Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12134


This item is only available as the following downloads:


Full Text
QUARTA FEIRA 8 DE

.
I
PA1A A CAPITAI E ITCJJKS OIDE IA0 SE PAGA PMTE.
Hiatf*ios...............* .
PARA DEITBO E FOBA DA PIOTHCIA.
6,5000
14(5000
ifJOOO
320
m.
Por tres roezes adiantados
Por sais ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por vita anno dem .
6I7BO
13*500
201260
27*000
MARIO DE PEMAMBIM
Propredade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
SAO ACENTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no MajanbSo ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, rio Aracaty ; Jlo Mana Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pnba; Belarmino dos Santos Bulc3o, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Hibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OfflCIAl.
DESPACHO DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO' DA 2
DE JUNNO DE 1870.
Christovo Santiago de Oliveira.Informo o Sr.
Dr. juiz de direilo da i* vaia.
Companhia Pernambucana. Ao Sr. inspector
da ihesonrara de fazenda com a portara desta
data.
Ceeiliano Augusto de Gusmo Lobo.Nao cens-
uado o provimento do sapplicanie, nem qual a era-
lificacajque deve perceber, eno havendo crdito
para pagamento que requer, indeferido.
Camlido Emigdio Pereira Lobo. Indeferido,
visto ijue a lei s maadou pagar ao supplicante
>-. ordenados atrasados consignando crdito que
ehegasse para isso, cujo excesso nao infiue sobre
o pen leridos ordenados.
Ermindo Deocleciano do Loyola.informe o Sr.
inspector da thesorera de fazenda.
Francisco Corbioiano de Arantes Franco.
Dse a guia que requer, em vista das informa-
les.
Joo Dias Pinto Aleixo. O pagamento que o
-upplieante reclama perlence ao exercicio a 1869, e nao podv ser ellectuado sem autorisacao
do ministerio da fazenda. >
adiare! Marcos Correia da Cmara Tamarindo.
Conceda-se um mez de licnega com ordenado
oa forma da lei.
Manoel Joaquim Bello.A' vista da informago
e do re-nltado da inspecgo, conceda-se a licenga
requer ia.
Paulino Teixeira de Camino. Informe o Sr.
tente coronel eoramaildanle do corpo provisorio
de polica.
Rodrigo Pinto Moreira.Dirija-se ao Sr. desem-
bargador provedor da Santa Casa de Misericordia
em sessao da junta.
Serpflm Aniunes HodrigueGaimares.Dc-se.
Alexandre Jos da Silva.Indeferido a vista da
informacao.
Abaixn assignados continuos ecorreios da rece-
bed*ria de Pernambuco. Informe o Sr. inspec
tor da thesourarii de fazenda.
Antouio Francisco de Souz.).Rcqueira a jun-
ta administrativa da Santa Casa de Misericordia
desta cidade.
ndr do Abreu Porto.Informe com brevida-
de o Sr. engenheiro chefe da repart gao das obras
publicas.
Garald) Henrique de Mira.Encaminhe-se.
Josptu Prepedigna llabello Padilba Indeferido
a vista di informara >
Aulomo Jos Gomes Jnior. Declare o prego
porque tem de vender a casa a que alinde, apr-
sente o titulo de aioramento da mesma casa, e jun-
te planta exigida pelo decreto n. 4,105 de 2 2de
fevereiro de 1868.
Jos Bandeira de Faria?. Conceda-se com a
eondicao de so extraliir pedras soltas nos termos
das fnformaces, e reeommende-se ao Sr. capitao
do porto as devidas cautelas para que o snpph-
canie nao abuse da permisso, que se Ihe dar por
um auno.
Bacharel Manoel Jos de Oliveira Miranda.Fi-
cam abonadas as faltas a que allude, porem nao
para percopcao de ordenado.
Bacharel Manoel Ignacio de Lima.Aprsente
ornamento da despeza a fazer com os reparos de
que trata.
Alferes Tiburtino Pinti de Almeida Jnior.A'
vista do disposto no art. SI do regulamento de 21
de julho de 18G8, nao tem Ingar o que requer.
Maria Rufina da Conceigo.Informe o Sr. ins-
pector do ar.-enal de mannha.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 8 DE JUNHO DE 1870.
noticias do norte do imperio.
Amaohecen hontem em nosso porto o vapor bra-
silero Toantins, trazendo dalas : do Para 29 e do
Maranhao 31 do passado, do Cear i, do Rio Gran-
de -"i e da Parahyba 6 do con ente.
PARA.
O presidente do Amazonas, coronel Miranda
liis devia seguir para Mabos no dia 2 do cor-
rente.
Pe i presidencia da provincia foi publicado o
seguate prugramma para a recepeo dos volunta-
rios Paraenses :
Duas horas depois que fundear no porto o va-
por, que conduzr us voluntarios paraenses, ter
lujjar o desembarque dos inesmos.
Por essa occasio os canhoes da fortaleza, do
castsllj e os do brigue Maranhao salvaro simul-
tneamente com 21 tiros.
O desembarque lera lugar na ponte da guar-
da-atocia da allaudega.
t As fortalezas e os navios de guerra surtos no
porto sero embanderados como em dia de festa
nacional, e a capitana do porto convidar todos
os capitaes das embarcacoes mercantes, nacionaes
eestraugerase aos gerentes das companhias de
navegAcao para fazerem o mesmo.
As lanchas vapor, os escaleras da capitana
do porto, do arsenal de raannba, do brigue Mara-
nhao e da alfandega alracaro immediatamente ao
vapor para facilitar o desembarque dos volunta-
rios e transportaren) para trra as bagagens res-
pectivas.
Para a ponte da guarda-mona marchar op-
portunamente o corpo da guarda nacional desta-
cado, afim de fazer aos voluntarios as honras e
continencias devidas ao aclo de desembarque, e
de acompanba los durante o eu trajelo pelas
ras. .
Da ponte da guardamoria marcharao os vo-
luntarios para a catbedral, onde estar postado o
corpo de potieia, seguindo pela ra da Ba-Viste,
travessa da Companhia, largo de Palacio e calca-
da do Collegio. All chegados ouviro o Te-Deum,
que se tem de celebrar naqaella igreja em accio
de gragas por terem voltado ao seio da familia e
d patria. ...
Findo o acto religioso seguirao os volntanos
Klas seguintes ras : Espirito Santo, travessa da
rroca, Cavalheiros, travessa da Rosa, frente de
palacio, lado oriental do mesmo, ra do Mercado-
res, largo das Mercez, ra de SatJto Antonio, largo
do mesmo, em drecgo ao quartel de polica, onde
tem de licar.
< A cmara municipal providenciar para que
as roas por onde tm de passar os voluntarios, es-
tojara convenienlemente limpas.
c Fechar se-hio todas as repartigoes publicas,
para que os empregados comparecam no palacio,
onde deve achar-se toda a offlcialidade de mar e
trra, assim como as demais autoridades, aflra de
que reunidos concorram ao recebimento dos vo-
luntarios.. .
t A ponte da guarda-mona devera achar-se em-
bandeirada e conveniente asseiada par o desem
barqoe.
Se o vapor etasgar de quatro horas da tarde
em diante o desembarque ter lugar no dia se-
guate as oito horas da manida.
< Sao convidado para este acto os cidados de
das as Uas, eo distieto corpo do com-
raerco.
< Ig nalmente o sao os cnsules e vicecnsules
das diversas nafoea, aasim como todos oa cslraa
ajsiros residentes nesu cidade.
< O mesmo vice-presidente recommenda todas
as autoridades quem competir a fiel observancia
deste programma, quo empreguem os seus esfor-
cos para que elle se execute como se acha deter-
minado, aiim de que a recepeo dos voluntarios
paraenses seja a mais pomposa possivel, ems:gnal
de agradecimento pelos esforeos, que empregaram
em defea da digniiade e honra da patria, a
No dia 27 do passado a congregacao dos len-
tes do collegio Paraeose reunise em sessao .ex-
traordinaria, para tomar em consideracao o objec-
lo da carta de S. M. o Imperador, em 19 de abril
ultimo, sobre a difusao da instruccao publica ; e
nomeon urna commissao, composta dos Srs. gover-
nador do bispado, visconde do- Arary, Pimenta
Bueno, Agoslnho Jos de Almeida, coronel Maga
Ihes, iajor Cabral, Drs. Malcher, Neures, Canto
e Americo, para estudar os raeios a empregar pa-
ra conseguir aquelle lim.
A alfandega rendeu de 1 a 28 do passado
262:23i*06i.
Estavam (carga os navios : Salinas e F.
Uoward para New-York ; H. Pericias para Bos-
ton ; Salem e Dejaret para o Havre ; Bell of Do-
ven para Marseil e ; o Adelaide para Lisboa e
Porto.
MARAKHAO.
Prosegua nos seus trabalhos a asseuibla
provincial.
Na sesslo de 23 do passado foi lido este projec-
to apresentado pelo Sr. Dr. Dias Carnero, e as-
signado por elle e pelos Srs. Souza Machado, M.
Machado, Teixeira, F. Carvalho e Jos Belsario.
c A assembla legislativa provincial decreta :
< Art. I.0 Fica revogada a lei n. 429 de 20 de
agosto de 1856, que concedeu privilegio de nave-
?acao a vapor nos rio Itapecur, Mearim, Pinda-
r e Tnry.
Fica livre desde j a navegacao de lodos os
ros da provincia.
f Art. 2' Fica concedida a quantia de 20:000*
para auxiliar a qualquer individuo ou companhia
que emprehender e levar aeffeilo a navegacao re-
gular a vapor do porto de Casias a povoagao dos
Picos, e a de 40:000* para a navegacao do Alto-
Mearim as mesma condicSes.
t Art. 3. Fica o governo da provincia antori-
sado a suspender a subvencao concedida a actual
companhia de navegacao fluvial vapor, qnando
entender conveniente.
Art. 4. Revogam-se as disposiedes em con-
trario.
Foram tambem apresentado? projectos elevando
cathegora de cidades as villas do Brejo, do Ita-
pecur-mirim e do Tur)-ass.
Fallecerm : o commerciante Jos Pedro dos
Santos, e o lavrador Joaquim Henrinques de Sou-
za Gaynso.
A alfandega rendeu de 1 a 29 de naio.....
232:203*279.
De 1 a 20 do passado vieram ao mercado da
capital : 3273 saccas com algodo, 76 pipas com
mel, 2662 saceos com milh3,614 ditos com assucar,
1116 couros de boi, e 1363 alqueires de farinha.
Estavam carga os navios : Secrel para Li-
verpool ; ilaitnela para Barcelona ; Cautella e
Santo Amaro para Lisboa.
CEAR.
A alfandega rendeu no mez de maio.......
178:517*785.
Do nacho do Sangue escrevem ao Cearense,
que tendo all escasseado as chuvas, os gneros
alimenticios estao j por muito alto prego ; e ac-
crescentao communcante que para cumulo de in-
felicidades desenvolveu-se all tambem urna febre
de mo carcter que tem desimado a populacao.
RIO GRANDE.
Da capital escreve o nosso correspondente :
. No dia 29 de maio ultimo, diversos cidados,
membros importantes do partido conservador des
la provincia, reuniram-se em um dos saloes do
pago da assembla provincial e nomearam urna
commissao, composta dos Srs. Drs. Joronymo C-
mara, Soulo Jnior, Henrique Cmara, Amynthas
Birros e inspector Pedro de Alcntara ; a qnal
tem por lim com o auxilio de nutras commissoes
parciaes^que vai nomearnas differentes fregu-
zias do ag este e serto, promover a acquisigao do
dnheiro preciso para construeco de edificios
apropriados ao ensino das escolas .primarias e pa-
ra o melhoranienlo do material de outros estabe-
lecimenlos de instruegao publica.
t E' de crer qne a commissao muito consegui-
r para secundar os esforeos d i governo imperial
no'louvavel e nobre empeho em que se acha de
levar a effeito quanto antes, to magnnima idea,
como a de derramar-se a instruegao publica por
todas as classes da sociedade.
Consta que para a comarca do Serid j fo-
ram nomeadas as commissSes seguintes :
Cidade do Principe.Vigario Manool Paulino,
major Jos Raptista, Dr. Aladim, capitao Manoel
Basilio, professor Raphael Archanjo.
a Villa do Acary.Delegado Joo Damasceno,
tenente coronel Joaquim Pereira, capitao Jos Be--
zerra, lente Manoel Severiano, cidado Antonio
Pires.
i Jardim. Tenente-coronel Manoel Ildefonso,
capitao Roque Teixeira, Rvd. Isidro Gomes, cida-
do E-tevao S. Dantas, capitao Antonio da C.
Lima.
t Serra Negra.Rvd. Manoel Salviano, Goncalo
C. de Avila, Candido Pereira Monteiro, capitao Joa-
quim Alves, capitao Antonio Pereira Monteiro.
< No districto de Utinga continan) a grassar
com intensidade a peste da bexiga e urna febre
perniciosa.
< Alin dos socorros remellidos por mais de
urna vez aquella localidade, S. Exc. o Sr. Dr. Sil-
vino, sempre solicito em acudir s necesidades
publicas, mandou ha pouco para o mesmo distric-
to trinta saceos de farinha de mandioca, sendo
vinle para serein vendidos pelo custo e dez dis-
tribuidos diariamente pelos doentes desvalidos.
t Ignaes providencias foram tomadas por S.
Exc, enviando para o Cear-merim, Papary, S.
Sebastiao, Macoe Caraubas diversos gneros ali-
menticios.
Em mullos pontos da provincia continan) a
fazer estragos as febres perniciosas, typhoide e c-
maras de sangue.
Estes flagellos, com que a Divina Providencia
em sua justa indignagao castiga a mallade dos
homens, tem feito mnitas victimas nesta capital.
Ainda hontem fallecen o respeitavel e prestante
cidado Pedro de Alcntara Pinheiro, 4 vice-pre-
sideate e inspector da thesonraria de fazenda. Sua
morte foi geralmente sentida.
< Assnmio logo, a inspectora de fazenda o chefe
de secgo Mauricio Theodoro de Souza, que, ser-
vindo de thesonreiro no impedimento do effeclivo,
que se acha suspenso, foi substituido de ordem da
presidencia pelo offlcial da secretaria o Sr. Joa-
quim Affonso Moreira de Almeida.
Amanilla a assembla provincial tem de en-
cerrar a sna sesso extraordinaria, e assim creio
que acontecer porque, segundo dlzem, a sessao
de hoje prolongar-seha at as 40 horas da noote,
talvez para se nao ioterromper a terceira dscus-
sao da lei do orcamento.
K commissao da polica da mesma assembla
acaba de propor, e foi approvada a dmissao do
ofBcial-maior dapectiva secretaria, Francisco
Cavalcante RochanBaracaj, por ter este ha mezas
abandonado o eesprego.
< Foi nomeado para substitui-lo o major Anto-
nio Betwvides Seabra de Mello, e para preencher o
lugar vago de segundo offlcial o cidadao Jos Ra-
bello Leao da Silva.
A polica do Sr. Dr, Bspinheira tem se nios-,
trado iacansarel, zolosa e activa na perseguigo
dos criminosos.
< Foi preso o celebre Francisco Alves Carnero,
autor do brbaro assassinato de Joo Ribeiro, no
lermo de S. Bernardo, provincia do Cear, donde
se ansentou para o districtodo Patei, cujo snbde
legado o honrado cidado Marcolino Marques, (o
qem realisou to importante diligencia, indo mes-
mo cm pessa prender o assassino, sem aparato,
nem ostentagao de forga, e com tanta prudencia e
circnmspeoeaoque nenhuraa desordem se dra na
occasio
Pediram e obliveram demissao os cidados
Siman Balbino Gnilherme de Mello e Joo Alexan-
dre Freir de Carvalho, aquelle do cargo de dele-
gado de polica de Messor e este do de primeiro
supplente respectivo, tendo sido nmoeados para
subsiituir o primeiro, o cidadao Jos Torquato de
Sa Cavalcante, e o segunda, o tenente-coronel Mi-
gue.! Archanjo Guilherme de Mello.
i'Os gneros alimenticios j declinaran) um
pouco de seu alto prego.
c A farinha fica a 1* e o milho a 800 rs, a cuia,
o arroz a 200 rs. e a carne verde a 160 rs. a li-
bra.
PARAHYBA.
A presidencia da provincia creou a repa-ti-
;ao das obras publicas, nomeando para ebefe o
Sr. engenheiro Domingos Jos RoJrigoes, e para
conductores os Srs. Antonio Polari, Thomaz Cirno
e Dativo da Silva.
5:8233000
5:0O6000
2:521*500
2:120000
1:977*000
800f000
800*000
280*590
3:550*600
14:598*150
segun-
PERNAMBUCO.
BEVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIALHontem a assem-
bla apdrovou, em 1* disenssao, o projecto n. 122
deste anno, que manda qne as causas da fazenda
provincial, que ora correui pelo juizo privati-
vo dos feilos da fazenda, passsem a ser julgadas
pelos juizes de direilo desta capital.
Passsando discusso do art. 6 do orcamento
provincial, .oraram os Srs. Pedro Affonso, G.
Drummond e Gusmo Lobo, ficando anda adiada
a discusso.
Foi approvado em 2'djecussao, e despensalo o
intersticio reiuerimento do Sr. Mello Reg,
o projecto n. 129, sobre crditos snpplementares.
A' ordem do dia para hoje : conlinuago da
anterior,' e 3* discusso do projecto n. 129 deste
anno.
FEKIMENTO LEVENo domingo s 8 horas
da noile, na ra de S. Miguel na freguezia dos
Afogados, Paulino Manoel de Castro, ferio leve-
mente com" urna puhhalada Roberto, escravo do
Dr. Jos Candido. O criminoso foi preso em fla-
grante.
EXAME DE HABILITACO.Foi transferido
para o dia 15 do corrente, por ordem do Sr. con-
selheiro director geral interino da instruegao pu-
blica, o exame de verificago de capacidade para
o magisterio primaria do sexo femnino, que devia
ter lugar amanba.
VAPOR POTENGL- Sahio do porto da Forta-
leza para o nosso. pelas escalas, no dia 31 de maio.
DNHEIRO.O vapor Tocmthu trouxe as se-
uintes quantias para os Srs. :
oaquim Jos Gongalves Beltro
Tasso Irmos & C.
Th. Christansen
Pereira, Vianna & C.
Jos Fernandes dos Santos Bastos
Antonio Correia de Vasconcellos
Joaquim Gerardo de Bastos
Cnsul portuguez
Tronxe mais esse vapor :
Para a Baha
i o Rio de Janeiro
FURTO DE CREACOE5.Pedem-nos a
te pnblicago :
* Os ladroes eslo activos e por tanto preciso
que a polica vclle, duplique de esforgos, para
impedir que soffram os moradores do termo. Na
povoagao do Pogo da Panella.havia um bode man-
so e gordo que tenJo sido creado em casa, era
por es-e motivo objecto de grande affeicao para o
seu dono. Anoilece o bode no quintal do seu do-
no, e quando rompe a aurora nem delle exista ras-
to Tmha sido furtado.
Feitas as pesquizas foi encontrado osquartaja-
do no agougue da ra do Rangel em que traba-
lira Victorino Jos Qavalcante, onde eslava expos-
lo venda.
Desta vez de esperar que soffra aquelle que
o furtou, isso porm nao deve impedir que cala
qual vele as suas creagoes, e que a polica puna
esses amigos do alheio. >
PASSAGEIROS.O vapor Tocantins vmdo dos
portos do norte trouxe os seguinies :
Ednardo Jos dos Sontos Lima, Domingos Er-
mida, Sebastiao de Souza Suzane, Manoel Ferrei-
ra, Vctor Jos Ferreira, Antonio Francisco da Sil-
va, Joo Rodrigues Pimentel, Joo Rodrigues" Fer-
reira Pimentel, Izidoro Bender e sua senhora e
nma riada, R. Munii Nonato, major-sos Feij
de Mello, Ambrozlo Augusto Ferreira da Silva, J.
Dantas. Francisco Alves Pereira, Bernardino Ca-
no, Domingos Grsso. Gabriel Narcizo Aranha. D.
Bernardina Maria das Nev?, Angela Donata, T.
Vctor Pereira, M. Roubucb, Francisco G. Mar-
ques da Foncecj, Salustiaoo E. C. da Cunha An-
tonio P. Jnior, J. Izidro Monteiro, M. Gervasio F.
da Silva, C. Rodrigues Pereira, M. J. do Nasci-
mento, L. da Fonceca de Jess e A. Rodrigues da
Costa.
Seguem para sul :
Jnviniano Jos do Araujo, Dr. Aprigio M. de
Menenes, J. Ferreira Cardoso, D. Georgina Correia
de Mello, coronel Jos Nones de Souza Belford e
seu criado Joaquim, Luiz Francisco Alves, desem-
bargador Domingos Jos Pinheiro Braga, Eugenio
A.jda Paixo. F. P. d aSilva, J. Joaquim de Olivei-
ra, 2* cadete Belarmino Augusto de A., Victorino
Anselmo Rodrigues, capitao Jos T. Carneiro da
Cunha, tenente Braz F. da F. Vellos?. Benedicto
A. P., Galdna Paula da C. 2 recrulas de mari-
nha, 6 esoravos a entregar.
LOTERA.A que se acha a venda a n. 150"
a beneficio da igreja de S. Sebastiao do Bonito, a
qual corre no dia 18 do ecorrente
CEMITERIO PUBLICO. Obituario do dia 3 de
junho de 1870.
Mara Luiza da Conceigao, Pernambuco, 55 an-
no?, casada, Recife; pneumona.
Jos Antonio da Silva, Pernambuco, 20 anuos,
solteiro, Recife; tubrculos pulmonares.
Lucas Jos Pires, frica, 90 anuos, casado, Boa-
vista ; hydrotorax.
Jos Alexandre, Penumbueo, 21 annos, solteiro,
3. Jes ; gastro hepatite.
Caetano Jos de Mello, Pernambuco, 40 an-
nos, casado, S. Jos; congeslo cerebral.
Luzia, escrava, frica, 70 annos, solteira Boa-
vista ; bernia.
Luiza Maria dos Santos, Pernambuco 45 annos,
casada, Boa-vista; cancro no seo.
Theodomira, Pernambuco, 10 mezes, S. Jos ;
dentigSo.
Manoel, Pernambuco, 2 annos, S. Jos; den-
tigo.
Joanna Mara da Conceigao, Pernambuco, 30 an-
nos, solteira, Boa-vista, hospital Pedro II; tubr-
culos pulmonares.
Camarina, frica, 70 anno?, solteira, Boa-visr*,
hospital Pedro II; nepatite chronico,
Fre Saoti de Messoa, aples, 94 ancs, S.
Jos ; ongestao cerebral.
Senhorinha Apolinaria Fernandes da Costa, Per-
nambuco, 40 annos, casada, Recife ; eneefa-
lite.
Mara, Pernambuco, 30 annos, Santo Antonio ;
gastrte.
4 -
Jovjpca EJovirges da Silva, Pernambuco, 17
anno#. solteira, Boa vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Maria, Pernambuco, 6 annos, Santo Antonio ;
ttano.
Anna J ;aquina da Cunha, Pernambuco, 70 an-
nos, viuva, S. Jo3; diarrhea.
Graga, escrava, frica, 50 annos, solteira, Boa-
vista ; hypetrophla.
Deodata Mana da Piedade, Pernambuco, 21 an-
nos, solteira. Boa-vista; queimadnra.
DionizioFerreira, Pernambuco, 28 annos, soltei-
ro, Boa-vista; tubrculos pulmonares.
Jos Joaquim do Souz Villela, Portugal, 24
annos, solteiro, Santo A-Ionio ; febre perni-
ciosa.
Manoel Marques da Silva, Pernambuco, 30
annos, solteiro, Santo Antonio ; febre interni-
tente.
Benedicta, escrava, Pernambuco, 45 annos, sol-
teiro, Boa vista ; hydro-pericardio.
Francisco escravo, frica, 70 annos, Boa-vista ;
enterile chronico.
Maria Benedicta da Silva, Pernainbnco, 60
annos.
ERRATA.
Em lugar do exiract > do discurso do Sr. A. Ca-
valcante publisacado hantem, leia-se o segninte :
O SR. A. CAVALCANTE (pela ordem) pergunta
ao Sr. presidente, e considera regeitado o projec-
to n. 32, qu j passou em 1' discusso, e con-
signa a mesma idea do additivo, qne S. Exc. con-
sderou prujudicado. No caso allirmativo requer
que se consulte a casa a respeito, e pede que se
declare na acta, sua opiniao contraria a semelhan-
te deciso.
Wl
(IIRONK \ Jl DiriARIA.
THIllt \Vi\ DA l!:i UAO.
SESSAOEM 4 DE JUNHO DE 18T0.
RESIDEXCIA DO KXM. SR. C0.NSELHKIB0 CAET.VKO
SANTIAGO.
Secretario interino Dr. Virgilio Cbelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirnna, Lourengo Santiago, Almeida
Albuquerfue, Motta, Doria, Domingues da Silva,
Rcgueira Costa, Souza Leao e Guerra procarador
da coroa, abrio-se a sessao.
PassaJos os fetos, deram-se os seguintes julga-
menlos:
Recursos crimes.Reccorrente, o juizo; reccor-
rido, Bernardo Bezerra de Souza.Relator o Sr.
desembargador Lourengo Santiago, sorteados rs
Srs. desembargadores Regneira Costa, Souza Leao
e Motta.Improcedente. Reccorrenle, o juizo;
reecorrido, Manoel Clemente dos Santos Lins.Re-
lator o Sr. desembargador S uza Leao, sorteados
os Sr?. desembargadores Doria, Almeida Albn-
querque e Gitirana.Improcedente.
Appeixacoes crimbs.Appellanle, M. Ferreira
d'Azevedo ; appellado.ojuizo.Reformada a seten-
Sa. Appellante, Jos Francisco da Luz; appella-
S, a justiga.A' novo jury. Appellante, Apolio.v
rio Pereira de Oliveira ; appellado, o juizo.Im-
procedente. Appellante, Antonio Jos da Silva ;
appellado, Alberto Bezerra de Mello.Nao toma-
ran) conhe imento da appellago. Appellante, o
juizo; appellado, Luiz Themoteo Ferreira.A'
novo jury. Appellante, o juizo; appellado, Fran-
cisco Ney de Santiago.A' novo jury. Appellan-
te, o juizo; appellado, Francisco Jos de Sant'An-
na. A' noo jury. Appellante, o juizo; appella-
do, Francisco Xavier de Salles.A' novo jury.
Appbllacoes civeis.Appellante, Vicente Fer-
reira da Silva; appellado, Miguel de Albuquerque
.Mello.Despresados os embargos. Appellante D.
Auna Francisca deS; appellado, Jos Furtado de
Lacerda Jnior.Despresados os embargos. Ap-
pellante, Jos Antonio de Oliveira; appellado,
Fraacelmo Laurentno do Boinflm.Recebidos os
embargo-. Appellants, a fazenda; appellados,
Luiz Antonio da Silva Vianna e outros.Confirma-
da a sentenga. Apd^llantes, Manoel de Souza Silva
Sorodio e outros; appellados, Francisco Pereira e
outros.Despresad s os embargos. Appellante,
Manoel Luiz de Albuquerque Pessoa; appellado,
Joo Collio de Souza.Rec'eberam os embar-
gos. Appellante?, Jos Victorino de Resende &
C.; appellado, Monteiro Correa & CConfirmada
a sentenga.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
Dargador Guerra.Appellac5es civeis : appellan-
te?, Joaquim Jos dos Santos e outros; appellado,
Antonio Ferreira dos Santos. Appellante, Jos
Teixeira Machado; appellado, Jos Luiz de Vas-
concellos. Appellante, Luiz Marqus da Silva;
appellado, Ignacio Manoel Sarama
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago.Ap-
pellago crime : appellante, o juizo;' appellado,
Manoel Baptista Lopes.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago.Appellagoes civeis :
appellantes Claudio Uubeux e outro; appellad >,
Joaquim Jos de Miranda. Appellante, Herculano
Francelno Cavalcante de Albuquerque ; appella-
do, Manoel Elias de Moura. Appellante, Henri-
queta Elisa Banks; appellado, Jos Luiz de Souza
Ferreira. Appellante, padre Jos Gomes dos.liis
Lima ; appellado, padre Jos da Assumpgo Sou-
za. Appellante, Jos Samco; appellado, Pedro da
Costa e Silva. Appellante, Manoel Gomes da Cu-
nha Lima; appellado, Manoel Francisco Alves
Gama. Appellante, a Santa Casa da Misericor-
dia; appellado, vi conde de Saassnna. Appellan-
te, Jos Francisco do Reg Maia; appellados, Jos
Affonso Ferreira e outros. Appellante, Archanjo
Soares da Silva; appellado, Antonio Jos de Oli-
veira.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellago crime:- appellante, Jos Serafiim da Sil-
va ; appellado, Francisco de Oliveira Pimentel.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta. Appellago crime:
appellante, Clemente, escrava; appellada, ajus-
tica-
Ao Sr. desembargador Souza Leao.Appellago
civel: appellante, Cleroentinode Hollanda Luna;
appellado, Jos Pacifico da Costa Caraca
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Silva.Appellagoes civeis: ap-
pellante, Luiz Emiliano de Figueiredo; appellado,
Manoel Alexandre de Araujo Guerra. Appellante,
Manoel Joaquim da Silva Leao ; appellado, Francis-
co Ferreira Basto? Amorim.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da SilvaAppellagoes civeis :
appellante, o cnsul portuguez; appellada, D. Ma-
ria Joaquina de Oliveira Campos. Appellantes,
Joaquim Ribeiro Moraes e outro; appellado, Ma-
noel Pereira Magalhes. Appellago crime : ap-
pellante, o juizo; appellado, Pedro Jos Rodri-
gues.
Do Sr. desembargador DAWinguee da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Cost.AppellagSes
civeis; apocan, bacharel Angelo Henriqnes da
Silva; appWado, Salvador dos Santos Sequeira
Qavaloante. Appellante, Bento Nanea da Silvei-
ra; apselladQ, Dr. Olinlha Jos Metra,
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao.Appellagoes crimes :'
appellante, Luiz Antonio da Silva ; aopallado, o
juizo. Appellante, Joo Antonio Marques do Espi-
rilo-Sant); appellada, a justiga.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitirana.Appellagoes civeis: ap-
pellantes, bacharel Antonio Ferreira Maniz Ribei-
ro e outro ; appellida, a fazenda. Appellante, Ma-
noel de Mesqnita Cardoso ; appellado, Ignacio Pe-
dro das Neyes. Appellago crime: appellante, o
juizo: appellado, Joaquim Correa de Mello.
Deligencia crime.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justiga : appellante, o juizo; appellado,
Manoel Joaquim da Silva. Appellante, BenJo Alves
da Silva; appellada. a justiga AppeHante, o jni-
zo; appellado,Vicente, Ferreira da Silva. Appel-
lante, o promotor; appellado, Manoel Franeisio
da Silva. Appellante, o juizo;'appellado, Antonio
Joaquim Leite. Appellante, Antonio Cardim de
Castro; appellada, a justiga. Appellantes, o juizo
e Fsancisco Alves de Miranda Varejo; appella-
da, a justiga.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
fetos:
Appkllaces chimes.Appellante, o promotor;
appellado, Jacintho da Hora Mende?. Appellante,
Manoel Laurentino Bezerra ; appellada, a justi-
Sa. Appellante, o juizo : appellado, Eleuterio Jos
ezerra. Appellante, Jos Pereira Barbosa; ap-
pellada, a justiga.
Appellacao civel.Appellante, Jos Pinto Tei-
xeira ; appellado, Thomaz Tenorio de Albuquer-
que Villa-Nova.
Embargos remettidos. Embargante, D. Felici-
dade Mara de Vasconcellos; embargado, Dr. An-
tonio de Carvalho Raposo.
A i hora e um quarto da larde cneerrou-se a
sesso.
DO COHMERCIO
DE 2 DE
I lilil MI.
4GTA DA SESSO ADMINISTRATIVA
JU.NHO DE 1870.
.KSIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. depu-
lados Miranda Leal, Basto, baro de Cruangy
e Rosa, S. Exc. o Sr. presidente declarou aberta a
sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 30
do mez prximo passade :
EXPEDIENTE.
Aos Srs. depntados foram distribuidos os se-
guintes livros : Diario e Copiador de Ferreira &
C-, ditos de Manoel Nones Pereira & C., Diario de
Julio. Cesar Pinto de Oliveira, dito de Fraga &
Rocha.
Requerimento de Jos Antonio de Freitas, como
procurador de Custodio Jos Alves Gaimares,
pedndo que se Ihe registre a respectiva procura-
gao. Regstrese.
De Francisco Lourengo da Silva, bastante pro-
carador de Antonio Fernandes de Figueiredo Pai-
va, pedndo tambem que se Ihe registre a respec-
tiva procuracao.Registre-se.
De Hugo Suling, nacional do Hamborgo, idade
de 24 annos, morador na cidade da Fortaleza, ca-
pital do Cear, membro da casa commercial de
Kalkmann & C, pedndo ser individualmente ma-
triculado commerciante. Offerece um atlestado
firmado por Francisco Colho da Fonseca, Albano
Irm aos e Severiano Ribeiro da Cunha & C, por
onde mostra gozar de crdito publico.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
De Francisco Ribeiro; Pinto Guimares, sub-
mettendo registro a nomeagj de seus caixeiros
Felippe Nery Gongalves Ferreira Costa o Manoel
da Silva Maia.Como reqner.
De Manoel Eloy Mendes, concurrente ao con-
curso para preen.-himento do Ingar vago de ama-
nuense archivista d'este tribunal, fazendo sentir
impresso que tivera com a advertencia que
Ihe fora feita por nao ter comparecido mais cedo
ao indicado concurso, e que desconfiando da exac-
tido de sua prova escripia, pedia que fosse este
seu re [nerimento junto mesma, afim de serem
confrontadas as letlras.Para se apreciar a lettra
do supplicante, basta a primeira petigo que fez.
ADIADOS DA SESSAO DE 27 E 30 DO PASSADO.
Ofllcio de Carneiro A Nogueira.Fica adiado.
Summario contra o trapicheiro Anacleto Jos
do Mallos.Marcou se o primeiro dia para jolga-
mentoj convidando se o Sr. desembargador fiscal.
Requerimento de Antonio Francisco Carneiro
Monteiro Piro.Sellado o termo de fianga devi-
damente, volte a petic.in.-
De Jos Paulo da Fonseca, oppondose ao regis-
tro do contrato que celebrara com Jeronymo da
Costa Lima e Joaqnim Gongalves Vianna.Como
roqner.
De Jeronymo da Costa Lima, Jos Panlo da
Fonseca e Joaquim Gongalves Vtanna, em que pe-
dem o registro do sobredto contrato.Nao tem
lugar a vista da reclamago do supplicante Jos
Paulo da Fonseca.
Da companhia Recife, Drainage limited.A-
diado.
COM INFORMAQAO DO SR. DESEMBARGADOR FISCAL, DE
30 DE MAIO ULTIMO.
De Manoel Gomes da Cruz e Aalonio Pereira
Villela, distrato social.Regslre-se.
De Pereira Irmos, contrato socialComo re-
quer. .
De Pe ro Osorio de Cerqueira, matrcula de
commerciante.Como requer.|
Dada a hora (11 e mcia da manha), o Exm. Sr.
'presidente encerrou a sesso.
SESSAO
Continuam en poder do Sr. baro de Cruangy
os fetos adiados a sea pedido na sesso passada,
entre parte?, appellante Andr Barboso Soare.,
appellada D. Candida Mara dos Prazeres ; appel-
lante Carlos Corlen, appellados Luiz Ribeiro da
Cunha i Sobrin'o ; appellante Manoel Torquato
Ramos, appellado Antonio Ulysses de Carvalho.
A pedido dos Srs. depntados adiaram se os jul-
gamentos dos feitos entre parles, appellante Ber-
na-do Jos Rodrigues Pinheiro, appellados Wilson*
A Helt ; appotlante Jos Maria Bezerra Cvalcan-
t, appellado Vicente Ferreira de Veras ; appellan-
te o baro de Bemflca, appellado Braz Carneiro
Leao.
DISTRIBUICAO.
Ao Sr. desembargador Aeeii li : appellante Ur-
bano Jos de Mello, appellado Jos Velloso Soares.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Acciol ao Sr. desem-
bargador Silva Guimares : embargantes os ad-
ministradores da ma sa fallida de Amorim, Fra-
iroso, Santos 4 C.; embargado Domingos Alves
ateos,
Eocerrou-se a sesso meia hora da tarde,
declarando se dadas as ferias do Espirito Sanio.
ao
F. PE
JUDICIAR1A RM 2 DE JUNHO DE
1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR A.
RETTI.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meo dia declarou-se aberta a sesso estando; s cita
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-' sujjtos,
raes, Reis e Silva e Acciol, e os Srs. depntados
Rosa, Basto, Miranda Leal e baro de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O Exm. Sr. presidente ordenou que se escre-
vesse a seguinte rectifica gao :
as actas da sessao de 9. 23 e 27 do mezpro-
ximo passado, quando se den a apresentago do
seguinte feito para o sorteio, sea julgamento, e
assignatura do accordo, entre partes, appellante
Frmiano Jos Rodrigues Ferreira, appellado Joa-
quim da Silva Costa, por engao escrevea-se sem-
Sre D. Joaquina da Silva Costa em vez de Joaquim
a Silva Costa.
ACCORDOS ASSIGNADOS.
Embargante Antonio Joaquim Salgado, embar-
gado Luiz Fonseca de Macedo ; embargantes os
administradores da massa fallida de Antonio Pe-
dro de Mello, embargados Fonseca & Santos ; ap-
pellantes os administradores da massa fallida de
Antonio Maria O'Connoll Jersey, appellados Jos
Victorino de Rezende 4 C.
JULGAMRNTOS.
Juizo especial do commercio : embargantes ap-
pellantes exeqnentes Manoel Alves Ferreira 4
C, embargados appellados embargantes lerceiros
D. Agostioha Joanna 4 Filhos ; jnizes os Srs. Res
e Silva, Acciol, Basto e Miranda Leal. Foram
despresados os embargos.
Juizo especial do commercio : appellantes reos
os curadores geraei da massa fallida de Antonio
Pedro de Mello, appellados autores Jos Marcelino
da Rosa 4 Filhos ; juizes os Srs. Silva Guima
raes, Reis e Silva, bario de Cruangy e Rat.
Foi continuada a sentenga appellada, sendo ?||
vencido o Sr- bario de Cruangy,
COMMUNICADOS.
Estrada de ferro do Heelfe
9. Francisco.
Nao sappunha ter ainda de voltar irapreosa
l>ara ocenparme com a oceurrencia havida 25
de fevereiro ultimo entre mim o o Sr. Mann, so-
perintendente da estrada de ferro do Recife ao
5. Francisco ; mas, tendo esse sonnor respondido
ao aviso do ministerio da agricultura, que d'ella
se oceupou, de um modo lao inslito quid cavi-
loso, e de forma a tornar-me necessaiia ama de-
feza, visto como o famigerado ingle* langou so-
bre mim a pecha deplantador de insubordina-
gao, son forgado em trazer ao conhecimento do
publico a resposta que deu o Sr Mann ao citado
aviso, e jantar-lne algumas consideragoes e docu-
mentos em minha defeza.
Essa resposta (documento n. 1) contm ir
cartas, nma do chefe do trafego, outra do supe-
rintendente das locomoti as e a terceira do cou-
ductor d'aquella estrada, todos pessoas sujeta9 a>
Sr. Mann, e portento no caso de serem victimas
de ama demissao acintosa. D'ahi se v qne ne-
nhum valorpdem e deven) ter tes documento-,
meramente olflciosos. Demais, as datas (Tessas
cartas, todas posteriores ao aconlecimonto de 2->
de fevereiro, provam at certe ponto essa offlcio -
idade.
Lm essas eartas pretende o Sr. Mann demons-
trar que, 24 horas aates do telegramma qae llw
dirig da Escada 25 de fevereiro, estavam dada?
as providencias para que nao faltasse logar nos
carros de primeira classe as passageiros da pri-
meira secgo da estrada de ferro. Admiti qu*
assim fosse ; mas ainda assim nao se explica a
sua espirituosa grosseria, devolvendo o meo tele-
Sranma acompanhado de oatro do seu panho
escortez e inglezmentt escripto.
Eu nao poda adevinbar qoe essas ordens esta-
vam dadas; nao me cumpria tambem|entender-m
com o conductor, visto como nada tinlia com esse
empregadoquem o Sr. Mann insinnou a carta qoe
d'elle obteve ; portante o raeu telegramma, que
tmha por lim satisfazer urna necessidae redama-
da pelos passageiros que da terceira e qnarta
secgoes vinham de p, teve toda razo de ser.
Nao aproveila ao Sr. Mann diier qae nao era
possivel satisfazer a minha reclamago se as pro-
videncias nao eslivessem dadas, porque todo o
mando sabe que-da Escada ao cabo o trem gasta
urna hora e dez minutos, e o telegramma, che-
gando d'aquelle este lugar com u differenga
mxima de dez minutos, dava o aviso em tempo
de preparar um carro as ofBcinas, onde est o
telegrapho elctrico.
Diz o Sr. Mann, na sua resposta plstica, que eu _
nao podia_ possirelmente ser autorisado a (asir
(reclamago) pelo engenheiro fiscal, como parece
ter sido informado S. Exc. (o presidente da pro-
vincia.)
Deixando de parte o seu possicelmente, pergun-
tarei ao espirituoso ioglez em que se fundn para
dizer que eu nao tinha competencia para proce-
der como proced, urna vez que o regulamento
das e Iradas de ferro nao deixa duvidas respei-
to, como jdisse o Sr. ministro da agricultura no
referido aviso f
O Sr. Mann nessa parte de sua reswsta claudi-
coua letra do regulamento, e de um s golpe fe-
rio dous funcionarios pblicos brasileiros, sen-
do que ii m d'elles por sua elevada posigo devia
ao menos licar coberto do seu espirito. Nessa
parte, como disso, offendeu o Sr. Mann nao s ao
genheiro fiscal Dr. Buarque de Macedo, pondo em
duvid suas assergoes .nos offlcios que j aqu
publiqaei dirigidos presidencia, mas tambem
ferio ao Sr. ministro da agricultura, que, no cita-
do aviso, reconheceu qne eu tinha procedido den-
tro da rbita de minhas attribuigdes, como j o ti-
nha reconhecdo o Exir. Sr. senador Almeida e
Albuqaerqae.
Por essa coarctada do Sr. Mann avalie o publico
al onde chega o seu furor tnglez, espirituoso fil-
iar qae o tem levado a inimisar-se com quasi to-
dos os agricultores de um e oatro lado da estrada
de ferro, como ser-me-ha fcil provar com docu-
mentos do que offereco especimens nos n?. t e 4.
Chamo a atlenro dos leitores do Diario e do
publico em geral para o final da resposta do Sr.
Mann a partir do seaem conclaso etc., cojo fi-
nal mandei gryphar para torna lo, mais saliente.
Ah diz o Sr. Mann claramente* qae en (nao
procurado plantar a insubordinacao entre os em-
pregados da companhia, e, infelizmente para elle,
em su apoto empregados que Ihe eslo
e aos qnaes, com um rasgo do espirito
que costuma trazer no boleo e na cabega, pole o
Sr. Mann aniquilar de',nm momento para outro.
Mas com isso anda nao me olTendeu o Sr. Mano,
porque estou ntimamente convencido de qae esse
mglez nao conhece o valor das palavras que em-
prega, e a prova est no faci qoe cita de ter en
dito qoe me oeeuparia da oceurrencia de 23 de
fevereiro na aseembla provincial, cujo tpele to-
dava nojulguei prudente manchar, deixandonelle
cshir o norae do Sr. Mann qne, como sabido,
transsuda espirito e muito espirito.
No tpico final o Sr. Mann d demoneiracao do
quanto avesso as censuras da impransa, e deixa
ver quanto ellas o incommodam. Isio -me Kson-
geiro, visto como, jnlgando por nos os Brasileiros,
a censara s incommoda quaado justa, por-
tante o Sr. Mann confessa implcitamente qne as
censaras do Diario, de caja redaego taco parte,
teem sido justas.
Quanto a provocaces, nanea o provoqoei senao
quando escrevi o artigo qoe o Sr. Mann alinde
nesse final de sua resposta, e 4 essa provocacio
nao acudi o inglez. Se se refere a essa, estamos
d aecordo ; se, porm, nao se reporta ao mea ar-
tigo, permita o publico que eo diga ao Sr. Mann
qae faltou verdade. Quan'o eensoras, fl-las,
fago-as e coniinnarei a faze-las em qualquer ten
po e occasio qoe me parecer que o interesa* na-
blico as reclama. Flqne de yn vez certo o sr.
Mann que ha de ver sempre esa mim o espectro a
censara aos seas e aos actas da compaofcia. Los*
tunw aaur as minhai eeosom petas norma
dever e da justig*, e pertanlo. estt *WMo^
PiradewdermedacalumB de j*rt-
teoho

da isbordmagde,


Diario de Pernam^uco Q;jarta feifa 8 d* Junho de 1870.
be

a era myjVer Juntar documentos, porque o [ Mee, que juslicelro e j rae cdnhece, sabe qae
dU me af^^^ft. G e Unto-aqni urnaefita
do Sr. Dr. BraUtra*, em respostt 4 uutra miaba,
( pan o Sr. ministro da agricultura, que, me
nio cotnecendo, poda ta lves suppor mal de miin.
E>sa carta (documento 3) deve bastar ao Sr.
turo porqae de _fh fanecionaflo elevado e
que de kio forme.depeade de mim.
Chamo aiada a anearan publica e especialmente
* doSr. ministro da agricultura para os doettmea-
tosus. 2 e l, d'onde se v.que o Sr. Mann tas tido
d*savenea* cun os moradores dis viMuhancas d;t
estrada, pela maior parte respeilawis agricuhore*
preprietarios disti netos. Eu podrida citar un
rol n cujp alto se leria o nonio do lxnusr. ba-
e de Gnararape* (descolpe-rre S Exc. a citacao)
mas achu que foto desamwsano, una vez que a
ais Miguem pode o inglez, o Sr. Mann, engaar,
visto como todos j o cenhecem como susceptibi-
lsimo de ser influenciado pelo tspfttlo de todas
es aaedes e graos.
humo mi fallar ero umita para que uque
toeui patente a mola real das aepoes do Sr. Mann.
em quem so verifica perfeilamente a synoaimia
brt,-iUora eiure inglez e.....etc.
Os 13 annos de etnpl ego na estrada de ferro, se
de alguma forma servem aoSr. Mann, que uelles
se escriba, nao de certo em sen abono : sua
entunica -bem conliecda, e se me sobrasse lem-
po ese e Sr. M.-.nn nao me causasse asco, eu me
incumbira de traslada-la para este jornal.
DexoeV urna vez o Sr Mann entreguemos seus
raacoies espirituosas sobre a ocurrencia de 2o
de fevereiro ; nlo mais Telles me oceuparei, visto
como o negocio j nao me diz respeito desde que
o aviso do ministerio da agricultura, que alhuii
em principio, aVu-aie toda razio o veio em meu
auxilio chumando o negocio ao gotei no. O aviso
saiiiR'z-mo, e, pois, nada me resta a delindar com
o Sr. Mano.
Hecife, 7 e junho de 1870.
Felippe de Figueiroa Faria.
P. S. A demora d'este artigo proveio da raoro-
sidade na oblencao dos documentos autheucados.
N. I.
Copia. Recifu & S. Frrancisco Hailway Li-
mited, 19 de abril de 1870. Illm. e Exra. Sr.
Smente ehegon as minlias raaos na tarde do sab-
bado 16 d i crtente, pelo trem de (5,10 da tarde
o .co de V. Exc, datado de 13 d| abril de 1870,
o que oecasionmi a demora desla resposta ao ci-
tado offlcio lo V Exc.
Priroelro que ludo permita-me ;V. Exc. qoe lhe
assegnre, que nein agora nem em tempn .algum
lenb-'i posto em duvid o- direito engenheiro fiscal, de accordo com o art. 132 do
tegulaiiieoto apprnvado pelo decreto n. 1930 de
26 de abril de 1857. de participar ao goveruo na
crt* <>u ao respectivo presidente as provincia-'
tolas as mfraccSes do regulameuto, nslruccBes
on contractos, qu commellorem as aaministracoos
da estrada de ferro, ae estas primeira adverten-
cia do mesmo fiscal nao se derem pressa em cor-
rigir o err. ou abuso.
Nao tanda bavido porin iufraecio alguma de
rtgulame.'ito,"ii>truc\;oc ou contractos da par-
te da administracao no .lia 25 de fevereiro ultimo,
mas tai soinento urna dcMnlelligencia entre mim
e o ajudanle do engenheiro fiscal, Sr. Felippe de
Fiuero.i Paria, em ref. rencia a qual, aquello Sr.
exigi que eu desse lhe um esclarecimeuto, indi-
cando ao ii'x'sato lempo qual deveria ler sido a
minha linha .e conducta, para com o seu ajudan
ti e coucluiu-! o por amea(ar que levara o tacto
ao eoahecimi'iit'j do goverm. imperial, se a minha
apada nao lhe fosse satisfactoria ; eu respond
a este oflJcio que tomando us termos era que es-
lava ello concebido cerno urna ameaca respetosa
ment deelinava de dar explicacoes do meu pro-
eedimenlo.
Ha 13 nonos que eu me ach ao servico desta
estrada de ferro, j como superintendentedas lo-
comotivas, j como engenheiro residente, j final-
mente com* cnguulieiro em chefe e uperindente,
e levo ponderar a V. Exc. quo tenho sempre me
esforcado para dar qualquer salisfaco e informacao
aos varias engenheiros ilscaes que' o governo tem
nomeado, e outro nao leria sido o meu modo de
proceder na orcasio ein queslao, se nao livessse
cu considerado o offkio do actual Sr. engenheiro
liscal como tuna amea;a e pxcesso de suas ins-
inicro.?, constildindo-so ao mesmo lempo juizdas
iniJiliai accoes; o que me parece nao ter assento
n > ciado art. 132, o qual assim conclu : O go-
i'Yiin iimhir omir a parle acensada, abn\ido-
x.i'.Jo em MjitiiUt o neyecio, ou remetiendo a sec-
r*~to dos lUQclo do iktperio do conselho de estado,
muflirme julgur m mo o tato merecedor de pro
em*. Para que V. Exc. veja que nehhuma iu-
Tracrao de regulameto, in?tnicr;oes, ou contractos
r i cjinii-itida pela administrarlo no diaem ques-
t'% consinta V. Exc. que eu submelta a tselare-
'ida apreciacao de V. Exc as cartas que era se-
guida transerevo, do chefe d) trafego, de superin
temiente das locme livas, e do conductor do trem
de pSraeiro?.
Cabj 18 de abril de 1870.Illm. Sr. G. O. Mann,
s'jpeii:i!'iidente.
Em eiiiprimeolo a ordem de Y. S. tenho a
infirmar que no da 11 de fevereiro prximo pas
sido, me foientregue ua estaca) da Escada pelo
conductor do trem de carga, urna caria do chefe
i'a e#t;o 5o de Freixciras requistando um carro
de classe, para conduzir para Cinco Ponas no
trem de passageiros do da segnlnta a familia do
Sr. Caemiro do engenho Contendas. Nao podendo
j;a n-caso saber so haveria algum destes carros
'i<; ouivel, alm dos dous que circnlam no trem
ii I1 seceo, nao decid logo, mas voltei para o
i!ib) polo trem especial de carga para enlonder-
im com o Sr. superintendente das locomotivas, o
rii i apenas chegnei a Bnrbalho, e depois de
"r com elle concordado de nao so mandar o car-
ro reqnisitado, como do ter outro promplo aim
rio qu<: nao deixasse o trem de ter os dous carros
de 1* classe do coslume para o comraum dos pas-
sageiros da Ia seceo, exped um lelegramma ao
coudurtor do trem de passageiros em GameUeira,
r im delle avisar ao chefe da estacao de Freixei-
ras qae poda contar com n carro reqoisitedo.
Son com toda considerar > de V. S. muito at-
tmto venerador.
(Asiignado) A. Duprat. Villa do Cobo 18 de
abril de 1870.film. Sr. G. O. Mann, superinten-
dente.
ata tem pir fim declarar que sao quatro os
carros de 1* cla?e que posnue esta eorapaohia.
p< qnaes sao destribuidos da forma seguinle : Una
1* classe faz parte do trem de passageiros da 4a
Eem-Sg e tres oulros sao destinados para as tres
secfles de Gamalhira Cinco'Ponas. Dous destes
r.rw estao constintsmerte em servico na 1* sec-
ro.
A' 21 de fevereiro em volla de meio da o chefe
d) trafego dirigio-so a mim para saber ee poda
cantar rom todos os tres carros para o servico do
Ci* segainte, fH; respondi-lhe que sim, visto que
na havii nnnhum em oncertu.
Na da .S de fevereiro, de eonformidade com
&o, trun mandadts para Gametlera dous car-
f"s de I* classe, ftaindo o o tro prompto em Bar-
lalho para ser posTo iw trem da tarde, aflm
i" dar acommodac^o aos passageiros da 1' sec-
i.5", como loi pdMo peto chefe do trafago,
> -uveram |>oie toaos os carros ds 1* classe nesse
da em servteo, da accordo con e arranjo feito
no da precedente.
Declaro tambera que foi sempre costume, e
n icessario deixar em Barbamo todos os earro
(fie fr possivel spenser no trem qne sobe pela
iianhia de Cinco ponas por cansa das fnclina-
c~< (gradiente) que sJo fortes na V seecao e por
vrf a forfa das machinas limitada "em dita sacflo
a n rre C9--8 < I por 80). Sete caros narfm san invaria-
velmt-nte postos de novo na volta do trem de fia-
nrclleira, para accommodaco dos pasnager s da
1' seccio; o que foi regalarmenf eito no din W
d fevereiro Oltlrho.
S-m Je V*. 9. muito altano c collega.
f AssigfiadoJ H. SpeWW. Gpbo de Arll de
H)m. Sr. G. 0. Mann, snperinfeodente. En
>sia a carta de V. S. desla' data termo a dizer
'-sointa :Na ehegaJa do trem do "dia Ve de
fevereiro de que cu era conductor, em Gamelleira
rcebi nm tdegramma do Sr. chefe do trafego,
avisando-nie que Informas em Frexolras ao
ciefe drtsta estaclo, que poma contar com o earro
i' > classe para a familia do Sr. Casemiro do en
*nh j Contunda'. Na masma tard recebi verbal
in-ma mslroccoes i> Sr. cnefe do trafego, de le
v; r no trem ditas I" tlasses at Gamelleira do
iba segbate para na volt* reservar urna para o
Sr. Casemiro om Froxetras o qae flz, assim
como para tomar ontra em Barbalbo, na votti de
Uimallelra, afim de poder ceommedar os passa
>e hoverem na 1* sCi;>, cuja ordem
cumpri. No dia 28 do. mesmo mz na eataco da
ssou peno o mim ppe de Pi-
ria em dlreei*io ao escriptorio de tele-
ora me ter dirigid) tuna M> pnl.ivra acerca
.Iquer dasinstraejdes queja bavia eu re-
iodo Sr. chefe de' irafego relativa a Mcom-
ntodacjto de Tassageiros do 1' classe na 1* ies$o.
SeoSr. Felippe de. Figueiroa Faria rae tivesse
fallado u o prevenirla que as providencias Ja*9-
lavara dadas aflm do accommodar os passag
na seceo, visto todas as lM.classes que possue
a compannia, excepto a que serve no trem da 4'
eccib.j eechareiu destinadas para aipelleser
vi?o em dito da. As minhas instruesoes sao :
que n aso d haver -trftaaswa do passageiros-
tenho de comamnicar ao Sr. efcefe do trafego, se,
estirar pr.-sente e em caso contrario pedir ao Sr.
mperlotendense dzs locomoltvas em Barbalho
para augmentar o numero de carros que for ne-
cessarS. Sott de V. S. mullo atiento venerador e
criaio.(Assignado). Pedro Marques dv SUva
Pela leilura das cartas que precedem, tera V. Exc.
visto que no dia 24 de fevereiro, todas as precau-
coes possiveis fura n tomada- para a conveniencia
dos- passageiros Uo dia segainte. 'fto 24 hora*
antes da roclamacao do Sr. Felippe de Figueiroa
Faria a qual nao poda elle pojrtWwn/e ter au
toiisado a fazer pelo engenheiro fiscal, como pu-
carrtVa municipal U^enca oara na hal-
xa-mar fuer nm cercado para plantar capim, a
lhe foi iw.lilla 5 e por issri *e-o o abaixo
lassigoado ,*r.iba!h) e despezis de aplannr o terro-
n i di lio para o dito tim ; e, o nao fez a
planta, foi eni cwweiaeneia de tor Ido :.o nio de
Janeiro, onde dem tou-S", mais ae 6 metes; vol -
ilnndn Vnle, nao traton i*t della; asibn ficou
o seu terreno pn parado:enlnderam os cano
piros, e nutras pessoos do logar, quo deviam di'
trtiir o son terrn>o, tirando em carrosas p.i ra veti-
jarem ;tem quize-se; oque foi adoioosfid i pelu
abaixo assignado, as|>esso:saiio eestnmavnai dir-
imir o seu terreno ; mais atlas au fiwram caso;
e por i--o, tero entio q abaixo assignado de recor-
rer no fui-ai da fregneta di 1..cj) e ao Miht.-leg*-
dn da menina, pedindo provi1lencias,o que nem uiu
neiuoulroa deraui; e, continuando a mt irc.-lruido
o seu ierren-), reccorren o abaixo assignado a ca-
nun niunicipal dosta ajdade. pedladu aova liccn-
c.t para cercar o seu terrena ; e esta manda ou
rece ler sido V. Etc. ifermado em vista das pala- vir ao cordeadnr, on lo onve alguma demora: nes-
vras Quaesdo oflicio d V. Exc que eu textual-
mente aqai copio-: por occasio de recusar se a
atlender a reclaniafo por este Jeita por parto do
respectivo engenheiro fiscal, acerca da insuffici
encia de carros de ir classe para passageiros na
1" seecao no dia 28 de fevereiro ultimo. Consi-
derando pois. quo o Sr. Felippe de Figueiroa Faria
nao fui de n'enhum modo incumbido de fazer re-
elamacio alguma por parle do engenheiro fiscal
nem lo poco funecionava em lugar deale quando
a fez (no qual caso cu leria sido avisado por os-
cripio como fim -ido sempre o costume) nao posso
compielieuder porque o mesmo ajuiiautefoi iudu
sido a fazer tal reclamaco, naosinente desne-
cessaria, mas lo tarda que se nao livussem sido
tomadas as nc-essarias precaucoes, seria impasri-
vel provrr mais carro algum ua oceasjao,
Em conclas'io, pego a indulgencia a V. Exc para
me ter permit ido fazer urna obserxacao relativa a
ledamaaio (eita pelo Si: Felippe de Figueiroa Fa-
ria. e ' sunptesinenle a continuacw dosystema de pravo
cacoes e censuras, que o mesmo Sr. tem sempre
procurado infligir-me desde a sua uooteago em
18B7, s-'ndo para notarte que nao satis/ello o
mesmo Si: Felippe de Figueiroa Faria, com o que
me. pode fazer como redactor do Diario ilePernam-
bucp, de que fes pragaem nmapublicacao com sua
assignatura cuja copia junio, exom summo acan-
hamenlo que me vejo oreado a declarar, que tem
elle procurado plantar a nsubordiiitico t desia-
pello entre os varios empregados da companhia ;
em mais de urna occauao com oii.ijenhei.ro mi
dente e recentemenle dizedo ao chefe do trafego
que em additamentq as que j tem dilo no Diario
nao me pouparia na assemblca provincia!.?.'
com o maior pezar que me v jo forjado pelas cir
cunislancias, a necupsr a aitenco de V. Exc. B u
este assumpto para mira duplamente desagrada
vel e deshabita!, venceudo a mais linne repug-
nancia materia delle, smentc em obediencia
aos dietames do V. Exc. e pelo respeilo que a V.
Exc. tributo.
Dous gnar lo a V. ExcIllm. e Cxm. Sr. desera-
bargador Francisco de Assis Peroira Racba.diguis
simo vicepresidente desta provincia.G. O. Mann
Conforme.Antonio Anees Jacome Pires.
N. 2.
Illm. Sr. Dr. Felippe de Figneiri Faria. Em-
resposta a carta que me fez V. S. datada em 31
do crrente mez, respondo-lhe que em quanto a
opini) qoe formo do tralamento que costuma
dar o Sr. Mann aos omprogados seus subord-
naos bastante grosseiro. < mesmo em algara**
occasioi'S provando falta de educacao. Esta mes-
illa opino tv-aha a oovid de alguma?. pessoas
que transitam na estrada de ferro.
Em quanto a 2* parte dig> -'he que ja tem con-
corrido no desagrado popular, a ponto do oque-
reroni assassinar por iccasio eiD que a locomo-
tiva estrangulara urna mulher moradora na Ca-
banga, liviandj o ei: desie triste aconteciin.>nto na
plataforma da e>tacio dos AfggaJos aonde encon-
tre-o quasi vicliraa. Em quanto a 3J parte mal-
marte julgo estar corapreheudida na 1* parte
Je.-ta Diinlia resposla.
PJe usar desta como betn lhe aprovr.
No mais sou de V. S. amigo grato e criada obri-
gado.
Francisco Carneiro Machados llios Jani.-r.
Recife, 6 de junho de 1870.
(Ettava reconh-jeido).
.V. 3.
lllra. Sr. Dr. Felippo de Figueiroa Faria. rVs- pe ira ,'io* mercado,
pondo a V. S. declarando quo nunca me constou
que V. S. procurasse plantar insubordinagao en-
tre os cmpreido?> da companhia da estrada de
ferro do Beeife S. Franois-o.
Qpanto ao compsrtamento Je V. S. como aja-
dame do engenheiro fiscal da referida estrada foi
sempre muito regular.
Pode usar do minha resposta como lhe aprovar.
De V. S. amigo coega obrigado criaio.
Buarque da Macedo.
Recite, 6 de junho de 1870.
Estava reconhecido).
N. i.
Copia n. 121.Via frrea 'lo Recife a S. Fian
cisco. Repartilo liscal, 28 de maio do 1870.
Illm. C Exm. Sr. Cumprindo o que me determina
V. Exc. no okio iocluso da assembla provincial
tenho a honra d? informar o seguate.
A occorrencia havida em 25 de fevereiro ultimo
entre o ajndante do engenheiro fiscal desta estra
da de ferro e o superintendente da mesma estrada
consta dos oflicios por copia annexos e a estes
nada tenho a accrescentar.
Sobre as occorrencias que sederam antonor-
monte e durante a administrar) do Sr. Mann
Dalla estrada de ferro, nao sei se a assembla al
lude s coniestacoes ou desinteiligencias havidas
entie o mesmo seuhor e diversos proprietarios qn '
tora relacoes com estrada ; se assim nada
posso informar alm da existencia dessas coates
tardes por motivos que me sao desconhecidos, por-
quanto ncnhnrn de-ses proprietarios a mim reccor-
reu para dallas tomar conhecimento. Quanto ao
mappa, que se peje dfftodos aa empregados exis-
tentes ao tgrpo la administracao do mesmo Sr.
lima com declaracao dos moiivos das deDaissoas
que tiverem havido, devo ponderar a V. Exc. que
sendo esso empregados de lvre escolta da supe-
rintendencia que os poja oomear o demitlir ad li-
6imi receio que urna semdhante informacao me
seia retasada'pelo superintendente o que ser-rne-
hi muito dosagradavcl, nao tendo eu o direito de
a exigir, como pens que nao tenho em vista dos
contratos. Por taes motivos daixo de satisfazer
nesta parte reqnisico da assembla.
Deas guarJe a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. de-
gembargador Francisio de Assi9 Pcreira Rocha
digninissimo vico-presidente da provincia.Ma
noel Buarque Macedo.
Confere.
Antonio Annes Jacome Pires.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Ao 56 lampeo.
Quem prefere a luz as treva >
S a indolente topeira I
mas o homem, este detesta
Mesmo de loage a cegueira.
A luz. avivepla o-corpo
Promove a gerrdIaac.AO ;
A luz, o prograsso indica
A luz nos guia a razo.
Sera virta o hom.-m dednna,
Da-lhe a orle a oecuridlo ;
Drser nio p-e quo vive
Tera simi-raorta a razo.
A luz, tudo o uunde
Biso, llores, alegra;
A luz aeclar suave,
A laz maga harmona.
II
Parguota as ervasinhas,
Aos peixos qae estSo no mar,
As aves Innoeentinhas
A panthera no seu lar :
ftostaes di noute sombra?
Das trovas da ecarld8o ti
Pfeous, peixos, aves, meastros,
Vos dirao depressanlo I
t is clrenmaiancias wndo o abaixo assiguadj que.
' i -stanle de sen terreno se conclaia, c-.>rreu urna
cerca para vedar a entrada das carrosas; h quan
Jv .ssini proceden, eis que multa lo pelo liscal.
O publico, sabelor disto, quo julgne, qnaes os
homens deste logar, om tsta de ?uas ac^V.s
Rrve publicare outro fac >
Caldereiro, 6 de iiinlio de 1870.
Domingos Jos Marques.
vOoilgo Phiippmo.
Com este titulo acaba o Exm. Sr. Dr. Candid-.
tiendes de Aliued i, oputado assembla gcral
pela jirovnci.i do Uaranbao o iistincto advocado
na rte. de publicar u.;u odi^o brasileirs das
Ordenacoe.i, que anda sao, hije ora.dia, os nossos
co-.lig os civil e do processo; acomban hadas de
toda a legislacio (lortugueza o bra,iL-ira, que in-
lerpn lou, altern, ou abrogou as disposigoes da
|ueUu cu 1 yo. e de nu ncro-as e eradUas notas
pbilologica-, exegetlcaj o criticas de mxima ira--
pdrtancia para a indiligencia do texto. A tud
isio precede um emboco histrico do direilo, prin-
cipian lo pela historio do direito romano e de sua
introduecao na pennsula ibrica, s- guindo pela
historia das leis vitiigotbteas, do direile cannico,
do cdigo das Scte Partidas, e terminando pela dos
cdigos porluguezes Almsino, Uaiiuelino, Sebas-
lianlc (as le extravagantes de'Daarle N. de
Leo) o I'uilippin >, c pela de toda a egislacio pos-
terior al ;> km -di independencia do Brasil.
E-la s parle Jj giaarjteco iraballm doSr.'Dr.
Candido Mandes valeria a repulaeao de grande ju-
niseoosolta a quera nio a livesse j to nem fir-
u! i poi: outraS traballios e publicaefjes jurdicas
lo inontesUvel mrito,
O Sr. Dr. Candida Bendes prestou, pois, um re
b vantissuno s,.rvic.i a scienca o i-stuio do direito
i. prnica d i loro. Co;q o seu precioso li /ro rea
lisa-se mus grjodt ecjnopiia de terap'. de traballm
o -? dinheiro. O seu Cdigo Philippino vale pol-
aina e.o'liida biblioteca jurdica.
Nenhan estudante (e nao seria tcineridade ac-
cre-.\'T rn-nhum lente) das nossas F.ieuidades
de nirei-'i, aenbom alvgal", nenham inlga1..r
PtideT, o boje cu diantd, dispens .r o Cdigo Phi-
lippino do Sr. Dr. Candido Mendes. de que com-
plemento ebriga 11 o Auxiliar Jurdico, ontra obra
Jo mesmo autor, ; njj titulo, s p u si, diz n que
o a qaanto vale.
Dr. Campos.
Fasseios da cidade do
Eeeife.
Pe! le pr."vi:;oal n. 751. os proprietarios esto
paga oda na tlie:oiraria provincial 48, por cad -\
um* braca quadrada da paasek,l que for cons
Iruido do '"Ira em trente de suas propried.t-
d s.
Estalei Injasta, por q e d^rro^uu liarte do
ai1. 57, da le u. o'li, pela qual os proprietarios
nagao/jUM ia nosaa lisoayaria pela constrne/i
dospasaeioa, i-'J por cauto, tirados das rendas le
m;us nt'eai era visti Li colbta, e liaban) a lber-
d.;Jede constroi-loa, que nao acontece agora,
em vista da referida lei n. 7ot ; por quo somonte
privativo do arroma tanto.
E'injusta i r ;:oov.;!or da construccao ds
anta braca qaadrada de passeio, compraado-se a
(julios paia aheerces,
arla, carrete, serventes, e mi d'obra, nao ex-
cede de 30/1, e m nos citsUr a quem comprar a
peora aa Enrona, c entender de obras, qqe o
ponto o ','' '.
Desafia-te a qualquer obreiro, quo coutririo
osle calculo, aLresoatando o o camento, com o
qnai pr;vo c 'mpletamente, quo os proprietarios
na.) pagmn de nuia 18, n la constrnec) da bra-
ca qaarJrada de passeio.
Ouvi ,i::.or, rjno a d.ta ei n. 734 fora dita em
c.ii'seqnencia la rep;rtico das obras publicas
represeniar, pie a aguas pluviaes flcavam em-
po'i'ilas D'i9 p usie con-'truidos pelo proprieta-
rios por talla lo declive ; se assim aconteca, para
qae nao se inspeccionava-a construccao?
Parece me, quo tamben)' aconie.ee o atesnao eora
alguna passeios agora coostruido?.
A9 obra? publicas construidas por arrenataules,
nao s3o mais bem feitas do que as dos partcula
res salvo as ales de ferro, por que. as pecas
vieran! do estrjrgerr. fcil de ver-se.
fff in:qua Mea lei, p r qae o proprielario que
nao pagar constrnecao dos passeios nq prazo des-
ignado pagar-i o dap) lo valer I! Alguem dir
pague-se ralo eslipoladOj que nao pagar o
diijilo. Tauhern algoem dir, e a thesouraria
provincial paga sempre em tempo a todos que
aeUa tomjto recebar* Nao foram agora pagos
alguns emiiregadc. -depois de dous metes de or-
denados vencidos I
>a cmara muniolpal do Recife, pagava-se 200
por ceios s<>bro fi, de imposto qae pagara an-
nnalmento 03 brasileiros por licenca deporta abor-
ta para negocio, o igualmente 41, os estrangei-
re.. quando este impost nao era pago no prazo
designado as posturas; pagando-se d3 multa
W e8#; porque o resultalo da 200 porcen-
t): como assim me acontecen, quejulgando nao
estar comprehendido o meu ostabelecimento nesio
imposto deixei de pagar tres annos; e por isse pa-
guei 6, de imposto e 12J, de maltas I !
O |iu anda tenho em lembrahca, nao pela
Suanta; mas por ser urna le barbara ; e quan-
0 fallava contra a mesma, respondia-se me quei-
xe-sc da nossa assembla legislativa provincia!,
poi ter approvadn as postura.
Admira, que tendo o irreu paiz ama constilui-
cao a perto de meio secule. se fabriquera seme-
Ihantes leis 1 t 'muiti gana. Talvez qne uao
existam no pe-vo selvagem o fantico do Paraguay,
que a guerra civilisou I E nem mesmo nos pa-
ses que ainda sao regidos por governos absoluto-:.
A multa do referido imposto agora baixou para
,20 por centa
Taes leis sao forjadas e sancionadas por que os
meas concidades, queganham o pao qom muito
trabalho, ainda dao a importancia, qoeV snerece a
nossa constituicao, a qual muito garante os nossos
direitne.
Poreaosa da poltica, vivemos em partidos, des
unidos, o que multo convm a certa gente, por
qoe segaem o systetna, dividir para reinar.
rtntro sim : devtmos clamar contra o contrato.
M*rnay, em virtude dt- urna le provincial, e que
o Bxm. senador Ahneida e Albuquerque, ex-pre-
sidente desta provincia rescendio, por nao poder a
provincia campri lo;epor isso lera a provincia
de pagnr a Mornay alguns combatios- do reist1 E'
assim quo so despendem os dinheir<>s dos pesados
impostor, pagos com o suor dos cidadios I I Nao
tem porvemufa a provincia urna repartielo de
"bras publicas, pira informar quanto se p. deria
despender aproximadamente cora as obras do tal
contrato, neressariamente a dita reparticao intor
meu : nao ten ama loi de oreameuto annoal, para
da rni'srna conhecer-se da reeeita vista de uformacoes da tbasooraria, poder-se ou
nao firmarse o referido contrato t
Finalmente so a iUn-tre assembla legi-lativs
provincial tender ao que Oca expendido sbreos
pasaos, far grande beneficio aos proprietarios,
j lo sobre-carregados de irapostos.
Nao sou escriptor, e por aso neahuma respos-
ta darei, escrevo oque pens, porque a cemstitai-
cao me d este direito.
Nlo rae assigno por qne nao enere, o od por
ter compromfssos, ou por dfpeoder do fovenw.
Merce de DosDesculpe os erro*.
Recife 7 de junbo de 1670.
Uncktfo de familia.
Ao pu-(lico..
O abaixo assignado. tendo comprado ao Illm.
Sr. commendador Thomaz de Aquino Ponceca um
sio no Caldereire, rregoetia do Poce ; e, a escrip
tara de vaada declara, qae os fundos do dilo sitio
vai a baixa-mar do rio Capinaribe.
Em 1853 ou 1854, leve o abaixo assignado de
Bonito
Devo corregir urna luexaotia, que acabe de
tor aanu publicacan feu a Diario de Jioieom
qae se diz qne o Sr. Jos Cjnriaoo Dezerra de
Mello nio foi nomeado supptonte do juiz munici-
pal do Bonito, conforme pretenderam os sena pro-
tectores, por cao o ler consentido o Exm. ir, do-
serabargador Assis Rocha,
Nlo me quero intrometter na polmica eotre o
Sr. Bezcrra e o Sr. major Poutoal; lies qoe
ajustem entre -si as suas contas; mas quero que se
ssiba que o nomo do Sr. Bezcrra nio foi apresen-
tadoae Sr. desembargador A.sls Rocha para sef co-
meado suppiente do Juiz municipal, que nem eu,
uem os mens amigos Do Augusto de Oliveira,
Antonio Pimno, Eduardo ieOliver, Joao Vei-
ra e vigario Can ha, na lisia que assignamos, con-
fiamos no exarae e apreciarlo de 8. Exc, inclu
rao o Sr. Becerra.
Isto nao quer dizer que o temes em mau con-
eeio, quo o reputamos inferior a ontros qne fo-
ram nomeados, e se fago esta declaradlo uni
eamente liara desviar insinuac<3os e intrigas a qne
nlo me pretes.
Recife, 6 de junho da 1870.
/. P. B. de Mello Reg.
Ciras asombrosas da tsica.
As dsseccoes feitas reeentemente nos hospitaes
de Pars, provam qne os tnberculo dos pufmoes
podem ser ci*trsados de um modo permanente,
curando- e a tsica. Os casos referidos foram de
pessoas que annos antes havi.nn padecido de en-
ormidades dos pulmoes, e qae ao dapeis morre-
ram por nutras causa.
Os bolletins offlciaes dizem qne foram curados
de ule.-racao dos pubnoos mediante o uso constan-
te ile* oleo puro d.i flgado do bacaluo. Perora to-
la a difflculdade consiste em poder su aloancar
este napreciavel espeeifleo. Torna se pois da
maior importancia, qne o dosnte saiba qne o oleo
puro medicinal do ligado de cacalbo, de I,anian
4 Kemp. se acha sent de impurezas, eonforme o
indica seu nome. Corapde>se elle do principio sa-
lutfero e vital, qae se encoutra nos ligados slos
do bacalbo qne acaba de ser pescado. Na sua
composiclo nao entra a mais leve pancula de
materia estranha.
E claro e puro e acha-se sent de raneo, que
geralmentecaracteriza xquelleque iminerecidamen-
te se appellida oleo de ligado de bacalbo. O no-
mo da casa que o propara urna garanda mais
que sufflciente da sua excellencia, e tanto o com-
merrio como o publico podem confiar riel le com
toda a segnranca, e por iss 1 somonte se acha a
venda as principaes tojas de drogas.
COMMERCIO.
ENGLISH MNK
>f Rio de /aneiro Limiteci
Deseo uta le U ras da prar^a taxa a con-
"ncionar.
Recabe dinheiro em conta corrente hii
I raso Cxo.
Saca vista ou a praso sobre as ctdadt;
principaes da Europa, tero correspondente
ia Babia, Ducoos-Ayres, Montevideo, New
3 New-Odeas, e emitte cartas de crdito
>ara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
aLFAXDEGa
aendlmentodcdial a-6 2i8:720i8.-5
ricni do dia 7 47.6694742
296:399*227
MOVIME.NTO DA ALPANDEGA
'olumes entrados cot fazeudas 234
I Cero dem c >m genero; 478
oturces satios com f azendas 138
(de dem cora gneros 444
rij
582
Doscarregam noje 8 de junho
Brigue italiano -Petro Eugeniomercadorias.
Barca portuguesaSocialmercaduras.
Barca mgleza-/tedftriasfidem.
Barca inglczaIndiumidem.
Lugar nortc-a'.lemo- Alfredo idem.
Lugar inaleiflicrbacalbo.
Lugar inglezNorafarnha de trigo.
Barca franceza Rio Grandemercadorias.
P.i'.acbo porluguezSaphoidem.
Patacho inglezMarti Corncllident.
Briguo portuguezRelmpagodem.
Patacho austracoRenefarinha de trigo.
Brigue norueguenseVllerfarinha de trigo.
Escuna inglezaJfi7 Brigiie poiluguezAprigio idem.
Brigus inglez Marthaidem.
Brigue inglezHelen Richarddem.
Brigue inglezCantrosidem.
Brigue austracoDie Zirei Pgnder farinha de
trigo.
RAESDE PERNAMBVCO.
lonffioatttodo dia l a 6 16:287*731
l.!.m do dia 7...... 1:747*626
18:035*337
CONSULADO PltCVIN^AL
Randimento do dia l a 6 22:973*427
Idom do dia 7 4:006*6*4
26 980*121
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 7.
Para e portos intermedios7 dias, vapor
brasileiro TocatUius, de 750 toneladas,
comraandante Jos M. F. Franco, equipa-
gem 52, carga farinha d^ mandioca-e ou-
tros gneros: A. L. de 0. Azevedo 4 C.
Baha6 dias, brigue brasileiro Victoria.
de 214 toneladas, capillo Joaquitn Borges
Liuhares PereiFa, equipagem 11, carga
2250 saceos com farinba de mandioca e
oulros gneros ; Manoel Ferreira Basto
Rio Grande do Sui32 dias, escuna dana-
marqueza Juno, de 151 toneladas, capilao
T. C. Bokm, equipagem 5, carga 6740
arrobas de carne : Pereira Carneiro & C
Liverpool44 dias,brigueBglez Helen.Be-
chards, de<83 toneladas, captao Will-
am Ugbd, eqaipagenr8, carga dierentes
gneros ; Johnston Pater 6l C.
Alcubassa9 dios, lancha brasilcira Pastora
de 37 toneladas, eapitao Miguel Jo5o de
Medeiros, equipagem 6, carga farfoha de
mandioca; Jos M. Palmeira.
dem0 das, lancha brasileira Lrida Da-
lia, de 32 toneladas, eapitao Manoei Jos
da Boa Morte, equipagem 6, carga 1150
alqueires de farinba de mandioca; Jos
M. Paimeira.
Votno sonidos no mesma dio.
Porto por LmWsCarera portagoeza Ten-
tadora, capKao Jos Antonio da Silva,
em laitro.
DECLARACOES.
COMPAiNHA
DO
O ca xa desta coro panfila, commendador
Thomaz de Aquino Fonseca, acha-se auto-
risado a pagar no seu escriptorio ra do
Vigario n. 19, das 10'horas s 3 da tarde,
44dividendo esta romjanhia na propoi-
co de. 3 por cada accio.
Escriptorio da Companbia do Beberibe
28 de nuio de 1869.
0 secretario,
Dr. Prywdes G.de Souza Pitonga.
O eonselho econmico do deposito dos ror
rotas conuata'uo da, 10 do corronta nez pelas
10 horas da manba, era vifU das propostas que
forcm eatregues ua secretaria, os gneros alimen-
litios segaintes :
Arras, atacar branca 0 n.ascavo refinado, ai-
te doce, bacalhao, bolachas, <;h, caf era carneo
e moido, carne verde, dita soeca, doce de goiabo,
farinha de mandioca, dita de maranbao, dita c
araruta, feijJo, galiahas, lenha, leite, manteijs
ingleza o franceza, marmelila, ovos, pies de seis
e quatro pneas, sal, toacinho, vinagre e vinho do
Porto.
Em seguida contraa tamben) a lajagan 4a
Toupa cargo da infermaria militar, eujoacon-
Iratos vigorar do t* de jalbo vindonro. a 31 de
dezembro, sendo taes gneros de prlmeira quali-
dade.
Quartel na Solede em Pernambuco, 4 de janho
de 1870.
Francisco Autonio de S Barrlo Jnior.
Tenente secretario.
De ordem do lllra. Sr, eonseiheiro inspector
da thesouraria de fjtenda desta provincia, se faz
publico para conhecmento do qnem se interessar
que, as 2 bras da tarde do dia la deste mez rao
praca parante a junta da mesma thssourarin,
para seren arrematados por quem por tenos fi-
ser os reparos de que precissm diversos poetas do
odifflco em que fuuceiona a alfandega desta ca-
pital, oreados em 1:379*090 cunfjrme o orct.-
mento e clasulas especiaos que sorao franqueados
aos prelendentes ua secretaria da dita thesourariiu
Os licitautes devoran habilitar se previamente, mes-
trando-se authenticamente desembaracados e
quites tanto para com a fazenda geral como para
com a provincial.
Secretara da thesouraria de fazenda do Pernam-
buco, 4 de junho de 1870.
Servindo deoflkial-maor.
Mamjel Jos Pinto.
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial faz-se publico que em
o mez prximo de junho eomeca a correr o praso
dos 30 dias uteis para a cobranca bocea do co-
fre dos impostos da decima urbana de 3 0|0 sobr>t
os bens de raiz, de corporacao de raao-morta, 9
do consumo de agurdente, relativos ao corrente
anno Onanceiro de 1869-70, iocorreodo na mulu
de 6 0|0 os contribuintes que nao satisflzerem
suas quntas dentro deste praso.
Consulado provincial 27 de maio de 1870.
O administrador,
____________Antonio Cartelro Machado Ros.
Administracao dos oorreios de Pernambuco
8 de junho de 1870.
Mala pelo'vapor Toeantms da companhia bra-
sileira.
A correspondencia que tera de ser espedida hoje
pelo vapor cima mencionado, para os portos do
sul, ser receida pela forma seguinte :
Macos de jornaes, impressos de qualquer oatu-
reza, e cartas a registrar, at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias al as "d horas, e e-tas at 3 l|2
pagando porte duplo.
As carias e jornaes que forera dirigidos ao Rio
da Prata pazarao previamente, aquel ras a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou Iraccj > de 13 gram-
mas, e ejles 40 is. por 40 grratnai ou frac^ao df
40 grammas ni iregaascio estabelecida as ta-
bellasC e Dannexas s instruccOes do l*de
deiembro de 1866.
O administrador,
Alfonso do Reg Baos
Mola pelos vapor (liguid da companhia Pernam
buenna.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
pelos vapores cima mencionados, para- os portos
do sal at Penedo, ser recebida pela manera se-
guinte :
.tlassos de jornaes, imnressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1(2
pagando porte duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
CIRCO
NO
PAViLHAO DES. ISABEL
COMPANHIA
EQUESTRE GYM\ASTICA E ACOBUTI? \
SOB A DIRECgAO
DR
D. Luis Gisali.
<|iiai'ta-fclr.' H do crrente,
VARIADA FUN'CgAO
As oito b ras em ponto.
Nesta funecao se executar a mnito applaudida
pantomima de grande aparato, intitulada : O ter-
rtvel ponto da ineia noute, ou a morte do general
deber.
Pela primeira vez urna Cesta era pequeos e va-
rios grupos sobre duas escadas, exoutada por 7
artistas.
PROGRAMMA.
L* Symphonia.
2." Volteio si*re o cavallito mosca, pelo artista
Juanin. -
3.* Pela primeira vez os salto-, das telas, por
Vicente, sobre um cavallo em sso.
4." Um divertido intermedio jocoso, o clon invi-
sivel, por Cesar, Aldabo e Rodrigues.
5 O tambor aereo, pelo gymnasta Vicente.
6." 30 annos ou a vida de um jogador, scena
contempornea, por Luiz, sobre um cavallo.
7.* Pela primeira vez. grupos pyramidaes fobre
duas escadas, por Cesar, Aldabo, Virgilio, Vicente
Juanin e Juanita, servindo de alcide Rodrigues.
InteraIlo de 30 minutos.
8. A barra xa, exercicios de agilidale, por
Cesar, Aldabo, Vicente e Juanin.
9.* Posturas acadmicas, pela menina Juanita,
sobro um cavallo.
10. O Sr. Virgilio, artista brasileiro exe:ular
Juicios desloeac 11. Fnalisando-se com a intersame pamto
niraa : o ternvel ponto da mea nonto.
Personagens. Actores.
Cleber, general Rodrigues.
Capilao de ladrees Luiz.
Um olllcial Aldabo.
Um tambor Cesarl
Um passageiro Tesar:.
A liha do goneral Anua.
Urna velha Abetiuo.
Um criada Juanin.
Militares e bandidos etc.
N. B.As portas do circo abrera-so s 7 ho-
ras da noute, dando-se principio s Oito em
ponto.
Presos
Camarotes coro 6 entradas........ 12*000
Cadeir........................ 2*000
Cadeiras avulsas para seuhora..... flfX)
Geraes.......................... UOM
Os bilbetes de camarotes, cadeiras a plateas
vendera-se no raesmo circo.
AVISO.
Os senhores que quierem, poiierao estar ca-
berlos nos sens camarotes.
.Todas as quartasfeiras, sabb.idft c domingos,
haver funecao no circo.
MISOS MARTIMAS.
PARA'
Pretende seguir com a possivel nrevdade o pa.t
lacho pertuguex Jos, por ter a maior parte da
carga pcaaapta, e para a pouca que Ib* falta, a
frete commodo, trata-se com o con-ignaiario J*-
qaim Jos Goncalves Bellrao, ra dyGaamcr-
cio n. 17.
PARA A BAHA
contina a receber carga a frete mdico o brigo
italiano Petro EuQenio. a tratar coro E. A. Hurle
A C, rq da Oz n. 48.
Rio de Janeiro
Segu com brevidade o patacho ca-:ional Btftt
ga, tem parta do seu earregamento '-agajado; par.
o resto qae lhe falta trata se com os eoo*i|pala-
rlos Antonio Luude Oliveira Aze-odo tiC, jai
da Cruz n. 57, f andar. '
GOMRANHiA I'KRN#W;NA
DR
Navegagdo cosUira, por vapqr.
Porto fi> Gallinhas, Rio Furtnew
Tamarrdar.
O vapor Para*|rtia, seguir para i pqrtosac
ma no dia 10 do corrente meta neite. Recebi
carga, encommendas, passageiros e dinheiro a fre
te no escriptorio do Fort* do Matto? o. 12.
Para Lisboa
Segu com toda ferevldade o bem conhecldo fr-
gre poriguex Julio ; para a carga e passapir
ros trau-se coi signatarios Thomaz de
Aquino Poneca A C. rtia do Vigario n. 19, a
dar.
cojupa
-naa
Messagerifs imperiales;
At o dia 10 do frrenlo mez espera-se da Ra-
mpa o vapor francez Glrondt, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Mntevideo.
Para condicSes, fretes e passagens trata-se na
agencia ra do Comrae^cio n. 9.
At o dia 11 do corrento raezesperase dos por-
tos do sul o vapor francez Sinah, commandante
Massenel,o qual dipois da demora do costume
seguir para Bordos tacando em Dakar tOore).
e Lisboa. Para condicoes, fretcs e pa-sagens,
trata-se na agencia ra do Coinmorcio d 1)
Kio-Grandt do Sul
Prepara se para tahir com a possivel brevida-
de o patacho Ci/ro, por ter a maior parte da car-
ga, c par.i'o resto que lhe falta, tratase com o
consignatario Joaqu m Jos Gonsalves Beltrao :
ra do Commercio n. 17.
GOMPAiNHIA PERNAMBUGANil
DE
.Varegav-o coztelrx
Parahyba, Natal, Maco,
caty,
por vapor.
Mossor, Ara-
Cear, Maodah, Acarac v
Granja.
*"*!5*iy O vapor Pirapama, commaiidanta
yf-wk Azevedo, seguir para os portos
flkVcsBBBBf cima no dia 15'do corrente as horas
ia tarde. Recebe carga at o dja 14, encona-
Jiendas, e passageiros e dinheiro a frele at as
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
ro do Forte do Maitws n. 12.________________
mmm biaui
DE
Paquetes a vapor.
Lis portos do norte esperado
at o dia 8 do corrente o vapor
Tccantint, .commandante J. M
1". l'ranco, o qual depois da de-
mora ceoostume segnir paraos
do SUl.
. Desde j recobem-se pas-ageiros e engaja-se a
:arga que-o vapor poder conduzir, a quai devera
1er embarcada no da de sua ohegada. Enctirunea-
las e dinheiro a frete al as duas horas do dia da
ua saluda.
Nao se recabem como encommendas seno o*>-
ectos de pequeo valor e que nao excedan a |
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de noeds-
co.
Tudo que passar destes limites dt-vera se
ombar^ado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que 9uas passa-
{eos s se recebem na agencia ra da Gru a. 87,
1* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.____________________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegando costara por vapor
Macei escalas e Penedo.
0 vapor Giqui, commandante Costa, segui-
r para os portos cima no dia 8 do corrate,
s i horas da tarde. Recebo carga at dia 7,
encommendas, passageiros e dinheiro a frete
at s 2 horas da tarde do dia da sahida, no es-
criptorio do Forte do Mattos a. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCA.Vv
M
avcsa^5o costera por vapor.
Marannguape.
**&\* 0 vapor Cururipe, commandante
' MBmmi dia II do corrente as 6 horas da
tarde. Recebe carga, encommendas, passagei-
r s e dinheiro a frete al as 2 horas da tarde
do da da sahida o escriptoriodo Forte do Malos
n, 12.__________________________________
Para iHaranho
A barca porlagueza Josepkina, qae esta a ehe-
gar do Rio de Janeiro, d'onde j sabio, -cguir
para Maranho c> m toda presiesa, para o qae
desde j eoganja a carga frete barato : trata-se
com Marques, Barros & C, no largo do Corpo-
Santo n. 6, 2J andar.___________________
Para o Porto.
Para o referido porto pretendo seguir com a
possivel brevidade por ler sua estiva prompta a
barca portuguezi Saplura, para o resto e pa_o,-
geiros trata-se com o capilao ou com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fomeca & C- roa do
Vigario o. 19, 1 an-iar.____________________
Rto de Janeiro
Para o referido porto pretende seiuir com mui-
ta brevidade o patacho Atabe por ter a maior par-
te da carga tratada ; e para o resto que lhe falta
e escravos a frete. trata-se com o consignalario-
Joaqoim Jos Gonca1 es BeVio, ra do Coro-
uiercio n. 17.
HU'
Para o referido, porto preterde seguir eom'mni-
taJirevidade o patacho portuguez Nova Serte, per
ter a maior parte de seu carregame lo traude.
para o ponco que lhe falta, qne recebe a frrte
commodo, trata-se cern o consignatario Joaqom
Jos Gonr;alves Bellrao, ra do Commercio as^
mero 17."
LEILOES.
HOJE.
Mauricio Jss dos Sardos Rboiro far ieao por
intervenga) do agente Martins, rj_arta-feira 8
'do corrente, das melhores joias que ticaram por
se vender uo leilo de 3 do correte, a falta de
Itampe visto como a grande quantidade de lotes
desiwados asecem vendidos nao peraiitiiram a
Mclusae do referido leilo.
Observa-se aos prelendentes que foram vendi-
dos muitos objeclus por menos de .seu valor 0-
sfiattcov bem como cadeias de 00/0, ralogios de,
oore e du prata, crranles, aunis etc., etc.
Comparecn portanto es prete_deots 00 da
iadieado as 11 horas do da que a pecbiacUa con-
tinuar.
LEILO
du: MOVIS
O agente Ponluai eompetentementd autorisado
vender em lei lio 2 guardas roapas para b,om
1 lavatorio com marmur, banqurahas, 2 appa->
dores pequeos, 1 sof de amarollo, 2 marqu<
4 santuario, 16 cadeiras de amarelio (guarni
licadeiraadi faia, 1 cabido, 2.candleiros a ga,
4 lanternas, 1 rica secretaria de jaca anda '
abalada de inadraperula, 1 marquezao para cisal,
"I dito para saltsw'. 1 guarda louca, 1 appirador,
i teucador, 2 mesiuha-, 5 eabes e 9 enehuga-
dore'a do ronpa.
Wfi. v
No 1 aodar do sobrado o. 14 ra Nova, n
44 hora.
HOJE.
Me ftriuha
riada
O agente Pw^/^l^it^eeo
<*e quera pertencer dafaroa- ae wx
versas marcas, com farinha do mam
aa H horas em pWc do du 8 do corrate

T




\\
a voatk
d, en ta oa mais lote?
de IVttiuktu Quaila /eir ii dti Juni* Qe U70.
LEILlO
Em continuado
4 fazea4a llmpas e ararladaa.
Thrnuu Jefleriai A C. coiKinaarao por nter-
-5*0 do lW OU-veira, o seu iraportantissimo
Wio de espteadido sortimeato de turadas as
MU propnas do mercada, gBodo lirapas e mu-
IM avari*aas por coala e risco de quera pertencer.
ia i. Oaarla-fera 8 do corrente
* 10 npras 1a manhaa era sea arraarem roa do
cemiaercio n. 46.
LlLT
De 50 saceos com arroz com toque de avaria
HOJE.
O agente Pestaa f.ira loilao por conta e risco
quem pertencer de. SO sacos cora arroz a va-
rodo o? quacs sero vendidos em nm oa mais
wta a vontade : hoje as JO horas ea nianoa no
armazeru <*o Sr. Atovedo em frente a escadinha
4a alfandega.
De 30 saceos com castanhas pilladas- e 19
saceos con feijo.
HOJE.
O agento IV.-taoa far leil&opor coma e risco
de quem perten-er de 30 saceos cora castanbas
miadase 19 saceus eora feijao : hoj a 10 irt
lloras da manliiu no ai*mazem do Anncs.
LEILT
De 150 eaixas com ceblas novas marca
M 5 O.
HOJE A ME10 DIA.
O agente Pestaa Tara leilo por cont e risco
e quem pertencer de 150 caixas cora ceblas
desemban-aila hontem e serjb veudas em um
^>u mais lotes a vontade : hoje ao raeio da no lar-
go da ajfandega.
LEILAO
De ptima mobilia
A 9 do corretite.
- En conseqoencia Jo Sr Joaquim Mouteiro da
Crui ha ver segu Jo para a Europa o fleado o
agente Oliveira incumbido de fezer o leilSo da soa
MMtia r.-nsistmda o-ta em nma esnlenlida goar-
icao de j icaraad para sala de visitas anda qua-
si nova, tendo a mesa do centro o o? consolos
Umpos de ricas pedrs marmere, oatra dita tam-
m completa en piuco uso, eonsolos diflerentes,
banca? para jo... lindas secretaria?, cadeiras de
-nalanco, de bracos e outras, guarda vestidos e
gnari lencas, armario, eoinmodas, espedios e
Majadero, esleirs e afcatifja de sala?, leito para
sal com cortinado, ditos menores, separadores
mesa platica parajfttar e oofras diferentes, la-
vatorio?, lin las ;,>uras e jarros do porcelana pa-
ra enfeites, excellenti 3 relogios rara cima de me-
sa, caslifaes eom mangas e candelabros de vidro,
randieros,.gli>ho terrestre e atlas, ?cperiorescor-
tinad.is com sauwihs para janellas, apparelhos ae
parcclana parajanur, breme-a, cha ecaf, gar-
rafa?. coio.< eoulti crystaea o numerosos ouiros
artigo? utpis como indispensareis, far o mesme
agente o Indicado ietlio
Quint-frira
as 10 h ras da manha, no predio rui do Impe-
rador ii. 3P, 2 o 3 andares.
SffJDANCA.
*
O Dr. Caedos- Francisco de Lima Saa-
| lo mudou sua residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2 andar
io sobrado cajo armazem conserva a|n-
1 a hale o neme de Ahanca, teodo a
entrada, que pelo lado da ponte Seto
de Setembro, o mesmo numero 37, da
frente. Abl continuando o dito Dr. no
exercicio de sua proflsso de medico e
I de operador, pede ser procurado a anal-
| quer hora do da e da noute
i^MiiiaiiiiiiI
Quem quer appareca! pe-
cMircha!!
VeaJe-ae um MNIBUS com seas psrtences,
(lendoumjogo de rodas de subseilente arro-
para cinco cavados) tudo em bom estado, ptimo
para a carreira do Oiinda Igua rasad, tambieiii
negociara-se os cavalios do aervico do referido m-
nibus.
O pretendeotos dirijam-?e Oiinda, no lugar
dabieadeS. Pedro, casa terrea com um porto
defeito'ou defronte de S. Francisco junto a
coeheira de carros fnebres.
Teodo sido publicado no Jornal do Rtcife de
hoje o edil 1 do jai do eeawnercio tara a praca
de bens penhorados por ezeencao movida por Jos
Goflcalves Pereira contra O. Maria Francisca Ne-
v, e porque os (feos pnnhorados sejam do casiii
de AgoMtnho da Silva Nove?, cuja partidla nao
esta definitivamente araada, e por toso nao se
pd saber se e>ses bens pertonoiam finada D.
Maru rramwea Neves, sua meeira, assim tem o
mesmes kens de everter para aqueile herdeiro a
quera tocar, e nn la ser a arremata gao._______
Officialde cabel.eeriro.
Na ra da |>im n 4, andar, precisa-se de
um oStcal de cabelleireiro que seja bom, espe-
cialmente de cabello e barba.
'?,**' ^."W i.,e:n ,,, rr-MU o *r
ImS''1' t-^' -P*ni a ,-.;, ,,
imesma rnaf olam n 13 eom Marcefinv Jos
,JlJ,aID1i IZer'rino J SalL.-s deelaca aos fre-'
goeies da leja de sen anillado T.niz de Franca
a!?, i m"' mMaa '"J1 **" Mto proida de tudo
nwi ^ St.rvir > P>tnto espera nuo cuati-,
nuem a honra lo amo dames, vi?m r ni casa
pesaos bastante habilitada para dusemponho de |
qoaiquer obra. '
,,,1^9 ahaixo assignaio prevm.j as pessoas cora
quera tem canjes, que o Sr. Cario- Augusto Pe-
ih%- -"?1'3' dei-;"u dc *vv a'u caiwiro
TTilS de jf* prKli 9*tMA- ***
____ Joc Velloso Siare?.
rmi i ii
i) sr. Jos tllathJi^DLcur 1 if'f umt H* \mx
o objecto ]ue levou amostra da ra do Queima-
do i. 7. -;
Esc ava qh. Ilvrf
Precisa-se-de orna ama pera o serviro de unt
easa de tres nessoa, nao duvidando (wgar-se bem-
najmeslWa do Rosario n. 48, 1* nar.
A Sra. viova Carroil queira mandar a esta t-
pographia a negocio gen. ________
Aloga-se o segundo andar da ra Nova nu-
mero 5*.
CiSABi
4os 5:
BiiWt
to-
re deDeot|M9>
recebernaeoa.
to aJfnm.
bilbetes garan-
Ama.
Precisa-se de" urna para o servioo de nraa casa
de pequea familia': no pateo de S. Pedro n. -18.
AMA
Na rna da Pentia n. 13, lava-se e engomma-
se para fra.
Irmantl.itJu do Sanlissimo Sacramento da
matri* da Boa-vista.
De ordem do illm. irmi jnix, fao constar a
todos os n,6so irmao, que nao se leudo conclu
do hontem a alafia da mesa regedora, que tem
de dirigir a irmandade no anno de 1870 e 1871,
o mesmo irmo juiz designa o dia li do corrente,
para neilo ter lugar a eontinuacao dos trabalbos
da mosma eleiciio. Convido, por tanta, a todos
os Dossos irmaos a cooaparecerem no dia cima
mencionado pelas 10 horas da manhaa, no con-
sistorio da mesma nutriz, para o lm aeima decla-
rado.
Cousistorio, 6 de junho de 1870.
O escrivo.
Simplicio da Crnz Ribeiro. r.
Para casa de homem solteiro se oflerece ama
ama, nao crianza, de conducta exemplar, para
cozinhar o engommar : na rna da Ponte Velha
n. 6, das 6 as 9 da manhaa se dir ,
Di-se t:000| a premio obre hypotheca em
alguma casa : aa ra Direita n. 24, padaria, se
dir quem da _______
Precisa-se de urna ama livre, de uiea ida le
e dc boa conducta, para casa de pequea familia :
na ra de Santa Thereza n. II.
Precisa-se alugar urna eserava i|un saiba
cozinhar: na ra das Ciuco-Ponla? n. SO, arma
zem.
Precisare
AmMCLUB POPULIR
AmanhSaqumia-f.'ir.i hacera ses^ao familiar as
1 andara ""'^ na r"a BOr* de 8irf* RiU D# *'
ORDEM D) DIA.
mZSStmP j0^01e, '""'''P''1 fl IM Pelo Sr. Dr.
Almeida Nohre. -
Biographia d Taophilo Ottoni por C. Ottoni,
lida e eommentada pejo sr. Corroa de Brito.
Secretaria do Club Popular 7 de junho de 1870
O secrtaiio,
________ Misaclda Silveira Amiral.
, t'erd.u-so mi dia 5 do BtMXMtfe da ra nova
aos i ires ao collogio de S Francisco Xavier, nm
allinote de pedra a imitacSj ile i .lliaoie : quem o
achon e quizer restituir, pd.: levar ra cima,
casa n. 36. -
Aog. Tappenbeck 4 C de Liverpool,
avisam'ao corpo do commercio qoe o Sr.
Theodoro Ojfistiansen o sen ageste o
procurador conforme a pr curac5o registra-
da no mereli8simo tribunal do eomaaacio.
Criado
Preeisa-se de mn preto que seja escravo para
lodo seraneo de armazem : na travessa do Corp
Santo n. 2o. x ."" "~
4 roa do Crespo _
*0 abamo assignado, lendo
ra sorifs, amweio-.aiOoi
teria q> se cbWde'extra
irmandade de Santa Anna da
eonvidajao? possaidores vi
ftirmide do costnroe sera
Acham-v a venda ra fel
[idos da i' parte da lotera beneficio da (re-
ja de 5. Sebwtlo de Bjhio (UMM, itnat-
rasabbado 18 rcorrento ^^?,'B*1^
Min.oci wlrTnis FTntai.
uhT FMCiia-8 teuma pret para venderUo-
lelro : ira roa Pormosa n: 9.
~ ?nripf se de umi ama par comprar ea-
zinhar : na roa do Queimado B. M.
6, que se Picar muito agradecido.
de um trabalhedor : na ra da Florentina nume-
ro JO.
Alaga-so urna eserava moca pa todo o
servicode ca?a de familia : qa'in preleadeh di-
rija-se rna da Santo Cruz n i.
Auia.
Precisa-se di urna ama qoe cozinho e engomme
para casa de pmca familia : a tratar na ra do
Duq'ie d Caxias n. 28.
COSTHEIRAS. ~~
Na chapellerw ds dames ra do Cibug a.
12, precisa o de costureiras que estejam aeosiu
madas a trabalbar mu objecto? de mo a.
Precisa-se do um caixeiro preferiudo-e por-
tuguez : na i ua Imperial n. 16.
-r Precisa se alugar um escravo que tenha
pratica de padaria : oa ra d i Lima, em Santo
Amaro, o. 66.
Na ra do Hospicio n. 46 precisa-se do urna
ama que saiba cozinhar, ./i-5(, benu
Ama de leite.
Precisa-se com urraca. iraU-se e pagase
oem : na ra do Corredor do Hi?p>, n. II.
Na Fu do Hurlascn-t u. I, precisare
de om caixeiro pira balea i rjie teah con-
ducta alTianfaila.
Precisa-' e de ata menino para caixeiro de t-
berna : na rtudoAragao n. 6.
abao assignado estando a promo-
ver urna subscrpc3o pera a puJicacao de
um volme de poeaias de sua composi^ao,
declara que alo autorisou pessoa alguma
a receber o valor-da^ assgoaturas j obti-
das e das que p.idyr ir obtendo, pois que
de sua iudeclinive resolucSo cobrar essas
assignaturas na o:casi5o da entrega do vo-
lume, j impresso. aos Srs. assignantes. A
estes, portanto, previne para que nao adiau-
tem a quem quer quo'seja as quantias com
que tenliam subscripto para a referida pu-
bliac3o. Recife GdejuDho de 1870:
_________ A. R. de Torres Bandeira.
Perdeu-se una caixa de rap de tartaraiia
preta com llrma de ouro, no cemiteri > publico, na
tarde de5do corrente : rogase a qaem arhoule-
va-la na fortaleza das Cinco Pontas, quo ser bem
graticado.
BXPOSIQO UNIVERSAL DK 1855
MEDALHA DE 1" CLASSE
ALF. LABARRAQE & C*

de cari Y.*: praselo, Jisas, de
balanro e para meninos.
Quinu fura 0 i] > corrente.
O agente Pestaa far leliao de porfo de ca-
deiras novas'par sala o Se jantar, de balanro e
para monim- em htes : <|tiinta-foira 9 do cor-
me pelas I! horas da manbaa no >-af com-
tnercial largo d,-> Corp Santo.
Granea leilao
De fago* artiQei%ei pira f sejos das noiles
do'milagroso S. Antonio, S. Joo e S.
-Pcdrs.
/ i a JO do crtente.
O afate V.-i; ia far leilSo por conta e risco
de qu ui perleai r de diversos o nunca aqni vis-
tosfog s .;: :- vin.lo le fora do imperio,
verlos deque guaca honre ama noite taobrilhante
tIa diverslda I e giste do fogo servindo algum
para r 11 jnbre agua oil para jarditn e ser
vciidid i em duza- paca ciiegar a todos os con-
cerrantes : ssxta-Mn tO do corrate no largo
do Corpo Santo ao p do cafo commercial as 12
lloras.
QUINIUM LABARRAQE
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
Rarguata-se ao R\d. padri provincial oa
ao sea delegado se em 'virtide do dccioto
*j SS. Pairo Po IX. de S de abril de
1856, poda o guardiao de certo eoatento
desta cidade cantan,'como o fez i 4 do cor-
rerle a missa votiva de A. S. de C mceic>,
quando se sabe perfeilameolo iym oatio flne-
nao tem se ni> extinguir a uVoqSo de N.
S. que alguinas de otas ha muitos annos
coslamam (azer. Para senaelhnie ,abaso
ao referido decreto damamos alinelo do
Exm. Sr. governador d bispado, pois nos
conste que no sabbado prximo se pre-
tende cantar outra vez contra a express*
determiiiclu do maacionaio decreto.
O sineiro de S Francisco.
Farinha de mandioca
igual a de 4/uribeca.
Em saceos de daos alqueires e de pinna d*
algodao, cuja medida corresponde do 5 a 8 OiOt
mais do que a medida daqui e do Hio de Janeiro,
vende-se a preco menor do que em qualqner en-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goneal-
ves Beltro, em seu escriptorioa ra do Commor-
cio n. 17.
A 54000
Vende-se botina de cores para senhoras, pela
aiminuto preep de cinco mil reisr par, sao efires
muito bonitas, Obra bom feita : venham a rna da.
Cadeia n. 50 A, loja de miudezas, defronte da rna
da Madre de Deus.
Cavallo.
Na coeheira da rna de Santo Amaro n. I vea-
dp-s- nm exceltente cavalio de fabrioleL
Luvas.
e dlyMas aa Imporl nela de
O asente Hartios far leio a requerimeno do
carador Dscal da mas-a fallida da Antonio Joa-
laim Pcrnaades e por mandado do Illm'. Sr. Dr.
juiz de dil to e pedal do commercio das dividas
adma" na impvrl teja Je 21I07J730 em letras e
ejontas de livr.o.
Sexta-felra tO de corrente.
a roa da Cadeia do Recifr
n. 9, > I horas i i dia ; a retalio dos devedorps
axisle .'m na i d > mesmo agente onde pede ser
fixam
AViSCS DIVERSOS.
Soeiedade Uniuo Beneficeute
Marram.
Convido r.os irrfiSo desta grande cerpr>raeao
no dii t ao corrate, as 6 horas da tarde,
comparecern ua ;ala das sua? sessSes para dar
comprimento ai art 30 djs seus estatutos : na
ra do Viga rio n. 2, i" andar, de ordem do pre-
sidente da mesma.
G 4/ >eeretaro uterino,
ioel Lopes Ferreira.
0 Qnlnliim I ahnrraqiEO, um
vinho eminentemente tnico e febrfugo que deve
ser preferido todas as outras preparacoes de
quina.
Os vinhos de quina ordinariamente emprea-
dos na medicina preparara-se com cascas de
quina cuja riqueza em principios activos extre-
mamente variavel; parte disso, em razo de seu
modo de preparacao, estes vinhos contem ape-
nas vestigios de principios activos, e em propor-
coes sempre variaveis.
o Qiilniuiii abarraque, approvado
pela Academia de medicina, constitue pelo con-
trario um medicamento de composicao deter-
minada, rica em principios activos, e com o
qual os mdicos e os doentes podem sempre
contar.
i
o Qiiiiilaiiu Labarraque prescripto
com grande xito s pessoas iracas, delibitadas,
seja por diversas causas d'esgotatnento, seja por
antigs molestias; aos adultos fatigados por urna
rpida crescenca, s meninas qui tem difficuldade
em se formar e desenvolver; s mulheres depois
dos partos; aos velhos enfraquecidos pela idade
ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas,
este vinho um poderoso auxiliar dos ferrugi-
nosos. Tomado junto, por exemplo, com as pu-
las de Valijet, produz effeitos maravilhosos, pela
sua rpida ac$o.
Chegou pelo vapor francez, urn grande sorti-
mento de luvas de pellica Me Jouvin, branca
pretas e de cores. Em casa de Andr Dehuc, ea-
belleireiro, na do Primeiio de marco :1. lu an-
dar.
Batata.
A IJJOOO o gigo ; no armaiem uniio mercantil
a ra da Cadeia n. 33.
Vende>e una linda inulMirib* de 16 anuo?,
com principio de hahilidaries. viuda do seiii,6
pega, e propria para cop. ira u miicamba: na
ra de Horla3 n. !)6
Vndenme dms negras de 15 a 10 ancos,
Ires cabras de, 18 a annts, nm dito do l, noa
negros de 30 a40 anuos : m roa de fintas nu-
mero 96.
Pazendas
ena iicqueao (oque
de avaria.
Ra do Duque de Caxta, amigamente do Qn-
mado n. 17.
Madapolao fino a C-3 a peca, cambraias de eres
lindos pad.o,'.; a MO rs o eovado, cortes do v. ^.
ndos de perealles com gr.ule numero de co\ad.
o de duas saias a UoOO o corte, chales do roeirs.
estampados a 4,5500 >ah* de madapole tendo
apene defeito pequono i 3.5300, e ba!5*s de ma-
dapolao d s antigos, mas quo a sania economa o
recommenda, a 2 QIT.Ttco se amostras.
Vidros para vidracaa de todos os lmannos,
rende Lartholomeu A C, em sua
e Pin catea.,
nharmacia na ra
larga do rio=ario n. 31.
ant Antonio. K foSo e H.
Pedro
Limalha de ferro em vidros milito nova.
Dita de ac em ridos muio nova
Dita de agnllia de Len muito nova.
Enxorc em tubo.;.
Salitre refinado do 1 qnaliJadA
E todas a demas preparardes pira iaisar-
hnctaes : vende se na. ihannaca i- drogara de
barlliolomeu je C. 11a ra larga do osario n. 34
"lamilla a 6J50O
Vende-sf na rna da Praia Liberna n. 43 sac-
eos com ranuha do, mandioca da terra.com o
peso de 27 kiHos i'r 63O0.
Deposito em Pars, L. FUERE, ru Jacob, 19
Rio Janeiro, Duponchelle} Chevolot.
Pemambuco, P. Huuvr y C.
Bal lia, Hasae y C".
Ouro-Prelo, Candido Welleraon.
aranhao, Ferreira y C'\
Pns, Auleiro Lcivu.
Maccio, Falco Dlaa.
Por(e Alegre, Francisco Joa Bello.

aana
Fazendas b rata com
t que de avaria.
A' rna do C'rospo n. *.
Camhraias finas victoria n->. 16, 18 o
de 35 a 35500 a peca.
Cambraias tinas de cores a 28A rs. o
cevdo.
Madapoln fino a o5, SjSSOO e 61010
a pega.
Algodaozinho com 18 jardas- a 340BO
a peca.
Algodao de lislras .-.mericano para roa-
[ pa de escravo.- a 280 o eovadn.
Algodao tran^sde hranee a '60 raa
1 vara.
' Lencos fles ftetambeaia a JoOOa.
duzia.
Cbita amalizadas e miudiohas a Wf
o eovado.
Dao-se amostras na na do Crespo p.
2o, luja de Manoel Das Xavier.
aIj*-;

S
Ilda ra larga do
Eosario.
Este importante estabelecimento no sen ggnero.
e vende^ por presos que nenhnma outra casa pode
A vif^ da qualidade e do pre<}0 das jmascad
Garante-se ser tudo de le Oompra-se Qnro.'jraj
vados.
r*"*TB
}
',
HUJ%
EO
esquina
m sempre n^i sortimente sem igual
idfc .
ta^r sa-ha convencer da ^erdade.da rua larg*
e pedrs finas por pret?os muito ele- Sosario.

S 9 '. -'l5 fia. !



Diario de Peraamhw Ouarta feira tle Jto&o de 18T0
i-r riLin
N'EflTA ANT10A E <2REMTAT
FABRICA

IRIIII1 II (1111111111111 IDI MIPUM IIIT11IIT0 II
y>^J |W De todu u qualidades!
^^^^1^^^^ D todo* os feitio I
De todu o* preso t
J RA DO CRESPO N*
J. Firelra Villela
/ ~
*
LO JA DOS ARCOS
A
Ra do Crespn 20 A. ,
Alvaro Augusto d'Almeida & C.
Este .eslabel cimento de fazendas finas e grossas ja bstanle conbecido como
roa dos mais bem sorullos desta cidade acaba de receber directamente de Pars algaos
artigos especiaes que pasta a mencionar.
Ricos corle. de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de seda de rr, de gosios inleii ament novos.
Brochad, fazendas de 15a e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, lambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e guipare.
Colchas de seda e de 15a e seda.
Cortinados de cambraia bordados rauito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguies atoalhados.
Gaardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, camisinhas, sombrinha.
Madapoioes de varias qua'idades, sa:cos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e muitos outros artigos que se vende por precos odioo.
Tera lambem constantemente um completo sortimento de ESTEIRAb DA IN-
DIA para forrar salas.
PIIOT04I1APIII i IMPERIAL
18-----HA DO CABUG18
A entrada pelopateo da matriz.
Os trabalhos da reedincacjte desU-photographia,
e que se prolongaran! por tanto lempo, aeham-se
felizmente terminados e ella aberU ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio era que ist eollocada esta photogra-
pliia aeha-se muito augmentado, e s.a parte desti-
nada ao estabelecjmento conla cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os coneertbs e ug-
mentos tendo sido fetos expresamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo ecolher do que -a Photo-
grafiia Imperial do Sr. Iosley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro phatographo do BrasiJ, e um dos
priroeiros do mundo, segundo a opimo dos mais
abalisados mestres, a nossa photographia aeha-se
dlsposta e reedificada pelo roesmo plano da do Sr
I Pacheco, a qnal foi montada sob todas as regras
ecommendadas pelos mais desttaetos proeseores
de accordo com as modikacdes necessarias ao
clima do Brasil, reconheddas e estudadas pelo ha-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
photographia foi randado desde a soleira da porta da
ra at a coberta, tendo-f e demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificndose um -novo terraco envidraeadomu:
espacoso e elegante.
Como sabido, flzemos urna viagem expresa-
mente corte para examinarme* as mejores pho*
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira
c5cs, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um mez estudandoj apro-
veitando a Ic5es de tao dlstincto meslre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e longa
pratica de 13 annos de photographia s utilissimas
ficoes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos oferecer ao .lastrado publico
d'esta cidade e aos nossos nunierosos freguezes
trabalhos de photographia to per.'eitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que conliunem a dispensar-nos a mesma uro
teccao cora que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado._________________________:______
PHABMaGIa CETRaL
Ra do Imperador n.3&
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
ihery dedo d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode usar da opio e de seus prepara-
dos, e ai -convenientes para as crianzas
nos spasnios ervulsrjes. ^^^^
SSi8IMtg5fiB8fiS8 lESBJMB&'SHzt
P^RMAGIACENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 3$.
Preparados d'alcalro em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
Calcado nacional. ]
W. i Un dnSm M.l
Jos Vteente Godibho com fcbrlea de calcados,
avisa a ledos os us freguezes, que. contimia a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
quenas porcSes coma dantas, sendo mais barato do
que em outra qualquer parte. Assim como um
sortimento de pares de formas franeetas chapea
das para hornera, do ultimo gosto, apreco
i#00. __________
de
Coivfeitarla dos aaanazes.
46Roa da Crui 46
Santo Antonio. 8. Joo eS. FuTro:
Amendoa?, m mais apropriadas, para, serte,-
veude-se em arroba e libras; papis ja. promp-
tos com estallo para orto ; reeehe>se epcom-
raendas do bolos pies-del enfeiudoe as eoeom-
mendas recebe se-eom antecedencia e as-ameirdoas
em arroba lerrao ahatimento no preeev
PHArHACFCENTRAi; RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Plalas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confortes de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto-de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assncar ferrugno90._^
PHARMACIA CENTRAL RUADO" IMPERA-
DOR N. 38.
Vinho e xarope de pepsina e .diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestQes
difliceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA,CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemoslhalica de Lechelle, mu re-
commendada em qualquer caso de hemor-
thagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
Molina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Naaareth desta provincia, o
favor de vir roa do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio que V. S. so coraprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em lins
de deiembro prxima passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para odito fim;
pois V. S. se ,deve letnbrar (iue este negocio de
mais de oito aanos, e quando o Sr. sea fllho se
achava no estudo nesta cidade.______
~~~ Ama de leite.
Precisa-se 4e urna ama de leite : no Corredor
mmm mwm mm mmmmm
Um ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses 4 IrmSo proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta pra?a, comode'fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicSes de bem servi-los dos
seguinles ailigos:
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio na Capunga, na ra daa Per-
nambueanas n. 66, com boa casa de vivenda, con-
tendo esta oito quartos e tres salas, cozinha, co-
cheira e quartos para pretos, jardim na frente da
mesma casa, horta com canteiros de pedra e cal,
duas cacimbas com boa agua, tanque para banbo,
dous ditos mais para deposito d'agua, varrelleiro e
fogao de pedra e cal para lavageai de roupa, mui-
tos arvoredos de fructo', entre estes quarenla ps
de larangeira de umbigo, alguns mais da China e
Seleta, iructa pao, sapotas, abacates, limaos doces,
etc., etc. : a tratar no roesmo sitio cu na ra do
Amorim n. i>8._______________________
Attenpao.
Anda se continua fornecer comraedorias
para fora com asseio e promptido, man-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador: ra estreita do Rosa-
rio n. 35, Io andar casa particular de fa
milia._______________________'
0 Sr. vigario Bacallao qae moram niorou
oa estrada de Joao de Barros, queira mandar a
esta typograpbia a negocio._________________
CHARUTOS
soperiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Ci garros
de palha de S. Paulo, de 35500 a "#500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity,
Imperiai-s. Tenenles do Diabo, Duque de
Caxias, Gandon ele.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambola. Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orienlaes, Baependy e
muitas outras qualidades.
Finos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 14400 rs. a libra, em pacotes
a 20, de 20 para cima a I#800e em maior
porco 16500 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muilas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. ele.
Precisase de urna ama de meia idade para
comprar e coiinhaT pra tres pessoas : na ra
das Flores n. 37.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
lodas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raz,) de 33 at 60, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados melhores que
ha neste mercado a 36 e 36300 a duzia, e
com grande abatimenlo em maior porcao
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
C\RTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em caixas de to-
dos os lamanhos, de seguranca a bailo ele.
PAPEL de milho, de arroz, san-; om, Per
san, pintado, de linho etc. palha de milho de
Fernando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrado nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se -veadfl em grosso e a retalho e que com suas preseras
serao sali. factoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13
.fu jrTwiLiijH- _iT-g
Precisa-se de urna ami de boa conducta
que siiba bem coser e engommar, para urna se-
nhora viuva cora um filho : tratar na ra 3o
Amorim n. 35, i" andar.___________
Padaria da ra da Matriz
N. 20.
O proprielario deste estabelecimento declara,
para evitar duvidas, que nao d pao a vender
para a ra, por consequencia todo e qualquer pao
,iue se venda nao Ihe pertence.
O proprielario,
Ray atonda.______
Precisa-se de urna ama para rasa de hamtm
solteiro : na na do Rangel n. 69, taberna.
Precisa-se alugar um escravo que seja co-.
peiro, esperto, e que entena di eomprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo Santo,__________________
Trilhos urbanos do Rccife a
Olinda.
De ordem do lllm. Sr. pre-ideate da asserabla
geral. sao pelo presente convidados todos os senho-
res accionistas con parecerem no salao do Club
Pernambucano, pelas 10 horas da raanha do da
9 do corrente, para a continuado da sMsu ordi-
naria adiada em 29 de abril prximo gassado, am
de se apreciar o parecer da corarais:ao de exame
de contas, e as propostas da direcioria.
Recife Io de janho de 1870.
Manoel Ribeiro Basto1,
1* secrefirro.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra" as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
X) vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACL\ CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolale de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada oBcina de Menir.
Saboneles d'alcatro, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o-ultimo de mnita utili-
dade para o uzo do loilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomellel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastillas de sanctonina.
Di'.as de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melhor qualid de.
Na travessa da ra
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhclro sobre penhores
deouro, prata ebrilhan-
tes, seja qual or a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
O abaixo assignadl,v lacrta--
mente dispensado da 'mapecc36 da
pharmacia especial hemeopatbica e '.
consultorio do seu Tinado e Ilustre j
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge- |
ro Pinbo, de saudosa mimoria e ani |
mado por alguns seas amigos pro
p5e-se a abrir u estabelecimento,
onde se encontrarlo as- melhores dro-
gas homeopa thic.as, para o qual des-
de j conta com a proteccSo d'aquel-
les que honraram-no com sua confi-
anza ; podendo, entretanto, ser pro-
curado para qualquer mister, em a -
rasa de sua residencia, ruada
Palma n. 5.
Recife, 18 (te maio de 1870.
O professor homeopathieo
Jos Alees Ttnmo.
Attenpao.
Pede-se ao Sr. Samuel Hnyman que lenba a
bondade de mandar buscar a sua eneommeoda,
que fe por intermedio de tarneiro Vianna, mo-
rador na ra Nova n. 22.
No Arraial
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
a tratar oa ra dos Pires n. 26.
arrenda se um terreno perto da eslacaodos trilhos
urbanos: tratar na ra do Rangel o. 24, primei-
o andar.
taberna
POP TIIUIB
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Sanio n. 2I>
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
rao sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se aeham habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As. vantagens que offerecera os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderein ser collocados den-
tro de casa ou fra, com o tfabalho de urna a duas
horas; segundo, fornecerem os mesroos agua pu-
ra e abundante, podendo seren removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeb^rao a importancia dos
referidos pocos depois de coliocados, satistaiendo
ilIiPill
Precisase de urna ama para todo servico de
urna casa de pequea familia : na ra do Aragao
n.38.__________
Na ra de Hortas n. i, precisa-se de urna
ama para lavar e engommar.________________
Na ra Primeiro de Marco o. lo, escriptorio,
recebe se propostas para a collocaeao de vidros e
pintura no predio n. 23 ra da Ladeia._______
Christiani & Irraao faiem sciente ao corpo
do comraercio e a quera interessar possa, que dis-
solverara amigavelm*nle a sociedade que tinbaro
na loja e fabrica de chapeos da raa Nova n. 4',
desde o i* de Janeiro do eorrente anno, lomeo
todo o activo e passivo a cargo do ex-socio i.
Christiani.______
Desappareceu no dia 1* de junho crreme
duas bestas com os signaes seguinles : urna mel-
lada, nova, mag a, dinas pretas, cauda aparada;
outra russa. magra, pequea, poldra, e ambas coro
o ferro triangular na anca do lado direito : quem
apprehende-las avise no engenho Cordeiro, qoc
ser generosamente gratificado. ___________
PIURMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadiisimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
8 0 Dr, Sarment Filho
mudou-se para a ra do Imperador n. 29,
| 2" andar.
Consultas e operacGes todo* os dias das
I tO horas aomeio dia.
Chamados por escrip'.o a qualquer
hora.
Paul Chauvto.
Meehanico conhecido a 10 armos tiesta cidade,
partecipa ao publico que teudo dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tioha cora o seu cunna-
do Carlos Pluyn contina a se achar a sua dis-
posicao para o que diz- respeito a abertura de
burras, machinas de costuras, armas, fechaduras.
collocaeao de campanhiiihas e lodo qualquer con-
cert : prac do Conde d'Ei n. 24, outr'ora da
Boa Vista. _____
Padaria.
Em que se offerece sociedade a urna oessoa que
esteja habilitada para a sua admininracao, e tara
bem se lhe cede a casa, se assim convier a ara
bos : a tratar no caes da alfandega u. 3.
Aluga-se maescrava que coriflha, faz com
pras todo.o servico de casa de familia ; par?
tratw oa ra do Rangel n, 55, Io andar.
Attencao
O Sr. Flix Pereira de Araajo queira ter a
bondade dirigir se ao largo da Santa Cruz c. 14,
a negacio de sen interesse.______________
Deseja-se fallar
Aos senhores abaixo declarado- :
Coronel Manoel Carnetro Cavalcanti d; Albuquer-
que Lacerda.
Joao los de Miranda,
loaquim de Menna Cardoso.
A' ra do Duque de Caxias n. 7. | ____
Na ra Nova n. 50, andar, preciss-se alu-
}ar um escravo de 14 i 16 annos para a servioo
e casa.
ATTENCAO
Mil
valcanti que vou chama lo a responsabilidade em
consequencia 4e seos annnneios de 28 e 30 do
corrente.
Joaquim 6. Pessoa de Siqueira Cavaleanti.
PHARMACIA CENTRAL RA
N. 38.
Paslhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as aieccoes chro-
oicas dos pulmoes.
Pasiilhas de therydocio e louro cerejo
para as losses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pasiilhas de bypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pasii.has de angico naf, e de Regoault,
de hortelSa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezs sem irritar os intestinos.
TIMBARA FRA1EZA
55-Rua da ImjDeratriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfi?ao, fazendas em
pecas e era obras de todas as qualidades;
como sejara : seda, la, algodao. linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noJoas e limpa-se a seccosem
molbar os tecidos, conservando assim to-
do o briiho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
II
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposicSo nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a lodos os prodoc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
lodos aquelles que exercam qualquer indos
tria, que na dita exposicSo se recebem tod. s>
os productos da industria e agricullnra
brasileira, assim como todas as machinase
utensilios que quizerem reme ter.
Estes productos esto isentos dos dircitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade do Rosario, e
onde ser5o tranportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais explicacesdirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3. ao consulado
argentino.________________________
Agencia de leudes
Ra do Imperador n. 16
Neste armazem recbese para serem vendios
em leilo, ou em particular, por conta de seus do-
nos : movis usados, louca e chrisial, ou outro
qualquer objecto de prompta venda ; assim conw
lambem comprase irastes usados.
Faz-se qualquer negocio cora a loja n 42, cita
ra da caleia do Recife, propria para armazera
de groco trato, por se achar era dos melhores (o-
caes : tratar na mesma. '______________
FARMACIA CENTRAL
Raa do Imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known ulelity to the En-
glisb Facullv, as a cooling and refreshing beverage
in all cases bf fever. The froquent use'of this sa
line preserves foreignors from many diseases to
which they are leable before becoraing acclima-
lised. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
Fogo de bengala
de muitas variedades, e todo de efleito magnifico :
veadera-se em pequeas porcSes com todo sorti-
mento, Unto para casas de negocio como particu-
lares : no arraazem de bacalho, na escadinha da
alfandega n. 3.
Aos 20:000^000.
BiHietes do Rio venda : ra do Cahug n. a,
vende Vieira & Rodrigues.
Servente
Precisa-se de um servente : no hotel da ra das
Cruze9 n. 39, prefere-se escravo e paga-se bem.
Bernardino da Silva Costa Campos tendo de
retirar-e* temporariamente para Europa deixa
como eos procurad jres a seu irmao o Sr. Joa-
qoiai da Silva Costa e ao- Sr. Bernardo Alves Pi-
iHmm-o, fieando este na gerencia de seueslabeie-
Beirto eommercial. Para tratar de seas nego-
cios no ftro deixa encarregados os Illms, Srs. Drs.
Joaqoim fos de Campos da Costa Medeiros e Al-
baquerque, Joaquim Correia de Araujo e Jos
Joaquim Tawres Belfort e ceno solicitador o Illm
Sr. coronel fiodolpho JoIj Barata de Almeida.
Faz-se qualquer aegocio com a loja n. 42
sita ra da cadeia do fieoife, propria para ar-
mazem de grosso (ralo por se achar em um dos
melhores locaes : miar na mesma.
Dividendo
Pafa-se o 5* divdanla da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos k C. a rasao de 3 OfO,
no escriptorio da ra do Vigario n. r3, 1' andar,
as lereas a sextas feiras dti II horas da' roanha
a 1 da urde.
"^ Nalham Danheisser, vai a Europa terapo-
rarfamenfe e deixa por sen hasunte procurador
o Sr. Joseph Lehman em 2* lugar o ir. Julio Izaac.
Precisa-se e Vina cozinheira: na raa Nova
n. SI.
Precia-* e
de urna mulher para eozinhar ara casa de familia,
paga-se bom : quem Brpteodqr' diri/s-se rua do
Torres o. 41,
Preeisa-se de ama ama que compre e eoai-
nhe para casa de pouca familia : na roa nova de
Santa R u n. 41.
Eftampilhas.
Vende-se na raa da Cadeia do Recife n. 58, loja
de azulejo. ____
LSade canoa.
Vende-se ladecanna bem seccapor precocom-
modo, phosphoros do gaz a 160 a duna : no pateo
do Careno, esquina da rua e Hortas, armazem
numero %
Retalha-se, avantaJe dr>s Cfmpradoresjilguns
lotes de terreno, que resuro, do sitio Aguasinha
em Beberibe. por precos i asoaveis. A posicao to-
pographica do terreno muito o recoramenda, so-
breludo por ficar prximo da estaco projectada
da via frrea. Os pretendemos podero dirigir-se
informarse do teoente S Peixotv no raesrao
lugar, e para qualquer. negocio rua do Crespo
n. 12, i* andar.
AMA.
Agencia eni Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
" Cura a phthvsica e todas as molestias do paito.
juaisa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
TOIlICO
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas oatbarllca*.
Puramente vegeUes e sem mercurio, cura se-
5es, curam e purificam todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa de Samuel P
hnston A C.,rua da Sanzalla Nova n. 48. ___
Alugam-se dous escravos robustos proirios
para qualquer ervico e de boa conducu : a tra-
tar na estrada do Cajueiro, sitio n. 1.
Na rua Direiu n. 27 2- andar, precisase de
urna ama que cozinhe e eogorame para urna pe-
quea familia, mulliere marido, pagase bem.
Aluga-se urna casa terrea na travessa no
Luca, com nm excellente siiio, o qual tem afu-
mas arvores de fructo e campo para enacao de
animaes, com os sguintes commodos : 3 salas, 7
quartos, cozinha fra, cocheira, estribara e ca-
cimba : a traur na rua do Apollo ni 32, arraa-
zem de asucar._______________________
Escrava,
Na rua do Crespo n. 6 se dir quera vende urna
escrava perfeiu engommadeira, cozinheira, laira-
deira, sem defeito algum, o que se garante, com
urna filha de 8 annos de idade (linda raulatinha).
e urna outra de menor idade._________________
" CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro de 11 a 15 annos .[oe
tenha alguraa pratica de molhados e de boa con-
ducu : para inorraacoes,
Iha n. l
na rua da Senzalave-
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de diratro
e frt de casa de pouca familia, prefere-se t era-
va e paga-se bem agradando : na rua Velha nu-
mero 66. ___
1 Ana de lolte.
Precisa-se de urna ama de leite sem
traur aa rua do Crespo n. 7, loja.
finios
A
Madapolio encornado proprio para saias len-
coes, pecas com 10 varas, por 51 : na rua do
Crespo n. 28, loja da esquina._______^______
Attenpao
Vndese nma uberaa propria para qualquer
principiante, ero ramio toa Joealidade, e o motivo
da venda te dir ao eompradar para informa-
;5e:', rua Nora n. 61.
Manoel Joaquim da Silva Brasileiro, seas fhos,
genros e netos cordial mate agradecem a todas as
pessoas que te dignaram assislir aos ltimos su-
fragios e aeompanharam al ao cemiterio publico
a sua muito prezada consorte D. Mario Bewdicu
Ja Silva Brasileira; e de noy a seus paret tes e
amigoe convidara para aasflrem i algmuas mi-
as do stimo dia do sea pasamento, sexu -feira
10 de junbo, oa igreja do Espinto^Sant) do uolle
fM,a 6 1(2 horas da manha, pelo que eterna
' sao agradecidos. -_______
jto Pereira'd Costa, Julia Apolioaria Poreira
da c\au e Jaeiotho Nuces da Costa, esposa, filha
e geTo da fallecida D. Senhoriaha Apolraaria Pa-
reir iChi agradecer cerdialmenle a todos os
seus pa.Tet* saaigo a merc que |he fiera
de acora Manar ao cemitrjo 'pubh:o os restos
asorues L'aMesaaaftaada ; e de novo con-idam
aos mesroo a para asaietlrem a mii% do stimo da.
qae lera lufc'w atriz do Corno *snto no dia
quinta-feira .*? de eorrente, s 6 horas da raanha,
para cajn acto fcV flf
Ama
Precia-se de urna ama para codnhar em casa
de hornera solteiro que tera pouca familia : na m*
do Crespo, casa n. 12.____________________
Precisa-se de ama ama gue compre o eoii-
nhe : na rua de S. Francisco n. 54.___________
Precisa-se de urna ama para eoonhar :
tratar na roa das Triaeheiras n. HA, loja e-
cirgueiro. "_____________________-----------.
Roubo.
Roubaram do abaixo assignado no da 10 d>
proxmo passado 107 couros verdes : a pessoa qn&
der noticia cerU reeeber 200*. de gpatifica<;aor
prometiendo-se nao aroeeder contra.
Manoel Joaquim Ferreira feteve.
Aluga-se na rua da Aurora 20, ama pr-
u de 20 annos, que sab* eoxer, tngomraar e tivr
o servico interno de ama casa de familia, seao
muito carinhosa para criancas.__________,
AMA
Precisa-se de urna ama para cosinba lavar
para casa de pequea familia : tratar na- roa
do Vigario o. 9, 3' andar.______________
ATTENCIO
Fornece-se comida com maiK' anafe-par casa*
de familia, loja ou algo/ua offleina, toaad*ndo-*e
buscar, ou mesroo levar m oaaa dj seo- don
na mesma casa recebe tt roopa para Uva* ee^
gommar tudo por preco coomooo : Da truvaa.da.
rua dos Pires a. 5. B^ftfl
Declarapao
Me pendo por Ignaro attribaido o tacto urna doaclo, apresenttda por morte de meo pai,
apresso-rae em deoajraf que lia se eitene coib-
roigo, que me chamo:
*^ Manoel Angoste da ttewra e_S>_j
^- Precisa-se de unta ar para asa de boraen
solteiro : nai Croco pontas n. &%.
V
\
i


4
Diario d Pemambuco Quarla fera 8 d Junio de i870.
Qaem precisar de ara homem para qualquer
servico, dirija-se i roa da Ponte-velha n. 7.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Nt ro* do Gabaf a. i compra-se oaro, prau
pedras preciosas por procos raais vanujosos do
qne em oatragnalguer parte.
fiOMPRAM-lE i M
Compram-se e vendern-se diariame'ice para tora
fe dentro da provincia escravos de t,'jas as idades,
cores e sexos, com lamo que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobra*) a. 56, roa das Crnies,
fregueria de Santo Antonio.
Cen muito matar
compram-se
curo, prau e pedras preciosas e obras velhas:.na
vantagem
, k*** peoras preciosas e n ob
toja de jotas do Coracao de Ooro a. 2 D, ra do
CabQf.
Geprasema casa terrea boa, situada em
Santo Antonio o* Boa-vista : na ra da Plorenti-
BaTK^B. _________ '
-: tk>mpra-se urna casa terrea, na Treguezia de
Santo Antonio
ero 6.
tratar no arco da Ctmo^ao nu-
OompTa-se ou alaga se urna escma que seja
noula,4e meia idade, e que saiba comprar, co-
xinbar e engommar para casa de pequeua fami-
ha : a tratar no Corredor do Blspo n, 11._____
'Comprase por todo preco, o interessante-ro-
mance de Oetave Feuillet, intitilado loaquim
Diek pos publicado no folhetim do Binrio de Petmatn-
huoa, caja colleccao tambem se compra : tratar
na roa do Crespo n. 19 luja de fazendar.
V:NMS.
Na roa do Rangel n. 30, ven le-se massa
muito bem trabaltaia, propria para boHoi.a 6M)
a libra.
Admiravel pichincha
Chitas de todas as cores e bom panno a 240 rs.
covado, cambraia de cores lindos padrdes a 280
covado, madapot'"10 de diversas qualidades e bas-
tante largo a 5| a peca, algodao mirca T de 24
jardas a 6*500 a pera : -s se vende no Passeio
Publico n. 66, -laja inla.
P4IIIHI0 DA ilRORi
A RA DA OIPERATKI5K M, *
Esquina da ruada Aurora, era frente do caf Imperatriz.
N'este aovo e sumptuoso estabelecimento de fasendas encontrarlo as Exmas.
imilias todo qwotopossam desejar, tanto em artigos do mais rigoroso luso, como em todas
i mais qualidads de fazendas,
Aran de se acbarem prvidos do que de melhor se ifncontra ncste mercado,
jor todos os paquetes da Europa, recebem directamente o que em artigos de moda c
to mais aparado gosto se encontra em Pars, o que vem cadadia augmentar s propor-
fes de qee ispoe este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezia.
42. esa-
Agodo largo para lencea e toalhas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
odas as qualidades que costama vir ao mer da inteiramente nova para vestidos de baile.
,ado. Gravatas para senioras e hemens, o mais
Alpacas de todos o padrees e qualida- completo sortiment que se pode desejar. naades para cintos.
(MU NOVIDADE
Qoando a AGUIA BRRNCA, mais precisa, scientiflear ao respeilavel publico era
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria lia confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderSo e relevarSo,
continuando portante I. dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimdo n. 8, onde sempre acbario abundancia em sortiment de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima fica dito se couhece que^> tempo Je que a# AGUIA BRANG V pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenbo de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume -
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos al, ella resumidamente indi-
car aquellos euja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja :
Corpinnos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
les to variadas que se nS podem descrever. Guipure preto e brnco, diversas largu-
Atbuns com msicas para coflocar retratos, ras e difieren tes gostos.
Iflticado presente para qisatquer pessoa de Gollas e pnaos bordados para senhoras.
tima. Guardanapos de linho pequeos e gran-
Atoalhado de linho e algodao, brinco e des.
le cores proprios para toalhas. Gorgorito 3 Grosdenaples preto e de cores, haven-
Bas juinas de seda pretas e moito woder- do diversas qualidades e gostos.
ias, bem como de crochet, ludo de apurado (oslo e feitio. Japoneees para senhoras, o melhor gos-
BalBes de nrasselina, madapolSo, brancos to, e fazenda propria para as festas nos ar-
i de cores, para senhora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Z2>
grande
Uaanhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao (cando nada a desejar, tal
o sortiment que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguiao ao algodSo commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
No armaifi!! do~3r. Wntonio Annes Jacome vm-
de-se mais Iwrato doque eurquatqui'r onira (ar-
le : a tratar a nu a Crui n. 38, arraazem e
Meills Lathan AC._______^______________t
Vel'as de spewnacet
Verdafleiro ameriw.no, cada orna caixa trmu
cinco raeiw duzht< -de vf|las,-ou 210 vellas, prr
trinta ointo mil ren. No armezem de Tasso It-
inos & C... na Fsica**
Bareges de cres variado sortiment.
Babadinhos en tiras bordadas em todas as
arguras.
Belbutin* de todas as cores.
Bolsas de -tapete para viagem
'ariadade de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de 11 palmos de lar- riado sortiment.
tora, e todas as mais qualidades. lgas d seda, bordadas, para senbora.
Bretanbes de linho e algodSo, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
ameoto. pores, sempre novo sortiment, qoer em
Brins-de linho brancae de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em^fio
mmodo o mais caro emqualidade, afilan- d*Escocia, brancas e de cores.
tatdo o -que ha de melhnr na especie. Q
' Brins d'algodSo coraplctn sortiment e Madapolao; indescriptivel o grande sor-
rriedide de prefos. timento que ha neste genero, desde o mais
OH elevado prefo ao menor, que se vende em
Cansos de cores,' o mar sortiment, j)ri- peca e retalho por menos do que em ou-
%ando pelo bom gosto e barateza, attentas *ra qualquer parte.
is qualidades. Manas de blonde para noivas : o apurado
Ga-oferaias brancas, tapadas, e traesparen- ^osto dos nossos correspondentes em Paris
es le todas as qualrda-des e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
CarjMsinhas de cambmia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se dese-
ierdaas ricamente- eafritados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para horneas meninos, to vt- Mantas preias de blond.
do sortiment qe vai do mais ordinario Mantas para carros, com lindas pinturas.
Leques uesse objectj muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
e o grande e variado sortiment que acaba
de chegar, mas para n5o massar o pretn-
deme se lbe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxoyaes completos para baptisados.
Touqinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordada para ditos._____
Para uto Antoato, *. #&
k. Pedro.
Na rauite conhecida loja de ferrgens na ron ^So-,
va n. 38, fle Souaa-tGuimarSfs, acha-se um lin-
do e variado sortiment da todas os fogos arttfl-
ciaes dos melhores'fabri rantes desta cidae, con-
tenda rodiatias, .-pistoas-de todos os tamanhos,
brancas e de cores, eraveires, lillaminao e tra-
qnes, etc.; assim como um Jiadissimo e variado
sortiment de ogea-chineies recentemente chega
dos, proprios para-cTiancas, os quaes podem -ser
soltados em ?alo. Avisam mais que existe lam-
bem urna grande -quaofidade de sortes de todas as
Iualidades,.eomo eejam, sortes oom estampa, ditas
;em estampas, ditas em caroes com pergunta -e
resposta, ditas em livco?, lado por precos muito
commodos, (|ue admira : na ra Nova n. 39. ,
anUma -ie Lisboa
Soleira:, hombreirae e capiteis para frentes de
casas, o que a de melbor : venda o arma-
zem da traversa do Corpo Santo n. 2a, de Joaquim
Lopes Machado C._______________^__^
con FAW
Maia Landeline vende saecos
inaadicca : na rna doDuque de
do Rosario, hija n.tB
r
cora l'arinha de
Caxjas, travesea
CABR)LET
Vende-se un eabriolet de Oas *odas em bom
estado, om arreios para um eavallo : na coelwara
la ra de Sanio Amaro u. i.
Vnio-se rim icrreno c lugar do Fundi
era J3ebir.bf dilnixn miSO palmo* de frente*
'tOOde fcad. .i i.\tk' -tn. >.>..\y->.1 n. \7.
VeBd-- im.i .,v;<- Hrr >> '' "-, Urnm
n. 16 : qoe/n .r. :^i.- < aWar*e a '.a* Ja Guia
.n. 56.________
Vende-se ('. superior jatliide aoi Jiarris ile
quinto, e dacUw : na na da SflajMralrix n. <, ar-
jnarem de muitiJo.".____________
A 500 hl
i
Venderse supeiSna tinu rxa e preta,gustando
3Ut es. ada garrafa : na ra de Santo Amaro
numero .5. *______
Vendm-se tes boas escrxva* de idade 0 a
24 aaaos, -eom muit boas babirWades pois que
6MHMMI perfeitaraente e coiinbwm, uma bonita
e bem educada mulattaha de idade-12 auno?, dous
escravos sendo om bom carreiro, \.va Ato offkial
de ferreire : na travessa do Carino n. i.
-'
I
I
FOGOS,
Para Santo Antonio,
*. oo
*. Pedro.
Grande deposito de fogos artificiaes para os tol-
> uedos de senhoras e enancas nos das Je Santo
Antoaio, 8. Joao e 8. Pdro, a saber: pistolas
brancas de 3, i, 5 e 6 balas .ditas colorida? de 3, 4,
3 e 6 balas, roinhas brancas e doridas fontanas,
craveirot, cnafarizes em nonio peuueao, rodinbas
om illamna^io colonias, fogos de bengala.fogos
4o ar de 1 e 3 bambas, ditos de bomba real, tan-
ques cbinezes, balfieszinho de 3 e 4 palmos, pro-
prioa para soltar era varanda com espirito de vi-
olto ou mesrao gaz, alem. de ou'ro maior sorlimen
lo que s com a v*ta 3o comprador : na roa u
reita R. 53, loja de Leooidas Titoloureiro, antiga
loja do Braga.
VIVA S. JOO
Rna Dlrelta n. *3
i garfo
chinezas com lindos
Completo sortiment de facis e garfos de ba'an
>/> de e i botfies, bandejas
nxofra e papel, atora de am completo soruoMPto
de ferrageas, aiiadeza, cntibkrias, machias pa-
ra descarocar algadio, moinho paia caf, etc.,
tudo por meno preco do que em outra qualquer
parte : na ra Difelta n. 33, loja de Lenidas Tilo
Lwrtfco, amiga loja do^raga,
Bad apollo ao mais perfeito bordado de t-'1
(^ cambraia.
Camisas de meia, 4* flanella, brancasf
ie cores para homem.
Casemiras pintas e -le cores, o melhor
rae .-se-pode imagjwat, sendo d'isso a me-
hor prova o grande consummo deites nc
.ffisiaa da casa.
Capellas de flores, spara noivas e bailes,
tesde a mais candida flor de larangeira at
i-mais interessante griaalda.
Ghapelinhas no methor gosto.de todas as
-tires hoje preferidas pelas senhoras de
nais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de-velludo, para senhoras,
ltimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, papa snhoras hotaeis.
de todos os prejos -e variados gostaa.
Cbaly com ricos padrees" para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avaltadu
umero e nio menos variedad* de .gostos,
Chitas, impossivel'descrever o 6orieB-
o e variedade de padrees e novos jostos,
a oeste artigo todo quasto se p4e desejar.
Cirios para senhoras o que se pode ima-
jiaar de melhor.
Coques, o melhor nc nst e aos en'-
ms, tros lamanhos.
Colchas de seda com- birlas, o mais .pa-
rado osto e lavor.
DUae de fusto branc e de o&res per
grecos commodos.
Cerptnhos de caiabraia, ricamente brda-
los para senhoras.
Cortinados de cambraie bordados e de
to,o que de melhor se pode desejar.
Col?.rinhos de Itabo bordados e liaos., o;
aior- sor-iimento.
Damasco de la de 9 palmos de Iagura
,indas cores e ricos pades.
Ksparthos brancos e. de.rre?, para e-
jotrrase iMninaa. neHmeaesM py!.<*"<
ienhutri3 Sr. eixarj por -eerto de mafir
*e de to precioso ntid*- ,i 'perfeicit le
(am corpo delicado.
Entreveros bordados.
Ecomha preta.
Enfeit<\= para cablea, ultim moda le
Capellas brancas para meninas. -
Grandes sortiment de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortiment de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madrepcrolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para ha lio.
Novos stereoscopos com 48 vistas, is
quaes sSo movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
AHMAXEXS
SORTIMENT COMPLETO
NOS GRANDES
AZENS DE SECCOS UOMIAilOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
S1M0 DOS SANTOS a C.
Merinos pretos, trancados e risos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padrSes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e soas.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos -e de al-
.godo para camisa.
Princetas pretas e ores.
Popelina'do seda e linho, com listras e
flores; fazenda ndissima.
Pelherinas para senhoras, 4o ultimo
:gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor mm *grada*el se pode
encontrar neste genero, de mais fragante
e suave no olpbato, tem* PA'VtLHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bougmt d'Amour, final-
mente tudo quanto de-ve oceupar- o touca-
dor de urna senhora de 4?esto.
a
Saias bordadas, brancas, lisas e com folhos e sem eiles, o jnelhorpossivel,
-Sahidas de baile, de ledas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradac, lisas,
de listras de todas as cores qualidades e
o rntis barato possivei.
Tapetes grandes- liadas pinturas ,para 8
cadeiras. ibais pequeos e de todos es ta-
.ananhof. desejaveis, a em peca 'par* co-
lados.
Toalhas de Iabyrinlho., do nwior e aaais
&o trabalho ao mais barato.
Tnalhafi de linho e algodao de todos os
tsfu;::itios, li-as e felpudas.
Tarlatana branca cora palmas e-e coree,
faseoda mtiito nova, e go6tos delica4o6 pro-j
pria para baile.
Vestuarios bordados de fustao braaeos e
de e6.-.es para menmos, de cambraia para
bapliados, o quede melhor tem vindo a
te mercado. __
Vestidos de~ISa escoceza de 2 saias,
novidade peloparo, gosto eforma; ditos
de linho om barias de cores, e de cam-
braia te cores com i saias, tudo nteira
novidade. :/.era os modellos juntos para
mostrar a forma de o& fazer.
Veos de ilond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras aossas Exmas. freguezas, que
somos os nico* m Pemambuco que pode-
mos offerecer ao jllustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
C-as ao bom gosto do nosso ornecedor em
PROGRESSO
10 Pateo da Penha 10
DE
SANTOS & FERR IRA
Os proprietarios destes bem sortido armazens participam aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como "do matto que tendo feito grande diminuico de pre-
cos as suas merca>loras esto por isso resolvidos a vender por meno* de 0 e 20 i,,,
do que eiL ouira qualquer parte, garantindo-se portanto a s perior qua1 idade de qual-
(jeer genero comprado restes dous estabelecimentos. Mencionamos alguna dos nossos
gneros e a vista destes s5o comprehendidosos outros, perqu enfadonho sena men-
cina-los.
Se alguem duvidar venna ver
- Vinagre brarreo mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
Gaz ameno-no marca Deves a 8#800 a
Vinho branco puro de Lisbea a 610 56.0
a garrafa, en porco ha abatimento.
Vinbo do Porto, engarrafad das melho-
/res e maisacretadas marcas a WGOO e 1(5200'^ mT0 cada um
1A500 e *i a garrafa.
dem Bordeaux, Wedoc e S. Julien a
(7^500 e 65500, a dezia e 610 rs. a garafa.
Genebra de Hollaada e laranja doce aro-
mtica a 6i500, 7d, 41iJ500, a frasqueira.
-Serveja Batts, Illers A Bell a 9*800 du-
ziaom porco ha graade abatimento.
dem muca J e T e outras marcas a
55500 e 65, a duz-ia -e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros mimos
"aris, recebida -co ultimo paquete.
Eagn&o de linho, completo sortiment de
.odos os nmeros.
>
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
Fi;hs de crochet, modernos com cintos
i capas, oque hade melhor.
Fil de seda, linho .3 algodao, de odos
s gostos e padrue.
Fosto de todas as ores e qttalidfides
frande sortimeato.
Flanella branca e de ores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
>o!tas, quer em ramos, tem oPAVLHaQ; Paris. podemos garantir que wnguem neste
DA AURORA am -permanente jardim a .genero o possue melbor, neta mais em
sposico das Exmas. famttas. I .conta.
E' dispondo d to grande e variado fortimento que os proprietarios do PA-
/TLHiO DA AURORA se apresentara ao publico declarando desde j que a siucerida-
ie e o bom gostoo aiovel usico de seus .negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do qua por ventura lbe
ja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento /ecommendam>se
m recejo d serem cootradiclos a protestara eaforcar-se por contipoar a merecer i
}toW$o que se Ibes tem dispensado; certos de qse do seu estabelecimento nao sahira-j
I freguez descontente.
Coatina sempre a oficina de alfaiate dirigida por om dos mais habis artig-
as, prompto (ocular com promptidio e bom gosto qualquer trabalho que lbe seja
:ontiado. Urna odista especialmente oceupada nos trabalhos do PAV1LHA0 D V A-
ORA, dirige os que lbe sio cooceroentes, garante por su apurado gosto e promptidao
a tiecucao e a mata completa perei^o noc seus trabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra tuna prova de que merecemos o con-
alto que se dispensa ao nosso estabe'ecimento, conceito que procuraremos firmar cada
ez mais. Para facilitar anda a oncecucSo do q'oe nos propomos, temos no nosso
istabelecimento os ltimos figurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
fuaes enriaremos para serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
-om o padrao da fazenda o gasto na forma.
Na officina de alfafate, junto ao estabeltcuwoo, ha igualmente os figurines
>tii homens qua por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos presentamos pedindo a protecfo do Ilustrado
yublico a com o mais profundo respeito convidamos s exeentissimas Sras. a visi-
arem o nosso estabelacknento, certai de encootrarem neile pelo menor preco possive-
esmaltes, ealharea de metid de principa Dar cha- ^q Qg podem desejar.
fi Mandaremos caixairos levar as fazendas eamoitras onde foreoJ >'didaa, visto
lo pdennos especificar todo quinto temos.
Xto fit, Sobnnho & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinbo Figueira, Lisboa, Porte e Estreito
Uta, 380 rs. a carrafa e 560 o litro.
Azeite do.ee de'Lisboa a 900 e 45000 a
garrafa em pore3o faz-s3 grande abatimen-
to. .
Caf em caroco a 220, 2i0 e 2 O, a li
f, bra o kilograrnmo a 180, 540 e 600, c
760 720^000 Sarraf,ltro a 8l 75000, 75500 e 85800 arroba.
Milhoalpista 00 rs. a libra e 440 o ki
logramma e 35800 a arroba, em porc5o ha
abatimento.
Qoeijos frescos do ultimo vapor a 35200
Aletria, macanao, lalharim a 500 rs. a
libra e I^IC*0 o kilogrammo em caixo ha
abtimento.
Sabo massa de 1* e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
grande differeuca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmeiada, bolachinhas de todas-as
qualidades, peroia, Francy-cracyael, a, b, c. Mdium, mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combuiation, Britasia, doce de goiaba fi:.. chouricas, manteigas linas
franceza e ingleza, banba de Ballimor, phosphoros de Syctiryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as quajjdades, fariaba de mimo americara, grandes molhos de sobol-
las, nestas dous armazens existe tambem grande sortiment de loucas propnas par;i ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
i
i
i
i
0 (\
BAZA DA MODA
RA NOVA--5
UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados gostos, proprios
&. para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA.
0 BAPTISADOS. Ricos chaposnhos de setim brama, lindas tomas de fil
Q> e setim, sapatinhos etc.
5 GUIPURE. Ou croch em pessa, branco e preto, com lindas ramagens t
55 qualidade muito superior.
PUNHOS. Para omisas de homens, fazenda superior com duas faces, o
W par 040 rs. (pechincha i)
10 PERFUMARAS, Finos extractos para len?os. aguas de diversas qoalida-
6 des, sabonetes. olos, pomadas, pos, tnico etc.. etc.
PERFUMES. Lindas caixinhas para lavas conttndo urna preparafo em
que Ibesd um agradavel aroma, por 15500.
Gravatas, cintos, flores, plumas, coques, trancas, fitas, botdes, icose pen-
tes etc., etc e muitos outros arligos proprios ih estabelecimento* vendendo-e
J$i tudo por commodos precos, no BAZAR DA MODA, ra Nova n. 50, esjuina da 0
0 de S Amaro.
M Jos de Souza Soares Se f. m
Fazendas baratas -.# B. ^ .
10Ra do Cabug10
Chitas escaras, cores seguras, covado
Panno de linho para lencoes
inho pai
Chales estampado, om
Colxas adamascada, orna
Grodenaple preto de sida, covido
Cassa com salpico; de cores, vara
Algodao patente, peca
Dito de listras
Cambraia para c-Ttinados, com O va-
ras a pesa
Lia com listras de seda, covado
Ditas com ditas, covado
Dam-se as amostr*?.
200'
900;
liOO
21900
UOOO
360
51000
200
121000
860
480
Aceio.
Formas de lu(a para canjica e pudins, de di-
versas qualidades e tamanho, assim como cacaro-
las e frurideiras de porc?lana, propinas para ir ao
fogo : vende se,na ra DrimHro de marco n. t6,
o'Jlr'ora Crespo, arma^. ni le ouca de Bfrnardjoo Zumb, (Torre; am solo rndeiro
T'oarte Campos & C. Imperial n. i
LOJA FLOR DA BOA VISTA
48-----HVA DA IMPERATRIZ-^18
A 200 rs. A 200 rs.
Chitas ese-jras para liquidar i 200, *,
200 rs. .
Ditas clara? .^om cores Axis de muilo boro pan-
no, propria- para.a praja 240
210
240 r?. -
Pecas _______Junto padaria franceza.
ATTENCAO
Em ca>a de Mills Laihara & C. ra da Cruz
n. 38, vende-e sabo inglez de diversas qu.lida-
des. ___________________________ ___
Vende-se urna ;asa de laipa, na baba do
tratar na ra
OJ V
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem conhecido esta.;
cnente, alm dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciacao do re,*peitvel .publico, m;.r-
daram vir e acabam d, reerber pelo ultimo vapi r
da Europa um completo e variado sortiment de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes e~.
tao resolvidos a vender, como de seu costnne,
por presos muito haralinhos e commodos para io-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas/wau-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinuas e punhos para .-e-
nhora, peste genero o que ha" de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabe?as das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem cites; esta fazeuda c que pode havtr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
raarra, sndalo e osso, sendo aquees brane< 3
com-lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 301000
a duza, entretanto qne nos as vendemos por 201,
aim destas, temostambem grande sortiment de
outras qualidades, entre as quaes algumas mul-lo
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor 91
pode desejar ; alm destas tem tambem granel
auantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e-berracia
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meri-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fa? barba; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ver taav
bem assegurames sua qualidade c delicadez*.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlhas para maclna e para croit.
Linha muito boa de puso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, asan
como os tentos para o mesmo flm.
Grande e variado sortiment das melhopes per-
fumarias e dos melbores e raais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROEIt.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
faffilitam a dentif^lo das innocente* crianzas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosis
collares, e continuamos a recbelos por taos yi
vapores, afim de que cunea faitem no mercaoo,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galio
vigilante, acnde sempre encontraro destes verda-
deros collares, eos quaes atteedendo-se ao fim
Sara que ,ao applicados, se vendefo com um n.;i
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamis
declarados, aos nossos freguezes e amigos a vireta
comprar por precos muito razoav^is loja do galio
vigilante.-nia do Crespo n. 7._______________
CEMENTO
0 verdadeiro portlnd. S se vende c
ra da Madre de Deus n. 22, armazem
Jo5o Maitinsde Barros. *________
3 cordeiro prevdente
Ra do Hiiciaiado a. I**.
foyp e variado sortiment de perfumar
nas, e outros objectos.
Alm do completo sortiment de perli
oaarias, de que eilectivamente est prvida:
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba d
receber um outro sortiment que fie torr.:
aotavel pela variedade de objeclos, superior.
lade, qualidades e commodidades de pr<
jos ; assim, pois, o Cordeiro Providente pe
s espera continuar ^merecer a apreciar!
do respcitavfllpt:b!:co eri et7?A e do se
boa frep-uezia em parlicnlar. nao M -afi
lando elle de sua bem conhecida mansida-
j barateza Em ditt toja encootrarao o
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murrsy A Lamtam
Dita de Coiogp.e mgtoft, saarcana, fra>
;eza, todas dos melhores e mms cre-lilado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, vilete para toilet.
Elixir odontalgico para COOservicSo t
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade ecb.
ros agradareis.
Copos e alas, makivs emenorci, xi
pomada fina para c'-';!"-. .
Frascos com dita japona, lr-msp&.
j outras qualidadw.
Fiaos extracte,-, inglczes, atnericanpt
francezes em fr?.scos simples enfoitajl'--
Essencia BferiaJ do Sr.o e agradavel .cha
ro de violeta..
Outras concentradas e te rheirw igU,-
mente nas e agra-aveis.
Oleo rjhilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quadadi
com oscolhidos cheiros, em frascos de iP
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores a meaox
para mSos.
Ditos transparentes, redondos e em fig-
as de meninoc.
Ditos mafio finos era cirinha para barir.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan^
fructas.
Ditas de madeira invernisada comeado \
aas perfnmarias, muito proprias ^pri#r
entes.
Ditas de papello igualmente bonitas, \a
jem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
inoldes novos eelegantes, com pode &r
9 boneca.
Opiata ingleza e franceza para dea t!.
Pos de camphora e ootras iiffermitf
cualidades tambem para (tantas.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coque.
Um outro sortiment de coques de i:
vs e bonitos moldes com filets de vidrilLc.
) alguns d'elles ornados de flores e ir
-stao todos expostos i apreciacao de rrntr '*
os pretenda comprar.
60ULINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSo.
FIvellM e fitas para dates.
Bello e vanado sortiment de 4aes Bbj***^
ios, ficando a boa escolba ao gosto do caw"
prdor.
9
i
X
0
*
m
Bichas hamburgnezas
Nest novo deposito recebe-;e por todos os pa-
quetes Iranslanticos bichas de qualidade ,-u(xt.-t
e venden se em caixs ou porfi mais poqen,
e mais barato do qne em outra qualquer parte :
na ra da Cadeia do Recite a. flt. I* andar.
Cabellos
Venden-se cibell-w de todas cou-s, qualquer
compriuiento, qualidade superi
pnrcao mais pequea
cif n. 51, andar
na ra da Cadeia-d
Superior vinhi torfcanx
Cadeia
-ephe A St. Julien : na rta
Recife numero "&.
i9


Diario de Pemambuco Quarta eira 8 Je Juiho de 1,870.
A VERDADE
Rna Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE cootinna-se a ven-
der por baratissimos precos todos os artl-
gos do miudezas e perfumaras do sea
grande e variado sortimento, garautindo aos
comprad ma toda a sinceridade.
Lindas nonecas de cera e massapor ba-
ratiss.-mo preco.
Espeibos dourados para pendurar a
160 rs.
Agulhas Je osso paca croi a 200 rs.
Peutes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Ghaiuins para gaz a 320 rs.
Garrafa cora tinta alizarne a 10000.
Dita cuiu agua florida a 10510.
Dita cora dita dita a I0OLO.
Tnico de Jayme a 10500 o frasco.
Frasco coni oleo exprcsso de babosa, de
2i0 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300a 10000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 i.
Sabonetas muito finos e diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 5G0 rs.
Fctjs para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Peutos para tirar piolhode 160 e 240 fs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inleiramente modernos
de 160 e 8 rs.
Penaas caligraphicas muito finas a 10400.
Dilas de lanca e mlosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 10500.
Grosas de botoes de loaca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixacom papel mizado a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Diias com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 is.
Th*soura para costura a 2*0 rs.
Ltoka de marca eaixa a 280. rs.
Garrftdis de lindas de Alexandre de n. 70
a 200 10 rs.p
Gratnos muito finos, com passarinhos du-
zia? 2')0 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30000
Bitas porluguezas, duzia 15400
Papel almaco superior qualidade resma
nono.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Filas >ara debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas Je lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Cantatas grandes com molla a 400 rs.
Ditos graudes com 2 folhaa por 320 rs.
h'-.la pelas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
eo es 0 /,o a 100 rs.
Fiui, pjra eos, poca 480 rs.
Aifir.f de lato, carta 100 rs.
SanatiBOS de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Crflcadetras a 40 rs.
Gravatas d* seda prcta da 400 e~800 2
Dras de croxc, brancas e de cores 500 rs,
Dita de gorgurio de coses a 800 rs.
Na verdade im Da*e de Ca
xlas n. h.
i., i ------------ ......
Farinha de mandioca
A bordo da poltet Marinho ha muito boa fa-
rinha venda (em mocos) : a tratar coni Joaquira
Jos Goncatves BaltrJo i ra do Trapiche o. 17,
ou a bordo.
ii
Vendera se diversos escravos pecas vindos
do Cear, proprios para engento, assim como
ama cabroeha por 1:000*, de 18 annos al idade,
bonita flgura est um pouco descorada de fHalda -
de, c diversas mtalas com habilidades: a tratar
na ra da Crin n 53, 8 andar. ________
Armazem dous irmos
8=na da Penha-W
Maoteig Ingle; a superior a 1*500 a libia, ideui
franceza a 800 rs., cha miuJ-j bom a 3*200, idein
grosso a 3*, velas de es^rmacete a 640 a libra,
caf era caroco bom a 100 e 240 rs., toucinho a
400 rs., lalarim, macarrio e aletria a 00 rs., quei-
jos frescos a 2*800, dem prato a 1* a libra, vinho
em pipa a 400 rs. a garrafa, dem S. Juljen Me-
doc a 640, grandes latas com bolachinhas a 11400,
lagustinhos a 600 rs. a lata. Neste armazem ha
semp e grande deposito do gneros de primeira
qualidade, e vendem-se a precos muio resumidos.
-.-'
S=
LOUC/L
Orande armazem na rna da
imperatriz ai.
Neste grande armazem vende-se louca ingleza
finas e ordinarias, apparellijs de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos o ordinarios, que ludo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato precw que em ouira pualquer parte :
chamamos a alinelo dos freguezes, que serlo
convenientemente servidos tao nos commodos
precos como na boa aualidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambueo cae da alfan
dega velha n. 2, 1* anda.
FARINHA DE HUNDILA,
Vende-se farinba de mandioca chegada do Ma-
ranhao no ultimo vaipor do norte, por menos do
que em outra qualquer parlo : a tratar no escri-
torio de Joaqnim Garardo de Bastos, ra do Vi-
gario n. 16, 2 andar.______
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr'ura do Cre.'po, ar-
maieui de louga de Bernardmo Duarte Camnos
& C.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fot a nica admitda
4 Exposifo Universal, por ter iido reco-
nhecida superior todas as preparacoes at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1)5(000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51.
1. andar.
LEO DE ORO
Grande estabelecimento do fazendas e rompas feitas e por medida, ra da Im-
peratnz n. 53 jonto a toja de ourivas.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publie, un bonito sortimento de
roupas de todas as qnalidades.
n7Af^aS0t9^Sf:ifrela, 8 de "^i 300r U50 7;5(l00' ditos mirD Preto
06 7^000 ate 230000. ditos de Mscmira'da cores finas e ordinaria*, de 6A 1630 'O
ditos de panno finos de fJJ 83 10$ o S< 3000. sobrecasseo dito de 203 a 303000 '
a. 90S^SOi1imeDl ,lecalcas debrim pardo de 13000%a 03000, dilas brancas
ae %fi, i 10*000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas cafearira do !j5 H3000 i
ditas casemira preta de 63, a 163O0Osi>perior, dita de merino diversas qnaidades para'!
lulo. Assim como um bonito sortimento de coUeles de brim de core?, diLs brafleos
ditos de caRemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazenda superior
Sortimento completo de camisas francezas de algodso, de 13S00 33000 e da;
linho de 383000 a 703000 a duzia. *
Sortimento completo de ceroulas franctaas de a'^ido da 1 000 a 23500
ditasde bramante a 1*800, 23800 e 33000 ditas de llamburgo, ranwaag, fazenda su-
perior de 253000 a 38|000 a duzia. Sorlimeut-3 decul.uinlios djalgodo e linho eic
assim como mews de algodio para homem da 33, a 103000 a duzia, gravitas de mili-
tas qualidades. Na ruada Imperatriz q 52, loja do
Stirtimento de chapeos deso de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalbas para rosto. Sortimeatn de mallas para viagem.
ATTENC.VO.
Neste esubelecimento encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre cncarregado da oficina, que seencarrega do trabalho
com perfeico e ponlualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 210 rs. o'covdo ou 103000 a pessa com 42 covados, ditas miudps
para camisas e timu de menino 2G0, e 280 rs.. e outras muilas qualidades de 320, 3G0
e 400 rs. o covado, neste tnesmestbelccimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, aqnal f> para folios ecompetente eufeite para corpinho. Cam-
braia lisa de 33, 43,33 e 10300 a pessa, e outras maitas fazendas de todas as quali-
dades.
ALGODO E MADAPOLlO AVARIADO.
A 43000 o algodo, e 43500 omadapolo. e tambem chita escora boa 240 o
covado por ter grande porc3o, na raa da Imperatriz n. 32, loja com portaos encarnados.
jrfccnllicba A:xjb C j.
Vende-pe al#ido fttMW. oh muito boa pelo
dinammo.prende 1e Wi asia) cuow cacado
para crianzas.* J. bai venham a el-
les antes que se abem, na bem conhecida loja de
mjudezas da raa'da Caaeian. 80 A, confronte a
ra da Madre de Df os. .
intitulado
Lefio de Ouro.
oemuRMOia
N. 3 A RA 0 CABUGA N. 3 A.
AGOSTINHO 4 MOS "a
Com este titulo acha-se abfrto e inteiramente transformado este anli-^o
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos enconirarao tudo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridado e modecidade nos precos
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de meihor em
aderacos de bnlliantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adr-recns diiI-
ceiras, brincos, alfinctes e anneis.de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palKeiros salvas e outros muitos objeclos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras .finas, pormaior preco do '
que em outra qualquer parte, ticca-se e concerta-se todo e qualquer obiecto
pertencente a esta arte. '
MACHINAS nn
COSTURA
Acabam de ebegar ao GRANDE BAZAB
UNIVERSAL, roa Nova n. 22avine
viANNAum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes eslao em exposicSo no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa (iua-
lidade, o tambem ensina-se com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
' sio iguaes no seu trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sua perfeico tal
como da meihor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.__________^________
Oficina e armazem de
ma^more
Caes Vinte e dous de novembro n. 5.7,
(oatr'ora armazem allianca)
Ha para vender podran marmrea de todos os
'tamaubos e gr ssura, tijolos de diversos ta-
raanho?, soleiras e saccadas, assim como solei-
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
tratase e (az-se qualquer obra, como monuuen-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
todo o mais tendente mesma arle, por mdicos
pracos.__________
vende-se ou troca-se por caras nesta praga
o sitio denominado do3 Boritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, e3tribaria, banheiro de pedra
e cal com agua crrente, baixa para capim e
grande terreno para plantaeoes : quem o preteo-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
m GAZ liAZ
^ Chegou ao amigo deposito de Henry Forster
C, iva* do Imperador, am carregamento de gai
de primeira qualidade; o qual se vende em partida)
e a retalho por menos preco do que em outn qoa!
quer parte ________
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem alcerce feito pa-
ra cinco moradas de casa*, na ra de Motocolom-
b dos AfogaJos : a tratar na mesma ra, ou na
ra Direita dos Afogados n. 13.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceico. em barricas grandas
Tasso Irmos & C.
Vendem oleados p'retos para forro e guardas-chu-
va de cjrros.
Ditos de cores.
Portas de pinho alirofadadas, tamanbos diver*i)s.
Cadeiras americanas de varias qaalidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
BRACOt DE OURO,
Ra do Imperador n.2$
0 respeitavel publico encontrar oeste
estabelecimento diariamente nm completo
sortimento de pastelaria, boHos inglezes
podins, pSds-del, prgsenlos dos uimos
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos flno3 de todas as qualidades paracb,
amen loas onfeitadas. confeilos, bomboins*
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
seis charutos de cbo oate cada orna, este
sortimento de cliscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o meihor que at
boje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figoeira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setobal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quem comprar em porc5o.
Licores de t-idas as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Ajapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
boje conhecido. Xaropes de grosclbe, rosa,
maraenj, caja etc vinhos do Bordeaux de
todas as marcas, o mais saperior tjoe se
pode ene nlrar, champagne de Chevernt
i muito superior, os maU finas e superiores
! cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
. bidas alenosas, este a mais salutar para
i quem soffre do estomago,
Conservas de legumes, portoguezas, fran-
cezas e inglezas, m&lbos mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, moitos su-
periores, c -finalmente tudo quento se deso-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptidao
e asseio : Cqmo sejam para casameotos.
baptisados banes etc., tambem se recebem
encommendas de p3es de 16 ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
I bandeijas de bolinhos com armago de as-
| sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fruclas amendoas, leite
etc..
Os donos dcste PSt3be|ecimecto nao sa
tem poupado a despezaj para meihor me-
I recerem a acoadjuvacao do Ilustrado pu-
blico.
Te 1 has de ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ba para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro g^lvanisado, de
diversos tamanbos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barato do
jque as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra mnitojriais limpo.
RA DA IMPERATRIZ
Neste grande estabelecimento encentrar o .
sm outra q. ,!'pr Pt*. visto que os novos socios desia firma adoptaram o systema de
e armawwfl pt del**) fazer os seas sortimentos polos mesmos precos que comoram as c
derprn -
m
IGUWIRB DO
lo da faandas, rln mais muran ^n.'.._" ", ^"'. .S^O.-m ^S^J^
P
.. .-,o!he. '"
m
so vet
casas estrangeiras.
.
respeitavel publico, q,u grande sortimento de faiandas, do raais^pSo^sto^lSf ^Sbr,;?-
eondarem (.Vi.i.O ; para poderen^^ vender iTml, U^tF'T^ Daces,d,de se es promette vSer por precos
-jfiuArl -se. aPenas._a ganharem o descont. As pessoas que negociara em menor escHa^esta I

ALTAS NOYIDADES S
no pavo
' I N: T -S FAZErtJ*)A8 PARA A PES-
IA L'K.
& i :o ANTONIO, S. X^AO E S. PEDRO.
\ eniem-se as mais jindas poupeli-
.u.-. .i' Dbo e seda col'i os goslos
lu uvos que tem vin.do a este
ado, pelo barato precv de-----
_ Ka>o covado.
< '^ listradas, de furta crS, fa-
>.- '"i s de mullaphantasia a 2^000
.j uvado.
.. ii bismark, larga fazenda muito
i v. da o covado a 2->500.
ni as ISasinbss largas com palma
o" unte, covado a t^OOC,
ijii lis agraciando lavradas covado
1 ;. I.
*.!p3"a:j Javradas de todas as c-
r,, covado a GiO, 800 e lijOOJ
\ij' i ISasinbas escossezas com
eos e litras de seda, covado a
;,."i
m alpasas isas, sendo cor bis-
k lyrio, verde, roxo, cinza, can-
na, >zu etc.', covado aCiO.
Ditas furia coras com as mais bo
:6res, cavado 503 rs.
!. '..i-; bareges lisas, c com lista
d< ii. --..ua io;', fazenda oteiramen-
va, covado a 560 e iO rs.
[!o:;it s la^iahus apadas etrans-
ntsa com grande diversidade, o
covado j (500 rs.
La isinbs lustrosas com liadas cd-
res emita^J de seda, o covado a
-m >s cortes de anadino, sendo
i nova Q transparente e .de
muia phantasia, com 18 cavados a
13,5.1 v.
! fftis* mos crtes"de vestidos bran-
Doi dados com lodos os enfeites
a -SOOO.
Gtrktsldfl gaoga ndi^ncj. fizcnda
t.ie.T.iente nova a 7^000*
.linezes com 'dius saias a
/. Ditos de la escossoza fazenda mui-
X coni Sos de seda a 7.$0 0
j-:> Kifi.-invuorgandyscuiu lista de
ilpico, sen io fazenda de
& umita pliaotasia, *t& ;'.
O. gandy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a !#000.
Toda3 estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conla, ra da Imperatriz n. 00,
luja e armazem de Silva e Figuei-
do A C.
commodidad/d^TmarfTinii TS n-se apenas a gan arera o descont. As pessoas que *
as fazendas se dao os i.vros das amostras, ou se mandara levar enfsnas casas," paj-aVehor*pT
A 10^000. ALPAQS UVRADAS A G40, 800 V
1,000 RES.
de ljiOOO rs. cada um, pechincha. *
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem bonias casemiras escosse-
zas com quadros grados e miados e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
CORTES DE -CASEIRA PRETA A .4:500,
0 Pavao tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo oarao preco
de 45500 rs. o cort,
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
0 Pavao tem um grande sortimento dos
; mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
j mesas, almofadas etc., proprios para co-
lorir presntese vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodo eufestado.
Vende-se urna grande porcao de algodSo
GROSDR.\'APLE:> PHCTOS DE GOO ATE 7-5000 CHAPEOS DF SOI TIF SFD\
Ni loja do Pavaa cnconira o respeitavel,unAPLU) l)t bUL DE SEDA
publica !-m grande sortimento de grosde OPav5ofez urna grande compra de cba-
naptes, retos de todas as largura; e qua- 'pos de sol de pura seda, inglezes, com as
a tendo(1)1$;00 o covado at 7*XK) >aspras paragao. sendo neste genero os
e 8^00), que se vende por preco muito Jmelliores que tem vindo ao mercad., e li-
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
sinho americano cim 8 palmos de largura ^ne?;,ratB Pra a lujado Pavo as mais
proprio para lences e toalhas, tendoliso a|5& 'iltl35 i.anc?z?s com delicados pa-
troneado, que se vende
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Cbegou para a loja do Pavao, o mais
elegante sortimento das mais lindas lSazi-
nbas escossezas com Sos de seda, as qnaes
por preco n tto e i! ?r5es> end, para todos os PreCs e q'iali-
dades, dando-se todas amostras, css'm como
quidara-se cada um pelo preco de 1O0OCO.,
ROUPAS PARA IIOMENS PARA TODOS
Chegou para este grande eslabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas d?. todas as cores, oca
se vendem a ifi, 800 e 640 reis o covedo.
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO- fzem mais defiendo effeitor para veslidos
VADO. de duas sa-as, o vendem-se pelo baratiss:-
0 Pav5o endo excellente fazenda da pura mo Preco de 560 rs. o covado.
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, coiletes e roupa para
meninos que frequmtam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de milita diira-
Co, pechincha a 80 J rs. o covado u a
2rJ8 o o corte de calca para homem.
FINAS BARliGES A 610 R. O OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
laa sendo meias transparentes, com urna
s cor, lando: lyrio, azul-, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-so por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLO A 35500,
O Pavao vende pessas de muito bera
madapoln, tendo 12 jardas cada u c-a, pelo
barato preco de 34500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 RS.
O Pavao est vendando pj; ; de ajgodao
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com II metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs. l
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera da carinaba m
saetas, mais barato do que cin outra q
quer parte, na ra da fanpetratrii q60,
loja do Pavo.
OS SETINS PO PAVO
Venderse o mais bonitos.'--ir ios do core.*
e mais enoorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
(umR;nito sortimento das mais lindas chi-
, tas francezas escuras e alegres, qne se ven-
dem muito era conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240RS.
Na foja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas 'claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASIXHAS A 320.
LAASIN'HAS A 520
LAASI.NHAS *A 320.
Na loja do Pa ao vendem-se elegante sor
(im:nto.das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imiaco de
assim como om grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
mizas francezas. e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
*
i O Pavo vende orna grande porco de
!eortes de veslidos indianos, tndo duas
_. l saias e tendo bastante fazenda, cora os gos-
poupelinas d' toSln>vo? 1a* v'ndo, e liquida-so
seda o eora as o.es nwis lindas a'ue lera 59y' tendo cada um seo competente
, figunno
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e coletes de r.
bnm branco e de cores, que ludo se vende I L,!>eara0 as mais modernas basquina
mais barato do que em outra qualquer parte ;! ouf iauel,n,a?j do seda preta, ricamente
assim como um grande sortimento de ca-lf 5 s v,dr,,bo franC ? setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novo
vendem-se "por preco
sendo fazenda
A lo
SEDAS DE LISTA
SEDAS D LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o cova o.
Chpgon para a I ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de lisias com as m.iis delicadas cores, tendo
entre ellas algumas qne servem para lat, e
vendem-se pelo barato preco. de$000o
cova io. pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respei ave.i publico oeste es-
tabelecimeno um gran le sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cssas france-
zas e inglezas, cbita preas de todas as
uuilidades, fazendas d la de toda que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lamias e lisas, caoto, bom
as, mAnn-* etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
' Ni .loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptizados.
Caites do .casemira a i^OM), cada um
Vende-se bonitos cortes de casomi'ras
dars^i J.h-raioprecode^
CORTINADO
de U
ltJ"L .^lvonde:se w V de cambraia ,ranca, ricamente borda-
vindo ao mercado, sendo lazenda que \
miitq nwis dinheiro, e liquidam-se a
r, o MP|*^iw Oh* h. para ,e,ler bostas case-
r JiVaMllt/.tlA miras mescladas e bastante encorpada para
EM CAMISAS DO PAVO A 500 RS. roupa de homeos e mehinos pelo haraio
Vende-se om-bonito sortimento de muito Preco de.3,-jl;jOO cada covado ou 50000 o
finas e modernas camisas inglezas com pei- CQJ de calca Pa homem.
to e colI arinoos d^ linho e panhos, pelo:' RoilDa Or mfillfa
baratissmo preco de 40500 rs. cada urna *-'v**F* FV1 "AOUlUtt.
fhe faIF!^T,q"e ,comPrarem dazias 6e Na loja do Pavao raanda-se fazer qualquer
filnrifl -T1110:. arant!"doi:se 9ue Peca *e obra a vontade do freguez, para o
famT I U. nM"l ma'S dufe,l?t qu0 lera am Perit0 alfaiate- responsabelfeao-
Ki* ifl T PreC Pr M ter e' d0"8e M dooos d* ^belicimento por qual-
uma_ grande compra : assim como se vende quer (alta que possa haver, quer por de-
SldITT"?'i ^f taHmbemt-ni mora fler por'qualquer defeito naP obra;
PJ ? t mh b',rd3daS e dllaS dea,dl e para isto encootra o respeitavel publico
M^ J' PreC0S' 1nm ^ande 80rlimtat(> d* 13aa as fazendas
PA.NN PARA SAIAS A 1^000, 10280 e'que desejar.
v,n le-se iMnila* ftieL Jproprias para I mMANTE A ,800'
saias sendo com bordados e pregas a uro
que tem chegado e
muito razoaveis.
POPFLINAS DE SEDA
POUPELIXAS DE SEDA
PeUPELINAS DE FEDA
a .20000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas ve. dulci-
rs poupelinas de linho e seda com os-pa-
drees mais delicados que tem viadoaomer-
3 }f CASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO !Cad. tendo entre ellas cores proprias para *
i A n a,,iv'ar luto, e vende-se palo barato ureca
de 20000 cada covado, pecliincba. P
Cambraias brancas
Vende-se um grande sormento- das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 peca at a mai
fina que vem ao mercado.
CAMBIJAIAS BRANCAS A 4*000 A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais d vai a de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
lo. iHodofuao" arT h o T T T 1 r e ?re8" a Qm\ VenJe"se suPeror bramante com 10 pal-
S 'HR\ QAM\s i ni?Lirtc J; *?** ,arara da fiwnda compri-lmos de largura, proprio pnra lences dan-
> W H0AeVu0RoNEfcLAS ^toi'Sa^^ d0 Vt'1 J ba ^^dan?o cJpri-
ra ahj.d,, PHva-o um 0ranHft Z liZ&l^V^^J^^-** d,) 'encol, sendo preciso para cada
chincha pelo preco.
ESPARTILHOS A 8*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
mores e mais modernos espartilhos tendo
,u: ;m :;.h qualquer parte "'nwis moaernos partaho- -
8t ->nfittUltAlntltA sO^wfas ^ P barato Preco do barato'preco de 50000 ate 8000.
w v-nsiantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 ** noute
aue sempro se vendeu a 70 e 80000, liqui-
a-se pelo barato preco de 40000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante soctimenro daa.
mais modernas e bonitas chitas taalq miii-
das como gradas, com cores" claras o es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 1*200.
Vonde-se muito %fnito||MMIbrariCoa
muito flexivel proprios par% venidos de
senhoras e roupa para met^^BflMMH
a (540, 800 e 1-^200 rs. o covado.
cmsas 14 rs.
O Pavao est vendando bonitH
cares fixas a 210, 880 e 3001
%



Diario de Peruambuco Quarta eira 8 de Junho de 1870.
v
*
.%
Grande sortiaeut > de cortinados par camas e paellas. Gsos para sola e ca-
obas do bratfoc gaaricfto. Tpeles par sofe cama, para pianos e perlas.
CoIjhs derroch para csfli do noiras.. tpeles evo. pessa para forro do salas-
O mka e efrial sortfntfntoaditt verdadeiras ESTEIRS DA INDA, so existe na
Loja do Trumplo.
Ra Duque e Oxas n, 7.
---------------
51-Ena da Cadeia do Eecife51
Chama a ltenlo dos seus innmeros freguczes, e do respeiUrvel publico ek
eral, para a seg-iiote tabella dos procos de sua casa, -os qoaes s5o vinte por ceat
mais barato do que om outra qualmier parte:
Ca.5A*e^SPara senbors a *W> C^'3 P rerorio a 5*. Qfi,
300, 35j e. -. w)*000. H, U, H, m e. .
Ditas para hornera a 35*, 403 e 500000
CTe,s \\*' l5* ,8* 20' Corte de cabello, .....
45*, 30* e 50(5000
Cresoeutes a 12*. 15& 18)9,s0 'Crte lie MbeUo mai fricglo .
*$*, 30* ....'. 324000 Corte de cabello com lavagem a
Sjj, chanpou......
fOOOO Corte de cabulocom limpez da
a cabefa pela machina electri-
1*000 ca, nica om Pemambuco. .
Frisado ingieza ou i francez.
. 30(5000 Barba.........
ASSIGMATURAS MENSAES ,
Especialidade de peuteados para casamento
Bailes e soMrea
Recommeida-se a superior UNTURA JA
Cachos ou crespos a 3*, 4*,
M, 7*. 85, 95 e. .
Tranca de cabello para annel a
500 e ...... .
Tranca para braceletes a I0L
oS, 205. 23 e
15,1001
50
50
1*(XX
1*00
801
251
A
- O dono do estabelecimortto previne s
Etmas. Sras. e aos cavalbe+ros que ha um
sali para Untura dos cabrios e barba, as-
PONEZA para enep-ecer osoabelos e bu
ba, nica admitiida na Expsito Univers;.
como nao prejudicial 5 sade, por ser v..
im uomn um empregafo somonte occupa-:iatil, anaysada e approvata pelas acato
do sese servido.
Rrias de sciencias de PAffIS E LONDRES
mm\
A ruado Duque do Cuxiasn 21.
(AHTIGA RA TO QUEMADO)
N5o fo stra fundmn.to que a NOVA
ESPRIUNCA lem deixado de fazer os seus
annuncios, a razSo simples, ella entende
que ludo em demasa aborrece... por isso
como j tinha dito e identificado sea boa
fregueaia o que consta ule me rite ia reciben-
do, ou tivesso feito muilaa vzca, receiou
lorcar-se masante, assim pos-ricolheu-se
um poteo ao silencio, mas nanea deixando
d'eapiygac os vcnjiuleiros etorcos, j con-
tratando Bator numero de vonvspoiiderii
na Europa, j doscobriodb i.bjecljS do toas
purado gosto e finalir.ent; assignandd o
Jornal das Familias, o qoal vem sempre
ornado coru igui inos, modernos moldes para
vestidos etc,. etc. para dcsta furnia melhor
servir a sua constante freguesa; e com es-
pecialidade ?o bello sexo, quera a NOVA
CSPERAKGA rfma-se cm offerecer-lhe
seus servidos, apressando-se desdo j em
Seelfar que tem recebido ltimamente
enlmelos e "jabados bordados transparen-
tes e tapad-s, cliapcosinhos de stm para
baptiaados.
Finas ti/ticas de cambraia bordada para
o mesuio (ni.
Meiasde seda e fio de escocia 'para crian-
Cas.
DeaVos d'osso, marfim, ago e madrepe-
rola.
ptimas navallia.s aflaldres e massa- par-a
as resmas.
Finas esponjas pan o rosto e para Ma-
nilos.
Bonitos sapalmlius -com biqueira, sendo
com saliu, para iiikjs o meninas Wois
adoze annos.
Boas lentes comrjiuco melimetn?*,, para
centar-se os fios do-qualquer fzetida.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes .Mollas para segurar costuras.
Bonitos lintoiros de novos moldes,
Meias d Finas e bonitas ligas par* meias.
Fil de bnuoe de seda, -sondo prtto e
braneo, lisj e de salpicos, outros muitos
.objectos xpostes a venda ra Duque
de Caxias n. 21, na NOVA lESPERiNCA.
H.;ih**i d'alcaflrao.
Vehdo-se tta ra Duque de Casias n. 21.
TARA LUTO.
Brincos, breches, vollas, pul' iras, fivel-
las, pentes, i;otoes para puuhos-e eadeias
para relogios.
' A NOVA'ESPERANCA, zersua fregoezia, naosiaente n objeems
d'abgria ou de luxo, qeer lambem acom-
panjiar aqHeHes, qti iofezmeate perdendo
algijom de saa familia, ouaigui de sua
amizade, precisara de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, maodou vir o
| que ba de roelhbr' noste genero, porque
sendo laes objectos de cor Regra, sendo
de m qualidade. nio comente tomam-.se
j tristes como al repugoaoles.. o que nao.
acontesce aos da NOVA 'ESPEHftNCA. por
que apenas exprime oeentimento pela cor
porem como que ti-azoa lenitivopelo gosto
e perfeicao com que taes objeetas s3o tra-
baibados.
Fiaua.
A NOVA ESPERANCA lem pw
urna flauta i'ebano do.famado
Boam.
BivaJ ftem segundo,
HL A UKkl i:t;i; CMIAM W. 4
(Aliga m do Qneitnado)
Cont:na a vonlcr ludo muilo bora e
muilo barato a saber:
Quadernos de papel pequeo a. .
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e coslu-
a. .
46
120
fraucezas a bz-
ra
Papis de agu'bas
lao a.........
Caixas (: m seis sabonttes de fruta
Libras de laa p.ra bordar de todas
*s rnrea a.......
Caoivtlts finos para apurar p* as
lapis a 500, Be. .
Cumiis de lidia Alexandre a. .
Frascos com azeitc p-ia machines
Giavutas de cores muilo tinas a .
Crozas d<: boii.es madepersla li-
nissimos a.......
Pares de linas de crea raaitu li-
nas a 3 e.......
Novdto'de linbja''de 400 jai das a.
Caixas com 100 envel ipes muito
superiores a......
Pelea volteados para meninas a.
Tioleiroa cora lula preta a80rs. e
Pecas de lita elstica muito fina a
Lata com superior banha a iO e.
Frascos de oleo Pflocomo muito
lino a.........
Ditos ditos dito grande a. '.
Frascos de maoac parola a. \
Fiascos de rxlrae aiito l. m a
. Dozia de sbemeles muilo tin-j- a.
I Sabonetcs iuglt'ies a G(0 rs. e. .
j Prusue com agua iecoicia l*iver
Dito de oleo bab'z i a.....
Caixas de iimpariiMs a. .
S.'bonetes % foi'ina mea no mullo
fcupevioees a.......
i.ariiDiasaa doutriin fazanda iiuva a
Libras de liaba aojdas de ludas
umepes a.......
Dnziatte pomada do Porto muilo
superior a.......
Babadas do Porte, Moa a >C--e
"'apaleos muilo bonitos e grandes a
CarrHeis de retroz preto, cora 2
oitavas a........
Ay.iiiieiros de osso Otii'eilados a,
Librarle haba traoeeu superi.r
qualidade a. ..... .
Caixas de patito- 4a gaz a. .
Buaeeas de cOra mko bonitas de
-500 rs. .........
300
60
141000
OITOOO
1 500
100
500
500
500
500
' 00
fiCO
240
100
200
200
500
1$000
240
500
720
10200
500
300
40
SAO
400
1*800
280
200
700
040
240
2*400
20
2^000
As seguintes obras
, Vinle anuos depok, om tres mostjtteteiros,
por A. Dumas, ti vol. ene. por 1500u;
A tirgem do mosleiro, e as memorias de i-
cfulivu, p;r Jo-e Victorino, ambosenc*dar-
nados em um s vol. por 3000. Colas
conur suisse, eno. 1 vol. por 14000. Canto
d'attoracto. poeaias porM. da Rocha, 1 vol.
ene. por S* 00. Flores siwjelas, por Paes
de Andiade. Ultimas paginas, por P. de
Cilasans. IHusdes perdidas, por C. de
Azevedo, todo encadenado em um s v<>
lume, por tyiOOO. Jovita a voluntaria da
morte por J. C, e Alberto, scen is de um ro-
malico, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 31000. Palmyra, ceguinhabra-
sileira. romane* em 7 cantos por Dr. B f ci do Abren, ene. em am s val por 5,f
O cavalheiro d'Hannental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tamban vende-so as collerces de leis
provineaes faltando apenas 3 rnnas,, por
2O0OOO, tendo 27 vol. me brochara, lam-
bem tem mitras obras que a vista se mos-
Irarao, e que ludo se vende por prero em
conta. Ouemnuizerdiiija-se a esta typogra-
pjiia-qne se dir quem vende.
Terreno para edificacao
Vcniti1 ?e um (erreno cun 140 palmos de frente
a outi'iM lautos do fundo, pouco mais ou meuo.,
sito roa doMaiquez do Nerval ( ndTdia an-
tigamc-nii) confronte ao gaZ'metro : a tratar na
ra da Madre do Dos n 30 A, das 9 horas da
nianhAa as 4 da tarde.
Vende-se
l\}s de Maairai de varias <|ualia>des, de cravei-
rus, du MBQltf, de ligueiras, de abacates, de pi-
ntieiros, de palmnras, de laranja cravu, por ba-
rato preeo : tratar na Boa-vista, ra do Mon-
ii-io n. M.
Viiiao^o por iiietade do seu valor um terreno
fenHro. onde M ada edificada parto da cidade
do Hi tVinoso ; c ahaja-se, ou vende se o so
brado n. 21 sito na ra de S. Pedro Marlvr de
Oliiula : tratar na roa do Imperador n.50.
la mu I MUS.
" 20Rurt da Imperatrie 20
Farlfr A l.essa.
Acaba le chegar a esta nossa nova loja r f"
sendas finas um rari^d* orliineato de fazend- de
laa e seda, como sejaw : getoadines do ultimo
gosto, pepelinas de orna so c*r, alpacas' e laa^i-
nha por baraiis-iinos pn-jw, biilb:intina- Ce core-, te-
cidos das iiii?, faziMida nov a imitacao fle.per-
-alia, balCe- de clina lin^i do sai a de cor B) lin-
das barias, fostes propri'.s para vestido Mfoupas
de meninos ; agora grandes e admira veis peolim-
clias, saias brancas aun lindos frisados a 3/. ri-
cos corpinlios bordados muilo flno a S, baioes
modernos de ic s a 2i, ricas edehas para cama
alcochoadas, sendo brancas e de cores, a Sj, tij i-
7<, cambraia victoria lina a 3/, ditas iranspar"n-
tos a 3t, 6 e 7j,chi!as finissimas escuras e ciar",
a 2S0, :100, 320 e 3C0 o c.adj, cassas de cores a
iO, lencos brancas de eassa a jOO, dito chi
oeze-s a 3o00 a duzia madapolo fino a G n
6o00, e mniti sunerii r a 7, ~&M e S, a!g)-
dauzinho largo propri para lences a 6, panno
de al_odo braneo trancada \>fo\n io para toalhas
de moa a 1 AtiOOa vara, aramante para kn^e;. a
2000 c; 3o00, o qno lis do melhor, ecoao D-
nis.-imo a 24200 e 2300 a vara. Mandamos as'
casas das matas, familias para melhor paderem
e.-cilher. Tamhem leuus complolo so.'limehto de
pefumaiias dis pi nieiros fabricantes francezes h
inglfzes_; ?.s pessoas que te dignaroto vir a ru
loja terooci'u que anaunciainos para nos Justificar.
RIJA U ML i U
Yende-se
Perns de ferro do syslema dicinial.
Ch..miagno da marca afamada.
I. LEGER, ItlllBlI i
Tem para vender
Vaquetas envernizadas para cartos.
Oleados do diversas cores.
Vndese Ulna nulata de 23 anuos de ida'de,
hon-'ta, sadia, cozinha o diario de urna casa mili-
to bem, i'iiteiwa alguma coosa de massas, eugom
na p chao : vndese por precisao : tratar em Olinda,
Sobrada n. 3, defronte da ignja de S.'Pedro Ve-
lli', na na de 3. B.-nto. i\a niesina rasa se dir
quem d jaros a quana de 2:000a' 00 res a
uros de 2 0|0 ao miz, haventf garanda a con
lento.
Vatdc-kfl uina negruia prea, crioula, de
idade de lo aunos, de bonita figura, c m prin-
cipio de habilida.i.', e um preto crioulo, de idade
22 arttios, |Kiss:nte e sadio, proprio para engenh j
ou servido de casa e na : na ra da Paz n. 34.
Vende-se farmha multo boa chegada nontrm
em saceos grandes e panno di fabrica da Bah.'.
aos arraazen da companhia Pernambacanu : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia casa n. 1,
cera Jos Goncalves Torres.
Bilhar.
Veme-se um- bilhar com lodos os pertences
ver e tratar ua ra estrella do Rosario n. II.
Farnha de mandioca
Veade-se soperior farinha em saceos
JoaailiniTodrirU^sTl- '0 jCran(,tiS porpwco commodo : noescripto-
vares de Mello,
^Prara doCorpo Saato n. 17
TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paEussia.
.ViuUp Bordeaux.
0 ''Fai-elfe d Lisboa.
Farlaka de Hiandfoea
PAIU S!NHOR\S. Ricas poupelinas de padroeslindi>imos, e ^-osto navo.
Carubraias brancas bordadas para vestidos. Poil d'cltevre de lindos padrsspor
tarato preco de G30 rs. o covado.
Grande sorttmento de las e alpacas de 320 rs. a lijSOO o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cr.
PAR* MEMNAS. Ricos vstidinhosdefuslo eofeitados braseos e le cor.
Vestuarios de asto para meninos.
PARA HDMKNS. Camisas inglezas e fraucezas, de ambo bordados o de pr^as,
v;m collarinho e sen elle, ditas bordadas para aoivas. Cipsos de-oi Je cabo de
,;n e de caana^tc,, ele, luvas de.Jouvin pai-a senlioras.
Pechinelia
No pateo do Carmo c. 9, armazem do
ltibeiro.
Manteiga ingieza a 900, l^iflO e lm a libra.
Dita francez a 720 rs. a libra
Oq perobi o que ha de meBior a 2j -e 3200
a liiwa.
Dito bvMoq a 3i a libra.
Queijos flarntHigos novos a 2i00.
Vela* de espermactle a f rs, a libro.
' J-Jgeniio.
lr VeDde"s^ ong'jpio Kibeiria da. rcguieaa -de
,ujct sanjo Antao, situedn p^ueo mais de urna legoa
iaoncante da estrada da Victorii. de trras mui'o preducti-
va*, podendo safwjar para raais de 2,0*) paes aa
--------------l-naaes, cora bora cercado feito todo do vallados, e
maito boas obra* -o engeaho d'agua e est
moenie o corrale : juein pretmder este negocio,
dir^a-se ao mesm.' MfleDtkii ou ra da Concor-
dia fl. 13.
Azevedo A
C, ra da Cria n. 57. 1" andar._______
Vende-se a casa terrea n. II. em chaos pro-
prio?, sita era Olinda ra no oilao do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar do 1 andar o. 5 ra da Cadeia do Recife.
CHARUTOS
DE
rarinka de aanalloea.
-la para vender l.oa farinha de mandioca, n-
*ccada, ou agrane!, chegada recentemente de
Sania Catharina bordo do brigae sneco Olaus,
,'aae se acba tundeado em frente do trapiche Ba-
j rao do Livrameoto ; seus eonspiatarios Araorim
InzStos & C, raa da Cru; n. 3.
ESCRAVOS FGIDOS. _
RSULA
Em fuga para o Ico, donde
natural.
Auzentiu-se desde o da 9 de abril do eortmtn
anno, a mulata ecabneulada rsula, de idade wa-
co mais ou penos 30 annos, chcia do amo, ca-
bellos corrido?, tem os denles da frente perfeito*.
falla descancada e o maior sigual orna impiaem
era um dos bracos desde o cotovello at a mu-
nhca da mao, suppese lar seguido para o Ice
donde natural, lewu vestido de chita escun
com listas encarnadas, acoatuinada a dar-ll.e ;
gotla : quem a pegar leve ra da Matriz da
Boa-Vista n. 46, ou ra da Cruz n. 26, que mi
gratificado.
Fugio no dia 11 de marca do crreme anuo
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 am--
COm OS rlgUAT.^ .-o;tuinlu.< I fc. |l. i, | |)||| p(-(
rosto deBcariMd a com marcas de hexipa-. i.-iiin
la-se ser livre, levoo calca hraara, palelot i!e a'-
paca de or, chapeo de chile, natural a* l'arahv
ba ; o mesmo oi comprado ao Sr. Delmiro feto
Maia, morador na l'arahyba, e julaa se iei 6
para o aiesmo lugar. Desde j protesta
a pessoa que o Itocr occoltado ; e ra-se
pitaes de ampo, assim cmo s anti ridafi-- poli
ciaes que o tragam ra Direita n. 10, que # a
generosamente gratificado?,
raglno da 20 o mez passado nn-.v-j...
de nome Lino, naco Cost, de 45 annos de-idade.
trabalha de marcineiro e arapina, usa de biai de
e barba por baixo do quelxo, tem sido visto un
freguezia de S. Jos em cas-, dos prenles e o:.
ras desta cidade. Protesla-.se contra quem e ii
ver em seu poder ; e pede-se polica e capilk-
de campo a apprehensao do dito escravo e l.vem
no ra da Cadeia do Recife, ca n ra
pago o sou trabalho.
Fogio do engenho Bom-fim, freguezia da
Escada o escravo de nome Domingos, o qoal em
os signaes seguintes: falta- de denles na fente,
pes ochados o com bichos, cinbaleia quandn an-
da, alto, corpulento e tem urna marca de fcrdn
em um dos p, idade de 45 a 50 annos, e mi i
to caxaceiro. traba iba em ebapeos de pilhr des
conGa se que vwopara o Recite pela via frrea ;
quem- o aprehender e leva-lo ao dito engen' o
ourua Eslreila do Rosario n. 47,era casad-
Siria su sjsr^ i ESs* ^- %!&."%$
LEGIUMOS.
Chegaraw ra da Cadeia do Recife n. 15.
Massa batid a 640 rs,
Vatdivino da plvora vende massa batida e in-
gieza para ogos : no sen armazem de sal da ra
Imperial. '
Grande pechfncha
Na ra do Duque de Caxias, antiga ra do
Queimado 19, vendem se alpaca de todas as
cores e lanadas pelo proco de 500 rs., chitas de
bons pannos a 240 rs.; assim como tem ricos
cortes de ciunbraias bordadas de cores a 7*000 o
corte cora 10 varas, baralissimo:
Vende-se
20 rs. a duzia de
rato : na mu do Raogel u. 39, taberna.
I
149.
a
I.
OOS PREMIOS DA 1. PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. (30, A BENEFICIO DA IRMANDADE DE SANT'ANNA DA-MAME-DE DES. EXTRAHIDA EM 7 DE JUNHO DE 1870.
S. PREM5. NS. PflEMS. SN. PREMS. XS. I'REMS-
17
18
26
34
31
41
46
47
52
6i
77
83
87
97
101
i
i
11
lo
3
33
47
5J
56
7
Zi
61
65
68
70
71
73
76
78
8?
20.
\
13

17
18
ao
100/
6*
- -

222
27
30
31
34
35
38
46
47
50
01
63
72
76
81
83
90
93
94
99
300
1
i*
14
15
18
20
1
6/ 371
76
88
96
97
400
1
14
17
24
28
29
34
36
40
41
43
48
52
57
58
- 60
09
74
78
6*
20*
83
83
90
92
91
96
31 504
di &
37 6
39 9
43 13
51 15
54 17
57 JO
68 24
; m 34
67
(W 33
SM
42
43
47
56
69
70
71
72
88
93
99
603
9
12
14
18
21
26
27
29
30
36
37
40
47
48
60
70
73
73
76
77
79
80
6*> 81
- 96
- 20
- 28
-i 30
10*
6*
200*
6*
40
6*
10*
io*;
6*
NS. PREMS. NS. ihEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PliEMS. NS. PREMS. NS. PREMS.jNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PflEMS. NS. PREMS
732 6* '.'O 6*1036 '11226 6* 1416 fil 1K9I fix I7< aIioj'.o m 44R1 fia aoto mi c. .____ ___
732
?S
36
38
40
48
58
64
69
77
78
80
84
83
91
92
802
5
8
11
12
14
23
25
26
33
36
37
39
43
47
49
31
&4
ii
63
65
77
86
8
3
901
6
20*
0*
920
22
23
27
32
34
37
38
39
48
50
0
54
36
07
66
69
76
79
83
86
90
93
(o
97
98
OC'J
1
4
W
12
13
15
22
27
33
;w
lo
;,i
o3
55
10*
c*
1036
38
60
62
6.3
M
73
79
83
89
93
7
11*7
14
16
20
23
25
2o
29
36
38
42
.47
51
3 57
- a
G3
6*

73
78
85
V 96
1200
i
7
11
12
21
10
19*
6*

-I 23
1226
27
30
31
33
36
50
4
55
67
68
70
76
77
78
83
I 89
90
91
98
1309
16
18
22
31
37
40
44
50
51
55
59
30
79
81
83
8*
92
!
99
13
\
400*
6*
10*
6*
20*
6*
6* 1416
17
18
22
30
33
35
37
38
40
43
46
48
51
60
61
62
66
- 72
74
75
82
86
94
1501
7
21
22
24
27
29
i
46
53
4Q*J 55
(Mil B7
- 60
-, 1
- 63
- 73
-
- 89
l0t
9*
6*
6* 1591
93
9t
93
1600
2
3
10
11
23
24
26
27
36
37
48
52
34
61
63
64
69
71
76
87
92
93
- 1701
3
5
9
10
15
21
23
20
34
>7
4}
42
48
49
6*
40*
6*
20*
JO*
6*
103
*
1762
65
.70
76
77
81
91
1800
1
4
10
13
13
16
19
22
23
26
27
36
39
40
42
53
68
74
78
80
85
92
1903
7
9
14
16
19
25
30
1
6*
19C0
7
84
83
86
91
96
200L
12
14
30
31
46
48
49
50
53
39
00
65
75
79
i
H ;
97
-108
II
*
14
15
17
31
10*1 32
4* 37
43
44
48
3
68
69
- 76
10* 78
-
2181
84
89
91
92
93
2204
8
14
13
18
19
20
23
28
36
38
39
41
44,
48
38
39
63
-I 64
-! .66
71
74
78
79
84
87-
88
10* 93
0*3300
3
19.
14
33
37
4
43
6*
10*
6*

239
52
58
62
67
75
79
82
93
97
99
7
9
10
13
18
22
33
35
40
42
44
51
w
40*
6*
TI
63
70
20*4 90
6**503
-- 3
0
-f 14
i *3
17
20
- 26
| 27
30
20*
6*
91
40*
6*
6*2534
42
43
46
36
57
62
64
65
M
68
43
88
92
93
20f
"8
23
31
42
52
56
59
62
63
68
73
74
77
70
83
87
94
95
99
3700
i
3
4
6*
*>*
10*
7
2709
11
15
20
32
36
39
42
43
55
57
M
62
69
75
78
80
83
84
87
91
95
2801
7
8
17
21
27
29
30
34
39
43
y
45

48
50
53
50
60
4
03
6*
20*
6*
20*
6*
2873
80
81
88
89
94
2914
16
18
- 23
- V
36
37
43
38
63
66
74
76
79
80
86
88
91
99
3005
14
16
23
28
29
38
48
53
55
60
61
46
68-
70
73
6*
10*
6*
10*
6*
3076
78
80
85
90
91
93
98
3106
8
14
15
19
.24
34
37
30
52
68
72
74
75
96
3202
l
10
13
13
20
i *
28
30
i 34
37
38
44
54
07
58
60
73
83
6A3286
92
93
93
98
3301
5
8
10
U
.47
II
32
24
31
32
36
42
43
44
49
52
3
M
57
68
69
70
75
7
-77
-4- /9
8%
85
fc.M
94
98
3400
t
l
14
21
30*
6*
6*3423
23
28
31
36
47
.49
SI
55
00
61
79
81
82
87
88
10*
6*
6*
20*
6*
H _
00 10*
3506 8 6*
9 11
17 _
5
06 _
38 400*
44 4*
^ 56
60
61 __
70
7t-
7
77
78 10*
7 *
81 -
86
95 .
06
3600-


LTTTERATURJL
AS llde*.
(Poema de Cronegk)
Jo > Frederi^o de Cronegk uofl dos p li-
eos eleitos das musas e com til vorqj-
deirameule digno de figurar no coro sagra-
do da poesa, juntamente com os outros fi-
laos beai usados do deu; da perenne mo-
cidade.
A Alleuianlu esse grande laboratorio das
lettras insoadavel na profmdezi de sen;
]i iio^opbos, inexxiJivel na magniludo de
seas jurisconsultos, divina no sublime ar-
roub> das iospraces de sen? poetas, a Al-
lemauha, a palna d> Kant, deSavigoy e do
K'opstock, tambem a patria de Cronegk
o mim >so e seotimental cantor das Soli-
des.
Cronegk, Ilustre joven, era quem cedo se
manifestara o geni; poei*i baria-se dido
inteiramente cultura di poesa allema e
cora feliz xito se coroavara as suis pro
dueces, que faz am as delicias do pjvo ai-
lema .
Encetira a canvra dramtica, na quilo
se- bem que ao principio eniontrasse alguns,
espinos, escolileu depois muitos ap-
plausos que n encheram de estmalo, e
muitas flores, que perfumaran) a sua gri-
aaldade poeta.
Tratara tambem mudos outros gneros de
poesa, come fossem aode, a satyra, a can-
ta), etc ; e sempre ora snecesso.
Este poeta isotnseotal i derraaando por
todas assuis composicoas a suavidade de
sua alma, a ternura d amar e as tintas
dessa melancola amavel, que era o trafo
csracterisado Ai sen genio.
Talento vicoso e j ivenil, elle dotava sua
patria com os primores de sia musa su-
Blime, quando succedeu morrer sua virtuo-
sa mi, a quem mais que ardentemente
amava.
A dor immensa, que Ihe causou a perda
inesperada de sua M, veio .ferir de morte
seu corado tern).
Foi ento q ie a musa, sobre maneira
amavel, da melancola Ihe dictou o bello
poema das Soliddes, que foi a capellide
saudades, que elle depz sobre o tmulo de
sua mai.
E', pois, sobre este poema, que bem
merece ser conhecido, que vamos dizer al-
gumas palav as.
Foi essa diviadade magest03a, que o poe-
ta vio descer lentamente da collina, traten
d > os olhos biiixos e'engolphada em um seis
mar profundo; radiante de belUza no meio
de toda a sita tristeza; com a fronte co-
roada de ci/presles; cabellos esparsos e agi-
tados bran lamente pelo zephyo ; catninhan
i i cheia de uma seneridade celeste; ofor-
nwseando os desertas com seu aspecto... ;
foi essa divindade, que cheia de urna gravi
dade sublime animuva as tNaites immar
taes do cantor liritanico, qae iofundio-lhe
n*alma o uielancolic > poema das Sol ddes
E que bello poema n5o este das Soli-
dos]
Na litteratura allem5 ressumbraem geral
Itm SLnlitnonto hoco do qae talvez u trac o's peculiar phy
sionomia deila litleratara Mas, como
natural, este seniimei.lo de melancola ap-
parece mais carregadoem'urnas do qae em
o airas das prodceles de seus escriptore;.
E' assim que no poema das Soliddes re
na urna melancola, que nao pode escapar
absolutamente a ningjem e que para as al-
mas sensiveis traz um encanto inelavel.
A esta melancola sensbilisante allia-se,
ras Soliddes, urna pliilosophia verdadeira e
sabia. Um desapego, um desprezo grande
das cousas do muado resalla de toda
poema. Um quadro completo e de cores
bem can-egidas (sim o deve ser) das mi-
serias humanas alii se olTerece a quem o l.
Um desejo arJ nle de morrer, urna aspi-
rarlo constante a essa patria de alera-tumu-
!o, na qual brilhi o da da eternidade e existe
i verdadeira luz, se encontra infiltrado em
tono o poema.
E' nm coiaeao, que tem entrevisto as ga-
: >s da patria celeste, que parece arder de
voar a ella (i) _____________
(I) Cronegk escreveo dous po-mas-com
0 titulo de Soliddes; um emses cantos que
eompoz, no castetlo de H dientrudin-
gua, no anno de 1753 talvez, e outro em
is cantos, qae c!le eompoz em 1757 por
-jcasio d. ni-.re de sua mu E' des-te ul
ti.no, que v moa tratar.
(i) Esto desejo ardente do p.'3ta foi sa-
tisfeito por Daos, que em menos de dous
annos, depois da moite de sua_mi, quand u
ee se aehava anda ni primavera da vida,
filo subir man sao da bemaventuran?a.
Em dizembro, p s,de 1758exhalouCro-
negk na dse de vate e seis annos, o ul-
timo suspiro, toado alguns das aates de
saa morte escripto a um de seus amigos,
uas versos, em que se refleclem a candara
de sua a'ma, a mo .ostia de seu genio e a
conanca da amisade. Eis a tradaeco des-
ses versos:
c Si algum rimador Uvera indolencia di
insultar as cinzis de ten caro Cronegk, e
amisade ordena te defende lo. Al repousa,
poders dizer, um mancebo, que consagrou
os poucos das, que vi veo ao brinco inno-
cente das musas. Si a sorte Ihe tivesse con-
cedido urna vida ma s longa e menos irregu-
lar, seos escriptos teriam sido mais lima-
dos ; elle-os t?ria depurado ao cadinho da
critica. A posterdade, sem duvida, nao
EntSo Cronegk sola palmas impregna-
das di u na melancola e de urna dor subli-
ne. Assim diz elle :
Creados para a tristeza e para as lagri-
mas, nos erramos nw.e mundo, no meio
das sonabras, em ama njite sem estrellas.
Qaerfhlo creria ler nestas patarras urna
passagem do livro de Job ?
Que amarga verdade neste malaowlico
periodo, cheio de urna emphasis, que n5o
s! calcula ?
O poema das SolUloes na verdado, om
canto de d ir, inspirado pela musa di me-
iancoia. Sim, ludo ah cneo desse santo
lerrur, que inspirara as solido ss urna
alma ferida pela m5odo destino.
Pois bam, quem nao se extasiar com
essa serie do pensamentos grandiosos e su-
blimes, com o sentimentalismo profundo e
continuado, que o poeta derramou em toda
a sua corj)posic5o?
Por certo, preciso ter de todo embota-
do o sentimentodo bello para o5o se dei-
tar tocar di suave tristeza, que se acba em
todo o p>ema e que semelha um p!angote
nbero, que ro'a suas aguas em um campo
todo plantado de cyprestes.
As Sokdet pertencem ao genero elegiaco
que lio particular alTeicio mereceu em to-
dos os tempos dos mas Ilustres poetas de
todas as naces. Nellas. o poeta expande
toda a sua dor, dor, qus o fizara derramar
rios de lagrimas, na arrojada -expressSo de
Job.
Serena, a terna m3i do poeta, (3) que a
morte acahava le roubar a trra, confnde-
se com a musa, que elle invocara ; porque
ella que llri inspira realmmte esse canto
de dor, em qm sua alma se extravasou. E
essa Seren', que voou, quebrando os lacos
do corpo, para esse mundo, em que os li-
mites de alegra e da*tor nat se tocam, em
que o vicio e avirtude nao se confundem
nunct, em que as lagrimas nao se mistura-
vam com o prazer e o excesso da volupia
nao se torna urna dor ardente ; essa Se-
rena, qu; elle invoca, por e'la que elle
chira e soluta, a ella que elle se quer
juntar na patria dos anjos. Por ella elle
apostropha os habitante das espheras celestes
e solta do irno peilo csses gemidos dolori
d)s, qu; acham echo em tolas as almas,
que nao estverem empedernidas.
Finalmente o poeta, qm tmha o coracSo
dup'amaate vulnerad), n5) esqieceu o triste
estado de sua patria, quando paz na bocea
de Serena a sublime falla do canto segundo
de seu poema.
