Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12148


This item is only available as the following downloads:


Full Text
^
ANUO XLV1. NUMERO 142.
tkU A CAPITA1 E IGARIS OVDE IO SE PACA POBTE.
Por tres mezes adiaotijoa................. 64000
Vr seis ditos dem........ ... 1'dOOO
Cadt
SEGUNDA FEIRA 27 DE JUNHO DE 1870.
PARA DEITBO E FOSA DA PUGYDTCIA.
Por tres mezes adantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos idem .
Por urn anno idem .
750
13*500
204250
27.JOOO
PEMAMBUC
Propriedade de Manoel
a de Faria & Filhos.
AO A4H111S:
0 Sn, Gtrardo Antonio Alves A Filboe, do Hri ; Gon$alves i Pinto, no Maranhao ; Joaqnim Jos de OHveira, no Cear ; Adtiiifo de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes da Silva, no Natal;
Pirtira rTAImeid, n Manungiape; Antonio Alexandrino de Lina, na Pirabybj ; Antonio Jos Gomes, la Villa da Penha; Belarmino dos Santos BolcSo, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
' em Naureth ; Francisco Tavares da CosU, em Alagoas; Dr. Jos Marttas ANm, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
Jos Justino
PARTE OFlCIAL
Repartida da polica.
2- scelo.Secretarla da polica da Pnnaambu-
;-). 2o de jnnho de 1870.
N. 910.Film, e Exra Sr.Levo ao enianeci
ment de V. Exc que, efundo consta das parti-
ciparles recebidas hj testa repartilo, foram
lio. tem recolhidos casa de detencao, os seguin-
tes individuos :
No da 33 do crreme ordem do De. juiz es-
pecial do commerclo Joo Rodrigue- da Silva
buarte, por se achar pronnaciado no art. W3 do
e-jiajo eoromercial.
A* ordem do subdelegado de Sanio Antonio,
Jlo Baptista da Roza, como indiciado em crime
de furto ;. Antonio, aseravo de Samuel Hallldav,
por disturbios, e Samuel eseravo de Ernesto V"-
oira de Aranjo, por ser encontrado depois de nove
n .ras da noute sem bilhete de seu seohor.
A, ordem do de S. Jos, Francisco de Sales
Aguiar, por disturbios.
A' ordem di Jo Poco, Zeferino Gancalves da
Cinceiclo, por uzo d'arraas prohibidas, ferimento
e rezistencia.
!fo dia Si ordpm do subdelegado da Boa-Vista
Manoel Goncalves Pereira da Silve e Alexandrina
Soverina da Silva, por briga.
Em > rucios datados de hontem participou-me o
subdelegado do Radi, que pela madrugada do
mesmo dia ra da Sensalla Velha daquella fre-
guezia. Manoel Francisco de Sant'Anna ferio gra-
vemente a Jos Hesberto Duarte, que tizara pro-
ceder vistoria e vai instaurar o competente pro-
eesso contra o delnqueme, o qual foi logo preso
e recolhido casa de detencao.
Qae no mesmo dia fallecer repentinamente
Maria Joaquina da Coneeieao, moradora rna do
'.ordoniz daquella freguezin, e que, do resultado
da vestori a que fez proceder, veriflcou-se que
a morte fura occastonada por urna congestlo ce-
rebral.
Por offlcios tamhtm de hontem commnnicon-me
o subdelegado da B>-Vista que as 7 '/* horas da
noute do dia S, no lugar Caminho Novo, daquelle
districto, foi ferido com diversa* faeadas o subdito
portugnez Nicolao de tal, o qual foi conduzido
para o hospital portogurz, onde declaren nao ter
conhecido o sen offensor, podendo apenas afflrmar
ser um individuo de cor preta ; que fez proceler
a competente vestora, e qne do resultado d'esta
s um dos ferimentos parece ser grave.
Na mesma data cnmmunron-me o subdelgalo
da Capunga, qne no referido lugar Caminho
Novo pelas 7 horas % noute do dia anterior,
> cabra Antonio, e*ravo de Joaqnim Salvador
Pesan de Siqueira Cavaleante. morador no lugar
dos Aftlictos do districto de sua jurisdiccao, sof-
rera diversos ferimentos leves feitos eompasso.
sondo logo condnzido para a caza do respectivo
entrar, ahi declarou que nao conhecera os seus
(Tensores.
I'ir efflcio de 23 d*este mez partieiponmeo
sul-delagado da Varzea que as 10 horas da
manhaa do dia antecedente no lugar Partido do
eugenho S. Jr o d'aquelle districto, na casa de
Marcelina de tal, por indiseripean d'esta, incen-
diara.se urna porgan de ma ciara, incendio este que. communicando-se a urna
porrao de plvora que all existia, occasionon nma
exposao da qual resoltan a morte da mesma
Marcelina, que se nena "a grvida e de um seu
tiln de dous annos de idade, e os ferimentos
leves de mai? urna filh.a e diversas ontras pessoas
que aecudiram ao incendio ; que apenas soube
do facto, dirigio-se ao logar do sinistro e proce-
den as competentes veslorias.
Detis guarde V. ExcIllm. Exra. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
'-presidente da provincia. O chefe de po-
lica, Luiz Antonio Fernanda Pinheiro.
EXTERIOR.
Portugal.

LAR D0 fiOVERNO B0 PAIZ EXPnttW OS MOTIVOS
00 NOVO ADIAMENTO DAS CIITKS, E A FORMA
DK COVERNACO DO PAIZ NESSK BSPAOO DE
TEMPO.
I..:n. e Kxm. Sr.Tendo sillo prolongado at 31
de outuuro o adiamento das edrtes geraes da nacao
p jnugueza, j decretado at */ do corrente mz;
iirrrpre ao governo declarar Tacamente ao paiz
i>i motivos porque tomn sobre si a responsabili-
zarte desta grave medida, e expr de um modo
positivo e claro o seu plano de governacao.
As conveniencias pabliras e os principios cons-
tituciones sconselhavam ao gabinete a sua apre-
-macan immeaiata no scio da representarn na-
iinal, para com a collaboraclo dos corpos co-le-
gislativos. tomar as providencias administra! vas
* financeiras que o estado do paiz reclama com
urgencia. Nes-e intuito aconselhara o chefe da
situac,ao o adiamento at 20 de junho, alim de ter
> t'-mpo de obter das cortes a autorizaran consti-
tuciiitial para cobrar as receitas votada6, e appli-
ca-las s despezas ordinarias e extraordinarias do
estafo
Mas na mesm.i occas ao em que o confelho de
estado se achava reunido para dar o seu parecer
~ ,ire o adiamento das cortes, appareciam na c-
mara electiva manifesla^oes de bostilidade nova
siuiaQo, as quaes se repetiam mesmo depois deste
corpo poltico saber que eslava j dacretado um
curto adiamento, e que por consequencia o novo
jrwerno quera entrar leal e abertaraente na senda
i-i .institucional.
Nestas crcumslancias talvez as indicaoes cons-
luciooaes aconselhassem antes a dissolucao da
cmara electiva, se raz5e3 de urna orden) elevada
nio contrariassem a prompta realisacao desta me-
dida Envolver o paiz desde j as agitacoes que
necessariamente haviam de crear as latas eletto-
raes e s paixoes partidarias, proceder as duas
pleicoes successivas em to curto espado de lem-
po, seria grave erro poltico, indesculpavel as
eircumstancaa em que nos achamos. Decorrido o
prasn do adiamento natural que estejam mais
socegados os nimos, e que o gabinete pelos seus
actos de boa administraco ede prudencia poltica
tenlia grangeado as adbesoes mesmo daquelies qu*
i.-ollieram com previo desfavor a nova sita-
*30.
Durante este pequeo interregno parlamentar,
o governo, compenetrando-se das crcumslancias
extraordinarias desta difflcil conjunctura e do de-
ver radeclinavel, que lhe impdem a sua posicao e
a sua responsabilidade. vai entrar desa^sombrada-
meote no caminho das reformas liberaes, reclama-
das pelas necessidades publicas mais urgentes e
pelos votos esclarecidos da naco.
Preoccupa a todos o estado da fazenda publica,
e nesse ponto concentra o goverao as suas alten-
es; mas as reformas flnanceiras, d;sacompa-
hadas de algumas reformas poltica.*, que ha
cnuio sao reclamadas pela opinio publica, e so-
bretodo sem o complemento de providencias admi-
nistrativas, que sao a primeira base di urna boa
organisaco Qnanceira, ne podem dar resultado
proficuo e duradouro, q e consolide de urna ma-
neira eslavel a sitnao do thesouro.
O gabinete nao pode dexar de estabelecer a*
bases para urna reforma parlamentar am sentido
avancido, e de accordo com os bons principios
liberaes e com a nossa civilisacio adiaJtada.
A reforma da cmara dos dignas pares do reino,
modificando a sua urgsnisacJo, acabando com pri-
vilegios que poderiara ser iustiTleados na eccasiao
da outhorga da carta constitucional, mas que nao
le-m razio da ser, docorrido qnasi meto secuto
depois que ella (01 promulgada, e ha mnito lampo
reclamada por quasi todos os borne os ublioos do
partido liberal.
A reforma da lei eleiloral sobre aa bases da
mais ampia liberdade do suffragio, e da indepen-
dencia do voto, que deve ser livre de todas as
preside, ou dos delegados do poder ou das mesas
eletoraes, ou dos excessos dos partidos, esl to
teonhecida e aceite no espirito publico, que nin-
guem contesta a sua necessidade, quaesquer que
sejam as divergencias sobre os detalhes de exe-
cocao.
Como base fundamental dos governos de opinlao
nao podem deixar de ser garantidos em toda a
sua plenitude os direitos de reuniao, de associacao
e de peticn, cujas manifeslaedes publicas nao
P")dem ler outras limitacSc-s senao o respeito pela
ordem social e pelas liberdades individuaes.
as prevmdencias de ordem administrativa o
giiverno lera em vista a maior simplilicacao nos
trabalhos, a mais larga descentralisaco adminis-
trativa, e a maor economa nos servioos, inspiran-
do-se da idea de que as reformas na administra-
cao nao podem ser bem aceites pelo paiz sem
respeilarem os hbitos dos povos, a autonoma dos
municipios, que por si podem rger-se e viver,
sem aiargarem a iniciativa local, e sem despren-
derem os municipios dos obstculos que hoje em-
baracam a administraco local.
Todos os servicos, que poderem dispensar-se,
sero .-upprimidados. O governo deixsr de fazer
despeza com as legacoes, cujo servigu nao seja
absolutamente necessario para a conveniente re
presenlacao do paiz no estrangeiro, declarar gra-
tuitas todas as funcedes publicas, cujo desempe-
nho, por qualquer forma, poder ser dispensado de
retribuicao; modificar a nova reorganisacao da
engenharia civil; nao consentir que se aecumu-
lem vencimentos de inactividade com outros de
servico activo, nem que saiam do servico, para
viverem custa do estado, individuos anda aptos
para desempenharem as fuocedes publicas., nem
que se cont, para accessos, apsentacSo, jubilace
ou reforma, o lempo que qualquer funecionario
serve em commissoes estranhas ao seu ser-
vico.
A instrncijio publica ha de ser igualmente re-
formada as condici5es de ampliar a liberdade do
ensino, de promover o maior desenvolv ment da
instrueco primaria, e de applicar s despezas com
a nstruccao primaria a economa resultante da
suppressao de servicos nuteis na instrueco se-
cundara e superior.
X reforma do cdigo do comroereio e a legisla'
cao sobre o processo civil e processo criminal
inerecem igualmente o maior cuidado.
Nao esquece o governo a importancia dos me-
Ihoramentos materaes para augmentar as eommo-
didades dos povos e promover a civrlisacio do
paiz, bem como a sua influencia decisiva no des-
envolvimentn econmico e na riqueza publica.
Na organisaco da fazenda o primeiro cuidado
do governo manter seguro e firme o crdito pu-
blico, nao aceitando inoicacan nem transigindo
com reclamarn que ror qualquer forma, possa
perturba-lo. Mas o recurso ao crdito, como meio
ordinario de saldar o orcamento do estado, um
expediente perigoso, e que nos tem acanelado a
longa serie de males que o paiz est soffrende.
E' necessario nr um termo aos males do the-
souro, e s impaciencias da opinio que quer
ve-los remediado?. O conlribuinte resigna-se aos
sacrificios indisdensaveis para debellar as difflcul-
des do thesouro, mas deseja ver o termo a esta
questao. A necessidade do augmento de reeeita
esl no espirito de todos, e a nica reluctancia
qne s vezes se afferece ao pagamento do imposto,
parece provir principalmente do receio de nao se
regulansar definilivainente a siluacjio da fa-
zenda.
O governo eompromette-se a apresentar um
syslema completo de fazenda na prxima reuniao
das cortes, emndenlo nao dever tomar sobre s a
responsabilidade de decretar sem o concurso dos
represontantes do paiz as grandes medidas de
fazenda, que affectarem directamente a proprieda-
de inohiliaria ou immnbiaria.
Prescinde o gabinet; da medida dos arrnlamen-
tos. Pode conseguir-so por meios mais proficuos
e mais bem aceitos dos povos a verllcaco, at
onde possivel, do rendlmento collectavel do con-
lribuinte; ass m como est convencido o governo
de que sena inconveniente e perigosa qua'qner
modificago no imposto predial, antes de melhora-
das e reformadas as matrize?, ao que vai imme-
diatamente proceder-se.
As medidas indicadas, senao encerram em si
todo o cometido do programma ministerial, reve-
l'iui ao paiz os intuitos polticos do gabinete,, e as
suas ideas de governacao, que devero merecer a
apprnvneiio publica.
O governo, acatando sempre a constituiQao do
estado, conta, para levar ao cabo tao importantes
medidas, com a forca da opinio publica e com o
apoio da paiz, e espera que em vista -dos seus
actos se associaro ao seu pensamento patritico
todos os que se interessam pela prosperidade da
patria.
O governo nao levanta urna bandrira exclusiva,
aceita o concurso de todos os que quizerem acm-
panha-lo na gloriosa tarefa de realisar as medidas
mais urgentemente reclamadas pelas necessidades
do thesouro e da administraco.
Dens guarde a V. ExcMinisterio dos negocios
do reino, 4 de jnnho de 1870.Illm. e Exc. Sr.
governador civil do districto de Aveiro.Jos Das
Ferreira.
Idnticas se expediram a todos os governadores
civis.
foi interinamente enearregado da pasta da justica
o Sr. Muritiba. K-sa infermidade do ministro da
justica. de alguma sorte parausa os despachos da
respectiva pasta, porque o coliega interino, por
una delicadeza que se comprehende, limitn-se ao
que puramente de expediente. pntvavel que
eesa ioterinidade se "prolonnue por algum tempo,
vb-io que cora quanto o Sr. Nenias j tetina entra-
do no periodo de convalesceoca, os mdicos acon-
seiham a sua sahida para o campo.
Ser mais um embaraco para que a cmara si
oceupe de certas reformas que contendera coa o
ministerio da justica; at mesmo. porque deve
esperar um projecto de reforma que S. Exc. j
annunciou ter entro ruaos, para apresenta-lo ao
corpo legislativo. Entretanto etrre como certo
qne o governo est disposto a activar quanto for
possivel a adopeo de certas medidas, pelo menos
na cmara temooraria, atim de que a presente
sesso seja mais frtil do que a anterior, que, ao j
dizer a verdade, foi um pouco estril, e mais po
dia ter feilo, embra o Sr. Alencar ache motivos,
que justiflquem o pouco resuladique delta se
colheu.
A questao relativa a redaeco da Reforma
de que lhe fallei na passada, pouco tem dado de
si. Por ora o que se resolveu foi que aquella re-
daeco fleasse a cargo do directorio liberal. Fot
este o meio de affastarem o Sr. Silvera Martins,
3ue alias j se tinba affastado. Houve ha tres
ias nma reuniao em casa do Sr. Nabuco, o qual,
como sempre, procurou resolver o negocio com
os emolientes que costuma empregar; mas nada
de definitivo fieou assentado, nem se designaram
redactores determinados. Parece qne deixou-se
ao arbitrio de cada um escrever quando e como
quizer, com tanto que os arligos sejam vistos pelo
tal directorio.
Informanvme agora que anda hoje se nao
volou no senado a eleicao do Rio Grande do Norte.
O Sr. Silvera da Mona, que a combaten, fallou
toda a hora ; provavel, porem, qm amanha
seja encerrada a discosso, a fora de duvida
que o parecer ser approvado.
Corre qne o governo trata de nomear pre
sidentes para o Rio Grande do Sul, Minas e Ma-
ranhao. Para esta falla-se que ser removido o
de Sergipe.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERXAMBL'CO.
RIO DE JANEIRO, 14 DE JUNHO.
Nada de notavel ha occorrido depois qne lhe
escrev. No senado discute-se anda a eleicao do
Rio Grande do Norte, que tem sido combatida pe-
los Srs. Silvera Lobo, Sarava e Zacharias, e de-
fendida pelos Srs. bario de Tres Barras e Jos
Bento, membros da commissao. E' de presumir
que boje se vote essa questao.
Na cmara dos deputados anda se discute a
questao Bramuh, qne j estara votada se nao lo-
ra o suelo, que os Ilustres representantes toma-
ram no sabbado, e hontem i.* feira, dia de santo
Antonio. Por ora tem fallado nessa questao os
Srs. Araujo Lima e Souza Res, contra, e os Srs.
Antonio Prado (depntado por S. Paulo) e ministro
da agricultura, a favor. Hoje deve, a esta hora,
estar com a palavra favor o Sr. Correa (do Pa-
ran), ao qual tem de responder o Sr, Andrade
Figueira, o mais tenaz adversario da medida. Es-
tao anda inscriptos os Srs. Ararpe, Theodoro e
Pereira da Silva, os dous primeiros pro, e o 3.
contra. E' provavel.- porm, que amanha se
possa votar a materia, e assim fie urna vez por
todas terminada essa questao, que j vai cheiran-
do a tamandu. Depois delta teremos, natural-
mente a dscussao do voto de gracas, que segan-
do as coojecturas deve nesta sesso ser mais inte-
resme do quo. foi na pasaada.
Tendo. adoecido. fravemente 9 Sr, Nebas,
ASSEMBLCA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 7 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
(Concluso).
O SR. MELLO REG : Vejo que com a commis-
sao ds-e exactamente o que acontece com quem edili
canapraca publica, unsacbaram a casa bajxa.on-
tros alta. Neste caso est o projecto em discussao, uns
acham que a commissao foi muito econmica, cor-
lou multas despezas, deixou de attender militas
necessidades; outros a argem de haver cortado
largo, consignado verbas para despezas desnecessa-
rias e superfinas.
O Sn. Pedro Apfonso:Por isso que divergi-
ram os memoro da commissao.
O Sr. Mello Hkgo:Ou por isso ou aqullo, o
que digo o que a casa esta presenciando.
A commissao teve muito trabadlo para estudar
a situaco financeira da provincia, teve muito em
considerarn o relatorio do inspector da thesoura-
ria. meditou muito em rela$ao a sua previso de um
dficit de 130 e tantos conlos de res, e isto ne foi
pequea difflculdade a vencer. Alem disto veril!-
con os dados comidos no orcamento da thesoura-
ria, calenVm a possibilidade que poda haver de
augmento de receita sob a oreada por aquella
estacan, e se tinham cunti de exactido as suas
previsofs.
Por liin chegou a este resultado a situado fi-
nanceira da provincia se nao prospera, nao
tal como parece a primeira vista. Assim, o sobre
esta convieco, confeccionou o projecto de lei que
se discute, aflastando-se um pouco da proposta da
referida thesouraria.
E para evitar que o seu trabadlo viesse a ser
disiquilbrado por meio da aluvio de emendas
que costurae apparecernas dlscussoes, emenden
ser conveniente, at mesmo por dfferencja aos
seus nobres coliegas, e para nielhor ordem do
seu trabalho, procurar todos os nobres de-
putados, para informarse das necessidades mais
urgentes das localidades que representara, e,_se-
gundo; as notas que reeebpu, confeccionou o projec-
to a que eslava obrigada pela confianza que receben
da casa elgendo-a. Deste modo attendeu aqullo
que por nformacoes e por sciencia propria lhe pa-
receu de urgencia indeclinavel.
Alera disto, a commissao procurou outros meios
de ser informada, leu os relatnos das diversas re-
partieres, e delles extrahio o que era apresentado
como necessario e urgente,
Feito dest'arie o seu trabalho o apresentou a
casa, na persuaso de que elle podesse de alguma
forma satisfazer a casa e attender as necessidades
e melhoramentos que a provincia reclama de pre-
ferencia, nao tendu todava a pretehcao de o sup
por completo. jPara isto faltava-lhe tempo e dados
de outra ordem.
Entretanto possivel que o seu trabalho seja
defectivo e imperfeito, e, peste caso, espera que o
casa, em sua sabedoria o ample e corrija rasoa-
velmente.
A commissao teve o cuidado de ni; exagerar as
necessidades da provincia, guou-se pelas nfor-
macoes que recebeue lhe pareca, que por esta ra-
zo estar isenta da censura que acaba de fazer Lhe
o n bre deputado que me precedeu na tribuna,
quanndo notou que a commissao s attendeu a um
certo numero de igrejas, esquecendo outras em
crcumslancias idnticas.
O Sr. F. dr Fioceiroa :Nao fiz censura, disse
que quera saber os fundamentos que tem a com-
missao.
O Sr. Millo Rkco :Os fundamentos foram es-
tesa commissao precurou saber quaes erara
as igrejas que exigiam reparos mais urgentes, vis-
to nao ser lhe possivel incluir na consignaco res-
pectiva todas as igrejas e matrizes da provincia,
nem saber se ellas precisavam obras e reparos,
e nem seria rasoavel elevar esta verba a urna som-
ata exagerada.
Urna vez que veio a ponto tratar das matrizes,
devo fazer algumas considerares sobre o que se
disse hontem em relacao a emenda que est sobre
mesa, propondo que seja designado no orcamento
urna quota sem descriminacao.para ser pelo pre-
sidente da provincia destribuida de acord com o
prelado diocesano. A commissao j declarou.
pelo orgo do seu nobre relator, que nao concor-
da com este systema de occorcer as necessidades
das matrizes, e eu por minha parte, lainbem o de-
claro.
A assembla competente para decretar auxilio
s obras das igrejas, e se emende que deve desta
vez votar quoia para este fim; faca a destribuioio
por si, e segundo as necessidades a attender, evi-
tando assim urna delegaco ao presidente, delega-
'gao depeudente do airitre do diocesano; parque
de delegaco em delegaco ir ella abdicando das
suas mais importantes prerogativas, nao devendo
esperar-se outro restallado qne nao saja fiear sem
exceuclo o seu pensamento.
Para convencer-nos, o nobre. diputado autor da
emenda, se*vio-.se de aponjamantos que lhe pro-
porejoaon, o eapirito curelo de um nosso collega,
e ooy eiles procurou demonstrar qne as consig-
n*qd* para matrizes destribuidas em diversas
leis de orcamento. nao tinham sido devidaroente
aapHtadas, e disto eonelnio que o melhor alvitre
era tfio fazer a distribuido. Ora, se cora a des-
tribmco feila por esta casa, ficam as verbas sem
applfeacao, o que nao acontecer se a deatribuicao
nao for feita ? K' provavel que nao se despende
am real se quer com a matrizes.
A apertura da barra de Serinhiem tambem tem
soflfrtio grande mpugnaco,
En nao tenho dados seguros para sustentar com
vaningem a necos forMKOos que a commissao obteve, ficou na con-
viegia de qne ella constitu um melhoramento
importante, que, nao convm ser adiado. Eu sou
sempre propenso a realisacao de todos os medio-
ramalos materiaes, nao me recoo nunca a con-
correr para conslnicclo de estradas, aberturas de
canana, de barras etc. e por isto entend com os
mena, filustres collegas de commissao, que a aber-
tura da barra em questao devera ser attendida no
projatto em discus^o. Alm de que ranitos dos
nobre* deputados do 3* districto mostraram desejos
de veressa obra em caminho de execorao....
(Tnwam-so apartes).
..... delles recebamos nformacoes que nos
pareoeram acetaveis. Veio aflnal a discussao,
e aa pnndecoe* qne vantajosamente produzo o
met MOre coliega de commissao o Sr. Drnmmond,
tornaam mais firme a nimba conviccan, e a re-
solucib em que eslava de votar pela idea. Ac-
erase* a ista que ella nao ha de ser realisado sem
estudne previos, e en espero que a presidencia fa
ca de consignaco votada, o uso mais discreto.
O 3b. Corrcia dr Ara jo : Ficam 2:5001000
guardados na thesouraria que podiam ser applica-
s a ontra obra mais necessaria.
O Sn. Mello Rboo : Nao importa isto. A aber-
tura de urna barra nao p le deixar de conside-
rarle obra de grande utilidade, sobre tudo tendo
por im facilitar a navegacar, paia lugares muito
importantes como sao esses ao sul da provin-
cia.
O Sr. F. de Fiovkiroa : S aproveita a raudos
poneos eogenhos.
(Ha outros apartes).
O Sr. Mello Reg :Talvez naja all Tais faei-
lidade em transportar os productos por mar, do
que pela estrada de ferro.
(Ha um aparte.)
0 Sr. Mello Reg : O que tero a questao da
companha Pernambucaoa com isto? Se o contra-
to da companha tiver de ser rescindido ou altera-
do, supprimindo-se as viagens a esse porto, a pro-
vincia far, nao obstante a abertura da barra, da-
tando com ese melhoramento importante, urna lo
calidade tambem importante, no que nao lia incon-
veniente algum.
O nobre deputado que me preceden, depoW das
suas objecedes a verba destinada para as matrizes,
deu se ao trabalbu de jnstilicar a sua emenda re-
lativa a reconstruccSo do Iheatrb. Eu peco-lbe
llcebca para declarar gue nlo Alistante aceitar a
idea de-sa reconstrnecao, sou constrangido a dis-
cordar 'lajnaneira porque a quer ver realisada.
O nobre diputado quer nada menos de cem contos
em dinhero para o theatro.
Um Sr. Deputado :Isto sobreearregamos_o
povo com tributos.mas nao lhe damos urna distracio
qualquer.
O Sr. Mello Reg :En quero o theatro, mas
o quero sem pretenco de necessidades de grande
importancia.
O theatro muito necessario; urna grande po-
pulacho como a desta cidade, que contnbue com
seus impostos para as rendos da provincia, tem
sem duvida direito a que se lhe proporcione ura
centro de dstrac^Ses;. ella que carrega com gran-
de onu, deve tambem ter osos. A questao, po-
rm, nao est nisto, est na deficiencia dos meios
de que dispoe a provincia para attender a todas as
suas necessidades, e se ella nao tem dinhero o que
ha de fazer ?
O nobre depntado que, na sua impngnacao a
quotas para matrizes, quiz sobre ella fazer econo-
mas qualitieando-a de desneeessarias
O Sr. F. de Figueiroa :Nao foi essa a minha
intencao, disse que quena que se dsse quantias
suflcientes paraos reparos.
O Sr. Mello Reg :-Parecen-me ter ouvido o
nobre deputado dizer que era boa fazer economa
na verba das matrizes. e aislo tome nota, qualifi-
cando a sua dea de economa d' palitos
O Sr. F. de Figueiroa :Comprehendeu-me
mal.
O Sn. Mello Reg:Pois bem, nao nsistirei
nisto, e acredito que ouvi mal o que disse ; e eom
o nobre deputado farei votos pela reconstruccao do
theatro. >
Eu considero o theatro como elemento de cvili-
sacao e excedente escola de costumes; e desejo
que se reconstrua o edificio que o incendio devo
rou; mas antes disto quero que nao seja pertur-
bada a distribuirn das rendas pelo excesso das
despezas que est casa venh a votar. Falta-me
agora tomar cm consideracao o discurso do nobre
deputado pelo 3 districto, que se acha em minha
frente.
Quando eu o ouvi fallar em aurora de cadas.o
que me occorreu foi que elle vinha ooi auxilio da
commissao; comprehendi na expressoaurora
que elle se coinprazia de ver um principio de cau-
sa feliz que applaudia. Entretanto, nao posso dis-
simular a casa a decepcao porque passei, vendo-o
de alguma forma pronunciar-seksom desfavor a idea
de construirem-se cadeias em diversas localidades.
Nao ficou nisto a minha decepcao; ella cresceu
com a emenda que apresentou o nobre deputado
reduzindo as quotas marcadas I
Anda assim nao estou descont com o meu no-
bre amigo; collijo da sua emenda que reconhece
a necessidade urgente da construeco das cadas,
de que ae t.'an, e isto j nao pouco....
O Sr. Prdro Affonso : Ninguem desco-
nhece.
O Sr. Mello Reg : Entretanto tendo o nobre
deputado essa convieco, eu nao sei descortinar o
motivo qne o levon a apresentar a sua emenda.
O Sr. Pedro Afponso :J sei que aceita as mi-
nhas emendas.
O Sr. Mello Rtr.o .Desde que o nobre depu-
tado cao contesta a utilidade e conveniencia da
coDotruccao das cadas, siuto-me imposibilitado de
comliater a sua emanda, que nao tem razio de
ser.
O Sr. Pioao Affonso :Nao contesto a utilida-
de, acho que o orcamento foi exaggerado.
O Sr. Mello Hego :No orcamento o que fez a
commissao foi mostrar o desejo sincero de ver rea-
Usada a idea da construeco de algumas cadas e
para isso coosignou as quotas que pareceram-l-e
sufucientes para a exocuco das respectivas obras.
Un Sb. Deputado :Existem orcamentos da
reparlico das obras publicas ?
O Sr. Mello Reg :Nao, nao ha seno para
a do Bonito; mas nao difflcil fazer um calculo
approximado. Em todo o caso.com as quantias pedi-
das pela commissao, as obras podem ser comeca-
das, o que nao acontecer se passar a emenda do
nobre deputado, que marca quotas por deraais in-
significantes.
O Sr. Pedro Awonso :Pois supprima-se. \
OSn. Mello Reg:O nobre deputado disse
hontem que as cadas eram necessarias, mas nao
urgentes.
O nobre deputado sabe que e. todas as lo-
calidades do centro as cadas s,o. casas particula-
res, raro o municipio que tem, como ea,d edifi-
cio publico, e essas casas nao, offerecVun em as-
cornmi)dar5es bastantes pera, a, precisa, auguranca,
necessario mudas vezes o emprego de meios op-
pressivo e violencias para se conseguir ter em
segnranca os criminosos. Em bem, pois, da ga
raotia individual devenios antorisar a edificaran de
cadas, como qne daremos nm passo no caminho
da civil harn.
O encanamento do no Taquara. fez tambem es-
pecie ao nobre deputado, nao sei se nisto influio o
nome Taqnara.
O nobre deputado commetten nm engao em di-
zer que no seno nao ha ros permanentee...
O Sr. Pedro Arawso:Ros que se prestam a
navegacao.
OSr. Hello- Reg:O nobre deputado o oue
disse foi que nao haviam os oermanentes.
0 r. Pedbo Affonso :Nao poda dizer tal.
O Sb. Mello- Reoo :A canalisaco do que se
trata para abastecimento d? agna potavel a um
povoado importante, urna obra pequea que se
pode realtsar com facilidade. Ha urna legna pon
co mais ou menos da povoaeo do Altinho existe
o riacho Taquara coja fonle perene, ao passo que
no mesmo povoado nao existe agua. E' para en-
caar este riacho, que se pede 4 contos.
(Ha um aparte).
0 Sn. Melzo Recd :Fsto que lembra nao obra
urgente, nao est as condicoes das incluidas no
projecto.
0 Sr. Pedro* Affonso :Isso para ter agua
somente pelo invern.
O Sr. Mello Reg :E pelo verao.
O Sr. Pedro-Affonso :Pelo vero o rio secca
segundo me infermam.
O Sr. Mello Reg :=No, nio secca.
0 Sr. Pedro Affonso-Disse-meo Sr. Antonio
Pacheco que morador l.
O Sr. Mello Reg: Ainda assim, se ha receio
que o rio seque no vero, far-se-ha nm acude no
lugar da fonte, e eom este deposito d'agua ella se
conservar durante o vero.
Sobre a estrada deOlinda a commissao entendeu
que era tambem ama obra necessaria. O facto de
termos brevemente orna estrada de ferro para all,
nao quer dizer que se abandone aquella estrada
que ha de continuar i ser transitada ; por ella
que ha de vtr os productos do norte da provincia.
E' urna estrada cuja eonservacfu, no estado em
que est, ensta mnito care.
Um Sr. Deputado:Empedrase a estrada de
Apipucos que de muito mais concurrencia.
O Sn. Mello Reg:E" economa fazer o era-
pedramento, para diminuir a despeza da conserva-
cao : a reparlico das obras publicas indicou o
como necessario.
Um Sa. Deputado :Com a estrada de ferro pde-
se adiar.
O Sr. Mello Reg :Estou persuadido que nao,
2ue convm por a estrada de Olinda em condiefles
e offerecer transito fcil.
O meu nobre collega, deputado pelo 2* distric-
to que hoje tomou pane no debate, comecou por
estranbar qne a commissao se tivesse esquecido
da histrica matriz de Santos Cosme o Damio,
assim como tartfeem da estrada do Itapessuma.
Eu devo dizer que esta sua estranheza resente-se
de manifesla injustica; a commissao nao conhece
todas as necessidades da provincia, nao sabe qnaes
as matrizes que precisam de mais urgentes re-
paros, quaes as obras mais indispensaes, e foi por
isto que solicitou informacSes aos seus eollegas.
Infelizmente quando a commissao recolhia taes
inforraacoes o nobre deputado nao estar na casa,
para indicar-lhe as duas obras que se referir.
E demais, a commissao apresentando o projec-
to, contava que, se alguma cousa tivesse esqueci-
do, seria remediado na discussao.
Agora ainda tenho *de fazer um reparo ao que
disse o nobre deputado pelo 3.' districto.
Depois de censurar a comralssu de orcamento,
achando que a projecto nao e?tava completo, disse
que a commissao, para evitar a pefturbaeo do
orcamento, sendo ella composla de pessoas in-
fluentes da casa, devia reunir os seus amigos a
cerrar fileiras e fazer passar o que quizesse. Eu
peco licenca para dizer ao nobre deputado que
elle nao qniz dar ao seu dito smente o sentido
que as palavras indicam ; quiz tambem por em
circularlo urna malicia..
0 Sn. Pedro Affonso :Nao disse malicia al-
guma.
O Sr. Mello Reg :=-Se o nobre deputado quiz
dizer que a commissao tinha influencia porque se
achava em perfeito accordo cora os seus col-
legas...
0 Sr. [CNACtO Leao :Eu tive o cuidado de
protestar em tempo.
0 Sr Mello Reg :Se estar em boa harmo-
na com os seus collegas significa influencia entre
ellas, eu udmilto que se me attrbiia influencia,
porque desvanero-me da honra que me fazem to-
dos os nobres deputados da sua amisado e atten-
coe''.
Quanto pretenco de que a commissao cerr
fileiras para fazer votar o orcamento, anda que
sabor o podes^e fazer, nao o faria, confia no
criterio da casa.
0 Sr. Pedro Affonso :Eu disse isso com rela-
cao emenda apresentada pelo Sr. Lobo, porque
me pareca que essa emenda contrariava o pensa-
mento da commissao.
O Sn. Melbo Reg :A commissao cumprio o
seu dever, confeccionou o seu trabalho e o apre-
senta consideracao da casa como bue para a
discussao ; a casa portanto retoqne-o, aceeite-o
ou deixe-o de acceitar, faca o que entenderla com-
missao ficar sempre salisfeila, e nao far ques-
tao de nenhuma das ideas consignadas no orca-
mento.
A hora j est muito adiantada, e eu tenho ain-
da tanto a dizer I... Mas submetto-me imposi-
c3o do relogio, e tratarei de concluir.
Eu chamo a attencao do Sr. presidente para urna
emenda que est sobre a mesa, indicando o paga-
mento da quantia de 800* ao paare Figueredo
pelo excesso dos concerlos que fez na capella de
Tamandar. Esta emenda nao tem cabimento neste
artigo, refere-se nma obra ja feita, e como tal.
nao deve ser incluida no artigo que trata de obras
novas, deve ser guardada at a discussao da ver-
ba de exercicios nodos.
Sao estas, Sr. presidente, as explicacoes que
posse offerecer a consideradlo da casa ; conclui-
rei, fazendo mais estas ponderaijdes.
Sem impngnar nenhuma das emendas qpe se
acham sobre a mesa, deixando ao criterio do Srs.
deputados votar sobre ellas segundo o seo modo
de aprecia-la-, e s me pronunciando contra a
que pede de 100-.000& para o theatro eu chamo a
attencao da casa para o segrale :
As emendas apresentadas hoje e as qne esto im-
pressas, elevando a consignacoobras publicas
nada menos de 837:500*.
Vejam os mbres deputados se e possivol votar-
se to avallada quantia para esta verba. Deduaa-
se do orcamenlQ as despezas que nao podem ser
adiadas, as despezas do pessoal, as dos contratos
feitos, as da forra policial etc. e em resultado atlen-
da-se ao guanum das sobras.
A commissao calculan que o mais que poda
conceder-se para obras publicas era 400 e tantos
contos.
Aonde se ira tirar dinhero para estas despezas
desde que a renda da provincia tem limite alm
do qual nao vai ? Por conseguale a casa considere
que nao deve votar emendas no valor de mais de
800 contos, nao podendo a provincia despender
com obras publicas mais de, 400:000*
Um Sr. Depctadq :Para isso temos o empres-
tmo.
O Sr. Mello Rgo :Entao guardem-se os no-
-,. AAAla4a r.ii>* n A i an<*aoT\n rl.\- ndilifiTAQ filia
bres dputados p'ira a discussao dos auditivos que Joao da, Puriflcaco.
'

submetti sua consideracao. Por agora eviterrj
urna votarlo inconveniente. Toda a despeza frita
pela verba em- discnsso realia-se pela reeeiu
ordinaria, e se nio houvor dinhero para todas as
obras desigRadas, o presidente nada far, natural-
mente ceder ao embaraco eom que ha de lutar
na escolha das obras.
Ainda chamo a atieneao da casa para mais es:.-
ponto. O orcamento da receita feilo pela thesoura-
ria de 1,873:000*, a commissao propoz nma aV-
peza de 2,300:00f>*. i8i0 SOOtOO* de mais sobre
a renda calcnUda...
0 Sr. Pedro Affonso .Com que conta cobrir o
dficit ?
Outro Sn Deputado:Com o augmento da in-
trodcelo.
O Sr. Mello Reg : Vou dar a rarao do pro
relmenlo da eoinmisslo. O' clenlo da rhesour.i-
ria nao um calculo seguro, que mo admita va-
riarlo, um calculo provavel, o termo medio
do rendimento dos $ ltimos.
Assim ve-se qne tendo sido a renda ios
dous annos mais remolos inferior o do ultim
anno. a base da thesonraria inferior ao que n
realidade deve prodnzir a receita doexepcieio fu-
turo. A tendencia de augmento que- tem mo--
trando a rendz, a base variavel do eatulo da 1I1--
snuraria, a rvisode impostes, que propite a com-
missao ; tudo Mo convencen de que podase, sem
grave inconveniente, exceder a base orala; mais
isto nao quer dizer que de vemos elevar es-e ex-
cesso a mil contos, como parece que acontecer,
sendo Hendidas todas as emendas.
Um Sr. Deputado :Pode haver algn* corles.
O Sr. Mello Reg:Eu estou chamando a al-
inelo da casa para a situaco financeira da pro-
vincia, e nao eslou pedindo que se corte isto nn
aqullo, cada um de nos que faca o ses dever
com aexpomaneidade de sua consciencia. Bast
que pense bem era que as cifras s exprimem s
que elle* querem, nao cedem a exir^nci.-
forcadas, ellas nao sao elsticas.
A casa me desculpe o haver tomado-lbe tan:.
tempo : tenbo concluido,
0 SR. CORREA DE OLIVEIRA insiste na*
ob>ervacoes qne fez, sustentando a sua emenda, e
responde aos argumentos produzidos pelo X. G.
Drummond.
O SR. CUNHA CAVALCANTE :-Sr. presiden
te, a primeira vez que tenho a honra de (aliar
n'esta casa, e por isso mnito necessito de sua be-
nvola alinelo.
Nlo eslou preparado para fazer um disenrso, n
mesmo reconoeco ou son- o primeiro a confessar.
que nao disponho de recursos intellectuaes (na
apoiados) e que sou naturalmente acanhador pei >
que nao posso nutrir a vaidosa idea de pretender
satisfazer a espectaliva de to Ilustrada as*errbia.
Entretanto, Sr. presidente, tendo eu mandado k
mesa urna emenda, ante-hornern, pedindo mais
1:000*000 para as obra da matriz do Bonito, de-
vo explicar a casa o estado daquella matis;
tendo tambem visto o meu Ilustra coliega, o Sr.
Dr. Pedro Affonso apresentar una emenda, redu-
zindo a quota consignada no projecto do orcamen-
to, para a cadeia do Bonito, devo dar a razan por
que me opponbo a essa emenda, mostrando oti-
lado daquella cadeia.
Sr. presidente, a matriz do Bonito acha-se em
grande estado de atrazo, relativamente as suas
suas obras ; os oildes anda esto em pretor nao
tem cornija, nem caixilhos assentados, e por ess<
motivo na estarn invernosa succede, que as aguas
penetrara pelas paredes e vo assim arruinando-
as pouca a pouco, de sorte que, continuando, po-
dem ficar nuiilisados e perder-se um grande sei -
vico. Os corredores ainda esto era pr-1" >mi
Iadrilho. Toda igreja est sem forro. A uawlla-
mor vai servindo celebradlo do santo s*entp-i
da mis-a ; porm nai tem ainda obra do tta&iii..
e seu forro j se acha um pouco arruinado.
E' verdade que a matriz do Bonito, hoj- :?pi<-
senta urna difierenca notavel. em coinpaiae>> ao
estado em que achei, quando all cheguei.
0 Sn G. Drummond :Gragas aos cuidad-*-.!-
V. Exc.
O Sr. Cumia Cavalcante :Obripil..: ns
V. Exc. pode assim dizer, porque realmente hMth
envidado todos os ineus possiveis. alim do vo? <
melhoramento daquella igreja.
Tenho obtido apenas 3:000*000 prownienl de
duas partes de loteras que teem corrido era be-
neficio da referida matriz, e com esse auxilio pre-
parei a frente da igreja, colloquei pulpitos e :n-
bunas ; de sorte que tem melhorado muito a ma-
triz ; porm nao est com a decencia necessaria,
ha todas esses servicos a fazer.
Portanto, offereci urna emenda, consignaod 1
mais 1:0005000 alm da quota designada noor-
camento.
Tratarei agora do estado da cadeia do Bonito.
Sr. presidente, o lugar que serve de cadeia n
Bonito, nem mesmo pode-se chamar una casa,
sim um verdadeiro chqueiro de immundicies ; t.-
do esburacado e em tal estado de miseria, que
para conservadlo dos presos, necessario ludi-
as noites porein-sc no tronco, p irque, do romo
no evadir-sc-hlo; e o meu codega o Sr. Dr. IV-
dro AfTonso tendo andado no Bonito, sabe moil
bem do estado daiwella cadeia. Eu cons ler >
muin diinuuuia a quantia de 10:000*000 para a
obra da cadeia, mas, como j. existe principio di
urna cadeia, obra feita pela cmara municipal,
em estado de receber travejaraento com o servtc
que se pode fazer, cora os 10:000*000, tornar-
se-hi um edificio importante e que bem servir.i
ao fim, que se pretende...
0>Sr. Pinto Jvnior :Uma planta e orcjameni 1
que eu vi, de 30:000*.
5r. Cunh\ Cavalcapwe :Podendo essa obra
adiantar-se muito eom a applicacao dos 10:000,
ente ido. que nao se deve diminuir esta quantia .1,-
maneira alguma, para dar-se algum irapulsu
obra, e enlo- no anno vndouro consignir-se li 1
oulra quota igual ou maior para sen acabaraeuw.
k' vista pois, do que expuz a respeito do estado
da matriz e da cadeia, espero que os meus i Ilus-
tres eollegas se dignem prestar os seus votos, pa-
ra que seja approvada a minha emenda e 1 <..
bem se eonsign^a verba de 10:000*000 v1-1
cadfia.
Eu nao tenho at o presente encommodalo as
amibos com pretencoes, confio em sua ladait<,
que rae ho de coadjuvar.
OSR. NICOLAO TOLENTINO justifica a emen-
da r ue offereceu, consignando quotas para a ma-
triz da Boa-vista, desta cidade, igreja de Sama Ui
ta de Cassia e capella da Casa Forte.
O SR. RUFINO D'ALMEIDA faz algumas con.-.
deracoes em justillcaco das emendas qne olfc-
recn.
Trado dado a hora fica a discussao adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do dia -
levanta-se a sessao.
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE JUNHO.
presidencia do sr. dr. aguiar.
Ao meio da feita a chamada, acha-se prosea-.
numero sufficiente dos Srs. deputados, abre se .1.
ssso.
0 SR. FIRMINO DE NOVAES :Sr. presidente,
pedi a palavra para commnnicar a esta casa .i h
fausta noticia da morte do nosso eximio e virtuo-
so prelado o Sr. D, Francisco Cerdoso Ayre. no'..-.
cia qne vejo no {liario e qne passo a lr. (L.)
A vista distad seuhores, peco que tomemos \\\< >
por tres *as viste como j precedente rtetf* ',(-
s.a. estabel^oldo por occaslap da morV? d^Sr. D.
1
1 m 1


'im
~r
-*~.
1
3(1 VC4RI3VJMB&0 de PanambttCO Sesada eif 2t de Junho de 1870. JR jl |J
lerv\ porUDlM. 400 se levante a sel*, para ] feriaos .jijo a* vw qraii).*' ;af ezfr*ljte*>,-um iin-
iiu> V. Bkc. se. dignar consultar a casa. 1 menso nnm jto de pessos Ja provincia e de Tora
O SI.PKIS1DKNTE : U ncb/M depulad'is I duda lena eoncorrido ao usodesia*. milagrosas
ouiirama projosla l*3t> pelo futrado atemoro
pie araba d^'.'sw; portantb, os s
qu<: a(on vjnua i.r-^-ta... ;
O SR. MKLLftltO dii -queseo* mullo justo.
.1 -nativo allegado do nol.ro depnlado, para que
sesso seja itts,^naJlttdo-.-e assiu ttiuamova
le (Wiar pela iifu>UPnufcia q*M acaba de ser
1id, mas que nttendeado ao e-lado de Jgrazq dos
trahalhns e ai*.:ire a a sembl j tnuccieiiartdo
* sos oes de prurogacu, eutende que apenas oe-
*e deixar de funeciouar por um di:.,, o newe senti-
ln i.fTei ecex'omo emenda a sna idea.
Consulta-da a cas, decide-so pWa primeira pro-
O S1..VRESIDENTE ic-vanta a sesso.
SESSO ORD'.N *WA EM ..1 DE JC.NHO.
fRESIDGKCIX 1)0 SU. AGCIAH.
Ao mete da FeilM a chamada acham-se prsen-
os os Srs. Antonio Paulino, Barro Vauderley.
M.-inwl dcR'SsRifleirii VSanna, Felippe do Fi-
Liicfua, ( hwa c Andrade, Vieira de Anuyo,
\im:..i.v!. I-iiu;ii:" de Kevaa, Manocl Arlhur, Paes
Lando, Guedos Gondio, CuntaCavalcante, Gm-
ilv^i Lima, F.-rnirn de, Aguiar, Pedro A'naiiso,
?) iv.'ia FohSefc*. -Pinto lunior, Miguel Pernambii
. .. Eduardo de Olivtica. ilenriquq Mamede, Mallo
?., Teixein de Si, Knli.-o de Almeida, aspar
Di amaoml, OvlcaHU de. Albuquerqtie. Gnsmao
Uhu Gcs r,:,v:.iiM/.i->, Vieira de Melio, Nicula
ijefcriffcu e Ijsimrio A-aquiiu.
Afcre-se a sesso. lida e approvad a acia
ta iniciie"..
() mi 4* aECiumsiio d conta (1j seguate
EXPEDIKNTK !
lima patinan da Jn> Java Cufi, rx-praca do
corno de polica (ce-la provincia, petunia que se
lite, mande papir a quaatia de OOSiiOO, que M
lh" est a llover de Ma graliNeafaV garantida pela
lei h. 611 le 2 *5o na.o Je HHu A eominisso le
.TiMiii'-iu<> provincial.
iaan m raotndnrua da villa de Itamar.u', pe-
di id :i i- (icHt-so de tima lutria de4:00 para
reHill-ac.\.. di iirreja de So-ft Seulior d< Rosa-
rio.A' aooBaMnia do nnviineni provincial.
O mi ii.' coiapanhia 4"S Irilii^is urbano.* da hV
tiiti .i (di', i. pi- i.. i>ra pri iintar a Cwtuawjia diis trilbos at as
liii.u.-* d>i in.rio da jtrevini'W. A' eomniissao de
ati iiiiliiicas
Soaoini'vidi* as ro-laci.!j dos prujec.os s.
:.*,, iUl,i(KW8. '
I.":-se e o appmvade o spumte parecer ;
AeoEiini>>t tend i qn ciu ivawa circuinstancias a Jos Can-
41*1 .i:i Sil "a llr!, mnceden-si) pelas leis ns.
2i:, .117, :I0J, 47, 48fi e'.M. a percepeaii ile
^i.i'ili.-.iran |xir hu* iledie annos de exircieio
-li:i biii qi*e Juran elles eoMiplotadcs ;
fj' |i.ii.-i-.-r(|uo mauiui'isea presidencia dapro-
tarta a mandar axiidar e pagar a mesmo Sr-
taata > <|ue >e lliedpver.
Sala .ia> avavaww, 8 de Jr.ho de 1870.
J. aVHa aVoauG. -Drnmmond.
4--eH anpimviii" um parecer da coininissu'
-ir miii*ii"adiL wuinido i* razoes da pro>ideniNa
.i i i pcntMHaa da imiantlnde do Saiiiissiiuo Sacioniwi-
11 la recuezi* o Ilota Amaro do Jboalio,
(Contimuar-ie-liaj
aguas, i.'olenifi gralinnte as n>ais rehzas <-. uifalli-
vuh caras has diterfta tfffec>o.- cutaueas, calcu^
loaai t. rtKHii)i\iitas. ''
a.'K u (ue.du o 0[. Macojo. ...
Estou infonaadj de que seraelhante opinio
liad?, lem de exagerada.. ^_
Vultos iu:::i|H~aMpUiJHa Je cn*^
idades cuUih-.isfcta Kfar,s, ja de dores raen*
ntacas, por niais ajilas que >ejao, tee.u aktl de
Lulo si: rauatVI.'oido.
Admira, pnante, que as aijuas de flnaaiir-
ml pennanecain, fra de Serg e, nj esledo de
ilaacanlietKueiii.i, tj dentro, tu da aOindoaj etn
c|uo se aekaui uuda
Preieudo em brnv iaan Ir.r exinikia-las cou-
venien enenfcj a.i orte.
Se o idStrtw-to it-rifltamft ju-tfl.-n. cntm de
>Dpoor, a persiusao do escnpior da Encycipt belga, nesto caso, ou respociivii can-^tjt, uu J^f
gtjvcinoettinpreaproveiuir u inoiimatil Mceaai&j,
que a naturea oulkarajot ea provincia.
' Su pniiieiu ttjatuimq crear-a mimtcirialt
dadouinaaLuadaau tontada recelta, ua.Mgunda
Inorara provincia, e en. loaas gautiar a causa
da lutrnanidade. .
t Sabis, senlfeMs', a importancia *as agnas
lliernaos ; sainij o iuculcu'aveis li'icaQciOf que
d"c!las proVu, i: por u*:i trato dn a^tunnt")re-
coininendaiid't as v.i>ww euidalou
HOSPUAl* tMIlTii.U./..-:;-!;! .iesemsiia nes-
pstabeleninent.. o Sr. inuidlHItl) Antonio Alberto
de Sviuxa AitiMar'
PROTESTOS DE LETTR,\.S.-0 e-orivo do
pri.'cst.is Jos MariavK, est Ja semana, na roa
de Saal'i Aunro u. 20.
IJLAO.Conforme o anjoaeio na columna
dos !e*ri6as dovo teringar miua'i o Ieitao Je ina-
veis. Imiaa, cidros, calrxn a cawllos por mler-
veticao -do agente t'int, ho wbrada da ra do
Vijrio n. i.
LOTEIIIA. A que se actta A-wnda a l"il
benetii-i) de r.*,i)lhifj-!iii rauda de, logo nao ^er donairoso que o pubV.a
lenha noiihociinento da*tyndioa lrajdia ; visto
ser ell<* digan de toda altencao dw liomens nones*
lloarados da sociedade.
l'itr rssW occaliamenle tiratou, pJ^ ntsi6* de
sena artiBcibs, do iadispoi-me coro as-auth.i
de, faxemlo (ui essa l.vaa par ondn osias Vio?s-
seai mp o ilircito do prnpriedad&eiu tiu poder en-
trar ira mea^sunelc. imynto, o inmaumal eni
ves'. ,\.i e r;
nitor., ha anuos laes 4ft sep por efje pi-JiJ ,
thoi i i. 'c para manda* par utna o^lcnan| race-
bel- um toba, o qi4 rol nj-pot esta fcita a n-
treaj
QuB)j*iis \1\.; mate vi t
r* Ati|Mj-id;..li; nunca ; tinnn n.i i-;,, $a nao
CtTlh vivida at n da '.! cenenfco,
\Vora pa-.. a -ospou. i o giiiadu avi-.v do dia
2H do 8; Machada etn. o qua ui :. Nao quero
nonMnaar i-m rak discons nrta lmpr>fa-
0 publico o evra aj.rsciar por sua alta moralida-
de. p*s i:ti quoi ?lle ,u*e y ;iubicu Conlleva de
ioih*4aitain men*-maaaoeculloR,leito8 pur un
dign-i horoem justo u honrad !
Bi rmtH : rra -jintidaoi* de nico-d irm do ar-
natem da ma da Praia. t.iliva, a ver quem tal o seja, e quaeii ftram t?
seas successoi-bs, uin deyara-^e um Urcoiro,?...
Sao ser so^a sua -.*oa 'Tue devera fa-er a prora

J v
exuberante perajtte os tribunaes aiq petantes, la,
que na do :ivr"(ruar-sfl qnem sjhi.i o fuem o !
Eni aanats cout* haver aceites
ou delicio algam da firma Machado, eu> que pro
tesu c.iatrA i*s quo apparecor, i..ln testar d'u recuoi pausados uestes prximos dias
dos Sre. Bato.- 4 0wra, um da quaniia de 820 J,
nutro de 4 ~>i0 das ultimas, 400 urrubas de cr-
nv, que anda aa aotiam no armas-tu.
Yaniboia do todos oh pedido* que forain feitos
caa a tirina, os.quaes niu forain vendidos pelo
Sr. Auioaii i Joaqcim Hachado e sini a tirina de
irire ora gyr.iva a cas.pela sociedade, o qne se
ha 1e pnivar, cowi o publico cooliecer
Ein truanti a lama que pelas autoridades poii-
ines tem o 8r. Macliad e balanc o haver mu prejnico de 2:3904, eoui) iue
BMM no da Sti pelo noy> pan que so aeha pu- fui ar^nido peleSr. Dr. subdelegado de Saaia Ann:
blici.la, rendu o menor premio C eo,mawr
MM0.
SUMISTA EIABIA.
iSSElL4 PROVlNC,lAL.-.\'o sabliado a as-
*-*lott em 3* UUcussao, o projerw d
tvampnta municipal, sendo approvadas BtgaaMJ
pi-ieodas so npsroo off^recidas, pelo qne icon
itffyandaata ae nova discussao ; apprcvoit tan 1'.
ii-ciissao a amjeata n. I4i;dste annn. qoo ap-
firiiva o convenio feito fela junta da Santa Casa
dn Misericordia com o cas.iI do tinado onaanal
aajnr de Maneta* Vascnncellos de Druniiniint
mi :t* o de a. 104, |ue crda cadeiras de mstruc
i*i primaria ^para os sexos mascnlino e femenina.
o Inpar Crai d'Almas ein .i' o substitutivo o-
iTinda ao projeeto. 145 deste anno, qne ap-
ituiv.t o contrato, celebrado cpm Manuel P. Mnrei-
ra d'Azev.do para caaalisacc do rio Goyanna ;
(ieindo ii projeeto dependente de nova discussao ;
era :t4 o de n. 8.'i e*m; Isenta de imposa a empre-
za que w iwjranisar para abasterimento aV'ii.i
p.itavcl .i cidade de. Olinda, o o <|u.- I'az mo tilica-
bV* -n g inarata aoletmdu enm a emnpantua dos
iriib< n*b 1'edro AIT-nsii. (liiveira F.mceca, A. Caralcanre e
Teixeira de S, licamto deiwniteiiie de ui-va ''ota-
ca > m>r ferom sido anprovailas a'jruinas cnien.lis-.-
'ni 3*.i pp.jeeto n. 82, que regala as funec/ies dos
partidores o destribuidmes dn fro Mata capi'al,
orando ns Srs. G-Brummond e Crrete d'Araujo ;
ni :t" ii a. 136, que cmeede indemni**cj
Jaaquim Mataael da Gosf*. arrematanto (tos repa-
ros da estrada'do sal; o o de n. 1(4. que manda
admittirao ataaten>6 publico o pr(es?r jubilado
ji.aquim Antriflio de Castro Nones.
.\;m se realisou liontem a sesso marcada
no sabbadn, por s haverem comparecido 18 Srs.
depulados.
Aordem di dia para hoje : continua^So da
antecedente. 2* discusso do projeete n. 141. 3a
i s de ns. 116, 82 e 125, I' dos de ns. 439 e 95
e discussao nas emendas do orcamento munici-
1^4 e das do projeeto ns. 145 e 85, mdo deste
ann.i.
"PROCLAMAS.'Snram lidos no domingo-na ma
trii Ja freguezia de Santo Antonio os proclamas
secruintes:
2.' I'elix da Costa-Pere;ra, com Jo<*.nna <'.!andina
Meades da Silva.
!i*;ti.n.i Ignacio do Meira Pernio, com Maria Jo-
serrna los Santos.
lula Gualberto da Silva, com Adelina Maria
Soaref.
Antonio Manbado Per.dra Vianna Filho, com
Carnuda Rosa Machada Laata.
3.* enuncii^ao.
Amancio Valeriano de Carvalho, com Bernardi-
na Francisca duSenna
AgasiinhoMau el Santiago, com Maria Mathilde
de Jestis.
Francisco Nogneira' Pinto, com Umbelina de
Itollanda Va lenca.
Jos Joaquim da Costa Araojo, com Maria da
Oinreieau Ferreira.
PERIMENTOS.A's'7 horas e meia da noote de
22, ful rido com diversas fucadas o subdito por-
taMjnei Nicolao de tal, urna das quaes grave, no
hajpir Caminho Novo,-da freguezia da Boa-Vista,
r--ii la o ftido a:enas podido ver que foi um ho-
meai do oor preta quem Ihe fez ns ferimentos.
Anda uesse roesaio lugar, as 7 huras da
n nite de 21, sotTreu diversos feriment.s leves
pruduzidtis com um cunapasso, o cabra Antonio,
eseravo do Sr. Joaquim Salvador Pessa de Si-
oleoor.
fcXPLOSO E M03TE.No dia 23 do nnrreale
as 10 horas da mantia, pnr descui lo de Marceli-
na de tal, moradora no lugar Partido, do enge-
n'i i S. Joo, na freguezia da Vanea, incendmu -e
urna porco de massa para fogu de arti&aio e de
plvora, produzindo urna enploso, da quai re-
su loa a sua mora e de um seu lilao menor de
de s annus, e o ferimento leve de diversas pes-
stias ipie acudir) ao incendie.
ECLIPSE.Atnanhaa ha um elipse do sol, in-
visivel para esta provincia.
PROaOGACAO. Poram de avivo pnrogado-
at 3. do crrente o? trabalhos da assemlda pro-
vincial, aflrn de se coocluir a discussao dn orca-
uteatp provincial, nica le annua que est por
votar..
ICYA-DA SCSS^O AI1MI?3STRATIVA DE 2JOB
JUNHO DE 4870.
>RSSIDENClA 00 EXAL SIL BaSEMUABfiJJX AMSELUO
BASOSOa PBIlBTO.
s 10 huj-.i da uiaanaa, ureseates os Srs. linwo-
lldos Ho i>. S. gxc o Sr. (srosidentu. declarou abena a
sessao.
Foi ida. e appr"**ada a .veta da sossao de 20.
KXl'BBIEmE.
Offlcii. da corte, tirniido
caUtcau -das cowiiiepciantes matriculados ao mez
de mate ultimo.Acc-p-sh.
JomeH Oflitiul iiu a. 431 438.Ao archivo.
Disuibuiraw so os -ogmates livros :Diario de
Compteno 4 Ordeiro, dito de Jo Jo.qutia Das
Pernaudes, e nue lem de servir para diseripeo
de peehores de .". lauieyser.
UESfACNOS
Ueiuerimento de Mondes \ Colho, subraetten-
do reglero a iiaiciirgcio basuu.e, que jualam.
Rrp'isli'e--e.
D: Pereira Caraeiro & C. tamuem subaie leu-
do a registro que cuiferiram a lu- Mari Je
Oliveira Castro. -Bf^nre-se.
e Pedro .Affiih-o do Medeiros, requereudo o
registro de om doiramento.
Oe Antonio Adulpnu Leilo do Bego, nedinJo
pir corti lao so ein deonnbrp do anno prximo
passado apreseut.iu registro sua noiaeacao de
caixeuu de J jquim Gerardo do Bastos qual a
data di registro, e se consta ter posteriormente o
iMlo Bastos dado nomeacao a outeo caixeiro.
Como n-quer.
Duvida do Sr. 4):\ ofiicial-maior oppota ao de-
posito dos estatuios da coinpauhia Becifo Draina-
ge, limited, pir ajo conferir como original p me-
morndum que apre.-eniou, e mesmo porque em
vista do art. 7." rio referido memorndum se re-
coiibece estar sujiata a nutras estatutos. -Proce-
deiido a duvida o supplicute a ^atisfagi.
COM QVOBlUQlonO SR. DKSKMBARGAUOaniSCA^.
Beqtierimeuio de Jos Joaquim da Costa Maia e
Antonio da Cosui do liveira Maia, disirato de so-
ciedade.Begisire-se.
Nada mai* sendo snbmettido despacho, S.
Exc. o Sr. presidente encorreo a sessos II ho-
ras e meia do dia.
SESSAO JUIlfCfllA KM 23 DE JUXUO UE
1870.
?nssroB>ci\ do ku. sr. ueskxiiargaoob a. r. rs-
RBTTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao iiii'io dia deslarou-se aberta a sesso estando
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes e Accioli. e os Srs. deputados Rosa, Basto,
Miranda Leal e baro de Cruangy, faltando o Sr.
desembargador Itcis e Silva.
Lida, foi approvad a a acta da sessao anterior.
ACC0HDA0S ASSIGKADOS.
Embargante, o barao de Henifica; embargado,
Braz Carueiro Lelo : appcllantes, os adiiiinistra-
dores da massa fallida de Antonii Jos de Figuei-
rdo ; appelladiil). Paulina Arcas de Goduy.
JLOAMENTOS.
Nao estando presente o Sr. desembargador Reis
e Silva nao furam propo-tos o feilos adiadcs a 17
e 20 do presente mez, entre parles, appellanle,
Jos Barbosa do Carvallo; appe.llados, Barbosa &
Souza: appellaote, Paulo Guelpbe ; appellada, D.
Luciana Gertrudes Clara da Silveira : embargan-
tes, os administradores da massa fallida de Anto-
nio Jos de Figueiredo ; embargado, Amonio Pe-
reira de Car*alho.
BSICNACAO de du.
Embargantes, Ju>6 Francisco Ribeiro Machado
e outros; embargado. Amaro Jos dos Prazeres :
appellanle, Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavalcante ; appeliado, Salvador de Siqueira Ca-
valcante. O primeiro di i til.
AGGUAVOS.
Juizo especial, do commercio : aggravante,
Franelico Xavier Je Souza Bamos ; aggravados,
Gomes, Leiie & C, liquidatarios de Jos Fernn
des Gomes A C.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes jurou
suspeicao a o Ekiu Sr. presidente delenmnou
que fossem u- autos reuieiiidos ao Sr. desembar-
gador Iteis e Silva.
Juizo municipal e do commercio da villa do
Cabo : aggravantes. Moa-ira & Duarte; aggrava-
do, Candido Jos Barbosa Bomanzeira O Exin.
Sr. presidente negou provimento.
Encerrou-se a sesso 4/2 hora da tarde.
ua aBeaao >sn>quo foi chamanto para meser in-
tercsiada a entrada ein minha cana oomaiareial,
protesto ceora o Sr. Maehado peraote as ik bu-
amarilla Jo. iii ndo que no di lo do crreme,
quaad i ttaaaaoa nina pe*pjeua altereacao familiar,
o Sr, Machado, como caixa que e gu;M ila-livros
da casa, fez couduzir i livros peio eaixeiro da
casa quande sahio, acoinpanhado .peloSr. Cesar
laaia, ijuu o aoom-ianha a toda parle d'esle feito,
sao Ksiemtvaha todos os visinhos.
Doclaro que desde o da 36 de abril prximo
paaanua al o ia 15 do corrale, dia en que levo
principio a i neta qne todos testemonliaram, nao
honvu neata ea*a balando algom e own pula ha
ver esse desfalque. vi>i > ser o Sr. Machado a cai-
xa, eai podea do jual exista lodo diuboiro do gyro
da cas*, sendo-les estas quantias apuradas no
ai mazen entregues pelo ciixeiro; apenas eudava
Ir.e as uias do lancameaio ue entradas e sabidas,
pelo que ser peante osla reesraas nutoridadas
responsavel n Sr. Michadn, licando dosde j preve-
nido a tddaa nao aantraata nogoeio aigam eom sna
iihilher a Sra. D. Jo-epMa Bo-a de ranjo Macha-
do, assim como protest cintra todo eqitqaerr
ribo passado de qualquer dala a Antonio Joaquina
Machadlo por esta, ou anata nualrmer dos dinnei-
ros^ ipie ten esse m serio nulos perante os tribunaes.
Al a vulta.
Ao publico
O abaixn a-signadotendo de responder corres-
pnndencia inserta t\o .Liberal n. 173, de 8 o cor-
rente, assignada por ldomineu, pede ao respeitavel
publico que suspenda por lgitus dins o seu.jmao
a que elle exiba os seus docuuitnios, que se Ihe
fazeui precisos para a refutaran dos factos q-.ie
nella se hearijuein, c chame a responsablliilad.- o
capitn Joo Fernandes Vieira de Mello, signatario
da carta eom que se prnvam ditos tactos, protes-
tan lo dar minuciosamanle contas do re.-ultari i .11
respe,-1:va processo ; cuja uetiQo inecial acaba de
submetter a despacho do Illin. Sr. Dr. jnlz muni-
cipal do termo.
Itamb 21 de junho da 1870
Ursuliiw Cicateante do R'(o Vasconcet/o*.
rado como vivo dos movimentos polticos e parti-
cularts deste mando, nao desejava involver-m
em quesuo alyuma; portn tambem nunca de-
xarei. de dizer a verdjjde quando for em soccorro
de algueni.
E* exacto, qao visitando raen padrinho o Illir..
Sr. commendador A. de Siqueira, nncontrei ao fj.
bir o Sr. Salvcdnr de Siqueira rmio de V. S. a
|^ MtetH/ba e posso afiancar que im em rea-
posta, qut sim, porque o negocio com o Sr. Momtl
Ignacio tmun de V. S. eslava acabado e luuhm
iiw i.'aoa exista nas sobro o ntgtnho Ma
soyba.
S*m dtsejo de offender a-^eaia alguma, redro
o qu; Lassou. Como j disse, desjo fugr de
questoaa, princpalmonte de prenlos, pjrm ae
ihe rr preciso a publicago desta caria o podar
fazer.
A-Eljn'affa pelo Sr. Dr. Jo3o Francisco Xavier
Pato Brrelo, cuja firma est reconhecida.
: msxmadn guerra o assaltar o Intmlgo, an-
tes iifiea-'sui tenha lempo de concentrar as suas
rorcas fiara o ataque. O mesmo applicavel na
lucia diaria com as enrarntldados. Se bera que a,
Salsaparrilha de Bristol, antagonista, que pou-
caa iole*iias murtaes podem residir, leva a cabo
a ?ua obra curativa e regeneradora, muita rn.ii-
deprassa quand/i ella usada loo no caneco da,
medsti?, do que quando esta j se actia entranha '
da no sysiema. As escrfulas que nao se teem
arraigado profundamente nas carnes, ou atacado
o*- pa*ae, se desvaneem.oomo por um encanto,
sob a sua mgica influencia; snceedeod o mes-
mo com as molestias cutan?as, affeecao do flgado,
e d intestinos e rins. dyspepsia; neuralgia e
rheuinatimo. Porin lenha se entendido que,
quando a lucia entre as faculdades physleas e a
enfermidade, chega ponto de se tornar urna ba-
talba entre a vida e a morte, to terrivel quo du-
vtdosa ao parecera Salsaparrilha de Bristol, po-
de anda assim mesmo, fazer pender a balanca em
favor do dooate. O naufragio da humanidaae en
contra sempre nma ancora de salvamento neste
hygieuico auxilio.
16*000
2000
COMMERCIO.
Vintj'jjeo costadiana' Je 25 a 30
01 jllimetros de grossjya. um
idr^n pranclwos de dous costa-
dos at .'0 millimetros de grus-
sura......... t'
dem tabado de menos de 25
railliaietros do grosjur .'
Tabuado divarso......
Tatajuba -jr^. __
Travos M. v*.....
Varas para pelear. ....
Idom iiara-aguilliftdas .
Ideal para canoas.....
Caverna de sucanjra(eiavobra)
Eixos d- elenpira para carro. .
Melaco.........
Mel de abelha.......
Milho..........
Ossos.........
Palha de carnauba '. .
Pechunt-,........
J^eiraa'-de amolar .....
t\tem n-flltrar......
dem de rebollo .
ennas de ema. ......
Piassava."........
Pontas ou chifres Je novilho ou
,'7-ICC*' '.......
aabao .........
Sal. .........
Salsaparrillia.......
Snalos de couro braaco .
Sebo ou graxa em rama .
fldem em velas. ......
Sola e vsqueta.....,
Taploea.........
Unhas do hoi.......
Vassonras de carnnnba .
dem de piassava.....
dem de imb. i .
Alfandega ae IVruabmbuco, 25 de junho de 1870.
0 4.'confercnte. Antonio C. de P Borges
O 2. conferenteCarlos Augusto Litis de Kouze
Approvo. A.lfaudga 23 de junho de 1870. =
Paes\de Andrade.
Conforme. *- Joaquim Tertuliano de Medeiros.
SECEBEDURrA i)E KENDAS I.NIEBf.AS toft-
RAESDEPERNAMBCO.
i\er.diutntode -a 1 a 23. 53:094*39:1
dem do dia 25....... 1:199*617
f BACA Di. RECIPE 25 DE JUNHO.
DE 1870.
*S 3 1/3 ROBAS DA TARDE
Assucar Canal1*800 pr 15 kll. (quarta-tera).
Carnbio sobre Paris 90 d|V. 445 r?. por franco,
banco.
Dito sobre dito -3 drv. 450 rs. por franco, banco.
Prete de algodo daqui para Liverpool l|i d.
e o 0(0
lioncallo Jos Affonso,
Presidente.
Mesfinta Jnior.
Secretario.
PUBUCACOES A PEDIDO.
AGUAS THERMAES.Sob esie utuJo lemos o
seguate no rotatorio do presdeme da provincia
de Sergipe, apresrutado assembla legislativa no
correte aano :,
t'.onsi.vmeqae 500 kilo;netr!is di-iaue daoa-
P'ti.i, 44 da cidade de Maroim, e 6 kilmetros da
ni! i do Rosario do Catete existe, dentro dos Hmi-
' -s .lo cogenbo deaominado tamlniral. u'uma
laixa de terreno esponjoso e ua extremidade de
mu declive d'ara urna ecavacau flo 5 braras de
cumprimento mais ou ovinos, sobre 3 de largu-
ra, na qual refervryi aguas ihermaesconhe-
cida* ge ral mea te na etoainea pelo mime e aguas
do lamburraL
Tratando d'ellas, o Sf. Dr. Macedo n'am artigo
{ti'jcado na Enciclopedia Belga diz:
-i........agua* de urna virlude proficua eine-
I e cajo valor poder atfingir .0 ijr"3 cen-
drados.
o Infelizmente anda nioforom estas aguas ana-
Ivsadas scieuliflcamente.
c Ha, porm, toda a probabilidaJe ou antes
/|na< certeza de une sejam sulpburosas, o que in-
dica o faz mesmo crer a falta computa da emana-
^aw de gazes caractersticos. Apezt.r do comple-
to aaandeno e desprezo em que taea agaas tem
jaz I', e do encomuwdo que se sejeitam es en-
.'
o publico.
Quem mais vive, mais v !
Morrandose e aprendende?
A poca do progresso I
Do torio direito se val uuendo.

Jos do Reg Mello, nao pode deixar hoje de
levar os ssus males ao conhecimento deste
respeitavel publico, principalmente a falsa tra-
gedia que ora encetou o multo conhecido Sr. Ma-
chado.
Serei obrigado a nao deixar as dunas colum-
nas deste conceptuado jornal, aflm de que seja
bem apreciado o carcter do meu competidor, e
o senso moral de todos ; fajiin-me iustlc, alm
da qne espero dos tribuuaes, onde diz u Sr. Mar
chado fazer valer o sen.
Apezar que seja triste uro estrangairo em tcrrai
.Iheia, comludo confio, nio obstante ser pobre e
estar intercptala as minha transaccoes com-
merciaes pelo Sr. Machado ; coo\|nos magistra-
dos probos e dignos de bmra, e nts leis de paz
embora hoje ellas estejam contra o mea direito ;
porm espero que ellas voltem sobre e feiticelro?....
visto qaas o dinhefro_eom) do parecer de> mu-
tos, faz o hmnem honrado.
Se s bomens que assim pensam, buscara nos
seus tenebrosos antros os artificios aleirosos para
injuriaren! a oatretn, eonflando-se na proteges.
lliudeu-se.
A razio era qualquer lugar de sea esconderijo,
apparaee e sempre victoriosa ; porque ella a
substancia da verdade acobertada pelo fnmo tene-
broso do espirito das trovas.
A pochas rauda m; tal vez sida como pensa o
meu competidor, porque ede v $ue a pocba
dos crimino os serem os offendidos, e os ofteudi-
dos serem os offenaores.
Tendo o Sr. Machado dado principio eom os
seu; anonymos desgracados, de sea esperto pro-
ccmento, atirou-me ai furias de sua digna mo-
Ao publico
Lt a Jornal d-i Rea fe u. i: de 19, e 20 do
crrente nina pabbcacao de um maldizente que
se amjnaU:n morador de Agoa Pretina qual
haBBa censuras a*. utondades policaos daquel-
le termo, por consentirn que aili residai.i em
taes e ues engento* criminosos, sexuado diz*
coiniiiiinieante. aura se desabridamente contra u
meu amigo o Sr. Antonio Evaristo da Rocha, 1."
supplt'iiie do delegado.
E como eslea o dito Sr. Evaristo bem aislante
do termo em viagem pelo serlao, nao pudendo
por so defesder-se de to calumniosas argui(id.'s,
apre-so-mo em vlr ao prelo pr<>star em seu no-
me conu-a ludo quantn foi dito e Ihe possa offender,
rogando ao respeitavel publico que nao fixo por
ora juizo algnm acerca de taes proposicoe* injusta
e maliciosamente escripias, somente com o llm de
desaira lo, at que voltando de sua viagem, venha
ju-'blcar-se, e desmentir eise seu inimigo que
de emboscada o acommette.
B.S.
Boga-se a respeitavel aitencao de... para a res-
posta da publicaco a pedido inserta no Diario de
10 do correnle.
A esta publicaco acntosa da verdade e do de-
coro, respoude-se com o aaexim das velhas que
suppem as velhacadas como o oo liohoso, que
por mais que se escondam e se disfarcem, l dei-
xam de fra a ponta da cauda, por onde mais
tarde se descnlirem.
Os dous documentos qne abaixo vo transcrip-
tos demm5lram,a nao deixar duvida, a verdade da
referido anexira, cahive! e bem applcado ao qua
diss o carangueijo chicanista da tal publicaco,
deixando ao descuberto toda a sua capciosa pre-
tencao.
O tal chicanista nao sabe a quantas anda, em
que se pegue, era em que ba de ficar; quando
desmente mente e confessa o que nega, qoando
nega desmente o qpe confessa. E' por isto que
bem Ihe assenla o nome de carangueijo, ou antes
de maxambomba pela faeildade que tem de andar
para iraz e para dame.
Veja-se se ou nao um verdadeiro maxambom-
ba o tal chicanista.
Agora, como em marco deste amo annonciou
elle por esto Diario : que ningoem lizesse negocio
com o engenho. Mussayba, porque o sen pro-
prietario nao tiulia anda feito o inventario que
competa fazer pela morte de sua primeira mulher,
em 21 de abril, mudando de formula, diz em
nutro annnncio, que o dito engenho nao pode ser
vendido por iaso qae o seu propnetario lera diver-
sas execuedes oontra si; agora, porm, j nao
por falla do inventario, aera pelas execacoes que
tem coatra si, que seis proprietarins do referido
engenho o nao poda mudar, maa sim por achar-
se trocado palo engenho Cassu I Vide o 1. docu-
mento, em que o chicanista informa ao comprador
do engenho Mnssayha, que o pode comprar, por-
quanto o qne bavia a respailo deste engenho es-
taba acabado.
Bem feliiseria o cbcanisla se o que diz fossse
real, pois nao tiuha mais do qne fazer com que as
penas da tai recahissetn sobre o estellionatario ;
visto que anda nao oflegou o terapo de se vender
a propriedade vista e face do dono, sera que
este se desse por olleadlde, mxime estando de
lula aberta cum o qua assim usurpou a sua pro-
priedade, nao succedendo assim, claro qne em
tudo isto s existe a mentira e enredo com o im
de tudo e.nbassar e confundir, como j fem sno-
eedido, mas, afloal, gwcas a Dous, i luz snrgio,
e a verdade apareceu clara e pora oemo sempre.
0 estellionatario impume.
1" documento.
Illtn. Sr. Joaquim Salvador Pe.isoa de Siqueira
Cavaleante. Respondeado os dous quesitos de
sua enrta tenho a dizer-lhe, quaoto ao primeiro,
que stou na pose do engenho Cassu em virtade
da compra da posse qne tinta T. S. a esta safra,
assim como de atgumas bemfeltorias e'ulencijios
que tinb* V. S. no referido engento, segando
que se aeha o mesmo engenho oceupado por um
meu fllho, isto por ordem minha, tanto pelo que
(lea.dito, como pelas compras ave fenko (eilo aos
iwrdeb-os do fallecido Antonio Luiz Oozcalves
terreira, cujo engenho achava-se hypothticado
para garanta das leHtras acceitas por Manoel Ig-
nacio a quem tinha sido Vendido o mesmo enge-
nho por Antonio Luir.
Pode .V. S. fazer o aso etc.
Eageaho Firmeza, 20 de junho 1870.
Francisco Antonio de Barros-e Silva.
Cuja firma est reconhecida.
2* documento.
Illra. Sr.Ohnda S4 de jnnho de 187.-Em
resposta ao favor de V. S. digo o seguate : re-
3f Rio de Janeiro Liniitei
De seo ata lettras da praca tasa a god-
'JDeiooar.
fcecebe dinhero em conta corrente bia
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade s
xiiwipaes da Europa, tara correspoQdeute.'
ib tinbia, !Hie;ios-Ayres, Montevideo, New
- Nftw-Or!e?D3, e eroitte cartas de crdito
a;,'i gs tnsmos lugares.
' ""1WT Wf COMME14GO !f. W-
- v-
AJJU'LHcmumiiL
XeX manto do da 4 a 23. 789:536*208
em de- t S. 25:624*628
--------------
8I5:160836
iOV.'ME.NTO DA ALFANDEGA
143
563
------706
41
88
------49
/omines euiridos cora fazendas
dem ie-ra com gneros
.'oiurces sahidos com falendas
Idea dem com ganaros
Descarregaa ioje 17 de junho,
Brign inglezMarthmmercadorias.
Brigae portuguezLaia Jmercadorias.
rigue iaglezHelen Richard-idera.
Brigoe inglezCmi/rosidera.
Brgne inglezJohn Boyaluirdem.
Barca trancezaSpheredem.
Pata, ho portuguezPorliabaealho.
Vapor inglezSaAiramercadorias.
TABELLA dos PREgosv dos gknbuos sujkitos a di-
KEITO DK EXPORTACAO.SKMAlfA DB 27 DB JUNBO
A 2 DE IILI10 DB 4870.
Mercadorias: Unidades. Valores.
duzia 144.5000
i 96*000
!cuia> 3.5
um:. 500!)
dni.a .1*400
i 83000
urna 1*000
> 3*.*i00
kilog. lofiOOO
320
c . 68
i 16
inolhos 1*000
kilog. 817
31
> 18
i 34
i 4*7Db
molnos 460
evoto kilog. 2*800 348
40
< 2*043
par kilog. 800
340
> 476
1 1*200
204
cenro 380
duzia 768
* 1*200
960
CONSULADO PROVINCAI.
Rendimentn do dia 1 a 23.
dem do da 25. .
ll!:4ll*lol
7:2930!>
118:704*660
Abanos......... duzia
Algodao em caroco..... kilog.
dem em rama ou em la. >
Carneiros vivos....... um
Porcos idem.........
Arroz com casca. .... kilog.
fdem descascado ou pilado
Assucar branco ......
dem mnsctado...... >
dem refinado.......
urna
ou men-
litro
>
>
kilog.
(iallinhas
Papagaios .
Azite de amendoim
dobim.....
dem de coco .
'dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baunilha ....
Bebidas espirituosas ^efarmentadas:
Agurdente cachaca. .... litr.
dem de canna ......
(dem genebra .
dem restilada .
dem aicool. .
dem cerveja .
emvjnagre .
dem vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
biscoitos......... kilog.
(dem ordinaria, propria para.
>

>
>
300
200
869
4.5000
2*000
68
177
230
433
436
15000
3*000
937
673
52S
102
3*450
193
300
330
300
337
600
300
660
piiaca do recipe
EM 23 DB JUNHO DK 1870. AS 3 HORAS DA TARDK
liKVMN'BM KEMAXAL.
Cambios.Sobre Londres en-vlnaram-se tran
saccoes leas pelo banco a 21 "j d. ^ por particu-
lares de 21 Va a *l Vi d. por ) ; si^re Pars a
450 rs. por aquelle e por estes a 445 rs. por Irn
eo. O total das transa e des chegaram a ......
60.000.
AlgooaoiVenden-e o de Pernarahuco escollo
do e regular de I3io()0 a 1.(5700. o o de Macei,
posto a bordo, de 44*700 a li*!(IO a arroba on
lo kilograumas.
Assuuah.Veudeu-se o raascava lo bruto dn
Canal a 1*300 e o americano a 2*200 a ar-
rota.
Couros.Os seceos e salgados venderam-se a
344 rs. por kilogranmia.
Arroz.O pilado da India venden-se a 3*000
a arroba, e o dn Mar-nhao a 3*a0 rs.
Azeitb-docbO de Lisboa vsndeu se a 3*400 o
galn, e o do E-treito 3*.
Bacaliio.Ein atacado vendeu-.se a lo* a bar-
rica, e a realho 17*.
Bolaciii.n'h.vs.Ido ai a 3* a barrquiuha.
Caf.I lem de 5*300 a 6*400 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*800 a libra.
Cehvbja.Idein de 3*300 a 7*600 a duzia de
b tijas ou Faiunha i.k jia.ndiuca.Vendeu-se de G a 7* o
tanca,
Loug; Vendeu-se a ngeza ordinaria cora 360
rs. por rento de premio sobre a factura.
Ma.ntriga. A mgleza vendeu-se de 1*200 a
1*250 a libra, e a franceza a 680 rs.
Massas.Venderam-se a- 7*200 a caixa.
Oleo db lixhaca.dem a 2*300 o galo.
Passas.dem a 11*300 a caixa.
Pbhsuntos.dem a 18* a arroba.
Qusuos.Os tlmneilgos venderam-se a 2*000
cada um, e os dn prato a 700 rs. a libra.
Sabao. Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Touoinho. Vendeu-se o de Lisboa a 13*000
a arroba.
Vinaqbb.O de Portugal vendeu-sa de 130J a
140* a pipa.
VinhosOs de Lisboa tintos venderam-se de
200* a 220*. branco de 240* a 270*, e o Figuei-
ra de 230* a 250* por pipa.
Velas.As de composicao venderam-se de 530
a 560 rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulon a 9
por cento ao anno.
Fretes.Do algodo. deste para o porto de
Liverpool.-de 1/4 a 3/8 d. e 5 / e da Parahvba e
Macei, para o mesmo porto, a 3,8 e 3 / Do
assucar, de-te para o referido pono, a 17/6 sem
capa, e da Parahvba para o Canal a 25/ e 3 %
certos,"a* avallada por 1:600*, a qual va a praca
por execucao de Manpsl Jos d,o S Araojo, contra
Rufino Antonio de Mello, por seu curador ad litem.
Ena falta de lanzadores que cubra o prego da
avaliaco, ser a arretiatacio feita pelo preco da
aJjudicacao cum u ajialimanm da le.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandi ftzer o presente edital quo ser afixado
Sitare BpfRuma^^uMCuo pela imprensa.
o e paralo nejarciihide do Recife e Per-
ico aos J3 de main lo 1870.
Eu Mauoe|flliiaa de Barros Faleo, ecrivo
nterao o subscrev.
Franctco de Asiis Qliteira ilaciel.
DO PORTO.
embarque.......
Caf bom......
dem escolha ou restolho
fdem torrado on, moide.
Cal branca.......
dem preta.......
Carne secca ( xarque ). i
Carvao vegetal......
Cera amarella. ...... >
dem de carnauba em bruto. >
dem dem em velas,.....
Cha.......... a
Cocos seceos.......eento
kilog.
Colla
Couros de boi, seceos salgado,
(dem idem espichados....
dem idem verdes .....
(dem de cabras cortidos om
dem de onca.......
Doce em calda......kilog.
Idem em gela ou massa. >
fdem seceos....... i
Espanadores de pennas grndes duzia.
dem pequeos......
lem do palha....... >
Esteiras de carnauba .... eento
fdem propria para forro ou estiva
de navio........'
Estopa nacional ...... kilog.
Farinha de araruta.....
dem de mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade. >
Fumo charutos......centro
dem cigarros......
dem em Ma bom kilog,
(dem em folha, ordinario on res-
tolho ........
dem em rolo e em latas bom
fdem, ordinario onrestotho.
Rap..........
Gomma de mandioca, (polvillo). .
Ipecacuanha ( ra )......
Angico (toros)......duzia
Caibros ........um
Enxams........
Preehaes........
Jacaranda (eoucoeiras) duzia.
Lenha em achas......eento
dem em toro......
Linhas e esteios......nm
Lour s (praneboes)......
Pao BrasQ........kilog.
fdem de jangada......nm
Quiris ......duzia
476
204
476
442
959
39
17
158
468
4A2
436
763
4*360
4*000
1*438
544
640
300
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*080
12*000
16*000
42*000
436
681
92
172
3*000
310
4*090
613
694
345
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*060!
93*000
3*000
ll*O00i
6*000
10*0001
403
5*000
6*000
Navio entrado no da 24.
Iquique (no Per)-53 das, luaar inclez SaUUe.
de 275 toneladas, capilo Turrell, equipagem
II, carga salitre ; o mesmo caaito. Veio re-
frescar e sesmo para BosIod.
/Vacio entrado no dia 23.
Liverpool65 dias, escuna,iogleza ilaigarita Me
nenr, de 183 toneladas, capitao John Bull, equi-
pagem 6. carga carvao ; a Thoniaz Ji fferes & C.
Nucios sahidos no mesmo dio.
Porto-Barca portugueza Social, capito Augusto
do Carmo Rraga, em lastro.
Canal-Bngue hollandez Goedhurt, capilo I. G.
sekma, carga assucar,
Barbadoes-Barca ngleza Indian Cltie, capitao
\V. Freend, em lastro.
MartinicaBrigue francez Confiance, capitao Co-
ligny, em lastro.
Obsercagao.
Nao houve entradas e nem sabidas at meo da
de 26.
EEITAES.
O deiomliargador Caetauo Jos da Silva Saniiago,
da imperial ordem da Rosa e presidente da re-
laclo de Pemambuco etc.
Faco saber a todas as autoridades indiciaras e
mais funccionaiics do foro desta capital, que ten-
do chegado ao meu cuulwcimento por maio de
tima represenlar/o que n:e dirigi o Sr. Dr. Julio
Augusto da Cuuha Guimaraes, secretario do tribu-
nal do commercio, um fado gravissmo que se
aeha no dominio do publico, praticado pelo snlic-
tadnr de causas Leopoldo Ferreira Martin Ribei-
ro, de se ter pcevalscido de seu nome, no carcter
de funecionario paWico, e do d pin dos desem
bargadores adjuntos do mesmo tribunal para ex-
torquir de urna casa commercial dest praca difi-
reme seminas para favorecer um pleito judicial
que o commerciaote Jos Fernandes Gomes tivera
com Joo Evangelista de S. praticando asssm um
verdaooiro estelionato III E sendo do mindever
reprimir semelhantes abusos, bei por bem da ad-
ministraco iS justica e morahdade do foro cas-
sar a proviso qne ctnaJinenie tem o referido so-
licitador, visto como nao trepida em extorquir de
snus constituintes quantias fabulosas prevalecen-
do-se, para flns lio per-varsos, dos nemes de ma-
gistrados, e de mais fuaecionarios do foro em me-
noscabo de auna repntacdes 111 Seja, portanto, anta
publicad em audiencia, do que se faca menco
nos protocolos para qae chegue aa eoahecimeato
de todos, e devida preeaurao.
Tribunal da relacio de Pernamhuco 13 deja
nbo da 1870.
Caetano Jos da Silva Santiago P.
S. Exc.oSr. prosidt-nte da Bftjviiicia iiianJa In-
zer puhlicn que no prazo te 90 das contados des-
ta dala devem ser aprestntadas Be.-ta secretaria as
propostas para o contrato -:e illuminiyo gaz
nesta cidade, ^conforme a le provincial abaio
transcripta.
Secretaria do enverno das Alagdas em Macei,
19 da maio de 1870. O secretario, Joaquim do
Reg Jarros.
LE N. 542DE 11 DE MAIO DE 1870.
Jos Benlo da Cunta Figueiredo Jnior, presiden-
te da provincia d .Maguas: Faco >aber a to-
dos os sena .habitantes que. a assembla legisla-
tiva provincial decretou, e eu sanecionei a lei
seg'int^ :
Art. Io. 0 presidente da provincia fie. autori
ssdu contratar com Jaiques fionefond, on eom
qualquer nutro que melhi.res vantacens offerecer,
precedendo edilaes de 00 dia?, publicad'^ pela
imprensa, nas principae cdaJcs do imperio, a
enllocarn de nm gaiotretro pira a jllmi.ina-
go publica d.i capital, mediante as 0PBdi\Ges <.-
guirites:
S 1." A lluininaco cr.mpreheader.lpila a ci-
dade eseoR eiiturno* limlt:los.
S 2." Dentro do referido permetro coliocii
o emprzario, a sua cuala, tresrntus aimpialorcs,
des'ihuidos pelas roas e pracas, e na distancia
que for marcada pelo governo, percebendo pe-la
luz de cada combuslur a quaniia de trinta reis
por llora, preco que deve ser regulado peh> pa-
dr-i monetario brasleiro, e equivalente a dezesete
dinhciros slerliu*; podendo ser augmentado
aquello uumero quando o governo o julgar eon-
veniente pela mesma friua, preco e eundicoes
cima mencionados, ao que fica tambem obrigado
54:294,1010 "mreuite.
a i. Cada combustor formara urna luz equi-
valente pin -ntensidade dez velas de sper-
macete.
^ i.* _A ofDoina para a producQo do gaz, a
coilocaco das machinas, apparelhos, cjnus e ludo
o mais que f,r concernenle a illumiua(o com-
pleta da cidade, bem como o fornecimeuto e cus-
leamenlo du5 coiiibu.-ioivs currero por conta do
emprezario.
'i.0 O emprezario fijar tambera obrigao a
iluminar os edificios e estabelecimeutos publico.-,
logo quap giivvino o iei-miinar, pelo preco de
dez reis par ci.d.i p cubico de gaz, que for consu-
mido, regulado uctu me mo paaiao monetario es-
labelecido no 2o. sendo feitas cusa da provin-
cia as u'spepas paia ,a cu!tec:Qo doscoDibustores
e M'us resueciivi,s tubos de derivago.
6._ 0 termo meio de leiapo em aue se con-
ser va rao acesos o cuiuLnatores ser lixado pelo
governo, que determinar igualmente o local para
o estabeleciniento das ofiicuas e gazomelros.
7. O einprez.rn eoinec-a,r a perceber o
prego da illumiuacao na razar eMipolada do nume-
ro dos combustures marcados pelo governo, e por
aquellos que sj. acemlerem por ditlrtcles, quartei-
roes ou freguesas.
8. 0 emprezario ser obrigado dar cume-
gp aos irabalnos n.-puciivus no praio de dezoito
metes, e ohqcIu-Ios" no de trez anuos, sujeitan-
do-se na falta do cuinprimenio da primeira con-
dicio pagar a multa de 5:000*, e da segunda
2OO0, enlendeudo-se por coineco dos trabalhos
aapie.-ntocu da, planta e eaolha do local para o gazomeiro, e por con-
duu.a cuiiipteta caii..li-aeao o illumioaco da
mesma. .
'J. P.;rigar.i;itia d:s condee antecedeu-
les depos:;.. no cofre da iltesouraia provincial a
quutia de 3.'00* em doueiro. ou apolices da
divida pul-lira, ao acto da assgnar o contrato, e
esse dep silo ser levantado do modo seguinte :
3:000*, no comeen das obras para a canalisaco
e o restante seis mezes depois de se acharem eilas
concluidas, e do regular e completo andamento
das meslas.
40. 0 empato durar por espago de cincuen-
ta anuos, que sero contados da data em que
principiar a illuii.iuaco, e lindo este prazo o em-
prezario lera preferencia qualquer nutro, ein
igualdide de condicoes para a sua renovatalo ;
nao sendo permitlido nenbuma companhia ou
partcul r, a estabelcciuiento de igual eiupreza Ju-
rante o lempo cima mencionado.
11. O emprezaio lera laubem preferencia
quando.houver de estabelecer-so a lluramaco
Je alguna das demais cidades ou villas da pro-
vincia, sendo obrigado a fornece la pelo mesmo
prego e cuudicoes desti contrato.
12. O governo da provincia Picar obrigado
a ceder ao emprezario qualquer terreno devoluto,
ou de marraba quo seja necessario para oestabe-
leciniento da olllcina do gazoinetro e >uas depen-
dencias; assim como a solicitar do gov, mo geral
a isenco dos dreilos das machinas, comouslores
e materia prima necessaria illuminaco, corren-
do por conta da provincia as despezas que "se fi-
zerem com a aiteraco, ou deslocaco du material
dailluminafo em consequencia de trabalhos p-
blicos.
13. 0 governo ter o direito de nomear, _-e.n
annuencia do c-ntratante, um engenheiro para ve-
lar no exacto cumprimento das condicoes estipu-
ladas no contrato, asara como de orgauisar um
regulamento para a iiluminacao no qual se lixa-
ro a? multas que deve pagar o emprezario na
razan do duzentos res por noite, por cada com-
buslur qne tenha a luz amortecida, e qualrocen-
t'S reis por cada um que noe.-tiver aoso, sendo
e-tas mullas datoanUdaJ mensalnieule da impor-
tancia que tiver o emprezario de receber a ihe-
sonraria provincial,.
14. No caso file paralysatm da illuminaco
por culpa do emprezario,. Vari este responsa'vel
pelo prejuizo que causar, conendonor sua cunta
lodas as derpezas que o governo houver de man-
dar fazer com este servico, licando tambem o em-
prezario responsavel pelas faltas qne commette-
rera os seus erapregados no exercicio de suas
fuuecoes e obi igado a pagar qualquer damno pu-
blico ou particular por elles causado.
S 15. As du vidas que apparecerem acerca da
Intelligencia do contrato, assim como as que se
susci arein dorante u execuco, sero decididas
por dous arbitros noiueados por ambas as partes
contraanles e no caso de empate, por um tercei-
re escolltido pelo governo.
16. O emprezario Mear responsavel pelo*
apparelhos que collocar nas casas particulares,
salvo forca maior; e ser o nico habilitado a
fornece-los para a sua coilocaco, nao- podendo
porm receber malor prego do que o esupulado
no 3* da presente lei.
17. O emprezario poder utilisar-se das ma-
terias mineraes qne encontrar na provincia para
a prodiiccndo gaz, se a sen juizo ou mediante
processo cbimicn, as julgar mais appropriadas
para mrlhoramento da luz ; pagando o valor del- "
las, qne ser convencionado entre o emprezario e
o presidente da provincia.
18. O emprezario ter o_dfreito de fazer ces-
so do contrato a qualquer pesoa ou companhia,
sujeitandose o cessionario'a todos os onus e obri-
gagoes n'ell estimulados.
Art. 1. Ficam revogadas toda. as leis e dispo-
siqoes em contrario.
Mando portante, a todas as autoridades, quem
o conhecimento e execuco da referida lei pertea-
cer, que a cumpram e facam cumprir to inteira-
mente como nella se contera.
O secretario desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr. t
Palacio do governo em Macei aos 14 de. maio de
1870, 43* da independencia e do imperio.
(L. S).Jos Benlo da Cuahu Figueiredo Jnior.
Xesta secretaria foi publicada a presente lei em
41 de maio de 1870./oa^at/i do Reg Batros.
Registrada a. fl. 436 verso, do livro 4a de leis
proviuciaes.
Secretaria do governo em Macei, 17 de maio
dn 4870.Gateino de Alcntara Tacuros,-
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, miz de
direito da primsira vara criminal e substituto do
commercio desta cidade do Recite de Pemam-
buco o seu termo por Sua Magestade o Impera-
dor, que Dens guarde etc.
Paco saber ao que o presente edital vreme
dalle noticia tiverem, que no dia 27 de junho do
corrente anno, se ba de arrematar per venda a
quem mais dr em praca publica deste juizo, de-
pete dxaudiencia respectiva, a casa de sobrado,
sita em Santo Amaro das Salina, freguezia da
Ba-Vista, contando tres janellas na frente, dos
salas, quatro quartos, quintal cercado, com um vi-
veiro e alguns ps de cequeiros, precisando con-
O inspector interino da alfandega faz pubco
que no dia 28 do corrente me, depois do meio dia,
a porta da mesma repartioao, ser levada a basta
publica, livrede direito ao arrematante, urna cai-
fa da marra H 4 A n. 406 vinda da Liverpool pelo
vapor A>p/cT, entrado neste porto em 24 deste
mez-, coniendo oilenta kilogramos de metini es-
tampado no valor de 166*6*, eansignada a Hen-
rique 4 Azevedo e peto meamos abandonada aos
direito.*.
Alfandega de Pernambaco 33 de junho de 1870.
s 0 nspector interino,
L. de C Pae de Andrade.
i
fl




I




>
atrio ele jfttAMJiftiSar ^S&MMila /eir 2,1 J.- .4uihc de 1B70.

fip.AB&t&
redo* C,*nf
--Pala aubfletofaeia de polica do 4* districto
a ioa viste se fot publico, que m acha recolhida
a am. de detencii prete Maaoela, que diz ser
tema do Sr. Ifannel Flix, morador na villa da
Cabo : quera se jatear tora direito mesma, ap-
gareea, que provaiiae, iba ser entrefue. Beeife
23 de junho do 1870.
0 suMflegado supplent',
Crrela Sello.
No dt* 27 do crrenle, depois da audiencia
do Sr. Dr. Jo e urania, tem de ir era praca pu-
blica,, parante o mesmj juix, as bemfcitnrias exis-
tentes no terreno de marraba n. 236 A, siloado
ra Imperial, a meiacao do oitao da casa n. 153,
penencenws a Iwraoea jacente de J* Mana Pa-
ido ae Uagalhaes, per Recoci do padre Antonio
nienJador Joaquim de Soma Leao, lado avallado
ira 300j. *
O inspector interino da alfandeRi foz publico
que no dia 2A do crrante 1 hora da tarde,
borla da mesina, ser, levado hasta publica, li-
vre de direilos ao arremtame, SO ti boas de pi
nho viadas de Hainbariro no navio nurte-alleai&o
Vtritat, ntrado neste porto em 58 de abril do
corrate anuo ; as quaes foram jvaliadas era Si,
e abandonabas aos respectivos aireitos par Joo
Mariins de Barros.
Alfandfga de Pernambuco, l de Jnnbo de
87(1.
O Bspecior interino,
Lu: de Canmlko Petes de Andrade.
OOMPaNHia
DO
lab la eidade cora casa de coramercio
de iinaortacan e venda de mereadorias eslrangei-
rts. sob a'flrma de Msades, Azeedo C, e-o tu-
pital de 20O:OQ0, sendo liQ:ti979 era com-
ndito.
O distracto de Manoel Jos de S6uza. SevSrino
Saraive de,Andrtde,.J>s Joaquim da Costa Maia
e'Joaqmmua Silva Castro, dissolvendo a sociedade
qae gyreo najta praca sob a-Irma de Souzi An
arado & C, em relaelo do socio c itnmandiiario
Castro, que se retira cora oseu capital e lucros.
O contrato de v Bernardo Mendos e Joaquim
Pacheco da .Silva, estabeleeidos nesla eidade oom
casa de oninereio de rateadas, sob n firma de
Mendes & C, e 'o capital de 11:00011000, sondo
7:00 etn onjoiaojijia. -
Secretaria do tribunal do eemmeToio de Prnam-
bnco as de junho de 1870. /
O ofrkal-maior,
Julio Gumiarias.
-r-Ffi
No dia 27 do correte pelas 12 horas
nhia na da Cibog n. 16, a arrematarlo
dos coalarizes e bicas por hairos nao se
admiltindo proposias que comprehendam |
mais de om bairro enem por espacamaior
de qm auno. OsSrs.licilantos podem con-
correr com- seos lit lores ou declararlo
as propostas em Mita fechada e apresenta-
tlas na musan occasiOo. ou antes no escrip
tario,onde'melhor podero informar-sedas
condicoes do contracto d'arrematacao. De-
clara-se a inda quea ?enda d'agua para o mar
ser exclusivamente feila, no bairro do
R-JCife, e ohrkr.tdos o? Srs, arrematantes
fazer a terca parle de seus pagamentos em
sedlas rajadas e cobre.
BAZES" SOBRE AS QUAES SE DEVE
LANCAR
Bairro do Red fe
Cbafarizes e bica do caes d'al
iliindt'oa .....
Dito dani.i da Cruz .) 17:i5o
;) da ru; do Brm ....
Dito e bica do Forte do Mattos
Bairro de Santo Antonio
Chafariug do Largo d i Carino
[ Dito do largo do Para izo. .) 21:720$
Dito ita roa do S)l .
Dito da ra da Concordia. .
Bairro da Ba-Vista
Ciiafariz e bica do caes do Capi-
lifribe......
Dito da ra da Anrora. .*
Dito da eidade nova d* Santo
Amaro .
i i o do lugai (i > Campo Verde.
Dilo ''o largo da Soedade. ,
Dito, da Caira d'^guu do Pires.
Dito da plaga du C ide d'Eu,.
Dito do roa S. GoncaUo ..
B i ir o de S. Jo
Chafariz do lar o da Ribeira .
Dito da roa de N. Senhora do
Te en........
Dito da 'lirada da Cabanga. 2:5:000$
Dito da ra Imperial .
Dito do largo de N S. da Paz
; i Affogad is .
Pamgem da Midalena
:/. i lar^o vivero 725000
Dito da .a'iv 'hus pon-
tes.....'. -_00500()
Santa Casa de Misericordia
do tecife.
lo'eir. vlia
A Illma. junta "adninisirauva da saata asa de
misericordia do Recie, na sala de suas ses?5e?,
pelas 3 hora- da urde do dia SO do corrate, re-
cebe ppoposts para o forneeiraento de caro* verde
que uverem de oonsamir os estabeeeimentos po;
a seu cargo existentes'tanto nesla eidade como na
de Olinda, durante o trimestre de julho selerabro
vindoo.ro.
Convida, portaoto, a qiMra quirer fas# nedmento a apresentar as suas proposias era ar-
tas fochadas, na cartela de fue elle mensalmen-
te de cerca de 3:000$, e cujo pagamento folio
cora dinheiro a vista. -
Secretaria da santa casa de misericordia do.Re-
cite 25 de junho de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
16:6"fi0
ConseMio de qnalilicaco da fregUH.zia de
Santo Amonio.
De ordem do lllm. Sr. teiwnte-ooronel presiden-
l? do cjnselho, faco publico que no dia lorca-eira
88 do crreme, ao raeio dia, estar reunida no con-
sistorio desia matriz, a juata medica, que lem de
inspeccionar os guardas nacionaes do 1 baialbo
de infautaria, a que reqnererain passegeo para a
reserva.
Sala das ses?5es do conselho de qnalilicaco no
consistorio da matriz da fregoezia ae Santo Ant -
nin 25 de junho de 1870.
Jas Mara Ferreira da Cunha Filho.
Alferes secretario.
Pi-eHO* dad o pa-
tacho portnguez Jos, par ter $ mtor parte da
carga prompta, e para i paoea #9Hja hita, a
frece eommodo, twu-sn com o conignarrio Joa-
quim Jos Gonalves Beltro, ra do Ccmnier-
ci n. 17.
i--------------------------------------__------------, ,.....
rara Lisba
Segu para o porto cima indicado cora a possi
?el beevidade a escuna uortucueza Aguia : para
o resto da carga que lbe falta, trata-se cora os
consignaiarios E. R. Rabello &C, rna do Com-
raercio n. 48. ____________________
Porto por Lisboa.
A barca Vencedora dever seguir viagem em
poneos dias com a carga que lera : por i-so o=
Srs. carregadores e passageiros que quizerem
aproveitaresta brevtdade e eommodidade nospr-
eos, podem dirigirse ao escrptoro de SaaresiPri
mos, ra do Vigario n. 9.
arciiM B H JOPdlfM i".
Jj'r-' O S Ooj' h
*-'. I *fj(! i f't'i .!
W*C'
LELOES.
?
i'S J !in: c'oVi n >.
IttTca ideui, uj w'u .* i4'^
Em ronjiDuacov veoier a:' eebofc.^ e btalas da!
marca act-wa.tim/lotea.avtinute 'H1 '/' no-
r^affia0t^.7Varg0^,nlfaTTdr^ j '

An^matacao
I t mh
OUl
mus.
Teif a-ftfra 98 > 4c |anw eo i
||0
Comp^za'HIa amerfeana e brasi-
es-a de paquete. a vapor.
At o dia 1" de julno esperado dos portes do
sul o vapor americano Soutk America, o qual de
pois. da demora do costuine seguir para New-
Yorlc tocando no Para e S. Thomaz. para frete i o
atdtagens trata-s,' conos agentes Henrv Forstir
& ('... ra do Cinnnereio n. 8.
Prec) Uas uaiSgeju para o P.n-.i.
As passagens pare o Para na 1 classe custa 120/
ni proa fiO
Capunga
ifariz da ra das Poruambucanas
v Apipucos.
Coafariz destl locnlidad'1 .
.!/ uiteiro
'Miz desta ocalidade .
Escriptorio da companhia do Beberibe,
20 de junho de 1870. O societario,
Dr. Prxedes Gomes d> Souza itanga.
200,5
1806
150,5
O aduiuiistrador da ltecebedoria de
rendas internas geraes faz pablioo que he
i! stu correu) ni i de jnnbo qu* os deve-
dors da dcima adiii;i emcijo Dutnerjp s compreh od.'m ascom-
panliias e san-idades anonymas, teem de
pagar a mencionada dcima sem multa, e
qurf (indo o reierido msz, ser paga com
a mu la de G/0-
R^sapeduria do Peroambaco, 10 de juobo
de 1870.
Mahoel Cartmro de Souza Lacerda.
DO
BEBERIBE
O atea desta companhia, commendador
Tboai3z de Aquino Fonseca, acha-ee aoto-
risado a pagar no sen escriptorid nra do
Vigario n. 19. das 10 horas s 3 da tarde,
o % i" dividendo esta eom panhia na fropor-
r;3o de 35 por cada accSo.
Sicriptorio da Companhia do Beberibe
28 de maio de 186i).
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.
Consolado provincial.
Pelo consulado provincial faz-se publico que era
o toe;: prximo de junho comeca a correr o praso
dr-, 30 dias teis para-a cotaranca bocea do co-
fre dos impostes da dcima urbana de 5 0)0 sokr
o' bens de raiz, da ctrportco de mo-moria, e
do cinsumo de agtfafdMfe, relativos ao crreme
aoap linanceiro de 1869-70, incorrando na mulla
de 6 0|0 os contriboites que nao satiszerera
aas quotas dentro deste praso.
Consalado provincial i7 de maio de 1870.
O ad jBinistrador,
onio'Caraeiro IMialo Rios.
mercio.
Per esta secretaria ae (ai. publico qae liea re-
inrada a esenplfade dote ptfr aAmumento de
fcgftrma Nitp-plO teneme-coronel Afltoato Mar-
qes de BUi CaTalcanii na lllha D. Ar-
< unja Carafcami Uis, casada cora Joo do Reg
I.ion Jnnior, era acOTdicaodenA) eatrarem em
lo os bens dotados na importaaeia de
E qfle flcatn archira* ni forma da le :
O contrato ie de Feli:: Pereira da
Silva, Loiz AhranehaftfeftpMirrto eJoaMaria
6 CirvalkA, riihiiltirliaa nsaai wiiVi coa caaa
de coavnercio de mercadorias nacionae ewtrao-
COMPANH1A PER.N.LMilCANA
DE
Navegagdo costea por vapor
Mamangiiape.
O vapT nacional Contri pe, commandnnte Sil-
va, seguir para M imangnape no' dia 27 -do eom
rente as fi horas da tarde. Re.cebe carga, encum-
raendas, passageiros e dinheiro a frete ate as 2
lleras da larde do dia da sabida, no escriptono
da companhia. Forte do Matos n. 12.
COiiPANillA PuiUA.ViUUr.ANA
DE
Vavegaco c sera por vapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
' Tmandar.
O vapor Parahyba, segu pura os porlos ci-
ma no dia 30 do corrent-. meia noite. fiecebt
carga, encoraraendas, passageiros edinheiru a fre
te uo escriplui-io do Forte de Matt s n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUGAaT
DE
Vavegap eastera por vapar.
Macei escalas e Penedo
O vapor Potengt, commandanto Mello, se-
guir para os portos cima no da 30 de junho
as o horas da tarde. Recebe can-! at o dia 28.
encommendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 2 h .ras da tard do dia da sahida no esoripto-
rio do Forte do Mattos n. 12.
Dos gneros e atgumi motoilia existente w
estabe'.eeimento da mase-a /aluda de Al-
meida, Borges & C, travessa da Ma-
dre de Bes n. 9.
A 27 d) corrente.
Km eamprimeaio do respeilavel mandado do
Ulm. Sr. Dr. juiz do comrnercio, a requeriraente
los depositarios da dita inassa, o ageste Oliveira
far.leilo dos indicados artigo?, eonsistindo em
cha em latas de ama e duas libras, milhi em
saceos, phosphorns em rn'ati e massos, licores,
vellas de carnauba, vinho Bordeaux < cognac era
caixasK sardiahas de Nantes, banha do porco
em barril, caixoes vasios, paos de estiva, brinca
com perlences, borra de Ierro pr**a de fugo,
prensa para copiar cartas, carteiras e moxos, se
creiaria, cadeiras diferentes, banqumlias, apa-
radores, quarlinheira, cabide, livaiorio. candi?i-
ros de gaz, marqueta e outros objectus que esta-
rlo patentes :
HO JE.
As 10 lioris da manhn, em ponto, no indicado
estabelecimento.
No Io andar do sobrado na ra do Vigario
60, o agente Pinto levar a leilao por mandado do
oe om piano de armario, nma excedente'i'Jlm. Sr.Dr. juiz municipal da> vara, o reque-
secrelaria de mogno. um cosmorama e riiaento da iuventsrtante, p meiaira d'i bens do
muitos OUlros objei^CM finado Mauoel hidon de Oliveira I/.bi, as dividas
Terra-fetru 28 di/ crtente Pertencen!e aooiesmo casal, constanies do man-
pnr imerveocao'da arente Pumo na ra do Viaa- ado exis,'eD,riP ,JPt?'"io do refcrid ra da
rion. 5. iu*uo *-;Cfuz 38, oudepofcwser edeja (Xjminadas
------:----------' as referidas disidas d^vetidj w pretondenies >:on-
I eorrerem a< Jeilao, .ne tieve \br lagar ao malo dia
1 do dia 2S do crreme, no 1* indar do sobrado ra
ru do Vigario sr^ onde harer anteriermenle
leilao de inoTeisJjMca e vid ros.
avimiFdiversos. "
Foi nMiabeadWo d^ucjuira Mariano de Oli- i
aaira nm (bateo do :\k'f. outros objectos, qne
oftrecia *,rala por l>%ixo vega : t)iiem se inf-
lar con diniu a dites objertus, ap)arrca na snb-
aetegacia oH*.dtslrieto da Jtoa-vista, ijue llio ie-
rao entregsie!'.
________________Crrela Setle.
Precisa-se df-ivina a ma ; na ra de lionas
numero 70.
i VIO bw
1 f amento
rWltati .
;ni
.' ii.SSWJ!! -mi oy^p,
casuno m4a ---
J de debito em oJtenU'o daijnefle ^
rr*^jrrr:-----
tiM parap>i-
de unja victoria, um tarro vidracado. ar-
reios, doos eavaHos, lodo em bom 66
lado
Terga-feira 28 do correte, urna hora datar-
de. em frente ao sobrado da ra do Vigario n. 5,
Continuado do leilao
no Cabo.
Por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz municipal e
do coramercio da villa do Cabo, a^reqoerhaeM
do .etnrador fiscal da massa fallida,de S^verino
Jos dos Santos ARiiiar, foi designado o dia se-
tunda-feira 27 do torrente as 10 horas da ma-
nha para na casa do mesmo esab/lecimento se
proceder em praca puhliea a ven ia dos geiien-
e mais obje tos e pertences de padaria que faze m
parte da mesma massa e serio entregues pelo
maier prego. Crvida se os pretendeflte .para
essa praga podendo irem wr a avaliago no car-
torio do escrivao Sam'Anna.
de movis. Inuga e vidro*
constaedo de
um piano di armarip, 1 dilo de mesa, 1 rice es-
pe ti-1, 1 dito cora columnas urna inobilia de Ja-
caranda com 2 sos 2 censlos, 4 cadeiras d.' bra-
gos, 2 ditas de balances o 12 de guarnivao, 2
pandieiros de gaz, 2 ditos de suspensdoucia
nwbilia de mogno cun 1 sof, i ban a22
cadeiras de bracos e 18 de guaroieac,
seraentinas, 1 cama franceza de Jacaranda (no-
va), 1 berco, 1 relogio de pudra f t vsos, urna
mobilia para gnbinete, 2 tasan tediad grandes,
2 quadros, 1 mesa tlasii. 2 apar.-tdons, 1 sof,
12 eadeira*, 4 consolos. 3 cabidos, 1 appare ho do
longa dourada para cha, 1 dit i para jan'-ar, 4 gar-
rafas de ckffiUl, copos calix, e muitos outros ob-
jectos que esLiro ao axauM.das concurrentes na
vespera e dia do leiu
T no sobrado da ra do Vigario n. B.
0 agente Pinto fara leilao par corita e orden de '
nma familia que retir -se d'esla provincia, dos'
movis e inais objectos exirtemes no primeiro
andar do sobrado di ruado Vigario n. 5, ond"
-e effsetaan o leilao, o qual prmcipiaia s 10
lioraa ufa punto.
f
MMNCA.
Ama de nter
, Pieck 1"*5 le lima ama de Jeiie sem. Olilosv A
qual se fa."3 "a paga, ter/tfrj as condigoes extjfi-
das : iralar 08 roa Aogiuta n. 4o, c**i (aneo
jnnto ao suliraflJ. ^
Fede-se a attenqao das autori-
dades.
Jos do Reg Meto previne ao respeilavel pu-
blico, que nada tem com o Sr. Cczar de Urna,
porleiro do arsenal de guerra, e nao tem iran-
-aeco alguma com esse nomem. Desde o dia 13
do corrale qae esse homern Uro acompanhuda
Sr. Antonio Joaqoim Machado para toda parle, a
ha tres dias qne procura pvocar-me, em qoal-
guer lugar onde m husca. 'lAssim pego a atteu-
co do lllm. Sr. Dr. chelo de naticia. para chma-
lo sna presenca, e aW ditero Sr. Lima 0.911
pretende conjigo ; do que desde j protesto. |ior
tado quaMo rae possa succeder/e qne protafe*
as vezes qne rae tem procurado.
lleclfe, 25 de junho do 4^70.
Jos do RfQo iletln.
Atoga>se o Io e 2* andar do sobrado da roa
das Aznas-verdes n. 86 : a tratar no 1 andar
sobrado da ra do Duque de Caitas n. 9, das *
horas ae raeio dia.
AMA
iSJ O Dr. Caroli no francisco de lima San-
** tos mudou su a rnsidiawa e consultorio
S |iara a roa do Imperador 11. 57, andar
S do sobrado cujo ariaazem (u?orva ajn-
ggg da h ij'? o nome de Alia/iga eirlo a
j entrada, quo c pe 1 lado da ponte Sete
M <* Setembro, o mesran- muen.' 57, ta
H frente. Ahi coi.tinuando o dilo l>f. no
H cxuicicio de soa pwifisso de medico e
5 de op/ador, pdile ser procurado a qual- i
f?2 quer hora do dia e da nonte
Prtcisa-se de ojoa atua intelligunte, livrf
j iw escrava. de mnrtos bous costnmes, para
o servico rnierno de urna casa de foraHia.
f irigir-se a ra Reda n. 37, sobrado te
};dous audares.
So sabttaio *" ite jMwtn. as 3 hi>ras da Ur-
Ij te, enlregou-se um banil coin nma amiba di-
obnurins a um >reto crioui", chamado SaHaaa,
j |iara l.-tar rna.da Guia 7. e romo o dito pn-t
I nin a 1*1 ita-se com a casa .-.ir- u prest-ule, roga-e
' c|uern dwM-ohrir. dar parte na mesma rna. taberna
i de J,.o Francisco de S.iuz... ene ser roctMiuier.-
I ado.
AttexKpao
predios
Joaqain Julic da Bocha tendo comprado a ta-
berna mu ra Imperial u. 27. FraHri--.ro la.
siWa Fbrretro, faz sciente ao imblir. e espeal-
jifBt ao corpo commercial (.ta eidade, afim de
quo quera se julgar cun direite a rtta taberna,
redame uo praso de tres dias. flecife 27 de iunh
ile 1870. *
de cebles e bitatas novas.
Hoje. s V/ toral.
O agente Pestaa fara leilao por cnnia e risco
deqnem pertencer a marca CF 60 caixis rom ce-
bolas novas, FD 50 ditas de dita?, .1 O 30 eaixas
com hlalas; idem 30 metas ditas dilae, 0.-em-
barcadas no vapor tagle Suphire. as quae serio
vendi'las boje em um 011 ma i- lote a vontafc .l's
concorreotei, s 11 horas da inauhaa,' iw larga
do scadinha da alfandega.
Em cantmua$io.
Msrca J J G B 100 caixa3 eom eebelaa.
preprio,
MARANHAO'
Para o referido porto pretende sepuir com pos-
sivel b.-evidade o patacha portnguez Elephante por
ter alpuma carga tratada, e para o que ihe falta
tratase com-o cnsimatario Joaquim Jos Goncal-
ve? Bel 1 rao ma do Coramercio n. 17._______
COMPANHIA PERNAMBCANA
d:-.
%'avcgaco costeara por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty Grama.
//"*^.y O v5.">r ipqjuea, cominandani
, J,-L Moora, "seguir para os porto-
'3S cima no dia 30 do corrente as 5 hora;
la tarde. Becebe carga at o dia 28, eneom-
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at a;
5 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte no Martas n. 12.
PARA
\
O brigue portuguez Apvigio sabir brevemente
para o resto da carga tratase com Pereira Vian-
oa a: C, roa do Vicario n. 11, 10 andar.
Rio de Janeiro
Segu oom brevidade o palacb nacional j/ro-
ga, tem parte do seu carregamento engajado; para
o reto que lbe falla trata se com os consignata-
rio Antonio i.uu de Oliveira Azevedo & C, ra
da Cruz n. 57, Io andar.
compamua msmn ,
DE
uetes a vapor.
Dos portos do norte esperadi-,
at o d*a 30 do corrente o vapor
Annoi, commandante Gailherme
Waddengton, o qual depois da
demora do cosmme seguir pa-
edI.
j recebem-se passageiros, e engaja-se. i
arga que o vapor poder eoaauzir, a qual devw
r embarcada no ala de sua chegada. Encaminen
das e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su
anida.
Nao se recebem como encommendas seno ob
lectosde pequeo valor e ero nao excedam a duat
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medigc
Todo que pasear destes limites deveri ser embar
do como carga.
IVevine-se aos sephores passageiros que saas
passagens s se recebem na agencia, rna da Gnu
n. 57, 1* andar, eseriptono de Antonio Luiz de
Oliveira Azevado & C
PITO
Pretende sabir em poucos dias com a
carga que tiver a barca portngueza Social,
por isso quem deeejar |ofM^ftar frete eom-
modo, dinjl-le o crjnsrgnaurio Joaqoim
icn Goncalves BeltrSo, rea do Comme,r-
1. 17, assim como recebe passageiros,
para os quaes tem bons coma dos.
1 sobrado de doas andatcs 8 sota), solo proprio,
ra du Bangel n. 55,
1 dito do um andar idem idem, ra ria Praia
n. 00.
1 dito de dons andares e solio, solo foreiro, ra
das Asuas Verdes n. 50.
1 dilo de um andar, idem idem ra dj Calabou-
ee n. 15.
1 ca a terrea no Caminho Novo, solo
ra da Esperanga n. (i.
1 dila soio farejjro, roa 1! > l'ihr n. .",'i.
1 dita idem idem, rna d" i"; irol n. 36.
1 olla Idem dem ceno s..ii. sol 1 proprio, ra
da Senz;-.la Nova n. 21.
u sobrado de nra andar, *qtial Bciyii > fundo da
casa da rna da Sanzita ia aimuncia-jH.
Na mesma octwsi-i veudnr-se-ba duas vareas,
sendo nma felina Ina leit^ira
<*iaaa;i-ffeira 3< (So crs-eatc.
Su armazem rna do L;n;*rador n i.is 11
horas.
Tke Liverpool & Lor.-
aon & Grloba Insu-
rance Company. Tiuandade da SerAora San-
Companbia mgleza de segaros contra-^,! t'Anna da tfe de Dos.
Capital e t;ia OS ih.'. reserva lodos os nos*os irmios para mesa cual iwia
868. 35.:t$t)r9*U&. tereajfeifa 2S do-corn-nle, a- I huras da uroV,
Os agentes desta compaia tomara seguros s0- fl^"1 'ifi.'"! t'aOr de nefljoeios jue diz respetlo *
bre proprii;j.id'js. ^eoeroi e fazenUas armazeoiMias. i ,,,L'sra* innandade.
niobilias, etc., etc., e e>i> igualmente autorisados! tb''soureiio,
a saldarem a ni qujesqur reclamacoes. i _________ FrancM-o de Mattos Vieira.
Sannders Urether< A C, nn- m a*.
Prae- .', 1 r ,rp., Sani.i n. II. fc O fi S ^ ff
-Aiinia e.oiini'H fngvtn de-tii' i .),, pie: >- -^T 5 2IMUI'
,S;10,7'7:? !"" '' '^ ",a- 'l,: M ""'!* frer.sa-so de tira criado de 12 a lo aaans, fleU
;irahalh dea, .rnne.ro.. carap.na ra-,i Cjdae lnl.Uw.ate. parvaervico leve: a tratar ni ra.
! barba por baixo do qneiso, tem sido viste na* raasiNov n. 10. l" andar. "
i desla eidade, e em O.inda : r>ig-e polica o es- ------------------------------------------______
pitias de cmm':i ;ua appr*hmis;v>, < mainL-in-n') c 1T "lt'si' r^''fit '' oaiol.-.ou 00 Apstol..
ariN di ;.vleia-v.;|iM rt. Hecil-, e: sera > pa .- no sed tral..loo. n,;,,) Ja mw P''ral "" l!i;; 2 [>:r% eleger o novo
;_ prnvadwr, deliaaroa espafi-IH ..ia o di*37, coa-
vtdando neli> presente a 1.. ~ m rralrisa "(11-
pai -'ivr.vii pelas b hon* d 1 I ua (toastatcita iU
innandade.
O secrewrio,
Franci-c p- ... na o na Neves.
Belmiro Peaaoa Bsteve da Silva avisa ao kujui-
lino da casa sita, na criada de Olinda, ladeira do
Varadouro n. 11. que deste mea em diantd -o
11-ico competente para n ^ier os alugows a sua
0^ agente Ponmal. com>eteiitem nto autorisado, parle e d de sua Irma-i L. II. P da S. que temos
I em dita casa.
1 vvnder os predios e vaccas aeima.
Hecifo ?i dejoaho do 1870.
EsCTO- H;
Ni ruada Cadeia o. '.' i -.>a-se alagar Bata.
selva para todo o servido du urna casa, de pou-
ca familia.
EXPOSlQlO UNIVERSAL DE 1855
/>
MEOALHA DE
CLASSE
ALF. LABARMQUE & Cu
-

I
NIUM LAB1RRA
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
O QHlnlum Labarraque, um
vinho eminentemente tnico e febrfugo que deve
ser preferido todas as outras preparares de
quina.
it
Os vinhos de quina ordinariamente emprea-
dos na medicina preparara-se com ciscas de
quina cuja riqueza eu, principios activos extre-
i'.* >i.ii
mmente variavel; parte disso, em rato de seu
modo de preparacao, e^fif aiHkofi raftigipe-
js ergios de principios actvxte, em propor-
jL .oio o) laborj 0
$oes sempre vanaveis.

0 ulninm Ufaam.auc, appi
pela Academia de medicina, constiiue pelo con-
trario um medicamento de oomposi^to dete^
minada, nca em principios ,activos, e com o
Deposito em Pars, L.
Rio Janeiro, Dnpo-Arrfh- r cnrt.iot.
Pemambuco, V. aarar v C".
Bahia, Hmw j ff.
Ouro-Prelo, Caatdldo ^'aUrranai
qual os mdicos e os doentes podem sempre
contar.
0 Oiiinlum Laliarraque proscripto
com grande -xito s pessoas iracas, deiibitadas,
seja por diversas causas d'esgotamento, seja por
antigs molestias; aoe adultos fatigados por urna
1, s meninas qui tem difficuldade
em se formar e'desenvolver; s mulheres depois
dos partos; aos velhos enfraquecUos pela idade
ou doenca.

No cazo Jie chlorosis, anemia, cifres paKdas,
este
vmno ^ Inn poderoso auxiliar dos ferrogi-
nosos^lSumado junto, por exemplo, com as pilu-
effeitos maravhosos, pela
luz

s
FRI

w.
*, w
/
Joai Mal*
II
*T
,
TI
*k
j#


4
Diario de Pernambaoo Segft t*% 27 d* Junho d lB7f>

O Sr. Manoel De-Giovnni queipa
mandar esta typographia pagar o impor
te de publicares de annuncios de especta
culos, em somma superior cento e c
coenta mil reis.

**<
MERALDA
id
m
$
i*
Jfi
LOJA DE MAS
DK
c
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
* oes de servir vantajosaraente os seus fre-
%aezes. visto que acha-se prvido com um
xalenido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como bruantes e ou-
ras pedras preciosas, ujos pretjs sao os
^ais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa reebem-
m em troca ou compram-se com pequeo
*ba.te.
FABRICA DE MACHINAS
Ra do Brum n. 104
CARDOSO & IRMAOS.
Neste ango estabelec ment faz-se e concerla-se toda a qualidade isio para ercennos de assucar, machinas a vapor de trra e de mar, moendas inleiras
e raeias moendas e todos os pertences as mesmas e necessarios agricultura, pedindo
a atteuro de seus numerosos reguezes, amigos, s-nhores de engenho e ao publico
tm geral para os arligos que ja tem exposto venda, como sejam :
Machinas i vopnr vindas da Europa, da torca de 4 e 6 cavallos superior construcco.
Tax.is le ferro fundidas e batidas,
Reguladores e apitos para vapores.
Moendas e meias moendas.
Rodas d"agua, e redas dentadas de espora.
Rodas angulares de todas as qualidades.
3 Ti (*> ys c\* Cy? ;ffi G)T> *VT> ffyj -v* fp^> "vr> c
WL*
ALTA \0\1ADE
SAHIO A LUZ
a primeira jichi para piano, composif o do distinelo
e insigne pianista o Sr. Innoeencio Smoz.
POLKA BRILHANTE
Vende-se na imprensa nacional de msica de An-
tonio jse' de azevedo.
11Ra Nova-11
10*2 -Al***^ (-^wac*-'-*JJ'i
s Rl A 1)0
di mus
o metro.
Excedente alcatifa com 4 palmos de largura pelo baratsimo prego de 800
Chapeos de castor brancos c prelos a 9000.
Chitas francezas, cores fixas e bonitos p.dro>s a 300 rs. o metro
Cortee de cassas de cores, com 7 e 8 varas a 3*500
t
S Cortes de cassas de cores, com 7 e 8 varas a 3*500 M
^Loja de Antonio de Moura Rolim&C.
i
J. Ferreira Vlela
lIIO r i8----RA DO CABUGA8
A vntraila pelo patea da matriz.
Os trabathos da reedificace destt photographia,
e que se prolongaran por tanto lempo, acham-se
felizmente terminados e elia aberta ao servico do
pnblice desde 7 de abril pascado.
O predio em que est collocada esta photogra-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aog-
memos tendo sido fetos axpressamente para se
montar convenientemente a puotogiaphta, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Pkoto-
grajiia Imperial do Sr. Instey Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro pliotogrepho do Brasil, e un dos
primeiros do mando, segando a opinio dos mais
abalisados mestres, a nossa photographia achare
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qaal foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais desti netos professore
de accordo com as odflcac5es necessarias ao
clima do Brasil, reconUecidas e estudadas pelo ha-
bilsimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que. est nossa
photographia foi mudado desde a sqleira da porta da
ra al a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edifleando-se cm novo terraco envidracado mui
espa;oso e elegante.
Como sabido, Otemos urna vtapem expressa-
mente corte para examinarmos as melhores pho-
utgraphias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor correspondeu ans nossos desejos e aspira-
ces, e da qoal trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um inez esiudandoe apro-
veitando ai liooes de lito dlstincto inestre. Pen-
samos que jamando os nossos estudos e longa
pratica de 15 annos de photographia s ulilissimas
lindes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nau.erosos freguezes
trabalhos de photographia lio perfeilos, como se
poder desojar, e disto convencidos, esperamos
que contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.______________^____________
Precisa-se alugar ura esi-ravo que seja co-
pelro, esperto, e que entenda ". comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo Santo.__________________
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cibug n. 1
/ende Vieira'A Rodrigues. ____________
Agencia de leiloes
Ra do Imperador n. 16
Neslearmazem recebe-se para serem vendido*
em leilo, ou em particular, por conla de seus do-
nos : movis usados, louca e christal, ou outro
qualquer objecto de prompta venda ; assim como
tambem compra-se trastes usados.
Faz-se qualquer negocio com a loja n. 42, cita
ra da cadeia do Uecife, propria para armazein
e groco trato, por se achar em dos melhores lo-
caes : tratar na mesma.
Precisa-se de urna ama para tudo servico
de duas pessoas : na ra do Duque de Casias en-
trada pelo becco do Ormdor n. 22. 2 andar.
Precisa-se de ama ama de meia idade para
comprar e cozinhar pra tres pessoas: na ra
das Flores n. 37.
Criada.
Precisa-se de urna criada para casa de pousa
familia : a tratar na ra da Emperatriz n. 2G, loja.
NOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazaretli desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a -incluir
aquelle negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala cumprio,
p por este motivo de novo chamado para dito
lim ; pois V S. se tieve lembrar que esto negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor seu
lilho se achava no esludo nesta cidade.
Um ariiigo do Dr. Victoriano de S e Albu-
querqoe, manda resar urna missa pelo eterno re-
pouso de sua alma segunda-feira 27 do correte,
pelas 7 horas da manhaa, ua matriz da Boa vista,
e para tal Omconvida os amigos e parentes do fi-
nado__________________________________
Jos Miguel de Lyra, nimiamente grato memo-
ria do Exm. marquez de Olicda, manda celebrar
urna missa e memento por intencao de sua alma,
na matriz de Santo Amonio, pelas 8 horas da ma-
nbaa du dia 27 do corrente, (stimo da ebegaia
esta cidade da noticia de seu passamenlo) e para
assistirem- na convida aos prenles e amigos da-
quelle illnsirp Tinado.
Precisa-se ue um porluguez para o servico
de um engenho margem da estrada de ferro \
a tratar ra do Apollo n. 10, do meio dia s 4
horas da tarde.
PHARIACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope e laclacario d'Aubergier, e de
ihery ecio d'Abbad.e recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao fe usar do opio e de seus prepara-
dos, e mu convenientes para as criancas
nes pasmos econvulsSes.
PHARMAGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrao em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHARMACIA CNTRAirRUA DO IM
DOR I\. 38.
Pilulas de Vallet.
Plalas de Blancard.
Pilulas de Bland.
Xarope furruginoso Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestes
dilliceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemostbalica de Lechelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rbagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binac5o do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinbo odado de joly, e oleo iodado de
Personne, sio recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
PHARMACIA" CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilba, salepo araruta, ferro, e de sade, (Ti
acreditada ollicina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e campbora recommendados para as
molestias de pel.o como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo da toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilbas de sanctu lina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug-..
Tudo de melbor qualid 'de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellentequalidade.
PHAHMACI CENTRAL RffiDO IMPERADOR
If. 38-
Pastilbas de balsamo de tol e de seiva
de pinito maritimo, para as alleccoes chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilbas de tberydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para gravidez, e qualquer affeccao nervosa.
Pastilbas de hypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilbas de angico naf, e de Regnault,
de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
Atlenft
O abaixo assignado sorprehendido por um an-
nuncio do Sr. Jos do Reg Mello e publicado ero
sua ausencia em que se intitula socio no arma
zem ae carne a ra da Praia n. 40, quando nelle
esteve adniittido por motivos minio etptciaes.
protesta contra semelhante anouncio bem come
usar de seu direilo para fazer effectiva a respon
sabilidade legal do mesmo Mello.
Recife 21 de junho de 1870.
_______________Antonio Joaquim Machado.
Precisa-se de uiu criado que entenda de ser-
vico de quarto c de copeiro : na ra da Impera-
triz n. 9, 2* andar.
JULIO MI
Pu-
Acabam de chegar do celebre author das
pilas, d Morgadinha dos canaviaes etc..
Os novells da ta Phiiomela
jfiO espolio do Sr. Cypriano impressoes do
campo.
i^l volume em 4". brochado 2*000.
B&1 diito dito, encadernado 3*000.
As apprehensftes de urna mu
, Uoffa flor de entre o gelo.
1 volume e'm 4' broihadd 2*000.
1 dito dito, encadernado, 3*000.
GUIMARES
(/. M. Dios)
O poder do ouro
Drama em 4 actos, original portuguz.
1 volume em i* 2*000.
JOS' 11(1 TfUUM
Drama em 5 actos, por um escrlptor portuense.
1 voiame em 4>, brochado 1*600.
Livraria Franceza.
Livros adoptados pelo de-
ceton. 4468 de 1 defre-
vereiro de 1870.
, Arithmethica.
Cooero.Cor elaanaiar.
i volume encadernado S*000.
Grammatica.
Sotero dos Reis. Postillas de grammjuiea geraj.
1 volume encadenado 3*000.
UaLNocdes granuaaticaes extrahkla t gram-
.inatica portugaeza 4e Sotero do* Be,
1 vo|ume encadnate 40000.
Livraria franceza.
Na travessa da roa
das Oozes n, % pri- m
meiro andar, da-se di- I
nhelro sobre penbores
de ouro, prala e brilhan-
tes, seja qual for a qoan- g
tia. Na mesma casa com- |
Si pram-se os mesmos me- II
taes e pedras.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
Nafsa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pilulas catbartlcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, curam e purificam todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa ae Samuel P
hnston & C.,rua da Sanzalla Nova n. 42.
SMiV-9l88S-:..
0 Dr, Sarment Filho
I mudou-se para a ra do Imperador n. 29, f>
jBB 2o andar. fvj
Consultas e operaes todoj osdias das b=
I 10 horas ao meio dia.
Chamados por escripto a qualquer H
, hora. sg
TINTURARA franceza
55-RuadaImperat[iz-55 |
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo- |
ta-se, com a maior perfeicao, fa^endas cm
pecas e em obm de todas as qualidades; i
como sejam : seda, llia, algodo. linho, |
chapeos de feltro e de palha etc. etc. *
Tira-se noloas e limpa-se a seccosem e
molhar os tecidos, conservando assim lo-
do o brilho da fazenda. f
Tintura prela as tercas e sextas fei- |
ras.
Uin homein ja de idade, e que tem alguma
pratica de ensino, offerece-se para lecciouax em
alguma casa particular, mediante algum salario
pequeo: quem quizer dirija-se ra do Caldoi-
reiro n. 10. (Prefere se fra da prac).
TRECHOS CLASSICOS
Chegaram e acharase veuda
NA
Livraria ;ranceza.
LIVROS PASA 5. J0A0-
A CIGANi
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambaril, excellente
laxativo, e regerante, que se pode usar
repetidas vezs sem irritar os intestinos.
FARMACIA CENTRAL
l&cia do Imperador n. 3S.
Lamplotighs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Facully, as a cooling and refreshing beverage
iu all cases of fe ver. The frequent ust?ofthissa
line preserves foreigners from many diseases to
which they are leable before becwning acclima-
tised. May be obiained st the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
Para Santo Antonio, S. Mo
e S. I'edro
Xa ra estreita do Rosario n. 35 preparam-se
bolos de encomtnendas, proprios destes das, sen-
do encommendados dous dias antes, e tambem en-
feitam-se, tudo por pre^o commodo. Na mesma
lera sempre um grande sortimento de beuquets de
cera de differentes qualidades. e que se vende
tambem por preco commodo.
AMA
Precisa-se alugir urna ama
para servico de pouca familia :
Cadeia do Recife n. 13, loja.
que seja escrava
a tratar na ra da
Engommatieira
No collegio de Santa Genoveva roa do Hospi-
cio n. M junte ao qaartel, contratase nma ea-
gvmrr.adeira.
SEGUNDA EDICO
Coasideravelmerite melhorda e a';gmei,ta-
da com novas cnaradas e logogrypbos
Um bonito volume
ntidamente impresso e brochado.
Rs, lOOO
A aceitagao que do respeitavel publico mereceu
a Cigana, cuja primeira edicao se esgotou em dous
annos, nos leva a fazer esta nova, mais correcta e
augmentada.
E gana tem qualidades que a recuminendara e tur-
nam-a bem Cum effeito essa filha da Bohemia sabe guardar
conveniencias, e procura, dizendo a sorte de cada
um, agradar a todos.
A presente edi(,ao, inteiramante meihorada, foi
augmentada com novas charadas e logogrypbos,
e bem assim algumas poesias recitativas, que hoje
sao tao apreciadas nos saloes.
E^ peramos que a Cigana continu a merecer a
mesma afeitas o, e que era breve possamos rer
esgotada esta nova edicto.
Ra do Crespo n. 9.
_________LIVRARIA FRANCEZA.________
Criada
Precisa-se de urna criada livre ou escrava,
que saiba bem ecjrimmar'* tratar do servico in
temo de urna casa de pouca familia : a tratar no
Manguinho. casa aova dos Srs Carpinteiros, ou
ao'caes d'alfandega velha n. 2 escriplorio, paga
se bem.
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
FUNDADO PELO DR. SABINO
HOJE DIRIGIDO
PELO
DR. SANTOS MELLO.
43Ra Nova n.13
O Dr. Santos Mello de volta da Baha
contina a ser encontrado todos os dias
das 10 horas ao meio dia para consullas.
Chamados a qualquer hora do da ou
da noute.
Gratis aos pobres.
43-Rua Nova n. 41
m
Offerece-se
Om hornero para caiielro de algum engenho. aon-
de j tem sido empregado lempos, e de que tem
pratica : a tratar na ra do Padre Floriano nu-
mero 18.
Na roa da Madra 4e/j n. 3 preeiu-w de
ama rU*a*tra todo o *srriB.
CASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
Bilhetes garantidos.
& ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tecdo vendido alm de ou-
iraa series, tres quintos n. 3393 com 9001 da
lotera que se aoabou' do extrabir a benelcio
da igreja de S. Sebastiao do Bonito (150) convida
aos possmdores virem roceber na conformiade
do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 6* parte da lotera beneficio do reco-
Ihimento de Iguarass (151), que se extrahir
terca-feira 28 ido corrate mei pelo novo plano.
PRESOS.
Bilnete inteiro 10/OOt
Meio bilhete 3*000
Quinto 3*000
m porcjta de 100*006 para cima.
Bilhete inteir 9*000
Meio bilhete 4*500
Quina) 1*800
Mantel Martins Fiara.
Os proprielarios da j muito~conhecida loja de
ferragens de Souza & Guimares, na rna Nova n.
39, veem de novo avisar ao respeitavel publico que
alem do grande sortimento de fogos ai tiliciaes, de
qne j se acham prvidos, tem um lindo e vanado
sortimento de fogos tambem artificiaos, proprios
para sollarem-se n'agua, cuja boa qualidade e hom
desempenho de cad? peca admira, assim como tem
tambem urna nova carta de advinhacao propina
para a presente poca, sobre o nume de tarjectas
mgicas. ________________
Anlon>o Rodrigues Pinto vai a Europa, e du-
rante sua ausencia deixa por seus bastantes pro-
curadores aos Srs. Bernardrao Correia de Rezende
Reg em Io lugar, Joio Luiz Ferreira Ribeiro era
f>, e em 3 os seus caixeiros Manoel Jos Pereira
de Farias e Manoel Zeferlno Dias Barrete, encar-
regados da gerencia de seu estabeleciment. Re-
cife SO de junho de 1870.
Confeitara dos ananazes.
16Ra da Crua16
Santo Antonio. S. Jo3o e S. Pedro.
Amendoas, as mais apropriadas para sorte,
vende-se en arrobas e libras; papis j proap-
tos com estallos para sortea ; recebe-se encom-
tnendas de bolos pes-deln enfeitados ; as encotn-
mendas recebe se com antecedencia e as amendoas
em arroba terrao ahatiroento no (ireco.
Precisa-se de nma ama para lodo servico de-
ama casa de pequea familia ; na ra do Aragio
n. 38.______________________
Na ra Primeiro de Marc,<. n. 13, escriptorio,
recebe-se propoaias para a collocaco de vidros e
pintura no predio n. i3 ra da Cadeia.
Farlnha de naudlnca.
Da melhor qualidade e mais barata do que em
outra qualquer parte : vendem Amaral, Moreira.
& C. no caes da alfandega n. 7.
Precisa-se de um crifldo ou criada forra ou.
escrava para casa de homein solteiro : na ra da.
Camba do Carmo n. 21, 1 andar.
MvrC OU
Precisa-se de urna ama
pessoas .- na ra estreita
meiro andar. ^_________
Precisa s* de urna ama
Rosario n. 43, Io andar.
escrava ( .
para o servido de tres
do Rosario n. 45, pri-
na roa estreita de
Mnguem duvide que ka
Chapeos do sol de seda a 5* cada um : na lojJk
das 6 portas em frente do Livramento.
Sortes
Para S. Jo5o e S. Pedro
Acham-se venda sortes para as noiles de S\
Joo e S. Pedro, impressas em papel de cor, e pur
preco o mais commodo possivel: n ra do Im-
perador n. 15, defronte de S. Francisco.
~~PARA DIVERTIME.NTO.
Acham-se venda na ra do Imperador n. t5,
defrente de S. Francisco, um rico sortimenio de
folhetos, de Magalona, Joo de Callis, Poriena o
ouiros rauitos que nao se enumerara por aw alon-
gar muilo o aonuncio:
Sitio para alugar
Aluga-se um sitio na Passagem da Magdalena,
com grande casa de sobrado, com 4 salas, 7
quart s. sala para engommados, dispensa, cacim-
ba, quarto para pretos, estribara e coxeira, e b .-
arvores fruetiferas: tratar na ra do Vigari>
n. 21, com Domingos Alvcs Matheus.
Precisa se tao somente para engomrrar : na na
da Senzala-velha n. 90, padaria, achara com quem
tratar.
AMA.
Precisa-sede urna ama para todo o servico de
urna casa de pouca familia : a tratar na ra de
Hortas n. 88.____________________________
Lisboa.
Geometra.
Compendio da escola normal.
Vollume encadernado
2000.
Livraria franceza.
ahm de leite.
Precisase de urna ama de leite : na ra do
Duque de Caxias n. 49. loja do Rival sem segunri...
A verdadeira farinha peito-
ral de S. Bento
Esta farinha usada com vantajosos resultad s
nos padecimenios dos orpaos do jeito, como a>-
thma, ou puchamento de catharr .s, inflamar
de bofe, pleurizes e na phthisica. Rccommend--
com igual proveito na> pessoas convalecentes.
nico deposito era Pernambuco
XA
Phirmacia e drogara
DE
Rartholomeu & C.
34Ra larga do Rosario34
Robante- heumatico
Remedio efOcacissimo contra'as dores rlicinr.-
ticas at boje o mais conliecido pelos seus mara-
villosos resultados.
Xarope deagrio,
E' um dos medicamentos que sua eflicacia as
enfermidades, losse e sangue pela boeea, bron;-.::-
les, dores e fraqueza no peito, epcrobolo e moles-
tias do ligado, que inlhor tem nnrovado.
Tintura de iiiarapuania.
A celebre raz de marapnama, cuja energa a
eflicacia as paralysias, imlorpecimenlo, etc. ere.
muito se recomend.
Todos esses preparados se encontram
XA
Pliarmacia e dtogaria
DE
Barlholoraen A C.
34Ra larga do Ito-ario34
Urna engnmmadeira
Precisa-se de nma eegommadeira : na rna da
Cadeia n. 4.
ATTENCaO
De-eja se saber se existem nesta cidade ou pro-
vincia os Srs. Manoel Jos Soares e Joo Jos Soa-
res, naturaes das libas dos Azores, os quaes, ou
quem delles tiver noticias, sao rogados compare-
cerera ra do Brum n. 90, arraazem, a negocei
de interesse.
A ttengao
Os amigos ofliciaes do tinado Francisco Pinto
Ozorio, estabeleceram-se na mesma ra n. 6 de-
fronte do b?cco o Rosario, e na mesma alugam-se
e applicam se bichas de HambUrgo.
Joaquim Jos dos Sanins Magalhes faz eeien-
te ao publico qne tem vendido sua taberna sita na
Capunga, ra da Amizade n. 26, livre e desemba-
racada, ao Sr. Pedro da Hora Santiago. Recife M
de junho de 1870.
Vettde-se feijo rnulaunbo e amarello.
em saceos por prego barato na ra do Apol-
lo n. 20.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
bem e tratar do interior de urna casa de urna pe-
quena familia eslrangeira : a tratar no largt> da
matriz de Santo Antonio n. 2.
Gatuelleira.
^ Os Srs Antonio Augusto Maciel e Manoel de
Souza Ribeiro sao convidados a comparecerem uo
Recife, caes do Apollo n. 69.
Garvalbo & Nogueira, ra do Apollo
n, 20 sacio sobre Portugal, vista e a
praso.
<
Molequd.
Precisa -se .logar ou comprar um moleqae de
12 a 15 annos, pie seja fiel e intelligeote, e sirva
ara criade : .listar na ra Nova n. 19, prime.-
rtjndar.
Os artistas abaixo assignados, em signal do
regosijo pla terminacao da guerra, resolvern} fa-
zer um fngo de artificio rateramente novo, entre
os mesmos, para ser queimado na parle do rio
Capibaribe, entre a ponte da Boa-vista e a casa de
det-ueao, representando um simulado combate na-
val, no dia 3 de julho prximo vitidouro. Alm
desse queimar-se-ta tambem algum fogo de vista
na parte da r-ua do Marquez do Herval. Pedimos-
portanto aos moradores da mesma ra para que
durante o d a conservera na embanderada e a noi-
te Iluminada.
Manoel Gomes dos Passos.
Firmino Guedes Alcoforado.
Simo Francisco Guerra.
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de doniro
e fra de casa de pouca ramilla, prefere-se escra-
va e paga-se bem agradando: na ra Velha nu-
mero 66.
Precisa-se de urna ama de leite, preferindo-so-
escrava sem filho : na roa larga do Rosario n. 1.',
2* andar, Junto botica do Pinto. _________
sociedAde CONCILUCAO.
Os socios desta sociedadesio convidados a com-
pareeer no dia !7 do corrente (segunda feira), as 6
horas da larde, na casa da Loj-". Capit.-. Conciba-
cao, ra do Cabog, afim de se proceder a elei-
co da directora efectiva, na forma dos estatuios
ltimamente approvados pelo governo imperial.
Dr. Pedro A. Lobo hoscoso,
. Secretario-
- Alaga seo t* andar daeaaa n.41 da roa do
Ranftl: a mesma casa, oo rna do Q^mmado
Minero I.
I
i


^
Diario de Pernambuco Segunda feira 27 de Junho de 1870.
AO ARMAZEM
17-RUA1IH, 7
Acaba de chegar a este estabeleeimento novas facturas com importante sortimento dos
artigos abaixo mencionados precos o mais resumidos que possivel.
FOGO CHINEZ DE SALES
Para os festejos de S. Joao
Grande variedade destes lindos foguinhos Je artificio chinea, de vista de cores e efleitos ma-
gnficos de gorpehender, fabricados propriamente para sales e serem soltados por meninos e me-
ninas sem o menor receio de serem offendidos.
BALLOES aereostaticos
Estes interessantes bol5e de papel de seda de cures feitos na China, cora 6, 8 e 10 pal-
mos de altura, inuito elegantes e facis de subir com espirito de vinbo, podem ser soltados das
varandas.
PAPEL para emfeitar bollos
Papel rendado muilo bonito de diversas larguras para enfeitar bollos de S. JoSo, precos
baratsimos.
LUVAS DE PELUCA
Do afamado fabricante Jouvin.
.Sortimento completo de brancase de cores, muito boas de se escolher, em quanto estao bem
frescas e sortidas.
BOTINAS
Para senhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cbem sortidas e bonitas, do ultimo gosto da
moda.
BOTINAS, BOTAS E PEBMEIRAS
Para homens e meninos.
Botinas de biierro, cordavo, lustro e, pellica, botas russiana* de bizcrro e de lustro, per-
netos de lustro tanto para homens como para meninos.
Sapatos
Sapatos de borracha para homens, senhoras meninos, sapatos de invern para homens,
ditos de lustro com salto para homens, ditos de tapete avf ludado, de casemira e de tranca fran-
ceies e portuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
perfumaras
Finos extractos, banhas, oleo?, agua divina, de cologne, de lavande, e de florida tintura
para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de arroz e sabonetes.
Quinquilharias
E-pelhos grandes e pequeos, leques, albuns e caixilhos para retratos, esieriofcopcs com
bellas vistas escolhidas, bengallas, chicotes, correntes de plaque para reiagios, grayatas, oculos,
J.o PerciraRalnllo Braga, incumbido por sen-
particulares amigos o Ekni. Sr. Dr. Felizardo Tos
cano de B.ito (residente na provincia da Parahy-
ha) e Dr. Epaoinondas de Sooia Gonveia joiz de
direito na provincia do Cspirilo-Santo) pai, e ma-
rido da finada Sra. D. Joauna Accioly TscaQ0 de
Govela, manda celebrar missas e memento, em
visita so jazigo mortuario, no cemiterio desta ci
dade, p< las 7 horas da manha do dia 7 do cor-
rente, 1 aniversario do faJIecimenlo da dita se-
nhora.
As pessoas que se dignaren) as-istir a estes ac-
tos, gravarao um eterno rconhecimento no cora-
cao d'aquelles a quem extremamente sandosa
a meo oria das bellas prendas, dotes e virtudes,
de que se ornava aquella predilecta fllha, cari-
nhosa esposa e mi desvelladissima.__________
tuarios, cestihas diversas para braco de meninas, cujelos de phantasi.n donrados para ldeles, ri-
cas escovas para cabello, para vestidos de senhora, para chapeos e para barba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jur para candieiros a gaz. e para lanternas de piano, caixinhas de
muica de dar se corda, ps de vidro para pianos, realejos grandes e pequeos, accordions, cosmo-
rama3 com as mais important'S vi?ta, molduras douradas para qnadros, bonitas estampas de pai-
zagens, de figuras e de santos, carrmhos de 3 e de i radas para conduzir meninos a passeios, ma-
las e boleas para viagens, heleos de vimes os mais coinmqdos que ha para enancas.
Para este artigo nao ha espaco era tempo para a mascante leitnra da infinidade ds gene-
ros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
Ti
O dono deste estabeleeimento pede ao publico era geral que continu a
ticando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em
unta propria.
visita-lo veri-
direitura e de
REA IAIII \;. 1

2g
rame de Trro galvanizado em rede para cercas, gayola?, galliriheiros etc.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casis.
Tachos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres do ferro de Miliar e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lenrol.
Dito era barras.
Dito em aneadas.
Estanto em liana e verguinha.
Pnlha .le Fbndrt.
Arados amet icanos para laderra e varzea.
i arrinos de tn i.
Wnezianas para janellas.
achinas de desc.troc.ar algodio de facao.
Ditas de serra. -
Ditas para cortar fumo.
Dita* x vapi r de fon-a de '! cavallos e mo*or?~ para 2eavallo, para mover as \^.
c
m
machinas de alfa iw.
Catara O- Ierro.
Camas M ierro.
Prrasas para copiar cartas.
Balane.a.- para icsar.
Oleo de linliaija em latas de ferro.
Trilhosde ferio para engaos e nm grande sortimento de ferragens e cutilaria.
Bambas americanas.
Macacos de estivar.
Bal ancas e pesos decimaes e outras.
Fogoes de patente.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretas para carninhos de ferro.
1
??%
O Sr. Innocencio Francisco de Lima venha
buscar seu Santo Antonio que ba quatro annos
deixou era meu p-jder isto no praso de 15 dias,
do contrario ficar sem direito ao mesmo.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre "penhores de ouro, prata e pedra
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
rasa se compra e vende objectos de ouro e prata
j igualmente se faz toda e qualquer obra de en
-ommenda, e todo e qaalqae* concert tendent*
i raesma arte.
Iguarass.
Ao Sr. Jos Francisco de Arruda Fraga ser de
interesse apparecer no Bec|fe, caes do Apollo
n, 69. ______
Quem pegar urna cabra, bicho, grande, ca-
belluda pelas cochas, com os chifres serrados as
pontas, um talho na oreltia esquerda, a leve tna
Bella n. 11. que sera recompensado.______^^
Compra-ae urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista na ra da Flurenti-
oa n. 6.
Compra-ie urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no a reo da Cohceico nu-
mero 6. ^^^^mm^m^^m
,Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas en obras velhas: na
loja de jotas do Coraeao de Ouro n. D, roa do
Cabng.
=* C-ompra-se um candieiro
para oito dez luzes de gaz : na
ra da Gloria n. 3.
VENDAS.
O Campos da ra do Imperador n. 28 aprsenla
concorrencia do respeitavel publico os segrales
gneros, que roputa os especialidades, nao por
serem muito desojados, como .pelo preco porque
est vendendo ; nao so os que abaixo menciona,
como lodos os mais que existem no seu armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes seceos.
Pescadas em salmoura.
Presuntos de Lamego:
Ditos para fiambre.
ltap Paulo Cordeiro viajado e commum,
Velas pira carro.
Latas com legnmes em oncerva.
Ditas com guizados francezes,
Ditas cora salmn e ostras.
Chocolate de diversas nualidades e precos.
O GIRCRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei imbco ea geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gab
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro 11, onde po-
do ser procurado para os misteres de sua
proDsso, iodos os dia uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade' dos clientes n5o s na cidade
como nos seus suburbios, para onde a.;
das eerSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeic5o de
seus trabalhos, o que j bem conhccido:
?ssim como as commodidades dos oreaos
Eartholomeu & C
RDABEIKO LESW
X r g t tas ;. I '
\| I a. I p r- HS j j
%
X



-
tn
D ? i.
i...
As seguintes obras
A tirgem do mosleira, e as memorias de Ri-
chelieu, por Jos Victorino, ambos encader-
nados em nm s vol. por 3iJ000. Colas
cont suisso, ene. I vol. por IfJOOO. Canto
d'alvorada, poesas porM. da Rocha, 1 vol.
ene. por 3(5000. Flores singelas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasans. IllusOes perdidas, por C. de
Azevedo, tudo encadernado em nm s vo-
lunte, por 80000. Jovita a voluntaria da
tnorte por J. C, e Alberto, scenis de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 35000. Palmyra, a cegninlia bra-
silera, romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu. ene. em cm s vol por 53.
O cavalheira d'Harmenta por A Dumas, 1
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as collecces de leis
provinciaes faltando apenas 3 annos, por
200000, tendo 27 vol. me brochura, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e qne tudo se vende por pre?o em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
p'iaque se dir quem vende.
Vendera-se 12 escravos, sendo o pretos de 18
a 30 annos, proprios para todo equalqiur servicn,
tanto de casa como para agricultura, assim como
um mulatinho de 17 annos, perfeito copeiro, 6 es-
cravas de 14 a 30 aonos, todas prendadas: na ra
estreita do Rosari n. 43.
^
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desejar de bnm, a garnel a bor-
do do patacho inglez Mary Block : a tratar com
Tasso Irmaos & C. rna do Amorim n. 39.
Vidros para vidragas do todos os taraanbos
e em caixas, vende Bartholomeu & C. em sua
pharmacia na ra larga do Rosario n. 34.
Farinha de mandioca
igual a de Mubeca.
Em saceos de dous alqueires e de panno de
algodo, cuja medida corresponde de 5 a 8 0(0
mais do que a medida daqui 9 do Rio de Janeiro,
vndese a preco menor do que em qualquer ou-
Ira prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, era seu esenptorio a ra do Corarner-
ci n. 17.
Estampilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 58, loja
de azulejo.
Pechiucha a 1$ e 9$.
Vende-se calcado francez obra muito boa pele
diminuto preco de7 e 91, assim como calcado
para criancas'a 2OO, baraiissimo: venham el-
les antes que se acabem, na bem conhecida loja de
miodezas da ra da Cadeia n. SO A, confronte a
rna da Madre de Dfos.
<:.
\
s*
'o '*
S v:
** !
\.
V.;.
m
Em caen gumfa, ral, rcm a iu!t .. .., i
jue l.*va c- ir.fu :n*c. i'i:i rcltilo n^i-.^*' ''.
iciio i.im o ...ilo Iumiul bu cninm inai. t
y ; ,. ... ;
'.------tris >uk : '.: :t !
bre!-: ii> I)1 fl J
a 6- .. ,
cir. \::.-k- :.:.i! -
do Hn.timt-iDi tu '
t.Ol utico*'... <
CtiEUn-MtCci;;;*,
\ET PHARMACIK_

iSS

mmmmmmmm vmmwmnmmmx mm*a*Mamm *
pi
c 5 o> = tS' 2
3.C-.2. S
os O u 3 "t"
as c 7- 3 =
!ls!ftIs
3 ._ o g B
MARTIMOS
A 5|000.
Wndem-se bDtinas de cores para senliora pelo
diminuto preco de ." o par, sao cores bonitas e
obra bem feita : venham rna da Codeia n. 30 A,
loja de iniudezas confronte a ra da Madr de
Dos.
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa dos Coelhos acha-se cons-
tantemente tijolo grosso e fino, tapamento, telhas,
o grande porco de area, que so vadera a vjntade
do comprador por menos preijo do que em outra
qualquer parte ; assim como se encarregam de
f irnecer matenaes para as obras, para o que h?
canoas e earrocas
Formas de ferro
Para purgar assucar ; ainJa existem algumas,
e recebe-se encommendas, para as que estao em
viag'em, a preco commodo : na ra da Cadeia n.
i, armazem d S. Barroca.
IatteIcaoI
Fazenas b rata- com
t que de avaria.
do Crospo
bom
I
FOGOS,
S. Joo
s. Pedro.
Grande deposito de fogos artiflciaes para os fol-
.'uedos de senhoras e enancas as dias de Sant
Antonio, S. Joao e S. Pedro, a sbt r : pistolas
brancas de 3, 4, 5 e 6 balas.dilas coloridas de 3, 4,
5 e 6 balas, rodinhas brancas e dundas fontanas,
eraveiros, chafarizes em ponto pequeo, rudi.lias
com Iluminaci colori las, fogos de bengala,logos
do ar de 1 e 3 bombas, ditos de bemba real, tan-
ques chlnezes, baloeszinhos de 3 e 4 palmo?, pro-
prios para soltar em varanda com espirito de vi-
nbo ou mesrao gaz, alera de outro maior sortimen
to que s com a vista do comprador : na ra Di
reita n. 53, loja de Lenidas Tito Lourciro, amiga
loja do Braga.
VIVA S. JOAO
Ra Dlrea u. 53.
Completo sorlimectode facas e garfos de ba 'an-
co de i e 2 botoes, bandejas chinezas com lindos
esmaltes, culberes de metal de principe para cha
e sopa, trens para cozinba, salitre, breu, barbante,
enxofre e papel, alera de um completo sortimento
de ferragens, miudezas, cutihleirias, macli as pa-
ra descarocar algodo, inoinhos pata caf, ele,
tudo por nieno? preco do que era mitra qualquer
parte : na ra Direita n. 53, loja de Lenidas Tito
Loureiro. amiga loja do Braga.
FOtON
W.
Para Santo Antonio. $. &oao e
S. Pedro.
Na muito conhecida loja de ferrgens na rna No-
va n. 39, de Snuza & GuimarSes, acha-se um lin-
do e variado sortimenio do todos os fi.gns artifl-
ciaes dosmelhores fabricantes desta cidade, con-
tenda rodinhas, pistolas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, eraveiros, illuminaco e tra-
ques, etc.; assim como um lindissimo e variado
sortimento de fogos cbinezes recentemente chega-
dos, proprios para criancas, os quaes podem ser
sollados em salao. Avisara mais que existe lam-
ben urna grande quaofidade de sortes de todas as
qualidades, como sejam, sortes com estampas, ilias
sem estampas, ditas em carlSes Com pergunla e
resposta, ditas em livros, tudo por preces muito
comii'odos, (|ue admira : na ra Nova D. 3P
Snht'las de bailr.
Chegaram loja do pago as ricas sabidas de
baile, assim como os ricos enchovaes de camtiraia
bordados para criancas se baptisarem, arlig) este
o melhor que ha no mercado, assim como temos
gran e sortimento de outras muitas fazendas de
go do paco rna 1 de Marco n.' 7 A.
alta uovidade
-NA
Loja do paqo
Chegaram pelo ultimo vapor francea a> ricas
chapelinas de palha de Italia, ultima nnvidade de
Paris, chapeos de veludo e paha tambem os te-
mos de muilo gost.i, postilhoes e basi|uinas de gor-
gurao preto muiU) superior dun ricos lagos de
setim : na ra Io de Mareo n. 7 A, lojadn 'ac.
A economa las fa-
milias.
Acaba de abrir-se de novo a Iota e armazem da
Arara, na rna da Imperatrii n. '!. qtfi tendo con-
chudo todos os lew negocios comnwrciaes ; ago-
ra \ai fazer urna liqnidacao de tdas as suas fa-
zendas sem reserva de preco?, cem o lim (!'
liquidar ; por iaso se convida a todas as faniilas
para mandar ver as amostras -i todas as fiucnJas
para ver as qualidades.
A SABER :
Alpacas de cores p.tra vestidos, das de core?,
atoalludo de linho, bramante de liolio, organd* de
cures, cas-as Granelas finas ?. 2i0 o civ.nl., c.i-
tas franeexas arcaras e claras a 240. 280 e 320,
grosdenaplos relos ds todas as qualidades, Hl
branco liso e lavrado, brim pardo a "iCiO o iiieti>,
brim branco de linho fino, gangas para calca a
320 o covado, castor para calca a 60 o covado,
casemjras pretas para calcas, [uno fino preio de
todas as qualidades, casemiras do cores, roopas
feitas de todas as qualidades. paletots de ganga a
2-3000, diu>s de brim a SjOOO, ditos de alpaca a
2000, algedao a Ijr0 a pess.i. madanolio a
.'i, cobe.rias de chita a 13, cobertores de algodSn
a li00 e. oatras muitas fazenda< qiT> se venden)
=em reserva de precos, para liquidar.
Na frente da loja ter dous letreiros com letras
encarnadas cu que diz liquidaco, ijuc principiar
hoje.
A' rna
n. 5.
g-S3
as -a
5. 2 o
p" ^SC "2
to c
99 =-. S?
2 e. s. 3 g g-
7 r o 2.
O te <
SO 5* S 2
= ='&*
3a ?? B ..
fe a o*' o R
9 Si
St 5
o 2.
f&S
S g 2. Ea
S 3 a sr
fS a> o 3 g
H|3D_
a> M t
sr
&
CONTRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabeiecit
testa prafa, toma seguros martimos sobrt
avios e seos carregamentos e contra foge
sm edificios, mercadorias e motil as: i
*aa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Em casa de THEOOURU CHRiSTl
\NSEN, roa da Cruz n. 18, encontram-a
inactivamente todas as rraal'dades de vinhi
ordeact, BourgDgae edo Rheao.
Candieiro. e gaz econmico
Acaba de cliegar nova remessa desses tao
desejados candieiros em porcelana, tran-
cos e de cores, os quaes muito se recom-
mendam pela seg ranea asseio e ecooomia,
e ainda pela excellenie luz preferivel mil ve-
zea ao kerosene. Venham antes que se
acabem.
nico deposito na rita larga do Rpsnrio
a. 3i, pharmacia de Barlhjlomeo & C.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabuga n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
[ue em outra qualquer parle.
MAOAPOLAO fino a Io00, 5f, 5*500
e 6*000 a peca.
ALGODAOZLNHO a :5000 a peca.
ALGODO americano de lislras para
roupa de esefavos a 240 o cdvado.
CHITAS matizadas e miudinhas a 240
o covado.
CAMBRAIAS finas de cores a 240 e
280 o covado.
CHITAS escuras de superior qualidade
a 280 o covado.
CORTES de caifa de fustao a 1*400.
LENCOS finos de carabraia a 2*500 a
duzia.
CORTES de carabraia de barra com
duas saias a 6* o corte.
BASQUINAS de grosdenaple ricamente
enfeitadas.a 18*000-
ALGODO azul com 56 eovados a 5
a peca.
. Do-se amostras na i na do Crespo n.
t, loja de Manoel Dias Xavier.
Vende-se
Sementcs n vas de bnrtallces, garantidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, ra do Amorim,
deposito da labrica de cervejas e espirita ta ra
do Brnm.
Vende-se urna burra de lerr > de 4 l|2 pal-
mos de comprimento : na ra da Imperatriz nu-
mero Cl.
*------------------------------.-------
Fariana de inand oca
Vende-se farinha de mandioca chegada do Ifa-
ranhao no ultimo vapor do norte, por menos pre-
go do que era nutra qualquer parte : a tratar no
escripnrio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vinario n. 16, 1 andar.
Jacaranda
Vendem-se 44 toros de Jacaranda de muito boa
qualidade, viudos pelo brigue Confinara : para
ver, no trapiche do Angelo, e tratar na ra Direa
n. 31, armazem.______________' _______
Vndese a padaria da roa da GuU n. M,
por seu dono querer reurar-se por se acar doente.
Compram-se vendera-se iartaeapara iora
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
toras a sexos, com tamo que sejam sadios ; ao
rceiro andar do sobrado n. .16, raa das Cruzes,
freguezia de flanto Antonio.
Oompraai-^
Moedas de ouo e de prata de todas as nadies : ua
ra da Caleta do Recife n. 58, loja de azulejo,
O estabeleeimento da ra das Cruzes n. Vi,
tem para vender : amendoas confeltada, bala-
cora estallos, afeites para bollos,-urna variedade
de confeitos, borboletas, flor de laranja e passa-
rinhos em flores, papis com estallos para series,
e ditas francezas em pe^uoninas conchas de as
sucar.
Farinha de mandioca
da Baha.
No escriptorlo de J'aqmra Geraldo do Bastos;
ra do Vigario n. 16, priieiro andar, vende-se
larinna muito al va, fina e torr-da, saceos de dous
alqueires, dor menos do qte em .outra qualquer.
parte._______________________
Vende-se ai casa 'terrea n. 11, em ehlos pro-
prio, sita em QJinda rifa do largo do Amparo,
cora 4 quarios, cu; redot ao uieio e duas salas : a
ratar no andar n. 5 na da Cadeia do Recife.
A (esoiira de ouro.
Ra Daque de Caxias n. 6f>primfiro andar.
Para este estabeleeimento chegou no vapor
francez Gronde, um completo sortimento de to-
vas de pellica de Jouvin as quaes smdo as pri-
meiras em qualidade silo garantidas com o sinete
da casa.
Vende-se urna escrava moc< com urna
filbinha de tres annos: e sabeiido coser,
cosinhar e emgomraar com per.'eico ; na
ra da cadeia n. o.__________ a
QUE^I OITER VE-VIA
NA
Loja ingleza
Attei?ao
Naarmaaw* d MaU^LaUtai* 4C, na ra da
Ona 38, venienv'iii rapen sanios.
Vende-se urna escrava cozinbeira; a tratar
na ra Velh n. 20, 2 andar.
I'asscSo psiblico k. I.'.O.
Neste grande estabeleeimento encontrar o res-
peitavel publico um grande sortini'-nto de a:endas
de todas as qualidades c precos por menos do que
em nutra qualquer pane, com i sejam :
Chitas tanto escoras como de cores, muito finas
a 240, 260 e 280 o covado.
Castas* de cares, padrSes muilo bonitos, a 280 e
:120 o covado.
Carabraia branca transparente para vestido a
4* a pega,
Liazinha para vertido a 360 o ovad.).
Ditas para dito com listrat de seda a 800 rs.
Cumira prea para calca a 5* o corte.
Dita- de cores a 4* o covado.
Fustn de cores para calca a 1* o corte.
Madapoles IIdo* com pequeo toque de avaria
a I* e 5*.
Algndoes brancos a 3*, 3*500 e 45 a peca.
Palelots, calcas e colletes de todas n> qualidade.-
PASSEIO PUBLICO N 60.
Rival sem segundo,
Kl'.l DUQUE UE CAXIA* B. 49
(Anliga ra do Queimado)
Contina a vender tudo muito
muito barato a saber :
Quadernos de papel p-queno a. 46
Libras de areia prela muito boo. O
Tesouras linas para rnls e coi tu-
ra a......., 300
Papis de agulhas fr.mcczas a b:-
15o a......... GO
Caixas com seis sabonetes de bula l00
Libras de laa para burdir tie todos
as cores a....... CIT000
Canivtes finos para aparar penas
lapis a 500, le..... lOO
Carriteis de iinha Alexandre a. 100
Frascos com azeite p^ra machinas 500
Gravatas.de cores muito finas a 500
Crozas de boles madcpetsla li-
nissimos a ...... 500
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e....... 5C0
Novello de Iinha de 400 jardas a. cu
Caixas com 100 envekipes muito
superiores a...... (100
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteitos com tinta prela 80 rs. e 100
Pegas de fita clstica muito fina a 200
Lata com superior banda a fO 8. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a..........
Ditos ditos dito grande a. 1&000
Frascos de macaca perola a. 2i0
Frascos de extracto muito b Ditos a 500
Duzia de sabonetes mnilo Iino> a. 720
Sabonetes inglezes a 000 rs. c. 1^200
Frasco com agua de colcuia IV. era 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparillas a. ... 40
Sabonetes a forma menino muilo
superiores a....... 210
t-artiihas da doutrina tanda nova a 400
Libras de Iinha sortidas de lodos >s
nmeros a....... 1SC0
Duzia de pomada to ['oilo multo
superior a....... 280
P.abados. 1o Porto, largos a 100 *00
Capachos muito bonitos e gi tales a 700
Carriteis de retroz prtto, eom 2
oitavas a........ 050
Agulheiros de osso enfeiladt s a, 24u
Libra do Iinha ranceza superior
qualidade a....... 2>4.00
Caixas de palito do gaz a. 20
Uonecas de cera muito bouil3S de
SOjs. 2JQC0
Ti EJrl
A ruado Duque CANTIGA RA DO OBEIMABO)
Nao U sem faiidamento que a NOVA
ESPKRANCA leni deixado de fazer es seus
antiuiicios, a tazo simples, ella entende
que ludo cm demasa aborrece... por iaso
como j tinla dito e scienticado ;i sua boa
FregiRzia o qne constantemente ia recubeo-
rlo, ou tivt'sse feito militas vezes, receiou
tornar-se massante, assim pois rccolbei -
um potco ao siin :o, mas nunca deixando
d'en pregar os verdadeiros rsfitreos. ja con-
tratando maior numero de corftspondentes
na Europa, j deseobrindn I > domis
purado gos e inliucute assign; ndo
Jornal das Familias, o ijoai vem si mpri
ornado com ^guiiuos, modernos moldes ara
vestidos etc,. etc. para drjta f"i"tna mejbor
servir a sua constante fteg rzia ; ecom t-
peetalidad a" (fo .--e.\<-. i rtn m a NOVA
ESPERANCA lifaea Se em i Iferacer-U i
seus servidos, apressaudo-se dis.de j em
declarar que tem rerci i< ultimami
enlremeios e baba'ios bordados i;, i... i;.
les e tapados, cbaposiiihos tie setim para
haptisados.
Finas tuncas de caml : bordada para
o mesmo lim.
Meiasde seda e o de escocia para crian*
cas.
Dcd3cs d'osso, marfim, ac c madrepe-
rola.
ptimas navalhat, afladoresemassa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
aos.
Bonitos sapatinhos com hiqu-ira, sendo
com sal i, [iara meciOv's u meninas d-duis
a doze anuos.
Boas lentes com cinco mebmetros, para
contar-se os (ios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras*
Bonitos Tntenos de novos moldes,
Meiss de la para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo preji e
branco, liso e do salpicos, e outros muilos
objectos expostos a venda ra Duque
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
$als> raScatro.
Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Briocos. broches, votfits, pul eiras, fivel-
las, pentes, bot5es para pochos e cadeias
para relogios.
-A NOVA ESPERANCA. querendo sasfa-
zersua freguezia, n5osmente em objecos
d'alegria ou de luxo, qtter tambem acom-
panbar aquclles. qm infelizmente perdendo
algnem de sua familia; ou a'guem de sua
amizade, precisam de laes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandott viro
que ba de melhor neste genero, poique
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, n3o somene tornam-se
tristes como al repugnantes, o que nao
acontesce aos da NOVA ESPEBANCA. por
que apenas exprime o sentimenio pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeieo com que laes objectos s5o tra-
bajados.
iTTENC
Ven>-se una armacao boa com sos ut-n;ili *
para taberna, com poucos genero.-, propiU para
um principiante, pois bem afregntzada. casa com
eommodos para familia, e aluguel o mis baraln
possivel : a tratar na ra de Joao Remande? Viei-
ra h. 2i.
Veude-se
v^
Ps d laranja do nmbigo, seletra e
de sapoti. aapoia, palmeira- e cafs
mesmo sitio vende-se nm vella e
taurina : na Ponte de Ucba n. 10,

[ Joaquim Rodrigues Ta- 5
vare^ de Mello,
Praqa do Corpo Sanio n. \T
TEM PAI1A VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux.
S Farello d'^ Lisboa.
0 Farinha de mandioca.
da china, ps
; Anbeni no
ama garrota-
Aviso especial
Aos amantes do bolo de S. Joa e S.
Pedro.
Mameiga flor a 800 rs., dita t necia a 720: no
arm^iem d.) Hibeim na pateo dn Carino n. 9.
Barro para rcadr
Vende se um borro : na fabrica do gaz.



*--?**
*M
mm
i
r
1
Diario de Pemambtico SaLhadu feira 27 Je Junho de 1870.
de
Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratissimos presos todos os arti-
gos de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimenio, garaotindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e inassa por ba-
aatissimo prego.
Espehos doarados para pendarar a
160 rs.
Aguihas de osso para crox a 200 rs.
Pentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Cbamins para gaz a 320 rs.,
Garrafa eom tinta alizarine a l5t000.
Dita com agua florida a 135C0.
Dita com dita dita a I30i0.
Tnico de Jayrne a 45500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa,
240 a G40 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 1(5000
Dito com extractos finos a 4)5000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banba mui'.o fina de 120 a
210 rs.
Sabonetes muito Anos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para faci de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pontos para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Peatcs para tirar piolhode 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240. e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de ICO e 240 rs.
Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de langa e maosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremsios de 500
e 10500.
Grosas de botoes de lonca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para caiga a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com aguihas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linha de marca edxa a 280. rs.
Carriteis de inhas de Alexaudre de n. 70
a 200 a io rs.Q
Grampos muito Snos, com passarinhos du-
aiaa 2JJ rs.
Cartas francezas para jogar duzia 3000
Ditas porluguezss, duzia 104uO
Papel almago superior qualidade resma
43000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debruui de sapato, pessa 160 rs
Ditas de ljra para dobrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trangas de lam de caracol branca e de
cifcs de O a 100 rs.
Fitas para cs, pega 4S0 rs.
Alfioetea de lato, carta 100 rs.
de lam psra creanga de 400
Grvalas d seda preta de 400 e800 rs. i
Ditas de crox brancas'e de cores QOrs.
Dita de gorguro de cores a 800 ri.
Na Tordade rw* Duque de Cal
xlas u. &&.
VEITIB-SE
Farinha e milho mais banw do.qoe tMQ outra
qualquer parlo : no trapiche Cunha___________
Tndem se diversas wcravo- pecas viudos
do Cear, proprios para engenho, assim como
ama cabrocha por l:000i, de 18 annos de idade,
bonita figura, est um pouco descorada de frlalda-
de, e diversas mulatas com habilidades : A tratar
na roa da Cruz n 53, 2* andar.
L0UC4
Grande armazcm ua riza da
litiperatriz c.
Neste grande armaren) vende-se lonca ingleza
Anas e ordinarias, apparelhcs de porcelana para
jaotar e para cha, jarros para Cores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos c ordinarios, qne tndo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato prego que era outra pualqoer parte :
chamamos a attencao dos fregneze?, que serio
convenientemente servidos tanto nos commodos
precos como na boa noalidade das fazendas.
COSTURA
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, 1* anda.
Sanatinuos
800 re,
Calgadeiras
a 40 rs.
Aos cem mil azulejos
Portnguezes, hespanbes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
mazem de lonca de Bernardmo Dnarte Campos
&C. ______________________________^__^
Engenho.
Vende-se o engento Ribeirao da freguezia de
Santo Antao, simado pouco mais de ama legoa
da estrada da Victoria, do trras muito preducti-
vas, podendo safrejar para mais de 2,090 paes an-
nuaes, com bom cercado feilo todo de vallado, e
muito boas obras ; o engenho d'agua e est
moente e crrenlo : quem pretender esto negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, ou ra da Concor
dia n. 13.
Grande estaboleojmeota de aendas e roupas feitas.e por medida, roa da Im-
peratriz d. 82 junto a toja de ourives.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de algaqa prcta e ds cores a 30000, 30500 70000. ditos mirin preto
de70OOO a t 2 5 WOO,'ditos de casemira de cr^s finas e ordinarias, de 60. 160000,
ditos de panno finos de b 83 100 e S(.|U00. sobrecasato dito do 200 a 500000
-Coiaaloto soriimeato de alfas dobrim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas' mm nll11T ri wt i n
de 20, 103300 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de 50, 120000, II i I 'Ilj ||U l| I II 1
ditas casemira prcta tie 0, a 160000 superior, dita de merino diversas qualidades para flMlif 1/1 L1 l/ll/l
lulo. Assu como.um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de-dote* e traas, ditos de merino para loto fabada superior.
Sorttalhte oolnCo de aamisas francezas de algodo, de 10600 30000, e de
linbo de 381000 a 79000 a duaia.
Softimento completo de reroulas francezas de algoo de 10GOO a 20500,
ditasde breaantei liflDO, 3JJ5U0 e 30000 ditas de Hamburgo. 'racc-zas, fazenda su-
perior de 250000 a 330000" a duzia. Sortimento decolannbos d algodo e linho, etc.,
assim como meias de algodo para horneen de 30, a 100000 a duzia, gravatas de umi-
tas qualidades. Na ruada Imperatnz n. 52, luja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
Neste estabelecrmenic encarrega--se de mandar azer qualquer obra por medida
e para esse Am tem hbil mestre enearregado da oficina, que seencarrega do trabalbo
com perfeiCao e pontualidade.
SORTIHENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e tim3o de menino 260. e 280 rs.. e outras muitas^ualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabeleciment ebegaratn, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, aqlftl paraflfns ecomtietente eofette para corpinbo. Cam-
braia lisa de 30, 40, 50 e 40000 a pessa, e u'.ras muitas fazendas de todas as quali-
dades. .
i Saceos e estopa
VendeM-s" ptimo* 8:icci dp estopa, proprios
para acucar, milho, fariuha ele: no armazem de
Adamson, Howie & C-, ruando Commereio n, 40.
Vellas de spermacet
Verdadeiro americano rada urna caixa trinU
e cinco meias dnzias de vellas, ou 210 vellas, por
trinta e cinco mil res. No armazem de Taase Ir-
{ maag A C rna d^> Aroorim. ____________
Grande pechncha
Na rna do Duque de Caxias, antiga na do
(Qaeimado n/1^, vendem-se alpaca de loas as
cores e lavradas pelo prego de 500 rs., thlas de
bwis pannos a 210 rs.; assim cobo ttm ricos
I cortes de cambraias bordadas de cores a J|H)00 o
corte com 10 varas, baratissimo.
Acabara de chefar lo GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneiro
viannaom completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nbecidos, as quaes est3o em exposidp no:
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua- i -Hua to Imperador rj. 26
lidade, e tambem enstna-se com perfeico 04-espoitavel publico encontrar .neste
a todos os compradores. EsUs machinas estabelecimento dinriameirte um complete-
sao igaaes no seu trabalho ao de 30 costo'-; sortimento de pastelaria, boHos inglezes
BRACO
reiras diariamente, e a saa perfeico tal
como da melhor costureica de Paris. Apre-
sentam-se trababos execntados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preteo-
dentes.
Ofeina e armazem de
ALGODO E HADAPOLO AVARIA90.
A 40000 o algodao, e 40500 omadapo!*. e tambem dita escura b6a 240 o ,w
covado por ter grande porcao, na ra da Irnperatnz n.'52, luja com pottaes encarnados., oannos, soleiras e saccadas, assim como solei-' pnbHco encontrar nesle
intitulado
Leo de Ouro.
podins, p5ds-del, prgsenlos dos uHinos
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos finos de todas as qaaHdades para cba,
amenJ.oas onfeitadas, oofeitos, bomboins,
pastilbas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
seis charutos de cho oate cada urna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portnguezes, figneira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhos
l do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
estabelecimento
ras e saccadas d? pedra de Lisboa. Tambem con- !por commodos precos, fazendo-se abatimen-
Itrau-seefai-se qualquer obra, como monumen- lo a quem -.omprar em porc5o.
; tos, taalos, estatuas, pas, lavatorios, n.esas e T :a.b a* a VJ<
ludo o mais tendente mesma arle, por mdicos Lic0res 4e t,^ as cualidades, as mais
[pncos. finas,-entre elles o afamado Aiapana, este
Hcor o mais saWoso
ma^Tiiore
Caes Vinte e dous de novembro
(outr'ora armazem allianfa)
Ha para vender pedras raarmores de todo os
,lmannos .e grasuras, tijolos de diversos ta
n. 57,
, ende-se ou troca-se por ca'as nesta praca
o sitio denominado dos Boritiz, antiga ca-a da la-
! vagem de roupa, com grande casa da vlvenda,
senzala para preto=, estribara, banbeiro de pedra
e cal com agua correte, baixa para capim e
, grande terreno para plantacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
Ultimas novidades chegadas honlein pelo vapor
Cruzeiro do Sul para pian. J
SOLITUDE por GotLclialk.
LAGRIMAS D'AURORA polka niazurka.
ESTRADA DE FERRO quadrilha.
LA FAXCHONNETTE phantasia por Levbach
UMA LACRIMA mazurka. )
XICO DIABO polka.'
Piano e calo
QUEIXA DE AMOR modinha.
HE DE AMARTE ATE" MORRDIi modinha.
HYMXO DE S. A. O SX. COXDE D EU
A' venda no grande amnr.-m de pianos c m-
sicas d 'Antonio Jos de Azevedo, ra Jova nu-
mero II. g
GAZ 41 m
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster
. C, ra do Imperador, um carregamento de ga-
de primeira qualidade; o qual e vende em partida'
e a retalho por menos preco do que em outra- qua!
quer parte.
Vende-se um terreno proorio, com 138 pal-
mos de frente c 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cojo terreno tem al cerca feito pa-
ra cinco moradas de casa, na ra de Motocolom-
b do; A'ogados : a tratar na mesma ra ou na
ra Direita dos Afogados n. 13.
A 1^500
Vende-ss sapatos avetada ios para hornen* c ?e-1
nlioras, pelo diminuto precn do 1.'00 o par : ve- '
nham a ra da Cadeia n. oO, lja 'lo miudezas.
ORTES
O Cysne ra ds Imperairiz c. 6i, acaLa dn re-
ceber pelo u!lijo vaper (iodos e modernos corles
de vestidos de seda pretos e de cores, lisos e niati-
tados, os quaes vende por pro; *s mdicos. DIA para forrar sala?.
Ra do Crespo n 20 A.
Alyaro Augusto d'Almeida C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas ja bastante conheci.lo como
am d s mais bem sortidos desta cidade acaba de receber din clmente de Paris aKns
rtigos especiaos qae passa a mencionar.
Ricos corte- de vestidos de blond para casamontos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de laa e seda propria para vestido.
Foalard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos. '
Gbapeliaaa de seda e de palha d'Italia.
Basqiiin:s de seda e guipure.
Colchas de seda e de ia e seda.
Cortinados de cambraia bordados m.iito ricos.
Pannos de verdadeiro eroch para jardineira. sof e cadeiras.
Toalbas de linho de superior qualidade.
Bramante?, selicias, sguies atoalliados.
Coaidanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
tache-n_ez, baloes, cami.^inbas sombrinha. mas> 0 que ha 0P meIhnr. veoda Dn arma.
Maoapoiiies de vanas qua idades, saxos para viagem, mal as, tapotes, capa- z-'m da mmn do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
^ios, alcatifas e innilos outros artigos que se vende por precoz molios. Lopes Machado & C._________________________
Tem tambem constantemnlc um completo sortimjntu de ESTEIR.VS Dv IX- Vends-se uma casa de taipa. na baixa do
tratar na rna
. r
PORTLAND.
Venderse no armazem arosrollo do Vicenta Fer-
reira da Costa & Filho, defrente do arco da Conr
cei^io. e:n barmas erandes
(Pautara 'Js Lisboa
Soleiras, hombreiras e capheis para frentes de
ha de melhor
Zumbi, (Torre) cm solo rendeiro
Imperial n. 233.
e superior, at
boje conhecido. Xaropps de groselhe, rosa.
maracuj, caja etc vinhos de Bordeaox de
todas as marcas, o mais superior qoe se
ode ene ntrar, champagne de Chevernt
moiio superior, os mais bnes e superiores
cognacs francezes, old-tom, de tod^s as be-
bidas alcuosas, este a mais salular para
quem soffre do estomago, ^
Conservas de legnmes, portuguezas, fran-
cezas e inglezas, mlhos mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrangnras de todas as qualida-
des, charuto? dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Panto e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo qoanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encomienda com a maior promptido
e asseio : Como sejam para casamentos.
baptizados bailes ele, tambera se recebem
encommendas de pes de 16 ou bollos de
qualquer especie enditados e decoraJos,
bandeijas de bolinhos com armnejio de M-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas airendoas, leite
etc..
Os donos doste estabelecimecto nlo se
lem poupado a despezas para melhor me-
recorem a acondjnvaco do ilustrado pu-
blico.
60RA DA IMPERATRZ
-V t<; grande estabeiecimeato encontrara o respsiUvel publico, u.u grande sortimento de faiendas, do mais apurado cho assim ciru^i^T^T-.'^T'rlS^^-^i a ^r* ^-^^
em ontra q 11 qo r parte, visto que os novos naos Testa firma adoptaram o svstema de s vennderem DXlia AO : para poderem vender neloniS i i.nrt? J ? necei'?ldade V? se lnes Promatte vender por precos mnito mais baratos do qn%-
eno i ; ..oero fazer os se is sortimentos pelos mesmos pregos que comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidade das E-mw fam:hi< dot^H a! tl"nj0'se *PenasJ gan;arem o descont. As pessoas qne npgooiam em meaor escaa, dc? loa
i escolher. UdS c mdS- wm,uas- ae toaai. a^ fazendas se dao os ,-ivros das amostras, ou se mandara levar emsns casas, para mefcor pt
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. i GROSDRNAPLE3 PRFTiT nv i ;nn t nn rx
O Pavao tem um g.-ande sortimento dos r^^a5^^raTTO^SJ| R0UPAS PARA I0M^'S PARA TODOS ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 1
'.; mais bonitos crochs para cadeiras, sofs 1 publico um grande sortimento degrosde <
nesas, almofadas etc., proprios para co-j na pies pretos de todas as larguras e qua-!
do | lidades, tendo d3 1,51300 o eovado at 7000


ALTAS i>J
l BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
TA E. W
SANTO ANTO.NTO, S. JOAO E S. PEDRO. {
; Vendem se as mais lindas poupeli- vv
i as de linbo e seda com os gostos *
', m3is novos que t;m vindo a este >3
; mercado, pelo barato prego de____S
110 o covado. ?$
' Sedas listradas, de furia cores, fa- >*
; zendas de muita phantasia a 2000 S
1 o covado. K
S-da bisraark, larga fazenda muito
encorpada o covado a 23500. ^
Bonitas I3isinhas largas c'om palma >K
de .eda, covado a 13000, x*
Lindas agraciando lavradas covado 88
a 3o00.
Alpacas lavradas de todas as co-
res," covado a GO, 800 e l300.i
Bonitas ISasinhas espossezas com
quadros e litras de seda, covado a
50D.
Finas abasas lisas, sondo cor bis-
mark lyrio, verde, roxo, cioza, can-
; na, azul etc., covado a 6i0.
Ditas furta cores com as npais bo-
; nitas cores, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lisia
da mesma cor, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 563 e 610 rs.
Bonitas ISasinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
i Llasinhas lustrosas com lindas co-
res cmtac3o de seda, o covado a
320. .
Lindos cortes de anadino, sendo
fazenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
153000.
Finissmos cortes de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 121000.
Corles de gairja indianos, fazenda
inteiramente nova a 73000
Ditos chinezes com duas saias a
73000.
Ditos de la escosseza fazenda mui-
to bmita com fios de seda a 730-0
Finissiaaos organdys com lista de
cor e salpico, sendo fazenda de
moita phantasia, o metro 13289.
Organdy branco com listras lar-
g:se qu.idrinhos, a vara a 13000. *>
Todas est.is fjzendas, sao inteira- ^
mente novas e se vendem muito em g
corita, ra da Imperatriz n. 60, xx
loja e armizem (te Silva e Figuei- $^
do & C. >j?s
de 12.3000 rs. cada um, pechiacba.
CASEMIB.A3 ESCOSSEZAS.
O Pavao tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende raais barato, por
haver grande porcao.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O Pavao tem os superiores cortes deca-
. semira3 pretas enfeitadas pelo oarato pre?o
de 43500 i. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O Pavo venida excellente fazenda de pura
la com as coros escaras muito proprias
para caigas, piiiuts, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
uma fazenda leve, escura e de m.iita dura-
?o, pechincha a 80) rs. o covado ou a
23800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. O OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo meias transparentes, com uma
s cor, tendo : ljrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to uma grande compra, assim como ditas
mais estreitas de uma s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chiacba.
PECAS DE MADAPOLO A 3&00.
O Pavo vende pessas de muito bom
raadapolo, tendo 12 jardas cada uma, pelo
barato preco de 33500.
PECHNCHA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pe?as de algodo-
I sinho francez, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada pefa, pelo barato pre-
de 43000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saceos, mais barato do que em outra qual-
quer parte, na ra da Imp3ratrtz n. 60,
loja do Pavo.
OS SETINS DO PAVA/)
Vende-se es mais bonitos sens de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
bi ir presantes e vende-se mais barato
que em ontra qnalquer parte.
Algoio enestQlo.
Vende-se uma grande ponjo de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e loalhas, tendo liso e
e 8300), que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS -FRAXCFZAS.
Chegaram para a loja do PavSo as mais
k lindas cissas francezas com delicados pa-
5 drbes, tendo para todos os precos e qnali-
trancado, que se vende por preco muito em
conta. dades, dando-se todas amosiras, assim como
LAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou pa-a a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das msis lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, u vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
" SEDAS DS LISTA
SEDAS DE LISTA
a 23000 o covado.
Cbegou para a l.ja do PavBo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas cot as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 20000 o
covado, pechincba.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encentra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento ara grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sjam cseas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de 13a de todas que
tem vindo, proprias para loto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. qae tado se vende
por proco barato.
PARA BAPTJSADOS
Na loja do Pavao veoda.se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 43000. cdrlm.
Vende-se bonitos eottea le casemiras
claras e escaras pelo barato preco de 43,
ou a 23400 o covado, tendo duas lanraras'
CORTINADOS PARA CAMAS E JANLLAS
de 83, 103,123 o 16300.
Chegou para a loja do Pavio um grande
sortimento dos bonitos neos cortinados
bordados, proprios para camas e jeeellas,
que se vendem de 83000 o par. at o mais
I rico que vem ao mercado, e veede-se mais
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegras, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 210RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cores fixas
240 rs. o covado, e pechincba.
lIasi.vras 3!0.
lasnha8 a 320
LAASINHaS A 320.
Na lojfi do Pavo vendem-se elegante sor-
timento das mais liadas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imaco de poupelinas da
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
mdto raais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, peehincba,
PEcmvniA
EM CAMISAS DO PAVO A 43800 RS.
Vende-se um bonito sortimento de mnito
finas e modernas camisas inglezas cm pei-
lo e coliarinhos ) linho e puabos, pelo
baratissimo preco de 4fe00 rs. cada uma
e aos fregaezes qae comprarem dazias se
Ibe fer um abatimento. garanfindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liqaida-se por este preco por so ter feito
uma grande compra: assim .como se vende
0-3 PRECOS. j qqq dv\h
N'este grande estabelicimento encontrar! Chetrou Dar ste eranrlfi P rstnt'r.-,? "rat sortimeni' SSb^j^ss^z^
de roupas, sendo p:i!its e sobreeasacos de Das alpacas lavradas d todas as rn rL
panne preto e cazemira, calcase coetes de'S vendemN 15 Xfl fi?o r?e ^,?
im como um grande sortimento de ca- _.
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquina!
ou jaquetinhas de seda preta, ric-amca
mizas francezas
de linho
timfnto de meias cruas.
e inglezas, e ceroulas tanto
como de algodo e abundante sor-
VESTIDOS INDIANOS COM DUVS SAIAS 0J,^el
AIAO i enfeitadas a vianlbo, tranca e setim prole
Pavo vende uma grande porco de'tendo de todos os modellos, os mais novo
cortes de vestidos indianos, tendo duas: V. tem chegadn e vendem-se por preco
saias e tendo bastante fazenda, com os gos- muit0 razonis.
tos mais novos qu tem vindo, e liqaida-se
a 5300, tendo cada
figurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 33 O COVADO
um seu competente
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mesetadas e bastante enorpadapara
roepa de horneas e meninos pelo har.o
preco de 33-J00 cada covado ou 5300O o
corte de cal?a para homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazor qnalquer
peca de obra a vontade do freguez, pera o
qoe tem um perito alfaiate, responsabeiisaD-
do-se os (fonos do estabelicimento por qual-
quer falta que pessa baver, quer* pe de-
mora, mierjior qualquer defeito na obra;
e para isto engira o respeitavel publico
um granoVgortiai&nto de todas as fazendas
qae desojar.
BRAMANTE A 1800.
VendBjse*uperjor brabantecum lOpa-!-
POUPELI\ASDE SED \
POUPELINAS DE SEDA
a 23000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato pre$o
de 23000 cada covado, pechirjeha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lbores cambraias tanto victorias como trans-
parentes iendo de 33500 i pecaaS a mai
fina que vem ao mercado.
CAMBRAAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o ftrvo vende pecas de camraia
branca transparente, tendo mais de vara ce
largura, om 10 jardas cada peca, faxeride
qoe sempre se vetideu a 73 e 83000, h'quv
da-se pelo barato preco de 4300.
FUSTOES BTUNCOS A 640, 800 E 1^300.
oyende-s muito bonitos fustoes brancoe
um borato souonto de ditas tambem com mos de telara, proprio para leesVie. &- f** flexH'el ProPri0s para vestidos *
) do a larfsra d'esta boa eazenda o cbmpri- -*
peito de linho bordadas ditas de algodo do
l barato que em outra qealqer parte.
para todos os presos
PANNO PARA SAIAS A 13000, 13280 e
13100 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a uro
lado, dando a largura da fazenda o compr-
mento da sais e yende-sapelo barato preco
de 1400Q, 138*0 1460b, #JMro een-
do preciso apenas 3 ou 3 i/2jnotros para
cada saia pechincba.
vestid** emees 19OfJO re.
O Pao vende Sniesimos cortes de ves-
taos de cambraia onnea, ricamente borda
aborta,
das e cota maita fezenda pelo barato preco' n. 0. "mm0
ment do lencol, sendo .preciso para caria
um apenas 1 e 1^' metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha polo preco. 2.
E$PARHLHOSA 5*000.
Vende-so um bonito s#timento dos me-
lhores e mais modernollcSpa"tilhos tendo
do barato preco de".53O0ate 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavio vende-se um sj-ande
sortimemo dos mais bonitos cacbedz de
para I3s preprias para seohoras, vendem-se
tra am, na ra da Imperatriz

.joras e roupa para meninos e vende*
a 610, 80Q e f3260 rs. o covado.
Causea* a B40 rs.
0 Pavo est vendendo bonitas cissas *
ceros flxaft a 40, 2 e 300 rs. o-covado
Brilhantes ISasinhas.
S o Pavio, i 460.
Ctiegaram as mais birmantesliasinrias cosa
as mais lindas cores, com palminhas miodi-
nbas, assentadas as mais delicadas cores ele.
lyrio, cor de canoa, cor de geofa e branco,
sendo estas novas tiasinoas de muo
qual idade, tendo largura de alpaca e ven,
se 460 rs. o covado. i roe da Impera!
b. 60 loja do Pavo.





F
.

Diario de PernambtK ~ Segunda eira 27 de Junho de 1870.
-1----------1 fv,
equina da ruu da Aurom, eau 'famte do caf ir
{taasdoa AGUIA
geral, e era pakfcitfar
'XC.\. mais precisa sclentfidr' aro reipeitave! publico em
ia ho-i 'fregqeaa, da imrmsns?y|e'rre etfectos qne nltimamen-
L'tnperatru.
marina. tnJST0 6 ^P1^""^1"^^-""' di faMfl.1^eo*irie m Exmas.
i mais i]i.a.nM(ie> no (.izeudas,
-rtoHMn.A[L!'J'-,\5":l,22 r,r0V'!'" d".',!lt' il1' ^wweoeont n'esU mercado,
TJS/ ^ r,0ea'* ,ta ,'J"ropft' rwf,(,in diwaanwito o que em ara** de moda
*s de que dupasu eMabrtecnaeato par bu> servil sua numera fregifczi.
J^tttB&^!e t0U,as ,!e ?".corn ,,stPM *^a e ^ ten-
wna as qunhd.ulcs^iecosttimj viraomor- da integramente

_ GAUO VIGILANTE
te tem retcb'i*to, a justarrierik'qaandi* ella menos o pode faxere ribrqe ossa falla irjvo- "*' K/Ha *** Crespo a. 3
[untara ella confia e espera na bnevleei de uios fue ra'a-atfenfffro e rAlevao ^ propi-waiia* .:-sj bem eonheeido estabele-
Qoeimado n. 3 onde sempre achara abundancia em sortimento do soperioridade em ta vp e Sun de reber peloSS SSr
qnaiioaaes. modicutoda eiu nrecos e o seo nunca desmenttdo AU1ADO E SINCEBIDADE. iia Euri,a B;,! a>mteto c va/iado sortiroeuto d
Tin nn< ,.;,., r,., n,...i.,.w. .,.. .... fina? e mili dfitieaiia* especialidades, as ijnaes es-
tn resolvios a veedor,, como de seu eostume,
por [irires .x-,0 baratinhos e commodos para to-
dtn, eoin tanto fne o Gallo....
Mmo Mwertana lavas de peluca, pretas, bran-
cas e de inci lindas coros.
:ui l;a e bonitas gullinhas e puahos para ae-
aora, neste genero o que ha de mais moderno.
Snp.-rrore" pcniea de tartaruga para cormes.
landcs (3 riqnissi.aos enfettes nara caberas
rer.*S!6tM que porua naterb'&o n:iis ennhecidos a, etla resumidamente indi-
cara ajenes cuja importancia, ele^ncia e novidade os turnara recomraendaveis, como
ui m spja :
t90 > ......"" "*. ua i.'itrdiiucuic uiv,-i |iara ^'esuapsae Dae.
Alr.1. a- t.,. c- ,-, Gr;iV3tas pala sennuras e omen?, o ibais
afSotpiS.S! -Pa TS ? qua!l('a" cor'T'!o sortimento quC-se pollo desejar.
ni: '' "; nao ,odem d^crever. Guipare prcto e branco, diversas larc-
it:!
Grvalas pala sentenfaVe uemem, 0 in.iis
esejai
ADunscom musios para"coloca7.:eTratos! ras^e'dTfferentes' go3oT^? u,versa5largc
lima J'eSeQte Pa'a l*0,'as e P,!nli0=>- bordados-para senoras.
AtriJih^r. Atoa&ado de Unho e algodo, branco e des.
<^ cores prepi-ios para toabas.
^3
Gorpmhos de cambraia, primorosamente
Mellados cm fitas de sethn e obras essas
:oia novidade de moldo e perfeicao deador-
e nova para vestidps de baile. >iu$ os trnala apreciados.
- Fitas mni largas de diversas cre fc'qoa-
idads para cintos.
iorgur5odo seda preto e'de cores.
Grosn.?naples' preto ede coros, haven-
. J^L f "r*3R e mn.!t0 fi?4?w d0 diversas qaadades e gostos.
M8-, T>em como de crochet, todo de apurado _- bU3lU3
testo e feitio;
cDT
,-,. u Japoneaes pan senaras, o rnelhor ?os-
MOts de RtoSffilina, raadspohio, hrancos to, efarenda propria para as (stas nos ,.r-
<2t cores, para sehora e meninas, rabaldes o passeres a tarde.
8areg3s d.i cores variado sortiraentn. !' a
Babadialios oa lira? bordadas ;m todr.s as Lazinhas te ttK qnadades, cores
WjTkS a 3 gostos, na ficando nada a desejar, tal
deoutina de todas as cores. o sortiraut qpo existe para escoilier.
bolsas de tapete para viagem. grande Lene.is, ludo quant pode haver desde
varisdade ae Unianlios e g;-stos. esguio ao algodaocomraura.
tombaina prer;: de todas as qnadades. taques do madreperoia e osso, o mais va-
Bramaiite de iirmo de i I palmos de lar- nado sortimerjto.
fO, e tedas a$ riis tpiaiidades. Ligasdesda. bordadas, para sonhora.
rfretanbas de IhAo e algodao, grande sor- Lavas de Jouvm, chegadas por lodosos va-
sa?nto. pores, setnpre novo sortimento, nuer eui
Hnnss de Imho brinco o de cures, do mais peHwa para horowis e s^nhoras, quer em;fii
^miaodoao maisoaTo em quadade, affian- d'Escocia, brancas e de-cores,
wado o (jae fta de mefbor na especie. i 3XJC
rins d'algodo. completo sortimento e Madapoiao; ir.flesc iptivei o grande sor-
ranedade de p:e;os. limento que harnate genero, desda o mais
. <^. elevado preco aq menor, que se vendo em
Lassas de cores, o natar soniraento, pri- peca e reiallio por menos Jo que em cu-
nando pelo bom gosto e baratera, atientas tra qual'qasr paite.
quahdades Uan6&8 blondo para noivas : o apand
^amoratas brancas, tapadas, e traespareq- gosto dos nossos correspondentes em Paris
*s ote todas as qualfdades e precos. hbilc-nos a dte que teruos em
Camisiiihas de ca.-nbraia do linbo o cassa estabiiecimcnlo o quo de mclhor se
bordadas ricamente erifeitados para Sras. ja para vestir c ornar urna noiva.
Caaisas para Loa:ens c meninos, lo va- Mantas prcias de Mead.
iado sortimento que vai do mais ordinaria; Maulas para carros, com lindas pinturas,
or.'apolo ao mais perfeito bordado de li-f Merfa prta, trancados e li?os.
Loques uesse objecto muito se pedera
dizer querendo descreve-los mirn:c;c:;amen;e
por smrs qualjdades, cftrcee desenhos, ta!
eo grande e variado sortimento que o
do cJiegar, mas para n3o massar o preten-
dente se'lhe apr'esentar o que poder de
me!?ior.
Eiiti'emeios em pecas de 12 tiras..
Guipura branco-e preto de diversas qua-
lidaues e desenhos.
Ditos de algod com (lores e lisos.
Veos de
iia.
.""Jeias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio da Escossia.
Cosames ou uniformes para menicos.
Eoxovses coaipletos para baptisados.
Capailas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e coaliante sortimento de dita,
sempra mefbor quajidade.
Lindos vasos com p da arroz e pinsel.
Caixinhas com ditos arorUatcns.
Bonitos e moenios pentes dourados
para circular c coque.
Ronitos brincos do plaquee.
Aderecos c brincos d madreperolr.
Caivetes fino? para abrir latas.
Thescurr.s pai a frisar bauadiriiios.
Aspas p-ra bablo.
Novos stereosenpos com 48 vistas, as
qaaes s3o movidas por um macbiuismo
seda para cbapetinas e monta- 'amas Substitneft as oi',ras.
i Vistas para stereescupos.
ri(|
Exiaaa sentaaB.
enfeites para caberas da?
Si^erjflros trao^jas pretas e de cores com vidri-
inos e .u;-. 'llesy esta Taieuda o que pode haver
de melhor o rr.a' bonito.
Superiores e bonilos loques de madreperoia,
r!iiarljni. s:naki e osso, sendo aqaelles brancos
ca(\'l!1' i"S, e estes pretos.
Mntio uprioes mei
ihoras, as qi
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de rsadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinbos bordados criancas.
e meis para ditos% | Diversos objectos de porcelana, proprios
t^amisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lpinhas.
meias lio de Escossia para se-
> empre se veadmm por 30^000
abas.
Boas ben^tes de superior canna da India e
ca.-tao i.e nwrtfcn eom lindas e encantadoras iru-
ras do bobo, neMe peero o que de melhor s
Rival sem segimdo
lllUDDl! '.aI^S.N. 19
Estnq dispoM a ccntinnar a vende* todna
as miuflczas pelus bdraiis>inios [irefs ab\i-
xo declarados, garanl ralo ludo bom e pro-
cos admirados.
Pac&te com 0 qoadernos de |
pe amisade a...... 5(*
Caixas com 20 cadenwapap*! pau-
tado a........ 7o
Caixas .'om 5o novellos de lini
d Raz a........ iGO
Duzias de meias croas Euperta
qualidade a. ': 3,5000
Pecas de babadidfcos co"t0 va-
rasa. ....... $#
Pecas de liras bordnibiseom l i
metros rada p ra a 1^500 2O
Pecas de litas para ees de q ;l-
Fino?, honittw e airosos chicotinhos de cadeiae
ae oaUasqasiidadts.
Lindas upriores ligas de seda e borracha
para segurar as uicias.
Joas metts do seda para senhnra e para meni-
nas de 1 a l'j amos do idade.
Navaiha f :ibo de marfir:i e tartaruga para fazer
3An'&!Hlj!'l
nosso
dese-
as e va-
_ Musselina branca e de cores, lindo
: lados padrees.
Pannos prelos e de cores, desde o mais
barato ao. mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de caseanra muito finos
para
linho, lisos e de al-
:s.
listras e
ultimo
Camisas do meia, de flc.nella, brancas e
e cores para homem.
Casemiras pretas e de coras, o melhor
gue se pode imaginar, sejhlo d'isso a m -
.or prova o grande consummo dallas na
aflaini da casa.
Capellw de flores, psra noivas e bailes,
lesde a mais candida flor de larangeira at mesa-
* mais interessanie griaalda. Peitos bordados de
Chapelinbas no melhor gosto.de todas as'gpd2o para camisa,
cares boje preferidas pelas senhoras de! Princetas pretas e ^e cores,
nais apurado rigor na moda. Popelina do seda e linbo, com
Chapeos pretos de velludo, para senhoras, flores ; fazenda lindissima.
litimo gosto da Paj-is. j Pelherinas para senhoras, do
Chapos de sol, para senhoras a horneas, gosto.
de todos os pre;os e variados gostos. Perfumaras; os mais finos estrados o
Chaly com ricos padrees para vestidos, que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as qualidades, arrobado encontrar neste genero, e de mais Wfate
ioiacro e 1160 menos variedade de gostos, e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
Chitas, iranossivel descrever o sortimen- AURORA, desda a verdadeira agua Flori-
0 e variedade de padrees a novos gostos, da at o mais fino Bcuquet d'Atuour, final-
&a oeste arlig todo quanto se pode desejar. i menta tudo quanto deve .oceupar o iouca-
Cintos para senhoras o que se podo ima- dor de urna senhora de gosto.
naar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
es, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de fustao branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
li,o que de melhor se pode desejar.
1 r 111**> nh ai^ li -\ l!U i. L..^__I .1 1'
NOS GRANDES
im skccs
IC3
\SJnk
'X
\\
V 23Largo do Ter(?o.
DE.
DOS
PROGnt
Ptfo da Peuha
i!
23.
-N.
ni?
10
D
t.
Colarinbos de linho bordados e lisos, o' manhos desejaveis, e em
naior sortimento. vados.
33
Saias bordadas, brancas, lisas a de cores
com folhos e sem elles, o moihor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sarsrem de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
peca para co-
SAN US & FERR IBA .
Os proprietarios desies bem sortidos armazeas participam aos aeas innmeros
reguezes tanto dest praca como do mallo qne tendo feito grande diminuido de pre-
Cos as suas mercadorias esto por isso resolvido a vender por menos de iO e 20 ia,
do que ea; outra qualquer parte, garantindo-se portanlo a s ptrior qua'idade de qual-
quer genero comprado uestes dous estabdecimeutoa. Mencionamos alguns dos nossus
gneros e a vista destes sao comprehendidos os oatros, porque eufadonho seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz ame re;-ao marca Deves a 8^800 o
. dolicad
iJttczs e/bcfascapellas para noira. '
Suporiores agaHias para machina e pan crox.
Lmha muilo boa de peso, frouxa, para eucher
'abyriutio.
Bns baralbot de cartas para voitarete, assira
como os teios para o raesmo flm.
irande e variado sortimento das raelboics per-
(:Mi .zs e dos melhores e mais conhecidos per-
umius.
COLARBS DE RO^R.
Elctricos magnticos contra as conmines, c
farditam-a dentirao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
ciliares, 6 comiauaraos a recebe-tos por todos os
vapores, aflra de qao nanea fallem no mercado,
como ja lem acontecido, assim pois poderao aquel-
es que dflBto precisarem, vir ao deposito do gallo
vi..ilane, aortdo sempre eneontrarao destes verda-
deircs colbuss, e os quaes attendeado-se ao fim
para que Uso apncados, se Tenderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes o amigos a viran
comprar por pre^is muilo razoaveis Toja do gallo
vigilante, na do Crespo n. 7.
quer arpura com 10 wms a.
Escovas para (iliasl'a/.in'a lina a
Ditas para detes a 2(), 330.
400 rs. e. .. '. .
Pecas de trani;a lisas, brai
de cores a. .
aixinhas de madera coro ;;
tes fzenda sper:< r a. .
Dczia do'linia fixa pan ir:d>
dos a U (i rs. e.....
Pares de reas era" para bw'
Q s dKei os tan atibo b.
0izi;'s (W'. metes l linas pura senhora :.....
Pares ce aapatos de Iratpi do
Poito.........
Paree t*e sapafos -: lpete a. .
Livros <:e miSWI i!;;/ vi: if#m. .
Duzias de barams [wrj vidtaiete
Syiabarios portugueses a. .
Redes com tontas nvmo boa qua-
Cartots com colxetes : cerreras a
Aootoadtnas para cot lo di veri w
qualidades.......
Caixas com peana de ac muito
boa de 390 a......
Duzia de lirdin 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas cem eupeiiorcs bret.-s a.
Duzia ae 2btfca para macaina a.
Libras de pu-gos francczis todos
os lamanlios a......
Talheres para meamos a. .
Pares de sapatos de traeca para
merlinas .......
SOS
503
509
tot
JOtT
sao
4,9309
ysoe
t^soo
l.'SO
3^000
409
0
400
SOI
IHOO
va
200
4
32
I b\ g
rj
ll
I ili
11
t
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tint Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 560, 500 4S0 o 400 a garrafa litro a 840
780, 720 e 600.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 500
a garrafa, em porcao ha abatimento.
Vinho do Porto, engarrafado.das melho-
res e mais acretadas marcas a i000 e 15200
IfJoO e 2 I te, 380 rs. a garrafa e 360 o l'tro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 1,5000 a
garrafa em porcao faz-se grande abatimen-
to.
Caf em caroca a 220, 240 e 2>0, a li-
bra,o kitogrammo a 480, 540 e 600, e
70GOO, 75G0 e 8,5800 arroba.
Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki -
logramma e 54800 a arroba, em porcao ba
abatimento.
Queijos frescos do ultimo vapor a 34200
e 340O cada um.
dem Eordeaux, Medoc e. St. Julien ai,.
7,3500 e 6;55CO, a duzia e 640 rs. a garafa.! ^ e }$m
abmento.
Sabo massa de 1*
de l5a de"!, palmos de largor,; JS^ ^^ZT" ^
mdas cores e neos padrees. | ToaIh3S de linho e algod-ao de todcs QS
b> iib b a t i tamaahos, lisas e felpudas.
Esparliihos bran:oi e de cores, para se- Tarlatana branca com palmas e de cores,
^P*^0 eninas.e o melhor ooste ger.oro ; fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
aenhuma Sra. daixar por certo de muir
je de to precioso auxiliar perfeicao de
im corpo delicado.
Entremeics bordados.
Escomilba preta.
Eneites para cabepa ultima moda de
Pars, recebida no ultimo paquete.
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que da melhor tcm vindo a
este mercado.
Vestidos de 13a escoceza de 2 .saias,
Esguio de linho, completo sortimento de novidade pelopadro, gosto a forma; ditos
iodos os nmeros. inQ0 com barras da cores, e de cam-
^^ braia de cores com 2 saias, tudo inteira
Fitas largas escocesas para cintos, vari- novidade, trazera os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
ade de gostos e lindos padroes,
Fi;hs de crochet, modernos com ciatos
capas, o que ha de melbor.
Fil de seda, linho e algodao, de todos
os gostos e padrSes.
Fusto da todas as cores e qualidades
trande sortimento.
Flaaella branca e de cores.
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que,
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apuradogosto em semelhaote materia, gra-
Flores, o que ba de mais rico, quer cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
oltas.^quer em ramos, tem o PAVBLHaQ Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possue malhor, nem mais em
isposicao das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
VILHO DA AURORA se a)resentam ao publico deolaraado desde j que a sincerida-
m o bom gostoo movel nico de seus negocies.
Prvidos da tudo e promptos sempre a prover-se do. que por ventura lhe
*eja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
tem receio da serera contradjetos e protestam esforcar-se por coatinoar a merecer
proteco que se Ibes tem dispeasado ; caitos de que do seu estabelecimento aao sahira
j freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis anis-
as, prompto executar com promptidao e bom gosto qualquer trabalho que me seja
confiado. Urna modista especialmente occapada aos trabadhos do PAV1LBA0 D>A AU-
RORA, dirige os que lhe s3o coocernantes, garanto por sea apurado gosto e promptidao
aa execu?5o e a mais completa perfeicao noa aeus trabalhos.
A numerosa freguezia qae nos boara uraa pro va de que merecemos o con-
fiarlo que se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
^z mais. Para facilitar anda a concecucSo do fim qne no propomos, temos no nosso
astabeiecimento os.uUimos figurioo* de Paris, qae recebemos por todo os paqoetos, os
toaes enviaremos para serem vistos as familias nossas fregaezas, afim de escolherem.
com o padro da fazenda o gjisto aa forma.
Na, officina de alfaiate, junto, ao eetabelecimeato, ha igualmente os figurinos
aara bomens qae por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedindo a proteceo do Ilustrado
jobltco e com o mais profundo respeito convidamos la excelleqtissimas Sras. a visi-
tarem o aosso estabelecimeato, certas de encontrare aelle pelo mnor prego pessiva-
lodo que podem desejar.
Maudaremos caixeiros levar as lazeadas e amostras onde orem pedidas, visto T
aao poden* pacificar tudo quanto temos.
lm Luiz, Sobnnlw & C.
Aborto das 6 s 9 horas da noite.
Aletria, macarro, talharim a 500 rs. a
o kilegrammo em caixao ba
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a C5C0, 75, 11*500, a frasquera.
Sen-eja Bass, Illers Bell a 9800 i dar
ziaem.porcao ha grande abatiaiento.
dem m rea H e T e outras marcas a
50500 e 0& a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha ouro muilos
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmeiada, bolachinhas de todas "as
qualidades, perola, Francy-cracyuel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Faocy-nic-nac, pa-
lace de Var.etes.eombmation, Britaoia, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banba de Baltimor, phaspbaros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Ganeila, pimenla do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazeas exl8ta tambem grande sortimento de loucas propnas para ner
???,?.. e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libia e 880 o kiiogrammo, em arroba ha
grande differenca. .
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
um va u
O verdadeiro portland.
ra da Madre de Deus n.
Joo Martins de Barros.
S so vende a
22, armasem d
BA MODA
55 IDA NOVA-
mjtm
S UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de deheades gostos, proprios t
m para menmos. vende se ao BAZAR DA MODA. 0
BAPTISADOS. Ricos chaposinhosde setim brancos, ndas toucas de fil &
$gt e setim, sapatinhos etc.
0 GUIPURE- Ou croch em pessa, braaco e preto, com lindas ramagens e
w qualidade muito superior. ^m
PUNUOS. Para, camisas de homens, fazenda superior com' duas faces, o
par G40rs. (pechinchaf)
PERFUMARAS. Fiaos extractos para lencos, aguas de diversas qualida-
des, sabonetes, olios, pomadas, pos, tnico etc.. etc.
PiRFUMILSv Lindas raUiobas para lisas conteado urna preparac3o em
w que loes da um agradavel aroma, por i500.
X GravaUs, ciatos, flores, plumas, coqueMrancas, fitas, botoes, bioos e pan
w tes etc., etc., .mudos outro* artigas proprios d) estabelecimento' veadeado^e
tudo por commodos procos, no BAZA.R DA MODA, raa Nova n. 50, esquina da
da_s. Amaro.
Jos' de Sowm Soare & C. A
Novas pechinchas
NA
Loja flor da Boa-vista
DE
l'anlo l' de n Gulmaraes.
Chitas escoras e claras, a 200 e 210 o corado.
Lia oobi Daiminaas, 208 e 3W o eovada
Seda pretai de hitas auio eacorpada a %*, dem
Cortes de hritn para caiga a 1280.
FuslCes para roupas de meninos a 800 o cavado,
Grande sortimento de ronpas feitas, assim como
se fazem per medida, precos mullo commodos.
Ha ra oa IraperatrU u. 4H, tanto nadara
trances.
COM FJLIJHA
j MU Undeliqo veade taceos com farinha de
, mandicca : na,,ra* do Duque da Cazias, traveasa
db Rosario, loja b. 18 B.
v-------'
-se
Palitos do gaz a 320 rs. a duzia de caixinhas, ba-
rato : na ra do Rangel a. 39, taberna
Sartas Psura S. Jlo
roa da Cbae^cle it 39 e roa do Qurlei
aaw Antonio 8. Joo e w.
ir***
Uail|a de fwr.eni vidtos muito nova.
Dita de aop am vidros muito nova.
it* de agnba de Len muito nova.
b. a, venden liada, acr. pan Sl Joio m \ae- Bnzofra an tobos
coa mulo ceiaoto 1(Maa ruada CoonaUJ &Um roflaado do i- auaiidad*.
cao wena/a-a nnalq^aMOMBenda de bolo 4. E todaTaa domis Sta cara foros ar-
Bartnolomea & c na ra larga do Rosarlo a. 3i
e mdicos presos.
3 eordeiro previent
aua do Novo e variado sortimento de perfuman;
Cuas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de peirfi
alarias, de que effectivaraente estprovia*
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba
recebar um vutro sortimento que se ton-
aotavel pela variedade de objectos, superior
lade, qualidades e commodidades e pr
^)s; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer aapreciaci
do respeilavol publico em geral e de so
boa freguezia em particular, nao se ata
lando elle de sua bem conhecida mansil
3 barateza. Em dita loja eneontrarao c
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita vordadeira de Murray Dita de Cologae ingleza, americana, frsi
ecza, todas dos melhcres e maisacreditade
fabrican tes.
Dita de Gor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Elixir odontaigico para conservafo f
.5s.eio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cae
res agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonaza, transpiren'..
outras qnadades.
Finos extractos inglezes, americanos
fraacezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino o agradavel ch
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escolhidos cheiros, em frascos dedifl*
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menore
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em gt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitaad
fructas.
Ditas de madeira invernisada conteado!
aas perfumarias, muito proprias para pr
ternes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tan
bem de perfumarias finas.
Boaitos vtsos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de airo
9 boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras differeatt
qnadades tambem para denles.
Torneo oriental de Kemp.
Anda mais coqacs.
Um outro sortimento de coques de at
tos e bonitos moldes com filets de vidriihc
j alguns d'eiles ornados de flores e fltsi
astlo todos expostos apreciaeao de quer
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de amito gosto e perfeicao.
FiveHa* e fitas para cinto*.
Bello e variado sortimento de taes objsi
tos, ficando a boa escoma ao gosto do coa
prador.
20lun Farsa u Ex-ssa.
Acaba le ebegar ;i zendas /ws um vari.id-. sorlininto < fczenda* c
!aa e st-e.a, como spjam : pranadioes do ptiimt*
go?to, |:-ptlinas de urna f fir, alpaca* a Bazi-
nha de n.re?, o que ha de mafc nM4mo, leda
por bfratisfiuos pn re>, briilianna- Je eo.c-, lu-
cidos das_ india?, fazem.'a nwv. a iojilaeio de rr-
calia.balCe- de cllna Qogi'do !>aia de c r c- ii lia-
das barra?, fustoes roprii s para vo-i,o p ronpaa
de menino* ; agora grantv i- admira eis p*clNn-
cha?, tais, braaeas eun liados fritado* a : eos C'Tp r.ho? bordado? mnito us a ; bai i
modenni? de ircs 2j. ;e.? i-U--..-.s i
alcocboada. sendo bramas
71, can.braia vktnris lina :i $$, dt m i: :u"i.-
tc? a S, lis e 7l,cha> Bnuinas <. e clara;
a 280, 300, .' e 3i0 o cuvad* ">.->'.- <' cores a
2i0, lenew branrosde c;>>-a a 25300, di:.? .-i,
neze? a 3f500 a duzia. maiaiMilao !n ; Ci
fiOO. e mtHi suj'en. r :i 7 j. 7' 00 e 8. :. p,-
daozinhn larpo proprfo para Imee? n tta, pmhm
de a!"i!i> branco iraneada i i-i para bial
de m*.a a I600a v;u... nraiiiolo para bnc
2JO0O e 3"00. o qne lu. deiPlhnr, e?pc:3 > f-
nis'simo a iiV0 e 2.';< () avara Mandarm* n:i.
casas das Exrna?. familias para melbor poderem
etcollier. Tambem temos rompiera sojltmefilo de
perfumarias des primeiros fabrieaotes franeezes -
inglezes^; zs pessoa? que se dignareni vir a esta
leja terao oceasiao de nconliecir a rtalidade a
que annuciamos para nos justificar.
Luv
QS.
al
Cbegon pelo vapor francez, utn gnade sorli-
mento de lnvas de pellica de Joovio, hraar n
pretas e de core?. Em casa de Andr Delsnc. ra-
belleueiro, ra do Primtiio de marco n. 7, Io an-
dar.
Ferro gaivanisac
Vende-se em cara de Adamson, Howie & C na
ruado Comniercio n. 50, fidhas de ferrogalvaui-
sado de 7 e 8 ps de compri ment.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetoi tranjlancos bichas de qualidade superior
e vendem so em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do qne em outra qualquer parte :
na roa da Cade do Reeife n. 51, andar.
Cabellos
Vendemse eabeilos de todas is cores, qualquer
comprmeme, quakhde soperrr, em caixa ou
porcao mais.pequea : aa roa da Cadeia do Re-
eife b. 3L r andar.
Superior vinho Bordeaex
St. Estephe & St. Juiien: na roa da Cadeia do
Recite numero 5.
uiiu hu vi
Milho a 5jSOO o sacco grande, traques n. I a
240 r?. a carta, velas de spermaceie a 6i0 a libra,
gomraa de milho a 360 um paeote, viahe B*>r-
deanx a ~ e 6.*i0a duzia, e 610 a garrafa, do
Figueira o melhor que ha m'--e genero a SGO a
garrafa e 45 a canaria, dito verde cousa nunca
vista a 360 a garrafa,' toucinho de Lisboa novo a
400 r. a libra, maateiga franceza a 760 a libra,
em arroba se far algum agrado, e mullos mais
gneros uue- enfador.ho annunciar ; tndtf meaos
vinte por cento do qne em outra qualquer parte :
na Camfcc* do Carmo n. 2, esquina da ra das
Flores, armazem de Siqueira ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 11 de marga do corrente an
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 anno
com os Mgnaes seguinies : cabellos earap nho-,
rosto descarnado e com marcas de bexiga-, tatito-
la-se ser livre, levou calca tranca, paletot de al-
paca de cor, chapeo de chile, natural da Paralu-
ba ; o reesnio foi comprado ao Sr. Delmiro Aires.
Maia, morador na I'arahyba. o julga se ter id
para o mesmo lugar. Desde j proles'a-se contr
a pessoa que o tiver oceultadn ; o roga-se ao? ca-
piaes de eampo, assim c.mo s aul.ridade poli-
ciaes que o tragara ra Direita n. 16, qne sori--.
generosamente gratificado?,
Gratificado de 200^
reis.
Fugio do engenho Mandar na Parahyb' o es-
cravo Cosme, crioule, de 33 anacs de dade, al!^
barbado, tem muitas marca? de bexigas no rrst ,
e mnito ladino, quero o cegar e levar no refe-
rido engenho, ou nesta cidade na praca do Conde
d'Ea a. 20, ao Sr. Jos Gomes da Fnseca, teta
a gratiQcacao cima.
Tendo viado tena o escravo Manoel, iri-
pulante_aa barca Idalma, no domingo 12 do cor-
rete, nao voltou para bordo ; e come se presu
maetteja fgido, rrga-se s autoridades compe-
tentes a sua captura, levando-o a bordo ou ni.
do Commereio b, 17, que se gratifleir. O arera
vo tem oa seguales signaes : altura regular, ca-
bello carapinho e grande, rosto oval, olbos pardo?,
testa baixa, narii regular e bocea grane, diz ser
natural de Coiinjgniba, mas da Bahia, veio ves-
lido de paletot e caiga de casemira j usada, ca-
misa branca, chapeo de feltro preto, e ia calcado.
Fngi. do eegeabo Campo Alegre dt
marea de Sanio Anto, um escravo, crioulo, cr
preta, estatura regular, pernas um pouco caio-
belas, olhos grande?, cabellos carapinhos e um
poseo rermelho, falla dous denles Bt frente, de
Dome Nicolao, representa ter 35 annos. cojo es-
cravo suponho estar acoitado do engenho Jaboa-
lao, de Pedro 4a Cunha, no lugar Cafwoete, onde
I tem parales, ji foi preso ama vez : qoem o pe-
gar lew-o ao engenho Campo Alegre que h ri
gratificada, e o abaixo assignado protesta paaee-
dir judiciaAeaeatecontra quna o liver aciiido.
Engenho Campo-Alegre 20 de jonho de 187U.
Manoel Cavalcaote de Aibuquerqu*.
L


' 'kL''
O
Diario de Pernambuco Segunda fera 27 de Junho de
ASSEMBLEA-GERAL
EXTRACTOS DO RE (TOMO DO SR. MI-
NISTRO DO IMPERIO.
admi.nistuaco das provincias.
kleicOes.
. (Coalinuac)
INSTttUCOO 1'tni.lCA AS PUOViNCIAS.
Abrindo lu-sta tfX0u;v>) a nova aubiica
Iastrucgao publica uas provincias, tenho
por m offerecir ossa sabia cons deraio
o resultado do estados, em que despenl
lungas horas e aturado trabalho para co se-
guir avallar cora a possivel exactidSo o es-
tado do ensillo publico em toJo o Imperio.
com verdadera mago que vejo rae
obrigado a confessar que em poucos paizes
a instrueco publica se a:har em circums
tancias 13o pouco lisongeiras como no Brazfl.
Nlo dissimulo a verdade, porque devo ma-
nifestar -vo la inteira, e de to ha de prnvir, espero com inabalatel ron-
tianca, o remedio a tamanbo mal.
Comquznto a intrucclo primada e secun-
daria pelo ait. 10 2. "0 acto addr.ional
esteja a cargo das assemblas provinciaes,
o assumpto interesal a todos oscdadis
que na Muslo das luzes, no escUrecun -iii<>
de.todas as classes da sociedade braziieira,
nao podem detJW de ver o mais segur.) ele-
ment do progresso nacional, a primeira
cndilo de elevacjio moral e poltica para
urna aco regida por instituic5cs represen-
tativas.
N3o sao, pois, impertinentes as informa-
r')'S que vou ministrar vos ; antes podeio
ser de vaniagem, auxi ndo-vos nos esforcos
que porventur. juguis conveniente tintar
para reerguer e ensino publico em todo o
paiz. *
A iortruceSo primaria foi garantida pela
consliiuco a lodos os brazileiros. E lempo
de dtsenipenbarmos a palavra do legislador
constitucional que confiou as geraces que
se sueeedess.m a realizac3o de suas pro-
raessas.
Quando todas as naces procuram hoje
no desenvolvimento da intelligencia publica
a elevado social pelo aperfeicoam nto indi-
vidual, nao n .s lcito presenciar impassi-
veis o estado da educaco intellectual em
DOMO paiz. s-m que ponhamos em levnta-
la todo o esforco e cuidado.
Se o progresso nacional nao como tive
a honra de dzer-vos' em outra occasio. se
nao a soinma das actividades e das apLdes
dos individuos, a distribnigao da instrueco
em todos os seus ramos indubitavelmen-
te a mais segura base do engrandec ment
de qualquer n rao. Entre nos, foic di-
ze-lo, nao eta base to larga e solida
quanto devera ser e desej iramos que fosse.
Os numerosos inqueritos sobre o estado
da instrueco publica a que diversos gover-
nos estrangeiros tem mandado ltimamente
proceder, revelara o esmeio com que em
todos os pairas civlisados cuda-se em
dspr o pva para melhores destinos pelo
a-antamento intellectual, facultando-se-lhe
por todos 08 Otados a aequisiejio de toda
sorte de eonlieoimeiilos.
Abrem-se dianainente em toda parte es-
colas para todos os sexos e idades, para to-
das as condicoes soc aes, para todas as pro-
lissoes ; diurnas, nocturnas, permanentes,
temporarias, regulares, irregulares, fixas.
ambulantes etc. O alargamento da compre-
henso dos indivicluos de qualqoer classe
mteressa a toda a sociedade que v assim
crescer sea eabfdal intellectual, cora grande
^roveito para os costantes, para a eapacida-
de poltica e para -i aptidao industrial dos
cidados. Aprenda se, adiante-se o espirito
publico, eis a aspirado desta poca em que
o desenvolvimeto intellectual o maior titu-
lo ao respeito publico, a fonle de praze es
verdaderamente par s, c ndielo para con-
segur-se o bem-estar material.
Em amitos patos, ao passo que o Esta-
do mantera numerosas escolas, *s adminis-
tra ;6es lcaos, uu oorigad.s pela lei ou de
mota proprio, suslentam oulras, ao lado
das quaes as associaeSw e os particulares
abrem as tu:, animados todos das mesmas
intene/es e caminhando para o mesmo fin)
elevar o nivel inte lectoal de toda a popu-
lacho, preparar para um melhor futuro as
novas geraro.s pelo maior alcance ua niel
ligencia individual.
Ajusca ex'e o reeonhecimento do moito
que se tem esforcado algumas assemblas
provinciaes par< < rganisar convenientemen-
te o ensino. Enea-redando-as de velar sobre
a instrueco publica as provincias, mostrou
o legislador de 1834 o interesse que be
inspirjva esse servan creado as socieda-
des modernas e escolbido por todos os ao-
vemos cono a express3o de urna tendencia
irresistivel de nossa poca. S de perto se
pode administrar, e nenhum ramo da admi-
Jstraco exige, mas do que este, constante
vigilancia e solicitude at que se radique
era todas as carnadas da populacho arcrenca
de que a luz da intelligencia que aclara o
caminho da perfectib.Hdade humana, e in-
teresse de cada um ir por si mesmo proca-
ra-la nos teos de qie ella se irradia.
Na formaco das instituicoes de rigor
levar em cunta as circumstancias, as tra-
dicSoa, os coslumes.a ndole da populacho
para q'io se legisla, e em um paiz to vasto
como o Brazil, o qae pode quairar s po-
voaces mais adiantadas do litoral e de al-
gumas zonas mais favorecidas, nlo seria
applicavel a outras do interior, menos pre-
paradas para auxiliar o pensamenlo legisla-
tivo em seu desenvolvimenlo pratico.
N > emtanto com retaceo a este ebjecto
cumpre que os est'orcos da admioistraejio
sejam na razio inversa das dsposicSes qae
encontra na populacho Quanto menor r
a propenso para a instrueco, mais se
devem extorcar o legishdor e o executor
da lei em facilita-la.
Em algum blica inostra re em grande atrazo ; em ou-
iras, em vez de progredir, tem retrogada-
da ; conservando-se aqu estacionaria, alli
andando com a maior lentido. Em poucas
soiisivel o progresso; em nenhuma satis-
faz o seu estado pelo numero e excelencia
dos estabelecmentos de ensino, pela fre-
quencia e aproveitamento dos alumnos, pela
vocacao para o magisterio, pelo zelo e dedi-
cacao dos professores, pelo fervor dos pas
e.n dar aos filhos a precisa edacaeja intel-
lectual, em geral peios resultados que po-
deriam produzir todos estes meios corab -
nados.
Era militas provincias tem-se reformado,
relorma-se e trata-se de reformar a orga-
nisaciio do ensino ; mas n3o se tem cuida-
do, quanto convida, no principal que es-
palha lo, fiscalisar os que d'elle esto incum-
bidos, para qu3 efectivamente se distrbua,
baja ardor em promove-lo e desvelo em
attrahir alumnos s escolas e isinando-se o
mais possivel e ao maior nunero possivel.
As provincias do Amazonas, Para, Rio
Grande do Norte, Baha, S. Paulo, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul e Goyaz re-
formaran ultimamen o a legislado sobre
instrueco.
as provincia do Para, Rio Grande do
Norte, Babia, Ro do Janeiro, S. Paulo e
Santa Ctharina o ensino particular foi de-
clarado livre ficando em algumas nicamen-
te obrty'dos os fundadores de novas esco-
las a dar conhecimento da abertura e local
de seus estabelecmentos e a remetter os
mappas da frequencia dos alummos.
Na provincia do Para a legislaclo, ao
pisso que facultou a liberdade do ensino,
tornou-o obrigatoro, impondo penas aos
remissos na educaejo intellectual dos filhos.
Era todas as provincias o numero dos
alumnos approvados e dados por promptos
nao est em relagao com o dos matricula-
dos. A ponta-se como causa deste fado o
serem elles rettirados das escolas antes de
concluirem os estudos, julgando os pas,
logo que os vm assignaro nomee soletra.
letra redonda, queja sabem bastante para os
misteres em que os pretendem empregarj
Concorre tambem para isso a falla de exa-
mes as escolas mais longinquas pelo nao
comparecimento da autoridade que tem de
presididos.
Para estimular o zelo dos professores
estabelecram algumas provincias gratifica-
coes pelos alumnos approvados. Desta me-
dida tem resultado oceuparem-se os profes-
sores quasi uxclusivamen'e com os alum-
nos dotados de mais felizes disposce3 na-
luraes preparando-os para os exames, e
desampararen! os mimos talentosos e por-
tanto mais precisados de que cora elles se
dependa maior cuidado e paciencia para
conseguircm algum adiantamento.
Pela maior parte os professores nao se
esmeram o;i nao tm a aptid3o necessaria
para tornar p oveitoso o enssino dos alum-
nos, dando-Uro no mais curto espaco de
lempo. Os pais cansam de esperar algum
resultado, desanimam das van agens da
frequencia dos filhos na escola, e n3o se de-
moran em julgar Iludida a sua expectiva.
Na instrueco publica, mais tive do qae
era outros ramos d > servigo, o que mais
importa alo legislar, fazer regulamentos,
dar e repetir ordens, mas vigiar a execuco,
FOLHETIWI
\ VlfA IIMIS II lllli
l'i)U
Xavier de iVIontpin.
paute PRiHEim.
O HAIQL'EZ DE S\INTM.\IXEVT.
(Gontinuaco do n. 141).
VIH
De que se aecusava o marquez
de Naiat-Malxemt.
Dlonizio Robustel, satisfeito de si mesmo
e contente com o auditorio, apeiou, pren-
deu o cavallo urna das argolou-se, de ferr
qae havia na parede para esse fim, fez
signal saa gente para que o imitasse, e
entrn no and ir terreo da hospedara, se-
guido pelos homens do marechalato. O
digno preboste, armado de um martello e
da quatro ureguinhos que o estalajadeiro
lhe offereceu respeitosamente, pegou na pa-
rede em logar preferente, por baixo do es-
pelho rachado, o escripto com os signaos
dos dous criminosos.
Compadre Guilherme, disse depois
Dionizio, boje temos que fazer urna grande
jornada, e o calor apsrla que um gosto ;
por conseguinte, creio que um refresco viria
agora a matar. Somos seis ; traga d'ahi
tres copazios d'essa pinguila'mais reservada
para os amigos...
O tio Guilherme nao esperou que lhe
repetissem aorlem, e instantes depois re
soavam na sala os estrepitosos brindas dos
soldados, que empinavam os copos saude
do rei, do governador civil e do proprio
preboste.
Julia Cbardorant andava de c para l
em torno da mesa, com ar indeciso, revol-
veado entre os dedos urna ponta do aven-
tai. Era evidente qae a mocoila tinha vi-
obviar o deleixo e incaria dos executores,
remover os abusos, animar os que se inte-
ressam pelo servigo e se destinguem no
cumprimento de seos deveres.
Em geral as provincias exerce o respec-
tivo presidente a suprema inspecclo sobre
a instrucclo, Gomo seu delegado imme-
diato figura o director ou inspector geni-
Era algumas ha coaselbos cujas attribuices
variam, mas que se resumem na direceo
e inspecelo do ensino nos estabelecmentos
pblicos e particulares. Urnas dividem-st
tm districtos lilterarios, outras adoptam
para a instrueco publica as divisos civis ou
ecclesiasticas, e mantem as circumscrip-
c5es a vigilancia immediata das escolas e
dos professores por me'io de inspectores.
A escolha de pessod habilitado e com
vocaco para es es encargos gratuitos a
maior das difliculdades com que lutam as
directoras de instrueco publica, sobretudo
em relarao aos agentes subalternos de imme-
diata communcaco com os professores.
Raros s5o os cidadSos que por patriotis-
mo aceitam e desempenham to pesados
onus, e nao poucos os que delles se eocar-
regam por condescendencia, tr nsigindo a
bem de sua commodidade com as infrac-
cjs e deleixo de seus subordinados. Ha
comiudo excep?5es muito honrosas, para
as quaes pouco seria qualqu-r louvor.
Para remediar o inconveniente da con-
descendencia dos inspectores locaes, ha em
algumas provine as visitadores} extraordina-
rios que tem por misso examinar inespora-
dament- as escolas.
Em outras est adoptada a efissificaco
das esco'.as por eotrancias, servndo as gra-
duacoes de escala na caraira do magisterio.
Assim das mais remotas e pequeas povoa-
Ces s mais opulentas e prximas dos cen-
tros formam-se entrancias de inferiores a
superiores, que", despertando aeraulaci,
regulara a promoco segundo o mrito e
aotigudade.
Pela remoc) deste modo effectuada,
cortam-se as relacoes estabelecidas entre
os professores e os inspectores sem pre-
juzo daquelles. Nos lugares onde passam
a exercer o magisterio nao tm os profes -
sores, ao menos no principio, as prevences
a que no fim de algum tempo quasi nra-
guem se pode sublrahir as pequeas loca-
lidades, onde tanto se extremara as opinio-
es polticas.
As escolas publicas de instrueco prima-
ria sao em todo o imperio mais numerosas
do que as particulares, e a razio de serem
mais procuradas dar-se neltas a instrue-
co gratuitamente.
A falta de edificios apropriados com as
preciosas hygienicas, com accomodac5es es-
peciaes ao tim a que se destinara, urna
das maores difliculdades com que luamos,
quando em outros paizes, mrmente nos
Estados-Unidos taes edificios attingem pro
povoes monumentaes e sao considerados
pelos viajantes como verdadeiros templos
consagrados educaco da infancia. Ac-
cresce anda em muitas provincias a falta
de movis e utensilios adequar'os para as
escolas.
No estabelecimento das escolas nem sem-
pre attende-se salubridade do local, e
nem procuram-se os pontos mais habitados,
evitando-se os extremos. as localidades
em que a populacho est mais disseminada
da necessidade nao interromper oensino du-
rante o dia, como se pratica em algumas
provincias, dividindo-o em licoes de manhla
de tarde, o que dilliculta a assiduidade
dos alumnos qae morara distante.
A frequencia das escolas de instrueco
primaria est muito longe do que devra
ser, considerada a proporglo entre o nu-
mero dos alumnos que a ellas concorrem
e a popula rao estimada de cada provincia.
Militam para isso diversas causas que de-
vem ser estudadas e removidas.
Em alguns lugares a pobreza dos pais,
sem meios para vestir e calcar os filhos,
que poderiam frequenta-las. Ha, verda,
de, em algumas provincias asylos para a
educaco da infancia desvalida ; mas o nu-
mero de enancas nelles recebidas anda-
ser talvez por algum tempo limi'.adissirao.
A's vezes os pais nao mandam es filhos
s escolas, porque, envolvidos as parciali
dades polticas em que se divide o paiz,
querem evitar o contacto com o'professor
de opinio contraria. Outras vezes o
professor que, exercendo cargos locaes,
desvia a attenco do cumprimento dos deve-
res do magisterio, e malquista-se com os
habitantes, que deixam assim confiar-lbe
os filhos.
O magisterio um sacerdocio, como
Untas vezes se diz : ensinar e educar a sua
nica misslo. Convm, pois, que o profes-
sor viva arredado dos partidos, e nao des-
virtu a elevacio de carcter que lhe d o
cargo pela ntervenclo as intrigas de luga-
rejo, perdendo com ellas tempo e attenclo
que deveria reservar exclusivamente para
seus discpulos.
Em algumas provincias, da remoclo dos
professores se'tem mais de urna vez.feito
arma eleitorla. E' ponto este que merece
toda a consderac3o. porqua, a nlo se dar
independencia e seguranca aos professores,
j mal pagos e pouco attendidos, nlo avul-
tar3o as vocacoes para urna carreira que por
ora entre nos nao ainda seductora. O
systoma de entrancias foi urna boa inspi-
racio,
Lastimi-se geralmente em todo o impe-
rio a falta de professores habilitados. As
causas, que se apontam, originam-se de
varias circumstancias. Exige-se muito
e deve-se exigir tudo, dos profes-
sores ; mas.paga-se pouco. A mesqui-
nbez da retribuyo afugenta os con-
currentes a um dos encargos mais pe-
sados da sociedade. A mocidade, que bus-
ca habilitar-se para o magisterio, n3o t ra
o sentido de outros empregos mais lucra-
tivos, ni') aceita o magisterio como situaco
definitiva, visa outro destino e s espreita
occasilo asada para desampara-lo.
E' por esse motivi que comparativa-
mente temos melhores profassoras do que
professores. Aquellas, nlo podendo ser-
vir outros empreg)s pnilicos, contentndo-
se com sua sorte, resignando-se aos pon-
eos ven;imentos que tm, conservam as
escolas em muito melh ir ordem, capri mam
no cumprimento de seus deveres e desve-
lam-se mais na educaco das alumnas.
Como em quasi todas as provincias as es-
colas divfdem-se em dous graos, limitndo-
se as do Io aos rudimentos de leilura, es-
cripta e contabilidade, talvez nao fosse des-
acertado confiar a direceo deltas a profes-
soras, que nesse mister preencheriam para
com a tenra infancia a sagrada miss3o de
rali e o elevado dever de mestra. as es-
colas da provincia do Rio de Janeiro desti-
nadas ao sexo femenino s3o admiltidos me-
niaos at a idade de 7 annos, e podem fre-
quenta-las al a de 8, por mutuo accordo
dos pais e das professoras.
O ensino religioso em geral deixa muito
a desejar. as escolas quasi que n3o se
lhe d importancia. Em um paiz catbolico,
como o nosso, a parle capital da educac3
publica deve ser o ensino da doutrina da
igreja em cujo seio vivemos. Quanto mais
viva brilhar no corae3o do povo a chamma
da f religiosa, mais segura ser sua mora-
lidade, maior o respeito s leis, menor a
necessidade de represso.
E' na primeira infancia que se inoculara
mais proficuamente os sentimentos religio-
sos que acompanbam o horaem at a morte,
servem-lhe de amparo e conforto as amar-
guras desta vida, e lhe prometiera na outra
perante a misericordia divina o perdo de
suas faltas.
Em algumas provincias os parochos teem
o direito de instruir m>sta parte do ensino,
e o professor obrigado a ceder-lhes a ca-
ras provinciaes de instruccSo poblica aos
presidentes, das eollecc5es 'de leis de lodas
as provincias, e de outros docomeatos offl-
ciaes que pude haver, os quaes todos, em
rauitos pontos incompletos, apenas me per-
mlitirlo organisar um esboco, que poder
ser mais tarde aperfeicoado.
A nossa adminis Iracio nlo tem. o habito
de trabalhos de certa ordem, para os quaes
nlo existe reunido o material preciso, e em
cuja accumulaclo encontram-se os maiores
embaracos. Encetados, porm, e gradual-
mente aperfeicoados, poder3o chegar com o
tempo e com a boa vontade desejavel
perfeico.
Qoando me deliberei a fazer-vos esta ex-
posiclo, a formar a estatistica eleitoral, e
mafidei colleccionar tudo o que se pudesse
obter sobre o censo da populacio de todo o
imperio, previ as difliculdades que havia de
encontrar. Sendo, porm, certo que quan-
to mais tarde mais urge, e, capacitado de
que ainda incompletos taes trabalhos pode-
rlo ser de algum proveilo, n3o hesiiei em
traz-los ao vosso conhecimento. Outros
de igual natureza tenho intenc3o de levar
a effeito no intuito de preparar os elemen-
tos indispensaveis para o melhoramento de
diversos ramos do servico publico. 4
Cont com a vossa indulgen ;ia para moi-
tos defeitos, e lacunas que n3o puder3o ser
preenebidas, attenta a estreiteza do tempo
para a rectificaco de cortos dados.
Nos clculos adoptei, com relaco a algu-
mas provincias, como as do Paran, Goyaz
e Mato-Grosso, a respeilo das quaes n3o
obtve os dados de 1869. os do anno ante-
rior, qae nao devem ser milito diversos da-
quelles e nao podem portanto influir sensi-
velraente nos resultados finaes.
O numero das escolas publicas de'ins-
irucc3o primaria foi de ,602. das quaes
1,775 para o sexo masculino, 812 para o
sexo femenino, e 45 sem especificaco do
sexo a que se destinam.
O namero dos alumnos qoe frequentaram
as escolas publicas de instrucc3o primaria
foi de 90,tl6, dos quaes 01,732 do sexo
O numero dos alumnos que frequentaram
ii escolas particulares de iustroccao prima-
ria foi de 16,508, dos quaes 10,306 do sexo
masculino, 6,033 do sexo femenino e 160
que nao sabe-se a qual delles pertencem.
O numero das escolas publicas e particu-
lares de instracejk) primaria foi de 3,378,
sendo 2,187 para o sexo masculino, 1,079
para o sexo femenino, e 112. das quaes
pertencem 57 provincia do Para, 33 de
Sania Ctharina, e 22 de Mato-Grosso,
sem especificaco de sexo por falla de infor-
macSes.
Figuram de mais no total da provincia do
Para 57 escolas e no da de Santa Ctharina
33, pela razio cima dada.
0 nume'ro dos alumnos das escolas pu-
blicas e particulares de instrueco primaria
foi de 106,624, dos quaes 75,038 do sexo
masculino, 30,868 do sexo femenino, e 718
da provincia de Mato-Grosso sem designa-
C-lo de sexo:
S 8
Amazonas......... 573
Para.............. 4,276
Maranho.......... 4,106
Piauhv............ 837
i
& 6
a
si
aE
167
1,132
1,517
3G2
o
740
5,408
5,623
1,199
Cear............. 7,093 3,319 10,412
Rio Grande do Norte. 1,326 545 1,871
Parahyba.......... 2,745 662 3,407
Pernambuco....... 7,341 3,84811,189
Alagas........... 3,492 1,742 5,234
Sergipe........... 2,714 1,610 4,324
Babia............. 7,870 2,17610,046
masculino, 24,835 do femenino, e 549 de
Mato-Grosso, que ignoro a que sexo per-
tencem :
vissimos desejos de perguntar alguma cou-
sa ; mas a timidez propria da sua idade e
do seu sexo cortava-lhe a palavra nos la-
bios. -Resolveu se afinal, e fazendo-se mais
orada que a romla, perguntou :
O'senhor preboste, que mal fez esse
tal fidatgo de Saint-Maixeut, para offerece-
rera tres mil s pe a priso d'elle ?
Ah bregerota 1 replicou o preboste
desatndo gargalhada ; d-lhe isso cui-
dado por ter ouvido dizer que o marquez
de Saint-Maixenl um rapaz bonito ?...
Veja l como atinei, heim ?... As mu-
Iheres.so assim... s se, importam com
as apparencas. Pois est dito, vou satisfa-
zer a sua curiosidade. O galanteador que
nos perseguimos natural d'esta villa. Seu
pai era urna exceliente pessoa, que morre-
na agora de pezar, se nao houvera morrido
ha seis annos de urna queda ; tioba de seu
um castalio e urna grande herdade vinte
leguas d'aqui, ao pede Bonde, nos cenfins
da alta Auvernia e do Velay. Os Saint-
Maixent sao aparentados com toda a nobre-
za da provincia, e muito especialmente com
escondes de Rahon. Quando o senhor
marquez morreu, foi seu filbo morar em
Paris, onde levava to boa vida, que nao
lhe chegando os reodimentos para tantas
extravagancias, priocipou a vender propie-
dades e a pedir emprestado sobre o cas-
tello. Nao serei eu quem o censure por
essas doudices, porque afinal de contas
sao cousas de rapazes, e cada qual senhor
de se arruinar como e quando muito bem
lhe parece. 'Mas, depois de arruinado, o
mais natural urna pessoa aggentar-se e
mudar de vida: isto exactamente o que
o marqoez nao quiz fazer. Nao lhe poderei
contar todas as tratantices e embustes por
onde elle coraecou, porque n'aquella poca
nlo era perseguido pela jostra, e faziam-
se ouvidos de mercador s reclamaces di-
rigidas contra elle, em alinelo ao seu ele-
vado nascimeoto e aos empenhos dos ami-
gos, sempre solcitos em o tirsrem de qual-
quer aperto ; ebegou, porm, um dia em
qae as cousas tomaram maiores proporces;
j nlo erara estravagancias, eram crimes.
deira. Pouco se tem porm conseguido, e
preciso estuJar com todo o cuidado as
causas por que os alumnos nlo achara at-
traclivos naquella parte do ensino. que mais
falla sensibilidade e faz desabrochar as
primeiras flores d'a'.ma.
Os castigos corporaes s3o prohibidos em
quasi todas as escolas do imperio, e apenas
permittidos os que excitara vexame. O pro-
fessor obrigado a cultivar a intelligencia
e a memoria dos alumnos e deve infundir-
Ules no coracSo o sentimento dos deveres
para com Dens; mas s em urna provin-
cia se Ibes expcam os deveres para com a
patria. Em Mato-Grosso est adoptada a
constituico do imperio para leilura e ana-
lyse grammatical as escolas.
A provincia de Parnambuco mantm au-
las nocturnas.para os individuos que, por
suas oceupacoes, nao podem entregarse
durante o dia acquisico dos principios
rudimentaes do ensino. Em S. Paulo foram
tambem fundadas escolas nocturnas a esfor-
Cos de alguns cidados que se interessam
pelo ensino popular. E' para desejar que
instituico de tanto proveilo para os cida-
dos e para a socedide em geral se esten-
da s oulras provincias.
Os dados que vou apresentar-vos, relati-
vos ao anno de 1869, sao colligidos de in-
formaces que exigi dos presidentes das
provincias, dos relatnos lidos s assem-
blas provinciaes, dos feitos pelos directo-
Amazonas......... 488
Para.............. 3.844
Maranh3o.......... 3,339
Piauhy............ 827
Cear............. 5.301
Rio-Grande do Norte. 1,326
Parahyba.......... 2 375
Pernambuco....... 6,239
Alagftas........... 3,492
Sergipe........... 2,588
Baha............. 7,637
Espirito-Santo...... 772
Rio de Janeiro...... 4,754
S.Paulo........... 3,445
Paran............ 1,078
Santa Ctharina..... 1,704
S. Pedro do Rio-Gran-
de do Sul........ 4,071
Minas Geraes...----- 11,139
Goyaz............. 313
Mato-Grosso.........
O numero das escolas
,2
a
Si
Ia
139
866
1,120
347
2,304
545
583
3,084
1.742
1,533
1,998
125
2,111
2,248
493
744
145
2.859
2,994
493
1,129
980
8,515
7,791
1,571
3,4.74
o
H
627
4,710
4,459
1,174
7,605
1,871
2,958
9,323
5,234
4.121
9,635
897
6,865
5,693
1,571
2,448
2,443 6.514
1,57012.709
840 1.153
... 549
particulares de
Espirito-Saolo...... 841
Rio de Janeiro...... 5,656
S. Paulo.......... 4,797
Paran............ 1,078
Santa Ctharina..... 2,345
S. Pedro do Rio-Gran-
de do Sul.....".. 6,254 3,633 9,884
Minas-Geraes......11,384 1,69513,079
Goyaz............ 313 840 1,153
Mato-Grosso............. 718
O numero das escolas publicas de ins-
truccSo secundaria est comparativamente
com o das particulares na razo inversa das
de mstrucc3o primaria ; avulta o das parti-
culares.
A causa conhecida, e tem explicaco
nos lucros que deixa o ensino secundario
procurado pelos filhos das familias mais
abastadas, encarregando-se os directores
dos collegios e os professores, menos de
instruir os alumnos, do que disp los para
os exames de admisso nos cursos de ins-
trueco superior.
As aulas publicas de instrncelo secunda-
ria ach3o-se reunidadas nos estabelecmen-
tos a que deram o nome de Lyceu provin-
cial as provincias do Amazonas, Maranho.
Piauhy, Alagas, Babia e Espirito-Santo ; de
Liceu D. Alfonso na do Rio Grande do Sul
de Collegio Paraense do Para ; do Alheen
na do Rio Grande do Norte, e de gymnasio
provincial na de Pernambuco.
Algumas provincias, como as do Paran
e Goyaz, tratam de extinguir os estabelec-
mentos desta ordem que possuem ; aquella
para subvencionar um collegio particular.
e esta, a exemplo da de Matto-Grosso, o
O marquez matn um homem para lhe r .u-
bar a bolsa.
A l>,da Julia nao pode conter urna
exclamaco de horror e de espanto.
Assassinar um homem, para c mmet-
ter um roubo Como possivel seme-
Ihaute consa ?
to possivel, querida menina, como
verdade, redarguio o preboste. Assim o
prova a leclaraco do homem assassinado,
que recaperou os sentidos, e prximo a
expirar, ainda pode nomear o agressor.
A rapariga deixou pender a cabeca.
Apezar de tudo, nao se dava por conven-
cida.
Quem o aecusou havia de ser algum
inimigo d'elle, disse a pequea com os seus
bot5es ; julgaria vagamente reconhecer o
marqaez, e delatou-o por vinganca.
Por consequencia, contrauou Dionizio,
o marquez teve de fugir precipitadamente
de Paris, e veo refugiar-se na Auvernia,
de, ceno na esperanca de que a acelo da
justica nlo chegasse s nossas montanhas.
Imagina talvez que, vendo-se fugitivo e reo
de umerime, renunciara a comraetter no-
vos attentados, ao menos para nao chamar
a attenclo da polica ? Pois nada d'isso.
Depois de urna audaz tentativa de borla,
para ver se lhe emprestavam urna avadada
quantia, dando como penhor urnas trras
que j vender, traianlice que veio a desco-
brir-se por um feliz acaso, o marquez vio se
de todo em todo sem real. Mas esse
tempo j se lhe juntara o digno criado,
Lzaro, o mesmo por quem se offerecera
trezentas e ambos se metteram n'um
trrelo arruinado, bejra de urna estrada,
para as bandas do castello de Roquelaure,
e d'ali, semelhanca dos abutres que es-
preitam a presa, atiravam-se aos viajantes
para os saquear. Um recebedor de contri-
buicSes, que se quiz defender, cahio mor-
talmente ferido com quatro punhaladas.
Em menos de am mez, chegaram Cler-
mont dezoito denuncias, amas ps outras,
e afinal teve de se mandar forcas consde-
raveis a pesquizar a matla ; infelizmente
porm nao era eu o commandante d'essas
forcas, e por oulro lado, o marquez saben-
do que o persegoiam, safou-se do esconde-
rijo. Perdeu-se a pista do fidalgote, e de-
correram algumas semanas sem que se ou-
visse fallar n'elle, at que certo dia rece-
be u o senhor governador civil urna parti
cipacSo de que haviam apparecido n'uma
feira dous campezlnos, que fizeram grandes
compras de cavalh s, pagando com raoeda
de ouro falsas, perfeitamenle imitadas. Os
animaes foram tornados a vender n'outro
sitio, e os dous campezinos, segundo todos
os indicios, eram o marquez de Saint-Mai-
xent e o seu acolito. De salteador de es-
tradas, passava a moedeiro falso.
Dionizio interrompeu-se para saborear
urna gota de vinho acre e espumoso, qae no
seu estomago pareca ir produzindo o me-
lhor effeito. Julia, paluda como a pro-
pria morte, as mos juntas, fundamente
abalada, pareca escatar, mesmo depois de
se naver calado o interlocutor.
O preboste n3o lardn em proseguir :
J v qoe basta o que eu tenbo dito
para levar qualquer sugeito ao patbulo ;
pois ainda ha mais, e parece mesmo qae o
marquez guardou o melhor para o fim. Ha
hoje oito das (a cousa nao pode ser mais
recente) que um temporal desfeito sorpren-
den o nosso fidalgote no meio do campo ;
sozinao e longe, segando parece, do igno-
rado albergue onde se" cceulta, foi pedir
hospitalidade aos monges do convento de
S. Landy. Apresentou-se, pois, sem de-
clarar o nome... digo mal, annunciou-se
com o nome do primeiro fidalgo da pro-
vincia que lhe veio cacbimona, e foi rece-
bido com grande gasalhado. Seccaram-lhe
ao lume a roupa molhada, deram-lhe os
manjares mais saborosos, o vinho reserva-
do para as grandes occases, e deitou-se
anual em fofa cama da melhor cela. Mas
meia noute, o astuto rapaz sabio do qnar-
to, foi capella e safou-se por urna janella.
levando os vasos sagrados, dos quaes fez
um lingote ; dias passados teve o atrevi-
mento de ir vender esse lingote casa de
am jadea de Clerraoat, 4 quem depois foi
encontrado. Roubo, assassino, sacrilegio :
Amazonas.........
Para..............
Maranho..........
Piauhy............
Cear.............
Ro-Grande do Norte.
Parahyba..........
Pernambueo........
Alagas...........
Sergipe...........
Babia.............
Espirito-Santo......
Rio de Janeiro......
S.Paulo...........
Paran............
Santa Ctharina.....
S. Pedro do Rio-Gran-
de do Sul.......
Minas-Gerae^.......
Goyaz.............
Mato-Grosso........
2 =
S
17
a
i
9 S
13
28 21
instruccSo primaria foi de 776, das quaes
412 para o sexo masculino, 267 para o fe-
menino e 97 das provincias do Para, Santa seminario episcopal que se vai alli crear. A
Ctharina e Mato-Grosso que ignoro a qual pr0vincia de Santa Ctharina extingui o
dos sexos se destinam : |yCeu e subvenciona o collegio de S. Salva-
dor dirigido por jesutas.
As provincias do Rio de Janeiro, Minas
Geraes e Sergipe supprimiram os estabele-
cmentos que possuiam de tal natureza e
apenas mantm algumas anlas avulsas >,
lalim, francez e inglez.
Era algumas provincias lia estbeleci-
raentos particulares bem montados e diri-
gidos, que supprem a'falla de escolas e
collegios pblicos.
As provincias de Alagas, Pernambuco
Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul,
possuem escolas normaos cursadas por
alumnos de om e oulro sexo que se desti-
nam ao magisterio. Annexas a estes es-
tabelecimenlos existem escolas de instruc-
C3o primaria onde, depois de beberem a
tbeoiia do ensino, vo os alumnos mestres
exercitar-se na pratica. S3o de intuitiva
vantagem semelhantos instituicoes.
(Continuar-se-h)
de Saini-Maixent, segundo resa aquello
papel ?
O preboste e a saa gente ouviam aqnillo
com profunda attenclo e tinham os < Ihos
ritos na mocoila, que dando aos hombros
desatou gargalhada.
' Ora adeus, meu pai. Vmc. esl so-
nhando, replicou ella. O viajante que diz
era baixo de corpo e muito anafado. Ti-
nha os babellos e o bigode preto, e na
cara o signal, viste-lo ? nem eu D'ahi o
4
5-2
34
8
6
3
52
29
64
115
1
74
35
9
4
1
40
18
27
H
57
30
2
49
3
1-26
69
17
10
4
92
47
33
88
142
taes sao, minha filha, as proezas e facanhas
do marquez. Por conseguinte, que tama-
ita cousa agora ter o senhor gover-
nador civil promettido tres mil pela
priso de om homem assim ?
Julia nada respondeu. Poz-se a reflec-
lir, como quem nao se quer deixar persua-
dir, e procura vict riosos argumentos con-
tra a propria evidencia. Disse afinal com-
sigo :
Terriveis aecusaces sao aquellas !
E como prova-Ias ? Seria verdaderamente
o marquez de Saint-Maixent o ladr3o da
malta de Roquelaure, o moedeiro falso e o
aulor do sacrilegio ?... Assim o affian-
cam.mas sera provas... Elles julgam-no
criminoso ; e eu jnlgo-o innocente; qual
de nos ter razo ? Nao sei que instinclo
me diz que o marqaez o3o commetteu ne-
nhum dos crimes que lhe attribuem. As-
severa-me o coraco que, longe de ser um
malvado, um innocente perseguido.
Emquanto a mocinha procurava engaar-
se si propria com t5o especiosas razes,
o to Guilberme lia e relia alternamente o
pa.el com os signaes dos criminosos, pre-
gado conforme dissemos, n'uma das cabe-
ceras da sala. O bom do homem corava
e recocava a molleira, com ar de cmica in-
decisio ; de repente,porm,reluziram-lhe os
olhos, e voltando-se para a filha e para os
hospedes, disse :
Pois, sensores, lembrou-me agora urna
cousa, e quanto mais pens n'ella, mais
me convenco de que exacta. Dize c,
Julia, lembras-te d'aqaelle sugeito que so
apeiou n'esta casa ha tres dias para des-
aguar o cavallo e ceiar elle tambem, o que
fez com bem bom apetite ?
A rapariga estremeceu desde os ps ale
a cabeca ; conseguio, porm, dominar-se, o
respondeu em voz firme e segura :
Lembro-me perfeitamenle.
Tu serviste-lo mesa ; tens presente
a physionomia d'elle ?
Tenho, de certo.
E nlo te parece, como est parecendo
teu pai, que as suas feicoes eram tim tira
per tim tim as mesmas que as do marques
fato era claro, e nao pardo, e a ploma do
chapeo era branca.
Poder ser, murmurou o estajadeiro,
desarmado pelo tom de certeza com que a
filha falla va. Vi mal, talvez: vou caminhando
para a idade, e a memoria j se resente.
O digno preboste e os soldados fizeram
um gesto aborrido, por'verem desvanecida
aquella esperanca.
Pagne-se," tio Guilherme, disse Dio-
nizio,jlevantando-se e atirando para cima da
mesa ama moeda de prata.
J se vio ?
Assim preciso. Ainda temos que
ler o preglo em quatro ou cinco aldeias an-
tes do anoutecer.
Quando voltario por c ?
Creio que depois de amanhia, ainda
que nlo sei com certeza ; tenciono dar urna
batida por todos estes arredores a ver se
encontramos o senhor marquez e cem ella
as tres mil *, prometidas, que vinbam
mesmo do co aos trambolboes.
Pois ento, boa viagem e Deus o (ade
bem.
Obrigado.
Os seis homens sahiram da estalagem e
montarara cavallo.
Toca a andar I gritou Dionizio pondo-
se fren le.
E partiram todos trote.
{Continuar-te-ha).
t
/




YP. DO D AHIO RA DUQUE DE OX1AS
\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUQAJDQHM_T19OXO INGEST_TIME 2013-09-14T00:29:17Z PACKAGE AA00011611_12148
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES