Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12135


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Full Text

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AUNO XLVI. NUMERO 129. .,,., ,,.,., ,,, ,, ..lJLi *i> WJINIA.FEIRA 9 DE JUNHO DE M70.
Iv
PAHA A CAPITAL E LUGARES OTOE XO SE PAGA PORTE.
Por tres ifteqfrl
u B5 'nc^caapMiiuu.................
Portis ditos. -................ .
Por um anuo idan* .....'........-..'..
Cada numero a vot...................
-
6000
12S000
24,JOOQ' ,
320
S
m

PARA DEITRO E PORA DA PROVIMCIA.
Por tres mezes adianlados.............
Por seis ditos dem......., .
Por nove ditos dem..........
Por ara anno dem........' .
647M
34600
amt
..... 27J00*


. i *
_____________________
Propriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.

r


_

SAO ACEITES:
O Srs* Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para,; Goncalves A Pinto, no MaranhSo ; Joaquina Jos de Qljveira, no Cear ; Atdhfo de Lenjos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Jubo Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino


Pereira d'Almeida, era Mamanguepe; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Atrtonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martns Alvfc, na Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
-DIARIO DE PERNAMBUCO

RECIFE, fl.DE JNHO DE 1870.
Pela segunda vez, dentro de u:n curto
prazo de cerca' o,e oito annos. acha-se de
luto pesado a igreja pernambncana, por
havsr fallecido em Roma, no dia li de maio
.i wa* hora da-tarde, d'uma febre typhoide
que o arrancou trra no curto prazo de
seis das, o sen virtuoso e charo esposo o
Exm. e Rvm. Sr. D. Francisco Cardoso Ay-
res, de immorredouras recordares, apuso
dimiuto espaco.de vinte mezes de ejerci-
do, o quando mais promettia fazer em be-
neficio do rebanho que a Providencia Ihe
onfiou Altos s3o os juizos "de Deus ? !
Rasga tuas galas, igreja pernambucana,
lespreza as pompas, e veste-te de luto,
porque morreo o teu esposo querido, o fi-
Ibo predilecto dos cos, aquelle que te foi
dado pela Providencia como seguro guia
no meio das tnpestades do mundo. Sim!
rasga tuas vestes, cobre te de cilicios, e vai
chorar ao p da campa aquelle que j d3o
existe!
Mas nao ; ergue-te, e glorifica ao Senhor
por ter chamado para junto de si o justo
por excellencia, o virtuoso em extremo, o
sabio prelado Pernarabucano I!
Quanta deceprao n'um momento Quanta
ir, qoantas lagrimas em um s instante!
Foi-ae o homem, mas o seu nome ficar
escrito as paginas honrosas da historia
da trra de Vieira, e ser lembrado de ge-
rscSo em geraro como o do bom fllno, es-
tremecido rrmlo, carinhoso pastor, e pai
zetoso pela vida e prosperidades de seus fi-
hos.
A' seus dignos irmSos e parentes nossos
sinceros pezames.
e chefe do squadrao.de lanceiros da Westpbalia
nd exercito prussiano.
O Gaulois que nestes ltimos lempos parece fa-
voravcl a candidatura do duque de Montpenser
d conta com referencia a cartas de Madrid das
probabilidades que tinba adquirido a candidatura
do duque da Victoria e diz que o imperador pro-
tega esta eleigo, que dara lugar a que o prin-
cipe das Asturias chegasse a maioridade; pos
satado,' dfr 6 Haulois que o imperador protege o
joven prinripe.
No dia 18 chegou a Madrid o duque de ,Mont-
pensiej* ; fallase de urna nova combinagao em fa-
vor do filho mais velho do duque da Montpensier.
, O telegrapho autographo nega a noticia de que
o imperador dos francezes vera sem repugnancia
a elevag ao throno do duque de Moutpensier.
Os jornaes hespanhoes publicaramuma carta es-
cripta por D. Francisco de Assis a sua espasa a
rainha D. Izacbl II
Isabel.Separo rae de ti ao cabo de 23 annos, "dem geral dirigida ao exercito da capital:
*em raucor no coracao e com o pezar de que me
hajam obrigad a cnegar a este doloroso resul-
tado desavengas que por largo lempo procurei
evitar.
< Que Deus aparte todos os males de ti, e de
nossos innocentes flllios, o voto constante d'a-
quelle, que, em todas as occasiSes le deu provas
(te desejar s o teu bem, e que foi sempre escudo
da tua honra.Francisco de Assis.
franca.
Importantes noticias da Eu-
ropa.
Fcdeou honlem s i horas da tarde no lama-
rio c vapor francez Gironde, trazendo datas : de
lamluirgo 20, de Loadres 83; de Pars jAj) de
Lihoa 27 do pascado. ,i
.h:-PAsn\.=Esforros para saliirem da nterini-
Ir. I> general Espartero recus* corpa.
"; \r.v= IpiOr 'i n prebi*c rador o resultado. Discursos de Schaeider e do
imperador. Reconstitu!-se o gabinete rom a en-
trad* do duque de Granmont para os est rouget-
ros. Sr. Mege tnstrucrao publica e Plichon obras
publicas.
!v:!.\Ti:im.= Vi'<7/i/ democrtico. Adoptado o
bi rural da Irlinda. Primeira leitura dobill
eeifStt.
>v.',.-=Cnmm)u a discussao do dogma da infalli-
bil'dade. celo dos caones em discusniu.
Italia. 'Gturrhatm. Traballws fiaanceiros.
Ai.i.K-fANH.t.Chegujla a Berln do imperador da
Hutia, le.stabclecida a pena de inorte no co-
i penl-aUemSo. A opposicao da Bohemia *
ivia resolceu (azer-se representar na nova
I Id.
:\.. = Traballto da emancipacao dos servas,
i... i nato do principe de Arenberg
mi: -Ainda a attnstrophe de Maralhona, do-
u:neiitos o/ficiaes. E' falso o boalo de atleraco
d is relac&et da Turqua com o Egypto.
iiw.HerolurSes em S. Domingos, Ha-ti, Ca-
U ''.abu) e no Me.cico.
':' ,-ti ii\L.Tz=fesoliirao militar em Lisboa: Queda
Histeria Loul. Oryamsdl;o do ministerio
' inha. O poro astistt itulifjerente nos acn-
rmenlos. Aildiamnito das cmaras. Desa-
HUUIOUL
-e-gente de He.-paoha general Serrano vai en-
viat urna mensagein s cortes pedindo para se por
ao estado provisorio, e dissolverem-se as
' rlet. constituintes.
i piesidenle do consellio de ministros general
. eiica/resou o Sr. L). Pascual Madoz de con-
.l.r general Esiiartero duque da Victoria a ac-
r a clrda de tespanha.
K; o ronrite e a recusa do velho lib'-ra! E"s-
'" '
.vr.nissimo senhor duque da Victoria
>: r< nisimo senhor.O governo de S. A. o re-
le do reino, julga ehegada a occasiao de lermi-
aar a obra revolucionaria, com a eleicao de mo-
i,.i -lia. Os dignos ministros do actual governo,
iue tenho a honra de presidir, estao animadjs dos
mais palrioiicos seolimentos. .
Ao tratar da nomeacan de monarcha, concor-
air;>:.i todos no paeilicador da Hespanha para este
aso. e MoriMdo devidamente pelo go7erno como
em occasiSes anlogas, quizera merecer de vossa
altan se dignasse dizer-nos se acceitara a cora
de Hespanba no caso que o elejam as cortes cons-
,1'untes.
t O governo nao tem candidatura; porm esta
no sea dever etitar que qaalquer manifestacao se
agile a favor de um candidato, que nao ha de ac-
itar, .
Vossa altaa comprehender o patriotismo
,om que nesta circumstancia acha o governo,
.oosulinndo-o como faz. remetiendo Ihe eia carta
por via do men amigo o Exm. Sr. D. Pascual Ma-
doz, deputado nt corte?, que um dos mai affei-
oados de vossa alteza comamaior considurai;o
te Mrquez de 'los Castillejos.
Exm. Sr. marquez de los Castillejos ;
< Exm. Sr.O Exm. Sr.D. Pascual Madoz en-
:egou-roe a commonioacio de V. Exc, em que
me purgunta se aceeitarei a cora de Hespanha,
tto caso de me elegerem as cortes constituate?.
Agradece do mais profundo do meo coracao as
consideracoes que devo ao governo que V. Exc.
tao dignamente pr&jide, e'devo dizer-lhe qae sem-
pre estou di?po dade c o bem estar de minha patria : porm un
dever de consciencia me obligara manisfestar-lhe
respetosamente que. nao rae sera possivel acceitar
tao elevado cargo, porque a miaba ude, e oe
meus amaos, nao roe permiltiriam dasempenbal-o.
t Com a maior eonsideragao etc. Duque da
Victoria.
Urna ommissao de depulados EaparterisUs mi
procurar o duque da Victoria e inflar para que
acceite a candida^va. 0 duque resisti, mas por
lim disse que ? acceitaria a cora se fosse eleito
por sutfragio universal.
Diz o Imparcial flue o general Prim responder
comraiso dos. Esparteristas que o governo de-
ve aceitar a recasa eathegorica de Espartero.
O Memorial-Dtplomatique assevera que o can-
didato que o general Prim iem reservado, para fa-
k intervir quando as cortes se oecapem deste
assnmpto o prineipe Frederico Eugenio, filho
tereeire do principio Carlos de HopenzoHern Sig-
ttlaringen, e irmao menor do principe Carlos da
Rouraania. O principo Fredenco conta 27 aQQos
No corpo legislativo depois da aoprovacao do
relatorio da commissao, acerca do plebiscito, Sch-
neider declarou que as operacoes haviam corrido
regularmente. Jules Simn quiz fazer ura protes-
to, mas bouye agitacao e a cmara resolyen passar
ordem do dia. Jules Simn apresentou urna pro-
posta de interpellacao acerca do plebiscito.
A Imprensu Livre de Vienna tratanda do ple-
biscito, diz que a estrella do imperador nao se
eclipsou, e que o plebiscito de 1870 pode figurar
dignamente ao lado dos de 1831 e de 18o2.
No dia 21 houve festejos pblicos pelo bom tuc-
cesso do plebiscito ; houve fogos de artificio, e em
toda a Franca se cantaran) Te Deum em accao de
gracas ao Toio Poderoso, por ter dispensado as
suas bondades a esta grande naeo.
Veriflcou-se as Tulherias um banquete offere-
cido pelo imperador aos membro? do comit do
plebiscito. Entre os convidados c ntava-se o du-
que de Albufera, Lagueronyere, o almirante Vil
laumer, E. de (iiiardiu, Clemont Duvernois e ou-
tros.
O.Sr. Schneioer presidente do corpo legi>lativo
francez prouunciou o seguinte discurso por occa-
siao da apresentacao ao imperador do resultado
4 plebiscit de 8 de maio :
< Senhor.O corpo legislativo tem a satisfacao
de por as maos de V. M. a solemne respostaqoe
o paiz 7:330:000 votos deu o plebiscit submeltido
a sua approvacao.
De perfeit aecoUdo o corpo legislativo com
esta maoifestacaa ojereaa ae imperador, a impe-
ratriz e ao principa imperial a su* hom*nagem e
astas fetefraroe?.
A Franca caneada de perturbares e vida de
seguranza confiand; no vosso genio e na dymnas-
tia napolenica poz, ha 18 annos, na? vosses maos,
com a cora imperial a antorldade e a forija que
as necessidades reclamavam.
t Nao foram mallogradas as esperanzas ; a or-
dern social foi restabelecida, e grandes coisas fo-
ram levadas a cabo ; toda as classes da socieda-
de vieram desenvolver o seu bem estar ; a agri-
cultura, o commercio e a industria tomaram ines-
perado desenvolvimento e ao mesmo tempo a
Franca se engrandeceu no exterior.
A preoceupagao constante deV. M. tem sido
sempre esperar a occasiao de descentralisar os po-
deres, e V. M. presentindo a marcha da socieda-
do moderna, mais d'urna vez tem proclamado que
o eoroamento do edificio devia ser a liberdade.
Assegurando Frang uui dos primeiros por-
tos entre os poros livres a nobre empreza que
tentaste, honrar o vosso reiuado ; as dalas de 27
de noverabro de 18G0, e de 19 de janeiro.de 1867
altestam os vossos patriticos desejos e a vossa
generosa iniciativa.
c No dia tegainte aquelle era que o suffragio
universal havia manifestado as suas tendencias li-
berae?, quando o corpo legislativo as traduzia as
suas voiacoes, V. M. tranquillo quanlo ao nos-
so concurso, nao hesilou, com abnegacao, setn pre-
cedentes na historia, em levantar os alicerces da
constituigao parlamentaria do paiz. Fiel porm
ao grande principio sobre que se funda o vos>o
governo nao quizestes introduzir tao grande modi-
ucaco no poder, que devieis vonlade do povo,
sera'della Ihe dardes paiticipacao direc.
.O poro, reunido nos comicios, depois de 20
annos de reinado, com essa independencia abso-
luta dos progress'>< e da virilidade dos nossoscos-
tunies pblicos, sanecionou os vossos desejos com
nnanimidade que ningQem se atrever a por em
duvida, acclamando, com mais de seta milhoes de
votos, a nova forma do imperio, o paiz, q e tem
consciencia dos seus interesses e da sua grande-
za, diz vos : Sire, a Franca est a vosso lado ;
coulinuai conliadamente pelo caminho de todos os
progressos reaiisaveise fundae a liberdade no res-
peito s leis e constituico. A Franqa poe a cau-
sa da liberdade seb o amparo da vossa dymnastia
e dos altos corpos do estado.
Respostado imperaior.Senhores : Ao recebsr
de vossas maos o resultado da votacao de 8 de
maio, o primeiro pensamento que rae acode de
gratido para com a nacS) ,que, pelaquarta vez,
no espago de 22 annos me d tamanho testerau-
nho de sua conflanga. O suffragio universal, cu-
jos elementos ?e renovara incessantemente, conser-
va, nao obstante a tua mobilidade, umavontade
perseverante ; tem por guia a sua tradjecao, a se-
guranga de seus iostinctos, e a fldelidade das suas
sympathias.
i O plebiscito ? tinha por fim a ratificago de
urna retorraa ; mas o conflicto das opinides lioba-
Ihe dado maior alcance.
t Nao o lastimemos. Os adversarios das nossas
instituigoes pozeram a questao entre a resolugo
o imperio : o paiz resolveu-a em favor do syste-
ma que garante a ordem o a liberdade Hoje for-
raou-se o imperio si.bre os seus alicerces; de-
monstrar a sua torca pela moderaco.
t O meu governo far cumplir as leis sem par-
cialidade, mas sem fraqueza ; nao se affastar da
linha que tragntolerante para com todos os di-
reitos, proteger todos os interesses sem se lem*
brar dos Vetos dissideotes, nem das manobras hos-
tis ; far perm respeitar a vontade nacional, to
enrgicamente manifestada e mante-la-ha cima
e a i espeito de toda a controversia.
i Livre sdas questes constisucionaes que divi-
den) as mais clara intelligencias, ? nos devenios
propor a nm lira : chamar e reunir em volta da
constitnigao que o paiz acaba de sanccionar, osho-
mens honrados d todos os partidos : fortaleceu
a seguranga ; apasiguar as paixoes ; preserva r
os interesses sociaes do contagio das falsas doutri-
nas \ bascar emfimcam o auxilio de todas as in-
telligencias/ os meits de augmentar a grandeza e
a prssperidade da Franga; diffundir por toda
parte a instruegao; simplificar o raechanismo ad-
ministrativo ; e levar a actividade do centro s
extremidades ; introdnzir nos nossos cdigos, que
sao monumentos, as melhorias justificadas pelo
tempo; multiplicar os agentes geraes'da produego
e da riqueza, favorecer a agricultura e o desen-
volvimento das obras publicas i consagrar emfira
o nosso trabalho a este problema, sempre resol-
vido e senipre de p : a PJ.elh.or repartigao dos
encargos que pezara sobre os contribuintes, tal a
e nosso programma.
S realisando-o que a Franca poder levan-
tar mais alto que nenhum paiz os progressos
i civilisago.
Senhores, agradego-vos o concurso que me
prestastes nestas circunstancias solemnes. Os
votos afflrraativos que ratilicam e consolidan)
tambera os vossos poderes, dando-vos como do
a ram, novaforga para trabalhar a bem da na-
gao. Deveraos agora, mais que nunca, esperar
o futuro sera receio. Quera poder effectiva-
mente oppor-se ao progressivo caminhar de um
c regiroem que um grande povo fundou no meio
das tempestades polticas e que se fortifica no
seio da paz e da liberdade ? >
O marechal Lebceuf, ministro da guerra, pa-
rece que quera fazer retirar de Paris os rgimen
tos em que tem havido maior de numero naos.
Os jornaes de Paris publicara a seguinte or-
O marechal de Pranca, eommandante do pri-
meiro corpo dojexercito, e da primeira diviso mili-
tar, apressa-se a levar ao conhecimento dos offl-
ciaes e das tropas a carta que o imperador lbe
dirigi:
Meu querido marechal,: Tem-se espalhado
a boatos acerca de votago do exercito de Paris,
i tao rediculos e exagerados, que me apresso a
rogar-vos que digaes aos generaes, dfSciaes, e
soldados que tundes as vossas ordens, que j-
< mais se altern a minha eonfianca nelles. Ro-
go-vos mais que digaes particularmente ao gene-
ral Leoura, que o felicito igualmente e as tro-
< pas do sea commando pela lirmesa e sangue
fri que mostraram nestes ltimos das, na re-
presso dos disturbios que affligem a capi-
tal.
Crede meu caro marechal na minha amisade.
Napoleao.
J foram condemnados perto de quarenta
operarios, implicados no.tumultos de Paris; as
esndemnagoes variam. entre um a seis mezes de
priso.
Diz-se que a maior parte dos preses j tem sof-
trido algumas penas judiciarias. '
Foi suspensa por dous mezes a Marselhesa,
jornal cuj principal redactor Rochelort.
A iraprensa franceza excita o governo a repri-
mir enrgicamente os acontecimentos. que tem per-
turbado a tranquiliidade em Paris.
Abandonoa se completamenteo projecto de sabir
o prncipe imperial para o acampamento do Cha-
ln?.
O Diario Official publica os decretos nomeando
ministro dos negocios estrangeiros o duque de
Grammont que era embaixador era Vienna ; mi-
nistro da instruegao publica o Sr. Mege, vice-
presidente do corpo legislativo; e ministro das
obras publicas em snbstituicao do marquez de
Talupaet cuja demisso foi aceita o Sr. Plichon de-
putado.
O gabinete reconstruido, acha-se ergnnisado do
seguinte modo :
mile OQvttr, guarda sellos, ministro da jostiga
e dos cnttos ;
Duque de Grammont, ministro do negocios es-
trangeiros ;
Mr. Segris, ministro da fazenda ;
Mr. Louvet, miuistro da agricultura e do com-
mercio ;
Mr. Chevandrier de Valdrme, ministro do in-
terior.
Mr. Plichon, ministro das obras publicas.
Mr. Mge, ministro da instrueco publica.
Mr. Maurice Richard, ministro das bellas
artes.
Marechal Lebceuvf, ministro da guerra.
Almirante Rigault de Genoudli, ministro da ma-
rrana ;
Mr. de Parilu, ministro presidente do conselho
de estado.
Corra como certo em Pars que o Sr. Schne-
der, vai pedir a sua demisso do cargo de presi-
dente do corpo legislativo, fundando-se na impos-
sibilidade de conciliar os deveres da presidencia
com a drecgo dos seus interesses industriaes em
Creusot. Dizia-ss que seria substituido oaquelle
lugar pelo duque do Albufera.
O jornal offleial francez traz um largo relatorio
dirigido ao ministro guardasellos, em que este Ihe
propoe importantes reformas no cdigo civil e
criminal. O projecto j foi approvado pelo impe-
rador.
Discute-se no corpo legislativo a lei sobre de-
udos de imprensa.
No corpo legislativo foi apresentado um projec-
to de lei lixando em 1300 francos a dotacao dos
novos senadores.
Foi tarabem apresentado um projecto de lei sup-
primindpos sellos.
daos &"tao d^cididos.a fazer respeitar a hospitali-
dade tradi'o*ou.ii da Inglaterra.
O meeiing dissulveu se dspois, aos gritos viva a
repblica, e a canto da Marsclheza.
A cmara dos communs em Inglaterra adop-
wuubjll rural irlaodez.
Ufir. Harticgton apresentou um bil tendente
i inliificar a lei i|ue rege as eleiges parlamenta-
res .i|a propor,u voto pir escruiinio secreto. O
bil jatavo a primeira leitura.
O Obitrver d Londres diz que o Sr. Rright es-
lava revolvido, aor conselao dos mdicos a pedir a
sua demisso; e dizia-se que peste caso seria o
Sr. Mupdeln subsecretario de estado, chamado a
succedetWbe,,
No djrjo de naio foi assignado em Londres o
tratado de natur^jsagao entre a Inglaterra eos
Estados-tmldos n>r lord Clarendon e Mr. Motly,
embaixador da Aberica do Norte.
Tem estado era^ondreso re dos Belgas.
\ ROMA.
Comecou no dia; 15 a diseussao do dogma da
iiifallibilidaile do upa.
Tem ha vi lo sessies quasi todos os das. Reina
grande animagao eitre os padres do concilio fa-
voraveis ae dogmap os que o combaten).
Eis os caones en discussao, que foram publi-
cados pela Gazeta Augsburgo :
i Canon'e primeirt.Se alguem disser qus o
bem aventurado apoclo Pedro nao foi constituido
por Chrialo, principede todos os apostlos e chele
visvcl da toda a i groa militante, ou o,ue nao re-
cebeu seno urua pri^iasia honorfica e nao direc-
ta e inmediatamente nina verdadeira e positiva
primasia de jurisdice seja aaatbemalisado.
> Canora; I."Se alzuem disser que nao foi por
instuigifo do mesmo Senhor Jess Cbristo que o
bemavjniurailo Pedro teve iuccjssores perpetuos
de sua ariniaaia sobre \ igreja univ.-jsal, ou que
o ponlipe remano nao do direito divino succes-
sor de S. J?odr nesta nssina primasia, seja ana-
thewalisado.
c.CauoQe 3 Se alguem disser que o
pontfice romano s recebeu um cargo de
inspec?lo ou direceo. e nao um supremo e
pleno p der de jurisojeco sobre cada igre-
ja, n3o s as cousas relativas f e aos
costuro**, seno tambera as que se refe-
ren) disciplina e ap governo (rgimen) da
igreja espalhado sobre .a trra, ouque ete
poder nio minediato. quer sejaom res-
peito a tods as igrejas era geral t> a cada
urna em particular, quer saja em relacSo a
todos os pastores e teisem geral, e a cada
um em particular, seja anatheraalisado.
< O capitulo da infallibilidade nao vem
acompanhado do respectivo carene. Diz-se
que o3 se Ihe da forma cominatoria.
Reza assim i
No supremo poder dejorridiccao apos-
Wdl'MB toda a ijfrea,(pie rpohtiflce ro-
mano obteve, como successor de Pedro,
principe dos apostlos, est tambem com-
prehendido o poder supremo do ensino
magisterii, como o demonstrara o uso cons-
tante da igreja fe a doutrin'a dbs concilios
ecumnicos.
t SegoiDdo desde logo as solemnes pro*
flsses de fe dos concilios geraes, em cojo
seio se acbavam unidos, pela f e caridade,
o Oriente e o Occidente com o quarto con-
cilio de Constantinopla, eremos que antes
de tildo deve guardar-se a regra da" f, e
nao mudar nada as decisSes dos padres.
Nao pode esquecer-se a senlenca de Nosso
Senhor Jess Clrristo, que diz : T s Pe-
dro e sobre e>sa pedra edificarei a minha
igreja (S. Matlieus, XVI. 18), tanto mais
quanto certo que o que se tem dito ha
sido provado pelos fados, visto que a sede
apostlica conservou sempre sem mancha a
religio catholica, professon sempre urna
doutrina santa, e que todos os fiis sao
obrigados a seguir esta cadeira apostlica,
afim de merecerem o estar em cominunica-
c5o com ella, no que completa e verdadei-
ra a solidez da religio christa.
Aiem disso, com o segundo concilio
de Lvo confessamos que a santa igreja ro-
*
urna
familia in-
- O principe PedroBonaparte, nao tem sahido mana obteve completa e plena pnmazia em
de Auteuil, e recusa enrgicamente retirar se ape-
zar de varios peridicos dizerera que anda jar pela Suissa, Blgica, Italia etc.
Corre o boato de que o imperador descontente
cora a resistencia do principe Ihe retirara a pen-
so, e que o principe se ver obrigad a vender
as suas trras de Ardinnes.
INGLATERRA.
O governo britnico parece que vai ser severo
contra os que se julgam suspeitus de conspirar
contra a vida de Napoleao III. Emquanto os mi-
nistros obtem do parlamento a necessaria antnri-
sago para modificar as disposigSes do alien bil,
lord Lyon recebeu ordem de declarar a corte das
Tulherias, que e gabinete inglez'no oppor o me-
nor obstculo a que os refugiados sejam vigiados
de perto pela policia franceza. O Sr. Petii en-
vin para Londres certo numero dos agentes de
policia mais persfleazes com o encargo de com"-
provar se Flourens saino effectivamente d Ingla-
terra, ou se nao mais que ura boato propalado
para paralysar ulteriores pesquisas.
No dia G de maio celebroa-se em L mires um
meeting democrtico a que assistram seis mil
pessoas entre as quaes estavam Luber, Flourens,
Bradelangb e Tibald.
Presidio Luber que na sua qualdade de cida-
do de Jersey, pronunciou um discurso de intro-
ducgJo, primeiro em, francez e depois em inglez,
declarando que o fim do meeting era dar a opi-
nio da democracia ingleza sobre o que se passa-
va em Franga, e affirmar a commundae de ideias
que existe entre os demcratas francezes, e os in-
glezes. %
Repellio depois tanto em sea nome como no dos
amigos toda a solidariedede. com os assawinos,
declarou que elles nao queriiin empregar
meios honrados e leaes.
Falln depois Bradelangh dizendo que os votos
do plebiscito nio deviara ser contado, mas pesa-
dos ; que de urna p^.rte se achavam os soldados e
os aldedes, os erapregados arrastados ao escruti-
nio pela ignorancia e pelo temor; do outro os es-
piritos rectos e almas sem mancha. Quanlo
conspirago disse que o governo por querer pro-
var demasiado, tora aim do seu fim. Nos repeil-
raos, e Flourens comn seo toda a conspirago con-
tra a vida do imperador. Agitou-se na imprensa a
questao da extradiegao de Flourens. Nos declara-
mo-nos seus solidarios, e faremos respeitar as an-
tigs inmunidades de Inglaterra.
Flourens, em seguida pronunciou um discurso
vebementissimo, e finalmente .Cauper proptz as
segointes mogdes que foram enthusiasticaraente
adoptadas :
c Protestamos contra a attitude da iraprensa in.-
gleza; declaramos qae nanea se pensou era atten-
t.ar coritra a vida depessoa alguraa e que os cida-
principado sobre toda a igreja catholica
que entre mitras prerogativas tem a de de-
fender a verdade da f, e se surgir alguma
questao de f. defini-la e julga-la (tirado da
profisso de f que formularam os padres no
concilio ecumnico de Ly5o). Emflm com
o concilio de Florenca. repetimos, que o
pontfice romano o verdadeiro vigario de
Christo, chefe de toda a igreja e mestre de
todos os christos, e que na pessoa de Pe-
dro Ihe foi dado por Jess Christo pleno
poder de apascentar, reger e governar a
igreja universal.
Approvando-o deste modo o santo con-
cilio, ensinamos e declaramos como dogma
de l que o pontfice ronftno ao qnal foi
dito, entre outras cousas, na pessoa de Pe-
dro, e por bocea de Jesas Christo : Ro-
guei por ti afim de que a la f n3o des-
fallega, e que tu, tornando a ti, confirmes a
teus irmos que o pontfice romano, ao qual
foi feitaa promessa da assistencia divina,
nao pode errar, quando, aoexercer as func-
c5es de mestre supremo d todos os chris-
tos, define de autoridade apostlica o que
as cousas da f e doe costumes deve ser re-
conhecido &-mo de f, e como cootrarla f
da igreja universal, e que os seus decretos
ou decises, irrefortaaveis por si mesmos,
, devem ser admiitidos ou guardados por to-
senao do o ohristSo, logo que sejam enhecidos, e
com inteira obediencia. E como a infallibi-
lidade a mesma, ou a consideremos no
pontfice romano como chefe da igreja, que
easina, unida ao seu chefe, definimos, ou-
tro sim, que esta infallibilidade se applique
a cm s e mesmo objecto. Se alguem se
atrever, o que Dos nao permita, a con-
tradizer a presente definido, saiba que est
separado da verdade e da f, e da unidade
da igreja.
ITALU.
E' mi a situacao interior da Italia relalivemente
seguranga individual. Cartas de aples dizem
que os salteadores tornam a apparecer para as
bandas de Castellamare, sob a* ordens do famoso
Pilone. Este bandido, depois de ter ferido com
um tiro um dos gendarmas, consegua escapar-se.
Dizem de Sardenha que um numeroso bando de
assassinos exlerrainou em Trani
leira.
A Gazeta Qffkiat de Florenca, annuncia qae
n'um combate contra urna guerrilha junto do
Reggio, no dia 17, se fizeram tres prsioneiros, e
um ra jrio que era um dos cheles do bando. Tor-
nando mais tarde ao ataque um destacamento dis-
persou-se o bando, deixanlo em poder das tropas
urnas 30 espingardas.
Os cyndlcos, os guardas n&cionaes, e a povoacao
dos campos prestaran! auxilio autoridado ea
f-irga publica.
O governo pontificio para impedir toda a tenta-
tiva eventual de invaso no territorio romano, es-
ubeleceu um cordao de zuaos na fronteira.
Tres navios vigiara Caprera.
Tem havido algumas desordena Ra universidade
de aples. O governo mandou fechar a univer-
sidade, e tomou varias providencias para que a
revolta dos estudanles nao progredisse.
Lanza aunuii:iou as cortes que um bando de
60 bomens, que apparecera em Vorteza fra dis-
perse,
O mesmo succedeu com o bando de Catanzaro.
O bando de insurgentes que vagueava as. un-
mediacSes de Volterr eslava quasi disperso.
O senado approvoa a le relativa arreeadago
dos impostos directos e o regulament do senado
para quando baja de se constituir o alto tribunal
dejnstc.
A cmara .dos depulados conlinuava a discutir
o orgamento de marraba.
Diz a pinione que o ministro da fazenda com-
municuu c >mraissao dos 14 o resultado das ul-
timas deliberares com o banco naionel.
O banco acceite as modilicagoes no projecto pri-
mitivo das quaes se encontrara estas :
1.* A conignago de obrigagdes em seu favor
dem representar smente o valor dos bens etcle-
siasticos comprehendidos pelas leis actuaos, valor
que ascend' nao a 325 milhoes, mas a 283, indu-
rado nelles os bens das fabricas.
2 Reducgao de interesses sobre os oOO milhoes
adianlados pelo banco, de 80 a 60 cntimos por
cen francos.
A Gazeta del Populo diz que o projecto apre-
sentado cmara pela commissao militar propoe
urna economa de 45 milhoes conservando o exer-
cito um effeclivo de perto de 164 mil soldados com
13 mil cavallo, deixando os quadros intactos. -
ALLBMANHA.
O imperador da fRussia chegou a Berln no
dia 13 de raanha. sendo recebido na estago do
caminho de ferro pelo re da Prussia e pelos prin-
cipes da familia real.
Tem augmentado em Berlira os boatos do apoio
que est a ponto de se dar s petieoes <)ue os
alleraes.das provincias rassas do BaHico dirigi-
rn! em differenies occasides ao Czar, atira de Ihe
ser permitlida a gonservacao de sua liugua, sua
le e sua religio. Acredita-so poreui poaeo no
bom xito MI uerteocao apesar de se julgar
pessivtl atimvtejUtaio favoravel.
Diz-se que rei da Prussia quer ser sagrado im-
perador da AUemank.i.
0 parlamento da Allemiraha C"o norte reco-
raegou a discussao do cdigo penal.
Entre o grande nnmero de emendas aposenta-
das lignrava a abolicao da pena de morte. e a
applicago a certos enraes polticos e dellctos da
iraprensa. da pena nao infamante de prisao em
urna fortaleza, era vez de trabalhos forgados.
Annuncia o telegrapho que se re?tabeleceu a
pena de mora para os crimes de assassinato ou
ae alta traicao. A Gazeta da Allemanha do
norte havia-se j pronunciado categricamente
sobre esta questao. Expanba que nem o rei.
nem o conde do Bismark nem o conselho consen-
tiran) em transigir sobre semelhante ponto, urna
vez que o projecto do governo reduza a applica-
go da pena capital aos casos excepcionaes de
assassinalos acompanhado de todas as circuns-
tancias aggravantes ; arcrescenla mais que a
san 'cao do novo cdigo penal dependa nica
mente do abandono do vot abolicionista do parla-
mento, e se essa reforma chegasse a mallograr-se
era consecuencia da obslinagao da raaioria parla-
mentar, se estabelecera por 'ium prazo longo
urna legislaco civil e criminal cominura para
toda a coufederago.
A ordem do da que ia entrar em discussb no
reichsratz prussiano versara sobre as propostas
relativas lirailago dos emprestimos a juros.
O ministro da fazenda invocando o oxemplo da
IJaviera, B*den, Austria, e Russia pronunciou-se
contra a retroactividade da prohibico proposta
para emprestimos a juro, e pedio cmara que
discutisse previamente aquella proposla na com-
missao ; mas o reichstaz decidi proceder imme-
dialaraente segunda leitura em sesso publica.
Escrevem de Vienna que o omite da opposicao
bohemia e njoravia resol ven voltar vida e ao
movimento poltico, e enviar depulados prxima
dicta. Reina o maior accordo entre o conde de
Beuste e os Srs. Potok e Andrassy que se sup-
paham desunidos, sem fundamento.
Dizem de Vienna que a rainha dos belgas pro-
longar a sua residencia na Hungra at o resta-
belecimento de seu irmao o archiduque Jos. O
archiduque deve presidir bengo solemne das
baudeiras destinadas aos hoads e a rainha deve ser
a madrinha.
Foi noraeado ministro d'Austria em Lisboa o
baro de DunnreicbU
russia.
Est quasi a terminar na Russia o resgale dos
servos, tendo-sej ratificado 87 por cento de to-
llas as actas do rsgate projectadas pela commissao
encarregada de fiscalisa-Us e confirma-las. Cal-
cularse em mais de 20 milhoes de hectaras o ter-
reno dos servos, e 529 milhoes derublos a somraa
qae se elevara os resgates consummados.
O governo russo constituindo-se intermediario
entre os servos e os seus senhores quem faz os
resgates, sendo de 505 milhoes de rublos a divita
bypothecada daquelles.
Os proprieiark receberam em dinheiro, em b-
Iheies do banco, e em inscripges de renda, o im-
posto das suas obrigagoas hypothecarias, tendo
pago o governo at 13 de abril ultimo 1,800:000
rublos em dioheiro, 108,800.000 rublos em ren-
da de 5 por cem, 58,400:000 rublos era certifica-
dos deresgaU.
A paga de 235 milhoes de rublos representa a
divida dos proprietarios para com as antigs ins-
tiluigo 's de crdito do imperio.
Esta grande operago poltica social e finaneei-
ra ser sem duvida a obra de maior importancia
do reinado do imperador Alexandre.
A polica russa acaba de descoorir umacom-
panhia gigante de fabricantes de moeda falsa.
Dizem de S. Petersburgo que foi encontrado
raorlo em sua casa o principe de Arenberg, addi-
do militar embaixada d'Austria.
Esl j preso em consecuencia d'este crirae,
um Henrique Chischkow que havia estado ao ser-
vigo do principe.
OBIKNTK.
Publicarara-se em Londres novos documentos
diplomticos acerca da cataslrophe de Maralhona.
Lord Clarendon n'uma carta a Mr. Erskina em
28 de abril dizia :
t A .honra do rei Jorge, do governo, e da sago
grega reclamam imperiosamente ama rignrosa
informacao sobre se certas notabilidades polticas
de Alhenas deram incitamento aos bandidos.
Lord Clarendon considera que o interprete Ale-
xandre eslava em convivencia com os bandidos,
cuja marcha teve effeito pWravelmente em vista
de inforraagofi wcebidas de Atbenas.
Mr. Erskine communica o resaltado das infor-
mages. Resulta das declaragoes dos qualro ban-
didos presos, que o assassinato fra eommrttid >
pelos bandidos que foram morios depois no com-
bate que houve coin as tropas.
O ehefe dos bandidos linba mais empenbo ew
obter a amnista do que o resgale que se havia
combinado, oonhecendo que cada instantes*
va mais apertado pelas tropas, ordenon um movi-
mento at a fronteira turca ; mas as tropas per-
segualo i s bandidos roraperam o fogo e feriraui
os qualro bandidos que se acliam presos. D'aqai
provm toda a Serie de acontec mentos que tama-
nha sensago tem causado na Europa.)
As tropas gregas encarregadas de vigiar a
fronteira turca, por onde se suppoe que intentan)
passar os restos da quadrilua do Altico, nae con-
segniram por ora apoderarse d'elles, mas sor-
prendern* outro bando de qnatorze bandidos :
seis ciibiram logo morios ; oito ficaram prsio-
neiros.
Tem corrido o boato de que as relagoes en-
tre o Egyplo e a Sublime Porta se haviam nova-
mente alterado porque esta se teria convencido de
que o Kbedive conlinuava os seus armamentos :
o Mevftn-ial Difiomattque desmenle, porm, estes
boatos, ecome prova da boa harmona que existe
enlre o sullao e .o seu vasSallo, traz o facto de ter
f sullao autrisado a Nabar-baj minislro dos ne-
gocios estrangeiros do Egyplo a entrar directa-
mente em negociacoe- com as potencias interessa-
das era pedir a sua adbeso as concluses da
commissao internacional a favor da reforma judi-
cial proposta pelo vce-rei. Logo qae se obtenha
esta adhesao, da qnal se nao duvida, dirigir Na-
bar-baj um relatorio Sublime Porta, afim di-
que a reforma judicial seja promulgada no Egypt
em firman imperial.
AMSniCA.
Em Washington tem-se verificado varo mte-
tings em differenles nonios promovidos pela jonu
revolucionaria de Nova-York por causa da exe-
engao na Havana do c efe dos insurgentes Goi-
enria.
Dizem de S. Domingos que se espera urna
revoluco geral, nos Estados Unidos se nao inter-
vierera a ratilfear a cesso da baha de Sanam,
Escrevem do Hati que o presidente Sagel
estava em S. Marcos O governo havia vendido
quatro vapores, para fazer economas.
A revolugo de Caraca (Cuba) augmeoion
repentinamente. O exercito insurgente s ordens
de Gasmann cercara esta cidad*, e no da 5 de
maio devia ter-se dado o combate. Ainda que o*
revolucionarios sao superiores em numero, o go-
verno eslava rosolvido a defender-se al o ex-
tremo.
Os insurgentes apoderaram-se de Barcellona.
Em poder do governo s estavam Coro, Mazacai-
bo, La Guaira e Porto Cabello. Os revoltosos oe-
copan) todo o resto da ilha.
O presidente Monazs est perto de Perto Ca-
bello.
Dizem do Mxico que verdadeira a noticia
da priso do general Santn.
Um destacamento de tropas que traziam seis
mil presos de S. Luiz do Polozzi s ordens de Ro-
cha pronunciaram-se no caminho e fugirara cora
o dinheiro.
Jurez enviou um agente a Tepic para fazer
que o general Lasada entregue seis mil presos ao
governo de que elle se apoderou.j
Os chefes reb ddes Domingues e Franco foram
justigados em Pachura.
HORTL'GAL.
Sao importantes as noticias deste
reino. Rebentou na madrugada de 18 para
19 do pausado urna terrivel revoluco em
Lisboa, que assim descripta pelo nosso
zelosc correspondente :
t Pelas 2- horas da madrugada o batalho
de caladores o e artimaa 3 que guarne-
ca o castello de S, Jorge sublevava-se dan-
do vivas ao marechal Saldanba e morras ao
ministerio. Quiz o eommandante de caca-
dores 5 coronel Freicho oppor-se a este
movimento, mas atiraram-lhe dois tiros qne
ha nada acertaram e leve de sahir do cs-
tello.
t A guarnicao sublevada do castello abri-
r as portrs a um troco de populares,
armados com o que acharara mais mo,
e capitaneados pelo major de cavalharia Pi-
menta e outras pessoas affeicoadas ao du-
que de Saldanba e nao menos ao conde de
Peniche, par do remo e chefe, ha muito
tempo de um numeroso partido oa facca
popular que sempre tem gurado em pri-
meira linha quando se trata de impr ou
exigir o poder assustal-o pelas demonstra-
mes ruidosas e dar popularidade on victo-
rial-o ostentosa com archotadas, vivorios.
seremtas cvicas etc., como em janeire de
69 ao bispo de Viseu. de que resultou en-
to a resurreicSo inesperada do gabinte de
que elle era alma.
Ficou o castello em poder dos paisa-
nos, 200 ou 300 toda a noite de-19, sahin-
do cacadores 5, que fizera o signal de 3
ttrns de peca ou mosquete meia noite
para se reunir o regiment 10 de infantera
(aqartellado na praca) o regiment de in-
fantaria 7, mais de matade flo regiment 16.
parto de cacadores 2 e do 5o regiment de
artilharia. Toda esta forca marchou sem
rebate nem roido pelo palacio do pateo
do Giralde, (Entremuros). onde reside o
.marechal Saldanba,, indo com a tropa
urna commissao de populares, de que fazia
parte o Sr. Bernardino de Shna Freitas,
esenptor publico, em casa de qaem (na ra
da Pra'ta) se tinha conspirado e tramado o
movimento.
t Um amigo dadkado do marechal, o ve-
lho general Frederico LeSo Cabreira, qne
o Sr. Lobo d'Avilia fizera reformar poneos
dias antes como invalido, apreseutou-se m>
regiment d'artilharia 3 para alliciil-o, oa
antes mtimal-o a que fosse reonir-se ao ma-
rechal como eflectivamnte ama parte foi
0 eommandante Craveiro Lopes; oppoz-se;
Cabreira reagia, e houve confuto que para
um dos dois bravos officiaes poder ser, se
a torca nao fosse, preso o general Cabreira.
pela parte do regiment que se nao quiz
insurgir.
* CbegadS as (oreas a casa do marechal,
este despede-se da esposa e da filha a quem
pedio para qae ficassem na capella oraido
por elle e pelos seas, e colloca-se testa da
columna em ao direceo paco da Ajuda, re-
sidencia do rei e da familia real.
A'Ajada fica a cinco oa eis kilme-
tros de Lisboa no bairro de Belm,
9
[
*
V

:
r
I
*
'


Feraimbuco *- Quinta feia 9 d Junho de
As forcas do'tnarefchal teiitrattl a en- ier dos ministros demisstouaVTOs e dos seusami-
Ajudade t. Vasco.
Iratt l)i4fign dn
QiialhU'tiirotnttLD ministerio Loul-
-Lob) d'&liii-t Nao dortnia ; velava, mas
sein *netgia .Se tinha, como os seus con-
fessaram dtpois, coohecimenlo e denuncias
do tnovirnento, rti
'porque n5o fui toi
possoa do re,
toase Hw, e gea
consideraos q
> aires dette romper,
o seu rugar junto i
auxiliado Coa o sen
com is fortjas aipda
nlo iBsurreceiomram;
Porque esperuu f Conceolrou no Urgo do
Carino toda a goetda iouwcip.il decavallina
infama ra le i ama frn a rcfiatavdl e
de tropa experta*, t ve ^^l^Jt^S^lgfcg1;
Sis, porque a revota livreba o pas a narra
vil, antes a tuals flagrante ihfrarpSo d{ prin-
cipiovdo que-a devastarlo o os Borrares de ama
guerra mastica r^o porta eu risco tmmediato a
indepep,depcla. da. uacjo, os valores e fazeoda dos
particulares, e mimares de vidas tambero.
Encaravam outros cora boas olhos a revolta,
|oe deiuv* iiovaaienlo coceo ptato e bandalr,
anima de Janeiro do 18*8, ti economas, a
lade na admralstr, le. le. ailas outras
sat aeductoras para a rraeaeracau da so-
i e fu^is poriugwus, Baadelras e Bolo
que tan matos seguidores, mas qae logo desde o
carneen foram doploraveiejente radozidos pira o
canato leridos o os morios luvirtn sido rccelnidos
1
na cas..
forras de linba primara voz ao largo do
ftalo. na praca d'Alega e outros sitios da
Mide, sera ordena definitiva para mano-
otiXflU-tmcuanto os ministros conferen-
ciavam'no go\erno civil e depois no.quar
tei do Ca ti, lelegraphando d'alli pura o
pac ) d'Ajuda. coqi o que apias consegui-
rn atterrar o espirito do rei, sem se mo-
Veren.
No largo d'Ajuda, por ordem telegra-
piuca do ministro da guerra tinhase con-
centrado ol* H'gimento de lanceiros (do
enramando de S. A. o Sr. D. Augnsto) e o
H" regiment d'arlluria. ambos-aquariella-
dos em Beln. Tres pecas -de etnpanba
arregadas de metralha estavam assestadas
as boceas (Jas ras. O canhSo ia fulmi-
nar as ti opas do marechal, porquanto o ca-
pillo MetMhnca a Brillo dra a vos de ogo;
mas um sargento de artilharia, 'ipi'ou se sobre as pecas e com o sabr Ihe
ex vuar a espoletas. Foi a alvacab de
centonaras de soldados qvie metralha na-
via de vi.-timar.
N: podando faaer fogo com as suas
pee-.-, os arii.-iros descarregaoi as cara-
binas sobre os eacadores que iam na vao-
gu*rda. Resp pe!ot atravesar as jselas da sala onde eslava
en'.i / 4r-Uei. C-iiirain monos ti on 7 sida
dos .' om pop rdar qae a enriosidade trahi-
ra, como nitros awitos. Muitos dotrus
so!d'dos Qcaram fondos. A vanea um es-
qjtiaiIcSa de (ainujiros, os eacadores focawm
qo.idmdo e dio segunda descarga, -e vivas
a i duque dr SiMasha. Os lanccirs respon
Ic'iJiii i:om vj di a Saidatiba.
L'm engao deploravel foi canea de
mo rcrem alguns desgranados. O arecbal,
em o risc* do s r atiaessado pelas balas,
arremede para -es artilheiros que depona
a< armas. O capilo ilendonca eontinaa a
rtir a re dn fogo aos sena arWReiros ;<
nisto um -s l;l ide do tarechal wette a arma
i cara e ia despacba-o iucsio a *jueim
roupa, qondo o marechal om a espada
lh-5 ergae o cano da espingarda que dispa-
nd para o ar. Prende elle mesmo o offi-
cial cuja vida acaba de salvar, e que o
nico culpido os corumentadores parciaes, mas nao o dir
pur certo o cwiselhe de guerra a que vae
ser samoUitto, pois o capitae Hendonca
fui eacoavo do aeu dever como militar, e
lia murto qoem assbn o jugne..
Fa-lo hao os seis juizes lega-*s ?
0 Io regiment tl i afn tari a tica no seu ps
i,i, roxsudo o fogo.-Os artilheiros do 39 regimen-
t> que i's.avair. pelo arebal. tomam as pecas
I" I* regiment. .Veste mometHa, loaas as folias
uici- taradas aa Ajuda adhereta ao ciovimen^o*
a'-'-laieam o mxreohaf <|ue a esse momento ja ti
niii sabido para oireaes ap-iats,-seado-llieper-
ineaKa a entrada pur e!-r.
n:retaote aaiaflhaeera. A"s 4 koras o ca-
K-llo :.; S. J.K-ce dea umitaiva de 2i tiros de
y t; que aceorduu a capital qw at entao igao
Hir.i"fl que sftestaVa flfsando,om raras excep$5es.
1 > que a gorerao fez concentrar .is suas
vid os para o hospiuri militar permanente.
O duque de Le-nl retusou-se a referendar os
decretos da nonieacao do duque de Saidauba, se- [rmiuira, lar>.qa >.iBbe-se 4. miwrlmento.'
gundo as praxes, allegando que el-re esuva eo-
. Na-dta^ wgamte, na cmara, -dse a-l-tes-
peito que uio iaiz assignar o decreto da uoma-
i cao do novo [-esidenta do conseMio porque aao
t so tinha a Cnvicc^o de que el-re nao usiava no
aso librrima 4a prerogatfta pra poder e*rar
"'i' -" na pra?a do Commercio a- '.'riscio eommandante *i 1* divisao miliUr
visr..- e deS. Thiago, a saber : ;iarte de ca-
a lores parte de Sewntaria o ivgiuiento W,
o reaineat S, urna balera de artilhtna de eam-
!- Baetvad.
Pit.-Mnriei os JonteciraeBtos desde qne as
trajas s(; cfceatraraoi no Terreiro do Pa?o
t ipovo eotinuava a correr para o castello de
S. Jorge onde se Ihe lestribaia munieSe e armas,
Jando vivas ae marochal SaMtanha, morras a
miuistnno e faiendo sobir aus ares grande quan-
: ni- de fogoetes.
O duque: de Loul reiigiara-se no arsenal de
finita. Oonde de Fonte Nova, ajudante de
iii do mareeaal ve ao terreiro d pago eon-
f rwieiar com o viseande de S. Thiago para ir
:iiii-se as foreae insurgidas. Ovisconde redar-
- ai i li:f que o seu dew o conservava all a or-
os iiu pdfr coastitnido, ainda que o seu cara-
rn estar l com o dnqae de Saidaaha. MaisHar-
:> -ei > ii um (rom da ra real, n-tn distinctivos cocteiro) o ajadanle de campo
'' rt-rw, Moreira coaferenciar com o viseoode
de S. Itdafo.
' O rei mandara chamar depois pelo seo ajn-
l.tnte li. Luiz de Masearoha, o duque de Loul
i- eaviava-ihe para escolta-lo eincoeuia lanceiros
do luareehal. O duque marehoua aiailo para o
jei> entre r-s lanceiros
All, o soberano me disse que era argente pe-
dir a demi-sa j d > inistecio para evitar effuaao
de sangue.
Serntm 7 horas ta maahaa, as tropa? concen-
tradas no terreiro i paco, receben, ordem d mi-
nistro da guerra (tobo d'Avila) para marchar
tobre a Ajiida. Foram em aom de auerra urna
iarda avancada, vdelas, artilharia ao centro,
armas carregda?, et>., etc.
> Pel'Zmeote nao pasoram de Alcntara. Umj
Mudante d<> campo apresentava ao vi#ejde de S.
TaLgo urna ordem assignada pelo Juque de Sai-
i.mlia, j iniaisiro da guerra, para reurarjtoda a
tropa a quarteis.
As 9 horas da manilla, urna segunda salva de
.rtilharfa e meitasgyrandolas festejavam da alto do
i--:lo Je S. Jos a qaeda do miaisterio Lou-
!'Lobo de 4vila e a elevacj do marechal
presideasia do cooselho de ministro, sendo minis-
!r ila guerra, iotermo dn reino e eiiearregado de
ryaii-ar o noo gaaioete.
U primeiro acta do aovo mim tro da guerra,
loi Jeuiittir o major oa teneUe-roroael Pialo Car
neiro, official superior do ministerie da guerra
iae, segundo diziam, era o mo eonselheiro do
Sr. f.obo d'Avila, e dra lugar a muitos aetw vlo-
!a:itos cusir a olcialidade sa^pejla ae saJdjnbis-
iii", e ii goveroador civil de Lisboa O. Joo da C-
mara. Fl lego demfrtldo tambpm 6 eomrriissaro
s -ral Ja polica eivil Luit Waddington e reatitai-
l;> 0. Diego de-Staiza, que o daque de Lool ta
via exonerado
Lisboa, a Lisboa mercantil, a Lisboa (abril, a
.Lisboa burpanecatiea,a erdadpra Lisboa ociosa e
i-uriosa. a LisMa propn'ameote dita, aCordou e
i"'l.) com a sejzuuda salva do ca-todo esfregod bem
>s boa, perguotvu que memhrn da familia real
faca annos, e como o alDanak Ih'o nao Jisse-se,
*sfiernu que os supplemenios dos ornfles Ihe
comoleta-fem as nalioias faga que Cora odiheado
desde que pracipioa a de:;on.. .
< .Nunca se rio awis signitir itiva indiiTerea-
ca I Apezar do troe-de populares que tiuhaii
do lomar o caetello de S. Jorg, a ravoluta nao
{-, dos principi.*, aingnem applandia o atmpella-
-fmult das insiitaic&es Oeraes, nmgueat approva-
va que o? quarteis nnuborde&k'S ik'-sern a Ifi e
arr. r.issem a dicladnra, mas ninguem lastimava
i queda do gabinete, ninguem twr.av a peito que
um simulacro de parlamento f {tl! interitdBipido
t.as piedosas fnnr luduMna oa proprieJade, pCAnd i ao livre arbitrio
do poder pxecu'vo as taxas, classifiracCcs e ca;
thejtorias tribntiiia?, i.-t'- i dariqne
m nasiuual a merco de uns mi ;scm clles
quaes osseo, mat que tevaria..i.desaiagau,a
violencia e o tumulto a loJa pote pelos senr
agntese delegado, como egtava faz.-nqp eom a
pertinaz questlo do airlanjeots qnc tanto san-
gue j liaba auado ao povo.
< Se algnem deseolpava a dictadora, a revolta
e o asaahu dado a coro, posta em cuaeco no di-
com aquella herJado de ac^-Ao que eetfen-
eial para qac os arto.- constithciVmaes teamtm a
validaue ea seriedades j^racisasi hws tnmbi-m
porque eneiideu que aqnlle; acto era todo
t irrevuli'.i.. puii nao coMUane proreder no-
meacio o miuiitterto rompletaiaento formado, porque os
i ininisircs qne larfamo poder nao o de ve-ji fa-
zer em ver qoem os Kiibstitaa legulmente.
Que leudo tido o mistero a que prendi o
pino do parlamento e dn cenia, ninguem sabe
* quao< ioram os motivos que obrifaFaiD el-re i
< dar-lhi- a demissn. a alo ser que tesse furcado
e is-o |Kilas exigencias da revolta agilitar. >
t Eis as dedaracoes athegoricas do duque de
Lale, as m wnws qae no paco dora a el-rei, d'im-
de -se ve que se entrincheirata O irnisterio caliide
na sappo-t.i ,-u verdadeira eoacrao do ebefe do Es-
tado. i;irectiameate o o\iirue4eSaiJanha nesie
xadrez potico couiecara \ot dar cheque ao rei, e
assiin se as-i^ur.wa da aJbesao a cura emquao
lo os ministros demissionarlo* abjegavam que es: a
vm guardatiJo os aneuaes; as dhtabeleciaentos e
reparticoes do estado, e muitas omra- cousas qae
nao guaraaram tal, porque a revolu triui e o rei adhera a elia I
< A espada o marechal et/rtou mai >*ti difli
cul't:nle Jen de barato ostrinlie> o pose*. .Elle
mesiiKi refereniou o decreto nuin*>iudo-.e irasi-
deute do conselho e ministro da guerra a Dierino
do r eiao, bem como os das exonerar-oes do d jue
de LoaM.
Viwe e<|utro horas depois de publicados
olHeiatmenie estes sir.gulares decretas, ajpareeiam
na arimeira columna do Diaria do tiovonu) o
restantes decretos exuaeraado os restantes r,i4ligas
do duque de-Loul (sem a formula banal deteTem
servido a contenta da zorn) a'ua ultimo decre-
to ri-feremt do [>etn marechal de SataaJaa aoinra-
va-se iniaisiro inlerioo da justaja, dos negocios
Mangara*, das obrai publicas, caawovToioa in-
dustria, d marinha e ultramar a da fazenda. sa
mas pastas honvesse, laais pastas sobragava.
< Este decreio dictatorial de saaama erignali-
Ja i, mas tinha a >u raiao de ser. O duque ha-
va creado a situaeae xcepcioaai, e wllocara-M
dielaJor-in totum ao -lado da eora.
< Era iogico assamrtada, caas toda a respon
sabilidade da siinaco que navia improtisado iwr
ntu rasgo de audacia so propria de qqeaa nao teta
s 'nao pelo niais avjnturoso e extraoraiaTio des
cainiibos que r-.nJuzem posCertdade com admi-
racio de oaciooaes e estranbo*, de eantoiappra-
ku- n parveutura do< vindouras !
6s uiiiistros demitlidos tavraran ama acu
leelaraado el-rei coacto e que #or ta-a 8 recusa-
vam a referendar os derelaa da oomeaclo o novo
ministerio.
O vi-tcoade He -Santiago, geoeral Frigueiros
pedio lago a oxeoen^o do oaramaad! das armas.
Foi-lhe recusada pele marechal, qae too reconhe-
eeu as qualidades de leal soldada, mas nao mecos
as Je-tiTeiMudo e dedicadiesiBia
O general Cear de VascoacaUos, comnun-
dairte da > vjsao militar (Porto) lelegrapia va
para Lisboa rastmasaitilisando-se pela tranquiliJa-
do publica.
Foi exoaera 1-, mas da aju laate honorario do rei, passou afabulad, devendo
-ubsiiiui lo uo jiumando da armas do Porto o.
barao do Zezere, qae est nea cima para aada
o mic -Jterio cabido o havia aflastado- E' assim
que dalh tambein veto regresear odoronel Dama-
sioGarjao para tornar novameate o camman-to do
10 de iBfanlaria (Lisboa) e que tera sido deseca-
dos de comoaudos de coraos, hateras e eoaipa-
ohias os cnrocsB e capiles que aa eooservaram
sacio de ministerio, com a entrada dos Srs. bispo
de Vuteo, Calhtiros, Saraiva de Carvalho, Bapiisia
de Andrade, Carlos Testa, rjoncaleet Cardozo.Ro-
dfi|iiiR da Sarapayu, Anloniofla Cost,,Ooucalves
passado. fizera o marcclal Saldaoa a Patrs Ma- de Preiias e outros, algnns dos qfae's wcusaram
drid, eemo grande partidario da UniSo Ibrica, lieou lio assim compusto : duq*ie Sadanha'
Referiam-se a despacios enviados de Lisboa pelo presidencia, guerra e e estrangeiros; A Rodrigue
marijuez de Sizaao general Pnm, e a circums- Savo,rejau ; JosDias Ferreira, ftuenda e inlen
unca de kt Infuks eabine preaarai pan Ir ao aaificute jtutica; D. Anianio da Costa de Sean
esperara que fiara enreir o povo portuguez at
ao momcutu decisivo, ialdanha ha de facer deca-
cacees contra o ibaaisnio. '
A ndflidiule reteru-so visita que no anuo
ssado.-diera o marcclal Saldatu Pmt* Ma
a ..-"-,
%--;.--
Tejo urna quad
va comesla
inbaixaiier h<
para Madrid,
Ora, a fado'
expfesM e rpida
goverao da Madrid
incalo insurreccional 6a
intornawotial e afim de
taasusce tibilidades 4hs
E' certo, portan, que a
eonc^atrou -ferias speii
hola, Nlo tenos se allia
a a aalii-la, ba das, do
1). maaiido de toa Ros
a aadudra tare rdem
vir aoTejo k^qoe o
i-oaaaciinenio aomovi-
9 de maio, pr.v melindre
servar intacta as jus-
tngnetes,
overo de ihspanha
i em IWulajw, na
Alm de todos estes boatos de ib-risms em que
o dnqne de Satdanha era em milhares delWhas
sultas e rom prego dos vcodedores.de nonti; apuntado como factor aa futura a
de Portugal pgla sepauba o, titulo ,de m
Ibrica, beatos repetidos pete \Guzetn do Pat'o,
(que defender a situacao Lnvik) e pelos suple-
mento' da narlo ,'folha iniguriistl de Lisboa^ pro-
curayam <- adversarios do JuJue, cniuiiiumuil''-
lo afnia mais parante a opmiao |)uhlica pela re-
pmdaeeio daquella eeiebreeartaae origeai mont-
pensier, esta datada de Pars a 19 de ttemln,
corta-de que os nossos toitot-es hao de tafvezlrm-
brar-e, pofs o Rei de Fertagal acboR eatao con-
veniente escrevar ontra ao duque et/wrtc. reba-
tendo como calumniosas as asseredes que neHa se
ham que abdiciria a jwfto em ss RRio, tendo
este por tutor at a sua maioridaa> a seu ar D.
Teniendo que seria orneado rgeme -da refne, e
encando estabeleolto, (dteia essa tal-carU).:
O soccT-ssor ora* ais Espaaha e Portugal
ena o ilh i do Sr. D. Lnit, candsrvando todava
cada linean a sua 'aulonotma, a saa adinmistrarao
partlealar e osfa pariaaente. essa carta viiiba
o seguate periodo : A dtscr/afio que se
< fazia 'dativamente aos portu{oeces dio esHt-
rem .resolviiss a aceeitar esta comojoacao, res-
< poaaVu o marechal Saldatfia, olrfgande-se
< a smTocar |ar meio do eyeci* -qualqOer mavi-
* ment particular.
K >abido on-' tal foi 'a *sa(iO' preduzida
entao em Petngal por essa farU, qnea-fir. D.
Luic I, estando em Mafra, escrflreu a26 de selem-
lira nma caria ao dneae de 'ta', e pedia para
desmentir-o qu aili se an3rnva, ceaciamdfi:
. 'SimciYiirtnoua ; -porlugifz quero mtorrer.
Seu alTeieoado Luiz.
t Orapnjs : a -Catete loPovo, i^ta o jornal
inspirado peto dnque*te Loa reprodaeia ames de
hontera aquella csru em tao' eompronieitido como qiluquede Sadanha.
a ponte -de ter o soberano escido a -Retendor-se
e*>mo mi Simples parileaffr. notatido-se entao
que o fcesse ejntrfc anonynDs ew 'IrapBtarao, o
qae, ^abefefdo orno pretedente, poderla levar
o ebefe Je esladn andar IbdososdlB* aesprimir
em polmicas e desmentida!contra *illicn[arios a,
acefewiados nela'irraspeassbilidade alaatreva?.
O jogo da inyrrensa hoSil ao 4*;ne de Sada-
nha eomiste, pois, em dartWca i ihsfica ao m< mente de 19, como pnme&o 'ido do proramrrm
expresso na acta de 19 de'sete:nbro de ^1W9.
Sao armas *erriveia 4tas as -dos partidos que
a;;pellam para o mais salto dos seniimeates dos
p ivas, o de rndepondeoeii, o na duvidatn apoii-
ur-e as iras da naci qrrao fautores, de alta trai-
cao -pop u lar -a naeioaal. ste_piaao.(se equelao
iste i filho de um plano a nao passl de mero Jngo
com os debrios da imprensa carlista e nloHtpeB-
Nata) foi e*n,)leta*a t> parlamentt a do ott'
reate. Ahi^-arios depttados a ex-n aioria Lou
le, e aciuw-de todas poi sua oloquencia a depuu-
do Santos Silva fallaran patriticamente protes-
taajdo contra qualquer ataque inepenasncia
nacional, e na pruracao pedio -sto aMiao ao-4
aeu- oollagas t -aun loiemnemnate jar^em,,que
v logo que apjiaracasse q'i..lquer teuutiva contra
a independencia ,portugucza. todos se rieuniss-jm
para repelr os qae pretendfessem rtscar Portn-
gal da lista'd.w naijjes.
Anda bem dic u bnfctini d'esta cana patri-
tica que o Sr. Santos Silqa aaa acabara de pro-
nunciar stas paavras, o j i .da a cmara em j<
e pesuida de malor enthasiasmo, jurara dfert
der ao ultimo transe a independencia aacMoal
d esta trra .portugae3.. br<;o de taatasglorias e
tmulo de taatas invasoes. Os especUqioreB das
gal-rias. ^>r bvn motaVnto espontaneo, acompa-
a'Mram de pj aquella fervorosa manifestaeno.
-" iiipuiv waa u.'.na ve dOsttal
'in as ni*noha miVia d Argeja, obras pn-
Pepou de urna conferencia que acabou pet
"* naifR|ada, foram nomeados : conde da Sa-
nteaaes, invernador civil do Porto; Can da Coala,
goyernafcr civil de Lia oa ; secretario feral, D.
Luiz laMajquiliiU.
Eis. mais gi a as e mercs mesrao antea de
haver gabinete constituido :
Ao eminente poeta Antonio Feliciano de Cas-
tilho o titulo deviscflf.de de Castilho, outros di-
aew qua de tunde a> titule,
Ao BlhodoMscinWe dM^nhein, o tltub de
vlsconde de. Pinlieiro.
AoT)r. Casal" Hbeiro, qae va ser retirado
de "
Je
AiOtMOADE POU0IAL.-Por deliberacao da
presidencia da provincia, de 6 do carrale, foi
nomeado delagado de p- liria Jo 3 Jisirieto do
i Termina com urna adheso pungeate ao mareohai j ".9C,fc, < S. Loureiieo da Matia), o Sr. Jos Fran-
Sadanka, a^e me ab>ienho de rep^)duar, porque '
------.. uu.-,., tiiuT-.uo, qao ai ser leuraiiu
PaS| aade c embi-xador de Portugal, o titulo
conde.
t AoSr. HortnenegiHo Faria Blane, o titulo de
visconde de Camarote.
Parece que rimivo gabinete e constituir em
dictadara. Olzeni outros qae nao, porque pre-
cisa da lu de uoiois re-obre as enres a de
junhe eu antes, eoota com adhesao dos amigos
de Hodrigue? Sampaio e B*as Ferreira, obtida a
ormahdade constitucimial da le de receita e des-
peta, eacerra-as, e depois dlssirve-las-ha. Parece
o mais provavel.
0 vivconde de S. Thiago f j agraelado com o
tMule de eond de Castalio Oraneo. (Nao con-
de de S. Thiago como cima disse por equivoco.)
El-rei nao tem appareeido em publica desde
o da 18. Todos os seas ajudanles do campo tem
fleado no pace. Na noite de 24, S. Ji. el-rei o
Sr. D. teroaado ftii das Necessidades' para o paco
da Ajuda a'um trem da pra^a, as 2 da norte om
o conde das Alca cava. O Sr. infante D. Augusto
loi tambem para la com o Sr. Jlo de Melle seu
ajudaue de ordens. Por ordem de l-re veio a
poheia Lisboa deas vezes saber se a orlem ti-
nha sido alterada. eliimeote nada houve.
Prosegne o ptveesso viera de Castro, nada
tendo respirado. Diz-e que elle nao se defendo.
Ouv dizer esta uoite uo theatro qae 9 Sr.
marqoec de Argeja pouc i lempo ser ministro das
obias pablica?. Parece que, dado o lempo a cera,
Us forutahdades previas, ?er caflocado no Rio
de Janeiro como plenipotenciario fie Portugal, re-
gressasdo ao Teiuo o iSr. conselhe'rro Mathias do
LarvaRio e Vasconcellos.
Ne rechstag prussuno houve urna interpel-
Ujao acerca da iodemnisacaJ qua Portugal deve
por cau,sa da condemoacao Hegal do navio Fer-
dinand aYss. O, coaamissario federal disse que o
governojjorlughez propuzera um nquerto que
anda nao havia terminado, e qne havia de com-
bator qualquer acto da Frussia que fosse pertur-
bar a ac ao da justica.
A expedica. teegraphica submarina, que ba
de mergulharo cabo desde Malla a G ib rallar e ;
Lisboa teve um atraco de algaus das na aftnr.
de Argjei e s deveria ohegar a Lisboa nos prin-
cipios de junho.
PEBIABBCO.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLEA PROVIXClAL-Iontem, na hora
do expediente, a Sr. Vwwa de Arauo pedio dis-
pansa do lugar -de 2* secwiUrio, declarando que
ainda mesmo ,ue a casa nao Ihe quizesse conce-
pativeis para o ejercicio do cargo de Juizes
penles.
Nao duviilamos taiabem que o Exm/6f> desera-
bargador Assis podesse ter sido poueo Mlixua n-
ClusSo de un oa outm nomo na lista dos supplen-
tes, -maa podemos afUancar sem medo de ijrrar,
que, sa sto aconteceu, nao se deve artribuir ?enao
a sua boa f Jwdjd.. m^-
Qual sera/o addtiiistraaV Ce uuaU provbM tao
granda con esta, qae rafe corra olisco'6tt> em
actos como o le ftje tra'taajos, atlregantr, por
maior que sojam os seus ealHTirrtaoios do oessoal
da provincia
Optwr-^ioa-ha, eerumeaie, o Lihetmt, que centra
alguna dos nomeados tem elle arRcnlalo lelos,
feito graves aecusacoes; mas nao basta para um
cidadac ser excluida do goso do exercicio de seus
direitos polilieos qne-o orgio de4mTia oppcsitaoJjaawT
infrene e sem crit-rio contra elle articule acusa-~
edes calumniosas ilhas mu tas dodespeito, e da
ejcegeracao partidaria.
he principio que quer eslabelecer o Literal,
fosse. acceito, em graves embaragos se teria de ver
o administrador da provincia, porque em i enos
de dous annos, tem a rtpflbsicao descarregaio a
sua artilharia contra qnasi todos ds mentaros mais
prestrnosos do grande partido conservador. Raro
ser o homem de algum prestimo neste partido
que nao tenh* softiido urna aecnsacao. A ul pon-
to tem a oppasicao levado o seu furor aecusa-
caes!
O Exm. Sr. desembargaor Assis houve se com
todo o tino e prudencia na difcil tarefa qae Ihe
exilie por sorte.
Nio lancea mao, verdade, de tfberaes exage-
rados de oposicionistas earon^es para con-
Qar-foes a* supplencias dos juicos mpoiepries, o
que seria ama inepcia : nomooq, porm, conser-
vadores faceros, e liberaes moderados, pronto-
vendo, antes de realisar esse importante acto, as
ne>-esssrias indagacoes7 sobre a conducta, e niali-
dade; pessoaes dos nomeados.
D'eotro os designados flguram alguns literaes
notaveis quer na capital, quer no Interior di. pro-
vincia, chrismadoa. pnrm, pelo Liberal de eoaaer-
vadores, s-iaicnte porque nao abrar;.am as ideas
exageraBas, quasi republicanismo, que const.luem
a bandeira dos liberaes genqinos do Brasil.
A'brova mais convincente deque o Exm. Si**
desembargador Assis nao s deixou cegar pelo
espirito de partido est no modo, porque algun-
conservadorns se tem manifestado com relacao a
essas nomeaces.
Alguns, lestes que julgam que deve haver no
partido conservador nm alcorao de cuja lettra
neoltum consertador se deva appartar) encommo-
daram-se por tetem sido contemplados alguns
conservadores, cujas ideas sao maoiTestamente li-
beraes, e qoe ha pouco smente tornaran parle
as tlleiras do partido, preterindo-se assim bracas
mais amigas.
E entretanto qne o Liberal censura o mesmo
acto por e-ccesMvarneflte partidario!
Assim sao as cousa dsie mundo I
Fallando eom toda a franqueza, o acto do Exm.
Sr. desembargador Assis digno de louvoj, e nao
de censuras, o c'eusnras iao acres como as do Li-
beral. S. Exc. collocou-se cima das oxigta ias
do seu partido ; n^m esqueceu os amigo mais
prestigiosos de aatigos tem ios, e nem despresou
dedicaedes modernas,embori mal entendidas qua-
lieacoes de cerios esplritoi exagerados.
Eramos cerlos de que uas diversas localtilades
do interior da provincia abundavam doadas de-
Votados a caus conservadora, com as habilita-
eoes necessarias para semelhanto cargo, mas o
numero de seis para cada loealidade muito limi-
tado e nao dava tugar attender lodos; u por
c onseguinte mullos deveriam sobrar, sen que
disto se possa concluir pouco apreco seus rele-
vantes servcos.
Continu S. Ett., a pautar os seus actos pela
ier, se julgav* inhabilitada para continuar e exer- JU3t?a imparcialiilade,tonando-se surdns exi
cer e.sse lugar
, Consulta Ja a casa, liega a dispensa pedida.
Pausando 4 oruomdn da. approvou erii 3* dis-
cussio o projecto n. 129 desia anno, sobre crdi-
tos -auplemeatares.
Cmlinuando a discttssao do artigo 0 do orna-
mento provinflial, oraram os Srs. Correa d'Arau-
jo, G. de Bnuminond, ". de Figueira, Amaral,
Oliveira Ponceca. Mello Reg, Cunba Cavalcante
e lluiiii-i de Almeida, Scando a diseussao adiada
por alta de uum -ro.
A ordem do da par hoje : continuacao da
tecedeate ; 1" diseussao do projecto n. 12o des-
aa
te auno.
fleis ao viscoade de Sentiaao como esb se eooser- nymas de upoostas combinaeoe< berreas coi Vi
v.iva Tlel an miul-- H-i nonn J nhn ivih .*!. .. LI..A~.,l
retjluapunaj o lacios, e nao josso aecusar mu-
guem -e n as tuais provis que as narrativas ano-
ehy Madrid.
Este laooe iez profunda -ensagao, us o oeto
gen iris que Uimou sobre si as tete pastas e todo o
peso de mais fta dicdura, nao dormio sibre
isco de Barras Hago.
VAPOR RONDE, Este vapor tira
neje, :ima hora da tarde no correio,
Babia e Rio de Janeiro.
a mala
para a
vava del ao ministro da gero 4>obo 4'Avila.
< O visconde, porm, fieon a frente da divisao e
foi feito conde, os coronis e os eapite ahiraoa
da effeciivida'ie ou foram passados para outros
cerpos das provwciag. cas-i.Jjomo se v da immdiata corrM|.nd;ncia rdade pcfm7Tn7vo"de ^
ao deve oassar deaperoeb.d-3 nra.oulro epi- d,PI,*al,ca qae veio nos joraaesde 15. muito proposito traducir TSS^JSS-
u>m elfeuo apperece nelies um oQcio do l. no e importante trabaRio de Alexandre umas
art. da lega'^o de Uespaoha era Lisboa, D. Grego- "
ASYLO DA CONVERTIDAS.Agora que, gra-
bas piedade e ao espirito verdaderamente chris-
tao do ilittstrado sacerdote brasileiro, Exm. con-
selhero raonsenhor Muniz Tavares, vae esta ci-
gencias exageradas Uo* amigos, para somante
aitender Jb**s e rasoaveis exigencias do parti-
do conservador, que a opinio jinhlica na de
proferir > sci jafan em fcnlido sempre fawravel
ao administrador honrado e celoso, qne sabe por
cima o> todas as considera^Ses polticas o'eum-
primento do dever.
eleitoral do qnarlt Astricto, que ju'goo-m* habili-
tado 1 honra de flja es'-olha ; devo a aos raen
esforeos, e aos uti deJicade amigo que ajudou-
me no pleito. Estou profandamente convenca
de que todos of ossos sfbrpos assim combinad
se frustrariam,' se a minh eleico parecessa re-
nte aos cheles polticos. Tenho qne agrade-
es estl
o Col
para 1er e
ci de ideas
Gomia
Fui, ontroslm, nomeado pan
municipal, por haver merecido do governo impe-
rial a conlianea, por ler a aptido exigida para
semelhante carga.
Com o queaiafMcn. ereio ler mpondido ao Cor-
alvaguanlaado a gravWnde e conveniencia
que me mpdem a posicao q>,to oceupo.
Entre mira e o Correo decida a opinio publica.
Recife, 8 de junho de 1870.
Antonio Paulino.
mercio de idean
al. O commer-
combatido pelr'
cargo de joia
Agradecimentow
A benebieria dedlraeao om qua o mnr. Sr.
Bernardino da Silva Cosa Campos, sa teta pres-
tad i a ser gratuitamente arente proearador da
administrado econmica do seminario episcopal
de Olinda, cuja reitoria me 'e confiada, accac
por si mesma tao meritoria que di ipenaa, qualatier
tenvnr, oa elogio; mas, jnlgo mrou jm dever de
meurucouuecimaolo agradecer Ihe os b ais oairk
que tero prestado a esse estabelesimemo, otul
Sempre Este meo publico te|tmuuho de apreco e gra
liJan, entend dever faz-lo aa oceisiao, em qor
esl a partir para Europa o mosmo Sr. Campos
i quem desejo urna prospera v/agwn e' letht re
gresso.
Olinda, seminario eoiscortal aos ft de tnnho de
1870.
O reitor
Dr. Gregorio Liffartmi.
______L
11
COMMERCIO.
t-RAtA DO RECITE 8 DK JUNHO.
DE 1870.
as 3 1/2 roas da rana
Algorto sorte919 e 95 rs, po ai, (neniem.
Algodo de Maeei 1" sorte l#iOi rs. por kil
posto a bordo frete de13(8 e 5 0|0 fnontem).
Algodo da Parafiyba 1' sorte 973 rs. por kii
posto a bordo frete dn Irf e S 0(0 (Imntem).
Couros salgados seceoso r*. por kil. rhonlenn
Cambio sobre Londre> 90 d/v ii i|4 por \(**-
do banco
Dilo sobre Hito f' d;v. 1(2 por UOO"
letras de lora.
Dito sobre dito- M dr* ai o|8 pttr t*(hontemi.
tranca uo Josa Alonso,
Presidente.
Mesquita Innior,
Secretario.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Dana
paavras
do Cd
s
sodio da manhaa do dia 19 : deputados e pares
do remo drigiram-se para o palacio das corles a
oceupar o seu posto afirn de conformarem s sauc-
cionar as tactos eonsummados, ou proiestarem
contra a quebr -dos principies. Caso singularis-
simu : as suattoeas tinhaiu ordem absoluta e ex-
pressa de aaa peraittirem a entrada a mera quer
que fosse I
< alais tarde coostou qae o marechal Jera tal
orden para puupar os memoro* do parlam nto a
oxcessos e rajaras de que podiam ser victimas.
No dia 20, quanao *. :i sessao agiudissima se reu-
ni cmara proteston--e altamente contra esse
extremo e paternal uidado do marechal pelas ps-
soas dos representantes da nacao e tambem se
protestau energ'amentecontra a violacao das ins-
tiuiooes sobre uma nocao do Sr Barros e Cunba,
votada unanimemeate por todos os presntese
lambcm no dia 2t pelos deputados qna na nham
assistido na vespera a sessao. Foi no dia 20 que
o dTTbue de Leu, e o Sr. Lobo d'Avila deram lar-
gas expli :ac<3es sobre oa successo?
< E' aloro que a antiga minora r^signauria dos
seas diplomas no :ornou mais a por pe aa c-
mara.
Mas proviniias continua a reinar tranq-jilli -
dado.
Em aerantes, Lelria, Braga e muitas octras
oidedes, villas e poyoa(;oes houve manilestacoes
festivas peU .ueda do gabinete Loul. No porto
fea fiasco um meeting celebrado no salo das Por-
to8 do Sol para victoriar Sadanha applaudir a
ana revolta.
rio Petano y Mazariegos s redacsGes' pedmJo a
publicaciio Je i nv.rtaniisimas declara^oes, c-n-
cluindo pela seguatte.
Lisboa, 2i*_de maio de 1870; s 3 horas emeia
da manltaa.Nao me eugauava ao annunciar a
V. Exc. com toda a segu'ranca em a nota que ti ve
a honra de envhr-lhorn tarde de hontem. que o
goverea da sua alteza saludara s derlaracoes com
que a ie:/inava. Plenamente autorisadoi declaro
de novo e nome do mea governo:
Oue a naco hesponhola respeiu e respetar
Filho sobre a origcm e o eslado anual do Refugio
de SantAnna enf .Pars.
ilomens muito destinctos de Franca, entre os
quaes figura como presidente do conselho da ad-
ministraeo o duque de Basjane, camarista-mr
do imperador NapoleaoflI, auxiliados por gran-
de numero de senhoras dlstinctas e algtuflas per-
tencentes s mais noferes familias de Franca, tem
snstentado e desenvolvido esse importante refu-
gio creado por mademoiselle Chupn.
O folheto cuja traduegao original damos boje
na oitava pagina, e para o qual chamamos a at
a autonoma da na?ao portegueza, continuando a | tengo de todos e especialinenle das pessoas que
seguir a lealissima condu-ta de qne taatas provas
tem dado at ao proprio instanu em que escrevn
esta nota, que uo a menor dellas, porque do
tociamente desnecessarios o seu conteddo, demous-
tra, mais uma vez o respeto da Hespanha al cim
as 'susceptibilidades portngaezas, quando tenham
como agora por origem intrigas maniestas.
i Nem a diguidade da minha nacao permitte
quti_eude>caa repellir a manifesta) que tem
havido dessa. intrigas, nem a verdeira nacao por-
tugueza, nem V. Exc. carecem que eu diga mais,
nem tanto, para facer jusiica rectidao do cora'
por .imento do^overnode sua alteza, cuja poltica
em Portugal, muito applandda ..peio governj de
sua mage>-Ude fldelissma, nos dez meces em que
tenho tido a honra da ocenpar este posto, se ci-
frou e cifra nestes doi s principias:
O.j-naior respeto possivel pela independencia
da nacao portugueza, e sobre esta base o naior
i dos tribunos, Sentiearo e oatros i desenvolvimento possivel do estreito accordo de
ioram pateados rateresses entre os dous povos peninsulares.
Num despacho telegraphco do ministro dos
negocios estrangeiros de Hespanba ao ministro
plenipotenciario em Lisboa, tambem publicado
hontem, l-se estes periodos :
'Entretanto as paUvras do ministro da gover-
naao nao sigailicavam eousaiguma que p.nles.e
arTrontrr as suseeplibidades do povo portuguez
Referiau-se aupiniao liberal de Sadanha e linhim
do movimeato de janewe de 1868
e as8obiados e a sessao Jevantu se tao tumultuo-
sa cono tinha principiado.
No dia 21, depois de reunido o conselho de
estado politicu, lavrbn-se o decreto addando as
cortes para 20 de junho. A sessao da cmara dos
deputados foi S'ngufarissinia, e quando chegou a
tr-ae o decreto do addiataioento j poueos depu-
tados estavam na sal.
Suf *"tffli!,0 ^ m0D,PenR,,'r",taJ i cenrrda ah uio poda rigaifterr um retroceso
li .^S?i ?* 8P^ovr'tS,e^, *>^Mgu- conhecidas como san as opj,oes pticas do en-'
ra o mareebal oranivento eom os iberios da na-' carregado de & rmar a Bov^situacaT
cao v,BBBa, o certo qna -chovlam telegrammas I FicaV Exc. porumo auSSo a fazer e^u
2HST2-22 ,0da a p,rte ^Twi* os declaracao e qoantas sotara^conducentes aprovar
jornaes madrileos cora openebes raes, que o consqueatemeiite : ^ conaucenies aprobar
patriotismo do daque de Sableaba era totalmente-
negado.
A poca, Jiij qoe a idea nevolocionaria a
da oaiao ibrica sob a ceaaolado de Saldaahn,
Prim e Olozaga. Rivero seria proconsol no Furto
e Huie Zorilla em Traz-os-Montes.
Fazao coro ,;oni oe jeroaes mtonrpenaerisiei o
carlistas de Hespanba. A FlieUdade por exem-
po disse que a governo recebera telegrammas de
Oiamga particiaaado qae o imperador dos frau
cezes traba desgoMado muito por loe nao ter par-
teeraado os saaa trabalha' preparaorios dos suc-
coseos de PortugaL
O d?potado Figuoiroai no eongresso censtituia-
te bespanhol pergantara ao ministre do interior
se o governo tinha noticia de qnal era a bandeira
levantada iwlo duque de Sadanha em Portugal,
au que o Sr. Mi vero respofideo qoe nada mat sa-
bia do qne o que por telegramma eonstava qne
tinha de guardar nma aradente reserva em lie
importante assompto.
Bata reapjete ti acerescentada e commentada,
dixendo os commontadores qne o Sr. Rivera a-
niflcra que nao se ignurava oqaeodnnuede
Saidaaha qa v\z....
Ootras foJata o> MadrW daiam.qne depois do
octogenanv SaJtf.iaba astnar posse do'governo
de Lisboa, bnveria da pora Hespanha o Sr. D. r'eiwiildo Coburgo, Je-
vendo por sua mortp raoirB-s es -duas cerdas
eot unta r cebeca.
< A Nacin, flha minislanej d*lfcsaaiilia, em
om snpaiemento extraordinario relatando os snc-
cessos de Lisboa, afUrmou qne Saldaoha repre-
seou e dirige o partida ibrico. Ootro peridico,
Que no oeeorado en Portugal nao entre veio
Hestanba nem o seu governo.
* Com o titulo de declaracSes terminantes, U i
tamaem publicado hontem o seguinte :
< Madrid, i de raaio,4s 8 e 3a minutos da tr
oe.(rgeaie/a^tcacdes ampias e terminantes
na cantara pelo ptewdeuta*!,, conselho de minis
tros, peJo ministro da fo'vernacao, e por mim, so-
bre a conducta que ognvnrno tem seguid., e pro-
pfle-se seguir relnvamcnte a PortugaF, cujaiodc
pendencia nao s reooobeaa, mais at respeita em
as suseeptiMidades, e,m cujos acunlAiBWBio^
nao teve aem poda ler intorveocao alguma di-
reta nem indirectamente. As cortes constttteite*
reeebera Aom sataefio tas Mplicaeoes
Madrid,^ do maioiq eab-Meretario da
pieaid -noia do cettselho de ministro ao nwtiHre de
Hespanha era Lisboa, s 8* 10 minutos da nonla
. 0 presidente do conselho na cmara den am-
pias eaphearoes sobre a enndocu aetaal e flara
do governo heapaahoLeom npa-unuec Foi li-
tares-anu a a.sao. Toauran arta na dbale o
mimbro Je e-'ade-e os depiitaaa7cMteUar i Vi-
gelas.
. Ped. e ..bt ve ade'ntaafo de ejpbao fle 0-
fauuria do -t: ministro da guerra
,^.fSiA'll:'- S*1*? ,"leo ^^'atoria
ia manda lo servir para um eorpe e^tseioaado
provincia = itres dieemqte se aroariva uma
car c berio do aejrere e coronal enlacio Sonto1
aos Acores Jf.m de servir l na Brtnelra linaa.
Prevenio-sepoisfMmdo itaWaa i ero
neracao do seu posto e hoje paisano.
se oecupam deesas queslSes sociaes tefl o titulo
de Magdalena.-; arrependidas.
CLUB POPULAR.Hoje haver sessao familiar
s 7 horas da noute. na sede da 3ociedade.
FESTA DE SANTO ANTONIO.Segunda fera
ser celebrada, no respectivo convento do Recife.
a testa do serapbico patriaroha Santo Amonio.
com aquelie explendor e magnificencia de qne
elle merecedor, oceupando a tribuna sagrada, tan-
to ao Evangelho como ao Te-Deusn o Rvm. fre
Joto de Santa Thereza, digno pregador da capeila
imperial.
LOTERA.A que se acha a venda a n. 130*
a beneficio da igreja de S. Sebastio do Bonito, a
qual corre no dia 18 do ecorrente
PASSAGEIROS. Sahram para o Aracaty no
hiate A'oro Intencicet:
Pedr* Jo> Gon^alvesda Silva, Jnaquim de Sou-
za Pacheco Gerintudo e Antonio Joaquim Seve e
cua imna.
COMMUNICADOS.
-------------------------------------------__________i______i______________________.
COLLA BOU A C A O.
O Liberal e a nomea^es ele
siippleates de jatze auuuivl-
vea).
Odio velho nto canea. Disto dto constantes
provas os redactores do Liberal em todos os seus
artlgos, que dizera resfleito ao Xm. Sr. desembar-
gador Assis.
Descancaram por algna da?, para vollarera
carga enm mais irca ao primeiro pretexto.
Este pretexto Ibes deparou o aeto recente das
nomeaeoes de supplenies de*jozes municipaes
para os diversos termos da provincia
No liberal de 7 do correrte trata-se era artigo
edictoral de apreciar este acto da presidencia,
nto em termos enramedidos; e com a delicadeza d
cavalheiros de fina'tem ;iera, mas em linguagem
grosselra, sem a attencar qoe tem inconlesuvel
direito um fauccionario da elevada cathegoria d->
Jesembaraaalir Asla Rui-ha, recommendavel
eslima publica pela* qualidades pessoaes, e virtu-
des iivieas. que o desiinjoem entre os homens de
bem. E anda as^im nao se encontra no mei i
desse ami utoado de paavras insolentes urna cen-
sura bem fundada.
Cifram-se todas rila nessa j tao sedica* repe-
ntes de aecusacoes aos nomeados, accusai;oes
Wbdadas unidamente na honrada palavra des-es
undibulariot da honra alheia, que supp5em ver-
dadera a celebre mximade qu a mentira
multas vezes repetida torna-se verdade. /
^Fazem consistir as snas censuras, em qne ni-
fbt*m demf ados sunplpntes dos juizes municipaes
membros do partid > liberal, e qu contra alguns
ws fornvados a'imprensa partidaria se tena mani
ffi sentteVbestil, povando f stu mpdoj o
dwebatraelles-lemdlio. ^
lia sontos da upiniao de que na tonga listo de
attbptente?, h ponoo publicada, nao exista
ofl potro indrvldno contra o qual alguma ac-
ia lenha levantado, mas acrediumos que
ea re-.|H tu
trlw.
Quem ba ah que, Iemlo as amabiiidadet do
Correio com relacao mulita humilde individua-
iidade, nao se sinla viva a profundamente indig-
nado ?
Smente eu, que considero lei divina o soffri-
meoto, e resignado acceito o papel do leo velho
do bom Labntaine.
Se o Correio quiz fazer-me injuria, perddo-o
de coraco ; sou christo e tenho sempre pn-sen-
! tes ao meu espirito aquellas sublimes paavras da
caridade evaagel'ca :Pe,doai-lhes, Senlior. que
nao sabem 0 que fezem.
0 que de olYenrivu pode haer as duas dclica-
dissimas palacra.; que me foram dirigidas pelo
Caireio, eu acceito como um mimo digno de
quem,m'o fez.
Assim eomo uma peJra atirada ao ocano nao
provoca-lite as ins, assim a injuria nunca des-
pertar em mim o de Devo, entreunto, ao publico, como juiz que ,
arada a I gamas paavras.
Nunca reneguei de creneaj polticas, como le-
vianaminte insina o Comi. Se o houv sse
feito algum dia, restava-mo ainda a doce consola-
cao de haver sempre persistido em sentimentos de
cathegoria muito Jais nobre. .N'o vai nist i allu-
sto ao Dr. Henriqne Maraede. Faco esto adver-
tencia, porque ba inuilo quera se satisfaga em in-
ventar enigmas para decifra-los.
Era 1868, verdade, pubquei um jorual pol-
tico, sob o titula Regeneta-;ao> As idea- que en-
tao sustentei, defendoas ainda h je eom o mesmo
ardor, em que lique por isto ao Concio o dreilo
salvo de quulitkar-ms em poltica.
A berdade nj monopolio de neuhum part-
do. Todos a:ceitam-aa igualmeute ; sob pena de
ridiculo.
A liberdade o seu melhor e mais bello attri-
bui>[ nao pode ser propriedade de ninguem. Una
pi-rtido que repelic-a de seu programma, nao :tbe
o que diz, ou consenie em, ser opprimido. Nto
quero admittir que o Correio seja orgto de um
partido que uo ;abe o que diz, visto que j de-
clarou o seu proprieiarioer elle orgo de suas
proprias ideas.
Andar o Cm-eio como Paturot, cata da mo-
llior Ja repnblicw t Tambem nao o creio.
Pela minha parte, sea fantico pela liberdado ; e,
mo o sou meaos, pelo parado que d'ella me pare-
ce offerecer a melnor forranla. J flz a minha es
colha, e p,le sempre ene ;utrar-me no meu posto : sem jre obe-
diente palavr?. de orden dos meus cuetes, no-
guera-me elles, multo embora, subvenci algum
possivel jornal em que venha eu a figurar de re-
dactor. Son insprvit..r man m.,.|,, __n..
335-.Saa>S6l
MOVIMEtTO DA ALFAIVI'EGA
folumes entrados cam farendas
dem dem com generes
/olumessabidos cem fa
dem fdam com
100
fRW
*-* 7f>*
52
R?M
ttescarreean aoje *) de >unho,
Brigne italianoPetre Eugeniomercadortas.
Barca portuguezaSoeial- mercaderas.
Barca inglecaRedbriastidenv
Barca Inglezaindiumidem.
Lugar norle-allemao- Alfnm dem.
Logar inglezRocierhacalho.
Lngar inglez JVwafariaha de trigo.
Barca fraucecaRio Grande mercadoriaf
Paiaeho portuguezfcapfco4dem.
Patacho inglez.Vari/ Cornelldem.
Brigue portuguezRetampoc"} idem.
Brigue inglezMartka Mera.
Brigne inglezHelen Richard-Meta.
Patacho austriaco=ficcfarinha de Irigo.
Brigue nornegnenseVlterfarinha de tria;-.
Brigne austracoDie Zrrn r\/vicrfannh;; di
trigo,
itrigue dinamarquezAnnetdera.
Patacho austracoAT/ormernadonas.
ECEBEDORIA DE HENDA8 lNTWtNAS tifi-
3AES DE PERNAMBDCO.
endimontodo dia 1 a 7 18:0atf-"':
Idem do dia 8'....... i:36t|2'''->
mmM
CONSULADO PrW'imcAL
Rendimenlo do dia 1 n ?
dem do dia 8 .
26'98031!
Jl:t63#%'t-
Dr^ de fiMIhrS S de p* 17VSrE5E*
j essas aecusacoes nto foram devidamente prevadas,
nao esiavaai elles incom-
dactor. Sou conservador meu modo ;ato
quero sr ao modo do Correio.
O livros nussulmauos contara que Maho uel
avisou-se d* ter nigocios no co. Mo sabu elle
como transportarse. Veram anjos que Ihe cfle-
receram carruagens, usadas em taes viagens ;
isas elle reeusou carros, serpent s aladas, ippo
griphos, etc. Estou acostumado com o mea asno,
disse elle, cao 4uero.oatr mouUria ; ou'^ ao
co com o meu asno, ou nansa irei.
Declin-, portaato, do juizo do Correio. Nenhum
titulo habilita-? a prvistona turaba te de
officio.
c Nao basta, diz H rajio, tomar um ar carran-
cudo e vestir-se mal romo Caito para ter as vir-
tudes de Catao.
Nao vai oisto menosprecio ao Correio, campean
Ja nossa imprensa jornalistica !
Tributo respeto a iniprensa. 0 Timas governa.
a Inglate-ra, e bem pode ser, sem railagre, que o
Correio venha a governar o Brasil... o mundo
mi' iro I
Declino, nao obstante, do juico do Correto ; pre-
firo o do Con? que annniiciava o apparoelmento dL-Regmerai,
Sio gostos... e como ha goito.para ludo, bem
po sivel 6 que este meu Seja tao extravagaiJe,
como o de i!'pu>3topheki, exclamando era lora
humorstico :_ .44 I como bom serte mulker.
Eiii lS6-< nao fui soliente reda tur daJtonuru
fdo, tambem o ful c'.u Ikzeseis de Jtilho. E,ao
m
Hmitav.4 a isto o meu tr.batho jornalutico-es-
rr.vi.i para quasl io,ios os J irnaes que se puhli:
ctvara entao n>,ta cida-e, nsleutando sempre, 00
Joiumio dos principios, as oicsraae ideas, abs;.rJ-
a;o feta d'es e uu d'aquee partido.
Entreunto, nanea Ba praca de servicoajoraa^
liticos, que, coafessp, nao ?h tenho.
Do;x.i ao Dr. H-ranqua Man ede os seus tervito*
da Crtica e do Corrt/w, que mu boa podem ele-
va lo mais elevadas posicoes.
Mais algnmas paavras, e vou concluir.
A cadeira que indignamente oceupo oa asstm-
MOVIMIENTO DO PORTO.
.Varios entrados *e>e*nti.
Aicuba6sa7 das, lancha trasileira S. Joan
II, de 38 toneladas, capr-tao Jos Ferrei-
ra Lares, equipagem .'., carga farinha de
mandioca ; Joo M. Paimeira.
Bordeanx e portos te#iadies15 das,
vapor francex Gevone, e 1197 titoeJa-
das, eommandante de Somer, equipagem
131, carga fazendas e ostros gneros; i
Tesset Frere 0.
Goianna6 horas, vapor brasilerro Para-
hyba, de 104 toneladas, commandaott
Oliveira, equipagem i\ em tetro; i
Cotnpanhia Pernaaabaeana,
Navios sahidos no mesmo da.
Aracatylate brasileiro Hm Intensa*!.
mpilSo Vicente Ferreirfi d< Cosa, rga
varios gneros.
Hio de ianeiro a portos ii*b>i'iaediosVaor
brasileiro Tbaawipjt*, -vrjijrtdairte Jos
M. F. Franco.
Ofcaa/tasdaia *
Soapebdeu do lamaro para West lndts,
a barca norasgoense ItfMttB, capilio S.
Worejbt. com o mesm lastro que treexf
do Rio de Janeiro.
EDITAESL
0 Dr. Francisco de K4a% iwira Mac '
jorz de direito da prifbelra vara enmituf
e substituto da do coramertio nesla ckw-
de do Recife de Peroaasboto e sea ter-
mo, por S.l. dJoiDeftalii #**ctOBaf
aSr. 0. Pfo n, a qOttfr'teiis guartr.
etc.
Fago saber palo presente,,;
artigo i* do decreto o. l,i
do. nno prximo passado,
dias contados ,da pubDcaf
esta jui/o propostas, por
arromautao por venda de
por elles mais oJJereeer.si
colino, cabra, e^midadoe
ou menos, avahado por 1
norae ftdro, eritajio, eoi
m termo itn
de sM'-mi'-o
d.> pras Jo ,*>
ediul, retvbara
badas para a
eecravos, a qntin
de noH>0 Or
pa penco mais
e o ootro .de
annos de tdade.
y
vnaaaaiu BANK
Of Rio de /aneiro Limiteti
DescoQta lettras da praca taxa a con-
encionar.
Recebe dinheiro em --.out?. corrate hia
Iraso lixo.
Saca vista ou a praso sobre as dadas
prlncipaes da Europa, tem correspQrtdeDtd
aa Babia, Baeoos-Ayres, Monteviao, ew-
j New-Orleans, e emiite cartas de'crdito,
para os mestaos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANOTRn
Rendimentod.dial a 296:309a-i7
Ident-do dia 8 3*:M7o:;.



i
\ s]
pouco mais ou menos, adoenlaao, aveliado por
000*1000, ambos pennoraqps por exeencao de
bla provincat devora, principalmente, aa corpo | ioaquim anoel Fearoira de Sotua, contra Frau
II.





\
m
\
Dtgfj* de HtCiU^lbl^o *%; .Q^ity. fcini dei junie J IsfO-
eiseo Thomax
achawewr kWS PrantfKu Tira
de Bam^GM
E para rp* chegpe. ao co&cmw*)
to**, nutdat r^af oprawNjfc^qa* ser
PWKaivpeia impmo&a o amal bn li-
tares do coslo^
Qad> e p*a*do.,nest*. cidade do tf||
^Pernamiii^a^ii^aiM* 187
fe,M*HW RofegMr
Wte Recife 2, de majo de 1870
Francisco de Asss Ofcreira Maeiel.
n .' ;
3.* Exercirios sobre um cavatio, .pelo, artista
r-etn arfteaMMabo e o
E.T.~a
=5
*
-*
*%-
i?
DECLARAMES.
cotnpanhia, cotqnujndaw
Ttwrnu dAqwno^ojtte^t.aclia-s^ alo-
mado a pagar -flftsq.scriptorio ra do
Icario n. 19, oHSf;i foras s 3 o A! djyidfado esta .13)01 aphia na propo*-
*o da 3* por ctda-etjlp,'
scriptorio-. djjtr&utpaoeia- do Beberibo
28 de no'fimr
1 O secwtstio,
Dr, l'V.i.ritfei G. O coosdlto econi>mW du deposito dos ra-
creta contiMa.no. dia 10,do cfrente tiez pelas
10 horas da iin|>Si. e- vista das propostas que.
toreo) eairagues na secretaria, os. gneros auraen-
ticios seguiutes .
Arro, assurir branco n.afeavo refinada azeU
te doae, bacalUao. boU'^u>, clu, caf em' crooo,
e unido, caree veole, dita seco, doce degoiaba,
farmna de msdraca, dita (le roaranho, dit| de
arepita, feijao, galntias, 'euha, leite, maoteiga
ingiera e francea, manMaia qbos paejtxte *is
a qaatr onpt*. sal. touaWia, vieajw viitUa do
Porto.
Km seguida contrata tajabema lajrate da
roopa eargu da internuria millfr, cujos.con-
tratos vigorara do de julho yindoQro a M de
dewmbro, sendo taes gateros de priroeira qaali-
dade.
Quartel oa Solede em Pernambuco, i de joaho
de 1870.
Francisco Aulunio de Si Barrete Jnior.
Te neo te secretar te.
Cons ilado provincial.
Pelo consulado provincial far-se publico que em
o toa. pruximn de junho romeca a correr o praso
Jos 30 das uteis para a >obranea bocoa do co-
fre dos imposto da dtcim. urbana de o 0)0 sobr'
>s bens de rail, de o irporacap de mao-morta, e
do c mmn 1 d agurdenle, relativos ao crtente
anno linaneoiro de 186;l-70, ttcorreodo na multa
le 6 0|0 os contribuintes que. nao sitisAzereui
-u..s qnotas dentro dj.v:e pra.o.
Ijnsulado provigcial 27 de inaio de-1870.
O administrador.
Antonio Can iirn Maciado Rios.
Iimperro do arsenal de
raarisha,
Faz-?e pablicn que a commissao de peritos.
xarainando na forma determinadano reguiamentr
nnnexo ao decret" ti. i32i do o de fewreiro de
1851, n casco. macUina. caldeira, apparplho.
masireaca, veame, amanase ancoras do .va-
por Giqu da coDtpanhia Pernambucana de na
-.egacait co-teira, aehou todos esses olijeclo. era
estaio de pider a repoV navegar.
Iiifpei-ci.i da arseaal iJeiaarjnha de Pernambu
<:) i de j un lio de 187.
0 inspector,
R. A. Ktrhosa de Almeid_____
Admlalstraea don crrelos de
PeriiaraiHictt 9 de jau'to de
I* JO.
Mala P'!o vjp; .^ronikto rmpanhia de Messa-
geries imperiales.
A.correspondencia que tena de ser expedida
huje pelo vapi cima mencionado, para os portes
do rol, spri 1 rebida pea maneira seguinte :
Uae^ : j ai s. iinpcefsos de qualquer natu-
Te.za c cartas regisB'ar at ao meio din. cartas
'Tdinanas ate a I hora U tarde, c estas al 1 1|2
bora d tarde,, pagando porte duplo.
As carias e j irn s ijae se .irigirera ao Rio da
Prata pagara previameato, aquellas a taxa de 190
rs. por 7 l|i ammw ou fraccao de 7 1|2 gram-
mas. '!> kO w nur '0 ramuias ou fraccao de
40 graimnas, .; .iforxii.laie com a couveacao
.; de 5 de j-ulu de I8U.
0 M:niojstcador,
AIT>ino do Reg Barros.
Reiacn Mas carias rejtatradas, proceilentes
!o su! e norte do iir.peno, existentes na
r ;Mri ib d, correio em 7 de jonho
dr 1870.
Vutonio JJ sit.-. Q. Filho, Alexanire Gomes
K;r.-n d Arjr'! (3i, Antonio Francisco de Souza
Braga, Beojnmim Arestides Ferreira Banieira,
oietano Branaa de Sonzn, Francisco O. Tavares
/.mi, Francis Lucas/de Souza Hangel, Joaquina
Rduardo Pina, ^ Manoel Correia de Barros, Jos
Paulo Maeiel d fhrvaltm, o-4 Coelho da Silva
\raajo, Luizad* Jezo* Cavalcanti de Albuquer-
T'ie, Maii)=! f dt Mety), Fr. Nicolao do Boan-
jm, Salgado A Bel
t'inoel ios Pdssus Miranda.
O eneawegrtb do registro
CIRCO
NO
PAVLfliO DES. ISABEL
COMPANHU
equsti mmn i acobratica
A WRECCAO
Dt
D. Luis Oiisali.
KXTtAOHn,:AUlA E VARIADA FUNXAO.
Aabbada ao 11 corrate.
BE.NEP1CIO
v. oito h ras em ponto.
PROGRAMMA.
i Syo".phonJa
i. Volteio s-)bre nra avallo.

a r^seira vez o arata btaaiMfo AUTO-
ubre a curda bamba,
rtiu*o jftj^bre dQm^ca,vHo.
itim, Virgilio, ViceotdTjmne ioaniia, satirio-
jb 6 alaide :R#drigue.
___o.
pela menina Jtowtt,
fntervallo de 30 minutos.
O.' Posturas acadmicas,
sobi um cavall
. Odonle trtrpesio, pelos grmnastas Cesar e
Vitante.
' 10. Varias.'serles de escamoteos, palo paibato
Rodnfuues.
11. Pimimaa leeoss a interesaame paaata-
nfeaa : o lerrivel panto da meta noute.
Parsesafans Aetores.
labttt, general Radcipset.
Capitia de.hdsCes Luic..
UnsoSeiai Aliaba.
Um passageiro Tetari.
A fltba do general Anna.
Urna velba Aberino.
n criado..-, Jua^in.
Militares e bandidos etc.
N. B.4t>,aortaa do circo abrajn-se^s 7 ho-
ras da Doote, dmdo-aa praaJpw ai oito.ao
Solr^.!.^^-:;:: *
Cadfitas avul*apaaaj*euiora.....
Gerse........A.XT..MJI..A*. i
Os bbett> 4o camarotes cadejfas e pl
veodaan* netnesiao eiree.
AVISO.
O eirtacfcjarselfc ricaaeota adqpaado coa
bandeiras etc.. e tocar durante os tiutervallo9 eni
frente, api pa^bio,,
Os senhores que quijerem, poderao estar co-
berte^sios seo camarotes.
balance par^, meninos.
O agente Pestaa far TeUo de porcao de ca-
deiras novas paca sala e de jantar, de baUo>o e
para meaiuos.enviles : |uiola-foira 9 de cor
Tinte pelas, W horas da. anta no catf:'casar
mercial largo do Gorpo gante.
kM
Pretende seguir com a possivel brevidadp o pa-
tacho* pertuguex Jos, por ter a inaior parte di
carga prompta, e para a pouca que4he falta, a
(rete commodvtrata.-se coto a am-ignaiario Joa-
quim Jos Goncalves Beltrao, i ra do Commer-
cio a 17.
PAA A BAfllA
contina a receber cara a- tnl mdico o brigue
italiano, PHro Ettgenio : a tratar com E. A. Burle
& C, ra daCroz n. 48.
Jiiq de. Janeiro
Segu com brevidade o patacho nacional Esfro-
ga, ten parte do seu car regaiente engajado ; para
o resto que !he falta trata se com os consignata-
rios Antonio l-liz Ue Oliveira Azevcdo & C, ra
da Cruz n. 57, 1* andar._________,____________
, COMPANHIA PERNA.MBU(1\NA
D
Navegagdo costeira por vapot,
Porto (ie Gallinbas, Rio Foroioso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir para os portes aci
ma no dia 10 do corrente meianoite. Receb*
carga, encofnmendas.passageiros edihe;ro a fre-
te no escripterio do Forte d Mattos n. l.
Pa-'a Lisboa
Segu com toda brevidade o bem conhecido In
gre porluguez Julio ; para a carga e passagei-
ros trata-se enm os consignatarios Thomaz de
Aqaino Fonseca & C. ra do Vigario n. 19, Io an-
dar.
COM PAtflIIA
DAS
Mes^ageriis ijpriales.
At o dia 11 do corrente mez espera-se dos nor-
tes do sul o vapor francez Stnan, com 1 ndcoi!
Massenet, <> qual depois da demora do costme
seguir pura Brdeos tocando em Dakar (GorAe)
e Lisboa. Para condicr I"i"t^3 e passagens,
tratase na agencia roa" do Commercio n. 9.
Hio-Grande do 8ul
Prepara se para sahir com a po-iv.'l hrj'vida-
de o patacho-Cifro, por ter a maior parte da car-
ga, e para o reste que Ihe falta, trata-se com o
consignatario Joaqu m Jo*0 fonsilTes BeJtru : i
ra do C mmercio n. 17.
"i bfqvjOT(fp^"n>i^3',h' .
te da oafga .araUv; e par 1 ti tm <|aO lie falj*
e escranos a frete, tra-se coat o coBSianatarto
oaquinj Jos Goncalves Belfio, roa. do Com
mereio-ii. il:
Eg
SH-
-
Bm coodtosao
o laaofaoaw iatotpoo>o favoMOHffly.i
Thomaz Jefferies frC. cap'liftiarao por iniemo-i
ci do agente Oliveira o seo. imooftantjssiiBOilei-
lo de esplendido sortimanfn de Tazendas as mais
proprias do mercado, seNO-mpaa e umita ava-
riadas, por cunta e risco de q*#o> pmenear -
as 10 horasda/nlwlj&Bjn/lHl arojaie ,rua,
do Ccmniercie n 46.
fB. A venda das aneMee comern aojnei*
dia..
Grande leilao
De fggot.-4iMM*Ran.(?!,das ,0*^,
do milagroso S. Aat^ip, S. Joao e S.
Padr.
Sa&tMplO* crreme.
0 agente Pestaa rara leao por cont e risco
Je quem pertencer de diversos e nunca aqui vis-
tos fogos articiaes vindos de. pra. do imperio,
cortes deque nunca houve urna ooite taobrilbaate
pela diversldade e goato do fogo servindo algum
para ser solt "ubre agua ou para j'arann e ser
vendido em duziae para ebegar a todos es.con-
correntes : sex!afeira 10do carrate no. largo
du Corpo Santo ao pedo ,et commercial asa
horas.
De dividas ua Importancia de
O agente alaiins.faf leilao a r^anerimento do
curador fiscal di mas-a fallida de Autanio Joa^
qnim Fcnaades e pnr mandado do Itim. Sr. Dr.
juiz de rti.'o e*:)jciaJ do commercio das divida
cima na importancia de 21'1024750 em lelrap e
contas de ivro.
Sexta-fei# 10 dd corrente.
Em scu escripterio a rtfa da fadeia do Recife
n. 9, as 11 horas.do dia ; a reljcio dos devedores
exisio em mao do mesmo agente onde pode ser
exaininadji- ________%_______________
-----------------T----------------------1-----------------r ----r----
0-terreno em que o ab.lxo assigtw'tem [
sua oiarla no becoi das Barreira desappardfee-
rau (lnu. c.i\v!l..s it- k\x\ pr^prWad", nan-iU- do!
'' r9f*8 c',r/'ii' gnoea sej.ivnte-' : A certe ua
aun rue, pangV, aum 1 < eaierda -hj,'ad., emureg^ q.ii
estando estarnaj sem rerradura e a djreita com
ella, nafsgo de todos ts daos,.qfarte* ; o outrq
russo pedrez. do tamaoho nmi>, bastante carnu
M. cMMMbae as mioa Hlnajil, ftli inbagln 1
j foraw quaOnadoii a murta Umpu-: lapos dous
sjKbiteiros. Consn ao atibante qne.ditos.ca-
vaHes ceam ter aosMo de*iflr**ibr SrceKno
Jesljopem don* fcra iM
afaalto sio alu etM,.# Sw ui viatobo
i saanawraros ; por tsst fue*- soober onde ellas
se acbamou der noticia,- apprebfndeada-os iere os
cato de annuneinto dita feeeco- das Barreira?
qne o mean saberarfMiincar.
Antatoo Martins Saidanka.
Para inttireza d verdad e da justlca, dee-
mentido o corDtnsaode-qnem, cora reverendas faK
!as, pretende confundir o direito, fat-se potbh)e
ue 0T>a escriptufa de arrodamente feita ero
17. d > eugeapo Ca*n do raajor Piohelro, nanea
~ a ter effeito, e nem um so dia estere como
em di|o etfeaho aauelle raajor. Outro
enmpre deUtor _, uino passado 9Q de poste dorefendo, engq-
nbn o Sr. coronel. Pranciseo Antonio de Barros e
Silva, senbor do engenbo Firmeza, (roe o bonve
ppf compra sos herdeiros do fallecido Amonio Lotz
Gcmcalve Ferreira, todos credo res hvpotheearms
de Mauqel Igoaeio de Siqneira Cavalcanti em con-
seineu1 cia da compra por este feita e nao realisa-
da do dito engooho Cassu. Finalmente declara-
se alada par cabal desoorteio de certo cbicanista.
Jos o engenho Mnssayba pertence hoje ao Sr. Dr.
a Francisco Xavier Paes Barreto por compra
feita ay seu propriettno, consUQte da escriptura
Uyrada np cartorio do tabellio Portocarrelro.
m
puf sin >r a
JrfHj^.l
quelle, ceg ) oom a ilevofan qae fia uaqulle tem-
plo a N. S. da Cooceieo, aBa^aaie-lie en qne '
Ama.
u i]!!* por Sm>r a M___ nao
^^^^Meofl" {;.(!() :eri lo dl-
Precisa-se de Bjn* para o
' PHjiii'Bh ram;lia'n aaTvico de tima res*.
#1h S. Pedr. ir t*
para o anno ti
das esmolas qn
Ofi
lt:
TO V. Rvma. ser recebedor
verem do mez Mari.no.
o Cruzeiro de S. Frinrqjpjl '
Crooleque que entejad! iba, nao criai
cozinha, e para%arrtto interno de ama casa de "W 'I *n^m'Mr
pequea amili: na ma Imperial n.,13\ das b as 9 da manbJa
D*W2:000J a preorto-
Para casa de homem s
da coi
se oRereeo 1 -
Memplar.Jtora
da Ponte 1W>>
htpotfiee i
GraKAjpio de 200*1 !
re*.
dina gasa da
Una pessoa que-vai provi ca da Baha olT-
recesepara tratar> qualquer negocl..*,, dando
dadi.^ai>paiena jq de Hortas n. 94,,
- Precito-se 4 urna ama de roeia idude para
crrzmher, sendo d< boa conducta : na roa de Hor
las 94.
Precisa-se de um*:
e de boa conducta, par
Fugio do enfeabo liaadaru ua Paralijbi es- n ra de Sanu There:
eravo Cosme, crian*, de S annos do dade, alto, Pfoisa-se aluga
barbad, tem mnitot marcaf de bexlgaj ao resto, cc4UaV:' na roa das C
muito ladino, qoem o pegar e levar no reto- zttn.
rido engenho, ou nesta cidade oa praea do Conde
#Sto n. 30, ao Sr. Jos Gomes da Fonseca, ter
a gratiQcacao cima. m ,m
rueuidaate
ena familia :
s n. 88, atoaav
- Atega-
ivapmoca
Ga,
Precisase de um
casa de homem sol
mado n. 1, teja da
-so orna escra
Mffiyb de casa de familia : qoem
rija-d ma da SaajatCry i. ft.
" Precisa se a]o para toafTa>
pretender d-
zinheiro w eozinheira para
a trata* na roa do Quet-
ilna.
pratica de paAtto
Anaro, n. 66.
a roa
que
do Lima, aa
Aluga se iiraite banfltr-ama casa cera bonito
sitio, na roa da Biea dos Quatro Cantos em
Oinda: tratar na roa daf apnaaia Kovf n. 4.
Sabio de casa e noeV Iteu mis, no dia 1S
Na ra felrtSaiate M precisase
costoar,!
ama que saiba coi
,paga-se bem.
de me
Ama de leite.
Precisap*> cato ur^pmcia, trata-se e
bem : na. raudo Corredor do_Bispo n. H.
Na roa rte Hortas casa n. i, preciaa-se
de maio prximo passado, o motete Jaoob, alto,
seeco do corpo, sem barba alguma, cabeHos gran-
des e oda de estrada, tem algumas marcas de pan-, ,
nos pelo peseoco, tem offlci de alfaiate, coaiama de um caixeiro para balcao que tout euo-
andar calcado e ten. SI anatas de idade pooeo tetta aflBjPga^.
mais on meaos. Qma> o aparehender leva-o i, -_ Prec^.^ jt aina lml [mr% ^ d, fc,,,^
praga da ladepeudoocia n. f, que sera graui- mMro Xm doRangel n 6% yttoro-, .
- Alnp-se um mulato .de 13 annos, proprio OfllcMal de CabetMBaW.
D. W. Bovroan pretendendo retirar-se para
Inglaterra no fim 4le mez, pede aps sen* credo-
res particulares a pandar, sem demora as snas
contas' afim de seren pagas ; na fundico de ferru
a roa do Brom n. 5).
PreejsaWe do.plpa 'furneirp ; ha padria. da
roa da Guia n. 5G.
Irmantifr d*8. Sa-<
cramanto da matriz
do Corpo Santo.
' A mesa regedora da Irmandade convida a todo
os irmos comparecer^ no consistorio da matriz
no domingo 12 do cortjnlp mez, as 11 b/>ras, para
elegeri-m a nev:; mesa qui tem de reger a irman-
dade no pi oxi.uo auno dej870 a 187 L '
O escrwao,
Maneel Jos dj'Santos.
CMPANHIA pn>A,it?;i: VNJ!.
^avejraeSo coseira por ranor.
Parahyba, Nata1, Maoo, osoOi\., ;u caty, Cear, MaDdah, Acarac e
Gr:
O vapor Pirapama, commandantt
Azevedo, seguir ^>ara os porto;
cima no dia 1 \o corrente as 5wi
Recebe carga at o dia 14, encom-
passageiros e dinheiro a frete at *'
horas da tarde do di;, da sahida no Merito-
rio do Forte do Mattes n. 12.
la tarde
nendas,
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Kavegaeo costera por vapor
Mamanguape.
O vapor Cururipe, convnandantt
Silva, seguir para o porte ae m no
dia Jll do corrente as 6 horas da
tarde. Recebe carga, encommendas, paisaseit
r s e dinheiro a frete at *s 2 horas da tarde
do da da sahida -o eserioteriodo Fjrte do Matos
n, 12._________________________
J^
Para Maranho
A barca portugueza JosepMna, que est a ebe-
gar do Rio de Janeiro, donde j sahio, seguir
para Maranblo cm toda preetesa, para o que
desde j enganja a carga frete barate : tratase
com Marques, Barros & C, no largo do Corpo
Santo n. 6. 2 andar.________________________
*ara o Po*-ao.
Paran referido porte pretende seguir com a
possivef hrevidade por ter sua estiva prompta a
barca portugueza Saphtra. para o reste e passa-
geiros trata-se com o capitao ou com os consig-
natarios Thomaz de-Aquiui Fonseca & C, roa dq
Vigario n. 19, Io andar.
De ptima mobilia
A 13 dq corre; te.
En c ". t Mienci.i i|.i ^r J. p)m M*nteir.i d.i
Cruz h;nti M'gaidv pora a huiopa e ttuado o
agente Oliveira incumbido de Uzer o leilao da sua
mobilia consislindo e,;ia em'nma esplendidaguar-
iiico de jacarapd para s-ila de visitas'ainda qua-
si nova, temi a mesa do entro e os raslos
tampis de ricas pedras mar-more, < otra dita tam-
Ijbih puiplata em pouco u.- mM..os ildterentes,
bancas para jugo, lindas secretaria, cadeiras de
halaneo. de brac' n iv>tr.i. ruarla vestidos e
guarda luanas, ai.iiai.oj, 'i)ii!i>tik>, u.v^.bos e
toucadores, esleirs e alcatifas de salas, leito para
ra*l com coriinarlo, di'os mennrei, ^op radores |
o -ia.ui.^tic.i p.nti jan' ,ma* (Jeiw;.ios, la- .
vatorios, liii'ias figuras e jarros de porcelana pa- i
ra enfeites. excellentes relogios para cima d me- i
sa, casticaes com mangas o candelabros de vJUro
eaiilicirs, globo terrestre e atlas, superiores cor-1
tinados com snelas para janell is, apparelhos Of
porcelana par^ jantar, sobremesa, cha e caf, gar- .
:..,^s.C;"'- 'il lltf /.bir Mi .-. OUlrOf 1
artigos uteis como indispensaveis, tara o mesme |
agente o indirado leilao
Se^ui :l.i-feira
as 10 hora da mantisa, no predio ra do Impe-
rador n. 59, c2 e 3 andares.
Irmandade
do $9. aera.sent de *. fos
do Hecffe.
O escrivao da referida mandad" convida a to-
dos (* chai issioios irinjs pai a re.oi de mcsi
ge ral djmiago 12 rort* uhii. aflra -le proceder-se a Fieic"da mesa rege-
dora do anuo futuro. B cmcH :?"cia do? charos i*
para todo o seryieo .: na roa das Cruzes, entrada
pelo boceo, do OoTJdor n^ 32 8r andar._________^
Aug. Tappeobeck i C, de Liverpool,
avisan ao corpo o commercio qoe o Sr.
Tbeodorp, Cbjcjliiansea o seu agente, e
procurador cooforme a pr curafo registra-
da oo raerelis^imij tribunal do comaiercio-
---------- ..-------------------------i
Criado
Na roa da Cruz n 24, 1 audar,.piei-se o>
utaofflcial de cabelleireiro que seji> bom,
cialmente de cabello e barba.________
r- Vende-se nina casa terrea narp deT|p^-
n. 16 : quem pretander dirija-e rna da unta
B.50. se .H aoXi
e um prete-
e armazem
qye seje, eseraw para
na travesea do Corno
O Sr. Jos Claudio Dubeut: faca favor de trazer
o objecto que levou amostra da ra do Queima-
doo.7.________________________ -
lisc. ava ou llvre
Precisa-se de orna ama para o servico de ama
casa de tres pessoa-, nao duvtdando pagar se bem:
na roa estreita do Rosario n. 4S, l" andar.
A Sra. viuva Carroll queira mandar a esta ty-
pographia a negocio seu.
0 abaixo assigtiado estando a promo-
vr ama siibscripcao para a pojlicacSo de
um volumede poesas de sua composteo,
declara qoe n5o autorisou pessoa alguma
a receber o valoradas assigoatoras j ob-
das dfls qnu poder ir obtundo. poia que
de sua md'xliaiypl resoluco cobra essas
assi^nalura na occaso da entrega do vo-
lurav. ji.irtJprvsso.'sros Srs. assigna'ntw. A
estes, portptito, previne pam qoe n3u adian-
Em tempos modernos nenlinm descubr-
roento operou maior revolui;ao ao-K4 d
curar anteriormente em voga oVqtW'o
PKIOM'L DE .WUliHUTA
TANTO NO TltATAMENTO DA
TOSSE, CIIOI'O,
ASTUMA, T1IISICA,
ROUQl'mAO, RISFRIAME.V
BIVONCItraiS,
TWSE CONVULSA,
dobes di pt;rro,
EXPECTllUCAO I)E SANGOE. '
Cono cm#0(laagiatie scrie.rle enfenni-
Pmi'i Santa \nt^nn S fV"tfi lutn a ^uem ^uer ^ue s^a as(lua,lt,as com dades da gaoganta, do fEroe dos gaos
tai a uaufu .LutAnt.u, u. ovav que Ui[,nara subscripto para a referida pu- da respir.\co, que tanto atoi-meabnt f U-
blicago. Recife G de junho de 1870: zem soffrer a humatiidade. A manuira aii-
A. K_. de Turres fandeira. tiga de curar consista gi'iahtieitte ua applt-
ca?o de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos forttaiwos
compostos de substancias vesicantes, alera
deproduzirempolhas; cujos d'iffereate&mo-
dosnle curar, nao faziam seno eufraqoe-
cer e diminuir as forgas do pobre docnte.
e *. Pedro
Na roa estreita do Rosario n. 3S preparam-se
b il -3 d encMiiue:;-;..-. proi d-^ -'..i-, sen-
do ..'ncouiraeudadus dous das antes, tambera eu-
fetam-se, tudo por preeo comuiudo, Na uie.-iua
[.tem sempre um grande sortimeute de buqueU de
cera de differeotes quaiidades, e que se vende
tamb^em por prego coiainodu.
U.1DA Di. i'i ,;. i.e&'l
A S. FRANCISCO.'
AVISO
O trausporte de garrafoes avuisos pele trem de
nercadori.ts ser feito sem resonnsabilidade da
oiiipanli:. e i11- r-'. .- c r t. -~~ ', i 'mns-
portadas em qualquer trem todas as o.ercadoria-
icondicinnadas em involucras frageis. Nestes oa-
osseri '''ir:-..-,,!' .siin >s o n'tiw)da
iSo res^oosbaidade.
Villa du Cabo 8 de junho de 1870.
SopgriiiteuJinie mermo.
ESTRADA HE FBRttO 00 RF.CIFE A S. FRAX
O
T*Bi' M-ln publicado no Jornal do Recife de
hoj* o edit-.l do juizo do commercio pa a a prsea
de bens penhorados por exemeo movida por Jos contribuiudo por esta forma d'uma mancir.i
Goncalves Pereira entra I) Mara Francisca Ne- mas faci t. ce,.ta para a enfermidade a uVs-
ves, e porque os bens penhorados sejam do casal. .' .. ,i^
de Agostinho da Suva Nevet. caja paniha nao truigaomeviiavel de sua Mctima Quem dlf-
est detinitivamente acabada, e por i-so nao se jerente pois- o effeito admisavel oo
iciam finada D. PEITORAL DE ANACAHITA !
{
W!S5S DIVSRSOS.
"7.
Maritiiii i.
B\i]i aO ': kTi d -i '' -irporaco
para no dia li do corrente, as 6 botas da tarde,; _
comparecerem na sala das suas sessoes para dar Joao
cji ii Tmenlo ao art. 39 dos seus esiatutos : na |
ra do Vigario n. 22, 2 audar, decidera do pre
Pelo presente sao convidados o? senhores accio-
nistas di'ta eonip'ohi oar vir< n ou mi^darem
itor seu.-Ji j( : ji o:' r;.'bc ti. v.-!a^u ...is co Ponas o 13 dividendo congruente o semes-
tre rinde *m 31 d" d.^erTrc-'i de -ISW. a n* de
3 OjO ao .mo
Villa do Cabo 7 de junho de 1870.
Henry Spen:er,
Superintendente interino.
* "lnieata c
Tiiesio
SC31 r>r!-
sidente da mesrua.


0 privil ;.:-> p r
tos i
por
O.i -eeret .o#.iii:en(io,
anoei L-pes F.>-r ira.
MDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima -San-
tes mudeu sua residencia e consultorio
para a ra J'j Imperador a. '>'. i' andar
do sobrado cujo armazem conserva ain-
| da luje o noroe de Alanca, lendo a
S entrada, que pelo lado da ponte Sete
g de Setembru, o mesmo numero .*>7, da _
frente. A'.n continuando o dito Dr. oo'
5 exercicio de sua proftsso de medico e
gg de operaCor, pede ser procurado a qual-
(S qer hora'do da e da n me
; Simces Pii.eul a as-embiea pruyinciai, afi.n de
l qoe seja elle o nico ne-fa praea que possa ex-
portar f. a-. !)-.:-i:or. die, I ;. .:. pa-aro
etc. etc.
um atlentado contra a Bberdtde de commer-
PO, Uli' I '"- I' iUit IM'Mp"O >' "Ct :: Ii IB
juizo da Ilustre aasembtea ; podemos lbe dizer,
que as bixas nao negam Sr. Pimeni, porqne os
dignissunos K'.ii p r 1 .*.: j ( iia v1., ':'
murcio, e nao comprimi-lo. O; lempos dos Mor-
gadkit ou feudalismo, j se. forain ; hoje prodo
mina o .'iroito de to.l-- a: i e-t.-i. ou aquella pro-
fissohita.
Mononolisar; o qne tra.lu o? scus anhelos-
ser melho'r cuidar em outra inrencSo, pois que
tr.-sta perJ'u seu temp-, pnele tinta^j encT-
iiiodu a cmara co.j ^^ petie.i.., oiliande-lhe
o lempo a cuidarem em materias ma3 uteis e
que muito Ihe fizeram... f-^er consignara sua
burla no expedier.''1 Adens Sr. Pntenla, ate breye.
Recife, 8 de jnnp ie 170.'
Sa apreciador,
0 0inth-iima bravo.
Precisa-1 e de nm' menino par
berta : na roa do Ai ago n. C.
n I snher "-< h.>ns pertenciam
Mria Fraucica Ae\e.-, sua meeira, as.-iin tem os
ojeamos bens de reverter para aquello herdeiro a
mi i ios-, t> nn h -r a arrematncao.
Irmandade do Sanlissimo Sacraineulo- da
matriz da Boa-vista.
Usuidein d.> lilm. irmao jniz, faro constar a
todos os nossos irmos, que nao se tenlo conclu-
d' h >n'"io > e'"er> rti mesa regedora. que tem
Ul: diiigu a i.mandaue uo anno de 1870 e 1871,
o mesmo irmo juiz desigua o dia 12 < corrente,
p'.ni neilp 'a oUinuaoVi dos trabalbus
Ua uieMiiia eleiyo. Gouvidu, por tanto, a todo
os npssos irmos a comparecerem no dia cima
'nwi.e.-^d p**M 10 hirat da raanha, no con-
sisteno da mesuu m.tn, para o fin aci oa decla-
rado. **
V-isterio, 6 de j'-'.'i i de 1870.
O escrivao.
Simplicio da Crnz llibeiro.
VM
Uuemquer jppareci
chiuchi!!
?
p-
Vii''-e nm OM.MRIIS com seu; putaees,
tiendo uiu jugo de rodas de subsellere arreios
para cien cavallos) tudo em bom estado, ojhimo
pi i : carreira le O '. la Iguarass tambera
negocwm-se os cavallos do servigo do referido m-
nibus.
i- pre-'r.den:- d rn-se Olindi, no lagar
da bica de S. Pedro, casa terrea com um portan
de farro, "ou' defronte de S. Francisco junto a
ri de circos r Ue:irS.
de um trabalhedor
ro 2a
Pre6isa->e
na ra da Florentina ame-
Ama.
Oftereci'-^e
caixeiro de ta- Um bom eope.iro de conducta, aftancada
procurar na rus do Impera! >r u.iii.
pJe
Precsa-se do umaaina que cozinhe e engomme
para casa de ponca familia a tratar na roa do
Duque de Caxias n. 28______________________
COSTITREIRAS
\a chapellert! ds dames t Tua Jo Cabng u.
12, prGa-se de costuretM^que estejam aeostn-
dadas a trabalhar em objaHas- de mo a._______
'. Preeisa^-o de um caixeiro preferibdo-se por-
tugue7. -. na fu Imperial n. 9n.___________
Si rd da Penha 13,.lava -se e engomma-
ge para fra. -^
E EZ DF. IRRITAR, MORTIFICAR E CAtJtAR
INAUDITOS SOFFBIMENTOS AO DOENT,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A OOR.
Al-LIVIA A IRRITACAO
DESF.MTOI.VE 0 ENTENDIMCNTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systeroa
Desaloje d'umn iiiancira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores ratos em medicina da Europa (es
Lentes dos Collegios de Medicina de Bertim
testificam sei-em exactas e >erd3aV'rras estas
relacoes analgica/, ou alm dissoa experi-
encia de -militares de pessoas da America
Hespanltola, as ques foram curadas com
este manmlhoso remedio, sao mais que
suffiejentes para stistentarem a opintao do
PEITORAL DE ANACAHITA!
Deve-se notar que este remedio se actaa
inleiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em qtianto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particuliirmhte
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, coraos quaes t3k*
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico, A Composico de Anacahuita Paito-
aacba-se linda e curtosamente engarrafBas
m frescos da medida de cerca de rapo-
quartilho cada um, e come a dose que seo-
ma fes d'uma'colhfir pequeas bastaje-
ramente a appticacao d'um ou dous fra^o
para a etfectuaco de qualquei- cura.
Acha-se venda nos estabejecimentoa de
P. fflaurerAC. J,C BrtveA C-fcA.
Caora, B. M. Barbeare Barttifaneo C.
Na pra^a da Indepcnoncir. o. o-se
ahelrsobre nenhores de oaro, prjft e
preciosas, seja. qual (t>r a q.tntia; e' na
tasa secoiapra e vende objectes de* ourj e i
i iguateijiite se faz todit e qualquer obra
;ommeoda, e todo e qaalquer concert-, tes
i mesma arte.
da rna larga del
Rosario.
Esl importante estabel-3^
e vende per preces que nohn
k vista da qualdaile 6 -
(ferante-se ser lado de let
vados.
uto no sea genero, tem sempre nm sortimento sem igual,! esquina
outra~ casa pode vendar. L L ^^^i
?3qo das joiaH5ada um pMier-s^lia conveneor && rordadea^ "^ iar*419!
OompEa-se ouro, prata e pedras finas por presea muito de- Se^at

-ota i
fo
A4 s 9 h^ra? da
*.
> **
-i


Diario de Peraambuco Quinta leira 9 it*e? Junho de 18T0
^
i'




DE JOIAS
DS
4 O
HOBBIRA PARTE a C
Este antigo estabelecimento, completa
ente reformado ie novo, est as condi-
ioes de servir ventajosamente os seus fre-
.fuezes, visto qne acha-se prvido com um
axplendido sortimento de obras de ouro e
^rata de lei, assim como brilhantes e on-
tras pedras preciosas, cujos prepos sao os
aais mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
js em troca on compram-se com roqueo
bate.
J. Fe*reir Villela
PlIOTOliAAPHI i 1HPEK1AL
18*UA DO CABDO~i-t
A entrafa 'plo pateo da matriz.
Ostrabathi da reediieacae.desta pliotograpbia,
e que prolongaran! per tanto lempo, aetaara-e
felizmente terminado* e elk aberta ao-servico do
publico desde 7 de abril panado.
O predio m que t ooocada esta pbotagra-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento coma cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os conferios 'e g-
mentos leudo sido fetos expresamente para se
montar ccnvaiiienlaniente a photographu, e nao se
podendo. melhor modelo escoher do que Photo-
grafiia Impirial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeifo phalographo do Brasil, e um do?
pnmeiros do mundo, sagundoa opiniao dos mal-
abalisados mestres, a no-sa pfrotograpitia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
>ecommendada9 pelos inais destinetos professore3
de aecordo com as modilicacSes necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudadas pel ha-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior 4o predio em que est nofsa
pbotographia foi mudado desde a soieira da porta da
ra at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificndose um nuvo terrajo envidrando moi
espacoso e elegante..
Como sabido, flzemos urna viagem expressa
mente curte para examioarmos as melhore pho-
tographjas all, e, foi do Sf.,L Pacheco, a que
melbor corresponden ao nossos desejos e aspira
c.5esv a da qual-. trAuxemos oS planos epois de
all estantos todo um mez esiulandea apro-
vedando as licdes de lao dlstincto raestre. Peo-
sanios que juntando os nossos estudos e longa
I pratica de 15 annos de photograptiia suulissimas
lioes uRimanente receidas o Sr. L PaBteco,
tendo montado a nossa photitgraphia como se
acha, podemos oferecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nqfaierosos (reguezes
trabalbos de pbotographi.a lab pereitos, como se
poder desejar, e disto con/encidos, esperamos
que contluuem a dispensarios a mesma pro
teccao com que ha' 15 annqs nos tem honrado e
ajuoado.
PHABMACIA CENTRAL
Ra o Imperador n. 38
jarope de Ilctcario d'Aubergier, e de
thery dedo d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode osar do..opio e de seus prepara-
dos, e mi corjyitpjeri'tea para as enancas
nos espasmos ^ convulsoes.
DO IMPERA-
wpajAf 0, I
Preparados d'akalrao--m capolas, licor
e xarope ferrugmosV. ^ **' *
MMHHI
PHiMACl~CE ""RAL UAIHHMPERT
dor N.38.
Pillas de Vallet.
Pilotas de Blancard.
Plalas de Bland.
Xarope farragfioosf de BlancBfd.
Gonfeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Qijewnae.
Assucar ferrutinoso". I i
GglpadomacionaL
S 19-Una do Jardn IV. 19
los Vicenta GoStabo com fabrica de calcados,
avisa a ledos seus fregueses, qofe- continua a
vender calcado em so fabrica eth. pandes e pe-
quenas potefles cora danle, sendo -mais bruto do
que em outra qualquer parte. Assim cotno um
sortimento de pare de formas franeezas chapea
das para homem, do ultimo gosto, a preco da
Mofin
Quem precisar de om oomem para qualquer
servico1,'dirija-se ra Ja Ponte-velha n. !7.
!!
PL 5 RIJA DO CABUC 1 5
Atten^o. ,-mi
Anda se continua farnecer commedorias
para Yora com asseo p promptidlo, man-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador: i ra eslreita do Bosa-
rio n. 35, I andar casa particular de fa-
milia..______
O Sr. vigario Bacalho que morain morou
na estrada de Joo de Barros, queira mandar a
esta typographia a negocio.
BIZAR ACiDEMICO
13 -j- Ra da Imperatriz 13
lysses & Irmo proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
puezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e eai condicoes de b^m servi-los do
segnintes rticos:
CH1RITOS
superiores re Havana, Hamburgo, Baha e.
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
depalha de S. Paulo, de 3300 a 75oOO,
o milheiro, Daniel do Bo Novo. -Maurity.
Imperiaes, Ti-neotes do Diabo, Duque de
Casias, Gtndon etc. : de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole.Bailicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baepehdy e
muitas ootras qoalidades.
Pimos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 1,5400 rs. a libra, em pacotes
a 20, de 20 para cima a l^SOOe porco laSOO o pacote de 1 libra, dito
em latas de quarta a 60 e 'iOO rs.. e outras
muitas qualidades como sejara : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
' Prtci.sa.se de unta ama de meia idade para
comprar e cozinhar para tres pessoas : na ra
das Flores o. 37.
Precisa-se de una ann de ooa conducta
qne *iiba bem coser e engommar, para urna se-
nhora viuva com un lho : a tratar na ra do
Arnorim n. Ti, Io andar.____________
Precisa-se alagar um escravo que seja co-
peiro, esperto, e qne entena di comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo Santo.
VVRIEDAOES
PONTEIBAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira raizy de 3 at 6.5, a duzia e de ou
tras qualidades a retamo.
DITOS p de gallinhados melhores que
ha ueste mercado a 35 e 35500 a duzia, e
com grande abatimento em maior porco.
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e coaro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CABTEIBAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOBOS de cera, em caixas de to-
dos os tamanbos, de seguraoca a balSo etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-oom, Per
san, pintado, de linbo etc. palha demilho de
Fernando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontraro nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nofso negocio,"que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz-
Trilhos urbanos do Recife a
Olinda.
De ordem do Ilha Sr. presidente da assembla
geral. sao pelo presente envidados todo* os senho-
res accionistas ccaparecerem no salao do Club
Pernambucano, pelas 10 horas da manba do dia
9 do crreme, para a continuacao da sesso ordi-
naria adiada em 29 de abril prximo passado. afim
de se apreciar o parecer da commis>ao de exame
de contas, e as propostas da directora.
P.ecife 1 de jacho de 1870.
Manoel Kibeiro Basto-,
1* secretirio.
Paul Chauvir.
Mechanico conhecido a 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissulvido amiga-
velmente a sociedade que tinha com o seu cunna-
do Carlos Pluyn contina a ss achar a sua dis-
posicao para o que diz reipeito a abertura de
burras, machinas de cosluras, anuas, lechaduras.
collocaco de campanhinbas e todo qualquer con-
cert : praca do Conde d'Ea n. 2i, outr'ora da
Boa Vista.
PHABMACIA*eBNTaiaWttD0 1MPEBA-
D0BN.38.
Vinboe xarope de pepsina e .diarthare,
excelieirt tnico para auxiliar as digestQes
difliceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
PHABMACf CENTRAL W 1
DOR N. 3B.
Agua hemosthalica d Lechelle. mui re-
commendda em'qualqer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thyska pulmo-
nar, e as hemorrhagras uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaca do iodo com p sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cacbloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e "encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N, 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada oflicina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para -o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam aocomettel-a. .

PHABMACIA CENTRAL BA DO IMPERA
DOB N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melhor qualid Piulara.
Em que se offerece sociedade a urna pessoa que
esteja habilitada para a sua adrnini~iracao, e tam-
bera se lhe cede a casa, se assim convier a ara-
bos : a tratar no caes da alf-ndega u. 3.
Alugase umaescrava que cozinha, faz com
pras e lodo o servico de casa de familia ; para
tratar na ra do Raogel n, 35. 1" andar.
Attencfio
O Sr. Flix Pereira de Araujo queira ter a
bondade dirigirse ao largo da Santa Cruz n. 14,
a negocio de seu interesse.
Deseja-se fallar
Aos senhores abaixo declarado* :
Coronel Mansel Carneiro Cavaleanti > Alhuquer-
que Lacerda.
Joao Jos de Miranda.
Joaquim de Menna Cerdoso.
A' roa do Duque df Caxias p.. 7. P
Na ra Nova n. 50, l1 ndar, precsKse alu-
garum escravo de 14 a 16 annos para a servico
de casa.
PHABMACIA CENTRAL""RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho marititno, para s affecces chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
hpara as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e 'qualquer affeccao nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
a.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra do Imperador n. 18. concluir
aqnelle negocio que V. S. so comprometteu I rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de deiembro prximo passado, e depeis para Ja-
neiro, pastea a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para o dito Qra;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annes, e quando o Sr. sea filho se
achnva no estado nesta cidade.
Ama de leite.
Precisa-se fe nma ama de leite : no' Corredor
do Bispo, casa n. 13.
Na iravssa da rna j
das Cruzes n, % pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
(es, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenba pratica de
taberna : a tratar na ma dos Pires n. 26.
POCOS TDBULARES
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n.25
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de So tiza Soares.
Bandeira, Machado c C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os po?os instant-
neos sao : primeiro, poderem ser coUocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, forneeerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes so reeeb.-rao a importancia dos
referidos pocos depois de coUocados, sastazendo
espectativa do comprador.
O Dr, Sarment Filho
mudoufse para a ra do Imperador n. 29,
2 andar.
Consultas e operacOes todoj os dias das
10 horas ao meio dia.
Chamados por e*cripto a qualquer
hora.
alia <
Confeitarla dos ananazes.
-Ra da Crnr16
Santo AWonio. S. ot e ^ Pedro.
Am4Httaf''a mais aprdpriadas para softei?,
vende-ie marrabas e libras ; papis j promp-
tos com estallos para sortes ; Recebe se enoom-
Lwendas de bolos pes-del eafeitdos ; as eoaom-
meudas, recebe se com antecedeDcia e as amendoas
em arreba iarrao abatimento no preco.
ama samas*
O abaxo assignado, tacita- g|
m mente dispensado da inspec^So da rs
fe pharmacia especial hemeopathica e
2' consultorio serj fina3o 5 fTtfJstfe'
M amigo pr/SaMao fljefari*'todge-
I ro Pmno, de saudosa ratmorla e ani
| mado por alguns seus amigos pro-
Sp5e-se a abrir um esiabelecimtnto,
onde sewAooBtraroas melrioresdro-
homeppathicas, para o qt
~*acom a.profjcc5o ('
3nraram-no'coras
ideado, entreianto,
para, qoalqui
caa,de sita lesiaeocia^T
Palma n. 55.
Recife, 18.de maio de 1870.
O professor homeopathico
Jos Alves Tenorio,
des-
i sua
Attenpao.
Pede-se ao Sr. SaraueJ Hayman que tenha a
bondade de mandar buscar, a sua.eocommenda,
que fez por intermedio de Carneiro Vianna, ca-
rador na rna Nova n. 21.
No Arraial

arrendase um terreno perto da estacao do> trilito?
urbanos: tratar na ra do Rangel n. i, primei-
o andlr.
.Precisa-se de urna ama para todo servico de
nma casa de pequea familia : na ra do Aragao
n. 38.
Na roa Primeiro de Marco n. 13, escnpiorio,
recbese propestas para a collocaco de vidros &
pintura no predio n. 23 ra da Csdeia.
Christjni & Irmo fazem sciente ao corpo
do commercio e a qnem interessar possa, que dis-
solveram amigavelmente a sociedade que tinham
na loja e fabrica de chapeos da ra Nova n. 44,
desde o Io de Janeiro do crreme anno, fleando
todo o activo e passivo a cargo do ex-socio J.
Christiaoi.
Desappareceu no dia Io de junho crreme
duas bestas cora os signaes seguintes : nma mel-
lada, nova, magia, clinas pretas, canda aparada
outra russa, magra, pequea, poldra, e ambas eom
o ferro triangular na anca do lado direito : qoem
apprehende-las avise no engenho Cordeiro, que
ser generosamente gratificado.
Vende-ae o rendimeuto do pedagio da ponte
de Sant'.\nna pelo empo qne ajustarse : a tratar
no sillo do arco junto ao raesrao pedagio.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezessem irritar osintestinos.
FARMACIA GE.miL
Roa do Imperador a. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Fa;ulty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of ftver. The frequent use'of this sa
line preserves oreigners from many diseases to
which they are leable before becoming acclima-
tised. May be obtained at lhe Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
Precisa se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Queimado n. 22.
I TINTURARA fraieza
55-RuadaImperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, cora a rnaior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
g| como sejatn ; seda, !aa, algodo, linho,
gg chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
| raolhar os teejdps, coeservando assim to-
m do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
W ras.
JO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter le-
gar a abertura da exposico nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a"
todos aquelles que exercam quaiquer indus
tria, que na dita exp- sigo se recebem tod; s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remeter.
Estes productos est5o isentos dos direito;-
da alfandega na Repblica Argentina e po-
darlo ser dirigidos cidade do Rosario, (Je
onde serao tranportads" pelo caminho te
ferro central.
Para mais expcacoes dirijam-se em. Per-
riambuco, ra da Cruz n. 3. ao consiiado
argentino.
Agencia de leioes
Ra do Imperador n. 1G
Neslearmazera recbese para serem v-?ndi>
em leilo, ou em particular, por conta de nos : movis usados, louca e christal, ou outro
qualquer objeclo de prompta venda ; assim cotno
tambem comprase trastes usados.
Faz-se qualquer negocio com a loja n *3, cita
ra da cadeia do Recife, propria para armazn
de groco trato, por se achar em dos melhores k>-
caes : tratar na mesma.
AMA.
Retalha-se, avantade dos corapradores,a!guns
lotes de terreno, que restara, do sitio Aguasinha
em Beberibe. por precos lasoaveis. A posi^o to-
pographica do terreno muito o recommenda, so-
bretudo por tear prximo da estacao projectada
da vi frrea. Os pretendentes poderao dirigir-se
informar-s- do lente S Peixoto, no mesmo
lugar, e para quaiqaer negocio ra do Crespo
n. 12, 1 andar.
50^000 de gratifi-
caqo
fso dia 3 de abril de 1870, df> sitio do Arco da
travessa da Ponte de Ucboa, fugio o preto Izido-
ro, de naci Angola, de idade 42 annos pouce
mais ou menos, baixo, corpo regular, cabera pe-1
quena, rosto redondo, cora alguma barba no bei-
co e no queixo, mos e p? pequeos, canellas
Iiaas, anda apressado e passo curto: consta que tem
andado a ganhar nesta praca; ievou vestido blu-
sa curta de algodosinho calca de e>tpa, e cha-
So de palha de carnauba de" abas grandes, sen,
o visto om camisa de madapoln ordinirio, cal-
ca de brim escuro e chapeo de feltro : rogase
as autorfdaaes policiaes. capiaes de campos, ou
qualquer pessoa o prendara, ou mandem pegar
que levando ao mesmo sitio, ou na ra da Gru
n, 32, ser recompensado com 30*000.
CASADAF0RT114
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
k roa do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendida alm de ou-
iras sones, nm meio n. 1052 com 900| da lo-
tera que se acabon de extrahir a benefloio di
irmandade de Santa Anna da Madre de Dos (149)
convida aos possmdores virem receber na con.
formidade do costure sem descont algom.
Acham-se a venda os felaes bilhetes garan-
tidos da 2- parte da lotera beneficio da igre-
ja de S. Sebast'ao do B mito (130), que se extrani-
risabbado 18 do corrente mez.
PrecosOs do ceetame.
_____________ Manoel Martina, Fioza
j*~ Manoel Zeferiao de Salles declara aos re-
gtlies da loja de seu cunhado Luir de r*ranca
Souto, que a mama loja se acha provida de tudo
para bem os servir: portanto espera que conti-
nu a hnralo cerno dantes, visto ter ni casa
pessoa bastante habilitada para o desempsnbo de
qualquer obra.
O aballo assignado previne as pessoas com
quem tem cons, que o Sr. Cario Augusto Pe-
reira de Mendoaca, delxou de ser seu caixeiro
a 15 de marco proxin o passado. Recife
de !w7(r
Fogo e bengala
de muitas variedades, e todo de efleito magnifico :
vendem-se em pequeas porches com todo sorti-
mento, tanto para casas de negocio como particu-
lares : no arraazei'i de bacalho, na escadinha da
alfandega n. 3. "
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. l.
'ende Vieira & Rodrigues.
Servente
Precisa-se de um servente > no hotel da ra das
Cruzes n. 39, prefere-se escravo e paga-se bem.
Bemardino da Silva Costa Campos tendo de
rtirar-se temporariamente para Europa deixa
como seus procuradoras a seu irmao o Sr. Joa-
quim da Silva Costa e ao Sr. Bernardo Alves Pi-
oheiro. ficando este na gerencia de seu estabele-
cimento comraercial. Para tratar de seus nego-
cios, no foro deixa encarrepdos os Illms, Sr. Drs.
Joaquim Jos de Campos da Costa Medeiros e Al-
buquerque. Joaquim Correia de Araujo e Jos
Jcuqatiii Tavares Belfort e ce no solicitador o Illm.
Sr. coronel Rodolpho Joao Barata de Almeida.
Agencia em Fernamjbuco
., Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
staisa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas eatrtartleas.
Puramente vegetaes e senv mercurio, cura se-
zoes, curam e purifican) todo o systema humano
Vende-se eCTectivainente .em casa oe Samuel P
hnston & C.,rua da Saozalla Nova n. 42.
Alugam-se dous escravos robustos1 proprios
para qualquer servico e de boa conducta : atci-
tar na estrada do Cajueiro, sitio n. 1.
AMA
Precisa-se de urna ama para, servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-se bem agradando': na rna Velha nu-
mero 66.
Na ra Direita n. 27 2 andar, precisa-se e
urna ama que cozinhe e eogomme para urna pe-
quea familia, mulhere marido, pagase hem
Alugase una casa terrea na travessa do
Luca. com um excellente siiio, o qual tem algn-
roas arvores de fnieto e campo para criaco oe
animaes, com os seguintes commodos : 3 salas, 7
quartos, cozinha fra, coebeira, estribarla e ca-
cimba ; a tratar na ra do Apollo ni 32, arraa-
zem de assucar.
Escrava,
Na ra do Crespo n. 6 se dir quem vende urna
escrava perfeita engommadeira, cozinlieira, ava-
deira, sem defeito algum, o que se garante, cora
urna fllha de 8 annos de idade (linda mulatinhai.
e nma outra de menor idade.
CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a lo annos que
tnha alguma pratica de molhados e de boa con-
ducta : para informagoos, na ra da Senzala-ve-
Iha n. 18.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar em casa ,
de homem solteiro que tem pouca familia : na ra
do Crespo, casa o. 12. ______
Precisa-se de nma ama gue cpmpre e ^izi-
nhe : na ra de S. Francisco n. 54.
Preca-S(j de urna ama para coiinhar: a
tratar na ra das Trincheiras n. 11 A, loja de
cirgueiro.
Roubo.
7 de marco
Jo V*)!-*o Soaret
Precisa-se de urna ama qne compre e cozi-
nhe para casa de pouca familia : na ra nova de
Santa Ria n. 41.
ATTENCAO
Pergunta-^ ao Rvd. padra provincial ou
ao seu delegado se em virtude do decreto
do SS. Padre Pi IX, de 5 de abril de
1856, podia o guardiJo de certo convento
desta cidade cantar, como o fez a 4 do cor-
rente a missa votiva da N. S. da Conceic5o,
quando se sabe perleramente que outro fim
nao tem se nao extinguir a devocdo de N.
S. que algumas devotas ha muitos annos
co8lamam fazea, Para seraelbante aboso
ao referido decret chamamos attencao do
ixm.gr. governador do bispado, pois nos
constados no sabbado prximo se pre-
tende cantar outra vez contra a expressa
detefruijarji do mencionado decreto.
Osineirode S. Francisco.
4na de leite.
Precisa-se de nma ama de leite sem fllhos : a
tratar na ra do Crespo n. 7, loja.__________
Precisa-se de una ama para casa de homem
solteiro : as Cinco Pontas n. 156..
ATTENCAO
Declaro a meu irmo Salvador de Siqueira Ca-
valeanti que vou chama lo a respomabindade em
consequencia de seus annnncios de 28 e 30 do
corrente.
Joaquim S. Pessoa d#Siquera Cavaleanti.
Dividendo
Roubaram do abaixo assignado no dia 10 do
proxmo passado 107 couros verdes : a pessoa que
der noticia certa receben 200* de graticacao,
prometiendo-se nio proceder contra.
________Manoel Joaqoim Ferreira Esteves.
->- Aluga-se na ra da Aurora n. 20, urna re-
ta de 20 anuos, que sabe coier-, engommar e faier
o servico interno de urna casa- de familia, sendo
muito carinhosa para criancas.
AMA
Precisa-se de nma ama para cosinhar e lavar
para casa de pequea familia : tratar na roa
do Vigario n. 9, *> andar. m .
Paga-se o 5* dividendo da maasa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos A C. a raalo de 3 0|0,
no escriptorio da ra do'Vigario n. 13, 1 andar,
ras tercas e sextas fe iras das 11 horas da raanh
1 da tarde.
Nalhara Danheisaer, vai a Europa tempo-
rariamente e deix por seu bastante procurador
o Sr. Joseph Lehman em 2* lugar o Sr. Julio Izaae.
Preci n. 21.__________________________
Precisa-se
de orea mulher para cozinhar em casa de familia,
psge-se bem : quem pretender dirjase ruado
Torres n.-5i
ATTEN5I0
Fornece-se comida com muib- aaseio para easa
de familia, loja ou alguna officto, mandato
buscar, ou mesmo levar em casa de sens done ;
na mesma casa recepe se roupa para lavar e en-
gommarjiudo por precoommodo : na tBavMMa
ruadoeJPir' n. S. j_____________
O palaeete
N. 101 da ra do Mondejo em que residi*o r.
Fehppe Needhert. ser alagado a quem metbo*
vanttgeo e garantas oprasenlar : a tratar
mesma ra, olaria I, ora Maree!
Lop#.________ .________________
i Perdeu-se jima caixa de rap de tartaruga
preta eom firma de ouro, no cemiterio pu
tarea de 5 4irrente: rogase a tjuera a'-h..
ijjeza das Cinco Pontas.
gratMteado.
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Diaria de Pernamimce Quinta feira 9 dt Junho de 1870.
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EIRO FBANCE2
N& ra do GXbuga n. 4 compra-s ouro, prat
i pedras preciosas por preces mais vantajoaos do
ib* am ott ualquei- parte.
na da Cadeia tfb Eccife61
WX)
Chama a attencSo dos seos innumer<
rat PV seguate tab
mil barttrdo que am o
tabellaras para seDhoras. a
30*,- 35f e. .
Ditas parabomem a 3.5A, 40 Coques a IU, 153, !8, 2W,
.25* 303 e.....
Crescentes a 12* 15,$, 18,5,20>
255, 30| T .... .
Cachos ou crespos a 3*. 4*. rj&
"", 7*. U, U e. .
Tranca de cabello para anael a
500 e. ,
Tranca para braceletes a 10$,
m, 20*, 25 e .
'S. Fregueses, e do respeitavel publico ea
qoatlHa" tinte por cent
I H t JL*' i ''
s para relogio a'*B>, 6,
**, n, |**e. |A0t
40000.
|crtede^y,):.-01).
I Corte de cabello oom friccXo. .
32*000 C6rte de cabello com lavagem'a
. champou. ... .
iaxqaa Corte de cabetiocom limpet da
cabera pela machina electri-
4*000! c*> un'ca em Peraambuco. .
j Frisado ingieza oa i franceza.
50t
501
00t
l*00i
SOI
2
Gwnpr*m-se e veudom-se diariamente para lora
i dentro da provincia osera vos de todas as toades,
oores sexos, com tanto que sejam sadios: no
lerceirb, andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
fregaera de Santo Antonio.
Com muito Riaiof vantagem conjpraiu-so
ooro, prata e pedras preciosas e u obras veihas: na
loja de joias do Coraca de Ooro n. S D, ra do
C&bug.
Compra se urna casa terrear boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista: na ra da Florenti-
na n. 6 M
.... 30*000 Bsrtw. b '.
SSIGNATURAS MENSAES
Especialtdade de penteados para casamento
Bailes e solore .
O dono do estabelecimeiito previne s | Recommenda-se a superior T1NTORA JA
Exmas. Srs. e aos cavaheiros qne ha um PONEZA pera eaegreeer os afeeBes e bar
uUopara timara dos calilos e barba, as- Da> m]c* admitida na ExposfSo Universal
r i como nao prejudiciil a saude, por ser te
sim como una empregado smente occopa- latil, analysda e approvada pelas acade
do nesse servico. mias de sciencias de PAMS E LONDRES
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Compra-se nma casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceigao nu-
mero i

Ceraprs-se ou aluga-se urna escrava que seja
cnou!a,d meia i dude, e que saiba comprar, co-
ritihar e engommar para casa de pequea fami-
lia : a tratar no Corredor do Bispn n, 11.
Compra-se periodo preco, o inleressant ro-
aneu de Octave Feuillet, intitnlado Joatjuim
|>ick ou o bitedor e estrada, o qual fci ha lem-
pos publicado no fothetim do Diario -eXemam
buco, cuja colleccao tanibem se compra : i tratar
na ra do-Crespo n. 19 loja de fazenda?.
As seguintes obras
Vinte annos aepoit, ou tr$s nmqueteiros,
por A. Duraas, 11 vol. eoq. por 15000;
.4 rirgem do mosteiro, e as memorias de R -
chetieu, por Jo>e Victorino, ambos enc*der-
nados em um so vol. por 3*000. Colas
cont suisso, cdc. 1 vol. por 1*00Q. Canto
d'alvorada. poesas por M. da Rocha, 1 vol.
ene. por 3*000. Florea ngelas, por Paes
de Apdrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasans. liuses perdidas, por C. de
Azeyedo, todo encadernado em um so vo-
Uime, por 8*000. Jwita. a voluntaria da
morle por J. C., %Mberto, sceaas de um ro-
mance,, por Candido, ambos ene. em s
vol. por 3*000. Polmyra, a ceguinba bra-
sileira. romance em 7 cantos por Dr. Boni'
fjcio de Abreu, ene. em um so vol por 8*.
0 cavalheiro d'mrwntal por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 10*000.
Tamben vende-se as collecces de lets
provincies faltando apenas 3 annos, por
20*000, tendo27 vol. rae brochara, tam-
bem tem outras obras que a visU se mos-
trarao, e qne ludo se vende por prepe em
conta.' pUaque se dir quem vende.
VENDAS.
Xa ra do Bangel n. 30, vende-se massa
muito bem trabalnaJa, propria para bollo, a 6W
a libra.
No pateo do Carmo n. 9, armazem do
lbeiro.
Manteiga raglexa a$Q0, 1*400 e li0 a libra.
Dita fra*ceza a 726 rs. a libra.
Cha pewla o que ha de melhor a Sa e 3i00
libra.
Dito hysson a 3| a Itbra.
Queijos flamengos novos a 4e0.
Velas t!e espermacete a 700 rs, a libra.
No armaiem do Sr. Antonio Annes Jacome ven-
de-se mais barato do que era qualqncr outra par-
le : a tratar na ra da Cruz n. 38, armazem de
Meills Latlian C.
Velas d spermacet
Verdadciro americano, cada urna canea trinta
e cinco meias duii de vellas, ou 210 veWas, por
trinta e cinco mil reis. No armazem de Tasso Ir-
maos & C, na do Amorim.
Vende-,*; a casa terrea n. 11. em ctoios pro-
prios, sita em Olinda ra no oito do Amparo,
com 4 uartos, corredor ao neio e duas-salas : a
ratar no lu andar n. o roa da Cadeia do Recife.
Massa batid\ a 640 rs,
Valdivino da pohwa vende massa batWe e in-
gteza para fogos : na seu armazem de sal 'da ra
Imperial.
Grande pecbincha
Na ra do Duque de Caxias, antiga ra do
Qnein'.ado n. S*, vendem se alpaca de todas as
core.- e lavradas pelo preco de 500 rs., litas de
bons pannos a 240 -rs.; assim como tem ricos
ertes de cambraias bordadas de cores a 7000 o
corte com 10 varas, baratis^imo.
Terreno para edificarlo
Pechncha
Engenho.
Yendo-se o engenho Ribeirio da freguezia de
Santo Antao, sitoado pouco mais de ama legoa
da estrada da Victoria, de trras muito producti-
vas, podendosrejar para mais de 2,080 pies an-
naaes, com bem cercado eito'todo de vallados, e
nu-.Uo boas obras; o engesbo d'agna e est
moee:e e'corKme : quem pvetender este negocio,
dirij-se ao mesacc eocenho, -ou ra da Concor-
dia A. 13.
Fartnha de aaniliti<*a.
Ha para vender boa tartana de mandioca, en-
saecada, ou agrjnel, chegada recentemente de
Santa CathatriBa bordo do brigue sueco Oiaus,
eme se ?cha 'fondeado m fraile do trapiche Ba-
rio do Livmmento; seus consignatarios Amorim
lrmaos & C, ra da Oruz n. "3.
Vende-se
Ps de neseiras e varias qualioxles, de cravei-
ires, de apotis, de figueiras, de abacates, de pi-
nbetros, de palmetras, de. 'laranja cravo, por ba-
rato preco : tratar na'Boa-vista, ra do Mon-
degn n. 31.
Vende-se por melade'do seu valor um terreno
'fereiro, onde se aoha edificada parte da cidade
do Rio-Formtiso ; ealuga-se. oa vndese o so
i:radon..ai sito na ra de S. Podro Martyr de
Olinda : .a tratar na na do imperador n. 30.
Vende-se una mulata de 23 anuos de idade,
iion<,sta,~sadia, ocainha o diario de urna casa (to bem, entenda algoma cousa de massas, engom-
Vosde-se um leFreno cora 140 palmos de frente,' ma perfitamente, ihorda, faz tabynnbo, e cose
e oulros tants de fundo, pouco mais ou menos, rchao : veode-se por fjrecisao : tratar em Olinda,
sito ra do Mrquez do Herval (Cineordia an-
tigamente) coofruni ao gazemetro : a tratar
ra da .Madre de Dos n. 36 A, das 9 horas
manhaa as i da tarde
BfBnMOBBBft
GRANDES NOVIDADES
LOJAD
CABRIOLET
Vade-se um cabriulet de duas rodas em bom
e.stad*, com arrefofl para um cavallo : na eocheira
da ra de Santo Amaro n. 1.
Vende--e um terreno o lupar do Fundo
em Deb Tibe de baiso. com 50 palmos, de frente e
00 de fundo : a tratar na roa do Apollo n. 47.
Vinho do Douro
Vende-se de uperior qualidade em barris de
quinto e dcimo : na ra da .mperairiz c. 8, ar-
ntazein i!" molhados.
sobrado n. o, defronte da igreja de S. Pedro Ve-
na iho, na ra de S. Bento. Na mesma-ca^a-se dir
da
juros de 2O|0 ao roez, liavendo garanta a con-
sent.
PARA SENHORAS. Ricas poupelioas de padroes lindi -simos, e gosto nevo.
Cambraias bran.as bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padrn por
barato preco de 580 rs.' o covado.
Grande sortimento de las e alpacas de 320 rs. a l50d q covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas cora barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fusto enfeitados brancos e e cor.
Vestuarios de fusto para meninos.
PAR \ HMENS. Camisas inglezas e franeezas, de linho bordadas de pregas,
com collarinio e sem elle, ditas bordadas para hoivas. Chapeos de sol fe rabo de
tnarfim e de canoa e.. etc. luvig de Jouvin para senli-ras.
Graode sortimeot dexntinadospara camas e ancuas. Croxs para sof e ca-
'.;-l.v > de crqcb para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro desalas,
especia! .-"rtimentos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s> existe na
: :.> e especia!
L^ja do Triumpho.
e Caxias n. 7.
tilia Ciwiu
LOJA DOS ARCOS
Batatas.
A 1-eOOO o gigo ; no armaoem cniao mercantil,
ra da Odfi n. 33.
Wende-se urna linda muiatiaba de 16 annos,
oom principio de habilidades, viuda do seran,
pe^a, e propria para copeira ou mucamta : na
ra de iMortas n. 06
Vende ni se duas negras de 15 aSOjonos,
tres cabras de 1 a 23-aooos, um dito de 12, dous
negros de 30 a 40 annos : na ra de Hurtas nu-
men 96.
Vende-se urna negrota prea, criuula, de
dade de o annos, de bonita figura, com prin-
cipio de habilidad e, e um preto crioulo, de idade
i annos. possantee sadio, prctprio para eagenho
ni servido de casa e ra : nanuda Paz n. 34.
Tariuha de mandioca
igual a de Afuribeca.
Efii saceos de dous alqueires e de panno de
algodao, enja medida corresponde de 3 a 8 0|O
mais do qce a medida daqci e do Rio de Janeiro,
vende se a preco menor do que em qualquer ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Concal-
yes Beltro. em sea escriptorio ra do Cemnier-
cio n. 17.
A 5^000
Egt;amph(H.
Vende-se na ra da Cadeii do Rfjife n. 5-, .oja
de azulejo.
Laade caima
Vende-se lia de cama bem seccaporpre;oc(.vo-
modo phusphoro- do gaz a 280 a duzia : no pa'^o
do Carmo, esquina da ra e Horta;, armazn
numero -2.
A ^OUO
MadapoBo encorpado proprio para nia? e len-
t *, pecas com iO varas, por 5/ : a ra de
Crespo n. 25, I >ja da esquina.
, Roa do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'lmeida C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conbecido como
nm dos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber'directamente de Paris algun6
artigo* especiaes qne passa a.mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Cbapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e goipure.
Colchas de seda e de 13a e seda.
Cortinados de cambraia bordados mnito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e catleiras.
Toalbas de linho de* superior qualidade.
Bramantes, selicias, sgoiSes atoalhadoS.
Goardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, bales, caminnhas, sombrinha.
Madapoioes de varias quaidades, saxos para viagem, malias, tapetes, capa-
chos, alcatifa e muitos outro artigos que se vende por pregos mdicos.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEIRAS DA IN-
DIA para forrar salas.
i
Attenco
Vndese urna taberna propria para quaquer
principiante, em miuto boa locilidade, e o motivo
da venda se dir ao comprador : para informa-
c6es, roa S#v n.iCI.
VenJe-se urna eocrava de 23*annos de tda-
de, eozinha o ordinario de urna casa, tem princi-
pio de eBgmnm.-i lo, la*a niuito bem, sadia e nao
tem vieios : na ra do Pires, sobrado n. 27.
Vpnde-serkjtioas de cores para senhoras, pelo
>iminuto prco de noo mil seis c par, sio cores
;ujio Loaiiai, obra bem feita : venham a ra da
Cadeia n. 30 A, loja de miudeeas, defronte da ra
da adre deeus.
Cavailo.
Rival sem segundo,
' l
bom.. e
AO ARMAZEM
IM
na Nova*-7
Acaba de ehgar a este estabeeeiment nova3
factura* com knnortante sortimento dos artigos
abaixo mencionados precos os mais resumido?
qne possivel.
Fogo chinez de saloes
Para os festejos de Santo Amonio e S Joao.
Grande variedade destes Sndos fofuinhes de ar-
tificio chinee, de visti de cores e effeltos magn-
ficos de sorpebender, fabricados pvopriamente pa-
ra saldes e serem soltados por meninos e meni-
nas sem o menor reoeic de serem offendidos.
Bdlles aereostaticos.
Estes interessants bofes de papel de seda de
cores feiios na China, cem 6, 8 e 10 palmos de
altura, mnito dngantes facis de subir com os-
pirito de viuhe, podem -ser soltados das varandas.
Papel paraeneiUr bollos
Papel rendado mnito bonito de diversas lar-
guras para enhilar bollos de S. Joo, precos ba-
raissimos.
Luyas de pellica.
Do fabricante ouvin,
SortiQ'dTito completo de brancase fie cores, mui-
o boas de se escolher, em quanto e.tao bem fres-
cas e sotidas.
Botinas
Para senhoras e meninas.
. Br4raas pretas-, brancas e'de muitas outras c-
bem sortidas c bonitas, do ultimo gosto da moda.
^Botinas, botas e perneirasi
Para bitmens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavan, lustro e pellica,
bems rus'iana- de hizerro e de lustro, perneiras
de lustro tanto para horaens como para meninos.
Sapatos
Sapatos de borracha para homens, senhoras e
meninos,-sapatos de invern para homens, ditos
aveludado, de easemira e de tranca francezes e
j-portugtwaes para homens, para senfioras e para
meninos.
Perfumara.
Finos xtractos, banhas, leos, agua divina, de
cologoe, de lavande, e de florida, tintura para ca
.bellovpomada angroise para bigodes, pos de ar-
roz e-sabonetes.
Quinquilharias
E^pelhos grandes e pequeuos. leques, albuns e
cailaos para retratos, estetioscopes C'im bellas
vistas escolhidas, bengallas, chicotes, currentus de
plaqu para relugios, grvalas, oculos, luneta-,
caixinhas de. costura ornadas eom msicas, phn-
tographias. mgicas, eoflresinbosmgicos para des-
appcreccr anneis, ditos ditos para relogjos, jopos
de 'domin, bagatella, rdelos, e outro* muitos jo-
garnhos francezes e Hemes, jarros com bou-
quels de flores de pnpeelana> para santuarios,
cestinhas diversa^ para braco du meninas, objec-
tos de phantasia dourades para toiletes, ricas es-
covas para cabello, para vestidos de senhora, para
chapeos e para barba, (jonteiras d espuma para
cigarros e para charutos, abat-jur para candieiros
a^gaz.e para laniernas de piano, caixfnbas de m-
sica de darse corda, ps de vidi o para pianos,
realejos grandes e pequeo*, accordions, eosuiO-
rauas com as inais intnortanb-s Vjsta-, molduras
deuradas para inadros, bonitas e^ampas de pai-
tagens, de figuras e de lanos, carrinhos de 3 e
de 4 radas para eonduzir meninos a passetos, na-^
las e boleas para viagcns, be reos da viuies os
aais eommodos que ha para crianzas.
Brinquedos para meninos
Para este artigo nao ha espaco nern lempo para
a mas-ante eitur.i da innidade ds gneros de
brinquedos fabricados em diversos paizes da Eu-
ropa.
Attenco
O dono tote ctabeleeiniento pede ao publico
em geral que continu a vKtfa-k> verificando
as qualidades c os precos barato de ditos objec-
tos por serem vindos en direilura e de conta
propria.
(Afillga f na
Contina a vender ludo mnito
muii.0 barato a saber:
QuadtTiios depVpel pequeo a. .
Libras de artia ptcin milito Loo. .
Tesouras fi^as para uiilias i ir,-tu-
ra a......., .
Papis de agulbas frauccias z li-
lao u.........
Caixas com seis sabum-tes d liuta
Libras de laa para bordar de todbs'
as cores a .......
Caivetes finos para aparar penas
lapis a 800, ib e.....
Carritets de linha Alejandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Grvalas de cores mnito finas a .
Grotas de bolfies mad*persla fi-
nissimos a.......
Pares de luvas do cores limito li-
nas a 320 e.......
Novello de linha de 400 jardas a*
Caixas com 100 enretopes muito
superiores a -......
Petttes volteados para meninas a.
Tinteros com tnta preta a 801 s. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a kiO-e.
Frascos de oleo Philocomo mnilo
fino a.......' .
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nitos a
Dnzia de saboneles mnito Iino>> a.
Saborfetes inglezes a 6U0 rs. e. .
Frasco com agua de cok na Pivera
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Lartifhas da doutrina fazenda nova.a
Libras de linha sortidas de lodos )s
nmeros a........
Dnzia de pomada do Porta muito
superior a. .......
Babados do Porto,, largos a I0ue
Capachos muito bonitos e grandes a
Gamitis de retroz pro, com
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeiUdns a, .
Libra do Imha franeexa superior
qualidade a...... .
Caixas de palito do gaz a. .
Bonecas de cera muito bonitas de
500 rs. ........
te
60-
ISOO
cirooo-
t 500
100
900
seo
sao
500
G
tCi>
240
100
200
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500
100C
2t0-'
50(/
7-20
1,5200
500
roo
VI
24C
400
1800
28C
200
700
640
2400
20
2000
Na eccheira da roa de Sanio Amaro n. 1 vna-
c>-e um excelente cavano de cabriolet.
Farinha de mandioca
De Caravelas e Aleobaca, chegada hontem e boje,
igual a da ierra nova, redonda e sem obeiro : a
tratar no escriptorio^de Jos Mara Palmeara, lar-
go do Corpo Santo n. i, t* andar, oa a bordo das
barca* Linda, Dhalia, Pastura e S. Joao H, anco-
radas no caes do Ramos.
ATTENCO
Venda-se nmsio na estrada do Rcsarinho com
boa casa de vrenda, estribara, ocheira. bastan-
tes arvoredos fructiferos, bem coreadn, tuda em
perfeito estado : quem pretinder dirlia-^e ao pu-
teo do Carme n 11. 2* andar.
ATTENCO
i Fazendas b rata JP t que de avada.
H .V raa d* Crosp n. 'A.
Cambraias finas \nctoria o?. 16,18 e 20
de 3 a 3S5O0 a peca.
Cambraias flnw de cores a 280 rs. o
S covado.
MadapoSo lino a H, 5*500.6 <6*000
Sm a peca.
Algodoziflho com 18 jardas a SOOO
a peca.
fljp Algodao de I istras americano para rou-
; a? pa de eseraves a 280 o covada
Algodao trancado beaneo a 560 re. a
H vara.
SW Lencos flnos de cambraia a 2306 a
g dnzia.
H Chitas amatizadas e nudinas a 240
| o covado.
Do-se amostras na rna do Crespo a. '
25, loja de ManoeJ Das Xavier.
m
FOGOS,
Para Sauto Antonio.
%. Joo
S. Pedro.
Grande deposito de fogos artificiaes para os ful-
uedos de senhoras e crianzas nos dias de San!
Antonio, S. Joao e S. Pedro, a saber : pistolas
brancas de 3. 4, 5 e 6 balas.ditas coloridas de 3, 4,
5 e-6;belas,'rodinhas brancas e clondas fontanas,
craveiros, chafarizes em nonio pequeo, rodlnhas
com illominaco color las, fogos de bengala.fogos
do ar de 1 e 3 bombas, dito? de bomba real, tan-
ques ehinezes, bal<5eszinho9 de 3 e 4 palmo?, pro-
prios para soltar em vara'nda com espirito de vi-
nbo ou msalo gaz, alem de outro maior sorimen
to que s com a vista do comprador : na ra Di
rerta n>53,Joja de Lenidas Tito Loureiro, antiga
loja do Braga.
NA
, Loja ingleza.
<30Passeio Publico__60
.Nene grande esubeleciraento encontrar o res-
peitavel publico um grande sorumento de fazen-
das de todas as qoalidades, sendo inglezas e fran-
ceias qne se vendem por mnito menos do que em
outra quaiqusr parle.
COMO SEJAM;,
Chitas escuras v claras, finas de cures fixa a j
210 e 280 o envado.
Cambraias de cores, padrSts moderno? a '80 e
320 o covado.
Lazinhas muito linas, padroes de fosto a 400 o
covado.
MadapoIStis finos de 4*000 para cima.
Algodao brinco a 3 e 4a.
Cortes de fusto para calca a 1 .
Ditos de brim pardo a M,fUI> e 1:^
pilos de easemira preta a 5*O0
.as, paletois e coleies de uda v
e pt
Na loja ingiera do Passeio Publico.
Faavtma com pequeo
de arara.
Ba do Duque de Caxias, amigamente do Quei-
niado i".
Madpolao fino a 6 a peea, cambraias de cores
lindos padre a 2%0 rs o covado. cortes de ves-
tidos de percates emn grande numero de covados
e de doa* sais a 4 jdOO o corte, ebes do merino
*tainpadin a 45500, saias de madanolao tendo
.-vinas defeito pequeo a 3*500, a paldea de ma-
dpolao dol antigos, mas que a santa economa o;
recommenda, a 2* I' Offafece se amostras.
. Vidrs para vidracas de todos os tamanhos
e m caixas, vende Bartbotomen 4 C. em sua
parmaria na rna larga do Rosario n. 34..
' santo 4ntoM. Jofio e .
Pedro
Limalha de ferro em vidros muito nova.
Dita de. ac em vidros muito nova.
Dita de agulha de Lean muito nova.
'Enxofre em tubo*.
Salitre refinado de Io qualidade.
E todas as demaig preparacoes para fwgos ar-
tificiaes : vende se na pharmacia e drogara de
Bartb'>lomeu (t C. na ra larga
Farinha a ^O
Vende-se na rna da Praia taberna n. 43.
VIVA S. JOAO
Rna nfrelta n. 53.
CompWtn sorlimenlode facas e garfos de ba'an-
co de 1 e 2 botoes, bandejas ohinezas com iind<
esmaltes, culberes de metal de principa para cha
e sopa, treas paca eozinha, salitre, breu, barbante,
1 enxofre e papel, alem de um completo sortuoento
de ferragens, miudezas, cutibleirias. machinan pa-
ra desearocar algodio, moinbos paia caf, etc.,
tudo por menos preco o que em outra qualquer
arle : ua ra Dreita n. 53, loja de Lenidas Tito
onreiro, antiga loja do Braga.
ATTENCO
Es casa de Mills Latham & C. ra da Cruz
o. 38, veode-se sabo jnglez de diversas qualida-
dea. -
m M 112 l 8
Vende-se
Pesos de ferro do systema decimal.
Champagne da marca afamada.
II,
lili IM IIZ l
eos
peso
com farinba; de mandioca da ierra, coro
- de 27 killos pe 0*500
sac-
o
Luyas.
OMlVde lu'vadl
pretas e d-
hellfir
rNada sorti-
mcas
, ca-
Initf
Tem para vender
Vaquetas envernizada para carros.
Oleados de diversas cores.
A ilUlfl HU
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA EA Da QCIMAD0)
Nio foi sem uiidanii.tu qne a NOVA
ESPKBANCA tem deixado de azer os seus
jiinuncios, a razo simp(e6, ella entene
que tudo em demasa ahora ce... por ssd
como j tinlia dito'e scientibendo sua boa
freguezia o que constantemente a recetan-
do, ou tivesse feito muitas veze's, receiou
tomar-se massente, assim pois recolheu-se
um poico ao silencio, mas nunca de snelo
d'eit.pregar os verdadetros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
ua Europa, j descobrindo i-bjectiiS domtfs
parado gosto Analmente* ssi^nando o
Jornal das Fumiltat, o qual ven sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para dtsla forma melhor
servir a sua constable frefroezia e com es-
pecialidaile ao bello ao, qm m a NOVA
ESPEBANCA ufanase em' onVreeer-Mie
seus serviros. Bpress.indti-!>c desde j em
declarar que iem recebido uliiuiamente
untr-meios e baba :n- bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinhos de setim j'ar-
iaptisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
-Meias de seda e fio de escocia para mari-
cas.
Dedaes d'osso, mar:n. afo c madrepC-
rola.
ptimas navalhas, afiadores e m.'s^a *atz
as mesmas.
Finas esponjas para o rosta e para ba-
uhos.
Bonito! sapatittbos m\ tqxwn, sendo
com salt', p;ua meiuuos a mi'utnas da dois
a doze asnos,
B;is lenice com cinco tecmotros, para
contarse os Dos de qoalquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes ile vestidos.
.Mollas para segurar c isfuras.
Bonitos tinteros de novos muidos,
.Meias de la para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo1 preto e
branco, liso e de salpicas, e outros muito?
objectos expostos a venda ra Duque
de Caxias n. 2i_, na NOVA ESPEBANCA.
ftabao d'alcatro.
V.nde-se na rna Duque de Caxias n. 21
PABA LUTO.
Brincos, broches, voltj, pul eiras, fivel-
las, pentes, boloes pata purhos e cadeias
para relogios.'
A NOVA ESPEBANCA. querendo satisfa-
zer sua freguezia, n5osmenle em objectos
d"alcgria ou de luxo, q'uer tambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ou a'gucm de sua
amiza^e, precisam de taes objictos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou viro
que ha de melhor neste genero, porque--
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao somente tornaro-s-j
tristes como at repugnantes, o que d3o
acontesce aos da NOVA ESPERA.NCA. por
que apenas exprime o sentimento pela cr
porem como que traz um lenitivo pelo gostoj
e perfeico com que taes objectos s3o tra
balitados.
Fin uta.
A NOVA ESPEBANCA tem para vender
urna flauta d'ehano do afamado fabricante
Boum.
Vende-se nina casa de taipa. na baixa do
Zunibi, (Torre) em solo rendeiro : a tratar na rna
Imperial n. 233..

Vende-se farinha muito boa chegada hontem
ex saceos grandes e panno da fabrica da Baha,
aos armazn i da companhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na rna da Cadeia casa n. 1,
cem Jos Gonoalves Torres.
T"

Vende-se gaperfina tinta ros
500 rs. rad* garrafa : na rti
numero '3.
A 500 rs.
0mm000
Joaquim Ptodr^uesTa- S
^ vare ^ de Melfo,
gPraqa do Corpo Santo n. 17
TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paEussia.
Vi ribo Bordeaux.
Fare,ifo d- Lisboa,
!0 Faiinha de manlioea.
i

jsir_


i
6
Diario de Pewanibuco Quinta, eira 9 de Juitho de 1870
_
Rna Juque de Casias n. 55
Na i*j3 da VlffiOAJjE'continnr-se a ven-
der poi baratsimos presos todos os arti-
gos c* miudezas c perfumaras do seu
iran.i,;- e \ariado sortimeto, garaotindo aos
como- ibres toda a sinceridade.
Liadas bonecas de cera e inassapor ba-
ratiss.rno preco.
Eaeraos doarados para pendurar a
460 m
Avala* de osso para crox a 200 rs.
Reratas finos para segurar cabello, a
320 rs.
Guarns para gaz a 320 rs
Garrafa com tinta atzame a 15000.
D;'s -ora agua, florida a I550O.
t>if om dita dita a 150L0.
Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
FravMcouofeoexpresso de babosa, de
2i0 ? OiD rs.
D'o "-ora agua de Colonia de 300a 10000
Do com extractos finos a 14000.
r io com sndalo verdadairo a 1^200.
1.1!.; com banha muito fina de 120 a
c ^.-,r Moc niuito finos e diversas quali-
fcdos ;i 80,100, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditos pan fado de 500, e 600 rs.
Ditos para cabello a 500 rs.
I'.iii- p,ra a'isar com costa de metal a
. 320 rs.
Ditas ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
JPentos para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pa*rios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Ericos de cores, inteiramente modernos
- de li>0 e 40 rs.
JNjnars cagraphicas moito finas a 1(5400.
Ditos ae langa e mosinha a 800 rs.
Lid dos babadinhos e entremeios de 500
d 15 500. "
Grasas de bot5es de baca de 160 e
290 rs.
Dos ditos para calca a 240 rs.
Ca .a "ora papel amizade a 700 rs.
D-tas com envelopes a 480 rs.
D'taa com obreias a 40 rs.
L>' s coai agulbas fundo doarado a
280 rs.
ThasTora para costura a 240 rs.
Liaba de marca eaixa a 280. rs.
C .n itis de linhas de Alexandre de n. 70
a 2c;' a 50 rs r>
C ampos rauito finos, com passarinhos du-
zia* i 10 rs.
Lirias Irancezas para jogar duza 35000
Ditos lortuguezas, duzia 10400
P ; arnaco superior qualidade resma
L^>n. muilo fina para bordar libra 60500
ri'-ss para debrum de sapato, pessa 160 rs
Di' de lam para debrum de vestido peca
40& n. F
C mivete gr.-ndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folbas por 320 rs.
R- wto& pretas para luto, o par 100 rs.
J -anc?s do lam de caracol branca e de
efl i j: 10 a 100 rs.
Fna pa.a cs, pega 480 rs.
A i' i < de latao, carta 100 rs.
ipa'inhos de lam para creanca de 400
as-i,.
i ::,.'. Jiras a 40 rs.
Gravatas de soda preta da 400 .e 800 3 i
Ditas de erle, brancas e de cores 300rs.
Dita de gorgurlo de cores a 800 rs.
Na verdade roa Dnqae de Ca
________Uaa a, a*.________
Cantara da Lisboa
Soleiras, horabreiras e capiteis para frentes de
cajas, o que ba de meihor : venda no arma-
zem da travossa do Corpo Santo n. 25, de Joaqun)
Lopes Machado k C.
Vendem se diversos eioraro pecas tindM
do Cear, proprios para engenho, assitn como
urna cabrocha por i:0Q04, de 18 aooos de idade,
bonita figura est um pouco descorada de rtalda-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na roa da Cn n 53, r andar. _______
Armazem dous irmoB
SHlaui U Peoha S
Mantaga ingle: a superior a 1*500 a libra, dem
fraoceza a 800 rs., cha miuJo bom a 3*300, dem
grosso a 3*, velas de esoerraacete a 640 a libra,
caf em carojo bom a 200 e 240 rs., tQucinho a
400 re., talarim, maearrlo e aletna auOra., quei-
jos frescos a 2*800, dem prato a 1* a libra, yinbo
em pipa a 400 rs. a garrafa, dem S. Jaen M-
doc a 640, grandes latas com bolachinhas a 1*400,
lagustinhos a 600 rs. a lata. Nesle armazem. ha
semp-e grande deposito de guueros de prkneifa
qualidade, e vendein-se a presos muito resumidos.
LOJCA-
o
brande armazem na roa da
Imperatrlz n.
Nesle grande armazem vende-se louca mgleza
finas e ordinarias, apparelbos de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
.'ortimenlo de vidros Anos c ordinarios, que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preso que em ouira pualqmer parte :
chamamos a attencLo dos fregueses, \ap serao
convenientemente servidos tanto nos' cVmmodos
precos como na boa analidade das fazendas.
Grande estobelecimento de faendas e roupas feitas e por medida, roa da Im-
peratnz n. 52 jonto a loja de oorives.
Neste estabetecimento encontrar o respeitavel poblicj um bonito soimento de
roopas de todas as qoalidades.
d7MftS?fSKrVErclJ e de cAres/ ^ 3*500 70000, ditos mirin preto
de 70090 at 250000 ditos de casemira de c6r<;s finas e ordinarias, de 60, 160OJO,
ditos de panno fiqos de 6* 80 100 e 3t 0000. sobreoasaco dito de 200 a 500000
a a T?P^sor,imenl0 de: caifas de brim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
ae w, a lujuso-o mais superior, ditas meia casemira, ditas casimira de G. 120000
ditos casemira.preto de 60, a 160000superior, dita de merino diversas qnalidadespari
luto. Assim como nm bonitp sortimeto de colletes de brim da cOres, ditos braaoosk
ditos de casemira de, cores e pretos, ditos de marin para lutofazenda superior
^ arti'li"10 t?.t0 lisas francezas de algodo, de 10600 30000. e de
hfrho de 380000 a 701000, a duzia- Acabam. de cnegar ao GRANDE BAZA*
SMimento coropeto de ceroalas francezas de a1j?od5o da 10600 a 20500 UNIVERSAL, roa Nova n. 22cabnemo
ditosde bramante a 10800, 20500 e 30000 ditos de llamburgo. francezas, fazenda su- ^^"Aum completo sortimeto
MACHINAS MU
COSTURA
Venie-ae catado Sraecei obra ronito boa pelo
diminuto prego de 7/ e !f*, asjia cun calcado
para ctaeas a 3*. baratUsima venbam a" el-
las antes que se acata*, na bem eonhecida bja de
nuadetaea na 4* Cadeia b. 90 A, confronte a
ra da Madre ae Dros.
)r de 250000 a 3*0000 a duzia. Sortimeto de colartntios dealgodSo e'IuTn'o,aeicU" cninas. Para costura,
de ma-
[lunu ue ouwj a anffuou a auza. suriimenw ae coiannlios de algodSo e linbo eic cainas Para costura, dos autores mais co-
assim como meias de-algfljdfo para hornero d* 3'0, a 100000 a duzia, gravatas de mu- Diecidos. s quaes esto em exposicao no
tos qualidades. Na ruada Imperafriz n. 52, loja do mesmo Bazar, garantindo-se a saaboaqua-
Sortrmeoto de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglzes calfo de marfim. ,idade> e tombem ensina-se com perfei?o
Toalbas pan rosto. Sortimeto de mallas para viageai. a todos o compradores. Estos machinas
ATTSXGAO. sio iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
Neste estabelecimento encaprega-S(* de maodar fazer qaalqner obra por medida reiras diariamente, e a soa perwicjo toi
e para esse finvtem hbil mestreencarregado da offrcina, que se encarrega do trabalho como da meihor costureira de Pars. Apre-
com perfei?5o e pontualidae. v sentam-se trabalhos executodos pelas raes-
SORTOfENTO DE FAZENDAS. mas, que muito devem agradar aos preten-
Chilas do 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados. ditas miudes dentes.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alian
dega velha n. 2, anda.
FARINHA DE MANDIOLA,
Vende-se farinha de mandioca chegada do Ma-
ranhao no ultimo vapor do norte, por menos do
que em outra qnalquer parle : a tratar no escrip-
torio de Joaquirt Garardo de Basto?, ra do Vi-
gario n. 16, v andar.
Aos cem mil azulejos
Portugnezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
mazem de louga de Bernardino Duarte Campos
& C.____________
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabed e da barba, fui a nica admittida
Exposifo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 10000 cada frasco na
Rna da Cada n, 51.
1. anclar.
para camisas e timo de.menino 260, e 280 rs., e outras rauitasqudidades de 320, 360 />n/> -------------------------------------------
e 400 rs. o eovade, neste meamoestobelecimento ehegarara. urnas bonitas chitas da UIICIIc e aniiaZGlTl de
Victoria Com barra, a anal liara fllns p.-.iimrw>linf.p. anf>il,-> nara mminhn pm_ v
mamore
victoria com-barra, aqnaJ i para flbos ecompelente" enfeite para corpionp. Cam
braia lisa de 35, i, 5| e 10^00 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as qua
dade?.
ALGODO E MADAPOtAO AVAHIADO.
A 4000 o algodjw.-e 4^500 omadapolo. e tambero chita escura b&a 240 o
covado por ter grande porco, na roa. da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
Jieao de Ouro,
mmmmmmmmmmm mmwmmmmmwmmmmmm
P3
Se
o
Ol
cr
e
3
Caes
n.
57,
AOSTIIDI1
ha>
Com este titnlo acha-se aberto e inteiramente transform?do este antigo
estabelecimeuto dejoias, onde os freguezes e amigos encontraro tadoqnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e sencridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de meihor em
aderaos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, raeios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros mofas objectos que seria cnfadonbo
mencionar.
Compra-se onro, prato, brilhantes e podras finas, pirmaior preco do
que em outra qoalqaer parte-, troca-se e concerta-se todo e qualquer obiecto
pertencente a esta arte.
Vinte e dous de novembro
(ootr'ora armazem allianfa)
Ha para ven ter pedras mar mores de todos os
tamanhos e gr ssuras, fijlos de diversos ta-'
manhos, soleiras e saecadas, assim como solei-
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
traU-se e faz-se qualquer obra, como monuTien-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tudo o mais tendente mesma arie, por mdicos
precos.
en o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal caitt..1agua correnta, baixa para capim e
grande terreno para piantaedes : quem o preten-
de' dirija se prapa Ja laaepondeacia n. 33.
GAZ m GAZ ~
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster a
o., ra do Imperador, um carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partida;
a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte_______^__________________
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da e*
trada de ferro, cuj't terreno tem al cerce feiio pa-
ra cinco moradas decasa^ na rna de Motocolom-
b dos Afogados : a t^-tar na mesma ra, ou na
rna Direita dos Afogados n. 13.
PORTLAND.
Vende-se no armaiem amarello de Vicente Fer-
reira da CosU & Filho, defrente do arco da Con-
eeicao, em barricas grandes
Tasso Irmaos & C.
Vendem oleados pretos para forro e guards-chu-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinhn alfrofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabeHos.
Agua de Florida.
Machadiohas americanas.
DO
BRACO DE OTO,
Ra do Imperador n. 20
O respeitavel publico encontrar nesle
eslabeleclmento diariamente um completo
sortimeto de pastelaria, boltos ioalezes
podins, p5ds-del, prgsentos dos. ultows
chegados ao mercado, salame de lina, bo-
linbos finos d todas as qualidades para cb,
amen ioascafeitadas, confrttos, bomboins,
pastillas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo .cartoxos e carteirea con
seis charutos de cho :olate cada ama, este
sortimeto d& cosclas* do raaie acredita-
do fabricante de Pars e o meihor que at
boje tem vindo ae Aereado.
Vitaos portugnezes, figueira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhoa
do Porto, moscatel e Setobal, o Ilustrado
publico encontrara oasle estobeleoiiDanto
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quera oraprar era porc3o.
Licores da t >4as as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Aiapana, este
lieor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xaropes de grosrhe,Krosi,
raaracuj, caja etc,, vinhos d Bordea de
1 todas as marcas, o mais superior ane se
1 pode encontrar, champagne de Chevemt
muilo superior, os mais fines e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todis- as ba>
bidas alcuosas, este a mais salutor para
i quem soffre do estomago,
Conservas de legomes, pwtaguezas, frm-
i cezas e inglezas, mihos mostrada etc.,
frustas, seccas cristatsadas e em calda, ua-
cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fatrt-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarro
de S. Paulo e Rio de Janeiro, moitos sa-
periores, e finalmente tudo qaanto se deso-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptidao
e assfio : Como sejam para casamentos.
baptisados baiieste, tambem se receben
encomsnendas de pes de l oo bollos de-
qualquer especie enfeitados e decorados,
i bandeijas de bolinhos com armafo de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, geltotinas de frncta~, aroendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao s
tem poupado a despezaj para meihor me-
recerem a acoadjuvacao do illustrado pu-
blico.

Telhas de ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por presos mnito razoaveis um grande sor-
timeto de telhas de ferro g*lvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros qne alm de ser mais barato d..
que as telhas de barro e aformosear rna:.-
qualquer obra mnitp^ais limpo.
60RA DA IMPERATRIZ
,Am JVTHCi^lLJKJIjIUB^nO k
publico, u a L'nn.le s':r!im(Wi> ,u ffl?onHas da mg ^nnraHTT^^T^Trfr*-^^.w, ^JBM-^im^ ^a_Ky ^i^Mi
a
e ?i
1
Nsfe grande estabelecimeato encontrar o respeitavel publico, agrande sortimeo'o de fazendas do niais'anur7bTpni~^r ^
;. i qualquer-parte, vist) qu os novos socios desta firma adoptaram o systeraa de so vennderem DI\ME?iftO ; para noderem wnS n?!,r u -t aSi pr,!ne,ra necessidade qne se ibes promette vender por precos muito mais baratos do oj*
ttsrio fazer os seis sortimentos pelos mesmos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maicr commodidade das Fxm miiia. ?d t^Aa^aasJ Surera o descont. As pessoas qne negocian em menor escala, nesto loja
:lher. muMs. laminas, ae toaas as iazendas se d5o os hvros das amostras, ou se mandara levar enfsoas casas, para meihor p
CP'0C"ESPA"ACADE,"''SES0Fi's- 6rrasr^T4sa^f*^'*^ "**
; :
ALTAS NOTDADE
O PAVlO
' > !T \S FAZENDAS PARA A FES-
TA DE
. ANTi I ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
11 ndem-se as mais linda-- poupeli-
d linbo e seda com o> gostos
lis novos que t.-m vindo a este
.nercado, pelo barato prero de-----
mO covado.
[ !as letradas, de furta cores, fa-
ndas de rnuita phantasia a 2000
' r-ivado.
S di b smark,larga fazepdamuito
irp ida o covado a 2.\jO0.
I 'mas lasinhas largas com palma
de seda, covado a 15000,
[.nas agraciando torradas covado
', l!/).
Alpacas lavradas de todas as c6-
' covado a OiO, 800 e i 00)
Bonitas ffssinbas eseossezas com
. Iros1 eiilras de seda, covado a
Finas alpacas lisas, seodo cor bis^
mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
k. azul etc., covado a 610.
Ditas fnrta c6rs com as mais bo r'ros, ovido 503 rs. ^
i idas bareges lisas, e com lista c
da mesma c-, fazena inteiramen- ^5
iva, covado a 5G0e 6i0 rs.
R.inltas'rSasIdbas lapadas etrans- ^
iies comgrandu diversidade, o
r.o a do a 600 rs.
Laisiihas lustrosas com lindas c6-
i emitarSo dd seda, o covado'a

Jados corles de ardadme, sendo
f zonda nova e transparente' e de
moita phantasia, com 18 covados a
15)50jO.
Fiuissiraos cortes de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
- z;>a 12^000.
C res de ganga indianos, fazenda
DteiranMBtfe nova a 7-509
I .- cbinezes com duassaiasa
i0.
*
Ditos de*a escosseza f zonda mui-
nita com, fioi de seda a 7(50 O
Finn-sJJM) djfidys-com lista de
tr i salpico, sen lo fazenda de
muito phantasia. o metro 8?.
O.-gandy branco com slras lar-
gis u quadrinhos, a vara a i5000.
Todas est3s fazendas, s5o inteira-
mente novas e so vendem muito em
conta, ra da Imperatriz n. GO,
loja e armazem de Sil\ i e Figuei-
do & C.
de 12,-?0O0 rs. cada um, pochincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavao tem boni'as casemiras eseosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao la lo, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo oarato preco
.de 43300 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O Pavo eode exceUente fazenda de pura
la com as cores escuras muito prnprias
para calcas, pautte, colletes e roupa para
meninos que frequ.:ntam a escolla pjr ser
urna fazenda leve, escura e >te muito dura-
Co, e pechincha a 8U rs. o oivu,io ou a
;58'iO o corte de calca para homem.
FINAS BAREGES A 64,0 RS O OVADO.
O Pavo tem as mais linrtas bareges de
la sendo, meias transp.iren'es, com urna
s cor, tendo: lyrio, azo\ ros BismaTck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado. prJe ter H-
to urna grande compra, assioi -como ditos
mais estreitas de orna s cor codl listras o
imitaco de seda a 560 rs o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE;MADAPOT.A0 \ 3^500.
O Pavao 'vefrle rr^'sas de muflo bom
madfpoln, tendo 12 jardas <:?..ia urna, pelo
barato preco d' 3 .:; i -i.
PSCHINCFIA EM ALGODO A t000 RS.
'O Pavo esta v, n i r a'/odo-
0 Pavo tem um grande sortimeto dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc, proprios para co-
brir presantes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algo>do e-ifcstado.
VeBde-se urna grande porco de algodo
sinho americano com 8 pa-mos de largura,
proprio para lences e toalbas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LA AS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimeto das mais lindas lazi-
nhas eseossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
do duas saas, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
"SEDAS D" LISTA
SEBAS DE LISTA
a 20000 o covado.
Chegou para a I ja do Pavo um grande
e bonito sortimeto das mais lindas sedas
de listas cqm as mais delicadas cores, tendo
eaK^efias ajguraas que servern para iuto, e
vendem-se pelo .barato proco de 2J000 o
covado, pechincha..
FAZENDAS PARA LUTO N\*L0JA PAVAO
Encotttra o respekavel publico ueste es-
tabelecimen;o um grande sortimeto de fa-
zeodas pretas, como sejam casas france-
e inglezas. chitas protas de todas as
q-.i lidades, fasendas dp la de toda* que
iem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, qa^ao, bom
in.-s merios. etc. que ludo se vende
por preco barato.
PARA, BAPUSADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
quidam-se cada ora pelo preco de 10S00O.
ROUPAS PARA HO.MENS PARA TODOS
OS PRECOS.
IVestc grande es'abelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimeto
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cszemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais baralo do que em outra qnalquer parte ;
assim como um grande sortimeto de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceronlas tanto
de nho como de algodo e abundante sor-
timfnto d; mefas cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DJJAS SATAS.
ALPACAS LAVRADAS A 640,
t.000 RES,
800 -B
siaho francez, tendo 4 i .'hovaes para baptisados.
____i i______ rVji-tie ra Miunir'. a l
c-i.i uef-j, pilo barato'p'
com 11 metros
de 40000 rs.
CERA D
Vend.'-s \ s ,-ji h,
;, i.H.ii- .<
' 'quer parta, ija rr di r iz >
loja do Pavo.
OSSil ptv:*
Vendc-se es (. > msd c.*i
mais eocorpados, ,nr
id i di diversa r^ '. ,
loja da. Bfcvo
C'*rt?s de casemira a 45000, cada um.
Vender bonitos cortes de casemiras
"ns e escuras pelo barato preco de 4,
ou a 2*400 :.IRTINADOS PARA CAMVS E JANELLAS
publico prn grande sortimeto degrosde- O Pavo fez orna grande compra de cha-
naples /.etos de todas as larguras e qua- Pos de sol de pura seda, inglezes, com as
lidades, tendo d l^iOO o covado at 75000 haspras parago. sendo neste genero os
e 8500.j, que sa vende por preco muito melhores que tem vindo ao mercado, e fi-
era conta.
CASSAS FRANfjr*ZA&
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
droes, tendo para todoos precos e quali-
dades, dando-se todas amostras,.assim como
um Bonito sortimeto das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vend^m-ss bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASI.NiAS A 320.
LAASIN'HAS A 320
LAASINHaS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timeto das mais lindas l isinhas lustrosas,
com listrinhas a mitaca.) de poupelinas de
seda e com as c-es ma"
rs. o covado, pechincha,
*** IlIVtlI^
EM CAMISA DO PAV iO A 45500 RS.
Venie-s^m bonito sortimeto de muito
fioa.s e modernas camisas inglezas com pei-
to e coliarinhos d linho e punhos, pelo
baratissimo myo deASOO rs. cada urna
e aos fregusaes que comprarera duzias se
I be far*um abatim
faaeiji que vela
liqaifla.se'por este p^efio por se ter eito do-se os donsdo^staTeicinMntTp^QTaU hr8ura' com ,0 ardas cada peca, fazend*
urna grande compra r as.sim como se vende quer falta quapossa haer quer or de- C4U8 semPre se vendeua7le8|5000, ligui-
um bonito sortimeto debitas tambem.-om mora, quer por qualquer deleito na obra- '^'^ ^ bafatopaco de 4-^W.
0.?..0^? borda*i,'e d,Us de al8d? e P^3 isto en^.ontra ^respeitavel public CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Chegou para este grande estabelicimentr.
o mais bonito sortimeto das mais moder-
nas alpacas lavradas A?, todas as cores, ao*
se yeitdem a t$, 800 e 640 reis o eovado,
assim como um grande sortimeto de ses-
eas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquina
on jaquetinbas de seda preta. rvament*
enfeitadas a vidrilbo, tranga e setira pret:
tendo de todos os modellos, os mais novo?
que tem chegado e vedem-ee por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE-SEDA.
POUPELINAS DE SE^A
POUPELLNAS DE.^EDA
a 2)5000 o covado.
O Pavo acaba de recabar o mais ele
gante sortimeto das mais lindas ve.dadei
O Pavo vende urna gr.mdt? porco de
cortes de vestidos indianos, tando duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se c -
me tem a 5*00> ^endo cada m seu competente ras poupelinas de linho^e seda com os pa-
do fazenda me vale ^no. droes mat delicados que tem .vindo ao mer-
U,R.\S MESCLAAS A ZA ft novAnft cado, tendo entre ellas cOres proprias para
alliviar luto e vende-se palo barato preco
O Pavao tem para vender bonitas case- de 25000 cada covado, peehmcha.
miras mescladas e bastante encorpada para r k t.
roupa de homens e meninos p?.!o bara.o L-ambraias brancas
Si"^cVvSL^' M **m Vende-se H*Pdesoru-eDto dasm-
corte de calca para hornera. lhores cambraias tamo victorias como trans-
HOlipa POr medida. I,arentes lGn(i ^ 35300 i pecaat a maii
lina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4n#0, A PECA.
S o Pavo vende pacas de cambraia
' de
ora grande sortimeto de todas as fazendas
que desejar. ^ v
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante cem 10 pal-
mos de largara, proprio para 1". icft :s, .1 n-
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 5000. 15280 e
15600 RS.
Vende-se bonitas fazendas {proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado dando a largura da fazenda o compri- ..
.gas ?x*,.,a.,s1fi3-Sfar.wsii-3 4/i mttrM -"ir^ \zmuL e ">
-rdados, proprios p,ra camas e janellas,' Vestidos brancos a 19 rs. i ESPartilhos a sjqqo.
' S;";oraodraS XJ?. ^! tid^V3 Td-6 *A> m I Vende-se um bonito sortmito dos me-
> "qT' oSra afe^nartP "'Y 1,?^!VT'"T1* b0rd" lhores e mais modernas espa-tubos m+
m t, rm outra qMlqoet parte. J das e coffl muito fazenda palo barato preco do barato prefl) de 55000 at &O0
constantemente aberta, das fr horas da aanhai^s 9 da noute
oa>
Vende so o mais elegante sortimeto mais modernas e bonitas chitas tanto i
das como gradhs, com.cores claras o I
curas, danrlo-se de todas, amostras.
RSTOES BTL-NCOS A 64^08 E t/M|
1 i bonitos fHStoes brfnpa
prnprios para vOpfl^K
ras e roupa para moflios e %da-oe
>, 800 e 1A200 ts. o covado..
Cassas a rs.
O Pav -ooilas ^3? 4
csres Oxas
/

(
'
*\
/


il
2:
Diario de Pernambueo QuinU feu* 9 de Juuho de 1870.
3
1
\
>
>
4
IMII
' Ksqina'.h ra Uft A'iiro. a, eh, frente do caf Imperatriz.
------.....roste rtrt% ( s^ptnosoo-t^.lerim^it., de bernias sbcontrarao as Exmas.
-5&S &tK2f,Ula em aflisos d m is r,*M lnxo'cfi,no enHoda5
Alera fie se atyum prvido* do que do nfforur se encorara ueste lipiria
S1TZSST '^ ^ fifc ,i'reC^0De ^ ?S dfSa e
^3?^? se enconira emPans, o rae ven. cada da augmentar s propor-
esde^ae dtep8e ^e etabelecimento para hm'Sen-ir sua numerosa fre?nfria.
Qf-'o cm artjros de moda e
dfa augmentar s pr
numerosa fregezia.
JSl^SB E '"^ 6 toalhaS T W que costuraa vir ao raer- da uieiramaiie nova para vestidos de baile,
u" iM .. Grvalas p ra senhoras e hornelo mais
i-S^frS. _padroes e quaiida- completo soriiraeoto que se pode desojar.
aj var,aflas Aimuis com laosicas para collocar retratos, ras e differentes gostos.
eCado proseate para .oalquer pessoa de Collas e puoiios bordados pai a senhoras..
Atoalhado deltaho e algodo,
te cores proprios par? toalbas.
ii v ixunui
Cuando a AGIA BRRNCA, mate precisa scieabScar ao respertarel publico em
geral, e era particuiaf ^ sua boa fragiiena, da imensidade de objecos que ltimamen-
te tem recatado, ]u*taaotoqaando ella meos o pode fazer e porqae essa falta invo-
lantaria ella confia -e espera rw benevolencia de todos que Ih'a aenderJo e relevado
continuando portante a,drigirem-se a bem conhecida Ir ja da AGOTA BRANCA roa do
QueiDWflo n. 8, onde sempre achariio abundancia era Wtinento re snperioridade em
quahdades, modicidade em probos e o seu nunca desmemtido AGHAO E SINCEIUb VDE
' Do que aciraa c* ,1t0 se cw,hece I tePO te que a AGITA BRANCA poda
dispor, einpregado apezar de seus cusios no desempenbo de bem servir a aqnelles que a
honram procurando prover-se tra dita teja do que necesitara, entretanto sem eunume-
rar os objeetos que por sua naturezasao mais Mecidos ali, eRa resumtdameote indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendaveis, como
bem seja :
IOJA
Ao
S
* ------ r- -rf* h tivuuvi mu*
Guardanapos de linlio pequeos e gran-
braneo e des.
GorgurSo de seda preto ede ores.
Grosdcnaples preto j de cores, Itaven-
BaE C f ^c.?sf8ftoraoder. do dversas calidades fgostos.
, bem cmo de crochet, ludo de apurado, .s-f
las
tost e
feitio.
Japonozes para senhoras, o melhor gos-
Baldes de muselina, madapol5o, brancos to, e fazenda propria para as testas nos ar-
a de cores, para senhora e meninas, 'rabaldes e passeios a larde.
Bareges de cores variado sortimento. j
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as Lazinhas de todas as quaiidades. cores
"ff-t88.*- > ^ ; e gostos> DS,) ficand na(la a desejar, tal
cbuiina de todas as cores. o sortiraento que existe para escoiber.
Bolsas de tapete para viagem, grande^ Lencos, ludo quanto pode haver desde
'* e l8manhftS fr*108- esguio ao ai?odao commura.
Bombazma pela de todas as quaiidades. Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de ludio de 11 palmos de lar- rjado sortimento.
nra, e todas as mais quaiidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretannas de hubo e algodo, grande sor- Lavas de Jouvin, chegadas por todos os va-
iS a V t L poras, sempro novo sortimento, qces em
erras de Irabo branco e de cores, do mais pellica para lioraens e senhoras, quer em'fio
wmmodo ao majs caro emqualidade, affian- 'Escocia, brancas e de cores.
ando o que ha de melhor na especie. I &-y|;
Brins d'algodSo completo sortiraeuto e Madapoo; iudescriptivel o grande sor-
-viedade de pre;os. tmenlo que ha neste genero, desde ornis
, c23. elevado proco ao meuor que se vende em
Lassas de cores, o maior sortimento, pri- pega e i etalho por menos do que em ou-
ando pelo bom gosto e bai-ateza, attentas' tra quaiquer parte.
1*Al'8v.*n Milll,as ^bln(,e Para noivas : o WrQ
oara.,raiab brancas, tapadas, etransparen- gosto dosnossos correspondentes em Paris
el- kS *a l08"*^8 ae P.res- habilita-nos a dizer que temos em nosso
^amisinhasde cambraia de hubo e cassa; estabclecimenlo o que de molhor se dese-
ordadas ricamente enfeilados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para horcens e meninos, tao va- Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, cora lidas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Mussena branca e de cores, lindos e va-
riados padi oes.

Panuos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muilo
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
. Ditas de casemira muito unos .para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Prinoetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazeflda lindissima.
Pelherraas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
qae de melhor e mais agradavet se pttde
encontrar neste genero, e de mais fragaBte
e suave no olphalo, tem o PAV1LH0 DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais Ano Bouquet dAmour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o torea-
dor de urna senhora de gosto.
ta
Saias bordadas, brancas, lisas e de ereS
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e quaiidades e
o mais barato possivel.
Sarselim de todas as cores e quaiidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e era pera para co-
vados.
Toalbas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalbas de linho e algodo de todos os
tafflanhos, li?as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito'nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de'fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que do raelbbr tem viudo a
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e^obras essas
cuja novidade de molde e pcrfeicSo de ador-
nos es tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores I qua-
iidades para cintos.
Leques uesse objecto multe se poderia
dizer ^erendo descreve-los minaciosaraonie
por suas quaiidades, coree e desonbos, tal
o grande e variado sortiraento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 1 tiras.
Guipare branco e prete de diversa* qua-
iidades e desenhos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, pelo.
PERFUMARA
Graade e constante sortimento de dita,
serapre meHior quajuade.
Luidos vasos com po de arroz e pinsel.
CaLxinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentcs dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos le madreperolr.
Caivetes linos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadiuios.
Aspas para balo.
Nevos stereoscopos com 48 vistas, as
qu^es sao movidas por um machinismo
para stereoscop >s
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados cm
Ditos de algodo com flores -e lisos.
Veos de seda para chapelioas e monta-'ntnas aostitaem as outras.
ria. Vistas para stereoscop. is.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de fiscCssia. ;,s-
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxotaes completos para baptisados. Bollas de borradla para brkiqudo de
Touquinhas de fil, sapatmhos bordados oriancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordada para ditos. para ejifeites de mesa e t lapinbas.
GALLO VIGILANTE
Una do C'resp* 3
Os propnt'tarios tiesta bcih conhecido estabel--
imentd, alm dos mullos objeetos que tinham ex-
post.is a rprreiarjo do respeitavftl publico, man-
daram vir o acabara do receber pelo aJtiino vapoi
da Europa utu coinpleto e vanado nortimeato de
lipas a mui deliradas especialidades, as quaes es-
tao rosnlvidos a vender, como de seu cosame,
por |irei;cf muito baratinnos e commodos pai-a to-
dos, com tanto que o Gallo....
Mou periore9 lavas de pellica, pretas, brau-
case io mui lintas cores.
Mni b ias c bonitas gollinhas e ponhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno,
superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para canecas du*
Emaj. senhoras.
Superiores tranca preta e de cores com vidr-
iioa e sena elles; esta faiauda o que pode ha ver
de melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos'loques de madreperola,
marflin, sndalo e osso, sendo aquclles branco?
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
uhoras, as quaes sempre se venderam por &>f 000
a duza, entretanto que nos as vendemos por 20*.
aiem destas, temos tambem grande sortimento de
ouirs ''latidaden, entre as quaes alanmas muito
Unas.
lijas bengalas de superior canoa da India e
castao le narlhu com lindas e encanladoras figu-
ras do mesiiio, nete genero o que de melhor s
pode ifesejar ; alm destas temos tambem grandi
'inantidade de outras quaiidades, como sejam, ma
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ele.
Fino-, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia *
>e outras ([it.-iiiJii'les.
Lindas e swp.iwe ligas de seda o borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda.para senhora e para meni
i Ditas de raadeira envernisada co vispo- nas de j a .' anno de idade.
i rafi e COm dminos, k Ravalnaa cabb de marPm e tai-
Bollas de hnrra,), MM h*~ln A, ??:> sa0. m.U:'l. boas'e de.mais
-:aio sortimento que vai do mais ordinario
dapoiao-ao mais perfeito bordado de li-
te cambraia.
Camisas do meia^ de flanela, brancas e
^e c6res para hom'm.
Casimiras prrtas e' de eflres, o melhor
ice sa pode imaginar, sendo d'rsso a me-
iJrprcva o grfnde consonmo dellasia
oficina da"casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
*esde a mais candida flor de irangeira at
Vmais interessante griaalfla.
Ohapelinhas no melhor gosto.de todas as
-5res hoje preferidas pelas senhoras de
C3s apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
"Jumo ?sto de Paris.
Chapeos de so!, para sonoras e horneas,
de todos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padres para vestidos.
Chales de tedas as quaiidades, avultado
esmero e nao menos' variedde de gostos,
Chitas, impossivel'descrever o sortimen-
to e variedade de padroes e nvos gostos,
ba neste artigo todo quanto se pode desejar.
Ciatos para senhoras o que se pede iraa-
t-aar d melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enei-
tcs, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de fustao branco e de cores por
presos commodos.
Corpinhos de cambraia. ricamente borda-
para senhoras. ,
Cortinados de cambraia bordados e de
t.o qoe de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de lia de 9 palmos de largura
-'radas cresi e ricos Dadroes.
Esparlilhos branioa e de cores, para se-
rharas e meninas, o melhor neste genero ;
nenhema Sra. deiiar por corto de riibnir
e de to precioso auxiliar perfeic5o de
im corjio delicado.
Brtremeios bordados.
Escorailha preta.
Bnfeites para cabeca, altima moda de este mercado.
Par, receb.da no ttttmo paquete. Vestidos de 13a escorza de 2 saias,
Bsguiao delraho, mmptoto-sortimento de; novidade pelo padreo, gosto efrma: ditos
I de"linho com barras de cores, e de cam-
braia* de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazera os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blod para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
NOS GRANDES
N. 23Largo do Ter^o*N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS Ir f,
PROGRESSO
10
IG
Fatro da Penha
DE
S AUTOS & FERR IRA. .
Os proprietarios dstes bem Sortidc-: armazens participara aos seos iunomeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo fe'.to grande miiiuicao de pre-
Cos nas suas mercadorias estao por isso resol idos a vende, por menos de ?0 e 20 \,
do qne en: ontra qualquer parte, garantindo-se portanto a s pprior quaiuade de qual-
quer genero comprado i.estes Jous establecimentos. Mencionamos alguns dosnossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os ootros, porque enf3dnho seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a :J20 a ff?rraf e
480 o litro. .
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 2(0 rs. a garrafa e ISO 300
rs.-V litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 56D, 500 480 e 400 a garrafa litro a 8W
760, 720 e 000. '
Vinho branco puro de Lisboa a 050 900
Gaz americano marca Deves a 8J800 a
Ita, 080 rs. a garrafa e 560 o litro.
Atefte doce de Lisboa a 900 e ^HOO a
garrafa em porfo fa?-se grande abatmen-
to.
Caf m carooo a 220, 240 e 2C0, a li-
bra o kilogramnfo a 48o, 540 e 600, e
7,J000, 70500 e 880Q arnjba.
Milhoalpista 200 rs. a libra e 440 ofci-
a garrafa, era porco ha abatimento. togramma e 5i5800 a arroba, em porg5o ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- i batimento.
res e mais acretadas marcas a 1000 e 1,1300'. SS?" frAesMS do Ghhm vaPr a m
15500 e 25 a garrafa. ,e **00 c*Ia um-
dem Bordeaux, Medoc e St. Tuen 2\.vAletr^,lc3rrSo'?-a,Darim a m a'
7,5500 e 6560O, a duzia e 640 rs. a garafa. | ? e 1*,0 kilogrammoem caixao ba
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 65500, 7^, 115500, a frasqueira.
Ser\-eja Bass, Illers 4 Bell a 9^800 du-
tarura para fazer
__l a mais sao ga-
ran!idas peto fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asstguramios .sua qnalidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnluas para maciiina e para crox
Linba multo boa de peso, frouxa, para encher
labyrintlio.
Eens barilho? de cartas para volufrete, assbx
como os teios para o mesmo fim.
Grande e va; lado sortimento das memores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos comra. as convutsSes, t
faram a entinto das innocentes criancas. So-
iiK's awde racito recebedores destes prdigioso
collares, e continuamos a reeebe-los por todos os
vapores, am de que nunca falten; no mercado.
como j tem acoijceido, assim pois poderao aquel-
t que lidies piecisartoa, vir ao deposito do gallo
vipldnie. acnde sempre eucontraro destes verda-
de-os collares, e os quaes attendecdo-se ao fim
para que tao appii-ados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogarnos, pois, avista dos objectos que deixamo?
declarado*, aos nssos freguezes e amigos a vjrera
comprar por precos muito razoaveis loja do galle
vigilante, rr.a -lo Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadero portland. So se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem Q
Joio Martins d Barros.
zia em porc5o ha grande abatimento.
dem marca II e T e outras marcas a
55500 e 65, a dozia e 500 rs. 3 garrafa.
Assim como ha outros muitos
at'timento.
Sabo raassa de Ia 2a quadade a 220
e 240 rs. a libra em caifa" ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 850 o ki'ogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
t
FiUs largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fkhs e crochet, odernos com cintos
sapas, o que ha de melhor.
Fil de seda, Hubo algodo, de todos
a gostos epdtoes. asseveraras nossas Exmas. freguezas,'que
ustao de todas as cOres e qaadades somos os nicos em Pernambuco qnepode-
*" ^,t'mGnt0- mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Ftarwtia hrarica e decores. ; apurado gosto em semelhante materia/gra-
Flores, o que ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do nosso remecedor fem
n ![em am3' tem oPaVILHaO Paris, podemos gataritir que ninguerateste
DA AwsitA m pertmanente jardfm a genero o possue melhor, nem mais em
msposicao das Exmas. familias. conta.
muin. rJ\22d.0 d* t3 ^ande e variado sortimento qne os proprietarios doPA-
TiLHAO DA'AuROX'm apresentam ao pobco declarando desde j ue a sincerida-
m e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Pra^iose todo e promptos sempre a prver-se do d0 por ventura lhe
eja necesaano, os proprietarios deste sumptertso esUbelecimento rtcrJbltaendarn-se
*em. rpwo ^ 8Wtto contradictos e protestam esfor(af-se por contornar a. merecer
iwjtecito que *e raes tem dispensado ; Certos de que do seu estabelecfmento nao sahira- m de S Amaro
Jte fie Snuza *Mr9 & C
ConiBa sempre a oficina de alfaiate dirigida por om dos mais liabeis aftis-
m'*i~AmUi exMt^r com promptidSo e bom gosto qualquer trabalho que lhe seia
joamao. Lraa modista specialmente occopada nos trabalhos do PAVILUAO DI A-
ttA, dingH os que lhe sao concerftentes, garante por seu apurado gosto e prombU'*)
n execacao e a tasis completa perfeiclo nos seos trabalhos.
Ja('08a frft8zia que nos honra orna prdva de que merecernos o con-
toque ae rasp^aoiioMoesiabetecimento, concoitn que procuraremos' firmar cida
ee mats. fara t! Star anda a coocecoc5o do fim que nos propomos, lemosf no hosso
*tablecimeoto o*ytimos figurioos de Paris, quo recebemos por todos os paquetes, os
oa o padrao da catonda o #osto na forma.
,___,_ Na offiemade alfaiate, jonto ao estaboieciraento, lia gflllntente 08 fifttrrinos
ara borneas que p* tdos os vapweg ge recobera.
E' esteo mdo porqae 'nos aprontamos pealado a provecto o LtatQfk
** 1w o Hfrpwfuhdo reapeSto. conviamos s escoebti^imas Sras. vis>-
22a0 osso est* WwtlBnto, rtaa'deeUBontrarera e^ pelo raetlor W0 poftfve-
1,*npodem^j^r. .*"
*r rodona ^i aittiroa Ij^r as fazandas e amostras ende 'forem pbtWflaa,- vitd
Jjo LuiZt Sobnnho C.
Aborto das 6 s 9 horas da noite.
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, blachinhas de todas as
quaiidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Vanetes, combination, Britania, doce de goiaba fina, chonn'cas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimor, phosphoros de Sycurvt, Cognac, cha de diver-
sas quaiidades, Oanella, pimenta do reino, e/vadoce, pomada, enxofre, breu, pe'ue
em latas de todas as quaiidades, farinba de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dousarmazens existe tambem grande sortimento de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantage'm aos compradores.
DMA PRENDA. Lindos anjee tos dourados de delicados gostos, proprios^
para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA. -4R
BAPTISADOS. VioeS cftaposinhos de setim brancos, lindas tencas de l S
e setim, sapatinhs etc.
GUfPDRE. : O Croch era pessa, branco & prao, tote-"liadas* ranlaireas'e,
quahdade rauilo snprfr.
PNNOS. Vin cimisas de horaens, fazenda superior com-duas faces,'
par OOrs. (pecbincha!)
PERFUMARAS. Finos extractos para- lencos, aguae>de diversas qaadar-!
I des, saboriPtP-. dlos, pomadas, 'pOs'^tMictf tcVetc.
fPIRFUMES. Lindas caixtobas para lavas conlendo urna preparocSo mu
que Ibes d um agradavel ardma, p0rrM600.
^ Grvalas, cintoe, flores, ptumas, coqoe, tran0M;flns, boWs, tecas ene
m tes etc., letc e'mditos outros anigos proprios d) estabeleciraento* veodeodo^er
A tudo por commodos precoz no RAZAR DA'MOA.'raa Nova n. 80,- esquiada
Itefemlaimr,tw fflAR ITK
tOAna da^UKai_iA UllilIlLi LUiJ
10Roa do^ab8^-40
Chita* escura, corf s segeras, covad)
Panno do linho paca lencoes
Obale eWmpado, um
Potxas adamascada, tima
Grodenaple prelo de seda, covaJo
Cassa eo:u saJpico? de oras, vara
Argbdlo'pafBie, peca
Dito de listras
BftWa*|tfracmtoatfM,-com Hita-
ras a pessa
La com listras de seda, ctwado
Mta cbffl fft, covado
no
w|800
t*000
'SOOO
i
J cordeiro previdenti
Rna do Queimado n. Ift.
Movo e variado sortimento de perfuman
linas, e outros objectos.
Alem do.completo sortimento de per!,
marias, de que effectivamente estprovid*
loja do Cordeito Previdente, ella acaba ti
receber m outro sortimento que se ton
QOtavel pela variedade de objectos. superior
dade, quallnades e commodidades de pri
eos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em geral e de se
boa fregezia em particular, na"o se afa
tan do elle de sua bem conhecida mansidi
e barateza. Fm dita oja eucontraro c
jpreciadores do bom:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray d Lamman
Dita de Cologoe ingleza, americana, raa
;eza, todas dos melhores e maisacreditade
fabricames.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete* para loet.
Elixir odontalgico para couservaclo t.
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior quahdade eche
ros agradaveis.
Copos te latas, maiores e menorea, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoaeza, transparent
a outras quahdades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch
ro de violeta.
Outras concentradas e de cneiros igua
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quahdad-
com escolhidos heiros, em frascos de difif-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores o menor*
para mSos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de-meninos.
Ditos moito finos em caixinha para barb;
Caixinhas cora bonitos sabonetes imitand
'fructas.
Ditas de ma(';eira invernisada 40atondo I
uas perfumarias, moito propriaB para pr-
lentes.
Ditas de papel3o igualmente bonitas, ta
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a t
moldes nevos4elegantes, com pode arr<
boneca.
Opiata jfigleze fcancezapara dente*.
Pos de campbota e onlras differeau
{aalidades tambem para denles.
\ toico' btierital WKemp.
Anda mal roques.
m outro* "sortimento de coques de n
vos e botiitos moldes com filets de vidh.
^ alguna d*enea ornados de flores e fita
l-*st2o todos expostos 1 apreciacSo de qnt
Ss pfetenda comprar:
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de mdito gosto e perfecio.
Fltellas e fitas para ciatos.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE D CAJBAS N. O
Estou dispostn 1 coniuwr a \f-(U-r U\'an
as miudezas pelos baralisimos iyc.v- i>ai-
xo declarados, gajanuudo ludo'boof e pro-
cos admirados.
Pcete rom 0 qua lerm s de jia-
pel amigada a......
Cantas com >{) c.-.d. roospaj 11 pau-
tado a. t......
Caixas om 50.rmvelos de linha
do gaz a....... .
Duzias de m<-ias ciuas superioi
quadade a...... .
Pegas de bibadinhos com 10 va-
rasa.........
Pecas de tiras bordadascom H
metnis rada p c.i a 55 Pegas de titas para cs de q !-
qner largura com fO varas a."
Escovas para unlias fazenda fina a
Ditas* para denles a 240, 'SU),
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.....
1 aixinhas de madeia com alfine-
tes fzenfla superior a. .
Dozia de linha fixa p.ira. borda-
dos a 4('( rs. e.....
Pares de meias croa" p;ira meni-
nes diversos tamaobofl a. ".
Duzias de meiastbrar.caa muito
fin;!s para senbora a. .
Pares e sapatos de tranca do
Poito......".
Pares de sapatos de tapeto a. .
Livros de missa afareviadoa. .
Duzias de barteos para voitarete
Silabarios pertugones a. .
Redes com coritas mnito boa qua-
G-irtOfs com colxetes carreras a
A:oteadoras para colirio diverjas
quaiidades....... IQQ
Caixas com penna de ac muito
boa de '-20 a......
Duzia de linha 200 jardas Atexao-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obicir.s ..'
Duzia e a^ullia, para macnina a.
Libras de prega* francezes t< dos
os tamanlns a......
Tallures para meninos a. .
Pares de sapatos de tranca
nieniifs a.....
%0
760
HW
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500
SiPooe
500
500
40
40)
800
386
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1^00
. 40
200
240
pal a
LA VILLE1PAS
I o O
K
20Run da Imptratnz 20
Paria ct Lesaa.
Acaba 'Je ch. gar a osla nosfi nova lign r f<-
zendas finas om variad" surlimenro do faawiida* de -
la e seda, emo ?cjam : granadioi^ go>lo, popelinas de urna s cor, alpacas ;'i.iz-
nha" de cures, o quo ba t mais moderno, ud.
por L.iraiissimos pr. {q, brilhinlina n- m c>, ic-
cidos das indias, fazemla nova a imilac^a il" .. r-
calin, baioes d<> dina finpiulo sai.i d' a :; m 'lin-
das barras, fostSes pEopriM para asrlisn > ruipa*
de nienin-s ; agora grandes e amirsiab pech u-
chas, suias braneas com limita Irisados a as r-
eos n i'piiihiis lirrdados muito filias ;: ''# I.;'"
modernos de ;.rc s a 2. ricas clcha* pera camn
alcuclioadas. sendo brancas e de euros. ;i 8s, [\*
7a, cambraia victoria lina a j, JHac iraii.-i..-ip 11
les a 55, 6 e 7,chiiis nwMuia escur > e ciara.-
a 280. 300, 3M e .160 o covado, cassus d- cores :.
240, Itncos blancos de cas-a a SAMO, diti ; etii-
nezos a 3o00 a dowa, msdaflofio i ic a e
1)4500, e muitj superii r a "i, 760t e 8. ; -
dao/.inho largo pruprio para lenettes I lii. \m:n
de alBndao branco trancad.* piojnin pai inanias
de mesa a I 600 a vara, urastfBta paia I.-it.'t:-s i
2000 e 3o()0, o qne h? de melhor. e.-t ;,i m |-
nissimo a 2a(.0 e 2500 a vara. Mandan* :ia-
casas das Rxmas. familias para melhor pode: ni
ecjlher. Tambem temjs completo siutunento de
perfumaras dea pr,meiros .fabrkanles francezes c
inglezes; as pessuas que se dignare.m vir a esta
loja lerao occa-iao de reconhecer a r< alidada do
que annuriciamos para nos justificar

Aeeio.
^^Jteffl^^ti
LEGTIMOS.
Cbsgajam.j ra da Cadeia do Redife a. Jo.
n/xf ewti'fartnfca (te
ef^Ckrtai,'. atvespa
a tes* frfeiea totm^ffit^
fogo : vende-ge ua roa Primelr.'^ 1' _____
ffie'cS'AT'"01 de l0D5 d0-Beraart Palitos do gal a 310 ilinhas, ba-
u rato : na roa da Rangel o. 3% taberna.
ARTIF1CIAES.
Para Santo .tutoni, %. Te"., c
W. Pedro.
Na muio conhecida loja de ferrgeiis na ra No-
va n. 39, de S.iuza A Guimaraes, adiase um lin-
do e'variado sortimento da todo.-t m' f.gosarnfl-
ciaes dosmelhores fabri.-antes desi.t cidadr, em-
ienda rodinhaa, pistolas de todos os Uim:.nti >.
brancas e de corea, ciaveiros, Dtominac^j e o a-
que, ele.; assim como um limHnkno vanado
sortimento de fogos chinezes neestemente (-nega-
dos, proprios para criancas, os quaes podeiu ser
soltado.'era salo. Avism mais que existe Ism-
bem urna grande qnanfidade de sortes de todas t-
qnalidades, como sejam, sones com estampas, oja<
sem estampas, ditas em carioes com prrguoia e
resposta, ditas em livros, tudo por pre uiuilo
commodos, que admira : na roa Nova n. 39.
Buhar.
Vende-se nm bilnar com lodosos p.rte.u- ;
ver e tratar na ra estreita do Rosario n. i l.
-
fiepo e vanado sortimento de es ob|a
tos, Icafldo 1 boa esciha ao gosto do coi
pradftr.
Bichas hamburgnezas
XstB'tibWodepothd-recebe-se por lodosos pa
qnele?. traaslanticns bloha de nuaiidado sup^rioi
e vendeai m em caixa 00 p e mais barato do que em otra quslquer parte
pa ra, da Cadeia do Reeife n. 51, andar.
Cabellos
Veudem-se cabellos de todas as cores, qaal^iter
ornpraiftWe. qtuMade aperior, om caixa on
por5^.ma^fc#|uea 3 na tua; da. Cadeia do-Re-
1P

St. Estepbo St St Julien: na roa
Recite numero 5.
vttho Bordeaix
da Cadeia' do
ESCRAVOS FU6ID0S.
RSU
Em fuga paho Ico, donde/'
naSiral.
Auxenun-se desde o da 9 de abril d corren
anno, a muala auabocolada rsula, Je idade pop.-
co mais ou meno 30 annos, ebeia do corprf. ca-
bellos corridos, tem os denles da frenie. p. r.Vitos
falla descansada e o maior sigoal ama i:nprei#
em um dos bracos desde o cotovello al a i.u-
I tinca da mao, sappoe-se ter seguio pnrn o le
donde natnral, levfu vaMido docilita escur.
1 com listas encarnadas, aeostnmada a da--.l-, :,
. ootta : quem-a pegar leve ra da Matrh d
Boa-Visia n. 46, ou roa da Cruz n. t', nt.f s, 1-
gratificado.
Pugio no dir II de marca do oos. :
i*escravo Francisco, cubra, de idado J*' ani .
com os signaes segninles : cabeNos esnpMtu-,
rosto descarnado e com marcas de bexiia-, iutilu-
la-se ser livre, levou calca branca, paletot de o-
paca de *ir, cliafo da chile, aaUuai da Vm: l.j
ba ; irmesmo fui comprado ao'Sr. Delmi
Maia>morator na Parabyba,' e JOlira se trr KV<
para o mesmo logar. Desdo f prutes'-a-sc contra
a pessoa tpio o't ver occaltado ; e roga- -e ,105 ca-
piaes de easipo, assim orno s aatu'jlauc poli
ciaes que o tragara ra Direita a. 16, quo ui,
genemsamenle. gratificados,
Fngio no dia 20 do ttei pakmdo nm esrrav^
de nrnne Lino, oacao Costa, de aooos de H..de.
trabilha do mareneiro carapina, usa dt bijoov
e barba por baixo do queixo, ten (ido -veto u'
fregezia de S. Jos. em casa dos. paraste-
ras desta cidade. Protesta-so contra xjmi, ti-
verenr-seaai'dVr; e pwfe-so-aSoffc* 'ca ,ii-
de campo a apprehensao do dHaMKavo e k-vun-
no a ruarda Cadeia do Rteife, ca*a n. I, SSI
pago, o seatrabalho.
Fngio do engenho BdI 9SH tte/vw. da
Escada o escravo de nome DosMfgos, o qua!
os signa.'s segulntes: falta yk' n* <>
pos indi .dos e com bichos. OMMMia-qn
da, alto/corpulento e tem ama marca d
em om dos p-, idad de 45 a SO an
to caxaceiro, (r|6alba em chapeos
confia se qoo Vioipsra o Reeife pd
quem a aoMmiider o levado
oa roa Estreita do Rosario *. 47
RodriKons. Almeida & C, tara 1
gratfMado; as-im como p
o acotar.
/
iia~i



s
Diario de Pernambuco Quinta
P|J--------......------------1-------------- i '
/eir
de Jartho de
1870
-M------P---------
UTTERATORiL
Q U E R ES ?
(\ Mll.u)
Queres ser liiibbaaurora bencoada-
Mini iri matutino?
Queres ser pan nihp n pinito fulgido
Da roda do destmj
Queres, Milla, vivef etu nnos.bosqoe
A' sombra da ideal,
l'ruindo jimio inim lodos os gosos
De um amor sem igual ?
0 Califa nao unja oivirmaif falas,
e o alfanje pnchou ;
lie repente a cablea da saltana
pelo lew roleta!
Maio de 1870.
Queres formar coraigo urna s alma,
Urna s communho ?
Dona pensainentos lucidos de Deus
Ein estreita unio ?
Queres banbar-mu a fronte na trrenlo
Da luz do ten sorriso,
Creando em tcrno mim a f Acidado
Vina novo paraizo ?
Queros ser para mim como esse porto
De que faila o propheta,
onando descanta as glorias d'alm mundo
Na lyra de poeta ?
Queres ser meu ibesouro de delicias,
Meo calis de conforto ?
(Jueres ser da ventura o meigo anjo
Que in'ai Tanque do borlo ?
Queres ser o phaiol que me Ilumine
Nos desertos da vida ?
Queres sor do meu peilo incandescente
A noiva estremecida ?
Queres ser como a fada que me guia
Da vida nos misieres ?
V. a palma que o hiero me reserva
Queros ser, Milla, queres ?
Eduardo de CaavaijiO.
constitu :ao dogmtica sobre a
f catholica.
Pi hispo, seno dos seroos de Deus, com
approfof&O do sagrado concilio, em per-
petua memoria.
Junho de 1870.
O J J
Lyra do oriente.
O CALIFA.
(Ao MM amigo Guilhemino Filho,.
De Bagdad n'um celeb-e palacio,
sentado no divn,
esperava o Califa a bella filha
Tantas vezes a vira nos seue sonhos
vencida ao seo poder,
docemenle cedendo aos seas desejos.
no leito do prazer.
||M agora elle sonba co'a ventura
que vai-se realisar;
j despreza a sultana de Anatolia,
c as virgens de Cdar!
I nao pansa as libas de Smirna,
sentado no divn i
s anhela inquieto, a bella filha
da rica Kurdistan.
Com pooco ella ebegou ; belleza tanta
jamis \o Bagdad,
em a vendo, exclamara, entusiasmado
o Califa Morad:
i Ven) Zara gentil, vem aos meus bracos
flor de Kurdistan !
Nao encentras rival em formosora,
as muflieres de Van I
Teus cabellos sao cordas sonorosas
das harpas de Sio!
Teas olboe sSo os raios que fenram
meu fraco corado
Teus labios sao as rosas de Manvissa,
qoe abrem-se gentis !
Teus dentes *m m per'las de Golcondo,
quando t me sorris *
Vem pois aos bracos meus
comigo viveras!
i n lo aqoi ser lea ; como sultana
Qbem gnvernarf!
E abracaodo-a Morad cumprira logo
"seu desejo febril;
e os prazeros de novo se comecam
para Zara gentil!
' .um lampo lepoia, soube o Califa
qu-j hra era infifl.
e jurou se vmgar della p*ra sempre,
por uto oodo cruel.
Urna noite. no leito ambos deitados,
as>im Moradlbe diz :
Vou confessai-te agora o meu segredo
um grande mal que fiz...
esperien;
sea ana-
Sil
m
dia
, Fui-te intiel um
que adora-me Zobir
Queres te separar de mim agora
ou queres me servir?
Zara Ihe responden : Leva-me a patria
pois foste-aextuel I
Eu tambem nao te aop hoje confesso,
tambera fui-tanliet!
CAPITULO IV.
Da f e da religio.
(Concluslo)
Nem a dontrlna da f, revelada por Dos,
foi aos hoifiens proposta, corno inyenco
philosophica perfectivel pela humana intelli-
gencia.'nas foi entregue, como deposito di-
vino da Esposa de Consto, para ser fiel-
mente guardado e sera faliblidade declara-
do. por isso me9mo que se deve sempre
conservar o sentido dos dogmas sagrados,
que urna vez foi declarado pela Sonta Madre
Igreja, seta nenhum desvio, a pretexto ou
apparencia de mais alta mtelligencia. Crespa
pois, durante o curso das idades e dos se-
clos, e approveite entretanto a intelligen-
c a,' a sciencia e a sapiencia em cada nm
como em todos,. no individuo, como na
Igreja ; mas smente dentro.da ordeno que
Ibes convem. isto no mesmo dogma, no
mesmo sentido e na mesma opinio.
CAMONES.
I
De Deas creador de todas ais causas.
ISe aiguem negar um s Dos verdadeire
creador e Senhor de todas as coasas
vi>iveis e invisiveis, seja aoatberaa.
IISe alguem ousar a aflirmaco de nada
existir alm da materia, seja anathema.
IIISe algoera disser ser orna e a mesma
a substancia e essencia de Dos e de
todas as cousas, seja anatbema.
IVSe alguem disser, que as coasas finitas
tanto corporaes, como espiriluaes, o
ao menos, que as espirituaes ema-
naram da substancia divina;
u que a divina essencia por ma-
nifestado ou evoluco forma todas
as cousas:
Ou emfim. que Dos um ser uni-
versal ou infinido, que determinndo-
se a si mesmo, constitue a oniversa-
lidade das cousas, distincta em gene-
ros, especies e individuos, seja anathe-
nn.
VSe alguem nao confessar que o mundo
e todas as cousas nelle contidas, es-
piriloaes, materiaes, segundo toda sua
substancia, forara por Dos tiradas do
nada ;
Ou disser que Dns nao por von-
tade livre de toda necessidade, mas
to necessariamente as creara, como
necessariamente se ama a si mesmo;
Ou negar que o mundo tora creado
para rnaior gloria de Dos, seja ana-
tbema.
II
Da revelacao.
ISe alguem disser, que Dos nico e ver-
dadero, nosso Creador e Senhor, nao
pode ser conhecido com rteza com
a luz natural da razao humana, por
meio das consas creadas, seja anatbe-
ma.
IISe alguem disser nao sei possivel, ou
nao ser conveniente que o homem
seja instruido por divina revelarlo a
cerca de Deus e do culto, que lhe e
devido, seja anatheraa.
IIISe alguem disser, que o homem na i
pode ilevar-se por merc de Dos ao
cotihecimento e perfeico. que supere
a sua Miaren; mas que por si
Neste palacio mesm ,e e deve alti(lgir a posse
de t da a Verdade e de todo o bem
por um progresso continuo, seja ana-
tbema.
IVSe alguem disser nao receber em sua
ictegridade com todas as suas partes,
ou negar a sua divina inspirado aos
livros da Sagrada Escriplura, como
foram revisto* pelo santo concilio de
Trento, seja anath ma.
III
Da f.
IS3 alguem disser ser a raso humana de
tal modo independente. que Dos lhe
nao possa impor a profisso da fe,
srja anathema.
IISe alguem disser, que a f divina, se
nao distingue da sciencia natural de
Dees e das coisas moraes e que por
isso da f divina nao requisito a
erenca da verdade revelada, em raso
da autoridade de Dos revelador, seja
anatbema.
IIISo-alguetn disser, que a revelacao di-
vina nao pode tornar-se crivel por sig-
nas externos e que por isso os ho-
raens devein ser impulsados para a
f pela s interna propria
cia e par calar nspiracao,
tbema* .
IVSe alguem disser, que n5 ptUJbiver
milagres, e que portero tods%saar-
rac.oes delles, mesmo as comidas na
sagrada escrip'ura, de vem ser reputa-
das, como fbulas e mylbos, oe que
os milagres nunca podem ser consta-
tados, nem que por elles possa ser
bempro^ada a ODgem divina da re-
ligio ch islSa, seja anatbema.
VSe alguem disser nao ser livre o assen-
so a le clirista, mas ser prodozido
necessariamente pelos argumeotok. da
razSo humana: oa qoe a grao* de
Deus s n-.cessariapara a fe vvente
que opera pela caridade, seja aoa-
themn.
VISe algnem disser seria conde5o dos
fiis igual d'aquelles, qoe nao che-
garam anda a f s verdadeira, de
modo que os catbolcos possam ter
justos motivos para davidar da f que
receberam do magisterio da igrej, e
para suspender o ssu assentimento
at a concencao da demonstrado sci-
entifica da credibilidade e da verdade
da sua f, seja anathema.
i?.
Da feda razao.
ISe alguem disser nao se eooterem na
revelacao divina nenhuns myslerrns
verdadeiros e propriamente ditos, roas
que todos os dogmas da fpodemv
pela razo convewentimente cultivad,
por meio dos principios natoraesr,aer
entendidos, Je denaonstrados, w-ja ana-!
tbema.
H Se alguem disser deverem a discipli-
nas humanas, ser tratadas com tal
liberdade qu^ osseus acertos. mesmo
contrarios a doutrina revelada, devem
ser tiilos por verdadeiros, nem pos-
sam ser proscriptos pela igreja, seja
anathema.
Se alguem disser, <|tie se pode algu-
ma vez,, segundo o progresso das
sciencias, altribuir aos dogmas pre-
postos pela igreja om sentido diflfe-
rente d'aquelle, que Ihes deu e d a
mesma igreja, seja aeatliema,
Assim pois cumpnodo com os de-
veres do nosso snpremo cargo pasto-
ral, conjuramos pelas entraubas de
Chrislo e pela autoridade do mesmo
Deus, nosso Salvador e ordenamos a
todos os fiis de Christo, principal-
mente aos qne estro testa ou teem o
encargo da misso doensino.que em-
penhem todo o seu aelo e cuidados
em desviar da santa igreja, e eliminar
esses erros e em propagar a purissima
luz da fe.
Mas porque nao basta evitar a he-
retica pravidade, sem que se fajan
tambem esses erro, que mais oh
menos se lhe approximam; adverti-
mos a todos os fiis que Ibes cumpre
observar tambem todo os decretos e
constituicoes, com que esta santa s
proscreveu e prohibi outras^ serae-
Ihantes depravadas opinies, que nao
sao aqui por extenso enumeradas.
agdalenaa arrependidas-. A historia deste
refugio das rn3i kiteressantes.
' Tjllle. Qbniin, era inspectora na prisSo
S LailTO, *nie sao dtittos as owlheresde
m vida. Ahi^lh conbeeeo grandes mise-
rias e, o que anda mais triste, inuteis ah-
rependimentos. Ellaiwo grandb numero des-
aas pobres criatoras, que tkifiara sabido da
prisJo resolvidas a mudar de vidfi, entregar-
se de novo ao vicio e voliar a prisao por qrre
ludo lbe ha va faltado: O anxio mora, o
refugio e a alimentario.
Tend > sido dispedida do emprego em cob-
sequencia dojima reforma no sistema de
adminstraoslo da prisao S." Lzaro, par
onde foram chameftes as irmas de caridade,
Mlle. Chopin acbotr-Se logo cercada dessas
pobres moflieres a cjte havia dado provas
de verdadeirt compaisao de um ceraco
christo. Todas lbe pediam aoxilio para
voltar a vida honesta dane'fl-lhe^ trabalho e
um abygo ; 4oa'luer V *8se lrahalho
com tanto qpe Ibes proyoreionasse meios de
subsistencia ; qualquer qne fosse o abrigo
com tanto qoe ellas abi achassem a imagem
de Deus. Mbs como conseguir-se tudo isto?
Era preciso ama casa, dinheiro e protec-
tores ; nada disto Ha tinbe; er pois im-
possivel realisaf oque lhe-pediam.
Entretanto era tan grande o numero de
pobres almas a consolar, a salvar, era to
claro que o Daos de misericordia exiga de
seu amor esse servio! Ella-oroo chorou
e emfi o lado inapossivel de sua empreza
nao a amedrontou> mais. Nodia 21 de Ja-
neiro de 1854, Mlte. Chupn recebeu em
sua humilde habitaco on antes em seu nico
. quarto tres dessas de.->gracadas que mais im-
plorav-msuaprotec?jo. Entrai ffaeomi-
' f/':: viveremos como podermos. Tida a sua
tortunacBsistia em'cinco ou seis francos.
Deus permiti que vivessem e on melbor que
nao morressem a mingo de recoreos. E
eis a instaltaco. O Fe.agio SantvAttna ficou
estabelecido.
Assim se exprima ile Veuiltet em um\
artigo 3ubado> sobre as vantageas-do re-
fugio Sant'Aooa e en nao podia apresentar
melfeor argumento do qne copiando-o. Eu
o traascreveria todo se nao tivesse de en-
carar a questo sob outro ponto de vista
eertamente nao eseapoo a esse illustra-
diato e com o auxilio de tudo conta-se oomjjgjjaram a moral,-isto v qoe nao se deve
a ale-riaqueho de sentir quaiidoarordaes,[ri,nD-ri nen) as8assjnarf nem fartar
por teres emfim reivindicado o l*i cergo, de p frmz* de ogroj ne tropaiaer no |fco
te pertencere9 a tismntee de poderes-fazer bg^ 'sqneeraVs* diaer-*f q dese-
que
MAGDALENAS ARREPENDIDAS.
Estima ve l senhor, que principiaes a lei
tura desta noticia, teodes infallivelmeote ou-
vido dizar que t'enho at- boje oceupado me
smente de urna litteratura toda especial
na qual s figura urna certa classe de mu-
Iheres, as mais viciadas como chamara Bran-
tome, e que. ha muito tempo, gonstitui-me
o apostlo do vicio e da prostituyo.
Algumas pessoas esto convencidas que
eu contribu para o desenvolvimento da im-
moralidade actual e que. por culpa mmha,
que as cortesanas actualmente marchara ufa-
nas sobre as ras de Paris.
As provincias ainda nao foram invadidas
por este mal smente por que as pessoas
"iniciadas na desmoralisaco pelos caixeiros
viajantes e pela classe militar sao logo expe-
didas para Paris onde acham mais recums
e mais liberdade. Eu nao pretendo defen-
der m desta aecusaco; pelo contrario a
minba vaidade' me levara a confessa-la, to
raro na poca actual um homem tornar-
se nota ve 1 por alguma couza quando todo o
mundo procura se celebrsar. Em todo o
caso a reputaco de que gozo tornou-me de
alguma sorte autoridade nestas questes e
son considerado em certas occasies como
advogado consultante.
Nao fijuei pois admirado quando vi entrar
em minba casa duas freirs da ordem de
S. Domingos fa7.endo me a honra de pedir-
me o meu apoio, mesmo alguns cnselhos,
ha muito
i
para o refugio Sanl'Anna, que urna dellas
Mlle. Cbupin, tinha fundado, sem auxilio de
pessoa alguma. Essas piedosas irmas tinham
sem duvida ouvido fallar de mim pelas pes-
soas recolhidas no Asylo, visto que a miBha
litteratura tinha sido tima das causas de per-
dico dessas infelizes e pediam-me qoe re-
parasse, tanto quanto fosse possivel o mal
que eu havia causado. Vos j advinhastes
que este refugio Sant'Anna, destinado as
do escriptor, mas que elle nao julgeu ento
necessaro desorever.
Apenas fundado o refugio houve um parto,
eis mais um ente na coo&munidade. Era pre-
ciso nao deixar morrer a crianza. Fcil
calcular as difllculdades,. ss preveneees, os
obstculos e pWjuizos populares que Mlle.
Chupn-devia encontrar. A forga deperse-
veranea, de sasrificios, de despresos- e ul-
trages recebidos, porque difficil implorar
e esmollar um^ nome de semelhantes erea-
turas, lile. Cbupin teve o prazer de ver o
pri neiro sorriso da crianoa e do ouvir->e as
primeiras palavras: Na poca em qoe Mde.
VeuilloSi publicou a respeito do refugio a no-
ticia de que acabamos de fzer urna- trans-
cripeo j existiam sessenta e duas pencio-
nistas. E' verdade que Mlle. Chupin tinha
se feito freir da ordem de S. Domingos e
que, por esta renuncia ao mundo, ella do
ao estado e as consciencias timdas a ga-
ranta do Deus-official, i o-tend sido suffi-
ciente o Deus dacaridade.
I Hoje o asylo um convento, mas um.
convento sempre aberto paeaa entrada e para.
3 Sillii'l
S atrahida pelo titulo deste folbeto por
acaso o comprares, malber desgranada quft
com as> faces pintadas, o oihar provocador
a boca meia aborta e oestomogo sem duvida
vasio, passeias as ras sombras onde, a po-
lica tolera a tus presenta smense at'a e-
quina dos luminosos boulevards- para.faaer
signal ao caminhante ,
Ocvlis venantem airos.. .com os olhos
cacando os homens, como disse Phedro: se
estaes caneada desse vergonhoso olficio, para
ondetearremessou a brutalidade, ondea ig-
norancia te re'em, onde o habito te encada,
onde o desprezo te ixa, sabe que existe
urna casa tranquilla solitaria e bemfeitora,
qoe te ser aberta quando bateres porta,
como promette o evangelio onde nao te exi-
giro nem mesmo a eonverso prompta o
immediata e apenas te pediro o arrependi-
mento e o aborrecimento de um passado,
do|qual tu podes em um momento separar
a ta nova existencia.
Ninguem te obrigar a zeres penitencia,
a te ftegellares, a usares de cilicios, a morti-
ficares o corpo nem mesmo a tomar o as-
pecto da hypocresia. A dona da casa appren
deo a conhecer Deus na vida de miserias e
de erros de outras moflieres que se acbavam
na* toas circumstancias. Ella nao te ta de
apresentar como um ente terrivel e compli
cado. E' o Deus das enancas qoe te espe-
ra na porta, porque tu s urna crianea, des-
granada creatura e elle le deve perdoar muito
por que tu ainda nao amaste.
Para que tu te convelas e te arrependas
ninguem cenia com a regra da ordem, nem
com os raios de eloquencia do pulpito, nem
com os murmurios do confessonario ; conta-
se em primeiro lugar com o ar livre, como
espectacelo de urna natureza calma, um vasto
horisont&e nm cu dominando tudo e aim
FOLHETIWI
OS DRAMAS DALDElA
s janellas e redeavara a casa
POR
Nao
Ponson du Terrail
(Continuaco do n. 128).
XL1X
Miguel envergonhou-se da sua pouca co-
ragem vendo que a Martina arrostra com
as chamraas para salvar o filbo.
Voltou. pois. carga e conseguio subir
at tres quartas partes da escada, mas logo,
suffocado pelo fumo e todo queimado, teve
de bater em retirada.
Em seguida um homem, nao menos co-
rajoso do que Miguel, seguio as passadas
da Martina.
Era Rouxinol.
No tardou, porm, que o vissem de vol-
ta, meio asphixiado.
Desde esse momento ninguem mais se
sentio com forcas para tentar a entrada no
palacio. J
A escada stava em chammas, e os de-
gros eslalavam exahiam uns aps on-
tros.
A Martina apparecen a amajanella, ten-
do o filho nos bracos implorando soccorro,
porm o terror havia-se apoderado dos mais
onsados.
A escada ti se a despedazar, as chammas
chegavara
toda.
O guarda Leboateux, que era hornera co-
rajoso e dedicado, dizia:
Isto expor a vida intilmente
vejo meio As os salvar!
De repente ouviqse urna voz estridente,
urna voz sonora e vibrante como de quem
eitava habitua'do a commandar.
Arreda, arreda I bradava o cara
Duval.
Tendo-se apeado do cavallp, arregagou e
deu um n no sotaina atraz das costas, e
em seguida atravessou por entre a multido
agglomerada debaixo da janella, na qoal a
Martina se achava convulsa e borrorisada
com o filho meio morto nos bracos.
'Arreda, ar reda Irepeta o cora.
Tragamme tima corda, que eu vou sal-
va-Ios!
O incendio deixra intacta urna abegoa-
ria, onde estavam carretas destinadas ao
transporte de madeiras.
Estas carretas sao ordinariamente provi-
das de longas e grossas cordas.
Miguel correa a urna dellas e trouxe urna
grande corda, da qnal o cura se apderou,
e, enrolando-a em volta de si, desappareceo
logo pela escada da casa.
Por um momento paroa suffocado e to-
dos esperavam v-lo de volta, como os que
o precederam.
Resida, porm, n'elle a f catbolica, im-
pellia-o o amor da humanidade.
Durante cinco minutos, que tivbram a dn-
entra/ m tea corpo, pelas meemas feridas
por onde sabio, tda alma qoe algures te es-
perava.
Gloria eterna a Aquello que inventoo e rependifliento e qoe iniciou o bomenr na
idea do perdo f
Qual o espectacnlo maior, mais divino
e que maior commocaj) pode causar a um
homem do que o duma alma que se trans-
forma e que sabe do involucro cheio de
nodoas negras e infamantes do peccadov
como a ffor sahe do boto que a opprime
rompendoo seu involucro; e eu comprehen-
do. ape2ar de minba venerarlo pela virtude
intacta, a exaltado de que se apderou
Jess quando disseHaver mais alegra
no co pela entrada ie um peeeador arre
pendido de* que por cera justos qne nunca
petcaram. Foi ahi que elle se recoohe-
cea grande f essa foi a sua descoberta !
ahi mostroorse o se* genicf Foi por isso
que Elle foi JJeus eatre os homens f Foi
por isso qoe Elle se tornou por sua vez
Creador. Elie nao pegou ne barro terres-
tre para fazer nm corpo humano, mas lan-
cou mS do lodazal moral pera fazer um
homem- nove,- desijpnftecid'o al entSo, o
homem que se- arlepende. A airo, qoe
Scrates- tinha sentido e apercebido, elle
experimentou-a e otissu peto arrependi-
mento e pelo perdo.
A lutado grande entre esses dois extre-
mos, doieadversarios, qtee combaten entre
ai muito tempo e vigorosamente antes de se
unir, mas-que jgnal de parte a parte, por
quesea alma decabida soprecises longos e
iitcessantes-esfore para se erguer nao me-
nos incessaotes e grandes e mutas- vezes
mais peniveis sao os de qnepareeiaa alma
pura para receber e absolwr a oatra.
Arrepender-se ralo fcil- V E perdoar?
Pensis qoe -fcil'?'
lesas pdfc perdoar, da aHira infinita ero
qoe se collocou, a bumanidtvde inteira. Elle
n. pa_ nem filbo, neo esposo^ nem
araunte. A adultera- nao sua mulber,
Magdalena nao sua filha.
eomprebende-seqiaeo paido filho prodigo.
qMvoltaarrependrdo voluntariamente casa
paterna em estadomieeravel'o perd*e : esta
cranla r a carne de sua carne, ama
parte delle mesmo qoe a elle- volta, e alm
disso, previlegio do homer, o-culpado dei-
xouaps si todas as suas imporezae ; mas
que o pai de Magdalena perdte a sua futa
a quem a primeira pessoa que se encontra
pode lembrar a faMa eommattida, mas que
o esposo da mulber adultera lhe perde
gatada a nodoa -irterna e to prowida que
todas as aguas do ocano nao poderiam I
ebegar, eis o que sobr'humane, eis- o qoe
coiloca o homem cima de si mesmo, eis
por onde Jess approximou- o homem de
9*us, iste- o fez comrauntear com o que
eternos infinito..
Perdoar a seu semeHiante falta qoe ma-
goou vosea paixo, vossas- erencasy vosso
orgulho, divino, e quautos, a comecar
por mim qae glorifico e aeonselho este sa-
sacrificie, seriamincapazeede o reaMsar at
ofimt
Entretanto para esse fin que ahuma
nidade marcha, e emquaoto hou*er arre-
pendiiaentos indtepensavsl que baja per-
does, at o dia em que se realisafa grande
reconoiaco entre a ordem moral e a
ordem natural1; porque o homem ter
emfim comprebendid o que felicidade,
que elle procura e era cujo nome elle
faz-tantos males, s pode ser eocoutrada
no bem.
Kmquantoisso nao-se realismo pai amal.
dica e expelle os filhos- culpados, os ma-
ridos separam-se das mulheresadulteras im-
primindo-lhas a marea da ignominia infa-
mante: os amantes abandname esquecem-se
das crdulas amantes e a molber requesta-
da, adulada, acommettida. bastado sorpre-
bendida, pssouida, violada, profanada, vili-
pendiada, expllkb, despresada, a mulher
que jamis poderse apoiarem si mesmo,
cuja forca est nos outros, qoe tena [necessi-
dade, para se orientar e dirigir do pai, do
esposo, do amante, do filho, do sacerdote, a
multar, hoje mais que em outra qual-
quer poca, erra ao acaso alravez
do que nos chamamos civilsaco e pro-
gresso. O hornera compromette, e
pra.er a perturba, foge-lhe otrabalbo, a fa-
milia a expelle, a prostituico a cluma ea
polica a recolhe prisao. Ella nasceu'mu-
lher e tornoe-se urna machina. Ella tinha
um estado civil e agora tero urna carta nu-
merada da polica; tinha um nomi, e agora
tm um numero.
E ento I O homem, re da creaco, feito
a imagem de Deus, estaes contente, eis ahi
a tua obra: Esta creatura, vinda ao mun
do como tua irma, como tua mi, como fi-
lha, como tua mulher, chorou, rio-se e teve
esperances; foi enanca, viveu innocente e
foi virgem; mas tu estavas I, tu eras moco
ainda nao queras cisar, queras te divertir,
era preciso pagar o tributo da mocidade ;
ten pai e tua mi, pessoas honestas, te en
ir rnna molber -om crinat, assim ceno
aliendonar um fimo.
cendio ou conseguir chegar at ao quarto
onde eslava a Martina.
Todos os peitos se sentiam opprimidos,
todos os olhos se achavadl fixados na esca-
da incendiada.
De repente ouvio-se ora estalido hor-
rivel.
Era a escada que cahia despedazada, ar-
restando comsigo urna parte do sobrado do
primeiro pavimento. '
- Ouvio-se um grifo horrivel, depois desse
nm outro, mas este de alegra, de enthu-
aiasmo e delirio.
Era o cura Duval que acabava de appa-
recer janella junto da Martina e que apa-
gava o fogo que se commoaicra s abas da
sotaina. sm/
Ento o velho padre,-o corajoso apostlo,
prendeu urna das pontas da corda grada-
ra da janella. I
Era sorprendente e sublime v-lo agar-
randotfom ama das ms a Martina, que
nao largara O filo.e eomaootra, suspenso
ao principio se suppoz serem do susto, mas
de repente a Martina, fixando-o com olhar
desvairado, exclamou :.
Ob meu Deus, o seu pobre corpo
todo urna chaga I
Effectivamente o fato de Duval e o da
Martina tinha-lhes evitado at certo ponto o
contacto do fogo, mas o pequeo, que a mi,
na sua afflicco, fra buscar cama meio
n, por mullo rpida que houvesse sido a
sua passagem por entre as chammas, nao
tinha podido deixar de soffrer bastante:
A Martina cooservava-o nos bracos, re-
gando o de copiosas lagrimas.
Entretanto isso estiva escripto nos man-
damentos da lei de ftfcns; em nome do qual
elles te fizeram administrar o sacrameoios
do baptismo e da commonb3o-, emqoanto
nao receber o sacramento do casamento
e coy*m sacramento* d igreja. somplamen-
to indispensavel da carta de convite em qoe'
se ha de annu ci-.r ala mortr. Ento,
como o teu papi e a tua mami nao oclui-
r m este peqoeno detalbe, oh-homem livre,
oh eleitor, oh defensor da propriedade, e
como tambem sabias que nao sofffrias pn-
nicao alguma por ter eommettido- esse cri-
ne, tomaste esta creadora intacta, qozs-
te saber o qoe ella coniinba em si, e a pro-
fanaste ; procuraste durante algam tem-
pt-caida a sensaro que ella te lint dado e
como ella j nao podia satifazer-ie, entre-
gas-te a nm outro, que per sna* vez pas- ';
sona um> terceiro. e aesim, de mo em
mo, de prazeres em praaetps, de miseria ]
em mtser3v ei-la, a tua apaixonadn^na casa
venezanas sempre faetedas, raa escu-
ra, com-disico infamante. A tua vea,-ago-
ra, tu, todo o mondo, qae nao quer ter re-
morsos-e s procura as estradas reaes do
prazer, autorisadas pela- coaselbo monici-
palf
Emraj colegial, j que para saberes em-
fim oque nma malher vendeste boje de
manbaa-os teu*. diccionarios ; entrae vai ap-
prender o qe tanto desejas. Apressa-te,
olhan40 para- o cbo, magistrado reduzido
a um moral superficial e que tens neces-
sidade de por os sentidos em equilibrio para
a sesso da mflnba; e ty transente sem
oceupaco qne-entra sem pensamente crimi-
noso, deixas-te levar pela lentacaOv to
fcil e to barato! Abr-a porta toda, tra-
ze ceneja, eis algons rapezes de familia,
que jaotararo bem e qae sao bstenle ricos
e saciados de prazeres para virennequi pro-
curar as phajitasias de Lesbos. Quaes sao
essas mulheres cobertas com o veo qoe
elles acompanham ? Mo sao malheres de
certa ordem atormentadas pelo dezejo de
conhecer tudo?
E' aqui o templo da igualdads-, preciso
contar com o obulo do viajante qe atra-
vessa Paris e nao deixa de paga*1 a sua con-
tribuirn a capital do deboche, e qae esses
commerciantes, casados e pais de familia,
que acaban de fazer om bom- negocio na
casa de pasto prxima, acabe de pagar
esse goso uns aos outros antes de voltar
cada uro para sua casa. E ta velho ata-
xieo-e tremolo, o qne veos pweurar nessa
espelunca ? Vens pedir uro momento de
prazer doloroso, que pagars telvez com um
ataque de apoplexiav depois do qual sers
encaxotada em uro carro de atoguel e re-
raettido tua velha- compaubeira, a menos
que nao atirem pa junto de om lampio
onde um soldado de policia.apanhari o teu
corpo, sem escndalo lhe dar o destino le-
gal ^ ora Jvamos. corosidade, ociosidade,
bypocrisia, vicio,, erabrutecimento, bebedi-
ce, impotencia, animalidade humana, en-
trera sem medo- em casa desta creatura e
lancai-lhe todas as podridSes dejvossaalma;
a sepultura commum do amor I
Quanta garantia' abi etcontras?- Para que
o amor nao prajudique ten corpo como en-
negrece a toa-alma quanias precooces ain-
da esta araanha toroou a maternal e pro-
vidente adminislraco sob cuja direceo tens
a felicidade de viver as carragensen-
conracadas que receben ar luz somanta
por cima, estas mulheres foram ao ama-
nhecer binados a polieia. Este rebarbo re-
cebeu a visita sanitaria : toctos os animaes
achados nao foram entregues a circulaco;
os outros, marcados com urna cruz dncar-
nada foram remettidos par o hospital Nada
tens pois que receiar. Podes te fartar com
essa carne sem receio de encontrares al-
guma triebina. Mais s que o presunto era I
O que tens a reclamar.
Assim pois, eis a tua obra, re da erea-
Co, feito a imagem de Dos, remido peto
Messias E, se por acaso, urna dessas mu-
lheres, mais hbil ou mais feliz do que as
outras, se apoderar de teu filbo e consumir
a beranca qne elle espera receber de ti,
croantes gritos, quantas reclamacoes fars I
Quanto nao te bas de queixar da socie-
dade, da litteratura, da incuria da adminis-
traco publica, da lacuna da legislacjo!
Quanto declamars contra esses velhacos
que arroino e deshonro as familias 1 Em-
quanto te aproveitaste da mulher d3o te
queixaste; agora que ella principia a te
desfroetar, gritas como um possesso I Pobre
sexo forte : pobre fazedor de revoluces,
pobre derrubador de thronos. nao tinhas
previsto essa phase do negocio!
(Carainuar-se-ho.
pesado fardo por entre as cbammas que o
rodeavara.
Ainda ama vez todos aquelles peitos ar-
quejavam: om silencio de orle reina va
A Rapozeira ficra redozida a um montio
de ruinas.
Qaando chegou o dia, todos os povos cir-
cumvizii hos pederam contemplar a immen-
sifte do desastre, porm o lado mais triste
do quadro nao estava vista.
Quem penetrasse no pavilhao da extre-
midade do jardim, ao qual o incendio nao
na corda, descer por all abaixo cora aquello chegra, podena ver urna scena despedaca-
dora.
Era para alli qoe haviam transportado o
pequeo Augusto.
Como bem dissra a mi, todo o corpo
nos clrcumstantes, e em quanto aquelles cor- da crianea era urna chaga.
pos vinham ssim suspensos no espaco, nao
se ouvia outro ruido alera do soprar do ven-
to e do crepitar do fog.
Foi ainda urna eternidade aquello tempo.
O cura chegou finalmente ao slo. Vi-
ola negro, horrivelmente queimado, porm
raco de ama eternidade,. formarimse con- consegaira salvar a Martina,
jectoras sobre se m teria luotridO no ta-( O peqaeno diva m* angustiosos, eme* pao a. coabecia,
Por muito tempo soltara elle gritos hor-
riveis, mas agora nem forca tinha para
isso.
Paludo, de olhos envidiados, respiran-
do apenas, acabava elle de entrar na ultima
phase da vida onde comeca. a agona.
TiBha os olhos pregados na m3i, porm
Silenciosa e triste, enchuto o pranto, j
meia delirante, a Martina contemplava o fi-
lho com o olhar scintillanto da loocura.
A*s vezes diriga a vista para o sacerdote,
ajoelhado junto do leito de campo arranjado
pressa para o enfermo.
O cura convertra-se em cirurgio : ten-
tara por todos os meios disputar morte
aquelle frgil corpo ; todava, vencido na
lula, ajoelbra-se e orava.
Em roda delle e atraz da mi, subraersa
na sua profunda dr, estava Miguel, Bigor-
no e alguns criados da casa, immoveis e
taciturno, seguindo com olhar inquieto os
rpidos progrssos daquella agona sem de-
lirio, daqoella vida que se encaminhava
pgra a morte, j sem alent para lbe re-
sistir.
E. todava, o sol surga radiante no ho-
risonte, reverberando simultaname ite na-
quelle monto de cinzas onde fra a Rapo-
zeira e no rosto daquella crianca prestes
morrer, cujo olhar quasi extinelo se diriga
ainda para a mi.
E as aves cantavam no arvoreda. Dir-
se-hia urna manha de primavera ; to am-
no estava o dia I
O padre continiuva a orar.
A Martina, doas passos do leito, jnem
ousava beijar a fronte do filho.
De tempos a tempos o cura interrompia
a oraco para nservar o estado do mori-
bundo.
A vida ia-se-lhe extinguindo pouco a poo-
co e fugindo dos olhos, nica parte onde
ainda existia.
Chegou, porm, um instante em que o
padre meneou a cabeca e fez um signal, que
todos cemprehenderam.
Sora a hora fatal.
Ajoelharam-se todos. S a mi, sobera-
na na sua dar, se eonservou de p, sem j
verter urna bgrima, como quem perder a
conscienca do que se passava em roda
de si.
O sacerdote estendeu ambas as raaos so-
bre a cabeca da crianca e recitou a ortelo
dos agonisantes.
O olhar do enfermo animouse anda pela
ultima vez.
Os labios cqrrados entreabriram-se para
balbuciar o nome da mi, mas ficou assim,
de corpo inanimado e olhar extinclo.r
Cessra de viver.
A Martina conservava-se de p, como pe-
trificada.
J oo tinha forcas para chorar, pareca
nao ter consciencia do que se passava e con-
templando sempre o filho, como qiiem igno-
rava que elle deixasse de existir.
O padre, tomarido-a nos bracos, disse-
Ihe : K .
Chore, minha filba, chore I As lagri-
mas chegam aosdegrps dothrono do Eter-
no e aplacara a sua ira 1 .
Elle proprio ^nebugoo as suas lagri-
mas.
A jastica divina a
de ferir a mi
Dre, clemente na
soa sejgridade, levara df trra o fracto de
um:
no
b%ab
TYP. UJAHIi
rajo
fwt&

.




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