Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12157


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 177
PARA A CAPITAL E LOCARES IDE HAO SE PAGA PORTE.
achantad' ..............
m..................
moo idem.....................
SEGUIDA FEIRA OE AGOSTO 01 1970
6,5000
l,JOO
4)9000
320
PABA DEITao E PORA DA PROVIHMA.
Por tres mezes adiantadw.................
por seis ditos dem.....................
Por note ditos dem................... 20025
Por ora anno idem.................. 270000
t ,
Figoeira
---------------
SAO AeiVES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filbos, no Para ; Goncalves Pinto, no Maranbio ; Joaquim Jos de OJiveira, no Cear ; Atipa de Lemos Bpg, no Aracaly ; Jo3c Hara Jalio Chave, no Ass ; Antonio-Marqne da Silva, no Natal; Jos Justina
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomesi I Villa da Penh; Belarminoos Santos- Baldo, en Santo Antio; Domingo Jos da Gesto Braga,
em Naeareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Ajes> na Babia ; e Jos Ribeiro 6tparinbo no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Coveruo da provincia.
T-.XPKD1KNTB ASSIfiNAOO PEI-r' EXM. Sn. SENADOR ERE-
DF.R1CO DE ALMMDA E AUHIQOEIIQUK, PRESIDENTE
DA PROVINCIA EM l DK MARCO DE 1870.
1" secriio.
K. 398Portarla ao Exm. Sr. eneral comman-
ttante das arma?.Transmiti a V. Exc. p*">r copia
OS avisos expedidos pelo minislano da puerra de 1
e 5 do cnenla, aflu de que Ihes d a devida exe-
cuci), expedindo os necessarios ttulos de baixa
a; pracas do batnlhao 5'J de voluntario da patria,
ebegados do sal, no menor espaco- de lempo, e fa-
jeada recolher ao arenal de guerra, o armamento,
e a respectiva bandeira al que possa ella ser de-
positada na cathedr.il, lavrando-se disso termo,
COflM se acha determinado no aviso de 28 de fe*
veratro prximo fiado, lambem por eipia, certo
de qae para ess^fJm passo a cntender-me com o
governador do bipado
N. 399.X.i ao director do arsenal de guerra.
Transmiti por-copia a V. S. para seu eonheci-
niento, os avisos expedidas pelo ministerio da
guerra de 1 e 3 do corrale, relativamente ao ba-
ta hho n 53 de voluntarios da patria desta pro-
vincia, nltimameniochegados do sul.
N. 400.-Dita ao inspector do arsenal de ma-
rinha. Mande "V. S. foraecer, com urgeocia o
carvo de que necessila o vapor Itapicur. que
rondnzio para esta provincia e corpo de volunta-
da patria n. 53, surto oeste porto.
' 2" eccao.
N. 40I<^-Portaria aoOr. chefe de polica.Com-
lunicaodo-me ojulr municipal primeiro snpplen-
te do termo de Sa guciro em officio do Io ae feve-
reiro prximo (indo, eetarem os habitantes do mes-
mo termo lutando com febres e casos de dearrhea,
remetto a V. S.,-afim de que envi ao referido
juiz municipal, a. ambulancia de medicamentos
allopatbicos, qne em dons caixot-s a'este acompa-
niu para serem applicados aos indigentes que fo-
rem accommettidos daquelle mal, certo de que au-
torisei aquclte juii a encarregar ao cidadao Per-
genlino Rodrigues de Miranda de seraelliante ira-
umento.
N. iO. Tita ao commandante superior da
guarda nacional de Olinda.Expeca V. S. as con-
venientes (rdens, afim de que urna guarda de non
ra do 9 batalhao le infaniaria desse municipio
se aprsenle no dia 15 de abril vmdouro, as 6 ho-
ras da tarde, em frente da igreja da Ordem Ter-
e-ira de S. Francisco da cidade de Olinda, para
acompanhar a procissio do Senhor Morto, que de-
v;- sahir da dita Igreja.
N.403.-Ditaao juiz do direito da comarca de
Garanhuns.Declaro a Vmc. m resposta ao seu
offlrio de 3 do crreme, que em 11 deste mez pro-
videncie! no sentido de ser soccorrida a popula-
cho indigente qua se acha soffrendo do fl igello da
secca, nao s no termo de Bom Conselho como
tambera nos de Baique, Garanhuns e S. Bento,
como j communiquei a Vmc. naqnslla dala.
N.401.Dila ao juiz de direito da comarcado
Araeaty Tendo oficiado em 10 do correte ao
presidente do Cear, afim de auxiliar a remessa
oom a maior brevidade e seguranr-a para a cida-
de do Cralo e d'alli para as villas de Cabrob,
Silguen, Granito, uricnry e Santa Mara da
Boa-Vista, dos gneros alimenticios qae conduz o
alferes Antonio Joaquim de Barros Lima, para se-
rem atribuidos pelos babiuntes daquellas villas
e seas termos, que se acham infelizmente sem,
meios de satisfazer as suas mais urgentes neces-
idades em eonsequencia do fl tgello da secca, e
nao havejido tempo deterem chegado as orden* Ja
presidencia dessa provincia, rogo a Vmc. que de
accordo em o barao de Mecejana se digne de fa-
cilitar os meios de conducao dos ditos gneros pa-
rs o Crato pela cidade d Ico, com a maior bre-
vidade possivel, certo de que o sobredito alferes
Contal dinheiro para as respectivas despena.
N. 405 Dita aojuiz de direito da cunares da
II i-Vista.Remeti a Vmc. as retornes dos g-
neros alimenticios que nesta dala onvio pelo alfa-
res Antonio Jnquim de Barros Lima, para serem
distribuidos com igualdade polos indigentes ti i-
gellados pela secca nos termos dtssa comarca, por
intermedio das commissoes para issi* nomeadas
na relacao tambera inclusa, afim de que Vine, por
soa parte auxilie a? referidas commisSes no des-
empenho de sua Minio, e me communiquo o que
recorrer rerca da raesma secca.Iuai, mutatis
mulaniis, ao jaiz de direito de Cabrobo.
Prssas nomeadas para as emmmiuBei da comarca
da lla-Viila.
Ba-Vista.T.'B'iiLe-coronel Joj Cliryspiniano
II dngues delbi Branda), delegado em exerci-
fuara Joao Jos de Arauj>.
Ouricurv.Major Joaquim Leonel de Alencar,
subdelegado Herculano de Luna e Alencar, o de-
legado eiu exercicio.'
'js para as commis'es na comarca de Ca-
brob.
Cabrob.O delegado em ejercicio, eapjlao lose
Sures de Mello Avelino, Washington Ildefonso de
Retraes Calumbi.
Salgueiro.Vigario Antonio Joaquim Soares,
capilo Jos Rufino do Araujo, Roraio Pereira Fil-
gueira de Sampavo.
Grenilu.Jos Peixoto da Silva, delegado Igna-
ci Caetaoo de Alencar Rodovalho, padre Joaquim
r di Cruz.
i'itneros que segwm para os termos de Cabrob,
Salijueiro e Granito.
Cabrob120 arroba* de csrne secca,. 100 sac
Urinha, 30 ditos milho, 10 ditos feijo, 2 ditos
arroz.
Granito. A mesma quantidade de gneros
cima.
I^ueiro.A mesma-quantidade de generse
urna ambulancia com medicamentos allopathicos.
lleneros que segwm para li i-Vista e Ouricury.
Ba-Vista.- 120 arrobas ds carne secca, 100
saceos farinha, 30 ditos milho, 10 ditos teijao, 2
ditos arroz.
OuricuryA mesma qnantidaie.
N. 408.Dita ao Dr. Manoel Coelho Bastos do
Kascimentq, juiz de, direito interino da comarca
do Grata, pifio Benedicto da Silva Garrido e a
Pedro Jos Gonjalfres, ccllector do Crato.Tendo
oficiado em 10 do corrente ao presdeme do. Cea-
in de auxiliar a temessa cjm a maior bre-
vidade e seguran^} para essa cidade, e dabi para
as villa8ide Cabrob, Silgueiro, Granito, Ouriea-
n e SanU Miria da Boa-Vista, dos gneros ali-
menticios que conduz o alferes Antoni > Joaqnim
de Barros Lima, para serem distribuidos pelos ha-
bitantes indigentes daquellas villas e seus termos,
que se achara infelizmente sem meios de satisfa-
zer as suas mais urgentes necessidades em eonse-
quencia do flagello da secca, e nao havendo tem
idocio

a- mencionadas villas com a maior brevidade pos-
I, certo de que o sobredito alferes conduz di-
para as respectivas despezas.
, ao juiz municipal da primeirs va-
) a Vmc. as oilo guias
s sentenciados de jastic.a chistantes da
oU annexa por undo offlcio do
rnando de No-
te cumprirao a respectwa
pana
/. municipal primeiro snp-
-- Inteirado do qae
reiro prximo flndo, com referencia aos casos de
febre e diarrhea em qne eslao latando os habi
antes desse termo, declaro-lhe que nesta datare-
mello ao Dr. chefe de polica para Ihe ser enviada
urna ambulancia em dous caixes com medica-
mentos allopathicos, afim de serem applicados ao*
indigentes que forem accommettidos daquellas
enfermidade?, podendo Vmc. nearregar do res-
petivo iratamento ao cidadao Pergentino Rodr -
pm de Miranda, indicado em seu citado officio.
N. 409. Dita ao tenente-coronel Jos Chryspk
niano Rodrigues Coelho Brandao. Cumprindo o
rigoroso dever de socco-rer os habitantes indigen-
tes dessa villa e seu termo, que se acbam infeliz
mente sera meios de satisfazer as saas mais ur-
gentes necessidades, em eonsequencia do flagello
da secca, resolv nomear urna commissao compos-
la de Vmc, do delegado em exercicio e do Rvm.
vigario Joao Jos de Araujo, afim de receber os
gneros que sao conduzidos pelo alferes Antonio
Joaquim de Barros Lima, os quae? constam da re-
lacao inclusa, e distribui-los pelos indigentes com
loda a igualdade e verdadeiro espirito de caridade.
E confiando io patriotismo e philantropa de Vmc.,
espero que acceitar semelhante commissao. -
Iguaes, mutatis mutandis ao delegado e ao viga-
rio.
Gneros que seguem. 120 arrobas de carne
secca, 100 saceos farinha, 30 ditos milho, 10 ditos
feijio e 2 ditos arroz.
1N. 410.Dita as major Joaquim Leonel de Alen-
car. Cumprindo o rigoroso deer de soccorrer
os habitantes indigentes dessa villa e seu termo,
que se acham infelizmente sem meiof de satisfazer
as suas miis urgentes necessidades, em eonse-
quencia do flagello da secca, resolv nomear urna
commissao composta de Vmc, do subdelegado
Herculano de Luna e Alencar e do delegado em
exercicio, afim de receber os gneros que sao con-
duzidos pelo alferes Antonio Joaquim de Barros
Lima, os quaes constam da relacao inclusa, e dis-
tribui-los pelos indigentes com toda a igualdade e
verdadeiro espirito de caridade. E confiando no
patriotismo e philantroaia de Vmc, espero que ac-
ceitar semelhante commissao. Iguaes, ikoij
mutandis, ao delegado em exercicio e ao subdele-
gado Herculano de Luna e Alencar.
Gneros que seguem. 120 arrobas de carne
secca, 100 saceos farinha, 30 ditos milho, 10 ditos
feijo e 2 ditos arroz.
N. 411.Dita ao delegado em exercicio do ter-
mo de Cabrob.Cumprindo o rigorosa dever de
soccorrer os habitantes indigente} dessa villa e
seu termo, que se acham infelizmente sem meios
de satisfazer as suas mais urgentes necessidades,
em eonsequencia do flagello da secca, resolv no
mear urna commissao composta de Vmc., do capi-
lo Jos Soares de Mello Avelino e do cidadao
Washington Ildefonso de Novaes Calumbi, alim de
receber os gneros que sao conduzidos pelo alfe-
res Antonio Joaquim de Barros Lima, os quaes
constam da relao inclusa, e distribui-los pelos
indigentes com toda a igualdad e verdadeiro es-
pirito de caridade. E confiando no patriotismo e
philantropa de Vmc, espero que acceitar seme-
lhante commissao.=lguaes, muiatis mutandis. ao
Sr. capitad Jos Soares de Mello Avelino e Was-
hington Ildefonso de Novaes Calumbi.
Gneros que soguera. 120 arrobas de carne
secca, 100 saceos farinha.' 30 ditos mimo, 10 ortos
feijo e 2 dils arroz.
3' seccao.
N 412.Portara aoinspeclor da Ihesouraria de
fazenda.Transmiti a V. S para os devidos fins,
a guia junto do sentenciado de justicia Miguel Au-
gelo de Lucena, que veio de Fernando de Noro-
nha para esta capital no vapor Cururipe, a ser
apresentado ao chefe de polica.
N. 413 Dita ao mesmo.Segundo consta do
aviso da reparticao de marinha de 4 do corrente,
fo concedido licenca ao imperial marinhero re-
formado. Olegario Emilio de Souza, para Yesidir
nesta provincia como requerera sendo por essa
ihesouraria pago do snl lo que Ihe competir, o que
declara a V. S. para seu conh^cimento.
N. 414.Dita aomesmo. Transmiti a V. S.
para os fins convenientes, s duas inclusas ordens
do thesouro nacional sob ns. 43 e 4i.
N. 417.Dita ao mesmo.Transmiti a V. S.
para seu conhecimenta, copias dos avisos expedi-
dos pelo ministerio da guerra de 1 e 5 do corren-
te, acerca do b talho n 51 de voluntarios ia pa
Ira desta provincia ltimamente ehegados dj
ni.
N. 418.Dita an.inspector da theiourara pro-
vincial. Expeca V. S suas ordens para que de-
pois de liquidados em vista do pret junto era du-
ptieala que me remetteu o commandante superior
do municipio de S^rinhem com officio de 7 do cor-
rente, sob n. 45 sejam pagos os vencimont is relati-
vos ao raez de fi#ven-iro ultimo, dis guarda* na-
nacionaes destacdos no povoado de Gamel-
leira.
N. 419.Dita ao mesmo.Annuindo ao que
solicitou o chefe de polica em ollicio de 12 do
corrente, sob n. 349, recommendo a V. S. que em
vista da inclusa conta, mande pagar ao tenente-
con oel Gualier Mnrliniano de Aleacar Araripe, a
qnanlia de 25J,, despendida com o cocerlo do
armamento ao servico da polica no termo de Ou-
ricury.
4* secgo.
N. 420.OlTJco aoExm. Sr. presidente da pro-
vincia do Cear.Em additameuto ao mau olficio
de 10 do corrente, declaro a V. Exc que os gene-
ros alimenticios que seguem no vapor Potenqi, que
parle boje para o norte com destino nao 90 as
villas de Ouricury, Cabrob, Boa-vista e Granito,
de qne tratei no citado officio, mas tambera para
o de Salgueiro, sao conduzidos pelo alferes AntO'
nio Joaquim de Barros Lima, o qual conduz tam
bem dinheiro para as desperas do transporte.
N. 421.Portara ao Exin. Sr. viseando de Ca-
raaragibe director da Faculdade de Direito do
Rejife.Comraunico a V. Exc em resposta ao seu
officio de boje, que nesta data nomeei o Dr. Wen-
ceslau Garcia Chavos, para assistir na qualidade
de commissario do governoo exame de nguasno
collegio das artes annexo a essa faculdade.
N. 422.Dita ao Exm. Sr. bario de Mecejana.
Tendo officado em 10 do crranle ao presidente
do Cear afl.n de auxiliar a remessa coro a maior
brevidade e seguranca, para a cidade do Cralo e
d'alli para as villas Oe Cabrob, Salgueiro, Gram
to, Ouricurv e Santa Mana da Boa-vista, dos g-
neros alimenticios, que conduz o alferes Antonio
Joaquim de Barros Lima, afim de serem destrilmi-
dos pelos habitantes indigentes daquellas villas, e
seus termos, que se acbam infelizmente sem meios
de satisfazer as suas mais urgentes necessidades,
em eonsequencia do flagello da secca ; e nao ha
vendo tempo de chegar as ordens ao- presidente
dessa provincia, rogo a V. Exc. que se digne faci-
litar os meios-da eonducco dos dito- gneros para
o Cralo, pela cidade do leo, cem a maior brevida-
de possivel, eerto- de que o sobredito alferes
conduz dinheiro para as respectivas despezas
N. 423.Dita ao vigario da fregaeziade Salguei-
ro Antonio Joaquim Soares.Cumprindo o rigoro-
so dever de soccorrer os habitantes indigentes
iessa villa e seus termos, que se acham infeliz-
mente sem meios de satisfazer as suas mais ur-
gentes necessidades em eonsequencia do flagello
da secca, i mear urna commissao compos-
ta de V,S. do capitio Jos Rufino de Araujo^e do
ci Jado Romao Pereira Filgueira de Sampayo. afim
de receber os gneros que sao conduzidos pelo
alferes Antonio Joaquim de Barros Lima, e cons-
tam da relacio inclusa e distribui-los pelos indi-.
Jantes com toda igualdade e verdadeiro espirito
e caridade. E aonfiando no pal phi-
lamlropia de V. S. espero que V. S. aceitar seme-
lhante commissao.
Gneros que aegnem.120 arrobas de carne
secca, 100 sacco farinha, 30 ditos milho, 10 ditos
feij, 2 ditos arroz.
Iguaes ao eapitao Jos Rufino de Araujo eo
cidadao Romao Pereira Filgneira de San payo,
muales nutandis.
N. 421.Dita a Jos Peixoto da Silva presidente
da cmara municipal do Granito.Cumprindo o
rigoroso dever de soccorrer os habitantes indi gen
tes dessa villa e sen termo qua se acham infeliz
mente sem meios de satisfazer as suas mais nr
genios necessidades-, era eonsequencia do fl tgello
da secca, resolv nomear nma commissao compos-
t de V. S. da delegado .Ignacio Caetano de Alen-
car Rodovalho e do padre Joaquim Carvalho da
Cruz, afi n de reeeber os gener js que Sao condu-
zidos pelo alferes de polica Antonio Joaquim de
Barios Lima e constara da relacao inclusa % dis-
tribui-los pelos indigentes com loda igualdade e
verdadeiro espirito de caridade. E confiando no
patriotismo e philarotropa deV. S. espero que acei
te semelhante commissao.
Gneros qne seguenat120 arrobas de carne
secca, 100 saceos farinha, 30 ditos milho, 10 ditos
feijo e 2 ditos arroz.
iguaes ao delegado de polica e o padre Joaquim
Carvalho da Cruz, mutatis mutandis.
N. 42o.Dita ao gerente dacorapanhia Pernam-
buoanaO Sr. gerente da companhia Pernamnu-
cana mande dar transporte a r, gratuitamente na
forma do seu offerecimeoto, at o Araeaty no
vapor Potengi ao alf res Antonio Joaquim de Bar-
ros Lima, que vai conduzindo os gneros alimen-
ticios destinados a soreorrer os indigentes flagel-
ados pela secca nos termos de Cabrob, Granito,
Salgueiro, Boa-Vista e Onricury, e a proa 6 pra-
eas que o acompahnara.
426.Dit ao mesmo.Accuso o offereeimenlo
que fez Vmc. em 13 doeorrente, para transportar
gratuitamente at o Araeaty, os gneros que vio sor
remettidos por esta presidencia para soccorro da
populacao indigente dn diversas localidades desta
provincia, que est soffrendo o flagello da secca, e
muito agradec esse seu acto de philantropa e ca-
ridade.
N> 427.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambncana, mande transportar gratui
lamente como offercen,a 13 do corrente, at a
cidade do Araeaty no vapor Potengi 600 arrobas
de earne secca, 500 saceos cora farinha, 50 com
feijo, 150 com milho e 10-com arroz, sendo lodos
esaas gneros destinados- a soccorrer os indcenles
flagellados pala secca, nos termos de Cabrob,
Salgueiro, Granito, Boa-Vista e Ouricury.
N. 428.Deliberacao.O presidente da provin-
cia resolve nomear o Dr.Wenceslao Garca Chaves
para assistir na qualidade de commissario do gc-
verno nos exames de linguas do eollegio das artes
annexo a Faculdade da Direito desta cidade.
BXPEDIKNTE ASSIGNADO PELO SR. OR. EUAS MEB*-
RICO DE ALMEIDA E ALBVQUERQUK. SECRETARIO DO
GOVERNO, EM 15 DE MARQO DE 1870.
.1 seccao.
N. 429.Officio ao Dr. chefe de polica.Nesta
dat autoritou-se a thesouraria provincial a papar
ao tenente-coronel paitar Martono de Aleonar
Araripe a quanlia de 25 constante do ofiir de
T. 3., datado de 12 do Brrente son n/349 qml
flea assm respondido de ordem do Bxra. Sr. pre
sitente da provincia.
N. 430.Dito ao c mmandante superior da
guarda nacional de Serinhem.O Exm. Sp. pre-
sidente da prjvncia manda declarar a V. S. em
resposta ao seu offlcio de 7,do corrente, que a the-
souraria provincial tem ordem para pagar os ven-
eimentos, constantes do citado officio..
. 431.Dito ao juiz de direito da comarca de
Palmares.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia accuso o reeebimento do offieio.de V. S.
de 9 do corrente em que comrannica ter a 8 do
corrente assumido o exercicio da jurisdicao d3
vara municipal do termo de Ag.tia-Pretao respe-
livo supplenle eoronel Joaquun Lucio Monteiro
da Franca.
N. 432.Dito, ao juiz municipal da i* vara des-
ta cidade.De ordem de S. Exc. commnnco a V.
S. que no vapor Coruripe, segundo o officio do
commandante do presidio de Fernando, veio pa.a
esta capital a ser apresentado ao Dr. chote de po-
lica o sentenciado Miguel Angelo de Luna, do
qual trata o officio dirigido a V. S. a 10 do prxima
iiiez findo.
4." seccao.
N. 433Officio ao Dr. Wenceslao Garcia Cha-
ves. S. Exc o Sr. presidente di provincia tend*
por deliberarlo desta dala n meado V. S. para
assi-tir na qualidade de comm-sario do governo
o exame de linguas no eollegio das artes anneno a
Faculdade de Direito desia cidade; assim o man-
da comraunicar a V. S. para seu d>nhecimento.
PERNABCO.
REVISTA DIARIA.
RECIFE DRAISAGE COMPAGXY.Por delbo
raco da presidencia da provincia, de 5 do corra-
le, em vista da ii.f irma^ao du Sr. Dr. inspector da
sade do porto, foi autorisa a a eotnpanhia.de
aceio da cidade do Recife a fazer o esgow das ma-
terias fcaes di Ireguezia de S. Fre Pedro Goo-
calves pelo istbmo d Olinda. em lugar adiaatedo
pharol designado pelo engenh'eiro chafe da ropar-
ticao das obras publicas e pelo engenheiro da c-
mara municipal, sahindo longe da praia e na
maior profunrtidade possivel ; Meando a ampreza
obrigada a fazer qualjuer melkoramento que a
experiencia mostrar neeessario em relaeao salu-
bridade publica.
DINHEIRO.Os vapores Jaguar be- a Gtaua
trouxerara no sabbado as seguimos, saramas para
os Srs.:
Baltar, Oliveira A C \ 2:0005000
Jos Con^alves Torres ItOOOjOOO
Marti olio da SU veiraGareez 300*000
Joao da Silva Faria A Irmi 200*)00
Alvaro Augusto de Almeida 160JW00
J io Theophilo de Marsiltec 150*000
Migael Barbosa A. Teixeira 150*000
Manoel Ventura Leite Sampayo 120*000
Malttias Lopes da Costa Mat 6d0I)0
VAPOR POTENGI.Voltaram no sabbado de
Penedo os vapores iaguanbe e Giqui, da compa-
nhia Pernambncana, conduzindo a gente que all
eslava tratandod salvamento do Potengi, e bem
assim os objectos que para semelhante fim haviam
sido remettidos.
Infelizmente foram baldados todos os esforcos
eropregados, ao sendo possivel salv-a-lo.
Muito sen'imis a perda por que acaba de passar
a companhia Pernambueana.
Quando deu-se o encalhe do referido vapor, ti-
vemos noticia de que o pharol na n ile em que
se den a acontecimento, eslava apagado, e hoje
podemos dar sciencia ao publico que assim snoce-
deu, sendo certo que j em algumas noites anie
riores se dava semelhante falta, por nao haver
azeite. de que al era portador o Potengi.
ASSOCIACO COMMERCIAL BENEFI.CENTE.
Sabbado passado foi erapossada a nova directora
eleita pela assembla geral era 4 do corrente, e
tendo a mesma directora procedido na forma do
arl. 28 dos estatutos, leon ella aasim composta :
Prasidwte, commendador los da Silva Loyo.
Vice-presidente, D. Pedro Martyr Maury.
Secretario, Joaquim Gerardo de Bastos
Theswireiro, Jos Francisco do Reg.
Directores, Manoel Jos- Caroeiro, Joseph La-
tino, P7 Wegehn, Jos Mntfcaa Ferreira, Daaiel
Cesar Ramos.
lilOCLAMAS. Foransli* no domingo 24 na
matoz da fcegiieza de Saato-AnJenio os prodamas
segantes:
1." dennneio.
Alcan Jos, com Uinbehna Coaatancia Save-
ra D^nelhb da Rocha Doria.
2icl> Jbao Lidstone, eora Isabel Mara da
Fiink-u Soares.
Jo-e J-tiojiUn Paixoto, coni'AdeiaideThercza.'da
Silva. >
Gaodencio Jos Antonio Pastor, ton Jonnna At-
ve? Barbosa.
Giocomo fenanni, com aro Leopoldiaa
da Silva Guimaries. '
tedelo 1 heodoro de Oirveira, cu Juvencia-
aa Vieira de Mello,
i Antonio di Silva Machado, coaa Ana Julia
lves de Barns.
2.1 denunciac.
Jfio Nanoiaode Azevedo Let, CoMaria d"a
Conceigao 5jvier d Cont.
Jos Nicolao de Souza, com Mam Eofrozinai
Martins da Ctnz.
Francisco Ramos, com Ignez Rodrifaes- da SHv
Maia.
. IfUdgern de Paula Beira Lkn, com Antonia
Candida do Lima.
Joao Mabado Evan;^lho, com'Emia ltefvina
Teixeiri dos San>s.
Antonio botelho Mchalo, com-Mari da Gloria.
&' denur.cicao,
Joao Manoel de Freitas Sogueia, convHara do
Carmo de Oliveira Miranda.
Afltonio titrneiro Sampayo, cora Mara, da Con-,
celca > de Jesns.
Francisco Silvestre da Silva, com- Joaona Rodri-
gues de Oliieira.
CIDADE DfeOLLNDA^J cne do corrente, as obras da igreja do-Monteen Olin-
da, perlencente ordem benedieoa, pretBBdendo
o Exm. e Rvm. Sr. D. ablrade coiohii-la aailes do
fim do anno.- Ao- telo e actividade incaosavel do
actual D. aba a de deve a ordeskji algo* roelho-
ramentos no sea patrimonio, vindo o aompleto
concert dessa igreja a cumular a medida de eus
imDartanteS ser-vicos.
NOVA MOStCA.Da impreas* do nsoeica do
Sr. A. J. de Azevedo, ra Nova- n. 11, acaba de
sahir li.mais ama publicacSo. musicaly o pro-
fessor E. Casalboxe, recommendavel esnecialmente
pela sua liar monta. E' ella a. polka Chuni d~Oi
seaut.
RA DB Si JORGE.Moradores desta. raa nos
pedem para, chamar a altencao da auloridade
comortente pasa nma mulher douda, appllidada
de Quii, que entende dever morar dentao das es-
cadas dos sobrados, prohbindoa sahida-das pes-
soas da cisa, quando para isao-lhe d a la. Do
Sr. subdelegado da freguezia- de S. Fre Pedro
Goncalves e do Sr. Dr. chele de polica, esperara
os perseguidos unt allivio seus incomraodos.
K>(aJNAINGLBZ.\ORANaj3.T-Tendo este na-
vio, de 163 toneladas, pertencenle praea deCorkJ
tado construido de ferro em 1867, chegado na
sesta-eita ()i ao escureeer ao lamarSo, quando
j nio pra possiwl ser pilotado pelos paticos da-
barra, n'.endeu osen commandante poder por si-
s demandara harra e vir tundear no poeo. Assim
Cazedle, em perfila ignorancia da entrada do por-
to, .i de encontr Pedra Secca, defronte da for'
taleza do Brum, e ah abri agua, conservando -se
ate 10 horas da noite, apezar dos esforcos empre-
ados.
Qn?ndo essa hora en'uava a barra o vapor JzV
gKnribe( (la. coiapauha Pernambueana, foram
scHi bordo os Srs. capital do porto, sen ajudant*
e o pratico-raor, pedir quo rebocasse o navio- at-
em f*ce do arsenal de marraba, onde devia ser
descarregado. Mediante ajuste previo, prestou-r
0 commandante desse vapor a dar reboque ; pon-
do a escuna salvo de submergir-se. No santo-
do durante, o dia orocedeu-se descarga do 2O20
barricas cora farinha da trigo, que eorapiraham o
earregamento qu- irazia de Trieste, d'onde sabio
16 de makv ultimo.
THESOURARL\ PROVINCIAL.No dia 30 de
julho ticou, nos cofres d'esia reparcio, o saldo de
744:70**816res, na^seguinte.- esp.ces:
Acete en, deposito 'JffiSS
Ttulos a emiuir /o.W)ihni
Lolras a vencer S2i2S2^
Dinheiro 2jo;727*i86
ANNIVERSARIO.Faz amanhaa S3 annos S. A.
o Sr. duque de S;.>;e. ......
PROTESTO DE LETRAS. O esenvaoJos Ma-
1 ran i est .de semana, ra de Santo Amaro n 20.
HOSPITAL PORTUGUEZ.Esl de semana nesle
cetab'leciuieoto o Sr. Manoel Jos de Souza.
PRONUNCIAPelo delegado do temo do Cabo
fo pronunciado, como inciir>o as penas do arl.
191 do cdigo criminal, Joao Antoni de Araujo.
LOTERA.A que se acha venda a 156*,
beneficio do. eollegio dos orphos, a qual corre no
da 17.
LEILOiConforme, esl anuuociado, deve ter
lu"ar hojeo leilo de movis, louc, obras de pra
tc ditas de ouro com brlbante e diamantes, no
segundo andar, do sobrado da ra Novan. 18.
PASSAGEIR03.Vndos do Aracaj o portos
nterraodios, no vapor Giqui :
Dr. Flix M. Brando, sua familia a 5 escra-.
vos, Dr. Jos do Patrocinio Pereira e Silva, 2 ti,-
Ihos menores e 2 escravos, Jos V. da Canha,
Candido Goncalves Torres e urna criada, e urna
escrava a entregar. ,
_ Viudos da Araeaty, no hiato brasiloiro Sa
brtense : .....
Juveacio da Costa Lubo e Manoel da Silva
Gomes.
CEMITE '10 PUBLICO.Obituario do dia 3 de
agosto de 1870. .
Joao Quilo, preto, frica, 30 annos, solleiro, Santo
Antonio; affeccao pulinsnar.
Eustaquio Joaquim Isidoro, pardo, Peroambuco,
54 annos, solleiro, Boa-vista ; astbma.
Joanna Maria da Conceico, preti, frica, 56 an-
nos, easada, Boa-vista ; .anemia.
Manoel Jos do Sania Anna, pardo, Pernambuco,
30 annos, casado, Boavist ; hospital Pedro II;
tubercules pulmonares.
Marlha, parda, Pernambuco, 20 annos, Santo An-
tonio, casa dos expostus ; tumor.
Manoel Gomas Coutiah, preto. frica, 50 anuos,,
casada, Boavista phlysica.
nfcor de um terreno sitcao Campo das Prineexss
e ao- lado da ra de Santa babel o contrato da
desappropriaeo, per exigir aqnerle proprietark)
mais 000* am da qnaatia es|iu(ada pela ca<
mar.Mandou-se ao advofado para proceder-se
nos termos da lei.
Ootin do mesmo procurador, rommuoieando que
Manoel Ribeiro Bastos exige- pela cessio do beceo>
do Picao, do qual e proprielario. a qnanlia do-
400*.'bteirada.Sftndou-se remelter ao proca-
rador.
Oalro do contador, informando fa*rarelmenta-
sobre o reqnerimenir de Santos aVOli-veira, na-
qual pedem a separa cao-dS soeiedade que tinhar*
as lejas da praca da lndepndencia ns. 27 e 29:
Concedeuise, dando o peticionario novo'fiador.
Os Srs. ereadores Gameiro e Dr. Moecoeo, fize-
ram o seguate requeriraenlo :
Em eonseajnencia do bom e cabal dSsempenho
qne tem- dado o Sr. Francisco Kibknio Cotas J-
nior s dnas festividades religiosae-de que-teta sido
iacumbio por esta cmara, propenhojuie- se lhe
d a noraoaoa de mestre da eapella Jlsta c-
mara.
Pa^o da cmara mamcipal, em l de- julfco de
1 MO.O vareador Gamatro e Dr. Ilobo Mbsooso.
Approvado.
Outro de Sr. Dr. Moscoso, coneeWa nce-segain-
tes termo:
* Considerando que a existenciado canalideno-
minado do Riachuelo entre a riada Aurora e
Hospicio s*taax incomraedos e ptejuizo saade
publica, sendo provaveDnenle a cansa das dyar-
nheas e JWonrtites que rom tama freojaeneia e
pertinacia rmoam as habilares prximas ao dito
canal; e Rao se podendo antolhanvanta$enal-
WflM que de sna existaneia possa-provirpara o
futuro, nao s-para o tvawito pubhco como-para a
alubridade;. proponhe qne se reqaira ao-Exm.
jr. presidente da provincia, mostrando a otilidade
de se atterraF'D mesma canal.
< Paco da cmara municipal, 19* de jalho- de
18TO.Dr, DoJ Moscoso.Approvado, votando
coaera os Srs. Osla Mttveira e Gameiro.
Ontro do Si*, v?reador Gameiro, pedindo que se
nomeie uma cecoraissaa para se entender oom a
irmandade dd almas do Recife, aftm da-saber
quanio quer pelas ruinas-e terreno da casa da-so-
brado incendiada que flea defronte da parte-poste-
rior da igreja-do- Corpa Santo, para-que sej des-
sppropriada,. uma vez qne- esl marcada na planta
a cidade e lhe pareos de. muit utilidade esta
desappropria^ao, a qual nHatto deve concorrer para
atorraoseasieolo da cidadey visto qne deixa- a rna
em que est edificada com alargamoato neeessario
e-bella perspectiva..
Pe noraeada nma emaiesao composta t* Srs.
Dr. Prtanga a Gameiro pota ae entender cem a ir-
roandadt.
Pe lida ama peticaa da B. Maria>Benedrcti Go-
mes de Souaa, viuva do desembargador Ffraaino
Antonio de Souza, propond cmara ceder w di-
reito que tea s parles no sitie- a casa n.Uno
ii>spic.io, pagando ella proponentaem duas-pras-
tcoas n principal da. divida que de_7:262JO06
rs., offrireaendo como garanta a raeaco do nes-
h sil, a que por direito lhe cabe.RemeUida
ao idvogado.
, Despacharam-se as pcticSes da Anlon-io-Moniz
Machado.. Benigno Hairtos Cabral, Custodia Jos
Vianna, Cipriano Penelon Guedes Aleoforado, Do-
mingos Js Marques, o escribi Fraaoisao de
Barros Correa, Dt Joanaa Mara da TrlndadV, Joao
Paulo Franco, Baymnndo Jos da Silva, Tcente
Jos de Oliveira e -evaaion-se a sesso.
Eu, Lourenc/i Bezerra Carneiro da Cunba secre-
tario, snbscrevi.
Bent Jos dn Cosl,a Junior, pro presidente
Dr. Prxedes Gimes Souza Pit.vogn.Ignacio Pes -
soa da- Silva.Jos Maria Pfmre Gaataro.Dr.
Pedro* de Alhayde Lobo Moscoso.
COMMUNICADOS.
Callaboraco.
POLICMt K O iOnBESPO,1-
PAHA O lOKKML DO CGSt-
CANjVKA municipal.
.' SESSAO ORDINARIA AOS 18 DE JULHO
DE 1870.
PHESIDENCIA DO SR. DR. COSTA JL'NIOB.
Prsenles os Srs. Dr. Lobo Mosooso, Gameiro,
Costa Morera, Pessoa da Silva e Dr. Pitanga, abri
se a sessao, foi lida e approvada a acta da ante-
cedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. Sr. presidente da provincia,
de 18 do corante, oncedendo a autonsacao qde
oede a cmaro pera despender a quaotiade 500*
pela verta designada no i V* do rt. *. da lei do
oroamepto manieipal vijente.-InJeirada.
Outro do procnradflTi informando nao poder
rfahsar com Tnqjp Rodrigues da Cnnha, conse-
O Dn. CHEFE DE
DENTE LIBERAL
S1F.RCIO..
notorio a "uoparcialflade ({tic nos ave-
y ugua<;ocs sotife o supposto en-veDenamen-
to dos irmSois, S e Abuquer^ite, ha gaar
dadfl o Dr. Ltiiz Antonio Pinheirs, ac.ua!
chefe de pobcia desta provinr.ia.
Compl.'tamenie ex^ranio as- luctas ates-
quinhas de-nosso< partidos polticos, tem o
Ilustre fluminense sahido collocar-se na
verdadEii'3 posiclo de magistrado. Os seas
actos na administra?ao da polica, ena ju-
dicatura desta provincia corrobrala o bem
tundado conceito, qu. ha muito, gozova no
paiz, dft magistrado integro e independente,.
e de politico hoaesto. e cincero.
Estes s^as predicados^ porm o n5o ga-
rantiram contra os botes do correspo-
denta liberal para o Jornal do Gbmmerao,
que em sua poQultima carta o censmou
por haver permittido que algumas pessoas
qualiticads assislissea os interrogatortos
qne responderam os escravos^ Eduarda, do
nnado Tenente-coronel Joao de S, e Jos
Camaro, do coron -1 Garpar Uchoa.
Nao teta razo o corrllpondente libar al,
que deve estar sciente de todas as. circuna
stancias occorridas nessegrave negocio de
envenewmento.
E camo os nossos lwtores talvcz igno-
rem os motivos, justificativos do acto- cen-
surado, vamos ligeirament9 narrar o que
a respeito ooeorreu.
Nenhuma denuncia recebeu o Dr. ctefe
de polica do fado, aitribudo ao preto
Eduardo, recolbido a primeira vez a pris?o,
a pedido de um ftlbo do seu finado Sr.,
sob o pretexto de dever ser elle embarca-
do para o Hio de JaneFO. e poucos das
depois, retirado para o eogenho Guara-
rapes
Entretanto espalhando-se o boato, de
que dous mdicos na Bahia nulriam sus-
peitas de ter o Dr. Victoriano snecumbido
por propinado de veneno desconhecldo, o
Dr. chefe de polica entendeu conveniente
ouvip reservadamente os madicos assi&ten-
tes e confereotes dos dous Ilustres finados,
sobre semelhante boato; e de todos ouvio
resposts negativas.
Faltando a baze principal, senao a indis-
pensavel, para o procedimento official
autoridade publica, conservou-se esta si-
lenciosa, porm sempre alerta.
Dias depois (8) da ida do s:ravo Eduar-
membios da faroliiados dous Ilustres fina-
dos, aeompaaharjos de algvns amigos,.para -
declararem, eomo fizeram. que este estra-
ve havia confessa^o diante- d* muitas pes-
soas, ter sido-o propinador do venen > que
prodosira a mertc de seus senbores, e- iste
por masdad de um inimigo destes. o co-
ronel Gaspar Uchoa.
Na mesma occaeiao foi apwsentado oes-
cravo pfl-a ser log interrogad', requere-
do um do merobros da famrik para cons-
'trtnr advogado, que p'jr'sua parte assistts-
.seatodas as-deligencias da poltcia. Foi o
Teqperimeatti deirido, o cowelheiro Sil
Iveira de Soom tomo lugar a lado do.or-
iglo da justk;a putlica, e em seguida tive-
Taim lugar as deligancias pt)li:iae de que
jji- tiweram oe-lettores- oiicia.
as ci retwnstancias en que f j apresen-
tado o escravo Eduardo a pslioi, enten-
demos que na se poda mais guardar se-
yilov e que- nao fevia ser nefado ingres-
so na sala da audierioiaaos amigos- da pes-
soa aecusada.como m-iidante do-aeto, de
que se confessava autor aquello escravo.
Se alguns membros da familia dos fina-
dos se conservavanv presentes aos- iaterro-
gfltorjos, se aonstitniam advogaio, qae pro-
testuva tomar a diauteira a jusvi^a publica,
qual-a razio-de vedar-se ingresao a outras
pesseos, e mesmo aos-aanigos daquelle que
era apontado como* cuaplice de Eduar-
Sena colloear o aecu canditoes qeaoaccBaadlD, o qu> contra-
rio aos saos principios do proprio direito
crimteal.
Do hms, todo quanto> declaran o* preto
Eduardo, j estava no-deminio do publico,
antes mesmo- do sea^ interrogatorio ; pois
que as pessoas, chamadas a Giuumrapes
para ouvire'a sua ooofisso, nio tinbam
guardado siI*ncio.
A censura por tanto' do correspondente li-
beral nao tem razao de ser.
Da publiidade dos interrogatorios dos
dous escravos nenhum mal resuitou ao
proeeguimeato das deligencias policiaes,
que, apraz-nos deeferar, tem sido levadas
al onde ha sido possiseJ leva^as :. appella-
mos para o cunspecto advogado da familia' (k-s fina-
dos.
Se destaa deligeocias nao tem surtido o
ffeitos desejados pelo correspondente li-
beral, nao por eert* a culpa do Dr. ebefe
de polica y que nao-pode Ir a!m das raas
trabadas pelo direito, e pelas leis crim-
naes.
Nio estara, talve a iustica a tactear
as trevas, si poi veotura tivesse sido sob-
mittidoa aut-ipsia o cadver do fiado Dr.
Victoriano d> S,. qoando a exigram os il-
lustrados mdicos da Bahia.
O que podemos affirmar,. sem receio de
uma contradita serta, qua o Dr. ebefe de
polica n5o tem poupado esforcos e boa
vontade para o-deseobrimenio da verdade,
recaiam os seus efieitos sobre- qutm re-
cair.
Por ora o que existe nio authoriia juizo
a!gum seguro, por falta da base essencial,
a aitestacJQ-da existencia do envenenamen -
to, qtie segundo a oppioio de abalisados
criminalistas, somonte se pode firmar* no
juizo dos peritos.
Este jui:x>. nao existe sanio por conjectu-
ras- esuppi'sicoes, aflirraando comeaitafs
uns, e negando absolutamente outris a
existencia do nvenenameDto.
Aos q-iie nao sao Kersados no direito cri
rainal parecer bastante a confisso do es-
eravo Eduardo para um procedimento of-
ficial, Dio asitni ao9 que entendom da ma-
teria.
No caso vertente parece-nos que seo. &
julgamento dos peritos nenhum passo se-
gura se poder dar.
A consso de Eduardo, poc si smente,
nio conslitue provas do crime, nao s& pe-
la especialidade- do fac o, em que segundo
a opiniio de notaseis criminalistas, a con-
fissio por si so. nio faz piova, como por
que essa confissio falta <-s requisitos
exigidos pela lei?isto que nao possa di-
zer-se, nio ser ella o resultado finta da
vontade do aecusado.
A retratacio do aecusado veio p&r em
duvida as presempeoes que contra elle se
formavio em virtude da sua. confissio, qne
alias nio era exempta di s defeitos que cos-
tomam invalidar semelhante genero de*
pro va.
A confissi) deve ser o resultado d hvre
Vontade do aecusado, dia KKernayer;
precizo, diz ainda elle, que era o temor,
nem o constrangimento, nemodolo, e nem
ume inspiracio extranha parefam ter dicta-
do as suas palavras.
A confissio de Eduardo estar oesias^on
dig5es para produzir effeito contra si. e
contra tercelros, desacompanhada do cor-
po' de delicio, o do julgaraeato dos peri-
tos em materia de envenenamento.
Nio davi daremos responder peta nega-
tiva.
Nao contestamos a possibilidade de terem
sido victimas do veneno os irmios S e Al-
buquerque; e que mais tarde as provas
possam vir a luz do da; mas no estado ac-
tual de duvidas sobre duvidas em que ta*
dos se acham, outro procedimento nao poda
ter oDr. chefe de polica, sena j o que com
toda a prudencia tem Udo.
O caso gravssmo, e de funestas conse-
quencias. Sent mos, qae entre nos nio vi-
g ir o systema seguid pela legislaco fraa-
.
;do para o erigenho Gvarampes, appresen- 0
tratn-se na secretaria da polica varios leeza em assumptos seuReloao .9
i^_. .j^XiJR.


*m
Diario q t*efi\amfec.co -. Segunda fira 8 de Agosto de 1870.
I
de bJ
cara
fli4e culpados,
denme
Escrevendo estas liu rao, apenas
era mira contestar o juizo injusta do corees-
pndente liberal sobre o prrtce*aair
auioridade, qne st presidindo as invest-
gscoes da justica publica.
itp I tornou
i* ; mas n-:
mndente
O KU. 8H. VlC.K-PnE-JDKNTE DA PROVINCIA h
O COHlrt>PO.NnENTE Cf>KSat?AO NAL DO COXIMKUCIO DA CORTE.
O corresponden! testa provincia tara o Jornal
do Commeicio, entre os encomilos tecidos a o
ar.icier icvt.ro e probo doi- Assis, i quem, diz elle, vola eslima, faz Ihe
tasaras do anwfo sincere e desinteressad.
R. algataas ms emeageB de juzes municipaessup
jilales, o que moa reuetioo do que se disse
em (mira eorresjKiiidencia, procurando justiliar-
se a censura toa a transcripeo de arca corres
poiulencia d) Sr. Mello Reg, publicada lio Diario
te mesmo Diaria.
V.\ ;>ois, tn ueria veifcaj discutida, desprosada
puta opinia > publica.
As outras censuras o sao articuladas em tac-
tos o eortsuteni na pobreza da nduitiMsiracio de S.
Exc, proveniente da fraqoeta e indecisa >, o
que sobresae comparada com a e Sr. Dr. Por-
letla.
UeconhecijiiJ.i o correspondente os serviros fei-
tus pelo Sr. desernbargador ein saa primeira ad-
ministraco, allribae a iodeciso e fraqoeza de
agora falta do erreulo que, tf aquella occaaio, o
su-ientu e auiaou.
T.i'S censuras do soi dtsant amigo resentem-se
dodi-peitn mal disfarcado.
A verdad* oetra. SeS. Ekc. fez servieo ao
seu iartido em se primeira adinmistraco, a-sen-
ndi as b-'ses do -en rie-cuvuivinento material e
moral, montando o p-issoalpoltico e de confiaoca
e reparando graves injnsueas, commettidas pela
hi. nesia, livre dessa imperiosa necessidade, que
fue f ii to dobn-Va, como a inediao a de ra-gar
as c.inies paraeiurahir o mal, e fazer circular a
vid i, a onde etle -reinava, s tem curado da admi-
lustrado e dos beneficios da ir. vine.
ti o seu proeediroento nao ha libiesa alguna,
auits lera praticado actos de eneigia, de que ou
iros nao seriara capazos, procurando extirpar o
mil annde oecoatrm, i>em atteocoes pessoas
oa eurfvenianeias partidaria.
.No taate aus meliviramentos da provincia o
ueonle-tavelmenle soa administraco digna dos
maiores elogios, e a prova ah e-l nos contratos
que celebren para a canal isa gao do rio de Guyan-
i.a. para 'iilurom.ieo paz da cid'de de Olinda. e
errada de ferro do Limoeiro, obras todas auto-
rtadas pe ir cu de anuos anteriores, e que anda se
nao liiiliaui conseguido contratar.
Cestos contrae .;. Exc. prorurou a mxima
vanti .ni da aruvineia, e a ubleve por seus-esfor-
e ii.ib lidade.
" iue S. Ee nao tibio, nem se tfo'xa influen-
ciar por paixns partidarias, proyam a* notaea-
c8es >jue tem feio, a orgairisacii definitiva do
Ci rpo de poluta, attendendo a- garantas da fei,
a |nTseguico dos criminosos sem deslincro, a
negacao de, saorcao ^.Igumss leis, que a ufio
merecer i n, p ir serena ihuis de partido que de
lutt-ressi; da provjncla.
estes aeto vio as prova? ex(il)eranles, de que
S. Ex:. um hbil administrador, e digno lo-
dos o' respeitos da pnsic/io que ocentn, e por to-
dos elle* tiiin S. Exc sid.i applaudido.
San falla, p'.is, S. Ese. n apqio de amigos
prestigiosos que o animam nesta seoda da jostica
o da inoralidada.
S-' um a ouiio coslumeiro palaciano se ten au-
senad", e se nnstra depeitado, jusiaiiier.te
porque nao cncoatw
aarida no espirito de S. Exc que sabe destn-
Sjuir os amigos sincero* t ilrsinteressadas.
ISepi'tiaios,. Exc. ten o apoto dos horneas ho-
nestos e b .ns e cara Tsso deve esiar satisfeito.
Nao queremos fazer co iiparaeao da adminis-
tradlo de S. Exc. com a de ouira qualquer de
seo partidii, mas nenliuma l llie avantaja em ha-
liiUdade pratica w negutRis, amor pelos inte-
reaaes da provincia, c p frtica elevada.
Pra a aus cos que o governo, eompenelrado
dess verdade-, eontinne a dotar a provincia
. ad.iion-trador t'io illost'ado e digno, con-
servando b na presi lem-ia, o dando-lhe as*iai lem-
po D.ira realisar suas vistas.
Quaa.'o, Snalraente, ao faeW nica artrulado
daunmeacjL de nfictaea aari obaiaihao do Uoni-
11 pretexi i de nu ore-anisado, campre oizer qne
Pete* decretos ns. Ud e 4209 do 13 d i r.h.
de I81S forMn creados dous batalhoes, um no mu-
nicjpio i onito formado de praeas e ofBeiaes
deslig dos lo batalhjn.26,eoutronode Oaruar,
t.mip i-to de uraeas e ofllciaes ti-ados do batalho
n. 27.
A presidencia, dando execucao aos citados de-
cretos re-olvou dar organisaeo a esses bata'hes
(Kir acto de 27 de jnnho ultiio, nomeando para
e;le offl.-iaes sem dependencia d-1 nrdpOBU, qne
i de desnecessana em taes casos, a v;>ta do
que 'sjoem .-s avis-i-da jusiii;a de i de Janeiro
de iSj.* en. 81 de o de evereirn de 186(1, nao
seria pratfcavel visto que os referidos batlhoes
ni eo:nmandatile* juramentados e empos-
ba. \
ftcando os baijlliOes ns.-26e 27 desorganisad-is,
era vinude deserem delles desligados pravas e olD-
ciaes residentes em dbtrietos que pas-avam a per-
tetir.er aos novos balallioes ;m r or;mis cao, re-
sol veu de accordo com o c mirKuiidante superior
respectivo nomear alguas cidadie* para pr^enchi
neuto das vagas resultantes da saudj de varios
olticiae?, sem observancia da ordem gradual do
acceso, e sem depeudencia de .proposta por en-
tender que essas formalidades sao dispensaveis
juaolo un corpo se aclta m reorgani^acao, a
txemplo do que sepralico.; por -ccasiao do serem
reoigauisados osbaalhes 10 e 11 de Iguarass.
Mandando os decretos ns. ;1990 e 3001 de 23
de outubro de 1867 dar nova urganisagao aos re-
!>- bit.lhes, a presidencia.por acto Je li de
j ilio de 1868 nomecu para elleLciaes sem pn-
posta o senvobsefvar a ordem gradual do ac-
ce-so.
Ainda mais, o batalho de Jaboalao, estando de-
vidamenie organisado, depois de um sem numero
d iioineacdes sem secessXi sob pretexto de nao
organisado, foi pelo decreto ,n. 4003 do 26 de ou-
tubro de 1867 elevado oito companhias de seis
qtn at ento ti.lia. Isto bastou para que se con-
silerasse o batalho em nova organisaeo, e ze-sora por loriarla de li d> Janeiro de 1868 va-
rias nomenc&'S sem accesso.
Tai vez se posa ap intar outros precedentes idn-
ticos, mas estes bastaro para justificar o proce*
dimento qut leve S. Exc. com relaeo batilhao
o. 36.
Pondo fecho estas despretenciosas objerva-
{ocs, suggeridas pela leitura de dita corre non
dencia, nao fra de proposito fazer saliente que
aquello correspondente rouito sabedor das cou
san relativas ao 4." districto, e est omito em re-
lacio com o Sr. Mello Reg, deputado provin-ial
por aipielle deslricto, e que fra demillido por S.
Exc a 12 de juiho. do cargo de director do asylo
de meudiridade: nao menos de notar-se rorres|n ndencia fra escripia 9, quaodo j era
boato a demisso, o que explica de modo claro a
insidia com que, espera-do acto, fdra ella escrip-
ia, ^ena o caso de dtterpoe teu n unepjr baixp,
e estou vmgado.
ias armas wr que aa^^^H
so'sdr all "an
nao toj faltassem
aprociaedes severas a fazer. Xosso flm
Djx o Liberal, irmado nos barao du I teneate-eomnel Barros Silva
na> leer al hnje tomada o trabalho de efffdiva-
f* exereer suas fuAceies de cornmandant su-
perior e de comwandanto do hataihio n. 24 da
guarda nacional, sendo portanto as suas rnlote-
grac^es meramente honoraria*. E urna censura
sem fundamento, u digno commandanie sanerior
por seas encoaimodos de sade nao tem podido
estar em effeetivo exercteyo, como por vetes mic-
cedeu antas da doir.iaacao ligueiri, sem que com
tulo o servieo publico teona solTridi, poi< sabi-
do quo o digao chefe de l'gio, o coronel Ferraz,
a lis se exercendo o commando superior na forma
da lei. Motivo difireme justifica tambem em fa-
ce da le a falta de elfictvo exercicio do tenente-
coronel Barros no commando do batalho, por
quanto tm estado no exercicio da delegacia de
polica a prestar boas servicos.
Diz mais que na familia tilinga e seus adhernn
les esto accumulados os cargos policiaes. Na fa-
milia uo exacto, poniuanto alm do coronelf
Barros, que o delegado, ha apenas um membro
polticos,i) ha que.extraidiar estarcn os cargos
polrticos.nao para que flquem.eomo m ilevolamciHe
inswraa o Libera/, impunes os membros da familia,
se commetieieui crimes, mas pata que o servieo
a cargo da pjlicia seja feito e aiteudido conveniea-
temeufe.
O Libn'oi cu o supposto apnlador sabe q:e a
familia tilinga sempre isenia de crimes nao tem
nativos para receiar pra'.ica-los.
Diz flnaluMale que ha extrema solicitude d'essa
gesto pelas torras e engeabos dos outros.
To vil a insinoica quaulo falsa.
A sliciiade extrema pelo trabalho, pola eco-
noma. pWo respeito a si e a seus concidadios e
pela obediencia a lei. Se ha iovejse.s que por
nao teivm a mesma deicaco ao trabalho, ea por
dihiparem o quo houveram de seu-i ascendentes,
laucam vistas cubicosas para as propnodades que
possuem os membros da familia Utinsa, a si impu-
lem a pr pria falta; re-peitwn, porm nos outros
os valiosos ttulos de geralapiego [Teste terreno
todo oesforeo do Liberal ou d > sen aponlaiar ser
sempre imp'roficuo. R para mo-ira-lo entraremos
n apreciaco de cda um dos fados que elle in-
voca.
0 1." ficto o do engenho Rerreio do qual o
prnprietario somente polo conseguir que sahisso o
benfeitor, gastando muito dinheiro. d
O Sr. flenrique de Barros oceupava o engenta
Recrew como rendeiro, e antes de lindo o lampo
do arrendamento o pprietario quiz que elle o
deixasse, recorrerain a autoridad judiciana, e
alinal ntervieram amigos, compnzeram-se ambos
retirando-se o rendeiro comprando-Ihe a safra o
prepnehrio.
02. faci i do Sr. coronel Barros e Silva
com os terrenos do engenho Coiegy.
0 engenho Firmeza do coronel Barros e Silva,
limita con o engea o Cilegy do Sr. JoSo Lopes,
no qual tambem tem parle o coronel Barr 3.
J030 Lopes c senhur de tres ensenhus, e tem
tido questoea com VHiabos a proposito de imites,
leods que de uni.i aellas resBuml ser preso e
procss ido. .\'j p>is de admirar que eutre em
dundas como coronel Barroj mormeute pJa par-
le que -te lera em Cilegy.
0 3 faci c.n-il.o e:ii ter a mulher d^umtal
Carneiro iri-titdido herdeiros as Ulhas do Sr. Mar-
eionHIu daSilvuira Uns.
Urna senbora velha, que devia atlencoes c favo-
res, prodigatisados a ella e a sea mando, velho e
pralytic, pelo Sr. Marcionillo'e sua famdi.i. I -.n-
uron-se do que nao tendo herdeiros necessarios
devia p r amisade e Jiatido Axit s lilhas do
Sr. Mircionillo o pouco que possuia, sem todava
prejudi-ar a sed marido, para quem reservou o
usufructo.
Caosou uto r.-paro ao Liberal ouao supposto
upunl'/dor, entretanto que neuhum reparo cauon-
tlie o te.-lamnto do proprio velho Carneiro, para-
lyco c cg i, nao feito por escriptura publica, e
em que 'igurou genio bem conhecida do Liberal,
e que se ou fura o pouco que o testador possuia
talvez cora razo se podesse diier ser prova de
t'Mrrni'i sobc4u4* pelo ilhelo.
0 4." faci o Hisisie em ue oulro filho do Sr.
bmode Utinga, o Sr. Belminda Siivoira Lins
a ltalo de cessi.jnariu de um dos erdeirjs.do
portuguez oao Francisco, jado agora, antes oes
uio do part has em inventario, se mette de dentro
dos engeutio? L moeirj e S. Vicente, com exclosio
uo -o d ia outros herdeiros, mas at da viuva
meieira invontariante e cabera de casal. E' ua
verdade muito desembarace em torturar a verda-
de I Joo Francisco eslava ha muito privado da
administraco de seus bans, e est a cargo de sen
genio o porjguez Bocha, em vrtnde de autorisa-
cao judicial : os dois engenho: pois estavam a
cargo dy e-raro.
Morre ltimamente Joo Franciica, oogenro
nico herdeiro, nao querendo sacrificar o seu di-
reito hereditirio, vendando a quem s quera dar
Ihe 24 contos de reis, vendeu-o ao Sr. Beimiro
por 31 coritos de reis em dinheiro. Cessionario
Joxdireito hereditario do poriuguez Bocha compe-
te-I be mame.lo tai integralmente como este o
exercia, ui havendo portanto a extranhar em
ipanter-se elle na pst.e que em laes proprie
dades conservava o endent. A viuva inventariau-
te_ em cousa alguma prejudicada pela continua-
cao da posse do cedente uuicu herdeiro, ora trans-
ferida ao cessionario.
0 o" fado oc disvello de mais outro liiho do
baro de tilinga no raesmo sentido de fazer bene-
ficios em trras ao engenho Timb-Ass, e do
proprio bario de Uling com as do engenbo I'rau-
ltyra.1
E' al onde podo chegar a malevolencht Ne-
nhnma que.-to ouduvda ha, nenhuma oceur-
reficia mesmo relativa ao engenho Timh-Ass,
e;n que figure o lilho do baro de Ulinga. E qnan-
lo ao engenho Pirauliyra, nem esto se limita
com nenhum dos eugehos do barao da Ulinga,
era jiaais eulre este e o proprietario u'aquelle
engenho,o Sr. Roque Ferreira da Cosa, existe a
menor qusti l havendo ao contrario entre ambos
as melhores relacoes.
Ambos sao cosenhores do engenho S. Matheus,
e nem raesmo ahi tem havido entra elles a menor
duva.
Quem tem reagraacao tao frtil para assim
phantasiar, bem solicito se mostra por merecer a
qiialificaeo devida : as vetes o que suecede a
quera reduando fallar coma expauso propria dos
que tem coracao franco e alma grande, para nao
ser cunsiderad'o eloquente, nao duvida dar paj-
to a seu espirito pequen > e trefego, a seu coracao
pervertido ou sempre simulado, usando de espres
soes sitiylnas e de insinuaefies tao negras como
sua alma.
Nao sombra do partido conservador que
essa familia augmenta a sua fortuna : sob a pro-
tecro da lei ditina, q%e faz fructificar o trabalho,
tem ella conseguido ver coroados de resultado os,
seus esforcis como horaens trabalhadores, hones-'
los, e pacficos, e esquecer que j lera sido som-
bra e desinteressada para proteger a quero nao a
poupa someote pela idea de j ha ver estado a ella
abrigada.
E' mania'do Liberal atirar-se contra os raelbo-
res cidadaos somente jelo laclo de1 serem conser-
vadores. Se elle cireulasse s na provincia nao
seria.preciso re-ponder-lhe. xinrque as victimas de
sua malevolencia sao aqu hem conhecdas e em
nada perdem no conceilo publico om as insinua-
des e aceusacoes que Ibes faz. O seu flm cau-
sar impressau fra da provincia para que, se for-
mo Ais conservadores juizo desavoraval fnao ha
remedio, poli, seno em alguns casos nao deixa-
h em respocia.
Quem eonhece a respeitn F.xm
barao de Ulinga e a legitima i a 06 atoa que exer
ce ua f'eguezia da Eseada a limr i
i que o Liberal n. 20
janas e
ra-n e tor-
cciade cota in
justo desprezu de
que S. Ktc tem dado prc-
vas de sevendade no cumprimento do setu Ve-
ces, ras este se.u piocaihBento, Inage de ncre<"er
censura-, anda lio no coir-
todos os horneas de bem; e s
da Iralcancia, os partidarios do uaore.sse sonoras
encimtrar nelle motivos para ccus.(
O facto de maior importancia, e que tasto pnv
vocou as iras da wrrespendenle, foi ter S Btc. no-
meado offl-i;u's para o baialhao do Bonito, sera
preceder pronesia do respectivo cootmaadante:
isto, porm. se explica fcilmente, sem que d'ati
se nossa inerir que oovesse transgresso da le.
rendo de .se rgaoisar o batalho ultimamene
creado ns freguezias de Bezerros "Grvala c&
de indecknavel aecessidade desmembrar do bat
Ibao do Bonito ap mhlns. Osando eie
par conseguirte completamente des^rganisado ; e
nestas condi^-oes entendeu muito bem o eouisun
dante superior que sem offensa lei podia app-
seaiar urna nota proposta, que fot iegalraeote f>-
provada.
Refero anda o correspnniente conservador o
seg,uiute : purn ofiitiaes At mesmo batatko jb-
da familia como 'ubdelegado do X" districto. Nos rom naneados pelo vicepresidente nidinidno pe
adherefties, se por taes se poden re|>ular amigos o , Para esta mluodada aecusaro t-mos respotta
cabal.
Verdade quo pela nova organUaco do baa-
Iho teve acceso de posto Manuel Toomaz de Til-
la-nova, que havia -i lo demiltido pelo Dr. Por-
tilla do cargo de subdelegado ; mas esqu^
muito de proposito, o correspondente accresen-
tar que n mesmo individuo fra nomeadopelo
proprio Dr. P irteila alferes da guarda nacicnal ;
e i.-to poneos dias depois .de o ter exoneris do
dio cargo. ilano assim entender clarahente
que o tinhara ilidido miseravelmente. Ciemos,
perianto, qne ess( acto do Dr. Pertella ji;stifi-a
perfeitamenle o capilo Manoel Thoraaz aojolho
da oninio publica.
Como autori lade policial, o eapito anoel Tho-
maz (urna vez que o correspandente nos obriga
fallar de sua pessoa) um earacter honesto e r-
gido, reuna actividade e energa penco comrauns,
quando se Iraurva de reprimir o crime ; qualida-
des estas que, talve'. nao caratefisem iuelie
que lautas rogativas fez pela sua leraisso,
Em conclusa) diremos que nio tinha o corres-
pondente receo de divergencias no *eio do part
do conservajnr do Bonito. Trabalhemos todos
com.ftnco para que desappanam *sexdtttoen-
c'tas polticas, nao se qneira t'ansfornfer as influ-
encias lcaos em puras machiin* de fazer elelofles,
e tud i calumbar desassombradamente.
Nes=e louv^vel intento, oExm. desernbargador
Assis Bocha ja muito tem adamado.
Por boje aqu flearemos.
ReCife, 6 de agoste de 18/0.
r da freguzi a
, comra to respeiu | raote
PUBCACOES A PEDIDO.
Para ti. Exc. o Sr. ra'nllro da
ji.Hica ve?, e Ss. SJxcs. s
ses. *ice-p' evidente e cnui-
uiandaote superior provideu
elarem.
Deteraiinand) o decreto n. 1332 de 18
de few.reiro de 1854, que em cada utados
QorpoB da guarda naciornl hija um cnase-
Iho re a.immistra.o, marcando suas atiri-
buices, e da mni'ira pela qual devem ser
fornecidas as qaaalii'S necessatias pira as
despezas, e sua flscilisao, acontece que
no 3." batalho da guarda nacional do mu
io doRecif, ha mais dsete annos, nao
t.-m havido dito consellio, servindo' in no-
mine de thescurciro, o ajudante interino
do batalho. que nao commanda companhia
e que faz entrega dos dinheiros ao respec-
tivo commandant\ c s este delibera do?
mesmos diahfiros coa^ !be apraz. nocum-
prindo absolatamentc n decreto citado.
.-lindera Ss Ex:s. proceder um exa-
me do livro do termos e caixa do batalho.
queticaro Qon encidos do escndalo, alm
ff otros Bttiikos qoe dijera continua: se a
BWlicar no referido bataliio, maximquanii:;
se acba aqaaitelado.
0 indignado.
Ao mea collega I baal' 3o.
C'iaro amigo.No Otoo de 4 do corT
rente, tueste-me a (rata promessi de res-
ponderes no dia guite, ao meu artigo in-
serido no Diario de 3.
Nao tendo assim acontecido, ou antes,
n i tend) cumpriilo a tua honrada palavra.
pr:sso-me em t- vir perg'imtar se ainda
continam os teus ncommodos de saude,
ou se nao teas mais falsidades e asneras
publicar.
Fji'a corto de que ainda tenbo rnuitas
cousitaj ( e coushas hem boas 11) para di-
zer, e lo' as eguro qoe me acturs sempre
de promptido.
Quartel do Hospicio 7 de Agosto de 1870.
O guarda do 3 batalho.
MOTE.
i.angaba (oi infeliz
Na tentativa que fez.
Glosa.
A" no.ite. no Imperatriz
Quando jogavam bilhar,
Oeseeu a anda no mar,
Mangaba foi infeliz.
Nao foi ao chao por um tnz
R por ter amparo em tres,
Pois o menino urna vez
Inda tentou escova-lo.
Coitado 1 nao pode ser gallo
Na tentativa qne fez.
0 Chafan.
A medidoa v-n' excelleneia
do seculo.
N'o ha nenhum remedio quo tenha recebido
mais elogios de todas as partes, como seja a salsa-
parrlha de Brstol. Eli tem sido approvada pelo
espaco de trinta e cinco annos, por mais de mil
peridicos principaBs, e pelos donlores, chimicos e
eserptores mdicos de todos os paites. Faz qoinie
annos que toda a facnld de medica de Bophalo,
deu um lestemuoho unnime do snas inestimaveis
virtudes curativas, expernentadus durante a lo-
ga pratica da sua prodssao. Quarenta mdicos
disiinctps domiciliados em ddlereates povoacoes
do Estado de New-York, suslenlaram-nos eom um
outro testemunbo nao meaos emphatico e snmma-
meole lisongeiro ; e desde eniao cinco oitavas par-
les da mais es;olbida da pr dWo tem onleslado
seus mritos, debaixo da responsabilidade de suas
assignaturas, saos euras de escrfulas, cancros,
correspondente do Jornal do
Ctmrrercio e o administra-
dor da provincia.
Nunca nos sorprenden, e sempre acceitaraos
como cousa muito natural que adversarios poln
eos, impellidos pelo odio e dissabor de se verem
fra do poder, proeurem atacar por todos os la
d#s, e em lodos t'S sentidos a administraco doJ tulDreTloda a ea-ta de mole>as erapveise
lExm. Sr. desernbargador Assis Rocha, e em ver-,
dade se diga que nesse intuito tm elles revelado
espantosa fertilidade, ora referindo nss columnas
de seu jornal fados, que s a paixo poltica ao
deria engendrar, ora levantando injustas aecusa
ts, que a cada momento sao destruidas e logo
jois desprezadas.
n, sem duvida muito mais grave, 'e de-
ve ui.1 mereeer toda a nossa atlenco, qnado
i ingloria trela se encarrega um individuo,
Moessa commiingar as mesmas ideas poli-
tiras, e flage fer o primdro render homenagens
ao carcter probidoso do digno administrador.
que o corespondeote conservador es-
para o Jornal do Covtnercin.
- mais elevados elogios a admiinstr
?. a sui bilis'
mbargador Assis Richa, onde
eito e a maledicencia o
iieila oecasio.
. f podera contestar os relevan-,
o-estados pelo Dr. Partella du-
o lempo de sua administraco, pelo que se
ora Londres 90 d/v 22 fi2 d. per
sobre oO div. Jt 8(8 por #000 fhoje).
QiatHo sabr Pars 90 d|v.4i3 rs. por franco
Dito sobra dito 4 vista130 rs. por fraaco
'Oeseeaie de letras 7 0/0 ao aano.
Goncallo Jos AfToaso,
Presidente.
Mesquiu Jnior.
Secretarlo.
ENGLISH BANK
)f Rio de Janeiro Limited
Descoma lettras da praca tua a coo-
'encbMT.
Ueoflke dinheiro em conta corrente bia,
(raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
principies da -Europa, tem orroapondentef
la Baia, Baenos-Ayres, Montevideo, Nevi-
i New-Qrleans, e emitte cartas de crdito
ra'osi rtesmos lagares.
RA DO COMMERaO N. 36-
ALFAMDBQa.
lendimsntoodia iao 20i:117#7il
dem do dia 6 ..'.'. 28:687496
23:80o237
MOVTMENTO DA ALFANDEGA
60
341
-- 401
171
526
697
'oiumos entrados oam fazeadas
Ideai dem eom gneros
'olamos sabidos eom fazandas
(dem dem eom gneros
Desearregam boje 8 de agesto
Patacho inglezBrtskmercadorias.
rtarca inglezaWUhc ofthe Feigan dem.
Rscuna uorla-alrernio Georg dem.
Lug.-ir inglezRherdel Qitentdsm.
Patacho americanoPrestyseneoidem
Patacho norte-allemo Georgineidem.
Ilrigae inglezJurobaoalhao.
Patacho diuamarquez Jens Wulfffarinha.
fABELLA dos precos dos oaNaaos suiarros a di-
nKITO DE BXPORTAgiO. SEMANA DB 8 A 13 DE
agosto be 1870.
Mercadorias: / Unidades. Valores
duzia
kilog.
um
kilog.
urna
.... kilog.
.
efarmentadas:
.... litr.
Vbanos .......
Algodao em carocp .
Idem em rama ou em la.
Carneiros vivos.....
Porcos idem.......
Arroz com casca. .
(dem.descascado ou pilado
Assucar branco ....
dem mascavado. .
dem retinado.....
jallinhas......
?apagaios ... ....
Azeite de amendoim ou men-
dobim.........litro
dem de coco ....*.
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baunilha ....
Bbidas espirituosas
Agurdente cachaca.
dem de canna ...... >
dem genebra......
ktom resfriada......
dem alcool........ o
lilom cerveja.......
einviuagre.......
dem vinho de caj......
dolacha fina, comprehendidos os
biscoitos......... kilog.
dem ordinaria, proppamria
embarque........ >
Caf boro .......
dem escolba ou restolho ...
Idem torrado ou moide. ...
Cal branca........
Idem preta........
Carne secea ( xarrjue ).
Gan-o vegetal........
Cera amarella.......
idem de carnauba em bruto. >
dem dem em velas, ....
Cha..........
Cucos seceos ....... cento
idla.........kilog.
Couros de boi, seceos salgados.
Idem idem espichados....
dem idem verdes.....
'dem de cabras cortdos nm
Mem de onca.......
Doces em calda......kilog.
Idem em gela ou massa. >
Idem seceos ........
fspanadores de pennas grades .
Iderri pfrquenos......
lem de palha.......
Esteiras de carnauba ....
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de araruta.....
idem de mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade. .
Fumo charutos......
Idem cigarros .......
Idem em folha bom .
Idem em folha, ordinario ou res-
tolho ........*
Idem em roloe em latas bom '
Idem, ordinario ou restolho.
Rap .........
Gomma de mandioca. (polvilho)r
Ipecacuanha ( raiz )..... >
.ingieo (toros)......duzia
Caibros ........um
Enxaras ........
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) duzia
Lenha em achas......cento
dem em toros......
Liabas e estelos. ..... um
Lour s (praaehoes). ....
Pao Brasil........kilog.
(dem de jangada......um
Quiris ......duzia
Vinhatieo costadmbo de 25 a 30
millimetros de grossura. .
dem pranchocs de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
dem taboado de menos de 25
millimetros de grossura .
Taboado divarso. *.....
ratajuba........kilog.
Iraves.........ama
Varas para pescar.....duzia .
(dem para aguilhadas ...
(dem para caneas.....urna
Cavernas de sucupira(em obra)
Eixos d- cicupira para carro. par
Melago.........kk>g.
Hel deabalha.......
Milho..........
Ossos......,
Palha de carnauba.....momos
Pechury.,.......klof.
Podras de amolar
dem de liltrar......
dem de rebollo
Peonas de ema. ...... >
Piassaya.........momos
Ponas ou chifres de novilho ou
eca.........cento
300
200
680
4*000
2*000
68
177
250
120
436
11000
5*000
937
67a
523
102
5*450
M
30(1
a
300
337
600
300
660
476
20i
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
4*360
4*000
1*438
511
640
300.
3oO
103000
1*133
784
2*180
485000
24*000
12*080
16*000
12*000
136
681
92
272
3*000
320
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
li.WO
5*000
95*000
3*000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
um 16*000
duzia.
rento
kilog.
centro
kilog,
duzia
20*000
144*000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
50
320
68
.16
1*000
817
31
18
34
4*7
ulcerosas, nunca serao esqneckla* emqnanto a lin
gua ingleza for lida e fallada. Em ama pilavrs,
eljas teem sido escripias em Iodos o- idiomas mo-
dernos, e causado a aduiiracio de todo o munde
civilisado. Atha-se venda m todas as princi-
pa** tojas de togas._________
RBaTA.
No artigo publicado no Diario de sexta fira 6
do c rente, sobre o Sr. najor Ja ircionlo da Silvei-
!ra Li ns, no ultimo nade se lpie tete' pregar seu
\nome etc.. deve ler-se qne abe empregar seu
nome etc.
Um am!go.
pOJlWalillClO.
5?
PHACA DO RCC1FE 6 DE AGOSTO
DE 1970.
as 3 1/2 ana as da tabd*.
Alinear porgado -2*00 por 15 kil.
. kUog.
cento
duaia
Sabo.........kilog.
Sal. ... ,......
Salsaparrah.....
Sapatos de couro branco .
Sebo ou graxa em rama .
dem em velas. .
Sola e vaqueta ....
Tapioca.......
Unbas de boi.....
Vassouras de carnauba .
(dem de piasssva .
lJem de imb. i .
Alandega de l'ernabmbuco, G de agosto de 1870.
O 1/ cooferente. Manoel P. da Silva
O 2> eoaferente Jaqum I, de C, Mendonca.
Approvo. A.lfandga 6 de agosto de 1870.=
Paes de Andrade. <
Conforme. Joa/fviun Tertuliano de Medeiros.
lECEBEDOWA DE HEKDA8 llNTfcM^A^
BAESDE PKRNArjCO.
lendrmentode dia 1 a 5 20:271*314
Idem do dia 6........ 893*406
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*200
20V
380
768
1*200
960
21:164*980
CONSULADO PROV1NCAI.
Reodimento do dia 1 a 5 20:344*202
(dem do dia
1:06*703
22:380*908
PRACA DO REC1FE
EM 6 DE AG09T0 DB 1870, AS 3 ROBAS DA TARDE.
bu;viva bhamal.
Cambios.Saccou-se sobre Londres a 22 i/2,
22 5/8 e 22 3/4 #,por l*;-e sobre Paris ae 25 i
4:i0 rs. por fr. : sado o valor dos saques effeetua
los durante a s.-maaa de 30 80,880
Algodo.Vendeu-se o de. Penambuoo^de II*
a 1 i 3300 a arroba oa os 15 kilogramraa-
Assucab.Veadeu-so o mascavado porgado a
2*600; o bruto a 1*800, o Canal e americaao a
1*700 por arroba.
Arroz.O priado da India veadeu-se a 3*000
a arroba.
Azeue-doce0 de Lisboa venden se a 3*300
o galo.
Bacauo.Retalhou-se de 10* a 19* por bar-
rica.
Batatas.Vendeu-se a 2*500 a arroba.
Caf.dem de 5*500 a 6* a arroba.
Cha.dem de 2* a 2*800 a libra.
Cbrveja.dem de 5*000 a 8*500 a duzia de
botijas.
Fabuiha de MAitnioci.Vendeu-se 7* o sacco.
Louqa.Vendeu-se a ingleza ordinaria de 320
a 340 rs. por cento de premio sobre a factura.
MANTeifiA.A ingleza vendeu-se de 1*000 a
1*050 a libra, e a franceza de 800 850 rs.
Massas.Venderam-se a 7.200 a caixa.
Oleo db linuaca.dem a 2*200 o galo.
. Passas.dem a 12* a caixa.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Qubijos.Os llamengos venderara-se de 2*600
a 2*700 cada um.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
_Toucinho. Vendeu-se o de Lisboa a 12*800 a
arroba.
Vinagre.0 de Portugal vendeu-se a 140A a
pipa.
Viniios.__Os de Portugal venderam-se de 200*
a 230* o tinto e de 220* a 260* o branco, e os de
outros paites de 180* a 185* o tinto e de 22* a
210* o branco, a pipa.
Velas.As de composicao venderam-se de 550
560 o pacote de 6 velas.
.Descont.O rebate de letras regulou de 7
a 9 por cento ao anno.
Fuetes.Para Canal, Havre e Marselha, 1/2 d.
por libra e 5 /o peloalgndao; para Liverpol,
15/ S(C pelo assucar. e 3/8 d. por libra S/C pelo
algodo.
MOYIMENTO DO PORTO.
Mines entrados no din 6.
Aracaj o portos intermediosli dias, vapor bra-
sHi'iro Giqui, de 523 toneladas, commandanie
Joaquim C. Macedo. equipas; m 24, cr.rga varios
gneros ; a companhia Pernambucana.
Penedo34 horas vapor brasileiro Jaguaribe,
de 459 toneladas, commandante Guilherme da
Costa, equipagem 30, em lastro ; companhia
Pernambucana.
Trieste 80 dias, esenna ingleza Orange, de 20o
' toneladas, eapito Samuel Kent, equipagem 8,
cargn 2020 barricas com farinha de trigo ; a
Rabe Schmettau 4 C.
Rio d- Janeiro10 dias, bricue brasileiro Isabel,
de 313 toneladas, eapito Jos Marques Vianna.
equipagem 11, carga caf B outro gneros ; a
Antonio L. deOllveir Azevedo 4 C.
Aracstv e Ass 24 dias (sen lo do ultimo porto
19), luate bra'ilefro Jfdria Amelia, de 64 tone-
ladas, capitSi Fnncisco Tho naz da Assis, equi-
pagem 6, carga sal e outros gneros; a Antonio
Luiz de Ajiuiar.
Nfiviqs s Irdos no mesmo dia.'
Montevideo-Barca hr.isiieira Perola. capitao Jos
Esteves Andrs, carga j/ near, e aguard me.
8. TnomaiPatach' aga Atalanta, eapito He.
Mellan, ern h-tn.
A'ac/os entrados no dia 7.
Ancaty 20 das, lila brasileiro Sobralense, de
97 toneladas, eapito Antonio Gomes Pereira,
equipagem 7, carga 3:)6 fardos de algodo e ou-
Ims genero? S Leito & limis.
Trieste82 dias, brigne norte-allemao Cndor, de
274 toneladas, capIHo F- rdnand Jardn, equi
pagem 9, carga 2,;i00 barricas Com farinha de
tripo ; a Joaquun J'- Sonoalves1 Beltro.
Hamhnrgo 42 dias. lagar portoguez Dante, de
2."iG toneladas, eapito Dimingos dos Santos
equipagem II, carga diferentcs gneros ; a H.
Oett i 4' C.
Navio saludo no mesmo dia.
UamburgoPatacho norto allemo Elisabelh, "ea-
pito Popp, carga algodo.
ECiTAES.
O in-pector interino da ajfandega faz publico
que o leilo das pedras snnunciado para hoje, e
que por falla do licitantes delxou de ser efectua-
do, tica traoseriilo para terca-feira 9 do corrente.
Alfaodega de P.uma.mbueo 5 de agosto de 1870
O insptrb r interino,
Lniz de Carvalho Paes de Andrade.
GUAHA NACIONAL 1)0 RECIPE.
Pcrante o couselho de revista da guarda nacio-
nal deste municipio, sao, pelo presente chamadas
ass praca, abaixo mencionadas, para serem inspec-
cionadas, na sala das >?-socs da camar; munici-
pal, no da 11 do cirrente s 10 horas da ma-
n;-i:..
Io batalho de artilharia. -
Manoel Gomes de Miranda Leal.
1 d-i infantera.
Antonio Baptista da Motta.
Antonio Pinto de Mello.
Antonio Affonso Rigneira.
Augusto Fornsndes do Reg.
Emilio Hypolito Randeira de Vello.
Jos dos Santos Pseos.
Juo Tnomaz de Aijuino.
Juo Alves Ferreira. %
Joo Manoel Ferreira.
Joo Oas de Suuza.
los dos Santos Alvps
Ludgenu IVreira de Hollanda.
Lucio Francisco dis Santos.
Mircilino Gregorio Vielra.
Manoel Perpedigno Corraia de Aranjo.
Vicente Ferreira da Silva.
3" de ifan;ar.
Augusto Jos Teixeira.
Carlos Borromeu Coelbo.
J-o Rodrigues' Maris.
Joo Silverio Baziho.
Luiz Jos Muniz
Sebastio Jos Alexandre dos antos.
4" de intanuria.
Antonio de S e Albuquerqoe.
Pedro Alexandrino Pereira.
6" de infamara.
Frmiao Manoel da Silva Braga.
Jos Lu! G mva de Castro.
Manuel Anselmo Marrano.
Marcolino Antonio Pereira.
Manoel Anselmo Marinho.
Sala das ses^oes do conselho de revista, 4 de
agosto de 1870.
O secretario,
Firmhw Jos de Ohveira.
Quartel do commando do 1 batalho de anima-
ra da guarda nacional do municipio do Recife,
31 de jutho de 1870
ORDEM DO DIA N.
Para conhecimento do batalho, pnblico o ofi-
cio da S Exc. o Sr. viee presidente da provincia
datado de 26 do crrente, que por copia me foi
remetlido peto Exra Sr. coronel commandante su-
pen> r interino :
2." seceo,Palacio do joven de Pernarobu-
co, 26 de juiho de 1870 : Eapec* V. S. ordem
para ru cada um dos batalhoes eob ^en comman-
do superior forneca um contingente de 7 pra-
cas, as quaes de erao no dia 12 de agosto vindou-
ro sezuir para o presidio de Fernando de Noro-
nha, afira de renderem os guardas neirnaes que
all esto destacado?, assi garando V. S, a oitos
guardas que teem de eoaipor'os cpmingentes, que
- etdiTao detaeades. quando amito por doos
mezes, fi-ando toda a forca sob o commando do
r-apito'do 9* batalho do municipio de Olinda,
Ohrisiovfio Pereira Pinto ; declarando-Ihe que es-
ta presidencia tomar em eonsideracao o servi-
nmandmtes irne apresentar m os guar-
ro orna lieenfs quando voltarem;
Kend 1 punidos os de jue nio se
at're para ir. jleus guarde a V. S.
Francisco de_ Assis Pereira B roa. 9r. c mman-
danl-' superior da gnaida pacaal do nmn-
do [hi-K Conforme: O secretario, Fr
Jos de Olivnra.
Em -ia, di termino a eada um dos
compatdiias que designem
urna pisca, deveniK a ^ apresenur duas, e o
ateo da IM 1
Oj Srs. comman^
rio a (Odas as praij
ainda n
passagem d-
familia-
car no Presi
ordem,
tambe:n se toe apn
Sapero do salo
companhia-
sa prertaro aind
reclamado pela 11
segnraiica 00 presidio.
Decio d
Tenente-curoel
.1
-
i IMS
> eawprisaea-
es*as praaas.
predietediai.
imaanaata da
em ftn\ qw-
sacrifieio. an-
tranqmtidada, a
Fenece,
eommandante.
DECLARACOES.
Juizo dos fcitos da fazeinl
De ordem do Illrr. Sr. Dr. juiz dos feo 4a la-
zendadesta provincia, faco saber lodos os arre-
matantes dos bens do extinelo vinculo de ISamfc,
e bem assim seos fladores, que danta da pras
de 15 das, a contar da data deste, e sob a pena,
da lei, dgyerao eompareser por si ou por sea pro-
curadores na tbesouraria de fazendj ; ajtaeRe
que arremataram vista para reeolheroin ai co-
fres da mesma tbesouraria em dinheirod contad*
o respectivo preco, e aqueHes qne armeataram i.
praso, e seus fiadores para assigaarttn aa letras
que se obrigaro aceitar e garantir.
Recife 26 de jullw de 1870.
O escrivao,
Luiz Francisco Brrelo de Almeida.
SAJLlO
DO
CLUB PEBRAMBDCAHO
Sabbado i3 de agosto
beneficio da mbnina rIbeouista
IftlEIA AlItlEB
O .concorto ser organisado por seu pai o pae-
fessor
EAPHAEL ANTONINI
tomando parte aliuns Srs. destnelos profesrms>
3ue generosamente se prestam a coadjuvar a lena.
ciada, formando as-im um
SOIRE
VARIADO JE ACAU)*V!rm.
O programma sera annunciado sexla-fetra 12
sabbado 13, dias do concert.
N. B.A m-nina Egeria pede aos Esms. pai*-
de familia que eonvidem para o concert sen* S-
|bes at a idade de 10 annos, os quaes lena aira-
da gratis.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa4
A barca portagueza Nova Marianna va} seglar
para Lisboa at 12 do corrente recebe caria a
(rete a mdico preco, e passageiro?, para o ar
tem bons commojos : a tratar com Oliveira, F-
Ibos & O, no largo do Corpo Santo n. 19, pnmei-
ro andar.
COMPANHIA FEHNA.MBGANA
DE
VaTcr;!?5o coseira por rstper.
Parahyba, Nata', Macio, Mossor, Af-
caty, Cear, Mandah, Acarac e,
Graoja.
O vapor Pirapama coaamaadaaJa
Azevedo sognir para os porto: aai-
ma uo dia 13 do corrente as Shora
ia tarue. Recebe carga at o dia Vi, encem-
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at as
I horas da tard" do dia da sabida 00 eserlate-
rio do Fiirtedo Martas n. 12._______________
GOMPASHIA BBASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos porto do norte esperada
at o dia 8 do corrento o rapar
Tccantins, commandante JL H
F. Franco, o qual depon ilae-
mora do costume seguir para ~
do sr.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-ea a
;arga que o vapor poder conduzir, a- qual Vrvnrit
ier embarcada no dia de suachegada. EnconwMa-
lase dinheiro a frete at as 2 horas do dia da esa,
ihida.
Nao se recebem como encommendas sena* ef>-
Jeetas de pequeo valor eque nao excedam a- dna
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medical.
Pudo que passar destes limites dever ser 1
Mili como carga.
Previne-se aos seohores passageiros qne
pas.-;:gens s se recebem na agencia, ra da Gran
n. 57,1" andar, escrptono de Antonio Laia *
Oliveira Azevedo & C.
C0M1IA BRASIL ~
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperad
at o da 8 do corrente o vnpar
Arinos, commandante o primer**
lenle Jo< C. Boarte, o qual
depois da demora d eostame
seguir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e eneaja-se a
arga qne o vapor poder condurir, a qual desvara
1er embarcada no dia de suachegada. Encawna
las e dinheiro a frete at as duas horas da da i
Nao se recebem como encommendas Massa*
lectos de pequeo valor e que nao exceda a *
arrobas de peso ou 8 palmos cubico de wmtt-
fo.
Tudo que passar destes limite deaai w
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros me sua pa*-
rs s se recebem na agencia ra da Croa n. Bl-
indar, escriptorio de Antonio Lniz de OMnr*
\zevedo & C.
rf^Sk
ai&SS
01
Meas
DAS
genes imprtale*.
At o dia 9 do corrente, mei esaera-se'dr-
ropa o vapor francez Sin. o qnal jdys da
demora do costume sgnir para Boma* Ajten,
tocando na Hahia, Rio de Janeiro* fteaifiiH.
Para conduedes, frete* e pas-sgana, traaa-s-
na agencia, roa do.Comuwrao n. 9.
Ateo dia 11 do corrente mezespera-ge^st^iag-
tos do snl o vaporfrcneez ^etazoiic,CTmnaiwle>
Giost, o qual depois da demora de osgsa
seguir.para Bordeo,tocando em Datar (otrea)
"para condicies, freas e passajens, tandas* V
agencia, roa do Cemmerew n. IV
BAHA
O bfigoe inglez Britk ra a BaMa_aa.
eorrer da preseaieamw .iv (%**
commods: tratar oom Tasao Irroaoi 4 H. awa-
do A Borim n. 37. _____.
PAK\OB10 GR^UE IK) SHL.
Segoe com ponaos dias-aan o referido paato.
patacho nacional Palma, rallando nonca ai
completo do s- carrefantentov -iwi
qmzer earreaar freie, dirija-se a Jo* 'VsMf
de Reiende A f^. escriploro i ma da C~
mero SI


Diario d Futaiu
870
i~^HH
X
Ferrar
l*IBU<.
- 9**
|do de Noronha.
*iak, coamaodante
no da IX do correte aa meio da.
Recebe carga ale o dia 11,
idas, passageiros e di-
a frote al as 10 horas do dia da sabida,
ecciplorio do Pofft do Mallos o. 12.
Maranho
S1 e^Mrlal Rio de Janeiro era pseos das a
Ka poKugne maa, qae traz j alguna ear>
prireferido porto ; e desearrepodoa qae-
loete oetMaar, recetera aqu a qae for pos-
l ator mra o Marao!, a cop pouca deroo-
aMlwnm dtsejar aprewilar osla boa
tembarque, dirjase, ao consignatario
J&Gb0ves UaKrlfc roa dtTCoa
Uorio roa da. I Pona de Pjdra
utemenl.
! dente de I.
Ah:
0 cMixas com superior cha da
India, marca triangulo S P
Terca-feira 9 docorrenle.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
tro, 20 eaixas com eM da India de superior qua-
Itdade, de 2 libraa cada caa, as quaes sero
vendidas em ura ou mais lotes a vontade, terea-
feira 9 do crreme, a 11 i/i oras da manbaa,
na-pori da Ames, defronie- da amodega.
Varega^So eostrtra pw vapor.
acto da Gallinba$, Rio Fonuoso e
Tamandar.
% apor Parakgka sag.ira parados jfortos cima
4a 10 do crrame ostia noite. Receb
aqa, eocommeeda*, passageiroa e dhheiro a fre
aeao acriplori da Pomdo.MaB s n. 11
CQMPAWHIA PERNAMBUCANA
DE
Bhtv>^o costeira por vapor,
Goyanna.
O wor Parahyba seguir para o porto ci-
ma no dia 16 do correte aa 9 horas da noute.
teoeh encorauendas, passageiros e dioheiro frente,"outr airt dos o^ariuTe'ito'oa'iTo'ud
i at as 2 horas da tarde no esenptono do 8069 era t0da a exleasao do fondo, e em cima duas
hartado Mattos n. 12.
* COMPANH1A PEKNAMliGANA
DE
Sfavegaco eostelra por vapor
Maraanguape.
O vapor nacional Cornripe, commandante Sil-
ja, *5guir para Mamanguape no dia 12 do cor-
Ib as 6 horas da tarde. Reeebe carga, encom-
neadi, passageiros e diobeiro a frete at as 2
oras da tard do dia da sahida, no escriptono
Rtn de Janeiro
Pretende seguir para o referido porto cono a
aflei brevidadoo patacho Mmteiro por ter por-
>;!< da carga engajada; e para a que Ihe falta e
icravos a frete, trata se com o consignatario Joa-
< los Goncalves Beltro a ra do Commercio
..17.
DB
duas tercas parles do aprasivel sitio com
magnifica casa de sobrado, no logar a
travessa de Bemfica n. 42, freguezia dos
Afolados, pertencente massa fallida de
Sebastio Jos da Silva
A 9 DO CORRENTE
Por mandado do IHra. Sr. Dr. joiz especial do
comnemio d'esta cidade, a retpueriweato de d-.
ministrador da dita massa, o agente Oliveira far
leilao das duas tergas partes do sitio com froclei-
ras, baixa de capim e cacimba, sendo este murado
por aro lado o fundo, com porta de 'ferro, e a casa
de sobrado com 50 palmos de vo na largura,
100 de fundo ou pavimento terreo dividido ao meio
por un corredor, tsndo de ura lado urna sala na
s 11 horas da canua, no armazem alfaudeg
>do bario do Livramento, ao caes do Ap
em que se acham vario salvados da o
ca, que sero em seguida arrematados.
LEILaO
Jeronymo Amancio deSooza Rolim, oda o eos
seutnento dos seos Kdores e para pagamento
idos mesmos, far leilao por ntervenci do agente
rontual, da armacao e gneros da sua, taberna sita
ra do Livramento a. 39, em um aa em raais
Joles vontade dos licitantes, quarta-feira 10
o crrante, s 10 horas, na mesma tabana.
^rai r n. f>i

Pr*ciia-d tk'
que saina cozinhar e faaar Mopr^s : no Corredor
do Bispo n. 23.
fcs Francc d|.%B*hre4> agrade*? Ao ioli-
mo fl alma a todas aqu-Has pesjow. qae aeompa
salas na frente, dua-atrs com seis quartos. soto
grande com cozinhaj1 e urai. qot raonjjaisjlr
sendo mais- separado da casa um qnarlo sces,
taaque para baabo, nma estribara, um qoarto
para escravos, e um gallinheiro em md estado
Terca-feira
ao meio dia em ponto, no escriptorio do dito agen-
ta, ra da Cruz o. 53, primeiro andar.
| AVISOS flIVERSOS.
Monte pi portugus
Pergunta-se directora se adibu indefi ai ti va-
mente o cumplimento do| 21 do art. 40 dos esta-
tuios para com a Ilustre commisso de exame deS
eonlas, tal demora tem incontestavelmente compro-
vado a postergacao do % 2* do art. 49 dos estatutos
Imhsi wmum
MUDANZA.
O Dr. Carolina Francisco de Lima San-
| tos mudoa sna residencia o consnHorio
Separa a ra do Imperador n. 57, 2 andar
H do sobrado cujo armazem. conserva ain-
M da hoja o nome de Alianca. tendo a
3 entrada, que pelo lado da ponte Sete
g| de Setembro, o mesmo numero 57, da
M frente. Ahi continuando o dito Dr. no
3 exercicio de sua proQsso de medico.
I de operador, pode ser procurado a quai- i
3E quer hora do dia e da me.
Bhirara i ullinaa m
prezada esposa',_.
de novo com
ter logar no dia ~
os restos xnarues de sna
r.-imfes ft|ueiredo ; e
?asa do/fdfimo dia, que.
ie^as9 horas da ma^
. ra lavar esagno-,
d Hortas n. h
~na, ro*Ha
PARA.
rara e referido porto, pretende seguir com a
-*Mair5l brovidade a barca portuguea S. Joo,
k* ter j porco da carga, e para a qdo Ihe falla
a frete comanlo, tratase com o consignatario
loaqnim Jos Gongalves Beltro : a ra do Cora-
umroii n. 17.
LEiLOES.
LEILAO
DE
ovis, louqa, prata do Porto e
obras de ouro com brilhantes,
a saber:
ChU obilia de Jacaranda, 2 camas, 1 apparelho
para cha, ditn para jamar, 66 garrafas com vi-
olto, 7 mangas antigs, 14 cadeiras de jacoran
^adeiras de aranrollo, 1 giiarda-roupa, 3 mesas,
4 eommods, 1 candieiro a gaz e outros ob-
jetaos.
^ce castices de prata, 2 salvas, 1 bandeija e
*2oura, 1 paliteiro, 4 colneres e 1 faqueiro,
prata do Porto.
ijmadereco/le coral, 1 dito de ouro. 1 volta e
meos de filag-an, 1 cordo com urna cruz de
diamantes, 1 dita com pedrae, 1 cordo grosso
-de ouro, 1 dito chato, 1 cruz, 1 bracelete, 1
5r de brincos, 1 alfinete, 1 relogio 1 flvela, 2
aaoeis com brilhantes, 1 dito com diamante e
Irosobjectos
100 eaixas com superior chaaj-
panhe, iuteiras e meias, e 200
gigos com cerveja .Bobee
Terca-feira 9 docorrenle.
0 agente Pestaa far leilao por conta e risco de
quera pertencer, de 100 eaixas com garrafas da
superior champaohe em meias iuteiras e 200 gigos
com cervej i Babe, chegadas ltimamente, e a sa-
bir da alfandega, ser vendida em um ou mais
loles vontade dos concurrentes, terca-feira 9 do
correte, s 11 horas da mauha, na porta da ar-
mazem do Annes. defmnte da alfandega.
a do Cordao de Ouro na ra Onz de
Dezeabrj (outr'ora larga do Rosario) a. 40, tem
um .ptimo soxtimenlo Je obras do ouro, prata e
(rimantes; fa*-so qualquer troca.por ouro velho,
prata e pedras finas : os seus fregueses que pre-
tendorem comprar ou trocar qiulqjaar ubra, po-
dem levar para suas faroiHis escoHrorem sen
contento, e umbem concerta todas as ohrai que
lTfm compradas no niesaw estabelecitMODlo, gra-
tis.
ADVOQyiCU.
ODR. JOAgOlH COWEA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
u- 67, onde, pode ser procurado das 9 ho-
ras da mano s 3 da tarde.
LEILAO
DE
urna caixa com lO dozias desapatosde
13a com avaria
Quarta-feira 10 de agosto, s II horas em
porto.
O agente Pinto far leilao, a requerimento de
Mello, Lobo 4 C, por autorisaeia do cnsul de
Franca, em presenta de sea ,lel gado e por conta
e risco de quem periencer. de urna caixa marca
M L 4 C. n. 615, com 120 duzias de sapatos de
lia avariados bordo do navio francez Rio Grande.
O lei.o ser efiectoado s II horas do dia cima
dito no escriptorio do referido agente, rna da
Cruz o. 38
sSeganda-feira 8 do agosto, ni segundo andar do
sobrado da ra Nova n. 18, s 10 horas.
O agente Pinto levar leilao, a requerimento
dotcstamenteiro e inventarame dos bens da finada
T. Clara Clementina Carlota de Brito, e por des-
cacha do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da seguada
vara, os objectos cima descriptos, existentes no
segundo aitdar do sobrado da ra Nova n. 18,
Mieso eOtcmar o leilao, s 10 horas do dia ci-
ma, dito.
LEILAO
DA
.rancio, gneros e mais utencilios existen-
tcotes na taberna sita na travessa do Ar-
senal de Guerra
HOJE
A requerimento do depositario da massa fallida
de Silvestre Henrique de Paiva, com despacho do
lllm. Sr. Dr. jaiz especial do commercio, o agente
Petana far leilao da armacao, gneros e mais
ntncilios que fazem parte da mesma massa, exis-
tentes na taberna sita na travessa do Arsenal de
aCerra, onde lera lugar o leilao, segunda-leira 8
,d correte, s 14 horas da manbaa.
DE
i. vidas activas da massa fallida
le Antonio Mara O'Con-
nell Jersey, na importancia
co Trente.
. Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
r.ommercio, sendo ouvidos os administradores da
-.pradKa massa, o agente Oliveira ofereeer nova-
.neiHe em leilao as indicadas dividas, na iaipor-
tiooia de 7:"i*8*0. o qual ter lugar
Terca fera
de salvados d nivios a 10
d<> crrante
David Jones, capitao da galera inglcza Woburn
Abbey far leilao, de aecurdo e em presenga do
Illm. Sr. cnsul de S. M. Britannica nesta cidade,
por intervencao do agente Oliveira, e conta e risco
de quem periencer, procedida a competente auto-
torisaco da alfandega, com assistencia empregado fiscal, de porcoe? de vellame, eordoa-
Iha, mantimentos e outros perlences da dita galera
naufragada no lugar denominado Ponta de Pedras
ao norte d'esta provincia, na sua recente viagem
procedente de Liverpool, cora destino a ordem,
carregada de carvo
Quarta-feira
s 11 horas da manbaa, no armazem alhndegado
do barao do Livramento, sito ao caes do Apollo.
LEILAO"
de 234 saccas de algodilo
em rama
A 11 do correrte.
Saunders Brothar 4 C farao leilao, por ordem
e em presenca do Sr. cnsul de S. M. Britannica
nesta cidade, por aonta e risco de quem perten-
cer, e por intervencao do agente Olivrira, prece-
dida a auterisacao da alfandega a com assistencia
de un seu empregado fiscal, de 234 saccas de al-
godo em grande parte a granel, recolhidas nos
armazens Trapiche e Caes do Ramos ns. 14 a 16,
e o qual fura incendiado bordo da alvarenga que
o conduzia, j despachado, para ser embarcado
bordo do vapor fnglez Saphire
Quinla-feira
ao meio dia em ponto, nos indicados armazens
Trapiche e Caes do Ramos ns. 14 a 16, bairro de
Santo Antonio.
LEILiO
DA
barca ingleza Wobura Abbey
A 19 do corrcmV.
O capitao David Janes far leilao, de accordo e
em presenca do Sr. c n?ul de S. M. Britannica
nesta cidade, por intervencao do agente Oliveira,
e conta e risco de quem pertencer, precedida a
competente aulorisacao da alfandega, com assis-
tencia de ura seu erapreirado fiscal, do casco da
referida barca Woburn Abbey, com a mastreacao,
pertenees e mais objectos que nella porventnra
forera encontrados, e tal qual se acha no lugar
PERDEU-SE um rolo de papel, centn
do varios documentos e entre elles um di-
ploma de cavaiheiro da Ordem da. Resa. a
pessoa que os acbon, querendo restitui-Ios,
ser generosamente recompensado, se o
qmzer. Para entrega-Ios, ra. do Rasario
n. 47, 1. andar.
Prerisa-se de urna ama : na ra dae Cruzes n
39, hotel
Ao publico e ao com-
mercio em parti-
cular.
Eu abaixo assignado tentio a satisfarao de scien-
Mear ao publico e ao commercio, que desde o dia
4 do correte mez deixei de ser caixeiro da Inja
delouca. ra Io de Marco, ootrVjia roa do Cres-
po o. 16. perteocente firma dos Sr*. Beroardtno
Duarte Campos C. Recife 5 de agosto de 1870.
Francisco Jos Carneiro.
Instmcpao primaria
particular.
O padre Vicente F de S. Varejo, professor pu-
blico, jubilado na Ia cadeira da fregoezia de San-
to Antonio, por ter mai de 32 anuos de esercicio,
contina a ensinar prtcnlirmenie ( por era > na
travessa dos Quarteis n. 24. Os senhores cheles
de familia?, que qoizeitim utilisr-?e da sua Ion
ga pratiea e experienc'\a, pmlem para all'man-
dar seo? filhos, que sero desvelada e proveito-
smente instruidos e educados. A callygrapbia
oceupar u seu primeiro ruiado. Durante ae tar-
des leccionar em graromatira nacional e aritbme-
tica aos aspirantes aiis efipregos pblicos e enm-
raerciaes ; asslm como prepara candidatas para
o magisterio primario.
Ra estreita do Rosa-
rio n. 36.
Hotel de Hespanha.
0 proprialario deste e.-tabelocimento faz publico
aos seus respeitaveis fregnezt-i, que lb acabam de
chegar da Europa um fanwxo cozinheiro, e nm
bello servente, fallando este ultimo diversos idio-
mas ; e portarito offerece ao rrniito illnstrado povo
desta cidade constantemente mesa abarla com toda
a decencia, e serio servidos com toda limpeza,
promptido e agrado, com coiiidorias ptimas.
Aeharo tambera nesta sna casa diverttmento de
domin e bebidas das melhores qualidades. Ad-
mittem-se assignantes pagarpoi mei, e pre^a-
ram-se encommeouas de gosto para bodas e bap-
Usadoa. Anlecipanio-se dosde j a agradecer o
booi acolliiiueiit o, seus hospedo*.
Saques
Joio do Reg Lima, saeea sobre a praca do Lis-
boa : a ra do Apollo i.
AO PUBLICO
O abaixo assignado, tliesoureiro interino da de-
vocao da Senhora Sant'Anna erecta, no convento
de Sinto Antonio do Recite, declara ao publico,
e qoem inleressar possa, que se acham salda-
das todas as eonlas tendentes festa. da mesma
Senhora que teve lugar no dia 31- do prximo
passado ; no caso de que alguem se. julgue en -
dor mesma, poder apresentar -as costas cora
o praso de 3 dias, ra do Imperador n. 22,
que sero i inmediatamente pagas.
. Recife, 5 de agosto de 1870.
Manoet Duarte Vieira Jnior.
_______________Tliesoureiro interino.
HISTORIA
DA
Guerra do Paraguay.
Acham-se publicados osdous primeirus volumes
desta obraj, o terceiro e o quartu volumes em
breve sanirao do prelo e assignara^e por lOlOOO.
NA
Livraria franceza.
CASA M S-Oiil VA
Aos 8:000^
Bilhetes garantidos.
i. ra Primeirif de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado, tendo vendido a!m de-on
;ras sorles, 2 quintos n. 220i com 8:000 da lo-
tera que se acabon de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia (15o1), convida aos
possoidores virem receber na cooformidade de
:.ostume sem descont algara.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garac
(idos da 6' parte das loteras, beneficio do col
ro dos orphaos (136') que se extrahir quarta-
feira, 17 docorrenle me-.
PRECOS.
Bilbete ioteiro 10*000
Meio bilhele o000
fininto 2*000
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilbete ioteiro 9*000
Meio bilbete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins Fiuza.
Faeucias.
O administrador das raassas falidas de Fraocis-
co Pereira da Silva Saotos e de Tnomaz de Figuei-
redo, coovida aos credores das referidas massas
para qiie apresentem no praso de oito diss da pn-
blicaao deste, seus. ttulos no escriptorio sito
casa n. 14 da travessa da Madre de Dos, afira de
seren verificados e clasificados, certos da que
lindo o dito praso nao padero ^er mais receh
Na ra nova de Santa Sita n. 77 precisa-se
de urna ama, preft-re se escrava de meia idade ;
oa mesraa casa fornece-se vendas a escravas aflaa-
Sadas por suas senlioras. '
Largo do
Paraizo n. 8,
rrieiro andar.
no
pn-
O abaixo assignado, proprieta rio de?t estabele
cimento avisa aos seus freguezes e mais p^soas
que reeebeu carleiras e tinturas por preco com-
modj, e por isso venJe a 'O rs. o tubo ae qual-
luer droga, e I* um vidro de tintnra, ecempran-
do de 106* para cima tem 10* de abate.
Augusto Xavier de Soma Fonsera.
Te Liverpool & Lon-
dou & filaba Iusu-
raac Gompaay.
Gompaolua ingieaa.de se^uuis coikia-fogo
eslabelmil.i em {836.
Capital e fatuto de. reserva
Ifs. 3ft.MCS:13.5.
Os agente* desta cuinnauliia Uinwm scgufoa so-
bre propriodades, genero? e fazeodas arma&iudas,
mobilias, etc., etc., e esta-igualmente autorisados
a saldarem ajui quaesquer rei-iamaces.
Saunders Uu thers 4 C,
Prai-a do Corp'o Santo n. 11.
A luga se urna bga escrava par servieu do-
mestico : na rna do Imperador n. 50, 3o andar.
Da-se kOOlj* a pren.\> cun hj'jio^lieca, er
bensde iaiz de dohr-adii valor ce>u cidade: n
ra Nova, loja Ap fprracer.s n. 31.
.______i-------------
BILHETES DO RIO DE JANEIRO.
Na praca da Independen 'a n. 2
Precisa-jp alagar nina casa que tt-nha com-
modos para familia, com quintal.e cacimba, pre-
feriodo-se os bairro di Boa vista, ou em Fra de
Portas : quem tiver procure no sitio n. 5 da ra
de-Joao Fernandes Vieira, iu aunupcu para, ser
procurado.
Estrada'Je Belrn.
Arrenda se um pequeo sit'o. nssta estrada,
adiante da capella e no .lugar onde para o trem
dos trilitos unanos de Olinda, co-n inangueiras.
eajueiro, e outras muitas arvore-sde fructs. Tam-
bem se vende o mesmo sitio : na ra Duque d-
Caxias, (outr'ora cas Cruzes) n. 30, segunio an-
dar.
Precisa se de nma *ma para comprar e co-
zinhar para casa de pouca familia : na ra Au-
gdsta n. 77. __________
Faencia.
Os administradores da massa Mida da Manoel
de Souza Carneiro Pimplo conviilam ao3 credores
d" dita massa, para que no praso de oito dia?.
contados da publii'acao desie, apresentem seus ti
tulos nrc escriptorio n. 10, sito na travessa da Ma-
dre de deis, aflm de serena verificados e classid-
cados, cert a de que mlo es.e praso nao serlo
mais recebidos.
Precisa-se de um a-imino de doza a 14 an-
nos para caixeiro, em Sanio Amaro de Jafc >atao
de om estaheleeimento de roolhdos : tratar, na
ra de S. Francisco n. 70.
Conservare todas as fructas do paiz, di ver-
as qualidades de massas para cha, doces d ovos,
dos de coco, broas de milho, eoo.'eitos e amen-
doas, xaropes, capil, rabucidos e allinim : quem
prelooder abrir algum estabeleciraeoto de confeita-
ria, e se qoizer utlisar do presumo deste artista,
deixe carta fechada nesta typograpnia com ; in>-
ciaes J. A. M
Aluga-se uu vende-se orna casa terrea de
pedra e cal para pequea familia,, mas cora gran- 'm a nonr;1 ^ panecipa:* m respeitavel publico
de quintal e pero do banho, sita na ra da Prai> 0esla- "P'1^. 1"e no da > .lo corrent mez abrir
de S. Francisc ds Otinds : a tratar com Severino wn^uraoi na ra das- Laraageiras n. 4, sob o
Guedes Alce forado Montenegro, junto a cmara tK'" de
episcopal. O mesmo proprietario vende um terre-
no para nraa grande ea*a na mesma ra supra.
RUHMN
Hestaurant de Pars
ATTENCAO
Manoel da Silva Jacorae Pessoa constando-lhe
que sna aiulhera Sra. D. Adelaide Emilia de Le-
mas Pessoa pretende vender a escrava Francelina,
pertencenle ao seu fllho Pedro por doacao espe-
cial que Ihe foi feita p.'lo Sr. Guilherme Joaquim
da Silva Braga, declara a quem mlcressar possa,
que nao comprom a referida escrava, "por quanto
sendo annuncianle o nico administrador de seu
casal, e por is-o mesmo o nico capaz de fffec-
tuar-qualquer trausacro sobro bens do ca^al, ou
de- seu fllho menor. Igualmente raga as aut-inda-
des policiaes que se par qualquer mo trato for.a
referida escrava levada a fugir e for apprehendida
que a nao soltem seno a rtqueiimcntu do aaqun-
ciaole, que a oiogoem tom dado o diroilo de tra-
tar de seus negocios, e nem ainda deu procuraci
a ninwiem._________
Tiavejamenio de mangue: para, ver e trata1"
no trapiche do Sr. Dantas.
Gabinete Portugus
deLeitura.
CONSELHO DELIBEttATIvTd.
_ De ordem do Illm. Sr. presidenta daquolle eorpo
sao convidadas os Srs. conselheiros para sess >
extraordinaria rute leve ler lus;r segunda nitfi 8
do correle,, as,6 l|ihora,s da tari-.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
l'ortuguez de Leitura em Pemambuco aoi 6 de
agasto de 1870.
A. J Borges Costa,
2o secretario.
e-qoe nelle se encontrar, alm dwboa comida,sor-
timeota escolhido de vincos Irnos portusnez.^ o
francezes de t das as qualidades. assim coiiw con-
servas alimenticia-:, fruei^ etc.
Tomara se assiguaturas para deairo e fra do es-
tah elecimento.
Um grande sortimento u lonen trazida de sna
ultima viagem da Europa. BtmiUe-Ine se ^ncar-
regar de qualquer encommondo para li lile?, sot-
rees, etc.
O Sr. Micha udon espera ver o seu estabeleri-
ment visitado pe;o Illm. paWie, quem nada.
poopar para agradar.
Precisa-se de 11 m e.nxeiro que lenha praitca.-
de taberna e d fiador de sua conducta : no arco
da Conceicao n. 6. se dir quem preeki.
Bibliotheca juvenil.
Sorlimento de livros de agradavel leitura,
pria para ensino ii< menino-.
Canunko (0) da paz, 1 voium 12' encadrnwi
1*0.
Cartithas com estampas para usada wociJadtt
1 vnlume 12" ene deruadu 1*000.
Benriquinho e o seu criado Boosv, I volniM 12*1
enca'lernado 1*000.
Historia de Anir Dunn, t volune 12" 1 -ncader-
nado Uf.OO.
Historia do Bom Pastor, 1 volume enea tornado
2*000. "
Afenmo (oj da Halla o o seu-cio pl-i > i volu-
me 12 br. *00.
Xogsa casa terrestre a o seu tonslrnetor. 00 a.
rali 'dona de Deus mostrada na estructura 1 rr-
po hu/nano, 1 volume, l eacadern 'i 1
Quadros mfantis 1 volume 1-
LIVRARIA FfANOKZ..
pro-
O abaix. assignado, stabeleciao e morado1"
a ra larga do Rosario desta cidade n. 18, tendo
visio ha tempos nj Di rio de Pemvabuco o seu
uoraeem urna petico do hebeas curpus dirigida
ao tribuaal da relacSo, e boje na parto da polica
como preso a onie u do subdelegado de S intj An-
tonio, declara que nao se en ende com elle nem.
nma nem outra causa, mas sim cora outro inuivi-
duo do-mesmo oorae. Recife 6 de agosto de 1870.
Manoel Autouio de Jezus.
Precisa-e de urna ama secca para casa de pe-
quena familia : a tratar na ra estreita do Ro^a-
rio o 32, 3 aodar.
Precisa-se de
caixeiro de taberna
um menino potiuguez para
oa ra Augusta o. 116.
SITIO.
Alnga-se um bora sitio na estrada do Arrala!,
cora raa grande e ltimamente acabada, tendo as
comino lida.les m-cessarias para familia : quem a
pretender dirija-se. ra 1 de Marco n. 16, !
aolar.gueacjnr cim qnem tratar.
+Tecisa-se de uraa raulher que saiba bem
engoinmar e cozer, que seja de boa conduela : a
tratar na ra da Aurora n. 40.
OnVrtce-se urna ama e lee para criar qol-
(|uit menino, com leile rauito b.m : qnem quizer,
dirijase ra de Hurlas n. 31.
CASA DA FOiTTJNA
AOS 20^x10 con
RA I- DE MARp) N. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, que com
quanto a nova lei do orcamento tivesse elevado-
muito o imposto sabr os u:!li'tes de lotera do
Rio de Janeiro, continua a vtnle-los cora as for-
malidades da lei, e pelos mesmos preces abaixo
publados, pagando todos o premios rom o dis-
conto somenteda lei, e com a pwmptijo do cos-
turae.
PiECOS.
Bilhete inteiro'... 24*000
Meios bilhetes... 12*000
Quartos........ 6*000
Em quantidade maior de WOiOOO na raiao de
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
Ha. praca da imlepouduucx n. 33 se da t-
aheiroso^re peuhores de uro, prata o oedrss
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesmat
jasa se compra e vende objei tos de onro e prata,
igualmente se fai luda e qualquer obra 00 oa-
Jommenda, e todo e qualquer concert tendeas
1 mesma arte.
CABUGA
esquina
if|da ra larga do
Rosario.
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual
e ve;nde por presos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do pre CAMA
esquina
da ra larga do
Oarante-se ser tudo de lei.
vados.
Gompra-se ouro, prata e
A loja est aborta at s 9
5H5
por tarecos multo ele-


.
I .
Diario de Pernambuco Segunda eira de Agosto de 1870
Polograpbia imperial
TINTURA
E
VALERIA BE
DE
J. Ferrara
Filela
AL E!IIIElRx%LD^
Desde o da 7 de abril pagado aehase aberto o
novo esttbeleeiroento.pbotographico fto aroiflo
Cabug n. 18, wqu>na7 dopateo-lamatriz. Oseaba-
SoVne desde wt5o, tero saludo de nossa offlcraa
tem ramente agradado, sendo receb.dos por
jjranscoro admiraoio pelo extraordinario pro
esso que ltimamente tem tido phoU graphia.
"por outros com alegcw, por verera a provincia.
dotada com ara estabelecimento digno d ella, e tn-
eoatestavelmetite o primeiro que nesse genere
howpossue : tambera nao na pospamos em eoasa
feania par ntonia-lo no p em que se acba, es;
petando que o publico de Pernambuco sabera
apreciar nossos esforeps e recompensar nossBs sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naotonaes
estrageiras que gostam das artes, ou trvereni
necessidade de irabalhos de photographia a visi-
treme nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e sua disposico todos os das desde as 7
horas da mantisa al as 6 da t^rde.-
Para os trabalhos de photograpbia possuimosdi
versas machinas dos raelhores autores n-aocezes,
ingleies e allruemes, como sejam : Lereborjrs el
Secretan, Hermagis, Thomaz Hoss, Voigtlander et
Sonh e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
roachinasi sendo urna dellas propria para lomar
sobre o mesrao vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, outra de 6 a 12 imagens diversas c i
igualmente isoladas, de sorte que no caso de
rande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cart?s de n-ita, e assim em menas de
um quarto de bora .espacharmos 8 difireme!
ftessoasque pec,am cada urna, umaduiia de cartes
wais ou menos", com os seus retratos smente, on
di grupo cora outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direceao
e feitura dos trabalhos de photographia del-
xando pericia e talentos do dislincto pintor
allemao, o Sr.
Jorge A. Roth
es trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
orna escriptura publica, e at o presente tem se
desvellado na execueao de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento aehamse exposlos ou-
tros trabalhos iminiriantes do Sr. Rolh, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
oieo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
itoera aceitamos encommendas de quadros histri-
co*.
Asseguramo3 que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTEES DE VISITA NAO COLORIDOS lOjJOG A
DtZIA
cartes de visita com o colordo ao jiaitj-
ralA165OOadizia
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 4 30*000 cada um, iudo'convenientemente en-
caixilbado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
lulgamrs que bastaiat os prec is cima para
darmos idea da baralesa dos trabalhos do oosso
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As ntelhoras horas para se lirarem retratos^ no
nos-so estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
i da tarle; entretanto de uma hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tainbem retratar qual!
qoer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
i mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e p< r termos o
nesso terrac construido com taes proporgoes e
melhoramtntiis, que ainda chovendo orros ne-
hum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. F- rreira Vlela. '
*o
-O
03
aO
aO
ti
"c3
=2
as
O
o
i
PHARMACIA CEHTRAL
Ra do Imperador n. $8
Xarope de Jadcark) ^'Aubergier, e de
thery decio TAbbadi reco,mmeDdados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode osar do opio de seus prepara-
dos, e mui eoo^eoientes para as crianzas
nos espasmos e'convis5ea.
AGA CENTRAL RA DO
D0RN..38.
Preparados d'alcatrio em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
________________MOREIRA 111 ARTE C^_____ _________
m mmmmnmmmm mmamummam mmmmmmm
as H Q..Q O- _
?3 aro
CD S. <* B3
& 3
Nova padaria
amttri "ana, rua do* Pires n. 30 ; d'ora em diante
eootinuar a faier pao e bolacha de farinha espe-
cial de l aorta para melhor agradar a seus fre-
goetes.
:^wm

M
li
O Dr. Ca-anova p le ser procurado a
qnl (tier bora tm sea eonmltorta espe-
cial boroeopalhieo, no t.iriio da matriz de
Santo Antooie n. 2. Neste consultorio
leu sempro sortimentos dos acredindos
medicamentos de homeopathia de Weber
& Catellan em tinturas, e em glbulos, e
tudo quanto necessario para as pessoas
que segum este syslema.
Os pobres f rain sempre e continan
a ser tratados gratuitamente.
m
UJf DESOOBSIUENTO ESPANTOSO
XAROpE DE EEDEGOSO DE PINTO
Para as molestias db peito, tosses, as-
thma, brunchite, etc.'
Atteslados
Illm. Sr. Joaquim de Almeida Pinto. Braga,
23 de Janeiro *. 18*8. Mea amigo, aqui che-
- gnei com a'gumas n. horas; depois de ter lo-
mafo tre< garrafas do sea preparadoXAROPE
-* DE FEDE(JOSO ; U >, pelo mar, porque lo-
* go qne chaguei em Lisboa, principiei com mais
f a.tomar o d'lo xanpe, por conhecerpelo mar
- nae elle ne uia grande beneficio, pois vista
* da gratule qnantidade de sangue que eu botava
pela,bocea, vi que me ia desapparecendo com
rapidez, depois que cooUauei a tomar o dite xa-
- rope, eiao milagroso fui para minha molestia,
que hoje me acho de todo reslabolecido, e at
mesrao bailante ndtrido, -e por i.tso pode Vmc.
lazer sciente ao publico o milagre que O seu
preparado obrou* na minha enfermiliade. Sem
tempo para mais. sou de Vmc.
Amigo aMento venerador e muilo obrigado
^Sanoel Jos Ooncalves Perora
Illm. -Sr. Joaquim de Almeida Pinto.
Mamuil.i-iue ouvia proclamar as excellentes
jjropriedades do XAROPE DE f EDEGOSO con
tra a tossa e astnma, e solTrendo en de uma
toase pertinaz, etendo asao de -toda a surte de
medicamentos, vali-me, pois, do XAROPE DE
FEDBWSO, e nma garrafa gmente l'oi bastante
para re*tabelecer-me, e me vejo "ta robosti co-
mo danes : suceuwbiria de certo a nao ter
usado sea XAROPE (DE FEDEGOS0.
A' vista <1ist* rto tenho espressoes com que
exprima a V. S. a gratidao de que Ibe devedor
o de V. S. atiento venerador e criado *
Jao da Costa Reg.
nico deposito, pharmacia de Ja^im de
Almei'la Pin o, rua larga do Rosario
n. 10. junto ao (piarte! da polica.
Agencia em Pernambueo
Do Dr. Ayer,
Petoral de Cereja
Cura a fJithvsica todas as molestias' do peito
afsa parrllha
Cura uteas e chagas antigs, napigens e dar-
-iros. *
Tnico
Conserva e ihupa os cabello-'.
las catbrticas.
b o aa
M M 3 ^ O
cB too^ S
MT3


a
3
9
S-
i-B
o 3 o>
2.2.3 3 2" B
o 2
2 w
9
1
3

i
i
a
i
3
o
a
&3
fa
O u
O.ST
S>S
03 d
I
CU
o'
3 a
3
So.-3
3 *
l!S Ib
o, 2 o-,s
-3-5 o 0 sr
9 o 2 2 S
2 2. e
1|12|I
a o "^ a O
S S 3 e
3 5.
u> Q.-3
. O CO p
-i r 3 c
"Sr ^ 3 5 -3 TO
ce 3-
as
n ai
Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu interesse : na praca do
Gorpo Santo n. 17, Io andar._______
WIOFINA
R'iga-3e ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ea-
crivo na cidade de Nazareth desu provincia, o
favor de vir a rua do Imperador n. 18 a oncluir
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril, e naia enmprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se eleve lombrar que este negocio
de mais de oito annos, e qnanao o senhor sen
filho se achava no estudo nesta cidade.
Vendas on permutas
Vndese a prophedad^ Guarapes no Rio-
Grande do Norte, com ierras casas e armazens
de um e outro lado do rio, lugar bem conbeeido
pela sua importancia comraercial, cujo porto tff-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jondihaby (na
mesma provincia) moente e correte, com cinco
lepuas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, bestas e alambique ( ou somonte o emgenho
com as trras qne convier ao comprador). Estas .molestias de pel'.o como sama, panos
propriedades vendem-se por baratissimos precos,
e tambe > se permutam por engenhos nesta pro
vincia, Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas: tratar com o proprietaric
major Fabncio Gomes Pedrosa rua da Cadeia
n. 5, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
PHARMAC-CENTR.flL' RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
. Pillas de Vallet.
Pilotas de Blaocard.
Pitlas de Bland.
Xarope farraginoso de Blaocard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodoreto de ferro com magnezia.
Ferro de Qaevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL'BUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Viobo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as diges>oes
dilceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RUA DO 1MPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lecbelle, mui re-
coramendada em qoalquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias nterinas.
PHARMACIA DENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N- 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binado do iodo com a sueco de plantas
anti-scorboticas.
Este xarope empregado com cnia/ia
so.ccorro contra as molestias da pello, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s5o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.____
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolata de ban-
Dilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatr3o, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
cm-
pingens etc., "sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pello de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
Na Imessa da na
das Crazes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
Monsenhor Dr. Gregorio Lipparoni, reitor do
seminario episcopal de Ollnda, legitimo adminis-
trador da capella de Sant'Anna do Rio Doce, termo
de Olinda, possuiodo as neetssarias faculdades,
tem resolvido de arrendar os douS sitios de co-
queiros contiguos e pertencentes esta capella,
com casa de pedra e cal ; ludo conforme ao edita!
relativo que se acha na eamara episcopal de Olin-
da, onde at ao dia 25 de agosto do correte anno
(1870) se recebtro as propostas de dita arreoda-
mento.
Precisa sede uma ana que saiba bem cozi-
nhar e queita sahir rua : a tratar na rua do Se-
bo n. 29.
Puramente vegetaes e sera mercurio, cura se-
i5es, curam e purificara todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa de Samuel Ft
hnston St C, rua da Sanzalla Nova n. 41
ALMANAK
DE
Lemliranras Luso-brasileiro
POR
Castilho.
PARA 1871.
Rua do Crespo n. 9.
LIVRARIA FRANCEZA.
CASA CAUVIN ^JSKKt
Pharmaceulico privilegiado
successor
Bbaatopol, BB PARIS>
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprese nudas a Academia de Scicncias e ao Instituto de Franfa,
y irpp in Sob a forma de Pastilla, defedida e doseada para
llluLuAU fJser ('e ra"mento uma solurcao
Prevtntiva curativa das MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJECTORPHILTRO
ESTOJOS ^
do volme de um relogio, serondo da
J HILTRO e SERINGA sem os
graves incoivenientes de frajilidade.
a forma, e de volume de um Porte-Moeda
COTEXDO TODO 1BATAHENT0.
COLLYRIO Contra as affecenis das palpebras, |
preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para e BRASIL e PORTUGAL
34, rua larga do Rosario. PERNAMBUCO.
BARTHOLOMEO C
DAVID W. WKIW
EKGEBHEIEO
Com fundico
RUA DO BRUM 52
Passando o chtfariz.
Chama a attenco dos Srs. de engenho para seus acreditados matliinismos e
com especialidade para seus vapores que ainda nma vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionando Ibe ho de fazer melhor apre-
ciado do q^ue quat^uer dito proprio.
Deseja todava mencionar que vista do cambio agora mais favoravel do que
na pocha dos apontamentos do anno passado lem feito uma redacto sensivl em todo
seus presos.
AOS SRS. ALFAIATES
Chegotr toja das Golannas, da roa do Crespo n. 13, de Antonio Correia de
Vasconselios, superior velludo preto de seda.
AMA
3a.ru do Codorniz n. 8 preeisa-se de uma ama
Alaga se o f andar do sobrado da ra Im-
paria! m. 144 cem bastaates commodos para ama
immerosatraa, e com bella vista; a tralar na
.roa do Imperador n *3, 1 andar.___________
Uma Mnhcva e*trangeira oiTeree-ae para
riada de cata de famrtia on i oreira : na
roa da Amitade n. _t4. n
AluaaHMMun exr
jarrarla ou arreasen) dt* aui^^^pi ntfade
dertes ervicos, ra. a wttar m ma to h'u*
GRANDE NOVIDADE
^xtracjo *qb dentes e operaqaes dentarias sem dores, todos os
dias uteia,daslO horas at meio dia
' PELO EMPREG DO
PROTOXYDE O AZOTE
no gabinete do erurgi5o deotista FREDERICO CAUTIER
19-^Rua Nova19
O quat, achando-se relacionado com os mais celebres dentintas de P^ris, adquiri
com elles, on ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar e:t excellente
aoeUiesico de que se pode sempre usar sem ocnvenieate algum, e produ.i insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveita a occasiJo para lembrar ao respettavol pnblk We no
seu gabinete continua-se a fazer tedas as operaces da sua arte a collocar (lurtes por
todos os .ejstemas: com ouro, platina ou vnlcanite, segundo os casos.
Esyecialidade de obturarles com ouro puro.
PILULAS
PEPSINA

HOGG
P.-MAJDAER el C'% tm Ptnumttuo; JOS BEL
SILVA LOPES, tm Ukiai FERREinA el C", m Mtrmk

Precisa-se de um menino portuguez que ne
exceda de doze annos de idade, para caixeiro de
uma taberna : quem quizer se propr dirija se
esta tvpoRrauhia a entenderse com o Sr. Ferreira.
II, W. BOWHAN
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RUA DO BRUM N. 52.
Passando o ihaf riz
Machinas vapor systeraa melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
cubura.
Ttdo por pre^o muito reduzido.
ESCOLA
DE
Instrucq^o primaria,
.29-RUA MARCILIO DIAS-129
2o andar.
Anna de Queiroz e A'bqauerque,
Professora parliculaT.
LEAM
O abaixi assignado, moador no 3o andar do so-
brado n. 36 da rua das Cruzes, encarrega se de
recebimentos de sidos, honorarios, cobranzas de
dividas e de quae-quer outros negocios e pessoas
tanto da cidade como de fra, oflVrecendo em tudo
a aquelles que se dignarem de o procurar, vanta-
gens e'garantias reaes.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Ama
Xa rua de Apollo n. 2i, 2 andar, precisa-se de
uma ama para andaf eom meninos e que seja de
oa sondni-ta. ______
Penleu se nma oulceira de ouro de lei, da
ponte de Sania Isabel em seguimento rua da
Aurora, ponte da Boa vista, ruado 3ol, Palma at
o becco do Gamella; quem acbou.tendo conscien-
cia, e querendo entrega-la, derija-se a rua de
Hortas n 138, Io andar, que ser recompensaao
com lOjOOO___________^__________,
sskwtwkWKmmaKmWauanBBk
O directorio do partido liberal, nesta pro-
vincia, manda celebrar na igreja matriz da
freguezia de santo Antonio, no dia 1 i de
Agosto prximo, s dez horas da manh,
um officio solemne por alma do tinado mar-
guez de Olinda.
para esse funeral d mesmo directorio con-
vida atodos os cidadlos brasileiros e estran-
geiros residentes nesta provincia, e espera
que accedendo ao convite que faz por este
meio, se dignem assistir a esse acto de pie-
dade-e religiao, e antecipa os seus agradeci-
mento todos a quem se dirige.
. ... iummhiv.- iiiiniiniriBUMn
A luga se
nma escrav para o sertico domestico : na rua do
Hospicio n. 29,
Aluga se um moleque de bons co>tume-,
que tenha idade de 10 a 12 annos: rua da Cruz
sobrado n. 8, 3 andar.
r TINTURARA FRANCEZA
H 55-RuadaImpeiat iz-55
|f Tinge, lava, limpa, lustra e achntalo- I
Bta se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades; 1
I como sejam : seda, laa, aigodao. linbo, &
I chapeos de feltro e de palha etc. etc. m
rira-se no loas e limpa-se a secco sem
^ molliar os teeidos, conservando assim to- {
m do o brilho da fzenda. o
Tintura preta as tercas e sextas fei- 1
SI ra5'
KPlIIllillNWiS
Qnem precisar de um caixeiro cora pralica
de labrxrna on oairo qualqner negocio, p ra a pra
^t on k'.H drila,/dirija-e* a rua da Concordia nu-
ero ISZ.
PHARMAC CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifuge.
Tudo de melhor qaalid de.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadi^simo sortimento de fundas de
excellente qnalidade. x
FARJ1AA CENTRAL
Rna do imperador a. 3S.
Lamplougbs Pyretic Salino.
A preparation of well known ulelity to the En-
glish Facully, asa cooling and refreshina beverage
in all cases "of frver. The frequent usejtf'Ns sa
line preserves foreigners rom many distraes to
wbich tbey are loable before becoming acclima-
tied. Muy be oblained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38. __
PJARMACJLA "CENTRAL rTTDO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de sciva
de pinho maritimo, para as affeccSes chro-
nicas dos pulm5es.
Pastilbas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, c para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccao nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilha3 de angico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
LIVROS PORTGEZES.
Brnga .Tfteop/u/o) Espirito do direito civil in b
t>r- UOOO. 0.ft
Carvalho A, A. de SouzaJ O Brasil era 18,0,
in 8br. 1*000.
Fval (P.) Os casacas pretas, tu 8o encadernauo
3*'00. '
Gonfalres 'T. Torcato) A Vilela tn 12 encader-
nado 3*000.' s .
Grande (0) Crime dAubervilliers (Pantm) ra b"
br. 2*000.
Josino Cdigo do processo, 2 volumes 12 enca-
denado 8*000. 0 .
Leis do Brasil 1869, 2 volumes in 8 encader-
nade 10*. ".
Machado C.) Quadros do campo e da cidade.
1 v. in 12" ene. 35000.
Malheiros (P.) Procurador dos fettos da fazeCa
nacional (suppletneno) 1 vol. in 8 encademado
8*000. ..
Memorias do Mrquez de Sania Crnz arcebispo
da Bahia) 1 vol. in 8 br. 3*.
Methodo de msica vocal, in 8 br. 3|.
Nronha ITit) de) Passeios e digressoes, tn 12*
encademado 3*. .
Paginas d'Historia con stitocional do Brasil, id
8 o*00". .
Pinro d Almeida Estrellas cadentes, tn 5* ene.
3*000. .,
Sequeira, Architeclura civil, tn 8 encadernatio
3*000.
Tolas eslas obras encontram-se a venaa na n-
vraria franceza, rna do Crespo n. 9.
PHARMACU CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez* s sem irritar os intestinos.
Xarope iiypotco de chloral.
Ochloral um agente therapeutico recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios \5o sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affeccSes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, t lie
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle rec mmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos de guita, na astbma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
D0SE.Da;.s a oito colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o mediao
qoer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL rua
do Imperador n. 38.
VINHO DD OUININNO DE LARARRAQUE
Poderoso tnico hoie to aconselbsdo nos
gozos de{ debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERADOR
N. 38.
Aluga-se
uma casa com pequeo sitio de larangeiras, bana-
neiras, etc., at o fim de ontubro do correte an-
no, di se barato : a tratar no becco do Quiado do
Monieiro, no primeiro ^tio a direila logo ao entrar.
oooo o m *&& 0 "
M O bacharel Joaquim
! Goncalves Lima tem es- j
g criptorio de advocado
ge ruado Imperador n. 35.
.^iga-se
ama casa junto a .etocae do Manguioha n. 31,
o n asna de i gaz, senda o pro-
isomo; quapi jNneieader
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na rna do Cabng n. 4 compra-se ouro, pra-a
i pedra3 preciosas por precos mais varitajoses do
me- em outra qualqner parte.________________
uora muito maior vantagem conipram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velbat: na
loja de joias do Co;aso de Ouro n. 2 D, rua o
Cabug.
V1NDAS.
Vndese pennas de ema, cera de carnauba
e feijao em sacro : no e-crtptorio de Moraes A Ir-
mito rua da Madre .le Dos n. .'i, Io andar.
Vende-se urna rotula de amarelb em botn
estado : na cambda do Carmo n. 16.
Yenham comprar.
Antes que se acabe, madapolao francez largo a
6*500 a peca : na loja das seis portas em fren:e
do LLvraniento.___________________ ____
Doce fino.
De goiaba, laranja, limio e bananas, vende-e
coQ>tantemenle rua de Marsilio Dias, outr'ora
DireiU, taberna do Borges.
Veode-se aos ceios de sement de couve de
qualidade ; no sitio da estrada do Arraial, ao en-
trar do lado direito.- do Sr. Marcelino.
?m ACABAR.
Camisas franezas a
Tamaoces para homem, setihora e me-
ninos a
Sapatos de marroqutra para senhora a
Chitas largas a
Na rua larga do Rosario n. 24, loja do
l|500
20
Viannr.
Grande liquidadlo de
fazendas b' ratas
PARA ACABAR. -
A' RUA TDEMVRCO
ALGODAOS1.NHO
i*800.
N. 25.
3*. 31
8 S*MADAPOL0 FINO superior a 5*800, e j
S 6*000 a peca.
91 CAMBRAUS finas de cores, motleroas
a| a 280 i' covado.
m CAMBRAIAS brancas transparenles a j
LENCOS de cambraia de linbo borda-, j
- dos a l*M-
ALGODAO AZl'L com 56 eovados a
5*000 a peca j
COLX\S adamascads superiores, de j
M cores e brancas a 3*. 5*500' e
CHALES de merino, lisos, pretos e de'j
H todas as cores a 1*500. j
V BRAMANTE de linho de nma largura <
H com 37 varas a 33^,
i CHITAS escu'
91 matisada* a 330, 340
H CORTES de cambra
5 varas de liodo
LA AS de cores a 2V0 o
Dio-se amostras com penhor rua I jHB
Z de Man;o n. 35, loja de Manuel l
i viw
-


Diario de Pernambiu S'jgunJa (ora 8 de Agosto de 1870.
40 RESPEITA1L PUBLICO
Um tiuimarlqs, comraerciaote'desta praca acaba de concluir
iodos os seus negocios com meroiaes e de novo abre os seus eslahelecimentes de fazendas
sitos i roa da Imperatri *, com denoiiiac5os .de^aribaldi e Arara, e tendo resol-
vido liquidar todas-as cendos rom grande abrtimento de preces, por isso con-
vida ao respeitavel $ ublic o e a seus aaiges e fregueace, tanto da pracacomo do malto,
par Ihes leaabrar -de n>>vo osen t stfeelecimonto, e que todas as 'fazendas esi3o
reunidas- na loja e armazem da Arara na ra da .Iwperatriz n. 7i.-eqne resolveu-se
vendar armaco da luja Garibalti, para ficar smente com a da Arara, cra&acima
6cadfto.
Attenpao.
Vende-se chitas francezas a i'tO, 280, 30
e 380 o covado-ea loja do Arara.
OftGANDYS E USTA DE CORES.
Vene-se orgtndys para vestidos de se-
nhoras, fazenda muito modernas a O rs.
ocovado.
BrtlhantiM on mussHUaade cor
Vende-se brfchantina ou mussulina de
cor para vestidos a 440 o covade.
RHCAOeS FRACKZES A 80.
Vende-se meados francezes para vestidos
a 360 rs. o covado.
CkMM largas a SCO.
'Vende-se bitas escuras finas das largas
para vestidos de senhoras, a 320 o covado.
Bitas raatisada escoras a 280 o covado,
ALPACAS LISAS A 500,
Vende-se alpacas lisas para vestidos de
sesboras. a -OO e 640 rs. o covado.
LAAZINHaS TRASPARENTES A 500 RS.
Vende-se lasinhas' transparentes, para
vestidos aoOO rs., ditas tapadas a 400 rs.
o*covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 300 RS.
Vende-se al pacas de listas pira vestidos
a 300 rs o-cavado.
BRILHASTINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se brilhantina branca para vestidos
a 300 rs, o cavado.
ALPACVS MaTISADAS A 640.
Vende-se alpacas matisadas para vestidos'
de senhora a 640 rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS A 65000.
Vende-se cortinados parajanellas a 6;$000
e par para'liquidar.
SEOAS DE CORES A lOOO.
Vende-se sedas para vestidos a I 000 o
covado.
CORTINADOS PARA CAMA 14000.
Vende-se cortinados para cama a i4#000.
GOLLINHAS PARA SENHORA 100.
Vende-se urna grande poro&o de gollinbas
para senhoras e meninas, a 400 e OO rs.
cada urna par* liquidar.
' CHITAS: PARA COBERTAS A 320.
Vende-se itas largas para coberta a
320 e 360 rs, o covado.
MANGUITOS E GOLLAS 500.
Vende-se r.anguitos e golliahas para se-
nhora a 500 n. ditas d iifthoa 640 e'800
rs: cada urna.
CHALES ESTAMPADOS 25000.
Vende se diales de merino estampados a
15000 para (quid- r.
CAMBBAIAS VICTORIAS A 65000..
Vende-se cambraias Victorias finas a
65000 65500 e7-5000, por ser liquidado.
ALPACAS COM PALM VS DE SEDA A15000.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
vestidas de senhora a 14000 o covado.
CORTES DE CHITAS DE COBES A 25400.
Vende-se cortes de chitas de cores com
10 covados a 25500.
AttHAZEMS
CHALES BRANCOS DE CASSA A 15000
CADA UM.
COBERTAS CH1NKZASOE CHITA A 25000.
Vende-se ma grande porcao de cober-
tas deyUitas cbinezas para cama pelo barato
presso de 25000 cada urna.
Vende-e na loja do Arara 3 bakfies para
qualqer estabeiecimento por barato presso
por iio se precisar d'elles no estabeieci-
mento.
RETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A12OOC0VLADO.
Vende-se urna grande porc5o de reta -
Ihos de chitas e cassas pretas a 120 rs. o
covado para liquidar.
COBERTORES DE ALGODO A15400'
Vende-se cobertores de algodo cada m
15'.00.
BRAMANTE DE LTNHO FINO A BARATO
PRESSO.
Algodo randado de dsias lar-
guras ASOO
Vende-se algodo transado de duas lar-
garas a 15200.
MADAPOLO ENFESTADO A 35309.
Vndese pecas de madapoliode 12 jar-
das a 35500 a ppcs.
ALGOBO A 45000.
Vende-se pee s de algodo encorpado a
45, 55, 65 e 75008 a peca.
Madapolo a 5.SOOO.
Vende-se pecas de madapolo de 24 jar-
das a 55 65 e 65580, dito muito fino a 75,
% 95 e 105 a p^a para liqnid r. \
ALGODO DE PALMOS OE LARGO. -
Vende-se algodo com oito palmos de
largura proprio parlenles etoalhas a 900
rs, o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O 30VADO.
Vende-se algodo de lista propries para
saias ou vestidos para escravas ou calcas e
carnizas para escravos por ser muito forte a
460 rs. o covado para liquidar.
Cortes de eactor para calca a
. rs.
Vende-se coites de castor para calca a
500 rs cada um.
(CORTES DE BBIM Vende-se cortes de brim de cor para
calca a 15400 cada-ora.
Brim pardo liso a 500 rs.
Vende-se brim pardo liso.meio linho para
calcas para trabalhe a 500 rs, o metro.
Gangas para alca a &SO rs.
Vende-se gangas .inglesas para calcas e
patitots a 280 r-. o covado para liquidar,
CORTES DE CASEMRA DE COR A 35500.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 35500 cada um.
|iDitos mui o finos rom listas do lado a 55.
PERCALAS FIN IS A LJ.
Vende-se perca1 as finas, para vestidos de
senhoras a 440 rs. e covedo.
Cassas ira i ezas a < lO.
Vende-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs. p covado.
SORTHTO COMPLETO
NOS- GRANDES
lZEA* VjJB SECCS K 1IOLHADO
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
S1M0 DOS SANTOS a C.
PROGRESSO
Penha 10
Pateo da
DE
LOJAD
SANTOS & FERR IRA .
Os proprietarios destes bem sortidos armazens participam aos seus innomeros
fregoezes tanto desta praca como do matto que tendo feito grande diminuicSo de pro-
cos as txias mercaduras esto por isso revolvidos a vender por menos de 10 e 20 i0,
do que em outra qualquor parte, garanodo-se portanto a srperior qualidade de qual-
quer genero comprado oestes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprebendidos os outros, porque enfadonbo seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz americano marca Deves a 85800 a
Viaegre bfanco mandado vir por conta
propina vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 e litro.
dem tinto Figaeira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
lata, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 15000 a
garrafa em porcSo faz-se grande abatimen-
lo. f
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreitof. ^J carv a 2fA > **>* B"
60. 500 4K1 a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840'
760, 720 e 600.
Vinbo branco pur de Lisboa a '640 560
a garrafa,' em porcao ha abatimente.
Vinbo do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas a 15000 e 15200
15500 e 25 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. alien a
75500 e 65500, a dozia e 640 rs. a garafa.
Genebra de Hollsnda e laranja doce aro-
mtica a 65500, 75, 115500, a frasqueira.
Serveja Bass, IHers d Bell a 95800 du-
zia em porc5o ha grande batimento.
dem marca II e T e outras marcas a
55500 e 65, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ba ouiros muitos
75000, 75500 e 85800 arroba.
Milbo alpista 200 rs. a libra e 440 o ki-
logramma e 55800 a arroba, em porcao ha
abat ment.
Queijos frescos do ultimo vapor a 35200
e 35400 cada um.
Aletria, macarrlo, talharim a 500 rs. a
libra e 15100 o kilogrammoem caixo ha
abtimento.
Sabio massa de Ia e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abalimento
Toucinlio de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande diterenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, BrKania, doce de goiaba fina, cbouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltiaor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha d milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
LOJA DO PAPAGAIO
Novo estabeiecimento
OE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
(.Ra &d Imperatriz n. 40, esquina do berco dos Ferreiros.
esqutua
RDA DO DUQUE DE CASIAS N. 7,(GLTR'0RA DO QUEIMADO)
DE
inriiuiii iv n\
Este ttvo estabelecimeoto j bem conbeadu nesta capital, os seus propieta-
rios fazeta scieerte atw seus reguezes e o respeitavel publico qne conservam sempre o
melbor e mais variado sorliment'j de fazendas para senhoras, homens e meninos, sendo
aa especiaiidade enxovaes (ura noivadoa epreparos pa a salas.
Paa mivas
tticos vestidos de Wnul de seda bordados de das saias o qne ha mais rico e
cota todos os preparo.
Gorgut3'i branco de seda, superinr qualidade.
Mantas de Ulna i :i>!u cipelias de flor de laranja : s na
Loja do Triumpbo.
Ba do Duque de Oaxias n. 7.
O novo preprietario deste estabeiecimento, communiea aq respeitavel publico
desta cidade, e especialmente as Exmas. familias, que est liquidando por precos bara-
tissimos, as antigs fazendas que existiam neste e>tabelecimento, alm das que abaixo
\o relacionadas, cojos precos mereccm toda a attenco do respeitavel publico, que nao
deixar de com pequ-na quantia refazer-se de qualquer qnalidade de fazenda qne pre-
cise. Prevjne-se tambem qne a mesraa loja tem feito sortimento de fazendas moder-
na<, e continua a sortir-se d^s do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualqner outra loja.
A LOJA DO PAPA'AlO alm de ter um grande deposito de roup3S feitas, tem
ura bonito soriimenio de casemiras francizas, inglezas e allemas dos'padrcfes mais ao-
demos, e assim como pannos pretos,' casemiras e panno fino cor de pinho, azul cla'ro
e mais escuro, br.ns brancos e de cores, fusles bran;os, e de cores, gangas de linho
e brins par.los de todas as qualuiades.
A LOJA DO PAPAGMO tem contratado um ptimo mestre alfaiate perito no
seu ollicio para executar qualqner ohra da arte com a maior perfec5o e esmero, e qual
\\w\m &
mi u a i. j.
Vraaie de Trro galvanisado era rede para creas, gaiolas, gallioheiros etc.
Chapas de ferro galvanisado para cubrir casas.
Taobos de ferro esunhado para eageulius.
Cofre de ferro de Miloer e outros aotorec
Ohuiabo em cano.
Dito en lenQol. .
Dito em barra.
Dito em ensatas.
Estlhho m barra o verguinha.
Folha de PtandrtS.
Arados americanos para ladeira e vanea.
Oarrinno de mao. ?
Venaiianaf yara jan-illa-.
Machinas Ditas de serra.
. Ditas para cortar fumo.
Dita vapor ii forca de 3 cavados e motores para 2 cavados para mover as
machinas de algodo.
Cadelras de ferro.
Camas de forro.
JTensas para copiar carta*.
Balanzas para pesar.
Oleo de linhai;a em la'.as de ferro. r
Trilho* de ferro para eng-mhos
Bombas americana-.
Macacos t ettivar.
Balancas e pesos decimaes e outras.
Fogo d patente.
-/.Afre.
Salitre.
Bttr-pa larga e de boa qualilade.
Picareta para sminhos de ferro.
m grande sortimento e ferragens e cuiaria.
vontade dos reguezes,, ficar para a
a :?) o miro,
loja", e manda-se
quer obra que nao fique
fazer ou ra.
Atoalbado de linho fino,
e de algodo a -v
Algodosinho largo, para lem.es e toa- a
Ibas a 1,5000.
Alpacas pretas, de cores, lisas, de furta
cores, e de listras.
Bareges com lislrinhas de differentes co- salpico,
res a 3O rs, ocovado. Gravatas de seda pretas e de cores, da.
Bols da tapete aveludadas, para viagem, mais modernas que tem vindo ao mercado,
o preep e couforme o tamanho. Guardanspos de linho brancos e pardos.
Esguio de linho de lf56CO a 3# a vara.
Chiles de merino pretos muito grandes
u.
Dito ditos, estampados de 4,500 para
cima.
Fil de linho branco e preto liso, e de
Bombasinas pretas. lisas, e trancadas.
Bramantes de 'nho, francez e inglez
2*300.
Balees de^nossulina, brancos com tos, j Ditas lizas e delistas transparentes e ta-
e outros todos de panno com o feio uos p'adas de differentes precos.
Grosdenaple preto de differentes pr eos.
Lasinhas em cortes com palmas com 14
covado por 6$.
LOJA
GALLO VIGILANTE
Ra do Creaprn.
Os; propnetarios deste bem eonhecio estabele-
cimente, alm dos inuitos objectos que tinham ex^
postos a apreciacio respeitavel publico, man-
dartm vir e acabam do receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e niui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu costume,
or precos muito baratinhos e eommodos"para to-
os, com tanto que o Gallo....
Maito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas bonitas gollinhas e pannos para se-
nhora, neste enero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques
Lindos e riquissimos enfeites para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidn-
Ihos e sem elles; esta faieuda o que pode haver
d melhur e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
raarfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30J000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por SQJ.
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas. '
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que ds melbor si
pode desejar ; alm destas temos tambem grandi
uantidade de outras qualidades, como sejam, raa-
eir, baleia, osso, borracha, efe. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinho de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais slo ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguramss sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhaa para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralho de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo lim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convuisoes, e
fanlitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encuntraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que ,3o applicados, se vender com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos reguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, rea do Crespo n. 7.
de fitas, para senhoras e meninas.
Basquinas de grosdenaples preto mo-
dernas e de croch muito enfeiladas.
Bretanhas de, linho. e de algodo.
B;ins de Imito trancados brancos e de
cores.
Madapolo inglez de 5)9 at 10)$ a peca.
Lencos de algodo, brancos de 2-> a 3
duzia.
Ditos decambraia de linho de 6$ a 12ls
Ditos de esguio de 65 a 85.
Muselinas brancas e de cores a 300 rs.
Brins de algodo trancados brancos e de o covado,
cores. Gorgutes de la com listras, fazenda ln-
Combraias brancas tapadas e transpa- toramente nova no mercado a 800 rs. o
rentes, sendo inglezas e suissas de 8 pal- covado.
CASA CAUVIN *JBHSft
Pharmaeetitlco privilegiado
suceeesor
Sebastopol, BB. PAKIB.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApNMlUdu a Acaiemia de Stiewia e 10 httiUrto tt PlMf*.
lUirnrift So t fon< N J tULAU nooMnto im mIkcM rUTUTIVA I OT1ATIVA M
MOLESTIAS C0KTA0I0SAS
1TECT0R-PH1LTR0
do volume de um relogio, servindo
de Philtbo e Siunsa sem os
raves inconvenientes da fragiliaade.
Coa t foraa, e do volaa* e m forte-Moeda eo^M*
T( TRATAMBlrre,
ESTOJOS
^^^^^^^^^^^^^n affeccois das palpebras, preparado sob a m>M forma.
BARTHOLOIEO k C ?%52SS?
raos de largura.
Camisas de meta, de Ilanella. branca, e
de algodo.
Camisinhas brancas de cambras com- di-
licades bordados, e enfeiladas de cor para
Sras.
Merinos preto, trancado e de cordo.
Peitos bordados e lisos, tant-- de linho
como de algudao para camisas de homem.
Priucetas pretas de differentes precos.
Cambraia branca tapada muito larga com
pregas e bordado, ba de tres qualidades
Cambraias de cores a 400, rs, o metro ejgJP* para Saias ^ SraS' Pre^ ba"
a 800 rs. a vara. L_. j Sedas pretas ravradas para vestido a
Camisas inglezas, e franwzas delmbo. e 500 0 ^^^
de algodo de pregas, lisas e bordadas.
Chapaos de sol de stda, merino e alpar-
ca de differentes cores, e muito baratos.
Chitas para ves'idos, francezas, de 40
at 400 rs.
Chitas para cofcerlas de HO at 640 rs.
Cortinados de cambraia, e de fil borda-
Idos para camas e janelas de 105 para cima.
Col. has de fusio bnracas a 3i300.
Ditas de cores a v2:j80O.
Colarinhos de linhos, inalezes, e alemaes.
lisos e bordado?.
Damasco de 13, encarnado, a zule ama-
pello, escomilha preta.
Espartilhos de linho braaco para Sras.^
de d'fferentes-precos.
5500 o
Sargelim francez e inglez de toda ao co-
res.
Toalhas de algodo e de linho de dif-
ferentes qualidades e tamanbos.
Puphosde linho para homem muito -
QUS.
Meias ing'ezas para Sras.,e para meninos
e para homens, de differentes qualidades
e de todos os tamaihos.
- Para quera comjirar peca ou duzia' ds
qualquer fazenda seu preCO o casto ; para
diminuir o retino.
Dam-se as amostras de qulquer fazrnda.
' A loja do Papagaio acbase aberta todos
os dias, at* is 9 horss da noule.
Francisco Teixeira Menees
3 cordeiro previdentf
Raa do Quelmado n. 18.
Sovo e variado sortimento de perfumara
' finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perx
marias, de que effectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acb?.
receber um outro sortimento qne se tora
aotavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commod-idades de pr
pos; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em gera! e de sr
boa freguezia em paroealar, n?o se afa
tando elle de sua bem conheciJa macsidi
e barteza. Em dita loja encontrarlo
jpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fri
ceza, todas dos melhores e mais CTCditdc
fabricantes.
Dita de flor de larsngeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odontalgia para conservaejo
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cIj
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
pomada iaa para cabello.
Frascos com dita japonoza, transpareni
a otitras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cb*
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igu*
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro,
Extracto d'oleo do superior qualidad>
:om escolhidos cheiros, em frascos do di<
-entes tamanbos.-
Sabonetes em barras, maiores e* menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Caixinbas com bonitos sabonetes imitand
fraotss.
Ditas de madeira invernisada contendo (
aas perfumrias, muito proprias para pn
lentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arrr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de campbora e outras differeau
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Rmp.
Anda mala coques.
Um outro sortimento de coques de n<
vos e bonitos moldes com filis de vidrilbt
9 alguns d'elles ornados de ores e fitai
8St5o todos expostos apreciacio de qui
os pretenda comprar.
G0LLIN1LVS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSo.
FTellas e fitas para cintos.
Bello e vanado sortimonto de tees obj
tos, fleando a boa escolha ao gosto do eos
prador.
Milho novo d Fer-
nando
a mocos grsndo prego comm */' : no ar-
mazm de Tasso Irmos & C, ru do Amorim nu-
mero M
I Vi! I
A 7
A ra t/o Duque de t i 2.L.
(ANTIGA RA EO QUEO^SO)
.!!U>
rlift'^e'wnikHi
m tu a
E-pe!
Carteira, char
qualidr,
fiunias pasl.ns paw :
raixas va>i p>
tente chave.
Delicadas caetas de maillln crin o bocal
rala.
Modernos pentes oe l.irlmj:a, fi brclnde -
tre elles os iBimooos-telegrapti^
Commodos tewadorts com ms javetM-e bm
e?pelho.
Port bouquet, o que de melh<-.r tem appar^
cido.
Port rel'gios de muits qnalidade?-
Bonstalheres'para criangas.
Vostuarios, chapee linho.", toucas, sapalosemcia.
para bapti^adns.
Toalhas e fronhas de lbyriniho.
Chapeos echapelinasparafenhoTa.raolCesBOvwi^
e bonitos.
Chapozinhos gorros e ixnels paia-RWoioM
meninas.
Contra as convulsa s wm-
(Trucas
Vende-se os virdadeiros cuNtFM i^a Nova Eng-
ranes, ra d Dutjue n. SI.
' PAllA TIN'GIK CADELLUS
para preto* uu castanhos, rceebeo a Nova Kmt-
ranca a verdadwea lint toglen.
PAltA ACABAR COM AS XWDK8
ou panuos, tem a Nova Eeptracga o urdad.
leite de rosa brasras.
AGUA DE FLOIl DE I.AI'.ANiA.
Vende-sp na Nova E^p^'ra^lca, toa doJnque 4e
Caiias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR SE POLOS
recebeu-os mnito lindos a Nova Bspi ranga, ro
do Duqoe d Caxias n. 21.
PAIU AMACIAR E APORMOSEAR a PELLE
tem a Nova Esper.uiga s ubodeles de pos arroz.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 19
Estou disposto a centinuar a vender toda
as mindezas pelos baratiss irnos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pro-
cos admirados'.
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz'a.......
Duzias de meias cruas superior
qaalidade a.....
Pecas debibadinhos com 10 ^a-
ras a.
Pefas de tiras bordadascom 12
metros cada p ca a I 500 e.
Pecas de litas para eos de rj ;il-
quer largura com 10 ar*s .
Escovas para unhas fazenda lina a
Ditas para denles a -2iO, 320,
400 rs. e.....,
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixinhas de madeira com alfine-
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha frxa para borda-
dos a iO rs. e.....
Pares de meias crua* para m
nos diversos tamarmos a. -
Duzias de meias brancas moito
linas para senhora a. -
Pares de sapalos de tranca do
Porto........
Pares t'e sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados,
Duzias de barallius para voltarete
Sylabarios portugwzes a. -
Carios com colxeies carreras a
A:otoaduias para colb.!-diversas
qualidades.......
JBixas cora penni do i;o nmiio
boa de 120 ......
Duzia de linha 200 ardas Alejan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas COR) superiores obreiisa.
Duzia oe agolha, para mactiina a.
Libras de pregos francezes lodos
(is tamanhos I......
Pscote de papel com 20 qunder-
nos............
Caixas do pliospioros seguianca
* muito superiores a .
Bema de papel pautado supenr
Itesma de papel liio muito supe-
rior a...........
Garrafa com agua t"kr da verda-
deira a..........
Quaderno de papel liw amiza4e
Cairelis de ;icha do c ros ceta
ICO jardas a..... .
40
-3(500
'JM
2*608
SOS
56*
too
SOS
326
2$0f*
1550
3500A
40
l 2t
4K*
soe
.f|20
2.-5008
.1)
400
10
i oca
m
20
11YIUII PAUL
20Ra d;i Imperatriz 29
Fari ct Lessa.
Acaba de elcgar a esta UOtsa nova loja e fr-
zendas finas um variada sortimento de fazenda* d
laa e'feda, como sejam : granadiues do aHM
gono, popelinas do nina .< cor, alpacas e lai-
nlias do eertf, o que ha de mais moderno, tu*,
pnr baratissimos proco, brilhanlma* de core?, \---
cidos das indias, fazenda nova'a imitado de per-
calla, balde? de lina linpi do saia de cor com lin-
das barras, fustSes proprii s para vestido e rtnipt
de meninos ; agora grandes o admiraeis, pechin-
chas, saias brancas com lindos fosados a 3*.ji-
cos corpinbos bordados muito Unes a 3*, bates
modernos de arces a 2J, ricas colchas para cara*
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a Si, 6#
74, cambraia victoria (na a 5f, ditas transparen-
te* a 3*, 6* e 7#,chiias flnissimas escuras e clarar-
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de core* a
240, lencos hrncos de cas>a a 2*500, ditos eh
nezesa3500 a duiia, mailapolFio f.ni a 61 e
laOO, e muin supener a 7, 7f,00 e 8, !go-
daozinho largo proprio para lences a 6|, p.imw
de al odo branco trancado piopno para toalhas
de mesa a tafiOOa vara, nramante p:a It-nces a
2000 e 3*5)00. o qne ha de melhor, esguiao fi-
uissimo a 2*it0 e *500 a vara. Mandamos tm
casas das Exmas. familias para melbor poderem
efcolher. Tambem tomos completo sojtimento de
perfumarlas dos prim iros fabricantes raaeeaes-*
inglezes; as pessoas que se dignarem vir a e*U
i a ti-rao ocrasiao de rPcoi)hec*-r a realidad que annunciamos para nos justificar.
tres vapores

^H6Trescos

Cabellos
Vendara se cabellos de todas as cores, qualqner
cumplimento, qualidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 51, i* andar.
Vende-se
P. NAIRI"..;. et C", "> Permmtiu; JOS BELLO, em Pono AUgrt\
SILVA LOPI EltRElRA el C*. cm Varanhao.
um sobrada em Oliuda em urna das inolti
quem !er entenda so com o Sr. Luiz
Pinto Costa, na ra da I,
'pHrin h>t fiTii h.
as:
O Campos da ra do Imperador n. 28, recebes
pelos ltimos tres vapores (llegados a este porto,
diterentes gneros que vi?ta das suas es pee.
e diversas qualidades merece fazer-se delle;
pecial mencio ; e.avisa bao > ao sen cresci*>
numero do fioguezes e amigos, como tan be
aqoelles que nao tem querido honra-lo cem suas
freg'uezias, encontrando por esse motivo seriasdif-
llculdades em suppnrem-se de bons generes, $or
falta lalwz de quem Ihes un imea um
es abeloclmeoto qoe com ga-
rantia, bem salisfaier as ju>tas exijencias do r
ueiuvelpublico desi. na oseta
ariuazi-m prvido dos mai variados ge-
ros, e limita-fe a nomear o segrate :
Carnee q
Pn-zuiii'
I .'

I

arai
Jar, i
i ardo de tu


6
irio
de Pei-iianibuoo Si
fo,
de 13
TA

GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA MIMPERATRIZ-60
DE
SILVA, FIIJEIREDO & C
Neste imocranle estabelecimento encontrar o respeitavel publico, na. gradee variado sorUmta4e toteada* da maU
wwdof dMtoflSl8 -^.r?-S8.8l*i 5a,e,5.e.Ieo,dl,1?.s^ant3S dj *wm oatra qaal^er part>. valoneasm>-
a g.anharem o descont
pelos nesmos precos que copram na* casas inglezas, (ImVortadoVasVe par maor "eoi^oTdadT'das' xaLTan
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas cajas para escoloeiem.
138
otos
se dar o
pechun:ha EM CASEMIRAS A 40000. cortes DELA ESCOCEZGS 6J0D0
No Bazar do Pavlo ez-ae nina grande Vende se bonitos cortes de ISa escocezas,
compra em um leilao, das mais finas rindo ca 1a om em seu papel, pelo barato
casemiras ingieras que tem vindo a es- preco de 60000 cada un; no Bazar do Pa-
te mercado, tendo cores claras e escoras, vSo.
CAMISAS DE ERANELLAS A 33fSOO.
No Bizar do PavSo veade-se um bonito
strtimeoto c m todos ns tamanhos das roe-
lliores camisas, (fe fhneila de ISa, cm
mangas tinto proprias para h w eos como
calcas palitos e colletes; vende-se a 4*000 DO. urna, e qnera coa
o covado, o qoe em ontra qualqoer parte No Bazar do Pava, vende-se om grande cima ter om cbatimecto SSo de muit
nSo se vende por menos h d Pl f R A imA padr5a8 n)l0d,nhose 8"^ 560 e 640 NoBaz No Bazar d* Pavao, fez-se urna Brande rs. o metro ; sSo moitu barata'. pra em leilao, de fioiSMinas camisas SE
compra de puros bnns de Itabo, mudo en- ORGANDYS BRANCO E DE -COR zas com pedes e puntos de liooo, sendo
No Bazar do PavSo vende-se os mais cora collariohos e de todos os nnmeros a
bonitos e maito fiaos organdyseom listas 40000 cada orna, ditas sem co laiiahos,
largas e minias tOOO a v^*, ditas ms, porn aze>da tamsima a 4^690 ; gran-
fazenda de muita phantasia S^O rs. a vara, de pechincha.
ditos d c es, finissan-s padrn, ioteira- CAMISAS BARATAS a 208- >Q,3|J0CO e 20600
mete novos 80 rs. vara; pecbincta. No Bazar do PavSo vende-se orna gran-
GROSDENAPLES PRETOS de porcSo de casemiras mescladas, maito
Chegou para o Bizar do PavSo um gran- encorpadas a 20800, ditas nissiraas com
de sortimento dos melliores gn sdecaples msela de seda a 30200, ditas modernas
pretos qoe t*m violo ao mercado, qoe se de quadros, fazenda de muito gosto a
A1
Rna Duque de Casias n. 55
Na toja da VERDADE coutinna-se a ven-
cer por baratissimos procos todos os arti-
gas de miudezas e perfumaras do seo
grande o variado sortimante, garaotindo aos
compradores toda a sinceridade.
Liadas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelbos donrados para pendurar a
i64)rs.
Aguihas de- osso para crot a 800 rs..
Peales finos para segurar cabello,
aaors. (
Caamiaes para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 10000.
Dita com agua florida a 105GO.
Dita com dita dita a 150; 0.
Tnico de Jayme a 10500 o frasco.
Frasco cen oleo expreeso debabosa.de
apenas *4*>a640rs.
^'^w^^.^.^^:.?"?"?.JKS CASSASFRANCEZAS 241 RS.OCOVA-Ipara nhoraa e vendase a
corpados, propriospara calcas- palitos, col
letes e roupas para meninos, por serem de
padrees miudinhes ; garante-seque nio ha
batret'a qne lhe tire a cor, e vende-se a
10200 o metro desta excelhnte fazenda.
MADAP3L0 FINO A 60100 A PEQA,
No Bazar do PavSo vendem-se pecas de
roa idapolo fioo de muito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 2) raras cada peca,
pele barato preco de 63000, por se t-rem
comprado om pouco enxoalhadas; pe-
cbiocha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende muilo boas chi-
tas ioglezas incarnadas adamac adas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen
da que era q alquer loj i se vend a 320 rs.
e Iiquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vo.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do Pava) .vendem se bonitos e
gratule- cacbi-nez de pura ia~a, pelo bara-
to preci de 65000 cada nm.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegon para o B izar do pavlo, um sor-
tim-n'o dos mais elegantes cretones frao-
cezes de cores fizas, proprios para vestidos
e roupas de mBDinos, e vende-se a 6i0 rs.
p covado.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pav3> fez se urna grande
comora de toalbas alcosboadas, proprias
para mato, bistmte enc<>rpa1as e grandes,
que sempre se vendern a \120300. e 1:-
qu damtse a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
cada urna, boa pe'.hinrna.
CHAPEOS PARA MENINOS A 20OOO
O Pavo vende urrn grmde oor.aodo
mais bonit is ciapOsinhos de pallia da Ita-
lia, proprios para meninos de todas as Ha-
des, sen?lo chapis qne valem 5>o03 e ven
dem-se a 2:000 casia om, muito barato.
ALPACAS LAV'RVDAS A 640RS. O
COVADO
Recebeu o Pivir o mais bo'.iiosoriimento
de a'pacas lavradas d-vtodns as cores pro-
priis para vpstidns, e vende-se a6*0rs. r
covado ; gcaad ppcliincba,
CHITAS E RSCADINH0S.M1DINH0S A
200 E.
O JnJo ven'i-. chita* ua riscadinhos k,u-
diehos cor de rosa e rxinhos, oroprios
pira vestidas e roupis de creanc s a 200
rs. o-ce vado. S3o muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS E SEDA
Cheou para o Pdva > o m^is bsllo sorti
m'ato das mais bnltiantes liasinbas clara;
cora bonitas palmiohas. di seda; ten lo lar-
gura dd chita france'a e vsnie-se a 10O;)O
o covado ; grande pechincha.
ALPACAS MA1IS1DAS 4 MI RS. O COVADO.
V-nlem-se as mais m derna e bonitas
alpacas matsadas com palmi ibis, mmt
proprias para vestidos de senbora e d) mf-
ninas peto barado preco le 640 rs. o cova-
do ; sao rr.uito era ronta.
PAA XOIVAOOS C08TL\ADOS, OLCHtS.
Cb^gnu para o Ba?ar do Povao um gran-
de sortimenta dos mais bonitos cirtinad.s
borda lo-, proprios para camas e jaoellas,
que se vendem de 105 00 al 200 'O o
par. assiu romo o me'bor damasco c^m 8
palmo- de largura a iraitaco de damasc >
de seda, proprias para colchas, e propia-
mente colchas de dausco, send os melo-
res emais bonitas qoe tem viodo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
vejrjem de 10600 at 5^00 o covado ;
sao tod<>a muito emeonta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do P,.v5 > ven le-se om grande
sortimento das meibores camoraias bratcas
transpareotes, tem de 305 )t) at in^ooi
peca, ditis suissa^ Oafosixas com 8 pal-
mos de ltrgura a20000. 25500 e 300O
vara, ditas victorias e tapa jas da mais infe-
rior at amis fina qoe ven ao mercado;
tudo islo S8 vende muito em cnaia.
MANfELLETES E FIL
N) Bazir do Pav5o vente-se jnodernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om Jaco, pelo barato preco de 1U0OOO ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SATAS A 10003, 10280 E
10600 O METRO
N) Bazar do Pavo vend.-S3 bonita fa'.en-
da branca fncorpada para saias, sen lo com
babadose pregas de um lado; danto a lar-
gura da f.izemla o comprimeato di saia, a
qnal se ple fazer com 3*io 3 1|2 Uietros,
e nen le-se I^OOO e 10-280 e 1600; asta
como tambe n no mesmo est betlecimento
se vende boniassa as branca* bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de la de
core* j jtamptas urnas coa barras d-ffe-
rentes, da mesm i fazenda 40 'Ou e outras
com barras bordadas 60OO3 e 70000,
tudo istft moderno e barato.
ALGODO ENTESTADO PARA LENCZS.
No Bazar do Pavo ?ed-se o mJ'ior al-
gi-rtoinbo aratriCino e Testa Jo p- Cj, ten lo liso e eotrancido por prec>
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeu-se nm elegan-
te sort mentj dos mais mod rno; e melho-
res espirtilhos. qoe be vendem por preco
muito em corita.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
i Bazar do. PavSo recebeu om grande
so-tim-nto dos me1 oores pa-ino; de croch,
proprios paa cadeiras d^ bataneo >ofs,
piaaos, t>Riboretes e at proprios para cu-
brir almt filas e pratos; venteado-se p:r
oieQO do que ea qojlquer paite.
30600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Chegou para o Bazar du Pavlo o mais
-legante nortlment de tapetes grandes, pa-
ra sjfs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
niaDrrs, camas, portas ; eti. vente-se por
me ios do que em out^-a qial juer parte.
tiOLCH.tS BRANCAS A 302 O,305'3O E 70
Para O Bazar do PavSo chegon um gran-
de sorttaieoto das meloores colchas de fas-
to, s ndo da> melhores e maiie corpsda
que tem viodo, a 70"O fti'as um pouco
mais abaixr a 5050. c ditas a 30000;
tambem no mesmo estab?leciment se Veo-
de u a grande sortimeot i ds cret raes e chi-
t s, proprias para colchas, que se vendem
No Bazar do PavSo vende-se urna grande
qaamitade das mais elegantes solas com
lis', inlm.renlo de tolas as cores e a'
fura-cr ; fazenda qae nioguen vande por
menos de 20403, e I qoida-se a 20000-cada
co-ato; sao mnilo baratas.
SEiINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se om S'.rtimeo-
ti completo dos melvre? setios e grosle-
napies de todas as cores, que se vende-a
muito em conta.
LASINH \S E5C0CFZAS A 500 Rs. 0 CO-
VADO
O Pava > vende um e'egante sortimento
das rcais lindas ISsinhas escocezas com us
de seda, peto barato preco de 5 iO rs.- o eo-
; grande p?chracaa.
LANSINHA A 320
No Bazar do PavSo vende-sn um elegaite
sortimeot das mais bocitis lf-iohas im.
tac"i %, com hsja* de sed i mo-
diubase
d>.
POPELINAS DE LXV A 400 RS. O CO-
VA *
Ni Bazar di Pavo ven le-se um elegan.
is ponpelraas
da ISa as, sendo todas
quai de croa s cr, 490 rs. o covado ;
bar
MERINOS PARA VESTIDOS A UflOO
Chgoa para o Ba2ar do'PavSo nm eh-
ante'ortimento de merino*, muito leves
de ujia s cor e c-,m as aatia lindas cores,
proprios para venidos eruupasdo menioos,
C!.in'oas brarns et;., e vndese pilo
bar lo ureco ae 10000o evado; boaita
fazenda.
Lisinlns trao-parBes a 500 rs. nvade
O 'avSo riceb.'U u;n bonilo sortimento
das mai> elegantes lasinh-s trinsparentes
propriis para ve-tidos, que vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENOE
No Bizar do P bramante d'algol- om 10 patoioa de lar-
gura a <08OuomefO, dito de linho com a
mesma largura a 208uH) cada metro, paunos
dsl nliodopirtocom.3 1/2 palmos dla gura
de72Oat!0 a vara, as-im coraaimg aode
sortimento de H-mburgo ou cregaelUi' la
tedias 03 nuner >s, prec s o i. q-ialidaies,
que se veniem mais baratft do que en cu-
ta qn.lqner p-rt^; a.^roveiteoi-
ATOALHADOS
No Bazar do PavS> vaade-w superior
atoalbad- trncalo, com8pal nos dehrgu-
ra a 10tjO o meti, dito OH Itabo adamas-
cad > o melhor que tem viod i ao merca
30500 o metro ; todo islo muito barato.
DAMASCOS a 9>0 r .
No Bazar do PavSo veole-se bonitos
Qamascos de ISa com roa t largura pro-
pria para colchas e cortina? pelo barato
pre;o de 900 rs. o covado, barato.
muit em >outa
GORGUHOKS OUPUPELTNAS DE SEDA
tmiO CADA CO ^ADO.
Cbegu para o Bazar do P.ivi.um e'e
gib'.e sortiaeoto das verdadeiraspoopelinas
Je linho e seda, com os mais modernos
gnstes, que se veniem a 20000 cada rovado,
o que em ootra q alquer parte nao se ven-
de p ir menos de 20530, pre-ine-.-e que nSo
sao a'godSo e seda, como ha muitos; mas
sim puro lishoeseda; sao muit) baratas.
ROPAS PARA HOMENS
N> accreditado Ba;ardoPdvS> eicoot'a
r o respeitotel publico um grande sorti-
mento de roupas para bomens lauto bran-
cas como de ceras, a saber :
Camisas coa peitos Mgodao e de linho,
para todos os precos e qiailades.
Ceroulas de linho e aigodSo.
Meias curtts francezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
dlcas de brim branco e de cores
( Ditas de casemiras pretas e de ores, com
cohetes igua.-s
De todas estas roupas ha para todos os
oreos e qualioades, e tem de mais tois
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fizer com prestes a
e acei) qualquer p?c ou goto- do freguez, tendo n'este importan-
te estabalecimeato t.das as quilidiJes de
janoo fin, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos qur de cor; e quanio qual-
quer ebra nao tcar ioleirarneite ao gosto
dos fregnezes fi.a por conta do eslabeleci-
mento.
CHALES DE MER'N
Coegou para o Bazar do P^Si em elegan-
te sotiimenti de cha'es de merino de cores
muito bons om padres muit i decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fmo e
moderno que tem vi ido ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em conta.
Dito com agua de Colonia de 300a 10000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
40 rs.
Sabonetes muito finos e diversas quaB-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facte de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs\
Pentes para asar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Payids para gaz, dazia a 240 .e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramenta modernos
de 160 e 24r> rs.
Penafis caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de lauca e mSosinha a tH)0 rs.
Lindos babadinhos e entremoios de 500
e 10500.
Grosas de botes de louca de 160 e
zOOrs.
Ditos ditos para calca a 240 rs."
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
z80rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linba de marca caixa a 280. rs.
Carriteis de linhas de Alexaudre de n. 70
i 200 a 10 rs.q
Grampos muito finos, com passarinbos du-
iaa 200 rs.
Cartas fraocezas para jogar duzia 30000
Ditas porluguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Bosetas prelas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
FiU.s para cs, peca 480 rs.
Alfineis de latSo, carta *100 rs.
Sarianhos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorgurSo de cores a 800 rs.
Va Verdadc ro* Daqne de ta-
llas o. 56.
61Ba da Cadeia do Reeife4
Chama a-attencSo dos seos innmeros fregnezes, e do respeitavel publico m
feral, para a segrate tabella dos precos de sua casa, os quaes sfo vate por eeafc
tais barato do qoe em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senbora a 250,
300, m e.......
Ditas parahomem a 350, 400 e
Oxfaes a !20, 150, 180, 200,
250, 300 e.....
Grescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e .....
Gachos ou crespos a 30, 40, 50,
60, 70, 80 90 .
Tranca de cabello para annel
500 e.......
franca para braceletes a 100,
400000
500000
500000
Cadeias para relogio a 50; 8#:
70,80, 90, 120 e. .
Corte de cabello, .
Corte da cabello coi
frcelo. .
320000-Corte de cabello com lavagem a
champou......
100000 C<^rte de ca*"5,iCoa Umpw da
cabeca pela machina electri-
10000 ca, nica em Pernamboco. .
- Frisado i ingieza ou i francesa.
tBJpOt
SQk
0OO-
50
150, 200, 25 e.....300000 Barba.
ASSIGNATURAS MENSAES
Esjiecialidade de penteados para casamento
Bailes e solre
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA xa
ixma8i Sras. e aos cavalheiros qub ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e fea--
talSopara tintara dos cabellos e barba, as- ba' Dni^ ^mittida na ExposicSo Uaiteran
como nSo prejudicial a saude, por ser v
m como um empregado smente oceupa- ia|, analydada e approvada pelas acadf
io nesse servico. mi as de sciencias de PARIR E LONDRES
GRANDE N0Y11DE
Quaodo a AGIA BRRNCA, mais precisa scienlificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qne ltimamen-
te tem recebido, justamenteiquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a attendero e retevarSo,
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida k ja da AGUIA BRANCA rna do
Queimado n. 8, onde sempre acbarSo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhece qoe o tempo de qoe a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bem servir a aquelles qoe a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennome-
rar os objectos que por sua natureza sSo mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-!
lidades para cintos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Leques uesse objecto muito se poderia j Lindos vasos com p de arroz e pinsel
dizer querendo descreve-los minuciosamente | Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adorecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balio.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um macbinismo
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
derte se lhe apresentar o que poder de
melhor.
3 portas n. 53, ra Direita. 3 por
tas n. 53, antga loja do Braga.'
| O abaixo assijroado, dono doste aotigo
1 estabslficimento, tendo em vista apresen-^
f tar um completa sortimento de ferragens,
I miudezas e cotileria, tem resolvido man-
I dar busear em oiversos ponios.da Europa
; os melliores objectos de sen estabe.leci-
f ment dos fabricantes mais conhecidos;
| pelo qne tvinvida ao respeitavel publico
Ie a seus numerosos fregnezes, viren se
servir dos objecin de sua carencia, aen-
l de encontraro por menos 10 00 d-i que
era outra qoaljuer parte, um sortimento
[ completo de machinas para descarocar
i algodan, do bem conhecido fabricante :
i Cottorr Gin 4 C, ditas para costura, mu- I
[ lores para animaes, ditas para fago, moi- i
[Dbos para cafe de todos os lmannos, da
fabrica lio Japi, espingardas de dou* ca-
[ nos e de-um, tinto ingtezas como tran-
; ceras, louc de porcelana, facas e garfos
| de diversa.- qualidudes e precos, bandejas
! chinezas, salitre, brea, barbante, enxofre,
papel e timalha de ferro, ac, e agulha
para fogueteiro ; assim conjo encontra-
ro constantemente grande porcao de fo-
go do ar, e recebe-se encommenda de fo
gos de vista, alem de um .cem numero de
objectos, que se tornara enfadonho nu- j
mera-los : venbam roa Direita n. 53, !
loja de Lenidas Tito Loureiro, aritiga loja j
4b Braga.
Entremetes em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos.de seda para chapelinas e monta-'Dmas suhsutncm as outras.
ra. Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados coa
pedras.
Ditas de.readeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinbas de fil, sapatinhos bordados enancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditosi para enfeites de mesa e de lapinhas.
BABAD1NH)S
No Bazir do Pavo vende-se um grande
sortimento d >s mai> fiaos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
ua3 graneporcSo de entrcmios largos e
Cre'.oaas escaras pira vestidos e c'iamurrf.
Chegou ao B^zar do Pavo esta n va f i-
zenda mati-ada com cores flus e
muito encrrpadi proprias para vesto e
chambres; vende-se pelo barato preco de
SY) rs. o covado; porm tSi mu oboiHos
Biloes regalaJore a 40000,40iOJ e 5000
Chegaram ao B zir do Pavo o erais beno
reitoa balo s reguiadtires, seado de fj-t?.
a 4)0 o. difos d-; mussetioa-a 45500. d-
Ute de iSiiinha de todas as cores a 50000,
todos e!:es s) muo baratos.
Panm preto muii barato a 30600
O Bmr d) Pavo recebeu unta grande
porcSo pradas em leilSi, qas sempre se venden a
50000 o covado e pode liquidar a 30%O,
por ser urna exceHeate wm,
estreitos, qoe para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em outra
qualqier parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo veode-se constinte-
mente o mebor sortiment) de fazendas
(.tretas p3ra luto, como sejam :
LSasiohas retas lisas.
Cassas pretas de 15a.
Cassaspretis, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis livradas com brano.
Msrins, cante s, bombazinas. qae 88
vendem maisbart> do que em outra qual-
quer pjrte.
CHITAS PRETAS A 200 Rs. O COVADO
No Bazir"do PavSo vende-se chitas pre-
tas ioglezas com salpicos 200 rs. ocovado,
d tas todis pretas, porestirem um, pooc
russas, 12 ) o covalo ; pecbipeoa.
0. proartetarios d eyte importante esta-
b;;l ecimeoterogan ao respeitavel publico e
parti.uhrmente ; Exmas. familias o favor
de S9 direm sempre ao trabalbo do lerem
os seus aononctds, peta razl) de muitos
4'dlles serem mudadi s amiudadas vezes.
Q Bazar do PavSo sito a roa da Impera-
o.-6D est constjnteraeate aberto das
o horas da. manhia s 9 horas da noute.
DO
BRACO DE OURO.
Ra do Imperador n. 26
O pespeitavel publico encontrar nesti
estabelecimento diariamente um complett
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podios, pads-del, prgsentos dos uttmoi
chegados ao mercado, salame de lion, bo
linhos finos de todas as qualidades para cha
amen loas c nfcjtadas, confedos, bomboins
pastilhas, chocolate francez em libras,, paa
tilbas do mesmo .cartuxos e carteiras coa
seis charutos de cho-olate cada urna, est<
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que aW
hoje tem*vindo ao mercado.
Vinlios portuguezes, figueira muito sope
rior. Os mais genbinos e superiores vinhoi
do Porto, moscatel e Setubal, o illustradt
publico encontrar nesle estabelecimentt
poacommodos precos, fazendo-se abatimeo
to a quem comprar em aprcSo.
Os doaos deste estabelecimecto nSo ai
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvacSo do Ilustrado pu-
blico.
Paria quemtiver
gosto.
ffl
}
I
o
ce

Com este titulo acha-se aborto e inleiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarSo tudo quanto
a moda e o bem posto te*m inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
, Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderacos de brilhanles, esmeraldas, robins e perolas, mcios adereces, pul-
ceiras, trincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, patteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parle, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte. 4
O COLLAR
\ 3 k lili DO tmk N. 3
II "
i
HHfa
X A R O P E
VEGETAL AMERICANO
ESA LID ADE
BA RT HOLOMEO C
ltal f"1 Mrt Kei intifu e recente, earrbos pnlmonar, uthnra; tom
ftacaiu, em goral contra ttin u toffrimeaUM dai vin reii'intoritt.
DEPOSITO ERAL
Nmsa, snls
Vende-se urna
eHalMr
do Collppio n.
Cestos para
N torga
vende-se aqwll-
aos pretendentes.
no disfazse
^Bker v ao pateo
maleriaes e ripas
rando andar,
mostrados
M, IDA UBGA DO ROZAM0, 34
PERNAMBUCO
A therapratiea dts di venas molestias do peilo, desde lhe, nois os mena i
a pharyngue oo mal da garganta ate a tDWl,tl0
pulmonar, paseando pelaa diersas bronebites catarrbaea
a o emphysema acaba de ser enreqnecida com mais
este medicamento, qne toaara a primein ordem entre
todos at hoje conhecidos. O larope Vegetal Afflaeao
laraitiad pwamesj KMitH eooUm a Ha
iw tes,ws jc,as s^ te-
am optiae* w*tt.4i **m*^ri&
qaa noa julgamoa aotonaadoa a oampor oiaropi m
Jeixando maito afds da ti todo* oa paitoraea a*
Isa. Sr. Bartbtkme k C.-O atrope Vetaul *-
eeimtntos por a* Itr ttWiiSt St
Uo b'orrtel naJ. Cot a man ai(niSeativ%. fntiAa*,
tnbscrtvo-me da Vmoa. affeetnott t'r' - SmriM Dutru.-Sat Cita 14 4 (ewtir* tWiaat.
Illma Srs Barlholomeo
SwrtifSl P<*Jt^H
i. t parda total das torcas.
rna faligita completa!
traaawatJiitiHmr
Vmet. prepanram
tile, gracaa a Deu|
faitr o oso qM J
noitoe respeiUi
CattruSiU*. -
Atttttt a*
oaaiposiflo doa
forte defin__
PMfS
#M HW pnrlQtfM_r
Miro da tm. W.m ,
ieMat).|


Diario de Pyuainbuoo
icir-A
HH
AO ARMiZM
i__ no
VAPOR F
MJH. 7
Este condec Jo fstaboleeioienlo acha-sa con-tantemr-ote bm sonido, em virtnde das
Trtaras une re?ei por iodos os vapores e navios francezes, dos rticos abaixo mencina-
nos, a precios mais resumidos qne possivel.
Rofntts para > entraras c mcalnas.
Bolinas pretas, brancas e de Maltas outras rr*, sortidag e bonitas, do ultimo gos-
to da oda, e precos mais boratos da qoe em nutra* parte?.
Botizias pava ttoneu e iucco*.
Botinas de bizarro, eordwin, lustro e pellica, das n B2i*ias e pci-aeiras russianan.
Botas e peraeiras pan mamaria, das melhores quadades, de couro da Rnssia' lus-
tro e bizerro.
Mapatn.s Tendo atufado grande poro. de sapatos do borracha vende-se Dlo eusto afim i
desempatar o dinheiro nelles empreado, sao .bera8fsim.
pato de lustro para bonicas.
Sapatos de atraja baila de conro de lustro ron sato, de milito boa qualidade.
Aboaatlos para ciealtsox c lucnluas
Sapatos abotinada de diferentes modelas, de inulta boas qualidados e fortes, unto
para meninos corno pra meninas, minio baratos. *
**;tp:os de ipec. *
Sapatos de tapeta avrladado, de asentir, de charlte e de tranca francezes e po
luguezes para boaanas, para seuftoras e para meninos.
Rival sem segundo,
uva DfTQreujE: cftft *, *
(4 n i ja roa do Oooiniado)
i a vender ludo mui
mt/Ko barato a saber:
BlBras de areia preta moito boo. .
Tesuras tinas para ;nhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas franeezas a b:-
19o a.........
Caixas cora seis sahoneies de fruta
Libras de 12a para bardar de tod^s
as cores a.......GflO!
ti
A Nova spe]
la NOVA-1
50(>
60
I50O
PERFUMARAS
Busfleotes extractos, hanhas, leos, agita de ivlopne, florida, divina, lavande, den-
trilice, de toilette, jabonetes, tinUira para cabellos, pomada angroise para hiendes, pos de
arroz etc., Uido is;o de primeira qualidade, dos afamado fabricantes, Goudray, Piver e Lnbm
Quiaquilharas
<
I
Luvas de peluca do eonheeido fabricanto J uvin, espelhos nara salla?, qoartog e ea-
bmetes, toueauVro de ewos.tamaiihos, ieqnes para genborea e para meninas, abridores
R de lama, brincos, pulceiras, bolOes. cureas e chaves denlegios e tranceln* tud.) de
II oro de let, corremos e brincos de plaque, a imitarn e de rnais {rosto- do que as de ouro
caixinnag de fura ricamente guarnecidas e ornadas erna lindas pe-was de msica albuns
1 SL! JL222*? Va [ "$ Misionas com ridfb ue augmento para distinc'fameme
y*-*a parfrieao dns retratos objectos de ptwotasia para toilettes, olsir.lias e cesnhas
ce seda, de veliudo e de vnnes para braco do meninas p senhoras. dirs nara coUirf ne-
22ffiJ2ttU8 "'UlU' Bfl<* P *M. boaqnets de Bares de porcelana, jarros ornarlos
K? i"b,"c,es e aarios. quadros promptos pra e .Mocar-se netas, m-ldnras donradas
para quadros, estampas linas de payagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
j morama, matas, saca > e bolsas de viam, esporas. chi-,.is, bengalas, oculos, lunetas ou
| {jecsintz de prau dourad,.s, grvalas pretas e de rorts, ahr,u>adoras de rollete e de punhos,
carieirmhas para notas, thsourmlias e caivetes fino?, pentes, fsmvas, ponteiras de espuma
para charutos e para cgarro-, jows de domin, reStes, Ir.gaMaa e natms differeaK, ve-
, netianas moderaos nimio c veniente para porl s e janeNas, coereotaaias, iarernas mgi-
cas, estenocopos cotn int remetes v.*tas de figuras e das mais bwllas ras, bonlcvard*
?n^ i^SSSJt Pfr,9-pl!iul0*.raphi*'* e cfxi,nfias &<-^, rrverbtros para candieiros
?^i V4dr,,b e de. liUJde Cre* "ara I63 de |an">!,n". realejos grandes e nenneno*
^WCr- a(,or,l,onks df ?d0* os tamanhos, bergos do vimos para cianeas, sapatiihos e
toixas de Ha, carnnhos de. 3 e l rodas muito elegantes para conlur enancas passejo ; e
outras muitas qumquilhanas de phautasia, fraucezas e alleme?, preces muito em conta
: gneros *& ftoSS! "Z^S L^ ^ de
Carriteis de lirjha Alexandre a.
Frascos cora zeite p^r machinas
Grvalas de cores multo finas n .
Grozas de boioes madeperla 'fi-
nissimus a.......
P;ires de luvas de cores mtiito fi-
' Has a 320 e.......
Novello rie linha de 400 jardas ;i.
Caixas com 100 envelopes miHo
superiores a......
Perrtea volteados para mer.-inas n.
Tinteiros com tnta preta a80rs. e
Pecas de lila elstica murto fina a
Lata com superior haoha a 100 e.
I Frascos de oleo Philocomo muito
fino a.........
Ditos ditos dito grande ;i. .
Frascos de macac-perola a. .
Frascos de extracto m.ito li nitos a
ozia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes ingleges a 600 rs. e. .
Frasvo com .-igna decolcnia Pivera
Dito de oleo babaza a.....
Calvas e Inmpatinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
boperiores' a.......
i/rtilhasda doulrina fazenda nova a
Lihr. i de iinba soi lidas de todos os
Humeros a.......
Habados do Porto, argos a 160 n
aparhos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retro/, preto, com 2
oitaras a....... .
A(illieiros de osso enfeitiJos a, .
Libra de flha francesa superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. .
I0C
800
500.
500
6(
C00
O
I O'
00
200
tito
IJOflti
' 240
50(i
7(
\im
800
80C'
f
?40
400
lStX
L-O
701.'
241
2-no
20
tas de
goezia, como a
e
e su- [
ectos nao com vis-1
i a grande fre-
meniaulespue,
1TTENCA0
t.
- O done deste estihelecimento pede ao publico em geral que nonti a vi verincando as quabda-tes e os precos baratos de ditos oltjectos por seren viudos em di-
rutura e de eoqta propria. .
Pifia
COSTURA
Acabara de ebegar ao GRANDE BAZAfc
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneim.
vmn.naum Completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais ct-
Qbecidos, as quaes estao em expsito no
mesrao Bazar, garantindo-se a sua boa qua
iidade, e tambem ensina-se cora perfeiga
a todos os compradores. Estas machinan
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 Gostu
reiras diariamente, e a sua perfeicao ta
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se ttabalhos xeculados pelas mes
mas, qne muito devem agradar aos pretec-
dentes.
sim pra sdentificar (a-interese de todos)
a qualidade de seus objectos os qnaes sao
senipre de apurado gosto e perfeico; tor-
uando-se qnasi indispensavt | para ^queile^
;prei tactores (dobom) frequentarem a No
va E.-iieranc^, pois que ella captieba em re
cber constantemente, o qoe ha de melhor
relalivamente a*sua re^pariiri: o que se pe-
der verificar quando em qualquer reuniao
da pessoas (amantes doxiquej .v-se u^
bonito enfeife em um bonito vestido, um
aroma agradavel escap3r d'um alvo lengo.
um moderno e linde l;co, um diliado ra-
mo de finas flores, tte. etc, lodos olham-se
reciprocamente e dizem com g* (e as ve-
zes uns aos ontros) e^es s?o olijectr?
eomprades a NOVA-ESPERANZA: realmen-
te !!!! procurar descrever tn annuneios o
artigos qoeconttm dita loja, seiia lraba:h<
insano e nunca o fariatm s enm aquella
graga e perfeico com que sao elles fahric-
do?, assim pois a NOVA ESPER \NC\ con-
tenta se em convidar a todos ghi alente,
visitarem-na para entilo ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma toja.
81 Baa Daqcze de Casias91
JoaquiraI;(lrignesTa-1
vares de Mell, |
*raqatloCorpoantoji. ITf
TEM PARA VENDER : tf,
Cal de Lisboa. ^
Pot&ssa pcaRussia. I
Vinho Bordeaux. 5
i Farello ih Lisboa, i
i Farinba de naaiadioca. tt
"iguiis ge. j qua-
..
que de melhor se sde en-
contrar.
nti.vci!iMi.\ rio fabricanteGondolo. pola primeira
vez vihda a e^tc increado, pelo preew mdico de
23 tala.
M.caas de qualidade apreciavel.
Mikixas un atas e frasco?.
Gaz Je primeira qualidade, que se vende a
100 rs. a garrafa e 8| a lata.
Alem-difts muitasTo variadas qualidades de reas-
sas psra sopas, conservas, quer de hervas, quer
de carne ou peixe, doces, viuhos, licores, etc., etc.,
tem vthf wiearin,t8 a 610 r. a libra.
Bichas hamburgnezas
novo deposito recebe-.-e por todos os pa-
quetes iranslanticos bichas de qualidade superior
e vendera se em caixa ou porcao mais pequea,
o mais barato do que em outra quaiqner parte
ca ru3 da r.^dea do Recife n. 51, andar.
Vatros para vidracas de lodos os tamanhos
em caixa-, vendo Barthwlomeu A C, em sua
pharmacia na ra larga do Rosario n. .'!i.
GAZ GAZ
Chegoa ao antigodea
i, roa do Imperador, un carregamento da gu
de primeira qualidade; o qnal se vende en partid.
a a retalao por menos pre^o do qne em oar* epu
qner parte.
Aprov
Vende-se urna V Ja
na travessa de S. Pedro, por ter w
rado para foca : a tratar na ra da Impemtnz n.
13, bazar a-
ceMeto
O verdadeiro [lortla/id. 5 se vende na roa da
Aladro de Dos t. 2, armazeiu de Joao Martina de
Barros-
Taberna
Vende-senma tibsrns oropria psra principian-
te, bastante al'reguezada para a trra e par kor
do : a tratarla mesraa, travessa da Semala-velba
numero 4.
CANDIDO ALBERTO SUURDA MOl'TA JtC.
j*ftn orrlpti rio e armazem travessa da ladre
d>-Deii",ii. 14; tem para vender o segointe :
OCRE de muito boa qualidade a t,5it0 a ar^
nba.
CIMENTO POliTLAND, wrdadeiro e 'de primei-
ra sorie.
VINHO nORDEAUX, desde o mais fino e espe-
cial at o conimuni.
INSEVAS l'H.WCEZAS das mais superiores
idajes, anda ;.ao bem couhecidas neste mer-
cado.
PAPEL ri% dilferente* marcas para charros.
DITO PINTADO para forrar salas, gabinetes, es-
criptorios elr.
Acaba de ebegar nova remossi:,de-se artefacto,
.' 11 ti ..ir preejoa mais reduiidcs.
Farllo.
boa-vista
Gisimare.
covado a 200,. 210 e
a 200, 240 e
NA
Loja flor da
DE
IMalo F. de \.
Chitas esemas e claras
-28!) rs.
Carnbraias'da cores Bxas, covado
320 rs.
Laa com lirtras, e miudinhas, covado a 200, 30
a 300 rs. t
Brirn pardo trancado com pequeo tonue, metro
a 300,300,300 rs. '
Ditos decres, puro linho, grande pechinclr, a
15, i i, lOOO.
Ditos do dito, algodao, boa qualidade, covado a
360, 360 e 400 rs.
Molskine paia calcas, fa:enda nova, covado a
900,900,fiOOrs.
Cortes de calca de caseiuira preta a 35300 e
'i gvoo.
Dl'os de dita de quadros de cores a 73000 e
124000.
Calcas de-firim para escravos a 640 e ^OOO.
Camisas de riscado para escravos a 800 y 14000.
Pegas de algodao e raadapulao por precos ba-
ratissiraos.
48RA DA 1MPERATRIZ-4S
Juuto a padaria franceza.'
Por lfm
Lindes cortes de chita pura camisa a 15800: na
rna do Crespo n. 23, loja da esquina.
O.eo e !nhac,a
Vende-se em casa de Mills Latham & C, roa da
Cruz u. 38.
Vende -e seos cem 90 libras de farello no-
vo do Chile a 4*200 : ra da Madre de Deu?
n. 7.
laiTO) pa*a fe re>ro
V.-r: Je-se em casa de Mills Latnam & C. ra
da Cruz n. 38.
Sitio em Parnamairim
para vender
Atada est para ;e vender n sitio Olho de Vi>
!ro. em Parnamiiiim, ou Ponte de UchS, com
sobrado de um au lar com :) qnartos, fpgfle e
Pernos de Ierro, sonsaHa para todos os arranios,
bastante) ervumdos de froetus, terrenos para
plaalaes, boa Iriixa de caplm, agna da heb?r,
tanque para Iran > etc. : i|uem o pretender com-
prar enteada se com Jor Antones Gnimaraes.
na ra do AragaV) n. 13 (heje Viscende de Pcrc-
tas) at 9 horas ifn manliia e das 3 as 3 da tarde
na falla, na ra de Queimado u. t loja, hoje Du-
Hp. de Caxias.
, CravatiLhas de ceda de cures para meninos, -
meos e senhoras a 320!!! : na ra do Duque de
Caxias n. .Vi.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfaD
dejra vlha n. "i, anda.
Vndese nina taberna com poucos fundos
na rna dos Coelh >s n. 12 : a tratar na mesma,
das II horas as 3 da tarde.
Taberna a venda.
Vende-se a taberna da ra de Sao Rento n. 19,
em Oliada. urna das mWhotes nas a tratar na
mesma. O motivo da venda achare. o seu do-
no bastante doenta e nc;s>iiar rercr-so para
fra.
Veude-fe -i vaccas e 3 hizejros que do an-
da algnm leite e Se d boa qn*Bdde, na povoa-
cao de Beberibe, sobrado vi-llm. jonlo' aponte :
qnem prcter.der dirija se ao ditu obrado que
achar com nuem trinar.
Vende-'*) aaia boaanita^i i\i-iente na casa
do pateo do Teigo n, 19, c/dendo-se a chave ao
comprador.
Ve O do-se aa ilcaa a ISO rs. a libra, n
porcao faz se diflerenea : j>a na de i! .ras, ar-
mazem m. i.
Vende-se orna tulanea .iirunai em perfeito
estado, que pesa 200 libras': uo arma;em de Pau-
lo Jos Gomes 4 Climaco, eaea 22 'le Nveakbr i
numera 24.
Lia para bordar a"
5^500 a libra
O C\f!.e, ra da IniperatMz n. 64, acal.,
roteber grande e vari.dosortimtulo 15a, a qu*l
vende pelo baratissimo prego de 'AoCO a Itwa,
cores sertidas.
61
. uuUioL
Scieutilicar que a AGITA NEGRA, receben ;
ultimo vapor, os ir.u:tos desejados adereces m-
canudos imitando coral.
V..l!,-:s yrandes de. sljofares encarnados e de i
ir?s cores. '
Um coiopleio sortimento de cintos largos : eoo-
sa de. muito-goto, indispensaveis para mininas da
escola, cu mesrao para senhoras trazerem no b:a-
50, cousa teirarnente nova.
Lequey, o qu? ha de melhor e de mai gost :
neste genero existe um tal sortimenlo qn
i[.radur por mais uno il.nenie na es-
colha qne deix de agradar-:.'.
P cliinez de Piwr.
l' de carv;io de Lubin. *
Exlraelos Baos de lodos o; autoies.
E ontros mojes oljectos de que o publi: i
es: seiente; pois qne a AGGIA NEGKA n;to des'
cauca um o,momei.to em descobrir ubjeclo-
peciaes e inteirameute novos, para assim bem ser-
vir seus frejiU' z.s.
DEPOSITO
Roa da Cadea n.
5.
Os acoreditados cylicdros americanos para oa
daria. *
Machinas para descarocar algodao.
Canos de ferro sjalvanisados, para agua.
Carnnhos americanos para transportar fazendas
Objectos para carros.
Solas de lustro.
Vaquetas de lustro.
(Ja oes largos e estreitos.
Oleado preto para guarda chava.
I) i lo de cores para forro.
Lamernos e vellas.
Dotes de sso de cores diversas.
Vndese por mepis prego do que em outra
qualquer parte, de 10 killos para cima, as segnin-
tes quaiidades :
San t.Qualii fine, fine snperieur.
Surfine.Par excellence. Vanille.
Qualit tine.
Vende se. um terreno em Motuctdutab, fre-
puezia dos AIT g..dos, com D0 palnv s de fondo,
j con) alicorees para cinco casas e. c.ciioha
serventa : a tratar na ruaDireita dor. AtT"::
n. 13.__________ ________________,.
Far nrm de mandioca
Vende-se farinba de mandioca, nova, de Santa
Catbanna, cnegada no patacho purtugtiez Vttbaa,
fondea lo ir-fr n;edo. trapiche do Sr. Btran do-Li-
vramenio : a tratar no e.-cripiorio de iaquiRi
o> Gon^alves Beltrao, ra do Cofliraercio n. ''.
ou a bordo de. referido navio,
Venda-s a casa terrea n. ti, sita el
rna do Idrgo do Amparo, om excellente- c
modos e grande quintal, solo propria : a tratar no
llecife, roa da adea n. S.
JACARANDA'
Vende-se as duz3s on era toros :
tratar na rna Dir-ita n. 31. armaz m.
para ver e>
F'ttas de fer o
para purgar assucar : vende-se na ra da Cadeia
n. i. armazem de S. Barroca.
A'ende-se a taberna .-ita na ra dos Guara-
rapes n. 10 : a tratar na mesma.
Cera de Lisboa em velas
Tamanhos dlfferentes desde 2 a 16 por libra, em
|caixasdeun-a arr.ba : no irmazem de Tasso Ir-
| mus & C. roa do Amcrim n. 37.
Vende-se um grande sitio sem casa, terreno
proprio, no princioio da estrada do Rosarinh,
'-nde passa a estrada de f.rro de Olinda, com mui-
las arroma da fructo de diversas quali lades e baj-
ara capim : na rna dos Pires u. 32, easa de
Cecio.
Vende se a amiga padaria da rna Diieira n
69 : a tratar oa praca i}a ladependencia n. Ji.
Vende-se a armagao da loja da rna da lm-
peratriz n. 36, propria para qualquer estibe!.ci-
mento, e aluga-se a mesma loja a quem comprar
i armacao : a tratar na mesma ra u. 72, leja
da Arara.
DOS PREMIOS DA
3/
USmGERAL ^
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCLVL N. 946, A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA, EXTRADA EM 6
ISo.
a
DE AGOSTO DE 1870.
>S. PREAIS. NS. PREAIS. SN. PREAIS.
/
2
3
7
10
17
24
31
38
42
44
45

50
32
54
59
62
67
60
70
72
17
79
82
4
86
6
97
ts
103
4
81
53
55
87
58
C2
166
76
78
79
80
82
84
86
89
91
96
205
17
23
27
31
34
36
39
51
53
60
63
70
31
76
82
'83
84
90
92
97
98
303
10
16
21
22
23
56
27
33
49
8*
I0<
b*
357
63
71
73
74
79
84
89
96
97
98
401
3
6
7
8
10
16
20
22
24
30
31
40
4t
43
45
48
49
5
56
69
74
77
79
84
88
4
(8
99
301
8
11
18
20
U
164
8#
3025
8/
NS. PREMS. NS. PREMS. i pjg. pp,EMS.
322
23
30
31
49
50
32
54
58
60
64
67
77
80
83
85
89
98
603
8
11
14
16
24
26
28
29
30
33
35
37
44
4o
46
47
62
67
73
76
78
82
92
93
8J
40*
8*
697
99
70!
3
22
32
34
36
39
42
43
49
59
60
61
66
70
72
75
78
86
88
94
96
800
8
10
14
US
23
24
30

38
41
18
47
32
70
71
8#
8*'
_
873
77
81
89
90
92
93
94
95
97
902
17
20
22
24
27
32
33
34
35
48
31
68
09
74
80
82
88 .
92
94
98
1001
3
6
8
13
14
18
17
19
23
2-4
15.
36
38
8*
NS. PREMS.
1040 8/
49
54
16*
8*
lu
57
58
39
62
65
66
72
78
81
87
89
95
1100
3
16*
"8*
NS. PREMS.

5 1:300*
7 8*
15
3
33
43
53
57
59 -
M -
64 -
70
71
72 -
81 -
8
91
tt
- 97,
1211
18
\
23
29
at
38*
37
16*
1247
48
38
6.3
70
76
78
87
88
90
91
92
84
96
1300
4
41
13
14
23
28
32
34
41
44
45
46
49
57
61
67
73
82
80
94
99
1408
23
8*
16*
8*
NS. PREMS. NS.IRREMS. i NS. PREMS.
40*
8*
600*
8*
18*
88
- I
1460
61
63
72
73
79
.83
88
98
1301
8
B
16
21
30
32
3i
35
36
41
53
56
57
0
62
-66
70
72
75
83
6
91
92
95
618
18
19
87
28
38
46
53
83
88
62
8*
18*
8*
16*
8*
16*
8*
40*
eg
1CC5
68
71
73
73
76
79
83
87
88
90
91
98
99'
1704
10
17
26
28
32
34,
42
45
46
48
54
56
63
83
87
8*
~
18*
8*
94
96
1 98
-99
- | 4803
7
8'
"
26
33
38
44
1846
50
67
68
74
75
82
84
93
87
1903
4
9.
H
14
17
21
27
31
48
55
63
85
68
70
71
75
77
87
91
93
8
99
2090
11
12
H
17
18
19
20
23
28
29
44
8*.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PRMS. NS. PREMS
40*
8*
10*
8*
100*
*
5*
8*
2050
51
52
83
55
62
63
72
76
77
85
89
92
93
94
2101
3
9
10
42
13
26
39
40
41
48
49
63
64
65
8*
16*
8*
16*
8*
100*
*

67
72
89
90
91
92
2204 8:000*
9 8*
10 -
17
no -
19
24
23
2228
36
39
42
45
30
33
54
59
01
67
71
78
86
92
96
99
2300
I
13
15
19
28
38
39
41
12
46
38
63
68
73
83
87
92
93
97
2403
11
18
.24
26
29
8*
16*
8*
16*
85
2443
46
47
49
57
58
60
63
67
69
76
84
86
87
89
93
96
98
2501
12
36
38
40
42
43
51
55
57
59
68
70
74
79
80
84
97
2605
10
11
12
16
19
21
29
16*
8*
2641 8* 2860
46 62
50 63
51 64
'34 65
60 68
77 69
95 72
2702 75
4 ^. 76 '
7 __ 79
18 _ m
20 _ 86
22 _. 94
31 __ 93
33 __ 94 40*
35 __ 95 8*
48 2901
49 6
54 8
56 9 16*
69 ' 10 8*
70 20 100*
72 33 .8*
77 . 29
85 33
87 39
88 40
94 16* 43
98 * 47
2802 59
4 __ 61
5 __ 62
8 _ - 83
10 __ ' 66
14 __ 70 16*
22 __ 71 8*
34 83
38 < 81
14 85
47 86
.48 88
51 92

59 3000


am
Pemambuco Segunda- feir 8 de <_ de 1870
*

I
ic, se o tocio
do adequndo ex-
ASSEMBLEA 6WW
AMARA DOS DEPUTADOS.
9**fttri\ proferido na. sesso d
junho.
(Confn
Portante, se o i
subsisten!;-
a.reilo, e
"toando q- deven dar o mus
bototo e mplo de jast.gae.are
SToroue- sigo a mi.na do grande. ci rwmaon q.iaQdo dizia: S"e *ammn ; rtvmtHicam subsisten non posse. o
todos ao podem subsistir sem a pratioa e^
trieta da justica.
Portanto, _Sr. presidente, devemos ser
obsequeDtes a este principio, para que te-
temos a reciprocidade das naces com que
tratamos; se nos'af starraos delle, e porque
reoSamos na forca, nao leremos razo nen-
aoma de queixar-nos quando depois vieivm
?otros raais fortis do que nos, que nos
queiram irapr a lei, que nos queiram tirar
aigunw porc de territorio, que nos queiram
dominar.
Bivffjo. pois. da opinio do nobr*depn-
sado quanto a este ponto, porqae entdndo
sp, em vez de querermos occapar aquella
fia. devemos apartar todo o pensaraento de
* possoirmos.
Ainda em um outro ponto nao concordo
com o pensarlo nobre depatado, e em
rek?) ao arbitramento que o nosso go ver-
so acceita sobre a questo da galera ame-
ricana Canad.
ama questo anliga que temos com os
Estados-l'aidos; ella tena sido tenaz e re-
ntla-, sem que nenhuma das partes possa
ler chegado a urp accordo. Nos e os Esta-
dos-Unidos nos julgraaos com razo perfei-
U na idea que sustentamos; e se ha tanto
teaapo temos mantiio ossa siiuaco; se os
lios governos quasi que perderam a espe-
panca de, pela via diplomtica, chegar a urna
aoiocio prompta, como canvm, porque as
fsestes iotermnaveis s3o sempre um mo-
mo e perigo e desconfianza entre os go-
vernos, conveniente qae a questo se de-
cida pe) uni meio legitimo e pacifico que
entre as naces se reconhece.
Desde 1856 que discutimos, e a discusso
b5o pode anda chegar a um resultado defi-
nitivo e claro. Insistir na polmica deplo
ulica, qjando as partes contendoras ja de-
Moimarain do xito da disc sso, verda-
dira hutilidade; at arriscarse a um in-
eideote desagradavel e perigoso.
Desde que duas naces contendem sobre
ora objecto, e cada urna delias se julga com
direito quilo que affirma. qnal o modo
de resolver a questo ? Nao conheco, Sr.
residente, seno dous meios: o arbitramen-
te oa a guerra. Pergunto : seria conveni-
ente que por questes mnimas, como por
eiemplo a quest) de reclamacao de que
tratamos, onde o direito arrojo, onde nao
a* ventilam altos inleresses, nem se menos-
cabara direitos sagrados e essenciaes de um
povo, preferissimos recorrer ao meio extre-
aao da guerra ? Creio que o nobre deputado
sem por um momento sustentara a conve-
siencia desta these. Portanto, se nao deve-
wm recorrer ao meio da guerra, o meio
foe temos o arbitramento.
fias disse o nobre deputado que o arbi-
tramento no caso em questo ao Ihe pare-
sia assz garanlidor do nosso direito; e
posto nao duv'uasse das hablitacas e inte-
gridades do arbitro que foi pelos dous go-
lenos designado (o ministro ioglez residen-
te um Wbasingtop), todava entenda ser o ar-
bitramento censuravel. porque deixavamos
tt juia da cnotenda fra do alcance das pre-
cisas ioformaces, que por nossa parte se
>*>deram ministrar.
Primeiramente, Sr. presidente, eu consi-
cro que a materia tem sido milito suffici-
eatsmente ventilada ; todos os documentos.
todas as informales que se poderiaro rfbter
i existam em poder dos dous governos. e
por conseqnencia dos respectivos ministros:
devem estar j em poder do arbitro com-
aam. Se, pois, ascim sao a< cousas, que
meio ha de que o arbitro decida sem os
precisos esclarecimentos? Creio que nenhum
/eceio pode haver por este lado.
Mas eu ainda admiti que possa sugge-
?tr-se urna outra hypo:li3se na apreciar o
(toe fados e da questo por parte ilo minis-
tro arbitro commum. Digo que sendo elle
luz na questo, necessariamente ha de pro-
a capa- n
cid*" nao decidir com
qnesto? ratamente idformado si co meno
de todos os p ojoiz campre-lhe t
dar as ra?.'s da sui decisSo ; e como_de-
cidirla qualqner. dos pontos controvertidos
f.izendo a declarado de nSo estar bem in-
formid)? Se no se tinha bem informado
a culpa seria, delle. Seria urna gravissima
omissao que como juiz de consciencia no
quereria por certo lanar sobre si.
E eu nSo considero, Sr. presidente, que
o ministro iaglez possa dar urna decisSo,
deixmdo jecaliir sobre si a aecusacao de
negligente na formc3o ou organisa?3o do
processo em que tem de dar a sua senten
fa final.
Pens, pois, que o governo do Brasil pro-
cedeu muito bem quando recorreu ao arb-
trarmenie, concordando com o governo dos
Estados-Unidos neste m^io de decidir a
quest5o,
O nobre deputado pela Bahia ainda tocos
em um ponto em qae me parece fallo de
razao. Elle disse-uos que julgava conve-1
niente que o governo do Brasil exija do
governo dos Estad .s-Unidos explicacoes a
respeito do procedimento do general Mac
Mahoa, no Paraguay, m relaco ao nosso
estado de guerra com este paiz.
Sr. presidente, n2o discutirei, agora o
comportamento deste ministro all, n3o que-
ro saber se elle foibom ou mo : seria des-
viar-me da questo e nao julgo necessario
enlrar as particularidades do procedimento
do general americano para apreciar a ques-
to como eu a encaro. Qualquer qae fosse
este procedimento, entendo que o governo
dos Esiados Unidos na guerra do Paraguay
nos tem dado provas to exhuberantes de
que respeitaa nossa honra, e nao podia ao-
lorisar o seu ministro para praticar acto
algum ollensivo dos nossos direilos de bel-
igerantes, que j r.o necessitamos maisde
explicado a!gum O ministro dos Estados-Unidos residente
nesia corte, mostrou a sua satisfaco pela
terminac'ao da guerra, dirigindo se ao nosso
governo de forma mu lisongeira para o
Brasil. Elle disse que nao tem deixado de
patentear ao governo americano as provas
de humanidade para com os Paraguayos
por nos dadas nesta guerra, sendo firm>
conviego delle ministro, que o Brasil fra
interamente honesto as suas boas inten-
cois para com esse povo, que elle considera
havtr apresintado bravura e desinteressada
dedic ico ao seu governo sem exemplo iw
historia, s^crificando-se por um despota
descuidado esem principios. Elle er, qie
o sentimenio de Justina para com O Brasil
predominar no povo americano, sempre
disposto a sympathisar com aquelles que
lutam pelos verdadeiros principios de liber-
dade real, e nao por urna illuso apenas no
minal.
Dj um povo, cujo ministro assim falla,
nao necessitamos de novas explieaces, e
di oulras provas de benevolencia
Creio que devemos estar plenamente sa-
tisfetos por este lado; tanto mais quando
o governo dos Estados-Unidos, sobretudo
nest-s ltimos anaos.'tem mostrado a maior
e a mais perfeita cordialdade comnosco.
E eu, Sr. presidente, neste momento fol-
go de ver que as duas grandes nacSes da
America se entendis e mautenham a per-
feita harmdhia que lhes deve dar a verda-
dera influencia que a cada urna delias com
pete as duas A meneas
Creio que estas boas relaces, esta cor-
dialdade e harmona conslituem o cimento
de um grande futuro para nos e para todos
08 povjs da America.
Sr. presidente, sao estas as observaras
que me oecorreram fazer a respeito do que
disse o m;u nobre e Ilustrado amigo, de-
putado pela Dahia, cojo talento oratorio tan-
tas vezes nesta tribana tem brilhada-----
O Su JuNoirEiiu :Obligado.
O Sh.Alencah Arawpe :... sendo da
minha parte inconsiderCo e arrojo vr con-
te-lar com um orador to notavel e dis-
tincto.
O Sn. Jonqoeqm :Nao apoiado.
O Su. Albngab Araripe :Mas, se por
um lado me faz estremecer a pouca capa-
cdade, por outro lado rae anima a subir a
esta tribuna o dever que julgo ler de expr
agocios es
-;;]>
is do gover-
!." para
b, propo
un" aventar
sobre
diplomali-
minbas
as
um dos mais imporlanteractos
eos que temos praticado.
Considere o nobre ministro
proposicSes smente como nascidas do de-
spjo de esclarecer-me, sem intento de critica
imprudentemente.
O Sn. M de Socza : -Tem discutido bri-
Ihante e conveniente a matera,
O Sr. Ai.encar Araripe : Com as ex
plicaces que von pedir, apenas quero es
clarecer-rae para estadar e aprociar |bem o
nosso tratado.
poemos. se os limites, c-
naiiie'1' forem os
do i. de mno, pois, erroo
quando tornoo eases limites dependentes do
tratado futuro com o Paraguay.
A idea de tratado entre as naces implica
idea deiiberdade de cenvenco ; por""
segointe, se os limites dependem de
do com o Paraguay elles nao esto certos,
nao podemos contar qae teahamos obtido
um dos tins da guerra.
A guerra do Paraguay, que considero
como um fado providencial (apoiados) foi.
til ao Paraguay e a nos.
Parecsr um absurdo, urna proposicao
lanzada sem criterio esta que acabo de pro-
ferir. Quando ama naQo se destrona, e
quando outra faz enormissimos sacrificio?,,
dizer que a guerra foi til para ambas pa
ece um paradoxo.
Mas u digo que a guerra foi til ao Pa-
^| o pela i
io* no seu destino.
constucionaes, qpe
iiperio.
presidesle, que n5o
resuKado ebegarmos
r
O tratado "de i de maio de 1865, Sr. pre-lragnay, porqae" vemos (sobretudo depois
sidente, contm urna clausula qae, para mim. que ella termnou, peis que antes nao po-
FOLHETIM
lili DEPOIS BE MITA
.1
POR
contraditoria com outras clausulas do
mesmo tratado. Elle diz que para evitar
futaras contingencias de guerra ou de dis-
semses com o Paraguay, as nacojs alliadas
exigiram no tratad) a definico dos limites
com o Brasil, Mas ea vejo neste .mesmo
tratado determinados esses limites.
Se os limites eslo designados, se o go-
verno paraguayo nao tem mais liberdade,
para aseim dizer, de afaslar se desjes limi-
tes, o que vamos nos tratar com esse mes-
mo governo em relaco a este ponto ? Os
limites j eslo determinados : portanto, o
novo tratado nesta parte mera bulla ; e
governo paraguayo tem de ceder aquillo que
j est estipulado, que j est determinado
debaixo da seguranca da trplice a'.lianQa ;
ou ento, se assim nao o trajado do i"
de maio vem por em perigosa contingencia
aquillo que havemos conseguido depois de
tantos lo custosos trabalbos e sacrifi-
cios.
Quando o Brasil defini os lmites consig-
nados no tratado, foi por estar convencido
de que o territorio nelles comprehendido nos
pertence ; e assim nao deve ceder dos pontos
tracados para a nossa linha divisoria com o
Paraguay.
Mas se o governo do Bfazil no tratado
definitivo de paz te n de modificar essa li-
nha de demarcafo, ento para que a esta-
beleceu previamente, ?
Se om dos fins da guerra foi definir os
nossos limites com a repblica do Paragmy,
nao cedendo territorio que nos pertenca, e
que o governo daquelle estado nos preten-
da usurpar, incontestavel que os limites
j fixados no tratado da 1 ae maio devero
sobsistir; e neste caso inatil convenci-
nar-se sobre este objecto no tratado de paz
que estamos celebrando com os Estados vi-
zinhos do Prata.
Sei que nao foi a quesio de limites que
levou as nossas armas ao Paraguay; mas
foi elle um dos importantes objecto* da guer-
ra ; nao pela ambico de terreno, porque
somos riquissimos de trras, mas pela ne-
cessidade de manter os nossos direitos e
impidir que se levantem e medrem preten-
des mal cabidas.
Se no tratado de paz devemos reviver a
questo de limites, o tratado de 1. de maio
perder om dos seus grandes fins; pois se
ainda se agitar a questo, a nacjio paraguaya,
assignataria do novo tratado, tem a facalda-
de de exigir a mudanca da linba divisoria, e
reclamar a admisslo de outra demarcaco ;
porqaanto ella em seu direito de soberana
na p le receber imposicSo. Neste caso,
porm, voltariamos ao estado anterior
guerra nesta parte, e perdidos ser'iam os
nossos sacrificios.
Desejava, pois, saber qual a opinio do
gowrno ; isto e, se est resolvido a manter
a declararlo de limites especificados no tra
tado do 1. de maio, ou se temos de entrar
em novos ajustes com o Paraguay acerca
das nossas fronteiras com esta repblica.
A guerra contra o Paraguay, que leve tres
grandes periodos, que denominarei da inva-
so audaz, dos esplendidos triamphos, e da
termnac-o feliz, te ve t.mbem tres grandes
fins: o desagravo da nossa honra ffendida
pelo dictador Solano Lpez, a I vre navega-
gao dos ros Paran e Paraguay, e a deciso
dos nossos limites fronteiros com a repbli-
ca do Paraguay. Esta guerra nao pode ficar
ineflkaz e frustrnea em nenhum dos seus
gropostos resaltados; e fica-lo hia em rete*
Cao q 3est) de limites, oo ao menos col-
locar-nos hia-m ti na eventualidade do xito,
diamos conhecer o paiz cabalmente) o espi-
rito do seu governo, qae nao admittia prin-
cipio algum generoso, e antes* repellia toda
a idea de civilisaco; e a guerra que foi
abrir as portas da civilisaco a esse povo
nao pode deixar de ser considerada como
um fado a elle proveitoso e necessario.
O Sn. Cardoso de Menezes : Foi liber-
ta-lo das cadas da tyrannia.
O Sr> Alencar Araripe : O estado da-
qaelle povo aites da guerra e dorante ella
era tal, que assombrou o mundo inteiro,
apenas o mundo o conbeceo.
" Vcizes interrompidas denancavam a mise-
ravel sluaco do povo paraguayo; mas a
incrednlidade as jecebia, porque a grandeza
do mal exceda aos limites da crenca : pare-
cu-nos antes ouvir a exageraco da fbula,
do que a realidade de urna historia que se
pasma aos nossos ol'os,. e que nos nao
queramos conhecer.
Eu, Sr. presidente, fui um dos incrdu-
las ; porque nao admittia a possibilidade de
um p >vo to fanatisado, alias em contacto
com a civlisaja; nao podia capacitarme
que um povo, alias enrgico e forte, se dei-
xasse flagelar porms nomem. Nio acre-
dilava na possibilidale de to monstruosa
tyrannia na America, sob a forma republi-
cana.
Quem poda soppr que um povo se dei
xas6e governar por um nomeu>, e nao digo
j governar, mas qae so deixasse sacrificar
por am homem que mandava execut^r mili-
tarmente os irmos, surrar as proprias
irms e esbofetear a septuagenaria mi!
Estes fados para mim, se ootras tantas
4rocidids nao nouvessem, eram bastantes
para justificar at qae ponto aquello povo
tinha necessidade de ideas novas, que Ihe
franqueassem a civilisaco moderna e o des-
prendessem do jugo do fanatismo.
Portanto, creio que tenho razo de dizer
que a guerra, que foi destruir semelhaote
estado de cousas e que vae dar cabimento
a novas, ideas polticas e moraes, nao pode
deixar de ser considerada vaotajosa ao paiz
que se liberta para entrar no g/emio dos
povos cultos.
Agora, emquaoto a nos, qual a utilidade
que podemos colher de tamanhos sacrificios?
Sr. presidente, na vida das naces nao
devemos considerar smente os proveitos
materiaes immediatos (apoiados), devemos
tambem attender s verdades moraes, que
por certo influem no governo do mundo, no
conceito das ncoes
inquestionavel que o Brazil na America
do Sal j um grande povo ;,po: consegura-
te, o Brar,l, mostrando-se forte e capaz de
sustentar a sua posico e os seus direitos,
praticou um acto til nossa nacionalidade.
Conseguir o respeito nos demais povos pela
manfeataco de sua forc/i e pela pratica da
juslica, cortamente til e proficuo.
E so isto urna grande conseqnencia
em relaco ao exterior,, eu ainda considero
dous importantissimos resoltados da guerra
em relaco ao estado interno do paiz.
Sr. presdente.'quando declaramos a guer-
ra contra o Paraguay e medimos a grandeza
dos sacrificios, chegmos a duvidar de qae
pudessemos manter a paz interna livre das
barandas do exercito ; mas por espaco de
cinco annos ficemos sem um soldado em
lodo o nosso vasto territorio, e a paz man-
leve-se para honra da nossa populaco
E daqai eu tiro a concluso de qae pode
mos governar-nos e manter a paz iaterna
independeale de grande? exeroiios. Desap-
pareceu a crenca de que a for?a era indis-
Xavier de Montpin.
PAUTE EGIIXDA.
O HORSCOPO
(Continuaco do n. 174).
VIH
A Incumbencia de Lzaro.
Mal que Saint-Maixent fbou senhor do
terreno, isto sozinho com a marqueza,
aoraecoo a ver que nao era to fcil como
soppezera ao principio, a tarefa que empre-
seodera, e entraram a surgir difficuldades
imprevistas.
Era de certo coasa fcil de cortejar ama
ama formosa, que o marquez, na sua pe-
tulancia de .sedoctor irresistivel, jalgav^
suuito predisposta em sea favor ; mas j
arsemos que o nosso here, desde a sua
bogada ao castello, reservara toda a sua
galantera e todas as suas attencoes para
a eondessa, bavendolhe merecido a for
mosa Olympia repetidas provas de cortez
frialdade.
Como havia de elle, sem cahir no ridculo,
firaer urna transformafo repentina, e sallar
o papel de indifftrente para o de galn
samorado ?
Com certeza qae o marquez, sob pena
de arriscar o xito da empreza, nao podia
apressar-se demais, nem fazer a sua de-
daraco antes d passar por varias transi-
eres hbilmente preparadas. Isto era fra
de duvida, e por assim dizer de sen.so com-
nom.
Era preciso chegar ao centro da praca
situada por meio de circumvallaces que se
fcssemjipertaodo pouco e poaco; mas
ao mesmo lempo sem demasiada leotido,
porque urga ganhar a victoria antes de
wltarem os condes, o que podia succeder
de um instante para outro. Portanto, de-
va consistir a latica do marquez em princi-
piar logo o ataque, r descobrindo pouco
e pouco as bateras e servr-se d'ellas pru-
dentemente e com cautela, sem precipitaco
nem demoras.
Mas apenas-o nosso here encetou as
manobras es-rategicas, logo percebeu que
finlia de lutar com furmidavel adversario.
A senbora de Cliavigny, que na sua qua-
lidade demulher e de mulher bonita, era
duas vezes garrida, offendera-se muito da
indifferenea do marquez apezar de Ihe
parecer vagamente que toda essa indifferen-
Ca era mais estudadaque.sncera ; nao cne-
gou, porm, a sua perspicacia a descobrr
o verdadeiro motivo de tao singular proce-
dimento, e quando vio Saint-Maixent fazer
as pnmeiras demonstrares amorosas, re-
solveu tomar a desforra, e arraojar o pra-
zer de orna vendetta femenil, representando
ella agora tambem um indifferentismb qae'
realmente nao senta.
As mulheres nascem quasi todas boas
adrizes e sobresaliera* geralmente nos pa-
pis que ellas proprias compoem com todo
o esmero. E a formosa Olympia represen-
lou o seu admiraveimente.
Em vez de repellir com ridicula pudicicia
as demonstrares do marquez, recebeu-as
muito bem e fingi considera-las pura e
simplesmente orno testemunho de amiza-
de, o que arreliou alguma cousa o nosso
here.
A senhora de Chavigny logo -foi tratando
o marquez com muita familiaridade ; cha-
mava-lhe primo* apezar de ser muito afla-
tado o grao de parentesco que os unia ;
nenhum receio mo-trou dorante as com-
pridas horas de palestra nos saldes do cas-
tello oa debaixo dos carramanebeis do jar-
dim, nem durante os prolongados pa^seios
cavallo pelo bosque, mostrando niessa
confianca quasi insallante que s acceitava
Saint-Maixent sobo ponto de vista de ami-
go, que nao tema da sua parte nenhuma
sedueco e que se recusara a ouvi-lo se
elle dsse em fallar outra lingaagem. que
nao fosse a de irmo para irma.
timos, que a represeotaco fo
feitissima, ponto de poder engaar outro'
qualquer que nao fosse o nosso here.
Mas o marquez, em consequencia das
muitas aventuras da sua adolescencia, ti-
nha grande conhecimento, se nao do cora-
Co da mulher, pelo meaos das suas art
maohas, e nao Ihe custou muito adeviohar
a estrategia da bella desdenhosa, promet-
iendo lanca-la por trra n'algum lance
raestre, que Ihe dsse elle a victoria.
A partida era diflieii como as que o sao.
O reducto onde se intrincheirara a formosa
Olympia era quasi inexpugnavel, porque
segundo resa nm antigo rifo, o peor surdo
o que nao quer ouvir.
E de feito, como se ho de segredar pa-
lavras de amor ao ouvido de urna mulher,
que as escuta gargalhada, as aco'he de
brocadeira oa por capricho, e que nao se
digna, sequer de as tomar Serio ?
Assim estiveram as cousas por espaco de
urna semana, e ao fim d'ella, apeza; das
reiteradas tentativas, encontrou-se o mar
quez to adiantado como estava ao princi-
pio. A sua irritaco coalla Olympia nao
tinha limites.
Tola, pateta, dizia elle l comsigo,
ridicula e teimosa creaocinba, que me ama,
bem o conheC/O, e qae todava, para se
vingar das pequeas contrariedades que
meu pezar Ihe fiz, se empenha em nao aca-
bar com a sua estupida farca I E' impos-
sivel continuarem as coosas d'estemodo, o
lempo va ; o conde de Rahon e sua es-
posa ho de ter chegado Paris, e se quan-
do elles voKarem eu no estiver j de ac-
cordo com Olympia, vo-se pela agoa abai-
xo todos os meus planos. Hesitar anda
perder o futuro qae ea sonho. MSos
obra.
N'aquella noute, valendo-se do crdito
qae Ihe dora o conde de Rabn, pedio o
marquez cincoenta laizes Ladancio, qae
Ih'os entregou immediatamente com as
mais grotescas reverencias e mais Kamildes
mostras de respeito.
i Munido com a'citada quantia, teve o
aosso here com o criado a seguate pa-
- O' Laziro, nao te vai aborrecendo
esta vida semi-patriarchal qae levamos
so pnntir" de |
eren
se diriga,
sem fe
nos r
Ni
importa
convieco de que nao necsssUamos da per
manente ameaca da forc armada para qjie
a paz interna se conserve, e possam flores-
ceF sombra dt liberdadw a industria, a*
artes e o commercio, meio ve-dadeiros da
felcidade dos povos.
Quando 0 cidado tem a consciencia de
vver em um paiz .aonde a seguranca publi-
ca se abriga na confianca das proprias ins-
titnc5es, esse cidado, digo, nche-se de
ufana, porque sent a propria dignidade do
homem livre. orna verdade poltica e
mui subido alcance.
Se por esse lado a guerra com o P-ra-
goay foi vaotajosa, tambem ha outro lado
pelo qual nao podemos deixar de conside-
rar esse fado como til a nos: elle ve
revelar nrai forca que quasi ignoravamos
ter; a grande exlenso dos recursos das
nossas financas.
Todo o mundo acredlava que eramos-in-
capaaes de sustentar una guerra dilatada
spm que a bancarota nos viesse fazer suc-
cumbr.. Entretanto sustentamos cinco.lon-
gos annos de urna guerra penosa, e no fim
surgi o imperio dos seus grandes sacrifi-
cios como mais vitalidade que d'antes r
O nobre presidente do conselho, o Ilus-
trado visconde de Iiaborahy, j .z esta
apreciarlo no senado, mostrando que depois
da guerra nos eslavamos com principios de
maior vitalidade do que no espado anterior
mesma guerra.
Se nao fosse a guerra, ainda hoje esta-
ramos manietados ao temor que nos pren-
da, desde que se tratava de qualquer em
preza, por mnima que fosse,.em relaco a
dispendio; nos nos acobardavamos quando
se falla va em mil ou dous mil cantos; hoje
os nossos horisontes vo mais longe; e
sto nao ser devido guerra ? Certamente
que sim.
E tanto verdade que confiamos em
nossas financas que j o governo nos trouxe
amaproposla pedndo 35,00t):000l000 para
o prolongamento da estrada de ierro de D
Pedro II. urna idea elevada, que eu ap-
plaudo e louvo.
Se nos acobardarmos diante da Mtenso
do algarismo, e se nao tratarmos devidamen-
te de urna empreza como esta, qae vai ac-
tivar a vida de sete provincias, certamente
que teremos um pro:adimento nao conve-
niente ao paiz; mas sem duvida nao te si
taremos; e o que j nos d ousadia a tante
foi ver que tivemos recursos para manter
cinco annos de ama guerra do enormes
encargos.
Portanto, de'la resultou mais esta van-
tagem
Sr. presidente, a Providencia nunca des-
ampara a humanidade; sempre que appa-
rece ama calamidade que a afflge, ou a fla-
gella. ah vem nm beneficio para a compen-
sapo. Nos nao podamos ficar isentos
desta lei providencial; desde que fomos
arrastados a urna guerra desastrosa, por
ella mostrambs a forca e influencia que de-
vemos ter no exterior e a convieco do va-
lor das instiluicSes nacionaes para o nosso
desenvolvimento poltico e econmico. Em-
fim, a guerra deu nos a medida da nossa
grandeza. Isto constitue importantes van-
tagens que devemos apreciar.
O Sr. Carooso de Menezes :Esta con-
sciencia de quanto vale o nosso patriotismo,
outra conquista da guerra.
O Sr. Alencar Araripe:Deixandoeste
ponto, Sr. presidente, passarei a outro:
quero tratar da retirada das nossas forcas
do Paraguay e qual o deslino que o gover-
no pretende dar-lhes.
Vejo que a guerra est terminada ha me-
zes, vejo que os voluntarios teem regressa-
do ao paiz e seguido para suas respectivas
proviucas; mas noto que o exercito ainda
nao voltou para o Brasil.
Entendo que e nosso exercito deve ser
empregado n* guarnico das nossas fron-
teiras. e sobretudo na provincia de Mato-
Grosso. Folgarei muito se for este o pen-
samento do govern .
Nao devemos ter no Paraguay, segundo
o tratado do Io de maio, seno pequea
forca em relaco ao total do nosso exercito,
e parece-me que nao poder haver applca-
lle Mo (rosso
^^^b forca respeitavel
nes de roinuesti BtiUdat;
porquaolo a receate goerra mostrou a con-
veniencia que loriemos se alli mantivesse-
mos am p de exercito com qae podse-
mos operar, desceodo pelo rio Paraguay;
ento a guerra ceatemente nao durara tanto
como durou.
Longe estira do querer vaticinar Nsovas
complioacoes coa- as repblicas plalitas.
mis dever do governo providenciar alm
daquillo que o coarau dos hnmest costn-
ma a prever.
Todava creio que collocaodo alguma ter-
ca permanente aaquetles logares, de modo
que em certas eventualidades futuras nao
tenhamos de lamentar a iavaso das nossas
provincias, pouparemos grandes dissabores,
e nao teremos necessidade de mobilisar de
repente o nosso exercito com grandes sacri-
ficios, e inevitavel demora.
Ea entendo que a nossa politica so Rio
da Prala deve ser urna politica de inteira
abstenco ; talve a inexperiencia des ne-
gocios me faca assim pensar, mas creio es-
tar com a verdade. Assim pens, porqae
ha mais de 40 annos* qae vivemos em des-
harmooia com as repblicas do Prala, e a
isso d lugar a simples idea de que por
alguma forma temos ratervido en alguns
de seus negocios internos.
Sr. presidente, todos os sabemos qiao
melindroso o septimento da nacionalidade ;
e assim, desde que ota povo eatende que
outro deseja influir na direc?ao dos seus
negocios peculiares, naturalmente se enche-
r de suspeitas e prevences. Na rep-
blicas do P.ata ha a nosso respeito a crenca
de que nos intromettemos coa os seus ne-
gocios internos, por isso, eu quereria qae o
governo de meu paiz procorasse desfazv
totalmente semelbante idea, e assim dissipar
os preconceitos daquelles povos contra
nos.
Gtnti**ar-se-ka
LTURA.
aqu ? Nao te enfastia este socego forcado,
esta invaravel monotona ?
Ah I volveu o ex-amante de Smoa
Raymundo. Nao sei ao certo se me abor.
reco nem se me enfastio ; mas estou ds-
posto a acreditar que sm, apezar de co-
nhecer que esta vida tem seu lado bom-
Vou-me refazendo e engordando pouco e
pouco, e com franqueza, nao desgosto de
saber ao deitarme que nao sere preso ou
enforcado ao acordar.
De accordo. continuou o marquez.
Mas vejo com profunda magoa que se gas-
ta m no ocio as brilhantes qualidades de
aeco com que te dotou a natureza, e que
sempre em ti apreciei.
L d'isso tambem eu tenho pena, se-
nhor marquez, disse Lzaro com ar com-
pungido. Mas que se ha de fazer ? Agora
que encontramos a Ierra da promisso, seria
prudente desampara-la e ir novamente
correr mundo 1
Quem te falla n'isso ?
leu amo perdeu o juizo ?
diras se alguma d'aqueila:
bons tempos viesse aqu ter .comnosco ?
Lzaro ergueu a cabec-a; brilhou-lhe nos
olhos um relmpago de alegra, e o dilata-
do aarit aspirou o ar com violencia.
Com todos os diabos I gritou elle.
Por muito feliz me dara I Nao me atrevo
a fazer ao senhor marquez nenhuma per-
gunta indiscreta, mas parece-me que farejo
alguma novidade.
Nao te engaas.
Os olhos do criado exprimiam a mais
viva cariosidade.
Com que ento continuas cheio de
zelo e de resoluco como sempre ? prose-
guio Saint-Maixent.
O senhor marqaez sabe muilo bem
que pode contar comigo... Que quer qae
faca ?
Preciso de.qaatro mariplas valentes e
disjaostos para tuio, e quero qae m'os ar-
ranjes.
T_ez j conta comigo ?
Ni tu -taris o quinto minla.
depressa ?
Quaato mais depressa melbor ; tenho
Imaginas que
.. Mas qae
aventuras dos
POUCO DE TUDO.
TELEGRAPHO ANGLO-1NDIC0 A ulti-
ma seceo do fio elctrico que liga a Ingla-
terra s Indias orientaes foi inaugurada ha
poacos dias. A America est agora em re-
laco directa com o IndostSo. O primeiro
telegramma que percorreu a enorme distan-
cia que separa Simia de Washington foi ex-
pedido pelo vicerei das Indias ao presiden-
te dos Estados-Unidos. .
Eis aqu o texto dele: < Simia 33 de
junho de 1870.O vice-rei das Indias diri-
ge os seus cumprimentos ao presidente dos
Estados Unidos por intermedio do telegra-
pho. Possa o acabamento desta linba de
communicacSo nao interrompida ser o sym-
bolo de urna unio duravel entre o mando
oriental e o mando occidental.
O telegramma chegou a Washington em
40 minutos. Tinha percorrido 8,442 mi-
Ibas, ou 13,500 kilmetros.
Urna mensagem de lady Mayo, expedida
no da seguinte de Londres para Simia,
gastou simplesmente 9 minutos; ootro te-
legramma expedido de Londres por sirBar-
the Frre a sir Seymour Fitzgerald, em
Bombaira, percorreu" esta distancia em 5
minutos.
CANAL DEORINTHO.Parece ser um
projedo serio o corte do isthmo de Corm-
ibo. Os diarios inglezes annanciam que se
formou definitivamente urna companhia, com
um capital de 50 milb5es de drachmas,
p'ara levar effeito essa grande empreza.
Diz-se que essa companhia consegoio alm
disso a cooperaco de ricos capitalistas fran-
cezes e austracos.
O cngf'nheiro Piat j se dirigi ao isthmo
para principiar os estulos preparatorios, e
accresc'enta-se que a companhia vai solicitar
do governo grego a concesso de am cami-
nho de ferro que ligue com a rede ottoma-
na, que est era via de conslrucyo.
' QUE TAL.Na Chm, Blgica, deu-se
agora um caso bastante raro nos# fastos do
liyminen. Tres irm'S conirahiram o ma-
trimonio mesma hora, perante numerosa
assistencia de curiosos.
grande urgencia, e nao posso passar sem
elles.
Se es'.vessemos em Paris, j ea Ihe
dizia : tem-os d'aqui duas horas. Mas
estamos encaixados naAuvernia, e preciso
pelo menos tres dias. Tenciono ir bsca-
los a^Muriic, que lica perlo, onde eu td-
vez os arranje.
E' provavel, efectivamente.
O senhor marquez demora muito tempo;
os homens ?
Um da s. '
Correm algom perigo ?
Quando muito alguma arranhadura ;
nada serio, nem perigo de morte ; nenhum
risco de cahirem as mos da justica. O
principal que os taes homens nao sejam
conbocidos nos arredores do castello.
E' fcil. Falta agora tratar da ques-
to pecuniaria ; como so-pou:os os perigos
nao se devem mostrar muito exigentes os
meus qaatro acolytos.
Ainda assim, quero deixa-los conten-
tes. Quanto achas que s Ibes deve dar 1
Parece-me que por dez laizes cada
um ho de executar com enthusiasmo tudo
juanto lhes ordenarem.
De modo que s > quarenta luizes ao
todo. Ah tens cincoenta, disse Saint-Mai-
xent puchando pela bolsa que o mordomo
Ihe dra. .
Lzaro guardn os cincoenta luizes e
perguatou : ._. .
Quando me bei de por cammho 1
Amanha de madragada.
Que desculpa darei aos* criados do
castello para jastificar a minha ausracia ?
__Diza-lbes que te maadei com certa
incumbencia viole leguas d'aqui ; voo
darte ama carta em branco meltida n'um
sobrescripto, sellado com as m'rahas armas,
para t'o verem na mo. Escreve-se por
fra o nome ,de um dos meus prenles,
por cansa de algum olhar indiscreto que
mais se approximasse.
Como helde fazer a viagem?
N'um cavallo, qae levars das cochei-
ras do cabello; em chegando Mauriac,
apeia-te em qaalquer estalagem e esconda
a libr quando torea desencantar os taw
homens'
Esieja descancado, Sr. marquez. E
depois de arranjada a minha gente, para
oode quer que os leve, porque, segundo
creio, nao hei d trazlos direitos ao castel-
lo ? -
Has de leva-Ios a duas leguas d aqu;
no sitio onde o caminho de Mauriac atra-
vessa pelas bosques de Rahon, ha ama ta-
berna, oa para melhor-dizer, urna tasca
immunda, cuja dona urna velha torta, que
parece bruxa.
Sei que taberna e repararei na tber-
neira.
Pois leva para ahi os teas recrutas e
deixa-os em companhia d'algun copos de
vinho, que bastera para lhes apagar a sede,
mas com qae se nao embriaguem. Re-
comraenda-lhes o raais absolut segredo, e
fa-los perceber que a seguranca d'elles as-
sim o exige : nao mes digas nem o teu
nem o meu nome, e nao falles no castello
de Rahon. Qaanto ao fim para que euoa
desejo, nada sabero, nem to poaco la.
E depois ? perguntou Lzaro.
Em 03 nossos homens estando na ta-
berna, monta cavallo, lira o rato que bou-
ireres vestido por cima da ibr, e vem c
dizer-m'o para receberes ordens e instrac-
ces. Os quatro miriolas qpe" durmam na
taberna, onde tas busca-los no dase*
guite.
-Assim se far.
__P5!S-te caminho amanhaa, segunda-
feira ; don te para buscas a terca, e espe-
ro qae estejas de volta na quarta.
_ Qjas me comprometi i isso. Ainda
assim, se me demorar nm dia mais, por
que nio live outro remedio, e para essd
caso reclamo a indulgencia dd senhor mar-
quez.
Fica certo qae a ters. You dar-te
a carta de que le fallei; espera ahi um pou-
cpchinbo.
Aoamanhecer da dia segointe montea
Lzaro a gavallo e metteu-se Irote pelo
s nuoso caminbo que le ao
MaofMQ.
)ConliHuar-9e-lia).
YP. DO D AKwj KUA
CAX1A


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ES2862J5L_SLPEIJ INGEST_TIME 2013-09-13T23:16:25Z PACKAGE AA00011611_12157
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES