Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12158


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Full Text
4NR0 JtLtt. KUR1EB0 178
TERQ RA 9.DE AGOSTO DE 870
ttTJ
Cada

AO SE PAGA fOBTE.
6 24,9000
320
,^j PASA 1 2 FORA DA PtQUBCIA.
..... W7C5
.......... 13*500
te iem................... 50(1280
wb aono Metn ...'........' 274000
v
* i
f

Fropredade de Masoel Figneira de Faria & Filhos.
, .
_
BA9 AfiBXTK: '
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filos, do Para ; Gon?alves d Pinto, no Maraoso ; Joaooi Jos de Oliveira-, m Cear ; Ai tonio de Lemos Bragsrv no Aracaty ; Joao Mara Jal Chaves, no Amo ; Antonia Marqne da Sirva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Antonio Alexandrioo de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes
na> VTUa da Penha; Bblarmo do Santos Bulco, em Santo Antao; Domingos Jos da Cesta Braga,
em Nazaretb ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jas Martins Abes, aa Babia ; e Jos Ribeiro Gasparmhono Rio de Janeiro.
parte ornciAL
Ciereroo da provincia.
%fPACII0S DA PRESIDENCIA DA ROYIKCIA. DO DU 2
l)K AGOSTO DE 4870.
Antonio Bj-aaeisoo Pereira de Lyra.Informe o
Sr. coronel commandante superior nterluo da
guarda naciouaWo muniripio do Recite.
Bernardmo- Peroira de Brito.Informe o Sr. ge-
eral commandante das arma*.
Chritovo Francisco de Paula Cavaleaote.In-
forme o Sr. general eororaaiidanta das armas.
Jannaria'Drnbelina das Vireens,Junte-te a pe-
tizo dj Thomaz Aniooio de Gauveia.
Manoel Teixeira do Carvalho Ralaln. Junto
cata peticao de Tnoraaz Antonio do Gouveia, e a
Janaaria Umbelina das Virgens, remetiam-se to-
das ao Dr. chefe do polica para proceder as ne-
cessarins averiguacoes, a tim de ser dado o trans-
porta 41M re iuer a mesma Januaria, se por falta a
deauneia.
Pedro de Alcntara dos Guimares Peixoto.
Informe o Sr regador do pymnasio.
Pedro ds Alcntara dos Gnnnaraes Peixolo.
"'Informe o Sr, inspector da ihesonraria provin-
cial.
Thomaz Antonio de Gooveia.Junle-se peticao
de Maooel Teixeira de Carvalho Ralaiu, para ir
ao Dr. cbefe de polica.
William flawlioson.Informe a cmara munici-
pal desta cidade.
3
Cosma Elvira de Araujo.Informe o Sr. direc-
tor geral interino da instruecao publica.
Candida Mari* Lin. Informe o Sr. desem-
baratdor provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
, Herminia Celeeina da Cmara Santos. Pase
portara nomeando a supplicante para reger interi-
namente a cadeira da poroaeao de Venda-grande,
com a pratificacao annual de 6004.
Isabel Maria da Concc<;o. D se passagem a
pr6a.
Joanna Rom dos Prazeres.Informe o Sr. des-
embargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Jos Cordeiro dos Santos. Volte ao Sr. gene-
ral eommandante das armas para informar se o
supplicante jseguio para cortee no cato contra-
rio se fo inspeccionado.
Majnr Joao Francisco do Reg Maia.Informe o
Sr. inspector da thesrmraria de fazenda.
Jesephina Amalia de Albuquerque Machado.
Passe portara nomeando a sapplicanto para reger
interinamente a cadeira da Torre, cora a gratifica-
co de 600.
Padre Jos Procopio Pereira. Como re-
quer.
Dr. Mauoel Figueira de Faria.Informe o Sr.
inspector da thesooraria provincial, ouvindo o Dr.
procurador fiscal.
-4-
Antonio Adolpho Leite do Reg.Kxpeca-se or-
dem p ra a despensa no termos da le.
Alfredo & CDerija-se< ao Sr. desembargador
provedor da Santa Casa de Misericordia em sesso
da junta.
Jos Candiio Veigas. Ficam expedidas as
ordens do sentido em que requer o snppli-
cante.
Joo Joaifim da Costa Leite.Informe o Sr. ins
pector da thesouraria provincial.
Jos Francisco de Paola Vellei.Nao existe vaga
algnma.
Engenheiro Joaquim Peres Carneiro Monteiro.
Informe o Sr. engenheiro chefe da reparucao das
liras publicas.
Joao Maria da Cruz.Dirija-se ao inspector do
arsenal de marinlia
Luiz Carlos de Carvalho Paes de Andrade.In-
forme o Sr. conselheiro dirsctor geral da instruc-
ro publica.
Reller & CInforme o Sr. inspecior da thesou-
raria provincial.
Robs. Lyhfbwa & CDirija -se ao Sr. desem-
bargador provedor da Sania Casa de Misericordia
fin sesso Senhorinha Maria Pereira da Silva.Derija-se a
IbMMMfM provincial.
Tkeresa Emilia de Soma Gomes. Conceda-se
seai venuimenios. .
de grupos de*
de assassinar
Do Rosario noticiam. a partida
rebeldes para Santa F. com o fim
o goveruador Cabr.
Na cmara legislativa da provincia '"le Bue-
nos Ayres apresentou-se ora projecto abolinJo a
pona de morte.
Al agora anda imo se sabe de nenbuma
medida que o Sr. ministro da gaerra, chegano a
EntreRios, tenha adoptado para perseguir effi'.az-
mentee castigar os rebeldes. De momento em
momento cresre aqu a agitacao, porque todos
veem a ea*usa do governo seriamente compromet-
ida.
Eraquanlo por l se esto entrelendo com os
coneertos de Carlota Patti, aqai se prepara a com-
panhia lyrica para a sua prxima viagem a essa
corle. Cinta com um pessoal bem escolhido e
com um esplendido repertorio, que indemnizar os
Fluminenses da longa privacuo Ja opera italiana.
Na minha primeira darei mais alguns detalhes so-
bre os principaes artistas.
Temos tido as ultimas tres noiles fortes
geadas, baixando o thermom'etro no agasalho 1
meio R. Das provincias occidentaes mencionara
rigores do invern como desde 1858 nao se tinham
sentido, chegando em Mendonza a nev a alturade
tres varas as ras.
capitaes nacionaesdrgaeincluidos odosem-
prestimos feitos em 1868 a 1866 mesma repa-
Slica nos termos do protocollo de 18 de abrir
de 1889. f
Supprimamse os algarismos rinaes- de cada

INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
57 DE JLH0 DE 1870.
Hontem nao houve sesso na cmara dos depa-
tados por falta de numero legal.
Do Rio da Prata recebemos pelo paquete fran-
tez Bourgogne, entrado hontem, folhas at 21 do
crreme.
A revolucao de Entre-Ros assumia proporcBes
graves e comecava a inquietar o proprio governo
argentino.
Lpez Jordn, possuindo urna magnifica e nu-
merosa cavalhada, movia as suas forcas em todas
as direcces com extrema (acilidade e entrava
com' ellas em todas as povoacoes pnneipaes da
pYovincia de Entre-Ros, onde accumulava os re-
cursos qne nellas achava, e que serviam para me-
Ihbrar eonsideravelraente a sna sitoacao. Em
quanto isto se dava, as forcas nacionaes viam-se
irapossibilitada8 de marchar por falla de cavallos,
e assim nao dominavam senao os pontos que oc-
cupavam..
A iraprepsa comecava a censurar o proced-
ment dos generaos, e a ponca previdencia do go
verno. Talvez por este motivo o presidente Sar-
miento desttuio o general Emilio Mitre, que en-
tregou o commando do sen exercito ao proprio
ministro da gaerra, general Gainza, e voltoo para
Buenos-Ayres com todo o sea esudo-maior. Fal-
lava-se que seria substituido definitivamente pelo
general Arredondo.
No Estado Oriental tarabem os blancos tinham
ganho milito terreno na campanha, aproveiundo
a desunio do partido colorado, que prinCipiava
agora a reconheeer a necessidade de reconciliar-
se para fazer frente ao adversario.
Como se nao bastassem o embarceos da revo-
laco blanca para incommodar o goveruo, Fortu-
nato Flores levantou-se em Paysand no da 18, e
apoderouse d'aquella prac, obrigando o com-
icandante militar a refugiar-se a bordo da canho-
nera brasileira Belmonte, para escapar morte.
Brevemente publicaremos' a nos correspon-
dencia de Montevideo, une c.intm urna descrip-
cao geral da actual situadlo do Rio da Prata.
EXTERIOR.
Por portara de 85 do corrente, conceden-se ao
cirurglo do corno de sade do exercito Dr. An-
tonio Manoel de Medeiros, permisso para conti-
nuar a usar dos distinctivos do posto de cirorgiao-
mr e de brigadeiro, que foi coinmissiouado du-
rante a guerra do Paraguay, no? termos do arl.
4." da le n. 1,765 de 23 do mez prximo passado,
que flxon as forjas de trra para o auno (ioancei-
ro de 1870-1871.
DENOS-AMM
O governo nacionrl
10 DE JULHO DE 1870,
I v engrospar a cade momen-
m a buven negra, que do lado de Entre-Ro lhe
tolda c horisontn. Depois da tomada da Conrei-
r. do Uruguay de que lhe dei conta as minhas
duis anteriores, entrn Lpez Jordn fren-
te de :do o sen exercito na cidade de Quale-
guavrtu'i.
O Mmmandante Reinaldo Villac, que occnpara
esta ultima cidade com 250 Immens, apesar de
sane'r da sorte da (apilal, resolveu resistir aos ini-
ai'"gos qne e approximavam, na esperanza de que
o general Mitre com seu exreito se movesse para
aparrar os rebeldes entre dotis fogos. Mas vendo
Viliar que tinha diante de si todo o exercito de I
Lpez Ji-rdao, e que um teuente de norae G'ray,
mandado com ahjuma cavallaria a gnerrilhar o
inimigo, s tinha pasado a este, e que nao havia
indicio de que Mitre ehegasse atempo, aehou mais
pradente retirar-fe com toda a guarnicao e ma-
terial de guerra at a buca do Guateguaych, sal-
vando assim a ma genle e os pelrechos de qne
poda dispr.
Como a Concepcao do Uruguay, Gualeguaych
foi abandonado pouro depois tomado pelos rebel-
des, e estes se dirigirn) sobre Gualeguay, que a
esla bora devem ter tomado, rmquanto iiia co-
liimna se despenden para marchat sobre a Con
vcafdia.
Onde esli os exercito nacionaes? Que fa-
zem ? Porque nao. atacam ? Mil vetes se repe-
tem eslas pergnntas em todos os tons, mas nin-
guem sabe responder.
E' verdade que Mure entrn na Con;epcao de-
poil que os inimigos cercaran) esta cidade : che-
gou com a eavallaria montada em verdadeiro* es-
queletos e coro a infamara to exhausta, que nein
podia dar mais nem um passo, em quanto que
Lpez Jordn tera cinco cavallos gordos para cada
lftui.
Larga seria a tarefa a querer fazer cotnmenta-.
ros. Apesar da pessima situarlo em que te
acna actualmente o governo nacional, sorprehen-
deua iodos a lioguagera desabrida com que o Na-
cin l o orgao offlcial, pinta o diabo mais preto do
qne .
Os mais iniciadas advinbam nesta catilinaria a
destituigo do general Mitre (Emilio) a beneficio do
general Arredondo.
Entre as principaes victimas da Conceqco
4o Urngaay, conta-se o oeronel Soungaes, que,
vendo qne nao podia mais resistir, e debrucando
se por ima no parapeito de aeu conton, para
chamar Lpez Jordn, fot morto por urna
bala.
Mu s se tinham refugiado no vice-con-
sulado brasilei foram attendidas com toda
lade e respeitada pelos rebeldes. Be-
-Negro na banda oriental.
navio nosso ae achou naqnellaa' aguas
subaste
Por cartas imperiaes de 20 do corrente forsm
nataralisados o subdito portugnez Joao Pinio de
Oliveira e Sonza e es machinistas da armada Jo?
Pe>sarro e Alexandre lieddez.
Foi elevada a 50:i rs. diarios a pensao de 400
rs concedida por decreto de 11 de dezembro de
1869 ao soldad Candido Joaquim de Almeida vis-
to ter-se verificado ser elle cabo de esquadra e
nao soldado.
um dos paraferaphos do art. 10 da reeeita.Pr-
rtira 4a Silva.Pfr&gae Malkeiro.
A desappropriaoao de terrenos twcessarios
para a abertura de canaes indispensaveis para o
no das fabricas de tecer que empregar&m mais
ie 300 operarios poder fazer se segundo a le
para os casos de ntilidade pabliea.?. dK'JAMear
4raripe BUtencourt.
_ Et em seu inteiro rigor o 9. da orena-
cao livro 2.*, titulo 34, que trata da concess* dos
terrenos de mineraco aurfera ; a sua devohielo I l^lrade e o
ter lagar segando o disposlo no 8." do rgimen- jixnjuerque,
to de 19 de abril de 1709, e a das minas segundo
o 20 do bando de 13 de raaio de 1736, ficando
revogadas todas as disposicoes era contrario.J.
M. N. Penulo.*
As desbezas antorisadas pelo* | 30, 33 e 40
do art. 2.* pdem ser feitas desde j. --
t Eleve-se a qnaotia do 24 mais de 4:000*
para cumplimento do decreto n. 1340e 24 de
agosto da 1866
Elvese a verba do 30 com a qoantia de
mais de 2:786# para a eaoaJisagao de gaze com-
pra de apparelhos resoeetivos para a biWioiheca
publica. Theodoro da Silva. Casado.Capa-
nema.*
A isenco concedida pelo decreto n. 4-728 de
29 de setembro de 1889 comprebende nao s-o
material para a construccao, mas tambem todas as
machinas e material rodante que forem tte:essarios
para o transporte de cargas e passageiros, e esta-
belcimento de offlcinas, cessando a isencao logo
que estejam concluidas as estradas a Que se re-
tere. Affonso d Carvalho Dionysio Ifartini.
Gumovaes.Pereira Francoal de llneles.
Bonifacio de Abreu.J. F. Chaves.Arauj> Goes.
Taques.Pereira da Stlva.Ferreira Lagr
Das da Rocha.Pinto Lima.Portella.Ferrara
de Aguiar.Barros Brrelo.Corneire- da Cu:
nha.Mello Mallos. Corto Pinto,Catato.Ga-
millo fiarrelo.
Ao % 16, art. 8>, aecrescente-se :-coraUnto
que nao empreguem bracos escravos as fazeBd
ou trras era que trabalbarem os Monos.Aroir-
jo Ges.t
Ao % 9. artigo addilrvo accrescente-se : sen-
do a mesma antorisaeao extensiva as estradas de
ferro de Pernambnc'o e Baha. Meno Reg.
Theodoro da Silva.Barao di Aracagti.Araui
Goes.Affonso de Carvalho.Pereira Fcanto
Correa de Oliveira.Barros Barreto.Pinto tima.
Bonifacio de Abren.Ocha CataicanU. Fer
nos. enegos ao arseBa' < marinn hontem as
9|2 horas incbjnas- capitania do porto e-outra^ dependea-
cm "daqsetle" estabelecimento; e relwoa-se 1
hora da tarde-.
* Por carta impernm de 27 Jo-correot:
Foram nr>mado ctvalleiros da ordem d Rosa
D. Juan FranmswfrijlByo e Maximiliano Berggrin.
Foi naturalisad eiadao brasairo e t;ardio
da armada fcsCoeflw de Brito.
or decreto da mesma data :
oram nomoado : oficial da ordem da Rosa o
tao Luiz Jos de- Almeida Con, e cavarleiros
^sma on*m o eapita Jos Mana Prpeira de
ilteres Belannino GavaleaiMe de Al
, tn attenca aos servicos prestado*,
ps nfinieims, nos combates de dezeabr de
1888, e pelo mimo n das Cordilheiras.
Poi conced a. pesso de 600QIM) annuaes ao
vigario cnlladod&.fregaea de Jess Mara J-
do Pe do Bancv da prov;eia de Sergipe. padre
Francisco Munk-d* Meo; nao podando, por,
goaar esta m\n so renunciar o-beneficio eaa
que est rollad. 1
Pe apreseotafo Joaqam Feiielssime de Almekla
Lobada db lurar de secretario da-governo-da
provincia de Muto-Grosso, eom o ordenado qne
lhe competir, en atteneao a aao podwniaje-ser-
vir pelo seu es'.ao valetudinario.
Foi permitida, (cenca- veneravel innandade de
S. Pedro Principados Apost^toa, destaicrterpara
possur^no cemiidio de S. PranciscoXavier *m
terreno em queipossa ostabelecor uai cenMter
sen.
Permittio-soJwdica ao moco dalgo oom ener-
cirio Antonio Deltrn SWnoes a Silva,, para asar
com D.-Anieli de Soma Pinift.
Por decreto de 1( do corrente, forarv feitas as
segnintes alteraofiel ao decreto- qne orejo* a reeei-
ta e flxoo a desqeza da amara municipal da cor-
te para, o exercicio,de r87(r: reduxio-se-a......
23*860i000 a vertedifferentes obra%e ele-
vou-a.a 10:612*331 a verbaeventuana.
reir de Aguiar.J. A. ChavesMmet Siha.
Portetta.Leal de Mentes.Souaa Beis.Diony-
sio Martins.Junqueira.'
Ao art 2.' n. 15.Seja vera de 400.13005,
sendo desde j 800i para pagamento de ordenado
de nm continuo ltimamente dispensado do exer-
cicio, e 3:2O0 para a despea de mipressSes, as
quaes m eonipreheoder a reimpceasao tio* daba-
te* da cmara dos depuiados antariores aovde 1857,
formando Annaes como os que ora se pnblcam
annualmente : dispensada a impresao das actas
das sessoes da mesma camarav Portella.Para-
nhos Jnior.Pinte Pessoa.
Por decreto de38 do corrente fobeanonfida
a Jos Varonil Bezerra de Attmquerqu* a dwinis-
sao que pedio do lagar de cbefe de secepo da. the-
souraru do Caara.
- 30
A cmara dos depotados approvou hontem 'era
2* ditenssao, depois de orare os Srs. Andrade
Pi guaira e ministro do impeli, a propoeta do po-
da dtecntivo concedendo ao ministerio do impe-
rio ora reditosuppleraentar de 420.-00^4000 para
occorrer no exerc/ciode 1868 a 1870 despera da
verbaSocoorros pblicos e melboramento do es-
Par decreto de 18 do corrente foi concedida ao
bacharel Augusto Freir da Suva, a exonerar*)
que pedio do lugar de juiz municipal e de orphaos
do termo da Limeira, na provincia de S. Paulo.
Escrevem-nos de Pitanguy em data de 29 do
passado :
as uoites de 24 a 28 geou nesta cidade tan-
to, que a agua no pote e no copo flcou gelada.
As cannas, cals, fumo, algodao e mamonas esto
perdidas.
Nunca houve exeraplo de geada lio rigorosa
como esta, dizem as pessoas mais antigs d^aqui
Os pastos acabaram.
-28-
Por deeretos de 20 do corrente foram condeco-
rados, em remnneracao de servidos prestados em
relacao guerra, o coronel conselhoiro Francisco
Antonio Raposo com a dignitaria da ordem da
Rosa, e o c ipilao Dr. Francisco Carlos da Luz
com a eommenda da ordem de Chri-1-*.
Por portara de 25 do corrente concedeu se ao
Dr. Francise Carlos da Lu a exonerar que
pedio do lugar de director interino do arsenal de
guerra da corte, e foi louvado pelos bons serviros
que prestou no mesmo lugar.
Por portara da mesma data foi ongado o roa-
jor do corpo de estado-raaior de arlilharia Arrea
Antonio de Moraes Ancora para servir interina
mente de director do arsenal de guerra da corte.
Por decreto n. 1,767 de 9 do eorrente fui o go-
verno autorisado a conteder garanta do juro de
3 / ao capital addicional da compaohia da estra-
da de Ierro de Peroaoibuco, e por decreto o. 1,768
da mesma data a impr multas at 20/000 e on-
tras penas aos infractores do regulamento para o
servico telegraphico.
- 29 -
Hontem, na cmara dos depatados, entrand) era
3.* discusso a proposta do poder executivo refor-
mando diversas disposiooes da lei de 3 de dezem-
bro de 1841, oom as emendas approvadas em 3."
discusio, o Sr, Antonio Prado offereceu o segain-
te reqaeriraenlo, qae foi approvado depois de ora-
ren os Sr. J. de Alencar, ministro da justi?a B
Pereira da Silva: .
Re^ueiro que o projecto e as emenda vao as
cmmssSe reunidas de justlga criminal e civiL
Occupou-se depois a cmara com a 3.' discusso
da proposta do poder executivo lixando a dfspeza
e oreando a reeeita geral do imperio para o exer-
ciclo de 1871 a 1872, com as emendas approvadas
era 2.* discossao. Oraram .os Srs. Junqueisa, Je-
ronymo Penido, Leonel de Alencar e Cardoso de
Menezes, fleaudo a discuss adiada pela bora.*
Foranr-offereeidas as seguntes emendas :
< { 54 da reeeita .Depois da palavraindem
nisaeesaccrescente e:comprehendida a amor-
tjsaoodos em prestimos que ten de ser effectuada
i
t Ao 8o da -Depois das palavra? '
Pelo vapor Gerente, entrado hontem dos portos
do sul, recebemos datas de Porto-Alegre at 17,
Rio Grande 22 e Santa Catliarina 26 d corrente.
O Dr. Barcellos, Io vice-presidente da provincia
de S. Podro do Sal, manifestara-se em opposicao
administraciodoDr.Sertofio, presidente da mesma
provincia.
O Jornal do- Commercio de Pelotas da as segua-
tes noticias:
O Sr. Antonio Jos-Nnne?, residente na Coxi-
Iha do Fogo, districto de Caognas, honesto e res-
peitavel cidadao, de 60 annos. que por soas exem-
plares virtudes e excel lentes qualidades tem gran-
jeado a estima e consideracao de toaos quanus o
conhecera, acaba de praticar mais um acto de hu-
manidade e verdadeira philantropia, que altamente
natenta a nobreza de seus sentmentos e a honda-
de de seu cora^io.
0. Sr. Nunes, n'um momento de divina inspi-
racao, com um rasgo de inmitavel generosidade,
reslituio liberdade os seus 14 escravos de ambos
os sexos ede todas a* idades, licando sera, um ni-
co para o seu aervicp *
m tacto horrendo, virgem nos annaes da cri-
rae, da nerversidade e da malvadez, s- proprio de
entes desnaturados, deu-se na noute de domingo
passado.
Ao narrar tao hediondo crime sentimos que as
carnes sa arripiam o o coac5o impressiona se de
horror.
Seriam 9 horas da noute, qnando um mulati-
nho, ignoramos de quem, encontrn na rpac.a das
Cavalhada-, prostrado de cmsaco ou pela embria-
guez, um corpo humano que re*prava vida.
t O mulalinhn, possuidu do icedo proprio de sua
tenra idade, nao leve coragem de reconheeer o
vulto, e dirigio-se a urna venda que ha por all per-
to, onde estavam Gaspar Jos Pitio e Antonio Jos
Pmheiro, e conteu o que vira, retirando se em se-
guida para casa.
O que se passou de enlao a ama hora da nou-
te, hora em que o muito digno Sr. delegado de po-
lica teve conhecimento da existencia de um br-
baro crune. nao sabemos dizer.
O preto Antonio, mendigo, escravo dn Sr.
Candido Pires da Silva, aue, talvez embriagado,
pois era dado aesse vicio, cahira no lugar refun-
do, foi encontrado morto, lendo ura po redondo,
da grossra de urna pollegada e 4 palmos de com-
priraento, .introduzido no anu, cujo pao rompen-
do os intestino?, apparecia jamo ao pesco?) do
lado direito, ficando apenas ae lora com um pal-
mo. %
t 0 Sr. delegado de polica, com o maior empe-
nte) Iratou de descobnr os autores desse assass-
nato, e la o acertadas providencias deu que hon-
tem cedo os criminosos estavao recolhido a ca-
deia.
Janto ao cadver do preto, foi encontrado um
lamanco. Este indicio e outros, gmaram a incan-
savel autondade, que mandoa effeetnar a priso
dos individuos Gaspar e Antonio, interrogando-os,
Gaspar confesson que o ta manco era seu* qne o
deixara por nao ter lempo de o levar !
Q Sr. delegado de poliaia, drigio-se hontem
muito cedo taberna onde na vespera estveram
Ga3par e Antonio, e anda achou vestigios de ter
havidr grande bebedeira. Essa taberna esteva a-
berta at altas horas da noute, pelo que fra mul-
tado o proprietariov .
f O cadarer do velho e infeliz escravo Antonio
foi conduzidp caridade, onde se proceden a au-
topsia e corpo de delicie, declarando os Ilustrado
facultativos Srs. Drs. Miguel Rodrigues Barcellos
e Franc Mascarenhas, que a morte ora proouzt-
da pela introdcelo do pao.......
Um crime desta natureza so poderia ter sido
commettido, ou por influencia de bebida;
lado aantao.
Ocsnpou-se depois eona a 1* discusso d> pro-
jecto mandando proceder ao> recensearaento da po-
pulacio do-imperio., Oroa Sr. Andrade Figuei-
ra, Ikanco-a discusso adiada pala bwa.
ConlinoiHi em ukimo logar a 3* discosss da,
proposta do poder executwo, Oxando a despea a
oreflUw a reeeita geral do Imparto pnan-o erei
eiode-1874 a 1872! Oraram os Srs. ministro da
agricultura e Andrade Flgueira, ficando a discon-
so adiada pela hora.
Foram offerecidas as segrales emendas :
f Ao-art. 9A somma geral da. reeeita seja
elevada a 95,800:090*.Ptreim da Sttea.Hfn-
rique.t
Os rencmentos actoaes dos empregridos da
contaooria ,de nvwinba e intendencia, iaualados
aos do thesouro pal decreto n. 4,314 de 20 da-ju
nho de 1868, cam desde j na parle relativa
grali{i cacao equiparados aos dos empregados do
ihesouro, sendo o mais considerado como ordena-
dor Lamego.Calmo.Benjamn.*
Ao 16 do art. 8oEstabeleea-se a clausula
desd8 jquanto verba consignada para os
auxilios a colnnisarao.Antonio-Prado *
Ao art. 2-5J 15.A despea votada para a
secretara da cmara dos depatados e. compra
de livros pafa a hibliotheea da itesma seja feila
desde j.Theodoro da Silva Casado. Capa-
nema.' .
Repblica Oriental do Uruguay.Em vez d.y
133;600. dlga-se 22:600.
i Repblica Argentina.Bm vez de 30:000$,
diga se 21:0005.
Transporte-s a dilTerenga dessas parcellas ;
isto a somma de 18:000* verba-Extraor-
dinarias no exteriorpara ser applicada mis-
sao especial no Rio da PrataLeonel M. de Alen
car.
Fica revogado o art. 3o da lei de 30 de junho
de 1869. -Junqueira.Burros Barreto JoaoMen-
des.-~Buarle de Azetedo.Fhriano de Godoy.
Snuzu Res.*
t Fica concedida i-encao de direito de importa-
rio aos objertos n.^issarios ao culto divino e scr-
viqh das orpnfas da ca-a da Providencia da Bahia.
=y. A Chaves.=Affonso de, Carvalho.=Junqueiia.
=Ltal de Menezes.=Dias de Rocha = Dionysio
Martins.=Pereira Franco.Bonifacio de Abreu.=
Arnujo Goes*
c Os iitnViae* e porleiros das faculdades de di-
reito o de medicina tero 800 de ordenado e
4001 de gratincacao ; os bedeis e- continuos terao
600* de ordenado e 3004 de graltteacao ; (can-
do para es*e lira augmentadas as verbas dos %%
22 e 23 da despeza do ministerio do imperio.Du-
ariete Azevedo.*
Os empregados da adrainistraro do correio
da capital ao S. Paulo fleam equiparados em ven-
eimentos aos do correio da Baha.Duart de
Aievedo.*
mercio da mesma provincia=P\rerra Franeo>=
T. Alencar Araript.<=Pa*s de Mendonca.=Boni-
facio de Abren.^Araujo Ges.=Affon*v de Carv-
Ikot^C. Dantas\=Leal <* Mentzet.=-Ca*ado.=Gy
SUva.^J. A. Chmm.=F. da Cunka. = Dionisio
Mhritns. *
* Para enmprimemo do- decreto tegielativo m
t,732 de 5 de onMbro de 1869, fea o governo
faatorisade a fazer asnecessariasoperacSesdecre-
L ito.=j*Fmeira .Vitmna.
Ao de n. 10 do- 35 diga-se :Flca o governo
autorisado a conceder isencioi de direilos de im-
porta5poaos dbjectos destinados ao culto divino
da Santa Casa da Misericordia da Batea,! fixando
er regulamento a qualidade e a quaotidade dos
referido*objecios.eAnrafo Gwi=G.3ilvo.=Leat
driieneze9.=-Feman SubslMni-se o art. 9 pelo seguinte : Fica o
governo antonsade a considerar extinota s divida
das provincias de Pemambuco, Bahia e S. Paulo,
procedente- da garaclia de 2 ,y das estradas de
ferro-das ditas provincias, devendo de ora era di-
anto-ser a sarantia paga por eoqta do thesonro na-
cional^ T. Alencar Araripe.Portelth, = Souza
ReiS\=Arauno Goes.Barros Barreto. *
Por portama de 29 de jalho de 170,. foi conce-
dido-ao lenle reformado do nercitow. Baymundo.
de Soma Raposo, a exonerara que pedio do lu-
gar de ajudante do director da fabrica de ferro d&
s. Joao de Ipanema.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Algan* estudanles de preparatorios fondarara
ama assocwcao emancipadora, cuja directora (i-
eoacoraposta dos seguntes Srs. : presidente, Ma
noel Alves dos Santos ; Io secretario Aatonio t",an-
dido do Amaral ; 2o dito, Miguel Antonio Finia
Junior; thesourenr Jos Caneio da Fooceca Cos-
ta ; procurador, Norberto Amuncio de Azorado
Coutinho.
- 31
Hontem, na cmara dos deputa.dos, aSr. Gomes
de Castro fundamootou o iegu'.nto requerimento
que foi approvado :
t Rqueiro que se peca ao governo copia da
correspondencia olcial cia do Maranhao, acarea da suspensao do teneute-
coronel Looren^o Justiriino da Fonceea.
Em seguida o Sr. Perreira da Veiga, obteedo
urgencia, respondeu aa discurso do Sr. Benjamn,
pronunciado na ae^so de 27 do corrente, sobre
diversos actos do governo da provnola de Minas-
Ge raes. r
Continooa e r*-no logar a 3' discusso da
proposta do podar executivo que fixa a despeza e
dr587irec1ar**''ral d' iinPerio para exercicio
Orou q Sp. mjQstro da fazenda, ficando a dis-
""SSPi** ja Pe|a bori-
?~" offerecidas as jeguintes emendas :
passar o addilivo dos Srs. PereiraFraneo e
oulr'
-sobre a eleVacSo dos vencimentos do secreta
tuosas ou por um inqualiflcavel espirito ce mai-.i to da relacao da Baha, faca-se extensiva ao se-
'.eiario da relacao dejernambuco. '
vadez.
t Optamos pelo primeiro, se bem que o maip
lado autor do atientado. Gaspar Joa Pinto, tama-.,
queiro, seja de ha muito tido e Bavido cocaa de-
sordeiro, provocador e acostumado embriaguez.
< A' justiQa divina e humana estao eatTr.guesos
criminosos.
Em Santa Catharina nada oceorrera de maior
Importancia.
S. M. o Imperador, acompanb^do de seas sema-
Res.
Souza
Portelia.
c Substitutiva ao addilivo da coramissao. E' fi-
lada na qnantia de 4,000:0001 para o exercicio da
presente lei a somma applicar-se ao resgate do
papelmoeda, dos termos da lei de 12 de setembro
de 1866, art... g 8' e 23 de setembro d 1887.=A.
Fignetra.
Os vencimentos (de l:600J) do secretarlo da
relacio da Babia ficam equiparados ao ordenado
(de 1:400#) do offlcial-maior do tribunal do cora-
RECIPE, 9 DS AGOSTO DE 1870.
MotlclM do sal Chegm boniem pela manbaa o vapor brasitero
Arinos, trazendo datas do Rio le Janeiro at e Ia,
da Bahia at-3, e de Alagas- at 7 do corrente.
Sob as ru tricas EMvror e Interior damos por
extenso as naticias dignas disso. Alera .aellas, ape-
na encontramos mais- as que seguem.
s. MULO.
A assoeiacao Redemptora colina nona resul-
tados dos ssJbrcos que-seus raembres empregavam
para engrandece-la.
A este respailo coramuncnm ao Correio Pnulis-
tan de 26 do passado :
A Sra. D. Anna da Silva Pratos, esposa do Sr.
eoraraendador Fidelis Prates, responden ao eonvi-
if para ser socia, qne lhe dirigi a alia e sua
Irtha o conseMio director, enviando o klui de li
nerdade qne nesaa data coneedixm ella, e seu roa-
trido a urna cria de nome Maria do Garmo, de una
auno de idade, perftitamenle sadia, IMha legitima,
deseas escravos Francisco e Prudencia ; obngao-
do-se a continuar a cra la e alimenla-la al a id--
de de cinco ann^a, se antes de attingir e*sa idade
nao houver instituto, ou do goverao ou da algn-
ma assoeiacao, quo se oennaba desea- mister. 0>
eoaselbo director djliberou dirigii um oflieio
mesmi Btma. Sra. kmvando e agraeeeado este
rasgo de philantropia e generosi a Je.
< Da cidade de Santo tambem j cooteearam as
demonstracoes de intaressa pala assoeiacao. Con-
vidada para socia a Sea. D. Anna Zeferina Vieira
de Garvalhaes, viuva do Sr. comraendador Darnx-
b Francisco Vaz de Carvalhaes, respondeu en-
viando a quamia de tO cerno joto da sna entra-
da, o mais a importancia de una anno adiaoiado
de sna nienialidde.
O conseibo director igualmente resolveu loc-
var e agradecer tao generosa offerfci. Consta nos
que diariamente affluem assigoaiiiras de senhoras
dislinctas para pertencerem a esta desinisressada
beneficenie corporaco. ,
De Ptracicaba escrevem mesma folha :
Parece que este municipio foi dos que menos
soffreram com a geada. Bairros inleiros e exacta
mente os mais importantes na producgao de caf
licaram intactos, Rn das Pedras, Tanquinho, Ser-
ra 11 Gougoiihal e as fa I tUs da serrado Brotas
oa freguezia de S Pedro.
Poucos e pequeos sao os cafezaes calcinados
do modo a precisarem de dous annos para refa-
zerem-se, e sao os situados s margeos do Praei-
a,ba, que desta vez perdeu o seu crdito como
talismn contra a geoda. .
Nao obataata, a colheila de caf para "o anno
que vera deve ser pequea, porque a actual
grande e a secea tem sido extraordinaria. Nossa
produceao de caf termo medio, orea por 130,000
arrobas ; a de assaoar, podio qne decadente, por
50.000, e a dp algodao por 20,000 de export. |io,
ou mais ue 60,000 de colheila. Sao calculo mul-
to moderado*.
A raorte liberta do captiveiro. Urna escrava
da her.inra do Dr. Torquato da Silva Leilaa ati-
rou-se ao tanque da fazenda e lol retirada eada
ver. Guilhermina, enanca, de 17 annos, e j mi
de duas criancinhas, sendo urna de 15 das, e an-
da nao baptisada, desespera de vi ver, abraca-se
com as duas lilhinhas, e tarabem alira-se cora ellas
ao tanque.
c Este, porm, que teve profundidade sufllcien-
tc para libertar as criancinhas, nao a teve para
libertar a mi; eUa gritou por soccorros, e foi
salva. Responden ao jury por duas vezes, e duas
vezes toi absolvida. O crime tambem pode li-
bertar.
t Um escravo, que andava fgido, apresoula-se
polica armado de um machado, dizendo qne
cora este havia matado nm hornera era tal lugar.
Feitas as averiguaepes,. soHbe-se que era iopxac-
to. Teve, pois, de esperar na cadeia que- o senhor
mandasse buscar.
i Yendo o fetor, que o tinha de cooduzr, co-
nheceu que a mera fieco do crime nao bastava
para livra-lo do capliveiro, e deliberou realisar o
que tinha apenas tnvanliulo, nlli mesmo na prise,
e com lis meios que tinba a disposi^o ; dobrou a
corrente em queesiava, e com ella deu urna pan-
cada na cabeca de um companheiro de carcere
que dorma, e de quem nao tinha a mnima raiao
de queixa I Infelizmente para elle, o ferimenlo foi
declarado leve, nio houve processo, e ainda assim
nao se libertou, sendo em seguida entregue ao
fellor I i
O Sorecabano diz o seguinte era relacao a
presente safra de algodao :
A colheila deste anno calculada maior
do qu a passada. At boje pouco tem, porm,
esta provincia reraettido para o Rio de Janeiro e
Santoj, de modo que a exportacao tera sido muito
limitada, qnando em igual poca de 1869 ja era
conslderavel. E' Ute devido s grandes seccas que
temos tido ; que atrasaram bastante o dewnvol-
vimenlo das plautacpes, contribuipdo tambera pa
ra obstar o irabalho das ratchina de descarocar
tocadas a agua, t
BIO DE JANRmO.
Os inado approvou era terceira diseossao os
proiectos : igualando os vencimento dos empre-
gados do Tribunal do commercio de Pernambueo
e do Maramao aos da Bahia ; ficando asurcas 0>
trra para o anno financeiro de 18711871.
Prosegua a discusso do vol de graras.
A alfandega da corte rendeu no raei de ju-
mo 3,158:160*9*9.
O cambio sobre Londres regulava de 23 a
Franca 418 rs.;
bre Hamburgo 760 rs.
Os soberanos (libra esterlina) vendiam-M
10*550 r. cada um.
para Perpambuco, a 31, a barca por-
tugueza Marta.
Ghegoa, precedente de Pernambjjco, no ma
31, o pata; iro EsfrtQ
Feavam carga para Pernambueo : narca
brasileira S. Wru/s, brigoe idem Rio Douro, o so-
maca hespanhola Anna Christinm.
baha.
Era- conbeeido o resaludo dos eolleg* da
capital, Malta de S. J,*ao, Santo Amaro, villa de- S.
Francisco, Itapariea, Maragogipe.lCachoeira, Perra
de Sant'dnna, Naaarelb, Jaguanbe, branles, Ala-
goinhas, lohamboque, Caraiso, eamamii, Tape-
ro, Valenca, LoBces, Sania Isabel, CaraveUas,
Porto Segaro, Cannavieiras e Cande, sendo mais
votados para senador :
Dr. Fernandas dn Caaha 1359
Desembargador Figuciredo Rooira 1248
Dr. Chavas i (61
Desembargad, innocencia Goes 942
Dr. Franco. 731
, Dr. Bou faci de Abren 266
O presidente da provincia segto para Ala-
gointias, no da 5, alim de conhecer o esudo da
liaba frrea^ e os melteiramentos a fkzer-se na dita-
villa.
A* bordo do Iransporte de guerra Awcota
ehegara o *4- batalhao de infamara de linba,
commandado pelo- coronel Maooel da Cunto Wan-
derley Lins.
A alfandega renden no mei ds- julho.......
W7:9I7*55*
Lemos no Jhmol :
t Tendo o Sr. conselheiro Danta, como procu-
rador, da familia do Dr. Victoriano de Sa e Aibu-
querque. requerido a exhumaco dn cadver des-
so, foram nenaeados para perit s pero Dr. delega-
do do primeiro districto, a quem foi pelo Dr. ebe-
(e de polica- aftecto o negocio, os Das. Francisco
Rodngaes da Silva. Jeronymo Sodr Pereira e Sa-
mstiano Ferreira Sonto, as quaes Hontem (I*)
ma hora da tarde dingirarn-se ao ecreiterio do
Campo Santo, ealw procederam a cxbamaeao, que
Snalisou-se s 5 horas mais ou meaos.
> exame nao pode ser feito logo aps a ex-
humaco, porque era precisa a analyse chimica;
para isso extnahiram-se as viceras. no qne foram
es referidos peritos ajudados pelos- ,rademieoa
do 6 anno SatyrO' de Oliveira Dias,,e- Manoel Go-
mes de Argollo Farrao do 5.*
a Esse exame sar feiu no laboratorio da la rol-
dada medica, lendose solicitada e obiido permis-
sao do delegado.
< Finda a estraccao, prooedeu-sa ao enterra-
mente do oorpo.
A exaumacao foi reta eom todas as formali-
dades, e coro assistencia do Dr. promotor pu-
blico >
O cambie regulava : sobre Londres 3/4
d., sobre Paris 405 rs., sobre Haanurgo 775rs.,
e sobre Portugal 131 0^>.
ALASOAS.
Nos-jornaes receidos, apenas encontramos
O que segjie :
Pelo inspaetor do algodao daeta praca fot des-
eoberta a escandalosa fraude praticada em> 118
saccas da algodao em Tama, em 35 da: qnaos so
havia iotrodaziD peqnenos saceos com areia,
que varia van no pean dn 13 a 30 libras em cada
urna saoca, o em 53 Ibi aehada grande qnaatida-
de de caroco.
Consta-nos que esse algodao havia sido en-
fardado quasi todo na prensa do Sr. tenenle Jos
Lins de Merra Lima.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
LlBERTAgAO DE CRlANCAS O Exm. Sr.
vice-presidente da provincia, por deliberacao de
4 do corrente, deu as segmnies insirurcos para
por ellas se gniar a comimssao nomeada para al-
lomar criancas d sexo femenino l
A coramissao far publicar que est encarrega-
da de receber propostas para a libertacao. de crian-
cas do sexo femenino, de 2 a 5 annos de idade,
existente- na cidade do Recife.
As propostas devera ser feitas pelos senhores ott
por pessoa por elles habilitadas, e declarar a ida
tis, naturalidade e filiado. ^
Devem ser accompaonadas de certidao de bap-
damo, na caso de sersm bapts,adas as crianzas, e
de artesiado medico que prove o hom estado' de
sade, nao obstante o qual poder. a commissao
mandar apresenta-los i mdicos de saa conlianrs,
afina de- serena examinadas.
as referidas propostas declararlo os senhores
o menor preco porque do a libordade, bem como
se estao dispostos a cohservapem as eriangas ahor-
nadas em seu poder, e sustenta-las a sua costa,
raencionarido o logar em que residen.
No da ultimo de agosto a coramissao reteeio-
nar todas as proposlas, e perante o presdeme da
provincia se resolver quaes as enancas que tem
de ser libertadas, procedendo sortera caso a im-
portancia dos precos relacionados seja superior a
qnantia destinada para ta' fim.
Logo que se determinar quaes as enancas que
devem ser alf irriadas, a commissao far pas*ar as
cartas de liberdade, por tabelliao que gratuitamen-
te queira prestar esse servido, e inlregar ao res-
pectiva proponente urna declaracao por ellaassiz-
nada, e reconhecda as firmas pelo tabeliio qu&
passar a carta, adro de ser paga pela Hie-ouraria,
provincial a quamia porque fr alforriada a crian-
ca, quanua que devet ser esertet por extenso.
Passadas as cartas de liberdade, a coramissao
solicitar do juz de orphaos a nomeagao de tutor
cada urna das criangas que forem alternadas.
Serao preferidos para a alforrria : i.'ss crian- ,
5as cujos senhores exigirem manor prect em.
iguaes circum3taocias ; 1 aquellas cujos seabo-
res se oLrigarem a continuar a crea-las e a eau-
ca-las. .
No caso de nao haver numero sutilmente ae
cnangas, o saldo da quantia para isso vi tada, se-
r applicada alferria de adultas, preferindo-se
aquellas cujos senhores exigirem mdica iodem-
nisagao.
Os proponentes comparecer) porsioupor9eus
procuradores em sesso |da commissao e perante
esta presidencia em da previamente annnnciado.
No dia 7 de setembro, no palacio da presiden-
cia, sarao entregues aos respectivos tutores a
cartas de liberdade, oa sero para esse lira remat-
adas ao juiz do orphaos, se oa roesmos tutores
ainda nao tivarem assignado o competente termo
de tutora.
Se por qualqer Ireamstancia, nao poderem as
cartas de liberdade ser passadas por tabelliao, e-
lo-ho pqlos proprios senhores ou seus procura-
dores bastante, devidaraente autorisados.
BILHETES DE LGTERIAS.-O Exm. Sr. Jtec-
presidenie da provincia, em vista da dieposicao do
art. 46 J 2* e art. ij 9." da lei n. 963 de K do
julbo uRimo, e para ba execucao dos mesmosar-
tigas, rosolvao, por deliberacao de 5 do corren,
que, oa pereepgb do imposto abi decretado, se
observe o seguinte regularaento s
Art. 1." Os bilhetes de lotera de fora da pro-
vincia nao poderlo ser expostos a venda antes do
pagamente do importo de 8 % sobre seu valor,
que se far no consulado provincial, mediante guia
Art. 1 AsWnoaa aue receberem biibeles para
vender,, sio obrifidas a apresenta-los ao fiteal.
que os rubricara, extrahindo logo urna relacao em
que designar a denominaco da i nu-
merado do bilhetes e ouiros c; iua
convenhara par
Art. 3.' dern serporcb




Diario de "Peruambuco Ter<^ feira 9 de. Agosto de 1870.
L *ella, sari posta pelo fiscal no prazo de **^H
setutatts da entrega .los bilhetes para este m.
Art.
magu para o pagamento lo imposto, dando aos
*ens proprietsriYis >* cautellaoora declaracao ao
lia e ora do reeebirocmo, que ser resgstada
twta ettrega do respectivo eonheeimento. Se den-
tro ilas 2 hora?, q -mpreheodem osd>"
saiHincados, nao r pag- i ir.i pre un na
Remota correr p;.r coa do proprietario iloti-
Hiele*. >e a demora for prolongada por modo niie,
dtrando eHa, chegm m*iei da nxrufo da lote-
m, os bilhetes srW recolhidos ao cofres da the-
souraria, respoodeodo os premio que lioavereni,
elo pagamento do imposto.
,\fi No fim de cada emestr*, o1 al ren-
hc-rn thesouraria as rel*{fc:< 4'-* bilhetes co-
hecimentus do paganu-nto do raposto, par sc-
ein examinadas. .
Art. %.' Q,ualq*r bilhete vendido sem rubrica,
s>er ivrelieudido como cuatraoando, ao qao se
s-auir o respectivo procesas.
Art. 7. ll*ai perccnera urna cornmissao de
nm* por cenf sobre posto arrec*4adn raen-
-salmettto. a qual Ihewr^ga por folhaajse par
V rolumi VrnaO raada a en
tamna de ^eo Arco do Tritzntpho de
Napoleao I em Pars, frafalgar Sfuare
manto da Crimea, eiu no-so propno pau, deraos-
tram que es modernos clao loitgs de invegar am de Albuqi*r<|o, Bemn
ka poseo, termioarara
nioje*
Seatx
------------------
eas eaixoiros a Augusto PJyerucio le Moras de
Pimentel e H Saos Pre
> I minada icio
Jos
es> mu so aebar na thasmfraria. O liscat fl res-
f asavoi pelos prejaiins que causar pela trans
gressiio dos arts. 4. e 5:*
Art. 8. Sao admiltUas denuocias de defranda-
^jdes iiid lili
SPPLENTES 90 JUIZ MUNICIPALPor de-
libentcae da i.resitieocia da provincia do "> do cor-
reote,'fi nonieado snpplente do miz municipal
do tormo de SerrtMem o coronel Corielano Vel-
loso da freir, em substitnicao de r. Sebastian,
Antonio Accioli Lras, qae nio tires titulo dentro
ilo urao legal.
WVHEIRO.O vapor Tcantint trouxe IrfllOJ
para os Srs. Cramer Frey ^ a; Sr. Antonio Gotosa Setlo.
Panas pruilacias do norte Wooxe mais ase
T*'"'r ParaMn 00*000 ,
Cesr "800*000
MarAhao 8:790*000
Pnr 60:00*000
PAVILHAQ SANTA IZA BELO emprnenlo
que. 'iii b^.-neficio 0o Hosjiital Portuguez de lene-,
tiren"w pntuode dar acempxnhia qseslh do
Sr. :as..li, deve roalisar *e amanhaa (10^ com o
1>n:-'ramma qu^ ser annonciado. Nos -interval-'
os War:i apanda de irmca xllemaa.
ASxASSECATO. No domingo as 8 horas da
nnnte os roarnj stJuiHwrmii'sch e WHiam Hr-
hwood insarain urna Juta na regnezia d S. Frei
Pedro Goncalv.s, assassinaudo o primeiro ao se-
gundo. O brimsoso i preso.
\J\RB1NAMKST0 DA PUAgA DG CONBE
D'EU. -Nodia ?amte hoove, em casa do Sr.
Dr. Lobo Hoscoso. ui reuoifio de mottos mein-
lmi-i das eoinmi.-soes encarregadas de agenciar do-
iiaivos |iara o em be! lesa ment da praca do conde
n'Eu, s<'b a prestdenoia do Sr. Dr. Jos Antonio
1 Pigni'iredo, e. r-erv udo do socretario o Sr. Br.
(),iveiro'r"ivnceC3.
Oraran diversas fessoas, sendo qse o Sr. Dr.
ji'tit sscoo fea a ip/ieicio do fim da-reuniio
e dos meioa dd leva-la elnito.
A i tea di ajardMMBootn da praca do onde d'Eu
l.o gorstaunte aoooia, asignando as pessois pr..-
Miuirts a quantia d"fc<:9U)000 rs., qne oi entre-
go- ao thesourit m ooiueado o Sr. Joo Luiz Fjt-
reir Uili.'iio.
KECIFE DRAINAGK GOMPANY. Na noticia
qne tiontem domes M>b esie 'talo onde se 16rm
i*fmr ianle do pherol rxijnndo ele, deve lr-
setmiugnr q*e for designado pete enenkeim
das obr'is pilteat eic. Foi engao de redactan
na secretaria, do gorernn, que den Ingar que o
extrao assim sahisse.
MEDICO NOVOO? viagrm para o Para velo
hnntt-m a bordo'do paquete nacional .-Irises o Sr
Dr. load Raulino de Sonta Uclia, in^dioo forraadt
pela DsivenWade de Pars e Que sraba <,B P8*8*
na ahia o ex.une de cap.^'idido qnn extgem as
mapas le. para p.vdr qualqoer medico pT fa-
cnMade e?trangeira ereer a medirina no Brasil.
O Sr. Dr. Raulino Utia mojo de qaalidades
muito usenai e apreciavcis e foi sempre multo ef-
lodioso e bemquisto uafactildade de medicina dr.
Pari<, onde gioU seinpre de nome honroso. De-
p s d-3 ver su* familia, residente no Para, prova-
volnwnle o Sr. Dr. Ceba volwr por aqu, onde
de)ambs que xe sua reshjne1a,
ENTRE GARM1UTAS. Sabemos cora toda
certeza que da Baha cae0u iioiitem ordens no
sentido ile. su-p.^n lerein ae s'ias ordens e de ser
reeolhido qnella capital o Rvm. padre mestre Ft.
Joan do Amor Diviuo Ma-<-;irenhas D'esla tao
dura pena nao c por curio merecedor o mesmo
Au.or Divino no mretfo eni "que se tein collocado
(l. mJer se das injustas miputacSes do que
Ti\ *i<"tna. esmeramos que as aatori^fades da
provincia, inclusive o Exm. Sr. vigario capitular,
obstew de algum modo por amor ju>Uca e
..i nidade, accao de urna atroz vihganca sobre
aq'll que, corno huieo, e;n tambem direito
a na-i -i- 'irio das lew erris no tocante garanlU
jndi v;dual," Basta considerar qual nao ser o pro-
eedraieslu do RvJ. Frei Joo Laca3, tendo subju
tad.< em o C mvento da Rahia, onde elle provin
ei.il a vk ;nia de seu raneor. Em todo caso com-
pre prevenir um conflicto que pode tornar-se
-i ri., avista de ludo que nao estranbo ao pu-
blico.
O.NZE DE AGOSTO.Informam-nos que os
alomaos do primeiro aupo da Fculdade de Di-
nito !irtendem solemnisar o dia anniversario dos
i,uiso- landicos, mandandj celebrar urna missa1
ra rapella de S. Francisco Xavier, aps a qual
entregarse *s cartas de liberdade de duas criaocas
que alforriaram com n producto de urna suba
cripcao entre elles agenciada. Durante o dia o
edificio da Faculda.de do Direito conservar se-ha
ornado conibandeiras, tocando as horas das au-
la" sma banda de msica marcial. ,
INFANTAftiA DE LINHADa corle fieava a
sabir um transporte de (Sierra, ronduzindo o 9.
batalhao de infaitanade linha, que vemesacio-
oar Drsti provincia.
CONVENTO DE S. FRANCISCO.Urna sucia
d, peraltas e vagabundos nvile diariamente
elssitro de convento de S. Francisco, recusndo-
se it sabir qnando admoestado", e, mesmo apupan-
to o Rvm. gnardiao quando procura expelli-los 4o
i- :iv, uto.Porque rata nao d a polica nma as
Itada hora c nveniente, para agarrar os nos?
recrotas que ahi eslo? Recommendamos isso ao
Sr. Dr. subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio.
EXEO-IAS.Beviam ter sido celebradas, aa
curte, no dia 5 do eorrente, as exequias mandadas
axer pelo govitrno imperial pelos otHciaes e pracas
qnfl rolieceram na campanha do Paraguay. O
acto devia ter mgar na eapella imperial.
CHEACO DE COMMANDO SUPERIOR.Em
.ivim, do ministerio da justici, de 7 do passado,
deciaroa-se ao presidente de Pernambuco, em res
psafs au seu olflcio D. 120 de^ 18 dejunbo ultimo,
que para resolver-se sobre a deciao do comman
i snporior da guarda uacional dos municipios
le Garanhuns, 3. Benlo, Buitjae e Bom ConsellKi
oecessano que remetta p mappa da frrea all
qualiDc* ia e fardada, informando se de impres-
cmdivei necessidade aqneMa ereacao ; e qnanto
ao lenteconnel Loi Panlino do HoHanda Va-
- "(eca, que deve conceder-me a guia de que trata
o art. 45 do decreto n. (130 de 11 de mareo de
1853. se elle nao reside oo distrieo do batalho
a. SO,'de que eommamtante.
VIAFERBEA DO REOFE AO S. FRANCISCO.
Pe ixmwielerio da agricultura foi publicada a
segualo le da assembl eral :
Artigo unieo. Fiea o gi seno autorisado para
conceder garanta de juro de 5*|*ao capital iddi-
-irnial da comnsnbia da estrada do ferro d Per-
nambuco, n qual nao poder exceder a.......
4.316:9774777. devioda-se contar da data de-la
re*ducao a obrigaco e psjaissnto da referid
-jaraalia.
O REIO DE PfllA\Hfl|HiMeu Ha re-
ariicao, no raez ds^n K 0*180.
MONWENTOWpsILl S) Grapiue, jornal
Ar;.do de LoaJfs emHBlItlmero de i de jn-
Io alliroo, estampa a grasWs- rteHim projecto pu-
pi'lo Hosso dlstmrto patricio o Sr. Cami-
i. Den?lonista (Ja provincia, para se erigir ao
i de Janeiro nm monumento coinraemofador
da guerra d P-rragnav.
alo cima, publieou
o:
iesde os secslo mais
a de na grando
ilo um
justo tributo
citoi.
Oj Brasileiros, que,
gloriosamente urna lttta l^^^^^Hn
ragosyos arrflttadms pelo >eu presidente Fraocis-
c i Solano Lpez, homem qne pede m jastamsote
designado com o'tsaior tyraoao de seu tempo.
vesolveram imjnorttHsar as proezas das armas im-
neriaes, erguendo uuv monumento apcopriado no
Rio de Jaaeho.
As fress braitiras, em sno. tegrussjdo A-
qsiiaban. <-.miH teve Ingar o curta, psrm deses
parado ismoatc qme d,ecidio dos destinos das duas
naeOes, e no qual Lpez toi orto, reeb*ram dos
eidados yrados da capital urna imniens* ovaco,
e festas aps fesus soiemaisaram ua vol'a trium-
phal.
Estas alegras comludo, sio muito, transito-
rias oarit Niisfazer o entusiasme do paix, e tests-
munio mais dnrafloart de gratiti foi determini
do.
pe
ti
Deste.modo, abnrara-se ne Rio o tus princi-
cidades do imperio snbscripcO paroste
O menumeiito proposto, que sera collocado
no Campe da AcelamacJo, eve ser raelfuido
pnncipamiente de Canh5es e bailas do Parafuay.
O desaoho, que mui bom sesbdo, do ta.edto-
so pif-el do Sr. Camrauo,areltecto brasilero,
da Sama, que ocrupa actuakwnte o cargo de ins-
pector sus TrafcilAes da cade i* Pars, e foi ju-
dado nestt obra por um colleg fmsoec o sr.
Paulo Bernardo.
< O Brasil, sofc' a forma de urna gtierreirs, -
raag* o dominio da tjraouia debaixo de seus p*s,
e anoiado sobre um flobo no qual cada urna
das srintH provincias do imperio ymbolisada por
uisa sirell, e este sustentado pelo capitel dotra-
do de urna alta columna, na qnal e?tau inscripus
astalalhaspriscipaes da Bilau-aupaeha.
O grupo todo colossal. Quatro figuras da
Victoria com griualdas e troplios ornam a ase
d columna, em cujas qnatro faces ha relevos re
presentando (.s prioeipaes aeontectisentos da guer-
ra. Nos quatro cantos cabecas iembram ao es-
pectador quea armada tennw nao menor p^rte na
lula. Por baixo do pedttslal mana urna oale coro
oilo figura*, syubolisanlo os otto maior^s Fios do
paiz, di-ipAistas don dons, e enoostadus sobre va-
sos dos quaes cscalas d'agtia eorrem sara um
tanque do granito.
O effeito deste monumento ser o mator e ad-
mira el, os Srs. Camtnho e Bernardo devem ser
muito com'piimentadiis peda arte e goslo ex ibidos
em sea excellenle traballio. >
HOSPTT \L PEDRO II.0 movimento desse es-
tabelfcimeftto de 1 7 de agosto de 1870, alm
de 72 doentes existBb'es, entraram 39. sahiram
.TI. faReeeram 8, extstem 273,sendo 168 homens,
e 104 mulheres.
Advertencia.
Fojam visiudas as enfermarias sestea das as
a< 7, 8, 6, 8, 6 1/2. 6 1/1, pelo Dr. Ramos ;
a i i 1/2, 1 J/, 11, 11, 10 1/1, iO 1/t, li, pe"
Dr. Sarment.
Fallecidos.
liertrodes Mara da Conceicao ; apeplexia.
loas Haptista de Mw& i ;"aseroia.
L' yd Hipkmgs ; dilatadlo da aorta.
Josepha ; fetre maligna.
Ijohreni; Lflprs la Potiseca ; etrferite chf-onica.
Francciina ; tnbefciil"^ pulmonares.
Eustarhi'i Joaquim IsicJfo ; a^frima.
Manoel Jos de Sant'Anna; tubrculos pulmo-
nares.
LOTERA.A que se, acha venda a 156",
beneficio docollegio dos orpbios, a qqal cores no
dia 17.
PASSAGEIROS. Viudos dos portes do sul, no
vapor Arintis :
MigueKGiiraes da Silva, Antonio Cozerra Teixei-
ra Cavalcanli, capitn Antonio Gimes Piroeotel,
Antonio (liberto), Jos Bapltsta Torres, Sabino Joa
quim do Curado, Francisco Marinho da Gama.
Antonio Mendes Souteiro, Jnso M. de Andrado, D.
Souza Jnior, Csar (liberto), FeliK Venancio de
Caiitalice, Antonio Jos Coimbra, Cypriano Ro-
mero, Jd> da Silva Traquina, Mano. I Tertuliano
de Melk, Vicente Alves de Aguiar, Dr. Mariano
Joaquim da Silva e 1 criado, Joaqnm da Conha
Meirelles, Cyriai-o M.de Almeida, 'Manoel Jos de
Aranjo, Jo- Antonio de Mendouca, Margarida dos
Anjos Uartiuelli e 3 Qlhos, Francisco Tavares Bas-
tos, Marcolino de Fonte* Martins, Joo da Rocha,
Antonio Pernandes Pontea, Manoel Joaqaim da
Silva, e t escrava, Henrique Beanard> M iSteiro,
Jos Mara Garcia, Jos da Silva Rodrigues, Ma-
noel Rumio de Oliveira, Abrahu Adolpho Dre
Jhos, Mano-I Jos* Pereira, Joaqui'.i Carueifo
Prias, 1 cadete e 15 ex-pravas.
Seguein para o norte :
Ctpilao Francisco A- de Dens, major Beoto L.
da Gama, Joo Carlos Greenhalgh, Augusto Tei-
teira Coimbra, Joo severiano Ribeiro, Aulonio
Lopes Teixeira, Tobas Tell M. Musooso, capito
Jo- T. Cardoso, lenle Joo Bautista de Almeida.
Manuel Antonio Pereira, Dr. Prancisco de Souzi
Ucha, 20 ex-pracas e 3 imperiaes.
Vrtdis do Rio de Janeiro no brigue brasi-
lero Otkelo: %
Jo> de Oliveira, Pastora Mara e 1 filho me-
nor, o 1 escrava a entregar.
;
lerimentosL
De Do ndo a cnr^H
da natscac*. 'ngbs los Par
reir Jnsiur.Deso a esrtiiia requerida.
para eert
ficar-ke-Uw a de Frncisw Rodrigues dos Sanios
Jnior.Certiflqaess
De Joaquim Jos da Aimertla Ofiveira, certida->
do thards registro de sua nnawacio pe caixeiro
de Alfredo Garda & Irtto.Como reoker.
De Ptsncico Lopes da ^ilva, cerlla< de estar
ou sio regiSlrada a rnese! de seu caixeiro
Anauem Valenano de Cvalho.Gimi requer
De Domidano Nunes Soares, certidn, igual
respailo de Silvio Nones Soares.-Conv requer.
De Olrvlra Seona & C. no meslno sentido
quanto a Jos Capistrano de Lima Freir e Joo
Amento Goaendo Juuior. e se consta da respectira
nomea^ln serom brasilei ros.Como rejuer.
Be James Ryder & C, certdo do regitro da
nomeaciio d seu caixeiro Francisco Rodrigues
do Santos.Como rifterem.
Rtsquerimentos para diversos flns:
De. Btoardino Atves Plsheire e Joiqnim,da
Silva Costa, para registrarse-Ibes a procuracao
bastante de ^eu doisiHiiitte Bernardoo da Slva
Costa Campos.Como pedam.
De Feroinli Gomes dadiva e Jwi de Soa
Ramos, apre-eotando para ser arcllvado o u
eontrato social.Vista ao Sr. desombargader fls
De Severino Irm>> 4-, succesiores deSonza
Andrade & C, apresentando para o roosmo Om o
nea contrato social. Vista ao Sr. desembargidor
fiscal. .
Dos mesmos, pedindo permissao para bzerem
uso do livro C->|>iador que pertenoeu a Irma
que soccederam.Como reouerem.
De Manoel Jos de JJooi e Scvermo Saoiiva de
Andrale apresentando registro o ifstra|o soeial
de Souza Andrade & CVista ao Sr. desambar-
gador Veal. ,
De Seralira Alves Rodrigues, Donjagoa de Sou-
za Rodriguus e Jo* Paulo dos ,Santos JutMor
apresentando para o mesmo fim o sin distrato so-
dal os parte relativa ao socio.Joo Psule dos
Santos Jnior.SeHada a procuraoio voltem.
De Jos Guilherme 4 C, aprwntindo igual
mente o seu distrata social com Feisberto Farrei-
ra de Oliveira e o titulo de quitacJo de paga pas-
sado pelo dito Oliveira.Informe a secretaria se
esto registradas as procaracoes que so acham ausentes.
Do Sr. Dr. ofneial-maior, duvidindo proceder o
registro da procuracao subscrpia or Manoel
Fernandes de Lima por conter ama emenda nao
resalvada.Procede a duvda.
Do mesmo, oppondo duvida jo registro da no-
meico do caixeiro Julio Cesar Maciel Monteiro
por nao se achar em termos.ffocede a duvida.
COM HCFORHJCAO 00 SR. DgS8BJARGADOn FISCAL
De Joo Correa de Carvalb', Jos Antonio de
Araujo e Antonio Alve da Slvi, mostran>lo te
rom satisfeito a exi exigencia do parecer lis al.
De Antonio Alves da Silv e Joao Correa de
CarvaHlo, dis.tralo social.Seja registrado.
Da companhia Allianea de seguris martimos,
registro de seas estatutos. SUtsfacam a exigen-
cia do parecer fiscal.
De Manoel Soares Piohei-o e Jos Maria.de
Souza, registro de sea distrato social. Resi-lre-se.
Rehabditacao comioercal de Joaquim Jos da
CostsFajozes Jiinmr e Jos fiaurentino de Azev-
do.F.ii addiadn, para consultar se o govemo.
Sendo 11 1/ horas do dtai e nada mais haven-
veii appellante, Pedro Ferreira da Silva; ippeV
lado, Francisco Jos de Torres. Ipprlhstn. Gui-
lherme Augusto Rodrigues Sette; appeKsda. D.
\osa ioaquma de Mello Carioca. Appdlante, Tho-
mst Bandeira de Faria.
Do,Sr. deseiubargador Almeida Alsuquerque ao
ir. desemBsrgador Mutta.- Appellaeoes crimes:
to; appellado, Ricardo d'Assump- c
cao Lima, Appellante, Joaquim Perreira maneira I q.ift
fo; appellado,
0 JUIZO.
Do Sr. dssembargadov Molla ss Sr. dasembafS-
dor Dorta,Appellacio erime: aspellaale, Maaoel
Joaquim ds Lima ; appellada, ajusiios. Appelta-
coes civeis: appellante, Joo Gulberme de Mello;
appellado, Tiburcio Valeriaso Baptista. Appellan-
te, Jos Olympio Mara de Seixas Borges ; appel-
lada, D. Mara da Cmcaicao Gomes Marii.
Do Sr. deaerabargador Doria so Sr. desembsr-
zador Domisgues da SHss.AppellacSes civata :
appellante. Silvano Jos deCarvalhu; appellada,
D Bschel Souza Lima. Appellante, Firmo da Cos-
a Villar1, anpeHadn, Brmiro Ribeiro da Costa Vil
lar. Appellante, Vaonte Ferreira Padilha Calum
by; appsliido, Jos Mariano de Alsuquer-
que. Appellante, Pedro Pereira de Oliveira Ca-
bra i; apseHado, Miguel Cabral de Lyra.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
3r. deaeWlirgador Ragaeira Costt:---Appellacao
civel: appellante, Henrique Jos Alves Ferreira;
apaeUa*, Redotpho Velloso daSllveira. Appella-
caosrirae: appellante, Joo Joaquim Eleuterio;
appellada, a justica
Do Sr. dei^embargador Reguetra Costa ao Sr.
desembargador Souza Leo.Appellacos crimes:
appellanles, Joo Trajano de Mello e >u:ro ; appel-
lada, a justica. Appellante, o juizo; appellad ,
Antonio Virtuoso de Cerqueiri'.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
ambargador Giiiraua Appellardes crimes : appel-
lante, o promotor ; appellada, Fraocelino Severo
d'Annuncico. Appellante, Manoel Antoaio Bo-
lerra; appellada, a ju-tiQi. Appellante, Jos An-
tonio do Maria; appedada, a ju>tca. Embargo
reinetlido : embargante. Justino Pereira de Pa-
rias; embargado, Joo La Ferreira Ribeiro
Assiguou-ee dia para julgamento doe seguintes
feitos:
AppellacSks cirmss.Appellante, o jnzo ; ap-
pellado, Flix, e'cravo. Appellante, Jos Antonio
Ribeiro; appellada, a lajeada. Appellante, o jui
zo; appellado, Luiz Rodrigues de Souza. Appel
lante, Cosme Ferreira Guimares;. appellada, a
justica. Appellante, o juizo; appellado, Jos Pau-
lino de Mello.
Appbllacoes civeis.Appellante, Luiz Marque*
de Lima; appellado, Ignacio Manoel Saraiva. Ap-
pellante, D. Carolina Maria da Couceico; appel-
lados, os herdeiros do baro d'Atalaya.
Dh-ioescia crimb.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justica : appellante o juizo; appellados.
Paulino Francisco Ca valcante a nutro.
A' uma hora e tres qturlos da tarde encerrou-se
a sesso.
jaajniiiii ni n -jirw.iliimMp inmn :<>*
COMMUNICADOS.
do a despachar, o
a sesso.
Exm. t iresidenw encerrou
a. r. rs-
CHROMCA JIDK'IARIA.
riilB! \V3. DO COMERCIO
VGTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE i DE
AGOSTO DE 1870.
'BESIDRSOIA do exm. sb. desbmbaroador aksrlmo
FRANCISCO PRRETTL
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. dopu
lados Miranda Leal, baro de Cruanzy Basto,
faltando com partecipacao o Sr. deputado Risa, e
sendo no impedimento delle nonieado para servir
de secretario o Sr. Miranda Leal, o Exm. Sr. pre-
sidente declaron aberta a ?esSio.
Foi lida e approvada a acta da sesso do I.*
do eorrente.
EXPEDIENTE.
Foram a rubrica os seguintes lvros:Diario
de Luix Jos da Costa Amorm C, dito de Se
verino Irmo A C. Copiadur de Ferreira Maia &
C, dito de Joaquim de Souza Neves, dito de Mar-
ques Burros & C, ditj de Ramos A Temporal,
dito de H. Oli C.
DESPACHOS
Requerimonos para registro de noraead5esde
caixeiros.
Da Antonio Ignacio Barbosa, nouteaodo caixeiro
a Seraflm Jo- dos Asjos.Como requer.
De Antonio Jos Candi lo de Souza, nomeando
tambem caixeiro a seu filho Jos Candido de Sou-
za Sun.
De Nogueira & Medeiros, nomeando para seus
caixeiros a Luiz Antonio de Souza, Manoel Grego-
rio da Silva e Jos de Frailas Ribiro.Como re-
qoerem.
De Henrique da Silva Moreira, nomeando para
seu caixeiro a Henrique Jos da Silva Moreira.
Como pede.
De Sabino Bruno do Rosario, nomeando a Ben-
jamn Rodrigues dos Santos.Deferido.
De Jos Tbales e Mello, nomeando a Manoel
Radolpho Borges Ucha.Como requer.
De lavares e Mello A C, a Je*0 Gj.-mano dos
Santo*.Si na.
De RamaUo A Guimares, a Francisco fiama
Iho ttoi.
De Tbeodora Marta da Caoceica- a Jos Ribeiro
de Lemos Duarte e Olegario Roberto da Aranjo.
Sim.
De Jos de Barros Simoes a Francisco Joaquim
de Sant'Anna.Si m.
De Pedro da Hora Sanliago a Belartnino Ferrei
ra dos Santo*.Sim.
De Jos Lniz Guaiaco a Bernardino de Senna
Muniz. Salnstiano Bartholsmeu da Rocha e Ma-
n el Ephigezno dos SantosSeja registrada.
De Pedro Ozorio de Cerqueira a Felino Jos da
Cruz e Custodio Jos Vanos Junier.-Sim.
De Rocha A Ramos a Mi lilao Ramos de Cerque:
ra e Manoel Jos Pereira.Cunto requerem.
De Joaquim Taixeira Bastos e Pedro Nolaseo
dos Santos Deferido.
De Patricio Ignacio da Silva a Manoel Evange
lista da Cunha.- Como pede.
J)e Fernando /Stepple da Silva .a Luiz Carlos
Brandan e Aff inso Mariobo Ca-alcanle de Albu-
queripie,Rej/istre-se.
De. Barbosa A Campos a Francisca Moderno de
Carvamo.Como pedem.
De Jos Teixara de Sooza a Julio Cesar Maciel
Monteiro, ficando .aem eftito a nomeacio que
apresenlou na ewao passada.Na Jo: ma reQuq-
risa.
De Manoel Cardozo k\ do Jo
l'ran
' 'icam pra nar- firma, su jrem as eompe-
s verdadei-J tente* a%
peradores I De S. -.tm da Silva, emtando para
SESSO JDICIAR1A FM 4 DE AGOSTO DE
1870.
tSHreENCIA DO EXH. SR. OESElOARGADOt
R1TTI.
Secretario, Juno fuinarex.
Ao meiodla declaron-se aberta a sesso, estan-
do reunid .s os Srs. deseinbargadores Silva Gui-
mares, Reis e Silva e Arewli, e os Srs. depata-
dos Ba-to, Miranda Leal e baro de Cruangy, fal-
tando com participarn Sr. Rosa.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses-
so.
ACOMDAOS ASSIfiXADOS.
Appellaote Archanjo S.-ares da Silva, appellado
AntoMo Jos d^ Oliveira ; appellante Nicolao Jos
iie Camino Brlto, appellaite Jos Herculano de
Carvalho ; appellante Francisco Mendes Martins,
appellada D. Maria das Neves de Miranda Olive
ra; appellante o h.vo do Camiio Verde, appella-
dos os administrares da massa fallida de Sev,
Pililos A C.; appellante Antonio Francisco de Oli-
veira, .lopeilailos Tasso (raos ; embartzanie o<
administradores da massa fallida de Joaquim los
Silvelra, ombaraadis a vi uva e herdeiros de pin-
go Jos da Cos.a.
JU1.GAMBTT0S.
Nao estando presente o Sr. Rosa nao foi pro:Yu-
to o feito adiado na sesso pasada entre partes,
appllantes Urbano Jos de Mello e sna aiulher,
appellado Jos Velloso Soares.
0 Sr. baro de Cruangy nSo apresentoa o fdtn
adiado a seu pedido na ?e-so anterior, entre par-
tes, appellante Jos de Oliveira Lima, appellado
Joaqoim de Souza Ferreira.
DESIGNACXO DE WA.
Appellante Frei Fr-mrisco de S. Boave.ntura, ap-
pelhdo Manoel Kiheiro Basto* ; appellante Mater
us Lenz, appellado Antonio Gomes Netto ; aopei-
lantes os administra lores da massa fallida de Ma-
noel de Souza Cameiro Pimpo, appellado; Vian-
ua Guimaraes.O primeiro da til.
PASSAGEM.
0 Sr. desembargador Reia* e Silva juma saspei-
ao e passou ao Sr. desembargador Accioli: ap-
pellante Antonio Jos Duarte Braga, appellado a
curador fiscal da massa fillida de Thomz de Fi-
gueirdo.
Encerrou-se a sesso meia ora da tarde.
TRIBUXAL DA RI2LAC-t<>.
SESSO EM 6 DE AGOSTO DE 1870
RESIDRNCIA DO EXM. SR. C0NSF.LHB1R0 CAETA.NC
SANTIAGO.
% Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs.desem-
oargadores Gilirana, Guerra procurador da eora,
Lourenco Santiago. Almeida Albuquerque, Motta.
Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa e Souza
Leo, abrio-se a sesso.
Passados es feitoe, deram-se os seguintes julga
sentos:
Aggravos de pbticao.Aggravante, D. Marga-
rida Candida da Cunta Almeidi. ; aggravado, o
juizo.Relator o Sr. desemoargador Guerra, sor-
teados os Srs. desembargadores Motta e Gilira-
na.- Deram provimento.
AppELLAgEs crimes.Appellante, o juizo; ap-
pellado. Manoel Florencio de Lyra.A' novo ju
ry. Appellante?, Juo, eseravos e outros; appel-
lada, a jutiea.Gonlirmada a senienca quanto ao
reo Joaquim Ignacio e reformada quanto ao ,'scra-
voj.). Appeaste, o juizo; appellados, Pedro
Jos Ferreira e outros.Nullo o procesao. Appel-
lante, o juizo ; appellado, Jos Paulino de Mel-
lo.Reformada para o mnimo da pena. Appel-
lante Luiz Francisco Ferreira da Silva ; appella-
da, a justica.Improcedente. Appellante, Jos
Tavar s de Azovetlo; appellado, Antonio Rodri-
gues da Costa.hnprecedente. AppeUaote, o jui-
zo; appellado, Luiz Rodrigues da Costa.Impro-
cedente. Appellante, o juizo; appellado, Justino
Corroa da Silva.A' novo jury. Appellante. Joan
Baptisia da Cruz; appellada, a justica.A' nova
jury. Appellapte, o juizo; appellado, Joo Evan-
gelista de Brillo. A'aovo jury. Appellante, o
juizo; apperiado, Jos Goncalves dos Sanios.A'
novo jury.
AppellacSes civeis.Appellante, Jos Francisco
de Andrade Jnior; appeuada, a fazenda.Refor-
mada-a seoleora. Appellante, D. Mara dasNeves
Miranda Oliveira; appellada, Rosa Mara d* Con-
eeicao.Jnlgaram Ilegitima a peeaoa da autora
para prqpr a accao.
passagers.
Do Sr, desembargador Gitiraoa ao Sr. desem-
pargador Guerra.Appellaco civel: appellante,
.Pelro Jos Nones de Bfiraqa; appellado, Fran-
ciVo Ignacio Pereira.
Do Sr. desembargadar Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago.Appdlac.6es civeis :
appelUBte. D Carolina Amalia Prente; appella-
do, Masoel Ferreifa da Ponte. Appellante, Jos*
pprreira v da Costa; appellada, 0. Maria da
i te; Thomz do Aqu
ippellaco, M-iaoel Henrique* Piraen
tilinte, Jos Cardoso de Almeida; a.pel-
ererioolojde Faria.
Do Sr. desemtorgador Lourenco Santiago, *'
it. deseoibargador Almeida Albuquerque. Ap
pe Ha v erime : appellante, Francise.. David Gi-
me de S; appalla, a justica. Appellardes ci-
COLL IB iK IC'iO.
0 Liberal e o Exm. Sr. Assis Rocha.
V.,i deCm(Duaal desabrimento aiira-se
a itao?iuloLi7)er(i/sb aadniinistragfto do
Sr. Assi Rocba. e no seo artigo editorial
publicado no o.- 220, alm de chumar inep-
ta, arbitraria, indolente e de falta de ini-
ciativa essa administracao. soecorre-se ot
boka tnt setf poio om trecho da carta do
coir-spondente desla provincia, publicada
uo Joatial du Commero da corte de 17 do
roes passado.
para lamentar que assim se malba-
r.teie a repa.acao de um alto fanccioh'ario
publico : utas u Libe i al uo gosU de ou-
tras armas para ferir aos se*is adversario,
A injuria, a calumnia, a insulto e a d'ffama-
Co ti us seus meios favoritos de'guerra,
nao se letBuyao que uma opposigo que
procura respeilar-se, degrada se. avilta-se
com o emprego de tses meifls! I Twdo
isto, porem, s5o bellezas para o Liberal
Eiu que a administrago do Sr, AsstsRo-
cha tem-se mostrado inepta ? em que arbt-
tria 1
Decline o Liberal os factos para ter a
conveniente resposta.
AfGrmamus que n Liberal nao encontrar
acto igura do presidente da pr- vieta, que
nao tetiha sid rt iludido eprtieado rtosli
OVtoS daii'i. Sf. As>is Rocha ui pertence
aunumero raquellesadinioistradoresqu na
p ica progresista se sujeitavam a asig-
nar de cruz o que Iho era dirigido pelas
improvisadas influencias polticas de en-
tio.
S. Esc. nao poda agradar ao Liberal;
isto de crer porque S. Exc foi quoin rp
poz as posicoes officiaes. ao paiJ-nlo con*
servador; lu emum quera procurou sal-
var esta provincia do cataclysma que se Ihe
aproximava, gracas ao dominio, dos amigos
do Liberal.
Eis ahi a razo da grita,
0 Sr. Assis Rocha n i tem, como a^nn*
dos seus antecessores, aberto os cofres p-
blicos para encuera ba;riga de seus paren-
tes e correligionat ios; pelo -contrario, S.
Exc. tem procedido n'este ponto com a mais
severa ecoi-ornia.
S. Exc. nao nomeou, como alguna dos
eus antecessores, reos de polica para os
cargos pobleos: pelo contrario, snbran
ceiro a tudo, S. Exc tem procurado os
borne os honestos d.s diversas localidades
p:ira sobre -eltes fazer recahir as noroea-
ces,
S. Exc, tem promovido os melhoramentos
materiaes d'esta provincia, j ordenando a
factura de diversas obras, j fazendo as
arrematar em bastea publica, e a bem pou
colempo, salvaguardndoos interess-s da
proviucia, acabou de contraclar a estrada
de ferro para Limooiro.
Quem assim procede, como qu?liflcar-se
de estril, de pun expedante, de indolen-
te a sua administrado ?
Outros ramos do servico publico t^ra me-
recido a atiencSo do Sr. Assis Rocba; e
diversos regulamentos por elle elaborados
i-stao proveilosamente sendo executados.
De tudo isto se \ a itijuslica com que
agente do Liberal, procura offi-nder ao
Sr. Assis Rocba : mas seria exig r um im-
possivei querer que oulro fosse o seu pro-
cedrr para com t5o distiacto"adrainisirvdor.
Os peccados do Sr. Assis Rocha para
com os horotns do Liberal s3) muitos;
Ocio podem obter absolvico, nem ao me-
nos que elle* se c< n enham nos limites da
decencia e da honeslidade. Acostumado-
a este systema de opposicSo .camiobam,
embora com degradacSo e aviltamento da
propria causa.
Nao sem reparo que para essa nova
verrina do Liberal servisse de bordan a
correspondencia escripta d'esta provincia
para o Jornal do Commeicio e publicada a
17 de julbo. Mas esse novo bordio fra--|
gil ou est quebrado nem o correspon-
dente do Jornpl 'lo Commercio c instetnip
representante do partido conservador n'es-
la provincia, nem lo pouco leve razl>
em sua injasta apreciaco.
Se o partido conservad ir nesta provincia
4n3o tem solici ado favores di presidencia,
tambem naodeixa de confessar que ella
mareba com regnlariilnl,1, q m os actos da
idministcaco sao acunnados pfla justica, e
que at hoja o Sr. Assis Rocha nao detxou
de mere-.er o apoio desse partido, E hajn
vista a$sembia provincial em sua esiae
d j con ente auno. Entre seus membroa ap-
pareceu o desaccordo em qoesfBes pd^H
as, e sobre a direoclo do partido:
doos pontos, porm, estavam todos ac
dea quanto aos pacipios e quanto ao ai
a administracaojnsla e illustradado 8r.^H |
sis Rocha. tornara digna de loovor
Hadiar a
todos e cof*va tos grabes iaMresss p-
blicos.
Bem pd ser, e at- oatonlf em todos
os partdos,que om o x>atro mnabro do
partido cooiervador, nlo vendo satafeltas
todas as Suas vonudes, nioencontrandojapoio
para os seu desabafos particulares na pre-
sidencia da #roincia, nao recoasse aote o
que est escripto na correspondencia a que
so allude o Litera/: mas este sen jaifo,
por dmete parcial, nem pode ser acceito,
nem pode servir para aquilatar-se a admi-
nistraclo do Sr. Assis Rueha, nem por elle
. finalmente, responsavel um partido in-
Uiro.
Ha homens que exprimem um grande
partid'i, urna grande idea ; mas neste caso
nio pode ser Udo nem considerado o cor
respndeme do Jornal do Commercio, Des-
affecto do Sr. Assis Rocha, talvez julgando
se offendido por n5o darsanto e senha
na actuatidade, o correspondente do Jornal
do Commercio encarou a administracSo da
provincia pelo prisma das paixes, e nao
com a imparcialidade de juz. fi nos fac-
tos que serviram par justificar as suas in-
vectivas i admtnistracjio do Sr. Assis Rocha
se encontra a mais plena justificacSo.
as nomeaces dos supplentes do juiz
municipal, S. Exc. n5o se deixou levar por
interessados : proenrou informaces, qoer
dos deputados geraes, qoer dos provinciaes
e de-pessoa gr dos que deviam ser nomeados; e eom esses
dados procedeu escolbendo, quer conserva-
dores, quer liberaes para semelhantes car-
gos. Quem assim procede nao aulorisa a
censara
E a respeito dos officiaes nomeados para
a guarda nacional do Bouito, S. Exc. n5o
podia deixar de praticar o que fez, por
quanto, uma nova organisacSo se tinha dado
guarda seiooal daquerk nrunieiprO com
a creaco d'um novo baulhio.
Se o correspondente do Jtrnal do Com-
mercio quizesse ter attencao aos grandes in-
teresses do partido a q;je pertence. procu-
rara antes a presidencia para auxilal-a com
suas luzes, do que expendiria um juizo to
injusto, tao inconveniente a sea respeilo Jiio
encontrara, por certo, no Sr. Assis Rocha
o editor responsavel de sua vontade : mas
havia de encontrar um pa'tdario sincero e
um administrador zetosn, revelando em to-
dos os seus actos o qnanto almeja o engran-
decimento desta provincia. E o correspon-
dente nao forneceria, como fe/., urna arma ao
Liberal para'futir ao Sr. Assis Rocha, e
com elle o nnrtido conservador.
Fique, porm, a T3daco do Lioerai con-
vencida, qne por taes meios estranhus e im-
proprios de uma opposico legal nao conse-
guir diminuir o apVeco. o reconheciraent"
e as sympath'as que de todbs os pernambu-
c.cos tem meteciiio cim justo titulo o Sr.
desembargador Assis Rocha.
E S. Exc., sobrancein aospequenos des-
gostos de alguem e s'invcclivas do Liberal
continu na senda que ha trilhado, certo
de que nao encontraran.echo nesta provin-
cia G8W9 nrados da malidicencia e da ca-
lumnia com. que-se tem precarado feril-o.
idem <
tUTANDEGA
Humea
Idea
olumes sahido
Ida iaVi
Owcarreaam
Bares inglea^^^^T
Lagar inglei^-Jr/deal
Patacho amer(aVs-JMH|iuMii iJem
PatatJho norte*tlem|->'ol**'<".
Patieho dinamarquea iens WVif farinba de-
Dospachos de ezportacao m i/t 6 it a#est.
No patacho norte altemao EKsabtth, earrefaraas
para Haraburffo II. Oettli de C. SO aaccas eom 2,188
kilo* de algodio.
Uo brigue diosmarqoei .4ss*, carregaram psra
Hamburgo Keller & C. 72 saccas eom 3,317 kilos
de algodo.
Na Darca ingle Cedar. carregaram para o Ca-
nal Rabe Sclimmettau & C. 101 saccas com 19,303
kilos de algodo.
No patacho tngtet MU Argan, carregou tira
Liverpool Jos Antonio de Manos 150 saccas sem
12,679 kilos de algodio.
4KCEBEDORJA UK KENDAS 18X811 AS US-
RAJSDB PERNAMBCO.
terOiraentodo dia 1 a 6 21:1641920
Idepj do dia 8....... :709j*12
23:874433t
G0NSCLAO0 PROVINGAL
nendimanto
dem do dia 8
dia 1 a 6
25:280*905
7:9*1*27
30:262*179
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrados no sVa A
Ro de Janeiro o Baha7 das, vapor brailra
Arisot, do 600 toneladas, commandante I* l-
ente Jos Candido Duarte, equipeoem 53, car-
ga differeores gneros ; a Antoaio D.*deO. Axe-
vedo 4 a
Liverpoolo dia-. barca ingleza Gazellr, ds 271
toneladas, capital Alian Porler, equipagam 10,
capga carvao ; a Thomz JetTeries 4 C.
Navios sonidos no mesmo din.
Rio Grande do SulBrigue escuna nacional gs-
ne, capilao Jote Monteiro de Almeida, oasgaas-
sucar.
Rio ds JaneiroUrisoe brasileiro Olhelo, efrlao
Manoel Martins da Cunha, carga assncare es-
tros genero*.
EEITAES.
PUBIICACOES A PEDIDO.
O Sr. Dr. Epamlasadtas de Helio
Nao era fura de pnssatn suppor qae o f. Dr.
Epaminondas deMfili'i -que mo Jiiiam ser o redac-
tor gerente do l.iberlm fose e.-tratiai a ag
gres>ao queme foi feila nessejornal; mas nao
eostumando pnear iuju ticas, nem mesmo para
com os meus desafectos, nao tive em mente faztr
iosmuacoes desfavuraveis ao mesmo senhor, re-
liiQ'io um facto que so prenlia a uulro que me
dizia -respeito.
Portanto podia sor despen em sua correspondencia, publicada no Liberal de
hoje, a qual d lugar a que >u Ihe declare que
como S. S., tambem nuoca flz a cobranca dos
emoluineotos de secretario da capitana do porto,
cargo qae ssenia em snbslituigo ao Sr. Dr.
Tambem tive pagos por mi:u dous empringados,
o mesmo Kirminoque oachei e conserve', e mai-
outro. Erara istes ompregados que fazam a ar
recadacao do> emolumentos, cujo producto me
en'.rsgavam ao encerrar o expedienle, ou no dia
seguinte.
E fot o referido Firmno qnem, me informando
sobr* o modo de cobrar aqnelles emolunvolos,
me disse que as cartas de pralices pagavam 20.
Euto ou combinando a tabella anuexa ao reu-
lamento da capitana, com o regimeato de eu-u*.
organzei a tabella que ccllocou-se na secretaria,
o por ella raandei fazer a cobranca.
Avista do qae que ponderou o Sr. Dr. Enami-
n> nda de Mello, nao podia eximir-me a esta ex-
plicieao.
Recife, 6 de agesto de 1870.
J. i: Barrsto de Mello Reg.
Nao estou disposto a acceitar a dscnsso pol-
tica a que me querem arrastar os offictosos ou
nii costumeiroi palacianos, qne boje cantaram
em duelo, no Diario de Pemambueo, as suas ho-
sana.
Tenho motivo de ordem elevada para assim pro
ceder, e se este me faltasse, leria eutro o de
nao consentir que os oficiosas prestara servicus a
mu ha cusa.
Basta que toda esta cidade, que recebeu com
surpreza uo dia 48 de jalho a noticia de miuha
demisso, se admire la coragem da asseveracao
de qae a 9 j ella tra boato I
Recife, 9 de agosto de 1870.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
GUAIID NACIOXAL DO RECtFE.
Perante o conseibo ijo revista da guarda nacio-
nal deste municipio, sao, pelo presente cbamadas-
ass [>r cionadas, na sala das -ossoes da caman nuiniti-
pal, uo da 11 do crreme s 10 horas da ata-
nhoa.
1 bataUao de artilharia.
Manoel Gemas oe Miranda Leal.
Io d* iiifantaria.
Antonio Baptista da Molla.
Antonio Pinto de Mello. .
Aiiioiiio Alfonso Rgueira.
Augusto Fornandes do Reg.
Emilio Hyoolilu Bandeira de Mello.
Jof dos Santos Pissos.
Joo Tnoniax de Aquino.
Jcoo Alves b'erreira.
Joao Maoeel Feneira. ,
Joo Das de Souza.
Jos d- s Santo* Alves.
Ludjerio i'ereira da ollanda. k
Lucio FranciCi d-is aotos.
atarsoliou Gregorio Vieira.
Manuel l'erp'lguo Correia de,AruJ0v.
Vicente Fe.nvra >la Silva.
3 de iutamaria.
Aupulo Jos Teixeira.
Carlos Bornmtu Coelho.
Joo Rodrigues Maris.
Joo iheno Baziiio.
Luiz Jos Muniz
Sebaslio'Js Alexandre dos Saato.
i de iniantaria.
Antonio ilo S e Albuquerque.
Pedro Aloxandrino Pereira.
6 de infantera.
Firmno Mimoel da Silva Braga.
J> Luic Gouvda de Castro.
M.uioel Auselmo.JIarinno.
Marcolino Antonio Pereira.
Manoel Anselmo Marinho.
Sala das srs-oes do conseiho de revista, 4- de
agosto de 1870.
O secretario,
Finnino Jos de Oliveira.
Dr. Miguel>Jo> jmz municipal supplente da pnmeira vara n'es-
ta cidade do Recife de Pernambueo por S. M. o
Imperador, a quem Deus g arde ele. etc.
Fago saber que por e-te juizo, liados o* dia* da
le. se ha de arrea atar, por venda a quem mais
dr em praca publica, que lera lugar na sala ds*
audiencia*, os bens seguintes:
1 sof com assento de palhinha avahado por
203, 1 oommoda de amarello avahada por 84, 1
mesa redonda de amarello, avahada por 14, 1
Unquraha com estanie avahada por 12#, 1 manga
le vntro avahada por i i, 1 lavatorio de amaren
avahado 2, 2 cadeiras de b-aco, de aroarelo.
avahadas por6<*\ 1 mesa de jantar avliada por
63, umab.nca de abrir, avahada por %f, 1 par
de L.uVeroae c m pe* debronze avahado por 14.
t laoterna sola do vidro avahada por 320. 1
redoma cim flores avahadv por 3a, 1 dita esm
llores solas avahada p>ir 11, 1 par de jarros de
porcelaua por 5, 1 jarro grande de marmere
por U, 1 ngura di gess.i avaiada por .100 r?., I-
par ite collos avahado por 12000, 1 cama ds
ferro velha avahada por 3i000, panhi.rados as
curador da massa fdllida de Thomz de Kigueire-
do por fexecucio de Guilherme Purssl.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos,
mande p .-sar o presente edital que ser puWiea-
do e aflixado no lugar do costume, mais publico.
Dado e passado n'esa cidade do Recite da Pe-
nambuco aos & de agosto de 1870.
Eu Manoel Joaquim da Silva, eacrivo o aabs-
crevi.
Recif.', i di agosti de-1870.
Miguel Jos de Almeida Per*Qtubnq> Fb-
DECLARACOES.
.to Mr- DoMello!
E-javas, meu siri, bem soeegado,
Do ten buraco l no fundo eseuro,
Guando a corja aprega em verso doro
vender Siri Dnzelloenamorado I
Foi grande a concurrencia I a novidade
Atlrah- o moco, o veibo e o tabaro;
Faz-se preco ao Siri, deptis ao veo.
Ei-lo perdido I perdida a virgindade I I
Mas, tu, que dizes ter grandeza d'alma,
(Se envel que o Siri posea alma ter...)
Perdoa os aolos teushio de merrer,
Sem terem como tu d'amor a palma I
COMMERCIO.
PRACA DO RIG1EB 8 DE AGOSTO
OE i 870.
AS 3 4/2 BOBAS DA TABD1
Algodio l'sorte748 rs. por kil. ^abbado).
liainftlo sobre Loudws 90 d/v 22 5,8 por
iOOO.
Frele de algodo de Maceio para Liverpool 3|8
por hb. e&00
Frete de aisnear de Macei para Liverpool
por tonelada e S 0|0
Goncallo Jos Affonso.
- Presidente
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
20(
IJSGA.
tauci) ia I a 6\ .
(dem dj i:.\ i......
232:805*237
72 664*526
305:169*763
Juizo dos feitos da fazenda
De ordem do lllra. Sr. Dr. juiz dos feitos da fa-
zenda desla provincia, taco saber todos 09 arre-
matantes dos bens do extracto vineulo de Itajss,
e bem assjm seus Madores, que dentro do pfv
de lo das, a contar da data deste, e sqb as pesa*
da le, deverlo comparecer por si .ou por seas pro-
curadores na thesouraria de fazenda ; afl)|e)es
que arremataram vista para recolherem as as-
fres da mesma thesouraria em dinbeiro de cople
o respectivo preco, e aqutlles que arrema^raai
praso, e seus dadores para assignarem as letra*,
que se nbrigario aceitar e garantir.
Recife 26 de julbo de 1870.
O eserivao,
_________Luiz Francisco Brrelo de AJastda.
Santa Casa de Misericordia
Recife.
Peranle a lllma. jnata administrativa ^*|M^
Casa de Misericordia do Recife na sala das M#es-
no da 11 do correte lem do arremalar-s #jr-
necimento dos genero* abaixo declarados qpifm
de consumir o asylo de meodicidade a seB^sajTfs
nos mezs do setembro a novej^bro, I tkpr;-
Aletria, kikgrammo.
ArrQZ, dem.
Azeite. doce, litro.'
Agurdente, dem.
Azeiio d* carrapato, idem. I
Bacal n', kilogrammo.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
Cha preto, dem.
Cebollas, cenlo.
Carne serca, kilogramo.
Caf ein cri>, idem.
F.irjnh;i Je mandioca, litro.
Fumo do Rio, kiL'grammo.
Fejio, litro.
Fndl, 8i
Manieii ingleza, kr-gramm.
lera.
' abao, dem.
Velas de caruaba, idem.

,
, <
V
tk'^


Diario d tt&fcmW T
'g ICil ti Jy
kl


spret,i: x*ntar iu
est secretaria at o
ti.
fceretaria d SanU Cas de Misericordia o
earfe 8 4a agost de 1870.
O tritio,
Pedro-Radngnes d Souza.
O
r <-> -pj*- -frai*, d
SS3T
VictH
MiiskGasa de Misericordia
do Reeife.
I HkMi jwt*. adnsl*am da Saata
rieordia 4* Bacila, o tal da sos-
ia) oare/m*. u 4areaW-s
hoselo do .Mear refluido de Ia e 2.a sar-
la* tasar do consto*- o asyto da :raea cargo, nos fes de seiembro a novembro.
QeaoiviL),
faPed^oJ^adHgo*e<^ Sansai'
tea e JBwrioordia
doBeoift
n
Porants a Ilpaajisja admMUrara da Sania
Casa de Miseritordfa 4o;Hecifa,.na ala das ses-
seasdes na di Id 4o-eosreote, lea 4a arrematar-
aWtteeieak.do pao a bolacha que Ufar de
CMNiair o.asylo.de a*adieiade leu cargo as
snoae 4* t#rabro oovtiultro.
Sea* cas 'de mericordia do Reeife 8 da
i de 1870.
O escrivio.
Padre Rodrigues de Souza
*>
PAVILHiODES.ISABEL
COMPAlfrilA
lOCISIINYWUSriGA ACROBTICA
80B ADIHECCAO
DI
D. Luiz QisalL
EXTRAORDINARIA E VARIABA PUNCCAO
KM BENEFICIO
DO
aaauroan rnmwm,
Para Lisooa
A barca portugueza^apa Mariana
para Lisboa at II do crrente ; re
frete a mdico preco, opassageirof,
tem bons commodos : a tratar eom
Ibos & C, no largo d&Grpo Sanio n
ro andar.
----------------------------------------*-------------------------1
fiflttdfco t compras imaes
consulto promm no di* 13 do eerrente aiez
stt do pnaoslas receidas at as 11 horas da
tMohaa, a caeapra, sob as ciindiedes do esyto, dos
ajados 4> matinal da armada segrales :
16 baldead*iras de folha, 400 rolheres de farro,
W enchameis d 30 a 33 palmos de corapriroeuto e
patgads* em quuiro, 60 barras de ferro iaglez
irafjrta|wi1grelhas6 fj|es iuglezes de 8pes.de
caasprimaatu e 6 de, luego. 1 masfro de 67 a 70 p<
ate- oa^iiueato e 24a dimetro para o brigoe
fcarca Itamarrrcd, 1 ocal osi do alcance, 16 paos de
giotpkpo de 13 aalm i* d- coef riiwolo, 400 Jibras \
de pregadura-de oco, 5* eadrnos le papel ma-
u-berra o, 2,000 lijlos de f >g >, 10 duzias de ta-
bias.de pi-carga de 2 polegada, 10 donas de
Caboasde po-earga de-4'polegadas, e 800-feibas
de lines.
;',.Sla das se 8 de agosto de 1870. *
Otecraurio,
^______Alaxaadro Rodrigues dos Anjo*.
Correio geraf.
Ralao* das cartas r do su!! norte do imperio, eiisteates na
ropartiea do crrelo em 8 de agosto
Aatoii Machado Peraira Vianna Filho, Rarnar-
do da C >-ta Valente, Osar Pereira da Silvu, tVau
cisco Xavier Pereira de Brito, Hemeterio Jos Vel-
lo3,dat>ilveira, Jozino Femantes da Cruz, Joao
Muren ti a j da Silva, Jos Paulo llaciel de Carva-
Iho, J nuario dos Guarnirles R. Pereira da Silva.
las Gaadyao d) Mir.rada Le to, Miguel Jos da
Costa.
O enea iregado do registro,
Mraoel.doa P.issor Miranda
Adaini*traca') dos eorreios tl Parnambuco
9 de agosto! de 1870.
Mala pilo vapor Arinos da companhia brasi-
leira.
A florresponiencia que tem de ser expedida boje
<9) pelo vapor cima nwaeimiado, para os poros do
orte, ser reeebida pela frm3 seguinte :
Mt^os de jomaos, iutpresaos de qualquer natu-
rezi, e cartas a registrar, at as 2 horas da
lard;,car:as ordinarias at as 3 horas, e estas at
31|2 pagando porte duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros
As 8 l| horas 4a nooto
O director interino e o euaprasarto da campa-
nhia, antes 4 anaealar-se dett* aabre a wafeta
cijade, resolveram dar daos benelicios, Om para
o Hospital Poitagoez, e oatro para o Asvlo de
mendierdade, teado Ingw este iwaeficio para a
semaaawdaarar
PROGRAilMA.
PRIMEIRA PARTE.
1. Una liad syupboaia ainpda pele maaatre
Manas.
1 Novos eireielw eqaestrea, pelo artista Vi-
cente.
3 a Sorprndanle volteio por Jtunia, sobra o
cavalito.
4. Os doM' anaos agigantado, divertido itre-
met.
5.* A menina Juannita, sobre u-n cavallo.
6.* O.gyoaaatieo Akdabo executar o parigoso
salto do daspeahadetro, da altara de-4 mezas e 1
cidwra.
7.* Mr. Rono'.et a Pastaro seena jocosa,
Intervallo de 30 minutos.
SEGUNDA PARTE.
^.^ SymphoBia.
! A poroha annel. peles equilibristas Tesari e
Vicente Casali.
3.* 30 annos ou a vida de una jogador, sceoa
cootemporaaea e de trnifortnco, pelo artisla
Luiz.
4. O jlaplo trapalo, pelo artista Aldabo e Vi-
cente.
3.* Finalisando-se com ama aplaudida panto-
mima.
Preeos
Camarotes oom 6 eatraias........ 114000
Gadeiras....................... 2*000
Gadeiras avulsas para senhora..... 2*000
Geraes.......................... ijfQfj
Os bilhetes de camarotes, cad jiras e platea
veadem-se no mesoio circo.

frete .
aqnim J
a n. fl
PAl.
I
lli.
seguir com a
leza S. Joto,
qna Ihe falt
isignatario
i do Com-
i
COMPAIHIA

DAS
Mess^geries imperiales.
Ateo dia9 docorrete' raez espera-se da E-
ropa o vapor francs. Sindh, o qnal depois la
demora do costume sejafr para Baenos-A*/r%t
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevidi
Para cooduedes, fretes e pas-agens, trata-se
na agencia, ra do Commereio n. 9.
Mi ojfiaj 11 do Wfe^aiaspera-se^e por-
los do sul o vapor francs Amazotu, commaidaote
Giaat, o qtal depon-4a deaiera do caawma anpjadiu aas^a. o agepte Oliveita
saclirdi damassa I
a^i Antonio Jjaria
nl Jersey, a importwwi^}
-4 ris 7:7441890, a
correute.
segOir'ftn-Borio9,\Maao'm Dakar (Gera) e nme em JaiUio aiT'mdTcadaK 'd^rvideaTa Un t-
oTitmarto. ando rtbvIdV): -o* f'&fytOAfSS^S
raaopa.
s:
h
DA
MUITO APPLAUDIDA
LTIMAMENTE
CHEGADA DO RIO DE JANEIRO
NA
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
SS-Roa do General Victorino--lili
IIOJK
As oito e ou'ia da noute.
PROGUAMMA.
PRIMEIRA PARTE.
N." I. Marcha festival de Faust.
N* il. < uvertura da opera Norma do Bellini.
N. III. Potponrri da opera Traviata de Verdi.
N' IV. Valsa de Hdda de Godlrey.
SEGUNDA PARTE.
N.* V. Ouvertnra da opera As mulheres de
Weinsbir; de Comadi.
N.' VI. Arya da opera A Bouneca Nuruberg de
Adam. y
N. VI. Potpourri da opera, Orpheus de Offen-
bach.
N.# VIII. Polka Sordiues. Solo de trompa de
rosnar.
TERCEIRA PARTS.
N IX. Ouvertnra da opera A companhia do
sacerdote de Miiart.
N. X. Potpourri hnmaristico de Parlen.
N XI. A desejo. A malla T> >sta de Schafer.
N.a XII. Quadrilha Augusta de Moscau.
Ne se repetir pe^as tocadas seno no lito do
concert. ^
Principiar as 8 bsras da noute; 8m as 11
1|2 di noule.
O jardim ser brilhautemente illumioado gaz.
A entrada d jardim ser marcada por transpa-
rente e estrella gaz.
Hiver bffutes de srveles e tolas as oulras
bebidas.
Prego de entrada 1*000 por cada pessoa.
Atiendo,
No caso de haver trem especial ser anauncia-
*i i ao raeio dia na estaeao Rocife era todas as ou-
iras estac5ej.
CONGERTO INSTRUMENTAL
NO
DO
PERRAMBUGARO
em BENErrero do artista
HERMOGENES NOHBERTO DE GUSMAO
Em 12 de agosto ds 1970
Primerra parte
Grande ouvertura por orubestra, dirigida pelo
distinelo maestro Calas Filho.
Phantasia sobre motivos da opera Sonnambula
por A.
Terschak, executada na flauta pelo insigne ar-
tista Candido Filh >.
Aria variada por Laurelli, exeeutada na chri-
neta palo aprtMiavel artista Francelmo Tii---
doro dos Praz^res, acompaohsdo a piano pelo
grande maestro Gustavo.
Grande phanusia Souvenus da Piratt, de Bel-
lini, executa la no pistn pelo, sympathico artista
Bento da Silva Rarnalho
Segunda parle
Ouvertura p?la orebestra.
Grande pbautasia, executada na flauta pelo ce-
lebrado artista Salustiaoo Tenorio, com aeompa-
nbamento pela orebestra.
Magoico solo de ophecleidc.executado pelo apro-
veitado maestro Sr. Hanrique Jansen.
Phantasia sobre motivos da opera / due Fosear i,
de Verdi composta e executada na flauta pelo j
referido artista Caodido Filjjo.
Urna banda mareial esta a entrada do edifleio
obsequiando as familias que cnegarem com as pe-
cas do seu repertorio.
Comee ara s e 1/ horas.
O beneficiado desde j agradece ao repeliavel
publico, e aos seus collegas qu>i eoncorrem para o
brilhantismo deste enireUmento, a sua generosa
coadjuvaoao, protestando-lhe> seu eterno reconh !
cimento.
O mesmo beneficiado previne aos Srs. concur-
rentes, que por occa^io da funrcao ir receber
o valor de suas cadeiras
Os bilhstes acham-se venda io mesmo Club.
Lisboa.
Para condjdes, frats e passageas, (nta-se
agench, ra do pommercio n. 97
tncia de 7:7t4a8Ua o qnal tert lagar
HIME
B0U
; ap raeio da era ponto, em sen escripterio ra da
! Cnit n. 33. Brtmeiro andar.
O Mgoe iptez-<*i seguit pera a lahia na ;
correr da presente semana ; recebe carga a fretes '
commodos: traur com Tasso Irmios & C., roa i
do Amorim n. 37.
DE
.#234 saccas de algodaQJ^^
em rama
A if do- correle
Brotber & C. fauio leilo, por ordem
do Sr. cnsul de S. M. Britanniea
por eonta e risco de quera perten-
irveacao do agente Olivrira, preee-
*ajO< 4a alfandega e cora issistencia
. regado fiscal, de 234 saccas de al-
..n'fc parte a granel, recolhidas nos
rap.'cne e Caes do Ramos ns. 14 a 16,
a nicwadiado tordo da alvarenga qoe
_7 j jdespaebado, para ser embarcado i
7apor Jnglez Saphire
^Jainia4aira
meio dia em ponto, nos indicados armazens
he e Caes do Rasaos ns. 14 a 16, Darro de
(Antonio.
Agradecimento.
LEIfiO
DA
erl-a.a c brasi
20 c^ixas com superior cha ehi
India, marca triangulo S P
WSE
0 agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pmencer, de marca triangulo S P den-
t, 20 caixas com cha da ludia de superior qna-
Hdade, de ,ay libras cada caix.i, as quaes serao
vendidas em ntn ou mais lotes a vontade, terca-
feira 9 do Wirrenie, s 11 1/2 boras da manhi,
pnataRd.)St...ataf!tefepa*a- na porta d* Wnnes. defronte da alfandega.
Henry Forater A -------------- r------!-------=I--------
basrea iiagreaoi. Wobun Jtbhajn
A X$ b-corrcT>.
O-aapHan P)vd Janes far Wlao, de acertrdoe
em presenta do Sr. c aval de S. M. Britanniea
aesU oi4a4e, por inlerTeugio do agente Oliveira,
e conta e risco de quem pertencer, preceda a
casneeieate autorisaeo 4a alfandoj, cera aat-is-
tStfcM-de avi> nen firpretntdii Meal, di casco da
referida barca Wobura Aboey. com a mastreaeio,
partenoes o mais objtctas quenefla porvenuya
forem encontrados, e tal qnal se aeh no lagar
Ponte de Pedras ao norte d'esta prorlavia, odde
recealemento naufragara na sua riarem prece-
dale de Liverpool, com desfmo ordem
Ojuarta-feira
s II hora4a fr.anhaa, noarmasem alfaodegado
do bario do Uvramenlo, so caes do Apello, lagar
'en qoe se aehara varios salvados da messn bar-
ca, qne serao em segoida arrematados.
O baxo asaignadd, agradece rlii1iitiiia i
toiaa os parestes e aaaigos, qoe se digmwai a*-
Mstiraa oUtanas snaVagios qoamandaofaflarpar
ahna de aao sesnpra beu iembrado e chora* pat
Jaaqnw Peralra Ramos, par oecasto de ere*
removidos os restos mores para o ?e testa
gaaaal, na Veoaravel Ordo Terceira deNoasa
wra V Carra e cora espsciauaade aos iradas
"ssasna Ordem qoe tamo aa preataram a
ctodecartaadeereligiio
Jwtino J>erera Ramos.
A verdadeu-a farinbft peitoral de
8. Bento.
Esta farinb otada cora vantajosos resolta-
dos sm padoetmentos dos urges do prato,
como astbipa oa puehameato de catbarra*,
infamado de bofa, plenrizes e narpti^ioa: ra-
eomraondaodo-se com ioaal praveia ns poemas
eoovatocentos
Onieo deposito na nbirmaeia edrogari.
Be
Batlhol.iroPB C.
_______34Ro larga do R.saHo 3f
I
SAlYiO
DO
CLUB PEBRAHBUGARO
Sabbado 15 de agosto
BENEFICIO DA MENINA RABEQUISTA
MIUsV IMf tim
O concert ser orgaaisado por seu pai o pro-
fessor
RAPHAEL ANT0N1NI
tomando parte alguns Srs. destneos proiessores,
que generosamente se presta*m a coadjuvar a bene-
ficiada, formando as im um
SOIRE
VARIADO K AGItA^VtVEI.
O programraa ser annunciado sexta-felra 12 e
sabbado 13, dias do concert.
N. B.A m nina Egeria pede aos Exms. pais
de familia que convidera para o concert seu* fi
Ihos at a idade de 10 annos, os quaes teem entra-
da gratis.
AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO GRANDE DO SUL.
Segu com poucos dias para o referido porto,
o patacho nacional Palma, faltando pouca carea
para complet do seu carregamento. Quem neHe
Companhia
letra de paqaMte n vapor.
At o dia 19 de agtsti parado de New-
York, por & Tboraaz, e- Pasa o rapor anenedno
Ma-rtmtitk, o qutt depon da. deanS doeosknrie
seguir para
geas trata-se cea os agToies
C roe do Ceniinercio n. 8.
Preta-se sobro drnhefro a l|4 0(0 para qnal-'
qaer pirto da -seala do impeno, sendo quantlas
mainres de SfWlOO/. Tendo aberto seguro em
Londres sobre libs. W0;000, por qualquer \-apor
da linha, a eoiipannl* segar qnalqjer remessa
de dinhero a l|6 0|Opara qualquer porto da esca-
la no imperio. O valar deva ser declarado' em li- j
bras esterllaa-'e o-prtsnio'pagavel na mesla moe-1
da ou seu equivatante.
COMPANHLA PERAMBUCANA ~l
as i
%avegao costolra por vapor. '
Parabyba, Natal, Maco, llossor, Ara- ;
caty, Geart, Maadah, Acaraco e
Granja.
O vapor Jaguaribe commandant
Guilherme seguir para os portoi aci-
_ ma no dia 13 di correte as Khorai
la tarde. Recebe carga at o dia 12, encom-
nendas, e passagoiros e dinhoiro a-frute at as
i horas da.terde do dia da saiiida no escripto-
n.- do Furte do Matts n. 12.
COMPANHIA PEiiNAMUCANA
DE
Vavcgaco oseirs por vapor.
Fernando de Nnronha. .1
O vapor Giqui, commandante ., *ax*ara> mv
Macedo, seguir para o porto cima ao me' dia pm PUDt0- no e^riptono dn dito agen-
no dia 12 o onrrentesao meio dia. te-a rua da Cruz 3 primeiro anar.
Recebe carga at o dia il. -------.-------------------------------------------------------
eneomraendas, pas-sgeiros e di-
tiheiro a fmtf at s 10 horas do dia dashida,
vnoecriptorio do Forte do Mttrw n. 12.
DE
duas tercas parles do anrasive' sitio com
magaifica casa de sobrado, no lugar da
tr.ivessa de Bsmi-a b. 4, lregala-4os
Afosados, lertancnt massa fallida de
Sebastiao J* da Silva
A 9 DO CORRNTE
Por maodaili) do Illrai Sr. Dr. juh especial do
commereio d'esta cidade, a requermiedto doad-
ministradoT da dita massa, o agente Oliveira far
leilo dasdnas tercas partos dj sitio Con fruetei-
ras, baixa de caplnt e cacimba, sendo este murado
por um lado e fund>, cen porto de ferro, e a casa
de sobrado com 5* palmos de van na largura,
100 de fundo ou pavimento terreo dividido ao meio
por um corredor, tmd-* de um lado urna sala na
frente, outra atraz e dous anorto?, e do outro lido
solao em toda aexleofao do fundo, e era cima duas
salas na frente, duas atraz com seis quartos, sotao
grande com eosioha. e um qoto raomaaisalr
sendo mais separado da e.i-a um qu.irtn sees,
tanque para banho, tima estribara, um qoarto
para e?cravos, e um callinheim em mo estado
HOJ"
LEELaO
Jeronymo Aaaancio de Sonsa Rotim, con o eos
sentimento' des seus redores e para pagamento
dos mesmos, far leilao por intervencao do agwnte
Pontnal, da armaeo e gneros da soa taberna Sita
roa do Lrvramento n. 39, em um ou em mais
lotes vontade dos licitantes, qnarta-feira 10
do correte, s horas. Da mesraa taberna.
rpida I n fallir I 4o ral-
lo, pela iioaeada
alopeaat.
Deposite especial na pharmacia de Barmotoona
or C
34Rua larga do R^soato34
JiiK)- nte'rheuiitico.
Remedio efflcacissim Rt>ntra as dores rheanta-
Hcas at hoje o mai.- eoobt-eido pelos seos roara-
vilhosos resaltados.
COMPANHIA RERNAMiJUGANA
DE
Navegando costara por vapor
Macelo escalas Penedo e Aracaj.
O vapor Manda/tu, commandante
Julio,seguir para os portes cima no
dia 13 do correte as 5 horas da
tarde. Recebe carga, encommendas, passagei-
r se dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do d a'da sahida no escriptorio do Forte do Matlo
n, 12.
DE-
y.
100 oaisas- oom^L-perior ehm-
pauhe; itifeiras e nreres, e 260
gigos com cervpja Uobe
Maraiiho
E" esperada do Rio de Janeiro em poucos das a
barca pirtugucza Marta, que trai j alguma car-
ga para o referido porto ; e descarregando a que
para esto conduzir, receber aqui a que for po-
sivel obter para o MarnnbSivc com pouca demo-
ra : por isso quem desejar aproveitar esta boa
occasio de "embarque, dirjase ao consignatario
Joaquim Jos GoncalveE Beltrae, rua do Com-
mereio n. 17.
O agente Festana far leja* i>or conta e risco de
qaen iienanser, de 10 caix-) oom garrafasd
superior champanhe em meras inieaaas e SJ0 glgos
com crvrj-iB.ibe, clieadas ltimamente, e a *a-
hlr d* alfandiiga, saca vendida eui um ou mais
lotes trotado dos conoowe.ntee, terca felr 9-de
crreme, s 11 hora* da manilas, na porta da ar-
mazem do Aunes, defmme COMPANHIA PERAMBUCANA
K
Xavega^ao costelra por vapor.
Porto de Gallinbts, Rio Formoso e
TaiBandar.
O vapor l'iruhyba seguir para os portes ae ma
no dia 10 do corrente a me poste. Recetx
carga, encommendas, passageiros o dinheiro a fre-
te noescBteriodoFortefJdattwn^il
COMPANHIA PERNAMBCAN/
DE
Wavegagdo costeira por vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir para o porto ci-
ma no dia 16 do correle as 9 horas da noute.
Recebe encommendas, passageiros e dinheiro
a frete at as 2 horas da tarda no escriptorio do Q- VftJ VQOS U
Forte do Mattosn. 12.
d
DE
urna caixa com lO diizias de sapatos de
lar com avaria
Quarta-feira 10 de agosto, s i 1 boras em
ponto.
O agente Pinto far leila>, a rejuerimento de
Mello, Lobo A C, por antorisaeio do cnsul de
Franca, em presenca de seu >lel-gado e por conta
e risco de quem pertencer, de urna caixa marea
M L & C. n. Gio, com 120 dnzias de sapalos da
la variados bordo do navio francs Rio Grande.
O lei.o ser efectuad ? 11 oras do dia cima
dito do escriptorio do referido agente, roa da
Cruz,n. 38
COMPANHLA PERAMBUCANA
. dk
%avea;a?ao costeira por vapor
Mamanguipe.
O vapor nacional Coruripe, commandante Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 12 do cor-
rente as 6 horas d larde. Recebe carga, eneom-
raendas, passageiros e dinheiro a frete al as 2
horas da urde do dia da sahida, no escriptorio
da companhia, Forte do llattas n. 12.
Rio de Jawiro
Pretende seguir par o referido porto com *
poi"8vel brevidade o patacho Monteiro por ter pori
cao da carga'engajada; e para a qpe "
mvios
i corr-nte*
a 10
Ihe
er por-
Uta e
David Jones, eapitan da galera ingleza Woburn
Abbey far lefia), de accordo e em presenca do
Illm. Sr. cnsul de S. M. Britanniea npsta cidade,
por iolervencao do agente Oiiveira. e conta e risco
de quera pertencer, precedida a c.impotente auto-
torisacao da aliandega, con assisteaia da seu
enpregado fiscal, de porcDe? de vellame, cordoa-
Iha, raantimentos e outros pertencer ^a dita galora
naufragada no Jugar denominado Pona de Podras
a o norte d'esta provincia, na sua recente vhgem
procedente de Liverpool, com desjino ordem,
carregada de carvo
Quarta-feira
as 11 horas da manha, no armazera alfaudegadc
do baro do Livramento, sito ao caes do Apollo.
DE
MOVIS
lotiza, 1T08. a saber:
Um, piano, unw mobilia, cadeiras de batneos,
jarros para flores, eaooieiros, casticaes e man-
gas, esteira forrada pare sala, escarradeiras,
differentes livros em iaglez e quatro quadros.
Duas earaas; 2 lavatorios, 1 guarda-roupa o 2
com modas,
lima mesa elstica, 1 goarda-tonca, 1 apparador,
1 marqueta, 12 cadeiras, loug< para cha, 1 ap-
pareiho para janlar, dito desert, garrafas, copos,
clices, eompoteiras, garios, faeas, eolheres, me-
sas, flandres, potos e trem de cozinba
Sexta-feira 12 de agosto, na rua dos Gnarara-
pes n. 4.
O agente Pinto, autorisado por nma pessoa i|ne
retirase para a Europa levar leilo os movis
e mais objeetos cima descriptor existentes oa casa
da roa dos Gararapcs o. 4, onde se eff.-cluara o
leilo.
Principiar s 10 horas.
LEILAO
DE
20 barris com mantei-
gain^tewi
Quinta-feira fl do corrente.
O agente Pesoina far leiio por conta e risco
deqem pertencer, de 20'bsrris eom manteig ih-
aleza viudos- pelo na'io iuglez Rtidel (futen, o-
quaes serio vendido* em uro oaraals lotes '-vot-
lade, no dia qulnia-feira II do corirnte, s II ht>-
ras da manhaa, no armazn do Anasn, dcfrodte
da BlfJtidega.
Mente bo portafwpz
Pergunta-e directora se adiou inJefiniliva-
mente o cutopriniento-oa|afl do art. 40 dos eu-
ttitos para eonva Ilustre comtlsSo (tp'HXflhwde
conlas, tal demora tem inconteslavelmente compro
vado a postergacao do 2* do ari. 49 dos estatutos
MUDANCA.
S?j O Dr. -Carolina Francisco de Lima Saa-
#* los mudou soa residencia e con-ultorio
j2 |>ara a rua do Imperador n. 57, 2" andar
Si do sobrado cajo armazem conserva ain-
BK( da h ije o nome de Alianca, tendo a
S entrada, que pelo lado da ponte Seta
fjjf de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
g exercicio de sua p/ofi-so de medico e
I de operador, pode ser procurado a qual-
ag quer hora do dia e da noute.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio roa do Imperador
n.,67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manha s 3 da tarde.
TiTura de ma' apuama.
A celebre raz de marapuama cuja energa efl-
caca cas paralysias, mporpecimenio etc., muilo
se 'Tcommeoda.
Toios essee preparados se encontrara na phar-
macia e Drogaria de Bartholoraeu & C.
34Ru larga do Rosario-34
nico deposito.
larope E* um dos medicamento* que su effleacu as
enfermidads, tosse e saogoe pela bocea, biimcl-
tes, dores e fraqneza no peit, eseroboto e motes-
lias de ligado, qoe melbor tem aprovado.
u
Preciso-s de urna ama livrre oo earrava
roa das Crnzes n. 30 hotel peroarabucaiio.
AMipo CAico D*b /-E-te participandu-lhe
o que ha de mais-imporlaate n*sta cidade do Re-
eife. N.0 sabbado, 6 do rorrete, fez- aunos a
Kxma. coodess das Sullas R___ filha do Exro.
ccade dos apatos P! ron,< m bem o sabes I-
Ora, em nossa tem os sapaflsfroH nao costnmam
festejar seos annirersarnis coate os d'aqni, em ri-
gosjo este dia dea o conde grande sangaagn,
tocando a msica do bvrbeiros, depois a eoodfesa
eom sen piano acompaiihava as vo:es herrandas
do tal bichintm qoe dorin:i de ol*s ahertos.
Que divertida noite f Teve malta mo?a chiqne,
muito sapo da moda t '
At en, caro amigo, que com t meo gorro e ves-
tido de branetv tambera dansei o earanguelro cosa
as meninas.
Ole 11 no meio dos menino* cinques
Teve muito ti.oijw>,
Sorveteiras e fiigond;
Cangica p fin de leite ;
Muita bilactiD", |io-n>.|.
Ten eollega
^________ MureUto Dias.
Precisa-se de um caixeiru de 16 a 18 answ?
com pralica de taberna : roa da Concortia
a 95.
Francisca Morara Res, loveofamte dos
bens deixados por seu finado marido Manoel I--
doro de Oliveira bobo, f z seioote aos aiiiartos do
dito finado ou seus pas que, tendo ello *rVJ ma-
rido deixado cada um a. qusntia de com mil
ris, e estando determinada a parlilba, fa; se pre-
cisa a certido de bapiismo para se jomar -mu
autos para serem atiendidos, e por isso os i| i i*-
tiverem nestas circum-tanei.is, as ievorio tirare
aprsenla la a inventarame, a qual mora a ru*
das Calcadas n. 47. O mesmo avise faz algama
pessoa que se julgar credora do dito lloaO, .illm
de justificar suas divida, tudo no praz.de ..ito
dias. '
Irmanade
do SS. Sacramento da aatriz de Su;:>
Antonio.
Por ordem da mesa pegadora da irmand.i-i* 4.
SS. Sacramento da matriz do balrro <1< San. \u-
tonio sao convidado todos os nossos -hMir-imt.
irraos para compareeerem na qoarta-f ira. tt ih.
correle, pelas 6 horas da tarde, alim de em tuvst
geral elegerem dous definidores para completaren.
a roeea regedora do correte aono.
Consistorio 8 de agosto do-1870.
O eserivjo interino,
Basilio B. Furlado.
AO PUBLICO
Nao desojando perder as relacoos de coinmar-
cio e as amizades que felizmente tcr.h adiqen-
rido nesta cidade, venho declarar por e-te jornal,
que mea cognome e Jos, e qoe, porUnto oad
tenho como Juizo que se fi-er sobre qualqupr on-
tra pessoa que livor o iaes.no nomo de tamila.
qoe eu.
Reeife, 3 de agosto de.1870..
_________________ Jos Simn.
GUIA PROMPTO DO SELLO.
REPERTORIO
so
Reclmenlo di) sello de 1870
ou
I id ice alphabetio
de todas as materias do mesmo rejnlamento, or-
gaaisado de modo a encontrarse com facilidad* o
qoe se busca ; por nm empregado de fazenda.
Acaba de chegar d > Rio de Janeiro, e vende-so
na livraria econmica rua dn Crespo n. 2.
Precisa se de-urna ama livre ou escrava para.
o servico de urna casa de pouca familia: ni roa
Nova u. 32,1 andar.
HU
DO
esquina
Ida rua larga do
Eosario.
miA
EO
J
aLOJit JafOlLS
* Este importante estabeiscimento no sen genero, tem sempre nm sortimento sem igual
e vende por presos qne nenhnma outra casa pode vender.
vista da qnalidade e do prepo das joias cada nm poder-se-ha eonveneer da -zerdade.
Garante-se ser tndo ds le. Comprare onro, prata e afta fl-^
vados*
A loja egt aberta at s 9
'$
GABliA! S
esquina
da ma largado]
Eosario.
tateaflaaA fa** 'rA EaeM **.
'
a*"***


Diario d* remwnbw* Tercfr feir* S d* agosto de 1870
>*
calera
PINTURA
Fotographia imperial
E
un
DE
J. Ferrara Vtlltla
Desdi o dia 7 de abril paseado aehase aberto i
oto eslabefecimenlo photographieo sito i na do
Cabug n. 18, esqo4i>a7 dopaleo >ta matriz. Oslraba-
Ihr qaB desde entlo, tem saludo de nossa offlcina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
alguna com admirado P' extraordioari pro-
greseo que Diurnamente tem lido a phofc graphia
e por ootros coa alegra, por terem a provincia
dotada com om estabelecimebto digno d ella, e in-
coa a* ivelmonte o prineiro que nesse geDerc
boje psue : tambem nao nos poupamos em cousa
abruma para monta-lo no pe em ajne se aeha, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
apreciar nosaos eaforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae;
estrangeiras que gustara das artas, ou tiverem
oecessidade de trabalhos de pbotographia a visi-
tare m o nosso esubeleclmento, que estar sempre
aberto e a su* oisposico todos os dias desde as 7
oras da manla at as 6 da urde.
Para os trabalhos de photograpbia poesuiroos di
^rersa machinas dos melhores autores Trnceles,
ingieres e allmeroaes, como sejam : Lerebonrs et
Secretan, Hcrmagis, Thnmaz noss, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres nova?
machina* sendo urna deltas propria para tomar
sobre o mesmo vtdro 4 oo 8 imagens diversas e
isoladas, ontra dea 12 imagens diversas c
igualmente isoladas, de norte que no caso, de
grande concurren ca podereraos retratar sobre
urna nica chapa ato 8 pessoas diversas e isola-
das para cartoes de \<-ita, easfim em menas de
um quarto de hura despacharmos 8 differemes
pesseas que pecam ot* urna, umaduzia de cartdes
mais ou menos, com os seus retratos amente, ou
em ?rupo com outras.
Bncarregamos-nos exclusivamente da direccao
e feiiura dos ucbalhos de photngraphia dei-'
xando pnela e talentos do distancio pintor,
allemao, o Sr.
A. Roth
Mi e:s7^e:imld^
ao
m
%
___________JIRAL
'Ra do l k>rn.38
Xarope de lactaca d'Aubergier, e de
ihery decio d'Abbadie recoinmeodadoa,
nlYvpdd* osar do opto e-d eos prepara*
dos, e mai cenvenieoles para as crianzas
dos espasmos e convulstjes.
tT
DOR N. 38.
Preparados d'alcatr9o-ern capsulas, licor
e xarope ferruginoso.
if.
- 5Z5
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'urna
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brillantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em eompetiveis e as obras garantidas
de lei "'
HOREIRA BU ARTE C.____: ______
Pillas de Vallet.
Pilulas de Blancard.
Pilulas de Bland. '
Xarope forruginoso de Blancard.
Caofeites de lactato de Trro.
Pimas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevone.
Assncar ferruginoso.
Jorge
os trabalhos de pintura, a aqoarela, a olee, e a'
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
urna escriptura publica, e at o presente tem-se
desvell.ido na execucao de seus trabalhos.
No nosso estaselecimento acharase esposlos ou-
tros trabalhos imanantes do Sr. Bota, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
oleo, quadros sacros e diversos outros ffabalbo.
Tomamos ncommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
Kra ornamenlacao de igrejas ou capailas. Tam-
ul aceitamos -eucommendas de quadros histri-
cos.
Aseguramo3 que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES HE VISITA NAO COLORIOS 10|$08 A
DZIA
CART5ES BE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 6-3000 A DHA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
caixilbado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 & pollegadas e
todo o quaro palmo e meio de tamanbo
Julgamos que bastaran os preces cima para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
establecimento, quanlo sua perfeicao cada um
venha'julgar por seus proprios olbos.
As mellKires horas para se tirarem retratos^ no
nosso estabeleoimento sao das 8 horas da manhaa
1 da urJe; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tambem retratar oual-
quer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tompo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela doeora e persistencia da luz, e p< r termos o
nosso terra$j construido cora taes proporc5es e
melhoramentos, que ainda ehovendo ,orros ne-
nhom Inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. F-rreira Villela.
3
&g
^El^S
m nwummwmmmm
i
i
a

a
i
i

Nova padaria
americana, a ra do* Pires n. 30 ; d'ora era diante
continuar a fazsr pao e bolacha de familia espe-
cial de 1* serlo para melhor agradar a seas fre-
tuezes.
i HOMEOPTHH
ud O Dr. Ca-anova pode ser procurado a
1?B qulquer hora em seu consultora espe-
S cial homeopathico, no largo da matriz de
Santo Antmio n. 1. Neste consultorio
tem sempre sortimentos dos acreditidos
\ -medicamentos de homeopalhia de Weber
& Gatellan em tinturas, e em glbulos, e
tudo quanto necessario para as pessoas
que segupm este sy^tema.
Os pobres furam sempre e continan)
a ser tratadas gratuitamente.
UM DF.SC08RIMENT0 ESPANTOSO
XARODE DE FEDEKOSO DE PINTO
Para as molestias do peito, tosses, as-
thraa, bronchite, etc.
Ailestados
lllro. Sr. Joaquim do Almeic.-: Pinto. Braga,
25 de Janeiro d^ 1868. Meu amigo, aqu the-
guei com alguma< mtlhoras; depois de ler to-
maeo tres garrafas do seu preparadoXAROPE
DE FEDEGOSO; i-t^, pelo mar, porque lo-
KO ,isboa, priocipiei com mais
re a tomar o dito xaripe, por eonhecer pelo mar
qoflcll'? me fa?ia grande beneficio, pois vista
da grande quantidade de sangue que eu botava
pela.bocea, vi que me ia desapparecendo com
rapidez, depois que coniinuei a tomar o dita xa-
roe, etao milagroso oi para mcoha molestia,
que hoje me acho de todo restabolecido, e at
mesmo bastante nutrido, e por isso pode Vmc.
azer sciente ao publico o milagre que o seu
pjcparado obrou na minha enfermiliade. Sem
lempo para mais, son de Vmc.
Amige atiento venerador e muiio obrigado
Manoel Jos encalves Perjira
111. Sr. Joaquim de Almeida Pinto.
Jlimuito ane ouvia pruclamaT as excellentes
propiedades do XAROPE f)E FEDEGOSO con
tra a tossa e asihma, e sotTrendo eu de urna
tosse pertinaz, e tendo usado de toda a surte de
medicamentos, vali-me, pois, do XAROPE DE
FEDEGOSO, e urna garrafa somente foi bastante
- para retabelecer-me, e me vejo tao robust) co-
mt dantes : suecumbiria de oer'o a nao ter
- usado seu XAROPE DE FEDEOOSO.
< A' vista disto nao teoho expressoes com qne
* exprima a V. S. a gratido de que Ihe devedor
o de V. S. atiento venerador e criado >
Joo da Costa Reg.
Unico deposito, pharmacia de Jsaqoim de
Almeida Pi o, ra larga do Rosario
n. 10. junto ao fnartel de polica.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthvsica e todas as molestias d peito
aa parrllha
Cura ulceras e chagas antipas, impigens e dar-
tros. %.
Tnico
Cooserva e limpa oa eabello?.
______Pllailaa catt rtica.
Aluga ie o 2* andar do sobrado da ra Ira-
perial m. 144 com bastantes eemmodos para urna
numerosa familia, e com bella vista : a tratar na
roa do Imperador n. *3, 1 andar.
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2. Ha g as
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3 co 3"
as es a
Precisa-se fallar com o Sr. 'Jos de Barros
Accioly a negocio de seu nteresse : na praca do
Corpo Santo n. 17, 1" andar._______________
PHARMACIA CENTRATRUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excdeme tooico para auxiliar as digestoes
diCQceis nos casos de debiliaade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
commeodada em qualquer caso de bemor-
rbagia, e principalmente na tliysica pulmo-
nar, e as bemorrhagias uterinas.
travessa da roa
das Crazes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penh^res
de ouro, prata e brilhan-
(es, seja qial for a pan-
tia. Sa mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
wmm
i
Monsenhor Dr. Gregnri tfpparom, reitor "jltt
seminario episcopal de Ollnda, legitimo adminis-
trador da capella de Sanf Anna do-Rio Doce, termo
de Olinda, pos=uindo as necessarias aculdades,
tem resolvido de arrendar os dous sitios de ce-1
queiros contiguos e pertencentes e*ta capella,
com casa de pedra e cal ; tudo conforme ao edital
relativo que se arba na cmara episcopal de Olio-
da, onde at ao da 25 de agosto do correte anno
(1870) se recebtro as propostas de dita arrenda-
ment.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V\eira de Mello, es-
erivo na cidade de Naiareth dcsu provincia, o
favor de vir a rna do imperador n. 18 a oncluir
aquelle negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em uns
I de dezerabro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumpno,
e por este metivo de novo cbamado para dito
flm : pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor seu
Blbo se acbava no estudo nesta cidade.
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapos no Rio-
Grande do Norte, com ierras casas e armaiens
de um e outro lado do rio, lngar beir. conhecido
pela sua importaniia commercial, cujo porto offe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundibaby (na
mesma provincia) moente e corrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos
bois, bestas e alambique ( ou somente o emgenhc
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baralissimos precos,
e tambe se permutam por engenhos nesta pro
vincia. Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas : tratar cem o proprietarie
major Fabncio Gomes Pedroa ra da Cadeia
n. 5, ou com os seus" procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR 'N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binac5o do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas. 't*
Este xarope empregddo com cande
soccorro contra as molestias da pe l le, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACLTGBNTRAli ra do impera-
dor N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcalrao, d'acido pbenico, en-
sofre e camphora recommendados para as
molestias de pe'.* como sarna, panos, ero-
pingeos etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
Precisae de urna ama que saiba bem eozi-
nhar e qneira sahir i ra : a tratar na ra do Se-
bo n. W.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
t5es, curam e purifleam todo o systema humano
Vende-se effectivamenle em casa ae Samuel Ft
hnston A C, ra da Sanzalla >ova n. 11
ALMANAK
DE
Lembranras Luso-brasileiro
POR
Castilho.
PARA 1871.
Ra do Crespo n. 9.
LIVRARIA FRANCEZA.
PERDEU-SE um rolo de papel, comea-
do varios documentos e entre elles um di-
ploma de cavalbeiro da Ordem da Ro-a. A
pessoa que os acbon, querendo restiloi-los,
ser generosamente recompensado, se o
qmzer. Para entrega-Ios, ra do Rasario
n. 47, I."andar.
CASA CAUVIN A;J;
Pharmaceutico privilegiado
successor
Sbantopol, SS PARIA
NOVAS ESPECIALIDADES
AprSiiladas a Academia de Sfencas
A. MARINIER
e ao Instituto di Franca,
y irnnin .Sob a forma de Pastilla, devedida e doseada pan
III J tuUAU lser de momento urna solcelo
Preventiva a curativa dai MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volume de um reloo, senindo da
l'HILTRO e SERINGA sem os
graves inconvenientes da fragilidad*.
ESTOJOS
Com a forma, e de volume de um Porte-Moeda
COTBNDO TODO 1MTAMBNT0.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para e BRASIL e PORTUGAL-
34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
BARTHOLOMEO C
DAVID W. DOMAN
EKGEnHEIBO
Com fundipo _
RA DO BRUM 52
Passando o chffai'iz.
Chama a attenco dos Srs. de engenho para seus acreditados macliinismos e
com .esjpecialidi.de para seus vapores que ainda urca vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por ee e j funecionando Ihe bao de fazer melbor apre-
ciaco do que qualquer ditoproprio.
Deseja todava mencionar que vista do cambio agora mais favoravel do que
na pocba dos aponlamentos do anno passado tem feito urna redacto sensivel em todo
se*6 preeos.
Ama deleite.
Offerecp-se nota com muiio bom leite ; qnem
precisar dirij.i-se rna Anga-u n. 47.
B1LHETKS DO RIO DE JANEIRO.
f praca AOS SRS. ALFAIATES
Gbegou loja das Colunnas, da raa do Crespo n. 13, de Antonio Correia de
Vasconsellos, superior velludo preto de seda.
l,ll\MI(Ml\IIHIIt:
extraajodos tintese operaqaesdentarias sem dores, todos os
dias uteis, das 10 horas at meio da
PELO EMPSEGO DO
PROTOXYDE D'AZOTE
no gabinete do eirurgt5o dentisU FREDERICO G.1UTIER
19Ra Nova19
O qual, acbando-6e relacionado com os mais celebres deotintas de Pars, adquiri
com elies, na ultima viagem Franca, o modo do preparar e eropregar este excellente
anesthesico de que se pode sempre asar sem inconveniente aJgum, t produz insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveita a occasiSo para lembrar ao reapeiUvel publico que no
seu gabinete continua se a azer tedas as operacSes da sua arte coltoear dentes por
todos os systeroas: com ouro; platina ou vnlcanite, >tegnndo os casos.
Especielidadt de obturacea com ouro puro.
PILULAS
SLIONE
PA R I S
l
Dbnn : P. MAUREB el C'*, em Pernmmhuo;
HOGG
BELLO, *m Porto JUgml
SILVA LOPE8. em MUU, FKafElKA ct C", m MarAao.
Precisa-se exceda de doze annos de idade, para caixeiro de
urna taberna: quera quizer se propr dirjase
esta typograt'hia a entender-se com o Sr. Ferreira.
d. \ mm
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52.^
Passnno o chaf riz
Machinas vapor sysiema melhorado.
Rudas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
culmra.
Tuilo por preco rouito rednzido.
LAM
O abaixi assignaJo, morador no 3o andar do so-
lirado n. 36 da ra das Cruzes, encarrega se de
recebimentos de sidos, honorarios, cobrancas de
lvidas e de quae^quer outros negocio? e pessoas
tanto da cidade como de fra, offerecendo em tudu
a aquelles que se dignarem ae o procurar, vanta-
gens e garantas reaes.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Ama
. Na ra de Apollo n. 2i, 2 andar, precisa-se de
urna ama para andar cum meninos e que seja de
oa conducta.__________________________
OHHa1HLBHHLH>>^LBaaHa>
O directorio do partido liberal, nesta pro-
vincia, manda celebrar na igreja matriz da
faguezia de santo Antonio, no dia t < de
Agosto prximo, s dez horas da manh.
um officio solemne por alma do finado mar-
gaez de Olinda.
para esse funeral o mesmo directorio con-
vida atodos os cidadSos brasileiros e estran-
geiros residentes nesta provincia, e espera
que accedendo ao convite que faz por este
meio, se dignem assistir a esse acto de pie-
dade e religiao, e antecipa os seus agrado j-
mento todos a quem se dirige.
A luga se
urna escrav para n servico domestico : na ra do
Hospicio n. 29,_____________^^^^_^^
Aluga se um moleque de- bons costume-,
qne tenha idade de 10 a 12 annos: rna da Cruz
sobrado n. 8, 3 andar.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugd.
Tudo de melhor qaalkhde.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
.. FARMACIA CEHTTL
Ra do Imperador n. 39.
Lamplouflhs Pyretic Sdine.
A preparation of well knnwn utelity to Ihe En-
glish Faculty, as a cooling and refreshng beverago
in all cases of fever. The frequent nseJcf'Nssa
line preserves foreigners from many dist-jes to
which they are leable before becoming accliina
tifed. May be oblained at ihe Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
se*
PHARMACL\ CENTRAL BA DO IMPERADO!!
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de eiva
de pinho martimo, para as affecces chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na tuysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Vtccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
Ao publico e ao com-
mercio em parti-
cular.
Eu abaixo assignado tenho a satistacao de seien-
tiflear ao publico e ao commercio, que desde o dia
4 do corrente mez deixei de ser caixeiro da leja
de louca, ra Io de Margo, outr'ora ra do Cres-
po n. 16, pertencente firma dos Sr?. Bernardino
Duarte Campos & C. Recife 5 de agosto de 1870.
Francisco Jos Carueiro.
s
1
s
8
TINTCRAMA FRANCEZA
55-Rua da Imperatr iz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e achntalo-
tase, com a maior perfeicao, fazendas em
B pecas e em obras de tedas as qaalidades ;
I como sejam : seda, lia, algodo, tinho,
chapeos de feliro e de palha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
I molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintara preta as tercas e sextas fei- 1
fflIffIIVSffK
Quem precisar de um caixeiro com pratiea
de taberna on oulro qualquer negocio, para a pra
ca ou lora delia, dirija-se a ra da Concordia nu-
mero 151
6ft**Sfg*6* ****
O bacharel Joaquim w
Gon3aIve8 Lima tem es- J
* criptorio de advogado ^
0 ruado Imperador n. 35. g<
Precisa-se tingar ama casa que frnha com-
modos para familia, com quintal e cacimba, pre-
ferido-se no bairro da Boa-vista, oa em F5ra de
Portas : qnem tiver procure no sitio n. o da rus
de Joi Fernanales Vieira, tu annuncie para ser
procurado.__________
Precisa-se de dons carroeeiros
Solda4e B. 19.
na ruada
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezs sem irritar osintetinos.
XAROPE HYPNOTICO DE CIILORAL.
Ochloral um agente therapeutico recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios v5o sendu largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empiegado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomma, em que elle produz um somno
calmo e profondo.
Elle rec mmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Daas a oito colberes de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD OUININNO DE LARARRAQUE
Poderoso tnico hoje to actmselriado nos
gozos de) debilidade geral, e mui usado
ooroo antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
Ra estreita do Rosa-
rio n. 36.
Hotel de Hespanha.
O propietario deste esUbelecimenlo faz publico
aos sena resneitaveis freguezes, que Ihe acabam de
chegar da Europa um famoso coiinheiro, e um
bello servente, fallando este ultimo diversos idio-
mas ; e prtanlo offerece ao muiio Ilustrado povo
desta cidade coiistaatemente mesa abena cem toda
a decencia, e serao servidos com toda limpeza,
promplidao e agrado, com comedorias ptimas.
Acharao tambem nesta sua casa divertimento de
domino e bebidas das melhores qualidades. Ad-
railtem-? assignantea pagar por can, e prepa-
ram-se en "ommendas de gosto para bodas e bap-
tisado*. Anticipando-se desde ja a agradecer o
bom tVfWmvmo doi tus hospedes.
CASA DA IHTD1U.
Aos 8:000^
Bilhetes garantidos,
h. ra Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do coa^ae
O abaixo assignado, tendo vendido alm de oa-
s sortea, 2 quintos n. 220i cum 8:000* da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia (155*), convida aos
possuidores viren) receber na confornv.dadt o
costume sem descont algum
Acham-se a venda os felizes bilhttes garan-
tidos da 6* pane das loteras, a beneficio do cole-
gio dos orphaos (156") que so extrahir quarta-
feira, 17 do corrente me .
PRECOS.
Bilhele inteiro 10SC00
Meio bilhele 54000
Quinto 2000
Em porcao de 100*000 para cima.
BilheteioUro 9*000
Meio bilhete 4*3p0
Quinto 1*800
Manoel Marlins Finia.
Fa encas.
0 administrador das massas falidas de Francis-
co Pereira da Silva Santos e de Thomaz de Fignei-
redo, convida aos credorej das referidas massas
para que acresentem no pras> de oilo dias da pu-
blicado desie, seus ttulos no escriptorio sito a
casa n. li dajravessa da Madre de Dos, an de
serem verificados e clasificados, certos de qoe
lindo o dito praso nao poderao 'er mais recebidos
.Na ra nova de Sant ftita n. 77 precisa-se
de urna ama. preftre se escrava de meia idade ;
na mesma can fornece- cadas por suas senhoras.___________________
Na Kja do Cordao de Ouro, na ra Onze lie
Dezembra (outr'ora larga do Rosario) n. 40, tem
um ptimo sortimento de obras de ouro, praia e
brilhantes ; faz-se qualquer troca por ouro velho,
prata e pedras Anas : os seus freguezes que pre-
tenderen) comprar ou trocar qualquer obra, po-
dem levar para suas familias escolhorem a u
contento, e tambem roncera todas as obras qne
forem compradas no mesmo e*tabeleciniento, gra-
tis. _
Instrucpo primaria
particular.
0 padre Vicenle F de S. Varejao, professor pu-
blico, jubilado ua 1* cadeira da fregoezia de San-
to Antonio, por ler mais de 32 annos de exercicio,.
contina a ensinar particularmente ( por ora ) na
travessa dos Quarteis n. 24. Os senhore* cheles
de familia, qne quizerom utilisar-se da sua ka-
ga pratiea e experiencia, poilem para all man-
dar seus filhos, que serao desvelada e proveitr-
saraente inslruidos e educados. A callygraphia
oceupar o seu primeiro cuidado. Durante as lar-
des lecciunar em gramm3lica nacional e arithir- -
tica aos aspirantes aos empregos pblicos e com-
merciaes ; assim como prepara candidatas par
o magisterio primario.
Te Liverpool & Lon-
on & Globe Insu-
rance Company.
Gompanhia ingleza de seguros contea-fogo,
eslabelecida em 183G.
Capital e fan-io d reaervr
Rff. 8,8W:lW
Os agentes desta companhia tomara seguro *o-
bre propnedades, gneros e fazendas armazf nadav
mobilas, etc., etc., e esiao igualmente autorisa
saldarem aiui quaesquer reclamagoes
Sannders Brothers & C,
Praca do Corpo Santo n. 11.
__O-se 1:000* a premio com hypotheca em
bens de raa de dobrado valor nesta cidade
ra Nova, loja de ferragens n. 31._____________
__O abaixo assignado, establecido e morador
a roa larga do Ro-ario desta cidade n. 18, le
visio ha lempos nifli rio de Pemambu
nome em'uma peiicao de hebeas curpiu din.
ao trinuoal da rela5o, e hoje na parte da po!
como preso a orden do subdelegado de Sint
tonio, declara qne nao se en ende com <
ama nem outra cousa, mas sim com outro iod
dno do mesmo nome. Recite 6 *e agf03l/>
Manoel Antonio de J
fr


V-
\
i
>
Diario de Peruunbace Terca feira 9
O
AO ARMAZEM
i 7IDA IM-fl. I

Este conhecido estabelecimento acha-se ceostantemeote bem sonido, em firtode dai
hcturas que recebe por todos o* vapores e navios franceze, dos argoi abaixe meociona-
dos, precos os qu resumidos que possivel.
CALCADO FR11CEZ
Botinas para enfloras e ntcnluas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bdhitas, 4o ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
tas e perneira rnssianas.
Botes e peroefras para mantaria, das melhores qualidades, de couro -da Russia, lus^
bter ro.
Aapalos de borracha para hornen* e scnhoras
Tenio chegado grande porcao de zapatos de borracha vonde-se pelo custo alim d*
desempatar dinheiro elles empregado, sao baratsimo.
Spatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro oom salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de amito boas qualidades e fortes, testo
para meninos como para meninas, muito baratos.
" Na patos de tpete.
Sapatos de tapete ave ludada, de casemira, de charlte e de tranca franceses e awr-
tufneies para homens, para senhoras e para meninos.
tro e
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banbas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavaade, den-
trifice, de toilette, safcenetes, tintura para cabellos, pomada angreise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes,'Condray, Piver e'Lubm.
Qumquilharias
Luvas de peUica do conhecido fabricante lonvin, espelhos para sallas, qnsrtos e ga-
binetes, toucadorc de diversos temanhos, loques .pora senhoras e par* meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras,boloes, corrate e chaves de refegios e trancehnj, lud de
enrod lei, correntes e brincos de plaque, a tmitacao e de mais gosto do que as de ouro,
eaixiabas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com hndas pessas de msica, albuns
e caisimos daurades para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratas, obyectos de pfcaottsia para toilettes, bolsinbas e cestinhas
de seda, de velludo e de vienes para braco de meninas e senhoras, difrs para costaras, pe-
nenos registros maito finos c delicados, bonqnets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-ee vistes, moldaras douradas
para-qnadros, estampas finas depaysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
rao rama, mates, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicles, tngalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravstes pretas e de cures, abotoaduras de collete e de pnnhos.
carteirinhas para-notas, thtsourrahas e caivetes'finos, pentes, escoras, ponteiras de espuma
cara -charutos e para cigarros, joios de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nerianas modernas omito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos -com interessaotes vistas de figuras e das mais -bonitas ras, beulevards,
ragas e passeios de Paris, photojraphias e cacintias mgicas, reverberos para eandieiros,
peles de vidrimo e de lade cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, berQos de vimes para enancas, sapatinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 redas muito elegantes para coniurir enancas passeio ; e
outras omitas qoinquiiharias de pnaolasia, francezas e allemaet, precos muito em conta.
@aiiiaBig)(D3 s>aaa sasQua^s
Para este artigo nio ha espaco nem tempo para a massante leitur da infinidade de
feneres de brioquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENA
-O dono deste estabeteeimento pede ao publico em geral que continu a
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren viudos
rerUira e de canta propria.
visite-lo
era di-


3 porlas n.53, ra Direita, 3 p ras n. 3,antiga
1 foja do Braga
O abaixo a*signado, dnno deste antigo estabelecimento, (anda em vista -presentar upi
completo sortnento de ferragens. mindezas e otileria, tera resolvido mandar buscar era
diversos pentes da Europa os melhores objectos de sen estabelecimento dos fabricantes
mais conhecides ; pelo que convida ao respeitavel publico e a seas numerosos freguezes,
virem se envir dos olijeeto1 do >ua carencia, annde encontraran por -inenos 10 0|0 do que
era outra qualqner parte, -um sortimento completo do marhin.-is para descarocar algodao,
do bem conhecido faiirieante Coltorr Gin & C, ditas para costura, naetores para animae,
ditos para fogo, au.olios pva caf de todos os tainaobos, da fabriea do api, espingardas da
dous canos c il- nm, tanto io^lezas como francezas, lauca de porcelana, facas e garfos
de diversa nonNdsdes e pr?ns. bandejas chinezas, *ahHre, bren, Mrbtnte, enxofre, papel e
limalha de ferro, ac. e a^olha para ugueteiro ; askn como eocontraro cunsuntu-
mente grande poreo de fog do ar, < recebe se encommenda de figos de viste, alem de um
cem numero de objectos, quo se tornara nfadonho nnmra-los : wenhati ra Dirita n.
53, teja do Lenidas Tilo Loareiro, aotign loja do Braga.

J. Fermra Villela
PHOTOfiRAiPUl i IMPERIAL.
18----RA DO CABG18
A entrara pelopatet da matriz.
Os trabathos da reedificaca deste photograpbia,
e que se prolongaran] por tanto tempo, arham-se
felizmente terminados e ella aberta ao set vico do
publico desde 7 de abril passado.
-O predio em que est collocada esta photogra-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento cont einco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
mentes leudo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Photo-
rafiiaimperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
aneiro, o priraeiro pbotographo do Brasil, e ura dos
primeiros do mando, segundo a opmiao ios mais
abalaudos mestres, a notsa photographia acha-se
dlspmta a reedificada pelo me-mo piano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
recommesdadas pelos mais destnelos professorej j
de aceordo eom as moditlcar,oes necessarias ai
clima do Brasil, reconhecidas e estudadas pelo ha-
bilissimo e pralico Sr. I. Paeheeo.
Todo o interior do predio em que est nogsa
photographia foi modado desde a goleira da porta da
roa at a eoberia, tendo-se demolido todas -as pa-'
redes interiore para, m fawrera as novas salas, i
edificando-e um novo terraeo envidrando mui
spacoso e eleganto.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
OMte corte para exaininarmo* as melbores pno-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
edee, e da qi:al trouxemos os planos depon de
all stsrmos todo nm inez esiudandoa apro-
veiteno a) liedes de lio distinelo mssire. Pea-
santos ne juntaado os nossos es'ndos e longa
pratiea de 15 annos de ptirtographia sutili^aimas,
Jicos ultiman este receidas do Sr. I. Pacheco, |
tcnJo Mpntmte a missa photographia como se
, po.,fn..j oflerfeer ao illostrado publico,
desta cidadO" e aos nos trabalhes de ptwtijraphia n perfeito?, como so i
pnera dcsajar, k convuncldos, esperamos
que (wniiuucra a rapnnsar-no# a raesma pro
teenio eom que -ha i-* *nno nos tem
Alaga-se urna granle casa de um aodar e
iojas completamente rajbilhada, em Oliada, cora
bini quintal murdo e Bo{i de boa agua, pelos
mezes que se convenciooarda festa : a tratar na
ra de Matbias Ferreira. casa de um andar de
qualro jao-'llas pintada* do novo.
Jcaquim Jos Goncal-
ves Beltro
Ra do Trapiche n. 17, f andar.
Sacca por todo os Baquetee sobre o banco de
Minho, em Braga, e *ihre os segoiotee Jugares eo*
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Vttenej.
Guimares.
Coimhra.
Chave-.
Visco.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do CasteHo.
Ponte do Lima.
Villa RgaL
Villa-Nova de Famaliclo.
Lamego.
Lana'.
Oovilhia.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
-* '__________ __________________
Da-se at a quaolia de dous contos de reis
a joros eom hypotheca sobre casas, nest cidade:
Joo Fernandes Vieira.
.Na ra atraz da Matriz de Santo Antonio o-
16 !. andar, cozinha-se para fra com asseio e
promptido e por mdico preco.

o segtrnj
lhteita n
Prtc,
rsaiba colindar e faznr compras i ao Corredor
Brspo n. 33.
idb swri
im'a ama fdrri
Preciss-se ut urna ama pr lavar e eogooi-
raar (p,aga-se bem) pa Tua deliortas n. L
Precisa se de urna ara para comprar
ziohar para casa de petica familia : na rus Au-
gusta n. 77.
aiendia.
Os administradores da massa falida de HantH
de Seuaa Carneiro-impu coavidsm aos oradores
de dita uisssa, para que ni praso de oito das,
contados da pnWfeaclo deste, apresentem seas ti-
tatos no escripterio n. 10, sito na travessa da Mi-
dre de Dos, atkn de seren verificadas densifi-
cados, oertos de que fiado esse praso nao serio
mais recebidos.
Precisa-se de um menino de dozo a> 14 an-
nos para caneiro. em Santo Amaro de labontao
de um estabelecimenlo de molbedos : s tratar na
ra de 8. francisco n. O.
Urna sanhora estrangeira dflereen-se para
criada e-essa de farmha oh para costnreira : na
ra da Amizfde. n. i4. na Capunga.
On-erva-se todas as fmetes do paiz, diver-
sas qaaliaades de massas per cha, doces d ovos,
ditos de-coco, broas de mimo, confertos e araen-
doas, xaropes, cap, rabotados e alfinim : qnera
pretender abrir atgnm estsbeieeiraento de-confeita-
ria, e se quizer strtisar do prestio deste artista,
detxe-carta lechad nesta-typograpbia cora as ini-
efaesl.A.Tl ________
Aluga-se ou vende-se urna casa terrea de
pedra e caj para pequen* familia, iuss com gran-
de quintal e peni do-baaho, sita mama da Praia
de S. Francisco de Oliada : a tratar com Severino
Guedes Alccfsrado 'Montenegro, junte a cmara
episcopal. O mesmo OToprieterio vende um ierre-
npparauBrt grande casa na mesma rea su.ira.
Travejamento de mangue: para ver e tratar
no trapiche do Sr. Dantas.
Saques
JoSo de Reg Lima, sacca sobre a praca de Lis-
bOa : ma de Apollo n. i.
O Sil JICHU IIO\
deste capital, que no dia 9 do corrento mez abrir
um restaura** na na das Larangeiras n. 4, sob o
titulo de
Kestattrant de Pads
e que ndleee encMtrai, ilm de boa comida, sor-
tmenla escoibido de vinhos tinos portuguetes e
francezes de tedas -as qualidades. assim como con-
servas alimenticias, fructas, etc.
Toman seassignaturas para dentro e fra do es-
tabelecimento.
Um grande sortimento de louca trazida de na
ultima viagem daEuropa, prmitte-lhe se encar-
regar de qualquer encommenda para bailes, soi-
r< s, etc.
O Sr. Miobatidon espera ver o sea estabeleci-
mento visitado pelo Illm. publico, quera nada
poupar para agradar.
Precisa-se de um caixehro que tenba pralica
de taberna e d fiadop de sua conducta : no arco
da Concei^ao n. 6. se dir quem precisa.
REPERTORIO
DO
Keplamenio do sello
1870
ititiear <
lli'j
AGLIA XBSBA, ben pe
jdesejados ader
~ aaaaaaaaaao'
Bastantes arvoredos de fructo, cora rio dentro e
proprio para criar vaccas, cora duas casas de tai-
pa, bem perto da praca por ser or lavar de
oso, termo de Olioda : quera preleseer dirija se
ao lugar de Agua- Fria do mesmo termo, casa de havera comprador por mais impertinente na es
acintho Soares Botelho
qualquer tegocio.
com quem podero tratar
Scienti
____ -
O complei con-
para meniuas de
i senhoras trazerem no bra-
co, cousa im
Leque?, 6 que ha de melhor e de maj golt-;
ueste geni tal sortii pin
Rival sem segundo,
RA DUQUEI)K CAXlAM \. tL
(Anlgaraa doQueimaA;/

m
Arrenda sa o sitio jardim botnico em Olin
da; que se presta a ter muito boa rea a pessoa
que tiver dous trabalhpdores, tem urna escallent-'
casa, alem de outras para escravos, estribara,
muito boa agua de tfrber, gaste* e leoba, grande
quandade de arvors frucferas, terreno o melhor
possivel para capim e verduras. Tambem se ar-
renda melhor easa de Olinda com sitio, agua,
frucias e outras regabas que s com visla : a
tratar na ra do Bomfira, casa junto a igreja.
colha que deixe de agradar-se.
P ebines de Piver.
P de carvo de Lubin.
Extractos fines de todos os autores.
E oubtcs Biuifcs objectos de est seiente; pois que a AGL'IA NHGRA nao des-
eScaum s momento em dscobrir objectos es-
peciaes e inteiramnnte novos, pira assim bem ser-
vir saus freguezes. '
antaVrff-HMttttflHKjRtt flISSft
AVISO
O Sr. Alferes Tibnrco Joaqnim de Andrade
tem urna carta vioda do Rio de Janeiro, na ra
flcS. Francisco n. 6, sobrado.
?Precisa-se de ama ama
brado o. 50, 1" andar.
AMA
na ra de Hartas, so-
Ama
N,rua daCafleia do Recife
a om para cosinhar.
n. 50, precisa-se
AMA

Precisase de ama ama que saiba comprar e
cosinbar, para casa de homem solteiro : na pra-
ta da InJependencia ns, 4 e 6.______________
Precisa-se de nm caixeiro de 14 a 18 annos,
qoe lenha alguma pratiea de taberna e d conhe-
cimtnlo da conducta : no pateo do Terco n. 38
Qflerece se de urna pessoa com pratiea de
eogenho para caixeiro on administrador de algom
eogenho : quem pretender deixe carta nesta typo-
graphia'eom s iniciaes P. R. R.
Grande liquidadlo de
fazendas b ratas
N. 25.
3#, 5*
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. & compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
ue em outra qnalquer parte.
Com muito maior- vantagem compram-se
onro, prata e pedris preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Caraeao de Ouro u. 2 D, raa do
Cabug. _________
Coropra-se nm easiuba em um dos bairros
desta cidade, quem .iver annnncie
Compra-se um silbar : tratar na ra larga
do Rosario o. 22.
PARA ACABAR.
A' RA Io DE MVRGO
ALGODA0S1NH0 a 2*800.
5*500 a peca.
MADAPOLAO FINO superior a 5*800, e!
fifctoO a peca. <
CAMBRAIAS finas de core?, modernas
a 580 o cuvado. j
CAMBRAIAS brancas transparentes a i
U peca.
LENCOS de cambraia de linho borda- J
dos a 1*500.
. ALGODO AZUL com 56 covados a <
5*000 a peca
COLXAS adamascadas superiores, de {
cores e brancas a 3*. 5*500 e 6*.
CHALES de merino, lisos, pretos e de J
todas as cores a 2 500. <
BRAMANTE de linho de ama largura '
com 27 var,"s a 23*,
CHITAS escuras, claras, miudinhas e !
matisada* a 220, 240 o cavado,
CORTES de cambraia de cores com 10 ;
varas d lindos padroes a 6*000.
LAS de cores a 240 o covado.
Do-se amorras com penhor roa 1 1
pa de Margo n. 25, loja de Manoel Dias Xa-
83 vier.
f-ij.
ba-
i.iiiras oe area preta mu:
Tesouras finas pai
ra a.......
Papis e agtilhas fraccez*s a
lao a. ........
Caixas cem seis sabonetas de fruta
Libras de la para bordar t!e ted*s
as cores a........CHOCO
!GO.
Taberna
1-Hffi
Vende-se urna labarna propria para principian-
te, bastante afreguezada para a ierra e para b ir
do : a tratar na mesma, travessa da Sentala-velha
numero 4.
Bibliotheca juvenil.
Sortimento de livros de agradavel leitura, pro-
pria para ensino dos meninos.
Caminho (a) da paz, 1 volnme 12" encadernado
l*OiiO.
Cartilhas cmn-ettampas. para uso da moeidade,
1 volume 12" ene denudo 1*003;
Henriquinko e oseu criado Boosv, 1 volme-12o
encadernado 1*090.
Historia de Aivir Ditnn, 1 volme 12 encader-
nado 1*(00.
Historia da Btm Pastor, l volume encadernado
2*000.
Menino (o) dm itotta e o seu cao piloto, 1 volu-
me 12- br. *500.
Mossa casa terrestre e o seu constructor, ou a
abedoria de Deus mostrada na estructurando eer-
po humano, I volume, 12 encadernado 2080.
Quadros mfawtii 1 volnme 12 1*500.
LIVKARIA FRAN'.EZx.
VrNDAS.
Offorce-se urna ama do leite para criar qnal-
quer menina, com leite muito b m : quem quizer,
dirija-se a ma de H -ras n. 31.
GASA DA F0STU1A
AOS O:O(iOS0OO
ROA 1- DE MARCO N. 23.
O abaixo as.-ignado avisa ao publico, que com
quanto ;i nova lei do orcamento u've>se elevado
muito o imposto sobro os tiil!ites de loteras to
Rio de Janeirj, continua a vende-les co.-n as f*T-
malidades da lei, e pelos raesmos preces abaixc
publicados, pagando todos os premios com o d-
cooto somenteda lei, e com a promptido do eos
turne.
PRECO.
Bhete inteiro... 24*000
Meios bilhetes... 12*000
Ojiarlos........ 61000
Em quantida le maior de 100*000 na razJo de
22*0*'.
________________. Manoel Martins Finia.
Na praca ua Independencia n. 33 -se da d>
heiro sobre penhores de ouro, prat e pedra-
preciosas, seja qual for a quana ; e na meso
;asa se compra e vende objectos de onro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
teraraenda, e todo e qualquer concert tendn*
i mes::ia arte.
ULTIMA HORA
O Costa, ma das Cruzes n. 42, participa a
todps os seus numerosos freguezes, que pelo olti-
mo'vapor recebeu alguns gneros de primeira qua-
lidade. a saber :
Queijos flamengos o que da melhor se pode en-
contrar.
Bolachinha do fabricante Gondolo, pela primeira
vez vinda a e>te* mercado, pelo preco mdico de
2* a lata.
MACAA8 de qualidade apreciavel.
amkixas era lates efrascw.
Gaz de primeira qualidade, que se vende a
'i00 rs. a garrafa e 8* a lata.
Aiem das muitas e variadas qualidades de mas-
sas para sepas, con-ervas, quer de tems, quer
de carne ou peixe, doces, vinhos, licores, etc., etc.,
tem velas estearinas a 6'i0 rs. a libra.
Vidros para vidraeas de lodos os tamanhos
e era caixas, vende Bartholomeu C, era sua
pharmacia na na larga do Rosario n. 34.
Taberna a venda.
Vende-se a taberna da ra de Sao Bento n. 19.
em Oliada, urna das rr.lhores mas : tratar na
mesma. mi-nvo da venda achar-se'o seu do-
no bastante doente e necessilar retirar-se para
fra.
Carriieis de litha Al-.-xandre a. 100
Frascos cora azeite pira machinas /500s
Gravataa de cores muito finas a 5Q0-
Groas de botoes madt-persla fi-
nsimos a < 39&i
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e....... 3C0
Novello de liaba de 400 jardas ?.. CO
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... CCO
Penles volteados p;i a meninas a. 40
Tinten os cora (tmta preta a 80 rs. e 1G0
Pegas de fita elstica muito fina a L:O
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocamo muito -
fino-, .y..... 500
Ditos ditos dito grande a. 1,3000
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bullios a ;iOO-.
Duzia de sabonets muito finos u. 730
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. I 200
Frasco com agua dtcolooa Piver a 5G(t
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. ',0
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
cartilhas da dootrina lazenda nova a itf
Libtvs de linha surtidas de lodos as
nmeros a....... !80-
Babados do Porto, largos a 160 e 200
Capachos omito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz prcto, com 2
oitavas a,........ 640
Agulheiros de osso enfeiUdos u, 240
Libra de linha franeeza superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. .
20
Vende se pennas do ema, cera de carnauba
e feijo-em saco : no e-criptorio de Moraes & Ir-
mao ra da Madre ie Dos n. o, Io andar.
Vende-se urna rotula de amarello em bom
estado na camba do Carino n. Iti.
Precisa-se de urna ma secc.i para casa de pe-
quea familia : a tratar na ra estreit de osa-
rio o. 32, 3 andar.
JACARANDA'
Vende-e as duzias ou era toros :
tratar na roa Din-ita n. 31. armaz m.
para ver e
Vende-se um grande sitio sem casa, terreno
proprio, no prineinio da e.-rtrada do Rosarinbo por
Knde passa a estrada de (> rro de Olinda, com mui-
tas arvores da fructo de diversas qualidades e bai-
xa para eapffl : na ma dos Pires u. 32, casa de
Cecilio.
Vende-se a amiga padaria da ma Direita nj
69 : a tratar na praga da InJependencia n. 14.
Vende-se urna boaaimaeao existente na casa
do pateo do Ter?o n, 19, cedendo-se a chave ao
comprador.
Vende-se a de canna a 280 rs. a libra, em
porcao faz-se difTerenca : na ra de Hortas, ar:
mazem n. 2.
CANDIDO ALBERTO SODRt DA MOTT.V& C.
com eseriptorio e armazera travessa da Madre
deOeus a. 14. tem para veuiler o seguirte :
OCRE de muito boa qualidade a 15210 a ar-
roba.
CIMENTO PORTLAND, verdadeiro e de primei-
ra sorte.
VINHO BORDEAUX, desde o mais* fino e espe-
cial M c commi m
CO.XSEVAS FRA.VCEZAS das mais superiores
qualidades, ainda nao bem conheeidas neste mer-
cado.
PAPEL de difforentes marcas para cigarros.
DITO PINTADO para forrar ealas, gabinetes, es-
ertptorias etc.
Acaba de chegar no\*a remeSH de^se artefacto,
ue je vender por precos mais reduiid- s.
Cestos para cmduoao de maletiaes a ripas
de-carnauba.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar,
vende-se aquelles artigos, que serau mostrados
aos preteodenles.
Vende-se a armaco da loja da ra da Im
peratriz n. 56, propria para qulquer eslabeieci-
raento, e_aluga-se a mesma loja a quem comprar
a armaco : a tratar na mesma na o. 72, loja
da Ar*ra.
.Vende-se um terreno em Motocolombo, fre-
guezia dos A Hgados, oom 160 palmos de fundo,
j com alicerces para cinco ea>as e cacimba para
serventa : tratar na ra Direita dos Affogades
n.13.________________________________
Fariiiha de maudioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Camarina, chegada no patacho porluguez Ullissa,
fundeado defronte do trapiche do Sr. Barao do Li-
vramento : a tratar no eseriptorio de Joaqnim
Jos Goncalves Beltro, ra do Commercio n. 17,
ou a bordo do referido navio,
Precisa-se do
caixeiro de taberna
um menino portuguez para
na ma Augusta n. 116.
SITIO.
Aluga-se um bom sitio na estrada do Arralal,
com casa grande o ltimamente acabada, tendo as
coramodidades necessarias para familia : qnera a
pretender irija-se ra Io de Marco n. 16, 1*
andar, que achara com quem tratar.
honrado e
Attencflf
ECHO DE ROMA.
Acha-se em distribuJco o a. 15 desu revista,
reblando rr.inar:os9moi4> tilos os aconte.-!:* ca-
los du c.iuci'ii do Vaticar.i.
Contiua-se a ubvrerer n>r 6/000 r?. p -r nm
annn.
NA
UVBARU FflAMCSZA
Casa ara alugr.
O terceiro anJar rfs ru da Cadera numero J.
ianur : ao
Aviso aa-'publico.
mi /!-**;-

iEOOR ClliSl.
18, dncontraaa-.''
s (rcsHdad-M (Je t
ene ao Rh^oo.
ta ci
eogn>
raerao
jornal que meu
to nja tenlin eom o
ira sobre nalqu que
d# O^^^^^^H
Precisa-se do urna molher que saiba bem
engommar e nter, qne seja de boa conducta :
tratar na ra da Aurora n. 40.
ATTENCAT
Na non te de domingo, 7 do correte, perdea-se
ama pnteeira de oaro, lisa com esmalte verde
cm cima de urna chapa, desde a casa o. 60, da
ma do Bario da Victoria, esquina da do marquez
do Herval at o panorama da ra da Imperatriz;
pede--e qnem a achar, ou aos ourives, quem
por ventura tenha sido a raesma oiTerecida, te-
nbam a bondede de leva la ra de Pedro Af-
fonfon^Jihjju^jej-e^ojpjw^ genernsameile
D. Antonia Francisca da (>mcei{aiHjaldap^iu
va de Manoel Pereira Calda', agradece de todo
seu coracao < pessoas que se dignararn acompa-
nbar o cadver de tea presado marido a sua ul-
tima morada, e convida aos mesmos Sr*. para as-
sislirem as missas qtio se tera de rezar no 7o dia
do sea falleetmeoto. sexta-feira 12 do corrente,
s 6 hnras da macha. ______ '
Aos mestres de obras
Um pan: ira
tojo e,sen
na piesma casa tn ama ama qne se ofl
casa e.pnrfas a dentro e de pequ-raa fa
Hermn Blu, re(irae para a oropa, e 'de-
moraf-?e.-b.a 't rpeze?,
Venham comprar.
Antes que se acabe, madapolio francez largo a
6a00 a pega : na loja das seis portal em frente
do Livramenlo.
Doce fino.
De goiaba, laranja, limao e bananas, vende-se
coQtantemente ra de Marsilio Dias, outr'ora
Direita, taberna do Borges.
Sitio em Parnameirim
para vender
Anda est para se vender o sitio Olho de Vi-
dro, em Parnameirim, ou Ponte de Uchoa, com
sobrado de nm andar com 10 quartos. fogoes e
fornos de ferro, sonzalla para todos os arranjos,
bstanlo- aivoredus de fruclos, terrenos p.lra
plantafoes, boa baixa de captm, agua de beber,
tanque para banho etc. : quem o pretender com-
prar emendase com Jos Antunes Guimares.
na ra do Arago n. 13 (luje Viscende de Pelo-
tas) at 9 horas da manhaa e das ') as o da tarde,
na falta, na ra de Qucimado n. 1 loja, hoje Du-
que de Caxia.
Cigarros da iihperial
fabrica de S. Too
de Nictheroy.
nico deposito em Pernamhuco caes da alfan
dega velha n. 2. anda.
PARA ACABAR.
'.amisas francezas a 1*300
Tamancos para hemem, senhora e me-
ninos a 3*0
Sapatos de marroquim para senhora a 480
Chitas largas a o
Na ma larga do Rosarion. ii, loja di Vianna
m fiAZ GAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster
., roa do Imperador, um carregameuto de g
de primeira qualidade; o qual se vende em partiJi
a a retamo por menos preco do qne em ontr qna
ner parte. '_____________
Atten^ao
Vende-se ama taberna na freguezia de S. Jos,
bstanle afregnezada : quem a pretender pode di
rigir se a ra do Hospicio n. 39, a razio da venda
se dir ao comprador.
DEPOSITO
Raa da Cadeia n. S.
Vndese por meos prego do que em ontra
qualquer parte, de 10 killos para cima, as seguin-
tes qualidades :
Sant.Qualii lioe, fine snperienr.
Surfine.Par exceilence. Vanille.
Qualil fine.
Fnis de fer o
para purgar Besucar : vende-se na ra da Cadeia
n. 4, armazem de S. Barroca.
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZA*
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carnbiho
viannaum completo sorticiento de ma-
chinas para costura, -los autores mais ct-
Miecidos, as qua<-s eslu em exposicao to
mesmo Bazar, y;u ;iitii;u-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensma-se com peifeco
a todos os ccmpndnits. Est^s machinas,
sao iguaes no s^u tiMb-iho ao fe'38 costu-
reiras diariamente; e a sua per.'eicio tal
como da melbor costoreira >U Par. Apre-
sebtam-se trabalhos u.iecutatlos pelas mes-
mas, que minio < \'ia agradar ac preion-
dentes.
S Joaquirajodr guesTa- g
vare> de Melo,
^i ratja do Corpo Santo n. 17
^ TEM PARA VliMIER :
Cal de Lisboa, i
Potassa pa Russia.
; Viitho Bordeiwx.
M Fa olio d.- L-isl)o;j.
^ FarEafra de at^^.'tuea.
m moni
.NA
Loja jor da boa-vista
UE
Paatlo P. *Tc W. ecBRiarea.
ChiU- escalas e claras, covado a OO,- 20 e
80 rs.
Cambraias de cores fixa?, covado a 200. "240 e
320 rs.
Laa com listras, e miudinhas, covado a 200, 320
a ,"00 rs.
Brim pardo trancadj com pequeo toque, metro
NArt irift -:/>(i *
Vende-se a taberna rita na raa dos Guara-
rapes n. 10 : a tratar na mesma.
Cera de Lisboa em velas
Tamanhos differentes desde 2 a 16 por libra, em
caixas de urna arroba : no irmaiera do Tasso Ir-
raaos c C, roa do Amorm n. 37.
a OO, 500, :00 rs.
DitOb decores, puro ircho, grande
IS, 14, 14000.
Ditos de dito, algodao,
360, 360 e 400 rs.
Molskine pa'ia calcas, fa.enda
POO, 900, IOO rs.
Cortes de calca de casemira prela
4*000.
Dito? de dita de quadros de cores .
12*000.
Caigas de brim para aceran a 6t0 e I4OOO.
Camisas de ri.-cado para escravos a 800 ^ I000.
Pecas de'algodao e madapolio pur precos ha-
ratissimos.
48-RA DA IMPER.ATRIZ-48
Junto a.padaria fraoceza. t
pechincii?, a
boa qualidade, covado a
nova, covado a
a 34o00 e
74000 e
Por 1^00
Lindes cortes de chita para camisa a 14800: na
roa do Crespo o. 23, loja da esquina.
Aos vidraceiros
Na ra Direita n. 18, loja de fuoioiro, vende se
vidros de todoa 09 tamanhos,1 mais barato do que
em outra qualquer parte.
Lindoi corles de
satas, e simples, faiAnOa de primeira qualidade,
rada um com seu flgurino por '4000 j raa do
yueirnado o. 1, loja do Ga-par.
Os accreditados cylindros ameriranos para pa
daria.
Machinas para desrarncar algodao.
Cano? de ferro galvanisados, para agua
Carrinhos americanos para transportar fazendas.
Oleo Vndese em easa de Mills Latham & C, ra da
Cruz n. 38.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes trandanticos biehas de qualidade snperioi
e- vendem se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer uarte
na ra da Cadeia do Recife n. 51, \ andal
Vende-se a easa terrea n, II, .-ita em Oliuda.
A ra do largo do Amparo, com excedentes com-
modos e grande quintal, solo proprie : a tratar no
Recife, roa da Cadeia n. 5.
Objectos para carros,
Solas de lastro.
Vaquetas de lustro.
Ga des largos e eslreilos.
Oleado preto para guarda chava.
Dito de cores para forro.
Lanternas e vellas-
Botes de osso de cores diversas.
\ proveitem a occ sifto.
Veqile-so urna leja concertada e pintada de i
na travessa de S. Pedro, por ter seu dono se reti-
rado para fra : a tratar na ra da mperatni n.
13, bazar acaden
ceSeto-
O verdadeiro Bn(jfl na roa da.
Madre de Dos d. 22, armazem lartins da-
Barros.

i


6
ario de Pemambuco Terca fein
L
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA A MPERATRIZ-60
DE
SILVA, FlfiUEIllM&a
rt J Jn.Dr,SD'e eslabe, nw gosio e wuas, ae primera necesstaade, que se vendem nnis bar^s v. aooos desta rma adoptaran, o systema de so vender DkNfiEinQ ; para ier, vlende, pete eate, bawtauX.W *W> a MQ
arronarem o descont ; as pessoas que negociara en nequeoa escala, nast loi* earomen) podtflovfcaer oseus sortimeato
*>* mesmos precos que compram as casas inglesas, (importadoras) e para maior oommodidade das Etms. familias se darae
atrasaras de todas as ratenda?, oo Ibes lavan em sois casas para escotaste.
PICHINCHA EM CASEMftUS A 41000. CORTES DE LA ESGOCEZB9 A 6#Q0
Ifo Bazar do Pavio ei-se ama grande Vende se bonitos cortes de la escocesas,
ora em um leiUo, das mais finas vindo cada om em seu papel, pelo barata
aaaarairas ingtezas qne tem rindo a es- preco de {1000 cada una; no Batar do Pa-
ta mureado, tendo cores claras e escora, vSo.
Mda> eom padrOes serios, oroprios para CASSAS FRANCEZAS SU RS. O OTA-
taitas, palitos e colletes vende-se a 4*000 DOi
rodo, o qoe em ontra qoalqner parte No Bazar do
CAMISAS DE BHriELLAS A
No Bizar do Pavio vende-se um bonito
sortimenta com todos os tamandoa das are-
Ihores camisas,, da flaneila de lia, com
mangas tanto propriM para b'iarena, come
para seuboras e veads-sa a 3Q0t> cada
*.<> se vende
vantapem.
BKINS DE usm
urna, e quem comprar, de mela dDzia para
Pava>_ Tende-se um grande cima ter om abeaaeoto, Sao de uiuiti
por menos de6; grande sortimento de cassas de r.nres, para acabar, utitidade.
240,rs. o covado, drtastfiDissinaafranoaaas firaaoe peefciaoba a eaa s* Uglaai'ie.-'3M)
IjJOO padr5es miodinbos e gradoa l560"e4K NoBazir aof*5ofz-saMmaraaecqm-
DE COR A
No Bazar d Pavao, fe&se ama grande
compra de paros brins de liabo, muito ea-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
irio *> roupas para meninos, por serem de
paslroes miudinhos; garntese qne nao ba
torre- a que lbe tire a cor, e vende-se a
l|2O0 o metro tiesta excellente fazenda.
ADAP3LO FINO A 60400 A PEQA.
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ajdapolo fino de muito boa qualidade,
toada 22 metros ou 2) 'aras cada peca,
peto barato preco de 6#000, por se t-jrem
onprado nm pouco enxovalhadas; pe-
cknt-ha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tos ioglezas infamadas adamac ada?, pro-
jnas para cobertas e cortinas, sendo fazen
4 qne emqialquer loj i se vtmdi a 320 rs.
e Iiquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
ri.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do "ara i vendem.se bonitos e
graades eacbi-nez de pura laa, pelo bara-
to preci de 65000 cada om.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegon para o Bar do Kav3o, um sor-
tea n'o dos mais elegantes cretoaes frao-
eezes de cores fixas, proprios para vestidos
roanas de meninos, e vende-se a 640 rs.
avado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do PavSo fez se urna grande
mora de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bistmte eaorpadas e grandes,
qan sempre se venderam a\t25">*>0. e h-
aprdam-se a 74500 a duriar.ou a 640 rs
cada urna, b^a pe'hincha.
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O PavSo vente umt gnnde vor&n doi
fflaii bonitis ciaposinhos de pallia da ta-
fo, propros para meninos de todas as I Ja-
es, sendo chap >s qoe valem 55^0" e ven-
eia-se a 2>0OO ca ALPAGAS LA R VDAS A 640 RS. O
COVADO
Receben oPivan omaisbo ito sortimento
da a'pacas lavra las d i t-tdis as cores pro-
ptis para vestidos, e vende-se a 6*0 rs. <
oado ; crcni-' pechincha.
CUTAS E RISCADINHOS MIUDINH05 A
200 RS.
OPavaovend. chius ou ri cadinhos tuiu-
nJK efir d- rosa e rxinho, proprios
jwa vestidos e roupis de creanc-s a 200
B.o Cfvado. S3o mui'o baratos.
LASIMBAS COM PALMAS S SEDA
Cbeon para o Pjv5 i o msis bello sorti
B'oto das mais brilQantes llsnotns clara
tora bonitas palminhas. de seda; ten lo lar
asir de -chita france'a e veide-se a 10O'!O
ovado ; grande pechincha.
rs. o metro ; s3o moito barata. pra em Mi, de nr.is>ima*c^miwS'iiigie
ORGANDYS BRANCO E DE. COR zas com peitos e puubos de nuo, toado
No Bazar do Pavo veode-se-os mais com ooUarinho e de todos os no meros a
bonitos a muito fiaos organdys com listas 40/100 cada urna, ditas sena co laiiabos,
largas e miudas 40000 a vrj, ditas litas, porn faze ida lh|issima a 40500 ; gran-
fizenda de muita phanlasia 800 rs. a vara, de pechincha.
ditos d cores, finissim-s padroa, iotaira'- CAMISASBARATASa208'X),30OCOe206OO
mente novos 80 > rs. vara; peoh4Qeba. No Bazar do Pavita vepdee urna gran-
GROSDENAPLES PRETOS de porcao do otoenwras mOfciadas, muito
Chegon para o B izar do pjvao um pranr encorpadas a 20800, ditas daissimas com
de sortimento dos melores grosderaplet msela de seda a 35200, ditas modernas
pretos qoe t-*m viudo so mercado, qne te de quadros, fazenda de muito gosto a
ALPACAS HATISADAS A 611 RS. 0 COV IDO.
V^ndetose \as mais m derna e bmitas
alpacas matsadi? com palmiihs, muit>
proprias para vestidos de sen hora e d) mf-
anas pelo barado preco de 6i'J rs. o cova-
o; so muito em conta.
PltA \0IVADOS CORTINADOS, CUCHIS.
Cnegou para o Bazar do Povao um uran-
&% sortimento d>s mis bonitos pirtmados
bordado', proprios para ctmas e janetla*.
foe se vendem de 105 00, al 200 i 0 o
par. assii como o me'bor damasco c*m 8
pahio- de largura a imitaco de damasc i
<> seda, proprias para colcbs, e propria-
isente colchas de damisco, send os melao-
ies e mais bonitas que tem viudo ao mer-
ado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do PavSo vende-se urna granie
ajiantitade das mais elegantes sedas com
kstriabas, tendo de tolas as cores e a'
fcna-c6r ; fazenda qae ningae* vaode por
manos de 25403, e I quida-se a 0OOOcada
ovado; sao moito baratas.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav3) vand;-se um sirtimec-
t> completo dos mehtre; setins e grosl^-
nap'es de todis as cores, qoa se vendem
mnit) em conta.
1ASINH IS ESCOCEZAS A 500 Rs. 0 CO-
VADO
O Pava > vende um elegante sortimento
das mais lindas I85siohasescoce;as com fias
de seda, pe-i barato preco de500rs. o co-
vado ; grande pachmcha.
LANSINHA A 320 ,
No Bazar do Pa3o vende-s ora elegante
aortimeoto das mais bonitos lai.-iubas a jx.
tact) deponpeli'jas, com linas de seda roio-
dinbase una s cor 30 rs. cida co.s-
>.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO '
Ni Bazar do Pavi vende-se um elegay.
9) sortimento das mais bonitas poupelina*
da laa com lista* roialinnas, sendo todas
auasi de omasacftr. 400 rs. o covado ;
Abarassi
veadem de 40600 at 55oO0 o covado
slo todoa muito em conta.
CAMBRA1AS TRANPARNTES
No Bazar do Pjvi vende-se um grande
sortimento das mebores cambraias bra cas
transparentes, tem de 305 )U at iO0OOu
peca, ditas suissa- fioissimas com 8 pal-
mos de largura a 20000. 20500 e 30OuO
vara, ditas victorias e tapa jas da mais infe-
rior at amis fina qne ve ai ao mercado;
tudo isto se vende moito em en ni.
MANTELLETES DE FIL
N) Bazar do Pdvo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
m laco, pelo barato preco de 1U0OOO ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10003, 10280 E
106UO O METRO
Nj Bazar/do Pavio vende-se oonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sen lo com
babados e pregas de nm lado; dan io a lar-
gura da fazenda o comprimento \ s \ia, a
qnal se pie fazer com 3 on 2 1|2 metros,
e oende-se 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambe n no mesmo et^bsllecimento
se vende bonitas sa^as brancas bordarlas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de la de
edres j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da menn i fazenda 40!M) e outras
com barras bordadas 60OOD e 70000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO enfestado para lenqes.
No Bazar do PhvSd veod-se o m.-Jhor al-
g'dao c6, ten 1o liso e entrancido por preci
muito barato.
ESPARTILH0.
No Bazar do Pavao recebeu-se nm elegan-
te son meato dos mais modernos e melho-
res espirtilhos. que te vendem por preco
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pav3o recebeu um grande
sortim-nto dos me'Dores paooo3 de croch,
proprios para cadeiras de balaoco tofs,
pianos, t^mboretes e at proprios para cu-
brir almtf idas e pratos; ven'enia-se p >r
metios do que em qualqusr parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A lOOO
Cbegou para o Ba?a<- do Pavo nm ela-
gante sortimento de merinos muito leves
de urna s cor e &. pr iprios para vestidos e roupas de meninos,
espionas bonros etc., e vende-se pMo
bar to preco de 15000 o evado; bonita
fjzinda. .
Lasinlias tranrparenles a 500 rs. o citado
O Javj rsceb.iu um bouito sortimento
das mais elegantes laasinh-is transparentes
propriis para veti los, que vende a 600 rs.
o covado; muito birato.
PARA LENCOE-i
No Bazar do Pdvlo venda-se su )erop
bramante d'algola > om 10 piluos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de lobo com a
mesma largura a 20800 cadametfo, pannos
ds l-nhodo p^rtocom { 1/2 palmos dolargur*
de 70at 10 a vara, as^im como nmg aade
sortimeato de II mburgo ou cr^gae-lis le
todos os mineros, precs o qualidales,
que se veniem mais barato do que en oo-
t.a qn'Jqner part; a >ro?etera-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav5 vafde-se snperior
atoalbadw trncalo, com8jalmas detorgo-
ra a 10600 o metro, dito oh linbo adamas-
cado o melbor que tem vind > ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
DAMASCOS a 900 ri.
No Bazar do' Pav5o vende-se bonitos
damascos de la com urna largura pro-
pria para colchas e cortinas peto barato
preco de 900 rs. o covado, barato.
Cretonas escuras para vestidos f c^aobm.
Cftegou ao Bazar do P^vo esta n va f.-
zeoda matisada cm c-fs fixas e
moito encorpada ir.prias p'.ra vestido e
chambres; vende-se pelo barato preco de
8X) rs. o covado; po-m f8) mui-o bonitos
Bildes regnlalores a 40000 40jJ e 50SO-
Cbegaram ao Bav do ftivoo aas bem
feitos balo s reguladores, sertlo de. '.i-
a 45000. ditos d- museliaa a 455J00, di-
tos de lisioha de todas as cor*; a 50000,
todjs elles s3 mi tus.
Paan) preto muio barato a 30aoO
O Bazar dj Pava > recebeu uua 'gran(le
porco de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, qu) sempre se ven leu a
50000 a cralo e pode liqaidar a 3$100,
por ser urna excellente compra,
30600 o covado; aproveitm.
TAPETES
Cbegou para o Bazar d Pavio o mais
-legante sortirneut de tapetes grandes, pa-
ra sof*, cora 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas caderas, ditos para
pianos, ramas, portas ; et;. vende-se por
menos do que em outrj q-ial pwr parte.
COLCHAS BRANCAS A 302 )0,305fJ'E 70
Para o Baz;-.r do Pavo chegon nm gran-
de ortMoeot) das memores colchas de fas-
to, s ndo das mebores e mais e corpadas
que tem violo, a 75u0 oias nm pooco
mais abaixc a 3450 e ditas a 30OUO;
Umbem ao mesmo estabeleoimanto se ven-
de uogrande sortiment di cret mes a chi-
t s. proprias para cokbas, que se vendam
muit em >ohia
GORGBOESOUPODPEUNASOE SEDA
A ?0OO CADA CO vADO.
Cheguu para o Bazar do Pav3> nm ele-
gale sortimento das verdadeiraspoupelmat
de bobo e seda, com os mais modernos
goslos, que se ven lera a 20OUO cada covado,
o que em ootra q alquer parte nao-se ven-
de p ir menos de 205130, pre^inet-.-e que nao
s3o algodo e seda, como ha muitos; mas
sim puro lioho e seda ; sao mnitj baratas,
ROUPAS PARA HOMENS
N) accrtditad Ba.arduPd>3> eicoatra-
r o respeitrivel publico um grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'dlgodao e delinho,
p;ra lodos os precos e q ;a i lades.
Ceroulas de linbo e aigodo.
Meias cartas francezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de paono preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de cjsemiras pretas e de ores, com
cohetes iguacs
De todas estas roupas ba para todos os
trecos e qualiJades, e Um de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e acei i qualquer pe. de obra a capricho
ou goto do fragtiez, tmdon'este importan-
te estabelecimento t das as quilidides.de
anno fino, a; me'hores e mais moder-
nas casemi;as, assim como os mebores brins,
qqpr brancos, qnr de cor ; e quan lo qual-
quer obra nao tfcar inteirame ite ao gosto
dos fregnezes fi a por conta do estabeleci
melo.
CHALES DE MERINO
Caegou para o Bazar do Pava t am elegan-
te soltimenti decba>es de merino de cores
muito bons om pidres-muit) decntes
para qualquer urna sennora usar, ditos de
croim com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vi ido ao mercado, e ven-
de-se por p-eco mono em conta.
;AWAII
Roa hg e Caxiasn. 55
Na loj a da VERDADE cootimra-se a ven-
er por baratissimos precos todos os arti-
go* de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, garaotiodo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e masas por ba-
ratiastmo preco.
Espelhos dourados para pendurar a
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Paes finos para segurar cabello,
Cbaminas para gai a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 10000.
Dita com agua flor-ida a 10500.
Dita;com. mm a 10000.
Torneo de Jayme a 10500 o frasco.
de babosa, de
ra.
Dita cae agua de Colonia de 300a 10000
Dito com extractos fiaos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
00 rs.
Sabonetas muito finos e divanas quali-
3*500. ***** 80, 160, 240 6 320 rs.
Finas escovas para dentes de 32Q e 500 rs.
DHaa para (acto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Puntes para alisar com costa da metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
PtjfUea para tirar piolbo de 160 e 240 rs.
Pavios'pari gaz, daua a 240 e 32 Brincos do, coree, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs:
Peonas caligrapbicas maito finas a 10400,
Ditas de lauca e mosioba a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos d 500
HA500.
Grasas da botoes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com en velones a 480 rs.
Ditas com obre i as a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
tOrs.
Tbesoura para costura a 240 rs.
Linba de marca caixa a 280. rs.
Carriteis de nbas de Alexacdre de n. 70
a 200 a 10 rs.Q
Grampos muito finos, com passarinbos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30QOO
Ditas portuguezas, duzia 10-400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
tOO rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
odres de 40 a 100 rs.
Fits para cs, peca 480 rs.
Alneics de lato, carta 100 rs.
Sapatinbos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Xa Verdade ru* Duque de Ca
xias n. h.
HL al iH 1 V H_
CABELLEMIRO FRANCE
51Ena da Cadeia do Eet61
Chama a alinelo dos seos innmeros reguezes, e do. respeijdveljfaljMcqqaaj
larai, para a seguate tabella os precos da sua casa, os qeee saVawrinl par c*i.
axais barata do que em outra qualquer parte:
Cabellairaspaajieaaorii I 25*. Cpdeia para xqlpgiorfi 9af0
W.M e...... 40I9P0. 70,8#,;9eVi20** [ism
DiUs parahomjma 350, 4O0e 5O0OQ0
Coques a 120A150, 0, 20|, | Certa e^cabello,..... BtK
250, 300 e..... 320OfoA, Corte de cabeiio cqm .lavagaiwa
Cackosou crespos a 30, 40, 50, XJ'T' J 4W
60:70, 80, 90 e. IQAPftO Ci^jle^bdlocombmpezia
Tranca de cabella pin aar*i M f caiqa^,pp*k ^n* electn-
500 e. ..... 10000: ca>utuca m Pernambuco. 10W
rranca para braceletes a 100, i Frisado i ngie?a,ou nmv- U
150, 200, 25 e 300000 Baria. ,...... n*
mmwm mwm
Bbpealida4p de ppntea4s paw /casawWW
Ballea e aoire*
O dono do estabelecimento previne s Recommenda^se a superior TINTURA.**
Sxmas. Sras. e aos cavalbeiros qoe ha um; PONEEA para enegrecer os cabellos e b*1
lalopara tintura dos cabellos e barba, as- bi^miica-adnttidama ExnosicaoUmwei|il
coa nio prejudicial sade, por sari
nm como um empregado somante occupa-^atil, analyada e approvada pelas a
io nesse servico. mias da sciencias de PARS E LON"
BABADiNHS
No Bazir do Pavo vende-se om grande
sortimeoto d dos tapados e transparentes, assim como
urna grao le porcao de enbvmMos largos e
estreitos, qoe para acbar se vende omito
em conta e mais barato do que em ootra
qualquer parte.
FAZSNDAS PA1A LUTO
No Bazar do Pa>5u vende-se constote-
mente o menor sortimeotJ de fazendas
pratas ^ara luto, como sejam :
Lasinbas i retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qqalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com braoo.
Merinos, cant t, bombazioas, qae sa
vendem mais barat, do que em outra qual-
quer p irte.
CHITAS PREJAS A 200 RS. O COVADO
No 8azr do Pavio vende-se chitas pre-
tas inelezas com salpicos 200 rs. ocovado,
(1 tas todis pretas, por estirem um pooco
russas, a 12 o covado ; pecbinoba.
O* projr.etarios d e^te importante esta-
belecimeoto rogam ao respeilavel publ co e
part alrmente s Exmas. familias o favor
le S9 d irem sempre ao trabdno do lerem
os seus aonuncios, pela raz5 < de muitos
d'elles serem mudad' s amiudadas vezes.
> O B^zar do Pavio ^ito a roa da Impera-
tri n. 6-J est constantemente aberto das
6 horas d^ manbia as 9 horas da n ute.
BRACO DE OURO;
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nesv
estabelecimento diariamente um compieu
sortimento de pastelaria, bollos inglezet
podins, pids-del, prgsentos dos ultimo:
chegados ao mercado, salame de lion, bo
liobos finos de todas as qualidades para cbs
amen loas onfeitadas, confeilos, bomboins
pastilhas, chocolate francez em libras, pas
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras con
seis charutos de cho oate cada urna, est<-
sortimento de chscolate do mais acredita'
do fabricante de Pars e e o melhor qne ai<
hoje tem vindo ae mercado.
Vinhos portuguazes, gueira muito sope
rior. Os mais genuinos e superiores vinbo;
do Porto, moscatel e Setubal, o ilustrad*
publico encontrar neste estabeleciment-
por commodos precos, fazendo-se abatimen
to.a quem comprar em porcio.
Os aoflos deste estabelecimecto nio <
tem poupado a despezas para melbor m-
recerem a acoadjuvaoio do illustrado pr-
blico.__________
A Nova speranpa
tiRa Duque de Caxl.ns1
Quando a NOVA-ESPERANQA faz os seos
anuncios expondo aos seus freguezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-
perioridade de seos objectos nio com vis-
tas d atrair a attencio de ama grande fre-
guez3, como a de que actualmente despoe,
e sira para scientificar (a interese de todos)
a qualidade de seus objectos o$ quaes sao
sempre de apurado gosto e perfecio; tor-
nando-se qusi indispensavel para aquelles
apreciadores (do bom) frequenlarem a .No-
va Esperanca, pois qoe ella capricha em re
ceber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua pepariico: o qae se po-
der verificar quando em qualquer reuniio
de pessoas (amantes do xiquej v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel etcapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo da finas flores, ete, etc. todos olbam-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos outros) estes sio objectos
comprados a NOVA ESPERANCA: realmen-
te IIII procurar descrever em annuncios os
artigos qne conten dita toja, seria trabalho
insano e nunca o Cariamos com aquella
grac e perfeifio com qne sio elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tena se em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para entio Acarara intei-
rados do que ha exposto na mesma toja.
SI Ra Duque de Caxlaa-gl
Laa para bordar a
5#500 a libra
O-Cysne, rna da lmperatrii n. 64, acaba de
teceper graade e variado sortimento de Ha, a qa>\
vende pelo baratsimo preco de 5*500 a libra,
toree sortida.
----------zr-.
Quando a AGUIA BRRNGA, mais precisa scienlifiear ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da mmensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentelquando ella menos o pude fazer e porque e'ssa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ib'a atiendero e relevaro,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida Ir ja da AGUiA BRANCA rpa do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia era sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmeutdo AGRADO E SINCER1DAE.
Do que cima fica dito se ecuheceque o lempo de quf a AGUIA BBANC Apode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bom servir a aquelles qne a
bonram procurando prover-so'em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennuma-
rar os objectos que por sua natureza sao nais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidate os tornara recommendaveis, como
bemseja
Oorpinhos de cambraia, primorosamente |
enfeitados com fitas de setim e obras cssas
cuja novidade de molde e pereif-ao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques nesse objecto muito se poderia
dizer querendo dcscreve-los minuciosamente
~or suas qualidades, coreee dosenhos, tal;
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de soda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
stmpro melbor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsal,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
o grande e variado sortimento que acaba para circular o coque.
de ebegar, mas para nio massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tnesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos sterecsfopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
Veos de seda para chapelinas e monta-' nmis bstuem as nutras.
a Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costume6 ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
pedras.
Ditas de mrt'leira-envernisada com vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sspatinhos bordados, enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. I para enfeites de mesa e de lapinhas.
s
o
N.3ARE1D0C4BUGAN.3


i
CO
Com este ttulo acha-se aborto e inteiramente transformado este antgo
estabelecimento de joias. onde os freguezes e amigos encontraran tudo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecdade nos precos
Espera qoe a re.-peitavel publico venba ver o qoe existe de melbor em
aderacos de brimanb's, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinctes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faque-
ros, colheres, palilciros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualq:er parte, treca-se e concerta-so todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
X A R O P E
VEGETAL AMERICANO
saudade:
BARTHOLOM EO & C
Pana can certa iu \mti utifts e reeenle, utarrlm palnoaar, ulbna; taiu
Vctefciu, em inl contra todas os tofrinealo] du vias raaintorii.
DEPOSITO GERAL
BOXI O A. Bl
U, ROA UR6& DO R0ZARI0, 34
PERNAMBUCO
A tberpetici ds dirents molestiij do paito, de*d
phiryujite oo nal do (arpan it* a taboaoolacio
pulmonar,pMUsd*Mi ditaraas breieWes cilarrhiei
o empbyaoaa acabo da oor cnraqiacida eoto mus
este modicaaemo, qae toaari i primetra orden entre
todoa at aoje eonheeidoa. O tarop Vegetal Americano,
praotindo paraaeate vecetal, nio eoniem en ana
eompoticao im aO alone de epie, ain aonente trnt-
ai de plaotaa iodipoaa, cijaa propriedadea beaefleu
a cara da molestias qee perleocem aoa orf ios de rea-
piracao foran por aoa obaerrada por loop lempo,
con ptimos reenltado* cada m mais cresceoies; pelo
foe dos jalpnee allomados a eotopor o xarope qne
pra apresentanoi, a offerece lo aos mdicos e ao
pnblieo. Preaos com os alienados abailo o qne le-
uno dito, e eeMaaoa qae o conceiio de qoe il cosa
e urope Vepial inericano creacert do dia a dia,
cnindo uto apds de ai todoa oa pailones en toga.
Illa. Sr.' aUrtWofMO a C.-O xarope Veptal Ane-
iicaa. pipianl. en me eoe^iteadMina pbamacia.
om mil resaaM.Mra coabatar i urritel aeaaa.
Soma m iMB aMeetie ha qaalro matea, sem aisda
l,l!*rt*!W qae uto fol terttoaiaa* qoe ne presto* por S das, oaei.
poeta o ae* adapoao xaroM, tomasde apeaaa
ioaea. e ate preeeau alo (ai de Doto aUeado. Prasa
Oea. qM t iqao taoubelacido por ana m. Bando-
la*, aoia et aras andeeinescoa per a* ttr alraiaa a
Uo horritel aal. Con a mais significaTi graUane,
sobacre*o-me da Vmca. affeciooso e reeoheeide nana.
- Satemo 0wrta.-Soa Cao 1* rafavaw datCaV
Ulna Srs Bartbotomee C. Depeia de quai sea*
metes de soffnmenio con una teaae inceaaanw. lata
extraordinario, expectoracao de an caUrrbe taaroUa-
do. e pera toul daa forcaa. que o aoaor paaraai
me fatigara completamente, cansado do tomar malera-
Iros remedios sem resollido lite i fel icidtde de Matrona
Vnes. prepararan o xarope Vegetal Amorata*, e a
elle, paca* a Deas, ne aebo restibeleeid* ha na db
doit metes, e rokoa cene ae tada, titean setrid*.*
gralidio me forca a eeu declariclo, qae podero Vara.
fazer o oso qae qnixeren. So* con timi de Vara.
nnilot respeiltddr e criado. laten** fagan da
Castre Sil,: Recife 8 de fetereire de 186.
Atiesto rae *sei do xarope Vepul Americaae.a
uatanttill dra Srs Bartaoloneo t C. rara rara 4* ara
forte del)po qae ne troaie ana anrafl, q*e ae Oe
ruia adtender, aianaaeAo dar aaprpata. ana,
(nade Ita deretpincAo. flaoei unaltlaannt,! *.
Ubeleeide con aa a tidre lo ai
me Iba* protetlo elora* pattdt*. Mo^^^^H
oeiro da 1868. ieaqaa ftrnra ArMaaflBB-T
Esto recoobeeidoe.


m*
\
Diario de Pemaubaco 1 eir 9 de Agosto de 1870.
f
s
i
miiO'yi M ''.-tauelugnjiiitos lie fazendas
;ra, e teodo resol-
, abaurntuto de presos, por isso co-
uda i amujo-. e IWKW?tx,.ta(UQ da pragacomo do mallo,
para I lies \< nw o son i^ia^aio, o qiie todas as fazendas esliio
aa Vna u ai wiazem da Arara na ni..da lo^peiauii n. 7i. eque resolveo-se
v*Uc '"i I ji Ga,iiba!d(,_j>;ra licar snuutiiiin ;i da .Arara, cunto cima
feflde^t f a 440,280, :,201COBKSTAS CHLNEJ5AS DK CHITA A 2*8000.
VvadO'ta .fua, uiun.'e oorgao de cober
*? ,.i '> Ai'lia.
UWVYS t>K I.RXA DE CORES.
Vende-se ir^anjys para vestidos Je st-
fttioras,,tMiid. milito moderna;, a ,VVt rs.
i> coyado.
rilhfiaiu t :cnc;3s>i;)lua decor
<1Q*>;-S! ; n iiiiissijhi. do
r. i iiu-;. %-*< wvade.
fl&C-VDOS 1-v.ACEZES
iMA/F>S UE
31SCCOS
D HOLI1AD06
?
N. 23iargo do Tenjo.
DE
L> 4 r\}q
N. 23.
5*C.
la* ilerliU-w i'lwnews iiar.i cama j)lo paralo
presa .] OOO cada uina.
Vciiiie-e na luja dp Anua 2 balce^^a
qu.il(|Hfi- estal^.i-xuoeno por barato presso
por nao se precisar ri tilas no estabeleci-
I m*l'<-
ilKTALHOSDE CHITAS METAS E CASSAS
..A 300. A 120 O COVADO.
Veade-se rKcadus frjU'WS para vestidos' V>nde-se urna grande porgo de Veta-
* $0r id y. lhos.de caitas e cssas pelas a 120 rs. o
CiM, iar^wt a 3. cavado para liquida'.
fyfl%j s 'das largas I COBSRVIRES DE ALCOD.vO A 1400'
#r.a_ w-st tpis. a 320 o covado. j ,Vfinle-sn cobertores dealgodo cada um ,
.tylas ma&*laF ts^uni a Sd covado,; 1\vJO.
& f ki : I ,' i \ l > i l ..,..111
.WMkCAS. LISAS ,\ j$Q,
Sf alf> los de
a do.
iti;\ s;-.\u:;\tes A 350 rs.
VACAS US
V'endv
jtfnhoras x
LaAMas tu \ .s;-.mu;\'ves r(S5q KS.
Vand,;- ...pr,.-n,es. para
.vtfftidvs a .300 rs a 100 rs,
o,Cavado inrajjqwfiar.
> & istasv ;>oo ns.
venile-SH ali)-ri <( hs^s p(11.i ve.-lofus
* .'aI'4 rs o y.i.U.
.^{LgANTNA BRANCA A 3QD RS.
VeQdt.-.s- o. .,(*;li;n bc^mca pira.vejados
;*00 rs, o i
ALPACAS MaTISATAS A CO.
Ved-sij aipar.'.s uaiis^ia:, tyf vestidos
le snhora liHl rs. i) .hv.mJu.
O.mnNAlHISiWA JV.\H.LLA> (-OO.
Vedc-s l)s para janeas a (iUO
<\$t para hq'il \
SEDASOE COhBS i^OO.
Veiide-se nafas para i'gstiddsa -ji)i)Oo
oovado.
COr5S|'\!V;\\fA A 14^000.
V.-n 1*^*1 ('inn.',,,,,s |ir* canflj a 1>^(00.
^LtdNlAS HA A SENHURA 1-tO.
V-mli'-.--iimu ^t-^iiii> [inrcuin i'c i;'t|imnas
para sp iiirfMMrs. a KK e OO rs.
..-la obtl par- 'i piifja".
CUITAS \!i\ CvFHTAS 3M
V^iili'".' i s kf(pis para col, na
Mrt v 3fii rs. ;> tio**i.
AlANu;i!i)S E <.. JU.AS 500.
Vpftjfirse ina^i.ij.s c nlliahas para se-
awa a .'lio | : lyidiu a tiO e 800
r<: cada uu;.
CHALES ESTAM '\U0A J.OOU.
Veiuio-s-j <-|;.)'.'> < -tiji cstdiaoados a
ilOOOpa.-a ItqJJ r.
CAiflI'AlA !\S r/..Ji.
Vead --' aortas uas a
.iridOU iii I 7.-0 i, por ser liquidaciia.
aU^V> ^'m .'a- -;; ':: SEDi a ioeo.
V,jid. ni.s de seda para
iliiocovado.
^jBSI 'AS-; rxiRES a 2^iuu.
H.s i o. is de cores aom
lOcovaiJos a _' .; i.
10
10
CHAMANTE DE MNHO FINO A BARATO
PRESSO.
Ugod? raneadlo de duas lar-
gura* A l(tO
Verulc-ft algoli.Ar.iosadu de duas lar-
gura 9 ]fl00.
MAAK)iA ENFESTADO A 3f$500.
V>'vl.-s" pee de iua J^polao de l jar-
das a 3� a i ',-'
ALU5DAO A i5()(J0.
Wnilo se p*"C s de( algoilo erujorpado a
ir5. :j*. (i.:> e 7 jOOO a 'peca.
Hadapojo a 5*005.
Vemli'-sc p.cas de nwdapolo de.24jnr-
da* i .">:> -s e (,>i00, dilo mnito. fino a 7,
8| 95 e l) a p--i-a paia lifluid r. ,
ALGOIMOUK S, PALMOS, DE LARGO.
, Vendarse l^oiio co^ oito palmos de
largura proprio para lencpeso loalhasa 900
rf.. n metro.
miOvXQ DE LISTA A 100 RS.O :0VAD0.
Veode-se *lgndgn de lista proprkis para
.lia.- oh vijxidos para; escravus en calcas e
.aiuiMs para Mfctaws prsfi muito forte a
n, o t:nvado pa^a liquidar.
lorp* de ca1r para alea a
Jh<> es.
Vendo Be cortes de castor para calca a
.;. u r? r.'qa mu.
CORESDE RALM i'. HA CALCA A 14400.
V -calca a li>k,o iv da um.
Brlin rta ; uso a 5 rs.
.Voode^e ori:u pardo liso,meio liniapara
calcas para Irabidno a o()0 rs, o metro.
i {-angas {para cale'a *SO rs.
Wnrie-si' galgas inglesas para calcas e
pfllitots a 2^O r o r.nvado para liqoidar.
COUTCS U:<;CASLMIRA DE CORA P500.
Veude-se cortes de- caserpira de cor para
calca a .1.'i(W cada em.
Ditos mi'i 'i linos or, listas do lado a 5#.
tVliC U.AS FCUS X-.
Vde-se peicaas linas, para vestidos de
Stiij'loras a ViO rs. O tvovei-ii.
a*as ra-.cczas a 'Q.
Vende-se <:a>sas fraucezas para vestidos
a 240 r*. o covado.
' "- fc-r' i
Pateo da Penha
DE
SAHTPS & FEMIRA.
Os pfoprietarios desUis bem sortidos armazeos partkipam aos seus DQuaiprcs
fregu^zes laotp desta praga como do naa,tto que lndo feito grande dimiuuigao de pre-
Cos as sqas mercadoiias esto por isso resolvaos a vendur por menos d*. 10 e ,20 \,
do que ex ouua q-jalqiipr,parte, garantindo-se perianto a s p^rior qpaidade.de qnal-
quer genero comprado i.estes dous eslabelecimentos. Jlepciouamos alguns dos aossvs
gneros e a vita dcstes sao cbmpreueudidps os optros. poique enfadonbo seria men-
ciaa-los.
Se ^lguem duvitfar venha ver.
Vinagre braceo mandado vir por conta Gaz auwicno marca Deves a 85800 a
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e .,,_ [
480 o litro l ta' ^ rs- s garrafa e 500 o Uro.
Idcra tinto Eigueira. Lisboa e Porto a AzeitP; doce (,e -febo> a ^ e J^'KtOa
3/0,280, 2A0e 200 rs. a garrafa e 480 300 Sarrafa em porgaoa-se grande abalimen-
rs. o litro. j10-
Vmho Figueira, Lisboa, Porto e Estrello;. Cf j**0 a *g> 0 2-0 i \l
a S80, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840 ^AH^T^Ll^ 40 e 000' e
TOO, 720 e 600. 75000^ 7av0 e 8800 jrroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560 B,09 alf,isla ^ rs- a ,ibra e 44 ki
a garrafa, em porg3o ha abatSmetito. logramma o 5SO0 a arroba, em porgo ha
Vinho lo Porto, engarrafado das melho- abatirafloto.
res emaisacretadas marcas .IJOOOeMSOoL ^TZL** **" ***" ^^
I 500 e U a garrafa. |e mW cada um-
dem Rordeaux. Medoc e St. Juliea a i u AleAria mocarrnr talharim a 500 _r? a
7500 e 84660, a rfofla e 640 rs. a garata.: ll^a e **i0 M^ammo em ca.xao ha
Genebra de HoUaoda e lar\a doce aro-raDllinenl0-
matica a ii.5500. l; It^iOO, a frasqueira. I Sabo massa de Ia 21 quadade a 220
Serveja Bass, Illers & Dell a 94800 du-;e 2'*0 rs. a libra em caixa lia abatimento
zia em porgo ba grande abatimento. Touciabo de Lisboa nudo alto a 400 rs.
dem marca H e T e outras marcas aja libra e 830 o ki'ogrammo, ern arroba ba
$500 e 6#, a duzia e 500 rs. a garrafa. graode differeoca!
Assim como ha ouiros muitos gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas-marcas, raaraielada, bolaceabas de todas as
quaJiddes, parola, Francy-cnacyael, a. b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-aic-oac, pa-
lace de Varietes, combir.ntion, Britania, doce de goiaba fina, chouricas, manteig;s finas
fraaceza e ingleta, banlia de iwiltimor, phosphocos de Sycarvt, Cognae, cb de diver-
sas qu;ilidade8, oanelia. pitteptl do reino, ervadoce, pomada, eniofre, breu, peixe
emiat;is de itaks as .]u.:lidadris> f imba de milho ftmericaia. grandes raolhos d Sfibol-
las, iiHsit:.. i'KiusarriMzeini Kwte tomX grande sortimeDlo de looas proprias para ne-
gocio, 41/1: pekis seai commo-los proco faz vaatagem aos compradores.
-----------------------------
---------------
LOJA I PAPAGAItl
Novo estabe :ecimento
QE FAZEUDASE ROPAS FElTftS
Ru.i da Imperairiz n. 40, esquiua do becoo dos Ftrreiros.
n. 40, esquiua do
DE

D CASIAS N. 7, (OUTR'ORA DD QEIMADO)
DE
siiitsns
VM' : h:! ;i b^-m conii d i St| capild. os seo-; proprieta-
nos zci.i < -,. ii^Ui.i.- i.' ao resp''itaH-l pulilico qoe conservara sempre o
m ua especi^LJade enxo. i s para n ijva los e prepaVa pa.a salas.
Pa-s u ivas
Ricos vestidos de b'ond ti', s la bordados de duas saias o qoe ha mais rico e
coas todos os preparas.
G iv_'o,;v. hmieo a> 8*4*, superior qualidada.
laMse d" blon i cora capellas de flor de laranja : su na
loja do Triumplio.
Hua do Duque de Cax as n, 7.
Apron Ja ierro plvaaisado era riide para cercas, fiaiolas, gallinfaeiros etc.
;iii,,.< de ferr -ulv.misado para cobrir casas.
cJhis de ferro HUtoi'itde par* eofnril B.
0>f' (tu feri ile ilacr a oulros autores.
GhomUy ;n rano.
Dito em lenijol. \
Dito mi barras.
Dilo en enxaias.
Etaoho em birra vrgulaha. .
Polha de Fi.uidr. s.
Xte-ln americac para ladeira e varze. .
Caj,;ho9 ilu uo.
Veii.'zianas para janel.'a?.
Machinas de desi:aro';ir algodao do faca>.
serra.
Ditas jnra cortar fama.
Dita* vapor Je forra Je 3 caval! >i e (autores para acavallos^pw* over as
manainas Tr-.
Cicn de f-rn.
Prendas para opiar carU.
BaU.cas para i" Jar. .
Olpii de linha;a i-m la'iu de ierro.
Triihos ile ferro para cvigaalKH
B -mbas americana-'.
Maracos de Vtfvar.
Balancas e pesos decimaes e oo^as.
Ftuies de patente.
EnNore.
Salitre.
Estopa 'arga e de roa qual*
Picaretas para caminltos da ittto.
in,.graink .ioramento o feriagens e entilara.
O novo proprielano deste estabelecimento, communica ao respedavel publico
desta ciciade, e especialoiente s Euaas. familias, que est liquidando por pregos bara-
tissimos, as antigs fazenda* que esistiam neste e>iabelcimento, alm das que abaixo
vio relacionadas, cujos pregos merecem toda a attengo do respeitavel publico, que Dio
Mear de com pequna quanlia refazer-se-de qualquer qualidade de fazenda que pre-
cise. Previne-se tarabem que a mesma lojatera f-ito sortimento de fazendas moder-
na<, e continua a sorlir-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualquei oulia loja.
A LOJA DO PAPA iAJ alm de ter um grande deposito de roopas.feitas, tem
tim bonito sor'mento d^ casemiras fraoci-zas, inglezas e allemaas dos padi'es mais mo-
deinos, e assim como pannos prttos, ciseniiras e panno fino, cor de pmhao, azul claro
e mais escoro, bros brancos e de cores, lustoes bran:os, e de cies, gangas de linbo
o brins pardos de todas as qualidades.
A LOJA DO PAHAGUO tem contratado um ptimo mesare aifaiate perito no
seu ollicio para executar qualquer ohra da.arte com a maior perfeigao e esmerle qual-
quer oOra que nao lique vooiade- dos treguezes, car para a loja, e manda-se
taar ou ra.
Atoalbado de linbo fino, a 2i o metro, Esguio delinho de 13600 a3 a vara,
e de algodo a t- Chles'de merino pretos muito grandes
Algndaosinbo largo, para lenges e toa- a 35.
Ibas a 1)5000. Dito ditos, estampados de 4,500 para
Alpacas pretas, de cores, lisas, de furia cima.
cores, c de listras. Fil de linbo branco e preto liso, e de
Barpges com listrinhas de differentes co- salpico,
res a Hu rs, o covado. ( Grvalas de seda pretas. e de cores, da.
Bols sde tapete aveludadas, para viagem, mais med^rnas que tem viodo ao mercado.
o prego e conforme o tamanho.
Bombasinas pretas. lisas, e trangadas.
Bramaotes de linbo, francez e inglez a
2*500.
Ba Oes de mossulina, brancos com filis,'
Guardaoapos de linbo brancos e pardos.
Grosenaple preto de diferentes pr gos.
Laasiubas em cortes com palmas com 14
covado por6(?.
Ditas lizas e delistas transparentes e ta-
e outros todos de panno com o feilio ^os \ padas de differentes pregos.
mo-
e de

CASA CAUVMM
Bouleva
Pharmaeontloo pTileido
., auoo^eor ,
Sebastopol, BB. JPAJRIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARIMIER
AprcsOUas a Academia de Sf encas e ao Inuitulo de Fraaca.
Sob a forma de PastU, denadida e dotead* jan Catar di
lo ama solur.so PUTUTIVt I OOIATIVa ia<
IIJEfiCAO
MOLESTIAS COWTiQtOSAS
IfECM-fHlliRO"
de fitas, para seuhoras e meninas.
Basquinas de grosdenaples preto
lernas e de croch moito .afeitadas.
Bretanhas de linbo. e de algodo.
Bins de linbo trangados brancos
cores.
Brins de algodo trangados brancos e da
cores.
Combraias brancas tapadas e transpa-
rentes,.sendo inglezas e strssas de 8 pal-
mos de largtra.
Camisas de meia, de flaneila. branca, e
de algodo.
Camisinbas brancas ds cambra'a com di-
licados bordados, e enfelladas de cor para
Cambraias de odres a 400, rs. o metro e
a 800rs. a vara.
Camisas inglezas, e fraocezas de linbo, e
de algodq de pregas, lisas e bordadas.
Chapeos de sol de seda, merino e alpar-
ca de, differentes cores, e muito baratos. <
Chitas para vesidos, francezas, de 240
at 400 rs.
Chitas para cobertas de 320 at 640 rs.
Cortinados de cambraia, e de fil borda-
dos para camas e janelas de 105 para cima.
Col- has de foslo brancas a 35G0.
Ditas de cores a 25800.
Colarmbosde linhos, iotlezes, ealeraes.
lisos e bordado".
Damasco de l, encarnado, a zul e a ma-
pello, escomilhia, preta. ^
Espartilhos de Kobo branco para Sras.,
de differentes prego.
LM
7
Graves
do wlurae de um reiogje, erriado
de Philtbo e Sbmnga aem.ee
inconvenientes de fragihan
Madapolo inglez de 55 at 105 a pega.
Leigos de algodo, brancos de 25a35
a duzia.
Ditos de cambraia de linbo de 65 a 125s
Di lis de esgoio de 65 a 85.
Mus-ulinas brancas e de cores a .500 rs.
o covado,
Gorgures de la com listras, fazecdaln-
t*ramete nova no mercado a 800 rs. o
covado.
.Merinos preto, trancado e de cordo.
Peitos bordados e lisos, tant de linho
como de algudo para camisas de boraem.
rrincetas pretas de differentes pregos.
Cambraia branca tapada, muito larga com
pregas a bordado, ba. de tres qoalidades
propria para saias de Sras., a prego ba-
rato.
Sedas pretas lavadas para vestido a
25500 o covado.
Sargelim francez e inglez de toda ao co-
res.
Toalbas de algodao e de Ijoho de dif-
ferentes qualidades e tamanbos.
Poobosde linbo para bomem muito fi-
aos.
Meias ingiezas para Sras.,e para meninos
e para bornees, de differentes qu-lidades
e de todo os,,taaacpos.
Para.qufm comprar pega ou duzia da
qualquer fazenda seu prego o costo ; para
diminuir o reUibo.
D^m-se as amostras de qnalqner fazenda.
A toja do Papagaio acba-6 aberta todos
os mas, at s 9 horas da noole.
Francisco Ttixevra Mendes
DO
GALIO VIGILANTE
fina lo Crespo ai. 9
leste bem oaheeido esubele-
cimt-ntf, alen: dos muitos objectoe qoe tiniam ex-
posto-, a apreciarlo do respeiuvel publico, man-
daran! vir > aealjam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento d*-
! mu delicadas especialidades, as quaes es-
to jesi'lvMo.> a vender, como de seu costume.
por precos muito baratinhes e commodoe para to-
dos, eom tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lincas coces.
alai boa:; e bonitas gollinhas e punhoa para se-
abora, utisic genero o que tu de mais moderno.
Superiores pontos de tartaruga para coques.
Lindos e riquisslmos enfeites para canecas das
Exmas. senhoras.
Superiores traumas pretas e de edres com vidri-
Ihos scia uiles; esta fazeuda o que pode uaver
de melor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marlim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
jora lindos Jesenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lo de Escossia para se-
ohoras^as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, enlretaqtn que nos as vendemos por 20,
aini de;!a?, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
fjnas.
Boas bengalas de superior cauna.da India e
marlim com lindas e encantadoras 8gu-
ms do mesmo, upste^genero o que de melher s>
pode desejar ; alem dests temos tambem grandi
quaptioade do outras qualidades, como sejam, ma
deira, baJeia, ossu, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de oulrascruaiidadus.
Lindas o superiores ligas de seda e borracha
pira segurar as meias.
Boas uiuiu> Ce seda para seniora e para meni-
nas de 1 a i i annos de idade.
NayaJbas capo de marlim e tartaruga para fazer
barba ; sau-imiilo ooas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pefo fabricante,-* nos por nossa vei tam-
bem asseguramws sua ijualidade e delicadeza.
Lindas o bellas capellas para moiva.
Superiores a.gulhas para machina e para crox
Linha muito boa de peso, fronxa, para eucher
hyrintho.
Pons aradio de cartas para volirete, assim
como os teios para o mesmo lim.
Grande, e variado sortimento das melhores per-
fumaras o' dos melhores e mais conhecidos per-
rpmistas.
GOIARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as couvulses, e
facilitara a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito. recebedores' destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los p-ir todos os
vapores, alim de ue miac faltem no mercado,
eomo j tem aooatecido, assim oois podero aquel-
les que delles precisarom, vir ao deposito do gallo
vigilante, aondo scinpre'encontraro destes verda-
deiros coHares, e os quaes attendendo-se ao fim
Sara que 13o .'implicados, se Tenderao com um mui
iminuto Itioru.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos quo deixamos
declarados, aos nossoS freguezes e amigos a \irem
comprar pqr pregos muito razoa veis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
3 cordeiro previdenti
Roa do ^nelraado ?. 16.
Novo e variado sortimento de perfuman*
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
raarias, de que eflFectivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdente, eila agaba o
receber jim outro sortimento que se ton;
1 pula varedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pr'
gos; assim, pois, o Cordeiro Providente pee
e espera continuar a merecer a apreciac*
do respeitave! publico em geral e de sr
boa freguezia em particular, nao so afa
tando elle do sua bem conhecida mansidi
3 barateza. Em dita loja encontraro (
ipreciaderas do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Colosme ingleza, americsaa, frai
^eza, todas dos melhores e maisacretadc
fabricantes. .
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toet.
Elixir odontalgico para conservagao C
8seio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che
ros agradareis.
Copos o istas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enditados.
Essencia imperial do fioo.e agradavel oh*
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igua
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo do superior qualidad
om escolhidos ebeiros, em frascos do diS>
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em p
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bsrb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc
fructas.
Ditas de madeira inveraisada contando l
aas perfumaras, muito proprias para pe*
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas., t
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com p de arre
a boneca.
Opiata ingleza s francesa para dente.
Pos de camphora e outras difiere ~ti
-realidades tambem para dentes.
Tnico orantj de Kemp.
Altada mala coqaes.
Um outro sortimento de coques de tu
vos e bonitos moldes com filets de vidrb
e alguns d'elles ornados de flores e fita-
esto todos expostos apreciago de qa*v
y pretenda eoiriprar.
GOLUNHAS & PUNHOS BORDADOS.
Obra de muito gesto e perfeigao.
FIvHla lia para claitoc.
Bello e vanado sortinonto de taea objei
toa, fleando a boa eacolha ao gosto do coa
pmdor._______________________________
Milho novo d Fer-
nando
COLLYHIO
BARTHOLOIEOAC*
pava tr\0 Cvt a fn>u, lo joIdm de msPor
ESTOJUS TOSO TRATAMESTO
Contra as affeccoia ua pslpebras, preparado so

FIGADOS

^^^^^geral para o BRASIL e
larra do Rosario. PERN,
usaui
*"-.*r
"AUHHF
lLo,
Em saceos grandes -a prego eommiae ) no ar
mazem.de Tasso Irmos A C, rnado Amorim nu
mero 37
Cabellos
Yendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, q.ualidade superior, em caixa on
porgo mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cife n. St, 1 andar.
FarBiaemib'.
No trapi -he JBarao do Livramento existe boa ta
rio!,a de mandioca e excedente milho em sacco;
grandes : a tratar na ra do Vigario o. 16, 1' an
.lar.escrlpio: Vdo de Ba-tos.
Fartllo.
Vende se 13 de farello no-
vo do Chile a 4jl500 : roa da Madre de Deus
a. 7.
k
A ruado Duque (ARTIGA RA SO QElfflADfl)
l(ec-eb''U seguiue :
E-pelho- grand. s mo!aV!*rini?.
Cartfirjs, charoieiras e porl-figirros 4e{
qoaltdade*.
Id -rutas iiaJtas |jirw p*p*K simpi.
Boa* c?ix^s va>as para cosiih
tente ths\e
Delicadas canelas de marftm com i'
prata.
Modernos penlcs de taruma, sobreestun*-
tre elles o mimosos telegra(Listas.
CnmjtK'do} teueadort-s com duas gavetas*tas
espelhn.
Hort b nquel, o que de melbor ten
cido.
I'ort relogwe de Miit!>s oalidades.
Bonstajheres para i-nmca?
VoMoano, chapiii zinlios, touras, s3pVose
para baptisados.
Toalhas e fronhas de lelrtrinil
Chapos e chapelina para Cihora, moMe*
e bonitos.
Chapoinhos gmrcs e* bonels para
meninas.
G'itr,i as couvulses
criangas
Vende-se os verdadeiros ci liare* na "Nov K^s-
rnc. ra do Duque de Caxias n. tL 1
PARA WKMR CAftKLI.OS
para preU>- on casianh- s, refceheu a Nova
ranea a verdadeifa una inplcia.
PARA ACARAR COM AS 5AIIOAS
00 pannos, lem a Nova l i) verd*
leite de rusas tranca*.
AGUA DE FLOR DE LYKAiSJA.
Vfnde-s na Nova Esperanr, ma 1I0 Dqefc
Oxia n. 21.
PAPEL PARA EXBITARSB BOLOS
recrhrn-os muito lindos a Suva h'speraog,i, pan
do Duque do Cax i n. 2f.
PARA AMACIAR E At-ORMOs^AR A PEftW
tem a N.iva Espeanf rs s..ii.im> de |*.t*
arroz.
im
w
50
sao
50
Rival sem s6gimdo
UUA DO DfQUE DE CAXIAS N. 40
Estou disposto a continuar a \endrU as miudeias pelos haratis^imos pregos ato-
xo declarados, garaulindo ledo bou.' e put-
gos admirados.
Caixas com iO cadernospar;;! pau-
tado a........-
Caixas com 50 novello da l'Jiba
do paz a....., -
Duzias de meias eraas superiot
qualidade a.......
Pegas de babadkihos com 10 va-
ras a.........
Pegas de liras bordadasepm l
metros cada p ga a W500 e.
Pegas de litas para cs de q' al-
quer largura com 10 varas a.
Ese-vas para unbasfazenda fina a
Dilas para dentes a 240, o~i 400 rs. e.......
Pegas de tranga lisas, brancas e
de cores a......
Caixinhas de madeira com alfine-
tes fazenda superior a.
Duzia de linha fixa para horda-
dos a 400 rs. e.....
Pares d.' mnias eraa* aam ta**
nos diversos tamanhos a.
Duzias de meias bnaixaa muito
linas para senhora a. -
Pares de rpalos do tornea do
Porto -.....
Pares de sapalos da tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Duzias de baralhos para vultaajte
Sylaharioe portagateaa a. .
CartSes com cdxeles -.'carreras a
A"otoadnras par mollete diver.-as
qualidades.......
Caixas com penna de ago muito
b&a de 320 a......
Duzia do linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
CaiXdS com superiores obreiis a.
Duzia Oe ogulha para machina.a.
Libras de pregos francezes todo*
os tamanhos a......
Pacole de papel com 20 quader-
nos...........
Caisas de phosphoros segurarla
muito superiores a .
Rerma de papel pautado super r r
Resma de papel liso muito api -
rior a...........
Garrafa com agua flor da verda-
deira a.......... WW
Quaderno de pape' liso amizade ft
Carretis de 'inha -de cores com
100 jardas a.......- ^:
20Ru.i da Imperatriz2tt
varia Acaba de chegar a esta nosit nono loja iefm-
zendas finas um variad sortimento de fazenda* A.
lia e seda, como, sejam : granadines do uHia*
gosto, pwpelinas de urna so cor, alpacas c laars-
nha de cores,' o que ha de mais moderno, tuc
por baralissimos presos, brigantina d cores, lu-
cidos das indias, fazenda nova a imiticao de pr-
calia, balees de dina tingindo saia de cor com toa-
das barras, fustoes proprios para vetifio e remp
de meninos ; agora grandes e admirareis peebia-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3J>, l-
eos cerpinhos bordados muito linos a o, bafc
modernos de arcos a 2*,.ricas colchas para car
aicochoadas. sendo brancas e de cores, a 5 j, 6d*
7, cambraia victoria Hna a ai, ditas transparen-
tes a $i, 6 e 7,cbitae finissimas esenr-s e daca*
a 180 300, 320 e 380 o covado, cassas de canee
240, lencos brancos de cassa a S4S00, ditos c*i-
nezes a 3*500 a duzia, madapoln t no a 6J*
6*800, e omita superior a 7f, 7fi00 e 8*, a!p-
daozinho largo proprio para lenges a 6#, pawk
de al.odo branco .trancada proprio para toa:
de mesa a U600a,vara, nramante paia U-ncor- a
2*000 e 3*500, o qne ta de melhor, esgniao *-
nissimo a 2*200 e 2*300 a vara. Mandamos casas das Exm8s. familias para melhor podera*
escolhiT. Tambem temos completo -sojnmento **
perfumaras das-primeirus fabricantes francezes-
UJglezes;. as pesjoas que. s tbgnarem vir a rta
lija teriooccasiao,de rponhecer a realidede
qne annunciamos para nos juslificar.
TRES VaP0BB8
O Campo da roa do Imperador n. 28, receta
pelos ullimos tres vapores ebegados a, este por:*.
dilIeroBie gneros que vista da su as especia:
e diversas qualidade?, merece fazer-se delle; f-
peeiaj meno; e avisa nao s o seu creso*"
nomero de fteguezes e amigos, como lamber
aquelles que nao lem querido honra-lo ccm.sj*
fregui-zias, encontrandor esse um da-
Acuidades em snppnrem-se de'bons gneros, ptw
falta 1.11 vez de quem Ihes indique com firmeza utn
es abelecimeoiu qne eomo o sen, po-sa com n-
raniia, bem sasfaier as justas exigencias do k*-
peitavel publico desta capital; qne se acna o sec
armazem proyjdo dos, mais novos e variados.gMK-
ros e liiiiiia-se a nomear o segainie .
CJI-ne e queijos do *rtao.
Prt-zuuli s inglezes e portogueies.
& n olo (nova marca de bobearah-
Petit Pois*o Beurte (ervi
Chocolatp hespaohol a 1*' 00 a libi
Conservas a 700 rs. o fr:.
C f chumbad" e d ,
Rap Paulo Cordeiro "vi;!
.Guizado francezes (Tru:
Superior champaohe.
Doc%s finos de goiaba, laranja, lia
^
^s*^l
Wt
tt
Bjpi
2W -
44%
m


8
n;
ario de Pernambuco Terqa /eir 9 de Agosto de 1870
/
em toda a I!>r
bonita que He-
annos. Era um
LATERATUEA
A legeaiajdi to da Virgem
A aranhi era fruta...
PERITA
Pafemho. vena elles do paraso *
Sim, filhinha. aaior do meo corn<
si
das do ouiono, ao impulso caprichos o das
tri*as fluctuando e debuxando brancos
fesl&es no azul abencoado do eo,- caliera
da roca da Santissima Virgem Maria.
Entlo. diz a historia, paizinho.
I
Hivioom' vez Roberto de Nuits, on ha-
t3i> boigointilo.
Roberto* contara dzaseto primaveras.
Seu pai e sua mli tinham morrido, Morco
bello era, tnuito nobre, e quasi t5o ric >
ionio el-rei.
Dom BelirSo, um santo padre de Illers-
les-Arceaox era o seu tutor e guiava-o na.
vida; mas Dora Beltrlo era idoso, c Ro-
berto, multas vezes, preceda o seu
oa,
II
Impossivel era citar-se
gonba, urna menina mais
'ena. 1511a tinha quinze
bo Sq de rosa. Ela olbava, encasta.b a
-lli da sua castalia, as videiras flo-Velho
"Uleiro coro olhos mais lmpidos do que o
cristal. O fio roivo da .sua rocada sorria
a s?os cabellos de ouro.
scutavo attentos suas cances to sua-
ves, os pssaros das sebes.
III
O bario Roberto linha a pupla preta/
e ftoco castanho principiava a nascer no
uva beico. Urna tarde que, vollandn da
caca, elle carnnhava alegre, avistou Helena
j sua janella, e ouvio-lhe cantar a sua can
O bario Roberto mudou de alegra;
;pois ellas slo de duas ortes : a qae faz rir
e a qoe faz scismar.
IV
Helem ra. Helena medtava, conforme o
\ento qne falla a ouvido das mogas. As-
semelhava-s aos caroa passaros do Heos
bom, cuja alma canta.
Oh! pazinbo, os passarinhos tom
alma ?
Sim, nthintta ; igoalmente as flores.
Melodas dos pssaros, perfumes das flores,
exbalam-se como a oraclo, perfume e me-
loda ie nossas almas.Assim como o ha-
rn Rober o, Helena era orphla de pai e de
mi. :\ .....
Era quanto a ser baroneza, ai coitaoinnai
de ceno que nao !... Ella nio possuia
nada n'este mundo, a n5o ser seus ulhos
azues e seus cabellos louros.
V
No da seguate de manhla, o bario Rv
berto tomou sea venbalo de caga ; elle
tinha visto em senbo toda a fortuna de
Helena, seus cabellos loaros e seus olhos
azues.
Esta vez. elle preceden o bom padre de
to longe.de lio longe, que dem Beltro,
perdido as videiras, palia o seu cammho
a todas as encruzilhadas.
Roberto I Roberto 1 grtava, elle apres-
tando o passo em vo.
J se achava Roberto na porta da cost-
aba. Elle chamava timbera, dizendocom
voz saavissima:
Helefta Helena I
VI
Helena nio era snfda; ella ouvia bem.
Ella nao abri, entretanto, porque tinna
mcio.
.Ma< tremendo ella sorria, visto que o
faaro Roberto era joven e bello, e de-
mais era o Senhor.
Vil
Helena! Helena !
Estes senhores sao to impacientes, filio
rito. O venabnlo do baro Roberto bailen
ni pobre porta, que abrio-se logo por ir*
teiro,..
E o baro Roberto entroa ?
'Nao i'bioba.
. Sem duvida entao foi porque Halen a
era bem piedosa, bem piedosa ?...
elle?
brir
liante a imagem daSan-frou-se
iron :
erna m5i. Voltar
rde antes de finda a I de i
W8 representativas, qnizessemos
I prfrwpio de (jie o governo
ienlal e
tador do Para-
XV
Vs qae sabis todo. Dom Beltro
meu tutor, pergantou o bario Roberto, ser
verdade, a historia d'esse rei qae desposou
ama paatora ?
Dom B^ltrSo respondeu :
N5), urna fbula.
Roberto ficou to triste, que pareca que-
rer morrer, e o bom padre accrcsceD'ou :
Pfcto bem sim, verdade. Mas o
re era maior.
XVI
.oro o andar do tempo ficou matof o
bario Roberto, e orna manha de maio, os
sinos de Illers-les-Arceaux linniram o ale-
gre alarido dos espousaes.
Helena linda o branco diadema das net-
vas posto nos'seus cibellos de eoro, en
seus olhos zoes todos os diamantes o>
sorriso.
XVII
Senhora baroneza. recordai-vos-da panca-
da do venaboto que abri a porta- ? O qae
outr'ora vedava de entrar, hoje deve empe-
dir de sahir. Vos estis aqu, tos que
sois o coraco- da casa. Quando vai-se o
corarlo, a cas morta.
Sobre este assuropto. o bom padre fallou
o dia inteiro e ettw fez bem.
Virgem Mara, rogam s-ibe de fiar bas-
tante para livrar do mal todas as nossas
filhas r
XV1M
J era esqueci a la de niel. ft*sde;
muit's anuos dorma dom Beltro- ce-
miterio.
O bario e a baroneza nao tinham. ftlbos.
O baro ia longe, bem longe caea> e a
baroneza soznha em casa, chora va.
XIX
Urna tarde, vieram os vziqhos visitar a
baroneza Helena- e Ibe disseram :
Como possivel que o vosso b- rao
vos deixe assim soainba !
A vizinhanca serapre composta de ma-
levlos.
Helena responde r
Meu Roberto foi caca.
E os vzinhos de rirera :
A caca, sim, de veras I
XX
Na alia noute, Helena deitwi sua monta
oo- hombros que tremiam.
Onde ia ella ? Deus o sabe. M oor
selheira a colera.
A porta abrio-se rngindo om tristeza.
O p de Helena pisou a pedra do solar.
XXI
Esta porta urna vez passada, filbinba,
fecha-se para sempr.e I
Ura fio leve, um sopro tecido. embalan-
ceava-se, cahindo do tecto, e veio re rosto de Helena.
Snla Virgem oh Saolissima Vir-
gem !
E Helena entrou apressada, sornndo no
mcio de suas lagrimas.
XXII
Santa Virgem, assim possais fiar bstame
para todos os nossos casaes f
0ha filhinha adorada, eis aqui um,
um fio da Virgem que acaricia toa testa...
Olba a outra ponta, perdida no cerleo
co, anda est segura, na roca da N ranha
dos anjos.
XXIII
Mas'' que foram d'elles, pazinbo, o
baro e a baro.ieza H'lena ?
XXIV
Pela janella aberta. urna noute de
outono. quando medtava Helena, urna nu-
vem dessas reodas cele>tes entroo, suave
berco onde sorria um angnho vermelho,
cumo tu eras fazem nove annos.
Nao ,aues, niinua filha ? Quando che-
gam cssos arijos, el'.es trazem a paz e a
feiicidade.
Por cuna d'este berco
e Hulela apertaram-se
Vngem prenieu-se aos
lacuu seus corar;'es.
Roberto, H-.leoa e a crianca nao fazem
seuo ama alma que se chama a familia.
PAUL FEVAL.
de ler
toficientes desfa
deviao ter infloi-
adorado, Roberto
a mo. O fio da
seus bracosNe en-
Bem piedosa, sim, de certo, e tam-
bero foi porque um fio atravessava a porta,
nm compndo fio branco de prata, qoe
fluctoava ao vento, um fio da Virgem. .
Pazinbo, isto nao me impedira de
pasear
Entretanto, R 'berto parou e olhou o
fio sem fim que voltevava ao perder de
vista.
IX
E o bom padre leve o lempo de chegar,
suando, resfolegando, diiendo sempre : Ro-
berto I Roberto !
S gurava na mao a outra ponta do fio
que o tinha dirigido no labyrintho do ata'^
ibo.
Filhinba, pensas tu que se nao tivesse
^Iguma razo para isso, a Virgem fiara ?
A
O bom padre sorrio ao ver o baro Ro-
berto.
Mea Sinhor, disse elle, podis en-
trar agora.
Helena, vermelha como a cereja prestes
a madnri" nr'trouse duas escadellas cheias
de lete -: tu sonbesses como ella era
linda I
O bom padre disse ainda, pois elles
dizem mato,e tanto melhor .
O rico deve respeito ao pobre, meu
senhor.
XI
O baro Roberto pensava :
Sou eo quem o pobre.
Elle a achava tao rita com os seus olhos
azues e seus cabellos louros.
XII
Na volta, em quanto caminhavam, o bom
padre contava :
Meu senhor, Genoveva flava no oa-
tero de Nanterre, a pouca distancia de
Pars a grande cidade.
Attila, o flagello de Dos, qaiz passar,
as nao pode.
Pars foi salvo pelo fio da Virgem. Pense
n'isto mea Senhor.
O baro Roberto pensava nos olhos azues
de Helena.
XUI
Mea Senhor, no paiz de Domremy,
Joanna flava.
O*ioglez, flagello dos homens, procarava
o coraco da Franca para arranca lo.
Joanna expulsoa o inglez. O fio da
Virgem salvoo a Franca.
Heleaa I suspirava o baro Roberto.
Os cabellos looros de Helena I
XIV
N'esta mesma bora, Helena, os olbos
itaisos, brincava com o fo de prata.
ASSEW8LEA GERAL
C\M\R\ DOS DEPUTADOS.
Di'curso proferido na sesso de 21 de
junho.
(Continuaflo.)
E' chegada a occasio de confraternisar
com ellos. Deixemos a sua poltica entre-
gue a si, defendamos somente o nosso di-
reito com a defeza das nossas frnteiras.
Q sndo temos forfa e meos de influir
nos nossos platinos, nao se poder d zer,
que nos abst^mos de toda a indebita inge-
rencia oelles, sn) porque seguimos prin-
cipios de urna publica generosa e justa. A
priva das nossas boas intences para com
esses povos ser manifesta, e gerar entre
elles a convioco da nossa boa f. Evite-
mos todo o pretexto s prevences destes
povos para comnosco.
Pde-se dizer que essas guarnieses' Ibes
parecero permanente ameara; tnas eu
respondo que se as repblicas do Prata teem
o direito de tomar cautelas para a sua se-
guranza, nao poderlo receiar de que nos
tambera as adoptemos, desde qae effectiva-
raente deixarraos de tomar parte em seus
negocios particulares.
^ Nao dso que assim tenhamos procedido ;
mas infelizmente alguns fados ha que sus-
citan! essa opiniao, que lancam sombras so-
bre o nosso comportamento all; e sao es-
sas mesmas sombras que eu qaereria ver
dissipadas. Mantenhamo-nos fortes em nos-
sas frnteiras, e deixemos os povos platinos
tratar da soluco dos seus negocios como
bem entenderem.
Nio qneiramos ser redemptores de po-
vo algum ; nao imitemos convenci fran-
Kza qae decretava o auxilio universal a to-
dos os povos que quizeram recobrar a sua
liberdade. Longe de nos esse erro to
fatal revoluco franceza, e t > calamitoso
aos povos europeos.
Peco descolpa ao nobre m nistro se me
torno um pouco prolixo ; e lendo de fralar
de outros pontos, invoco a sua benevolen-
cia.
Sr. presidente, fallare agsra do comman-
do em chefe que o traiado de Io. de maio
conferio ao general Bartholomeo Mitre. Tra-
qua|i|BBBBBBBBBBBBBBj
guerra do Par
oovido oa lido
retirada.
Razes muil
do no animo do iosst
fiar a ora general estrangero, %iSora, tas-
tre, o cemnando e a direceo- da impor
tantis-ima campanha qae ramos empreen-
der, assim eomo p commao^o e direceo.
Eatretanto, es metilos de fados de tanta
consecuencia fkaram desconlecidos na-
C3o.
O tratado de alguma maneira justifica a
posigo que se deu ao general argenno,
dizendoque, tendo a goorra de empentor-
se no territorio argentin ou em territorio
paraguayo que Ibe fleava contiguo, era justo
qae a esse general, com chele da conede-
raco Argentina, se desee o commaedo.-
Proceder esta razo, em qoanto estivesse*
roos no territorio argentino,' mas nlo de-
pois qae entramos no territorio paraguayo.
Allr as tres nacoes adiadas acbavam-se en
'de perfeka iguaMade
Pergooto: nos que contribuimos para a
guerra con exercho incoraparavelmente-
mais numeroso, e com quasi todas as des-
pejas, como submetlemos o eommando a
uro- general esfranho T Parece qne nenhuma
raso jastiflceo o fado*; porque se elle era-
chefe de orna, repblica; tamben o genera
Venancio Flores era chefe de oatra redobla
ca, e no entretanto ficeu em posr^o suba.-
tenta.
Parece-me essa claoeola do tratado tanta-
mais-censuravet. quaoto emprebendiamoe
a g*erra do Paraguay, principahnenle para
reivindicar a nessa honra. E quando tra-
tavamos de torjobre empenho, o-comraa
do das nossas tropas d**a sr dado a un*
general estrangairo ? Entendo qoe nao.
E censuret e hei n censura* sempre-
semdbante facte-; por is*o applaodft, qoao-
do vi- a retirada do general Bartbolomeu
Mitre,.e o eommando entregue a om gene-
ral brasrlero, ao-inclyle- duque de Caxas,
o horaem a quem o pwideve os triomphas
mais assignalades (meitos apoiada*), o bo-
mew a quem tievemos- a maior gloria do
nosso- paiz, e a sopremacia da nossa' influea-
cia moral na Asaerha do Sol. (Moitos-a-
poiados). Pde-se diier eom toda a verda-
de qoe o egregio daqoe de Caxas-foi o veer
cedor do Paragoay (rautos apoiados); se
alias- desconheeerraos- os relevnssimo
serricos dos demais generaes brasileiros que
nessa guerra obtveram valiosos litlos
benemerencia do paia. (Moitos apoiados).
Se bouvera continuado o coaamando do
geaeral estraageiro, nio poderiamos diaer
com ufana, tomo boje dizemoa: Quem
vndicou a banra nacional foram generaes
brasileiros; foram o> duque da Caxas e o
destemi'10 conde dULu. Um destrocoa o
poder militar do Paraguay ; o ootro veaceu
o tyranno e supprimio a'tyraaoia.
A fortuna, senhores, foi-oos propicia
auando sanou o grave erro da nossa diplo-
macia de 1865.
Ainda o fado de se conferir ao general
Bartbolomeu Mitre o eommando em chefe
me odus a pergontar se as despezas com
esse eommando foram pagas pelo Brasil o
pela repblica Argentina.
O Sa. Ministro de EsntANGErROS :Pero
Brasil, nao.
O Sr. Alencar Arabipe : Nesta parte
rico satisfeito.
Nio sei se por falta de alcance da mi oh a
inteligencia, parecem-me indecifraveis al-
gumas disposiedes do tratado do Io de maio.
Em um dos seus artigos diz que as conces-
ss, franquezas e isences concedidas a
um dos al liados se concederlo aos demais,
gratuitas, se forem gratuitas, onerosas, se
forem onerosas.
Mas se o tratado de l de maio determi-
nou os fins da guerra, nada mais deviamos
esperar delta, depois de obtidos esses fins;
no entretanto, falla-se em outras vantagerk;
e, assim, convm saber quaes sao essas
isences, franquezas e regalas qm deseje-
mos conseguir do Paraguay. Sobre isto
peco esclarecimentos ao nobre ministro.
Chego a um ponto do tratado qoe rae
parece muto grave, porque eslabelece prin-
cipio assaz perigoso, que pode ser applica-
do contra nos.
Diz o tratado que a guerra nao era feita
naco paraguaya, mas ao seu governo.
Nao comprebendo como se possa separar o
governo e a naco. Desde as escolas leio
nos escrptores mais abalisados de direito
publico que o governo est essencialmente
entrelacado com a naco, e que nao pode
baver separ&co entre as duas ent'dades.
O que governo seulo o representante do
povo qae elle administra ? Se se faz a guer-
ra ao governo de um povo, como ni se faz
guerra a esse povo?
Nos os Brasileiros costumamos geralmen-
te dizer que nao confundamos o governo in-
glez cora a naco ingleza, pois esta nos
serapre affeic jada e benvola, e aquelle nos
tem era muitas occasies tratado com in-
justo rigor. Ha, porm, milita differenca
entre orna aprpciaco vulgar e apreciado
de governos que devem fundar-se as nor-
mas do direito, exprimir-se com toda a
preciso na linguagem jurdica.
Nos usamos de um conceito com que
apenas distinguimos a bengnidade do povo
em contraposico prepotencia do governo
as nossas qoestoes internacionaes.
Se o direito das gentes nio admitte'se-
ne o Paraguay
mas o qoe )re puuuaiaaes e.
el|e robria-e com as ca da fort;a as torna
ert nm goVer-
tave' qae
es de governo representa
[segomtt devwm' re-^Mibecar e respeilar o
principio geralmente estalelecrdo, pelo
qual om povo respeHa o goterno existente
era ootro sem hquerr da sua legitmidade :
basta e fado da sua existencia para ser
respeitado. Assim, en considero a lngoa-
gendo tratado como nm desvio, como irm
erro da nossa diplomacia.
'Aiadatrarei umeetro exemplo qoe mos-
t-a qoe alo se pode separar, nao m o po-
vo, como tamb^m qwalquer parte do povo,
do renpeclivogove^o.
O Sa; Lsonar. Am^caii :Era faee do
direito das gentes.
O Sa* Aibmcab Arampe : do ; argumento com os principios do direi-
io, con o arbitrio, cad um pode fazer o
que qoizer./
Ora, pefgorrto en, poderiamns nos fazer
a guerra a um dos estado da Ubiio Ame-
ricana oo- a um> dos estados- da confedera-
cao Argentina, por exempio-. separando esse
esiado de- governo geral representa ? Neo om desses- movernos, da
Unilo Americana on da eonfederacio Ar-
gentina, tolerara serae'hante cooea ; nos
nos acbariamos em-frente do goverao geral
quando foseemos fazer a goerra, embora
declaradaaiente a ura estado designado.
Portanto ea desejava que o-nobre minis-
tro de estrangeiros nos deriarasse se o go-
verno actual manteo essas ideas, ese no
tratado da- paz jue tvermoade fazeralgu-
ma coosa consignaremos env relaco a esse
fado anmalo.
Eu disse que o principio por nos estabe-
lecido ni tratado poda ser revertido contra
nos. Sin Sr. presidente, se urna vez se-
paramos o governo-do Paraguay da soa-po*
polaclo, nao tera essa populacho o direito
de em qual juer ooeasio dizer, em relac j
ao tratado de paz que celebrarmos:assim
como seperastes o governo do dictador So-
lano Lope da popularlo paraguaya, assim
tambera agora nfr, populaelo paraguaya,
nos separamos governo que fez otrata-
do, e nao estamos- pelas coodices ahi esti-
puladas ?
Sr. presidentev isto raostra os perigos de
om falsoprincipia, e, portanto. acredito que
o governo do Brasil nao aceitar o princi-
pio que o nossa- diplomla negociador oo
tratado-de i de maio estabelecea e fir-
mo u.
Cbego agora a orna qnjslo, que deno-
minara financekra. porque o seu resaltado
final ser dispendio nosso, ser dinheiro.
O tratado da trplice amanea garante a
independencia,, soberana e iniegrda ie do
Paraguay por cinco annos. Nos sabemos
o estado depforavel emi que fleo aquella
nacao. As suas rendas licaram completa-
mente desbaratadas, e-agora mal se vai or-
ganizando a soa admistraco ; pois bem, no
estadu em que ficou aquello paiz- nao f-
cil suppftr ou presumir que elle se possa
manler nesles cincos- annos com as suas
proprias rendas. No caso de que assim
aconteca, como jolgo inevitavei, concorrer
o Brasil com as despezas de supprimento
indispensavel para que aquelle povo se
mantenha ? Desde que garantimos a sua
independencia, soberana e inlegridade.
consequencia (me parece) que para realizar-
mos essa garanta devenios auxiliar aquelle
povo com os recursos pecuniarios de que
possa precisar parasubsistir duranteo tempo
indicado no tratado.
Este o fin principal que tive em vista
oceupando-me deste ponto ; mas nio dei-
xarei de fazer aqui outras consideraces em
relaco a esta clausula do tratado.
Entendo, Sr. presidente, que em vez de
nos corapromettermes a manter a indepen
deneja, soberana e integridade do Paraguay,
devramos deixar aquelle povo inteiramente
entregue sua vontade, porque", como j
disse, podem as repblicas do Prata viver
do modo porque julgirem mais conveniente,
urna vez que nao nos prejodquera. Desde
que segnrarmos as nossas fronleiras, vivam
essas repblicas como bem qnizerem: esta
deve ser a nossa poltica.
Ora. se o Paraguay qnzer fazer parte da
Confederaco Argentina, porque razo ha-
vemos nos de embaraca-lo ? Creio que ha
ura'pensamento errneo em procederraos ao
contrario disto.
Entendera muitos ser conveniente para
nos que existam no Prata pequeos estados,
e nao que as aduaes repubiieas forraem
urna grande confederadlo, que de todas
constitua nm s povo poderoso.
Semelhante modo de pensar, alm de nio
nos ser conveniente, contrario justica uni-
versal.
Se a Confederaco Argentina poder reu-
nir a s, todos os estados platinos, e se isto
ffir da vantagem para aquelles povos, por-
que razio havemos de nos collocar de per-
meio e embaracar que isto se consga ?
gua7
O estajo de
do
em-
lorque a conscien-
to deste assompto, porque desejo conlecer, a esse intento o argumento do segredo do
/.lo de haver o tratado inolaido esta tratado.
ala? no meu modo de pensar errneo. Os Paraguayos devam ignorar o tratado
Desejava saber o motivos porque tendo em quanto durasse a guerra; portanto nio
esse jeneral assomido o eommando em poda aproveitar-nos semelhante, clausula
ebefe dos exercilos. alliados, depois ret- t altamente para admirar que dos, povo
paraco entra governo e povo, nao devia-
mos estabelecer esse principio perigoso que
pode ser revert Jo contra nos.
OSr. Leonel Alencar :Nem o tratado
eslabeleceu isto, porque a repblica do Pa-
raguay responsavel pelas despezas.
O Sr. Alencar Araripe :Logo ba con-
tradccao eatre as duas disposices.
Podemos admittir qae o tratado assim
se exprimisse para mostrar s nac5es do
mondo qae os alliados nio iam fazer urna
guerra de conquista. Mas se o tratado ti-
nha de ficar secreto at o fim da guerra, j
se v que nao era esse o intuito do mesmo
tratado, quando por semelhante forma de-
terminou o inimigo que ia combater.
Se tambem aimittirmos qae foi am ardil
de guerra, para desligar a populacjo para-
guaya do dictador qoe'iamoi derribar, fa-
zendo com qae ella visse nos alliados bons
amigos, e a favor, destes se declarasse con-
tra o seu verdugo, igualmente applicavel
Sou um daquelles que sempre pensaran)
de modo diverso dos que laslimavam a sorte
da Polonia e que entendiam que as nacSes
fortes da Europa deviam auxiliar a insurrei-
co, que imprudentemente quera desligar
da Russia urna nesga de terreno para res-
taurar um simulacro de naco sob o pom-
poso, mas quasiesquecido nmada Polonia.
Pens assim, pela idea que tenbo do qne as
grandes nacionalidades slo s mais aptas
para fazer a felicidade dos povos. Se urna
popalaco pode ser mais feliz fazendo parte
de urna naco grande do que c mslituindo
ama naco pequea, injusto que algnem
se interponha para impedir o fado da unio.
Nao me encarregareiaqai, Sr. presdente,
de expender os mjtivos que me levara a
pensar dste modo, porque seria fra do
assumpto ; basta s reflectir que orna gran-
de naci sempre respeitada, e ama na-
ci pequea quasi sempre o ludibrio das
outras.
Farei ainda urna observaco. Os parti-
distas do systeina do congresso de Vienna
dizem qae devemos favorecer a existencia
dos estados pequeos em vantagem nossa
Eu desconheco esta vantagem ; pelo contra-
rio entendo qae emquanto houverem peque-
os estados as margeos do Prata apparece-
ro dissencoes, agitages continuas, poster-
gacSes de direitos; ao passo que se alli
existisse urna nacao grande, sena sempre
levada por principios generosos e de jas*-
tic.
E porventara nao temos tido j exemplo
disto ? Se as nossas qoestoes fossem com
am estado composlo de todos aqoelles .po-
vos, porventura teriamos recebrdo *s Injus-
ticas. qae soffremos do presidepte, da repu-
5
razoaves e tolerantes
as suas relacoes externas ; no entretanto
que as nacoes pequeas, impellidas pela pro-
pria fraquez'a, agitam-se a todos Os mo-
mentos e incommodam os seos viziohos.
Portanto, Sr. presidente, entendo que
ainda por este lado nos ganbavamos moito
se as repblicas do Prata se incorporassem
e unidas fortnassem om granle estado.
Considero om erro o que pratiesmos ga-
raotirjdoaexis'encia da repblica oriental
ilo Uruguay de accordo com a Franca e a
Inglaterra. Quaes s8o as vantagens qne nos
tem viodo daoi ? Nao as vejo ; ao contra
rie encontr sement encargos e desgostos.
O protectorado das grandes nag&es sobre
as pequeas tem sido om erro fatal.
l*i Europa a Grecia tem mostrado o qae
vale a prolecGjro das na0es fortes para man-
ter ama narionalrdade ficticia, que tem o vo
nome de um povo outr'ora famigerado. sem
a forga real para sustentar os seas direitos
no exterior, aera manler a orden* interna
entre os poprios sobditos.
Hoje, mais uraco-que os- beres da Gre-
cia primitiva, o governo grego v os sal-
teadores fazer do latrocinio meio regular de
tributar o viajante, e os nao pode cohibir f
Mais fraco do que os priraeiros reis-de Alhe-
nas, j aera lhe dado imitar as facanhas
'de Tbezeo, quando sejeitava os ladrees p-
blicos ao-leito de Precsto f
Se a pequeas nacoes na soa debilidad
trazem e-germen da diesordem-e incoasisten-
cia, os grandes povos, ao contrario, aa pro-
pria forea- tm o-elemento da> firmeza e es-
labilidade ; se as nacoes pequeas pertur-
bam-se por insigoificanles motivos, as gran-
des nacionalidades s por causas geraes e
aasamptos mut elevadas chegatn a abala -se.
O eicamplo est, de um lado nos nossos
visinbosy .que por questinuculas movetn-se
cootinaamente^ poroatro lado-nos Estados-
Unidos, onde s ama causa da maior im-
portancia, da moior magnanitude foi capaz
de os pe em revologao.
Portauto, etroneo principio qae atgnns
qaerem sustentar de que vanlajoso para
jara no a exietenct de pequeos estad >s
no Pra a. E eu, bem ao contrario, como
amigo do meu paiz e como amigo desees
povos, laria votos para qae elles Tormaseem
ama s nac?r, um s povo.. Fortes, alies
serlo razoaveis e justos ; fracos, sero vio-
lentos e iniquos.
Sr. presidente, o-tratado de 1 de Maio,
em mais de om ponto mostra-se contradic-
torio e inexpttcavel O tratada que diz que
as nacoes adiadas garantirlo por cinco- an-
nos a independencia, soberana e integrida-
de do- Paraguay, t- o mesmo qae diz qae
o Paraguay ser desarmado e as suas
fortificacoes serlo arrazadas, e nao se con
sentrado qoa lavante novae fortificacoes
Pdde ser soberano, livre e independen-
te um povo- que nSo pode levantar dentro
do sen territorio fortificacoes necessarias
para soa (Mesa?
O Sr. LsoNEt Alencar:Na blgica
aconteceo isto, e ella soberana.
O Sr. Alencar Arakip* :Urna naco
dependente de outras-nao pode jamis ser
soberano; o soa poder est sempre res-
tribo e sujeito is coocessoes de extranhas
vontades.
A Blgica, na posicao emque se acha na
Europa, sob a dependencia das cinco na-
coes qne a soperiotendem, nio pode ser
livre e independente. Na ierra o sopremo
imperio de urna naco soberana s pode
ser modificado pela omnipotencia divina;
as potencias da trra nao tem (acuidades
para isso; se o fazm, servem-se do direi-
to do mais forte: Limitada em um ponto a
soberana de um povo, essa soberana tem
desapparecido. porque o poder soberano
por sua natureza Ilimitado.
Portanto, o (eyemplo aa Blgica, que o
nobre deputado citou, em vez de ser con-
tra o que digo, conrirmou o principio que
eslabelece; se ha os fados, estes nao jus-
tificara nem abonara o erro para converte-jo
em direito. >
Ora, se no proprio tratado se estabelece
a soberana e independencia do paraguay,
elle propiio quera a s aniqnilla.
Diz-se-ha : e a que vemesias considera-
ces com relaco a ura fado consumado ?
Eu as fac >, afim de saber quaes sao preci-
samente asiduas do n-'sso governo adual,
em relaco a esse ponto, isto se esta dis-
posto a prohibir que o Paraguay no futuro
faca as fortificaco:s que julgar necesarias
para sua defesa.
A prohibilo que se qaer impar aa Para-
guay de nao, levantar novas forliicaces e
nm acto int-iramente fiustrane para fim a
que derige, qual o de evitar que elle pos-,
sa provocar novas dissenso)S e guerras
Sr. presidente, nio s confiado as for-
tificac.'s que se fazem as guerras; agora
mesmo viraos no Paraguay que os seus
habitantes independente das fortificacoes
acharam no paiz grandes recursos para a
resistencia ; e ser por ventura! por urna
ou outra fortificaclo que o Paraguax possa
levantar, que se animar a ser injusto para
comnosco, q e nao observar as clausulas
l^do tratado qne comnosco celebrar sobre a
paz? Creio que nio; perianto a condiclo
imperio-a- sobre a destrniclo das fortalezas
existentes, e a nao constrncelo de outras,
uraa imposico de mera e intil prepo-
tencia. Se reconhecemos a soberana do
Paraguay, deixe-mos de ser contradicto-
rios.
O tratado estabelece urna condiclo qne
me parece inteiramente illusoria. Diz elle
que *os alliados exigirlo as despezas da
euerra e indemnsacao .dos prejmzos cau-
sados ao estado e aos 'particulares.
To grande, Sr. presidente, torio os sa-
crificios qae o Brazil fez para sustentar esta
guerra, que o vejo a impossibilidade quasi
absoluta do Paraguay indemnisar nos das
despezas qne fizemos.
Con vera saber se o governo "est dlspos-
10 a manter a execoclo desta claisula, ci
se reconoce qae o Raraguay nio ter mais
de pagar-nos
Folgarel muito se onrir o nobre ministro
de estfangeiros declarar qae ha estas espe-
rances, mas creio qoe o Paraguay ainda
nesls 50 annos mais prximos (appoiados)
cortamente nao estar em circumstancias de
pagar despezas que a nos mesmos cos-
taran! fazer,
Nao deixarei, Sr. psesidente, aip.da d*
criticar ootro ponto do trattd do i," de
Maio, e^ aqaelle em que se detlarou que
creto at a coqsecassSc, do seu prin-
Entb.ndo qoe q atarmos de
Me iac
rfarer tamaito saei!.h para vinfar a nssa
bonr.-! z 09 in-
tentos, os meios, e a forma cos que a
mesma guerra se fazla, Circnmstancia ai-
gima devia oecultar-se, quando a nacao
acuda com exeraplar civismo ao reclamo
do governo. Nio observo no t.atado coo-
sa algdma qae devesse occnltar^se popo-
laco.
E j que toqoei nesta circnmstancia oc-
corro a idea de poder baver ainda alguma
coosa nio manifestada. Se ba', creio, que
j tempo de se nao goardar reservas :
sarba o paiz a que se dirigiram os seos im-
mensos sacrificios. Saibamos todo qoanto
se passoo, e babililemo nos a apreciar essa
guerra ero seas sacrificios, em soas coose-
qaeneias.
Deixando o tratado, Sr. presidente, farei
urna consideratao ainda sobr um fado qne
acabo de ler nos nossos joraaes, em relaco
repblica oriental do Uruguay ; quero fal-
lar de alguns subditos br1eiro que se
diz terem sido ltimamente alli sarrados, a
titalo de recrutamento.
lulgo que devemos ser moito escrupulo-
sos em materias desta ordem, lembrando-nos
qoe fados semelbantes foram a orgera, ou
a oceasio da desastrosa guerra por que
passamos; mas se assim devemos ser, nem
por ieso qaero qae o governo deixe de temar
providencias para qoe os subditas brasileros-
sejaro effectiva e reanente garantidos no
Estada Oriental. Mas preciso qoe o go-
verno priuieiramente tenba em alinelo a
exadidSo ou a veracidad da nacionafidade
com qae alli se apresentam individuos recla-
mando o direito de subditos brasileiros, sem
realrrieate o serena.
Desejava, pois, saber se ba com effeito
fundamento nessa noticia,, se o governo tera
tomado algumas providencias,, e quaes ellas
sejam. no casona redrdade desees mesmos
fados.
Sr. presidente, termino aqui as conside-
races que liaba de fazer.
Peco desculpa cmara por ter por tanto
tempo eceupado a soa alinelo, agradecen-
do-lhe a sua benevolencia. (Muito bem,
moito bem.)
lykcurs&pronunmdo m>msao ib-3 dejulho
ie 1870:
O Su. D1000 Velho (ministro da agricul-
tura). (AttencSo). Felicito-me, Sr. presi-
dente, pelo interesse qoe ha despertado a
discossae do oreamenio do ministerio da
agricultura, conwnercio e obras publicas.
isio indicio da attenco que u.erecem os im-
portantissimos servidos que por elle correm.
Devo agradecer aos (Ilustres- depotados,
que toraram parte no debate, ae luzes que
Iho tem trazido e o modo por qoe o tem en-
caminhado, fazendo com que a discusslo se
conserve na a.tura da importancia do as-
sumpto, dos talentos e aspicaces de to
distractos oradores.
Tendo deacampanbalosasvariadissimas
observaces qoe adduziram, nao posso fazer
um discurso methodico: terei de singir-me
s olas que pude apanhar das qoestoes
principaes. Acamara releve-me assim a falta
de nexo as consideraces qae soa toreado
fezer, respondendo aos cubres oradores.
Occupou em priraeiro lagar a tribuna o
honrado deputado pela provincia de S Paulo,
que nio teobo a satisfacao de ver no seo
banco habitual.
O Sr. Db'ARTE as Aze\ido : Eslou pre-
sente ; tenbo a honra de prestar aitencie ao
discurso do nobre ministro.
O Sr. Ministro da Agricultura :Es-
timo muito.
Observou o nobre deputado entre o re~
lalorio do ministerio a mea cargo e o da fa-
zenda urna contradiccao, relativamente
apreciaclo da nossa prodcelo agrenla, no-
tando S. Exc. que quando o respeitavel Sr.
visconde de Itaboraby pintav o paiz nadan-
do em prosperidade e as suas torcas pro-
ductivas apresantando grande desenvolvi-
mento, o ministro da agricultura assignala-
va a lavoura decadente no prseme, carnea-
Cada de borrascas no futuro.
Houve da parte do nobre deputado. infe-
lizmente, pouca attenglo s minhas pala-
vras; e se enxergou contradiccao entre esses
tpicos do relatorio da agricultura da fazan-
da, maior contradiccao deveria achar, se-
gundo o sen modo de apreciar as cousas
na minha propria exposiclo. O augmento
da prodcelo do paiz est ahi reconhecido e
authenticadoj
Mas, Sr. presidente, [fcil mostrar qae
e imaginaria a desarmonia que procuroo
crear o nobre deputado: a prodcelo tem
effeclivamente augmentado; mas cousa
que iilo admitte contestaclo, por ser de
simples intuiclo qn a lavoura se acha no
presente nio decadente, como sttribuio-me
o nobre deputado, sim mol segura, como
escrevi, e ameacada de borrarcas no futuro.
O Sr. Pereira da Silva:Nio apoiado.
O Sn. Benjamn : Sa assim existe
contradicelo nos relatnos.
O Sr. Ministro da Agricultura : Sao
dous fados que se exclaem, e apenas da-
riam lugar ao exame da proporclo do'aug-
aento da prodcelo, se fosse prospera a
lavoura no presente.
Se bem attendermos s causas que lti-
mamente determinaram o augmento da pro-
dcelo do paiz, veremos que algumas slo
epbc-meras e podem desapparecer por qual-
qoer eventuaiidade.
O Sn. Casado :Apoiado.
O Sn. Ministro da Agricultura ; -* Se,
porm, attendermos s condieces perma-
nentes da lavoura, s inQaenas estaveis
q< e sobre ella actuara, veremos que a sua
situaclo pouco animadora.
A prodcelo cresceu em virtode de certas
causas contingentes, repito, como sejam a
grande procara de alguna gneros, por ex-
emplo oalgodlo, determinada pela soa falta
nos Estados-Unido*; maior somera de es-
forco no trabamo, motivada pela emergencia
di guerra de honra em qoe vimo-nos em*
penbadoa ) a baixa do cambio qoe appacen-
(emente dea maior valor ao genero e ejsti-
mnlou os lavradores etc. Estas b ainda ou-
trag circumstancias, sem fallar no progresso
natural do paiz, determinaram esse augmen-
ta das torea* p los). Ao-
resce qae da \ ta outras
fontes de prodaccio, alm da agricultura
propriamente dita. Sen^
volvido, como idus-
tria extractiva, 1
-ha

YP, 00 U AHlU -
^XIA?
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