Que magnifico nao o quadro da Gemia-
na, que elle entio nos apresenta? Raphael
com seu mgico pincel, nao faria mais do
qu i elle ftz com a sua bem aparada pwna.
Que uncejb religiosa n3o creulaem todo
o discurso de Serena, mxime no principio ?
Assim diz Serena:
t Aiuelle a quem elle (Deus) .borrece
o inimigo da humanidade, o mo, que nao
se doixou tocar pelas lagrimas dos orph3os,
nem pos grilos de desespero d*s yiuvas,
nem pelos gemidos dos pobres opprimidos,
Aquelle, aquem elle pune, o culpado, que
a avareza ou a voiopia tem impellido a in-
iniigir as leis da nalureza. Se elle um
jiz savero, para aqaelle que tem jolgado
seu prximo com severidade, que o tem
tratado com Utivoz, ou com desprezo. Mas
um pai indulgente para os corac5es ter-
nos ejperda a aquellas, que perdoaram a
seus irmaos.
Tudo, com effeito, abi bello e tocante ;
urna pbdosophia sublime se espelha em
toda a allocucao de Seren. E assim que
se pitrt ser poeta, ten lo-se o domde fallar
ao oracSo por um noPvc5o. que arran-
ca a alma urna linguagem divina e souu-
mental.
O lom, cm que canta a musa de Cronegk
nao o mismo em que cantavam as musas
de Ovidio e.de Tibullo, as quaes suspira-
vam brandis queixum's e voluptuosas do-
res ; mas o tom gcave e de urna melan-
raente exprimir a musa da elega, de qoem
disse Boileaa em saa arte potica :
Li piaiulve logi^ em longs hahits de deuil,
Sait les chetenx pnrs gemir sur am eerentt
A linguagem severa, o quadro, que ella
pinta, a sombro a carregado ; mas, como
a iraagnaco do poeta anda se nao havla de
tolo engolphado nos negrores das miserias
da vida, apparecem alguraas passagens ri-
so ihas, qie, se encravfado no meio do
poami, d5o-lbe maito realce. S5o como os
d.amantes, que marchetim urna cuz preta,
ou como oasis no meio do um desert .
Eram oecessarias em um poema elegiaco
essas especies de oasis, em qna o leitor
achasse refrigerio e descancasse da fadiga,
que produz a leitura de orna c raposicSo,
em que se pinta a dor e a desolacfio. Mis
assim mesmo nassas passagens risunbas,
que encerrara a pintura da felicidade. res-
sumbra a melancola do- poeta. Para ex-
emplo apontaremos a seguinte passagem :
Os doces p-azeres, confidentes da vir-
tudes acompanhara o sabio retirado, que,
desprezando o bolicio do mundo, passa os
das no fundo dos valles pacficos, longe d->
tumulto das cidades, nos bracos de urna
terna esposa. Exultando de alegra, quando
a manhSa reanima os prados, elle atravessa
com vagar os bosques nsonhos : animado
eolia profanda, em que se deve verdadeira-
e a Apo lo, nJo chega ao bmiar da velbice
nao deiza comtudo de apresentar um
cert > encanto pela nova forma, de que o
revesto o poeta e mormente pela imagem
delicada, comque foi por ella completado, e
que a seguinte: t Til urna linda joven,
entre muitas ires de um divinal colors,
coin sempre a modesta rosa, que os raios
do sol anda n3o viram inteiramente abrir-
se'.
Ao depois nao Cronegk o nico, que
este ponto imita Homero, a quem honra
e mrito imitar; pois o estimavel poeta Al-
fredo de Mosset ao depois o mitou tambem
e anda menos desfasadamente, do que o
poeta all ra5>, como se ver dos dous se-
guales versos :
Quani on meurt jeune
Ou est aim des dieux.
Em fim vele o final do poema. Como
elle magaillco! Com a magestade dKlops-
t k terminando a Messiada, Cronegk diz
em eslylo psalmco, concluindo as Soliddes:
Recebe este cntico de urna creatura,
que prosternada no p la adora trmulo, ao
contemplarle a magestade. Tu s o Deus,
a quem os Seraphins exallam em seus can-
ticosde alegra, a qoem aslegies refulgen-
tes reverenceam de cabeijis inclinadas, a
quem o co e a trra juntos celebram, a
por urna alegra secreta, contempla as flores, quem a natureza adora, a quem o mar tem-
que parecem sorrir-lhe : nsensivelmente as 1 pesiuoso louva bramindo, a qaem a luz do
creaturas o elevam ao throno do Creador;^ ja e as sombras da noule glorificara. My-
far.i mensao sua,-e com isto elle se consola :
mas os que tiverem conhecido seu corceo,
nao Ihe negaro sua estima.
Agora notem os leitores quanto era mo-
desto o nosso poeta. Reparem para a dilTe-
renca, que vai desseA posteriada, sem
dunda, nao far menrao sua e com isto
elle se consda,eo que refulge a luz da
modestia, para osExegi momtmentun (ere
perennius, nomengue erit indelebile nostrun,
Zoo tremei posteridades minhados Ho-
racios, dos Ovdiose dos Bociges, e tantos
de innuneros outros, que todos se promet-
iera, com firmeza a immortalidade, dexando
reflietir-se lio vivamente em suas obras o
orgulho, que nao por certo, das mais
bellas perolas, engastadas na cora do genio.
Estou quasi cr ndo que a modestia, em
fa-to de poesa, o privilegio dos poetas
allemaes, que nos versos, o^de todos os
mas o tentam crgulho e vidaie, sao de
nina tao grande modeta, que s por isso
captivam urna boa porejo de sympatha
Para prova de nossa asserco, ahi esto,
alm d poeta ie que nos oceupamos, Gess-
ner, coja modestia e timidez em outra parte"
fizemos notar; Klopstock, que, na phr -se
de Siael, deveria ser considerddo como um
dos prime ros santos, se a poesa tivesse
santos; Schiller, o grande poeta dramtico
e tantos outros, qu, poderiam ser apresen-
lados.
(i) A mai de Cronegk era a baroneza de
Crailsbeim, que elle faz figurar no poema
com o doce nome de Serena.
I!
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponsou du Terrail
(Contnuaclo do n. I27J.
XLVIU
Naquella note, mesma hora, o bom
cura Duval e o sachr-.tSj Bigorne regressa-
vam de Pithiviers.
J tinbam passado quem da aldea de
Courcy, quando Bigorne distingui ao largo
o co a 'ermelhado, o qne Iht pareceu ex-
traordinario, em razao da cor pardacenta
que revesta o horisonte.
O qae ser aquillo, Sr. cora?per-
guntoo Bigorne.
O cura, Migado da tua peregrinado de
vespera, quasi que dorma sobre a salla, a
por isso nib oavio a pergonta do sa-
cbristSo.
Pobre homemldisse este.
E, collocando-se ao lado do cavallo, como
E em sua contemplaco religiosa e profunda^
sua alma so I mea alem deslc globo pecca-
miuoso. Ao depois vem encontrado sua
terna esposa; ambos se abracara meiga-
mente : e lagrimas de ternura correm por
suas faces rseas. Os anjos invisiveis, que
os rodeiam, observara com urna alegra ce-
leste que o Eterno permitto aos homens-o
goso de urna felicidade quasi egual a sua....
note, quando o fecundo orvalho hume-
dece os campos, elle passea no valle ; seu3
olhos se elevam para o astro da note, que
tranquillo e calmo como seu corar >, lanca
sobre elle seus doces raios. Depois elle
toma sua lyra, canta os lonvores do Altissi-
mo e seusaccentos melodiosos echoam ao
longe, atravz das trevas e do silencio das
florestas. Uma segunda vez Diris vemen-
conlra-lo no valle:-tranquillos, como uma
bella larde, e serenos, como as notes de
esto, elles voltam a sua habitado cornpes-
tre e se adormecera no seio do repouso.
Assim dorma Ado nos bracos de sua in
nocente esposa, quando gjardado pelos
anjos, elle habitava o delicioso Edea-----
Ha em toda esta pintura da felicidade do
sabio uma suavidade to grande, uma fres-
cura to agradavel, que qualquer sent um
immenso prazer em contempla-la a um de-
sejo ardente de ser feliz assim. -
Esses prazeres innocentes, essas contem-
places das raaravilhas creadas, no meio da
solidao, os affagos e caricias de ama esposa
innocente sao realmente os elementos, qae
consttuem a verdadeira felicidade e dao a
verdadeira al gria.
O eslylo das Soliddes de Cronegk cheio
de grand-s bellezas; nelle transparece todo
o encanto dos senlimentos do auctor; elle
conserva um quer qae seja de plangente,
que muito se accorda com o melanclico
do assumpto. E o segredo da grandeza
desse eslylo est na mais co npleta reali-
zaco, que deu o poeti ao preceito de Boi-
leau em saa j citada arte potica:
II faut que le ceeur seul parle dans l'lgie.
As imagens so vivas, bellas e muitas
tases cheias de ama gra^a, qne bem denota
a espontaneidade, com que ellas se apre-
sentavam ao pensamento do auctor.
Do .| .p.to uumi nan A e^la pequea
comparacao, feita deuraa maneira tao leuz
Ei-la :
V no p esta folha de rosa, que pela
manhai coioava tua fronte.....Amorte
faz um signal e toa mocidade murcha vai
cahir junto rosa expirante.,,
O simle ahi bellissimo -e verdadeiro ;
a smilhanca da mocidade com a rosa
grande; bem como a facilidade e rapidez,
com que expira a rosa a mesma, com que
a mocidade emmurchece. N mister que
continuemos a desenvolver a belleza e pro-
pnedade. desta feliz imagem.
Citemos ainda a seguinte passagem, em
que as palavras parecem hombrear com o
sentimento, qie ellas exprmem, e que re-
mata por uma bem adiada e potica sem-
Ihanca :
Eu quero repotsar aqu, onde o bolicio
de um povo profano nao me vem perturbar :
oh Solidos, recebei-me em vosso seio e
transmitti a minha alma vossa calma pro-
funda Aqni a natureza dorme; tudo
tranquillo, excepto esta f nte, que desee
queixosa do cume deste rochedo selvagem
Eu n5o perturbarei esse immenso repouso
com lamentaces crirai osas; mas sim cal-
larme hei a derramarei lagrimas. Ah sem
as lagrimas, onde encontrara eu um allivio
a mnhas dores ? Assim a paciencia religio-
sa, Zanquilla em sua t isteza, est sentada
sobre um tmulo de maruiore a supporta
o peso da dor.,,
Nao podemos tambem deixar passar de-
saperceb do o seguinte pensamento, que se
acha entremeado no discurso de Serena: *
M is feliz ainda o mancebo, que na prima-
vera dos annos foi to cedo arrebatado
trra pela sabedoria eterna.
Este pensamento, que nao passa de uma
variante do seguinte pensamento de Homero
na Odyssa Aquelle, qae caro a Jpiter
riadas de creaturas eminentes, das quaes
estou ainda mais afasiado que do verme,
que roja no p, te louvam, Senhor I En-
tretanto eu tambem sou tua creatura da
mesma sorte que as myriadas de espiritos,
que o co e a trra.
Quem contestar agora um lugar a Cro-
negk entre os pr.meiros poetas de sua pa-
tria ? Querero acaso negar-lho o mrito,
ipoiando-se eu alguns defeilos (a maior
parle dos quaes filhos da epocha, em que
vivera) de que nao se acba > isentas as suas
produeces? E' injuslifieavel.
Na verdade que Cronigk rsente se de
alguns defeitos, como todas os polas o es
criplores, ainda os memores ; mas quando
o3defeto3s5oaf0Ms a as bellezas muitas,
nao se deslustra o mrito do poeta ou do
escriptor. E' cousa muito velha ; o pro-
prio Horacio diz:
Ubi plura nilenl in carmine
Non ego paucii offendur maculis.
E' justamente o que se d com Cronegk.
mormente no poema, de que nos oceupamos
onde, se defeitos ha, sao esl63 quasi inper-
ceptiveis.
Cronegk, a quom Gley e outros tem cha-
mado o Joung allemao e que ao nosso ver
leva ao cantor das Mtouma grande supe-
rioridadea naturalidade do senlimento
que no outro nem sempre se encontra,
no sea poema das Sdiddes verdaderamen-
te irreprehensivel.
Pois bem, para nos Cronegk um dos
grandes poetas allemaes e o seu poema das
Soliddes ama das suas melho.-es produccoas.
Tal o nosso pensar, qae lera por si o do
abalisado Habar, traductor do nnsmo'poeta
e de outros gualmeule allemSas. Diz ele :
A poesa do bar)de Croaagk respira
em geral a ternura o a sensibilidade, que
eram a essencia de seu carcter. Esta* qua-
lidades.quea lala voluptuosa de uma
doce melancola torm ainda mai; interes-
sautes, sobresahem principalm'mte em seu
poema das SolUdes, em que elle pinta os
sentime-ios de sua alma, por occasio da
morte de sua mi, a quem d o nome de
Serena. Inclinado naturalmente melan-
cola, elle sensioilisou-se tanto pela perda
desta m5 virtuosa, qie nao pode nunca
cuusuioi-ao, non ihp sobreviveu por muito
lempo. A dr da Cronegk doce e icm;
e elle a pinta com cores convenientes. N3o
se deve, pois, procurar as Solidoes esses
rasgos ousados, que caracterisam as Noites
de Joung
Aqu terminamos
Recfe, 6 de raaio de 1S70.
Jos V. Meira de Vasconcellos.
CONSTITUICiO DOGMVTICA SOBRE A
'F CATHOLIGA.
Po bispo, servo dos servos de Deus, com
approvaco do sagrado concilio, em per-
petua memoria.
que ia amparando o cavalleiro para evitar
que elle ca'nisse.
A' medida, porm, que avancavam, ocla-
rao tornava-se mais disuado.
Um quarto fie hora depois chegavara a
nm lugarejo, e, quando o caval o paroa, o
cura despertou e perguntoa o que hava de
novo, e o que significava a algazarra que
ouvia.
Alguns carreteiros que se acha vam por-
ta de ama taberna diziam:
' O' to Doral, parece qae o fogo em
Surry-anx-bos.
N3orespondeu aqaelle.Deve ser
mais perto.
Sr. cura,acudi Bigorneveja, l
adiante : aquillo incendio.
Com effeito, para o lado do sudoeste ha-
va um claro que pareca a floresta toda a
arder.
O cura empertigou-se sobre a sella para
ver melhor.
Senhor Deas, bradoa elleonde
ser o fogo ?
Enl3o o to Darel, approxmando-se, con-
loa que, achando-se a dormir, Iba haviara
batido porta os carreteiros, dizendo-lbe
queofogoera em Surry-aux-bois, mas qae
elle suppunha ser na granja da Ceifeira.
O cura, affirmando-8e melhor, declarou
que n3o poda ser, porquanto a granja de
Rosa ficava mais para o sul.
Sr. cura,acudi Bigorneser o
fogo na Rapozeira ?
Mas me parece isso disse o to
Durel.
Seja onde for,exclamoa o carao
que urgente acudirmos-lhe.
E picou esporas ao cavallo.
Bigorne largou correndo atrs delle.
Os carreteiros pozeram-se em conjeclu-
ras, mais deeidiram nao poderem abando-
nar as carretas; demais, aquella gente
egosta: cada qual por si a sua m-
xima. .
Temos bastante que andjir d'aqai at
pela manhSadsseram elles.
O to Durel, como aadava com as sezoes,
recolheu-se casa a fechou a porta.
O cara, a certa distancia d'alli, fez saltar
Bigorne para a garupa, e o cavallo trans-
punha montes a fossos, como cavallo de ca-
tador qae fftra n'oatro lempo.
Meia hora depois oovia-se tooar i re-*
bate.
O cura encontrn dous guardas da flo-
resta, a qaem perguntoa onde era o fogo.
(Conlinuacao).
CAPITULO II.
Da revelacao.
A mesma saita madre igreja er e ensna
que Deas, principio e fim d) todas as cou-
sas, pode ser conhecido com certeza pelo
lume natural da razao humana, por meio
das cousas creadas, pois que as cousas in-
visiveis de Daus tornara-se intelligiveis s
creaturas do mundo por meie das creadas.
No entretanto sabedoria e bondade de
Deus apronve revelar-se-nos por si raesmi
e revelar nos os-decretos de sua vontade
por uma outra va, a sobrenatural, segundo
a palavra do apostlo: Deus, havendo
amigamente fallado a nossos pas por raui-
tos e diversos modos por meio dos prophe-
tas, lambem nos nossos das nos fallou por
meio de seu Filho.
E' a esta divina revelacao, que deve atri-
buirse, qae mesmo aquellas cousas divinas
que n3o sao impenetraveis de si razao
humana, possam, anda na-presente cond-
cao do genero humano, ser de todos conhe-
cidas rpidamente, com firme certeza e sem
mistura de erro. N3o que por isso sa deva
dizer ser a revelacSo absolutamente neces-
saria \ mas queDjus por sua infinita bon-
dade forraoo o bomem para fim sobrenatu-
ral, isto para a participacSo dos bens di-
vinos, que inteiramente excedem a tell
gencia da mente humana; pois quesem os
olhos viram, nem os ouvidos ouviram, nem
o ebraelo do bomem sentio, o que Dos
tem preparado aos que o aman).
Ora, esta reveaco sobrenatural, segundo
a f da igreja universal, declarad) no santo
concilio Tridenlno. contida nos livros es-
criptos e as tradiecc-es n3o escripias, rece-
bdas da mesma bocea de Christo pelos
apostlos, sob a inspiracjo do Espirito-
Santo, e que por tradicc3o de m3o em m3o
chegam at nos. Estes livros do Velho e
Novo Testamento, inteiros em todas as suas
partes, segundo a revis3o que Ibes foi feita
por decreto do mesmo concilio e se conteem
na antiga vulgata edicaV latina, devem ser
tidos por sacros e cannicos, nSo porque
composti s pela habildade humana foram
approvados depois pela sua autoridade, nem
tambem por conterem a revelac3o, sera
nenhum erro ; mas porqae, escriptos sob a
inspiraco do Espirito-Sato, teem Dos
por autor, e como taes foram entregues
igreja. -
Mas como alguns depravadamente expli-
quen) os decretos do santo concilio Triden-
lno sobre a interpretac3o da divina Escrip-
tura, com o fim de cohibir os espiritos re-
voltosos, nos renovando os mesmos decre-
tos, declaramos qne as cousas de f e de
costumes, tendentes edificado da christa
doutrina, deve ter-se por verdadeiro sentido
da sagrada Escriptnra aquelle que Ihe deu
e d a santa madre igreja, a qaem pertence
julgar do verdadeiro sentido e interpretado
das santas Escr+ptnras; e por isso a nin-
guem permiltido interpreta-las contra esse
sentido, nem mesmo contra a unnime opi-
ni3o dos santos padres.
CVPITULO III.
Da f.
Dependendo o bomem in'eramente de
Dens, como sei> Creador e Senhor, e sendo
a raz3o creada completamente sujeita ver-
dade increada, somos por sso obrigados a
prestar a Deus, pela f, o pleno obsequio
do entendmenlo e da vontade. E a igreja
catholica ensna que esta f, principio da
salvac5o humana, uma virtude sobrenatu-
ral, pela qual, pela inspiraco e graga de
Deus, eremos- ser verdade a sua revelacSo,
n3o pela intrmseea verdade das cousas,
olhadas ao lame da raz3o natural, mas pela
autoridade do mesmo Deas revelador, que
nem pode engaar, nem ser engaado.
Porque a f, segundo o testemunho do apos-
tlo, a substancia das cousas que devem
esperar-se, a razo das que n3o vemos.
Todava, afim de qne o obsequio da nossa
f fosse consenlaneo com a razo, quiz Deus
ajuntar aos auxilios internos do Espirito-
Santo as provas externas da sua revelacao,
isto os factos divinos, e principalmente os
milagros e as prophecias, que demonstrando
abundantemente a omnipotencia de Deus e
sua infinita sciencia s3o signaos certissimos
da reveUco divina, accommodados intel
ligencia de todos. Foi por isso que Moy-
ss e os prophetas e principalmente Nosso
Senhor Jess Christo fizeram muitos e cla-
rsimos milagres e prophecias ; e dos apos-
tlos lmos :
Elles, porm, partiram pregar por
toda pane, com a cooperac5o do Senhor,
que Ibes confirmava a doutrina com mila-
gros successivos.
E mais foi escripto :
t Temos um mais firme discurso prophe-
tico, que fazes bem de ouvir, como luz bri-
lanto am lugar caliginoso.
Ainda que porm o assentimento da f
de nenhnm modo seja um movimento cgo
da alma, ningucm comtudo pode crer a
pregac3o evanglica, como covm para o
conseguimenlo da salvacio, sem a illumina-
f3o e inspiraco do Espirito-Santo, que a
todos faz suave o assenco e crenca da ver
dade. Por isso a mesma f em si, bem
que nao opere pela cardade, um dom de
D -us e o seu acto uma obra, pertencentc
salvaco, pela qual o hornera presta a
Deus uma obediencia livre. assenlindo e
cooperando nos mivimenlos da sua graca.
qual poda resistir.
Ora com f divina e cath dca deve crer-
se tudo que se conten na palavra de Deus
escripia on na tradiccao. e que pela greja
ou rom juizo solemne, ou pelo magisterio
ordinario e universal proposto, como de
revelacao divina.
Como, porm, sem f seja impossivel
agradar a Deus c chegar beranca de filhos
argumento o
ato de credibilidade e um irrefraga-
Um disse-lhe qae era Surry, o outro na
Rapozeira.
O cura, chegado a uma encruzilhada de
caminbos, poz-se a observar a direcclo do
incendio, quando Bigorne,grtou :
Ah! Sr. cura, creio que na Rapo-
zeira o fogo I .
O padre n3o den resposta, mas picoo
mais fortement^s esporas ao cavallo.
E, com effaito^ ora a Rapozeira que ar-
da como am feixe de palha, sob a acc3o
impetuosa do vento.
Os.casaes eram montes da ruinas a a
casa principal eslava cercada de chamnas.
Os criados que dormiam alli, despertan-
do em sobresalto, apenas tinham tido lempo
de se salvaren) meios ns.
Os caes, sufocados pelo fumo, uivavam
de modo que atroavam os ares, mas caes,
gado e criados, tudo morrera irapreteriyel-
mente, a nao ser a dedicacSo de Rouxinol
e Lebouteux, chegados a tempo para abri-
rem as portas das granjas.
Espavoridos e furiosos, os animaes espa-
lbaram-se pelos campos.
Aos gritos dos criados da lavoura, Miguel
foi o primeiro qae acordoa e desceu pira
seus, por isso nunca sem ella se attnge a
jstificac3o, nem o coqseguimento d vi la
eterna sem perseveranca at o fim. Ora
para cumprir o dever de abracar a f, e o
da constante perseveranca nella, Deus por
meio de seu Filbo Unignito insttuio a sua
igreja e a munio de notas manifeslas de
sua instituirlo, afim de por todis poder
ser reconhecda guarda e mestra da verda-
de, sendo que s catholica igreja perten-
cem as cousas, dispostas, to multiplicada
o lo divinamente admiraveis, para evidente
credibilidade da f christa. E demais a
mesma igreja por si mesma, isto por
sua admiravel propagaco, eximia santida-
de e inexhaurivel f cundidade era todas as
boas obras, pela anidado catholica, estabi-
lidade invencivel, um grande e perpetuo
a ra; depois delle a Dorotha e em segu
da a esta a Martina.
Esta dorma profundamente n'uma pol-
trona cabeceira d) filho enfermo, quando
os gritos dos criados a acordaram em so-
bresalto.
Correu, pois, ao pateo para se certificar
do que motivava tal rodo.
Por am capricho inexplicavel do elemen-
to destruidor, o fogo desenvolver-se as
granjas com uma rapidez e violencia verti-
ginosas, em quanto que lavrava latente, sem
expellir fumo nem cheiro, na coebeira do
velho cavallo, por cima da qaal passava a
escada principal da Bapozeira.
Naquellas circumstancias, fcilmente se
attribuo ao acaso o que era obra da male-
volencia.
Nibguem, portanto, suspeitou sen3o que
o sinistro fosse devido imprudencia de
algum criado da lavoura que wresse entra-
do a fumar nos palheros, e por isso a nin-
guem lembroa qae o palacio podesse tara
bem estar ardendo.
Nao tardou muito que os guardas das
proximidades corressem em auxilio.
Um delles montara a cavallo, e, corren-
do Saury, tocara elle mesmo os sinos
rebate.
el teatemunlio de sua divina misso.
Por isso. coras um signal, levantado em
meio das naces, nlo s om cbnvile a to-
dos os descrales, senao que tambem tor-
na os seos filhos mais seguros de que a f
que professam, bascada m firmssimo
fundamento. A este estemanbo vem jun-
tarse o subsidio efflca da virtude do alto ;
porque o Deus bcmgnia&bo n3o s excita
e ajuda os desviados de sua graca a conse-
gurem o conhecimento dV verdade, mas
tambem os qne traflsroudou das trevas para
a sua admiravel luz, a8m de osla perseve-
raren), confirma com sua graca,,nSo aban-
donando sen3o abindonado. Por isso de
nenhum modo igual a condc3o dos adhe-
rentes verdade catholica p)r virtude do
celeste dom da f, e dos que, levados por
humanas raz:s, seg-iem falsas religioes ;
os que receberam a f do magisterio da
igreja,' nunca podera ter causa justa de mu-
dar ou de por em duvida essa l. Em
virlude do que, dando gracas a Dos Padre,
que nos fez dignos de. parlilhar a heran?a
dos santos na luz celeste, nao descoremos
tamanho bem, antes olhando Jess, autor o
consummador da f, mantenhamos indeefi-
navel a confiss3o da nossa esperanca. ___
CAPIT101V
Da fedareligio.
Perpetua crenca da i jreja catholica foi e
ser doplice a ordena dos conhecimentos,
distneta n3o s em seu principio, senao
tambem em seu objecto; em principio n'ama
copbecemos pela razo naturl, na outra por
f divina ; no objecto porque alm das cou-
sas a qjue a raz3o natural pode attingir, sao
propostos nossa crenca mysterios escon-
didos em Daus, que nao podera manifestar-
se-nos seno pela d.vina revelacao. Por
isso o apostlo, attestando ser Deus conhe-
cido das gentes por meio das cousas crea-
das, isserlando sobre a graca e a verdade
que Jess ^Christo, que trooxe, diz:
Fallaraod a sapiencia de Deus em mys-
terio, sapiencia occulla. predestinada por -
Deus jjesde antes dos tempos para nossa
glora, descoabecida de todos os principes
da trra, mas revelada por Deus pelo sea
Espirito; porque o Espirito prescrut todas
as cousas, mesmo as profundidades de Deus
E o mesmo- unignito d testemunho ao
pai, que escondeu eslas cousas aos sapien-
tes e prndentes, e as relevou dos peqoe-
ninos (16).
E em verdade a razo, Ilustrada pela f,
por dom de Daus consegue certa intelligen
ca dos mysterios,muito fructuosa, j pela
analoga das causas que conhecem na-
turalmonte p pela lgaco dos| mesmos
mysterios entre si e com o fim ulti-
mo do |homem: nao chega porm nunca
capacdade de os comprebender como-
verdades, que constiluem o seu proprio
objecto, sendo que os divinos myste-
rios por propria natureza excedem tanto a
ntelligencia creada, que, mesmo ensiuados
pela revelacao e recebidos pela f, perma-
necen) coberlos com o veo desta f e como
Invehidos era uma certa obscundade, em-
quanto peregrinamos nesta vi la mortal, se-
parados de Deus; pois que caminhamos
pela f e nao pela vis3o.
Mas ainda que a f esteja cima da razo,
n3o pode nunca haver nenhuma discordan-
cia entre a f o a ra23o, sendo que o Deu
revelador do* mysterios, e da dor da f, foi
quem coacedeu alma humana o lume da
razSo; or Deus n3o pode negar-se a s
mesmo, nem oppor verdade a verdade. A
apparente imagioaria contradc3o vera prin-
cipalmente de nao terem os dogmas da f
sido expostos, nem entendidos segundo a
mente da igreja, ou de serem tomado por
juizos da razo os erros das opnies. De-
ferimos portanto ser inteiramente falsa toda
a proposic3o contraria a uma verdade de
razao, Iluminada pela f. Em verda-
de a igreja qne, com o encargo apostlico
de ensinar, recebeu o mandato de guardar
o deposito da f, tem tambem divinamente
o dreito e o-oflicio de prosa ever a falsa
sciencia para ninguem ser engaado pela
philosophia e v Jsophisticas. Por isso
todos os liis cbristSos nao sao prohibi-
dos de defender, como legitimas conclu-
ses da sciencia todas aquellas opinies, que
sabem contrarias doutrina da f,sobre tu-
do sendo das reprovadas pela igreja, mas
at sao absolutamente obrigados a julgal-as
erros com a fallaz appareucia de verdades,
Neqi somenle nunca a razo e a f podem
dissentir, mas mesmo se auxilian) mutua-
mente, sendo que a recta rszo demonstra
os fundamentos da f, e, Ilustrada com o
seu lume, cultiva a sciencia das cousas di-
vinas ; a f tambem livra e defende dos er-
ros a razo e acumula de multplices co-
nhecimentos. Longe, pois, de ser a igreja
opposta cultura das artes e disciplinas
humana-, antes a auxilia e promove por
muitos modos. N3o ignora ella, nem des-
preza os auxilios, que destas diraaoam para
a vida dos homens; pelo contrario confessa-
mos, que assim como ellas partirn) de.
Deus, Senhor das sciencias, assim, tratadas
direitamente, a Deus conduzem com o au-
xilio de sua graca; nem ella veda, que taes
disciplinas usem de principios proprios e
de proprio methodo em sua esphera, mas,
reconhecendo esta justa liberdade, cuidado-
samente acautela que, resistindo divina
doutrina, em si recebam erros, oa que ul-
trapasando as suas fronteirag ocenpem a
perturben) os dominios da f.
(Cmtinuar-se-ka.)
A Martina e Miguel davam ordens no sen-
tido, nao de salvar alguma cousa das gran-
jas, o que era impossivel, mas sim de pre-
servar o palacio.
Todos os esforcos se concentraran) sobre
as pilhas de lenba enllocadas entre as gran-
jas e o palacio, que podiam servir de con-
ductores do incendio.
De repente, porm, um tomo negro e es-
pesso, acoropanbado de faiscas, sahio da
cocheira onde estava o velho cavallo.
Tambem o palacio est incendiado I
griiava se de tstos os lados.
Meu filho!bradou a Martina na
maior a lili cao.
E correu escada, j meia invadida pelo
fumo e pelas chammas.
Miguel intentou segui-la, mas foi repellido
pelas chammas, voltando logo com as bar-
bas chamuscadas. .
A Martina conseguir chegar ao alto da
escada e peoetroono quarto'do filho.
Foi neste mesmo momento que o cora
Doval chegou ao lugar do sinistro.


I

I
i
I
fCowfmuor-w-ka).
TYP. DIARIO PO RA MJQU8 DB CAJ
N


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EN5NQP06H_WVW8SY INGEST_TIME 2013-09-14T02:20:22Z PACKAGE AA00011611_12134
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES