Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12133


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Full Text

J
ANNO XLVI. NUWEITO 127.
v8I
I
|

I




PARA A CAPITAL E LTCAHES ODE ffAO SE PASA POtTE.
Por tres mezes adiantados............
Por seis ditos idem '...........'.'.'..'.'.'
Por uro anuo idera...........'.'.'.'. ". '.
Cada mumero avulso.......
60000'
5000
244000
320
i, ERC* FEfRA 7 OE JUNHO DE 1870.
DIARIO DE
PAHA DEITBO E FORA DA PBOV0CLL
Por tres mezet adfcmtados.............'. -. 65750
Por seis ditos idem. ,..........\ 135500
Por nove ditos idem............'.'.'.'.'.'.'. 205250
.Por uta ann idem ....... ^ .,..,.* 275000
Propriedade de Manoel Kgueira e Faria & Filhos.
r
0S h. Gerardo Amonio Al.es,4 Futa. oo M ; O**. | oo M ; to Pere,ra d'Ahnada, Ma^aap,; An.on.o Aiexaodnoo de Ltaa, Paraba Artooio Jos Go,, o, V da Pba ; a** dM Sao.o, a**, St A*; X. J^cL L '
_________________________________________em Nazarelh ; Francisco Tavan da Costa, em Alago ; Dr. Jos Marth Ah-es. o Babia ; e Jos Ribeiro Gasparmbo oo Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAl.
(.oierno da provincia.
LE n. 918.
O desembarf-ador Francisco de Assis Pereira Rocha, vire-presi-
dente da provincia 'de Pernambuco : Paco saber a todos os seus ha-
bitantes, que a assenibla legislativa provincial decretou e eu sane-
jicnei a resolugo segrate :
Artigo nico. Fica transferida para a povoago de Nossa Senho-
ra do O', a sede da villa de Ipojuca.
Revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conheciraen-1
to e execugao da presente resolugo pertencer, que a cumprame fa- i
:;am cumprir to inteiramente como nellase contera. O secretario I
interino da presidencia desta provincia a faga imprimir, publicar .
correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 18 de maio de 1870,
49" da independencia edo imperio.
I. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta secretaria da
prasicenca de Pernambuco aos 18 de maio de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LE N. 91?.
O^esembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, Tice-presi-
dente da provincia de Pernambuco : Fago saber a lodos 09 seus ha-
bitantes, qne assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resoluco segrate :
Art. i. A freguezias de Gravat e Bezerros fleam con d.) um municipio separado do de Bonito, passando o povoado de
8ezerros i cathegoria de villa.
Art. 2 As fregnezias de Panellas e Quipap formaro outro
municipio, destnelo dos de Caroar e S. Beoto, elevando-so villa
o povoado de Panellas.
Art. ... Nao serio asfaltados os mumjipos de que falla esta
!ei, seno depois que os habitantes de cada urna das localidades ti-
verem prestado, sua costa, cas*s para as cmaras respectivas.
Art. 4 Ficatn revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades quem o conhecimen-
to e execugao da presente resoluco p-rtencer, qne a cumpram e
faeam cumprir to inteiramente como nella se contera. O secretario
interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar e
correr. Palacio da presidencia de Pernamboco, 18 de maio de 1870
''.' da independencia e do imperio.
L- S- Francisco de Assis Pereira ocha.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 18 de maio de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
EEI N. 9. *
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-presi-
dente da provincia de Pernambuco : Faco saber a lodos os seus ha-
litantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cieuei a resoluco segrate :
Art !. Fica o presidente da provincia autorisado a conceder
ao feitor conferente do consulado provincial Francisco Jos Alves
de Albuquerque, at um anno de licenca com todos os vencimentos
para tratar de sua sade onde mais Ihe convier.
Art. 2 Ficam revogadas as disposigoes era contrario.
Mando,_portanto, todas as autoridades, quem o conhecimen-
to e execucao da presente resoluco pertencer, que a cumpram fa-
gara cumprir to inteiramente como nella se contm. O secretario
interino da presidencia desta provincia a faga imprimir, publicar e
f"rr.er. aci da presidencia de Pernambuco, 18 de maio de 4870
49 d* independencia e do imperio. C
h.f-. .. Francisco de Assis Pereira Rocha,
senada e publicada a presente resolnco nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 18 de maio de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEF N. 921. H
-Jf&SSSBr? rancisco de Asis Pereira Rocha, vice-presi-
dente da provincia de Pernambuco : Fago saber a todos os seus ha-
bitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resolugo seguinte :
nrtJ,,J?ica,.Iransferida Para a Povoago de Petrolina
da villa da Boa-Vista.
a sede
interino da presidencia desta provincia a faga imprimir. puNiear e
corrar. Palacio da presidencA de fernamtmco, 19 de maio de 870
49* da independencia e do iroperi.
hJh* vt j Francisco de Assis Pereira Bocha.
Sellada e puUieada a presente reaokigao nesta seereuri* da
presidencia de Peraainbuco ao J9 de maio de 1870.
. O secretarie interino
* 7?^'**^ -MfHfa e Albnqwrrqur.
LE X. 9^3. i
O desembargadtr Francisco de Assis Preira Roeba, vice-pKsi-
dente da provincia de Pernamburo : Fago saber a todos os seushi-
bitantea, que a assembla legislativa provincial decreloa e eu saoc-
conei a resoluco segainte ;
Artigo nico. Fir a canara municipal do Recite autorisadtu
desde ja a despender zus a q>anlia d 4:000& para mandar celebrar
um offlcio solemne ero s*ra|io das-alma* dos bravos, qne em deten
da patria falleceram noe eamM do Fftraguayc
Revogadas as disposigfiespm contrario.
Mando,_portanto, -todas bs autoridades, i quet oconhecimetv
to e execugao da presente res(go perlencer, que a raw.orara e fe-
gam cumprir to inteirawente tomo nella se ontm, O secretario
interino da presidencia desta ptovincia a faga imprimir, publicar e
correr. Palacio da presidencia le Perambucor2a de maiode 1S701
Ficam levogada as disposigoes em
Art. Fica igualmente transferida para Petrolina a sede da
fregueria de Santa Mara Rainha dos Anjos ^^s^^Ti^^^^S^SA
Art. 3. A' esta fregueria tica pertencendo todo o riacho do Pon- &*'------------- Frtpiu+4t. Assi* Perem tocha.
Poi? $aS agQaS e*fazendas' e bem assim a ilha denominada do
Art. 4. Fica creada em Petrolina urna cadeira de instruccao
primaria para o sexo femenino. "<-*"
Art. 5. Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando,jrartanto, todas as autoridades, quem o cenhecimen-
to e execucao da presente nsolugo pertencer, que a cumpram e
lagain cuminr too inteiramente como nella se contm. O secretario
inienno da presidencia desta provincia a faga imprimir, publicar e
correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 18 de maio de 1870
49 da independencia e do imperio. '
o'u'* w- Francisco de ss Pereira Rocha.
sellada e publicada a presente resologSo nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, 18 de maio de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LE N. 922.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-presi
ente da provincia de Pernamboeo : Fa ba-
decretou e eu sanc-
bitantes, qne a assembla legislativa provincial
cionei a resolugo seguinte :
Art 1. Fica creado, na comarca de Limoeiro, o municipio do
Bom Jardim, e elevada cathegoria de villa a povoacao do mesmo
Dome. r
Art 2. O novo municipio eomprehender todo o territorio que
hoje pertence a fregueaa do Bom ardim.
Art. 3. Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conhecimen-
e execugao da presente resolugo pertencer, qne a cumpram e
fagam cumprir tao inteiramente como nella se contm. O secretario
to
PERHAHBCO.
ASSEMBLA PROVDCIAL.
8B3SO ORDLXAKIA EM 23 DE MAIO-
PRESIDENCIA DO SR. DR. AOUIAR.
{Continuafao)
O SR. GUSMAO LOBO, voltando tribuna para
insistir na justificago da emenda, comega por
observar que, nao tendo esludos sobre a marcha
da receta municipal que o habilitem formar um
calculo exacto sobre o valor comparado da por-
e.eotagetn arbitrada em varios anuos ao procura-
dor da cmara, irapressiona-se cora a reduegao
erasideravel proposta pelo projecto doorgainento medidas
Sellada e publicada a presette resoluco aesta secretaria da
presidencia de Pernsmbaco, aos % de maio de 1870.
O-secretario interino
Eas FredeMco 4e Mmeibe AUksqumypu.
LEINA914a
O desembargador Francisco deWssfc Pereira Bocha, vi<*-presi-
dente da provincia de Pernambuco j>Ff saber a iodo M ans ha-
tHtantes, que a assembla legislativa Wotrincul deepetot e- ett sanc-
eionei a resolnco segninte :
Art. !. Fica pertencendo ao mnMeipio de gabrab- resne-
diaa 'que passala a dewnw^w-s da tVsopol-
Art. 2 Ficam desmembradas des* fregu:! para a de- Cabro-
bo, as fazendas Boa Sorle, Bom Jardimieawmba Wencslo, Si-
tio, Jaloba de Manoel Alves, riacho dos?avallos *e Manoel Prncis-
co, ierra Nova, Junco e Binan, cada un cora so* peeras
Art. 3' Ficam perteacemlo freguaia e roonicipio de Gafcrob
todas as ilhas do rio S. Francisco, des* a villa d Cabrob at
confrontacao no lugar denominado Gqnronde limilam as trecna-
ztas de Cabrob e Boa- Vism. s
Mando, porUnto, todas as|autoridad*, aaem o coobeefcnen-
to eexecucao da presente resolugo pertenw, qoe% cumprame fa-
gam cumprir tao inteiramente como Bella w contm. O seermario
interio da presidencia desu provincia a faM imprimir, poMtrar e
correr. Palacie da presidencia de Pernambn, 2 de maio de 870
9* da independencia e do imperio.
bn~A .. ^ francisco de AsttePireir da Rotka
sellada e publicada a presente resolueio nesu secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 23 de maio dt 483*.
O secretario interino
&< Frederico de Ahteida e AHntquerpM.
e o mnimum de 2 %, votado no ultimo Goyanna, autorisada a desinder com os obiee-
SC.olliendo O termo medio eomn racrnlfiflAr I tne il.-iiv.. dmlanid/^ o .....; j. >.t m. '
). Escolhendo o termo medio como regulador j tos'abaixo designados a quantia de o-419s
urna questao que nao pode ser resolvida seno g 1. Ordenado do secretario.... 'fi
um ceno arbitrio, o orador propoe 4 % % 3. dem do porteiro.......... 31
que faz descer 3 % orna porcentagem que, ha
poneos annos, fra tlxada em 6 % .Nao conhe-
ceado o raovimento da receita, nao pode certifi-
ar-se se, perante o novo orgamento, os 3 % de
iioje correspondem 4 % nos ltimos annos, sendo
isla a porcentagem que consagra a emenda.
Declarando nao fazef recriminagSes na ausencia
de quem possa responler pelos factos que as moti-
va riam, lembra o orador que a assembla, em sua
ultima sesso, votou 2% de porcentagem ao func
loarlo de quem se trata; e todos sentera que,
'-lando em uso a porcentagem de 6 %, fo aquel-
la redueco urna verdadeira arma contra o func-
ionario actual por quem a assembla de 1869 nao
1 ter profundas s\mpaihias. Conhece-se por
(ste modo o mximum de 6%, votado em tempos
lureos,
mno
::n um;
com
Respondendo ao orador que o preceden, o"autor
11 emenda declara que, tendo a intengao resolvila
le negar o seu voto ao imposto de 300 rs. mensaes
por liabitaco, o que, seg ndo o calculo do orga-
meoto, elevaria a receita em 42:0003, nao pJe
aceitar como razo de fixar a porcentagem o aug-
mento da receita por esta verba. Insistindo nsta
considerago contra o novo imposto, que se cha-
aiou persuasivamente provisorio, o orador faz sen-
ir de passagem oue, reconhecendo a necessidade
11 um servico regular para o aceio e limpeza da
:idade, faz votos para qu a cmara procure bas-
tar-se cora a sua receita j elevada, ponderando
que crear um novo imposto de 300 rs. mensaes
iodistinctamente sobre todas as haditacoes, sem
attencao sua iraportanc a que o aluguel traduz,
fulminar a pobreza.
O orador acaba, como comegou, por declarar
que, com estas reiloxoes, nao se coostitue aqui or-
po de ninguem, tendo obedecido urna inspira-
co suscitada no momento.
* O SR. H. MAMEDE faz ainda algumas conside-
ragoes em sustentago de sua emenda.
Encerrada a discusso, approvado o artigo e
regeitadas as emendas.
Art. 3 A cmara municipal de Olinda autori-
sada a despender com os objectos abaixo declara-
ioa, a quanaa de 7:739*.
l. Orndenado do secretario....
2." dem do advogado.........
5 3." Porcentagem do procurador,
sen!.) 8*0 das rendas que arre-
cadar...........................
i 4. Ornado do porteiro.......,
5 5. dem dos flseaes:
Ao da freguezia de S. Pedro 5|ar-
tvr.............................
Aodito da S.................
Ao dito de Beberibo...........
Ao dito de MaraMuape.....,,.
6." Ordenado d adrainistr* rt'0'r
docemiterio............,,
dem dQ servente ou eotr'.'''
7. Deapezas ordina' ag"
expediente e assigiw jra ^ Ur'|
social...........................
Agua e lu par primes......
3 8.'Juryeol'.5e/...........
5 '.i.'Limp, daddale........
(-mearlo ^8 predios nftinicfpaes e
calgantp* ^ fa ruas e planto de
rvor' t.......................... {: 7104000
* 10. Eventoaes, incluse obras do
^ alerto........................ 600*000
, i 11. Compra de pesos e medidas
deciraaes........................ 90#000
Vai mesa e apoia-se a segninte emenda:
< Substitutiva do g 16 do art 3.*Custas indi-
ciaras, inclusive as que sao devidas ao r. promo-
tor publica da comarca Manoel Izidro de Miranda,
ao valor de 142*800 300*. Rufino de Al-
meida.
E' approvado o aniso eom a emenda.
Art. 4.* A cmara municipal de Iguar,
aatorisada a despender em os bleetoa
Helados a qatafi de 1:290*.
I !. Ordenado do secretario___
S 2.' dem do procurador......^
3.a dem do fiscal da villa.....
3 4. I Jera do dito da freguesa da
Itamarac.......................
I i IdMB do primeiro ptrtmro..
I 6.' dem do segando dito......
I 7. Jury e eleigoes............
i 8. Custas de processos em que
decaes justig publica............
9. Concertos de predios muni-
paes............................
jj 11. Expediente e assignatura do
Diario..........................
12. Eventuaes................
13. Com a compra de pesos e
pelo systema mtrico para
600*000
300*000
200*000
150*000
130*000
100*000
50*000
320*000
200*000
50*000
50*000
50*00i)
I 19. Com um zelador do agude.
f 20. Curativo dos presos pobres.
21. Com a compra de pesos e
medidas decimaes................
E' aprovado.
VenHeando-se nao fcaver nomero,
eusso adiada
*0 SR. PRESIDENTE designa a ordera
levanta a sesso.
90*000
nroa a dls-
do dia e
90*000
1:000*000
SESSO ORDINARIA EM 27 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AunAH.
Ao meiodia feitaa chamada,acharam-se presen-
tes os Srs. Araaral, Eduardo de Oliveira, Goes Caval-
cante, Veira de Mello, Guedes Goodin, Firmino de
Novaes, Teixeira de Sa, Joao Cavalcante, Manoel
do Reg, Vieira de Aranjo, Mello Reg, Nicolao
J^f25 liben1' ^mernior, repnbcano, e so hoa-
1 ver um outro partido el/e o tambem.
O Sa. Rufino de Almeida. : A que vero isso.
O Sa. Ps*s Barhkto :Vem a que a cuesta
nao de conliauca. *
m Sr. Dept.ido : A eootlaa ah nao pe-
llica.
O Sa Pies Barreto:Cbanoa-se questao
para esse terreno.
O 8r. Pinto Jnior :En moelro empregadosda
inteira conlianga do chefe-de potieia e que soa-
beraes.
O Sr. Pa?s Bwireto :E ehegarei l. Entea-
do que quaado um empregado cumpra com os
seus deveres, nao dev ser duaittido por espinto
de poltica.
uso do mercado
i 14. Com as obras de cemiterio
da villa..........................
O SR. H. MAMEDE pedeexplicagoes sobroo .
do arl. 4.
O SR. R. DE ALMEIDA justifica e manda
mesa as seguintes emendas.
Substitutiva do 8 do art. 4.-Custas judi-
cianas, inclusive metade das que se esio devendo
ao escrivo do crime e jury.500*.-fli/lno de
Almeida. \
Ao 6o do art. 4.*Em vez de segundo por-
teiro, dga-se continuos.Rufino de Almeida.
Encerrada a discusso approvado o artigo e a
emenda.
Art. 5." A
que semostra tao
Eu son conservador e semsre fai, mas nao pos-
Toent.no, Pinto Jnior, Barros Wandertey, 600- so pactuar cora bandaJueiraTdea ordem-ist,
calves Lima, Correa de Araujo Felipas de Figuei- de ser demiuido um empregado pelo ftelo de ser
roa, Paes Brrelo, Cunha Cavalcante, Hermogenes, liberal
Manoel Arthur, Oliveira Andrade, Ferreira de A- 0 S Piltro Jnior --Para
guiar, Rufino de Almeida, Antonio Cavalcante, Ca-: zangado
valcante de Albuquerque, Oliveira Foneeca, Hen- o Sr. Pas Barrbto : Nao estea zangado ;
nque Mamede, Gaspar Drummond, Miguel Per-iqaanto a dizer-se aqui que nao da nossa com-
nambuco, Ribeiro V.anna. pet8nca p^ir ^ iD[ormagoes, debaixo deste
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da | panto de vista eu di/ei que isto talvez seja devdo
a falta da pratica que tenho destes negocios, mes-
camara municipal da cidade de
dem
dem
porteiro.
do fiscal da cidade...
do de Nossa Senhora
600*000
3000Q0
3005000
80()000.
46d000
642*000
409*000
300*000
300*000
250*000
250*000
700*000
467*000
100*000
100*000
120*000
150*000
300*000
4.
i-
do O*.
5.* dem do deTejucupapo....
6. dem do administrador do
matadouro publico...............
7. Porcentagem do procudor..
S 8. Custas em que decae a jus-
tga publica......................
S 9. Agua e luz para a cadeia!.
^ 10. Aluguel da casa qne serve
de ribeira do peixe...............
11. dem idem da que serve de
praga da farraha na cidade........
12. dem da casa que, serve de
praga da farinha na povoacao de
Nossa Senhora do Oi......,V7.
13. Aluguel da casa que serve
de praga da farinha era Ponu de
Pewa........v....o..............
14. Despozas eventuaes.
15. Limpeza e asseio das ruas
da cidade...,...............
I Id. CusUs em que deoahe a
justioa publica...................
I jo" ^esPetas judicarias.......
3 l". Ordenado de um advogado.
19. dem oe um cirurgio.....
20. Inry e eleigoes.......,,.,
i 21. Expedienp e assignatura de
JQroaes..................,.......
% 22. Com a compra de pesos e
medidas pelo systema mtrico.....,
E' aprovado.
Art. 6.* A cmara municipal da cidade da Vic-
toria, autorisada a despender cora os objectos
abaixo declarados a quantia de 5:242*800'.
100*000
100*000
60*000
400*000
300*003
200*000
144*000
96*000
96*000
48*000
150*000
1:500*000.
150*000
50*000
400*000
300*000
100*000
60*000
65*00*
antecedente.
O Sr. 1 Secretario d coata do seguinte
EXPEMENTa
Um ofUcio do secretario do governo remetiendo
um exemplar da falla com que S. M. o Imperador
abri a 2" sesso da 14* legislatura da assembla
geral legislatura.A" archivar.
mo nae tenho o regiment de cor, ao toabo essa
pratica de 12, 14 e 16 annos desta casa para sa-
bel-o.
Quanlo a dizer o Ilustre deputado que esse era-
pregado era o portador das pnblicac5es, para os
jomaes da opposjgo, son forgadb a declarar, que
utra do mesmo transmittindo por copia a m-' as pessoas que do essas copias ou notas ao srre
xo
1. Ordenado do secretario.
2.* dem do porteiro............
3. dem do ajudante...........
4. dem do fiscal.'.............
'5. Porcentagem do procurador,
sendo 6 % da renda arrecadada,,.
I 6. Aluguel do pagoda cmara.
\ 7.' Expediente e assignatura do
jornal oficial...................
8 Pablicago do expediente e
de editaes.......................
I 9." Jury e eleigoas...........
I 10. Obras do cemiterio........
11. Para deMpropriagao do ter-
reno em que deve ser edificado o
cemiterio........................
12- Limpeza e concertos das
roas............................
I 13. Enterraraeotos............
I 14. Custas de processos inclu-
sive 309*, devidos a Antonio Ludoero
da Silva Costa.............,.....
45. Para a collocagao do bat/o
da'S. M. o Imperador no pago, da c-
mara...........................
16. Foros de terrenos, occoajidos
pelo edificio da munioipalidad......
I 17. Eventnaes.............
I 18. Com o advocado.,,. ,,,,.\
700*000
180*000
1504000
450*000
337*000
200*000
50*000
" 100*000
150*090
700*000
500*000
300*000
25*000
forraago ministrada pelo chefe da repartigo das
obras publicas, relativamente ao agude que se est
construindo na cidade da Victorla.-A' quem fez
a requisigo.
Urna petigo de Manoel Francisco Bollho, direc-
tor parcial dos indios da aldea db Brejo dos Pa-
dres, pedindo urna lotera para a reedificago da
capella da referida aldea. A commissao de fa-
zenda e orgamento.
Oatra da irmandade de,Nossa Senhora do Li-
vramenlo da cidade da Victoria pedindo preferen-
cia para a extraeco de urna loteria que Ihe fot
concedida para as obras de sua igteja.A* com-
missao de orgamento provine al.
Foi julgado objecto da deliberaco e mandado
imprimir o projecto a. 121.
O SR. PAES BARHETO :-Sr. presidente, temo
hoje muito e mnito.apresenta^me nesta casa pro
ou .contra esta on aquella pretengo. porque te-
nho quast que cortesa de que ella nao proseguir.
(Nao apoiados).
Um sr. Deputado :Conforme seja.
O Sr. P*es Rarrbio. :Mas isto, que para al-
guns parece ser utn. dever, para mira nSo por
cano..
Louvo muito, aprecio mesmo a todos os magis--
trados que comprem perfeilaraente com os seus
deveres, mesmo nao est em mim pactuar aem
consentir qne esta ou aquella pessoa, diga isto on
aquillo contra ura empregado que zoloso; mas
laborando meu espirito em urna duvida, emendo
que, para qne fique inteiramente oonvenciJo do
contrario, como estou que serei, devo- apresentar
a casa- um requerimento pedindo as seguintes iu-
formages. (L).
Ditas estas palavras, oftoreco considerago
da casa o meu requerimento, se elle r impugna-
do, serei obrigado a snstenta-lo e a mostrar com
mais clareza as raides qne me levaram a assim
proceder.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento:
1 Requeiro qne com urgencia e por intermedio
da presidencia se pegara ao Dr. chefe de polica as
razos que serviram de fundamento para a demis-
so do empregado da casa de detengAo Caetano
da Costa Pereira.Pas Brrelo. .
O SR. OLIVEIRA fax considerantes contra o ro-
guertmento.
0 SR. RUFINO DE ALMEIQA oppoe se ao re-
querimenlo expondo as razos ero, que se fundn
o chefe de polica para dimittir o empregado de
que trata o requerimento.
O 8R. PAES BARRETQ:Sr. presidente, a dis-
cusso tero tomado um carcter mais serio do qne
eu suppunha, est tomando nma direcgo que nao
era da minha intengao dar-lhe; mas depois de ter
orado o meu Ilustre oollega o Sr. Dr. Rufino de
Almeida, entendo qne dev dizer algumas palanas j
600*000
100*000
60*000
150*000
100*000
contestando aquillo que dom sua intelligencia j
ralo liberal sao presos, sobre os quaes o nobre
depatdo deve ter todas as suas vistas qpando es-
tverno estabelecimMiW esses presos sao hotnens
qne pedem certidoos, como ea posso provar para
mandar ao gremio liberal, gosam de inteira liber-
dade na casa de detenco...
O Sa. Aukida Pernambuco :E' um elogio ao
nobre deputado.
O Sr. Paes Barreto : Mas nesse sentido
qne eu entendo que se devia providenciar.
Um Sr. Deputado : Sobre o pedirem corti-
does?
O Sr, Paes Barreto : Por dar-se-Uies plena
liberdade all. Existem preses na casa d de-
tengan, que eu nao sei se obro bem em dizer isto,
que o proprio administrador re?peita-ot> e os
empregades teem medo ; esses presos do quem
se reeeia sao justamente aqnelles que mandara
para o gremio liberal essas correspondencia?.
O Sa. Presidsntb f O requerimeoto contm
urna exigencia, vejo porm. que j est a discusso
to arredada do objecto do requerimento, que nao
posso consentir que ella continu assim.
0 Sr. Paks Barreto : O correr da discusso
foi quem me levou pant esse terreno.
OSr. Presidente :Chamo a atleogo do nobre
deputado para a materia.,
O Sr. Pass Barreto; :O correr da discusso
foi que dea lugar que eu dissasse estas poucas
pa lavras.
Sobre o requerimento, nada mais tenho a di-
zer, aprosento-o, e a casa decidir como enten-
der.
O SR. G. DRJJMMQND manifesta-se contra o re- .
queriraento. ,
Encerrada a discusso, o requerimento posto
. votos e regeitado.
ORDEM DO DA.
1* discusso. do projecto n. 101 deste anno qne
traga os limites da freguezia de Serinhem.E'
approvado. *
1' discusso do projecto n. 103 deste anno que
revoga o art. 2 da lei n. 236 de 22 de maio de
1849, que transferio para a povoago de Ipojuca a
sede da freguezia de N. S. do O'.
O SH. G. DRUMMOND faz algumas eonsidera-
coes em justificago do projecto.
Vai mesa e apoia-se o segninte requeri-
mento :
c Requeiro que sobre o projecto seja oavido o
governador do bispado, sem prejuzo da 2* discus-
so.G. Drummond. >
Encerrada a discusso approvado o projecto
bem como o requerimento.
1* discns'ao do projeeto n. 106 deste anno man-
da admittr no gymaaso orno alumnos grai-
tnitos a diversos menores__E' approvado.
** discusso do projecto n. 92 deste anno qne
Art 2. Em eonseqtrenm desta nova obri-
pagao, ter a dita companhia direilo urna in-
demnisago, que nao poder exceder quan-
tia arbitrada- pela direceo- das obras publi-
cas.
Art. a
contrario.
Pago da assembla, 9 de abril de 1870.Dr
Hanoel do Reg. ,
Sao lidas e apoiadas as segurases emendas
Igual favor para a ra do Atalho desla cidade.
Vieira de Araujo.
Igual favor para a povoacao- da TorraK-
gifeirS.
SobstitntiTO dn art. 5? : O" presidente s u-
sar da autorisago concedida ao caso de que a
companhia diroinua o prego de 30> rs. por hora,
por cada conbustor.Dr. Manoefid- fcv.
0"SR. MELLO DO BEGO:- Pedia pahvrai
para fiazer algumas ebservsges sobre o additivo
qp foi apresentado ao projecto em diseussorpftn
ser a elle reunido o outro que prope que- baja
illuraiBaeio nesta cidade lamben* as- noutes de
luar.
Na sei qual seja a eoavenieBtia.e a-regene.
de eneiJBte providencia
N^onro paizes, na Pranea, na Usglaima. por
exemple-, ondeo luar nao como enlre n, to da-
o, ha sem duvida conveaieMia em- tor-s illu/ai-
nacao todas as noutes.
0 9a,F. *FiGuaiROA :. QnemsooiHnu.isso?
Ba to bom luar como aqn.
0*Sit. Meuo Rboo :lsa o qne en entendo;
mas quando assim fosse, extstem oiiras jasnm-
tamia quo nao se do aqui, a poni de pedesmo
adoptar medidas de luxo...
Uk Sa; DfipTADo : Laso nao.
O Sr. Mauuu> Reg :A Wwninagwem-noite da
luar como se qner propriament luxo.. _ mioaoao qne temos ero as-outes de escuro suf-
ficiaate : nao precisamos d ilraminage em nonio
de luar.
Entretanto se dessa illuakinago hsuvesse neces-
sidade, ao sea ella to nrgente, qne aio-altM-
desaemes a esta considerafaa. Na-projecto > de le
de eroanwato confeceionaao pela coramis-ao, a
desfafto de mnitas econemias qne entenden
proceder, a despeza marcada j muito- elevada 9
superior a randa oreada peta thesouraria.
Se-este oorigar-se muito na decretaga de des-
peza por aaeio do projesa espseiaes, o- dficit
sera demasiado.
O Sa. Manokl do Rk:-E' ama. simples-au-
torisafo.
O Sa. Millo Reg:E* urna autorieagao nao
ha duvida, ns consideracoes qae podom oeoor-
rer dar rogar a que ella seja aproveitada, e a
despeas se far afinas,
Nesle caso o roais seguro nada autoiisar .
tanto.mais qnanto a despeza com essa illuminaoo
nao andar por menos.de 80:008*. Ao mea ver
acho mais conveniente que os dinheiros da pro-
vincia seja m sMMiosdaa aa necMsidate roais- ar-
gentes aos melborameotos mais redamados- e nao
aquillo que i propriamsnte objecto de luxo,
OSr. A. Cavalcaiwb: De Inxo nao .
_Orra Su I)cfi-t.bo ; Era temfa de era
nao ha luar, ficamos em completas trevas.
OSr. Mello Regcc Eu ando perfeiteraenSe
pelas ruas desta cidade tanto.em aontede inver-
n como de verlo.
O Sr. F. de FiGiiiRA : K porque o nobre de-
putado nao tem caitos, se tivesse OSr. Mello Rbso:Os meussalios nao.se
conunodara com a falta da laz; outras
encommodam mais.
0 Sr. F. de PiGTiEflWA :Encoatmodam-so
as pedras por falta de luz,
0 Sr. Mello Raso :-7-A casa ecidira.corao.en-
tender conveniente. Eu fago estas consideracoes
soliente para que-se flqu9 sabeadoqu a decreta -
gaojdesta despeza pode criar diflkuldades a exe-
cugao de outros melheramentos mais nrgentes, e
desiquilibrar o orgamento : se a aesembJa entender
nao obstante que deve satisfazer essa. exigencia de
luxo que o faga.
(Trocam-se rautos apartes).
O Su. Mello-Rego :Pode 3er de aiguma utili-
dade, mas nao objecto urgente ; isto>nio mais
do que querer-se macaquear o que vai l pela
Europa, ondeas cidados sao illuniiaadas em nou-
tes de loar.
O Sr. Man^kL do Rkgo Pernamboco que faz
a nica excepgo, porque todas as, otras provin-
cias, Ceara, Maranho, Para, etc. tem illuminage
na noite de luar.
O Sr. Mbllo Regu:E' porqtia estas provine
cas tem menos era que gastar os suas rendas,
PJo
m-
oousas os
ero
por lesa aceita iunovages meramente de luvo,
eo proporcionalmente 600R Gees Candante:
Rufino de Xiimto.
Substitnii va ao % 1 do art. 6Snbvenco do
adrogado 3W*.oes Catatante.
Encerrada a dieensso -|approvado o art. con
a emendas.
O SR. G. MiMlOND fpala ordem). Pede ur-
g?3eir para ser *ubmettido a discnsso o projecto
n. 113 deste anno, por ser materia muito ur-
gente.
ff approvadaia-twgpnda.
P* discusso do projecto n. 413-deste anno, qaa
autoriea a abertura de direra* crditos supple-
metftre?.E' approvado.
Conttna a discassS do ornamento municipal.
Sao soecessivaaiente' approvados sem debate os-
segijintes arts. :
Arfv7*. A camjramaniripal dk rillade UarrM,
auloriada a detpeoder a quantia de 3230*com
os objectos abaixo- dedavados :
S f."'Ordenado J seeIario_...
8 2.*"Mefn do pwteire.......____
3."Menvdo ffeosk............
I i.^Aa procurador porcentagem'
da.rendque arrecadar:...........
S 5. AJimnel da easa db cmara
6. iWpediente.jpry qjaaliOcaeo
e eleiganv*........._..............
S 7. Assignatura da joraal offl-
eial.................................
8. Compra de wobilia..........
9. Heat de pesos e medidas
pelo systema metrict*.............
S 10. EHuesBDaes______..........
a 11, Agua e luz para a adeia,.
S 12. Cusas judiases........._.-
Art. aV-A ramar uranisipal dt
autorisada-a despendepcom s olpttfW abaixo de-
signados a> qaania dr4MMK
$ 1." do secretario....
i 2.* He do porteiro.........,.
a 3.* Idsm do procarador.......
5 4. Mem do fiscal' ,1 vista____
5.* Castas jndciaes, adunado
47*200 ao Br.jniz de dineit da eo
marca, e 63*, ao ex-esariv Caes-
no Bessone- de Assis Campo.......
S 6. EJcpediente, juryeeteigaO\. .
5 7.' Luae agua par a cadeia..
8." Limassa dos agoaeoas e pa- -
leo das fenss...'..______......... .
I 9.a Limpeza das r.i..s dt \'h..
I 10. Csdenado do administrador
do ceraiterio,......._______w.
11. dem do administrador da
miteaio......................b..-..
S 12. Cmpra de pesos medidas
pelo systema mtrico...............
13. bra manicipaes-, inclnsve
o ladrillo-do. acougue___......... #-.500*000
I 14. ASMgaatnra do jornal ofli-
dal.............................. 24*000
I I5.-I^eatnaes................ 100*00
Art fc'4 cmara municiual da vills do Caho-
c aotoaisada a despender con as ob trotes abaixo
declarados a qnantia da 3tXS(90 :
(Drdeasdo do searatario. .$..
5 .-Ilen do porteiro.....^....
$ 3.* Ideas do fiecah.... ...___
S 4.a Ideas do admiDotradsr do
cem ferio.............^........^
5. Porcentagem ao procurador
da randa jae arrecadar___.......
fc-B!Xaediente e asdignaisra de
jornal..,......................., .
T. Jury eeleigaov..........;.
S 8." Aaua e luz para a cadaira..
I 9fi Qastas de procassos crimes.
I 10: Ditidas de annos anteriores.
S 11.Cusas da acgb da cmara.
12: Obras musicipaes e limpeza.
de ruas........................
13. Limpeza e conservajio do
cemiierio___.. -. ^..........___
: 14. Compra da pesos e mecidas
pelo systema metrioo..............
r3L Eventuass..,............
Ve fincando nao havw nuoero li
addiada.
O SB. PRESIEXTE dessaaa a orem de dia e
levanta a sesso.
400*000
150*08
120*069-
200*00
300*000
U6*0C6
24*00'
800*000
90*080
70*00
60*00
900*00-
d'Alho
350*000
280*00
;too*oo-
300*00f
300*00a>
150*000
80*00
122*000
400*00-
300*00
180*09
90*00*
400*00
50*000
26*00
120*000'
180*000
60*000
20*90-
100*000
20**900
296*000'
50*000-
1:700*000
150*000
90*000
100*00
a discusso
bem conhecida proonrou desenvolver eppondose
ao requerimento.
Se 061 encararmos a questao debaixo do ponto
de vista em que a encaros o nobre deputado, quan-
do disse que o empregado da casa de detengao de
que trata o requerimento nao era da conflanoa da
chefe de poflcia, en son forgado a dizer que deste
modo deveria ser diraittido, em priraelro logar o
admlnWrador da mesma casa de de^apoao, porque
e o primeiro a nio merecer confianga do governo ;
manda contratar a illnrainago a gaz para toda a
freguezia do Poco da Pauella, at a povoacao de
Apipacos.
Vai mesa e apoia-A a segninte emenda:
Offereco como additivo o projeoto n. M, que
dispde o sefsinte:
< Art 1.* Floa o presidente da provincia anto-
risado a alterar com urgencia o contrato celebra-
do com a companWa da illurainacio a saz, da mo-
do que flqae ella obrigadi a Iluminar est ddade
; mesmo nasnoutes de luar.
que Pernambuco nao pode aceitar actualmente
Encerrada a discusso o projecto posto a. vo-
las o regeitado.
O SR. MANOEL DO REG (pela ordem) faz sen-
tir que tendo a votago se referido unicamaute ao
qrojedo n. 92, o additivo qne offereceu nao est
prejadicalo, devs sobre elle haver votago.
O SR. PRESIDENTE emende que urna vez regei-
tado o projecto as emendas tero a mesma sorle, con-
sidaram-se prejudicadas, porque nao ha ma>
o que emendar, e que esta a deciso que tsm a
dar.
. O Sr. Manoel do.Reo :Neste caso eu ap-
pel lo da deciso de V. Pxc. para a casa.
0 Sr. Presidente dia que decidi a questao de
conforraidade con o rogimento, quo Ihe confere o
dreit de regular a ordem das votagees,. e que
nao determinando a mesmo regiment, ne6te caso
se d recurso para a assmbla, recusa-se a dar
esse recursa.
O SR. A. CAVALCANTE faz tambe eoaside-
racoes no. sentido de ser consultada a casa sobre
a deciso que foi dada pelo Sr. presdanle, e pede
que'em todo caso, a nao ser admittido asse recurso
se declare na acta qne protestou com o seu
vote contra a dcisao dada par S. Exc,
O So, PflssiDKNTK declara que mandara consig-
nar na acta o voto do Sr. denotado.
2* discusso das emendas offerecidas em 3' ao
projecto n. 53 deste anno qne autorisa a conces-
so de urna licenca a Manoel do Siqueira Caval-
cante.Sao approvados,
2* discusso. do projecto n. 70 deste anno que
autorisa o prolongamenlo da estrada de MuriAeca
at a povoago do mesmo nome.
Encerrada a discusso, approvado o projecto
com os additivos offerecidos em 2* discusso sob
ns. 64 e 87 senda regeitados os de ns. 97, 29 e 49.
1* discusso do projecto n. 34 este anno que
approvao contrado celebrado pela presidencia
com Jss llenrique da Trindade para o eetabeleci-
menio de trilhos de ferro as mas desla cidade.
E' approvado e dispensado o inteersticio a reque-
rimento do Sr. Eduardo 'Oliveira.
2* diacussso da emenda offerecida em 3* ao
projecto n. 33 de 1864 que crea, a freguezia!*
Nossa Senhora da Graga na Capunga E' aparo-
vada.
Contina a i' discusso do orgamento provin-
cial.
Vo mesa e sao apoiadas as seguintes emen-
das ;
< Substitutiva ao 8 4 do art 6-Ordenada do
fiscal 400*,F. d Floneira.
Substitutiva aos 8 10 e 11 Indaranisagoes
dos cofres provindaes pelo emprestimo feito a mu-
nicipalidade.Dr. Manoel doRtgo.'^RufiM dt Al-
meida. >
Substantiva ao 14 do art f>Castas d
processos inclusive e qaa fcr devido a Antonio
Lndgero da Silva Silva Costa e Bebiano Francisco
Pereira de Mesqnita e Belarmino dos Santos Bul-
Emendas apresenadas ao art 6- da lei do orga-
mento provincial:
Beqneiro o addiamento da disess^ao ao art. 6.
at qne sejaro impressas do> jornal da casa.S. R.
G. Drummond.
Supprima-se o 7. para ser assim subst.tuido :
Com os reparos e obras de matrizes, que sero
autorisados do accordo com o prelado diocesano
23:<>00*000< S. R.Ghtmao LiKl
Ao 8 do art. 6. accrescente-sc 5:000*000
para a construeco de uro agude na villa de Itara-
be.Cortea Gendim.Qkreira Asutrads.Amoral.
Ao art 6 7, accrescente-se 1:000* para cons-
Truccao das obras da matriz de-Garuar. Vieira
de Mello,
Ao art. ft| 9 supprima-se 10:000* .para arseons-
truego da ponte sobre o rio Pirapama, e marqe-
se 12 para nova psnte./. Araujo.J. Leao. G.
Drumauynd.
Ao art. 6 7 Angmente-se 13:000*, para
obras diversas. Sv R./. Araujo.1. Lmq.C.
Dmamemi.
Art. 6 S 7, coaita capella de Nossa Senhora da
Piedade de Santo Amaro, era vez de 1:000*, dga-
se *:00O*.S. ftJ. Atavio.G. Drummond.
Ao art 6, 6, accrescente-se fOiOOO* para a
reconstrnego da ponte sobre o rio Pirapama.
S-.R.=/. AroMjtkG. Drummond.
A%art. 6 | %. Sup?rimam-se as patarras
gara a a tortura da barra de Serinhem at
o porto do Aojo, 25:000*.$. ft= C. fArau/o.
A. Paulino. Qiiveira Andrade.
Ao art feV 6.=Em ves de 5:000* para os con-
oertos do agude de Garuar, diga-se 1:3000$.
S. l\.C. i"Araujo.Barros Wamderley.
Aoarta. \| 7.Accrescente-se 1:000* para &
capella da povoago do Caxang, e 1:5O0* para aa
obras ca igreja de Nossa Senhora do Livrameoto.
de Yir> d'Alho.=Sv B.C. dAraujo.A. PauUnsx
Ao art 6. 7, augaente-se :1:000* para as
obras da matriz de S. Caetano da Raposa; e
i :C004 para o acabameato das obras da matriz
de S. Bento.S. R A Paulino.
Ao % 7. accrescente-se : E 800*000 pava sa
p gar ao padre Jos Profiro Gomet o que se Ihe
esta, adever pelos concertos da capella de S. Jos de
Taraandar.S. R. G. Drummond.
Ao 7.-E 2:000*. para obras e alfaias da igreia
de Nossa Senhora do O', que tem de servir d
matriz da fregueaia de Ipojuca. S. R. G.
Drummond.
Ao art. 6. % additivo.Com a reconsk-ueco da
theatro de Santa Isabel 100 000*000, S. R. F.
Fumeira.Manoel do Rtgo.Gusmio- Lobo.Ru-
fina de AlmeidaTolentino de CortaAo. ""
qui Mamede.
A.0 art. 6 accrescente-se.Para a igreja do Bom.
Parto de Olioda 500*000.S. R-* o"OJwwra.
F. Fioueiia.Gusmao Lobo, Oliveira Andrn-
d*.~-Autaral.C. de Aranjo.
Ao art. 6, 7. diga-sa.- 3:000* para a igreja
da Capunga, e 2s000* pata a de Jabeafloi etn vea
de 1:000*.-Dr. otoW da Reg- E. A a"i-
Ao'art 6.J 6, acorascenle-se, e MW&&
eom os concertos de que precisa a lasa dr Beteu-
clo.S. K.-R*fHm dt Ahneida, tfunfMl
Aq art 61 *!**.--em logr do fO:QQ0i,
i.
1 meta


I
1
3
Diario de Feraambufo *- Tertja eira 7 de Juubo.de
1870.
=
=

i":O0O\$ pan a estrada de Jaboatio Luz.Dr.
M'inotl doktn.
Art. 6 % 7.Ajeerrsccnlose no tim do 5, l'.OMJJ
ara a deOrbCi-S. I. Firfnino de Nocves.
Ao 7 do art. 6. a scresoenia.5.0004 para as
obrs da metra da Boa-Vista 'Jesta cidade ; J:000*
para tgraa de Santa Hita de Cassia; 1:500*
Vara a igrvja da Cas* F.irte -S. R.- Tblentino de
C rramo. Pernambaco FJko.
A art. 6 3 7.Para as abras da matritdA Bs-
cada 1:0*, S. R. Fgmiredo. inane
Mamede. *
Ao art. 6 S 7 ac-reseente-se.2:000J para as
obras da eapella da Can Forto. 2:000# para as
ibras da irmam'ade de Saal'Anna da Madre de
Deu.S. K h\ Ftgtuiti:i.+-RntiHo de AMeida.
Ttixeja de Si.
Ao art, <> 7.Para ai tras da igreja ntatrii
de Ignara* 1:0004, e 'i004 para a da \apelfc
da Senhora SaufAnna da pevoafluo da Gamboa
ainrmentando-se para esse llm a quota. Amoral.
Otralamte a" AtbHeHer%ne. Bnrrns liego.C,
'fArnujo.Oliveira Andrade. Coma Gondin.
J. VovertC' nte.
Ao art, 6 8.;-Com a estrada de Itapissumaa
NiBuieA, pudendo ser mudada a direcrao pro-
jactada, 2:0004 anjaaeotando-se para isso v(Tb*.
Amri.Cin>ttl(rnil9 leWrjr.Gotipi/tw Urna. Oliveta Andrade.
Correa Gondim.-C. d'AiaHJo.J. Catalcaatt.
Ao 7 accresoeoie-sH.Paiaa igreja dos Mar
tyrios d'esta ridado '-'Mi ; para a eapella de
Neata Senhora da Caiiceicae dos Milagres era
(Miada 300IIW0.S. R.- Gusmo IMo. F. Fi-
gueira.
Emenda.A' matrn da fregueiia das Montes
l:o00; 3:000* de Agua-Prela; 2:0004 a da nova
(regnia de Gameteira.S. R.Giie* Catalcanle.
Ao.in.6f 7 aecreacanie->e.i:0fX'41 para as
..hras da eapella de Sania Rita desta sidade. S.
i. V. Cunto.
Ao art. t S 7.Cem 'a continuarlo da obra
da igreja do Livcatiieuto da cidade d< Rio Formoso
1:000* S. R.Rufino- f Almeida.- G. Drwm-
utond.- Oliceira Fonseca Barro* Wanderkg.
Cuuka Ftgoeirta.
Ao art. 6 j 7 accreseenle se Com as obras
da igreja da Casa-F-irte, na fregaesia de Poco da
Pan-lia 1:0004.S. R.Rufino de Almeid*.
Ao i 6 a.:cre*ceute-se. 1:008*000 para a ca-
lleja ;. Sa'uneim.^OicWra Fonseca.
Ao art.4 J 7 aeciesceate-se.Mais 1:0004 para
as obras da uainz de Ileuito ^--S. R Cunha Ca
rafeante. 'C d" Armjo.Burros Wandwdey.
EmnJa ao $ 8 art. C, accresceate-se ao
linat desttV. Mirad* de Nerita a Apipueos, da entrada da Ca.-
Pona, f nii" -i-iik foi ooiisignade no ornamento vi-
gr.te, S. ~t\.-~-Verm*Mbueo FXko.
Ao ai i. ti 8 acw.-seente-st;. 6;0W* com
compra do jcude do SalgaeiraS. R. Rufino
e M*t-.'i Ao :xri. (i (i aoerescen'e-se.Com os reparo
da tetrada de Ojiada 3.0004 -S. R- Rufino de
AlmeMti.
Ao art. 6 g 8. Supprima-se a verba 4&4D0J
para n i uiivaumnto da estrada de Olinda.S. R
^Rirfiin CAlmfda.
ERUAA.
No -resano jjualicado beaiem, de seaso do eom-nic, W*s- se :
O 6a. Guattio J.)o, declarando ter-se iaiposto
como regra invoneMl de sua ondacta dW%
casa nili eoDstrtnir-se orgao de nonhania pre-
ie:\:f.<> wriieit^r, senle em mi- est, ;--|ireseaUiiioo jusiftcando a emenda
m nieva a 4 *L a poroeutagem do precarador
d.i \. .ir.i ni,jjirjpaf d'esta cidade fixada era 3 */
pate^rojeelo ..le so diaoate.
REVISTA SIAXIA.
A^SEMr.A PROVINCIAL.Hontera a assem-
bHsa cpnrovea era l* discossan, o projecto n. 129
tesie anito, snbre crotos suppeinentares, sendo
dfeaensade o iniersiicm re<|Urimento doSr. Mel-
lo Repo, e o de n. 114, autorizando o governoa
prover em qnalqaer cadeira vaga de instruccio
elementar desta cidade ao professor >jdbilado Joa-
'iiii Antonia de Castn Suncs ; em 3*, o de o.
lUM.i!'li-jndoopresijjtuedaprovinetaa apozen
u. t mu o s.;lee (jue ora percebe, o capilao da S*
ouuNNMthia do rn-po de policia, Joaijuira Fernn-
tes Je A/.-vedo ; om :p, o de n. 34 i|ue aopro^a o
cntraC cuiebredo cora Jos leurii|ues da Triu
.laitt para o enUbelecimento de carrie de ferm
nas; i'.a d''-tawlade; em 2" discussao. as emen
ias i', "crecidas l'>r'-a M'cal.
CoiMiuDanoo s i* discussao do orcamenlo pre-
vmr.'.l. .'i.-iram as Srs. Kafiao de Almeida, Gns-
iiia.;.',i.. I. de Drummond, Wandurley, fieaa-
du .i iNeu-sa .diada al serem impressas as
i'ini.'ihi.i no jcrml da casa.
A Hiiieni do (ka para hoje : conlmuagio da
ananredenie, 2* lacrio do projecton. 129 e3*
rie 'U n.'.V) todos desteanno.
K'PPLeNTBa DOS J1ZES TOHGIPAES.-
F boottm pubKeada ana lista dos suppleDtes d>*
i-rmo Je Tacaran!, aja* naa exacta^ A verdadei-
r.i a segninM :
l Frandseo Cavalcante de Albuquerque.
1* J"< Nonato da Silva.
:;." Alventiuo Joo V. Jo Francise Cavalcanle,
o." M.uiotd Antonio da Cunia Gancha.
Manoal Cuvakante de Aibuquerque.
i'CiUMEMO GRAVU-Xo domingo, pelas 9
i.t- da nuate, nas immediaces da casa de de
. ..... r.amillo de tal, ex-praea de voluntarios da
,.. den tres lacadas era Antonio l-'rancisco
Barbosa, logrando evadir-se.
INCENDIO CASl'iAL Qnaado no domingo a
nouie os moradores da Torre, encerravam os exer-
.ieios do mezde Ma;a. na respectiva eapella, bon-
-. ni inreadio nn aliar, produzido riela queda
fama vela, qnc reduzio cinzas toda aarmafao,
7. e-talar indos es jarros, laniernas e outros v-
itroa qjte serviam de eni'eite, e eaasou raestno
llamaos a imagem.
jnZO DO OOMMERCIO.As audiencias deste
: /. i ;ias-aiii a ser dadas nos dias de quarLa-feira
')' eada wmaiia, as horas da manhaa.
Al.r(RlA. O Sr. tenente MaBael Antonie
Viegas. deu carta de liberdade, no dia 2 do eor-
r-3flle. a sna eserava Florencia, de 40 an-oi de ida-
de, pur oeeasiao do eocerramenlo dos exercioios
lo n:i. Mariano, ora urna missa solemne na igre
i dn Risario dafregueziade Santo Antonio.
INCOMMODO. Temos qneixas de moradores
da prara de Conde d'Eu, contra a raaneira per
un inine apena de tres braca* de altara; a anal dei-
u ti. 11 a umaea para dentro das casas. Chama-
ni >- para isso a atiencao defuera compete.
eyt 1)0 REJFE.Foi hoiMem julgade o reo
Manuel Martina da Paixo, aecnsado por crimede
uCitira de raorte erntra o pardo Vidal, eseravo
ilo Rxm. Sr. viseondedeSuas-una. Oreo (biabsnl-
vid i. Foi seo advocado o Sr. Dr. Innocencia So
r| Ideo.
O r Andr de lloara, submeUido a jcrlga-
meato no sabbado, tm defendido pelo Sr. Dr. A*
lano Cstevo da OBvetra.
FESTEJOS PATRIOnCOS.Delxe de ter lagar
s lesiejos qne na povoado dos Montes lora an-
.'iii ociado no progranuna trae bontea publicamos,
ni conseq nenria dad grandes chavas quj nesne
fiiar lem nestes dia* cabido.
E' LOIIVAVEL-O Sr. Goatavo WerieimeT, por
paco de un raez assi* aos ensaios havidos na
i^r-j da Suata Crnz, que se nzeram para sohwnni-
i i '.: d i ultimo da do raez Mariano. Aetes como
te fallam ao cora cao e elevara aquelles que os:
j.ratieam. Cmtaram! brilhantemeote as Exmas.
"^ras. D. Mana Lrobina Braga,' Adelaide WanaVr-
fcy, Isabel Seve, e inais oatras distinetas seohoras.
A brbante festa coneorren grande numero do
<>> pecadores.
PiKJCLAMAS.Foram lidos no domingo na nnv
liii la freguezia de Santo .Antonio os proclamas
..'gintes:
i.* denunci-cao.
iternardino Osar Frdre, eom Hermina Rosa
FerreiM Das.
Antonio Ferreira liuu, com Josepba Thomazia
;i Villa-Nova,
ilalduiao da Crnz Uibeiro, cjm Mara das Mer-
'.v-neiro e Silva.
Flix Vicente Ferreira, eom Maihildesdo Esai-
i-Santo.
Antonio Ferreira oa-dasis, eam Fortunata Mara
Sores.
Pedro Sirauel Aunes Jacoina Pires, eom Pran.
cisca Uailherraiua do Souxa.
Symiilicio de Saoi'Aana Codtbo.xora Ansa da
Albuquerqae Reg,
luce aduno Tnomaz Borgea da Fenseca, cora
matia Candida de Lima.
Joo Martins Pant', eom Josepha Francbca de
1. dentmcicSbs
Jos Gon^alves da Cruz, com. Josepha Mara da va o atrio da matriz.
Muais casas se acnavam tapber
ConceicSo.
Joao de Aquiao Ponseca, cjm Rita Mara da Boa
Morte.
Joao Luiz Noguaira, com Rita Mirla da Boa
Morte.
Beato Domingos Dias, cora Olympia Magdalena
Dlnis.
LoU fos de Sonsa, cora AsnanMoa Marquas
da Silva Mascareuhaa.
Sil vino Baptisu da Silva Chaves eom Mariana*
Francfoea da Conceieio.
l).ningos JoaqulradeFaria,com Gemilioia Ama-
lia Parara Borge.
3.* dennnoitcio.
los Ignacio de Mftdeiros Jnior, com Jaciaiha
Candida da Concedi.
O bacharel Ua^muedo Braotto Rms* de Lima,
com Philoraena Sabino de Lima Pinhe.
Joaqim Cavalcante di Araorim, com. Mara
Isabol da Silva.
Vicente SHva, cora Mara Carolina Lln So-
riene. *
Francisca Antonio Moreira do Camino, cara;
Isabel Joaquina da Silva.
Nicolao Martins Muhl, com Rufina Marra Ra-
mos:
LOTERA.A que se acha a venda a m. 149*
a beneficio da irmaadade de Santa Anna da igrja
da Madre de Deus, a qnal corre hoje.
embanderada eom o mesmo golto era que se acha-1 raaiq.ee ambos os socio), que e Dr. Paulina Teste
socio do Dr. Kedeires, sob a Arma da Meletros,
Ramos & C> bera como que o mesmo Dr. Paulino
PUBLCACOES A PF.0D0.
A o publico.
CT prcsumtvel que seja na presea' e ses-
s3o ^lo jury submettMIr/ a jn^mento o fa-
migorado Joo Jos da Araujo, cotikeciiio
porJo5o Grande O Divino Espirito
SatHo presida o respe.jtivo coa de que seus dgaos mernbros collocando-se
aa ajin da lei oloiiaem cx)irtra essa fera
o uvrec'do castigo. Sim ao Ilustrado ju-
ry da capital que cabe a gterin de julgar
esse reo de polica, coberto de -aogue fio*
mano, clteio de despojos roubados e inul-
tos iofelizes !!1 E* no jury dassa crviaada
capital que '.abe a gloria de julgar o tigre
qaoem um s dia lerio a li' inofensivos
pas de i'ainilia, entre os quaes se coniou o
eosiio respeitavel I^uiz (onc^ives 'la Loz,
tenente la estincta ca vallara ailician, no
teno escapado a fera, o infeliz que com o
ataque de #r>ta fora pocaado por unu pewa
at a na. nde 'oi loortaiinente espancdo
Aeado que -todos esses rnfel'zes foram Mt-
Ibidos a ca^a do Sr. tenjQte-coronel Ma-,
neel J foram tratados I f
E' fioaiaente ao respeilavet tribunal do
jury desta capital, que os hatiilantes da re-
cuezid dos Aiogados em sua maiona vem
ni nome da lei pcdjr a pumeo severa desse
segumloCabelleira.'qae ha'tantos anrxis tem
plantado ^ terror em toda -arrulta fregue-
zia, eque a absoivi^ qs& ter'l tara por
Um o augmento de viuvas e orphies ctjos
maridos e pais esto nf) rol das vfctrais
que ten de ser iiBinolatfas! Fe ezmen-
e Joao Grande geraiaiente condecido nes-*
a cidade e sao tantos os -*ous rimes t^e
delles ha noticia em todo (Brasil, e ttaN
na Europa!
Pro ala-se parm a noticia de ter havtdo
qaem sr.bis.se ao tribunal a pedir a abaol-
vicao dessa fera, e por isso se aflirma que
a esta reait-ar-st est provado que, era'-Per-
namh.ic o ser malvado urna reootnmen-
dacio aMoravel ; Pode ter sido absol*iilo
aqueje cajo crime ;?io est protadO ; nns
Joao Grande absohido, sollo Miseri-
. >em embandeira-
aS, olterecni*! por tanto esse|todo d'nrnatoa aos
hnbitantes djsau villa e'aos tratseunles um verda-
deinreanrWaiauadro d'alegrae de inosplicavet
jubilo, aesse dia novo, para aim dier para estaf
i villa no ortrer da jantos ana da sua existencia.
r1* Saras di tarde foi ann^Ktailo o Te-Dmm
Subindo'ao ar iniimura ginaidoks de foguetes.
'< Na Tordadva, m'ia esta%'adscotada eom gala a
rasto, Bi via-se as dTerentes ijnerfprics das bata-
ha e de nossos Teitos d'arraai esn urna palavrae
para nao tornar longa urna ti d>scripcao, foi o
armador do templo o insigne Ir. Innaeencio 9a-
drisjaes de Miranda, se amiabasta para revelar
a samptiialdide o o esmaro ; iieeresceutaalo so-
mente qan. a anuaeao M* mama que ter va 01
matrtr. decanto Antcmte'Aessaddade.
Na caocllanir esuva o busU do S. M. o Impe-
rador, decorado conveoln'cmelte.
Fui orador no Te-frmm o ehlquente Dr. conego
Lui Ferreira Nobre Pelinea, u nome, pois' a
maror reeommimdacn para n rosso acto, porque
sua autoris-ida pal:*vra se tem por vi^ej leito 08-
vir nessa cidade. sempru bom xolhida, como o foi
ltimamente por occasiao de Te-Deum mandado
cantar por soalllina. cmara ni matriz de S. An-
tonio peloraesmo motivo da ternrnagao da guerra.
A msica foi dirigida'pelo Sr, Pofciuncula, que
salisfet plenamente a especiatTa do todos ; dei-
tanda um solo vocal o Sr. Trajaho \ustrecliaao da
Costa, secretaria da cmara ^alwgado, o qaat frt
com toda atfasaco ouvido, e pe certa muitoagra-
dan a tod^s. ,
A^ssnram ao TeDenm muftat pesfoas gradas,
eare ellas o Sr. Dr. Joan Francia* da 9Va Bra-
ga, Juii e-6ireito da comarca; epresidente da c-
mara tennie Antonio ttvattsto d* Roca, e mni-
tos dos Sre. vereadofes, a detesid de poMcia e
Sr. major Pedro MUiniM da SifveiraLessa, e mui-
tos des fJM. oraeiaes da guarda naciimal ; e para
maior brtlhaiitismodo acto asslstio om corpo for-
mado-de aessnas gras desta fregoeeia, a que se
denamioea corp patrioTiee. toda onifehnisada,
irajaBiio <>nneo com um laco de filas verde e ama-
re.Ho obre o petto ; esse corpo fermot a guarda
de bonra, oecanando a nt*e do temHo em als.
Aentoar-seo wrso K-Denm L'ildamus, unta
sntvte M tirse omitas girarfdlaf de fognetes
aananciaran que tion lasar o canjeo dos sabios
Ors.-da igreja SS. Ambrosio e Agosfnho.
Pind o Tf-nmm, este acto -o tnportante de
flossa religiio. (>i igualmnre annnntiado por urna
ora salva de 21 uros.e rauius grandolas de fo-
gueis irne subiram ad'ar.
A noite estevuiHnromada a frene do templo, o
palancra* e o paro mtnicipal e tafite este qne e
atrava deceatemnte decorado, fnio o busto de
t. M. o Imperador no rurfdit un P'viimmto, em
fente entnuh, em uffl-bonito hc\ e os tres re-
trat dos nossos conterrane>>, Paulino Cmara,
David Madaira e Silveira Lessa aco.npanhando a
cada uzn lesses ratratospoesia exnoslos em qua-
dfos. se acbaram nbertos inferidos ao publico,
lira creseio nnmero da casis desta villa foram
Mumaads* exeepi-io daqusla^qu" le,a pobreza
ds sefe moradores o nao ze(im,e nutras qne pa
reciaa na-ser cus inqnilima ora lirasileiros,
Ti;:n^nesinestraogeiriis. deisos que sabem coin-
preboder ao menos o bom igassllv e hnspitalida
de, i|bo reeebem em trra edranba E o quemis
admirou nesse procediraeattt que alguns desses
pouo* qaw assn procedram, sao fnnecioaarioi
pubheos e alTrontam por stt ftirma sua patria e
a govenio que os telerH.
Vs 7 hars da< imito arr grande enneurso de ci
dadiios 'lestinetos se rauriram no pacti municipal,
eahi o IHra. juiz de direio da comarca o Dr. Me
Fumstaee da tlva Kga. como presidente. de
tao ttnlan e-pstriotiea nuniao pronuncian am dis-
ourao anlogo ao nntw i|ue den lagar a reiuiio
em^ae-se aflnavarn ; dterindo peisamentos que
deijantrn bem revelar quanln nelle domina) as
idsefde ordfm. muderai.o e de urna poltica re-
fleatva, unrsi verdaHrami"nte til na pais, so os
poiieree do estado *e sonberem aaroaeiMP da
graKdb lieao por qu- acaba de passar a n*?o4 em
seguida liuoSr. tenente reformado do exercito,
Telesfero Marques da Silva urna bella p"e-a, nella
deaoreveade todos os brilhantes feitos de^ n'>ssas
arrias no Paraguay: logo em seguid o Sr. Tra-
jaiio Australiano da Costa erguendo sua voz chcia
da Logo patritico quo o domina, fez um longo dis-
curso, occoaando-se de variados assumplos ten-
deare' a-gaerra e Eos verdadeiros seatimentas de
rt>or da-pavria, eodo muito apreciado: Sr.
parcebesse lucros das transacroes coramerciaes da
foelanade. e se retirasse, quande, em Vez de lu-
eresi Bouvcram avalladas perdis.
K', era segando lugar, f \ so que as lettras, pe-
las nuaes o Dr. Paulino requereu a abertura da
fallencia de Ouarte & Meduiros, aascessem ou pro-
ced-ssein e transaccoes havtdai eom Medeiros,
fiamos, C Os autos e os livros da falteoela pro-'
testaj) etoauentemente contra tamanha mhudadar
nr.peaa, que a deslealdade do Sr. Duarte cne-
;assn ao ponto da nao prblicar as datas, em que
Dram escripias as cartas do Dr. Paulino, que pu-
blcott, para que podesso, nessa occasiao, confroB'
ta-las cora a poca do sociedade de Medeiros, Ha-
mos t G., mostrar, que ellas nunca se podiam
prestar a concluso feastarda, que dellas tirou o
Sr, Duarte.
Entretanto, posso dizer ao publico que a socie-
dade coniffterciat de Medeiros. Ramos 4 C, tendo,
a,aando muito, 13 dias de movimento e vida com
mercial, extinguio-se em 1S de fevereiro de 186 ;
poca em que Paula Ramos della se rerou pela
carta, que abaixo vai transcripta-
As transacpdes dessa firma se limitaram toda,
nese pequeo esnaco de tempo, a algumas e pou-
cas compras e vendas d algodao, que lizeram,
das quaes nao resulton prejuizo.
Depois de sua extinccao, 18 de fevereiro de
1868, continaou Medeiros a negociar s durante
dous mezes, ponco mais en menos; (Indos os quaes
se associou Duarte verbalmente, e operou .com
elle, at I* de agoto do mesmo auno, as transac-
c6es de caa ; poca esta, em qne fez reduzr a
sociedade 4 escripia, laoeando-a no livro diario,
continuando, assim, com Duarte dahi em dianto.
E' isto o que justa e fielmente consta dos livros
commerciaes.
Come, piiis. o Sr. Duarte diz em publico, que
a sociedade Medeiros, Ramos & C, teve perdas
avuHadas ; e que de transcfSes com essa firma
que aasctfo crdito do ur. Paulino na imporian-
ca de lOiHUOOO, que quer elle haver de Duar-
le Medeiros T
Aa passo que o Sr. Duarte isto afflrtna, v se
entretanto, que as lettras do Dr. Paulino procedem
de transacSes bavidas em poca, em qu gira-
va a.firma. Duarte 4 Medeiros.
Com effrio as lettras saccadasplo Dr. Paulinn
pelo Dr. Medeirss em seterabro de
poca gira a firma Duarte 4 Me-
cordia. Onde fica o as-sasainalo do oortu-
ffueeno 'Loca, onde rica a ponhaiada em presidenle dVai-ira"m'nni'-i;ial otenente atoSio
Ricardo-PaDtaleao, oadefle o esp'ncameu-
to aa-eserava do ancio Grilo, dentro da
propria casa onde e- sicario entrou de sor-
preza, onde fica a tentativa d orle, e
murtos desacatos p?ssoa o*o Sr- tenente-
corooelCarneiro Juainr, onde cam tantos
crimes que oo se podera deserever. por
qae a mo treme e o pincel cae "AM Se ha
quem conteste o exposto, ppareca, qde se
r :o*)fun(lid( pela Jorca da verdade dus
factos
Os aaalfados tem comeffeito protegb ;
raasdaguelles.queo quizerem ter a seo
lado, mais o nobre tribunal, d stiflgnindo o
verdadeiro do falso, nao exitar era punir
aos Joans Grandes ou\indo assim a voz, e
o recame da razo e da ju^tica. Assim
esperara
&$ impartan.
Festejos na villa pelo aeabairaeoto da gmerra.
A cmara municapal em .esso de t de* abril
prximo passado, cumpenetrando se do brilbante
feito de nossas armas contra o Paragday e da no
va era que raiou para o solo americano do norte,
reeolveu que era accio de graras ao Tado Pode-
roso, se maadasse cantar um re-D^un, bem co-
ma que se perpetnassem 'os nomes de tres dos
nossos conterrneos frllecidos nesta sangrenta
guerra, mudando os oonses de tres das ras de-ta
villa, para os de Paulino Cmara, David Madeirae
Silveira Lessa, denominando tambera com o nome
do Insigne Maurrty a urna das ras do norescente
povoado dos Montes, perteaceote a este mesmo
municipio, como urna constante 'reoerdacao do ac-
to ile bravura e verdadeiro herosmo na passagem
da inrencivel Humayt, ser pois ama pagina de
ouro que tica registrada no archivo desta mnni-
cipaidade, a qul dever ser lidaf- c>m respeito e
jubilo pala posteridade, demonstrando a Htm. c-
mara actual eom este sen acto, nao amesquinbar
pelas patxes e fanatismo poluieo ora facto nacio-
nal e grandioso, apreciando o mrito dos indivi-
duos, sem levar em conta soa renca poltiea.
Designado o Te-Deum para o da 15 de maio
correte, alguns dos nossos comarcoes, perteneen
tes a actuaudade expontaneamente,aa levados pela
impressao magna e patritica do granuloso motivo
qae resolver o acto da Illrna. cmara municipal,
se congregaran) o trataram de offereeer a lita,
cmara todo sea apoio, para que esta podesse le-
var a effeito um to nobre quaopathoueo intento,
proraovendo para esse Um nma. subseripefio, a
|Ual effectivaroe.nte realisou-se com a raeihor boa
vontade, disnondo-se as ousas em taf rdem que
no dia 13 fui entaado o e-Oeutn.
Ao amaanecer desse dia, de verdsdefra alegra,
urna salva de21 tiros acompaohad da celeste bar-
raooia d'um.i barfla de musk-a, dperton os ha-
bitautes desta villa, que como por encanta, vi-;
rara sorpreheaddos neia belleza em queeneootra-l
rara a ra, hoje denominada Paulino Cmara, pois.
alta noite foi ella decorada, quando quasi toda pn-
paiaei repous-ava, no pr psito mesmo de sa Ihe'
pmdozir o elTeito d'uma serpreza anradavel. De
Mta, esta rara collarada nas m* jaoelras defron
te da nivamuris tres bandeiras, sea4aa do cen-
tro a bandeira imperial, a dos lados as duas ban-
deiras ailiadae, e no aireo da mesma matriz outras
muita bandeiras pendentes em Iwsteos d'nraa es-
pecie ds palaaetra conbMida por jus-tra, formando
suas delgadas e flexiveis follias lindos flaeas, o que
Java verdadeiro realce, olfereeendo s vista de
\odos ama bella e pitoresea pa zagem.
Em seguida at a frente do paoo da Ill.ua..c-
mara, que demora na mesma ra a alguna liatan-
cia da matriz, se arhavam enllocadas diversas bao-
driras, sendo (fue era frente do paco municipal es-
tava ergni '.o n;n paOnqna bem decorado, lindo
no centro unia':linoa e bera acabada corda impe-
rial, o paviib-i nacionai'e as liandairas ailiadas,
al;n ie uiuas oulras irne serviam de oraaie :
tamben se aeh-<(gja em frente do palanque o re-
frates de varios haflias, qne ttgur.-iram esa er-
aota guerra, em qatf fican imraaeulada a honra
nacional, pelo honroso modo porque termioun :
sao estes retratos daa-Sfs. conde d'Eu, dnque de
Canas, baro do Anatzfcnaf, raarquez do Hurval,
bario da Passagem, general Cmara, capMaes Dr.
Jos Paulino da Cmara, Harmillo l'erigrino David
Madaira e alferes Marcelino Franco da Silveira
Lessa ; eslava todan-raa ear frente do palanque
Evaristo daK-.cba,tarantndoninado desentimen-
tos verdadeiramente patriticos fez am diSenrso
apreciando o motive de urna tan grande aprecia-
vel Teumo. 'Seauiram-.se outros discursos e poo-
sias dds Srs. Alxar.dre Jos Ropera Firho, rTrj's-
ses .i-.ii-^'.ueies da Costa, Saiustiana Xiliano da
Silwira Letisa, e-Sdbino e Escossie professores di
msica; t^rmirtando-se a reuaSo do pac da
llli'aa cmara municipal c >m o hymna nacional,
qne ni cainadoiieiss Sfs. Dr. Francisco Cqmlie
todos os demais-^rs. o rro.
0 !ilm. presidente o Sr. Dr, Braga esovidou 3
too.* os senbores que laziara parte dessa reunan
pan se retiraremda salado docel,condHnndo-os
mi outra -sala do raesmo pac/), ondo se acha*a
bera Danmentad urna mesa de variados doces,
mas-as e fmos lioorcs, e aai lados reunidos hoo-
verain differentes brrades feitas pelos Sr. Dr. Pe
dro ca major Pedro Miliano da Silveira Lessa, presi-
denta da cmara, Trajino Austreclraj e outros,
a o* helos dessa rnade guerra em qae a nacSa
hraslleira se nrgueu a altura das nccOes mais l-
rilisadas e aiantadas do mundo, terminando a me-
sa 'jimu o vwa de honra a S. st. a Imperador le-
vantado pelo Iilra. Sr. Dr. Braga, sendo este viva
entbu-iasticanienta correspondido.
Terminada por esta^orma toda areuniao do paco
municipal,-sahio Laulho patritica acompanba-
i -> de ccascido numero de cidadios a percorrer
as ruis desta villa, oceupando o enramando dn
mesmo batalhio o Sr. Manoel EKas Taemado Les-
sa, ufficial de voluntarios da patria desta fregu
zia que fez teda campanba do Parag passeiata que .foi serapre acompanhada pela banda
de msica, a ^ual fai serapre ioseparavel de toda
fanecao, foram consua^raente levantados muitos
vivas a religiao do estado, a S. M. o Imperador,
ao eoade d'Eu, ao duque de Caxias, aa conde de
Herval, ao general Cmara, e ao general Victori-
no, era (ira a todas os hroes da guerra e ao Eira,
presidente da provincia.
E' mdiervel o jubil de que tsdos se achavam
possaidos ale o nal acafeamento do festejo, que
foi cneerrado com urri bello fogo de artilcio qae-
raado era frente doPacj'manioipal, subindo ao ar,
alm de maltas girndolas d fogo, dous raagnifi-
cos-ttaUes.
Em todo esse festim reaou sempre a maior pra-
zer e aleara, sera Jiaver a taais ligeira pertorba-
<*ao, tal era o espirito de ordem que dominava em
iodos os concurrentes a esta grande festa nacio-
ncl.
As chavas at oerto pdnto coneorreram para
que nao fosse a festa mais brilhante e concorrida;
todaia posso asseverar que al bella e magnifica,
e que nada aJtoo.
Ounfreciador imparxal.
sao accitas
1S8 nessa
deiros".
Nessa mesma paca existe o livP- de registro
de letras a pagar de Duarte 4 Medeiros, indura-
do essas mesmas lettras do Dr. Paulino, na res-
ponsabildade da* firma.
Em vista do exposto, como que o Sr. Duarte
asserra em publico, que o Dr Paulino na cre-
dor da firma Duarte* Medeiros f
Ora, se as lettras do Dr. Paulino foram accitas
pelo Dr. Medeiros na poca de sua sociedad" com
Duarte; se o registro de lettras a pagar de Duar
te 4 Medeiros co*nprebende, e indue essas lettras
na rosponsabitidade da firma social, salla as olhs
de todos, que teem a menor noco de direito com
mercial. qae a firma referida era, e deved ira
da importancia repre e que nenhuma rzao tem a Sr. Duarie, quand
asseverou qne o Dr. Paulino nao era credor de
Duarte 4 'Medeiros.
Abena a fallencia de Duarte 4 Medeiros, como
foi pelo Or. Paulino, o qne tinha, ou lera esta fal-
lencia, em vista do exposto, com a exmela socie-
dade de Medeiros/Ramo* 4 C ?
Qae dependencia traba, por ventura, essa Tal-
lencia daquella sociedade?
Se nao era ons'ivel abrir-se a fallencia daquella
extincta sociedade, porque nao existia divida al
goma, contrahida por esta, por pagar, e porque
ella afia nnlia nn nada iraplicava com a firma
social de Dnarle 4 Medeffns, porque, e para qne
lira, o Si'. Osarte veio uo recurso de sua pronun-
cia para a relaran juntar as cartas do Dr\ Paulino,
trazer e se mnne, e a sociedade Medeiros, Ramos
4 C nessa discussao f E para qne, finalmente,
pmVicnn ess*j cartas, e derlas fezjffgo em um im-
presso, aisiribui'lo aos Srs. desernbargadores, e
expiio ao publico?
Sea duvida. porque quiz ferir a repulacao do
Dr. Paulino, em lagar de procurar, siueote, de-
fenler-se de urna uronnncia, para a qual o Dr.
Pinheiro nao concorreu, e era poda coneorrer.
Ferto isto pelo Sr. Dr. Duarte, foi etatae que o
Dr. Paulino, vendo cora sorpreza suas cartas juu*
tas ao recurso do Sr. Duarte, e que este, em iu
irar de defenderle, pnicurou ante o publico e o
tribunal da refcteao feri-lo no que o hornera e o'
juiz tem de maii sagrado em sua repntacao, pro-
curou em continente reagir contra elle ; mas sem
tempo algum de upder esmaga-lo em tito Injusta
aggresso, era vista da Ilegal rapidez de seu re-
curso, que nao lite deu tempo para destruir o seu
libello ds aceusaeo e explicar os factos que t ra
voutade da Sr. Duarte inverta e eoufunda.
Era taes ccadicoes, o Dr. Paulino, vendo triura-
phr o recurso do Sr. Duarte, e lutando, ao mes-
mo tempo, com a m irapresso, causada pela in-
versa o de suas cartas, e dos factos (qne se guar-
dn de emboscada para com sorpreza se exp-las
ao dominio do publico e dos tribunaes) ouvio o
raeu humilde parecer respeito : nao besitei em
dizer-1 be, que en, nas suas condieiies, recorra
imprensa para destruir essa irapresso. explicar
suas cartas, e restabelecer a verdade dos factos :
ja que eiles eslavam no dominio do publico pela
forma que flea exposta.
Toraou o Dr. Paulino essa resolucao, e pnbcou
o sen communicado, qne deu lugar resposta do
Sr. Duarte.
Se, porventnra, houve da parte do meu amigo
algura exces>o no sen communicado, devldo, sem
duvida, impressao da dr, quo esi preso : era
qne son eu respousavel por ess eexcesso e pelo
odioso,era que porventura esteja, hoje, essa lucia f
Quera foi o provocador ? o Sr. uarie, que sem
uecessidade alguma, para sua defeza expoz a dg-
nidade e honra de um juiz desagradaveis Juizos
com a inrersao e confusao de factos, por meio de
mqressos espalhados, ou o Dr. Paulino, que, de-
pois, procurou. a iraprensa cora peito franco e
aberto para defender-se 1 Quem foi o advogado
imprudente? 0 que fez Duarte daraquelle passo,
ou o que acooselhou n Dr. Paulino para tomar
pela imprensauma posicao franca e grave aura de
defender, ah, a sua reputacao? Sobre quera
deve caltir o odioso, a que tenha porventura che-
gado aqueMa iula, e as graves consequencias, que
d'eila anda pdera resultar ?
. O publico sent quo nos julgue ; ticando certo
q^te teabo. gracas a D us, toda a coragem para
na negar a pateanidade de raeus actos, e sei re-
sigaar-rae s suas cjnsequeaeiae.
Tenlio ctua essa exposigao cumprido, smente',
o dever de advogado da massa fallida de Duarte 4
Mederos, nao deixanJa passar sem ooatestaeao
factos aliament. falsas, asseerados pelo "Sr.
Duarte com o lira de tirar d.'elles proveito, e o
de amigo leal, assaminde a responsabilidade do
meu eaaselho, .por forca do qaai venno do mais
alto da iu prensa convidar o advogado do Sr.
Duarte (que fea a minuta do recurso) para entrar
mos, eetu aquelle assenlo e rejpeito, qae devem
C racterisar ara advogado ie pue distingaem o II-
lustrade advogno &j Sr. Duarte) na diseussao
,-u-citad entre o Sr. Dr. Paulina e Sr. Duarte.
lisou.'sob a responsabilidade de urna terceira pe-1
soa, que, para esse flm escolhen, em lugar do se
apresentar como fez o Dr. Paulino, com o sea
proprio nome e rosponsibiiidade, nao pode dcixtr
de revftltar-sa contra isto; e rcsponeanlisar o aJ.
vogadooa conselhoiro do Sr. ane pe) odioso,
e desleal desse precedimeato ; meio cobarde, cora
raie fugio de urna lula '..!> seria; na qu>ra*aaar-
taae do r. Durie s* :..;lil tai gravemente'*-
nmiilij
Com effeita;. se o Sr. Duann1 teirf bofe, em seu
favor, o juijo dfe dous desetnbargadores, os Srs.
Gitirana e Almeida e Albuquerqe, que o despro-
nunci arara, nao est, por isto, com a sua reputa-
cao salva por maior que s^ja o respeito que se tri-
bute essas dous votos: porque coaua o^Sr.
Daarte (julgando-o criminoso e cmplice de urna
fallencia fraudulenta) tambera dous votos : um
do integro juiz do direito da primeira vara do cri-
me, que. no silencio do -eu gabinete, e cora o
com o maior estulc e adalyse das pecas dos au-
tos, o pronuncou : oulro do Exm. Sr. desembar-
gador Doria, juiz, que, era lugar de receber non
rada toga de magistrado que veste ; efle ao con-
trario quem honra a cadera dejulgador ; em
que se assenta.
Knf taes cundieres a despronuatia do Sr. Duarte
nao justifica (repito) a sua requla^u que acha-se
altamente corapromeltida nessa fallencia; e a dis-
cuti, nos termos enr nue offereeo, umagaran-
tia para o proprio Sr. 'Duarte, que tem assim es-
paco bastanto para justilicar-se completa mente,
se e est innocente ; e nenhuma rarae ha para
que se repula o rae convite ; declararan, p<>-
rm, em tempo, que s entro em diseussao cerca-
do das mismas garantas que offereeo ; a sa-
ber : disiiusso cornos proprios nomes, esoba
responsabilidade dos dous advogados da caus ;
causas ha que ein seus mystcrios, < certo
carcter de personalismo, que s pdera ser trata-
nas pelos propros advogados, que as uiclaram,
e seguirain o seu curso....
Sem embargo, porra, do que levo dito, vou pro-
visoriameoto aventurar algumas cousideragSei.
cerca das eartas do Dr. Paulino, impressas ptl i
Sr. Duarte, nao obstante a falta i declarada dts
suas datas e do reconhecmento da sua lirraa
Admittudo, por momento, que ditas cartas li-
vessem sidos escripias na poca, era que exista a
sociedade Medeiros, Ramos 4 C, raestno assim
ella,! nao provam, que o Dr. Paulino foi socio da-
quella sociedade, como disse o Sr. Duarte.
Cumpre-me, aqui, lembrar. que o priraeiro fun-
damento .pelo qual o Sr. Duarte disse ter sido o
Dr. Paulino socio Je Medeiros, Ramos 4 C, foi
lerera arabos os socios da fir-ma Duarle 4 Me-
deiros assim declarado nos autos da-fillsncii;
fundamente, que cahe por trra, por ser falso,
como declarei.
O segundo fundamento as cartas, qde elle im-
primo.
A sociedade, sob a firma de Medeiros, Ramos 4
C, compunlia-se do Dr. Medeiros Paula Ramos e
Reg Rangel, cont se evidencia da primeira car-
ia ahaixo transcripta ; consegu'mtemente > Dr.
Paulino nao fazia parte della.
Sao sale as cartas do Dr. Paalinr, publicadas
pelo Sr. Duarte, como orova de soa jssctcIo.
A primeira contera a promessa do Dr. Paulino
Medeiros de levar-Ihe algum dinheiro, e : 10 olTere-
ce nella a sua firma para el'a tirar o dinheiro, que
ento paila Ihe. A segunda mixlra, que o Dr.
Paulino escreveu Huberto, autorisan lo-o dar ao
or.- Medeiros o dinheiro, de que elle predsava
:emproraettendo-se pelo pagamento no dia do ven
Nao possa deixar de sabir da miuha obscurtda-
de, para dizer algumas palavrae sobre a discasso,
que1, por este jornal, se ba levantado entre o Dr.
Paulino Chaves, e o commereiaote Joaqun) Radri-
gues da Silva Duarte, acerca da lakeneia de Duar \i
te 4 Medeiros.
Sea advogado. da massa fallida de Duarte Me
deirw*, e amigo da Dr. Paulino Chaves; e fui seu
advogado, quando elle requeran aquella fallencia.
Ness duplo carcter attribuem-me alirOma res-
ponsalHdade pela m e okKa attitode, em que
est, hoja, cotiooada aquella discnsao.
Teuho, pois, a rbrigacae de ealicar-Bie, o
deiiuir-ine neaas negoci* e restabeleeer ao mes-
mo tempo, como advogado da massa, ar verdade
dos tactos, que se acham alterad.' s e invertidos.
Disse, o Sr. Duarle em o seu comuiunicada o
seguimos:
< Est uo dominio do publico, e caaet dos au-
tos da fallencia de Duarte 4 Medeiros, par deela-
raed* de auihua n socios, ne antes da firma
Duarte 4 Medeiros, o sorna Madairas .tiaera socie-
dade com o Dr. Pataluo, sob a firma de Medeiros,
Ramas A C. que o Dr. Paulino ptjrcebtu lacros
das transaccoes comioerciaes da sociedade a se
rentara dalla, quando, em vea de lucros,, noava-
rain avuliadas perdas; su eartas, entao, escrip-
tas ao socio Medeiros, ue se achara d* Os. fl'-
dos autos, e nue abaixo va publicadas, mostrara
a exi-teac.a da sua soeiei.aa. ,>*
, Dems, traiwaeoes socaes resnUau licar-lbe
devendo o sooio Medeiros, e acceUar-lna esta tres
Ultras na,mportancida 10.;14V*0; e cjnnclue
o Sr. Dojaota, dendoratie o Dr, Paulino nia cre-
dor da. firma de Dawle 4 Madtiros I *
Xasse periedo aUo o Sr. Daarta era duarsas
falsidade.
E' falso, em priraeiro lugar, qne dos autos da
fallencia de Duarte 4 Medeiros conste, por deca-
I aElffiL
Se, porventura, der-me a honra a vr a ira-
prensa discutir coaigo pobre e obscuro advo-
gado, 1 be fica re i obrigade e me oomprosaeitoa res-
ponder lugo as suas razoes de recurso, detwns-
traado ossegurates pontee :
1
A lligaM.vJe do re curso voluntario, iaterposto
pelo Ur. iuz de diren > do crime, eorao substituto
do jntz especial do curamercio : o erro e a illega-
lidade das formulas, cora que sagnio o recurso dn
Sr. Datarte para tribunal da reluci.
1 Aorapleidade do Sr. Duarte a fallencia ds
Duarle Jk Medeiros, provada e constante ,do veotre
do autos ; a irapovibilidade jnridioa de su* re-
(ormu em' faca da lei que regula a materia da
orouuncias.
3|
A legaJidade o posiibilidad* da renova^ao da
procoNiu da compiieidade, p>r novas pro vas de-
oubertas dep^as de sua desproaanflia pala relaoo.
i*
A responsabilidade da firma Duarle & Medeiros
palas lauras, do Dr. L'aulu.
j>
A nenhuma dependencia da deeado Sr. Duar-
le eom os nagosios dasuciedade oxiiueta Xi Mb-i
dairoe. Ramos 4 C ; a noraa e as iarlaa ,do.pr
PauUa 'CJuvas or^m UivantaaVs nessa recurso e
discussao, cqm o flm torio estranho a defeza..
A nao o\istc:a absoiuu da sociedade, c
luarciai da Dr. P>iiJiooc^Heairo? u a;irjs.
Qtuodo a.oairpag fPm,c \<* o Sr.
DiiI^alMp^aawA W
pronto naie a-respo/iriahilida ds-
c*ir, abvam.sua d 4w* de
BuaateAJlnile mplicJuatle do SrTDuar
te, e va, qae a respostajio Dr. Paulino rol irraa
poreao de insultos que o Or. Duart* lite prodiga-
*
cimento. A t-rceira versa sobre a venda de um
psr.-iv. do Dr. Paulino, que e*lo eatregou 4 Me-
deiros para es'e fira. A quarta contm ura peil-
do in mesra Dr. Paulin i a MeJeiros, exigirdo
melada, dos lucros' de q.raas moe Jas de ou^o.
Ai aqu nada lia que mostr a sociedade, que
allega Sr. Duarte.
Com elidi, verdade que o Dr. Paulino muilas
vezes deu ao Dr. Medeiros, 4nneTros a juros; bam
como Ihe prestou a sua firma, e ihe dea abonos;
(fahi. porm. se pode concluir que elle'era socio
da firma Medeiros, Ramos 4' C. ?
Nao ; porque, alm d'nraa VA crttcTusSo n3o
ser legitima, ac'crcsce. que e3ses favores foram
prestados pelo Ur. Paulino ao -Dr. Ifeiros, por
ser aquelle compadree amigodsste.
Essas re ardes tao intimas, que ento exiliara
explieam e justficam perfeftamerrM a franqnea e
cuunane, cora que o Dr. Paulino serapre servio
ao Dr. Medeiros, quande e to d'elW precisava
E tanto era essa a razao da franqueza do Df
Paulino para o in o- Dr. Medeiros fqo predomin*
asnwenr snas cartas ja, eita**s) qt'aqrfelles
inermoi servicos e favore. de qne iratam ditas
canas, foram leilos pelo Dr. Paulino da mesma
forma; quer no tempo, em que Medeiros nSo ti iba
sociedade com Paula Ramo* e Regn Rangef, q ter
mesmo no lempo, em qne Medeiros era socio de
Uuarte, comose v das ca tas abaixo transcripta*.
Se a frauqueza a confianra (que revelara as
cartas do Dr. Paulino, empress.is pelo Sr. Daarte).
cora que servio o Dr. Paulino ao Dr. Medeiros,
provam sociedade do Dr. Paulino com Medeiros e
Paula Ramos, devem lambern provar pela mesma
razao, que era o Dr. Paulino seek> de Uarte 4
Medeirosporque servio ao Dr. Medeiros no tempe
dasta sociedade da mesma forma, perqu o servio
era poeas anteriores ella e a sociedade Medei-
ros, Ramos 4 C.
V-se, pois, qu a9 cartas de* que rae teaoo oc-
cupado, nao "authori-am a conclusao desleal e
apaixonada, que a m f do Sr. Duarte soube de-
duzir.
As ullimaslres cartas impressas pelo Sr. Duar-
te conim um s pensa ment ; nellas mutatis mu-
tandis, o Dr. Paulino pede, que so Ihe tire a 9ua
responsabilidade no banco Mau; d'onde cora a
sua firma tihham tirado a qnantia de 10:000.1.
Dessas carias quiz arada o Sr. Duarle concluir,
que o Dr Paulino era socio de Medeir.:s Rsbos
4 u, sem duvida baseado em algumas phrases
pouca explcitas que se l em ditas naftas.
Porm, por mais desfavoravel qu seja a inter-
preta cao dessas phrases para o Dr. Paulino, o
que certo que qualqaer conclusao que n''.=ea
dessa interpretaio, toda duvidosa, vacill.'mte*
e incerla, e nao pode fazer frente a prova era con-
trario, qne resulta dos factos segnin'.es :
i. Desde que a primeira caria, ahaixo trans-
cripta, mostra com toda a clareza quaes as ]tes-
soas que fizeram parte da Ilrma commereial Me-
deiros, Ramos 4 C., nao lcito conclair-s de
cartas mal esenptas, e de phrases escuras, ter
sido o r. Paulino socio d'aquella firma.
2.* Que a sociedade de Medeiros, Ramos 4 C.
nao chegou a organisar-se com a entrada de ca-
pital algum: como se v<1 da mesma carta, espe-
cialmente nas palavras c Se conhecess que real
nenlium tinha d entrar para a sociedade, de
cerur nao me teria animado a consentir, que o
mea nome appareresso na praca, onde ni peque-
a posicao qne tenho, elle bem conhecido.
Era vrtude do que v-se que a dita socieilade
nao passou de unja tentativa de orgauisaeao e na
qual morreo.
Sendo assim ; como se acensa o Dr. Paulin? de
ter sido socio de urna sociedade para a qual nao
entrando os seus socios cora rapital algum, dei-
xou ella de er constituida e organiaada 9 Csmn
escreveu o Sr. Duarte. que o r. Pantitw perce-
beu lucros de urna tal sociedade ; retirandi-se
ddla, qoando. em logar de lucros, honweraa avul*
tadas perdas ?!!!..
E ei^ como o Sr. Duarte. se atreven a ferir a
reputacao de ura uiil I Eis queso fedoz o
alor das cartas de Dr Paulino, que sa wat de
emboscada como um cotosso para se eeaonfa-lo
ante a opinio publica! 11 Para yae potara o
Sr. Duarte declknu da respensabtt*dade do seu
communicado, fazcad.i responsavai por elle o Sr.
Pessoa, teodo, entretanto, unto dmaraa -ara
gastar, eorao allardeia T I I
O i fue pode mais haver, portanto, nas caula) do
Dr. Paaliao, que o prajudique ?
A eada do seu uscravo par ascriptara i
vada?
Nao ; porque isto nao reate tase.
Os lucios das moeda.- d'ouro ?
Nao; am ou antro aetotsolado de oaaaaiKao
de tal ordem, se nao permiltidp ao raapatiado,
tambem nao consume mercaatia nos lertnos da
....
Aqal fiad) a ligeira e provisoria aprect*Qa<> da
aecusaca, feita pelo Sr. Duarle ao Dr. Pao|iuo,
fundada nas suas cartas, ero quanto voot aminar
nos autos essas cartea para ver as suas nat-
ranaacao e coiJrouulas com diversas cartai do
pr. Medeirns ao Dr. Paalmo. E se ma foese pos-
sareJ obia do Sr. DUatte urna resposta sinesra,
Ihe partnntaria. de que forma foram essas- Har-
as, dirigidas MMalras, jirar em sen poder!'
Se essas cartas astatfam na burrado eariplraa
do Dr. lVdeiros com ontros papis, sr o Sr.-lk,ar-
te nao lie iu enoarragano, como di, do esQiipaiirio
do Dr. Medeiros, dejla aa -sna sabida para o'mal-
lo, como foram parar elUs rra pod r do Sr. Dtia',
te. tendo o Dr. Maaeiros aa retirad') paca o mallo
com amisade com. o.Dr. P-ttlino, e vattanH
sonso depos de sua iaJlecia .berta ?
Ro3ta-rae, finalmente, dizer dnas palavras ao
r. Paulino.
Um magistrado, que tem na opinio publica
adquirido o conceito, de que, felizmente, gosa S.
S., despresa com orgulho os insultos, ue Ihe fo-
ram dirigidos pelo Sr. Duarte: acausa celebre,
que elle se refere,, Ihe faz honra; nella foram
confirmados toda os seus aetospam relacio;-nel-
la foram todos s seus actos plnamen'e justifica-
do no Diario de Pervutbfco de 6 de julho de-
186S; e no Jonial do Rerffe de 10 do mesmo mez,
por urna das melhores peanas, qae enriiueeem o-
foro des-u cidade, e de um modo tao cabal, que
nada deixa ,-. desejar. O facto da vistor, que se
refere o mesmo Duarte, da ordem daqueUes que
nao merecem resposta.
Acensar,Ses lia, que repeljem por si toda de-
feza ; a detaa strppoe algum merllo na aecusa-
Qao, quo ella se destina a destruir.
Qaando um magistrado, como o Dr. Paulino,
que gmente inspira-se no dever, e rene em s
as mais borros.,* tradicoes, e se tem distinguido,
sobre indo, pela prohibidade e independencia de '
seus actos, nao pode consentir, qne se Ihe defenda
de impetaeocs da natnreza das qoe Ihe fez o Sr.
Duarle ; porque a defez3, oeste caso, ama injus-
tiea, que se Ihe faz.
A probidade do juiz da primeira vara desta ci-
dade um fado, tao geral e absolutamente reco-
nhecido na opmio publica, que todo o ataque,
feito ella, nao passa de urna louca pretvncao,
qne merece escarneo e, ao mesmo tempe, eompai-
xo ; e mxime, quando o ataque traicoeira-
raente dirigido por quem se leve a coragem de fa-
ze-lo, sobrott-lhe a cobarda de fugir depois da
responsabilidade de te-lo feito.
Recife, 6 de junho de 1870.
Anlero Miinoel ile Medeiros Furlado.
DOCUMENTOS.
Amigos e Srs. Medeiros e Rogo Rangel. Smto
dizer-lhes que varaos dar um espectculo bem cu-
rioso, e vejo que nao oulro remedio seno concui-
lo. Tenho resolvdo a nao continuar na sociedade
que os raeus lions amigos- me proporcionaran!, e
mesmo agradeco-lbes a idea que tiveram de qnu-
rerem coneorrer com as suas valiosas proteccoes
para a ntelbora di rneu futuro ; porm conheeen-
do eu em lempo qne, longe de melhon-lo tem
tal vez elle de ser anda mais roedonbo, vista da
falla de conianca que reciprocamente temos e
mesmo conhteer que a sociedade nao pode conti-
nuar debaixo dos auspicios que temos enllocado a
nossa, j pela raaneira pela qual se est, os se
quer efleemar as entradas dos capilaes, assim co-
mo a falta3que ha de um gerente qne seja o ni-
co encarregado das traosacedes, e caixa, e goze de
toda o confianca propria desse lugar, pois, sem isso
nao ser possivel empreender negocio algara ; e
aehaaio-nii' Icoge de euuiprir essa espiiilio>a jai
fa, e raui'.o raenoada maoeira porqne se quer le-
var as cousas; resolv como j disse, a pedir-
lhes que me dispensen) da coniianca queem roini
depositaran, re>tando-nte a satisfayo de ter dadi;
um bom resultado na pe-quena transaeco que ti/,
portanto lica era m do Sr. Jos de Aqnino Pon-
ceca, -J:00a confrme o seu reeibo. para compra
de novo* algridoes, corn-ndo essa transaeco anda
por mioha conta, por ter me envolvido nella. a
qual depois de linda, faro Vincs. comigo o que se
quizerem.
Se conliecesse que real nenhum tinha de entrar
para a sociedade, de certo nao me teria anim;nl
a consentir que o meu nome apparecesse na pra-
ca onde na pequea posieao que tenho, elle bem
conhecido. Se nisso caus-Ibes alguma contrwie-
dade, p'ico-lhes que me pecdoem por ella filha da
verdadeira certeza que leobo do mao resultado
que tem is de tirar:
Come sempre sou amigo verdadeiro Paula
Ramos. ,
Redfe\ 18 de eoereiro de 1868.
Documentos e cartas escripias em 1867, epocba
anterior sociedadeMedeiros, Ramos 4 C.
N. 1.Declaro que sageito os meus baa para
garantir todas as asignaturas qne me lem-presta-
do o Sr. Ur. Paulino Rodrigues Pernaodes Chaves.
e por todas as mais. que me tiver de prestar De-
claro mus que farei sempre ftrine e valioso o pre-
sente documento, qoe nesta data par meu proprio
...nii. assigm.
Re;fe, 2i de seterabro de 1S67.
Francisco Jos de Medeiros.
X. .Estn conclniado o balancn da losa, pa-
ra poder concluir o roen negocio : sobre o qoe
tiver na lofao Antonio Mara Ibe dare hypotbe
ca ; e o que fallar para intelrar en data imme-
diatamonie ; a Ira lem sido a cansa dessa demo-
ra na rKlisarao deste negtcio. O descont da le
tra-vou effeciuar hoje ; al gora ainda nao Vn, >
isto para inteirar o resto da importancia, que Ihe-
devo.
C de setembro de 1867
Francisco Jos de Medeiros.
N. 3.Peco-lhe especial favor de endossar, isto
, de accrescentar a sna firma essas letras e :.
minha que preciso desconta-las : sao os acceitan-
tes seuhores de engenha e certissimos ; preeis.
de fazer descont della?. para com o que Ihe to-
mei ganhar algum dinheiro. O doutor me offerc-
ce os seas prestimos'; porm, o favor serio, c
por isso petjo-lhe toda a franqueza.
G d- ahosto de 1867.
Francisco Jos de Medeijos.
Documento era fevereiro de 1868.
Declaro que ficarfl vendidos ao Dr. Paulino Ro-
drigues Fernandes Chaves, os escravos segnintes
havidos do inventario de meu pai. que possuo,
livres o desembarazados, Theodoro, Arquillflo, Jo-
s, .uvini, Litiania. Rufina, Josepha, Barbosa, Xi-
ceas, se porventura nos vencimentos das letras
perten<:;otes mira e pelo raesmo doutor, garan-
tidas ao banco Mau 4 C. nao forem integralmen
te pagas, o que farei firme e valiosa por escriptu-
ra publica, logo que deixarera de se effectuar re*,
ditos pagamentos
Re-j'e, 29 de levererro de 1868.
Francisco Jos de Medeiros.
Docttm^nto em epoclta m qoe exista a sociedade
Duarte 4 Medeiros.
X. !.Sei que V. tem protestado ni) assignar
letras por nnguera ; mas eu crelo que em rela-
fo a mira sao injustos semelhantes protestos ; vis-
to como ereio qne sempre tenho cumprido o meu
dever como hornera que presa bem bem os favo-
res de ura amigo, pois bera para um negocio ur-
Sente, preciso de 3:0U0i, eu e voss tirarmos este
nheiro em casa dos Srs. Roberto 4FHhoso
compadre podendo ervir-rae da presente occasiao.
nio se compromette, nem prejadica a sua honra
e nem a sua digmdade, pela contrario mais aug-
menta o seu conhecido crdito, Assim cont que
mo sirva,
Recife. 30 de outnbro de 1868.
Francisco Jos de Medeiros.
X. 2.Moje paguei ao Trindade as primerras
letras, que j esto era meu poder,
j- Dbutor, tenha paciencia, e creia com sineerida-
de, que tenho necessidade de dinheiro, e boje
principalmente, pel que peco Iba o especial favor
d mandar-me hoje o que Iu fr pocsivel.
Francisco Jos de Medeiros.
(Estavam reconbecidos.)
ERRATAS.
No coat)icado em resposta aoSr. Dr.
Panino Chaves, pubilfcwto no Diario do
sabbario 4 do correnle, deram-se os se-
gotnies engaas:
2. Columna, 8.1 liaba, onda se l ne-
cessida, deve terse antmesida,deH/
linm onde se lf? tirar o s credor,- :a-s
lirar o credor.
3.* Cilumna,, 5.* linha, onde se l recu-
ln, Ica-se recuou 6.a linha, onde se *
andar. Itia-se andn-- 26.* linha, onde se
\& estar elle, leia-se, entao elle 36a linba,
onde se l, Lei, la-se elle 46>;* lino,
ande se le** Juizo, lia-se Jun 34** linha,
onde se l, terceira, ta-se segunda vara
5.a Columna, !* ioha-; onde se l; se-
gunda yara. la-se primeira vira.
mmm
COMMRC.
w-
JDXBK
rRACA DO RCFE 6 DE
DE 1870, '
AS 3 1/1 BOBAS DA TABDI
Algodo de Macei 1*' serte 1*CW a. por kil.
pasto a bordo a trate de 3-8 d. e 5 0|0 (sabpaw f.
arabio sonrp landres -r W div, 3a>. ar>
<) por ii/OO (sabb^o/.
oucailo Josa ASdimo.
Preainaiue
A. P. dn Lama,
Pe secreurk).
ALFaKDBGa.
Unm*".'?:::: B
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I
Diritddbfoyatfabttfto W Ur*J d* iunio e/84. '

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loen dem 'cosa gneros
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Bescarregam boje 7 de junho
"Brigue Italiano fwra iKw-*rc*oor*<.
Barca portogoeSocio/-mercadorias.
Barca t^lHai-^Hmittwtn,
Uta mftaa-JMium-idem.
Logar norte-allentio.4r/r*oideua.
Lugar togleRoefcrbaealho.
Lagarlaglex.Vorafarlhh da trigo.
Brigue olnaraarqneiitnwidem.
Barca franciaflw Gnnifemarcadorias.
Patacho portuguezbnpko dem.
Patacho inglet.Warp Cometidem.
Patthoaustriaeo=/fehfortuna de trigo.
ergele togler-CMro-plViffa.
BrtgncBoraagaensefj/ferfarinha de'trige.
""~ portojaeirtprfy/ovarios gneros,
e pi*W|0BZ--8etampa(/aidem.
wJ* ion-.fanha e arroz.
WCBBKDmA m MC1TOAS I*FEBJUS GE-
RAES DI PERNAMBUCO.
uaaotodo dia 1 a i 10 l2*244
ldun *o da fi....... 5:7861487
. i
16:587*7:
QONSOUDO provwcaT"
Itaodimeaio do dia 1 a 4 10 800*398
Hem do dia' ./ i2:ii:J4
fortn emrjsjKes na sacreUrjs, ognerb alimeb-1 :
tlW*U : I
, Are r lifanco p
te doce, bWafteo, Wi*a J if f,im>fco
e rn<*do,caWa*r*e, dita aeea; doce de goiaba,
Mtfiba de mandioca, dita de mantfilo, 4% de
km tHanias. leatha.-feta' raanteiga
a flMfeM, twelada,'eim, pSes As seis
-M$as, sal, touoiabQ, vmagre e vfamo i
Pacas' a vapw.
Dos pertt io eaf enerado
atoi? doeowtatew^
napa, gomuMBdjglw o
tafea

~~*llllliJB___
I eoberto, i dog cari, sllhoes, arelos e Wtte
| muros oijfli-iO ipe* slanio patente ao exalie
tii:97M4,T
MOV

DO PORTO.
contrata tambero a lavagem na
roupa cargo da informarla militar, eujos con-
tratos vigorar do tvde jllip vindouro a 31 M
detembro, sendo taes gneros de primeira quah-
dade.
Qaartel na Sbtefle em ftrnarabuco, 4 de junho
ettTO.
'Francisco Antonio de SBan-eto Jnior.
_ _________Tenente scCTatario.
Da orllera do Illm. Sr, conselbeiro inspector
da thesooraria de fazenda deata provincia, se faz
paMico para oonhecimento de qnem se interesfar
que, as 2 horas da tarda do da lo destemez iro
'praga peante a juuta da mesma tbesouraria,
para serem arrematados por qnem por meaos fi-
zer oe-reparos-de que .preeiaam diversos pontos dj
edillleio cm que fiinoeona a alfandega desta Ca-
pital, oreados em 1:379690 confjrme o orca-
rtrento e clasulas especiaes que setao franqualos
aos protendentes na secretaria da dita tbesouraria.
Os lieitautcs deveraibabiliur Mpwlameute,Bii<
traud'i-so aatheoticameotc desembarazados e
qliles tanto ipara com a fazciiJa geral Boto para
roo a provMal.
teerftria-d tbesouraria dazeaua daPornam-
boro, 4 d.- hinhu de 1870.
ServtadooeofliJial-niaior.
Manuel Jos Tinto.
[fagots da demora
porlos do Mrle!
j recuWMaa aaeaueiroi e eofaj;
sarga qoe o vapar poder XM. a
ir HBarcada no h ie sta m&a*.
las toheifo a frtv B n 1 bofds do
ahida.
Nao 9recebem como eacoffimeftdw senio ob
tactos de pequeo valor e que nao excedan a Qmi
arrobaade peso ou 8 palmos cbicos de medicio
Pudo qne passar destes limites deveri ser emir
ado eomo cargv
Previne-se aossenhorespassageiros que soks
passagens s se recebem na ageaata, roa da Crtu
a. 57, Ia andar, escriplono do Antonio Luiz de
Qliveira Azevedo & C.___________
GOMPANH1A PfiRNAMBCCANi
M
HMppe *.
iDiliapira gn
etdTme, 6 qt
lerem e^po:
Jiaa. trwu forado-si; o; *na fa-
inlervenco do
bjeito Msten-
lo
rto^fade
LEILAO
Oe novfis Mf. rMroi. cry*-
^ ^ note
Ifo sobrado da roa d*> Hftndego b. fO.
A'tioiwrtt/rtuios no da 3.
Baha das, pttacbo porlugaez rgo, de
207 toneladas, capitao Joaquina Mnnoel
Joaqiriin Anir, equipagem 9, carga
3s29 saceos com fariaua de mandioca ;
a Joaquina Jos G. Bltro.
TriesteO das, brigue austraco Diezi-
ca Brttder, de 2!>9 tonelada*, capito
Antonio Pod ch. equipagem 11, carga
1,19o bar-ricas com fariona de trigo ; a
ordem
Lisboa .12 das., brigae portuguez Rtlam-
pago, de 23" toneladas, capito Joo
Epipboiiio di Silveira, equipagem 14,
carga dilferantes gneros : a Tnomaz de
Aquino Fouseca C.
fiio-Grande do SulO dias, lugar portu-
guez Ment Luiz do Olrveira da Velaa, equipagem 10,
carga i.iOO arrobas de c^rne; a Amo-
rim frmao S ('.
Rio-Grande dv ^ul for Macei23 dias e
do ullimo porto 2* horas, brigue-sseuna
brasfleiro C'yme, de 257 toneladas, ca
pito Jos Moriteiro -de Almeida, equipa-
gem !3, carga'257 saceos com farinha
de mandi ca c-_l 3,200 arrobas de carne;
a Amorim lrrr.o de C.
Bio-Grandi do Sul21 dias, sumaca bes-
panholi Ricarth, de 140toneladas, capi-
to Flix Brgtiera,equipagem II, carga
9,380 arrobas de carne ; a Tisset Frere.
Rio de Janeiro15 dias, patacho austraco
Niorrf, de 4'W toneladas, capito Garlos
Duneihe, eqc'pageiu 11, carga farinha
de mandioca e ouros gneros; a Veras
i Barbedo.
i'arahybao dias. trille brasileiro Mana
Amelia, do v toneladas, capito Fran-
cisco T. de A.J88, equipagem 5, carga
varios gneros: a l'arente Vianna 4 C.
Liverpool57 dias, paticbo inglez Martha,
de 22o toneladas, capital Thomaz Wal-
ter, equipagem 8. carpa fazendas e outros
gneros : J ib 'en I'ater C.
Cardlff48 dias. barca norte-alleaia Cari
Georgc, de l;38 toneladas, capito F.
S'.orver, eqnipagom 13, carga carvo; a
Antonio !.. de 0. Azevedo -C.
iiias no mesmo dia.
ParaPatacho portuguez Nova Sorle, capi-
to joaquim Jase da Silva Jnior, carga
diferentes gcr.orcs.
'.io-Grau'!: do SulPalaciio nacional Sal-
rpueieg, o.-tf itvo Jos P. de Altneida,
carga assneai e agurdente.
RtChGnmde d Sal Patacho brasileiro
Francoln, i ; 'fo C. E. Merry, carga
anacer < agurdente.
Xaviv. atraaos no dia 5.
Rio do ,an::r i 15 dias, escuna ingleza
MU!':, ii-. i.' ameladas, capito Pet-r
Henua, eqoioagem 8, carga vanos gc-
etrofl ; j Aalotio Luiz de O. Azevedo
C.
A ios ?>. idos ic memo dia.
Rio Grande' d i SulBcigu? nae onal Siquei-
ra, capito js Francisco Alves Jnior,
carga assucat e aguardante.
Cwis iflWJo provincial.
Pelo oonsulado provincial tai-se pobhco qne em
o meipl-oxiimi de junho cometa a cotrer apraso
-dos 3i dias uteis'para a eobranca bocea do oo
fre dos iinposiosda deeinu urbana de h 0|0 sofer.J
os bens da raiz, de corporacao de mo-morta, e
do eonsamo de asuardente, 'relMh-os ae crrante
anno Onanceirone 1869-70, inoorrendo na Mlta
de 6 OtO os eontnhuintes qne'ao satisffeerem
suas qiioias dentro deste praso.
Consulado provincial J7 de maio de 1870.
w administrador,
Antonio Carceiro Machado Wos.
aTega^So eostelra por vapor
Parahyba, Nata', Macao, Mossot, Ara-
caty, Gear, Mandaba, Acarac e
Granja.
qnv O vapor Pirapama, commandanv
AAL Atevado, Hiniri para os parto-
bHPjb aeiraa ne dia 13 do correute asekora.
la tarde. Recebe carga at o dia 14, en corn-
il endas, e passageros e draheiro a frete at a^
1 huras da tarde do -dia da sabida no aseripto-
ro 4e Forte do Htftas n. 12.
LEILAO
DE
flff&t
rov
deiraajias para aala e de. jamar, .dV
para meninoyim hHP* : jninta-
rjme pelaAlIJiura* da inantM
'*Hlvial ;uov>l^' Santp.__
Qttvul* ieilao......
De fogo? arifleses para festejos das noites
domilagrisoS.-'ABtiiB/'S. Jb5o e s^
Pedrs.
i Sejta-feira 10 io crvente.. u m tg
O a*te PdMana far Ieilao por cftnta rise
de quenr perteaeer de diversos e nunca aqni vis-
tas ogos artifldaes viudos de tora do imperio
certos deque aoncabouveurna noite taobriltiante
pela dtversda* e posto do fofo ervindo algoar
Hr sollos obre agua oi^pira hreim e ser
em dnfias para chegfr 1 roes os coaV1
ts: sexta-feira 10 do crrente no largo
d> Corpo Santo ao a do caf eommercial aa II
--------
Gosturdras
ase dV cof inVMra*'! 'Wf*#a
j^t^IrniM-rairii
Preeisa-se de ri^r ama t
^3W^:.*Mar
o O. 43, # andar:.
Em virtnde da ordem do Jllm. Sr. capitao de
fragata e capitao do porto, fajo publico para sci -
enca dos senhores possuidores de madeiras, que
se acharo, depositadas as praias a nos caes, por
mais de cinco dias, ou outros qaaesquer objectos
que embaracem o transito publico, anda que te-
nham licenga da cmara municipal, que fleam su-
jeitos s penas marcadas no artigo 14 do regula-
ment de 19 de mai > de 1846, se nao retira-
ren! no referido praso de cinco dias taos objectes.
Tamben manda fazsr publico que tem desig -a-
do na conformidade do artigo 73 do menno regu-
lameflto, que as embarcares do trafilo do porto,
laes como alvarengas lanchas, canoas fe outras,
estacionen) joa ceroa dos Passrinhos, ou na niar
pequea, nao pdenlo nenhnma dessas embaroa-
Qoes estar Tundeada em qualqner outro lugar a
nao ser carregaude ou descarregando, e todas nu-
meradas e marcadas cem urna letra do alphabeto
par.", disignar a esta^o, Como se deve observar
pela? Uceabas de qne deverio estar munidos os
dono- de taes embarcacoes, na conformidade do
artigo 76.
Capltauia do porto do Pernambuco 2 de maio de
1870.
O secretario,
Decio de Aquino Fonseca.
mam rniwm
m
Paquetes a vapor.
^ifS
Cerca de SOOsacce con farinha, com 2
alqueires cada mu, de marca S e com
toque de a varia.
HOJfi.
O agente Pe tana fa'ri leilio por coala e risco
J*!? PeneDOfr ae cer **) saeeos com
2 alqueires de farinha de raanJioca multo fina e
cea totne de aMrja, viwb do Rlo'en vapor ante-
neaoo Marale entrado Basle porto em I do
correnta anez de jnnbo, os quaee serio randados
em 1 oa mais lotes a voatade, terca-faira 7 do
crrante pelas 11 horas da aflbia no trapiche
alfudegadedo Bario doUvraawto, ne Forte do
llanos.
AO
. t-.Aie*a-se na roa da Auri
ta da fiOnnos, qne sabe eoser,
o servico interno de urna casa
mnito carinhosa para criancas.
ireui
sefaV.
AMA
Precisa se de nma ama pTra cofrotW e lavar
a casa de pequea familia : tratar na ra
o 9,3" andar. _________
~ PMfaetoies aftWro ~
P ecisa se na tinturaria fraaanaa, naa 4a Imoc-
EESURACQES.
C0MPANH1A
DO
BEBERIBE
O catxa dcjta cf/tBoanhia-, commendador
Tnomaz de Aquir o Fonseca, acha-se auto-
risade a papar no seu escriptorio ra do
Vigario n. 10. "das 10 horas s 3 da tarde,
o iV dividendo ? esta comjanbia na propor-
<;Io de 3 > por rsda ac?o.
Escriptorio da Conspanhi do Beberibe
18 de uni de *60.
O secretario,
Dr. Vraxii* i G. de Suiza Pitonga.
O conselh) eci-n'mieo do depdfette dos re-
HUKas enntrata n.: cia I* do corrente raez pelas
10 Iwras da manhs, eni vista das propostas que
THEATR
fiTMRASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A DIRKC^AO DO ARTISTA
DE-GIOVAWI.
HOJE
BE.\E!-iriO 1)0 ARTISTA SCESOGRAPJJO
ERNESTO ADOLPHO SALBANHA
GWffiL E LLSBEL
ou
os iiugies de s. kmm
m erapregado do theatro se achara na es-
tafan dos trilhos urbanos, raunhdo de passe as
pessoas que apresentarem se com bilhe'.es para o
espectculo.
Principiar s 8 horas.
Dos pono do norte esperado
at dia 8 do correan o vapor
Tocanttns, cammandante J. M.
F. Franco, o qual depoi* da de-
______ mera de oostume seguir para os
do SUl.
Desde j recetoera-se passageiros e engaja-se a
sarga que o vaporpoder eonduzir, a qual deveri
*er embarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e dinheiro afrete at as das horas do dia da
Nao se reoebetp como eocommendas sanio bb-
lectos de pequeo valor e qne nao excedam a J
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de med-
cao.
Todo que pasear destes limites dorara sen
embarcado como canga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
teas s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
( andar, escriptorio de Amonio Luiz de (Miveir
Azevedo A C.
COMPAWtIA PERNAMfcCAWA
DE
Navegagd costetra por vapor
Macei escalas e PewuVj.
O vapor Giqui, <*nmandante Costa, segui-
r para oe pertos cima no dia 8 do corrente
s 4 horas da tarde. Recebe carga ate o dia 7,
encommendas, passageiros e dinheiro a fret
at s 2 horas da tarde do dia da sahida, no es-
criptorio do Forte do Mattos n. I?.
LEILAO
*af ,
Be cerca de O calas com nai-
a e \errl
HOJE.
O agente Pestaa far Wfeo por conta e risco
de quera pertenwr de 150 oaixas com massas de
Nerri em nm ou tois lotes a volitado : terca-
feira 74o corrente as H oras da manba near-
mazem do Annes.
LEILAO
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE '
%'avegaeo costera por vapor
Mamanguape.
\Y ^ vapor Cwuripe, commandante
AVISOS MARTIMOS.
COflPlMHIl
DAS
Messageries imperiales.
Ate o dia 10 do corrente mez espera se da Eu-
ropa o vapor francez Gironde, o qual depois 4i
demora do cosiume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e M ntevideo.
Para condQoes, fretes e passagens trata-se na
agencia na do Commercio n. 9.
At o dia 11 do corrento mezepera-se dos por-
los de sul o vapor francez Sinvh, comm.ndante
Massenet, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos tocando em Dakar (Gore)
e Lisboa. Para condifes, retes e passagens,
tratase na agenciaToa do Commercio n 9.
GOMPANH1A PERNAMBCANA
DE
Navegagdo costetra por vapor,
Porto d Gallinhas, Rio Foroioso e
Tatnandar.
O vapor Parahgba, seguir para os portes ci-
ma no dia 10 do correut. meia noite. Recebt
carga, encommendas, passageiros erdinheiro a fre
te no escriptorio do Forte do' Maltes n. 12.
Kio-tirande do Sul
Prepara se para fahir com a possivel brevida-
de o patacho Cifro, por ter a maior parte da car-
ga, e para o resto que le falta, trata-se com o
consignatario Joaau m Jos Gansalves Beltrao : a
ra do CcmnicTcio n. 17.
Silva, seguir para o porto aomano
dia 11 do corrente as 6 horas da
tarde. Recebe carga, encommendas, passagei-
"r.se dinheiro a frote a! s 2 horas da tarde
do d'a da sahida -o cscriptoriodo Forte do Matos
n, 12.__________________________________
Para Maraoho
A barca portuguesa Josephinn, que est a che-
gar di> Rio de Janeiro, d'ondo j sahio, seguir
para Maranhao cora teda prest-.-^a, para o que
desde j o.iganja a carga frete barato : tratase
com Mirquos, Barros & C, no largo do Corpo
Santo n. 6. 2a andar.___________________
I'ara o Io tv.
Para o referido porto pretendo seguir co/n a
possivel hrevidade por ter sua estiva prompta a
barca portuguezi Soplara, para o resto e pas-a-
geiros trata-se com o capitao ou com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fon.-eca & C, ra do
Vigario n. 19, 1 andar.
De movis. Iones, n-ldros, erys-
tae* e carros
Terca-feira 7 do junho. .
Ko sobrado da roa do Mondego n. i91.
LEILAO
Em continuapo
de taxenitaft limpas e avariadas.
naE.
Th( maz JefTeiies i C. counuariio por inter-
vencao do agen* Oliwira, o sau iraportantissimo
Ieilao de esplauade.'. fortimentev de fazendas as
mais proprias do meicado, seodo lirapas e raui-
tas avariadas por tonta e risco de qnerapertencer,
Terca-fc-h-a 7 4o corrente
as 10 horas da niauhaa eui seu arraazem ra do
Cominnrcio n. 46.
" LEILAO
OE MOTIS
O agente Pontual empe:entemente autorisado
vender em Ieilao 2 guardas ronpa? para homem,
1 lavatorio cora raanunM, banquinhas, 2 tppara
dores pequeos, 1 sof anarello, 2 marfueas,
1 santuario, 16 caqeiras do amarello (guaraicao),
12 cadeiras dt lata, 1 cabido, 2 candieiro a gaz,
1 linternas, 1 rica secretaria de jaci/ani rnar-
chetada de madreporola, 1 inarqnezo para casal,
I diio para solteiro, 1-guarda loca, 1 apparador,
I toucador, 2 BBestnbas, 2 cabides e 2 enchuga
dores de roupa.
' Quarta-feira 8 do corren!-.
No 2" andar do sobrado n. li ra Nova, as
II horas.
Manricif Jus> dos Santos Ribeiro far Ieilao por
intervenga db agente Marlins, quarta-fefra 8
do corrente, das melhores joias que licaram por
se vender*oo Ieilao de 3 do corrente. a falta de
tempo visto eolno a -ande auantidade de lotea
desuados a serem vmidos nao permilifraai a
eonclnsae do referido Ieilao.
Observa-^eaos pretndenos que foram vendi-
dos muttos objectus por senos de sen valor in-
trinsico, bem coam caaiaa de un, relogios de
ouro e de prata, earrdBtes, amis etc., ele
Comparecara pertaaao os pretendot>* no dia
indicado as 11 aulas o esa qne a pechioeb con-
tinuara.
AVISOS DIVERSOS.
-I,,.......... .H, !! -
Sociedade Uniao BeBefioe&te
Convido aos irmes desta grande corponaio
para nodia 14 do corrente, as fl >huras da urd
compareeerera na sala das suas sessdes para dar
coraprimento ao art. 39 des seus estatutos : -nal
ra do "Vigario n. 22, 2^ andar, de ordem do pre-
sidente da mesma.
LEILAO
de farinha
de
mandioca ata-
Rt't de Janeiro
Para o referido porto pretende seguir com ai-
la brevidade o paticho rabe por ter a maior par-
te da carga tratada ; e para o resto qne ibe falta
e escravos a frete, trata-se com o consignatario
Joaquim los Grmcalves Belfao, rna do Com
mereio n. 17. ^
l
Para o rjfi-riJo porto pretende seguir com mai
ta brevidade o patacho portuguez A'ora Sorte, por
ter a maior parte de seu carrjame to tratado, e
para o pouco quo lhe falta, que retobe a frete
commodo, trata-se com o consignatario Joaquim
Jos Gonealves Beltro,
mera 17."
ra d<> Comnlercio nn
PARA A BAHA
contina a receber carga a frete mdico o brigue
italiano Petro Eugenio : a tratar cora E. A. Burle
& C, ra da Craz o. 48.
ni i i i
LEILOES.
de movis, louci,
crvstacs
carros.
A SABER:
Mobilias de Jacaranda, pianos, rici>s quadros
com finas gravura-, divans, espelhos grandes, ta-
pete para forro de sala, 1 rifo lustre de bronz.-
com 6 bros, outros com 2 e 3 bicos, jarros para
flores, lancaj e cortinados, veivziaaas, caeiras d,'
balanco, conmoda, toilet.'goarda roupa, guarda
estidos, relogios" de mesa e d" parede, estantes,
mesas edrh abas, IWros,"mesas elstica^, appara-1
dores, guarda I u^as, apParemos de porcelana
para cha e jamar, ibjwito''de ele'-tro-plate, co-
pos, clices, garrafas, oimpotpira.scatna.da ferro,
ditas para menino o vinho, urna machina de cof
tura. I da.d en.coTimar, 1 fogio de ferro,
bombas de regar e de repucho, 1 carro grande
nada.
,0agente Pestaa fr {eiisc por ceta 3 risco
de quem pertencer d<- cerca de G00 saceos, di-
versas marcas, ora farinha de mandioca avariada,
as 11 horas em oon!<> do dii 8 n corrente no tra-
piche biro de Livramenlo, era utu ou mais lotes
a vonndo dos compradores.
LEILAO
De ptima mobilia
A 9 do corre- te.
En consequeneia do Sr oaqoim Monteiro da
Cruz ha ver seguido para a Europa e ticado o
ageute Oliveira incumDIJo de fazer o Ieilao da sa
mobilia cenaistmdo esta vw urna espen lida guar-
nico'de Jacaranda para S'ik de visitas aibda qua-
si nova, tHndn a mesa do eeftfra e%o> cjns-.ilos
tampos de ricas pedra? raarmere, uffa dita :am-
bera completa em pone nso, eonsolos differenles,
bancas para jugo, Rodas secretarias, cadeiras de
balanco, de bracos p outras, guarda vestidas e
guarda louca's. armarios, commodas, espeihos e
toncadores, esleirs e alcatifas d" salas, leito para
casal com cortinado, ditos menores, apparadores,
mesa el. stica parajsntar e or.tras dtif-rentes, la-
vatorio?, lindas figuras e jarros de porcelana pa-
raenfeites, cxcellentes re .gms para cima de me-
sa, castigaos rom mangas e candelabros de vi-lro,
candieirs, globo terrestre e aihs, supi i i res cor-
tinados cora sanefas para janelias, apparelhos ae
porcelana par*jantar, subreiaesa, cha e cafe, gar-
rafas, copos e outros cr.staes e numerosos outros
artigis nieis comu indispjnsaveis, fr mesma
agente o indicado Ieilao
Qointa-foira
as 10 horas da oanbaa, n i predio rna do Impe-
rador n. 3!. 2" e o^ andar?.
mmiMiiHii ii
wtmmamm
MDANCA.
O Dr. Carolino FraielsVo de Lima San-
tos mudou sna residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 87, 2" andar
do sobrado cojo ar nazem conserva an-
da hijo o norae de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Seterabro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sna profUso de medico e
de operador, pede ser procurado a qual-
qner hora do dia e da noute
SEG
IflRn
CONTRA FOGO.
A Cflfninhii Indemnisadora, esUbetoekte
testa prefa, toma seguros martimos obra
iavK* e seos earregameataa e contra fog
aa 41900, anercadorias e mobilias: t
rtt^'fryaffeB. *. pailiijlo ttreo.
Na ra Nova n. 50, 1- aadar, graerau-re au7
gar um eecravo de 14 16 anuos pan servico
de ana.
A Sra. viara Carmll qneam aiaoOar a esta ty.
podtaaiWa twa-w seo. _>____
aVaga-se o segante anar da ra Nova au-
tnarofB.
Aug. Tappaobeek C dliverpool,
avisato a eorpo do com mereio que o Sr.
Tbeodoro Chrislianseti o sea agente e
procurador conforme a {ir curacao registra-
da no mereiissimo tribunal do .eomiuercio.
Dividendo
A- R03INHA.
Para que tanto rigor ? at onde pretende che-
gar? nao receia ura rompinoento 1 responda ou
espere algum cousa mais positivo.
Pantaleao.
Paga-se o 5o dividendo da maesa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos C a rasao de d 0|,
no escriptorio da roa do Vigario n. 13, 1* andar,
as ierras e sextas feira i das 11 horas da luanha
1 da tarde.
Hoje 7 do corrente haver omoihos a 10,
10 1|2 e 11 horas da manha para o lelil do Sr.
P. Neeiham, pagando cada pa->ifrim 500 res ;
os omnibis partirSo da ra do Imperador esqaina
ta ra 1" de marco
Natham Dauheisser, vai a Kurana tempo-
rariamenfe e deix.-t por seu bastante procurad r
jo Sr. Ioseph Lehman em 2* logar oSr. iuliolzaac.
Prncisa-se de urna cozinh^ira: na ru* Nova
n. 21.
Maniiel Joaquim da Silva Brasileiro, seus fi hos,
genros o netos cordiaiincnle agradaccm a todas as
Sessoas que se dignaram assislir aos ltimos su-
agios e aeorapanharam at ao cemiterio publico
a sua- inaito prezada consorte D. Mano Benedicta
da Silva Brasileira ; e de novo a seus parentes e
amigos convidam para assisfirem a algnmas mis-
sas do stimo dia do seu pas-amento, sexta-feira
10 de junho, na igreja do Epinto Santo do Colle-
gio, as 0_1|2 horas da manhaa, pelo que eterna-
raente sao agradecidos.__________ .
Jos Pereira da Costa, Julia Apoiinaria Perebra
da Cosa e Jacintho No. es da Costa, e-poso, fllha
e genro da faileeida D. Senhormha Apobnaria Pe-
reira da Costa agradecem cerdjalmente a todos os
fcus parete*amigos a raerte que (lie flaeram
de a-.'ompaahar ao cetnilerio publico os restos
raortaes da nfesnaa finada ; o de novo convidam
aos raesmos par.i assisbrem a missa do stimo dii.
quo tora lugar na matriz do Corno fonto no dia
quinta-feira 9 do corrente, as 6 horas da raanba,
para cuj tacto lhe flrarao su mniainente gratos.
Cintinnan andar fgidos os escravos que
desappareeeram no/ metes de oembr do anno
prximo passado e margo do correnle anno, tempo
em que seu senh >r inora va, no sitio de S. Miguel,
nos Afogidos, a saber : urna mulata de nome Fe-
ticidade, lefade 3,1 anuos corpo e altara regulares,
cora signaes do be-.iga pelo rosto, intermeiandu-aa
algumas pintas rxas, pus seceos e pequeos, filia
fina, cozioha e engorama com toda perfeicao, ella
veiodoPaco de Camaragihe, julga se estar feito
ama, o'que se pro'.e ita contra quem a tiver, assim
como urna crioula de idade 34 annos, de nome
Luiza, baixa e franzlna do corpo, cara secca, Ben-
gueila, costuma vender na ra, e sahio grvida,
alguraas pessoas a tem visto com a cria, intitula-
se de frtrra, tarabem o mualo de nomo Sebaso, |
que foi dos herdeiros do Sr. Fernandes, morador
no Rocrfe,cotn os signaos seguimos : secco do cor-
po, pouca barba, e descorado, talla meia ronca,,
Declarado
Me sendo por'Mguem altribuido o facti rfe
urna doagao, apresectada por nrnrte de aaeapai,
apresso-me em declarar que nao so eneade coui-
raigo, que me chamo :
Manoel Angntn da Fonseca e S'rtra.
Precisa--e de uraa Mita para rasa # bomcm
solteiro : as Cinco Poetas n. 156. .
ATTEKCfiO
Fornece-?e comidas com n.uil'- asseio piraos-*
de familia, lojs 00 aiirnoia otrieina, uuin.iBit>>e
buscar, ou mesmo levar em eaaa de seus ;
na mesma casa receb i se ronpa para lavar e en-
gomraarwdo por prego commodo : na iravessaiU
ra dos Pires n. 5.
Precisa-se
de urna rouier para i-ozinhir em casa !: fai:li:i
P'ga-se bem : quera pre ender dirjase roa do
Torres n. 42.________
Precisase de uin.i ama qoe eompre v coti-
nbe para casa de pouca familia : na ra n iva de
Santa R ta n. 41._________________
Criado
Precisare de ura preto qoo seja escravo para
(odo servico de armazem : na travessa do Corpo
Santo n. 25.
de cad* irus para sa!% lisas, de
balance e p ira m iiiuos.
Quinta-feira-9 (! i correte.
O agente Pestaa far leLa de porcio de ca-
_ t
CA1XEIK0.
Precisa-e de um menino para caixeiro de ta-
berna : na rna'dn A rapan n. 6.
Quem precisar de um homem para qnaiqncr
aerviro. dirija-se ra da Ponte-vrtha n. *7. .
G Sr. Jos Claud i Dubeux faca favor de trazer
o objee'.o que levou amostra da rna do Qoeinu-
do n. 7.____________________________________
lisc-ava si Uvre
rrecisa-se de urna aica para o servico de urna
e duro das ticas, idade 36 annos, julga-*e an- casa de tres pessoas nao duviHando pagar >e bem:
dar nesta praga compran io para algumas casas
particulares. As pessoas qne derera no irias delles
na rna eat-cita do Rosario n. 45, 1* andar.
ernarditio da Silva Costa Camp s imi.Io de
ou os pegar, dinjam-se ao sitio do Sr. Mosquita, retirar-sn temporariamente, pan Eiirupa deixa
junto ao liospital portuguez, ou na casa de eom- ,, sens procuradores a sen irmao o Sr.Joa-
missoes do Sr. Jos Pedro, na ra da Penha, para quim ja silva Costa e ao Sr. Bernardo Alves Pi-
serem vendidos, gratifkindo-se bem a pessoa que nnero fleanrto e 0SPei-''u- cimento eommercial. Para tratar de seis pgo-
Q1-*-------------------------------------;r*-------! cios no Kiro deixa encarresrados os Illms, Srs. Drs.
Ueill QUer UPpareC i e P J- .Joaquim Ji de Campos da Costa Medeiros e Al-
* l. u I 1 buqnerqtie, Joaquim Correia iUj Araujo e I >-c
ClllIlCll' 2! Joaquim Tavares Belfort pe?iki snhcitadcroliliu.
Vn le-se utn MNIBUS cora se< p-.rtonces, !sr- coninel f ,do,Pho J'*B A,,n'illa-
vftnduumjogo de rodas de snbSellenie arreios
para cinc rcavallosj tudo em bom estado, ptimo
oara a e irreira de OlinJa Iguarassii. tambera i Precisa-se com urgencia, trata-se e paga-se
bem : na ra do Corredor do Hispo n. II.
Ama de leite.
. legooiamse os-cavaos do servigo do referido om-
Oi prethdentes dirijam-se Olinda, no lugar
da bica de S. Pedro, casa terrea cora ura porto
deferr5i defronte de S..Fianci.-co jun a
cQCheia5n,carros fnebres.
Amu.
Precisa-se de ama para o servido de un cas*
de pequea familia : no pateo de S. Pedro n.
ra roa de Hurlas cua n. 1, precis.i-se
de um caixeiro pira bakao que tah con-
ducta afliangada._____________________
Em casa dfl THlitIDORa CH1ST1.
ANSEN, na da Cruz n. 18, Micoaram-sft
sflectivamentc todas as qualidades de \iah*
18.' Bordeaox, Boargo^ns eo Raoao.

A
DO

kf^OaJTA
esquina
da na larga do
IP^ nm sortimento sem igual,1
Uro
esquina
D
Este importante estabelecimento no den genero. ^
e vende por presos qne nenhnma ontra casa p6L wL.. ,
vista da qualidade e:4ijmN[^jas joias cada nm poer-se-ha convencer da ^ercljadeJ raa larfi^^
G^arante-se serondo da lei tioiMap'k-se onro, prata^e pedrs toa por proos multo ele
vados,
AfWa at s a &)A? 4fL n(5e.
WBS H5H5?HEjj tos
n
osario,
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id PeniMbvo Terqa <&* 7 t Junho de 1*W0
==
- r riLtn
EST AMIGA E CREDITATA
FABRICA ____
IKIITIi
GUII1ITUIITI 101 CIlrLIT IIIIH
ciipiti >i aiii
De toda u nalidades I
De tota 01 feitioi I
De todas M precoa I
RA DO CRESPO N* 4

AGUIA NEGRA
J. Ferreira Yillefo
PHOTOCiRAPHl 1 IMPERIAL
18HtfA DO CABUGA18
A entrarte pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedificabas desta ptaotograph
e que se prolongaram per tanto lempo, achara-
felizmente terminados o lia berta ao servico to
publico desee 7 de abril prtale.
O predio em que est' elloeada su photogra-
phiaachh'se muito augmentado, ti s a parte desti-
nis, ao estabelecimento coala cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio.' Toaos os toncertos e aug-
memos tendo sido fetos xpreastmenle para se
montar-convenienlemente a photagraphra, e oo se
aodendo melhijr modelo esoolber do que a Photo-
ra/iaimpmkl do Sr. tasley Pacheco do Rio de;
Janeiro, o pruqeiro photafraptie 4oBrasil, e um dos
primeiros flo mando, segando a cpinio dos mais
abalisados mestres, a aessa photojraphia acba-se
dtsposu e reedificada pelo mesmo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qual foi montada sok todas asregras
recemmendadas pelos mais destnelos professores
de ccordo cora as mudiRcacoes neeeasaf as ao
clima do Brasil, recnabeoidas e estudadas pelo ha-
btteimo e pratico Sr. 1 Pncheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
photographia foi andado desde a freir aparta da
naa at a coberta, tendo-ee demolido todas as pa-
nde interiores para -se faierem as navas salas,
espacoso e elegante.
Como saiao, iflzemosnm vugera expressa-
mente corte ara examinamos as raelhores pho-
tographias aHi, e foi a do Sr. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
ces, e fia all estrnws todu ora mee esiudandt apro-
veitando a* H^ons de tao dfeiincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e tonga
Firatica de lo annos de photugraphia s ulilissimas
icoes ultiman ente recebidas 4o Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos oBereeer a Ilustra* publico
d'esta cidade e aos nossos numerosos fregueses
trabamos -de photographia fio .perfeius, como se
poden desejar, e disto convencidos, esperamos
que conUnnem a dispensar-pos a mesma pro
teccao com que ha 13 anuos nos ten? honrado e
ajudado.
PHAMAQA CEHTRAL
Roa do Imperador n. 38
!. Xaroj* da lactucario d'Aubergier, e de
thery dedo d'Abbadie recommendados,
coo alteantes para os casos, em que se
na pode osar do opio e de seas prepara-
dos, e mu convenientes para as criancas
ros pasmos e coovulsoes.
Calpa xio 'nacional.
M; ~~,F *tW"w. *
Ti?* 'o^'Obo cam fabrica de clcalos,
avia a ledos ,^9-seys freguezea, que contiad a
vender t*tfjU*n su fabrica em grandes e pe-
quenas por qj^ (^qj dantas, sendo mais barato do
que em o ^ qHalquer parte. Assira como nm
sortimer j, flg pjres de frmas franeeus nafta
7*AJ}r a ,em, do ultimo fasto. proco de
BENTO MACHADO ft C,
A AGUIA NEGRA animada com o bora accolhimento qne te ve em seas mnq-
woe, vem novo participar a seus freguezes que, acaba de receber um variad sorti-
aaatto de objectos de gosto os qaaes sero vendidos por precos muito racoaves, .pois
^oando fez os seas prinseiros annucios, foi o* que assegurou, e sem mde de errar,
porqae como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesta praga, e
sjor teso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a Meo-
io de seos fregoezes ipara os arttgos possa descrever:
Livros com o tampo de marfim, madre- Om variado sortiments _de cbaruteiFts e
farota e tartaruga, proprios para raissa.
paKiteiros de porcelana,
Tentos para voHarete.
Eeagallas com marfim, cousa espacial.
Sabonetes de alcatra'o.
Cofres de fottias para dinheiro. 1
Lindas caixas para costura.
Uta completo sortimento de lavas de pe-
Garafinhas vaiias proprias para presentes
eoosa de gosto.
Indispensaveis de paliaba e de ce uro pro-
.prioa para senboras e meninas trazer nos
WM.
Binculos de madrepepola, marfim e tar-
taruga todos esmaltados.
Gilos largos de setim, cousa inteiramen-,,- *
n nova. iwca'
Fitaa de sarja de todas as cores a larga- j Talagorce para'bordar.
ras para lacos. Um completo sortimento de enfeites de
Toacas, sapatiabos meias de seda emais;sede para vestido,
fertences para baptisadee. i prfUmarias de todos os autores 06 mais
Fitas com mscrtpcoes propnas para bou->acreitados m extractos, pomadas e leos
toet de noiva, finalmente outros muitos objectos'quen5o
Ricos vasos com p do arroz. j possivel mencioner ; mas com a vista se
Um variado sorraente de jarros de por- -certificarlo do sortimento deste estabele-
***ana. cimento.
Aguia Negra, ra fio Cabug n. 8.
i
LO JA DOS ARCOS
A
Ra do Crespo n. 20 A.
4 '
Alvaro Augusto d'Almeia C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
am dos mais bem srdidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris alguns
Jutigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
(fortes de vestidos de seda de eor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazeodasde 15a e seda propria para vestido.
Foulard de seda de 'todas as cores, tambem para vestidos.
Fi-tas largas de soda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha dlalia.
Basquinas de seda e,guipare.
Colchas de seda e de la e seda.
Cortinados de carobraia bordados moito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, -sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalbados.
Guardanapcs, colchas, aaias bordadas camisai,
Cache-rnez, baldes, camiinhas, sombrinha.
.Madapoles de varias quadades, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, .alcatifas e muitos outros artigos qoe se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEffiAS DA IN-
DIA para forrar salas.
Sitio para alugar.
Alnge-ae uro, sitio na Capnnga, na, roa das Per-
Dambttcaaas n. 66, com boa casa dp vivencia, can-
teado esta oito quartos e tres sala, cozinha, co-
ebeira -e^uartos para preto?, jardin na frente da
mesma casa, borta com caoteirosde pedra e cal,
doas cacimbas com boa agaa, tanque para banbo,
dous ditos mais para deposito d'ajua, varrelleiro e
fogo de pedra e cal para lavagea de roupa, mui-
tos arvoredos de fructo, entre, esies quarenta ps
de tarangeir de nmbigo, alguns mais da China
Soleta, trocla pao, sapotas, abacates, limaos doces,
etc., etc. : a tratar no mesmo filio ou na ra do
Amorim o. 58.
Atten Anda se continua fort/ecer commedorias
para fora com asseio o promptidao, man-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador: ra estreit do Bosa-
rio n. 3o, 1 andar casa particular de fa-
milia. ____________^__________'
6 Sr. vigaro Bacalno que mora>u morou
na estrada de Joo de Barros, queira mandar a
esta typograpbia a negecio.
NTRL^A DO
DQB N. 38.
Preparados d'alcatrio em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
RAlT!
DOR N. 3a
Pilmas de Vallet.
Pilulas deBlancard.
Plalas de Bland.
, Xarope furraginoso de Waocard.
Coofeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e .diarthare,
eicelleote tnico para auxiliar as digestoes
diteeis nos casos de debilidade do esto-
mago
ca central ruido Impera
DOR N. 38.
Agaa hemostlialica de Lechelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PrURMACAl)ENTRL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binario* do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soecorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cacbloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-so nesta pharma-
cia.
Molina.
Rota-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir raa do Imperador n. 18, concluir
aquello negocio qne V. S. se comprometten rea-
Usar, pela teroeira chamada deste jornal, em Sos
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e nada enmprio,
e por este motivo de novo chamado para odito lim;
pois V. S. se deve lembrar qne este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. sen Albo se
achara no estado nesta cidade.
Ama de leite.
AO PUBLICO
Gongajves, Irmao & C, suceessores elquida-
tarios das extinetas firmas de Antonio Goncalves
de Aievedo e Goncalves Para & C., decTaram ao
publico e as autoridades policiaes, qne de sea es-
cripiorio em sea estabelecimento ra do Livra-
mehto n. 22, Ibes foram subtrahido9r nm Ifvro que
tem servido de borrador da diversos ncamentos,
diversas cadernetas tambem escrfptnradas, entre
estas urna de coplas de comas correntes con>
seus oevedores e ontro copias de eontas de venda,
assim como diversoa docamenlos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de negocios.
Nao podem precisar a pocha em que leve lugar
esta sublracao nem a pessoa que a praticou,.por
que s agora, na occaficao em que o sceio ebefe
e gerente trata va de faier entrega des livros e do-
cumentos da casa aos demais socios se dea por
essa falta. Rogam portento as autoridades poli-
ciaes e mesmo a qualqoer particular qne veja
taes livros, cadernetas e documentos, o favor, de
os aprehender; e protestam proceder criminalmen-
te centra quem os subirahira ou os tenBa em feu>
poder.
Precisase de urna ama de leite : no Corredor
do Bispo, casa n. 13.
BMMf MMHM WfttWt 1MM
i
Precisa-se de urna ama de meia idade para
comprar e cozinhar para tres pessoas : na ra
dai Flores n. 37.
Precisa-se de urna a de boa conducta
que siiba bem coser e engommar, para urna se-
nhora viuva com um filho : tratar na ra do
Amorim n. 33, Io andar.
Padaria da ra da Matriz
N. 20.
O ^roprieiario deste estabelecimento declara,
para evitar duvidas, que nao d pao a vender
para a ra, por consequencia todo e qualquer pao
que se veada nao Ihe pertence.
O pfoprietano,
Kaymonda.
Precisa-se de urna ama para casa de humem
solteiro : na ra do Rangel n. 69, taberna.
Precisa-se alugar um escravo que seja co-
peiro, esperto, e qua entenda di comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral n.
21, praca do Corpo Santo,
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepoararuta, ferro, ede sade, da
acreditada oUicina de Menir.
Sabonetes d'alcatrio, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita utili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
BAZAR ACADMICO
13 Boa da Imperatrz 13
Ulysseg IrmSo proprieUrios deete bem conhecido e acreditado estabelecimento
te* a honra de participar ao lustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimeato acha-se completamente sonido e em condicoes de tam servi-los doi
cegaintes artigos:
Trilhos urbanos do tecife a
Olinda.
De ordera do lllm. Sr. presidente da assembla
geral. sao pelo presente convidados todos os senho-
res accionistas coa parecerem no salao do Clnb
Pernambucano, pelas 10 horas da manhaa do dia
9 do corrente, para a continuacao- da sesso ordi-
naria adiada em 29 de abril prximo passado, aflm
de se apreciar o parecer da commis-o de exame
de eontas, e as propostas da directora.
Recife Io de junho de 1870.
Manoel Ribeiro Basto?,
1* secretario.
Paul Chauvin.
Meehani'co conhecido a 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tinha cora o seu cunna-
do Carlos Pluyn contina a se achar a sua dis-
poslcao para o que diz respeito a abertura de
burras, machinas de costuras, armas, fechaduras,
collocacao de campanhiubas e todo qualquer con-
cert : praca do Conde d'Ed n. 24, outr'ora da
Boa Vista.
Padaria.
Em que se offerece sociedade a urna pessoa que
esteja habilitada para a sua adminiuracao, e tam-
bem se Iba cede a casa, se assim convier a am-
bos : a tratar no caes da alfandega u. 3,
Alugase umaescrava que coiinba, faz com
pras e todo o servido de casa de familia ; par?
tratar na ra do Rangel n, 33, 1 andar.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melbores vermfugos para criancas,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melbor qualid -de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
1t. 38.
Pasiilhas de balsamo de tol e de seiva
,de pinho maritimo, para as affeccoes chro-
nicas dos pulmes.
Pasiilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos dorante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pasiilhas de bypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pasthas de angico naf, e de Regoault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
Na travessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meire andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ovo, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costme.
O abako assignado, tendo vendido alm de ou
vas sorles, nm meio n. 2118 com 9O0 da lo-
tera qne se acabou de extrahir a beneficio da
igreja da Santa Cruz do Recife (148'), convida
aos possuidores virem receber na conformidade
do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1* parte da lotera beneficio da ir-
mandade de Santa Anna da Madre de Dos (149*)
que se extrahir terca-feira 7 do mez vindouro.
PrecosOs do costume.
Manoel Martins Pinza.

Confeitaria dos arranazes.
16Raa da Crn-16
Santo Antonio. S. JoSo e S. Pedro.
Amendoas', as mais apropriadae para'sortes,
vende-so em arrobas e libras ; papis j promp-
tos com estallos para sorte ; recebe-fe encom-
mendas de bolos paes-del enfeiudos; as enoom-
mendas recebe se com antecedencia e as amendoas
em arroba lerrao abaiimento no prego.
ptfH mmmwm
O abano assignado, tacita- B
B mente dispensado da inspecclo da |
[ pharmacia especial bomeopthica e l
consultorio do seu finado- e Ilustre
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge- 1
ro Pinho, de saudosa mimoria e ani |
mado por alguns seus amigos pro- fii
pe-se a abrir um estabelecimento, w
onde se encontrarlo as melhoresdro-
gas homeopathicas, para o qual des- |g
de j conta com a protecc3o d'aqnel- W
les que bonraram-no com sua confi- ]
anca; podendo, entretanto, ser pro-
curado para qualquer misler, em a
casa de sua lesidencia, ra da
Palma n. 55.
Recife, 18 de maio de 1870.
O professor homeopathico
Jos Alves Tenorio.
Attenpo.
Pede-se ao Sr. Samuel Hayman qne tenha a
bondade de mandar buscar a sua encommenda,
que fez por intermedio de Carneiro Vianna, mo-
rador na ra Nova n. 22.
No Arraial
arren Ja-pe um terreno perto da estacao dos trunos
urbanos : tratar na ra do Rangel n. 24, primei-
o andar.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro que tenha pratica de
taberna : a tratar na raa dos Pires n. 26.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
Precisa-se de urna ama para cozinhar : ta
prac8 da Boa vista, botica n. 6.
CHARUTOS
operiores 'de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Ci garros
de pama de S. Paulo, de 3*300 a 74500,
o mimetro, Daniel do Rio Novo, Maurity,
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Caxiag, Gandon etc.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Ea,
VMIEDDS
PGNTEJRAS para cbarutoa e cigarros de
todas 2& qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raiz; de 34 at 64, a dazia e de ou
tras quabdades a retalho.
DITOS p de gallinhados Melbores que
Bocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-*ha neste aereado a 34 e 34500 a duzia, e
bomba, Montevideo, Orientaos, Baependy e
umitas outras qoalidades.
M A ^FMON
Alamado de BAEPENDY em caixes de
20 libras i 14400 rs. a libra, em pacotes
a 24, de 20 para cima a, 14800 e em maior
porcSo 14500 o pacote de 1 libra, dito
em latas de quarta a 640 e 500 rs.. e ootras
muitas qoalidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
com grande abatimento em maior porc3o,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borradla e eouro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamanhos, de segoranca a balso etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-nom, Per-
san, pintado, de linho etc. palha de milbo de
Fernando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, qoe se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
serlo satisfactoriaBsente bem servidos: bem como pos epcarregamos d qualquer en-
commendas de nossos cigarros de seda e linho, etc.
13Ba da Imperatrz13
Attentfio
O Sr. Flix Pereira de Araujo queira ter a
bondade dirigir se ao largo da Santa Cruz n. 14,
a negocio de sea inleresse.
Vende-se o rendimento do pedagio da ponte
de Sant'Anna pelo tempo que ajustar-se : a tratar
no sitio ao arco junto ao mesmo pedagio.
50*$000 de gratifi-
caqo
5o dia 5 de abril de 1870, do sitio do Arco da
travessa da Ponte de Ucha, fugio o preto Izido-
ro, de najio Angola, de idade 42 annos poueo
mais ou menos, baixo, corpo regular, caneca pe
quena, rosto redondo, com alguma barba no bei-
co e no queixo, maos e ps pequeos, canellas
tinas, anda apressado e^iasw curto: const que tem
andado a ganhar nesta praca; levou vestido blu-
sa enrta de algodiosinho calca de estopa e eba-
po de palha de carnauba de abas grandes, seo-
do yistajsqm camisa de madapolao ordinirio, cal-
ca de briro escuro e chapeo de teltro i rogase
as autoridades policiaes, capiaes de campos, ou
qualquer pessoa o prendam, ou mandem pegar,
Qie levando ao mesmo sitio, on na raa da Cruz
n. 32, ser recompensado com 50^000.
/ DesejaHje fallar
Aos enhores abaixo declaradot:
Coronel Manael Carneiro CavaJeanli di Albuqner-
qna Lacerda.
JoSo Jos de Miranda.
Joaquim de Menna Cardosa
A nudoDaqqedeCaxi||n.7. '
FARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 3.
Lamplougbs Pyretic Satine.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use'of this sa
line preserves foreigners from many aiseases to
which ihey are leable before becoming accliraa-
tised. May be obiained al the Pharmacea Centra),
jua do Imperador n. 38.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 23
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, Joja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisara ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrara no mes-
rao sempre grande qnantidade de ditos pocos, e
qne se acharo habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa on fra, om o trabalho de urna a duas
hora9; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeebr'rao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satislarendo
espectativa do comprador.
1
O Dr, Sarment Filho
mudon-se para a ra do Imperador n. 29,
2o andar.
Consullas e operacoes todoi os dias das
10 horas ao meio dia.
Chamados por escripto a qualquer
bora.
Precisase de urna ama para todo servico de
ama casa de pequea familia : na ra do Aragao
n. 38.________________________________
Na ra de Hortas n. i, precisa-se de urna
ama para lavar e engommar.
Na roa Primeiro de Marco n. lo, escriptorio,
recbese propostas para a collocacao de vidros e
pintura no predio n. 23 roa da Cadeia.
Chrisliani & Irmao fazem sciente ao corpo
do commercio e a quem interessar possa, qae dis-
solveram amigavelmente a sociedade que tinham
na leja e fabrica de chapeos da ra Nova n. 44,
desde o Io de Janeiro do corrente anno, ficando
todo o activo e passivo a cargo do ex-socio J.
Christiani.___________________
Desappareceu no dia Io de junho corrente
duas bestas com os signaes segrales : urna mel-
lada, nova, magia, dinas pretas, cauda aparada;
outra rassa. magra, pequea, poldra, e ambas com
o ferro triangular na anca do lado direito : quem
apprehendelas avise no engonbo Cordeiro, que
ser generosamente gratificado.
mmmm mmmmm
O URGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a bonra de scientificar ao respeita
vei publico eai geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi,'
oete de consultas da ra Direita n. 42 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
prossao, todos os dias uteis das 9 boras
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nSo s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeiejkr de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos
TINTURARA FRAIEZA
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, 15a, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se nedoas e limpa-se a secco sem
roolhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilbo da fazenda.
Tintara preta as tercas e sextas fei-
ras.
Retalba-se, avantade dos corapradores,algiins
4 lotes de terreno, que restara, do sitio Aguasaba
em Beberibe. por precos rasoaveis. A posicao to-
Cograpbica do terreno muito o recommenda, so-
retudo por flear prximo da estacao projecu.da
davia frrea. Os pretendentes poderao dirigirse
informarse do tenente S Peixoto, no mesmo
lugar, e para qualquer negocio a rna do Crespo
n. 12, i* andar.
M HABITANTES i
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposic5o nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que ezercam qualquer indas
tria, que na dita exposico se recebem todi s
os productos da industria e agricultura
braseira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem reme:ter.
Estes productos esto isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde sero trasportados pelo cammbo de
ferro central.
Para mais explicacoes dirijam-se em Per-
uambuco, ra da Cruz o. 3. ao consulado
argentino.
Fogo de bengala
de muitas variedades, e todo de efleito magnifico :
vendem-se em pequeas porodes com todo sor-
atento, tanto para casas de negocio como particu-
lares : no armazera de baealbo, na escadraha da
alfandega n. 3.
Aos 20KKXM000.
Bilhetes do Rio i vendu : rna do Cabug n. 1
vende Vieira & Rodrigue*.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peo.
Isa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas eathartleaa.
Paramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
coes, enram e purificara todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa oe Samuel P
hnston & C.,rua da Sanzalla Nova n. 42.
Agencia de leiloes
Ra do Imperador n. 16
Neste armazem recbese para serem vendidos
em leilo, ou em particular, por conta de seas do-
nos : movis usados, louca e cbristal, on oiuro
qualquer objeelo de prompta venda; assim como
tambem, compra-se trastes usados.
Faz-se qualquer negocio com a loja n 42, cita
rna da caleia do Recife, propria para armazem
de groco trato, por se achar em dos melbores lo-
caes : tratar na mesma.
AMA.
Ama
Frecisa-ie de ama ama par todo o servio) fe
ma. easa de pouca amili : na raa de Horias na
mero 8.
." frcisa-se de ama prej para veteder abo-
leiro ; na roa Pormoaa n. 9,
A senhora viuva com nm filho que requer
ama ama de boa conducta qne saiba bem coser e
engommar roga i senhora qoe- foi sua casa e
rna do Amorim n. 3o Ibe faca o obsequio de leva-
a ama para com ella ainstar, pois spera at sabr
btdo.
AHENCAO
Declaro a mea irmao Salvador 'de Siquerra Ca-
valcanti qae oa chmalo a responsabilidade em
consequencia de tena annnnekM de 28 e 30 do
eosjBote.
Joaqnim S. Pessoa de tiqpeir* Cavalcanti.
Fu-te quaiqer negoci com a loja, n. 42
sua ra da cadeia do -Recite, propria para ar-
matem de grosso trato por te aebar em nm >rdos
aejjiores Iqcacs : i tratar na menna.
i PlBLICO-
En abaixo assignado, empreiar.ioda companbia
^qnestre-Gymnastica-Acrobatica, presentemente
estacionada nesa cidade, faco sciente qne a datir
de hoje, os senbores que tiverem eontas a receb ;r
desta companhia, terao a boadade de se dirigir
a rna larga do Rosario n. 37, loja, qne serao (in-
mediatamente pagot, nio esquecendo de tirare m
as suas conta* em mea nome. Recife 3 de junlio
de 1870.
Jos Mara Znazola.
Servente
Precisa-se de um servente : no hotel da raa dus
Cruzes n. 39, prefere-ie eieravo e paga-se bem.
AMA ^~
Precita-se de ama ama para servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, preferese esen
va e papa-te bem agradando: na raa Yelha nu-
mero 66.
Na ra Direita n. 27 2* andar, precsa-se de
urna ama que cozinhe e engomme para urna \/-
quena familia, mulher e marido, paga-se bem.
Alugase urna casa terrea na travessa do
Lnca, com nm excellente sitio, o qual tem algu-
mas arvores de fructo e campo para eriacao de
animaes, com os seguintes commodos : 3 salas, 7
quartos, cozinha fra. eocheira, estribara 9ca-
cimba : a tratar na ra do Apollo ni 32, arma-
zem de assucar.________________
Escrava,
Na rna do Crespo n. 6 se dir quem vende ama
escrava perfeiu engommadeira, eozinbeira, lava-
deira, sem defeito algum, o qae se garante, eom
urna fllha de 8 annos de idade (linda mulatioha).
e urna outra de menor idade.
CAIXEIRO. "
Precisa-je de nm caixeiro de 14 a 15 annos que
tenha alguma pratica de raolhados e de boa con-
ducta : para informacoes, na ra da Senzala-ve-
lha n. 18.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar era casa
de hornera solteiro qne tem ponen familia : na roa
do Crespo, casa o. 12.

Precisa-se de urna ama gne eeoste e coa^
nhe : na ra de S. Francisco o. 54j___________
coiiiiar: a
A, loja de-
Precisa-se de ama ama para
traur u ra das Trincfaeiru n. II
cirgueire.
Eoubo.
Ronbarara do abaixo assignado no dia 10 to
prximo passado 107 couros verdes : a peatn que
der noticia certar receberi 200* de granocaca"-
prometiendo-se no proeeder contra.
Atagam-se dJB* escravo ro
ra qualquer sarvico e* de boa candacla
lar na estrada
o CajMiro, tiln n. 1.
I




Diario de Pemambuco Terca feira 7 de Juuho de 1870.
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ruk da Cadeia do Becife^51 '
Chama a attenco do* leus ioaumeros freguezes, e do resptatei publico
Urgencia
geni, para a seguate tabefla dos prefos de aua
maif barato do que em outra qualquer parte:
casa, os quaes sio vate por cent*
O C>T. MaftcietBaptat.. o Jnior queira
HeMM |A. Burlen
Qtvxty W, eral ***]* rallar. '
lar r born.
C, na ra
1
Am de lelte.
Hreotaa-se de urna amado leile sen fllhos
tratar na ra do Crespo n. 7, toja.
COMPRAS.
CabeBeiras pan senhoras a 250,
30*. 35/ e.
40)5000
50)5(000
Ditas pan homem a 35)9, 405 e
Coquea a 120, isj, 180, 204,
2M. 304 e ..... 504000
Crescentes U24,154,184.204,
254, 304 e.....324000
Cachos ou crespos a 34, 44, 54,
64," 74. 84, 90 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
500 e. 14000
Tranca para braceletes a 104,
t 154, 204, 25 e.....304000
| Cadeias para relogio a o*, 4,
74, 84, 94, m e. .
Corle de cabello, .....
Corte de cabello con Trcelo. .
Corte de cabello con lavagem a
champoa......
Corte de cabello con limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, poica em Pernambuco. .
Frisado ingieu ou franceza.
Barba.........
;i54oi
. 50
501
14001
1000
501
251
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidad-e de penteados para casamento
olres ____
Recormaeoda-se a superior TXTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
ba, nica admittide na Exposic*o Universal
] como nio prejudicial sade, por ser vc>
6im como um erapregado smnte oceupa- jal, anahjsada e approvada pelas acade
do neese servico. i mas de sc'iencias de PARS E LONDRES
Bailes e
O dono do estabdecimeoto previne s
Eimas. Sras.'e aos cavalbeiros que ba um
sallo para tintura Aos cabellos e barba, as-
0 muzeo de joias
Na roa do Gabug a. I compra-so ouro, prat
i pedras preciosas por procos mais vantajosos do
Tae em oatra qualquer parte._______________
GOMPRAM-lB vbm
MCSkYm
Compram-se e vendem-se diariamente para lora
daara da provincia aeraros de todas as tdades,
joros sexos, coaa tanto que sejam saios : no
terceiro andar do sobrado n. 36, ra das Gruzes,
fregezia de Santo Antonio.
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas en obras velhas: na
toja de joias do
Cafcug.
Coracao de Ouro n. 3 D, roa do
Comprase urna casa terrea boa, situada em
Saato Antonio-a Boa-visu : na roa da Floreflti-
na d. 6.
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar m arco da Conceicao u-
mero 6.
A ESMERALDA
m

Compr-a-se ou aluga-se urna escrava que seja
cnoula, Ce meia idade, e qne saiba comprar, co-
zinhar e engommar para casa-de pequea fami-
lia : a tratar no Corredor do Bispo n, 11.
V'NDAS.
Na ra do Rangel n. 30, vende-se massa
muile bem trabattieia, propm para bolo, a 6M>
a libra.
Tintura iogea instaataaea preparada por
Desoeas, para tiagir a barba e cabeMos, com a
particularidade de nio manchar a pella. Vnde-
se rna do Imperador n. 44, botica.
Eaaeadas karata* com
loque desvara
Gambraias tinas victoria ns. 16,18 o 20
a i* a paga,
Cambraias finas de c res a 960 o co-
vado.
Madapolao fino a 6, 5*500 e 6*000
apoca.
Algodozinho com 18 jardas a 3*000
a pega.
Algodao de listras americano para roa-
p de escravos a 280 o covado.
Algodao trancado branco a 60 a vara.
Lencos teas de cambraia a 2*000 a
auzia.
Chitas avalizadas e atedinbas a 240
o cavado.
Dao-se amostras na ra 4o Crespo n. fl|
25, kte de Manoel Dits Xavier.
RIIWI.|JlWIMI
maimm I1IMIM1
Vinho do Douro
Vende-se de superior qualidade m barris 4e
quinto e-fledmo : na ra da Iraperatriz n. 8,r-
mazera de molhados.
Pechlncha
No
do
pateo do Carmo n. 9, armaiem
Ribeiro.
Manteiga ingleza a 900,1*100 e 1*500 a libra.
Dita franceza a 720 rs. a libra.
Cha perola o que ha de melhor a 2* e 3*200
a libra.
Dito hyssoa a 3* a Itbra.
Quefjos flamengos novos a 51400.
\ Velas de esperraacete a 700 rs, a libra.
Ootado de hita a * rs.
NA
LOJA FLOR DA BOAVISTA
**>----R U A DAIMPBRATRI Z-----48
A 200 ts. A 200 rs.
-hh*s escoras para liquidar 200, 200,
Mts.
Wtas claras com cores ftxas de muito btm pan-
no, .propras para a praca 210
240
210 t..
Pegas de *Jf odio e madapolao 4*t0, 5*000
Jauto padaria franceza.
Folha
da fabrica Derwent: na ri
maaem de SilvaiBarroca.
da Cadeia n. 4, ar-
Vende-so.um escravo preto de meta idade,.
possanie e bomta-ahalhader : a tratar na ruada
Cadeia n. 4.
Engento.
^nde-se o engenho RSfceirao da freguezia de
Sto Antae, situado a pooce mais de ama legoa
da estrada da "Victoria, de trras multo producti-
vas, podeno-satrejar para-mais de 2,800 pes an-
mies, com tora cereade'efto todo de vallados, e\
multo bsas bras; e ngeobo d'agua e est
rnoenie e corrate : qem pretender-este negocio,
d.Tiji-sea>mesmo engenho, ou ra da Concor-
dia n 13.
Bfta-se aeabaaato.
Chitas inas a 240 re. o-covado: na ra da Ca-
deia dd Becife 45 de Santos Falca* C.
LOJA BE JOIAS
DE
&E
Este antigo estabelecimento, completa-
m.mte reformado de novo, est as contu-
ndes de servir v&ntajosanzente os seas fre-
juezes, visto que acha-se prvido eom um
esplendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
ras pedras preciosas, eujos presos sao os
ciis mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
os em troca ou compram-se com pequeo
bate.
Amirav pectncha
Chitas de todas as cores % bota panno a 240 rs.
o covado, cambraia de cores (indos padides a 280
o oovado, madapolao de diversas qualidades e bas-
tante largo a H a peca, algodo marca T de 24'
jardas a 6*500 a peca : s e vende no Passefo'
Publico n. 60, loja ingleza.
FARINHA DE MANDWLA,
Veode-se farinha de mandioca ehegada do Ha-.
' j^ranhio ultimo vapor do norte, por menos do-
^ue em otra qualquer parte : a tratar no escrip-
paer pa
"^orio de Itaqnim G*rapo de Bastos, i ra do V*-
ngario a. 16, 2* andar.
qni
No armazem do Sr. Antonio Annes Jacome ven-
de-se mais barato do que ea qualquer outra par-
te : a tratar na ra da Cruz n. 38, armazem de
Heilis Latan & C.
FOSOS,
Rara Kaaita Antonio.
*. doo
S. redro.
Grande deposito de fogos arlificiaes paraos fol-
uedos de senhoras e crianzas nos diasdefant-
Antonio, S. J > -e S. Pedro, a saber: pistlas
braneas de 3, 4, oe 6 ba!a?,ditas coloridas de-3, 4,
5 e balas, rodiohas brancas e clondas fontanas,
craveiros, chafarizes m nonio peaueno, rodlnbs
corn illuminarao color las, fog du ar de i e 3 bombas, ditos de bomba real, tan-
ques chinezes, bal5e2nhos de 3 e 4 palmoe, pro-
prisspara soltar em varanda com espirito de vi-
nho ou mesmo raz, alera de outro maior sortiroeo
to que s com a vista do coou*rador : na ra. Di-
reita n. 53, loja de Lenidas Too Loureiro, amiga
loja do Braga.
i. 5RIJA DOCABIliA\
9
PILULAS
MAUltER
PCPSI
PHC.0 2 RU eSTIGUONE
PAR I S
Pertumbuco:
HOGG
JOS BELLO, em Po
FEAREIHA ct C", em Marankao.
VIVA S. JOAO
Ra DArelta n. z:i
Completo sortimeoto de facas e garios de ha'an-
50 de 1 e 2 botoes, bandejas chinezas com jirdos
esmaltes, eulberes de meUl de priocips para cha
< spa, trens para cozinha, salitre, breo, barbante,
eaxofre e papel, alem de um completo sortimento
de ferragens, miudezas, outihieirias, machinas pa-
ra descarocar algndo, moinbos pata caf, etc.,
tudo por menoi prego do que em oulra qualquer
parte : na ra Direita n. 53, lja de Leenidas Tito
Loureiro, antiga loja do Braga.
Vende-se um terreno no lagar do Fundi
era Beberibe de baixo com 50 palmos de reRte e
400 de fnndo : a tratar na ra do Apoilo n. 47.
- Vende-se una casa terrea oa ra do Brum
I n. 16 -. fluem pretender dirija-se roa da Guia
n. 56. 1
attenco
Era casa de Milis Latham A C. ra da Cruz
. 38, veode-se sabio inglez de diversas qualida-
As seguintes obras
Vinte anuos depois, ou tres mosqueteiros,
por A. Domas, il vol. ene. por 15)J000;
A virgem do mosleiro, e as memorias de R -
ckelieu, por Jos Victorino, ambos encader-
nados em um s vol. por 3i?000. Cals
tonto suisso, ene. 1 vol. por ljJOOO. Canto
d'alvorada, poesas por M. da Rocha, l vol.
ene. por 8000. FUires singlas, por Paes
de Andrade. Ultimas .paginas, por P. de
Calasaos. Illusdes perdidas, por C. de
Azevede, tndo encarvernado em um s vo-
lume, por 8rK>00. Jwita a voluntaria da
marte por J. C, e Alberto, scenas de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
wl. por 30000. Palmyra, a ceguinha bra-
aileira. romance eta 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu. nc. em um s vol por 55fl.
O omalheire a"tiar mental por A Dumas,
wl. encadernados, por 10^000.
Tambem veade-se as collecces de leis
pTOvinciaes faltaado apenas 3 annos, por
365000, tendo 27 vol. me brochora, tam
bem tem oatr-as obras que a vista se mos
1rar5o, e qne tedo se vende por preco em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
jptiia qae se dir quem vende.
Terreno para edificado
Vende-se um terreno com 140 palmos de frente
>e outros tantos de fundo, pouco mais ou menos,
sito roa do arquez do Herval (Concordia ao
Magamente) confronte ao gazometro : a tratar na
ra da Madre de Dos n. 36 A, das 9 horas da
araaas 4 a tarde.
farinha de naadloca.
Ha para vender boa farinha de mandioca, en-
saccada, on agranel, ehegada recentemente de
isanta Catharma bordo do brigue sueco 0/s,
que se acha fondeado em frente do trapiche Ba-
o do Livramento ; seus consignatarios Amorim
Irmaos A ., ra da Cruz n. 3.
Attentfto
Na praca do commercio n. 18, armazem, tem
para vender cbalas di Rio Grande do Snl a 17*
o mimeiro.
des.
Vende-se farinha muito boa ehegada hontem
em saceos grandes e panne da fabrica da Baha,
aos armazen- da compaanta Pernambucana : a
tratar no mesmo e di ra da Cadeia am Jos Goocalves Torres.
B JoaquimRodriguesTa-1
varea de Mello,
Pra TEM PABA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa palussia,
Vinho 9or^eaux-
0 Farello de Lisboa.
0 i-'arinba de naaaadloea.
Vende-se
A
Pes de roseiras de varias qaadades, de cravei-
ros, de sapotis, de figueiras, de abacates, de pi-
nheiros, de palmeiras. de laranja cravo, por ba-
rato preco : a tratar na Boa-vista, rna do Mcn-
dego n. o!.
Vende-se por melado d- seu valor um terreno
foreiro onde se aeha edificada parte da cidade
do llio Formoso ; e aluga-se, ou vende-se o so-
brado n. 3! sito na ra de S. Pedro Martyr de
: tratar na ra do Imperador n. 50
Vende-se urna mulita de 23 annos de idade,
honesta, sadia, cozinha o diario de nma casa mui-
to bem, eotenda alguraa cousa de massas, engoin-
na perfeitamenie, burda, faz labyrinlho, e cuse
chao : vende-se por precisao : tratar em Olinda,
sobrado n. o, defronte da igreja de S. Pedro Ve-
mo, na ra de S. Bento. Na mesma casa se dir
tiuem da a juros a qaactia de 2:000500!) res a
lurus de i 0|0 ao mez, havendo garanta a
lento.
cen
Vende-se una Legrla preta, crioula, de
idade de lo aono?, de benita tlgura, com prin-
em.o de habilidade, e um preto crioulo, de idde
22 anuos, Doasiole ..- ?adio, proprio para engenho
ou servico de casa e ra : na ra da Paz n. .14.
Buhar.
Fazendas baratas
10Ra do Cabug-r-JO
Chitas -escuras, cores seguras, covado 200
Panno de linho para lencoes 900
Chales estampado, um 1(400
Colxas adamascada, nma 2*300
Grosdenaple preto de seda, covado ljOOO
Cassa com salpico; de cores, vara 560
Algodao patente, peca 5*000
iDito de listras 200
Cambraia uara cortinados, com 20 va-
ras a pe%a 12*000
Laa com listras de seda, covado 86(1
Dt!as com ditas, covado 480
Damse as amostr?.
A 500 rs.!
Vende-se superfina tinta rxa e preta, distando
500 rs. cada garrafa : na ra de Santo Amaro
numero 5.
Vendem-se tres boas escravas de idade 20 a
24 annos, com muito boas habilidades, pois que
engomtuam perfeitamente e eozinbam, urna bonita
e bem educada rnulatinha de idade 12 annos, dous
escravos sendo um bom crreiro, om dito official
d -ferreiro : na travesea do Carino n. 1.
Vende-se um i: r.ar Ofcui indos os pertences ; a
ver e tratar na ra treita do Rosario n. 11.
Farinha de mandioca
Vndese superior farinha em saceos
grandes, por prfp commodo : no escriplo-
rio de Antonio Luiz de Oliveira Azsvedo &
C, roa da Cruz n. 57, Io andar.
A ra do Duque de Casias n 21.
(AHTIGA MA BO QIJEffiAIr9)
Nao foi sem flWamenio que a NOVA
ESPERANCA tem deixado de i'-zer o seus
annuncios, a raz3o simples, ella eotende
que tudo em demasa aborrtce... por isso
como j traba dito e scienlibcado sua boa
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou tivesse feito muias vezes, receioa
tornar-se massante, assim pois recolheu-se
um potco ao silencio, mas nunca deixaiio.
d'e&pregar os verdadeiros esforco9, j con--
tratando maior numero de correspondentes-
oa Europa, j descobrindo objectos do mais
apurado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem semprc
ornado com flgurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. paca desla forma melbor.
servir a sua constante freguwia ; e com es--
pecialidade ao bello sexo, quera a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-lbe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinhos de setim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo im.
Meiasde seda e fio de escocia para crian- -
Cas.
Dedaes d'osso, marGm, ac 6, madrepe-
rola.
ptimas navalha?, afiadoes e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para la-
nhos.
Bonitos sapatnho com biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de d.;s
adoze annos.
Boas lentes com cinco melmetros, rD.ara
contar-se os fios de qualquer (anuda*.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar nrul.les de vestidos
Mollas para segurar Gustaras.
Bonitos tinteiFOS de- novos moldes,
Meias de 15a para liomeni e senhoras.
Finas e bonitas ligas para" meias.
Fil de linho e de, seda, sendo preto e
branco, liso e de salpioos, e outros moitos
objectos exposios a venda ra Duqae
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Sabio d'alcatro.
Vcnde-se na roa Duque de Caxias n. 1
PARA LUTO.
Brincos, broches, volta, puleiras, fivel-
las, pentes, bot5es para puchos e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satisfa-
zersua freguezia, nSosmenie em objecos
d'alegrin ou de luxo, quer lamben aeom-
panhar aquelles, qne infelizmente perdende
alguem de sua familia, ou aguem de sna
amizade. precisam de tacs objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandn vir c
que ha de melhor nesle genero, porque
sendo taes objectos de cor negras sendo
de m qualidade, nao somento tornam-sc
tristes como at repugnantes, o que tile
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. per
que apenas exprime o sentimento pela coi
porem como que traz um lenitivo pelo goste
e perfeico com que taes objectos sao tra-
bajados.
Flauta.
A NOVA ESPERANCA tem para vender
urna flauta d'ebano do afamado fabricante
Boum.
Vende-se a e;:sa terrea n. II. em chaos pro-
prio*. sita era Olinda a ra no oilo do Amparo
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas i a
ratar no 1 andar c. o a ra da Cadeia do Reeife
CHARUTOS
HAVNA
LEGTIMOS.
Chegaram a ra da Cadeia do Reeife n. 15.
Massa batid i" a 640 "rs.""
Valdivino da plvora vende massa batida e u-
gleza para fogos : no sea armazem de sal da ra
Imperial.
I
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
____ DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RA NOVA-N. 11
Na
Grande pechncha

Parte-cipa ao respeitavel publico desta cidade
sr.'-acaba d ebegar om grande e expleodido sortimento de
e cas mais provincias visinhas, qne o seu grande e bem acreditado armazem de J ostrumentosv'para mnsi-
rua do Duque de Caxias, antiga ra do
Queimado n. 19, vendem-se alpaca de todas a^
eores e lavradas pelo preco de 500 rs., chitas de
bons pannos a 210 rs. ; assim como tem reos
corles de cambraias bordadas de cores a 74000 a
corte com 10 vara-, barat ssiao.
O que ba de mais moderno, de teclado fixo e mobiie, e com traneposicp on sem ella,
ajamados e bem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
I
de autores os mais acreditados nest4$Jcdade,*[eorao sejam : os
AFFONSO BLONDEL
de Paria, de quem o annnnciante o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que oferecem urna garanta segura de sua duraclo. Elles sSo aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
seja necssario insistir sobre sua superioridade. As suas votes sSo muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
senboref pianistas.
Todas a? pessoas que compraren! pianos nesta casa sao regadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a
ectencidade do numero de piano com o de certificado.
sua
/
AO PUBLICO
Mr. A-phonse Blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, qe o nico depasito de seus pianos na cidade
do Reeife, RA NOVA N. H, armasen de Antonio Jos de Azevedo. Ojtro sim que tdos os seus|pianos ir5o accompanbados de um certificado de origem assig-
nado por mim. -
Pars, 24 na julbo de 1869. (Asssignado) Alphonse Blondel '
O anunciante tambem troca e aluga pianos. E tem o maicr e mais explendido sortimento^ de novos piauos
MUMCAS PARA PIAMOS
As quaes recebe directamente da Eorop* e do Rio de Janeiro ; das acreditadas casas dos Srs, Felipone & Tornagoi. Narciso, Artbor Napolelo & C,
ex. Tambem tem grande sortimento de papel para msica e deseobo; cordas para lodos os instrumentos, ricas gravuras e quadros para ornamentos de sa'sr oleados para
iseoalbo de salas, ricos espelbos doorados, qnidrados e ovaes, caixrahas de costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
erpemos de todos os tamanbos, ulagarca, Has e'agulhas para bordar, e mu.tos oatrosarligos que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
abfrto todos os das at as 9 born da noute, tfiu das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos.
LA VILLI DI MIS,
20Rut da Ioiperatriz20
Farf d Lesea. .
Acaba de chegar a e*ta nossa nata loja de fa-
zendas finas um variad* urti ment de fazendas de
laa e seda, como sejam : granadines do nllimo
g?510. Popelinas de urna s cor, alpacas e laaz -
nhas de cores, o (|ue ha de mais moderno, tndo
por baratsimos pre?o, brilhantina* de cores, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitacao de per-
cana, baioes de cima ringindo saa de cor com lin-
das barras, fastoe* proprios para vestido e roupas
de meninos gora grandes e admiraveis pechin
chas, saias brancas cora lindos frisados a 3, ri-
cos corpinhos bordados muito finos a Si, baloe*
modernos de are, s a 2. r.cas colchas para cam i
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a Si i e
13, cambraia victoria lina a 5i, ditas transparen-
i ^ oeaA*,"'9finissimas "curas e clara*
a rau, ju, 4H) e J60 o covado, cassa s de cores a
nezes a 8*500 a duz.a, maaapolio Uno a J i
*, a muits supenor a 7|, 11600 e 8j, algo-
Ha,2!n^-larKg0 propri W* lenses a 6*. panno
demeaS0t"D5'd9 pr0prio P oa*ha.s
<1 MZZ0* Vara' nr4man Para lences ;,
2000 e 3*300 o que h de melhor, escaaT fi-
niss.moaOOeSi.'IOOavara. Mandamos as
casas das Exraas. familias para melhor poderem
e.-enner. Tambem temos completo sojIiment de
periumanas dos pr;meiros fabricantes francezes e
ingiezes; as pessoas que se dignarera vir a esta
loja terao occasiao de recoohecer a realidade do
qne annuoeamos para o justificar.
Aceio.
Formas de lonca para canjica e~pudins, de di
versa qualladea e.umanhos, assim como cacuro-
las e fngideiras de poreslaua, proprias para Ir ac
fogo : vndese na ra Primeiro de mareo n. 16,
outr'ora Cre>po, armazem de lonca de Bernardina
naarte Campos i C
Rival sem segundo,
(Anliga roa do (Najado)
Contina a vender tudo moilo bem e
muilo barato a S3ber:
Quadernos de papel pequeo a. IM
Libras de areia prela muito boo. |j >
Tesouras finas para nnlias e coito-
ra a.........
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a_......... (\)
Caixas com seis saboueles de ruta 1,9000
Libras de la para bordar de lods
as cores a.......6T000
Caivetes finos para aparar penas
lapis a ;>00. lee.....
Carriteis ik< i.clia Alexandre ?, .
Frascos eom azeite p^ra machinas
Grvalas de cores muito finas a .
Grozas de boles madepersla li-
nissiaios a.......
Pares de ovas de cores muito fi-
nas a 30 e.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 emelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiios com t;nta preta a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a !(jQ e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nilos a
Duzia de sabonoies muito fino a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
uirtilhas da doutrina fazenda nova .a
Libras de linha sortidas de todos o's
nmeros a.......108(X)
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......
Babados do Porto, largos a 1G0 e
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a.........
Agulheiros de osso enfeitados a, '.
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. .
Bonecas de cera muito bonitas de
500 rs. ........2,5000
BOO
10
500
BOO
500
I
BCO
00
eco
240\
100'
2(0
200
500
14000
840
500
720
1^200
500
5(0
40
240
400
280
20U
700
610
240
2*400
20
III1 DA CftL-Z i U
Vende-se
Pesos de ferro do.systema decimal.
Champagne da marea afamada.
n.
da ai? i (i
Tem para reader
Vaquetas envembadaa^ara carros.
Oleados do diversas cores.
Vende-se
CABRIOLET
Vende-- um cabriotel de duas roda> en
estado, com arreios para um cavallj : na cocheira
da rna de Santo Anwnjv 1._______________
r "" Vende-se urna casa de taipa. na baixa de
Palitos do faz a .JJO n. a duzia de caixinhas, ba- Zumbi, Torre) em solo rendeiro : a tratar na ra
ra? : na ra d^Raojel o. 39, taberna. I Imperial'n. 833.
i
I
BHBaai


b

-___
Diario de Peroambuco Terqa lq\rji 7 Je Junho de 1870.

A
'Duque dq< Caxiasn. 55
S fcja d* VERDABfe continna-se a ven-
ar por nantissimos precos todos os arti-
i*s m'.udezas jb perfumaras do seu
k!e e variado sortimento, garautindo aos
miores toda a sinceridade.
I*whs bonecas de cera e massa por ba-
afeumo preco.
*ip*)hos doarados para pendurar a
*tr.
Apolhas de osso para crox6 a 200 rs.
fWrtes liaos para segurar cabello, a
Qw >s para gaz a 320 rs.
Corrafa com tinta alizarine a 15000.
fia cera agua florida a I55C0.
ft com dita dita a I 010.
lonjeo de }ayme a 15300 o frasco.
Frusc > com oleo expresso de babosa, de
C 1640 rs.
Wo cora agua de Colonia de 300 a 1(5000
ft*> com extractos finos a 15000.
Kto son sndalo verdadeiro a 15200.
Latas com banha muito fina de 420 a
Sb:v4"-muito finos e diversas quali-
fcrMaSO, 460, 240 e 320 rs.
Ww- escovas para denles de320 e 500 rs.
Mtos pan fado de 800, e600 r3.
te? ara cabello a 500 rs.
Sanies para alisar com costa de metal a
atrs.
Dit>3 ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
fat.s para tirar piolbode 160 e 240 rs.
Vivios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Briaios de cores, inteiramente modernos
afe NO a 140 rs.
F^.c-ligraphicasmaito finas a 1(5400.
Ifr-as de langa e mosinha a 800 rs.
li'jds babadinhos e entremeios de 500
rosas de botes de louca de 160 e
JOtra,
Ditos ditos para caica a 240 rs.
Gana com papel amizado a 700 rs.
I las com envelopes a 480 rs.
Di"?- coto obreias a 40 rs.
luas com agulhas fundo dourado a
HO rs.
T* ra para costara a 240 rs.
Lciha de marca eaixa a 280. rs.
(irritis de linhas de Alexandre den. 70
3-2> a 10 rs o
Crampos muito finos, com passarinhos du-
afea j. KJ rs.
Carta l.-.incezas para jogar duzia 3000
Ditas portognezas, duzia 15400
Itawl a:mafo superior qualidade resma
moito fina para bordar libra 65500
PUaa para debrum de sapato, pessa 160 rs
Kl de lara para debrum de vestido peca
rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
utos grandes com 2 folhas por 320 rs.
reas para luto, o par 100 rs.
Tv:h de Um de caracol branca e de
rir' ..- ;) a 100 rs.
*- r para cs, peca 480 rs.
.te ; de lati, carta 100 rs.
Sanit'i os te lara para creanga de 400
iWl>n.
1 iras a 40 rs.
Gravatas^e seda preta de 400 e-800-rs.
Ditas de croxe.. brancas o de cores 500 r*.
Dita de fergwao de cores a 800 rs.
Xa Yerdade iri4ttH>(-de Ca-
_________Ja n. &*.
Fariuba, de mandioca
A bordo da polac Marinho ha moito boa. h-
rinh.i venda (em saceos) : a tratar com Joaquim
Jos Goocalves Beltrlo ra do Trapiche o. 117,
ou a bordo. \ '
ot
Vendem.fe diversos, ecravo> pecas viitfOs
do Caar, proprios para engento, assim como
ama cabrocha por 1:000a, de i8|nnos de idade,
bonita gura. est ura pouco descerada de frialda-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na roa da Cruz n 53, Io andar.
Armazem dous irmos
8=iia da PenhaH
Manteiga ingle;a superior a 1*600 a libra, idea
franceza a 800 rs., cha miu.lfr bom a 3*100, dem
grosso a 3*, velas de esrennacete a 610 a libra,
caf em caroco bom a J00 e 240 rs., toocioho a
400 rs., lalarim, macarrao e aletria a 500 rs., quei-
jos frescos a 2*500, idem prato a 1 j a libra, viano
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien He*
doc a 640, grandes latas com bolachinbas^i 1*400,
lagustinhos a 600 r*. a lata. Xeste arraaiem ha
sempre grande deposito de guneros de primeira
qualidade, e vendem-se a precos muito resumidos.
LOUCA
Grande armazem na roa da
Iniperatriz u. 6
Neste grande armazem vende-se louea ingleza
nas e ordinarias, apparelh >s do porcelana para
jantar e para cha, jarros para (lores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como (grande
sortimento de vidros finos e ordinarios, que todo
se vender tanto a re tal no como por .atacado pelo
mais barato preco que em outra pua\qner parte :
chamamos a atteneao dos freguezes, que sero
convenientemente servidos tanto nos commodos
precos como na boa analidadc das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da -alfan
dega velha n. 2, 1 anda.
TERRENOS.
Vende-se nm terreno na ra do Luiz do Reg,
em Santo Amaro, com 300 palmos de frente e 640
de fundo, com ama casa terrea edilica Jn no mes-
rao terreno quem o pretender dirja-se a ra
Nova, casa n. 22, que achara cora quem tratar.
13*01E ORO
DaftfcaatabeMeMieflto de faendas e roopas fitas e per medida, roa da Im-
peratriz o. 2,jgoto a-taja^6 oorives.
Nete-^stabelecimeato ocentrar^, o pespeitavl pablico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca prtta e de cftres a 3^80, 34500 74000, ditos miria preto
da,WD00iat25|Q00..diU>9.de oasemira de cores finas e ordinarias, de 6& 16#)00,
ditos de panno finos de 65 8MW e 2< 1000. sobrecasaco dito de 20.& a SOjJOOO
Completo sortimento de calcas de brim pardo de lfiOO a 6W00, ditas,branoas
de m, 1Q3000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas ca>emira deSj, 12iW00,|
ditas casemira.preta;de 6, a ,165000superior, dita de merino diversas qoalidades para'
luto. Assim como*un booito sartimento de colletes de brim de.cores, ditos brancas,
ditos'de*caeemirade 'cores e aretas, ditos de merina para luto fazenda superior!
Sorlwento ciom.pi.eto de tamisas francezas de agooSo, de IJOO 350O0, e de;
Unho de 38*)0a a 703000 aduna.
ato de eeroulas fraocezas de algodo de 14600 a 2iJ600,
ditasde bramaste a 'WO, 2#tim e 3^000 ditos-d->Hamburgo, 'rancezas, fezenda su-
perior, deJ2%|Qfta .3KI0W a duzia. Sortimento decolannhos dealgodo e linho, etc.
assim como meias de algodUo para liomem de 3, a 10#000 a duzia, gravatas de mui-
PectiinCha *7$-*Q$.
mmm
JUCIIIYtS PARA
COSTURA
Acabam de ebegar ao GRANDE BAZA
UNIVERSAL, roa Nova n. 22carnubo
Vei-te |
dhninoio pr
Fente-5
miu*as i
ruawaadre*
muito boa pelo
cume calcado
venham a el-
heeida loja de
A, confronte a
JfOS.
Aos cem mil azulejos
tas qaadadas. Na roaidaUfjperatriz n. 52,'loja do
SortiBMDto acUaps desold alpaca, seda, ditos inglezes cabo de marflm.
Toaihas-par* resto. SortHneato de mallas para viagem.
ATTEtNI.lAU.
Nete-estoJeleetf^efito eoearrega-se de mandar azer qualquer obra por medida
e para esse Ara tem otm mestre eijcarragado da oficina, qae se encarrega do trabalho
com perfeico e pontuaiidade.
SORTIMENTO BE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 104000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para eami$as e tio5o.de menino 260, e 260 rs.. e outras rauUasquslidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento cuegaram, 4)iaas bonitas chitas da
victoria com btrra, a qnal para flbos ecompetente afeite para eaipinho. Cam-
braia lisa de 34, H; W e 10400 a pessa
dadas.
BMCO DE OTO,
Ra do Imperador n.26
O respeitavel publico encentrar este
estabeleclmento diariamente nm complato
sortimento de pastelaria, boHos ingleses
podins, pSds-del, prgsentos dos ltimos
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
viannaom completo sortimento de ma- lijbos finos de todas as qnalidades para cb,
chinas para costura, dos autores mais co-1 amenioas coftfeitadas. confeitos, bombos,
onecidos, as quaes estao em exposicSo no' pastilhas, choeolate francez em libras, pas-
mesmo Bazar, garantindo-se a sua b6a qaa- j trlhas do mesmo .eartexos e carteiras com
lidade, e tambera ensina-se com perfeicao .seis charotos dtf chocolate cada ama, este
a todos os compradores. Esfc9 machinas! sortimento de chscelate do mais acredita-
sao iguaes ne sen trabalho ao de 30 costu-! do fabricante de Pars e o raeraor qae at*
reiras diariamente, e a sua perfeigo tal baje temvindo ao mercado.
como da melbor costureira d Pars. Apre-
sentam-se trabalhoe executados pelas mes-
Vinbos portogoeaes, figuelra ranito supe-
rior. Os mais genoioos e superiores vinbo
e nutras muitas fazendas de todas as quali-'
ALGODO-E madapolAo AVARIADO.
A 44000 o algodo. e 4500 omadapolSo, e tambem chita escora boa 240 o
covado por ter grande percho, ua ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes eucarnados.
intitulado
Leo deOuro.
n. 57,
mas, que muito devem agradar aos preten- j do Porto, moscatel Setobal, o Ilustrado
^entes-_____________________________! pablico encontrar neste estabelecimento
r\fl; nmamv. j 1 por oommodos preces, fasendo-sealttlimen-
UIHCina e aniiaZBlll (le to a quem oraprar em porcio.
__________ Licores de tndas as qnalidades, asma
maimore
Caes Vinte e dous de novembro
(ontr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras raarmores de
tamtoho3 e grasuras, tijolos de diversos ta- todas as marcas, 0 mais superior que se
manhos, soleiras e sacadas, assim como sotei- pode encontrar, champagne de Cbevernt
ras e saccadas di pedra de Lisboa. Tambem eoo-; m-jiiQ oRneriop M m,jo p cnnriopA
trate-se e faz-se qualquer obra, como monunen- 'DUI BBP8rM)r 8 ma,f 0"* e superiores
tos, tmulos, estatuas, pas, lavatorios, mesas COR^CS francezefi, old-tom, de todas as be-
tudo o mais ledente mesma arte, por mdicos' bidas alciiosas, este a mais salutar para
finas, entre elles o afanado Aiapma, esto
licor o mais saboroso e superior, at
i hoje conheotdo. Xaropss de groselfte, rosa,
.'maracoj, caja etc., vinbos de Bordeaox-de
pr?5os.
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, ontr'ora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardino Duarte Campos
A C. ______________________
Gaf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arala-
nba, Cear: ra da Cadeia do Recife
ii. 5.
.60
53
O
\. .14 Rl 4 DO CABlid l %. 3 4.
O
O
s
c
53
Nao mai^ cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabera e da barba, fot a nica admittida
Exposifo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1^000 cada frasco na
Cada n. 51,
1. andar.
2
53
P3 fe
Cora este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este anttgo
estabelecimento de jolas, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosio tem inventado a arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor era
aderados de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, eolheres, paliteiros salvas e ontros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, permaior preco do
que em outra qualquer parje, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
ende-se ou troca-se por ca-as nesta praga
o sitio denomnalo, dos Boritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, < senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal cmi agua correntia, baxa para capim e
Srande terreno para pJanUeoes : quem o pratea-
er dirija se praca da Indepondencia n. 33.
424ZGAZ
Chegoa ao- antigo deposito de Hanrv Forster *
C, ra do Imperador, um carregaraento de a;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por meaos preio do que em outr qual
quer parte ______
Vende-se um terreno proprio. com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da e-
Irada de ferro, cujo terreno tem afcerae feito pa-
ra cinco moradas de casa, na ra de Motocolotn-
b dos Afogados : a tratar na mesma ra, ou na
ra Direita dos Afogados n. 13.
CEWEflTO
PORTLAKD.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Coo-
ceicao. ero bameaa grandes
m
Tasso Irmos & C.
g Vendem oleados pretos para forro e guardas-chu-
B va de carros.
Jj Ditos do cores.
| Portas de pinho alirofadadas, tamanhos diversos.
'adeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadiohas americanas.
qnem eofre do estomago,
Conservas de legumes,"portoguezas, fran-
cezas e inglezas, ralhe.s mostrada etc.,
(rucias seecas crista usadas e em calda, na-
eionaes e estrangeiras .de todas as qualida-
des, charutos dos mais aereditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmentetado-qoanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a sotisfazer toda e qnal-
quer encommenda com a maior promptido
e asseio : Como sejam para casamentes,
baptisados baiies etc., tambera se recebem
encommendas de paes de l ou- bollos de
quahjoer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bonhos com armado de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructn-, amendoas, leite
etc..
Os donos deste retabelecimecto nao se
tem poupado a despezai para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do Ilustrado pu-
blico.
Telhas Na ra do Crespo n. 6, ba para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro galvanisado, de
diversos tamangos para cobrir casa e te-
lheiros que alera de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra mnitoj^ais limpo.
Pste grande estabelecimento enr.ontrira o respeitavel publico, arrancie
11 i; ': t 'fivle, visto que os novos iodos dos'ta (ir>na adoptararn o systema de so, vennderem a
. rao fazer osseus soriaientos pelos mesmos presos que compram as casas estrangeiras.
u* nlber.
60RA DA IMPERATRIZ
W4k .wv.caJ
c
S'n?? ViVKSSl0- mrSaaPn,>*LS" T* T ^ aS,de pfimin ^^sidade que se Ibes proraette vender por pregos ranito rasls baratos do o..*
Para maiS ^mmodSadPPHpmmIaf3rrl0 ?"& hj,lt^>-se-apenas a ganbarem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla, neata loja
para ma;or commodioade das Emas. familias, de todas as fazendas se do os lirros das amostras, ou
aio pavIo
NITAS FAZENDAS PARA A FES-
jfe TA DE
it* -['i untan, s. joao e s. pedro.
' udem se as mais lindan poupoli-
!e iiriho e seda com o gostos
f& xi ''.ovos que tem viudo a este
ad i, pelu barato preco'de
fiOOOo covado.
' i listradas, de furta core?, fa-
!e niuia pbantasia a 2r5000
S '' >mark, larga fazenda muito
".i .," la o covado a 2>500.
ff, i til rs ISasiobas largas com palma
md.i '. covado a 15000,
K agraciando lavradas covado
jS' Upaoas lavradas de todas as cd-
^ i ido a 040, 800 e 1500)'
ns e-i tas ffiastahas escossezas com
'./os a litras de seda, covado a
'.
f\ ir- alpacas lisas, sendo cor bis-
..', ,r. io, verde, roxo.'cinza, can-
. i "t<-.. Covado -<0i0.
Dfbs f'irta cores com as mais bo-
res, covado .*0) rs.
irege.s lisas, e cora lista
d '.; -.aa o)r, azenda inteiramen-
t nova, covado a 500 e 040 rs.
-. iSafliobas tapadas etrans-
, rom grande diversidade, o
eo a 000 rs.
! sinbas lustrosas com lindas efi-
. emitacSo W seda, o covado a"
cortes Ce anadine, sendo
y i aova e transparente e de
mnita pbantasia, com 18 covados a
i. lo
'iriiss'mos crtes:de vestidos bran-
ii dados cotn todos os enfeites
/ .- a K06G
CiTti 3 dv g-iga indun
. ate :;''va a 7001
Ditoscbinezes cem dujs saias a
Ditos de a~ escosseza fazenda mni-
i fio? do seda a 70 0
M.a is i.id4!idys-com lisia de
tor salpico, san 'O azeoda de
trjl la, o metro l#28i). i
m
mente novas e se vendem muito em
cotila, ra da Imperatriz n. 00,
.ja e armazem de Silva e Figuei-
do & C.
wy
de t>000 rs. cada um, pechincba.
CASIMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem boni as casemiras escosse-
zas com qnadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
baver grande porcao.
CORTES DE CASE VIRA PRETA A 4:300,
0 Pavao tem os superiores cortes de fa-
semiras pretas enfeitadas pelo barato prego
de 441500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 US. O CO-
VADO.
0 Pavao tema excedente fazen.da de pura
la com as cores escuras maito pruprias
para caifas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequ. otam a escolla por sor
urna fazenua leve, escura e Co, pecbincha a ikii rs. o coyado ou a
i;;> i o corte de caica para horaem.
FINAS BAREGES A 040 h O OVADO.
0 i'avao tem as mais lio las bareges de
lia sendo meias iransp irentes, com uina
s COffteodo : lyrio, azu1, rosa Bisraarclc,
roxo, etc., lendo muito boa largura e>iiqui-
da-se por 040 rs. o covado, por se ter f i-
to urna grande compra, assim com^ ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
mitaco de seda a 5G0 rs. o covado, e pc-
chiacb.
PECAS DE M.VDAPOUO A 3!iJO0.'
O PavSo vende pessas de muito oom
madapolo, tendo [ jardas cada urna, pelo
barato preso de 3^500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4JQ03 RS.
O PavSo e^t vendi-do peras de IgodSo-
snDo francez, tendo 4 palmos de largar e
com i I metros cada peca, pala barato pre-
de 4Q00 rs. .
CERA DE CARNAUBA.
T.endc-sesiiperjyr ,cra p canuiiba era
\ CKOCHE'S PARA CADEIRAS E .SOF.VS.
O Pavao tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
'misas, almofadas etc., proprios para co-
i brir presentes e vende-se mais barato do
que em ontra qualquer parte.
Algod entestado.
Vende-se urna grande porc5o de algedao
sraho americanocom8 paraos de largura,
proprio para lences e loalbas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco mnito em
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZ.VS
LAS ESCOSSEZAS
A 500 rs. o covado.
Chegou pa a a loja do Pavao, o -mais
elegante sortimento das mais liqdas lazi-
nhas escossezas cora fios de seda, as quaes
fazem o mais decado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 500 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D' LISTA
SEDAS DE LI6TA
a 25000 o cova o.
Chegou para a I ja do PavSu om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de IMas cora as nuis delicadas cres, tendo
entre ellas algumas que servetn para luto, e
vendem-se pelo barato preco def^iOO-o
cova io, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO N\ LOJA PAVO
Encontra o respekavel poblico oeste es-
tabolecimen-o ura gran le sortiraento de fa-
zendas pretas, como ejara cssas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qaa'idades, fazendas dn la* de toda* que
tem vindo, proprias para luto, sendo I3asi-
nhas alpacas lavralase lisas, canta, bom
basinas, merinos. et por preco barato.
PARA BAPT]S\DOS
Nv loja do Pavao VHnde chovaes para baptisados.
Carta* de casemira a Mflmi, cada ura.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
clars a escuras pelo barato, pre^o de ifi,
rGROSDENAPLES PRETOS'DE 1*600 AT 73000 CHAPEOS DE SOL DE SEDA A tO|000.
Na loja do Pavao encontra o respeitavel
pobtim >;m grande sortimento degrosde O Pavao fez urna grande compra de cha-
napk^ j ietos de todas as larguras e qua- P^os de sol de pura seda, inglezes, com as
lidades, tendo do i-ji'iOO o ovado at 75000 haspras paragao. sendo neste genero os
e 8500J, que se vende por prejo muito jmelhores que tem vindo ao mercado, e li-
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pay3o as mais
lindas cassas francezas cam delicados pa-
se mandam levar emfsoas casas, para melbor po-
ALPAGAS LAVRADAS A 040, 800 e
1,000 RES.
droes, tendo para todos os precos e quali
dades, dando-se todas amostras, assim como
om Braito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, qae se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240RS.
Na loja do Pava veodim-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fi.'ws
240 rs. o covado, e pechincha.
LASNHAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASIN'HAS A 350.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timeoto das mais lindas lasinbas lustrosas,
de
Cbegou para este grande estabelieimento
o mais bonito sortimento das mais meder-
quidam-se cada um pelo preco de mmJ^^^^J^^ cres' f*
ROUPAS PARA HOMSNS PARA TODOS ^se ?eadem a 800.e 6>. o fowdo,
j PKfctUb. cjg rjaag de todas as cores
N este grande estabelieimento encontrar
o respeitavel publico nm grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasaeps de
Basquinas.
Chegarao as mais modernas basquinas
ou jaquetip.bas de seda preta, ricaaaoatt?
panne preto e cazamira, caigai e coletea de
brim branco e de cres, que tudo* se vende
mais barato do que em outra qualquer parte : .
assim como um grnnde sortimento de c' Sasf aJ ""SJS"5* '*** 2?U
mizas francezas e inglezas, e eeroulas tanto i ^l8 todos os modellos, os mais novo,
de linho como de alodao e abundante.sor-1 ^aettem che*a.'o e 'dem-se por preco
tinunto de meias cruas. ; moUo "zoaveis.
VESTIDOS INDHrNOS COM DUAS SATAS.
POPELTNAS DE SEDA
POPELtNAS J)E SEDA
POl:PELINAS DE SEDA
a 2000 o covado.
O Pvo acaba de receber o mais ele-
i.:, mais barato do que era outra qo-l
r parto, "a.pua., da Importria nfflQ,
loja uo Pava.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se os mais bonitos seti^d o
e mais encornados, proprios para vestido
tendo de diversas cores.
O Pavo vende tima grande porcao de
cortes de vestidos indianos, tendo doasj
saias e tendo bastante fazenda> com os gos-'
comjistriabas aimitacao de poupelinas ce S'aT0] qae,tem Vndo^ iqDda'Se iS n ?0rt!men^ *H li',das ve d:ide-
seda e com as c5 es mais lindas que tem ? 5*X,'tendo cada um sea competente!" poopelmas de late e seda com os Pa-
vindo ao. mere ido wna fazenda me vale fl^unno- !droes mais delicados qife tem vtndo ao mer-
mto ZrXh^o^^fl 30 CASEMIRAS MSSCLADAS A U 0 COVADO cado, tendo entre ellas cores proprias para
rs o covado rwhinrha ^ad-. Jt. alliviar luto, e vende-se pilo barato precc
rs. o co^0^ P"' | O Pavao tem para vender bonitas case-' de 25000 cada covado, pecbincha.
t KiC/Iil.\i II A. miras- mescladas e bastante encorpada para
EM CAMISAS DO PAVO A 4500 RS. r0BP3 de h"mens e meninoa palo bara.o
Vende-se um bonito sortimento denwito Prep de ''>> 0 cada covad) ou WM o
finas e modernas camisas inglexas con>, pei "** de c^* Para homa- /
puahog,felo ROTipE pOf IUddldR.
Cambraias brancas
baratissimo preco de 4#>00 rs. cadS ma
e aos freguezes qae coraprarera dnzjas se
llie far um abat meato,
Na loja do Pavao manda-^e fazar qualquer
Vende-se um grande sortimento das rct-
lhores cambraias tanto victorias como tracv
prenles tendo de 3450 peca at a ssaia
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 45000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
garantindo-se que pec de obra a vontade do freguez,' para o k ou u rinao VL'"J\ ^as .ut5, '
e faaenda "qe vale mtnto mais dmheiro, qnatem um perito alfaiate, responsabeTisan-' ,aDCa transPareBte' tendomais de vara de
liquida-e por este preco por se ter feito do-se os donos do estabelieimento por qual- lar8ura' com ,0 lardas da peca, fazenda
urna grande copra : assim como se vende quer falta que possa haver, quer por de- 5U0 semPreK M venden a 70 e 85000, liqm-
um bonito sortimento de ditas tambem cora mora, quer por qualquer defeito na obra; ( e Pel barat0 prec de 4wW>'
peito de lipno bordadas e ditas de algodao e para isto encontra o respeitavel public; CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
par* todos os precos, um grande sortimento de todas as. fazendas! **' ^ .."*.
PANNO pARA SAIAS A 1^000, 10*,.;* desojar. \m?^T!3^^
Ven le-se \ffSL jproprias^ara! mMtag A ,8- I ^lS^ T* ^ ""
saias sendo com borda** e m V Vende-se superior bramante cora 10 pal- "
lado, dando a largura da fazeftoa o compif moj de laxgura, proprio-para lences, dan-
mento 1a saia e vende-se pelo barato preep do a largura d'esta boa fazenda o compri-
FSTOES BRaNCOS A 640, 800 E U*.
ou UV^ o covado, t.'0drV duas largura*
CORTINADOS PARA CAMY* E JANFII 4S
de 85 105 ,iS e 05OoNeLUS ^^nTiSS^SUS ^T^Cs Sso paS Jfjt ^ Vi
Chegn para a l,yidP,vaonm grande do preciso apenas 3 ou 3 '\i metros para, um apenas 1 e 1/2 metros ou le Y/4 p? f0!0 "^^ propnos ^TSL
sortimento dos bonitos e neos cortinados cada saia pechincha. chincaa neto Dreco, ^ senhoras e ^P3 Para mmm *
bordados, propnos pira catas e janeUas, Vestidos lraaco> a 19AOOO rs. ESPARTiLHos a WOO.
rico uirvaemmao mS ^X* ^ rfi ^ Td.8 flissi,nos ^rtes & ves ^ni^ ^to sortknanto dos me-
^toi^^Z^iJiJSt!' na bdosde.cambrau oranca, ricamentj barda- loores e mais modernos cspTtilhos tende
barato que era outra qualquer parte. das a com multa fazenda pelo barato preco do barato pre?o de :>5000 at 8000.
A Iqja, io Pavao est constantemente aberta, das 6 horas da manhSa s 9 da ndute
a 640, 800 e 200 rs. o covado.
Cassas a 949 rs.
0 Pav3o est vendendo bonitas1 cassas da
cores fixas a 240, 280 a 300 rs. o covado.
-.'

if




w
Diario de Pernaunbuco Terqa feira 7 de Juuho d*
1870,
- iii"
nr- -r-
I lilil IV If i]
A KJA DA mPKRATRIS tf, V
JfafmMiiariadii Aurora; em frente ,1o caf mperatriz
AS Y/2mpT10 ' P"q;i88 da Enrop*, peeehom dir*......**"
S^imLtt18; B8rMlW' W**wm erectamente ,,ue erft atV^b"^^
Algodfc lacgo: para lentes e toalbas d
odas as qualidades qne oostuma vir ao mor-
GSXlSfe
Alpacas de todos o* padr5es e qtnlida*
o vanadas qins seaSo podera duscrever.
AJbui\s com msicas para coflocar retratos,
escatfo presento para qoalqtier rfessoa de
Atoafhado de tinta e algodJo, branco e
cores proprios para toafhas.
. 53 I
*Mqiiipas de seda pretas e nwito modar-
ei, bea> como decracit, ludo de apurado
tost e fetfo.
wwm
Qnandr AGITA BRRNCA, roas preeisa 8ent6car ao i^speitavel publico em
gerau e ea^particalar a sua boa fi-ogoezife da nnraensklade do bitos quetiltimaaaea-
teteta recebido, justament>quando lia menelo pedefaxer e porque assa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia u> todas que Ib'e ailendeiio e relevaran,
conuonando portante a riirigirem.se a bm^itoecidakjsda AfiUIA BRANCA a.rna do
gueimarjo n. 8, ond sempre acbaro abeaWmera e sortimento de superioridade em
quaiiaaaes, modicidade era precas eo seu nunca 'deshentiido AGRADO E S1NCERIDADE
*.a t. qm !cima flca f,it0 ^ "C0[lhece Ia0 lWBPo J qi* a AGFA BRANG V pode
aispr, 6 etnpregado apezar deseus costos" no desempenbo de boa servir a aquellos que a
Aonram procurando prover-se em dita loja do que necessium. entretanto sera- AOJA
VIGILANTE
iar es objectos que por sua natureza sao mais conhecidos alt, ella resumidamente indi-
ca a aqueiies cuja importancia-, elegancia e novedad o* toraatn recoinmendaveis, como
Ut IQ SLJa *
Gase com hstras de seda e flores, fazon-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas pura setihuras e borneas, o mais
completo sortimento que se pode desojar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e differentes gostos.
Gollas e pininos bordados para senhoras.
Gaardanapos de linlio peqoenos e Gran-
des. e
Gorgoreo de seda preto ede cores.
Grosdenaples prcto e de cores, havea
do diversas qual faponezes para seuboras, o melhor
seja
Corpinhos de carabraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setira e obras essas
cuja novidade de moldo e perfeicao de ador-
nos os tornara apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqnes ue*s objecto muito sepoderto
dizer querendo descreve-Ios minuelosamente
or suas qualidades, coree e desenho, tal
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de- flores finas.
Fil de seda, preto.
^ERfMAWA
Grande e constante sortiawnto de dita,
sempr raeftior prtfjidade.
Lindos wm con>p-d* arroa e pinsel.
Caixinhas coordito* areonticav
Bonitos e .ftwrAos' ponte* dourados
o grande e variado sortimento que'aoaba para circular 'ufimt
Balrtf-*! (t. mnQflim, m^is v I "V'".c3 para seuaoras, o meinor gos-
e fSp^S^ --
Bareges do cfes variado sortimento. ^ m t^Ae-
JmS?** m m bM^S em t0daS aS L5aziohas de lodas ;,s wKdades, odres
Rnbntin. d *~a. a e goslos' 3 fic"JQdo ";!da a desejar, tal
KM JSj"8" CP?S" f thnento gue existe para escolher.
JSSSL fJ V'afm' graDd6 LenCS* tud0 0M, P"de ver desde
, tman,hos 08105- esguiao ao acodadcommum.
SSS'rtfSS.8 i. S 38. qu,,l'?adtes- LeqM d0 irepeKiIa e osso, o mais va-
Bramante de Imho de il palmos do lar- riado sortimento.
&teanh,f al'. n!aS l'l!alida(Ies- Ligss d seda, borJada^, para senhora.
^anbas de hoto ealgodao, grande sor- Luvas de Jtavio, cheg,das por todos os va-
rin oik J briKC0 e de 6!' d0 """ peH,ca Par*,,omens e senb^as, quer em'fle
conamodo ao a.? caro em qual.dade, affiw- d'Escocia, brancas e de cores.
Wndo o que ba de melhor na especie-. 555-
-Slid,?80d5') con,P,eto sortimento e Madapolio; indesuriptivelocraade sor-
^nedade de projos. timento que i,a Me ^nero, desdo o mais
) menor, qoe se vende em
por menos do que em ou-
de chegar, mas para n8o massar o proteo^
denle se Ihe-apreseirtar o que poder-de
melhor, ^>
Entremeios em peca? de It tiras.
Gulpore bmnoo e preto de^iiversas qua-
lidades e deseobos. '
Bonitos briukw dojptaqwe.
Aderecos e brincos1 d mad'rcperolr.
Caivetes finos pJhPafca-ii4 latas.
Tbesouras para frisar babdinhos.
Aspas para balao.
Novos stereosropos com -48 vistas, as
Ditos de JgodSo com flores e lisos. i 9aes slrt Movidas" por unt' machinismo
Veos de seda para chapelinas e monta-'umls snbsinera as outras.
ia. 1 Vistas para sf.ereoscopos.
TIonilas cairinhas de vidro enfeitados com
i podras.
Ditas de maeira envernisada com vispo-
;ras"e com dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo de
ra
Atetas de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Gostames ou uniformes para meninos.
Bnxovaes completos para baptteados.
Tuqilimas de fil, sapatinhos bordados'criancas.
e rais para ditos.
Camtainhaa bordada para ditos.
cja
.1
^ wniaKlo, ft, as? paa;Pom',wr' ^ *wode em
ando pefo bom gosto e barateza, atientas tra qoalqaer parte,
f qualidades. ^17.1" ,
Gambraias bran
"Vi-^S6 ?H 'ua"aa( f llecos.
BoSin^Sde ?mbr^ia de ,inh0 e cassa estabelecimento o queTe U
aordadas mmente enfeitados" para Sras. ja para vestir e ornar orna noiva.
camisas para horneas e meninos, So va- Mantas pretas de blord.
rdo sortimento que wai do raaisordiwro
madapolio ao mais petfeite bordado-de II-
eambraia.
Mantas de blonde para noivas : o apurado
,'Iim 2fr ^MParen- gosto dos nossos com-spendentes era Paris
validades e precos. haoilita-nrts a dizer = -~
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfcites de mesa e de lapinhas.
COMPLETO
mmal NOS GRANDES
nosso
dese-
Camisas de meia, de flanella, bratieas e
le cores para liomem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
m se pode imaginar, sendo dlsso a me-
;bor prova o grande consummo dellas na
wucina da casa.
Capellas de flores, para noivas e baile
fesde a mais candida lor de larangeira at
mais inieressante griaalda.
Chapelinas no meleorgosto.de tedas as
de
Mantas para carros, com' linda* pinturas.
Merinos pr.;tos, trancados e lisos.
Musselina branca e deflres, Hudos e va-
riados padroes.
5
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
cntmodo.
Pannofi de crochet, para cadeirss e sofs.
Ditas de casemira muito finos
mesa.
para
Poitos bordados de Ii:;ho, Ikos e de al-
godao para tamisa.
Princesas prcas e ve cores.
Popefisa do seda e linho, com listras e
edres hoje preferidas pelas sennoras
nais apurado rigor na moda.
nit22Plp,1?oJevei aittroogoetode Pan. Pelheriaas
Loapeoa de sol, para snhorase homous-,
d lodosos, pre;os e variado goatos.
Chaly cora ricos padeces para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avaltado
HI. 23larga do Tenpo.. 28. 1
S1MA0 DOS SANTOS (r C.
1^
PROGRESSO
Pateo da Penha
itno ola
DE
10
S A HT o S & FEBREIRA .
^.. 4S Propnetanos-destes bem sortidos amazens parcipam aos seus inoumeros
fre^nezes tanto desta praca cerno do matto que tendn jeito grande diminuieao de pre^
eos as suas mercaderas estao por issoresolvidos a vende- por menos de iO e 20 i
oo que ea: outra qaalquer parte, garantindo-se portanto a b -pr-rior qnadade de qtiat
quer genero comprado Leste* vlous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
So* 6 3 V1SU CS S5 COH)Prchen*dos M ootros- PO^e eofadonbo seria irien-
para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras es mais linos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar este genero, e de mais fragaato
aera e nao menos vanedade de gostos,, e suave no olpuato, tem o PAVIUU DA
UMta, tmpossivel doscrever osortimen-: AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
SS?" Z&? e BOVOS S08108'l l,a at msis flnfl &*W* d'Amour, flnal-
mSS arlg"tm <*naBto sePde desejar. | mente tudo quanto d<;ve ocenpar o touca-
._unto para senhoras o que se padoiraa* dr de urna senhora de gosto.
gosto e nos eniei-
finar de melhor.
Coques, o melhor no
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rad gosto e lavor.
Ditas do nstao branco e de edres por
precos commodos.
Corpinhes de cambraia, ricamente borda-
doe para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
l,o que de melor se pode desojar.
Colarinhos de linbo bordados e lisos, o
aaaior sortimento.
m
Damasco de laa de 9 palmos de largura
indas cores e rieos padroes.
Espartilhos branaos e de cores, para se-
aoras e meninas, o melhor oeste genero;'
senhuma Sra. deisar por certo de monir
e de to precioso auxiliar perfeicao de
am corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilba preta.
Eafeites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguiao de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
ritas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padr5es,
Fi;hs de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de meinor.
Fil de seda, linho e algodlo, de todos
osjpstos e padroes.
Saias bordadas, brancas, lisas e-de cores
eom folhos e sem elles, d melhor posajel,
Sabidas de baile, e todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivei.
Sareelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeii-as, mais pequeos e de todec os ta-
manhos desejaveis, e om peca para co-
vados.
Toalbas de labyinho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalbas de linho e algodao de todos* os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz americano majrca Deves a 8)5800 a
6T380 rs. a garrafa e 560' o litro.
Azeite doce i Lisboa a 900 e Ijnooa.
to.
,
Vinagre branco mandado vr por conta
propwa vindo de Lisbda, a 320 a girra e
480 o litro.
dem tinto Figuera, Lisboa e Porta a
320,280, 240 e 200 rs. a garraa e 480 300
rs. o itro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto o Estrato ^ eta a,rc^ a 20, 2*0 e 280, a U-
a 560, -500 480 e 400 a garrafa litro a 840: hra kllorammo a 480, aiO e 600, e
760, 720 e 600. 7000, 7#*.O e 8800 arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560 Milbo alpis 200 rs. a libra e 440 o k -
agarrafa, em porcao ba abatimento. 'logramma e 5^800 a arroba, emporcio ha
Vinbo do Porto, engarrafado das melbo-' abatimento.
res e maisacretad'asmarcas -alOOO e 1&2M ^ue'Js fre?OS de o'^ vapor a 300
i&m e U a garrafa. |e 3^ cada um-
dem Bordeaux, Medoc e St. Jolion ai...AIetrIa' mscarro, talharim a 500 rs. a
7^500 e 6^500, a duzia e 640 rs. a rafa..i,bra e '"5* u kilogrammoem caiio ba
Genebrs de Hottoda e taraaja doce aro-: Mnwiito.
ltwa- * propnetarins rie*te bein ooofceoJdo e9tabele-
emento, alera Pslo< a4preeifl(,o do respe*vel publico, maa-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
d Europa un completo e vanado sortimento de
finas e mni delicadas especialidades, as qnaes es-
tao rcsoMdos a vender, como de seu costnme,
per precos mnio baratinhos e commodos para to-
dos, cun tanto que-o Gallo....
Muio superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de nui lindas cores.
lui boas e bonitas gollinh&s e punhos para se-
nhori, neate genero o que ha de mais moderno.
Superiores peines de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para canecas da
Erraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
m e sem elles; tita fareuda o que pode haver
de melbor e maii boaito.
Supcriore e bonitos leqnes do mtareperola,
marnm, sndalo e osso, sendo aqueiles branco^
c lindos dseuhos, e estes pretos.
Muito superiores metas no de Escossia para se-
nnoiw, as quaes sempre se venderam por 30000
a T nrUtn* que nos as vendemos por 20,
aiem dess, temos tambera grande sortimento de
utraa qualidades, entre as quaes algumas multo
Hojas bengalas de superior canna da India e
asuo de raarlim com lindas e encantadoras ligu-
rasdo mesnio, ueste genero o que de melhor s-
pode df sejar ; alm destas temos tambem grandt
quantidade de outras qualidades, como sejam, ma
deira, balcia, opso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicotinhos de cadeia e
do outras qualidades.
Liadas e superiores ligas de seda e borracha
para segur;) i as meias.
Boas mcias de :edapara senhora e para meni-
nas de t a 12 amos de idade.
Navalas cabo re marflm e (artaruga para fazer
barba; sao muito boag,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ver tam-
bero asseguram^s sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bella* capellas para noiva.
Superiores aguihas para macliina e para crox.
Liana muito boa de peso, frouxa, para encher
labyriHjbo.
Bons haralhof de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo flm.
Grande o variado sortimento das melhores per-
fumaras e do* nielhores e mais coahecido3 oer-
fomistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos uiagnuticos contra as convulsoes, e
fardifatn a denticao das innocente criancas. So-
mos des*e muito recebederes destes prodigiosos
collares, u continuamos a recebe-los [Mr todos os
vapores, aiun de que nunca faltem no mercado,
mo ja tes que cellos prerisarem. vir ao deposito do gallo
vigilante, sonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e w qnaes attendendo-se ao flm
para pe f.ao applicaaos, se vendero com um mu:
diminuto lucro.
Rogamos, pVtls, avista dos objectos que derxamo^
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por ptocos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, roa do Crespo n 7
CEMENTO
O verdadeira portland. S se vende n
ra da Madre de Deas n. 22, armazem d
Joo Martina de Barros.
Rival sem sarocl*
5*
9
wat
ti
b
ru-A m dde r>%
Estou disposto a eentiuow a iinderi|fih
as miudezas pelos baraisimoj pro;us abai-
xo declarados, garantidn tudo fcon pe*
Cos admirados.
Pacate eom 20 qna iernos de pa-
pel nmade a. .... J(g
Ca\a< com 20 ademopapal pau-
tado a........
Caixas ;om 80 Dotttos ra Hab
do gaz a. .
Duzias de meias croas ijperipi
qua'idadea. ......
Pecas de ujbadtDtios am iO va-
ras a........
Pecas de tiras bordadasiom 12
metros cada p ca a I ,>."j00 e.
Pecas d litas para cs de q al-
querlarpura com 10 varas a.
Recovas para unhasla?>;nda fina a
Ditas para denles a 240. 320,
400 rs. e....., 3f
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a...... fu
Caixinhas de madeica com a!ftn3-
tes fazenda suporinr a. .
Duzia de linha fi'sa pora ocia-
dos 400 rs. c.....
Bares de meias croa* pata bwh-
n"S diversos lmannos a. .
Duzias de .meias luaacas niuo
finas para senhora a. .
Pares de espatos de troica do-
Potto........
Pares c'e sapatos de trete f, '..
Livros de miesa sbrvia4a\ .
Duzias de bsreeaW pare vaitareu
Sylabarios porlnguezes a. .
Redes com cotilas romto ba mw<
Girloes com cohetes i carreras a
A:oloadmas para colitte diversas
qualidades........
Cixas com ponna de a<;o muito
boa de 326 a......
Duzia de linha 20ii jardas lan-
dre de 40 a 20o e, ..
C.xas com superiores obrei.-s.
Duzia fle agtillu para machina a.
Libras de pregos Ir.mcezes ledos
os tamanhes a. .
Talheres para meninos a. .
Pares de-sapatos de Ifaifea paia
metmee a. ...... iii.#
A
m
so
mm
SiJO

Velas de sperm.if4?fc
Vcrdadi'irn americano, cada taa fjnn Um*
e cinco meias dnzias do vias, :h 2lu v.las, p>
innta e cinco mil rcis. >ic arciaiem de Tasa ar-
maos & C, ra do Amorira.
FO Vistuarios bordados de fustao brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de laa escoceza de 2 saias,
novidade pelo padrao, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores cora \ saias, tudo inteira
novidade, trazem os modllos juntos para
mostrar a forma de os fater.
Veos de blond para noivas e pretos para*
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. freguezas, que
manca a 6*500, 7& H500, a frasqoeira.
Serveja.ljassv Llers 8eU a 9^800 du-
zia em porco ha grande abatimento.
Wem m.rca II e T e outras marcas a
3&)0O e A, a dezia e 300 rs. a garrafa.
Assim como ba oatros amitos
SabSp massa Je Ia c 2S qualidade a 220
e 240rs. a Lbra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa mnito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azaitoaas,
KXj^trST?I d erStS narCas' maTOeIsda, bolachinhas de todas a
Sl a* S'Jff. ^aD4cyeral,7pe,! a P' c, Mdium, mised, soda Faner-nic-nac, pa-
ace de\anetes,combmation, Bntania, doce de goiaba fina, chouricas, maoteigas finas
T2 fi"'' baa de BaHi,nor' P^*Pho de Svcurjl, Cog, 4Td^er
as quaWades Canella pimeata do reino, ervadoce, pomada &lw! pe.xe
m latas de todas as qualidades, fariaba de mrtho ame icna, grandes ShoTdi S-
LoAo nf ndr3rmaZenS eX? teD,beB1 ^e sortimento de louCas p^o^WS-
jSS^Jt^SiJSS^ WWinwtwm aos compradores* P P
IA .a8 aS cres e Mlidades somos os nicos em Pernambnco que pode-
mos otterecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
cas ao kora gosto do nosso fornecedor em
rico, quer
grande sortimento.
Flanella branca e de coree.
Flores, o que ha de mais
StaSSAemnmralJ' te* oPAvy^O P*. Podemos garaD7qae'r*gu;mnet
?w / l permanente jardim a, generq o possue melhor; nem mais em
disposicao das Exmas. familias. conta.
mnIn nF'.D^n0 d t3 gr3nde e varado ^rt'^ento qne os nr0prietaros do PA-
viLHAO DA AURORA se apresentam ao j)ubliao declarando desde i que a sincerida-
4 e o bom gostoo movel nnico de seus negocios. .
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura Ibe
*eja necessano, os propietarios deste sumptuoso estabelecnento recommendam-se
SZSSfl0 Tem con,radlcto protestan esfdrcar-se por coatinaar a merecer
5 qSe ** .hes tem dsPD8ad certos de que do seu esiabciecimeato no sahira
freguez descontente.
f Contina sempre a oficina de alfaiate dirigida por nra (Jos mais habis ars-
iflffi"P10.'"6^'com PrompWJo e bom gosto quaiquer trabalho q,ue lhe seja
RORA dira? i ?!*?? -ePcialmente oceupada nos trabalhos do BAVILrUO Ov A-
?:, lg qUelbe concWMntes. arante por seu apurado gosto eprompUdSo
aa execueo e a mata completa perfejc5o nos, seus trabalhos. "
caitnn M iiiSI?!""0" ^P*213. f? honra .oma prova de que mecacemps o con-
wsnS, ^^hM.ao nosso esunelecimento, conceito que procararemos firmar cada
-w^to Ua 6 te 9 Tioras ft:'UnOBv.
X
MI M MODA
53--RIA MU-S
UMA
para meninos,
im'^pShofetc.'1"'18 chaf,osinll<,t e setim,
superior.
PUNHOS. Para catnisas de homens, fazenda
par 640 rs. (pechincha!)
PERFUMARAS.
da, ^^:^s$vm de w "**
GraviUs. cintos, flores, plumas, coques, traucas, fitaa. botSes hias a oen,
RRUGIf^QSO
Jcordeiro previdentc
Ra do quelnmdo n. t O.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pert
arias, de me effecthament est prvida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba d
receber nm outro sortimento que se tora
ootavel pela variedade de objectos, superior
lade, qualidades e commodidades de pr
fa"mpK^ie"gsitde0Jta^
t & espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em geral e de se
boa freguezia em particular, nSo se afai
lando elle de sua bem conhecida mansidi
a baratera. Em dita loja encontrarlo o
precadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de MurraytiLamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, frai
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toflet.
Elixir odontalgico para conservaclo
iflseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che;
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coa
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparent.
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
Irancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel chr'
ro de violeta.
Outras concentradas e de caeiros igua;
mente finas e agradaveis.
Oieo pbilooome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qoalidad.
coaa-escoloidos cheiros, em frascos de difi.
rentes tamanhos.
Sabooetes em barras, maiores e menort
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em les
ras de meninos.
Ditos muilo finos em caixinha para barb,
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madeira invernisada conten do t
as perfumaras, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonites vasos, de metal coloridos,
moldes novos, e elegantes, com p de arrr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para destes.
Pos de camphora e outras diflereau
Tuadadee tambem para destes.
Tome oriental de Kemp.
Alma aaamia cuajara.
Um outro sortimento de coquee de n>
?os a bom toa molda com filets de vidrilhi
s alguna d'el lo ornados de floree e fita
aatao todos expostoa apreciaoao de traer
>a pretenda comprar.
fiOWJNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de mnito gosto e peruioie.
FlTeilaa e fltaus para Inte*.
Bello e vanado Mtiaaeoto de tsae obie<
tos, ficando a boa eaxoiaa ao gosto do cot
prador.
i
ft. 7So a
Para Manto \ul<;<.
. Pedro.
Na muito conhecida luja de fwrgMKmfoa X.r
va n. U9, de Soun A Guiani.'i, aclia>e um Im-
do e variado soriimento da totts .- 'fipnsitiat-
Ctaes dos Bellioiv! fabri^airle a>.ta ciHwk, *m
tenda rodinhas, SjMaas d atdw o* HayaHi-^
brancas e de cures, ,;raveini, iitutiii.-n;2, ques, etc.; assim romn nm liiidiiin wiit
aonimpnto de Higos cliiiifzps feceatement1 ctiw
dos, proprios para enancas, ,>s fue pScin *r
sollados em salao. Afffai aait (|i.> t^tt*N> tu*
bem urna grande qnaufnlade dy sorks de i.-da.a
qualidades, am. sejam, surte:, eo a fsiareia>, '.;-
sem estamnas, ditas pin carl&a emn ;> i .
resposta, ditas em Uvni, ludo ?nr m-f> tmMc
c-.mii'oils, Cantara Je'jLi^foa
Solpita?, hombreiras e capt* Hra frpnie casas, o que ba de melhor : a vrada n<. araia-
zem da travessa do Corpo Saalo a 85. de JoaH
Lopes Machado 6c C.
COOT FJLf ISHA
Maia Laadolioo vende saata om (arinoa 6;
mandi, ca : na ra do Duque de Caiua*.
do Rosario, loja n. B
Il ave.
ESCRAVOS FIMCOS.

superior com duas, (aces. o
p URSLi .
Lu fuga para o eo, donde l
natura!.
Auzentou-se desde o da 9 *> abril do corr
anno, a mulata acaboculada rsula, de idade pwa-
co mais oq menos 30 annos, ebeia d<< rornc r.
bellos corridos, tem os d-ntes da frente p rf.4UK
talla descancada e o maior sgnal- urna ir.ipi-'i
e urn. 4m b"a de?d o eotowll.1 at a iin-
nhca da ma, suppoe-se ter eguido para o l donde e natural, leveu vestid-; de eUta pwim
com listas encamadas, acosiumada a iar-i'^ .
cotia : quena pegar leve raa 4a M.rfm &.
fea^"^m*^*>^^^
Fujjo no da 11 de marea do crreiuo aaai
o escravo Francisc(., cabra, da ida de 30 atwoc
com es sigBaes seguintes : cabello^ earapnfcr
rosto descarnado e com martas d* oesijra-, ioiitw
la-se ser lvre, levou calca braaru, iw.leu>t a* al-
paca de ior, cbapo de chile, natoral da Paratw-
ba ; o mesmo fot comprado ao Sr. Delmiro Aiv..
Maia, morador na Parabvba, e.jiaaa se ter ii
para e mesnio lugar. Desde ja proles a c,^,-
a pessoa.gne q tiver occnllado ; e n ga se ans n-
pilaes do eajnpo, assim c ciaes que otragam ra Direila u. 16, que mj
generosaoieiue gratilicados,
FtM. eVdia 10 do nez panado nm ecpS;
de Borne Lhw, iwcio Gsta, de M wnos o> id.V
trababa de marcineiro e carapioa, a de bi#nfc '
e barba por baiso do queixo, l freguezia U S. tote em casi djs aarenlts e nw
ras desta cldade. Protesta-so .-oulr.i quem oi-
ver em seu oder ; e pede-ie pallna e cai.iti-.
de campo a apprehensao do dita-ascravo p ievn-
no a ra da Cadeia do Recite, ata-a. 1, aue era.
pago o sen, aabalno. v
Fugio no da 29 de maio da eurrenb, d*
genho Lapes, termo de Jtamb, % escrWft a* ii,-
me Aiikiqio, representando de.fff a 28 acoV
idade, cor preta, esutura baija, pouca barba, r.
beBo- carapinhot. desenvotvid; no i;ilar. .infcr
um pouco cambaleante, earreiro meatre 4c
asurajr; sqnpe-so ter segaio &t* a .vHU .
Cabo, resieeneja de sua amiga sonhor;, viuva ptv-
prieiaria do e genho Garap, e mesn,., em hueca
de am tal Po Tierra, qne julga-te o lar s*>duz<, '
Gratifica se pNwrosanieBte a Meaa o ltar m -. -
genho Lages, ao seu sephor Visttei H-rae., i
Freitas. ou nesta cidade ra daRaiig' I n. f>'\.
hambui^nezas
Weel pmpdapoitp racaba-s* ppr todos o pa
quetestranslancos bichas de qualidade superfoi
e vendern se em caixa ou porcao mais pequea,
q"t* 7"Jr,do 1ue ora oulr qulqner parte :
na ra d, Cadeia do Recite a, sj tMaiaft
GabeUoa
Vendem-se cabellos aje todas ja corea, aaalfaar
3RB
quaboaOt supaaejej
quepa : o ra di,
andar
en caixa ou
Cadeia do Re-
I Recite anaiero 8.
do etuaaba %m I, U^ot-r.
.o de nome Daau08. uv
- Fugi..
(-cada ascr*yo
os signaos segumtes : falta da oVl
p*s inahadw cora biebea, rmbaki;, quiiM'> an-
da, alto, corpulento e tan ua< rra t 1>n*
em ura dos pos, idade de 45 a u,ai
to caxaceisn, trabalba em chapeas
ennfla se que veto para o Recite
quem o aj>rt hender e lvalo ao
n ria Sairrila do Rosara a. 4:
llodrigua- Almvida 4 C, seca.
grati rotaste.'-
o acoitar.
Fqgio da casa v.
a mulata 3o(.Ma, escwa de B. Mi
da Fouceca Coaba, consta qna tora -
Ul*n ue a toMcaru--
Carneiro da Cunba : na ra d
ajee serio gratilicados eom 100/000
;


Diario de Pernambuco Terqa feira 7 de Junho de 1870
L\
\

Jll^WI
W.
Q WUNTASMA E A CANCHO.
Quem bat ? A noute sombra
Quem bate ? i rijo o tuf3o !
Nao ouvis ? a ventana,
Ladra Un orno um cao
Quem bata .' o n me que importa!
Chamme (! r. abro a porta !
Chamj-m :>bre o lar!
Da-me pao.. .'chamo-me fome.
Necessidade J o meu ng.mii.
Mendiga, poded passar.
* Mull r, se cu (aliar promettes
A porta abrr-me ? Talvez.
Olha, as cans deste velbo
Vers faados laureis.
lia no meu crneo enrugado
0 fundo sulco trocado
Pela c'ra imperial;
Forastero, er ante espectro,
Meus cajado j fu sceptro.
Mea trapos manto real.
Senhor, minha casa pobre .
Ide bater a um solar !
De l venho... 0 rei phantasma
Baniram <1o proprio lar ;
as largas escada'ias,
as vetustas gale ias,
Os pageos e as cortezas
Cantavara Reinava a orgia !...
Festa Festa! E ninguem via
0 rei coberto de cans.
Phantasma, aos grandes que tombam
palacio o mausuleu !
Silencio de longe eu venho...
Tambem meu tmulo morreu.
0 sec'lotraca que medra
Nos livros feitos de pedra
Roe o marmore cruel.
0 tempoAlila terrivel,
Quebra com a pata invisivel
arcophagu e capitel.
Desgrana ento para o espectro,
Qaer seja Homero ou Soln,
Se medindo a treva immensa
Vae bater ao Pantbeon...
O motimero profano,
No ventre da cova, insano,
Mergulha os dedos crneis;
Da guerra nos paroxismos
Se abysmam mesmo os abysmos,
E o morto morre outra *ez !
* Ento as sombras inindas
Se esbarram em confuso
Os phantasra3S sem abrigo
era no espaco, nem no chic
As almas angustiadas,
Como aguias desaninhadas
Gemendo, voam no ar.
E enchem de vagos lamentos
As vagas negras dos ventos,
Os ventos do negro mar.
c Bat todas as portas
Nem nma su rae acolbea !...
Entraurna voz argentina
Dentro do lar respondeu.
Entra pois! Sombra exilada,
Entra! o verso urna pousada
Aos res que perdidos vo,
A estrophe a parpara extrema,
Ultimo throno o poema.
Ultimo asyloa carado !
Castro Alves.
C0NSTITU1C0 DOGMTICA SOBRE A
'F CATHOLIGA.
Po bispo, servo dos servos de Dtus, com
approvaco do sagrado concilio, em per-
petua memoria.
O Filho de Deus e Redemptor do gene-
ro humano. Nosso Senhor Jess Christo, a
ponto de \oltar para seu Pai Celeste, pro-
raaten de estar com a sua igreja, militante
nti trra, todos os dias as consummaco
dos scalos.
Assim nem um s instante tem elle dei-
rtdo de acompanhar esta ddecta esposa, de
3 auxiliar docente, abencoar operante e soc-
correr periclitante. E esta salutar provi-
dencia, manifestada continuamente em be-
nocios ionumeraveis, evidenciou-se naquel-
!es fractos, que vierais ao orbe christo dos
concilios ecumnicos e nomeadamente do
Tridentino, ton que celebrado em lempos
iniquos. Por elles, com effeito, foram com
mais precisao definidos e com mais desen-
volvimento espostos os dogmas santissimos
da religio, besa como condemnados e re-
primidos os erros ; por elles foi a discipli-
na ecclesiaatica restabelecida e mais firme-
mente sancionada,; o amor da sciencia e da
piedade promovido no clero ; preparados
tfdiegios para educac5o ecclesiastica dos
adolescentes : emfim os costumes dos po-
vos renovados por mais esmerada -instruc-
Co dos fiis e por mais freqoente aso dos
sacnraen'os, p r elles ainda foi estreitada
a uniao dos menbros com o cabera yisivel
e robustecido todo o corpo mystico de
Christo: por elles emfim foi mantido cons-
tantemente e levado at effuso de sangue
o ardor pela propagacao do reino de Chris-
to em todo o universo.
No entretanto recordando com aleara,
condigna de nossa alma, estes e outros in-
signes beneficios, concedidos igreja, pela
divina clemencia, principalmente por meio
do ultimo synodo ecumnico, nao podemos
deixar de eipressar dr acerl a pelos males
gravissimos, nasddos, mais que tudo, de
que por muitos ou f i desprezada a autori-
dade do sacrosanto synodo, ou desestima-
dos os seus sapientissimos decretos.
Ninguem com effeifo ignora, que asbere-
sias, proscriptas pelos padres de Trento, ao
passo que regeitavam o divino magisterio da
igreja e entregavam as cousas da religio ao
juizo particular de cada um, iam-se gra-
dualmente dissolvendo em seilas multpli-
ces ; que, discordes e gladiando-se, entra-
queceram em nao poucos a f de Christo.
Assim a mesma Biblia sagrada, que d'antes
afllrmavam fonte e juiz nicos da christa
doutrina. principiou a ser tida por nao di-
vina, at a ser igualada s fbulas mys-
licas!
Nasceu ento e diffundio-se largamente
pelo mundo a doutrina do racionalismo on
naturalismo, que, opposta diametralmente
religi5o christa como instituto sobrenatu-
ral, se empenha porque, desterrado Chrs-
le. nosso nico Senhor e Salvador, da men-
t humana, da vida e costumes dos povos,
se estabeleca o reinado da chamada razo
pura e da natureza! Deixda ento e des-
prezada a religio christa. negado o Deus
verdadeiro e o seu Christo a mente de
muitos des.ahio para os abismos do pan-
theismo, do materialismo e do atheismo,
por modo que, negando j a mesma nata-
reza racional e as normas do justo e do di-
reito, se esforcam por alluir as mais pro-
fundas bases da sociedad humana.
Diflundida por toda a parte esta impie-
dade, aconteceu infelizmente, que muitos
filhos da igreja catholica aberraram das vas
da verdadeira pieoade, e, diminuida nelles
pouco e pouco | verdade, attenuoo-e-lhes
tambera o sentimento catholico. Seduzidos
por doutrinas variadas e estrangeiras, con-
fudindo maliciosamente a natureza e a
graca, a silencia humana e a f divina, Ira*
balham por desviar do seu sentido genuino
os dogmas guardados e ensinados pela san-
ta madre igreja e por por em perigo a inte-
gridade e sinceridade da f.
Ao espectculo de tantos males, como se
nao havia de commover a igreja at ao fun-
do de suas entranbas ? Pois que assim como
Deus quer a salvado de todos os homens
e qae todos cbeguem ao conbecimento da
verdade; assim como Christo veio salvar o
que peccra, a congregar na unidade os fi
Ihos de Deus dispersos ; assim a igreja,
constituida por Deus mi e Diestra dos po-
vos, reconbece-se a todos devedora e est
sempre disposta e preparada a levantar os
cahidos, a abracar os arrependidos, a con-
firmar os bons, impulsando-os para o me-
Ihor. Por isso nanea ella se abstm de
confessar e de pregar a verdade divina, cu-
rativa de todos os males, sabendo que lhe
foi dito. O meu Espirito, que est em ti.
as minhas palavras, que puz em teas labios,
nunca se fecharo em tua bocea, nem ago-
ra, nem na eternidade.
tincto do mando, felicissimo em si e de si
e inefavelmente superior a ludo, quanto
exista ou possa existir /ora d'elle. ,
Este s Dos verdadeiro por toa bonda-
de e virtude omnipotente, nao por augraen-
r sua felicidade ou por adqorir outra,
mas por manifestar a sua perfeicSo tos
bens distribuidos s creaturas e por sua
vontade plenamente livre'*creou do nada,
desde o comeco dos tempos, duas sortes de
creaturas: urna espiritual, outra corporal,
isto a anglica e a mundana e depois a
humana, como commum de todas, feita de
corpo e espirito.
Tudo, porm, que Deus ediflcou, cooser-
va-o e defende-o cora a sua Providencia,
attingindo desde urna extremidade at a
outra e dispondo tudo com docora. Porque
tudo desvendado e manifest aos seus
olhos mesmo o porvir dependente da acfo
livre das creaturas.
(Contimnr-fe-ha).
1
YiRIEDADE
PHYSIOLOGIA SOCIAL.
O CREDOR. .
_-------------------------------------?----------------
E resmungando retira-se.
Ha, porm, nma casta de creceres, que
terriveH que, sera tir-tenem guar-te, falla
muito alto, grita, esbraveja, cobre de insul-
tos o infeliz que cah'ro na esparrell de ter
contas com elle.
o negocio-, sendo de sna vootadef entre
nos i
Teme pois ; Mqliier Du*al 4C'j pedi-
rem a Hoezenne a reraeasa de 100 150
arrobas db leite de Mapirandube e a olfere-
cerem-lheseeiedade na especufeeao, .mas
1JW3 l/Uiu oiic wui-un nvKum "- ^^^, .------
Ha mais outra especie de credoresv que em todo o easo exlgindo tanto segredo nc
Jo aqelles que espreitam o devedor an- negocio qae at Ibe recomraendam que1 n*o
u fa?a remesa do artigo drectamenfe a por-
tos da Franca, mas ao de- Liverpool oo
Lisboa, nem pe!o navio de T. 4 F.
De outro lado ahi temos tambem o cor-
respondente inglez de Arch. Campbell a- pe-
dir, bincetnunc 50 tanelladas do mesmo
artigo, ao mesmo tempo que Campbell cora
a sua habitual sagaeidade pede- que o nego-
cio fique em segreo.
dam-lhe na pista, e que, desengaados-de
nfceobrarem o qne se Ihes deve, vendem a
divida por dez ris de mel coado a algoem
qoe atormenta o devedor de da e de noit,
nos passeios, do Iheatro, etc.
Nos, pois, seguindo os passos de nos sos
predecessores, nunca temos deixado, no
desempenho de nosso officio apostlico, de
ensinar e defender a verdade catholica e de
reprovar as doutrinas perversas. Mas ago-
ra, deliberando e julgando comnosco os
bispos do orbe catholico, por nossa auton-
dade congregados em concilio ecumnico
sob o Espirito-Santo, baseando-nos na pala-
vra de Deus escripia ou vinda por tradic-
Co, como a havemos recebido, santamente
conservada, e fielmente exposta pela igreja
catholica, resolvemos professar e declarar
do alto desta cadeira de Pedro, face de to-
dos, a doutrina salutar de Jess Christo,
proscrevendo e condemnando os erros con-
trarios, segundo o poder por Deus a nos
confiado.
Capitulo I.
De Dos Creador de todas as cousas.
A Santa Igreja, Catholica,- Apostlica Ro-
mana, er e confessa, que ha um s.Deos
verdadeiro e vvente, Creador e Senher do
Co e da Ierra, omnipotente eterno, im-
menso, incomprehensivel, infinito em intel-
ligencia em vontide e em todas as perfeicoes;
que sendo nma substancia espiritual, nica
absolutamente simples e iramutavel, deve
ser pregado como real e essencialmente dis-
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Depois de tantos bancos, de tantos fr-
menlos, de tantos economistas polticos e
polticos economistas, quem nao 4er ere-
dores ?
Quizra saber quem nestes tempos fe-
licissmos, que nao tem o seu credor, quan-
do do grande lom ter credores.
A aristocracia em toda a parte faz alarde
em t-Ios; e a classe media, tamaem os
lera, mas sem alarde.
E todos vivem contentes e lelizes f
Diz ura amigo outro:
Vamos ver fulano ?
Vamos, responde o amigo.
E tocam a andar.
Mas, diz um ao outro, com tanto que
nao passemos pela ra tal.
Porque?
Porque nao.
Mas, o carainho mais curto esse.
E' verdade; mas nao posso passar
por all.
Porque?
Porque mora aessa ra um inglez,
um cadver.
Observemos agora os typos dessa classe
respeiiavel.
Cada um dees pede o seu dioheiro de
differente modo ; o geaero um, mas as
especies dis ti netas.
Ha o credor incansavel, que amhomem
cuja paciencia faria desesperar o proprio
Job, typo da resignaeo.
Apparece todos os dias e quasi sempre
mesma hora.
Seu amo est em casa ? pergunta elle
ao criado.
Nao.
O credor olha para o chao e reflecte al-
guns instantes.
Depois torna a fazer a mesma pergunta,
accrescentando :
Mas a qae horas poderei eacon-
tra-lo ?
A's cioco.
Pois bem ; al logo.
E ei-lo de volta s 5 horas, menos 3 mi-
nutos.
O criado, que j o conbece, logo qae o
v diz:
Meu amo nao est em casa.
Ainda nao veio f
Veio; mas tornou a sahir, e nao sei
a que horas voltar.
E amanha de manha a que horas
lhe poderei fallar ?
Venha o senhor s II horas ou ao
meio dia.
No dia" seguinte apresenta-se o credor is
11 horas e 5 minutos.
E repete-se isso todos os dias ; no inver-
n, na primavera, no vero e no outomno,
de manhaa e de tarde.
Esta especie de credor inoffensiva e nao
cansa.
Toda a vsinhanca o conhece. A conta
que traz na mo est suja e amarrotada ;
mas elle impererrito, nao desanima.
porque pertence raca de Cato. Mais
tarde, ou mais cedo, Carlhago ha de sa-
bir.
Ha o credor-orador. Este diz logo ao
criado :
Diga a seu amo que eu estou aqui.
Meu amo nao est em casa.
Diga-lhe que j estou aborrecido de
vir aqui todos os dias e sem resultado al-
gum; que tenho mais que fazer e nao posso
abandonar minha casa para andar atraz
delle; que se soubesse que zombaria tanto
comigo, nao lhe teria fiado a minha fazen-
da. Faca o favor de dizer-lhe qae desejo
saber no que ficamos; e que se continuar
do mesmo modo lancarei mo de outros
meios; que se nao pode pagar toda a con-
ta, pague-me o que poder.
Macaranduba
Sendo as nossas florestas abundantes
desta planta nao deixa de ter interesse o
segninte extracto:
SUCCO DA AgABA.1DCA
Succedaneo a Gutha-percha
Na primeira parte d'esta memoria fiz
menso da Macarandoba como urna das ar-
vores mais estimadas da provincia embora
n8o evsta as duas comarcas de que tracto
(Obidos e Santarem) em tanta abundancia
como ros outras. O sueco leitoso que esta
planta fornece em abundancia merece a
maior attencjk) dos commerciantes porque
pode constituir um dos mais importantes
ramos de commercio db Para.
J en> 184 en expend esta mesma idea
que a muitos provavolmenle pareced o qae
vulgarmente se chama tbeoria. Bef Iloje
mais do qne em 1864 insisti na mesma
idea, apoiando-me, nao em simples tbeoria,
mas em tactos irrecusaveis.
Em 1880 um intelligente negociante que
resida e Santarem, o fellecido i. Gouzeu-
ne Faget, remelteu pela primeira *e para
Franca e Inglaterra anoostras de diversos
suecos vegetaes. em qoanlidade, afim de
serem examinados n'aqoelles paizes; entre
as amostras ia o leite da Macarandoba.
O resultado obtido em Paris coasta da se-
gninte carta dos Srs. Bbllier Duyal & C-*
por cojo mtermedio foram remettidos os ar-
tigos:
< Amigo Sr. Gouzenae Faget.
Ponson du Terrail
(Continuaco do n. 12).
XLVII
A certa distancia da casa de Lebouteux,
Rouxinol parou.
Um momento!disse este.
E deituuse ao comprido, com o ouvido
collado ao cbo, para ouvir por certo me-
Ibor ao longe.
Lebouteux observava-lhe os moyimentos
com curiosidade.
Rouxinol, ergaendo-se,'disse:
Ella vera do lado do Sapal.
Ella qaem ?
A Cabrita.
O guarda eslava admirado.
Sr. Lebouteux,proseguio Rouxinol
com amabilidade,se o fui procurar, deu
causa a isso a sua promessa.
E qae mais ?
' E' mutil qoalquer explicado agora,
mas o senhor ver. >
E proseguio sea caminho, avanzando com
precauco e evitando o mais possivel o rai-
do das foihjs seccas, que crepitavam debai-
xo dos ps.
A1 duzeutos passos do Sapal parou nova-
mente.
O senhor tem bons olbos,disse elle
ao oovido do guarda,-mas nao v mais
longo do que eu.
Tive occasio ne fezer ver as vossas
amostras... Moslrei-as a um das maiores
fabricantes, o Sr. Ratteo; elle pretende que
para nada seera ; entretanto, nao perco a
esperance e tratarei com outro fabri-
cante.
< Mas ba cousa mais interessante para a
qual devemos tancar todas as nossas vistas ;
sobre a amostra n. 3,Pao de leite de
Macarandubaqoe sem duvida alguma a
Gotba-percha.
Podis reraetter-nos de sociedade (en
cont demi), se assim quizerdes, 100 ou
150 arrobas d'esse genero, ou se nao qui-
zerdes sociedade, 100 arribas por nossa
conta.
< Nao um artigo, novo, que de Borneo
vem muito; mas possivel que as vossas
amostras sejammeihoreseobtenho a prefe-
rencia, como obteve a vossa gomma elsti-
ca, convindo porm ter todo o cuidado e
atteneo para qoe dentro do pao nao hja
trra ou outras impurezas (sleles) que po-
den prejudical-as, como se tem feite em
outro tempo cora o uroc que tem tdo bai-
xa completa em prego.
c J se me feltou em preco de 4 a 5 frs.
por kilograma, conforme o crrante. Os di-
retos sao iguaes aos da gomma elstica.
E' proeiso toda a atteneo para este ne-
gocio e proceder-se de modo que sejamos
os nicos a explora!-?.
Remettei esta primeira porco e pode
ser que ella nos d eccasio de alargal-a em
escala maior e mais importante: mais con-
vm Do remette-las no oavio de T. F
e fazer tudo de modo que H. nao ouca fal-
lar n'esse oegocio.
t Acho que ser bomfazer-nos as reraessa
por Livrepool ou Lisboa ; por este ultimo
porto ser melhor.
Quanto a importancia, autorisamo-vos a
sacar sobre nos a 90 dias de vista.
tilnllier Vuval & C.a
Agora quanto ao recebimento que teve
em Iugla trra a amostra do sueco, o se-
guinte trecho de urna carta de Arch, Camp-
bell, antig'o negociante d'esia praca, tambem
hoje fallecido, explica qual foi:
Illm. Sr, Jos Gouzenne Faget.
i Belem do Para, 17 de maio de 1859.
.... Respeito ao leite de Macanraduba,
nada posso dizer do seu valor; quando
mandei a amostras para Inglaterra, o resul-
tado foi pedir-se maior porco para expe-
remsntar ; mas tanta vontade havia para
essa experiencia, que pediram logo 50 tone-
ladas !
c Si nao fr possivel alcancar porco sem
ajustar algura preco, podemos dar qualquer
preco. at saber do resultado, querendo
elles fiarem na nossa honra, e creio, que
at 8(5 ou 10i5, ou menos se poder, ficando
Todo- o mundo eoromerci! conhece a
perspicacia e tino do negociante de Paris e
Londres e fcil comprehender qpe quando
um d'estes, recebendo om producto novo,,
exige logo orna remesaa consideravel, o re-
cwmmenda segredo, kr porque o negocio
magnifico.
Mas, pois-que se oopde duvidar d'es-
tes fados, licito pepguotar-se r Porque
n3o realisou- Gouzenne a especula?*) que
Campbell & MullierDuvai & C.Mhe- offere-
ciam ?
Com qoanto esta objeceio seja importante
para o casOi pens que ser fcil respon-
der.
O'motiva-nao descoabeeido de todo o
mundo no Para. A Macarandoba nao abun-
dante no Amazonas, encontrando-se sraente
no centro, muito longe das margens dos
ros. Estadifflculdade e entre outras mul-
tas a falta de bracos, nao permittiram
Gouzenne satisfazer, em Santarem.. aos
pedidos.
. N'essa poca trabaja disposto a sua mu-
danca para a. capital e reahsou-a mais-de-
pressa aura de vir cuidar d'aquellc iote-
resse.
Circumetancias imprevistas, porm, eons-
piraram de modo que nopoude tambem
aqui oceupar-se seriamente do negocio,
tendo'apenasconsegaido a extraco de 20
arrobas do producto que elle vendeu logo
aqoi mesmo casa filial de Mullier loval
& C.) e mais tarde outra porco aos Srs.
James Biehep & C.a.
que-, oomfeinado cem- a borracha'o om a
belateyotiy emfim, cam a mesma gutta-pec-;
cha, oresta-ae ao febrloo de oadaa de relo-
gio, inaeisy pulseras, brinooa, e eatroa or-
natos db lucto, bocetas, pentes, tinteiros e
caetas; bandejas, baldes-, bacas, casticaes,
bulles, chicaras, copes para agua, frascos,
garfos, comeres; facas mesmo, ainda que
? para cortar papel, potes, canecos, porta-
relogios, caisinhas de joias e de costuras,
armaduras de bwocolos e outros instrumen-
tos, de mil censas emfim.
Os suecos ablala verraelba e do buile
irte, cima altadidos, nao s do producto
um tanto inferior ao da macaranduba, mas
vo sendo destruidas pelo arrocko e pela
derrobada das arvores. O da macarandoba
de orna dupla til dade e de fcil extracrao.
N5o ba no interior da provincia qaem nao
saiba extrahi lo, nao para o commertio, mas
para alimento 1 porque este leite vegetal
:um maravilbosq soecedaneo do leite ir vocea.
Ninguem, todava, o toa puro e simales,
mas dissolvido um pouco era agua, ou ajon-
tando-o ao caf e cha-, e fezendo cora elle
papas de.milho, mngaos de tapioca e por
outros modos, porque talvez com motivo
bem fondado, suppo-se qoe, tomado sim-
Dles, coagula-se no estomago e pode ser
fatali
Si este fecto real. coBstitue elle mais urna
differenca essencial entre a Sfecaranduba do
Brazil'e o Palo de vaoca; o Galactodrtnta
utifcAt Htomboldt e Btmplandt,
A arvore Macarandoba (Mtmnsop EUto)
apparece cora diversos nomes aa maior parte
da America Meridional comprebendendo urna
exteoat) de 33 graos dfe latitud desde 10*
septentrional at o 23o" austral.
No Brazil ella abunda desde o Para ateo
Rio de Janeiro, e Minas Geraesre desde Per-
nambuco at as margena do Juruena eaj
Matto-Grosso, onde o Sr. Chaadless a re-
conheceo.
A Macaranduba do Rio-de Janeiro que *
a mesma de Minas, parece- sel-o tambem a
do Para, sem differenca oonhecida, segundo
a desenpeo qoe d'aqueH* se tea feito.
Ora essa I
Aposto que nao \ a Cabrita beira
da laga ?
E que tem isso ?
Ha cousa de hora e meia que ella sa-
bio de S. Florentino. Creio que sabe que
ella est em casa do Mulot.
Sim, o irmo da Martina.
Justamente.
Mas qae tem a Cabrita para o caso ?
Ella projecla grande empreza.
Contra quem?
Contra os habitantes da Rapozeira.
Como sabes isso ?
Achavame eu escondido detraz de
urna sebe, junto casa da Bella Vista, quan-
do ella e o Mulot passaram prximo de
mim, e ella dizia-lhe : Vai para o bole-
quim Universal, que o negocio da Rapozeira
tica por minha conta Desde ento nao a
perdi de vista.
Pormacudi siogellamente Lebou-
teuxque te importara as desinteiligencias
entre o Mulot, a Cabrita e a Martina? No
fira de contas, todos elles te fizeram mal..
Deixe-me, deixe-me c com os meus
planos treplicn Rouxinol n'um tom de
odio concentrado qoe fez estremecer Lebou-
teux.
Nesse meio tempo, contra a espectativa
de Rouxinol, a Cabrita, depois de algum
tempo de demora borda da lagea, nao to-
rnou o caminho da Rapozeira, mas sim o de
Yngrannes.
Sr. Lebouteux,disse o pobre diabo,
eu pao quera abasar da sua paciencia,
mas tenho c urna idea...
Poii.iagae-a, mea rapaz i
A noite nio est demasiado fra
Demais, bem sabido qoe, apezar da
actividade de Gouzenne e da sua probidade,
o pessimo estado da praca, durante algum
iempo, eoncorreu muito para o atraso dos
negocios de sua casa que nao poude resis-
tir a erbe, fallindo pouco tempo depois.
Desde ento era-lhe impossivel realizar aa
suas vistas de um modo oonveniente.
Segando alguns apontamentos que elle
forneceu-me pouco antes de seu fallecimen-
to, pede urna pessoa fcilmente extmhir
por dia 20 libras do leite vegetal, vencendo
o jornal de i 0000, ou quando muito H028O
reis.
Qaem tiver, portento, 10 pessoas empre-
gadas n'este servico, far a despez diaria
de tOiJOOOj eu cerca de 2:0001000- em 150
dias de trabalho, sendo a 15280 a- jornal.
Ter, porem, recolhido nos 150- dias, 30
mil libras de leite. que, vendidos a 13)5(000
por arroba, daro mais de 12:0000000.
Deduzida a despeaa de jornaes. ficaro
lquidos nos 150 dias mais de lOrOOOiJOOO.
Passemos agora a outra ordem de coo-
sideracoes.
O leite de raacaraadoba, esposto ao
ar livre, converte-se por coagulacao gradu-
al, em urna substancia de cor branca, um
pouco acinzentada, muito solida e compacta,
quasi'perfeitamente idntica a da Isonandra
Gutta de Samatra, ou gutta-percha, tendo
sobreest producto a vantagem de ser mais
elastST Depois de perfeitamente coagulada,
impermeavel a agua, onde torna-se cada
vez mais endurecido ; mas immerso em
gua quente, araollece e torna-se plstico,
tomando todis as formas que se queira
dai-lhe.
Nao um artigo novo nos mercados eu-
ropeos. Das colonias estrangeiras da Guy-
ana vo annualmente milhares de arrobas
de sueco da arvore balota vermelha e de
Bidlet-tree para as fabr^as europeas afi n
de supprir a guttapercha que cada vez se
torna mais escassa por causa da destruicao
extraordinaria das arvores que a produzem
nao podendo a pouca que chega do Oriente
satisfazer ao seu muitiplirado consumo no
fabrico dos cabos elctricos que hoje se vo
estendendo por todo o mundo atravez dos
mares.
O sueco da'macaranduba, segundo teste-
mnnbas competentes, o melhor succeda-
neo da gutta percha na construeco d'esses
cabos e em ontras applicac&es em que elle
substitue a esse producto e ao da borracha,
ou cahuch.
Para mostrar de quanto valor e quam
rico o sueco de que se trata, basta dizer
proseguio tmidamente Rouxinol.Se qai-
zesse esperar aqui urna ou duas horas...
Esperaredisse Lebouteux, extrema-
mente confuso pelas maneiras mysteriosas
de Rouxinol.
E, com effeito, ficou espera sentado no
tronco de urna arvore, em quanto que Rou-
xinol seguio na pista da Cabrita.
Lebouteux passra a noite precedente
rondando no bosque.
O fro da noite e a fadiga fizeram que
elle nao tardasse em adormecer cora a es-
pingarda ao lado, encostado ao tronco da
arvore, e all permanecera at tarde, se
urna mo, collocando-se-Ibe no hombro, o
nio acordasse.
Abri os olhos e vio Rouxinol.
Venhadisse lhe este.
Onde vimos ?
Para o lado da Rapozeira. A Cabrita
j nos leva grande dianteira. Vamos e de
caminho Ibe contarei.
Pozeram-se em andamento.
E' ladina a rapariga Idisse Rouxi-
nol.Nao sei o que ella vai fazer 4 Rapo-
zeira, mas pelas preeaucoes que tornou nao
ajoizo bem do negocio. Foi Yngrannes
buscar a cadella de Fernando, o que nao
pode ser seno com o fim de Iludir a vigi-
lancia de Miqos.
Nao mi idar-replicou o guarda,
que conhecia bem a ferocidade do animal.
Assim conversando, chegaram ambos
orla da floresta defronte da Rapozeira no
momento em que a Cabrita, desembaracan-
do-se de Mios, penetrava no pateo da
casa.
Agoradisse Rouxinol esperemos
por ella.
Em Pebas e Loreto, no Par cisantino,
do-lbe os indgenas o nome de Saltanedecha
e Leicheguayo.
Na Guyana britnica oade abunda as
margens do Berbice, Canje e Corenlyn, e-
d'oode- desde 1821 at-IBM so era expor-
tada em toros, pranchese taboas como nome
de Burrack, e denominada itewyou BuKet
tree.
Apparece em igual quantidade na Guyana
hollaodeza e na franceza com o nome de Ba*
lata vermelha.
Todas pertencem a mesma familia (Sope-
taceas} e os botanistas a designam pelos no-
mes de Mimusops exeeo, ou M. Elata,
Acaras Pttraensis, ow A Gnponesis, Stpota
Molleri, etc.
O- Bato de vocea {Qxlattoendron utUe de
H. e B.,) classificado na familia dos Arto-
carpaceas, tem moitas relaces com a Maca-
randuba, quer quanto ao aspecto da arvore,
quer quanto ao sea sueco lactescente, que
alias, um alimento-muito mais precioso.
Nao quero nam devo terminar esta parte
sem fazer ao governo imperial urna censura,
antes que estranhos lb'a facam. Esta cen-
sura cabe tambem.em parte ao governo do
Para e sua assembla legislativa pelo seu
descuido para com o assumpto a qu alindo.
O Dr. Lacerdav segundo consta, nao se es-
queceo de descrever a Macaranduba na sua
f7oro Paraensis; os desgostos, porm, que
este sabio soffreo bo Para e qoe o fizeram
d'aqui retirar-se para Maranliao, deram causa
a que a sua obra, que, urna vez publicada,
poda ser hoje ara dos maiores e mais hon-
rosos monumentos scientificos do Brasil,
fosse parar ao Rio de Janeiro onde foi cdn-
demnada a perpetua privacao da luz, com
grave prejuizo da botnica e da medicina.
Nao ser digna de severas censuras a in-
differenca com que o governo do Para e o im-
perial deixa apodrecerno fundo da Bibliothe-
ca aquelle precioso manuscripto que tantas
vigilras, tantas fadigas e tanta dedicaco cus-
tou ao seu autor ?
O velbo rei Jlo VI, que certamento. nao
era um sabio, mas que oha ministros sa-
bios e patriotas, nao procedeo do mesmo
modo a respeito da Flora Fluminense que
unta honra faz a Velloso e ao Brasil, quanto
os sabios a estimam e lonvam a quem a fez
divulgar pelo mundo scientifico. Entretanto
a Flora Paraensis l jaz perdida ou talvez
condemnada a servir de pasto aos insectos l
Talvez fosse melhor segui-laaccres-
centou Lebouteux.
Nao, senhorreplicn Rouxinol.Os
negocios da gente da Rapozeira importam-
me poico ; l se avenham.
Ento o que queres da Cabrita ?
Quero que ella falle.
E que sabe ella ?
Nos veremos.
Ento, a pedido de Rouxinol, Lebouteux
subi para urna arvore e aquelle sentou-se
na borda do fosso.
Escusamos repetir o que se passou de-
pois, e como Rouxinol, excitando o ciurae
da Cabrita, a levoa ao auge de furor via-
gativo.
Apenas a Cabrita acabara de confessar o
prime, vendo ao mesmo tempo diante de si
o guarda, comprebendeu toda a extenso do
seo erro.
Desgracada que eu son 1exclamou
ella.
Momentos depois, redobrando energa,
gritava:
Nao verdade! Ea estava louca!
E debatia-se furiosa contra os pulsos vi-
gorosos de Rouxinol, porm este segurava-
a como n'um torno, dizendo :
E' preciso ijue confesses I
Nio sei nada. O qoe eu disse fal-
so I Foi o cime qae meobrigou a mentir:
o Mulot est innocente e eu tambem I
O guarda interrumpen a com voz grave :
Olha, rapariga, se tu a elle estivssem
innocentes, nao fallaras assim.
Eu estiva loaos 1
Os juizea e que hto de resolver
isso.
Iexclamou ella horrori-
[
Os juizes
sada.
Eu son um guarda ajuramentado e
prendo-te em nome da lei.
A Cabrita soltou um grito e quiz desem-
baracar-se das mos de Rouxinol.
Segura-a bem!disse Lebouteux.
Eu tenho urna corda no burnal com que a
varaos ligar.
Tirn, com effeito, a corda e desenro-
lou-a!
A Cabrita lutava como desesperada, ms
tinha contra si doas homens robustos, que
a ligavam de ps e mos. t
Rapariga,disse o'guardaa decla-
racj de Rouxinol pode nao ser acreditada :
mas, qnando en disser aos gendarmes o que
tu confessaste, de certo te levapo.
Rouxinol nao sabia se devia rir, se cho-
rar, e dizja :
Muito bem I Voces quizeram fazer-me
gailhotinar, mas agora sero voces os gai
Ibotinados a eu hei de ir ver isso!
A palavra gailhotinar lancou-a n'um ter-
ror profundo.
- Deixem-me, dexemme bradava
ella.Perdoem-me!... Eu nao quero mor-
rer!
Sers guilhotnada Irepeta Rouinol
com furor selvagem.Tu primeiro e em se-
guida o Mulot!
SoccotoIgritava ella.
Vamos a decidir istodisse o, guar-
da. Levemo-la para miflha casa e depois
chamare! os gendarmes.
Se me perdoam,^lisse a Cabrita-
s nio me guilbotinam, dir-lhes-hei todo, t
modo como o Mulot obteve a espingarc'a j}q
Rouxinol para matar Saurn.
Continadisse o guarda.
Todava nao fui eu que disparei, foi
elle. Eu s ajudei a por o cadver sobre a
arvore para se acreditar que foi o Rouxinol
quem o matara.
Malvado 1bradava Rouxinol.
E tambera o ajudei 'a apossar-se do
testamento.
E onde est esse testamento ?
Se me promette nao me guilhotinar,
di rei tudo.
Bem seiacuds Rouxinol.Est on-
de para tambem a argola da orelha do Mu-
lot I Qoando vierem os gendarmes, condu-
zi-los-hei all e elles acreditar-me-ho !
No mesmo instante. Rouxinol foi interrom-
pido pelo guarda, qae gritou :
Repara !
E apon too para a Rapozeira.
Rouxinol olhoo e vio um fumo espesso
subir por cima do edificio.
E' fogo!gritou elle.
Fui eu que o lanceidisse a Cabrita
para fazer a vontade ao Mulot.
No mesmo momento o fumo, qoe pri-
meira vista se projectava apenas escuro,
brilhava agora com os reflexos da chamma
e logo se desenvolveu ateadissima laba-
reda. ,
Ao fogo, ao fogo Ibradou o guarda
Lebouteax.
E tanto elle como Rouxinol esqoec&ram-
se da Cabrita e correram Rapozeir, ios-
tigados pelo desejo de soocorreram oa dea-
gracadoa moradores, a ese, (ampo adorme-
cidos. ,
(CotUmuar-te-to.
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i


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