Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12136


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 130.
\
PABA A CAPITAL
Por tres mexes adiantados .
Hor 9eis ditos hiero ....
*|or (im anno idea.. ." .'
*ida maero tvao. ,
E LUGARES OKDE NAO SE PASA PQ3TE.
6,5000
42OOO
34(9000
320
ni. 1

SEXTA FEIRA 10 DE JUNNO DE 1870.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------,-------------,-------------------------------------
PARA DEJTBO E TOBA DA PBQVHCIA.
Pt>r iws mezes adiantados.................
Por seis ditos dem....................
Por nove ditos idem.................
Por om anno idem................' .
W730 ,
430500
205250
270000
Propriedade de Manoel Kger^ de Faiia & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Goncalves d Pinto, no Maranhao
u
- mo achotes:
Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lentos Braga, no Aracaty ; Jo5o Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, oa Vilj da Penha; Belarmino dos Santos Balc3o, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco favares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Atas, ni Baha ; e Jos Bibeiro Gaspcrinho no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
da provincia.
toverno
Di>l'Ai:no DA PHKS1DKSCU DA PROVINCIA DO DA 4
DE JLWNO DB 1870..
Capillo Amonio Auguro Maciel.Informe aca-
mara municipal da villa de Barreiro?.
Austreclino de (Castro S Barrreto.Informe o
ir. inspector da thesouraria provincial.
Dr, FelintoHeni n|ue de Almeida.Concdase
ii.i frma da lei.
Alteres Jos Paz Barbosa.Informe o senhor te
uente-coronel coaiinandante do corpo provisorio
de polica.
J>aquim Gjngalves Ayres. Especase ordera
para cessar o descont.
Mnoel Figueirl de Faria & Filhos. Ao Sr.
inspector da thesouraria provincial para mandar
pagr na forma requerida.
6
Antonio Feitosa de Mello. O sapplicante nao
provou que os ea vallo serviam para eonduccao
dos dous orden?ngas que acompauharam na del-
g-ncia que allude.
Antonio Joaquim de Barros Lima. Ao Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda coro a portara
desta iUi.
lelanmno Alves Arouxa.Informe a cmara
municipal desta cidade.
Bernardo da Rocha Bastos. Informe o Sr. ge-
eial commandante das armas.
Francifta Sezina Momeiro de Mello.Indeferide
a vista das iuforraagoes.
Gongalo da Costa Lima.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Heraclio Constantino de Paula Monteiro.Reva-
lide o requeriraento.
Joo Ferreira da Silva.Intorme o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Joo Ignacio da Suva.Conceda-se com a con-
digo de ser contada do dia em que o supplicanle
partir para o centro da provincia.
Jeio Gualbmo Henrique Pereira. A' vista
dai informales sao tom lugar o quu re-
quer.
Jos da Suva Santos.Nao tem lugar o que re-
quer em vista das informaron, por ter o sappli-
cante sido escuso do servigo antea de terminada a
guerra.
Lucio de Souza Pereira.A' vista da informacao
nao tem lugar o que requer, dirija-se porm ao
juiz de orphosde termo desta eapital, quem se
remelle a certido de bapsmo da menor e altes-
tado que junin a este rrquerimento aflm de pro-
videnciar.
Manoel Joaqaim de Sant'Anna. Indeferido em
vista da informacao.
Religiosos capochi- hos do Hsspicio de Nossa Se-
nhor* da Peana.Informe a cmara municipal
deeta cidade.
Simplicio da Cruz Rlbeiro.Passe deliberacao na
forma r*inenda.
EXTERIOR.
MOTTKVIDO 25 DE MAIO DE 1870.
Parte este paquete levando a noticia de urna
batalha ferida entre Lopes Jordan/o assassino do
general Urquiza, e o general Coneza, commandan-
te em chefe de um corpo do exercito nacional que
opera em Entre-Ros.
O combate foi porfiado, como se deprehende da
parte offlcial deste general, e por duas hora*, o re
sultado, que nao toi decisivo eslava incerto. Ana-
lysando-se esta parte reconheceu-se que a caval-
lara entre-riana desbaratou a cavallaria portenha,
que eslava mamontada, mas foi esbarrar com a
infamara e artilharia, que por seu turno rairodu-
zio alguma confusio em suas fileiras. A perda
material de lado a lado nao foi importante ; o ef-
eito moral, ao parecer da Nacin, nao pode ser
mais completo para o governo.
0 facto, porm, que Lpez Jordn retirou-se
em ordem cora torga que exceda a 5,000 ho-
rnens, segundo a declararlo oflhiel do general
vencedor.
Outro sercesso parcial obtiveram as forras le-
- i- insepuinde a eapitularao da cidade do Uru-
guay, capital da provincia, sm derrainamento de
-'ue.
Poderiam estes fados fazer crer que a revoln-
;.lo est mona. Nao assim. J deixei perceber
as minhas cartas anteriores a gravidade da sitaa-
;io poltica destes paizes, e que nao me Iluda a
confianra apparente que ostenta tanto o governo
la Confederacao como o do Estado Orientcl. De-
cejando trazer o Jornal do Commmercio. sempre
pe'rfeitamenle informado dos snccessos, nao me
descuido de empregar os meios convenientes para
chegar a conheeer da verdade, atravs das men-
tiras que se e3palham para desvairar a opino pu-
blica, que nao sabe que juizo formar no meio das
desencontradas versos que cada um dos partidos
militantes d sobre as oecarrencias que se reali-
sara em orna e outra margem.
Pqsso, portanto, referir agora alguma cousa que
soube de origera conceituada, e qne tem bastante
inleresse.
Lpez Jordn assumio o poder por meio de nm
en me iuqnaliQcavel, mas este motivo nao bs-
tame poderoso para affastar-lhe as sympathias, j
porque a moral publica nao esta tao elevada que
aprsente estes escrupulas, j porque muita genle
ronsiderava o general Urquiza um obstculo, que
durava j muito, e que convinha destruir, nao
sendo possivel afastar. Nestas eondigoes elle tor-
n^u-se o centro para onde convergirn) nteresses
diversos, unidos no memento da luta contra Bue-
nos-yres, embora dspostos a separer-se, e eom-
bater-se no diado triompho.
E* preciso nao esquecer que o odionas provincias
ao* portsnhos tao vivo, como em toda a confe-
deracao talvez ao Brasil, menos da parte Ilustra-
da qne vai teodo outra idea mais da actualidade
e procura transforma-lo senao em estima, ao me-
oes em indillerenga.
Lpez Jordn, portanto, aehou logo numerosos
adherentes, na provincia e fra della, e apoderou-
se do interior, e do sal da provincia de Corrientes,
onde anda mais symptthia encontra, sendo o seu
priucipal agente all o muito celebre general Cace-
res, que do principio da guerra com o Paraguay
fez tao conspicuo papel frente da covallara cor-
rientina, e conteve a invaso do general Robles,
tornando-se depois snspeito pelo sea proceder.
O presidente Sarmiento, esperava fazer toda a
sna administrago o mais pacificamente possivel.
Acorapanhoano* centrariado at o flm da campa-
nha do Jaraguay, mostrando sem reboco seu se-
rio desejo de fazer a paz, e quando esta Ihe appa-
rece como nm iris de bonanca, o grito de revolta
de Lpez Jordn toi para elle de horrivel effeito.
Ficou logo atordoad j com a audacia daquelle as-
sassino, pue praticou um acto que muitos deseja-
mas das vantagens do goal ninguem est disposto
a consentir que elle desfructe. Vive, portanto,
em ama incerteza terrvel. Ora chama Mitre seu
salvador, ora foge deste Mostrado argentino ,ar-
rependido de nave-lo festejado, e receiando que a
popularidade daquelle absorva a sua.
Mitre e ElUalde, depois de o baverem impellijo
intervencao armada, vendo que Sarmiente os nao
ocenpa oflflcialmente, jogam com os Taboadas, in-
fluencias poderosissimas no norte da repblica. O
governo geni, i excepoao do Dr. Velez Sarofleld,
nao tem um homem capaz de latar com aqaelles
dous estadistas. Este Sr. Velez cordoval, e co-
mo tal, velhaco de conta, peso e medida. J com-
prehendeu, pois, os manejos dos doos, e de si para
si irata de contrana-los. Por esta razao, a pre-
texio da abertura do ca'mnho de ferro do Rosario
Cordova, se dirig esta cidade para dalli tra-
baldar no inleror e contrabalangar aquella influ-
encia. Mitre e Elisalde, prevenidos a tempo, j
tero achad) meios de evitar o golpe. A Nacin
ogirelhor thermometro de estudj das relaeoes
dos dous argentinos esiinctos que ora drigem o
norte da Confederacao, um no poder e outro na
opposicao, ambos lories pelo apoio des partidos
on dos amigos que os sustentara.
O partido federal, que conhece o jogo, e que
arriseoa sua ultima carta, aproveita os elementos
e esforga-se por ganhar a victoria. Naa o conse-
guir, mas tem viger bastante para eternisar urna
guerra, que convm aos interesses tao variados
que hoje se chocam.
E nao difQcil, basta para sso que Lpez Jor-
dn tenha mediana capacidade militar, e saiba
aproveitar os immensos recursos que Ihe ofereee
a provincia de Entre-Rios, com suas magnificas
civalhadas, e bom parque de artilharia. O que
ha de muito notavel na luta travada, nue nom
gregos nem troyanos hostilisem o Brasil. Deus
permita que o nosso governo, que tao intelligen-
lemente vai dirigindo os negocios do Rio da Prata,
mantendo-se em urna attitude neutral e de respei-
lo, escape a esta conflagrado, cujo termo nJo se
pode conjecturar.
O governo argentino dirigi urna circular aos
seus generaes em opperacoes na provincia de
Entre-Rios, declarando que sero castigados com
todo o rigor das leis militares 03 individuos de
Jualquer categora pertencentes ao exercito, que
all enviareis correspondencias aos joruaes, de-
sainando as forcas ou revelando os movimen-
tos tollas, sem previa autorisacao dos chu-
fes.
A Sacion profliga esta providencia como um al-
ternado iniqno, mas incontestavel que ao pniruio
de escrever dos olOoiaes argentinos, principiando
por Aular, que bem perto se achava entao do ge-
neral Mitre, se devem alguns revezes, e a prolon-
gacao da guerra do Paraguay, pos ellas de lado
inteiravam o inimigo, publicando planos que de-
viam ser conservados bem secretos, era suas con-
tinuas correspondencias. Considero, portanto,
mu sensata a medida agora adoptada.
O assassino Montano, qas dB}|Borte a um dos
filhos do general Urquiza, etjoe, foi preso em
Santa Rosa, pelo coronel HypoKto Coronado, che-
goa aqu no da 13 a bordo do vapor de guerra
oriental Coquinho, e foi reoorefiro ao cabildo. Pro-
cede-se a nm summario, pan depois ser enviado
a Buenos-Ayres.
No mesmo vapor tsmbem chegou, procedente
de Payssaod, e general Borges em coraraissao do
general Caraballo. Immediatamente espalhoa-se
que vinha apresentar ao governo o pedido feito
por Medioa, Bastamu e outros [blancos qne se
aebam em EoiM-Rio, jura volurem a ele paiz,
ob garanta de aio t iatrometierem nos -
sumptos polticos. >io dou muito crdito a -esta
noticia.
Foram presos e levados a S. Jos, departamen-
to de Canelones e Florida, o major Jacintho Llu-
pes, alferes Julio Mrquez e Eduardo Porla, que
foram encontradlos com divisa blanca e buscan
do o caminho para incorporarem-se aos revolto-
sos. O tal Llupes ha poneos das tinhasido solio
a pedido de S. A. o Sr. conde.d'Eu, e consta que
j o despacharam para o outro mundo.
O presidente Baclle pedio e obleve lcenca para
ir acampanha collocar-so a frente das forcas le-
gaes. Em vista disto entregou a administraco
hontem ao presidente do senado Dr. A. Vidal, re-
solvido a partir noule acompanhado do 2o bata-
Iho de creadores; porm a noticia de que os blan-
cos se achavam prximos a esta capital, o fez de-
mover de proposito, transforndo a viagem para
outros momentos menos pergosos que os ac-
tuaes.
Os presos poltico; tornaram a ser removidos do
cabildo para urna casa particular situada na pra-
C-a da Victoria, onde estavam mais bem guarda-
dos.
A ida do presidente a campanha tem mais um
fim poltico do que militar. E' para harmonisar
as forjas militares que estao era operacao contra
os blancos, e cajos chefes se acham em disiden-
cia, pelo que nada at hojo consegairam a favor
da causa qaedefendem. Uns querem servir com
Caraballo, oulros com Henrique Castro, e assim
por diante. No meio de tudo isso qs estancieiros,
principalmente os brasileiros, estao sofriendo gran-
des prejoizos. A situado parece em tudo igual
de 1863 a 1861, quando aqu dominavam os
Mpcot, e general Flores se achava em campa-
nha com as forjas coloradas.
O recrutaroento est sendo feito com violencia,
principalmente no Salto, onde j alguns brasileiros
tem sido maltratados. O general D. Gr#$orio
Castro, chefe poltico daquella localidade, anima
semelhantes arbitrariedades, contra as quaes cons-
ta ter nossa legacao reclamado.
O governo onentrl sente-se fraco, e nao pode
ser condamnado porque tolera e3tes agentes, que
gojam de prestigio eenjo -'concurso Ihe neces-
sario. PaQo-lbe a jasjica de crer que n5o deseja
escandalisar-nos, mas sua acgo nulla para co-
hibir o mal "ou pun-lo. Agora mesido passeia
Fortunato Flores com toda arrogancia as ras
de Payssand, fazendo alardo do seus crimes
e preparando se para augmentar-lhe o nu-
mero.
A cortesa da impotencia do governo tal, que
hontem, na occasiao de entrarem a noite no ca-
bildo os presos da Uniao, que foram mandados
buscar o commissano Miranda, irmo do joven
Miranda assassinado por Fortunato Flores e Ma-
noel Mendes, disparou sobre este (qae era um dos
presos transteridos) o seu rewolver, ferindo-o gra-
vemente. Hoje far-se-ha a operacao para extra-
hir a bala, mas a vida deste malvado corre peri-
go. O commlssario Miranda apresentou-se logo a
autoridade, que o prendeu. Este commissario
est camprindo o que promettea, que loi dar a
raorte aos assassinos de sen irmo, vendo queelles
Ucariara impunes.
Hontem a tarde chegou aqu noticia de que
Apparieio e suas forcas haviam chegado a Paud,
tendo corrido dalli os policiaes qae guardavam o
ponto, e depois soube-se que partidas de blancas
foram encontradas era Maronbas no ponto onde
costumara fazer-se as corridas inglezas. Por taes
noticias toda a guarda nacional dormio acuarte-
lada, e houve grande movnento e agita gao na ci-
dade.
E' esta a situacao.
As forcas acionaes em Entre-Rios, 'ob o
commando do general Conesa, encontraram-se so-
bre o arroio Sanee com as de Lpez Jordn. A bata-
lha offereceu muitos pontos de analogia com a de
Pavn. A cavallaria enteriana cahio sobre a ala
direita do exercito nacional, desbaratan os caval-
leiros qne a cobriam, mas M esbarrar-se contra
a infamar. Outra carga sobre a ala esquerda
teve igual resultado ; acudi a infamara e repel-
lio o ataque. Entao a cavallaria entre-riana. con-
tornando toda a linha de batalha pelo flanco es-
querdo, foi cahir sobre a retaguarda do exercito
do Conesa, mais ainda alli encontrou a reserva
formada por infantaria, diante de cujas bayonetas
e fogo mortiphero teve de retroceder.
No fim de duas horas de peleja, repellio o ter-
ceiro ataque, as forgas de Lpez Jordn qae, se-
gundo a parte ofllcial do mesmo general Conesa,
mettera em accao 5,000 homens, puzeram-se em
retirada.
Esta, porm, pareceu te-la effectuado- muito a
seu salvo, nao Ins pudendo ser boa a destrocada
cavallaria portenha. \ssevera-se comtudo que um
regiment de cavallaria enviado peb general Emi-
lio Mitre ao saber da victoria alcangada pelo seu
collega, ainda alcangara urna columna rebelde na
retrala, e Ihe tomara tres pegas com a sua guar-
nico e muitos prisioneiros.
As folhas de Buenos-Ayres proclamara este
trumpho como decisivo, afflrmando que os rebel-
des nao poderiam sustentar-se mais em campo.
Curapro comtudo aguardar ainda algara lempo
para ver a attitude que elles tomam. Entretanto
as pragas acionaes oceuparam a Conceigao do
Uruguay, que se rendeu sem resistencia, e foram
Eresos varios merabros do governo provincial re
elde, e diversos ebefes e offlciaes implicados no
assassinato do general Urquiza.
O presidente Sarmiento dirigi s cmaras
urna mensagem, pedindo licenga para ir pr-se
frente do exercito nacional, o que foi approvado;
devendo sabstitu-lo na presidencia da repblica,
o presidente do senado o Dr. Francisco A. Vidal,
substituto nato, o qual assumio asrdeas da ad-
ministraco no dia 2i.
No Estado oriental conservavam-se as coa-
sas no mesmo p em que as haviam deiXado as
ultimas noticias.
O general Caraballo em Payssand", os blan-
cos de Apparieio percorrendo livremente os de-
partamentos ao sal do Rio Negro, e mostrando-se
ora n'um. ora era nutro ponto.
ltimamente o general Bat e, presidente da re-
publica, solicitou e obleve das cmaras autorisa-
go para sabir a campo contra os rebeldes, pondo-
se frente das operagdes militares. E-mera va elle
assim fazer cessar a rivalidade entre o* gene-
raes, cujo d8accordo prejudicava a aegao do go-
verno.
A carta de Montevideo, publicada no lugar com-
petente, trata de outros faetos oecorridos.
MATTO GROSSO.
Recebemos a Situacao de Guiaba at 3 do
paseado.
A noticia da terminacio da guerra foi recei-
da com o maior jubilo.
< No domingo passado, 37 de marco, diz a refe-
rida folha, teve logar na S Ca.hedraf o Te-Dcam
cantado por S Exc. Rvma. o Sr. bispo diocesano
em aegao de grapas ao Todo Poderoso pelo com-
pleto trumpho de nossas armas na Repblica do
Paraguay ; e na quinta-feira seguinte, o funeral
lambem feito por S. Exc. Rvma. por todos aquel-
las quo fallecern) no decurso desta longa cam-
panha.
t Todas as corporages civis o militares, todas
as classes, sem distnegao, concorreram igreja
matriz nestes dous grandes das em que foram so-
lemnisados por S. Exc. Rvma. o nosso triumpho e
os suffragios pelos martyres da patria.
s. l'AULO.
os jornaes rece-
Alcangam a 25 do passado
bidos.
OHRIO DE PEBimHIBUCO
RECIFE, 10 DE JUNHO DE 1870.
t Noticias do 111I do Imperio
Chegou hontem pela manhaa o vapor brasileiro
Arinos, trazendo datas da corte al o 1, da Baha
at 5, e de Alaga/ale 8 do correte.
PARAGUAY.
-* Nada oecorreu de importante nesta repbli-
ca. OSr conselheiro Paranhos havia chegado
Assurapgo, onde se suppunh fbsse curta sua
demora.
RIO DA PRATA.
- Em Buenos-Ayres abrio-se, sob a .presiden-
cia do Dr. Quintana a assembla ronstitotnte para
reonpa da constitni^o da provincia.
Do Correio Paulhlano extrahimos o se-
guate :
Hontem (i3) ao meio dia, ao passar um trem
Je cargas as proximidades dgs Penis, esmagou
um ex-trabalhador da linha Joo Cardoso, brasilei-
ro, que estava deitado nos trilhos, bebado, ao que
se sunpoe.
msero teve as maos e as pernas cerradas,
dando-se o esmagamento destas quas pela* viri-
Ihas.
O subdelegado de Sania Iphigena, Sr. Dr.
Americo de Abreu, tomcu conhecmento do fac-
to, sendo o cadver da victima trazido a esta ca-
pital.
O finado Manoel Eufrazio de Azevedo Marques
deixou libertas em testamento tres escravas que
possuia. Os herdeiros de D. Francisca Victoria
Mendes da Silva deram liberdade ao escravo"
Ado,_da heranga daquella senhora, tendo em
attengao os bons servigos por ellft'prestados a fi-
nada. >
Refere a Gazeta de Campias :
A Sra. D. Anna Francisca de Andrade pz em
mo dos Srs. Caraargo Campos & Sobrinho, sob
titulo de deposito, a quantia de 6:000*, para se-
ren entregues ao Rvm. padre Joaquim Jos Viei-
ra, ne dia era que se comegar a cobrir o hospital
que o mesmo Rvm. padre inteuta construir nes-
ta cidade, e sercm applicadois respectivas obras.
PARAN.
Organisara-se em Morzetes urna associagao
emsnipadora de^criancas, cuja directora foi cora-
posta dos Srs. : Dr. M.'A. de Mendonga Brito, pre-
sidente ; Paulino Jos da Silva Carro, secretario;
Rodrigo Jos de Freitas, tbesoureiro.
No mesmo dia da installago foram libertadas
pela socedade tres criangas do sexo tpmininn.
A febre amarella declinara senstvelmente em
Antonina.
RIO DE JANEIRO.
_ Na aessio de 27,0 senado prosegaio na ele-
gao das suas commissoes, que ficaram assim or-
ganisadas : baro do Rio Grande, visconde de Ca-
maragibe, e Cansansao de Sinunb para a de agri-
cultura ; Furtado, Nunes Gongalves, e Gunha e
Figueiredo, para a de obras publicas ; Zacaras,
Pompeu, e marquez de Olinda, para a de instrac-
gao publica ; Dantas, Chichorro, e baro de Rati-
na, para a de sade publica ; visconde de Sapu-
cahy, vscoode de S. Vicente, e Frmiao Silva, pa-
ra a de redaegao de lei).
Na sessao de 28 foi lido o parecer sobre a elei-
gao do Cear, concluindo assim :
1." Que seja declarada valida a eleiea 1 de se-
nadores pela provincia do Cear, e conseqoente-
mente reconhecidos senadores do imperio os Srs.
conselheiro Jeronymo Martiniano Bigaeira de Mel-
lo e desembargador Domingos Jos Nogueira Ja-
guaribe.
1 Que se declaren) legtimos e competentes
para os flns legaes na presente legislatura os elei-
tores approvados noste parecer.
3." Qae se mande proceder a eleicao daquel-
les cuja nallidade se propde.
t 4."- Que se exija a reraessa das actas do col-
legio de Aquiraz, e de todas as da organisago dos
outros que faitam, e bem assim das pertencentes
as eleigSes primarias qne se acham em iguaes
circumstancias.
Na sessao de 30 proseguio a eleicao de commis-
soss, sendo eleitos : barao de Antonina, bario do
Bom Retiro, e Mendes dos Santos, para a de esta-
tlsla, cathechese e colonisagao ; visconde de Ca-
maragibe, Souza Teixeira, e Dantas, para a de
assemblas provinciaes.
Depois de aigumas consderagSes dos Srs. Pom-
peo, baro de Cotegipe, Zacaras, visconde de Ita-
boraby, Octaviano, Saraiva, e Sotjza Frapco, q
approvad) o parecer de commissao sobre a lei-
fo do Qar, sendo proclamados senadores por
essa pro'inca os Srs. Figuoira de Mello e Noguei-
ra JaguTlbe.
Foi aiida approvado o art. 8 do orgamento ge-
ral, adiado lo anno anterior.
N'a sesao de 31 foi apprdvado o parecer de
coramiss sobre a eleicao do Rio Grande do Sul,
ado prodamado senador por essa provincia o
Sr. AntoniaRodrigues r'ernandes Braga.
, Sobre o pVrecer da mesa mandando abrir nova
concorrencii para apublicago dos debates do se-
nado. Iieuve \ seguate discusso :
O Sr BalSo de Cotegipe pede esclarecimentos
jmesa acercado final do parecer que nao aceita
a'proposta e me raanda fazer novos annuncos.
Nao concdtda com este parecer, porque, sen-
do certo que ni appareceu mais de um concor-
rente, comqnann a mesa, com o llm de economi-
sar os dinheiros pblicos, se tivesse dirigido ty-
pographia naciotal e aos agentes de emprezas
particulares, nitural que os novos annuncos
produzam o mesmi resoltado. Julga que as ds-
coBsoes este anno lao sero menos importantes do
qne as do anno pasado, e a nao pubhcagao dos
trbalhos nao conven nem ao governo nem op-
posgao. \
Nao Ihe parece Ine o augmento de 1.000 j,
que se pede na prepojta do tniico concurrente se-
ja mutivo sulclente tara o senado deixar de pu-
blicar os seus debates, Deseja, pois, que a mesa o
informe se tem esperarlas deobter por menos pre-
go a publicago dos debates
O Sr. Jebnn ( secreWio) declara nao ter es-
perangas de qae se aprjeate outro concurrente,
e confessa que desde ha muito tem a opino de
fue o sead nao deve ptblicar os seus trbalhos.
ntende que mesmo sem\ ntervengo do senado
nao faUaria quem publitasse os debatos, anda
que em resumo, como j acontecen n'um anno
em que o senado nao ontratou ssse servigo.
Quando ha publicago de bateo tempo vai-se
todo em palavras, e" o paiz precisa de obras e nao
de discursos.
Sao raros os jiarlameatos que gasta n dinheiro
com a publicago dos seus debates ; a maior par-
te dalles franqueando as suas portas acham quem
por interesse proprio se eccarregue de publi-
ca-loa.
Conclue por declarar qut, alm de nao ver
vantagem na publicago dos debates, enxerga
nella um inao exeraplo para as assemblas pro-
vinciaes.
0 Sr. Octaviano nao suppoe qae a opiniao emit-
tidapelo Sr. 2* secretario seja a da mesa, porque
o Sr. presidente conquistou a nosigao qae hoje
occapa pela publicidade de seas discursos.
Nio er que n'um paiz de systema represen-
tativo se ponna em duvida a necessidade da pu-
blicago dos debates, nico meio do paiz saber em
qae os legisladores se apoiaram para resolver des-
ta oa daquella maneira.
Nq comego do systema representativo nete
paiz o priineiro cuidado dos legisladores foierga-
nlsar hm corpo de tacbygraphos e fazer publicar
a* suas discussoes. Lamenta esta differenga dos
lempos, porque v todos os annos o Sr. presidente
chamar a attengao do governo para este ponto, e
o governo cruza os bragos, sem procurar elevar a
folha oflulal. Se o governo gasta ama quantia
avallada com a folha o/ficial, que s Ihe rende
9:000, porque razo nao a eleva a condigSes de
poder publicar os debates, o que forcosamente
Ihe haveria de augmentar o numero de assgnatu-
ras ? Se os tachygraphos que sao empregaJos
pblicos sao contratados por emprezas particula-
res, porque motivo nio procura o governo chma-
los a si ? Se o governo nio pode fazer isto, .auto-
rise o Sr. presidente a ver se o consegue.
Concorda :om o Sr. ministro da marinha, em
que nio se deve fazer questo de um cont de ris
para o senado se libertar da justa censura do pu-
blico a respeito da justificagio das opinide de
seus memhros. A' vista destas considerag5es, at-
tribue o actual embarago nicamente a descuido
ilo governo e vota pela propua que se apresentou
mesmo porque a mesa propon a sua rejeico, mas
nao indica meio algum substitutivo.
O Sr. Dantas approva a publicago dos de-
bates do senado, e estimou ouvir qne essa publi-
cago fosse defendida por um membro do goveruo,
ponina os ministros ordinariamente sio ininvgos
da publicidade.
Com a publicago dos seus debates, o senado
manifesta ao paiz quaes as raides porque rejeitou
ou approvou qualqanr proposigio viada da outra
cmara Nos paizes era quo existem 20 ou 30
jornaes p-le dispensar-se a publicago ofiicial, por-
que aquelles jornaes procuram materia e publi-
can) os debates parlamentares ; mas no nosso
paiz, onde existem tres ou quatro jornees, essa
publicago indispensavel, parque o nico meio
do pov brazileiro conhecer o .procediraento dos
9eus representantes.!
A materia ficou adiada.
Entrou era discussio o projocto de lei fixando
as forcas de trra para o anno flnanceiro de
18701871, adiado da sessao de 1869, no art. i.
que diz :
Fica restabelecida a 3' classo do exercito para
o fim de para ella se poderem transferir at que
sejam reformados :
1.* Os ofliciaes subalternos que completa-
ren) cincoenta e oito annos de idade.
i 2." Os otRciaos superiores que tiverem mais
de sesseota e dous annos.
I 3." Os brigadeiros e marechaes de campo
mainres de sessenta e cinco aonos. I
O Sr. Barao de Muriiiba (ministro da guerra)
de opiniao que o artigo additivo deve ser in-
cluido na lei de reorganisacao do exercito e nao
a lei anaua, que se discate. Reserva para essa
eccasiao a sustenta gio das ideas consignadas no
artigo ; mas, em resposta ao Sr. Paranagn, nao
poda deixar de dizer que esta disposigio se acha
adoptada em muitos dos exerctos bem organisa-
dos da Europa. Na Inglaterra trata-se de urna
disposigio anloga para a marinha, e os homens
profissionaes sio todos a seu favor.
t Neste sentido declara nao fazer cabedal deste
artig >, por entender que o seu lugar na let de
reorganisacao do exercito.
O Sr. 'Paranagu julga ter demonstrado per-
feitamente os inconvenientes do artigo additivo e
que elle nao Jpde ter execugao por estar con-
demnado pela nossa legislagio actual. A vista da
inspeegao julgado incapaz para o servigo, passa
para a 2" classe, quando pela actual legislagio,
a vista do alvarde 1790 e da lei de 18*1, esses
offlciaes devem ser reformados.
Passa a tratar da reorganiagao do exercito, e
entende que a autorisago para ella nao deve ser
ampia como indicara o Sr. ministro da guerra.
Precisa saber as bases em que essa reorganisagio
tem de ser feita, p irque o contrario" seria urna
iunovagio de eslylos.
Termina observando que, sendo ministro da
guerra e tentando fazer urna reorganisagio do
exercito, nio quiz urna autorisago ajnplai para
nao obrigar a seus amigos a abdicarem os seus
direlos em negocio tao importante como este.
Posto a Votos nao approvado.
t Entra em discussio o 2 artigo additivo.
A transferencia s ter lugar quando as ida-
des indicadas os respectivos offlciaes nao estiverem
capazes de prestar servigos de guerra, devendo
proceder a ella consulta do conselho supremo mi
litar.
Posto a votos jufgado prejudcado.
Entra em disenssio o art. 3 additivo.
< Ser contado para a antiguidade do magis-
trado o tempo do servigo qoe prestar, durante a
guerra, era junta de justig militar.
O Sr. Paranagu nio lera duvida em approvar
o artigo, e mesmo deseja que aos magistrados que
prestaram servigos de auditores e como mera-
bros da jauta de justica se coate o tempo pelo
dobro.
O Sr. Dantas invoca a lei das incompatibilida-
des propo3ta pelo Sr. Euzebio de Queiroz, qae o
orador entende ter cortado alguns abusos a res-
peito de materia sujeita. Nao approva que se
cont o tempo pelo dobro aes magistrades de que
trata o artigo, porque receia que se dm grandes
abusos todas as vezes que o governo queira patro-
cinar alguem.
t O Sr. Baro de Muritiba (ministro da-guerra)
aceita o artigo.
< O Sr. Paranagu julga contraproducente a
argumentarlo do Sr. Dantas, porque a lei das in-
compatibilidades tem por fim evitar que o roagis
irados se distraan) para a poltica e nao para as
funeges de jalgar, como acontece com os indivi-
duos de que trata o artigo.
t O Sr. Silceira da Motta folga de ver estabele-
eido o principio de qae na lei de flxago de forga
nio se deve enxertar artigo algara que nio diga
respeito mesma materia ; mas pede ao Sr. mi-
nistro da guerra que leve a sua coherencia a nio
aceitar neste logar o artigo em discussio, como
nao acceitou o segando, qae da mesma nata-
reza.
c Nuina lei annua nio se podem estabelecer as
regras para a conta do tempo dos magistrados,
isso deve fazer-se quando se tratar da organisa-
go da magistratura em geral.
Termina a observaco que este artigo contem
materia mais importante) do que a do que foi pro-
judicado, e entende por sso que deve ter a mes-
ma torta.
' O Sr Danta* faz algnmas observacSes para
explicar que a sna argumentarlo nao era contra-
producente, lembraudo que os auditores da corte
nao gozam da vantagem de se Ibes contar o dobro
do tempo.
t O Sr. Baro de Muritiba (ministro da guerra),
declara que na 3* discussio pedir que este artigo
sja reduzido a projecto para sef considerado em
separado.
Ninguem mais pedindo a palavra, e nem ha-
vendo numero para votar-se, fica encerreda a
discussio.
A cmara dos deputados approvou, no dia 27
em 2.' disenssio, com as emendas offerecidas pela
commissao, a proposta do governo fixando as for-
gas de trra para o anno de 1871 a 1872 ; e ec-
cupouse com a 2* discussio da proposta fixando
a forga naval para o mesmo anno financeiro. Ora-
rara os Srs. Araujo Ges, ministro respectivo, Cor-
rea e Angelo do Amaral, ftcando a discussio en-
cerrada. Foram oflerecidas as seguintes emendas:
< Fica o governo autorisado a crear desde j
urna companhia de aprendizes marinheiros na pro-
vincia da Parahyba do Norte.A. S. Carneiro da
Cunha.
Fica o governo autorisado a crear desde j
urna companhia de aprendizes marinheiros na pro-
vincia do Amazonas.A T. do Amaral.
t E' permanente a disposigio do art. 3." da lei
1,689 de 28 de agososto de 1859 fixando a forga
naval para o anuo financeiro de 1870 a 1871.,
Lamego.
Na sessao de 30, foram approvados os seguate?
pareceres:
t A commissao especial inenmbida por esta Au-
gusta cmara de dar parecer sobre as medidas
concernentes ao elemeuto servir no imperio, re-
quer que se solicite com urgencia do governo
imperial, copia dos projectos que sobre esta ques-
lio tenham sido submettidos ao conselho de estado
nos annos de 1867 a 1868, e bem assim dos pare-
ceres dos conselheiros de estado, e de quaesquer
outros trbalhos concernentes ao mesmo assumpto.
Pago da cmara dos Srs. deputados, em 28
de mao de 1870.i. 7. Teixeira Jnior.A. W-
guera.Rodrigues da Silva.Barros Barreta.
J. J. O. Junqueira.
t A commissao especial, incumbida por esta
augusta cama/a de dar parecer sobre as medidas
relaiivas ao elemento servil, indica que sejam re-
metidas mesma commissao todos os projectos
concernentes ao mesmo assumpto que tem sido
offerecidos a esta cmara.
Sata das sessoes da cmara dos Srs. depata-
dos, em 28 de malo de 1870.J. J. teixeira J-
nior. Rodrigo da Silva.Barros Barreto. A.
Figueir.J. J. (X Junqueira.
Na sessao de 31 foi approvada a proposta da fi-
xagio d forga naval para 1871187.2;
= S. M. o Imperador visitou, no da 27, as offl-
cinas do arsenal de marinha e o Asylo de Invli-
dos da patria.
Por cartas imperiaes de 27, foram nomeados
senadores pela provincia de Minas Genes, os Srs.
conselheiro Joaquim Antio Fernandos Leo e Joa-
quim Delfino Ribeiro da Luz.
Por decretos de 25 :
Foi concedida a merc da titulo de conselho ao
chefe da esquadra Fraucisco Cordeiro Torres e
Alvim.
Foi apresentado o padre Elias Jos de Barros,
na igreja parochial da abbadia da diocese de Ma
declaracaodo Sr. ministre da guerra, nio insistir rlana, provincia de Minas-Geraes.
mais neste ponto.
* Abolindo a 3" classo de ofBciaes, a lei de 1841
muito sabiamente tomn as providencias que eram
necessarias para a reforma dos mesmos, comple-
tando assim a disposigio do alvar de 1790, que
s permittia a reforma dos offictaes era certas con-
diges. Hnje o estado da legisiagao outro, o of
ficial pode ser reformado era qoalquer lempo de
servico cera urna certa parte do sold. Alem
disso percorreu todo o almanack e nao encontrou
nm s offlcial que estivesse as condgdes de se
uUlisar da disposigio do artig 1.
Nio Ihe consta que em oulros paizes haja dis-
posigio anloga- Na Franca existe o quadro da
actvidade e o da reseca ; mas aidads orne re-
gala para o offlcial ser transferido da a'.-tividade
para a reserva. Esta disposigio nao te,m seme-|
Ihanoa nenhuma com a qne se discute^ qae nio foi
a que o Sr. ministro pedio m seu rfjatorio : mas,
como encontrn opposigio na eamsva dos deputa-
dos, rendeu-se S. Exc. coromis,<>;o, qae foi ejta-
beleoer ama disposigio oondetr,nada pela laeis-
lagSo actual. i
Por esta dtsposieo o oficial depois de' ama
Fot nomeado cavaiheiro da ordem da Rosa o
lente honorario do exorcito Elpdio Borges de
Barros, ficando sem effeito o decreto de 23 de
abril ultimo que o nomeou cavaiheiro da ordem
de Christo, por ja ter elle essa condecorado,
Foi concedida a seguate peasio qae fica pea-
dente da approva cao da asserabla geral:
A Thereza Candida de Jess, mi do anspetada
do 1 corpo de voluntarios da patria Evaristo Jos
da Silva, a de 15A mensaes.
Por decreto de 25, toram concedidas as hon-
ras do posto de capillo do exercito, em attengao
aos relevantes sorvicos prestados na guerra contra
o, Paraguay, ao ex-capito de voluntarios da pa-
tria Maximiano Jos Gomes de.Paiva.
Por decretos de 19:
Foi reformado no posto e com o sold de cap-
tao de mar e guerra o eapitao de fragata Antonio
Joaquim Currello d'Avila, por ter sido julgado in-
capaz do servico.
Levantou-se a clausula com que foi promovido
o 2. tsenle da armada Joo Egidio Castro de
teams.
Concedeu gulameoto que baixou com o decreto n. 738 de 2>
de novembro de 1850, a gratificado animal d*
300 j, ao manuense da secretaria do tribunal d>
cemmercio da provincia da Bahia, Luiz Pereira
de Miranda.
Fez-se merc da serventa vitalicia dos segua-
les olDcios :
A Joo Baptista do Amaral, de partidor e con-
tador do termo de Santo Amo na provincia de
Pernambuco.
A Laurentino Henrique da Silva, de tabeiliao
escrivo de orphios e ausentes, e mais anaexos
do termo de Pracuruca, na provincia do Pianbv.
Foram declarados vagos os offlcios de f scriv .
do geral, crime e civel e tabeiliao do publico, ju-
dicial e notas do termo de Mamanguape, na pro-
vincia da Parahyba, conforme requereu o respeti-
vo serventuaro Vicente Ferreira Serrano, ficand.
obrigado o seu successor a prestar-lite a trra,
parte dos rendimentos segundo a lotaco.
Foram declarados de nenhum effeito :
O decreto de 23 de marco do correte anno, que
nomeou o bacharel Pedro da Costa Abreu jai/,
municipal e de orpbaos do termo dos Lenge?, na
provincia da Babia, visto nio ter aceitado a no-
raeagio.
O de 27 de abril ultimo, que nomeou o bacha-
rel Manoel Arobroio da Silvera Torres Portugal
juiz municipal e de orphios do termo de Ip, na
provincia do Cear, por nao ter o anno de pratica
na forma da lei.
Por decreto de 18, foi concedida a Joaquim
da Rocha Leo a demissio que pedio de lugar d-
ajudante do corretor da caixa da amortizagao.
Por decretos de 2o do citado mea foram no-
meados :
Ajudante do corretor da caixa da amortizagao.
Custodio da Rocha Leao.
Inspector era commissao da thesouraria do Cea-
r, o 2.* escriturario da da Babia, Antonio do-
Santos Castro, ficando sem efleito o decreto pelo
qual fra nomeado para aquella eommsse o 1.*
escripturario Jos Luiz da Costa.
Chefe de seseo da thesouraria do Rio-Grande-
do Norte, o 1* escripturario Birillo Leo Saraiva.
1.* escripturario da mesma thesouraria, o ofii-
cial da respectiva secretaria Joaquim Alfonso Mo-
reira de Almeida
Chefe de secgio da thesouraria de Mato-Gross,
o Io escripturario Antonio Augusto Ramiro de
Carvalao.
1.* escriptaaro da dita thesouraria, o offlcial
da respectiva thesouraria Francisco Manoel d
Araujo.
Offlcial da referida secretaria, o 2a escriptura-
rio Benedicto Manoel Nunes.
Por decretos de 18 :
Foi reconduzido o bacharel Joo Baptista da
Costa Carvalho no lagar de juiz municipal e de
erphos do termo da Estancia, na provincia a
Sergipe.
Foram nomeados juizes municipaes e de or-
phios :
O bacharel Alexandre Celestino Fernasdes Pi-
nheiro, do termo de Capivary na provincia do Rio
de Janeiro.
O b charel Aristides Augusto Mlton, do termo
de Santa Izabel de Paragnassii, no provincia da
Baha.
O bacharel Joaquim Joas Bezerra Montenegro,
do termo da Ponta-Grossa na provincia do Pa-
rsn.
Foram mais nomeados :
Jos dos Santos Silva, tenente-coronel comman-
dante do batalho de infantaria n. 57 da guarda
nacional da provincia de Pernambuco.
O lente Francisco Pinto do Prado, tenente-
coronel commandante do 4. batalho de infanta-
ria da guarda nacional da provincia do Maranhu.
Por portaras de 27, foram nomeados: o capi-
lo reformado do exercito Jo-e Ignacio de Medei-
ros Reg Menteiro para encarregado do laborato-
rio pytotechnico da provincia de Pernambuco; e
Manoel Joaquim Pereira para o lugar de ama-
nuense das offleinas do arsenal de guerra da corte.
Por portara de 17, foi nomeado commandanje
do corpo de estado-maior de 1' classe o brigadei-
ro Joao de Souza da Fonceca Costa.
Chegou corte, no vapor de 26, bordo d>
transporte Werneck, a ala esqueriia do 37 bata-
lho de voluntarios das provincias de Sergipe e
Alagoas, e o 36 da provincia do Maraaho, ao
lodo 900 pracas.|
S. M. o Imperador, acompanliado do* seus se-
manarios, foi logo bordo d'aquelle transporte
e assistio ao desembarque e aquartelamento da
furea.
A ala esquerda do 37 foi reunir-se ala di-
reita que se achava na Armaco, eo 36 loi par.i
o amigo crtame, em S. Cnrisiovo.
Unidos aos ltimos chegados-, constituem estes
voluntarios o stimo contingente que, formara
urna brigada dos batalhoes 31, 36 e 37.
No da 29 fez elle a sua entrada na corte, que
assim descripta pelo Jornal do Commercio :
< Kealisou~se hontem tarde a entrada solem-
ne na cidade- da brigada de voluntarios ltima-
mente chegada do Paraguay sob o commando d<>
Sr. coronel Antonio Augusto de Barros Vascon-
concellos e eomposta dos batalhoes 31 (antigo cor-
po policial da corte), 36 (do Maranhio o contin-
gentes do Para e Amazonas) e 37 (de Sergipe e
Alagoas).
t Pouc depois das tres horas da tarde desem-
barcou a brigada no arsenal de marinha, ond-
a esperava S. M. o Imperador, acompanhado d
seus semanarios e ajudante de ordens,. S. A. o Sr.
conde d'Eu, os Srs. ministros da guerra, marinha
e justiea, varios olciaes generaes de mar e trra,
altos fnccionarios pblicos, muitas- pessoas gra-
das e numeroso conourso de povo. Formados os
batalades, S. M. o Imperador proanaciou as se-
guales palavras :
Srs. commandnles da brigada e dos batalhoes
de voluntarios da patria.
Acceitai este abrago para vos e vossps ca-
marades.
< Desaffrontastes gloriosamente a dignidade do
Brasil. Reeebei as merecidas evages de vossos.
cerapatrioras. <
Vivam os voluntarios da patria t
t Vivam o exercito a armada naeionaes f
Estes vivas foram entusisticamente corres-
pondidos.
t O Sr. conselheiro Fortado, em nome dos Ma-
ranhenses, leo seguinle discurso :
Bravos voluntarios da patria rOs Mara-
nhenses residentes nesta cidade encarreg.-.ram-nii
de saudar-vos vossa chegada.
Ao deeempenhar esta honrosa commissao sin-
10 grande emogio, porque a alegra de tornar a
ver vos se mistura doloroso pezar por muitos mil
dos noesos coneidadaos, vossos corapanheiros do
gloria, que ja nao vivera, e aos quaes nao foi dado
o derradeiro somno em trras da patria. As es-
trellas do firmamento sao os cirios qae allumiam
esses heroicos tmulos, cajo epiuphio a lera-
branca da nago agradecida.
t Vos, que sobrevivestes, sois os restos glorio-
sos d'esse valente exercito, que ao lado de noesos
dignos alliados orientaos e argentinos illnatrou
nossas armas, e conquistastes para o Brasil tmpe-
recivel renome. ,.
Desapercebido para a guerra, tudo Insiat-
tava ; homens, cavallos, armas e municoes. O pe-
rigo era grande; porm a energa da nagio e a
vossa coragem e dedicacao foram superiores.
Ao reclamo da patria injusta e traicoetra-
mente aggredida, correstes s armas. Naonesi.
tasles peranle a grande do comroettiraento, o ^
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Diario de Vernambuco -r Sexta feira 10 de Junho de 1870.
BUIlgPS qae yis sao
O Oro-Par e
amebs profisso andar, tendo de affronlar-vos
tjfn trastes numerosas e disciplinadas.
O ardimem' -iiw correte s armaspo-
da parecer* a prinriptu assomo do iudigoacao ;
porm os successos denjnstrram que er esfor-
corte almas viiis, quirs ihaiorea perigos e pri-
vagues om pddt-m desmaiar.
As epidemia uno si* de orna ver issolaram
vassns acampamentos, a utuadacao e a tome ; for-
UScaPoes formldavei?, que o inimigo linha por in-
veocivejs, defendidas, por numerosa ariilharia, o.
por um exereito superior em aamero, territotiu
desconltecldi), coberto de matas, cortado de ros
oo suffiesles e tudo superaste?.
A historia registrar' man ama. vez enire n-
Dameros feitos du velor o re-signaco, dignos do
mais dar grito, qae soldadas voluntarios anda
i is inlius quando dominadas pelo patrio ismo, p-
deui ventajosamente medir-se com tropas ilisci-
puteada), quando o pnncipil movet d'cstas o ha-
bito da dlsiptina e o leraor do castigo,
A religi.io propagava a fu honrando seus
nartyres. O Br.vil heursmdo-os, honra aquclles
que propagaran) as tndicoes do patriotismo e da
(tais n^-sa porfiada guerra era qno nobremcnte
vtnpastes a dignidade e a honra nacional, e dstes
a liberdado .esse povo infeliz, instrumento cegu
des atrozes aggraves contra nos e nossos bravos
Miados, e viet.ma le que ha memuria no> aonaes modernos.
A guerra em duvidj lerrivel calamidad*!
par* as nacoes ; mesmo o unaior dos alternados
voatraa humanizado, qnana emprehendlda pota
nHbiro das conquistas, ou pelo capricho dos che-
las dos estados-; porque clao o assassinato aos
mimares, a depacdacao e & devastaeo em larga
aseria.
Quando, porm, tem por tim ou a indepen
deneia, ou a honra ou a hberdade das nadies,
>am sagrado dever, que deve ser aceeito, por maio-
ros c mais dolorosos que sejam os sacrificios ne-
cessarios para cumpri-lo.
O Brasil au poda, sem tornarse indigno de
ligurar entro os estados independentes, recusar a
guerra a que fui provocado. A que Huestes foi,
(iois, ama cruzada de honra, de civilisaeao e de
'uimanidade. Nao fanha-ies trophts sobre as
ruinas da lberdade, o tem o carro do vosso irium-
pho rulou sobre a eatvca de homens livres.
Por isso a patria" agradecida e jubilosa en-
toa livianos de louver aos heroico > defensores de
sua honra e integridade territorial. E em breve
ver-vos ha restituidos aos vossos lares, trocar os
duro. e destraidores irabalhos da guerra pelas
latas pacificas da intelligencia e do trahalho, no-
brea e permanentes oecupae.ocs de eidalos livres,
as quaes coustituem a grandeza e prosperidade
dos estados.
Ouvireis dos vossos contemporneos, qne sao
.j para vos a posteridade, ao pa sar qualquer de
v- Aiii vai un voluntario da patria na guerra
dos cinco anuos. Patavras que dizem toda a ve-
vraro e gra lidio de que -os redores.
' Os vossos comprovincianos, em igual de
apireo aos vossos relevantes servieos, olTerecem a
> o.-sa bandeira, embioma da honra militar e da
iu tendencia nacional, resumo de passadas pug-
nas o de iriOBiphos recentes, e-ta modesta cora,
e mais duas aos vosso bravos commandantes.
Viva S. M. o Imprador e sua augusta fa-
milia Virare os voluutariosda patria Vivam o
exercitp e esqnadra Vivam os seus comman-
lairtes em chee I Viva S. A. o Sr. Conde d'Eu.
Em seguida o Sr. conselheiro de estado Sou-
r.a Franco di ri,'i o aos voluntarios do Para e Ama-
zonas a segninto aliooueo, elferecendo bandeira
ima linda cor Voluntarios do Pai e Amazonas I
< Os louros que oiagera a fronte dos bravos
vencedores do Paraguay, vos os merecestes e os
livianwa na vossa fronte heroica.
A naci os contemplenthusiasmada e reco-
nhecida, e oc efe do estado acaba de v-s signi-
Bear a satisfaco da naco e seu imperial reco-
nhecimeuto.
Esl\ c >ra, emblema de vossa bravura,
modesto recouliecimento de comprovincianes e
dedicados.
e o Amazonas voj esperara, o
enihusiasmados com tanta bravura e lio heroica
dedicacj lioorarao em vos a memoria de tantos
bravos que sacrificaran) suas ridas preciosas em
defeza des direilos e da honra da na^o.
< Viva a naco brasileira I Viva S. M. o impe-
rador Viva o principe general em chce do
exercito Vivara os voluntarios do Para e do
Amazonas !>;
Pelo Sr. consrlheiro Tito Franco de Almeida fi
liJo o seguiule discursa :
lia cinco anuos que o povo flumirarase assistin
lio oeste mesmo lugar ao embarque de muitas
centenas do voluntario* do Para.
< Baterain os pitos do Iodos fazendo votos pelos
cidados soldad >s, que marchavam a derramar
seu sangue, a offerecer a vida para ouedecerem
aos recamos da patria offeudida.
Partiram muitos voltaram pouuos, porm
bravos, para roiaiarem as proprias e as fa can has
d .s c.Hnpanheiros do armas que a l*rovidencia
preferir para martyres do sanguinolentos com-
utes da tyrannia paraguaya : poucos bravos,
porm bastantes para atteslaretn qaantos inales
produc o despotismo, quaulos saerieios precisos
; ara debela-1..
' De|i.iis de perezrinarem por aquellas longin-
qaas, ingratas rogioes, vultem as reliquias pa-
raeiise.-. para na patria dedicarem-se pratica de
dai a> virtudes cvicas. Soldados armados pelo
uais puro nvisiao, quando a patria gritava
. na -.iraasformem-se de novoem cdadaos pa-
i. -. zekMot da independencia, amantes da li-
rdadS
- daciza Tuyty.,Potr.rr. Pires, Sanee, Guru-
i.ty, llumail, Chaco, Tebiquary, Suruby-hy,
Mi^osiura, Itoror, Villea, Ivahy, Lomas Valenti-
nas, todas as montanhas e posicoes accidentaos e
pengata* da ultima e decisiva phase da campa-
.111, attesiaoi a bravura dos voluntarios paraen-
ses, dos dignes soldados do Ilustre Osorio.
To grande glora, porm, menor do que
b omnigiltu da cicilisacao, a coragem da inde-
iieddencia, a adoraco da lilierdade, que, para
inseguirse, exigeni a virilidade das almas, a
i iruleza dos caracteres.
A coroa modesta que os Paraenses ollerecem a
glorien bandoira dos voluntarios da sua provin-
c.a, um preito devido s constantes pravas do
, airiotismo, de todos quantos ella conauzira aos
coiultalet o victoria.
t Vivam os voluntarios paraenses Vivam os
i'hdjs soldados da Hberdade brasileira Viva
S. M. o Imderador e a familia imperial Viva o
general conde d'Eu Viva o general Osorio I
< A Sra. D. Carlota milia Franco de Almeida,
Sttoa do Sr. eonsettteito Tito Franco offereceo urna
"roa de louro ao conmandante do contingente do
Para, pr 11 ferrado as seguintes palavras :
-. Sr. comraandante dos voluntarios paraenses.
< Em nome de todas as Paraenses ausentes,
rato tirando prazer em offerecer-vos esta coroa,
; mralo da victoria da patria, e do voso patrio-
o e coragem.
< Ella prova tambera que todos n-is nos asso-
ian.os ao regosijo do paiz, que de braeos abortos
com applauBM recebemos os voluntarios herejes
'a grande campania do Paraguay.
Viva o bravo cjmmandante' dos voluntsrios
paraenses I >
Forain anda recitados outros discurses e poe-
sas pelos Srs. Angelo Amaral, Guedes, J. Serra,
Castro e outros.
< L'iu menina, ua do Sr. conselheiro Fabio,
ofterecdu bandeira do batalhao 36 ama rica
coroa de ouro, de que j demos noticia, e aos
'ommandantes do mesn.o batalhao e da brigada
rur.Jas de luuro.
Os invlidos da patria forana receber os seus
mipanheiros de gloria e soUriment e o oorpo
uiiliur de polica fui tamben) ao encontr do 31 de
>iuutarios.
< No meo de entusisticas acclamajijes, e ao
s >m das .bandas de msica, dos repiques de sino e
sialar dos foguetea, desfilon a bngada pelo por-
lo arsenal e coroeeou o sen |iaswo. Chegan-
do a iraca de D. Pedro L e, dopois de feila a coo-
taaijcia S. M. o Imperador, segoiu pelas ras
.'.ntonormente deaigoadas, que se achavam oraadas
)ui colchas e bandeiras, e onde o p#vo se apj-
nhava para saudar os bravos voluntarios que to
i'joremente soaberaa viagar a honra nacional.
Em varios puntos foram rectalos discursos o
poesas.
a No campo da Aeeiaoiaqio, terminado o pas-
eio, na tres batalhSes recolheram-se aos seos
respaelivaa qnarteis.
Heunio-se, no accionistas da comnanliia brasileira de paquetes
vapar, para a disousso do seguinie parecer :
< Srs. accionista?.A cominissao de exame de
coatas que elegesies na ultima sessao da assem-
bta geral ordinaria tem a honra de, em curapn-
mento do art. 27 dos nossas estatutos, trazer ao
>so conheeimenlo o resultado dos seas traba-
l'ios. Deaois de um escrpulos exame do balao-
scando minuciosos detalhes e especifica-
, achamo-Jo exacto e de acord com a eserip-
tnracao, a dual est em da, e tote com boa or-
den) e asseto, dignos de todo onlogio. Verificamos
os valores de carteira e da oaJxa, os qnaes conle-
rem com a escripluracao.
A coota de gaihos e perdas, nao obstante ha-
ver-so distribuido SI V om "ivfdendo smestraes
de tueros lquidos, ainda dmxou nm saldo o*
91:t3fij30l, que passou seb o mesmo titulo para
o correnta anno,
t Acommissio nao.poda delxar de prestar,
como prestou, toda a sua allencao manara por
que se hoovenirectorta em suas reiacSes com o
governo' imperial, e a )alga tnerecedora dos maio-
res louvores pelo zeto com qae advogou os inte
lOOirs e sobre
() vendiam-se
Iris 480 rs.
a n 3/4 d. por
por fr.
Os -abe raaos
eada um.
Sabio para Pernambuco, no dia
hespanbol Ltpanlo.
IHU
No dts 59 assamio as reeas da1
da provincia, i. I Mce-nrsMaole,
or loio los do Almeida toun.
t- A assemlila provincial fui de-ajo\rproroga
da alo o da 6 do correte.
Achava-se no porto, era viagen do fiio de
Janeiro para os Esudis-UnWo, a fragai ameriea-
o brigue
' drainstra-
leseMbar-
resses da companMa, qaer em relami a sua abs- na Sabino, montando 35 pecas,
tencao do concurso qae tave higar P"iocontrato
do servio costeiro e fin vial sob astJadtcOes pae
bhcadas pela directora dos correios, eit 14 do
julho prximo passado, quer, priocipalmeme, do
negano-se ao cumprimento o officio de 17 de
fevereiro ultimo, expedido pelo ministerio da agri-
cultura, commercio e obras publicas, no qual f
intimada a companhia pajra entrar n'ara o thesouro
nacional cora a quaiHu de 430;87SJS760, com-
excesso de recita soOre o dividendo de li'% dis-
tribuido oo anuo de 1865, nos termos da 13' clau-
sula do contrato de 1859, por isso que, tendo a
diroctoria coosultado os mais notaveis jnrisconsal-
los desta corte, foram todos de parecer de que, se
o governo imperial se julga con) direito a ura ver-
dadeiro ou suppnsKi excesso de Iucms, alias con-
lesiado pela companhia. a decisao pertenen aos
tribunaes, o de ipe nao administrativamente que
ogiveruo mpriul |)de resolver mi vidas em um
cottrato Maleral, do qual o proprio governo c
ama das partes contratantes. _,
A commissao confia em que, so esta questo
fr submettida decisao dos tribunaes competen-
tes, justca nos ser feita, e assim nao ser priva-
da do rjtte legtimamente Ihe pertence, ama com-
panhia brasileira que, na poi-a mais crtica por
que tem passado o imperro, tantos o tao bons s/r-
vicos prestou ao paiz e ao governo imperial. Es-
pera mais a commssao que esta divergencia, que
infeliz:uenie' existe entre o ministerio da agricul-
tura, commercio e obras publicas e a directora,
nao peder abalar a boa harmona em qae se
aefaam as rel^oes da nnssa companhia com o go-
verno imperial, cuja benevolencia a directora
muito se tem esforcado por merecer, roconhecen-
do, como ben) disse a Ilustrada cnmmisso de con-
tas do anno prximo passado, que elle a grande
alavanca da compannia e o sou melbor l're
guez.
r Com o devido cuidado examinamos a coota de
carvo. que, como sabis, a verba mais impor-
tante de nossajdespeza, e roigamos de informar-vos
que a pratica ja de mais de ura anno tem justifica-
do a saluiar medida, que lotnou a nobre directo-
ra quando resolveu mandar vir e comprar por
conta da companhia o carva Decenario ao sevi-
co de seus vapores. E, de certo, apesar de um
augmento de quasi 1,000 toneladas no censumo
deste combustivol no armo prximo pastado, tve-
mos ura beneficio de 110:1594632' comparativa-
mente ao anno de 1868, beneficio que, como acer-
tadamente declarou a directora no sea ultimo r-
latorio, teria sido maior senio fra o elevadoiire-
co porque nos llcou 0 resto do carvao qae nos era
fornecido por contrato.
Este resultado que, como muitos outros, reve-
la o zelo e ainlolligcoci com que dirigida a
nossa associa^ao, se nos foi vantajojo, nio o fol
menos ao tbesonro nacional. *]ae eeonomison a
| importante qoauta de 90:0tW, por isjo que se
responsabilisou pelo excesso do preco de 25-3 por
tonelada.
<* As officinas e o trapiche foram por nos exa-
minados, o at onde nos foi compativel chegar,
acharaoi todas essas depondencia3 em boa ordem,
parecendo-uos que os seus valores, bem como s
dos gneros armazenads-, nao soffrerlam grave
alteraran, dada a hypothese de ama liquidara i.
Em conclusSo o a commissao de parecer:
1." Que sejam approvados o balango e as
conlas do anno de 1889.
, 2." Que se d um voto de lonvnr e reconheci-
mento a directora pela ddicacao, zelo e intelli-
gencia com que tem administrado os interesses da
companhia.
t 3 Que se louye os empregados de todas as
pela sna parte e levar ao seio da assembla pYo- ( sabel, Pernambuco, 5 mezes,\S. Jos ; eonvnl- f sabiUada lenal
vinvial Aafa ifamnnclnu\aa ra man mpnnhwi. I fftaQ '
mea
cathegorias pelo zelo com que desempoubaram os
seus deveres
Rio de Janeiro, 21 de mao de 1870.loao Ne-
pomaceno do .S.Diocleciano Broce.Jos A.
de Lemos. >
Falleceu, no (lia 31, o membro do supremo
tribunal de juslica, couselheiro Joo Joaqnini da
Silva.
Lemos n> Jornal ib Commercio :
i Aposar da manhaa ter apparecido chuvosa, e
dos diversos ohuviscos qu cahiram durante o da,
foi grande o concurso de povo que hontem (?6)
aflluio s corridas de cavallos instituidas no Prado
Fluminense pelo Jockci Clnb.
As archibancadaa estavam cheas de homens e
seohoras, e grande ouraero de carros, cavallciros
e pessoas de p guarnecam diversos pontos em
torno da barreira. Parece j fra de davida a
aclimatacao entre m3 deste otil divertimento que
nao pode doixar de ter, como tem tido em teda a
parte, poderosa iniraencia sobre a criacao dos ca-
vallos e apcrfeieoamento das suas racas.
Em geral as corridas foram bem disputa-
das. A 1" e a 4* eram ligadas, e ganhando em
ambas o Colibr, gargantilho de 8 annos, natural
do Rio da Prata e propriedade do Sr. conde de
Herzberg, dspensou a 7.a A 2", 12 quadras, foi
ganha pelo Malaearinha, castanho de 10 annos,
natural do Rio de Janeiro e propriedade do Sr.
commendador F. P. da F. Telles.
' A 3*, 8 quadras, pelo Cognac, rosilho de 7 an-
nos, natural de Minas e propriedade do Sr. Gui-
llarme Mangeon.
Para a 5', 8 quadras, em pello, estavam ins-
criptos sete cavallos, faltou, porm, um, o Jfnco-
co ; outro, o Maras-juino, recusou sahir a tempo,
de modo que correram cinco. Destes ganhou o
Mnrimboiui), coslanho de 6 anos, natural do Rio
de Janeiro e propriedade do Sr. Luiz Igoacio da
Cmara.
A 63, 16 quadras foi ganha pelo n-ngnito,
ruco queimado, de 7 anuos, natural do Rio da
Prta e# propriedade do Sr. Dr. Gustavo A. de
Suckow.
< A 8*. 8 quadras, era de amadores. Ganhou
o Sr. E. Jones, montando o Othelo, preto, de 7 an-
nos, naturai do Uio da Prata e propriedade do Sr.
conde de Herzberg.
Grande numero de offlciaes de todos asclasses
do exe^ito, e alguns da armada, reaniram-se,
hontem (29) no theatro de S. Pedro de Alcntara
e deliberaran! fazer urna solemne manifestaran aos
corpos de linha, quando chegarem a esta corte de
volta da sua gloriosa misso.
A reunio foi presidida pelo general Agolar,
servndo de secretarios os Srs. major Amaral e
capitao Luiz, nomeados todos'por aeclamacio.
Elegeu-se d'entre os presentes ama comms-
sao composta do generaes Aguiar, Andrea, Beau-
repare, coronel Raposo, capitao de mar e gu rra
Garcino, major Ama,ral e capitao Luz, par reali-
sarem a dea da retmio; sendo nomeado orador
o major Amaral. >
Alguns alomos do 3. aano pbarmaceutico
reuniram se e fundaram una socedade emanci-
padora, cuja directora flcou asstm composta:
presidente, Antonio Eduardo Perelra Neves; se-*
crelario, Prancisco Fernando Povoas ; thesoureiro
Alfredo Simplicio de Aodrade ; procuradores, Pe-
dro Rodrigues Holtt-e Benjamn Guilherme dbs.
fiis.
Ante-hontem (47) das 4 para as 8 horas da
tarde, os marinheiros Miguel Jaeomo e 'Jorge Sa-
labe tra varara-se de razoes era urna tavtna roa
PrimAro de Marco esquina da de Braganca. Sa-
lundo para a ra, passaram a vas de facto e Ja-
eomo armando-se com urna faca, interrou a no
estomago de Salano, deitan'tando-o mortt) a eus
ps. 0 iusp?ctor do respectivo quarteirlo, pre-
senciando o crime, correu ao arsenal de marinan,
onde reqnisitou duas pracas, com cojoaaxiilo con-
seguio prender o assassino prximo da roa de
TheophiloOltoni.
O .ifoitrtfr Campista refere mais dous actos
de emancipacao.
O Sr. Jos Francisco de Mallos I'imenta tomn
a deliberaco de declarar livres todas as crias de
suas escravas qae perteocam ao sexo femioino, e
que vejam' a Inz, desde o 1" de Janeiro de 1871
em dian'.e ; sendo ainda este acto de amor da hu-
manidade precedido de outro de igual natureza,
que o ter j libertado, no dia 10 do corrate 4 de
suas oscra.\as menores.
< Consta-nos que a lpjn maconica Firme Uaio,
no dia da sua posse, resolveu libertar, e elTeetiva-
mento libertpu pela uuaotia de 1:200j, a menor
Adelia.da II aom de idade, escrava de Manoel
da .Silva. Campos. Pela raesma osoaaiSo foi libertada
pela quanti.t de 1:200 j a p)ai da referida menor
peto concurso de muitas pessoas desta cidade, que
a conheciam, o a julgaram mereesdora de tao grao
de beneficio.
A alfandega da corte renden no mez de maio
2;906:670674.
O cambio regulava : sobre Londres 22 1/2
A alfandega rendeu no mez de paio.....
893:183 5*8.
Lemos no Jornal:
i Na villa da Barra do Rio Grande dS. Fran-
cisco, pelo Dr. deledado Vital Fefreir d] Moraes
Sarment, loi capturado a o criminoso Jo Rodri-
f lies de Souza, qne assassiaou a Pedro azumba,
no distrelo de Brejo velho, d) termo (p Campo
Largo. .
No dia de sabbodo 23 de maio 0 crijulo BpI-
chior, carapina, morador quinta das Brotas,
chegando por noiie sna casa, mudou m ronpa,
veslindo-sc melhor, e touiou um copo de veneno,
que j hava preparado.
< Veio a snecumbir disso na manhaa d';di? se-
g i ti te. \
t No dia 2 dj corrento tarde foi rjolnido
pelo subdelegado da Conceicao da Praia o adaver
de um nglrz, qae era levado pela correnpza, j
em estado de put-efaeco.
< Procedeu se eorpo de delcto, fol
onecido ser J. D. White. capitao da pata
glez SierUmit, vndo do Rio Gnnde, conl
do ao negociante, George Wilson, Shpchaq
a carga a casa dos negociantes Antonio P
Puntes e C.
Foram encontrados no cadver 3 libr/ ster-
linas e duas chaves, que o Dr. chefe de/ polica
enviou ao respectivo cnsul.
O cadver toi entregue pelo subifaado ao
referido Wilsoa, aflu de ser sepultado.
O cambio-dobre Londres regulava$2 3/4 d.,
sobre Parts 412 rs,sobr Hamborgo
bre Lisboa 168 0/0.
\j.ai:o\s.
A presidencia da provincia nomco
misso composta dos Si. padre Anl
Costa, major Manoel do Nascimen'o
E. de Arroxellas Galvj, para se
dar exeeurao a lei provincia n. 517e 30 de abril
ultimo, relativa a eraancipacao de acravos.
As grandes chovas de sestaifeira e sibbado
passados, deram grande enchentaao riacho Ma-
ce, que, turnndose eaudaloso,irruinou a pon-
te da estrada de ferro que sobrejello passa.
Para proaiover os fest qos lela volta do con-
tingente de voluntarios alago/os, foi nomeado
pelo presidenlo da prov'ocia urai coromissio com-
posia dos Sr. padre Antouio da Costa, bn.
Thomaz do Botuiim Espindola i Joaqun) Jos de
Araujo, capitao de fragata Frjbcis^o Jos de Oli-
vers, majores Francisco de wisconcellosMeodoo^
ga, Manuel Clandino de A^i.xellas Javme, Joso
Virginio Teiscira de Arauj Manoel Marlins do
Miranda, e L,uiz Jos de Mewonc^, tenenlecoro
nel Vicente Alves de Aguif e inspector Faligo-
oio Avclino Jucuodiano dejkraujo.
rs., so-
ima cora-
ono Jos da
ado, e Dr. 0.
:arreg3r de
vineial, estas demonstrac<3es de
ment e gratidoo. >
lo dia 4 do correte d?u-so um desuire no
rio Potengi, na altura do porto da Macabba.
Vinha da Macabba de agua a balso a lan-
cha Fiar do Rio, pelas 10 turas da oolte pouco
mais oa menos, quando um dos remeiros, escravo
Jeaquioi, perlencente a D. Shrgarida, sentio-s um
tanto incommodado e levantando-se do banco em
que remava para ir beber agua, nesse trajelo,
vram os seos companheiros perder- elle o.equili-
brio precipitarse os rio snbmergiado-se itnme"
aiatamente.
At boje ainda nio appareco o seu cadver.
A polica acba-se era actividade para.desco-
bri-lo, afim de proceder-se o eorpo de delieto e as
domis deligenciasque forem neeessarias.
i O nosso mercado (lea abastecido de farinha
boje vendeu-se a 800 rs. a cuia de cinco tijellas,
havendo probabilidade de aoffrer ama baila con
slderavel nesies poucos diis.
No dia 2 reassumio o exercicio das respecti-
vas funecoes o inspector da alfandega desta cida
de o Sr. major da reserva Thomaz Antonio Ramos
Zaoy. que ha nm anno se achava de licenca fura
da provincia.
Coosla qae fura captarado no districto de As-
sar, provincia do Cear, o criminuso de homici-
dio no Astricto de 8. Miguel desta provincia. Gal-
dio Alves de Souza, ctijo processo, seguado so
ir, j se acha instaurado e com a devida pronun-
cia.
Por acto de hoje foi nomeado administrador
do coiDlurio da cidade do Principe o C|dado Ma-
noel Salvino de Araujd"
NAVIOS CARGA.Bm Lisboa Alexandre
Heivulano para Pernambuco ; no PortoAmelia
e Laura idem. Ahocico-para o Maranho e Para,
NAVIOS CHBGADOS Ao PortClaudia a 15.
isbdn a 17, e Pelix a 20, lodos de Pernambuco.
NAVIOS SAMDOS.Da Lisboa a 14, Laia l
para Pernambuco; do Portoa ii, Triumpho,
dem.
CEAREXSE.Este vapor da linha de Liverpool
sahio de Lisboa, para o Cear, Maranho e Para,
no ala 18 do passado.
AMBROSEESAPPHYRE. Estes vapores de
Liverpool eram esperado em Lisboa este de 4 a
7 do correte para Pernambuco, e aquelle de 1 a
2 para o Cear, Maranho e Para.
FUNDOS BRASILEIROS.Eram assim colados
na praca de Londres a 2o do passado :
5 % de 1859 92 a 94.
5 % de 1865 91 a 91 '/
4 'A Vo de 1852-58-60 6 a 88.
4 % % de 1863 80 a 82.
ENGLISH BANK OF RIO DE JANEIRO.Lemos
na correspondencia de Portugal:
O dividendo annunciado por este banco, com
relacao ao 2. semestre do anno findo em 28 de
fevereiro ultimo, de 8 schillings por ccao, pre-
REVIST-OIAKIA.
ASSEMBLA PROVWCIAL.-Hontem assem-
bla. sob proposta do Sn Firniino de Novacs resol
veo suspander os seosjWlrtlrws por tres das em
signa! de condolencia pVla infausta nilici? do tal-
Jecimeoto do pelado dista dip:es0,o Sr. Fran-
cisco Cardoso AVTes.
20:000 iOOO
08:500000
rcsjte para a
1:1705000
:J:90)000
1:430-5000
olie:
200 000
2':5005000
24:740*000
13:700OW
21:157#340
i0:700000
8OOJ0O
irouxeram
7:798000
:j:6l2O00
432JO0O
2OO0O
1NHEIRO. O e-iper franc^z Gironde levoa
bootem'de nossa prac> :
Para a Labia
t Rio de Janeiro
0 vapor brasilera Arims
n< ssa pra 'a :
ynhari Mettler ,& G
Bank o| Rio de Janeiro
Granier, Frei i ^,.
Para as provincias Jo norte trou:te
Parahyba
Caar
Maraoliao.
tara
De nossa prica levoa esse vapor
Para o Cear
o Maranho
< o Pai i
Os vapores Poiciuji o Caruripe,
as segrales soturnas :
Jos B'im Ramos, de Ofivera
S Leilo Je irmaos
Joaqaim -los Connives Beltr-D
Manuel Ferreira Pinto
SOaEOADE UN40 JRMCA. Teve baa.
hem logar a 1* sessao desta sociedade, fundada
por nacos do i' o o anno para o lira de se ins-
truirem na pratica do prosesso crimes. Servi-
ram como autoridades : juii de dreiio Pere-
grino, promotor Aristarco, advogado Jeroncio. O
aecusado foi condemoado no grao mximo do
art. 269 do cdigo rimj.
ARINOS. Em oonseqoenela ie ter de limpar o
fundo, no Maranho, para o que precisa de maior
numero de dia-, seguio hontem para os porto do
norte este vap >r.
EM TRANSITOO Gironde troaxe da Europa
28t) passageiros, com destioo ao sul do impeno,
CONVENTO DE S. FRANCISCO. 0 Rvm.
guardio pede-nos que anouncieroos que continua
a haver missa de N. Sen hora da^Conceicao todos
os sabbados p.;la madrugada eom a solemndide
do eostume.
JURI DO RECIFE.Ante-hontem foi submetti-
do ialgameto o roo Silvano Psreira da Silva, ae,
cusado por crime de roubo, o cjual foi absnlvdo,
sendo seu defensor o Sr. Dr. Joao Joanoim Ftense
ca de Albuquerque.
VOLNLARIOS MARANHENSES. Segundo
cartas da corte deva d'ahi sahir 4 do corronte
no transporto Uapicur, condozindo o batalhao
36 de voluntarios da patria, da provincia do Ma-
ranho.
RIO GRANDE DO NORCE.Palo vapor Polen-
gt, recebemos a segrale missiva do nosso cor-
respondente, em 7 do corrente
t A assembla provincial, encerrou sua sesso
no dia 3 do correte, deposs do haver confeccio-
nado a lei do orramento e da furea policial para a
aooo de 1870 a 1871, fim para qae fora ella con-
vocada extraordinariamente pelo Eim. Sr. Dr.
Silvino Elvidio, digno presidente desta provincia.
Antes, porm, de concluir os seus irabalhos.
na sessao do dia antecedenteaquella Ilustre cor-
poraco dirigi a S. Exc. a segrate felcttacao ;
Illui. e Exm. Sr,A assembla legislativa
provincial do Rie Grande do Norte,,faltara a um
grato dever, se, ao encerrar a presente sessao ex-
traordinaria, deixasse de manifestar a V. Exc. um
voto de adfaesa.i pela juslica e moderacao de qne
se tem sabido V. Exc. inspirar na admiuistragau
desta provincia, tao|digua, como acertadamente
confiada a solicitude e admnistracao de
A attitnde oobre e enrgica a que V. Exo.
assamio, por oeasio da crise aluneatieia, aggra-
vada, anda mais, pelo deenvolviraeuto da eptde
raa ora reinante ; o ancremento dado aos meiho
ramentos moraes e maleriaes ja iniciados de que
se resenta a provincia para poder attingir ao
grao de prosperidade, a que iucontestavelineo|e
Iba d direito seu rico e ameno solo, e finalmente
a barmori% que seapre reinou entre V. Exc a a
mejma asamblea, que por sua parte nio estabe
lece limites a confiauca que deposita na crcums-
(iec?o e tino administrativo de V. Evc,sao, qaan-
do outros precedentes honroso^ se nao dessem, ti-
tolos mnilo justos eiagitimos gratidao de reco-
nbecimentoda proviecia, alm de que sao ellas
plena seguranza deque, maniendo-se V. Exe. ni
ahora do dever, era que se ha collocado, cor-
responder as vista da mesma asserabls, e a*
do sabio joyorno de S. M. o imperador
San estes, Exm. 3r, os votos, qne, em nome
da assembla, as coube a destnela honra, de
aprejeoar a V. Exc. oom quera, por esse dito nos
congratulamos
K- Exc.,dignou-se de responder nos termos
seguales :
< Agrader i cordealmente assembla laajajM
tivaprnviuci.il a febeitacan, que s dignoo di-
rigir-me.
Obsorv ido erfimiuna administracio os pri;
eipios de jus^ae moderacao, nada mais faeo
oue executar o pensamento elevado e magnnimo
do goverao imperial, roaateodo a melbor harmo-
na em a assembla provincia^ apenas satisfaco
o mala grato e imperioso (Uve'r pelas provas aa
is signitleativas de adeso x coolSanca eem
que me tem honrado
reconheci- c3es.
Mara, Pernambuco, Boa-vista; ao nascer.
Jos, frica, 50 annos, solteiro, Santo Auionie ;
hypetropbia do corceo.
Mara, casa dos expostos, Saato Antonio; es-
pasmos.
Maria Joaquina do Carmo, Pernambuco, 72 an-
nos, viuva, San^i Antonio ; cmara de sangne.
Calixto Antonio Fermira, Perntiniiiuco, 58 an-
uos, casado, Roa vista; ottejtite enrome >.
Jo.inna Rita de LimjJfpeTnamboco, 28 anoos,
solteira, Recife; convulsoea.
- 7
Anna Maria da Coneeicio, Pernambaco, 52 an-
nos, viuva, Santo Antonio; diarrha.
Agostinha da Conceielo Gomes, Pernambuco, 60
annos, viuva, Boa-vista, hospital de Pedro II; tu
berculos polmonares.
Romana, Pornambuco, 70 annos, solteira, Boa-
vista, hospital Pedro II ; tubrculos pulmonares.
Juanna, Pernambuco. 3 mozes, Santo Antonio,
casa dos exposio*; diarrha.
Francisca, Pernambuco, 2 mezes, Saato Antonio,
casa dos expostos; diarrha.
Maria Ja Soledade Ferreira, Pernambuco, 70
annos, viuva, S. Jos; apoplexia sorosa.
Jas da Silva Fraga, l'arabyba, 23 airaos, soltei-
ro, Santo Antonio; paralezia.
Cndida Rosa Mendos da Silva, Pernambuco, 80
anuos, yiava, Boa-vista', diarrha.
Laura, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio;
cmara de sangue.
8
Mara Mendes da Conceicao, Pernambuco, 32
annos. solteira ; tubrculos pulmonares.
Jos Antonio Gomes Jnior, Portugal, 70 annos,
casado Boa-vista ; coogesto cerebral.
Malsn* dos Santos Marques, Pernambuco, 26
annos casado, Recife; phtysica.
Josopha, Pernambuco, 13 mozes, Santo Antonio,
casa dos expostos; dos dentes.
Cusma, Pernambuco, 16 mezes, Boa-vista ; es-
pasmo.
Perpetua Mara da Conceicao, frica, G4 annos,
solteira, Santo Antonio ; espasmo.
Francisca Leopoldina Tlienoria de Lima, Per-
nambuco, 21 annos, solteira, Boa-vista ; hypetro-
pbia.
Antonia, Pernambuco, 19 annos, solteira, Boa-
vista ; pneumona.
Rosana, Pernambnco, 37 anno; solteira, Santo
Antonio ; diarrha chronica.
Maria do Carmo, Pernambuco, 72 anno3, viuva,
Boa-vista dizenteria.
Anna Clotide de Figueirdo Braga, Pernambuco,
34 annos. casada, Boa-vista; abscesso gangrenosa.
Deonisio, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos; diar-
rha.
Sabino, frica, 49 annos, solteiro, Boa-vista;
phtysica pulmonar.
que
fazendo asim 16 sehillings no anno, ou 8 % do
capital pago, livre do mcoku tax.
O relatorio da gerencia allude ao prejuizo que
o banco soffreu na fallencia de Franghiadi A Ro -
dacanachi do Rio de Janeiro. Foi este prejuizo
que tm permiltio que o dividendo fosse arada
maior.
-Alm das 120,503:9:7 que o hinco tem de
toado de raserva, passaram mais 4,334:12:10,
contare lucros e pedas do futuro anno.
03 lucros liquides do banco no anno de 1869
a 1870 foram de 44,^34:12:10 inslnindo o ba-, ao major Pinheiro.'fio foi a validarle dessa
escriptura impugnada, tendo sido antas cou-
fessada a realidade do contrito; o 66 o re-
ferido major esteve on nao naqucfle enge--j
nho cousa indifferente para o caso, por-
que quem contratou com elle tal arrenda-
menio, s o fez sabendo e eslanin con-
vencido de que o podia fazer, e nao por
innocencia. Onlro sim.cumpre declararse
que laentira que desde margo ou abril dn
anno passado o engenho Cassu esteja ven-
dido o Sr. coronel Francisco Antonio de
Barros e Silva, petos herdeiros de Antonio
Luiz Goncalves Ferreira, pois taes herdei-
ros poderiam ter vendido sea crdito e hy-
pqtheca qae Ibes devia Manoel Ignacio de
Siqueira, e n5o um engenho que fosse ou
tivesse sido deste; ainda nao chegou o
lempo em qne o credor pode de molu-pro-
laneo de 5,354:1:4, que passou da conta do auno
passado.
LOTERA.A que ge acha a vonda a n. Io0>
a beneficio da igreja de S. Sebastiao do Bonito, a
qual corre no dia 18 do correle
PASSAGEIROS Vindos da Europa no vapor
francez Gironde:
Antonio iusu da Costa Faria, Augusto Bernet,
Gobtaao ilayne, nissionarios capuoluohos Caetano
Lentini, Joo Corsetti, Seliao de Cistrorelva, Can-
dido Sierra e Miguel Angelo Vtale, Bomardo Picot,
Luiz Pingitou, Anna Maria Gerbas, Antonio Fre-
derico, Frederico Biagio e 1 tilhe, Vicente Rianco,
Viceate (>ilimadio, Frederico Carmine e 1 fitho,
Roberto Franco, Vicente Giadice, padre Gabriel
liudice, Maria Nicola Nnvelino. Joo Miguel de
?Stefano e um irmo Angelo RalTaele, Miguel Ar-
ohaugelo Greco e seu filtra Antero Affoosu Greco.
Vindos da Granja e porras intermedies, no
vapoa Potengi:
Maria Adelaide F. da Silva, Francisco Antonio
1 escravo, Horacio Nicandro de A. Nobre, F-
lix C elhe B., Joaquim Firmino de R., Joo F. de prio vender a quem quizer OS bens do de-
Arinia Moni-..I Porini Sahulirin I trt Olivpira S .... i. _
Araojo, Manoel Perino, Seb**tiao I. de Oliveira S.,
Jes Alexandre da Penha, Joo Andr da C, F.
Tavnres P. de A. Jnior, t Ulia e 1 creada, Umbe-
belina Maria do Livrtmento, Mara Rosa da S.,
Manoel Ignacio da C, Franklin Agostnho Roger,
Eaebio da Canha B., Jos Mende9, Antonio Pinto
C. da Gama Ravurandd" Nonato de Freitas Costa e
seu tilho, Jos de Freitas Costa Oliveira, Clemen-
tinj de Gees N., Geny Alldo G. de Miranda, Izi-
dro Fi'Maia e 1 eserrva, Mareellino P. dos Anjos,
Fraucisco das Chagas C, Domingos L. d'Ameida,
Manoel des Santos, Jos Ferreira, Minervino Joa-
quim, Jos RaymundoJS., Manoel F. Gomes, Ray-
mondo F. Gome?, Jos Soares Barbosa, Joaquim
de A. G. e 1 creado, F. Joo das Chagas, Manoel
Estevao de S.. Th raaz D. de Aquino, Jos Ray-
mundo D., Antonio Teixeira Piqueno. Filisberto
Luiz de O., Silvestre F. Caminha, Maria Firmina
P. da S.. 2 escravas e 1 escrava, Raytnundo F. dos
Santos, Arthnr Lincor, Joo Fernndes M., P. R.
Freir, Joo B, C. Lima, R. F. Ramos, sua senho-
rs e 1 escrava, Lucio R. G., C. de Castro e Silva,
Manel P., Joaquim de M. G., Ernesto Fuza Lima,
C. Pacheco de Mendonea, Roberto Low, 1 deser-
tor de polica e 2 pracas que o escoltavam, 7 e3-
cravos a entregar e 2 pracas de polica.
Sahidos para o sul no vapor Gequi\:
Francisco Antonio Xavier Mendonga, Fr. Fide-
lis F. da Silva Masseira.
Vindos dos portos do sul no vapor Annos :
D. Maria Francisca de Carvaiho Figuera de
Mello e 1 escravo, Ernesto AugU3to de Athayde.
Frederico Tavares de Mello, Arthnr Funk Lu-
xemborg, Luiz Agostnho do Espirito Santo, 1 es-
cravo a Maia & Espirito Santo, capitao Antonio
Bento F., Jos E. Goncalves Guerra e 1 escravo,
F. J. Tavares e 1 escravo. A. da Silva Gusmo, 1
filho e 1 criado, Antonio Joaquim, capitao Domiu
gos de S. L. llego Barros, Ernesto Machado Pe-
reira da Silva, sua senhora, sua ta, 1 filha e 5
criadas, Jos Jaouario P. de Carvaiho, Francisco
Goncalves Ferreira, Angela F. do Rosario, M. do
Espirito Santo, M. Felismina do Carmo, Jean Stera-
per, Biancardi ftionize. 2 ex-voluntarios, Dr. Am-
brosio M. da Cunba Cavalcante e 1 criado, Dr. A.
Buarque de Gusmo, F. Jos Domiogues, A. M.
de Araujo, Joao A. Machado, J. P. de Souza Men-
donca, J. J, de Fontes Guimares, F. B. de Figuei-
rdo. L. J. G. da Costa. J. Antonio de Souza, D.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
Para inteireza da verdade e da justica,
desmentido e confuso de quem, com reve-
rendas falsas, pretende confundir o direito,
faz-se publico que sendo junta aos autos de
urna certa acgo urna esc-iptura de arren-
damento feita em 1867 do engenbo Cass?
assumirci em meas es
criptos.
J vcem, pois, o publico, e o Sr. Duarte: que
eu nao posso dar' ao oommnnicado deste, outra
re'sposta, seno a rartffleafpSo plena, e solemne-
que fago do convite, floe lz aa meo referido
commonicado.
Reciten de junjwdn.l87(l, mm~
Jw ntcivMtnci-l Mmieitm Furiad*.
A cmara mnnieiaal .la villa do-Bito, resolveu
em sessao de 2i de naip njtimo, nomear urna
commissio, oa cOrte do Rio de Janeiro, oraposta
de cinco meaibros, para MWtaraej, km nome de
seus municipes, a S. M. o Imperador pela termina-
cao da guerra qua o Baasil susteatou gloriosa-
mente eoolra o despota, ex-dictador do Paraguay.
Damos em senaida o offlcio dirigido ao Exm. Sr.
visconde de Camaragibe, e no mesmo sentido oV
clon.se aos outros membros :
Illm. Exm. Sr.A camaaa municipal da villa do-
Boaito, resolveu em sesso ordinaria, nomear nm
commisso para o fim de felicitar S. M. e Impe-
rador pela terminaco da gnerra que o Brasil sus-
tenton gloriosamente contra o despota Francisco
Solano Lpez, ex-diciador do Paraguay.
Esta cmara tem a honra de eseolber V. Exc.
bem como aos Exms. Srs. conselheiro Jos Ifenio
da' Cunha Figueirdo, Drs. Augusto Frederi>;o de
Oliveira, Francisco llaphael de Mell Reg e Joa-
quim Pires Machado Porte-lia, para seren t* in-
terpretes, junto ao excelso monarcha dos enti-
ntemos de que se acham possuidos os, habitables
desta localidad, |*lu terminaco desea lata, ua
ipial sempre a victoria coroou nossas heroicas
phalanges em todas as batalhas e cncoatros, des-
affrontando assim os tirios doma grande e gene-
rosa naco, vil e traisoeramente ultrajada.
Esta cmara abraca esta feliz opportunidaiic
para aprcsenlar V. Exc. oa protestos da alta es-
tima e consideraco que tributa a pessoa de V.
Exc,Deus iinarde a V Exc.
Pac; > da cmara municipal da villa do Jouito,
em sissio ordinaria, 24 de maio de 1870.
Illm. F.xm. Sr. visconde de Camaragibe, M. D.
seuaor do imperio. Flix Fernndes Portella,
pro-presidente.Jos Cypriano Bezerra de Mello,
Juo Braulio Corr3ia e Silva, Eduardo Daniel Ca-
valcanie Velcz de Guevara, Francisco Tibuccio do
Mello e Silva, Antonio Jos do Mello.
Tributo ao mrito.
Ha ajguem que, nao presenciando os rffeos bc-
nefieos da scieneia por aqaeHes que a exereem,
urocuram deprecala em detrimento de sua con-
servaco.
Ea porm confesso admirado nao resistinda aos
impulsos do onraco, que uio pesso deixar de
expandir minba gratidao para eom o Sr. Br. Pi-
tanga, como medico operador e assistente o Sr.
Dr. Sarment filho, os quaes execntaram eom a
maior rapidez c bom resultado urna operacaO em
minha esjtosa, em um braco qae desde muio pa-
deca de aneurisma.
Isto posto, prosiga o Sr. Dr. Pitan?* cfmi as-
luzes scientiticas de que dispoe a bem da hamani-
didesoffredora, que sempre encontrar quem H-
faca Justina.
Recife,junho de 1870.
Joao Arcenio de hzerrdo,
vefr.
Finalmente declarase anda para cabal
desnorteio de cerlo chicanista, que se o en-
genho Mnnayba fni vendido ao Dr. Jo5o
Francisco Xavier Paes Birreto, tal compra
nulla, nao s por ter sido vendido sem
que o proprietario tivesse feito inventario dos
bens de seu casal, por fallecimenlo de sna
primeira mulber, como porgue aquelle en-
genbo foi pelo seu proprietario permutado
pelo engenbo Cassu, de Manoel Ignacio,
permuta essa, sobre a qual havendo pleito
judicial, foi por decisSo dos tribunaes man-
dado que subsistisse. at que por aeco
competente fosse desfeita. Isto preciso
saber-se, em complemento a um annuncio
ou declaraco feila no Diario do 0 do cor-
rente, para completa inteireza da verdade e
da Justina, desmentido e confuso do mois
retinado chicanista que o co cobre.
Bonito
Moraes, Maurice Maus, F. T. Souza Pinheiro, E.. tavel amigo, nao e faresperar por ruutqtempona
.u. r.;ii n j i..--^ fD mprensa e entao o publico imparcial e sempre
%
Manoel da Rocha, Julio C do Rosario, Luiz P. G.
da Cunha, Goorge F. \V. W- Robellard, Francisco
X. da S. Marques, commendador Francisco da
Rocha Cavalcanle, 1 Albo e 1 escravo, Francisco
P. da Costa, Andr H. Wlmer, Manoel B. Colhei-
ras, D. Rila M. di S e Andrade e 2 criadas, Jos
M. Baptisia, Candido J. de O. Silva, Joo de S.
Carvaiho e 1 3Scravo, Antonia T. Pinto, Bento J.
de Medeiros, Dr. Floriano J. de Miranda, Antonio
V. de A. Cabral, Antonio L. de M. Amorim, Janua-
V*"*e rio G- P^oto, Dr. Magalhes B. e 1 escravo, Ter I
' tuliana F. da Silva, Flix P. da Cunha, Joao F.1
da Rocha Lins, commendador Manoel Rodrigues
Lite, i tWMiS e 1 escrava, Igna:io F. Marques,
George Gatanaer e 30ex-pracas.
- Seguem para o norte :
Alteres Antonio M. Corra, alteres Elias F. de
^arvalho, capitao Antonio F. Passos. J. M. Cavalcanle,las J. da Silva G, Sa-
turnino M. de Loureiro esua familia, Augusto C.
Pinto L, Antonio M. Pimental e sna senhora, Jola
Mallali, alferes Jos 1. Barbosa, Joo Gongalves
"Noguelra e OOex-praoas.
Vindos de Goyanna no vapor Parahybn :
Fr.'.ncfseo Ceza/ioXasiello Branco, Munoel V -
eir Bernardo Junilr; Antonia Julia Moreira de
Andrade. Joo Marlins Noguera Santos, Laurent-
no J. da Costa Jnior e 1 creada.
Vnoos de Mamaoguape no vapor nacional
Cunlripe :
Silvestre Lns de Barros, Jos A. do Amorim,
anoel EL Oliveira, Mauoel Jos Pereira, Targini
Pereira da Costa, Dr. Joo Albuquerque Maranho
^menores-e i escravos, Carlos Joo Vanderen,
lanoej da Costa Lima, Manoel Jos S. Araujo, An
'tonio Bezerra Cezar Andrade, Hermenegildo Soujw
Lobo, Manoel Rodrigues Baracho
CEMITEBIO PUBUCO.-Obituario de dia 5 de,
janho de 1870.
, Antonio Marlins da Silva Campos, Portugal, 40
anaos, viavo, Santo Antonio ; gastro hepatite.
Rita Bernardina Colho, Pernambuco, 17 annos,
solteira, Boa-vista ; consanpco pulmouares.
Candido Bernardino de Souza, Bahia, 25 aonos,
solteiro, Recife; hypetropbia do soraco.
Jeaqnlm Goneatves C'lbo, Portugal, 18 annos,
*e a illustoe commisso dVNceber solteiro; Boa-vista; tubrculos pulmonares.
Mais urna reputa cao vilmente alassalhada pe!a
gente do liberal; mais umjenie'abjecto e desprosi-
vel a enxovalhar occuKamente a um cidado, que
por muitos ttulos nos deve merecer toda a consi-
deraco e respeilo I
Os mais negros insultos, proposites as mais
grosseiras e injuriosas acabam de ser lanzadas na<
columnas desse jornal, que s por escarnen se diz
orgo de um partido poltico, contra o nosso ds-
tincto amigo o Rvm. Sr. vigario Joaquim da Cu-
nha Cavalcanle.
Pois bem : se a esse Ilustre' sacerdote tos fosse
permittido dar am conselho, era o seguinte :pe-
dir a esse miseravel embusteiro, para *jne arrao-
casse a mascara, que Ihe encobro a cara esta-
nhada, e se para tanto chegasse a sda coragem, o
que ouzamos acreditar, o levasse perante os tribu-
naes do paiz, aBm de que Ihe fosse imposto o cas-
tigo, que merecemos audazes Inseusatqs calumnia-
dores.
Estamos, todava, cerlo de que este nosaorespei-
justiceiro, ainda urna vez admirar o grao de ab-
jecci- que pode deseer o hornera quo nilo ten-
do Yeputaco a perder, oceupa o sea tempo e:n
manchar a alheia.
Recife 9 de junbo de 1870.
Justas.
O
DeclaraQo.
Vagando ha das, nesta cidadQ, o ru-
mor surdo de que urna publicbaos pedido,
qae sabio o luz no Comi Pernambitcauo
de 6 do corrente, sob o titulo depreven-
gaotem immediata relacao com urna ac-
?ao commercial, qu& me propoz o Jo& Fer-
nndes Gomes; e posto qae o carcter e"a
probidade de raen procudor judicial este-
jam superiores a toda a suspeita, jugo meo
dever declarar solemnemente, que nao foi
de minha parle que se fez o despendi- dos
contos de res, de que falla a alludida pu-
blicarlo.
Nessa, como em todas as quesies, que
tenho sido obrigado a-sustentar no foro, te-
nbo confiado tudo da Justina de minba
causa, c da redictao e imparcialidade ..dos
juizes e tribunaes do paiz ; e por isso asn-
ea despend com ellas seno os honorarios
de advogados procurador, e as castas con-
tadas nos autos.
V, pois, a ditr publicaco a qaem toca,
Recife, 8 do jnnho de 1870.
Joo Etangcliita de S.
Devo ranta ligeira resposta ao commnnicad
que o Sr. Dr. Antero publicou no Diario de hon-
tem.
Emenden o Sr. Dr. Antero no duplo carcter
de amigo e advogado do Dr. Paulina Chaves e de
advogada da massa estar obrigado, por Ihe attri-
buirem alguma responssbilidade pela m e odiosa
attude, em que est, hoje, :ottocada a discusso
eutre mira e o Dr. Paulino Chaves, a vir impren-
sa esplmr-se, definirse e restabelecer a verdade
dos tactos.
Nada tenho fom a rcsponsabiUiade em que que-
rem fazer incorrer o Sr. Dr. Antero e era com a
necessldade em que se vio collocado de explicar-
se c difinir-se. At hoje ainda nao Gz referencia
alguma pessoa de S. S, pois sei respeitar a pes-
soa de advogado, que nao pode e nem deve ser in-
vo'vida as quesloes que as partes trazem im-
Srensa. .Nao tenho pois culpa de que Ihe attri-
tuun responsabilidade que o frca a explicarse o-
difinir-se naquelle duplo carcter.
Notarei apenas que s vezes succede o que acon-
teceu agora ao Sr. Dr. Antero; o advogado acon-
selha, mais n consumite despreza o conseibo, e-
depois ahi vem a responsabilidade para o- advaga-
do. O Sr. Dr. An'ero, como confessa, deu parecer
ao Dr. Paulino no sentido de recorrer imprensa
para distrutr a imprertao, explicar suas cartae e
restabelecer a verdade d:> fados, e entretanto o
Dr. Paulino acceiiando o parecer de recorrer
mprensa, veio a ella nao para o fim indicado por
ser advogado, mas para insultar os meas dignos
ju gadores e o egregio tribunal da relacao e or-
car-me a dar-lhe resposta conveniente, e como
nella muito mal ticasse o Dr. Paulino ahi andam
attrihuir a res|>onsal>lidade ao Sr. Dr. Antero o
a forgal-o a explicar-se e definir-se I Sin qne-
por forra de seu duplo carcter esteja collocado
nessa contingencia. Nada, porm, tenho com isso :
ajustera l suas contas. O mesmo porm nao suc-
cede a respeilo jo outro (ira a que se propoz o Sr.
Dr. Anlero restabelecer a verdade dos factos.
A este respeilo o Sr. Dr. Antero procura por si
fazer o qae, aconselhara ao Dr. Paulino : o que
este nao fez veio elle fazer, mas de modo que em
vez de distrutr a impressao e explicar as cartas
concorreu para augmentar aquella e tornar tnai
posiltiva a forca destas.
S. S. raesira-se desconhecedor da verdade dos
(actos.
Diz .pie fui eu o provocador porque publique/
as sanas do Dr. Paulino, e delies n jago em am
mpresso; distribuido aos Srs. desembarfadores,
e exposto ao pnbiieo, e foi entao ana e Dr.'Pauli-
no venda oom surpreza as suas cartas juntas ao
recurso, procurou, ioeonimeate reagir contra amo
mus sem aggreuao, e accrescenta que as caras*
es factos foram gut;dadas de emboscado pora
com surpreza serem txpottot ao domimtu de pu-
blico t dos tribunaes I
Nao exacto que ea bouvesee publicado im-
pressj com cartas do Dr. PaiiKne e nem que a*
houvesse juntando ao raeu recurso.
Ojuaodo o mea recurso j eHava na relacao ap-
pareceu um mpresso avulso aitribaido ao Dr. Pau-
lino, o que ora cjoflrnwdo pelo Sr. Dr. Aotero,
laxando de absurdo e eantraietuo o aelode sna
loterposicao, apneiaado falsamente as paga* d*
proeeiso, e at tneendo belba e aowe do meo
advogado, a quem chegou a emprestar a ila, que nao tem, deprente man: apparecefa/a
iftlio impressie as ininhas raidesderew"**9
quaes foram repronociitas em bmu coearoanioad*,
e um impresso eonsisleate apenas na demonetri-
clo da legal idade do reearso.
Naquelio impresso do Dr. Paulino qae eireulpu
aaies de mea jutafunente como arma ril-oonu*
mira, fui atgr'dtda : na reai: a nnpi-ssie o>s
minhas razeis de eaourso e de derauQin$aVo*
advogado Aotero Uan^cli de
He le ros FurdiMlo ao publico.
O Sr. Joaqoim Rodrigues da Silva Duarte, no
Jornal do Recife de hontem, responden o- meu con
raunieado, inserto neste Diario de 7 do oP-
r-nte. '
Em sua resposta contestn a ve.rajdade de di-
versos tacto, pdr mim affirmados em meu cora-
maninado.
Todos os (actos, por mim asseverados ao publi-
co, esto, felizmente, incluidos nos>pontos do meo
dito oommunicadu, (uns explcita, outros impleUa-
mente) sobre os quaes offereci urna discusso cal-
ina, o respeitosa; convidando para nella entrar
ao disticto e muito Ilustrado advogado, qae tes
a minuta de recoso, interposio 'fiara a relafo
pelo mesmo Sr. Doerle.
Nesse e nvite'fal cautelloso em declarar, logo,
que s entrara nessa discusso com o mbre advo-
cado, quem Uve aJionia de dftigir-me.
V o publico, pois, que, conherenie oomigo mes-
mo, estou dispensiRo de responder ao rae sano _Sr
Duarte. por maior que fosse a prov-^a^o, qos por
ventura me fizesso.
So fui infiel na exposljo dos fa .-tos, como as-
nevera o Sr. Duarte essa mais urna ruo- pnrMet co da
ioo esmagar ante o publico, areiando-se a dis-
cusso, que favoravelmente provoquei.
'trar, agora ao Sr. Duajte, ^us infiel ne>
ful em meu communicado, seria qecessaio iahir
do circulo, em que estamos, de aaseveraedea deAlegaiidade da mesmo nao contera aggresso : foi
palavras por palavras. e cahir no dominio das arori p*eeiso que o Dr. Pinheiro, depeis di mea julgt.-
vas escriptas, c ne reinado da lgica tafantiiftji tnett. de oovonwanredieseeoescoraraiinelineB-
justamente porm nessa diacnss ujse aiirasse softre es ateuaijulgadorfrs para
al gama forma comproraettedorao odiosa, em qae!
eu nao posso entrar seno garantido pela posieaoj
social e dignidade do distinelo advogado do
Duarte, garanlindo-o tambem oa mesma dlacu
eom o meu pobre ame, que se outra garanta
nao offerecer, offerece porcerto, o da respon
asse imprensa e,r*ie*e convenieateniente,
Se; hopve ia)J>nif>ii|i tf djrat te temj
Anlero, pola |. jo*
pnblicacao daqaelle a vulto, mas do Dr. Pmub.
(foe o fez, publicar e qde depe^^^^^^^^j
lelo modo porque o publico vio eom |

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Divio cte tfedaajkueo Se&Ui -fetta O Juahc 4e a?0.
s
-raan
*
iaia
toaM
rfk doDr.
i que IV-
1 as tinta* de--
*** avara embotcau nos mos como ar-
* Primo*mular
o mmb recurso nao iawqiui Tacto alguna Cftjs futo* por mira avocados constaran)
m- utos a so sao os to e os gporava qaem nio
,R> entender du Strr. Antera m tioha
wcesadadrde wa mW tlesia filiar na socada-
de do Br. Panan eom o Br.iaedeiros e neniis
cwias daqnellt, e saaenta o fe pan ferir a repu-
Ucao datMUe juno.
a!*'??^'"* P!wa di. O bom eaeo do pablice ah est para eonha-
w se en pndia deixar de Callar naqueTlas cartas
e aaonsua felos, qoatdo aatas e oulras se pren-
mam ao procedimento que o Dr. Paulino havia tido
*um e tarante o anteSo da rllesela.
urz o Sr. |Jr. Anter que dos autos nSo eonta
aedeclmeoaa dos fallidos a sociedade do Dr.
raiiHBo Chavos com o Dr. Medeiros : nao basta
Hr: tota o interrogatorio e defeeasde ambos,
a vera a exactidao do que foi dito.
Procura o Sr. Dt, Aaloro ooatestar a exislen-
da sociedade do Dr. Paulino dizendo que nao
le roas sim Reg Rango! eraosio, mas hlo
Sk Fi; 1 tatim> e 9amdo rao e 1ae Re0
ngel a anonado do Dr. Paulino, e a elle se refe-
au -Me em suas cartas, raais patente totoou a
parte que na sociedade Medeiros Ramos 4 C. leve
Dr. Paulino.
No entender de S. S. essa sociedade dnron ape-
ai,1U'DM Waa, exdnguinda-se a 18 de fe*ereiro
oa 1868, sem que tivesse perdas e sera que hala
delta credores.
Ma nisto manifest engao : nos proprius autos
muito posterior aquella. K era porqne nao foi
la declarada fallida quando foi arteria a fallencia
Duarte 4 Medeiros est isenta de se-lu agora, a
wiueriraento de qualquer credor; o se tal sueca
der rleara anda mab patente a qualidade de so-
cio que ne!la tinha o Dr. Paulino, e se as letras
de aceite Individual do Dr. Medeiros a ella sao ou
nao resaltantes das transaeeoes de tal sociedade.
Nao rainha detlemldadt que dave o Sr. Dr. i
.jjntero aurfbuir o fado de nao ser a pubheacao
das cartas do Dr. Paulino acoropanbada das res-
pectivas datas : attribuao a autor d'ellas que
nao as datou, como se pode ver dos autos : e esta
-cireumstancia, atienta a nalureza das mesinas
cartas, nao pode deixar de muito influir na
apreciado d'ellas.
S S.,procura eaplicar as cartas do Dr. Paulino,
dando-as como proprias (felle e ao mesmo tempo
pondo em duvida por nao estarem reconlimdas.
O publico ajuizar se satisfactoria a explica-
cao, que S. S. deu s cartas : observarei, porm,
que eslo ella? reconhecidas como proprias do Dr.
Paulino por-tanelMad,segunde constados autos.
Pc-rgnota S. S. de qnt forma foram essas carta*
parar em meu poder. Nao a mim que compre
responder : nao fni eu quem as apresentou nos
autos, e sim um dos socios da firma fallida : e
nao sei como S. S. advogado da raassa, ignora a
presentaran de taes cartas, que desde muito es-
Mas nos autos.
Par maior que seja o deejo manifestado pelo
>r. Dr. AMero de que eu rae defenda da imputa-
ba o que me foi Ma, nao poderei corresponder-
ihe; nao satisfara e era o convencera. Conten-
to-me coraba defeza produzida ante o egregiotri-
bunal, que a julgon procedente, e com a que fiz
perante o publico, que felizmente a recebeu como
n esperava.
Ir .icm do que fiz publicar em minha defeza,
nao posso e nem devo : trata-se de um processo
de q;" pende julgamento para os dous socios da
fallida, e basta isto para que a discusso
da 410 toneladas, pitiio Covtiny, aqai-
pi^r*m 7 cargo Tartntm de'nttittnca 9 Va-
tros gneros; Joaqun Jds Gjusalves
MeKro.
Terra Nova39 das, brigoe inglef Gw
cus. du U6 toneladas, capito Bowden,
equipagem 13. carga 3; 124 oarrioaa com
biclMflg Saunders Brothers A C.
Nmlos iokidos no memo Ha.
Penedo por MaceiVapor brasileiro Ge-
quid, conmaadiite- Casta, carga varios
gneros.
Naviot entrados, no da 9.
Porto (ft Sol9 das, vapor brasileiro
Aflijos, de 690 toneladas, commaodante
f. tunete J. C. Duarte, equipagem 84
carga differentes gneros; A. L. de S.
Azeveto C.
Rio Grande d Sul30 das, eseoW.Jiol-
laodrtza Helios, de 124 toneladas, capitao
A, Wentess, eqnipagem.7, carga 10,000
arrobas de carne; Baltar Oliveira.
Granja e pwrtos entermedios10 das, va.
por brasileiro Potengi, de 223 toneladas,
commandante-Medio, eqoipagwn'32, car-
ga varios gneros ; J companhia pernam-
bocana.
Mamanguape16 horas, vapor brasileiro
Cutinpe, de 2i3 toneladas, conjmandan-
dante J. II. da Silva, equipagem 15, car-
ga varios gneros cmpannia 'pernam-
boerna
Navio sabido no mesmo dia.
Para e portns intermediosVapor brasi-
leiro Arinos, commandante Io tenente
Duarte.
Oftsrrt'dfoo.
FaDdeou no lamar3o urna barca portu-
gueza, mais n5o leve comunicacio com a
trra.
sfiecrao do arsenal de gajinlut- dg BglManbn-
i;8de julntl.: 1870;
II.

Retaceo das cartas* registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
cepartic5o do correio em 7 de junto
Antn? de Sotpa 6. Pillio, Aletanre Gomes
Ferro de .Argollo (ii, Antonio Francisco de Squsa
Braga, Ben*im ArasUdes Ferrelfa Bandeira,
Caatano Branow de Sonta, Francisco 0. lavares
Lima, Prancisoti Lneas de Sonza Rangei, Joaquim
Eduardo Pina, Sbtt Manoei Correia de Barros, Jos
Paulo Maciel de Carvalfio, Jos Coelho da Silva
Aran, Luizade Jezos Cavalcanti de Albuqner-
gue, Manael Gomes de Mello, Fr. Nicolao do Bom-
irn, Salgado & Neves.
Manoei do* Passot Miranda.
O encarregaio do registro
A direcco,
pessoas d,
dr, i
pac
da inuncra>|
lal, r<*solven |
u Jj vfj-> lo
BA1A.
2 BBP"ofisorfs da orchestfd cxecutlfim
madrilha, campo i* pelo matstro Co-
PalminaBdo o tjramio
MR'
50.
EDITAES.
Peante a cmara municipal desta cidade
estarao em praca no? das 11,13 e 15 do correte
para serem arrematados por qnem menor preco
oflerecer, o calcamento das entradas dn matadou-
ro publico da Cabanga, bem como a construccao
de um paredo e aterro para o tapamento d> rom-
bo feto.pelas aguas das grandes mares : o 1" nr-
rado na quantia de 42'JioOO e o 2o na de 60.'.
Os pretendenles devero so habilitar na forma
da le para poderem licitar as mesmas obras.
Pago da cmara municipal do Recife 8 de iunho
de l70.
Bento Jos da Costa Jjaior,
Pro presidente.
No impedimento dn secretario,
O oflicial-maior,
Augusto Genuino de Figueiredo.
DECLARACOES.
Conselho de compras navaes
lir.a.
por mialia parte nao valm ; ha" deveres muito
sapradose imperiosos a qne sei respeitar.
Beforca se o Sr. Dr. Amero em terer elogios ao
Dr. Paulino e declara (ue este nao concotreu e
nem poda concoirer para minha pronuncia.
(Jue S. S. elogie ao seu amigo e constituinte
esta t .o .eu direito ; nao sei, porm, como rece-
fcer a sua dechiraQuo quando est olla em mani
(c^Vx o.iposicaj a que o propri Dr. Paulino fez-
me no final de seu eommnnicado dizendo qu*
a sua lula contra mim uo eslava acabada c ia
i r revivada neis renhida do que nunca !
Limito-rae estas ligeirs eonsideragons a re-
paro? que entend correr-me Je ver de faier em
visU do commtmicad do Sr. Dr. Antero. cajo ca-
rador duplo de amigo e advogodo procurei res
paitar, nao envolvendo-o etn minha discusso com
o Dr. Paulino. O publico apreciar o meu proce-
dimentD.,
Beeife. 8 de janho de 1370.
Joaquim Rodrigues Duarte.
AI.FA.\DEGA.
imentododialas. 33o.o6R;'.2tii
tO do dii 9...... 26;404728
36i:>8G#989
M0V1EN TO DA ALPANDEGA
cTifazaada -213
i dem com aeros 415
' com farendas
o dem com seeros
-----628
138
428
566
Descarregam hoje 10 de junho,
Barca inglezaA^rosferro e carvo.
Brige italianoPetra Eugenio mercadoria?.
Barca inglezaIndiumidem.
Lagar norte-aileraoAlfredoidem.
Lugar ngiezNota farinha de trigo.
Barca francezaRio Grandemercadoria;.
Patacho portnguezbapho dem.
Patacho ioglez3aru Cor.iellidem.
Brigue portuguez/W;/p'ii/)idem.
Briga inglezMarthaidem.
Brizne iaglezllclen Richardidem.
Patacho austriaco=ti;farinha de trigo.
Brigue noruepuenseU/terfarinha de triga.
Brigue austracoDie Ztre Pguderfarinha de
trigo.
Brigue dinamarqnez dan;?idem.
P.uasho -mtriaco Nitor mercaderas.
Brigu-i inglezGtaucus bacalho.
Itrigur inglez(luirosidem.
HlSCEilEBOBIA DE BENDAS INTERNAS GE-
HAESDEPERNAMBOCO.
ftudimentodo d: 1 a 8 19:3995620
llera do dia 0....... 4:653*428
2i:OS3|O4
CONSTLAOO
n<>ndiiiiento do i:a I a 8
dem lo dia 9 .
PROVINCAL
31:163*333
4:6085848
i
5:772*381
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 8.
Babia4 dias, brigue francez Con/tanca,
O conselho contrata era 11 docorrente mez, a
vista de propostas recebidas at as 11 horas da
manhaa, esob as condicoes do estylo, o forneei-
mento de ambulancias ans nav03 da armada, ser-
vicis de barbeiro enfermara de marinha, e a
lavagem de roupa dos estabelecimentos do mari-
nha, durante o exercicio prximo vndouro de
1870 a 1871 ; bem como pv tempo de tres mezes
(indos em setombro do eorrenia anno o forneci-
meato dos seguintes objectos de fardamecto :
Para aprendizes artfices.
Bonets do unorine, bonets do servco, blnsai
debrim braneo, blusas de algodo azul, blusas de
panno azul, calcas de bnm braneo, calcas de al-
indan azul, camisas do algodozinhu, cobertores de
laa, cobertores de algodao, caigas de panno azul,
cnleboes de linho cheios de palha, fronhas de a!-
godozuili i, lencos de seda prela- para grvalas
supatfies, saceos de guardar roupa, e travesseiros
de linho cheios de palha.
Para imperiaes marinheiros e aprendizes
ditos
Bonet3 de panno azul, camisas de brim braneo,
caigas de algodo azul, calcas do panno azul, cal-
gas de brim braneo, camisas de hata azul para
imperiaes marinheiros tendo 4 1|2 palmos de com-
primento o carpo e 3 as mangas inclusive os pu-
nhos, camisas de hata azul para aprendices mari-
nheiros tendo 3 palmos do compriraento no corpo
e 2 as mangas inclusive os punhos, frdelas de
panno azul, lencas de seda preta paja gravatas, sa-
patoes, e saceos de lona de marinhagem.
Para artfices avulsos.
Blusas de panno azul, blusas de algodao azul,
caigas de brim braneo, calcas de panno azul, cal-
cas de algodao azol, camisas de algodozinUo, e
cintos de couro braneo envernisado.
Para marinhacem.
Calcas e camisas de brim braneo, calcas e ca-
misas de algodo azul, e camisas de bala azul,
tendo o corpo 4 lj parmos de compriraento e -J as
mangas inclusive os punhos.
Tambem no mencionado da 11 do correntemez
por igual forma o conselho prnmove a compra dos
objectos do material da armada seguintes :
20 almotolias de folha para azeite, 10 baldeadei-
ras de folha, 10 palles de camurga, 10 camas de
vento, 120 bracas de corre te de ferro de 1|2 po-
legada reforcada, 60 barras de ferro inglez, pro
pno para grelhas, 300 varoes de fcrro ioglez de 2
a 78 de grossura, 200 varoes de ferro ioglez de 2
i|8 de grasura, 6 foles inglezes tendo cada um
8 pos de comprimento o 6 de largo, 9 livros gran-
des de Ulan, papel pautado, capa de cauro, de 200
folhas ; 2 livros gran les, papel pautado, capa de
couro, de 150 folhas; 20 lengoes de ferro de li4
Je grassura, 6 ps de compriraento e 4 d*; largo
100 pratos travessos de folha, 2 resmas de papel
h llanda, 40 garrafas de tinta rxa -de escrever,
600 remos de faia, 6 barras de ago balido de popo-
ca de 2 1|2 polegadas do largo e 4|8 di grossura
e 6 barras de ago batido de 2 l|8 polegadas de
largo e 4|8 de grossura.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
7 de junho de 1870.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
PAVLHIODES.KABEL
COMPANHft
EQLESTRE GVMVASTC.41AGOBRATICA
SOB A DTRECCtoi
DE
D. Luts Gasafi.
EXTRAORDINARIA E VARIADA PCWCCAO.
wabbado ato ti corrmdc
BENEFICIO
As oito h ras em ponto.
PROGRAMMA.
1.* Symphonia.
2. Volteio sobre nm cavado.
3. Exercicios sobre um cavallo, pelo artista
Vicente.
4.* Um intermedio iocoso, pelos clon da compa^
nbia.
8. Pela primera vez o artista brasileiro execu-
tara varias sones sobre a cerda bamba.
6. Mr. e Madama Benis, soena jocosa, pelos ar-
tistas Luiz, Cesar o Aldabe, sobre dous cavallos.
7. A- duas escadas equilibradas, por Cesar, Al-
dato, Virgilio, Vicente, Juanin e Juanita, servin-
do de alcide Rodrignes.
Iniervallo de 30 minutos.
8. Posturas acadmicas, pela menina Juanita,
sobre um cavallo.
9. O doble trapesio, pelos gvmnastas Cesar e
Vicente.
pelo palhaco
10. Varias sortes de escamoteos,
Bodnguues.
11. Pioalisando-se com a interessante
ma : o terrivel ponto da mea noute.
pamto-
ho-
em
lnspaccjlo do arsenal de
marinha
Faz-se publoo que a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 132i de 5 de fevereiro de
1854, os cascos, machinas, caldeiras, apparelhos,
mastreacoes. velames, amarras e ancora dos va-
pores Camiragtbe e Molequs da companhia Vigi-
lante de reboque, achou todos esses objectos em
estado de poderem es vapore Continuar no servi-
go em nae se empregam.
Personagens. Actores.
Ueber, general Rodrigues.
Capito de ladros Luiz.
Um olHcal Aldabo.
Um tambor Cesar.
Um passageiro Tesari.
A tilha du general Anna.
Urna velha Aberino.
Um criado Juanin.
Militares e bandidos etc.
N. B.As portas do circo abrem-se s 7
ras da noute, daodo-se principio s oito
ponto.
Presos
Camarotes cora 6 entradas........ 12^000
Cadeiras...................;... 25000
Ctdeiras avulsas para senhora..... 2*000
Geraes.......................... 1000
Os bilheles de camarotes, cadiiras e piatas
vendem-se no mesmo circo.
AVISO.
O circo achar-se-ha ricamente adornado cora
bandeiras etc., e tocar durante os tiutervallos em
frente ao pavilho urna banda de msica.
Os lenhore* que quiterem, podero estar co-
berto? nos seus camarotes. \
TflEATR
GIMNASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A DffiEOQO DO ARTISTA
DE-filOVAEl.
Sabbauo 11 lo corrate
BENEFICIO DE
JOAO JOS DE SANT'ANNA GA10.
Primeira reprosentaoao do excellennte drama
em 2 actos :
Paraguay.
O Sr. Euphrotino a presenta ,-se-h palanrimai-
ra vez o ilustrado publico, nflm de exeeutar na
Corca harul)a
dMJceii exereielo, precadendo a eetss, pete maa-
a ar. diversas sorta a
Ibigic app;rente
Uepois representar-se-ha a graciosa comedia
em 1 acto :
B POR SI TRZ
Perderam a marhambomba.
p*empenbada pelo Srs.*Bahla e Peragriao.
[uiodo-se pela Sra. D. Jesuina a linda e ami-
to apptandida cansonata
CAF CANTANTE
to seguida sera representada a interessante
comean
O marido victima das modas.
Tonm parte a Sra. D. Mara Baha, e o Srs
Baha, Pereprino ePreits.
Terminar* o espectculo com a gracio come-
dia em nm acto, ornada de msica :
$1 criada impagavel
ExibdaiBela Sra. D. Jesuina e os Srs. Braga,
Fre tas e lft-65ovanni. ^ '
A mnsica'desta comedia foi composta pela Sra.
D- Jesuina aa instrumentaco feita pelo maestro
Colas Fimo.
Pretenda .- a phssural hrcrMa.l.i o na-
aciw purtu^uL'z J; .por ler a mafcr um a\
carga propta, e para a polica que ibe falla, a
irete comTBMo, trata-se com o con>ignataro Joa-
quim Josa Gon^alves Beltrao, i. ra do Coromer-
co n. i7.
~PABA A BAHU "
contiima 3 jseefcr carga afrete mdico o brigue
Ijahano Pefrttcitio : a tratar coa E. A. Burle
k C, ma ddOraa n. 48.
Uta de Janeiro
Segna cao brevidade apatacbo nacional Eefro
a, tea parta do sea oarregarffenio engajado; para
o reste qaa Iba falta trata se com os consgnala-
nos AaiaafrLoir da Oliveira Azevedo & C, ra
daCrutn.Bf, andar.
T5ra Lisboa ,
Segu com toda brevidade o bera eonheeido lu-
gre portugoez Julio ; para a carga e passagei-
* ,,r*'-8e c01" oa consignatarios Thoraaz de
Aqnlno Fonseca 4 C roa do Vigarion. 19,. an-
Kio-6rande do 8ul
Preparase para fahir com a possivel brevida-
de o patacho Cyro, pdM6r a maior parte da car-
ga, e para o resto qne lhe falta, trata-se com o
consignatario Joaqu m Jos GonsaWes Beltrao :
ra do Commercio n. 17.
. k!l. Principiar as 5 horas.
Os bMhetea acbam-se na eslagao do Recife e no
loeatro pelos- preces seguinles :
Camarote, eom 6 Dgressos, nclnindo passagem
em wagn-, antes e depois do espectculo, 13.
Entrada atfllu, para senhora, em camarote,
com passagensaites e depois du espeitacnlo id.
Cadeira, com passagem antes e depois do
espectculo, 23009:
Platea liOO). i
COMPANHIA PEltNAMBOCANA
DU
VaTegaeo costera por vapor
Mamanguape.
O vapor Carvripe, commandante
Silva, seguir para o porto ac ma no
_ dia f* do corrente as 5 horas da
tarde. Recebe carga, encommendas, passagei-
r se dinheiro a frete at aa i horas da tarde
do dia da saluda oo escriptoriodo Forte do Matos
n, 12
Para flTaranhaa
Espectculo a* H horas da noute
Sexta representaejio do muim applanddo dra-
ma sacro de grande espectculo, em 3 actos e b'
quadros. ornado de msica e enriquecido de tran3-
forraacOes e visualidades, inttolado :
GABRIEL E LLSBEL
ou
OS MILAGRES be s. ahtoiiio
No iiaal do 1" aclo haver nraa
CHUVA DE FOGO
de deslnmbrante effeito.
Terminar c espectculo com a representacao
de urna interessante
COMEDIA
Os bilhetes acham-se nos Hipares cima indica-
dos, danio-se pas-agem gratis em wagn, ante3 e
depois do espectaculii, na forma do estylo.
Principiar s 8 horas.
A barca portugueza Josephitta, que est a ebe-
gar do Rio de Janeiro, d'onde ja sahio, seguir
ara Maranhao com toda prestesa, para o qne
esde ja enganja a carga frete barato : trata-se
com Marques, Barros it C., no largo do Corpo
Santo n. 6. y andar._______
Para o Porto.
Para o referido porto pretende seguir com a
possivel brevidade Dor ter sna estiva prompta a
barca portugueza Saphtra, para o resto e passa-
geiros trata-se com o capitao ou com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Foo5eca & C, ra do
Vigario n. 19, anaar.
RtD de Janeiro
Para o referido porto pretende seaur com omi-
ta brevidade o patacho Atabe por ler a maior par-
te da carga tratada ; e para o resto que loe falta
e escravos a frete, trata-se com o consignatario
Joaquim Josa Gongalves Beltrao, ra do Cora
mercio n. 17.
De muos de ai-regr 'fjflaf
O agente* Maftias far.leilao por ordem do Bhn
Sr. Dr. Claut'hjo de Aranjo Odimaries c asni de
Portugal, de duas1 janoas 'de earregar ljoloa par-
tencent:s ao espolio do iaWft porlugntt Fran-
cisco Joaquim de Carvaiho.
Segunda-feff 13 do corentft
Na rampa do caes delraal da roa da Florea
porto da canoas as 11 bofas do dia.
AVISOS KfWSOS.'
'------------ *< ..... i ,r.A
Sociedade Uniii) BeneficeniW
MaritiiQ'i.
. Convido aos irmaos Jaita grande cornoracio
para no dia 14 do corrente, as 6 horas da larda,
iJbtnparecerem na sala das suas sessoes para dar
comprimento ao art 39 das seo estatutos : na
ra do Vigario n. 22 andar, de ordem do pre-
sidente da mesma.
Oi^'-ecretario interiajo,
Mann.il Lopes F^rrehra.
mmmmmKmmmaSm
i MDANCA.
i O Dr. Caroloo Francisco de Lima Sao-
M tos mudon sna residencia e ci>-ultorjo
m para a ra d* imperador n. 57, 2* andar
do sobrado eujo armazem conserva ain-
t da hoje o non de Alianca, teado a
:S entrada, que pelo lado da ponte Sele
I de Setembro, o mesmo numero 57, da i
frente. Ahi coniinuando o dito Dr. oo
exercicio de si proliesao de medico e
de operador, pede ser procurado a qual-
quer hora do da- e da minie.
118^ j mmmmmS
Ama de leite.
Precsa-se com urgencia, trata-se e paga-a
biin : na ra do Corredor do Bispo n. 11.
Na ra de Horlascasa o. 1, precisa-se
de umeaixeiro para balco que teah con-
ducta afanrada.
Precisa-se de tuna araa^para caja de humen
solteiro : na ra do Bangel n. 60, taberna
Oflicial de cabeiieeriro.
Na ra da Cruz n. 24, andar, precisa-se de
bum, espe-
um oflicial de cabelleireiro que seja
calniente de cabello e barba.
LEILOES.
lu
AVISOS MARTIMOS.
CULPAE
Tomam parte s Sras. D. Jesuina, D. Marta Ba
bu, Oiympia e os Srs. Baha, t'regrino e De-
Giivanni.
Segue-so representacao da excelienie comedia
em 1 acto :
O ti Torquato
u Executa-'o pela Sra. D. Mana Bahia, e os Srs.
Kbia o Peregrino
Terminar o espectculo com a nt ressante e
muito applaudida comedia era nm acto, ornada
dj msica, denominada :
A criaia impagavel.
Tomam parte a Sra. D. lesuina e os Srs. Braga,
Frenas e De-Giovanni.
A msica desta comedia, a excepcao de um Ra-
mera escripta pela Sra. D. Jesuina, sendo a in;-
trumentacao feita pelo maestro Colas Filho.
O resto dos bilhetes achan-se na estacao do
Recife e no theatro, pelos preces e?tabelecides,
dando-se passagem gratis em wagn ant?s e de-
pois do espectculo.
Principiar as 8 bera.
N. B.O beneficiado achar-se-ha n theatro,
afim de recebar as esportnlas dos bilhe",es que se
dignaram accetar.
J
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
.\'aves;aea cnsteira por vapor.
O vapor nacional Corure, que deve seguir
para Mamanguape no dia 11 do corrente as 6
horas da tarde tocara no porto da Parahyba para
onde receb<: carga, ennummendas, passagens e
dinheiro a fre^e no escriptono da companhia no
Forte do Mato; n. 12.
COMPANHIA PGRNAMBUCAiN.J.
DE
Navegagao costeira por vapor.
Maoei escalas, Poncdo e Aracaj.
0 vapor Potengi, commandante Mello, se-
guir para os portos cima no dia 15 de junho
as 5 horas da larde. Recabe carga at o da 14.
encommendas, passageiro e dinheiro a frete at
as 2 horas da tard do dia da sabida no escripte
rio do Forte do Matt s n. 11
Grande leilao
De fogos artiflciaes para festejos das noites
do milagrosa S. Antonio, S. Joao e S.
Pedrs.
HOJE.
O agente Pestaa far' ieilo por conta e risco
de quem pertencer de diversos e nunca aqni vis-
tos fogos artificiaes vindos de fora do imperio,
certos deque nunca houv. urna noite taobrilhanle
pela dversidade e posto do fogo servindo ahjnm
para ser solt sobre agua ou para jardim e ser
vendido em dalias para eliagar a todos os con-
currentes : sexta-feira 10 do crrente no largo
do Corpo Santo ao p do caf commercial as 12
horas.
ATTENCAO
Tendo sido publicado no Diario de 6 do corra-
te um annuncio em que se pedia a captura da>
nina mulata denorne Sophia, escrava da xma.
Sra. &. Mara Tbereza da Fonseca Canha, recom
mendaodo-sc a entrega da mesma em casa do Sr.
J.is Carneiro da Canha, e tendo sido essa escra-
va de dita senhora que por acto de sua Bvre von-
tade me eoncedeu carta de inanumies* aos cinco
dias do raez de noverebro de 1867, a qnal se acha
registraba em um do-< livros de nota do tabeliiu-
Su, para evitar engaos da parte de aignem eprin-
cipl nenie do Sr. Jo^ Caru*ro da Cnnha, vsnho
declarar, que actualmente resido na na da Santa
Crnz n 17, no fregnem da Boa-vista, e que a
mim se nao pode referir ditn annuncio, nao obs-
tante haver me retirado di e.isi de miaba pahro-
na, pelo que prote-t;> contra qaaiqner atienta o
que porventura pesoa (jux me sao desafectas
q-icir-m fazer a minha liberil.i la llecife 9 de ja-
nho de 1978.
Sophia (a liberta).
omingo 13 do corrate.
Lindos e variados espectculo
AS 5 HORAS DA TARDE
E
8 DA NOUTE.
Estra do dancarino de corda bamba
EUPHROZIXO DR HOLLANDA CAVALCANTE
que se acha de passagen nesta capital, vindo do
diversas provincia do Impario, ondeloi mmensa-
laenle applaudido.
>J BMi
CoDijianhfn americana e brasl-
le aa de paquete- a vapor.
At o.dia 15 do crreme esperado de New-
York porS. Thomaz e Para o vapor americano
South America, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para es portos o sul, para frease
passagens trata-se com os ajenies Henry Forster
& C, ra do Commercio n. 8.
De dividas na importancia de
91:I0930.
O agente Martins far leilao a requerimenlo do
curador fiscal da massa fallida da Antonio Joa-
quim Fernandes e por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio das dividas
cima na hnportucia de 21-107.5730 em letras e
cootas de livro.
' > HOJE.
Em seu esenptorio a ra da Cadeia do*Rccif:
n. 9, as II horas do da ; a retaco dos devedortt
exsie em mo do mesmo agente onde poJe ser
examinada.
lili
COTCPAtfHIA
D.U>
Messageries imperiales.
Ate o dia 11 do c trente :.i-z ".-pra-ST d.'S por-
tos do sal a vapor francez Sni'tk, comn andante
Massenet, o qual d;p iN 'la demjr.a do costnrae
seguir para Brdeos r n-indo em Dakar (Gare)
e Lisboa. Para condio hs, frnt >s p passagens,
trata-se na agencia ra' do Commercio u. 9.
.COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DB
VavegacSo costeira por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara- *
caty, Cear, Mandahf, Acarac e
Granja.
O vapor Papann. commandant.
Azevedo, segnir para os porto;
cima no dia 15 do corrente as 5 hora-
Recibe' carga at o dia 14, encona-
passageiros e dinheiro a frete at a>
2 horas da tarde do dia da sabida no escripto-
rio da Forte do Maltes n. 12.
ia tarda
nendas,
e
De 150 caixas com ceblas novas marca
M J 0.
HOJE AO MEIO DIA.
O agente Pestaa far leilao par conta e rs o
de quem pertencer de 130 caixas com ceblas
desembarcadas hontem esero vendidas ero um
ou mais lotes a vontade : boje ao meo dia no lar-
go da alfandega.
LEILAO
De ptima mobilia
A i3 do correte.
Ex consequencia do Sr Joaquun Monteiro da
Croa haver seguido para a Europa e fkado o
agenta Oliveira incumbido de fazer o leilao da sua
mobilia cinsistmdo esta em urna esplendida guar-
mcao de Jacaranda para sala de visitas ainda qua-
si non, tendo a mesa do centro e oa consolos
lampos de ricas pedras marmore, oatra dita tam-
bem completa em ponco uso, consoles differentes,
bancas parajogo, lindas secretarias, cadeiras de
bataneo, de bracos e oulras, guarda vestidos e
guarda loncas, armarios, commodas, espelhos e
mocadores, esleirs e alcatifas de salas, leito para
casal com cortinado, ditos menores, apparadores.
mesa elstica parajantar e oulras differentes, la-
vatorios, lindas figuras e jarros de porcelana pa-
ra enfeites. excellentes relogios para cima de me-
sa, casticaes com mangas e candelabros de vidro,
candeiros, globo terrestre e atlas, superiores cor -
tinados com sanefas para janellas, apparelhos ae
porcelana parajantar, sobremesa, cha e caf, gar^
rafas, copos e oufros crystaes e numerosos outros
artigo? uteis como indspensaveis, far. e mesmo
ageute o indicado- leilao
Segunda-feira
as 10 horas da manhaa, ao predio -rua do Impe-
rador n. 59. 2o e 3o andares.
mo
Os abaixo assignados. etabelecidos na villa do
Pillar das Alagoas cum luja do fazendas, dedaram
ao respeitavel corpo d coromorcio que i.'osde > 1*
docorrenteraelhtejnnhodisolvern) a sord de
que tinham no mesmo estahelecrmecl cima, a
(nal gyrava sob a firma de Mauricio A f-vicalws,
licando o activo e passvo. iKtrienrend > d'ora n
diante a Mauricio Mans. Ileaife de iunho de
1870.
tnricio l!an~.
_______________fratango J..i- (m.-alves.
-4'tengdo.
Ao Sr. Francisco Jiise Villa-verde, passagen
da barca portugueza Social, chegada ha das da
cidade do Porto, plese o fv r de vir a rn> d
Brum n. 92; pois deaeja^si failar-lba com urgen-
cia em objecto de seu int)re*a
Pede-se ao Sr. direct >r interino da companhia
gyranasticapara no domingo levar n scenao Ter-
rivel Punto da Meia Noite, e pede-se ao mesmo di-
rector para sabir em scona o palhaco Cesar.
O publico.
AMA
Precisa-se de urna ama para 6 servco interno e
externo de urna caea de pouva familia: a tratar
na ra d.as Cruzea n. 6,2* andar.
D. Anna Joaquina de M--II > Carioca declara
P'lo presen/e que desta data em dame sen pro-
curador o seo sobiioho Jos llodrignes de Olivei-
ni Lima, ao qual outhorgou plenos poderes para
gerencia de todos os seas negocios,. Picando desta
d;ita era dante revogada toda outra e qnai<|ner
procuracao anteriormente |iela annnnciante pas-
sada 3. quem quer que seja. Recife 9 de junho
do 1870.
Urna engommadeira
Precisa-se de urna eegommadeira : na ra da
Cadeia n. 4.
Ama.
Precsa-se de urna ama que eoznho e engowm.
para casa de ponca familia : a tratar na ruado
Duque de Caxias n. 28.
Sitio para alujar.
Aluga-se o sitio da estrada dos Afflictos n. 16,
com boa casa de maradia, contendo 3 salas, 3
(piarlos, copia na frente da laesma, cosinha, co-
stara, cacimba, e muos arvorodos de frailo, o
porto da estacao do Manguiaho : a tratar na ma
do Apollo n. 30, armazem ds assucar.
BIJA
T
J DO
aCABUfii
i]
esquina
i ra larga d
Eosario.
I^IKi^ DE VBM^1lS
Este importante estabeleeimento ao seu genero, tem sempre um sortmento sem igual,
e vende por prepos qte nenhr outra casa pode vender.
m_ -& ***** da qualidade e do pretjo dasjoiascada um pofier-se^ha convencer daverdade.da "** ^""^
to^te- ser tado de lei. OontpnHw ouroa prata e pedras finas por prepos muito eli
vados.
aberta at. t 9 horas da nauta,
esquina
Rosario
BMBjaaa
*
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l wm i
:
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i
J
Din de Pernaflikco Seste fera
A ESMERALDA
J. Frreira Tllela
L0.IA DE JOIAS
DE
MRADARI & C
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
oes de servir vantajosauente os sens fre-
^nezes. visto que acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de onro e
jrata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, enjos presos sao os
ciis mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
m em troca on compram-se com pequeo
ibate.
H 5 MA DO CABIIGA PL 5 __
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses d'lrmo proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tena a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
goezcs, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente* reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicoes de bem servi-los dos
segoihtes artigos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Ci ganos
de palha de S. Paulo, de 30SOO a 70500,
o milhsro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy.
Jmperiaes. Tenents do Diabo, Duque de
Casias, Gandon etc.: de papel, de fumo
de Daniel. General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaos, Baependy e
muitas outras qualid3des.
unos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras IjJiOO rs. a libra, em pacotes
a2(5, de 20 para cima a 10800e em maior
porcSo 1(5500 o pacote de I tbra, dito
em latas dequarta a 040 e 500 rs.. e outras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
PlIOTOttUAPHl i IMPERIAL
18BA Wi CABUGA18
A entrada pelo patm da matriz.
Os irilktkos da reedifleacie dea photographia,
a que se prolongaran) por tanto lempo, arham-se
felizmente terminados e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio era que esta colloeada esta photngra-
pbia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conu cinco salas, inclu-
sive as 4o laboratorio. Todos os concert e aug-
menioswndo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographra, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Photo-
era/fra Imperial do 9r. Instey Pacheco do Rio de
Jaeeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos
pnmerros do mando, segundo a opinio dos mais
Stsados mes tres, a npssa pholographia acha-se
posta e reeifteada pelo raesmo plano da do Sr.
L Pacteco, a qual foi montada *ob todas as regras
reoemmendadas pelos mais destinctos professores
de accordo com as modilicacoes neeessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e esludadas pelo ha-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
pholographia foi mudado desde a soleira da.porta dt
roa at a caberla, tendo-se demolido todts as pa-
redes interiores para se fazerera as no*as sala?,
edificndose um novo terraijo envidrandomui
espagoso e elegante.
Como sabioo, fizemos urna viapem expressa-
mente corte para examlnarmos as melhores pho-
tographias all, foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira
cites, e da qual trouxemos os planos depois de
all estaaos todo um mez estudandoa apro-
veitendo as liQoes de to dlsnctqmestre. Pen-
samos que juntando os nossos studos e longa
pratica de 15 annos de photographia s tilsimas
licites ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo moudo a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esla cidade e aos nos*os numerosos freguezes
trabalhos de photographia ta perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contluera a dispensar-aos a mesma pro
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado._______________________________
Attenjo.
Anda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e promptidao, man-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador : i ra estreita do Rosa-
rio n. 35, Io andar casa particular de fa-
milia. _______________________ "
O Sr. vigario Bacalbo que mora)u morou
na estrada de Joo d Barros, queira mandar a
esta typographia a negocio.____________^
PHARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbade recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode usar do opio e de seus prepara-
das, e mui convenientes para ai crianzas
nos espasmos e convolsoes.
PHARMAGIACENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrJo em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHABMACACENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas -de Bland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
PHolae de carbonato-de ferro, laclado de
ferro, odureto de ferro com magnezia.
Ferrd de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
Calpado nacional.
IU. I Ra do Jardioa W. :!
Jos Vicente Godinho com fabrica de ulpdos,
avisa a ledos os seus fregaezes, que contina a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
quenas porcSes cora^ dantes, sendo mais baratt> do
que em outra qualquer parte. Assiro como um
sortimento de pares de formas irancezas cha|iea
das para hornera, do ultimo gosto. a preco de
4*000.________________________________
Mofina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vielra de Millo,
escrivio na cidade de Nazareth deste provincu, o
favor de vir ra ,do Ipiperador n. 18, concluir
aquelle negocio qne~V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, era tras
de deiembro prximo passado, e depois para. Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cum jrio,
e por este motivo de novo chamado para o dito nm;
pois*V. S. se deveiembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. sea filbo se
achava no estudo nesta cidade.
Confeitarla dos ananazes.
16Boa d Cruz16 '
Santo Antonio. 8. JoSo e S. Pedn
Amendoas, as mais apropriadas para sortes,
vende-se era arrobas e libras ; papis ja promp-
los com estallos para sortes ; recbese encom-
mendas de bolos paes-del enfeitados; as ntom-
mendas recebe se cora antecedencia e as amendoas
era arroba terrao abalimento no preco.
Attenpo.
Pede-se ao Sr. Samuel Hayman qne tenba a
bondade de mandar buscar a sna enCommenda,
que fez por intermedio de Carneiro Vianna, mo-
rador, na rna Nova n. 82.
No rraial
arrendase um terreno perto da esQao dos trilbo?
urbanos: tratar na ra do Rangel n. 24, primei-
o andar.
Ama de leite.
Precisase de nina ama de leite :
do Biepo, casa n. 13.
no Corredor
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestes
difficeis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua bemosthalica de Lechelle. mui re-
commendada em qualqoer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrbagias uterinas.
PHARMACIA 1)ENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binado do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sSo recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
Ama.
Precisa-se de urna
de pequea familia
para o serv co de urna casa
no pateo de S. Pedro n. 18
Alaga-so usa escrava moca para todo o
servico de casa e familia : quem pretender di-
rija-se rna da Santa Cruz n. 2. __________
Precisa-se alugar um eseravo que eja co-
peiro, esperto, e que entena di comprar : no
caes de Santo Amaro n. 12, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo S^nt^__________________
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 3 at ti#, a duzia e de ou
tras qualidades a retafho.
DITOS p de gallinbados melhores que
ha neste mercado a3 e3500<.a duzia, e
com grande abatimento em maior porco,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e cou^ de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamaitos, de segurancia balo etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-r.om, Per
san, pintado, de linbo etc. palha de milho de
Fernando a melhor possivel.
\lm dos artigos mencionados encontraro nossos freguezes outros muitos no ge-
nexo de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e iinho, etc.
13Ra da Imperatriz13 ______
GRANDES OVIDAES
NA
LOJA DO TRIMPHO
PARV^ENHORAS. Ricas poupelinas de padres lindi<5mos, e gosto novo.
Cambraias branras bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padres por
fcarato preco de 560 rs. o covado.
Grande sortimento de las e alpacas de.320 rs. a 1500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fusto enfeilados brancos e de cor.
Vestuarios de fusto para meninos.
PARA HOMENS. Camisas ingiezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
com collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol de cabo de
marfim e de canna ele,, etc., luvas de Jouvin para senhoras.
Grande sortiment de cortinados para camas e janellas. Croxs para sola e ca-
Oiras de braco e guarnic5o. Tapetes para sof e cama, para pianos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O nico e especial sortimentos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe no
Loja do Triumpho.
Ra Duqua e Caxias n. 7.
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V .14 RA DO CABl GA i. 3 4.
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Com este titulo acha-se aborto t inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo qoanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e aaneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros mnitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objeeto .
pertencente a esta arte.
que en
pertem
I RBMuM
Paul Chauvip.
Mechanico conhecido a 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tinha cora o seu cunha-
do Carlos Pluyn contina a se achar a ?ua dis-
posicao para o que diz re burras, machinas de costuras, armas, fechaduras.
collocacao de campanhinhas e todo qualquer con-
cert : praca do Conde d'Eu n. 24, outr'ora da
Boa Vista.
Na travessa da ra
das Ouzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
Precisase de urna ama para todo tervicu de
ama casa de pequea familia ; na ra do Aragao
n.38.______________________________
Na ra Primeiro de Marco n. 15, escnptorio>
recebe-se propostas para a collocacao de vidros e
pintura no predio n. t3 i rna da Cadeia._______
Desapdareceu no dia l" do junho corrente
duas beatas com os signaes seguintes: urna mel-
lada, nova, magra, dinas pretas, cauda aparada ;
otra rassa, magra, pequea, poldra, e ambas com
o ferro triangular na anca do ladodireito : quem
apprehende-las avise no engenno Cordeiro, que
ser generosamente gratificado. ________^__
AMA.
Na rna Direita n. 27. S andar, precisa-se de-
urna ama que eoiinhe e engorante para urna pe-
quena familia, mulliere marido, pagase bem.
Aluga-se urna casa terrea na travessa do
Luca, com um excellente sitio, o qual tem alga-
mas arvores de fructo e campo para criacio de
animaes, com os seguintes commodos: 3 salas, 7
quartos, cozinha fra, cocheira, estribara e ca-
cimba : a tratar na ra do Apollo ni 32, arma-
zem de assucar.__________________________
Aluga-se na ra da Aurora n. 20, urna pre-
ta de 20 anuos, que sabe cozer, engommar e fazer
o servico interno de urna casa de familia, sendo
muito carinhosa para criancas. ___________
I
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 25
AMA
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar
para casa de pequea familia : tratar na ra
do Vigario n. 9, 3o andar. __________
Attengao
O Sr. Flix Pereira de Araujn queir?. ter a
bondade dirigir se ao largo da Sania Croa c. 14,
a negocio de seu interesse._________________
Deseja-se fallar
Aos ?enbores abaixo declarado? :
Coronel Manuel Carneiro Cavafcanti di Albuquer-
qqe Lacerda.
Joao Jos de Miranda.
Joaquim de Menna Cardoso.
A ra do Duque de Caxias n. 7. i
Na ra .Nova n. 50, 1" andar, preciss-fe alu-
gar um eseravo de 14 16 annos para 9 servido
de casa.
Para inteireza da verdade e da justija, des-
mentido e confuso de quem, com reverendas fal-
sas, pretende confundir o direito, faz-se publico
que urna escriptura de arrendapento feita em
1867 d) engenho Cassua do majar Pinheiro, nunca
chegon a ter effeito, e nem um s dia estove como
rendeiro em dito engenho aquelle major. Outro
sim curnpre declararse que desde maTipou abril
do anno passado est de posse do referido enge-
nho o Sr. eoronel Francisco Antonio de Barros e
Silva, senhor do engenho Firmeza, que o houve
por compra aos herdeiros do fallecido Antonio Luiz
Goncalves Frreira, todos credores bypothecanos
de Manoel Ignacio de Siqueira Cavalcant|em cra-
seqnencia da compra por este feita e nao realisa-
da do dito engenho Cassu. Finalmente declara-
se anda para cabal desnorteio de certo coicanista,
que o engenho Mussayba pertence hoje ao Sr. Dr.
Joao Fraucisco Xavier Paes Barreto por compra
feita ao seu proprietano, constante da escriptura
lavrada no cartorio do tabelliao Portocarreiro.
Irmandade do S. Sa-
cramento da matriz
do Corpo Santo.
A mesa rege lora da irmandade convida a todos
os irmaos coraparecereon no consistorio da matriz
no domingo 12 do corrente mez, as 11 horas, pa,ra
elegerem a nova mesa que tem de reger a irman-
dade no prximo anno de 1870 a 187L '
O escrivao,
______________Maneel Jos d Santos.
Irmandade
do SS. Sacramento de S. Jos
do llecife.
O escrivao da referida irmandade convida a to-
dos os charissimos irmaos para reoDiie de mesa
geral domingo 12 do correte, as 16 horas da ma-
nhaa, afim de proceder-se a elei^ao da mesa rege-
dora do anno futuro. Espera, perunto, a maior
concorrencia dos charos irmaos.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000|
Bilhetes garantidos.
i roa do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaao assignado, tendo vendido aim de ou-
tras sortee, um meio n. 1052 cora 900| da lo-
tera que se acabou de extrabir a beneficio da
irmandade de Santa Anna da Madre de Dos (149)
convida aos possuidores virem receber na con.
formidade do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felixes bilhetes garan-
tidos da 2' parte da lotera beneficio d igre-
ja deS. Sebastiao do Bonito (150), que se eitrathi-
risabbado 18 do corrente mez.
Precos Os do costume.
llanoel Martins Fiuza
Manoel Zeferioo de Salles declara aos fr-
neles da loja de seu cunbado Luiz de Franca
Sonto, que a mesma loja se acha provida de tudo
para bem os servir ; portanto espera que conti-
nnera a honra-lo cerno dantes, visto ter na casa
pessoa bastante habilitad* para o desemponbo de
qualquer obra.
O ahalxo assignado previne as pessoas com
quem tem cons, que o Sr. Carlos Augusto Pe-
reira de Mendonca, delxou de ser seu caixeiro
desde o dia 15 de rflarco proxio o passado. Recife
7 de marco de 1870.
Joo Velloso Soare*.
COSTUREIRAS.
Na chapellerie des dame* rna do Cabng a.
12, precisase de costuraras que estejam tCOtu-
rnadas i trabalbar em ohjeelot de v.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
Dillia, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada oflkina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido pbenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sama, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de maia uiili-
dade. para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para mangas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melhor qnaliihde.
b*5S
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadissimo sortiment1) de fundas de
excellentequalidade.
PHARMACL\ CENTRAL RA DO IMBERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinito martimo, para ai affecces chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecclo nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e d Regnault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
ARMAZEM
n. 28, loja Antonio
PHARMAOA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar osintestinos.
1RMC4 GEmiL
Ra do Imperador n. 38.
, Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known ulelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use'of this sa
line preserves foreigners from many diseases to
which they are leable before becoraing acclima-
lised. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38. __________
Fogo de bengala
de muitas variedades, e todo de efleito magnifico ;
vendem-se em pequeas porches com todo sorti-
mento, Unto para casas de negocio como particu-
lares : no armazeet de bacalbo, na escadinha da
alfandega n. 3.__________________^
Aos 20:000^000.
rna do Cabug n. I.
Bilhetes do Rio venda
ende Vieira A Rodrigues.
Precisa-e de urna ama que compre e coz-
nbe para casa de pouca familia : na ra nova de
Santa R ta n. 41.
ATTENCAO
Pergunta-se ao Rvd. padra provincial ou
ao sea delegado se m virtude do decreto
do'SS.'Padre Pi IX, de 5 de abril de
1856, podia o guardiSo de certo convento
desta cidade cantar, como o fez a 4 do cor-
rente a missa votiva de N. S. da Cooceicao,
quando se sabe perfectamente que outro fim
nSo tem se n5o extinguir a devocJo de N.
S. que algumas devotas ba muilos annos
costumam faier. Para semelhante aboso
ao referido decreto chamamos attencao do
Esm. Sr. governador do bispado, pois nos
consta que no sabbado prximo se pre-
tende cantar outra vez contra a expressa
determinado do mencionado decreto.
O sineirode S. Francisco,
Para Santo Antonio, & Joao
e Pedro
Na roa estreita do Rosario n. 35 preparam-se
bolos de encommendas, proprios destes das, sen-
do encommendados dous das antes, e tambera en-
feitam-se.tudo por preco commodo. Na mesma
tem sempre um grande sortimento de bsaquets de
cera de differentes qualidades, e que se vende
tambera por prego ommodo._______________
Precisarse de urna ama gue compre e cozi-
nbe : na ra de S. r raneisoo n. 54.
emenda dt
joiinba, e para o sevvico interno d-' naja casa i
pequea familia: na ra Imperial n. 130.
Precisa-se de um moleque que
Ra Nova
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado 4 C, avisara ao respeitave
publico que nos lagares cima encontrar no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acbam habilitados para vender por menos
que outro qualqoer, pos.teso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agaa pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeberao a importancia dos
referidos poc,os depois de collocados, satistazendc
espectativa do comprador.
0 Dr, Sarment Fimo
mudou-se para a ra do Imperador n. 29,
2o andar.
Consultas e operacoes todos os dias das
10 horas ao meio dia.
Chamados por escripto a qualqu:r
hora. \
ATTENQO

Fornece-se comida com muitc asseio para casa
de familia, loja ou alguma alucina, mandndose
buscar, ou mesmo levar em casa de seus donos;
na mesma casa recebe se roupa para lavar e en-
gommar tudo por preco commodo : na travessa da
ma dos Pires n. 5.________________________
Perdeu-se urna caia de rap de tartaruga
preta com tirma de onro, no cemiterio publico, na
tarde de 5 do corrente : rogase a quem achou le-
va-la na fortaleza das Cinco Pontas, que ser bem
gratificado.__________^_________
ESTRADA DE FEKRO DO RECIFE
A S. FRANCISCO.
AVISO
Precisa se de urna ama para comprar e co-
zinbar : na ra do Queimado n. 22.
TINTURARA franceza
55-Rua da Imperatiiz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noloas e limpa-se a seccosem
molhar os tecidos, conservando assim tj-
do o brilho da fazeuda.
Tintara preta as tergas e sextas fei-
ra;.
Retalha-se, avantade dos compradores alguns
lotes de terreno, que restara, do sitio Aguasinha
em Beberbe. por precos tasoaveis. A posijao to-
pographica do terreno ranilo o recommenda, so-
bre'.udo por flear prximo da estacao projectada
da via frrea. Os pretendentes poderao diiigir-se
informarse do tenente S Peoto, no mesmo
l'jjrar, e para qualqaer negocio a ra do Crespo
n. 12, 1" andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Aver
Petoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do peito.
atsa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catbarticas.
Paramente vegetaes e sem raercurio, cura se-
toes, caram e purifleam todo o ystema humano
Vende-se effectivamente em casa oe Samuel P
hnstou & C.rua da Sanzalla Nova n. 42._____
O transporte de garrafes avulsos pelo trem de
mercadorias serfeito sera responsabilidade da
companhia, e as mesmas condicoes serlo trans-
portadas em qualquer trem todas as mercadorias
acondicionadas em involucros frageis. Nestes ca-
sos ser declarado nos conhecimentos o motivo da
nao responsabilidade.
Villa do Cabo 8 de junho de 1870.
Htnry Spjencer.
Superintendente interino.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A S. FRAN-
asco.
AVISO
Pelo presente sao convidados os senhores#accio-
.nistas desta conJpanhia para virem ou man"dare:n
por seus procuradores receber na estacao das Cin-
co Pontas o 13 dividendo conwrnente ao semes-
tre indo eni 31 de dezembro de 18C9, a ra.a> Se
3 OjO ao anno.
Villa do Cabo 7 de junho de 1870.
Henry Spcnser,
Superintendente interino.
Tendo sido publicado no Jornal do Recife de
he je o edito I do juizo do commercio para a pra>;a
de bens penhorados por execuco movida por Ju>e
Goncalves Pereira contra 0 Mara Francisca NV
ves, e porque os bens penhorados sejam do casai
de Agostinho da Silva Reres, caja partilha_ nao
est defnitivamente acabada, e por i-so nao se
pode saber se esses beus pertenciam finada D.
Mara Francisca Svw, sua meeira, assim tem >s
mesraos bens de reverter para aquelle herdeiro a-
qaera tocar, e nu la ser a arrematarn.
Miguel Moreira de Souza Main, Joanna dos Sac-
! tos Vital e Vicente Frreira da Porciuncula, cu-
nbado, mana e primo do,tinado Domingos dos I'.< -
sos Miranda, mandam celebrar missas por alna
deste, no dia 13 de junho trigsimo de seu pa-
samento, no convento do Carmo, as 7 horas oa
manhaa, e convidam os seus amigos e do lina..-
para assistirem este acto de car>dade.
AMA
Precisa-se de tima ama para servio de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-e bem agradando : na rna Velha nu-
mero 66.
Dividendo
Paga-se o 5* dividendo da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C a raso do 3 0|0,
no escriptorio da ra do Vigario n. 13, 1 andar,
as tercas e sextas reirs" das 11 horas da manh
1 da tarde.
^"NatnanTDaheisser, vai a Europa tempo-
rariamenfe e deixa por seu bastante procurador
o Sr. Joseph Lehman em 2* lugar o Sr. Julio haac.
O abaixo assignado estando a promo-
ver urna subscripcao p?ra a pot)licac'lo de
um volme de poesas de sai composicSo,
declara que n3o autorisou pessoa aiguma
a receber o valor das assignatoras j ob-
das e das que poder ir obtendo, pois que
de sua-indeclinavel resolucSo cobrar essas
assignatoras aa occasio da entrega do vo-
lme, j irapresso, aos Srs. assignanttis. A
estes, portanto, previne para que nao adan-
tem a quem qoer que seja as quantias com
que tenbm subscripto para a referida pu-
blicado. Recife 6 de junho de 870:
A. R. de Torres Bandeira.
ATTENCAtr
Urna pessoa que vai provincia da Baha offe-
ree se para tratar de qualquer negocie, dando
fiador appareca na rna de Hortas n. 94.______i
Offereoe-se
ador o, 4(1
Joaquim da ilva Costa e Bernardino da Silva
Costa Campos convidam a seus prenles e amigos
e aos do tinado Antonio Martins da Silva Campos
a virem assistlr a missa do stimo dia as 7 hnr.s
da maabaa de sabbado 11 do corrente, no conven-
to de X Francisco, por cojo obsequio desde ja se
confessam grato?. _____________
ta e jai
n. i9.
'inti.ii
par
l das

Virginio da Silva Fraga agradece cordialmente
aos seus amigos que se dignaram acompanhar at
o cemiterio publico os restos mortaes do seu mul-
to presado irmo Jos da Silva Fraga, e de novj
convida a todos os seus amigos, para assistirem
a missa do stimo dia que ter logar na igreja de
S. Pedro, domingo 12 do correte, aa 6 lii horas
da manhaa, pelo que Ibes ficar eternamente agra-
decido. _______________________
Irmandade do SS. Sacramento da matriz
de Santo Antonio,
Pela mesa segedora da irmandade do SS, Sa-
cramento da matriz de Santo Antonio sao convi-
dados todos os nossos charissimos irmaos para do
domingo 12 do correlte, as 10 horas do dia, se
reunirem no consistorio da roosma, afim do era
mesa geral procederem a eleico dos novas fonc-
oionarios que hio de reger a diU irmndade para
o anno comproaissal de 1470 a 1871.
O escrivio.
____________Medesto do toe*[ j"**-
Attencao
Na ra Doqoe de Casias n. 63, loja da bopan-
cjl vende-se sortes de Ssnto Antooio, por pre
qpmmodos, em porcao far abamento no preso ;
venham fregueses antes qne se acanem._______
Padaria.
Em que se oflerece sociedade a tana pMeoa qne
esteja habilitada para a sua adm.nutracao, e tam-
bera se lheosde a casa,, se assim convter a am-
bos : a tratar t caes da alfandega n. A
' Pracisa-se de um feitor que enUoda de hor-
ta e jardn!:
i


/
!
/


Diario de Pernambuco Sexta eira 10 de Jfunho de 1870.
\
-.

\
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
H. 7-Mi IIIIA-S. 7
\ Acaba de cbegar a este estabelecimento novas facturas com importante sortimento dos
artigo abaixo mencionados precos os mais resumidos que possivel.
FOGO CHINEZ DE SALES
Para os festejos de Santo Antonio e S. Joo
Grande variedade destes lindos fogninhes de artiflcio chinez, de vista de cores e effeitos ma-
gnficos de sorpebender, fabricados propriamente para saldes e serem sollados por meninos e me-
ninas sem o menor receio de serem offendidos.'
BALLOES AEREOSTATICOS ,
Estes interessanies bol5es de papel de seda de cores feitos na Cbina, com 6, 8 e 10 pal-
mos de altura, milito elegantes e facis de subir com espirito de vinbo, podem ser soltados das
var andas.
PAPEL. PARA EMFEITAR BOIjXOS
Papel rendado muilo bonito de diversas larguras para enfeitar bollos de S. Joao, precos
bantissimos.
LUYAS DE PELUCA
Do afamado fabricante Jouvin.
Sortimento completo de brancas e de cores, nfuito boas de se escolher, em quanto estao bem
frescas e sortidas.
BOTIMAS
Para tenhoras e meninas.
Botinas preta?, brancas e de umitas outras cbem sortidas e bonitas, do ultimo gosto da
moda.
KOTI Vt, BOTAS E PEMEIRAS
ara bomens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, botas russana^ de \r.z Tro e de lustro, per-
neiras de lustro tanto para bomens como para meninos.
Sapatos
Sapatos de borracha para homens, senhoras e meninos, sapatos de invern para homens,
ditos de lustro com alto para bomens, ditos de tapete aveludado, de casemira e de tranca l'ran-
cezes e portuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Finos extractos, banhas, leos, agua divina, de cologne, de lavaade, e de florida, tintura
para cabellos, pomada angroise para bigndes, pos de arroz e sabonetes.
Quinquilharias
E pelhos grandes e peqoeno?. leques, albuns e caixilhos para retratos, esterioscopes com
bellas vistas escolhidas, bengallas, chicotes, correntes de plaqu para relsgios, gravatas, oculos,
lunetas caixinhas de costura ornadas com msicas, photographias. mgicas, cotTresinhos mgicos
para desapparecer aoneis, ditos ditos para relogios, jogos de domin, bagatella, redetos, e outros
muitos joguinhos francezes c allemaes, jarros com bouquels de flores de porcelanas para san-
tuarios, cestinhas diversas para braco de meninas, objectos de phantasia dourados para toiletes, ri-
cas escovas para cabello, para vestidos de senhora, para chapeos e para barba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jur para canttieiros a gaz e para lanternas de piano, caixinhas de
msica de darse corda, ps de vidro para pianos, realejos grandes e pequeos, accordions, cosmo-
rama3 com as mais importantes.vistas molduras douradas para quadros, bonitas estampas de pai-
zagens, de figuras e de santos, caninhos de 3 e de 4 radas para conduzir meninos a passeios, ma-
las e boleas para viagens, bergos de vimes os mais commodos que ha para enancas.
aawaipaaDa ?&aa saacaaiaas
Para este artigo nao ha espado nem tempo para a mas-ante leitura da intinidade ds gene-
ros de brinquedes fabricados em diversos paizes da Europa.
licando as qual
tonta propria.
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a vsila-lo verj-
as qualidades e os precos baraus de ditos objectos por seren vindoS em direitura e de
TAVE
GABELLEIREIRO FRANCEZ
5lRa da Cadeia do Recife51
Chama a attenco dos seus innmeros (reguezes, e do respeitayel publico ei
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cent
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cadeias para relogio a o, 60,
U, 8& 95, IU e. .
Cabelleiras para senhoras a io-i,
300, 35^ e......405000
Ditas para hornero a 330, 403 e 50000
Coques a 1-J-J. I3& I8#, O, Corte de cabello
250, 30 e 505000 c de cabelo com { lQ>
Crescentcs a 1:25, la5, 185.-0, L- 3 ,, ,
*o 305 c ... 325000'crte de cabello com lavagem a
I champou......
IfWHW rte cabello com limpez da
cabeca pela machina eleciri-
15000 ca> umca cm Pernambuco. .
Frisada ingieza ou fracceza.
305000 Barba.
ni,
Cachos ou crespos a 35, 45,
"65, 75. 85, 05 e. .
Tranca de cabelio para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 105,
155, 05, 25 e
15500
50;
50<
1500
!500t
504
25f
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soEres
O dono do estabelecimento previne s
Eimas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
zinheiri para
ra do Quei-
Oozinheiro
Precisa-se de um cogjbii
casa de homem soltel
mado n. I, loja da e*qa
Aluga muito karWum asa comTfeUtWo
sitio, na ra da flica dos Quatro Cantos em
Olinda; tratar na ma da Senzalla Nova n. 4.
Aluga-se nm mulato .de 13 annos, proprio
para todo o servico : na ra das Cruzes, entrada
pelo beeco do Ouvidor n. 3i, 2 andar.
Criado
Precisa-se de um preto que seja escravo para
Iodo servico de armazera : na travessa do Corpo
Santo n. 13.
Precisase de urna ama de meia idade para
cozinhar, sendo de boa conducta : na ma de Hor-
tas n. 91__________________
D. W.-Bowman pretendendo retirar-se para
Inglaterra no flm deste mez, pede aos seos credo-
res particulares a mandar sem demora as snas
contas afim de erem pagas; na fundicao da ferro
roa do Brum n. 32._______________i________
Precisa-se de um forneiro : na padaria da
ra da Guia n. 56.
0 Sr. Jos Claudio Dubeux faca favor de trazer
o objecto que levou amostra da ra do Queima-
do n. 7.____________________
Kscrava on llvre
Precisase de urna ama para o servico de urna
casa de tres pessoas nao duvidando pagar-se bem:
na ma estreita do Rosario n. 43, 1 andar.
Irmandad do Santissimo Sacramento da
matriz da Boa-vista.
De ordem do Ilion, irmo juiz, fago constar a
todos os nossos irmaos, que nao se tendo conclui-
do hontem a eleico da mesa regedora, que tem
de dirigir a irmandade no anuo de 1870 e 1871,
o mesmo irmao juiz designa o dia 12 do corrente,
para neile ter lugar a cootinuacao dos trabalbos
da mesma eleicao. Convido, por tanto, a todos
os nossos irmaos a comparecerem no dia cima
mencionado pelas 10 horas da manhaa, no con-
sistorio da mesma nutriz, para o fim cima decla-
rado.
Consistorio, 6 de junho de 1870.
O escrivao,
$3 Simplicio da Cruz Ribeiro.
Precisa-se de um caixeiro preferindo-se por-
tuguez : na ra Imperial n. 216._______________
xNa ra da Penh n. 13, lava-se e engomma-
se para fra.
Precisa-se de urna ama de meia idade para
comprar e cozinhar para tres pessoas: na ma
das Flores n. 37.__________________. -**
Precisa se alugar um escravo que teoha
pratica de padaria : na ra do Lima, em Santo
Amaro, n. 66. ,
Na ra do Hospicio n. 46 precisa-se de urna
ama que saiba cozinhar, paga-se bem.__________
AMA
Para casa de homem solteiro se offerece urna
ama, nao crianra, de conducta exemplar, para
cozinhar e engoinmar : na ma da Ponte Velha
n. 6, das 6 as 9 da manhaa se dir.___________
Da-se 2:000 a premio sobre hypotheca em
alguraa casa : na ma Direita n. 24, padaria, se
dir quem da_______________________________
Precisa-se de nina ama livre, de meia idade
e de boa conducta, para casa de pequea familia :
na ra de Santa Thereza d. II._______
Precisa-se augar urna escrava
cozinhar: na ra das Cinco-Pontas n.
zem.
que saiba
86, arma-
COMPRAS.
As seguiites obras
Vinte annos depois, ou tres mosqueteiros,
por A. Domas, 11 vo!. euc. pojr 155000;
A tirgem domosleiro, e as memorias de R-
chelieu, por Jos Victorino, ambos encader-
nados em um s -vol. por 35000. Colas
cont suisso, ene. 1 vcl. por 15000. Canto
d'alvorada. poesas porM. da Rocha, 1 vol.
ene. por 35000. Flores singelas, por Paes
de Andrade. Ultima* paginas, por P. de
Calasans. Musties lefdidas, por C. de
Azevedo, tudo Bncadernado em um s vo-
lume, por 85000. Jo vita a voluntaria da
morte por J. C, e Alberto, scenis de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 35000. Pahnyra, a ceguinha bra-
silera, romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abren, ene. em um s vol por 55-
O cavalheir d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 105000.
Tambem veude-se ii collecces de leis
provinciaes faltando apias 3 annos, por
205000, tendo 27 vol. me brochura, tam-
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e qne tudo se vende por preco em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
phia que se dir quem vende.
Noarmazem do Sr. Antonio Annes Jicome von-
de-se mais barato do que eiu qualquer outra par-
te : a tratar na ra da Cruz n. 38, arinazetn de
Meills Lajhan & C.
Pechiacha
No pateo do Carmo n. 9, armazem do
Ribeiro.
Manteiga ingleza a 900,15400 e 1J500 a libra.
Dlia franceza a 720 rs. a libra.
Cha perola o que ha de melhor a 2 e 3200
a libra.
Dito hysson a 3 a libra.
Queijos flamengos novos a 23400.
Velas de esperraacete a 700 rs, a libra.
Engenho.
Vende-se o engenho Ribeirao da freguezia de
Santo Antao, situado pon mais de urna legoa
da estrada da Victoria, de trras milito preducti-
vas, podendo safrejar para mais de 2,030 paes an-
Duaes, com bom cercado feilo todo de vallados, e
muito boas obras; o engenho d'agaa e est
moente e corrente : quem pretender este negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, ou ra da Concor-
dia n. 13.
Farfulla de nandloca.
Ha para vender boa farinha de mandioca, en-
saccada, ou agranel, ehegada recentemente de
Santa Catbarina bordo ib brigue sueco Olaus,
que se acha fnndeado em frente do trapiche Ba-
ro do Livramento ; seus consignatarios Amorim
Irmaos & C, ma da Cruz n. 3.
Vende-se
Ps de roseiras de varia, qualidades, de cravei-
ros, de sapotis, de figoeiras, de abacates, de pi-
nheiros, de palmeiras, de laranja cravo, por ba-
rato preco : tratar na Ikta-vista, ra do Mon-
dego n. al.
Vende-se por inetade du seu valor um terreno
forciro, onde se acha edificada parte da cidade
do Rio Formoso ; e alugase, on vende-se o so-
brado ri. 21 sito na ma do S. Pedro Martyr de
Olinda : tratar na ra do Imperador n. 30.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se onro, prata
peoras preciosas por precos mais vantajosos do
rae em outra qualquer parte.
ESCHAYOS
Compram-se e vendem-se diariamente para tora
dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
terceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cnizes,
frpguezia de Santo Antonio.___________________
Lom muito ma.or vaniagcm comnrain-se
curo, prata e pedras preciosas e o. obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro a. 2 D, ma do
Cabug. _______________________________
Compra-se urna casa l.-rrea boa, situada em
Santo Antouio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : 4 tratar no arco da Conceico nu-
mero 6.
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bai
ba, nica admittida na Expsito Universal
salao para untura uos caneaos uarua, as- ^ ^ vr^ii] sade)-por ser VCl
Eim como um empregado smente ocenpa- latil, analysada e" approvada pelas acad*
do nesse servido. I nas de sciencias de FAJIIS E LONDRES
iiiini
5-1 Se ,= o
S O M
lffS5
111.
Compra-se ou alugr-se urna escrava que seja
cnonla.de meia Liade, e que saiba comprar, co-
zinhar e engommar para casa de pequea fami-
lia : a tratar no Corredor do Bispo n, 11._______
Compra-se or todo nrec.0, o interessante ro-
mance de Octave Feuillet, intitulado Joaquini
Dick ou o batedor de estrada, o qual foi ha tem-
pes publicado no folhetim do Diario de Pemam-
buco, cuja colieceao tambem se orupra : a tratar
na ra do Crespo n. 19 loja de fazepdas.
Farinha de mandioca
igual a de itfuribeca.
Em saceos de dous alqueires e de panno de
algodao, cuja medida corresponde de 5a 8 0(0
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vende-se a prego menor do que em qualquer ou-
tra prtete : tratar cora Joaquim Jos Goncal-
ves Beltre, em seu esenf torio ma do Comraer-
ci n. 17.
A 5)000
Velias de spermacet
Verdadeiro americano, cada urna caixa trinta
e cinco meias duzias de vellas, ou 210 vedas, por
trinta e cinco mil reto. No armazem de Tasso Ir-
maos & C, rna do Amorim.
Vende-ss a casa terrea n. 11. em chaos pro-
prios, sita em Olinda ra no oilo do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1 andar n. 5 i ra da Cadeia do Recife.
Massabatid a640rs.
Valdivino da plvora vende massa batida e in-
leza para rogos : no seu armazem de sal da ra
mperial.
Loja ingleza.
0Passeio Publico_60
Neste grande estabelecimento encontrar o res-
peilavel publico um grande sortimento de fazen-
das de todas as qualidades, sendo inglezas e fran-
ceias que se vendem por muito menos do que em
outra qualqus^ pane.
COMO SEJAM :
Chitas escuras e claras, finas de cores fixa a 240,
260 e 280 o covado.
Cambraias de cores, padroes moderno? a 280 e
320 o covado.
Lazinhas muito finas, padroes de gosto a 400 o
covado.
Madapoloes finos de 4 000 para cima.
Algodao brinco a 3 e 4|.
Cortes de fusto para caiga a 1 i.
Ditos de brim pardo a H, U2O0 e 1 300.
Ditos de casemira preta a 3000
Caigas, paletots e colletes de tedas as qualidades
e precos.
Na loja ingleza do Passeio Publico.
CABRIOLET
Vende-se um cabrielet de duas rodas em bom
estado, convrreios para um cavallo : na cocheira
da ma de Santo Amaro n. 1.
Batatas..
A I 000 o gigo ; no armaiem unio mercantil,
rna da Cadeia n. 33._______________________
Vende-se urna linda mulatinha de 16 anuos,
com principio do habilidades, vinda do sertao,
peca, e propria para copeira ou mucamba : na
ma de Horlas n. 96
Vendem-se duas negras de 13 a 20 annos,
tres'cabras de 18 a 22 annos, um dito de 12, dous
negros de 30 a 40 annos : na ra de Hortas nu-
mero 96.
Estamptlhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 38, lo;a
de azulejo.
Laacle caima.
Vende-se laa de canna bem seeca por preco com-
modo, phosphoros do gaz a 280 a duzia : no pateo
do Carmo, esquina da ra de Hjrta.', armazem
numero 2.
A 5|000
Madapolio encorpado proprio para saias e len-
roes, pecas com O varas, por 51 : na ra do
Crespo n* 23, loja da esquina.________________
Attenco
Vnde-se urna taberna propria para qualquer
principiante, em muito boa locaJidade, e o motivo
da venda se dir ao comprador : para nfonna-
goe-\ ra Nova n. 61.
60
4000.
GITOOO
1
500
100
500
500
500
500
GO*
COO
240
100
200
200
500
1000
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
280
00
700
640
240
VtnJe-se botinas de cores para senhoras, pelo
diminuto prego de cinco mil reis o par, sao cores
muito bonitas ohra bem feita : venham a ra da
Cadeia n. 50 A, loja de miudezas, defronte da ra
da Madre de Deas.
Cavallo.
Na cocheira da ra de Santo Amaro n. I ven-
de-se um excedente cavaho de cabriolet.
Venie-se urna escrava de lo annos de ida-
de, cozinha o ordinario de nma casa, tem princi-
pio de engomma lo, lava muito bem. sadia e nao
tem vicios : na na do Pires, ^obrado n. 27.
Vende-se um sio na estrada do Rosarinho com
boa casa de vivenda, estribara, cocheira, bastan-
tes arvoredos fructferos, bem cercado, tudo em
perfeito estado : quem pretender dirija-se ao pa-
teo do Carmo n II, 2' andar.
VNDAS.
Phataniasgoria!!!...
O Campos da ra do Imperador n. 28
recebeu da corte je vende em seu estabe-
cimento dilerentes fogos proprios para sa-
loes : sao inteiras navidades nesta pro-
vincia.
Ainda vende queijos a 2300, sao os me-
lhores que ha no mercado, sao os mais ten-
ros e frescos.
Tambem vende pescada a 300 rs, li-
bra
TUDO NO ARMAZEM DO CAMPOS.
Momios escravos
Vendem-se quatro f scravas qne sabem com per-
| feicio todo o servico de urna casa, urna mulata
d 18 annos com um lindo tilhinho, ama linda mu-
latinha de 12 anno?, um bom escravo carrero, um
dito mestre ferreiro, ura dito para todo servico :
na travessa do Carmo n. 1.
REDES
Loja da Relia- vista, i ma da Irap*falrz n. 13 A.
Neste novo esubslecimtnto vende-se pof barat-
simo preco um gran le sortimento de redes de tu-
cura vindas do Para.
Fazendas b rata?com.'
t qu deavaria.
A' ra do Crospo n. 95.
Cambraias fiuas victoria ns. 16, 18 e 20
de 3; a 3500 a peca.
Cambraias liu.is de cores a 280 rs. o
cavado.
Madapolao lino a 3?, 5*300 e 6*000
a peca.
Algodozinho com 18 jardas a 35000
a peca.
Algodao de listras americano para rou-
pa de escravos a 280 o covado.
Algodao trancado Dranco a 360 rs. a
vara.
Lencos finos de cambraia a 2500 a
duzia.
Chitas amatizadas a miudinhas a 240
o covado.
Do-se amostras na ra do Crespo n.
25, loja de Mauoel Dir.s Xavier.
FOGOS,
w 9 ^ r r a
2.3 sr s.
G~m STo S c o
2
s.
o
s
r
S ? 2.
. ^ oa B o a
ill-li
I O.CB
8,
CORTES DE SEDA
O Cysne ra da Imperatriz n. 64, acaba de re-
ceber pelo ultimo vaper lindos e modernos cortes
de vestidos de seda pre.tos e de cores, lisos e mati-
sados, os quaes vende por precos mdicos.
ATTENCO
Vends-fe um excellente escravo crioulo de mul-
lo bonita figura, bom inicial de pedreiro, de 25.
annos, muito esperto para todo e qualquer servico,
principalmente para ode campo, sem vicio alguin:
na rna da Soledle n. 60. _________
Formas de ferro
Para purgar assncar, vende-se a commodo preco :
na ra da Cadeia n. 4, armazem de S. Barroca.
S-5?** S ce W ge
mmmamwm mmomm
A1SMM
Saceos grandes com superior feijao mulatinho :
no escriptorio de Jos Joaquim Lima Bairo, a ma
do Vigario n. 2".
Fazendas com pequen toque
de arara.
Ra do Duque de Caxias, amigamente do Quei-
mado n. 17.
Madapolao fino 6 a peca, cambraias de cores
lindos padroes a 240 rs o covado, cortes de ves-
tidos de percalles com grande numero de covados
e de duas saias a 45500 o corte, chales de merino
estampados a 4500, saias de madapolao tendp
apmas deleito pequeo a 35500, e baldes de ma-
dapolio dos amigos, mas que a santa economa os
recommenda, a 2j Offerece se amostras.
Vidros para vidracas de todos os tamanbos
e em caixas, vende Bartholomeu 4 C, em sua
pharmacia ama larga lo Rosario n. 34.
auto Antonio. 9. Joo c *.
PCflro
Limalha de ferro em vidros muito nova.
Dita de ac em vidros imito nova.
Dita de agulba de Len imito nova.
Enxofrc em tubo*.
Salitre refinado de 1 qualidade.
E todas as demais preparacSes para fogos ar-
tificiaes: vende se na pharmacia e drogara de
Bartholomeu 4 C. na ra larga do Rosario n. 34.
Farinha a 6$500
Vende-se na ma da Praia taberna n. 43, sac-
eos com farinha de mandioca da trra, com o
peso de 27 killos por 65500.
Luvas.
Chegou pelo vapor francez, um grande sorti-
mento de luvas de pellica da. Jouvin, brancas
pretas e de cores. Em casa de Andr D*lsuc, ca-
"belleireiro, ma do Primar o de marco n. 7, Io an-
dar.
Para Santo Antonio,
S. Joo
. Pedro.
Grande deposito de fogos artciaes para os fjl-
uedosde^enhoras e crancas nos das de Santj
Antonio, S. Joo e S. Ped'ro, a sabe r: pistolas
brancas de 3, 4, 5 e 6 balas.ditas colorida' de 3, 4,
5 e 6 balas, rodinhas brancas e clondas fontanas,
craveiros, chafarizes em nonto pequeo, rodinhas
com illumnacao color las, fogos de bengala.fogos
do ar de 1 e 3 bombas, ditos de bomba rea), tan-
ques chinezes, baloeszinhos de 3 e 4 palmos, pro-
prios para soltar em varanda com espirito de vi-
nbo ou mesmo gaz, alem de outro maior sortiraen
to que s com a vista do comnrador : na ra Di
reita n. 53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga
loja do Braga, ____________________^^_^_
VIVA S. JOAO
Ra Direita n. 53.
Completo sortimento de facas e garfos de ba'an-
co de 1 e 2 botoes, bandejas chinezas com lindos
esmaltes, culheres de meul de principe para cha
e sopa, trens para cozinha, salitre, breu, barbante,
enxofre e papel, alem de um completo sortimento
de ferragens, miudezas, cutihleirias, machinas pa-
ra descarocar algodao, moinhos paia caf, etc.,
tudo por meno* preco do que era outra qualquer
parte : na ra Direita n. 53, loja de Lenidas Tito
Loureiro, antiga loja do Braga.________________
. ATTENQO
Em casa de MiHs Latham A C ma da Cruz
n. 38, vende-se sabia* inglez de diversas qualida-
des.
BA M l l U
Vende-se
Pesos de ferro do systema decimal.
Champagne da marca afamada.

Tem para Tender
Vaquetas envernizadas para carros.
Oleados do diversas cores.
RIJA Di UM fif
Terrenos
Vende-se um terreno na rna de Luiz do Reg,
em Santo Amaro, com 300 palmes de frente e 640
de fondo, com nma casa terrea edificada no mes-
mo terreno : quem o pretender, denja se a ra
Nova n ti, qne achara rom quem tratar.
^ttnqao
Vendem-se on trocam-se por easas nesta praca
ou mej mo por sitio pert) da cidade duas bareacas
de lote de 30 caixas, bem apparalhadas e promp-
tas navegando : a traa: na ra do Pa^eio nu-
mero 56.
Vende-se farinha muito boa chegada hontem
em saceos grandes e panno da fabrica da Baha,
aos armazen; da companhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ma da Cadeia casa n. I,
cem Jos GOncalves Torres.___________________
A 500 rs.
Vende-se superfina tinta rxa e preta, custando
500 rs. cada garrafa : na, ru* de Santo Amar
numero 5.___________ ._________________
Vende-se urna casa terrea na rna do Brum
n. 16.: quem pretanfler dirija-se roa da Gua
n. 56. .
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE CASIA* X. 49
(Antiga ma do Oaeioiado)
' Contina a vender tudo raoito bom e
muito barato a saber:
Quadernosde papel pequeo a. Vi
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para tiuhas e cotu-
ra a......., m
Papis de agulhas francezas a ba-
jo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 13a para bordar de todas
as cores a.......
Caivetes finos para aparar penas
lapis a 500, i e.....
Carriteis de liaba Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de botoes madepersla i-
nissimos a.......
Pares de luvas de cores muito ti-
nas a 320 e.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e
Pecas de QUuelastica muito fina a
Lata com superior batiba a loO e.
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nitos a
Duzia de sabonetes muilo finos a.
Sabonetes inglezes a GOO rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babosa a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
oartilbas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas de todos js
nmeros a.......1(5800
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......
Babados do Porto, largos a 100 e
Capadlos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeiUuos a, .
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......25i00
Caixas d% palito do gaz a. .. 20
Oonecas de cera muilo bonitas de
500 rs. a........2O0O
A ra do Duque de (Jaxiasn 21.
(ANTIGA RA DO QUEMADO)
Nao foi sera fundamento que a NOVA
ESPELUNCA tem deixado de l'azer os seus
annuncios, a razo simples, eila entendd
qvje tudo em demasa aburrece... por sso
como j tinha dito e scientitkado sua boa
reguezia o que constantemente a receben-
do, ou livesse feilo muias vezes. receiou
tornar-se massante, assim pote recolbeo-se
um potco ao silencio, mas nunca deixando
d'eipregar os verdadeiros esl'uicos. j cor-
tratando maior numero.de correspondentes
na Europa, j descobrindo .1 bject.is do mais
parado gosto e liualmeniu assigoaodo o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com ligurinos, modernos moldes pra
vestidos ele,, etc. para desla forma melbcr
servir a bus constante freguezia; o com es-
pecialidade ao bello sexo, qiuin a NOVA
ESPERANZA ufanas.: em dfferecer-lbe
seus servirus, apressande-se desde, j em
declarar que tem recebido uliimamenie
entremeios e babarios bordados transparen-
tes e lapados, cbaposinhos dt selim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
.\leiasde seda e fio de escocia para crias-
vas.
Dedaes d'uso, marlim, a^o e madrepe*
rola.
ptimas navallias, afiadores e massa para
as mtsmas.
Finas esponjas para o roslo c para ba-
nhos.
, Bonitos sapatinbos com biqoeira, sendo
com sal i, para meuinus c meninas de dois
a doze anr.os.
B.is lentes com cinco melimeti'os, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas par segurar costuras.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de la para bomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linbo e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpicos, e outros muitos
objectos expostos a venda ra Duque
de Casiasi n. 21, na NOVA ESPERANZA.
Mabo Talcatrio.
Vinde-se na ra Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.'
Brincos, broches, vollas, pnleiras, five!-
las, i entes, botoes para puchos e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo salisfa-
zersua freguezia, naosmente em objec:os
d'alegria ou de luxo, quer tambem acom-
panllar aquelles, que infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ou alguem de sua
amizade, precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou* viro
que ha de melhor neste genero, porque
sendo laes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao somente tornam-se
tristes como al repugnantes, o que nao
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que laes objectos sao tra-
bajados.
FJauta.
A NOVA ESPERANCA tem para vender
urna flauta d'ebnno do afamado fabricante
Boum.
Vede-se urna casa de taipa, na baixa do
Zumb, (Torre) em solo reodeiro : a tratar na ra
Imperial n. 233.
Joaquim Rodrigues la-
vare* de Mello,
Praqa do Corpo Santn. 17j
TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinbo Brdeaux.
Farello de Lisboa.
Farinha de mandioca. }



j.



TV
a*
/
Diario de Peinambuco Sexta feira 10 de Juaho de 1870.
r--
I

';
f
A VERDADE
Rna Duque de Caxiasn. 55
Na oja da VERDADE continnua-se a ven-
deV por baratissimos precos todos os arti-
fos da miudezas e perfamarias do seu
grande e variado sortimento, garaatindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas nonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espalos doarados para pendorar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Peates finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta atizarme a 1)5000.
Dita coin agua florida a 1500.
Dita com -tita dita a I'OIjO.
Tnico de Jayme a 10500 o frasco.
Frasco conioleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a I0OOO
Dito com extractos finos a (0000.
Dito com sndalo verdadeiro a iJ2O0.
Lai; o com banba multo fina de 120 a
240 rs.
Sstcneic:. muito finos e diversas quali-
dade a 80,160, 240 e 320 rs.
Fras -iscovas para dentes de 320 e 500 rs.
Diti3 para facto de 500, e 600 rs.
Ditas, para cabello a 500 rs.
Peritos para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Peales para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de itO e 240 rs.
Pnnas caligraphicas muito finas a 1#400.
Dias de lanca e mlosioha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e !.0i.
G-.os-z de botes de louca de 160 e
200rs.
Ditos ditos para caifa a 240 rs.
Cricoui papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Pitas com brelas a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo doarado a
280 rs.
Tbesonra para costara a 240 rs.
Lint de marca eaixa a 280. rs.
C.rriois de linhas de Alexapdre de n. 70
a200ilrs.Q T
Gram*C muito finos, com passarinhos du-
zi?a 200 rs.
Cana., francezas para jogar duzia 3000
)tab porluguezas, duzia 1-5400
Pa-cl aimago superior qualidade resma
4--000.
L m r-.iito fina para bordar libra 6(5500
Fta nai debrum de sapato, pessa 160 rs
DitJS de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
t .fos gr :ndes com 2 folbas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 10^ rs.
Traucas de lam de caracol branca e de
cor? da 40 a 100 rs.
FiwiS para cs, peca 480 rs.
Aiflai de lato, carta 100 rs.
S-panbos de lam para cranla de 400
l 800 rs. *
Calcadeiras a 40 rs.
Graratas de seda prcta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxc, brancas e decores 500rs.
Dita de gorgurao de cores a 800 rs.
Na Verdad rw* Baque de Ca
xlas n. &A.
Cantara de Lisboa
Soleiras, hombreiras e capitels par frentes d
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
zefi) da travessa do Corpo Santo n. 23, de Joaqaim
Lopes Machado & C. ________
Vendem se diversos eicravo? pecas viados
do Cear, proprlos para, engenho, assim como
ama cabrocna por 1:0005, de 18 annoa de idade,
bonita figura/ est um poucp descorada de frialda-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar r
na ra da Cruz n 53, 2 andar.
DEORO
Armazem dous irmos
8=na da Pcuha8
Manteiga imjlea superior a 1*300 a tlbra, dem
franceza a 800 rs., cha mindo bom a 3K, idem
grosso a 3*, velas de esnermacete a 640 a libra,
caf em caroco bom a 200 e 240 rs., toucinho a
400 rs., talarim, macarrjo e aletria a 500 ra., quei-
jos fresco a 2*500, idem prato a 13 a libra, Yiutao
em pipa a 400 rs. a garrafa, idenrS. Jujien Me-
doc a biO, grandes latas com bolacbinhas s 1*400,
lagualinhos a 600 rs. a lata. Nwtearmazem ha
semp^e grande deposito de geaert de priroeira
qualidade, e vendem-se a precos mijito resumidos.
LOUCA
5
Grande armazem,na rna da
Impsratrlz n. 6
Neste grande armazem vende-so louca mgleza
linas e ordinarias, apparellms de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos e ordinarios, que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualquer parte :
chamamos a atteneao dos fregnezes, que serao
convenientemente servidos tanto nos eommodo
precos como na boa uualidade das fazendas.
JHXIS PAR
COSTURA
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, 1* anda.
FARINHA DE MANDIOLA,
Vende-se farlnha de mandioca chegada do Ma-
ranhao no ultimo vapor do nortg, por menos do
que em outra qualquer parte : a tratar no eserip-
tono de Joaquim Garardo de Bastos, ra do Vi-
gario n. 16, 2 andar.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr ora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardmo Duarte Campos
peratriz^V^^roSSvSr^" < ""* *" *'**. ra da Ira-
roupas delTs^ 0,teSpe,laVe, *"" ** amento de
*1*m$m^\C C6r6SHa 3S2?^500 7*W0, ditos mirin preto
m /jwi ate zsfuw, ditos de casemira de cdres finas e ordinints de RA 4 iflAnnn
dttos dei panno finos de 6*8* lo* e 2<00O. sobrecasaco dito 2 20? a Wm
Completo sortimento de calcas de brim nardo de lAtnn r. de H. 10W00 o ^m^^^t^y^l^^^
das casemtra preta de 63; a 16tf000superior, ditrde merino oiversas qnadadespara
la o A8s.m como um bomto sortimento de colletes de brim dt. cores, ditos bracos
d.tos de casemira de cores e pretas, ditos de m#rini para lotofateoda saSor
bortmieDW completo* de camisas fraocezas de algodo, di 1600 njinnn a h-1
I.nhode38d00070*)00adqzi. g ao, as i^oOO 3*000, e de Acabam ae-CQegaira GRANDE BZAB
Sortimento completo de ceroulas francezas' de algodSo de 16600 a SKi UNIVERSAL, roa Nova n. 22carneiro
ditasde bramante a ^O^JUOOe 3*000 ditas do HamVgo, francezas, fazenda su- ^^-om completo sortimento de raa-
penor de 2o*000 a 38*000 a duzia. Sortimento de colannhos de algodo e linho ptc cninas Para costura, dos autores mais co-
assim como meias de algdio para homem de 3*. a 10*000 a dizia, ^avalas de'mai- decidor, as qoaes esto em expsito no
tas qualidades. Na ruada Imperatriz n. 52, loja do mesmo Bazar, garantindo-se a suabaqu-
Sortimento de chapeos deso de alpaca, e seda, ditos ingiezes cabo de marfira dae' e tamDem ensina-se com perfeicJo
Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viagem. a todos os compradores. Estas machinas
Kaela **i k i ATTENCO. s3o iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
wesie estaoeiecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida reiras diariamente, e a sua perfeic5o tal
lm nSvr } A ^^ eDCaiTe8ado da ofSi> W* encarrega do trabalho o da melhor costureira de Paris. Apre-
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado on 10*000 a pessa com 42 corados, ditas miudes
para camisas e timo de men.no 260, e280 rs.. eoutras multasqualidades de 320 360
e-^ir8;iTad0,neS^mesraoetabe!ecimentochegarara- amas boniUs chita's da
vlCtora com barra, aqnal paraflhos etompefente enreite p;,ra corpinbo. Cam. I
bra.a lisa de 3*. 4*, 5* e 10*00 a pessa, e atrs muitas fazendas de todas as qua
sentam-se trabalhos ejecutados pelas toes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dehtes.
Officina e armazem de
Caes
maimore
_ Vinte e dous de novembro n. 57,
ALGODAO E MADAPOLO AVARIADO / (oatr'ora armazem allianca)
A 4*000 o a|god, e 4*S00 omadapotio. e tarabem cbita escora boa w n'' i^LF"* vender P^1^ mannores de todos os
fiSr,er gmmm na raa "a""n-52' '* TomeSbLt ssfjjL'TSijg'j tsr
ras e saccadas di pedra do Lisboa. Tambem con-'
trau-se e faz-se qualquer obra, comp monuaien-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tudo o mais tendente mesma arte, por mdicos
prjeos.
Leao de Ouro.
IOS
i vende-se ou troca-se por caras nesta praca
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de vivemla,
senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
, grande terreno para plantacSes : quera o preten-
der dirija se praca da Independencia n.
o pre
n. 33.
GAZ GAZ GAZ
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nba, Cear: ra da Cadeia do Recife
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza paro tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparac5es at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1000 cada frasco na
Rna da Oaa n. 51,
1. andar.
^ Chegou ao amigo deposito de Henry Forster *
, rna do Imperador, um carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em paroda
e a retalho por menos preco do que em outr* qual
quer parte.
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem alicerce feito pa-
ra cinco moradas de casas, na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma ra, ou na
ru.i Direita dos Afogados n. 13.
Ra do Crespn. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida & C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas ja bstente conhecido como
am dos mais bem sonidos desta cidade acaba de receber directamente de p?aS!
artigos especiaes que passa a mencionar. Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de laa e seda propria para vestido
Joulardde seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Cbapelinas de seda e de palha d'talia.
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de laa e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito' ricos
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalnas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias. sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, cami.Mnhas, sombrinba.
Madapoioes de varias quaidades, sascos para vjasem nallas tete^ rm 5itosdp,core?-
chos, alcatifas e muitos outro? artigos que se vende or nrerns mn.vJL l l' tapa" Por,ta.s de P'nho almofadada?. tamanhos diversos.
DA nr, JZr'TSr "^"^ 2m ^ iSde KlllRAS D VIN- ^o'lTSiH* "* *""~-
uia para rorrar saias. r Agua ^e Florida.
Machadinhas americanas.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao. em barricas (rrandes
Tasso Irmaos & C.
Vendem oleados pretos para forro e euardas-chu-
va de carros.
Ditos de cores.
Peohincha a 7$ e
Vende se calcado francez. obra muito boa pelo
diminuio proco de7 o J, awim Cume calfiado
P*ra criancas a 3, baratissimo venham "el-
le antes que se acabea, na bem conhocida loja de
miudezas da roa da Cadeia n. 50 A, confronte a
nu da Madre de Dos.
iitt
DO
BRACO W URO,
Ra do Imperador n.26
Oxespeitavel publico encontrar neste
estaBeleciraento diariamente om completo
sortimento de pastelaria, boHos Jngtezes
podras, pads-del, prgsentos dos uimos
chegados ao mercado, salame de lion bo-
linhos finos de todas as qualidades para cha,
amenloas confeitadas, confeifos, bomboins,
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiraV-com
seis charutos de chocolate cada ana, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
hoje teoiTindo ao mercado.
Vrabos portuguezes, figueira muito sope-
nor., Os mais genoinos e superiores vinbos
do Porto, moscatel e Setnbal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatmen-
to a quera omprer em porcSo.
Licores de todas as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Aiapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xaropes de groselbe, rosa,
maracuj, caja etc vinhos-de Bordeara de
todas as marcas, o mais superior que se
pode encontrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais fines e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legnmes, portoguezas, fran-
cezas e inglezas, moraes mostrada etc..
Inicias-seocas or9talisadas-e em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas assqoalida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Bio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo quanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptidao
e asseio : Como sejam para casamentos,
baplsados baes etc., tambera se recebem
encomraendas de p3es de lo ou bollos de
qualqrjer especie enfeitadts e decorados,
bandeijas- de bolinhos com armaco de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fr'uctas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto n3o se
tem ponpado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvac3o do Ilustrado pu-
blico.
Tlhas de ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por presos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra mnitojiais limpo.
Neste grande estabelecimento encontrar o
60RA DA IMPERATRIZ
respeitavel pubjicc, u?grande sortimento SfaSSfdSfs aollWiyftsft^liP^P npoteip fazer os seus sortimentos pelos mesmos precos que comprara as casJestrangeTras
-r^^5^^^^>--a SgSSa ^s pr^r por preco, mu{0 maIs baratflsdQ
s ca^as estrangeiras. Para maior commodidade das Exma\T,niiia h,lm?.n2^'Pcna8J ^anbarem ? descOQto. As pessoas que negr-'- qw
0
* ALIAS WIDADES^
f DO PATIO
%< B0.MTAS FAZENDAS PARA A FES-
W TA DE
fi 3 kMO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO.
.'< -lerase as mais lindas poupeli- Zg \ i ^wyv
C as JC linho e seda com os gostos xx|>aw>S:
N mais novos que t?m vindo a este 5^ de i^0
y { pelo barato preco de____
.'; _' ')0O o covadu.
$ Sedas listradas, de furta cores, fa-
>.< Zvidas ae muita phantasia a 2;?000
^s o covado.
S da bismark, larga fazenda muito
arpada o covado a S086O.
2g de seda; covado a !30O0,
w F/ndas agraciando lavradas covado
a 1J.O0.
Alpjcis lavradas de todas as c-
r 5, .ovado a 640, 800 e l^OO")
Bonitas ISasinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
560.
iaas alpacas lisas, sendo cor bis-
n-.a-U iyrio, verde, roso, cinza, can-
na, azoi etc., covad* aiO.
L>;tas furta cores tora as mais bo-
nitas cAres, covado S03 rs.
I.i Js ^areg^s lisas, e com lista
da hiosma cor, fazenda inteiramen-
tvuova, covado a 5d0e 640 rs.
Bonitas lasinhas tapadas e trans-
parente com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
LSasiobas lustrosas com lindas cft-
re:-'a emitaejo de seda, o covado a
320.
Jndos cortes de anadine, sendo
fizenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
155000.
Finissirnos crtesele vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 12,5(000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 7i5000'
Ditos chinzes com duas saias a
7^)00.
Organdy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 1>000.
Todas estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conta, ra da Imperatriz n. 60,
oja e arm^zn de Silva e Figuei-
do & C.

Ditos de la escosseza fazenda mui-
iti com fios de seda a 7$) 0
Fitiiksimos organdys com lista de
cor e salpico, sendo fazenda de
muita phantasia, o metro 10289.
;>000 rs. cada "W, pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem bonias casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
haver grande porcao.
CORTES DE CASEMIRA PRETA, A 4:500,
O Pavao tem os superiores'cortes de ca-
semiras pretas en feitadas pelo barato preco
de 45300 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS^ 800 RS. O CO-
VADO.
O PavSo ende excellente fazenda de pura
la com as cores escaras muito proprias
para caigas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
Cao, pechincha a 800 rs. o covado ou a
2580H o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. O OVADO.
_ O Pavao tem as mais lindas bareges de
la sendo meias transparentes, com lima
s cor, tendo : Iyrio, azul, rosa BismaTck,
roxo, etc., tendo mullo boa largura e tqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor pom listras
'imitacodesda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PEGAS DE MADAPOLO A 31500.
O Pavao vende pessas de muito bom
madapoiao, tendo 12 jardas cada urna, paio
barato preco de 33500.
PECHINCHA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de ateodlo-
smho francez, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada pega, pelo barato ore.
de 4#000 rs. l
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera do carnauba
saccas, mais barato do que
quer parte, na ra da Impc.. viz n
loja do PavSo.
OS SETINS PO PAVAO
Vende-se es mais bonitos setias da <
e mais encorpados, proprios para v?3^H
tendo de diversas cores.
CROGHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. GROSDFXAPIFS PRFTnq ni? i trnn t^ nnn
0.Pavo tem am grande sortimento dos Na loja doPajo ntoTrS^ffl CHAPE0S DE S0L DE SEDA A 4 i crochs para cadeiras, sofs publico um grande sortimento de grosde-1 .0 Pavo fez urna grande compra de cha- 1,000 RES
naples pretos de todas as larguras e qua- W de sol de pura seda, ingiezes, com as!
iiaades tendo de 1-5300 o covado at 7^000 haspras parago. sendo neste genero os'
e 8S00J, que se vende por preco muito melhores que tem vindo ao mercado, e li-
em conta.
CASSAS FRAiCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
proprio para lences e toalbas, tendo liso e'Sj cassas francezas com delicados pa-
trancado, que se vende por preco mnito em{T^s' jendo Dara lodos os Pre?os e quali-
conta. dades, dando-se todas amostras, assim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra oaalquer parte.
Algodo cafestado.
Vende-se urna grande porco de algodao
sraho americano com 8 palmos de largura,
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegon para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA N
SEDAS D" LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a 1 ja do Pavao om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas alggmas que servem para lato, e
vendem-se pelo barato preca de 25000 o
eova.lo, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVAO
Encentra o respeitavel publico neste es-
tabelecimeno um gran le sortneoto de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas ei inglezas. chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de laa de toda* que
tem vmdo, proprias para lato, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPT1SADOS
Na loja do Pavao vende-se bonitos eo-
onovaes para baptisados.
Coi -tes de, casemira a 40000, cada om
Vende-^ btinitos cortes de casemiras
quidam-se cada um pelo preco de 105000.
ROPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e coietes de
brim branco e de cores, que tudo se vende I
640, 800 B
Chegou para este grande estabelicrmente
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas da.todas ai cores, me
se vendem a 10, 800 e 640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegarao as mais modernas basqa-pa
amstras.
' CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
LAAISINHAS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timento d3s mais lindas lasinhas lastrosas,
com listrinhas a imitaco de poupelinas de
sed e com as cores mais lindas que tem;,
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale H?^.
mais barato do que era outra qualquer parte ouf J.ao.uetinhas de seda preta, ricameatn
assim como um grande sortimento de ca- e
mizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna ffrap.de porcao de
cortes deJ vestidos indianos, tonda duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos qu tem vindo, e kquida-se
550)0, tendo cada um seu competente
raaito mnis dinheiro, e li(|uidam-se a 320'
rs. o covado, pechincha,
*ECHI\ EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.
CASEMIRAS MESCLADAS A 35 0.COVADO
O Pavao tem para vender bonitas case-
mjras mescladas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo harapo
a vidrilbo, tranca e setim pretn
tendo de todos s modellos, os mais novo?
que tem chegado e vendem-se por preco*
muito razoaveis.
POPELLNAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE S
a 25000 o covado.
O Pavao acaba de receber o mais
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem viudo ao aer-
eado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se palo barato preco
de 25000 cada covado, pechincha.
DA
SEDA
aifli
-----....^^ v nnv \ ?i'uw na. "-r" "" c ujbuiiios peto narao
Vende-se um bonito sonimento demoito Pref de 3^ i0 cada covado ou 800'o
finas e modernas camisas inglezas com pei- corte da calca Para bdmem.
tei6 coliarinhos de linho e poahos, pelo RoUDa DOr TMP<1iiTq
baratissimo preco de 45503 rs. cada ama M'VI*Fa, F"* Ultaiaa.
e aos freguezes fue corapi-arem dazias se N loia do PavSo mniD eo r. --!
he fera um abatimento. garantindo-se qae peca de obra aTvcSfi,,S,oer
e fazenda que vale muito mais dinheiro1, SaTiem S jito SaSatS 5^bSS2n
ama grande compra: assim como se vende nuer falt nn<> nftssa h .!. a
pStobdeirrnde ir tss? ^. ^ &%S^rM^
para ^n0,^?8 ^ ** ***** e ^"S0 encontrado respeitavel pabTco'
para todos os precos.
PAlto PARA SAIAS A f^OOO,
10800 RS.
vende-se bonitas fazendas proprias para
13B Hnil._____L 1 .
X)S PARAMmIq hSSPT ^d; dlDd a ,af8Ura da fazenda Pri-
81im I Si? VftA^rf^^ ?6^da 8aia e vende-M lo barato proa.
Em oa e toX MS^SL a 1t m}' iSm e alo do, n 5 am ?rande! do preciso apenas 3 oa 3 Vi metros para
'neos cortinados cada saia pechincha. '
V^?dos brcs a lt^OOO rs.
,., Pav3 v?e flaiseiaot cortes de ves-
bdog de cambraia aranca, riaaato horda-
sos, proprios para camas e janellas,
fulera de 8000-o-ftr. at omais
1 vem ao mea.. 1o, e vende-se mais
1ne n ootra qualqoer parte.
am grande sortimento de todas as fazendas
que desojar.
RRAMANTE A i 800.
Vende-se superior tomante com H) pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do a largura d'esta b6a" fazenda o compri-
mento do lencol, sendo preciso para cada
um apenas I e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo preco.
^'ARTILIIOS A SOOO.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
s modernos espartilhos tende
Ai i v> a iiaasi ne em ootra quaiooer oarte das e onm mnT.~>A vT^R,uu"u l"ulos e ma,s modernos csparU nos tendo
Aloja do Pavao estvTonstanteme^le mlT^tfi^
Gambraias brancas
Vende-se om grande sortimento das Be-
Inores cambraias tanto victorias como tona*
prenles tendo de 30500 peca at a aaia
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavao vende pecas, de cambraia
branca transparente, tendo mais de var de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a*7 e 80000, ligui-
dn-se pelo barato preco de 40WOO.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.'
Vende se o mais elegante sortimento daa
mais modernas e bonitas chitas Unto aat-
das como grvidas, com cores claras e es-
curas, -dando-se de todas amostras.
FUSTOES BRNCOS A 640, 800 f JSOft.
Vende-se muito bonitos fostee'brancet
aoito flexivel proprios para /vestidos de
senhoras e roupa para menioos e vende-se
a 640, 800 e 15200 rs. o covad^.
Cassas a t40 rs.
O Pavo est vendendo gnitas cassas da
ceres Sxas a 240, 23 j e 3oo ra. t covado
/
(

^1

;


)
Diario de Pernambuco Sexta feii
A RIJA A IJUPCSRATIUZ ],
.EBquina.di ruada Aurora, era frente do caf inpeiratriz.
a- a N'este,"ovo e sumptuo&o MtabelecioMBtu de fazendas ncontrarS m Exmas.
t^ s&c r asar iantem ;!,4gos ,io ^ **" .'o^s
u- tfldM ,,^,Sfi1aC-are' pn,V,Jos Ao$m demell,or se encentra neste mercado,
dor toaos-u paqueas da Europa, reee!m directamente o que em artiios de moda
^STnrrfn-1ffaSe,eK?ltra ****** ^ vetu ca,la'lia augmenta? s propor-
wes de que dispo este estabelecimeiHo para hem servir sua numerosa freguesa.
Qoando a AGUIA BRRNCA, ais precisa scieotiflearao respeitavel publico era
geral, e em particular:* sua boa fnjguezia, da immensidade de objectos que ukiraamen-
4^
Algooio largo para lenres e toalbas de
odas as qualidades que costuraa vir ao mer-
:ado.
^ Alpacas de todos os padrSes e qualida-
.es 13o vanadas que se nao podem d.jorever.
Albuns Mm msicas para enllocar retratos,
delicado presente para qualquer pessoa de
una.
Atoalhado delinho e algodo, .braneo e
5e eres proprios para toalhas. i
ClaV
Case com listras de seda e flores, fazeD-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grvalas pura senhoras e bomens, o mate,
completo sortiraento que se pode desejar.
Guipare preto e braceo, diversas largu-
ras e diferentes gostos.
Gollas e punbos bordados para senhoras.
Guardanapos de linho pequeos e gran-
des.
Gorgurao de seda preto e de cores.
iMt ,i, .,] _u s Grosdenaples preto ede cores, baven-
J T de seda pretas e mu.lo moder- do diversas qualidades e gostos.
aas, bum como do crochet, tudo de apurado bm.
**,! feI"10- ,. ,_ I Japonezes para senhoras, o melhor gos-
Hoes de musselipa, madapolao, brancos to. e fazenda propria para as festas nos ar-
rabaldes e passeios a larde.
te tem recebido, justomcntPquando ella menos o pode fazer e porque ea falta invo-
luntaria ella confia* espera nabeBevoleoei de, todos que Ih'a attenderto e relevarao,
continuando porUnto' a dirtgirem-ae t bn onbecida kja da AGUIA BRANCA roa do
Quwraado n. 8, onde sempre acbarto aboadaacia em sortimento de-superioridade em
qualidade,.modieidade em procose o seu nunca desmenttido AGRADO E SINGERIDADE
Do que cima fica dito se cooheeeque o tempo ie que a AGUIA BRANC\ pode
dispor, empregado ipeiar deseos custosnotiesempenho de bem servir a aqneltes que a
honram procurando prover-se cm dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos coja importancia, elegencia e novidade os tornara recomraendaveis, como
be ni seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
L3azinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, r.So ficaudo nada a desejar, tal
o sortimentoque existe para escolber.
Lengos, tudo quauto pode baver desde
esguiao ao algodo commum.
Leques de raadreperola e osso, o mais va-
de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
wiadadc de taannos e gostos.
Bombazina "preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de il palmos de lar- nado Wtimento.
?nra, e todas, as uiais qualidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
aretannas de imao e algodo, grande sor- Luvas de Jouvio, ebegadas por todos os va-
amento. pores, sempre ovo softimento, quer em
nns de linho .tranco e de cores, do mais pellica para bomens e senhoras, ouer em'fio
mmodo ao mais caro em qualidade-, affian- d'Escocia, brancas e de cores
jando o que ha de melbor na especie. i sn~f
Brins d'algodo completo sortiraento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
rwiedade de pre;os. timento que ha neste genero, desde o mais
. Ca. elevado preco ao menor, que se vende em
Usaas de cores, o mator sorlimento, pri- peca e retalho por menos do que em ou-
aando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
Mantas de blonde para noivas: o apurado
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e pereifao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente'
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dente se !be apresentar o que poder de
melhor.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortiraento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesonras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas per um machinismo
Enlremeios em pecas de 12 liras.
Guipure braneo e preto de diversas qua-
lidades e desephos.
Ditos de algodo com flores e Usos.
Veos de seda para chapelinas e monta- uma.s substituem as outras.
ria. Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos .para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
J stereoscop
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo de
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
tardadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para homens e meninos, o va- Mantas'pretas de blond.
.ada
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muio
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e je cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelberinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e'de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet dAmour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
O?
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
annos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanlios, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vstuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padr3o, gosto e forma; ditos
de linho cora barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modeRos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para'
lnto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto era semelhaute materia, gra-
Cas ao bom gosto do nosso fomecedor em
olas, quer em ramos, tem oPAVILHaO Paris, podemos garantir que niogoem neste
DA AURORA am permanente jardim a' genero o possue melhor, nem mais em
isposico das Exmas. familias. i conta.
E' dispondo d to grande a variado sortimento que os proprietarios do PA-
7ILHA0 DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
te e o bom gostoo movel nico de seos negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura Iho
leja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-sa
em receio de serem contradictos e protestara esforcar-se por continuar a merecer
protecSo que se Ibes tem dispensado; cortos de que do seu estabelecimento nao sahira
a freguez descontente.
Contina sempre a officina do aifaiate dirigida por um dos mais habis artis-
:as, prompto executar com promptido e bom gosto qualquer trabalho que lee soja
*>nfiado. Urna modista especialmente occopada nos trabalhos do PAVILHO DA AU-
vORA, dirige os que lhe so concementes, garante por seu apurado gosto e promptido
oa exocucao e a mais completa perfeicao nos seos trabalhos.
A numerosa freguezia que nos nonra urna prova de que merecemos ocon-
sortimento que vai do mais ordinario
JtaapolSo ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de fluiiella, brancas e
ie cores para boraem.
Casemlras pretas e de cores, o melhor
rae se pode imaginar, sendo d'isso a rae-
Ujot prova o grande consummo dolas a
'ffiina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
jesde amis candida flor delarangeiraat
mais interessante grinalda.
Chapeiinias no melhor gosto, de todas as
"res boje preferidas peas senhoras de
aais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
oJtiBio gesto de Paris.
CLapcs de sol, para senhoras e horneas,
de todos os prejos e variados gostos.
Chaly cora ricos padroes para vestidos.
Chwt de todas as qualidades, avultado
"cmero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-J
to e variedade de padroes e novos gostos,
ca neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode iraa-
pnar de melhjr.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto elavor.
Ditas de fustao braneo e de cores por
precos, commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
tos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
0 que de melhor se pode desejar.
Coianohos de linho bordados e lisos, o
fcaior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
is ^Jres e rieos padroes.
Espartilhos brancos e de cores, para se-
: i as e meninas, o melhor neste genero ;
aenhuma Sra. deixar por certo de muir
e de tao precioso auxiliar perfec5o de
sm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha prela.
Enfeites para caneca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fihs de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fusto de. todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
SORTIMENTO COMPLETO
NOS GRANDES
DE SKCCOS
AHJIAZE\S ME 8KCCOS E tfOLHADOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terco.N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS ft C.
PROGRESSO
10 Palto da Penha
da
DE
10
SANTOS & FERREIRA.
Os proprietarios desles bem sortido* armazens participam aos seus iaiiumeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo feito grande diatiotco de pre-
Cos as suas mercaduras esto por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 r0,
do que en. outra qualquer parte, garantindo-se portanto a s perior quaiidide de qual-
quer genero comprado uestes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns. dos no'ssos
gneros e a vista destes sao comprebendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguem dnvidar venha ver.
Gaz americano marca Devoei a S800 a
Vinagre braneo mandado vir por conta
propna viudo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 210 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito,.
a 560, 500 *80 e 400 a garrafa litro a 840; S^^fe^1111?* J
760, 720 e 600. '*000- 7**>G0 e 8800
lta, 380 rs. a garrafa e 560 o iiiro.
Azeite doce de Lisboa a '900 e l000a
garrafa em porcSo faz-se grand 3 abatnen-
lo.
Caf em carocp a 220, 240 e ^0, a li-
80, 540 a 600, e
arroba.
seno que se "dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada Coales estampado,, mn
*e? (??is" Para faci,itar ainda a concecuco do fim qoe nos propomos, temos no aesso r
stabelecimeoto os Itimos figurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
.aaes enviaremos para serem visto as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
*om o padro da fazenda o gosto na forma.
Na officina de aifaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
para bomens que por todos os vapores se recebem.
E' este o 0do porque nos apresen tamos pedindo a proteccSo do Ilustrado
WDiico e com o mais profundo respeito convidamos s excellenssimas Sras. a visi-
taren D08 abeleckaioto, certas de encontrarem nelle pelo menor preco posstve-
tado que podem desejar.
Mand
Mandaremos caixeiros levar as fazeadas eaaostras onde orem pedida*, vjeto m o.rshia aimi>* t ..
tao pdennos eap^floriado quanto tamos. : SSTSStiSS wtt&UF'i
Joo Lttiz, Sobrtnho C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
Vinho braneo puro de Lisboa a 640 560 Milho alP'sta 200 rS- a libra e 440 o k-
a garrafa, em porcSo ha abatimento. logramma e 5^800 a arroba, em porgao ha
Vinbo do Porto, engarrafado das meiho- abatimento.
res e maisacr^tadas marcas a 1^000 e 1-J200 a St!J?s ,r/SC0S do altimo ''arr a. 3*-
15500 e 2,5 a garrafa. j e 0*400 cada um.
dem Bordeaux, Medoc e St. Jalien. ai,. Aletria, macarrao, Urliarim a 500 rs. a
libra e lolOO o kilogrammo em oakao ha
abtimento.
Sabo raassa de Ia e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caisa- ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande diferenca.
gneros, vinbo em ancoretas, azeitonas,
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo n. 9
Os propnuuu os dese beni coohecido esiabele-
cimente, alm dos>muitos objectos que tinham ex-
pcistos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vir o acaham de roceber pelo ultimo vapor
da Europa m ivimpieto e vanado sortimento de
linas o mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao reslvidos a vender, como de seu costume,
por procos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, oeste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. scnhoVas.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
ilios e sem elles; esta fazeuda o que pode haver
de melhor e mai* bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aqueites braneo?
com lindos desenlia, e estes,pretos.
Muito superiores meias lio do Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 303000
a duza, entretanto que nos as vendemos por 203,
aiem destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor si
pode desejar ; alera destas temos tambera grand
3uantidade de entras qualidades, como sejam, ma-
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos o airosos chicotinhos d cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de l a 12 annos de ida/lo.
Navalbas cabo do marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito Froas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramRS sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agullias para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bous baralhoe de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denticao das innocentes criaucas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
ollares, e continuamos a rocebe-los por todos os
vapores, alim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que dalla* precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, onde sempre encontraro deste3 verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que oo applicados, se vendero com um mui
diminuP lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos fregnezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d-
Joo Martins de Barros.
a)
7500 e 650, a duzia e 6i0 rs. a garafa.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 6.-5300, li, HooOO, a frasqueira.
Semja Bass, Illers 4 Bell a 95800 du-
zia em porco ha grande abatimento.
dem marca H e T e outras marcas a
50500 e 6$, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachiahaf. de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de^a^etes,combmaton, Bntania, doce de goiaba fina, choari<;as, manteigas finas
*****, e ingleza, banha de Bltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pimenta do rerao, rvadoce, pomada, eniofre, breu, peu
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambera grande sortimento de toncas propras para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
BAZAR 1A
-KU.4 NOVA 50
UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados gostos, oroprios
para meninos, venderse no BAZAR DA MODA.
BAPTISADOS. Ricos chaposinhos de setim brancos, lindas toncas de filo
e setim, sapatinhos etc.
GUIPURE. Ou croch em pessa, braneo e preto, com lindas ramagens e
*g qualidade muio superior.
S PUNHOS. Para camisas de homens, fazenda superior com duas faces, o
par 040 rs. (pechincba!)
PERFUMARAS. Finos extractos para lencns, aguas de diversas iiualida-
des, sabonetes, olos, posnadas; pus, tnico etc.. etc. *
PERFUMES. Lindas caixinhas para luvas centendft urna preparafSo em.
que lhesd um agradavel aroma, por I 500.
v Gravatas, cintos, flores, plumas, coquean-ancas, fitas, botoes, bicos e pen-
tes etc., etc e muitos outros arligos preprios d) estabelecimento' vendendo-se
tudo por commodos precos, no BAZAR DA MODA, roa Nova n. 30, esqdna da
a de S Amaro.
$^^^ t/<#*6 de Souza Soares & C. 0
DE
10Roa do Cabug10
Chitas escara*, cores segaras, corado
Panno de linho 'par lencoea
Fazendas baratas
Colxas adamascada, nma
Grodenaple preto'Ae seda, covido
Cagsa oon salpico* 4e ere, vara
Algodo patoMov peca
Dito de listras
Cambraia para cortinados, com 90 va-
ras a pessa
Laa com NKras de seda, covado
Oiiaa coa ditas, covado
liara-se as aaiotr*s.
900
900
i 400
*m
1X600
860
5*eoo
aoo
12#000
566
480
3 cordeiro previdentt
Ra do Queinado n. i.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de peri
marias, de que effectivaraente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba d
receber um outro sortimento que se toro
aotavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pr*
?os; assim, pois, o Cordeiro Prndente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afa
lando elle de sua bem conhecidamansidi
e barateza. Em dita loja encontraro r
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira do Murray de Lamman
Dita de Cologne ingleza, americana, frs.
ceza, todas dos melhores e maisacreditadi
fabricantes.
Dita de ftor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Elixir odontalgico para coeservacao t
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e en*
ros agradareis.
Copos e tatas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen'
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cht
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros iguaj
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidads
com escomidos cheiros, em frascos de difli
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos o em g\
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bar
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
frnctas.
Ditas de madeira invernisada conteni *
aas perfumaras, muito propras para pr
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente*.
Pos do- camphora e outras difirante
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mal roques.
Um outro sortimento de coques de n-
f vos e bonitos moldes com filjts de vidrilh
* alguns d'elles ornados de flores e fita
esto todos expostos apreciacao de que'
is pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicio.
Fivellas e Atas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes obju
tos, ficando a boa escoma ao gosto do ce
prador.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE I)l: CAXIAS .\. i9
Lstou disposto a continuar a vender todas
as niudezaypelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
Cos admirados.
Pcete com 20 quadernos de pa-
pel misado a......
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tado a.......
Caixas com 50 Dovtllos do linha
do gaz a........
Duzas de meias cruas superioi
qualidade a.......
Pecas de babadinhos cura 10 va-
roa a.........
Pecas de liras bordadascora 12
metros cada p ra j f^SOO u.
Peps de litas para cs de q al-
. qutr lirpura com 10 varas a.
Bscovas para anbasfazenda tir. a
Dilas para denles a 240, 320,
400 rs. e........
Pecas de tranca'lisas, brancas c
de c/es a.....
Uxnhas de madeira com aifine-
tes fazenda superior a. .
Duzia do linha fixa para tolda-
dos a 400 rs. <;.....
Pares de meias crua< para meni-
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
PoftO......". .
Pares ('e sapatos da tapete a. .
Livros de mssa abreviados. .
Duzias de barallms para vllatele
Sylabaros porluguezes a. .
Redes com contas muito boa qua-
Carloes com colxetes carremsa
A&otuaduias para eolkte diversas
qualidades.......
Caixas com penna de sen muilu
boa de 320 a. .... .
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas cora superiores obrejas a.
Duzia oe agalha para macuina a.
Libras de pregos francezes lodos-
os tamanhos a......
Talheres para meninos a. .
Pares de sapatos de lram;a jjara
meninos a.......
MM
TOO
400
31080
WO
2'0OO
5C.0
500
900
40
100
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mu o
JKW
I4S00
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34000
40
20
400
500
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to
200()
240
330
15*0
MI
Li llll DE PM!
20Ru.i da Imperatnz20
Farf Lessa.
Acaba de chegar a esta nossa maca loja ie fa-
zendas /inas um variad* sortnMsto (.'> fa^nila- fin
la e seda, como sejam : cnm.ndin.'s do o'Mmt,
goslo, popelinas de una s cor, alpacas e laxi-
nhas Je cores, o que ha (! mais moderno, lado
por baraiisimos prego*, brilhaDtina- d-j ere-, te-
cidos das india?, fazenda nova a hnugio Je per-
cala,balesdo dina linsuJo aia do cor c>m in-
das barras, fustoes proprios para vestido e roopas
de meninos ; agora grandes adnnraveis pcrhin
chas, saias brancas com indos frisados a "\. li-
eos c-rpinhos bordados nmito nosa^, bal -
modernos de iPMS a 2. ricas colchas para rama
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a 3/. < e
Ti, cambraia victoria lina a .*>, jilas transparen-
tes a', 63 e 73,chiias linissio-as e>eur: ? e claras
a 280, 300, 30 e 360 o covado, cassas do cou-s a
210, khom hraneos do casra a 5"i0, ditos chi
nezes a 3oOO a duzia, majapola Mo a Gfi e
6^500, e umita supenrr a 7J, 7*600 e 8J, tig .-
daozinho largo proprio pai a h-nees a ii, p de algodo braneo trancado proArio para toaihtt
de mesa a i600 a vara, uramanle paia li-nceK a
25000 c .'i joO, o qoe ha de melhor, esguiao fi-
Dissimo a 2200 e 2:.'0O a vara. Mandamos i,as
casas das Exmas. familias para melhor pu.'orem
eseolher. Tambem temas completo nojtimento de
perfumarias dos primeiros fabricantes franwzes e
inglezesj as pessoa que se dignarein vir a esta
loja tero occasiao de recunhec^r a rtalidad-; do
que annunciamos para nos justificar.
i oco*
Ch<
LEGTIMOS.
' rna d* Cadein lo Recifn. 18.
Farinha, de mandioca
traur no escriptovio de h$Mfmm Pakostra, lar-
go do Coipo Santo n. 4, andar, on a boNo das
barcas, Linda, Dhata, Pastora t S. Joto Wnco-
radas no caes do Ramos,
riEtin
MjUndatho vende saenos con farinha de
mnnsnoea : na roa do Ouqoe de Ca:uas, travessa
do'Rosario,lojan.l8 B
Vende-se
Palitos o gaz a 3 rs. 'dnik'* catxinhas, ba-
rato : na ra do Rangel u. 39, taberna.
Bichas hamburgnezas
Neste aovo deposito recebe-se por todos os pa
qnetas translanticr* bichas de qualidade superior
e vndense em caixa on porcao mais pequea,
e mais barato do ijne em outra qualquer parte :
na roa da Cadeia d R*oifr n. Si, f andar.
Cabellos
Vendem.se cabellos de todas as cores, qualquer
oomprimeMo, qualidade superior, em caia oa
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
eift a. 6t, i andar_______________________
Sipwwr vSSo Bordeanx
St. Estephe k St Julien: na ra da Cadeia do
Recite numero 6.
Para a a lo Antonio,
. BeSro.
Na muito conhecida loja de ferrfensna rtfa to-
va n. 39, de Si iiza A GuimarSes, aeba-sa iiui in-
do e variado sortimento da lodos os fogns.iiili-
ciaes dos melhores fabricantes dest; cidadi, >. n
tenda rodinhas, pistolas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, craveiros, Plumin; "a-
ques, etc.; assim como um lindissimo e .variada
sortimento de fogos chineres recentement^chega-
dos, proprios para criancas, os quaes oJem ser
soltao em salao. Avisam mais qno exirfn tam-
bem urna grande quanfidade de sones de todas as
qualidades, como sejam, sones com estampa*, ditas
sem estampas, ditas em carioes com pergWiSa e
resposta, ditas cm livros, tudo por precni nmito
commodos, que admira : na roa Nova n. 39.
Buhar.
Vende-se um bilnar com todos os pepene?
ver e tratar na ra estreita do Rnsarin n. II.
Grande pechincha
Na ra do Duque de Caxis, antiga ra do
Queimado n. 19, vendemse alpaca de ludas as
cores e lavradas pelo preco de 500 rs., chitas de
bons pannos a 240 rs.; "assim como tem ricos
corles de cambraias bordadas de cores j 700 u
corte com 10 varas, baratissimo.
ESCRAVOS FCIDOS.
Fugio ho dia 11 de margj do crreme anno
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 annos,
eom os signaos seguinies : cabellos earap nho,
rosto descarnado e com marcas de bexifras, iolitu-
la-se sep livre, levou calca branca, paletot de al-
paca de cor, chapeo de chile, natural da Parai.y-
ba ; o mesmo foi comprado ao Sr. Dclmiro Aives
Maia, morador na Parahvba. e jnlga sj tr ido
para o mesmo lugar. Desde j protes'a-se costra
a pessoa que o tiver oceultado : e rega-fc aos ca-
piaes de ampo, assim cemo as aut< ridaes poli-
ciaes que o tragam ra Direita n. lo, qaa serau
generosa man te gratificados,
Fugio do engenho Bon fim, fregueiia da
Escada o escravo de nome Domingos, o qual tem
os signaos seguintes : falu dn dentes ia frente,
ps inchados e com bichos, cmbaleia quaud aa-
da, alto., corpulento e tem urna imrca d< frrida
em um dos ps, idade de 45 a SO annos, e mi i-
to caxacciro, trabalha em chapeos de ptlha. #>s-
confia se que veio para o ecife pela via-ferrea ;
quem o aprehender e leva lo ao dito engenho,
ou rna Estreita do Rosario n. 47, em casa de
Rodrigues Almeida C, ser gfnarowmcnie
gr&ticado; assim como protesta-se contra quem
o aceitar.
Gratificapo de 200^
reis.
Fugio do enfenho Mandar na Parahyn o es-
cravo Cosme, crioule, de 35 annos de idade, alto
barbado, tem muitas marcas de beiigas no roslo,
e omito ladino, quetu o popar o levar no He-
rido engenho, oa nena cidade na pi . d'Eu n. 20, ao Sr. Jos Gomes da Fnseca, tera
gratiticacio cima.
Sabio de casa e nao voliou mais, no dia 15
de maio prximo passado. o molalo Jarrb alto,
secco do eorpo, sem barba alguraa, cabellno gran-
des e usa do estrado, tom algmnas marras do pan-
nos pelo peoatfC tea Seto de aifciite, daoMto
andar jaldado e tom SI annos de idada ptico
mais o menos. Qoem o, apprehender !e>o
pica da Independencia, n. i, qne scri satn-
eado. /
-

v


<^
8
Diario de Pernambuco Sexta feira 10 de Janho de
1870
i

mTEEATIUL
MAGDALENAS ARREPENDIDAS.
(Gnncluso).
E' sob a robrica de concertos, ba les, de
cossos pn7ercs emim que se faz a extorso
de um pouco, mnito pouco mismo, de
nossosuperluo e qnando se ve_os diamantes
de'mademoselle !i. ./> iremde madamo C..
a gente pergnnta a si mesmo, se as pessoas
ricas nao poder i,im fazer moito mais tm be-
neficio dessas pobres mulheres. Eraq;ianto
nio se consegne isto estabeleeem se escolas
profissionaes destinadas aprevenir o mal,
e abrem-se asylos destinados a fazel-o de-
sapparecer. O refugio Sant'Anna um
oestes.
Examinemos o trabilho de mademoiselle
Chupn. E' Ciisa admiravel e insensata.
Admiravel no sentido de que a fundadora
comprehendeu que entre as faltas irrepar-
veis da mulher e a maldigo da familia e da
sociedade era indispensavel crear um esta-
belccimento que tornasse a separago pos-
sivel e elfectivo ao perdo ; insensato, por
que a esperanza de por um obstculo
hrogressiva prostituicao do seculo dezenove
provoca riso, como se fosse o trabalho de
um doudo. Q'iando essa boa esanta mu
iber veio coiisul!ar-me sobre os meios em-
progar para chegar o mais depressa possi
vel ao fim a que ella se propunha nJ pude
ik'ixar de I lie fallar como agora eslou es-
creveodo.
Ku nao quera desanimal a seria, impossi-
vel; ella tem ( no seu trabalho ; mas que-
ra instruil-a sobre 3s difliculdades incalcu-
aveis de semelh ule empreza.
T> dilBcil empreza seria esgotar com
urna colher de sop.i um navio que faz agoa.
Anda quaudo sa'.vassemos somente
algumas em rauito pequeo numero ella
respondeu-me
o havia mais objeceo possivel.
Mademoiselle Chupin mostrou-me ento
com a mais admiravel boa f os resultados
obtidos.
Desle a inst.iilac.i5o do asylo tinham sido
recolhidas i 10!/ raparigas; 6 foram bapti,
zadas, 41 admittidas a primeiracommunho-
!2 chrismadas, 230 reconciliadas com suas
familias, 160 estabelecidas em honrosas
conrticoes, 75 casadas convenientemente f
Ella deu-me o quadroestatistico seguinte
apresentando claseificadas pelas idades as
raparigas admittidas nos ltimos dez annos,
Idaile de 11 annos 25
de 15 i 30
( de 16 c 75
< de *7 ( 150
di 18 t 137
de 19 (1 106
c de 20 c 105
1 de 21 a 71
I de - t 60
f de 23 /o
c de 24 < 45
1 de 25 35
c de 26 55
de 27 45
(I de 28 30
de 29 18
e de 30 23
17 , 18, 19 e 20
E' pois 17, 18, 19 e 20 annos
que o aborrecimento, o temor e o remor-
so apparecera de ordinario. Antes nao ha
perfeita consciencia ; depois vem o habito e
o desanimo. Falta a energa para a
salvc5o; o porto est muito longe ; a
naufraga levanta os bracos e deixa-se sub-
merga pela onda.
Comprehend' vos as narracesenternece
doras, que mademoiselle Chupn me con
tou ? Nao houve urna s admisso que nao
fosse acnmpanhada de alguma circumstan-
cia simples e pitoresca onde a alma reuni-
da principiava a sorrir-se. Quanto a pri-
meira falta, era sempre a mesma, e sempre,
na infancia o mesmo hornera sob nomes
diFcrente-t. O desespero ou antes a dor de
mademoiselle Chupin, pois mulheres como
ella nunca desesperara, a dor de mademoi-
selle Chupin provioha do receio de que a
sua casa nao fosse conhecida de mais entre
essas desgranadas e o desejo de que fosse
mais conhecida: porque esse estabeleci-
raenta e pobre, nao tem recursos e est en-
dividado, gasta-se cada dia o que se ganha,
nao se paga regularmente ao padeiro, com-
pra se liado no ac,ougue, e o vendedor de
lenha obligado a ter paciencia! O credil
wr imeaca algumas vezes e se nao fosse
o carcter sagrado do eslabelccimeuto e a
protecc5o de Deas, o meirinho estara a sua
porta desde peiaamanhaa. Entretanto essas
mulheres trabilham desde ao amanhecer e
algumas vezes a noite, quando as encora-
mendas sao em maior quantidade, e nao
gastam caja urna, mais de oito a dez sold
por dia (I) K' preciso eonfessar que por
(i) Duzentos res pouco mais ou menos
este pre?o nio caro o arrependimento ; e
como a fundadora do estabelecimento, to
dos ser levados a croz, apreciando esse
xemplos que todos os culpados estarlo
dispostos a fazer oulro tanto.
Nao quero dizer que todas essas coover-
ses se realisam sera grande abalo, sem
I uta e sem aspecto dramtico. Ha algumas
dessas rap:rgasque arrepenem se do prin-
cipio de couverso antes mesmo de se ar-
rep'nderem de suas loucuras; nio vos ad-
miris, por que entre ellas ha algumas que
antes de ehegarera ao asylo foram a Lour-
cine e a S. Lzaro, a todos os lupanares,e
a todas as prs5s. Ainda na viopera, com
a bocea escumando e cheia de palavras ob
cenas, furiosas e lascivas, brigavam a se
embriagavam no meio de ganhadores, car-
roceiros, barateros e assassinos. Sem sa-
ber o que faziam nesse momento, como
no sabem o que faziam urna hora antes,
vieram bater a pequea porta da ra Lan-
dy, de que tem urna vaga lembranca.
E vieram para dormir em algama parte,
para comerem alguma cousa. No dia se-
guinte, depois de terem dormido, depois de
lerem saciado a fume, ellas querem voltar
para o lupanar.
Ellas sentem logo, segando a acertada
opinio de Augier, a nostalgia da lama. A
porta est a berta ; ninguem as retm.
Podes sabir e partir. Porque leam ellas ?
Urna paiavra meiga, nm olhar terno fizeram
o milagro. E' muito raro, quasi desconhe-
cido, que urna dessas refugiadas tenham
abandonado o asylo para voltar a vver
como d'antes. E entio ah que se pode-
estudar, quando se quer ter "este' trabalho,
a admiravel faculdaae de transformaejo da
mulher. Essas creaturas degradadas, avil-
tidas, numeradas, marcadas, antes de estra-
gar o vestido com que entraram no asylo,
que nao tem recursos para dar a cada urna
um vestuario uniformisado tornam-se crean-
Cas. As palavras menos honestas appare-
cem ainda algum tempo na bocea dellas, e
depois cessam bruscamente. A voz torna-
se clara, os olhos comraecam a olhar para
alguma cousa. a cor fica natural, os er-
vos se estendem, os espasmos apparecem,
as lagrimas despontam, o demonio interior
foge, a alma volta e oceupa o seu espaco.
Concluida a metamorpbose pronunciai
adianto dessa mulher urna das palavras que
compunham o seu vocabulario de todos os
dias e veris o rubor subri-lhe as faces;
ella se considerar insultada. Ella nao se
lembra mais do que era. Foi um sonho que
leve, ou nao era ella mesma. Examijai-a
bom quando brinca no pateo, quaido veste
urna bonecra, quando brinca com o cachor-
ro da casa, quando escuta o canto de um
passariuho, quando hatalba no jardim canta,
e ora. Parece que tem outra vez qainze
annos. O maor casti?o que se Ihe pder
infligir, quando se portar mal ser ame3Qa
de lancal-a fra do asylo. Fo urna dellas
expellida urna noiteeno dia.segurate foi
aeuada deita a porta, que he abriram
de novo. .
Entretanto os nicos prazeres que ahi se
encontram sao os de que ellas zombavam
outr'ora: as oraces em voz alta, os sermSee
nos domingos e as promessas Virgem. Du-
rante o carnaval, urna vez por anno, ellas
tem hberdade para representarem urna co-
media. Que festa 1 que rizos que ale-
gra I
Nao pensis que s a fem e a miseria
que impellem para o asylo essas perdi-
da?.
Algumas chegam em carro, as m3os cal-
cadas de luvas baiem a porta e offerecem ao
entrar dinheiro e joias, que se recusa sem-
pre como dom e acceita-se como deposito
que ellas acham quando sabem do asylo para
voltar ao seio de sua familia mais compade-
cida ou para se casar,- pois algumas ha que
se casara, e que se conservam como mulhe-
reshonest-s e boasmisde familia desenlace
lo verdadeiro quaHto inverosmil.
O asylo pois, como ha pouco diza, po-
bre, e algumas vezes, por falla de lugar,
ach-m-se na dura necessidade de recusar
entrada a alguma prelendente. maiorparte
das vezes apertam-se um|pouco, reduze mas
porcoes de comida eacolhem mais aqoella ;
ser a ultima, dixem. entretanto appareca
outra, que se recebe da mesma maneira.
Neste momento, era que escrevo, o asylo
est to cheio, que mademoiselle Chupin e
todos as freirs dorraen no :ho sobre urna
pouca de palha, sem exageraco nem me-
tamorpbose.
E' urna bella paxo, a paxo do bem.
Nao lia vicio, que seja to tenaz, e a gente
torna-se incarrigivel nasmanifestaQes dessa
pa xao.
Porm o que contribue ainda para a po-
breza desle refujio, o fim a que se pro-
pe. Estou persuadido, seja dito entre
nos, que os outros conventos o desprezam.
FLHETIIK
OS DRAMAS DA ALDEIA
POlt
Poiison du Terrail
(Continuaco do n. 129).
L
A Martina, como se aguardasse o ensejo
do padre Ihe abrir os bracos, debulbava-se
agora em lagrimas.
Depois lancou-se sobr o corpo do fllho
e cobrio-o de beijos ardentes, chamando-o
pelo seu nome e gritando:
Oh I isto nao possivel 1 Elle nlo es-
t mortol
Minha filha, diza o cura Duvalos
destinos da Providencia sao impenetraveis.
Seu filho est no co. Chore e arrepenta-
se, que Dens Ihe perdoar I ,
Esta paiavra echoou no coraro da Mar-
tina.
Desviou-se do leto mortoario, estendeu
um olbar desvairado por todos os circums-
taotes silenciosos, e de repente ficou estti-
ca em presenca de Rouxinol.
Kouxinol, o supposto assassino de Sau-
rn, Rouxinol o paria que todos repelliam I
Elle que durante o sinistro fizra prodi -
gios de valor e abnegado, trabalbando por
meia duzia de pessoas no Intuito de salvar
aquella casa, d'oode Ihe viera o opprobrio e
a miseria t
Ento aquella ma que a justica divina
acabava de fulminar, curvando a fronte "ao
castigo, como que se sentio Iluminada por
um raio de sublime arrependimento.
Camtnboa direita a Rouxinol e prostreu-
se-lhe humilde aos ps, dizendo :
Antes que Deu8 rae perde, devo im-
plorar o perdo dos mortaes !
Todos os circumstantes estremeceram.
A Rouxinol encheram-se-lhe os olhos de
lagrimas.
A Martina, reassumindo a voz sonora e
imperiosa de outr'ora, braoou :
Ouam-me todos e entrem mesmo os
que l eslo fra para resislirem minha
confisso! Este homem, aecusado de assas-
sino, est innocente I
A voz de Martina, foi fnterrompida por
um murmurio de sorpreza.
Ella, porm, com energa sempre cres-
cente, proseguo :
Nao foi Rouxinol quem matn Saurn.
Quando o prendern), eu sabia isso e nao
disse nada. Desgranada que eu sou t E,
aproveitando-me do crirae, ciosa de ver meu
filho berdar tudo, deixei este infeliz sentar-
se no banco dos criminosos! Ento nao
acreditava eu em Dos f
E, abracando os joelhos de Rouxinol, re-
peta com voz supplicante:
Perdo, perdo !
Ronxinol f-la ergner.
Est perdoada, disse elle tanto
mais que nao foi a senhora quem matn
Saurin.
N5o fui eu, mas poda ter obstado
sua morte e nao a evitei 1. Sou ama desgra-
nada !
Minha filha,disse o caraeu j sa-
bia todo so que acaba de dizer, e agora,
em presenca do seu arrependimento, posso
asseverar-lhe que Deus. Ihe perda !
Mas preciso castigar o criminoso !
bradou urna voz n'um ngulo da casa.
Todos se voltaram espantados. >
Era a vingativa Dorotba, que deixava
agora rebeotar a tempes/ade rancorosa qae
se lbe debata na alma, bem lembrada do
modo porque o Mulot a expulsara da Bella-
VWL
A primeira vez qae ea dirigi-me a esse es-
tabelecimento enganei-me no iodereco e
bat urna porta, qoe tinha em cima' urna
cruz e dava para um grande monumento,
que est na sua visnhanca. Urna freir
veio abrir-pe a porte.
E' aqui o refugio de Sant'Anna, mi-
nha irm, perguntei-lhe.
Nao, senhor, respondeu-me ella quasi
que magoada pelo meu engao.
Poder ter a bondade de dizer-me
onde ,.
Ignoro completamente.
E fechou-se a porta.
Apenas se pede a urna mulher honesta,
que se interesse por essas institoico sobe-
Ihe o a^bor as faces e sen marido logo' res-
ponde que ha cousas pelas quaes urna mu-
lher honesta nao deve se interessar. Quanto
as mocas solteiras como possivel commo-
ve-las a proposito dessa questao !
Seria preciso era primeiro lugar d^r-lbes
urna explicacao, que impossivei. Quanto
aos homens da alta sociedade, mais dispos-
tos a dar'cem francos para|perder urna mu-
lher do que cem velhos para salvar, esses
riem-se da idea em vossa presenca.
Uesto os bons burguezes, que vos res-
ponden! simpiesmente: Seiihores essas crea-
turas sao a cbaga da sociedade ; nos guar-
damos nosso dinheiro para ir em socorro
de enteresses Dais nobres, e guardo para
s.
Durante um certo tempo, eu, que nao
sou ama mulher honesta, nem urna moca
solteira, nem um homem da alta sociedad"!,
nem um bom burguez, dei todo o dinheiro
de que pude dispor, nao era nada mais do
que devia a minbas heronas : depois diri-
gi-me a alguns de meus amigos qae com-
prehendem de tudo um poueo; depois
toraei a liberdade de escrever a S. M. a
Imperatriz urna carta, bem d;flicil de se es-
crever, cuja resposta foi'urna avultada es-
mola ; por fim eu j ti aba chegado ao ponto
de dizer as pessoas de mea conhecmen
to, conforme a posico de cada um: Dai-
mc viole francos dai-me cinco francos.
Toma-os, para fazer o que ?
Quando eu traba o dinheiro na mo raet-
tia-o logo na algibeira e responda: E
para urna obra pa. Eu vos contarei o resto
mais tarde.
-Esta maneira de pedir esmollas ns podia
durar muito, como era fcil prever.
Exgotados todos os meos, aconselhei a
mademoiselle Chupin que arranjasse um
conee.-to e para este fim escrevi a made-
moiselle Nilsson, que reunindo em si as
duas qualidades de mulher honesta, e
grande actriz nao receiou as censuras offe-
recendo a assas pobres raparigas o concurso
de seu bello talento. Mademoiselle Moren-
si, mademoiselle Ponsio ; os senhores
Prud'hon, Villaret, Verger e os irmos Bil-
lema se associaram a ella, e aqui se apr-
senla a occaso, que nao qoero perder, de
agradecer aos artistas em geral pelo bem
enorme, pelas esmollas reaes, que dio nessa
especie de espectculo com sacrificio de
sen descanso, de seus prazeres e de sua
sade. E digamos logo para honra d'elles
que nao sao a maior parte das veaes conhe-
cidos nem mais estimados d'aquelles aquem
beneficio, como provar a seguinte anedoc-
ta. I
Fui urna vez a um collegio de orpbs
onde quera recolher, pagando todas as des-
pezas, urna pobre creanca que tinha acaba-
do de perder a mi coja irmaa mais velha
obrigada a trabathar fora de casa nao ihe
podia dar todos os cuidados e vigilancia In-
dispensaveis. A superiora condnzio-me a
um grande dormitorio onde havia sessenta
camas de ferro com lencoes, cobertas e co-
bertores, tudo moito limpo e muito alvo.
. Todis estas camas, disse-me ella,
provem de um concert promovido pelo ad-
ministrador do municipio e dado por urna
mademoiselle Lapatti. O senhor conhece-a.
Sm, minha irma, e voc ?
Nao.
Pois bem, voc pode acceitar estas
camas sem o menor escrpulo. A pessoa
de quem provem, mademoiselle Patti,
nao s urna das raaiores cantoras que tem
existido como tambem das mulheres mais
honestas.
Ella canta nos theatros ?
Sira, minha irma.
Nao acha bem extraordinario, conti-
nuou a saperiora, que nao sabia a quem
eslava fallando, que ainda hajo pessoas
que se atrevam a representar no theatro de-
puis que Dos fulminou Mel/re no meio
mesmo do theatro para o punir do mal que
havia feito a nossa santa rel'giSo I
Nao julgue muito mal dos tbealros,
rdinha irma, respondi-lhe. Esqueceram-se
de\vos dizer qde el e concorreu por anno
con) dois milhoes de francos pouco mais on
meiios para os pobres.
E, como todos a olhassem estupefactos,
ella proseguio:
Quem assassnou Saurin foi o irmo
da senhora, o Mulot I
A Martina nao negou.
Todos se calarara.
O cura, porm, caminhando altivo para
Dorotba, bradou-lhe indignado:
E' infame o seu procedimento Saa
d'aqui I
Aoretirar-me botei o reeu bolo na caixa
on^e a viuva t nba, ha dois mil annos bota-
do tambe a soa esnjola: mas nao pude
deixar .de dizer, riodcMne madre sape-
riora:
Se wc vir, minha rma, sabir du-
rante a noite labaredas des a caixa, nao se
assusle. Eu botei abi dwlieiro que recebi
da aparte do drabo.... .
Oh I mea bom Jezas, como dzem os
pobres, volta ainda orna vez a jantar em
casa de Simio o Pbariseo, afim de que haja
mais alguma harmona entre os qae prego
a caridade e os que a praiicam.
Mas nao disso que se trata. Prometti
a mademaiselle Chupn dizur algumas pala
vras a respeito de seu estabelecimento e,
como sempre, desviei-me do assumpto.
longe de mais talvez, avista do interesse
que por elle consagro. Se eu dtesse o in-
dereeo do refugio somenie aquellas pessoas
que preciso, teria feito a sua ruina em
lugar de Ihe ser til; preciso qoe eu o
indique quelles e aquellas pessoas que
podem e devera tanto maior auxilio Ihe
prestar quanlo devera ignorar a soa exis-
tencia, a sua cliente I la e o seu fim.
Ob f minha estimada X-----aquem Venus
concedeo lodos os seus encantos, to que
eu conhec empregada em fas carretes no
mercado, que encontrej muitas vezes cami-
nhando descalca as margens do Sena sem
saber o que jantaras e ciando apenas-al-
gumas nozes ou dois vintens de castanbas:
tu que hontem encontrei n;i missa solemne
de Rossini, coberla de diamante e de bcos,
vamos lembrar-vos, tende um pouco de
indulgencia ede piedade pe'as tnas collegas
dcsgracadSr que nao tivenim a ra felicida
de. Eilas reaarao por ti e ninguem sabe o
que poda acontecer para o futuro.
E vos, coodessa, qae em outro tempo
me tomaste por confidente, acceita-me
agora por cooselrHro. Tndcs cem mil
francos de renda, que vos permittiro amar
muitas vezes, sem que isto custasse cousa
alguma nem a vos nem aos outros. Vossa
honra est salva e fossa conscieoeia tran-
quilla.
Vosso marido nada sou e ou nada quiz
saber; a sociedade vos sorri e vossos filhos
vos respeitao. Nao sede severa de mais.
Vamos', tende urna boa resoluco em. favor
de rainhas protegidas, cujo maior erro foi
nao terem sido lio ricas como vos, e se
receiaes comprotaetter-vos em to m com-
panhia, se temis alguma alluso de-mo
gosto no dia em que se souber, qoe sois
protectora de um refugio, onde poderieis
ser penitente, soccorrei secretamente, en-
viaes vossa esmolla num destes bilhetes
qae sabis escreer lo bom e assignar to
mal.
E vos, esposa irreprhensivel, m vene-
ravel, qne nunca comraeliestes urna falta,
vos a quem o amor s ensinou o dever, a
dedicacio e a dignidade, vos nao permittis,
etendes rasio, vossas filbas a leitura
desta noticia, por que Ihe ensinaria cousas
que ella nao deve saber, na sua idade, mas
que Dio Ihe podestes o .-cuitar qoe ba no
mundo desgracados e culpados, a qoem se
deve soccorrer em todo o caso, tirar das
esmollas, que ella prepara, urna parte para
as arrependidas em nome de S. Malheus
que disse: Nao sao os que se porto
bem que preciso de medico, sio osdoentes
Agora, tu, hornera, mea igual, tu que
conheco em mim e por mira, animal gro-
tesco, detestavel e sublime, creatura capaz
de todo, mesmo de praticar o bem, como
s a causa desta desgrara, procede como
eu, tratando de a reparar.
Vert. de A. Dumas Filho.
VARIEDADE
Rouxinol perdora Martina e sahira
d'alli com os olhos inundados de lagrimas.
Sentio una mo bater Jhe no hombro.
Era o guarda Lebouteux.
Fizeste bem em perdoar Martina,
mas agora, para que te apreseotes impolloto
perante os qoe le aecusavam, preciso ex-
hibir as provajs da tua innocencia.
E' verdade I redargaioRoaxinol com
ar de sorpreza.
E a Cabrita ?exclamon o guarda.
Foi ento qae elles se lembraram de qae
a tinham deizado na floresta, presa de ps
e mos.
Correram all ambos, mas reconheceram,
com espanto, qae ella se evadir.
A Cabrita tinha, em pequea, presencia-
do o horrivel espectculo da guilhotina ap-
plicado a ama mulher era Gien, e desde en-
to conservava por aquella genero de sup-
plico um horror incrivel. Por isso, quan-
do Rouxinal Ihe falln da guilhotina, sentio
revelarse Ihe toda a intensidade daquella
aflictiva morte, e, quando se vio s, ani-
mou-se de sobrenatural coragem e comecou
a roer os nos d*s cordas que Ihe ligavam
as mos, e por tal modo desenvolveu os
seus esforcos, qae em menos de um quarto
de hora tinha cortado a corda.
Libertas as mos, fcilmente desligou os
ps.
Ergueu-se de uD pulo, e coatemplou por
DesTalros da velhlee.
i
O favor recebido por urna pessoa reco-
nhecida nao menos qoo urna divida que
nao consta de letra, e em que nao se marca
quantia nem tempo de pagamento.
u
A riqueza, o colleguismo e a amisade fa-
zemdo mais obscuro plebo o mais preclaro
fidalgo.
IU
A mais meritoria virtude ordinariamente
a que pratica o homem pebre, porque qua-
si sempre 'praticada em detrimento de
uu.a necessidade real.
IV
Os mais hediondos crimes nascem mu
tas vezes da grande miseria, ou da grande
opulencia.
V
O revolucionario como o jogador, se
ganha, louva-se a sua pericia e felicidade, e
se perde, vitupera-se a soa imprudencia.
A caridade e a prodi^alidade sao como
duas ccorentes d'agoa, que aascendo da
mesma fonte, corren*, tima plcidamente,
dando mais seiva terrenos prodactivos, e
outra com grande estrepito- por sobre ro-
chedos e terrenos esteris.
vn
O adulador semelhavel ao morcego,
que assoora e deleita para- chapar o san-
gue.
VIII
A bolsa do homem vaidoso- urna mina
que est continuamente sujeita ao alvio e
picareta dos aduladores.
IX
O prodigo semelhante ao porco, que
derrama a comida sa e nutritiva, para de-
pois se alimentar de imraandcies-.
X
O homem som'rtego na sua casa como
o doente qae n3o tem apetite, e na alheia
como o homem de' saude que come com
disposico.
XI
O mais apreciavel dos mdicos oculistas
seria aquella que dsse vista para o homem
se ver primeramente 5 si proprio, antes de
ver os outros.
XB
As bebidas espirituosas, quando sao to-
madas em excesso, costara quasi sempre o
quintuplo dos- precbs porque se vendem,
porque custam o dinheiro, o juizo, o tempo,
a reputaco e a sade.
XJir
O pregador imraoral como o architeeto-
deleixado, que edifica palacios para os ou-
tros, e mora em urna misera choupana.
XIV
A mentira correctivo indispensavel
todas as frmulas em que entra o vicio on
o crime como base.
XV
O thesouro do avarento est para o do
homem caridoso, como as- aguas sedicas
insalubres para as aguas lmpidas e cor-
reates.
XVI
O homem imprudente regeta comprar
por um, o que quasi sempre vem a comprar
depois por dous.
XVII
As aeces virtuosas do pobre passam
quasi sempre desapercebidas, se que Ihe
nao grangeam inimigos, entretanto que as
do rico sao apregoadas pelas cem boceas
da fama.
XVUl
A existencia da bypocrisie um dos me-
Ihores argumentos que se podem empregar
favor da regio.
XIX
O maor numero dos crimes o produc-
to da ignorancia,, da soberbe, da avareza e
da impunidade.
xx
O homem econmico eomo o viajante
prevdente, que regula a matelotagem pelo
mximo do tempo que pode- gastar na via-
gem. ;
XXI
O mentiroso e o adulador sao professores
da mesma scieneia, o primeiro exerce-a abs-
tractamente, quasi sempra sem calculo e
applicaco, e 6 segundo concretamente com
calculo e applicaco.
XXII
0 que mais atormenta o ingrato o dever
que tem de reconhecr e agradecer o be-
neficio.
XXIII
O orador oa escolha e emprego das pala-
vras como o architecto na escolha e em-
prego dos materia es para formar o edi-
ficio.
XXIV
O homem que rene a sabedoria e a
prudencia o mais valente dos conquista-
dores.
XXV
A consa mais elstica que ha no mundo
a amisade do hornera falso, a qual se re-
parte por milhares de pessoas ficando ainda
grande quantidade de reserva.
XXVI
O homem caridoso demole um edificio
para levantar outro anda mais bello: o
homem prodigo demole um edificio tornan-
do os seus materiaes inuteis.
XXVH
Um dos maiores tormentos que se pode
causar ao homem vaidoso c nao olhar
para elle.
xxvni
O mais terrivel dos inimigos o que j
foi amigo.
XXIX
O maledico, fallando, patentea roais os
seus defetos que os dos outros.
XXX
Quem empresta dinheiro perde muitas
vezes o dinheiro, o somno, o socego e a
amisade.
XXXI
Para o phliosopho christo o soffrimento
herosmo; o desagravo fraqoeza.
XXXII
A firmeza de carcter em um homem de
partido nio consiste era seguir todos- os er-
res e absurdos dea seus copartidaries, mas
sm em seguir sempre o ajoe conforme a
r.'zo e b interesse do povo.
XXXJH
O verdadeiro eaececknento modesto- e
reservado; o mereciemento fabo choca
lheiro e intrometMdo.
xxxrr
Na poca presente infeliz quem s sabe
chorar qaando sent dr, e s rir-se qaando
sent prazer.
XXXV
Urna censura contra qnalqner pessoa,
qnasi sempre injusta ou exagerad*, se o
censor nunca se achou na posico da pes-
soa censurada.
XXXVI
Os mais deshonrados tratantes sao os que
ordinariamente se mostram mais zelosos de
s ja honra.
xxxvn
Os vicios e as virtudes tero ordinaria-
mente a mesma cor e hnportaneia dos tra-
jes- de quem os pratica.
XXXVIII
A dversdade'deopinies e systemas po-
lticos e sociaes originam-se menos das de-
ferentes edueages. temperamentos e mo-
dos de pensar dos homens, do qoe da soa
posico e relaces na sociedade.
XXXIX
E' to fcil repetir sempre a mesma ver-
dade. quanto seguir o mais curto cami-
n.io entre dous pontos dados; to diffi-
cil repetir duas e mais vezes a mesma
mentira, quanto dfiscrever a mesma car-
va entre dous pontos, cujo primeiro traco
se tenba apagado.
XL
A disrribni'.o e applcacio da receta
particular ordinariamente mais bem feit.i
d qae a da receita publica, porque aquel-
la quasi sempre feita pelo productor, e
esta a maior parte das vezes pelos que na-
da oa pouco produzem.
XLI
A profisso do negociante de todas a
mais'penosa, por ser costoso acbar o ponto
onde se deve por o marco que separe o ga-
nho licito db illicito.
xtn
Querer convencer o hornera apaixondo <'
muitas vezes o mesmo que querer extinguir
nm incendi', augmentando-lbe os combas-
tiveis.
XLm
O homem curioso em indagar e saber o
que d'elle se diz, em regra, ou muito vai-
doso, ou tem muitos encargos de conscien-
cia.
XLIT
Qaem, conhecetido os effeitos destru i-
res de certo vicios reincide nelles, seme-
lhante certas insectos qae esvoacam em
torno da lar, at serem por eir anniqoil-
lados.
XLV
O prodigo tem alguma semelhanca com
quem faz labyrintho ; aquello gasta o di-
nheiro para tornara vida mais iocommoda.
e este gasta o tempo e- o trabalho, para
tornar o panno mais spero.
xlvt
O ocioso semelhante ao viajante que
se dispoe ;i fazer urna lOnga viagem. sem
dinheiro e nem mantmento, contando s
com a generosidade das pessoas com quem
se tenha de encontrar no caminho.
XXVH
Assim como o fogo conforme a sua ap-
plicacio agente da produccio e dfestrui-
cio, do mesmo modo as paixbes conforme
sao, dominadas ou nio pela razio, concor-
rem para a felicidade oa desgraca do ho-
mem.
XLvra
A amisade entre pessoas mal educadas,
ou de genio fcilmente irascivel, seme-
lhante a urna luz posta no campo, exposta
ser apagada cada momento.
XLIX
O homem mais humilde para com os
qne Ihe esto superiores em regra, o
mais altivo e arrogante para com os que
Ihe ficam abaixo.
L
instantes o sinistro e grandioso espectculo
do incendio, obra sua.
Depois lembrou-se do Mulot, qae, n'am
excesso de came, denancira, e foi de novo
assaltada da sua paxo selvagem por elle,
e, correndo na direceo (la aldea, diza:
Nao quero que o goilhotinem, nao!...
Vou salva-lo!
LI
Na vespera. em quanto a Cabrita corra
a lancar o fogo Rapozeira, o Mulot, apro-
veitandose do sea conselho, mostrava-seem
S. Florentino.
Entrou no etanco, comprou charutos e
foi para o boteqaim, onde estava muita
gente.
Fallava-se dos a^ontecimentos do dia, so-
bretodo do choque qae sentir Joval, que se
chegra a sappor proprietario do palacio de
Misseny.
i Como, porm, se nio atreviam a dirigir-
se a Juval, ataeavam-o indirectamente na
pessoa do Mulot.
Tornra-se, pois, este o objecto da ani-
mad versio geral.
Portanto, quando elle entrou, ninguem se
deu ao incommodo dato saudar.
O Mulot nio dea grande importancia a
esta reaccio : o seu espirito ,estava fixado
n'ootro ponto mais importante.
Pensava na Rapozeira, em breve reduzida
crazas, d'onde nio escapariato nem a Mar-
tina, nem o pequeo Augusto, nem mesmo
Miguel, se acaso a Cabrita desenvolvesse
toda a sua habilidade na expediclo.
O Mulot via-se j reeducando a casa da
sua residencia e senhor das ricas trras ad-
jacentes; por isso poaco o incommodavam
os segredinhos que se faziam presentir em
roda delle.
'O Mulot estava all para qoe o vissem
bem, para constatar a sua nio cumplicdade
no incendio da Rapoteira, e de nada roais
qaeria aber.
Pedio, pois, ama bebida quente e o jor-
nal do dia.
Poz-se a lr, ainda que machinalmente,
mas sem dar importancia a ninguem.
Um quarto de hora depois entrou Juval.
O Mulot ulhou para elle, esperando en-
contrar o seu excelente amigo da vespera,
porm Juval tomava, como se diz, o seo
lugar.
O Mulot mordeu os beicos, e disse para
si :
Quando eu estiver rico, elle me sau-
dar de outro modo I
E proseguio na leitura do peridico. .
Por onze horas da note, quando o bote-
quim comecava a esvasiar-se e o proprieta-
rio se dispnnha a suscitar a observancia da
postura policial sobre o encerramento dos
boteqoins, parou porta am trem vindo de
Orleans, do qual se apeou um caixeiro am-
bulante.
Olha Idisse Ulysses.E' o Sr. Gous-
sepain, o agente a casa Berlland l
Sou eu mesmo,redarguio o caixei-
roque vnho ardendo em sede, e, toda-
va, nio posso deixar de ir ficar a Solly-
sur-Loire.
E em quanto o moco do boteqaim Ihe ia
deitando a bebida no copo, o recem chegado
dizia:
Ah I verdade ; o qae que anda
ardendo por casa?
O que isso ? C por casa ?acud-
ram os circumstantes admirados.
Quero dizer, c na sua floresta...
Pois anda o fogo na matta ?acudi
Da val.
Ora essa E' dar meia duzia de pas-
sos fra da aldea e veris o clario para o
lado do Seurry-aux-bois.
A novidade era de chamar a atteocio ;
por isso os freqaentadores do boteqaim sa-
hiram todos para a roa e Juval na frente,
O Mulot, sobresaltado, seguio os.
Toda a felicidade que nao tem por base
a religo, feitica e epbemera.
LI
O homem tem liberdade inteira no pen-
sar, meia no fallar e um quarto no obrar.
LII
Urna olensa que sa soffre a raelhor
luneta para que o offendido descubra na
pessoa do offensor todos os seus defeitos e
vicios.
LHI
O amigo que de ordinario mais prezamos
o que nos fez o ultimo favor.
(Continuar-se-ha).
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Dirigiram-se a urna esplanada por detraz
da igreja, que era o ponto mais elevado da
aldea, e d'al poderam ver o clario qae o
Sr. Goussepain annnncira.
E' alguma meda de palha que arde
disse Juval.
Oa alguma herdadeacudi Ulys-
ses.
Seja o que fr,redargaio Juvalpor
aqui todas as propriedades estio no segu-
ro e as companhias pagam bem.
Mas onde Ihes parece que seja o in-
cendio ?proseguio Ulys9es.
E' a algumas leguas d'aquirespon-
den um terceiro
Nio vale a pena incommodamos-nos.
Vamor dormir.
O Mulot nio se sacia va de olhar para li.
Por fim saudou Joval, que nio lbe corres-
ponden, e dirigio-se sua casa da Bella
Vista.
Nio se pode, porm, deilar: tal era o
sobresalto em qoe estava.
Foi-se por janella, contemplando o cla-
rio1 e escutando o toqoe a rebate, que o
vento norte Ihe fazia chegar aos ouvidos do
lado de Seurfy-aux-bois.
Nio escapar ninguem I dizia elle
comsigoA Cabrita grande mulher t...
Tambem en hei-de ser-lbe reconhecido ; con-
serval-a-hei por minha cruda.
E, como as estrellas comecass^m a des-
maiar, o- sino cessasse de tocar a luz ar-
dente projectada no horisonte decrescesse
de intensidade, o Mulot dizia:
Devo crer que tudo est terminad
e, portanto, j sou proprietario da Rapozei-
ra I
Mas no mesmo momento um grito singu-
lar, semelhante ao piar de urna ave noc-
turna, resoou nO espaco.
Era o grito florestal da Cabrita,
(Contmuar-se-ka.______
TTP. WAfJO W RITA PUQB OS GT
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