Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12159


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Full Text
ANNO XLV. NUMERO 179. (m

I


I
t
I*.
PABA A CAPITAL E LN5ABES OTOE HAO SE PACA POSTE.
Por tros mezes adiaotads ......
Pormo
Cada'avmro avuiso
- odUU
12^000
240000
S20
gUABTA FElB 10 OE AGOSTO DE 1870.
<
PABA DEJTIO E FOBA DA PHOVUCLL
Por tres mezes adiantados.....
Por seis ditos dem.......'.'.''.''.'.'.'..'.'.'.
Por nove ditos idem N [ [ ,'..'.'.'.]
Por um anno idem ..... "? J
W7C5
13#800
20*250
27,5000
DIARIO DE PER1VAMBUC0


_____
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

SAO ACEVTE*.
Os Srs. Gerardo Aotoaio Alves A FHbos, no Para ; Gorjcaives Pinto, no Maranhao ; Joaqun) Jos de Oliveira, no Cear I Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Maria >Wio Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes da Sirva, ao Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangaape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Goales, na ViHa da Penha; Bebrmino dos Santos Bolea, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Naiareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Marti* Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAl.
iomiiiando das armas.
yCAirTEt-GE-XERAT, DOCOMMANDO DAS ARMAS XA
provincia d* hkrnambco, 8 df. acost
de 1870.
urdan do dia n>. 484.
O brigadeiro coinmandante das armas faz publi-
ca i guarnido, que ne*u dala apresenloo-se viu-
do da corte o Sr. eiaurgio-mr do, brigada Dr.
Flix Moreno Brando Borneado delegado do cir
rurgio-mr do exersito para esta provincia, co-
mo se declaron em ordena do da do13 de junho ul-
timo sob n, 478. e bem assim que acaba de en-
trar oo exercicio das respectivas funceoes, e co-
no tal na presidencia da junta de sade. OSr. Io
cirurgio oaorano Dr. Alexandre de Sooza Pe-
reira do Carmo que m anhava na presidencia da
junta, passar a sertir nella na qnalidade de vo-
gal, ficando dispensada o Sr. 2 eirargiio refor-
mado Dr. Ernesto Felicio da Silva Tavares. que
continuar no servico de que d'antes se achava
incumbida.
O mesmo brigadeiro faz outro sim publico, que
a presidencia de.'ignon no dia 5 os Srs. offlciaes
honorarios do exereilo lente Olavo Antonio Fer-
reira, e alferes Joaqnim Nunes do Valle e Jucun-
dio de Qoeiroz Muoteiro Regadas para fazerem
parte do destacamento da guarda nacional do pre-
sidio de Ferdando, os quaes devero seguir a sen
destilo oo da 12, tudo do corrente.
Apfoveita o commandante das armas a occa-
Dr. Pereira do Carmo pelo gratuito e importante
servico que prestou por esparo de 5 annos na
presidencia da juma, agradecendo-lhe o interesse
e Z'jo com que sempre se boove no desempenho
de tio espujjoso encargo, e tambem para agrade
cer ao Sr.' r. Tarar** os seas servigos como
rnembro da sobredlta junta.
AssignadoJoaqutm Jos Gonralves Fontes^
CooformuEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rim, tenante ajudante de ordens encarregado do
detalbe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
REClFE, 10 DE AGOSTO DE 1870.
Importantes noticias da Europa
Amanheeeu honiem no lamaro o vapor francez
Sindh, trazendo data* : de Hamburgo 20, Londres
M, Paris 2i, e Lisboa 27.
titlaracao de guerra da Franca Prussia. Os
esforcos das grandes potencias para conseguir a
paz foram infructferos. A Allemanha rene
toda Prussia contra a Franca. Napoleo com-
manda o exerato francez, Guilherme o exercito i
aUemdo. Esperanva-se urna hatalha decisiva
m flm de julho ov primetros dias de agosto. As
outras potencias constrtam-se neulraes ; re-
ceta-se porm que qualquer acontecimento faca-
romper a nentralidide e a guara se torne con-
tinental. A Prussta nesse caso contara com
grande numero de adheser entre as nacoes da
Europa.
Votacae da infabilidade por 513 votos contra 88.
Para que os leitores se ponham mais depressa
ao facto do movinjento da guerra europea, damos
m seguida a descriprai de tudo quarto occorreu
anos a sabida de Lisboa do vapor inglez Douro,
ultimo chegado nosso porto. Ei-la.
Antes do grandes calaclysimas. ha sempre um
intervallo de repouso, e calma profunda, em que a
natureza parece juntar suas torgas para no mo-
mento importuno as desenea iear com toda a vio-
lencia.
A questao eurepa acha-se ueste periodo de la-
lutago interna, sem a menor manifestago exler-
na : pirecia que antes do Hm do mez de julho se
romperian as hostilidades entre os francezes
e os allerhaes.
Do movimentos p^rcia^s dos doiis exercitos na-
da s s ber com certeza; pois tanto o gover
no francez como o governo prussiano impedem
que os jomaes publiquem qualquer noticia que
poss illucidar os sen- cmitrarios sobre os planos
da guerra. A rtiff-renca. parm, consiste em que
o governo prohibi tiTininantemen e a pntlica^ao
da inais pequea noticia sobre moviniento de tro-
pas,, communicando as penas mais rigorosas para
os contraven!' res; govern.i prussiano
dirigi una circular r dacti res ornaes
ogandn-lhes o special ob-eqnio de nao narrarem
mais pequeos facto'.i que venham ao seu
'onheimento, ainda quando mes paregam inigni-
licante?, pois tal publicacao pode vir a transtornar
o mesoe ruis belh eorribinados planos.
o governo prussiano nao previ a possibilidade
de urna publicacao, que p ssa tornar-se em dela-
co centra a p; rao resultado pela represso.
Este facto to simples na apparoncia caractorisa
perfeitamente o estado da opinio publica na Fran-
ca e na Allemanha. Na Franca a guerra impo
polar; abstrahindo de urna parle dos imperialistas
<|ue vtem a necessidade da guerra, 3bstrahindo
daquelles que naila teem a perder, e que vio para
a guerra c mo qnem val para urna partida de re-
'.-eio; a gente sensata, eos progressi9tas avanza-
dos sao contrarios guerra; na Allemanha nin-
guem sentia a necessiiade da guerra ; urna vez,
porm, declarada a gu-rra pela Franca todos se
reunem em volta do estandarte allemo; os inimi-
gos e annexados de hontem sao hoje os mais nti-
mos defensores da hjnra e dignidade da patria
commum.
J nao ha esperanca nem probabilidade alguma
de que a guerra entre a Frauda e Prussia se possa
evitar. Os esforgos feitos pelas grandes potencias
interessdss em evitar o conflicto teem sido inu-
tels, e nem a prorogacSo pedida pela rainha Victo-
ria prodnzio resultado algnm. A Franca e a Prus-
su eonflam ao triumpho das armas a satlsfao
das suas antigs e profundas rivalidades; e posto
que axnbas as nacfes tenham o conveneimento de
que a causa das saas antipathias nlo desapparece-
ra jamis, acodemao repto que ha-tres annos se
iinham feito, levaado idnticas esperanzas, idnti-
co enthusiamo, e talvez a mesma crenga, quanto
i esterilidade das suas soberbas e lamentaveis
bravatas.
Estavam concluidos os esforgos conciliadores
que en Pars e Berln se tem feitoT Quando a
Franga deixou entrever a sua attitude belliea, era
bastante problemtica a sitnagio em que se collo-
cava, porque entao e at ha mu pdeos dias, senao
sabia se a Prussia lutaria s.
A guerra da Frang i exeitou o patriotismo de
todos os allem tado* conferado3 do norte
acceitaram unnimemente o desafio ; os estados
do sal eollocam-se a par daquelles. A Franga tem
contra si a Allemanha inleira : tem tadfcem con-
tra si a neutralidade passiva de algumas nacoes, a
duvldaHe que fagam causa commum com os pras-
sianos, e unido .reagao que se vai no-
tando no sentiraento francez, ple dar margem a
* poteD \doras tralem de circums-
iar ama lucta que. abandonada ao
"SF" do doU8 PV09 belligerantes, seria funes-
tsima p. 3 causa talvez de que rompes-
sem a suaneutra lomis estados conti-
nentaes.
Se dermos crdito aos ramo'res .da imprensa,
esta aventura do imperador Napeleao vai sendo
mal vista poraqaeltes mesmos qoe d'antes a levan-
lavam as nuvews. O 9r. Thiers, cuja voz sempre
tem sido ouvida'com attencao em Franca, '.ratm
no corpo legislativo deste assnmpto sob'un ponto
de vista que nada tem do frivolo-para os homens
pensadores e graves.
O partido avangado franeei nao se deixa arre-
balar pelo enthusiasmo imperialista. Ha em Pa-
rs, nao se pode duvidar, e ha nis cidades da
Franga, a effervesceocia que o conflicto fran-
co-prussiano devia produzir era om povo que to
vivo tem o patriotismo e a recordaco das suas
glorias uaciouaes; mas ha tambem a crenga de
iue a guerra foi suscitada pelo imperio, e para o
imperio, e esta crenga que de um modo ou oalro
chegar al Napoleo, produzir as nalaraes con-
sequencias.
Quaes sero, porm, esses resultados ? Se a
Franga s livesse por inimiga a AUemanba do
Norte, talvez que Napoleo III apurasse todas as
consequencias da guerra; porque deste modo, se
a sor te Ihe fosse favoravel, triuraphaodo da Prus-
sia, triumphar. tambem das previioes e apostro-
phes do Sr. Thiers, e da opposigo do partido avan-
gado. A> guerra, porm, combatida pelas nacoes
mais a-1 igas da Franga. A guerra, poz, da parte
da Prussia os estados allemes do norte e do
sul. A guerra; nesta hora, da Franga contra a
Allemariha, contra a Baviera, contra Blgica e
contra outros estados que se preparara para a
lucta, e nenhuma potqncia oflerece recursos nem
raostra sympathias pela Franga.
A Franga um povo vigoroso com grandes ele-
mentos moraes e materiaes, acostumado o ven-
cer.
Mas a Franga nao tem o privilegio de se sobre-
por aos impossiveis ; e impossivel a empreza de
transformar hoje em sympathias a hostihdade de
nos, a fingida neutralidade de outros, e a impas-
siblidade dos que "lealmente se intere9sam tanto
pela Franga como pela Prnssia.
Laneada a luva pelo imperador Napoleo, o rei
Guilherme que, ha annos, a esperava, apanhou-a
sem vacillago, ou aBtes com prazer. Da maneir
como as cousas foram levadas at declarago
offlcial da guerra eita no dia 19 de julho, dedu
zimos que Napolea tinha o firme proposito de
nao desistir da sua attitude belliea. Gomprehen-
demos portanto as razoes em que se fundou para
nao acoeiiar a composigao amigavel que se he of-
lerecea ; mas vemos qae os acontecimento?, ou
antes, o coraportamfnto das nag5es alheia ao
conflicto, nao conforme aos clculos, que talvez
Napoleo tivesse feito, e tendo tudo isto em ennta,
podemos inferir que a guerra prxima a comegar,
ser de pequea durago.
Talvez sobre o campo de batalba pense Napo-
leo de modo difireme do que pensava em Saint-
Gloud. Talvez que, quando atravessar o Rheno,
se o cliegar a atravessar, veja as oousas de modo
diverso do que em Franca. Nao eremos que o
exercito francez seja fcil de derrotar. Muita des-
treza e muto valor ha de haver as tropas alle-
mes para resislirem ao embate de um inimigo
to poderoso. e chega a darse urna btalha, e
se algnm sabir vencedor, nao ser a superiorida-
de mas a sorte, ou o atajo, quem resol va a con-
tanda. O mais provavel que ambos os exercitos
se destrocen! mutuamente sem vantagens decisi-
vas, e precisamente por isso de esperar que o
imperador Napoleo se mostrar mais disposlo a
admittir os conselhos das nacoes amigas.
llavera porm probabilidade de que estas na-
g5es entrevenham ?
Ha de certo, e alm disso ha necessidade que
assim succeda, e proposito firme de nao abando-
nar as vias conciliatorias.
Hoje as grandes potencias, segundo so v da
imprensa europea, trabalham por limitar ou cir-
cumscrever a guerra quanto seja possivel. Con-
seguido este resultado, detendo aquello* estados
qne se mostram dispostos a apoiar a Prussia. a
neutralidade dos eotros povos, pode ser urna ver-
dade, porque nenhuma coutinsencia os obrigar a
tomar parte na cootenda, e assim dispost s as cou-
sas, pude se esperar que a primeira batalha seja
o preliminar da paz.
Ha mu grandes interesses entre moio, e nao
podem e-ses interesses ser desconliecidos, pela
Franga e pela Prussia, nem renunciados pela Eu-
ropa. /
Grande temeridade seria que qualquer dos do,ls
povos belligerantes desattendesse a intervenido
que forgosamente ha de vir, depois do primero
combate serio, porque levada a guerra at as
suas ultimas esnsequencias o conflicto se tornara
continental, e se a Prussia nao pode ter interesse
algara em provocar urna complcaco de tal nafa-
reza, a Franga nao carrejar com' tamaita res-
ponsabilidade porque, por ultimo resultado, fica-
ria moral e materialmente abatida.
Passems agora em revista os factos posteriores,
declarago da guerra e o estado di armamento
em que se acham as duas potencias, e attitude que
onsta quererem tomar as outras potencias:
FRANQA.
O imperador Napoleo no seu manifest Euro-
pa, expressa de um modo terminante o comporta-
ment que tenciona seguir na politice internacio-
nal, declarando altamente que a poltica de anne-
xagao e violencia contraria sua. Diz que se
as arma* francezas triumpharem, o fim principal
da victoria ser obrigar o governo prussiano ao
desarmamento, dando por sua parte a Franca o
exemplo deste acto; e termina por estas pala-
vras :
Francezes :Na vida dos povos ha momentos
solemnes ; a honra violentamente excitada impue
se cora forga irresistivel e domina todos os interes-
ses dependendo, como depende della, os destinos
da patria. Chegou para a Franga urna dessas hora?
decisivas. A Prussia quem temos te3temunha-
do antes e depois da guerra de 1866, :s dispos'i
goes mais conciliadoras, nlo tomando em conla os
nossos bons desejos e a nossa sinceridade, despertou
todas as desconfianzas, preparandoarmamentos exa-
gerados por toda a parte, e fazendo da Europa
nm campo onde reinava a incerteza e o receio do
porvjr.
Um ultimo incidente veio revelar a insiabli-
dade das reiages raternacionaes e mostrar toda a
gravidae da situacao.
As.nossas reclamazoes fizeram ouvir em pre-
senza das novas pretenz5es da Prussia. Foram
Iludidas e desconsideradas.
O paiz sentio urna profunda irritago e em se-
guida um grito de guerra rsoou de uraa parte a
nutra da Franga ; nao nos resta mais do que con-
fiar os nossos destinos sorte das armas.
Nao fazemos a guerra Allemanha, pois res-
peitamos a sua independencia, e desejamos verda-
deramente que os povos que comooem a grande
nacionalidade germnica, disponham livremente
dos seas destinos. Quanto a ni s reclamamos o
estabelecimento de um estado de cousas que
garanta a nossa seguranga e consolide o nosso
porvir.
< A gloriosa bandeira que nraa vez msis des-
enrolamos dante dos qne nos provocam, a mes-
ma que atravez da Europa levou s ideas civilisa-
doras da nossa grande revolugao. Representa os
mesmos principios, inspira as mesmaa sympa-
thias.
Francezes :Vou pr-ma testa desse bri
Innte exercito, a qnem anima o amor do dever e
o da patria. Elle conhece o sea valor, porque vio
sempre da sua parte a victoria as quatro partes
de mando. \evo commiga o mea nlho ; apezar
da sua curia idade, 9abe j quaes os deveres qae
o seu norae Ihe irapde, a est orgalhoso de toma
urna parte nos perigos dos qae combaten) pel|
patria,
t Deus abengoe os nossos esforgos
Um grande povo que cafende, urna causa jos
ta invencivel. '
Napoleo .
do de corresponder aossforgos, com o auxilio deL Alm destas pracas devem-se contar o recinto
Deus feitos oor mira para evitr toda a perturba-1 enlrincheirado de Dresdi as pontes de Dussel-
gao da paz, secundo os vetos dos povos e as ne- [dorf e lfariemfturgo, e de Drschan ; as emboe
O imperador Napoleo por occasiao de rece-
ber o corpo legislafrvo as Talherias annuncioo
que brevemente partira com seu fllho para o
exercito, resolvido a proseguir enrgicamente na
larefa que Ihe foi confiada, certo do apoio da
Frang?.
Paris foi posto em estado de defeza.
O imperador e o principe imperial deviam
partir para a frooteira no dia 28.
0 exercito francez comp5e-se de oito corpos :
O 1 commandado pelo marechal Mac-Mahoo,
consta de 4 di viso >s.
O 9* commandado pelo general Fronsard, tem
4 divisSes.
0 3o commandado pelo general Ladmirault, tem
3 divisdes.
O 4* commandado pelo marechal Bazaine, tem 4
divioes.
O o commandado pelo general Failly, tem 3 di-
vsfles.
0 6 commandado pelo marechal CanTobert, tem
4 divides.
O T ommandado pelo general Flix Donal, tem
3 divisSes.
O 8o commandado pelo general Bonrbaki com
p3e-se da guarda imperial e da reserva.
O general conde de Palikas tica com um com-
mando especial.
O imperador ha de ter o sen quartel general
em Nancy. Acompanha-lo-ha o principe impe-
rial.
O corpo de marechal Canrobert permanecer na
ala esquerda do exercito- para vigiar a neutra-
lidade da Blgica.
Se os prussianos fossera vencedores em sua
primeira batalha decisiva, e quizessem marchar
sobre Pars, tinham para islo differentes cami-
nhos; nota-los-hemos marcando os differentes
obstculos que tinham primeiro de vencer.
Se os prussianos viessem de Rehl e qnizessem
dirigir se aos valles do Marne e do Sena, que
abrera o caroinho de Paris, teriam priraeiro de af-
frontar aartilheria das pragas fortes do Rheno en-
tre as quaes se acha Strasburgo, e depois urna
serie de defezas paralellas, taes como os Vorges.
Mosella, Ardennes e. Mease, e no raeio dos quaes
esi Metz muto temivel depois dos trabalhos de
fortificago que alli se flzerara. Se em logar de
seguir este caminho de leste, os prussianos se en-
caminhassera pelo norte, caminhiriam ao longo
dos valles que, na primeira bypoibese tinham de
cortar parpendicularmente, e poderiam assim evi-
tar Metz, ganhar urna batalha e ebegar s margeos
do Marne. Passando o Rheno em Gronngue, ou
violando a neutralidade da Suissa chegariam-tam-
bem fcilmente deprosso de terreno conbecida
pelo nome de Troue de Belfort por onde se entra
nos valles do Sena e-do Mwrse, mas espaciafroente"
ap do Sena e por consegrante na estrada de Pa-
rs. A grande difflcaldaae Lyon, que a se-
gunda cidade da Franga e qae est fortemente de-
fendida, e <|ae constitue um obstculo to podero-
so no_ interior como efflcaz no exterior para a
vieiagao da neutralidade Suissa, do lado de Pars,
ha Belfort e Lausses, pragas de 1* ordem, prote-
gendo e caminho da capital. Tanto Strasburgo,
como Metz, mas especialmente Metz se oppem
tainbem a um movimento pelo norte. Mesmo de-
pois de nm revez, Metz um refugio seguro para
unrexereito que poderia de l tomar a offensva
contra os flancos e a retaguarda do inimigo.
Urna vez o inimigo senhor de Paris cessana a
resistencia solada de todas estas muralhas e de
todos estes corpos. Paris est, porm, fortemnte
fortificada; cmgida por fortes muralhas, e conten
dous milhoes de habitantes que se revoltariam ne-
cbsanamente, e seria a perda do exercito inimi-
go, so este nao estivesse senhor das pragas do Mo-
selle.
Havia ainJa outro caminh) para chegar a Pa-
rs, violando a neutralidade da Blgica : sao o$
valles de Oise o Aisne ondeo mo estado de Sois-
sons foi to funesta aos francezes em 1814, mas
hoje esto consideravelmentc fortificados; e se o
inimigo ainda assim conseguisse transpr aquelles
valles, encoutrava diaote de i as fortificages de
Par 3.
Urna das principaes pragas francezes a do
Strasburgo; est guarnecida" com 96o pegas de
ariilharia ; esta pra;a vae tornar-se urn ponto im-
portante de reunio de tropas e de, partida de
operagoes serias.
Metz o ponto central onde se concentram to-
das as tropas francezas, que acampam pouca
distancia da cidade, n'um acampamento militar
denominado Porta de Franca.
Nancy o qoarfel general do commando em
chefe do exercito ; all que vo establecar a
sua residencia o imperado! e o principe impe-
rial para estarem ao alcance de lodo o exercito.
Tai oville urna das pragas mais bem for-
tificadas de Franga; est situada na margera es-
querda do Moselle, um vale fertilissimo. Tres or-
dens snecessivas de baluartes, escapas, contra es-
carpas fazem da cidade uraa praga lorte formida-
vel. A cidade tem tres portas com corpos de guar
da e pontes levadigas : sao as porlas de Metz, de
Lnxemburgo e d'e Sarrelouis. A distancia de
Thionville a fronteira prussiana de vinte kilme-
tros ; a primeira aldea prussiana Perl.
= Continan) cora grande ardor os preparati-
vas militares no arstnal de Cherburgo.
O porto de Cherburgo est litieralmente semea-
do de torpedos, cada om dos quaes tem quinien-
tos ou mil kilogrammos de plvora. Tem picrato
Je potassa em lugar de fulminante.
A esquadra de Cherburgo recebeu enthusiasti-
camente a imperatriz.
Fez-se j de vela, parece que para o Bltico,
urna esqnadra franceza de seis navios couragados.
Foram chamados- Franga todos os navios
de gaerra que esto em missOes longmquas e em
estado de entrar em combate
Diz un telegrarama de Loadre que esto
bloqueados pelos francezes os portos prussianos de
Breme, Hamburgo, Lubeck, Dantzic, Slellin e Koe-
nigsberg.
Os alistaraentos de vor&atarios em Franga
elevavam-se j a quinze mil homens em Paria a
oitenta e cinco mil nos departamentos.
Um rico industrial de Mulhouse offereceu-se a
equipar e manter cinco mil voluntarios.
A Franga tem promptos a entrar em carnpa-
nha 26 navios couragados.
" Trata-se de esubelecer um campo de reser-
va com sessenta mil homens em Ddon a 313 kilo-
metros de Paris.
Esto j as fronteiras francezas 240 metra-
Ihadoras ; por causa dos curiosos e dos espios
esto embrulhadas em lonas.
A Franga encommendou s fabricas ingle-
zas, oito mil espingardas.
prussia.
O discurso do rei da Prussia no reicbstag da
Allemanha do forte foi ouvido no meo do maor
enthusiasmo ; por onze vezes foi el-rei interrom-
pido por applausos phreneticos. -
Eis o discurso :
Honrados membros do reicbstag da confede-
ragao da Allemanha do Norte :
< No dia em qae, ao principio, de vossa ulti-
ma reunio vos saudei aqu, ejn nome dos go-
vsrnos confederados, pode com gratidao, cheio
cR alegra, assegurar que o Pxto nao tinha deixa-
cessdadea da civilisago.
Se, apezar disto, antearas de guerra e ara pe
rgo iraminente impuzeram aos governos confede-
v rados o dever de vos convocar para tima reunio
extraordinaria, tanto em vos outros como em raim
\ecoo.erva viva a convieco de que a confede-
ragio da Allemaolu do Nor;e procurou atilisar a
fura popular da Allemanha dq^Jirte, nao em
comu-oinettcr a paz geral, mas ernaar-lhe um po-
deroso apoio (applausos), e que se neste insUnte
fazemis um chamainenlo a esta forga popular para
proteger a nossa independencia, nao seno obe-
decdno voz da honra e do dever. (Estrepiosos
applauos).
c A ndidalura ^de um principe allemo ao
ihrooo e Hespanha, candidatura iniciativa e
handom da qnal, foram completamente estraohos
os goverio* conferederados, e que para a confe-
deragao tio offereca.outre interesse mais doque
vero govwoo de urna nagao amiga realisar a.es-
peranza da dar um governo regular e pacfico a
ora povo tanto tempo maltratado, dea ao governo
o iraperadar dos francezes o pretexto de colloca;
um caso d guerra (applausos) de um modo hr
rapito temiw desconhecido nos usos diplomticos a
e depois da lesapparigao desse mesmo caso de
guerra, com ifespreso do direilo dos povos aos be-
neficios da pat facto de que, offerece para exera-
pos a historiadlos anteriores soberanos da Franga.
(W verdade a verdade I)
t Se nos secilos passados a Allemanha suppor-
tou em silencio ;stes ataques ao seu direit e
sua honra, foi s porque, fraccionada pehs lucias,
nao conhecia toda a forga que tinha. Hoje que o
lago de uma uniat legal e moral, lago que princi-
piaram a fundar a guerras pela sua independen-
cia (applausos) uie e apert n'uma so raga os
membros da familia allemaa, lago tanto mais inti-
mo, quanto mais teupo dure ; hoje que os arma-
mentos da AUemanba nao deixam j abertas as
suas portas ao inimig?, a Allemanha sent dentro
de s a mesma vontad e a forra para se defender
contra as novas violencias da Franga. (Applausos
o viva a Allemanha !)
t Nao a jactancia ana me dicta estas pala-
vras. Os governos confederados, eoaio nos, proce-
den) com a profunda coiviegio de que a victoria
e a derrota esto as mios do Deas das batalhas.
(Applausos. Sensago !)
< Quanto mais profunda a conviego dos go-
vernos confederados de teiem feito todo o que a
sua honra e a sua dignidaje ihes permttiam azer
para c.Miservar i Europa di beneficios de paz.mais
evidentemente apparece aos olhos de lodos que
nos pozeram a espada na mi, e maior a con-
fianza com que firmando.nos na vontade unnime
dos governos aUeracs (applausos) do sal como
na dos governos do norte, dirigimo-nos ao patrio-
tismo e a adheao do povo, excitando-o defeza
da sua honra e da ua independencia.
.. Seguado o exemplo de nossos pas, combate-
reios pela nossa llberdade (applausos) e pelo nos-
so direilo contra a violencia de conquistadores es-
trangeiros, e neste cmbale era qae nao le/emos
ootu- lim senao assegurar i Europa uma paz du-
radoara, Deus ser cosnosco, como foi com nos-
sos pas. (Phreneticas e iiaaaimes acclamagdes) >
O parlamento federal rsspondeu nos segrales
lerm :
As elevadas palavras pronunciadas por V.
M. enconlram no povo allemo um echo poderoso.
Uma idea anima oscoragSs allemes e ranunda-
os de goso e de orgullio ; a Idea do senlimeoto de
dignidade naca nal, ante a qual repellio V. M. uma
inaudita suggesto.
O povo allemo deseja viver em paz e am-
zade com os povos que respeilam a sua indepen-
dencia.
Como no tempo das guerras da independen-
cia, um Napoleo nos concita lucta santa, como
outras .vezes. os clculos fundados na maldade e
falsidade, despedagir-se-ho contra a forga e o di-
reilo do povo alleino. Assim o povo francez a
quem a vaidade extravia, reconheeer anda que
tarde, o fue;lo carcter da sement que se-
meou.
A parte ajuzada do povo francez nao conse-
guio evitar un crime e uma lucia difficl e gran-
diosa est iraminente
Conlimis no valor dos nossos irmos de ar-
mas, que nao sapporlario que um conquistador
e.-tiangeiro submetta dcbaixo do seu jugo a Alle-
manha ; confiamos no nosso rei heroico e venera-
vel a qnem a Providencia reservou no oeeaso da
vida a missao de terminar as grandes lucias que
sustentou em mug; confiamos no Deus que cas-
tigaos altentailos sngrenlos I
O p vo levantase unnime, a opinio publi;a
de todo o mundo civilisado reconhece a justiga
d nossa causa-, e as nacoes amigasvera na nossa
victoria a liberdade, que as vingar das iujusticas
que tambem conunetieu coutra ellas a ambiguo
bonapartista.
, O povo allemo encontrar a sua unio no
terreno do suffragio livre. Agora s se trata da
honra, da liberdade da Europa, assim como d .
bem estar dos povos.
O rei agradecen depulago qn) Ihe apresen
toua raensagera da resposta com as seguintes pa-
lavras :
Esta mensagem convence-me de que a mis
sao que a nacao se impoz, e que en nao cessarei
de proseguir com infatigavel perseveranga,se ha
de curaprir.
Grandes applausos saudaram estas palavras, e
por unanimidade se votaran) os projeclos de Vei
concedendo crditos, e a applicago dos arts. 19
e 20 da lei acerca da solidariedadc federal.
Quando o conde de isniark coramunicou ao rei-
chsug, a daclaraco de guerra da Franga os di
putados levantaram-ae todos e prororaperam en)
enthusastic hurrahs I
O rei da Prussia tem 74 annos e onserva
admiravel actividade e energa,; julga-se invenci-
vel e destinado a fundar o grande imperio da Al-
lematha. Dotado de carcter viril a batalha de
Sadowa reiemperou-lhe o espirito, e desde eoto
que se considera chamado a realis v uma grande
missao na sna patria
O principe herdelro Frederieo Guilherme, pus-
sue tambem grandes dotes de energa e palriotis
mo. Frederieo Carlos, sobrioho do rei Guilherme,
partidario da gaerra e aspira o triumphar da
Franga como triumphou da Austria em Sa-
dowa.
O general Mollke o mais Ilustre dos chefes su
perlores do exercito prnssiano, tem grande repu-
tacao come bmem de tctica.
A conflderagio da Allemanha do norte tera no-
ve pragas fortes de primeira clase: Maguncia,
Coblealz e Colonia, sobre o Rheno ; Kcenigsteine
Magdeburgo; Stellin, sobre o Oder;Posen sobre
o Wartha, Dantzic, prximo da embocadura do
Vstula; Koenigsberg, sobre o Pregel.
Todas estas pragas fortes esto em territorio
prussiano, excepto. Maguncia (na Hesse) e bcewgs-
tuin (Saxonia).
As prajjas fortes de segunda ordem sao qua-
ttorze: Sarrelouis, sobre o Sarre;Wesel sobre o
Rneno; Mindeu sobre o Weser; Erurt, sobre o
Gera;Torgan sobre o Elba Spandan sobre o
Spre; Gloyan soi>re o Oder, Glatz Neisse, sobre o
Neis;Sondembnrgo, Duppel, Kiel, Fridrichastd,
Stralsnnd, e Colberg, sobre o Bltico.
As pragas fortes le terceira classeso : Wilteai-
berg sobre o Elba; Kesel e Kustria sobre o O
Grandeux mnd e Pillan
sobre o Bal
dars do Wesser, do Elba, e o forte de Memei.
O exercito prussiano dividido em tres grandes
corpos: O do Rheno, s ordens do principe Fre-
derieo Carlos; o do sul commandado pekj prin-
cipe real; e a reserva las ordens do rei Gui-
lherme.
O exercito em lempo de guerra de 9fi mil
homens, a saber tropas do campo:11,950' nffi-
ciaes -f 497,573 soldados; 132:438 cavallos; l,28i
pegas.de ariilharia, e 13(593 vialuras. Tropas dos
'feposTlos: 4,477 olciaes e 168^)04 soldados;
22,955 cavallos e 220'pegas. Tropas da guarn-
gao : 4, vallos.
Outros: corpos: 472 offlciaes, 5,760 soldados e
1,200 cavallos. Fortalezas: 1.68Rofflciaes, 57.688
soldados;. 30,141 cavallos e *60 pecas. Total
914,794 homens. 209,055 cavallos ;. 1,054 pegas de
artilhariae 12,873 viaturas.
O governo prussiano ordenou qne todo3 os
subditos da confederago germnica que servissem
no exercito francez, regresoasera immediatamente
a sua patria.
gpverao prussiano conceden vinle e quat*o
horas todos os subditos francezes para sabirom
de Berln.
Todos os agentes diplmameos da Alle-
manha era Paris, j receberam os seus passa-
portes.
Nao ha correio, nem funeciona linha alga-
ma telegrphica entre a Franga e a Allema-
nha.
Os prussianos fizeram voar a ponte de Kebt,
na raargem direita do Rheno-; a explo^o foi ex-
pantosa; os estragos chegaram at a margem fran-
ceza.
_ Tem sido presos alguns espioes prussianos
nao s em Paris, mas tambem em Reiras e Cha-
lons.
A Baviera tem j proropto o sea contingente
para a guerra.
Um corpo de exercito prussiano de 25 mil
homens atravessou a Floresta Negra eom direegao
a Mulhouse, passando pelo territorio Suisso, sem
que o rei Guilherme tenha dito at agora, se res-
peiiaria ou nao a neutralidade da repblica
Suissa.
Os prussianos foram chegar as suas linhas
de defeza at o ducado de Bade.
As tropas deste grao-ducado foram substituidas
por tropasjirussianas.
Um destacamento prussiano transpoz a fron-
teira franceza perto de Saarbruck, destruindo o
caminho de ferro no meo do maior enthusiasmo,
teve ama escaramuca com os francezes perto de
Gerswaler, em que ficaram mortos 10 francezes.
Os prussianos tomaran) a alfandega de Schreck-
liugen.
ATTITUOE DAS DOtasnENTe* POTENCIAS.
A Inglaterra v-se embarassada por causa,
de ama bou que Ihe dirigi o conde de Bismark.
respondendo ao duque de Grammont.
^ublicou-se em Inglaterra a proclamago
real da neutralidade.
A rainhe Victoria expressa neste documento o
seu pe-ar por nao ter podido evitar guerra entre 2
soberanos com qaem tem reiages de amisade.'
A Inglaterra e a Bussia pedirara a neulrali-
-ago do mar Bltico, fundndose em que ella
neressaria Rara assegurar o livre transito do coin-
mercio de toda a parte.
A Inglaterra e a Russia vao mandar fortes es-
quadras para o Bltico.
Parece confirmarse a noticia de um tratado
secreto entre a Prussia e a Russia.
O sentimento publico em Inglaterra pouco
benvolo Franza.
Nao ha ainda noticias sobre' a attitude dos
Estados-Unidos.
A Liberte diz existir um rratado offensivo a de-
fensivo entre a Frang e a Hespanha.
Qsjornaes italianos pedpm o armamento imme-
diato do paiz. Diz a Gazela de Italia, que Cari-
baldi sahio de Caprera para o continente.
O governo italiano euainou s armas 120 mil ho-
mens da reserva.
J foi notificado offlcialmente aBerlin a neu
tralidade da Dinamarca e da Sucia.
Foi chamado a Gopenhage o general dinamar-
quez RoasbuelT que est na Argelia.
A Italia est nabera de pasqun) reclamando-
a allianga com a Prussia.
A Franca, dltim eMea, ajudou-nos contra a Aus
iria, mas lirou-nos Niza e S:iboya.
Em eonipensagu a Prussia que representa ju a
liberdade religiosa na Europa, dea-nos o Vneto
em Sadowa, e offerece-nos agora o Tyrol e
Roma.
A Austria nao se intremette na luta entre a
Prussia e a Franga, se a Russia se conservar neu-
tral.
O governo hollandez vai lancar um imposto
sobre a propriedade, al'uu de acudir as despezas
que tem de fazer por causa da neutralidade ar-
mada.
Dizem de Constantinopla que o Soltoj)5e o
exercito e a inarinlia ottomana dsposigo do
imperador dos francezes; diz se ao mesmo tempo
que a Inglaterra, mal se dispare o primeiro tiro,
far entrar as saas tropas no Egypto, sob um pre-
texto qualquer e se apoderar do canal de Suez.
Esta noticia porm, nao merece confianga alguma,
pois verdade que o parlamento inglez, aps ton-
ga discusso se pronunciou pela neutralidade.
A Turqua eharaou as armas a 1" classe da re-
serva o que elev o exercito activo a 300 mil ho-
rneas.
DlYhBSAS.
correspondente er
A questao de Roma foi suscitada entre a
Franga e a Italia nos primeiros momentos do rom-
pimento; assegura-se al que o governo francez
chegara a resolver a evacuaco de Roma, mas que
por conselhos da Austria to importante questao transigao mais auspiciosa.
poirntAi.
Nosso zelosa- e Ilustrado
Lisboa nos esereve o segurase
Afina! a dictadora fatigou-se ao qne parece
do estad anormal em que se collocara, addiando
o parlamento e nao ojsando dissolver as corles.
Era o ser e o nao ser. Era dictadura de ficto,
e o parlamentarismo de dirfto, constrtuindo ama
.iluagao excepcional e *om exemplo as fastos po-
lticos de Oyoalquer naco onde vigore veja o re-
gimen constitucional.
Conv-icado o consefho de estado, no pago, foi
apreseatada 1> dias a qmsiio da dsoiugo da en-
mara dos depulado, e afina/ vencida por maroria.
Parece qne o dictador a seus colleg.t nn
aprssentavam lixaco de praso para a nova ren-
nio das curtes, mas que afgans dos conseiheiros
de estado ponderaram ao soberano qae sena df*
alta inconveniencia emittir eses condone. Estas
razors fizeram pesov e o decreto da dissoluoao sa-
hio notando a da 3 de novembro prximo foloro
para a reunio das corles, tengo anda o asta-
dio que a dicladura iem de pwcwrer, sao maisV.
tres mezes; entretanto, se o governo os aproveifcr
melbor do qne tem aprnveitado a lempo decorri-
do de 19 de raaio al hoje bom-ser, para fazer-ae
absolver do caminho nconstitueioaal em qne s*
langon.
As autoridades saperiores adminslrativas (go-
vernadores civie; foram lodas modadas liccao do-
governo e grandissimo numero de administradores,
de conselho tambem. E' sstro velf e j agora
incuravel este de quemem os governos faz^as?
e*f>*8ophismando a atis apresiavel das garan-
tas polticas do povo. Todos o ten feito e mal
sera remedio.
< Trabalham activamente agera tres centros
poli ticos de opposigo, a saber : < sala das con-
ferencias- > do largo do Carmo (enrLiskdaj, grupo-
Ittstonco a que presde o duque de Loul. como
St. Lobo d'Avila, Mendes Leal e mudos outros ho-
mens poucos que faziain parle da situago derri-
bada em maio peta revolia de 19 ou a apoiavam-
se o parlamente;ao segando centro-(o da ra-
do Norte) preside Sr. Joaqun) Antonia de Agolar,
com os Srs. Fontes Pereira de Mello, Antonio Ro-
drigues Sampaio, Andrade Corvo, Jayme Munz e
iudos outros cavaiheiros do antigo partido rege-
nerador, cuja fuso com a fraego Lale lerminou
por urna ruptura formal, embora entre ambos os
centros baja negociages enlaboladas para uma al-
lianga ou colligago que lem por fkn- debellar a
dictadura.
t 0 tercero cent (ra Nova da Aliada pa-
lacio Ouguella) o dos amigos do Rvd. bispo de
V.izeu. Preside a este Club Poltico o marquez,de
Sa da bandeira O- prelado vlziense est na sna
diocese e de l corresponde cora os seas correli-
gionarios. Pertence a ust grnpo o Sr. Latino
Goelbo.
i Uma follu affecta a este grupa dii hoje que
< o grupo histrico decidi nao tornar nenhuma.
< resolugao acerca darepresenlarera lodos os par-
c tidos contra a dictadura,- sem que o eentro do
c Sr. bispo de Vizeu decida se quer representar
conjuntamente con) os grupos nusturiAi-i regene-
i radar, que j estae de aecordo oeste assnmpto.
c Com estes elementos hade ser muto disputa-
da a eleioo dos deputados, mas o governo com a
macnina eleitoral bem montada ha de Iraaer mate-
ria ao parlarmento.
Uma cousa boa j resultou da dictadura; foi
o constiluirera-se os partidos que andavam desiei-
xados, apathicos e indilerentes.
< Ora para rauda gente boa ainda problem-
tico, se, fra do cstreito recinto de cada fraegio
miliunte ha muto quem quebr langas pelos che-
fes dos partidos e seus programmas govsrnativos ?
Creio pamente que anda nao, ou j na.. O paiz
esta omito < escaldado > (o termo vulgar, mas
infelizmente exacto) do todas essas promettidas
patinadas polticas, e conhece inuito i cada um dor
homens de estai.o que tem tido as suas raaos as
redeas do governo d Portugal, com a desfortuna
de verem o succossivo compromettimente da fa-
zenda publica. Neuhuin des-es grupos logrn o
louvavel intento de atteouar o dficit de um modo
efflcaz e nolavel. O paiz sabe de cor e salteados
todos esses minies; d a cada um a consideragb
merecida pelos seus talentos pessoaes, honradez de
carcter, prendas e do'es polticos, oratorios tribu-
nicios, iornalisticofl uu burtaucraticos, mas o que
nao ple aiorrer de amores por neniwim delles.
porque est empedernido para ns suas boas pala-
vras. Existe pois aiiiinago poltica qne procura
irradiar dos clubs ceniraes para a superficie do
paiz ; o que nao ha porm enthusiasmo, activida-
de, forga de opinio que parta bem pronunciada
da circumsfereucia para o centro, qua nesse que
consistira a vida poltica activsima.
Algumas cmaras municipaes tem represen-
tado contra adictadura ; outras tem pedido a con-
vocago das cortes; algumas juntas geraes de di-
trelo tem-se recusado solemnemente a distribuir
o contingente da coulribuigo predial pelos respec-
tivos conselhos, por ser expressamnte ihdoadi
no cdigo fuodamenUl da nago qua s ao parla-
mento compete lixar animalmente as despezas-pu-
blicas e repartir acoolribugSo directa, e que a ini-
ciativa sobre imposto* privativa da cmara dos
deputados. x
t Ao mesmo passo porm que taes protestos <
represenlaces enchenr as columnas das foihas
oposicionistas, figuram as foihas ninisieaiaes as
febeitages de outras cmaras municipaes ao du-
que de Saldanha por ler ouadamenle libe; lado i
paiz da^narcha etc. etc. etc. ,
t Tudo isto symptomalico de nm certo mov
ment da opinio, mas ainda nao representa com-
pletamente a parlicipago da povo propriaraente
dite na viia constitucional e na actividade po-
ltica.
Confessemos, porm, qua a ndifferenga e apa-
Ihia e precursora da extrema decadencia, do ulti-
mum moriens dos povos.. Essa qua era rnedo-
nb.i 1 Felizmente estes factes por ora solados, sai>
fora novamente addiada,' devendo ser submettida
ao coogresso europea, que, necessariamente ha de
seguir terminago da guerra, conservando-se
al entao o Slat* quo.
Na commisso da cmara do? commum en
Inglaterra, disauo-se o bil da educago. Susci-
teu-se uma discusso bastante viva nicamente
sobre a maneira de impor aos paes a obrigago de
educar os tllhos.
Mr. Mundelio insisti pela obrigago absoluta, e
alguns dos membros propozeram comsromissos e
obrigaces dislincias daquella condigo.
Mr. Forster em nome do governo admittio a ne-
cessidade de uraa especie de obrigago, mas disse
qne para isso era preciso empregar muita pruden-
cia deixando este negocio entregue a discripeo
das membros da commisso escolar. Foi neste
sentido que a cmara votou por grande mate-
ria.
O gabinete de Alhenas pedio a sua demis-
sao; foi encarregado da organisacao do novo mi-
nisterio o Sr. Deligeorges.
Quebron o orvach-Bouk, Scando 6 sen pro-
prietano Sr. Richard Hervey alcangado era 7 mil
contos de reis fortes. Sr. Richard suiJiaou*e com
ura tiro de rewolver.
IHFALUBIUDADK. .
Foi finalmente votado o dogma da nfallibilidade
por 5.13 contra 88 ; dos 613 votes houve 62 votos
condicionaos; entre os bispos qae regeitaram
im se os de Ymnna, Praga e Besangon. Antes
-nne e da promulgago ha ver nota
nova reunio para se combiuarera os votes dis?i-
Cmo se v das noticias da guerra, as ten-
dencias todas sao para localisarem-se entre *
Praoga e a Prussia. A Russia declara-se neu-
tral ; a Inglaterra, pela sna diplomacia, faz esfor-
S's para evitar a guerra. A Hespanha torna a
ligar as vistas para o duque de Aoste, visto ha-
ver-se nullogrado a candidatura do principe Leo-
poldo Hoheozollern. Portugal parece, pois, Bear
era situago neutral como convm sua prosperi-
dade, anda que algumas pessoas de voto aulorl-
ado tenham aqui dito qne, em voz de calamidad?,
tera sido pelo contrario grande elemente de vida
para o paiz o ter de enfileirar-se ao lado de umn
das potencias belligerantes.
c Esta idea se fosse proclamada nao seria po-
pular, conhecem-n'o os propnos qne assim o pen-
sara convictos, porque o povo sabe em que estado
esto por ora as nossas cousas militara*, e nao
sympalhisa com os fundamentos allegados para
nma guerra entre dnas nacionalidades estrangei-
ras. Se fosse offendido nos seus brios de nagao.
o caso seria diverso. A historia de Portugal foi
adoptada por Napoleo I como exemplo e incentivo
de heroicidade, e a liga d'elfa determinaba por
("decreto sen para lodos os lyceus imperiaes.
e Ora, em presenga dos acontecmentos e do
papel que tetemos de representar durante a lote,
o que cuaipre armar a nossa neutral idade para
podernos deserapenhar o que determina o direilo
publico internacional.
t Parees que o governo brevemente aprsente/*
medidas importantes neste sentido. Assim o pro-
metlen em um doameoto offisial o duque de Sal-
d'Ju'na patritica Commioo Ctr
Tir

I


*
Aymo d Pernambico =- Quar
tfl**
10 d ffOg de 1870,

4 ftmibro h.ijc amo ijbKcoa as
penla la carcter militar.
Aproas rt*de honiem vera a creado de urna
Irfiio do a tropas destinado ao
serpeo d*> prmfincs ultramarinas, cotnpoato de
uw estado maior, de tres balalhes de iofoutaria
tigetra. 4a ama brigada co artilheria.
O quadro da l'gio coinprctMnder 1658 pia-
ras entre ofuciaes e soldados.
" O qmrwl habitual da legio e 4a torca drspo-
noel em Vsba.
< O decreto de ti 4a judio.
Uuu ordm de exeralo di mosraa dala pro-
UMive i coronel uin tenente coronel, a majores 6
caities a ca pitaes 6 taent, a leoentes 1 alfee\
a alferes \0 sargentos i,> ejercito, senda contetu-
plad.sawsu promoQie os oficiaos inerwnss e offl-
aes que lomareis v*rle na revolta de 19 do
mata.
6 qae loraoa mais frisanti para nao lbe dar
HiTonump, es|a prrni'i',-:'!), diier e decreto que
r ailendsu m* servias uUimcMenle presla-
d*r> {'.'.) Esle .rrtfcmaflwie precioso.
A proiiK<{'> sem prej utxo ios offlcaes mais
atipisdas suas respetivas etases e armas.
D'.mde se Jedux, ou parece deduzir-se que a
Legia do iMtromur toi inventada para recompen-
sar cura postas de accessu aquellos militaros $ne
-eguirara o marechal de noite'desde o patee do
raides e foram para o Urge da Ajuda susteatar
o soipe de estado.
E' Mi o que u diz, e cetno se v, nao eram
d'esla lulnreza as medidas esperadas para a de-
fe* pate. O'qu se cetlige que foliamos ao
periodo las bernardos militares (praga que ha
annos tinha acabado, e que dava em resultado
gande* promiicdes qae representam noves ncar
jj para o ih -sonro).
Por oatra pane nio menos cerio qae osar-
vie* militar ex|iedcr>naro era mo. Ha-punco pre-
civa-se mandar 250 prac/is par Mario, que
t:m betlo clima, e s depois de. gratde* diligencias
m pjdermtu alistar 2S7, que partirn) a 25 de
i uniii.
No relatart que precede desreta veem mui-
to Van desenvolvidos os fundamentos da creacao
ietnforc ulimmariri. que bem se justifica e
efit mui.i be-n i sabida, a nao ser o facto de
(tmhiar e.im u p >4 de iccesso todos os revolta-
os i H di iKfi.iu. Oirio, porm, ontrus, que a
creeco da legiio imposta aceesidade de otn
em*, e tjue a jro lo^ao um facto natural e coiu-
pieuioeuie air-fiartl. Se a. Agora que um facto
.^e-^i i-nos ver c t.o se tira partido dec-sa organisa-
do conGr-
das locadadei, o oro
Na organisaco das corpnraede* administrari-
vas extinguiram-se todas as entidades de origern
es'.ranha elei^ao.
t os trpds aJinihi?jtativos todos os vogacs
devem ser electivus.
i A'sgarjmtus que.ava oconselho munlolpal
cura a sua iuterveocao deliberante uos negocios
miis graves do inonkiniQ. flcam compensadas
rom a intetycnc.il i consol ti va dos .ious aiores cob-
iribniules m cada fregueoa do conselho, sempre
que a cmara tratar de contrahir emprstanos
con ojpotoeca ou de organisar o orcamento da
receita e despera.
t Pelo novo eodjgo acaba a garanta qu
coneadia ai'S fnnecionarios administrativo i da nao
poderem ser demandados civil ou .tyirainalmenuj
por Tactos relativos ao exereicio das seas funeee,
sema autorisae) previa do gpven. A
Determinro-se igualmente a naWlttacoss e
condi(;oes necessaiias para a nomeacao dos tune-
eionjrios administrativo?, sera todava P"J"
dicarem os interesse creado dos qae eeuverwn
do decreto
a?fln as"iSTwt^B?apB respei.
a'aquelles que ja deram provas de bon
sein reunirein as condiooes prescriptas
reforma. ... .
Consigna-se umbera o principio do que as
servico
na nova
fuacces de conservaturu ^owam sei- commetUdfs.
n'algins codeellios, aos magistrados administra
Fallccira o raarquei das lia? (D. Pedro).
Cov,
Luzia, de 2 annos, de Domingos Goacalves
raneo, por OOJ.
I 16 annos,- de D. Rita Joaqnina da
ror tOQf
dina, de 30 annos. e san Uno Carlos, da
^^^^^frenco Loztano de Castro Beitort
por l:O0O, dando a soeiedade 183* qae falttvam
para eompiatar.
.ii.1r.za, de 3t annos, por 100J para com-
pletar, i^m
t Amelia, 6> 55 ana, da 9t. '-eur Aafosk>
lllarquds, por |W*.
i A ultima ora, partcolanBiite entre almas
socios, em noane porra da soeiedade, Podra, de 9
raezes, por W.
c Ainlr, de 9 a naos, nnioanMate pof sefse-
nhor o Sr. los Ferrara da Silva- Jnior, que en
viii sneiedatle a carta de liberdade para ella
da-la emaea nome.
t Lucreeia, de S annos, unieamente palos her-
dein do casal de Ltift 'Paulino HomeM fle Loff-
reiro Sipueira, tambera, em atteocao soeiedade.
Aiguns svMitos poringoazes, resideoUs na
eapii4 da provinta, jffereceram ana Sumptnoeo
baile offiealidade dacurveta Ououn du Terceira.
:grarema para boa
i descrever
4o dia 3 umi^H
popntacao o desembl^^^^^^^l
lo caes \*avam o,
.wovincia, chefi de polieia, todos os
bli-os, no meio de
1 peasoas.
do mesiro caes cbava-se (j^^H
preparada para a reoapcao a'aqtV
soldados da patria.
Du lado do poenle lavanuva-ae uto, pt.'inaao, rj'Eu
"egante^eorto de qjnalro cotttrana, qne sus-
ivarn ama cpula de ferina cnica, decente
atole decorada com as cores nacionaes.
a Dentro della eslava a eUgie do Imperador, qua
dscancatl obre um pedestal a maneira de thro-
ni, coDveaientemente difuoato.
< Estatuas, flores, cortinas e tapetes completa-
r.m a decorarao e Ihe daram raaior realce.
t Mais adiant*. e na mesma direcca.i, junto a
c. lauuia de marmore qae da nouw nwsma pra-
c>, erguiase nm paianque de forma rectangular,
.sistemado igualmente por colnrlnas, e brilbant"-
* Jl ser v Cimecon o baile is .
primoira quadrilba nina linda coiaposican do Sr.
Estrella, i diiMicta profcssor. quo se achava no
baile, qnan'do foi exe':uta4a a sua quadrilha ^abio
para u oraboin, tu qual teiii"U jurte.
Era orebestr.i de habis artistas regida
pelo Sr. BernarAuo ao Ue# Barro.
i Oservip foi de riqueza inexcedivel. leftr
i O overno premi'w herona das guerras e c >m osrecarytis da trra nao se podia faier. He-,
va, D. Mana Pires com o grao de otfleial da una a abundancia delicadeza e exquisitice das
iwnte ornado..
Ah se aehava nm bonito grupo de joven* rio-
S e meia Iwra, sendo a, f qndense, testidas de branco, tendo as frontes
eigrinaldadas da flores de larangeira, e cingidas
m litas verdes e aimrellaA. Tres d'entre ellas
stentavain as bandeiras das tres nacionalidades,
ordem da Torre Espada, e com urna pensao guaidiigiuria?, finetas,doces. vidUos,licores, etc.
,.,tO em proveito das nossas p.wessoes do ultramar :
' Sao ja *> tago do ultramar as forjas que o
jiania liaMAdar para a adia.
As pravas de Li b.i e Porto desa?radou mui-
"o, min > ja five necasiao de Ihe dtzer, a entrada
do rendo d^M-tflhaes Uaaqueiroda ravolta,e-
nmde ^ aflftniw, pa a a ia*a da fazenda. Oes-,
ijrr.idi) leot-se tornado geral, porque a descida
mais rpida dos fundo portngoez*^. coincide com
i saa presenta n> gabinete. Cbegaram os da di
vida ixtema a estar era Londres lia poneos dias
a t\. Em Li*b9a, os da divida fundada interna
V-tivam limiten) a 21,5. No sabbado descerara a
9. Por urna simple* portara d-t 2:t do eorrente
foi taterMirMdn ln none n .has que a parte do^
reWHMMb ltario d tfandega grande de IA4MM
que .'iitrv.i r.i unta do crdito publico para pe-
g.i;ieiita dos. toro* das in>crip^6es, fosse para o
itin-ode'P ir ir-sal! H muita probabilidade que
tim qu* afptrtienle se dk ser realisado pelo go
vernn. O r*tvo qi^ est rdem mal pensada
jvrudnzia -earM paoici as inse-ripcSes deseeram
muito. A jueta repreitmitou ; parece iue se v:
faier u^a gr.mde reun-io de jurlas para repre-
sentarem centra e-ta medida.
H.intem, porm. foi <*xpedrda urna portariaa
junta do crdito puho demNad, que aehando-
se o ihe<-iuro p habil para acudir dspotas publicas, > vigorar.)
tmporariam^ute as disposieoe* da portara de 23
lororrente prblicaila iiaf)//ur#/7ic/of.
Oeinarestimo contratado pelo o vera o foi
9 por eeii;... ..
."o me record se Ibes tinta dado noticia la
di decreto dictatorial ^ue redM todos o* laade-
niios tte bi-ns de mo un ra, corpuracSes, cmaras
raunicipaes etc. Os motivos allegados fur.dain-ee
no qnanto e^la medida deve facilitar a venda e
resamorli.vtco d'esses b -ns. Os aggravos e qnei-
xas contra a medida tondam-se na illegalidadc e
injustica de se defraudarem os directos senhori-s,
em f.tords empTritentos.' A medida parece que fui
ben recehida no Porto. A nppos'.cao ci)toale r
govrrao com mai e-1-'-pretexto.
Ho^e haver grande rennio poltica do ceir
dos partidistas do hispo de Vtteo, na roa Nova do
Almail.i. A circular resignada pelos S's. mar-
que'. d.SaVLatino Oaelhol Almei.la e Albuqner-
qne. Uibeiro da Cunte.i, e Vscoocollos Pereira
'. utntiiu. Eeram-e dl)0 convites.
t Faiextuicto ltimamente o deposito pnb!icQ,e
hem *im todos os depsitos as comarcas judi-
.-ae-, Revendo os valr*s ser depositados pelo po-
der judicial n ;s bancos mediante juro. Entretan-
to f i : i urna portarla p do ministerio do
rein.. para addiar a deeneao do decret que ex
unguc n deposito pulilico. Parece que a junta de
deposito e ..ppoe exeeucao Testa ordem sem
que o merate seja regr O fie-soal >nperior oa companiia dos caminhos
defi-o de nortee leste soffren t)terar,oes. Veio
uqto lia poaoe o general Gandaro, grande capita-
'i-la ooffl pi.ieres de*cricionari^ sobre o modo
d r<-f..nnar i s.-rvieo das Hnhas, e deixou como
*-ii liijiar lmenle um oerto Mr. Ladame. Terr.
-ido despedidos antigos empregados da repartieao
-ntral, e nm ijrande numero de operarios, sem
taiiar tus retuccoes dos servigos da explorarn
;eseo:iHf o-< guardas a OG t. diarios, as raulhe
res guarnas das pasaagaM a nivel a 40 rs. diarios
*t. 14oanetinou aquella pobre^gen'e, por nao
txidcr vlver enm taes miserias, preciso notar
>iue. a i-<>mpanhi.i tem fjnccionanos que vencei
i, U e 8 contas de reis fortes cada auno.
O re-altado de ludo irlo que as locomotivas
l>ercorrem muitas kilmetros sem guardas nem
vigas. Os joroaes j comeeam a relatar desastres
Jalaes. O grrerao por ora nao tem posto cobro
este* deseoachavo-. Naturalmente. e>pi?ra-se por
algnni descarrillainentn ou abalroaraento degran-
le vulto em que baja muitas victimas. Ento sim
.snbor. llo dechover s medidas, porque depois
de roubadas, trancas as portas!
a E-tas pequeni'js. mas :.trotes perseguicoes
*os apranos emprimados nes caminhos de ferro,
ii*atn ando lo escasso, tem indignado toda a
traole,
N Foi publicada o Diario de 23 do eorrente a
refonsa administrativa. Eis o resumo que urna fo
dba d- tfbo faz do novo cdigo :
Segund." ?e l no relatori a reforma ussenta
obre tluas bases faadamentaesampliacio das
Vacuidades e garantas dos corpas administrativos,
stMitapdo-o.' quanto passivel da tutela do poder
centrale descentralisaclo para a< local.dades de
tiiuita servipoe e en largos que pejavam sobro o
(roverno do estado^ dotando-as ao mesmo tempo
rom as mais ampias fa raldades tributarias para
padeirm srlisfazer r'onveBientemente ao augmento
de despegas que importa esta alteracao no nt^so
-y-tema de adtnrhrslraco.
Faciiita-se aos habitames de qualquer muni-
cipio o poderem promover a sua annexacao, e dao-
se as facoldades precisas ao governo paja a decre-
tar, qnando os encargos obrigalorto3 nao poderem
ser satisfeitos pelos recursos do municipio. Mas
enineohum caso a annexaeao pode ser decretada
sem audiencia das respectivas corporales locaes.
Altern-se abase que estavam sogeita as
eondicoes de elegibJrdade. Pela nova reforma nao
se errjre censo mais elevado para elegtvel do qne
para eleitor.
As juntas geraes de districto fkam sendo de
edetca directa.
i Os vogaes da junta geral nao sao propriamen-
te prueuradures das eorporacoes raunicipaes, mas
ver Jadeiros procuradores dos povos, a por isso,
como os vereadores, devem ser eleitos d reclamen-
t" pelo.corpo eleitoral.
< Eliminou-se o qne era relativo ao recensea-
mentodos eleitares, s solemnidades da eleicio e
peaaulade corospondente aos delictos eleito-
rnes, ficando a eleijo dos corpos adzcinistrativos
intciranienie-sugeita is leis geraes applicaveis
leica i dos depnlados. silvas as modiffeaeoes taxa-
tivamente expressas do novo cdigo.
EsUb.elece-se o principio do recurso de todas
as decisoes da iunta de parorhia e da cmara mu
do .que, sem ffirir a ndeuendencia
tas co/poracSes, geja.n garantidos os nireitos e
p da ociedade. Po-
a resolu
:onflrma?apj
s, em qae carreen! de appro-
o conselho de dliJrifta, corpo
imlar, o uiretlo da confir-
B quartilo as
s d'estes corpos adminisiralivos'en<*olveni
s de maior consideragao, que perteCce
lo, como protector do desenvolviniente
do sidde de seu fallecido marido, publicando os j
dan ^ segrales decretos :
Besejando dar a B. Mana Pires, rainha de
Cov, na ilba de Timar, um testemurdio pnblico da
mintia muuificenca, e emattenco s eminentes
quliddes qqo a desiinguem n aos actos heroicos
e verdaderamente varom- que prticou pvra
restituir obediencia e dominio da corda de Por-
tugal, o dit reit que contra este se hadare
helledo : hei porfcem faier merc sobredrta D.
MtriH Pires, aorroindo proposta do ministro
seor:1aro de estado dos negocios da niarmha e
do ultramar, d) grao de nfflcial da anliga e umita
nobro ordem e mrito.
O ministro o secretario de es'ado dos negocios
do peino a-sim o teoha entendido e fa^a pxecutar.
Paco da Ajnd.% em 21 de julho de IS7.RE.
os Di < liaveudo a rainha de Cov, D. Mara Pires,
viuva do teoenie do bxtalbo de Imha de Timor,
Mariano Pires, no dia Ct dn marco d'este anao,
tora auxilios qne obtuve de ontros reinos, atacado
[& incendiado a trauqumr dos suWwides do mes-
mo reino de-C.iv, levaudo basteada bandeira
pringela epraiicanito aetos da admiravel he-
rici lade; tendo em c-uisideraco o praeedimento
varonil da mesma l). Marta Pires, e osseus senti-
mentos de lidelidade e adheso eorfla portugue-
a : hei por bem fazer-lhe merc de nina pensao
igual ao sold de seu Killecido marido.
Os imnMros e secretarios (Testado, de todas
repartieses asswn o tenham enten ido e facam
axecuur. Paco, 19 le julho de 1870.RE.
Duque de SiManha.,los Dius Ferrrira.Conde
de Magalhdes. D. mz da~Canvtra \jme.
Mrquez 4e Angeja D. Anfonta da Cotia de
Souza de lacedo.*
Foram agraciados :
Con o.Mulo de conselho, o Dr. Jacintbo Au-
gusto de Frtitas Oliveira, orador parlamentar ;
Com o de conde de Souza de Macedo, o ntori-
nho na marechal Saldanha D. P.^dro da Costa ;
Com'o de viscoad* de Mont'ariol, o onsellici-
ro Fruueisco Manuel da Costa, antigo magistrado
administrativo e depilado em diversas legisla-
turas ;
Com O'tKnlo de visconde de Mides (2a vida)
o conselheiro Cezar fiibeiro Aiiraacl.es Ca.-tello
Branco, presidente da relaco do Porto e orna-
mento da raagUtratura portogueza ;
Com o de visconde de Benalcanfor, o escrptor
e antigo jornalsia e d.'putad-, q Dr. Ricardo Gui-
tiiar s ;
a Com o de bario de Santa Cruz, o Dr. Bartho
loineu Torqnato de Souza e Silva, nalnral de Pt*r*-
nanibueo.;
t Com a commenda da ConceicSo, o subdita
portuguex resnenla no Brasil, Joo Eiisiario de
Carvalbo Montenegro.
Clieiiou a 23 dos portas do Brasil o vapar Gi-
ronde Trouse para Lisboa 74 passagtiros, que
hoje saem da lazareto, fcjm como os 49 cuegados
do Para ou vapor Aabrxze.
Dizeraque val ^er publicada a deelaracao ofi-
cial da neutralidadc de Poriucal, como do e.-tylo.
1 de agosto parte para Pernambuco o
vapor Donati. Serei mais extenso.
_i
N*ae dia o ^aabaiiaimg dos
as raas do rasoavel, e haver
motivo para eleva-lomaje a liu-
^oticlas de norte do Imperio.
" Chegou tambem hontein o vapor brasileiro T
cantms, trazando joroaes.: do Para at 31 do pas-
sauo, do Maranbo al 3, do Cear at 5, do Rio-
Grande al 7 o da Parahyba at 8 do eorrente.
RABA..
Achava-se no porto de Belra o vapor pe-
ruano Tumbo, construido nos Estados-Unidos com
defino a exploraea dos ros tributarios do Ama-
z as, pertencenles ao Per, comecando pelo Tam-
bo. No dia 26 do passado artuirio o seu com-
mando o capilo-leneitte Eduardo Raygada, offl-
cial da marinha peruana.
A curveta de guerra Mag collocou de novo
a barca-pharol no aotigo logar, e no caneco do
sul lo banco da Tij a urna boia. A situaco da
barca pliarol v a seguinle :
Latt. da boia vermelha 0o !6' 21," 42 S. Long.
47 tV 27 G. It.
Di-i. da boia vermelha barca pliarol 3' I.
Rumo 71 48 ti. NESO.
Latt. da barca pbarol 0o 231 34" 36 s. long.-
47 52,' 7 OG. k.
Disiante da barca pharl a ponta Tyjoca 8,' a.
Ruhio 2" a' NESO.
Distante da barca pliarol a ponta de Curuca
a,-9.
Rumo 33' of NOSE.
Bulante da hua vermelha ao cabeco do ul da
Tyjoca 3/4 milhas.
Distante da barca pliarol a Braganca 1,' 3.
Lomos no Jornal do Par :
c Montera (0) pelas oito horas da manha te-
ve logar, como ha u determinado o edital da pre
sidenea, o desembarque dos restos roorlaes do
intrpido general Hilario Maximiano Antuoes Gur-
jo. um dos vultos mais notareis da sanguinolenta
guerra do Paraguay.
Os arjoran Gama e Cjsta e fcotinelli, o aju-
dante de ordeos da presidencia e milos amigos
do tinado foram bordo e acomnanharam a urna,
onde os reatos do Ilustre g-nerl estavam depo-
sitados, at ponte da goarda-raoria.
t Ah chegados, e aehando se presentes os
Eiras. Srs. ice presidente da provincia, chefe de
polica, brigadeiro commandante das arraae, chefe
de dlvisio, commandante do 3. districto naval e
um grande concurso de pessoas gradas e de tedas
as classes foram conduzidoe para a igreja das
Mercz, onde .-e resou urna missa.
Pegaran) as argolas do caixo o Exm. 6r.
vice-prestdente da provincia, visconde de Arary,
commanlante daaarmas, comman 1 inte do 3 dis-
tricto naval, e os Sm coronel Manoel Ignacio Bri-
cio o o capitao de mar e guerra Antonio Ernesto
Lassance e Caoba.
< Nada Jattou que o acto Mvesse toda a so-
lemndade'de que era incoutestavelmente digno o
Ilustre general, que tanto honrou a patria e a
provincia, que o vio nascer.
< Desde s 6 horas ds manha at o nm da
missa o forte do castello, curveta Xag e brgue
Maronhao deram salvas de qoarto era qurto de
ora.
A alfandega reodea de 1 a 30 do passado
535:722*610.
Ficavam carga os navios : Uarquez de
Santa Cruz e Bertka Beinstorff para o Havre ;
Chtffbr e Starlight para New-York ; Jtt para Li-
verpool.
iuranhao.
A socedaie manumissora 28 de julho ealebroo
no dia anoiversario da independencia do Mara-
nho a sua sesso magoa, libertando os segnintesi
osera vos :
Mara Jos, de 5 annos, escrava de Antonio
Marcolmo de Campos Cosa, pela qaanlia de.....
830*.,
Raymaoda, de 9 annos,. de Antonio Emiliano
la Braga, pela uantia de 190*, para
noa, dv 2 anuos, da Joao Praneiico G
Belfort, por 100*. -
1 de l). Laura Ngaeira
de Souza Reno, por 100*.
Banedicfa Romana, de l aune, de D. Mara
Cecilia d M.raes Reg, pela qiaotia da 70*.
t Isabel, de % annos, de Luiz Raymuado F
ton por 100*.
A mesa tinha 61 talneres -e foi preciso qte as
senheras se wvzassefn qtiatro vezos, para serem
odas >ervid*s. Por aqu se v que nao exagera-
mos cslculaedo em W9 o nnmero d'ells.
Na prirneifr mesa oceuparam as cafeeceiras
o Exm. Sr. vico-presidente da provincia, comman-
daflte Simas, cnsul de Portugal e chefe de po-j
licia. _
t Levantan o primeire brinde o Sr. Dr. Crva-
o e 0>ivera a oflliialidde da curveta : ose-
gundo tai pelo Sr.'vice-presidente marinbimor-
tugueza ; o tercelro pelo Sr. conaul de Portugal
ao Sr. vice-oresidente ; o quarto pelo Sr. Di* che
le de poticia ao Sr. comvzl de Portugal.
Scgurram-se outros, sfldo um d'elle>dagra-
decimeoto-, pelo Sr. commandante ^rua*.ia ,
t 0s olimos foram levantados pelo S/..""fe'
presidente ao re de Portugal e pelo Sr. rfmman-
aQle Simas ao Imperador do Brasil. '
t Na segunda mesa, anda conservartlo-se na
cabedRira os taesmos senhores da primeija, levan-
tou o Sr. eoasul de Portugal nm bride ao Sr.
commandante Stinas, assignalandolliejs serris
as imporuate3 co*mlsso que tert desempe-
nhodo, c asistinc^eas que de sen gaverno tem re-
cetoido. ...
Respondeu o Sr. commandante brindandoa
eolonio portogueza do Marauho. ,
Seguiram-se ontros brindes dos srs. Custodio
Belchi ir, Vinliaes, oaquim Fragoso David Freie
e outros eavalheiros, de que nao palemos nos re^
cardar, e do Sr. Roberto Moreira, qie dlsse esl*
palavras: .
t Senhores i Rn ouso propor um onnde, nnr
brinde d admirado, dever e recoibecirntnto.
Eu bnndo trra clas-icala democracia, o
berreo da liberdade portngueza, cid")de dos gran-
des commettimentas; cidade que primeire> ar-
rostou as ras di despotismo ua patria de D. Affoa-
so Henriiiues e de D. J fio IV ; rldade que pelo
sl'u herosmo e abm'gafiTo f li/chaviada ciduie
eterna, e mais tarte *reconhecfla por eidude invic-
ta ; a cidade que na patria de). Pedro V prnneiro
alvon um templo ao.trablh >: cidaJe eonea e
eav.ilheira, que c.m as maio-s deJmonstracoes de
jtbilo quiz honrar a ofnciaUlad Ha curveta bra-
sileira Imptnal .VarmAfrt; e que com o mars
subido acatamento e defefn'ia acolheu a visita
de duas priiuezas do impef" de Santa Cruz; em-
Bm, senhores, napessod'darilluslre offtcl .telado da
corveta Duque da Terceira, eu, obscuro manahei-
ru, brindo e sad-i eida*. por justo titulo lau>-
hi-m italiana, i vicia cldidc do Porto. Viva a ci-
dade do Porto'!
o A esto brinde responden o Sr. commandante
Simas, tecendo nnr-cld /eligi a cidade do Por!-,
recordando que aquella nonre ridade,_ a patm da
liberdade portuueza, suarda o coracao de D. Pe-
dro IV, o immortal"ntqpe da liberdade dos dous
povos irmos. Tenuiii.ii oSr. coinraandanla, pro
pondo um brlndfe mKIo de w tas ns portugueze?.
Anda tienta rnezi b >tive eftes brindes:
. l)o SJ-. comm as ao exercito e ar-
mada d Brasil. oAa r>- Itianfe renomo que alean-
eara::i na caoipasha do Pargauy; .
Do Sr. barao de Pcniialra ao exercito e arma-
da oortticneza."
t Do Sr. consol de Portugal aos Srs. bar de
Pennalra eCnnhaJanior:
t Do Sr. Vinhais ao Sr. bario de Anajatnba: '
< D. Sr. Dr. chefo da polica ao ordeiro fm
mariraense:
Do Sr. cnsul do Portugal ao hospitalero po-
vo maranhense
< Do Sr. M. A. dos Santos cresceole unio So
Brasil e Portugal;
Do Sr. Fogoso magistratura brasileira ;
Do Sr. David Freir aos eavalheiros que pro
porcionarara aos maranhenses aquella oceasii
para inanifestarem os seus sentimentos ao pov.
amigo e irmio, ao povo de que d ssendiam ;
E ontros eonniissao da praca, a sen incan
sav'l presidente, aos repsenla a tes da nacao, ao
Brasil, Portugal, aos voluntarios, ao corpo consu-
lar, imprensa, etc. etc.
i Aps 03 principaes destes brindes tocavam as
bandas de msica o- hymnos nacional, poptuguez
e dos voluntarios e ouiras pracas.
Eram 4 1|2 horas da madrugada qnando ou-
viram-se as ultimas nota? da ultima quadrilha,
mas inda depois de 5 horas havia as salas mu-
tos convidados.
Terminou, pois, com a noute a explendida fes
t com que os portognezes desta cidade, sempre
animados dos mais puros sentimentos de patriotis
mo, honrarn) os seus compatriotas, digno* her-
deiros das glorias d'aqael'es ou dores que to alto erguenm a fama do nome por-
tuguez >
E dia 1* do eorrente.
A alfandega rendeu no mez de jnlho.......
278!937*283.
O cambio sobre Londres regulava *23 a 23
1/4 d., sobre Paris 420 rs. por franco, e sobre Por-
tugal 140 0/0.
presentando a triplfte alta*?*- : .
' Alera da columna, na outra extremidade va-
p um grande arco triuinpnal, por onde; se ntra-
la para a praca. creada dos lados por ontros
utios dfc menor umaho, representando tudo a
jnais bella apparencia marcial.
0 carpo de polica eslava postado do lado di-
to ; a entrada estat f rmado nm grnpo de mo-
os patriotas^ que, traja vara roupas brancas, o tra-
am a* insignias nacionaes : um dsntre elles,
ontadi ent bonito e faeelre (avallo rasso, repre-
mtava o anjo da victoria, do lado esqnerdo veio
formar-se o contingent apenas desembarcon.
" < Bepois de feitas as honras, e contenencias do
e**vlo, S. Exc. dirigi aes bravo? voluntarios urna
aoea;io patritica, termlnando-a eom vivas a S.
M. o Imperador, aos defensores da patria, naco
brasileira e onsttlc5o poltica dolmperie, vi-
vas que tarara calorosamente correspondidos:
Em seguida os Drs. Souto Jnior e Fernandes
Barros, membros da commis.sao, prononciaram
discursos adunados lem'nidade do acta; de-
pois do qua a Exraa. Sra. D. Isabel Gondim recitou
urna bella poesa, conclniild com a offerta de
urna grinalda ao commandante da forca, capito
Mansel Ramos de Oliveira Colho, qu deslurobra-
do eom honra to subida, foi revereuteraente col-
loca-la na linca dd estandarte nacional, ao somde
nm byinoo composlq expressanonle para esse dia
cantado pata coro das jovens rio-grandenses, que
a mesma Exraa. Sra. diriga.
Eram 11 hofas do dia qnando o contingente,
precedido pelo anjo da victoria, deslava era di-
rercao ao palacio da presidencia, ond- recebara as
eltiraas continencias ; e da alii seguindo pelas
ruas'mais importantes da cidade que se achavam
enbandeiradas, tendo-se demorado algum tempo
em frente do pajj da cmara municipal, onde se
va urna inagniflca pyi amida com inscripcSes dos
combates mais notavjs da guerra, recolheu-se o
quartel da priuieira linlia.
Um corto da raesma forma dp que se acbava
no caes do desembarque, porm, maior e mais
elegante, igualmente decorado com a Efigie Impe-
rial, se levanlava no grande pateo daquelle ede-
flclo.
Abj prjerio um bejlo discurso o dilinc o
medico Dr. Henrique Cmara, que arada desta vez
deu provas de seu talento robusto.
Eram 3 turas quando comeeou o seryieo da
mesa lautameate preparada para 300 lalheres.
Fizuram-se por e-ta oceaa mui tos brindes,
sobresa^tlpdo ot do preiden|e da provincia, do
Dr. ehef Je polioia, do commandante do trans-
porfk do Cfl.'iiin.mda^te da.forQ, do secretario de
polica e dos Drs. Aniunes, H-nrique Cmara, A-
', Barros, S .uto Jnior, do capitao Ponclauo e
PIAUHT.
No dia 1." de julho insullou-se aassembla
provincial, ruja mesa flcou as-im constituida:
presidente, Dr. Eneas Jos Xogueira; vice-presi-
dente^ padre Mamede Antonio de Lima; 1. se-
cretario, Dr. Agesil Pereira da Silva; 2.*, o
capitao Antonio Gentil de Souza Mendes.
O Sr. Jeronymo Marcelino Ferreira de Aran-
jo, de Piracuruca, em regocijo pela terinitiacao da
guerra, libertara 2 escravos.
O Sr. Florencio Jos de Sani'Aona alfornara
oatra.
Pelo juiz de direito da capital foi jalgado im-
procedente* processo de responsabilidade ins-
uurado contra o capTtao Antonio Tarares da
Costa.
Fra pomeado para exeroer interinamente e
lugar de s erelario de polica o Dr. Pedro de Al-
cantara PexOto Miranda Viras.'
cearA. ,
O valor offljfal da etporteio de gneros de
proucaD da provincia eletrou-se a 6,140:872*920
no anno de 1869;
Nesse mesmo asno elevoa-se a 5,183:993 k
kgrammos a expoftaeio do algndo.
Procedenjle da Iba de S. Miguel chegra a
barca nortugneza Anizade, conduzindo son bor-
do 85 entonas' para essa provincia, 37 parid Per-
nambneo e 101 para o Rio de Janeiro.
Tambera nesse navio veio nma cunpanhia de
zarzuela besnanhola, compona de 20 peBsoas; a
qaal ia dar algtns espectculos.
A alfandega renderf no mez de jalbo.......
206:065*276.' *
PaUeceram : naBartialb/o Sr. Jos Quesa-
da Pilgueira, raembro importante do part.ido con
serrador; e na cidade do Crato, eom. 77,innos, o
padre Joaqun) Ferreira Lira Secea, defxatilb !'
vres seos dous nicos escravos.
0 CHANDE.
N*so correspondente escreve o segalale;
c Anciosamente esperado pela pcpnlaco desta
cidade chegoa aflaaf no dia 1.' do corrale o.
transporte Marcilio Diat, trazendo eu bordeo
prigio, _
do tenenle Emyidio Getulia, que fallou era nome
de seus cetnpalioiros de caiopanha.
A' noiie illuininou-s a cidade, sendo de um
eff'ito ipagnilico'a illminaco di> arcos levanta-
dos no portan do quartel. pala-i do governqna
roa do commarci (era frente a casa do Dr. Sou-
to), e em frente ao par.o da assembla provincial.
t No dia 3, S. Exc ulerecau ofcialidadc do
contingente um baile no palacio do governo, qne
assistifiofl o coramaadante do transporte Ifaralio
Diat o muitas pessoas gradas sem distiuccao de
cor poltica.
A's 4 horas da madrugada f.ebavam-se ds
saldas do palacio, tendo al eutao havido o maior
brilho e oathiisiasri'.o.
R. Exc. havla felto preparar urna-mesa es-
plendida, onde se repro.Juziam-ainda com o ines-
mo citar brindes patriticos.
No dia- 4 pelas o horas da tard., no quartel
de l1' linna, e com Joda a solemnidad?, S Exc.
dissolvaa o contingenta de vluitaribs, segumloas
ordens e instrudjoes do governo imperial, e por
essa eceasio, para comoiemorar por um acto de
verdadelra phi.intropia. to assignalado acotac-
mento, resHWn-se 5o caplivairo tres meninas es
era vas, appliando a=siin sabia e opporiun imente
a disposiijao .la le do orcamento provincial, onde
se votou urna verba de cinco coutos de res para
manumisso de escravos.
t O Dr. Hearique Cmara, que se achava pr-
senle, e que foi o autor do t i humanitaria idea
na assembl provincial, como um de seus mem-
bros, pronuncioo um breve, por.u significativo
discurso, que raereccu o applailso d todos.
t E' justo lerabrar n'ete momento que o Sr.
vico-consol de Portugal, Joaqun) Ignacio Pereira,
espontanea e gratuitamente libertou urna e-cravi-
nha de sua propriedade : lao meritoria acgo est
a-ima de qualquer elogio.
f Como complementa desses actos phiiantropi-
cos S. Exc, acaba de mandar entregar ao Rvm.
vigario e aos respftcllvos procurad ires a quantia
Je tres coatos e quiuli mos rail ris para reparos
das igrejas desta cidade, em virtude da autorisa-
ca i que Ihe foi conferida pela mesraa le do orga-
mento.
t Assim terminaram-se to esplendidos festejos,
que se prolongaram por tres das consecutivos,
durante os quaes as repirticoes publicas se con-
servaran) fechadas.
Non'-i n'esta capital se testemunhou fasta to
solemne, nem tamanbo regosijo. >
PARAHTBA.
Houveram crandes fests na capital, por oc-
casio da chegada do contingente de voluntarios
da patria.
Falleceu no sea engenho Itapa, o major
Pfaneisco Antonio Pereira.
|co da
eom effeita i
A guerra sempre nm mal; eonvm antes prao-
tear aquellos qne n'ellas s emoenhain do que
acoroooa-los com as flores do coracao ou aasacar-
Hnes doestos e Mrjtrha
AJARDINAJIENTO DA PRAC.V DO COE
Hoja 10 de agosto, a 7 horas da salte,
em casa dqfDr, Moscoao roa do visconde da Al-
buquerqueriiareuniao para,tr|Ur se de negocio
urgente. Roga-se o compareeimeoto dn toada os
senhores qae dasejarem ver prompto resultado des-
ea empreza patritica.
ROUBO.Amanhecsn hontem arrumbada a por-
ta do armazem de Sr. Antonio Alberto de Souza
Aguiar, sito roa do Amorlm, tendo os ladrSes
levado 1 cajxa com cha, 1 barril com manteiga,
12 latas coa peixe e 3 frasqueiras cora genebra.
A pollela,ipr*pnra descobrir os autores.
CIRCO EQESTRE.Veio honiem da Europa>o
Sr. Marcos Casal, director da companhia acrob-
tica einestre que trabalha no pavlho Santalza-
bel; trazendo mais dous novos artistas, e dous ca
valios para augmentar o pesaoal.
THEATR DE SANTO ANTONIO.-Chegou hon-
iem paasbal da companhia lyriea franceca,
mandada vir pelo Sr. Duarte Coimbra para tra-
balha r no leu theathro da rna de Joo do Reg.
F' elle formado das Sras. Mane da Brescia, Loui-
se Tschoeberl, e Mariette Thierry, a dos Srs. An-
tonin Carn, Joseph Raynaud, a lfred Maris. Ha
boas inforraacoes de todos os artistas, sobretudo
dos Srs. Carn, caricato notavet nos costumes da
ejoca, e Maris, barytono do mrito. Dentro em
poneos dias deve a companhia esireiar.
PROVIDENCIAS MARTIMAS OOM RELACO
A' GUERRA.- O governo francer. regulou a sahi
da dos navios prussianos, que actualmente se
achara em portas francetes, on que entrera, igno-
rando o estado de guerra, concedendo-lhes trinta
dias para sahirem, a recebendo nm ?a vo condue-
lo ati ao porto a que se destinem. Os navios qne
tnliam tomado carga para os portos fraoceze*, e
por conta da subditos francezes era portos inimi-
gos ou neutros, antes da declaraco da guerra,
nao ficam sugeitos apresamento. Podero h-
vremente fazer as suas descarga no* portas fran-
eezes, e recebero salvos conductos para a sahida.
O governo prussiano nrdenou qua nao sejam
apresados pela armada- federal os navios mer-
cantes francezes, uma vez que nao quebranten) a
le dos neutros.
O goveraa inglez prohibi que o navios Ingle-
zes tareera os bloqoeios, s..b pena de perderem
todo o direito protceco de S. M. 'Britnica, se
forem aprisionados.
ENTRE CARMELITAS Foram presds. mais
dons dos libarlos, Elseo e Eu'echiana, alf .rriados
peloFr. Joo do Amor Divino Mascarenhis, cmn
o lim, segundo exista, de segirem para 'Babia,
como esesavos do convento d Carino.
E' de esperfr-que a respeto desses dns nfli
zes se preceda m.'sma'cous, que se llzera com
i s ontros que felizmente j foram depositados
para se defenderem ; vista como j o digno Dr.
juiz municipal da 2" vara nomeara-lhes curador,
a mapdara passar requer meato deste carta pre
calora para n Dr. chefe de polica, afim dojque
se Ihes possa dar depositario idneo.
SOrjEDADE JUVENTUDE. Esta soeiedade
proceded, no domingo eleicodo sua nova direc-
tora, que ficou asaba organisaila ; presidente, Ma-
noel Uoingues de Mendon^a; vice -dit*, Jos Au-
austo de Ahrey pardnso ; secretarios, Simplicio
Xavier da Focnc e Francisco de Assis Fernande
Vi auna ; tliesureiio. Maqoei Gonijalvas Marques
Ferreira.
IRMANDADi DB SA.NFANNA. No domingo
procedeu esla .rinaivjade, erecta no oinvenlo
de Sai Franeise i o'esta cidade. eleiri da
meza adminis:i>Uv.taj)ara o anno de 1871, que ti
cuu as>iiu orgaoisada : juiz, Augusto Fernando do
Reg ; sacre;an < Mariaono de Figoeinia Faria ;
thesoureiroj Manoel Duarte Vieira Filho; procu-
rador geral, Francisco de Assis Fernandes Vianna.
DINHE1RO.O vapor Toeantim trouxe para os
Srs.
Francisco Jos da Costa Guimsres 4:211*000
Eusebio Rabal! 2:82fi600
Jos da C. Oliveira Figueirdo 959*000
H. Oettli di C. 730*000
Joa juim l^rardo de Bastas WKilOKl
Juaquim Joa Goncalves fieliro 483MOO
Pereira Vianna & C. 140*000
Para o sul do imperio trouxe ese vapor:
Rahia 1:270*OO'
Rio de Janeiro Bit-.444*000
sendo desta quantia 500:000* para o' the'onro
ncional.
O vapor franrez SmJh \ov\i de nossa prara
800 libra* para Montevid .; e ,0:000 libras para
a Babia.
O vapor brasileiro Arinot leven hontem
Para a Parahyba 20:000*000
o Cear 34:600*000
o Maranbo 1 0*000
GNEROS DE ESTiVA,^-0 vapor francez Sindh
troux para a nossa praca : 6 caixas qejoc
Corga Irmos, 12 Silva & Joaquim Felippe, 14
J. M. da Rea & Fllhos, 20 J, J. Goncalv.- It.'l-
tr i. 40 Gnimares & Alcof jrado, lo a J. F. Lo
pos. 20 A. Lopes R idriiues; 43 caixas vinho
H Wilmer, 200 A. L. de Oliveira Azevedo A C,
1H52-5- 80
87
.i 82
m-m am

contingente de v<
ca, resto dos bt^H
seguiram para a can.
O Exro^ Sr. Dr
i a desla provm-
rpos d*aqo

PEMAMBCO.
2V1STA DIARIA.
. ESTRELAS FILANTES.-A noite de 10 para 11
de agosto assignalado pelos astrnomos de ara
bos os. hemispherios como uma das mais noiaveis
para o phonomeno conbecido entre nos como
izeiaco, que nao mais do que o rpido movi-
menta de algnns corpsculos suspensos no espaco,
que attritados pela athmosphera da trra, se tor-
nara ncondescentes.
Na noite de 10 para 11 de agosto a larra, em
sen movimento de translaco, atravessa urna re-
gia) do espaco muito frtil n'esses corpsculos;
o mesmo tem lugar na noite de 13 para 14 de no-
vembro, em que o phsnoraeno se verifica em toda
a magnitud* e esplend ir.
De boje para anuoha, ospeeialmente pela ma-
drugada, qualquer eunu*o pede pois per si mes-
mo verificar o phenomeoo.
DEFESA DE THESES.-Defendeu thesesante-
hootem e hontem na Flculdads da Direito o Sr.
bacharel Amonto Carneiro Antunes Guimares,
sendo approvado e receben o gr> de doator em
acirrelas jurdicas e aoeiae. A eangregacao deve
marcar dia para a eollacao do reapectto gr&o.
ENTHUSIASMa-Hontem, depois que se espa-
lupu a noticia d. goerra que a esta hora rlve es-
tar segurado seo corso entre a Franca e a Prussia,
varios srrbdiios d'essas' duas na cites deram de-
m.u-irai.odsde eotliusiasmo em diversos restan-
ranli nq balrro do Recife. So nobres esses ira-
pnlsos de amor patrio manifestando-se a tanta
centenas de leguas distante d.i theatro dos acn-
tecimentos que a Europa est presenciando espa-
vorida; mas torca confessa'r qae a cansa d hu-
manidale ganharia mais*, se, era fraternal ara.dexo
francezes o prassranos feste^sera a paz, nao a paz
armada qae tantos sacrificios impnoha o v
continente, mas a paz sem desconflangas recipro-*
;as, a paz rigorosamente amistosa e cheia de todas
^Bftnd< zas e proraessas que faaera a felieidade
a foi semiiroaj ainda o maior de
lBagpllos q aras naco-. -No dia
que ella for baolda'; no dia era que a diplo-
qi
da guerra entra a Prusait Pr
Na dp U/odmMmnmlmm t
O algodao de Pernambuco >>/* 10 *,
da Parahyba de 8 a 8 '/i*-Aft!*a;e,a ** 8 V
9Mb 4 R F W^J? ?"*"
de #lorte 8 a.dtJ/i 5" ^HT'* *
O aancar bM d^f6 #**/, a o maseavado.
de 14/0 a 21 ...
Oci|cDdo-Pardo-/4l>5/i'
Os coaros seecoe da 7 a 9 '/%_ salgado d*>
4,V*5A. MI
LOTERIA.-A qae se atha i avada a 156>, *
beneficio do collegio dos orphioa, a qual corra B
dia 17
PASSAGEIROS. Sahidos para os jrtoa\ V
norte no vapor uacional Tbcanlins :
>VAugasto Victoriano Sirgas, sua senhora e 1
fllho. Theolonio Augusto de Lima, Jos Fmococ*
de Oliveir.Mancelde Olisaica. Castro, Jai da,
Fonseca Barbosa e 1 escravo, 1 escrav.- Fran-
cisco F.usuquio Rodrigues, 9 escravos Jai
Francisco Barbosa, Luiz da Costa Maato, Jaita,
Clara dn Coraca de Jezos, Joaqun da MaMo
Guimares, 1 escrava Fabricia G. Pedrosa, Gni-
Iherme Vieira da Rochi, D. Abbade de S, Beato,
Dr. Francisco los Meara, sua irroa D. Adelaide-
Maria das Neves e 3 escravos, Bernardino Can-
dido de Carvalho, Manoel Mara Brayner, J
Antonio Pereira da Costa ; Joaquim Josejjd SIt
Manoel da-Vera Gru a 4 praoas qua-o esaaitam,
Manuel Nnnes Co/reia, Fr. Alberto de S. Aogust
Cabral. Eusabtada SNva Costax
CEMITEtlO PUBLfCO.-Obltuario do dia 6 oV
agosto de 1870.
Mara da Couceico, preta, frica, HQ amos,,
solteira, Santo Antonio ; h-imo-rhagfa cerebral.
Manoel Pereira Caldas, braoeO, Portugal, Pan-
nos, casado, Recife; anazarca.
. Mara Benedicta d Rosario, preta, frica, 5a>
annos, solteira, S. Jos ; darrna.
Nrveliaoo, escravo, pardo, Pornaawaony *
mezes, S. Jos ; entente.
Aona, escrava, preta, Pernambuco, 6 aetes
Boa-vsta ; bexigas.
Anea Joaquina da Conceicao, preta, Pernaa
buco, 26 annos, solteira.-S. Jas : gominas.
Antonio Francisco dar Cosa, pardo, Peraantbn y
co. 28 aonoa, solteiro, Hoa-vista ; bexiga.
Francisco de Paula de Oliveira- FigueirMJav
branco, Pernambueo, 16 annoa, sollero. Boa-vis-
ta Metano traumtico.
Francisco Xavier Cavalcanti da Albuqnarm.
branco, Parahyba, 60 anuos, flavo, S. Jas?! ati-
pante.
Isabel Mara do Josas, branca, Pernambuco. dCt
annos, solteira, Af gados ; pbthysiea puldvmar.
Mara da Conceicao, branca, Paraambueo, 3i
annos, casada, Boa-visita ; asclte; I
7
Mariana Pacheco de Querog, branea, Peraaaa>
buco, (i anao-, viuva. Varzea ; tumor.
JoaqiiHn GmC'ilves Moreira Lima, branco. Por-
tugal, 30 annos, solteiru. Boa-vista; pneuiuonia.
Maria, parda, Pernambuco, 2 meza?, Boa-viatar;
espasmo.
Malvina, branea, Pernambueo, 1 aaae, S. Joan ;
hepatite eoterita.
Mhmm
W
COMMUNICADOS.
100 Rabe Schamettau 4 C. 25 J. da S. Faria
A Irmo ; 23 caixa; raacas a Jos Correa Braga
& C.
EM TRANSITO.Para o sul do imperio passa
ram bordo do Stndh 240 passageiros, vindos da
Europa.
FIXANCAS BRASILEIRAS.-D0 il07tey market
do Times, exirahimos o seguinte :
Sao oerfeitamente satisfactorias as ultimas no-
ticias do Brasil com relaco sua situaco fina a-
ceira. Por muito tempo correu, e era geralmente
a-*redtadd, o boato de qne o governo do Brasil ia
contrahir um emprestimo na praca de Londres,
operacao que quando se nao fize*-.-e antes seria
iniciada logo dep )is da terminaco da guerra do
Paraguay. Agora qae aeabaram a hostilidades
v-se que o saldo mximo das despeza da guerra
anda por pagar nao exceda de 30,000:000*000
ou S 4,375:000 ao cambio actual, ao passe qne o
governo j remetleu para aqu os fundos sufflsien-
tes para fazer face a todas as neces sidaies posai
veis por aiguns mezas anda.
Ao mesmo tempo consta que o visconde de
aborahy, que tem dirigido a repartco da fazen-
da cora raqueslionavel tino, repogoa recorrer a
qualquer emprestimo estrange ro, e j declarou
nao ter na idea nprco alguma de tal natureza,
convencido de que com a volta da paz os recursos
do imperio serio auplamente sufflcientes nao s
para costear todas as actuaos despezas, mis tara
bem para saldar as da guerra.
LONDON AND BRASILIN BANtf.-Do Econo-
mist, de 16 de julho, transcrevemos o segrate :
No seraeslre--lindo houve um lucro de S
em
maci, e sment< a re, uladora dos direitos jjj praca de L_
dos poros, qnando suppostog infringidos ; n'esse 5 0/0 de If
20,281 do qoal dodozidas 3,000 da parda, havida
com a casa Franghiadi & Rodocanacb'. do Rio de
Janeiro, ficou o .-aldo de 17,281. D'este lucro
foi levada cinta do dficit liquidado, a s.omma de.
14.062, dixando un bataneo de libras esterlinas
3,219, que passaram conta de ganbos e perdas.
< A direccao do banco diz no seu relatarlo, que
os negocios da banco progridem. A direccao re
coraraenda de novo aos accionista?, aa propostas
para a reconstruccao do banco, de que em tempo
demos connecimenta ao publico deste jornal. >
FEBRE AMARELL.a.Pela junta de sade de
Lisboa foram declarados sospeitos de febre aroa-
rella oa portas do Rio de Janeiro e dSantos.
VAPOR PIRAPAMA Sabia do porto da Forta-
leza para o de Pernambueo, pelas escalas, no dia
3 do eorrente.
VAPOR LA PLATA. Do,porta da Fortaleza
para os de Lisboa e Liverpool sanio, no dia 4 do
correte, este vapor.
VAPOR IPOJCA.Para a Granja sahio no dia
5 do eorrente e.-le vapor.
VAPOR DONATL-Era esperada em Lisboa, em
viagera para Pernambuco, esta vapor da liaba de
Liverpool, de 6 a 8 do torrente.
VAPOR JERQME.-Devisahir de Lisboa para
o Para, Mar.iliJ e Cer, da 2 a 4 d corrate.
NAVIOS A CARGA.- Em Lisbi'-Bta FigSui-
renxe para Pernambuco. Linda e Liftira para o
Pa.; no Porto Judith para Pernainliuco, Mara
Carolina para 'daranhao, Naca Patinara
e ntdo para o P
NAVIOS SAHI OS.-De Lisboa a \8, Maranhen-
se (vapor) para o Para e a 24 -laiazonj dem;
do Porto'a 20 4nvfi' para Pe.rnaratmco. s
N vVIOS CHEGADOS.-A' Lisboaa 24, Ligro.
do Pare a 25 ^wai-nf lo Cear; aajfom direito
ns 1 e Judillt obuco, Mu
12.
RRASILEiROS.Eram asjim oottdo
COLLA KOR%C.4 Contjna o correspondente desta provioera''par
o Jornal do Commereio a censurar a admiBllra-
gao do Sr. Assis.
X cana datada 27, lamenta o seu autor, que se offendesse a cuns-
tituicao, fuando o Sr. Assis na prestancia, -em
licenca da respecn'va cmara para qae este Sr. nrr-
gerisse os negocias 1a provincia,
Por agora o dona os facto fle qua-iie acoiraa
a adiinuisiia a ua susientaQo daquetla Jbese.
I* Ni-gaco do sancijo a resoluco fla asStm-
bla provincial, que commettia aos joizes da di-
reito desta capital o conhecimeuto das causasda
azenda proviucial, que por virtude de lei, sao jal -
gados pelo juiz dos feitos da fazenda.
2* Defeimnaa organisaeo do corpo de poeia
de 9 cuiupaiiluas o de 2 leuentes cirurgies no es-
tado raaior, visto ser o numero da corapanblas
d.sparaiado cora o das pracas (800) e nao .naver
neetssidade daquelles cirurgies por serecu a
iliaca tratadas no hospital de caridade.
Era logar de censura, s elogio merece O Sr.
.Vm> por esses actos. Ej o que fcil demons-
tiar. ,
Se fosse vardadeira a razao dada, com? motvi;
da na saoceo, da resoluijo, seria anda assim
explcavel o aclo do Sr. Assis. visto como e ae de-
ve suppor que o indicado fira o motivo da. nao
saniTo, cora nuiorij do razuu devia-se attribnn
resoluco a un acto de vraganca, e a nm casti-
go que se quera inflingir ao juUdos feitos, dimi-
nuindo-lhe sensivelraenie os seus viiieiiuentos.j*.
alias diminuido^ pela lei, que ihe tifou a distribu-
c i e conugera dos feitos, e que nam^por sao
deixou de ser sanecionada, e S Exc nao, devia
compartir taes sentimentos com prejuizo do servi-
r i publico, sendo de notar que este motivo fra o,
allegado p ira iinpugnaco pelo depulado o Sr. Per-
uambuco, passando a resoluco por mu (raca.
maoria no ultimo dia de "se-so, e por estrategia.
Mas ansiando uma e outra supposicao, com
desairosas assembla e ao Sr. Assis, temos por
ce rio qae, com a negacao da saneco aquella re
s. iucao o Sr. Assis fez um verdadero servido.
A iiiesma razao de conveniencia publiea que
fez crear o juiz especial dos feitos da fazenda ge-
ral, paraconbecer e julgar as cansas, er qne aira.
iuteressada, milita para que ao sea coohecimen-
lo tamben) sejam submeltidas as causas da fazen-
da provincial. A unidade de arcao, a homoge-
neidada dos julgamentos, a jurisdieco mai* am-
pia, e o estado e applicaco de ama legislacao es-
pecial, foram razoes que de sobejo, autarisaram a
creaco destes juizes e a sua eonservago ; eqne
tem sido reconhecido por arabos os partidos pol-
ticos.
O Sr. Perdiga) Malheiros na cmara dos depa-
tados, e em seu luminoso relatario do anno pas-
sado o nobre presidente do con-elho e ministro da
fazenda, encareceu a vantagem de taes juizes es-
especiaes, e os servicps i|ue tem prestado.
Eis as palavras do Sr. viscoude de Itaborahy.
Reguiarisada, pois, a marcha do serv o pubJHx
com relaco ao juizo dos feitas, escolhido um pee-
soal idneo; mantendo-se as medidas que se tem
empregado cora proveito ; desenvolvendose, em-
tim, o sysiema creado pela lei de 29 de novembr
de 1841, por meio de adequidas instrueces, de
crer que ce.ssaro os emiiaracos oppostos ao re-
gular andamento do contencioso e judicial da fa-
zenda, devendo-se, todava, aiteoder que, depois
da lei de 1841, sao incontestaveis as vantegeu^
ddirec($" e fiscalisaci.) central na cobranza das
dividas do Estado, sendo assim que a accao do
juizo dos feitas tem obstado a que se escuass*.
como outr'ora, esa parte de ha ver do estado >
Era, pois, conforme aos interesses pblicos que
a provincia, no julgamento de suas causas, aufe-
risse as raesmas vaatagaps.
Por outro lado, determinando a- resoluco, qoei
o coohecimenio destas causas passasse para os
juizes de direito da capital, era inconsuinctnaal,
visto o disposto no acto addicional, art. 10, com-
binado com a lei de 1840 ; porque faca aceres
eer a taes juizes a jurisdieco civil, alero da cri-
minal nica, que por lei podan) exercer.
Esta inconstituciooalidade foi lavada "-
ca em um luminoso parecer do Sr. Dr. Liana. .
mui dstincto raembro do partido conservador.
A outra censara tambera inteiramenta daati-
tuida de fundamento.
. A lei a. 94i deixou ao presidente a facnldadt
de organisar o corpo policial, owojolgajge con-
veniente, e em virtude de tal amoniaca o Sr.
desembargador Assis twedio as inair. de 14 de
julhrj. Por ellas se v qae o estado maior a
or se compoe apenas de II oficiaos, no
se comprehendem os dous tauettes -arat-^^
formando o restante a 9 wawoobias oamfA ott-
ciaes, 6 iofeiiuras, um corneta a 7* pravas eata-
uraa.
Para essa deliberacao 'orara consultadas as re-
gras da organi-aco militar dos enrox. e ua aatte
cdanles de aceordo com as neeesatdades de o*
tal corpo, e <> fim qu de-*ioado; sendo que
tal .irganisaco a que uielbor sa presta ao servi-
d&siaaameutos.
S. Exc. unha, alara disto, qae attender a espi-
rito da lei, que era garantir aos oficia es do aotigo-
corp>. e a s da guarda nacional e volanla
na goerra.
?
*
85
a 87
sultou surgirera difflculdadei, que S. Exc.
poie vencer, para attender, como desejava, lo.
II
!


Di
*
lao d rAinb'ttc ~ Quart flt 10 de .Agosto de 18JO.
sr
es, vi
desi
eeearMgi
Censare
___HB|
mas
danto .poda' ser, po Ara d* urna guer-
^ que Ri acriflcram seu teiupo, e
ra para outro servico, ando, 'por
umstanctas, sem meios de ganhar a
i de tira frrico, ~uraa jasii^a que o
ama boa e elevada polili ja
af algn?
femigit outros, para
I 'litios.
a-Mio docorpo
taes eircurastancias, nao
que se nao i
alelo pelo seu espirit (fe justica e
m
paij, o patriotismo
VMMM1US.
^-'tWaWaelo dosoffleiaes'de**a>qhe'S. Exc:
*?A alera da do capilo que liona feito a cappa-
(vagua por isso deia ser conservado, esta de
mnNHW4a que S. Ec. recoohece as graves io-
alatliaflea que disciplina resaltara d eonii-
nacae do curativo das pracas e offlciaes no h*>-
piuf de cartdaflB, e em saas casas, como se est
fraileando ; a tem m vistas |iqr trino ao mal,
tratando dejrtar no corpo ura hsfttal verdadei-
vamente miKftf. E sendo assim, nao poda dei-
xtf de crear os dous lagares de cirurgies,que
eanamqne, alem ae seren essesTugare; os que
tem todas os batalhoes. bem organisados, S. Exc.
teve ra vistas atteedtr ama nfcessi4ade. que se
(taz senr cada vet qijs ; a a de prover de re-
corsas medidos as rJra'cas que vao destacar no in-
terior, podendo para ui iraospttar-se um destes
irargws, qaando fdf necessario.
anda guando islo nao foss<, bailara, o ser-
fazer necesaria a creago


Mi
espirito de afflhdsgero qae
fnkra 8. Exc. ness nomescOes effl que, a pesar
le despender prudencia, uno e espirito de justic,
<|usm a'injnsta censura mus pungente,, pirqu
c cubren) eom a capa de amigos, e correiigibna-
oapera ferirera-no, qaando os seus niesmos ad-
versarios, eseuivaadujeensura inmerecida, reco-
ahecem que o espirito'de afilhadagem nao nao po-
da guiar ao Sr. deseihliargador Assis, que na ar-
*ia tarefa, de que se encarregou tem deijado de
erw x amigos qne estima, sopara attder as
:o"~ie*eiaa civ servico publico.
Ouer faier crer o correspondente que' o Sr.
deaembargaor Asss oao est cercado de amigos
prestigioso?, mas de balde o intenta; nem sea
spirt'lo rfiectido e sea carcter severo e probo
precisara de o Ura anhnacao do qae a que Ihes dio
- homeos honestos e boas, que veera em a. Exc.
um hihil e j provecto administrador ; nao sendo
;**ta a sua pnraeira adroinstraceo, em qne fai
.-atientes, e sea talento e as grandes qualhlades
que o orham, lm das mu reconhecidas de raa-
jistrado mteiro.
S. Exc. tem certamente ara grande defeito para
correspondente qne e nao se ler cercado e sido
floeH ao cuuh do seu querer, praticando o Sr
Asis actos que estavam mu longe das previsoes
do correspondente.
Si o- espiritos fortes, de que falla q correspon-
des te sao os qae esto no goso e previlegio de im-
porem suas Vontades as a.l.nini*tracfies que assim
se tornara maquinas de caprichos albetos, militas
veces inc mressaveis, certamente que S. Exc. des-
presa n seu spoio, e nisto Qiiue eerto o correspon
tiente a provincia inteira o applaade.
O Sr. desembargador tem largas vistas de ad-
oMistraco, e nao pertence a e-la echla poltica
-fue tildo vasa ao molde tacanho e duro, sob pre
texto de servicos a seu partido, que nao passam de
snta subservenoia q'ie amesijuinha o carcter do
administrador, que deve coIk>car-e':iina dasexi-
Seawias: partid:!!!"", ipiando nao sao dictadas pelas
'veaisaeias bera entendidas.
V por Iss i que fazam. s voto- para que o go-
erno cjmpenetrado dess ver i,i les, preste um
servico importante a e^ta irvlncia, coi^ervanJo
v Sr. desembarga lor A-sis na sua alininistracao ;
embora envide o correspondente, dominado de
mal disfarydo d( z s"m escolha de m -ios, a ver se consegue
^lesiore imquirocas provas de apreco.
-_! O pairo i
Divino Mascarenh^s qae nlo p sanie, mas
nw prior d. conv.ralo *> carfeo nais do que cumprir eora o sea dever, reiidl-
caado pratij, ierras, escra,vos, que do copwnto
foram tllegajmeaie vndio; que nunca rout>eu
o convento, ner derreteu o ornamentos de prata
e euro das imageos para flns Hlfcitos ;'qne e*im
nunca assassiaou escravos do convenio era surras
e por, onims meits, extraordinarios, devo .ngora
"s^r,-- pbr teV'libertado os dito scrivos por file
reivindicados, e s por isto, ebnderanado a mor-
ree de faaae e expurgar este grande erime na
ponta da langa da autoridade do oelebre Fr. aun
Lea do Monte Carmello, ou acabar nos carceres
do convenio da Baha onde provincial a mesmo
Pr. Jlo Lacas I Has felizmente Fr. Jle nao
est s nesta provincia onde ha amito ehristao, e
nem deixa de ter por si a providencia ; e por
isto qae enganam-se os que pencara, que logo
que seja elle estrangulado at a Baha, nao pa-
vera mais,quera aoui-^jjromova os interesses dos
libertos e o defeoda da gana a farror do Rvm.
Fr. Alexandrino Figueiroa
EioriOT,. bera possiTel quetriumphe o absurdo
nos esqoadr, jos de ura claustro ; mas npnca da
jastial do dreito m seas elemaatos, onde na
taz, e nao trevas de urna aoate tempestuosa. Ve-
remos.
Um defensor ia liberdade dos escravos.

Fare
Hai
Peixa fresco, idem.
Sabio, dem.
Velas de carnauba.
Vedas stearinas, dem.
Vinag, litro.
Vinho tinte, idem.
Dito braned, idem.
Toucinho, kilogratnmo.
Sal, litro.
Os pretendentes derario
postas devida mente selladas,
referido da
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Hacife 8 de agosto d M70.
O escrivao,
Pedro Rndrigoes de Souza.
apresenUf & piW-,
nesU secretaria at o?,
COMMERCIO.
---------------,-------------.------------------------
FUgA m RECIFB 9 DK AGOSTO
DE 1870.
AS 3 1/S HORAS DA TARDI.
iranio sobre f.bndres 90 d(v. 32 5|8 e 22 1|J
Jiqr, lOOO (liootem).
Dltoscbredto-90'd|v. 20 3W1 d.por 1*000
(h)je).
GoncalloJos Alfonso,
Presidente.
Mosquita Junior.
Secretar'lo.
ALFANDEGa.
landimentododia la 8 30::4fi976:i
dem do da 9 ... 22:8o6i076
328:325*830
PUBLICACOES
A PEDIDO.
Srs. redaeltres. Para que nao se pense que Vv.
Ss. teem culpa'litla le atguma na supplica que ser-
vio de trecho ao nrogramma do circo, publicado
no seu mui li.lt Iharioe. sa'hido 6 d> crrante,
n. 176, apresso-me n declarar qae sou eu o au-
tar daquellas inolT.'iis'was linlias, e estou prompto
para assnmr a re-pnis-iliilidade dellas, visto que
aquelles qnem inieressa. e pie tanto fallavain e
allam por detrs dos reposleiros, se retratara
am modo to pusillanioae.
Como li'io louiti poun e especialmente o Cor-
' pae os medtoos nada me iisseram, s hoje que
tive s.cienjia do espirito, do horror que causav
ne aoinio de D. I.uiz aquello pedido, por estar
rasilo as claras, e do aonuncio que o Sr. Jos Ha-
rta Zuazola fe publicar no supracitado jornal, n-
ter pretando mal, errneamente a ermeneatica da
^piella to simples quao innocente suplica, e confes-
.^anio-se ambos estes senhores estranbos a seme-
Ibaite inililicacao!...
En j devia esiar de alfiata com estes senho-
res, porque ja nao esta a primeira vez que se
iesdizsm ; mas a minba facilidad; era depositar
voatiaiiga em todos, tem me dado licoes atrozes,
E verdad; que nao rae autorisaram para es-
crecer no prograjmna aquellas linhas que elles
jalgam ser um aonuncio de guerra para a cora-
pmhia; mas como no domingo 31 de julho nou-
*e se deram fados tristes no circo, que certamen-
te nao se dariam se o Sr. l)r. subdelegado asss-
fisse aos traha hos, entend que fazia bera, prev-
modo a autoridade Jisso.
Mas para queoSr. D. Luiz nao pense que eu
tinha em vistas chamar a odiosidade da polica e
do publico, sobre a companh a co no muito mal
o interoretou o e>criplor do Sr. Jos Mara Zua-
zola, porque eu nao classiti mei ninguem, fallei iu-
dtenoinad.unerjte, e as palavras certo poco
;erhs seidadot, diea atender a que carnada me
reflro, pego lieenca a Vv. Ss. para explicar um
4esscs engaos inuito susceptiveis a todo o ho-
aem.
Na aananeio do erco, escrevi doas trechos :
,\m ao publico e o na supplica. O do publico,
ara para sabir o programraa, e a supplica era
ios diversos como aoenyrao.
Mas, nao pih se eu me expliquei mal, o qae
mais certo, ou como foi; o caso que sahlo jus-
^nfcoeoo aopublieo em aviso* di-
versos; e a supotfca ilo^rogramma.
Aqu est porqne o Sr. D. /.uiz sahio de casa
'spavorido. e toi ter-se rsm o empresario, gritan-
do aqui d'EI-Rei que nao trabalhava, e que elle
jrotesia<>." i igo contra taj publicacao, pois que
nao quera ser morto no reo !...
O Sr. D. Lniz vio umitas barbaridades na Hes-
panha, e conjo nao conheee ain la o Brail julga
ie elle se lge despotiaraenle. Eog As autoridades nrasileiras ao sa i ienos pre-
videntes nem menos toterntes do que ai auton-
dades dos paizes mais civilisados: lodosos dias
se leem nos-jornaes Trancezes e inglezes annuncios,
**P fidos m is positivos e ofTensivos do
rae aqselle que objectodi immenso epanto do
Sr. D. Luiz, e anda ningaera foi levado forca
por causa disso.
E ja que o Sr. Zuazola declinou em sea annun-
no o nome do Sr. Or. subdelegado Miguel Lucio
Juaior, permita-me S. i. qae ea neste periodo
faga mencao especial do sea nome, nao s pela
deferencia e delicadeza com que Ss. rae tem ira-
(ro desde que tenlio a honra de o conheeer de
raais perto, eomo pelo apoio qae Ss. sempre pres-
tes a compaohia, qser nno autoridade, quer
carao particojar. J^^^B>M1gul Lucio, sabe
tambem aamo ea o pM tom dito Injustamente
e Ss. dir se o que en escrevi se Anrmatria o
aie t LaiY, perqaeSs. tem sido testemanha, e em sua
propria casa, dos papis que> se ho
ado.
Oesculpe-me Ss., se com isto oliendo
'lestia.
O^empraairtol basa horneas
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
/alomes entrados com fazondas
dem dem com gneros
/oiumes sabidos com fazendar
dem idem eora gneros
167
398
------7SS
tM
111
331
Descarregam hoje 10 de"gosto
Barca inglezaWitkcof Ihe Feiganfeoro.
Patacho norte-allemSo-Gore-in*m^rcadorias.
Patacho dinamarquez Jens Wulff tarinha de
trigo.
Brigue norte-alleinaofondor dem.
Lugar portuguezDaZediversos gneros.
Brigue inglezEdiik Jfarycarvo.
tECEiWORlA E RENDAS LNTE1UNAS B-
RAES DE PEUNABUCO.
tandlmeuiode
tem dodia 9
da 1 a 8
23:871*332
6:613*878
30:518*210
fuizo des Sitos da fazenda
Be ordem do Illra. Sr, Dr. jaz dos feitos da f
zenda desta provincia, fago saber todos os arre-
matantes dos bens d extincto vinculo de Itamjk.
e bera assim seus IMares, qne dentro do prnso
de 13 das, a contar da data deste, e sob as penas
da lei, devero compare^r por si ounor seus pro-
curadores na thesonrara de fazenda ; aquetles
upe. arre.uiataram vteta.para/ecolherera aos co-
fres da mesou ihesqurara emjliheiro de oniado
o respectivo prego, e aquelles qne arremataram
praso, e seus (adores para eeeignarem as letras,
qae se obrlgaro'aceitre garantir.
Recife 26 de julho de #70,
; j O.estrMai j
Luiz Francisco Brrelo de Alraeida.
Sa de Mieordia
do:^ecife .
Peranto a Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recife, na sala das ses-
s5es nt dia 11 do corrente, tem de arremaiar-se b
forneciment do assucar refinado de 1.* e 2.* or-
le, que tiver de consumir o asylo de mendhHdade
sa cargo, nos mezes de etembro a novembro.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 8 de agosto de 1870.
O escrrvo,
_____________Pedro Rodrigues de Sonta
Santa Casa de Misericordia
doTfecife
Perante a Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recife, na sala das ses-
sessaes no di 18 do'correle, lera de arrmaar-
se o forneetm-nto do pao e bolacha qae tivar de
consumir o asylo de mendiedade leo cargo nos
raeres de setrabro a m vembro.
Santa casa de misericordia do Recife 8 d
agosta d 1870.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza
'Ji rmda
i.
0 D
- O inspectorj
,que o teio dasJ
gae por falu. B
o, fica transfer do
Passos Miranda

ISf
u
ii
fr-
dega faz publico,
para hoje, e
e ser effeetna-
felra 11 do cor-
[>ara i l
i carii.1 a lrf!e-
tratar cora Tasso Irmas & C, roa
Ufandega d Per
to 9 da agosto' d 1870
_actor mteriao
_* gihffPaavdc Andrade.
mmiiistrateao do corteies dg Pnrnarnbuco1
10. de 'agosto t i7Q.
Vola pelo tfopor Tocfi^t A< eompanhia krasi-
r expedida bofe
ara os portos do
A correspoU'
lo vapor
^J recebida r
Magos de jornaes,
eza7>*cartas a reg]
arde,ctas ordinarias
1|2 pagando porto
la manlia.-,

ases, e-
mte
)3 de qualqder eatn
at as 1 horas da,
3 horas, e estas at
O administrador,
Affimso do Reg Barros
PAVILHO
itendimento do
Idem do dia 9
CONSULADO PROVICAi.
dia i a 8
30:262*779
2:8631177
33:06626
MOVIMENTO DO PORTO.
JVauoi entra/los no dia 9.
Para e portos intermedios 8 dias, vapor hra leiro Tocantins, de 760 toneladas, commandan-
te Jos Mara Ferreirr Franco, equipagem 3J,
carga differentes gneros; a A. L. dj Olivetra
Azevedo & C.
ISordeaux e portos intermodios lo das, Vapor
francez Amazene. de 1:90-1 toneladas, comman-
dante Massenet. ejuipageui 133, carga fazcaJas
e outros genero3; a Tis>et Frere.
Tarragona46 dias, escuna hespanhola Pritca
de 132 toneladas, capitao Thomsz Millet,
equipagem 12, carga viuho e outros genero^ ;
a Amorim IrmSo.
Aracaty pelo Ass22 dias, sendo do ultimo por-
to 43, hiite brasileiro Abra Esperanca, de 91
toneladas, capitio Antonio ds Souza Castro,
equipagem 8, carga algodo e butros genero* ;
a Bartholonieu Lmreucp.
Goyanna6 horas, vapor brasileiro Parahyba, de
101 toneladas, cjmmandante loaquim Jos de
Oliveira, equipagem 14, em lastro ; acompanbi
Pernambucana.
New-York38 dias, brigue inglez Regu\ator, de
205 toneladas, capilo Simkens, equipagem 8,
carga farinlia de trigo e outros gneros ; a
Tsso Irmas.
y avos sahidos no mesmo dia.
Portos do norteVapor brasileiro Arinos, cora-
mandante Jo- Candido Dttarte ; carga dlffe-
rentes gneros.
Rio da Prata e portos intermediosvapor francez
Amazone, commandante Massenet.
Rio Grande do Sul brigue brasileiro Perangi,
capillo Jos Joaquira Pereira, carga assucar e
mais gneros.
ParaPatache brasileiro Protector, capitao Jea-
quim da Silva Pereira, carga aisucar e outros
gneros.
S. Mathea*Hiato brasileiro .Uift'if!i, capitao Ber-
nardino da Silva Tat, em lastro.
FCITAES.
represen-
asna mo-
lde falto i
0 Dr. Miguel Jos de Alraida Pernambaco Filho,
juiz municipal supplente da primeira vara n'es-
ta cdade do Recife de Pernambuco por S. M. o
Imperador, a quera Dens g arde etc. etc.
Fago saber qae por e-te juiz>>, liados os dias da
le, se ha de arrematar, por venda a quem mais
dr em praga publica, que tr lugir na sala das
audiencias, os bens seguales:
1 sof com assento de pailiinha avahado por
20;, 1 commoda de amarcllo avahada por 8, 1
mesa redonda de amarello, avaliaJa por 1
Danqmnha com estante avallada por Vzf, 1 manga
de vldro avahada por IJ, 1 lavatorio de amarello
avahado 2, 2 caJeira< d* b-ago, de araarel-o,
avalladas por 6, 1 mesa de jantar av*liada por
tU, urna banca de abrir, avahada por 2$, 1 par
Je lanteraas eum ps de bronze avahado por 24,
1 laoterna salta de vidro avahada por 310. 1
redoma c>ra llores avahad por '4$\, 1 dita eom
flores solas avahada pjr Ij, 1 par de jarros de
porcelana por oi, 1 Jarfo grande i marmore
por 4S, 1 ligura dj gesso ava'iada por 300 rs., 1
par de censlos avahado por 121000, 1 cama de
Ierro velha avahada por 3|000, peaborados aa.
curador da massa fallida de Th-miaz de Figueiro-
do por execugao de Guilherme Pursel.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente e-Jilal que ser publica-
do e affixado.no lugar d > costurae, mais publieo.
Dado e passado n'esa cidade do Recife de Pet -
narabuco aos.4 de agosto de 1870.
Eu Mneel Joaquin da Silva, esort3o o sutw-
crev.
Recife, 4 ) agpst) de 1870.
Miguel Jos de Almeida Pernambnco Filbo.
onsellio de compras naves
O cons Iho proiDove no dia 13 d corrente.mez
visu de proposia3 recebidas at as 11 horas da
rrianhaa, a compra, sob as condiges do estylo, dos
objectos do material da armada seguintes :
16 baldediiras d folha, 400 colheres de ferro,
60 enchameis d 30 a 35 palmos de comprimento e
6 pol-gadas em quadro, 60 barras de ferro inglez
proprio para grelhas, 6 foles inglezes de 8 p$ de
comprimento e 6 de larao, 1 masfro de 67 a 70 ps
de comprimento e 2 de dimetro para o .brigue
barca Jfniaroc, 2 pcolos de alcanee, 16 paos de
ginipapo de 12 palains di snmprliiieato, 400 libras
de pregadura de lnb), 50 cadernos de papel ma-
ta-burrai), 2,000 tijylos de f.go, 10 duzias de ta-
inas d pj-carga Je 3 polegadas, 10 duzias de
taboasde pe'carga de"2 polegadas, e 800 fot has
de zinco.
'rSaia dassessoas do conseihode compras navef
8 de agosto de 1870.
O secretario.
____________ftlexandre Rodrignes dos Anyw.
Pela subdelt-gaeia.a freguezia do Reeife.se
faz publico ,que acna-se recolhido casa de deten-
gao por fngido o preto :laptolino, que diz Ser es-
crayo do Dr Jos Mara da Veiga Passoa : quem
se julgar com direiio ao mesmo, comparega nesta
subdelegada, munido de seu* documentos, que Ihe
ser entregue.
Subdelegada do Recite 9 de agosto de 1870.
O subdelegado 1 supplente,
^__^____________Manoyl Francisco Marques.
SANtA CaSA OV MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
oa sala de suassessoes, no da deag.sto, pea^
i horas da tarde, tem de ser arrematadas a quera
mais vantagens offerecer, pelo lempo de um a w?
annos, as rendas dos predios em seguida declara
dos:
ESTABELECIMEMTO BE CARIDADE.
lina larga do Rosario.
2* dito do sobrado n. 24 A. 400J001!
PATRIMOXIO DDS ORPUOS.
Pateo do Paraizo.
Loja da frente do sobrado n. 39. 1611000
Rua das Laringeiras.
Casa terrea n. 17.......19o000
, Ba de Gervasio Pires.
Casa terrea n. 39........14300D
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 103......203000
dem n. '94 .- 20i00!)
dem n 102...... 20200'i
Idem ii. 103........jOO1!
I dem n. 93.........204O:iO
Sitio da Mirueira n. 4...... 107000
Os prelendentes devero apresentar no acto da
irrematagao das suas flaneas ou compareceren
acompanbados dos respecuvos liadoros.
Sefrataria da Santa Cara da Misericordia do Re
-rife, 2 de agosto de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA
IQBMM 6TMUSTKA-E MOBATI^A
SOB A DIRECgO
DE
D. Luiz GisaK.
EXTRAORDINARIA R VARIADA FUSCCAO
EM BE.VFiaO
DO
Invta-felm iodo correarte.
is 8 {ri horas da noute
0 direeor interino e o c-prezaro da eompa-
nhia, anta, de auzentar-se df-ta nobre e invicta
cioade, raolveram dar doas beneficios, um para
o Hospital 'Portnpuez, e ontro para o Ajrto de
mendicidad, (codo lugar e-tc beneficio para a
semana vlntonra.
PROGR.VMMA.
PRIMEIIIA PAUTE
L" Urna lila symphooia dirigida pelo maestro
Martin?.
1 eros eitereicios equestres, pelo artista Vi
cente.
3 Sorprendaite volteio
ca vl i iq^M i
4. Os doas aritos agigantado?, divertido entre-
met.
5." A meaina Junnita, sobre nm cavaHo.
6." O ^yoraasiici Aldabo execulnri o perigoso
salto do desuenhadiiro, da altura de 4 meaas e 1
eaeira.
7. Mr. Roaolet ePassaro scena jocosa,
Intervailo de 30 nmitos.
SEGtNDA PAUTE.
1. Symphonia.
2." A percha annel, pelos equilibristas Tesari e
Vicenta Casnli.
3." 30 annos ou a vita de ura jogador, cena
contempornea e de iranstoni-m-o, pelo artista
Luiz.
4. O duplo trapesio, jelo artista Aldabo e
cente.
5.' Finalisando-se
mima.
ericana e brasl
de paqnete* a vapor.
de agosto esperado de New-
S. Thomaz, e Para o vapor americano
, o qut depois da demora do costme
para s pones do ras trata-se com os agentes Henry Forster &
itaa do Commercio n. S.
DE
Freta-sesobre dinheiro.al|4 OfO para qual-
^erpirlo da escala do imperio, sendo quantias
mainres de 20:000*. Teqdo aberto seguro em
I Londres sobre libs. 100,000, por qualquer vapor
IMinh, a companhi segara qaalqaer remessa
de drabeiro a 1|6 0|0 para qualquer porto da esca-
la no imperio. 0 valor deve ser declarado em Ii
brea esterlinas t o premio pagavel na mesraa moe-
de on sen equivalente.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
.DS
VavegacTto coafeera p*r vapr
Parahyl, Natal, Maco, M*Ror, Ara-
caty, Cear, -AUadarr, Acarac e
Jranja.
O vaptn Juguaribe commandam
Guilherme seguir para os porto aci-
_ raa no diri3 do corrate as 6 hora.'
la tarde. Recebe carga at o dia II, encom
mendas, e passageiros e dinheiro a frele at as
i horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Mattos n. 11
WL
20 barris com mantei-
gra ingleza
Quinta-feira i Ido crrante.
O agento Pestaa far leilao por coala riro
de quem perlencer, de 20 barris cora maatfetn in-
gleza vindos pelo na/io ingles Rftet Qum,*-
qnaes serao vendidos em nm on mais lotee, aven
lade, no dia gainta-feira fl do correnle,'* si ae-
ras da mnhaa, no armazem o\i Annes, snak
da alfandega.
pelo
fc)r Inania, s bre o
Vi-
com nma ao.laudida panto-
' frecos
Camarotes com 6 entradas........
Cadeiras.......................
Cadeiras avtrtsas para .ehoiM..'.'.'.'.
&raes..........................
Os bilhetes de camarotes, caderas e
vendem-se no mesmo circo.
1250IV
1*000
2*000
1*000
plateas
CONCERT INSTRUMENTAL
\
S.lfilO
DO
iaaaaaBBneH
Ss mtrito
i de,
m uar puDiiciaa
sirvaa-se
obrigaro oDe
recoqhecido
DECLARACOES.
Santa Casa de Misericordia do
Bclfc.
Peranto a Illraa.ipata administrativa da Santa
Casa de MiserieordnR Recjfc n sataidas se;soes
no dia 11 do crremeTem tB'arremarar-se o for-
neciraento do genero-- abati declarados que tiver
de consumir o asylo de mendi^idade s;u eargo
nos mezes de setembra novembro, saber
i 'Manteiga fnnceza. kilogramma.
Aletrla, knerammo.
Arroz, dem.
Az-erte doe, ftro.
Agua i9m.
Azehe de carrpato, ideta.
Beafr o kilgrammo.
Batatas, id
Carne -no.
Caf em gri, id
Parrada de mandioca, litro.
Santa casa de misericordia
do Recife.
Perante a Illma. junta da santa casa da miseri-
cordia do Recife. na sala de saas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 11 do corrate, lera de ir
praca o foraecimento de carnes verdes que tiver
de consumir o asylo de n endicidade nos mezes de
setembro novembro
Sania Casa da misericordia do Recite 8 de agos
lo de 1870.
- O escrivao,
. Pedro Rodrigues de Souza.
Uonsulat de Trance arer-
naHibuco.
Mes chers compatriota.
J'ai l'honnenr de vons inviter assister au Te-
Deum qui sera chant le 15 Aoul prochain, une
heure de Taprs tnidi d.tns i'glise de Nwtra Da-
me du Paraso, PoCcasion de la ftede S. M. Na-
pol/n III. t
Votre coneqof cette solennit ne m'a j.imais
fait dfaut; il sera cette anafe plus empres?*que
jamis. Vons omprendez qu'i est bou et-d'un
bon exemple de raontrer, au moment ou la Frail-
ee est enjiagee dans les lnsard de la puerre
que ai le temps ni I absence nakrent l'amour que
unos portons notre cuer el igraod pays. Peut
Une, l'heure m.ne ou nons demanderons Diea
de proteger la Franco t l'Empereur, le sort des
armes prononcerat il son arrdt I I que eette
pease rende nos voeux encor plus fervents,
puisque c'est senleiueot par des vraux qne nona
ponyons manifester notre patriotisme.
Pernambuco, le (Katral 1820.
Le cnsul de Franca, -
. ^ Otmin aporte.
Lo Moniteur Univereel a onvert une sous-
criptin nationale poor vdnlr en alde au* Atrailles
de ceux de nos soldats qui mourront ou ser.ont.
blesss pandant h nerre; ja saisis cette oooa-
sioo de porler c :e de mes
compatriatos et, J'i llionneur Ble iAfrmer que
cUe souscriponest ouvprle des c*e jour au con,
sala* de Frarice. Les noins des souscripteurs e|
le montant de leur> o)frandes seroct publi^aos;
ce Journal.t
CLUB PERHAMBUGMO
EM BENEFICIO DO ARTISTA
HERMOGEXES NORBERTO DE GUSMAO
Em 12 de agosto iln 1X70
Primeira parle
Grande ouvertura por orcoestra, dirigida pelo
distimrto maestro iJalas Filho.
Phantasia sobre motivif da oppra Sonnamlmla
por A.
Terschak, executada na llanta pelo saeigoe ar-
SU Candido Filho.
Afia variada por l.auri'lli, tMptaila na rliri-
ntti pelo aprecia ve! artista Francelino Theo-
doro des Prazen>, ac>mj5a:iTiaau a piano pelo
grande maestro Gnstav.
Grande phantasia Souvenia.du Pirle, liui, execataa no pistn pea) fiupalhieo artit.^
Bento da Silva Ramalho
Segunda parle
Ouvertura pela orchestra.
Grande phantasia, executada na (lauta pelo ce-
lebrado artista. Salustiano Tenorio, com acompa-
ubamento pela orchestra.
Magnilico solo de opbecleide.executadr peloapro-
veitado maestro Sr. Hennqua Jtutsen.
Phantasia sobre motivos da opera l due Foscari,
de Verdi composta e executada na (lauta pelo ja
referido artista Candido Filli .
Urna banda marcial tSl a entrada do edilicio
obsequiando a> familias que cnegarem com as pe-
cas do sen repertorio.
Comeear < 8e 1/2 horas.
O benefjcjadu desde ja agradece ao respeltavel
publico, e aos seus colli-(5*s que concorremparu o
bnihantismo deste entretimento, a sua generosa
coadjuvac^o, protestandu-lhes sen eterno recoolH-
cimento.
O menino beneficiado previne aos Srs. concur-
rentes, que por o^c.isia.) da fuera. ir receber
o valor de suas cadeiras
Os hillipies achara-se venda no mesmn Club.
AVIAOS MARTIMOS.
Para Lisboa
COMPANHIA PEKNAMBUCAiNA
Varegaeo eoatelra por rapor.
Femando de Poronba.
O vapor Gifui. conmandante
lacedo, seguir para o perto cima
no dia 12 do corrente ac meio dia.
Recebe carga at o dia 11
eneommendas, passagelroe e di-
nheiro a frote at as 10 horas do dia da sahida,
no escriptorio do Forte do Matlos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagdo costetrapor vapor
Macei escalas Penedo e Aracai..
^5|y O vapor ifandahu, commanoaote
'yJ/wL Juho.segnir para os portos cima no
^XBbbb dia 13 do corrente as 5 horas da
tarde. Recebe carga, eneommendas, passagei-
r se dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do d'ada sahida no escriptorio do Forte do Mattos
n, 12.
Maranho
E' esperada do Rio de Janeiro em poocos dias a
barca portuguesa Maa, que trar j algoma car-
ca para o referido porto ; e descarregando a qae
ira esto eondnzir. nKeber aqui a qne for pos-
sivel obter para o Maranho, e com pouca demo-
ra : pjir isso quem desejar aproveitar esto bos
occasio de embarque, dirja-se ao consignatario
ioaquim Jos Goncalves Bel trae, rua do Com-
me'cio n. 17.
Ri" tte Janeiro
Pretende seguir para o referido porto com a
possivel brevidade n patacho Slonteiro por tor por
co da carga engajada ; e para a qne Ihe fnlta t
escravos a frete, trata se com o consignitario Joa
quim Jos Goncalves Beltrao a rua do Coinmercn
n. 17.
PAR.
Para o referido porto, pretende seguir com a
possvel brevidade a barcj, portugueza S. Joao,
por ter j parean da carga, e para a que Ihe falta
a frete cnmmndo, trata-se com o consignatario
Joaquin Jo Goncalves Beltrao : a rua do Com-
mercio a. 17-
LEIL0ES.
LEILAO
Correo gerai.
Relaco das cartas
do sal e norte
repartiese do
de 4870.
TfT
mio Macha
do da Costa
, procedentes
ro, existentes na
flm 8 de igoslo
anna Filho, Bornar-
cisco Xavier Pereira de firilo, 1
Jfe Vel-
A barca portugueza Nova Marianna vai seguir
para Lisboa at 12 do correte ; recebe carga-a
frato a mdico pre(o, e p-sageirof, para o que
tem bons commodns : a tratar com OTfveira, Fi-
Ibds A C, no largo do Corpo Sanio n. 19, primei-
ro andar.
COMP
.i
DAS
Messigeries imperiales.
At o tos do sal o vapor trancei 4vizon, eorimandante
Giost, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordqos,tocando em Dakar Gora) e
Lisboa.
Para condieSes, fretes e pa=sag(ins, trata-se na
agencia, rna do Commercio n. 9.
COMPANHIA PEnNAMUCAN/~~~
DE
tfavegagdo costara par vapor,
Goyarraa.
0 vapor PordAyaa'seguir para o porto ci-
ma do da 16 do corrente as i horas da nonte.
Recebe eneommendas, paesageiros e dinheiro
a frete at as 1 hornada tarde no escriptorio do
Forte do Matt'.*.n. 12.
COMP^H
VaTeieSo
loso da Silveira, Jozino Fernaqdes di Crnz, Joo \ da com
HpIBCANA
vapor,
I horas
eosteira por
Mamangu
Ijonal Comr,pe, comm
iHBaaaaaaaaaaaaafl
do da i
a, Forle de
DE
urna caixa com 120 duzias de sapatos de
la com arana
HOJE
QuatM-feira 10 de agosto, as fl horas em
Mi to.
O agente IMnto r.ira leila<, a requerimento de
Mello, Lobo A C, por aotorisacio do cnsul de
Franca, em pre>encu da seu del gado e por conta
e risco de quem perlencer, de nina caixa marca
M L & C- n. tilo, com Ii> dozias de sapatos de
laa avariados bordo do navio francez Uto Grande.
0 leiao ser efaettiad s 11 horas do dia cima
dito no escriptorio do referido agente, rna da
Cruz n. 38.
barca ingleza Wobura Abite?
A 19 do corrent*.
0 capitao David Janes far leo, de naai*i
em presenea do Sr. e nsul de S. M. Itrinanii i
nesta cidade, por intervencSo de agente OiiHin
e conta e risco de quera pertenoer, precedida, a.
corapetente aatorisaclo da alfandega, coa aaats-
tencia de um s^a empre.'adn fiscal, do cseo da
referida barca Woburn Abbey, cora a raastreaca.
perlences e mais objectos que neUa pomaaam
forera encontrado', tal qual se aclia no lunar
Ponta de Podras ao norie d'esta prnvmcia, nadr-
recentemente naufragara na saa viagmn pseee-
dento de Liverpool, com de-tmo ordem
Quarta-feira
a3 11 horas da rr^nha, no armazem- aiCtadegad"
do baro do Livramento, ao caes do Apollo, bagar
em que se acham vanos salvados da mesmo. bar-
ca, qne serito em seguida arrematado?.
GEANDE
importantes movis, qninqoiihariast*
Ibos, candieiros de ix>fcelana, camas de
ferro, velocipedes, carrinhos para bmm-
nos e outros mutios artigos para sorti-
ment de qualquer loja
Sexta-feira 12 do corrente
No novo armazem da rna Nova n. 34, junto
madama Tiieard.
O agente Martins fari- leilo por conta e risco &
quem pertencer, dos argos cima, para bqudar
facturas, as II horas do da armia.
constando de superiores chapeos, cbapelnakaf,
gorros, grvalas toacas sapalinhos, eoaaeti,
forros, esUrapas. nvehas, linhas, bicos, esconvi-
Ihas, fitas, vidrilhos, irnra. c>rdoea deretror.
flores, machinas, veos e plomas, e numeroso-,
outros arligos, lodos d'^s melhores qfialidade-, e
que constituyo perf?ito s rtimenio de ona loja
de ehapeflaria
A 2 (io -orrentex
Bastos & Silva larao leitr.o por irtiervencio rti
agente Oliveira, das morcadorlas supramenciona-
das. e que formavam a maior liarte tto Iwlloesta-
belecimento de chapellaria nntr'ora perteneente ao
Sr. Titira, sito raa ida Raneta n. Vi, onde ser*
effeetnado o leilao sexta feua, principiando as i<)
horas da manha. ^
LEILAO
Ji ronymo Amnelo de S' nza Bolim, com o con
sen i ment dos seu* credores e para pagamento
dos it.esmds, far MlSo por intrrvenciio do agente
Pontual, da nrmacao e gneros da sua taberna sita
rua do Livramento n 39, em um ou em mais
lotes vonlade dos licuantes, quarta-feira 10
do crrante, s 10 horas, na raesiua taberna.
de salvados d nwios.a 10
d corr nte
David Jones, canitao da galera ingleza Wobnrn
Abbey far leilo, de accordo e em presenta du
lllui. Sr. cnsul de M. Britaunica nesta cidade,
por intervenco d i agente Oliveira. e conta e risco
de quem pertencer, precedida a competente auto-
torisaco da. alfandega, cora assisleneia de seu
ojjpregado fiscal, de jiorcSes de vellame, cordn-
Iha, mantimentos e outros pertences da dita galera
naufragada no lugar denominado Ponta de Pedras
ao norte d'osta provinci, na sua recente viagem
procedente de Liverpojl, com destino ordem,
carregada de carvo
HOJE
as 11 horas da manhaa, no armazem alfandegado
do barao do L'vnamento. sito >io caes do Apollo.
LEILAO
de 234 saccas de algodao
-et rama
A 11 do crreme.
Saunders Brother & C faro leilau, por otdem
e em presenta do Sr. cnsul de S, M- Briunnica
nesta cidade, por ;onta e risco de quem perten-
cer, e por intervenco do agente Olivrira, prece-
dida a auterisacao da alfandega com assistencia
de na seu empregado fiseat, de t3I saccas de al-
godo em grande parte a granel, recolhidas nos
armazens Trapiche e Ces do Ramos ns. 14 a 16,
e o qual fra njendiado bordo da alvarenga que
o conduzia, ja despachado, para ser embarcado,
bordo do vapor inglez Sapnlre
Quinla-feira
ao meio dia em pinto, noa ndloaJo* SrmaTnns
Trapiche e Caes do Hamos ns, h *l6 S0 a!
Santa Antonio. l
180 caixas cont diarutos da
Baha
O/iinta-feira 11 do corrente.
gente Pestaa far ieilao por conta e risco
de aera pertencer, de 180 caixas com charutos
da Baha, no dia quinta-feira 11 do corrente, s
DE
lou$a, liv os. a sabe?:
L'ro piano, urna uiobtlia, caJeiras de haiMv.,
jarros para flores, eandwiros, casiir;ts e oaa-
gas, esteira forrada para sala, etearradaita,
differentes livros em inglez e quatro quadm*.
Duas camas, 2 lavohirios, 1 guarda-xctipa 2
eommoiias.
Urna mesa elaslica. 1 gnarda-louca, 1 appar.-nfcr,
1 inarquez1. i radtnra, lone, para.ca, ap-
parelho para janlar, iiio des'ert, garru> c-^.-,
clice, conipotetras, garfos, facas, oi sas. (landres, potes e trein de cozinba
Sexta-feira 12 de a^ istp, na rua ".>'> Ktatian-
pea n. 4.
O agente Pinto, auionsado. por nn pess>a .
retira-se para a Europa levar leilo o n>M
e mais objectos cima descriplos existenios na. rasa
da rna dos Gnararapes n. 4, onde se eftectuara..
leilc.
Principiar u 10 horas.
AVISOS DiVEasos.
AVISO
Malernus Lonz, comprou a Xlanoel Martins de
Carvalho, a padaria u. SG da rua da Guia ; onde
promeKe servir com nontualidade seus.regeies;
forneeendo-lhes o pao de serveja e de leita du-
riaraenlo, e o de centuio as tercas e sextas-leira?;
assim como qualquer qualidade" de missas b-
laxa, aramias, doces, etc. _________
Ama
Precisase de ama ama para casa da hornera
solleiro : no becco. da Carrocas n. S, tratar das
6 as 9 do da.__________________________
X'luga .-e o e 3" andar da rna Doojiib de
Caxas n. 9, muito fresco e cora bonito vista :
tratar n i mesmo sobrado 1 andar das 9 ao atrio
dia._____________
MTENCAO
Qaem qaizer ser
urna taberna era bera
de Pedro Affoasi
Precisa-se d ara pr
r\t*iA ca
lee i rna

terno de padaria : na m


Diarie
Feraambuco Cuarta feira 10 de Agosto de 1
Fotographia imperial
CALERI.4 DE PINTURA
DE
J. Ferrara Filela
Desde o da 7 de Abril pagado acha-se aberto o
ovo estabelecimento phoiographico sil* ra do
Cabot n. 18, ei>quina7 dopateo da matriz. Osiraba
Hmmim desde entao, tem sahido de nossa offlcina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
algons com admiracao pelo exiraordinari pro-
gresso que ltimamente tem tido a phot< graphia,
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada cora um estabelecimento digno d ella, o n-
contfsravelmente o pri-neiro que nesse genero
hoje (Kssue : tambem nao nos poupamos em cousa
alguma para monU-lo no p em que se acha, es-
perando qiM o publico de Pernambuco saber
apreciar nossos aforeos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
e estrangeiras que tostara das arfes, ou tiverem
neeessidade de trabalhos de photographia a visi-
tarem o nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e sua disposico todos os dias desde as 7
horas da manhaa at as 6 da urde.
Para os trabalhos de photographia possuimos di
versas machinas dos melhores autores francezes,
inglezes e allraemaes, como sejam : Lerebdurs et
Secretan, Hermagis, Thomaz Ross, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinas) sendo urna dellas propria para tomar
cobre e mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isohdas, e outra de 6 a 12 imagens diversas t
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna troica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para carts de vi>ila, eassim em menas de
um quarto de hora ilespacharmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, umaduzia de carloe?
roais ou menos, com os seas retratos smente, ou
em grupo com outraa.
Enearregamos-nos exclusivamente da direccao
8 feitura dos trabalhos de photographia dei-
xando pencia e talentos do dislincto pintor
allemo, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
urna escriptura publica, e at o presente tera-se
desvedado na execucjie de sen? trabalhos.
No nosso estabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos im|ior(antes 6 Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamoho natural, assim como de quadros sacros
para oroamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os preces dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
cartoes de visita nao coloridos a 10#00 a
duzia
cartoes de visita com o colobdo ao natu-
ral a 4b(50o0 a duzia
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
i-aixilhado em moldura donrada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
Jnlgaroos que bastarao os preces cima para
tlarmos idea da barate establecimento, quanto sua perfeicao cada um
ven ha julgar por seus proprios olhos.
As mjhores horas para se tirarem retratos^ no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 da tarle; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em casos especiaos pde-se tambem retratar qual-
raer pessoa.
Nos d3s de chuva, ou por tempo sombrio po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela doenra e persistencia da luz, e pi r termos o
nosso terraip construido com taes proporc/5es e
ineihorameiilns, que ainda chovendo orros ne-
nhum inconveniente ha para fazerse bellos re-
tratos. ^
J. ff- rreira Villeln.
Ra do 11
mniifiiiAr n
3R
Nova padaria
americana, rna do* Pire* n. 30 ; d'ora em diante
continuara a fazer pao e bolacha de farinha espe-
cial de sortu para meihor agradar a seus fre-
gtiezes
UM DESCOBRIVENTO ESPANTOSO
XAROpE DE FEDEGOSO DE PINTO
Para as molestias lo peito, tosses, as-
thma, bronebite, etc.
Attesfados
Illm. Sr. Joaqni.'n de Almeida Pinto Rraga,
i de Janeiro d. 1868. Meo amigo, aqui ene-
guei com algumas mi Inora? ; depnis de. ter lo-
ma o tres garrafas do seu preparadoXAROPE
DE FEDEGOSO ; i-t\ pelo mar, porque lo-
^'0 que cheguei em Lisboa, principie! com rtair-
f a tomar o dito xarope, por conhecer pelo mar
que elle me, f:?ia grande benelicio, pois vista
da grande qn3niidade de sangue que eu octava
pela bocea, vi que me ia desapparecendo com
rapidez, depois que continuei a tomar o dito xa-
rope, e to milagroso foi para minha molestia,
o que hoje me aeho de todo restablecido, e at
c mesmo bacante nutrido, e por isso pode Vrac.
fazer sciento ao publico o milagro que o seu
preparado obrou na minha enfermiliade. Sem
lempo para mais, sou de Vmc. ?
Amigo atiento venerador e muiio obrigado
Manoel Jos Goncalves Per jira
lllm. Sr. Joaqitim de Almeida Pinto.
Ha muito que ouvia proclamar as excellentes
propriedades do XAROPE DE FEDEGOSO con
tra a Idaaa e asihma, e sofTrendo eu de urna
tosse pertinaz, e tendo usa>;o de toda a sorte de
medicamentos, vali-me, pois, do XAROPE DE
o FEDECOSO, e urna garrafa somente foi bastante
para re-ialu-lecer-ine, e me vejo to robust) co-
rao dantes : suecumbiria de eerto nao ler
usado seu XAROPE DE FEDEGOSO.
A' vista disto nao tenho expressoes com que
exprima a V. S. a gratido de que Ihe devedor
o de V. S. atteuto venerador e criado
Joao da Costa'Rego.
nico deposito, pharmacia de Jsaquim de
Almeida P.n o, ra larga do Rosario
n. 10, jonto ao quartel de policia.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cara a phthvsica e todas as molestias do peito.
salsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e lirop os cabellos.
Minias cat bar leas.
BILHETES DO RIO DE JANEIRO.
Na praca da Independencia n. ti.__________
Precisa-se de um caixeiro de 16 a 18 aanos,
com Bratiea de taberna : ra da Concordia
n. 95._______________
Xarope de agripo.
E' ara dos' medicamentos que sua efllcaeia as
oafaraiidades, to?se e sangue pela bocea, broocbi-
tas, dores e fraqueza no peito, escrobuto e moles-
tias de ligado, que meihor tem a pro vado._______
__Precisa se de urna ama livre ou escrava para
o servico de urna casa de piuca familia : o i ra
Non o. 52, 1* andar._____________)_________
Tintura de marapuama.
A celebre raiz de marapuama coja energa effl-
caeia as para porpeciatento ote, muito
Mreotnmend
Talse- ado<>
naca e Drogara de Bar.!
i larga .ii
nico d>' "**
Em c CHRIST1
ANSEN, roa da Cruz n. 18, eacontram-K
t#liilii imrntr todas as qualidade de vinhi
irontram na phar-
i
numa
Este antigo estabelecimento, acha-sc hoje montado
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, jjrata e brilhantes, que
sempre tem e recebem menslmente das |>rincipaes fabricas da
Earopa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de le. ,
HOIU:ItA HITARTE C.
irope de 1
miueDdados,
como calmantes paraos caaos, em qoe se
nlo pdfl osar do opio e de seos prepara
dos, e m'oi convenientes para as criancas
oos espasmos e convuJsoes.
um
A
DOR N. 38.
Preparados d'alcatro em capsuias, licor,
e xarope ferroginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blsncard.
Plalas de Bland.
Xarope furruginoso 'de Blancard.
Confeites de lclate de ferro.
Pillas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de fecro com magqezhi.
Ferro de Quevenne.
Assocar ferroginoso.
:'.,...-*. I 1
et
1BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBJ
d I
te*ni resolvldo- o
queiros eota'guos e pertenxen a capaila,
ciim casa de pedraj> cal Jdltal
relativo que se acha na c.
da. onde at a da 23 de asno
(1870) s recebero as propostas de dita arreoV
meato._________________
Precisa se de urna ama que saiba Jw.asai
nhar e queia sabir a ra : a tratar na ra do Se-
bo n. 29.
Puramente vgeiats e sem mercurio, urae-
toes, enrame purifleam todo o syaiema batoane
Vende-se elTectivamente em casa ae Samuel Pt
hnston & C, ra da Saoialla Nova 42.
ALMANAK
DE
Lembrancas Luso-brasiWrd



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Og M S CO
S. S?M a mar
ft>- N 0> B CB 6
Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu interesse : na praca do
Gorpo Santo n. 17, i andar.______*___________
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade deNazaretb desia provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a ooclnir
aquetle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flus
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
"por este owlivo de novo chamado para dilo
Gm ; pois V S. se deve lembrar que este negocio
de roais de oito anuos, e quando o senhor seu
filho se acbava no estudo nesta cidade.
AOS SRS. AI JAI ATES
Ghegou toja das Coluonas, da raa do Crespo n. W, de Anvw'o '-.de
V.is:ons<-.l os, superior velludo preto de se UtiHH MVUlAlIfi
estni en) dos (lentes e operaqes dias uteis, das 10 horas at meiodia
PELO EMPREGO 00
PROTOXYDE D'AZOTE
no gabinete do cirorgi3o dentista FREERIGO GAUTIER
19Ra Nova19
0 qual, achando-se relacionado com os mais celebres dentintas de Paris, adquiri
com elles, na ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este excellente
anesthesico de qoe se pode sempre usar sem inconveniente algom, e prodoz nsensimli-
dade completa.
O mesmo aproveita a occasio para lembrar ao respeitavel pobltco qoe no
seu gabinete continoase a fazer tedas as operacoes da soa arte e collocar denles por
todos os systemas: com ooro, platina ou vulcanite, segundo os casos.
Especialidade de obturages com ouro puro.
NOTICIAS
DA
GUERRA
ENTRE A FRANCA E A PRUSSIA.
Na livraria francera assignam-se os seguintes
jornaes, qoe relaiam com minuciosidade todos os
acontecimentos do actual conflicto europeu :
lllustration Francaise.
III. Ceipiig Zeitug.
III. LmdonNews.
Monde Illustr.
Figaro.
Gaulois.
Rappel.
E em geral todos os jornaes francezes, allemaes
e inglezes.____________. _____________
Armacao
Quem precisar e quizer comprar urna rica ar-
macao de amarello forrada de lourp, para qual-
quer estabelecimento, dirija-se raa Direila, casa
n. 12, qoe achara com quem tratar.__________
Precisa-sede urna ama livre ou escrava para
o servico de pouca familia : na ra do Apollo o.
49, 2 andar.
Sitio para alugar
Aluga-se um sitio com boa casa e multas ao-
res de fructo, em cuja casa nunca entrou ebeia :
na Passagem da Magdalena : a tratar na praca da
Independencia ns. 4 e 6.
Irmandade acadmica
DE
N. 8. doBom Conselho.
De ordem de nosso irmao juiz convido a mesa
administrativa dessa corporacao reunir-fe no
da 11 do correle, as 11 horas da manhaa, no
convento de Santo Antonio, para tratar-se de ne
gocios que sio relativos mesma jrraandade.
Consjslorio da Irmandade Acadmica aos 9 de
agosto de 1870.
O secretario,
Gamillo Correia Dantas.
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
casa de familia : na ra do Dnque do Caxias nu-
mero 69.
Manoel Teixeira Rarcellar, FranGisco de Paula
Teixeira Barcetlar, Vicente Teixeira Barcellar,
Symphronia Olimpia de Queiroga e Frederico Cha-
ves Jnior, agradecem cordialraente a lodos os
seus amigos e parentes que se dignaram acompa-
nhar ao cemiterio os restes mortaes de sua mui
prezaoa mai e sogra.
AMA
Precisa-se de una ama para cozinhar para casa
de homem solteiro : na ra da-Praia n. 2
Precisa se de ama ama para casa de pouca
familia : na ra das Cmzes n. 11, 1" andar.
Na raa spvade Santa Rita n. 77 precisa-se
de urna ama. prefefC se escrava de meia idade ;
na mesma casa forneee-se rondas a escravas aan-
cadas por snas senfaoras.______^______________
Preei'a-se de um ama que eonnhe e en-
n para casa da pouca familia : .n r
18.
Casa oara alugar
Alnga-se ama casa terrea na n freguezia da
Boa-vista, becco das Barreiras, com 2 qnartos, S
salas, cozinha, tem soiao, portao ao lado, quintal
murado, bomba e tanque para banbo : a tratar no
mesmo beceo ns. 5 e 7.
O Sr. Urbano Francisco Duraes deixou de ser
caixeiro desde o dia 8 do corrente mez da loja de
miudezas de Maaoel Jos Lopes & Irmao, da ra
larga do Rosario, (heje ra 11 deDezembro).
AMA.
__Estando justa e contratada a compra da casa
da ra Velha n. 68 da freguezia da Boa-vista, com
os herdeiros de D. Joanna dos Santos da Fooseea,
avisa-se a qualquer pessoa que julgar-se com di-
reito mesma casa, podendo entender-se com o
morador do 2o andar da casa n. 35 da roa do Ira-
I perador junto a secretaria do Sr. Dr. chefe de po-
, sob pena de no prasu de 8 dias lindos, nao
Homero de* ecipou-s a caa j
ultimitaeuto na6aadn, i ra Verba
Yendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapos no Rio-
Grande do Norte, cora ierras casas e armazen;
de um e oulro lado do rio, lugar beir. conbecido
pela sua importanda coojmercial, cujo porto ofe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moenle e crrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravs,
bois, bestas e alambique ( ou somente o emgenho
com as- trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos preces,
e tambe se permutam por engenhos nesta pro
vincia. Parahyba e Alagoas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas : tratar com o proprietarii
major Fabncio Gomes Pedrosa ra da Cadeia
n. 25, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.________________________________
Precisa-se de um menino portuguez que ne
exceda de doze annos de idade, para caixeiro de
urna taberna : quem quizer se propr drija-se
esta typograpnia a entenderse com o Sr. Ferreira
D, W. BOnlAN
ENGENHERO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52.^
Pass nao o iliaf riz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por c animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
cul'ura. /
Tudo por preco muito redozido.
PfWrRMACIA OENTRAL' RA- BO IMPERA-
DORN. 38.
Viobo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestoes
difceis nos casos de debilifade do' esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RU DO
DOR N. 38.
Agua hemostbalica de Lecbelle. mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
IA DETRAL^UDO MP
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco do iodo com o sueco de plantas
anti-scorboticas.
Este xarope empregad com prhnde
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o racbitismp-
cacbloroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilba, salepo araruta, ferro, ede sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pe Lo como sarna, panos, em-
pingeos etc., sendo o ultimo de muita utili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, qoe
costomam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug.i.
Tudo de meihor qoalid-de.
' Oaetilho.
PARA 1871.
Ra do Crespo n. 9.
LIVRARIA FRANCEZA-
PERDEU-SE um rolo de papel, conteD-
do varios documentos e entre elles um di-
ploma de cavalheiro da Ordem da Rosa. A
pes&oa que, os achoo, quereodo restitui-los,
ser generosamente recompensado, se (y
quizer. Para entrega-Ios, roa do Rasario-
n. 47. 1. andar. ._______
CASA DA FORTUNA
Aos 8:0001
Bilhetes garantidos.
K. roa Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do cosime.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sones, 2 quintos n. 2204 com 8:000J da lo-
tera que se acabou de. extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia (155"), convida aos
possmdores virem receber na conformidad do
cosume sem descont algum
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 6a parte das loteria?, beneficio do cole-
gio dos orphaos (156*) que se extratr quarta-
feira, 17 do crreme me-.
PRECOS.
Bilhete inteiro 10*000
Meio bilhete 5*000
Quinto 2*000
Em porcao de 100*000 pira cima.
Bilhete int-iro 9*000
Meio bilhete 4*560
Quinto 1*800
Manoel Martins Fiua.
Fa encas.
L4M
O abaix i assignado, morador no 3o andar do so-
brado n. 36 da ra das Cruzes, encarrega se de
recebimentos de sidos, honorarios, cobrancas de
dividas e de quae>quer outros negocios e pessoas
tanto da cidade como de fra, offerecendo era tudo
a aqnelles que se dignarem de o procurar, vanta-
gens e garantas reaes.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Ama
Na ra de Apollo n. 2i, 2 andar, precisa-se de
urna ama para andar com meninos e que seja de
oa conducta. ________________^______-
aaVa^MBHBHHaHBBaWam
0 directorio do partido liberal, nesta pro-
vincia, manda celebrar na greja matriz da
freguezia de santo Antonio, no dia 11 de
Agosto prximo, s dez horas da maoha.J
um officin solemne por alma do Onado mar-
goez de Olinda.
para esse funeral o mesmo directorio con-
vida atodos os cidados brasileiros e estran-
geiros reside' tes nesta provincia, e espera
qoe accedendo ao convite qoe faz por este
meio, se dignem assistir a esse acto de pie-
dade e religiao, e antecipa os seus agradeci-
miento todos a quem se dirige.
..*... -T-."-' loraajaarjHBjnn
4 luga se
tima escrav para o servico domestico : na ra do
Hospicio n. 29,
Saques
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
FARMACI4 CE!TR1L
Roa do Imperador u. 3S.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Faculiy, as a cooling and refreshing beverage
in all cases f ft ver. The frequent usecf"lM3sa
line preserves foreigoers from many uistjes to
which they are l'eable before becoming acclima
ti-ed. May be obtaihed at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
PHARMACIA; CENTRAL RA DO "IMPERADOR
N. 38-
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritimo, para as afifecc^es chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecejo nervosa.
Pastilhas de hypophospheto de cal mui
otis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnaolt,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacoanba e de Rermes.
Jo3o do Reg Lima, sacca sobre a praca de Lis-
boa : ra do Apollo n. 4.

m
TIMARA FRAttA
55-Rua da Impe atiiz-55
Tioge, lava, limpa, lustra e achamalo-
tase, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades ;
como sejam : seda, lia, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se nodoas e limpa-se a secco sem
mol bar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
illlIIIIIIllI
Quem precisar de um caixeiro com pratica
de taberna ou outro qualquer negocio, para a pra
ca ou tora della, drija-se a ra da Concordia nu-
mero 152.
O Lachar el Joaquira W.
Gonqalves Lama tem es- J
dfriptorio de advogado \
gr ra do Imperador n. 35. m
de una livre oa escrava pan
i, menos robar, em cas f straeii
i i rtir <' C ai o K)
III
rre oa escrava
ytfiu n. 39, h rnarabacano.
na
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, qoe se pode usar
repetidas vez^s sem irritar os intestinos.
XAROPE HYPNOTlCO DE CHLORAL.
O chloral um agente tberapeutico recen-
teniente experimentado, mas ctijos benefi-
cios v3o sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affecgoes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empregad com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e ns de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profondo.
Elle reo mmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimadoras extensas, dos
accessos agudos de gotta, na astbma, na
tosse convulsa, e em moitos outros casos,
DOSE..Daas a oito colheres de sopa
por dia.xonformeo effeito que o medico
qoer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QU1NINNO DE LABARRAQUE
Poderoso tnico hoje to acooselhado nos
gozos de debilidade geral, emai osado
como antifebril.
PHARMACIA ENTRAl RA DO IMf BRABCR
n. 3a
Ra estreita do Rosa-
rio n. 36.
Hotel de Hespanha.
O propriettrio deste estabelectaaento fas publico
aes eus resneitaveis freguezes, qoa Ibe acabara de
ehegar da Europa um famoso coatnoeiro, e um
bello servente, fallando este ultimo diversos idio-
mas ; e portanto offerece ao muito instrado aovo
desta cidade constantemente mesa aberta cem toda
a decencia, e sero servides com toda limpeza,
fproraptido e agrado, com comedonas eptimas.
Ach rao tambero nesta su casa dlvertimento de
domin e bebidas das melhores qualidades. Aa-
mittem-se assignaates pagar por mez, e prepa-
ram-se encommendas de gosto para bodas e bap-
Usados. Anteeipando.se desde ja a agradecer o
bom acolhi ment dos seos hospedes.
O administrador das massas faldas de Francis-
co Pereira da Silva Santos e de Tnomaz de Figuei-
redo, convida aos credores das referidas massas-
para que apreseniem no praso de oito dias da pu-
biiracao desie, seus ttulos no escriptbrio sito
casa n. li da travessa da Madre de Daos, afim de
seren verificados e classificados, certoa de que
lindo o dito praso nio podero ser mais recebidos
Preci e engomraar para urna pesoa : na ra do Fog
n. 18, 2 andar.
/
Ama deleite.
Offerece-se urna com muito bom leite ; quet
precisar drija-se rna Augusta n. 47.
O abaixo asignado, estabeleciao e roo'^0!
a roa larga do Ro-ario desta ndade n. 18, lendo
vista ha lempos Di rio de Pernambucr t seu
noine em urna peticao de hebeas curpu/ dirigida
ao tribunal da relac3o, e hoje na par" da policia
como preso a ordem do subdelegado i* Sant An-
tonio, declara que nao se en ende c*m elle nem
urna nem oatra cousa, mas sim can outro indivi-
duo do mesmo nome. Recife 6 de agoto de 1870.
_______ Manuel Antn* de Jezys.
Francisca Moreira Rei^ inventariame dos
bens deixados por sen tinado marido Manoel Isi-
doro de OiivciraLobo, f zsrienu- ais alhados dr-
dito finado ou seus pai.* que, tendo elle seu ma-
rido deixado cada um a qusnta de cem mil
res, e estando determinada a parlilba, faz se pre-
cisa a certido de baptisrao para se juntar aos
autos para seren attendidus, e por isgo os que es-
tiverem neslas eircumstancias, as deverao ticar e
aprsenla la a inventarame, a qual mora ra
das Calcadas n. 47. O mesmo aviso faz alguma
pessoa que se julgar aredora do dilo finado, afim
de justificar snas dividas, tudo no prazo de oito
dias.
Irmandade
do SS. Sacramento da matriz de Sanio
Antonio.
Por ordem da mesa pegedora da irmandade do
SS. Sacramento da matriz do bairro de Santo An-
lodlo sao convidado? todos os nossos charis^imes
irm.ios para comparecerem na quarta-feira, 10 do
corrente, pelas 6 boras da tarde, afim de em mesa
geral elegerem dons definidores para completaren
a meea regedora do corrente apnn.
Consistorio 8 de agosto de 1870.
O escrivao interino,
Basilio B. Fortado.
GUIA PROMPTU DO SELLO.
REPERTORIO
DO
Regulamenlo do sello it .870
ou
ndice alphabetico
de todas as materias do mesmo reeulamento, or-
ganisado de modo a encontrar-se com facilidade o
que ae busca ; por um empregad de fazenda.
Acaba de ehegar do Rio de Janeiro, e vende-se
na livraria econmica roa do Crespo o. 2.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
lilil REVOTA
OU
i
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRJSTO,
MARA SANTISSIMA
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Seahor Bom Jess dos P;
Offlci do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senbora da Coaceitio.
Setenario da Dore da Maris.
fflcio das Sote Doras de Mafia Sanitsaima.
Novena da Sennora da Cafaio.
Offloo de N. Seahora do Caima.
Novena de N. Senbora da Penha.
Cnticos de N. Senbora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptlsta.
Novena da Senbora Sanl'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B- S. Jos".
Um bonito voloma eacaderoad
IrHamhide do ftfr
Be ordem 4o nosso irmao
os irraaos desta irmandade
consistorio da matriz
horas do dia, afim de ser^H
compromisso, e bem assi
eleicao de dous deliru
acharo tajos. )
Consistorio da irmaadad
l.ydto M.
L
f >


Diario de Pernambuco
10
^^Wio e civ.
AO ARMAZEM

DO
o segando and?.
Direiia d. 93 : trt. r tu
-----'9' 1
de urna i
ri saina cozinlur e razar
Bispfrn. 23. v____
Precisa-se de ama ama
mar (paga-se bero) na ru.i de II
ra
uti escrava
: ru>.Ci>
ivar e engom-
VAPOR FRANCEZ
17-RUA MIH. 7
Este eonhecido estabelec-mento acha-se constantemente hern sortido, em virtude das
CALCADO FRAUCJBZ
Bo*,aM P*a enboras e meninas.
n d. S"?S ^ bra.QC" ^ "'O'"8 uiras core?, sorljdas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e a precos mais barates do que euj outras partes
.. .. *!* para borneas e meninos.
Bounas de bizerro, cordavao, rastro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e pernelras rnssmnas.
tro e bizerro peraeir8S pUi maulara, ai meHtoros qualidades, da couro da Russia, lus-
tSF*5*, ** **wha para h >mrus e canoras
=Qmn cbegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo afim
o diobeiro nelles empreado, sao barassiraofc
Sapatos de lustro para horneas.
de entrada baixa de couro do lastra com salto, du muilo boa quajidade. ,
Abotinados para meninos e menluas
nM ont1**109 abote,ados de differenles modelos, de muito boas qualidades fortes, tanto
para meninos como para menmas, muito baratos.
Zapatos de tpete.
inc-^c ,S.l,,e Upm ave'udado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tugueses paca nomens, para senhoras e para meninos.
PEEFUMARIAS
.r;-o Escellentes extractos, banbas, leos, agua de cologne, floriita, divina, lavande, den-
irrace, ae toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto depnmeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condrav, Piver e Lubm.
Qunqulharias
Lavas de peluca do conhecido fabricante lotnrin, espelhos nara sallas, quartos e a-
Sr i^'JUh re' de ?lver* amanhos, 'eques para senhoras e" para meninas, abridores
oro H t 2..f lMhra>,,b0T' ,cori:entus .e rfe rekigios e traneelins, tndi de
S7 C0ITentes e bnDCOS de P|a9ui!. mita^ao e de mais gosio do qne as de euro,
a hL6/*11?* ncaraen,e wneeidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
L'if'i^d,0?1?*!? para mnm> "ixlohas com vidro de augmento para dislinc ament
teZ*Mff**Areir-tM> *jeCu,0S dpPh,ntasia Poiletles holsinhas B^eXhas
Ln.\ 6-!e"ad0 e *> *,mes ?** braco de meninas e choras, ditas para ewtuns ne-
S W08 ma" fin"9 e deiC1,d0*' boa(*uets ncres de Porcelana, jarros prfs
para gabinetes e saotuanos, quadros promptos para enllocar-se vjsUs molduradoradas
morama mal^^r 5"f9 ^"S, ^es, n^ras e de sanN^dros Varc
n^Sel'dTi^^?0 aSde. TOgen*' ^S"*?' Chi"0,e9' NllS oeul, lunetas ou
KrShat .' dh gr*v?" pn? e deJ,5res' ah^uras de collete e de pnnhos,
carteirmhas para olas, thtsounnhas e caivetes finos, pentes, escova nonteiras de mmht
cas A,rT^r08S.mU-t0 ,convementt Para Porl^seianellas" co.monmac, lanternas magt
ntt;.f Q cop9 fn P""9"'' vistas de figuras edas maia bonitas mas bonicvard*
SS^ KS ^'VPh;,o\raphias e 2!5*r masi,-a-rpverhpros p^"-3 eSri:
h.&L dr""? e de, laa,de ore* para ps de lantn*, realejos erando o ppuurao*
hahnoa.cos, aeordions de todos os lmannos, bercos de vTmes ..ara ctbocas uiST
toncas de aa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elega, les para eTXir mancsf K
outras muitas quinqndharras de phantasia, franelas e Sllemaes ^preeoa K?m Z
gneros SS &ffS KT Sfi? aS? W*1 da Dflndade de
P
Precisa se de urna ama para comprar eco-
zinhsr para casa e poura familia : na roa
fasta n. 77.
Falencia,
Os administradores da massa falida de Manoel
de Sonta Carneiro Pimpao convdala aoa credores
de dfta jassa, para qne no praso de oilo dias,
contados da pnblicacao desie, apresentem sena ti
tolos no eseriptorio n. 10, sito na travessa da Ma-
dre de Daos, afim de serem verificadas e claasifi-
cados, certos de que findo esse praso nao serio
mais receidos.
RSPERIORIO
DO
Regulamento do sello k im

de to
propno para criar vaccas, eum duas casas de tai-
pa, Dea perto da praca por ser no lagar de Pra-
"ftJE'0 e 0IDda : ''uem PretW ;Hrija te
ao lugar de Agua-Fria do mesmo teWof a casa de
JacintDo Soares Botelhe, coa quera podero tratar
qualquyr negocio. *^
A
SRA, rcebeu pelo
dos adert'^oi cu-
amados e de ou-
Preciw-se de na Demno de doze a 44 an-
uos para caixalro, em Santo Amaro de Jaboatao
de ura estahelei'imento de molhados : tratar na
ra de S. Francisco o. 70.
liver-
doyos,
Conserva-se tudas as inicias do paiz,
sas qualidades de massas para cha, doces
dlto^i de coco, broas de ailho, confeitos e amen-
doas, xaropes, capil, rabucidos e alfioim : quem
pretender abrir algum a>ubelecimento de cnafeiu-
ria, e se quizer utilisar do prestimo deste ariieu,
deixe carta fechada nesta tvpographia com as ipi-
ciaes J. A. M
Arreoda sa o sitio jardim bounico em lin-
da.quesepresuatermuito boa reaaapessoa
que.tiver doos trabalnadores, tam nm ejcellenle
casa, alera de ouiras para earavos, eetrioaria,
muiloboaa|uade beber, gastos lenha, grande
quanudade e arvores frnctifens, terreno o melbor
possivel para capim e verduras. Tarabea se ar-
renda a melbor casa de Olinda coa sitio, agna,
ructas e ootra regalas qoe coa i vlsla : a
tratar na ra do Bomftm, casa junto a igreja.
AMA
Aluga-se ou vende-se urna casa terrea de
pedra e cal para pequea familia, mas coa gran-
de quintal pert) do banbo, sita na roa da Praia
de S. Francisco de Olinda : a tratar com Severino
Guede3 Alce forado Montenegro, junto a cmara
episcopal. O menmo proprietario vende un terre-
de I i no para onw{grande casa na mesma ra stpra.
OSRJICHAUDON
tea a honra de partecipar ao respeftwel publico
desta capital, que no da 9 do correte aez abrir
ura restauran! na rna das Larangeiras n. 4, sob o
titulo de
Kestaurant de Paiis
e que nelle se enenntrar, alm de boa comida, sor-
ti ment escolhido de vinhos finos portugoezes a
franceies de t"das as qualidades. assim como con-
servas alimenticias, fructas, eje.
Tomam se assignaturas para dentro e fra do es-
tahelecimento.
Um grande sortimeoto de louca trazida de sua
ultima viagem da Europa, permitte-lhe se encar-
regar de qualquer encoaaenda para bailes, soi-
res, etc.
. O Sr. Michaudon espera ver o sea estabeleci
ment visitado peio Illm. publico, quem nada
poupar para agradar.
Preciaa-se de ama ama : na rna de Hortas,
brado n. 50, j andar.
Ama
No roa da Cadeia do Rece
J____a ama para cosinbar.
so-
n. 50, precisa-se
Precisa-se de ura caixeiro que tenha pratica
de tsbernae d fiador de sua conducta : no arco
da Conccicao n. 6. se dir quem precisa.
--i^ 9 dono n?. eftabelecimento pede ao pob'lico em geral que continu a viWlo
veri Mando as qualnlades e os precos baratas de ditos objectos por serem vindos em di-
reitura e de conta propria.
Bibliotheca .juvenil.
Sortmento de livros de agradavel leilura, pro-
pria para enslno dos meninos.
Camtnho (o) da paz, 4 volume 12* encadenado
10.
Cartilhas com estampas, para oso da mocidade,
I volume 12 ene dernado 1J000.
fenriquinho e o sen criado Boosy, 1 volnae 18
encadproado IfOOO.
Historia de Anir Dnnn, 1 voluae ti" encader-
nado i fOO. ,
Historia do Bom Pastor, l volume encadernado
A PUBLICO
Pela primeira vez que venho preencher as co-
lumnas desie venerando Diario, to somenie
estigmatizar a procedimento que teve para coaigo
o Sr. Bento Jos Doraingues, ere que fere bem Se
perlo o eu crdito ou reputacio, pelo que pro-
testo contra o mesmq seohor dar urna quexa pe-
rante o supremo tribunal de juslica pela provas
que tenboem meo poder, e qoe hei de palmo a
palmo disculi-lo at onde roe permittirero as Jis
do paiz, para qoe saberei ter pertinacia e pacien-
cia. _Ea conelusao declaro que n5o admtto di-
cussao algnma entre raim e o Sr. Bento, porque
alem de oulros motivos nao posso nea devo dis-
cutir com quem, lendo a Wieidade de offender a
repntacao alheia, tea tambem de nao sustentar
seus actos. Se o Sr. B..... julga o contraro, ve-
nha contesurme, porque prmetto lutar com to-
dos os inimigos at o ultimo quartel da vida. Por
agora basta.
______ Francisco Antonio da Silva Maia.
de si1
completo sorlimento de cinto* laigo ; con-
"uito gft ou mesmo para aenhuras trazerem no bra-
co, cousa inleirameote nova.
Leqoes, o que ha de aelbor de mais gost
qpate genero existe um tal sorlimento \jne nao
,T.e mra*r por mais impertinente na es-
co.ha que deixe de agradar-se.
P cbinez de Piver.
P de carvo de Labin.
Extractos fines de todos os autores.
E outros imites oljertas de que o publico ja
est scianle ; pois que a AGU A NEGRA nao des-
canga ara s momento ero deseobrir objectos es-
peaiaes e inteiramente novos, para assim bem ser-
vir seus freguezes.
Grande liquidacao de
fazendas b Tatas
Precisa se alugar uina e.-erava para vender
quitanda : na ra das Pernambucanas n. 24 toa
Caqunga).
COMPRAS.
0 muzeo de joias
i\'a ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prau
i pedras preciosas por pregos mais vaatajosos de
|ue em outra qualquer parte.
Lom
loja de joias do
Cabug.
ano maior vantagera
tsaseo
Corco de Ouro n. 2 D, ra do
cumpram-se
ouro, prata e pedras preciosas e rr obras velbas: na
Compra-fe nraa casinba em um dos bairros
desta cidade, quera tiver annnncie
Memno (o) da Malta e o seu cao piloto, I volu-
me 12 br. 4500.
Nossa casa terrestre, e o seu constructor, ou a
i-abe doria de Deus mostrada na estructura do car-
po humano. I volume, 12 encadernado 2*000.
Quadros tnfantis 1 volume 12 1/otM).
__________LIVRARIA FRANCEZ*.
3 portas *. 58, ra Direita, 3 p rtas n. 5'S,cmliga
loja do Braga
Oaftaiu signado, dono detfe ango estabeiecimento, undo era.vta apre*enlar um
completo sortmento diversos p< ntos da Europa os meibores objectos de seu estabelecimenlo dN fabricantes
mais conbecidos; p a virem se servir dos objecto< de.-na carencia, a^nde encontrar'! por Hipnos 40 0i0 d,j au
em ootra qualquer parto, urn snrtimente completa de machinas para aVsearocar al'odao
do bem conhecido fabricante Gottorr Giu & C, ditas para costura, motares para animaes!
ditos pa-:, hgo moran.* p.ra cafe de todos o Umanboa, da fabricado'Japi, ejingardas do
macano* PdPti-i!, unto in?lezas !omo franceas, louca de poroelana. facas e earfo
adiv,-i... ouahd i,- bandejas chinelas, salitre, bren, barbante, enxofre, papel e ;
iinama .1- l rro, ico, anllia ,ura fogueteiro ; assim como enconlraro constairte-
mim,- 1,1. ,j ,-.., ar< ,, recebe se encommenda d^ focos de vista, alem de um
wii nijiue.-o de objeeto,;, ,;.. s.j Uhbww euladonho oumera-los : venbam a rna Dirclta n
Wytoja.dti Lenidas Titd.oureiro, .inUa loja do Braga.
Compra-se um bilbar : tratar na ra larga
do Rosario n. !2.
PARA ACABAR.
A* RA Io DE MVRCO' N. 25.
ALGODAOS1NHO a 2)0. 34, 31 e
SiSOO a peca. !
MADAPOLAO FINO superior a 5/800, e
6*000 a peca.
CAMBRA1AS finas de cores, modernas '
[ a 280 o covado. j
i CAMBRA1AS brancas transparentes a j
3* peca. t
LENCOS de carabraia de linho borda-
dos a 14500.
ALGODO AZIX com 56 covados a '
[ 5*000 a peca
COLXAS adamascadas superiores, de j
I cores e brancas a 3*. 5*500 e 6*.
CHALES Ae merino, lisos, prelos e de i
todas as cores a 24500.
BRAMANTE de linho de nina largara *
com 27 varas a 23*, o
CHITAS escoras, claras, miudinhas e 2
matisada< a 220, 240 o covado,
CORTES de cambraia de cores com 10 *,
varas de lindos padroes a 6*000.
LAAS de cores a 2i0 o covado. i
Do-se amo^tras com penhor ra 1 $
Bde Margo n. 25, loja de Manoel Dias Xa- g
vier. i
mmamfmmmmwmS
Taberna
Vende-se urna taberna oropria para principian
te, bastante afreguezada para a ierra e para b ir
do : a tratar na mesma, travessa da Seniali-velba
numero 4.
Taberna a venda.
Vende-se a taberna da ra de Sao Bento n. 19
em Olioda, urna das m-lbores ras a iratar na
mesma. O motivo da venda achar.-;e o seu do-
no bastante doente e necessitar retirar-se para
fra.
Sfrival sem segundo,
A DUQUE !>E VAXl\% V 49
(Anliga ra do (fiieiaiado)
GOfltint'i.
muito bai
Libras de areit pela muito b<
Tesouras finas para tirillas e costu-
ra a. .* ....
Jipis de agobas "rancezas a ba-
io a>........
Caixas com seis sabonmes de fruta
Libra's de laa para bordar de todas
as cores a .
Carreis Frascos corn areite para m*liin*s
Grayatas, de cores muilo tinas a .
Grozas de bolSes madepersla fi-
nissimos a.......
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelles muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tinta prota a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a U) e.
Frascos de oleo Pbilocomo muilo
fino a. .......
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto mt;o b-nitis a
Dozia de saboneles muilo finos a.
Saboneles inglezes a 000 rs. e.
Frasco com agua de colonia Pitera
Dito de oleo babeza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetas a forma uunmo muito
superiores a......
t-aftilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de inha surtidas de lodos js
nmeros a.......I(j800,
jkV1 e
\20
500
60
IJOOO
6ff000,
100
500
500
500
500
60
0X0
240
i 00
200
200
500
liSOOO
240
500
72(i
10200
500
SOO
40
240
400
Babados do Porto, largos* 160 e
Capachos muito bonitos e grande* I
Carrilera de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agtilheiios de osso enfoiudos a. i
Libra de linha fianceza superior
qoalidade a.......
Caixas de pauto do gaz a. .
200
700
6i0
240
2,5400
20
V1NDAS.
Olferece-se urna ama de leite pata criar qual-
3uer menino, com leite muito bora : quem quizer,
irijast>a ra de Hortas n. :tt.
J. \Ferrrqra Villela
rHOTOCRPBil i IIIPERIAI,.
18I^IA DO CABUG18
-I extraa \pelopnte > da matriz.
Os trabamos daWdilkacaa de.Ha photogranbia,
L?. **. pro,,)nKa''*P por tanto lempo. a,-ham-se
felizmeste terminada e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de aaril passado. W
hhu?3r'oem,UfttT collocada esta photopra-
& ""^.""'^nJmentado, e so a parte desti-
St J^ i ecimen"Lconta C"! las, inclu-
Zl ? ^boratorm. Yodos os coneertos e aug-
mentes teado sido fetni esnrossaroente para se
montr consementementeV flnotograpnia, e nao se
podendomeUiormodeloesyierdoque a Pkoio-
Drafualmfmut do Sr. lasK Pacheco do Kio de
Janeiro, o prmeiro plntograpjm do Brasil, e um doe
nrimeros do mundo, seRnnd>a opiniao dos mais
abaliaidos mestfes, a no-sa pbptographia acha-se
dlspoil* e reelileada pelo me^ piano da do Sr
1. Pacheco, a quii foi montada sfc (odas a rearas
recwBmendadas aetos mais destneos professorei
de aecordo com as modifieacoes kecessarias ao
climado Brasil, reeonheeidas e esludans pelo lia-
bilissino e praiieo Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que esla. nossa
photographia foi mudado desde a soleira da pgru da
ra at a coberta, redes interiores pan se fazerem as novas salas,
(dificando-?e um novo terraco envidracado raui
egpagoso e elegante
Como sabido, flzemos urna viagem expressa-
mefkte corte para eupiioarraos as melhores pho-
tographia all, o foi' do Sr. I. Pachr-co, a que
melbor corresponden aog nossos desejoa e aspira-
;oes, e da .ual trouaenio os planos denota de
sstarmos todo um mez estudandoe apro-
veitanno ai llirSes de o dlstincto mestre. Pen-
samos que juaiando os nosso< esttidos c tonga
Katioa 4e 3 iaim ,i.. photographia a tilissima
oae nwman
tem
arh i
d'esia cidade
traba
poder* twejar
que eeolium'ni a
teccae c
ajad.'
A
Con
brad
Cura rpida lafaltfvel ios, prla penada
Galopeas.
Bflpawo eapanal na pharma^a de BartbolDmeu
C,
-Rna larga d -34
Aluga-se urna grande -casa de um andar e
lojas completamente mublhada, em Ulinda, eom
bom quintil imir.d) e pcp de boa agua, pelos
mezei que se conven^ionarda festt : a tra na
ra de Mathias Ferreir.i. casa de um andar de
quatro jamelas pintada de novo.
Jcaquim Jos Gronpal-
ves Beltro
Ra do Trapiche n, 17, Io andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o bao do
Mmho, em Braga, e sobre os Seguales lugares era
Portugal :
Listn.
Porto.
Valenca.
tuimares.
Coknbra:
fthavos.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vanna do Castello.
Ponte do Urna.
Villa Real
Villa-Nova de FuneliOaa
Lamego.
Lana.
Covilha.i.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barccllos.
CASA DA FORTUITA
AOS 2O:000S00O
RA i- DE MARCO .\. 23.
O abaixo assignade avisa ao publico, que com
quanto a nova lei do ornamento tve.-e elevado
muito o imposto sobre os bihVtes de loteras do
Ri'> de Janeiro, continua a ven le los com as for-
utalidadea da lei, e pelos raes-nos preces abaixo
miblijados, pagando todos os premios com o dis-
conlo soraenteda lei, o coma promptidio do eos
lunie.
PRESOS.
Bhete inteiro"... aiOOO
Meios bilhetes... 12O0O
-Quartos........ 6000
Em quanudade maior de IOOOOO na razao de
ZJUUU.
___________Manoel Martins Fiuta.
Ma praca da IndependencoT n73"se"flTdi
ibeiro sobre penhores de ouro, prata e pedr2:
Dreciosas, seja qul for a quantia; e na mesms
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
) igualmente se faz toda e qualquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer ccn-erto tendent
i mesma arte.
ULTH HORA"
O Costa, rna das Cruzes n. 42. participa a
todos os seus numerosos freguezes, flue pelo ulti-
mo vapor recebeu alguna gneros de primeira qua-
lidade. a saber :
Qeijos flamengos o que lo melbor se pode en-
contrar.
Bolachinha do fabricante Gondolo, pela primeira
vez vda a este mercado, pelo preco mdico de
zg a lata.
MajIas de qualidade apreciavel.
Ameixas em latas e frascos.
Gaz de primeira qualidade, que se vende a
400 rs. a garrafa e 84 a lata.
Alem das mutas e variadas qualidades de mas-
sas para sopas, conservas, qner de nervas, quer
de carne ou peixe, doces, vinhos. licores, etc., etc.,
tem velas estearinas a 610 rs. a lihra.
Vidros para vidracas de todos os lamanhu?
e em caixas, vende Bartholomeu & C, em sua
pharmaci na ra larga do Rosario n. 34.
Vende-e urna boa amacao existente ni casa
do pateo do Terco n, 19, cedehdo-se a chave au
comprador.
Vndese ia de canua a 280 rs. a libra, em
porco faz-se dillerenca : na ra de Hortas, ar-
m; Vende-se urna rotula de amarello era bom
estido Ha camboa do Carmo n. 16.
JACARANDA'
Vende-se as duzias ou em toros :
tratar na ra Bin-ila n. 31. armaz-m.
para ver e
II II
Precisa-e de urna ama seeca
quena familia : a tratar na ra
rio n. 32, 3 andar.
para casa de pe
etreiu do Rosa
Vende-se pm grande sitio 8em casa, irrreno
proprio, no princioo da estrada do Rosarinho por
onde passa a estrada de f.rro de Olioda, com mui-
tas arvores da fructo de diverjas qualidades e bai-
xa para capim : na ra dos Pires u. 32, casa de
Cecilio.
Precisa-se de um menino portuguez para
caixeiro de taberna na ra Augusta n. 16.
--------
SITIO.
Aluga-se um bom sitio na estrada do Arraial
com casa grande e ltimamente acabada, tendo as
coramodidades necessarias para familia : quem a
pretender dirija-se roa Io de Marco n. 16, !
andar, que achara com quem tratar.
Precisa-se de urna mulher que saina bem
engommar e co;er, que seja de boa conducta :
tralr na ra da Aurora n. 40.
Far.nha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Cathanna, chegada no patacho portuguez Ullissa,
tundeado defronte do trapiche do Sr. BarAo do Li-
vraraento r a iratar no eseriptorio de Joaqun
Jos Goncalves Beltrao, ra do Commerciu n. 17,
ou a bordo do referido navio,
^fARHCABARr
Camisas franezas a
Tamances para bemem, senhora e me-
ninos a
Sapatos de marroquim para senhora a
Chitas largas a
Na rna larga do Rosario n. 22, loja do
CANDIDO ALBERTO SODhE DA MOlTA A C.
com eseriptorio e armazem travessa da Madre
deDens n. H. tem para tender o segrate :
OCRE de muito boa quaHdade a U200 a ar-
roba.
CIMBNTO PORTLAXD, verdadeiro e de primei-
ra sore.
VINHO BORDFAX, desde o mais fino e espe-
cial *f r co.-nmi ni.
CON'SEVAS FHaa'CEZAR das mais superiores
qualidades, anda nao bem conhucidas neste mer-
cado..
PAPEL de dilTerentcs marcas para cigarros
DITO PINTADO para forrar salas, gabinetes, es-
rriutorios etc.
Acaba de chegar nova reinessa dasse artefacto,
ne -e vender ppr preros mais redolida s.
Cestos para ct ndugao de materiaes e ripas
de carnauba.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar,
vende-se aquelles artigos, que serao mostrados
aos pretendentes.
Sitio em Parnameirim
para vender
Anda est para se vender o sitio Olho de Vi-
dro, em Parnameirim,- ou Ponte de Uehoa, com
sobrado de um andar com 10 quartos, (ogoes e
ramos de f.rro, sonzalla para todos os arrani &
bastantes arvoredos de fructos, terrenos para
plantarles, boa baxa de captm, agua de beber,
lauque para banbo etc. : quem o pretender com-
prar cntenda-se eom Jos Antunes Gtrimaris
na ra do Aragao n. 13 (hoje Viscende de Pelo-
Us) at 9 horas da manhaa e das 3 as S da larde
na falla, na ra de Quemado 11. 1 loja, hoje Du-
que de Caxia?. > i
liUHNAS
CSTRA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. ^ carneibo
vunnaam completo sorlimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais ct-
iitiecidos, as quaes esto em exposifo no
mesmo Bazar, garafino-M a .sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com pe.'feico
a todos os cm t. Estas machinas
sao iguaes no sea traba!ha ao de 30 costti-
reiras diariamente, e a sua perfeico tai
camo da melor costu .:ris. Apre-
seotam-se trabaihos peculados pelaa mes
mas, qoe muo devem agradar aos ure'en-
dentes. .
UKK
320
480
240
Vianna
do Sr. I, Pacheco,
lia cjroo se
poblicr.
* tregaezos
#erfeiKis, eowo se
*d<)S, espera rr'i?
>a nm--
nrao e

Na roa atraz da Matriz de Samo Antonio n
[& 1." andar, cozinha-se para fra com asseio e
promptidio e. por mdico preco.
Da-se l:000 a prem com hypotheca em
bens de raiz de dobrado valor aesta cidade : na
ra Nova, loja de ferragens n. 31.
AJoga se um moleque de bons coslumes.
que teaha idade de 10 a 12 aonos: roa da Cruz
sobrado n. 8, 3 andar.
Ro*- nte-rheaoiftici.
Remedio pfflencissim" <^ntrs aj do'''- fl'uma-
fH at hoje o mal- conhocIJj pelas setw i.ora-
vilhosos recui'ad..c.
para a u.upa, e de-
Htlrman rttra.'iciira-iu
morar-se-lia i macs
1 Preci-M'-sp de nm caftotrn de H a .mnjs,
.que teaha alpumi pralica de tilernn e, t t nhe-
M d-> cnndiicl.; /Vnv o. 32
OSerece se d urna pessoa com pratica de
nno para caixeiro on administraJoi de algam
edgenbo : quem preteBtter dbixe Mrtt nesta lyno-
grapbia cora as imciaes P. R. R
AMA
de ama ama que saiba comprar a
t, para pasa de hornera aoltoiro ; na ira-
ca da Independencia n, 1 e ATTENCAO
Na n.oile de domingo, 7 do orrente, perdeu-se
urna pulceira de ouro, lisa com esmalte verde
em cima de urna chapa, desde a casa n. 60 da
ra do Baro da Victoria, esquina da do marqnez
do Herval at u panorama da ra da fraperatrii;
peda--eaquem a achar, 00 aosourives, quera
por ventara tenha sido a mesma offerecida, te-
nhara a bondade de leva la a ra de Pedro'Af-
ff>no n. Kl. qne se recompensar eenerosaraente
Antonia Francisca aa"Cpni!eicao"Calda?, viu
va de Manoel Pereira Caldas, agradece de lodo
seu coraeio s pesxoas que se dignaram acompa-
nhar o cadver de sen presado marido a sua ul-
tima inorada, e convida aos rnesmos Srs. paca as-
sistirem as missas que se lera de rezar no 7o dia
do seo falleeimento, sexta-fetra 12 do corrente,
s 6 horas da manha.
Aos mestres de obras
Un perito oIReial de pedreiro se offerece para
todo e servico : tratar na ra do Hospicio n 26,
na mesma casa tem urna ama qne se offerece para
casa de portas a dentro e de pequea familia
AO PUBLICO -
Nao daiejando perder as relacdes de couifcw
ci e as amizades que felizmente "ah > adiqui
rido nesta cidade, venho declarar por este jornal.
que mea eopnome Jos, e que pon
ten ho com o Ju iza que se lizer obre qualquer oo-
tra pessoa que tiver o mesmo sume de famila
que eu.
Refllfe, 3 de agosto de 1870..
Jos Simn.
gaz m m
Chegou ao amigo deposito de Henry Porster t
I, rna do toperador, um carregamento de gjj
ae primeira qualidade; o qual se vende em partida 1
s a retalho por menos preco do que em outr qna
jner parte.
Aften$o
Vende-so urna taberna na fregoeia de S. Jos
bstanle afreguezada : quem a pretender pode di'
rigir se a ra do Hospicio n. 39, a razao da venda
se dir ao comprador.
Aos vidraceiros
Na rna Direita n. 18, loja de funilero, vende e
vidros de todos os lmannos, mais barato do que
em ontra qualquer parle. >
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo Mi fl
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
deua velha ni 2. I- anda.
Joaquim Rodr Res Ti^S
vre^ de Helio,
' ratja do Corpo Santo .17
TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa, i
Potassa pa Hnssia. %
Vinho Bprclunz. 2
jylto d-L: $
i
nasm
boa-vista
KA
lor da
DE
de M. Cusicareis.
claras, covado a SOO, 240 DEPOSITO
Roa da Cadeia n. S.
Vende-se por mems preco d" que em outra
qualquer parte, de 10 k.llos para cima, as sesuiu
tes qualidades : s
Sam.Qualit fine, fine soperieur.
burfine.Par excellence. Vanille.
Qualit fine.'
F'-iLs de fer o
para purgar assncar : vende-se na ra da Cadeia
n.4, armazem de S. Barroca.
Vende-saa taberna sita na ra dos Guara-
rapes n. 10 : a iratar na mesma.
Cera de Lisboa em velas
Tam3nhn3 difTerentes desde 2 a 16 por libra, em
caixas de urna arroba : uo armaiem de Ta'so lr-
maos 4 C, roa do Amorim n: 37.
Panlo F.
Chitas escutas
280 rs.
Cambraiasde cores fixas, ovado a 200, 240 e
J20 rs. '
Laa com listras, e raiudiuhas, covado a 200, 320
a ;*0 rs.
SBililrl2raB^o >m pequeo toque, metro
a oOO, 500, 500 rs.
Ditos decores, puro linho. grande
15. t, U000.
Ditos de dito, algodo,
360, 360 e 4C0 rs.
Molskine para calcas, f.i;enda
900,900, 900 rs.-
Crtes de calca de
4J000.
Ditos de dita de quadros de corea
12*000.
Calcas de brira para escravos a 650 e IfOOO
Cau.isas de riscado para escravos a 800 i(m
Pecas de algodao e madapolo por preco> ba-
ralissimos.
48-RUA DA IMPEP.AT8IZ-8
Junto a padana francea.
techincli:', a
boa qualidade, covado a
nova, covado a
casemira preta a 3/500 e
a 7*000 e
Liados cortes de percale, com barra, de duas
sais, e simples, fazenda de primeira qualidade
cada um com seu gurioo por ojOOO : a ra do
Quedado, n. 1. loja do Gaspar.
Libras sterlinas
Vendem-se na rna da Cadeia n. 8. armazem7.
Gal
no?a de Lisboa.
Chegada roeentemente no vapor Gladiator, tem
para vender Joaquim Jos Goncalves Belrrao no
sen eseriptorio, a roa do-C>mmercio n 17 ,
Venham comprar.
Antes que se acabe, madapolo francez largo a
6f 500 a peca : na loja das seis porta em frente
do Livramento. .
ompram-se larangeiras selectas e de am-
bigb, senado enseriadas : na ra da Cruz n. 8, !
andar. '
Labyrinthos
Chegaraa ra da Crespo n. 10, riqm'ssiroos
lencos de labyrintbo, qoe se vendem muito em
tam.
Os accreditdos cylindros americanos para na
dara. "
Machinas para descarocar algodao.
Unos de ferro galvanisad.s.'pnra agu*.
urnnnog americanos para transperlar fazenda?.

e*
p
%r

Oieo de linhaqa
Crul?e3? m Ca8a de M'liS lMhm & a' rua da
Vende se nma armado da padaria no largo
daPazn. 78, fregutofados Afogados
meima.
a tratar na
Bichas hambnrgnezas
mSl"i0ll,eN recebe.* por todos os pa-
f^LanslanllC0S blcas qoalidade snpanor
nl le, eT ea,xa 00 PW5 mais pequea,
."? S1*0 *> e em outra qualquer parte
na roa da Cadeia do Recife n. Kl, < andar.
Objectos para carros.
Solas dejustro.
Vaquetas de lustro.
Ga oes lareos e eslreitos.
Oleado preto para guarda ebuva.
Dito de cores para forro.
L internas e vellas.
Botflps de sso de cores diversas.
a m, v m^SL a ^a AmParo- Hentes cora-
^erffjirwi,:i,ntor,w
CEMENTO
O verdadeiro poriind. S sftven*> na rua d'.
Madre de Dos n. 22. armaiem da Joao Martina de
BV>
Doce fino.
De gniaba, laraoja, Hreau e bananas, vende-si
contaotemente rua de Mar
talteraa do uorgea.
'Direita,


'
Diario de Petnambuco Quarla feira 10 e
de 1870.
BAZAR DO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
pk
SILVA, FII.MIR1B0 IC.
Njste imocrtanie estabelecimento encontrar o respeitavel publico, om grande e variado sortimantode taeaaa iapM
aparado gosto e todas de primeira necessidade, que fe vendem mais baratas do que em otra qaalgoer patt,i visto rjjwMiw-
Tos socios dt-sta firma, adoptaram o systema de so venderem D1NHE1B0 ; para podaran vender pel ccatst iimitando-se apeDas
a ganbarem o descont ; as pessoas que negociam em oequena esca'a atesti loja earmazem podero AMil seos sortimeatos
pelos msenos presos que compram as casas ingleas, (importadoras) e parai aior coramodidaie das Eneas.' familias so daro
amostras de todas as fazentfas, ou Ibes levam em suas casas para escolbevem.
CAMISAS DE ERANELUS A #500.
No tixar do-Parto eade-se im bonito
sortiOeoto ennt todos ng t&*anbo* das me-
lbare avisas, -de 'flUedi de Isa, enm
mangas tanto proprias para hrteos como
para seoboras e Teoda-se a 300 cada
urna, e qocm comprar je'meia dntia para
abatmetto, SSo de muita
PECHINCHA EMCASEMIRAS A 4000. CORTES DE LA ESCOCEZES A 65000
No Bazar do Pavao fe-se ama grande Vende se bonitos corles do la escocezaa,
compra em nm leiHfo, das mais finas tindo cada om em seu papel, pelo barato
easemiras raglezas que tena vindo a es- prego de 65000 cada utn; no Bazar do Pa-
ie mercado, tendo cores claras e escara, v5o.
todas cot padres serios, proprios para CASSAS FRANCEZAS A 249 RS. O COVA-
ealcas, palitos e colletes; vende-se a 4*000 DO.
o covado, o qoe em ontra qaalqoer parte No Bazar do PavSo vende-e om grande cima *er om
aio so vend "por monos deSfl; grande sortmento de eaasas de coros, par acabar". mWdHc.
vanfasrem. 240 rs. o covado, ditas finissamas franeeus traite artiieaa m cauta iafbn a 4e 44SIO
BRINS DE LHIIO DE COR A 10200 padres miodinhos e grados 660>6 640 NoVaar a* Pavao fe&-se orna gwode-coni-
No Bazar d* Pavao, fez-se orna grande rs. o metro ; s5o mnitu harata?. i'DfA dm leMSo, Je trtiisstflras caminas ifigie-
compra de puros brins de liho, muito u- ORGANDYS BRANCO E DE COR 'zas cono, pellos e puahos de lioo, aeado
No Bazar do Parto vende-se os mais com ccllarioaos e de todos os numerosa
bonitos e moilo fios orgaodys com listas WOOO cada orna, ditas som co rariabos,
largas e miudas 14000 a vara, ditas lisas, pora fazo da tnissraa a 40500; gran-
fazenda de muita pbantasia 800 rs. a vara, de pechincha.
ditos d cores, finissiax-s padrCas. inteira- CAMISAS BARATAS a a800. 30000 e 3,5600
mente novos 80 rs. vara; peebincba. No Bazar do Pavao Vende-so orna gran-
GROSDENAPLES PRET03 de porteo de easemiras mescladas, multo
Chegou para o Bizar do Parto nm eran- encorpadas a 2800, ditas finissimas com
de sorlimento dos melbores grosdenaples msela de seda a 34200, ditas modernas
pretos que t^m vindo ao mercado, qoe se de qUadros, /azenda de mato goaio a
veadem de 10600 at 5$u0) o covado ; 30600 o covado; aproveitem.
s3o todoa mnito em coma. TAPETES
CAMBRAIAS TRANPRNTES Chegoa para o Bazar do 'Pavao o mais
No Bazar do Pav5> ven'te-se nm grande > legante sortiment de tapetes grandes, pa-
corpados, proprios para calcas, palitos, col
lele- eroupas para meninos, por serem de.
padr5es miudinhos ; garntese que nao ba
bela qoe le tire a cor, e vende-se a
10200 o metro desta excedente fazenda.
aUDAP'LO FINO A 60100 A PECA-
No Bazr do Pavao vendem-se pecas de
ma .dapoiSo fino de mnito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 aras cada peca,
pe!- banto prego de 60000, por se tureca
comprado uro pooco enxo?alhad3S; pe-.
chincha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 BS. O
COVADO
O Bizar io Pavo vende mnito boas chi-
tas ioglezas incarnadas adamac adas, pro-
prias i>ara cohertas e cortinas, sendo fazen
da qa em q alquer loj se venda a 320 rs.
e liqmda-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
rto.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar 1o Pava) venden se bonitos e
grande- caehi-oez do pura lia, pelo bara-
to prec/- CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Cbegoo para o Bizar do parto, um sor-
tim n o tn mais elegantes cretones frao-
ceze< de cores fixas, proprios para vestidos
eroui^sdem-ninos, e vende-se a 640 rs.
o covado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez se urna grande
eom'-r-i di tramas alcochoadas, proprias
para roatn, b istmte encorpadas e grandes,
que sempre .-e venderam a\120OOO. e li-
qu'dam-s* a 7;5O0 a dazia^ou a 640 rs
cada ao a, b^a pe'hiocha.
CHA' EOS PARA MENINOS A 20000
O Pavo vende umi grande DorcSn do?
roau t nn t s ciaposiohos de paa da Ha-
ba, propri'o* i-ara meninos de todas as Ha-
des, en io chap>s que valem 5$o0:"> e ven-
dem-se a 2 '000 cada um, mnito b i rato.
ALPACAS LAVRAD.VS A640RS.O
COVADO
ReceHeu o Parid >mais boiiiosorlimento
de a pacas lavradas d^ tudas as cores pro-
pilts para vestidos, e vende-se a6i0rs. (
eovad ; ur^nd^ pechincha.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS A
200 RS.
O avao vend- chitas ku ri?cadinhos miu
dinbos cor di rosa e rxinhos, proprios
pira vestd-'S e roupis de crean? s a 200
rs. o o vadn S3o muito baratos.
La.\|AHAS COM PALMAS E SEDA
Cbeou para o Pav5j o mis bsllo sorti
m oto das rn< brilbantes ISasinhas clara
com nonitas p^lminhas, de seda; ten lo lar-
gura d .-hi-a-francesa e veide-se a 10O!iO
o c (fado ; .-rande pechincha.
ALPACAS MUSIDAS A 619 RS. 0 COVADO.
V n ein se as mais moderna e bonitas
alpinas matsadas com palminb38, muiti
propria- para vestidos de senbora t di me-
ninas pe" barado pre^o de 6i r?. o cova-
do; s3 ii to > m conta.
PA!tA NOIVADOS CORTINADOS, CUCHIS.
Cup'-u fara o Bazar do Pov5o um gran-
de sortiinenlo dos mais bonitos c timd.is
Ivordaios (iroprios para camas e janellas,
qne se vendem de 105 00 al 200 > 0 o
par. a*si-n como o melbor damasco cam 8
piUuo de largara a imitacSo de damasc
de sola, iir.iprias para colchas, e propria-
mente cnlcha-i de dannsco, send os melao-
res e man bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bzar do PavSo vende-se urna grande
qaanii tale da* mais elegantes sedas com
lisirinMs. 'pndo de todas as cores e at
fur a-r ; fazenda que ninguem vende por
manos de 25400, e bqnida-se a 25000 cada
cna 'o; fSo rwoito baratas.
SENSDE OBES E GROSDENAPLES.
No Bazar d" PavSo vende-se nm sortimoo-
to comp'eto dos molieres setins e grosd*-
nap'es de indis as cores, qoe se veodem
muito em coma. /
LASINI vS ESGOCEZAS A 5'30 Rs. 0 CO-
VADO
Pava > vende um elegante sorlimento
das u ais lin las ISSsinhasescocesas com fus
f*e seda, i el" riarato preco de 500 rs. o ce
vad >; gi ande pecnncha. '
LAANSINHA A 320
No Bazir d" PavSo verrdo-se um elegante
timedlodas maisboojtas lasabas iaii-
. > fie poupeas, com lula de seda mi i-
'iase de u'na s cor 320 rs. cida cova-
d..
POUPELINAS ^E LAA A 400 RS. O CO-
VAOO
Ni Bizv diVavjo vende-se om elegan.
i sirtim-Mit" das mais bonitas popelinas
de la c>ra Uta- taiadianas, sendo tida?
qn; na s c6r, i 400 rs. o covado ;
i bsra
sorlimento das melbores cambraias brarcas
transparentes, tem de 305 >0 al 100000
peca, diUe suissa finissimas com 8 pal-
mos de largura a 20000. 20500 e 30OuO
vara, ditas victorias e tapa las da mais infe-
rior at amis fina que vem ao mercado;
tudo isto se "vende moito em conia.
MANrELLETES E FIL
N) Bazir do PavSo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
;om lago, pelo barato prego de 100000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1500D, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavao vend-se bonita fazen-
da branca encorpada para saias, sen lo com
babadose pregas de um lado; dan 1o a lar-
gara da f^enda o comprimento di saia, a
qaal se ple fazer com 3 ou 3 If2 metros,
e oeode-se 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambe na no mesmo esi se vende bonitas saias branca* bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de ISa de
corea ja promptas urnas com harras diffe-
rentes, da mesm fazenda 40'"00 e outras
com barras brdalas 60000 e 70000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODAO ENTESTADO PARA LENCOES.
No Bazar do Pav5D veid-se o m-lbor al-
gndo;inho americano e-Testado para len-
g3s, tenl'i liso e eotraogido por prefo
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao receben-se nm elegan-
te sortiment> dos mais mod-rnoi e melbo-
res espirtilhos. qoe se vendem por prego
miiiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
Bazar do PavSo receheu um graode
sor-timHito dos me'oores painos de croch.,
proprios para cadeiras de bataneo sofs,
pianos, timboretes e at proprios para cu-
brir almcf idas a pratos; ven'eolo-se por
menos do que em qualqur parle.
MERINOS PARA VESTIDOS A 10OOO
Chgoo para o Bazar do Pa\o nm ele-
gante ^ortimento de merinos nraito layes
de urna s cor e c >m as mus liadas cores,
proprioa para ve-tldos eroupasde meninos,
cipinhas bourns etc., e vndese pdo
bar-to prego de 15000o evado; hoaia
fazenda.
Liasinhas tranrpartnlrs a 500 rs. o ovado
O 'avSo racebu um bonito sorlimento
das mais elegantes ISasinhs iraasparentes
proprias para ve 0 covado; moito biraio.
PARA LENQOES
No Bazar do Pav3o ve.ude-se su >erior
bramante d'algO'Uh com 10 pilsos de lar-
gura a 1080o o metro, dito de lobo cora a
mesan largura a 208i)O cada metro, parios
ds I nhodo p rtocom 3 /2 palmos de la- gura
de 720al i& a vara, assira eoaao-i sortimeato de H-mburgo ou cr,?guell le
todos os nuner.is, preg.'S o; qualidaies,
que se venlem mais barato do que en cu-
ica qnalqner pjrti; anroveitem-
ATOALHAOS
No Bazar do PavS)' vaode-se snperior
atoalbadn trancado, com8 palmos de largu-
ra a 10600 o metro, dito dt Imho adamas-
cad i o tLelhor que tem viod ao mercadea
30500 o metro ; tudo isto- muito barato.
DAMASCOS a 9% r,.
No Bazar do PavSo vende-se bonitos
damascos de la com urna s largura pro-
pria para colchas e cortinas pelo barato
pre;o de 900 rs. o covado, barato.
Cretonas escoras para vestidos t chambras.
Chegou ao Bazar do Pavo esti n va fa-
zenda raati*ada Cim trea fixas e
muito encorpada proprias aan ve',ido e
chambres; vende-se pelo barato prego de
800 rs. o covado; porm *S djuo'O boutos
Balons regulalores a 40000 40509 t 5000
Cbegaram ao Bazar do Pava > o rrajsbem
(eitos balos reguladores, wndo de f.j*-tS->
a 45000. ditos d' mosselina a iJSOO. di-
tos de ISasioha de todas as coros a 50000,
todos el les sSi moito barates.
Pana1) preto muito Jnrato a 30C
0 Bazar d i Pavo receben urna grande
porgo de pegas de panno preto fino, com-
pradas em leilSo, que ssmpro Re venden a
55000 o covado e pode Uqaidar a 30600,
1 por ser urna excellente compra,
ra sufs, com 4 cadeirjs, ditos maispeqoe-
oos, para duas cadeiras, ditos para
tanos, canas, portas ; et;. vende-se por
me -o < do que em outra q alquer parte.
COLCHAS BRANCASA 302)O,80SWOE 7$
Para o Bazar do PavSo* chegou um gran-
de sorti sent das melbores colchas de fus-
lo, s ndo das melhores e maise corpada-
qae tea vindo, a 7d mais abaixt a 5050), e ditas a 30000;
tambera no mesmo estabslecimooto Be ten-
de un grande sortiment < i cret mes e cbi-
t s. proprias para colchas, qne se vendem
muit em ronta
GORGROES OU POUPELINAS DE SEDA
A 10000 CADA COVADO.
Chegou para o Bazar do Pava > um e'e
ganie soriaaento das verdadOiras poupslinas
de linbo e seda, com os mais modernos
goslos, que se vendem a 20000 cada covado,
o que em outra q alquer parte nao se ven-
de por menos de 20500, prepe-.e qne nSo
sSo algodo e seda, come ba muitos ; mas
sim puro licho e seda; sSO mait > baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditad'i Ba ardo PavS) encontra-
r o respeiUvel publico um grande sorli-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de core, a saber :
Camisas con peitos d'algodSo e de linbo,
para lodos os pregos e q ja'i dadas.
Geroulas de linbo e algodo.
Meias curt >s fraocezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Caigas de brim brando e de cores
Ditas de cisemiras prelas e de ores, com
colleles igua<*s
De todas estas roupas ha para todos os
jregus e quali-iades, e tem. de mais mais
um periio
ALFAIATE
Por qnem se manda fazer com prestesa
e acei) qoaiquer p^gide obra a capricho
ou goUo do freguez, tjndon'cste importan-
te estabelecimento t >das as qiulidides de
lanoo fin, a? melbores e mais moder-
nas easemiras, assitn como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor; e qaanlo qual-
quer obra nao ticar ioteirameate ao gosto
dos fregnezes fia por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Cnegou para o Bazar do Pava > nm elegan-
te sotument' de cha'es de merino de corea
mnio bms c ira pidres muito decentes
para qualquer urna senhora osar, ditos de
er xn com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vi ido ao mercado, e ven-
de-se por prego muito em conta.
AVIRMH
Rna Duqoe de Casias n. 55
Na loja da VBRDADE continna-se a ven-
er por baratipimos procos todos os arti-
gos de miudezas e perfumaras do sen
grande e variado sortimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo prego.
Espelhos donrados para pendnrar a
160 rs.
Agolhaa-de osso para crox a 200 rs.
Pentes finos para segurar cabello,
120 rs.
Chamins para gaza 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 10000.
Dita cora afua florida a 10500.
Da eom *ta dita a +0000.
1 Tunta1 de5 Jayme! a 10500 o frasco.
- Efasco-comoleoexpresso de babosa, de
240 a 640 rs.
DUo com agua de Colonia de 300a 10UOO
futo om extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
tatas com banha mnito fina de 120 a
240 rs.
Sabonetes muito finos e diversas qaali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
1 Finas escotas para dentes de 320 eEOO rs.
Ditas para factet' d 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Peales para alisar com costa de metal a
320 rs. .isa
Dftos diio ditos de bfalo a 240 e320.
Peritos para tirar eiolhe de 160 e 240 rs.
PaVios pafgz, asir a 240 320 rs.
Brincos de cores, inlairamente modernos
de 160e-240 rs.
Peonas caligrficas muito finas a 10400.
Ditas de langa e raSosinha a 00 rs.
Lindos babdirJhos e entremeios de 500
9 10500.
Grosas de botfies fle loaga de 160'e
200 rs.
Ditos ditos para caiga a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas cm obreiasa 40 rs.
Ditas com agalbas fundo domado a
80 rs.
Tbesoura para costura a 240 rs.
Liaba de marca caixa a 280. rs.
Crriteil de liabas de Alexaudre de n. 70
l 200 alO rs.rj
Grampos muito finos, com passarirrhos da-
tiaa 200 rs.
Cartas fraoeezas para jogar duzia 30000
Ditas portugnezas, dfjzia 10400
Papel almago superior qualidade resma
10000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debrnm de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trangas de lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Fits para cs, pega 480 rsv
Alfinetcs de latSo, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanga de 400
a 800 rs.
Calgadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de eres 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
IV verdade a row naque de Ca-
ifas n. a.

CABELLEIREIRO FRANCS
ar*
51Ena da Cadeia do R^cfife61
Chama a attengao dos seus immmeros fregueees, -do reapeillweIailaaVoUB
feral, para- a segrate tabella dos procos de sua casa, os qref s5dPlint^((r oaW
mais barato de qne em ontra qualqier parle:
Cabelieiras para senhoras a 250,
300, asi 4.......
Ditas parahomem a 8S0, 4001
Coques a 120,^150, 160,-00,
250, 300 e ......
Orescentes a 120J150,180,200,
250, 300 e .....
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
60770, 80, 90 e. .
Cranga de cabello para artnel
500 e.......
franga para braceletes a 100,
5*J*0,

i Cadeias para retopi" a
400560 70,8#f-90,-20#^
500000! ^
(Corte le cabalo, % .
5#*^Crtefetal)ellocotaf 32^000 Orte de cabello om lavigem a
champou......
lOdOOO ^rt ^e ca"e"0CDi limpez da
| categi pela toMmai electri-
10000' ca> uft'ca jFriatdo i mglefca'iBa Trarfa.

m
100
Mi
ata
150,2O0,25e.....300000. Barba.
ASSIGNflTURAS MENSflES
Eupeciadade de pentados papa i3irYA%6
aflea e sol orees
O dono do estabetedmento previne s' Recommenik-se superior TINTURA JA
Sums. Sras. e aos CaValheiros que ha umPONEZA para enegrecer os mellos e bar
lo para tintura dos cbenos e barba, as-i ba> bnca admittida na Exposigao Un.vem
F como nao prejudicial saude, por ser ti
m como om empregado smehtB' occnpa-'iatil, analysada e approvada pelas acafla*
io nesse servigo. i mias de scwkms de PARS E LONDRES

Qnando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a soa boa freguezia, da immensida'de de objectos que nltimamen-
tetem recebido, jostamenteiquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a attendero e relevarSo,
continuando portento a dirigirem-se a bem conbecida leja da AGUIA BRANCA roa do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em pregos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar de seus costos no desempenbo de bem servir a aquellos qoe a
honram procurando prover-se em dita loja do qne necessilam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sna natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendaveis, como
bem seja :
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitadefe com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-1
nos os tornam apreciados.
BABADINH )S
No Bazir do Paro vende-se um grande
sortunento d^smai*fin^s babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porgo de entr m*ios largos e
e-ire;tjs, qoe para acabar se vende mnito
em coala e mais barato do qne em ootra
qualqoer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veode-se const int-
mente o me'hor sortiment') de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Uasinbas retas lisas.
Cassas pretas de lia.
Cassas pretdS, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas prelas da todas as
Alpacas pretas lisas.
Ditis l.vradas com brano.
Merinos, cantor, bombazinas. que 89
veodem mais barat i do que em ootra qual-
quer pirte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Buzir du Pavo vende-se chitas pre-
tas inalezas com salpicos 200 rs. ocovado,
d tas todis pretas, por estarem om pooco
rnssas, 12 > o covado; pecbincha.
01 pro ir.etarios d este inaportante esta-
be! ecimeoto rogaa ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de s? direm sempre ao trabimo do lerem
os seus aonuncios, peli ^aZ3^de miiilos
d'alies serem mudad* s amiudadas vetes.
O Buzar do PavSo sito a roa it Impera-
triz n. 0 > e-t constantemente aberto das.
t) horas d^ manhSa as 9 horas da chut.
DO
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nesu
estabelecimento diariamente um compleu
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podins, pds-del, prgsentos dos ultimo!
chegados ao mercado, salame de lion, bo
linhos finos de todas as qualidades para cha
amen loas onfeitadas, confeitos, bomblos
pastilhas, chocolate francez em libras, pas
tilhas do mesmo .cartazos e car'eiras con
seis charutos de cho oate cada urna, estt
sortimento de chscolate do mais acredita'
do fabricante de Paris e o melhor que ai*
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figneira muito sope
rior. Os mais genuinos e superiores vinboi
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrad*
publico encontrar neste estabeleciment;
por commodos pregos, fazendo-se abatimer
to a quem comprar em porgo.
Os dOBOs deste estabeleoimecto nSo
lem poupdo a despezas para raeior mf-
recerem a acoadjuvago do illustrado pr
blico. I J
A Nova j2speran 91Ra Inque de Vavias21
Quando a NOVA-ESPERANCA faz os seus
anuncios expondo aos seos fregnezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-
periordade de seus objectos nao com vis-
tas de atrair a attengao de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despee,
e sim para scientificar (a interese de todos)
a qoalidade de seus objectos os quaes sao
sempre d apurado gosto e perfeigo; tor-
aando-se qaasi indispensavd para aquellos
ftpreciadores (do bom) freqnenlarem a No-
va Esperanga, pois que ella capricha em re
cebef constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua repanigSo: o qae se po-
der verificar quando em qualqoer reuniSo
de pessoas (amantes do xique) v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, om
aroma agradavel escapar d'um alvo len?o,
um moderno e linde lago, um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc. todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as vo-
sea nos aos ontros) este? sSo objectos
comprados a NOVA ESPERANQA: realmen-
te Hit proenrar descrever em aonuncios os
artigo* que contera dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamos com aquella
graga e perfeigo com qne sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente,
visitrem-na para ento ficaram iotei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
11Rna Duque de Callas11
La para bordar a
5^500 a libra
O Cyaae, rut da lmperatrr n. 64, ae^ba de
recebar pande variado sortiatenlo de la, a qnal
vende pelo baratsimo prego de t&600 a libra..
-eres calidas.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos. tal
e o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
a.
Meias de seda para tocayas.
Ditas abertas de fio dev Escossia.
Costuraos ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
CapeNas branca-s para meninas.
Grandes sortimento de flores fina.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor qOajidade.
Lindos-vasos com p de arroz e piosei,
Caixinhas enm ditos aromticos.
Honitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhoa.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por na machinismo
amas suhstituem as outras.
Vistas para stereoscepos.
Bonitas carsinhas de vidro enfeitados com.
pedras.
Ditas de rp.adeir?. envernisada com vispo-
r.TS e com dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados cnangas
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mes? e de lapinhas.
N.3ANI4MCANGAPL&
I
1^
u
SCom este titulo acha-se ab=rto e inteiramente transformado este aito
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro todo qnaftb
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorivesaria, o Collar de"
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
8 Espera qne o respeitavel publico venha ver o que existe de melhr em
aderagos de brhanies, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegoa pul-
M ceiras. hrincos, alfinetes < mneis de todas as qnalidades, prata de le/faquei-
ros, Colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria
mencionar.
Coropra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior
m que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualqq
pertencente a esta 3rte.
XAROPE
VEGETAL AMERICANO
E SAL DAD E
BARTHOLONCO & C
Fata a cara certa dn lasiei utifas e rtenles, eatarrku prntoar, aslhma; Une rita
arooekiai, t em {al centra tedes m icffrimeatM das tm reainuri.
DEPOSITO ERAL
BOTICA XB DHOQABIA
14. RA LAIG& DO R0Z&RI0, 34
PERNAMBUCO
ItcitMOiosperBelv
Blil i|Tiiflciw
A tberapeiliea das dTerua molestias do peito, istia
phirrDgite on mil di (irgtnu t i tobercnlaco
pulmonar,pisundo pelas dirersas bronchites caurrfaaet
a o empbysem acaba de ser enreauecida com mais
este medieameato, e,t tonrt a prtmeira ordem catre
todos at boje eonbecidos. O xarope Vegetal imericno,
larantindo paramente reteUl. oto eontm em toa
compoiflo om s tomo de opio, e sim somente sac-
eos de plantas indgenas, cajas propiedades benficas
a cora da molestias qae pertraeem eos orgioi de res-
pirttio foram por nos obserradis por longo tempo,
eom ptimos resaltados cada et mais erescente*; pelo
qae nos jnlgamof antoriudos a com per o xarope qae
agora apresen tamo*, e oflereee lo aos mdicos e ao
publico, Proamos eom os attestados abaizo o qne se-
amee dito, e contamos qaa o cooceito da qne ja ama
o isrope Vegetal Amerieaao eraacart de dia a lia,
deizando mnito aps de si tedoa oa peitoraes em **ga.
Illa. Sr. Barthaloaeo i C,-0 tarop Tegetal Aae-
ticano. preparado esa sata eoaeeitiadiseiaaa pbaraacia,
nm ntil remedio para coaabater i territel aathsaa.
Sofra en aqaalla molestia ha qnatre meses, sea alada
lar combatido ea aUqaes aaaias qe tinha; este altimo
qne tive foi ortissino qaa ae prosita por I das, ase,
Ssrm o sea matroao arope. tomando apenaa trae
im, e at o presente a*a tai de nof o atteado Pijm
Oaaa, qaa ea Bqae raaubatacido pn aas m. Baaaa-
J
lhe, pois os mens se
^To^tw
- SsasHM Dmrt*.-* Casa 14 de arweiro de i
Illms Srs Barthatemeo A C iepois de qaaeA asa*
mes de sorBeato coa ama wsse meaaseata, taas
traordinarlo. expeetoneio da a cat.rrho aaaanjaa
do e parde loul daa lar*. W> masas)
me fstigaw completeasa; *J*1* I
0,reaedio.searaas*
.lie. graeas a Pf^Jlgta ajaja^sa ha aajefr
dois meses, e K*m*.t mZ.'!r2S!r
gratido me orc a ata declaracao. qaa poderU Tama.
fuer o oso qie qalserea. Soa coa estima da p
i respetudor e criada. toaie /oaa]
Siwa. Bacila a ia faratalw ae a.
Atiesto qae aaai ia tarop Tegetal Amaneas*;*
ebaposiela daa Srs Bartholomeo t C para car ie ma
fre' deiaae qae ae SU aas a aW
fiiia edtendet, "
grande (alu del
Ubeleeido ca
qoe Ibes protesto eterai |
da tasa. -HHHHk*'
laao ncoahacisWt.
an itos respeiudor
Chaira


Diario da Pernaaibuco Qi
10 de Aaosto de 1810.
7
<
!
V
II
MF E5
Vender**tilas tVwpaa a 240, 230. :io
-i JOfto ov^l,. w\i,>i U>> Arara.
OlWANUY lfcl JfcST V JK CORES.
VjM|e-s ar^aialvs para vestid"* da so-
atif|||tk.(axt;nd.t mnitu modernas a 440 rs.
^a^^^^^H I^^^B1 aeatfl 'le c hswnj ti di saTwGitoiniss de fazendas
l abatiriwinto de pregos. por so cori-
ta nw da prafa como do mallo,
para- the.> ledrannto- 6 que todas as fazendas esto
WdPjDas i ra da iruperairi/, n. 72. e que resolvetvse
didir,, aru i GariM.il, para rioar bornala com a da Arara, como cima
Att^CaO CHALES GRANOS DE CASSA A I000
COBERTAS CIIINKZAS DE-CHITA A 2,5000.
Vendiere orna grande pnroo de cober-
i,-is ilocliit > shinezas cara cama pele barato
preswi de 2503o cada urna.
V^nde-o na loja do Arara 3 bateoes para
>covado. :qiial<;ii'T esiabeieeimento por barato presso
XrUfctatiaj < uiuusulaad.p4-wr por nao se precisar d'elles no estabeleci
Vende-sa linliiautiita, ou itissii.iru de ineiil'.
ftpi/a.^<> iil ">ade. RETALHOS E '.HITAS PRETAS E CASSAS
ia,SCAD(i.S i-'ljlACKZRS A 300. A 120 0 COVADO.
Veaajerse ri" ,!i O*** "slidos. Vfndp-se um grande^ porco de reta-
^tO IIiob de chitas e passas pretas a 429 rs. o
Chitan largas a 359. co*ado papa liquida,
eade-t iturta bsmks ..flna* da* largas COUBRTORKS DE ALGODO A I >400'
a*t>vasi sovjftyi, a 320 a covado. Vfeflrt-9 cobertores de algodo cada um
DiUis uiatisjil.v t'M.iuiis a SO o cavado, l.OO.
..> Uv\S A.: 500, RRAMANTE pE LINflO FBO A BARATO
Vande-se al|u..:s vas para vestidos de PRESSO.
SUR
.LOJA
AUUAZIV
o
N. 23Larga do Ter$o.
DE
f 23.
SIMO DOS SANTOS ft
10
Penha
10
seahoras -a 00 e UW rs, i> oovail
lAazjnha t.r \ ;.\ rus y&o rs.
Veade-sa 'la.i^-iininN trar,.spawntt;s, para
veetidos a 500 rs dita* laidas a 400 rs.
> colado, iiaraJiijuidaf.
ALPACAS t.. USAS A 500 RS.
Vende-se aii.M-a de n^uis para estideaidas a 35500 a pca
Algodo fraupaJo de duas lar-
garas iJ
>VeuoVs tilgodao transado de duas lar-
guras a \teW).
MAI> Al'OL \ i INFESTADO k :500.
Vende se pec<*s de maapolo de 12 jar-
Pateo da
DE
SANTOS & FERREIR
Os proprtetarioi destea bem sortido* armazeus parUcjpaja,aios.si freguezes tanto desta praca ccmo do matto que.teqdo feito grande dimicuico de.pre-
?os as sos mercadoiias estSo por isso resolvidos a vender pormeoi de iO.e 20-[0,
do qoe tai ouira qnalquer parte, garaptiodo-e ,portanto, a s perior quadade de qual-
quer genero comprado uestes dou.9 estabeleciaaenloSi. Meocionainos algnps dos.nossos
geueros e a vista deate3 sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguent duvidar venfae ver.
Gaz anjeriCi.no' marca Deves a 8tOO a
* ->0U t i (vtva BKiHIA.YnXA CRrtNCA A ."00 RS.
Venden um braa;a pira veatidoa
* OO'rs, o cava
ALPAGAS :JVnSAI)AS A 840.
Vendase aipdcas matizada pata vestidos
e aeHOora.i 'm rsi <> invad.
CORTINADOS 'A RA J.\-NELLid .4 (h(A).
Vendd $ec;>.;iiwdo ^ra janelUs a tij^OOO
> par pera l:qud
SE!msde<;<;:.:s j.mxk).
Vende-se. s-di para v.stiii:s a i-)O0().a
vado.
()RTIN\DOSP\!:aC\\IA A lijOOO.
^entie-s-' wr ira cama a )
(30HSWHA9 i \ti.\ SETUIOflA iOO.
Vendn-S!' nrit gi'wle por^do gnHfobas
.'ara spn!''i:r- e tenin Is. 3 lOO e 00 rs.
ada-hna p '''
CHITAV I'AiU tOBERTAS A 320.
vidc i para eoberta a
<*t) a 369 i.-, i :o yidp. -"
MAN,('ir Vradose ir. ajolllbw para se-
mora a SfiQ i aa.is ; kth a iO e 800
>: cada urna.
Vende se iha' di m-ri-i i-stampados a
.'dOOOpara liqni.i r.
C.\?AB!\AIA ,il\S iflOOO.
Vende-se i Viloiia* tinas a
^5000 65300 c ~$M\). pea ser liquida
ALPACAS COM .Al. -.i VS D SEDA A lM80.
Venda-se alpacasitoea pdlan d seda para
"Stidos de'Scnin.a a unO ncovadn.
C*Ja\?ES Dft GUITAS IfK CJJMS A 26400.
Vende-se tas do cores com.
! ieovodo* a 2C,">.'.
ALGODAO A 45000.
Vende e peo s de algodo encorpado a
, () R 7-5O0 a [X'ca.
Nadapolo a 5*00.
Veodi>.-.<> peoa de madapol3o de 24jar-
das a 5 05 t 65300? dito milito fino a 75,
9$ !>5 c ID5 i O'-cn para lirjaid r.
ALGODAO DE S PALMOS DE LARGO.
Vnnlii-sn' algO'io com oilo palmos de
largura propiio para lences e toalhas a 900
rs. o mi'lrc.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO.
Vende-sc. l:; > saias ou vestidos para escravaa ou caigas e
in./.is p ra i-M-ravos pnrser moito/ortea
tOQ n. o covad para liquidar.
lories de cas'or para calca a
>> rs.
Vendo se cortes de cas-tor para calca a
;; 10 rs ceda i m.
CORTES DI] BftJM PRA CALCA A -lAiOO.
Vende-se cortes de briin de cor para
calca a 1^400 enda oro. N
SSrim pardo lian a &00 rs.
Veade-se brin pardo liso.meio linhopara
caifas para trebalhu a ."00 rs, o metro.
{aligas para caica a 8 NO rs.
Vende-SH gangas Inglesas para cal?as-e
palitots 'i tSi) r-. o en vado para liquidar.
! CORTES DECASEMHA DE CORA 35300.
V?nde*S cortns de caremira de cor para
caiga a 3.'iO0 cada am.
Ditos mni o finos rom listas do lado a 35.
PERCALAS FIN \S A K'.-j.
\rendese perca asinas, para vestidos de
senhtrra a 440 rs; o covedo.
Cassas fra eczas a 84.
Vende-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
Uta, 380 rs. a garrafa e ofiO o
Azeite doce de Lisboa a KK)
Ittt:
e 15000 a
Vinagre branco mandado .vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 'o litro.
dem tinto Figneira, Lisboa e Porto a
320,280, iO e 200 rs. a garrafa e i80 300 ^rr3fa m WM faz-so 8rDde abatimen-
r.-. o litro. i10-
Vinho, Figueira, Lisboa, Porto e Estrello ^? crro? a % W e 2=0, a 1L
a 360, 300 480 e 400 a gambito a 840 ^k^/ ^^ (><*>> *
760, 720 e- 600. 700K'7 srroba-
Vinho branco puro de Lisboa a 040 560
agarrafa, em percao ha abatiraento.
Vinbo do Porto, engarrafado das meibo-
ivs e mais acretadas marcas a 15000 e i 15300 e 2 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e Si. Jnlien a
75500 e 65500, a duzia e 040 rs. a garaa.,
Genebra de Hol1?nda e laranja doce aro-
mtica a 65300, 75, H5500, a frasqueira.
Serv-eja Bass, Illers & Bell a 35800 du-
zia em porco ha grande abalimento.
dem marca II e T e outras marcas a
55300 e 65, a duzia e 300 rs. a garrafa.
Milbo alpista 200 rs. a libra e 440 o ki -
logramma e 55800 a arroba, em porco ha
abalimento.
Queijos frescos do ultimo vapor a 35200
e 35400 cada um.
Aletria, macarrSo, taifaarim a 500 rs. a
ibra e llOO o kilegrammo em caixJn ba
abti ment.
Sab5o masea de Ia e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 ra.
ja libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
1 grande ditferenca.
Assim como ha ouiros muitos gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelatia, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, miied, soda Fancy-nic-nac, pa-
lac de Varietes, coaibiiiation, Britania, doce de guiaba fina, chourcas, manteigas finas
franceza e ingleza, b.n.ha de B;Unor,. phospboros de Syeoryt^Cognac, cha de. diver-
sas qnadades, Canulla. plmunta do reino, ervadoce^ pomada^ enxafw, breu, peixe
em latas de jodas as qaaiidaflet, farinha de.milho america a, grandes otoUios de setiol-
las, t'-:'.es dasarmazi i e '.ihi.em grandesortimeato de loocas proprias para ne-
gocio, que pelos seus coadcs precofai vantagem aos compradores.
GALLO VIGILANTE
Ruado Crespo u. I
wurioB leste beui conlieeido estibele-
^^Ble, alin dos nmitoi osjaetos que tinhim ex-
a^io do raspeitavel publico, man-
(taram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variad soriirento d
tinas ff mu delicadas especialidades, as quaes es-
tao.roBDividos a vender, eoaao 6 de seu costmne,
por preros muito baratinhos e commodoa para to-
di.a. com unto que q Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mni lindas ofoes.
Mu bota e bonitas gollinbas e punhos para se-
uhora, uesie genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindes e riqusimos enfeites para cabecas das
Exmas. "senhoras.
Superiores trancas pretas e de odres com vidri-
Ih* e.sem elles; esta azenda o que pode haver
de iu)or e mais bonito.
Superiores e bonitos lequea d madreperola,
marfinv sndalo e osso, sendo aquelles brancos
comlknJB dexenhos, e estes pretos.
Muito,s6\eriores meias lio de Escossia para se-
nhpra, as q*aes. smpre se venderam per 30*000
a duzia, entreunto que nos as vendemos por 20,
aim destas, teftos tambem grande sorti ment de
outras qaalitiadea,entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas d& superior canna da India e
casiao de marlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor s*
pode desojar ; aktm desta* temos tambem grand'
quantidade de nutras quatitHdes, como sejaaa, ma
lieira, baleia, osso, borracha,^tc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chc!\tinhos de cadeia e
de oulras qualidades.
Lindas e superiores ligas deS$da e borracha
para segurar as muas. \
Boas meirrf Je edapara seuhora epara meni-
nas de l a i anuos de idade.
Xavalhas eabo do martlm e tartaruga pva fazei
baria i s5o muito boa8,e de>mais a mais ^Lo ga-
rantidaa pelo tainiante, e nos por nossa vetvtanv
bem asseguramvs ma qualidade. e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agulhas para machina o para croxt\
Linha muito boa de peso, frouxa, para eucher
la'nvrimho.
Bous baraihos de cartas para voltarete, assur
como os tent* para o mesmo llm.
Grande e vanado sortimento das raelhore per-
fumaras e dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as cunvulsoos, e
facilitara a denticao das innocentes crian;as. So-
mos desde muito recehedores destes prodigiosos
eollares, e continuamos a recebe-los por toaes os
vapores, -ahrn de que nunca faltem no mercado,
orno j ioni aconti cdo\ assim pois poderlo aquel-
les que delles precisaren, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que lio applicados, se renderao com nm mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7/
i.
------
-------

LOJA ilO PAPAGAIO
Novo estabeteeimento
.DE FAZEHDASE ROUPftS FEITAS
llua da Iinpera'triz n. 40, esquiu
DE
II
do be<: MJA DO DUQUE DE CAXIAS N. 7,(OUTROUA DO QUEMADO)
IDE
Bstfi o nettte ;a l)>m eonhec(L) r.^sta capital, os seus propriets-
jos ;s li^giiezi^ o ao raspeitavel publico qoe consenam sempre o
netbor e raai^ v.niado sortSiwerito de fweftdas para senb .ras. horneas e meninos, sendt
*ja especi .,,d:t !c wiiova -s para oniva'Iftfl e preparts pa a salas.
Paa u-ivas
Rfcos vestidos de bload da seda bordados de duas saias o qoe ha mais rico e
:oo. todos os preparo.
Gorg irii i bran :o de soda, superior gaalidade. ,
Mantas | 'ellas de flor de laranja : s na
Loja do Trmmpho.
Tina Jo Duque de Gax as n. 7.
_
na ba m l .
O novo propietario dste estabelecinanto, communica ae^ respeitavel publico
desta cidade, e especialmente s Exmas. fweilias, que eM liquidando por pregos bara-
tissimos, as antigs fazenda.> que existan! ueste e-tabelecimenlo, alm das que abaixo
v3o relationadas, cojos pregos merecen toda a attengo do respeitavel publico, que nao
deiiar de com peqn na quanlia refajer-se dei qualqoer qualidade de fazeada que pre-
cise. Previue-6e tambem qoe a mesma-loja tei feilo sortimento' de fazendas moder-
na*, e continua a sortir-se das do mais aperado e escolhido gusto, que vender mais
barato que qualquei outra loja.
A LOJA DO PAPA>A10 alm de ten um grande deposito de roupas feitas, tem
nm bonito sortimento de casemiras-franctzas, inglezas e allemJas dos padres mais ao-
demos, e assim como pannos pretos, casemiras e panno fino cor ae pinho, azul clafo
e mais escuro, br.ns brancos e de cores, iustes bran;os, e de cies, gangas de linho
e brins pardos de todas as qualidades.
A LOJA DO PAPAGMO tem contratado um ptimo mestre alfaiate perito no
sea officio para executar quaiqtier obra da arle com a maior perfec2o e es/nero, e qual
quer ibra que nao que vuutade dus freguezes, ficar para a loja, e manda-se
fazer ou ra.
Atoalbado de linho fino, a 35 o metro, Efguio de linho de i#6C0 a 35 a vara,
e de algodo a 25. ; Chites de merino pretos muito grandes
Algodosinho largo, para lences e toa- a ".5.
Ibas a 15000. Dito ditos, estampados de 4,500 para
Alpacas pretas, de cores, lisas, defurta cima,
cores, e de Ostras. Fil de linho branco e preto liso, e de
Bareges com listrinhas de differentes co- salpico,
res a 320 rs, o covado. ; Gravatas de sed pretas e de cures, da.
Bols sde tapete aveludadas, para viagem, mais modernas que tem vindo ao mercado,
o preco e conforme o tKmanhb. Guardanapos de linbo brancos e pardos.
Bombasinas pretas. lisas, e trancadas. Grosdenaple preto de differentes pr eos.
Bramantes de linbo, franoez e inglez a Lasinbas em cortes com palmas com 14
25500. 'covado por65.
Bales de mussulina, brancos comfitus, | Ditas lizas e delistas transparentes e ta-
e outros todos de panno com o eitio dos padas de differentes preces.
Arama de ferro .alvanisado em redo para coreas, gaiolas, gallinheiro? etc.
Iv.-misado >:>ra cobrir casas.
Tachos'le fenv csianhado para ensenh .-.
Cofr.'S de ferrade iLlner e outros autores.
Chunibuem M.
Dito ;ni lern; f.
Dito ra barras.
Dito em enxa ia^.
Estanto em barra e terguinha.
Fo!
Arad .inwrtcanos pira ladeira a varzea.
- Os .i.
x
Machinas de (lascar -vr algodo do faca.
DCas .ie serra.
Ditas para eorUr fumo.
D:ta* vapor de torca de :J cavata'is e motores para cavallos. para raeteT as
mxh'y.
!( ferro.
Gatmt4 de f.-rro *
Preo-a* para coiiirr cartas:
Balances para p*ar.
)le-i de liiiha'^a em latas de ferro.
Trilhosde ferro p2ra engenhos.
Bambas americana-.
Macaco* de rlivar.
Bataneas e pesos deeimaes e outras.
Koc">es de palnie.
Bnxofre.
Salitre.
Estopa 'arsa e de toa qualiJa-le.
Picareta-1 pa'a caminhos de ferro.
" Um gran .-ortimente ,. ferrag^ns e cutitaria.
de fitas, para senhoras e meninas;
Basquinas de .grosdenaples preto me-
lerrras e de croch muito enteKadas.
Bretanbas de linbo. e de algodo.
U ins de linbo trancados brancos e de
cores.
Brins de algodo trancados brancos e d
cores.
Combraias brancas tapadas' e transpa-
Madapolo inglez de 55 at 1Q0 a peca.
Lencos de algddo, brancos de 25 a 35
a duzia.
Ditos decambraia de linho de 65 a 12s
Ditos de esgoio de 65'a 85.
Muselinas brancas e de cores a 500 rs.
o covado,
Gorgores de la com listras, fazendaln-
tdiramente nova no mercado a 800 rs. o
rentes, sendo inglezas e soissasd8 pal- covado
CAUVIN* iwwR
Boulevard S
BABTHOLOMEO 4 C
PharmaoeuUco prlvileaUdo
uoceesor a
Sebastopol, PABI8.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAR1NIER
Apretcnudas i Academia de Sdeia e toMMMo te Pruei.
m INJECCAO mora1fntraa%o"ucc/o'rMraTITA t Cmt'rrVA das
MOLESTIAS COMTA^IOSAS
1'jILi TikD DIUI TllO do vo'unw da nm relogio, servindo.
^^t I"u"l IIILI II" de Philtbo e Seringa sem os
Graves inconvenientes de ragiUdade.
_________ESTOJOS ^ittmt:^TH^3rltti,tmmi*
jjjO Contra a* aftecoois ias palpebras, preparado sob 1 mesma forma.
Dapoaitarw* geni para o BHAML e PORVIWAI
34, n larga do Rosario. PJKBNAM3BUCO. *
mos de largura.
Camisas de meia, de flanella, branca, e
de algodo. .
Camisinbas brancas de cambra-a com di-
licados bordados, e enfeadas da cor para
8ras.
Cambraias de cores a 400, rs. o fertro *
a 800 rs. a vara.
Camisas inglezas, e francpzas* de Itabo, e
de algdao'de pregas, lisas e 'bordadas.
Chapios de sol de seda, merino e alpar-
ca de dWerentes cores, e muito barates.
Chitas para Vestidos, francetas, de'240
Stl 4fJ0 rs.
Chitas para cobertas de 320 aj 640 rs.' "
Cnrfin.ana iIa ptnihriia o rt* (liV hnHta u,,_
Merinos preto, trancado e' de cordo.
PeitoS bordadCrs e lisos, tant de linho
como de algudSo para camisas de hornera.
frincetas pretas de differentes precos.
Cambraia branca tapada muito larga com
pregas e bordado, ba propria para satas de Sras., o preco ba-
rate.
Sedas pretas: hivradas para vestido a
4IJI580 o covado.
Sirgelim francez e inglez de toda ao co-
ces.
Toalhas de- algodo e de linbo de dif-
fereates qualidades e tamanhos.
Ponbosde linho pata homem- muito fi-
cordeiro previdentt
Una do ^uelmado a. 16.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pertt
aiarias, de que effectivamente est provida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba 6
receber uro outro sortimento que se tora
aotave! peiavariedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr-
eos; assm,poiS,Q.CordeiroPrevideate pea
o espera continuar a merecer a apreciafi
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afo-
lando ee de sua bem coahecidamansidi
9 baratera. Em dita loja eacoatrarao (
tpreciitdorts do bom,:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lammaa.
Dita de Cologae ingleza, americana, frai
oeza, todas dos memores e maisacreditade
fabricantes.
Dita de flor de laraageiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odtalgico para censervacao &
sseio da becca.
Cosraeiiques de superior qualidado e che
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada' fiaa para cabello.
Frascos com dita japoaeza, fc-aasparea'
3 outras qualidades.
Fiaos extractos inglezes, americanoi
t'raneezes cm frascos simples e eai'eitados.
Esseacia imperial do fino e agradavel ch
o de violeta.
. Outras concentradas e de cheiros igua
xente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad.
om escolhidos cheiros, em irascos da difi>
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em fifi
ras de meninos.
Ditos muito fiaos em caixiaha para barfc
Caixiahas com bonitos sabonetes imitanti
fructas.
Ditas de madeira iaveraisada contando *
as perfumaras, muito proprias para pr<
sea tes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p da aire
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente?..
Pos de camphora e outras differe :u
jnalidades tambem para dentes.
Toaico oriental de Kemp.
Anda mais coque.
Um outro sortimento de coques de a.
vos e bonitos moldes com filis de vidrilht
* alguna d'elles ornados de flores e fita.
sto todos expostos apreciacb de qutt
os pretenda comprar.
GLL1NHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Flrella* eixt pava ciatos.
Bello e variado sortimento de taes objat
tos, ficando a boa escolha ao gosto do co*
prador.
111 ,,
A rua.fo Duque de Caxiasji 21.
(AHTIGA RA DO.QEIMADO)
Receben seguic
Espelhos grao!
Carteiras, cberutsirasaportMriga: hju
qualidades.
Bonitas partas para pi< e autiM4a.
Boas ciixas va>ias para costura cun t,ua cempa-
tente chave.
Delicadas canelas de marflnr cor e bocal de
plata.
Modernos pentes de tartaruga, ebresabiodo -
tre elles os mimosos itilegrapnisUR.
Commodos toucadores euin dnas gavetas e bnn
espelbo. ^
Port bjwiuet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relngios demDit?s qualidades^
Bons talheres para errtica!.
Vostuario, cbapeiinlmj, toacas, sapalos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronbas de-isbyiindio.
Chapos eclupetinasparusenbora, moldes nevos
e bonitos.
Chapozmhos gorres e bonets psra mecios
meninas.
Contra as couvtiIsS'S
as
crihiicas
Vende-se os verdadeiros ci-llares na Nova Espe-
ranca. rea do Deque lie Ctxias n. 'H.
PARA TIKGIR CABELLOS
para pretos ou casunhis, recebeu a Xova E-pe-
ranea a verd?deir.i- lima incle.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Einerauca o.verdadeiw
Icite de rusas brancas.
AGUA DE FLOR DELAiUNJA.
Vndese na Nova Esperance, ra do Bmjue de
Caxia* n. 21.
PAPEL PARA E.\;-K1TAR-SE BOLOS
rec. !ieti-os muito lindos a Nova Esperanea, ra
do Doqoede CaxiM n. 21.
PARA AMACIAR E Al'HMOSEAR A PELLE
tem a Nova Espeian(;a s sabonetM de pos e
arroz.
Rival sem segundo
RA 1)0 DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou diapostu a continuar a vender toda*
as tniudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garaolindo ludo bom e. pre-
gos admirados.
Caixas com 20 cadernos papel pau-
tado a........
Caixas com 50 noveilos de liiiha
\ do gaz a.....>
D'jzias de meias cruas superior
\ualidade a.......
Peca de babadinhos com 40 va-
ras^.........
Pegas metros cada p ga a ldo*X> e-
Pecas de (i\as para eos de q< al-
quer largura com 10 varas a.
Escotas para tvnbasfazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e......
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixinhas d madeira com alfinec
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha ixa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias crua- para nu
nos diversos tamanbos a. .
Doctas de meias brancas nuito
linas para senhora a.
Pares de sapatoa de tranca do
Porto........
Pares ('e sapalos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Diizias de baralhos para vultarete
Sylabarios portaa>oewa a.
Cartes com colxetest carreras a
A otoaduras para rollete #wsas
qualidades......
Caixas com peona de ac muito
boa de 320 a......
Duzia d" linha 200 jardas Alejan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obrei?s a.
Duzia 0e agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os lamanbos a. .,
Pacote de papel com 20 qoader*
nos......
Caixas de phosphoros seguranca
muito superiores a
Ref ma de papel pautado super < r
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
Garrafa com agua Florida verda-
deira a..........
Quaderno de papel liso amizade
Carretis de linha de
100 jardas a .
cores com
706
400
35000
50
25000
500
500
500
M
400
500
320
i$S6
250041
15^ 0
ajo
400
-jo
400
506
40
25000
_'io
400
4t)OO0
8#oe
15000
20
20
Cortinados de rmbraia, e de fil borda
dos para camas ejanelaa de 405pt*'cim*.
Coi. has d fustao breas a"3^909.
Ditas de cores sf ?580(T.
Oalarinhosde linhtW.inblBzes, ealem3W.
lisos e bordados.
Damasco'd l. encarnado, a zul e at'
peRO, eseomHha pret.
Espartilhos de linho branca par'Sr'as,.t,
de differentes pret}os.;
ia mu 1 pars.
20Ru.i da Imptratriz20
Farl & tessa.
Acaba de chegar a esta nossi noca loja de [
zendas finas ura varia sortimento de fazendas de
15a e seda, como seiam : granadines do pUota
gosto, popelinas de urna so cor, alpacas e laazi-
nha* de cores, o que ha de ma* moderno, tnde
por baratissimos precos, brigantinas de cures te-
cidos- das indias, fazenda nova a imit.Qao de per-
ca lia, balSes de dina flngudo saia de cor com hc-
das barras, fustoes proprius para vestido e roupas
de meninos ; agora grandes e admlraveis pecbuv
chas, saias brancas com lindos frisados a 3, ri-
cos corpinhos bordados muito finos a 51, baloes.
modernos de arcos a 2, ricas colchas para cama
alcochoadas, sendo brancas e de reres, a 5, bS e
11, cambraia victoria Bna a 54. ditas transparen-
tes a S#, t e 7J,chitas finissimas escarss e claras
a 280, 300, 320 e 360 o corado,, cassas de cores a
240, lencos brancos de cassa a S*a00, ditos cm-
nezes a 3*500 a dnzia, madapolao t no a 6/ e
6*500, e muit sapencr a 7f, 71/00 e 81, algo-
daozinhn largo proprio para lesgoes a 61, panno
de al odao branco trancado proprio para t.lhas
de mesa a 1*600 a vara, nramante para lencoes a
5*000 e 3*500, o qne ha de melhor, esguiao fi-
nissimo a 2*M0 e 2*500: a vara. Mandamos na*
casa- das Exmas. familias para melhor poerem
esedher. Tambem temos completo sojtimwlo de
perfumaras dos pnn*iros fabricantes francezes e
mglezes; as pessoas qne se dignarem vir a- esta
l, ja tefaoccaMao 4*MeoBlMwr a rtaltdade do
que annuaciamos para aos justificar.
Meias mg'ezas para Sras.,epara menino
para bornese de differentes qualidades
t de lodos -os tarniohos.
PBrttqoefflf comprar pega ou duzia de
quiqut8 fizeta seo prego 'o cnslo ; para
difjMuir o retamo.
Dam-se a'amostr'as de qrjslqner fazfnda.
A loja dkV Papgato acha se aberta todos
es das,' aj1 as Ohoras da nome.
Milho novo d Fer-
nando
Em saceos grande? a prego comm idr: no ar-
rtaiem de Tasso Irmos & C, ra do Amonm na-
mero 37
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qnalquer
comprimen*), qWlidade superior, em cai
porco mais pequea
cife o. 51, Pandar
tres vapores
na roa da Cadeia do Re.
Farinha e mi ho.
'N'o trapl-he Bario do Livramento existe bea fa
rlmja de mandioca e>excellente milho em saco^
grandes : a tratar na rn do Vigario n. tfl, 1 ao
dar. escrptorio de Jnaqnim Gersrdo de Bastos.
Farfcllt).
Vende-se saceos cem 90 libras de farello no-
to do Chile a 4*500 : 1 da da Madre de Deus
n. 7.
O Campos da roa do Imperador n. 28, recebo*
pelos ltimos U-es vapores ehegados a este porto,
differentes gneros qu* vista das soas especia
e diversas qualidade^ merece fazer-se delles es-
pacial meagao4 e anisa nao s ao seo crescid*
numerd de fteguees e amigos, como tamben,
aquelles que nao tem querida honra-lo com suas
fregnezias, encontrando por e.fe motivo serias dlf-
liculdades em suppnrem-se da bnns gneros, pr
falta la I vea da quem Ihes indique com inneza um
esabelfcimeoto que couio o sea, nossa com ga-
ranta, tem satisfaier as justas exigencias do 1
peitavel publico desta capiat; qoe se acto o e
anoazem prvido dos mais novos e variadas gane-
ros, e limrtarM acornear o seguate 1
Carne e qneij-is do sertao.
Prezuntos inglezes e por
Gn 11I0 (nova marca de b*
Pet Pow a Beurte (er> auieiga).
Chocdah- bespatih. I a l*< 00 a libia.
.- a 700 rs. o ira;
Cff chumbad'
Rap Paulo Cordf
Guiados franceze.s (Trulli
Superior cSampanhe.
Doces Unos de guiaba, laranja, liman e banana*.


8
Diario de Perambuco Qua
ASSEMBLEA GEM
I
CMARA DOS DEPUTADO
Discurso pronunciado na sesso de 3dejutho
de 1870
(ContiniHic^o.)
O qae exacto, entretanto, que a la-
voura soffre i sua siui
actual, onerada d
raeins de transportes t.eil, s-pun e h
(apoiado^), sera bracus, sera recursos, corno
o paiz inteiro sabe, (\puiadi
Conseguratemente, quando su diz q>
producen.. do paiz augmenten, e a lai
acha-se ra I segura no prsenle e ame arada
do futuro, nao lia desharmonia, nao lia con
tradicci.
O Sk. Rejamin d ora aparte.
O Sr. Ministro, n.v Agricultura : Eu
nlo posso demorarme mais nesle ponto.
Creio que teuho exprimido de modo sufli-
cientemente claro o meo pensamealo, e que
este pode ser comprrhendido por quera o
queira aceitar de boa t. (\poiados).
Appello dos que me coutestam para os prin
cipaes rateressados, os fazendeiros; elles
que respondam se a lavoura est ou Dio
vaclante e ameagada.
O Sr. Benjamn : A nica araeaca qne
eoxergo a dos impostos.
O Su. Coelho RoituiGi ks :- Esse po
Sr. Ministro da Agricultura : O
nobre- deputado a qnem respondo contestou
tambera oulra parte das ideas comidas no
oieu relatorio ; difc.se que, relativamente a
bancos territoriaes ou ao crdito real, o que
convinha era augmentar o trabalho, |>or-
quanto o capital appareceria.
Sr. presidente, me parece que isto um
dem per idem.
Para augmentar o trabalba, isto a pro-
dcelo, preciso augmentar o capital; mas
para augmentar o capital preciso que a
prodcelo se, desenvolva. Eis a queslo
nos termos em que a collocou o nobre de-
putado.
O Sr. Duartk df, Azevedo :Nao apoia-
do ; uo lio esses os termos em que col-
loquei a queslo.
O Sr. Ministro da Agricultura :Disse
o nobre depotado que o que convinha era

as apontadas pelo
difli-
e depota
ira 10 de, Agosto de 1870
ie o inconveniente
e absoluta apezar d^.
segundo smo nobi
tadu opriedade teirito-
?*"' predio, sejam quaes
'or" is sua cultora,'
sq r que sejam as suas cndices na-
lurae.-, tem elle sempre um .valor ioaoferi-
to : sobre e>se valor podem-se fazer
operjif-ies de crdito.
Tamben, camo motivo que .imposibilita
as nstitucrj?s desla especie, trouxe o nobre
lepatadu a facto da excessiva emissio de
papel-moeda effectusda pelo governo. Ad-
'muro tambem que esta causa tenha alguma
influencia, mas nao lauta como pareceu ao
nobre depotado. Se bem que a emisso de
governo tenha-'se elevado a mais de.
170,000:000^000, comtado creio que/N"
nao esto Batisferas todas as necesidades
da (rculacao fiduciaria, ainda nao esto obs-
truidos as seos canaes, do modo quft n*
naja margem para emisso de l^os hyP'
tbecarios. Apezar dessa avul&da emisso,
a lavoura e as outras irMusti^s acbam ra-
sufficiente o meio circulan!/-
O Sr. Andrade ftfmK'V PaPel'
moeda io capital.
O Sit. Ministro d/Agbicpltora :Sem
duvida ; mas o pap*<-moeda representa ca-
pital ; instrumento de permuta e utilisa
a pro ucc"o. '
Creio que,/*e, de conformidade com o
que disse np meu reatorio, fosse possivel
fazer um e-nprestimo para adiantar lavou-
ra capitn com juro mdico e amortisacao
lenta, .t're^ar-lbe-biamos um servico muit
valioO.
Velando ao nobre deputado por S. Pau-
lo, deploro que S. Exc. nao se dignasse
prestar altenco minba exposipo, quauto
colonisaco e fornecimeuto de bracos
lavoura. Se a tivesse dispensado, nao 6-
caria, como disse. desanimado.
Sertbores, a queslo do fornecimento de
bracos aos estabelecimentos de lavoura j
creados, de ce.-lo muito importante, nao
pode ser confundida com a da immigraco
e colonisaco. Quando tratei deste assump-
In felizmente.
armas bem dep^^^^^^^^^^^^^l^^HR
de t|^^^|
EXER 'A'menor or-
dem, e por moto dot eam pitos de ferro e
da Me;
,;,sdVv, ^^HP' ,86)
1870, e
mente o campo oV
mando dos gen- y, Le Boeuf,
Bazaine, BoOM* e Frossad.
Alguns dos mmandantes d'estes corpos
do exercilo ro est3o hoje as mesmas po-
s, ma* os corpos divididos j com-J Magestades o seguinte discurso :
n^?anlL0, lLabalt"J' Pr^9.ocaPilal aPMtonemencarei-o por semelhante face, nem
pareca, Digo eu o que convm aug-
mentar o capital, porque a produeco appi-
recei.
O Sr. Di;arte de Azevedo : Qur o
effeito antes da causa.
O Sr. Doqoi Estrada Teixeira Pelo
contrario, o capital instrumento de pro-
dueco.
O Sr. Ministro da Agricultura : S3ndo
reconbecida a falta de capitaes no paiz,
como prova o alto ju o do diaheiro;' actu-
ando especialmente a falta delles sobre a
lavoura, que nao acba-os em cradices que
Ihe aproveiiem ; contino a entender que o
modo mais conveniente de supprir essa fal-
ta 6 a instituico do crdito real.
O nobre deputado pelo 4. districto do
Rio de Janeiro, que tomou parte no deba-
te, occ.upou-se tambem com este -assump-
to e disse que eflranbava consignar o re-
latorio a neessidade de retocar e comDle-
tar a legis!ac5o bypotbecaria, como se esta
legislaco por qualquer forma embaracasse
a creaco da crdito real. Nisto foi acom
panhado pelo illastre representante do
Oear que oceupou a tribuna na sesso de
hontem em ultimo logar.
Ambos os nobres deputados desenvolve-
ram doutriaas e theorias com parte das
quaes nao concordo, mas em cujo desenvol-
vimeato nao poderei entrar, porque dara
orna longa extenso ao debate em assumpto
que nao interessa deporto as questoo com
que devemos de prefereocia oceupar-nos.
(Apoiados.)
J Sr. Andrade Figueira :Mas o rela-
torio aceasoa de deficiente a legislaco hy-
pothecaria.
O Sr. Ministro da Agricultura :En-
tretanto, o que deu logars observados dos
il ostres diputados foi um verdaddiro equi-
voco ou fdla de atlenco ao que eu disse ;
porque nunca declarei, nem o nobre depu-
tado o pode apontar no relatorio, que a
legislaco hypothecaria fosse um obstculo
creac> do crdito re-d.
O Sh. Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Ministro da Agricultura :Tra-
tei do crdito real e do crdito agricola,
como o nobre deputado devesa^er melhor
do que en, sao em sua essencia distinctos;
o crdito real tora por base especial os
bens de raiz, os immoveis propiamente
ditos entretanto que o crdito agrcola tem
por base certos accessorios dss immoveis
ruraes, e particularmente os fructos pen-
dentes
Conforme a legislarlo vigente, a bypo-
theca comprehendo estes accesssrios, que
poderiam licar livres para servirem ao cr-
dito agrcola, como os immoveis servera ao
crdito real.
Quanto a este mesmt hi necessidade de
retoque na legislaco actual.
O nobre deputad i sabe que a primeira
condico de seguranca e estabilidade' para
instituicoes desta n^tureza a publicidade
das hypolhecas. Entretanto, na legislaco
vigente ha disposicSes que a tornam duvi-
dosa, e p lea at annullar este requisit j.
Dar-lhe-iei um exemplo. -^
As hypotbecas legaes das mulberes casa-
das, dos menores e interdicos, diz a le,
apezar de serem geraos, podem ser espe-
cialisadas ; raesmo sem serem especilisadas;
devem ser inscriptas; e quando nao forem
iascriptis valero contra os terceirosdesde
a sua data.
Pergunto: um estabelecimento de crdito
r^al que tem de receber em troca do di-
nbeiro que adianta, ou dos ttulos fiducia-
rios que emitte, a bypotheca de bens, esta-
r suficientemente garantida pela legisla-
co. quando os immoveis qae lhe sao offe
recidos podem nao estarinteiramente purga-
dos de qualquer onos que sobre elles pese,
porque a inscripcao. isto a publicidade,
no o denuncia ? Entendo, pois, que oes-
tes e era ontros pontos a legislaco hypo-
thecaria poderia receber retoques: ser com-
pletada no interesse da instituico dno cr-
dito real e agrcola.
Asan, ufo aventorei urna proposico dig-
na de reparo, como parecen ao honrado de-
putado pelo 4 districto da provincia do Rio
de. Jan-uro.
Disse o honrado deputado a qnem me
reliro que a razio preponderante para nao
>eleoer-se no paiz o crdito real nao
a legislas hypothecaria, mas especialmen-
te a constituicao da noesa propriedade ter
ritonal, que nao pode ter valor fixo, em
razo do instrumento de trabalho de que
usa, da falla de cadastro, etc.
desci a particularidades. (Apoiados). *
Eu peco a quem se quizer oceupar desta
materia, que lance as vistas sobre as minhas
palavras, as quaes sao bem positivas.
Assignalei os males resultantes do me-
tbodo seguido at hoje a respeito da colo-
nisaco, conderanando a que tutelada pelo
estado (amitos apoiados). demonstrando-"S
tristes resultados a que chegamos depois
de ljngos annos de experiencia e tentati-
vas, depois do dispendio estril de sotu-
rnas enormes. (Apoiados). Condemnar os
erros do passado, nao de certo desanimar,
quand.> indico a vereda por otide devemos
marchar com seguranca. (Apoiados). Assira
procedendo, nao qoebrei o remo nem dei-
xe a canoa seguir aguas abaixo, como
aprouve ao nebre deputado dizer.
(Continuar-se-ha).
UTTERATRA.
POUCO DE TDO.
QUE TAi I N'um dos ltimos dias de
jonho, conta um jornal francez, um comboio
do caminbo de ferro de rleles ia quasi
todo cleio de paires, bedeis, sacbristes,
chantres, religiosas e devotas, que passeia-
vam em romaria al Montpont, perto de
Mpi.thlery.
N'um wagn de terceira.classe havia um
viajante, caixeiro de coramercio, que era a
nica pessoa que nao tomava parte na de-
vota rom.na; mas tinha de roda de si um
I ndo i^rupo de jovens d mzellas, vestidas
de braoco, dirigidas por um padre.
De repente o viajante profano tira da al-
gibeira um cachimbo, acende-o sem a menor
altenco pelas suas lindas vizinhas e come-
Ca a fumar desesperadamente.
Comeca a toase, fervem asolhadelas can-
didas para o reverendo director.
-* Minhas senhoras, incommoda-as o
fumo ? pergur.ta o viajante.
Alguma cousa, responde o pastor da
formo?a grey.
Sinlo muito, senhor padre ; esta
ama necessidade corprea de qae nao posso
prescindir.
Passados alguns minutos as doozellas
dispozeramse para entoar um cntico re-
ligioso ; o reverendo ento, dirigiado-se
ao fumista, pergunta-lhe:
O cntico incommoda-o. senhor ?
Alguma cousa, responde elle.
'Smto muito ; mas urna necessidade
da alma de que nao podemos prescindir.
Em.Bretigny o viajante desesperado apa-
ga o cachimbo, poe-se, em p, e grita com
toda a torca dos po!mo?s :
Dominiis 'obmcim !
El cum spirilu-tuo responden! emj
coro as virgeas do Senhor ; cessando im-j
mediatamente com os cnticos.
MI
A ESPINGARDA DE AGULHA E A CHAS-
SEPOT.Um diario francez faz a seguinte
compararlo entre a espingarda de agulha
prussiana, experimentada em Sadowa, e a
Chassepot, que at agora s fonecionou em
Malana :
A Chassepot ama espingarda leve, de
pequeo cal bre, de fcil manejo e que tem
todo o peso na culatra. A espingarda prus-
siana to pesada como as antigs ; o cano
faz presso sobre a mo: do soldado, obri-
gando-o fcilmente a perder a pontana ;
raaneja-se c*om difflculdade e as fileiras
pode ser causa de desastres. A bala da
Chassepot produz urna ferida to grande
como a occasionada pjr um projectil de
grosso calibre, e, segundo as experiencias
feitas em cavalios, causa tantos estragos na
carne como a bala prussiana, que exige
muita carga:
A bala de Chassepot percorre orna dis-
tancia de 420 metros por segundo e a da
espingarda de agalba 220 metros em igual
tempo: a oltima nao d seno resultados
negativos a 500 metros ; a primeira aleanca
o alvo 1,000 metros de distancia.
Outro dos inconvenientes, e talvez o
maior, que tem a espingarda de agulhi,
que, como se carrega e se dispara com tanta
rapidez, o soldado precisa de ir muito car-
regado de municoes, ou recebe-las muito a
miodo. duas cousas qae nao sao muito fa-
cis.
Como se v desta comparaco, a vanta-
gm nao est da parte da espingarda de
agolha. Note-se," porm, qne as excellen-
tas da Chassepot sao exaltadas porum
diario francez. i
a Josepfn'na Mural, ca-
lido Pepoli
ficiel de Pars,
1870
Depois !a sesso de boje, o senado
lflirtgio-se esp(BHeamene a Saint-Cloud,
le foi receido pdo imperador, e im-
pera tril, junto dos qaaas eslava oprincipb
imperio
0 presidente do senado dirigi, a Suas
dem rea
ordena em ca
pem 89 tropas sob anas ordens podem
icstant^eamente ser reunidos.
A. .-ses 5 corpos do exercito, formando
l 00 reserva os 30:000 homens lo corpo da
guarda.
Podem tirar-se da Algeria, sem nenham
inconveniente hoje, deppis que as nossas
tropas esto armadas dof ternvel chassepot.
um corpo de lite de velhos soldados de
urna trintena de mil homens.
V-se,pois, que em algons dias arran-
ca pode metter em linha, em face dos seos,
adversariosr 200:000 homens peritamen-
te aguerridos e promptos no officio das
armas.
Os 5 grandes corpos da linha, to fa-
cis de organisar promptamente, exigiriam
3 divises devinfantaria da 2 brigadas, com
12 bateras d'artilharia, das quaes 4 de re-
serva; 15 batalhes de cacadores a p,
60 regimentos de infantera, 30 de caval-
leria e 62 bateras montada ou a cavallo.
Ora. como o nosso estado militar com-
porta 20 batalhes de cacadores a p, 100
regimentos de linha, 50 regimentos de ca-
vallaria, Ki bateras montadas, 32 bate-
ras de cavallo. resultara que nos teamos
ainda para formar um segundo exercito de
reserva no interior ; 5 batalhes'de cacado-
res a p, 40 regimentos de infantera de
linha, iO de cavallaria e ama centena de
baleras de campanea, atiende do que ser
nece9sario contar com o corpo do exercito
tirado de frica.
Este ultimo corpo poderia ser formado
dos batalhes de guerra tirados dos 3 re-
gimentos de zuavos, dos 3 de atiradores al-
gerianos, dos batalhes de infanteria ligei;
ra d'Africa, do regiment extrangeiro, dos
7 regimentos de cavallaria ligein (cacado-
res d'Africa e spahis) e fornecer 32 bata-
lhes e pelo menos 20 esquadres admira-
velmente montados.
Quanto ao corpo de observaco na -fron-
tera dos Pyrenens seria necessario frma-
lo ? Ha um perigo serio a temer do lado
de Hespanha ? Em todo o caso, duas ou
tres divises activas parece-nos que basta-
riam para oppr-se a todas as velleidades
bellicosas d'aquelle paiz.
O corpo do exercito da guarda, magnifi-
ca reserva de 33 batalhes, de 24 esqua-
dres de guerra e de 12 bateras, est
prompto e reunido.
A consentraco no norte das outras tro-
pas, salvo as d'A'geria, sera prompta e f-
cil. De feito, alm das tres divises activas
d'infanteria do exercito de Pars, a diviso
de cavallaria e os 2 regimentos de artilheria
montada de Vincennes podem ser tralspor-
tados em algamas horas fronteira alm
das 3 divisos de infanteria e da diviso
de cavallaria de Lyon, alem da diviso acti-
va de cavallaria de Lunville, temos ao
nordeste : 6 batalhes de cacadores a p,
38 regimentos de linha, 17 de cavallaria e
8 regimentos de artilharia.
A CASA DE HOHENZOLLERN.A can-
didatura do principa Leopoldo Hobenzollern
ao ibrono de Hespanha chama naturalmen-
te a altenco sobre a pessoa e a familia
d'este principe. Vem por consegrante a
proposito aproveitar do Diario dos Debates
a pequea exposic') genealgica que elle
faz da sua famdia.
A casa de Hohenzollern, urna das mais
antigs da Allemanha, dividio-se no secnlo
XII em dous ramos dos quaes o mais velho
conservou mais especialmente o norae de
Hohenzollern; o mais no'o, chamado ao
principio ramo de Franconia oa deNurem-
berg, adquiri em 1414 o eleitorado de
Brandeburgo, e em 1618 o ducado da
Prussia, tornado reino em 1701.
O ramo mais velho. o de Hohenzollern
propriamente dito, nao teve to brilhanles
destinos : ficou sempre limitado ao seu
pequeo feudo de Souaba, e em 1576 sub-
divdio-se em dous ramos, Heching ( o mais
velho) e Sigmaringen (o mais novo).
J se v por esta curta exposico genea-
lgica, diz o diario ;pariziense, que impro
priaraente se tem chamado ao candidato
cora de Hespanha um membro mai? novo
da familia real ; pois esta familia que per-,
tence ao ramo mais novo d'aquella de que
descende o principe. Mas esta confuso
devida sem duvida ao prestigio da realeza,
que ter feito pensar que a casa reinante
em Berlin devia ser a mais velha dos Ho
henzollern.
Passemos agora genealoga particular
do principe Leopoldo e s alliancas mafs
importantes da sua familia.
Primeiro. 0 principe Carlos Antonio
Frederico de Hohenzollern Sigmaringen, fal-
lecido em 1853, e av do principe Leopol-
do, tinha casado com Mara Antonieta Mura.t
filha do re Joaquim, nascida em 1793, fal-
lecida em 1847.
Segundo. O principe Carlos Antonio
Joaquim, actualmente obefe da casa Sigma-
ringen e pai do principe Leopoldo, casou
com a princeza Josefina Frederica Luiza,
filha do defunto gr-duque, de Bade e de
Estephania Luiza Napoleo, viscondessa di
Beauharmais, filha adoptiva de Napoleo I.
Terceiro. O principe Leopodo casou
com nma das irmas de re de Portugal.
Seu irmo Carlos reina na Romana, urna
de suas irmae casada com o conde de
Flandres, irmo do re dos belgas.
Assim o principe Leopoldo por seu pai
neto de Antonieta Mural e bisneto do re
Joaquim ; por sua mi, neto de Estephania
Beauharmais, filha adoptiva de Napoleo I
Quanto ao seu parentesco com o rei da
Prussia seria preciso remontar ao seculo
XII, poca da separaco dos dous ramos,
isto transpor mais de trinta graos para
ligar o ra Guilherme e o principe Leopoldo
ao seu commom antepassado. E' um pa
rentesco mais affasiado qqe o de Uenrique
IV com o ultimo dos Valois, parentesco que
era do 23 graos.
O principe Leopoldo est anda ligado por
um laoo menos intimo familia dos Marat.
Urna de suas tras, a princeza Frederica Goi-
Ihermina, casou com o marqoez de Pepoli.
qae era, como se sabe, neto do rei Joaquim
Sire.O senado agradece ao imperador
ter-llie permittido vir apresentar aos ps do
throno a expressao dos seotimenlos patri-
ticos, com que acolbeu as communicaces
qne lhe foram feitas na sesso de hontem.
I Urnaombinaco monarchica prejudi-
cial ao prestigio e a seguranca da Franc*.
tinha sido misteriosamente favorecida pelo
rei da Prussia. t
O principe Leopoldo retirou sem duvida
a sua acceitaco em presenga do vosso
protesto ; a Hespaoh essa naci que co-
nhece, e nos retribue os senlimentos de
amizade qae por ella professamos, renun
ciou a ama candidatura que nos feria.
0 perigo immediato eslava cortamente
desviado, mas nao subsistira ainda toda a
oossa legitima reclam:co ? Nao era evi-
dente qoe rana potencia estrangeira era
proveito da sua influencia e do seu domi-
nio em prejuizo da nossa honra e dos nos-
sos interesses, tinha querido perturbar mais
urna vez o equilibrio da Europa ?
N3o loriamos nos o direilo de pedir a
essa potencia garantas contra a repetico
possivel de semelhantes tentativas ?
Essas garantas foram recusadas ; a dig-
nidade da Franca foi desconhecida. Vossa
Magestadedesembainbou a espida; a patria
est comvosco, cheia de indignaco e de
altivez.
ds dislates de urna ambicio sobre ex-
citada por um da de grande fortuna, de-
viara tarde oa cedo produzir se.
Recusndose as impaciencias altivas,
animado d'essa tranquillidade perseverante
que a verdadeira forca, o imperador sou-
be esperar ; mas. nos ltimos qualro annos,
levou sua maior perfeico o armamento
dos nossos soldados, e a todo o seu poder
a organisaco das nossas torcas mili-
tares.
< Gracas ao vosso cuidado, a Franca est
prompta, sire, e pelo seu enlhusiasmo pro-
va ella, qoe, como vos, estava res-olvida a
nao tolerar nenhuma empreza temeraria.
Trnese o nosso augusto soberano de-
positario do poder imperial ; os grandes
corpos do estado cercam-n'o com a sua res-
peitosa affeico, e com a sua absoluta de-
dicaco. A naco conhece a grandeza do-
seu coraco, e a firmeza do seu carcter
tem confianca na sua sabsdoria e na sua
energa.
Retome o imperador com .joslo orgulho
e nobre coofianca o commando das suas
legies engrandecidas de Magenta e de Sol-
ferino ; condoza ao campo de batalba a
lite d'esta grande, nacao.
A hora dos perigos est chegada ; a
hora da victoria approxime-se.
Dentro em pouco a patria agradecida
conceder a seu- filhosa honra do trium-
pbo ; dentro em pouco a A'lemanha, liber-
tada do dominio que a opprime, e a paz
restituida Europa pela gloriadas nossas
armas, Vossa Magestade que ha doas me-
zes receben para ella e para vossa dynastia
urna nova torca da vontaie nacional, Vos-
sa Magestade ha de dedicar-se de novo a
essa grande obra de melboramentos e de
reformas, cuja realisacoa Franca sabe-o,
o gento do imperador garante-lh'o,nao
soffrer ootra demora seno o tempo que
empregardes em vencer.
O imperador responden :
Senhores senadores. Fui feliz de sa-
ber com le 'vivo enthu>iasmo o senaao
recebeu a declmelo que o ministro dos
negocios estrangeirs foi encarregado de
fazer-lhe. Em todas as circumstancias em
qae se trata dos grandes interesses e da
honra da Franca, estou certo de encontrar
no senado um enrgico apoio.
Comecemos urna luta seria. A Franca
carece do concurso de todos os seos filhos,
Estou muio satisfeito de qoe o primeiro
grit. tenha partido do senado ; ha de encon-
trar no paiz um grande ho.
EXERCITO DA ALLEMANHA DO NORTE-
0 exercito federal do norte, comprehen-
de 13 corpos de exercito dos quaes um
forma a guarda real.
Cada corpo do exercito comprehen le 2
divises compostas cada urna de : 2 brida-
das d"mfanteria e ama de cavallaria : 1 ba-
tallio de cacadores a p; ama brigada
d'artilharia a razo de 1 regiment d'arti-
lharia de campanha e 1 regiment de pra-
Ca, 1 batalho de pioneiros, (tropas de en-
genharia e ponteneiros) e de um batalho
de trem.
As brigadas d'infanteria e de cavallaria
contara de 2 a tres regimentos.; os primei-
ros sao numerados de 1 a 48, os segundos
de 1 a 24. Qjanto s brigadas d'artilhe-
ria, aos batalhes de pioneiros e aos de
trem, teem o numero do seu corpo de exer-
cito.
A guarda, de gaarnico em Brlim e ar-
redores, forma 2 divises d'infanteria e 3
brigadas de cavallaria, urna brigada d'arti-
Ihsna, um batalho de pioneiros e um de
trem.
A infanteria comprehende :
114 regimentos e 16 batalhes, de caca-
dores a p ; 9 destes regimentos e bata-
lhes de cacadores fazem parte da guarda
Todos os regimentos sao de 3 batalhes 4e
4 companhias de 250 homens cada urna.
A cavallaria comprehende 74 regimentos
a saber :
10 de cuuraceiros dos quaes 2 da guar-
da : 21 de drages dos quaes 2 da guarda;
18 de hussards dos quaes 2 da guarda ; 21
de lanceiros dos quaes, 3 da guarda ; 4 re-
gimentos de reiter saxes; (12. corpo)
sao drages. Cada regiment compoe-se de
5 esquadres.
Artilheria.Os 12 corpos do exercitos da
confederaco e o da guarda teem cada um
1 regiment d'artlheria de campanha, ten
do o numero do corpo ao qual pertencem:
ao todo 3 regimentos, Cada corpo tem
alm dsso nm regiment de artilheria de
praca (guarnido); nos 3 corpos das pro-
vincias annexadas, a artilheria est ainda em
via de formaco.
Um regiment de artilheria de campanha
compe-se de 4 divises, das quaes 3 a p
ou montadas, de 4 bateras ; ao todo 12
bateras montadas do 4 pecas, (Urna or-
elevada ^^^^^^HO p
cada regimei ampanha ; ao todo,
1; 170 pecas de ti o con j un do
do exercilo federal. ,
Os regimentos de infanteria de praca
rampem-se de 2 divises, cada orna de
quatro companhias.
Os.pioneiros reunem o servico da engd-
nhara ao de ponteneiros, confiado na Fran-
ca artilheria.
Sao alm dsso encarregados durante a
guerra, da destruico ou reparaco dos ca-
rainbos de ferro e das linhas telegraphicas-
Compreheudera t batalho da guarda e 12
da linha, de qualro companhias cada um:
urna de ponteneiros, doas de sapadores, e
urna de mineiros.
Os 13 batalhes de trem compreheodem
cada um 2 Companhias, um deposito, urna
seceo de obraros, e urna seceo de pa-
deiros.
O effectvo da paz prximamente 300
mil homens compreheodeudo os volunt?rios
d'um anno ; 13:000 formamo effectivo das
escholas, os quadros do laadwehr,, os inv-
lidos, as companhias disciplinares etc. Os
300:000 liomens restantes repartem-se como
se segu:
203:000 de infantera divididos em 358
batalLes; a media do batalho sao 360
homens.
55:000 de cavallaria com 55:000 caval-
ios; divididos em 370 esquadres de 147
homens e 139 cavalios.
33:000 de artilheria com 10:000 caval-
ios.
3:700 pioneiros.
t/3:lOO de trem com 1:600 cavalios.
' Logo que a mobilisaco. terminada, o
exercito da confederaco compe-se de
ires partes :
Trjpas de campanha ou movis.
Tropas de substituirlo oa deposito.
Tropas de defesa, formadas principal-
mente do landwehr,
Eis a torga destas tres partes em p de
guerra:
1." Tropas de campanha.
Infanteria:
358 batalhes a 1:000 homens 358.000.
Cavallaria:
74 regimentos de 4 esquadres, a 600
homens e 713 cavalios por cada regi-
ment.
Homens44:000.
Cavalios53:000
Artilheria :
Pecas atreladas 1:170 ; 13 regimentos
de pracas: pioneiros, trem.
Homens138:000.
Cavalios133:000
Total da primeira parte :
Homens540:000.
Cavalios133:000.
2.. Tropas de subsMuicao: Receben-
do as ordens de mobilisaco os 114 regi-
mentos de infanteria formara um quarto
batalho cada um ; os batalhes de cacado-
res a p urna 5.a companhia, os regimen-
tos de cavallaria um 6. esquadro; os re-
gimentos fTartUharia urna diviso de 3 ba-
teras, os batalhes de pioneiros, nma
companhia; os do trem, urna diviso
mais.
Os quadros sao tirados do regiment da
reserva, os soldados veem desta e temos
assim:
Infantera :
114 batalhes e 16 campanhias de
cacadores a p117:000.
Cavallaria :
Os 5 e 6. esquadres dos 74 regimen-
tos, ao todo 148 esquadres:
Homens 25:000
Cavalios28:000
Artilheria:
Pioneiros e trem45:000
Cavalios9:000'
3. Tropas de defesa :
Infantera:
194 batalhes de landwehr a 800 ho-
mens; mais 11 batalhes de reserva
155:000.
Cavallaria :
216 esquadres asss (reos.
Artilheria:
216 companhias.
Pioneiros do landioehr.
Nao ha trem.
Homens20:000 '
Cavalios6:000
Oque d para os ires grupos reunidos,
homens, 006:000,-e 178:000 cvalas.
Este calculo do landwehr est manifesta-
raente errado. E que natnralmente s se
metteu aqui era linha de conta o 1. bando
do laudvvehr, que o inmediatamente mo-
bilisad-. B;ock calcula o laudvvehr era
900:000 homens, e Block dspoz para o
seu recente livro dos melhores dados.
A FRONTEIRA FRANCO-ALLEMA : O
interesse que actualmente inspira tudo
quanto se refere gicrra e a conveniencia
de que os nossos leitores conreara o terri-
torio onle se vai dar a luda entre os fran
cezes e os prussianos, move-nos a dar urna
descripeo topographca e militar das fron-
teiras franco adems, com algumas impor-
tantes consideraces sobre as vantagens e
desvantagens que se offerecem aos exercitos
belligerantes.
A Franca limita com a Allemanha n'um
desenvolvimento de fronteira de perto de
345 kilmetros entre Sierck e Lanierburgo
de ura lado, e Bale do outro. De Bale a
Lanterburgo, o Bheno, correndo quasi de
sul a norte, separa os departamentos fran-
cezes do alto e baixo Rheno do gro-ducdo
de Badn. urna fronteira natural e de
fcil defensa, como demonstraremos de ma-
neira completa.
A partir de Lanterburgo, a fronteira j
nao segu o curso do Rheno ; loma urna di-
recclo quasi perpendicular do rio e segu
urna, linha irregular de E. a 0 para se diri-
gir depois ao N. 0. De Lanterburgobaixo
Rhenos cercanas de Sarreguemines (Mo-
selle), limita a Franca com o Platinado (Ba-
viera rhenana): de Sarreguemines a Sierck
(Mosee), confina a Franca inmediatamente
com a Prussia rhenana.
De Sierck a Dunquerque desenvolve-se a
fronteira primeiro'pel Luxembur'go e de-
pois pea Blgica, territorio coja neuiralidade
est sob a garanta das grandes potencias.
Segund todas a probabilidades, esta neo-
tralidade ser respeitada pelos belligerantes,
e por isso nao necessario descrever esta
parte da fronteira
Como por' outro lado fra de duvida
que o gr-dicdo de Badn e que o Plati-
nado bavaro ser oceupado pelas torcas da
confederaco da Allemanha do Norta, pode-
mos considerar as linhas frooteiris anterior-
burgo e
rimeiras
oostitoi
UDJ uoitsu Ufliufol lUilu VdOld|093 p3T3 3
Franca- Esta especie de ferradora formada
pelas fronteiras alleras apresenta um den-
volv ment de 170 kilmetros. Em todo
este trajecto sexistem duas pontea perma-
nentes : a de Kebil, coberta pela grande
praca de guerra de Strasburgo, e a de Neuf-
brisach, defendida pela praca d'e9te oome.
Em 1814 os alnados passaram o rio por
Bale, isto por territorio suisso; mas agora
uo se pode contar com essa probabilidade.
por qyanto a repaWica helvtica qoer e
pode fazer respeitar a sua neulralidade.
Pelo lado de c o Rbeno, e paral lelamen-
te ao rio, ba om caminho de ferro qe une
Mulhouse, Colmar, Scnelestadt, Straeborgo
e Wisseraburgo, que permitte a coacentracSo
rpida do exercito francez n'um poato qual-
quer da linha do Rbeno.
Accrescentemos a isto que paralelamente
ao Rbeno, entre a Alsacia e Lorena, se
eleva a cadeia dos Vosges, qae forma, d'este
lado orna especie de parapeito, cojo fosso
o rio.
Ha todava ura ponto vulneravel n'esta
parte da fronteira, e a comprida planicie
aberta entre as prmeiras montanhaa dos
Vosges e as ultimas gri npas do Yara, pas-
sagem moito conhecida na geograpbia mili-
tar com o nome de Rerfuraciet de Betfort.
Um exercito inimigo que passasse o Rue-
o por baixo de Bale poderia, segainde a
via meada nomappa, pelo caminho de ferro
de Mulhouse a Pars, por Besool e Langes,
rodear ao inesmo tempo s linhas defensi-
vas da Alsacia e da Lorena.
Foi este o caminho que segaio o grosso
da invaso de 1814. Hoje a Per/uraco est
defendida pela importante praca de Belfort
(alto Rheno), que desde 1830 tem sido ob-
jecto da sollicilode de todos os governos.
Accrescentemos que, apoiado sobre Bel-
fort. e coberto pelo Rheno, um exercito
francez pode desafiar o ataque i um inimi-
go muito superior em numero. Nao eremos,
por outro lado, que o esforco dos bellige-
rantes se dirija, pelo meos no principio
das operaces, para esta parle da fronteira.
Parece-nos que no alto Rbeno s baver
operaces secundarias. Entretanto bom
descrever a linha de Lanterburgo a Sierck,
a qual, segundo todas as probabilidades,
ser theatro dos primeiros enconlros serios.
De Lanterburgo cabeca dos Vosges se-
gu algum lempo as margens do Lanler, af-
lluente do Rheno, depois de urna serie de
cumes que se ligara s grimpas da cadeia
dos Vosges.
A 24 kilmetros de Lanterburgo encon-
tra-se a pequea praca de Vissemburgo, no
centro da serie de posices conhecidas du-
rante as guerras da revoluco com o nome
de Lmha de Vissemburgo.
N'esta ultima praca principia a linha fr-
rea allema da margem esquerda do Rbeno,
que leva de Strasburgo a Moguncia, Coblen-
za e Colonia por Landau (amigamente fran-
cez), Neustadt Worms.
Os caminbos que franqueiam os Vosges,
a garganta mais prxima da fronteira, cru-
zam-se em Bitcbe (departamento da Moselle),
pequea praca forte, importante, ainda
assim, pela sua posico estratgica. Desde
as cercanas de Bitcbe, isto desde agrim-
pa dos Vosges at Sierck, n'uma longitude
de perto de 100 kilmetros, a fronteira
completamente artificial, inteiramente aberta,
em consequen:ia da cedencia Prussia em
1815 da praca de Sarrelins o do valle do
Sarre.
O nascimento d'este rio Sarre nao est em
Franca mas logo entra por Sarreguemines
em territorio prusiano ; corre depois em
direcelo paral lela fronteira franceza. ba-
nbando Sarrebruck, Sarrelins, Merzig at
perto de Trveris, d'onde desemboca no
Moselle.
Um caminho de ferro prusiano corre ao
longo do Sarre, desde Sarrebruck a Trveris.
N'esta linha se encontrarlo provavelmen-
ie as i ropas allemls encarregadas de defen-
der as provincias prussianas da margem do
Rheno ; essas tropas estendero a sua linha
de communicaclo e de retirada pelo caminho
de ferro de Metz a Mogcncia e Coblenza,
por Sarrebruck, Saint-Wendel, valle do
Nahr e Biogen, onde esta linha encentra
com a do Rbe-,o.
Outro exercito allemo tratara t-mbem de
se conc-ntrar era Landau para cobrir a Bi-
viera rhenana. An.bos os exercitos, separa-
dos pela cadeia dos Vbsges, se communica-
ro por Kaiserlantern, pos cao franceza du-
rante as guerras das revoKico. Um cami-
nho le ferro que passa por esta ultima po-
voaco une alm d'isso a linha de Sarre-
bruck a Moguncia com a grande linha da
esquerda do Rheno.
Se, como ludo leva crer, o exercito fran
cez tomar a offensiva, possivel que a ti-
nha do Sarre seja franquead e destruida
as linhas frreas que acabamos de indicar,
antes que os prussianos teaham tempo de
opprar a sua concentraco.
N'--sie caso, verse-iam obrigados a nao
operar esta concentrarlo geral, a nao ser
mais alm do Rheno, entre as grandes for-
talezas de Moguncia e Coblenza.,
Em resumo, se a fronteira franceza por
sua natureza forte do lado de Badn e da
Baviera rhen-na. est aberta na Lorena, isto
, pelo lado da Prussia.
As pracas frascezas de Thionville e Meiz
poderiam ser arrazadas e os prussianos po-
deriam chegar a Nancy sem encontrar obst-
culo fortificado. A nica defensa pois, por
este lado da fronteira, ser o valor e a pe-
ricia do exercito francez.
IMPRENSA. Lemos o seguinte n'om'a
correspondencia estrangeira:
t Na Inglaterra e nos Estados-Unidos n3o
se enriquece o homem, com Jrabalho e ta-
lento, no coramercio e na industria, seno
em todas as carreiras. N3 zer-se no continente urna, da rio que ga-
nharq os escriptore.s inglezt;
Snob produzio a Thfl^H
contos de ris no 'spflCO 6>
Ha redactor do TniM, ament
desconhecid at em L ma
18 contos de ris anra; Bra-
don, urna atilhoress qoe en a em
Londres o sceplro do i com
a peona um rendiment' ando
chegar a intelligen o em
toda a parte, como trial
e as mais vulgares
ciaes ?
yp. DO O AKIQ Rui
iXIAS


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