Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12161


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Full Text
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ANUO XLVI. NUMERO 180
PAEA A CAPITAL E LUGARES OtfDE NAO SE P* FOBTE.
Por tres metes adiantados.................
l'or sois itus iik'i'................^
Purina anao idem.. m...............-
SEXTA FEIRA 12 DE AGOSTO BE 1810
aooo-
I ,5000
24,0000
320
PABA DETO E fl)RA DA PH07HCIA.
Por tres mezes adianUdos
Por spi8 ditos idem.
Por, nove ditos ideo .
Por um anno idem
617(5
130500
204250
274000
Figneira
mAO AE.TTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Aives A Fi.hos, o Para ; Goncalve, d Pmio, no Maranbao ; Joaqnim Jos de Oiiveira, no Ceara ; Antevio de Lemos Braa, no Antea* ; Joao Mar Jal Cfcavee, no Ass ; Antonio Marqw^da Suva, *> Natai; Jos Jostino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na ViHa da Pen*a; Belarm* des Santos Bokio, era Santo Antto; Dom*go. Jos da Costa Braga,
. iu.. -. n.L:. w... n:ft.:_. f......_:!, in. Aa Iinairn
em Namett ; Francisco Tavares da Cost, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alies, na Babia ; e Jos Ri&eiro 6>eparinbono B*> de Janeiro.
SVv-
PARTE OFHCIAL
efioTerno da provincia.
BiPEDlRTTE ASStfN'ADO PULO F.XM. BU. FREDBIUCO DE
AUEIOA E ALBUuBKQUK, PRESIDENTE DA PROVIN -
CA. EM 16 DE MAUCODK 1870.
l.-erglo.
N. 435Dita ao bario le Itajub.Cabe me a
a-atisfagao de paiteipar V. Exc, em resposta
ao seu offiio de 21 de leverero prximo fiodo,
que uesla data remello ao Exm. Sr. ministro da
gisrrn, pira ttr o conveniente destino, a carta
de Aquila, dirigida ao sru augusto (ilho o prin-
cipe 0. Pelippe, visto como onjla ler elle asienta-
do praga no exerctt) brasileiro. Aproveito a op-
pirtunidade para'presentar V. Exc os protestos
de minha perfrita estima e considerago.
N. UPortara ao Exm. Sr. general comman-
djute das armas.Tomando em comideraglo'o
que.V. Exc. expoz em seu offlcio d'esta data, sob
D. 160. acabo de expedir as convenientes ordens
nao Ihnoiiraria de fazenda para ajustar con-
tar at o dia 18 do correte ao batallio n. 53 de
voluntarios da patria, como tambem ao director
d > arsenal de guerra, para mand ir recebar no
ouartel das Cinco Pontas e condnzir para o mesmo
rseoal o armamento c oquipamenl > d'aquelle ba-
talnao, que tein de se dar por extiocto no dia 19
desta mez ; assim flca respondido o seu offlcio.
K. 1.1".Dita ao director d arsenal de guerra.
=Mande V. S. receber no quariel das Cinco Pon-
a? e eooduzir para esse arsenal o armamento e
eqiiipamento do hatalhao n. 53 de voluntarios da
patria que '.em de se dar por extincto no dia 19
de correte, devendo V. S. apresentar a conta da
despeza que lizer com o transporte, para ser ra
demnisado pela tbesourana de fazeod.
N. 438.Dita ao inspector do arsenal de mar-
nlu llanda V. S. alistar na companhin Je apren-
dizes ariifices de-se arsenal o menor Claudino, tj-
ltio de Jesuina Antonia de Souza Reis, visto estar
nal con lines do regulamento, como V. S deca
roa em sua nformiiga desta data, sob n. 1923.
N. 439.Diti aoraesmi.-Logo que tiver sido
effectuado o fornecimento do carvao neeesario ao
vapor lapicur, c^mo se recommendou em offlcio
4e liontem, deve V. S. coramunicar-me, declaran-
do em quanto importiesse fornecimento.
N.440.Dita ao capillo do porto Commanico
i V. S. p^ra sen conhecimento que, segundo cons-
la de participarlo do secretario de estado dos neg
oos da marinha de 2 do corrente. a respectiva in-
tendencia remelteu V. S. pelo vapor Guar,*
bous de ferr* para o bahsamenio dos oorUs de
Maco a Mossor, na pi^rincii do Rio Grande do
Norte, as quacs devem seguir para eu definitivo
destino, bgoque e off^recer a opportunidade.
2"secgao.
N. 442.Dito ao Exm. Sr. presidente do supre-
mo tribunal de ju-tija.Partecipo a V. Exc, que
por efTkio de 19 do mez (Indo, declarou o juiz de
diretio Joao Clemente Pessoa de Mell >, ascoitar a
comarca do Jardun para a qoal foi removido por
decreto do 18 de dezembro ultimo, e ter nes3a data
recebido a participar> offl:ial da remocao.
N. 443 Portara ao Sr.Dr. chefe de vwlicia.
Para poder dar cumprimento ao que me foi deter
minado em avisa da repartio da marinha de 4
do corrente, queira V. S. informarme acerca
dos inclusos papis e requerimento que me serao
devolvidos do soldado do b.mlh naal Joao Men
des dos Santos, que com offlcio de um dos ante-
cessores de V. S., dando de 15 de julho de 18b7,
sob n. 49'3i, fui apresentado para o servido da ar-
mada.
'N. 444 Dita ao commandante superior interi-
no da guarda dacional do Recife. Expca V. S.
a- suas ordens fiara que amanha as 3 horas da
tarde sja postada na ra do Livramento urna e*-
colla de doz- pragas e um inferior da guarda na
rioual sob o seu commando superior para poli-
ciar e acompanhar a passeiata que preteqdem fa-
zer os exudantes da FacaMade de Direito.
X, 445. Dita ao commandante superior da
guarda nacional deCabrob Faga V.S. constar
ao commandante d i destacamento da guarda na
nona! da villa de Granito, que em vi>ta do que
informa a c.mlaioria da f.tzenda na nota junta por
jpia, j firam removidos os embarazos que ha
vlam a seu respeito quanto ao recebimento de seus
Yeoci mantos.
N. 441Dita ao juiz de direito da comarca do
Rio'Forraoso.Ia!irado pelo seu offlcio de 10 do
corrente de ja se ac.har extincto a epidemia da
wiriol que grassou nessa cidale nos ro 'Z^s de no-
vembro e dezembro ultimo, declaro a Vmc que Ti-
ca exonerado desde o dia 10 de*te mez o cirurgia
J )s Antonio de Leo, do tratameot > dos desvali-
dos que forem acommettidus daquelle mal, de que
foi encarregado,
X. 447.Dita ao juiz de direito da comarca ae
Flore.Tendo nomeado I1 ssoa de Siqueira Campos, e o subdelegado Igna-
cio Ribeiro Leile como lhe coaimunico nesta data
pra cemporem a commisa) encarregada de dis-
tribuir pelos indigentes acommettidos pela fome na
villa de Flores, e para o di municipio de Villa-bella os cidadaos mencionados
ua relagao inclusa, enviando a cada urna das com-
raissois os genero^ al imenlicios constantes da re-
lacao que as mesmas remelto pelo lente Minoal
Francisco de Paula, assim Ih'o communico para
seu conhecimento, recommendando-lhe que me
partecipe o que occorrer nessa comarca acerca da
inesma fome
nnmissoes para o districto de Baixa-verde e
municipio de Villa belle ; .
Bjixa-verde Tenante-coronel Antonio Jos de
Campos Barbosa, subdelegado Antonio Lopes de
Siqueira Braga, tenente-coronel Manoel Jos
Diniz ., .-
Villt-bella.Major Jos Pereira da Silva Trislao,
tHoente-coronel Braz Nones di Magalhaes, Jos
Balsabino Gongalves Lima.
Gneros remeitidos para Baixa verdee\illa-beiii
200 arrobas de carne secca, 200 saceos farinha,
40 ditos^mllio, 20 ditos feijao, e 4 ditos arroz, di-
vidilis** parles iguaes.
N 4i8.Dita ao juiz de direito da comarca aa
FiaresCumprindo o rigoroso dever d6 wcorrer
8s rlftbianles indigentes dessa villa, que se achain
iofelizipente sem meios de satisfazr as suas mais
urgentes necesidades, em consequencia do na-
gello da eca, resolv nomear urna contoissao
imposta de Vmc. do d-legado Pedro Pessoa de
Siqueira Campos e do subdelegado Ignacio R.ijei-
ro Leite, aOm de receoer os generas quei sao con-
duz^os pelo lenle Manoel Francisco de Paula e
eoisiam da relaco inclusa e destr.bu, tos pelos
ieentes com toda igual ladee verdadero e^pirl
tiSdS.1 E inflando no V^^J.
. pMlantropia de Vmc, espero mJ^S !
semelhante eommissio. Iguaes nutatis nUandi,
ao delegado e subdelegado.
Gne?os que seguem.^120 arrobas carne see-
c V 140 saceos farinha, 40 diois tnilho, ib dito t
ja, 4 ditos arroz. iinnio los
v 449_Diuao tenente-coronel Antonio lose
de Campo. Barbosa.-Cumprindo o rigoroso de^
** de socco.rer o habitantes .ndigente:^ do
rielo de Baita-verde, que se acham mieiu-
mme sm meios de saliaaier as suas mai^tur
tefasfleeesidades, era eoweqnencia douageuu
daf>eea,molv ornear tima commissao com
llrtiii composu de Vme. do subdelegado An-
tonw Lopes de Siqueira Braga e do tenante-coro-
el Msnoet Jos Dioiz, aQm de receber os gneros
que sao toados idos palo tenante afinoe} Francisco
de Paula, e constara da relaclo inclusa e desiri-
bui los pelos indigentes cora toda ignaldade e
verdadeiro espirito de caridade. E confiando
no patriotismo e philanlrotia de Vmc., espero
que Vmc. accoitar seraelhante commissao. Iguaes
mutatis mutandis ao nbdelegado e o tenente-co-
ronel Manoel Jos Diniz.
Gneros que seguem.100 arrobas carne secca.
100 saceos hrinha, 20 ditos milho, 10 ditos feijao
e 2 ditos arroz.
N. 450.Dita ao major Joaqnim Pereira da Sil
vaTrisiao.Cumprin Jo o rigoroso dever de soc-
correr os habitantes indigentes dessa villa e seu
termo, que se acham infelizmente sera meios da
s usfazer as suas mais urgentes necesidades, em
consequenca do flagello da secca, resolv hornear
urna commissao composta de Vmc. do lente -co-
ronel Braz Xunes de Magalhaes, e docidadao Bal-
sabino Goncalves Lima, allm de receber os gneros
que sao ondnsidos pelo tenente Manoel Fran-
cisco de Paula, e constam da relacao inclusa e
destribui-l.s pelos indigentes com toda igualdade
e verdadeiro espirito de caridade. E confiando
no patriotismo e philanlropia de Vmc, espero que
Vmc acceitar semelhante commissao. Iguaes
mul'ilis mutandti, ao lente-coronel Braz Nu-
nes de Magalhaes, e ao cidadao Balsabino Gougal-
ves Lima.
Gneros que seeuem. 100 arrobas de earne
secca, 100 saceos farinha, 20 ditos milho, 10 dito;
feijao, e 2 ditos arroz.
N. 451.Dia ao juiz municipal da vara desta
cidade. Transmiti Vmc. para osdevidos flns,
os autos de vestoria e denudado de pessoa proje-
didos nos sentenciados Manoel Joaqnim de Souza e
de Francisco esiravo de Jos Caldas, fallecidos no
presidio de Fernando de Noronha.
N. 452 Deliberagao.O presidente da provin-
cia era vista do que pondera e chefe de polica em
offlcio n. 363 de 15 do corrente, quanto ao engao
havido na proposla de Miguel Teixeira Pinto, para
o suppleiite do subdelegado do districto da Ca-
punga, 2o da freguezia da Boa-vista nesta cidade
quando o seu verdadeiro nome Miguel Ferreira
Pinto, resolve que reliflcado o engao, se passe no
vo titulo ao nomeado.
3.a secgao.
N 453.-Portara ao inspector da thesourana
de fazenda.Transmitto a V. S. para os flns con-
venientes as inclusas relajos nominaes de paga-
mento e alteragoes occorridas nos mezes de Janei-
ro e fevereiro do presente anno com o imperial
Maiinhelro Jos Francisco de Almeida, que se
acha no Presidio de Fernando, cumprindo a pena
de o annos He priso com trabalho.
N. 454.-Dito ao mesmo.Transmitto a V. S.
as antas juntas era duplcala, alia de que depois
de liquidada a despeza com a illumioacao do pa-
lacio da presidencia no semestre de julho a de-
zerabro do anno prximo passado seja paga a sua
importancia a empreza da illumnacao publica
desta capital.
N. 45o.Dita ao mesmo.Por conta dos qua-
renta contos de reis, de que trata a miuha porta-
ra de 10 do corrente, mande V. S. pagar ao
pharmaceotico Joaquira de Almeida Pinto-* quan-
tia de 18if ICO rs proveniente de duas ambulan-
cias de medicamentos que forra ceu para o tra-
tamento dos indigentes accometiidos de febres
perniciosas nos termos do Bom Conselho e Sl-
gueiro, como se ve* das inclusas contas.
N. 456.-Dita ao mesmo Providencie V. S. pa-
ra que depois de liquidados, em vista dos prets
juntos em duplicata. a que se referem os offlios
do brigadeiro commandante das armas datado de
hoje, e sob ns. 161 e 162, os venciinentos relati-
vos a 1* quinzena desle mez, da* pravas erapre-
gadas no deposito de recrutas e dos prisioueiras
de guerra paraguayos seja paga a sua impor-
tancia. ,
K. 457.Dita ao mesmo.Mande \. S. sati>la-
zer o incluso pedido de artigos necessarios a en-
fermara do almoxarrado do Presidio de Fernando.
N. 458.-Dita ao mesmo.Comraunico a y. S.
tiara os lins que a 17 de Janeiro ultimo, foi au
lorisada a transferencia para o termo de S. Bento
do inferior e 10 pravas da guarda nacional que
estavam destacadas em Buique.
N. 459.Dita ao mesrao.recommendo a \. j.
que depois deliquilada em vista das inclusas
contas em duplicata a despeza feta com a
illumnacao dos quarleis de cavallaria, Hospicio,
Soledade e do Hospital militar no semestre de ju-
lho a dezembro prximo passado, seja paga a sua
importancia empreza do gaz nesta capital.
N. 460.Dita ao rae>rao.Expela V. S. suas or-
dens para que em vista da relacao nomin?l e
prets juntos em duplicata, sejam liquidados os
vencimentos relativos ao raez de fovereiro ultimo,
doi cuard.'s nacionans destacados na vilU de S.
Bento e paga a sua importancia ao capitao Joa
quim Slverio de 6ouza para isso indicado pelo
commandante superior de Garaohuns, em olucio
de 7 do corrente *ob n. 15.
N. 461.Dita ao mesmo.Ao capitao Joaquira
Silvmo de Souza, -mande V. S. pagar, depois de
liquidados, em vista da relacao nominal e pret
juutos em duplicata, que rae remelteu o comman-
dante superior de Garanhuns com offlcio de 10
de fevereiro ultimo, os vencimentos relativos ao
mez de Janeiro deste anno, do destacamento de
guardas nacionaes removidos da villa do Buique
para a de S. Bento.
N. 462.Dita ao mesmi. Transmitto a \. b.
para seu conhecimento e devida execucao o in-
cluso titulo de demisso de Francisco Xavier Pe-
reira de Brilo do lugar de solicitador do juizo dos
feitos da fazenda nesta provincia.
N. 463.Dita ao mesmo.para os fios conve-
nientes envi a V. S. as inclusas relacoes nomi-
naes em numero de 20, de pagamento e altera-
efies occorridas nos mozes de Janeiro e fevereiro
ltimos com as praijas da guarda nacional desta-
cadas no Presidio de Fernando, pertencentes aos
batalhoes 1 de ariilhara, 1, 2*, 3, 4, b e 8
do municipio do Recifq, e 9 de mtanlatia de
nJa. B
N. 464.-Dito ao mesmo.Declaro a V. b., em
aditamento ao roeu offlcio de hontem datado, que
tendo de ser extracto no dia 19 do corrate, o
batalbo n. 53- de voluntarios da patria desta
provincia, mande ajuslav lhe contas al o da 18
satisfazendo o que se estiver a dever a esse bata-
Iho no crreme mez,, em vista da respectiva goja
e mais papis de coutabilidade que lhes serao
apresentados.
N. 468.Dita ao raesmo.r-Em vista das contas
e documentos juntos, que me remelteu o chefe de
polica com offlcio de honte'U sob n. 357, mande
V. S. liquidar e pagar ao bacbarel Joaquim Jos
Ferreira da Rocha Jnior a despeza feita no mez
de feereiro ultimo, com o sustento e di*las forne-
cidas aos presos pobres da casa da delencao.
. 469.Dito ao mesmo.Em vista do incluso
certificado, mande V. S. pagar a quantia de j
4:807*000 que tem direito a arrematante das
obras d 6" lanp,) da estrada do Limoeiro, Manoel
Tbomaz de Albuquerque Maranhao, proveniente
da ultima prestacao do sen contrato pois que, se-
gundo consta de offlcio do chefe da repartigio das
obras publicas, datado de hoje e sob n. 71, foram
aquellas obras recebdas deinitivamente.
X. 470.Dita ao mesmo.Declaro V. S, pa-
ra seu conhecimento e flns convenientes, que aca-
bo de aulorisar o ebefe da repartifo das obras
publicas mandar fornecer os objectos constantes
da relacao junta por copia, os qaaes se fazem ne-
cessarios ao asylo de mendicidade, segundo consta
de offlcio do respectivo director, datado de boje.
N. 471 Dita ao chefe da reparticao das obras
publicas.Mande Vine, fornecer os objectos com-
anles da relacao junta per copia, os quaes st fa-
zem necessarios ao asylo de mendicidade, segundo
consta de offlcia do respectivo director, datado de(
hoje.
N. 472.Deliberacio.- O presidente da provin-
cia resolve conceder lo dias de licenga com orde-
nado ao engenheiro da repartigao das obras pu
blicas, Jacyntho Paes de Mendonca Jaragu, para
tratar de sua sade.
4.' seclo
N. 474.Dito ao presidente da provincia do
Rio Grande do sul.Transmitto a V. Exc. para
os devidos Qns o auto de vistura e identidade
junto por copia procedido no sentenciado de jus-
tica dessa provincia de nome Francisco eseravo de
Joaquim Caldas, que segundo offlcio do comman
dante do presidio de Fernando de Noronha all
falleceu no mez fiado. ,
N. 473.Dito ao presidente da provincia da Pa-
rahyba. Transmuto a V. Exc. pira os devidos
flns o auto de visioria e identidade junto por
copia procedido no sentenciado de justica dessa
provincia de nome Manoel Joaquim de Souza, se-
gundo offlcio do commandante do presidio de Fer-
nando de Xoronha aili falleceu no mez Ando.
N. 476.Dito ao presidente do Rio Grande do
Norte.Commmunico a V. Exc para seu conheci-
mento que segundo consta de partecpacao da se-
cretaria d'estado dos negocios da marinha de 2 do
corrente a respectiva intendencia remelteu pelo
vapor Guar ao capitao do porto desta provincia
para fazer enviar para abi quatro boias de ferro
para o abalizamento dos portos de Macu e Mosso-
r nessa provincia.
N. 477.Dito ao presidente do Cear.Traqs-
mitto a V. Exc. para us devidos Has o offlcio
junto por copia do juiz de direito Jo Clemente
Pessoa de Mello, que declara acceiur a comarca
do Jardim nessa provincia para a qual foi removi-
do por decreto de 18 de dezembro uliimo.
N. 478.Portara ao juiz de paz presidente da
iunta revisora da qualificacao da freguezia de
Ipojuea.Nao teod* acompanhado a lista dos ci-
dadaos qualificados votantes nessa freguezia no
corrente anno, queme foi presente com o offlcio
da referida junta de 14 deste mez a< relacoes de
que trata o art. 3." do decreto n. 2863 de 21 de
dezembro de 186l,^compre que me sejam ellas
enviadas, com a possivel brevidade.
N. 479.-J)ita ao director do asylo de mendici-
dade.Concedo a autorisacao que Vmc. pede em
seu offlcio desta data para contratar um sacerdo-
te que sirva de capellao desse asylo li que se
aprsente o capellao nomeado.
EXPEDIENTE A.SSIGNAD0 PELO SR. DB. ELIAS FREDER1-
CO DE ALMEIDA E ALBUQUERQUE, SECRETARIO IN
TEBINO DO GOVEBN0, EM 16 DE MABgO DE 1870.
2' seccao.
N. 480.-0fflcio ao Dr. chefe de polica. De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia trans-
miti a V. S. o titulo junto da nomeago 1e Miguel
Ferreira Pinto para 5o supplente do subdelegado da
Capunga, de conformidade com o offlcio de V. S.
de 15 do corrente sob n. 3C7.
N. 481.Dito ao mssmo, Nesta data auton-
sou-se a thesouraria provincial a pagar ao bacba-
rel Joaquim Jos Ferreira da Rocha Jnior a
quantia de 3.911460 constante do offlcio de \.
S. datado de hontera, e sob n. 337, o qual tica as-
sim respondido de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia.
N. 482Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Garanhuns. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, manda declarar a V. S.
em respoyta aos seus offleios de 10 de fevereiro
ultimo e 7 do corrente sob n. 8 e 15, que a the-
souraria de fazenda tara ordem para pagar ao ca
pilao Joaquira Slverio de Souza os vencimentos
contantes dos citados offleios.
X. 483.Dilo ao juiz de direito da comarca de
Garanhun.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. qu "cou imeirado pelo
seu offlcio de 8 do corrate, de ter nessa data sido
pronunciado as peuas d art. 129 8" do cdigo
penal o escrivao dessa villa Luiz Francisco de Ar-
rochelas Galvo CarDeba por denuncia contra
elle dada pelo bacharel Jos Roberto da Cunha
Salles. .
N. 484.Dito ao juiz de direito Joa Cavalcanli
Pessoa de Mello.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda aecusar o receDimento do offlcio de
V. S. de 19 do. mez fiado, em que declara accei
lar a comarca do Jardim, na provincia do Cear,
para a qual foi removido por decreto de 18 de de-
zembro lindo.
4" seccao.
N. 48-3.Offlcio ao desembargador provedor da
Sauta Casa de Misericordia.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda communicar a V. Exc.
para seu conueamento,, que em vista dj que pon
derou o director do asylo de mendicidade* em of-
flcio de bonlera, resulveu conceder-lhs a autori-
sagao que pedio para contratar um sacerdote para
servir de capellao n'aquel le e'stabeleciuoeoto al
que se aprsenle o capellao nomeado.
N. 486.Dito ao inspector d3 saude publica.
S, Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. em resposta ao seu offlcio de 14 d i
corrente, que a thesouraria de fazenda tem ordem
I para pagar ao pharmiceulico Joaquim de^lmeida
N. 465.Dita ao mesmo.Dspois de liquidados,
era vista d > pret junto em duplcala, que me re-
mdbeu o ooraraaodante superior deste municipio
com offliio de hoj>, sob n. 58, mande V. S, pa-
gar os vencimentos, relativos a i' quinzena des-
te mez, dus, guardas nacionaes do Io bataluao de
artilharia, aquartellado no Hospicio.
X. 466, Dito ao inspector da thesouraria pro-
I vincial, Pode V. S., de conformidade com a. sua
informacao de boje sob n. 167, mandar pagar ao
tenente-coronel Antonio Francisco de Mello ?aes
Brrelo, um dos contratantes das obrr, da, estrada
do norte, entre a cbaa da Mangabeiva e. o engenho
Bujary, a quantia de 9:000*000, que,' se est de-
ver, proveniente da 10* prestigio daquellas obras,
como se v do certificada, que incluso devolvo.
N. 467.Dita ao me^n.Mande V. S. abonar
por adiantamaato, trsa. mezas de vencimentos ao
tenente do corpa provisorio de polica, Manoel
Francisco de Paula, que segua em commissao pa-
ra a comarca de Flores, e tres meses de sold
seis praea que o acompanhath, lado 4 contar do
i do arrete ; eniregaado-se %o maamo tetnpo
1 Pinto a importancia das contas que vieraro anne-
xas ao citado offlcio. .
N 487 Dito ao director do asylo de mendici-
dade. S."Exc. o Sr. presidente da p.ovlncia man-
da declarar a V. S. em resposla ao sea offlcio e
heje, qne a repartido das obras publicas tem or-
dem para fornecer" os objectes "contantes da T-
lagao quo velo annexa ao citado offlcio.
beio decorado e sumptuoso cenouplwo. que, to
mando toda a- largura do templo comprenendida
en e os balaustres, elevava-se al qoam ao
le o.
,sse monumento era assim fsito :
m grande estrado de 1,-30 de altura servia de
bu ao toda. Esse estrado era marceado por unta-
ba mstrada, e para eMe subia-se por duas eradas
co ocada urna ao uaseeute, e outra ao poema,
fcbre esse entrad > descangava outro meBor,
de rca de 0,-80 de altura, sobre o qual er-
gu im-se 10 columnas- toscanas sem pedestal, sen-
do i nos angolos e 2 intermedias por banda nos
fa< H morto, sul e oeste.. Sobre esta columna des-
ea gava o entablamento da ordem, tendo nos av
gu os 4 estatuas da dr. Na face da frente, no alio
da cornija, eslava um qoadro cora o retrato do
fin do, cur.erto de crep.
io recinto formado pela columnata precedente
ha ia urna ouira columnata da^rdem comp sita,
di.-fcosias em 2 lillas- de 6 por banda, ao norte e
su Sobro estas descangava urna cornija de sua
or|era, e ligava as columnas 2 2, archvoltas
seficirculares, tejido pendentes sanefas de ere-
pei As cilumnas iam decrescendo e se approxi-
mando do nascenle para o poente, de forma re-
prasentar o interior de um templo romano, visto em
perspectiva.
Dentro desse ultimo recinto,, sobre um pequeo
estrado Je i degroj e suspjnso por 4 leoes, esla-
va a qrna funeraria; e sobre esta nata um coxim
de damasco vermelho em o qual repousava a co-
ra de marquez coberta de crep. '
A parte exieroa do moaumento, at as columnas
toscanas inclusivamente, era forrada de velbutina
negra agiloada dwouro,- a parte interna, excepto
a urna, era forrada da mesma velbutina agaloada
de prata; a urna era forrada de velttwo e tinha
altos relevos d inrados ouro fino.
Entre as columnas, quer internas, quer exter-
nas, baviam tocheiros, e cercando o todo 2 ordens
de vellas de cera.
O monument) apresentova nra aspecto imponen-
te, visto da entrada da igreja.
Adornando as dier*as faces dos 2estrados pnn-
cipaes haviam dsticos e versos repassados de dr,
lembrando as qualdades e virtudes cvicas do el-
dado quera era feito o offlcio.
as tribunas, que etavam cobertas por colchas
negras haviam dsticos lembrando pocas notaveis
da vida publica do Ilustre finado.
Jo nascenle e ao poente do monumento, no cor-
po da igreja, haviam diversas ordens de cadelras
para os convidados, entre a? quaes se acbavam
pessoas de distnecao de ambas as polticas mili-
tantes do palz.
Cantou a missa oRvd. vigario de Santo Antonio,
e fez a oracao fnebre e o elogio do finado o Rvd.
Joao Grego.
A orchestra foi dirigida pelo maestro Collas
Filho.
A ornamentaran da igreja e ereegao do cenoia-
ohio foi feita pelos Srs. Agr & C
Fea. as honras militares urna fuiarda de honra
con policial, da qual quatro sargentos cora as
'armas era fuooral guarneelam o nrinnmeoto.
As fortalezas e navios de guerra surto, no porto
salvaram ao comegar e a terminar o offlcio, dando
a guarda de honra no Ara tres descargas.
A igreja estove chea.
CIDADE DE OLINDA.No conveato do Carmo
desta cidade estar em exposigao, na larde do da
14 do corrente, a imagera de Nossa Senhora da
Boa Morte, ba vendo no dia 15 missa solemne e la-
dainba tarde.
TRILHOS URBANOS DE OLINDA. A tabella
das horas de partida dos trens desta linha, nos do-
mingos e das santo*, foi assim alterada :
Do Recife para Olmla-s 6, 7, 8 e 9 horas da
manbi, < 2, 3. 4 e 5 horas da larde.
De Olinda para o Recife-as',, 8, O, e 10 horas
da manhaa, < 3,4, 5 e 6 da tarde.
MAO DE OURO.-Sob esta denominacao acaba
de abrr-se. na ra do Cabug n. 9 A, urna nova
toja de joias, onde ha completo e vanado sorti-
mento.
UNIO JURIDICA.Funccicnou honlem esta
sociedade, servio Jo como autoridades os brs.: Lae-
lauo Lima, juiz de direito; GuilhermeCampos,
promotor; Ernesto Viera, advogado; Gongalo de
Faro, juiz municipal; Cassiauo, delegado; berra,
escrivao. .__.
O reo foi condemnado no graj mximo uo
art. 226 do cdigo criminal.
SER VICO POSTAL. A admiaistrago do cor-
reir. desta provincia ejtpedio para a Europa peto
vapor france! Atmzone, no da 10 do corrente,
5 187 cartas com 8236 portes 62b jornaes com
1497 portes, e urna remessa com 2 portes; se*do
para :
Franga
1016 cartas com.....1676 portes.
79 jornaes com .... 107
i amostra com..... 2
Gra-Bretanha.
1009 cartas com.....1867 portes..
220 j jrnaes com...... 262
Lisboa
2593 cartas com..... 3108 portes.
283 jornaes com 610
Italia
40 cartas com.... 58 portes.
4 jornae^com... 4
Mala da ultima hora
592 cartas ora..... 1587 poetes.
38 jornaes com..... 514
INFANTARIA DE LTSHA. Sob o commando
do distincto coronel Joo do Rgo Barros Falcao
devia sahr da erte, no da 10 do corrente, o 9'
hatalhao de infamara de linha, e o transporte
Amncola.
NAVIOS ENCONTRADOS. A barca trancha
Coligny. chegada hontem do Havre, M' com, ?!
segrales navios : 9 de agosto, na lat. S. 5? 12
e long. O. de'Paris 35 39', cora a galera mgleza
yortkumbra, indo de Liverpool para o Rio de Ja-
neiro, cora 43 dias de viaeem ;> 7 de julao na
lat 49 e long. 0.9* 33', com a barca mgleza
jf' A. Jone \ indo do Brasil par FalmcuD. Todo
U bem bordo desses navios.
A barca ingleza Gazelte, cheglda de Lwer-
nool fallou 11 de julho com a galera da mesma
naco Wili Hw, indo de-New Castle para Calcu-
la, na lat. N. 10" 40' e long. O. de Gxeenwch 28
O brigue norle-allomao Cotutor, vindo de
Trieste, fallou 19 de> julho com'a barca da mes-
ma nacao Fides, indo de Glaseo* para Buenos^
Ayres, na lat. N. 19*30, e long. O. de GTeenwich
6"20'
Ionio Ferreira Baltar Filho, e Jos dos Santos Vil-
lana; eerwarios da directorm, Jos Marcos-Nunes
Belfort; thssuureiro, rrayawndo Pereira de Si-
queira.
Para presriente da directora fof nomeado>r peta
presidencia da provincia o Sr. Joo Ramos.
AGU A BRAffiCA Acaba de chegar da Eoropa
para esta loja, sita ra Duqme de Caxas *. 9,
BODa pet|aena pereao de boiSes oV pomada dos- fa-
bricante* inglezes Pus A Luin. de LondVes,
preparada com aigordura-do alpco- do Pei, su
perior muitas oulras pela quafdade da massaie
e petos effeiios qtm produz.
COyPANHIA PBftNAMBCANABeje o ri-
tilo da qne recebemargados vapores JaguarHe
e Ma4h, para s portes do.nortee sol, segun-
do o annuncio da mesma companhi.
LOTERA.A qray?!e.acrji a venda a 156*
beneficio do collegio- eos orpNtos, a qual corre no-
da 7
LEILO.Hoje efiSeroa o afete Martit o le
fo de movis censrafio de urna hnda ohilia
genovezi, ricos espelboa ovaes, eadeinw, candieiro,
velocipedes e vidros, e muitos-ontros- artigo de
apurado gosto, no araaazem B: 34 io.ruNova
junto a modista Thiard? as liberas de da.
PASSAGE1ROS. VMos de Mimaoguape no
vapor Curtiripe:
Antonio Rodrigues Vanna, H. F, da. Silva el
escraw, Jos P. Lecate,Lenidas-Corroa Moartei-
ro, Francisco Goorge dos San'.os, PompHto Gorreia
Monteifo, Joaquira X Franco e sea-mane, Ismael
Felicio da, Conhe Villo FHho, HermerjegiloV de
Souza Lobo, Joaqnim Jos Soares, Artemiw- Perei-
ra Silvera, Jos Caetane Prges Jnior^
Vindos de Goyanna-no vaporbrasileiro Pa-
rahyba:
Joaqun Correia de O. Andrade e-1 criador An-
tonio Gomes da Silva Jfooteiro, Francisco de
Paula, Luduvigo Francisco (iavalcante e t criado.
Sabidos para oAssi nobiate DIMilain fim
ro:
Francisco Gomes da Silva,-Di S09hia.de Saato
Ignacio i escrava e 2 cria:
PASSAGER05. Sabidos para a Bropay no
vapor francez Amazone :
Manoel da Silva Amorin% Angelo de Guieepoe,
Antonio Barone. Hermann Btam, Anlanio Dta# Mo-
rone, Mchelie Schetlin, Franeesco Domanico, Tor-
qoato Jos Affonso, Fernando de S> e Albuquer-
que e sua sua senhora, Antonio Pag* Olto Pies-
sman, Americo de S e Atoaquerqae e- so se-
ntora.
CEMrBHftIO PUBLICO.OWlnario da- di 8 de
agojto de 1870.
Paula, parea, Parahybav 60 annos^ viuv*v Boa-
Vista, enterite ; hospital Pedro II.
TargiBo, preto, eseravo, Pwnambueec 39,aooos,
solteiro, S-. Antonio ; aoazarca.
Luiz, preto, eseravo. Pereambuco, 45 teiro, Boa-Visla ; frialdade. .
Manoel, preto, eseravo, frica, 60 anuos, soHei-
ro, Boa-VTsu ; ascite.
Anna Thereza de Senna Ebuto, braaea, Pennam-
bueo, 70 annos, viuva, Santo Antcaio;. befante
chroniea.
9~
Leopoldina Vilella de Ca tro Maris, braneav Per-
nsmbuco, 42 annos, casadav S. Jos ; iBflamoaagao
no intestino.
Victoria, parda, escrava, 29 anoes, sctleira,
Boa-Vista ; desynteria.
Emygdia,.parda, pernambnco, 4mezs9y Boa-
Vista '; convnlsos.
-, if>
Josepha Mari da Conce^o, parda, Peraarobu-
co 35 anuos, solteira, Boarvisia, hospital Pbdro II;
tubrculos pulmonares.
Joan na, branca, Pernarabueo, 2 mezes Sante An
tooio> coovulsoes. a.
Manoel Joaquim dos Reis, braneo, Pottagal, 27
amos, sokeiro, Boa-vista; Hospital Porlaguez hi-
dro pulmona.
Mara, parda, Pernambaco, 5 mezes, S. Jos;
espasmo.
Malina Alexandrina Pereira, parda Pernam-
boco, *6 annos solteira, Santo Antunao; tubrcu-
los pulmonares
Flix, pardo, escraacCwr 4o- anus solteiro,
Boa-vi>ta; anazarca.
- li -
Xulmira Candida Raposo da Cmara, branca,
Rio Grande do Norte, 14 annos, solteira, Boa-vista,
tizica. ^ _
Josepha Mara do Patrocinio, preto, PerDam-
bace, 28 annos. solteira, Santo-Antonio; gastro-en-
terite. .
Amelia', branca, Pwnambaco, 5 mezes, B..-nj-
ta ; convulgoes.
noraeag. de seu caixairo Jaqaim Mareolino ae
Silva.ftetistre-se.
Di Hearjne de S Leito, eertidao de estar re-
gistrada a de seu carxeiro Jbao Baptista da Silva.
Marques.D'se.
De Manoel Antonio Tieira, Pbrtuguez, de 53 an-
nos, commerciante de lougas anas por grosso e
retalho, pedindo mairioala : sendo altestantes
Francisco Jbio de Barro8^Jeo Pereira Ifcmlinna-
e Antonio -Lopes Perei de MeMo.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
De Sajuoe-Joc d- Almeida e Ja$ Domingos de
Sampayo, aReragfles (^10 se dewm em sna so-
^iedade pe* retirada do 1."supplente. Juntem
disirato e cooarato a que 3- refere a- presente pe-
licja.
i De Machado A Almeida, eertidao- deseaehar
registrada a nomearao de saos-caixeiros:Ceriifi-
qae-se.
De Pbnuil & Sanios, bo mesrao- sentido.Co-
mo pedem.
De Augusto- Candido de Athayde Setxae, eerti-
dao tambera respeito de seu carwtroi1 Corno-
pede.
De Cesta Moreira C, i.yfaU'erixlac qoaoto a
jens caixeiros.Onw pedem
De Vctor Graodin, no mesm> senlido.T-ertifl-
qpe-se.
De JOaqnim Pachee-J da Si*a, no mesmo- senti-
do-respeetivamecte ao-ieu caineiro Antonio Pache-
co-da Silva.Coren reajuer.
De Francisco Pires Licalsy no mesmo-sentido
qnante ao seu ca>xeiraInu-feada a-eelarapilba
na forma da le volte: s
B* Francisco Roque, igual aerada.-- De-se.
De U Jbaquim Barbo, idem.-Corao-reqoar.
Do inesflao. outra igtnl cerrldio.Crtiflaua-se.
Be Antonio Pedro d SouziSoaresj 1 masmo
sentido.- E. uva e fbo de Joae-Joaqitim'de Seoza
AbswaLima. regisiro da nome&tt> de-seu caixei
ro Cteto Rosa de Soox Abren Lima.Cmo ra-
que?.
De- .atonto Duarte MachaoVv idem desen-cai-
xeiro Mauoel Arcbaojo^ da Silva.-Aatoaae.-fs-
tre-ser .
Bn-AotMio Dcraingies de lima, im* seu
caixeiro Jbe de Azev*D Perei.Regtstrese.
Dt Francisco Stoioes da S*raMaflfav idem de
seos caixeiros Augusto Cabral da Barros oJaao
Procopw da Silva.Rogistre-sca
Do- Tfapno JoePfttera, idem-de sea caanairo
Jos aii da Sil va*Registre -se.
De Arobias Lyndslpb* da Sva MaJr^.idom de
seus caixeiros Laurindo Pareara -dCoot4Ma e
Mignal Jbaajuim da Guaba.RefkMre se.
Dn Maooel Goncalves Boavantura^idera do seu
caixeiro Jbio Fanctneo da Saiva.^lncha o snp-
plicaute o espacp en braaco da uoaneag.}uota.
Do-Luin Machada Botlho, atoro da seu aixeiro.
JosMacaadoBotlbo Jnior-Registre-so;
De Finnaino de Parias Bariozo e iHva, oertodao
lo registro da nomeasio de seo eaixeiro Jas Ger-
mano Benerra Jnior..CertiBa.u6.8e;.
Bn Franeisco Budrigues da Silva, igual oaradao
respeetwamente aJanoel Baajue do Eip.Brto >an-
to.Gerlifiqu-se.
BoGuhermino, Celestino do Carmo, uom rela-
tivamente a Nuraeriano da Onnha Ftir.aj.-Bw-se.
Do Jo^ Tbeotenio da Sil-a Burgos, idam-aaerca
de Joo Tolentina de Lima.Certifique-se.
De Pinto & Martinianav registro da nomMcao
ao-seoB- caixeiros-JtoaO Remigio dn Albi/juerque e-
Captuhoo JaciDCaoPavo Registre-se.
De Sequeira & Irmo, eertidao do registro aa
Bomeagao de seu caixeiro.Certift|ne-se
Do Manoel Jas dos Santos, iem acerca do sen
aaixeiro Theodoro Jos dc Santes. Cerlili-tue-se.
De Hugo Sceliog. moslrando ler sasfri o des-
pacho de 17 de junho ultima.Vista ao-Sr.de-
3mt>irgad)r fecal.
CHROSICft JHKrIARI\.
TRIBUNAL DO COtItIKHCO
\GTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 8 DE
A&OSTO D 1870.
BISDENCU DO EXM. SR. BBSEMBABGADOa AHSKLM0
FRANCISCO- PKRBrn.
s iO horas da manhaai, reunidos otvSrs. depu-
tados Rjsa, Basto e baio deCruaogv, faltando
com partecpacao o Sr. deputado Miranda Leal, S.
Exc. o Sr. presidente deelarou aberuj sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 4.
EXCEDIENTE.
Offiio do presidente e secretar da juma dos
corretores, eobrindo o boletim conanercial relativo
a semana prxima fiada.Ao arcaivo.
Foi assigaado o termo de juramento e respon-
sabilidade que prestara Antonio, de Paula o Mello
como proprietario e armador do brigue Pwangy.
Ais Srs. depotados foram destribuidos os se-
guintes livto*:Diario de Francisco Ribeiro Pinto
Guimarass, d>piador de Pedro Martyr Maury.
Despachos nos seguintes requermenios pedindo 1
o registro de nomeaedes do caixeiros, eerlidces de
injcrirwiHs delles. o renistro de contrato e distra-
De- Serafim Alves Rodrguos^ Dimmpo14 ie bou-
m Rodrigues e Joo Paulo do* Santos Junkir, os
trato social.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Davidas do-Sr. Dr. fflcial-aaaior.
Para se tornar sem effeito o despacho proferido
era sessao d> 4 do corrente Ba petigo &s Araujo,
Carvalbo &. CProsede aduvida pelo que soja
registrado o eontrato juat>. ficando seaa effetto o
despacho de 4 do corrente.
Para tambem se tornar sem afleto o depaeno
proferido em diu sessao na patgo de Manoel
Carduzo Ayres.Psosede a duvida e o supplioan-
te apresante noraeicao do-seas eaixeiros para ter
lugar o registro respectivo. ".
O memo 6r. Dr. ofllcial-maior dando a mfor-
mago que se Ihe-exigira no despacho exarado na
petigo de Jos Guilherme C.-Nio tem lugar,
vista da informarlo da secretaria.
C051 UNTORMACAO DO S. DESKMBXRGADOR FBCAU
Requerimento de Antonio e Pauta e Me.to, pro-
prielario do vapor Pirangy.Prestado o jaramen-
te passese carta. .,, .
De Costa Maia & C, contrata social -Regis-
tre-se. .
Sendo 11 1/2 horas do da, e nada mais haven-
do. a despachar, o Exm. sr. presidente encerrou
a sesslo.
mambuc;
na
BEVISTA.DU.BIA.
nFPino FNEBRE.Teve haqtem loe"
SsssSsass
r' I m apetlmr. llluminava-a
" | numen
ao referido tenente a quantia de HOl como *jad 4 com t**
de c>u(6 de ida e volta, I
%?5* *w p^p' ?**um rico
FALTA D'AGUA, Estiveram hontem comple-
tamente seceos os chafarizas da freguezia de S.
Fr. Pedro Gonjalves, passando a populaco pobre
da freguezia oras bem aoaarguradas. Chamamos
pra isso a altenclo dos Srs. presidente da direc-
tora e engenheiro da ompanhia de Beberibe.
PRONUNCIAPelo delegado do 2 districto do
termo do Recife foi pronunciado Thomaz Pacheco
de Aqninn, como incurso uas penas do art. 305 do
cdigo criminal.
VINTE E OITO DE JLHO.-Em assembla ge-
ral dos socio da sociedades desta denominacao,
foram elefte; presidente da assemhla geral Dr.
Joaquim Jos de Caninos da Costa de Medeiros e
Albaquerme; vico-presidente, Joao \ianna de
MeHo; secretario, Ernesto de Carmino, Piras
Lima ; ? secretario, Seraphra Eustaquio Bogea;
commissao flsealManoel dos Santos Villata, An-
inscripgoes delles, o Tegistro de contrato e distra
tes sociaes e matricula do eommeiciante.
Do Miguel Rernardo Qainteiro, para nscnpgao
do3 seus eaixeiros Cartos Augusto da Rocha e Po-
dro Vereolno de Souza.Registre-se.
De Manoel Ferreva Pinto, 00 mesmo sentido
quanto a Domingos Frederco da Rocha.Inuuli-
sada a estampilha d* nomeaca> junta, volle.
De Machado t Pereira, idom a respeito de Al-
freda Severiauo Dnarle.Registre-se.
Dj Avila Izmio 4 C, idem, sendo o caixeiro
Jos Antonio de Sequeira.Registre-se.
De Candido Alberto Sodr da Motta e Jos Do-
minsues da Carao e Silva, registro de seu contra-
to social.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio da Silva Azevdo, eertidao do regis-
tro da nomeacio de seus caixeiros Thomaz limes
e R-ulo Jos de Almeida Soares.CerUflquese.
SESSAO JUDICIAIUA EM 8 DE A80ST0 BE
1870.
'BESmBNSIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR A. F. FI-
RETTL
Secretario, Julio Guimarats.
Ao raeo dia doclarou-se aberta a sessao estan-
do reunid is os- Srs. desrabargad*res Silva su-
marles, Res e Silva e Acciolj, e os Srs. o^p""-
dos Rosa, Basto e bario de Cruangy, faltando
com participaeai o Sr. Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses-
os protocolos do registro de protestos de letras
conservan a mesma numerago e data indicaaas
na acta da sessao do 1. do corrente.
jULGAUBNios.
Jiiio especial do commerco : apellantes exe-
catados Urbano Jos de Mello e sua malherap-
pellado exequente Jos Vellozo1 Soares; juizes^o
& ..^i; civ CnimiraAs. Ra.sto e Rosa. ro
Beato Jos de Almeida soares.uoruuquC-~. Appellant u. uenruao iiBoi.^ -^
De Joaquira Vieir* Colho da Silva, registro da ^ 0 bacnare| Joaqnim Franci-co de
mearlo de sea caixeiro Manoel Germano de Mi- embargantes E. A. Bar e & C, emar
Srs. Acciol, Silva Colmarles, Basto e B1*--*?1
reformada a sentenga appellada, sendo voto venci-
do o Sr. desemba gador Acoioh. !;,
Appellante Maternas Lenz, appel ado Antoni*
Gomes Netto ; appellaotes 0^ ad^misiradore. da
massa fallida de Manoel de Souza Cameiro PMi-
po, appelrados Vianna a Gui maraes.-A liados a
pedido dos Srs. deputados. ___
Nao estando presante o Sr. Miranda Leal- nao
f jram propostos o; feitos ^^na,se?ua.{^V*
da, entre partea, appellante Jos de Ol.veira L -
ma, appellado Joaquim de Souza Ferreira appel-
lante fre Francisco de S. Boaventura, appelUdo
Mauoel Ribeiro Bastos.
DESlGNACAh nB DIA.
^
u.
nomeagio de sen caixeiro Manoel Germano
randa.Registie-se. .i0irnl
De Jis Antonio da Rosa, eertidao do registro!
da nomeagao de sea caixeiro Affonso Jorge, ae
Souza BareellosComo requer.
De Jeronymo da Costa Lnia, registro da nomea-
cio de seas caixeiros Jos Ferreira da Silva Lima,
Jos Leontrdo-Radiche e- Nano Ato* Ferreira da
Fonseca.Junte a nomeacio do t^tt trata.
Da Antonio Vasco Carral, oerddio da nomeagao
de sea caixeiro Manoel' da Silva tairaaries.-U-
rao pe .
De Francisco Jos Gorcalves de Siqueya, ceru-
dSo igual respeito do caixeiro Francisco Jos
Goncalves de Siqueira Jnior.Certityoe-se.
De Antonio Augu' ,l0 Ferreira \Atih registro da
\. F
1 >
embargantes E. A.Burle & C, embargados Oli-
veira Filhos k C.; appellante Antonio Jos Duar-
te Braga appellad obrador flseal da massa fal-
lida de Taom45 de F.gueirdo.-0 pnmeiro a
UlEacerrou-ae a seslao urna hora da tarde.
COMmUNICADOS.
CBLLIBBH4CO
LIGEIRA BCSPOSTA AO CORRESPONDENTE DESTA.
PROVINCIA PARA A RErORMA NA COaTE.
E' aifllcil wrefa'" a d^ l'dar-se com ama



T
Diario dts Pemamb^oo SexU fera 12 de Agosto de 1870.
-t



opjoscai) systematica o desabrida, qu,
marrando os otaos a briltiantlaz da verda-
de, smenle os abre nas trevas da mentira
do odio poliiko, q .>e Ihe desvair o espi-
rito, e llie pervtrte o eiitendimento.
N5o ha'remedio scnao ir Ihe a) encon-
tr, para que os sem confiantes aleives n|o
-cjaim acreditados pela gente de boa fe, que
luug- do iheatro ios acontecieentos, pod"
suppor que a verdad) est com os seus
-eacriptore.
O corrbsponiteate desta provincia para o
orgSo da oppoacao na edite, a Reforma,
e vez da (Mentir pasta'ciliada a qaestao
do supposte envenen'amiito dos irmios Si
AlDuquerqoe, oceupa-sj della em suas
correspondencia", adulterando os factos, e
faltando jerdide a seu bel prazer.
Em sua correspondencia datada de 86
de jullio passado assim se exprime:
Nao era de balde pie Ihe drzia em mi-
chas uAtiaaas cartas que a polica desta bta
trra nao chegaria ao conheciaento da ver-
dado na desgranado crime de envenena-
miento commettido as pessoas do tenente
coronei Joao de S c .V buquerque e de seu
rpio Or. Victoriano de Si eAlbuquerque.
Posso desde j assegorar-Wie que ueste ne-
cavel Liberal, por nao ter instaurado pro-
cedo contra Jos* Carnario e otitros. ?
Se eiislem provas do sopposto erhn
que tem fciio o Sr. coasetheiro Silvl
Soura que, en tertso, nrotestoa tomar a
precedencia a orga* da justica pablica ? *
Poique Dio diriga a sna qoeixa contra M
criminosos f
que o coiaolheiro Sttveira de Soa;
sabe o o> faz-; S. Exc. conbece fundo
nosM legisU^e criminar-; eomprehende qne
a eoofcso de Eduardo tlo tem valor jan-
dico algum. m faee das condicSes m que
elle so achoo ; o que sem a aflamadvn plena
dos mdicos, de ter havklu praptaoeSo de
veneno, nao se pode instaurar u n processo
cria-e na hypothese vertente.
Proseguiremos era ontro da.
Joio Lucas e Alexandrino, relev o publico m
aaaideixe estampada a verdade toda '.Atira,
i ue seja ctodernaalle, t
PIMICACOES A PEMflO.
Fr. Joio do \mr Di vi uro M**
careabas ao paiblico.
XIV
Em meu precedente artigo, em respesla ao Rvm.
Fr. Alejandrino las do Rosario Ftfmeiroa, Uvaa
furUm* de |Ht4e*' levar a evidencia, que outro o
fui o motiva dorainhabroscae inslita dapoefcao se-
gocio OS agentes da policwj revelaram o maisj nao -o ter eume oppos'o aentreeadaascrava Ly
I
vergsnhosa inepcia, parcialidad* ou corno
netor monte tnerecam; por qaaoto nao
s iimitaram-se a leceb r, sempre de meo
humor, as provas qoe Ihes eram fornecidas
Dla familia S e Aihuquerqne, nada aien-
do por si, como estragaram caajpleameate
assas mesmas provas.
asafltmos solemaemente ao correspon-
dente da Reforma, safe pena de passar por
un calutiinia ior, \ma qoe declare quaes
a< prjvifs, que uram fofuecida pela fami-
lia S e Alouqun que qoe, e estragadas
completamente poto Dr. chefe de polica,
que as recebia sempre do tno humor.
A. uoica piova que a (-milia S e Albu-
oueique-apreserrtiui^ pocia foi o declara-
. i, C4' de ato seu eacravo, que na secretaria
da m'sraa poltcia appareceu preao, e com
igaaes de quera acbava de soffrer a ap-
, pUeaCSo de norrfvei.-i tortoras, o qoe foi pre-
aaaakdo por q.iantos n'aquelle dia foram;
casa da 'polica.
O scravo B'uha os ps inchados e fen-
dos nos artefhos. e no mesmo estado a tnio
direita, tambera ferida no pulso : as nade
gaso u antes -nspotisadeiros cem profundes
cliagas ; a re^ta lomhar, na parte corres-
-ixmdeote aos rins, inflammade, ludo isto
dr-vii,) aoro de um tronco, era que osti-
*om elle po fpai;e de T dias na posicoa
mais raorticnte possi\vl, tndoosps, o a
ralo direita .i8 buracos de um mesmo
ir-tnco e estes em urna raesma liaba ho-
rizontal, nu poden Id o paciente mover-se
da pos.cSo i.'a que/ora ollocado, nem.pan
air.iid'.c com a mijo esqoerda as pa'tos"da
r.orp em q de) o tnordianh fuincipalmente nos lugares
Fdridos pelo tronco, extraordin?riament
ajeriado !
It'jcebta diminuta alimentaco, e era for-
r^ad i a permanecer sobro as materias re-
buitantas ds pre-o^s da nsturezi.
.: era a conlisso le um misero escravo.
tiestas circomstancias, que quera ocorres-
pott^ente di Reforma fosse acceita, para
l-.iduzir effeito centra teFCeira pessoa, da
<(.tal muertamente se cotifessava a familia
Sj Alhnquerqaeifmiga'!
A'v editamos, que o correspondente la
Reforma nao ter a coragem de sustentar.
so!> a sua respomsabilidadtjde juriscoBsulto,
semelhante absuro.
Quaes foram as oofras provas miniei radas
ao 3)r. chefe de polica pela familia .S Al-
buqterque em sustentavSo de suas sus-
peiCas ?
Seria o juizo decido dos mdicos, nicas
autoridades na tnatei ia ?
Por certo que nao. At a hora em que
trabamos estas liabas, um s medico aesla
cidarte aiada-nio se ^oimou a, definitivamen-
te, afirmar que hoave cora cfleito envene-
namento.
;* As opinirjes dos mdicos dividem se em
negativa absoluta da oo existencia de enve-
netiaaunto, e eui supiosicio ou suspeita
P Je veneno.
Notase, que dous dos mdicos que haje
suspeKam, ou mesmo quosi acreditam (nio
affirmam) ter havido nvenenamento. dis-
seram o contrario ao Or chefe de polica,
quattdo -este reservadamente os consu too
* sobre o assunTpto, e isto antes de ter che-
gado esta capital a carta do dr. Spdr*
escripta da Babia ao Or. Lourenco de S,
fimo do inado tOnente coronel Joo de S
era que se l o seguinte trecho :
Attenins os symptoa'as de depreciamen-
-to geral da .economa, dos desarraejos ner-
vosos, esqtieciraentos, pertarbac5es cere-
braes, photop obfa, (raqneza e abatimento
musculares profundos, vmitos, diovese, e
sooraa abundantes, anemia e edema das ex
tremidades conforme me foi relatado por
V. SS e mais tparentes, e ainda mais pelo
medico, que -j me refer, e olhando de
rnai para a marcha rpida e funesta da mo-
lestia, de qtie suecumbiram osdoentes, dsse
que eraprovovel {note-se bem, que era pro-
r,:re (jij dado. *
i Disse mais qtio este inveneaamento na-
turalmente seria dowdo um agente toxico
do reino vegetal, o entre outros tembrei
<;in primeiro logar as eolaneas vicosat, como
a bella dona, iatura-otramonium," mamen-
Iro, tabaco oo outra qoalqoer planta da
m^sma familia etc. ete. ote.
A questio asss meliadrosa, j o disse-
moa urna vee; e no estao de dvidas em
que ainda todos se achara, ninguem ple.
sem temeridade e sem correr o risco de
ser tido por calumniador, aflkmar, que os
irmios S e Alboqnerqne, saorraram enve-
nciiados.
Sem qoe juizo dos peritos aonba dar a
basa para o procedimento oflicial, nada pode
fazr o Dr. ebefe de polica, que nao seja
ora toda a raso argido de arbitrio injus-
ticavtl.
Prender e processar *t pessoas indigita-
da> pelo correspondente da Reforma, aaria
nm acto incooaiderado, e improprio do oa
magistrado da tempera e dos precedentes
doDr. Pmbeiro.
Tanto peso merecen os juizoa dos Drs.
liamos e jBstev3o, como os dos Drs. Sar-
ment e AaaiiM.
Todos estes qoatro mdicos eram amigos
dos fina tos e de saa familias: o a'timo foi
o e-tieo assistente de tira dos fallecidos, e
os outros conferentes: esli divergentes em
sas opioi5es, qoe sio de forcas eguaes
iio alterar o fll da balanca da jastica.
Como, pois, se acusa o chefe de polica,
que alus \fk tem merecido elogioa do impla-
r=5X
e oja u-indemanK Cpmo j fui
da seus ti*< (hoje Itberto.s) a Ruftuo Thohiat de
Aquino; ocravos estei que c.oui* i) cario r por
veies tenho feiw ver ao publico, lorum por nitro
reiviudicaitos para convent) da .Olila, p*r sen
tencas do venerando tribunal da relacao'; e tatn-
ber lit s<*fe8ahir, que, se denuncia howve-eoutra
niiui o am. Sr. nuncio, nutre n^i> poJw ro
denunciante senio o Rvd. Pr. fftlo %/um do Mon
te GsmvwMo, mea ftdaal inttnido ; it (elle memo,
que Ih;8 Ly-ia e ses'filh;s, por elleHle^dmente Tendidos,
travara comigo ma lata ^|>iolar aoNaoaodo
ih i-iiH deposirii ; e istwfor mai* de urna vet,
se mi khi fntregasse a set* illegiliinos senlMire
w> poferidos escravo.
Acora, pur, prosemkdn na miaba resposta.
direi ainda, cora rel.-rei a deles que (itera o
llvtu. Fr. AlHxandnn aflWvm. jjiuii)cial da Ba-
ha Fr. Juao Lucas, qu* nHe nao **z mais do que
urranr um bello casteilo4 ppela, uieler-se den-
tro ^ara, par meio tle sim eraode/n phyafca e for-
$aabsoluta de autoridad'', eleva-lo ipreseUU-W
ao publico como um s4berbo numamento, iianu>
de jujas leatejoulas todos deveriam pasmar. Ka-
iranou-so, inrqne liai de rasgar Hie o caUtllo e
patenten* mo so sua natureza e fraudidade, como
a altura material do-vatio que o assoborbara.
Km verdade, u Rviu. Fr. Alexandrino nao cu -
Ohecia a'rapital de Pernanibucu, quaudo pensou
que aqu cliegando da Baha bastara a furia de
sua alislata antoridade para, abafando a justica
de n.inha caasa, humilhar nie e BMMfaf ne do
mesmo udo que oetr'ora o fizera o Rvm. Fr.
Jiio Lucas com os eaeravo.s de seu dominio heta
provmoia.
O lempo nao nwis de magias e 4s inquisifao,
para que aqu, onde tenho sempre cbiido acaridsde
dosboniens de leme a justica da opiniao pablica,
seja qutimrdo em pleno dia da eivdisaoo moderna.
Entre todo que em seu eommimeado eslam-
pon o'itvin. visitador, disseque cu fui deMal ao
Rvm. provincial da ttahia Fr. /.o Lucas; e para
prova dfeto procumu susteatar a legalidad* da
venda do eiigi'uiio'Can>a*sary o dos i-scravos qO
eteyi do Sr. (nternimco, outra do vtrao iniperi.il e
urna .-arta du marqnez do Patato, dirigida ao
presidente da Babia de entan.
Pois bsm.: en passo a prorar, coni estes mes-
mos documentos, qe nunca hoave dftsleildade
do nxiiha parte; e que o Bvm. lo. Joao Lucas,
eahorbitiiiuo asordens do governo, corametteu
um crime digno de ser punido; e que o Rvm. Fr.
Alexandrino, na defeza que fez a esse provincial.
sarnUcru-o quando disse, o^o abaixo das referi-
das transcripooes^uo o Rvm. Fr. Jai) Lacas
vender os esjravos do engenho, suppondo que
ala e,tes se cstendia a licenca Imperial.
Vejamos o quo dii a liceuQa do Sr. nuncio :
Concedemos ao muito Rvm. padre e prior do
Caroio da Baha a '.ceno* requerida para poder
alienar os bens mencionados na licenca obtida de
S. M. o Imperador de. Bem ?e v que a ticen-
i* do Sr. uuucio loi toda fundada na licenca im-
perial.
Mas, a licenca imperial & conceb Ja nos segua-
les termos:
i Manda S. M. o Imperador, pela secretaria dos
negocios da justica, conceder ao pior do eoaven-
to do Carino da Baha, a licenca que rejuereu
para poder alienar os liens que o me.-uio cjuven-
lo possue desapropiados, por se acharem longe
da casa capitular, censisimdo no tngenko Camas-
sari;, situado na provincia de Pernambuco, e urna
gorjio de ierras baldas sobre as iuarc-ns do rio
S. Francisco, com a eondicao, porm, de ser o^
producto desta alienacao applicado amr-rlisar a
dividas de que o referido convento etiver une-
rado.
Onde trata aqu a licenca imperial da venda de
escravos do enguho ?
Mas logo abaixo deste aviso pnblicou o Ilvm. Fr.
Alexaud ino pedamos de urna carta do linado mar-
quezdo Paran, com o fim de provar, quo poda
vender os escravos; e depois coaclue : onde es-
t a m le do Rvm. vigano provincial l Se elle
ven Jen os escravos foi suppondo que iieenca a
e?tes se estendia /...
Ora, se a licenca do Sr. nuncio foi presa ao
aviso-imperial, se o aviso imperial mandou que
vendesse o engenho Camassary. su escravos nao
sao engenho, onde a auterisacao par.i a venda de
escravos ?
A caria o marque', do Paran, essa qae alias
nao assevera a boa fe de Rvm. Lucas, porque
diz : que este Ihe parece de boa le seria a au
torisico legal para a venda de tantos eseravos ?
Tanto nio foi, que o Rvm. Fr. Alexamlrinj do
Rosario Ftgwira, propno que confessa que
ello vendeu os escravos snppndo, que ate estes
se estendia a licenca.
E como se plica, que sen Jo o convento da
Babia o uarada de dividas, no valor de mais de
40.0003000, dividas coirtrah'ae para dissipacoes,
couseguisse o R*m. Fr. Joao Lucas, qn era enlao
prior daquelle cjuyento, nma licenca para vender
bens ptrtenoentes ao eonveato ua provincia de
Pernambuco qae pertencia o engenho Camassa-
ry O publico bea o eomprehende.
E oi porque os escravos foram illegalmonte
vendidos, qoe o venerando tribunal da relaco de
Pernaiibueo annulloa a venda dos escravos, boje
libertos, mandando aoe fossera restituidos ao con
vento do Carmo de OUoda. Oigo, qae nao houve
eulo boa f da pane do vendedor, porque, a ex s
tir esta, a venda dos escravos, se nio farra por mera
sitpposirio : elle, ior sua digmdade de hornero e
de sacerdote, leria o nseessario cuidado de con-
sultar a aavogados, que melhor o aconselhaseera
nao transpor a licenca ioperial, smeate em uti-
iidade propria e do eonveato da Babia, com ex-
traordinario prejoizo do eaavento de Oliada.
Eutreijitlo eu nanea era meus communicados
trato: de mostrar a illegalidade da renca quanto
ao engenho propiamente dito, nem sua falla de
clama, com o fim de pateotear a illegalidade da
venda do Camassary. O qae disse e direi sem-
pre liii, que a lieeoca nao se esteudeu aos es-
cravos pertcncentes ao convento, e que a venda
da taes eseravos foi o resultado do calculo, e do
abuso do Rvm Fr. Joo Lucas, agora traduzidas
pelo Rvm. Fr. Alexandrino em sHppmico do ven-
dedor, e falta e clareza do aviso imperial.
O poccado, pois, do Rvm. Fr. Joao Lucas, hoje
meu inquisidor, iue maodoa-me tirar o pao para
matar-iue fjine, e prender-me nos careares da
Baha para ejmigo praticar o que praticoa com
dous escravos nosta provineia, nao eoosistio so-
mante, como pretende o Rvm. visitador, em ter
alte vendido separado escravos que o gevenio
mandou que fuetea vendidos com o eageoho;
mas sim, em ter vendido beos do eonveato (as es-
eravos) qae,o governo nao mandou que fossem
vendidos. E se dovida baria a respeito do espi-
rito ou letra do aviso, porque nao poda o Rvm.
Fr. Joao Lucas explicares ao governo imperial I j
Por qae. como j dase, nio pruoroa advogados
de consciracia, que aao oaseu verdadeiros hypo-
eritas, p.tra ouwlos a respeito *?
Alm disto, occorre urna outra circunstancia, e
, que o Rvui, fr. Jale Lucas na s veadea >
arara* que aao poda vender, cjno alfoitiou a
una pouieas, como adiaste woskrare; em eajtf nu-
mero euttaram duas scravas Sil vina Mara a Oa
ra, lha toai. can o fumviti escndalo de pas-
sar carta da liberdade a de servir, i alba eu quan*o iva fosse. Sim : as-
ta, porque ara maca e LnJ/i, devia ser um dia es-

da Baha ; porque ex caso nenhum <; somera
deta mentir segande o precetto de S. A/osiinho,
e multo menos o sscerdota eui def a* de seus
mais sagrados AiraRos.
and o To de minha expo^rt, pertnn-
to ao ltvm. Pr. Alexandrjoo : se a. Uceocs impe-
rial, por nao ser bastante taranto ermitno ven-
da do ngcnae cata os aservos ; nem me antori-
saQao alfoTriefl o Rvm. Fr. Joaoy j^qj jj cera-
vas, que ali nunca mais volt^jr* an captiveiro*
Responaa a Rvm. visitador. Sem n-v-ida queoom
nmnos aatariac.ao c-m qoeenlaKaK-iaj,,, g escra-
vo, por tnfrn reivinficados, 4 ttnjos valores j
urji ve nsnfruir, em qoiob du einvaau, o Rvm.
provlmsa! Fr. Joao Lucas; pois cert, que net
o governo, nsnv o Sr. Auneio., nem o definiteo,
oem para isso ; e neln He era cotnoeu, prter do con-
veao do Carmo de Otinda. 'Sirva de prelo o
qne acabo de cxpdr ao quemis adinte teario a
diicr quando frisar o, ponto i-elativo ao mea gran-
ee enme, de 1er libertado tis escravos reivindica-
dos.
Quero n5o v como ecrplemento do qte tenho
exposto a seguinte indmeo loaira ? Em verda-
de, o udko meio do Rnn. Fr. Joa > Lttr?i< ven-
der o engenho Camassary, em nniveito upcessa-
rio seas flns (eapemo em cajo papel de venda
est asstgnad'i o Rvw. Fr. Alejandrino Jos do
Rosario, com exclutaio, porm, do cognome Fi-
gneira) era suppor, como snppoz, qae a licenca
se estendia at aes eseravos; porque de outro
ViOito, tendido o engenho, tai qiwl o governo or-
denou, com a expressa clausula de ser o producto*
dt atiennrao applicado amoriisar as di'idas, o
qae testara aura certas e determinadas desperas
indisp*nsavs a *Tm*cnt'' do prior de eolio do
enverno o> Carmo da B.tliia ? Entretanto, que da-
das cerno se deu.a supposico de ser extensiva a li-
eo{. i ao.' escravos, nao s as dividas fjram ainortisa-
da^, como tanto dimVirohonvr-, nao ser mais pre-
ciso alienar eseravos e sim libertar. Caso este para
dizer-se, qae mu tas vetes do sfio d torrente de
males quentscem mnitos bens; se,m que sejam
eties elfeits 4o eego azar, mas sim=obras da Pro-
videncia.
Essis Iihertac5es no podiam deixar de ser pro-
videnciaos, e tanto o foram, e rao efTeitos da von-
la de dohimcra; que o h mem revelon-se logo
por meio de um txemplo de grande pecradii.al-
fornando a urna triste mi, com a eondicao de
servir de cscrava a sua propria Alba plenamente
liberta!...
XV
Nio a mim cef lamente que cabera a pecha de
diffaroador (fo Rvoi. provincial da Bahia Fr. Joao
Lucas do Monte C irm'llo, sroente porque, no ter-
reno em que elle desgragadamente collocoume, e
0 seu mandatario, tenho* narrado parte----, digo
bem, a menor parte talvez do quanto de real sei,
nuco e termo liio seu respeito, e do que prati-
cara nesta provincia ; porque entre o passar eu
por calumniador, por dilapidador, por desobedien-
te, por m sacerdote indigno do cargo que ocen-
pei por espago de 8 annos; e o Rvm. Fr. Joio L-
eas por moit digna autoridade, hornera de boa f,
prbj e cuma de mineas louenras (...estas que
deramem resaltado a reivindicacao de I6:O00000,
e ltimamente a liberdade de oito pessoas, sero ler
vendido do convento um s palmo de trra, urna
soitavade prata), nao ha meio termo possivol.
Ou constituir-me rj confesso.sem tercrime, e ei-
tregar-ma calado, innocente, a furia dos meo* al-
giizcs; oa bradar com toda f torc de mens pul-
uioes, e dter ao publico e s altas autoridades da
igreja e do paiz : H* um monge mais peceador do
qneeu, que earregado de crimes im[rescriptivfcis,
tem zumbado at hoje dn3 leis dq paiz !
Ero ludo caso, eu dei ao convenio e nao sola-
pe! o convento. Eu o denuncio, e o fago firmado
no seguinte apophthfiqma moral: si necfsse fue-
rit scandalum esse, ut veniat vertas, venat sean
diilum el vertas apparebit.* Apophthrgma este,
que nao sendo tirado dts Evangelhos, tonsiderei-o
em outro artigo meu como urna mxima evangli-
ca, lomando esta ultima palavra na accepgao ge-
ralde coisa certissima.
Prova de que nao calumnio ao Rvm. Fr. J ao
Lucas, provincial da Baha, o juizo que delle fez
uro nosso companheiro do habito, o padre raestre,
(ereio que ja fallecido) o Rvd. Fr. Luiz da Pureza
Machado, prior de 1856 a lh61 ; juizo este, que
pude encontrar em um livro de lancamento de no-
tas particulares deste monge, (notas da concien-
cia escripias no maior segrtdo de sua celia) con-
cebido nos seguintes termos, como poso mostrar
a quem queira verificar a lettra do Bvm. Macha-
do. Eis a pota : t Os estragadores do convento do
Carmo Fr. Joao Lucas, Fr. C. Fr. F, Fr. A. de S.
C ; priores que vieram desde o armo de 1830 at
I8J7. Oeve o convento da Baha 44:0001000, e fo-
ram vendidas prupriedades para pagar dividas
contrahidas por aquello prior, etc. !... F.' cri-
vel qae es^e religioso, em um Hvro de saas despe-
ras ou notas particulares, livro qae nao contava
elle qae .hegavse um dia luz da publicidade,
lavrasse semel liante sentenga, sem certeza eons-
ciei.cia dos factos que levaram-no a da-la ? Nao
por certo.
Cjoseguintemente, nem calumniei ao Rvd. pa-
dre mestreFr. Joo Lucas, no que to:aa venda
djs escravos, nem no que relativo a sua conduc-
ta moral. E bem em razio foi, portante, esse pro-
teste, que em nome da commuoidade flzera o Rvd.
Pr. -vlexandrino peranie. o respeitavel publico,con-
ta o uieu modo descortez e injurias aliradas
pesada do mesmo Rvm. Fr. Joao Lucas. Entretanto
que coutra um tat protesto bradam mullos do
cnenlos ; lirada a justica de miiiha causa ; Ira-
da o "boro senso publico ; e s nao bradam a in-
justi^a, a autoriJade irreflectida na pessoa de uro
grande dinquente, qae acoata-ie em um habito
de monge para lavrar o meu exterminio, no deses-
pero em qae est de ver eseapar-lhe das garras
oito victima." do captiveiro, por mm libertadas I
E nao injuria um annuncio semelhante ao que
a meu respeito pnbli ou o Rvoi. visitador Fr. Ale-
xandrino ; nio injuria o depor-me elle do pri>-
rade do convento de Olioda como se fra eu um
dilapidador ; oo injuriachamar-me para se-
melhante denesigo como se fra um escravo de
seu servico domestico, quera tivesse de dar or-
dena luxuriusas, e deraais a mais, laaeando-me
logo ao rosto, a vista dos religiosos de outro con-
vento, os bem calculados motivos de uro brbaro
denunciante.
Demais, onde est a vordade provada, nio ha
por nenhum modo o menor espago para sentar-se
a injuria. E porque nao toeon o Rvm. Fr. Alexan-
drim no doenmenlo apocryph), que puhlquei no
'Diario de 20 de julho, com o fim de provar o ca-
rcter do Rvd. provincial da Babia e justificar o
motivo de ininhas dundas acerca das nrdens de
deposigo, passando por elle de sobre-salto T
Ah I bem triste ver-se, em todos os actos
praticados pelo Rvd. visitador carmelitano contra
mim, desde que-aqu abordou, recamar a filia de
civilidade, de amor ao prximo, de caridade chris
ta, de razio e de justga, eomo o resultado do
derramameato da mais negra bilis dessa que
transforma os eorages dos homens em entranhas
de phera e es langa fra da dignidade humana.
O in que realmente leve em vista o Rvd. Fr.
Alexandrino, logo que aqui chegon, nio foi s de-
por-me ; foi tambera aiirar-me ao escarneo pu-
blico, pnneipiaado pelo despreso, e de modo a ple-
namente satisfacer as iras do Rvm. Fr. Joao Lu
cas; foi entregar Ly dia e seus filhos a seus i Ileg-
timos senhores, como se deprehende das ordens es-
criptas, que sobre tal aiiimptn trouxe da Babia,
e que foram vistas por pessoas muito dignas ; foi
levar a tranquilidade quantos ainda se acliam
iilegalmeote de posse de multes bens do convento,
e que em mim dlvisavam um espectro ameagador;
foi, emfira, tirar-me o pao como meio de punigao,
easo fosse mal sucedido na erapreza, apezar de
leda a carga da mais desptica autoridade com
que da Babia velo to atarefado. i
E' para todo consegu- qae s tem procurado
por em relevo a miaba desobediencia, para com as
altas autoridades consumidas. Ms ainda quando
tal deeobe ieneia hoavesse, ella leria sido provo-
cada pan Rvm. vsilador.desdo qoe se nwsiroa es-
qeeiao da segornte verdade, sellada pela expe-
riencia :Mo ha meio melhor da tornar forte e
rebelde, anda o mais fraco e IraraHda de todos as
homens, do qae abasar-se da sna fraqueca e
bumHoade.
XVI
1 Proaegoindo m snas ajustas acaosacoes para
omigo, prororaaa o padre mestre visitador, a
sea eomraunicado, nos seguintes termos : < Com
,ime arelo oRad. eravos do convento ? Protesto contra semel han te
acto. > Sim, os eerawbs. do couvento, mas H. ama
vez veodidtfi illegalmente pelo Rv. Pr. Jlo bu
cas. P>Ce|^^^ll^5*'
aennores. b!lqotm qfioi^wM de mero o-
Baha, nao sel para qoe Bi ; qolmdo cerlo qttt
nhora daqueMa d cojo ventre bavia nastido
Em defeza de minha bonra a at da miaba ga-1 a pertaneerem elles a algas senhono, era este
rastia individual, lio ameacad'tt pelos Rtb. Fr.to coaveate datoda. B se os seis escravos per-
tenciam a este convento, com qae Yeito preten-
* o Rva\visitador entregar Lvdia e seus filhos
Rufino Thomaz deAquino, e sobreptieiamenta
embarcar Udebaldo para a Baha, como Irevelou-
me logo no dia immediato ao do soa cllegada a
este capital ? Cato o dirdto sem dovida do absur-
do e do duplo escndalo 1
Mas, em nome de qne uate, de que religo, de
imawdade, de quedwailo, eque caridade,
o Rvm. visiudor Fr. Alexandrioe ? Vis-
te*, que nem unta dess eousas mais sagradas
me poderiam servir de hase i semelhute pro-
teste.
Em neto de desespero, eontrahido de raiva ao-1
ver malogrados todo es seuspianos-delanear pe-
la tere iira vez no captiveiro a oito pessoas, das
quaes s era soberana senbora Noasa Seohora do
Carme de Oliada, corre elle a procura dd advo-
gado? ; at qae afina* enconlra um dos mau ea-
thqltap, qqe Ihe aceitou a cansado paganismo e da
barb*ia cootra a retiao da croz e eauwwvlhe
esse protesto afroflWdot do mis sagrado direi
e da curilisacao moderna.
EbUo, assim escudado, principia o Rvd. Fr. Ale-
xandrino per insultar rae, asseverando ao publico,
qu minha palavra nao pode merecer crdito deJ
ninguem ; que as cartas de liberdade foram pas
sudas depois de j ter ea sido por elle deposto. Ha
vero offeosas ma injustas e desooutmunaes do
qa essas qae me forui laneadas por esse meu
companheiro de habite t
Se minba palavra nio pode merecer crdito pelo
tacto de ter ea passado carta de liberdade a oito
escravos do convento por mim reivindicados, po-
der porventura merecer a do sacerdote qae, ren-
dido as paixes da ira e da ringanca, pretende le-
var de rojo nm dos mais sagrados direitos do ho-
rnera, direto sellado com o d *do do Seohor 11
E como prova o mea advorsai io, qne as cartas
de liberdade firara passadas depois de minha de-
posigo ? O publico vai ver eom quanta levianda-
de se avaBea em um grande Diario proposices
me s devensm ser proferidas eom provas as mais
robustas. Diz ell^: c O ex-vlce-prior Wis eom-
municados que pnblieoa no Diario de Pernambu-
co depois de sua deposigo, que lev lugar a 21 de
junho, diz ao publicoque eu quena obriga-lo a
entregar os escravos por elle reivindicados aos
seas illegaes ex senhores. Logo nesta data os es-
eravos anda nao esiavm forr s. Note o publi-
co que &s pa'lavrasillegaes ex-senliores eswo em
gripho. Qoe lgica nao e essa do Rvd. Fr. Alexan-
drino Figueir.i ? Pois nao podia eu disentir o di-
reito de perteneerem os eseravos ao convento e
resistir a entrega dalles, antes de verificar a legi-
(imidade da autoridade do actual visitador, tendo
ji de maito as canas em meu poder ?Todo mando
o eomprehende. E en, no meu precedente artigo
jjiz bem patente o motivo porque hava deante-
mo passado as cartas de liberdade ; motivo que
conisti era ter-me, ha maito ameacado de depo-
sigo, flor meio de varias cartas offensivas, o Rvm.
Fr. Joo Lucas ; e que era fundado oa certeza que
tnha de qne o provincial da Baha entregara os
escravos a seas illegitimos senhores, com o fim de
desmoralisar-me, e para qae eu nao proseguisse
na obra da reivindicacao queja tanto o havia as-
sombrado.
EotretanH), note o publico o desazo em que se
acha o meo adversario, e anda a contradiccao.
Ao lempo qin diz,que en alforriei eseravos do con-
ventopor mim reivindicadoscscreve em gripho
as patavras illegaes senhores; dando assim a en-
tendo/, que Rufino Thomaz de Aquino e outros de
eujo poder reivindijue os oiio escravo, eram_real-
mente legilimos senhores. Quanta afronta nao vai
as palavras em gripho aos tribunaes do paiz ?
. De maneira qne, ora os eseravos sao do conven
lo, e o diz quando falla contra a liberdade : ora
nao eram do convento, e ea os reivindique! He-
gatmefrte ; e ito quando procura sustentar a le-
galdade da venda feita pelo Rvd. provincial da
Baha.
Deraais, se o RvJ. visitador j disse, que eu coro
metti o attenlado de o nao reconheeur, anda mui-
to depois de sua chegada aqu e do dia 21 deja
nho, e de duvHhr da lejalidade das ordens es-
criptas pelo Rvm, Fr. Joao Lacas, tanto que rae
aecusou por ter-me asignadoprior ; tanto que
transcreveu despachos do Exm. vigario capitular,
corii a differenga, porm, de ter alterado o sentido
e a lettra deste, pjis, certo que apenas aeonseUiou-
rae a prestar obediencia; se mais cerlo, que
urna legal deposigo, nem po lia ter ugar polo
modo porqus o fez o Rvm. Fr. Alexandrino, oecul-
lando o? documentos de Sua autoridade, mandan-
do me chamar ivn 'lugar indevido e pelo modo
nais desusado, e nem tamflera antes que fosse a
qoastao decidida, como foi pelos Exms. Srs vice-
presidente e vigario capitularcomo que se ani
roa a vir em publico declarar, que as cartas de
liberdade foram passaias depois do da de minha
deposieao Mo depois do dia 21 de junho ?
K tu lo com o fim de
ros libertos ? v
fazer prova contra os mise
XVII
t Ero julho (continua o Rvm. Fr. Alexandrino)
o Rvm. ex-vice-pror na peticto que dirigi ao
Exm. Sr. presidente, dieta qne eu quera forca-lo
a entregar os escravos do convento a aquelles de
eujo noter eUe er-vlce-prr os havia ivivlndjes
do. E' claro tambem (coni'lnsao I) que anda em
julho os escravos nao tinham sido alfornados'.
Sempre amesroa lgica infantil, ou anles a mos.oa
alicantina.
Pois nao claro qne, jnlgando-me coro poderes
de libertar esses escravos, fosse nduzdo a faw-lo
em tempo de serem valida as cartas de liberda-
de e quando o Rvd. Fr. Joo Lucas Mra-me
certeza ou de sna vinda a esta capital, para tos
mar-me es escravos e entrega-Ios ou vndelo ,
eomo ji o fez, ou de mandar quem suas vezes fi-
zesse ?
Dada, porm, toda probabilidade e possibilidade
de serem as cartas passadas antes de ter sido eu
dposto do lugar de prior; c nao ha vendo en con-
gruencia de discutir os direitos do convent >, Ira
zendo na manga do habito cartas passadas, um
anno que fosse antescoroo dizer-se, que era cla-
ro que os escravos nao tinham sido alforreados em
jnlbo, s poroue em meas requer mentes eu con-
batia o direito qae tinta o Rvd. visitador de tomar
os eseravos do convento para extravia-los, ao modo
do Rvd. fre Joo Leas?
O qne se pode concluir lgicamente que eu
nao tendo em mente alforriar j os eseravos, antes
de tratar de outras reivinllcage?, porque seria
enfraquecer os ineios e o direito eom que reivmli-
quei Lydia e ontros, trazia comigo as cartas de
liberdade para smente apresenta-la em notas em
ultimo caso, qne seria quando visse os escravo
prestes serem entregues aos mesmos, de cojo
illegal dorioio reivindique!, ou a partirem para
a Baha serem de novo vendidos pelo Rvd. Fr. Joo
Loeas.
E mesmo nao sei que ontro proceder devera ter
eu, a nao ser um prvulo; porque, publicando as
cirtas de liberdade, oa anda na incerteza de dei-
xar o priorado. ou na esperanea de ir sobre ontros
illegitimos possuidoras de bens do convento, nao
era possivel mais continuar aa obra da reiviadiea-
gao com probabilidade de triumuho.
Depois do trecho que aeabo de combater, cinti
na o Rvd. Fr. Alexandrino cem o seguinte dilem-
ma: fSe os escravos foram forros em maio. (Aqui
confessoa qae de hete estioforros). O Rvd. ex-vica
prior faltou com a verdade na petico que dirigi
ao Exm. Sr. viee-presidente, se loram-forros de ai
de jonho para ea, o Rvd. ex-viee-prior ja eslava
deposto, e eomo til nao era mais o administrador
dos bens do Car no de Oliada. Valha-te Deas. J
se vio am dilemma semelhante? Coacedo por um
instante foe fakasse a verdade era meu requeri-
mentoaoExra. Sr. v:ee-presidente da provincia; a
quo vera esta minha falta de verdade com reiaeo
a liberdade dos escratos e ao eu direito ou nao
de liberta-lfts? Qae reiaeo, por ventara, tem
eeta ponta do dilemma com a outra era que dizque
ea ja eslava deposte ?!
E pode-se dizer que eu falte! a verdade a S.
Exc. o Sr. vice-presidene, quando o meu reque-
rimeato f .i feito antes de ter oa dado publicidade
as cartas de liberdade ou de as ler iaogado ca-
otas ?
Se ea j tendo Iaogado as carias as notas e con-
seguintemeate nao as podendo mais inutuisar, em
algura reqaerimento a aquella aalorid .de, occnl-
tasse o meu acto, ento que com razo se poje
ria dizer, qae ea tinba fallado com a vardad
& Exc
A verdade CtoH o Wd. rblUdor Fr. Alexan-
drino Figneira quando disse, que nanea leve ain
vista eniregar Lydia a seus filhos a Rufina Thomaz
de Aqaino.'e'YtnaettT sobreptiatoMaente debal
do para a Baha; guando earto, que ateo offl-
eie do Exm. goveruador do arcebispado da Baha
eaatete expreaiaaiwatB essalaasnla; e todas as
ordens dadas pelo Rvm. provincial da Bahia Pr.
Joio Lucas.corabinam eom as cartas que eUa dir-
gio-me e qae ji foram pahiieadu.
Contlna-and di ainda o visitador : Qnejrm
qoer dm oatratiypoawsa (debitar eu a ser-
a S. ft*. o ir. vme-presideate) o Rvm.
ex-prior nao aa poda atforriar. As cartas de h- i de tataib" o qae dia asatM> aaa aatnra lar si
f^ita de harmona cora o brm dequeaeiraa
berdtae raaeidaa anta atentara, no eartorio de Sr.
ubellio Silveira tobo, sao aullas e simuladas e
cerno taes nao pode prodoxir effeito legal. Pri-
meiramente compre notar, que as palavw* utas
e simuladas elle as escrevea em grypV. C que
qaer dizer que nem .fio nullis e em simula-
das. Foi a conscienela, que em nm sacerdote de
Christo, cajo eoraicao mergu ilkado ero fel o arras-
tara de erro em erro, de abaso era aboso, de pai-
xio em paixo, treroera-lhe a mo ao eserever as
duas palavrasmitas e n'aarlndm.
Em segundo 'lugar : se as cartas aao
jrodozir efWte legal, ne compete nem
oem ao Rvm. "r. Amiandrlaa decidir ; e sim ios
tribunaes do paiz, asses que, reconhecendo a ille-
falidade das vendas dos eseravos fetas pelo Rvm.
r. Joao Loeas, mandaram qne fossem alies entre
gaes ao convento.
r O direito Amado na moral, na reiigio e na
jastiga, tendo por si a probidade e candara dos jul-
sjaderes, esto cima de tudo, e do aviso de 13 de
maio de 1888, mermante na especie vertente.come
tni outro artigo o demoustrarei.
Nao satsfeiio ainda o padre mestre visitador,
trata do men advogaJo nos segninles termos :
O qae dir a ilso o sea advogado, qae oo dia
20 do correte me procurou para dzer-roe que o
Rvm. ex-vice-prlor de Olioda rae procurara n'oa-
tro dia para presiar-me obediencia e pedir un
prazo paraentregar-me esses eseravos qne o mes*'"
rao ex-vie-prior acaba de declarar forros dese
maio ?
Eesla! Qaeria qae o meu advogado,sem que eu
livesse-uado pablicidalp as cartas de liberdade re-
velass8_lhe um sogredo equivalente ao sigillo da
eenfls?o. E quando carlita j tivesse elle de es-
tarem passadas as cartas de liberdade desde maio
do correte anoe,, sen flm, indo fallar ao Rvm.
re Alexandrino, foi nao s livrar-me de alguraa
violencia qae a maldita in'riga tivesse, porven-
tura, forjado, declarando que ea esteva disposto a
reconhecelo em obediencia autoridades consti-
tuidas ; como tambem saber ao certo quaes as ul-
timas intencoes do Rvm. visitador para comigo, de-
pois de prestada a obediencia, e o qae liaba era
vista fazr dos escravos. Era o direito do con-
vento a dar sua ultima palavra a am de seus de-
molidores, e nada mais.
Acaso seria meritorio, qae o mea advogado,
meco to grave como sincero, fosse atirar cnro
meu direito, com todos os meios de minha garan-
ta e defssa do convento .ios ps de um adversario
to 'poco cavlliiro, lio ponen ehristao, eomo
agora provado com a coragem de maoifestar-se
em pubheo, era desespero, no empenho de esera-
visar a 8 pessqas ?
XVIII
Prqseguinlo. diz ainda o meu aecusador :
Acerca das razoes cun qae o ex-vice-prior
justifica a alf irria dos escravo, a resposta nica
que Ihe posso dar protestar de novo contra o
acto do ex-vee prior, ete. 0 ex-vice-prior, alm
de tudo, rontradltorin ; declara forro, sem 1icen-
ca legal, os mesmos escravos que diz ter reivindi-
cado por terera sido vendidos seno liceoga legal.
Isto ain sophisnsa missravel. Em qaa parte
dos meas cimmunicados disse eaqne sem licenga
legal declarei forros os escravo?, quando eu os li-
berte! porque julguei nlb s'er preciso licenga le-
gal? Se euo tivesse dito,u-o que o Rvm vi-
sitador poda achar ssnfcttnnte eontradicgo; ma=,
nao o tendo feito nunca, eicogitar elle urna falri-
dade para, confrontando com a verdade por mim
proferidade terem sido vendidos os eseravos sem
licenga_ legaltirar eomo eonseqnenc a urna eon-
tradicgo, s revela fraqueza de espirito e calculado
fim de tundir a opinio.
Se en sempro tomei a responsabilidad do acto
que acabo ltimamente de praticar, entcnindo
que os prioro, em certos e determinados cases,
podem alforriar, mas nunca alienar, qae nncessi-
tade havia em dizer quo *s cirtas de liberdade
foram passada sero licenga legal? Tanto mai
que, comparar se o acto da libertaeo com o da
ven la por dinheiro para flns libidinoso*, pro-
curar-se tfr.ir do direito todo o carcter de huma-
nidadev de jisga e de moral.
Proteste o RvHi. Fr. Afexanlrino qaantns vetes
quizer contra o cti de ter ca dado liberdade a
esses 8 escravos do convento de Olinda, jior miro
reivindicados, e que estavam prestes serem de
novoTedu/.i los a oiiro pelo Rvm. Pr. Jj5o Lacas,
que ero rerposta Ino aprsenlo, cima de todo, a
palavra do Redemptor : esta que espancou o paga-
nismo ero toda a Europa, o paganismo mantenedor
da escravido.
Mas nao tudo : o Rvm. Fr. Alexandrino do
Rosario Figuetroa nao s prOftJfea como den as
raz'es de seu protesto, e q i sao as seguintes:
Que o direito de libertar os eseravos do convento
pertence actualmente ao Ex.ro. Sr. visitaJor da
ordem, de acconln com o Rvm. vigario provincial
e seu deflnitorii ; qae a tanto ir.i ehegs a au-
toridade de um prior que nao mais do -que um
administrador 'ns bens de seu convento, por no-
meaco do prelado ou cleig&o do defteitorio ; que
alero dislo torna-se preciso a licenga do governo
imperial para qne as cartas de liberdade pansi-
das pela communidade, tenham effeito legal.
Ento traz logo, como exerophi, o cas de. prior do
Para, que alforriando nove escravos para a guerra,
depois de ama reelamagao- do provincial do Rio
de lioeiro, o governo imperial abri mo dos es-
cravos.
Primeramente contexto, que o prior de um
convento seja um simples administrador ordinario.
O prior tero sempro jarisdicci-especiaes coiflo
as tem os provinciaes e tiveram os commisssrios
delegados da reforma ; e nanea a jurisdiego dele-
gada trou essencialmente a ordinaria, segando
bem diz o Bvm. pWre mestre Dr. ex-visitador
apostlico e reformador Fr. Jos CaeMdo de Souza.
Em segundi lugar O.acto da liberdado de es
era vos um acto to >ugenoris, que, dependendo
de muitas circumstaneias, tem sido em todos os
lempos favorecida pela legislago e por quantos
tem feito applicago das leis ; e tanto que, no
livro do breve, e s gando urna carta do maitj
Rvm, padre secretario da provincia Fr. Antonio de
Sant'Auna, em 1815, encontrndose clausulas re
latirs as vendas dos bens do eonvepto, apenis
trata positivamente da commotagao da venda e da
ahenngo, e nem urna s palavra acerca da liber-
dade dos escravos. Nutus prh' aul vicart us,
aut Preses cendal, oomutet, aut quavis modo alli-
net domus, possetionrs.mancipia el annuos sensus.
sine l i cent tu in scriptis capituli Provinrialis, M
Procincialis simul et deflnitorum, sub pana, etc.
Orase assim se o livro lo breve, com relagao
aos priores, nao trata da liberdade, claro qae elle
tcitamente com o tira de nao ir de encontr a re-
iigio, pennittio a faealdade de libertar os escra-
vos s autoridades superiores do convento; em enjo
numuro esto os priores. E se assim, nao o
Rvm. Fr. Alexandrino que aprsenle a parte do
breve onde existe a clausula que emaede os prio-
res de libertar os escravos do cenvento ; e designe
a faeuldade que diz ser rnente relativa aos pro-
vinciaes cora o d'linitorio.
Si, porem, a nio faeuldade dos priores libertar,
em eertos e determinados cases, depende, eomo
disss o Rvm. visitador, do fado de serem elle
meros admiuistradores, sondo os provinciaes e o
defloitorio tambem meros administradores e nao
senhores e possuidores dos bens do convento, po-
dem estes alforriar e nao os priores, que tambem
o administrad .res ? De principios errneos e
mal pensados do Rvm. Fr. Alexandrino nio po-
dem resaltar senao consequencias abVurdas. E" o
que se est vendo. Rntreante, bom qae aqu
fique con-igoado, que quando urna tei eneerra em
si o germen da imraoralldade e da barbaria
para ceder, mais larde oa mars cedo, a aeeo do
progresso meral, firmada em a natureza das coasas
e nos direitos imprescripiiveis do home'm ; e nio
para, semelhante i urna columna de fogo do
averno, superar os raios deslumhrantes de urna
aurora do eo. Assim, ao despenhar-se a sopro
infallivel do progresso, am grande mal, como
2. lei da escravido, bem fraco ser aquelle que
a procure sustentar, mediante restrictiva nter-
pretago da lettra e do espirito desta lei.
Quanto porm, ao nove escravos que o prjor d
Para alforrioi; e ofereceu-os ao goneruo para a
guerra como voluntarios, nada nrovj, com reiaeo
ao caso vertente ; porque apenas d'ee se deduz.
Jne bavendo urna simples reclaraagSo do provincial
a Rio de Janeiro, o governo abri mao dos liber-
tos. Em tempo algara urna reelamagao foi um
direito. E o essenc al aqui qoe o coverflo Miegou
a aceitar os escravos. Poda o provincial do Rio-de
Janeiro reclamar os eseravos iojasMmente, e o fo-
veroo ceder a seelhaete reelamagao para nio
quesUonar eerca de dma mal*ria coja solagae
ara da aleada do peder jndielarw. Quera o Rvm.
Fr. AJexadriaa e o sea sdvegttdo, qa o goverse
se urapozose a demandar coffl e provhieial para
temar os eoravo*erWs pelo prior do Para f
R para qaa sosas!haate easo goma eoosa apro-
veituase, aa qaaaiav vorwaaa, au Rvm. visitador,
sena puecia que elle masamase, qaa os esoravssi
Uabam voBado de novo ao caplisakro par sentos!
des irihttQiej da paiz.
Xllb.
Pas-arei agora a.rasar a J dar da
4830 da qaa) faz Rna, visitador am ontro cav
Ella rere de aoildade smeate as atienages e con-
tratos oneraeos, acerca dos hens do* conventos,
foitos pelos ros i iores sem lieeoca ame,
ria!. Ora, urna alforria nem ama alenselo,
nem am contrato one epgio ja-
ridca ; e a alforria se rege por principios diverso
dos da 'tiena-io ou do coatrato onerosos.
Um ontrato siippoe sempre .alaste entre aa
vontades; e a alforria pode depender, como aoaar
sempfa denemte, da vontade de am s, que 4 da
qae di a liberdade de harmonia eom as leis qne a
protege,'ou qne a ella se nio oppoVem soa acfe.
e natureza.
Se, porm, a lei de 9 da dezembro apenas 'trata-
das alienages n contratos onerosos, nao falta da.
alforria, que era easo alguna poda ser considerada
um contrato oneroso, morroente m caso vertente;
como conclaio-se qne seja riforosamente m-
dtspensavel licenca imperial para que o prior, le-
vado por principios aceitos pelo espino da pocha.
pa*s caria de liberdade aos eseravos do convente ?
E quando assim nao seja, j estando no espirito
de nossa legislago encarnado o principio de libar-
lamento do elemento servil, eomo hade ngoverao
opprse ao acto por mim prai-cado sem esa*
para o convente que, na pessoa do Rvr. Fr. Joo
Locas, j re ebeu secs valores na veada qae della
fez este sacerdote ?
Se onus ha para o Rvm. Fr. Joo Locas, e
Rvm. Fr. Alexaodrino, que assentaram de enri-
quecer o convento da Bahia a casta da ruina do
convento de Olinda.
Sim : o convento da Rabia est rico, posse en-
genhos, grande numero de.escravo-, fazendas de
gado, etc., ainda qae de todo desponha o Rvm. Fr.
Joo Lneas como de cousas saas, eoma se-fossa
elle o seohor e nao Nossa Senliora do Carmo. E
rico eomo est 'ao ponto de ter saldos de cootos de
res, como diz a quem queraouvir o Rvm. Fr. Al-
exaodrino ; e prova o'facto de ter o Rvm. Fr. Joao
Lucas a suadisposigo contosde rts,iar.i aqui con-
tra mim, pobre monge, sustentar seas caprichos
reprovados e os de seu vleme mandatario, defcta
que perraanega em ruinas o convento de Ormda; Ai>
dells se lembrando agora, depois que soube dos 8
escravos, prata e trras por mim reivindicados I
Com effeito extraordinario, que o Rvm. pro-
n;ial da Rih^a viesse out'rora a Pernambuco
vender os bens do convento do Carmo de Olinda,
no valor de mais de ii coates de res nara pa^ar
dividas do couvento da Bahia; viesseemfin arrazar
o convenio de Olinda ; e hoje, que aquelle conren-
to tem saldos de contos de reis, se nao lembre da
necessidade que tem este de ser levantado de suas
ruinas! O que responder a isto o Rvm. Fr. Ale-
xandrino ?
iymto Deu?, at onde p1 chegar a miseria hu-
mana Elles sao cenaments mais peccadores do
que eu !
Continuo. Dado qae o governo t ves-e incluido
na I cenga a venda dos eseravos do Camassary
para pagamento de dividas do convento, cora que
fundamento e direito se irla agora de novo pedir-
Ihe licenga para atforriar escravos quo j por li-
ceoga sna nma vez havhm sido vendidos? Entre-
tanto bem nota ve I que nem o Rvm. Fr. Joo
Lucas nein'o tal de/initorio, se lembrasse de pedir
llc-nerno governo imperial para dispor aqui dos es-
cravos boje por mim reivindicados; tanto que comi-
go abri rata poner eu resisnatJ a entrega de Ly-
dia e seus lilhos a Rufino Tbomaz de Aqoioo ;'e
nao atlender ama simples carta de lVu pusbo
mim dirigida, carta esta qae j pnbliqueit Para al-
forriarlicenga at-do governo imperial ; mas para
dar e vender os escravo do convento nada de
licenca imperial O qn! diz ainda a isto o Rvm.
Fr. Alexandrino e o seu inaitocaiholicb advogado?
Outro sim : se o governo imperial' tanto se in-
tnrassa pela liberdade dos escravos contra a von-
tade de seus senhores, como acontecen cora nm
escravo do eonveato de S. Bento, o qnal preten-
den lo forrar->e contra a vontade doT). abbade.
ohteve do. governo o aviso de 2 de agoste de 1830.
interessando-se por sua alforria, hado agora, na
poca actual, em que o espirito publico tanto tem
eonoVmnado as leis do captiveiro, sophtsmar de ar-
bitrio era arbitrio, em procura de argumentes qne
destnram cartas de fibirdadas passadas com o ftm-
damemo ao menos, de que nao ha lei qne a ellas
se opponha.
XX.
E qmando as houvesse.inde ellas de encontr a na-
tureza das eousas, a liberdade do hemem, a honra,
a vida, a moral e a regio, nao podiam mais ser
rostenti.l.is oeste seculo. E' preciso as leis ama
certa candura 'UfautSans les lois um certaine
candenrt diz Montesquiea. A lei de Ampheclyon,
era justa mas nao prudente, as de Soln acerca, das
sediodesextraordidaria; a lei romana sobre a es-
cravatura -barbara; e todis ellas foram sendore-
vogadas a medida que os magistrados da eirilisa-
co ehrista as-foram enfraqnecendo em sHas ap-
plleacovs. aos applausos de genero humano.
Pois quando toda a sociedadese levanta, quasi
como nm s homem, coutra nma lei deshumana ;
a opmii a regeita por ante-ehristaa ; o povo a
amaldigoi por immoral, o direito a condemna come
contra a uatureza ; lei que sendo sustentada pelo
re do passado fHendes) foi apagada enm o san-
gue de urna grande victima, o *Ri do futnro; lei
que inda existe, mas como nm xofrango em ple-
no meio dia... qae ha de vir um sacerdote pro-
testar pola imprensa contra a liberdade de oito
pessoas, e esias christas? Liberdade qae dei,
fundando me sobretodo oa reiigio e dos pree-
dente--?
Ma?, os precedentes, atienda o publico, sao lo-
dos a favor do acto que pratiquei ; acto que taote
irritou as iras do Rvd. Fr. Joo Locas, ao ponte
demandar suspeuler ininhas ordens, isto de
matarme a foroe e recolher-me ao convento da
Babia, onde est ello provincial de troheoe de al-
getna> para punir-me da audacia que teoho Im)o
por defender-ms perante o publico das iniquida-
des por elle praticadis contra mim.
Eis os precedent's : ,
Foi o proprio Rvd.Fr. Joio Lucas que, nos annos
de 1819 e 1830, quando acbou-se nesta capital, na.
qualid.ide de commissario do convento da Babia,
onde era prior, libertou, seai ordem do provincial,
do definitorio, do prelado visitador, do governo
imperial os segaiotes escravos :=-Elias, erioolo,
earpina e sua molher Sima, tambem cronla ; Vi-
cente, pedreiro ; Francisco Antonio, crioulo ; Ifa-
ria Clara, e sua lilha Silvina, muiata. Sendo a al-
forria do Mara Clara, eomo j o declarei, com a
eondicao de servir a sua lilha Silvina, emquante
viva losse.
Alforriou mais : parda Felippa ; Delphina,
mulata e mulher de Flix, crioulo, carreiro ; a,
Gravina, lilha de um d'entre es qae foram por
elle vendidos. Alforriou mais certas erias, qae
ficaram cepositadas nesta cidade para serem re-
mettidas para a Babia quando maiore> : o eram
estas criasHorleneia, de 18 metes de idade ; Ju-
lia, de 14 mezes ; Deodato, de 2 annos (estes fica-
ram em casa do Sr. Lima Jnnior no Recie); Fe-
lippa, de i annos, era poder de D. Mara Lconar-
da ; Secundma, mulata, de 23 mezes, em poder de
Manoel Jos da Souza. Felizmente alguns deeses
libsrtos anda existem !
Ora, se o Rvd. Fr. Joao Lucas, que nao era prior
do eonveato do Carmo deOliudtt, leve poderes para
alforriar io escravos, sem licenga do governo in>-
perial, pois que do aviso citado nao consta ; e sem
consentimento do definitorio. porque s anterieon
a venda do engenho Camassary, conlbrme os ter-
mos da, licenga imperial; como qae ea, sendo
prior, tendo certeza de que os oito eseravos por
mim reivindicados (cujos valores so o eonveato
uo aproveiuu, foi por ter dado o Rvtn. Fr.'Joo
Lucas oulro destino ao dinheiro, n'ohnra de ser
aos entregues seas illegitimos senhores, e ontres
remedidos para a Babia, qne os nio podia al-
forriar ? E o mis que todos esses eseraves,
libertados por aquelle sacerdote, caram no go
de sua; libertades, sera que at boje algam appa-
reeesse ao menos par* protestar.
Alm do Rvd. Fr. Joo Locas,.outros, as mas-
mas coodigdes, tambera aMorrisram eseravos da
convento daCarmo. O finado fr. Manoel JeaaMm
de Santa Sehotasiiea libertou o escra*e Jeta a
Mattos : Fr. Juao Felia de Jess Ahaargariaeas
eseraviM 4ns fhnoel.
O Rvd. Fr. Francisco de Sania Rose de Wrter-
bo, prior de 4819'at 4*33. atforrion, j no ta da
sen priorado, a. enera!* atraaoB, mulher da s-
cravo Luiz dePraoga, por 90* ; Briaiaavaer
30#; e a Antonio Jospdr ** Fr. -Vntooio'aa
S. t^ietanr f*al. tambera prior de 1886 a d8aa\ h-
bertou urna esotava de nome Fraocaaaa, ar
KH, awlber dscn> Vieaate : e i Jinajtafcjp
gratuitameBte. depois da poblicaea* da iei'daiStde
dezemtor de em Swto oejUqutaaajPQdoa
ditos prtoTas ttfcortoa coaa lieenoa imperial-e,do
definitorio.
Todos eses'aseravos morrerao ous, a oatre*
amia vivera naajoae de soa hherdad. Apra<>
illnstcade mbiae'aae nos julguo, a mn e ao aM.
Fr. Alexaadraodo ftesarto ptero
O mais ase tona a dizer sobre a lij
escrafos, Icaraaraa trilMuaM do \
esperara joatiea ceta, candar.
eoias eaaaa afeaierie todos Fr. M 4oJmr Bhnno i
r foto de ralM&o.
Tendo-ow retirado do batalhao n. 5a de



^r
.Abri.'d*iWiLaiBbD Sarta feira 12 de gasto de 1870

. ifauUri* d guar la do itunicipio
' 4o Cab' dhaver lixivio
nutu roaericu u capto, faltara um
dever tapeto saleixssst de manifesUr
fttwto me acho peuhorado pelas provas de
coaaideracJt e esiinai qae me tonta dis-
pensadas pelo IIIm. Sr. teen te-corouel An-
tero Vieira da Cunba, Yarjito digno com-
mandante d'aquello batalho. Venho, pois,'
agradecer ao mesmo Sr. commaodante Dio
s os obsequio* finezas donle o Campo
que Uve a honra de servir sob o seu com-
raando, como tambem a mioha promocao ao
posto de tencnta-cirorgio, maior prova anda
de estima que recebi do Sr. commandante.
Aproveito igualmente a opportuuidarJe
para dirigir ao Sr. major Angosto Duprat,
ao Sr. capillo da 4' companhia Jos Eloy
de Paiva. e us officiaes, siiceros votos de
gratido e etima pelas moitas provas de
apreco cata que se dignaram tratar-me do-
rante o tempo que ti*e a fetiridsde de per-
tencer 13o Jesjtioclo corpo.
Na capital, oade reside actualmente, en-
contrarlo sempre em mim, os Srs. tenen-
te-corooel Amero*Vieira da Cunta, major
Augusto Duprat, capitao Jos Eloy de Pai-
va e mais officiaes, un amigo dedicado e
reconhecido.
Recife, 11 de agosto de 1870.
Joatjnim Manoel de Castro Santos.
'Teoente-cirorg^o.
e PN4T0 EDUARDO, O EN VENEN AMENTO DE SEt'S
B*ttOn&8, E AS PUBUCACES A nESPEITO
*UtAS NOS JOBNAES D'ESTA PROVINCIA K
NOS BA CORTE.
Ha (actos qu*, pelo modo e circumstapeas com
^uo denunciados ao publico,pela importan-
cia e gravidado qae ostentara, e nao menos pelo
eoamentarios de que s) ajompanhado, mefjoem
ser seriamente meditados, investigando-se as di-
verjas versoes que obre elle eorrem.
Foi o publico d'esta capital, nos primeiros dias
de julho prximo fiodo, sorprendido pela noticia,
de am duplico envenenamento, qae se dina prin-
cipio da execuco do monstruoso plano de exter-
inini i de um i familia inieira.
Doas irmos, pessoas abastadas e de nao inferior
posico social, foram as primeiras victimas apre-
goadas di*sa aceptada hecatombe.
Un escravo peitado era o instrumento que se
presentara e*BM tonda comee, mm sua obra mal-
dita de deslruicj.
Urna familia inteira, cubera de lato, compa-
recia perante a autoridade para qne esta reao-
Uassse as declaraQes do escravo culpado.
A impreuea nao lardou eai dar noticia de lado
isso, eo espirito publico, que nobreraente costa-
ai pran iitciar- .se em prol da victima, o contra o
algoz ; rrgueu-M indignado, rechinando a puni-
cdn dos que por ventura fossem criminosos
A io.torid.ij>, sem perdade tempo, procedeu a~
dskfanoioe que requera agravidade do caso.
Prisoej, i.icoramuoicabilidade, segredo at certo
poata, inqueritos, exhumacao, nada foi poupa-
do, no intuito de chegar ao deseobrimenlo da ver-
dade.
Has, alin.it. d'essas importantes e trabalhosas
indagacoes que resultado se colheu ? que prova*
se obteve ?
Eis' o que o publico nao sabe uteiramente. E
lioje que s* primeiras iinpressoes parecom lerbas
lante perdido de sua intensidad?, e a calma pre-
cisa para julgar de facto to grave, parece te-las
viudo substituir,ao ser (ora d proposito dis-
cutir o importante assnmpto de que nos temos oc-
cupado, para que o espirito publico'nao se trans-
vie no sentido qne ,-e tem em vista com diversos
us.
A familia S e Albuqnerque, depois da morte
dos Sis. Joan de Sa eDr. Victorianode S,sflwi que
intentaste procedimento algum criminal contra al-
guemapresentou ao Dr. ctiefe de paitis o inole-
que Eduardo, que servir de copeiro ou cozrabei-
ro dos dous tinados, para ser interrogado sobre
revelaces que uzera relativamente a causa e au-
tores da morte de seus senbores.
Esc escravo, que fra recolhdo casa de de-
tencao por ordera da familia a 23 de junho, afim
de ser embarcado, foi d'alli condolido para o ing-
nito Guara-rapes, onde esteva alguns dias, sendo
depois apres-iuado autoridade em estado tal
qne fez loso dase nliar ter sido antes de compare-
cer, posto oni afilictivo e barbare supplicio, poi-
trazia recentes signaes de violencia e tortura, e
mal pode subir, com auxilio de duas possoa?, as
escadas da repartirn da polica, tendo al diflcul-
dade de conservar-se em p durante seu interro-
gatorio.
lsto facto presenciado por grande numero de
peisoas, e o exame medico que se procedeu na
pes-oa do e.-cravo, nao teve lugar seno porque,
tal como appareeia, o escravo dava musirs de
ter soffriuo sevicias de natureza muito grave e
cruel.
Pois f.H ne. seas aetBBM sonbores, peraate irmos, lilaos e
amigos dos liaiJos, que o moleque Eduardo de-
clarouse autor da morte dos rs. Joo e Dr. Vic-
toriano de S, djzendo-se mandatario e indicando
os cmplices! II
Mas o que era todos sabem, e o que certo
um dos fllhjs do finado Joan de Si) qae o raole-
terror, dizendo a principio qae praticra o enye
neaamento incitado pelo Dr. Siliiuo Cavalcanti, o
quo foi logo repeliido ; attribaindo-o depois seus
companheiros esoravos, o> que tambem nao foi
aceito pelos senbores, e s alinal veij a declarar
qae propinara o veneno a mandad de Camaro
o qae agradaa e foi logo abracado,sendo auto
condazido para esta cidade.
Este facto por si s mostra sob que pre?sao fo-
ram feiUs cssas doclarar5es. e que valor pdera
ellas ter.
A isto se ligam outras cireumstancas que pas-
camos a referir.
A seu supposto compliee Camaro eraprestou
Eiuardo dade, uome e signaes diversos dos que
lera aqoelle escravo, dizendoo moco, de cabellos,
cacheados, cor de camaro, o chamando-o Manoel
Entreunto que o escravo de qae se trata cabra,
velho, caballo caripinha, e ehama-se. Jos, como
depois foi verificado pela autoridade.
Em apuros para acbar pessoas que podessem
figurar como seas auxiliaras, e talvez para lomar
verosomil a historia que compnha ou Ihe haviam
feito aprender, Eduardo nao duvidou compromet-
ter sua propria mai, e auribair Ibe tsr-lbe ella
aconselaado o envenenamento, visto que era para
seu bem. Mas, esta negou sua intervencat no
negocio, negando mesmo ter tidojimais conbeci-
mento de.lle, e desmenlio ) ftlho, deplorando os
desgostos qne Ibe causara desde 23 de junhs (dia
em qae foi preso para ser embarcado). Urna bas-
ca inopinada se deu em casa d ella, e nao foram
encontrados objectos que Eduardo alarmara esta-
rem all.
Acaranos os tres, depois do interrogatorio de
Camaro qae se mostroa iateiramente estranba
ao phanlaseado criine, e contestm] tudo o que com
referencia elle deelarou Eduardo, este ultimo
acabou por fazer. a mais completa relrataco, di-
7.-mdo que nao praticra tai envenenamento, que
preso a um tronco, 'e ameacado de morrer quei
mado pelos seus.senhores, fizeralaqueilas declara-
raques contra o tnimigo d'elles pora poder salvar-
se de tao borrivel supplicio, mas que nada do que
dissera era verdade I
Noto-se que a este aeto nao esuvam presentes
como a principio, as pessois da familia S e Al-
buquerque. eas daclaracoes do preto poderara
&:sim ser livres da afluencia de seas senhores.
Aqaelle que Eduardo dissera ser o veneno, do
qual parte fdra propinado em caldo, caf, etc., aos
Srs. Joo e Victoriano de S, veto a dizer que tal
nao era. E Dr. Sarment, que tez declararles,
como medico assistente, perante a polica, sendo
pergantado a reqnerimento do Dr. promotor pu-
blico acerca d'aquelle ponto, declarou qae loe
fora apresaoudo ara Irasco com ama pequea
porcao de um liqu do, e um papel com aos cer-
tosps; 4oe teadu provado estes ltimos afflr-
nwva One nao erara dvsajbstanela venenosa, que.
aconselbara qae se eoavldasse o boticario Maarer,
e nao sabemos se mais alaaem, para com elle ex*-
. minarem a qualidade e natureza do lquido, mas
qne mu conselko au foi actito, e que, depots,
eontrando-se cea aquello boticario ouvio dee
qw os Boa erm oommn arbica agglutinada
pela hamidadu i agoa choca.
Eis aqu pois, al fallando per boje em outras
circuMsUaeUs, reservando para depois alguma
cousa sobre as deelaracoes os aaedieos, eis aqu;
'a impprtante questo a
Bfimeira- irija pira ni aaumri-
itade por^iu e \tu impressos ves-
tigios de recooie supplicios, e qae logo que teve
de ser terrogdo sem a presenta, para eHe ln-
commoda, de seos senhores, retraten-se formal-
mente de tudo qoanto antes afflrmara I
Accrescenie-se que, tendo vhido da Babia, na
vnlia'da familia S, a easpeita de envenenamento
nao se proceden all, porgue familia o nao quiz
autopsia no cadver do Dr. Victoriano, e nao se
iratou de, logo qae aqai chegaram os 9r*. Sis,
fazer-se immediatamente a exbunwcao do cadver
do Sr. Jote de g.
Note-se aoda qae j em dala de vinte t eiuco
4t junho em correspondeneia d'aqui para a trte,
poblioada no Jornal do Commerao de 10 do cor-
rele, te esereviam estas insidiostt e ioifflnncas
palavras :
< Em menos deum mez perdis a familia S e
Alhuquerque dMU chefes dos mau estmatele* e
* ambos no vigor da tidal Sorprende gue a uo
dadesaraca ttnka potado toa rigorosa sobre
suas desventuradas victimas. Ka muito qutm
pense que uestes troles uconlecimentos enctrra-
< se algum mysteno, O fututro o dir talvez.
E aueoda-se, finalmeoi, a qae a pessa aqui-m
se procura ferlr por este to torpe meio tem se
collocado de na muito em posicao hostil aos Srs.
Sis. e principalmente ao finado Joo de S, com
quem traba pendencias judiciaes ; e digam os
tiomens raparciaes, e diga o publico sensato, se,
era face do que vai exposto oe baa bistona des-
te pbantasiado envenenamento um plano muito mi -
seravel e triste con o fim de tirar algum bom<
partido da morte dos Srs. Joo de Sa e Victo-
riano de S.
Recife 10 de agosta ae 1870.

Saturasprtttam. Saturas s'ettrmam,
Quando ellas a calumnia, o fet nao vertem.
Bahb. di: B.
Sis. Redactores.-K cmara municipal de Cimbres,
lendo o Diario n. 148 de 6 de julho ilo corrente au-
no, deparou com os frenticos baldtks eonUa ella
vomitados pelo major Pantaleo de Siqueira Ca.val-
cante, a resolveu responder sussiniaraente elles,
para queo publico judicioso avalie da causa, que
tanto o tem transtoruado, desviando-o inteira-
mate da raso.
Eniendeu o major Pantaleo apossar, por faz,
ou por nefaz, um terreno sobre a trra de Cim-
bres, a mais de 74 annoe sob o dominio e posse di
cmara municipal, desde os primeiros ante-possui-
dores das ierras denominadas Geoipipeiro e Soro-
roca que, reqaerendo sobre as abas da sorra qua-
tro arrendamentos, foram os primeiros reconhe-
cer que as suas trras nao ara alm da mesma ser
ra. Appellamos para os documentos nos actos da
failada demarcacao daquelle major.
A cmara municipal actual representou an eci-
padamente ao Exin. Sr. presidenta da provincia,
fazendo ver qae o lerreao pur.elle apossado, era tr-
ra devoluta, ou sobras qae pareca haver flcado
entre os pontos dados ao do patrimonio e ao das
dalas concedidas no aideamenU), e tambem porque
era a sysmaria concedida nascabeceiras do Pao-
ma, a Ambrosia Araaba Pacheco e outris, nem a de
Ipojtica Mantel Vieira de Lemos e oatros, su-
biaui a aerra de Cimbres, sempre rospeitada por
um outro lado das sysineiras das duas menciona-
das sysmaria?.
A cmara municipal nao tem sobre as trras em
questo, se nao a restricta obruaco, que Ihe
nnpoe a le do seu regiment, de defender os bens
do sea patrimonio, que fazem, ermeneutcamente
fallando, parte integrante dos proprios naci-
naes.
O major Pantaleo requeren a cmara tcansac-
ta que Ihe uiandasse entregar as trras em ques-
to, que estavaui oceupadas (e occupadas.a 71 an-
uos, j6 nao mais) pelos fureiros da cmara,
por serera de Sororoca, onde est hoje situada sua
propriedade TaraBores. Jantou a sea petitorio os
Mulos de Sororoca e Genipapinbo (documentos de
ii. t a fallas 75 dos autos de >aa decantada de-
marcacao).
A ciniara municipal (r.insacta negou-se a fa-
zer seu ingenuo e insinuoso pedido. Recorre elle
ao Exin. presidente da provincia e com os mesmis
siraos documeutos. Esle manda ouvir a mesma
cmara e depois ao Dr. jui municipal do termo,
Joo Vieira de Araujo, cuja informacao insnspeita
se v dos ditos auios. O Exm. presidente, alinal,
por seu judicioso. despacho, exarado no petitorio
daquelle major, o rewtteujpara as viasj ordinarias
onde deveria juslilicar o sea direito; recejando a
discusso em erreno rnais ampio, pela respectiva
acijo, como ensignam os melhores praxistas do
foro, requereu a demarcaqo ao 6 de sua predi-
leccao, a i|oal correu do modo que se fez ver pelo
edital, que fra publicado pelo Diario de Pemam-
bneo,, pablicacao que lano aposteraoul ao autor
dessa demarcacao.
Agora pergunta se : reaoerende esse hornera
facina '^ do nteresse, a entrega do terreno em
que3tu, oceupada ha mais de 7i aano3, e na me-
Ihor boa f, sera interrupcu alguma, no correr
desse longo tempo, pela cmara, por ser elle de
Sororoca, como allegou no seu petitorio (documen-
tos n. 1 folhas 75 dos autos da demarcar> men-
cionada), poda fazer a sua demarcacao pela es-
criplura que passou Apolinario Vieira, Domin-
gos Joaqum da Rocha, da propriedade Cradog,
14 annos depois dos primeiros ttulos do domraio
e posse das trras do Genlpapmho e Sororoca pe-
los antecipadores M.inoel ('ordeiro Falco e Fran-
cisco Cirdeiro Muniz Falco, quando Cradog, um
pequeo lugarejo, que. fazendo parte integrante
daquella Sororoca e G-nipapinho. est no p da
seria, onde os ltimos vendedores, o alferes Fran-
cisco Manoel de Siqueira e seu muo. Manoel Jos
de Siqueira, sempre tiveram p.antai-es de man
dioca ?
Podia esse homem fazer ainda essa demarca-
rn, como tez com um Utulq^que nao Ihe trausfere
direiio eaccoes ?
Se o alferes Francisco Manoel e sea rmo fo-
ram os que venderam ao major Pantaleo as trras
de Sroroca e Genipapinho, inclusive Gradog. si-
to no p da Serra de Cimbres; se com os ttulos
destas terrras que se pede o terreno sobre a
serra, oceupado pelos foreiros da cmara, fazer a
demarcacao por urna escriptara muito ex-propo-
sito engendrada, coraprehendendo a mxima par-
te do terreno de Sororoca e Genipapinho, nao ser
verdadeira e fraudulenta aaurpaco ?
E'pois, evidente que essa escriptara de Crado-
g de qae se nao fallou no 1 documento folhas
75 dos autos da demarcacao, como j cima se
raencionou, subrepticia, fraudulenta, caduca e
incapaz de auxiliar ao demarcaole se nao pra
confirmar a osurpacao j aventada pelo proprio
demarcante, quando em 1852, requeren ao juiz
municipal soppleute em ejercicio, nesse tempo,
no carcter de procurador da Minara, como
raelhor se demonstra pelo documento junto de
a. 1.
O demarcante, que sabio a publico com o >ea
castello de fumaca. no Diario de 5 de julho, era
cunlestou o que vimos de dizer, era to pouco
com o apparato de sitaco de Moraes Carvalho. e
outros praxistas do furo civil, legalsou a escrip-
lura de Domingos Joaquira da Rocha quera sy-
nicamante d o titulo de capito I...
E'admiravel urna tai nveugao do major Pan-
taleo que inculca ter conheciinento de um indi-
viduo, qae os de oitenta e mais annos qae anda
hoje existen noste termo, nunca conheceram 1
Quanto a historia do Aragi, nai ella do modo
que o major traduz, e sebre o arrendamento em
sabel Dias concedido a Joo Gamillo de Mello Ma-
ciel, leia-se o documento de n. 2. E assim qae.
fugindo-se da verdade, se quer imping'rr gato por
lebre.
lsto posto, roga-se ao major Pantaleo, qua nao
desespere : teuha paciencia, e espere que o supe-
rior tribunal da re/aco nos julgue e faca justica
quem a tiver.
Dignem-se Srs. redactores, de dar pabliedade
a quanto flea oxposto, com o qae muito obrigaro
seu constante assignante.
Eaco da cmara municipal de Cimbres, 26 de
julho de 1870.
Leonardo Bezerra de Stqueira Cavalcanle
Satyro Ferreira Ltite,
Joaquim Severiano Leitt,
Simao Antonio dos Santos,
Daniel Rodrigues Torres,
Andr Bezerra Reg Burros,
Alabiada Augusto dos Santos.
Publica forma de urna publica forma do theor
seguate :
lllm. Sr.Diz Pantaleo ds Siqueira Cavalcaut
Jnior, procurador da cmara municipal deste
termo de Cimbres, qae tenia deeorrido mais de
um mez, depois da ultima orlem do lllm. Sr. di-
rector geral das aldeas "esta provincia ao direc-
tor parcial da atdia d'esta villa, mandando sus-
Sender as reveindioacoes arbitrarias com qae este
Ito director mandare Invadir a trras do patri-
monio da mesma cmara iatrodozindo nos sitios
Minas.Coro D'anta.Curral dos Bois e entras, alguns
odios e despeito e usurpacao do direito de.pro-
priedade, oujoe ttulos e actos poseessorios de, mais
I de sesseuta auoos sao evidentiasBnoa, cuapre que
Seus
o
lesna ou
sidade se
ora
-
V. S. mande passar raawi wlo ao porleiro e offl-1 digr de
cial de jn,ti^,,Jj4 do aifinvSlBdes Leal, parallHBP *
que, percorreBd
elTeito ninJ* w-Bgtt>'i-'*irnW' i.rtBtlPw para elles entrado u'ordwn oV ;upra dito.dirertor,,.
parcial; pelo que pede ao Itba. Sr. jai numicipal
suppiente deste termo assim U^e deflra*-lvece-
bera raerc.Pantaleo de Siueira CBfatkinte
Jnior. W
Dia>ACHO.
Coio reqner. PesqBeir 28 de janlw de 852.
Cavalcanle. N
MANDADO.
O coronel Pantaleo de Siqueira Cdfaleaaki, ea-
valheiro da ordem de Christo e-joii muoicipBl
snpplente era exereftio nesta vi e seu tenp
por sua magjstade imperial e
Deas guarde etc.
Mando aos officiaes de justica qae vtno
por mim assignadoe passado a requenmenso re-
tro facim a execuco requerida.
Comprara.
Pesqueira, 28 de jnnho de 1852.
En Leonardo llearra Cavalcanle da Silveira
crivo escrevi.Caxalcante.
CERTIDAO.
Certifleo qne em, curaprimento do manda
tro do Sr. juiz municipal supplente d'este U
do que consta na petico retro, fui esta vil!
Cimbres em Pesqueira aos dos sillos mencin
pertenoente ao arrendamento desta respeitavel
cmara os quaes aehei oscupados pelos Indios por
ordem dodireetor desta aldea os quaes sitios sao
os seguate* : Coro irania, Baixa-Verde\ Zumb,
Minas, yuisang, Terra Talbada, Carral dos Bois,
Bananeiras; doqBe-pass-o wterio emf de ver-
dade.
Ombroa asi Ptsqeeira, 3derjunhp di 152.
Do offlcial de justica, Jos do Bom Fim Mondes
Leal.
Nada mais se eomintia em dito documento, que
en labelljit bem fielmente extrani por publica
furwa du proprio origloal, ao qnal me reporto, e
que com este entreguei a propria parte que m'o
epresentou, Satyro Ferreira Leite, e vai sem coasa
que duvida faca, comiga proprio conferido, con-
sertado e assignado, nesta villa de Pesqueira aos
31 de mato de 1870.
Em testemunho de verdade (eslava o signa! pu-
blico) o taliellitv publico. Antonio Severiano de
Mellu Palcao.Sntyro Ferreira Leite.
N. 70. Rs. 400.- Pagon 400 rs.
Collectoria de Cimbres, 31 do inaio de 1870.O
co lector Galvo.
Nada se ounlinha em dito documento que en
lo; ellio bsm fiettgenle extmhi por publica forma
do proprio original (em publica roa) ao qoal
me reporto, e que cora este entreguei a parte qne
m'o apresentou Satyro Ferreira Leite, c vai sem
cousa que duvida faca, comigo conferido, concer-
tado f assignado, nesta villa de Pesqueira aos 28
de julho de 1870.
Em testemunho de verdade A. S. F.O tabei-
lio publico, Antonio Sevfriano de Mello Falco.
0 Sr. Joo Gamillo de Mello Maciel se sirva in-
formar ao p d'este se contina no arrendamento,
que llre concedea a cmara transacta, em nm pe-
queo terreno, que suppuoha de voluto em Izabel
Dtef. e vice versa, priiietiiudo> que de sua infor-
macao se faca o so que fr conveniente.
Pesqueira, 27 de julho de 1870.
O presidente da cmara municipal,
Leontn-do Bezerra de Siqueira Cavalcanle.
liim. Sr. Leonardo Bezerra de Siqueira Caval-
canle.-Tenho de informar a V. S., que nao conti-
no no arrendamemento de que me falla, porque
a cmara actual niandou. logo qne tomou posse,
cassar dito arrendamento, e isto mesmo j infor-
me! ao Sr. major Pantaleo de Siqueira Cavalcan-
le em dias de junho ultimo.
Izabel Dias, 27 dejulbo de 1870.
Joo Gamillo de Mello Maciel.
oncertef-lb a neeessaria li*ai p.va i qaandB isso fY weewirto. O roqaertmam ubi- fWn. Antonia Cama
<*ltBBtu.- A* iroBiaieaie presMeacia, quando coviirer Ma-,*,
SfuifcOVl' v*-Jai>i" -*. rks-kt&orvfi
>'*^asWsjmtm'Ws%- Uirftinm Auj*9te,P.
-tnturfMdti Fi|tneireii le>.
Camilo Correa Dantas, i*cretari^HAi.irt>B^
aementino de Agniar.Praneisc Jos* Meira So-I
brinho-Braz FlorpB^.Jleariques de Sonza
Goncalo Paes oa- A bosa Aranba da Franea, Jovino Aatero de Cer-
queira Maia. '
ftaj^MHMno-crjtdtoclaeofii asaf-
fecrjdes da brortehios.
DECL/WACOES.
ibiiitaKiBBldBB^L OOU3 VT***u****>ntts)i**atnf>taoTe?. Ata-
! fbem-se pote M fxHolims^pio^meaixM do-
e regalaBMMla Phtorat de AumxHita ieUemu,
- qaal pariLfcBj^nispgirajf^ progressos da mu-
* lecaij iauedVi que amuco-
dob Ibbo hrrmelmes, fortn-
da .vo, e fhmlraBWu reslabeleCar
de e e vigor dte*Vo svsiema respiraert.
ra mewno napaso. qae a molestia a aehe
um tanto araneadar proporcionar eooBide-
-llivio, e en naifes caso effacma no
a cura.
oto, as victinNBjda tosse, aiastimtm, e*
_, febres infla materias dos polmes, oo-da
Iquer umaootra enfermidade- dos oCgaede
respiracao, nao deven nem por isso desesperar
par um 36 momento, de sua final cura : urna vez
que teuaio a, mi este admiraval ensaravilhose
medicamento, verdadeiro restauaadoc da vida e
sade qualqoer pessoa qo o u-e, dwr er parfei-
ta f e eoafianca, mesmo noindicios os mais pro-
nunciados da molestia.
Pela sobdelegacia de poh'eia da Ireguezia de
S.- Jos- do Recife se fu puWffeo, qae foi entre-
ga por nm preto, am pequeo hh de foi ha iti
xadr eora ama tnuxa : quem se julgar com di-
reHO/BCOvando Ihe ser en-egne.
RMHl 11 de agosto de 1870.
subdelegado,
___________Antonio Moreira de Mendoncn.
~ wa del'gacia de polieia do 3* distrieto de
twoaddo Recife (S. Loureneo da Malta) foram ap-
ebndfdos e aeham-se depooitados orto-cavallos,
sBjtfo um preto, um alaslo, oro castanho, mn pe-
drez e qnatro- rossos, os qnae sero enfregues a
quem prevar sua propriedade.
S. Lourenco da Malta' 8 de agosto de 1870:
6 delaja Jo de polica,
Jos Franeisco de Barros Reg-.
Lo Moniteur Universel a ouvert un sous-
erlption narionale ponr venir en aide aux farautes
de eenx de nos soldis qui mourront ou seront
blesss pendaot I gnerre ; je saisie cetle ocoB -
sion de porterce fait la connaissance de mes
compatrioleset,j'ai Ihooneur deles informer que
cette soaseripaon est ouverte des ce jwir aa ceo-
sal.it de Franes. Les noas des soostripteurs el
le montant de lew* orTraooBs serast pooftes daos
ce joumal.
ALFANUKGo.
.tendimenio do dia 1 a 10. 337: 34456
aem du diz 11. 51.6S7J3U
408.85BA767
MOVIMEtlTO DA ALPANDBGA
/olumes entrados cara fatondas
dem idem cera gneros
'olnmes sabidos com fazendas
dem idem com genero*
12
Joao Kiok a Joao Baptista
Troppman.
Tc.ccira carta.
A noticia da tua remoco foi bem recebida em
Zanareth. A posico da comarca leu respeito
foi a da expectativa sympathic i. Sabendo qae s
raielligenle, julgando-te enrgico e honesto, todos
esperavam de ti somonte actos dignos de um ho-
mem educado na escola da adversidad". No raeio
lo concert geral urna s voz dissonante se levan-
ion. E de quem era essa voz? De um cidado
noiavel pela sua inteliigencia e illustraqo, hem
como pelo sea carcter e bone>tidade. o.qual fura
leu collega na F.iculdade e teu cwnpanheiro de
casa que por conseguate devia conhecer-te me-
Ihor do que penhura outro. Esse cid adn lastimuu
em um lugar publico da cdade a surte da comar-
ca, que ia ter le poaJaJB, porifue disse elle, te co-
uheca e sabia do que eras capaz.
Nova Cassaudra, porm, ninguera Ihe dea oavi-
dos e todos coat nuaram a esperar que procedesses
bem.
Os sentimentos da populac<> de Zanareth na
se desmeotiram com a tua presenta. Apeoas che-
gado, foste por todos procura lo, por todos obse-
quiado. E cuino correspondeste t s mil deraons
tracss de apreco e consideraco, que recebeste ?
O teu g3iiio infernal na i tardou era justificar as
appreheoja- do um antigo collega e_ amigo.
Apresentou-se logo urna occasio. Depois di'
teres trabido um anago e correligionarn, t o pn-
curasie humilde e sabmisso, e. mostrndole arre-
pendido, Ihe pediste perdo. Mas t nao eras sin-
cero nem antes, nem depois da traicao, Assim, u
teu primlo acto era Zanareth foi de urna desleal-
dade, de urna dupcidade requiutada I...
Com o fiui de eliminar da scena poltica una
numerosa familia de liberaos, despertaste antigs
animosidades, que o tempo tinha feito adormecer.
A' mim e autrus convidaste para, ligados, fa-
zerraos opposico legitima influencia de um teu
prente e amigo, cujo criterio e circnmspecco
com razio teraias, e quem nao podes perdoar c
usar de um appellido que te aniipalhico.
Em breve teu espirito mordaz, tua inexgotavel
maledicencia te crearan numerosos desafiemos.
Os teus proprios collegas nio foram poupados.
Intrigaste-te eora u inteligente Dr. J. M. G. de A. e
cobardemente o ridicularisaste na imprensa.
Tendo de julgar urna causa importante, te pro-
nunciaste confra e direito, contra a justica. Acre-
dito, apezar da opiniio contraria de muitos, que
erraste siacerauenle.
O advogado da parte, que perden a questo, ao
saber da tua sentenca, ficou irado tal ponto que
lancou aa fugo o seu diploma de baoharel e decla-
rou que nao coutuva mais em juiz algum.
Desde en to tem esse atea amigo pouco a pouco
abandonado a nobre protlsso que exercia; e s
pr capricho, como o tem declarado, coaserva re-
laques comtigo, porque elle sabe qne nao s seu
amigo, e mesmo tens Ihe feito pessimas ausencias.
E assim sao todos, Troppmanno caprieho, as
conveniencias polticas, i dependenciaeis es ni-
cos movis das relacdes, que poucos manteemeom-
tigo.
Oh I que triste deslinho o tu, Troppmann I
Maldizente, intrigante, invejoso. ingrato, t nao po-
des contar com urna araisade leal, cosa urna dedi-
cace sincera I
O sentmento que o homem inspira aos outros
o mesmo que experimenta por si proprio, quan-
do se julga peraote u tribunal de sua conscieocia.
T, Troppraann, deves despretar-te porque
desprez e sentmento qus inspiras aos outros ho-
mens...
Eu le lastimo!...
Angustura, 2i de julho de 18?0.
O Ledebonr! O Ledebour!
Wie ledem ist die Rede nur
Die Sie in Jhrem Aufraf faihrten,
Mit dem Sie sich so seftr blamirlen !
Weleb sRhceoer Styl und weliher Taekt
Wie boelzern und wie abcehackt;
Wie hoch enlflammet doch das Gefuihl
Ibr znindend wort und edler Styl I
Bei Gott man kann aus jeder ZeWe le-en
Dass se'das Cpnsulat verwesen I
Zwar wird sieh aus den schcenen Spalten,
Derselbe Segea reicb entfalten,
Weil's jedem braven Deutchen scheint,
Dass Sie es dennoch gat gemeint t
Mehrere Deutsche.
Exm. e Rh Sr. conegu vgario capitular.A
irmaadade aeademia da Nossa Senhora do Bom
Conselho, eraeto a igvoja do convento de Santo
Antonio d'esta astado de.Bcife, tendo deliberado
em mesa geraT trasladar a sagrada imagem de sas
Divina P.droeira da capeHa-mr da mesma igre-
ja, onde se aoqa coUoeada, aa qual vo-se fazer
obra de renaracio, para a capella do oollegio de
S. Francisco Xavier, esisbelecida na freaueiia do
Santissrao Sacrameato da Boa-vista, qae a sede
ia Faculdade da Direito, e a lagar da residencia
da maior parteaos irmos, aeeresceadv a vaott
gom de poder achar mais fcilmente all am sacer-
dote que Ihe sirva de oapeao, qae nao lesa pre-
vara requator i V. Bao. Rttov qo se
H
122
124
-----246
Descarregaro Doje 12 de agesto
Patacho norte-allemo- Gnrgine merwtdoria.
Barca ingleza WMic of the Peinan idem.
Patacho dinamarquez Jens Wai/f farinha lie
trigo.
Brigne inglezEdith Marycerveja.
Lugar portagaez^Dantediversos gneros.
Barat ingleza -fJiri/eearvo.
Brigua mglezfi-fliu/a/ordiversos gneros.
B.a'ca francezaCotiny mercadoras.
Despachos de exportaeo no dia 7 de agosto
No brigne inglez Mimosa, carregaram para
Liverpool: Rabe Stihmmeltau dt-ft, H, saccas cora
1,328 kilos de algodo.
No vapor inglez Gladiator, oerregaram : J,a-
raes Jtyder &. C, 562 saccas cim> 37,650 kilos de
algodo.
No vapor franeez Amozoi*, carregou : Hen-
rique Soaresde Azevedo, 1 caixio co 30*kilude
doce.
'.ECFBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBTJCO.
undimentodf da 1 a U). 31:7024213
Idem do dia 11.....' 751il07
32:453*320
CONSULADO' PllGViNCAL
Rendimento do dia 1 a 10.
(dem do dia 11. .
3i:153f88i
1:108*627
35:264*511
MOVIMENTO EO PORTO.
, Navios entrados no dia 11.
Havre43 dias, barca franeez* Coligny. de 284
toneladas, capito Nicolao, equipagem 13, carga
fazendas e outros teneros sset frOre.
Navios saludos no mesmo dia.
AssPalhabote arareleiro Amaro, capito Luiz
da Costa Amaro, en) lasiro.
BarcelonaPolaca hespanhola Angela, capito JjIo
Baptista Snris, carga algodo.
Rio da PrataPatacho betpaobol Sebastian, capi-
tn Lniz Casis, carga a^sui^r.
S. MatbeusHiate brasileiro Rio I, capitn Manoel
Francisco de Castro, edi lastro-
Obsfrvaco *
Suspenden do lamaro para o Rio da Prata es-
cuna hespanhola Prisca, capito Tilomas Millat,
mesma carga que truuxe de Tarraguim,
ES1TS.
m
GUARDA NACIONAL BO RECIFE.
Perante o conselho nal desie mnnieipio, sao, pelo presente charandas
ass praca, abaixo mencion;.das, para serem inspec-
cionadas, na sala das sessos da camar* munici-
pal, no dia 18 do correte s 10 horas da ma-
nhia.
1 batilhao de artllharia.
Manoel Gomes de Miranda Leal.
1 di infamara.
Antonio Baptista da Motta.
Antonio Pinto de Mello.
Antonio Alfonso Rigneira
Augusto Fornandes do Reg.
Emilio Hypolito Baadeira de Mello.
Jos dos Santos Pissos.
Joo Tiomaz de Aquino.
Joo Alves Ferreira.
Joo Manoel Ferreira.
Joo Dias de Sonza.
Jos dos Santos Alves.
Ludgerio Pereira de Hollanda.
Lucio Francisco djs Santos.
Marcolino Gregorio Vieira.
Manoel Perpedigno Cnrreia de Araujo.
Vicente Ferreira da Silva.
3 de infamara.
Augusto Jos Teixeira.
Carlos Borrcmeu Coelho. v
Joo Rodrigues Maris. .
Joo Sil veno Bazilio.
Luiz Jos Muniz
Sebastin Jos Alejandre dos Santos.
4 de infamara.
Antonio de Se Albuqnerque.
Pedro Alexandrino Pereira.
6* de infanuria.
Firmino Mnnoel da Silva Braga.
Jos Luit Gouva de Castro.
Manuel Anserrno Marinho.
Marcolino Antonio Pereira.
Manoel Anselmo Marinho.
Sala das sessdes do conselho de revista, 4 de
agosto de 1870.
O secretario,
_________Firmino Jus de Oliveira.
De ordem do Exm. Sr. conselhejro director
geral interino faco publicar o edflal de 29 de agos-
to de 1868, abaixo transcripto, assim como o art.
2 8 7o do regiment interno de 30 de julho de
1859, qae se refere o mesmo edita!, e cuja fiel
observancia recommendada pelo mesmo Exm.
Se. conselheiro director geral interino aos profes-
soret pblicos de nm e outro sexo sob as penas
da le.
Secretara da instrncoao publica de Pernambu-
ca, 10 de agosto de 1870.
O secretario,
AurelianoA.P. de Garvalho.
EDfTAL DE 29 DE AGOSTO DE 68.
0 nim. Sr. Dr. director geral monda publicar o
art. 2 7* do regiment de 30 de jalho de 1859,
abaixo transcripto, cuja observancia reoommeuda
aos professorVs pblicos, aura de evitar que con-
tinen) a fazer chegar presidencia da provincia
reqierimentBs sem ser por intermedia da directo-
ra geral, como preceitua o dito artigo.
Secretara da instrueco publica em Pernambu-
co, 29 de agosto de 1868.
O secretario,
Aureltano P.de Carvalho.
Regiment interno para as escolas publicas de ios-
irocco primaria desta provincia, orgaaisado em
tjrtude do t>do art. > da le n. 369 de 14 4a
maiode 1855.
Art 2. 0 profesaor publico nio pode
7.* Requerer iioenea ou dirigir qualquer e-
qaerimento ao presidente da provincia, sem, ser
por meio do diniotar ral, devendo o requeriawa-
ta ser Infoi^H pilo ieiagado, e d aumentado
fltoiselho de cwnpns Bffrac
O coBselbepromoveno dra 18 de corrale mez
vista de proposta recebidas al4 as 11 horas da
raaonoa, a compra, sob as eundiedea do estyfo, dos
ofejca do material da armad segaiales 1
f6 baldead' ras de folha, 400 colberes do ferro,
60 enonameis de 3B*a 35 palmos de coraprimento e
6 porgadas em quodro, 60 barras da ferro inglez
proprio para grelhas, 6 fole ioglezes de 8 ps de
comprimentu e 6 de larso, 1 naslro de 67 a 79 ps
de comprimento e 2:de dimetro para o brigne
barca ttumarac, 2 ooalos de ateaace, 16 paos de
giaipapo de 12 palmos de eooorimeato, 400 abras
de pregadura de zinccl 50 cademos de papel ma-
ia-borr*>, 2,000 tijolos de fogo, 10 duzias de ta-
beas de pao-carga de 3:polegadas, 10 duzias de
taboas de p*- carga de 2polegadas, e 800 folaas
de zineo.
\ Sala das essoes do conselho d compras na vaos
8 de agosio de 1870.
O secretario.
Alejandre Rodrigues dos Anjos.
Joaept Raynaad e Alfred
^'wWne rusa trjn?rrev.er o qafrf*u
ewrespiwl 'ir.-. Ibe aa \ rS, d"
mrito de-tos arastaw, aperando que o reinita.
vel publiOo qo coocorrer aa tbeatt forme aTsea
jazo a'tal'reepeilo. ~"-""0"
O empresario deste theatro nio se tea ruBno-
do a despezas nem a fadigas, allm ds apeeaootar
um estabelecimsnto digno desta capital fondo i-
ve desde 1837).
O empretario previne ao illastrado publ'.co.que
o machinismo deste theatro feito pek hbil ar-
artista Jos Aires Monteiro^ assim como toda o
seenario, pao de bocea e aren do Breeanio 0
ejecutado pelo hbil pincel d distinto senogra-
poo1 Mr. Chapera.
O empresario' aproveito a eocasiao para dizer
ao pnWico qo se aeba abaeta detde j, a aasig-
natora para caroaroles e cadeiras 4 f* e 2 etao-
se por 30 recitas, pelos precoaatonto declarados:
Camarotes de ofera com entra-
das, por 30 recitas.............. 300*000
Ditos de 2* ordem cora 5 entraos* per
30 recitas.......................
Ditas de 2* ordem ns. 11,12, 13- a 14
com 6 entradas por 30 recitas.....
Cadeiras de 1* classe, 30 recito*.....
Ditas de classe, 30 recitas.,.....
As pessoas que quizerem assrgnar podan das-
de j derigir-se ao escriptorio do tBeatro qae er-
tara aborto desde s 7 horas m matriisa al a
6 da tarde, no roa Joo do Reg, antiga da Flo-
rentina.
I O emprezario previne que vio entrar os ensams-
afrarde principiar os seus uabaMn o mais breve
possivel.
N. B. As ap*igrntara< lanBs de camarotes con
de cadeiras sao (bitas por 14 e 30 recitas, o qne
por etqoecqient se deixou de mencionar o
Mam do hontens. Asiro cuma o* spectscalo!
de assignaturas terso' lugar as quarios-feiras e-
sabbados.
& fiscal enoarreipdo do expo 'ienta dn theetro,
Jos Benuirdiito Correa ds Marros
300*000
480*000
004000
604000-
onsulat de Erance a l'er-
namfeuco.
Mes chers compatriotes.
Jai l'honnear de vons iaviter aesister aa Te*
Deum qui sera chant le K> Aout proebain, une
henre de l'aprs midi daas l'glise de Nutre Da-
me du Paraim, l'occasieode la ftede S. M. Na-
poloa II.
Votre conconrs celle solennit ne m'a jamis
fait dfaut; il sera cette anne plus emprest que
jamis. Vons comprende* quli est bon et d'un
bon exemple de montrer, au moment ou la Fran-
ce est engage dans les hasards de la guerre
que ni letemps ni labsence n'altrent Tamour que
iioos portnns nolre cher et grand pays. Peut
ire, l'heure mme ou nono deroanderous Dieu
de proteger la rVance et "Empereur, le sari des
armes prononcerat il son arrt f h que cette
penses rende nos vobux ancore plus fervents,
pusqoe c'est senlement par des varas que nous
pouvons manifster notre natriotme.
Pentambuco, le aout *870.
Le cnsul de Franca
^__________________0ni tjoporte.
O inspector interino da alfaudega faz publico,
que o leilu das pedras annunciado para hoje, e
qne por falta do licitantes dexeu de ser effectua-
do, fica transferido para quinta-feira 11 do cr-
rente.
Alfandega de Pemambuco 9 de agosto de 1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
J uizo dos feitos da fazenda
De ordem do Rlm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fa-
zenda desta provincia, fa$o saoer todos os arre-
matantes dos bens do exlincto vinculo de (tamb,
e bem assim seu fiadores, que dentro do praso
de 15'das, a contar da data deste, e sob as penas
da le, devero comparecer por si oa por seus pro-
caradores na Ihesouraris de fazenda ; aquelles
que arremataram vista para recolherem aos co-
fres da mesma tbesuuraria em dlnheiro de contado
o respectivo preco, o aquelles que arremataram
praso, e seus fiadores para assignarem as letras,
que se obrigaro aceitar e garantir.
Recife 26 de julho de 1870.
O escrivo,
_________Loia Francisco Barreto de Alraeida.
Santa Casa e Misericordia
do Recife
Perantp a IHraa. junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recife, na sala das ses-
sessoes no dia 18 do corrente, tem de arrematar-
se o foi necimenio do pao e bolacha que uver de
consumir o asyl de mendicidade seu cargo nos
mezas de setembro nevembro.
Santa casa de misericordia do Recife 8 de
agostao de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de- Souza
CONCERT INSTRUMENTAL
NO
DO
CLUB PERHAHBUGAHO
v EM BENEFICIO DO ARTISTA
HERMOGENE5 NURBERTOE GUSMAO
Em 12 de agosto de 1870
Primeira parte
Grande ouvertura por oreh'estra, dirigida pelo
distincto maestro talas Filho.
Phantasia sobre motivos da opera Soanambula
por A.
Terschak, executada na flauta pelo insigne ar-
tista Candido Filho.
Aria variada por Laurelli, executada na clari-
nela pelo apreciavel artista Francelino Tbeo-
doro dos Prazeres, acompanhado a piano pelo
grande maestro Gustavo.
Grande phantasia Sourenirs du Pinate, de Bel-
lini, executaJa no pistn pelo sympalhico artista
Rento da Silva Riinalho.
Segnnda parte
Ouvertura pela orchestra.
Granda pbantasia, executada na flauta pelo ce-
lebrado artista Salnstiano Tenorio, com acompa-
nbamento peta orchestra.
Magnifico solo de ophecleide^xecutado pelo apro-
veitado maestro Sr. Honnque Jansen.
Phantasia sobre motivos da opera / due Foscari,
de Verdi composta e executada na Danta pelo j
referido artista Cndido Filho.
Urna banda marcial est a entrada do edificio
obsequiando as familias qae cnegarera com as pe-
cas do seu repertorio.
Comeear s 8 e 1/2 horas.
O beneficiado desda ja. agradeco- ao respeitavel
publico, e ao* seus collegas que concorrem para o
brilhantismo deste entrentenlo, a sua generosa
coadjuvaco, protestando-lhes sed eterno reconhe-
cimento.
O mesmo beneficiado previne aos Srs. concur-
rentes, que por oocasio da fuaeco ir receber
o valor de suas cadeiras.
Os bfhetes aebam-se viuda no mesmo. Club.
THEATRO
SANTO ANIMO.

WD
DA
MUITO APPLADIDA
OKCIIESTRl mm
IIPIHAL
FABRICA DE CERVEJM -
Ra do General \fidorino-35
BBADO
PR0GIUMA1A.
PRIMEIHA PARTE.
N. I. Onvertura da opera 'tucred de Rossini.
N. II. Potpourri da opera Macbeih de Ver*..
N. III. Cavatina da opera Simoambula de Bel'
ni. *
N. IV. Walsa de Bolenn de Strauss.
SEGUNDA PARTE.
N. V. Ouvortnra da opera H-m Joan de Moaort.
N. VI. Potpourri da oper.1 Martha de Netos.
N. VII. Finsb- da opera Belisar de Donixette.
N. VIH. ;*udrlha da opera OFrisebuttder
"voss.
TERCE1RA P.*RTB.
N. IX. Ouvertura do drama de Tannhauser de
Soupee.
N. X. Cavatina da opera Aula de Verdi.
N. XI. Duetto da opera Norma de Bellini.
N- XII. Galop >ada sobre o canto Ategris o Tr-
tela de fireyer.
A desejo. .4 malla posta ifc Scbafer.
E'_ prohibida a entrada para a orchestra-.
Ne se repetir pec/is tocadas-senao no fim dd>
concert.
Ojardim ser brilhantement llamioadogac.
Adentrada do jardim ser afeada por transpa-
rente e estrella g.iz.
Hver ba>Hes de sor veteo- todas as oatoes
bebidas.
Prnip?r.as S hars danoote; 8m a 11
lft-da noate>
ftver trem especial s 11 l|*da noute, ds es-
taco do Reeife e tucando em ledas as esta^iks
des trilhos urbanos at Apipados.
O trem especial demorarse ha de II 3i4 da
noute at meia noute na <-in.Tao da Soledad**.
Ha ver venda dos bilhetes no estacan do Reci-
fe, de inanbo at 11 3|'t da noute e na estaco
da Soledad de 11 horas da niuie al mia nonte.
Preca de entrada 1S090 para o concert e U
para ida e volta com o trem especial.
GTMKSIO DRAMTICO
(No Vlontein)
Soeiedadc Onzc de Agosta.
Henatelo
DE UMA SOCIEDADRLIBERTADORA
Domingo I i r| Em regosijo pelo anniversario da fundaca> dos
cursos jurdicos n Imperio resolvern algnas
acadmicos dar um espectculo era i ooeuoio du*
esoravos. levando scena o soberbo draaa
PEDRO
do conselheiro Mendes Leal e a comedia de cos-
tumes acadmicos, original brasileiro do Dr. Faa-
ca Jnior
Meia hora de cynismo
Os convidados que se digoarem assistr s este
espectculo tero passagem gralis uo wagn, me-
diante a apresenlaco de seu bilhete.
O esp-ictaculo comeijar s 8 horas era ponto.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa
A barca portuguesa Nova MarUtuna vai seguir-
para Lisboa al 12 de corrente ; recebe carga ai
frete a mdico preco, e pa.-sageiros, para o que
tem bon comnaodos : a tratar com Ohveira, W-
Ihos & C, no largo do Corpo Santo n. 19, pronei-
ro andar.
COMRVNHIA PERIVAMJJCAWA
DE
Navegando costeim por vapor,
Goyanna.
0 vapor Parahyba seguir para o norto ci-
ma no dia 16 do corrento as 9 horas da nonte.
Recebe encommendas passageiros o dinbeiro
a frete al as 2 horas da tarde no escriptorio do
Forte do Mattos n. 12.
Companhia amerJca^a e lora.%1-
lelra de paquete a vapor.
At o dia 1S de agosto esperado de New-
York, por S. Thomaz. e Para o vapor americano
Merrimack, o qual depois da demora do costn*
seguir para os ponosdo sul, para frotes e pa;-a-
Eens trata-se com os agentes Henry Porstef &
., ra do Comraercio n. 8.
Freta-se sobre dinbeiro a 1)4 0)0 para qual-
qner porto da escala do imperio, sendo quantias
maiorea de 2fl:000*. Tendo sberto seguro em
Londres sobre libs. 100,80, por quaiquer vapor
da Nnha, a companhia segura qualquer rearas*
de dinbeiro a 1|6 0(0 para qaalquer^poito da esca-
la no imperio. O valor deve ser declarado em li
bras esterlinas e o premio pagavel na mesma moa-
da ou seu equivalente. .
PAEA.
COMPANHIA FMNCEZA
O empreasrio deste loeatro tem a honra de
partecipar ao respeitavel publico desta capital,
qae acaba de abogar d Paria a companhia por
elle mandada controlar para dar espaotaeuaa>de
deeinmacoo e canto, da qual sao artistas M.lle Joaqum Jos Gon BreaBis, M* ChooWI*, M.* Miriotte Tluerry eimerewa. 17.
Para o referido porto, pretende seguir oons a
possivel brevidade s barca portugueza S. Joao,
por ter j porcao da caiga, e para a qae Ihe falta
a frete commodo, uata-se com o eonsigoatario
I
,*r^


de Peraambuco Sexta eira 12 de Agosto de 1870
tad
Rto de Janei
Pretende seguir para o referido porto cora
possivel brevidade o patacho Monteiro par ter por-
So da carga engajada e para a que Ibe falla e |
escravosafrete,iraU se com oconsignatario Jo
mb Jos Goncalyes Beltrio a ra do Commercio
Ta.____________.______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Di
NaYegaeSo costeira por vapor
Mamanguape.
O tajcr-naelooal Coruripe, commandanle Sil-
ya. seguir para Mamanguape no dia 12 do cor-
rente as 6 horas da tarde. Recebe carga, encotn-
meadas, passafeiros e dinheiro a (rete at as 2
horas da Urde do dia da sahda, no escriptono
da companhia, Forte do Maltes n. 12. _____
' COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
5Kavegaa costeira por vapor
Parahyba, Natat, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandahrj, Acaracrj
Granja.
O vapor Jaguaribe commandani>
Guilherme seguir para os porio ci-
ma no dia 13 do corrate as 6 hora
4a tarde. Recebe carga at o dia 12, encom
meadas, e passageiros e dinheiro a frete at as
S Horas da tarde do dia da sabida no escripto-
no do Forte do Matus n. 12. _____^^
3L
Sin<
i a prevenir
ecetieu pelo
es
O Costa da ra das Cruze*
ios seus aamaftao* freguez
ultimo vapor os mus nov
Queijos flaawDgos.
Mapas de especial qualidade.
Ervilhas para sopa, e outras massas proprias.
Farinba aaierlcana de especial qualidade.
Alem de outros moitos generes de importacao,
i condecidos do respeiuvel publico, e tem mai*
qaeyo e carite do seftao de superior qnalidaa.
Tendo a sociedade encarregada
regac
Fado
*
numa
atten-
COMPANHLV PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor
Macei escalas Penedoe Artcaj.
O va;nit- Mandahn, eommandantt
Julio,separa para os porto* cima no
dia 13 do corrate as toras da
larde. Recebe carga, encommendas, passagei-
r se dinheiro a frcio al as 2 horas -da tarde
do dia'da sahida oo escriptono do Forte do Mattos
", 2 -- --'______________
SIL
Maranho
E* esperada do Rio de Janeiro en poacos das a
tarca portugaota Mara, que traz j alguma car-
xa para o referido porto ; e descarregando a que
para este ooaduiir, receber aqui a que for pos-
sivel obter para o Maranho, com pouca demo-
ra : por isso quem desejar aprc-veitar esta boa
oecasio de embarque, dirija-se ao consignatario
Joaqaim Jes Goncalves Beltriio, ra do Com
raercio n. 17.
Este antigo estabeleeimento, acha-se hoje montado
escala de poder servir vantajosamente os seas fregueze
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes taoncas aa
Enroca- cajos precos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
llOItClllt lUAWffE C._________----------
de ajardinar a
praca do Conde d'E deliberado em sessio de 10
do corrente contratar o fabrico da grade de Ierro
precisa para a mesma praca com dous portes
lateraes sobre columnas de ferro, cora quem mais
vantagens e garantas otferecer, fai-se poblico a
vem interesssr, que no dia 17 do corrate, as 7
oras da noite, en casa do Dr. Moscoso ra do
Vis conde de Albuqatrque, sero receidas as pro-
postas em carta fechada cora todas as especifica-
cdes. Recife 11 de agosto de 1870.
O secretario interine,
i _______' _______Dr. Fopaca.________
A sociedade uearregada de ajardinar a praca
do Conde d'Eu deliberou qae se anounciasse que
receberia qustqner donativo, por pequeo que
seja, das pessoas qui voluntariamente se queiram
prestar a ajodar ama empreza publica, como esta ; e portanto ensarregou ao Sr.
Joao Loiz Ferreira Ribeiro, nemeado thesoureirq
interino, para receber as quanhas que ihe forem
levar ra da lmperatriz, luja de fazendas da es-
quina da ra da Aurora.
Recife 11 de agosto de 1870.
O secretario interine,
Dr. Fonseca.
Monsephor Dr. Gregorio Lipp'.rtgr,. reitor do
seminario episcopal de Olinda, legitimo adminis-
trador da eapelia de Sani'Anna da Rio Doce, termo
de Oltoda, possuiudo as necesarias faculdades,
tem resolvido de arrendar os deas sities de co-
queiros contiguos e perteneentes eita eapelU,
com asa de pedra e cal ; todo eenfbrme ao edital
relativo ue se acha na cmara episcopal de Olin-
da, onde al ao dia 25 de agosto do crrente anno
(1870) se receboro as propostas de dita arrenda-
mento._______________________________
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura ?e-
tdes, euram e purifica m todo o systema bu te ano
Vepde-se effectivamente em casa de Samuel Ft
bostn A C, roa da Sanzalla Nova a. 42.
LEILOES.
DE
urna cartrira liomeopatnica
era tubos
e tintura de Cataln
HOJE
*Sexta-feira 12 do corrente ao meio dia
jper intervenco do agente Pinto, na casa n. 4
Tua dos Guararapes, onde ha ver anteriormente
#ein de movis, lonca e vnlros.
GRANDE"
DE
importantes movis, qoinquharias, espe-
Ihos, candietros de porcelana, camas de
ferro, velocipedes, carrinhos para Di-
nos e outros muitos artigos para sorti-
mento de qualquer !oja
no je ?
No novo armazem da roa Nova o. 34, jtroto
madama Tlieard.
O agente Maptins far leilo por conta e risco de
quem pertencer, dos arligos cima, para
facturas, ;i- H horas do dia cima.
p
p-
o
Precisa-se aHar -cam o Sr. Jos de Barros
i-! Accioly a negocio desea interesse : na praca do
g Corpo Santo u. VI, l"
MOFINA
liquidar
PARA
L1QUIOAQA0
constando de uperioros chapeos, chapellinhas,
Srros grvalas,,, toucas, sapatinhos, coques,
rros, esumpas, fivellas, linhas, bieos, escoavi-
Ihas. litas, vidrilhos, trancas, nrdoes de retroz,
llores, machinas, veos e plumas, e numerosos
outros artigBS, todos das melhores qualidades, e
3ue constituem perfeito sortimento de urna loja
e chapeUaria ^^^
HOJE
por iniervenijao do
as suj.ramenciona-
das, e que formavam a maior-parte do bello esta-
beleeimento de-chapellaria oulr'ora pertencente ao
Sr. Veira,sito, ra da Cadeia n. 4, onde ser
eflectuado o leilao sext feira, principiando s W
horas da manha. ^
Bastos &. Silva laro leilo
agente Oiiveira, das ihercadorias
O ce
3 o a 5 ^. r
r; xi ST o g
So .. >g
Ss,i!.il
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CU
o
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ca-
er
i.
S

Boea-seao Illm.Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
erivaonaaidade deNaiarelh desu provinea, o
favor de wr a roa do Imperador n. 18 a i oncluir
aaueUe negocio que V. S. se compromeltea reali-
zar, pera lerceira chamada desle jornal, em fios
de dezembro prximo passado, e depois para ja-
aeiro, passou a lvereiro e abril, e na la curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
m ; ow V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e qaanuo o senhor sen
tilho se aohava no esludo nesta cidade._________
Precisa-se de urna ama que saiba eogommar
com perfeiQo : na ra do Queimado n. 49, rival
sem segundo.
Preci>a-se de um administrador para um en"
genho : a pessoa que estiver as condlcoes de
bem desempenbar tal cargo, procure na rna da
Gloria, casa n. 70, qne achara coro quem tratar.
D-se 1:000j a'premio com hypotheca em
casa, e sendo alguma propriedade que agrade, d-
se at mais dinheiro : na ra do Arago n. 16.
ALMANAK
DE
Lembraiicas Luso-brasileiro
POR
Castilho.
PARA 1871.
Ra do Crespo n. 9.
L1VRARIA FRAiNCEZA.
AMA
Na ra da Detenco n. 41 precisa-se de urna
ama para eozinhar, comprar e fazer todo o mais
sertico de urna casa de pequea familia.
33
mENQftO
Precisase de ama ama para casa de pouca fa-
milia : nesta typographia se dir._______^^^
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casa? e armazens
de um a outro lado do rio, lugar berr. conhecido
pela sua importaniia commercial, cujo porto offe-
rece roaita facilidade para embarque e desembar-
que de generes. ......
Igualmente se.vende o engenbo Jnndihaby (na
mesma provincia) moente e corrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, bestas e alambique ( ou somente o erogenho
com as trras que convier ao comprador). Ess
propriedades vendem-se por baratissimos pregos,
e iambe> se permutara por egenhos nesta pro
vincia, Parabyba e Alagoas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas : tratar cem o proprietarir
maior Fabncio Gomes Pedroa ra da Cadeia
n. 15, bu com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte._________________________
Ama
Na ra de Apollo n. 24, 4> andar, precisa-se de
urna ama para andar com meninos e que seja de
oa conducta.
AOS SRS. ALFAIATES 4 ; ;:
Colunnas, da raa do Crespo n. 13, de Antonio Correa de
Chegon loja das
Vasconseos, superior velludo preto de seda.
LEILA ;
DE
MOVIS
louca, Ivos. a saber:.
Km piano, urna mobilia, cadeiras de batneos,
jarros para flores, candieiros, casticaes e man-
cas, esteira Jarrada para sala, escarradeiras,
differentes livros em inglez e quatro qaadros.
uas camas, 2 lavatorios, 1 guarda rcupa e 2
eommodas.
Urna mesa elaslica, 1 guarda-louca, 1 apparador,
1 marqueza, 12 cadeiras, louij para cha, 1 ap-
parelho para jaolar, dito deert, garrafas, copos,
clices, compoteiras, garios, facas, colheres, de-
sae, (landres, potes e trem de cozinha
Hoje
Sexta-feira 12 de agosto, na ra dos Goar-ara-
pes n. 4.
O agente Pinto, autorisado por nma pessoa i|w
retira-se para a Europa levar leilo os movis
e mais objectos cima deseriptos existentes na casa
da roa dos Guararapes n. 4,
leilo.
Principiar s 10 hora.
onde se effectuarao
LEILO
DE
salvados da galera Woburn Abbey, recente-
aente naoregada no lugar Ponta de Pe
dras, consistindo em tanques de ferro
vasios e outros com bolacha paos de pi-
nbo e pranchoes de ca valho, bombas
4e ferro, correntes, vassouras, cader-
naes, cabos usados eum alva-vida
A 16 do correte.
David Jones, capillo da dita galera, far leilo
da aeeordo e em presenca do Sr. cnsul de S. M.
ritanniea ncsU cidade, por otervfnco do agente
Oiiveira e conta e risco de qne ti perlencer. pre-
cedida a competente autorisaco da alfandega e
can aasistencia de um sea empregaio liscal, dos
salvados supramencionados
Terc>feira
s noaas da manha,, no armazem alfandega-
do do Barao do Livramento, ao caes do Apollo.
AVISOS DIVERSOS.
Ama
Precisa se de urna ama para eozinhar
4a PraU n. 37, andar.
na rea
GRANDE MIVIDADE
extracQodos detes e operaqacs dentarias sem clores, todos os
das PELO EMPREGO DO
PROTOXm D'AZOTE ,
no gabinete 19Roa Kova19
0 sal, acharwlo-se relacionado com os mais celebres deotiotas de Pars, adquiri
com-elles, oVultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar es te esce lente
anestbesico de que se pode sempre usar sem inconveniente algum, e produz tnsensiDiii-
^"omesmo aprowta a oecasio para lembrar ao respeitavel publico qne no
seu gabinete continua se a azer tedas as operaces da sua arte e collocar dentes por
todos os systemas: com ouro, platina ou vulcanite, segundo os casos.
Especmlidade de obturagSea com ouro puro.__________
A luga se
urna escrav para o 3eri?o domestico :
Hospicio n. 29. ___________
na ra de
Travessa do Queimado n. 5
Horacio Antonio Mangabelra, propietario deste
estabeleeimento, leudo feito urna grande refor-
ma no sen bem conhecido estabeleeimento, faz
sciente ao respeitavel publico e aos seus amigos
freguezes, qne se acha de era em diante com um
completo sortimento de charutos de Havana e de
todas as qualidades, cigarros de palba do Rio e de
diversas qualidades ; e recebe sempre por todos
os vapores um completo e variado sortimento de
ponteiras para charutos e cigarros, boleas para
fumo e fumo do Para ; assim cumo um grande
sortimento de cachimbos de todas as diversidades ;
e se vende por menos 10 por eento do que em ou-
tra qualquer paru^______^_____________
Replntenlo
Quem precisar de um caixeiro com pratica
de taberna ou outro qualquer negocio, para a pra
ca ou lora della, dirija-se a ra da Concordia nu-
mero 152. ___
Preciso-se de urna ama livrre ou escrava : na
ra dasCruzes n. 39. hotel p^rnambucano.
Travejamento de man-
para ver, e tr- ctar, no Tra-
pixe do Sr. Dantas,_____
AVISO
NOTICIAS
DA
GUERRA
ENIBE A FRAIQA E A PRDSOA.
Na livraria francesa assignam-e os aeguintes
jomaes, que relatam.com minuciosidade todos os
acontecimeatos do actual conflicto uropeu :
IHuslralion Kraneaise.
III. Leipzig Zeilng.
III. London News.
Monde Illwtr.
Fgaro.
Gaalois.
Rappel. _
E em geralodos os jansaes francetea, allemaes
e ingleaes. ___________
Armaijao
Qnem precisar e quizer comprar urna rica .ar-
maco de amaren* forrada de louro, para qual-
quer estabeleeimento, dirija-se ra Direitt, casa
o. 12, que achara com quemiratar.
Precisase de ama ama livre ou escrava paca
o servico de pooca familia : na ra do Apollo a.
49, 2o andar.
AMA
Pr<>eia-se de urna ama para coziahar para casa
de homem solteiro : na rna daPraia b. 2______
Precisa-se de urna ama
romme para casa da praca
tanto Amaro n. 18.
que coiinhe e en-
familia : d raa de
Ama
Precisa-se de urna ma forra ou
casa de familia : na ra do Duque
mere 69.
escrava para
de Caxias cu-
Casa varan tugar
Aluga-se urna casa terrea sita na fregnezia da
Boa-vista, beco das Barreiras, com 2 quartos, 2
salas, cozinha, tem soto, portao ao lado, quintal
murado, bomba e tanque para feanho : a tratar no
aaermo toecco ns. 3 e 7._______________
Sitio para aligar
Aluga-ee um skio com boa casa e muitas arvo-
ree de fncto, em cuja casa nunca entrn cheia :
na Passagem da Magdalena : a tratar na preca da
Independencia ns. 4 e 6.____________________
Estando justa e contratada a compra da casa
da roa Velha n. 68 da freguezia da Boa-vista, com
os berdeiros de D. Joanna dos Santos da Fonseca,
avisa-e a qualquer pessoa que julgar-se cora ui-
reito mesma casa, podendo enteoder-se com o
morador do 2 andar da casa n. 33 da ra do Im-
perador junio a secretoria dcrSr. Dr. ebet de*po-
licia, sob pena de no praso de 8 dias Sados, nao
eerem mais attendldos._________________
Honten destecupou-se a.casa terrea n. 49
, ltimamente reediSeada, na Velha na Boa-vis-
ta, alnga-se com condicoes : para ver etiste a
ehave na casa junto a 47, e para tratar rna
Jang do Rosario n. 36.____________________
ATTENCAO
Doeappareceu da loja de calcado na rna Nora
n. 8, imja bolea com nove pares de bstinas de co-
res para senbora, a qual fui lirada por um prtlo :
pede-se .a quem souber, de apprebende-ia ou avi
sar na mesaia loja.
Malernus Lenz, comprou a Manoel Martins de
Carvalho, a padaria n. S6 da rna da Guia ; onde
prometts servir com pontualidade seus reguezes;
fornecendo-lhes o pao de serveja e de leite dia-
riamente, e o de cenjeio as tercas e sextas-feiras;
assim como qualquer qualidade de massas bo-
laxa, ararutas, doces, etc. '_______^^
.111
des ncrddentschen Blindes
in Pernambuco.
Aui'riif an alie Dentsehen!
Da in die fuer den Verein zur Verpfleguung verwndeter
und eikrankter Kneger Beilraege gesammelt
worden um aucb fern von der Heiraalheinen
Theil der Last zu tragen, die unserm Vaterlande
dnrch fremdem Ehrgeia aufgebuerdel wurde, for-
dere ich alie Deutschen auf, eine Sammlungcliste
zu feichnen, die auf diesem Consulate aosgele-
get isL
H. Ledfbour
^^^^^^ C'n^nlats-Verweser.
Casa Feliz
AOS 20:000^000.
A casa feliz, sendo a nnica que no decurso do
auno prximo passado, venden mais premios da
lotera do Rio de Janeiro, faz sciente ao alustra-
do publico desta capital e a seos numerosos fre-
guezes que continua a vender os referidos bilbe-
tes rubricados aa forma da lei, pelos precos se-
guintes :
Bilhetes inteiros 23*000
Meios'bilbetes.. 11*500
Quartos....... 6#00O
Sna casa feliz ao Arco da Conceico n. 2.
ATTENCAO
O abaixo assignado commerciante matriculado
no merelissimo tribunal do commercio desta cida-
de, pede encarecidamente a todas as pessoas que
com elle tiveram tran-accoes quer civil quer com-
merciaes, que a bem de sua honra e diguidade de-
clararen) ntste jornal se o seu finado pal Sebas-
tio Jos Gomes Penna, pagou alguma conta ou
letra por elle nao f do tempo do commercio como
quando viva em sua companhia ; isto pede no
praso de 15 dias, (brigando-se a pagar as despe-
zas des annuncios. Recifa H de agosto de 1870.
Joo Baptista Gomes Penna. ____
Mudanza.
Rocha, Lima & Guimarei mudaram-se
da Cadeia nara a ra da Cruz, armazem n.
da ra
12.
Irmandade
do Senhor dos Passos, na matriz do Corpo
Santo.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
irmos para comparecerem no dia 15 do corrente,
as 3 huras da tarde, em nasso consistorio, afitn de
que eneorporados acompanhemos a trasladacac da
imagem de N. S. do BOra Conselho do convento de
S. Francisco para a igreja de S. Francisco Xavier,
ra do Hospicio, e para desta forma correspon-
dermos ao convite que nos fez aquella Ilustre ir-
mandade.
O escrivo,
J. J. Lima Bairo.
CASA DA FORTUNA
Aos 8:0001
Bilhetes garantidos.
A ra. Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do cosiume
O abaixo assignado, tendo vendido alera de en-
tras sorles, 2 quintos n. 2204 com 8:000* da lo-
tera que se acabon de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia (155"), crvida aos-
possuidores virem receber na conformidade de
cosame sem descont algara.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 6* parle das loteras, beneficio do col-
!;io dos orpbos (156a) qae se extrahir quarta-
eira, 17 do corrente me'.
PRECOS.
Bilbcle inteiro 10*000
Meio bilhete 5*000
Quinto 2*000
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 9*000
Meio bilhete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins Fin.
GUIA PROMPTOiDO SELLO.
REPERTORIO
no
do sello de 187(1
00
ndice alphabetico
de todas as materias do mesmo regulamento, or-
ganisado de modo a encontrar-se com facilidade o
que se busca ; por um empregado de fazendi.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, e vende se
na livraria eeonofnlea rna do Crespo n. 2.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
HiDMW
OU
OLLECtlIMlUBOrai
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Born Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceico.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santssima.
Novena de Senhora do Carmn.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penba.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Jlo Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2$00U.
Ama
Nc ra 'la Cadeia do Recife
je a ama para cosinhar.
n. 50, precisa-se
Ama
HOMEOPATBIA
O Dr. Casaoova pJe ser procurado a
qualquer hora em seaconeokorio espe-
cial homeonatbico, no largo da matriz de
Santo Antonio n. 2. Reata onaoltarw
tem sempre sortimento doe riediudos
medicamentos de homeopalhia 4e Weber
ot Catellan em tinturas, e em glbulos, e
tudo quanto neceasario para a pessoas
que segnem este systema.
Os pobres foram sempre e contmaam
-lu **-----------^
IM,
que tenba alguma praMfa.de taberna e d anha-
cimfnto da conducta : no.fa^o do Terco n. 2f.
0~8\ibano Francisco Dutef eizoa de ser
caixeiro desde o dia 8 do corrente mez da loja de
mndezas de Manoel Jos Lopes 4 frmio, da ra
larga do Rosario, (neje rna 11 de Dezembro).
T
A verdadeia Carinha peitoro) de
S. ;B^nto.
EU farlnha. usada cora vantajosos resalta-1
dpa nos padecmenlos dos orgos do peito,
domo asinina ou v pu.;haaianto de carnarros,,
rrflamao de bofe, plenrizes e na pthysi; crinmeadando se eam igual.^roveito as pflifoas
convaleoentes
Unko deposito na nhrm,acia e drajarja.
Bartboloipen & C.
- -Jua larga dovBosirio34
Precisa-se de nma ama livre ou escrava que
cosinhe e compre, para tratar na ra do Appallo,
sobrado n. 44, J andar por cima do armazem do
Sr. Bento de Fre tas Gumaries.
Gaixeira
Caixeiro de fazendas, precisa-se na na da Im-
peratriz n. 28. ,
Irmandade acadmica
DE
N. S. do Bom Conselho.
A mesa administrativa da irmandade acadmica
de N. S. do Bom Conselho, erecta no convento de
Santo Antonio desta cidade do Recife, convida a
todos os irmis para que, no da 14 (domingo), a:
10 horas do dia, se reunirtm no consistorio
da
mesma, afim de proceder-se a eleco para a nova
mesa administrativa do anno de 1871. Tendo de
(ffectuar-se a trasladadlo de nossa Divina Ima-
gem, no dia 15 do corrente, as 3 horas da urde,
a mesa administrativa convida nao so a todos os
irmlos como tambem a tolos os senhores acad-
micos para acompanharem em procisslo a mesma
Imagem. .
Consistorio da Irmandade Acadmica aos 11 ue
agosto de 1870.
O secretario.
Gamillo Correa Dantas.
Atten#to
Previne-se ao Sr. Manoel Luiz Ribeiro, autor de
um annuacio inserido no Diario de 25 de julho
prximo passado, que na pode fazer negocio com
D. Cathanna de Senna Barbosa, attento a sua
avanzada idade de mais de 80 annos, podendo en-
tender-so com seu procurador na ra Direita nu-
mero 36 A.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama de leite sem tilho : na
roa Nova n. 21, 3* andar. _______________
Irmandade do $8- Sacramento
de h. Jos do Ree'fe.
De ordem do nosso rrmao Juiz convido a todos
os irraaos desta irmandade para comparecerem no
consistorio da matriz no dia 14 do corrente s 10
horas do dia, aflm de ser di>cutido o respectivo
corapromisso, e bem assim para proederem
eleicao de dous definidores, cujos lugares se
acham vagos.
Consistorio da irmandade, 6 de agosto ie 1870.
O escrivo,
Lydio Mariano de Albuqcerque
' Rogase aolllm. Sr. Antonio Bezerra Teixei-
ra Cvale* nti o favor de dirigirse roa do Ran
gel n. 20, loja. a negocio de sen interesse.______
iroca-se
a morada de um sitio perto da linha-ferrea do Re-
cife aApipucos,por outro de alguma casa nos bair-
ros de S. Jos fl Santo Antonio. 0 sitio de mdico
aluguel e perto desta cidade : a tratar na ra das
Larangeiras n. 19.
Ama
Precisa-se de urna ama :
t, paga -se bem. _____
na ra do Lima n.
Offerece-se nma ama para casa de homem
solteiro, on de pouca familia : ra do Padre Fio-
riano a. 19.
COMPANHIA
DOS
TBILHOS URBANOS
DO
RECIFE A* OliltfDA.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no prazo impor-
rogavel de dez dias effeetnarem a 1 Ia e
ultima prestarlo de soas accoes, arazo de
5 7o-
Para esse fim ser encontrado o Sr. tbe-
soureiro, das II horas da manha's 2 da
tarde de todos os dias, no escriptorio da
companhia, ra Nova n. 35, 4 andar,
Irada pela ra das Flores n. 14.
Recife, 10 de agosto de 1870.
Joo Joaqnim Alves-
Io secretario.
t
en-
nos donan-
f
D. Antoaia va de Manoel Per eir Caldas, agradece de todo senj
|Corac s pessoas que se dignaran) aoompanbarr
o eadaver de sea frezado marido ana uitima
morada ; e convida- va meamos senhores ara as-1
sistirem as missas que se tem de resar eo stimo
diario sen fallecimoato-na igreja flaatriz 4o Corpo
Santo, sextafeira 12 do-*orrente, as 6 ftocae da
manh*.
IMWPW
4*reea-M de urna ama
para nma familia estrangeira :
ralriz 9, loja.
de boa conducta,
na rna da Impe-
Ama de leite.
No 1* aaar do sobrado n. 1 da roa do Viscon-
de de Goian,na (anliga roa do Cotovello) esquina
da de S. GoneaJo. ha nma ama de leite para lu-
gar ; etorna-se recommendavel por ser escrava
rutea, carraosa para com meninos, e qnejiao
ten Oika
Preia-se ama ama qae saiba eozinhar
e* encoramar ara nma pesoa : na roa do rogo
n, .1, t aadar,
TABELLA
Das horas e partidas dos trens
gos e dias santificados.
MANHA
Do RecifeAs 6. 7,8, e 9 horas.
De Ooda-As 7, 8, 9 e 10 horas.
TARDE
Do Recife-As 2, 3. 4, e 5 horas.
De Olinda-As 3, 4, 5 e 6 horas.
Previne-se ao respeitavel publico que os
trens n5o partiro senSo com a lotacao com-
petente, esperando-se toda a indulgencia e
coadjuvacio para o servido da companhia ;
visto como, sendo provisoriamente aborto o
transito nicamente para servir sos inn-
meros pedidos, nao pode elle ser feito com
a exactidio e peifeicap do traego e[lec-
tivo.
O supreintendente.
A. tfe Abrtn Porto.
AMA.
Preeia'se d urna livre ou escrava para t do
servico, menos cosinhar, em casa fstfiogeira : a
tratar na rna da Cruz n. 20.
Ama
Precsase de nina ama para comprar
nhar: na roa do Cabnga n. II, loja-.


habs* *r *r. a?^s?. : *:*.: pvr*ff
Diario d PenHBabnoo Sexta feira 12 de Agosto de 1870.


=
=
Prf cisa-ie de urna ama Torra ou escrava
qne saba eztoh* e faaar wpras : o Corredor
do Bispo n. 1 ____
AO ARMAZEM
DO
1
VAPORFR4NCEZ
U-RMH.7 ..
Este eouoecido estabeleciraento .acha-se constantemente bem sortido, em virtudc das
facturas que recebe por todos os vajores e navios raocezes, dos artigos abaixo raeocieaa-
des, presos os ais resumidos que possivei.
CALCADO FRAXC1SZ
Botlaas pare caberas e meninas.
Botmas pretas, brancas e de rauitas outras core?, sortidas'e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, procos ntais-barates do que em utras partes.
Botinas para taorneas e meninos.
Botinas de biierro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escalhidas.
Batas e perae4ras rnssfeoas.
Botas e peraeiras para mamaria, das melhores qualidades, de couro da Rcssia, lus-
tro e buerro.
Zapatas e aofraebe para hornease sennor&s
Tendo chegado grande porcaode sapatos, de borracha vende-se pelo cusi afim de
desempatar o diuoeiro nelles ropregado, sao baratissimo?.
8apatos de lastro para hoanens.
Sapatos de entrada baixa de cobto de lustro com salto, de mnito boa qualidade.
Abotinado* pera meninas e enenlnas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de multo bas qualidades e fortes, tanto
para-meninos como para meninas, muito 'baratos.
sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca fransezes e por-
taguezes para hornea, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
EieeUenles extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, deti-
triEce de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., todo s* de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condrey, Piver e Lubia.
Quinquilharias
Luvas de peHica do conhecido fabricante louvin, espelhos para sallas, qoartos e ga-
binetes, toocadore: de 'diversos tamanbos, leques para -entraras e para memnas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botes, corrent-s e caaves de relegios e tranceln*, tudJ de
ouro de le, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais g<*to do que as de ouro,
caixinhas de costura rrcamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilbos doarados para retratos, caixinhas com vidro de augmente'para distinetamente
ver-se a perfeieo dos retratos, ofcjectos de phaotasia para toilettes, tolsionas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimeg para braco de memnas -e senhoras. ditas para costuras, pe- K5
quenos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porce4sna, jarros proprius W
para gabinetes e sanitarios, quadros promptos para callocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysageus, cidades, figuras e de santos, vidros para eos- ifj,
morama, matas, saceos e bolsas de-viagtns, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou JBL
pensinez de ptata dourados, grvalas pretas e de cires, abotoaduras de collele e de puohos, H
. carteirinhas para notas, thtsounuhas e caivetes finos, pentes, eseovas, ponteiras de espuma 826
para charutos e para cigarros, Jogos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve- \l
' nezianas modernas mnito conveniente para portas e janellas, eosmoraina?, lanternas magi- ,
cas, esteriocopos eom ioteressate3 vistas de tiguras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Paris, photoiraphias e cixinh;.s" mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de i la de ores para ps de tonternas, realejos grsodes e pequeos,
harmnicos, acordiens de todos os tamaitos, bercos de vimes para tancas, sapatinhos
toucas de lia, carrinhos de 3 e 1 rodas muito eleganles para conda;ir crianzas passeio ; e
outras muitas quraqwlharids de pbantasia, francezas e allemles, a precos muito em eonta.
Para este artigo nao ha eepaco nem lempo para a massante leitnr da inQnidade de
gneros de brinquedos fabricados era diversos paizes da Europa.
tem a-feoora de parifcuar *e respejtivel publico
des"ta-capital, que no da 9 do corrente mer abrir
unrresiaurant na roa das Laraageira n. 4, sob o
tuerte de y n
Restaurant de rans
e-que nelle se encwtrst, aWii Je boa comida, sor-
menta escolhido de vii*.s finos portuguezes e
Trancezes de Idas as qualidades. assim corno con-
servas alimenticias frtelas, etc.
Tomara seassignaturasp..ra dentro e fora do e3-
tabelecimento. .
m grande sortimento de louca tranda de sua
ultima viagem da Europa, permitle-4he se encar-
regar de qual^uer encomraenda para bailes, soi-
res,etc ,
OSr. lchavdon espera ver o seu eslabeleci
ment visiudo peio Ulm. publico, quem nada
poupar para agradar.
til
Odonodeste estabelecimeBto pede ao publico em geral que continu a
verificando as cualidades e os precos baratos de ditos objeclos por serem vindos
reitura e de rata propria.
visita-lo
em di-
Bibliotheca juvenil.
Sortetrto de Iwroi de agradavel leitura, pro-
pria para ensino dos meninos.
CaMH&o (a) da paz, l voume 12" encadernado
Caiilkas com tstampat, para uso da mociaae,
1 vi.lume 12a ene dernado 1*000.
Hrwiquinho o seu criado Boosy, l volume 12*
encadernado 14000.
Historia de Anir Dunn, 1 volume If encader-
nado 11000.
Historia Jo Bom Pastor, l volume encadernado
SjOOO.
" .\kn>no (o) da Matta e>o sen cao piloto, l volu-
me 4* br. *500.
iVdfo casa leirrstne e o seu constroctor, ou a
tabedoria de Deus mostrada na estructura do cer-
po humano. 1 volume, 12 encadernado 2*000.
Quadros infantis i vulume 12 1*500.
LIVRAttlA PRANCEZa.
CASA DA FORTOTA
AOS 2O:0OO00O
RA DE MARQO N. 23.
0 abaixo assignado avisa ao publico, que com
quanlo a nova tai do orcamento tivesge elevado
muito o imposto sobre os bilhetes de loteras do
io de Janeiro, conlinua a venie-los com as for-
malidades da lei, e pelos mesmos preces abaixo
publicados, pagando todos os premios com o dis-
conio somenle da lei, e com a promplidd do eos
turne.
PRECOS.
Bilhele inleiro'... 24*000
Meios bilhetes... 124000
Quartos........ 6*00
Em quanudade maior de 100*000 na razio de
22*000.
Manoel Marlins Fiuza.
COMPRAS.
0 nraieo do joies
Na na do Gabug a. i compra-se ouro, prau
pedras preciosas por precos mais vantajoaos do
f em aera qoalquer parte._______________
^^C aato maior vanugem conipram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro a. 2 D, roa do
f,abng. |__________
Compra-.-e urna ca>iuba em uiu dos balrros
desta cidade, qnera ti ver annuncie. _________
Compra-se ura bilhar :
do Rosario n. J.
tratar na ra larga
Compram-se larangeiras selectas e de una-
bigo, sendo enxertadas : na ra da Cruz n. 8, !
andar.
Compra-s^
ama casa terrea qoe lenha comraodos para urna
familia, e que lenha quintal e cacimba, ou mesrao
ura sobrado de um andar com os mesmos com-
modos : ni roa de Jlo Pernandes Vioira n. 3, ou
na roa do Aragao n 16.___________________
Comprase urna armaQio envidraeada com
pouco nso, que sirva para miudezas : a tratar na
roa de Marcilio Dias n. 104, loja, outr'ora roa Di-
reita.
Vr.NDAS.
Seienticar que a AGIA NEGRA, recPben pelo
Ultimo vapor, as muilos des*jados aderecos en-
carnados imitando coi ,
Vultas franjes do ajjofares encarnados c de ou-
tras core.
m completo sortimento de cintos largos ; cot-
de muiU) gQito, indispensaveis |tara meninas de
Picola, eu raesmo para senhoras trazerem no bra-
co, cousa inleiramenle nova.
Leques, o qne ha de melhor e de mais gost_:
neste genero .-xiste um lal wrtinienio que nao
haver comprador por mais impertinente na es-
culla que deixe de agradar-se.
P cninez de Picer.
P do carvao de Lubin.
Extractos fines de todos os autores.
E onlres muitts ubjecttw de.que o publico ja
esl scienie ; pois que a AGU A NEGRA nao des-
canea um s momento em descobnr ptijectos es-
peeiaes e inleiramenle notos, para as ana bem ser-
vir sens freguezes.
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE CAYlA M. 4
(Anliga na do Queimado)
Contina vender tudo muito bom e
muiio barato a saber:
Libras de areia prcla mnito boo. .
Tesooras finas para tuihatTe costu-
ra a-^B^^^^^^^^^^Bf
12f>
90U
de aculbas francezas a bz-
SITIO.
Aluga-se uoi bom sitio na estrade do Arralal,
oom casa grande e ltimamente acabada, tendo as
eommodidades necessarias para familia : quera a
pretender drrija-se roa 1* de Marco n. 16, !
andar, qne achara com qnem tratar.
AO PUBLICO
Nao desejando perder as relacSes de commer-
cio e as amizades que felizmente tenh > adiqui
ridn nesta cidade, venho declarar.por este jornal,
que meu copnorae Jos, e que portanto nada
tenho'cora o Juizo que se fteer sobre qualquer ou-
ira peseoa que tiver o mesrao nome de famila
que ec.
Recife, 3 de agoHo de 1870..
Jos Simn.
ULTIMA HORA
O Costa, ra das Cruzes n. 42, participa a
todos os seus numerosos freguezes, que pelo ulti-
mo vapor receben alguns gneros de primeira qua-
lidade. a saber :
Queijqs flamengoso qne de melhor se pode en-
contrar.
BoLAcniNHA do fabricante Gondolo, pela primeira
vez vinda a este mercado, pelo preco medico de
2* i lata.
Macxas de qualidade apreciavel.
Aheixas em latas e frascos.
Gac de primeira qualidade, qne se vende a
400 rs. a garrafa-e 8* a lata.
Alem das mullas e variadas qualidades de mas-
sas para sopas,conservas, quer-de hervas, quer
de carne ou peine, doces, vinhos, licores, etc., etc.,
tem velas estearinas a 640 rs. a libra.
Vidros para vidraijas de todos os tamannos
e em caixas, vende Bartholomen & C, em sua
pharmacia na ra Isma do Rosario n. 34.
Precisase de um preto para todo servico ex
temo de padaria : na ra da Florentina n. 3.
Ai renda sa o sitio jardim "botnico em Olin-
da, que se presta a ter muito boa reo'a a pessoa
qu>; tiver dous irabalhadores, tem urna excellente
casa, alem de outras para eseravos, estribara,
muito boa agua de beber, gasio e lenha, grande
quantidnde de arvores fructieras, terreno o melhor
possivei para eapim e verduras. Tambera se ar-
renla a melhor casa de Olinda. com sitio, agua,
frucias'e outras regalas que so com visla : a
tratar na ra do Bnmflm, casa junto a igreja.
Farmha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Cathanna, ebegada no patacho portuguez Ullissa,
fundeado defronte do trapiche do Sr. Bario do Li-
vramenio : a tratar no eseriptorio de Joaqun-
Jos Goncalves Beltrlo, roa do Comraercio n. 17,
ou a bordo do referido navio,_______________
PARA ACABAR.
Camisas franc-zas a 1*800
Tamancos para hornero, senhora e me-
ninos a 320
Sapatos de marroquim para senhora a 480
Chitas largas a 240
Na roa larga do Rosario n. 22, loja do Vianna
m m gaz
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster .
1, roa do Imperador, um carregamento de gat
de primeira qualidade; o qoal se vende em partida i
e a retalho por menos preco do que em ouira qua
quer parte.______________________________
Aos vidraceiros
Na roa Direita n. 18, loja de funileiro, vende se
vidios de todos os lmannos, mais barato do que
em outra qualquer parte.''____________^^^
Grande ]iquida$o de
fazendas baratas
PARA ACABAR.
A' RA F DE MARCO N. 25. jg
ALGODAOS1NHO a 2*800. 3, 5* e |
3*500 a pecA-
MADAPOLAO FINO superior a 3*800, e jgf
6*000 a pe^a. m
CAMBRAIAS finas de cores, modernas
a 280 o covado.
CAMBRAIAS brancas transparentes a m
3* a peca. 2
LENCOS de cambraia de linho borda- jgj
dos a 1*300. m
ALGODAO AZUL com 56 covados a g
5*000 a peca
COLXAS adamascadas superiores, de |
cores e brancas a 3*, 3*300 e 6*. j*g
CHALES de merino, lisos, pretos e de 21
todas as cores a 2*300.
BRAMANTE do linho de urna largura *
com 27 varas a 23*. aj
CHITAS escuras, claras, miudlnhas e 2S
matisadas a 220, 240 o covado,
i CORTES de cambraia de cores com 10 }$
varas de lindos padroes a 6*000. 3
LAS de rOres a 240 o covado.
Dio-se amostras com penhor a roa Io |M
: d^ Marco n. 23, loja de Manoel Dias Xa- g
i wr.
Papis
150 a......... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta 1(5000
Libras de 15a pifra bordar de todcs
as cores a ...... % OlTOOO-
Carriteis de lirha Alexandrea. 100
Frascos com azeite p*ra machinas o(>
Grvalas de cores mujlo tinls a 500
Groxas de boloes madepeisla fi-
nissimos a........ 500
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 30e....... 5C0
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes mullo
superiores a...... (ICO
Pentes volteados para meninas a. tiO
Tinteiros com t rita preta a80rs. c t0
Pecas de fita elstica muito fina a v-00
Lata com superior banha a 11)0 e. 200.
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Ditos ditos dito grande a. 1C00
Frascos de macag perola a. 40
Frascos de extracto rniito b nilus a 500
Duzia de sabnneles muito finos a. 70'
Sabonetes nglezes a GOO rs. e. l200
Frasco com agua de colonia Piver a SCO
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 10
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Lartilhas da doctrina fazenda no\a a 4tK)
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a....... 1$00
Babados do Porto, largos a 160 e 200
i'apachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz prtto, com 2
oitavas a........ 640
Aguiheiros de qsso ebfeitadoa a, thO
Libra de linha franceza superior
qualidade a....... 2J400
Caixas de pauto do gaz a. 20
Taberna
Vende-se urna labsrna propria para principian-
te, bastante afreguezada para a trra e para bor
do : a tratar na mesma, travessa da Senzala-velha
numero 4.
Taberna a venda.
Vende-se a taberna da ra de Sao Bento n. 19?
em Olinda, urna das melhores roas : tratar na
mesma. O motivo da venda achar-se o seu do-
no bstanle doente e necessitar rctirar-se para
fra.
Vende-se urna boa aunarlo exiMente na casa
do pateo do Tereo n, 19, cedendo-se a chave ao
comprador. ___________________________
Vndese la de canna a 280 rs. a libra, em
porclo faz-se diferenca : na ra de lionas, ar-
mxzera n. 2.
3 prteten. 53,ra Direita, 3 f rtas n. Cantiga
lo$a do Braga
O abaixo assignado, dono deMe antigo esUbelecimeoto, tendo em vista aprestar ura
completo'MH-tiinento de errageos, mmdezas e leria, lera resolvido mandar buscar era
diver mais'conheeidos; pelo que convida ao refpeilavel puWieo e a seus numerosos freguc7.es,
virem se servir dos objectos de km carencia, aonde eacontrarao por menas 10 0|0 do que
em outra qualquer pane, um sorumento completo de machinas para escarcear algodao,
do bem conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para stura, motores para animae,
ditos para fogn. moiirbo^ p.,r caf de ledos os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos Vdrt iiHhantn inglezas cerno trncelas, iocca de porcelana, facas e garlos
de diverg* iiualidadefl e (ijecos, bandejas chinelas, salitre, urea, barbante, cnxofn, papel e
limallia de ferro ac, < agulha pata fogueteiro ; assim como enconirarao constante-
mente urdida por.aa o> !<*> do ar, e recebe se enctnmenda de fogos-de visu, alem de ura
cera numero de objectos, qne se ternaria enfadooho numera-los : venham a ra Direita n.
53, bja de Lenidas Tilo Lotireiro, antij;a4oja do Braga.

J.
Joaquim Jos Gonpal-
i ves Belteo
Ra do Trapxlw n. 17, Io andar.
Sacca por tod os paquetes sobre o banco de
Uinho, em Braga, e sobre os segouites lugares eic
Portugal :
Lisoa.
Porto.
Valenca.
Guimarlee.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val do Vez.
i Vianna do Castello. "
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameliclo.
Lamego.
Lanos.
Covilhla.
Vascal (Valpasfo).
Mirandella. ,
Beja.
Rafcellos.
Ferr^ira Villela
PUOTOGKAPIII l IMPERIAL.
18-----RA DO CABUG18
A ntrala pelo pateo da matriz.
Os trabamos da reedificacla desta photographia,
e que se prolongaran por tanto tempo, a^ham-se
felizmente terminados e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est collocada esta photogra-
phia acna-se rnuito augmentado, e s a parte desti-
nada ao esubelecimento conia cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
mentos tendo sido fetos expresamente para se
mentar convenientemente a photographia, e nlo se
rjodeodo melhor modelo escoluer do que a Pftoo-
rajlia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
aneiro, o prmeiro phatographo do Brasil, e ura dos
primeiros do mundo, segundo a opiniao dos mais
abalisados mestres, a no~sa photographia acha-se
dlspocta e reeflcada pelo mes mu ptano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob ledas as sagras
recommendadas pelos mais dnmelos professores
de accordo cora as modificar;des necessarias ao
clima do Bra-il, reconhecidas e estudadas pelo ba-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o inti'rior do predio em que e*t nossa
photographia foi mudado desde-a soleira da porta da
ra al a coberta, teodo-:e demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificando-secm nove terraje envidracadomui
espacoso e elegante.
Como sabido, fjzemos urna viagem expressa-
mente corte para enaffiinarmos as melhores pho-
tographias all, e foi a do Srf I. Pacheco, a que
memor correspondu aos nossos desejos e aspira-
cfle, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarraos todo um raez esiudandoa apro-
veitando a< Iic5es de lito dlstinclo raestre. Pea-
samos une juntando os nossos esludos e lenga
pratica de 15 annos de photographia s utilissimae
licdes tdtiman eDte recebidas do Sr. I. Pacheco,
tende montado a nossa photosraphia como se
acha, podemos offereeer ao Ilustrado publico
d'esta eidade e aos nossos nun.erosos freguezes
trabalhos de photographia tao perfeiloa, como te aeompanharain tepoUnr^ i sua Presada
poier desejar, e disto convencidos, esperamos e Ua D. Leopoldina ^'W'^^a^o J*
que eootruuem a dispensar-nos a mesma pro
teccao com qne na 15 annos nos -lew honrado e

Koi nte-rheum-tico.
Remedio efflcacissimo .entra as dores rheoma-
ticas at hoje o mai condecido pelos sens mara-
villosos resollados. _______^_^___^_
' B1LHKTES DO RIO
Na Praga da Independencia n. ii.
Attenqo
Lindes cortee de percale, com barra, de duas
saias, e simples, fazenda de primeira qualidade,
caa um com seo figurino por 5|000 : a roa do
Queimado n. 1. loja do Gaspar.______________
Libras sterlinas
Vendem-se na roa da Cadeia n. 8, armazem.
Vende se orna arraaclo de padaria no largo
da Paz n. 78, freguezia dos Afogados : a tratar na
mesma_____________________________
Vendem-se diversos instrumentos de msica
c a pancadaria, bons e baratos : na fortaleza das
Cinco Ponas. .
Flor do fumo.
Chegou hoje pelo vapor Tocan-
tins fumo picado para cigarros e
cachimbos o melhor que ha neste
genero fabricado no Para por Jos
Julio Sampaio Pires, nico deposi-
to em Pernambueo, ni Praca da
Independencia, loja de Calcadas,
de Porto & Bastos.
A elle antes qne se ar-abem ;
rcmessa fui pequea
*1
t*
P<
O
B
o
Flor do fumo.
Erofim chegaram !! !
O Pavilhao i Aurora roa da Imperalriz n. 2,
receben pelo ultimo vapor o mais completo sorti-
mento de cortes de vestidos de seda, eslampas e
gosios inleiramenle novo9 e de superior quali-
dade ; vieram juntos e igualmente ricos cortes de
vesfdos de blond bordados^ perolas para casa-
mento : asskn como popelinas, padroes novos e de
lindissimo gosto ; e muitas outras fazendas para
vestidos, igualmente novas e desconhecidas no
mercado ; tudo se vende muito em conla.
Farello.
Na ra atraz da Matric de Santo Antonio n.
18 1. andar, cozioha-se para fra com asseio e
promplidao e por raoiico proco.____-___
Attienclro
Ontinua-se a fornecer almnco e jantar
fcrado da ra ertretta do Rosario n. ;i5.
ne so-
Alnga se nm inoleque de bons rstame*,
qoe lenha idade de 18 a 12 annos: roa da Cruz
sobrado n. 8, 3* andar.
' .vi;- .
teccao co
ajumo.
*reciea-*e de urna ama secea pera casa-de pe
quena familia : a tratar na roa estreita do Rosa
^ J
nitanda -. na ra
aquoga),
A *ra;a $. Maria PreseiHana Vilella dos San-
toa e sens ilho?, agradecendo as pessoas que
sna presada irmaa
vares,
eoB.ida-os, bem como, a sens prenles e amigos
para assistirem s missas que wandam celebrar
as 7 horas da manbaa no da 18 do corrente. i'
dia do sen fallerimenlo, no ronjremMo_Carrr
REPERTORIO
oo
Rcgulamenlo do sella de 187
OU
Ialce Iphabeifo
Precisa-se de urna ama para servir em casa de
duas pessoas : a tratar na ra estreita do Rosario
n.33, canario.
AMA
Precisa-se de urna raulher para cozinuar em
casa de pooca familia, paga-se bem : na roa do
Hospicio o. 46.
orna e*craa pam vender, de (odas as materias o mesmo regulamenln.
Ten**... .. 3H) USJ Rj^VSSa.
Gabinete Portuguez Je Leitura
A direetoria do Gabinete Portnguez de Leitnr
scientiflea aos seabores assoeiados que a fesia du
19 anniversario de sua iosUlla^lo, devera ter lu
gar demingo 21 do corrente, e seu programma
era convenientemente annunciado.
Secretaria da direetoria do Gabinete Portuguez
de Leitura em Pernambueo K de agosto de 1870.
Antonio de Albuquerque Mello,
2o Secretario.
0 abaixo asignado faz sauer aos socios da
extincia sociedad Bella Uniao, que todo aquelle
que tiver alguma reclamaclo a fdzer sobre os
pertences da mesma, aprsente-se no praso de i
dias; psssados os quaes nao se annuiar a re-
Hamaglj alguma, e serlo o mesmos pertences
vendidos ero pra a para pagar aos credores d
mesma o o resto entregar-seha como o estatutos
deierininam.
Reefe, 10 de agosto de 1870.
, Jos Francisco do Figneiredo.
mnibus deJaboato
O proprietario do umnihus de JaboalaO faz pu-
blico que para commodidade d \* pessoas que qui-
zerem ir ge zar dos banbos de Jaboato, haver no
romingo lt.ae horas da manhia, m omnibu*
(ce voitara na segunda feira as i bocas da tarde.
Precisa se de urna ama para asa de pouca
familia : na ra das Cruzes n. II 1* andar.
O-ae 1:000* a gremio com bypotheca em
bens de raiz de dobrado valor oesta' cidade : na
roa Nova, loja de ferragens n. 31.
Vende-se saceos com 90 libras >f farello no-
vo do Chile a 4o00 : I roa da Maure de Deus
n. 7.
Para casamentos
Augusto Porto, roa Duque de Caxias (outr'ora
ra do Queimado) n. H, recebeu ura bello sorii-
oiento de vesdos de blond com manta e capella
para noivas, trazendo um rico vestido de selim
branco para sombra, o qne tem vindo de melhor,
cortes superiores de seda de cores, ponpelinas as
mais anas, gazes de Paris de lindas cores, colxa?
de seda, fronha< bordada?, cortinados bordados,
Invas de pellica e muius fazendas de gostoj que
vende mais barato que em outro qualquer parle.
Tem sempre soriiraeatu das melhores e mais
baratas
Esleirs americanas paio forrar
sa as.
JACARANDA'
Vndese as duzias ou em toros :* para ver e
tratar na ra Direita n. 31. armaz m.
CANDIDO ALBERTO SOBRE D.VMOiT A 40.
com eseriptorio e armazem travessa da Madre
deDeus n. 14. tem para vender o segointe :
OCRE de muito boa qualidade a 15200 a ar-
roba.
CIMENTO PORTLAND, verdadeiro e de primei-
ra serte.
VIMIO BORDHAUX, desde o mais fino e espe-
cial al e commi m.
CONSEVAS FRANCEZAS das mais superiores
qualidades, ainda nao bem coubecidas nesle mer-
cado.
PAPEL de differentes marcas para cigarros.
DITO PINTADO para forrar salas, gabinetes, es-
critorios etc.
Acaba de ebegar nova remessa desse artefacto,
uese vender por precos mais redaiidrs.____
COSTURA
Cestos para uau& de ffiatenaes e rlpas
de carnauba.
No largo do Corpo Santo n. 6, segando andar,
vende-se aquelles artigos, que serlo mostrados
aos pretendentes.
Sitio em Parnameirim
para vender
Ainda esl para se vender o sitio Olho de Vi-
dro, era Parnameirim, ou Ponle de Ucha, com
sobrado de nm andar com 10 quartos, fogoVs e
foroos de ferro, sonzalla para lodos os arranjos,
bstanle* arveredos de fructos, terrenos para
plantacoes, boa baixa de captm, agua de beber,
tauque para banho etc. : quem o preiender com-
prar enlenda se com Jos Antunes Guimaraes.
na ra do Aragao n. 13 (Imje Visrende de Polo-
las) at 9 horas da manilla e das 3 as 5 da tarde,
na falta, na roa de Queimado n. 1 loja, hoje Bu-
que de Caxias.___________________________
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
Je Nictheroy.
nico deposito em Pernambueo caes da alfan-
dega velha n. 2, anda. _________________
Acabara de ebegar ao GRANDE RAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneiro
vuNNA-um completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais cc-
nnecidos, as quaes esto era expcsicSo no
mesmo Bazar, g*rantDdo-se a sua boa qua-
lidade, e tarabem ensin3-se- com perfeigao
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho co de 30 eostu-
reiras diariamente, e a sua perfeifo tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos ejecutados pe.ns mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Ca nova de Lisboa.
Chegada roceniemente no vapor Gladiator, tora
para vender Joaquim Jos Goncalves BeltfTio, no
seu eseriptorio, ra do C immercio n. 17.
Labyrinthos
Chegaram roa do Crespo
lencos de labyrintho, que se
conia.
n. 10, riquissimrs
vendem muito em
S JoaquimRodrs'uesTa- g
vares de Mello, |
g;rac,a tk Corpo Santo n. 17<
>^ TEM PARA VENOER: ^
i Cal de Lisboa. 8
S Potassa paRussi::. 5
Vinho B
covado a 200, 240 e
a 200, 2i0 e
Vende-se urna rolula de amarelb em bom
estado : Ba camboa do Carmn n. 16.
Farinha de millio.
Ha para vender farinha de milho branca,
amarella e fub de superior quadade em
>accas recenlemeiite ebegada de Porto Ale-
gre: tratar na ra da Cruz n. 3, esciip-
torio d'Amoi im Irmos C
Cabra bicho.
Vende se urna cabra (bicho) parida de tres Ice
es e de primeira barriga, fllha do pasto, mnito
nova e boa IWleira : na roa da De'enci'i n. 41.
Vende se ama armaco enveruisrda e t da
envidraeada, por preco commodo : a pessoa qne
(jizer dirija-se roa Direita n. 12, botica, para
tirar para fra logo que se r*al^e o ___
Na ra de S, lfranciso n. "0 veadem-se
saceos eom farinha mnito fina e torrada propria
para meo.
Vende-se a taberna sita na ra dos Guara-
rapes n. 10 : a tratar na mesma.
Cera de Lisboa em velas
Tamathos differentes desdo 2 a 16 por libra, em
caixas de urna arroba : no irmaiera de Tasso Ir-
mos A C, roa do Am i im n. 37.
Vende->e urna peqwna armc>> de lahsraa,
e tem algnns gneros, ba localidade, na Estra-
da nova Je Beberibe, passando a ponle, segunda
taberna ; vende-se tambera a casa : trala-se o'ue
gwio na wesma.________
onieanx.
S pueilo drf L?1>oi. S
jiIMBAS
.NA
Loja flor da boa-\ista
DE
Panlo !'. le 13. Cuimare.
Chita? escoras o ciaras,
280 rs.
Cambraias de cores fixas, covado
320 rs.
Laa .-om listras, e mindinbas, covado a 200, 320
a 500 rs.
'Ilrim pardo trancado com pequeo icijue, metro
a 500, 500,500 rs.'
Diios decores, puro linho, grande pechinch?, .i
U, 1, UOO.
Ditos de dito, algndao^Jwa qualidade, covado a
360, 360 e 400 rs.
Molskine paia calcas, fazenda nova, covado a
900, 900, 900 rs.
Cortes de calca de casemira preta a 33500 e
45000.
Diios de dita de quadros de cores a 7*000 e
12400P.
Calcas de brlm para esrravrs a i '.0 e UQfiO.
Camisas de riscado para escravos a 800 e I 000.
Pecas de algodao e madapolo por precos ba-
ratissiraos.
48-RUA DA IMPERATRIZ-48
Junto a padaria franee7.i.
Venham comprar.
Antes que se acabe, madapolo fraricez largo a
64500 a peca : na loja das seis ponas em fren:?
do Livramenlo. .
Os aceredilados cyUcdros americanos para pa
daria. !
Machinas para dfvarocar algodao.
Canos de ferro galvanisados, para agna.
Carnnhos americanos para transportar faridas.
Oleo de ifnhaqa
Vende-se em casa de Mills Latham A C, ra da
Cruz n. 38._____________________________
Bichas hamburgnezas
Neste novqjleposito wcebe-se por todos os pa
quetes transfaoticos bichas de qualidade superior
e vendem se era caixa ou porco mais pequea
e mais barato do ,ue era outra qualquer parte
na roa da Cadeia do Recite n. SI. 1* andar.
Vende-se a casa terrea n. 11, sita era Olinda.
roa do Urgo do Amparo, coro excellentes com-
modo e grande quintal, solo proprio : a tratar ne
fleeife, ra da adela n. S.
Objecto? para carros.
Solas de In-tro.
Vaquetas de lustr.
Ga des argos e estrilis.
Oleado preto para guarda chava.
Dito de cores para forro.
Lanternas e ve Has.
B'-tftes de sso decores niv,exsa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vend" na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Jco Marlins de
harr
Doce iino.~
De goiaba, laranja, limao etesana, rene-
constantemente roa de Mar rair'or*
Direita, taberna do Ootgf.


i
1
l'

i
Vi
Diario de Peinambueo Sexta feira 12 o
Agoslo
de 1870.
BAZAR DO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DE
' SILVA, FIGUEIIEDO &C
Neste imDcrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, am frailee variado sortimeote de (amidas do ouis
aperado gosto e todas de primera neeessidade, que fe vendem mus baratas do que em outra qualquer part, visto ene one-
vos ocios desta firma, adoptaran o systema de so venderem DLNHEIRO ; para poaersm vender pelo costo. Umitabdo-se apenas
agaobarem o descont ; as pessoas que negociara em Dequena esca'a. aesti loja e arniazem poderao tazer os reos sortimentos
polos msenos precos que compran as casas inglesas, (importadoras) e para maiar commoduiade das Exmas. familias t>e (rao
anuirs de tonas as fczendas, ou Ibes levam em snas casas para escolbeiem.
RCBINCHA EM CASEMIRAS A 45000.
No Bazar do PavSo ei-se ama grande
3ra em nm ledao, ,das mais finas
CAMISAS BE ERAtiELLAS
No B^zar do Pavao vende-se nm bonito
sortimeniy qnm todos os femacbos das me-
CORTES DE LA ESGOCEZES A 6J000
Vndese benitos cortes de 15a escocezas,
vindo cada om em sea papel, pelo barato
manirs inglezas que tem vindo a es- prego de 65000 cada um ; no Bazar do Pa- Ihores camisas, de flaogila de 13a, com
a mercado, tendo cores claras e escura, v3o. [mangas, -tanto propinas para bmrens como
todaacoa padres serios, oroprios para CASSAS FRANCEZAS 240 RS.Q COVA- para senboras vender* 3000 cada
alcas, palitos e colleies; vndese a 4|000 DO. urna, e aroera comprar de ueia dnzia para
corado, o qoe em ontra qnaiqoer parte No Bazar do PavSo vende-se nm grande cima ter nm abatimeoto, Sao da muita
**> se vende por menos de 60; grande sortimentode cassas de cores, para acabar, otiiidade.
mataftm. a 240 rs. o covado, ditas finissimas francezas Graane peekiocha om camisa.jaglazas a le 1500
DE UNII )R A 1*200 padrQes mindinhos e gratdos 560 e 640; NoBaz^r .lol'avoft.i-seuma.Brandecom-
ometro ; s3o muito barata. pra em leilao, de tnis.-imas camisa ingle-
ORGANDYS BRANCO E DE GOR 'zas cem peitos e.punbris de liooo, sendo
No Bazar do Pavao vende-se os ,tam com collariobos e de todos os nmeros a
bonitos e muilo finos orgaodys com listas 4*000 cada tuna, ditas sem co iariahos,
largas e miudas 1*000 a vara, dius lisas, porm fazenda rJniisima a 4^500; gran-
fazenda de muita pbantasia 80O rs. a vara, de peehmcba.
ditos d cores, finissiaxs padreas, inteira- CAMISAS BARATAS a 2*800,3*OC0e 2*600
mente novos 80 rs. vara: paobincba.' No Bazar do Pavao vende-se ama gran-
GROSDENAPLES PRET05 .de porreo de casemiras mescladas, muito
Cbegou para o Bazar do Pavao um gran- encorpadas a 2*800, ditas finissimas com
de sortimento dos melhores grcsdeoai.iles msela de seda a 3*200, ditas modernas
pretos que tsm vindo ao mercado, qoe se de qnadros, fazenda de muito gosto a
veodem de 1*600 at 53000 o covado ; 3*600 o covado; aproveitem.
sao todoa muito em conta. TAPETES
CAMBRAIAS TRANPARNTES Cbegou-para o Bazar do Pavo o mais
No Bazar do PavSo vena e-se um grande degante sor timent> de tapetesgrandes, pa-
sortimento das melhores catnbraias brar cas
LINHO DE COR A
No Bazar do Pavao, fez-se ama grande < r
ipra de puros brins de linbo, muito en-
earpaaos, propriospara caigas, palitos, col-
leles eroopas para meninos, por serem de
fodes mindinhes; garante-se qne nao ba
tarda que Ibe tire a cor, e vende-se a
40900 o metro desta excellente fazenda.
ADAPOLO FINO A 6*400 A PEQA-
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
apol3o fino de mnito boa qualidade,
ftaado 22 metros ou 20 raras cada peca,
pato barato prego de 6*000, por se t-rem
Cfwprado om ponco enxovalbadas; pe-
atraba.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas incarn&das adamac ada?, pro-
frs para cobertas e cortinas, sendo fazen
da qaa em qualquer loja se vende a 320 rs.
a qoida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
ste.
CACHE-NEZ A 6*000.
Rb Bazar do r>aao vendem se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to prego de 6000 cada om.
CBETONE3 PARA VESTIDOS A 640 RS.
Cbegoa para o Bazar do HavJo, um sor-
afcnt'fi dos mais elegantes cretones fran-
ceses de cores fizas, proprios para vestidos
entapas de meninos, e vende-se a 610 rs.
e covado.
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pavo fez se urna grande
samara de toalbas alcocboadas, proprias
psra rosto, bastanteencorpadas e grandes,
qpe sempre se venderam a\12*0(i0. e li-
qwdam-se a 74500 a dnza^ou a 640 rs
cada una, boa pechioena."*
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavao vende umi grande oorco do i
aufc. bonitas cnaposiohos de palha da ta-
fia, proprios p ra meninos de todas as Ida-
eas, sen-Jo chapis que vafem 5*000 e ven-
am-se a 25000 cada um, muito barato.
ALPAGAS LABRADAS A 6i0 RS. 0
COVADO
ReceVu o Pjvu o mais bo a ito sortimento
te a:pacas tarradas de todas as cores pro-
riis para vestidos, e vende-se a 6 iO rs. o
cavad) ; grand pechiocha.
CUTAS E RISCADINHOS M1UDINHOS A
200 RS.
O ^av.lo venda chitas ou rircadinhos miu-
di&bos cor de rosa e lxinhos, proprio*
pira vestidos e roupas de crean?-s a 200
JB.0 crvado. S5o muito baratos.
LAASINBAS COM PALMAS E SEDA
Cbegoa para o Pavao o mais bello sorti
rato das mais brilbantes lasinbas claras
bonitas palminbas, de seda; ten in lar-
de chita franceza e veode-se a 1*000
seoTado ; grande pecbincba.
JLPICAS HATISDAS A 6-10 RS. 0 COVADO.
V^nleaise as mais modernas e bonitas
alpacas matsadas com palmiohas, muit
proprias para vestidos de senhora e d3 me-
j2s pelo barado prego de 640 rs. o cova-
do: sao mnito em conta.
PISA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbegou para o Bazar do Pov5o um gran-
de sertimento dos mais bonitos cortinados
tardados, proprios para camas e janellas,
ene se vendem de 105 00 al 20*):0 o
r. a>sim como o melbor damasco cam 8
pateos de largara a imitaclo de damasco
de seda, proprias para colcnas, e propria-
aMote eoiebas de damasco, send os melbo-
a e mais bonitas que tem vindo ao mer-
t
SEDAS DE LISTRAS.
transpareutes, tem de 3*5jo at 10*000
peca, ditas suissas finissimas com 8pal-
mos de largura a 2*000. 2*500 e 3*0uu
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at amis fina qne ve u ao mercado;
tudo isto se vende muito em con*''.
MANrELLETES E FIL
Nj Bazir do Pavao vende-se modernissi-
mos manteletes cu basquinas de fil preto,
:om lago, pelo barato prego de 10*000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SATAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
da branca tncojpada para saias, sendo com
babados'e pregas de nm lado; dan gura da fazenda o comprimeeto di saia, a
qual se pode fazercomS ou 3 Ij2 metros,
e uende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tambem do mesmo estsbelleclmento
se vende boaias saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de la de
cores j premptas urnas cooi barras defe-
rentes, da memi fazenda 4*OU e ooiras
com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do PavD ?eod-se o melhor al-
godO'inho arntricano enfestado pra len-
ges, tenlo liso e entraocado por pre?o
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeo-se nm elegan-
te sort:mentit dos mais modernoj e mlho-
res esp ilbos, que se veodem por prego
mnio em conta.
PANNOS OE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do, Pavo recebeu nm grande
sortimento dos me'bores pauDOs de croch,
proprios pa*a cideiras de balaceo f.ofs,
pianos, tamboretes e al proprios para cu-
brir alan fulas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qaalquer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 1*000
Cbegoa para o Bazar do Pavo nm ele-
cante sortimento de merino?, muito leves
de urna s cor e com as mus lindas cores,
proprios para vestidos e mapas do meninos,
captabas bourns etc., e vende-se p9lo
barato prego de 1*000o evado; hoaita
fazenda.
Liasiahas tranrpirentes a 300 rs. o vade
O .Javo racebeu um bouito sortimento
das mais elegantes laasinbas trasparentes
proprias para va>tidos, que veode a 500 rs.
o covado; mnito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pav5o vende-se sn )erior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a l*80o o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linbo do portocom 3 1/2 palmos de largura
de720atol* a vara, assim comoiimg ande
sortimento de Hmburgo ou creguelln le
todos os nmeros, pregos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que en ou-
ra sofs, com 4 cadeiras. ditos maispoqae-
bos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, ramas, portas ; et;. vende-se por
meos do qne em nutra q.ialj,uer parte.
COLCHAS BRANCASA 3*210,3*500 E 7*
Para o Bazar do Pavo cbegoa om gran-
de softtmeoto das-melbores colchas de fus-
t5o, s ndo oa< aielhores e mais e corpdas
que tem viudo, a 7*00 ditas um pouco
mais abaixo a 5AS0O. e ditas a WOOO;
Umbem no mesmo estabelectmento se ven-
de on grande sortimeot dd retases e ch-
t s, proprias para colchas, que se vendem
mm't em ronta.
GORGUROESOPOUPELINAS DE SEDA
A **0C0 CADA COVADO.
Chegou para o Bazar do Pava i um ele-
gante sortimento das verdadeiras poupelinas
de linho e "seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 2*900 cada covado,
o que em outra q alquer parte n5o se ven-
de por menosde2f)500, previ ne-:e que nao
sao a'godao e seda, como ba muitos; mas
sim puro lioho e seda ; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditadu Bajar do Pavo encontra
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roopas para homens .tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con peitos d'algodao e de linbo,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroulas de linbo e aigodao.
Mei.is cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Caigas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguacs
De todas estas roopas ha para todos os
precos e qualiJades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e acero qualquer peede obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'jste importan-
te estabelecimento t idas as qual id des de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor ; e qnando qual-
quer obra nao ficar inleirametlte ao gosto
dos fregnezes fica por contado estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do Pav3o nm elegan-
te soltiment i de cba'es de merino de cores
muito bons com padres muito decentes
para qaalquer ama senhora usar, ditos de
crpon com listas d seda o mais fino e
moderno que tem viado ao mercado, e ven-
de-se por pre?o muito em conta.
Rna Duque de Caxiasn. 55
)a loja da VERDADE contiana-se a ven-
cer por baratfssimos pregos todps os arti-
gos de miudezas e perfumaras do seo
grande e variada sortimeato, garaotindo aos
comoradores toda a sinceridade.
Linda nonecas de cera o massapor ba-
ratissimo prego.
Espelhos dourodos para pendurar a
AgolUas de osso para crox a 200 rs.
Pentcs finos para segurar cabello,
320 rs.
Charains para gaza 30 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 1*000.
Dita com agua florida a t*5C0.
Du cam 4)ita dita a 1*0. 0.
Inico dft Jayme a 1 *500 o frasco.
FraawHomolcaexpwaso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agaa de Colonia de 300a 4*000
Dito com extractos finos a 1*000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1*200.
Latas oo bauba muito fina de 120 a
140 rs.
Sabonetes mnito finos e diversas quah-
35500 dades a0,16Q, 240e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500. e 600 fs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditps ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolbode 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dnzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
do 460 e 240 js.
Pennas caligraphicas muito finas a 1*400.
Ditas de langa e moainba a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 1*500.
Grosas de bot5es de looga de 160 e
zOOrs)
Ditos ditos para caiga a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com epvelopes a 4S0 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo donrado ?
280 rs.
Thesonra para costura a 240 rs.
Liaba de marca caixa a 280. rs.
Carriteis de linhas de Alexandre de n. 70
a 200 a 10 rs.o
Grampos muito finos, com passarinbos du-
da a 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 3*000
Ditas portuguezas, duzia 1*400
Papel almaco superior qualidade resma
i*000.
bam muito fina para bordar libra 6*500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas do lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
ores de 40 a 100 rs.
Fits para cs, pega 480 rs.
Alfinetos de lato, carta 100 rs.
Saoatinhos de lam para creanga de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta.de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Ka Verdade roa iKique de Ca-
llas d. 56.
CABELLEffiEIRO FRANC1Z
51Bua da Cadeia do Eecife-b%
Chama a attencio dos seos innmeros fregnezes, e do respeitavel"pubBw m
' fan a seguinle tabea dos precos de sua caa, os quaes 3o fute par cent
mais barato do que em outra qaalquer parte:
50*000
50*000
Cabelleiras para, senhoras a 25*,'
30*, 38* e......40*000
Ditas para bomem a 35*. 40* e
Coques a |3 tttf, 18*. 20*,
25*, 30| e .....
arescentesH2445*,i8*,2Q*,
25*. 30* e .....
Cachos ou crespos a 3*. 4*, 5*,
6*77*, 8*. 9*e. .
Franga de caballo para annel
500 e.......
Tranca para braceletes a 10*,
15*. 20*. 25e.....
32*000
10*000
1*000
Cadeias para retMi
7*, S, 9*, 12*
o a
W,Kb
;.*wooi
Corta de cabello,..... 501
Corta de cabeHo CQm.fricgao. 504
Corte de cabello com lavagem a
champou...... t^ooi
Grte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, ornea em Pereambuco. t*00t
1 Frisado ingleza ou i franceza. 501
30*000!Barba.......... y
aSSIGNaTURaS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
BaUea e awlrea
0 dono do estattelecimento previne s j Recommenda-se a saperior TINTURA JA
Simas. Sras. e aos cavalheiros qne ba um'PONEZA para eoegrecer os cabello e bar
taiaopara tintara dos cabellos e barba, as-'*" anica admittida na Expsito Dmversil
como tio prejudicial sade, por aar ve
lim como om empregado smnte occapa-
lo nesse servico.
latil, analysada e approvada pelas acad
mias de setencias de PARS E LONDRES
GRANDE
Qaando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel poWico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qoe ltimamen-
te tem recebido, jastamenteqaaodo ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attender5o e reievarao,
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i roa do
Queimado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em pregos e o seu nunca desraenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do qne acuna fica dito se conhece qae o tempo de qoe a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-so em dita loja do-que necessitam, entretanto sem eiinume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles coja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem soja
No Bazar do Pavao vende-se ama granJeltra qnaiqoer prt^; aoroveitem
qpjHiti.iade das mais elegantes sedas com
lwtrifibas, tendo de todas as cores e at
fcna-cr ; fazenda qae ninguem vende por
tenca de 2*400, e liquida-s a 2*000 cada
ovalo; sao moito baratas.
SRiDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao veode-se am sortimao-
t> completo dos melhores setins e grosda-
aaples de todas as cores, qae se vendem
moito em conta.
liASINH AS ESCOCEZAS A 500 Rs. 0 CO-
VADO %
O Pavo vende am elegante 6ortimento
4erais lindas lSsinhasescocezas com nos
aseda, pelo barato prego de 500 rs. o co-
vado ; grande pecbincba.
LANSINHA A 320
No Bazar do Pavao veode-se am elegante
aortimonto das mais bochas laasinbas imi-
laclo de poupeliots, com listas de seda mu*
alabase de urna s cor 320 rs. cada cova-
do.
POOPEUNAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pavio vende-se am elegan.
* sortimento das mais bonitas poopelinas
4 ra com lista> miadiatus, sendo todas
asi de urna s cor, a 00 rs. o covado ;
doaratissinoo.
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o vende-se superior
toalhade trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 1*600 o metro, dito ne lir.ho adamas-
cado o melhor que tem viod o ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto" mnito barato.
DAMASCOS a 90O rs.
No Bazar do Pav3o vende-se bonitos
damascos de 13a com ama s largara pro-
pria para colchas e cortinas pelo barato
prego de 900 rs. o covado, barato.
Cretonas miras para vestidos e chambras.
Cbegou ao Bazar do Pavo esta nova fa-
zenda matisada com cores fixas el
muito encorpada proprias para vestido e
chambres; vende-set pelo barato preco de
800 rs. o covado; por'm 3o mui obooitos
Baldes reguladores a 40000 4*500 e 8*001)
Cbegaram ao Bazar do Pavao o mais bem
feitos bales reguladores, sendo de fostao
4 4.9000, ditos de musselioa a 4*500, di-
tos de lasioha de todas as cores a 5*000,
todos ellas 63o morto baratos.
Paaat preto sauilo barate a 3*600
O Bazar do Pavio recebeu urna grande
porgao de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leu sempre se veneu a
5*000 o flava te liquidar a 8*600,
por aer ama excellente compra,
BABADINH3S
No Bazar do PavSo vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porg de entremeios largas e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em coala e mais barato do que em outra
qaalquer parte.
FAZENOAS PARA LUTO
No Bazar do Pav2o veode-se constante-
mente o me'hor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Laasinbas tirelas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas-pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico*.
Chitas pretas de todas as qoalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas hvradas com branco.
Merinos, cantees, bombazinas, qae so
vendem mais barat > do qae em outra qaal-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavao vende-se chitas pre-
tas inglezas com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estarem om pouco
russas, 12) covado ; pecbincba.
O i propietarios d este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias'o favor
de se darem sempre ao trabalbo de lerem
os seus annuncios, pela razio de muitos
s serem modados amiudadas vezas.
O Bazar do Pavao sito a roa da Impera-
triz n. 60 est /constantemente aborto das
6 horas da manbSa as 9 horas da noute.
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nest-
estabelecimento diariamente um compieu
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podins, pds-del, prgsentos dos ultimoi
chegados ao mercado, salame de lion, bo
liobos finos de todas as qualidades para cha
amen loas confeitadas, confeilos, bombnos
pastilhas, chocolate francez em libras, pas
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras con
seis charutos de chocolate cada urna, estt
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor qae at<
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portnguezes, figaeira muito supe
rior. Os mais genuinos e superiores vinho
do Porto, moscatel e Setubal, o illustradt
publico encontrar neste estabelecimenti
por commodos pregos, fazendo-se abatimen
to a quem comprar em porg3o.
Os doaos deste estabelecimecto nao s<
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjovac3o do Ilustrado pr-
buco.
A Nova Esperanza
91Rna Duque de Caxiaai
Quando a NOVA-ESPERANCA faz os seus
anuncios expondo aos seus fregoezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-
perioridade de seas objectos nao com vis-
tas de atrair a attengao de nma grande fre-
guezia, como a de que actualmente despe,
e sim para scientificar (a interese de todos)
a qualidade-'de seus objectos os quaes s3o
sempre de aparado gosto e perfeig3o; tor-
nando-se qoasi indispensavtl para aquelles
apreciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Esperanga, pois qne ella capricha em re
ceber constantemente, o que ba de melhor
relativamente a sua repariig3o: o que se po-
der verificar quando em qualquer reui5o
de pessoas (amantes do xique) v-se um
bonito enfeite em ua bonito vestido, nm
aroma agradavel escapar d'um alvo lengo,
um moderno e linde lago, um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos clham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zas ons aos outros) este sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te l!l f procurar descrever em annuncios,os
artigo* qoe contem dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamos com aquella
graga e perfeig3o com que s3o elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ent3o ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
IKo Owejne de Caalaati
Laa para bordar a
SafOO a Ubra
O Cywe, roa da lmpertoiz n. 64, aeaba de
recebar grande e variado sortimento de lia, a qual
veode pelo barausgjmo preco de 8*500 a libra,
cores sortidas.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mni largjs de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qae acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Toaquiuhas de fil, sapatiohos bordados criangas.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas, para balao.
Novos stereoscopos com 48 vfstas, as
quaes sao movidas por um macbinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de aadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprios
! para enfeites de mesa e de lapinhas.
-aj
te
S3
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-c3
O
o
T
j
N. 3 A IDA MCAKGAli 5:1.
II
(3
CO
bp.
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrar3o tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qae o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderagos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos qae seria eofadonho
mencionar.
Compra-se oaro, pmta, brilbantes e pedras finas, pormaior prego do
qu em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qaalquer objecto i
pertencente a esta arte.
VEGETAL AMERICANO
E S ALIO ADC
'4i. d,
t* i uta M ptonM a toi.
BARTHOLOMEO&C
>va cara certa u tMttt uiijas e receid, eaUrrku pabncitr, uihsi; tone comki,
, 4ocai, c es geni ccatn todee n toflrimntos iu tu miinlcrili.
DEPOSITO GERAL
BOTICA. JB3 r>n.OOA.Z%ZA.
M, BA UBCi DO ROZilIO, M
PERNAMBCO
A theripratiea u i'utrstt molestiis do peito, desde
rhirynpte mal da garganta ate a tobercnlacao
pnlmoDar.fMMsdopelM dirersas bronchite caurrhaw*
a o empapacsa acaba de aer enreqnecida com aMM
este medicfUMato, qM towrt a primeira ordea aotra
todos at boj* conhecide*. O larope Vegeul imercsw).
garaatindo ; fegeul. oio contm a sm
uapoccA so aasmo de po, sin lamente m-
sm de plantas iDdigsau, cajas propredadea benefleas
la enri da nolstiu que pertenceB aoe orglos de res-
piraeao foram por ns observadas per longo tempo.
om ptimM resoltadoa cada tc bmm crescenles; m
fie sos jalgamos aatorisades a oompet o iarop a
aten apreaeMamoe. a afneeto im WieoTa ao
pablico, ProTasaoa coa as attesudos abaixo a ana la-
amat dito, a coauaas ana a eoaceito da orna U
aaaaaaja TejjUat ijaariwaa aaaaart i.'S1*
OO^aWaJOlJ^B B1H# V
loe, pois es meas agrdeeimantos par ma la? atlOila da
lio normal mal. Com a mais sigaiOcaTa gratidaa,
sabseraro-me de Vmes. aflecUoso a rereliatMa erieaW.
- Sntri ft*trM.-Soa Casa 14 4* tnerair* 4* ttM.
IllmsSnBarthaJomeoaC. Bapois de mM sai*
meses de aoffrimento com ama toan hrsasasia. hila
eitraordiDsrio, exaectoracio de am catarro aauraUa-
do, a perda loUl das (breas, me a------t arniia
me fatip eamptatameaie, eaaaaia 4a ornar matas **>.
na. Sr. Bankataaie* C.-0 xarope Vegetal Ame-
iicaa. Preparada am su eeaceitiadissTaa pbarmacia,
am otil medio para caabater i tarrMl eatame-
laria m aa aaalaetia ba amtra aaaa, aam eiada
tar combatido oaalaaaea meneaos tiiba; este eltia
ajaaUTa fot fortiwimoqno maprotaaporSda*.aaai,
B1*1* S* *"' HI?i lBaade epaaas tras
t o piaaeau aAo f de boto atacado, -

IB9HMMI
par aaafa.
troaramedieeaea reaatiade trfaaMkatadadaaaWaM
Vbcs. praparaeaa a larope Vegetal Amaneas*, a aaa
Me, gracia a Deas, Batea raslibeleeid* jagaalada
dais meses, a robaste como se nada ii**a*e aaViaV a
Clidio me forca a arta declaric, qae poder** Va*
i- a aso aa* qniterem.- Soa coa estiau da Va**.'
Itosn
Caitr*
Baoate a d* fmreir* da ISST
Atiesto qae asei do rop* Vegetal AmariciM- 4a
eaapo. i al. dea 8ra krMaSaa a^^TSnXa
rene deflexo qae a* troais aau m aiM*.a.
(atia edUBdar,
grude falta de
Ubeleeide coa aa
aaa lbe* proieelo a
Miro de 1818. -,
EatAo r*tiMMct*M.


*
v
,
icario d I*mambuco Sexla eira 12 de Agosto d 1870.

i
Uurcnco-PeretraMendes Guinairlcs, mmllreianie daHt-praca acaba de concluir
uwtoeros seu negocios eommerciaes de i abre < seo* esiabeleejmentos de fazendas .
"wr s d:i lmPer,t"*--*S a enooiftiacBcs de Garibtldi eArva, etendo reso'-
viao liquidar t. vide ao rspeitavl public.i ea seos atniprH c freguezes, tanto da pracacomodo mallo,
para Ibes lemnrar do novo o sen rstahriiectaonto. o que todas as fazendas eslao
P e armazera ila Arara na na da Imperan i/, n. 72. e que reeolveo-s
.. '
vender a armacan
tica dito.
da luja Gartbaldi, pata flear smento cora a da Arara, como cima
Attencao.
Vende-se chitas francesas a 210.2St>, 329
360 o covado na loja do Arara.
RGANOYS D LISTA DE CORES.
Vende-se organdys para vestidos de se-
nboras, farenda muito modernas a tl rs.
ocovmIo.
BrHhanti-oa osa sasuseiillna de cftr
Vende-se brltajUiia ou mussulina de
cor para vestidos a 4W) o rovade.
MACADOS FRACEZBS A 300.
Vende-se riscadus francezes para rostidos
a 360 rs. o covadu.
Chitas largas a 390.
Vende-se chitas escuras finas das largas
para vestidos de senhoras. a 320 o'covado.
Ditas matisadas escuras a 280 o covado,
ALPAGAS LISAS A 500,
Vende-se alpacas lisas para vestidos de
eahoras a o()0 e GiO rs. o covado.
LAAZINHAS TRA> SPARENTES A a&O RS.
Vende-se ISasiiihas iransparentes, para
vestidos a 500 rs., ditas tapadas a 400 rs.
o covado -para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
Vende-se alpacas de listas para vestidos
a 500 rs o cavado.
BIULHANTINA BRANCA A 508 RS.
Vende-se brilharilina branca pira vestidos
a 500 rs, o carado.
ALPACAS MATISADAS 6*9.
Vende-se alpacas matisadas para vestidos
de senhora a tiO rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS i 6.-S000.
Vende-se cortinados para janellas a t^OOO
o par para tiquidir.
SEDAS DE CORES I 000.
Vende-se sedas para vestidos a l:>000 o
covado.
CORTINADOS PARA CAMA U5000.
CHALES BR.&C03 DE CAS9A A IdOOO
CADV UM.
COBBRTAS CH1NEZAS DE CHITA A 2000.
Vnde+fl urna grande porco de cober-
las de chitas chinezas para cama pelo barato
presso de 20000 cada urna.
Vi'iide-.-e na loja do Arara 3 balcoes para
qualquer esiubeiecimeno. por barato presso
por nao se precisar d'elles no estabeleci-
mento.
RETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A 120 0 COVADO.
Vende-se urna grande porcSo de reta-
thos do caitas e cassas pretas a 120 rs. o
covado para liquidar.
COBERTORES DE ALGODO A 1*400'
Vende-se cobertores de algode cada un
tllOO.
BRAMANTE DE LINHO FINO A BARATO
PRESSO.
Algedao fraseado de duas lar-
guras a tasoo
V-etide-se algodo transado de duas lar-
guras a 1,5200.
MADAPOLO ENFESTABO A 350O.
Vende-se pecas de madapolo de 12 jar-
das a 3(5500 a pecj.
ALGODO A 40000.
Vende-se pec 4. 50, 65 e 700O a peca.
Hadapoio a 5OOfi.
Vende-se pecas de madapolo de. 24 jar-
das a 5jl H e 65500, dilo muito fino a 75,
5 91 e 105 a peca para liquidar.
ALGODO BE 8 PALMOS DE LARGO.
\>nde-se alged) com oito palmos de
hraarn proprio para lences e toalhas a 900
rs. o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS.0 COVADO.
Veod-se agodo de lista proprios para
saias ou vestidos para escravas oo calca* e
Nwo estbe leoisientb
O FAZENDAS l R0 FEITAS
Ra da Impntti/ u. 40, esquina do b.^co DE
0 novo proprilariii der.te eslabeiecimento, rommani-a ao respeilave publico
desta ridade, e especialmente as Exmas. familias, qne e>t liquidando por precos bara-
Ussfloos, as antipas fazendas que exrstiam neste e^tabehirimenlo, alem das que abaixo
v3o relacionadas, cujos ptiecos mereccm teda a atlticto do respeltavel publico, que n3o
deisar de con pefiral quantiaTefazsr-se de qualqu^r qualidade de fazenda que pre-
cise. Prcvine-se tambera que a mesma teja lem f^ito sorttMeto de fazendas moder-
nas, e continua a soriir-se fjss do mais apurado e escolaidb gosto, que vender mais
barato que qnalquoi <\\d<; luja.
A LO.H 00 PAPAUJO alm d> ter um grande deposito de milpas feitas^tem
um bonito sortiraento d caserairas franenas. flgtekas e, allerbSas dospadrks mais no-
ddiilds, e asMm como pannos pretos, casemiras e j:anno lino cor oe pirihao, azol claro
e mais'escaro, br-ns branda e de cores, fustoes bfan:s, ede cics, ^a<9s de linho
e biins pai;dns de todas asqn^fidades.
.\.LOJA BO PAi'ACxfO tem conrratado uq opHmu inestre allaiale perito no
sen olicwi para execular qualqner obra da arte com a makir perfeic^o e esmero, o qual-
quer obra qoe nao liqtie a v0ntade *0s freguezes, ficat para av ro, o mahda-se
(3zeroura.
AWalfed d lii.ho W,
e de algoriik* a 25."
AlgodWiribo largo, pra
Hias ;i 150IRI.
DO
GALLO AMANTE
KuadfXrcspan. 9
Os prupnetarios ildhe bem eonhecjdo est&bele-
cimentf', *ini <* uiuiu objeiyos que riohain ex-.'
po^>s a aprociacao oo respeilave publico, mau-
dararu vir o aabaru de recebtr pelo ultimo vapor
da Europa un Completo e vanado sorlimento de
finas e rnci Me.lieadas expecialidades, as quaes es-
to rcsolvds a Meodr, como de seu cosame,
por precos muito baratinhos e comraodos para to-
J)S, &
A
a 35 o mttre,
EsguiSo delinfo de 150CO a 35 a vara.
Chiles de merino pretos muito grandes
lenres e toa- a :t5.
Dito (titos, estampados de 4,500 para
Alpacas patas de cores, lisns, de frtrt* cima. *
Cws, e de Istias. Fil de linho bronco e preto uso, e de
Baregs cotn lisfrinhas de differenles t- salpica
} coVado. i Gravatas de seda pretas e de cores, da.
500
Baioes de miisi*'Da, brancas rom fcs.
e uniros iodos de^anuo cti o fertio dos
de fitas, para sedboras e mew'nas.
Basquinas de gVnsiteinptes preto mo-
dernas o de croeti intifNi ertlehaVfas.
Brelariha re 1irdn>. e de algdSo,
R-iiis de liidio ti.meados brancos e de
cores.
covado porCt?.
fritas lizas c (THslas transparentes e ta-
padas de differenles pre<,rs.
ISadapolno inglez de 5;> at 10-3 a peca.
Loncos de algodto, brancos do 2^i a 3)5
a duzia.
l)i;os decambraia de IWM d G^a 12^?.
Ditos de wpilSb d'j 6(5 a 83.
Mus-ii! i i as liran;;>s c de cores a 300 rs.
Vende-so cortinados para cama a 14,5000.'mizas para escravus purser muito forte a
GOLLINHAS PARA SE.MIORA 100.
Vende-se urna grani'.e pdrco de gollinhas
para senhoras e meninas, a 100 e OO rs.
cada urna pan liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS 320.
Vende-se chitas largas nara coberta a
32 MANGUITOS E COLLAS 500.
Vende-se manguitos e ollinlios para se-
nhora a 50 rs. dilits ^ linho a -640 e 80
rs: cada urna.
CHALES ESTAM PADOS 2G00. i
Vende-se chales de merino estampados a
2^000 para liquidar.
CAJ1BRAIAS VICTORIAS A &5000.
Vende-se cambraias Vietoms linas a
>d000 6<5SOO e 7$0(M. por ser liqnidavio.
4LPACAS COM PALMAS E SEDA A IdOOO.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
estidos de senhora a 1*000 o covado.
CORTES DE CHITAS )E CORES A ^iOO.
Vende-se cortes de di i tas de cores com
','eovados a 2500. i
1G0 rs. o-covado para liquidar.
Cortes de castor pare calca a
h&O rs.
Vende-se cortes de castor para calca n
500 rs cada um.
CORTES E BHIM PAfiA CALQA A 1(400.
Vende-se cortes de brim de cor para
calca a 1400 cada um.
Urlm pird liso a -500 rs.
Vende-se brim pardo liso, meio linho para
calcas para trabalbo a 500 re, o metro.
aagas para calca a t0 rs.
Vende-se gangas inglesas para calcas e
patitols a 280 rs. o covado para liquidar.
CORTES DE CASEMIRA DE CORA 3-5500.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 3^500 cada Hm.
Ditos mu o finos rom listas do lado a 55.
PERCALAS FINAS A 640.
Vende-se percatas finas, para vestidos de
senhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas fraucezas a 940.
Vende-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
Briits de algodo trancas brancos e de:o ovado.
cures- Gorgures ih lf-i com Kstras, l'^zendaln-
Ciwjbraias b*ancas Iwpriai e transpa- toramente nova o merc&do a 800 r.. o
reniee, .vendo inglezxs o -issas -de 8 pal- covado.
mos de largara. i Merinos p-rilo, trancado e de cordo.
Cfinsa-i oa weia, tic aoeUa, branca, o \ Pellos bordados e lisos, r;;nt do linho
de algodao. como de atgbn'jd para camisas de liomem.
Cami>inl'as brancas d-ciiribra;ay-.om di- ''rincetas prOSS de ddeivntes precos.
licados bordados, e enfeilailds de oir pai;. Cambraia'branca ttpafta muio lirjra com
Sr-is. pregas e bordado, ha oe tres qoalidades
Cambraias. <)e cores a 100,1*. qn=troi^roPria P*8 !aiils'lu Sr*s- (> preco ba-
a 8U/rs. a . !'al"-
Camisas i*gfei8. e ftancezas de linho.el S-Uflas Prct:>s ta''radf; P:ira vdo a
de alKlHlo*e pretaR, hsis o hadadas.f2^,fi0 0.,,>VI'U'-
Chceos de so] di-. ..la. merino o alparw Sargeliuifcnceze tngltz de tod'a ao co-
ca de (Trre-fi-s ..f.is, e muito baratos. |re*; ,u .
Chuas para ws.idos, francezas, de 248 Toalhas >. algodoo e de liritto de dif-
at 400 rs. : lerentes qiiah.iades e'lauanbos.
Chitas para co'ierias de 320 at 040 rs.- 1>00ROS c ii;,ll> Pfa hornera muito fi-
ortineos de can-beaia. e de fit Porda-^aos-
Meias ine'o/.as para'Sras-.o para meninos
e para Bofeteos, do difforentes qudidades
e de todos es tamatihos.
NOVIDADES
DO
Ra doQueimado 7
DE
EIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de izendas
tnas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgur3o de seda branco para vestida.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenbos.
Ditas de 13a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam nte bordados para cama e janellas.
Croxs p ira cadeiras e sofds.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Lias de diversas qualidades, lindos Rostos e modernas.
Ricos b urnas para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o qoe ha de mais rico.
Crotones para vestidos cora lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas mnito finas para bomens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
e enfadonbo mencionar.
Luvas frescas Av Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, atcatifas para forro de sala, e o
grande tortimento das acreditadas e verdadeiras
Esleirs da India
dos para caen* ejaiwtoa de {Q& nara cima.
CoMias de fuslo inneas a
Ditas <5e cores a t5S00.
Colarinl'ios de linlius.iodezes, ealemies. ,| Para quem comprar peca ou duzia de
lisos e bordado--. qnalquer fasenda stu pceo 6 o casto ; para
i
Damasco de la. eucacsso, a zule ama-
pello, esi-ntirlha pri-la.
Esparthos de linho bisoco para Sras.,
de difforentes preco:?.
diminuir retadlo.
D21t-.se ai amostras de qualquer faz^nda.
A'loja do Papaaw acha -se'abert todos
os dias. at s s> horas da noute.
Frailase Teixeira-iicndes
CASA CAUVIli jumn
Phanaaceutico priTllegiado
1 suooCaaT
J*onJevrd {Sebastopol, 65 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAfttftIER
ApresetUdis a Academia de Sciencias e so loatituto d Fruta,
. com tanto que o Gallo....
Ifuho superiores laTas de pellica, pretas, brau-
cas e de mu lidas cores.
Mu beas-e bonitas-gollinha* e puonos para e-
nlmra, nestu genero o que ha de niais moderno.
Superiores pentes de f.rtaruga para coques.
Lindos e riquissime* onfeites para cabecas das
Exmas. seuboras.
Superiores trancas pretas e de cores com vldri-
Ihos e sem el les; esta faxeuda o que pode haver
de meibor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqaes de madreperota,
marfim, sndalo c 'orno, sendo aquelles liranco
com lindos deseuhos, e estes pretos.
Muiio superiores mcias lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes seinpre se venderam por 30000
a dazla, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm desias, temos tambern grande sortimento de
uulris qualidades, entre as quaes algumas muito
BUS.
Boas bengalas de superior canna da India e
casiao do m.-inim com lindas e encantadoras figu-
ras do inesmo, ueste geaero o ade de melhor s
pode desojar ; alm destas temos tambera grande
quanlidado de oatias qualidades, como sejam,ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos clicotinhos de eadeia e
de ontrasquaiidades.
Lindas superiores ligas de seda e borracha
jttanfurnr u Daolw.
BoaS'ineias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 1. annos de idade.
Kaitsllias rabo de marlii e tart*ruga para fazer
barba; ssD muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas polo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asscguian.-s sua qualidade e delicadeza.
Lindas c bellas cajiellas para noiva.
Superiores agulbas para machina e para crox.
Lir.ha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons Laralho? de cartas para voltrete, assim
como os lautos psra o mesmo m.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos molhores e mais couhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
fa<*ilitam .1 dontrelo das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
cullaius, o continuamos a recebe-los por todos os
vapores, alim do que nunca faltem no mercado,
toma ien acontecido, assim nois poderao aquel-
Ics^quo delles precisarem, vir a'o deposito do gallo
vWllaata, a doiros coljares. o os quaes at.ondendo-se ao fim
pea que loo applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Bogamos, pois, avista dosobjectos que delxamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do galio
vigilanie. ra do Crespo n. 7.
A ruado DuquetleCaxtttfttitl^
(ATIGA RA DO OtEBUADO)
Receben Nfniot* :
Ep*lho graudrs dourijdo, rnnWfs bosit.
OrtetrM!, chartiteiras porl-rid^mia Ju aato>
qualidr.des. ^ ..
Honilas pastas para pauis. siiui* e wa*m**
BoM eatta* va.-w* para cjyjra^om sua i'ijnpa
tente chave. '
Delicadas canet is de Hwnw com o-tMOfe
praia. ...
M.Hlernns-penlf de t^l:,ruga,sbresr,ty-
tre ellos os miitiosos^<'lot!iar''.)isiBs.
Canunodo* nieaorex coto duas- gavetas* w
espelho.
Port bonqnet, o -que do-uiolaor^eo
cido.
l'ort relogios de umitas qnafidadVs.
llons talheres pai 1; >-i 1. n -as.
Vo->tuariiis, i'tiapoziiilu.-, toucas, sa(
para b.iptisartos.
Toalhas e frmiha* deijbyiiMho.
Chapis c ehipenas'para>eobor e bonito?.
Cbpi'Linhos giMTOs-e boaets para
meninas.
Contra as convulsos
1
s
III iCfPAfl Sob i ,oml de rastilla, deredida e doseada para
IHVtUVHU User de moratiit una solcelo
Pentivj e curativa daa MOLESTIAS CO.ITACIOSS.
IIVJEGT0R-PHILTR0^.3
ESTOJOS
do tolomc ("e um relofin, servado da
' HII.TR0 e SKKINCA sem os
luconeileiUi da frafilidada.
Con a forma, e de volunte de um Porte-Moedt
COTBXDO TODO 7RATANEXTU.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebrai,
areparado sob a mesma forma.
BARTHOLOIEO t C
CASA CAUVIN a wraiE|
Depositarios geral para e OR4KII. e POBTIIGAL
34, ra larga do Rosario. PEBJSTAMBUCO.
m u ou 1, i.
rSUSL ae rTJ ^lTM!!,d0 Je para cercas, gaiolar, galiiabeiros etc.
Cbapas e ferro galvamsado para eobrir casas.
Tacbos de ferro estanhado para engenhos
Cofres de ferro de Milner e ontros aotore
' Chumbo em cano.
Dito em len$>l.
Dilo em barras.
Dilo em enxadas.
Kstanho em barra e vergniaha.
Folba de Flandres.
Arados americanos para ladeira e vanea.
Carrinboe de mao.
Venezianas para janellas.
Machinas n descarocar algodo de faci.
Ditos de serra.
Dras para cortar tomo.
DNa. a va(vr de forcada 3 ea*a)! aninas de alpodao, K
Ca;leiras do fe
, Camas de ferro.
ProaMs para copiar eartn.
Batanea* pan pesar.
Oleo de linliaca em latas de ferro.
Irilbosde ferro para eagenho?
Bombas americana.
Macacos dadivar.
SilllfH.' {mm detBUM9 e ontraa.
Boaofre.
Sa^H
^IWgaedoboaqTajtfc,,.
X. Bm graade soninMBto oe ftgngwt cutilaria.
Pharmeitlco privileflriado
suceessor #
Bonlerard Sebastopol, B. PAKI8.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Anreseotadas a Academia de Scientiu e ao kistituie de Franca.
ira faser de
AT1TA das
IHI CP A i n So forma de Pastilla, deredida e doseada
tlll LUbnU momento ama solcelo PaETKITIVA I CO"
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
UM-PHILTRO
Grave
do volume de um relogie, servindo
de Philtio e Sbkina sem ao
inconvenientes do fragilidad*.
ESTOJOS
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebrai, preparado sob a mesma forma.
Coa a torna, e do volame de um Porte-Moeda coitead*
T0a TRATABENTO.
BARTHOLOIEO i C
Depositarios geral para o BRASIL e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PERNAM23TJCO. *

MV11IW. BOflIAN
EHGEHEIRO
Com fundieo
BA DO BRUM 52
Paseando o chhfariz.
Chain,! a alteftcJb dos Srg. de engeoho para seu? acreditados mathinismos 6
com espeialinade para seos vapores que ainda tma vez tem roelborado.
Os vapoivs Coi ueridos por^l ej fuocciuu:^" Ibe nao de f;izer,melbor apre-
cia?5o do qoe qual .wr dito proprw.
I)ese)a tonavia usenciwiar qu vi>ta do camb" Jtoft mais favoravel do qoe
na poc^a dos apon^mentos do anno paseado tem feil > iiua redacto stnsivel em todo
feos precos.
J cordeiro previdente
I12.1 o vtucfuLado n. 16.
Sovo e variado sortimento de perfumar
finas, e ou'.ros objeclos.
Alm do completo sortimento de perfi
toarias. de que efectivainente est pro vida
loja dn Cordeiro Previdente, ella acaba d
recober rm outro sortimento que se toru
aotavci pelavarksdade de objeclos, snperiar
dado, qaalidados e coaimodidades de pr
C-os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a morecer a aprecia?'*
do respetar,*! publico em geral e de bl
boa freguezia em particular, nao so afa>
tando elle de sua bem coaecidamansid
e barateza. Bm dita loja encontraro -
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray dr Lamman.
Dita de Cclogne ingleza, americana, frai
ceza, todas dos melbores o msis acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Eiixir odoitaigico para conservado i
jssoio da booca.
Cosmetiques de superior qualidado e che
roe agradareis.
Copos e* laias, maiores e menores, coi
(tomada aa para cabello.
Frascos com dita japoneza, tran3parect
outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
irancezes em frascos Simples e enfeitados.
Essencia imferial do fino eagradavel ch*
ro de violeta. ,
Outras concentradas e de cheiro igtuti
oante finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oteo de superior qualidad
cotn escomidos cneiros, em frascos de di<
rea'.estamanbos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para inos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Caixmhas com bonitos sabonetes imitanft
fruclas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
aas perfumaras, muito proprias para pn
lentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e t
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para deatei.'
Pos de campbora e outras difforeBt
qualidades tambern para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aioda mais coques.
Um outro sortimento de coques de ni
vos e bonitos moldes com filets e \idrilbc
o alguns d'elles ornados de flores e fita
estao todos expostos i apreciacao de qnti
os pretenda comprr.
GOLLTNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeteio.
Vltellas e la para cintos.
Bello e variado sortimento de taes obja
tos, ficando a boa escoma ao gosto do coi
prstior.
CM'.llCiin
Vende-si1 os irsfdadaiSM .llwos na 3v Eaf-
railn. ra (i utno de Csxias u. St,
' t'.MtA TINGlIt CAHELLOS
para pretn* wPfllauhos, rtoelicu a 'Nova Espa:
ranea a verdsKtfira lints Inphr.
PAHA AAlWt W)M ^S SAA9AS
on pannos, Ipiii a Nova Eepessaca o v.raaki
leite de rosf.s brarrs*.
AGUA DE FLOIt DE I.A11ANJA.
Vend'-se na Mota speran^a, iu; do ba%p> e
Caxias 11. f I.
PAPEL PARA SFKITAR SE BOI;
rectii-ti-i>s milito lindo-i a .Nova Efperaf^ 8SK
do Duque de OBXb n. 1L
PAUA AMACIAtt E FWiieSBAfi A PEIUE
tem a Nova E?j>eiapi *s sabonetes t patea
arroz._________________________________
Rival sem segundo
MJA DO DUQUE DE CAXlAS X. 19
Estoo disposto a continuar a venda* tois
as inindezas pelos baratsimos precos ato-
xo declaradr*, garantindo tudo bom e "onv-
eos dmirados.
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a........
Caixas com 50. novellos de linha
do paz a.....
Duzias de meias crua* superioi
qualidade a.......
Pocas de bibadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada pea a i 300 e\
Pecas de litas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a.
Escuvas-para unlwsfazenda lina a
Ditas para denles a .240, ilQ..
40 rs. e......,
Pecas de tranca lisas, brancas e
de c&res a.......
Caixmlias de n;ade:ra cem ulline-
tes'fazenda superior a. ,
Duza de linha ftoxa para lorda-
dos a 4f0 rs. e.....
Patos de. tin'ias crua- para mt
, nos diversos tamariiuis a. ...
Duzias de meias brancas nua*-
linas para senhora a. ..
m
san
im
w

Pares de sspalos de iran^j dt>
Porto........2*8
Pares ('e s:>patos de kapete a. lifls
Livros de missa breviailos. lit-SH
Duzias do haralhofi.-para-vnltaroU; "JfiOC
Sylabarios pirtugozes a. 4t*
Cartoes com oolxek's rcirr^rasa "Si
Ajotoadoras para colli te -diversas
qualidades...... W*
Caixas om penna de ac muito
boa de 320 a...... SO
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, iU
Caixas com superiores obreias a. *
Duzia le agullia para macbina a. 25DW
Libras de pregos francezes todos
os tamaitos a...... fO
Pacote de papel ucm 20 quader-
nos......... IM
Caixas de pbosphoros seguranca
muito superiores a jM
Rerma de papel paulado super o.r S&JC
Resma de papel liso mullo eupe-
riora.........- 3K
Garrafa com atgaa Florida verda-
deira a.......... i)$6W
Quaderno de papel liso amizade 2C
Carreteis de linba de cores com
100 jardas a........ S
LA 1LI DI
A
HTwa loja de joias
HUJT DO CAlGA' N.7 A.
Manoel da Cimba Saldanha & C.
Milho novo d Fer-
nando
Em saceos
mazero de Tasso I
mero 37
a prefo commjdo : no ar-
& C, roa do Amorim na-
20Ru.i da Imperatriz-
Fari dV aLessa.
Acaba de ebegar a esta nossa nova loja in ftt-
zendas finas um variada sortimento de fazendas V
fia e seda, como sejam : granadme? do i\Hit
gosto, popelinas de urna cor, alpacas e iia*>
nha de cores, o que ha de mais moderno, tts
por baratsimos precos, brilhanlina- de cofC,9t>-
cidos das indias, fazenda nova a Mitacio deper-
calia.bales de dina ngisdo saia de cor eon tu-
das barras, fustoes proprios para vestirlo e r>*r
da memos ; agora grandes e adiniraveis p^ekisi-
ehas, saias braneas com lindos frisados a .'i*, te-
cos corpiebos bordados muito finos a !><, bsVw
modernos de arcos a 24, ricas colchas para assa
alcochoadas. sendo trancas e de core, a oi, *#*
71, cambraia victoria Una a S, ditas transparen-
tes a Si, 6f e 7.chitas Qnissimas escuna ertam
a 380, 300, 320 e M o eoVdo, enssss de on
240, lencos brancos de cas;a a 2*j00, ditos nezes a 3*500 a dnzia, madapolo lino a 6<
C|500, e mtrita superior a 7f, /600 e H|, alpiK
daozinho largo propin para lences a 64, paos*
de algodo branco trancada proprio para toafita*
de mesa a UijOOa vara, nramante para lences s.
2000 e 3*500, o que ha de melhor, espejas -
nissimq, a 2200 e 2*500 a vara. Mandamos os*
casas das Exmas. familras para melnor'poetes
eselfcer. Tambenr temis completo soitimeo* 4tt
perfiirmrias dc primeiros fabricantes francs*
inglezes ; as pessoas qne se dignarem vir a em.
loja terSooccasiao de reconhecer a realidads 4*
que annuociatnos para nos jnstfflcar.
TRES VAPORES
Cabellos
Aeabs de abrir-se este erabslecimaato de oiss. o qual tem grande sortimen-
to de fd as jolas do ultimo gosto. as qqaefc vfenfleri o mais barato p&Wvl.
ss as i-ias sm^o garantids orrrode le, pois os irsn mts tendo' em Tiste
f* ad<|nW'frteyuto, n5K-Matio vender bnra e por preQ*> o* trufe r*ao**wit qn
Mr sfl3i*#l
Convidarse o puUlc a vir 1 H9esklteleciflieBta, cari* de qae flaar comple-
Unsente sasffeito. ^
AHIftODt OttrO.-rVB3l^ DO'OIBIKA'
VenMn'-sY cabellos de totlas as eeres, qnlttBer
eonittiiMiilo, qoiMide swpertor, em caira on
porfi nsjs paqMna :unuda Cadete do Re-
ctfe n. 5t, i0 andar.
L0L8RA DO R#9 ~
RA DO CABGA' N. iB.
Al awa rexolocao, se venden) bilhetes do Rio
aesveiM
f6rapoTS56,dlTj1leiroivrsUe am ptriicls^s a
|sj 24*000.____________
[rj* 1 de tttDOllO cSSi
019191, rna da Cnti n. 48, eneontrar*
tftetftittMte todas as quafiddes de VrD>
Jordeaoi, Boorgogne edo Rano.
O Campos da nfe do Imperador n. 2l8, rerA**
pelos ltimos tres vapores ciiegados a este pon*,
differenles gneros que vista das suas eMectae*.
e diversas qualidades, merece faier-se delw v
pecial mecao ; e avisa ilo s ao seu tresra*
numero d frepnewS e amigos, como ta-nbas
iqnelles'qde reo tem ^aeHdo honra-lo com mk
fregnrzias, eaeontrandoper esse motivo Serias H"*-
ficuldades em supprirem-se. de bons genero?, or
falta talvez de qoem mes indifine com ftrrhea Wi
esaHeiecimoto q* coAie o sh, posfa cmii *-
raott, bem atMfeer fes justas tigenetsa Mh.
pfitavel publico desta capital?qne e acha ser
artoazem prvido dos ma'is novos e variados nai-
tos, e I imita-se a nomea'r o selfuTn :
Carne e que jos do sertao.
Preznntos ftfjleies e porto guezes. .
GotHoio (nova, marca de bolacliinhas).
Petit Pois ao Beurte (ervilbas em mantega). t
Chocolate h'stpnoi a l*O00 a IWra
Consrvay a 7Wrs'. o' friieb.
Gaf cttutetado e de moka.
Rap Paulo Gordeirojviajado e commum.
Guiados francezes fTrnJee).
Superior chamjJaottB.
Doces fiaos de goiat, taraoja, limao e I
U


M
B
ir'm f\ f PprTYBUlb'J t"(J
Sp*fa eira 12 da* 'Asp
I87
ASSEMBLEA GEBiL
CMARA DOS DEPUTADOS.
Discurso pronunciado na sesso ie3dejnllio
de 1870.
(Concluio.)
8 Sa Andiude Figeiha : Sao muito
diversas. V. E.v. p"rd'Y\
O Su. Mimstho da Agiucci.ttha : \vb-
jecc3o ajee o n ibre depotado aprsente de
que d n3olinh.itno-< camastro e c>nseu,ueu-
i.-mente n3o podia nos julgir da qoanti'lade
o valor da propriedade lerril irinl, nao i ui
Ciuia procedencia ; a qiantidade^e o valor
dos terrenos ppdem ser eonhecidos pel'>s t-
tulos dos reactivos proprietarios, p las
suas proprias declaragoes oa por avali
approximadas como se faz com quaesqu/r
cotros impostos.
O Sr. Aoraos Figueira : Onde esw
os ttulos ?
O Sr. Ministro da Agricultura A
r.i3i'>r parte da nossa pr pnedade est tod*
titulada.
,0 Sr. Andrade Figueira : Aqil no.Rio
d<3 Janeiro.
O Sr. Minisnro d.v Agricultura:V
o nobre de puta 1o que dSo t3o impossivel
come Ibe pireceu o imposto territorial, ns
podemos crea lo pelo msirio systema do iin-
i Dito pessoal.
O nobre depurado entrn em
coasideraces sobre Irabalhadores asiticos
e r;exportac3o de colonos; sobre a lei das
i ms e a conveniencia da soppressao de al-
gtimas das respectivas reparticoes, no que
otou da accordo
Qua'.ificou. porem, acochilo Horaciano
a idea suggerida por urna pessoa 13o haaili-
tada, como o engenheiro Dr. Cootinho. de
"nderem-se cerios trrenos, isto os sj-
;nga<5S. mediante pagamento em gneros,
isto gorama elstica ou barracha. Disse
o nobre depntado com grande propriedade
que isto tinha si i o um cochilo Horaciano,
eu o confirmo : nio foi Homero, foi Horacio
quem dormitou. (R sadas)
O nobre depntado nao pode deixar de re-
crmliecer no Dr. Cottinho babililages espe-
cies e conhecimenios exactos dos neg ios
do Amaz as e suas regiSes : consegninte-
mente mais habilitado do que.qua.quer de
dos a esse respeito.
O Sr Andrade Figueira : Mas um
erfi econmico.
O Su. Ministro da Agricultura : E urna
idea pratica razoavel: os svingaes estad
sendo invadidos e destruidos pilos aventu-
re ros que os exploram; ceda-se a esses
aventure ros a propriedade dos terrenos,
facultando que sejam pagos pelo proprio
producto, ser desta arte concillados os m-
t resses dos exploradores com a conser-
vaco da preciosa arvore.
O Jtro cochlo Horaciano que o nobre Ce-
pillado indicou nos foi a proposito da demar-
carn de trras para os voluntarios da patria
Disse eu no meu retorio :
Comquanto reconheca as vantagons da
creaco ue ncleos de populado mcional
cas fronteiras do Imperio, comtodo nema
idea est contida no citado decreto (o. 3371
de 7 de Janeiro de 1865) nem o ministerio
disooe de meios para real-
cargo
idea est
a meu
zal.
O nobre deputado disse qu* a
contida no decreto, e que o ministro tem os
meios ordinarios para executa-la.
Ora, o decreto concede a cada um dos
volunt ros da patria, no acto da baixa pela
terminac- da guerra, alm da gratifica?-.o
de 3005, um prazo de trras de 22.5UU
b-a;as quadradas as colonias mthtares cu
agrcolas.
Nao contem, pois, idea de se orgamsarcm
colonias as fronteiras.
O Sr. Andrade Figueira : Onle o go
\erno qurat-r.
O Sr. Ministro da Agricultura : O go-
verno tem sem duvida a faculdade de croar
colonias onde quizer, mas evidente qie o
decreto citado nao cogitou de colonias as
fronteiras.
O Sr Alencar Araripe: E cousa evi-
dente. .
O Sr. Ministro da Agricultura : De-
mais, oppe-se a isto o ari. 3. do mesmo
decreto, quando diz que os voluntaros terao
baixa logo que for declarada a paz, dando-
se-lhe iromediatamenti passagem para onde
a solicitarem.
Tem todj cabimento a reflxo de ane,
a:m de nao estar semelbante a contida
na lei, o governo nao pode obrigar o volun-
tario, como quer o nobre deputado, a aban-
donar seos lares para ir estabe!ecer-se em
lugares remotos.
Araripe :Sjiw at om
acto de violencia.
Sr. lixisTn da Agricultura : O de
creto promette 22.500 bracas quadradas de
ierras as colonia es ou agrcolas, a
scolba d
Sn. Andrade Figueiwa : NSo, senhor,
onde o gove/no q tizur desuna-las.
O Sr. MiNisnio bA A6tujltura :lato
seria um grvame ntoferavel em lugar di
urna recompeusa (apoiadft); a lei deixou
claramente ao voluntario a faeodade de e#-
c*Hrttr o lugar psi a> onde qoizesse ir. (Apoia-
dos.)
O Sr. Andrade Figueira :A lei s
manda dar-ines terreno.
O Sil MlXlSTRO da Agricultura : J v
o nobre deputado que, nao liavendo previ-
sao de esiabnlecimentos especiaes Dio se
votram fundos para elles. Aindia esta vez
Horacio dormitou. (Risadas)
O Sn. Andrade Figukira : Ea creio
que ainda agora V. Exc est cocbilando.
O Sr. Ministro da Agwcui.tura >-0 no-
bre deputajio quede certo n3o esi acor-
dado dizsii io que o voluntario deve* ir para
m le o governo o mandar, quando a lei Ibe
deixou livre arbitrio. (Apiados.)
Sr. presidente, o nobre deputado pelo 3
diatiiHu o Rio de Janeiro, entre os diver-
sos a.sinnptos de que se oceupou, qualifl-
cnido-us de boatos, accosaces vagas, ca-
divi rsasSuinnias, talvez. que trazia tela da discos-
sao, alim de ser esclarecido, tratou de exor-
bitante tarifa da estrada de ferro de LV Pe-
dro 11. ni oarte relativa seceo do Porto
Novo do Cuuha.
O Su. Tekeiba Junsqr >-K um facto eu atiesto. -
O Sr. Ministro da Agricultura O1 no-
bre deput.do n3o pode aitestar, porque an-
da a tarifa na) est em execucSo.
O Sn Terssuu Jnior:Atiesto a re-
cl amac3o.
O Sr. Mksistro da Agricultura :Ptn-
sei que referia-se a exorbitancia da tarifa :
eomtudo, se a estrada de ferro anda oao
funccioM nessa parte, se ainda a tarifa nao
teve execucSo. como reclamar ?
O Sr. Teixcira. Juniob:V. Exc. mandou
executa-la pe aviso de 29 de marco.
O Sr Ministro da Agmcultrua : Per-
guato : a .1* seecSo j funeciona ? a pratiea
j veio nrovar-se os inconvenientes que
nobre deputado apresentou realmente eiMS
tem ?
O Sn. Teixebia Jnior d um aparte
O Sr. Mimsnro d Agricultura :Antes
de assentarem-se os trilbos, antes de abrir-
se o trafego a exe-uiar-se a tarifa, nao se
pode fazer redamacocom fundamento. Es-
pere o nobre deputado, esperen os impa-
cientes representantes da Apparecida pela
execucao das tarifas, que ellas sarao altera-
das, como podem e deven ser, se reeonhe-
cerem-se inconvenientes, visto como o go-
verno as mandou executar provisoriamente.
Domis, nao quest3) que por ora seja
da cimpetencia do corpo legislativo ; o go-
verno tem lei (apoiados). .
O Sr. Teixeira Jnior:Nao apoiado ; e
sempre da competencia do corpo legislativo
liscalisar os actos do governo.
O Sr. Ministro da Arigultura:
e emquanto naoir revogada, est!
. i', \.1j iftnlri
(pe
reito de regular esse servido como entender
conveniente dentro dos limites da mesma
lei.
O Sn. Teixeira Jnior :-E nos estamos
no direito de censura-lo quando a execucao
nao fr conveniente.
OSn. Ministro da Agricultura:Nao se
traa agora do d.reo de censura que nao
contesto; a ornara presentemente, quando
nao est funecionando a seccSo, qoando nao
ha fundamento para reclamac3o. n3o pode
sera invasao de attribuices, intervir nesta
questo de tarifas.
O Sr. Souza Res :Pode at cessar a au
torisaco. _.,
O Sr. Midistro da Agricultura:^
cousa muih) diversa: mas emquanio o nao
fizer o governo nao pode ceder da prerro-
gativa que llie compete ua parte adminis-
trativa.
iTrocam-se diversos apartes.)
O nobre deputado oceupou-se em segu-
da com urna questao de publicaces em fa-
vor da immigracao e co!onisac3o, por ter
nolado quealgumas sobras da verbaObras
publicasno exercicio de 1868 e 18oy,
iveram app!ica?3o a despeza dessa oatore-
za, perguntando qnal o sy^tema adoptado
pelo governo e apresentan lo-nos como mo-
delo o que se faz em Buenos-Ayres.
A este respeito declaro que nao acho bom
haver systema fixo ; devemos seguir o que
for mais conveniente. Abra-se e sosten-
.i
FOLHETINI
\\\\ Dipois ti mu
- oo'f
pelas folio
)mo-qoerqo
rem as circonsuneias dest* ser
A propina a teprofteoo
dispensavel para a semigwffo.
O Sr. 'Asdrabc FbuB, preWW
empregar as oosss leacfes e nao s pag*
a agentes. ,
' O Sr. Mintr0' da AeRiqpLTRA :As
nossas legaces emprefFawse al?um tanto
"nesse servico; mas elle d3o est devida-
mente regulado. N3o me hei esqoecid<
dalle; entretanto nao se poda fazer ludo de
repente. O systema segedo pelo governo
de BuenosAvres auxiliando agentes no ex-
terior e aproveitao*) os seos-consoles no
servio da prepagaada, sen duvida pro-
ficuo, e o nosso gomno j o lera pratieado,
as veaes, porm, apparecem no- paz pobli:
caces cojo conbecimento" convm vulgan-
sar e nSo pde-se levar a mal qpe preste-se
alguia auxilio. (Apoiados.)
. O nobre deputado esegoida oceupoo-se
com as docas. e tratoo especialmente d da
alfandeg desta cftrte,
O Sr. Teixeira Jnior-:E da do*Ma-
ranh5o. .
O Sn. Mnistro da AGRacui.TUftA-.-Fal-
lare tambem dessa.
Referinde-se fi*alisac3o das obras res-
pectivas, drsse o nobre depoiado qoe, com-
quanto pelo contrato em vijor o insf ector
da alfandega elle competente para fiscalisar a partn t-
nica, accrescendo que a lei stabeleceo fis-
calisaco brigatoria e n> facultativa, come
parece entender o pverno, segundo & dh-
prehende do fado de nlo haver um enge-
nbeiroda administracoac uipenhando o da
compaobia. que o seo proprk) gerents.
Pergunlo: se o gerente das obras fr
prufisMonal de mteira confianca- do goverao.
est este obrigado a ter ootro para iaspeo-
ciona-las? Se as obras da doc acham-se
debaixo das vistas do digno- inspector da
alfandega, se o gerente que as exventa me-
rece a confianca do governo, para que mais
um fiscal?
O Sk. Teixeira Jnior d um aparle.
O Sr. Ministro da. Agricultura : En
quanto nao se denunciaren abusos, o go-
verno nao obrigado a mandar veriflca-los
porum engenheiro especial. Com toda a
franqueza o digo: o governo, est em seu
direito nSo commetteudo a fiscalisac3o das
obras a outro profissional, emquano o ge-
rente se mostrar digno de sua confianca.
Deu-nos noticia o nobre deputado deum
calamento com pawllepipedos oa roa Ila-
boraby, qoe costou 50d por braca qoadra-
da, quaodo o nobre depotado no Rio Com-
prido pode execotar servifo igual a......
355000.
Eu ignoro essas particularidades. Confio
plenamente na moralidade das pessoas que
esto frente das obras da doca e suas
dependencias. Se ha sus,>eita, seqoer, de
fraude ou abuso, apparecam accusacSesem
forma; o governo saber comprir o seo
dever. (Apoiados.)
Quanto djea do Maranh3o, o nobre
depntado ooiou que no contrato celebrad i
cora os engenheiros Reboucar e Belforte
Roxo, a fisc^lisacSo tambem foi estabeleci1-
da como clausula facultativa; quando, de
conformidade c(a a lei, deve ser obriga-
loria. _
O Sr. Teixeira Jnior: Perguntei se S
Exc. estava disposto a fazer o que se fez
oa doca da corte.
O Sr. Ministro da Agricultura : fco
declaro ao nobre deputado qoe bei de com-
prir risca a presoripeo da lei e que a
fiscalisacSo ha de ser de conformidade com
o que ella determina.
O Sr. Teixeira Jnior: E qoizera sa-
ber se o gerente da companhia que contra-
tou a doca do Maranho, se fr da confian-
ca do governo, ser dispensado da fiscalisa
cod; um engenheiro especial, como acon-
tece na doca da aifandega da corte.
O Sr.Ministro da Agricultura: Eu
respondo ao nobre depotado: o governo
ha de fiscalisar as obras como prescreve a
lei.
Oceupoo-se por ultimo o nobre deputado
com a navegar) a vapor na linha fluvial
de Mato-Grosso, e censurou a preferencia
do contrato com os negocianciantes Con-
ceicSo i C.
Senheres, estSo publicadas todas as pe-
gas ofllciaes relativas a este assumpto. Eu
aitendi s conveniencias do servico publico,
como me foi dado aprecia-la-, e proced se-
gundo os dictantes de minhi consciencia.
Se nao acertei, fique certo O nobre deputi-
do, fique certa a cmara de que o erro foi
tmenla de apreciado. (^H
yOTO -.Todos lhe ftzem Jinri
fctTRO da Agricultura-: Fi-
a. apeaar
T. f'.i AfltP
de que res* e bei d* resistir especuli-
Co: esta que toi contrariada. Jimios
apoiadOS.) tafcj-,.
Para o servico da naegac3o de MMto-
Grosso apreseotaram-se varias propostas,
segundo coasta das peca* publicadas no
Diario Oficial- -fos- Candido Gomes nao
fisoo o prazo d-s cad viagen redonda ; as-
condices que offereeeu para contrato pro-
punia comecar o servico coro vapores pro-
visorios, obrigando-se-aapreseiitar outros
as coadicoes dp ediUl oofim: de um anno.
Taes condifjoes eram eoutrarias s clausu-
las establecidas para o>concorso.
Outre- eooflprrente, oo lal Freilas Res,
pedia lf> aanos para durado d?i contrato e
40 dias para cada viagen redonda.
O governo preferio quem' se kimilava a
5 annos jmn prazo do contrato e obrigiva-
se a realizar cada viagem redonda- tm 5
dias. ssi procedeudo, camprio o que
havia declapad as clausula,- coja pobli-
cacSo prepedeo o contrato.
Qoanto a6 coocarrvntes Tejp-. Wat, de
Boenos-Ayres, wio podiam ser acceitae as,
saas proposlaei Alem de ootras-raies qoe
nao escapara* V perspicacia de nobre de-
potado, achavanse esltbelecidos em Kie-
uos-Ayres, soba inffuencia de causas espe-
ciaes qoe os duaiam a curar de mienesse
d>iflereotes dos nossos na >\ tensa, linha da
savegaco de Mbmevido capual da pro-
vi acia de Matte-G*osso.
Accresceo qne,. guando se tee de fazw
o contrato, um dos proponentes estava fal-
lido, e o ootro em liquid^o venoia os sene
vapores.
Vozes:V. la; est perfeitamente jus-
tificado. (Muitos apoiados.)
O Sr. MiMSTWDfc Agmoltuiia.:- Sr.
presidenie, ainda- tenbo muito a dizer. ei
resposta s observacwes d>s oradores que
tomaram parl ne dbale, nao s dsqaelles
a quem tenho ti lo honra de responder,
como de oolros honrados collegas a quem
ainda n3o pude dirig#r-me-. Sinlo me po-
rcia fa:igado ; a cmara permiltir que por
boje ponha termo a estas consideraras,
prometiendo ocenpar-me em ouira occasiao
com os assumptos- de qoe tralaram. (Mal-
lo bemr moito bem.) ^_____^_
LITTEiUTMA.
n'elle om
POR
Xavier de Montpia.
PAUTE SEGUNDA.
O HORSCOPO
(Continnaco do n. 180).
X
Nina.
POUCO DE TUDO.
FRANCA.Damos em seguida a circular
do doqoe di Grammont, miuistro de estran-
geiros, aos representantes da F'wnca no
estrangeiro: .
i Paris, 21 de iaho de 1870Conhece
# Y. o encadeamenlo de fados qoe nos le-
varan a uiti roropimento com a Prnssia. A
commonicaco lida pelo governo dfl impe-
rador a 13 deste mez ua tribuna dos gran
des corpos ro estado expoz Franca e
Europa as rap;das-peripecias de ama nego-
ciado, na qnal. medida qie redobravamos
os nossos esforcos'para conservar a paz.se
descobriam os secretos designios de om
adversario resolvi a torna-la irapossivel.
c Ou porqoe o gabinete de B*rlin haja
jolgado necessari a guerra para o coroa-
mento dos projeetos que preparan ha largo
lempo contra aatonouia dos estados alie-
ntes, ou porque pooco satisfeito-de ter es-
tabelecido no centro da Europa urna poten-
cia militar j temivel para todos os seus
vizinhos, quizesse aproveitar a forca adqu'-
rida para mudar em seu preverlo o equili-
brio internacional a intenc3o premeditad*
de nos negar as garantas mais indUpensa-
veis nossa seguranca como nossa hon-
ra, mostrase plenamente evidente no seu
proceder.
* Eis indubitavelmente qual foi o plano
combinado contra nos. Urna inteligencia
preparada mvsteriosamenle por intermedia-
rios secretos'devia, se nao se houvessedes-
coberto o plano antes do coosummado, le-
var as eousas ao extremo de que a candi-
datura de um principe prussiano cora de
Hespanha se revelara de improviso cor-
tes j reunidas. Um voto arrancado por
sorpreza antes que o povo hespanhol livesse
tido*tempo de reflectir, proclamar, assiroj
se esperava pelo menos, o principe Leo-
poldo Hohenzollern, herdoiro do sceptro o*>
Carlos V. W .
t Assim a Europa se lena acbado em
frente de um facto conummado, e especu-
lando sobre a nossa deferencia pelo grande
principio da soberana popular, cootava-se
quem se cm\\
tbias. *!
I Apenas sabedor do perigo govefl
daimperador slo vaeillon em deflnncia'lo
aos representantes d paz como a fcdos os
gabinetes estrangeiros, pois contra tal ma-
nobra, o ju'izo pablico da opioi3o era* o seu
mais legitimo auxiliar. Osespiritos impar-
ciaes n3o se enganaram em parte aguma
acerca da verdadeira* situafo das cousas, e
'logo entendern que- so esiavanos penosa^
mente affectados de ver tracado Hespa-
nha rio interesse exclusivo de ona dynns
lia ambiciosa om paper lio pooco proprio a
lealdade daqoelle povo- cavalheiroso, tan
pouco conforme com te instinctos e tradi-
cbs de amizade que o on-ra a nos, n3o
podamos abrigar a idea de desmentir o
nosso constante respeilo pela* independencia
das soas- reacoes nacionaes-. Cbmpreben-
deu-ae que a poltica pooc escropnlo-a do
governo prossiano, era a oica cc*a com-
promettida na questao. Esse governo, de
feito, era qoew. nao se jolgande ligado pelo
direito commo. e desprezado- a regras
a que a maiores potencias taem a sabedo-
ria de sobmetter-se, intento impfir Eu-
ropa engaada em eitens3o Wo poderosa
da sua influencia.
t A Faaooa toraou as suas mos a cansa
do equilibrio, isto a cansa de t dos os
povos ame6ados>eomoella, pePs-engrande-
cimento suecessivo- de ama ca^a real. Pio-
cedendo aswm, cellocava-se, como*qoki fa-
zer se acreditar, n coatradic(j3o onm- as
soas prdprias mximas? Seguramente- qne
nao.
. Toda a Ba?o, apraz-nos prodama-fov e
ora dos seus destino*. Este principio,
altamente firmtido pe Franca, ohegoa; a
ser orna das leis fuodameotaes de poltica
moderna. Mae- o direio de cada- pw
co de omocad individuo est limifcdo pelb
direito de ontro, e est' prohibido a. ama
nac3o, sob o pretexto de exercer a so pro-
pria soberana, aneafar a segnranca oa
existencia de um pavo vz'mbo. Nesto sen-
tido, om dos nassos grandes oradores, La-
martine. 4zia em 1847 que qoandose trato
da eleic3o de om soberano, om governo nao
ten jamis o direito de pretende* e tem
seropre o direito de exekiir. Esta dootrio*
'-luj dmittida tambem por todos os gabine-
tes em circumstancias anlogas aquellas-ero
que nos collocoua candalatora do principe-
Hohenzolfern, especialmente em t83
questo belga, eL 183)- 1862 na quesiaol
bellenica.
Na questao belga
xou-se ouvir, pc*que
grandes potencias..
As tres cortes- qae- apoiaram a otosa
do p' vo hellenico, inspira*do-se n'om peo-
smenlo de interesse geral. tinham encor-
dado em n3o acaeitar a Ibrono da Greci*
ra um principe da sua familia.
Os gabinetes de Parisv de Londres> de-
Vienna. de Birib-e a Petersburgo^repre-
sentados na conferencia, de Londresr toma-
ram esle exemplo, fizeraiadelie asoa.regr
de condocta n'ma negociado em qoe es-
tribava a paz d .mundo,, e reoderaa. assim
so emne horaeBagem a essa grande lei' de
ponderacao de forca-.^que a base do sys-
tema poltico eoropeov
Em vio o congresso nacional da Blgica
persisiio, apezar desta resolocSo, em eleger
o duque de Nemours. A Franca sobmet-
teu se ao comprom680 que tomar, e recu-
sou a cora trazida Pnris pelos deputados
belgas. Mas impoz tambem a necessidade
voa da Europa d--i-
decidiram ae-oinco
rteza de qoe a Prussia, sem retirar
% tremente nenliuma das suas preteqces,
leria^ganbar tempo.
A linguap cisa de principio de-'
pois resoluta e altiva, fe da familia
LHoben.7.ollernr a soa negaliaa a sustentar
'amanba.a a renuncia da vespera, o trala-
men'to dado ao nosso embaiudor, ao qoal
urna mensagem verbal o probibto toda a
qpva commanicaco sobre o otojecto. da sua
'-issao conciliadora, em summa, a pnWwi-
dado dada a este proceder insa pelos
diarios prossianos e a notifica?*) Bita aos
tfgabinetes, todos estes symptomas snecessi-
vosde mtencoes aggressivas fizeran eessar
a dnrida nos espirites mais previnidos.
Ira pernittida a iliasao qoando om sobe-
rano- qoe eommanda o railblo de seWados
de.lira, pondo a mo ni espada, que se
reserva para tomar conselho s de sr e^das
crcomstaacias ? Tinbamos caegado ao ex-
tremo limite ero qoe orna- nac3o qoe sent
o qoe deve a si mesma, nao transige uom
as esigenciao d soa honra-.-
Se os oltinw incidenles deste penoso
debate n3o' arrojassem vivissioaa loz sobro
rs projeotos alimentados pelo governo de
Berln, orna cirenmstancia mono conhend*
at entSo'dara soa condoe nma sigoiff-
cac3o decisiva. ,
A idea de elevar ao throao de Hespa
nba om Hobenzollero nao era nev*. J em>
marco de 186f tinba sido indicada peto'
nisso embaix-artor ero Berlin, que logo foi
convidada-a-fazer saber ao conde de Bis-
mark coao'consideraria o goversod impe-
rador semelbante eveatoadade^ O onde -
Benedett, em moitas eonversacs qne so-
bre isto levo, j- com o chancellar- d con-
federac5o da Allemanba do Norte-, j eomo
subsecretario enearregado da directo de
negocios estrnngeiros, 8o tinh' deixado
ignorar que n3o poderiamos admittir que
un principe prussiano reinasse do-eotro
la>lo dos PyreoeQs.
. O conde de Blsmaidt, pela sua- parte
declarara qaeolo nos dfrriamos pwoccupar
por forma algnma de urna combirja$3o qne
eWe mesmo considerava imalisavel; a na
aosencia do ctwmc8ller federal, n'uma occa-
s ineredolo, mstiar oSr. deTbile, empemb-
ra a sua patavra de honra de qne e princi-
pe Hohenzollern nlo era. e n3o pedia ser
uro candidato serio < cora de Hespanha.
Se se deve sospeilar da sinceridade
de seguranzas nlo poiiivvas, as comiBcmic>
ces diplomticas- deixa3oe ser um-penhor
da paz europea, e cooverter-se-ti n'om
laco ou n'om .perigoi Assim, ainda-qaaodo
o nosso embaixador iransmtio estaadecla-
races debaixo de toda a reserva, a gover-
no-do imperador oonsideroa opporteao-aco-
Ihe-las favoravelraente. Ttoha-se chegado
a por em duvida' a. sua boa f, at a da
em qoe so revelar, de sbito l combinac3o
qe era a sua patenie negativa.
Ao retirar palavra qne r>>s bavia
dado sem tentar seqper passo algtuopara
nos satisfatar, langa va nos a Prussia um
verdadeiro repto Iostruidoe ento sobre o
verdadeiro valor qne podiam teros mais
formaes protestes de bornees de-astado
prossianos tir>hmos o dever imperioso de
preservarno futuro a nossa lealdade contra
novos desengaos emvirtode de urna garan-
ta explcita. Deviambs portanto insistir,
cono fizemos, para obter a certeza.de qoe
ona renuncia que so se apresentav3 rodea-
que soffria, excluino a candidatura do do- da de sabiis destiocesr fosse oesta vez
0 marqoez inclinoo-se obediente, e con-
tinuou aodando at ao boqnpirSo onde a
crreme se precipiuva ; mas Olympia, cbea
de impaciencia, largoo o braco do compa-
nheiro. foi ozinba at beira do abysno,
d'onde sahian indestinctos ruidos e sinistros
vapores. ,. ,
A fidalga detoo o corpo para diante com
assustadora imprudencia, e quiz sondar
com a vista aquellas tenebrosas profundida-
des, escondidas alm de um veo de nveos
brancas e movedicas.
Saint-Maixent ficon aterrado ao ver ta-
manha aodacia. De om iostmte para oo-
tro poda a vertigem apoderarse d'ella, fa-
zeodO-a perde o equilibrio, e os nilhoes
t3o cobicados pelo narqoez desapparece
riam jautamente com a formosa Olympia.
S esta idea fez estremecer o nosso
here desde os bicos dos ps at cabeca.
A dama continnva na mesma attitode,
e pareca conpletanente absorta na soa
coolenplaolo.
O fidalgo nlo se atreva a tocar-lhe, nen
a dirigir-lbe seqoer a palavra, porque na
critica sitoaclo en qoe ella voluntariamente
a mais leve sorpresa, o menor
occasionar nma des-1
podia
se pozera,
movimento,
graca.
Olympia recaoo
para Saint-M lixent, e fitando
olhar escrotador, apontou oara o abysmo
com o cliicotinho e pergontou :
Se vi cahisse all que faria o pri-
mo ?
O marquez fleoo extremamente sorpren-
dido, e apeza.- de ser to inesperada a per-
gunta. respondeu sem hesitaco :
Atirava-me atraz de si.
Para mUsalvar ? proseguio Olympn.
Bem sabe que nao era possivel.
Sei!
EntlJ kara que se lancana atraz de
mim ?
Para morrer comsigo.
O ympa cerrou as comprdas pesta-
as, e cor de rosa das soas faces, soc-
cedeo o mais vivo carmn.
Falla com toda a sinceridade, meo
primo ? disse ella ao cabo de om miouto.
Fallo de corac3o as m js.
Faria o que diz, devras ?
Fa-lo hia, juro. Duvida talvez ? ,
Pois o5o para duvidar ? Noitca
oovi dizer qoe om irm3o se matasse para
nao sobreviver irmla.
Ao proferir estas palavras, appareceo nos
labios da fidalga om sorriso de enlooque
cer.
Olympia, Olympia bradooo narqoez
com accento commovido. Bem sabe : nSo
o carinho de irm3o qoe eo sinlo pela
senbora I Ha de certamante compreheo-
der qulo immenso o amor qoe lhe eo
professo Porqoe motivo se obstina em
fjpg.r urna irdiffereoca qne me despedaca o
coraclo? Porque motivo se obstma em
fingir que me n3o .comprebende, respon
dendo aos m&us pezares com a garga
Lttda ? nt .
.i esu a primeira vez qoe Olymp'a.nao
acolbeu a apaixonad. declarac3o com sor-
metejador ou com resposta Tronica.
Deixou pender a cabera cobre o peito, e
crou al s meninas dos olhos.
Passado um instante, amparou-se de
de repeine,
Inovo ao braco do marqoez, e disse-lhe en
voz t3o baxa qoe era apenas perceptivo!;
. Venha... retiremo-nos d'aqui.
E encaminhou se para o sitio onde linha
deixado as aHmarias guardadas pelo criado.
Olympia andava muilo depressa, mas nao
obstante pareca profundamente abalada, e
vacillava cada passo, como quem n3o poda
sustjr-se.
Saint-Maxeot teve de a ajo lar a montar
na egua, e foi preciso por elle as rdeas
na trmula mao.
Que transformadlo !... disse comsigo
o marquez. Nao poda ser mais favoravel
e adequada ao lance theatral qoe se pre-
P*A mariueza e o nosso here metteram os
animaes passo, sem proferirem urna ni-
ca palavra. .
Saint-Maixent goardava o mais religioso
silencio, porque as meditarles de Olympia
eram-lbe de maior ulilidade que os mais
calorosos protestos.
Passados alguos minutos, gritn a senno-
ra de'thavigny, como se_ dspertasse ai
om sonno:
A' gafope galope !
E bateu repetidas vezas c
na egua.
Dir se-hia que a marqueza lentava rogir
dos seus proprios peosamentos n'aquelia
desenfreiada carreira. O fidalgo 'segoio-a,
de sorriso nos labios.
Ouvio-se de repente om grito doloroso
por traz dos deus cavalleiros, que, deten-
do logo os animaes, voltaram a cabeca.
Acabava de cahir a alimaa onde o la-
caio vinha montado, e na qada partir ama
perna o pobre do homem.
Saint-Maixent apeiou-se e correa para o
desgragado, qoe padeca borriveis tornen-
tos. ,
-A colpa d'este maldito animal i
gemia o criado, pragoejodo como qaalqoer
almocreve. Havia j nn pedacnho qoe eo
o estava sendo canbajear e tropecar
Icono se viesse embriagado ; eu a qoerer
soste-lo, mas qoal historia! no melhor da
testa, catrapoz I d de ventas no meio do
Qoando
que de Leoentenberg, que tnba- sido op-
posta do principe francez.
N. Grecia, poh ultima vaga do-tb'ono,
o governo do imperador combaiea. ao mes-
mo lempo a candidatura do principe Alfredo
de Inglaterra e a de ouiro duque de Lsuc*i-
temberg.
A Inglaterra, reconbecendo a autorida-
de das consi terafesinvocadis por nos,de-
clarou em Alhenas que a rainh nao autori-
saria sea filho a acceitar a coia da Grecia.
A Russia fez orna declarac-o semelbante a
respeito do doque de Leuchtemberg, ainda
que por causa do seu nascimento esti prin-
cipe nao fosse do todo considerado por ella
como raembro da familia imperial. Final-
mente, o imperador Napoleao> appHcou-es-
pontneamente os me>mos principios na
nota do Monitor do Io de setembrode 1860.
para desapprovaf a candidatura do principe
Mural ao throno de aples.
A Prossia, a quem nlo deixamos de
recordar estes antecedentes, pareceu ceder
definitiva e formal.
t .ju*to que a corto de Beaba tenba'
perante a historia a responsabilidad, desta
goerra que ella toha meios de eykir e quo
desejou. E em que creums!anens procu-
ro a bita Quando ha quatro annos, dando-
Ihe a Franca-o lestemunbo do umconsun-
to moderacao,. se absteve com escropolo,
talvea exagndo, de invocar contra ella tra-
tados ajustados sob a propria mediaflo do
imperador, mas cojo esquecimento volunta-
rio se destaca de todos os actos de um go-
verno que j pensava' em os violar na pro-
pria occasiSo de os assignar !
A Europa foi testemunbo do nosso
prncedimento. e pode comparado com o da
Prussia nesse periodo. Sentenceie agora
acerca da jostica da nossa causa. Qualquer
que deva ser a sorte das batalbas, espera-
mos sem inquielacao o juizo dos nossos con-
temporneos, assim como o da posterida-
de.Grammont.
,____________-A-----------------------------------"-------------------
n3o so meche, parece estar morto
o diabo as lece 1
Meu bom hornero, disse o marqoez, o
diabo nada tem que ver com isto. Os ca-
vallo iam a suar, e bebern agua moito
fria no fim do nuadf i essa improdancu
o onico motivo do mal qoe soccodeo. E
demais, esteja de:csncado qoe havemos da
trata-lo com estoero; d'aqui pooco estar
bom, e eu mesno lhe darei da minha algi-
beira una boa reconpensa.
Agradeco ao senhor marquez amanha
bondade ; mas a perna de-me horrivel-
mente. .
Arne-se de valor; voa encos.a-lo a
urna arvore, e em chegando ao castello
mando busca-lo por quatro homens n urna
padiola.
Saint-Maixent tirou o criado debaixo do
cavallo, e para atteouar um pouco as dores
atrozes qae elle revelava, arrumou-o om
carvalho, di melhor maneira que que pode.
O cavallo n3o tentava levantar-se, e pa e
cia mais morto qoe vivo.
Vamos depressa, disse O'ympia qoan-
do o marqoez chegon ao p d'ella ;
res
A formosa Olympia, qoe oio sabia
ponder pergunta, disse apenas :
Talvez nao seja nada. Vamos andan-
do, que o pobre do Germano, coitado, nlo
pode all estar sozinho muito tempo.
Nina, tocada pelo crjioo:e, fez u*n su-
premo esforco para deitar gaope, mas
foi-lbe knpossvel ; erop-nou-se as pata>
v;.cillantes, osryllou como frgil esquife pr-
ximo a socobrar, e afical dexou-se cahir de
chapuz, arrastando Olympia como a outra
alimaria tinha arrastado o criado.
E-ta'va alli felizmente o marquez, preve-
nido petos desconfianzas da-fidalga e agar-
rando 0!y npia qnasi no ar, levantou-a da
sella antes da egua ebegar ao chao.
Passavam-se stas cousas n'um sitio do
bosque-, obstruido por mano espueso
grandes rochados cobertos de musgo, por
onde segundo pareca nao andava oem viva
alma.
A marqueza deixou-e escorregar dos
bragos de Saint-Maixent, e deitou Om triste
relancear de olhos soaqierid egua.
Nina, estirada sobre a herva, pareca
nao ter forcas para se levantar, e todos os
seus membros se agitavam n'om tremor
pre-
ciso maodrmos qoanto antes bascar a^oel- onvUi^v0Tsemehaoie agona,
le pobre homem.
E metteo outra vez a egoa todo o ga-
lope. '
Duraote ons oito on dez mmuto, agaen-
tooJV
costomado vigor-, mas pooco e pooco foi
affrooxaodo a rapidez sem motivo apparente,
e por fim soltou a marqueza orna exclama-
Clovde assombro.
Qoe minha prima ? pergontoo o
marqoez.
E' qoe a minha egoa j trop^coo doas
wezes fio ; parece qoe nlo anda con toda
a segoranca do costone, e treme como se
fosse cahir. Singular coosa l
Muito singoiar, verdde ; redarguio
o nosso here. O pello, qoe era secco e
brilhante ha pedaco, vai agora alagado en
suor; respira omito casto, e toca-se das
a dama com os
cha
E agora bem v, senbor mirquez, I mos. Que. Ibe .accede* o de repente 7
Morrer ? pergontoo
olhos rasos de lagrimas.
Para lhe fallar con franqueza, minha
prima, receio muito que sim, volveu o mar-
qoez. Pode o3o ter consequencias este
achaque de todo o ponto incomprehensivel.
mas n3o me atrevo a esperar que assim
socceda.
Ao mesmo tempo que proferia estas pala-
vras. prestava Saiot-Maixent oovido attento
aos, moaotjnos rodos que a brisa prodoz
ao prepassar entre a folhagem, e que sSo
como que a voz da selva.
Dir-se hia qoe esperava impaciente al-
guma cousa.
Estremececeu de repente, e brilhoo-ine
nos olhos e em todo o semblante nma ex
press3o de alegra, que logo tratoa do d,8:
farcar.
A' poaca distancia d'iW \ oaa-e
V
om pequeo assobio. que outra pessoa quo
nao fosse o marquez teria tonudo pelo
agude canto do melro.
Pobre Nina, cortada prosegoio tris-
temente a senbora de Chavigny. T3o no
bre, to briosa I.. Mal me senta na sella,
entrava a pular de contente como es coreas,
e pareca levarme com orgulbo I Se ella
morre, muito tempo bei de senti-lo l
A fermosa Olympia enxogoo as lagrimas,
e accrescentoo passados instantes:
Estamos legoa e meia do castello,
que havemos de faaer t
Faremos s o que possivel, qaerida
prima, responden o marquez. Yon des-
apparettiar a Nim, e por a sella em Ralph,
no qual montar, que esse. parece estar do
sanie,
E o senhor ?
Irei p : legua e mela nao nada
para um cacador como eu ; podemos ven-
coja em pouco mais de ut hora.
Saiat-Maixent, sem esperar mais respos-
ta, foi desapegando as silbas de ^j*0 a
levou a sella para cima do vigoroso. loa$o
do cavallo hespanho'.
AiQda isso n3o etava de todo feito,
quaoo o animal, impellido por subitneo
capricho oa obedeceodo talvez a qualqoer
excitacio myster.osa e mvmvel, saccudio
rudemente a'caboc?. arrancn as rdeas da
mo do marqoez o parti i toda a bnda,
reluchando por entre o malagal.
Olympia soltou on grito da terror.
__ Nao tenta i medo, minba prima, disse
Saint-Ma xent; o Ralph ordinariamente.
dcil, conhece a minba vox e obedece-me ;
depressa o apanho.
E deitou a correr atraz do cavallo, qoe
alegre e orgulhoso por ter conquistado a
hberdade, polava com om potro na sai le-
liria.
A. formosa i izioha ao pe,
de m gigante
(Continuar-u-ka.j
oovidQ
i
V
YP. 00 DMnW


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