Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12145


This item is only available as the following downloads:


Full Text
m
'

I '
ANNO XLVI. NUMERO 139
PAEA A CAPITAL E LUGARES GSDE MA'O SE PAGA POETE.
Por tres fljezes adiantados ...'.............. 6000
l'ur seis ditos iUeui...........'......V 42,5000
i*ftr un anuo idem................, 244000
Cada raumero avulso................... 320
ym
gi/ARTA FElRfi 22 DE JUNHO DE 1870.
PARA DEITRO E FORA DA PROVINCIA.
Por tres ezes adiaBiados
Por seis ditos idem. ,
Por nove ditos idem .
Por um anuo idem .
*
t
W750
134500
20*230
27,5000


i
/
Propriedade de Manoel Figrieira de Faria & Filhos.
MO AtESTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gongalves 4 Pinto, no MaranhSo ; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio %le Lemos Braga, no Aracaty ; JoaoMana Ju(o Chaves, no Ass ; Antenio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ; Antonio Alexandrno de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penda; Belarmino dos Santas Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, la Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
i ovcruit da provincia <
DUSPACHS DA PRESIDENCIA DO DA 15 DE
immo w. 1870.
Antonio Borges Ai Silveir.i Lobo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fajeada.
Antonio Augusto Pereira di Silva.A' vista
da informagao. conceila-se nos termos do estylo.
Belarmn a Francisca L>bo. Dirija-^e ao Sr.
de>eml-argador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia, em sesso da respectiva junta adminis-
trativa.
Caristovo da Rocha Cunha Souto-maor In-
forme o Sr. Dr. juiz municipal do termo de Olinda.
Constancia Germana de S. Indeferido, vista
da informacao. '
Francisco Manoel de Sipiera Cavalcante.
Craced.i-sea licenga re|uerida.
r'el>biuo do Carvalbo Raposo. Informo o Sr.
inspMtnf da thesouraria de fazenda.
Dr. Felippe Nery Ciliaco. Dirija-se ao Sr. ins-
pector da tbosu tirara provincial.
irroandade da Nossa Senhora da Boaviagem.
Infirme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Coronel Joaquim Cavalcante de Arbuquerque.
Informe o Sr. engenheiro chefe da rejartico das
ourai publicas.
Joaquim Pereira Arantes. Explase ordem
para ser despensado do servigo o caixeiro do sup-
licante at decisao do respectivo consollio de qua-
iicacao, perante quera dever faier valer seu
direito.
Luciana Mara de Mello. Visto que ha vagas
Da compauhia de aprendizes arlilices, seja O lilUo
da suppdeante transferid.i para urna deltas.
Mana Eugeuia ds Santos.Dirija-se ao Sr.
des-rnibargador provedor da Sama Casa de Mise-
ricordia em sesso da junta administrativa.
Mimel Joaquim BaptitaDe-sc-lhe.
17 -
Antonio Comes C irdoro de Mello. Expog.i-se
ordem para ser da la a guia requerida.
Leodegaro Liberato Pereira Caldas. Nao pode
ter lugar o que requer, a vista da informagao.
Manoel Joaqnim.De-se a baxa pedida.
Manoel Joaquim itiptista. Se a precalona, de
que se trata est na recebedoria de rendas,
nessa repnrtica deve ser feilo o exame requerido
precedendo as formalidades do estylo.
alaria Itili.n di Cmceico. Dirija-se ao Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Ovidio Cvpriano Becerra de Mello.=Dirija-se ao
Sr. inspector da tdesouraria de fazenda.
Trajino Aiistrrliaiio da Costa. Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
ETEBJOR.
Z
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
HIO HE JANKIRO, 10 DE Jl'NHO.
O Khper, que boje seguio para a Europa, com
escala por ossa provincia, deve ter sido portador
das poucas noticias, que se podem dar desta trra,
entre as quaes avuita apenas a do lallecimenlo do
marouez de Olinda, o decano dos membros do se-
nado. Acerca de tira tal arontecimento, nao repe-
urei aqai o que dizem os jornaes, os quaes, sera
distinegao de cores polticas, renderain ao illustre
tinado as devidas homenagens, pelos importantes
servicos por elle frustrados ao paiz, durante a inais
longa vida publica, talvez, que a nossa historia po-
ltica tem de registrar.
Quaesquer que fossetn o? motivos que nestos
ltimos anuos ergueram nvencivcl barreira entre
o tinado marquez e o partido conservador, nem
por i-so deixouiistn de prestar o ultimo culto,
Ihe poda ser prestado. Todos os senadores e
pulidos de Pernambuco, alera de grande numero
de membros do ambas as casas do parlamento
comparecern) ao euterro ; e, na cmara tempo-
raria, foi 6 proprio Sr. Paulino, ministro do impe-
ri i, |uem propuz que se snspendesse a sesso, no
da d" r'allecimeiito, ptecedendo a sua tnocao das
segrales palavras :
O Brasil acaba de soffrer a perda dolorosa de
um de seus mais illnsires filhos (apoiados). O pas-
sameoto do Sr. inaryuez i Olinda nao pode del-,
xar de contristar profundamente a todos os Bra-
sileros que sinceramente presam os servic.es pa-
tria e a dedicacao causa publica. (Apoiados,
milito beui)
' Se outros muitos ttulos nao Ihe lressem
rramieado a estima e respeito dos contemporneos
i- aciguatado o nomo entre os mais distinctos des-
te paiz. bastaran) pra recommendar-lhe a me-
moria posteridade o? servicos importantsimos
que, nos das contingentas da minoridade, prestou
o ex-regente Pedro de Araujo Lima. (Muitos apoia-
dos. muilo bem.)
t Oeeupando hoje um cargo que por diversas
vezes e to dignamente exerceu o Ilustre finado,
nao Iiesilei, Sr. presidente, em, exprimiudo p sen-
timento de toda a casa, tomar a iniciativa na pro-
po-ta de suspender-se os trabalhos at amanha
e nouiear V. Exc. urna dcpuiacao, para assistr
em nome da cmara, ao funeral, fazendo V. Exc.
parte da mesma deputaco. (Muito bem.)
Esta homenagem devda ao senador o ex-re-
gi-nte do imperio, ao ex-ministro e ao cooselbeiro
de estado, ao homem que oceupou os mais eleva-
dos cargos do paiz, demonstrar os nossos sent-
meptM de apreco ao cidado eminente que em
urna longa carreira sempre com honra sedelicou
ao servfp do Brasil. (Numerosos apoiados ; muito
bem, muito bem.)
O requerirn fh'.u fo unnimemente approvado.
No senado fui o Sr. Saraiva quera apresenlou
igual mogo.
Passando a outra ordem de ideas, timbo a dizer-
Ibe que multo descontentes e desanimados devem
estar os que lodos os di;* sonhavara com crizes
ministeriaes, alimentando fagueiras, pormfalla-
zes esperanzas de urna roudanca de situacao po-
ltica, ou pelo menos de urna mudanca ministerial,
que enfraquecendo a actual situagao, e trazendo
como consequencia urna grande scso no partido
dominante, preparasse fcil estrada para a aseen
cao dos libera es.
A famosa questo do elemento servil, de qne
se tem querido fazer arma poltica, arvuraodo-a
em banieira de partido, como se em tal negocio
podessem o conservadores ter interesses diver-
gentes dos dos liberaes, e estes diverger/les ,dos
tdaquellas, alimeolou por algans das taes esperan-
cas, logo que se abri o parlamento e foi annun-
ciada, acerca de semelhante questao, a ralerpella-
cao do Sr. Teixeira Jnior, mui digno deputado
pelo terceiro districto da provincia do Bio de Ja-
neiro, e que, seja dito de passagem, nao so tem
distinguido al hoje pelos seas senlime.itos eman-
cipadores. Eraquaoto nao' chegou o da. ou antes
a nonte (porque a interpellaco teve lugar em
um sabbado, etn que as sessoes sao noute), ou
para melhor dzer, a ora em que tiveram de ser
ouvidos o nterpellante e o inlerpeHado, mil com-
mentarios e conjecturas se faziam, dando-se como
infallivel a queda dj ministerio, e at j se indi-
cava o futuro organisador do gabinete o quasi to-
dos os membros que o deviam compr.
A sessao fo solemne. As galleras e tribunas
regorgitavam de espectadores de arabos os sexos ;
e os corredores e o proprio recinto da careara
estova a nao trais admitlir ninguem. Intensos bi-
cos de gaz era dexenas derrmavam luz giorno
e a suffocar ttmanba mohMio era lao limitado
espago. Apezar de etar a noute hmida, suava-
se como em sala de banbo russo!... At que em-
fim, ouvio-se a voz do Sr. Baependy : ordem
do dia ; tem a palavra o Sr. Teixeira Jnior. J
deve -er ah conhecido o djscursq quo elle profe-
rto, assim como a resposta que Ihe dea o Sr. pre-
sidente doconselho.
Fallera anda o Sr. Araujo Lima, digno repre-
sentante do Cear, e nma das intelligencias mais
robustas da cmara. Mas entao-j as nuvens se
haviain dissipado, o horisonte eslava claro, as ma-
mfestagoes da cmara em apoio do Sr. ltaborahy
acabavam de fortalejer o ministerio, e a historia
da crise dssipou-se como fumo, podendo-se ape-
nas dzer dos que com ella contavam :
Pasmnvit galus ratumque ficavit olkando !
Novo ensejo, porm, anda se apresenta, e os pi?
novelleiros agarram-se a elle com fervor nao me-
nos esperancoso. E' o anann^in de urna outra u-
terpellaco do Sr. Pereira da Silva, tambera depu-
tado pelo terceiro districto do Rio de Janeiro, que
quer saber depois de quasi um mez de sesso,
(jual a causa e os effeilos da modificacao do gabi-
nete. A mesma curiosidade, as mesinas conjectu-
ras, as mesmas espennca, e finalmente a mesma
solemnidade da se em dia de sabbado.
Dizia-so e esperava se que o Sr. Alen ;ar fizesse
taes revelacoes, e desenrolasse por til modo a
chronica intima do gabinete de 16 de julho, que o
Sr. Cotegipe, principal columna daquelle, sena in-
fallivelmente esmagado, e com elle o edificio de
que sustentculo.
A escaramuza nessa sessao estve mais quente
do que a da oulra. Dir Ihe-ho os jornaes oque
se passou. Ver delles, que oSr. Alenca, vindo a
campo, anda que mn tanto picado, portou-se
cora a compostura que sua posico e sua alta in-
telligencia recommendavam. A resposta do Sr. Co-
tegipe fo hbil e feliz, e produzio aimpressao.que
coslumam sempre prodnzir as respostas deste
adestrado debatedor. O Sr. Antao deus as suas ex-
plicacdes, e estas muito dignas; de sorte que no
fin da historia, ao terminar a sessao, sabio o ga-
binete com mais forca do que d'antes, quando as
conjecturas e bo-.tos, com ou sem clenlo propa-
lados, punham-no aos olhos de muitos, sob a pres-
sao de urna queda eminente.
Cumpre dzer que o Sr. Alencar tenlou repli-
car ao Sr. ministro da marinha ; mas nao sendo
permetlido fallar mais de urna vez em interpella-
cao; declarou -xeservar-se para oulra occa-io,
que ser provavelmente a discussao do voto de
gragas, quo deve abrir se dentro era poneos dias,
e que, segnndo corre, ser encelada pelo Sr. Fer-
nandos da Cunha, illastre representante da Bahia,
donde acaba de chegar pouco satisfeito, ao que se
diz, com os negocios de sua provincia.
Es.a circumslancia faz suppr ama terceira
prova para o ministerio, o qual se della safar-se
com tanta felicidade, e tudo o faz%esperar, como
das duas primeiras, ter cortamente vida raathu-
salenca, com grande pezar, sem duvida, daqael-
les que o desojara ver morto| para Ihe recolberem
a heranga
Pelo que respeito aosliberaes, andam estes mais
aue muito desacorogoados, mormante com a luta
intestina, que os est devorando,e queja vai ma-
nifesttado com e3canda-lo.
Ha poucos dias oublicou a Reforma um artigo
firmado pelo Sr. Slveira Martins, agredrado com
desabrimento o Sr. conselheiro Zacaras, propo-
sito de certas proposigSes avangadas por e*leno"
senado, com relagao ao exercicio de certas attri-
biigass do p>der moderador. Causou oinespjra-
do caso grande admirago em uns e grandes des-
gostos era outros, de tal modo que dous dias de-
pois pablicava a me*ma Rtforma urna carta do Sr
Octaviano despedindo-se da redaegao daquelle jor
nal, e allegando que sua sade e suas oceupages
Ihe nao permittam tornar parte as questoes po-
lticas da imprensa. Dous outros redactores, sem
todava scientficarem o publico,- tomaratn igual
resolurao, aps una altercacao no escriptono da-
quella folba, em que, ao que" me dizem, por pou-
co nao foram as vas de fados. Ao dia segrate
um annuncio publicado na referida Reforma con-
viava todos os membros do Club Liberal, para
se reunirem no citado e-crptorio, afim de delibe
rarcm sobre negocio importante e urgente.
Houve a reunio, mas nada se resolveu de de-
finitivo, aproveitanlo se entretanto o Sr. Silveira
Martins do ensejo, para passar nova e mais ex-
tensa descalgadeira no Sr. Z icarias, oquil, por
um feliz palpite, nao bavia comparecido. Isjlo pos-
to, o que parece fra de dnvida, que j nao ha
mais meio de compr semelhante briga ; e quer
un-, quer outros, para o que trabalham para
de; 'riminar-se o elemento radical do elemeato
constitucional.
Ora se na opposigao que os partidos se recom-
poem, disciplinara e retemperam suas forgas, pa-
ra habililarem so a governar, que esperangas e
garantas pode oflerecer o partido qu na adver-
sidade estraga as suas torgas em brigas intestinas.
em lutos (libas de ciumes e rivalidades de mando?
Hoje a noate deve entrar em terceira dis-
cusso na cmara dos deputados a questao da ga-
ranta de jur. s da quanlia adicional ao capital da
errada de ferro de Pernambuco, conhecida aqai
por questo Bramalt. Honlcm foi ella votada em
segunda discusso, ha vendo o Sr. Andrade Figuei-
ra, que um dos seus' maiores adversarios, re-
querido que a votagao fosse nominal. Teve a me-
dida 56 votos a favor e 26 corara.
O debate nessa terceira discusso prometle ser
animado e longo ; mas pelo que j se vio o resul-
tado nao pode ser duvdoso.
Anda nao est fixado o dia em que de-
vem ter lugar os festejos por motivo da terminai-o
da guerra. O templo e o monumento que se eslo
erguendo no campo de Sant'Anna anda nao eslo
terminados. ltimamente tem havdo pouca acti-
vidade nos trabalhos, talvez, porque se espere a
passagem do crdito que pende de discusso no
senado.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 82 DE JUNHO DE 1870.
Noticias do siil do Imperio.
Chegou hontem o vapor Cruzeiro do Sul, tra-
yendo datas do Ro de Janeiro at 15, da Babia
al 19, e de Maeei at 20 do crrente. Eis o que
d'ellas col hemos.
BIO DE JANKIBO.
No senado presegnia a discusso do parecer da
eommissao sobre a eleico do Rio Grande do Nor-
te, tundo nella tomado parte os Srs. Bario das
Tres Barras, Saraiva, Cunha e Figueredo, Zaca-
ras, Silveira da Molla e Silveira Lobo, e sendo
offerecidas as segnintes emendas :
1. Que fique adiada, nao s a decisao sobre
os collegios da Nova Cruz, Maco e S. Jos de Mi-
pib, conforme exige a eommissao, como tambera
a de todos os ontros, de cuja organisago nao vie-
ran) as actas, quaes os da capital, Papary, Can-
guaretama, Principe, Acary e Imperatriz.
i 2." Que Ique igualmente adiada a decisao
sobre todas as parochias das quaes nao vierara as
actas, houvesse ou nao as mesmas duplcalas de
eleltores.l
< 3* Qne se pega ao governo copia authentica
de todas as ordens da presidencia relativas i le-
vantamento e movimeoto de forgas, assim como
acquisigao de quaeqaer artigos bellicos nos me-
tes de setembro, outubro e oovembro do anno
prximo passado ; e tambera copia das requisi-
c5es ou pedidos.de forgas de mar ou de trra e
munigoes Teitas s presidencias do outras provin-
cias ou ao giverno geral.
* 4." Que, finalmente, fique adiada a verifica-
gao de poderes de que se trata, at que sejam pre-
sentes ac senado as indispensavois bases de julga-
mento cima indicada?.Silveira Lobo.
J_tinha-se concluido, nessa cmara, a 2." dis-
cusso do orcamento geral do imperio, com as se-
guimos alteragoes :
O 17 do art. 5.a da proposia seja redgdo
assim-;
17. Phares, ficando o governo autorisado
desde ja_a despender at a quantia de 300:000^
corneo 'stabelecimento de novos phares........
402;0o36io.|
Aocap. 3., DUposicoes geraes.
Foram suppnmidos os artigos addtivos 16,
17, 18, 2i, 23,26, 27, 28, 29, 30,31, 32, 33 e 31.
O art. 3o Bcou redigido assim :
E'^ o governo autorisado a fazer quaesqu3r
operagoe de crdito para o fim de consolidar toda
ou parte da divida f\actuante como jalgar conve-
niente.
A disposgao do art. 38 passou para o 17 do
art. 5." da proposla, na forma da emenda do Sr.
banio de Cotegipe.
Pago do senado, em 14 de junhodo 1870.
Visconde de SapueahyFirmtno R. Silva.
Na cmara dos depotados loram mndalos
imprimir os segnintes pareceres :
A 3' eommissao de orgamento, havendo exa-
minado a proposla do governo, litando a despeza
a cargo do ministerio da jastira para o exoreieio
de 1871 a 1872, tem a honra de submetter esta
augusta cmara a mesma proposla conve; tida ern
projecto de le pela raaneira segrate :
Art. 3. O ministro e secretario do oslado do*
negocios da justica autorisado a despender com
os objectos designados nos seguintes paragrapho*
a quantia de 3,437:529J197.
A saber :
t 1." Secretara de astado___ 153:0905000
< 2.* Supremo tribunal de jas-
tica............................ 105:7004000
i 3.< Relaces............... 302:6065667
14. Tribanaes do commercio 59:078*000
< j 5 Justiea de 1.a instancia 1,013:4402000
i 6. Despeza secreto dapr'cia 100:0005000
g 7. Pessoal e material da po-
lica........................... 448:1095750
S 8. Guarda nacional........ 140:000000
9. Conduccao, sustento e cu-
rativo de p-esos.................. 11:8745000
10. Eventuaes............. 2:000000
' S 11. Corno militar de polica 420:000000
S 12. Guarda urbana........ 359:1405750
13. Casa de correccao da
corte.......................... 185:4905030
. | 14. Obras,................ 30:0005000
Emendas da eommissao.
Ao ar. 3 Em vez de 3,437:5295197, dga-
se. 4,026:7625530.
f Aoj Em vez de 105:700JOO dtga-se
151:7005.
t Ao g 3.- Em vez de 302:6665667. diga-se
441:9405.
Ao-g 5. Em vez de 1,013:4405000, diga se
1,393:3405.
Ao g 7. Em vez de 448:1095750, diga-se
472:1095750.
Pagoda cmara, 14 dejunhn de 1870.L. A.
da Silva Nunes.T. Alencar Araripe.H. de A.
Pereira da Graca.
A 3* eommissao de orgamento, havendo exa-
minado a proposta do geverno fizando a despeza a
cargo do ministerio dos negocios estrangeiros para
o exercico de 1871 a 1872, tem a honra de sub-
metter a esta augusta cmara a mesma proposta
convertida em projecto de lei, pela raaneira se-
grate :
o Art. 4." O ministro e secretario de estado dos
negocios estrangeiros 6 autorisado a despender
com os objectos designadis nos segrales paragra-
phos a quantia de 807:8195999 a saber:
l. Secretara de estado... 139:7455000
t g 2.' Legages e consulados. 462:OT35000
t g 3." Empregados em disponi-
bilidade....................... 12:9995999
a 8 4. Ajadas de cusi....... 60:0005000
g 5. Extraordinarias no ex-
terior......................... 60:0005000
g 6." Extraordinarias no in-
terior......................... 25:0005000
7. Commisso de limites e
lqudagao de reclamago........ 48:0005000
t Paco da cmara em 14 de junho de 1870
L. A. da Silva Nunes.^T. Alencar Araripe.H. de
A. Pereira da Graca.
A 4* eommissao do orgamento examinou a
proposta do poder execulivo para o ex*cicio de
1871 a 1872, na parte relativa ao ministerio da ma-
rinha.
< A somma orgada nesto proposta para as des-
pezas do dito ministerio, de 8,868:3725281.
A' vista, porm, da autoridade dada por esta
cmara ao geverno na proposla de fixacao da tor-
ga naval ltimamente votada, para crear desde j
urna companhia de aprendizes marraheiros na pro-
vincia da Parahyba do Norte e outra na do Ama-
zonas, enlende a eommissao de ver alterar a ru-
brica 10 com o augoiento daquantiade 120:8485370
oreada para as despezas daquellas duas compa-
nbias.
( Em face do exposto a eommissao tem a honra
de apresentar a cmara dos Srs. deputados, con-
vertido era projecto de lei, o art. 5o da proposta do
poder execulivo, com as emendas que vo em se-
guiraento aomesmo artigo.
Art. 5." O ministro e secretario de estado dos
negocios da marinha autorisado a despender com
os objectos designsdos nos seguintes paragraphos,
a quantia de 8,868:3725281, a saber :
1. Secretara de estado........ 111:8325000
2. Conselho naval............ 38:0005000
3. Qaarlel-general de marinha. 16:697*540
4. (onselho supremo militar... 13:539*600
5. Contadoria................ 123:8005000
6. Intendenca.accessorios e con-
seibo de compras......... 102:6915400
7. Auditoria e executoria..... 3:4305o90
8. Corpo de armada e classes
annexas................. 565:3475200
9. Batalhao naval............ 199:5725462
10. Corpo de mperiaes raarinhei-
ros..................... 1,239:22V*656
11. Companhia de invlidos..... 10:6995055
12. Arsenaea................. 2,204:965*967
13. Capitanas de portas........ 232:1935140
14. Forga naval............... 2,572:145542o
15. Navios desarmados......... 37:8O2*6O0
16. Hospitoes................. 180:711*200
122:254*825'
155:1535940
154:691*276
503:600*000
280:0005000
17. Phares
18. Escola de marinha e ontros
eslabelecimenfts scientificos
19. Reformados...............
20. Obras....................
21. Despezas extraordinarias e
eventuaes...........___
Emendas.
Ao art 8. O ministro e secretorio de estado
dos negocios da marinha antonsado a despen-
der em vez de 8.868:372*281diga-se........
8,989:221*751.
i 10. Em vez de l,239:224*656-dga-se-
1,360:073*026.
< Pago da cmara dos deputados, em 14 de ju-
nho de i870.ae^).=-Ga/oo.=*Bn;anm R.
Peretra*
Prosegua 3* discaisao do projecto do senado
antorisanjto 9 augmento da garanta di 5 / *>
capital aldicional da companhia da estrada de-
ferro de Fimanibuco, tendo fallado ainda sobre a
materia s Srs Correa a Andrade Fgueira.
Lefios n\Jnrnil do Ctmmercio:
* Hunfein (12) s 3 horas d tarde, deserahar-
eou no atVen.ii de marinha para fazer a sua en-
trada solnne na cidade o Io batalhao de infanta-
ra de liada, que. coberto de glora, regressa do
Paraguay, tendo tomad > parte em toda aquella
longa e peno-i campanha, e m straio era toda
ella, em tuaos us lempos e lugares, valor e
disciplina nos combates, solTVeguidao nos traba-
lhos.
AIH o esperavam S. M. o Imperador com seus
ternanarid* e ajudantes de campo, S. A. o Sr.
conde_ d'Eu, os ministros di marinha e da guer
ra e tao luzulo e*fDo numeroso encaro de gene-
raes de trra e mir, ofciaes das diversas armas
e dj guarda nacional, chelea e embregados das
reparticoes e estatieleeiitentos militares, alum-
no da escola militar o aspirantes de mari-
nha.
S. M. o Imperador dfnou-se dirigir estas pa-
lavras ao eommandante do batalhao, o Sr. coronel
Val P. rto :
Sr. eommandante do 1* de fnzileiros! Aceitai
este abraen para vos e vo tCumpristes deuo.Iadamonte o vossodever: a
nagao o leconhece.
t Viva o pxercito brasileiro !Viv\m os volun-
tarios da palrU e a armada mcionaj I
Eataoa comra-so nomeada pela corporaga
militar entregou a S. M. o Imperador urna cora
de loaros, destinada bandeira do 1 natalho.
Sua Magestade, tomando a cora 0 aproximndo-
se da ban It-ira uonvd ra S. A. o Sr. conde d'Eu a
flxa-la all,-o que fdi feito entre accIamagSes dos
circumstantes.
t En segu te o Sr. major A J. do Amara!,
orno urgi da commisso militar, proferto o se-
guinte dise irso :
Bravo batalha de infamara Primeiro em
numero-dos corpos de infamara de linha, fustes
igualmente o primeiro a seguir para o thealrr- das
glorias do imperio americano, o primeiro a sjf
frer as privages d guerra o atada o primei-
ro a colher iramarcessives louros do triumpho ;
sois tambera o primeiro dos batalhSes da li-
nha a receber as ovagSos enthu>iasticas e
vossos irmaos de armis e de um povo agrade-
cido.
Ao partrde, a nagao pela Imperador vos
abracou: foi eAia o testomunho m lis eloquente do
quanto ella conliava em vusso patriotismo, disci-
plina, intrepideze valor; ao regrassardes patria
altivo restitus o ahrag* imperial, circunlado da
aureola de gloria com que resplendante trmula
vossa condecorada bandeira. Bem raereeestes do
paiz. Cora os oatros corpas de linha fostes para
o- bravos voluntarios da paria o modelo vivo da
disciplina, in-truego, reslgnagao n denodo. C >m-
vosco, aprende-ndo, pnderam em pouco lempo
imitar/vos, fa vo;si lado, juntos ana liis aliia-
dos, souberam solTrer, pelejar e vencer.
Da repblica do Uruguay s cordilheras do
Paraguay, de P.iyssand e liachuelo at Cara-
guatahy, foram vossos servigo3 assiznalados por
exeossivos actos de coragem nos combates, abne-
gacao nos soflrimentos e generosidade para com
os vencidos depois da victoria.
Payssand Pagn\ sublime da nossa histo-
ria militar Fo esse o primeiro feilo glaro-o do
nosso exereto e armada ; f i tambera nelle que
lugo se reconheceu qual a tempera do valor do
marinheiroe do soldado brasileiro, e quanto del-
les se deva esperar.
Cora razo o imperio se orgulha dos primeiros
prodigios de bravura all praticados pela sua f r-
ca armada. Nelle grande parte tivenes, guiado
pela valente espada do bravo Guiraares Peixoto,
caja nieinoria com s\adade todos os brasileiros
veneram.
E tu, Riachuelo tu revelaste ao mundo a va-
lenta da esquadra imperial e o herosmo dos fi-
Ihas da ierra de Cabral.
Era Trafagar vasto era o ocano, ampia e
franca era a superficie para a bitalha naval, pos-
siveis as manobras, possivel ao d*senvolviraenlo
de toda tctica ; em Riachuelo, porm, como em
Salamina, faltava espago aos vasos belligerantes,
que mal podiam volver-se sera se abalroaram e e
confundrem; a scencia all foi quasi nuHa ; o va-
lor e o herosmo tudo I
Urna rede de balas, uraa chava de metra-
Ina, bombas e granadas, rm cruzar ince-sanle e
horrivel de todos os inventos de morte all congre-
gados afuadavam chalas, raettiam a pique navios,
despedacavam corpos, ceifavam vidas em meio de
turbilhoes de fumo e do troar da artilharia, de
grit is de aliordagem, de brados de colera e do
estertor dos moribundos, cujo sangue correndo
em j rros tornara rubras as aguas do raagestoso
rio. Nessa luta homrica, em que o inimigo re-
duplicava em numero, reduplicou de valor quer o
soldado, quer o marinheiro brasileiro. A victoria
foi nossa I Do inimigo poicos volvern^ a sua
patria, lloara esquadra brasileira, honra a vs
bravos do de infamara, que all pelejasles e
vencestes a par d >s valentes rarinheiros.
c llilli em diante abrio-se a estrada de gloria
para o imperio; nao houve obstculo que nao fos-
se vencido pelo denodo dos nosses bravos ; os re-
ductos, baluartes e entrncheiramentos levanta-
dos pela tyraua. canibalismo e malvadeza cahiim
todns em presenga do valor da esquadra im-
perial, da intrepidez da tropa brazileira e em vn-
[4ude dos mais bem combinados planos dos nossos
generaos : at que. em Aqudaban, foram to glo-
riosos esforgo3 corados pela mais esplendida e
completa victoria, que lbortou um povo escravi-
sado, e Ihe abri as poras da civlisagao.
1 Era to gloriosos feitos, 1" de infamara,
uanca deixates de apaarecer e hombrear em va-
lor e herosmo com os mais denodados batalhSes I
Provastes clara a brilhantemente ao imperio que
o sustentculo da. soberana e liberdade das na-
cSes. das DstituicSes dos povose da fortuna publi
ca, umbon exereto permanente. -
A nacao nao esquecer de corlo nue a seas
bravos generaes, offlciaes e soldados de trra e
mar deve a paz benfica e honrosa que vai go-
zar ; a nagao Ihes ser rfleonhecida, cuidando da
prosperida'de do exercito e da armada, e pranteao-
do os martyres que cahrara morios nos campos
de baialha."
Como primeiro testemunho desse reconheci
ment recebei esto modista cora, que a corpora-
cao militar desta corte offerece era nome da patria
vossa bandeira. Ide, camaradas, mostrada ao
povo, descorada e rota pelos combates, mas luzen-
le de gloria; ide, e de tilai por entre as ondas
desse povo ancioso por saudar-vos, e que dir
cada Um de vos quando pas-ar :alli tai um
bravo. Viva a nacao brasileira / Vivam SS.
MM. mperiaes e sua augusto familia I Vivar o
exercito e armada nacional 1 Viva o denodado
1* batalhao de infamara I
Reciiarara-se ainla algn discursos, e o ba-
talhao poz-se em marcha sahindo do arsenal entre
alas formadas pelos invlidos da patria, aprendizes
artilheiros e menores do arsenal de guerra. A'
frente marehava nm esquadro do regiment
de cavallaria lgeira, depois o'jiro formado por
alumnos da escola militar, cora.langas e bandero-
las, e logo aps o 1*- b atol nao de infantoria prece-
dido de um brilhante estado-mator de generaos, en-
tre elles o Sr. isconde d Santa Tbereza, e offl-
ciaes de mar e terca. Seguia-se a corporagao dos
aspirantes de marinha, a artilharia com.dtyas pe-
cas de caropanha, e depois- a infamara da escola
milftar, com suas banda* artilheiros e aprendizes do arsenal, ambos estes
eorpos tambem com suas baudas de msica, fe-
chavara a marcha.
As ras designadas no programma eslavam
ornadas de bandeiras, e por toda a parte o povo
victoriava os bravos que naviam bem merecido da
patria.
t Diante de todas as arrecadagoes da guarda
nacional por onde passo:i o prestito e do respecti-
vo quartel general, achava se ama guarda de hoa-
ra cura bandeira e mostea, l i saudado enthusi-
asticamente o 1" batalhio, dando-se outro tanto
porta do quartel do corpo de bombeiros, que tam-
bem formou cera una banda de msica e com
mandante frente.
< Diante do quartel do Campo formava em linha
o batalhao de deposito para saudar os seus cora-
panlHros de armas.
Tendo parado e.n varios pontos para ouvr
dnmirsos e poesas, o Io batalhai cheou pouco
depois das 7 horas da noute praga de D. Pedro
II, onde embarcou, dispersando all o resto da tor-
ca. SS. MM. Impenaes e Altezas que ainda se a-
chavain a nina das janellas do pag> [oran entli 1-
sasticara-inte victonados na passagem da tropa.
O Sr. los Ferrera da Auresenli^o, em sig-
nal de regosijo pelo regresso de am seu filho, que
tomou parte na campanha do Paraguay, concedeu
liberdade a sua essrava Henriqueta, de 47 aarios
de idade.
A sicedade Euterpe Commercial (Tenentes
do Diabo) por occasiao da posae da sua nova di-
rectora lbertou urna pardinha escrava d Sr. Jos
Pereira de Car val ho.
1 Falieceu hontem (13) s 6 horas da raanha o
gentilhoinen da casa imperial Jeronymo Martina
de Almeda.
Depois de ter sido empregado na secretara
da cmara dos deputados por mais de 40 annos,
dos quaes 26 como oBlcial-maior, foi em 1866 dis-
pensado do exercico deste cargo em attengio
sua idade e liras servio,is. Deixou nome estima
do por quantos Ihe conieceram o corago bon-
doso.
t En testemunho de pesar pelo sea passamento,
o actual olDcial-maor e mais empregados da se-
cretaria da cmara dos deputados resolveram lo
mar luto por epag) de 8 das.
Ante-hontem (12) noute qaeimouse no lar-
go da Lapa um fogo de artificie por occasio da
feta do Espirito-Santo. O principio do fogo foi
annuncado por alguns tiros de morteiro que arre-
mes-avam bombas. Urna destas, dexado de fa-
zer exploso no ar, e vindo cahir entre 1 povo qae
assistii no espectculo, baleu em cheio na cabega
da infeliz Emilia Carlota da Gloria, de 2i annos de
idade, e miradora na na do Lavradio n. 75 A.
Precipitada de grande altura e tendo algumas li-
bras de peso, a bomba esmiealhoa o crneo da
desgranada, causando morte instantnea.
c Reconhacida esta pelo Sr. Dr. Francisco Jos
Xavier, foi o cadver transportado para o lagado
da principio da ra das Man.'ueras, e all teve de
flear at que acabarse de arder todo o fogo. S
entio a autoridade local a mand >u conduzir para
a casa onde residir a finada. Fo preso o rogue-
teiro Joaquim Antonio Minteiro.
Este lamentavel suesesso suscita reflexSes qne
de ha muito podiam estar fetas, nao faltando infe-
lizmente precedentes do mesmo genero. Entre as
pegas de fogo que podem ser mais ou menos peri-
gosas tornaremos a lembrar os foguetes, que em
todas as occasSes e a propo'ito de tudo se soltara
no meio de ajuntamentos papulares, muitas vezes
em ras estreitas. pondo em risco as pessoas que
se acham s janellas, ou mesmo nos quirtos e
salas.
1 Gaudenco Ferreira da Cruz, de 30 annos de
dade, solteiro, caixeiro de urna fabrica de saba >
e velas na ra do Senador Euzebio n. 6, atraves-
sava ante-hontem, das 6 para s 7 horas da noute,
o mili i da estrada de ferro, na praga Onze de Ju-
nho, quando foi arrojado pelo carro n. 28, que,
passando-lhe por cima, o matou instantneamente.
1 Parece que o carro leyava carreira to preci-
pitada que o respectivo cocheiro nao pode evitar
que a langa fosse sobre o infeliz Gaudenco. En-
to o cocheiro, que se chama Antonio Alves de-
tiu precipitadamente a fugir, sendo preciso que o
inspector Manoel Antonio de S Brito tocasse o-
anira es para tirar do ,-ob o carro o cadver todo
mutilado.
Procedeu-se a corpo de delicio, e fo preso o
onductor Manoel Luiz de Lima para averigua-
gSes sobre o ficto.
t Por djcrelo d 11 do corrente foi nomeado o
bacharel Felippe Dallro de Castro, |uiz muaicpal
e de orphos do termo de Lences na provincia
da Bahia.
> Por decreto n. 4,538 de 11 do corrente foi
autorisada a companhia de illuminagio gaz do
Miranhao para elevar osea captol de 400.0005
550:0005000.
Apenas constou que o Sr. Buckley Mathew,
enviado extraordinario e ministro plenipotenciario
la Inglaterra, ia ausentar-se temporariamente
desto corte, os subditos inglezes aqai residentes
resolveram offerecer-lhe as vesperas do sea em-
barque um jamar de despedida, em nome de toda
a classe commercial, testemunho de considerarla,
que ainda nenhum outro ministro da mesma na
gao. em iguaes circurastancas, recebera dos sena
concidadjj<;oesta cidade. Com effeitoS. Exc. au-
senta-se, levando comsigo a grafido que gr. n-
geou dos seus, o respeito e araisade que mereceu
ans estranhos que cora elle entretiverem rela-
gSes.
Ante-hontem (13) s 6 horas da urde mais
do 60 convivas as-entavam-se em volta de uraa
mesa esplndidamente servida no bello e espagoso
salo dos Srs. Schroeder & C. Durante o ban-
quete que foi longo, profuso e delicado, renava
entre elles a raaior harmona e cordialdade, pro-
H;.ndo todos em demonstragoes da estima e vana-
ra cao para com aquelle a quem a festa era de li-
cada. Em nome da eommissao directora o Sr.
Steele, nm dos membros mais respeitaveis do com-
mercio inglez, erguen-se e proooz o primeiro brin-
de rainha, seguindo immediataniente outro a
SS. MM. o imperador e imperatriz do Brasil,
depois briniloa-se a familia real da Inglaterra,
vindo aps outro brinde Sra. prnceza imperial
e ao Sr. conde d'Eu. O Sr. Steele expandio-se
sobre os importantes feitos do joven hroe conde
d'Eu, que soube reunir s glorias marciaes do
general os seittiuientos humanitarios do philantro-
po, Brindou-se 4 armada, ao exercito e aos vo-
luntarios da Inglaterra, finalisando o mesmo Sr.
Steele por manifestar o desojo que a loglate-ra
restahelega no porto do Rio de Janeiro ama osta-
ga) naval, sob as ordens de um almirante como
em outro tempoaqui teve.
< Em seguida, e entre os principaes brindes do
banquete, fez-se o do Sr. ministro da Inglaterra,
teceado os mais altos encomios, tanto aos seus ta
lentos diplomticos, como aos seus nunca des-
mentidos sentiraents de caridade para com os
seus compatriotas pobres. S. Exc. respondeu
exprimiudo a sua gratidao para com os Iogleies
residentes no K o de Janeiro, entre os qnaes pas-
sra os momentos mais fehzes da sua vida, espe-
rando regressar em breve para estreitor arada
raais os lagos de estima e amisade mutuas, que
eslava certo nunca seriara obliterados, sendo estes
raesroos seitiraentos os que o animavam relativa-
mente aos filh >s do Brasil.
O Sr. C. f. Johnsion propoz sade do Sr.
Cobboid, novo encarregado de negocios, caja com-
petencia diplomtica era attestada pelo f&cto de
liaver servido sob as ordens de Sir James Hud-
son, qae fra estimado no Brasil. O Sr. Cobboid
responden abundando noe sentimentos mais cor-
diaes e conclurdo por brindar s senboras. >
c Na alfandega da corte deram-se hontem (li >
os seguales lamentaveis acontecimentos:
Por volta das 8 lr2 horas da manha, deotm
da obras da alfandega, travarairt-se de razos los
Cyllio de Carvalbo e Leonel da Costa Bastos, que
ferio qnelle mortalinente com um formo sobre o
coracao. O offeodido fo logo recolhid Sania
Casa da Misericordia, afim de proceler-se exa-
me a corpo de delicio, e o assassino foi preso s
9 horas da noute por um urbano do terceiro dis-
tricto.
mesmas horas Candido Alexmdre Rodri-
gues da Silva, trabalhador da dita repartigo en-
venenou-se all, encontrndose em sen poder
dous vdros com o resto do veneno. Fo recolbido
a casa de sade > Nossa Senhora da Gloria, rt
ces|Pharoux. 1
O Sr. subdelegado da Candelaria, qaem
acompanhava o Sr. capilo Marques Sobrrh to-
mn conhecimento destes faclos.
A alfandi-jta da corte rendeu de 1 a 14 d
corrente 1,182:051*297.
O cambio sobre Londres regulava 22 a 22
i/8 d.
Procedente de Pernambuco chegou, no dia
12, o brgue Isabel.
r.ovAZ
Recebemos folhwda capital at 7 do passado
Era 1 ensequen r.a de nao se ter podido concluir a
apuracao dos votos para a eleigo dos merabro;
da'as.-Hrabl provincial, o presidente da provincia
adou a reunio da mesma assembla para o dia
i de agosto.
MINAS-OERAES
Escrevera do Mar de Hespanha a 11 do cor-
rente :
< Vindo um podre hornera, mscate, pela estra-
da que do Mar de Hespanha segu para a estago
do Chiador, a urna mala perto da fazenda deno-
minada Pilos de Cima, foi aggredilo em pleno dia
por dous salteadores, horneas brane >s e bem tra -
jados, que aps mu tai cacetodas dadas na victima
sacaram-lhe 700* que trazia. O mscale, rnnito
maltratado, pode a custo dirigr-se casa do Sr.
Aureliano Calixto da Costa, que se prestou a dnr-
Ihe algnmas pessoas para persegnirera os aggres-
sores, mas foi debalde. J nao se pode, portanlo,
transitar por esto estrada, sem risco de b ilsa e da
propria vida.' Queira chamar a attengio das au-
toridades para estes e outros fados que podem
muito naturalmente reproduzir-se. >
S. PAULO.
Recebemos folhas da capital e Santos at 10 do
corrente :
O commenaalor Antonio Francisco de Gon-
va e Castro, em regosijo pela feliz terminagao da
guerra, declarara hvre o ventre de todas as suas
escravas, e deliberara dar liberdade a um de seus
melhores escravos no dia i de agosto de cada
anno, anniversario de seu nascimento.
O Dr. T. Norton Mural e sua senhora, resi-
dentes em Aras, tambem concederam carta de
liberdade menor Florinda, sua escrava, obrigan-
do-se a educa-la at aos 16 annos de idade.
O Arense de 29 do passado noticia qae fo-
ram presos nos dias 23 e 25 do passado os reos
Manoel Alves Pereira, segundo consta por crime
de morte, e um preto de nome Thecdoro eme
em das do anno passado ou atrazado, fizera um
ferimento na pessoa de Ignacio Rodrigues Lino.
Da villa de S. Jos do Parahytinga escrevem
ao Diario de S. Paulo de 7 do corrente, que, no
dia 26 do passado, as 6 horas da tarde, Joo Jos
Pinto (vulgo Joo Mestre) tentou assasslnar a Is-
rael Leme do Prado, dando-lhe tres tiros do re-
wolver.eferindo com urna faca ura sobrinho do
offendido. O Sr. Israel acha-se gravemente en-
fermo, sendo a bala exliadida pelo Sr. Dr. Lobo
Vianna. O assassino foi inmediatamente preso, e
esl sendo processado. O rewolver acha-se ainda
carregado com tres tiros: e na tarde desse
mesmo dia, o assassino provocara a varias pessoas.
1 Na capital reapparecera no da 9 do corrente
o peridico intitulado Imprensa Acuiemica, redi
gdo pelos Srs. Affonso Penna e Rodriguos Alve-.
= A Imprensa de 6 do corrente diz o scguinle,
a respeito da febre amarilla em Santos :
t Somos informados e autonsados a declarar
qne no dia 3 do corrente teve alta no hospital da
Misericordia desta cidade, o ultimo enfermo de fe-
bre amarella, e que desde o dia 28 do passado at
hoje, nao entrarara mais doentes desta enfermida-
de. Parece, pois, ter desapparecido o flagello que
durante qnasi cinco raezesnostem affligido.
baha.
Entrou no da 13, a corveta americana Sa-
bme, de volta do crusero.
Nesses das sahio a crvela Bahiana, afim
de crusar.
Falleceram os Rvms. Francisco Lino de
Sant'Anna, vigaro da freguesa de Nossa Senhora
do Soccorro, c Manoel Jacintho Rodrigues Valla-
dares, vigaro da freguezia da Amargura ; e o em-
pregado da alfandega Francisco da Silva Magalhae-
Cantoso.
A alfandega rendeu de 1 a 18 do crrante
516:08^*565.
O cambio sebre Londres regulava 21 V* d.
por 1*000.
Sahio para Pernambuco, no dia 14. o pata-
cho inglez Azalea.
Lemos no jornal:
O subdelegado do districto do Curaca peque-
no, do termo do Joazeiro, Hermogenes Francisco
da Paixo, cora urna torga de 4 guardas e 12 pai-
sanos, inclusive i official de jastiga, praticou orna
diligeocia para serem presos os criminosos de
morte Roberto Looguinho Brasileiro, e sea tiln.
Jos Carvalbo de Amorim, que desde setembro do
an.10 passado, em que assassinarara ao infeliz Joa-
quina Pirajahu, vivara horaisiados nos mallos da
Serra Preta, e j com uraa torca maior de 16 hi>-
mens, a rondar gados, e ameacar a existencia dos
pioprietarios das fazendas, que infeslam, incutin-
do (1 terror nos habitantes.
< Eftectuado o cerco no dia 18 de maio pr -
xini) pagado, sendo presentido pelos criminoso-,
estes do mallo derara ura tico, que ferio no qua-
dnl o cidadio Francisco Duarte da Silva Torres.
el.i que a forca atirou para o lugar, e condecen
que cahio por trra o offen-or, e enlo, apenan
do o cerco, conheceram o Roberto, que tambem
atirou sobre a torga, a qnal respondeodo o ferio
gravemente, e contuuando as perseguigoes pode
capiorar a mulher d'esle e as amasias dos dou>
filhos do mesmo.
O Roberto, preso, ferido morrea depois.
Foram encontradas, pertencentes aos resis
tontas, 4 armas de fogo e 2 facoes, e no mato, 1
rez esfollada pertencente ao cidado Vertelin<>
Pereira Barroso, e o conro de urna outra mora ::
dia antes, pertencente a Eufrasio Rodrigues
Martins.'
ALAGOAS.
Foi muito festtjada a chegada do contingent-
ado voluntarios da patria.
O vapor.PoMji seguir, no dia 18 para IV-
neo e Aracaj.
PERNAMBUCO.
XEVtTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIALHontem a sem-
blen proseguio na segunda discusso do orgioaer-
to provincial, approvando os artigos aditiwos, of-
feroilos pelo raemdro divergente da coauaissio,




ti

*
OVo Ae Pernambtjoo Qarla feira 22 de Junt de 1870..
__
j
it a

<)o antorisam a.rGswae do contrato da eompa-
nhia Peraambucaria, o a croic da inspeceao ib
atgodiio, depols de orarem os-Srs. Rufino de Al-
meida, Mello Rege-, G. Urummoiii c Hcnriquc Ma-
raede.
A nri]- dia para najo \i : coniimiaeao da an-
tfcedente.
FACADAS.-Ante hontpms 6 1/* horas da
noole na celebrrima ru*-do f.isco, do bairro da
Wi Vista, Manuel de Andrade, de cor pirda, f;i
provocarem rasa de sna residencia a cprac
do excreito A'lir.M Jos da Slv?, c, trovando luu
cometo,deu-!he urna tacada as regwas loraba-
?, que felizmente fui declarada sem nerigo pelos
peritos encaramados do corno da delicio os Srs.
lirs. L"!t) Hoscoso o Villas-Boa-.
FER1ENTO GRAVE.-Xo dia 11 noute, na
tran-SMi das Boias da freguetu de S. Fr. Pedro
'"i unta tacada a "Manuel Jos de liveir, lo-
grando evad r-se.
IMSlW.BIO E M0RTES.-Em Cerras da sesma-
ra Piafa Grima--, do termo de Agua Prela, mi
<< ttaeo, SIu *>nz, Jos l-uir. de Vora-Crnz, Manuel Olympi
Twwira.e Msnt-1 Trajaco da Silva, da qual re-
suHhu a mofle dos don* rtiiimo*, e o feriiuento
yrove deumirmo de Manoel Olympio, o qual
amadlo einseu saeeorrn. A' estorcs da autorila-
Oe tonal foram iiresis Jone e Joaquim Luiz.
ASSASSIN'ATO.Na vHIa da Escaria, no do nmuft as 8 huras di noole. Justino Flor-lao
iosSa.itns assa* -cadas, indi era seguida entiegar-se ;i priso.
DIMIEIRO.O vapor Cruzeiro do Sul trotrxe as
segainles qnantias para os Srs. : v
Antonio Gomes .Neto 2:40O
fles& Bastos l:i80
Hyvernat & C. 9504
Lehmann lires G00
Jiim Joaquim Alves 200
Trouxe mais <>sse vapor :
Para a Parahyba 2003000
Para o Cenia ll.i:71f>5860
Par o Maranhao 4:l00000
FACULDADE BE DIREITO.-Por ordem do
Exm. Sr. Dr. director oslara,) fechadas, hoje r
;iiniiihan, as .-ralas ilessa Faculdade e do curso
MU) em signal de motinwlu peU prematura
torta do di>tuicto iiernaiubueano e um dos prl-
Ji-einvs directores o Exin. uarquez de Olinda.
NOVO Ai'!i::.\EU.Ni dia 19 rennio-se esta
oriedade em sesau extraordinaria para eleger a
Ma nova directorio. Procedida, segundo as ore*
i ij>'.- uinie resulta lo:
Presidente.Flix de Figueirwa Faria.
Vice-prrs:d<)te.Alfreon Vax de Oiveira.
I." si'crelari S.'MCfeUriu.J.s Mnnira Alves da Silva.
Orador.Vicente Simoes Pereira de Lemos.
Adjiuicto do orador.L. Barbosa Madureira
Jnnior.
Tuesdureiro. Francisco hidoro Rodrigues da
Onm.
Iguaimente foram eleitas diversas commf.socs
crvadas 'ia disposio los estatuios.
Fiii'aio pruposlos canprovados socios lionorari's
da moHluie os Srs. Ur Gcsar Augusto Marques,
A.'rt'-nio de Casiri Alves, J.nsuun atara Serra S.i-
brinuo e Juv-nal Gal no da Gosta e Silva.
No dia 2(5 t-r lugar a pitsie ,1a nova directora
cora a soleonidade exig; la. omihtnM a terraina-
ca do Sr. pre dente.
JURY Dt> RKCIFE. Eneerrou--e, na sepun-
da-feira. a 2" sessfw jndii;iar.ia da sonwrca do Re-
cife. rom o julgamento dii rro J>ao Manoel do
.\'a-einieiito, accusad-> por crime de furto, sendo
S'-u advocado o Sr. Dr. Alfonso de Albuipierque
M--llo. O rj foi coademnado a dous mezes de
prisifl imples.
MEDICO.Voltou luntem do Paraguay, onde
B4M cerca de quatro aimos, o distracto cirur-
giaomr ee brigada Dr. fo< oaquim do Souza,
que iles:a irovincia marciioucjiu medico do ba-
lalliao de polica.
ADMIMSTRAGAO DO GORREIO.-Per porta
rias da directora tieral, de 6 ao crlente, foram
ongados : agente dobonvio era Flures, Joaquim
Jos do Xa-riincnlo WanJerley ; ajudante em Ta-
e;irat, Jos Roque da Sdva Barroso, o no Gabo,
Francivex) Camilio de PauU Pacheco.
ALFANDEGA. Veio hontem no Cruzeiro do
Snl, a ciiiimissao nomeada nelo gi>verno. para n-
gularisar a e-criptnracao da no-sa alfaodeea. de
accordo com a uliiuia reforma. Compoe-se e'lh
d.is Srs. Sampayo Vianaa e Pedro Lopes Rodri-
gues.
SERGIPE.Recebemos hontem jrn3es do Ara-
caj i't 8 do cerrf nle.
No dia 1. a presidencia da provincia p blieoa o
regelafficMo reformando a thesouraris provincial,
e Rwitieou o pessoal, aposinlando alguns dos era-
pie> dos (pie excederam do quadro actual, e de-
i:ii*'indo oniros.
i'...- ehefe d'e-sa repartiQao fui nomeado o Dr.
J -' -i r.'.s Fontes, por ; demissao concedida ao
iu.' servia.
No dii 3 t. ve lugar a inaugurafao da associa-
r:i i G .bnete Litierano Sergipano, cuja dirceloria
.-oiiipoe as-im : presidenie, Dr. Felino Fraacis-
<> de Garvalho NoI)re, orador Domingos de Aze-
I ; director, Getulio ItibeiTo Leal ; secretarios,
!- -: lo de Barros, e Alfredo do Siqneira Montes ;
Mie^Hueiro, Jos Joaquim Telles de Menezes.
Arribara ao porto do Aracaj, encalhando
h'ij .a eoroa prxima barra dos Coqueiros, o
i ni Iioie Tres Amigos, capitao Joaquim Pereira
': i.c.rda, que ia dafiahfa para Penedo, com
o.u L-.rregamerito de farinba de mandioca.
tas mil eseotas InftriK'cSo no na Europa s dada
as classes privilegiadas, u.'spendem-se annual
mate 180000,000$ com a fundacio e mannlen-
c3o das emolas itufiRcas dirigidas' por .150.000
profes.so;-es e professoras, sob a vigilancia o llsca-
saco de funecionarios ie nomeacao de juntas
eleitas uelo povo, e que, em numero nSo inferior a
ofJft.OOO, directameaio miervem na distrbu(jao do
eotinn.
No Bra?il existo nm tabolecimento de n:-
iruccSo pnblicA porS.Cl'J habitantes, aopasso qu
nos Estadrw-Unidns cada osela pnblica es na
razio de 183 hi bit artes.
O parallelo que nareco ter f-stado na intenfao
de S. Etc., Dio abona muito es uossos csforena a
bem do encino poblicn. E', preciso, porm, ditor
franeamhlo a verade, o e esso um les merofli-
intuios do docninento do que nos ocenpaiHOS.
Assim possa o Sr. ministro melhurar, como
intenta, a IjgisMacio do pan; o que ceramonte
coiisegttir. se pura esso lint qnizer o>|)regaf com
eficacia a saa actividad*, ilasmcjio e iwfluen
ca.
ItELATORiO.Comecamos hoja a publicar, em
MSB 8' pagina, algnns extractos do relalorio do
Exm. Sr. conselheiru Paulino Jos Soares d,e Sou-
za, ministro do imperio, apresenlado asscmbla
lier.it n > correnle anno, acerca do qoal assira se
exprime o Jornal do Cammtrcio da corte :
Neste importante documento encontramos pela
pnraeira v,z intoressantes ioformagoes sobra va-
nos ranos da adraiinistra^ao, quo niio podem dei-
xar drt ser muil apreciados por todos os qu
aVwjam conhecer o estado dos negocios publi-
10.
A nova forma que deu o Sr. conselheiro Pao-
uno expnsicao mini.-terial, dizeudo com toia a
franqueza e prcisao o modo porque considera os
M-rvicos, de coja direcco esta encarregado, e os
dados estatislieos que" colligio e apresentou com
grande eslorco e tiabalho, como elle proprio con-
Iwa, denotara da parte de S. Exc. o respeito devi-
-.onyitucioual.
Entre nos a administracao tera procurado
seraiire tomar o carcter da astronoma entre os
Giahleos. seiencia sybiliina ao alcance de um ou
nutro p. ivegiado. Vendo um ministro romper
rom tais precedentes, dizer claramente e sera re-
buc/i suas opiaioes, e e-firmar-se por dar ao pu-
l e nheciiueiito de t-das as iiiformaes que
ba reuiiiJo para os lrah-llios do governo. nao
mi leiHos (kixar, por part.- il i imprenta, o grande
meo de publicidade, de manifestar a oewa satis-
f^c.io.
Sao annunciaios imporlanles projectos relati-
vos inlerpretacao da pontos duvidosos do acto
addicioiial, reforma eleitoral, organisaco do
r,-no de toda a populacao do imperio, ao registro
civil, ao melhoramettto do servido de S3de publi-
ca e polica sanitaria dos portos, ereaeao de una
uinvi rsdadq nesta capital, comprehendendo facul-
i irte do medicina, theologia, direito e ciencia-
l-trysicas e mathematifas, fundacao de -stabele-
cimcntos de instrueco secundaria as piovincias
e dilfusao do en-uo primario.
O artigo sobre casamentos por acto civil re-
iligido era termos to positivos qae Jara-nos a
'-perana de ver iniciar alguma providencia legis-
laiiva ne.-.ie grave ass:iinpto, de que ba tanto tem-
|i' se falla, sem que nada al hbje se tenna failo,
cjino tanto eonviria para garantir os legtimos in-
teresses da familia.
Seniimos nao poder, por falla de espado, re-
;iroduzir a apreciacao do estado da instrueco
; iliica em cada urna das prpv neias, trabalho mi-
micioamente fcito, e que oceupa grande parte do
re,.torio.
O resultado dos dadoi colli?jdos que em
tu i n imperio listera unictmenl 3,962 estabele-
11; i- de rastrueyao primaria e secundaria, era
que -e distriboe o ensino a 126,816 individuos. A
i za leita-tanti pido cofre eral, como pelos
o .vinciaes, com o ensino publico, orea por -.___
4,'!.10:9t930l.
< Estes algarisraos, na opniao !o Ilustrado m-
nistiM, envi Ivem grande re-ponsal-ihinde por parte
dos podei es piiblicoora um paiz te goveroo lvre,
se nao providenciaren) conveniente a eficazmente
v sentid > de melhsrar tao iraportante ramo da
administracao.
< Avahando o estado da instrecefio publica nos
'nidos, segundo documentos recentes, diz
li. Exc.
Sele railhjes de alumno recebem em iuzen-.
nOSPITlL PEDRO H.O movimento desse es-
tabelecimentn de 12 a 10 de junhode 1878, atcm
de 258 duentes existenes, entrara 10; sahiram
2o. fallecerara 6, existom 2i6, scado 254 homens,
e 92 mullieres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias as
6 1/2. 6 ["*, fi 1/2. 7, fi 1/2, peto Dr. Ramos ; a;i
10 1/2, II l/, II. W, O If, 12 1/1, pelo Dr.1
Sarment.
Fallecido-.
Amonio da Silva ; vmica.
Aoim Rita do Meneies ; enterite chronca.
Salvaflor Correa ; tubrculos pulmonares.
An'oMio jloreira da Silva; encep!i>li%.
Fiorern-io (aboculo da Silva ; tubarculos pnl-
meaar s.
Domingos; enterite.
LOTERA.A que se acha venda *|it"
a bern.'li'-i.i ilo ri'ColhimenR) corre ,1 da 28 pelo iwvo plano que so acha pu-
hlirudo, sondo o menor premio 8 e o riaior
8:000.
PASSAGEIROS.Vindws dos portos do Sul no
vapor Cruzeiro do SttS
Giinrgiao-mor de bridada Jos Joaquim de Sou-
za, major Joao Manuel Pereira de Abreu, enente
l'lavio Jos dos Santos Silva, alferes 'Octavio Al-
fredo Gomes Padillia, dito Augusto Pachaco Quei
roga, ditoGeminiano Antonio Ferreira, Felippe Be-
nicio David, Carlos Americo de Sampalo Viamia,
Pedro Lope*tiod-ipiles. Exmas. Sras. D. Olympia
de S Alltuquerque. H. Anua de S Alhu pierque,
Ir, Anna A. de Sa Xlbcqiierqne, LiureiiQo Jos d-
Si Albuquerqni-, Dr. loan de Sfl Albuquerqun e 1
lilho meiKir o 1 criado, BelaTmino do llego Dar-
ro e 1 crirulo; Dr. Sanios Mello, Dr. Pinto Pe**o\
l',,cilieo tfarcfaiw Boaificio, Ludge.ro Baptisia
itraga, fre Alejandre Jos do Rosario, 1 criado o
1 escrav cinihe, Rayouindo lonso, Antonio Lour.mco He-
zerra, F-aici>M Alves dos Santos, Franciso Jos
Pereira, Jo< Marques de Otiveira, Alexandre Go-
mes Ferreira de Argollo b 1 criado, Rayaran lo. da
Silva Gomes, so-a senhora o 2 iilhos, Gamiiio Lelis
Gomes de Castro, Jos Antonio Lourrno de Sou-
za. Domingos Ramos de Aojo Pereira e sua se-
ihor.i, Benio ,e flarros Alrueida Botto e 1 criado,
Francis.-o Ferreira Bas'os de Amorim, Antonio Al-
ves da Silva. Manoel Ferreira dos Santos 2fsWB e
1 ;riado, Maniol Belirario P.reira, tenente-coro-
nel Jefa Alves raneo, Jos Ribeir-* da Silva, I
ex-pracas do esercito, Jos|di Henschel e sua se
nhora. Ideardo lloluen, Manoel Gispar de Batffls,
-Mam^l Joao Pires, Juo da Cosa Santos e sua
mai Lucinda do Goracao d i Ji'su*. Mara Julia Pe-
reira e 3 Iilhos, PedrJ (iberio), Benedicto Cardo-
so, T). Francisco. Antonio Cutlho e 1 eremita a
entregar.
Segnem para o norte
Tenirat!-e ironel Jos Clarindo de Gucino, ma-
jor Joo Meraede de Seixas Machado, canilao Gns-
tafb Frederico 15. Muller, dito F. Reg Toscano de
Brito dito Joo Soares de Aunar, rio Francisco
das Chavas Gaval-anie. dito Luiz T. Guerra. s;ia
senhora e tres fillios, alferes Antonio Jos H. de
Naseoncellos, dito Isinae 1 SI. Falcao, Lniz Angnsto
de Mideims Brjnco, sua senhora, tres Iilhos e'uina
escrava, Clandiua Paula da Silva, Francisco Fer-
nandos, Fau-tino da Silva, Basilio Soares, Felippe
Antonio de Azevedo, Antonio Jos Ferreira da Ro-
cha, Joo Jo-, Floreado Jos do Freilas-Reis e
um criado, Jnles Gharli-s Noel Pope, suasenhora
e um lilho, Guillamn Ian-IoifT, Charles Harlain.
Margante Leofard, Marie Paticelel, Victorino Ber-
ln, Loun De pra(;+- d'i exerci'o.
CEMITEP.IO TOBLICO.Obituario do dia 18 de
junlu.
Manoel Antonio de Medeiros, braneo, Pernara-
buco, 23 airaos, solteiro, Poco; uraa perniciosa
mali.zna.
Joao, branco, Pernambuco. 1 anno.S. Jos; con-
gesiao ceribr.nl.
Francisca Januaria da Boa Morte, pirda, Per-
nambuco, 66 annos, solleira, Boa-Vista ; hepatite
c-luoniea.
19
Anlono Moreira da Silva, pardo, Pernambuco,
47 annos, sdteiro, Boa-Vista; H. P. 2". Emso-
phalie.
Domingas, preta, Pcrnanihuco, 41 aunes, sollei-
ra, Boa- Vista ; H. P. 2 Enterite.
Florencio Cabofulo da Silva, branco, Parahyba,
21 annos, soiteiro, Boa-Vista; H. P. 2 Tubrcu-
los pulmonares.
Bonifacia Mara Luzia da Conceieo, parda, Per-
nambuco, 43 airaos, S. Jos; paralizia.
Pedro, branco, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vis-
la: espasmo.
Peregrino, escravo, prelo, frica, 30 annos, Boa
Vista; apoplexia cerebral.
Benedicta, escrava, preta, frica, 30 annos, sol-
leira, S. Jos ; conce-to cerebral.
Mara, branca, Pernambuco, 18 mezes, Boa-Vis-
ta; helrope/.ia.
Genuina Ignez da Silva, parda, Pernambuco, 24
airaos, solteira, S. Antonio; tubrculos pulmo-
nares.
Fernando, branco, Pernambuco, 13 das, Boa
Visla; interile.
Francisco Jos de Mello, branco, Porkigal, 60
annos, casado, Recife peritonile.
Francisco, pardo, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos;
convules. >
20
Flix Francisco da Silva, branco, Pernambueo,
30 asnos, soiteiro, S. Jo-; hydropezia.
Jos, pardo, P.rnambiico, 3 mezes, Boa-Vista;
convulsSes.
Slaria, branca, Pernambuco, 5 mezes, Santo An-
touo; intefalite.
Maria Constancia Tbeodora Dantas, parda, Per
narabuco, 53 annos, casada, S. Jos; inltro-col-
liie.
Jbs Cardoso Ayres, branco, Pernambuco, 54
annos, soiteiro, Recife; anemia.
Camdlo Pereira Leite, pardo, Pernambuco, 42
airaos, casado, Recife; insephite.
Joaquim d'Agoiar Montarroyos Jnior, braneo,
Pernambuco, 22 annos, casado, Sanio Aotonio;
tubrculos pulmonares. ,
da, a iustca.Improcod nte. AjipeBante, o jnizo ;
ftppellado, Joaquim Canea -de Mello.A' novo
jury.
ArpRLLAQOES axitsAppellanle, D. Threza
Caraeiro Lins de MKandas, appeliado, Hormcnegil-.
do Eduardo Reg Monteiro.Reformada a serrten-
ca. Aopetlante, Amonio Joaquim FerreirnMon-.
teiro; appulladjs, Bartholomeu o: GJulgarara a
, desistencia.
Delwiscik r.nwfi.At Sr. desomhargador pro-
motor da justca : appellante, Jos Tavares Xie-
vedo; appeliado, Antonio Rodrigues da Costa.
_ PASSAOBNS.
Do Sr. desemhargador Gtirana ao Sr. desem-
oargador Gnerra.Appellacao civel: appdiante,
Jote Autnnio MoMra Das; appeilaiio, lr. Rullno
Augusto da Alme.ida.
Ao Sr. faseiiiljargador Lourenco Santiago.Ap-
pellseao criwe: app.llanl, padro Joan David Ma-
deira; appellades, Joaquim Dominguos Vieira e
outros.
Do Sr. desemhargador Loureaco Santiago, ao
5r. dfsembargador Almeida Ammiuerarie. Ap-
pellaeoes eveis: appellame, Herci;laDo Francelno
Cavalcante; appellaJo. Manoel Elias de Mon-
ra. Appellante, Francis;o Gonralve Selloj ap-
pefiaio, Manortl loaquim Baptista. Appellante, a
Santa. Casa da Misericordia; MiipeHado, o viscomle
de Suassuna. Appellante, a S;nia Casa da Mise-
ricordia ; appellados, o lierdeiros de Jos da Cu-
nha Teixeira. Aptu-flante, Fianciseo Gonc.alves
Ueris; appeliado, Jos Fraaciscii da Jftia Wan-
derley. Appellante, Jos Francisro de llarrds Re-
g ; appelladti. Francisco Mamiel de Swpieira.
Do Sr. desemliargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desemhargador Multa. Appellacao civel:
appellante, Pedro Pereira de Oliveira Cabral; ap-
peliado. Mignel Cabral de Lyra.
Do Sr. dsemhargadir Molla ao Sr. desemharga-
dor Doria. Appetlaeao ciime : appeliante, o jtii-
zo; appellados, Jos Ferreira de Aranjo e on-
tro. Appeliacdes eiveis: appellante, Alexanire
Augusto Je Fn.is Villar; aqqellados, a viuva No-
ves 4 C irdoso. App-llante, Jos Joaquim da Cos-
a Maciel; appeada. a crdem terceira *i Car-
mo. Appellaate, Severino Antonio Pereira da Sil-
va; app-llaito, Hermenegildo Eduardo II. -Mon-
teiro. Dia de apparecer : appeliado, D imingos
Severino do Azevedo; ai>pellnte, Manoel Francis-
co de Sonza Amorim.
D) Sr. desembargador Dimingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Cosa.Appellacoes
eiveis: appetlante, Paulino Pires Falco; appslla-
do, Joo de Azevedo Maia. Appellante, Francisco
Ja Ctfa Arruda e Mello; appellai*, a fazenda.
Do Sr. desemVargador lWguoira Costa a Sr.
do commercio : aggraxa-^ q.
Nubre de Gusma, agravado
Juizo especial
Cesarla Canilla
Manoel Pires Pi-rreira.
0 Sr desembargador Ruis e Silva
vimento.
Encerrou-se a sessao s'2 hora^ tarde.
C0MMUN1CAD0S.
IIECIFE 22 DE JO.NHO DE 1870.
iesemliargador Sonza Leo.Appellacoes eiveis :
appellante, Juo Vicente i/e Luna Freir ; appelia-
do, padre Estanislao Ouriqne Vasconcelos. Ap-
pellanle, Jos Lourenco da Silva; appeliado, Joao
Mauri.-io Ca lioso. Aiqiellaco crirae: appellinle,
o jnizo ; appeilado. Perfro Jos Rodrigues.
Do Sr. desembargador Sonza Leo ao Sr. des.
embargador Giliraua.Appellacoes eiveis: ap-
pellante, Jo CohVi Basios ; apiellada, a fizen-
da. Appellante, Jo- Antonio Feruanes Fradi
que; appeliado, Joaipiim de Albuquerque Ca<-
iro. Appeanin. Manoel Florentino dos Santos ;
appeliado, Uariholomen Brandao do Sobral. Ap-
pelanie, Manoel Joaquim da Silva; appeliado,
Francisco Ferreira Batial de Amorim.
A' uraa hora depois do meio-dia encerrou-se a
sessao.
misziTvii eOaUflMOif
^CTA DA SESS-.') ADMINISTRATIVA DE 20 DE
JNHO DE 1870.
SESrosNCIA DO KXM. SU IIFSKMUARGADOH ANSELMO
rnANcisco peretti.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. depu-
udos Rosa, Basto, Miranda Leal e baraodeCruan-
jy, S. Exc. o Sr. presidente declaron aberia a
ssio.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 13.
EXPED ENTE.
Oficio do administrador da recebedora, ata-
do de 17 do torrente, em soluco ao que. se Ihe
dirigi em 13 do raesmo inez,' dizendo que, em
vista da ordem do thesouro de 23 de outubro de
1852 n. MI, conclua que do distralo de Nngueira
A C. nao era devido o sello.O tribunal ficou in-
leirado.
Olcio do presidente e secretario ia junta dos
eorretores, firmado de 12 do corrente, remeneado
o boletim commercialda semana prxima passa-
daao archivo.
DESPACHOS
Requerimenlos: '
De E. R. RaboD i G., a^re^enUndo par ser
registrad, a nomeaeSo de aen caixeiro despachante
Jo> Affmso Mooteiro.Rcgstre-se.
De Joo Tavares Cordeiro, caixeiro despachante
que foi de Euzeblo Raphael Rabello, requeremlo
baixa em sua respectiva matricula.Como ro-
que r.
De Mendes, Azevedo A C. successores da firma
Henrique 4 Azevedo, pedindo (fue se Ihes conceda
continuar a eM-ripiuracao da nova firma nos mes-
mo- livros ijue serviam a exlincta.Como re-
(|uerem.
De Antonio Francisco Pereira de Lira, para que
se ordene o registro da uumeacao de sens caixei-
ros Maaoel Jos Tavares e Joaquim Antonio Ri-
gistre-se.
DeLu-io da'ilva Antune?, pedindo se cassoa
nemeacao dada ao sen caixeiro Joaquim Cecilio
Baptista.Facam-se as precisas notas, pois prreco
sar isio o que o supplicante quer.
De Vianna, Gisiro & C, pedindo o registro da
nomao de seu caixeiro Papule Pereira de Lira.
Registre-se.
COM INFORMAgiO DO SU. DESEMBARCADOR FISCAL
De Souza, Andrade 4 C., disirato social.-Re-
g-tre-se.
Be Jos Bernardo Mendes e Joaquim Pereira da
Silva, contrato social.Rpgitre-se.
Dada a hora (lie nieia da manhaa), o Exm. Sr.
presidente encerrou a stsso.
Na assembla legislativa desta provincia
foi offerecido este anno ntn projecto de le,
dele minando que as causas da fazenda pre-
vincial sejam processadus perante os juizes
de direiio da capital.
Logo alguns depulados parlicolarmente
se pronunciaram contra o ptojecto. jagan-
do-o inconstitncionaf, e ontfos favor jul-
gando-o pelo conUario muito coherente com
as attribuivoHS da asscmbla, e de mani-
festa utifldado publica
Emvrtude di grande afflnencia de tra-
balhos; pois, s os propectos olTerecidos na
actual sessao chegam a 145; e pelodesejo
de approveitar o maispossivel o tempodas
discusses, alguns projectos. sobre os quaes-
disc. rdara os membros da assembl, pas-
sam alias s-m debate na primeira dicusso.
Isto se consi'iera tima habilitacSo para qtw
o objeclo seja mais demoradamente estt>-
dado.
Foi o que succedeu con o proje:to rela-
tivo aes feitos da fazenda provincial.
Antes da primeira disenssSo, um de seos
dignos signatarios desojou ouvir a opinio
do illustrado deputado pelo 5o districto, o
Sr. Dr. Gon^alves Lima; o qual a manifes-
toa'pt-r escripto, no sentido de nao poder
a assembla provincial, vista de difieren-
les actos legislativos da assembla geral, e
especialmente do decr. de 14 de ju'ho de
1846, determinar, que os feitos da fazenda
provincial corram perante os juizes de di-
reito.
Um oittro signatario d) projecto comba-
leu t.or escripto a doutrina expendida pelo
Sr.- Dr. Goncalves Lima, pelo que este ;
dando queslo toda- a importancia que ella
merece, e respeitan'do a sinceridade e boa
f de seus collegas, escreveu um luminoso
a extenso parecer refutando os argumentos
que se lbe opptizeram.
Nesse lempo entrou o projecto em
disaiss3o, sendo sustentado por uns e im-
pugnado poroulro-; fallando todos com
impnrciali'ade, e adduzindo asrazoes juri
dicas, em que se b.seam suas conviccSes.
Ficou addiada a discusso, c estao inscrip-
tos alguns deputados a favor e contra.
No Diario de hontem o Sr. Dr. Guedes
Gondim, deputado provincial, pnblicou um
inleressante artigo sobre 3 questo, susten-
tando lom muita proiiciencia a constitucio-
nalidado da alteraco proj-clada, '>aseando-
se principalmente nos estados administra-
tivos do Ilustrado visconde do Uruguay.
Todo isto mostra. que os membros da
as precipitaco, nem fazer injustica.
Entretanto o Liberal, enfurecido com a
noticia de que o projecto tinha sido appro-
ele nessas' relaces rtio podia o Sr. Dr.
Felisbmo fundar-se no ait. 72 docod. o
4ou pro- Proc- E com( Saio-se de st-Toeihante engas-
o ? Deu uraa queixa, funddmo-se no t.
74 do mesmo cod. que trata da iUnuncU\,\
e diz que esta compete "qaalquer do povo
E' bae trvalo! *
Seria precio crever volumespara nar-
rar a historia desses exewsus; cilcule-si,
isto basta, oque en a assembla legiilalha
de Pernambuco quando se dizi8 em plena
sess3o, que a guerra do Brasil contra o
Paraguay nao tinha por fim o desiggra-n
nacional, era urna guerra de conquista, de
Pedro II contra Lpez.
Mas vohemos ao artigo do Liberal.
oque este quiz, foi aida urna vez um
ridiculo pretexto para essas descomposta-
ras, em qae se tem celebrisado desde que
reaman das cinzas do Progressista. Isto
evidente em faco do art. de que nos ocen-
pamos. Se na assembla provincial alguns
deputados, sem pedirem licenca (seria ne-
cessaria em outro lempo?/ apresentam
um projecto, que tem seu favor a i-piniiio
de liomens Ilustrados, e contra si a opi-
nio de outios homens ilidstraaos : abi vem
o Liberal com urna liraoa sedica, destt-
cando de sua gallera histrica os vultos
seus affeicoados fle ero Erostrato e Sylla.
Essa erudiccn rancosa mais um nieiode
in-iltar. S o tempo que o despende em
agitar esses meios e pretextos, o Liberal
empregasse em discutir seriamente a ques-
to que se agita na assembla provincial,
faria maior servico aos interesses, que de-
fende.
O orgo opposicionista aitribue o pro-
jecto, que o exaspera, ao detsejo de demi-
nuir os vencimentos de um seu allhdo ;
nao baveria mais rszo de dizer que od-e-
sespero desse jornal nao motivado por
amor da jusiica ou da conveniencia publica,
mas e exclusivamente por causa dos veiH
cimentos ?
Acreditamos, que o Sr. Dr. juii dos feitos
da fazenda nenhiuna parte te ve no artigo
do Liberal; mas o Exm. Sr. vice-presidente
foi anda mais extrabo apresentaco e
discusso do projeuto ; e de suppor at
que, c este for convertido em lei, elle
a nao saneconat.
Anda urna vez repetimos : continu o Li-
beral tai sen sysi< ma detnvccivas gi'issci-
ra-, o Exm. Sr. dezembargador Assis Ro-
cha teta por si a opinio dos boatos justos
e inparciaes.
CHRONCA JUMfURIJ,.
TSUSIT.l.tL Di ilSBL.-lC-tO.
SESSAO EM 18 DEJU.N'HO DE 1870
PRESIDENCIA 00 EXM. 8R. CONSELHEIRO CAKTANC
SANTIAGO.
Secretario interino Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitrana, Lonrencn Santiago, Alraeida
Albuquerque, Molla, Doria, Domngues da Sitta,
Regueira Costa e Souza Leo, faltando cora causa
o Sr. desembargador Guerra procurador da cora,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos, dram-se os segnintes jalga-
mentos:
Recurso crime.Recrreme, o juizo; recorrido,
Joaquim do Nasciirtento Rodrigues_ de C&rva-
IhoRelator o Sr. desembargador Doria, sortea
dos os Srs. desemba'gadorej Gtirana, Regueira
Costa e Almeida Albuquerque.Improcedente.
AppELLAgSes crimis.Appellante, ojoiio; ap-
peliado, Eleulerio Jos Bezerra.Mandou-se vir a
acta do jury. Appellame, 'Joao Pereira Barbosa ;
appeilado, o jnizo.Reformada a senlenaa. para
impr a pena no grao mnimo do art 19*. Apf-
peilante, Manoel Laurentino Bezerra; appeliada, a
jusiica.A'novo jury- Appellanle, o mizo; ap-
peilado, Trajano Jo? l'ermiodes.-*-A' novo ju-
ry. Appellante, Joao Flix dos Sanios; appellada,
a jusiica.Improcedente. Appellante, o juizo; ap-
peilado, Joaquim Caxoeira.Improcedente. Ap-
pellante, o juizo; appeilado, Antonio Francisco do
NaschnentcA' novo jury. Appellante, o promo-
tor; appeltedo, Jacintho aa Ora Mendes.A novo
jury. Appellante, o promotor; appeliado, Anto-
nio Jos das Neves A' novo jury. Appellante, o
juizo; appeilado, Manoel'Baptista Lopes.A novo
jury. Appellante, Jos Seraftm da Silva; appeila-
do, Fraaeseo de Olveira Pintete!.A novo Ju-
ry. Appellante, Luiz Amonio da Silva; appelia-
SESSO JUDICIAH1A EM 20 DE JNHO DE
1870.
PRESIDENCIA DO EIM. SR. DESEMBARGADOR A. P. PE-
RETTI.
Secretario, Julio Guhnaraes.
Ao meo dia declarou-se aberia a sessao estando
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Lourenco Santiago, Heise Silva; Almeida
AlBuguerque e Accioli, e os Srs. deputados Rosa,
Basto, Miranda Leal e bario de Cruangv.
Lida, fi_approvada a acta da sessao anterior.
O escrivao Albnquerqne registrn o ultimo pro-
testo de letra a 18 do prsenle mez sob o n. 206't,
e o escrivao Alves de Brito a 11 do dito mez, sob
o n. 2026.
accorDaos ASSMNADOS.
Appellante Luiz Ribeiro da Cunha, appeilado
Antonio Praheiro Castello Braneo ; appellante An-
dr Barbosa Soares, appellada D, Candida Mara
dos Prazeres ; embargante Carlos Corlen, embar-
gad Luiz Ribeiro da Cunha & Sobrinhos ; em-
bargante Antonio Utysses de Carvlho, erobargao
Mamiel Torquato Ramos.
JCLOAMENTOS.
Juizo municipal e do eoramereio da Escada
embargante appellante credor o bario do Cemtlca,
embargado appeilado exequente o coramendador
Braz Garneiro Leo, executados os herdeiros da
Francisco Paulino Gomes de Mello ; juizes os Srs
Silvi Gniraaraes, Res e Silva, Miranda Leai e ba-
rao de Crnanpy. Foram de sendo voto vencido o Sr. desembargador Silva
Guimaraes.
Juizo municipal e do commereio do Pilar pro-
vincia de Alagoas: appellantee reos os admiras
iradores da raassa allida de Antonio Jos de Fi-
ueiredo, appellada auto D. Paulina Aras de
G.idoy;jnizes os Srs. Accioli, Lourenco Sanlago
Rora e Basto. Nao se tomou conhfcimento da aD
nellacjn. ^ F
Embargantes os admini?iradores da massa falli-
da de Antonio Jos de Fignejredo, embargado An-
tonio pereira de Carvalho; appellante Jos Bar-
bosa de Carvalho, appellados Barbosa A Souza :
appeHaate Paulo Guelphe, appellada D. Luciana
Gertrudes Clara da Silreir. Adiados a pedido dos
Srs. deputados.
PA8SAOENS.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. deiembar-
gadoa Almeida e Albuquerque : embargantes os
administradores da massa frllidade Amorim, Fra-
goso, Santos 4 C, embargado Domingos Alves
Mmheus.
Do Sr. desembargador Aceioti ao Sr. desembar-
gador S_ilva Guimaries : appellanle D. Gertrudes
ADgelica Joaquino. appeilado o bacharel Joaquim
Francisco de Miranda.
Do Sr. desembargador Silva Guimarw ao Sr.
desembargador Reis e Silva : appellantes Tasso
Irraos, appeilado Antonio Moreira Res,
AOORiVO.
Juiao- especiar do commereio : aggravanie
Francisco Xavier de Sonza Ramos, aggravados
-Gomes, Leite 4 C. liquidatarias de Jos Fernaadei-
Goraes'4 C.
O Exm. Sr. presidenie jaron aspeico e foi o
feito apresenlado ao Sr. desembargador Sitva Gui-
maraes.,
\;ado em Ia discusso, e sem dar-se ao tra-
balho de disculil-o, atira-se contra a assem-
bla, e contra o presidente da provincia, a
quera innilta de nm modo incrivel.
Quanto assembla diz o orgio oppocici-
ornsta:
Applique-se a maior prevencSo possi-
vel em favor dosjuvenotes leiisladores;a{j\-
ze-se dessas suas deliberacoes com a mais
exagerada benevolencia, anda assim iodos
que aprriciarem essa extravagancia legisla-
tiva se conven xro de que motivos vimos
dignos, de mmma iujustica, e de bem pro-
nunciada tinganca poltica a dictaram, e
liao de le val-a a effeitos.
Se Da sestao -dual a assembla provin-
cial houvesse manifestado taes sentimen-
tos, talvez o Liberal, que tanto se interessa
petos iuteresses de seus amigos, nao se
animasse a injuria-la.
Extravagancia legislativa l... Pode-
riamos copiar aqui uns certos apontamen-
tos, que fazem nr, mas (iquem para outra
vez. No entanto recommendamos ao Li-
beral o projecto n. 37 de 1864. que foi jul-
gado objecto de eliberacao, impresso, des-
tribuido, ado para a ordem do dia e dis-
cutido.
Quanto aos motivos menos dignos e as
vingancas polticas respondemos com a
transcripto seguinte de um artigo publi-
cado quando funecionava a assembla pro-
vincial em 1869.
Quem desconhece o papel tristissimo,
que est representando a assembla pro-
vincial de Pernambuco? Alli a grosseria da
lnguagem corre parelhas com o absurdo
de continuadas censuras desasadamente
feitas erntra o governo actual, as nossas
nsituicoes o partido conservador, o impe-
rador, e at contra a honestklade e virude
de algumas mulheres. Alli se diz que certo
acto foi mais urna patada do presidente da
provincia; outro presidente qualificado de
estupido; prega-se coatra a hereditarieda-
de da corda; e at em tora de irona inso-
lente se pergunta se as irmas de caridade
sao virgens!
PU80AC0E3 A"" PBBOT
Ss-ada de ferro do leelfe
OJ-.sda.
Ao lr no Jornal ilo Reo fe de 11 d orrente
ura coramunicad) do W licran* attonitos.
O Sr. W accionista, ou nao ?
No segundo caso ignora como andam o* nego-
cios di corapanliia, e no oriineiro prncede de ma
f. Ora di:;* : porque iranscrevou atante a ati-
ma parte do parecer do Dr. Bnarque de Maci-do e
nao todo elle? c'ii naiuralmente poi*]iie assim
Ihe conveo.
Porque nao fallou Robre a casa que so fez hurto
academia e ene e.-l rachada era varias partes
ponto de >er talvez preciso demulirse? A pro-
posito, quera carreg com este prejuizo ? Porque
nao fallou uo estado de ruina era que tsla a na-
china cujas grellias eslo quasi todas qoeimadas t
Porque nao fallou nos pregos que deu a iiksma
no diada fostaoca dos Arrombados ? E, por con a
de quera corren as despezas d'esse da 1 Porque
nao fallou no eMMrto de uina machina que DM
perlencendo conipanhia se faz on se fez as olll
cias ? Por eonla de quera correu ou corre o
raesmo ?
Sr. W V. S. parecdque ura dos beraaventnra-
dos da cumpaoha, e quera pouco importa os
prejnizos que esla possa solfrer, cora tanto que...
\. S. percebe bem o que quer dizer o
X.
asanle certo Incapaz dos actos qne o abusara,.
como pravo com os documentos jurKaer de pes-
soas moradoras na mesraa ra, acim* de toda a
su-peita, e de autoridades respeitavei aie leo
conheciinenlo da fatalidade de taes aecusneo^s, on-
de s v-em <\ desojo e ferir-aie.
O ridiculo quo e>ie subdelegado quiz lancar-me,
pea sobre elle, e nao mira que me orgnlho des-
te haoRo que posti, ga por serviros em eam-
panha, < nao arompanhanJo prucissoes e Ctm-
meiietido actos que ntarian a scciedade e a sor-
prendera ; si (.Oereoer-me con voluntario para
auxiliar os mea eonraanheims no sul do imperio,
e motivo para ^ridiculo, mais ridiculo deve ?er
aquclle qee, aio occupindo urna posirao embara-
cosa, se deixa fn-ar em casa e raui'.as vezas sem o
commodos da vida, su mente por qne a cobarda
isto os leva prestes as consideracoes devidas aos
rodarnos da patria.
O habito qne ornar o peko dcsu>s que deve ser
bem ridculo I
Pelntia e vado nao esta pobre enanca roas
sun aquelles raaiores que, em nada e ucenpando
agarra.n-se a qualquer cargo, como os parsitas
para sugarem o sangue e a vida daquelks qne
tendn muito em que se oceupem, nao se lembram
de laes cargo-.
Tendo avtfin respondido. pe?o ao publico des-
culpa pi la attonfu iue Ihe robo. attendende. o
motivo ipie isto leva um pai injuriado na pesoa)
de seu rilh.- procurar justiOcar te centra urna
auloridade desaltenciosa.
Recite, '20 de junho de 1870.
Joaquim Albino de Gusimo.
Illm. Sr. Dr Pedro de Albuquerque Aulran.A'
b ni da jusiica e esclareclmeuto da verdade, rogo
a V. S. que >n digne responder an p desta >e du-
rante o lempo que V. S. exerceu o lugar de sub-
delegado da fre/(za da Boavj-ia leve algnma
queixa ou denuncia de me cora: onamento contra
meu filho Joaqiiiir. Albino de Gmir.iio Jnior.
Permiila-nm V. S. fazer usr de sua resposla
como me cmvier.-Sou de V. S. amigo, atlencioso
venerador e criado.
Illm. Sr. capitao Joaquim Albino de Gmmo.
Era respo.-ia presente carta, tenho dizer que,
iluranie o lempo que exerci a subdelgacia do t*
districto da fregueza da Boavisla (desde novembro
de 18158 al fins de agosto de 18C9, era que deixei
de ser tuMelegado meu pedido) nunca tive
i|neixa, nem denuncia de qualidade alguma res-
peito do comporiamento de seu filho Joaquim Albi-
no de Gns'mo Jnior.
Pie V. R. fszer desta minha resposla o uso que
lbe .'vprouver.
Recife l'.l de junho de 1870.De V. S. atiento
criado e brisadoPedro de \lbuquei Illm. Sr. Dr. Jos dos Aojos Vieira de Ameriin.
Desejo qae V. S. me responda se durante o tem-
po que meu nsioho foi ncominodado por forma
alguma por mea Iilhos; e se posso f.izer uso de
sua resposla. 17 de junio, de 1870.-De V. S
amigo obrigadisrao e criado.
Illm. Sr. Joaquim Albn.) de Gasina\Re-pondo
so que rae pergirma. d.zendo, que romo en visi-
nho na roa do Pires nanea fui inccmimodado por
aignm de seas Illbos, e nem me consta qne outros
0 li nlram sito : ao contrario devo presumir, qae
nao facam ellos mu turbulencias e tropelas,pro-
prias somenti) de menines que nao recebem edu-
carao.
Do qne nqai afrmo pe V. S. fazer o aso que
l!ie eonvier, parque erlo ser a copia fiel .la ver-
t Nada mais ridiculo, que o succedido a
respeito da queixa contra o digno ex-chefe
de polica. Um deputado, o Sr. Dr. Felis-
bino, d urna qjeixa contra urna das pri-
meiras autoridades da provincia, e viva-
mente apoiado.
As commissoes reunidas, encarregadas de
examinar a queixa, d3o um longo parecer
em sastentaco dos fundamentos delta.
Mas o Sr. Dr. Gaspar Drummond, como
membro de urna della-, d um luminoso
parecer em separado, demonstrando a ex-
ravagancia de semelnanta queixa ; e toda
aquella urdidura veio aoaixo como nm cas-
tello de cartas 1 0 proprio queixoso reque-
reu immediataraente a retirada de sua quei-
xa, o qoe foi unnimemente concedido I
Para se ver at onde chega o soprasu-
mo do ridiculo, observe-se, que o Sr: Dr.
Felisbino dsse que sua queixa se fnndava
no art. 7*-do cod. do proc, entretanto este
artigo trata da denuncia I Mas nao foi por
engao que elle o dsse, e sim por as-
tucia.
Oart. II 7 do acto addicional diz
competir s assemblas provinciaes : c De-
cretar a suspensao, e anda mesmo demis-
s5o do magistrado contra quem botrver
queixa de responsabiliilade, sendo elle ou-
vido, e dando-se-lhe logar a defeza. Nao
podendo neste caso admilr-se denuncia, e
Sr. Dr. Felisbino dsse que*ia dar urna
queixa; mas esta segundo o art. 72dood.
do'proc., comojete' smente ao oflfendido,
Sfiu pai, ou mi, tutor ou curador, sendo
menor, senhor on conjuge.
N5o sendo o eflfenido, nem estando coar
Honra ao mrito.
Niio desconhecemos qne para p^dermos fallar
com seguraii(;ad>! uraa arle, necessitmius ter nrn
perlilo eooberfineofo d'ella, su quizermos que o
nosso juizo seja digni denos, e de quera se f.i/. a
apologa.
Ha momentos, porm, qae ptx mais philosnphia
que nm boraem lenha, niio pode deixar de ceder
raanifestaco de certas vehemencias que d'elle M
.-poderam, comraeitendo a afonteza de expo-lr.s
ao publico.
Por isso, pois, como anda nao tvemos occasrao
de lr tratado alguin sobre deslocacao. s nos li-
mitaremos fazer ahumas comparacoes com os
melhore artistas que leraos a felicidade de co-
n hecer.
llavera uns d3z annos, se tanto, liamos nos nos
jornae fraucezes, quando e.-Uvamos em Lisboa,
as proezas do raelhor, do mais (mnentedesloca-
dor do mundo, o admirado Petropolis. Pouco-
mezes depois, tivemos a dila de o ver na propria
Lisboa, deixaudo o immenso auditorio do circo de
Mr. Price n'ura xtasis da mais inexplicavel admi-
racao, pareeendo que aquelle grande artisla, coro
a maior facilidade fazia de lodos os membros do
seu corpo ura completo feixe de vides...
Mas nao s a velha Europa que se ufana de
(er criado, e de ter no seu seio artistas de ment
superior ; a America do Sul, a patria dos Cama-
roes e dos Vieirs, o joven Brasil, tambera como a
Europa, aprsenla artistas de subido mrito I...
Sr. Vicente, o joven filho de orna Ilustre fami-
lia d esta capital, anda nao coma mais de vinio a
quatro anuos, e j honra ir.uito o seu querido
Pernambuco, no deserapenho da arle de deslet-
elo. Se o pjvo de Pars e de Lisboa visse, como
nos, irabalhar o Sr. Vicente na noito de domingo
19 do corrate, no circo da companha de D. Mai
eos Casali, esses dous povos Ilustres applaudinam
o joven artista com o me^m > phreueai com que
teem applaudido o assombroso Peiropolis.
0 Sr. Viceiue, nao so ura excellenle desloca-
dor, como um mrfcy ue'boa educacao, e tendo
feito j a maior parle dos preparatorios para en-
trar n nina academh, preferio as glorias da ari3
s excedencias das 1,-uras.
Continu, pois. o illusire artisla na sua carrein
dt gloria, qae a >ua patria Ihe agradecer um dia
as honras que j Ihe est legando.
Recife, 2o de jauno de 1870.
R.
Juaquim Albino de Gmmdo ao
subdelegarlo da Boa Puta.
A raanera desateneosa e deseortez por qee se
expressa este agente daautoridade publica em en
aranzel inserido no Correio Pernambuamo de 15
bem do correte mostra a sua incapacidade para
o cargo qae oceupa.
.Nao desejava envolverme com semelhante ho-
rnera, porem a attencao qae devo ao publico,
quem mui:o respeito, e minha dianfflade quo'
acato smente que isto me leva.
Nao verdadeira a narracao que faz em san
noticiario referido, nem to pouco pode ella sub-
sistir pela razao de algumas cartas de pessoas
adrede eseolhidas, e que me sao infeosa3.
Se mea filho pratcou algum acto meaos rflec-
tido, seria proprio de ora cavalheiro o darme dis-
to conheoimsnlo, para corrigl lo, e nao arrasia-lo
a priso.
Nenhama sencao elle tem para mellmr lugar,
verdade, mas a sua idade requera prudencia, e
como que Ihe dava e>te direito,. qde s os impru-
dente! desconhecem pela falta de consderacac
que s mesmo se prestara.
Ura menor recolhido urna pnsad commnm
adqatro vicio* que faz tremer os pais de familias,
e qne obrigam as autoridades empregar os meios
condceme* a evita-los, como sejim, dar parte aos
is, preveni-los com admoestaces, etc. etc.
disto fez este subdelegado Jos de
nada
Mas
Barros, e, qnereodo osteptar o seu poder, contra
ama pobre enanca, a arrastou ama prisSo sem
pai. 9e o Sr. subdelegado
vista ulfender-me, deve-
conhecimento de sea
Jos de Barros tinha em'
dade.Continiin a ser de V. S. amigo ahVtooso e
criado obrigadissimoJcs dos Anjos Vieira de
Animan.
Illm. Sr. capio Joaquim Albino ^e Gusraao.
Era rospoab a eaiti de V. S. tenho a dizer, que
nunca fui ifteoramedado por nenhuma forma por
seus Iilhos. PJe fazer o use que Ihe eonvier de
minha regosta. De V. S. aliento venerador e
criado Jos Joiqaim da Silva Guiraaraes.
Illm. Sr. capilao Jowqura Albino de Gusmo.
Em re^pista a carta de V. S tenho a dizer-lhe
q;ie ale a presente dala nao fui incommodado por
nenhum de seus filhjs, polendo V. S. fazer o uso
006 bem Ihe .npprodver de minha rasposla. Sou
de V. S. amigo criado e obrgado Joaquim Ferreira
Chives.
Illm. Sr. npo Joaquim Albino de Gusraao.
Em respo*ta sua carta, tenho a dizer-lhe que
nunca sulri inffouiraodo, nem mesmo algum desa-
cato por parle dos filhos de V. S., e se alguem disto
se queixa, nao ura chemdo ao raen conheciraenio
semelhante queixa. E' o que tenho a respooder-
Ihe, podendo V. S. fazer desta o u*o que (he ap-
proaver, De V. S. criado e obrigadj Osono de
Cerqueirn.
Iilm. Sr. capito Joaquim Albino do Gusmao.
Ja qae me pede que respndalo p desta, permit-
a--ni! que em resposla Ihe diga que al o presente
anda nao fui nrommodado por pessoa alguma de
sua cas,-., tanto as tactas as mesmas relaces de araisade com
d'aole?. Sendo preciso fzer uso de minha res-
posta p le fazer. Sade. Recife, 18 de junho de
1870. De V. S. patricio amigo obrigadissirao cria-
do Antonio Felina de Mello.
Illm. Sr. capilao Joaquim Albino de Gusmao.
Respoadendo a carta de V. S., tenho dizer-lhe
que nunca fui incommodado por nenhum de seos
filho?, durrate o temp era que sou seu visiubo.
' Je taier uso de minha respusti eomo Ihe eon-
vier. 19 de junho do 1870. De V. S. amigo e
criado Joo P.ralo de Almeida.
Illm. Sr. capitao Joaquim Albino de Gusmao.
Era resposla de V. S. poseo dizer, que seus 0-.
Iilhos ainda nao me iocoinmodarara. V. S.
pode fazer desla o uso que Ihe appronver. De V.
S. amigo obrigadissirao criado Gemioiano Joaquim
de Miranda.
Ao Franc-macvn espantado.
O Sr. Miguel Archanjo de Figneiredo, apezar de
muito honrado e honesto, nao pode encontrar meio
aigum plausivet, para refular o que por minha
parle foi dito, no artigq publicado neste Diario de
17 do correnle, porque, em resposta s soas esla-
dada lamurias, s expuz a verdade do occorrido,
tocando ligeirameole nesses faclos vergenhosos.
constantes dos autos I
Mas, por isto mesmo, que contundido um ano-
nymo desgracado, infame e mentiroso, de parceria
cora elle, por ter talvez parte nos despojos, busca
intilmente desacreditarme com suas facecias e
picardas repugnantes, tomando ad cuutelam a
nera viseira, com a qual oceulta, sem duvda, a
face lvida e asquerosa de algum reprobo, j se-
questrado da sociedade por suas infamias e latro-
cinios I
JS um ente semelhante. que teve a lonea pre-
tencio de quarer me equiparar com elle, para
que o imitasse nesse papel degradante qoe s elle
Seria capaz de representar?
Ridiculo e cobarde, como o anonvmo, somenle
merece o deprezo dos homens que se estimara e
sabem perfeitamonte dar o valor e a credibilidade
que devem ter as fementidas palavras de um en-
capotado, atraz Jos bastidores I
En, pois, absolutamente o desprexo, oeixondo o
chafurdarse era seu proprio e immnndo lama-
cal.
Se. porm, o Sr. Miguel qoizer, sob sen nome,
ou alguem por elle, de viseira erguida seriamente
entrar rm discusso ceres dos factos, inclusive os
que me foram argidos por osse miseravel e mer-
cenario espoleta, pie contar que ante ella, nao
recoporque tranquillo em minha consciencia
teni torga bastante de, com digmdade, destruir
radicalmente as suas argucias e artimanhas, se
bem que j nao pode mais illndir a ningnem.
Recife 21 dejunbo de 1870.
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce dt Len.
O hachare! Paulino Cbares, ao
publico.
A minha correspondencia n'este Diario, me
por fim to sjuie.nte estigipatisar o procediraento
que tiverara os dous desembargadores no jalga-
mento da fallencia de Duarte 6t Medeiros; em
que leriram bem de perto a jusiica que me assis-
.lia, pelo que proteslei e ainda protesto contra os
mesmos, dar urna queixa perante o supremo tri-
bunal de justica,bm como declarar ao Sr. Doar-
te que o meu direito ainda est de p tanto que
vou renovar o processo de enmplicidade petas no-
vas provas que tenho era mea poder, e qne hei do
palmo a pumo discuti-io at ond permlirem as
leis do paiz, para o qae saberei ter pertinacia o
paciencia.
A verdade d'esla monstruosa fallencia ba do
sabir ao lume e entao havemos de deslindar um ne-
gocio de lettras ao banco Mau e urna hypotheea,
que sob as suas inspiraces fez ama respeiuvel
viuva.
J v, pois, o publico qae eu nao poda esperar
era respma esta minha correspondencia, qne,
comquanto esteja concebida em termos enrgi-
cos, esta, comtudo em lioguagejn propria da minha
poscao e dignidade, nm acervo de rajaras e of-
fensa*-, que gratuitamente me foram dirgims sob
a responsabijidade do Sr. Duarte, qoe, mais tarde
conhecendo a critica posicao, em que so acbava.
H

{
na procurar meios mis dijnoeade quem so preta, declinoa para o Sr. Pessoa, que assomio a res-
e nao fenr-me na pessoa da, meu filho, qoe, estou I ponsabilidade de actos de qae nao lom a precisa


'/- "'**-..
Jhario'de -JMftubdJMP Qit&ra fer 22 de Jflio de tii70.
:r
iraaem pata carreaar a- -aqueicnv
dan : mnto a ntu Mr q
o despeiio o detforro no vocabulario dod calum-
niadores eram a nica possivel regosta, quem
do aito da imprensa deoiarou que na sua vjda
publica, se bem qoe caria, nao ha um s faci
que o desdoure, e que o obsta do coutinuar na
vereda que va i irilhando.
A ibais lempo nao flz esta declarado, porque
s hontem foi que tave lugar era juizo a exibicio
de autographo abaixo.
Aato do ?xebigo.
Aos 15 de j un lio de 1870 em a sala publica daa
audiencias onde se achara oDr. juiz municipal da
segunda vara Arrainio Goriolano Tavares dos
Santos,. e comigo eserivao do sen cargo abaixo
nomeado ah pelo dito jniz foi ordenado ao-portei-
ro do julzo que abriste a audiencia criminal, o
que logo foi curaprido com as formalidades legaes
pelo dito porteiro,o qtial deu sua fe ter compareci-
do Dr. Paulino Hodrigaes Fernandes Chavas o
qual disse que para a, presente audiencia traz ci-
tio o* edictores do Diario'de Pernambuco, adra do
exibirem a responsabiltdade do arlgo de que falla
a sua peticao, lenaereado que fossein oe mosnios
edictoresaprcgoaos,e nio comparecendoincirres-
se com eltes a respoasabilisado, o que ouvido pelo
dito juii assim diferiu mandando-os apregoar pelo
dito porteiro, o qual faxoodo deu sua t ter com-
parecido p J)r. Miguel de Figueiroa Faria, o qual
disse que exibia o autographo tm qoesto o qual
aehauao em forma o juiz recebeo e mandou juntar
aos autos, e o que se segu.
E para constar lavro o presente em que assig-
na o jais, edlctr, peticionario e porteiro.
Eu Guilhenne Augusto de Araujo. eserivao o
escrevi.
Arminio Tarares.
Miguel de Fignea Furia.
Paulino Rodrigues Ferwuidet Chaves.
Francisco Manoel de lmeida.
Julgo que estou sobejainente justillcado, urna
vez que faco sciente ao publico de <|ue o Sr.
Duarte depois de mu ter injuriado com Unta co-
ragem, negou o seu norae a esta correspondencia,
que com tanta ufauia foi presentada ao publico,
tendo siflo at na vesnera apregoada a sua publi-
cidade.
Em rwlMiu declaro, que nao admiti discus-
sio alguiua entre mim e o Sr. Duart,porque,alem
de outros motivos, nao posso, era dovo discutir
<-ni qnem tendo a facilldade de offendor a reputa-
do alheia. tem tambem a de nao sustentar o;
seus actos.
Paulino Rodrigues Fernandes Chaves.
Imputo provincial sobre ostra-
piches alfandegados.
Acabo oc ver no Diario de boje que se preten-
de restablecer, na lei do ornamento, que se est
liscutindo na asssembla provincial, o imposto so-
bre setrapi'ties alfmdeg.idos, que fra soporl-
niido, a requenmento de clientes meus, na lei do
oreamento vigente.
Gomo possivel que o meu Ilustre collega e
amigo, une mandou a mesa da assembla a emen
da, em que so restabolecs esse imposto, nao tenlia
presentes os motivos, que determinaram a sua sup-
pressao. e outro tanto paisa acontecer com muitos
outros Srs. deputados, julgo conveniente e a propo-
sito a p iblieacilo do seguinte documento, de sinn-
ma importancia pela grande autoridade de seu au-
tor tm asscmplo finaneeiros.
K-lo:
Ceftilico ser o offlcio, que osupplicante pede por
certidn do theor seguiuie:
-\. 818.Alfandega de Pernambuco, 18 de no-
vembro de 1868.
lilii. Sr.O imposto ds 40 por cont sobre a
renda d >> armazen* ou trapiches alfanJegado,
' a-agrado aa lei do enjamento provincial n. 852
de .Tde junho do crreme anuo, me parece nao :
contrario letra c ao espirito do acto addicioual,
asta alm disso vejatorio ao eoinmercio.
O inspector ra thesdniwia provincial entende
entretanto que o imposto naJatem de incostitucio-
n.il. porque laucado sobre um* ren la do* tra-
IMCBeifOS, embira'nao proceda da compra e venda
jj '" i) i ar!. 10 e oart. 12 do soto ...lJieional.
Has i ::i opwiao nao procedente. Em primei-
io logar, p irise nao a ficto de raeahir o imp
lo sobre a renda o que cousjtiioe asna eonstiloeto-
nahdade, porim, a Ma natnreta c arelaeaoem
que elleestiwr con) os impo.-tos gerae*. Assim
qo segunda o irt 12 da referida lei eontltnclo-
rm, hlas provia .. i nao pndeui legislar
sabr irapostos de importa^au) e c;n virtudo di
art. 10 'i0, ao p dem lepishr sobre outros qaftes-
lostos, que prejudiqaeni as rendat geraee,
ou (ribolar materia j contribuinti! pira as renda?
gen -. (Avis i d, I-.1";; ,- i de abril Je 1857). Em se-,
gundo lg r, porqu sfnplen armazens de deposito, b nio casa done
i propriaraente ditas para a compra e venda,
em arosso ou a retaflio dos gneros odies flep ai-
tS'J s.
1) sc que p'Ma lei fo assim considerados, ne-
ralr juridMo tem a diatiaeci i 8*1 ibeicida
pelo lu-pector; pi neo iniportaud-a sibor si a ren-
da d i Ira : provm das armazenagens que co-
bra, ou si li.is transaco-'s da compra e vend de
r dep'Bitados, que alias nao pode pra-
q;o compre bem flxar,8i o imposto de 40 por
I i se trata, daquellcs que, nao pre
jad :i!' ss rendas graes, pedia ser e-tab leeido
<5embla proviocial Bem considerada a iua
cu f^us seus efleito, pateee-me que evideu-
temente o nao .
A lej;i-la';o geral tinlia o inpisto de patente
- iniigo de lojas creado pete ahrir de 1808); e
0 regulamen:o de 15 oe jaobn de 18ii,
l I | r_os trapiches foram delle istnios, como
be:a observan] os peticionario^ Presentemente
. np >-to se acha regulado pela lei geral n.
1307 de 2o de selembro de 1867, art. 11, que al-
teran o systcna de arreeadaco do de patente, o
qual paseen a denominar-sede prollssdes e in-
dustria.
Em virtude dessa lei, que nao leve ain la reu-
iamento ospedMo pelagoverao imperial, os trapi-
ebes Qcaram sujeitfis a esse novo imposto. Assim,
poi>, materia j contribuinte para a renda
O imposto, porra, de 40 por cento nao smen-
te incoa'tituclonal.' E' tambem vexatorio para o
comioercio; pois evidente o grvame que ba de
cansar necesariamente industria dos trapiches
u:n imposto na razao de 40 por cento; tanto mais
,i tsl i esses estabeleeimeatos, j esio sujeitos a
outro< impostea. Urna tal imposicao equivale a
nal prohibie) dessa industria, gravando-a
de k i que nao possa progredir.
Todava, conformando-me com o parecer do
Dr. procurador fiscal, enteudo que o presidente
nao pode suspender a execueao dessa k-i j sanc-
cionad i e pru iiulgada. O- meio mais conveniente
ser aguardar a abertura da assemba provincial
e sobimHter sua eunsideraco este assampto, pe-
dinr i a suppressio liaste imposto.
Deas guante a V. S.Illm. Sr. conselhoiro Joao
Baplisla de*Castra Silva, inspector da thesoura-
ria' de fazenda.Jos Mauricio Pereira Fernandes
de Biirn, inspector.
Nada mais secontinha no dito officio etc.
offlcial archivsita
Joao Valenlim Villela.
Em consequencia do que se expenden nesse of-
flein, com que inteirameule se conforraou o Exin.
:i le de Baebendy, entao presidente da pro-
vincia, re-juereram os administradores de trapi-
ches a fuppressao do imposto assembla provin-
cial, na sissao do anno prximo passado ; e com
effeito Ti o impostosupprimido,tendo a coramis a i
de ornamento dado sobre este assumpto, o segua-
te parecer: *
roinmisso de fazenda e ornamento foi pre-
sente a peticao, que a esta assembla dirigiram os
proprietarios, rendeiros e administradores dos tra-
piches alfandegados, sitoj nesta cidade, represen-
tando contra o imposto de 40 por cento, que so-
bre os ditos trapiches lancou a lei do orcameato
vigente, por inconstitucional e injusto, e pedindo a
extinec) de raesmo. A commisslo, attendendo a
outras ;llegac3es dos peticionarios, mas tendo prin-
cipalmente em vista que os trapiches alfandegados
coastituem dependencias das alandegas, como se
deduz de varios decretos e deci-des do governo, e
expressamente o declara a ordem n. 13(1 de 1830,
pelo qne claro nio competir s assemMai pro-
viuciaeo lanearein sobre elles imnostos: de pa-
recer que seja supprimido o referido imposto de
40 por cento. pelo que j deixou de o incluir na le
do oreamento para o prximo exercicio. Assim,
offerece o seguinte projecto de lei. ,
c Sala das eomimsoes da assembla provincial,
30 de abril de 1869.Soares Brandao.Agres
Gama.
A actual assembla provincial de Pernambuco
posto que seja inteiramente diftereate no pessnal
de que se eomnoe, sempre a mesan conside-
rada como endade moral; e se 00 anno passado;
"ipprim da lei do nr^nnefttn d (porto sobre
>* Iranrties a!:indegadns pela sua ini'iwtitncion*-
lidale. levada a videncia indo illittrain Sr. D-.
Jos Mauricio Pereira Fernandes de Ifinvs o re-
conliecida no parecer da enmmiisao de fazenda e
oreamento cima transcripto, seria acollrente
ouisipo mesmo, e chtlria na mais flagrante "cii-
t ra linean, si de novo o estabelecesse.
Tima corporacao, que tem constantemente leva-
do o seu espirito de coherencia ao ponto de man
ter com escrupuloso respailo ns estylos, tradicoes
o precedentes da casa, nao eafrir em tao notavel
contradiccao a respeito de um assumpto bem mais
impprunledo que esses estylos e precedentes.
Os trapiches alfandegados "d'esta pra^a doRecife
[lagam actualmente, por forca da lei geral n.
1:507 de 26 de setembro do 1867 e decreto n.
4:346 de 23 de marco de 1869, uut imposto geral,
que se compoe da taxa fixa dn 300a, e de um i
tan proporcional ao valor locativo dos^ armazens
que occopam, oque eleva a totalldade d'este im-
posto a 1:0005, pelo menos, para a maior parte
dos trapiches, e a 2:000j e mais para os que oc-
cupam grandes e vasto?armazens.
Ora, si alem d'este imposto geral, j de si gra-
voso, e que apenas so justifica pelas circumstnn-
-ias excepcionaes era que s achava o imperio
guando foi estabelecido ; si alm d'este impo-to,
repito, fossem os trapiches alfandegados onerados
coro o inconstitucional, exorbitante e vexatorio im-
pasto provincial de 40 por cento (o que monta a
i'OOj, pelo menos, para os trapiches menores, e
se eleva para alguns i 3:200 e ainda a mai),
havena possibilidade de se manter a licita u por
nenhum modo prejudicial industria dos trapl-
cheiros ?
Gomprehendo que em odio a certas industrias
urnas siraplesmente nocivas, outras prejudi:iaes e
outras emflm immoraes, se estabelecam impostoi
exaggerados, que equivalen) a uina prohihico.
Mas, estar.) n'este caso os trapiches alfaiide-
gados, creados por lei geral, e regulados e flscali-
sados pelo poder executivo o por agentes do sua
inmediata contianca ? Evidentemente nao.
Acredito, pois, "que a assembla pr iviocial de
Pernamlnico, quer porque o imposto, do que se
trata, reeahe sobre materia j contribuinte para
as rendas geraes, e por isso inconstitucional
nos termos do aviso n. lio de 2 de abril de 1857
quer porque exorbitante e vexatorio ao com-
morcio, e quer finalmente pelo espirito de cohe-
rencia, de que se tem sempre inspirado at pelo
que dz respeito ao3 simples estylos e tradiceoes,
na de manter a suppresso discutida e resolvida
na sessao do anno prximo passado.
Recife, 18 de junho de 1870.
Dr. Campos
Ao publico.
Tendo appareci Jo no Diario de Pernambuco um
annnncio anonymo contrao abaixo assignado.como
o publico tem depurado as respnstas do raesmo
abaixo assignado, contra AniDnin Joaquim Macha-
di!, socio do abaixo asignado do arinazeni
n. 40 da ra da Praia, sucede |ue no dia 20 as 7
hiras da manha, dirijindo-se o abaixo assignado
para tratar das traasacoB de seu negocio, apre-
sen ta se lhe dons honiens e-tranhos, dizendoque
o abaixo assignado nao Ifiha nada no armazem,
sahindo um deles chamada o mesmo abaixo
assignado a presenca do Dr. subdelegado de Santo
Antonio, por esta autoridade foi prohibida a entra-
da em seu arrnazem.
Pelo que. o abaixo assjgnado protesta perante o
publico desta cidade, e contra todo prejuizo cau-
sado dentro do seu estabeleciniento; fieando su-
jeitos a perdas e damnos.
O publico da ra da Praia sabe que, a sor-ieda-
de da firma Machado & Mello, gyrain dons cont*
de rea de Machado da Silv i, "e rtous do abaixo
azsignado e sua lepbora, conr se ha de provar.
Recife, 20 de junho do 1870.
Jos do Reg Mello.
Acontecim tutos do foro,
O espirito publico tem se preocupado, ha alguns
dias, de um facto gravi-simo, occ^rrid no furo
desta cidade, equ? cenvm ser delucidado e pos-
to tanto a limpo quanto o psrm tirein'as trovas,
em t;ue. at certo canto, se deve aclnr euvol
virio.
\3n\ solicitador de causa> do foro dest.". cidade
aecusado de baver, aproveitanda-se a sim|i!ici-
dade, ou di ignorancia, ou talvez mesmo e mais
provavclnvnte da m f enm que ligava um seu
cliente, persuadido a este de que a causa, perdida
n.a primara instancia, pnlia ter eeisio favoraveJ
no tribunal do commercio, por meio de donativos
pecuniarios feitos aos jnz do triliunal; c qae deste modo conreguiri pe o
seu cliente lhe mini-tras--, para n indicado IIm,
diversas qu :ntias, que, segundo ama eoata forue
dda pelo proprio cliete montava a maiiq mais
de 6;O00UO.
Io.ezmente para e.-se solicitador nenhum i tf
dbnsjnizes togado-, que ptervleram nojnlgamcn-
lo des> i causa, den voto favnravel ao seu ulieote,
o que fez gerar Reste a' fundada suspeita de que
o seu draheiro nao tinha tido a appbeaeio indica
da pelo solicitador.
Hevelacoes mais ou menos conidenrnes d:?sa
suspeita por urna parle, indagacoes mais ou me
nos indiscretas pnr iu:ra parte' deram em resul-
tado que um empregado do tribunal, cuja honra
e inteireza era vilmente postas etn alinoela por
esse solicitador, viesse n eonneeimnte n'essB
facto, e resolvBsse lomar urna vindieta publica
contra es que se diziam mercadejadores do sua
honestidade.
Mas uiuito de presumir que o rrime fique im-
pune pea grande diflcaldad da prova contra o
maior criminoso.
Entretanto convinha moito, para conservar inac-
eessivel aos botes da calumnia interesseira a re-
pitacao de nossos pobres (pela inaior parte; mal
pagos, mas anda assim probidosos magistrados.
Com o pretexto de corromperem-se maistraio5
oxigem-se das panes sommas avultadas. Gomo
a corrupeo, quando fosse real, nao poda ser
feita senao multo em segreJo, as partes que de-
ram dich:iro para isto nio teem meio algam de
verificar se o dinhiro leve ou nao aquella appl -
caoio. O mais natural suppor que tee, pela
conlhnea que lh.es dove merecer o intermediario.
Se 4> magistrado da o seu voto favor? A
presumpvo que esse voto gera, no espirito do
quem den dinheiro para o corromper, qm o
magistrado foi effectivamente corrompido e qae o
voto, por mais oonsciencioso qae elle seja, o
resutado immoralissimo da peta ou do sahorno.
E' preciso, pois, que sejam tomadas por quem
de direito fr, e por cada nm dos magistrados
em particular todas as providencias necessanas
para salvazuardar a reputado de todos aquellos
a quem a lei confiou a honrosa missa > de admi-
nistrar just(, sem exceptuar deste numero os
juizes leigos
Voltaremos a este assumpto.
Astrea.
farregani'Jii/je 2?dejeot1
*> jwrtufueza A%a nerradoriao.
Kr B.-igBM .e^fe/si.trthu -idi'i.
Brigue iaglezHelen Richarddem.
Brigue ingle?Jolrn Bapoharlcm.
Brifco inglesCatttrosdem.
Patacho nacional Jaboato dem.
Barca dinamarqueza Foreningen Carinha de
mgo.
Escuna hollandoxAntije Haverbntt\iem.
.aKGEBEDMA DE ENDA3 INTERNAS E-
RAESDE PERNAMBUCO.
leodimautodo dia 1 a 20. 47:236(325
Hern do dia 21..... I:5ll878
48:798 203
de 3 1(8 poleeadas de largo e -ifff oVgrossv'ra, 10
lial-i-uh-is ,|,. f,,ii:. iOx-.-,:nasdp fanr*. *(? Sar-
'"'_ I 6*r o lncl-l ii'o-.rio pura ttnitUlf, 'Ji'l.ii-
e" tfeiVrrod \, i|e'pr.nva, (I ;,& Je -.o,--
pnoiento e 4 de largo, e (i foles glezeJ, leudo
Mc i??J* p ^9 c*n,Priraento e 6 oe largo.
Sala das tessdes do conselho de compras navae
18 de jnnho de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CONSULADO PROVJNCAL
Rendimenlo do dia 1 a 20. 93:5381091
dem do dia 21. 6:318*150
99-8561141
EU ATA .
Das perg_un!as innocentes, publicadas no Diario
de 21 do torrente
Na 40Minha, em vez*de ausa soberanamente
julgaia leia-se, couia soberanamente julgada.
a 42' linha, em vez de ei?garam leia-se.. cJie-
garao.
Na i* linha da pagina e colluna egointe em vez
de prototypo de felicidaie leia-se, prototgpo de
fidelidade._________
ENGLISH BANK
Jf Rio de Vanero Limited
Descoata lettras da praja taxa a con-
encioDar.
Receb8 dinheiro era conta corrente hia
I raso fxo.
Saca vista on a praso sobre as cidades
prlacipaes da Europa, tem correspondente
aa Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
} New-Orleans, e emitte cartas de crdito.
>ara os mesmo lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
MOVIMIENTO DO PORTO.
i
Navios entrados no dia 21.
Rio de Janeiro e portos iQterinedTos 7
dias. vapor brasileiro Gruzeiro do Sul,
de 1 i 19 toneladas, conimandante J >aqnim
da Paulo Guedes Alcof.irado, equipagem
63, carga different-JS gneros ; Antonio
L. de O. AzAvodo & C.
Terra Nov 27 das, p tacho iaglz PorH'a,
de 197 toneladas, capitao 1.1. Th mpson,
equipagem H, carga 2,770 barricas com
bacalho; Sampsoo Duder de C.
Babia5 clias, pat cho inRiez- Azelia, de
182 toneladas, capitao R. Harvey, equi-
pagem 9, em lastro ; Johnston Patar
C Segtiio para Sedney.
Baenos-Ayres-^29 dias. escuna holiandeza
' Gczina Jan fe de 149 tonelada?, capitSo
A.. R. Urower, equipagem 7, carga
162.168 kilogratnraas de carne ; Parei-
ra Carneiro & C.
Navio sihido no mesmo dia.
Rio da PraiaBrigne hnseiro Victoria,
capitao Jjaquiro B. L. Pereira, carga as-
sucar.
ECLARACOES.
Por crdem do Sr. Dr. Claudino de Araujo
Guimares, cnsul da naci portugueza nesla pro-
vincia de l'ernar.bnco, sao chamados os ere dores
aos espetlos dos subditos pnrtugoezes Francisco
Jos de Garvalha e Joao Antonio Duarte Jnior,
para presentaren'seus crditos nesta cUaniella-
ria do consolido, dentro do pr.iso de oito dias da
presente data, para depois de verific.dos serem
paces at onde chegar o producto dos mesmoj es-
polios.
Consulado de P rtugal em Pernambuco 20 de
junho de 1870.
O chancellar interino,
_______ Arthur Aiireliono Ferreira Braga.
Arrematacao
Perante o Sr. Dr. juiz mnnicipa! da 2a vara, de-
pois de. audiencia de hojc.teem da ser arrematados
em praca publica o< movis penhorados ;i Ciernen-
tino Goncdvos de Parias para pasamento de alu-
gueis da casa pertencenle Manoel Antonio de
Jezus. ris i|n*l foi o mesmo inque'ino.
COMPaNHIa
DO

No dia 27 do correfite pelas 12 horas
do dia ter luga- no escritorio di compa-
nhia na da Gabog n. 56, a arrematar
dos chafarizes e bi-'.as pnr bairros' nao se
adi&Htindo prjpostas qie comprehendam
mis de um bairro enempor es'pacimaior
de um anno. Os Sr?. HcHante podem con-
correr cuta seus li-ton;s ou declarai.Ti i
dos mesmo;, no menoionsdodit, devendo ser
as propc-stas em cart i fer.bada e apresenta-
das na mesan occasiao, on antes no escrip
lario, onde melhor podero inform.n-se n
condicoes do contrae! i d'arremaiaro. De-
clara- S3 alud quea venda d'agna para o mar
sor exclusivamente (sita, no hairro do
Recife, e onrigados oj Srs, arrematantes i
fazur a Ierra parle de seus paeamentos em
selul is miadas e cobre,
BAZES SOBiiE AS QUAES SE DEVE
LANCAR
Bairro do Recife
e bica do caes d'al-
Gbafarizes
llandi'ga......
Dito da roa da Cruz ....
Dito dama do Brom .
Diio e bica do Forte do Mrttos
Bairro de Sinto Antonio
Chafarizes do Largo d Csrmo.
Dito do Largo de Pedro II .
Dito do l-irgo doParaizo. .
Dito da ra do Sol ....
Dito da ra da Concordia. .
Bairn da B4a-Vista
Cbafariz e bica do caes do Capi-
baribe.......
Dito da ra da Aurora. .
Dito da cidade nova de Santo
Amaro'..... .
Dito do lugar do Campo Verde.
Dilo do laryo da Soledade. ,
Dito da Cma d'Agua dos Pires.
Dito da pra$a do C nde d'Eu,.
Do do ra o S. Goncallo .
Bairro de S. Jos
Cbafariz do laryo Dito da ra de N. Senhora do
Terco. ....'.",.
Dito da entrada da Cabanga. .
Dito da ra hoperisl .
Dito do largo de N. S. da Paz .
dos Afogados .
Passagem da Madalena
Chafariz do largo vivero 75000
Dito da entre duas pon-
tes.....". 2005000
17:155)
2l:720
16:6555
ALPANDBGa..
Aandimentododial a 20. .
cm do d-i 21.....i .
701:8314.110
26:1291533
727:9601863
SIOYIsIENTO DA ALPANDEGA
/otosaas entrados cot'azoadas 3
14aa Ideo com teneros 124
'clarees iiSii com fazenda;
dem idem com geieros 380
- 127
477
23:O00
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Illm.a. jama administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no da 23 de junho, peas
4 horas1 da tarde, tem de xor arrematadas i quero
mais vantagens oflerecer, pelo lempo de una a tres
aonos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos:
ESTADELECIMEMTO DE CAftDADE.
Una do Padre Florano.
Casa terrea n. 63.......1775000
Idemn.47........ 171*000
lina larga do Rosario.
3.* andar do sobrado n. 24. 242*000
1. dito do sobrado b. 24 A. iOUOO
2." dito do sobrado n. i\ A. .. 400*000
3. dito du sobrado n. 2t A. '. 242*000
Ra de Santa Rit?.
Casa terrea n. 34_......180*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 34.......179*000
Travessa de S. Pedro.
Sobrado de 2 andaros n. 2,. 602*000
Ra de Santa Thereza.
Casa terrea n. 4........143*000
Ra do Amorim.
Casa terrea n. 26....., 3014000
Ra do Amparo (Olinda)
Casa terrea n. 29. ...... 140*000
O sitio do Forte na Venda'Grande. 16OO0
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Scnzalla.
Sobrado de 2 andares n. 136 601*000
Gasa terrea n. 16......207*000
dem P. 18........340*000
Ra da Cruz.
Sobrado de 2 andares n. 12 881*000
Largo do Paraso.
1 andar do sobrado n. 29. 232*000
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 38.. ..... 360*000
Ra de S. Goncalo.
Casa terrea n. 22...... 216*000
Ra do Amorim.
Casa terrea n. 24....... 844000
Travessa da Madre de Deus.
Sobradodeumandarn.il. 1:500*000
Ra da Cacimba.
Casa trra n. 12.......147*000
IUa dos Burgos.
Casa terrea n. 19......1474000
dem n. 21........130*000
Ra da Guia.
Casa terrea a. 27.......147*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 101 ......20i*000
dem n. 89........ 2434000
dem n. 2.......... 77*000
dem n. 101.......2003000
dem n. 102 .".....2023000
dem n. 103........203*000
Casa terrea n. 110...... 204*000
dem n. 93.........20i*O0O
Becco das Boiw.
Gasa terrea n. 5.......4205000
Sitio da Mirueira n. 4......107*000
O- pretendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao- das sun< Naneas ou comparecerera
aconrpanh:idos dos respectivos fiadores.
Secraisria da Santa Casa da Misericordia do' Re
cfe, 20 de junho de 1870.
O escriro,
Pedro Rodrigues de Sonsa,
Santa Cusa de Misericordia
do Recife.
IMafeetro tx Tfti.
A I;xa. j.iii' i ad aistrativa iU sitnta casa de
xisericordia doRecife no intuito de alargar o cir-
culo das peesoas jue eonc rrern a arrematacao do
fornecimento de pao e bolacha, qne tem de consn
mir os esiabeleciniento? pnw seu cargo, manda
fator publico uno o i;-sin;' fornecimento da quan-
tia de 22:00!)3 aonualmeote, oque pago rnensal-
mente com dinheiro vista.
Recele, portante propostas para o fornecimento
indicado ne trimestre nojaioo a etembfo-prxi-
mo, na sala de sna sessoss, e pelas 3 horas da
tarde donjii 2 do corrente.
Secretaria da santa casa d<* mi cifj 13 de junho de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrieucs de Sonza.
Santa asa de Misericordia
do Reeife
l Janeiro vista.
A Illma. junta administrativa da santa Casa de
misericordia Jo Recife, na sala de ;uus sesaSes, no
da Si do correte, recebe proposta* para o for-
oecnnentu dpassuear qaeliouverem do consuair
os e*t:ii iledmeitl s desls cidad a sea caigo, no
troe-tii' de jolho a petembro vindouro.
Santa &mS a misericordia do Recife -0 de ju-
nho de 187i.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Seoza.
272.J
200,5
180,5
150j5
Capunga
Chafariz da roa das Pernambocanas
Apipucos.
Chafariz desta localidade .
Monteiro
Chafariz desla localidade .
Escriptorio da companhia do Bebsrib,
20 de junho de 1870. O secretario,
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Governo do bUpado
(SBDE VACANTE.)
O Exm. e Rvm. Sr. vigario capitular despacha
em todos os dias uteis das 9 s 2 horas d tarde :
d audiencia no foro contencioso as quintas-fei
ras as mesmas horas, e igualmente da audiencia
particular nos mesmos dias das-4 as 6 horas da
tarde.
Palacio episcopal, 20 de junho de 1S70.
O padre Joaquim d'Assumpcao,
____________Ecrivio da camsra ecclesiastica.
Conselho de compras navaes
0 conselho, no dia 23 do correte mez, avista de
propostas recebidas at as 11 horas da manha e
sob as condiodes do estylo, promove a compra dos
objecto do material da armada seguinte: 1 eicaler
de 4 remos para servico da capitana do perter6
narras de aoo balido de popaea de 2 lil polegada
de largo e 4|8 de grossnra, 6 barras de ac batido
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. juola administrativa da santa casa de
misericordia d Rncjfe, na sala de suas sessoes, no
di?. 23 do correte, receba pronostas para u forne-
cimento de carnes verdes que hiuverern de con-
sumir os cs.ib lecimenlos pos a seu car^o, nos
mezes de julho ; setembro vindouro.
Santa casa de misericordia do Recife 20 de ju-
nho de 1870.
O escriva),
Pedro Rodrigues de Souza._____
Adminisuaco dos corrcios de Pernambuco
22 dejnnho de 1S70.
Mala pelo vapor Cruzeiro do SiC da companhia
brasileira.
A correspondencia tjue tem de ser expedida boje
pelo vapor cima^enciouado, para us poros do
norte, sera receida pela forma seguinte :
Macos de jomaos, impressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar, at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias al, as 3 horas, o estas al 3 1[2
pagando porte dnplo. -
O administrador,
Affonso do Reg Barros
Administra? dos cirre!os de
PernaaibKco 22 189.
Mola pelo vapor Giqui da companhia Ptrnam-
bitcana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
pelo vapor vjima mencionado, para os portos do
sul at' Penedo. ser recebida pela maneira se-
guinte :
Maijos de jornaes, impresso3 de qualquer natu-
reza e cartas a registrar at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1|2
pagando porte duplo.
O administrador.
Alfonso do Reg Barros.
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
(No Moateiro)
- SOB A DIRKXCXo DO ARTISTA
DKHrVJH.
Quinta-fe!ra 93 do corrate.
BENEFICIO DE
Manoel Tabres Pinto Porto
Ex -PONTO K HACH11NISTA OBSTE THSATRO.
Depois de urna escolhida ouvertura pela orches-
tra, dirigida pelo insigne maestro Colas Glho, re-
presentar- se-ha o magnifico e spparatoso drama
sacro, ornado de transformaren e visualidades,
intitulado:
GABRIEL E IMiEL
ou
OS MILAGRES DE & ANTMM
No qual toma parte toda a campanhia.
lermina o eiperfacnio com v t ,"t0n flatogo
fnmbre. \> dMWwto >ta .\1r{mr(. ft.'>* I'a-
iju:W .Srrr.-u inriiu'ado :
% sala de Lcacafe
Pelos artistas Babia e Peregrino, qoe* x? boro
grado e prestam a coadjuvar o benefrcraeV,
O resto dosliilhetes da geral acha-se veVQa
na mao do bimefelto na esiacao dos trilhos tfc*,'- t>o armaf5il 6 gneros existentes ai taber-
'ii (idos em um ai rfiais lot.^ s vuntade taJWfM'ii.lores : i(aVia-^ir:i*t' d. mrrMite ss i
ImraM da maidlSa no trap1r!;u'h..r,io do Livii
i" i'o Pi't* .|o Malos.
------------------------,------r.----------i-_
nos do Recife, bem como os passes de ida e wHa.
llavera dous trens especiaos, sendo um s 7
horas e meia e onfro as 8 hora*.
O beneficiado em om dos intervalos ir aos ca-
marotes agradecer aos seas convidados.
Principiar as 8 li2T hora?.
O beneficiado desde ja agraden aos Hlustres ea-
valheiros qoe se dinnaram cotisarse para abri-
Ihantarem o sen espectaenlo, com urna banda de
msica marcial, que para esse lim estar na es-
tacao do Recife as 7 horas, e seguir no trem at
o theatfo para tocar nos mtervalo: e na volla do
ejpecucnro.
LEILAO
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisba
na do largo da Casa Forte n. C.
O agente Ponlual vender em lelllo por man-
da do do film. 3r. Dr. juiz municipal da primeva,
v a 3 re juerimento de Mmoe da Coste Ferrei-
ra, armaco e gneros existentes na taberna
cima.
HOJE
Na meara taberna as 10 horas.
De importantes dlrldas Im-
porancfa de 91 a:Ui.$4#
O agente Martins competentemente autorisada
far lelllo das imprtante.- dividas abaixo desenp-
tas no valor de 212:47li0 pertencentes ao ea
Segu para o porto cima indicado com a possi- 3al fe GaetaD.Pe>"""a Gjnolves da Cunha. eons-
vel brevdade a escuna poriugueza Aoiua : para ,anauqaasi tokl9^e nft,s pr;"'orias Aiaa
o resto da carga que lhe falla, trata-se com"1"
consignalarlos E. R. Rabllo & C, ra do Com-
mercio n. 48.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Goianna.
O vapt r Parahytm, seguir para -
porto cima no dia 2fi do corrente.
as 9 horas da noite.
R -cebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12._____________________________y
COMPANHIA PERNAMBUOANA
DB
\avegacSo costeira por vapor.
Parahyba, Nata', "Maeo, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipofuca, commandanu
Moura, seguir para os porto:
_ cima no dia :i do crrenle as a hora:
la tarde. Recebe carga at o dia 28, encom-
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at a-
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do MaiUs n. 12.
PARA'
Pretende seguir com a possivel brevidade o pa-
tacho portuguez Jos, por ter a maior parte da
carga prompta, e para a pouca que lhe falta, a
frete commodo, trata-se com o con-ignalario Joa-
quim Jos Goncalves. Beltrao, i ra do Cor-imcr-
cio n. 17.
Rio de Janeiro
Segu com hrevidade o patacho nacional Esfro-
ga, tem parte do seu carregamento engajado ; para
o resto que lhe falta trata se com os consignata-
rios Antonio Luiz de Oveira Azevedo 4 C, ra
da Cruz n. 57, 1 andar.___________
CUMIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 30 do corrente o vapor
i /JHfJ/1^^, Annos, cojmuindante Guilherme
: i^Sifef^ W.-idilengton, o qnil depois da
..#,'iii' deuiura do costume seguir pa-
ra os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros o engaja*ae
arga qae o vapor i^der eoadozir, a qual deven
ser embarcada no dia de suachegada. Kncosnneu-
lase dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
ialiida.
J>ao se recebem como encommendas seno ob
ec;os de pequeo va'or e que nao exc^d;un a \\j.
arrobas de-peso ou 8 palmos cbicos da medicii
rudo que passar destes limites dever rer ewbar
rado como carga.
Previne-se aos se^ihares passageiros que sua-
oassagens s se recebem na agencia, ra da Cru
n. o7, Io andar) escriptorio de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C
O briiie portnguez Apiigio snhir brevemente ;
para o resto d carga trata-se c.y.i Pereira Vian-
na 5c C, ra do Vinario n. II, l andar.
Boa compra.
Vende-se o patacho nacional Palma, de lolaco
de 10,000 arrobas de carne, cojo navio se acha em
perfeitoe-tailo, e appirciliailo para.emprehender
qaalqnnr viajem ; o qual chegou uitimamenle do
Itio Grande do Sul com carregamentn de carne.
se acha fondeado em frente ao caes de 22 do No-
vinbfti: os pn>tendentes pnlem Mli Irvek, e
tratar cj;n Jos Victorino le Hezende &G, ra
da Cadeia n Si, escriptorio.
a
Pretende sahir em poneos dias com a
carga que liver a barca portogoeza Social,
por is^o quem d-sejar a :rewitar frete com-
moJo. dirij-st ao consignalar o Joaquim
Jos Goncalves B'Mtrao, na do Commer-
cio u. 17, assim como recebe passageiros,
para os quaes tem bons coronados.
LEBLOES.
iJUJj
De um calva natirca \' H & C n.
9 com pea-tejees para e-
lelro.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quern perteacer e pira fechar coalas de ama
caisa com a marca e numero cima com cabe-
cadas rolieas e simples, loros, rabichos, a qual
ser vendida em totea na quarta-feira 22 do cor-
rento ai 11 horas da manha no largo do Corpo
Santo n. 9.
LEILAO
lile movis, toacas e c.-rstes.
Urna raoblia deiras de guarnica, 4 de braceos, 2 consolos, 1
mesa redonda com pedra e 1 sof, 1 piano de ar-
mario, 1 mobilia de mogno, 1 guarda vestidos de
amarello, 1 santuario, 1 guarda louca, 1 mobilia
de amarello. 2 rnarhinas de costura, 1 camafr.n-
eza de amarello, 1 mesa redonda .de Jacaranda
com pedra, tcommoda de Jacaranda, diversas deiras de amarello propris para sala de jantar, 2
marauezas, 1 marquezao, 2 pares de consolos, 2
bancas de Jacaranda, divertas cadeiras de Jaca-
randa, 1 cama, 1 fogio de ferro, mesas para co-
sinha, diversas obras do onro, um relogio de oa-
ro, 2 ditos de prata, lanternas, jarros, catangas
para enfeite de mesa, 1 cama para menino, lava-
torios, 2 cabides, candieiros a gas e mnitos outros
objectos que estaro presentes no dia do leilo.
HOJE.
Angosto Seixas competentemente autorsado
far leilo em sea armazem a ra do Imparador
n. 16, as 11 horas do dia por intervencao do
agente Pontual,. sem reserva ^ie precos.________
De 15 btrris de 5o com vinho chery e 5 di-
tos dito om dito do Porto.
HOJE
O ageste Peste aa far leilo por cenia e risco
de qoem pertencer de 13toarrii de 5 com vinho
chery e 6 ditos om dito do Porto, os quaes sejio
em escecncio a saber : Antonio Correa de Mbro-
nha Bravo 2:20#, herdeiros dw Pedro Cavaican^
de Albuquerqae Lias 2:ir)0, Jos Justiao Fer-
nandes deSooza e' Jos J isquim de olmoiiiCo
des 1:01151)00, Joio Victorino Hersche 672
Elias Coelh'i Cintra 1:2574750. 'Joaquim Manoet
Cnrneiro da Canta 363*543 Joaquim FtMeisco
Cavalcanti 88i*()i0, pa.W; Frannsco Ro'rigueH
Mamadol:0808lK),Joo Baplista Paes ftirreto
"05*, J s Joaquim dos Sanus 3:925*284, Fran-
cisco Caelano Profiri 2:277*325, Antonio Rufino
de araujo Cavalcanti *:03i3 herdeiros de Juiw
da Ilocha Tai val o 6G&&, Gaspar de Albuqnerque
Maranho 1:179*536. Ii-rdeim-- de Xo Lius Ca-
valcanti de Albuquerqae 3:800*510, -erdeiros de
Luiz Antonio Pereira Chacen 601*300, Joao la-
nu&rio Duro 3:S87*277, Manoel Antonio Coab-
nho 2:302*290. Antonio Borgw da Konseea l00*r
herdeiros de Jjfio Uaptista da Silva 13:899*495,
herdeiros de Antonio Alvos Soaros 2;000*85">. di
los deSehastio Antonio de Mello Reg 7:894*9*5,
herdeiros de Ignacie Paulino dr Cunha 56:840*.
Dr. Flix Peixoto de llrito 200*. Joaquim Jos
Bello 4:867*520, Manoel Francisco do Mont
3:352*476, Thiago Dellln Ouro 1:839*592, i-
niz .los Il^rculano e J i- Carlos de ili-ndonga
57:111*558, accao coima a menor Paulina Ulna,
de Manoel Mathias de Freilas e outros 7:883*784,
execran de hypolheca em om enppnho e mais
hens de Jos d Barros Campello 22:000*, uina,
apolice do exlinelo banco do Hio de Janeiro .*
1:0003, brigr.deiro AntOHio Borges Leal 820*,
Thomaz dos Santoj Bsttma Lesa 1:849*490.
HOJE.
As dividas cima sern vendidas em nm ou
ma s lotes noescrijtorio do dito agente a ra da
Cadeia do Heeife n. 9, as 11 horas do dia, ur ti-
tulo< ide a> ser examinados petos pretendiente
em mao do memo agente que dir em qae c*r-
mrio existe o autos din questoes em jniao.
LEILO
Da casa com solea e solio sita a roa do
Ilange! n. 16, em solo f reiro (paga 20
annuaes) a Sania C;is.i de Ali&ertcordia de
Loanda.
A 25 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz do commer-
cio, a requenmento dos admiistradom da mas
sa l .Mida de Siqueira A Pereira, o agente Olivei-
ra f.ir leilo do predio snpri o;itr*ora pertencen-
te a vinva o beraeiros do D.\ Ignacio Kery da
Fonsfca. e adj:i.iicSdo a referida massa pela
inaotia Je C:;;:
SABBADO
ao meio da e:n ponto, r;; m'H escriptorio ara
da Cruz n. 53, I andar, onde os pretendientes
achnrae a chave para procedern] a previo exa-
me ila meuriona<*a rn-.
mobilia exist^nle m
musa Mit.i de Al-
Dos peneros e tlgnma
estabelecimc'i: da
meida. Borges & C, travesea da Ma-
dre do Des n. 9.
A ti d i (xirronle.
Em eomprimento 8o res^eitivel mandado do
Illm. Sr. Dr. jui'. do comm reto, a requerimento
dos depostenos da dita massa^ < agente Oveira
far leilo dos iodicados aitigos, consistimlu em
cha em latas de ama q dnas libras, milhj em
saceos, phosph ros em eaixas ; massos, licuros,
vellns de carnauba, vinho I rdeanx e cognac em
eaixas, sardiohas de Usajes, banha de porco
em barril, caixoe-; vastos, paos de estiva, batanea
cot pertences, barra de f-rro prova de fugo,
prensa para copiar cartas, carteiras e ni osos, se-
cretaria, cadeiras diSerentes, banqniubas, apa-
radores, quartiuheira, caMde, lavatrW, candiei-
ros de paz, marqueta e ootrhs objeetis qae este-
nio paientes :
Sog'.inda-feira
As 10 hors da manhj, em ponto, ni indicad.)
estabeleciment?.
AVI
J.'T*?
W..
5
IXSTiTOAlCliailLOuCOEGSOalAPICa
. U.1,..I.UV1I..V.
llavera sesso ordinaria qumla-eira 3 do
corri-Dte pelas II horas da manha.
OnDEM DO DA
Pareceres e mais trabaihos de com-
missoes;
Discusso do oreamento qua tem de vi-
gorar no aun i social de Io7071.
Secretaria > Instituto, 20 de junho de
1870.
Jos Soares d'Azevedo.
Secrot.rio perpetuo.
MDANCA,
tos mudou saa residciiie con-ultorb
| para a ra Jo Imperador n. 57, 2" ailar
SS do sobrado cajo ar n aun conserva ain-
|S0 da hije o norne de Alianca, tendo a
t3 entrada, que pelo lado da ponte Sete
IH de Setembro, o mesmo numero 57, da
ag frente. Ah conliuuando o dito Dr. no
5 exercicio de sua proliss i do medico e
gjt de operador, pode ser procurado a qaal-
fS| quer hora do da e da uoule.
A iesoura ds onro.
Roa Duque de Cuias n. 6, priraeiro andar.
Para este estabelecimento chegou no vapor
fraucez Qironde, um completo soTtlOsatlo dd la-
vas de pellica de Jouvin as quaes ssndo aspri-
meiras em qualidade sao goaniidas com o sinete
da casa.
Urna senhora casada, bons costumes, robusta e sadia, que lava, eMtom-
raa e cosinha, offerece-se para servir interna-
mente em alguma casa de pouca familia : quem
de seu prestirao ae quizer utilisar dirija-sea esta
typographia que se lhe dir quem .___________
No dia 22 do corrente principia o recebi-
mentodas pensoes dos alumnos internse met-
pensionistas e externos do Gymnasio.
Secretaria do Gymnasio 20 de junho de 1870.
A. A. Cabrai.
Atiendo,
O abaixo assignado sorprehendido por om an-
nnncio do Sr. Jos do llego Mello e publicado em
sua ausencia em que se inti:nla socio no atna-
zem de carne a ra da Praia n. 40, quan lo nalle
esteve admiitido por motivos maito espeetees,
proteste contra semelhanie anontoio bem nomo
us.ir de sen direito para fazer el'ictiva a respoa-
sabidade legal do mesmo Mello.
Pecife M de janoo.de 1870.
Aatonjo Joaqoim,
*

4
VI


Diario de Peruano-buco Qu&rta fera 22 de Junho de 1870

* 0 Sr. Manoel De-Giovaami queira
mandar esta typographia pagar o impor-
te de publicacoes de annuncios de espect-
culos, em somma superior cento e cin.
coenta mil res.
MlOVDi
SAHIO A LUZ
a priuieira pera para piano, conipsifo do disliuclo
e insigne pianista o Sr. Innocencio Smollz.
POLKA BRILHANTE
Vende-sena imprenta nacional de msica de An-
tonio jse' de azevedo.
11Ra Nova11
n
A verdadeira fariuha peito-
ral de 8. Bento
Esta farlnha usada cora vanuijosos resultados ,
nos padecimenios dos orgos do peito, como as-i
Ihma, ou pnchamento d* calliarr.is, inll.imanan
ile bofe, pleurizes e na phthisica. Recommenda-se
com igual proveito as pessoas convalecentes.
nico deposito era Pernarabuen
NA
Ptunnacia e drogara
DE
Bariholomeu & C.
34Rua larga do Rosario34
Rob-nte-rkeumatico
Remeoio efflcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mais conhecido pelos suus niara-
vilhosos resultados.
Xarope de agrio,
E' um dos medicamentos que sua effrcacia as
enfermidades, tosse e sangue pela bocea, bronchi-
tes, dores e fraqueza no peito, escrobuto e moles-
lias do ligado, que melhor tem aprovado.
Tintura de marapuama.
A celebre raz de marapuama, coja energa e
eOicacia as paralysias, imtorpeeimento, etc. etc.
ranito se reeomenda.
Todos esses preparados se eneonlram
NA
Pharmacia a Angaria -
DE
Bartholomeu A C.
31Ra larga do Rosario34
Irmandadc acadmica
DE
N. S. doBom onselho.
De ordem de n sso irmao jniz convido a mesa
1 administrativa desta c-irporagao rrunir-=e no dia
, 23 do corrate, as II i|2 horas da manhaa, em o
convento de Santo Aatonio, para tratar-se de neg-
cios relativos mesma irmandade.
Consistorio da irmandade acadmica aos 20 de
i junho de 1870.
O secretario,
Gamillo Correia Dantas
* H**.
Aiten$lo
Na pada/ia do palco da Santa Cruz n. I, preci-
sa se alagar im molequo para todo servido da
BMMna : quem tiver dirija-se a Tiosma.
Joao Ferreira Pinto Guiraaraes e sua irma Ma-
ra do Espirito Santo Guimaraes Bastos, convidara
aos seus parentes e pessoas de sua amzade para
ouvirera algumas missas, que pelo repeuso eiarno
e sua prezada m Felicia da Assumpcao Pereira
Prenle Guimaraes, mandara celebrar na quarla-
ieira 22 do corrente. pelas 6 l|2 horas da manhaa,
na igreja ma riz de S. Jos, 1 anniversarn do sea
P*v*sanie*-to. ____
J. Ferreira Villela
riiOTOcatAPni i i tirtm \p.
18RA DO CJtei'G18
A entraba t pelopata> da matriz.
Os trabathos da reedilkacia desla photographia,
e que se prolongaran) por unto lempo, *chm-s
.felizmente* terminados e ella aberta aoservicodo
publica desde 7 de abril passado.
O predio em qu tsl collocada esta photogra-
pbia acha-se mutto augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabeleciment conta cinco satas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
mentes tendo sido fettos expressaraeme para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhnr modelo eseoluer do que a Photo-
grafa Imperial do Sr. lusley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primero photographo do Brasil, e nm dos
pnmeiros do mundo, segundo a opinio dos mais
abalisados mestres, a no-sa photographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mes rao plano da do Sr.
I. Pacheco, a qual fo montada sob todas as regras
lecommendadas pelos mais destinclos proessore*
de accordo com as modificares necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e esiudad**,*) peto lia-
blissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior, do predio em qne est nofsa
photographia foi mudado desde a soleira da porta da
ra at a cubera, lendo-e demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as noyas salas.
edificndose cm novo terraco enviaVacadomu
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente corle para examinarmos asmelhores pho-
lographias all, e foi a do Sr. Pacheco, a que
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira
cocs, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um mez estudandoa apro-
veitando a licSes de tao dlstineto mestre. Pea-
samos que juntando os nosfos estudos e longa
pratica de 13 annos de pbotographia s-ulilissimas
lic&es ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa phoUjaraphia como se
acha, podemos offerecer ao Tlnastrado publico
d'esta cidade e aos nossos nun.erosos freguezes
trabalhos de photographia lo per.'etos, como so
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que conliuuem a dispensar-nos a mesma pro
teccao ora qae ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.
Attenpo.
Ainda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e proraptido, man-
dando-se levar a casa dos assigoantes que
nao tiver portador : ra estreita do Rosa-
rio n. 35, Io andar casa particular de fa-
milia.
Precis.a-.-e alugar um ecravo que seja co-
peiro, esperto, e qae emenda d'i comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo Santo,
AMA
Precisa-se de una ama : na travessa da Gon-
cTjia. s-iltrad > a. 13._____________________
Ama
Na ra ds Goncordia, taberna n. 2J, se dir
qwm precisa i!e nina ama, papa-se bi-m._______
Pftit'i.'a-se de urna ama para eotinhar, lavar
.- mu;.: pa*a casa de familia : na ra da Fio-
roHin, padaria n. 2.
I'reewa-se 'le um molequa de 10 a 12 annM,
f'.rri -w captivo : cmem tiver dirija-se rua das
Grates n. 2, 2o andar. _____________
N iKMpital Pedro II, na tercena enfermara,
existe nm il ente que precisa fallar a negocio com
o Sr. Anin:" Mmnho Paes Barreto, filho do aju
tlante Antor.i > Leocadio Paes Barreto e sua mu-
Iher D. Ijnez Mara de M-ilo. _____
Aluga >e a casa n. 8 da rua do Jasmim : a
tratar na rua da Aurora n. ii<). stbrado.
Fugio do eoftoo Campo Alegre da co-
rrarca de Santo Antao, um escravo, crioulo, cor
prea, estatura regular, pernas um pouco cam-
betas, olhos grandes, cabellos carapinhos e um
rwuco vermelho, falta dous denles na frente, de
Dome Nicolao, representa ter 35 annos, cujo es-
cravo suponho eslar aceitado no engenho Jjboa-
lao, de Pcilro da Cunha, no lugar Gafinete, onde
tem prente?, ji fo preso urna vez: quemo pe-
gar leve-'i aa engenho Campo Alegre que ser
gratificado, e O abaixo assignado protesta prose-
dtr judicialmente contra quera o tiver aoitado.
Engenho Gampo-Alegre 20 de junho de 1870.
Manuel Cvaleme de Albuquerqne.
Precisa-se de urna ama para ci.zinhar, pre-
ferindo-se escrava : na rua do Lvramento n. 28,
loja.___________________________________
Pede se aoSr. Joao Fclippe da Costa,
caixeiro qu foi da loja de Luiz de Franca
Souto, que venlia ajustar conlas, e saldar
o lempo que falta do alaguel da oasa em que
morou, na rua de Horias n. 132, perten -
cnt- ao roesmo Sr. Souto. _____
Tendo-se annuuciado a venda da taberna
sita rua Imperial n. 27, previne--e a quem a
quizer comprar nao realbar a compra sem primei-
ro ^e entender com Francisco da Silva Tenreiro,
na ma da Lapa n. 3.
Joao Xavier Ribeiro de Andrade manda cele-
brar urna missa por alma de seu pai, no dia 25 do
corrente, trigsimo do spu passaraento, (na corte
do imperio) ; para* cojo acto de caridade e religio
convida aos prenles e amibos do raesmo com-
parecer:)) na matriz do Corp Santo as 7 horas da
raanhaa.
" -: :- -.-'.:::::.,:
1
Grande sortmento de sortes para as noites de S.
Joo e S. Pedro, nem como um iindo e viado
sortmento de fr-gos de todas as qualidades, de pa-
p i* para surtes, ludo por menos do que em outr
qualquer parle. Recebe-te encommendas de sor-
tes, conforme o goato do comprador : na rua da
Impcratrii n. 44.
rucsuala^o judicial
No da 22 do corrente mez, linda a audiencia
do Sr. Dr. provedor dos retraaos, arremata-se per
venda a asa terrea do largo da matriz de N. S.
da Pa, freguezia dos A fugados n. 85, com 32 pal
mos de frente e 7o de fundo, construida era ter-
reno f>rero, plantado de arvore?, ca.'imba, tanque,
sendo o terreno atravessado pela estrada de ferro,
avaliada em 2*000 j, pertencente o testamenteiro
de Jos Rh ro da Costa ; a escrptura se acha em
poder do portelro
O padre provincial da ordem carmelita desla
cidade convida os senhores possoidores de terrenos
foreiros mesma ordera, para que no praso de
oilo dia?, cornados da publicacao desto annuocio,
aprfsentemlhe no respectivo convento os ttu-
los desoas posses, e os ltimos recibos que Uve-
rem dos foro- por elles pagos afira de melhor re-
gularse a respeto, sob pena do emprego dos meo<
judicaes para i-so. Recfe 20 de junho de 1870.
Fr. Ei co de Sant'Anna Rique
^TTENCSO
Prccsa-se de urna ama para servicp do urna
pequea familia : na roa da Imperalriz n. 9. Inja.
Paul hauvin.
Mechanico conhecido a 10 annos nesta cidade,
parlecipa ao publico que tendo dssolvido araga-
velmente. a sc-ciedade que tiuha com o seu cumia-
do Carlos Playn contina a se achar a sna dis-
posicao para o que diz respeito a abertura de
burras, machinas de costuras, armas, fechaduras.
collocacao de campanlw.ha* e todo qual-ir con-
cert : praija do Conde d'Ei n. 24, outr'ora da
Boa Vista._______
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : rua do Cibng n. 1
ende Vieira & Rodrignes.
Urna en_: mmade;ra
IVecsa-se de urna eegommadera : na rua da
Gadeia n. 4._____________________________
Agencia de leudes
Ruado Imperador o. 16
Nestearmazem recbese para serem vendidos
em leilao, ou em particular, por conta de seus do-
nos *. movis usados, lonca e chrislal, ou outro
qualquer objecto de prompta venda ; assim carao
tambem compra-so trastes usados.
Faz-se qualquer negocio eum a loja n 42, cita
rua da caieia do ReeuV, propria pVa armazem
de groco trato, por se achar em dos melhores lo-
caes : tratar na mesma.
Precisa-se de una ama para todo servio
de duas pessoas : na rua do Duque de Caxias en-
trada pelo becco do Ouvidnr n. 22, 2o andar.
Milita atten Vende-se ou permutase por casa?, nesta cida-
de o sitio n. 5 na rua de JjSo Fernandes Vieira,
perto da srledade. om casa de vvenda para
grande familia, cacimba com boa agua, tanque
para banbo, muitas fruteiras de diversas qualida-
des, cento e tantos ps decoqueiros, muitas bai-
las com capim e le'ras para pl. nlatoes, um gran-
de viveiro com muito peixe, e muitos mangues
para lenha e'c. : para ver e tratar os pretenden-
es dinjam-se ao inesmo sitio.
Precisase de una ama de meia idade para
comprar e cozinhir p ra tres pessoas : na rua
das, Flores n. 37.
AMA
CIRCO EQESTRE.
Sabbado 25 do corrente ter lugar neste
circo o beneficio doSr. X). Luiz Casali. dig-
no director interino da companhia equestre,
gymnastica e acrobtica. Este joven e sym-
pa'hico artista espera na costnmada bene-
volencia desla respeitavel publico.
AVISO
Ao Sr. Dr. Gal rao pode inieressar Ihe o compa-
reser na rua larga d.i Rosario n. 44.
A ttenqao
Os amigos nfQciaes do finado Francisco Pinto
Ozono, eslAbeleceram-*e na mesma rua n. 6 de-
fronle do becco do Rosario, e na mesma alugam-se
e applicam se bichas de Hamburgo.
AMA
Para comprar, cozinhar e lavar para dnas pes-
oas, precisa-se de ama ama ; na rua da Liugoeta
numero 7.
Chaves- perdidas.
Pereuse da ma do Brum ama da Cadeia, di-
versas chaves pequeas presas por urna argola de
ferro ; pede-se a quera as acbou o favor Je. as en-
tregar rua Jo Brum n. 104, fundicao, que se re-
compensar.
^TTENCAO
Desejase saber se existera nesia cidadaou pro-
vincia os Srs. Mano I Jos Soare e Joao Jo- Soa-
res,naturae das Ilhas d<,s Acores, os qoaes, ou
quem deiles tiver noticias, sao rogados compare-
cerera ma do Brum n. 96, armazem, a negocei
de mteresse.
o
Na travessa de S. Pedro o. 10,-** andar,
iaHar-se com os herdeiros do capilo Jos Ltra de
Barros, ex-rendeiro do tagenb Nova Aurora, a
iateres'e aos roesmo?, ou saber-se quera seja-e
currespondsute da jniuva do raesra-.
Na estrada do Manguinho, casa n. 2, ainda se
precisa de nina ama une seja boa engomraadeira,
eoutra para servica domestico e algum ensaboa-
do, pagase bom aluguel.
ATTENCAO
O padre provincial da ordem carmelita desta ci
dade previne a quem convier quo nao lovar em
conta o pagamento de foros dos terrenos perten-
centes mesma ordem, que nao foi effeetuado
vista de recibo por elle escripio e assignado. Re-
eife 20 de junho de 1870.
__________Fr. Erico de Sant'Anna Rique
Fabrica d cerveja n,i. rua
da Florentina n. 20.
A O PUBLICO.
Constando a Chaix 4 Gassier.socios e proprieta-
nos da (UNfGA) fabrica de cerveja que existe na
roa da Florenlina, que una pessoa tem espaihado
o boato que era commanditario da dita fabrica,
querendo talvez ilessa maneira realcar sea crdito
commercial, os abaixo assignados fazem a presen-
te declaraca) para fazer sciente ao publico de Per-
namboco, que D3 devem nada a essa pessoa nem
a outra qualquer ; porni se a dita pessoa se jal-
ear com algum direito a ser credora da dila fa-
brica, tenha ella a bondade de annunciar por esse
jornaj, que elles Ihe provarao que suas assercoes
sao tao falsas quanto mentirosas.
Chaix 4 Gassier.
Feitor e trabalhador
Precisa se de am feitor ou trabalhador para
um sitio, prelerese estrangeiro : quem quizer di-
rija-se a rua do Imperador n. lo defronte de S.
Francisco, nos das umis das 9 horas da manhaa
al as 4 da tarde, ou ao mesmo sitio que no
Arraial casa amarella, das o horas em diante nos
das utei?, e nos dias santificados, a qualquer
hora
Caixeiro
Precisa se do um menino de 12 a 16 annos de
idade, que tenha alguma pratica de taberna e d
conhecimento de sna conduca .* no pateo do Ter-
co n. 32.__________________________
'ALERTA !l! ALERTA l
Fogo !!! foso !!? fogo 13
Est bom veritirada a grand^ inconveniencia
que ha nos fopos chinezes, pois a composicao de
seus combustives, todos venenosos, tem provado o
mal que causa s familias, a poni de que fami-
lias inteiras tem licaiio de cama provonienle das
combinacSes de drogas venenosos que sopportam
os taes fogos de bengala. Alertem, que o folguede
prejudicial.
Ama
Ama
Precisa-se de urna ama : na roa do Queimado
n. 12. 1 andar
Negoeia-ee a loja de calcado da rua Direita
n. 32 : a tratar na mesma.
Aluga-se urna exeetlente escrava^ue engom-
ma e lava, para casa de ponca nmiha: quem
precisar, dirija se Sanio Amaro ao sobrado junto
ao ceroiterio ingle*.
CONTRATASE
com quem menos fiaer as obras .precisas de car-
pinteiro no' patacho ingles Resolutien entrado a
pouco com carne secca de Mogtevidr, o qual
acha-se Tundeado no ancoradouro de descarga do
mesmo genero. As propostas secao recebidas
em cartas fechadas M o dia 23 do corrente ao
meiodia no cousoM'iaglet, rua do Traaiche.
Precisa-se alugar ama escrava para-Jraba-
Iho de cata e roa : quem tiver dirija-se a rqg dos
Ferreicos-c!. 1 que achaca com qcsm tratar.
Precisase d** nnr a ama de leite: a tratar na rua
do General Victoiino n. 42, amiga roa do Sebo.
D, Herraelinda do Garmo Macedo Honlarroyos e
sua familia agradecem cordialmente, e dirigem a
expressao mais significativa de seu eterno reco-
nbeciraento, a todas as pessoas que se dignaran)
acompanhar al o cemilerio o corpo inanimado
de seu mni charo e prezado esposo Joaquim Ribei-
ro de Agolar Montarroyos Jnior ; e de novo as
convi la, bem como Vs seus parantes e amigos,
para assistirem a mlssa que celebrar se ha no dia
26 do correte mez, as 6 horas da manhaa, na
igreja de N. S do Livramentn.
PHARMACIA CENTRAL
Rua do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
n5o pode osar dos, e mui convenientes para as enancas
nos espasenos econvulsoes.
PHAHMAGIA CETBAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'acatro em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RUADO IMPERA-
DOR N. 38.
Plalas de VaHet.
Pillas de Blancard.
Pilulas de Dland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confeites de iactato de ferro. '
Pillas de carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodtireto de ferro com mugnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL R'A DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
exeetlente tnico para auxiliar as digesles
diffceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA
DOR N. 38. x
Agua hemosthalica de Lecbelle. mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rbagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA"DENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
bioacSo do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao reccmmendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
PHARMACIA CKNTRAL RUA DD IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo aramia, ferro, ede sade, da
acreditada olcina de Menir.
Saboneles d'alcatro, d*acido phenico, en-
xofre e camphora recoinmendados para as
molestias de pe!'.,, como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de mu'ua ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumara accomeltel-a.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastilbss de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug*?.
Tudo de melhor qualid de.
RUA DO MPERA-
de fundas de
'm*
PHARMACIA CENTRAL
DOR N. 38.
Variadissimo sortimento
excellentequalidade.
mmxmtm. mm^
PHARMACIA CENTRAL ItA DO IMPERADOR
N. 38-
Pastilhas le balsamo de tol e de seiva
de pinito martimo, para ar, affecges chro-
nicas dos pulmes.
Pasihas de therydocio e louro cerejo
para as losses agudas, e de carcter servo*
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecc3o nervosa.
Pastilhas de bypophosjsheto de cal mni
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regoault,
de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e reflgerante, que se pode usar
repetidas vezfssem irritar os intestinos.
FAMIACU-CESTRL
lsaa do Imperador n. 3S.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of weil known utelity to the En-
glish Faculty. asa cooling and refreshing beverage
in all cases of ftver. The frequent use^ofthissa
line preserves foreigners from many diseases to
which ihey are leable bj'fore becoraing acclima-
tised. May b/j nbtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
Para Santo Antonio, 3. Joao
e 9i. Pedro
Na rua estreita do Rosario a. 3o preparam-se
bolos de eocommeadas, proprios estes das, *n-
do encomraendados dous dias antes, e tambem en-
feitam-se, tudo por preco commodo. Na mesma
tem sempre um grande sortimento de beuquets de
cera de difterentes qualidades. e que se vende
tambem por preco cornmodo.
Na travessa da rn*f
das tees n, 2, pri-
mero andar, da-se di-
nhelro sobre penbores
de ouro, prata c brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Agencia em Pernambnco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Gura a_phthysica e todas as molestias do peito.
asa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catb rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zdes, curara e purifican) todo o systema humano
Vende-se effectivameote em casa oe Samuel P
hnston & C.,rua da Sanzalla Nova n. 42.
0 Dr, Sarment Filho
mudou-se para a rua do Imperador n. 23,
2o andar.
Consultas e operacoes todos os dias das
10 horas ao meio dia.
Chamados por escripto a qualquer
hora.
TINTURARA fraieza
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a raaior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, lia, algodao, linho,
chapeos de fcltro e de palha etc. etc.
Tira-so noloas e limpa-se a seccosem
molhar os tecido.), conservando assim lo-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas t-
ras.
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-se bem agradando : na rua Velha nu-
mero 66.
TRECHOS CLASSICOS
Cbegaram e acham-se vea da
NA
Livraria ranceza.
LUIS PARA S. m
A CIGAM.
EGU.NDA EDICAO
Consideravelmente melhorda o augmenta-
da com novas cnaradas e logogryphos
Um bonito volume
ntidamente impresso e brochado.
Rs/ loOOO
A .iceilacao que do respeitavel publico mereceu
a Cigana, cuja primeira edicao se esgoton era dous
annos, nos leva a fazer esta nova, mais correcta e
augmentada.
E^e fado, tao raro entre nos, indica qne a Ci-
gana tem qualidades que a recommendam e htr-
nam-a bemqursta aos laitores.
Com effeito essa filha da Bohemia sabe guardar
conveniencias, e procura, dizendo a sorte de cada
um, agradar a todos.
A presente edicao, inteiramante meihorada, foi
augmentada com novas charadas e logogryphos,
e bem assim algumas poesas recitativas, que boje
sito tao apreciadas no* sales.
Esperamos que a Cigana continu a merecer a
mesma a.-eita ao, e que em breve possamos ver
esgolada esta nova edicao.
Rua do Crespo n. 9.
LIVRARIA FRANCEZA.
AMA
precisa-se alugsr urna ama que seja escrava
para servico de pouca familia : a tratar na rua da
Cadeia do Recife n. 15, loja.
Coinpra-se um sellim ingle era bom uso :
no 1* andar do sobrado n. 36 da ma do Apollo.
Aluga-se a metade do Io andar do sobrad0"
n. 36 da rua do Apollo, proprio para escriptorio :
a tratar no mesmo.
Precisase alugar urna sala para eseriplorio,
no bairro do Recife, sendo as ras da Cadeia,
Crnz, Vipario, Apollo, Trapichee Corpo Santo :
quem tiver annuncie.
Vende-se feijao mulaiinbo e amarello.
em saceos por prego barato na rua do Apel-
lo n. 20.
Precisa-se de urna ama : na rua de Hortas
numero 70.
Criada.
Precisa-se de ama criada para casa de pouaa
familia : a tratar na raa da Imperatriz n. 26, loja.
\ Para Mamaagnape
Al o dia 23 barcaca Motile Chmto, ainda recebe alguma car-
ga : a tratar com o mestre da mesma na esca-
diana,
= A sociedade* patritica b hiana Douj de Ju-
Iho, convida a todas as pessoas que queiram al-
lomar oriancas do sexo femenino, preferindose
aquellas qae nao liverera sido baptisadas, a man-
da-las apresentar as 4 horas da larde do dia 23 do
corrente, na-rua da Aorora n. 70, a&v-npanbaias
cam os seguinies esclarecimentos : nome da enan-
ca, dia, mez e. aano do nascimento, nome da mai e
do* seus senhores. e o menor preco. A ociedade
es peca da philanfcropia dos mesmos seohores rao-
dicidadeyos precm-

3. tratar a -toa. So a, 61, i* andar
Precisa-se de um araassador: na rua Im-
perial n. 193.__________________________
Engommadeira
No collegio de Santa Genoveva roa do Hospi-
cio n. 22 junto ao quartel, contratase un en-
gommadeira.
Offerece-se
um homem para eaixeiro de algum engenho. aoo-
de j lera sido omp/egado lempos, e de que tem
pratica : a tratar na rua do Padre Floriano nu-
mero 18.'
Carvalho dt Nogueira, rua do Apollo
n, 20 sacSo sobre Portugal, vista e a
praso.
Na*praca da Independencia o. 38 se da di
iheiro sobre penhores de ouro, prala e pedras
Preciosas, seja qual for a aoantia; e na mesms
asa se compra, e vende objectos de oore eprata
i igualmente se tu toda e qoalqaer obra de en
'omraenda, e todo qualquer concert 4en*if ctt
i mesma arte.
A abaixo assignnda, na qualidade de curadora
de seu marido o Sr. Antonio Joaquim de F;iria,
declara ao respeitavel publico desla provincia,
afim de evitar duvidas e difOeuldades futuras, que
o mesmo seu marido nao tem al a presente dala
assignado sem sciencia sua documento algum,
como letras, escripturas pubhcas ou particulares,
doaroes, cartas de liberdade, etc. etc., relativa-
mente aos bens de seu casal, dos quaes elle nunca
dispoz de forma alguma. alienando, vendendo on
permutando, durante o tempo que os administro!).
A mesma abaixo assignada convida, perianto, a
quem quer que se julgue, firmado era algum titu-
lo, com direito a taes bens, a apresentar no juizo
competente dentro do improropavel prao de cito
dias, e a contar da presente data (10 d junho de
1870) os documentos que liter semelhante res-
peito : licando de nenhuin effeito loda e qualquer
allegaco que for feita interiormente, visto como
fcil com o actual systema de estampilhas sellar
documentos antedatados, e extorqnidos para lius
reprovados. Recife 10 do junho de 1870.
Henriqueta Amalia de Furia.
Criada
Precisa-se de urna criada hvre ou escrava,
que saiba bem eegommar e tratar do servico in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar no
Manguinho. casa nova dos Srs Carpinteiro", ou
ao eaes d'alfandega velha n. 2 eseriplorio, paga-
se bem.
Na rua da Madre de Dos n. 3 precisa-se de
urna criada para todo o ervico-
ATTENCAO
u doao do armazem de carne o. 40 da rua da
Praia previne aos devedores do mesmo armazem,
que nao paguem desta dala em diante a Jo do
Reg Mello, sob pena de pagarem segunda vez ao
sea verdadeiro dono, que no armazem sab?rio
quem .
Ama deleite.
Precisa se 4e orna ama de leite : na rua da Pe-
nha n. 25, i andar, paga-se bem.
s
5
S
PR1MEIR0 K ANTIGO CONSULTORIO H
HOMEOPATHICO
FUNDADO PKI.0 DR. SABINO fifj
HOJE DIRIGIDO
PELO
DR. SANTOS MELLO.
43Rua Nova n.43
0 Dr. Santos Mello de volla da Baha |
continua a ser encontrado todos os dias jtg
das 10 horas, ao meio dia para consultas. 8
Chamados a^qualquer hora do da ou 1
da noute.
Gralis aos pobres.
43Roa Nova n. 43.
I
Confeitaria dos ananazes.
16Rua da Cruz16
Santo Antonio. S. Joao e S. Pedro.
Amenddas, as mais apropriadas para sortes,
vende-se em arrobas e libras; papis j promp-
tos com estallos para serles ; recebe se encom-
mendas de bolos pes-del eneilados ; as encom-
meudas recebe se com aniecedeacia e as ameDdoas
em arroba ierran abatimenio no preco.
Precisa-se ue una ama para lodo servicu de
urna casa de pequea familia .* na raa do Aragao
n. 38.
Na rua Primeiro de Marco n. lo, eseriplorio,
recebe-se proposias paia a collocacao de vidros e
pintura no predio n. 23 roa da Cadeia.______
Desappareceu no dia t de* jnuho correr
duas bcslas com os sigaaes seguinles : urna mel-
lada, nova, magia, clinas pretas, cauda aparada;
outra rossa. m--gra, pequea, poidra.'e ambas com
o ferro triangular na anca do lado diceito : quem
apprehcndejas avise no engenho Cordeiro, que
ser genere smenle gratificado.
Precisa-se de urna ama para casa de urna
senhora viuva com um iilbo *. a tratar na rua do
Amonio n. 35.
Fariuha de naadlnea.
Da melhor qualidade e mais barata do que em
ouira qualquer parle : venden) Amaral, Moreira
& C, no caes da alfandega p. 7.
Precisase de urna ama que saiba euaiahar e
1.15a as compras para rima pequea familia, pre-
fere-se que seja escrava : para tratar, na roa No-
van. 40, 2o andar.
Precisa-.-e de um crindj ou criada f.irra .*u
escrava para casa de hornera solteiro : na rua da
CamboadoCarmo d. 21, 1 andar.
LIvie on escrava
Precisa-se de urna ama para o serv5o de tres
pessoas .- na rua estreita do Rosario n. 45, pri-
meiro andar.
Na rna da Aurora n. 34, 2 andar, prerisT-
se de um bom cozinheiro.
Precisa se de urna ama na rua estreita do
Rosario n. 43, Io andar.
Ninguem duvide que ha
Chapeos do sol de seda a 54 cada um : na leja
das 6 perlas rn frente do Livcamento.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel
corpo c.mmercial, que ven rua do Progresso n. 16. e que julga nada dever
ao raesmo commercio ; porm se alguem se julgar
eredor, queira apivsentar sua conta legalmen/e no
praso de 24 h^ras, que ser promptaraente satis-
feita. Recife 18 de jun- 6 de 1870.
_____________Pedr da Hora Santiago.
O Sr. Joao Gil Paes Barreto iliamado a
comparecer com urgencia na rua de Santo Ama-
ro n. 6, 2" andar.
Precisa-se de nma ama para servico de pe-
quea familia : no largo do Paraizo, 2o andar do
so' rado na esqn na da travesea do Ouvidor.
Aluga su am moleque de 12 annos, possanie,
j cam principio de cozinheiro, habilitado para
comprar : a tratar na rua do Qoeimaoo n. 4.
Sortes
Para S. Joo e S. Pedro.
Acham-se venda sortes para as noiles de S.
Joao e S. Pedro, iropreeaai em papel de -ur. e por
pre5n o mais commodo possivel: D rua do Im-
perador n. 15, defronte de S. Francisco.
PARA DIVERT1ME.NTO. '
Achara-se venda na rua do Imperador n, lo,
defrente de S. Francisco, um rico Sortimenio de
folhetos, de Magalona, Juo de Callis, Poriena o
outros muitos que nao se enumeran) por nao alon-
gar mnilo o annnncio.
A'tengdo.
Vende-se a taberna da rua da Amzade n. 2C,
na CapuDga, propria para principame por ter boa
armarlo e pouco? funden : a tratar n mi>sma.
Atteucfio
Precisa-se alugar um sitio nos seguinles arra-
Daldes : Manguinho. P,mie do Ucha, Caminho
Novo e Soledade : qiem tiver dirija-se rua da
Cruz n. 38, armazem. ______
icurro iara veadr
Vende se nm burro : na fabrica do gaz.
Attenco
0 abaixo assignado faz scionte a qnnn
convier que a zrrernataco dos bens penen-
cetitra a herarg.; jaceoCe do finado tonenie
Jos Joaquim Lopes d'Almcida, foi transfe-
rida para o dia 22 do corrente por nao te.-
si* o "citado Joaquim Loos d'Almcida de-
positario dos mesmos bens. O mesmo abai-
xo assignado convia aos aevedorea da
mesma heranca a compaicctrem tm so
casa, rua do Bom-Snssessi* n. nu praso
iraprorngavel de quinze dias, para sati !a-
zerem os seus dbitos.
Olinda 18 d junho de IS70
Manuel Joaquim de M randa Lobo,
Curador d.i heranfa.
O aDaixo as>ignado, profanor pablieo da 4"
cadeira da freguezia da Boa-vista desta cidade,
avisa aos Srs. paes de familia que est ab'-ria a
matricula da sua escola, na roa da Gloria o. 102.
Flix de Valois Correia.
Sitio para alugar
Aluga-se um sitio na P.is-agem da Magdalena,
com grande casa de sobrado, com 4 sala-'. 7
quartos, sala para engmenlos, dispensa, cacim-
ba, quarto para pretos, estribar ia e coxeira. e D as
arvores fructferas: tratar na roa do Vigario
n. 21, cem Domingos Alves Matheus.
Ottoui
Geometra.
3" edicao
1870.
Livraria Franceza.
Precisa se tio .-rnente para engomrcar : na roa
da Senzaiavelha h. 96, padaria, achara com quem
tratar.
AMA.
Precisa-se de urna ama para todo o aervico de
nma asa de pouca familia : a tratar na rua de
Hortss n. PR____________________________
Uuio Nova,
Roga-se a lllnstre direeco da partida do dia
23 (leste que nao deixe de convidar a' chusma
los phosphuros dos votos de grasa de S. Joao
Felis 11 e bem assim os respectivos capangas.
Pais de familia alerta nao baratis a hmestiib le
e honra de vossas (libas, ei-sa casa bao est na
altara de.ser visitada por aquellas que Dos u*
conflou. Aviso
De d-rei Nababo.
Lisboa
Geometra.
Compendio da escola normal.
Vollume encadernado
2i000.
Livraria franceza. ______^^
1
Attenpo
O abaixo assignado prinwiro^tarnenteiro de
sea irmao o fillecido Francisco Pinto Osorio pre-
vine aos devedores do mesmo Uado, que nao pa-
guem contas que nio forenv tiradas pelo inesmo
abaixo assignado; assim como declara que para
raaior seguranca para marcar o papel de ditas
contas com o sgnete do nome do mesroo nnaoo.
As contas pagas da presente data em dlanle, que
nao estiverem oas condiedes cima nao serao at-
tendidas. ,n_
Recife, M de junho de 1*870.
Antonio Pinto Osorio.
7 Ama de leite.
Precisa-ae de ama ama de leite : na rua
Duque de Casias o. 4, luja do Rival sem segundo.
i


-
V

/
/
Diario de Pernambuco Quarla feira 22 de Junho de 1870.
AO ARMAZEM
i. MU 11H. 7
Acaba de chegar a este eslabeleciniento novas facturas com
artigos abaixo mencionados a precos os miis resumidos que possivel.
importante sortimento dos
FOGO CHSNEZ DE SALDES
Para os festejos de S. Joo
Grande variedade destes lindos foguinhos de artificio chinez, de vista de cores e editos ma-
gnficos de sorpebender, fabricados propramente para saloes e seren sollados por meninos e me-
ninas sem o menor receio de serem offeodidos.
BALLOES aereostticos
cores feitos na China, com 6, 8 e 10 pal,
espirito de vmho, podem ser soltados das
Estes interessantes boloes de papel de seda de
roos de altura; muito elegantes e faoeis de subir tora
varandas.
PAPEL PARA EMFEIT IB BOIIOS
Papel rendado muilo bonito de diversas larguras para nfeitsr bollos de S. Joo, precos
baratissimos.
LUVAS DE PELUCA
Do afamado fabricante Joavin.
Sortimento completo de brancase de cures, muito boas dee escolber, em quanto ostao bem
frescas e sorlidas.
BOTN as
Para elaboras e mectiuas.
Botinas pffetas, brancas e de maitas outras cbem sorlidas e bonitas, do uttimo go-*o da
moda.
BOTINAS, BOTAS E PERNEIRAS
Para bomcos e menino*.
Botinas de bizerro, coTdavo, lastro e pellica, binas russiana* 4e hizerro e de lustre, per-
neiras Oe lustro unto para fcor. Sapatos
Sapa-tos de borracha para homens, sonhoras e meninos, sapaos de invern para nemens,
ilitos e lustro com lio para homens, ditos de tapete aveludado, de -casemira e-de tranca fran-
ceies e pOrtufuezes para homens para sonftoras e para meninos.
PERFUMARAS
Finos exiraotos, tianhas, leos, agua divina, de cologne, i> tavandp, e 4e florida tintura
para cabellos, pomada angroise para bigoties, pos de arroz e sabonetes.
Quinqulharias
E pelhos grandes-e pequeos, leques, alhuns e eaixilhos para retrato?, eslerioseopes com
bellas vistas eccolhida<, bengallas. chicotes, correntes 4e plaqu para relogios, grvalas, oculos,
lunetas, c>i-xiohas de costera ornadas owci msicas, potographias. -mgicas, cOifre^nhes mgicos
paradesapparecer aunis, ditos ditos para reloiios, jagos de domin, bagateila, Tedetos, e outros
muites jogintios francetes e allemes farros* com bouquels de -llores de pnreetanas r*ra san-
tuarios, cestinhas diversa* para braco de meninas, objertos de phantasin diinrados para toilttes, ri-
cas escovas para caballo, para vestidos de senhora, para chapeos e para barba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jur para canaieiros a gaz e para Linternas de piano, eaiilnnas de
msica do dar-se corda, ps de vidro para pianos, realejos grandes e pequeos, awordions, cosmo-
rama3 com as mais importantes vistas, molduras douradas para qadros, bonitas estampas de pa-
zagens, de figuras e de santos, carrinhes de 3 e de -4 radas para conduzir meninos a passeios, ma-
las e boleas para viagens, berros de viraes os mais commoilos que ha para ancas.
Para este artigo nao ha espaco nem lempo para a mas-ante kitura da infinidade 3s gene-
ros de brinquedes fabricados ern aiversos paizes da Europa.
ATTENfAO
O d.no dccte estat;lccimento pde ao publica em geral que continu a
icano as qulidatles <; o precos barat* de ditos objectos por sern viudos ai
unta* propria.
visitakt veri-
direiuira e de
Ao commercio
Um moflo vTnegado ba pouco da Eoropa, tendo
algum connecimento do comraercio, bem, como da
lingui franceza, offerece sen prestimo ; qaem
d'elle carecer, queira deixar carta fechada com as
iniciaes H. C. S. II, no pateo de S. Pedro n. 17,
sobrado.___________________
Plan para as extractes das
loteras, approvatlo pe Eim.
Sr. presidente da provincia
3,000 bilhetes a 8J00O .... '^000*^
Impustos, beneficio, ^ommlssao, etc. 7:110.3000
Liquido
1 premio de .
i dito de .
1 dito de .
1 dito de .
3 ditos de lOOOOO
6 ditos de 40*000
24 ditos do I6 .
683 ditos de 8000
16:590>'JOO
" 8:0003000
1:300*000
600*000
302*000
300*000
240*000
384*000
5:4645000
720 premios...... 16:590*000
N. B. Os premios de 8:000*000 e 1.300*000 es-
tao sujeitos ao descont de 20 010 por lei gral e
provincial, e o de 6005000 ao de 5 0|0 por le
provincial, os quacs estao sujeitos tambem por
1*4 provincial ao imposto addicional de 3 0|0 sobre
o descont de 5 0|0
Thesouran das loteras de Pernambuco 14 de
junho de 1870.
O thesoureiro,
Antomn Jos Rodrigues de Souza.
ATTENCAO
O abaixo assignado acaba de deparar com i:m
annuncio mcogmto no Diario de Pernambuco de
hoje, no qual se previne ao publico para nao pa- i
g.irein ao.abarxo assignalo a carne que corpra-'
rem no referido arrrazcm n. 49 da ra da Praia
desta cidade; -e como nesse armazem sao socios o
abaixo assignado e Antonio Joaquim Machado, por
isso o abaixo ass gaado pede ao autor de dito an-
nuncio. que "firme o seu nome para ser reconheci-
do pelo abaheo assignado como o dono, sob pena
de ser considocado como calumniador. Recife 18
de junho de 1870.
los do Reg fflel lo.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na roa-do Gabug n. 4 eoit;tra-se ouro, prata
pedras preciosas por presos mais vantajosos do
jue em nutra qualuuer parte.
As seguintes obras
A trgem do mosteiro, e as.memorias de Ri-
cheliett, por Jos Victorino, ambos encader-
nados em um s vol. por 3000. Ools
cont suisso, ene. ^ vol. por iiJOOO. Canto
d'alvorada, poesas por M. da Rocha, 1 vol.
ene. por 3|$000. Flores singelas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasans. Illuses perdidas, por C. de
Azevedo, tado encadernado em um s vo-
lme, por 85000. Jovita a voluntaria da
vwrte por J. Ce Alberto, scenasde um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 35000. Palmyra, a ceguinha bra-
Sileira. romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu, ene. em om s vol por 5$.
O camlheiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as colleccoes de leis
provinciaes faltando-'apenas 3 annos, por
20OOO, tendo 27 vol. me brochara, tam-
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e qne tudo se vende por preco em
conta. Q[nem quizer dirija-se a esta typogra-
pt ia que se dir quetri vende._____________
Vendem-;e 12 escravos, sendo 5 pretos de 18
a 30 anno?, proprios para todo e qualqiur servifln,
tanto de casa como para agricultura, assim como
um mulatinho de 17 anno?, perfeito copeiro, 6 es-
cravas de 14 a 30 aonos, todas prendadas: na ra
estreila do Rosario n. 43._____________________
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desejar de bom. a garnel a bor-
do do patacho ioglez Mary Block : tratar com
Tasso Irmaos 4 C. ra do Amorim n. 39.
Ferro gaivanisado
VeBie-se em casa de Adamsoa, Howie & C, na
ruado Commercion. 40, folhas de ferro gaivani-
sado de 6, 7 e 8 pes de comprtmento.
Para S. Joo
Vndese massa secca para tolos, tanto em por-
cao como o reulho a mais bem feita que se pode
eliar: na bem conhecida asa da abobada da
Penha n. 37. "-SI
I IIIM
.60
- Loja ingleza.
(}0_Passeio Publico.
Neste grande estabelecimento encontrar o res-
peilavel publico um grande s-irtimento de fazen-
das de todas as qualidadcs, s.-udo lBgei e fran-
ceias que se vendem por muito menos do quu em
outra qualqusr nnrt<*
Como sejam :
Chitas escuras o claras, finas fie rrrs fixa a 2iO,
260 e 280 o covado.
Cambraias de rres, padrOes moderno? a 280 e
320 o covado. i ,
Laazinhas muito linas, padrOes de gosto a 400 o
covado.
MadapolSes finos de 4*000 para cima.
Algodao braneo a 3* e 4*.
Cortes de fustao para calca a 1 *.
Ditos de brim pardo a 1*, 1*200 e 1*500.
Ditos de casemira preta a 3*000.
Calcas, paletots e rolletes de tedas as qnalidades
e precos.
Na loja ingleza do Pa^seio Publico.
FGGS,
wiia-i e
84
A 500 rs.
Vende se tinta roxa e preta, costando quhJhen-
tos reis cada botija : na raa de Santo Amaro nu-
mero 5.
Comfjram-se e veodem-se diariamente para ora.
dentro da provincia escravos de toctos as idades,
aores e exos, cora tanto qae sejam sadios : oe
serceiro andar do sobrado n. 36, roa das Gruzes,
Vpguezia de Santo Antonio.___________________
Uom muito maior vantagem coraprau-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
toja de joias do Qoracao de Ouro a. 2 D, ra o
Cabog.___________________________________
"Lomprase urna casa terrea tioa, .-imada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Flureoti-
oa n. <>.
Compra-s urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicao cu-
mero '<.
Domprani-se
Moedasde ouro e le prata de todas as naces :
ra da Cadea do Recife n. 58, loja de azulejo,
ua
= Comprarn-se selliits usailos : n.i ra daCa-
deia n. 9, luja lo t^llerro.
Compra-se nin dicionario iftGiez, por V-eia:
a na da Cruz n. 13. armazem.
Carrosa e boi.
(Vtmpra-se unsa carrosa e um boi
manso para a mesma : qieai tiver e quizer
vender, dirija-se t 'a das Afrnas-Verdes
' n. 46 segondn andar, ds 8 hor-s da
uiMiliSa al as II, que ah encontrar com
quem iratar.
51Ra da Cadeia do Eeeife51
Chama a atten?3o dos seus innmeros fregueses, e to respeitavel publieo e
geral, para a seguime tabela dos prfvjss de sua casa, os quaes sao vinte por cent
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabeeir^s para senhoras a 25i?,
30iJ, 3a e. .
Ditas para homem a Coques a i.', I5t?, 18. i0&,
25, 30* e ......
CraMeotes a l '.$. I8<|, lSy, ,
ZS, 304 e ..._.. .
Cachos ou crspos 65, H, U. M .,.-
Tranca de cabello jtara annel t.
S00 e-
Tranca para Bra--loses a 105,
154, 205, 25
405000
50^300
"05000
Cadeias para
74,85, 95.
relogio a
54, 6*5,
124 e.
. Corte de cabellOj ..
Corte de cabeo com friccSo. -
;:5000 c^r,fl ^e caDe!io coai lavagem a
15500
50
SO*
14001
champou
104000 ^rle ^ ca^c'locom 'iaipez da
cabeca pela machina electri-
15006 ca, uwca em Pernambuco. 150w
; Frisado ingiera- ou a franceza. 50<
305000 Barba. ,...... 25<
ftSSIGNATURnS ISENSAES
Especiaiidade de penteados para casacnento
Bftiles e KoEren
O deoo do estabelecimento previne s! Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavafeeiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
sa'So para tintura dos cabellos e DaAa, as-''ba- mic.a ad",Ja ,ua EsP?s*3 ?JjS
M,dU1 iiiuia cor nao prejudicial a saude, por servo-
sim comp um empreo gmente flceupa-atil, analysada e approvada pelas acide'
do nesse servico. m';,s de setnelas de PARS E LONDRES
b m r> _,
a. 5 S'SS 3
Sg o s = -~
ISs2l'tii
II-lis-II
^ o 2. o -
t,o
z> S 3 =
B
'. S. 3
-^ d
i 3"
1Z
O ce
P-d
1?1
BftOagS
9 O) A M =T. r
3 V> ^_ tJ3 O
3 => E ? 3
lEflftl
s>a s
O -3 ~
x S 3, cd 5
O = 5' 6
= J2
, ^.-j 3
o
II*
S h a 3
' "col-
-3 2.1 S
-8 3 6'
M ^S-2
I
o
a> ce
2-C-.
3
"si
o -
&
E.
S
<^>
^
' B
g
o
as.
o
% s> *
*.
y^BAS.
V>oJo-se 11111 pretn de :neia idade, psenle
e wm Iribalhor : na ra ila Oait^ia r. 4
Vnde-se ara umMMDtu pera mi wlchrar
mi^a, 'omplcto com dous aj^iaMlx)-: quemare-
leader (*ode dirigir n a ra de H't-picio u. io.
Camaroes seceos
muito superiores.
X roa da Cadeia do Hacffe >n. 53, ar.iunsm
Uniiii Uercanul._____
Farinha de mandioca
da Babia.
No tserijuoi'io de fn$/tm Geraldo de Ba*fcw ;
ra to'Vigacio n. 1C. primeira andar, vende-ce
farinna auiiio ulva, fina <; lucrada, saceos le dius
alijueirop, por'menos do queni outra iiualqua-.
parte. ________________
VefitJ'i-si: nina cania de cusa! em milito boa
anudo ) una madrina de <* da do Hio em de Cbnsio rauitn Itonila com todos os seos
^lertcnces J prata-, na mesma casa vende-e o
tai xampe de ju pwparadn Bu scrlao, uito bom
para niolesa do peito.
Vende-xe um grande siito *a trras (roprias
cob) una grande casa do morada outra ainda
por acabar, ca^a de forinlia COHi avuiment?, bas-
lanies arvoredos de fnwto de difliT^tites qualida-
iles, muita trra para planUco de ledo, muilo ter-
reno para safrejar 4,000paes de asscar por anno,
pastw para cavalto e vaccas de. leite, muil.i pe rio
do ftacife, na Ibura : a filiar na ra Augusta nu-
mero 79.
Luvas.
Chegou pelo vapor fraacer, ura grande sorti-
mento de fluvas de pcIKica de Jouvin, trancas
pretas e de cores. Em casa de Andr Delsuc, ca-
belleireiro, roa do Primeiro de marco n. 7, t an-
dar.
Vidros para vidracas de todos os tamanhos
e em earxas, vende Bartholomu & C, em sua
pharmacia na ra larpa do Rosario n. 34.
Farinha de mandioca
igual a de Muribeca.
Em saceos de dous alqueires e de panno de
algodao, cuja medida correspoude de S a 8 00
mais do que a medida aqu e do Rio de Janeiro,
vndese a preco,menor do que em oualquer ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos GonQal-
ves Beltrao, em seu esenptorio a ra do Commer-
oio n. f7.
Esttm.()ilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 58, loja
do azulejo. -.
Vende-se a casa twrea n. II, em chSos pro-
prios, sHa em Olinda ra ('> largo do Amparo,
com i cuartos, corredor ao meio e duas salas : a
Hitar no Io andar n. 5 ra da Cadeia do Recife.
*echiuch a 7$ e 9$.
Vende-se calcado francez obra muito boa pelo
diminuto preco de 75 e 9, assim cumo calcado
para crieagas a 200, baratissimo: veaham a el-
les antes que se acaneni, naDera conhec-Hla loja de
iniudezas da ra da Cadeia u. 50 A, confronte a
ra da Madre de Dfos.
S. Joo
4. Pedro.
Grande deposito de fogos artificiaes para os fol-
rucdosdesenlioras e crianzas as dias do Santo
Antonio, S. Joao e S. Pedro, a sab< r: pistolas
brancas de 3,', o e 6 balas.ditas coloridas de 3, 4,
5 e 6 balas, rodinhas brancas e clondas fonlan.is,
craveiros, cbafarizes em nooto pequeo, rodinhis
com illuminacao color las, fogos de bengala.logos
do arde l e 3 bombas, ditos de luniba real, tan-
ques chinezes, baleszinhos de .1 e 4 palmos, pro-
prios para soltar ero varanda com espirito de v-
ntro oa mestno gaz, alem de outro maior sortimen
to que s com a vita do comprador : na ra l)i-
reita n. 53. loja de Lenidas Tito Loureiro, amiga
loja do Braga.
viva s. jlo
Rna nlreita n. 53.
Completo sortimento de facas e garfos de ba'an-
qo de l e 2 hotdes, bandejas 'chinezas com lindos
esmaltes, culheres de metal de principe para cli
e sopa, trens para cozinha, salitre, hreu, barbante,
epxofre e papel, alem de um ciimplato sortimento
de ferragens, mindezas, cntihleirias. maehmtu pa-
ra descaro;ar algodao, moinlios paia cal, etc.,
tudo por meno preQo do que em outra qualquer
parte : na ra Direita n. 53, loja de Lenidas Tito
Loureiro, antica loja do Braga.
-----,-------------,--------------,----------------------
Rival sem segundo,
RA DUQUKUi: CA\I i% V. .9
(Aniiga ra do Ooeimado)
Contina it vender ttMo muito faet t
multo barato a saber:
Quadernos de papel pequeo a. 46
Libras de areia preta muito boo. \'
"Fesuuras finas para luibos e cof tu-
ra a......., f ? '
Papis di! agn'ljas n'aoccW a lir-
ia a. .... m
Gaixas com seis Jabonetes de fruta IjjOOfl
Libras de 13a para boid^r Ic'todjg
as corea a.......c.h> Caivetes finus pata aparar pinas
lapis a 500, ItN..... 1 800
Garriteis de linha Alexandre a. * Frascos com azeite pra DMciiinas 50
Grvalas de cores niuilb tinas a -itK
Grozas de bies madepersla ti-
nissimos a ....'.. 800
Pares de luvas de cores muito li-
nas a 30e. ....*.. !J
Novello de linha de 400 jardas -:i-
Caixas com 100 envc.'opcs muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteitos com t-nta preta a80rs. e
Pegas de (ila elstica muito fina a
Lata com superior banha a KiO e.
Frascos de oleo Pliilocomo moho
fino a. '.....
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca per-jla a. .
Frascos de extracto muito b Ditos a
Duzia de sabonetes muilo lino. ;i.
Sabonetcs in^lezes a 000 rs. e. .
Frasco com agua de colunia Pivcra
Dito de oleo babosa a.....
Caixas de [amparioas a. .
Sabonetes a forma menino minie
superiores a. ...... ..
uartilhasda doutrina fazenda novaa
Libras de linha sorlidas de ludus w
nomeros a........
Duzia de pomada do Foilo muito
superior a.......
Babados do Potto, largos a I60e
Capachos muilo bonitos e grsmlesa
Carritois de retroz prt'o, com 2
oitavas a........
Agulheiros de OSSO enluitodus a. .
Libra de lijiha franceza nrperior
qualidade a.......
Caixas (fe paulo do gaz a. .
bonecas de cera muilo bonitas de
50U rs. ........
' i
fiOfl
ion
aoo
san
:>l(;.
7U
l-2 "
at'd
BOO
W
240
i'U
Ij80f1
Saceos de estopa
"Vendem-se ptimos saceos de estopa, proprios
para assucar, milho, farinha etc.: no armazem de
Adamsnn, HoWie & (',., rna do Coinmercio n. 40.
A 50000.
Vi-noVm-se botinas de cores para senhora pelo
diminuto preco de oipar, sao cores 'bonitas o
obra bem feita : venhsmi rna da Codeia a. 50 A,
'ja de miudezas confronte a ra da Maiir: de
De >9_____________________________________
Mais.burato Jo que-ern outra qualquer^-.
parte.
No porto da travessa de: Coelhos acha-se cons-
tantemiHite lijlo groseo "fino, tapamento, telhas,
c grande poro de areia,;ue se vedem avontade
do comprador por menos prego do que em outra
qualqoer..parte : assim como se encarregam de
>:ni'c<-:r matenaes para as obras, para o que h?
raiou e arrocas
i*ara Kaute laocio. K. Joo e
. Pedro.
Na muito conhecida loja de ferrgens na ra No-
va n. 39, de Souza 4 GuimarSes, acha-se um lin-
do e variado sortimento c!o lodos os fogos artifi-
ciaos dosmelhores fabrieautes desta cidade, on-
tenda rodinhas, pistolas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, craveiros. illuminacao e tra-
ques, etc.; assim como um linilissimo e variado
sortimento de fogos chinezes recentcmente choya-
dos, proprii>s para cr:an;as, os ouacs podem ser
sollados ern nalo. Avism mais que existe lam-
bem urna grande quanfidade do sortes le todas as
qualidades, como 'ejam, sortes com estampas, ditas
sem estampas, ditas m cartSM com per:unta e
resposta, ditas em livros, ludo por precos muito
commodos, qne admira : na ra Nova n. ;il).
mm mmmm wmmm
SOK
7'<0
240
1W o
i
J*cn
M
m


Sani'iM e bail'.
Cbegaram leja do paco as ricas sahidas de
baile, as45iiii Cmitu os ricos enchovaes de eambraia
bordados para crianr.as se hiiptisarem, aclig i este
o melbor^ne ha no mercado, assim conw teaioe
aran e sunuueiiio de nutras muilas fazeodas de
wstJ o nov.idade p >r lodos do pago ra 1 de Marro jo. 7 A.
mwttmmwmm mmmmm Kwmwmmmiuw
Vende-se- taberna sita ra da Senzala-nova
n M. propria para principiante, e bastante afregae-
zada : a tratar na mesma ruaa. 22.
Formas de ferro
Para purgar assucar ; ainda existen) algumas,
e recebe-se cBeainir.i'ndas, para as que est^o em
viageni, a prego rnmmodo : a jua da Cadeia n.
, armazem de P. Barroca.
:'.lta iovidade
NA
Loja dopa(;o>
Cue^aram pe|o ultiiiio upor francez as ricas
chapelirus de palha de Italia, ultima tiovidade de
Pan*, chapeos de eludo e patria tambem os te-
mos de muito goslo, postilh5cs o ba<'uas de gor-
goreo preto muito taperior .'"in YMH lagos de
se un : na ra 1 de Mirco 7 A. luja do paco.
Aviso especial
Aos amantes do bolo de S. Jo3o ? S.
Pedro.
Manieiga flor a 800 rs., dita f anceza a 7*0
ar&iazein do Hibelro uo pateo do Carino n. 9.
ni.
Milho a 5IS00 o nceo grande, traques n. I a
340 rs. a carta, velas de sp.rmacele a ti40 a libra,
gomraa de milho a 360 um paeote, vinho Bor-
deaux a 11 e C4500a duzia, e 040 a parral, dito
Figoeira o inelhor que ha uesse genero a 560 a
garrafa e 4 j a caada, dito verde causa nunca
riita a 560 a garrafa, touciabo d Lwbo novo a
400 rs. a libra, ma-ueiga franceza a 760 a libra,
em arroba se far algum agrado, 4 multo* al*
gjneros que eofadonho annunciar ; ludo menos
vrote por cento do qne em outra qualquer parte :
na Cambo do Cumo n. 2, esquina da ra das
Flores, armazem de Siqueira A Irmao?.
ATTENCAO
\ Fazendas b rata- com
t que 4e avaria.
t A* ra rfo Crospo n. *5.
ma MADAl'OLO fine a 4iS00, 04. :>:M
^ e 6*000 a pega.
gg ALGODAOZLNHO a 34000 a pega.
g ALGODAO americano de listras para
^' roupa de escravos a 240 o covado.
gj QUITAS matizadas e miudiubas a 240
o covado.
CAMBRAIAS linas de cores a 240 e
QJl 280 o covado.
S CHITAS escuras de superior qualidade
a 280 o ovado.
| C.RTE5 de caiga deusto a 1*100.
a LENCOS finos de cambrata a 25500 a
g" duzia.
COI1TES de cambraia de barra com
Sduas saia a 65 o corte.
BASQUINAS 1e grosdensple ricamente
enfeitadas.a 18i ALGODAO azul com 36 eovados a 5
a peca.
D)-se amostrai na ra do Crespo u.
23, loja de Manoel Dias Xavier.
ig Fzcodas 6anas vha
J ie ararla
RA DO CRESPO N. 5.
CHALES de merino lisos de todas as co-
m res a 800. l, USOO e 2 cada um.
8S MADAPOL40 algodao. chitas e cam-
~j br:ii;s brancas.
IBB DO-SE arrostras na rna do Crespo n.
8jt 23, loja de Manool Dias Xavier.
Terrenos
Vndese nm terreno na ra de .uiz do Repo,
em Santo Amaro, com 300 palmos ie treme e 640
de fundo, com urna casa terrea edificada 110 mes-
mo t>rreno : quem n pretender, derija se a ra
Nova n 22. que achara com qnem tratar.
A economa las fa-
m
M
milias.
a
Jacaratida
Vendem-se 44 toros d Jacaranda de muito boa
ij'ialidade, viudos polo brigue Confum^i : para
ver, ni trapiche do Angelo, e tr.itar na ra Omita
r. 31. armazem.
MEDOTs '
coof-itadas a i a libra, pipis para sortes a li r
cento : na c-nfeitari;i dos ananazos,
Vende se a padana la rna da Guia n.-56,
por se.u dono querer rminr-se nor seachar doeote.
O estabelecimeiilj d ra das Cruzas n. 4J,
lem para vender: amendoa* oiabitada, b&Jai
cnpi ctall #, iofeiles para bollos urna variedade
de confoiio, inrtiolni.i'. liw de aranja* passa-
rnlio' t-m flores, papis com estallos para serles,
e ditas francezaf ero pcjneantaj conchas de as-i
sacar.
Acaba de abrir-se de novo a loja e armazem da
Arara, na ra da Imperatriz n. 72, que lendo con-
cluido todos os sens negocios commerciaes ; ago-
ra vai fazer uina liquidagao de todas as suas fa-
zendas sem reserva de pregos, com o lm de
liquidar ; por isso se convida a tudas as familas
para mandar ver as amostras de todas as fazendas
para ver as qualida'des.
A SABER :
Alpacas de cores pera vestido?, sedas de cf>r\,
atoalbado de linlio, bramante de linho, organdis de
cores, cassas rancezas linas a 2;0 o covado, chi-
tas francezas escuras e claras a 240, 280 e 3C
grosdenaplos pretos d) todas as qualidade?, :. o
hranco liso e lavrado, hrim pardo a 300 o metro,
brim braneo de linho fino, gangas para caiga a
320 o corado, castor "para calca a 160 u COTadn,
casemiras preas para caigas, pjno tiuo preto de
todas as qualidMdes, c.vomiras de cures, roopis
fetas de todas as ioalldaV'. palelots de ganga a
25000. ditos de brim a 21000, ditos de alpaca a
25OOO, algodao a 4'00 a pessj, madnpolao a
33, roberas de chit^ a 13, cobertores de algodio
a 1|S400 c o.itras muia fazenda* que. se vndem
em reserva de pregos. para liquidar."
Na frente da loja lera dous letreiros com letras
encarnadas e-i que diz liquidarlo, que principiara
hoje.
Antonio Jos Sarniento de Benevides e $eu ;r-
rnao Luiz Jos deS Benevides, miradores e nego-
came- estabelecidos com loja de fazendas na ma
do Cmiorercio da cidade de Souza, provincia da
Par.ihybo do Norte, fazem sciente ao re.-peita \ el
MMitM e especialmente ao corpj do commenio
das pncas do Recife, do Ceara, que de hoje m
(ian'e se acham associndos e miiluamenle obriga-
diis [cerdas e ganbos, coniratos"e ohrigai^es len-
dentes meso.a sociedade. que gyrar sob a tlrcia
Sa rulen o de Benevides & Iriuio. Cidade de Soit-
z 21 de maio de 1870.
Vndese a arraagao da loja de fazendas da na
da Imperairiz n. 5o. denominada G.iribaldi pci
se tema reco'mmend.idn por ser muito grande e
tpr proporgdes para iim gr.-mde esiabelecirronto de
qualquer natureza : tratar na mesma roa o.
72. loja da Arara
yENJIE-KE
Farinh? e milho ma's barto o que em
'jualijuer paito : no trapich? Cua
outra
A ra do Duque tle Caxias 11 2).
(ANTIGA RA DO OFMADO)
Nao foi sem futidiirr.r'.lo t;tie a NOVA
ESPERANCE letn deisado le l'azer os sew
annuncios. a razio simrilrs, olla eoltfxk
que tudo cm demasa abunece... por sc
eomo j;i tinhadilo e scientiboado ti sua t>>
freguezia o qne constantMneote ia reerbeo-
do, ou tivesse feito militas vi zes, receiot:
tnrnar-se massante, assim pois rrcolheu-se
um potco ao silencio, mas nunca defecando
d'empregar Of verdadeiros esfi'iros, j in-
tratando maior numero de convprnideiitet.
na Europa, j descobrinrio i-bjeriog doma*
porado gosio e Kaaltnenie ass'gnando >
Jornal das Familias, a ijn.il vrm scnipi*'
ornado com figulino*, modernos moldes pan
vestidos ule etc. para dista forma metto
servir a sua contante freguezia e com <+-
oecialiiiadi; ao bflio i*xo, i (jw 1:1 :i NOVA
ESPERANCA ufana se em ulfcrecer-llMi
seus serviros, 3f>ressando-se oo j en
declarar ^ue lem rwebido ultimamenit
nnireiri'ios e baba<:us bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinios de scja -par
baptizados.
Finas toncas e cambr;ia bordada par?
o mesmo lim.
Meiasde sida e-iodc escocia para cria:
cas;
Dedaes d'osso, marlim, a?.o e madrepe-
rola.
t'ptimas navaas, afiadores e massa para
as niesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nbos.
Bonitos sapnnbos ctmi tiqu i;-.'i. stod
com sal 1, para necinus 1 11; u:i* de!
a doZB i'i.'.-'S.
Bous hrntes com cio melimiHros, para
cootar-se os los de qnalquer zor 'a, ,
Teso:iras pava fosar vestid .9.
Carretas nata iiRirjLuhlcfi do restidos.
Mollas para segofi CJCsras.
Bonitos tinteiros .de.nvos.moldes,
Mcjs de laa para h mens e sonhoras.
Tinas e bonitas ligas par;; meias.
Fil de linho e d-i seda, sendo preto
braneo, liso e de salpicos, e outros moitos
objectos expostos a venda rna Dut de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Sabo raleatro.
Vftide-se na roa Duque de Caxias n. 21
PARA LUTO.
Brincos, br.iclics, volta*, pul .'ira?, K?!-
las, peales, b;tocs para ptmbos c caleias
para reloctos.
A NOVA ESPEUANCA. qoerettdo sati;f.i-
zcrsaa freguezia, naosinoiitt'. rm objecos
d'alegria ou de uro. quer tambem acom-
panhar aqaeNes, qn- inelizmi n!e perdemii
algiicm de sua familia, amizade. procisam de tacs objeclus* hs::.i
pois a NOVA ESW:BANCA, mandn vir
que lia de melltor neste ger-pro. porque
sendo tacs nbjeniofl de cor negra, sendo
do m qualidade, uo fomente tornam-so
tiisles como at rppncnantes. o que n3i
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. pm
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traa nm lenitivo pelo go$t<
c penVirao com que taes objectos silo tr-
balhados.
5 JoaquimfiotnsfuesTa-1
0 vfrie* de Mello, |
Spraqa do Corpo Santo u. 17$
^ TKM PARA VENOEft : ^
6 Cal de Lisboa. $
^ Potassa pafussia.-
gc Vinho Bor 0 Faiello de Lisboa.
0 Farinha de laantloea

Vendo se farinha mnitu boa i
em aaeeM grandes e pann da
nos arma7cn< da cnmnanliia Pcrnatrhticana : a
!rtarno nc?mo e jia ru
com J- >-il Gogalves Torres.


"1


6
Diario de Peioambuoo
mbm
Quar
feira 22 Je Juuho de 1870.
A VSRDADE
Ra Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE continna-sej ven-
der por baratissimos pregos todos os ami-
gos de miudezas e perfamarias .do seu
grande e variado sertimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelhos doarados para pendurar a
460 rs.
Agulhas do osso para crox a 200 rs.
Pentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 15000.
Dita com agua florida a 155CO.
Dita com dita dita a 15010.
Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
Frasco com oleo exprosso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dilo com agua de Colonia de 300 a 1(5000
Dito com extractos finos a 15000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha maito na de 120 a
240 rs.
Sabonetas muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 300 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
D tos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Puntes para tirar pioluo de 160 e 240 rs.
Pavas para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente moderaos
de 160 e 240 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de langa e mosinba a 8C0 rs.
Liados babadinhos e entremeios de 500
e 10500.
Grosas de botes de louga de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para caiga a 240 rs.
Caixa com papel smizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Liaba do marca aira a 280. rs.
Cirritis de linhas de Alexandre de o. 70
a 200 a 10 rs.Q
Grampos muito finos, com passarinbos du-
ziaa 200 rs.
Cirtas francezas para jogar duzia 35000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrum desapato, pessa lOOrs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rselas pretas para luto, o par 100 ts.
Trangas de lam de caracol branca e de
c6s de 40 a 100 rs.
Fius para cs, pega 480 rs.
AlfineeS de lato, carta 100 rs.
Saoatiiibus" de lam para creanga de 400
a 800 rs.
Calgadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda 'preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 600 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs."
Na Verdad i rna IHiqMc de Ca-
__________Jas n. &&.
Cantara 'Je Lisboa
Soleira?, hombreiras e capiteis para (reates de
casas, o que ha de melhor: venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo a. 26, de Joaqun)
Lopes Machado & C.______________________
Venden fe diversos escravos pe^as vindos
do Cear, proprios para engenho, assim como
ama cabrocha por 1:0003, de 18 annos de idade,
bonita figura, est ara pouco descorada de frialda-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na roa da Crm n 53, 2 andar.____________
Armazem dous irmos
8==ua da PenhaH
Manteiga ingiera superior a 1J50 a libra, idem
franceza a 800 rs., cb miudc. bom a 3200, idem
grosso a 3, vela de esermacete a 640 a libra,
caf em carolo bom a 200 e 24Q rs., loueinho a
400 rs., talarim, macarrao e aletria a 500 rs., quei-
jos frescos a 2*300, idem prato a i a libra, vinho
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes latas com bolaebmbas a 1|OO,
lagustinbos a 600 rs. a lata. Neste armazem ha
sempie grande deposito de generas de primeira
qualidade, e vendem-se a precos maito resumidos.
LOUCA
Grande armazem na roa da
Imperatriz n. G
Neste-grande armazem vendo-so louca ingleza
Unas e ordinarias, apparelhos de porcelaua para
jamar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
ortimento de vidros tinos o ordinarios, que todo
se vender tanto a retalno como por atacado pelo
mais barato pret-u que em outra pualqaer parte :
chamamos a attencao dos freguezes, que serio
convenientemente servidos tamo nos, commodos
procos como na boa aualidade das fazendas.
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peratriz n. 52 junto a loja de ourives.
Neste estabelecimento eucontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 35000, 35500 7$000, ditos mirin preto
de 75000 at 253000, ditos de ca&eraira de c&res finas e ordinarias, de 65, 16)5000, i
ditos de panno finos de 6 85 10/5 e 2< ,5000. sobrecasaco dito de 205 a 505000 !
Completo sortimento de caigas de brim pardo de 1/5600- a 65000, ditas brancas
de 25, 105000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira do 55, 125000,
ditas casemira preta ds5,va 165000 superior, dita de merino diversas qnalidades para ,
lulo. Assim comoum bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazcnda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 15600 35000, e de
linbo de 385000 a 705000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodo de 15600 a 25500,
ditasde bramante a 15800, 25500 e 35000. ditas de Hamburgo. francezas, fazenda su-
perior de 255000 a 355000 a duzia. Sortimento de culannhos de algodo e linho, etc., ch,n" V31* a1"8 dos aulores mais c-
ucns PARA
COSTUBA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova n. 22carneiro
vunnaum completo sortimento de ma-
Vellas 3e spermaeet
Verdadeiro americano cada nim caixa trint
e f neo meta* duzias tld vflia, ou 210 vnllas, por
tnnta e cinco mil reis. No armazem de Tasso Ir-
mos A C, rna do Amorim.
Attenpao.
800 rs. a
da Penha
Yende-se manteiga ingleza a 1280 e
libn, dita franceza a 720 rs. : na roa
11^3.________________________________
< Grande pechincha
Na rna do Daque de Caxias, antiga roa do
Qneimado n. 19, vendem-se alpaca de todas as
cor e lavradas pelo preco de 800 rs., chitas de
bees pannos a 240 rs.-; assim como lem ricos
cortes de cambraias bordadas de cores a 7 JOOO o
corte com 10 varas, baratissimo.
assim como meias de algodo para homem de 35. a 105000 a duzia, gravatas de mul-
tas qualidades. Na ra da Imperatriz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e soda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalhas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
onecidos, as quaes cstao em exposigo no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeigo
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar neste
a todos os compradores. Estas machinas I estabelecimento diariamente um completo
sao iguaes no seu trabalbo ao de 30 costa- sortimento de pastelaria, bollos inglezes
Neste estabelecimento encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por1 medida reira? diariamente, e a sua p3rfeig5o tal podios, pds-del, prgsentos dos ltimos
e para esse fim tem hbil mestre encarregadoda ofUcina, que seencarrega do Irsbalno 'como da melhor costureira de Paris. Apre- chegados ao mercado, salame de iion, bo-
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nicheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da aifan
dega velha n. 2, 1 anda.____________'
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeira de marco n. 16. outr'ora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardino Duarte Campos
C.__________________________________
Engenho.
Vende-se o engenho Ribeirao da freguezia de
Santo Antao, situado pouco mais de urna legoa
da estrada da Victoria, de trras muito producti-
vas, podendo safrejar para mais de 2,020 paes ao-
nuaes, com bom cercado feito todo de vallados, e
muito boas obras; o engenho d'agua c est
moente e corrente : quem prelender este negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, ou ra da Concor
dia n. 13._________________________
Vende-se urna casa (le wipa. na baixa do
Zumbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar na rna
Imperial n. 233.
com perfeigo e pontualidade.
SORTrMENTO DE FAZENDAS.'
Chitas de 2i0 rs. o covado ou 105000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para camisas e timao de meoin 260. e 280 rs.. e outras omitas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesraoestabelcciinento chegarara, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, aqnal paraflbos ecompetente enfeite para corpinho. Cam-
bra lisa de 35. 45.55 e 10500 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
ALGODO E MADAPOLAO AVARIADO.
A 45000 o algodo. e 45500 o madapolo, e tambem cuita escura boa 240 o
covado por ter grande porgo, na ra da'Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
sentam-se trabalhos execotados pelas mes- linbos finos de todas as qnalidades para chi,
mas, que muito devem agradar aos preten- amen loas cmfeitadas. confeitos, bomboins,
dentes. i pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
I tilbas do mesmo >cartuxos e carteiras com
seis charutos de cho :olate cada urna, este
sortimento de chscolale do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
boje tem vindo ao mercado.
Viabos portuguezes, figueira muito sope-
Os mais genuinos e superiores vinho
Of flema e armazem de
Caes
maimore
Vihte e dous de novembro
(outr'ora armazem allianga)
n. 57,
Ha para vender podras marmores de todos es
tamanhos e gr.ssuras, tijolos de diversos ta-
raanhos, soleiras e saccadas, assim como solei-
rior.
do Porto, moscatel e Setobal, o Ilustrado
publico encontrara neste estabelecimento
Lefio de Ouro.
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con- por commodos precos, fazendo-se abatimen-
[tra-se e faz-se qualquer obra, como monumen
tos, tmulos, estatuas, pis, lavatorios, mesas 1
ludo o mais tendente
pracos.
mesma arle, per mdicos
1 vende-se ou iroci-se por catas nesta praca
o sitio denominado dos Bcritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plantacSes : quem o preten-
der dirija se praca da IwWendeacia n. 33.
A 1^500
Vende-ss sapatos avelnlr.dos para homens e se-
nhoras, pelo diminuto preco de IjS'OOo par ; ve-
nham a ra da Cadeia n. 50, Inj de miudezas.
TES DE
Roa do Crespn. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida $ C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grnssas ja bastante conhedo como
antdos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber directamente fie Paris alguns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelitias de seda e de pal ha d'Italia.
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de la e seda.
Cortinados de cambraia bordados maito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhades.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, camiinhas, sonibrinha.
m m m
Chego ao amigo deposito de Henry Forater i
0., roa /lo Imperador, um carregameoto de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partida)
e a retalho por menos pre;o do que em outr qner parte.______________________________
Vende-se um terreno proprio, com, 138 pal-
mos de frente e i60 de fundo, para o lado da es
trada de Ierro, cujo terreno tem alcerce feito pa-
ra cinco moradas de casa; na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma ra, ou na
ra bireita dos Afogados n. 13.
PORTLAND.
Vende-se no armazem amare';] o do Vicente Fer-
reira da Costa 4 Fflho, defronte do arco da Con-
ceicao. ero barricas grande*
Tasso Irmaos & C.
O Cvsne ra da Imperatriz n. 64, acaba de re-
ceber pelo ultimo vaper lindos e modernos cortes
da vestidos de seda pretos e de eores, lisos e mati*
sados, os quaes vende por presos mdicos.
Vendem oleados pretos para forro e guardas-cha-
va de carros.
Madapowes de varias quaidades, sa:cos para viagem, mallas, tapetes, capa- frSLfde piaba almofadadas, mimito, *nmm
Chus, alcattfas e muitOS OUtros artlgOS que SO vende por pregos mdicos. Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEIRAS D-VIN- Tonico para cnneiios-
forrar salas. Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
DIA para forrar salas.
! to a quera -.omprar em porgo.
Licores de todas as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Aiapam, este
liir o mais saboroso esuperior, at
boje conhecido. Xardpes de groselhe, rosa,
miirscnj, caja etc., viabos de Bordeaux de
toda as marcas, o mais superior que se
pode encentrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais linas e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todis as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de tegumes, portoguezas, fran-
cezas e ioglezas, uilhos mostrada etc.,
fructas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes.e estrangtiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarro*
de S. Paulo e Rio de Janeiro, moitos su-
periores, e finalrntute tudo quanto se dse-'
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer enccmn.enda com a maior promptido
e asseio : Como sejam para casamemos,
baptisados baiies etc., tambera seTecebem
encommendas de pii.-s de l ou bollos de
qualquer especie enfetados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armagao de as-
sucar, assim como do papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructa.-, aendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezas para melhor me-
jrecerema acoadjuvag3o do Ilustrado pn-
Jblico.

RA DA IMPERATRIZ
Neste grande e.'tabeiecimento encontrar o respeitavel publico, u u grande sortimento de fazendas, do mm apurado goto a^si?a coiuo do todas nrimrira
em outra qoalqaar parte, visto que os novos socios dsta fir.-na adoptaram o systema de s vennderem A ** ~
e nv.rwzpm pnderSo fazer os seas sortimentos pelos mesmos pregos que compram as casas
derer. oscolher.
SO-
isidado que se Ihes promstte vender por pregc9 muito mais baratos do
eSSa EZi;5;-; 70mmo da^^SsS v?m9 ? ? m? I ?"&lu ltaDd-seJ aPeDas a S^^m o descont. As pessoas que negociara em menor escaila, imi io,
e^trangdras. Paramaior commodidada das Limas, familias, dj todas as fazendas se do os lrros das amostras, ou se mandara levar erabas casas, para melhor po
q*
a
po-
andy branco cora listras lar- |
adrinhos, a vara a 1^900. ^
cstis fazendas, sao inteira- CS,
mente novas e se vendem muito em jj
conta, ra da Imperatriz n. GO, x*
loja e armazem de Silva e Figuei- 0
do & C. &
cada um, pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS. v
0 Pjvao tem boni;.as casemiras escosse-
zas com quadros grados e raidos e outras
lisas cora listras ao lado, sendo fazendo
o covado. SR mu'l un3 S.da bismark, larga fazenda muito & haver P0^ P^rgao.
encornada o covado a 25500. CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
Bonitas lasinhas largas com palma 4 V*0 tem os superiores cortes de ca-
da, covado a 1000, g semiras^prstas enfeita^ias pelo jarato prego
Lindas agraciando lavradas covado
RS. 0 CO-

Xk BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
flf TA DE
SAXTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDHO.
Veniem-se as mais lindas poupeli-
nas de liobo e seda com os gostos N
mais novos que tem vindo a este $ \ <
mercado, pelo barato preco de 0
10 o covado.
Sedas listradas. de furta cores, fa- j
zendas de mui'.a phantasia a 25000
HOMENS PARA TODOS ALPACAS LAVRADAS A
OS PRECOS.
N'eate grande estabelicimento encontrar
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
| CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. r GRQSDENAPLE3 PRETOS DE 1*800 AT 7*000
O Pavao tem um grande sortimento dos Na loja do Pavaj encontra o respeitavel
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs publico um grande sortimento degrosde-
mesas, almofadas etc., proprios para co- j naples pretos de todas as larguras e qua- ,
brir presentes e vende-se mais barato do Majes, tendo di l&m o covado at 75000 r ,spei,avel pub!,c0 ura rande sortimento
que em outra qaalquer parte. 5e S^OOJ, que se vende por prego muito
Algo&ao esfestado. K'm conta.
Vende-se urna grande porgo de algodo rK_. CASSAS TR.A-^CF?.AS-,
sinho americano com 8 palmos de largura, ,J5gu!,n a lja do Pa??- mais
proprio para lenges e toalhas, tendo liso ISCS fssas f'aQcfz,as com dehcados Pa"
trangado, que so vende por prego muito em daTe' a a P ? i S S preCaS qnal"
dades, dando-se todas amostras, sssim como
640, 800 B
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
panne preto e cazemira, calcas e coletes de Se vendem a 15, 800 e 40 reis o covado
brim branco e de cores, que tudo se vende assim como um grande sortimento de .V-na-
mais barato do que era outra qualquer parte ; Cas lizas de todas as cores
a 15300.
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a 610, 800 e 15001
Bonitas tissinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
OtJ).
Finas a'pacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roso, cinza, cali-
na, azul etc., covado a 610.
Ditas furta cores com as mais bo-
nitaa cores, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lista c
di m sraa cor, fazenda inteiramen- **
le nova, covado a 563 e 610 rs. fi
Bonitas lasinhas tapadas e trans-
p'.rentes com grande diversidade, o *ac
covado a 600 rs. w
La biabas lustrosas com findas c- c5
res emitagj de seda, o covado a J*
Uiodos cortes de anadine, sendo Qf
f.-zenda nova e transparente e de
omita phantasia, com 18 covados a
I5O0Q.
'miss'mos crtes'de vesti Jos bran-
cos bordados com lodos os enfeites
francezes a 125000.
C'irles de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 75000'
Ditos chinezes com duas saias a
75000.
Ditos de la escosseza fazenda mui-
to b mita com nos de seda a 7,50 0
Fraissimos organdys com lista de
cor e salpico, senio fazenda de
muita phantasra, o metro 1528'1.
de 45500 rs. o corl,
CASEMIRAS RASPAD.* A 800
VADO.
O Pavo vende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para caigas, p ilits, colletes e roupa para
meninos que frequentara a escolla por.ser
ama fazenda leve, escura e de muita dura-
go. pechincha a 80'.) rs. o covado ou a
2480 o corte de caiga para homom.
FINAS BARGES A 640 RS. O COVADO.
O Pavo tem as mais Dudas bareges de
la sendo meias transparentes, cora urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
roxo; etc., tendo mito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como di^as
mais estreitas de urna s cor com listras
imitago de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLAO A 35500.
O Pavo vende pessas do muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
i barato prego de 35500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pegas de algodo-
, sinho francez, tendo 4 palmos de largara e
; com 11 metros cada pega, pelo barato pre-
> de 45000 rs.
I CERA DE CARNAUBA.
Veade-se superior cora de carnauba em
i saccas, mais carato do que ern outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se Gimis bonitos setinsde cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
coala.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 530 rs. o CQvado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as qaaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo prego de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS DJ LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a 1 ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que'servem para luto.e
vendem-se pelo barato prego de 25000 o
cova io.j pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejara cassas france-
zas e^nglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas qae
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por prego barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 45000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 45,
oa a 25400 o covado, tndo duas largaras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 85, 105,125 e 165000.
Chegou para a loja do Pavo nm grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qae se vendem de 85000 o par. at o*mais
rico qae vem ao mercado, e vendp-se mais
barato qae em outra qaalqaer parte.
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A240RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e ppehincha.
LASkNIIAS A 320.
LASINHAS A 320
LAASIN&AS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitago de poupclinas de
s?da e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
msito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
PECHIIVCEIA
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.
assim como ura grande sortimento do ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento d. meias croas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
Basquinas.
O Pavo vende urna grande
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos qu tem vindo. e liquida-se
a 550CO, tendo cada um seu competente
Ogu-ino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 35 0 COVADO
O Pavo tem para vender bontas case-
miras mesclad.ase bastante en'orpada para
roupa de homens e meninos pelo bara;o
p.rego de 35-'00 cada covado ou 55000 o
corte de caiga para homem.
Soupa por medida.
Na loja do Pavao mandl-se fazer qualquer
pega de obra a vontade do Freguez, para7 o
que tem ura perito alfaiate, respdnsabelisan-
Vende-se um bonito sortimento de muito r
finas e modernas camisas'inglezas com pe- do'se 91dono^ do estabelicimento por qual-
quer falta .qae possa haver, qner por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
ura,.grande sortimento de todas as fazendas
que detejar.
pe
to e coliarinhos de linho puahos, pelo
baratissimo prego de 45500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarem dazias se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
hquida-se por este prego por se ter feito BRAMANTE A 1800.
urna grande compra: assim como se vende Vende-se superior bramante com 10 pal-
ana bonito sortimento de ditas tambem com mos de largura, proprio para lences, dan-
pe ito delinho bordadas e ditas de algodo do a largura d'esta boa fazenda o compri-
Precos. ment do lengol, sendo preciso para cada
PANNO PARA SAIAS A 15000, 15280 e
15600 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a oro
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da saia e vende-se pelo barato prego
de 15000,152S0 e 15600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 oo 3' 1/2 metros para
cada saia pechinch*
Vestidlos braacos a 1S000 rs.
O Pavo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia- aranca, ricamente borda-
das e com mnta fazeoda pelo barato prego
um apenas 1 e 1/2 metros, ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo prego.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se nm bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos cspartilhos tendo
do barato prego de 55000 at 8000.
Cachenez.
Na loja-do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pura la proprias para senhoras, vendem-se
a 65000 cada -um, na ra da Imperatriz
n. 60.
loja do Pavao est constantemente aborta, das 0 horas da manhaa s 9 da noute
Chegaro as mais modernas basquina
ou jaquetinhas de seda preta, rieamenta
enfeitadas a viorilho, tranga e sethn preto
porgo de 't:ndo de tods os modellos, os mais novo
que tem chegado e vendem-se por prego
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPFLINAS 'DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas veid3dei-
ras poupebnas de linho e seda com ds pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre- ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
du 250OO cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans*
pirentes tendo de 35500 pega at a mai
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavo vende pegas de cambraia
branca transpareate, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 75 e 85000, liqui-
da-se pelo barato prego de 45000.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 1*200.
Vende-se muito bonitos fustSes braoce
muito flexivel proprios para vestidos de
senhoras e roupa para meninos e vende-e
a 640, 800 e 15200 rs. o covado.
Cassas a 4 rs.
O Pavo est vendendo bonitas cassas te
ceras fixas a 240, 280 e 300 rs. o covado
Brilhantes lasinhas.
S o Pavo, 460.
Chegaram as mais birlhantes lasinhas com
as mais lindas cores, cora palminbas raiodi-
nb; s, assentadas as mais delicadas cores de
lyrio, er de canoa, cor de ganga e braceo,
sendo estas novas lasinhas de muito boa
qu.'ilidade, tendo largura de alpaca e vende-
se i 460 rs. o covado. 4 rna da Imperatriz
n, 60 Joja do Pavo.
i

V
i
i


Diario de Pernambuco Quurta feira 22 de Junlo de 1870.
[1


Mi IMTA UA'lMPBaATKIiB $V $
ainada rumia Aurora;om frtuitado caf Imperatriz.
iw nw _____
Qoand a AGUIA BTtRNCA, tam precisa soionifkur ao respeitavel publico em
hu particular a sua lina freguezia^ da imiriensiiiade de objectos queuliimaraen-
Efcq
-.-.-i! a NW!W DOV0 e sun|F,,nW0esWbetecawwo -le uzeadaseocoatrorlo' as Exraas.
anas turto quantiMKw*;ifa desor, tanto em artigas do niais rigoroso laxo, cuino em todas
mais qaaliflades do r^xt-ndas.
Alero
]. se aeosrersi pwridos do nao do melhor so eocontra oeste morcado,
fw lodoso.* paqaetos da Europa, receten dn-setametite to mais apurado gusto se encwilra em Pris, o que veta caitiffe lagaenLir
tees de que d;sp5e este ustabeteciimmto para hera servir sua numerosa fre
augmentar as propor-
tiezia.
Js
(39k
Gasa com l/stras de seda e flores, fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grxvatas pera senioras e hcimens, o mais
completo sortimeato i;tw se pode desejr.
Guipure preto e brauco, diversas largu-
Mgodo largo para laucos e toalbas de
odas as quaiidades que cu^turaa vir ao taer-
do.
Alpacas de todos o padroes a qual'a-
4es to variadas que so nao podera ilcscrever.
Aluuos rom msicas para collocar retratos, ras e dilerents goslos.
tabeado presenw para qualq-jer pessoa de Gollas e punhos bordados par?, senhoras.
aima'Ik ..... Guardanapos de Jinho pequeos e gran-
Atoal-hado de Imito e algodo, branco e des.
4e cores proprios para toalhas. Goiguro de seda preto e de cores.
.., *33 .. Grosdenaples prclo e de cores, havea-
Basiuinas de sedu pretas e -us-iito moder- do diversas cualidades costos,
aas, bem como de crochet, tuJo de apurado -f
jostoi e feitio. Japontizes para senhoras, o melhor gos-
Batoes de musselma, madapolo, bfancos tb,. e fazenda propria para as feslas nosar-
de cores, para senhora e ineoinas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortiraento. ^^
Babadiahos ou tiras bordadas em todas as i Laazinhas de todas as quaiidades, cores
'*rla,rl?s'. Ie gostos, nao (cando nada a desojar, tal
Belbutina de todas as" cores. jo eonianuto-qae existe para escohcr.
Bolsas do tapete para viagem, grande l|f> ludo .pianto pode baver desde
wndade de tamanhos e gostos. esgniao ao algodo commum.
Bombazina preta de todas as quaiidades. Leques de madreperoia e osso, o mais va-
Bramante de linho de il palmos de lar- riado sortiraent.
tora, e todas :s mais quaiidades. Ligas de seda, bordada*, para senhora.
Brctanhas de linho e algodo, grande sor- Luvas do Jouvin, chegadas por lodosos va-
^o^10' a pores, sempre novo sormento, quer em
Bnns de linho branco e de cores, do mais -pellica para iiomeus e senhoras, quer em'fio
:omraodo ao mais caro envqualidade, alfian- d'Escocia, brancas e de cores,
ando o que ha de rnelbor na especie. '2_2
Brins d'algodao completo sortimento e Madapoln: indesc;iptivcl o grande sor-
"ariedade Se pre;os. limento que lia nerte genero, desde o mais
C3 elevado .proco ao menor, que se vende em
(,assas de cSres, o maior sortimento, pri- p^ca c retalho por menos do que em ou-
ifaado pelo bom gosto e barateza, altalas tra qualqrr parle,
quaiidades. llantas de hiende para notas : o apando
Gaaibnins brancas, tapadas, e transpiren- gosto dos nossos corresponder.tes em Paria
s da todas as quaiidades e precos. habilita-nn.s a dizer que temos era nosso
Camisrabas de cambraia de linho e cassa esiabidecimrnto o que de melhur se dese-
aordadas ricamente enditados para Sras. ja para vestir c ornar nma noiva.
Camisas para horneas e meninos, tao va- Manas p.-eiasde blond.
.nado sortimento que vai do mais ordinario i Mantas para carros, com lindas pinturas,
oadapolo ao mais perfeilo bordado de li- -Merinos pretos, trancados e lisos.
geral, e em particular a sua boa frc^uozia, da immensidade de objectos que
teten receoido, jnsiameiUefquando ella -menos o pude fazer e porque ossa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a atindelo e relevarlo,
continuando portanto a dirigiretn-se a bem conhecidalja da AGUIA BRANCA rna do"
Queimado n. 3, onde sempre acharJo abundancia en sorUmftnto de superioridade em
quaiidades. modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima tica dito se corneen que o lempo Je que a AGUJA BRANCA pode
dispr, empregado apezar de seus costos no dcsempeid de bem servir a aquelles que a
honram procuranrio prover-se ettv dita oja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os.objectos que por sua natureza sao maisconhecidos ah\ ela reiimidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegocia e aovidade os tornam recommendaveis, como
brm seja
DO
VIGILANTE
Sival sem segundo
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enlejiados com fitas de setim e obras essas
ruja aovidade de moldo e perfeicao deador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e rea-
lidades para cintos.
Leques uesn objecto mnito se poileria
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas quaiidades, odree e desenfcos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o massar o preltri-
dento se Ihe apresentar o que poder de
malhor.
Entremeios era fiecas de l tiras.
Guipnre branco e preto do diversas qua-
iidades o desanos.
Ditos de algodo com flores e lisos. '
Veos de seda para chapelinas e monta-
na.
Meias de seda para noivas,
Ditas abenas do fio de Escossia.
Costumes ou uniformes pan menioos.
Enxovaes completos para baptisados.
CapeHas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil do seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sonimento de dita,
sempre mclhor qtiajidcde.
Lindos vasos cora p de arroz e pinse!,
Gaixinbas com ditos aromticos.
Bonitos o modernos pentcs dourados
para circular o coque. ,
Bonitos brincos de plaquee.
Adere?os e brincos de raadreperolr.
Caivetes fim*s--para abrir latas.
The.5ouras para frisar babadmbos.
Aspas para b:;!o.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quacs s5o movidas por um machinismn
urnas substrtncra as ot.i-as,
Vistas para stereorropos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira onvernisada com vigo-
ras e com dminos.
Bollas de bc/racha para brinquedo de
Tonqcmhas de fil, sapatinbos bordados jeriancas.
o meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinras bordadas para ditos.______ pan enfeites de mesa e de lapinhas.
Camisas de raeia, de flanella, brancas e
le cores para homem.
Casemiras pratai e de cores, o melhor
pe se pode imaginar, sendo d'isso a me-
Sor orova o grande consummo dellas na
ttficina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
Mussen;; branca e de cores, lindos e va-
riados padreti
Pannos pretos e de coros, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
ommodo.
Pannos do crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
AtMSrAZmXS
r
NOS GRANDES
fflOtlIAUOS
SAHT
lesde a mais candida or de larangeira al jmesa-
i mais iateressante grioalda. Peitos bordados de linho, lisos e do al-
Chapeinhas no melhor gosto.de todas as'godo para camisa.
ores hoje preferidas pelas scnboras de
aoais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
altimo gosto de Pars.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
de todos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as quaiidades, avultado
lomero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-j
r.o e variedade de padroes e novos gostos,
aa neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pedo ima-
piar de melhor.
Coques, o melhor do gosto e nos enfei-
ves, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
*ado gasto e lavor.
Ditas do fusto branco e de cores por
precos comraodos.
Corpinhos d cambraia, ricamente brda-
los para senhoras.
Coriinados de cambraia bordados e de
ll.o que de rnelbor se pode desejar.
e lisos, o
Princetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelerinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILRAO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve ocenpar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas do baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
do listras de todas as cores e quaiidades e
o mais barato possivel.
Sanrera de todas as cores e quaiidades.
O*
Tapetes grandes, indas pitiuras para 8
I cadeiras, mais pegenos e de lodos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, usas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, o gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o quedo melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de lia escoceza de 2 saias,
Colarinlios de linho bordados
auior sortimonto.
m
Damasco de lia de 9 palmos de largura
liadas cores e ricos padroes.
Espartilhos brancos e de cores, para se-
ahoras e meninas, o melhor neste genero ;
leahuma Sra. deixar por certo de raunir
e de to precioso auxiliar perfeiclo de
am corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilba preta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
Pars, recebda no nltimo paquete.
Esguilo deliaho, completo sortimeato de'aovidade pelo padrSo^ gosto e forma; ditos
todos os nmeros. de inho com barras de cores, e do cam-
^5* I braia do cores cora 2 saias, tudo iateira
Fitas largas escocesas para cintos, vare- novidade, l: -zera os modellos juntos para
dade de gostos e Uados padrSes, ; mostrar a forma de os fazer.
Fkhs de crochet, modernos com cintos! Vos de blond para aoivas e pretos para
capas, o que ha de melhor. lato.
Fil de seda, linho e algodo, de todos i Vestidos de blond para noivas: podemos
os gostos e padroes. asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
Fusilo de todas as coros .e quaiidades somos os nicos em Pernambuco que pode-
frande sortimento. A | mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e de cores. apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quor cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
toltas, quer em ramos, tem o PAVILHaO Pars, podemos garantir que ninguem oeste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possae melhor, nem mais em
sposiclo das Exmas. familias. coata.
ET dispoado d to graode e variado sortimento que os proprietarios do PA-
VTLHiO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a siocerida-
4e e o bom gostoo movel oaico de seas aegocics.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por vea tara lhe
leja necessrio, os proprietarios deste suroptuoso eslabelecimento recomraeadam-se
em receio. de serena contradictos e proteslam esforcar-se por continuar a merecer
protejo que se Ihes tem dispensado ; certas de que do seu eslabelecimento nlo sahira
a freguez descontente. .
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, prompto execntar com promptidlo e bom gosto qualqoer trabalho qne lbe seja
lonfiado. Urna modista especialmente occopada aos trabamos do PAVILHAO D ^ AU-
RORA, dirige os que lhe sao coocernentes, gnate porseu apurado gosto e promptidlo
ai execucao e a mais completa perfeiclo aos seus trabalbos.
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que mereeemos o con-
seitoqoe se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito qne procuraremos firmar cada
es mais. Para facilitar anda a concecuclo do fim que aos proporaos, temos no aosso
stabelecimento os altimos figurinps de Paris, qne recebemos por todos os paquetes, os
pues eoviaremos para serem vistos as familias aossas fregaezas, afim de eseoherem,
com o padro da fazeoda o gesto na forma. '
Na officina de alfaiate, junto ao estabeheimento, ha igualmeate os figurinos
aara horneas que por todos os vapores se recebem.
E' este o medo porque oes apreseatamos pedindo a protecelo do tllastrado
aablico e com o mais profundo respeito coavidamos s excelleatissimas Sras. a visi-
tarem o aosso estabelecmeato, certas de encontraram aelle pelo menor prese possive-
tado qae podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas eamostras oode form pedida, visto
lo podenno eepeciflear tudo quanto temos.
Joo haz, Sobrtnho & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
Os proprietarios desies Ijpm sortidos armazens participara aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do mat::) que tendo feito grande diminuico de pre-
cos as suas mercaduras estao por isso resolvidos a vender por menos de O e 20 j0,
do que e.x outra qualquer parte, garantindo-se porlanto a s perior qnaiidade de qual-
quer genero comprado uestes dous pstabeleoimentos. Mertcionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes s3o comprebendidos os outros, porque enfadonho seria men-
ciaa-los.
Se alguam dnvidar venha ver.
Gas amencao marca Deves a 8)5800 a
ltia do Crespo u. 9
Os proprittaiio* desie bem conhecido estabele-
chqonto, alni dm iimitos objectos que tinbam ex-
posio; a apreclirao ilo respeitavel publiro, man-
Jara:n vir e acaim de receber pok ultimo vapor
da Earop na completo o vanado sortimeato de
linas o mui delicadas especialidades, as quaeses-
Uio resovidos a vooder, como de seu costum-,
por presos muilo baratinhos o comraodos para to-
iios..com tanto que o Gallo....
Mito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas o de mui Iludas cures.
lui boas o bonitas golliahas e "punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pontes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para canecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Inos e sem elles esta fazenda o que pode haver
ile melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos leques de madreperoia,
manir, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
eom lindos desenhoa, e estes pretos.
Muito superiores meias lio do Escossia para se-
nhoras, as [uaes orapre se vendwam pgr 30>000
i aila, entretanto que nos as vendemos por I0&
aium destas, temos tambera grande sortimento de
ontras quald;dos, entre as quaes algumas muilo
Boas bengalas de superior canna da India e
castau tJo marlim etm lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste" genero o que de melhor s>
pode desejar ; alera destas temos tambera grandi
quantidale de outris quaiidades, como sejar,ma-
deja, baleia, osso, borracha, etc. ele. etc.
Finos, bonitos e airosos citicotinhos de cadeia e
do ontras quaiidades.
Lindas a superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas mci.-is de seda para senhora e para meni-
nas_ de 1 a 12 annos de idade.
Nava!!ir.s cabo de marlim e tartaruga cara fszer Duzias
barba; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantid? s pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asscgurairws sua qualidade e delicadeza.
Lindase bellas capel las pan noiva.
Scperr-as'jtUbas para machina epara crox.
Linha muilo boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Boas baralho? de cartas para voltarete, assim
como os tantos para o mesmo fim.
Grande o variado sortimento das melhores per-
rumanas e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde maito recebedores destes prodigiosos
collares, e contimiAmos a recd-p-los por todos os
vapore?, alm de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim nois poderao aquel-
les quo aulle* precisaren!, vir a'o deposito do gallo
vigilante, a onda sempre encontrarao destes verda-
de-ros colbres, e os quaes atendendo-se ao fim
para qne sao applicados, se veederao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjeclos que dcixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
RA DO DUQUE DE C.AXUS N\ 19
Eston disposto a cenunuar a \ender todas
as mitidtzas pelos barasnmos preces abai-
xo declarados, garant;ndo ludo bom e pre-
ces admirados.
Pcete rom SO qnadernos de pa-
pal amisade a....... 500
Caixai com O caihrnospapel pao-
fado a........ 700
Cautas ron 50 in.vtlios de Bafea
do az a........ 400
Duzias de metas croas superioi
qoiHdadfta.......:1500o
Pegas de bjbailii.hos ci.m 10 va-
ras a.......... :;oo
Tecas de liras boroadascoin l
metros cada p r;a a 1^500 e. 2^000
Picas de luat para cs de q ;d-
quer laif.uia com 10 w.ns a.
Escovas nara indias faunda lina a
Dilas j-ai'a denles a 240, 310,
400 rs. e. ....
Pegas de Irar.g;: lisas, brancas e
de cores a.......
aixinlias de madeira rom alline-
tes inunda suprrii r a. .
Duzia de Iridia fixa para borda-
dos a ico rs. e.....
Pares da meias crua< pata uiv1'
Dos diversos Uottanbos a.
Duzias de meias bia-.cas muito
finas paja senhora '. .
Pares de tpalas de tunca do
Pinto........
Pares de spalos de tapete a. .
Livros de aussa abreviados. .
de baralhos r.^r vulUtete
Silabarios portugueses a. .
Redes com coatas muito boa qna-
C;-rlot:s cora colxeies :arrerasa
Aioloadutas para coll. te diversas
quaiidades.......
Caixas com penna de 8(0 muilo
boa de IliO a......
Duzia de lit.ha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Cautas com superiores obrei.s a.
Duzia oe agulha par. macbina a.
Libras de jingos franazts lodos
os tamar.li".s a......
Talberes para meninos a. .
Pares d sapatos de Iranga para
meninos a....... !-55fO
500
500
500
40
400
500
3:z0
500
25000
15500
1580!
34000
100
-:o
400
500
i 00
40
2000
240
.".20
comprar por precos muito razoaveis loja do galb
vipilanfe, ra do Crespo n. 7.
O verdadeiro porfland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Joo Martins de Barros.
Viaagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figneira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840,
760, 720 e 600.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 5601
a garrafa, em porgo ha abatmetrto.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-:
res e mais acre'adas marcas a 15000 e 152001
15500 e 25 a garrafa. |
dem Uordeaux, Medoc e St. Jnlien a!
75500 e 65500, a duzia e 640 rs. a garafc.
Gepebra de Hollaada e laranja doce aro-
mtica a (55500,75, 110500, a frasqueira.
Rerveja Bass, Illers A Dell a 95800 du-
zia em porco ha grande abatimeato.
dem marca II e T e oatras marcas a
55500 e 05, a duzia e'500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
lsta, 380 rs. a garrafa e 560 o Ttro.
Aaeite doce de Lisboa a 900 e 15000 a
garrafa em porco faz-s9 graade abatimea-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2?0, a li-
bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
75000, 70500 e 85800 arroba.
Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki -
lofjrarnma e 55800 a arroba, em porco ha
abatimento.
Queijos frescos do ultimo vapor a 35200
e 35400 cada um.
Aletria, macarro, talharim a ,500 rs. a
libra e 15100 o kilogrammo em caixo ha
abtimento.
Sabo massa de 1* e 21 qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toocnbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande differenga.
gneros, vinho em ancorlas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de divorsas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
iiualkiades, peroia, Francy-cracyael, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nioaac, pa-
taco de Vsrietes, combiaatioa, Britaaia, doce de goiaba fina, chourigas, mantegas finas
franceza e ingleza, banba de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas quaiidades, Gaaella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, eaxofre, breu, peixe
?m latas de todas as qoaliddes, farinha de mlbo americana, grandes molhos de sebol-
las, nertes dous armazens existe tambera grande sortimento de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos prego faz vantagem aos compradores.
UMA PRENDA. Liados objectos dourados de delicados costos, proprios S
m para meninos, vende se no BAZAR DA MODA. jft
BAPTISADOS. Ricos chaposinhos de setim brancos, liadas toucas de fil
^ e setim, sapatitihos etc. q
S GUIPURE. Oa croch em pessa, branco e preto, Com lindas ramagens e j
^ qualidade muito superior. x
PUNHOS. Para omisas de horneas, fazenda superior com duas faces, o S
g* par 640 rs. (pechincha I) f&
m PERFUMARAS. Finos extractos para lengos, agoas de diversas qualida- %
^ des, sabonetes. olos, pomadas, pos, tnico etc.. etc. g
PZRFUMES. Lindas raixinbas para lavas contendo urna, preparaco em
w que Ihes d om agradanel aroma, por 15500.
Grvalas, cintos, flores, plumas, coques, trancas, fitas, botoes, bicose pen-
5 tes etc., ele., e muitos outros artigos. proprios d> eslabelecimento' vendendo-se -
^ tudo por commodos pregas, ao BAZAR DA MODA, ra Nova a. 50, esquina da 0
de S. Amaro.
Si Jos de Sovza Son res & C.
9mmm
Novas pechinchas
NA
Loja flor da Boa-vista
DE
Paulo V. de m. nlnares.
Chitas escoras e claras, a 200 e 240 o eovado.
Laa cem palminhas, 200 e 320 o eovado,
Seda preta? de listas mnito encorpada a 2*, itera do Ho9an. 'oja 18 B.
Cortes de brim para caiga a 1280. "
Fustoes para ronpas de menioos a 800 o eovado.
Grande sortimento de ronpas ferias, assim como
se fazem per medida, preeos multo-commodos.
Na tul da Imperatrir n. 48, junto a padaria
francesa.
COM FM1IIHI
( Maia Landelino vende saecos cera farinha de
mandioca : aa ra do Duque de Caxia, travessa
Sortes Para S. Joo
Vende-se
Palitos do gaz a 320 rs. a duzia de caixinhas, ba-
rato : na ru o Raogel n. 3, taberna.
Naati Antonio, Voo e
Pedro
Limalha de ferro em vidros mnito nova.
Dita de & Dte de agulha de Lean mnito ova.
Enxofre en tubos.
9.
Na roa da Coceclo n. 30 e'rw dos Qnrteis
n. 22, vende-se lindas sortes para-8. Joao por pre-
go muito cemmodo. Na mesan ra da Conoei- Satr renaio de i" qualidade.
cao prepara-te qnalquer encommenda de bolo de i E todas as deraais preparares para foiros ar-
qualquer qnalidade com mnito aceto, prtmtrifdan, trStaes : vende s na pharmacia e drogara de
e mdicos precos. Bartoolomeu & C. na ra larga do Rosario a. 34.
J cordeiro prevideixtf
Ra do Novo e variado sonimento de perfumara
fiaas, e outros objectos.
A'ni do ccmpleto .sortimento de per
alarias, de cree efectivamente est provid?.
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba c
receber um outro sortimento que se ton.'
aoiavel pela variedade de objeeios, superior
iade, quaiidades e commodidades de pr
?os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera coatinuar a merecer a apreciac
do respeitavel publico era geral *e de su
boa^ freguezia em particular, na se aa*
tanuo elle de sua bem conhocidamansidi
a barateza. Em dita loja eacoararao o
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdade-a de Mitrray & Lamman.
Dita do Cologae ingleza, aiaericaaa, fra
ceza, todas dos melhores e maisaeredtadr.
febricaates.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilele para toilet.
Elixir odoota'.gico para Gonservago 1
sseio da bocea.
Cosraetiques de superior qualidade e che
ros agrada veis.
Copos e latas, maiores e meacres, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonaza, traaspareav
3 outras cualidades.
Fiaos extractos iaglezes, amaricaaos
rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel che
ro de violeta.
Outras cenceatradas e de cheiros igea)
mate fiaas e agradaveis.
Oleo philoceme verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadi
om escolhidos cheiros, em frascos de difc
reates tamaahos.
Saboaetes em barras, maiores e menor
para mos. '
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos mnito fiaos em cakinha para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitant'.
troclas.
Ditas de madeira iaveraisada contendo t
aas perfamarias, muito proprias para pr
seates.
Ditas de papelo igualmeate bonitas, tan
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e alegantes, com p de arre
a bonoca.
Opiata inglezao franceza para deates.
Pos de camphora e ontras difireati
qualidade tambom para deates.
Tnico oriental de Kemp.
Aluda mala coqmea.
Um outro sortimeato de coques de q
vos e bonitos moldes com filis de vidrilhc
s alguns d'eBes oreados de flores e flw
esto todos expostos apreciaglo de que
os preteada comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de moito gosto e perfeicao.
Fiveiias a fitas para cintos.
Bello e variado sortimeato de taes objw
tos, ficaado a boa escolha ao gosto do coa
prador.
[i
JL/1 lili filil l
Ra da Irxfperalrrz20
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes txanslanticos bichas de qualidade superior
eveiidemseerataisB ou porco mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parle :
.na ra da Cadera do Recite n. 81, i> andar.
Cabellos
Vender-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimebto, qualidade superior, em caixa ou
porco mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 81, 1* andar.
Superior vmho Bordeaox
da Cadeia
St. Estephe 4 St Julien: na rna
Recife numero 5.
do
Far A Lessa.
Acaba de enejar a esta noss-i ora loja e fa~
rndns finas um variada sortinien'.o la e seda, eumo sejam : j-ranadines do (iilimo
gsto, pppt-liiias de urna s cor. alpacas c l.lazi-
ribas de eere*,'o que ha o>' nuai moderno, tedo
p ir baratissimoa pn co?, brllbantioa de co;c>, re-
cides das indias, fazenda nova a imit;icao de per-
c:ilia, balCes de dina Bnjnto saia de ear com li-
das barras, fusloes proprioa para vestioo e ronpas
de meninos ; agora grandes e admira cis pechin-
chas, saias brancas com lindan frisados a :t>. li-
eos ci rpiiihos terdsdon mnito fines a l'-j, baiSe
modernos de :.u-. s a ti, ricas a Icl'.as p*ra cania
aicochoadas. scnifo brancas e de cores. :> ti i, ti e
7, cambraia virturia tina a BJ, ditas iraii>|:aren-
tes a ."5, 6 e 7l,rhitas linis.-in.as ncoRf e claras
a 280, :i00, 310 e tiO o etmtdo, cassss de core* a
20, lencos hiancos de cas;a a 2Jo00, dU<* t-hi
n >tes a :tiiOO a duzia, madapttlao ; n a C e
o$500, e mnin soperjir a 75, 7t (JO e 8, a!g.i-
daoxinholargo pretiri para Imces a C. panno
de a!ando branco trsrir.id.i piuprin para talhas
di rrwsa a i600a vara, nram;inle para lences a
2 SOO e 35')00. o que h de melnor, esgniao I-,-
n ssimo a 2C0 e 2o00 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderem
etcolher. Tambem temos completo sojtiment de
perfumaras des primeiron fabricantes rancezes e
inglezes; es pessuas que se dignarem vir a esta
leja terau uccasiao de reconhect-r a nalidade uo
que annunciamos para nos justificar.
ESGMl'GS FliGIBOS.
Fugio no dia 11 de marca do correle annn
o escravo Pranciseo, cabra, de id.ide .10 annos,
cfm os fignacs se^uinles : cabellos earap nho-,
resto descatnadn e com marcas de bexi^a-, iotilu-
lase ser livre, levou calca branca, paleto! de ai-
paca de MT, chapeo chile, iiatural da Parahy-
ba ; o mesmo fui comprado ao Sr. Debilito Aires
Maia, morador na Parahyba, e julga se ter ido
pf.ra o mesmo lugar. Desde j prutes;a-e centra
a pessoa que o .'ver oceultado ; e rrga-,-e aos ca-
piaes de eampo, assim cerno s autoridades poli-
cries (ne o tragam ra Direita n. 16, que serao
generosamente gratificados,
Gratificado de 200
res.
Fugio do engenho Mandar na Parahyb o es-
clavo Cosme, crioule, d 35 annes de idade, alto
barbado, tem muitas marcas de bexigas no rosto,
e mnito ladino, quem o pegar e levar no refe-
rido engenho, ou nesla cidade na praca do Conde
d'Eu n. 20, ao Sr. Jos Gomes da Fonseca, tera
a graticacao cima
No dia 26 de dezembro do anno prximo
passado fu&ram do engenho Bosque, freguezia da
Escada. 03 e?cravos seguintes : Regmado, mulato,
quo representa ter trinta e tantos annos, faila man-
sa, barrado, tem todos o* dentes, corpo feco
regulares, foi do Acari do S ri. Bonifacio, ca-
bra, que representa ter vinte e tantos anns, tem
piuca barba, cabelioscarapinhos, falla hem espli-
c?do, fui das Estiinharas. Francisco, mulato, que
representa Itr 18 a 20 annos, tem nma cicatriz em
cima do nariz pendendomais para o lado direito,
tem mais urnas cicatrizes nos tornozflos dos bra-
cos provenientes de bobas, foi da Lagoa-nova :
pede-se s autoridades policiaes ou aos capi'.es de
campo a apprehensao dos dito? escravos; e quem
os apresemar ao dono no engenho do Besqne, ou
na cidade do Recife ra do Apollo n. 43, 2o an-
dar, ser recompensado com generesica^e.
Tendo vintfu tena o escravo Mauoel, tri-
pulante da barea Malina, no domingo 12 do cor-
rente, nao voltou para borda ; e comn so presu-
ma estoja fgido, roga-se s autoridades compe-
teotes a sua captura, levandoo a bordo ou ra
do Comrtercio n, 17, que se gratificar. O escra
vo tem os ieguintes signaes: altnra regular, ca-
bdlo carapifbo e grande, rosto ova!, olbos pardos,
testa baixa, nariz regalar e bocea gran, o, diz sec
natural de Cutinguiba, m?s da Rabia, veio ves-
tido de paletot e caica de casemira j usada, ca-
misa branca, chapeo de feltro preto, e ia calcado.
2005 de gratificagao.
Fugio no dia 17 de abril d'este correte anno de
i70, da povoacao d Capoeiras, termo do Bonito,
o eseravo de nome Andi, de idade 28 annos,
ponco mais ou menos, o qual tem os signaes se-
guintes : ?ltara regnlar, qualidade cabra, chek
de corpo, rosto u 'i tanto redonda, cabellos ruin?,
cilios medianos, amareilos e redondos, bastante
babado, nariz e bocea proporcao, com Lita de
dentes na frente do lado superior, falla grossa.
tx m trabalhdor e sagaz, pescooo grosso, pas lar-
gt.s, pes compridos e largos, dedos das mos tam-
bem compridos, pernas finas, mnito diligente,
osta de contratar servicos de empreitada*, h3'j
te m marcas de a?o,utes peio corpo ; levou vestido
cilca de brim branco, camisa, de algodaoiisbo de
lista, cbapo de couro grande, urna pistolla e urna
faca appurelbada de lato, roatolo f rrado de
nata e japona nsada, sendo dito escravo natoral
> Paje de Flores. Rogase a captura o dito
eiicravo.-e soa entrega ao,seu senbor Antonio Pe-
nifa de Moas, na povo:.'ca da Colonia do termo
da villa de Flores, onde se gratificar a p
que entregar com a quawia de dozenti mil rem
cima. Sendo que se'a aprisionado per! >
cife, enU-egaro aos Srs. Alhetro, Olivcir At C,
ra da Imperatriz n. i2.
I


\
-.
Diario de Fernaiubuco Quarta eira 22 de Junho de 1870
A5SSM8I A GSBiL
EXTRACTOS DO RE.'.VTORIO DO SR. M-
NISTRO DO IMPERIO.
AUMIN!.STII.W:U> DAS PUOYINClAS.
E' geralmenle rer.o'ihefi'la a toessi lade
ib reorgaflisar-se sobro mclhorcs bisas ;i
iilminisneao da* provincias.
O regiment dos prnuidenies 6 ainda a
iei de 3 de oiitobro de I8M. cujas lactinas
Benso apnntar. If-ndo manifesta S'ja defi-
ciencia par o desempenho salisfactorio dos
devores inherentes a to importante carpo.
De nao sh |*>r nidado at boje de litar
.*."m precisa as ailribiiiQes dos precen-
les, de nao se lites darera auxiliares que
p estera concurso effioaz no preparo e solu-
ejk) dos negocios, teem resultado notorios
inconvenientes, entre os quaes avultam o
arbitrio, monedarte e incerteza do que res-
pena admini>tr.'i>i.
Agenta da pod^r geral. centro de toda a
administracS" provincial, obrig^dO a torera
vwia o movimenio poltico da provincia a
ce irespoiider-se cora uro sem numero de
/unccionarios sobre todas as miudezas lo-
wes, diflicilrnente pode o presidente, dando
cinta di sen ico ordinario, empreh lder
n o preci-o r-lu;io. reflexo o vigilancia
ji'i.'l llmenlos nfttawr*. para os quaes alias
ra mas provincias ufferecem valiosos e'e-
nentos.
V medida que as provincias cresccm em
populiclo e riqueza e nellas ik-senvol ve-so
* aeUvidde individual, a administrado, mal
anisada, Mrm se impotente para ; paatiar o dirigir na parte que llie compete
9 notrnento- geni, para promover os inte
re.-ses publico e garantir os particulares.
Temi de tratar o> materias as mais va-
nadas, os presidentes do provincia, desaju-
.ldl)s de conseliios que esclarecam o eslu-
do dos negedlos e compartam a responsabi-
lidade das decises, sem agentes que seen-
earregoen de ibr-lhes a conveniente execu
'>'. sao onerados com o exame de todas as
ajpKS0a administrativas, ainda as mais in-
ugoiftcaotes, tcen de velar sobre lud, de
dar do todo, e despendem em objctos
mnimos- awenoo e lempo que podaran
o ipar cour avsomptos de maior ponde-
;.;; lo.
A instabidide dos presidentes, que rara*
n.u'e permanecan na adminislracao das
prrvincias mais de anno (e assim ha de
acontecer em quanto a adminsrraco nao se
libertar da poltica), torna ainda nwis ne-
gssarU a exisloncia do corporaces cnsul-
livas que sejam depo-itarias das tradices.
e concorram para imprimir na administra-
;. a indispensave! coherencia e seguimento.
Se na oomposicin de laes conselhos nao pre-
ponderar o espirito de partido, em seu voto
acharan <.s-administradores garantas para
decisao das quastoes contenciosas adminis-
trattas. Preoecnpa me muito este ponto,
porque nao sao poucos os ex.emplos de te-
rem sido saeri'i-.arios direios privados re-
dles de contratos e de actos adminis-
irativos a eonsideracoes de poltica local. E
o direito privado dos cidados deve estar ao
il ligo iros ute.-esses polticos, resguardado
rio a-bit-rio c di incerteza.
Extensas, cono sao, algumas provincias
tt orescimenu da popularn e da riqueza,
n.-Jiiplie-inrio as relacescom a administrn-
i. ha de determinar urna nova divisan ou
hdi visito d;;s x-tnaes com grande vanta-
gem para o gevifo publico e para os cida-
***. Eaton convencido de qoe extensas e
j Listantes povoadas zonas do territorio
i i .mperio estaran em- muito maior grao
re prosperidad? se, em vez da depenrien-
sa em que se aeham- de urna administrarlo
iongioqoa, com cojos onus carregam sem
>fresponder comoensagao, constituissem
provincias distinctas com administraejo pro-
sima quo eiasao sobre seos interesses, e
venientemei.te Ibes dsse o impulso de
qne carecem para se desenvolverem. A
ico de novos centros administrativos
aeriam ontros tantos focos de civilisaco,
que muito contribuiriam para o progresso
moral e material do paz. j n3o fallando
i benelicios que resultariam para es ad-
ministrados em SMS relaces com as auto-
ridades superiores.
O exame da carta geographica do Brasil
e o conheciraonto da topograpbia e dos re-
.ursos de cada provincia mostram quanto
xregular a primeira e grande divisan actnal
do imperio. No entanto o pessoal admi-
m?trativo das provincias, ainda as menos
favorecidas em territorio, populacho o ri-
queza, quasi, ou to numeroso como o dis
que mais se avantajam em taes condicoes.
D'ahi vem que a ereaflo de novas provin-
i traria graves omw ao thesouro pelo
inda aecrospimo de despeza. Comqnanto
K a proficna e de incontestavel vantagem
no futuro a desp-za que se fuer para o ftm
inJiodo, crnivol Ji.nsiderar esta difficulda-
can io-se as provincias, quo porventura se
crearen, o pessoal da administracio que se
ira augmentando, ao passoque oexigssem
as necessid des do 9tnri$o, e dadas certas
ondicoes previa e claramente definidas.
A liaronia de dados estatisticos. que faz
pecoar pela base todos os planos de organi-
sacSo administrativa, torna extremamente
iliflicil, seni> impossivel, a realisacj de
urna divisio mais regular e harmnica do
imperio. Os dous elementos movis, po-
pulacho e riqueza, que poderosamente in-
llui.'in n;i diviso do territorio, nao podem
ser dr.\idamente aquilatados por.falharem
os dados pre :isos que nao se tem ainda tra-
ta 1o de reunir.
Tenho procurado culligir o que possi-
vel obter, e desejava faer-vos aqui a exp-
sito do estado de cada urna das provincias.
Nao pude, porm. reunirsenio informales
mui!o defici'.ntes. e apenas tratare adiante,
nos lugares c m|etentes,. do que ha relati-
vamente eleicoes, populacSo e instruccao
publica.
ASSKMBI.KA? PROVl.NCIAE.
O pensamento que presidio reforma
constiiuci-mal de rS34 foi innegavelmente
ile grande sabedor ia B alcance para o go-
verno d is provincias.
E' fura de duvida que, alm dos interes-
as do tstado que respeifain a todo os ci-
dados. outros existem as di tersas cir-
cumscripfes territonaes que immediata-
mente entendem com seus habitantes-, e s
indirectamente podem reerir-se aos das-on-
tras. Os poderes geraes oetn sempre re-
Solveriarn pelo modo mais adetpiado e pra-
tico. e com a conveniente presteza, negoaios
peculiares que s6de perto podfeni ser devi--
dame He avallado.
Nao foi. porem. definida com a necessa-
ria preciso a esphera da admisKStraco ge-
ral e a da provincial, de modo a acautelan
inv.ises e conflictos oo exercicio das attri-
buices rpidas entro o estado e as provin-
cias.
Resolto*! d'ahi exor>itancia por ^arte das
a>sejnbla* provinciae, que teem legislado
sobre objectos dos quaes as exclue- a unida-
de indisp msavel da legislado polilie.
Nao te sido tamben sempre respailada
na pralicaa linha divisoria qne deixa-deum
lado entregues as asseiuWas prowiooiaes
os interesses ospeciaes a/ie n5o entefidem
com i cicladao. .orno subdito brasiein),
mas como rwbiante da provincia, e a>> ou-
tro os assumptos que posr sen carcter ge-
ral sao da coflipeiencia de- estado.
As numerosas questoe* que teem sutgido
na execnco do acto addietonal, ainda tie-
pois da promulgacao da le de 12 de naio
de 1840. esto revelando necessidadfe de
Oblar, por meto de interpretas authentka,
as ivgras qiM nos pontos eentrovertido se
dev.mi seguir.
As decisea do governo a apreciac de
actos dos presidentes de provincia* teem
vanado sobre muitos pontos>e nao raro ver
na collecco das Iris sulocoes contradicto-
rias sobre o taesmo objecin ainda quando
ellas traba precedido audiencia das sec-
ces do conselho de estado.
Esta vacilacao e incerteza na observancia
de preceitos coosiitucionaes- nao podem xar de influir prejudicialmeate as retacees
entro as assemblas legislativas provinciaes
o os presidentes de provincia ; s a assetn-
bla geral ptte aze-las cesear.
E' indispeosavel determinar bem clara-
mente qual o grao de desewolvimento que
o acto addicional quiz dar ao principio' da
descentralisaco.
Se por um lado, exagerando esse princi-
pio, ^e tem pretendido dar as attribuicoes
das assemblas provinciaes extensao incom-
pativel com o svsteuu de nossas inshtoi
Coas e perturbadora da directo dos nego-
cios geraes qus pe tence aos poderes do
estido ; por outro. alargando o mbito das
qcestes que entendem com a unidade na-
cional, tem-se restringido a esphera de ac-
Cao das legislaturas das provincias.
Em met conceito, nem urna nem outra
cousa teve em mira o legislador coo*ti-
tuinte.
Considerou elle sob dous aspectos os ac-
tos legislativos praticados pelas assemblas
provinciaes. conforme versam esses actos
sobre interesses exclusivamente da provin-
cia, ou se referem a objectos estranbos
aleada dessas assemblas, offensivos da
constituicao, dos tratados com as naces es-
trangeiras oa dos direitos de alguma outra
provincia.
No primeiro caso o acto addicional con-
fere exclusivamente assembla provincial
o poder de tornar efectiva a sua resoluco,
com a tnica limitaco de ser votada por
dous tercos de seas membros se o presi-
r
\ \1\'\ HENIS DE 1MT&
dente di provincia, qusndo Ihe for enviado
o projecto, recusar sancciona-lo Esta vo-
tacSo final ; a resoluco assim adoptada
converte-se en lei. En taes assumpios o
poder das legislaturas provinciaes. perfei-
to e completo, nem mesmo a assembla ge-
ral pode coarcta-lo.
No segundo caso, negada a sanecao pelo
representante dos interesses geraes, dimi-
nue, restringe-se muito o alcance e effeito
da votacao por dous tercos dos membros
da assembla. 0 presidente suspende a
publicacao da lei, e os podares geraes sao
chamados a decidir qual das opinioes deve
prevalecer, se a da assembla, se a do pre-
sidente da provincia.
Sao estes os principios que devem guiar
o interprete na apreciacao do pensamento
do legislador constituidle.
Firmado nelles trato de formular un pro-
jecto de lei de inlerpretac/ao para fixar-se a
inteligencia do acto addicional acerca dos
pontos que teem sido diversamente entendi-
dos, e qn con escrupuloso cuidado pro-
enrer eolligir en documentos numerosos
que Ibrcoso foi consultar.
Entre mmtas avultam na pratica as se-
guales questoes
BflPUSTOS.
Primeira questo.
(Art. 101 5o do acto addicional^ Ai pa-
labras rom tanto qv* estes impostos nao
prejinHqnem as inrpoetfet geraes do estado
do 5o do art. ID do acto addicional. e as
equivalentes do art. 20 se offeniew (as leis
provinciaes) os impostos geraes, importara
prohibicao1 absoluta de crearen as- assem-
blas provmciaes impostos que recaiam so-
bre materia contribuinte para a renda ge-
ral ? ou devem entender-se com referencia
aos que, por sua natureaa especial n por
gravaren demasiadamente aquella materia
contribuate,, embarecen a percepcao das
imposicoes geraes, ou tendam a diminoir-
Ihes o producto?
Segunda quesKo.
(Art. 12 do-acto addicional).0 arfe 12
|dn acto addicional, negando as assemblas
provmciaes o Jrreito, de legislar sobre im-
postos de mpoftacao, reftire-se restriota-
raente mportaco de pases estrangeiros,
ou comprehende tambem qtw fe i la- de
urnas para outra provincias- sejam oo nao
de produeco destas os objectos impor-
tados ?
CSMSBM90S0 jrnraAWO E awimstra>vo
PnOYCXCIAL.
Primeira quesJ&t;
(Art. 10 5 do acto addiciooal).Fara
a arrecadaco des impostos qne. pelo art.
101 3o do ael addicional, enmpet8 s as-
semblas provinciaes erear, podem 8ila* le-
gislar sobre o onteneioso judiciario que
Ibes- relativo:
i.y Designando simplesmenta qual o j-
zo que eoheca e decida as respectivas an-
sas, ocommum ou o privaiivo-dos feitoada
fazenda nacionai,.guardadas, perm, asdte-
posiees das leis- geraes pelas- qsaes se n-
gem taes juizos ?'
2:* Decretara qoe as nesnas causas
se observe a lrma de processo, do S6>o
comnon ou exsepcknal das-causas d* fa-
zenda nacional, se alterare, porm, _a
qtMnpw respeito as disposiies dasteis
geraes que os regulan?
Segunda qucsla\>
(Art. 10 %% 2., 5.% 6., 71% 8." e H.8
do acto addioonal.) Podem as assem-
bla provinciaes legislar sobre o contencio-
so administrativo coocerneule aos negocios
provmciaes de sua exclusna. competencia
comneileado a reparlicoes o funeciooarios
geraes com afiqpiescencia dogoverno geral,
O' cohecimento e decis3o das respectivas
questoes, ou instituindo par este lira, auto-
ridades provinciaes, organisaodo formas es-
peciaos de processo, comminando penas adr
ministrativas e estabelecendo recursos ?
No caso aflirmativo, pde-se estabelecer |
em lei geral recurso das decisoes da tal na-
toreza dos presidentes de provincia para r>
governo com audiencia do consaiho de
Estado ?
KtanuocO pem-icA.
Ptimeira questo.
( Art. 10- 2.' do acto addicional-.)
As palavrase outros quaesquer- esabeleei'
mentos de instruccao que parm o futmo
forem creados por lei geraldo art. 10 |
2. do acto addicional iohibem o poder ge-
ral de crear regular, e manter custa dos
cofres geraes quaesquer novos estabeleci-
raentos de instruccao primaria secundaria,
separados e independntes da acru legisla-
tiva provincial ?
Segunda questo.
(Art. 10 2. do acto addicional. )
Inctue-se naaUtibuico, conferida s assem-
blas provinciaes no art. 10 2. do acto
addicional, a fcculdade de estabelecer me-
didas de li calisacao, e penas disciplinares
pon
Xavier de Montpia.
PARTE PRIHEim.
O MRQUEZ DE &IHH0Hr.
(Gontinuaco do n. 138J
V
A fnglda.
A pancada foi tao orte e imperiosa, que
.iimea entrn a sentir urna vaga inquieta-
cao. Entre-abrio cautelosamente o postigo
e perguntou, como era costume seu :
Qaem ? Quera procura ?
Abre depressa respondeu orna voz
me;o suflocada. Son en. sou o Lzaro...
Avia-te, Simoa, avia-te, que nos vaj n'isso
a vida.
A porta gyrou nos gonsos. Lazara entrou
precipitadamenie e.apezar de nao ser gran-
de a claridade, !ogo Simoa notou ao pri-
neiro relancear de olbos a pallidez mor-
tal do rapaz.
Que temos de novo ? pergnnton cheia
lie medo. Que m noticia rae trazes ?
preciso fugirmos qnanto antes, sem
perder nem ummiuuio.
Fugir ? repeli a braxa.
E sem mais demora.
Mas para onde ?
Para qualquer parte, con tanto que
seja para bem longe d'aqui. Vamos, va-
nos, desempachar !
Ao menos explica-me a raz5o d'esta
fjgida. ^
Com todos os diabos i Pois n5o
para boa execacao das leis relativas ins-
truccao publica ? '*
Terceira questo.
( Art. 10 2." do co addicional.)
Cabe1 na attribuic3o de legislar sobre ins-
truccao pubica que tem as assemblas pro-
vinciaes pelo | 2. do art. ^0 do acto addi-
cional, a faculdade de aotorisarem nos es-
tabelecimentos que fundaren, a>concessao
de graos ou ttulos Iliterarios ?
Industria.
Qiiestu
(Arts. 10 e II do acto addicional.)
Cabe as aUribuicoes das assemblas pro-
vinciaes o direilo de legislar sobre assump-
tos concernen :es industria ?
eoNCRSso d privilegios-.
Questo. -
(Arts. 10 e II, e 5 8." do art. 10 do
acto addicional.)Tern a* assemblas pro-
vinciaas attribuico para conceder privi-
legios :
1. Pela iavenco ou introdueco d in-
dustrias e pelo aperfeicoamenio e des*nvol-
vimento das ja expenles as provincias ?
2. Para irabalhi s e servaos relativos a
obras publicas, estradas e navegaco. que
forem da exclusiva competencia legislativa-
provincial ?
Podem consiierar-se corrro privilegios,
tomada esta palavra em sentid rigoroso as
concessoes feitas a emprezarios de trabalbos
e servicos. como compensacSo das despezas
nec-essarias para sua execro T
CllEAC.V' &E EVlPREOOS-.
Primeira questo.
(Afrl. 10 7. e t." do acto addicional.)
Na atlribuicSo conferida s assemblas
provinciaes pelo % 7-." do art. I* do acto
adn'cioaal exp icado peto art. 2 da lei de
1 de n*io de 1840, de legislar sobre a
creacio ds empegos provinciaes e muni-
cipaes,- corap ehende-se, qnanto aos que
sao relativos a ohj-otos sobre os quaes
podem' legislar, a faciHdade.de estabelecer,
como Ihe parecer ron#er*iente, garantas e
favores-abe empregados-especialment a apo
seniadori jobilafio e reforma ?
Limita-se oesla par* o direito dsa ditas
assemblas a prescrever em lei as regras
geraes, segando as quaes-tenlia lugar a con-
cessao de fcaes favores pelos presidentes de
provincia t \
Ou poden ellas tambe:
1..'Decretar directamente a sna concesso
a certos e determinado* eiupregados ?
2.;. Autorisar os presidentes de provin-
cia para i'aa-lo ?
'", approvar as conepssies feitas pelos
presidentesv nao havendo-lei que as regule,
ou nao estando comarehenddas as regra3
e casos estabelecidos ns-leis existentes-?'
Estalnindo as regras para coticesso dos
referides-fa-ores, podem-afl-mesnias a^sem-
blae.sen> effensa da* atlroices da^ad-
min*strac), determinar que a concessSo de
taes favores,, feita em virtude e confonnida-
de de preseripcoes legaes-,. nao tenha vigor
sem-soa expressa 3ppravaco 1
Segunda yxstw.
( Artj tOi^T." do acto addicional e-*rt.
8." da lei de 12 de roaio de 18'0. ) Na
attribuico coaferida s assemblas provm-
ciaes peo.art 10 5 7.9'do acto addiooaal,
explicado pelo 3. da ai-de 12 de na: de
1840, compnehende-se- a-faculdade :
I.'Dadesaonexar ou>annaxar oflici justica aanexados ou dtesanuexados pup leis
geraes ?'
2.* De stitu/r ofcios- privativos, isto ,
destinados exclusiva me ate para certa espe-
cie de cousts, pessoae-ou acebes. o sim-
plesroente a de alterar o numero dos crea-
dos por leis-geraes, sm-roodificaco al->uma
era sua natureza especial ou em suas altri-
buics-*
3. De alterar o Humero dos officios e,
em geral, dos empregos, quando o numero
fr essencial orgaaisaco ?
4. De supprimir absolutamente os offi-
cios creados por leis geraes ?
CASAS DE PIUSO, TRA6ALBO E COIUSCCO.
Questo.
(Ar. 10 | 9. i acto addicional.) A
attribuico, que pertence s assemblas pro-
vinciaes de legislar sobre a construeco e
rgimen das casas de prisao, trabalho e cor-
recQao importa o direito de estabelecerem
quanto ao rgimen- daquellas casas, dispo-
sicoes nao conformes estrictamente aos
principios e preceitos estatuidos as leis
geraes sobre as especies de prisao, natureza
das penas e modo de sen cumprimento ?
JORCA POLICIAL.
Questo.
(Art. 11 | 2o do acto addicional.)A at-
tribuico que lera as assemblas provin-
ciaes pelo I 2* do art. 11 do acto addicio-
nal, de fixar a forca policial hmita-se sim-
ples determkiaco do numero, ou compre
hende a faculdade:
Io De legislar sobre sua organisai;3o e
disciplina ?
2." De decretar, na falta de voluntarios,
o preenchimento do nomero flxadode pra-
?as por neio do recrutanento, feito porm
segundo as disposifbes das leis geraes que
o regulan?
DIVISO C1T1L, JimiClAHlA E ECCI.ESIASTICA
Primeira quetto.
(Art. 10 S Io do acto addicional.)A at-
iribuicao conferida as assemblas provin-
quand o ordenada pela assembla nos termos
Jo art. 19 do acto addicional, embora sse
pretirao no mesmo projecto interesses da
provincia ?
3. Fundando-se a denegaco da sanecao
tanto em razbes de inconveniencia aos inte-
resses da provincia, como as de estar o
; projecto comprehendido em qualquer das
hypotheses do art. 16 do acto-addicional,
pode a assembla, acceilando as razes da
segunda calhegoria e modificando o projecto
ciaes pelo Io do art. 10 do acto addicio- ne>ta, partej de accordo com o pensamento
nal de legislar Sibre a divisan civil, judicia- i d(> presdente, deixar de aceitar as allega-
a e ecclesiastica das provincias, deve ser l^ q^mo interesses da provincia, e.
d optando-o tal qual nesta ultima parte
entendida no sentido d decretarem a divi-
s5o terri loria; designando o numere das
respectivas circumscripcs, e ixandolhes
os limites ? ou importa o arbitrio de as
crearem como Ihes aprouver, sem sujeicSo
regras e condicoes estabelecidas as leis
geraes de organisacao civil, judiciaria, admi-
ministrativa e ecclesiastica do imperio ?
Segunda questo.
(Art. 10 Io do acto addicional)POdem
as assemblas provinciaes decretar a crea-
Cao de parochias, ou alterar as diviso das
existentes, sen previa audiencia e aecrdo
do ordinario?
Jtl.GAMENTO DOS MAGISTRADOS PELAS ASsE.U-
BLEAS PROVINCIAES.
Questo.
(Art. H | T^do acto addicional, e arts.
4o 3' e 6o da lei de 12 de maio d- 1840.)
1." Podem as assemblas provinciaes,
quando procede como tribuoaes de justi-
ca exercendo a attribuico do-1 7o do arl.
11 do acto addicional, explicado pelos arts.
4o, 5Pe 6o da lei de 12 de maio de 1840.
reenvia-lo para ser sanecionado ?
Sexta questo,
(Arts. 16 e 19 do acto addicional.)De-
negada a saneco a um projecto de lei s
pela razSo de ser inconveniente aos inte-
resas da provincia, pode o presidente,
quindo o mesmo piojecto loe reenviado
pela assembla, negarMhe segunda vez a
sancc2o, allegando o motivo de offender
constituicao, ou estar comprehendido em al-
guns dos outros casos definidos no art. 16
do acto addicional?-
Dado este fado, deve o prejecto voltar
assembla para seguirem-se o procedimento
e effeitos estabelecidos no art. 46 como se
a razao ltimamente allegada o tivesfe sido
qnan vez a sanecao ?
Stima questo.
(Arts. 15 e 16 do acto addicional.)Os
dous tercos dos votos, de que traiam os arts
15 e 16 do acto addicional, devem ser con-
tados en relaeo totalidade dos nenbros
jnlgar sem lei especial de proces&o anterior- daasserablai U aos raemDros preen_
mente eslabelecida para tal caso, atoptan-i^g,*
SrSPCNCO DE LEIS.
Primeira questo.
(Arts. 16 e 24 $3 do acto addicional.)
A attribuico, conferida aos presidentes
de provincia pelo | 3 do art. 24 do acto
addicional, desuspend-r a publiea?ao das
leis nos casos do art. 16 deste acto e do art.
T da lei de 12 de mio de 1840, spde
ser exercida relativamente s leis era-que a
saneco essencial ?' on extensiva s que
na Gorma do art. 13 do mesmo acto della
nao dependen) ?
Segunda- questo.
(Arta. 13, 15 e 115 do acto addicional.)
Io Quando em um pcojecto de lei que por
sua materia, segando a disposigao db art.
13 do acto addicional* nao sujeito sanc-
i;5o se-oontiverem disposicoes impertinentes
e dependentes de -aneeo, pode o presiden-
te separar taes disposicoes e pnbhca-io s
oa parto relativa s ^ue lhe sao proprias ?
ou deve considera-lo por aquella ctreums-
tancia, como nao comprehendido no-citado
art. 13* e dar-lhe ounegar-Jhe a saaccao .'
2o Qnando as leis de orgamento se in-
cluirem disposic5es eslranhas, offensivas da
coastituicao, dos direitos de ontra provincia,
ou dos tratados com as nacoes estrangeiras
nos termos dos arts. 16 do acto addicional
e T da lei de 12 dvnao de 1840. pode o
presidente separa-las da lei para oseSeilos
do art. 16 do acto addicional, e publicar a
mesna lei com todas as outras partes ?
E se essas disposicoes impertinentes pre-
judicarem smente os interesses da pro-
vincia T
Terceira questo.
(Arts 16 e 24 $3* do acto addieional.)
Cabe na atlriboico dos presidentes de
provinoia conferida pelos arts. 16 e 24 3"
do acto addicional, a faculdade de suspen-
der a publicaco das leis provinciaes que
prejudtquem quaesquer imposicoes do Es-
tado ou ofendam disposicoes de leis ge-
raes f
PUBLICACO DE LEIS PELAS A>SBMBLEAS.
Questo.
(Art. 19 do acto addicional.)Encpmdi
a sesso da assembla provincial ..utes de
fmdaropraso de 10 diaspara a sanecao
pode a mesma assembla auionsar seu pre-
sidente-para publicar a lei, passado aquel-
le praso se der-se qualquer ilas hypothe-
ses do art. 19 do acto addicional.
(Continuar-t*-haj
comprehendes que me seguem a pista os
sabujoa ?
Vem pender-te Exclamou Simoa.
Vem prender-nos, que devias dizer,
minha belleza, porque o barrigudo con-
missarioeos seus dignos satlites tencio-
aam matar dous coelhos de urna cajadada.
Prenderem-me bradou a bruxa, a
tremer com~> varas verdes.
Ora nada, nao ti especialmente !
Mas nao me explicars.
Tudo le exyllcarei ; mas nao agora...
ao depois, e n'ootro sitio mais commodo.
O que deves fazer peg^r no teu dinlieiro
e as toas joias, e deixar e mais,.. Tira
esse vestido, que assim conheciam-te urna
legua de distancia ; e safarmo-nos d'ajui
mais ligeiros que o vento, qaando nao, es-
tamos filados... Agrada te a perspectiva
da forca ou da guilbotina ? Pois se que-
ros escapar, avia te, ou! deixo-te ahi e veu
sozinho.
Simoa, desfallecida e meio douda de ne-
do, comprehendeu pela maneira de fallar e
pela cara de Lzaro, que o perigo era im-
raioeote, e balbuciaodo palavras entre-cor-
tadas, deu-se pressa em seguir os seus con-
selhos, ou, para melhor dizer, em obede-
cer s suas ordeos. Madou apressadainen-
te o vestido encarnado por urna saia es-
cura ; guardou a'um grande indispeosavel
todo o dinheiro e joias de algum valor que
possuia, sem esquecer a bolsa da condessa,
e disse para Lzaro con a voz sumida :
Estou prompta.
Tens por c algunas drogas ? per-
gootoa o rapz. Algumas beberagens...
alguns pos para arranjar herancas ?... Tu
bem me emendes.
Simoa fez umaceno. aflirmativo.
Ao meos estaro ben guardados ?
Entao, mas nao impossivel dar com
elles.
Eotao ho de encontra-los com cer-
do-algwna dasformade processo estabele-
cidas para os tribuoaes judiciarios?
2: Sao competentes as mesma assem-
blas para fazer aquella lei especial, ou per-
tenee-esta attnbuicSo assembla geral ?
SANCCAO" AS LEIS.
Primeirw questo.
(Arte 13 do acto addicional.)A dispo-
sicoes legislativas coneernentes aos impos-
tos raunicipaes comprebendem-se na cate-
gora das que nao sao sojeitas saucedo,
em vitude da excepcSoposla regra geral na
a parte do art. 13 do- acto addicional ? ou
lomando-se ao sentido restricto as espres-
sas do^mesmo artigo aparte relativa
receita & despeza municipal, deve-se en-
tender que, Bao abran^endo estas palavras
os iinpcstos monicipaes, dependem taes dis-
posicoes da sanccSo dos presidentes?
Segundarpesto.
(ArL H11 Io e art.'43 do acto addicio-
nal.)N caso de voltar qualquer projecto
de lei > assembla provincial para ser sob-
mettido' nova discussicy como determina o
art. 15-do acto addicional por ter-lheo-pre-
sidente negado sanecao, deve ser resolvida
a sua adopta tal qual, oo a sua modifica-
Cao no sentido das razees allegada? pelo
presidente, em nina s diseossao ou em tres,
segundo a regra estabelecida para os casos
ordinarios, ao Io do art. 11 ?
Terceira qfmsto.
(Art-5'dt>addcional.V-Denegadaasanc
Cao um projecto de lei por inconveniente
aos interesses da provincia e reenviado pela
assembla provincial, tendo-o adoptado tal
qual ofe modificado no sentido das razes
allegadas, nos termos de-art. 15 do acto ad-
dicional ; obligatoria a-sanefao, ou ten o
presidente o direito de anda recusa-la ex
press* ou tcitamente, salvo sempre, porm
o direilo da assembla e mandar pubical-o
como lei-na forma do art. 19 do acto addi-
cionak?"
Quarta questo.
(Ait, I9> do acto addicional.)O prazo
de l-dias,fixado no art. 19 do acto addi-
cional, para a concessao ou denegaco da
sanecao, deve entender-se com referencia s
primeira apresentaco do projecto de lei
ao presidente, ou tambem segunda deoois
de adoptado o mesmo projecto tal qual ou
modificado no sentido das razes pelo mes-
mo presidente allegadas nos termos do
art. 15 T
Quinta questo.
^Art. 15 do acto addicional.)Denegada
a sanecao um projecto de lei.
l.Tem a assembla, vista das palavras
da art. 15 do acto addicional, o direito :
De aeceilar urnas & nao outras das razes
allegadas pelo presidente ?
Da fazer Ibe, nsssa occasi3o, altoraeo?s ou
additamemos nao comprebendido&naquellas
raze s ?
2--Entendendo-se que a assembla obri-
gadaa adoptar o projecto tal qual, ou a
modilica-lo restrictamente no sentido das
razes allegadas, tem e presidente da pro-
vincia, procedendo ella diversamente, o di-
reito de negar segunda vez a saneco ao
projecto e de suspender-lbe a pu blicaco
teza. Mas olha que nao ha tempo a per-
der, vamo nos embora. Qdando vierein os
taes senhores, acbam a toca vazia.
A bruxa e o laca dirigiram-se apressa-
damente para a porta da escada, e j Simoa
se dispuuha a abri-la, quando Lzaro a
segurou e disse com voz surda :
Ouves ?..
Percebia-se claramente um raido de
passos e a bulha dos mosquetes batendo
no chao.
J tarde I rosnou Lazar, fulo de
raiva. Nao quizeste -fazer caso quando eu
dizia que le aviasses, e agora nao podemos
fugir.
O que ser de nos tartameleou Si-
moa, que bata com o queixo com medo.
Sei cao que ha de ser nos ou para
melhor dizer sei, e at demais 1 A forca
l est nossa espera AQnal de contas
urna morte como outra qualquer, e anda
agora tu m'a prophetisavas. Caspite Pois
olha que acertaste I Para outra vez hei de
acreditar-te.
Mas porque .motivo nao tentamos
fugir ?.
Fugir I E como ? A escada est
cheia de soldadesca. Sabes de ootra sa-
bida ?
Talvez pelas janellas...
DeKam para a rna, e a ra tem vi-
gas que nao dormem.
E a do laboratorio que deita para o
pateo da casa aqui do lado ?
Com breca verdade, nao i me
lembrava. Esta porta da escada solida
e tem bons ferrolhos. Necessitarab pelo
menos cinco minutos para a metieren den-
tro ; con a tentativa nada se perde.
Lzaro correu os pesados ferrolhos, for-
temente seguros, e, apenas feito isto, ouvio-
se no patamar do segundo andar a bulha
dos passos e dos mosquetes, que e fra
aproximando ; resoou depois urna grande
pancada na porta, e gritou urna voz :
Simoa Raymuodo, sabemos que ests
ahi dentro, e acompanbada. Abre em no-
me do re.
A imimaco ficou sen resposta, e Lzaro,
agarrando a bruxa por um braco, porque
ella nem j tinha torgas para se ter em p,
arrasiou-a at ao laboratorio, aleoya pe-
quena onde se fu um torno de alchimista
com o folie correspondente, alambiques,
retortas e vasilhas de todos os lmannos.
Um ebeiro acre e nauseabundo infestava
a atmosphera do laboratorio, e orna mas-
cara de vidro, suspeusa de um prego na
parede, indicava que a adewinha tinha o pru-
deote costume de tapar a cara em certas
operacces mais delicadas.
Disserftos que Sinoa viva no segundo
andar. Da janella do laboratorio differen-
Cou Lzaro, no' meio das trevas, distancia
de dez ou doze ps, o muito, urna especie
de telheiro que oceupava parte do pateo.
Escorregar at ali nao era difficil, e o
telheiro ficava pouca altura do chao.
Traze-me uus lences, disse Lzaro
voltando-se para a bruxa, se nao tiveres
por ahi alguma corda bem forte, o que ser
muito melhor.
Simoa nao possuia nenhuma corda, e
teve por conseguate de levar'os leoces.
O rapaz fe-Ios em tiras, atando-as urnas
s outras e entrancando-as, at obter o
comprimento que julgou sufficiente.
A janella nao tinha grade, mas Lzaro
supprio-a por meio de um pao, atravess^d
na parte interior da parede, ao qual atou
urna ponta da improvisada corda, deitando
a outra para o lado de fra, e con quanto
nao ebegasse trra, passava do telheiro.
Ahi est o caninbo da liberdade. disse
Lzaro para Simoa; s falta a gente ser-
vir-se d'elle. To desee primeiro ; agarra-
te bem, e toma cunta dio deixes escorregar
as mos, sob pena de as retalbares todas.
Em seguida irei en, e ao depois trataremos
do mais.
Em presenca do perigo imninenie, ine-
vitavel at. segundo pareca, a bruxa per
dera o tino ; cobrou porm algum animo,
ao avistar aquello raio de esperanza, e se-
gurado as recommendaces do rapaz, che-
gou sem difficuldade ao telheiro. Lzaro,
leve como un sargento, escurregou
n'um abrir e fechar de olhos.
O mais difficil j est feito, coxixou
o rapz ; mas preciso aviar, porque, ou
muito me-ngano, ou os amigos da polica
acabam agora mesmo de arrombar a porta,
e temo-Ios comnosco d'aqui nada...
Ouvio-se effeclivamente um grande es-
trondo e muila algazarra de vozes no quar-
to abandonado, e atravez da janella aberla
do labolatorio, chegou al ao paleo o claro
de algumas luzes agitadas em todas as di-
recces, que as paredes produziam o mais
phaQtastico vai e vm de sombras.
Mea dito, meu feito, elles ahi esto,
proseguio Lzaro ; mas ainda tempo do
fugir... Eu sallo parabaixo... tu dei-
xa-te escorregar, e sueceda o que succe-
der, que para as grandes occasies sao os
grandes remedios. '
Ha de corto um dos gentlico para os
marotos, como o ha para os bebados, por
que Simoa eo tapaz achafam-se em lerr.
sem a mais leve arranhadura e apenas um
pouco aturdid s pela violencia do choque ;
n'aquelle cmenos, chegou o comnissario
janella do laboratorio, gritando :
Fugiram, fugiram por aqui I G es*
to os lences dependorados !... Depres-
sa, el es, rapazes I.. Yinte dobroesde
recompensa quein os agarrar I
Felizmente para os dous fugitivos, des-
tinados a representar um importante papjl
n'esla historia, as trevas eram muito den-
sa no pequeo pateo, e por isso nao es
inTERATMA,
POUCO DE TUDO.
DIGNO USO DE RIQUEZA.Um diario
estrangeiro refere urna aeco das que tor-
nam o horaem verdadeirameote grande aos
olhos do mundo, com que o gra-duqoe he-
reditario da Russia acaba de inaugurar a
sua maioridade. Ao completar 25 anuos
de idade dedicou urna somraa de 70,000
rublos (uudaco de um hospital em S. Pe-
tersburgo para dementes incuraveis, e des-
tinou uiua renda arinual de 20,000 para o
sustento dos que nelle forem recolhidos.
avistaram as pessoas que chegaram ja-
nella. Poderam, pois, acbar a saluda por
um comprido e estreito corredor, que fi-
cava defronte do telheiro e que os levou
urna tortuosa vielia contigua ra da Lan-
tema. Para cumulo de felicidade, encon-
traram-nasortaria, porque ao espalhar-seo
boato de que a polica, ajudada por um pi-
quete de tropa, ia prender Simoa, toda a
gente aecudio ao sitio da que poderiamos
chamar catastrophe, na esperanza de assis-
tir um d'esses commovedores espectcu-
los que o bom povo de Paris prefere tu-
do mais.
A bruxa e Lzaro consegairam, pois,
sabir da casa sem serem vistos, e dirigi-
ram-se matacavallos para o caes, aonde
cheg-ram em pouco minutos sem terem en-
contrado nioguem. Ghegados ali, estavam
lora de perigo, urna vez qoe o fato nao os
differencava dos demais transentes, qoe
anual de contas eran ben raros; as mar-
gens do rio estavam muito escuras, apezar
dos morimos can lieiros, poslos grande
distancia uns dos outros.eos agentes, que da
cerlo iaoi lancar-se em busca dos fugitivos
flcaram desorientados, sem saber que di-
receo deveriam tomar.
Lzaro, para maior seguranca, continoou
correndo um bom pedago, e depois levou
a bruxa para a escarpa do rio, amparando-a
com a mi vigorosa, quando n3o cahia
sem alent. Seb a densa escundo pro-
jectada pelos primeiros arcos de urna ponte,
havia grandes pedregulhos amootoados, e
sobre um d'elles se deixeo cahir Simoa
oda offegante e extenuada, em quanto L-
zaro, como o lobo acocado pelos cacadores
ficava escotando o longinquo borborinho que
a brisa levava at ali.
Nada euvio qu o podesse inquietar. Os
sabujos tinham perdido a pista...
(,
\
/
V<
\
i



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYJGMZV81_O4X6AV INGEST_TIME 2013-09-14T03:25:32Z PACKAGE AA00011611_12145
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES