Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12143


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Full Text
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ANNO XLVI. NUMERO 137. or -j,? I



PARA A CAPITAL I 1Q6ABSS DUDE IAO SE Pifia POETE.
Por tres mezas adianwtos ... ei
l'oc i- ditos idem ... ...........l# .r?000
^ramannoidem.: ."'/!%.............. 2OQ0
SECUNDA FEIRA 20 DE JUNHO DE 1870. '
*

PABA DEITRO E FOCA DA PBOVDTCIA.
Por tres raezes adiantodos.......
Por seis ditos idem........ .....
Por nove ditos dem........ *
Por am anno idem ..... r .
W750
1350a
200250
27OOO
Propriedade de Maooel Figneira de Paria & Filhos.
- .
. N ft AGENTES: ---------"
Os Srs. Gerardo Amonio Alves Filhos, no Para ; Connives Pinto, no Maralo Joaquim Jos de Oliveira, ns Ceara ; Antonio de Lemos Braga, *> Aracaty Joio Maria Mo Chaves no a- a i m -
Pereirad.meid.emMama^,.^
em Nazaretb ; Francsco Tavare, da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos- Martins Aives, na Babia; e Jos Ribeiro Gasperinho no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAl.
ominando das armas.
QttMaWMHUUML BO CO.Vtf ANDO D.YS ARMAS \ Y
PROVINCIA DE PEIINAMBUCO, 18 DE Ju.MIO
DE 1870.
Ordem do din n. Hi.
O Lrigadeiro comandaute das armas tem a
nnior satisfacio em fazer puolico, que o Sr. cirur-
giao h morario do exereito Dr. Alejandre de Sou-
la Pereda i|o Carmo parlecipou nesta dita achar-
se restihelecido da grave infermidaJe de que foi
assaltade a 19 de maio ultimo, e eu eslado de
continuar a exercer os lugares de presidente da
junta d<* sale e de encarregado da enfermara
militar, conseguratem'jnte determina que a O do
corrale mez cessem de exercer, o priraeiro dos
re-ti Jos lugares o Sr. | eirurgio reformado Dr.
Miguel Joaquim de Castro Mascarenhas, e o 2 o
Sr.25 cirurgiao tamo-ira reformado Dr. Ernesto
Feliciano da Si va lavares, louvando-os pelo bein
que interinamente desempenharam.
Oj mimos Srs. f e 2 cirurgies passaro a
razer o servido de que d'antes se adiavam uuer-
.regados
AasigaadoJaffttla Jos Gom-alces Fontes.
ConformeEmiliano Ernesto de Mello Tambo
rm, tonente ajudante de ordens encarregado de
detaic.
Repartido da polica.
* seceso.Secretaria da oolicia de Pernambu-
co. 18 de junbo de 1870.
ao conheci-
N. 376. Illm. e Exm Sr.Levo .
ment de V. Exc. qne, segundo consta das parti-
etpae.oes recebidas lioje nesta reparticao, foram
noateni recolhidos casa de detenco, os segra-
les individuos :
A mi; ha ordem, Pedro Marques, vindo do ter-
mo ce S. Dent, como criminoso de morte na pro-
vincia da- Alagitas.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Florinda,
erara de Joao Jos de Miranda, por crime de
enemas ptiysica*.
A' ordeni do da Boa-vista, Manoel Francisco Pe-
reir da Silva, por briga.
Em offlow datado de hontem commun:cou-me
subdeiegMo de Jaboatip que pronunciara a Jo-
so Antonio de Oliveira, como incurso as penas
de artigo 257 di cdigo crimina.
Por oftlcfo de 1G do corrente partecipou-mo o
delegado de Iguarass qne na noule de 12 para
i.'i deste mez, no dUtncto de Maricta d'aquelle
termo, Manoel Melquades Ribeiro, Antero Severi-
no dos Keis e Bernardino de tal, conhecido por
Bernardo do Morte, feriram gravemente a Lniz de
Lima; que procedeu-se a corpo de delicio e est
**ndo nstnnrado o competente snmmario contra
os efenores ; bem como qae destes os dons pri-
meiros ja se acham recolhidos respectiva ca-
dea e que deligencia-se capturar o ultimo.
Deus guarde V. ExcIllm. Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
vicepredente da provincia. O chefe de po-
Icia. Lwz Antonio Fernandes Pinheiro.
Cao do presos, os quaes sendo sollos no vapor, ahi
chegaram noin o louvavel nome de voluntario
tendo portanto u sobredito capillo consciencia d
que havi feito, logo dessa capital procurou apa-
drrabar.se com o Exra. Sr. presidente da provin-
cia, tanto que deste trouxe urna carta de recom
mendacao para o delegado do termo, mas ainda
assim chegando em Piranhas, nao confiou entrar
aqu, e em vez de mandar a carta que trazia da
presidencia, consta que maodou chamar Marco-
lino Pereira da Cruz para, apoiado pelo grupo des-
te, poder entrar ; foi entao que as autoridades lo-
mean) as medidas precisas nao s para repellir
como para capturar a todos, visto ser Marcolin
criminoso de diversas mortes, e.terem em seu
poder ordem de V. S. para a sua captura. Dadas
estas oceurrencias, chegou o actual delegado
oeste tormo tenente-coronel Cavalcante, que se
aciava na villa de Flores servico da guarda
nacional, foi entao que a elle se entregou a carta
da presidencia de que cima fallei; a resposta do
tener.te coronel foi, que os filhos do capitao Ca-
bellara de nada podiam receiare que elle os ga-
ranta, e que o dito capitao vinde apoiado por
Marcelino nao entrava senao depois que elle fos'se
victima ; porm que sem esse apoio podia garan-
tir a sua vinda, que nao era preso, por ser o que
poda evitar, e mais nao; porque se nao quera
comprometter, muito principalmente tendo o dito
capitao iaimigos de seu proprio partido, que de
proposito podiam promover qualquer mal, para
dest arte flcar a culpa para elle, e que alm di<-
to la entrar na averiguaeo do boato apparecido
de ter sido chamado Marcolin a Piranhas ; dado
Isto o dito capitao deixou do vir, achando-se aqui
toda a familia, porm ignoro onde elle eslea e
quaes sejam as suas pretendes.
Sao estas os informacoes que. me compre dar
V. S., por serein as que julgo reaes.
Deus guarde V. S.-Illm. Sr. Dr. Luiz Anto-
mo Fernandes Pinheiro, digno chefe de polica da
provincia. O delegado, Cypnano Exalto de
Araujo
Se n encararmos a questao debaixo do ponto
de vista em que a encroa o nobre deputado, quan-
do disse que o emnregadb da casa de deterreo de
que trata o requenmento nao era da conflanrado
chefe d.! polica, en sou .forcadoa dizer que decte
modo deveria ser domittido, em primelro linar o
administrador da mesma casa de detenco, porque
o prirrieiro a nao merecer confianca do governo :
liberal, conservador, republicano, e se hou-
ver um outro partido elle o tambera.
* O Sr. Rurixo de.Almbioa :A' que vem isso.
Reclanw contra o procediraento inqualiricavel
que leve o nobre deputado, alterando o seu dis-
curso, e declaro, que elle nao usou nesta casa
das expressoes, que acabo de lr, e era na dis-
cusso se refro nunca minba
vesse feito tinha eu bastante
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 7 DE JUNBO.
Subdelegada de polica da freguezia de Taara-
hi, 2 de maio de 1870.Illm. Sr.. Levo ao co-
nheeimonto de V. S. .para que faivi constar ao
Eira. Sr. presidente da provmeia, q'ue tendo che-
gado na povoacao de Piranhas da provincia das
Alagotf, o capitao de voluntarios Francisco Bap-
tist.i Carreta Cabelleira, c*m destino a esta villa,
donde natural, all esteve por muitos das cons-
tando que sua demora era devida a falla de con-
Jag-o para seu transporte, o que todos acredia-
ram em vista do man tempo ; porem, com o cor-
rer dos das foL.se sabendo qae elle procurava in-
cutir no animo de-seus prenles e amigos politicos
qae aqtii o queiiam matar e que portanto o.deviam
ir buscir.com fofea armada, para assim poder
'airar a salvo, nao devendo recejar eousa alguma:
le lie tinia dito o Birao de Villa-Bella, que
rtida liberal montavaj, ea demora era a
[a b de S. A. o Sr. cunde d'liu. Houveram
8 clvgou a haver urna grande reunio
in de (lelberarem a respeito, sendo a
maioria de parecer que tal nao deviam obrar. Dis-
nado o caailao Cabelleira de seu primeiro
procurou ter entrevista com seu prente e
amigo Marcolim Pergira da Cruz, chefe da qae*
iriiha de ladriis e assassipos que entraram
na'iuella mesma povoa^ao de Piranhas e niatanm
i Manoel Vctor d- Siura. allm de que eatrasse
aqui garantido pela torea d. referido assassino ;
ora dado isto, inerte eria a autoridade que dei-
xase de por en aeco t(,da sua aclividado, alioi
i reenir qaillo ijue se tem dado era Floresta,
i Antonio da Gloria e na mesma povoacao de
Franhas; o que tem servido de base ao dito capi-
tio pare comprovar o seu nefanlo plano, e con-
vencer os que nao esto observando, que da
parte das autoridades que parte a provoca-;ao ;
mas f'-lizmente o que farei brevemente, pois de
helo Marcelino para all seguio a conferenciar
>m o referido capitn do lado opoato do rio, pelo
que o delegado de Jeromoabo requesilou urna
torca deste termo afim de procuraren] capturar
a Marcolin e sea grupo na vinda da^nella en-
trevista, e ho'nlem daqui seguio o proprio delega-
do com urna forra de guardas nacionaes a se en-
contrar cem a forea daqoelle delegado para dito
:ii, sendo cert que eslava Piranhas em alarma
a espera qae Marcolin alli entras-e de novo.
Sinto dizer a V. S. que cada um dos voluntarios
que por aqai anda, parece urna bomba inflama-
toria que a cada pasco te e-t e-perando a explo-
zi >, tendo por este tacto se convertido o regosijo
em dissabores. Nada mais direi a este respeito,
porque os boatos pelo alto serla i espalhados sao
indignos de serem acreditados de improviso, erh-
bora dignos de toda consideraco; no entanto. V.
S qae deve estar mais ao falo de qualquer movi-
raento poltico tomar a mioha exposice na con-
siderar) que julgar acertado.Deus narde a V.
SIllm. Sr. Dr. chela de polica da provincia.
Mantel Vctor da Silva, sub delegado.
-v
Delegacia de pnlicia do termo de Tacarat 301
de maio de 1871).Illm. Sr.Respondendo ao of-
ficio de V. S. daudo de 30 de abril Rodo, lenho a
informar que a noticia dada pelo Diario da mes-
ma data, pode ser certa emquanto ter o capitao
Cabelleira receido essas cartas, e contrem ellas o
mesaiequeo Diario relata, porm sao falsas e
destituidas de fundamento, seinelhantes cartas, e
a preva do que digo, lio evidente, que desde
ames de 30 de abril, que se acham aqui os Ribos
do referido capitao Cabelleira, gozando da mais
completa tranquillidade. certos que, nem elles nem
o capitao Cabelleira tem processo algum aqui e
era tao pouee.sso se trata.' O que ha de real
este respeito o segninte :
O capillo Cabelleira exerceu aqui o logar de
subdelegado na denominada liga e como tal pro-
cessoa a muitos conservadores, entre estes alguns
de posicio e que boje exercem empregos na loca-
lidade, destes os qne foram) presos elle paz no
troco e correte, anda os qne eram substitutos
do Juiz municipal, e fez todo o partido a mais te-
naz perseguido, tendo por esta razio adquirido
tantas e tao grande* intriga?, que jolgou pruden-
te seguir para a guerra antes qae toase demittido,
antes porm de sua safaida, com o a de apre-
sentar numero de gente como voluntario, prati-
con elle novo* absurdos, com um racrutaroento
aioda nio vjsfo deste mdq, daqui saAo com por-
PRESIDENCIA DO SR. DR. ACUIAR.
Aomeiodia, feiu a chamada, achara se presen-
tes os Srs. Correa de Araujo, Amaral, Teixera de
aa, Firmino de Novaos, Rufino de Almeida, Pe-
dro Alfonso, Vieira de Araujo,Paes Brrelo, Gon-
Salves Lima. Oliveira Andrade, Guedes Gondira,
Antonio Paulino, Miguel Pernambuco, Manoel do
Reg, Felippe deFigueirn. Barros Reg, Ferrej-
ra de Aguiar.Pinto Jnior, Nicolao Tolentino, Bar-
ros Wanderley, Oliveira Fonceca, Cunha Cavalcan-
te, Cunha e Figueiredo, Ges Cavalcanle, Riheiro
Vianna, Manoel Arthur, Vieira de Mello, Antonio
Cavalcante, Augusto Costa, Eduardo de Oliveira,
Guarnan Lobo, Henrique Maraede, Gaspar Drura-
mond, Mello Reg, Cavalcante de Albuquerque e
Ignacio Joaquim.
Aberta a sessao, foi lida e approvada a acta da
anterior.
O Sr. Io Secretario declara nao haver expe-
diente.
Sao julgados ebjecto de deliberacao e mandados
imprimir os projecos ns. 13i. 133e 136.
O SR. PAES BARRETO :Sr. presidente, sou I
um pouco pertinaz quaiido desejo chegar ao des-
cobrimeato da verdade. Em urna das sessoes pas-
sadas llz um requerimento pediodo iuformacoes a
directora da instruccao publica sobre a eadeira
de instruccao primaria do povoado de Nazarelh ;
essas inforraatjoes vieram-me as raaos hontem,
sao todas favoraveis ao professor do mesmo po-
voado ; mas emendo de ver dizer ;i esta Ilustre
assembla que outra cousa nao esperava do dele-
gado litterario do mesmo povoado. Mas tambem
devo dizer que o delegado litterario que forneceu
essas informacoos nao me merece a menor con-
fianza para informar sobre es-e professor, visto
porque sao imgos ntimos, e posso mesmo dizer
que o delegado litterario depende de alguma for-
ma do professor de Nazareth, e desa sorte sup-
ponho que nao habilitado para dar urna infor-
marlo justa e verdadeira neste sentido, e mesmo
nao querendo oceupar por muito tempo a alten-
cao da casa, eu aprsenlo um novo requerimento
que oseguinte : (L).
Ditas estas poucas palavras submetlo o meu re-
querimento considerago da casa.
Val mesa e apoia-se o segninte requeri-
mento :
pessoa : se o ti-
dignidade e energa
para o_ repellir como devia, e acredito que Y.
Exc. nao teria deixado passar sem reparo seme-
Ihante injuria, que alias me nao-alcanza.
O Sr. Presidente :De oerto que nao.
O Sr. Remo de almeida : Appello para o-
testemunho da casa, ella que responda se o nebre-
deputado usou de semelhantes expressoes.
Vozes :Nao...
O Sr. Presidente :Se as ti vesse ouvido cha-
mara o Sr. deputado Paes Barreto ordem.
O Sr. Ritixo de Almbida :Como o tem cha-
mao por mais de urna vez.
O que apenas disse o nobre depotado, tirando
conclusoes que se nao continham em nimbas pala-
vras, foi que se o guarda da detenco tinha sido
demettido por motivo politicos e de conflanca.
deveriam ter sido demetlidos todos os empregados
daquelle estabelecimento, porque nellesAavia con-
servadores, liberaes e republicanos. Nessa occa-
siao quem Ihe deu um aparta foi o meu dislincto
collega, deputado pelo primeiro "districto, o Sr.
Pinto Jnnior.
O aparte que vem istoqueme foi atribui-
do, est deslocado. A casa me far justica, acre-
ditando, que apezar de toda a calma e saogue
fro, que procuren guardar na disenssio com o
noore deputado pelo terceiro districto, eu nao to-
lerara, que elle impunemente me injnriasse, co-
mo inculcou no sea discurso publicado boje.
(Ha varios apartes.)
O Sr. Rufino de Almeida :Este discurso est
inteiramenje alterado, como ja disse, e neste pon-
to appelle para o testemunho da casa. (Signaes de
approva?o.)
O aparte que dei e vem destocado^ dei-o, quan-
do o nobre deputado disse, que se o guarda da
detengo tinha sido demettido por ser liberal, ha-
via njustica, porque elle tinha votado coraigo na
matr z da Boa-Vista.
Desejava que V.Exc, Sr. presidente.me dissesse,
e no regiment ha alguma disposicio, permittin-
do que qualquer Sr. deputado pesea fazer publi-
car discursos, que nao foram pronunciados nesta
casa, discursos novos.
OSa. Presidate : Pelo regiment nao ha
sancelo contra as alteracoes que qualquer Sr. de-
putado possa fazer nos seus dircHrses.
O Sn. Rufino dc Almeida :O remedio a re-
clamacao ? (Signal de approvacao do Sr. presi-
dente.)
Foi, pois, para reclamar contra o procedimento
inopportuna a queslao-agora,por isso que a acta i
ibi approvada.
O S*. &. DRUMMOND eotende qr nao ha deei
sao nenlKma a tomar Dresetiiemente nem pela
mesa,-nem- pela casa, visto que a acta foi approva-
da sem redamacao, e ntsie paso se deve conside-
rar appr'>vjd aemend, podendo-se por occasio
da 3>a discussaoremediar o eagiino e a>easa enten-
der que honvB engao.
OSR. ALVBIDA PERNASWUCO diz qne se le-
vanta para protestar cooa o precedente que se
querestabelecer. submetlendo a nova disenssio a
emenda que foi regeitada, segando consta da nota
tomada pelo Sr. i. secretario e como foi declarado
meme pelo nobre autor da enieBda.pareoewlo-lhe
que o espedieMe a tomar coasiderar a emenda
como regeitad, embora a acta coosigrwo con-
trario.
0 8K IRESK>ENTE declara qne nao qnereodo
assomir a respossabilidade. por nao considerara
questan regimenul, vai consultar a casa sobre se
deve ser ou nao reformada at arta no ponto e
questao.
O &i\. ALMEHJ* PERNAMKPCO insiste anda
em que a correccio deve ser feie indeperidente
de-nova consulta acasa. para evitar que se oossa I..
dar contradir j de er approvada owa emendaqn < utilidade senao fr aorapletada
J*'tv!n^K,?d*- a -a I Pequen parte-qoe Ihe fa
Consultada a casa, decide qne se faca a oor-
Referindo-se o parecer s pontea de-Samelleira e
Japaranduba diz o seguinte: (l).
J ve" a casa que essas pooies sao damaisatten-
divel e reeonhecida u^ilidade. A urgencia da de
una eresce de ponto; cada dia se torna mais pal-
pitante, alterno o augmento d populacao, do com-
mercio e produccao daqpella localidade; aug-men-
lo de producr.no qae eo direi imroenso, extraordi-
nario. Sendo que da construccao dessa ponle-
riva grande atilidade para a estrada de ferro.
se os melhoramentos mtense. da provinrianos!
(evem merecer toda a preferetei, as condiedes !
em que nos acnamos;
para aw, como-
to em^ chamar
para outros lugares que muito concorrem para fl
cofres puhlios? Qbando nao se atiende aos ni*-
moramentos, absolutamente iodispensaveis, de ou-
trss localidades, haemos de dfetlrrar urna verb
para a abertura do rio Jordo, na Doa-Viaeein
para onde ja existen estrada de- ferro e de reda-"
gem e que Sea a ponca distancia desta ci-
daae "
iNoto lamber que dinpensavel a-quota destina
oa para o erapredrameato da estrada de Olln-
es. Pens qae se pederia presciadrr;
desse eropedramen-io. A estrada
por ora.
de-Olioda nao
iwmos; se-sepodei. traduzir hoja, est em ms eoafeSes : ou> pouco mais ^rernt
a-altencao da cas para a emenda jputarem-se uns mmimm amUI m fZJl"l
reooao n acta, consderando-se regeitada a eaen-
dn do Sr. Gjes Cavalcanle qnefo ada como ap-
provada.
ID KM DO Dl'.l
1' discuasao do projecto n. 147 deste anno de-
terminando que as causas da fazenda provincial
que correm hoje peb juizo privativo dos feitos da
Eazenda geral sejam julgadas pelos- jaizes dei.
reito do crime des* capital.icaporovado.
Continua a 2' disenssio do ai*, ttd onjamento
provincial eom as emendas que-Ihe urara olfere-
cidas as sessoes anteriores.
Vo ainda i mesa e sao apoiadas as seguintes-
emendas:
Ao art. 6 S Com s ponles contratadas e oo--
tras obras :iH:U00&.J. Mello Jftoo.. />>-
mon.
Ao art. 6 S 7 em vez de 6KXX)*pra um aco-
de em Buiquediga se-3:00O.para a escavacao-
da lagoa do Buique..4. PaHhno
0 SR. G. DRrMMO-ND Taz considerara em op-
poficao a emenda que manda supprimM-a verba
de o:C00 para abertura da bertura do rio Se-
riohiem e a precia as diversas ouiras emendas ofe-
cidas ao artigo.
OSR. PEDRO AFPONSO :-Sr. presidente, o
projecto de lei do orcamento eensigna qoetas para
reparos e consirueeo de mataizes e capetlas. Est
isto consagrado pelos estylos desta casa. Pens,
porm, qne esta a sembl a nao pode conceder
iiuotaspara reparos e constrocea deeapeilas, e
aun de matrizes. Quanio est* incuwbe-nos o f
dever e iu.-oWf;mwl o mmu diriio. AOm
cada um de Das eeobeaendo doa-urgeneias da ma-
triz da localidade d'undo viemos, sob a l de su
pala.'ia. manifesta a esta assamola a convenien-
cia de nina subveoeao para reparos ou constru--
cao da respectiva matriz e a aesembla concede
que von apresentar; e porque tavez a provincia
nao possa despender, en dinhehro. nma somma
mar;>avurtada para a construeno- dessa obra re
corr a- emissao de apolices.
A estrada a qae se refere-o prometo e sotare
qual tambem versa a emenda que vdui apresentar
consisto-em um pequeo faneo, 20ftou> 300 bracn
compreliendidas entre a ponte e a estaeao d*- Una
da va-frrea; a priraeira parte do flaneo
?(m2*em >m a ql se gsioa
eqnefiear sem nenhuma apheaco e
com a poute e' mai +
- falta.
Agora, Sr. presidente, pass> a aprecinr algumas
oas-disfwsioes do-| 8 do artigo que est em
dtscussao.
Principio notando qae o paragrapl contm al-
gnmas varbas que meparecem- dispensaTOis, ao
menos per ora. la fazer reparas, chamar atten-
eao da casa e do mon honrado collega, de distric-
to, membrc- da comnassao, para a verba de 25:0004
desuada a abertura da barra do rio Sferiohaem,
porque enteniia que era essa ama da* newssida-
des, um tes-welhoraaeiios que pedia ser ieferi-
do atientas- outras necessidades- mais palpitantes,
mais urgenes e de- maior monta pe devenios
prover.
Ouvi, porm, a jusitllcacao desee melhoramento
produzda pelo meu honrado coliga dedistrkto
que acabo de occapar a tribuna; NadR mais
direi a es* respeito;. norque estou dispoHo a
prestar o me apoio a-Codo e qoalquer meihofa-
mento material que tiver aJfoau nazao de ser
proveiiosa a agrlcoliora; porqa* os raelhoramen-
i materiaes de viagao sao hejov. paca mira, da
r-------------- uu nega a subvencao conforme -julgo atteadivel oit
ao nobrp deputado pelo terceiro districto, incluin-, nao o pedido. Esta a praliaa de tonga data, ad-
Requeiro com urgencia que se solcitem no-
vas informacoes da directora geral da instruccao
publica, sendo esta autorisada'a communicar ao
delegado litterario do Cabo, o Dr. juiz municipal
daquelle termo e o delegado litterario de Naza-
reth do Cabo, para que inspeccionando a aula pu-
blica de primeiras lettras daquella localidade, in-
formarem sobre o numero, adiantamento dos
alumnos, assiduidade e dedicado do dito profes-
sor e o mais que julgar conveniente ao bem da
instruccao publica.Paes Barreto.
Encerrada a discussao o requerimento posto
a votos e approvado.
O SR. RUFINO DE ALMEIDA (pela ordem) :
Sr. presidente,V.'Exc. ea casa teem sido teste-
munhas do modo porque rae hei portado durante
as sessoes, abstendo- me de tomar parte as dis-
cussoes mais calorosas, que lemos lido, sendo o
mais parco possivel era apartes, emlim, evitando
provocacoes, quasi sempre desagradaveis. Este
mea procedimento, porm, nao tera sido suficien-
te para evitar que ,um collega, quem apenas
conheci nesta casa (o Sr. Paes Barreto,) e quem
nem por pensaraentos offendi, se apresentasse da
noute para o dia, sem motivo jusiilicavel, e sem
que eu o esperasse, meu inimigo, laucando sobre
mim injurias, de que os meus mais encarnizados
inimigos politicos nunca se servirn).
A casa se ha de lembrar.de que, ha poucos
dias. este nosso collega apresentou um reqtferi-
mento (que foi unnimemente regeitado) pedindo
informacoes sobre os motivos, que levaran) o che-
fo de polica demittir un guarda da detenco.
Naquella occasio fizligeiras considerares sobre
o object do requerimento, e dei os motivos, que
juiillcavam o acto da deuMo do euipregado.
O collega, autor do requerimento, ralorquio-
me, nao em um discurso seguido, mus em propo-
siefles soltas 'esmo,' sera nexo com a materia em
discussao.
O Sr. Goks CAVALCAntrrE :Sem nexo ?
O ii. Paes Barrito :Pode dizer o que quiaer,
que eu farei o mesmo.
P Sr. Rufino de Almeida :Sem, nexo, posso
dizer, porque assim reputei as proposigoes, que
ealao lancou o meu contradictor sem relaoo com
as miabas palavras, as.conclusoes toreadas que t-
rou de nimbas allegacoes. Ainda mp lembro, ver
bi gratia da eoniequencia por elle tirada, de que
um mpragado da' detenido nao podia prevaricar
sem ser culpado e respousavel por esse acto o d-
ministradur, e outras muitas. Entretanto como o
collega se julga offeudido com esta minha expres-
sao eu me dou preasa em relira-la, e nao mais me
oceuparei deste ponto.
Passarei ao objecto principal que me trouxe
hoje a tribuna.
Com sorpraia, Sr. presidente, li ha poucos mo-
mealos nesta casa, o discurso do meu collega, in-
leiramenta diverso, daquelle por ella pronunciado
entre nos ; e entre outras proposigoes,
atente adulteradas, ii as segut[\tei :
do (-ai seu discurso, o que nao disse, que ped a
palavra. Assenlo-me salisfeito cora a approvacao
que, desta assembla mereceu a minha recla-
mado.
O SR. PAES BARRETO:Sr. presidente, decla-
ro a V. Exc. e casa que nao estoa inteiramente
preparado para responder j ao que acaba de
dizer o meu illusire collega o Sr. Dr. Rulino de
Almeida.
Um Sr. Deputado :Precisa preparo para isso?
Outro Sr. Deputado :Ou disse ou n,o disse.
0 Sr. P.^ks Barreto :Disse e sou responsavel
pelos meus actos.
Um Sil. Deputado :Como deputado tem a rs-
ponsabilidade moral nicamente.
O Sr. Paks Barbeto :Eu sempre acarreto
com a respoosabilidade dos meus actos ; quer
como deputado. quer nao.
Mas como dizia. aguardme para dar a res
posta apresentando as razoes pelas qaaes assim
o fiz.
O Sr. Oliveira Fonseca : A queslao nao 6
essa, 6 saber se se disse ou nao. disse.
O Sr. G. Drdmmoxd :E' s o qae V. Exc.
pode dizer.
O Sn. Presidente :Altenco.
Oj>R. Paes Barreto :Sobre essa alieraeao
ou nao alieraeao do discurso que eu ntendo
que devo aguardar-me para responder.
O Sn. G. Drummond : S ha um moio, V.
Exc. mostrar as notas tachigrapbicas.
O Sr. 11. Mamede :Tal voz seja isso.
O Sr. Paes Barreto : Sr. presidente, como
ia dizendo, nao estou preparado para responder
ao que acabou de dizer o meu nobre collega,
tenho plena eonviccao de que nao fiz alieraeao
no meu discurso, se as palavras ditas aqui se
nao acha o que est impresso, a minha intenco
foi dze-lo.
Um Sr. Depotado :Est bom 1
O Sr. Paes Barreto: Ku me ccraprometo,
se for irecessario a|apresentar asi notas, e estou
muito certo que l deve estar o que sahio no
Diario.
O Sr. Antonio Paulino :As intenses
esto as notas.
O Sr. Paes Brrreto : Devem estar
foram manifestadas.
O Sa. Presidente : Attencao.
O Sr. Paes Barreto :Ea estimo mesmo que
os collegas me deera muitos apartes para eu ter
direit9.de fazer o mesmo quandphouver occasio.
O Sr. Presidente: Eu qae nio ppsso con-
sentir.
O Sr. Paes Barreto :Nao sei se
gado a justiticar-me nesta occasio.
O Sr. Puesidente :0 nobre deputado quero
sabe.
O Sr. Paes Barreto :Entendo que nao, por
consegualo aguardo-me para responder oportu-
namente ao que acabou de diaer o collega
O-SR MANOEL DO REG (pela ordem):Dia
que lendo os trabalhos da sessao de 27 publicados
no jornal de hoje v que ahi est como approvada
urna emenda offerecida pelo Sr. Ges Cavlcanle
ao paragrapho 18 do art. 6o de oroaraento muni-
cipal, emenda qae entretanto foi regeitada, como
se y mesmo da nota lancada pelo Sr. 1* secre-
tario, dando-se o mesmo engao na redacao da
acta.
O Sr. Presidente :O nobre deputado devia
quando se leo a exacta ter reclamado.
0 Sr. Manos* do Reoo : A acta l-so, to
apressadamente que pode muito bem capar urna
falia destas, pede portanto que se faga a neeessa-
ria correccio de accordo com a nota que se aoo
na emenda
O SR. GOES CAVALCANTE. declara como au-
tor da emenda, que tem cooscteocia de ler sido
ella regeitada oa antes prejadjciida, por ler sido
posto a votos o artigo em pripjeiro lugar, cont
mais restrictivo; considerando por isso que se deu
engao na puWicaco dos trabalhos e as ac-
ias.
O SR. VIEIRA M ABAUJO diz qae me nao pa-
rece nao haver gravidade. na reclamacio feila; qae
murtas vezea escapa os apontamentos tomados
na mesa e, vem incorrecefles deesas, a visto,que
os nobres deputado nao reolamaram na oocaiiao
e que foi lida a *cta, pode o engao ter remedio
inter- na 3/ discoasao rio oroamento, oa mesmo na re-
(daccao setq o r.wnor meoavf,nieme, pareeando-lhe
mittida por esta casa.
Conformando-me, pois.
com- essa
Dao
porque
serei obri-
tem por fundaraenio motivos muito justse louva-
veis, lembrei-me de apresentar a projecto de lei
do orcamento urna emenda consignando quotas
para duas matrizes do termo onde residoa do
Agua Preta e a dos Montes. Nao podendo vir
liout.'in a esta oasa incumb um amigo de apresen-
tar a emenda a que me refiro. Sei que foi apra-
sentada : veabo lioje jastiBoM a sua otilidade.
A matriz de Agua Preta construida a custa dos
respectivos parochianos s obteve desta assembta
urna subvencao de l:5O0,erek que noorcamemo.
atrazad. Ainda nao se acha concluida. Portan-
te, peco mujto humildemeate a esta assemWa,
appellande para seu espirito religioso, qne Ihe con-
ceda 2:000. Quando a assembl<>a est continua-
damente concedendo subven^oes muito mais aval-
ladas outras matrizes, nao muito o que peco
para a de Agua Preta.
A igreja dos Montes ou Trombetas est ero co-
meeo, poco- Sima dos alieerees. Foi principiada
ha cerca de-6 ou 8 anao?, por un mi-sionario ca-
puchinho. Enlretauto esta se deteriorando pela
accao d.) lampo. E-ti essa igreja destinada para
matriz d nova freguezia all creada; convm,
pois, que ella se construa, assiro o exigem as con-
veniencias do culto publico e a importancia e
prosperidade crescente daquella localidad*. Por-
tante, poco tambem para essa matriz, nos mesmos
termos em qne o flz para.a de Agua Preta. com to-
da a snbmissio e homildade 1:500,8.
Eise meu pedido, com > j disse, conforme
com os estylos consagrados por esta casa, e apa-
drioha-se com motivos de tudo em tuo justos e
louvaveis.
Tamliem vou apresentar nm oatra emenda an
tomando o presidente da provincia a emitlir apo
bees ooi o paemio de & Va qaantas bastera, para
a construeco da ponte e estrada do Una, na esta-
o terminat da estrada de ferro. Passou. nesta
casa um prejecto para, a constroecao daquellas
obras. Mereceu esse ocojeeto o mais completo as-
sentimeotoapoio da casa; passou mesmo sem
discussao, devido isto ao conhecmento de sua nti-
ldade e urgencia ; portanto razoavei juste e
necessario auese concedam os taeios para a exe-
cu?o dessas obras. O que exprimira o tacto de
approvas-se um projecto determinando a cons-
trueca-i de urna ponte e estrada, reconhecidamen-
te uieis, e negar-se oa raeios para sua exe'cn-
eSoT
Eu eonlo, pois, que a casa annuir a esse men
pedido.
O Sr. Mello Rjsgo :A emenda nio cabe neste
artigo.
O Sn. Pedro Aftonso ;Como assim ?
O Sr. Mello Reg :Aqu trata-se de applicar
a receita arrecadada.
O Sr. Pbdbo, Affonso : Aceito a observaQao e
aprsentarei a emenda em ocessiao opportuna ;
mas nao ao additivo do honrado deputado, porque
lenho receios de envolver com elle a minha
emenda
OSa. Mello Recq :A qualquer disposicio
geral.
U S. Pedro ArroNso : Sira. deixarei de apre-
senur a emenda agora, aprsenla-la-hei. qnando
se' tratar de alguma disposicio que permita emis-
sao de apolices.
O Sr. Mello Reg :S se trata no met ad-
.lilivo.
O Sn. Pedro Afocso : Tenho medo da aorte
de sen additivo; mas,emlim, apraseutarei a emen-
da em occasio opportuna, e ire dessemdo com
otnea honrado collega.
Sr. prefidente, direi ainda qne a constrnecio
da ponte sobre o rio Hna ama necessidade inde-
clinavel, urgenssima; e j recouhecida e de-
monstrada quando esteve na aciministracao desta
nrniacia o'Sr. conde de Baependy. Por esea oc-
casio S. Exc. nomeeo nma commissae eoraposla
de pessoas perfeitameote hab litadas e idneas
para examinar diverso ramos da administracao
publica e iudigitar os. inelhoramentos de mais im-
mediata utilidadje e que de preferencia, devessera
ser a'tenidat. &a eoraraissio dea o sea paie-
cer'muito laminoso e instructiva e ntreos me
Itoraumato domis alcance, de mais significativa
utilidade par a provincia, meocionou a ponte so-
bre o rio Una na estacio terminal da estrada de
ferr, ceno a cas ver 4q trecho que vea ler.
roaior sigmncacao, da inaior imporUneia ; signifi
cacao essa e importancia, que deeorram das-con-
dicoes em que iki acharaos.
Conven altendermes para a prxima, solnogo,
emre ni, da magna qaesto social do elemento
serviL Essa qestao que j se est, debatendo no
seio do nosso parlamenta e que se discute,, sem
reserva, aa praca publtca, pode muito bem preci-
pitar a sua soIuqo pela ordem natural dos acoo-
tecimentos-....... 0a, qu>ndo nos achamoa a
uracos cem uma^juestio lio palpitante, de-tanto
inleressc e jsavidade, cuja soicea, de qoalquer
nvodo, vir-aftecur o mais imaiedialos interesses
do paiz o da provine, .-r.-.m-li -.. motores tropoooo
e- embaracos .agriooltnra; aie debemos cogitar
dos meios, munirmu-nos Oe jecorsoe para-arcar
com tao serias dtujcufctades ?
E quaes sao esaes-meio*, do quaes nos devemss
premunir principalmente ? Nio sao, porvsntura,
os melhocamento8 raateriaes esseacialmente recta-
pratica quoi mados pela agricultura em um pas novo,, onde
tudo, nessa relacao est por &zer? Quera, ha ahi
que conbeca provincia, e o estado atrasado da
nossa agricultufa, qjte a cada passo nio r-ccon&e-
?i a necessidade que temos de estradas de roda-
gem, d9 ponles, de aberturas de rios ? Besses
melhoramentos essenciaes que sao como-que o
preludio de oulros-muitos de que-carecemos para
substituir- a forca bruta doescravo pela foroa in-
telligente do eolono?
Portanto, voto sempre rouito salisfeito, demuito
boa vontade por qoalquer melborameMo mate-
rial ; mas entre es melhoramentos matariaes ton-
vra attendsrmos. de preferencia aos de mais
opportunidade,. aos mais momentosos.
Apreciando o projecto do orcamento a respeito
desses mollioranaento, noto que sio alies muito
poiwo atteudidos, ao passo que se deslina urna
soina avultada para construccao e reparos de
cadmas do sertiv; noto que ha mesmo exre-so de
deepe/a com *s.a applicato. Noto que para a
cadea je S. Bpnto destinaio-se li.OOO, para a
do Bonito 10:0003, para a de Garanhuns 8:000S.
para a de Cabrob 8:0005, para a de Barat .....
15:0005, para a de Villa-Bella 8:0005; c mah.
i:00* para o encanaatmoio do rio Taquara at ?.
; povoacao do Altinho. Entretanto que ios sabemss
o que sao os rios uc-sertao.
Um Sr. Deputado-:Para as cadoias j ha uaia
lei marcando 100:000.5, apenas dividimos a
verba.
O Sn. Pedro Amansa:En direi ao honrado
deputado o que pens a este respeito;. tou, porm,,
tratar primeiramente do eneanaraenio do rio Ta-
quara ; creio que isto em S. Bento.
Um Sr. Deputado :Em Caruar.
O Sb. Pedro Akfoxso :Os rios no sertio, como
se sabe, seccam coraplelaraente durante o verio.
Um Sn. Depilado :Parece que o nonre dopn-
tado conhece pouco o sertio.
O Sr. Pedro Atfonso :E' geralmente conheci-
do que no sertio nao ha rios perenes, que corram
constantemente durante o vario; e por esse
motivo que ha. falla d'agua pelo verio.
(Trocam-se apartes).
Portanto, a verba destinada ao encaoamento
do rio Taquara pode ser supprimida. Para que
gastarem- se 4 ou 0 cont. de res no encana-
ment de um rio que secoa.completamente duran-
te o vario i O que aproveita o encana menta
quando nao ua agua?
Um Sr. Deputado :Em todo o caso nio de
priineira necessidade.
O Sr. Pedro Agfonso :Tambem. figura no>or-
camento urna verba do 6:ti00 para a canalisacio
do rio Jordo na povoagio da Bea-Viagem. Que
necessidade urgente ha da canalisacio desse
rio ? Peco que me espliquem.
O Sa. Ignacio Lkao.:Isso j. foi votado o anno
pausado.
O Sr. Pedro Alonso :A Boa-Viagem nao
um centro agricula ou commeacial: apenas um
lugarejo adaptado nicamente aos baahos salga-
dos e passamento.de festa.
Um Sr. Depdaaqo :Por isso deve-se deixar os
moradores morrerem de sdn.
O Sr. Pedro Akfonso :A canalisacio dorio
, cm todo o caso, de utilidade secundaria, porm
da qual nio devenios despresar oa preterir uie-lbo-
ramelos de mais importancia e urgentissimos, se-
ment porque, durautey o verio, vio para aquella
localidade algumas familias, e. convm que o ra
seja desobstruido, afim do se prestar melbor para
os banhos. Desejo que me digam em que consis-
te a importancia e urgencia dessa medida. A es-
trada de ferro passa muito aproximada d'alli, na
distancia de 500 oa 600 bracas. (Nao apoiados).
Da estacio da estrada de ferro para o povoado,
j ba urna estrada de rodagem calcada, em boas
ooudieces. Assim, pois, a qup vem canalisarsa
o rio que nio se presta navegaco ?
Um Sr. Deputado :Creio que afim de levar
agua potavel a povoacao.
O Sr. Pedro Aftonso :0 rio s se presta a
navegaco por canoas.
Um Sit. Deputado :Servir para copduzr ma
teriaes para aa pessoas que all queiram edi-
ficar.
O Sn. Pedro Aforso :Mas isto importa urna
necessidade de I' crdem, de grande alcance, quan-
do, por ahi ha neeesjda l>J00:com aquella errada, p.i-'
deooo-3 appbca-os de preferencia eraproveuo d^
ooira estrada mk carecsrJora desse melbor*-
otentn t
0M S. Deputa :Ha una emenda suppres-
'Sr. Pedro Aiicxm : Voto por ewa erosnda
Aesin, abi estio H:O068( destinada a melhe-
ramentc* que, no bu entender, nio io de-pn
inen-a, necessidade e os mais urgentes.
QnenC as cadeias, entendo que sao illas ne-
cessana yor toda aparte-, mae- por teda a parte
jae^sfemiem mel Iteres cm-peiores condiedes. E
nao -de-eadeiAsqne'nos devemee agora oceupar
prmeiparrMmie. Entretanto- o jecto do orea-
mente-abre-urna aurora para a eadei&.>, porau^
occup-se d'ellas de preferencia.
O'Sr; Ouveira Plmu:K nma naneces-
steades ma urgentes.
O Sn Pumo Agokso :Ni diga isto. Se ha
essa urgencia de cadeas para as localidades, s
quaes se refere ooreamente aBltwo que-essa ur-
goncia se-estando r..lodos ss pontas da provincia
.Apoia*:)>
Eni Aguo Preta, ca Escada, Rij. Formse e-oa-
17M mmtae Hjcalidades nio oxistsm cadmas, na-
condif;es ea que -para deeejarque e-i3tissem.
Raras-sao- ao localidades, na.ptwincia, era- qu^
e.-wsiera cadeins as condiQoes prtewas, todavia-a
pelleta vaiexercende as suas fiBMpoa e criao
vai sendo ponido.
If.M Sk DEMiTAdo-:Logo-nao se b|tea>
O'Sr.Oiiivkwa Foiweda O tronco exote.
OSn. Probo Afpchso :lnde|>8iiiiente do4ron-
co> vamos indo como- possweMn
Un -Sr.. Dnt-TADo.:Continua o> lronco-> as al-
gemas.
'Sn. Fedb Afitwo :Na i queso qu-conti-
nuem o tronco e as algemas, (le-sio um abuso
intoleraveL Porm, pergunto : actualmen a ne-
cessidade das cadeias maie-urgente, devoraere-
cer de-preferencia a nossa sttinoaot,do que as ne-
eessidades- palpitantes da agriciiitinra ? Nlsto >
que consiste a minha questio.
6Sn: Mi.mi Reg-:E' tambem urna necessi-
dade atlendivel.
O Sn. ':>fcivT.iRA A:nAOE :Par qualquer lado
que se a.encare.
O'Sr; Pbdbo Afkohso : Destnenos o que fr
absolatamenio incli-poo-dv t'l pafa. as leyiu cadeias que esto deterioradas.
0Sn Gsmo Lobo :Bssa anasra ta se-
guramene muito cor de rosa.
Sr. Prono Aisonso :E. nnu aorora. para
as cadoiae, porque com ellas-oeaopou-se, de-pre-
ferencia, o or^amenle.
O Sr. bm Raa Somme-aa verbas o ver
que nao.
Sit Pedro Affons.: Proiorciona!mente ?
Fi.a.somma das verbas destinaias ^soSme
ciega a 87:000*.
(Tcoeam-se apartes.)
O Siv Pedro AffORBO :Enteno qne as estra-
das, as eontes e lodos os-melhoraaenlos queapro-
veilam. wnmediatamente a agricutaara sio de maior
aieanc*. e devera merecer-nos preterenr.ia.
Um Sr. Dentado ; Flcaa vigerando os
sronece.
O Se. Pedro Altana .Portanto, a respeito de
cada ma dessas verbas destiladas a cadeias.
apresentarei calendas redundcas.
Vou agora impugaar a emenda presentada
pelo konrado deputado (o Sr. Lr*o) consiguandn a
quantia de 2"':000 para ser apolicada nel* presi-
dente da provincia de abordo como b paris e constmegio de igrejas. Enteno que nio
deve ser aci.Ua essa emenda que altera inconve-
nientemente- os esiylos desia casa, sempre foi
esijtlo d'esta casa censignar-.s..', na lei d> orca-
mento, qcotas especificadas para reparos e coas-
trnrrio de igreja?. Porque haverao de alterar
esse estylcy attnbaindo ao presidente-da provincia
urna aculdade, um direito que nosso f
0 Sr. Gbsmao Lodo :E* o caso de diter-se .
sempre, mas ntm sempre porque tem-se feito o
coBtraria.
O Su. Pedro Affonso :Se a ca quer e pode
subvencionar nina matriz, porque nao ha de vota
quo:a especificada para esse lira, em lugar aV
por-se a merc da vonlade do ppesideate f Mo.
para mim, sv exprime a conveaiencia de evita-
rem-se as difficuldades da discossao, eraconse-
quencia do descalabro poltico que ai entre
nos___
O Sr. Antonio Cayalcanti :-Nio apoiado ; a
ida muito feliz.
OSr. GsmaoLdbo: J mo tardav^o desca-
labro.
O Sr. Pbdro Atonso :Dig esse descalabro
em que varaos .aqu, era cc-asequencia dos emba-
a^ que vo apparecendo ^proposiio d'esta dis-
cussao ;_de modo que j so eniende que o orca-
.merdo ho poder passar pelos meios regulares ;
e isto atlestado pela emeada do honrado depu,-
tadt.
Pois a propria commisso, tio notavel por seas,
merobros, todos elles legitimas influencias nesta.
casa, dispeado todos de elevada significa^io poli-
tica....
(Nio apoiados.)
O Sb. Ignacio Leao :Eu agradeQO pota mian;*
parte, e seja dito era que sentido for, devolvo
para la.
O Se. Pedro Aftonso :Nao vai malicia no
que digo.
O Sr. G. Drummond :Vai em earta fechada ao
Sr. Mello Reg que o autsr do orcamento.
O Sa. Pedro Affonso ;*O honrado deputado
pelo Ia districto que acabou de obsequias me com
um aparte, devolvendo-rae as expresadas que diri-
g commisso de que faz parte, desde muito
considerado am dos membros mais distinctos e
influentes do partido a que pertence^ e-nesta casa
gosa de iguacs consideracoes.
Um Sr. Deptaoo: Eoora rouita razio. (Apoia-
dos).
O Sa. Ignacio Leao -.Rogo ao sobre depatadp
qut se oceupe d'outro assampto,
O Sr. Pedro Affonso :Os oulros membros da
commisso sao tambem influentes...
Um Sr. Deputado :Estao no mesmo caso de
V. Exc.
O Sr. Pedro Affonso : Gozara de prestgiu .
neta casa. Ora, senhores, urna commisso nes-
tas condieooes, composta de membros tao influen-
tes, de tao elevada significacio poltica no partido
a quo pertencem, nao podem chamar os seus a
ordem, cbama-los a postos,e faze-los cerrar fileiras,
e desse modo fazer passar o orcamento com
est ? m.
Um Sr. Deputado :A commisso nio taz nad-
oste sentido.
0 Sr. Pedro Affonso :ftigo isto, com rearen-
ca a emenda de honrado deputado que nao deva
serjeceita pela commisso.
O Sr. G. Prtmmond :A commifio yeta contra.
I emeida.

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o de Pernambuco Segunda feira 20 de Junho de 1870. T
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IX


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-OS. Psono Affonso :Louvo a su declara-
rio por que, tncontestavelmente, a emenda *in-
j.)tvoiMeo*Bsjma.
O Sn. G. Obi'mmond:li tiveraos urna expe-
riencia anvirga.
O Sa. Psono Affonso:Privarmos-nos'de uro
din-ito para attuoui-lo ao presidente e ao bispo,
perrmttindo-lhea que recotham as grojas que mais
Ihcs convier que sejam subvencionadas.sena urna
inconveniencia, ora.desacert) de nostt par.
OSr, Pkoro Artdliso :-6e esta assembla pode
i,w si designar as quotas par a* igrejas qne Ihe
mronver por quo aitriwiir essa faculdade a pre-
sidente da provincia t Pois a assembla qua pode
lKir, que pode dar apptiiwcao as rendas da pro-
vincia, que pede designar Unto rara a matriz A,
tanto para a matriz B, confirme entender que
*Hs precisam de mais ou menos, conforme as io-
formaces qne n'este sent.lo Uve? obtido do seus
cititiros. por que I de attribuir essa faeuMade
*n presidente da provincia, *ug<*itando-se s desig-
Macaos das oreja* qae a este anrouver fater 7
Sb. G. Dbumshwd :Estamos de perfeito ae-
MMMI ponto.
' u Sb, PSdro Ajtonso :Aprecio mmto o seu
mo e, portante creioque a emendado honrado
digitado pelo primeiro distrieto nao passara, tal
. a sifoiftcaeae qne don ao sen apoio.
?) Sa. G. BOfiJio.ND :--=Con-.e com o apoio aa
-casa.
0 Sn. A. CawALEAim :-Eu creio qae nao pas-
ar, mas jssta.
O Su. I'eobo Afkonso :=Ue parece, pois, br.
presidente que os honrados membros daommis-
sie disoondodos recursos de qae dispnem, eleitos
ein que
casa, po-
inuito acertadamente para a c-mroissao
se aebam, legitimas influencias nesta
o>rao cerrar Mein* com seus amigos...
O Sn. Ictacio Leao :Para acceitar as emen-
das do nebre deputado?
O Sn. I-sdro Affonso : Ou para regeita-las
e entenderera que devem ser regeitadas. O que
quer que a commissie, em o prestigio da que
jvn>, assiima a aUitude qne Ihe compete, inca o
ornamento como pode faze-lo, por quanto os Sf*.
nombras da comraissio dispem de melhores da-
da, para fazerem o orcamento que quaesquer oti-
ir> s membros desta casa.
(i Su. Gusmao Lobo -O nobre deputtde com-
metten tvmtem a deslenldade de nao vir a esta
cx O Sk. 1'kdho Affonso : Estive doente, como
aiiidi hojemeacko.
0 Sr. Gusmao Lobo :- A palavra destealdade
ii-i-t otfensiva, esl en moda.
Un Sn. Depciabo .: E o descalabro.
O Sr. Pkoro affow* : Cma e oatra ; anda
me sejam bem differentes.-.- Todos os anuos
n'.'sta casa, por oceasiao da discussao door-
.ament). agii*'-se questes encandeoentes, e que
ijareiv n int<-rtinavei>, e por isso que o nteu
Inorado coliga rijjmdvse ao Sr. G.-Drummond) quaUncii esu as-
sembla de mesa da Itosario, quand se discute o
i-reamento. .
O Sr. G. Dbusmoko-Btt inda nao quahuquei
; MMinMea da mesa do Itosario. e se disse isto
i.articulanneote a V. Exc. nao ha muito leald
m trazo la para ea-a.
O Sn. Pkw Anmso :Eis ah o nobre
lado revellaedo-se.
<) Sr. G. urjinaxo :Eu aqu nesta casa anda
nao qualiliptiei.
O Si. Prkw Affonso :A mesa do Rosario,
.i esa de h:iii confrarialque ha r.esta eidade,os-
.le se agittrn qnestes interminaveis e encaudc-
cenes. ..
O Sr. Gpsmao Louo :Confrana que tein o (h-
re: i de exigir o respeito do nobre.deputado e de
'ijem quer que seja.
O Sn. Pkoro JAff nso : No*a effensa em vai-
nitas palavras; retiro apenas um facto; e dip)
qae es-a assembla. na irfirase de ineu hirado
iwlMM, por oocasio da discnso do ornamento,
se converte em mesa do Itosario.
O Sn. 1'rf.s.ibektk :-E" proposieao do honrado
denutario oo a attribue alguem 1
11 Sn. PRoae Afkunso :Se ntnguem quizer to-
mar a sua paternidade, eu a aceito.
O Su hoMMRRi :Enio eu acho que o no-
I re debutado naa p.le qualificar essa asseiobl*
torio como urna assembla legislativa.
OSn. Pedro Affohso :Eu accitei apateroida-
r> da proposiao para retira-la. Duendo mesa do
tasarte nao tive em isla irrogar a esu easa ama
injuria, e nem depreciar aquella masa ; disse so-
mente no sentido de ser aqwJ'.la mesa, seguado
., lo
eeales continuadas e frequentes proposito de
-na; de iberaooes ; o que se observa aqu tambem
..r oceasiao da discusso do oryamento.
Um Sn. DwrrADa: O nobre deputado ;jaass tio as suas questes ?
O Su. Goes Cavalcanti: :Cumpre Dotar que o
nebre deputado um dos inesarios qtie mais agi-
ta eesas questoea.
O Si. Prom Affonso :Serei... Mas quando
t.iio. oelo mido porque o fiz, nao ha nisso urna
i T- 'ii-a rasa.
-1. :i;:i-i:tabo :N5 ha offensa nisso, mas
[ !';-i'M-uto reservado pode ser ofensivo.
o Sn. Pkdw Affonso :Nfie tenho pensamento
r-fi v.ido, e nem isto se pode collgir de aafea
palavra-.
!. iiio-me, Sr. presidente, a estas censidera-
^Gontifluar-s-AaJ
por
EBIUTA.
discarso do Sr. Goes Cavalcanti publicado
i | trio de sabbado, aonde se lacho desnecs-
-..,i :-.e iii'-seacho necessario.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVI.NCIAL.-Sabbado a assem-
tile approvou em primeira discussao o projeclo
n. lio d'este anno, que approva o contrato feito
com Manoel Polycarpo Moteira de Azevedo, para
..bertura do Kio Goianna.
ProMijuio a segunda discuseao do projeeto de
i reameato provincial e foram approvados os arti-
a n adiiitivosao 2o, orando os Srs. RuBno d'AI-
ineida. Coes Cavalcante, Gusmao Lobo e G. Drura-
iiwijbem como os afta. 26, 28, e de 29 a 42, ti-
rando prejudicado o 17.
Entrando em dlscussao os artigos additivos as-
ijnados pelo Sr. Mello Reg, firam os mesmos
adato* por 21 horas a requerimento do mesmo
-iiimr.
Eutr.indo em tereeira diseussio o projeeto de
(rcaiiiento municipal, cou adiadopor falta de nu-
mero.
ordem do dia para hoje : continuarlo da
antecedente, 1' discusso dos projectos ns. 137 e
'.l; e 2,' do de o. tiS.
11IRY DO RECIPE.Sbbado enlraram em jul-
amento os reos Felippa Ignacia da SHva e Zefe-
riuo lose da Rocha, este accusado por crime de
n JWlCMll. e aquella peto de offensas physieas
I ves, tendo por advogados os Dra. Corte Real e
Ponceca de Albuqnerque. A accao contra Pehppa
loi julgada perempta, e Zeferino Coi absolvido.
PRONUNCIA. Pelo subdelegado de jJaboato
fot pronunciado Jos Antonio de Oliveira, como
lacnirso no aft 237 do cdigo criminal.
FERIMEuNTO GRAVE.No districto de Marico-
- -i-ieirii, Antonio Severino dos Res, e Bernardino
do Norte, feriraro gravemente, na noile de 12 do
''Trente, Luiz de Lima. Foram presos os dons
primeiros, conseguindo ugir o ultimo.
TRIBUNAL DO C0MMBRC1O.Na sessio de 17
do correte foi nomeado Joao Elysio de Figueire-
<1o Castro amanuense archivista da eeretaria
i'este tribunal.
PROCLAMAS.Foram dos no domingo na ma
frii da trguezia de Santo Antonio os praelamas
aenMjH:
L' denuneeSo.
Jos Joaqnim da Costa Aranjo, com Mara da
Oneeicao Ferreira.
Francisco Nogneira Pinto, com UmbeHoa de
jllanda Yafeo'ea.
Agostioho Manoel Santiago, com Mara Mathildas
de Jess.
1* denunciacao.
Lnn Martins de ATanjo, ftom Gandida Olympia
Augusto Marques da SMva, com Amalia Fran-
eisca Braga.
Antonio Lopes; can Ciaadiea Mara dos San-
os.
Antonio Rodrigues Pinto, quer se mostrar soltei-
lo, livre e deseinpedida.
Manoe, Ferreira Piulo Malheiro, nom Tlieodo-
jinda Generosa da Rocha Mello.
Manoel Ferreira Metezinbos, oomMermina Ame-
lia Ramos Maia.
Olorico Amancio Ferreira, com Mara Mafiale-
na da O)oeeicio.
Jos Gnilherme da Silva Duarle, com Mlnervina
di Silva Guimaraes Pinto. ,
3> deounaiicao.
Roamaldo Cirra de Mello, com Detmira Senho-
rinba dos Santos.
Mrwioa Jos dos Passos com Gutlhermlna Ma-
ra de Olivnira.
Sip-.plicio Marianno da Costa Freir, com Raza-
una alaria da Concoic*i>. ,
Custodio, ex posto, com Mara.dos Anjos do ^as-
q meato. ~ ___ -Alt
Joaquim Gomes Jardlm, com Mana da Coaeei-
rio Jardlm. _
Jos Francisco de Soun Leite^ com Amelia Bosa
da Cosu. m om__.
Lourenc^-Francisco das Cha|aa, oom Sirena
Mara de Franca,
ternardino onraj dos Santos, com Joanaa Ma
ra da Silva.
Vctor Justiniano de Jess, cofln Viceuttna Mana
da C moeicao.
Benedicto Joaquim dos Saltas, eom Angela Ma-
ra dos Passos. _
FirmiaoZenaide; de Barros, com taJia Filomena
Balhiiia de Lima.
Manuei de Abreu Macelo, com Thercza de Jess
Maia.
Jos Antonio de Aranjo, cem Catharma de
Senna.
PLVORA, PLVORA! -As nus Breita e No-
va estao apinhadas to po'vora; nao ha leja de fer-
ragens que uao commercie com asa masera, e at
ha vendas que a tew para, sntisfazer s frngne-
les Porque razio nao se turna algama provi-
dencia que. ub-He semelhante pratica f Se a vea-
dagem d. genero o probiida por lei, toda-
va .. conservaco de barris de plvora nessas ca-
sas.
Chamamos para isso atlencJio do Sr. Br. efcete
de poiiew.
HOSPITAL- P3RTUGUE1.Eta semana nes-
se estabelecimeato o Sr. inordo Flix Pereda da
Silva.
LOTERTA.A que se acha venda a 151'
a beneficio do recolliimnto de tgnarass, a qual
corre no da 28 pelo novo plano que se acba pu-
blicado, sanio o menor premio 8/ e e mator
LES LOES.Hoje effeeta o ajtente MafliRS em
m escriptono o leilao de porcio de mupado se
nhora e de tiomem e alguns ofcjectos o onro e 2
relocios de prata, no prunciro andar da ra da
Cadeia do Recife a. 9.
Conforme est annnnciado, deve partir ama
nhia as i horas da ra do Crespo e mnibus,
em seguimento ao Mondego: s 11 horas partir
da prapa do Commercio um Um do traeaportar (gratis) os enneorrentes ao lei-
iao ito sobrado da ra do Mondego n. KH.
* CEMPERIO PUBLICO.Obituario do da 13 de
JHIlll).
Benjamn, Pernambuco, 18 raezes, Boa-vlsU:
Mlerite. ctirooico.
Francisco, Pernambuco, 11 me'.es, Boa-visU;
dentioao.
Gabn.-J, Pernambuco, mez, Recife ; denti-
oao.
Antonio da Silva, Pernambuco, 28 annos, sot-
tero, Boa vista, hospital Pedro II volvulo.
Isoacia da Rosa, Portugal, 70 ats)*, casado, S.
Jos ; cancro na bocea.
Francisca Mara da Csnceicao, Pernambuce, %o
anuos, casada, Recife ; ascite.
Gertrudes Mara da Conceieao, Pernambuco.6
annos, viuva, S. Jos.; amolecimento no cerebro.
Antonia Mara do Lwramento. Pernambuco, 30
annos, cacada, S. Jos4 paralysia geral.
Antonio, Pernambuco, 6 mezes, Santo Antsoio ;
marasmo.
Jovino Ienacio da Paxno, Pernambnco, 33 an-
uos, solleiro. Santo Antonio ; eongesto cerebral.
aria, frica, 4a annos solteira, Recife ; mles-
tia interior.
Quintilha Mara da ConeieSo, Pernambuce, 23
anuo--, viuva, S. Jos ; congestiio cerebral.
Joo, Pernambuco, 3 raezes, Santo Antoaio ;
bronchite.
Raymuuda,Pernanibueo,45 annos, solteira,oa-
vista pbthysica pulmonar.
Asindin), Pernambuco, 2 mezes, Recife; es-
pasmo.
Elisa, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos ; |aftro
interite.
Olysses, Pernambnco, 1 mez, Boa-vista ; con-
vulsoes.
Idalina, Pernambnco, I mezes, Recife ; den-
tirao.
10
Romana Mara da Conceco, Pernambuco. 36
annos. viuva, S. Jos.; parto.
Anua Rita de Menezes, Pernambuco, 60 annes,
solteira, Boa-vista, hospital PedroII; intente chro-
nica.
Vicencia Mara da Conceicao, 22 annos, casara,
Santo Antonio : phthysica pulmonar.
Galdino Lopes de Oliveira, Pernambuco, 41 an-
nos. casado, Boa-vista; febre.
Vitrina Carolina do Nascmento, Pernambnco, 23
annos, solteira, Santo Antonio ; pbthysica pulmo-
nar.
Pedro, Pernambuco, 48 das, Santo Antonio;
angina.
Candida Rosa de Jess, Pernambuco, 70 annos,
viuva, S. Jos ; amolecimento cerebral.
- 17-
Joaqnim, Pernambuco. 3 mezes, S. Jos ; in-
terite.
Affonso, Pernambuco, 10 mezas, Recife ; gastro
tuberculoso.
Mara, Pernambuco, 38 dia, S. Jos ; interite.
Mara, Pernambuco, S. Jos ; espasmo ao nas-
ccr.
Carolina, Pernambuco, 7 mezes, Recife ; con-
vulses.
Anna Joaquina de Menezes, Pernambuco, 70
annos, solteira, S. Jos ; dyarrha.
Salvador, Pernambuco, 41 annos, solteiro, Boa-
vista, hospital Pedro II ; tubrculos pulmona-
res.
Mara daj Dores da Silva, Pernambuco, 13 an-
nos, solteira, S. Jos ; gotta.
Angela Rosalna da Silva, Pernambnco, 4o an-
nos, solteira, Recife ; hemorhagia cerebral.
Lucio Feij de Mello, Pernambuco, 24 annos,
casado, S. Jos; hepalite.
Joanna Sexas Cavalcante, Pernambnco, 61 an-
nos, viuva, Boa-vista; rheumatiemo chronico.
Mana Perpetua, Pernambnco, 3 mezes, Santo
Antonio ; inflammacao intestinal.
larmente o restante da wiacaVem tres dos caadi-
datos propostos, obten do-cada um d'elles 1 voto.
COM ABBGRB FISCAL.
Autos de reliabUitaco de Joaquim Jos da Cos-
ta; Pajezes Jnior e los Lanreolino do Azevedo.
O Bita Sr. pi-esiiteate propoz e o tribunal con-
cordon, que os xwos lossem examinados pelos
Srs. depotados, e por ultimo pelo mesmo Exm.
Srn para aiaal w ento julgados.
Dada a aera (11 c mola da raanh), o Krm. Sr.
presidente etetrrou a assaa.
SESSO JODKIABU EM 17 DE JNHO DI
1870.
?RBsmnnci& no exm. sr. dmfjwaruado a. p. pe-
RETTl.
Secfttark,- Mi Guimariks. 4
Aa mel dia deelarou-se. abena a sessio estando
presentes os Srs. desembargadores Silva, Gnna-
raes. Res e SHva a AccmM, e os Srs. depatados
Rosa, Basto, Miraoda Leal e bario de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da sessio anterior.
Fui lido o oiuco d 14 do presente mez da Sxqt
Sr. conselheiro presidente da relacao, commuoi1
un la que, a bm da admiakilrneo da juslica,
cassoa a provisao de solicitador de causas do
foro d'esta dade Leopoldina Ferreira MArtns
Ribetro.
Foi tarabea) lido o offleie d 14 docorreale do
mesmo Exm. Sr. censeiheico, desiganndo o Sr.
desembfimrter Almeida e Albuqnerqao para re-
ver o teilo qae peade dadecisa d'este tribunal,
entre partes, embargantes os adRtaistradores da
massa faliAa de Amorim, Fragoso, Santos & C,
embargado ftomingos Alves Maibeus.
AOC6BDA0S ASSISAOS.
AppettaBte Bernardo Jos Rodrigues Pinheir,
appeliades Wilseas & Uett; appeMante Jos Mara
Bezerra Cavalcanti; appellado Vieent Ferreira
d Vecns.
JL AMENTOS.
Jciae especial do eommere : appellante ar-
resaate. Andr Barbosa Soares, appeHada embar-
garte tereeira 8. Candida Mara dos Praieres, ar-
restada D. Vtctonna Rufina de Azevedo ; jaizes
o* Srs. Res e Silva, Acciol, bario de Cruaogy e
Miranda LoaL Foi reformada a senteoca appetla-
da, sendo rete vencido o Sr. desembargader Res
e Silva.
Juizu municipal e do covmercic da cidade da
Fortaleza, provincia do Cear : embargante ap-
pellante rCarlos Corlett, embargados .appeilados
autores Luie Ribeiro da Cuaba & Sobriuaos; jni-
zes o Srs. Silva Guimaraes, Aecioii, barao de
Cruangy e Miranda Leal. Forana despresades os
embargos.
Juizo municipal e do commercio de Macelo,
provincia das Alapoas : embarcante appeliado au-
tor o capitn Ant mi Urysaes d Carvawo, embar-
gado appellanie re a o capitao Manuel Torquat-i Ra-
mos ; juizes os Sr>. Silva uimaros, Aecioii, bario
de Cruanpy e Miranda Leal. Foram despresados os
embargos, sando voto vencido o Sr. Miranda
Leal.
Juizo municipal e do commercio de Baturit,
provincia do Cear : appellante embargante tef-
ceiro Luiz Ribeiro da Canha, appellado exequente
Antonio Pinheiro Castetlo Branco ; juizes o* Srs.
Silva Gaimares, Aecioii, bario de Croangjr e Mi-
randa Leal. Foi julgada nuil a sentenea appeHa-
da, pela incompetencia do juiz, sendo voto cenci-
do o Sr. Miranda Leai.
Appeiiante d bario de Benfica, appellado Braz
Caroeiro Leo ; appellante Jos Barbosa de Car-
vaibo ; oppellados Barbosa & Souza ; appellante
Paulo Guelphe, appeHada D. Luciana Gertrudes
Clara da Silveira. Adiado a pedido dos Srs. de-
pulados.
paflaaMna
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des-
enibargador Acciol : apjellanle o bario de Cam-
po Verde, appellado os administrad' res da massa
fallida de Sove, Filhov 4C.
Do Sr. desembargador Acciol ao Sr. desembar-
gador Res e Silva : appeilaot Jos Joaqun) Go-
mes de Abren, apl!ad*s a viuva e herdetros de
Antonio de Barros Waoderley.
inrnwnt
Juizo especial do cixnmercio : aggravaase D.
Cesara Candida Nobre de Gusmao, aggravadu
Manoel Pires Ferreira.
O Exm. Sr. presidente e o Sr, desembargador
Silva Guimaraes juraran suspeicio e fot o frito
apreseniado ao Sr. desembargador Reis e ilva.
Encerron-se a sessio s 2 horas da urde.
CHRONICA Jl'DIf LIRIA.
IIIIKI \ I. DO (niEIKIO
\CTA DA SESSaO ADMINISTRATIVA DE 17 DE
JUNHO DE 1870.
PRESIDENCIA 00 EXV. SR. DRSEMBARGADOR ANSXLM0
FRANCISCO PRRRTTI.
s 10 horas da manhiia, presentes os Srs. depu-
lados Rosa, Basto, Miranda Leal e barao de Cruan-
gy, S. Exc. o Sr. presidente declarou aborta a
MEMO.
Foi lida e approvada a acta da sessio de 13.
EXPEDIENTE.
Informacao do Sr. Dr. offlcial-maor, sobre a re-
presentado fela pelo ofcal thesoureiro.Que se
solicitarse do Sr. conselheiro inspector da tbeson-
raria de fazenda os devidos esclarecimentos.
Jornal offlcial de n. 123 a 119.Ao archive.
Aos Srs. depatados foram distribuidos os dons
seguintes livros : Contas eorrentes do agente de
lei mes Jos Mana Pestaa, Diarios de Antonio Va-,
lentim da Silva Barroca.
DESPACIW6,
Requerimento de Jos Joaquim da Costa Maia e
Antonio da Cesta Oliveira Maia, snbmettendo
registro o seu distrato social.Vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
Dito de Joio Luiz Sobrinho & C, apresentando
para ser registrada a uomeaoao de seus cajxeiros
Laurenlino Jos de Paria Simoes, Jos Hemeterio
de Castro Amaral e Manoel de Castro Fonseca.
Reconhecida a firma dos que deram a nomeacao,
registre-se.
Dito de Fortunato Ribeiro Bastos, apreseBtndo
tambem para o mesmo too contrato de arrenda-
mento do predio n. 31 sito i ron Nova d'esta ei-
dads, onde tem o sen esiabeleeimeato commer-
cat.Registre-se.
Dito d Justino Francisco Henriques e Delphim
Lopes da Cruz, apresenUndo para ser arebrfa|o
o seu distrato social.Cumpram o danoslo no
art. 2. t 7." do decreto n. 4605.
PAPFJS OO K8TAVAM ADIADOS.
Requerimento de Hago Seling, pedindo matri-
cula.Junte o snppllcante documento que mostr
ser cHe membro da (Irma de qne trata.
De Eduardo Adour e Joio Antonio Gomes Gal-
maraes, pedindo o registro de urna procoracao de
D. Rosa Adour.Registre-se.
Petieao dos consurreotes ao logar Tago^le ama-
nuense archivista.Foi nomeado Joo E)yo de
Figueiredo Castro ; sendo as dos outros prstan-
dentes despachadas pela forma,sagninie:O lu-
gar foi proTido.
(Votaram em favor do nomeado os Srs. depata-
dos Basto e bario de Cruangy, recabiado singa -
GOMMUNICADOS.
O Liberal n. 172, transcrevendo a lista
das nomea^oes oltimamente feitas pelo Exm.
Sr. desembargador Assis Rocha, precede-a
de censuras, cuja njustica s guala aspe-
resa, com que sio feitas e inexactido das
afliruiacoes, em que se baseam.
Diz o orgo opposicionista que, excep-
Co de dous ou tres liberaos na capital,
todos os inais no meados sao partidarios e
muitos partidarios oiolenlissimos da polti-
ca vermeiha.
Antes de ludo cumpre observar, que o
Liberal Bao conbece quaes sao os seus ami-
gos, nem ao menos na capital, pois nao sabe
se entre os nomeados para ella ha dous ou
ba tres liberaes. Se na propria capital elle
sent dificuldade em (publicar ossentimen-
tos polticos de todos os nomeados, que sao
dezoito, como poder aflirmar consciencio-
sa raen te, que nos 192 restantes nao ba um
s liberal, nio ba um s homem estranho
poltica, nao ha um s conservador qne
n5o seja partidario violentissjmo ?
E' inegavel, que esta affirmacSo nao
conscienciosa, mas s para prodtizir effeito ;
por quanto o sea auctor decididamente nao
est informado a respeito de todos os no-
meados, e muito menos no mesmo dia, em
que foram publicadas as tresentas e dez
noraeacoes; antes desconhece a maior parte
delles. O que se quiz foiura pretexto para
injuriar anda urna vez o digno administra-
dor da provincia.
Entre os nomeados ha diversas pessoas,
qne pertencem ao partido liberal, e grande
numero de outras, qne nao tomam parte na
poltica militante ; o qae todo demonstra-
ramos fcilmente, se agora tratassemos de
fazer depuracoes polticas, e excusadas dis-
tinecoes.
Conseguintemente cae por trra a ecusa-
co, por falta de base.
Diz o Liberal qne, a excepc5o de dous
ou tres liberaes da capital, todos os mais
nomeados sao partidarios.
Ento esses liberaes nao sao partidarios ?
Ou o orgio da opposico profere nm disla-
te ou, no intecto de requintar a censura,
quiz dar a entender, que os dous ou tres
liberaes nao foram tirados da politica mili-
tante, mas dos qne nao prestam servico.
Depois de allegaces vagas e sem funda-
meato o Liberal, ibm de dar-Ibes appa-
rencias de verdade, desee a deaigoacio de
alguns oomes, do modo seguinte:
E sobretudo espantosa a coragem com
que S. Esc. fez certas oomeaees; fallamos
d'aquelles homens nomeados, contraes quaes
a imprensa tem feito aceusaces gravissimas,
piovado-as.
Assim por ex : Jos Rufino de Aranjo,
nomeado em 1 lugar para o Salgueiro, que
est processado por crime de morte. Ro-
m5o Perelra Filgueiras Sampaio, Antenio
Sampaio Filgoeiras, e Joaquim Manoel Sam-
paio, para o mesmo termo de Salgueiro,
nenbum dos quaes mora no termo para que
foram borneados. Sempre moraram e mo-
ram M Barbalna, freguexia do Grato no Ce-
ar. Como do Salgueiro nao ha vennelhos,
S. Exc. nlo quiz nomear a gente ribera! que
all reside; foi buscar vermeftos na pror
vmcia visinba para administrarem justica
em Pernambuco. >
-Coragem espantosa a de qnem falta
verdile t3o indignamente.
O Se. los Rufino de Aranjo um dps
homens dignos de considerado e respeito
no alto sertio desta provincia, onde sua
honradez muito conheriia, e especialmente
attestada por todos os homens de bem que
o conhecem de perto. Seus servico* re-
levantes e desinteressados, em'fator da or-
dem publica, e da seguranca individual,
teem custado excessivas fadigas e dispen-
dios, e sobretudo ojisco emmitienM.de- toa
vida, e e brbaro assassi uto de tea irmao,
o seu fiel companheiro, o seu melhor
amigo!
. E' falso, indignamente falso que o Sr.
Jos Ruflho esteja processado. Qoanto aos
incommodos de todo o genero, que seus
inimigos Ihe teem causado, vejam-se o<
seus artigos publicados neste Diaro, ms
quaes elle offerece valiosos apontamentos
[para a kimria dos saUmoret in alto ser-
loo.
O Srs. Romlo, Antonio Sampaio, e Joa-
quiiu Maaoel Sampaio si) moradores no
termo do Salgueiro em suasfazendas Pitom-
beira, Brauquinbos e Jti, qae cam mar-
gem do riacho Acaubao. <
O Sr. Romlo, enmo oitros moradores do
serto desta provioct, Ujm um engenho no
Carri, cuja moagem costuma ir assistir,
voltando logo depois para urna de suas fa-
zendas, onde reside. Ser por i so que diz
o Liberal que, n3o s elle, mas tambem os
Srs Joaquim Manuel e Antonio Sampaio sao
lloradores na reguezia do Crato no Cear ?
O Sr. Romo ereira Filgueiras Sampaio.
carcter nobre e independente, pessoa muito
estimavel a todos os respectivos, nlo tinha
cousa, que se podes?e llegjr contra sua
nomeacao.
O que fez o Liberal ? Em falta de outra
cousa, mtidou o in mente a elle e toda a
sua familia, para a provincia do Cear.
Quanto no ter sido nomeado a gente
liberal do Salgueiro, isto os parentes
dos Carvalhos de Villa Relia, attenda o pu-
blico para o* artigos, em que o Sr. Jos
Rufino prova com documentos irrecosa-
veis a escandalosa convivencia e protecc3o,
que elles, quando exerc o cargos policiaes,
prodigalisavam ao assassioo Jos Barbosa e
seos cmplices.
Depois do trecho, qce cima transcreve-
mos, aprsenla o Liberal urna enfiada de
nomes, accreocentando que essas nomea-
coes nao teem qitaUfieaco possivel, nao
teem defesa nenhuma.
Nao se pode responder a urna censura
feita desta maneira, nao s desacompanlia-
da de pravas, mas at sem urna simples
designado de factos. Mas a julgarmos pelos
factos especificados em referencia aos no-
meados do Salgueiro, podemos > calcular
(manto cavillosa a estranhesa do' Liberal
em relaco quelles ootros, cojos nomes
enumera.
Se as aceusaces, que o orgo opposi-
cionista baseou em allegaces de factos, cae
por turra pela insinceridade e inexactido
das meseus allegaces, que valor pode ter
a censora consistente em urna indieaco de
nomes ?
E' verdsde, qne contra alguns dos no-
meados o Liberal tem feito aecnsaces, mas
ellas nao sido perfeitamente refutadas. Se
taes aceusaces, sempre injustas, e muitas
vezes calumniosas, produzissem inhabilita-
cao para os cargo pblicos, quaotos ho-
mens de bem nostariam inhabilitados ? !
Conclue o Liberal suas observacOes refe-
rindo-se ao Sr. Antonio Rento de Oliveira,
que o ministro da justiiu mandou positiva-
nente demittir de delegado de S. Bento.
E' urna historia muito sabida.
O Sr. conselheiro Jos de Alencar enten-
deu, qne devia expedir um aviso mandan-
do, que o presidente desta provincia demit-
lisse um delegado de polica O Sr. Dr. Por-
tella, que oceupava dignamente a cadeira
la presidencia, entendeu que nao devia de-
cretar a demisso, e nao a decretou. Nao
nos consta, que o Sr. Jos de Alencar ti-
vesse reclamado^ de qualqoermodo contra a
nao execucao d seu aviso.
Se o Sr. Antonio Bento houvesse com-
mettido crimes e violencias como delegado
de polica, nem o Sr. Dr. Portella o teria
conservado, nem a opposico teria dado
raz3o ao Sr. Dr. Portella ; assim como deu
razio ao presidente, que hesitou era de-
mittir um promotor publico, que o Sr. Jos
de Alencar mandou demittir, por nao te
appellado de urna senteaca do jury.
Finalmente diz o Liberal, que o Exm.
Sr. dezembargador Assis assumio a presi-
dencia, porque s elle seria capaz de fazer
as nomeacoes, que appareceram no Diario.
Nada mais precisamos dizer para repellir
este insulto, todava observaremos :
l. Que os seis jaizes municipaes snp-
plentes do Salgueiro nomeados agora sao
justamente os mesmos seis, que eslavam
nomeados desde a creafo do foro civil na-
quelle termo.
2.* Que a nomeaoSo para Iguarass, a
que especialmente se refere o Liberal, j ti-
nha sido feita pelo Exm. Sr. senador Al-
meida e Albuquerque, tambem muito escru-
puloso nessas nomeacoes.
Continu o Liberal em sea sysfema de
aggresses desmedidas, mas fique certo,
qae o integro magistrado, que est frente
da administrado, tem por si a opiniSo de
todos os homens justos e imparciaes.
Podem as assembla provincaes, decretar que
as causas da fazenda provincial se processera e
corram peraate es juizes de direito, extinguiodo
assim a competencia 404 cerca dessas cansas
tem presentemente alguns juixes dos feitos da fa-
zend geral ?
Constando nos que na assembla legislativa des-
ta provincia ha om projeeto, qne tem Jpor flm de-
volver (as cansas da fazenda provincial para os
juizes de direito desta capital, e que se tem argi-
do de inconstitucional esse projeeto, e parecendo-
noi infundada essa arguicao, onsamos, ainda que
se decline o nosso juito, expender algumas oonsi-
deraoSes em sua susientacao.
Aasaemblas legislativas provincaes tem ex-vi
doaetoaddlcional o direito de legislar sbreos im-
postas necessarios para as despezas provincaes,
sem rsstriecio alguma. Esse direito limita-se ni-
camente a ereacSo de impostas 7
Supponhamos que os contribniotes pSem obsta-
calos ao pagamento, e que sraente podem ser re-
movidos por meio judoiaes. "Podem as assein-
blas provincaes, Indicar a autoridade, que tem
de mover esses obstejos f Respondemos f-
flrmativamente. Nio indica, verdade, em parte
alguma o seto addicional osmeios de qne bao de
linear mi as assemblas provincaes para remo-
ver taes obstculos, pQrm essa omisso nao an-
torisaadizer qae asassenibldas provincaes nao
tem poder para isto.
Nlo ha principio mais umversalmente admitti-
do; qne todas as vezes qae a lei confer o poder
eral de fazer ama cousa, todos os poderes parti-
culares necessarfos para esae Ana ae acham ka-
plicitamente comprenendidos nessa disposicao.
Aconantojio, dta senador Vergueiro em
-twi, con cade as asaamba provincaes a facni.
dada de legislar aoore Impcatosfe sebre a appea-
So das randas. Carpo pea so pode conceller
que alias tentaam direito da legislar sobre im.pos-
tos, e nao sobre a arrecadaoio Aos mesmos impos-
ta ? Urna cousa est incluida na outra.
EnaJatiactc senador pronanclata-se desse modo
a.-proposilo de urna lei provincial da Parabvba,
que ereava um juizo privativo dos feitos d* fazen-
da provincial.
Que ontra consa o poder de crear e arrraa-
dar tributos senao o poder legislativo, isto .n po-
der de fazer leis para a creacao e arrecadacao dos
tributos ? E quaes sio os meios de exercitar este
poder, nota Story, senio as lels necessarias e con-
venientes para esse fim ?
Portante, uio-se poda. eonVsur ^ne-aaapsem-
blas provUcIae, tem o direito de dar todas as
providencia'p:ira que san ren-laa stjaia arreca-
dadas pe| melluir modo- possivel, de legnth* so-
bre os ronfea de removeros ol p5e arrecadacao de seos i m pos toa, e da encar-
regar ataa^toridades, creadar por leis geraes, dessa
remocia
Adimitlida a opiniio contraria, fundada no si-
lencio do acto addicional, segur-se-ha qua a at
tribuicao conferiila peto s> do meatno acto llca-
r reduzida .1 marcar o imposto sem determinar
ns meios de o haver dos contribuintes, recalcltaan-
les, e portanto a completa nullidade.
Tej.imds o que ha de positivo sobre a qncstao,
que discutimos.
O decreto de 14 de jnlho de 1846 dispoe: Que
as asserablas provincaes tem o direiu de decre-
tar que as causas da fazenda provincial se pro-
wssein c corram no foro coroaium, on parante os
juizes privativos creados pelas leis geraes, para as
causas da fazenda nacisnal.
J antea de>>e decreto a assembla-provncial do
lio il Jaaeiro havia designado o juiz, que dav
connecer dos feitos de sua fazimda, sendo enl)
expodido a regulamento d l de dezembro de
1842. Foi para esse lira designado o juiz de di-
reito da capital. Assim procedendo a referida as-
sambfa, diz o illnstrado visconde do Uruguay em
seos estudos praticos administrativos, eslava per-
feitamente em seu direito.
Cumpre observarmos que esse juiz de direito,
que a assembla designou para conhecer dos fei-
tos de sua fazenda, entao era quera tambem ea-
nhecia dos feitos da fazenda nacional, porque nao
hayia na provincia do Rio de Janeiro um juiz pri-
vativo dos feitos da fazenda geral, e tinha esta ul-
tima competencia ex-vi da lei geral de 29 de no-
vembro de 1841, le essa qne nao comprehendia
como nota o citado autor, a fazenda provincial, t
nao podia comprehendea porque esta fazenda da
competencia exclusiva das assemblas provinciees.
Foi mlster portanto urna lei da assembla pro-
vincial do Rio de Janeiro para que o juiz de di-
reito de Nictheroy. queja conhecia dos feitos da
fazenda geral, podesse onhecer tambera dos da
fazenda provincial.
Nao devemos de modo algum pensar que o juiz
dos feitos da fazenda gerarem urna provincial c o
nico cn-npotente para conhecor dos feitos da fa-
zenda provincial, on qne o juiz que tem san
cargo os feitos da fazenda geral deve ter tambem
os da fazenda provincial ; .porque podem os fcit
de urna dessas fazendas, da geral, correr perante
um juiz, perante um juiz privativo, eos da fazenda
provincial corre perante mitro juiz. Exemplili-
quemo?. Tendo o juiz de direito da capital do
Rio de Janeiro, deixado de connecer ex-vi do de-
creto de SCde novemnro de 1850 dos feitos da
fazenda geral dessa provincia, os quaes foramaMe-
volvo is para ojuiz dos feitos da corte, cjutiouou,
como d'antes, a conhecer dos feitos da fazenda pro-
vincial, e fo ojuiz de direito de Nazartn declara-
do permanente pela fei provincial de 17 de ou-
tnbro do 1851 Estava. nota a e vscond. de Uruguay, a assembla provincial per
feitaraente em sea direito. .Nao creou urna nova
jtirisdiccio ; appllcon a qne era gera! a provin-
cial, conformo o decreto de 14 dejubo de 1846.
.Nao obstante flear pertenceodo ao juiz de d-
reilo i Nanreib altribaifiTO de eonijeterHJes
feitos da fazenda provincial a rrlacio annullou,
pretexto da incnmfietenr.i alguns processos.
Represwittnd'i o presidmte da provincia sobre
esta oceurrencia, e sendo ouvidaTa seceso de fa-
zenda do consiillin de estado rnl de parecer, em
consulta de 6 de dezembro de 1833, que era in-
contestavel a competencia do dito jniz de direito.
Diz a seccio : Tomando o referido Juiz conlie
cimento de todis as cansas de fazenda, quer geral
quer provincial, o tendo o citado decreto (o de
20 do noveml-ro de 1830) extinguido a jurisdcco
na parte correspondente a renda geral, nem por
iwo leve em vista tornar o mesmo juizo incompe
tente para conhecer dos feitos da fazenda pro-
vincial.
A rewlacio imperial de 17 de dezembro con-
formou-se com o parecer da seccao ; e na mes-
ma data barxou o decreto n. 1299, o qual na con-
formMode dessa resolnco declarou : Que a
jnrisdircao privativa que pela lei de 29 de novom-
bro de 1841 compete aojuiz de direito da capital
da provincia do Rio de Janeiro para conhecer
do? feitos da fazenda subsiste, e continuar a ser
exercida a respeito dos feitos da fazenda provin-
cial, enteud4ndo-se a extnecao determinada s
mente limitada ao conhecimento dos feitos da fa-
zenda provincial.
Desta arte fieon prevalecondo a legislaeao
provincial qne determirma qno os feitos da fa
renda provincial corressem perante o jniz de di-
reito da capital do Rio de Jaueiro. Temos com
esse exemplo mostrado que aopiniao, qae sus-
tentamos conforme a constitucio, e que a idea
consagrada no projeeto nada tem de inconstitu-
cional. Tem-se objetado qne a assembfa geral
revogou. por contrarias constitucio, duas leis
provincaes, nina da Parabvba, de 14 de outubro
de 1840, e outra de Sergpe, de 7 de margo de
1839. as qaaea creavam juizes privativos dos
feitos da fazenda provincial. A asamblea geral
reyogon essas _duas leis porque versavam sobre
objectos, que nao sao da competenca das assem-
blas provincaes. Por essas leis creavam-se
juizes particulares, juizes provincaes, o que nio
podem azer as assemblas provincaes. S por
ellas si designassem das autoridades creadas pela
lei geral as que deviam ser encarregadas da arre-
cadacio judicial, as qtle deviam conhecer dos
feitos da f zenda provincial, nio teriam essas leis
sido revogadas, Foram revogadas, porque eram
indubitavelmente inconstituconaes; as assemblas
provincaes nio tem direito de crear juizes, dee's-
tabelecer jaizes provincaes. Podem e devem ac-
ceitar os juizes creados por leis geraes, e encar.
regalos da arrecadacao de suas rendas e das.
questes de sua fazenda.
Nennuma disposicao do acto addicional obsta a
qae as assemblas provinciaes em suas leis encar-
reguem os fribunaes e juizes creados por leis ge-
raes da arrecadacio judicial de suas rendas, e das
questes jadiciaes que sio relativos sna fazenda;
porquanto sao esses jaizes, diz o Visconde de
Uruguay, ostablecidos para fazerem justica e
onrigados a faze la a todas as estaedes publicas,
e todos os cidadfjs. A justica ama s no Im-
perio. Nao ba jostiga geraf e provincial. Sio
obrigados a execntar as leis provincaes qae tan-
to sao leis na provincia, como as geraes em todo
Imperio.
Nao podem, porm, os jaizes creados por leis
geraes ser por esta3 encarregados de negocios al-
imentes a servico provincial
As assemblas provincaes e s ellas tem o di-
reito de declarar, de designar os juizes, que de-
vem ser encarregados de seu servico e dos feito
de sua fazenda.
Podem e devem declarar quaes das autoridades
jodicineSj creadas per lei geral. se ha de recorrer
as dvidas e questes de sua fazenda.
Designam os juizes, e nao-cream juizes parlicn-
lares, pro'inciaes.
Sio esss as considerares, qae nos oceprreram.
A questao de grande transcenleudo, e deman-
da estado e reflevio.
Aos competentes em materias desta ordem ca-
be proferir a ultima palavra.
Temos concluido. /
Recife, 17 de junho de 1870.
/. G. C. GonAm. ,
PUBIICACOES A FCWW.
BREJO, 1* DE JUNHO DE 1870.
Nunca pensei, qne depois do longo tarso de
quarenta e sete annos, nos qnaes j mais seffri a
mais leve imputaco de erime me visse boje alo-
nhado do terrvel epitnpto de asssssino, e assassi-
nti de minba propria ranlber, a qual sompre esti-
njei e com quem nunca tive a mais pequea des-
armona, coma o pode attesr sen proprio pal c
Sr. major Antonio Henriqne de Jranfla e seus ir-
mios, qae se acham tolos vivos na cidade do Re-
cife.
Urna infeliz e fatal caualidade produzio na ma-
drugada do dia 39 de abril, o ferimento grave
minba dita raulber, com o dtsparamenio de ums
pistola, que pendxada em nma porta ao abrir
desta as escaras, cahindo, disparon-se.
Esse facto para raim lamenUvel tem servido dt
motivo para que raesqainhos e raneoTosos inimi
gos proedren com elle ferir-me, fazepdo-me pac
*ar por autor voluntario da tentativa ds assassi-
aato contra dita minha mnraer, enoto bem se v
pela publicacao do n. US do jornal Liberal, sobrc
os negocios do Brejo, a a par desse facto, outre
vem de igual nalurizao lermento da minba es-
crava Joviaa com um espelo; e outros (actos ven
como cortejo desses dous, com o fin de discoo-
siderar-me e disconeetuar-me perante o publico
e governo d-j paiz e a outros membros de minba
familia umbem omptehendles nessa correspon-
dencia desse Liberal.
Spmenta^tq xespeito a c8> aximo publico, e ao
gnrno, paraos i|uaaa1tfomta>empre tidos como
pacinens e recitadoras da lei e autoridades, sem
nunca termos comaafNido Otees, nem soffrido
processos, nem pnsio, responder aos dons pri-
meiros factos de ferimeoto de minha mulher e da
escrava Joviaa.
Aq facto de ferimento de mioba malner seacba-
va presente o Sr. delegado de polica, qfce casual-
mente dormir na noute desse aconleeiraento de-
sastroso em nossn casa, e procede logo corpo
de delicto irterrogando dita minha mulher.
Ora, se por perversidade, como diz esse jornal
Liberal, quizesse eu pratltar esse crime acaban-
do a vida de dita minha esposa, procurara a oc-
casia.) da presenci do delegado para o fazer ? E
depois de a ferir tio gravemente nao a deixaria
por ceno viva, e pelo contraro all mesme a aca-
bara ; pois que o deixala iva era estabelecer a
minha certa condemnaco. Felizmente acha-se ella
restabelecid para poder prestar-se as indapaciies
da polica e poder esta conhecer de minba eriini-
nalidade.
Quanto ao ferimento da escrava Jovna com um
espeto, facto que foi depois altrbnido a suicidio
dando-so a entender, ipre tivesse com eBeitu mor-
rdo dita escrava. para dnst'arte mellur conven-
cer de miaba perversidade e eapaeidade para tam-
bem assassinar dita miaba muiber.
Essa escrava.vive bem sia em poder de nosso
irmao Manoel Cesar de Andrade, para me posa
prestar-se tambem as indagaefies polciaes e ter-
nar-se assini effeeliva a minha responsabilidade
nesse crime.
As calumnias publicadas nesse jornal contra
meu irmio o vigario Pedro Marrano Paleio algu-
ma cousa contra elle pesariara se nio fra por de
mais conhecido por toda a gente grada e sa da
provincia, pode entretanto n Exm. governador do
bispado mandar syndicar sobre os factos nessa
correspondencia mencionados, que se convencer
do modo porque se deram os mesmos facto?, isto
, qoanto receheu o mesmo vgarie pelo baptisado
feito na sala livre nanasa da cmara, e a cansa
que leve de o fazer e assim tambem sobre o en-
terramentf. mencionado.
Quanto ao facto attribnido ao pertugnez Tra-
vassos ressente-se elle tambem do espirito da ma-
ledicencia e calumnia.
Pelo modo porqne foram publicados esses tac-
tos sera documentos comprobatorios e s em ter-
mos vagos com o dizem e o consta de inimigos
rancorwos e mesquinhos e para os qnaes a hon-
ra e probidade alheia nada significa, se deve ava-
har do outros (actos, aos quaes nao me don ao
trabalho do responder. Entretanto, tem o gover-
no o raeio de fazer effeeliva a responsabilidade de
taes factos por va das respectivas autoridades lo-
caes. as quaes nos acharao promptos a respon-
der-1 lies.
Pela publicacao destas liabas Srs. redactores,
Ihe licar obrigado o seu constante leitor.
Francisco Beringuer Cesar de Axd>(tde.
MOTTE.
O-S-daCasa Forle
Mudou-se p'ra os Arrumbados.
GLOSA,
Conheco muito engenheiro
Que nao conhece o seu norte
E contempla um dia inuiro
O S-da Casa Forte.
L p'ra os lados de Oiinda
Disse-me I). Hermelinda
Em das j passados:
Que um-S -indecente
Phaatasma de muita gente
Mudoa-se p'ra os Arrombadas.
O iettrt Braga.
Flagello dos paizes trpicos.
Enferraidades ou affeecoes do fiffado, debaixr
da qulqner urna forma, quaai qm- universal
em climas quenles. Na parte trpica da America.
prior a inlroduccoo da Sabaparrilha de Bristol,
paralysava as energas, arruinava as constituiedes
e encurtava as vidas de raimares e centenares de
mitoares de ambos os sexos. Porra moa grande
revolnciosanitar acta-so presentemente em pro-
gresso aUL As capsulas ou piluias aanes, o fer-
ro e outros antiquados meios de curar, tem ge-
ralmente cabido em desuso e tem sido inteira-
raente abandonado, para dar um destineto logar
este poderoso alterativo vegetal, tnico e demo-
liente, allvando os padecimentos, restilninio as
forcas, dando vigor, e salvando as vidas, de urna
multi Jio sem numero de doeutes desvalidos e des-
amparados. Nao existe molestia alguma ou esta-
do bilioso que seja, quer apodo quer chronico.
que ella nio cure. As pillas assucaradas de
Bristol, o grande remedio curativo para todas as
enfermidades do estomago, ligado e intestinos, de-
vero ser usadas em dses moderadas eonjuncla-
mente com a saliaparrilba e por este modo se fa-
cilita e accelera qaalqaer urna cara.
COMMERCIO.
FRAGA DO RBCIPB 18 DE JUNHO.
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDI
Cambio sobro Londres 90 d/v 21 d. por 1*0W
letras de fra.
Descont de letras 8 Q.tfJ ao anno.
Pelo presidente,
Mesquita Jnior.
Pelo secretario.
A. P. de Leaos,
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Descorita lettras da praca i tasa a con*
'encioaar.
Recebe dinheiro em costa correte hia
i raso ixo.
Saca vista on a praso sobre as cidade
prlncipaes da Europa, tem correspondenua
aa Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
9 New-Orleans, e emitte cartas de credite,
para os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEQA.
Rendimento dedial a 7. ,
Um do di 18. ..... .
018:968*4
38:75043!
7:7184788
MOVIMENTO DA ALKANDEGA
Tolnmes entrados cera fatondas
dem idea com gneros
Mames saludos eom faienda
Ideas idea oom gneros
61
130
281
*J1
tWMaawttim boje 20 de junho.
Escuna pertuaaeBApuiamarcador i as.
Brigue ingtea-*-#'fcBe-dea.
firigne iagleiHele* Rielurdidem.
Brigue inglez lolm Bayakardem.
Brigue ingterC'anroiidea.
Patacho nacional Jaboaiao dem.
Barca dinamarquesa Fomnnam farinba da
trajo.
Escuna hollandezaAutije Haecrimttiiem.
Rrigue iportugaezLaxa Imercadsrias.
ttECBBIDftLA M 8NDA8 INrEHHAS GaV
RASSDBPffiiNAalBOOO.
aendimentodo ia 1 a 17. 41:917*1*1
do dia 18....... fBafiri
4d:885*a4
CONSULADO PEOVIBCAL
Rendimento do da 1 a 17. 7fr36S*6tt
dem do dia 18 ..... a:638*94
84:003*844
MOVIMENTO DO P08TO.
Nam taMo. *o ia 18.
BarcelanaPoUca hespaabol fealari/a, capitao
Gabriel Maristany, carga, aijodae.
Obsermc.
Nio honve entradas-.
Navios entrad no dta 19.
Maranbao43 dias, hiate brasileiro Joven Artkmr,
M


,;
I !

^.


D'mvm de Pttf,4aipb<>co Ssgiuufa eira 20 c|e Juuio d lBJfl.

i v
< 9 t elidas, eapito T"jan-> Antones
^*a,'anUjiagii 8, carg* forlih demndio-
*.*; a, Antonia L. dtt 0. A/ovedo & C.
*%$*"* *' P*Wno norte-allemo Jato, de
150 tontadas, cspitao H. von Allworden, qul-
pagem carga aseucar ; a ordem. Airibou
m agua aborta, seu destinla Falmouth.
JWaios sabidos no memo dio.
Rio da PrauPatacho portogoaz Simpar, capitao
Aatooio P. Vaaoo, carga anacer.
Bahapolae* Italiana Pietro Eugtm, eapilao Re-
co Giuaapps, oarga varios gneros.
i 10 de abril de J869, consijsiila Jos Pires da
Crin.
dem Linlen W. C.~mi cr.ixs sem nume
ro, amostras, viuda de Boiuhampiuu no vapor in-
gles Oneta, entrado en) 27 de maio de 1860
consignado a Linden Wevdmann &.C.
H C.Uma da-o. 16?. visea de Bordewi no
vaoor franeez Estremadure, entrado em 13 de ju-
olio de 1809, consignada a Tasso $ Irmo, igno-
ra se o contedo.
Alfandega de Pernambuco, 17 de janfio de 1870.
O inspector interino,
L de.C. Pan de Andrade.
vpI iirej'idajje i escuna porJi.
o resto' ia earjta fue Ihe
oowjwaiariof l
Hercio h. 48
i ue I
[. Jt- naktlk c C, ra *> Com-
.-
EDITAES.
A cunara municipal desta cldade, em vista da
reconimendacSo que Ihe fea o Esro. Sr. viee-pre-
sidenteda provincia em offlcio de 31 de maio ul-
nal ov mesmo Exm. S*. nomeou es supplentedos
juizes muuicipaes e de orphaos deste termo, con-
vida aot cidadaos na referida portara menciona-
dos a eompareeerem no seu paco at o dia 25 de
jomo prximo vindouro, as horas do expediente
afira de prestarem oloramento do estylo.
Paco da cmara municipal do Recite, 15 de ju-
nho de 1870.
Rento Jos da Costa,
pr-pre sitenle.
No pedimento do secretado
Augusto Genuino de Figueiredo.
Parante a cmara municipal desta cidade,
stario em praca nos das 18,90 e 22 do corren-
para serem arrematados por quem raaior proco
offerecer os alugueis dos talhos do acougue pu-
blico da hibeira da freguezia de S. Jos, ns. 10,
II, 19 e 13. Os pretenoentfls deverao se habilitar
na formada lei para poflerem licitar nos mesmos
talhos.
Pa;o da cmara municipal do Recife, 15 de ja-
ano de 1870.
Bento Jos da Costa Jnior,
pro-presidente.
No impedimento do secretario
O oulcial-maior,
Angosto Genuino de Figunredo.
O inspector interino d'alfandega faz publico,
que achandose as mercadorias eontidas nos vo-
, turnes abaixo declarados, no caso de serem arre-
matadas para consumo, nos termos do capitulo
i* titulo 3* do reglamento de 19 de setembro de
1860, os sSus donos ou consignatarios deverao
despacha-las no prazo de 30 dias sob pena de
indo elle, serem vendidas por sua conta sern que
les dquo conipetindo allegar contra os effeitos
desta venda.
Armazem n. 1.
Marca M B & CUma lata sem numero vinda
de Xew-York na barca americaua Casco, entrada
em 1 de dezembro de 1860, ignora-se o contedo
e a consignacao.
Marques Burro3 & C Um embrulho n. 151/300
vindo de Liverpool no brigue inglez Sophire, en-
trado em 16 de Janeiro de 1869, ignora-se o
contedo e a consignacao. ,
dem H Y,Um oito n 61, vindo de Hamburgo
na escuna norte allema Catharina, entrada em
i de fevereiro de 1869, ignora-se o contedo e a
cousignaco.
dem B. F.Uma caixa n. 1325, |vinda do
Havre na barca tranceza Coliguy, entrada em 23
:'.embro de 1869, ignor-se o contedo e con-
aifliueio.
tem U & L.Um embrulho sem numero vindo
d>* Antuerpia, do brigue inglez Belle, entrado em
18 consignacao.
Diamante Ni.Umdito n. 88/80 vindo de Li-
verpool na barca ingleza Secante, entrada em 9
da. altril de 1869. ignora-se o contedo consignacao.
Se- raarca.-Um eco fera numero vindo de Li-
verpool na barca ingleza Flautn Cland, entrada
iin lo de abril de 1869, ignora-se o contedo e
ccn?ignacao.
'i & F.Um embrulho n. S vindo de Antuerpia
no brigue inglez iieUna, entrrdo em 23 de abril de
18C, Ignora-se o contedo e a consignacao.
Mea A F.Uma caixa n. 127/135 vinda de
Antuerpia no lujire inglez \_Aun Wiatou, entrado
eai 33 du abril do 1869, ignora-se o contedo c
n aefil.
Diaixajtte E P.Uma diia eom cha n 23, vinda
de Liverpool do vapor inglez Gladealon, entrado
em 23 de abril de 1869, ignora-se a cousignaco.
G. A. Alves & F.lho. Um embrulho n. 218,
vindo do Southampton no vapor inglez Douro, en-
trado em 27 di* abril de 1869. ignora-se o cont-
do n consigna ;o.
J. M. da Roa & Fho. Um dito sem numero
amostras, vindo do Havre na barca frauceza Saint
ludir, entrado em 3 de junho de 1809, ignora-se
a consignacao.
Marea J M P.=Um dito sem numero vinrto de
Hamburgo n.i patacho alternan John, ntralo em
U do junho de 869, ignora-se o contedo e con-
dem H V.Uma caixa n. 16i', vinda do Havre
na i rea franceza Saint Anir, contedo leeidos
lo, consignada e Linden W'i ydmam & C-
rerreira It Madieus---Uin embrulho sem nume-
ro, vindo do Havre na barca franceza Vendiana.
entrad > em l de julho de 1869, consignado a
Farrera & Hatheus.
dem V.Um dito n. 40/59, amostras, vindo de
Soulliampton no vapor inglez La Plata, entrado
em I de julho de> 1869, consignado a Patn Nash.
leffl Tasso & Irma >.Um dito sem numero,
viud i .e Lunnres no bricne inglez Hio Grande,
do em 15 de julho de 1859, ignora-se o con-
. i e a consignacao. .
dem diamante N E.Um dito n. 11/16, vinds
: (jHaagwr na barca ingleza Minora, entrado em
r Je julho de 1869, ignora-se o contedo e a con
<;o.
dem S. P. Johnston & CUm dito sem nume-
ro, vind) de Glasgow na barca ingleza Minora,
entrado em 17 de julho de 1809, ignora-se o con-
tando e a consignacao.
dem E 4 CUm dito n. 617, viudo de Ham-
burgo no brigue norueguense Flora, entrado em
21 de julho de 1869, ignora-se o contedo e a
consignacao.
dem J'F L.Uma caixa n. 359, contendo teci-
dc de linho, vinda do Havre na barca franceza Ft-
i, entrada em 2 de agosto de 1869, consigna-
da a J. F. Lopes.
dem triangulo L.Duas ditas ns. 1245 e 1246,
contendo tecido de linho, viudas do Havre na bar-
ca franceza Fgaro, entrada em 3 de agosto de
1869, consignad?* a J, F. Lopes.
lilil L 4 CUm embrulho sem numero, vindo
de Liverpool na barca ingleza Xoami, entrada em
10 dj agosto de 1869, ignora-se o contedo ea
.jnsignacao.
Meo diamante M L CUm dito com n. 21/22,
v.udo de Liverpool na barca ingleza (asella, ig-
-aora-se o contedo e a consignacao.
dem triangulo J.Uma caixa n. 1/30, vinda
de Liverpool na barca ingleza Gazella, entrada em
20 de agosto de 1869, ignora-se o contedo e a
vgnacao-
dem l. M.Uto volume sem numero, vindo
de Hamburgo no brigue norte allemao Agatle, en-
trado em 28 de agosto de 1869, ignora se o con-
edo e a consignaQao. '
dem Augusto F. de Oliveira 4 C-Um em-
fcrullio n. 1/2, viniodo Havre no brigue francoz
Palestra, entrado em 28 de agosto de 1869, igno-
ra-se o contedo e, a consignando.
Mera triangulo H L.Tres caixas ns. 228 a
230, contendo tecidos, jindas do Havre na barca
franga Amelia, entrada em 9 de setembro de
1869, consignadas a H. Leger.
Mera C P L 4 C A F.Uma caixa n. 1,360,
tecid la, vinda do Havre na barca franceza Ad/*,
mirada em 92 de setembro de 1869, consignada a
C P de Lemos 4 C.
Mera M LUn tardo n. 393, contendo panno
de linho, vindo do Havre na barca franceza Adele.
entrada em 23 de setembro de 1869, consignada
Magaln5e4 Irmao.
C P L 4 C A F.Uma caixa n. 1361, contendo
tecidos, vnda 4o Havre na barca francesa Adele,
consignada C P. de Lemos 4 C.
Mera triangulo travesano L.Duas ditas ns.
2050 e 9051, contendo teeidoi, viadas do Havte na
barca franceza Aiek, entrada em 27 de setembro
4e 1869, consignada a J. F. Lopes.
Anfaazera o. 11.
Sem letreirp.Uma caixa aem numero vinda
le Liverpool no vapor inglez Stne, entrado em 15
de jolho de 1868, rgnora-se o contedo e a con-
signacao.
Mera L 4 C.Uma cafxa v. 1, conteni livros,
viuda de Berdeaux no vapor francez.i?xria re. entrada eoa 14 de marco de 1869, cosignada
a Linge Tasmorie.
Htm M F.Uautt* sem wnnero contendo b-
lenos de porco.,vMJTjijJa"-S- M*1 na
escuna v abril de ll Mello.
dem Jos Pires da Cftt-Um. caixa sem or
mero, contando amendoas, vinda da ilh de S. Mi-
guel na e8tUJixirtagueia (meira, entrada en
DECLARAC0ES.
De ordem do Ulm. Sr. conselhelro ioapector
dathesouraria de fazend desta provincia -e faz
publico para oenhcinianto da quem inlaressar,
que no dia 25 do canente, 4s 2 oras da tarde,
ir praca para ser arrematado por quem maior
tonco offerecer, o atoguel per nm a tres annos da
nasa que serve de cavajlarice em Santo Amaro
da freguetia da Boa-vista. As pessoas quem
eonvier.deverio comparecer na referida thesou-
raria no dia cima indicado. Secretaria da the-
souraria de razenda de Pernambuco, 15 de junho
de 1870.
Sertlodo de ofncial-maior,
Manoel Jos Pinto. _
Beposfto especia! Je hisntc^lo
Tendo de contratar-se o fornecimento de capim,
relo, milho e mel para a cavalhada do meamo
deposito no sanando semestre de julho a dezem-
bro do correte anno, convido aos Srs. que qui-
zerem se propur a fornecer os gneros cima In-
dicados, a coraprrecerem na secretaria do referido
deposito, no dia 20 s 10 horas, con: as suas pro-
postas fechadas, advertindo qne os pesos e medi-
das devora ser pelo systema decimal. Quartel no
Campo das Princezas, 17 de junho de 1870.
Jos Joaquim Colho,
Capilao eommandante.
De ordem dp lllm. 8r. conselbeiro, inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia e faz
publico, qae tem de ser contratado no dia 25 do
corrente mez, as 2 horas da tarde, perante a jun-
ta da mesma thesouraria, por quem por menas fi-
zer o fornecimento de medicamentos enfermara
militar desta capital no semestre de julho a dezera-
bro prximo trindouro.
Os pretendentes deverao dirigir suas propostas
em cartas fechadas ao Ulm. Sr. conselheiro inspec-
tor at as 10 horas daquelle dia, e ser-lhes-ha
franqueado na secretaria da mesuii reparticao o
receituario que contm os medicamentos prepara-
dos e os seus precos, afim de que possam regula-
rem-se as" suas pfopostas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 10 de junho de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Maneel Jcsi Pinto.
O administrador da Kecebedoria de
rendas internas geraes faz publico que be
oeste corrente mez de junho que os deve-
dores da dcima addicional de mo morta,
ero cujo numero se comprebendem as com-
panhias e sociedades anonymas, teem de
pagar a mencionada decima sem multa, e
que findo o referido mez, ser paga com
a multa de 6/0-
Recebedoria de Pernambuco, 10 de junbo
de 1870.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Consulado provincia!.
Pelo consulado provincial foz-se pubhco que em
o mez prximo de junho comeca a correr o praso
dos 30 dias uteis para a cobranca bocea do co-
fre dos impostus da decima urbana de 5 0|0 sobr.it
os bens de raiz, do corporaeao de miio- morta, e
do consumo de agurdente, relativos ao corrente
anno finaneeiro de 1869-70, incorrendo na multa
de 6 0|0 os coitribuintes que nao satisfizerem
suas quotas dentro deste praso.
Cousulado provincial 27 de maio de 1870.
O administrador,
Antonio Carceiro Machado Rios.
COMPANHIA
,0 caisa desta compaabia, commendailor
Thomaz de Aquino Fpnseca, acha-se auto-
risado a pagar no sen escriptorio fu do
Vigario n. 19, das-10 horas s 3 da tarde,
o 41 dividendo esta connaubia na propor-
Co de 35 por cada aeco.
Escriptorio da Compan'.iia do Beberibe
18 de maio de 1869.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. df Sottxa Pitonga.
Conseibo de compras navacs
O eonselho, no dia 23 do corrente mez, avista de
propostas recebidas at as II horas da raanha e
sob as condices do es.ylo, promove a compra dos
objectos do materia! da armada seguinte : 6 barras
de ac batiio de popaca de 2 1)2 plegadas de lar-
go e i8 de grossora, 6 barras de ago batido de 2
l|8 polegadas de largo e 4|8 de grossura, 10 bai-
deadeiras de folha, 10 canias de vento, 1 e-caler
de k remos, 60 barras de fer: o inslez proprio para
grelhas, 20 lences de ferro de l|i de grossnra, 6
ps de compriraento e 't de largo, e 6 foles ingle-
zes, Kmdo cada um 8 ps de cemprimento e 6 de
largo.
Sala das sessdes do eonselho de compras navaes
18 de junho de 1870.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
THEATRO
GTfflRASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A DIRECClO DO ARTISTA
. DE-SIOVANNI.
Ter?a-fefra 31 do crrate.
BENEF/CIO-DE
Manoel lavares Piulo Porto
EX.-P0.NT0 E KACHINISTA DESTE THEATRO.
Depois de uma escolhida ouvertura pela orches-
tra, dirigida pelo insigne maestro Colas lilho, re-
presentar-se-ha o magnifleo e apparatoso drama
sacro, ornado de iransformacoes e visnalldades,
intitulado :
GABRIEL E LLSBEL
ou
OS MILAGRES DE S. ANTONIO
No qual toma parte toda a companhia.
Terminar o espectculo com o chistoso dialogo
fnebre, do distiacto poeta Maranhense o Sr. Joa-
quim Serra, intitulado :
0 salto de tacado
Pelos artistas Babia e Peregrino, qae de bom
grado se prestam a coadjuvar o beneficiado.
O resto dos biraetes da geral acham-se venda
na mo do bllheteiro na estacao dos trhos urba-
nos do Recife,- bem como os passes de ida e volta.
Haver-jous trens especiaos, sendo um as 7
horas e ujeia a ostra as 8 horJ.
O beneCoiado e um dos intervalos ir aos ca-
marotes agradecer aos seus convidados.
Mneiptar as 8 l|t horas.
O beneficiado aV^de j agradece aos Ilustres ca-
valheiros que se,djgniram cotisar-se para abri-
(hantarera o sen espectculo, eom tima banda de
msica marcial, que paja esse Um estar na es-
tao do Recife as 7 horas, e seguir ao trem at
o theatro para tocar nos intervalo.' e na volta do
espectculo.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa
Segu para o porto aciraa indicado eom a
vapor.
CUMPUHA BMSIIM
DB
Paquetes a
Dos cortos do sul esperade
at o da 21 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, eommandante J.
P. Guedes Alcoforado, o quaJ
__ depois da demora do costme se-
guir para os do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se t
earga qo-vapor poder cenduzir, a qual defer
ser embarcada no dia de sua ehegada. Encommen
das e dinheiro a/rete at as duas hora* 4o dia da
sua sabida. v
Nao se receben como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e tjae nao excedam a ?
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de med-
cao.
Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros qne snas pa?sa-
eens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
1* andar, escripiorio de Antonio Luiz de Oliven*:
\zevedo ,4 C-
Wneza, Ag9 : pat.-i I ca, 1 cama fran.-eza d- Jacaranda (nova) J piano
itit\ trata-se enana* de armario, l panJipirn a"gaz J easl;aes e man-
i-', i garraf.iAj .iiryst.il pira vinho, a duzia<
de ^.'M'',.- c..ni vifclt.) l .f,liiix'. 1 rico espnlbn
oyal i dito cuui im-ldara da, 12 catjeiras de faia, 2 metas de jogo, 2 ditas
redondas, 11orda-Iouja, i aijparadorej, 1 sof,
imesa, iconsolos, 12 adeVas de Jacaranda, 1
moiiHa ds palhi, mala pasaa de tapeta novo, gar-
fas, faoa, colperes, vinhoB e muis oatros ob-
jectos.
Terca -felra tt oVjtmno.
No sobrado da ra do Mondego o. 101, s 10
Ixt horam em ponto:
OoDde bavera em continuacSa Isilao de peles,
lustres, carros, botabas e ontro objectos.
111 (IUW DO SUL.
Dsva seguir deatro em poneos dias o patacho
nacional Bemfica por ter pro-apta a maior parte
de sua carga, e para a que anda pode receber,
trata-se com Baltnar, Oliveira & C, ra do Vi-
gario n. 1, primeiro andar.
CiYJPANHIA PERiNAMBUGANA
DB
-VaTega-cio ostefra por vapor-
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir para os portes ci-
ma no da 20 do corrente meia noite. Receb
cat^a, eneommendas, passageiros e dinheiro a fro-
te no escriptorio do Forte de Mtt n. 12.
COMPANHIA PERlNAMBCANA
Navegando costeira por vapor
Macei em direilora e Penedo.
O vapor Giqui, cominandanta Costa, segui-
r para os portes cima no dia 22 do corrente,
s 4 horas da tarde. Recebe carga at o dia ti
eneommendas, passageiros e diuheiro a frete
at s 2 horas da tarde do dia da sahida, no es-
criptorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacdo costeira por vapor,
Goianna.
O vaprr Parahyba, seguir para r
porto cima no dia 2t> do corrente.
as 9 horas da noite.
Rcebe carga, eneommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
PARA'
Pretende seguir com a possivel brevidade o pa-
tacho portuguez Jos, por ter a maior parle da
carga prompta, e para a pouca que Ihe falta, a
frete commodo, trata-se com o consignatario Joa-
quim Jos Goncalves Beltro, i ra do Commer-
cio n. 17.
Rio de Janeiro
Segu com brevidade o patacho nacional Esfro-
ga, tem parte do seu carregamento engajado ; para
o resto que Ihe falta trata se com os consignata-
rios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra
da Cruz n. 57, 1" andar.
cgmxhia mmuu
DE
Paquetes a vapor.
Dos porto3 do notte esperado
at o da 30 do corrente o vapor
Annos, eommandante Guilhen
Wadiktngton, o qual depois da
demora do costume seguir pa-
ra os nortes do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sc :
;arga que o vapor poder conduzir, a cual dev< n
ler embarcada no aiacle sua ehegada. acomm-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da suo
sahida.
Nao so recebem como eneommendas seno oto
lectes de pequeo valor e qne nao excedam a du-
robas de peso ou 8 palmos cbicos de medieu
rudo que passar destes limites dever ser emb'ar
ado como carga.
Previne-se ao3 senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, ra da Cruz
n. 57, Io andar, escriptorio de Antonio Luiz ue
Oliveira Azevedo & C.
O brigue portuguez Afligi sahir brevemente;
para o resto di carga trata-se com Pereira Vian-
da & C, ra do Vigario n. 11, 10 andar.
Boa compra.
Vende-se o patacho nacional Palma, de lotacao
de 10,000 arrobas de carne, cujo navio se aha em
perfeto estado, e appsreihado para emprehender
qualquer viagem; o qual chegou ltimamente do
Rio Grande do Sul com earregamento de carne, e
se afha fundeado em frente ao caes de 22 de No-
vembro : os pretendentes podem alii ir ve lo, e
tratar com Jos Victorino de Rezende & C, rna
da Cadeia n. 52,escri:itorio.
Pretende sahir em poucos dias com a
carga que tiver a barca portugueza Social,
por isso quera desejar aprovtitar frete com-
modo, dinja-se ao consigaatar.o Joaqaira
Jos Gongalvs BeltrSo, ra do Coomer-
cio u. 17, assim como recebe passageiros,
para os quaes tem bons commodos.
LEILOES.
Tres'bahus r3om ronpa.
O agente Martins far leilae por ordem do lllm.
Sr. Dr. Cludlno de Awujo Guimares cnsul de
Portugal de 3 bahus cwn roupa constando "de
vestidos, saias, lenci, frenhas, toaihas, capas,
chiles, lonca e multes outens objeetosde uso,
pertencentes ao espolio da sbita portugueza An-
ua Julia Baptista Cabral. ,
HOJE.
Em seu escriptorio tua da Cadeia do Recife
n. 9, Ia andar, s 11 horas do dia.
"LEKAlF
de uma caixa com roupa.
O agente Martins far leiloppr ordem do lllm,
Sr. Dr. cnsul d' Portugal de uma caa cora
roupa contendo caigas de brim, de panno, pale-
tots. camisas, toaihas, 2 relogios de prata, nm al*
finete de-ouro, dez moedas de prata em baldes, 3
pares de botoes de punho e oatros objectos m,
espolio de Joio Antonio da Costa.
HOIE.
Em sea eseriptoro a ra da Cadeia l do Recife
n. 9, primeiro andar, as 11 horas da dia.
LEIO
Uma mobilia de Jacaranda, eom i sof, i conso-
los, 4 eaiWras -de ftr?9,-l de bajanco, e 17 de
gnarnlcao, 2candieiws a gar, 4 fjftras de loa
De 71 voloroes diUereotes obras novas em
mglez constando de 45 volume United
States, Toe Statutes at Large, trf aatbo-
rity ofCongre&s, 26 volme United Sta
tes digest, e munos outros voIqcm de
dilerenles obras.
Terea-feira t de junho tutmeio dia.
Por intervencao do agente Pinto no sobrado- da
roa do Mondego n. 101.
i 'j ."* --------------* --------------------------------------
tos de SebasffSc Antonio e Mello Rpgo 7:89i3D,
herdelrosde i?ama Paulino i* Cunha ,"'J;8i3.
Dr. pcltx Prixoi i* llrito ffi.'. Joaqun. J-t
l).'Ho 41807*020, |f*n*sl Praiw'wo .!- Monta
;i:;J52d47li, 'fliiagu Delitw- Durio I^SOofl, D-
niz Jos llereuiano e Jos Carlos de ilendonca
57:1(10590, accJo contra a menor Paulina Alna
de Manoel Mathias de Frailas e outros 7:8830784,
execuco de bvpotheca em nm engenho e mais
bans de Jos de Barros Campello 22:0005, uma
!plice do exneto banco do Rio de Janeiro .
:000, brfgadeiro Antonio -Uorges Leal 820,
Thomaz dos Santos Estima Lessa 1^8490490.
Qoarta-feira 22 do correte.
As dividas cima sero vendidas em um ou
ma's lotes no escriptorio do dito agente a ra da
Cadeia do Recife a. 9, as 11 horas do im, os ti-
I-Ivj c ou
Preeisa-f de uma ama
jessoai .- oa fa e.'tr'aka
ti.oio andar.
esernra
lra o sctvco 4a trs
do lte'ark n. \it pn-
Na /a da Aurora n. 34,
te de um bora coxrabeiro.
V andar, pecjsa-
Precisa-se dsuma ama
Rosario n. 45', Io anear.
na roa estrella do
Aluga-se um eseravo de nrailo boas costa-
roes, capaz de estar em casa de familia, eonnna
muilo bem, bom copeifo : na rna de imperador
n 50, 3* andar.
Os Srs. tenente-coronel Varchno de afonra
Albuquerque o Joaquim Jos de Souza Braga,
queiram mandar receber na litraria franceza a
tnlor^er^r^xarinaos^eTos" pretendentes ; "M8 ^"aturas do Brasil Histrico.__________
em mao do me-mo agente qae dir em qae
orio existe o.- autos das quesides em juizu.
car-
AVISOS DIVERSOS.
Attencao
O abaixo assignado faz sciente a quera
convier que a arrematago dos bens perten-
Da fabrica de cigarros sita a travessa de
S. Pedro n. i.
O agente Poptaal competentemenle autorisado
vender em leilo a armaeao, uiancios. papel de
seda, sigarros, ponteiras, cachimbos, fuzis e
phosplioros seguranga, pertencentes a fabrica de
sigarros cima n'ora lote un em diversos a van-
lade dos licitantes.
Terca-fera 21 da correrte.
Na mesma fabrica dever ter lugar o leilo as
11 horas.
LEBLB
De movis, carros, lustros, tapete e ou-
tros objectos (em continoaco ao do da
7 do corrente no sobrado da ra do
Mondego n. 101, casa em que residi o
Sr. P. F. Needhan.)
Constando de
Um grandi a rico lustre de bronze com & glo-
bos, 1 alcatifa, forro da sala da frente, 6 laucas e
finos cortinados, 1 f'ito de damasco, tapete e es-
leirs, forros das salas e gabinetes, candieiros de
gaz com 1. 2, 3e4 bicos, arandelas, venezianas,
laucas, cortinados, tapetes de escada com os com-
petentes ferros de latan, 2 boas estantes para li-
vro?, 2 eamaside ferro, 1 marqueza, 1 cabide, i
pratileira, 1 magnifico fugo de ferro americano
el tapete grande de cuco, 1 carro dog-cart, 1
dito de 4 rodas coberto para 2 e 4 pessoas, ar-
reios, 2 siloes e 4 rodas para carro, i bomba de
repucho, 1 dita de regar, 1 casa para pombos, e
mnitos outros objectos.
Ditlerentes qnlidades de vinhos engarrafados.
Ter$a-feira 1 de junho as 11
horas,
Nao tendo sido possivel expr no leilo do da 7
do corrente toaosqs objectos constantes do cata-
logo em c nsequencia de serem mnitos os lotes,
deve ter lugar no dia lerca-feira 21 do corrente a
continuaeo do mesmo leilo constando dos ob-
jectos cima descriptos.
Os concorrentes ao referida leilo encontraro
na praca docomnvrcio omnibu* pira transpor-
te-Ios (gratis) ao Mondego, devendo part", d'alli
as 11 horas em ponto do dia cima dito.
de um carro americano de 4 rudas com cober-
ta eassentospara 2 e 4 pessoas, ancas, vanes,
lantcrnas e chicote, arreios para dons eavallos,
o qual trabalha com um cavallu. tendo arreios
para o mesrao e poden'lo tirar-as acoberta.
Terca-fera 2.1 dejanliu 1 hora em punto
V'or intervenijao do agente Pin:o, na ra du Mon-
dego sitie n. 101
No Cabo.
Por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz municipal e
do commercio da villa do Cabo requerimeuto
do curador fiscal da massa failida de Severino
Jos dos Santo; guiar, fui designado o dia terca-
feira 21 do corrente, s 10 horas da maohaa, para
na nasa do mesmo estabelecimento, se proceder
em praca publica venda dos gneros e mais
objectos e pertences de padaria (jue fazem parte
da mesma massa, e seo atregnes pelo maior
prego. Convidaras o? pretende nu-.- para esa pra-
^a, pociemio irem vii- a avatiaaao no cartorio do
Bcrivn Sania Auna
De Id gigos cozn Sonca ordina-
ria avariada.
Terca-feira 21 do crrante.
O-agente Pestaa far leHo do 16 gigos com
loara avariada d'agua salgada viudas pelo pata-
cho* inglez Martha, as quaes sero vendidas por
ordem do capito e por conta e risco de quem
pertencer em lotes a vontade dos compradores :
terca-feira 21 do corrente as 11 horas da ma-
nha no largo da escadinha na alfandena.
De sima caixa marea V 8 & C n.
i com perences para se-
lero.
Quarta feira 22 do corrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem perteacer e para fechar coalas de una
caixa com a marca e numero asima com cabe-
cadas rolicas e simples, loros, rabichos. a qual
ser vendida, em lotes na quarta-feira 22 do- cor-
rente as 11 horas da raauba no largo do Corpo
Santo n. fl.
LEILO
Da armado e gneros existentes oa taber-
na do largo da Casa Forte n. 6.
O agente Ponlual vender em leilo por man-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira
vara a requerimento de Manoel da Costa Ferrei-
ra, a armaeao e gneros existentes na taberna
cima.
Qoarta-f.nra 22 do corrente.
Na mesma taberna as 10 horas.
De Importante dividas na
portanela del:4?l408
O agente Martins' competentemente autorisado
far leilo das imprtanles dividas abaixo dasenp-
tas no valor de 212:471*408 pertencentes ao ca'
sal de Caetano Pereira Goncalues da Cunba cons-
tando quasi todas de notas piomissorias e duas
em execuco a saber : Antonio Correia de Noro-
nha Bravo 2:620, herdeiros de Pedro Cavalcanli
de Albuquerque uns 2:460, Jos Justino Fer-
nandesde Souza e Jos Joaqun de Almeida Gue-
des 1:0134600, Joo Vieteriio llersche 672*,
Elias Coelho Cintra 1:237*750, 'joaqnim Manoel
Carneiro da Cunha 363543, loaquim Francisco
Cavalcanti 884*040, padre Pi-ancfsco Koirigues
Machado l:080|8O0, Joo'Baptista Paee Brrelo
7054, Jos Joaquim dos Santos 3:8*334, Fran-
eisco Caetano Profiri 2:J77#3fo, Antonio Rufino
de Araujo Gavalcantfc 4:9344, herdeiros de Joo
da RochaCarvalo Oft.'Gaipir de Albuquerque
Maranho 1:179*536, herdeiros de Joo Lio Ca-
valcaati de Albuquerque 3^800510, erdeiros de
Luiz Antonio Pereira Chacn 6014300, Joao Ja-
nuario Duro 3:8875277, Manoel Antonio Conti-
nuo 2:3024290, Antonio Borges da Fonseea 1004,
herdeiros de Joo Baptista da Silva 13:899*495,
herdeiros de Antonio Alve Soarea JiOOjTOvdi
ALBRTA lf ALERTA !
Fogo R! fpgo tfl fogo !f
I Est bem verileada a grande inconveniencia
f ue ha nos fogos ehinezes, pois a composicao da
| seos cembustives, todos venenosos, tem provado o>
; mal que causa.s familias, a ponte de qne fami-
lias inteiras ten licado de cama provonieate da*
eombinacoes de drogas venenosos qne supaartan
I os taes ogos de bengala. Alertem, que o folgue:
prejudicial.________________________
Precisa-se para un familia estrangeira oV
para cozinhar :
cenes a heraofa jacecHe do finado lente *^JTrl!!! %,? ?"*
Jos Joaquim Lopes d'Almeida, foi transfe- "-"'Th P, T r
-;h o.. ^ A\n a d nn..no ...; O administrador da raassa fallida do !>r. Luis
nda para o da 22 do corrente por n5o ter de m^n Lima Jnior convida aos senioras ere-
sido citado Joaqnim Lopes ff AFmeida de- dores deste para no praso de oito dias, contado
positario dos mesmos bens. Omesmoabai- da poblicaco do presente anauncio, apresenu-
xo assigoado convida aos oevedores da
mesma beraoca a eompareeerem em sua
easa, roa do Bom-&H8sesso n. 2, no praso
improrogavel de qainze das, para sati fa-
zerem os seos dbitos.
Olmda i da junho de 1S30
Manoel' Joaquim de Miranda Lobo,
Carador da Iterativa.
rem-lbe os ttulos de seus crditos ra do Coui-
mercio no Englisb Banck of Rio de Janeiro, Limi-
ted, afim de que se proceda a respeito diton a
ruspeettr* verifteaco, e serero devidameate con-
templado* nos dividendos-, is> dlectuar-se. Recife
13 de junho de 1870.
CRIADO
MDANCA.
0*Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos- mudou sua residencia e con^uitorio
para a ra do Imperador n. 57, 2 andar
do sobrado cujo armazem conserva an-
da boje o nome de Alianca,- tena* a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exereick> de sua proisso. de medico e
de operador, pode sor procurado a qual-
9 quer hora do dia e da noute.
Aluga-se orna escrava para todo servico de
uma casa de familia, excepte cozinhar ; a tratar
na ra do Crespo n. 12, 1 andar, das 11 horas
1 da tarde.
Precise-se de um moleque As 12 a 15 anuos,
fiel e intelligenie. para servico leve : a tratar na
ra Novaa. 19, Io andar.
i ATTENQA0
O doao do armazem de carne n. 40 da ra da,
Praia previne aos devedores Vi- mesmo armazem,
que nao paguem desta data enrdiante a Jote do
Rogo Mello, sob pena de pagarem segunda vez a>
seu verdadeiro dono, que no .armazem saaeran
j llir;,] .
Cixeiro
Precisa-se de um caite n> com pratica de
taberna : na ra da Palma n. 37, venda.
de
leite.
Ama
Precisa se de uma ama du leite : na ra da Pa-
nto n 2o, Io andar, paga-sn bem.
200$ de gratificaco.
Fugk. no dia 17 de abril oYeste corrente anno de
1870, da povoacao de Capoeiraa, termo do Bonito, 0 f da ma do Lrn,)era(lar n 28
o eseravo de nmoe Andre; de .dado 28 annos, a connr;ilDCa dl) rep9ilavel publico os s^urnt^s
poneo mais ou menos o qua tem os s.gnaes se-- roputa-ot* -especialidades; nao s por
gurates: rltnra regular, qualidade cabra, eM g^moltodolados, BWdo pelo prco porque
do corpo rosto an. tanto redondo, cabellos ruine,. vendendo ^^ os geFJ,bai)^
olhos medianos, aniarellos e redondos,
barbado, nariz e bocea proporgti, com falta de-
dentes na frente do lado superior, falla grossav
bem trablhador e sagaz, pescoro gros gas, pes compridos e largos, dedos das mos tam- I
bem compridos, pernas lina-, muite diligente,,;
gosta de contratar servidos d empreitadas, nivi
tem marcas de aeoutes pelo corpo ; levou vestido-;
caifa de brim hrano, camisa de algodoziaho de i
lista, chapeo de couro grande, uma pistolla e uma I
faca appa. ciliada de latao, matolo forrado de;
Data e japona nsa de Raje do Flores. Rogase a captura no dito j
eseravo, e sua entrega ao ^eu setihor Antonio Pe-1
reir de Morae^, na-pn-oacao da Colonia do termo
da villa de Flores, onde s gratificar a pessoa
que entregar com a quantia de dnzentos mil ris
cima. Sendo que seja apriHomulo peno do Re-;
cfe, entregarn aos Srs. Alheiro, Oliveira & C.;
ra di Imperairiz n.42.
caa cuucuuu, nao so os que Dar- menciona,
como twdos os mais que existem no son armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes seceos.
Pescadas em salmeura.
Presuntos de Lamegu:
Ditos para liamlire. i
Rap Paulo Cordeiro 7i;vjido e commam.
Velas para carro.
Latas com legamea em noncerv i.
Ditas com guizados franozes,
Ditas com salmn e istras.
Chocolate de diversas ijuaiiil^'e; e preejo*.
m\ m m i m
Aos &000^
Bilhetes garantidos.
j A rna do Crespo n. 2 e casas do costara.
i O abaixo assignado, tendo vendido alm da oa-
";...> sones, tres qaintes a. 3503 eom QOOS da
leloria que se aeaJxra do extraha" a OoneScio
yra mogo chegado ha pouco da Europa, tendo a jj^rej* de S. Seoastfi dn Bonito (s3B) cmvida.
algum conhecimento do commercio, bem com > da a3 uossadores viren receber na canlo/aidaila
Qngna franceza, ofibrece seu presiimo ; quem Ljg costurao se.ni deseonto algum.
d'elle carecer, queira deixar carta fechada com as Acham-se a venda os felizes biliietes garan-
inciaes H. C S. C, ho pateo de S. Pedro n. 17, iyos da 6* parte oa lotera beneficio do reco-
sobrado.______, ____________________ Mnenlo Partiaa de mnibus para o leila.j ua ra rca-fiira 28 Ao coi-r-ni^me: pelo doto plano.
do Mondego casa n. 101.
Terca-feira 21 do corrente, as lOafaoras em pin-,
to pane da ra do Crespo o primeiro mnibus
eom os concurrentes ao leilo. j
As 11 horas parte da praca do Corpo Santo o
segundo mnibus, sendo qu a passagem gratis
para os concurrente*.
Ao commercio
Bilnete inteiro 103000
Meio biihete ,'i,5 IM)
Quinto 200O
Em porcao de 1O05O0O- para cima.
lJliet'! loi ir 130I
Meio bilhetti 1IS 0
Quinto lSOO
M-moel Martins Finia.
Mugueni duvide que ha
Pla:io para as cxtrac?es da*
loberas, apipi'ovatlo pc3o 5S\ua.
%r. presidente da provincia Chapeos do sol de seda a -15 cada um : na ioja
3,000 bilhetes a 83000 .... 24:000*000' das 6 portas em frente do Livraments.
Impostes, beneficio, eotninisso, etc. 7:410*000;
Liquido .
1 premio de .
1 dito de ... .
1 dko de .
1 dito de ... .
3 ditos de 1005000 .
6 ditos de 403000 -
24 ditos de Ib* .
683 ditos de 8*000 .
O ai>ai\t> assignado faz ver ao respeitavel
corpo c.niiuereial, que venJeu sua taberna sita a
16:590*000 ra do Prcgresso n. 16,.e que julgi uada dever
ao mesmo commercio ; porra se alguera se julgar
erodor. queira apreseutar sua conta loga mente n >
praso de 2i h ras, que sera proraptamente sats-
feila. Recife 18 de janfio do 1870.
Pedr i da Hora Santiago.
8:000*000
l:300000
600*00f>
ouuooj
^"0^000^ Sr-Joo Gl1 l>aei '
t hainado a
720 premios
Toilw comparecer eom urgencia na ra de Santo Ama-
-,MSSn'roB.6,2-andar.
o: 46450001-------:------------------------------------------^-----
________ Precisa-se de orna ama para servico de pe-
qnena familia : no largo de Paraizu, 2o andar do
da travesea do Ouvidor.
16:590*000
i miiin i' IS3trado na esqu na
N. B. Os premios de 8:000*000 e 1.300*000 es-
to sujeitos ao descont de 20 010 por lei^ral e
provincial, e o de 6005000 ao de a 0|0 por iei
provincial, os qaaes esto sujeitos tambem por
lei provincial ao imposto addicional de 3 0|0 sobre
o descont de 5 0(0
Tbesonram das loteras de Pernambuco 14 de
junho de 1870.
O thesonreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Alaga se um moleqie do 12 annos,postante,
j cara principio de cozmheirn, habilitado para
comprar : a tratar na ra do Queimaoo m. 4.
Sortes
ATTENCAO
O abaixo assignado acaba de deparar com um
annuncio incgnito no Diario- de Pernambuco de
hoje, no qual se previne ao publica para nao pa-
garem ao abaixo assignalo a carne que co opra-
rem no referido armazem n. 40 da ra da Praia
desta cidade ; e como nesse armazem sao soc03 o
Para S. Joo e S. Pedvo,
Acham-se venda sortes para as noites de S,
Joo e S. Pedro, impressas em p^pel de cor, e por
prego o mais commodo possivel o. ra do Im-
psrador n. 15, defronte de S. Francisco._________
PARA IMVKKTUIK.NTO.
Acham-se venda na roa do Imperador n. 15,
defrente de S. Francisco, a rico sormento de
lhetos, de Magalona, Jo'> e Callis, Poriena o
outros mnitos que nao se tDumeram por novaton-
gar muko o anonncio.________________^_
Attengdo.
Veode-se taberna da ra da Arazad n. 26,
abaixo assignado e Antonio Joaquim Machado, por j na Capuoga, propria para principiante por ter boa
isso o abaixo ass gnado pede ao autor de dito an-
nuncio, que firme o seu nome para ser reconheci-
do pelo abaixo asignado como o dono sob pena
de ser considerado como calumniador. Recife 18
de junho de 4870.
Jos do Reg Mello.
Teno-se'annuociado a venda da taberna
sita rua Imperial n. 27, previoe-se a quera a
quier comprar nao realisar a compra sem primei-
ro se entender eom Francisco da Silva Tenreiro,
na ra da Lapa n. 3.
armaeao e pouco? fundos : a tratar ns mesma.
C'KSTA DE PLORES.
Esta nova loja intitulada Cesta de Flores, tendo
uma das pnneipaes modista, apromptar coax
exaetdo e conforme o gosta do qualquer pessoa.
tudo quanto pertencer a nina senhora de tem.
Aprompta ve*tido, chapeos, e tudo com a maior
brevidade e preco commodo. Tem tudo quante
preciso para este Gm e baptisados, do que ha eom
uantidade : na ra da Imoeratriz n. 31._______
Attencao
Precisa-se alugar um sitio nos seguinte arra-
baldes: Manguinho, Ponte de Cchoa, Caminao
Novo e Soledade.: quem tiver dirja-se ruada
Cruz n. 38, armazem. ..
O abaixo assignado, conhecido. pelo major
Silva, declara a quem interessar possa, qne nada
deve a pessoa alguraa, e que se alguem se julgar
credor, dirjase a sua residencia, no povoado dos
Montes; tambera ueclara, que tendo em seu poder
a quantia de 133*000 proveniente de uma subs- "_ ^a ruTVelha n. 15 precisa-se de nna
crpeo que pTomoveu era^lavor de uma infeliz j|loSa _ara comprar e cozinhar par casa de nooca,
escrava, vai deposita-la em nm des bancos ate que ; r&nlia
possa ter o destino conveniente. Povoado Montes 17 de junho de 187a Barro para vender
Joaquim GonQalves de Albuquerque S. \ Vende se um burro : na fabrica do gas.
O Sr. Manoel De-Giovanni queira
mandar esta typographia pagar o impor-
te de publicap5es de annuncios de espect-
culos, em somma superior cento e cin-
coenta mil res.
/*>.
?*

V


Diario de Prflihbco ^- Segunda tra 20 t unh de 1B70

JU
BAZAR ACADMICO
13 Sua da Imoeratrz 13
Una da Imperatrz
Ulysses A Innao propri-tarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao illustrado corpo ACADMICO e.aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicoes de bm servi-los dos
egamtes artigos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Baha e
Rio de Janeiro etc.
Ci garros
depalhs de S. Paulo, de 3#500 a 7tJ500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity,
Jmperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Canas, Gaodon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaos, Acadmicos, Machara-
bomba, Montevideo, Orienlaes, Baependy e
muitas outras qoalidades.
Fimos
Afamados de BAEPENDYemcaix5es.de
20 libras i jiOO rs. a libra, em pacotes
a 24, de 20 para cima a 14800 e em maior
porc/ao 1*500 o pacote de 1 libra, dilo
em latas de qaarta a 640 e 00 rs., e oatras
muitas qualidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de
etc. etc.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e presos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 30 at 60, a duEia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados melhores que
ha neste mercado a 3$ e 3#5O0 a duzia, e
com grande abalimento em maior porcSo,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamanbos, de seguranca a balio etc.
PAPEL de mtlbo, de arroz, san-nora. Per
S, PaulorCaporal,; san, pintado, e linao etc. palha denaiihode
Fernando a melhor possivel.
Alm das artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presentas
ferio satisfactoriamente bem servidos: bem come nos encarregamos de qualquer en-
comoaendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13 ^^
GRANDES ISOVIDADES
NA
LO JA DO TRIMPHO
PARA SENHQRAS. Ricas poupelioas de padres lindsimos, e gosto nevo.
Cambraias brancas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padrespor
barato preco de 06O rs. o covado.
Grande sortimento de lias e alpacas de ,320 rs.-a 1)5500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j fettascom barra de cor.
FARA MENINAS. Rices vestidinhos de fusto enfeitados bnmcos Vestuarios de fusto para meninos.
PARA IIOMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
comcollarinho e soin elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos deso de cabo de
marina e de canna etc etc., kivjs de oavin para senhoras.
Grande sortiment- de cortinados pra camas e'janellas. Craxs para sof e ca-
OJiras de braco e guarnico. Tapetes para sof e cama, para piaaos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O nico e especial sor*tmenlos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Ra 5uau9 e Caxias n. 7.
J, Fereira Villela
PHOTOGH IPIH V IHPER1AL
48----RA DO CABUG18
A entrada pelo puteo da matriz.
Os trabathos da reedificis desta photouraphi,
e que se prolongaran por tanto tetnpo, achara-se
felizmente terminados e ella aberta ao servigo do
publico desde 7 de abril paseado.
O- predio em qae tst collocada,. esta phoiogra-
phia acha-se omito augmentado, etia parte desti-
nada ao estabeteei ment coma cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concerios e aug-
mentos tendo sido Teitos exiiressarnente para se
montar convenientemente a pkotographta, e nao se
podendo melhor modelo esconer do qne a Pkoto-
grafUa Imperial do Sr. lusluy Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos
pnmeiros do mando, segnndo a opiniao dos tnais
abalsadr/s mesires, a nossa photographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo toesmo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qual fot moitada sob todas as regras
reoommendadas pelos mais destinlos professc-res
de aecoruovom as modificacoes necessarias ao
clima do Brasil, reeonhecidas e estudadas pelo ba-
bilissimo o pratico Sr.l Paeheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
photogravAiafoi mudedo desde a soeira da.porta da
ra at a eoberta, teado-se demohdo todas as pa-
redes interiores para se faierera as navas salas, (
ediflcando-se ara -novo terraco envidrando mui
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente corte para examinarme* as melhores pho-
tographias th, melhor correspcmden aos nossos desejos e aspira
roes, e da rirat tronxemos os planos depois de
all estarraos todo um iom esmdandoe apro-
veitando a? !ic;5es de tao cHstinclo mestre. Peo-
samos que juntando os nossos estudos e longa
pralica de io annos de pl.otographia s utili'ssimas
Ijooes uMimaente recebtdas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa pbcttographia como se
acha, poiemos ofTerecer ao illustrado publico
d'esia cidade e aos nossos numerosos freguezes
trabalhos de. pbotograpli'ia lao perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que coDtmuem a dispensar-nos a inesma pro-
teccao com que ha l annos nos ten honrado e
ajudxdo.
PHARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactuearb d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbatiie recommendados,
como, calmarles para os casos, em qiie se
n3o pd usar do opio e de seus prepara-
dos, e mui convenientes para as .crianzas
nos espasmos e cop\iils5es.
!'.(** este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabi'iwimeiio de jotas, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda o bon gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar fie Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e roodecidade nes prefos.
Espera qoe o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
ederacos de ruantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderemos, pul-
coiras, firiticos, aifineies e anneis de todas as Qsalidades, prsta de le faque-
res, coleres, plileiros sahas e outros muitos ebjectos que seria enradonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qye em oatra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencecie a esta arte.
sa
s
palmos de largura pelo baratissimo preeo de 800 CD
O
Chapeos decastor braocos e^retos a 9f06O.
Chitas francesas, cores fixas'e:bonitos pdToes a 300 rs. o metro
Cortee de cansas de cures com 7 e 8 varas a :jO
Leja de Antonio de Honra Rolim & C.
co
Attenpo.
Anda se continua fornecer commedorias
para tora com assek e promptidao, man-
dando-se levar a casa dos as3ignantes que
nao tiver portador: ra estreita do Rosa-
rio n. 35, Io andar casa particular de fa-
milia.___________^_________
O Sr. vigario Bacallao que raora)u morou
na estrada de Joao de Barros, queira mandar a
esta typographia a negocio.
Preci>a-se alugajr um escravo que >eja co-
peiro, esperto, e qoe entenda t comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, prac.a do Corpo Santo,_______________.
Paul Chauvin.
Meehanico conhecido a 10 aanos nesta cidade,
parlecipa ao publico que tmd.i dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tinha com o seu cumia-
do Carlos Pluyn contiua a se achar a ?ua dis-
posicao para "o que. di: respeito a abertura de
burras, machinas de costuras, armas, fechaduras.
collocayao de campanhiihas e todo (ualquer con-
cert : praoa do Conde d'Eu n. 2i, outr'ora da
Boa Vista^________________________
Aos 20^0fl^or~
Bhetes do Rio venda : ra do C'bug n. 1
vende Vieira A Rodrignes.__________________
ma engnmmadeira
Precisa-se de urna eegommadeira : na ra da
Cadeia n. i.
PHARMAGIA CENTRAL RUADO7 IMPERA-
DOR N. 38-
Preparados d'alcalr3o em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHARJIACIA CENTRAL RA DO
DOR N. 3a
Pilulas de Vallet.
Plalas de Blancard.
Pilulas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Gonfeites. de lactato de ferro. -
Pilulas de carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodureto de ferro com magnesia.
Ferro de Quevenae.
Asencar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vipbo e xarope de pepsina e diartbare,
excedente tnico para auxiliar as digestoes
difliceis nos casos de deblidade do esto-
mago
Agencia de leiloes
Ra do Imperador n. 16
Neste armazem recabe-se para serem vendido^
em leilao, ou era particular, por conla de seus do-
nos : movis usados, louca e christal, ou outro
qualquer objecio de prompta venda ; assim como
tambem compra-se trastes usados.
Faz-se qualquer negocio com a loja n 42, cita
i ra da caieia do Recife, propria para armazem
de grogo trato, por se achar em dos melhores lo-
caes : tratar na mesma.
Precisa-se de urna ana para todo senrlco
de duas pessoas : na ra do Duque de Caxias en-
trada pelo becco do Onvidor n. 22. 2o andar.
AMA.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava de
meia idade : a tratar na ra do Duque de Caxias,
anliga ra do-Queimado n. 69.
Milita atten Vende-se o permuta-se por casas, nesta cida-
de o sitio n. 5 na rna de Joao Feruandes Vieira,
perto da soledade, com casa de vivenda para
grande familia, cacimba com boa agua, tanque
para banho, muitas fruteiras de diversas qualida-
des, cento e tantos ps de coqueiros. muitas bai-
xas com oapim-e ierras para pUntacoes, um gran-
de viveiro com muito peixe, e muitos mangues
para lenha etc. : para ver e tratar os pretenden-
tes dirijam-se ao mesmo sitio.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua bemosthalica de Lechelle, mui re-
coramendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na tbysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binacao do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pello, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontnm-se nesta pharma-
ca.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepoararuta, ferro, e de sade, da
acreditada ollicina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pel'.o como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
BTJr_
PHARMACIA CTRAL RUTDOIMPRA-
. DOR N. 28.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugs.
_Tudo de melbor qualid ide.
PHARMACA CENTRAL RUANDO IMPERA-
DOR N. 38.
Variaditsimo sortimento de fundas de
excellentequalidade.
PHAHMACAKNTRAL HLA D~IMPERAOIt
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinito martimo, para as afeccoes chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Vtccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
C'anlJeris. e gaz eouoiuico
Acaba de chegaraova remessa desees to
desejados candteiros em porcelana, bran-
cos>e de cores, os qoaes muito se recom-
mendam pela seguraba asseio e economa,
e anda pela excellente luz prefervel wA. ve
zes ao kero>ene. Vef,ham antes que se
ac bem.
nico deposito na ra larga do Rosario
n. 34, pharmacia de Bartholomeo & C.
ASSLCAR DE OXIDO DE FERRO DE
CHANTEAUD.
SGGREDO EMNQMIA E CBfiERIDADE.
obtdm-se'com t uso .da
O aesucar ferruginoso de .Chanteaud
'Obtido.pela associaflo do oxido de ferro
inteiramente solavel com. o assucar cuida-
dosamente purificado. Este assucar de1
urna bella apparencia crystaliua, lem o sim-
ples gosk mu agradavel do a&sacar. sem
o menor sabor adatringente, nao tem ac-
<;3o irritante sobre a mucosa do estamago
e intestinos, e rpidamente abeorvido pelo
apparelbo digestivo sexn causar as nstipa-
oes do ventre.
LX4ECCO LHOSTE.
Uuica hyginica radical e iofallive) na cura
certa das gonorrheas, .flores brancas, e Hu-
ios de toda a especie recentes ou ebeoni-
cas, e que offerece com garanta de seus
Balotares resultados a antga e continuada I
applicacao que sempie com a maior van-
tagem se tem feilo deltas nos hospi.'aes de
Pars. Unido deposito para o Brasil, Srs.
Bartholomeo C, ra larga do Rosario
n.34.
Sabonetes d'alcatrao.
De Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que lio boa
acceitaejk) tem merecido nesta provincia,
, muito se recommenda para cura certa das
Nopigens. sarnas, castas, coeeiras, e todas
as molestias de pelle, sendo anda prefer-
velpara a barba, outro. qualquer sabo-
iwte.
nico deposito do verdadero, na phar-
uca drogara de Bartholomeo & C,
roa larga do Rosario n. 31.
CHHOLATE VERMFUGO DE ANTONIO NE-
VES DE CASTRO.
Este acreditado preparado, qoe to boa
acceita<3o tem merecido nesta provincia,
.muito se recommenda para cura certa e
'' jefficaz das bichas ou ioeabrigas, tanto as
" crian?as como, em pessoas de maior idade.
nico deposito na pbarmacia e drogara
de Bartholomeo C, ra larga do Rosa-
rie n. 34.
E' hoje o ipneparado de/erro dezmis ac
ceitaco para achlorose atona dos org5os,
perdas brancas, (nensbraaoes difikeis etc,
e tem sea favor o juizo autorisado da-es-
cola de medicina.de Pars,e dos chimicos os
mais nolaveis. Deposito especial pharmacia
e drogara de Bartholomeo C, rna larga-
do Rosario n. 34.
AVISO
Ao Sr. Dr. Giras pode interessar-lhe o compa-
recer na ra larga do Rosario n. 4i.
MARTIMOS
E
C0HTRA FOCO.
A Compaiihia Indemnisadora, estabelecida
esta praca, toma seguros martimos sobre
aavios e seos carregamen tos e confra foge
?m edificios, mercadorias e mobias: j
rna do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, escolente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
FARMACIA CENTRAL
Rna do Imperador n. 88^
Lamplougbs Pyretic Salino.
A preparacin of welL known ulelity to the En-
glisb Faculty, as a coolinf and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use'of this sa-
line preserves foreigners from many diseases to
which they are leable before becoraing acclima-
tised. May be obtained at ihe Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
Para Santo Antonio, 8. Joao
e S. I'edro
Na rna estreita de Rosario n. 3o preparan-se
bolos de encoramendas, proprios destes das, sen-
do encommendados dous lias antes, e tambem en-
feitam-se, tudo por preco eommodo. Na mesma
(em sempre um grande sortimento de beuquets de
cera de differentes qualidades, e que se vende
tambem por prpeo eommodo.
Mofins
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de N'areth desta provincia, o
favor de vir roa d'd Imperador d. 18. concluir
aqaelle negocio quo V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceir^ chamada deste jornal, em llns
de dezembro preximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cnroprlo,
e por este motivo de novo chamado para odtto fim;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. sea Albo se
acbav* no wtodo nesta cidade. _
RwSiW Hpi^l^R RKHIK IwPHWl^W
Confeitarla dos ananazes.
46Ra da Cruz16
Santo Anloqio. S. Jo5o e B. Pedro.
Arnendoas, as mais apropriadas tara sorte?,
veae-se era arrobas e libras ; papis ja. promp-
tos cora estallos para sertes ; recbese encom-
mendas de bolos pies-del eneiados; as ncom-
mendas recebe-.se cora antecedencia e as amendoa
em arroba lerro ahatimento no preco.
Na (ravessa da rna
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
a'sa parrilha
Cura ulceras e chapas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pilulas cathartlcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, curam e puritkara todo o systema humane
Vende-se effectivamente em casa ae Samuel P
hnston & C, ra da Sauzalla Nova n. 42.
0 Dr, Sarment Filho
mudou-se para a ra do Imperador n. 29,
2 andar.
Consultas e operarles todoj os dias das
10 horas ao meio da.
Chamados por e-cripto a qualquer
hora.
. t^n r"^i jT^t r_i "?, g
tinturara fraieza
55-Rua da Impeiatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a secco sem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fe-
ras.
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se esera-
va e paga-se bem agradando : na ra Velha nu-
mero 66.
TRECHOS CLASSICOS
Chegarain e acharo se renda
NA
Livraria ;ranceza.
LIH MB11
A CIGAN.
SEGUNDA BDICiO
Gonsideravelmente rnelhorada e angmenta-
da com novas cnaradas e logogryphos
Um bonito volme
nitidamente impresso e brochado.
lis, I 000
A aceitagao ijue do respeitavel publico mareceu
a Cigana, cuja primeira edijo se esgotou em duu?
annos, nos leva a fazer esta aova, mais correcta e
augmentada.
Esse facto, tao raro entre nos, indica que a Ci-
gana tem qualidades que a recoinmendam e tor-
nam-a beraquista aos laitores.
Com effeito essa lilha da Bohemia sabe guardar
conveniencias, e procura, dizendo a sorte de cada
um, agradir a todos.
A presente edif.o, inteiramante meihoraifa, foi
augmentada com novas charadas e logogryphos,
e^bem assim algumas poesas recitativas, que hoje
sao tao apreciadas mu saloes.
Esperamos que a Cigana continu a merecer a
mesma aceitas ao, e que em breve possamos ver
esgotada esta nova edigao.
Ra do Crespo n. 9.
LIVRARIA FRANCEZA.
Precisa-se de urna ama fiara todo *ervi(;o de
um cae de pequea familia na ra do Acaaao
n. 38.
Na roa Primetro de Marca n. 15, escriptorK/,
recbese propostas para a collocaci vtdrefr
pintura nu predi n. 23 roa da Cadeia.
Desappareceu no da de jonho correte
duas bostas eom os signaos ?egointes : ma mel-
lada, nova, magra, dinas prelas, canda aparada -;
outra rassa, magra, pequea, poldra, e ambas com
o ferro triangular na anca do lado direito : quena
apprehende-las avise no egenbo Cordelro, qne
ser, generosamente gratificado.
Precisa-se de urna ama para casa de urna
senhora v'tuva cora um filho: a tratar na ra do
Amorun n. 35.____________________
Na rna dffMarcio Da, oul'rora ra Direi-
ta n. 88, 2o andar, precisa-e de urna escrava pa-
ra lavar eengommar para pequea familia.
Farfulla de nandiuca.
Da melhor qaalidade e mais barata do que em
outra qualquer parte : vendem Amaral, Moreira
& C, no caes da alfandega n. 7.______________
ESTRADA DE BELEil.
Arreoda-se um sitio pequeo adiante da capel-
linha e era lugar onde deve baver urna estacao
intermedia dos trilhos urbanos de Olinda, tambem
se vende o mesmo sitio : na ra do Duque de
Caxias, ontr' ra das Cruzes n. 30, 5o audar.
Precisa-se dt urna escrava boa, que atibe,
engomme alguma cousa e compre : na ra Direita
n. 79, 2" andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cuziohar e
faca as compras para urna pequea familia, pre- ,
fere-se qne seja escrava : para tratar, na ra No-
va n. 40, 2o andar.
Precisa-se de um erido ou criada forra ou
escrava para casa de homern solteiro : na ra da
Caraba do Carmo n. 21, 1" andar.
COMPRAS.
0 miizeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, orata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos tic
iue era uutra qualquer parte.
Comprara-se e vendem-se diariamente para jora
dentro da provincia escravos de todas as idades,
:ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cr;:z>...-.
.'regufizia de Santo Antonio.
Com muio maior vantagem corapram-se
ouro, prata e pedras preciosas e ji obras v'elhas: na
loja de joias do Coracao Cabug.______________________________
Compra-se urna casa terrea noa, situada ttn
Santo Antonio ou Boa-vi:ta : na ra da Florenti-
na n. 6.
Compra-se urna casa terrea, na freguezia d.
Santo Antonio : tratar no arco da Concmcao nu-
mero 6.
Compram-se
Moedadeouro ede prata de todas asnaces ua
ra da Cadeia do Recife n. 58, loja de azulejo,
= Compram-se sellins usados
deia n. 29, loja de selleiro.
na ra da Ca-
V"!KDAS.
Fhaulaiiiasgoria!!!.
0 Campos da rna do Imperador n. 8
recebeu da corle ,e vende em seu estabe-
cimento differentes fogos propris para >
loes : sao inteiras nulidades nesta pro-
vincia.
Anda vende queijos a 2^300, sao os me-
Ihores que ha no mercado, sao os maisitn-
ros e frescos.
Tambem vende pescada a 300 rs, ii-
bra
TUDO NO ARMAZEM DO CAMPOS.
Precisa-se de urna ama de meia idade para
comprar e coziohar pa tres pessoas : na ra
las Flores n. 4PJ.
Al ufa se a easa o. 8 da ra do Jasmia
tratar na rna da Aurora n. 30, sobrado.
ATTENCAO
Precisarse de urna ama para servieo de urna
pequega familia : na ra d* Imperatriz n. 9, loja.
Eeitor e trabaihador
Precisa-se de um feitor ou trabaihador para
nm sitio, preterese estraageiro : quem quizer d-
nja-se a roa do Imperadw n. 15 defronte da S.
Francisco, nos dias uteis das 9 horas da manha
at as 4 da tarde, ou ao mesmo sitio que no
Arraial casa aaurella, das 3 horas em diante nos
das uteis, e nos dias santificados, a qualquer
hora. M
AMA
Precisa-se alugar urna ama
para servico de pouca familia :
Cadeia do Recife n. 15, loja.
que seja escrava
a tratar na ra da
Na ra do Mondejo n. 18, casa de homem
solteiro, precisa-se de uma ama qne entenda ciim
perfeicao do servido de eozioba; agradando pa-
gar-se-lia muito bem.
Copeiro*. i
Precisa-se de um cqpeiro qne s Jt llel e deligen
te : na ra larga do Rosa'io n. 4fc.______
AVISO
Ama
precisa-se de uma ama de leite: a tratar na ra
do General Victorino n. 42, antiga roa do Sebo.
Na praca da In4epeadi>ncn n. 33 se da di-
abetre sobre penhores de uro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na tpesmi
"-asa secorapra e vende objeetos de ouro e prata
i iguaiaieate se fas toda e qualquer obra de en
:omm*rada, e todo e qualquer oopce/to tendead
i meaoiatrte.
isa osa de THEODORO OIR1STI
4NSEN, na da Gnu n. 18, eacomtam-ff
iflectivammto todas as qjnilidade d jnjy
ordeaaj, Bovrgsga* ed Rheno.
Um dos pretos conductores de fazendas
dos armazeos para as ojas, cooduzio na
eta-felra passada do armazem n. 56 da
roa da Oroz para a loja dos Srs. S Amo-
rim A C. na roa do Livramente, o pessas
de ganga amarella, as quaes no foram en-
tregues os referidos Srs. : roga-se a quem
qoer que possa dar adorna nformacao a
respeito, a se dirigir ao mesmo armrzem
que alem de e Le agradepr se gratificar
generosamente.
CaSio _
Precisase de um menino de 12a 16 annos de
idade, que teaha alguma pratfca de uberea e d
eonbeefcnento de sua conducta .- no pateo do Ter
a. 32.
Virgulino Jos de Almeida, com hotel e ta-
berna na cidade da Victoria, faz sua residencia
desta data em diante em seu sitio Oitisinlio, no
mesmo lugar.
0 CIRUBGIA DENTISTA
Frederieo Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico e.a geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi
nete de consultas da roa Direita n. i2 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todas os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n5o s na cidade
cobo nos seus suburbios, para onde as
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as, commodidades dos Drecos.
ATTENCAO
A abaixo assignada, na qualldade de curadora
de seu marido o Sr. Antonio Joaquim de Faria,
declara ao respeitavel puhlico desta provincia,
aim de evitar duvidas e difflculdades futuras, que
o mesmo seu marido nao tem at a presente data
assignado ?em sciencia sua documento algutn,
como letras, escripluras publicas ou particulares,
doages, cartas de liberdade, etc. etc., relativa-
mente aos bens de seu casal, dos quaes elle nunca
dispoz de forma alguma, alienando, vendendo on
permutando, durante o tempo que os aduiinisirou.
A mesma abaixo assignada convida, portanto, a
qaem quer que e julgue, firmado em algara titu-
lo, com direito a taes bens, a apresentar no juizo
competente dentro do improrogavel praso de oito
dias, e a contar da presente data (10 de junho de
1870) os documentos que tiver semelhante res-
peito : licando de nenhnm effeito toda e qualquer
allegacao que for feita posteriormente, visto como
fcil com o actnal isysema de estarapilhas sellar
documentos antedatados, e extorquidos para ti s
reprovados. Recife 10 de junho de 1870.
_____________Henriqueta Amalia de Faria.
Criada
Preeisa-se de uma criada hvre ou escrava,
que saiba bem eegommar e tratar do servico in-
terno de uma casa de pouoa familia : a tratar r o
Manguinho. casa nova dos Srs Carpinteros, ru
ao caes d'alfandega velha n. 2 escritorio, paga
se bem.
Sortes Para S. Joao
Na ra da Conceirao n. 30 e rna dos Qarteis
n. 22, vende-se lindas sortes para S. Joao por pt-
eos muito eommodo. Na mesma ra da Coneei-
cao prepara--e qnalquer encomuienda de bolo de
qualquer qualidade com muito aceio, promptid e mdicos precos.
JEstam/jilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 38, oja
de azulejo.
Fogos chneles ;
E de diversas qualidades, vende-s por menos
do que em outra qualquer parle fogos para e-
nboras e meninos folgar : na rna do Hospicio nu-
mero 26.
Vndese a casa terrea n. 11. era chaos pro-
prios, sita em Olinda ra no oilao do Ampar
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1" andar p. 5 rna da Cadeia do Recite
CORTES DE SEDA
O Cysne ra da Imperatriz n. 64, acaba de re-
ceber pelo ultimo vaper lindos e modernos cortt's
de vestidos de seda pretos e de cores, lisos e mati-
sados, os quaes vende por precos mdicos.
Sementes de hortaliee
muito novas.
Chegaram ltimamente botica de C. Cato .
C, na ra da Imperatrit n. 77, as sementes abaix
declaradas: repolho, cenouras, couve raanteiga,
cebolinho, coentro, pepino, rbano, alface repolhn-
da, rabanele rxo, rabanete branco, nabinas. Ha
tambem limalha de Ierro eaco.
Pechincha a 7$ e 9$.
Vende-se calcado francez obra muito boa pelo
diminuto preco de 7a e 94, assim como calcado
para crianzas a 2*500, baratissimo: venham a el -
les antes quese acabara, na bem conhecida lija de
miudezas da ma da Cadeia n. 50 A, confronta a
ra da Madre do Dos.
A 50OO.
-- iNo dia 7 de abril fiigio do engenho Mara-
nhao o eaeravo de noroe Harcoiino com os sig-
naes segaintes : ertoulo, bem preto, baixo, secco,
barbado, falla de dentes, falU maaso, idade de 50
annos, quem o peor traga ao engenho Maranho
en-
GAIXEIRO.
Preeisa-se de um aixeiro para taberna : a tra-
tar na ra Augusta n. 116.
Jo de Soaca Lelo, propnetario do mesmo
genho que sera bem gratifliado._____________
Quem tiyor mu cabnolei amenoano t-iTo-
das em bom ojo, a qoizer vender, enteada-se con
o couego vigario de Sanio Antonio, ou annuotye
por este Darlo.
Na rna du Livramento n.
36 loja de cera, dezeja-se fal-
lar com a Sra. D. He culina
Gandida do Amoral Lima,
viav do Sr.apit&o Semillo,
a negocio qne na^ ignora.
- -a ma da atadruTte Oeos n. i precisa-se d,s
urna criada para todo o wrWJc
Vendem-se botinas de cores para senhora pel>>
diminuto preco de 5a o par, sao cores bonitas- e
obra bem feita : venham ruada Codeia a. 50.4,
loja de miudezas confronte a ruadaMadride
Dos. ______________
Mais barato do que em outra quarquur^
parte.
No porto da travessa dos CMlhos acha-se coas-
tantemento tijelo grosso e fino, taparoeoto, teibas,
e grande por?ao de area, que se veden) a vontade-
do, comprador por menos preso do que em otftr.-v
qualquer parte ; assim como se encarregam de
fornecer matenaes para as obras, para o que b?
canoas e carrogaj. -
Attenpao.
Vende-se manteiga ingleza a fi280 e
libra, dita francaza a 720 rs. : na raa
n. 33.
800 rs. a
da Penba
Vende-se um ornamento para se celebrar
missa, completo coi
tender pdedtrUfr-sai rea de Hospicio 2-'

Veode-sa a nbarna sita roa da Seozalr.-nov
a ., propria par prjafiipianje, e bastante afregoa-
zafla : i tratar ni rnwna rna u. St.




V
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Diario de Pernambo.co Segunda feira 20 de Junho de 1670.
5

i
t
A BIJA DA Ol E iATRIZ 3, S
Esquina da ra da Aurora, era frente do caf Imperatriz.
N'este novo e sumptuoso esta^ecimento de fazendas eneontrarao as Exmas.
riiaiyafi tudo quanto possam desejar,tanta era rtigos do mais rigoroso luso, eomo era todas
u mais qualidades de fazendas,
Alm de se acbarem prvidos do quft de melhor se eqcotra dste merttdo,
por todos os paquetes, da Europi, recebem dirfctamente o oue. era artigas de moda e
o mais apurado gosto se eaeon-a era Paris, o qne vem cadjda augmentar s propor-
tes de que dispe este ustabeledmeato para bem servir st iwmerosa freguezia.
425. ... esa-
AlgodSo largo para lencoes. e toalhas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
todas as qualidades quecostuma vir ao mer-1 a rateirainele nova para vestidos de baile.
M Alptcas de todos os padr5es e qualida-' completo sortimento que se pode desojar.
es tio variadas que se nao podem descrcver. Guipure preto e branco, diversas argu-
Albons. com msicas para collocar retratos, ras e aifferentes gostos.-
"eticado presente para qualquer pessoa de Gollas e punbos bordados para senhoras.
Mtima. Guardanapos de linho pequeos e gran-
Atoalhido de linho e algodo, branco e i des.
0 Grosdenaples preto e de cores, haven-
Basquinas de seda prtas e rauito moder- do diversas qualidades e gostos.
tas, bem como de crochet, tudo de apurado j jy
fosto e feitio. i Japonezes para senhoras, o melhor gos-
Bafes de musseliaa, madapolio, brancos Ja, e fazenda propria para as estas nos ar-
de cores, para senhora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento. L
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as; Laazinhasde todas as qualidades, cores
larguras. j e gostos, n5o ficando nada a desojar, tal
Belbutina de todas as cores. o sortimento que existe para escolber.
Bolsas de tapete para viagem, grande i Lencos, tudo quanto pode haver desde
variadade de tamaitos e gostos. esguiao ao algodo commum.
Bombazina preta de todas as qualidades. Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de linho de 1 i palmos de lar- riado sortimento.
Cara, e todas as mais qualidades. i Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linbo e algodo, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
amento, pores, sempre novo sortimento, quer em
Brins de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer emfio
commodo ao mais caro em qualidade, aflSan-, d'Escocia, brancas e de cores,
undo o que ha de melhor na especie. 3fJ
Brins d'-algodo completo sortimento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
ariedade de prejos. timento que ha neste genero, desde o mais
CQ elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sortimento, pri- pega e retalho por menos do que em ou-
nando pelo bom gosto e barateza, attentas tra qualquer parte.
a qualidades. Mantas de blonde para noivas : o apurado
Cambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
ees de todas as qualidades e pronos. -habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinhas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se dese-
fcordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar orna noiva.
Camisas para homens e meninos, to va-
nado sortimento que vai do mais ordinario
aadapolo ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flanella, brancas e
4e cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
qne se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor prova o grande consummo dellas na
oficina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
4esde a mais candida flor de larangeira at
i mais interessante grinalda.
Chapenhas no raelhorgosto.de todas as
cores hoje preferidas pelas senhoras de
sais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
aliimo gosto de Pars.
Chapeos de soi, para senhoras e homens,
de todos os pre;o$ e variados gostos.
Chaly cora ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
onmero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
:o e variedade de padroes e novos gostos,
6a neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
tiaar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enei-
ftt, varios tamanhos.
Colchas de seda coa borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
precos eommodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Colmados de cambraia bordados e de
dl.o que d melhor m pode desejar.
Colarin!, > de iiaho bordados e
maior sori a ato.
CE
Damasco de laa de 0 palmos de largura q^ trabalbo ao mais barato,
undss coras e ricos padroes. j Toalhas de linho e aigodao de todos os
~-^ tamanhos, lisas e felpudas.
Bipartidos branso ahoras e mema. < o irteilior nesie #i,ero ;'fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
nenhuma Sra. deixar per certo de muir |pra para baile,
e de to precioso auxiliar perfeicSo de i ^y-
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por prego muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais linos extractos o
que de meihor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no oipauto, tem o PAY1LH0 DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Amotir, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
cora folhos e sera ellos, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de tedas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.
de lisiras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivd.
Sanrelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
isos, o,manos desejaveis, e cm peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais

I
Ovando a AGIA BMRCA, ra&^rWISk sciJK M tfi tUfumK publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefqaando ella menos o pode fazere porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a atteadecao e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUL\ BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade 6m precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhecequeo tempo de que aAGUlA BBANCV pode
dispr, empregado apezar de seus costos no deserapenho de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sera ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja ;

IjCMA
!
DO
VIGILANTE
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com Atas de sem e obras essae
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqoes uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosaniente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nSo massar o pretn-
deme se lhe apresentar o qne poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tjra$.., ,
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e dfesenhos.
.Ditos de algodo com flores e lisos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda,'preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
| sempre melhor quajiade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e moderaos peutes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereOscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substitnem as outras.
Veos de seda para chapelinas e monta- orna uusuiuera as ouuas.
.:. v Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo*
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
enancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
i para enfeites de mesa e de lapinhas.
SORTLWrO COMPLETO
NOS GRANDES
AlllIAZEtfS DE SKCCOS
E MOLHADOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter^o.H. 23.
DE
S1M0 DOS SANTOS ft C.
PROGRESSO
10 Pateo da Penha
10
DE
SANTOS & FERR IRA .
Os propnetarios destes bem srtidos armazens participam aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo feito grande diminuido de pre-
sos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 i0,
do que ea; outra qualquer parte, garantindo-se portanto a s perior qualidade de qual-
quer genero comprado nestes dous eslabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Itua do Crtespo n. 9
Os proprietarios deste bem conhecido estabele-
cimente, al&n dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreclacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acaLam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
Anas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tio resolvidos a vender, como de seu costume,
Sur precos muito baratinhos e eommodos para to-
08, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e jJunhos para se-
ilhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas da;
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lbos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo c ossa, sendo aquelles branco?
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias tio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 3000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20j,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
nas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras (gu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor sj
pode desejar ; alm destas temos tambem grandi
3uantidade de oatras qualidades, como sejam, ma-
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
B'ons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facititam a denticao das innocentes maneas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos o?
vapores, afim de que nunca faltem no mereado,
eomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
es que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que o applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren;
comprar por precos muito razoayeis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo u. 7.
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de* Dos n. 22, arm~zem o
Jo5o Martins de Barros.
Gaz americano marca Deves a 8#800 a
hta, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 10tK)Oa
garrafa em porco faz-se grande abalimen-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2;0. a li-
sm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enteites para cabeca. ultima moda
Pars, recebida no ultimo paquete.
Esguio de buho, completo sortimento de
y>dos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, vario-
lado de gostos e lindos padroes,
Fishs de crochet, modernos com cintos
* capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e aigodo, de todos
*3 gostos e padres.
Fusilo de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Vistuarios bordados de fnstao brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
de este mercado.
Vestidos de 15a escooeza de 2 saias,
novidade pelopadrao, gosto e-forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazeia os modellos untos paca
I mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond -para noivas e pretos para
luto.
Vestidos -de blond para noivas: podemos
asseverar is nossas xiuas. freguezas, que
somos os nicos em Fernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
japuradogosto em semeihante materia, gra-
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
4S0 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,2S0, 240 e 200 rs. a garrafa e 4S0 300
rs. o litro.
Vin'uo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito,.
Vinho branco puro de Lisboa a 6i0 500!, Mino al pistai 200 rs. a libra e 440 o li -
a garrafa, em porc/ao ha abatimento. logramma e 5,5800 a arroba, em porcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- 'abatimento.
Queijos frescos do ultimo vapor a 3200
e 304O cada um.
, Aletria, macarro, talharim a 500 rs. a
i libra e 10100 o kilogrammo em caixao ba
abtimento.
Sabo massa de 1* e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
i
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
[ a libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
'grande differenca.
res e mais acreladas marcas a 1>000 e 1-5200
1-5500 e 2-5 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
7-5500 e 05500, a duzia e 640 rs. a parafa.
Genebra de Hottanda e tranja doce aro-
mtica a 0-5500, 7-5, 11 -5500, a frasqpeira.
Sen-eja Bass, Illers Bell a 0-5800 du-
zia era porco ha grande abatimento.
dem m^rca 11 e T e outras raucas a
5-5500 e 6-5, a duzia e 500 rs. n garrafa.
Assim como ha outros muitos generos, vinho era ancoretas, azeitonas,
passas e gos, charutos finos de diversas marcas, marmeiada, bolachinha de todas as
qualidades, perola, Francy-cracj-nel, a, b, c. Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace do Varietes, combination, Britania, doc< goiaba fina, chourigas, manteigas finas
franceza e ingieza, banba de Baltimoor, phospuoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
cm latas de todas as qualidades, farinha de rniiiio americana, grandes molhos de sebol-
bs, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas proprias para ne-
gocio, que pelos seus eommodos preco faz vantagem aos compradores.
Flores, o que ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do uosso fornecedor rm
oltas, quer em ramos, tem o PAVILHa Paris, podemos garantir que nioguem neste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possoe melhor, nem mais em
-iisposicao das Exmas. familias. cota.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
tflLHiO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
fte e o bom gestoo movel nico de seus negocios.
Prvidos da tudo e proraptos sempre a prover-se do que por ventura lhe
leja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
aem receio de serem contradicts e protestara esforcar-se por continuar a merec&r
proteeSo que se Ibes tem dispensado ; certos de qne do seu estabelecimento nlo sahira
o freguz descootente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis anis-
as, prompto exocntar com promptidSo e bom gosto qualquer trabalbo que lhe seja
confiado. Uma modista especialmente occapada nos trabaibos do'PAVILHAO DV AU-
ORA, dirige os qne lhe s5o coacernentes, garante por6ea apurado gosto e promptidSo
aa execucao e mais completa perfeico nos seus trabalhos. '
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
-eilo qne se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito ,que procuraremos firmar cada
ntn mais. Para facilitar ainda a concecuclo do fim qde nos propomos, temos no nosso
stabeecimento os ltimos Sgurnos de Paris, qne recebemos por todos os paquetes, os
fuaes enviaremos para serom vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
-com o padrao da azenda o gsto na forma.
Na officina de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
jara homens qoe por todos os vapores se recebem.
E' est o msdo porque no# apresentaraos pedindo a proteccao do Ilustrado
publico e com o mais profuudo respeito convidamos s excAilentissimas Sras. a visi-
taren o costo estabelecimento, certas de ncontrarem nee peto menor preco possive-
iodo que podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as azendas e amostras onde foran pedidas, visto
io pdennos especificar Indo quanto temos.' > *
JvXJe Luis, Sobnnho b C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
I 53-IDA ,\0VA-5
5 L'.MA PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados gostos, proprios '
w para meninos, vende se no BAZAR DA MODA. M
S BAPTISADOS. Ricos chaposiohos de setim brancos, lindas toucas de fil 0 e setim, sapatinhos etc. M
ttf GUIPURE. Ou croch era pessa, branco e preto, com lindas ramagens e q
W qualidade muito superior. S
5 PUNIIOS. Para cimisas de homen3, fazenda superior com duas faces, o .X
g par 040 rs. (pecbincha !) M
6 PERFUMARAS. Finos extractos para lencos, aguas de diversas qualida- ^f
g des, sabenctes. ol#s. pomadas, pos (onico etc.. etc. PIRFUMES. Lindas i aixiohas para luvas coatendo urna preparado era *x
W que Ihesd um agradavel aroma, por 14600.. S5
Grbalas, cintos, llores, plumas, coques, trancas, fita3, botes, bicos e pen- ffl
W tes etc., etc e muitos outros artigos proprios d) estabelecimento' vendendo-se ?i<
fil* todo por eommodos precos, no BAZAR DA MODA, ra Nova n. 50, esquina da $
{ de S. Amaro. &
Jos de Souza Snares & C. 0
rartnh oe mandioca
De Carawlas e Alcobaea, chegada honiem e lioje,
igual a da trra nova, redonda e sem cheiro : a
tratar no escriptorio de Jos Maria Palmeira, lar-
o4o Corpo Saoto n. 4, andar, ou a bordo fon
barcas Linda, Dhatiq, Pastora e S. Joau. II, anco-
radas Dw caes do Hamos.
Novas pechinchas
HA
Loja flor da Boa-vista
DB
l'aiiU v. de M. Ciiiiuiares.
('.hilas encares e cltrai. a 300 e iW o ovado.
Laa com palminlias, IDO e 320 o aovado.
Seda preta de litas muit-j usurpada a 2, ideal.
Cortes de brim para cale?, a IJ80.
Fustoe jara,rfla8 de mefk'os* WO o cavado.
OfirtA sortnteBb de- rotea:: wih; sito eme
e faiem per rriedi Na rn da Imperatriz n. i8, junto 3 padaria
fraoceia,
COM Flf IIHl
Maia Landelino venJe saceos com farinha de
maudicca : na ra do Duque da Caxias, trave&a
do Kosario, loja n. 18 B
Venderse
P^tjs do gaz a 320 rs. a dnzia de caixinhas, ba-
rato : na rna do Rangel n. 39," taberna.
Jcoreiro providente
Ra lo fiueiraa n. t*.
Novo e variado sortimento do perfuman:
tinas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento- de perb
tnarias, de que effectivamente est prvida
!oja do Cordeiro Previdente, ella acaba ;
receber um outro sortimento qoe se torL
notavel pela variedade de objectos, superior
lade, qualidades e conirriodidades de prj
eos; asalta, pois, o Cordeiro Providente peo
e espera continuar a merecer a aprecia;!
do respeitavnl publico em geral e U3 sz
boa freguezia em partienlar, nSo ss afa<
.ando elle de sna bera conhecidr mansidi
3 barateza. Em dita loja encontraran f
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudrav.
Dita verdadeira de Morra; Lamman.
Dita de Cologne ingieza, americana, iv
eza, todas dos melhores c maisacredtadr
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, q vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaclo c.
fsseio da bocea.
Cosmetiquss de superior qualidade e cbo .
ros agradaveis.
Copos e hitas, materos e menores, cot
pomada fica para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen-
e outras qualidades.
Fintas extractos inglezes, americanos
rencezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chs
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiroi ignai
nente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad-
com escolhidos ebeiros, em frascos de difi:
rentes tamanhos.
Sabonetes, em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figt.
i as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Camnas con bonitos sabonetes imitan
fructas.
Ditas de madeira invernisada coutendo'
Qas perfumarias, muito proprias para par
sentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, tat
oem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 6
moldes novos e elegantes, com p de arro1
a boneca.
Opiata ingieza e franceza para dentet.
Pos de camphora e outras differeat*
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aliada mais coqne.
Um outro sortimento do coques de r
vos e bonitos moldes wm filis de vidrilL
a alguns d'elles ornados de flores e fits
?6tao todos expostos apreciacSo de qne;
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
FEvellas e fitas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes obju
tps, ficando a boa escolha ao gosto do eos
pr*dor.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE QXIASiN. 19
Estou disposto a connuar 8 \ender toas
as miudezas pelos baralis-imos precos ai., i-
xo declarados, garantindo ludo bon;% pro-
cos admirados.
Pcete com 20 ijttoderne 06 pa-
pel amisade a...... 508
Caixas com 20 cadtrr.ospat f \ pao-
tado a.....*. 1*$
Caixas :om 50 oovelios de linha
do gaz a. '. JJ-O
Duzias de raeias cruas superior
qualidade a.....' .
Pecas de babadinhos coffl 10 va-
ras a......... 300
Pecas de liras bordadasenm 12
metros rada pro ald-iOOe. S0C8
Pecas de fitas para cus de qual-
quer largura com 10 taral a. ;/i
Escovas para unhas faxenda lina a 3 Ditas para denles a 240. 320,
400 rs. e....., 50
Pecas de tranca Hsas. brancas e
de cores a........ 4*
Caixinhas de madeira com allinc-
tes fazenda superior a. 400
Duzia de linha fixa para belda-
dos a 4110 rs. e..... *>'
Pares de meias crua; para me1'
nns diversos tamanhos a. -i.C
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2?M
Pares de sapatos de tapete a. \-YM 9
Livros de missa abreviados. \-<
Duzias do baralhos para vultarele 3#
Sylabarios portiipnczes a. i 9
Redes com contas mtnto boa cua-
Cartoes com coixetes r carreras a ^~i)
Atotoadmas para colle diversas
qualidades....... i'-i
Caixas cota penna de ac muito
boa de 320 a......
Duzia de linha 2'>'0 ardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, !
Caixas com Fnpcriores otaei s a. ';'
Duzia Oe agnlha' para maCtiitu ;>. i
Libras de pregos rancetes kedM
os tamanlifs a...... lili
Talhercs para meninos a. '.
Pares de sapatos de tranra pala
meninos a. .
;
ilie
fl I ilflJ
20Ron da mpri.itnz20
Farsa & fl^c-sa.
Acaba.de chegar a ota rom noca luja r
sendas /nns um variad
Forrncrtfo de fazenda'
laa e ^eda, como sejam
goto, pepelinas de nma
nha de corrt, o (uc la
granadines do o'fiti
so enr.
de mi
r.rpaca? e
mOdPHKV,
de cote?,
por barali:irnos piceos, brithanlina* de
cidos das indias, fazenda :. iva mitocao di ^
cala,balC- de rlina fing do Faia de
das barras, fostSea proprii s pan vestlao e i
d meninos ; agort graedw e admtraveis pechm
chas, saias brancas rom'.indos frisados a
eos ccrpinhbs bordados rooito Cni*3, bat s
modernos de irccsa2, ricas i lebas pai
aleochoadas, sendo brancas de ron s. : '
li, cambraia vieibria Bna a "' Hilas iranspai n
tes a'5,6 e 7f,chits iii-mu-?.s escora* e claras
a 280, 300, 320e 360 o covdo. ca s ... c i
240, lencos hranc de cas-n .-. ?'.'.'co, \us '.
itezes a :>o00 a duzia, ma'ai a a I
(ij'OO, e muiusuf-erur al v '
daoziutoolargo pri'i'rin para ,:-. a ':
de al.odii branco trancada pi crio |
de mesa a if6O0 a vara, nram'n!v para lencr
2000 e 3*500. o que li! di i lor, esguiao 6-
nissimo a 2iP0 c SjSOO avara. ':'. ndamos i..
casas lias Exmas. Familias pira n lior poderetn
efr.'lher. Tambem tenias com) lo si : ti ment 11
perfumaras des pr meiros r>bricai es franeezesi
ioglczes; .s |w?mih t; t se dignaran vir a esta
lep terijoccasiSo de reconbecer ;> r.alidade :
que annunriatnos para ni>f : *ii *ai
CisULI
No pateo ) Ca no ;. !', armazem do
i Ribeirn.
Ilanteiga ingieza ; 900, 5W0 e 1*500 a til a
Dita franceza a 70 r*. a libra
Cha perola u que ba de meili r a i e 320
;i libra.
Dito hysson a :i a libra.
Queijos flamenges novos '
velas de esnermacele a 700 rs. a libra.
Ens^ilio.
ant Aatonio. s. laao e M.
attito
Limalba de fcrro em vidros muito nova.
TTita de a^o em vidro^ mui! nov?.
Dita Je agulh d Len muito nova.
Ento/rn ew lobos.
SalitM reRnado de'Io qualidade.
E lodas as demais preparaedes para fogos ar-
lificiaes: vende se na pharmacia e drogara de
i^riholomeu & C na ra larga do Rosario n. 3i
Bichas hamburgnezas
Nesi* novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes iranslanticns bichas de qualidade superioi
e. venden se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que cm outra qualquer parte :
na ra da Cadeia do Recife n. 51, andar.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimilo, qualidade superior, em caixa ou
porco mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
i 51. t aniar
Superior vinho Bordeaux
Vende--' n -engente i-1 >i- ; n'-z';i '
Sanio Anl tu, -'... am
da estrada da Vid ri, J-; ten pradneii-
ras. > lend.ss.tffejar par: t !e! >>1 naos ar
nuai s. c -;i: l-m cercado w m :
multe li :.. i.bra*; o en?.'.-.!' e e
nmenie e orreote : qnen i r c*le cegocii
diriia-se .-i ineiu.0 engw h i i sa '':i Cobo i
dia n. li.___________________
Vende-se
Ps de nueiras de varias djtaa idades. de cravfV
ros, de sapotis, t figneiras, do abacates, de '-
nheiros. de palineiras, de laraajH crivo, por u-
ralo preco : tratar na lloa-v.-ta. ruad '
dftiio n. 5!.
Terrenos
Vende se um terreno na ra Je Luiz dfl Rer
em Santo Amaro, com 300 palmos de frenin e li ill
de funde. Cum orna casa tarrea edificada iiu mer-
mo terreno : quem u pretenderi ibrija-se a roa
Rova o -i, qiii' acbar C-m i|ie!) tratar.
A ecpnomia das fa-
milias.
Araba do abrirse de imw a loja armaicm dar
Arara, na ra da Impr^lriz n. 7-f. qne tendo con-
cluido ledos os seus negocies coinmticiaes ; ag:>
ra vai fazer urna liquidarao de odas as suas f.:-
zendas sem reserva do prei;os, enm o llm de
liquidar; por isso se convida a ti das as familas
para manjar wr s amosiras de ledas as fatendM
para ver as qualidades.
A SABER:
Alpacas de cores para vestidos, sedas de cr?=.
amainado de linho, bramante de linbo, organdis rie.
cores, cassas franei-z.s linas a O o covado, chi-
las fr.inoezas escuras c claras a O, 2S0 e 3v>.
gresdcnaplos pretos ff todas as qualidades, li'.e
branco liso e lavradn, brim pardi*^'li0 o metro,
brim branen de linho fino, gangas para calca a
30 o cavado, castor para calca a 160 o covad >.
casemiras. preas para calca--, pao fino preto de
todas as ifualidadcs, casemiras de coi es, ronpas
fetas de luda? as qaa!i-la>*. reatetot" de ganga a
WOOO. diles do biim a ?(HK), dto)S de alpaca a
2sn00, algedao a 4-ui apeas, madapolio *
53. robarlas de chita a 13, cobertores de algodSn
a 13100 e o:itras muilas fazendas que se vendem
sem reserva de precos. para liquidar.
Na frente da luja "ter dou* letreiius com letras
encarnadas r-: que diz liqnidscfo, que principian
hoje. "____________
Para S. Joo
Venirse ma.-sa secca pan bola-, tanto em por-
ejn como o retalho. a mais bem feU qu* se p-Je
achar: na bem eunbecida casa da abobada da
Penha n. 37.
St. Estephe A Si Julien: na ra da Cadeia do
Recite numero 5.
Farinha e milbo mais barsto do que em ou:ux
qualquer nrte : no trapicha Conha _____
A 500 rs.!.
Vendo se tinta rxa e preta. costando quinben-
los res cada botija : u i ra io Santo Amaro ca*
mero 5.

J


mma
,V
*
6
Diario de Peinambuoo Segunda feira 20 de Junlirj de1 1870.
------------------------1-----------__i_________, -,,_____!___L*U________:_____________V"___________M

A VERDADE
Rna Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baralissimos precos todos os arti-
gos de miudezas e perfamarias do sea
grande e variado sortimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo prego.
Espelbos dourados para pendurar a
160 rs.
Agulbas de osso para crox a 200 rs.'
Pentes Anos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 1)5000.
Dita com agua florida a 15500.
Dita com dita dita a 150G0.
Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 1000
Dito com extractos finos a 1)5000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1)5200.
Latas com banba multo fina de 120 a
240 rs.
Sabonetes muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolho de 160 e 240ts.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligraphicas muito finas a 1)5400.
Ditas de langa e'mosinba a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e I #500.
Grosas de botes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caki com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
2S0 rs.
Thesoora para costura a 240 rs.
Linha de marca eaixa a 280. rs.
G.irriteis de linbas de Alexaudre de n. 70
a 200 a 10 rs.o
Grampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar dazia 35000
Dilas porluguczas, duzia 15400
Papel almaco superior qualidade resma
4000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas^or 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
C016S de 40 a 100 rs.
FiUs para eos. peca 480 rs.
Alneics de lato, carta 100 rs.
Sapatinbos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Grvalas de seda preta de 400 e 800 rsv
Ditas de croxe, branca* e de cores 500 rs.
Dita de gorgurlo de cores a 800 rs.
Na Terdade roa Duque de Ca-
lla* a. &*.
Cantara de Lisboa
Solera3, hombreiras e captteis pan frentes de
casas, o que ha da raelhor : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquira
Lopes Machado & C.______________________
Vendem se diversos etcravos pe$as vindos
do Ceara, preprios para engenho, asara coa
urna cabrocha por 1:0001, de 18 annos da idade,
bonita figura, est um poueo descorada de frialda-
de, e diversas mulatas com habilidades : a tratar
na roa da Cruz n 83, !fr> andar.
Armazem dous irmos
8=4Rua da Penha
Manteiga tngle:a superior a i 500 a libra, idem
franceza a 800 rs., cha miuJo bom a 3#S00, idem
grosso a 35, velas de esrermacete a 640 a libra,
caf em carolo bora a 100 e 240 rs., touoinho a
400 rs., lalarim, macarrlo e aletria a 500rs., quei-
jos frescos a 21808, idem prato alia libra, vinho
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes latas com bolachinhas a 14400,
lagustinbos a 600 rs. a la tu. Neste armazem ha
sempre grande deposito de gneros de primeira
qualidade, e vendem-ae a precos muito resumidos.
LOUCA
Grande armazem na ra da
Imperatriz a. O
Neste grande armazem vende-se louca mgleza
Gnas e ordinarias, apparelhos .de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande*
sortimento de vidros finos e ordinarias que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualqner parte :j
chamamos a atteneo dos frguezes, ijie serlo'
convenientemente servidos tanto nos commodos
precos como na boa analidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pern.imbuco caes da alfan
dega velha n. 2,1 anda. _____________
Vendem-se duas parelhas de mua (bichos),
mansas e muito bonitas, proprias para carro, che-
gadas ha poacp do Rio Grande do Sed, as quaes
estao na cocheira do Sr. Joo de Dos rna do
Imperador, aonde podem ser vistas; para tratar
com Jos Victorino de Rezende & C, ra da Ca-
deian. 52.
LI DE OURO
Grande ettabdetioMato de fyaendas e roupag eitag e por medida, rda da Im-
peratriz n. 82 jostra leja dearma.
Neste eatabeteeipeoto encontrar o respeitavel publico utn bonito sortimento de
roupas de todas, as qnalidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 3,5000, W500 70000, ditos mirin preto
de 70000 at 283000, ditos de astmira de cores finas e ordinarias, de 60, 160000,
ditos de panno finos de fij 80 10$ e 200000. sobrecasaco dito de 205 a 500000
Completo sortimento de calcas debrim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
de 24, 101080 o mais soperior, ditas meia easamira, ditas casemira de 50, 120000,
ditas casemira treta de 65, a 1604)00 superior, dita de merino diversas qnalidades para
lutQ. Assim como om bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casenrade cores e pelas, ditos de merm para luto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodao, de 10500 30000, e de
linho de 380000 a 700000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodao de 10600 a 26500,,
ditasde bramante a 14800, 20800 e 30000, ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 250000 '380000 a duzia. Sortimento decolannbos de algodao e linho, etc.,
assim como meias de algodao para homem' de 30, a 100000 a duzia, gravatas de inul-
tas quididades. Na roa da Imperatriz n. 52, loja do
Sortimento de obapos de sol de alpaca, e soda, ditos inglezes cabo de marfira.
Toalbas para)8to. Sortimento de mallas para viagem.
TTENgO.
Neste estabelecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da officina, que se encarrega do trabalho
com perfeico e ponUulidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Cuitas de 240 rs. o eovado oa 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timo de menino 60, e 280 rs., e outras muitas qualidades de 320,360
e 400 rs. o eovado, aeate mesmoeatabelecimento chegaram, urnas bonitas chitas* da
victoria com barra, aqnal paraflbos ecompetente enfeite para corpinho. Cam-
braia lisa de 30, 40,,50 e 40000 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
ALGODAO E JUADAPOLO AVARIADO.
A 40000 o algodao, e 40500 omadapolo, e tambem chita escora boa 240 o
eovado por ter grande porco, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
LeSo de Ouro.
Y^as de speraaeet
Vedada*! americano |ada urna eaixa trieta.
o nao meta duztas de vdias, ou 110 vellas, por
irinta e cinco mil res. No arauzem de Tasa Ir
ios k C, rea do Aaorim.
g
A5$KX)
Madapolao encorpndo proprio para aaias e len-
9*ea, pecaseom K varas,por5* : na rna do
Crespo n.
25, loja d esquina.
MAGUS PARA
COSTURA
Grande pechfncha
Na ra do Duque de Caxias, antiga n do
Qaeimado n; 19, vendem-se alpaca de todas as
cores e lavradas pelo preco de 900 rs., chitas de
j bons pannos a 240 rs.; assim. como tem ricos
cortes de cambraias bordadas de cores a 7*000 o
corte com 10 varas, baratissimo.
BRACO
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
NrVERSAL, roa No?a n. 22cauneibo
ytannaom completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
necidos, as quaes esto em exposicao no
mes'mo Bazar, garantindo-se a soaba qua- IiDa ao nperaaor n. zo
lidade, e tambem ensina-se com perfejcao '
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sua perfeiclo tal
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalhos executados" pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Aos cem mil azulejos
Portugnezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-,
mazem de louca de Bernardino Dnarte Campos',
GRANDE NOVIDADE
PARA AS NOUTES
DK
Manto Antonio N. doo e 3. Pedro
Grande sortimento de fogos artiQciaes
nunca vistos nesta provincia, nao s por
serem de paiz estrangeiro, como tambem
por serem todos de novas especialidades,
como sejam para soltar-se sobr'agua etc.
Acham-se venda na ra Nova n. 20 na
bem conhecida e acreditada loja de Almei-
da A Vianna,
Officina e armazem de
mannore
Caes Vinte e dous de novembro n. 57,
(outr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras marmrea de todos os
tamaohos e grasuras, tijolos de diversos ta-
raanhos,
O respeitavel publico encontrar .neste
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos inglezes
podins, pds-del, prgsentos dos ltimos
negados ao mercado, salame de lion, bo-
liohos finos de todas as qualidades para cb,
amen Jpas confeitadas, confeitos, bomboiDs.
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
tilbas do mesmo .cartuxos e carteirae com
seis charetos de chocolate cada orna, esto
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
A 1^600
Vende-ss sapatos aveiudados para homens e se
nhoras, pelo diminuto prer> de i500o par : ve
nham a ra da Cadeia n. 50, loja de muidezas.
LOJA DOS ARCOS
A
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida C.
Este estabelecimento de faeendas finas e grossas j bastante conhecido como
am dos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris akuns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de goetos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda papa cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e guipnre.
Colchas de seda e de la e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadenas.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, bales, cami5inbas, sombrinba.
Madapoies de varias qua idades, sa:cos para viagem. mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e muitos outro? artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemsnte um completo sortimento de ESTEIRA.S DA IN-
DIA para forrar salas.
, soleiras e saccadas, assim como solei- .
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-' por commodos precos, fazendo-se abatimen-
trata-se e faz-se qualquer obra, como monaaien- i to a quem comprar em Dorco.
tos, tmulos, estatuas, pas, lavatorios, mesas e i T ;? An ,.j .. _. i/.j.
indo o mais ledente a mesma arle, por mdicos Licres de ,f',das a,s qualidades, as mats
pr jqos^_________^_^__^^__ as' entre e s a'ama Aiapana, este
Vende-se ou troca-se por caas nesta praca '"T 0 mais saboroso e superior, at
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la- (hoje conhecido. Xaropes de groselbe, rosa.
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua correte, baixa para capim e
grande terreno para piantacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. .Ti.
CAZ GAZ CAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster *
C, roa do Imperador, om carregamento de gaj
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em outra qua)
l qner parte._____________________________
i Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
i mos de frente e 100 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem alcerce feito pa-
I ra cinco moradas de casa^ na ra de Motocolom-
; b dos Afogados: a tratar na mesma rna, ou na
ra Direiti dos Afogados n. 13.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defrente do arco da Con-
ceicao. em harneas Brandes
Tasso Irmos & G.
Vendem oleados pretos para forro e guardas-chu-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinho alrnofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias qnalidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
maracuj, caja etc., vinhos de Bordeaux de
todas as marcas, o mais superior que se
pode encontrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais fines e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumes, portoguezas, fran-
cezas e inglezas, mlhos mostrada etc..
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
ciones e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Bio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Bio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo quento se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptido
e asseio : Como sejam para casamentos,
baptisados baiies etc., tambem se recebem
cncommendas de pes de lo ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armaco de as-
sncar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjavaco do Ilustrado pu-
blico.
i grande- estabeleciraeato encontrar o respeitavel publico, u u grande sortimento de fazendas, do majs apurado gosto assim como de todas as de primeira ecssidade que se lhes Dromettevder por precos mnito mais baratos do
ra qualgoer parte, visto que os novo-, bocios desta firma adoptaran! o systema de so vennderem a niXSlttiillO ; para poderem vender pelo cuito, li -.itando-se apenas a ganharem o descont. *As pessoas que negociara ea menor escalla, nesta
sortiarias pelos meemos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se dao os livros das amostras, ou se mandam levar em- suas
e ar:s "-o fazer os seas
jcolher.
f ALTAS JOVIDAES -
I50 PAVlO ^
BONITAS FAZENDAS PAILV A FES- W
m TA DE. S
4B( SANTO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDUO. ^
^ Vendem-se as mais lindas poupeli- vj
** as de linhe e seda com os gostos ^
ix mais novos que t^m vindo a este ><
^ mercado, pelo barato pre?o de.... ^
8 6000 o eovado. g
Sedas listradas, de furta cores, fa- >
jp> sendas -oe muita phantasia a 25000 ]|^
c^ o eovado. W
x S -da bismark, larga fazenda muito <^
| encorpada o eovado a 2a00. ^
^ Bonitas laasinhas largas com palma
? do seda, eovado a IjjOO,
3 Lin'las agraciando lavradas eovado
g a lOO.
*& Alpacas lavradas de todas as c-
*3 n>s, eovado a 640, 800 e IjSOO)
<^ Bonitas laasinhas escossezas com
x quadros e Htras de soda, eovado a
,,-v 860
q* Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
$Z ma !c lyrio, verde, roxo, cinza, can-
^ na, azul etc., eovado aiO.
>? Ditas furta cores com as mais bo-
^ nitas cores, eovado 503 rs.
85 Lindas bareges lisas, e com lisia
w (l i mesma cor, fazenda inteiramen-
^r le nova, eovado a 560 e 610 rs.
0^ Bonitas laasinhas tapadas e trans-
Y'j 'rentes com grande diversidade, o
$ eovado a 600 rs.
CP Laasinhas lustrosas com lindas c-
2 r -s a emitafo de seda, o eovado a
rx io.
5^ uindos cortes de anadine, sendo
f. ;o muita phantasia, com 18 covados a
J 15^000.
?X Fnisfftmos crtes"de vestidos bran-
^ eos bordados cora todos os enfeites
& francezes a 120000.
3 Cortes de ganga indianos, fazenda
>% Dteiramente nova a 7(5000'
2v Ditos cbinezes com duassaiasa
"(?000.
loja
casas, para melhor po-
Organdy branco com lislras lar,
g se quadrinhos, a vara a 1#000.
Todas estas fazendas. sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conla, ra da Imperatriz n. 60,
loja e arcaazem de Silva e Figuei-
do & C.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. GROSDENAPLES PRETOS DE 1$600 AT 73000
O Pavo tem um grande sortimento dos| Na loja do Pavo encontra o respeitavel
cadeiras, sofis 5 publico um grande sortimento de grosde-
co- jnaples pretos de todas as larguras e qua-
um, pechincha.
ESCOSSEZAS.
4* Ditos de la escosseza fazenda mui-
X to b >nita*com fios de seda a l&O 0
$ Finisimos orgndys com lista de
> cor e salpico, sendo fazenda de
& muita phantasia, o metro 1^280.
de ij&OUO rs. cada
CASEMIRAS
O Pavio tem bonias casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
COBTES DE CASE MIRA PRETA A 4:500,
O Pavao tem os superiores cortes de ca-
; semiras protas enfeitadas pelo barato pre?o
i de 4-3500 r?. o cort,
CtSEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O C0-
VADO.
0 Pavo vende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dnra-
Cao, 6 pechincha a 800 rs. o eovado ou a
-2)Son o corte de calca para homem.
FINAS BABGES A 640 BS. O COVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o eovado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
raaisestreitasde urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o eovado, e pe-
chincha.
PECAS' DE MADAPOLO A 35500.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3)5500. .
PECHINCHA EM ALGODAO A 4|000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodo-
j sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
I com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
jde 40000 rs.-
CEBA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saccas, mais barato do que em outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n.jjj60,
loja do Pavo.
OS SETINSPO PAVO
Vende-se es mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
mais bonitos crochs para
mesas, almofadas etc., proprios para
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodao entestado.
Vende-se urna grande porco de algodao
j lidades, tendo de 15300 0 eovado at 7(5000
e 8,500;), que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
sinho ^ricano com 8 palmps de largura, Und^- fl.ancezas
Chegaram para a loja do Pavo as mais
proprio para lences e toalhas, tendo liso e |j^s Cta0SnS?S t?,C^T Cm d9'Ca>S Pr"
trancado, que se vende por preco muito em | [V 2& i???^.P??!..f_ S:
conta.
1 dades, dando-se todas amostras, assim como
LAAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 5S0 rs. o eovado.
Chegou para a loja.do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo-preco de 560 ts. o eovado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o eovado.
Chegou para a loja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas coen as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto,
vendem-se pelo barato preco de 2,5000 o
"cova.lo, e pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respewavel publico nest es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem viudo, proprias para luto, sendo laasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, cantao, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavte vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 43000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 43,
ou a 25400 o eovado, tendo duas larguras
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 83, 103, m e 163000.
Chegou para a lujado Pavo um grande,
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para amas e janellas,
que se vendem de 83OO0 o par, at o mais
rico que vem ao mercado, e vende-se mais
barato que em outra qualquer parte.
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
' CHITAS A 210 BS.
Na loja do Pavio vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cresfixas
240 rs. o eovado, 'e pechincha.
LAASINHAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas laasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitaco de poupelinas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o eovado, pechincha,
FECHiroiLl
EAl CAMISAS DO PAVO A 43500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 3
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 10, 800 e640 reis o eovado,
assim como um grande sortimento de alna-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
O Pavo vende orna grande porco de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo. e liquida-se
ra 5;>00O, tendo cada um seu competente
fiRurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 35 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante eneorpada para
roupa de homens e meninos pelo barato
preco de 35000 cada eovado ou 55000 o
corta de calca para homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do freguez, para o
que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
finas e modernas amisas inglezas com pei-d-se ,?tdoDOS do estabelicimento por qual-
to e coliarinhos de linho e puahos, pelo!*Iaer alta ^e Possa haver. qper por de-
,. -.- a mora rrnor nnn mnlnnnr nafaitn na nhro
baratissimo preco de 45500 rs. cada urna
e aos frguezes que compraram dnzias se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazedda que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este prego por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem com
peito de linho bordadas e ditas de algodao
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 15280 e
13600 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o compri
ment da sata e vende-se pelo barato preco
de 15000,15280 e 13600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos brancas a lt000 rs.
O Pavo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia oraoca, ricamente borda-
das e com muita fazenda pelo barato preco
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
que desejar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lencoes, dan-
do a largara d'esta boa fazenda o compri-
mento do lencpl. sendo preciso para cada
om apenas 1 e 1/2 metros ou 1 el/4 pe-
chincha pelo preco.
ESPARTILHOS A 5#000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos espa-tilhos tendo
do barato preco de 53000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavio vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pura la proprias para senhoras, vendem-se
a 65000 cada um, na ra da Imperatriz
n. 60.
A loja do Pavao est constantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
Cbegaro as mais modernas basquina
ou jaquetinbas de seda preta, rieamesi
I enfeitadas a vidrilbo, tranca e setim preto
'tendo de todos os modellos, os mais novo*
que tem chegado e vendem-se por preco*
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o eovado.
O Pavo acaba de receber o nrals ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
dmes mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar loto, e vende-se pelo barato preco
de 250OO cada eovado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
Ibores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 i peca at a mai
fina que vem ao mercado.'
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S f> Pavo vende pecas de cambraia
tranca transparente, tendo mais de vara de
Uirgura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 75 e 83000, qui-
di-se pelo barato preco de 45000.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 1|S00.
Vende-se muito bonitos fustoes branco
muito flexivel proprios para vestidos de
senhoras e roupa para meninos e vende-se
a 640, 800 e 13200 rs. eovado.
Cassas V tlO rs.
0 Pavo est vendendo bonitas cassas ds
cues fixas a 240, 280 e 300 rs. o eovado
Brilhantes laasinhas.
S o Pavo, 460.
Chegaram as mais birlhantes laasinhas com
as mais lindas cores, com palainbas mindi-
nhas, assentadas as mais delicadas cores de
lyrio* cor/to canna, cor de ganga e branco,
sendo estas novas laasinhas de muito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vende-
se 460 rs. o eovado. ruada Imperatriz
b 60 toja do Brtto.
*

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Diario Qe Pernambuco Seguila eira 20 de Junho de 1870.
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SEISS


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fival sem segundo,
ttk DUQUE D3 CAXII A W. 4*
(Antiga na to#Mfflt Acaba de chegur a
artigts abaixo mencionados
A
4fe
300
Me estofcetoeinien!o novas facturas rom
procos os mais resuiuidus que pussivel.
imporunte sorUmonlo
FOGO CHIMEZ DE
Para os festejos de S. Joao


Grands variedad* destes lindos foguinhos d> artificio chine, de vitl de crd e effeitos ma-
pnificos de sorpehender, f..bficados provmmcnte par salOes e seren soltados por menitooft e me-
ninas sem o menor receio de serem olTendidos.
BALLOES AREOS*,
Estes interespacios boloes de papal de seda do cure eitos na China, com 6, s e 10 pal-
mos de altura, muio elegantes e facis de subir com espirito de vinho, podtn ser soltados das
varandas.
PAPEL PARA EUFEITAR BOI.I4MI
Papel rendado mnilo bonito de diversas larguras para enfeitar bollos de S. Joao, a precos
baratissiraos.
LDVAS DE PELLICA
Do afamado fabricante Jouvin.
Sortimento completo de brancase de cores, inoito boas de se escolher, em'quanto estilo bem
irescas e sortidas.
BOTOAS
Para ncnhoras c meulaas.
Botinas pretas, brancas e de rauitas ontras ebera sortidas e bonitas, do ultimo gosto da LlD
Conftt* a Tnder Wd'rtfnrt brjm e
ifltjffl* barat*saberr
Qrfadernos de pftpel pequeo a. .
Libras de areia prea mrto botf. .
Teobra1! finas par nfftia e ate tu-
ra *.........
Papis" de aglhas' fraticezas a ba-
Ftf a......... 0
Caixas com seis sabonetes de fruta I #000
Libras de 13a para bordar d todas
as cores a....... 6T000
Caivetes finos para aparar perras
lapis a 500, U e..... I800
Carriteis de liona Alejandr a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de cores mnito finas a 500
Groza de br)3s madpefsta 11-
nissirtios a....... 500
Pares de ltfvas de cores muito fi-
nas a 340 e....... 500
Novello de liftha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes mnilo
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiios com tmta preta a 80 rs. d 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a luO e. 200
Frascos de oleo-Philocomo moilo
fino a. .''. 300
Ditos ditos dito grande a. 1(5000
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos d extracto muito bnnftos a 500
Duzia de saboneles muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Pivera 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de. lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Larlilhas da doutrina fazenda nova a 400
moda.
BOTOAS, BOTAS E PEBlf GIBAS
Para bonicas e meninos.
Botinas de hizerrd, cordavo, lastro e peluca, botas russianaf de bizerro e de lustro, per-
oeir.-s de lustro tanto para homens como para meninos.
Sapatos
Sapatos de borracha oara homens, senhoras e menino, sapatos de invern para liomens,
ditos de lustro com alio para homens, ditos de tapete arekidado, de casemira e de tranca
ceaes e portugueses para horaen?. para senfeoras n para meninos.
PERFUMARAS
Finos extractos, banhas, leos, agua
para cabellos, pomada angroise para bigodes,
divina, de cologne, de lavande,
pos de arroz e sabonetes.
e de florida, tintura
nmeros a.......10800
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......
Babados do Porto, largos a 160 e
Capachos muito bonitos e grandes a
Cirriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enlatados a, .
fran- Libra de linha francesa superior
qualidade a.......2^400
Caixas de palito do gaz a. 20
Nonecas de cera muito bonitas de
500 rs. ."......2000
280
20U
700
640
Quinquilharias
E-pelnos grandes e pequeos, leques, albuns e caixilhns para retratos, esterscopos com
bellas vistas eseolliidas, bermallas. chicotes, correles de plaqu para relogios, gravatas, oculos,
lunetas, eaixinhas de costara ornadas rom muecas, photographias. magii-as, cotlresinhus magjcos
para desapparecer anneis, ditos ditos para retobos, jogos de domin, bagalella, rdelos, e outros
muilos joguinh( i rancezes e allemaes, jarros com bouquets de llores de porcelanas oara san-
tuarios, eestinhas diversas para braco de meninas, objeclos de phantasia douradoa para loileies, ri-
cas escoras para cabello, para vestidos de senhora, para chapeos c para barba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jur para canaieiros a gax e para lantemas de piano, eaixinhas de
msica de dar-se corda, ps de vidro para pianos, realejos grandes e pequeos, accordions, coswo-
ramas com as mais importantes vistas, molduras douradas para quadros. bonitas estampas de pai-
xageos, de figuras e de santos, carrinhos de 3 e de 4 radas para conduzir meninos a passeios, ma-
las e boleas para viagens, berros de vimes os mais commodos que ha para changas.
Para este artigo nao ha espado nem tempo para a mas-anie leilura da infinidade ds gne-
ros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono desie estabelecimento pede ao publico em gara I que continu a
licando as qualidades e os precos baratos de ditos objeclos por seren vindos em
onta propria.
visita-lo veri-
direilura e de
Antonio Jos Sarment de Benevides e seu ir
Farinha de mandioca
igual a de Muribeca.
Em saceos de dous alqaeires e de panno de I
algodao, cuja medida corresponde de 5 a 8 0(0
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, em seu esenptorio a ra do Commer-
cio n. ^7.
nio Luiz Jos da S Benevides, moradores e neg- mais do que a medida daqui e do Bio de Janeiro,
lantes eslabe'ecidos cora Inja de faiendas na rua vende-se a preco menor do que em qualquer ou-
do Commercio da cidade de Souza, provincia da '
l'arahyba do Norte, fazem sciente ao respeitavel
liublice e especialmente ao carpo do eommercio
das pracas do Recife, do Oara, que de hoje em
diante se acham associados e mutuamente obriga-
los perdas e ganhos, coniratos'e obrigacoes ten-
dentes inesma sociedade, que gyrar sob a firma
Sarment de Benevides 4 Irmao.
7.2 21 de maio de 1870.
Luvas.
= Vendem-se 3 escravas corn todas as habili-
dades e boa con lucra, 1 linda mu latn ha de idade
12 annos, um bnm escraTocarreiro, 1 dito (errei-
ro, 1 dito para lodo servico : na travessa do Car-
mo n. i.
Chegou pelo vapor francez, um grande sorti-
Cidade de Sou- i ment de luvas de pellica de Jouvin, brancas
[ pretas e de cures. Em casa de Andr DpIsuc, ca-
belleireiro, ra do Primeiio de margo n. 7, Io an-
dar.
Vidros para vidracas de todos os tamaito;
e em cairas, vende Bartholomeu & C, em sua
pharmacia na ra larga do Rosario n. 34.
ATTENCAO
Fzendas baratas com
toque deavaria.
V ra do C ros|o n. *i.
Chales de cassa bordados a 1 .
Camhraias brancas victoria de na. 12 a
20 a 3 e 3b00 a peca.
Madapoln fino a 4*500, 5, 5*500 e
C000 a pega.
Algodaozinho a 3000 a peca.
Algodao trancado branco americano a
560 rs avara.
Algodao amecieano de listras para rou-
pa de escravo a 240 o covado.
Algodao azul com 54 eovados a 5* a
peca.
Gambraias matisadas de cores a 280 o
covado.
Mussenas brancas a 400 rs. o covado
Basquinas de grosdenaple e gorgurlo
de seda ricamente enfeitadas a 18000
cada- urna.
Chitas matizadas claras e mindinhas a
340 e 280 o covado '
Lencos brancos finos, urna caixinha
contundo urna duzia, por 2*500.
Cortes de carabraia de barra com duas
saias a 6* o corte.
Dao-se amostras na ra do Crespo n.
25, loja de Manoel Dias Xavier.
e(leaxiasn21.
(AMTIGA BDA DO Qt'EIMADO)
1NW fei sem fwtememo q>ie NOYA
ESPEUANCA tem deixado de fazer os seos
aOHOnCKJs, rai simples, ella entende
que tildla dcmasi.r aborrece-.. por isso
come j tinta dito e scientltcado sua boa
frefoezia o qee coflstamemewte a receben-
do, ou tiveseti feiio moitas vezes, receiou
iorar-se \nassaW, aeeim po-i recolheu-sr
um poseo ao silencio, mas tmnoa deixando
d'enpregar os verd.idOrros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Eropa, j dessobrindo iporafdo ^osto e finalmente asignando o
Jornal das FaiqUias, o qual vem sempre
ornado com igtirinon, modernds moldes para
vestidos ele,, etc. para tiesta forma melhor
serTir a- sua constante fregueala ; e com es-
pecia lidade ao bello sexo, quem a NOVA
BSPEHANCA ufajia-se em offvrooer-lbe
seos servipos, apressando-se desde j em
declarar que tet* recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinbot de setim para
baptisidos.
Finas toncas de cambraia bordada pau
o mesmo flm.
Meiasde seda efio de escocia para crian-
-Dedaes d'osso, marfim, ac e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, a Dadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, para
contar-se os os de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos lioteiros de novos moldes,
Meias de lia para borneas e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpicos, e oulros muitos
objeclos expostos a venda ra Duque
de Caitas n. 21, na NOVA ESPERANCA.
fcafo d'aleatrio.
Vende-se na roa Duque de Casias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, volta, pulfeiras, fivel-
las, pentes, botes para puulios e cadeias
para reltigios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satisfa-
zer sua fregueeia. nsmente em objeclos
d'alegria ou de luxo, quer tambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdendo
algnem de sua familia, ou alguem de sua
amizade, precjsam de taes objectos, assim
pois a NOVA BSPEBANCA, mandou vir o
que ha de melhor neste genero, porque
sendo taes objeclos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao somonte tornam-se
tristes como at repugnantes, o que nn
acntese aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime o sentiraento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeicao com que taes objectos sao tra-
balitados.
MU II ffiM
.'NA i
Loja mgleza.
60__Passeio Publico__60
NeMe grande esial.eleeinwnto encontrar o res-
peitavel publico u-n (randa soriinientcvde fazen-
das de todas as tiualidades, sendo inglezas e fran-
ceias que se vendem por muito menos do que em
outra qtnlnotr parle.
COMO SEJAM :
Chitas fsenras e claras, finas de cores fixa a 210,
260 e 280 o covado.
Cambralas da ire?, padroes moderno? a 280 e
320 o rovado.
Lazinhas muito finas, padroes de gosto a 400 o
covado.
Madapoles finos de i;000 para cima.
Algod3o branco a 35 e 4*.
Cortes de fnstSo para caiga a 1*.
Ditos do brtn pardo a 1*, 1*200 e 15G0.
Ditos de casemira preta a 5*000. i
Caigas, paletois c coltetes de tedas as qualidades
e pregos.
Na toja inpleza do Paselo Publico.
EJscraA'a cosinbeira.
V'.mde se urna enerava toa eosinlwlra e en-
gom.' ad ira d- 35 a 4 aun >s e um filbo mulato
de 18 a 20 annos, s se vendem /un; s : na rea
do Livrament n 14. _______________
= a ra do vUcumle du Pelotas, casa n. 7,
(antiga rna do Argan) vende se nina escrava com
25 annos de idade, i qual lava, en?-, mina ci -
zinha e tem principio de costura, na inesma rasa^
se dir quem- vende urna mohilia de Jacaranda
em pcrfiiiio estado, ser.ihi 12 cadeiras de; guarn-
gao, 2 de bracos, 2 consolu? com tanipo de ft[..
e um sof.
Venilem--e lleseravos, sendo 5 patos de 5K
a 30 anuo?, proprios para 4du equalqmr servre- .
lantc de ca?a como para agrVoltora, assim conwi
um mulaiinho d" 17 annos, iierfeito eopelro, G -
era vas de 14 a 30 annos, tocias prendadas: na ra
estreita do Rosario n. 43.
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desejar de bom. a gante) a bor-
do do patacho Ingle Manj Block : a tratar cem
Tasso lrmos 4 C. rna do Amoriin n. 3'j.
| Ferro gaivanisado
Vende-se em ca?a de Adanison, Howie ft C. na
i ra to Commercio n. 40, f.dhas d ferro galva:..-
sado de 6, 7 e 8 ps de on-primento.
FOGOS,
S. rfoo
9. Pedro.
Grande deposito de fogos artificiaes para os fol-
.uedos de senhoras e oriangas nos dias de Santo
Antonio, S. Joao e S. Pedro, a sab r: pistolas
brancas ce 3, 4, 5 e 6 balas.ditas coloridas de 3, 4,
o e 6 balas, rodinhas brancas e cloridas fontanas,
cravairos, chafarizes em nonio peaueno, rodinhas
com illnminago color las, fogos de bengala,logos
do arde 1 e 3 bombas, ditos de hr.mia real, tan-
ques chinezes, baloeszinhos de 3 e 4 palmos, pro-
prios para soltar em varanda com espirito de vi-
nbo ou mesmo gaz, alem de outro maior sortimen
lo que s com a vista do comprador : na ra Di-
reita n. 53. loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga
loja do Braga.
Ificia Dlrelta a. 53.
Completo sortimento de facas e garios de hfi'an-
go de 1 e 2 bornes, bandejas chinezas com lindos
esmaltes, culheres de metal de principe para cha
e sopa, trens para cozinha, salitre, breu? barbante,
enxofro e papel, al^m de um completo sortimento
d ferragens, miudi-zas, cntihleirias, mathinas pa-
ra descarocar algodao, moinhos paia caf, etc.,
tudo por nieno. prego do que em nutra qualquer
parte : na ra Din a n. 53, loja de Lenidas Tilo
Loureiro, antiga loja do Braga.
Carne do serian m.uito nova, manleiga framvza
a 720 rs. a libra, dita ingleza a 1*300, I20L, 90t
e 800 r<. : na camha do Csrmn n. 2. esi;iina da
ra das Flores, armazein i'e Siqueira e Irn.o.
Engorania -c ra
Vende-se urna criotila ile 28 annos, mbosM, fiel
e sadia, engumma peifeianteste, cocinha, lava e
cose costura cbii ; t motivo da venda >e dii,. i
comprador : no Fui le do Mattos, ra do Codorno,
numero 9.
Livros de sortes
Orculo de Delpbos.o melhor qne tem appareci-
do, Livro dos Destino?, Pacotilha Potica, Revela
goes do Cigano, o Fado, Orculo das Mogas, qual-
quer a l : na ra da Cruz n. 32, livraria eney-
clopedica.
Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
Zumbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
Joaquim Rodrigues Ta- j$
vares de Mello,
Pra^adoCorpoSanton. 17
TEM PARA VENDER:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux.
Farelb de Lisboa.
Farinha de mandioea.
Saceos de estopa
Vendem-se ptimos saceos de estopa, proprios
para assucar, milho, farinha etc.: no armazem de
Adamsnn, Howie & C, ra do Commercio n, 40.
i
Para Santo Antonio, $. Zoo e
. Pedro.
Na muito conhecida loja de ferrgens na ra No-
va n. 39, de Souza & GuimarSes, acha-se um lin-
do e variado soi limento da todos os fogos artifi-
ciaes dosmelhores fabricantes desta cidade, con-
tenda rodinhas, pistolas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, craveiros. illumnagao e tra-
ques, etc.; ssim como um lindisslmo e variado
sortimento de fogos chinezes recentemente chega-
dos, proprios para enancas, os quaes podem ser
sollados em salao. Avisam mais que existe tam-
bem orna grande quanfidade de sortes de ludas as
qualidades, como sejam, sortes com eslampa?, ditas
sem estampas, ditas em carloes com pergunta e
resposta, ditas em livros, tudo por precos muito
commodos, que admira : na ra Nova n. 39.
Vende se a armagao da loja de Dtenlas da rna
da Imperairiz n. 5ti, denominada Garbaldi
se terna recommendada por ser muito grande
ter proporcoes para um grande estabelecimento to
qualquer natureza : tratar na inesma ra n.
72, loja da Arara.
Fugio no dia 11 de marca do corrente IMO
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 ann'-s,
com os signaes seauintes : cabellos earapr.ho-,
rosto descarnado e com marcas de bexigas, iniiiu-
la-se ser livre, levou caiga liranca, paletot de S-
paca de cor, chapeo de chile, natural ila Parahy-
lia ; o mesmo foi cimpradu ao Sr. Delmiro Atoa
Maia, morador na l'arahyba. e juica se ler do
para o n.e$ino lugar. Desde j protesla-se. Contra
a pe>soa que o tiver occultadn : e nga-?e nos o;.-
piaus de eampo, a-im c-mo s aatbrdades
ciaes que o irapam ra Direita n. 1G, que s^: i j
generosamente gratificado?,
FARINHA
Vende-se farinha muito boa chegada bontem
em saceos grandes e panno da fabrica da Baha,' I
nos armazens da companhia Pernambucana: a
tratar do mesmo e na roa da Cadeia, casa n. 1,
com Jos Gongalves Torres.
Fzcndas baratas roai
qile de avaria
ROA DO CRESPO N. 25.
CHALES de merino lisos de todas as co-
res a 800. l, U500 e 2 cada um.
MADAPOLAO algodao, chitas e cam-
braias brancas.
DO-SE amostras na ra do Crespo n.
25, loja de Manool Dias Xavier.
Gratificado da 200$
res.
Fugio do engenho Mandara na Paraliyln o e*-
cravo Cosme, criotile, de 35 annos de idade, ai-,t
barbado, tem muitas marca> de bexigas do r sti .
e muito ladino, quem o pegar e levar nu !>!-
rio engenho, ou nesia cidade na ;nara do Cono?
d'Eu n. 20, ao Sr. Jo.- (oines da Ponseca, lera
a gratiiieagao ncima.
No dia 2 de aezembro to armo proxiuio
passado fugiram do engenho Bosque, fregutzia da
Escada. os escravos seguales : Repinado, nnlat .
que representa ter irinta e tatitos annos, falla man-
sa, bar' ado, tem todos os dente--, corp* e fee-.i
regulares, foi do Acari do S-rid. Bnifteio, ca-
bra, que representa ter viDte e tantos annos, leu-
pouca barba, cabeiios carapinhos, falla lien esp-
cado, di das Espnharas. Francisco, mulato, que
representa ter 18 a 20 annos, tem urna cicatriz eiu
cima do nariz pendendomais para o lado direiio,
tem mais urnas cicairizes nos tornozehs dos ton-
gos provenientes de bobas, fui da Laga-nova :
pede-se as autoridades policiaes ou aos capita-.-s de
campo a apprehensao dos ditos escravos; e quem
os apreseniarao dono no engenho do Desque, on.
na cidade do Recife, ra do Apollo o. 43, 2" an-
dar, ser recompensado com generosicade.
Tendo vindo ierra o escravo Manuel, tri-
pulante jla barca Malina, no domingo 12 do cor-
rente, nao voltou para bordo ; e come se presu-
ma esteja fgido, roga-se s autoridades compe-
tentes a sua captura, levando-o a bordo ou ra
do Commercio n, 17, que se gratificar. O osera-
vo tem os seguinies signaes: altura regular, ca-
bello carapinho e grande, rosto oval, olhos pardos,
testa baixa, nariz regular e bocea grande, diz ser
natural de Culnguiba, m3s da Bahia, veio ves-
tido de paletot e calca de casemira j usada, ca-
misa branca, chapeo de feltro preto, e ia calcado.
GERAL
130.
a
DOS PREMIOS DA
2.
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVLNCIAL N. 688, A BENEFICIO DA IGREJA DE S. SEBASTIO DO BONITO, EXTRAHIDA EM 18 DE JUNHO DE 1870.
S. PREMS. NS. PREMS. SN. PREMS. NS. PREMS. I NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS- NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
3 6/ 186 6* -396 6 522 65 687 6* 891 6* 1031 10* 1220 ' 6* 1420 6* 1619 6* 1783 5 88 403 26 92 92 41 6* 23 22 24 86 6* 49 2102 _ 73 72 89 33 17 11 3400
16 - 91 4 30 95 3 44 24 30 23 _ 90 51 _ 10 75 73 93 36 22 13 3
14 93 5 33 96 96 31 27 35 31 1800 ^_ 52 _ U 78 74 94 38 40* 24 14 7
10 99 9 10* 35 708 - 901 54 28 38 34 _ 9 ... 54 22 85 85 2704 39 6* 30 16 10
23 2O0 13 64 44 10 3 ' 55 32 . 58 41 11 55 6* 23 96 86 8 41 38 19 11
* 1 15 47 13 4 58 20* 33 73 43 _ 13 ' 56 25 37 97 89 14 43 44 22 14
31 8 16 51 17 6 65 6* 34 100* 75 __ 48 __ 23 _ 62 ^^ 2305 99 13 48 50 27 29
35 9 20 55 21 11 66 35 6* 81 __ 50 __ 24 B^ 71 43 6 _ 2503 14 10* 54 10* 56 37 31
40 16 23 57 40* 26 23 78 50 105 93 _ 54 28 ^_ 74 __ 44 8 4 17 6* 53 6* 58 40 20* 40
41 18 24 65 6* 28 26 83 54 6* 95 __ 56 31 ^ 73 _.. 48 14 J" 8 - 19 58 t- 63 43 6* 42
43 ' 20 i5 ^ 88 32 29 84 39 96 58 32 __ 76 ^^ 49 16 9 _ 20 69 65 48 45
SI l# 29 80 72 37 31 89 f* 73 ^ 97 -r 84 _ 33 .^ 77 ^^ 50 *- 17 16 mm 22 73 68 50 48
62 W 30 SO 75 44 32 96 -1 74 -r 9 _ 60 -~ .14 80 35 18 _ 17 a. 24 10* 77 70 53 49
W> 33 35 76 10* 34 40 97 i 78 . 99 5:080* 78 _ '37 __ 92 _ 64 26 _ 20 _ 27> 6* 79 75 ti* 55
83 36 38 78 8* 61 42 1100 90 ^ 1902 o* 80 -* 39 __ m 7 69 10* 34 _, 29 M 46 43 81 66 52 I 94 -*. 6 91 1* 40 ~> 70 6* 35 , 38 _ 34 86 83 61 69
85 404 54 49 83 m 68 4 95 -r- 12 _ 8 6* 46 9 _ 72 36 ^ 55 10* 33 96 3102 UQg 68 74
90 W 63 51 83 -- 88 62 11 1363 14 1700 49 ' 400* 11 8* __ 44 i 59 6* 36 2903 3 _ 74 20* 87
95 8 53 98 90 65 13 ^ 4 16 2 117 200* 6* 15 _ 00 - 54 . ,. 60 40 4 __ 5 _ 76 6* 95
103 78 54 600 92 67 18 11 20 7 - 69 18 m 94 ^^ 60 65 44. 9 _ 9 ^_ 79 99
4 M 55 2- ' 809 68 19 18 --- 26 i* 88 ^*' 73 24 6* 93 65 M 70 47 - 12 11 ^_ 81 3310
7 83 57 14 T 16 81 23 20* 19 43 Ja U , 77 __ 22 95 _, 9 _ 73 57 15 _ 12 __ 85 14 _m
8 89 59 16 21 - 83 35 , ' 24 44 12 .83 24 mm 2202 20* 71 --- , 77 58 21 47 __ 89 15 104
9 93 60 20 23 85 36 43 .48 --- i T~ 86 89 fT m. --- 3 10* 3 82 -| 62 23 _ 22 _ 90 20 6*
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1 8 11 57 58 -r- 67 z , r3 87 88 ,8 93 64 30 31 2. 48 40 ^ l 16 17 ^T 54 57 18 19 10* 8* : 77 78 84 89 50 76 79 ^m
""* w W / __ 67 v 72 75 1 8 7? 16 89 78 15 18 19 21 TJ 18 - 97 t>* k 2 "B w- -1 f..a*. k* 91 *H 83 34 78 - 95 9001 --- 93 76 90
0 83 *^ W . 23 ma O . ti 3? 4fc i w r 93 * 37 i 93 20* 77 26 ^ 9 - 86 ' 1* 90 93 9004
!* * 30' 10* 12 14 17 m 16 18 1 ff^. 79 81 _ 44i 43 H ] 9*> 9.8 ~" 70 71 "- ' 4 19 61 78. 83 ~ 27 29 li 1 13 1084 61 m 3908 93 1 96 9f 98* 64
.




Diario
Pernambttco Segunda
feira
-*
.^_
JllIlllO
L
ITERATOIli
sonho.
A AMALIA.
Ai! Amalia, esta noute en soohava
<>ue te vil ile galas trajada
Ante a imagein d i Christo bem (Jilo
ThJo a delira :m miuha educada.
Que um ministro dos santos altares,
Revestido das vestes sagradas.
lossas almas que tanto se entendem,
Har sempre turnava liga las.
Que leu pai, ten irra, leus prenles.
K um amigo Bal estremoso,
\ este acto por nos desejado,
Assistia replecio de goso !
TSo fe z era en neste sonbo,
Nesta scena de tanta dogura,
Que buscando abracar-te despert,
. despert, fugio-mc a ventura!
O altar, o ministro, os prenles,
t> amigo e a esposa adorada,
Nada vi, s men leito, urna mesa
E sobre ella nina luz desmaiada !
Uno de 1870.
Paavio di: Valladahes.
A' sima vi r geni.
(imitado de victo bogo)
3e eu losse re, dar-t'-hia tudo, tudo
que um re s pode dar,
se tu me dsses dos teas olhos meigos
um doce e terno olhar /
Sa eu fbsse Dus, dar-t'-hia os mundos todos
a elernidade o os ceos,
te la me dsses dos leus labios puros
um dos sorrisos teus!
1870
*aileika.
i
(D K ( OE T H E .)
Eu as ondas do Euphrates desendoso
Je maso era a vagar,
(oaodo cae-m: das mos o annel formoso
que dste-me, no mar !
Q tapio a aurora surga rubra e bella
do ieito desperiei!
bize-me, pois, poeta, o que revela
o sonbo que s >nh?i ?
1868.
Edcahdo de Cahvaliio.
A INSTRCgiO PUBLICA.
A altura da instrueco primaria em um
o di geralmerile a medida de seu desea-
vimeiilo ntellectoal e moral. Esse juizo
pjde ser considerado infaive!. Com eleilo,
; iistruc.-ao primaria a base de todos os
otros conhe. imentos.
Um povo que todo le e escreve tem
taitas probabudades de exceder nos outros
ramos doseotihociraeatos humanos aqueles
oode o ensino elementar ainda nao est to
espathado. Estas verdades, quasi baas
peta forca de sua evidencia esplic5o a razio
> que um pequeo reino como o Wur-
mberg oecapa um dos primeiros lugares
r .lie os poros civilisados, porque a sua
Tgaaisagao iuterior estudada e incitada por
seos vannos, e emini por que raeios tem
>ie chegado a marchar, de concert com
s Estados !a Sazooia e Thuringia testa
i movimo .to intelectual da Allemanha.
Estas reflexoes nos sao suggeridas pela
tura de curiosas e excelentes eslatisticas
oe mando i publicar o ministerio dos cultos
t instrueco publica e;n Wurtemberg. Re-
tulta dsses documentos que nao ha mais
ama s pessoa no reino que nao tenha pas-
cado pelos bancos da escola, e que nao saiba
e escrever.
O numero dos mininos na dade de fre-
BDtarem os volkssckuk(escolas primarias),
e cuja presenta n lias est provada, Br-
indando o alga ismo, de 290.500: alem
o, 10,00!) recebera ensino superior.
lo o al tartao da populngo de.....
1,862:000, ama proporgo superior a
17 ,,, a mas i; vada qua se tora obtido na
Aemanba e en qua'quer outra parte. Mas,
e:>es c Ictiios nao sao, entretanto, to con-
cadentes c un i pareceni se-lo.
Nds piizes onde a instrncefa primaria
igatoria, todos os meninos em idade de
irem escola (igaram nos mappas. e estes
estabelecem differeoga entre os alumnos
. (fulares e os que o nao sao ; entre os que
trendem e os ate n-i aproveitam o ensino.
O que sobretodo importa, nassas eslatisticas,
nao t uto o numero de escolares e mes-
tres, como os resultados obtiios. Estes
resultados, cumpre procara-los em outra
parle, e nos os acbmos nos quadros do
recrutamento militar e da cnminalidade.
Est provado que todos os rer-.rntas .sabem
ler e escrever. Se por acaso apresentar-se
ima excepeo (em dez annos houve oito),
um mnimo evido a circunstancias ex-
cepcionaes, e alm do qual impossivel ir.
Quanto a presos, de 1,240 rapazes abaixo
de desasis ^nnos que foram condemnados
por faltas leves no espago de seis annos,
nao bata um s que nao soubesse ler e es-
crever, e sobre a totalidado os detentos de
toilas as idides condemnados a differeoteS
penas ( o termo medio anmial aproxima-
damente de 2,100), 23 smente eram com-
pletamente anlphabetos. Eis ahi, notemo-
lo de passagem, urna prova de que a diffu-
so da instrueco n3o sempre um rneio
absoluto de moralisago para o povo.
Ddstas differentes estatisticas pde-se
concluir que em Wurtemberg a massa da
populacho sabe le* e escrever. Hoje que
nao sabe ella ler, mas que le, nao ba
mesmo nos mais pobres cimpos, casas
nem choupanas, onde se nao achem alguns
livros. Sao. em geral, livros religiosos, a
biblia ou a lesebuch. Cnamam-se assim na
Allemanha, as collecres de leituras esco-
lliidas, cnticos e mximas religiosas, apro-
piadas intelligencia, idade e condigo dos
leitores. Este genero de livros est em
uso as escolas, e o camponez os leva com
sigo e os conserva em sua familia. Sao uti-
lissimos e alguns ha muito bem feitos.
Nao ha exagerago em d zer que todo o
povo l. Quanto a escrever, posto que todo
o mundo o saiba, evidente que n5o pode
ser a mestna cousa, e isso alias impossi-
vel. A mo que cava a trra ou conduz o
arado perde de prompto a ligeireza neces-
saria para poder tragar letras. as escolas
do povo s os melhores alumnos chegarn
a poder compr algumas pbra.-es a redigr
urna carta. O camponez do Wurtemberg
escreve de faci algumas. vezes a seus pa-
rentes da America, porque poucas familias
ha que nao tenham alguns de seus membros
alm do Cheano, mas, em geral, como elle
tem menos occasoes de escrever do que o
opeYario das cidades, perde mais que este
fl habito de f.ze-lo, e quasi sempre sao as
mulheres que, as choupanas, estam incum-
bidas da correspondencia.
Sao ellas igualmente que fazem as contas.
Posto que o Suabio tenha particulares dis
posigoes para o calculo, e que todos em
Wurtemberg saibam muito bem contar, tem
todava as mulheres timbem para esta arte
um talento superior, e nao raro encontrar
na citase das meninas dos volksschule (que
sao superiores s dos rapazes no nivel da
instruego) cabegas pe. feitamente organi-
sadas pura a iriihmetica.
A lei condemna os pais que recusam ou
nao tratam de mandar seus lilhos para a es
cola, h urna pena mais ou menos severa.
primeiro a reprebe-iso, depois a multa
(de 3 a G kreuzers por classe falhada ), e
em lim prisao. Na pratica, porm, estas'
penas sao de dillicil applicago. Ha at cir-
cumstaiicias, em que teda a ponigo torna-
se injusta e impossivel.
Os mos caminhos no invern, a grande
distancia da escola, os trabalhos do campo
no verlo, a miseria extrema das familias e
a necessid balho de seus lilhos as ollicinas ou fabri-
cas, sao casos de forca maior, ante os qnaes
a autoridade perde todo poder e fica de-
sarmada.
A lei seria, pois, insulliciente se nao fosse
auxdiada pelo estado dos costumes e da
opiniao, pelo bouvsenso da populagao. O
lim a que a lei se prope s pode ser com-
pletamente conseguido qnando a massa do
povo aprecia o valor da instrueco, quando
os pais entendem ser de sua honra mandar
seus filhos para a escola, e qnando estes
por si mesmos se envergonham de nao ir
a ellas. O Wurtemberg gastou seculos
para obter este resultado.
(Continuar-se-haj
de
quecer, e, se tanto fosse possivel, destruir
o grande partidq carlista.
i Hoje, niiis do que minea, qujerendo ti-
rar partido de um incidente sensivel,em
Hespanba, e fra de Hesparma, se empre-
gam taes meios, com 0 principal fim de
provocar dissengoes oeste nobilissimo par-
tido.
D-se CQrao certo que o liberalismo fez
FQLHETtH
I flVA IMS DE mu
pon
Xavier de Montpin.
parte ;>tam:iH\.
0 Wm DE SAIW-MMXBST.
(Continuago do n. 136.)
III
O sonho da condesas.
A bruxa abri o postigo e perguntou :
Qaem procura ?
Simoa Hiymundo, respondeu urna voz
Je muiher, suave e melodiosa, ainda que
ligama cousa trmula.
Que Ihe quer ?
Consulta-la.
que respailo ?
- respeito de um sonho.
Bem, j vou abrir; sou eu Simoa Ray-
mundo, disse a bruxa fechando o postigo,
fio te engaas, accreScentou voltando-se
^iara Lzaro, ha de ser, a condessa. Quan-
do ella entrar esconde-te atraz da porta,
para nao te ver; sae depois, e volta em
passando um bom pedago.
Est dito, volveu o rapaz. N5o es-
'jaegas, porm, minha belleza, que te ar-
ranjou este negocio o teu fiel amigo, e que
por justiga direita lhe deves urna parte aos
janos.
Nao te d cuidado, relorqoio Simoa,
tingando o capuz para a cara, segundo
costumava fazer quando recebia alguma
jessoa para ella desconhecida.
Abri depois a porta, atraz da qual cou
Lzaro escoodido, e levoa a visita para a
POTJCO DE TTJDQ.
HESPAN1IA.A Esperanza publica um
interessante documento, que nos apressa-
mos a reproduzir. E' a circular dirigida
pela secretaria do Sr. duque de Madrid aos
directores dos peridicos reiigioso-monar-
chicos de Hespanba :
O duque de Madrid d a Vv. os mais
expressivos agradecimentos pelos servigos
al agora prestados a pro da causa de Deus,
da patria e do rei legitimo, e espera que
continuarao empenhando suas forgas, seu
zelo e prudencia para que fiquem frustrados
os meios que alguem emprega para enfra-
nelle sequazes ; fallase de homens novos e
homens velbos; nem Ibes falla o valor para
recordar o neismo. De nns se diz que sSo
raznaveis,. que teem esquecido urnas cousas
e aprendido outras, e que, no menos,
vem as necessidades. da civisacjfo; de
outros qne'so obscurantistas e reacciona-
rios, que nio sonham senao n annullar
vendas e restabelecer dizimos; fazer revi-
ver senboiios, supprimir pocas* e procla-
mar theocracias, etc. etc. Isto que ho
de apagar todas as luzes do mundo.
Vivemos em lempos, Srs. directores,
em que ha quem diga todos estes absurdos,
e que os diga sera rubor I Por este meio,
usando e abusando de. ama phraseologia
deploravel, conseguem impressionar alguns
coragoes debis, e metter em confuses in-
teligencias nao privilegiadas.
Comprehende-se bem a heroica pa-
ciencia de que Vv. necessitam para estar
todos os dias combatendo sopbismas e re-
futando absurdos; porm todo se pode ar-
rostar por amor Hespanba, me to tris-
temente tem sido Iludida e o continua a
ser. Combalam Vv. por esti amada Hes-
panba, e como o Ayax de Homero, peraui
s luz para combater, porque s necessi-
tam de luz para vencer.
No partido carlista nao ha dissencoes.
Este partido nao se assemelha aos liberaos,
que trazem as entranhas a discordia e a
dissoiugo; este partido tem principios ri-
sos, e est representado por um homem
que sempre vive, porque o rei nunca mor
re. Supponhamos quedesapparega d'entre
suas lileiras um vario insigne ; a perda do-
lorosa ser oceasio para desenvolver toda
a sua grandeza ; e o mundo ver que sem
desfallecer, nem ao menos se perturbar,
prosegue sua marcha, como um s homem,
sob a formosa bandeira Deus, patria e
rei.
i Esse varo insigne morreu, mas o par-
tido tica immortal, como os principios que
representa.
Em v8o se pretende perturba-lo, fal-
lando de carlistas velbos e carlistas novos :
uns e outros sao carlistas e todos da vspe-
ro, porque o duque de Madrid nlo est
ainda no alczar de seus maiores. Ha, po-
rm, entre os carlistas alguns que teem ti-
do a honra de prestar mais longos servigos,
e justo que ao passar ante os restos glo-
riosos de um exercito gloriosissimo, descu-
bramos todos a cabega, como se passara-
mos ante a lealdade e a honra.
Intil tambem que, para dividir-nos, se
falle de neismo. O que hontem poderia
ser hbil, ser hoje de mo gosto. Hontem
navia em Hespanba alguns bypocritas que
por temor autoridade ou ao povo, nao
ousavam atacar de frente a religio de nos-
sos pais. Esses inventavam os neos para
offender os catholicos. Porm hoje... boje
nao teem necesidade de mentir, pois con-
quistaran o direito de blasphemar, e ante
a Ile.'panha e o mundo levantaran a capella
protestante e negaram a divindade de Jess
Cbristo.
Eu nao conhego, Srs. directores, ne-
nhum catboiico que creia e queira mais do
que er e quer a igreja nossa mi.
A immensa maioria dos catholicos for-
ma o grande partido carlista. E' verdade
que ha cotbolicos em outros campos, mas
tambem verdade que all nlo estao bem. A
estes nossos irmos,quem affasta de nos
um pundonor mal entendido, ou um receio
infundado, ou um erro lamentavel, deve-
nios esforgar nos por attrabir com a verda-
de, que avassala intelligencias, e com a ca-
ridade que conquista coragoes.
Depois da concordata, o partido carlis-
ta nao pode pensar nem em annullar ven-
das de bens, nem em restabelecer dizimos,
e por obvias razoes nunca pensou em fazer
reviver senhorios. Dizer-se que anhela o
reinado da theocracia, parece um escaroeo
em tempos em que a igreja, perseguida em
todo o mundo, s Ibe fica a sua croz de
madeira. Agora pelo que toca a resuscitar
morios, a apagar luzes, a supprimir pocas
e outras bellezas deste gosto, s pode ser
acreditado por alguna simples; porm os
homens sensatos sabem que o partido car-
lista s aspira a restabelecer a unidade, a
que este grande partido eslava no caso de
se dissolver, e de ir reforgar alguma ou al-
gunas das fracc&es lberaes que teem leva-
do a nossa infeliz patria ao estado em que
Boje a vemos.
O duque, de Madrid, o neto de Carlas
\, Dio nem podo ser rei liberal, no sen-
tido qm tem implacavelmeote esta palavra'
no tempo moderno. Tanto poda o duque
de Madrid representar o liberalismo, como
sua augusta lia D. Isabel a monarebia tra-
dicional. Por isso o Sr. D. Carlos de Bour-
bon e Austria, apezar das solicitagoes ami-
gas e recentes, tem permanecido nquebran-
tavel, sustentando a bindeira dos grandes
principios que formaram e formam a intima
e verdadeira constituigao da Hespanha, e
se sabe dizer, com a firmeza propria de um
rei, que se coubera no possivel arrojar ao
slo essa bandeira, deixaria sobre ella a sua
cora,
Nesta bandeira, pois, jamis se escre-
ver a palavra parlamentarismo, que na
sua essencia um systema corruptor e falso,
que s produz pm despotismo desfargado
ou urna repblica vergonhosa; e que por
mo e estrangeiro o despreza nossa razo.
< Urna mentira avilta um homem, urna
le-mentira corrompe um povo.
Eu confesso, Srs. directores, que ce-
gueira que espanta a de alguns que, depois
de to longa e dolorosa experiencia, nao
comprehenderam ainda que condemoamos o
parlamentarismo, porque amamos a justiga,
que incorapativel com elle; e porque
amamos a liberdade, condeinnamos o libe-
ralismo, que seu mortal inimigo. Como
nao vem esses homens que pelo caminho
do liberalismo e do parlamentarismo tem
ch-'gaiio a Hespanha espantosa bancarta
da fazenda, da autoridade, da honra e da
justiga ?
Pois sendo assim, ha loucura igual
de acreditar que aquillo que corrompen
pude purificar, e que aquillo que acatou
pode dar vida ? Considerem que a revolu-
go de setembro na,> cahio das nuvens, ou
espontneamente brotou da trra, mas que
se foi formando por largos anuos as entra-
nhas do. liberalismo e do parlamentarismo ;
advirtam que muilos dos que blasonam de
liberaes, e nos apudam, sem saber o que
dzem, de reaccionarios, confessam j que
Do se pode viver, e andam para poder vi-
ver buscando um dictador; e tenham todos
entendido que a Hespanba liberal est fatal-
mente eondemnada dictadura, ou a anar-
chia.
S pode salva-la dos horrores desta e
da infamia daquella, a monarebia tradicional
christa do seu rei legitimo ; s esta rao-
narchia pode dar Hespanha a verdadeira
liberdade, que consiste no pacifico reinado
de leis justas.
A monarebia tradicional e christa est
fielmente tragada na carta do Sr. duque de
Madrid a seu augusto irmlo o infante D.
Alfonso. Medite-se profundamente, e cora-
prehender-se-ha que pode ser e deve ser o
ponto honroso da uniao para todos os ho-
mens de boa f, qualquer que seja o campo
em que tenham militado : que all est a
antiga Hespanha cora os seus grandes prin-
cipios, attendendo, como de razo, s ver-
daderas necesstdads e s legitimas aspira-
Ces do tempo presente.
Quem assim o nao comprehende, ou
c Luz e verdade, repito, e indubita-
vel. com ajud de Deus, avictorii da nossa
causa. E' impossivel que a revoluta de
setembro funde nada estavel. Essa revolu-
to impa urna mseravei negado.
Viver na anarebia, oaorrer; viver de-
baixo de orna dictadura, seria infame. Se
por circunstancias extraordinarias chtgaese
a ser restabelecida no throno a desgragada
senhora que delle.cahio, ou col locado em
seu lugar um menino ou nm rei estrangeiro,
quanto tempo durara ama situagSo, fraca
por si, minada pelos seus proprios princi-
pios, e combatida por poderosos nimigos ?
Ou n5o ha remedio humano oa o re-
medio para a Hespanha a monarchia tra
diciona. Devoraos crer no seu triompho,
porque nao devemos crer que a Hespanha
esteja destinada a raorrer. E' questo de
tempo, e de poaco tempo. Os verdade-
ros carlistas, porm, nao necessitam ospe-
rangas lisongeiras para proseguir na em-
preza comegada. Proseguem e prosegoirao
por um pensamento mais alto, os grandes
caracteres os coragoes fldalgos attndem ao
cumprimento do dever mais que aos atrac-
tivos do triumpbo.
O dever no nosso caso clarissimo
para todos os que amam a f dos seus pais
e nao renegam sua gloria ; pois que seria
vergonha nocidfessar que a revolngao de
setembro descaradamente ante-catholica ;
e seria insensatez desconhecer que na Hes-
panha e na Europa se est ferindo urna
grande batalha entre o catholicismo e o ra-
cionalismo. Nossos pais, na larga succes-
s3o dos seculos, foram catholicos, e o mundo
os servio vencedores e os respeitou cava-
Ibeiros. Se n3o somos indignos de nossos
pas, sabemos qual o nosso posto. Gura-
pra cada qual com o seu dever, o resto
Deus o far.
Taes sao os principios e os sentiraen-
tos que VV., Srs. directores, sustent'-im e
defendem nos seas apreciaveis peridicos.
Pelo^que to nobremente teem feilo at aqui,
o duque de Madrid Ibes d agradecimentos,
e os insta e lhes pede que redobrem seus
esforgos a pro da santa caasa, nao esque-
cendo nunca que apesar da eloquente expe-
riencia de tantos annos, sao muitos todava
os homens de boa f que esto cegos ou nSo
vem claro, e militam, por isso, seduzdos
em campos contraros.
Com verdade e caridade podemos, se
licito fallar assim, chegar at ao limi;e do
nosso para lhes entender os bragos e at
trahil-os; n5o poderemos, porm, dar um
passo alm desse limite; e se somos tole-
rantes com as pessoss, nunca reconhecere
mos direitos ao erro, nem guardaremos
considerages mentira; porque devem is,
sobretudo, salvar nossa consciencia ante Deus
e a honra da nossa bandeira aos olhos do
mundo.
La Tour, 3 de maio de 1870.Anto-
nio Aparisi y Guijarro.
desconhece o estaao da Hespanha, ou nao
sabe lr, ou nao quer entender. No ulti-
mo caso dillicil ser convenc-lo, o interesse
cgo fe surdo, e nao ver, nem ouvir,
at que o socialismo tira a repetidos golpes
as portas de oossas casas.
Porm, Vv., Srs. directores, que es-
crevem para o que buscam a verdade, s
pelo fado de darem a conhecer na lellra e
no espirito, essa carta manifest e o nobi
lissimo corago do duque de Madrid, faro
a conquista moral dos homens de boa f,
que ainda nao esto do nosso lado.
Luz e verdade, a victoria da nossa
causa, com a ajuda de Deus, inevitavel.
O povohespanhol, enfastiado da farga
e farto de reis de comedia, tem fome e sede
de justiga e necessita um rei, mas rei legiti-
mo, rei que nao seja de um partido, mas de
todos os Hespauhes ; rei que chame para
o seu lado os mais honrados e os mais ca-
pazos, para que o ajudem a estabelecer e a
fundar um grande governo, que o que
basta H;spanba, para ser um
povo
fogaista tinhm saltado para fra da tocamo-
tiv antes do choque.
O ebefe da estagao de D mmeldange, o
inspector da de Luxemburgo, o macbinista
e o goarda-freos do combo de mercado-
rias foraav presos.
. A maior parte das victimas eram pobres
mineiroa que regressavam contentes com
os seus salarios ao seio das suas fa-
milias.
O Ecco do Luxemburgo que transmita
esta triste noticia, diz mais,-que na segun-
da-feira s 7 horas da tarde, o numero de
mortos achados debaixo d'aquella monta-
nha de 600,000 kilogrammas de mineral,
arv3o, ferro emadeira se elevav qua-
torze.
Entre outros foram acbades saos e'sal-
vos um passageiro o seo filho em urna ca-
vidade garantida pelas ruinas dos wagons
que formaram urna especie de abobada.
Um passageiro q le ia no Ultimo wagoD,
exactamente aquelie que primeiro receben
o choque, foi arremessado urna distancia
de seis metros, e pode levantar-se
sombra de ferida.
sem
grande
poltica e o ensino catholico, e s intenta,, que reine e governe com oconselho de lio-
sala encarnada, cuj) singular aspecto pare-
ceu impressionar inuiu a dama, parque
paroa ao entrar, como se hesitasse.
Se tem raedo, ponderou Simoa rude-
mente, volta para traz, que ainda est em
tempo. Nao serei eu que a detenoa.
Ferida no seu amor proprio por aquellas
patarras, a dosconhecida avangou alguns
passo;-. e respoudeu com voz firme e se-
gura.
Naotenho raedo... nunca o Uve.
Era muiher de mediana estatura, vestn-
do modesto fato preto, e occnltando a car
com um veo de rendas,- por baixo do qual
appareram as loiras traigas dos cabellos.
Os olhos, apezar de escondidos, bnlhavam
tanto como os diamantes magnficos dos
anneis, que desdiziam nao pouco do sen
humilde trajo/ A cintura, delgada e fie-
xivel, esbelta e gigante, denotava estar
aquella muiher na flor da juventude. Allia-
vam-se nos seus modos e na sua compos-
tura a gragl mais perfeita mais apurada
destinego, transluzindo n'ella, apezar do
disfarce, a dama aristocrtica. Simoa Ray-
mundo, muiher de muita experiencia, logo
reparou n'isto tudo primeira olhadelb, e
ainda mesmo que Lzaro n3o a boavesse
prevenido, teria adevinbado s:m yacillar
que a desconhecida era da mais elevada)
prosapia.
Sente-se, minha senhora, disise a
bruxa, pondo-lbe urna cadeira ilharga da
mesa onde eslavam o corvo depenado, o
gato esqualido e os instrumentos cabals-
ticos. Descanse um bocado, se que sen-
t algum abalo.
A desconhecida quiz responder fazendo
ara gesto negativo;- Simoa nao lhe deu
tempo e coatinuou :
Oh de que serve esse falso orgu-
lbo, minha ,senhora ? Est commovida,
nao pode nega-lo, nem ha d qae se enver-
gonhar. Homes tenho visto, e dos mais
liberalismo e parlamentarismo.
Se houvesse alguem que, victima de
urna aberrago, julgasse necessario libera-
lsar-s o partido carlista, devia concluir-se
valentes, que. se teriam langado ao combate
de sorrso nos labios, e que todava tre-
miam como creangas ao entrar aqu, Assim
a natureza humana. O ignoto influe na
gente e enche-nos de pavor: ao interrogar
o orculo mysterioso, que pode revellar-nos
o porvir, estremece a voz e o rosto em-
pallidece.
A recem-chegada, quem d'aqui por
dante chamaremos com mais propriedade
condessa de Rabn, deixou entrever nos la-
bios um sorriso, e disse :
Tem razo. De que serve apparen-
tar um valor que me falta ? Sim, coofesso;
senti o abalo de que falla, devido sem du-
vida sorpreza de ma en:ontrar n'esto sin-
gular aposento. Rend preito ao supersti-
cioso temor que inspiram os iniciados na
sciencia cabalstica ; mas j l vai ; desfez-
se a minha ridicula perturbagSo, e s de-'
sejo tratar do assutpto que me trouxe aqui.
Simoa foi sentarle defronte da condessa,
e fez um aceno, que sgnificava :
- Pode falldr, que eu a escuto...
J ibe disse que venho pedir a expli-
cagao'de um sonho oue me enebeu o espi-
rito de inqoietagBes. Poder asenbor
desvanecer as minhas duvidas ?
Acredita, perguntou Simoa em vez de
responder, que os sonhos sao mysteriosas
advertencias mandadas por Deus e que
encerram para quem os sabe interpretar a
revelado do futuro ?
Julgo isso possivel, pelo menos...
murmorou a condessa : porque sendo cer-
to qu a maioria dos sonhos sao triviaes e
faltos de senso commum,, alguns ha que
nao parecem simples resultado d imagina-
gao oo doacaso ; e pelo que dis respeito
estes ltimos, acredito que seria um erro
grave o desprezados, sobre ledo quando
se repetem com insistencia...
Muito bem, responden Simpa; se e
d'esses o sondo qae a senhora teva, com
pressa o sade, e o rspede e o ame, em
um joven augusto que abriga cm seu peitoo
corago de Henrique IV. Tudo pelo rei
raens sabios, o com aassistencia das cortes,
em que eslejam verdaderamente represen-
tadas as forcas vivas da Hespanha e seus
elementos conservadores. Tudo pelo rei e
tudo pelo povo.
certeza lb'o explicarei; para maior seguran-
ga, porm, necessito de conhecer a sua
vida passada.
Pergunte o que quizer, disse a con-
dessa ; estou prompta a responder.
E excusado, volveu Si.00a abanando a
cabega. Basta-me examinar a sua mao.
Obedecendo a condessa iqsinuago da
bruxa, descalgon urna luva que modelava
os seus dedos compridos, delgados e aris-
tocrticos, e com gesto gracioso e decidi-
do, apresentou a mSo Simoa, que a es-
tudou alternamente por alguns segundos.
A senhora, disse a bruxa com a ma-
gistral entonaco da certeza, rene em 1
por um raro privilegio, tudo quanto cons-
titue a felicidade n'este mando ; juventude,
belleza, posigj elevada, grande riqueza,
um marido quem ama e que Ibe corres-
ponde. E nao obstante, falta-lhe urna
cousa para .que seja completa essa felici-
dade. ..
Simoa calou-se.
HORRIVEL SINISTRO !- As folhas es-
trangeiras do circunstanciados pormeno-
res sobre um sinistro succedido na estago
do caminho de ferro de Dommeidange (Al-
lemanha)
Um comboio de passageiros, sahido do
Luxemburgo no sabbado (7 de^maio) s 8
horas e 30 minutos da noute, parou na es-
tago de Dommeidange.
D'ahi a pouco, annunciava-se na estago
de Luxemburgo, que a via estava livre e
parta um comboio de 40 wagons carrega-
dos de mineral, que vinha de Eschsur-1'Al-
zette com destino s fabricas da sociedade
Metz, era Dommeldange-Eicb. A pequea
distancia e na descida de um pequeo de-
clive quebram-se os freios, a velocidade
augmenta de um modo prodigioso c torna-
se inevitavel urna desgraga.
D1 estagao de Dommeidange observa-se
o perigo e os empregados abrem as portas
gritando : fujam No mesmo instante ebe-
ga o comboio de mercadorias como um
raio e atravessa em toda a sua extenso o
comboio dos passageiros.
Pedagos de madeira e de ferro voam em
todas as direeges e ferem muitas pessoas
que se achavam na estagao.
Toda a noute se traoalhou em desobs-
truir a via, e foram tirados treze cadve-
res desfigurados todos, uns mutilados, qu-
tros completamente esmagados. Morreram
todas as pessoas que nao poderam preci-
pitarle para fra dos wagons, excepto um
Um dos episodios mais pungentes d'esta
triste scena, foi que desde que se deu o
choque at urna hora da manha, ouviam-
se os gemidos de,urna das victimas, e nin-
guem pode salva -la ou ao menos aproxi-
mar-se-lhe.
Effectivamente domingo de manha ainda
nao se tinba podido tirar mais que um ca-
dver.
As ootras victimas parece n3o teremsof-
frido nada, porque a morte devia ser ins-
tantnea.
Sobre os feridos nao ha ainda informa-
goes exactas relativamente ao numero ou
ao seu estado.
Correm muitas versoes sobre a causa
d'este sinistro, mas anda desconhecida a
verdadeira.
O chefe da estagao, cujo desleixo se
attiiboia a catastrophe, foi posto em liber-
dade depois de se conhecer que n3o lhe
caba responsabildade nenhuma.
A companhia dos caminhos de ferro de
Este encarregou o seu advogado e o ins-
pector da lmha de estipularem, de accordo
com ojuizde paz, autoridades locaes e os
nteressados, as indemnisages que deviam
ser dadas aos parentes das victimas. Em
virtude d'esta determinag3o as viuvas teem
recebido quantias de 20:000 francos )3:600<5
res,) 10:800 (1:944;)000 res) e 8:000
(res 1:440)5000), conforme as circunstan-
cias de cada urna.
Esta delicada miss3o foi desempenhad*
cora a maior satisfago da parle de todos.
Suas altezes reaes o priocipe e a prince-
za dos Paizes-Baixos visitaran os feridos.
que logo depois da catastrophe foram reco-
Ihidos um hospital preparado exclusiva-
mente para all serem tratados com a maior
solicitude.
1 Deus querer que a Hespanba bem de- individuo chamad) Ser .-ais e sua esposa.
Servis que burgo-mestre e industrial em
Mersch, membro da cmara e irmo do mi-
nistro de estado de Luxemburgo, ficou
gravemente ferido, e sua esposa com a
testa aberta por cima do olho direito. Do
carro em que estavam s se encontrou a
lamina que tinba escripto : 1.* classe.
O numero deferidos consideravel. O
macbinista do comboio de mercadorias e o
E' exacto, exacto, exclamou afidai-
ga, e se me disser qual essa cousa que
me falta, nao me restar a menor duvida de
que penetra v nos mais oceultos pen-
samentos e no mais recndito dd cora-
gao.
Ha annos que casada, proseguio
Simoa em tom grave e solemne, e at agora
tem sido estril a sua uoio.E' esse o negro
prazer que lhe escureoe a felicidade. que
opprime e entristece ; o desejo de ser
mai que a atormenta, e daria meiade da
sua vida para obter a prompta realisagao
d'esse desejo.
A condessa nao pode esconder nm mo-
vimento de assombro. Simoa. acabava de
por o dedo na efiaga -secreta e dolorosa,
que ella cuidava ignorada por toda a gente.
Engani-me ? pergunton a brnxa.
w Oh 1 fiao; nio se enganoo, bridn a
condessa, e confesso-!he que darei crdito
quanto me disser.
E bem far, senhora, porque s a
verdade sahir dos meus labios. Agora
que j sei o que precisava saber, pode ex-
plicar-me o sonho que leve.
Como disse, principiou a con-
dessa, devora-me o pungents desejo, a es-
peranga, perdida sempre, da maternidade.
No meio dos gosos de urna existencia ge
ramente invejada, essa ambigo, a nica
que me nao dado satisfazer, arranca-rae
lagrimas de tristeza e desespero, e segue-
me por toda a parte, amargurando os meus
prazeres e escurecendo a mipha alegra.
Mas, singular cousa 1 at ha poaco tinba
desfructado ao menos o repouso da noute,
e osomoo consegua dar momentnea tregua
aos meus pezares. Agora. nao succede o
mesmo. Faz hoje dez das justamente
que, tendo-me deitado hora do costme e
resado as minhas orages, em que peda
Deus, como sempre, que me concedessu o
objecto dos meus anhelos, apenas fechei os
olhos, senti-rae transportada, por urna es-
pecie de extase, um paiz maravilhoo,
muito superior tudo quanto de miis
bello podesse uventar a ihantasia. Ua
sol radiante, qual minea virara olhos huma-
nos, resplandeca no lmpido azul de nm.
co transparente; enfeitavam-o como q je
urnas flores que pareciam pedras preciosas
pelo seu mgico briho e claros, raatzes.brsn-
damnte agitadas, pela brisa embalsamadas
suave. Encantada e cheia de enthusiasmo,
contemplava en aquella paysagem, esculca-
do o vago gemer da vrago e aspirando o
aroma das flores, qnando de repente me
senti colhida por nm infinito jubile, seme-
Ihante ao que os justos devem ter no co.
Acabava de realisar-se a minha suprema
ambicio : tinha entre os bracos e apertava
contra o peito urna linda creaocinha, nm
SIRVA DE CAUTELA.- A Independencia
belga, refere um acontecmento, que ia
tendo graves consequencias, e que deve
prevenir as pessoas que habitara em casas
Iluminadas a gaz.
Em um dos das passados, entrava ja de
noute para sua casa, em Werviers (cidade
da Blgica), um advogado acompanbado de
sua esposa e seu pai. Subi ao primeiro
andar, e sentio um forte cheiro a gaz. Em
lugar de descer immediatamente ao conta-
dor e fechar a torneira principal, commetten
a imprudencia de entrar ufa oim luz no
seu escriptorio, d'onde pareca proceder o
cheiro. Ainda bem n3o liaba entrado, e j
a exploso tinha produzido grandes chammas
que lhe queimaram o rosto e as maos. Sua
esposa, que o segua a pouca distancia, ficou
com os cabellos litteralmente quemados, e
o,pai, que se conservava a maior distancia,
acudndo, para evitar que o fogo pegasse
no escriptorio, ficou tambem horrivelmenle
desfigurado.
Ao ruido da exploso acudiram inmedia-
tamente muilas pessoas, que impediram que
o incendio dominasse' a casa, limitando-se
por isso a destruir s os papis do escrip-
torio do advogado.
Attribue-se a causa da exploso a urna
pessoa dac-sa, que apezar das advertencias
de um operario que trabalhava na canali-
sago, abri a torneira principal, sem que
os tubos, que ainda nao tinbam os bicos
para a illuminago, estivessem tapados.
menino loiro e corado, e esse menino era
meu filho, ouve, senhora ? meu fimo !
A condessa calou-se, dominada por fe-
bril commogao, e tirando da algibeira um
frasquinho de crystal com incrustages de
ouro, chegou-o ao nariz por duas ou
tres vezes.
Que tem, minha senhora ? perguntou
a bruxa. Nao comprehendo a sua perturba-
gio, porque de tudo quanto refere, s po-
dem de iuzir se os mais favoraveis Drognos-
licos.
Ainda nao sabe tudo, murmurou a
fidalga. J vai comprebender a rainha in-
quietago e os meus receios... .
Levoa outra vez o vidro de essencias ao
nariz, e proseguio :
De repente, em quanto eu me dava
aos transportes da alegra, operoo-se em
torno de miai urna repentina mudanga. O
sol perdn o brilbo, reconcentn.u os seos
rajos, e deixou a trra em fnebre creps-
culo. Tornou-se plmbeo e sombro aquelle
co to claro pouco antes, como, se urna
nnvem immensa houvera crescido ao mes-
mo tempo de todos os lados do borisonte ;
fecharam seus clices as flores pendidas e
murchas, e o vento dobrou-lhes os troncos,
arrancando-lhes dolorosos gemidos. Mas
que me importava oaim o mundo ioteiro,
se tinha o filho nos bragos, e seatja-lhe o
corago a pulsar contra o meu peito ? -.
No meio de tanta felicidade, sabame dos
labios um grito de agona, porqqe-em vez
de apertar nos bragos o filho das minhas
entranhas, v>o sobre ara pedestal, conver-
tido em estatua, cm urnas letras de fogo
na testa que dziam : nxosAo f mentira t
N'aquelle nstame cortn um raio as par-
dacentas navens, sulcou as trevfc rpida-
mente e foi ferir a estatua, que eabio do
pedestal taita pedagos...
(Goont*\ar-*M)
YP. DIARIO DO RA DUQUE DE Av
I
\ *
>


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