada
? do convento de Santo Antonio para a ca-:
i pela de S. Francisco Xavier, pelas 3 Ii2
{ hor^ da urde, na segunda-feira 15 do
vlg*JeJ,:f Que fomos convidados ; !
!l a3,[ia m2sa r,'te,,""a PerJ o com-
iari2,aenl0 n-sos Irmios para bri-
t . p**oVio da irmandade do Divino Es-1
' 5. iS,8?1"? do convento de Santo Antonio!
da cidade i Ree.fe, iHe agosto de 1870.2
arojiin^ Augusto da Silva Villar,!
Secretario.
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, iaa, algodo. linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se nojoas e limpa-se a secco sem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintara preta as tercas e sextas fei-
ras.
Na Iravessa da m
Crnzcs n, 2, ppi-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, praa e briiian-
les, soja qual Tor a qoan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.

pus;
GTM RSIO DRAMTICO
(No Monteiro)
Sociedade Onze de Agosto.
BeneAelo
Domingo 14 do,corrente. Abarca porthgnei JVotw MaHama vai seguir
k* egMjo pelo atmrfersario da fandacio Para o referido porto, prete
possivel brevtdade a barca
por ter j porco da arfa, el
a frete commodo, trata e
Joaquira Jos Goacalves fiel
mercio n. 17.
-- .....i ni
H'tel Ondtnse
nn nH Vf^ ^ Cdade e da d BeClto,
ncia nuhli -a JTn.9kes,ar abert0 concor-
renca publica o ttaiae hotel Oliodense.
wt aCi'Slda' Viento de vinhos Bnos
porlofeneies francezesV charttos finos e todo
*L C0DCernente a "?'
Bste esabeleclmento ale
que se aehl, ofrercefl as
*er prximo i esta
da caa ltelo
a ma|i
iores commodlda-
trllbos drbaaos.
mnilo asseio e
J8 Lni Viaaaa Jnior.
T)9seja se fallar com os parewes da IQma.
Sra. D. Francisca Maria de Albaqrqae Mello a
negocio de sea mteresse, na ra do AragSo nu-
mero 19.
D HfilAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
m publico ea geral, e aos seus clientes
sm particular que elle mudou o seu gab^
note de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
proflssio, todos os dia> uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambera previne, que continta a prestar-
se a vontade dos clientes n3o s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicao de
seus trabalbos p queja bem conhecido,
assim como -ascommodidades dos oreos
O Sr; Castro Ribeiro injuria-roe em artigo do
Diario de 10 do corrente, e procura indispor-me
eom o pablico 4 venho declarar que os fados es-
to invenidos em sen artigo, e qne nao discuto
eom quero me trata to desabridamente se ve-
nho iraprensa para dizer ao publica que nanea
me faltn eonflaoca no seu senso aclarecido para
temer ser morto no Circo, e que se escrevo essas
Hatas uoiesraente para dar-la* de meas actos a
sMifseao a que saa beoevolencia Ibe d direita,
"* aSS? flW por m0^ '1*ti^, ""^ ao Sr* C"-
,--------- I :
do Dnque de Caxias, outr'ora ra do Queimado I m dlficios, mercadorias 6 mobilia*:
51 l na do Ti^rion. 4, pavimento ter m.
VlNKO, !j[UILA.S,XaHOPB B TlNTOU*
DC .VUR-UBEBA, SIMPLES E PKhRUOlNOC^l:
f^IJiO, POMADAK KmPLASTRO Da MSl*.
PLANTA PREPARADOS POR
gARTHOLOMEO d CA
PHARMACEyTICOS-ROOlllSTAB
FER.VAMBU4 O '
A Jurnbebs : esia pjaai* boje recMkacxt*
como o mi: poid-ius lome, como o
di-sobs(rente, e como tal tpplirada uos pxlncii
do ligado a bajo, hepatitca, duresaa, tnmsrea
r.ns t cpecialDieute do otero, hidropesa, inv-
pallas, etc.; e associada as ferro til nii yalHn
corea, cbloroses e falta de raeoairaacao, deaama-.
ji do estomago, etc.. oqn dixuaoa attMItu
inuameras curas imporlames obtidu oom osaava
Sraparadoa j bem cunbeoidoa aaados peta* mmt
isuactoa medicoa do pan a Ponagal. Em tocka. o*
losaoi deposito distribualos pitia folheio* ua
olhof fasam oonbecar a Jarubaba mm wltaiaa
applicacao.
MARTIMOS
0\T HA* O.O
panhia fndemnisadora, estabetaeid
toma seguros martimos
N
I
laM^ ,-t-m, 1 ai ......... ......-


Diario de Pernamb ibbado 13 de Agosto de VB70
Fotojraphia imperial
E
BE PINTUI
DE
Ferretra F'ttlela
ALEMA
J.
\f
1

Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
aovo estabelecimento phologT?phco sito roa do
Cabug n.'i8, quiiu7 dopateo ila matriz. Oslraba-
Ibos qae dasde ento, tem sahido de oossa offlnna
tem ramente agradado, sendo recebidos por
alfane oom admiracao pelo extraordinan > pro-
meso que ltimamente tem- tido a photc grapbia.
por outros cirn alegra, por vereni a provincia
dotada com um estobelecUnento digno d ella, e In-
contesiavelmento o prirceiro que nesse genere
boje pcssue : tambem nao nos poopamos em coma
alguma para raonta-lo no p era que se achs, es-
penado qne o publico de Pernambuco saber
apreciar nosses wforcos e recompensar nossos sa-
criOcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
e atrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
necessidade de traba.'hos de photographia a visi-
taren! o nosso esubeleclmento, que estar sempre
aberto e sua diiposico todos os das desde as 7
horas da manhaa at as 6 da lurte.
Pira os trabamos de photographia possuimos di-
versa machinas dos raelhores autores rancezes,
insieies e allraemes, como sejam : Lerebours el
Secretan, Horroagis, Thoroaz Ross, Voigtlander el
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinas! aedo urna deltas proeria para tomar
obre o raesmo vidro 4 ou 8 imageas diversas e
isoiadas, e outra de 6 a 1* imageas diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande coneurrenci;i poderemos retratar sobre
urna nica cttapa at 8 pessoas diversas e isoia-
das para cattSss de vi; ila, eassiw em menas de
um quarto de hora despachbaos 8 differenjes
pessoas que pecam carta urna, umaduzia de cartee?
mais ou menos, com os seus i eiratos smente, ou
ni grupo oom "nutras.
EocarreganTos-nos exclusivamente da direegao
xando apnela e talentos uo distincto pintor
allemao, e Sr.
Jorge A, Rotfi
os '.trabalhos de pintura, a aquarela, a otee, e a
pastel.
O Sr. Hoth acha-se ligad* a nossa empresa por
urna eacriptura publica, e -at o presente tem-se
desvellado na execucau de seus trabalhos.
No nessoeslabeleeimenleacham-se expostos ou-
ros trabalhos imanantes do Sr. Roth, tanto em
-miniaturas aquarella como oleo, reiralos a
oleo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o-
tamuho natural, assim como de quadros sacros,
para oruameutaelo de igrejas nu eapellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos. 'J
Asseguramos que os presos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoavei?.
cartoks de visita nao coloridos A 10,300 A
DUIIA
cartss de visita com o c0l0rd0 ao n.vwj-
ralA16jJG00aduzia
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
164 0*000 cada uro, indo convenientemente en-
caixilbado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 i pollegadas e
todo o quadro palmo e-meio de tamanbo
Julganms que bastarlo os preces cima para
drraos idea da baratera dos trabalhos do nosso
estabiecimenlo, quaoto sua perfeicao cada um
venba julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos_ no
nossoeslabelfcimeoto sao das 8 horas da manhaa
1 da tar Je; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em caeos especiaes pde-se tambem retratar qual-
quer pessoa
Nos dias de chuva, ou por lempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os roais favoraveis aos trabalbos de photograptiia
pela docura e persistencia da luz, e pir termos o
ne;.so trra? j construido com taes proporeoes e
melhoramentos, que ainda chovendo ;orros ne-
nbum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
ir10'- ,.... ,
J. F'tretra Vlela.


PHARMACIA CEHTRiL
Rna do Imperador ti; 88
Xarope-e lactucario d'Aubergier, 0 de
S calmantes pa3G8 ciolyH que s
oda osar do opto a ileAefJ prepara
dos, e mui convenientes para as enancas
nos espasmos e convulses.
Preparad^
AL RA. DO LVJPi
38.
em capsulas, licor,
ALMA
DB
Lembraiifas Lu$o?trB<
u<
iiimmiim
Este mitigo estabelecimento, acha-se hqje montado n'nma
escala de poder wrvir TOntajosamente os seus freg^zes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata 6 brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmpnte das principaes fabricas da
Europa- cajos prepos sao em competiveis e a3 obras garantidas
de lei.
UOUEIK V 1IUA*TE C.
Pillas de Bland.'
Xarope njrraginoso de Blancard.
Confeiles de lactato de Trro.
Pilutas de carfeoDato d ferro, laetado de
ferro, iodureto de ferro com magnesia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso
TKr
GASA
Aos
Bilhetes
Prime/rfl de Mario ouffofa dp Gres-

i
i
iritis
3

a

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5
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D-2 C
b> 5'^ s a & g
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j
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"a
s
2 so
UM DESCOBKIMENT ESPANTOSO
XAROpE DE FEDEGOSO DE PINTO
Para as molestias do peito, tosses, as-
tbma, bronchite, etc.
Attestado.
llm. Sr. Joaquim de Almeida nto. Braga,
25 de aneiro d* 1868. Meu amigo, aqui che-
guei com algumas m.lhora-; depois de ler to-
inajo tre~ garrafas do seu preparadoXAROPE
DE FEIiEGOSO ; Ut \ pelo mar, porque lo-
go que<-hegupi em Lisboa, prtncipiei com mais
f a towar, o dito xarope, por conhecer pelo mar
que elle me falla grande beneficio, pois vista
da grande qnanlidade de sangne que eu octava,
t pela bocea, vi que me ia oV rapidez, depois que cootinoei a tomar o dit xa-
* rope, e lio milagroso foi para minba molestia.
que hojeflieacho de todo restablecido, e at
t mesmo bastante nutrido, e por laso pode Vmc.
fazer sciente ao publico omilagre que o seu
t pieparad.j nbrou na mnha enfermiliade. Sem
lempo para nais, son de Vmc.
Amiga atiento venerador e moiio obrigado
Manoel Jos toncalves Persira
,IIUn. Sr. Joaquim de Almeida Pinto.
Ha muito que ouvia proclamar as excellentes
propriedades do XAROPE >E 'FEDEGOSO coa
tra a tosss e asihma, e soffrendn eu de urna
tosse perlinae, e leudo uhm de toda a surte de
medicamentos, vali-me, pois, do XARUPE DE
FEDEGOSO, e urna garrafa gmente foi bastante
para relabelecer-me, e me vejo lao robust) co-
mo dantes : suecumbiria de certo a, nao ter
usado seu XAHOPE DE FEDEGOSO.
< A* vista disto nao lenho expresses com que
exprima a V. S. a gratido de o de V. S. atteoto venerador e criado
Joao da Costa Reg.
nico deposito, pharmacia de Jsaquim de
Almeida P.n o, ra larga do Rosario
n. 40. junto ao quartel de polica.
Agencia em jr/ernambueo
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a .phihysica e todas as molestias do peta.
Naf sa fMrrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
roa.
, Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
iPltolas eatharlca.
Travessado Queimado n. 5
Horacio Antooio Maagabeira, proprietrio deste
stbelecimento, tendo feito urna grande refor-
ma o seu bem conbeeido estabelecimenio, fat
seieute ao respeitael publico e aos seus antigos
freguezes, que se aeba de <'ra em diante com uw
omplajo sortimento de charutos de Havanaede
todas as qoalidades, cigarros de palha do Rio e de
drversas^ualidades ; recebe sempre por todos
a vapores um completo variado sortimento de
ponteiras para charutos e cigarros, tolcas para
amo e fumo do Para ; assim como um g/ande
sortimento de cachimbos de todas as diversidades ;
e se vende por menos 10 por cenlo do que em ou-
tra qaaiquer parle.
AHENCA"
0 abaixo asignado commereiante matriculado
no merelissimo tribunal do commereio desta cida-
de, pede aearecidameote a todas as peasoas que
cora elle tiveram transaccoes qner civil quer com-
merciaes, que a bem de sua honra e diguidade de-
-iararem mtU jornal se o.eeu finado> pai Sebas-
tiio Jos Gomes Penna, pagou alguma conla ou
letra por elle nao t do tempo do commercio como
qaando viva em sua companiia ; isto pede no
praso de t-'i dias, ebrigando-se a pagar as despe-
zasdes aonnncios. Recite it de' agosto de 1870.
Joio Bautista Gome* Per
1
1
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* S-2^ "
9 a.r
-i-j a* o>
-----U------.-----------------------
Precisa- se tallar com o Sr. Jos de Barros
' Acoiohy a negocio de sen interesse : na prac do
Corpo Santo n. 17. i' andar. .
DORN.38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellenie tnico para auxiliar as digest5es
diiHceis nos casos de debilidade, do esto-
tnaco.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agu taemostualica de Lechelle. mu re-
commendada em qualquer caso de hamor-
rbagla, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
\ ra
po d. 23 e casas do cMome
0 abato fna*,^^**210*;
uw aofte. i Quintos n. 0 oom 8:00W da io-
^a^uTse acabou de exirahir a- benefteic d
'SBtt Casa de Ifisericordia (11), vida aoa-
'Tossuidores vireiB ireeetH na ooabrnuade do
costura m>: descont algum.
Acham-se a Tenda w felizes bdhetes garan-
dos da' parte das loteria^ ibOTe^W do cole-
gio dos orphos (156-) qj> traiura ojiaru-
Feira.iJ.fccurreulerae^
Bilete intiro, lOOOO
Meio bilbete ^000
Quinto 2#ouu
Em por Bilhete muro 9*000
Meio bilhete 4*800
Quinto l*10
Manoel Martins Fhj. .

"guia promptqido SELLa
REPERTOllW
DO
'til
AOS SRS. ALFAIATES r d
Chegou !oja das Colunnas, da ra do Crespo n. 13, d
MOFINA
Boga-se ao tilm. Sr. Ignacio V^jra, de Mello, es-
crivo na cidade de Nazarth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a lopeluir
aquelle negocio que V. S. se conjprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em nns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala cumpno,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim pois W. S. se deve lembrar que ejte negocio
de roais de Oito annos, e quanao o senhor seu
filbo se acbava no estudo nesta cidade. _______
"Vendas on, permutas
Vende-se a propriedade -Guarapos no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armazens
de um e outio lado do rio, lugar beir, conbeeido
pela sua iuportan:ia coramercial, cujo porto offe-
rece muila facilidade para eubarque e desembar-
que de gneros. i ,
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) inoente e corrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, bestas e alambique ( ou soraente o emgenhc
com as trras q"ue convier ao comprado/). Esus
propriedades vendem-se por baratissimos precos,
e tambeo-se permntam Mr engenhos nesta pro
vincia, Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas: tratar cm o propnetaric
major Fabricio Gomes Pedrosa ra da Cadea
n. 45, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte_____________________________
Ama
Na ra de Apollo n. 2i, 2* andar, precsa-se de
una ama para andar com meninos e que seja de
oa conducta. ,_________________,'
A luga se
urna esefav para o.'8ej*vico domestico : na ra de
Hospicio n. 29.______________________
Quein precisar de um caixeiro com pralica
de taberna ou ottto qualquer negocio, para a pra
Ca ou lora delta, dirija-e a rua.tfa Concordia nu-
n>ro 181
PHARMACIA DENTRAL RA DO
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaclo do iodo cora o sueco de plantas
antl-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soc*orro contra as molestias da pelle, os
engorgitameotos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho iodado d joly, e oleo iodado de
Persoone, s3o racommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
RegulameBlo do sella de INI
O
ndice aphabetico
de todas as materias do roesroo. reduiantenfo, or-
ganisado de modo a eucontrar-se com facilidade o
que se busca ; por ura empregado de fazenda.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, e "vende-se
uaTivraria econmica ra do Crespo a. X____
Acaba de sahir luz
Veoda-se
NA
Livraria itanceza.
Vasconselios, superior velludo preto de seda.
mmi MYIDADG
extrac dias teis, das 10 horas at meio dia
PELO EMPREOO DO \
PROTOXYDE D'AZOTE
no gabinete do cktirgto dentista FREDBMCO GAUTIER
19Ra Nova19
0 qual, aobando-se relacionado com os mais celebres demintas de Paris^adquirio
Gota elles, m ultima viagem Franca, o modo de preparar e empegar este .excellente
anestbesico de que te pode sempre usar sem inconveniente algum, e produz insensibili-
dade completa.
0 mesmo aproveita a'occasio para lembrar ao respeavel publico que no
seu gabinete continua-se a fazer tedas as operacoes da sua arte e collocar deates por
todos os systemas: com ouro, platina ou vulcanite, segundo os casos.
\ Especialidade de obtwages-com ouro puro.
NOTICIAS
DA
GUERRA
ENME A UNA fi A PRSSIA.
Na livraria franceza assignam-se os seguintes
jornaes, que-relatam com miouciosidadeodos os
acwntecimentos do actual confticto europea :
Illustration Francaiee.
III. Leipii Zeitug.
III. London News.
Monde 11 lustr.
Figaro.
Gaulois.
llappet. _
E em geral dados os jornaes fraocezes, allemaes
.e inglezee.
Ama
;Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
I casa de familia : na ra do Duqne de Caxias nih
mero 69.
Armapao
Mudanza.
Rocha, Lima & Guimarei mudaram-se da ra
->a Cadea par a ra da Cruz, armaxem o. 12.
iQnem precisar ^uizer comprar urna rica ar-
macao de amarello forrada de lonro, -para qual-
quer estabelecimento, dirija-se ra fiireila, casa
n. .12, qne achara em quem tratar.
- Precisa-se de urna ama que coziube e en-
gommo para casa de pouca familia : na rna de
Santo Amaro n. 18.
lili lili
S HOMEQPATfflA
O Dr. Casanova pode ser procurado a 1
qualquer hora em seu consultorio espe- 1
cial homeopatbico, no largo da matriz de
Saito Antonio n. 2. Neste consultorio
tea sempre sortimentos dos acreditados
medieamentae de homeopatbia de Weber
k Catellan em tinturas, e em glbulos, e
ludo quanto necessario para as pessoa
que seguem este systema.
Os pobres foram sempre e continuam
_ a ser tratados gratuitamente.
um niiiiM*
A ociedade encarregada de ajardiqar a praca
do Conde d'Eu deliberou que se annunciasse que
reeeberia ijualquer donativo, por pequeo que
seja,das pesoas qui voluntariamente se queiram
prestar a ajadar urna empreza de tasU utilidade
publica, cuino esta ; e porlanto eacarregou ao Sr.
Joao Luiz Ferreira Ribaro, nemeado thesoureiro
interino, para receber as quantias qae Ihe forem
levar ra da Imperatriz, toja de azeadas da es-
quina dafnia da Aurora.
rail de agosto de 1870,
0 secretario interino,
Dr. Fonseca.
ATTENCA
Oesapparecea da loja de ealcado na roa Nova
o. 8, urna bolea-com nove pares de botinas de co-
res para senbora, a qual foi tirada pqr um preto :
pede-sea quem souber, de apprebende-la ou avi
sar na 'mesma loja.
Preciso-se de urna anja livrre ou escrava : na
ra das CrtKes n. 39. hotel pernambucano.
| I I
Travej amento de man-
gle,
para ver, e tr ctar, dq Tra-
pixe do Sr. Dantas,
PHARMAC CENTRAL HOA DO IMPERA-
DOR N. 38. .
Variado sortimento de chocolate e ban-
nilha, salepoararuia', ferro, ede sade, da
acreditada ulicina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido pheoico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peUo como sarna, panos, em-
piDgens etc., sendo o ultimo de muita olili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser,manchada das maculas, que
costutqam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RUADO MPERA-
DQR N. 38.
Os melbores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp. I
Oleo vernifugj.
Tudo de melbor qualid .de.
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber 1
Setenario do Senhor Bom Jess dos Pasaos.
Officio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senbora da Conceicao.
Setenarlo das Dores de Maria.
Officio das Sete Dores de Maria Santi-sima.
Novena de N, Sen ora do Garmo.
Officio de N. Senbora do Ormo.
Novena de N. Senbora da Penba.
Canlicos de N. Senbora da Penba.
Novena do B. S. Joao Baptista.
Novena da Senhora Sanl'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2$000.
..i
des norddentschen Bnades
in Pernambuco.
Anrnf an alie Dentsrhon !
Da in diesem Augenhlicke in alien Welttheilen
fner den Verein zur Verpfleguung verwndeter
und erkrankter Kneger Beitraege gesammelt
worden um auch fern von der Heimalheinen
Theil der Last zn tragen, die unserm Vaterlande
dnrch fremdem Ehrgeiz aufgebuerdet wurde, for-
dere ich alie Deutscnen auf, eine Saminlungoliste
zu feichnen, die auf diesera Confuate ausgele-
861 8t H.Ledehor
C^nulats-Verweser.
A verdadeira firinha peitoral de
&. Benlo.
Esta fariaha usada com vwtajosos resulta-
dos nos padeciraeutos dos orgaos do peito,
como astbraa ou puebamesto de eatbarros.
inflamacao de bote, ailearizes e na ptbysioa^ re-
commeodando se com igual provelo oas pessoa^
convalecen tes
nico deposito na pbirmacia e drogaria.,
iE
Barlholomeu A C.
3tBoa larga do Bosario-^34
Monsenhor Dr. Gregorio Mpparon, reitor do
seminario episcopal de Ollod, legitimo admims-
trador da capella de Sant'Aooa do Rio Doce, termo
de Olinda, nossuindo as necessarias faculdades,
tem resoiida de arrendar os dous litios de co-
qneiros ceutiguos e perleocept a esta capel,
*om casa de pedra e cal : Urff conforme ao ediUl
relativo qne se aehx na canu/a episcopal de Olio-
da, onde at ao dia 28 de agesto do correte anuo
(1870) se reeeboro as BroOOSae de dita arr
tneoto.
Casa Feliz
AOS 20:000^000.
A casa feliz, sondo a nica que no decurso do
anno prximo passado, vendeu mais premios da
lotera do Rio de Janeiro, faz sciente ao alustra-
do publico desta capital e a seos numerosos fre-
guezes qne contina a vendec os referidos bilhe-
les rubricados na forma da lei, pelos precos se-
guimos :
Bilhetes inteiros 23*000
Meios bilhetes.. 11*500
Quartos....... 6*000
S na casa feliz ao Arco da Conceigao n. 2.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellenteqaalidade. '
FARMAG4 CENTML
Roa do Imperador n. 39.
Lamploughs Pyretic Salino.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fe ver. The frequent usejof Ms sa
Une preserves foreigners frora many disu-fes fo
wbicb Uiey are leable before becoming acclima
tised. May be obtained al the Pharmacea Central,
jim do Imperador o. 38.
PHARMACIA "CENTRAL "HCA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de piobo martimo, para as affecc5es ebro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de tberydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccSo nervosa.
Pastilhas de bypopbospbeto de cal mui
uteis na thysica pulmonar:
Pastilhas de angico naf, e de Regnault.
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
COMPaNHIK
DOS
TRLHOS RBAHOS
DO
B1FE A OIil.\.i.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no prazo impor-
rogavel de dez dias effectuarem a- 11* e
ultima preslac3o de suas aeces, a razo de
5%-
Para esse fim ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das H horas d manhaa s 2 da
tarde de todos os dias, no escriptorfo da
companhia, ra Nova n. 35, Io andar,
trada pela ruabas Flores n. 14.
Recife, 10 de agos',0 de 1870.
Jom Joaqmm Altes-
Io secretario.
en-
*
Ama
Precisa-** de urna Vna livre ou escrava que
cosinhe e compre, para tratar oa ra do Appallo,
sobrado a. 51. 2 andar por cima do armazem do
dr. Bento de Preitas Guimaraes.
Caixeiro
Caixeiro de/azendas, preeisa-se na ra da Im-
peratriz n. 28.
Irmandade
do Senhor dos ?#&o&, na matrin do CorpO
Santo.
De ordem da m/.a regedora convido a todo os
irmos para confflroc*ref-no da 15 do corre
as 3 huras da tae, em oasso consistorio, *4^H
rapanberaos a traslada;.:
doBOni do coove
a igre, Xavier,
[o, para desia forma correspon-
'.ella jHostre ir-
que' encorpori
imagem de N.
S. Fran
ra
dermos a
mandad ,
na Bal rao.
Irmandade acadmica
DE
N; S. do Bom Conselho.
A mesa administrativa da irmaBdade acadmica
de N. S. do Bom Conselho. erecta ao convento de
Santo Antonio desta eidade do Recife, eonvida a
todos os irmais para qne, no dia 11 (domingo), as
10 horas do dia, se reuairem no consistorio da
mesma, afim de proceder-se a eleicao para a nova
mesa administrativa do auno de 1871. Tendo de
effecluar-se a trasladacio de nossa Divina Ima-
gem, no dia 15 do corrente,. as 3 horas da tarde,
a mesa administrativa convida nao s a todos os
irmos como tambem a tolos os senhores acade
micos para aeompauharem em procissao a mesma
Imagem.
Consistorio da Irmandade Acadmica aos 1 i de
agosto de 1870.
O secretario,
Gamillo Cofreia Dantas.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR m 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezs sem irritar osmtestinos.
XAROPE HYPN0T1C0 DE CHLORAL.
Ochloral um agente therapeutico recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios v3o sendo largamente aprontados pe-
los praticos em quasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, file
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle rec mmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampra, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na astbma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Dhss a oito colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUINLNNO DE LABARRAQE
Poderoso tnico hje tio aconselhado nos
gozos dej debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
TABELLA
Das horas e partidas dos trens nos domin-
gos e dias santificados.
MANHAA
Do RecifeAs 6. 7, 8. e 9 horas.
De OlindaAs 7, 8, 9 e 10 horas.
TARDE
Do RecifeAs 2, 3 i, e 5 horas.
De OlindaAs 3, 4, 5 e 6 horas.
Prevne-se ao respeitawl publico qoe o
trens nao part rao senSo com a lotaco com-
petente, esperando-se toda a indulgencia e
coadjuva^o para o servico da companhri ;
visto C)mo> sendo provisoriamente aberto o
transito nicamente para servir eos inn-
meros pedidos, nao pode elle ser feito cora
a exaclido e pe fecao do trafego effec-
uvo.
0 suprentendente.
A. de Abrtu Porto
Ama
Precisa se de urna ama : na rna do Lima n.
60, paga-se bem.______________
Offerece-se urna ama para casa de bomem
solteiro, on de pouea familia : rna do Padre Fio
rianon. 19.
Precisa-se de urna ama
pira urna familia ostrangeira :
ratriz n. 9, loja.
de boa conducta,
na ra da Impe-
Iroea-se
a morada de um sitio perto da linba-ferrea d
cife a Apipu- -!" ontro de alguma casa nos i':"' -
ros de S. Jos e Santo Antonio. O sitio de mdico {
aloguel e parto desta eidade ; a tratar oa rna da*
I Larangeiras n. 19.
Ama de leite.
No 1* andar do sobrado n. da roa do Viseon-
b dd floiattta (antiga ra do Cotovello) esquina
i de S. G.incalo, ha um ama da toite para ala
se recommendave por erescjiva
m meninos, e quejiao
fiET:
AMA.
Precisa-se de urna livre ou escrava para t do
servico, menos cosinhar, em casa tstrangeira : \
tratar na rna da Cruz n. 20.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cozr-
nhar : na ra do Cabng n. 91, loja.
Tendo a sociedade encarregada de ajardinar a
praca do Conde d'Eu deliOerado em sessao de 10
do corrente contratar o fabrico da grade de ferro
precisa para a mesma praca com dous portoes
lateraes sobre columnas de ferro, com qnem mais
vantagens e garantas offereeer, taz-se publico a
quem interessar, que no dia 17 do crrante, as 7
horas da noiter em casa>do Dr. Moscoso ra do
Visconde de Albnquerque, serio recebidas as pro-
postas em carta fechada com todas as especiftea-
edes. Recife 11 de agosto de 1870.
O secretario interino.
Dr. Fonseca.
Attentfto
Previne-se o Sr. Manoel Luiz Ribeiro, autor de-
um annuacio inserido no Diario de 25 de julb/>
prximo passado, qoe eaa pode fazer negocie com
D. Calhanna de Senna Barbosa, atteM a sna
avancada idade de mais de 80 annos, i : ndo en-
tender se com seu procurador na -
mero 36 A.
rna
)U-
am oreto .que seja
essa da ro dos Krts n. 9
Vma de leite
Precisa-se de orna ama1-* Mt
ra Nova n. 21, 3* andar.______
' Roga Sr. Antn i
ra Cavalcntlfavor de dirigir
iO, loja, a jegn mterf
nommar
!


Diario de Bemaa&buco Sabbado 13 de Agost.
1870.
i
Jf
fflh7
* AO ARMAZEML n
DO
I
1001
l 7--ffl NOfH. 1
as?
'? Ist* conhecido estabaleeimeute aeha-se con-ianlerm me bem sonido, em virtnde das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezee, dos artigas abaixo menciona-
dos, precos os ruis resumidos que possivel.
CALCADO FRAXCEZ
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas preta, brancas e de rauitas outras cores; sortidas e bonitas, do ni amo ges-
to da moda, e preops mais barates do que em outras partes. ,
Botinas para bonicas e meninos.
Botinas de biierro, cordavao, lustro e pellica, das memores fabricas e e^colbidas.
Botas e pernelras rnsslanas.
Botas e peraefras par maularla, darraelbores qnfiflis, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Manatos de borraeba para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha veude-se pelo custo afim de
desempatar o dinbeiro nelles empregado, sai baratlsimos.
a patos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de coura de lustro con salto, de mullo boa (ualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de difTerentes modelos, de muito btSs qualidades e fortes, tanto j
I para meuirios orno para meninas, muito baratos.
Napatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca fraBceaes e par-
tuguezes para horneas, para seufioras e para meninos.


fcm tfotrr de pariectpar ib respettav desta capital, que no dia 9 do Brrente me abrir
um resuuranl na ra das Larangeiras n. 4, sob o
titulo de
Kestaurant de Paiis
e que nelle se encontrara, ilm debea comida, sor-
liiaeol escolhido de vinbos unos portuguezes e
Trancezes de fidas as qualidades. assra come con-
servas alimenticias, frucla?, etc.
Tomam se a asignaturas pora dentro e (ora do es-
tabelecimeolo.
Um grande sortimento de louca trazida de sua
ultima viagem da Europa, permitte-lhe se encar-
regar de qualquer eoeommenda para bailes, soi-
res,etc. i aw?
O r. Michaudon espera r o sea estaneleci
ment visitado peio Illm. publico, quem nada
poupar para agradar._______________________
Bibliotheca juvenil.
Sortimento de livros de agradavel leiiura, pro-
pria para ensino dos meninos.
Cuminlto (o) ia pat, i volun 12 encademauo
UOHO.
Canillita com estampa*, para uso da mocidade,
1 volume t" encideruado 1*000.
Ilenriquinho e o seu criado Boosy, 1 volunte 12*
encadernado UOO0.
Historia ie Anir Dunn, 1 volume f icader-
nado t|C00.
Historia do Bom Pastor, 1 volume encadernado
20o0.
Menino (o) da Malla 6 o sen cao piloto, 1 volu-
oe 11 br. *500.
Nossa casa tetreslre e o seu constructor, ou a
sabedoria de Beus mostrada a estructura dd cor-
|io humano, I volume, 12 encadernado 24000.
Quadrts infantil 1 volume 1* 1*500.
UVRARIA PRANCEZ*.
COMPRAS.
I
idear que a AGi u pelo
ultimo vifias, os muia. iksrjados adetcfr.
leo
Comprare urna 'casinba ej om dos birrof
desta cidade, qaem tiver annunefe.' \
Compra-se um bilbar i tratar na ra larga
do Rosario d. 2.
Corapram-se larangeiras selectas e de nm
oigo, sendo enxexidas : na rna da Cruz a. 8, 1
andar.
Oomffipa-S'
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triflee, de toilette, sabonetas, Untara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos d
arroz etc., tudo isto de primeira qnalidade, dos atamados fabricante, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jjnvin, espetos para sallas, qoartos e ga
ninetes, toueadore- de diversos tamanbos, leques para senboras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, boioes, crrenos e chaves de relegios e tranceln*, tud> de
onro de lei, correles e brincos de plaque, a imilacao e-de mais gosto do que as de ourb,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e eaixilbos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinrtamente
ver-se a perfeico dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, holsiuhas e cestinbas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costura a, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana,' jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para enllocar-se vistas, moldaras douradas .
para quadros, estampas Anas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensioez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punbos,
carteirinhas para notas, thesounnbas e caivetes Anos, pentes, escovas, ponteiras de espuma !
para charutos e para cigarros-, joiros de domin, rodetes, bagatelas e ouiros differentcs, ve-
nezianas modernas mullo conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bjuitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Pars, photonraphas e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de.cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berros de vimes para ci ancas, sapatinhos e
toucas de la, carrinhos^de 3 e 4 rodas muito elegantes para coniu:ir enancas passeio ; e
outras multas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, procos muito em conta.
MI933393 VH Wmm
Para este artigo nao ha espago nem lempo para a massante leitura da innidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabeleciment pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verificando as qnalidades e os precos baratos de ditos objectos por seren vindos em d-
reitura e de conta propria.
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, aniga
loja do Braga
O abarxo assignado, dono deste antigo estabelecimento, tendo em vista apresentar um
completo sortimento de ferragens, miudezas e colileria, tem resolvido mandar buscar em
diversos penios da Europa os melhores objectos de seu estabelecimento dos fabricantes
mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,
virem se servir dos objectos de sua carencia, aende encontrars por menos 10 0|0 do aue
em outra qoalquer parte, um sorlimeuto completo de machinas para descarocar algoda,
do bem conhecido fnincaute Cottorr'Gin 4 C, dilas para costura, motores para animae*,
ditos para fogo, moinlios p.ra caf do lodos os tamanhos, da fabrica do japi, espingardas de
dous canos ed>! um, tanto Hlelas cumo francezas, louca de porcelana, facas e-garos
de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
limalha de Ierro, a<;o. e agolo* para fogueteiro ; assim como encontraro constante-
mente grjude por.o de fiigo Jo ar, e recbese encomuienda de fogos de vista, alera de nm
cem Damero de objectos, qi-' se tornarla enfadonho numera-los : venham ra Direita n.-
53, loja Je Lenidas Tilo Loureiro, aatiga loja do Braga.
J. Ferreira Villela
PHOTCRAPIll 1 IMPERIAL.
18-----RA DO CABGi8
A entrara pelo patea da matriz.
Os trabathos da reedificaca desta photographia,
e qae se prolongaran: por tanto tempo, arham-se
felizmente terminados e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est collocada esta photogra-
phia acha-se mmto augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
memos tendo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Photo-
grafiia Imperial do. Sr. Insley Pachaco do Rio de
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos
pnmeiros do mundo, segundo a opinjao dos mais
abalisadoe mestres, a nossa phtiigraphia acha-se
dlsposta e reeilicada pelo me.-mo piano da do Sr
I. Pacheco, aqual foi montada sob todasasregras
recommendadas pelos mais de-tiuctos professores
de accordo com as modilicacoes necessarias ao
lima do Brasil, reconhecidas e estudadas pelo ha-
bilissimo e pratico Sr. 1. Pacheco.
Todo o int.'.rior do predio em qne est nossa
photographia foi mudado desde a soleira da porta da
ra at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-1
redes ulteriores para se fazerem ae novas salas,'
edifleando-se um novo tarrago envidrando mu
eepacoso e elegante.
Como sabido, flzemos urna viagem expressa-
mente corte para exarananaos as memore* pho-
tographias all, e foi a do Sr. 1. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e .aspira-
C&e, e da qual iroaxemos os planos depois de
all ataraos lodo om mez esludandos apro-
veilaMo ai lices Je tao dlstincto mestre. Pen-
eaoios qne juntando os nossos estudos e longa
ftliea de 15 anuos de pbotographia 3 utilissimas
liefies ultiman ente reoebidas do Sr. i. Pacheco,
tendo BOBtado a nossa photographia como se
acha, podemos offereeer ao logrado publico
d'esta eMade e a<* noios trnu.ernso freguezes
trabalhos de photoirraphla lio perfdtos, como se
poder desejar, e disto coBTencidos, esperamos
que conUuuem a diipansar.-aos raesma pro-
fsceao com qne ha lo a naos om tem honrado
ajadado.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Bltro
Ra do Trapxh-i n. 17, 1" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco do
Mmho, em Braga, e sobre os seguintes lugares em
Portugal :
Lishaa.
Porto.
Valenca.
Caimanea.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
"illa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
_,. ViiU-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vaseal (Vslpasso).
Mirandeila.
Beja.
_______Barcellos._____________________
Na roa atraz da Matriz de Santo Antonio n
18 1. andar, cozinha-se para Tora com asseio e
promptldao e por mdico preco.
Attencao
6
Ama
na da Gadeta do Recite
atna para cosinhar
n. 90, preeilase
5.
C. 'iitinna-se a fornecer almnco e jantar
brado da ra estreitado Rosario n. ;:3.
no so-
Aluga se um moleque de bons costumes,
que lenba idade de il) a 12 annos: ra da Cruz
sobrado n. 8. 3 andar.
REPERTORIO
D0
Kegulamenlo do sello de 1870
ou
ndice alphabetlco
de todas as materias do mesmo* regulamento.
1 folheto 8-l*000.
LfVRARIA FRANCEZA.
rabrpira umer
^^n de,
ATTENCAO
Boubaram no dia 29 do mez prximo passado
da, casa do abatxo assignado, 3 anneis de bruan-
tes, sendo om cravado cem cinco pedras grandes
no valor de 800400), e oaw loas do valor de
liifOOO res cada um : peesoa que delles der
noticia sera gratificado eom SBCfOOO pilo abaiso
assignado.
JaragO, 2 d ajjsto de 1870.
Salvador Leite Vidigal.
, easa n. 70, qae aena
i ie al mais dilieiro na roa do Arago n. 16.
O Costa da ra das Crazes contina a prevenir
aos seus numeresos freguezes que receben pelo
ultimo, vapor os mais novos e excellentes
Queijos flamengos.
Maclas de especial qualidade.
Ervllhas para sopa e ontras massas proprias.
Farinha americana de especial qualidade.
Alera de oulros muilos gneros de imporlacao.,
, j conhecidos do respeitavel publico, e tem mais
HAS A DA "KORTLiXlA ^Hecarne AOS 20:0004000
RA DE MARCO N. 23.
0 abaixo assignado avisa ao publico, que com
quanto a nova lei do ornamento tivesse elevado
inuitu o imposto sobre os bi I heles de loteras do
Rio de Janeiro, continua a vende-los com as for-
malidades da lei, e pelos mesmos preces abaixc
publicados, pagando todos os premios rom o dis-
cont somente da lei, e com a promplido do eos
lume.
PRECOS.
Bilhete inteiro'... 24*000
Meios bilbetes... UOOO
Quartos........ 6*000
Em quantidade raaior de 100*000 na razao de
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
SITIO.

Alnga-se um bom sitio na estrada do Arraial,
com casa grande e ltimamente acabada, tendo as
eommodidades necessarias para familia : quem a
pretender dirija-se ra Io de Marco u. 16, !
andar, que achara com quem tratar.
AO PUBLICO
Nao desejando perder as relacoes de commer-
cio e as amizades que felizmente tenh > adiqui
rido um.s cidade, venho declarar por este jornal,
que meu cognome Jos, e que por Unto nada
tenuo com o/miso que se fher sobre qualquer oa-
tra pessoa que livur o mesmo nome de famila
que eu.
Recite, 3 de agosto de 1870..
Jos Simn.
Rob-Hte-rheum^ tico.
Remedio efflcacsimo centra as dores rheuma-
ticas al hoje o mai.< conhecido pelos seus mara-
villosos rebultados.
Attenqo
Precisarse de urna ama para servir em easa de
duas pessoas : a tratar na ra eslreila do Rosario
n. 35, carlono.
AMA
Precisa-se de orna mulher para cozinhar em
casa de pou-a familia, paga-se bem : na ra do
Hospicio n. 46.__________^^^___^^
Gabinete Fortuguez de Leitura
A dlrectria do Gabinete Portuguez de Leitura
scientifica tos Madores IsJoeluOVis, que a testa do
19 anniversari i de sua installacao, dever ter la
gar demingo 21 do corrente, e seu programma
ser cunvenientemente anunnriad.
Secretaria da directora do Gabinete Pnrtuguez
de Leitura em Paraa^Bbuco l dn agosto de 1870.
Antjnio de Albqutrque Mello,
2" Secretario.
O abaixo assigra Jo faz saber aos socios da
extincla sociedad B"lla Uniao, i]iie todo aquelle
que tiver alguma rerlamacao a f .zer sobre os
pertences da inesma, aprsente -se no nraso de 3
dias; pasados os qnaes. nao se annuiar a re-
clamaca) alguma, e sero os mesmos pertences
vendidos em pra a para pagar aos erederes da
mesma e o resto entregarse-ha como os estatutos
determinan).
Recite, 10 de agosto de 1870.
Jo> Francisco de Fipueiredo.
mnibus deJaboato
O proprieaiio do uiimiluis de Jaboalao faz pu-
blico que para commodidade das pessqas que qui-
zerem ir gzar dos banhos de Jaboario, haver no
domingo 14, as C horas da manha, om mnibus
qne voltar na segunda-teira as 5 horas da tarde.
D-se 4 :OO0* a premio com hypolbeea em
bens de raiz de dobrado valor oesta cidade : na
rna Nova, loja de terragens n. 31.
ATTENQftO
Precisase de ama ama para casa de pones fa-
milia : nesta lypograpbia se dir.
urna casa terrea que tenha commodos para nma
familia, e que lenha quiutal e cacimba, ou mesmo
a sobrado de ora anda com os mesmos com-
modos .na ra de Joao Fernandes Vioira n. 5, ou
na ruado Ara gao n 16.
Compra-se urna armacao envidra^ada. com
pouco oso, que sirva para miudezas : a tratar na
re de Marcio Das b. 104, loja, ontr'ora n Di-
reita.
VENDAS.
Sindh.
Fannha de mandioca
Veode-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Catharina, chegada no patacho portuguez Ullissa,
fundeado defronte do trapiche do Sr. Barao do Li-
vrameaio : a tratar no escriptorio de Joaquim
Jos Gnca|ves Beltrao, a ra do Commercio n. 17,
ou a bordo do referido navio,
PARA ACABAR.
Camisas francezas a
Tamales para hemera, senhora e me-
ninos a
Sapatos de marrpqim pare senhora a
Chitas largas a
Na ra larga do Rosario n. 22, loja do
1*500
320
480
240
Vianna
m GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster i
., roa do Imperador, um carregamento de g>>
de primeira qualidade; o qual se vende em partidit
e a retalho por menos preco do que em outr qua
quer parte.
Aos vidraceiros
Na roa Direita n. 18, loja de funileiro, vende se
vidros de todos os tamanbos, mais barato do que
em outra qualquer parle.
Lindos cortes de percate, com barra, de duas
saias, e simples, fazenda de primeira qualidade,
cada um com sen Qgnrino por 5*000 : ra do
Queimado n. 1, loja do Gaspar._______________

Libras sterlinas
Vendem-se na ra da Cadeia n. 8, armazem.
Vende se urna armacao de, padaria no larg)
da Paz n. 78, freguezia dos Afogados : a tratar na
mesma
VeBdemse diversos instrumentos de mu>iea
e a paocadaria, bons e baratos na fortaleza das
Cinco Ponas.
Flor do fumo.
i
o
Sm
O
Chegou hoje pelo vapor Tocan-
tins fnmo picado para cigarros e
cachimbos o melhor que ha neste
genero fabricado no Para por Jos
Julio Sampaio Pires, nico deposi-
to em Pernarabuco, n i Praca da
Independencia, loja de Calcados,
de Porto 4 Bastos.
A elle antes que se ac bem ;
reraessa fui pequea
Flor do fumo.
3
O
3
o
Farello.
Vende-se saceos com 90 libras de farello no-
vo do Chile a 4*506 : ra da Madre de Deas
o. 7.
Para casamentes
Augusto Porto, ra Duque de Caxias (oulr'ora
ra do Queimado) n. 11, receben um bello sorti-
mento de vestidos de blond com manta e capella
para noivas, trazendo um rico vestido de setim
branco para sombra, o que tem vindo de melhor,
cortes superiores de seda de cores, poupelmas a-
raais finas, gazes de Paris de lindas cores, colxas
de seda, fronhas bordadas, cortinados bordados,
ovas de pellica e umitas fazendas de gosto que
vende mais barato que em oulro qualquer parte.
Tem sempre sortimento das melhores e mais
baratas
Esteiras americanas paro forrar
sa ais.
'JACARANDA'
tratar na rna Direita n. 31, armaz m.
AMA
Na ra da Detencao n. 41 precisa-se de urna
ama para cozinhar, comprar e fazer todo o mais
sejrico de una casa de pequea familia.
Xarope de agnfto.
E! um dos medicamentos que sua eflicacia as
enfermidadfcs, I09se e sangue pela bocea, bronchi-
les, dores e fraqneza no peito, escrobuto e moles-
lias de. ligado, que melhor tem aprovado.
Tintura de ma apuama.
A celebre raiz de raarapuama cuja energa elli-
cacia as paralysias, imporpecimento etc, muito
se 'ecommenda.
Todos es*es preparados se enconlram na phar-
macia e Drogara de Baribol' 34Ra larga do Rosario34
nico deposito.
Cara rpida e iufallivel dos cal-
lo, pela pomada
Galopeau.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeu
*C,
34Ra larga do Rosario34
The Liverpool & Lon-
don & Globe Insu-
rance Company.
Comrianbia ingleza de seguras oolra-fogp.
estabelecida em 1636.
Capital e fu a'i os de reaerva
R. 3.H6:I70A.
Os agentes desta companhia tomam segi^co9 s0~
br prnpndides. gneros e fazendas arroaz?nadas.
moWljas, etc., etc., e esfSo igualmente autoriiad
* aarenr aqni qutesquer reRlarsafdea.
Saonders Bi others & C,
l'raea do Corpa Sanio D. II.
Farinha de milho.
Ha para vender fannha de milho branca,
amarella e fub de superior qualidade em
saccas recentemenle chegada de Porto Ale-
gre : tratar na ra da Cruz n. S, escrip-
torio d'Amorim Irmos & C:
Cabra bicho.
Vende se urna cabra (bicho) parida de tres me
zes e de primeira barriga, fllta do pasto, muito
nova e boa leiieira : na i ua da Detencao n. 41.
Vende se urna armacao enveruisjda e l da
eevidracada, por preco commodo : a pessoa que
auizer dirija-se ra Direita n. 11, botica, para
rar para fra logo que se realise o negocio.
Novo sorlimento.
Mimosos corles de percales a 2*000, de dous,
um vestido : na ra do Crespo n. SU, loja da es-
quina.
Vende se urna rasa terrea sita a ra do Jog"
da Bola da cidade de Olinda, com 2 salas e 2
qnartos, terreno proprio. acrescendo ter ao lado de
dita propriedade loo palmos de trra que umliem
se far negocio : a trautr com Manoel Izidre Go-
mes do Nascimenlo, ra dos Gatos da mesma
cidade n. 1
Vnde-se urna taberna c>m muito poucos
undos, mtiifo pnpria para nm principiante, a
rasa tem commodes para pequea familia : em
Olinda, ra do Amparo n
Venesianas.
Na ra de Santo Amaro n. 30. easa terrea, ven-
de-se om par de venecianas mallo bem acatadas,
por moiieo preco.
kras cores,
Um
ded^,
escola, eo
s pMB>en|iu dt
__io para dTTToras trafircm noTira*
50, cousa-inteiramele nova.
' *qpf, o qne .ha de miliar e de, mal cqtt ;
Seste geaero existe um ul aortimeito luMnaa
aierf flbmiiralul po ma>' Invpertmea*/ ia* es-
colha que deixe de agradarle.
P chinez de Ptver.
P de carvio de Labin.
Extractos lines de todos os autores.
S oulros mfitcs utijeetj* de que i publico ja
esta scipiie ; puis qoe a AGL'l.V NEGA nao desg
canea um momento em.deseobrir objectoj
pwofces 4i intelrameote noVaj, ptra assfm be
vir seus freguezes.
Grande liquidado de
fazendas baratas
I'AIU ACABAR.
SA' RA I" DE MMiC.O N. 25.
ALGODAOS1NHO a 2*800. 3*, 3* e
SoOO a peca- ,
m MADAI'OI.AO FINO superior a 5800, e \
6J000 a peea.
CAMBRAIAS Onas de core?, modernas ;
Sg[ a 280 1. covado.
SS CAMB11AIAS brancas transparentes a i
5 3 a peca.
B LENCOS de cambraia de liuho borda- f
S5 dos a lioOO.
I ALGODO AZIIL com 56 covados a
I 3*000 a peca
COLXAS adamascadas superiores, de
cores e brancas a 'i, 55300 e 6g.
CHALES de merino, lisos, pretos e de
mm todas as cores a 21500.
W BRAMANTE de linbo de urna largura
m con 27 varas a 23*,
of- CHITAS escuras, claras, miudinhas e
M matisadas a 220, 240 o covado,
CORTES de cambraia de cores com 10
sa varas de lindos p'drdes a 6*000.
J LAAS de cores a 240 o covado.
Dao-se amostras com penhor ra 1*
de Marco u. 23, loja de Manoel Dias Xa-
vier.
-MWL
Taberna a venda.
Vende-se a taberna da ra de Sao Bebi n. 10.
em Olinda, urna das m"lbores ras : tratar nn
mesma. O motivo da venda achar-se o sen do-
no bastante doente e necessitar retirar-se para
fra.
Vende-se urna boaaima<;ao exMeule na easa
do pateo do Ter?o n, 19, cedendo-se a chave ao
comprador.
Vende-se !aa de canna a 280 rs. a libra, em
porcia fu-se differenca : na ra de Hortas, ar-
mazem n. 2.
-CANDIDO ALBERTO SODRE DA MOtTA & C.
com escriptorio e armazem travessa da Madre
deDeus n. 14. tem para vender o seguinte :
OCRE de muito boa qualidade a 14JU0 a ar-
roba.
CIMENTO POUTLAND, verdadeiro e de primei-
ra sorte.
VINHO BORDEAUX, desde o mais fino e espe-
cial at e eoramrm.
CONSEVAS FRANCEZAS das mais superiores
qualidades, anda nao bem conhecidas neste mer-
cado.
PAPEL de differentes marcas para cigarros.
DITO PINTADO para forrar salas, gabinetes, es-
criptorios etc.
Acaba de chegar nova remessa desse artefacto,
ue se vender por precos mais reduzids.
Cestos para c nducjSo de maleriaes e ripas
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo, andar,
vende-se aqnelles artigo?, que se rao mostrados
aos pretendentes.
Sitio em Parnameirim
para vender
Anda esta para se vender o sitio Olho de Vi-
dro, em Parnameirim, ou Ponte de Uchoa, com
sobrado de mu andar com 10 quartos. foges e
fornns de ferro, sonzalla para lodos os arranjos,
bstanles arvoredis de fructos, terrenos para
plantarles, boa baixa de captm, aguo de beber,
tanque para banho etc. : quem o preiender com-
prar emendase com Jos Aniones Gnimaraes.
na ra do Arago n. 13 (hoje Viscende de Pele-
tas) at 9 horas da manhaa e das 3 as 5 da tarde,
na falta, na roa de Queimado n. 1 loja, hoje Du-
que de Caxias.
Emfim chegaram !! !
O Pacilhao a"Aurora roa da Imperatriz n. 2,
recebeu pelo ultimo vapor o mais completo sorti-
mento de cortes de vestidos de seda, eslampas e
gostos interamente novos e de superior quali-
dade ; vieram juntos e gualmenle ricos cortes de
vestido de blond bordados^! perolas para casa-
mento : assim como popelinas, padroes novos e de
lindissimo goslo ; e muitas outras fazendas para
vestidos, igualmente novas e desconhecidAs no
mercado ; tudo se vende muito em conta.
Na roa de S. Francisco n. 70 veodem-se
saceos cora farinha muito fina e torrada propria
para me;a.________________^____
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, 1 anda. ____
Cal nova de Lisboa.
Chegada recentemenle no vapor Gladiator, tem
para vender Joaquim Jos Goncalves Balirao, no
seu escriptorio, ra do Q.>mmercio n. 17.
Venderse urna rotula de ainarello em bom
estido : na camboa do Carmo n. 16.
Cera de Lisboa em velas
Tamanhos differentcs desde 2 a 16 por libra, em
eaixas de urna arroba : no jrm*zem de Tasso Ir-
mos 4 C, ra do Am rim n. 37.
V<-nde-se urna pequea armacao de taberna,
e tem alpnns gneros, hoa localidade, na Estra-
da "nova de Beberibe, passando a ponte, segunda
taberna ; vende-se tambem a casa : irata-se o ne-
gocio na mesma.
1
m
So
CtJ Q. ..
o
Os accreditados cyndros americanos para pa
dara.
Machinas para descarocar algodo.
Canos de ferro galvaaisados, para agua.
C*frinhosvameric.inis para transportar fazendas.
Oieo Vende-se em casa de Mills Laiham & C, ra da
Cruz n. 38._________________________________
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translamicos bichas de qnaliUade superior
e vendem se em caixa ou porcao mais- pequea
e mais barato do que em outra qualquer parle
na rna n. SI. andar.
Vi la em Olinda.
ra do largo do Amp
> proprio : a tralar do
lleoife, roa da cadeia o. 5.
Sival sem segundo,
lili UKilEUE CAXIA* -V !
iM$ ra i. nado)
alto Jjim
nraiio bo
Libras de lid
Tesouras filia.-- lu-
rl ni. ...... O
Pap.ejs de aguibas tnactvu a ba-
i4 a......... m
Caitas com seis sabonetes de bula l^OOt
Libras de I5a para bonL.r de lod^s
as cores a....... (jflUOt*
Canieis de lLha Alr-xandre a. I00
Frascos com azeite para mai liinis 306
Grvalas de corta muito Una a 500
Grojas de botoes oadepersla fi-
nissimos a........ 500
Pares de luvas de cores muito li-
nas a 2*0 e....... 500
Novello de linha de 400 jai das a.' fri
Caisas com 400 envelopes muito
superiores a...... (iOO
Pentes volteados para meninas a. i40
Tinteiros com trita prela a 80 rs. e k"0
Per;as de uta elstica muito fina a W
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Ditos ditos dito granda a. i000
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto mio b nilos a 500
Dnzia de saboneles mnito linos a. 70
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. W-iOb
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. ^
Saboneles a forma mtiiino muito
superiores a.....'...''. ziO
tartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a...... .' t?.
Babados do Porto, largos a'160 e 00
''.apachos muito bonitos e grandes a 700
Carrittis de reiroz preto, cem 2
oitavas a........ 640
A.'ullieiros de osso enfeJMos a, 24
Libra de ludia franceza superior
qualidade a....... ^J400
Caixas de paulo do 2 a. 20
MACHIAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZA*
NIVEBSAL, ra Nova u. 22cahNeiro
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais nbecidos, as quaes esta i em exposic&o no
mesmo Bazar, gat antiudo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensin;;-s.e com peifeico
a todos os compradores. Estos machinas
s5o iguaes no seu trabalho ao de 3u costu-
reiras diariamente, e a sua perfeicao tai
como da melhor cqstureira de Pitia. Apre-
sentam-se trabalhos xcotdos pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preien-
dentes.
JoaquimEodr^uesTa- ^
vare> de Mello,
jS^raqa o Corpo Santo ii. I7^f
S TEM PAllA YENORR : S
# Cal de Lisboa.
Poassa pa Kitssia.
Vinho Bori!(.'-:u\.
Fa "Hio Fat-i^ba de u3;!ndioca
^0
HHI
Loja flor fia
DE*
boa-vista
Paulo F. ile II. uiniarSes.
Chita- escutas e claras, covado a 200, 2W e
280 rs.
Carnbraias de cores xas, covado a 200, 240 a
320 rs.
Laa com listras, c miudinhas, covado a 200, 320
a K00 rs.
,; llrim pardo trangado com pequeo toque, melro
a 300, 500, 500 rs.
Dito^ de cores, puro linho, grande peehinch?, a
l. l, uooo.
Diios de iliiii, algodo, boa qualidade, covado a
360. 360 e 400 rs.
Molskioe paia calcas, fazenda nova, covado*
900, 900, 900 rs.
Cortes de calca de casemira prota a 3500 e
44OOO. *
Dito de dita de quadros de corea a 7000 e
124000.
Calcas de brim para e?cravos a 40 p I#000.i?
Caniisas de riscado para eseraos a 800 1*000.
IVcas de algodo e madapolo por presos ba-
ratissimos.
48HUA DA IMPERATRIZ-48
Junto a padaria franceza.
Venham comprar.
Antes que se acabe, madapolo Trancez largo a
64500 a pega : ua loja das seis porta em frente
do Livramento.

?jecto-jpara arros.
Solas de lu.-lto.
Vaquetas de lustro.
laloes largos e estreitos.
Oleado prp.tn para guarda ebuva.
Di lo de coree para forro.
Lanternas e vallas.
BotiVs de sso de corps diversas.
CEMENTO
O verdadeiro poriland. e vend* na riu o
Madre de Dos n. 22, armaxei de Joao Martiu* de
\frrm-
Doce fino.
De guiaba. Jar
"'ootlaiitemfnle a
Direita, laDoroa ao Durger.
-. uutr'oi*


6
Diario de Pernanibiico Sabbalo 13 ,Jp imwin A,
1870.

*:~*
GRANDE
BAZAR DO
60-RUA DA IMMTMZ-60
\7
DE
SILVA, FI f, D'lliTH 4 X
apurado goTuSF'St^^^^T'0 "*** pW^ ** f^ie^mo-mniamX^e aswtfas domis,
voi aodos\n fim JLP, neo^ssidade que se venden mais barata 4o que nOutr qui^dr part, -visto que ds dcJ
aSeni dTnfl 'y8te,Da d9- 86Teod*" MNHUlRi) ; par plerem wt/ai! ceUMaSte aUena
oeRes^ n?t nn ^f, q09 "T 6DI "W **'' *ti M* 7rtttw> poderlo tzer os eos SortiSs
PENaHR^.HAE? C^SEIRAS A '400?- <* DE LAA ESCOCESES A |000
,i, ^ PaV,a '"6 oma gr"de Veode-se bonitos cortes da lia escocesas,
compra em una leilo, das mais finas udo cada om em sea papel, pelo barato
2SVnfto?S T t(?mvQdo ** Preco de 65000 cada um; no .Bazar do P..
te mercado, tendo cores claras e escaras, vio.
tedas con padrOes serios, oroprios para CASSAS FRANCEZAS liORS.O COY i-
calcas, palitosecolletes; vndese a 4*000 DO.
UOTSAS DE

ERANELLAS
Pavo vende-fe
Sio d* muita
A 3,51500.
No B izar do IVio vende-e um benito
sortimento cmn todos os te manso* das me-
ihores camisas, de fhneila de 15a, cm
mangas .tantoproprfarpara niinreos como
para senboras e vendase a 3|000 cada
o covado, o qoe em oatra qualqoer parte No Bazar do Pav^vende-se nm grande ITZ^UMo*1*'"* V
nao se vende por menos de6; grande sortimentode canas de cores, para acabar, ntiiidade.
vantagem.
10200 padres miodiobos e granaos 560 e 640 NoBaztr ooFavao fn-rouWsrnde cob> **> MOL"
ode rs. o metro ; sao muito baratar, pra em liHe1, d'fintssimaeaifcsas ingle-
0R6ANDYS BRANCO E0E COR (zas con peitos e posbos de limo, sendo
No Bazar do Pavo veode-se os mais tom collarlonos e de todos os .numerosa
bonitos e maito fios organd coa listas 4||000 cada ama, ditas sera co latinos,
largas emitidas 14000 a vara, ditas lisas, pormfazeida Mai'sima a 4W00-; gran*
fazenda de muita phantasia 800 rs. a vara, de pechincba.
ditos d c es, finrssitw-s patfrCes, oteira- CAMISAS BABAT*S a 2jj6fXfc30OBt) e 20600
mente novos 80 rs. vara: flshincca.! Nb Bazar do Pavo veode-ee na eran-
GROSDENAPLES PRETOS *tV pereo de casemiras mescradas, maito
Chegou para o Bisar do Pavo um gran- encorpadas a 20800, ditas fioissims com
de sortimento dos melbores grosdenaples msela de seda a 35200, ditas modernas
pretos qne t-m vindo ao mercado, qoe se de qoadros, fasenda de raoito costo a
venden de 10600 at 5$oOO o covado
LINHO DE COR A
No Bazar d" Pavao, fez-se ama
compra de poros brins de linho, rauito eu-
corpados, propriospara calcas, palitos, col-
letes e roopas para meninos, por serem de
padroes miudinhes; garante-se qoe nio ba
brrela que lbe tire a cor, e vende-se a
10OO o metro desta encllente fazenda.
^^>^E coMfana-se a v-
Ql por banvwimos precos todos os rti
ffos de raindezas e peKomams do aeu
frltode e Wrtadosottlmento, garantindo os
compradores toda a sinceridade.
Urnas bohees de ksra *> mssa por^a-
Ratissimo preco.
Bspemos Jomados para pendorar a
r0rs.
Agulbas de osso para crox a -800 rs.
Pentes finos para segurar cabello,
320 T8.
Gwmings pa^ gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine'a 10000.
Dita com gw florida a 10BCO.
Dita cote dita dita a 1#0.
- Tewee de -layme a 105O o frasco.
Lrf^fm(**,^xPr,*w de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua fle Colonia d 300 a 10000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
'Utasbm ban nraito fina de' 120 a
z40 rs.
Sabnetes mnito finos e diversas qusfi-
<*ti 60, 160,.240e 320 rs.
Finas escovas para dentes e320 e SOOrs.
Ditas para Tacto de 500. e600 rs.
Ditas pera cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com esta de natal a
320 rs.
Dftos ditos ditos de btifalo a 240 320.
Pentes para tirar piotbode 160 e.240rs.
Pavios para gas. dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cres,,iDteirameate modernos
MADAP1L0 RNO A 60400 A PEQA
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ma dapolo fino de maito boa quaiidade,
tendo 22 metros oa 21) varas cada peca,
pelo barato preco de 60000, por se tareco
comprado om poaco enxovalbadas; pe-
chincha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas acamadas adamac adas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazQn
da que em qualqoer loj se vende a 320 rs.
e liqutda-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vao.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do Pavao vendemse bonitos e
grandes cacbi-nez de pifra I8r, pelo bara-
to prec> CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegoo para o Bazar do Pavlo, um sor-
tina no doi mais elegantes cretones frao-
cezes de cores fixas, proprios para vestidos
eroupas de meninos, e vende-se a 640 rs.
o covado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez se urna grande
compra de toalhas alcochoadas, proprias
para rosto, bastinte enenrpadas e grandes,
que sempre se venderam a!20OOO. e li-
quidam-se a 74500 a duziaou a 640 rs
cada una, boa pe'hinrha.^
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavo vende ami nade oorcJo do'
mais bonit >s cnaoosiohos de palha da Ita-
lia proprios pra meninos de todas as Ua-
des, sent chapisqde valem 50000 e ven-
dem-se a 25000 cada om, muito barato.
ALPACAS LABRADAS A 640 RS. O
COVAOO
Receben oP^vau o mais bonito sortimento
de a pacas lavradas da tudss as cores pro-
piits para vpstidos, e veode-se a60rs. (
covado ; erando pechincba.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS A
200 RS.
O avSo vende chitas ou ri>:cadinhos mio-
diobos cor de rosa e rxinbos, proprios
pra vestidos e roupis de cranos a 200
rs. o ci vado. Sao muito baratos.
LA>INHAS COM PALMAS UE SEDA
Cbeou para o PdvSo o mais bello sorti
m uto das mais brilhantes ISasinhas clara j
com bonitas palmiohas, de seda; ten lo lar-
gor de cbita franceza e veide-se a 10OuO
o covado ; grande pechincba.
ALPACAS MMISADAS A f.i) KS. O COVADO.
V n alpacas matsadas com palmiohas, moit >
p oprias para vestidos de seohora t di me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; s3 niiiito era conta.
PARA NOIVAOS CORTEADOS, COLCHAS.
Coegou uara o Bazar do Pov3o um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bonillos, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 105 00, at 200) O o
par. assira como o melbor damasco c$m 8
palmos de largara a imitacao de damasc t
de seda, proprias para colcuas, e propria-
n ente colchas de damasco, send os meloo-
res e mais bonitas qae tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
s5o todoa mnito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pdvio ven'le-seam grande
sortimento das meihores camoraias bra^ cas
transparentes, tem de 305 JU at 10400o
peca, ditas snissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 20000. 20500 e 30000
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at amis fina qoe ven ao mercado;
tudo-isto se vende moitn em con?.
MANrELLETES DE FIL
No Bazir do Pavo veode-se moderoissi-
mos mantelletes ou basqnioas d fil preto,
jora laco, pelo barato preco de 100000 ca
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10OOD, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavao vend-se bonita fazen-
da branca mcorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar
gara da fazenda o comprimeoto d? saia, a
qoal se pode fazer com 3 m 3 Ij2 metros.
e uende-se 10000 e 10*80 e 1600; assim
como tamben no memo estvbelleehnento
se veode bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada oma, ditas de lia de
cores j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da mevraa fazenda 40MX> e outras
com barras bordadas 60009 e 70000,
ludo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pavo vend-se o mtlhor al-
godo Ces, tendo liso e entraizado por prec?
muito barato.
ESPARTILHO.
No Razar do PavSo recebea-se um elegan-
te sort ment'i dos mais modernos e meiho-
res espirtilhos. que te vendem por preco
moho em roota.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
Bazar do PavSo receDeu um grande
optiniftito dos melbores pannos de croch,
proprios paca cadeiras de rbalanco sofs,
pianos, t brir almtfadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em quaiquer parte.
No Bazar do Pav5o vende-se ama grande
qnanti laiie das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de toJas as cores e a
furia-. 6r ; fazenda qtie oioguem vende por
m-nos de 25400, e liqaida-se a 20OOOcada
co-a io; sao mnito baratas.
SENSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen*-
to copieto dos melborej-setins e grosla-
oapies de todas as cores, qae se vendem
maito em conta.
LASINH\SESCOCEZASA50ORs. O CO-
VADO
' O Pava vende um elegante sortimento
das aais lindas ISIsinhasescoce?as com fies
de seda, pelo narato preco de 500 rs. 6 co-
vado ; grande pechincba.
LANSINHAV A 320
No Bazar o Pari vende-se um elegante
sortimento das mais bonitas ISasinbas irai-
taco de poapeliaas, com listas de seda miu-
diohase de urna ( cor 320 rs. cada cova-
POPELWAS OE LA A 400 BS. O CO-
VAOO
N' Bazar do Pavn vende-se am elegan.
/e sortimento das mais bonitas poupelinai
de la com lista* miadintias, seodo toda?
qua MERINOS PARA VESTIDOS A 10003
Chfgou para o Bazar do Pav3o nm de-
same -urtimenio de merinos, muito leves
de urna s cor e con as miis lindas cores,
pr-prios para vestidos eroupas do meninos,
cipinias biurns etc., e vaode-se pslo
bar to preco ae 10000o c vado; hoaita
fazenda.
Lisinhas tranrparentes a 500 rs. o corado
O 'avio ncebau um bonito sortimento
das mais elegantes laasiobas transparentes
proprias para venidos, que veode a 5uO rs.
o covado; muito b PARA LENCOES
No Bazar do PavSo veode-se soierior
bramante d'algodo com 10 palmo de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 20800 cada metro, paooos
ds Iwhodo portocom 1 i/t palmos deiar^nra
de 70ai 10 a vara, assim como img ande
sortimento de (I mburgo oa creguella< de
mdos os nueros, pre? s ou qualidales,
que se veniem mais barato do que en oa-
tra qnslqner p*rt^; aoroveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalbadw trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 10600 o metro, dito oe linho adamas-
cad^ o u.elbor que tem ?iodj ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto -mnito barato
DAMASCOS a 900 rs.
No Bazar do PavSo veode-se bonitos
damascos de iSa com orna s largara pro-
pria pira colchas e cortinas pelo barato
pre;o de 900 rs. o covsdo, barato.
30600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Chegoo pira o Basar do Pavo o mais
elegante sortimebt' de tapetes grandes, pa-
ra sefs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas oadeiras, ditos para
oanos, camas, portas ; et;. veode-se por
menos do que em outra qialouer parte.
COLCHAS BRANCAS A 302=0,30500 E 70
Para o Bazar do Pavo chegoo um gran-
de sortimento das'toel&ores colobas de fos-
to, s'ndo das melbores e maise cordadas
que.Jes vindo, a 7000 ditas nm pouco
mais abaixo a'SffiOO. e ditas a 30OOO;
tamben no raesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortimenti ds cretones e chi-
ts, proprias para coltbas, que se vendem
mnit em conta.
GORGR.OES OU P0UPEL1NAS DE SEDA
A 20000 CADA COVADO.
Chegou para o Bazar do Pav5> am ele-
gante sortimento das verda'deiras poupelma
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, qoe se vendem a 20000 cada aovado,
o qoe em ootra q ,alqoer parte nao se ven-
de por menos de 20300, previne-* que nao
sao algodo e seda, como ba muitos ; mas
sim puro linho e seda ; sao mnito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Bajar do Pavo eocootra
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roapas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas eos peitos d'algodo e de linho,
para lodos os preeos e qnaidades.
Ceroulas de linho e algodo.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preo e
casemira.
Caifas de brim branco de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
cohetes iguacs
De todas estas roapas ha para todos os
preces e quafidades, e -tem de mais mais
um perito
Pennas caligrficas muito finas a 10400.
Ditas de lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 10500.
Grosas de botes de lonca, de 160 e
200 rs. s
i Ditos ditos para calca i a 240 rs.'
Caixacom papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelnos a 480 rs.
Ditas eom brelas a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linta de marca eaixa a 280. rs.
Carriteis de fiabas de Alexandre de n. 70
l 200 a 10 rs o
Grampos ssuito finos, com passarinbos dn-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar dozia 30000
Ditas portugnezas, dnzia 10400
Papel almaco superior quaiidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar Kbra 60500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para loto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cdies de 40 a 100 rs.
Fitas para ts, peca 480 rs.
Alfioeics de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Na Verdade i ra* Duque de Ca-
xlas ti. a.
CABELLEIREIRO FRANQtZ
51-^51 da Oadeia do *lecife^SI
Chama a alinelo dos seos innmeros reguezes, e do respeila! noMco
prt,jm* segrrte tabHa dos prep de sua asa, es mais barato do qoe em outra qnalquer parte:
Cabeliras par* senhoras a 150,
30i W e......400000
Ditas partbomema 350, 400 e 60000
Coques a Ji#, |0, <80, m,
250, 3$ e.....100000
Crescentesl IShtylfcl, 180,290,
W, 300 e.....320060
Cachos c% 60770, 80, 90 e. 100000
franca de cabello para aniel
500 e. ...... 10000
tt?* para braceletes 100,
150, 200, 25 e.....300000
Clrft*de cabello,.....
Crle de cbelo com fricio. .
Corte d* cabello eom ltvsijem a
4 champou. .
Corte de cabello com lfmpeti da
cabec* pela mtchina elctri-
ca, rinica em Pernambnco. .
Frisado ingieza ou frsncexa.
Barba.......
cent*
954001
501
901
^0001
10001
901
251
SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Baile e soUre
O dono do estabelecimento previne is I Ite>mmendase a soperior TUTsU JA
Simas. Sras. e los carvamelros que baWWNftZA para begrecer os cabellase bar
tallo para tintura dos cabellos e barba, as-
lim como um empregado smnte oceupa-
io nesse servico.
ba, nica admiuida na Expeeico wne-tio prejudicial sade, por ser vw
latil, malysada e approvada pela acad*
mas de sereheias de PARS I LONDRES
-------_
t
Quando a AGUIA BRRNGA, mais preeisa sciefttificar ao mpditavel pubh'co em
geral, e em parcolar a sua boa fregoezia, da immensidade de objeetos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a aUenderio e relevaro
continuando portante a dirigirem-se a bemebnbecida Ir ja da AGUIA BRANCA roa d
yueimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de snserioridade em
quatidaaes, modicidade em preeos e o sea nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que acma fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA pode
aispor, e empregado apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquellas que a
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua uatureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
cara aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
06IB SGJ3 '.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
den te se lhe apresen tara o que poder de
melhor.
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qaalqner pee de obra a capricho
ou gosto do freguez, teodon'aste importan-
te estabelecimento todas as qualidides de
panno Bao, as meihores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor ; e qnando quai-
quer obra nao ficar ioteiramente ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pivo nm elegan-
te soiument) de chales de merino de coras
muito oons com padres muito decentes
para qualqoer ama senhora usar, ditos de
crpon com listas de seda o snais fino e
moderno qae tem viado ao mercado, e ven-
de-se por proco mnito em >x>nta.
BABAD1.NH )S
baratisrimo.

Cretonas escaras para vestidos e chastbros.
Chegou ao Bzar do Pavo est? nova fa-
zenda matisada ci.m cores fixas e
muito encorpada proprias para vestido e
chambres; vende-se pelo barato preco de
80o rs. o covado; porm o muin bonitos
Biles regaladires a 40000 40300 e 50OOD
Chegaram ao Bazar do Pavo o mais bem
frijiis bales reKuiads, sendo de fusta*
a 450uO. ditos de muselina a 40500, di-
tos de lasioha de todas as cores a 50000,
todos elies s i muito baratas.
Pana preta uuio aaraia a 30600
O Buh di PavSo receben ama grande
porco .e p^s /le panno preto fino, com-
SK a m te,l5' qu SHaJU|"e se venden a
amo o covadoe pode liquidar a 30900,
por ser urna excelleute compra,
No Bazar do Pavo vende-se ora grande
sortimento dos mais-finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
uara grande porco de entremiios largos e
estreitos, qoe para acabar se veode mnito
era conta e mais barato do qne era oetra
qualqoer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constsntf-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para loto, como sejam :
Lasinhas pretas lisas.
Cassa pretas de lia.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas dtodas. as qualidades.
Alpacas pretas Usas.
Ditas hvradas eom branco.
Mirlos, caotfttt, bembazioas, qae Sd
vendem mais barat,) do que em outra qual-
qoer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
tas inplezas com salpicas 200 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estacem om pooce
russas, 12) o covado; pecbiacba.
O propnetarios d este importante esta-
beliecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias 0 favor
de se darem sempre ao trabalho do lerem
os seos annancios, pela razio de muitos
d'elles serem modados amiudadas vetes.
O Bazar df Pavo sito a roa da Impera-
triz.n. 90 est ceostantemeote aberto das
6 horas d% manha as 9 horas da nonte.
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nestt
estabelecimento diariamente um complete
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podins, pds-del, prgsentes dos ultimoi
chegados ao mercado, salame de lion, bo
linos finos de todas as qualidades para chi
amendoas confeitadas, confeilos, bomboins
pastilbas, chocolate francez em libras, pas
tilhas do mesmo .cartoxos e carteiras con
seis charetos de chocolate cada oma, estf
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melhor qae aW
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portoguezas, figoeira maito sope
rior. Os mais genuinos e superiores vinhoi
do Porto, moscatel e Setubal, o illustradi
publico encontrar neste esrabelecimenti
por commodos preeos, fazendo-se abatimeo
to a quem omprar em porco.
Os donos deste estabelecimecto nao a.
tem poupado a despeza para .melhor me-
recerem a acoadjuvacio do Ilustrado pe
blico.
A Nova sp.eranca
*1 Roa Dnqne de Cavias1
Quando a NOVA-ESPERANQA faz os seus
anuncios expondo aos seus fregnezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-
perioridade. de seus objectos nao com vis-
tas de atrair a attenc* de urna grande' fre-
guezia, como a deque actualmente despe,
e sim para srientificar (a interese de todos)
a quaiidade de seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto e per/eico ;N tor-
nando-se quasi indispensavel para aqaelles
apreciadores *(do bom) freqaentarem a No-
va Esperanca, pois qoe ella capricha em re
ceber constantemente, o que ha de melbor
relativamente a sua repartirlo: o qae se po-
der verificar qnando em quaiquer reunio
de pessoas (amantes do xiqoe ; v-se om
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradanel escapar d'um alvo lenco,
am moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizem com tigo (e ss ve-
zas una aos outros) estes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te IIII procurar descrever em anaselos os
artigos que contem dita loja, seria trabalho
insano e nnnea o fariamos com aquella
graca e perfeicao com que sao elles fabrtca-
4os, assim pois a NOVA ESPERABA con-
tenta se em convidar a todor geralmente,
visitarem-n para entao ftearam intei-
rados do qae ha expostojia mesma loja.
t-^jjsata-^wyie de Caxlas-Sfl
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melbor quajidade.
Lindos vasos -com p de arroz e pinsel,
Caixmbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque..
Bonitos brincos de plaquee.
Adergcos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
Veos de seda para chapelinas e monta-'oma.8 sutoMuem as outras.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Eseossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touqoinbas de fil, sapatinhos bordados' enancas.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas devidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqiedo de
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objeetos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
O
)
IM. 3 A RA DO CABLGA N. 3U.
I
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigT
estabelecimento dejoias, ondeos freguezes e amigos encontraro tdo-quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar d Ouro
ooservara delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos preeos
Espera qae o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor era
aderacos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos pn|-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em oatra quaiquer parte, treca-se e concerta-se todo e qaalqner obiecto
pertencente a esta arte. '
s
asi ni
La para bordar a
W>0 a libra
O Cysne, roa da lmperatriz n. si, acaba de
receber mnde e variado sortimento de lia, a qoal
!?lel2* aratusiroo P^0 de 51500 a libra,]'
ha cara ceru da twet aatfiaa num, eaUrrWi palmmr, uihma; tota m t, ttonkw
rtactiai, gwtl ecatra tod tafrimeitos iu vita retpntoriH.
DEPOSITO GERAL
BOTICA. BS DROGARA
S4, BA URCA DO II0ZAW0, 34
PERNAMBCO
. A*fP?,ic* dM. *" Mlattiai do Mito, duda
pttaonar, ptssaodo mIm dirers.s bronchltat caUrrlucs
o emphysem icb de wr enreqMcid eom man
^iLh0l eonhecidM- ""H Aaerieao.
pmmmdo pvremeate veteul, ato eontm em tai
ompMijSi wmu oMlt opio, ,im uanie J^
w em dimolstlu que perteneem iot orsios de
i ofimoi VMotUdoe e.di ve* Ms emeiw; pel
2? I"1*?? do oMBpor o uronm
publico. Prenmo eom ot ttetudoi ibtixo o ane le-
imSo
cores sortidas.
mnito tpot de ti todoe oe poun** em Top.
Ota- Sr. BertkeloeMo C.-0 umelaml Ame-
ifeno. prepando em aia tMtila2mWSenMcM,
1*5 BU| "*'<> P?w eombaur terrini amlaa.
Sofria en malla motaatla ha natra mam, aam alada
*^ter""" < ^' r
1 W rortmime fot ma proatoa por S diaa, wat.
mnagroaa tarop, tomaade apeaat irea
1 aqae raaiabaUeido par ma m. aUaaW-
Sii'a foi ft
lhe, pois oa mena atrdwimaatM par ma Mr alrrlaia t
tAo harriael mal. Com a maia aitmiScatfa rrattdU,
anbseravo-me deVmct. affeettoao trinnamm Ida ai hit,
Sn*wu DurU.Su* Cata U daferaraira d*iSla\
IUnaSraSartlMlomaotC. Boaofe da rntaf aam
mena de eotrimeoto coa ama Uaaalaaauaiia, acto
extraordinario, axpeelpraeto 4a am eatarrao nnUi
do, a parda total daa torqu. qae a meaer anmak
me farara compleUmeate, cantado da tomar atajea >
troa remediot tem ratnludo tire a lelieidade d aaraan
Vmct. preaaranm a larepe Vagatol AmerlcaaZ^C
elle, racaa a a.maaek retuMaeMo ka mam *
doit meaat, a raba* eeme ae nada litaaa aaSrM
Elidi me forea a aau declaraflo, qae peda pa
ir o ato qae qaitaram Soa eom attima de
Inlaaia ftaj
fmraira da 1864
Aiietta eme aaai do iare Vafami
tem edteate, ua.ma.ala STSZSXFE*
(raade faku eereopirafo. a Bqaal ^H2
Ubeleeido coa am t ridro de mam
maito* resaaiiador e criado. Inlaai
CutrttSiU. -Recifal **--



-1
"a*

Otaria

10
LotXreoc
lodflxis mus oe
Attenpao.
Gommereiante'desta prar-i acaba da concluir
:*ramrcUea e de aovo abra os.se.q8 esUbektcMWoto da fazendas
sito* rna da ItnperaCriz, orn. a denowit'acfosi de Garibaldi e Arara, e teudo- resol*
vido liquidar Unas as snas r^zenUns cora grande abalirnento - vida- d respeivl prrhFicti ea sous amigo* froguezes,. (auto da yaca-como-do maUo,
parajhas lembrnr de novo o seu. esiabeleciroonlo, e que- toda' as fuzendas esi3o
reunidas na toja e armaem da Arara na roa da Iniperair n. 72. eque resolveo-se
vender a armado Ja toja Garibaldi, para ficar smenlo oom a da Arara, como cima
dea dito.
CHALES MANCOS DE CASSA A 1*000
CADA UMi
COBERTAS CHINEZASDE CHITA A 35000.
Venderse orna: grande por<;So de cober^
tas de diiUfc chinelas para cama pelo barato
pretso do 2-3000 cada urna.
Vende-.-e na loja do Arara 3 balcoes para
qualquw. eslabeiecimento por barato presso
por nao se precisar d'elle* no estabeleei'
jnento.
UETALHOSDE CHITAS PRETAS EfcASSAS
A 120 O COVADO.
Venderse urna grande porcao de reta-
lhos de chitas e cassas pretal a 120 rs. o
covado para liquidar.
COBERTORES DE ALGODO A 4fjiiOO'
Vendc-srt cobertores de algodo cada um
(100.
RRAMANTE DE LINHO FINO A BARATO
PRB6S0.
Algodo i raneado de duA lar-
SiiraN a*SOO
Vende-so algodo transado de duas lar-
guras a lr$2Q0.
. MADAPOLO ENFESTADO A3300.
Vende se pecas de madapoln de 12 jar-
das a 30500 a ppca.
ALGODO A 4000.
Vndese pec-ts de algodo encorpadoa
44, U, 65 e 7r5O00 a peca.
Hadapolo a .00O.
Vende-se pecas de madapolo de 24 jar-
das a 5 US e 8/)i)00, dito muito fino a 7->,
85 96 e 105 peca para liqpitf'-r.
ALGODAO DE 8 PALMOS DE LARGO.
Virode-sb algodo com oito palmos de
largura proprio para lences e toalbas a 900
rs. o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO.
Vende-se algodo de lista proprios para
saias ou vuslidos para escravas ou calcase
carnizas para escravos por sr muito forte a
100 rs, o covado para liquidar.
Corte de castor para calca a
.00 rs.
- Vende-se coi tes de castor para caica a
500 rs cada um.
CORTES DE BRIM PARA CALCA A 15400.
Vende-se cortes de brim-de cor para
calca a 15400 cada um.
Briau pardo liso a A O rs.
Vende-se brim pardo liso.meio linho para
calcas para trabalbo a 500 rs, o metro.
angas para calca a SSO rs.
Vende-se gangas inglesas para calcas e
patitots a 280 r*. o covado para liquidar.
CORTES DECASEMIRA DE CORA 35500.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 35500 cada um.
Ditos mni o finos com listas do lado a 55.
PERCALAS FINAS A U.
Vende-se percalas finas, para vestidos de
senhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas francesas a 540.
i Vende-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
Venase chitas fiaocezas a 240, 2SJ, 32o
e 360 o covado na toja do Arara.
OKGANDYS DE LISTA DE CORES.
Vende-se organdys para vestidos, de se-
nhoras, fazenda muito modernas a 440 rs.
o covado.
Brbaatina on uussulina de cor
Vende-se brlhautina ou mussuna de
cor par? vestidos.a 440 n covade.
. BHCaOOS FRACEZES A 360.
Vende-so riscados rrancezes para vestidos
a 360 rs. o covado.
Chitas largas a 3*0.
Vende-se chitas escuras finas das largas
para vestidos de senhoras, a 320 o covado.
Ditas matisadas escoras a 280 o covado,
. ALPACAS LISAS A 500,
Vende-e alpacas lisas para vestidos de
senhoras a 500 e 040 rs. o covado.
LAAZINHAS TR* SPARE.NT.ES A 500 RS.
Vende-se lasiuhas transparentes, para
vestidos a 500 rs., ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
Vende-se alpacas de listas para vestidos
i 500 rs o cavado.
BRJLHANTINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se brilhantiua branca para vestidos
i 500 rs, o cavado.
ALPACAS MATISADAS A 640.
Vende-se alpacas matisadas para vestidos
de seRhora a 640 rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS 65000.
Vende-se cortinados para janellas a 65000
>> par para liquidar.
SEDAS DE CORES 15000.
Vende-se sedas para vestidos a i->000 o
ovado.
CORTINADOS PARA CAMA 145000.
Vende-se cortinados para cama a l4-$000.
iOLLINHVS PAKA SENHURA 100.
Vende-se urna grande purear de gollinhas
nara senhoras e meninas, a 100 e 200 rs.
ada urna par liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS 320.
Vende-se chitas largas para coberta a
320 e 360 rs, o covado.
MANGUITOS E GOLLAS 500.
Venderse manguitos e gollinhas para se-
anora a 500 is. ditas da linho a 640 e 800
^>: cada urna.
CHALES ESTAMPADOS 25000.
Vende-se chaos de merino, estampados a
2-5000para liquidar.
CAMBRAIAS VICTORIAS 65000.
Vende-se cambraias Victorias finas a
'.000 65500 e 75000, por ser liquidneo.
ALPACAS COM PALMAS DE SEDA A15000.
en de-so alpacas com palmas de seda para
Vados de seiihora a I 000 o covado.
l-riRI'ESDE CHITAS DE CORES A 25400.
ende-se cortes de cimas de cores com
: covados a 25500.
NOVIMDES
DO
IUMPHO
Kua doQueimado 7
Uk
* Novo,
)E FAZEMDIS E ROUPE FEfflfS
Ruada ImperairtK n. 40', esqiniia 131
O novo proprtUario desie estabelecimenun. conmiunrca ao respeitavel publico
desta cidade, e especialmente s Exmas. familias, que e.-l liquidando por precos bara-
lissijnos-, as antigs fazenras que existiam ueste eiabeleciraento, alm da que abarxo
vao relacionadas, cojos presos nvsrecem toda a altenco do respeitavel publico, que n3o
deixar de com pequ-na qnantia refazer-se de qualqner qualidade de ftizend* que pre-
cise. Previnese tambera que a mesma loja lem feilrt sortiroento de fawodas meder*
na^, e continua i sortir-se das do mais apurado e escolhido gasto, que vender mais
barato que qualqner outia loja.
A L0J\ DO PAPA^AO alm de ter um grande deposito de rompas feitas, lem
um bouito soriimento da casemiras frauc zas. inylezas e allemaas dos padroes mais o-
deinoa, e assim como pannos pretos, casemiras o panno fino cor ae pinhao, azul cfaro
e mais escoro, bi\ns brancos e de cAres, fusiSes bran;os, e de cies, gangas de linho
e brins parjlos de todas as qualidades.
A LOJA DO t'APAGxlO^tem 'contratado bm ptimo mestre allaiate perito no
sen ollicio para executar qualqoer ohraiia arte com a raaior perfei?5o e esmero, e qual
quer obra que nao fique a vohtade dos fa'guezes, licar para a loja, e manda-se
fazer ou ra.
fino, a 3> o metro,
toncos' e toa-
lisas, de furia
Esgui5o de linho de 156C0 a 3$ a vara.
Chales de merino pretos muri glandes
a U.
Dito ditos, estampados de 4,300 para
cima.
Fil de linho branco e preto liso, e de
Aloalhado de linho
e de algodo a 2$..
AlModaosinho largo, para
Iba a' lCOO.
Alpacas.pelas,.de cores,
cores, e de lislras.
Barepes com li res a 3:20 rs. o covado. Grvalas de seda prctas e de cores, da.
Bols sde tapete aveludadas, para viagem, mais^ modernas que tem viodo ao mercado,
o prego e conforme o lamanfto. Guardanos de Unno brancos e pardos.
Bomhasinas pelas, lisas, e trancadas. Grosdenaple preto de diffrrenles pr Cos.
Bramautes de linho, 'francez e inglez a Laasinlias em cortes com palmas com 14
2/J500. covado por6;S.
Baiws de massolina, brances rom filis, Ditas lizas e dateras transparentes e ta-
e ontros touo de paooo com o tertio dos padas de dMIeren.ies prece-
de lilas, para senhoras e meninas.
Basquinas de ^ros'fenaples preto
lernas e de cro..fi fflnito enfeiladas.
Bre.lanhas de linho. e de algdao.
Bins de liuiip trancados brancos
core.-;.
Brins
cores.
Madapoln inglez de 3jl at 10# a prca.
Longos de algodo, brancos de 2$ a 3)5
(luna.
Ditos decambraia de Ifahn de 65 a 12ls
Ditos de esjMih d>^ 6^ a 85.
Mus-ulinas brancas e de cores a 500 rs.
de algodo trancados brancos e de.o covado.
GorguroV uV> la com-listraa, fazendaln
mo-'
e de
Corabraias brancas lapadas e transpa-, t;irameute
rentes, sendo mgjtzas e suissas de 8 pal- (covado.
mos de largura, *
Camisas de meia, de fijnoila, branca, e
de aljod.).
Camisinlias brancas da cambraia cora di-
licadcs bordados, e enfelladas de cor para
Sras.
Cambras de cores a 400, i s. o metro
a 81)0 rs. u vara.
Camisas i iiigl zas. e francezas de linho. 6
de algodo de preat, lisas e bordadas.
Chapeos de sol desda, reerin ealoar
ca de dilerentos cnea, e muito barato*.
Chitas para vos idos, francezas, de 240)
at 400 rs.
Chitas para cocerlas de 320 at 640 rs.
Cortinados de can brsia, a de fil horda-
dos para camas ejaoelas-de IOS nara cima.
Col, has de fulo brancas a 3$500.
Ditas de cores a 2S00.
Colarinbosde linhos.iualezes, ealemes.
lisos e bordados.
nova uo mercado a 800 r*. o
Damasco o> l. encarnado, a zule ama- diminuir o retiba.
Merinos proto, trancado e de cordo.
Paitos bordados e lisos, Uint. do linho
c-iiio.de alizudo para camisas de homem.
Hitaran** protas de dilfeivntes pregos.
Cambraia branca lapada muito larga; com
pregas e bordado, ha de, tres qualidades
propria para saias de Sras., o preCo ba-
rab' .
Sedas pretas lavradis para vestido a
2r>($0 o covado. -
Sargelim francez e inglez de toda ao co-
res.
Toalhas de algodo e de linho de dif-
ferentes juad^des e tamanlios.
, Ponhos de liaho para- hornera muito fi-
nos, i
Meias ingezas pa*aSras.,eparanwninos
e para homens. de ddereutes quciidades
e de lodos os lamanlws.
Para quera comprar pega oa duzia de
qualqner laztnda seo preco o costo ; para
pello, escnmilha preda.
Espartilhos de linho branca'para SraSv,
de differentes prego.
I) rvi-se as amostras de qnlqnerfazenda.
A loja do Papaaaio achare aberta todos
os dias, ate W horus da noute.
Francisca Teiretra Metides
CASACAUVINUSk
DE
MOBEIRA & BASTOS
E' chegado a este novo eslabeiecimento o mais bello sortimenlo de lazendas
tinas,i sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestiios de blond de,seda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Col-has de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.-
Cortinados ricam nte bordados para camae janellas.
C.ioxsp ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b umus para passeio, com listras de setira.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
(retoes para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sera bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande soriimento de roupas feitas e de fazendas que
e enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnices de salas, alcatifas para forro de sala, e o
fraude ortimeoto das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
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Apreten'.idas i Academia de Scieuctas
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e o Instituto de Frasca,
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do volume -le um re'
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i forma, e de Tolnme de um Porte-Moedi
COIENDO TODO IRATJlUBNTO.
COLLYHICXContra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
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momento ama solnecM FBatVwYifi I CDaUTITl das
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do volume de um relogio, servindo
de Philto e Seringa sem os
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Coa a forma, e do volase de um Porte-Moeda eoMeida
TOBO TRATAMEIITO.
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Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
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BAftTilULUfflLU X U 34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
COLLYRIO
Bill
mu,
rame de ferro galvanizado em rede para ocreas, gaiolas, gallinneiros ete.
ChaMi da 1 trro gatvRoisada para cobrir casas..
Tachos de ferro estanhado-para engenao*.
Catres ferro de Milner e oatros autores.
Chambo em cano.
Dito em leneol.
Dita era barras.
Dito em enxadas.
Estanto em barra e vergaiana.
Folha de Plandres.
Arados americanos para ladeira e vanea-.
Carrmbos de mi.
Veoezianas para .janellas.
Machinas de desearugar algodo de faco.
Ditos deserra.
Ditas para corlar foroo.
Dita-* a vapor.de. f-irca de 3.avaitue-e moiore pira.2ailus, para rrurter w
a-^-.iiinss de algo Cadeiras desterro.
Canias def^rro.
Prenvas para-copiar cartaav
Bataneas ,pa/a pesat
Oteo de lirrharEa em latas de fem.
Trtthos 4q ferio para engenbo?
1 Bombas americanas.
Macacos daiofltivar.
Balaiicag e pesos deeimaes e outras.
aviow. mm
EHCEID.
Com fundipo
RA DO MM 52
fiOJA
DO
Roa Itv Crespo n. 9
' S t>W>prfetri'>s dBste bem conhecido estabeie-
cimanr, almi dos muitosv)bjecto4 que tinhamex-
postas a apracia do respeitavel publico, man-
daran vir o acaban de receber pelo ultimo,vapor
da Europa um completo.e variado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as qnaes es-
lia neseivido a vender, como de seu costume,
por preco muito baratinhes commodos para to-
dos, com tanto que o Galio....
Milito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas a de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas o pnnhos para se-
ihv-ra, nesto genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentea de tartaruga para coques.
Liados e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais boatto.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
maran, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos deSenhee, e estes pretos.
Muito superiores raeias fio de seossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendern por 30j00
a Juzia, entreunto que nos as vendemos por 204,
aim dustas, temos tambem grande sortimento de
ontras qualfdades, entr& as quaes alguraas muito
finas..
Boas -bengalas de superior canna da India e
casto de raarfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mestno, nesie genero o que de melhor
pode desojar ; alm destas temos tambem grandi
uaobdade de outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baieia, osso borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 4 & 12 annos de idade.
Navalius cabo de marfim e tartaruga para fazer
bar)* ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabribantej e nos por nossa vez tam-
bem assf guramt-s sua qualidade e delicadeza.
Lindase bellascapelias para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, trouxa, para encher
labymUto.
Bons barcino* de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
(uroistas.
COLABES DE ROEB.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
fa-'ilitam a dentico das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afira de que nunca taltem no mercado,
uno j tern acontecido, assim pois poderao aquel-
lesque delles precisarera, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que .ao applicados, se venderlo com um mni
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
decla.vidos, aos nossos freguezes e amigos a viren;
comprar por presos muito razoaveis loja do galio
vigilante, rna do Crespo n, 7.
a son mm.
A ra do Dti^ue tie Casias n 21.
(AJTIGA RA DO OtlEDHADO)
Recebeu segnioi'
E-pelhos grandw dnur(io(noln'is-bi)r
Caneira, charuisirase port-cifarros demnita
qualidades. ,
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas cahua vasias para costura com sua cenme-
tenle chave. / ", .
Delicadas caotas de marnm com o bocal da
M-.demos ponte- do UfUrup, sobrasahiado en-
tre elles os mimosos (elographislas.
Comrrftidos twucadors com duas-gavets e bom ..
espelho.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido. j
Port relogios re mnitos finalidades.
Rons talheres para cTran?w;
Vostnarios, cbapeiiuho>, toueaa, sapa los eteai
para b^ptisados.
Toalhas o Iroahas de labyi inirKt. i
Chapos echa)elinaspra*euhora, moldes novos
e benitos. "
Cliapozinhos gorros e bonets para meninos
meolaas.
Contra as convulsos uas
.Pausando o ch^rifc.
Chaiuaa aUeni;.3o dos. Sr. de engeobo para seusacrediados taacbinismos e
com especialidade para seus vapores que ainiia tuna vez tem melborado.
s vapores fornecidos por elle e j fuaccionaado Ibe bao de fazer melbor apre-.
cia(o do que qual juer dito propriu. '
beseja loiiavia inaDcionar que vi>ta do cambio agora mais favorave! do qae
oaipocha do> apoidarneutoadeanoo passadotem felo urna edaCyo seiisivel em todo
eos ipre?os.
Jcordeiro previdenti
Ra do Qaelniado n. t.
Sovo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de que effectivaraente est provida
toja do Cordeiro Previdente, ella acaba
receber nm outro sortimento que se tora
lotavel pelavariedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr
?os; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afai
lando elle de sua bem conhecida mansidl
a barateza. Em dita loja encontrarao <
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Goudray.
Dita verdadeira de Murray ic Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, frai
eza, todas dos melhores e maisacreditadt'
'ahricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para couservaflo d
*8seioda bocea.
Cosmetiques de superior qualidado e cha
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
jomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
i ostras qualidades.
B'inos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chi
;o de violeta.
Outras concentradas e de cheiroi iguau
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualida\
com escolhidos cheiros, em frascos dedifli
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em flgt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixihhas com bonitos sabonetes imitanc-
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo t
aas perfumarlas, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e c
moldes novos e elegantes, com p de arro
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentea.
Pos de camphora e outras differea;
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mala seque.
Um outro sortimento de coques de l-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilbc
^ alguns d'elles ornados de flores e fita
astao todos expostos apreciacio de qual
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
FlTelIaa e fitas para cintos.
Bello e vanado sortimento de taes obja
tos, ficando boa escolha ao gosto do coi
orador.
enancas
Vende-se os terdadeires collares na Nova Espe-
ranca. ra do Duque de C*xi*j u. 2.
PARA TINGIH CABELLOS
para pretos ou eaclanhus, recebuu a Nava Espe-
ranca a verdadeira lima ingle/a.
PAKA ALAIUR COM AS SAnDAS
on pannos, tem a Nova Epcran o verdadeiro
leite de rosa* baacca*,
AGUA DE FLOR UE LARARJA.
Vndese na Nutra EsfutranPa, rna do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEiTAR-SE DOLOS
recebeii-os muito lindos a Nova r-.'spofanca, rna
do Duque de Caxiisn. 21. _.',
PARA AMACIAR E AKOHMOSEAR A PFXLE
lera a Nova Espeuiica es saboneies de pos de
arroz. ______.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CANIAS N. W
Estnu disposlo a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garautindo ludo bom o pre-
sos admirados.
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a.'.......
Caixas com 50 novellos de linha
do -yaz a.....
Duzas de meia* croas superior
qualidade a.......'30ft
Pecas ile babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pegas de tiras bordadascom 1^
metros cada pea a l#0O e.
Pegas de Jitas para cs de q>-al-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unlias fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 3-0,
400 rs. e.......
Pecas de tranca lisas, bronca* e
de cores a.....
Caixinhas de madeiVo com allirie-
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha ftxa para borda-
dos a 4('0 rs. e.....
Pares de meias croa- para nw
us diversos tamanhos a.
Dnzias de meias brancas imii'o
tinas para senhora a.
Pares de sapa tos1 de trum.a di
Porto........
Pares i'e sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Dnzias de baralhos para voltarete
Sylabarios poiiuguczesa. .
Cartees com eolxBteS marraras a
A'jotoaduias para collete diversas
qualidades......
Caixas com penna de a<;o muito
boa de 320 a......
Duzia de linha 200 fardas Alexan-
drede 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obris a.
Duzia e atiulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos...........
Caixas de phosphoros seguranca
muito supiriores a
Berma de papel pautado superor
Besma de papel liso muito supe-
rior a ...........
Garrafa com agua Florida verda-
deira a.......... *6rt0
Quaderno de papel liso amizade 2tf
Carreteis de linba de cores com
100 jardas a........ 20
706
400
500
2,5000
500
500
500
40
400
500
320
2600*
IrfjjOO
I680I
t
.-"
400
506
1*200
40
2400O
240
400
400
40000
3*600
% if]
Nevaloja de jaias.
BlM'DOveABTJOA* -N..
DE
5^-
nearetaa pata amiohos de ferro.
paade sonimaato aa larrafeoa e cutilaria.,
Manoel da Cunlia Saldanha & G.
Acaba 4 abrir-se-esie esiabekicitndato 'da;|. ' tode.'flH*fl*j.iiado u^ne.gtWe. a-is*'"to^oftsivl. Vj-s
1'. ias as ima sern canautida's ouro de ley pas os.sens.donds leudo em vista "55*
,:i.-ft.Uh,,a.Ab nn'i*5i*4S' VflA'i*itrHTiOf te'* miis"'rtttli""-
li fLII DI PAK1S.
20Ilu.i da Iinperatrtz20
Fari & L,essa.
Acaba de chf^ar a esta nosw nova toja e a-
zendas finas um variada sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejam : granadines do ultimo
gosto, popelinas de urna so cor, alpacas e laan-
nba de cores, o que ha de mais moderno, tudu
por baratsimos prego, brilhaotiua- de cores, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitarao de per-
cala, baldes de dina fiopedo saia de eor cem lin-
das barras, fustoes proprios para vestido e roupas
de meninos ; agora grandes e admiraveis ^chin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 'tf. ri-
cos cerpinhos bordados muito tinosas*, baloe
modernos de are s a ti, ricas colchas para cama
alcochoadas. sendo braceas e de cores, a 5, 6< e
7, cambraia victuria tina a H, dita transparen-
tes a5, 6* e 7,chiias finissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 360 -novado,- rs** de cores a,
240, lencos brancas de cassa a 2#o00, ditos chi-
nezes a 3*500 a dniia, madapoln fDa a 6* e
6*800, e omita superrer a-7#,'7I600"e1M, algo-
daozinbo largo proprio para len^ees a 6*. panno
de al odo branco trancada proprio para toalhas
de mesa a 1*600 a vara, nramante para lences a
2*000 e 3*500. o qoe ha de memor, esguiao fi-
mssimo a 2*200 e 2*500 a vara. Mandamos ,na*
casas das Exmas. familias para melhor poirerem
escnlher. Tambem temos completo sojtimento d
perfumaras dosprmeiros fabricantes' france*s-e
inglezes; as pessoas que se dignaren srir a esta
l.ja teraooccase-de,reeonrieeera reahdade ao
queannuociamos para nos justificar.
TRES VaFBHSS
Milito novo d Fer
nando
Em saceos grandes a prego cemm jdc : no ar-
mazm deTasso Irmaost C, ra do Amorim nu-
mero 37
Cabellos
, Vndem-se caballos de toda a corea, qualqner
coDipriniento, qualidade superior, em ca
prgao mais pequea
ife-a. 51, I* andr
na rna da Cadera do Re
o id.uetir' frefi.
nao otviarid1 veiWbaWe'pdptegot-rjs rais'rtaoafveia qae.
Convida-ae o publico a vii>a^rtis^*Wmai')eertr>de qder.lJea eoaytii
jtaneaia sas'ifeito..


A M0tU.OH0.-BUA OQ CABUuA' Tf. 9 A.
LOLtKlA DO RIO
RA''DOCABGA' N. B.
C. Al4IlBa're*daa,, e eadem bilhetes do W*
aMtondedfrreaiaa razan de 22*000, seja qnal
. vA^.PQfC0 i dinheiro *iaU'e aos prlieulares a
1!",'+?Sn.-caM de THODORO CHBJST
OT*/ ra- da .Gnu n. 18, encorifraia*
flcvamente todas-as qualidades de vmhi
Sordeaox, Bourgogne edo Rbeno.
0 ampos da ra do Imperador n. 28, reeebeu
pelos nliimos tres vapores rrregados'a este porta,
dirTerentes'genero* que- Tis das stjas wpwia**'
e divers-s qualidades, merece fazer-se delles es-
pecial men cao ; e avisa nao s ao seu. crescidv
numero de freguezes e amigos, como tambem
aqufllles qae nn'tem qeridO^lronn-kJ com'soa*
fregoezias, enernitraado porfstjwotfv* seriwdif-'
Acuidades em'suppnriem'.se de-boas gneros, por
falla tal vez de qnem Ihes iudiqne-oom firmeza um
esabelecimeato qu corro o sea, po-* edm "ga-
ranta, bem saiisfazr tts fastas lexigtfria# de-re*
peltavel patUica desiaieaflll^qnysa aeha-* en
annaznoi prvido dos tais nove* > variados gga*-<
ros e limiw-se a comear o segnlnte:
Carnee queijis do sertao.
Pr-zuntos tnpletes-e portugneies.
Gimile (nova marca deboaehlhhaii).
petit Pois ao Bearte (ervi>hvn manteigaji,
Chocolate hrispanh'l a U''00a libra.
Conservas a 700 rs. o frasco.
Ole" chamb!i8 Rape Pao lo CoreViro (4aWiiva oansan
Guizados francezes- (Trame). .
Superior champanhe.
Doces fiaos de guiaba, laraoja, raao e baaaaas.
y


Diario de Pernambuco Sabbttdo l POUCO DE TUDO.
MISERIA
Jodelfe fol um
Jorcsceu DO reinado dj ll.-i.riqie II.
reu Ba ida'. s, em extrema m-
ena, df li vertido a c
m represeui las comedias. 11
Jelle iitn soneto escript a Carlos IX. nos
luaos das de, Stta vida. que termina as-
sim :
Qrt te tert if. tu lampe, aim moins e Fkitite y met.
Gil Vicente, o iniciador dooosso tuca-
iro,_escrevia em 1323 :
um Gil... um Gil .. omGil...
Um que nao tem um cettil
Que/az actos a el-iei.
Por aqu se ti que a ventura do poeta
era nenhuma.
Em 1568 fi encontrar Diogo do
Couro, em Mozambique, a Cames, tao no-
bre que coma dos armaos. Depois, no
entro desta opu'enta Lisboa, teria perecido
iningoa, se o Jo nao implorasse para
e!e o obulo da caridade.
(jne grandes incitamentos ao talento!
S PESCADORES. urna otase diga
d lastima e do. Mousinho de Albuqoer-
(jtw, derendfhdo nm dia estes nobres !io
mens, expostos a tod;>s as eventualidades e
C5prirhos do tempo, dizia :
t omchssc laboriosa/ orna clas.-e
pobiissima. que esi sempre n'um estado
de indigencia ; di- que s pode ter conheci-
ment quera tem vivido as costas. A sur-
te do pescador a de sua familia depende
daquirio que ha de menos estavel, de inais
inconstante, depende do vento, e esta a
c asse sobre que se qner lanzar um impos-
to especial, e fundar urna das receilas para
dolar a junta do'crdito publico
DRe valeram as phrases eloquentes do
cidad3o prestante.
O imposto foi lancado, e os pescadores,
sem industria provavel, continuam merc
do fisco.
O TASSO. Hoove algaem que disse' a
tradigo que at nos tem cbegado, assevera
que o Tasso era doudo.
Eis a razo porque tornou-se amoroso
de Leonor d'Este, irmla de Alfonso duque
de Ferrara. Tendo um dia recebido elegi
desta- princeza, por cansa de uns verso? que
loe recitou. senlio-se tao transportado de
alegra e de amor, que a beijoii na frc. O
temerario poeta foi preco como doudo. e
jnlgo-se que efectivamente ello se tomn
maniaco, em eonseqnencia de urna grave
melancola que del!e-se apoderou." Entanio
0 seu genio prfetico nunca o abandonoo
ueste estado* deploravel, e julgase que a
sua doadice eontribnio para ?perfiiQoar o
sen espirito, e preparar a sua imaginagao ?
Se se dr crdito ao abbade de Auhignac.
< Tasso nem mesmo espcrava os intervalos
lucidos que tinha. No meio dos seus trans-
portes fazia versos, e seu espirito nao era
fecundo e bnlhante sen3o quando tinha os
accessos de loucara.
Gareia Snchez, de Radajoz. poeta hespa
nhol, no qul se admira a pureza de estyio,
teve a raesma sorte. Descobre-se nos seus
*ersos a paix3o qoe lhe abale o espirito, e
roe lhe occasiona sua morle. Conceoeu
om amor desesperado por urna de suas
primas. Estes ptaen< menas podem servir
para confirmar o que Descartes diz sobre o
talento fia poe-ia.
ARMAMENTOS.Os Prussianos forma -
vam no dia 12 nm acampamento emLoewa-
tb, dncado de Raden, ao passo que a Fran-
ca agglomerava tropas e material de guerra
em Strasburgo. As primeiras reservas ti-
nham sido chamadas s suas bandeiras em
amhos os paizes.
O plano dos Francezes. se rebentasse a
guerra, seria provavelmente separar a Alle-
manha do Sul da do Norte, occupando o Pa-
latinado e o ducado de Raden, e marchar
em seguida sobre a. Raviera e o Wurtem-
bertf, para impedir a allianca destas duas
nages am a Prussia.
Os diarios do Paris s fallam de prepa-
rativos bellicosos. Projecto de lei para pe-
dir um contingenta extraordinario de.....
1 10,000 homens; conferencias entre os
marechaes e generaes do imperio ; noticias]
sobre a organisago das companhias que
devem f rmar os balalhes de guerra ; tM-
pecg3o do pessoal militar; taes eram os
assnmptos principaes que eccupavam a im-
prensa parisiense dos seus nmeros de 13
do corrente.
No porto militar de Cherburgo havia
FOLHETIWI
i Y1A IIPIS DI MORA
POR
Xavier de Montpin.
ras em dar a
n
arinhei-
PlHTE NKUI'DA.
0 HORSCOPO
(Continnaco do n. 181J.
XI
A emboscada.
Um instante depois, desapparecen Saint-
Maixent por entre os rocbedos erizados de
plaas espinbosas, que all se amontoa-
yam at mais nao.
J Olympia tinha perdido de vista o
marquez, quando em torno d'ella se oa-
viram quatro assobios, d'esta vez muito
agudos e destinctos, qoe vinham de oppos-
las.direcges.
Surgiram ao mesmo tempo do m.tto
quatro homens de muito m catadora, qne
w encaminbaram parr a senbora de Clia-
gny.
Esta, ao attentar n'aquellas caras da ban-
didos, sentio-se atemorisada e qniz fugir;
na es quatro homens cortaram-lbe o passi.
Tentou gritar e pedir soccorro, chamar o
aarquez, que n5e havia de estar longe.
sa%s nenhum som pode articular, o medo
mbarg.-va-lhe a voze tirava-lhe a falla
Os quatro bandidos foram-se adiantando
at ebegarem muito perto de Olympia.
A fidalga reuni todas as suas forjas, bus-
cao tomar a maior presenga de espirito e
Aalbuciou com a vz. desfallecida:
Que me qoerem ?
Um dos bandidos tirn o chapeo sujo e
disforme, fez urna corlezia grotesca, e pon-
i a mi no pero, resptmdeu :
- trj>a n
Semelhante moviment n?o se tinha vi
aq^H .Mierri da Cntna.
ac do
mbeaul\ negado a armar se,
bem como ortes Qalvao e Garona,\
o peniittimo coin o e$tado-maior e a tripo-
laclo da)owffc ; o olttmo com o estado-
maior e a tripoiago da Mame.
Su'pend.iram-se-em Cherburgo as licen-
i.as marinhagrm, e de Dunkerque e Nan -
tes esporavam se 100,000 toneladas de
tarrifo:
No dia 11 entrou era Cherburgo a es-
quadra couragada da Mancha, compesta da
nao almirante a Gauleza, da fragata Flan-
dres e da curveta' Joanna (Trc. Todos
estes navios couser>am as caldetras ac-
cesas.
Tambemia armarse em Rrest a curveta
couracada Thetis Outra courafada, o Alma,
que se dirigia a Rabia e a Montevideo, re-
ceben ordem em Cdiz de volt;r para a
Franca.
0 grande transporte de hlice Melle, en-
trdu uo porto de Rrest procedente de Cher-
DUTgO.
Finiimpn e ontro grande transporte era
esperado a cada m itnento em Toulon, para
engrossar a esquadra de transportes/
TEMPESTADE. No dia 9 do corrente,
entre as seis e seta horas da manh3a, re-
bentou sobre Paris urna grande trevoada,
a-ompanhada de f rtes rajadas de vento e
alguna 'gaaceiros.
Ca'iram raios em muitos pontos da me
tropo'e franceza, e principalmente no gran-
de e no pequeo Mooirouge, onde tres
casas quasi contiguas foram visitadas pela
electricidade, que causou baslanes estra-
gos, roas nao tocou em pessoa alguma.
N'uma fibr ca de fuodigao s-iuada na
ra Fo'ie-Mericotirt, onde j trabalhavcm
inuios operarios, apesar da hora matinal,
p natrn tambem urna fusca elctrica, mas
nSo causou sen31 o susto cooseguinte de si-
mili--inie isita.
Em Arcuetl, um proprictario que passea-
va no Seu jirdim foi derribado pelo fluido
elctrico, mas tdizente nao solreu outro
mal booSo a queda.
TREMOR DE TERRA.-No dia 24 deju-
nh sentir, m se violentos abalos de trra
-m AlexTiiiriii, no Ca>ro, em Ismaila eou-
tns ponirs do Egyp o.
Eai Alexandria o primeiro abalo prodn-
zio-se s doras e 20 minutos da tarde.
As trepidafos foram precedidas e acom-
panhadas- de um estro'idn subterrneo se-
melhanle a longincua detooafSo de arti-
Iher a.
O i rimeiro abalo, qu^ durou .de sete a
oiio segundos, foi (iouco fone : o seguinte
que Iho socceMen cora alguns segundos de
in'.e, val", foi muito mais forte ; o terceiro
foi menos violento.
Os abalos eram na direcc5o de sudeste a
noro,">te.
a' excerc'o de nma casa qne se desmo-
ronou ao p do forte Napole3o e que n3o
caus- u nenhum accidente, houve poucos es-
tragos na cidade.
No mar sentiram-se tambsm fortes com-
moces, e no porto os navios ancorados fo-
ram violentamente, sacudidos. No porto No-
vo aana saltou ans caes coito que impel-
irla p r nm tuf3o.
Os habitantes de Alexandria sahiram lo
dos para a ra receiosos de ficarem sepul-
tados debaixo das casas e n3o ausaram en-
trar u'ella senao pascadas mnilas horas,
;>orque receiivam que se seguirse ao pri-
meio um segundo tremor ds trra.
No Ca.rn, *s irepidacoes que se produzi-
ram mesma hora que em Alexandria foram
muito oais fortes. A primeira ocilla?3o
que fui perceptivel s para algumas pessoas
foi seguida, com doos minutos de interval-
lo, de lra m is forte, e depois, de urna
terceira, qoe levou o susto a todos os ha-
bitantes. Era que mais depressa poderia
fuL'ir para as mas e pravas. N'estas a con-
fuso era enorme, principalmente depois do
terceiro abalo, augmentada pelos cocheiros,
que fustigavam os seus cavallos cora raiva,
como se o perigo os nao ameagasse tanto
como aos que coniam menos!
D.s pracas e das mas toda a gente ti-
nha os ulhos utos nos edificios, que exe-
cut vam um movimento de oscillagao muito
notavel. A casa da agracia dos vapores
fiancezes ticou fendide de. alto a baixo, eno
hairro de Kuroniich desa'oaram muitos edi-
ficios.
E^eja dfseangada, senbora marqueza'
n3o lhe faremos nenhum mal.
Pergunto-Ihes o que me qtierem. S3o
ladfss ?
Lad oes, nos I redargnio o interlocu-
tor da forinosi Olympia, fazendo um gesto
de conrea* indignag3o. A senhora mar-
queza ofande com essas paivras uns po-
bres desgranados que, em pontos de hon-
radez, pedem megas com qnalquer. Longe,
bem longe de trazermos intenc/es ms,
confiaram nos urna incumbencia que da
honra : somos os agentes', mais ou menos
diplomticos, de orna reconciliado conjo.
gal; viraos prucurar a senhora marqueza,
da parte de seu marido o muito nobre e
poderoso senhor marquez de Aobray de
Cbavigny, que n3o pode viver por mais
tempo assim privado da agradavel compa-
nhia de sua joven esposa. .
E se eu n3o quizer segui-los ? per-
guntou Olympia estremecendo desde os ps
at a cabera.
NSo creio que a senbora marqueza se
recuse isso, porque bem v que somos
os mais fortes.' E demais, nada tem a
receiar da nossa parte : teremos por sua
eps-oa as .mais apuradas .considerado s, e para a maior espessura do bosque
se a senhora marqueza cahir em si, como
eu acredito, e nos acompairaar.de boa von-
tade, nao teremos a triste necessidade de a
amarrar e, amordagar.
Infames Alacam me por cuidarem
qne eston indefeza. Mas nSo tarda que
venha alguem em meu auxilio.
Sabemos perfectamente que a senhora
marqueza conta com o auxilio de um fidal-
go ; nos, porm, somos qaatro, arriados
at mais nao, a dispostos i tudo ; se o tal
fidalgote zer a asneira,de se iqjromotter
no que n3o lhe importa, us saberemos dar
boa conta d'eile. De maneira que se a
senhora marqueza aprecia a vida do seu
defensor, doo-fhe de cnselho qoe venha
comnosco. O senhor de Chavigny, ha tanto
tempo privado da presenga da sua amada
consorte, impacienta se e peiora copsidera-
te, durando ca
se^un
lmente, o tremor
ia mutos annos e te
tidono Egv aoden-s:
ental do mr Ve-mtib
tambe
)uve ti
'formato
t ourae-
iv^ncfc rS

llARIKARl.-Sir H. Parke, ministro da
Gran-Rretanba no JapSo, acaba de enriar
ao mioistro dos negocios esiraoneiros da
raiha Victoria um resumo dos imeressao-
tes debates que tiveram lugar no parlamen-
to japoaz a proposito o"e urna proposta
tendente a prohibir o costme nacional do
harikari, suicidio qoe consiste em abrir o
ventre e que cobstitue um privilegio reser-
vado classe nobre ou militar, autorizada
a trazar dous aifanges, nao s para se de-
sembargar do fardo da vida, mas anda
para esc-par, por urna acg3o heroica e na
apparencia voluntaria, ignominia de ama
condemoagio.
O promotor da poposta, secretario da
cmara, entenda que se devia conservar o
harikari, mas s quando se tratasse de
comprir um< ordem do soberano, pos n'es-
te caso tinha o carcter do castigo; mas
pedia que nao podesse ter lugar para sub-
trabir o criminoso s conseiuencia* infaman-
tes de urna sentenc. Que elle espere, dizia
o pronene, a apreciaba o da jastica sobre a
sua in ucencia ou culpabilidade. Em apoio
da sna proposta, acresceBtava que o hari-
kari col loca no mesmo terreno o iimocent''
e o culpado, que fecha a porta ao rrep<-n-
dimeoto, finalmente que desconbecido en-
tr os povos da Europa.
Miis de 70 oradores fallaran) a favor do
harikari: uns invocando a sua' aati^ ori-
gem, os ouiros considerando-o cm' urna
pro va de honra e de respeito pelo jura-
mento u os homens. Snpprimir o harikari,
iiisseram elles, assimilar a nobreza s ou-
tras classes e afemina-la: fechar a porta
honra, derribar urna das bases da Coosti-
tuigo, risear do cdigo om dos mais po-
derosas incentivos da virtade
Procedendo-se votacio. s tres mem-
bros approvaram a proposti. Duzentosre-
goitaram-na.
O MUNDO DOS JORNAES. A Expm
can geral dVi siiwico do imperio da-nos a
conhecer qnal foi o movimento da imprensa
em Franca, durante o ultime anno :
No dia 31 de outubro de 1868, publica--
vara-se em Paris 82 jornaes polticos e 606
jornaes n3o polticos ; e no-di 31 de ootu-
bro de 1860, contavam-se ah 88 jornaes po
Uticos e 603 jornaes on folhetos d3o potiii-
cos.
No dia 1 de novembro de 4868, ao da
I de novembro de 1869 foram declarados
no governo civil 63 jornaes polticos, dos
quaes \\ nao chegaram a sair, 6 sairafl) e
suspenderam a sua publicac3o, e 13 sraen-
te viverara.
porque mais fcil declarar a inteacao
de estabeleeer ura jornal do que crea-lc*. e
da-lo luz, do que conservar-lhe a vida.
Se se quber comparar com algomas epo-
chas anteriores :
Em 4818, contavam-se em Paris 450jor-
naes ou felhetos peridicos, dos quaes 8
jornaes polticos quotidianos smente.
Em 48il, havia 42 jornaes polticos ; em
1827, chegavam ao numero de 46 : o gran-
de augmento principiou s depois de 4836,
epocha da funda?3o da assignatura a 40
francos por anno. Por isso em 48W>> Pars
possuia 26 jornaes quotidianos, juntando
entre si perto de 480:000 assigoantes, e
mandando para o sello 80 milhes de folbas
de papel por anno.
Em 4835, o numero total dos jornaes em
Franca eleva-se a 605, dos quaes 347 para
Pars e 258 para as provincias.
Em 4845, este numero era da 750, dos
quaes 230 em Paris e 5f. as provincias
Em 4841, crearam-se 450 jornaes novos
e em 48i9, mas 200. ,
O rgimen de 4852 acabou da repente
com tantas folhas.
No entretanto o movimento retomou a
sua asceng3o.
No dw i. de Janeiro de 1865 a Franga
pnblicava ao todo 1:09S jornaes. dos quaes
337 polticos e 63 pertenciam a Paris.
No dia ,1. de Janeiro de 1866* o numero
total era de 1,617, dos quaes 330 polticos.
Resulta da corita definilim dis recatas
do exercieio de 1867 que o sellnos jornaes
produzio neste exercieio 8,074',74^ francos
60 centmetros, e no exercieio ,' precedente
francos 7,240,3-27, 61 citimetros.
a orna
^bd^os a quiahemos
|MHbMtt- n ipUres *a>pressjj puri
dia. ,
Mas esta qaintidade anda n*> repres*
alidada d*-papel era movrenlo cada
dia, pois que preciso juotar-lbe circula-
g3o dos jornaes pequeos nao Sellados:
Asim, conforme noepojenos p^.oduzidos
na cmara, no d 1 de marco 54 4866, a
tiragera m<;da da iraprens qotidiana poli-
tica, em Paris, era de 35* ;000 nume,ros.
diz Mr. Ha ti o na sai Bibiogruphia erk ca
histrica da impre*9a peridica, da qual
extrahimos alguns d'estes algarisraos.
Em 1828 o sello da Paris Dio sellava's-
r3o 28 milhes de folbas ; em 1836 sufcio
este numero a 42 mifbitts e em 1813 a (VI
milboes.
Eis os resaltados de ama pequea excur-
go ao extrangeiro :
Em 1842, c-j jornaes ingieras ftzeram sel-
lar 50 milhes de folhas e en 1848. 90
milhes.
Era 1821, a foglaterra contava 287 jor-
naes de toda especie; em 1834, 295, em
4844. 472 ; em 1861, 1,192 ; e era 1866,
1,257, dos quaes 78 quotianos.
Em 186-4. os jormes quotidianos ioglezes
tiravam por dia 2W,000 nmeros, e as pu-
blicaces hebdomadarias 2.280,000 por se-
mana ; sem contar a tiragera dos jornaes
dos condados, das revistas etc
A Alleraanha contava, em 855 ; IvBOO
jornaes aos quaes juntavam-se 860 folhetes
scientifieos- e Jitterarios.
A Russia. em 1858 nao ^omprehenden-
do'a Finlandia (uns irima} e a Polonia, ti-
nha 179 jornaes.
Era 185$ na Italia eohUvam-se 211.
Mas nos Estados-Unidos que o movi-
mento da imprensa mais consideravel.
Em 1866, o numero d-' jornaes era de
mais de 4:tKX).
A China possuia urna especii de jornal
olucial, cuja asignatura- custa poaco mais
ou menos doze francos
A India, gracas aos ingiezes, publica mais
de 60 a 70 jornaes, redigidos tanto pelos
indgenas co no pelos missionarios, e a Aus-
tralia, outra colonia ingteza, tem perto de
um ceoto.
UM R RBARO IRM.iO.- horrivel a
historia que varaos narrar e que se passou
nos Estados-Unidos.
Morava em Lombard.Street, Philade?phia,
um tal Jos Herrigs, cujos-visinhos eram ha
muito tempo despertados alta noite por um
estranho ruido.
Um d'elles M. Gibs n, mais particular-
mente incommodado pelos- gemidos e gri-
tos que ouvia. informou-se com os outros
s pelo que oaviu convenc#;>-se que existia
ura lonco oa casa contigua sua.
Preveniu-sea polica, a qal passou a dar
minuciosa busca na casa mdigitada, busca
que deu em-resultado fazer-se urna deseo-
berta aterradora.
Acbou-se encerrado era- um estreito e
raseravel quarto de 10 ps de comprido e
8 de largo um individuo compl jtamente
idiota, da un aspecto repugnante, tendo o
corpo coberto com urna grossa sarapilheira,
a cara coberta de urna longa barba, ama-
relia e m (tratada.
Nao ha ia ahi um nico movel.
O stno era formado de-pedaros de pu
de pinbo grosseira e toscanwnte apparela-
dos e acia*a-se em um estado de immira-
mundicie kidiscriptivel.
O home preso neste lagar ign -t>.il fbi
reconheciO' pelo rhamado-Jd Herrigs,
irmao do proprietario da casa. Eslava all
havia 22 annos.. s
Seu irraao mas idoso que ella vinte an-
nos tinbato encerrado alli com o fim de se-
tornar nico possuidor de uns bens que
deviam ser partilhados entre os dois.
Este desgracado nao tinha antes da sua
pris3o manifestado o menor indicio da alie-
uagao, m*s os maos tratos prolongados, de
que foi vi-tima, o triste rgimen a que fura
subradtido, a privaco do espectculo da
natureza. completa sesregaclo dos seus se-
melhantes lhe. destruiam corapletamente a
razo.
sua adlj
deF
liare* dentarios
d>es^H
9e
tecido por este ei
robos-
dea
O mireehal Mac-Mafton sano da escora lumirapalso fon do um
velmente ; nao o fagamos esperar. Temos
os cavallos aquL pero ; digne-se, pois, de
nos seguir, senhora marqueza.
Nunca respondeu Olympia com ener-
ga.
Diz, isso .terminantemente, senhora
marqueza ?
Nunca, cem vezes nunca !
N'este caso, para os grandes males
sao os grandes remedios! A nossa tengao
era fazer as coosas pacificamente e sem
violencia ; mas a senhora marqueza qne
faz com que nos desviemos do nosso propo-
sito, e j que de nada serve a persaaso,
faremos uso da forga. Eia, camaralas, va-
mos isto I
O loquaz bandido foi pondo por obra o
que dizia ; pegou na formosa O ympia pe'a
cintura e po-la s costas, apezar das vigo-
rosas pancadas que a ridalg< lbe dava na
cara com o cast3o do chicote, que um dos
bandidos lbe tirou depois da mo.
Os demais amarraram roda do corpo da|
marqueza urna comprida facha que traziam,
e assim conseguiram paralysar-lbe os mo-
vimentos. D*ahi deitaram a correr todos
qaatro com a soa prisioneira, dirigindo-se
J dissemos o effeito que o medo produzio
principio na senhora de Chavigny. A emi-
nencia do perigo que lhe restitoio a voz
e entrn a gritar com toda a forga:
Acoda me, senhor de Saint-Maiient,
acuda-me!
N'aqoee instante reappareceu o marquez
entre o mato, pouca distancia d'all, tra-
zendo o cvalo pela redea. Aos clamores
de Olympia respondeu com nm grito surdo,
e desembainh mdo a espada, correu para
os qaatro bandidos, -qoe -se dialam emissa-
rios do marquez de Aubray de Cbavigny.
Os alde3os, com o peso da carga que
leva vam, nao podiam andar moito depressa,
aera evidente que o marquez os alcancaria
antes de terem cbegado ao centro do
mato.
Pela- pon tas de Satanaz 1 gritn com
Jo
raaior;,osseosor!fleifOs feito de armas
foram em frica, distiogow-se no cerco de
J$tu;;rpa'; da volta ao* exercito d'Aiea,
foi posto ta ordena do dia pelo seu eom-
portamento do careo de Consfantina: eo-
reoel do 41 de liona om '845, general de
brigada era 1848, general d divisSo em
185i. teve um grande pape r guerra da
Crim*. Eocarreg^fta da levmtar as obras
de Malafeoff, aguento-se ahi drente algu-
mas horas- soo urna drava de bulas, a,pe-
.sar dos es/orco3 encsrOigados dos russos,
ane por cinco vezes teotaram desalojal-o,
Em 9VJ lou ama espediftao c utra os cabilaa ; e
em 1859 tomou parte na perra da Italia,
onde coatrWntu de amnwdo decisivo para
a victoria deMbgeTita, obeyndo ao campo
da bata i ha exactamente qiiando a ae^So es-
lava indec:. Na- mesmo campo recebeo
o titulo de duque e o basto>'-de marecbal.
Em"novembro'de 1801 foi o marechal
Mac-Mahon enviado como embaxador pora
Rsrlin.
Nimbado goverfladt r gera da Argelia
por decreto do 1" de setembro de 1864,
teve qne atravessar sHuaees *fliceis. onde
sempre se port< ;'r altura des circume-
lancias.
i Con a sua energa reprim a msurrei-
c5o das tribas sublevadas e contribuiu coaa
sacrificios- pessoaea- para diminuir os hor-
ivrfts de uraa f me espantosa.
senador desile !Bo6 e gr8- gi3o de Hirara desde 1853.
ROA PAGA !,No principio de anno de
1867, Izabel rainha de Hespaeha estava
era Paris e precisava mandar a Hespanha
urna pessoa de eonfianca com uraa m"S3o
Secreta. Um hespanhoi n3o podia encar-
regar-se rKestemandao-, acceitou-o um frao-
cez, que foi acompanhedo por un italiano
de Bolonba. chamado (iasalini, qjie devia
corrrsponder.S' com a- rainba. A^Sra.'Ca-
salini Qcou em Paris, seu marido devia es-
crever-lhe n urna cifra eonvencionada, para
ser por ella- traduziifa rrainha.
O agente e seu competiheirofora logo
itesci>berto9 ef presos petes auuVridades
l>espanholas> conseguindh serem soltos pela
connivencia de alguns empregados suoal-
ternos do governo.
Casalrai e sira mulhar-oo podeod obter
da rainha Isabel a. reeompensa de seus
de seus servicos, intentaram contra ella e
seu marid !>. Francisco de Assiz urna
aa0o civil, pedindo-lhes- 25:006 francos de
iniJemnisac3o-
A rainha laabel e seu marido contesta-
ra ra a competencia flus triounaes- france-
zes para conhecerem da-* questSo. t
Q tribunal da 1.a iniwicia jolgoa com-
petente o tribonal, por que, pisto que em
regra os tribuflaes fransvzes n3o julgassem
as questes eatre estrangeir'S, na- especie
sujeita era ompetente o tribunal, por que
e tratava d* execugo de um contrato fei-
to em Frraga, e os reo ao provavam que
tivessem oulrod -micilie-onde podessetn ser
demandados
A rainha Izabel appeHoo a o tribunal de
2.*'instancia de larou o tribunal'competen-
te, por que e-facto do governo fpancez con-
ceder asylo- a um soberano desterrado do
>eu- paiz por acontecimentos polticos n5o
consume a authorisac3o de domL-ilio, que
tena por ohjecto o goso dos d, eos civeis^
nem estbeiece a acquisigo de domicilio
pekis regras ordinaria*.
Casalini pre-tou na servio rainha de
Iljspanha, arriscou a sua vida, e anda pa-
goo as cusas .'
DIVERTIMENTO Dfi UM HIPPOPOTAMO.
Ura curioso espectculo, dix ura diarro
pariziense, seguido de ura pnico que
felizmente nao teve consequencia desagar-
daveis, attrabio ltimamente: uraa numerosa
ooocorrencia s marg ns do Sona.e s pon-
ftes prximas do Jirdira das Plantas.
Era coosequencta da secsa que ha muito
se faz sentir, as cisternas a lagos do- Jar-
Est hoje em um hospital de Ppiladel- dim das Plantas conteem. apeaas algaras
agua estagnada, insuficiente de lodo para
as; necesidades de algura dos seus hospe-
des. Por assft motivo tom o hippopotamo
de ser banhado todos os- das no meio do
Sena.
Ura carro, paxado por dous cavallos, con-
duz a araphibio raar,era, e este, por meb
phia e dessespera-s* de oura,r. Jos,Her-
rigs vai responder instiga pelo.s^u crf-
rae. Est era l.berdade,' tendo dadj urna
fianca de 4: 5005000 rs.
O.MARECHAL MVC-MAHON. -Este ge-
neral, que commanda o primero corpo de
ir chocarreiro o homem que levava Olym-
pia s costas. Isso mesmo nao ter d das,
pessoas que a estmam 1 Acaba de pro-
nunciar a sanlga de morte d'esse fidalgo 1
Nos c somos pessoas ih> b-ra, e oassassinio
foi sempre alheio aos nossbs cslmes';
recae por conseguate na sua conscieoci -a
homicidio que vamos- corametter. Alto ahi.
camaradas; lembram-se q.e o senhor d
Chavigny recompeasa generosamente os
nossos servigos o mister que o dinheiro
seja ganio honradam-nte.
Os quatro bandidas voltaram-se e cada
qoal engatilhou a sua pistolla.
Sarat-Maixent corria par elles, brandin
do a folha delgada e flexivel do seu flo-
rete.
Quando elle chegon ao alcance da bda,
bradou o que pareca ebefe da quadrilha:
Se d mais um passo, man lamo-lo
para o outro mundo !
Randidos I gritou Saint-Maixent
E em vez de parar correa mais depressa.
Fogo 1 disse o primeiro salteador.
Partiram quatro tiros um lempo.
Olympia, toda espavorida, coidou ver
Saint-Maixent atravz de urna nuvem de fa-
ino, vacillando e quasi a cahir ; mas foi de
certo illusao, porque o nosso h-re, em
vez de cahir, deu om sallo prodigioso, e
atirou-se aos bandidos.
Os patifes levavava espadas cinta, exac-
tamente como se fossera fldalgos, e desem
baiohandoas rpidamente, esperam o ag-
gressor p firme.
A marqueza nao desmaiou por causa da
excitacao nervosa que Ibo dava alent ; ia,
prm, ^4 pezar seu, perdendo o sentimen-
to da realidade; o qua estava alli vendo
parecia-lbe ura sonho.
Travoase effeclivamente um eombate
singular, combate de om bomem s contra
quatro espadacbins, lata formidavel, que
reerdavaas prodigiosas faganhas do-lempo
cavalleiroso.
0 marquez fazia frente ao mesmo tempo
todos os seas adversario?. Multiplicava-se
dos elos, fez se ao largo, enebendo de snito
alguns nadadores que fugiram para trra a
toda a pressa.
brincalbSo africano foi primeira fazer
urna visiataa um barco-mnibus que estava
para partir,, e as pessoas que esta^am nelle
entraram enr altos gritos,apenas viram apro-
ximar se o importunio visitfll. Este, sem
fazer caso de taes deroonstrafles, dirigio-se
d'ahi a um barco de. lavadeiras e cota a
anca deu-lhe dous fortes abauftes, Com gran-
de terror das podres mulberes.
Finalmente terminou o sen pasieo. por
urna excurs3o ao estabelecimento de baobos
da ponte de Austerlitz, que fico^naio ifatn
aDrir e fechar de efcos.
A este tempo, ciocoenta baV#6 se tinbam
posto em perseguigo do fugitivo. Algn*
dos seus guardas baviam at cbegado- a nada
ao p- d'eile ; mas n'aquella peile escorrega-
dia io havia presa possivei, a quando al-
gura consegra por-se lhe a cavaleiro,' elle
dava um mergulbo e llvrava-se do seo per-
sega dar.
A final, depois de mais de oaa hora de
esforcos, oonseguio-se agarrar a pona da
cadeia e, atada a esi.a orna corda solida-, fbi
o hippopotamo em breve espaco reintegra-
do no se pooso ordioafip.
UBIA ANDOKLNHA AfiCUSADOUA.Sa
escala zoolgica nao s o bomem que
chamado a oecopar a atteno3o dos tri&onaes,
Em Francas- em menos Hluramadas pocbas,
J foi processado e sentenciado forea om
tooro que tdra causa da morte de om bo-
mem. '
Ao revez deste caso, segundo o qo* com
verdade ou sem ella refere om jornal alle-
ra-io, urna andorinba que em breve Ago-
rera cooo aocusaoora n'um-proeesso. Eis
9 caso :
Ha das, estando aberta.a jjuiella do tri-
bunal de porcia correccional e Berlin, en-
troo por fila urna andorrana qoe, extesua-
da de cansaeo a oihos vistos, o pousar na
mesa do presidente. A pobre avesita n'ataa
das pernas trazia atada urna taboinba, ojo
peso e embaraco era o que a. fasta cansar:
ora justamente neesa taboinha. tioha o mal-
doso folgazaOj.aiitor do brinqped, escript
y seu nome e morada.
Por om smgularissimo acaso a pobre an-
dorinha fra por si propwa denunciar o seu
algoa e pedir justica qaem nelbor do que
singoem a podia vingar. Consultado imrae-
dtatanaente o araranak de Berti, verificou-
se que a morada indicada era exacta e o
individoo, cajo nome vmha escript na ta-
bea, foi competentemente citado pera res-
ponder a orna polica correccional por mos
tratos commeUKlos contra um- animal. O
menos que ter de pagar d mulla s3o....
4d500.
Em qnaotono tem lagar o jmlgamento.
a andorinh tem sido guardada no tribunal
e alimentada > custa do tbesouro. A ta-
boinha que constitue o corpa-de delicto foi
depositada em lugar seguro, para ser apre-
sentada no dia da audiencia.
O jornal que isto refere b5o dos informa
se a andori ha, herona desta causa, que
nao deixa de ter sua singuleridad, decla-
rou prescindir de adtogado para aecusar o
seu martysador, e se apresenlar no tribu-
Bal 13o sabida em legislacjio, como se mos-
trou orientada na situ c^o dos tribunaes e
conhecedora das pessoas a quem devia diri
gir-se para reclamar de sua justica.
DIPLOMACIA.Em am ios uUimos rj-
latori'S do governo inglez ericon ra se es-
pecificado o angraent < da rftspeza desde
1851 com o venetmento dos diversos- ern-
baxadres, ministros,. encarri-gadus d8 ne-
gocios, etc., nosseguiotes paizas:
FraBca, 10:000 lionas :.Turqin, 8:000 ;
Russia, 7:800; Austria. 8:000 ; Pra-sia,
7:000 ; Hesparn, 5:000; Estados-Unidos,
5:000.: Portugal, 4:000; Rrazil 4:< 00 ;
PnzesRaixos, 3:600: Blgica, 3:180;
Italia, 5:000 ; Biviera, 3:600; iaamarca.
3:600; S.iecia, 3:000: Greci.'i. 3:500 ;
Su^sa. ifSO; Wuhmberg, 2.000; Rep-
blica Argentna, 3:>di0; R'public;s da
America Central, 2:OJ0 ; C iili, 2:000 ; Pe-
ni. '2:000 ; Colurabia, :UOO ; Venezuela,
:000; Equaior. 1:430; Coburg i, 400;
Ore.sdan, 500; Dirrostard: 500; Roma,
300; Prsia, 5:000; China, 8:0JO ; JapSo,
4:000 libras.
com agilidade quasi phaota tica par* evitar
todos os ataques que he dir-giara.
' j A folha do florete, semelhanta 3* um
iririquedo de enanca, en ontrava sem ces-
sar os compridissiraos espades dos quatro
bandidos, a do continuado choque salivara
ripeadas falseas.
- Gahio uro dos borneas, murmurando a
maior das blasphemias.
Ha'um e nada gritoi Saint-Maixent,
cujo fl rete c ratina oa redoraoinhando cora
extraordinaria ligeireza.
Poucos minutos depois cabio no chao
outro bandido, langandosurJas'xclamags
de dr.
Ha dous e n3da disse o marquez
Agora i?ual a partida Nao tarda a vez
d'esles dons!
Os outros, poram, na) se mostraram di
postos a esperar a prxima realsaC3o d'a-
quelle promettimento ; viraram a freute
retaguarda n'um abrir e fechar de olhos, e
pernas para que te quero 1 t
S int Maixant anda os seguio at desap-
parecerem entre o mato, e v; Hou depois
para ao p di senhora de Chavigny.
Ah murraurou o marquez lodo ofle-
ganle. Est salva, finalmente, gracas ao
co 1
E gracas ao senhor, meu amigo, res-
pondeu Olympia. N3o est ferido ?
Ferido ?... d3o ; creio-que o3o, ou
pelo menos nao sinto dr nenhuma.
Os tiros ]ue dispararam ?...
Nao souberam acertar-me, os desa-
zados; a coosciencia di m aeco qae de
certo Ibes fazia tremer o pulso.
Mas, credo 1 esse sangue I... balbu-
ciou a marqueza emoallidecendo.
Destinguiam se- effectivaraento algumas
gotas da sangue na camisa do marquez.
No calor da refrega, a ponta de am espado,
manejado com ponca habilidade, rogara
levemente pelo peito do fidalgo, arraahando
um pojeo a peUe.
f Isto n3o nada, respondeu o marqaez,
depois de reparar na ferida; nma peqaeoa
arranhadura sem nenhuma importancia. N3o
pensemos n'isto, que o ao merece, e dga-
me, acaso adevinba qual poderia ser o in-
tuito dos bandidos.
Elles raesmos disseram qne vinham
mandados por meu m>ndo, palo marquez
de Chavigny, para se apoderaren) de mim
e levarem-me sua casa, ou por vontade
ou forca.
E atieve-se a recorrer meios tao
odiosos um hornera cojo apellido a senhora
usa! bradou Saint-Maixent. J esqaeceu
iwr van tura que a soberana sellenca dos
tribunaes ordeno o divorcio e restituio a
libjrdade prima ? | E' preciso que esse
homem tenha perdido o juizo 1
O marquez aborrece se, e quera
vingar-se de mira, satisfazendo o seu odio-
. E' isso, tom razo. a idea havia de
ser essa. Falharam felrzmen(e os clculos
do veiho, e parace-me qua nao ter desejos
de fazer aovas tentativas ; em todo o caso,
andaremos prevenidos. Nao fiqoemos porm,
nem mais um instante ao p desees repug-
nantes calaveras ; voltemos ao castello;
jqui est o Rrfph. Varaos depressa, miaba
prima.
cavallo do nosso hroe", o fogow 'Ralph,
que j se tornara dcil e obediente, esta-
ba roendo na herva mui'o socegado da sua
vida
Saint-Maixent foi bosca-1o pala rdea,
lovou-o p.ra onde estava a marqueza, qne
levantou por baixo dos'bracos epoz na
sella.
Que tem ? perguntou lhe Saiot-Mh
xanl com viveza.
Sioto-ma bastante fraca,'respondeu
a marqueza om voz desfallecida. Impres-
sionou-me tanto o (jne soacaba de passar,
que mal me posso saster. Parece-me qua
vou cahir.
E vacillava, effactivamente.
s
B-
(Continuar-
tP. DO D AKIU
DUQUE US UX1A6


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