Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12131


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Full Text
rajmBBaMB
ANNO XLVI. NUMERO 125.
:.



FULA A CAWTA1 l LGAIK OIDE 'lAO SE PACA WMB.
for-are* -i;or garen fin ida*...................... 344000
"tJdaMOMfrmiio. *................ y
_
Por tre.s mezes adlantado
Por seis ditos idern. .
*Por nove ditos dem .
Por ara ao.no dem .
SABRADO 4 DE JUNH DE 1870.
DEIT10 E FOIA DA PROVDTCIA.
#
#780
13*50
20#250
27100
BUCO.
Propriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
ao Aosanmi:
Os Srs. Geranio Antonio Alves & Filhos no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Jos de tveirf, no Cear ; Antn de Um Braga, no Aracaty ; Joao Mara Jolo Chave, no Ass ; Antonio Marques da 9v, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, era Mamanguape; Antonio Atexandrino de Lima, na Parahyba-;. Antonio Jos Gomes, o Wla da Peona; Belanaaoo do? Santos Bnteao, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco lavares da Costa, em Alagoas ; Br.Tos Martins Alves, nf Babia ; e Jos Ribeire Gasparinh no Rio de Janeiro.
PEMAMBUCO.
-r-
ASSEMBLA PROVHCIAL
SESSAO ORDNAIUA EM 19 DE MAIO
rnEsiDM.iA no sr. d*. acui.ul
Ao meio da feita a cbamada acham-se praten-
ses os 6r*. : Vieira do Araujo, Wb'iro Vianna,
rlipp4 de Figneiwj, Carrea de Araujo, Augus-
to de Oliveira, Paes Barreto, Vieira de Mello, Ni-
colao Tolentino, Barros Wanderley,' Manuel do#Re-
:>, Minuel FMrnambaea Cavalcaaie de Albuquer-
que, Firmino de Novaes, Oliveira Fonceea. Ferrei-
ra de A guiar, Amaral, Pinto Ionio/, Joao. Caval -
-inte, Antonia Paulina, Hermogeoes, Ges Caval-
-ante, Cunha Cavalcante, Pedro Alloiiso, Henrique
Mamede, Gusmao Lobo, Gaspar de Drummond,
Anteara Cavalcante, (i >ncalves Lina, Hulino de
Alineida, Augusto Cjsta, llego Barros, Ignacio
Joaquim, Mello tfego.
ADre-se a sessao. lida e approvada a acta da
antecedente.
0 Sn. Secuetahio da conta do seguinte
EXPBMEHTK :
' Um officio do s.-crelario do governo, transmit-
tindo os autogrsphos das resoluees da assembla
4c ns. 913 917 do correle anuo.A' archivar.
Outro do mesmo, communicando por ordem do
Exui. Sr. viee-prejidente da provincia, ser urgen-
te a deereucao do crdito supplemtutar, pedido
>.m o oficio Je 16 de abril, sob n. 60. lntei-
rada.
Outro do mesmo, declarando m resposta ao o
ficio de 17 do vigeote, sob n. 54, que o Exin. Sr.
vice-presidente da provincia ja den todas as provi-
dencias em ordem ser preparado o sali do do-
col em palacio da presidencia, para all funeeionar
a* asseuibla.loleirada.
L'ma peu'riio de Jos Antonio de Arruda, forne
eijr dos presos pobres da cadeia -da cidade de
Xazareth, pedindo que se mirque quota para pa-
gamento do .un se Ihe est dever.A' cotnrais-
s.io de orcamento provincial.
> ioira de Alvaro Ucha Cavalcante Campello,
portar da reparticio das obras publicas, pediodo
que os seus vencimentos sejara equiparados aos
dos guardas da mesma reparticao A' commis
o de ordenados.
Outra do bacharel Manoel I/.idro de Miranda,
promotor publico de Olinda, pediodo que se* mar-
gue na le do orcament* quota para pagamento de
.usas que Ihe de ve a cmara municipal daquella
tecalidade. A' comiiiissao de orcamento muoi-
pal.
Sao approvados os seguintea pareceres:
A eouimissio de peticoes leudo e examinando
w:;i a atteneao devida a que foi a esta asserablea
dirigida por Jos Peres Campello de Almeida e
Augusto Cesar da Cuaba, escrivaes de appella-
odes do tribunal da relaco, na qual pedem urna
gralicaco de 30*000 mensa es, visto percebcrem
poucos emolumentos, em raza do numero arulta-
d.i de appellaedes CTfhws ex offkno, qne por aseia
Jirer coosutuem o expediente de seus cartorios,
attendendo a que oh peticionarios no exercicio de
-US empregos, nao le o i nao obrigue afazer, e considerando que os
emolumentos que ora vensem nj podem ser to
insignificantes er.ino procuram fater acreditar,
a ooramisso de parecer que seja inleferida a
mesan peticao.
Sala das commissSes, 19 de maio de 1870.
Yttira de Mello.Henrique Mamede.
< A commisso de obras publicas, para emittir
parecer sobre a petirao dirigida esta assembla
por varios cidados, moradores no. Barbalho, re-
damando a constroccio de urna ponte e de ama
estrada, que do Caldeireiro conduza ao dito po-
voado, neeessita que sobre a utilidadet des*as obras
-ej< ouvida a directora das obras* publicas.
Sala das conunissoes, 19 de maio de 1870.
F. d FigutiraCatalcanle de Albuquerque.A.
Paulino.
c A commissil) de obras publicas, a quem
!.;i presente a petico de Angusto Paler Cesar,
ju se propoe a fazer a c i estrada da Victoria, de parecer, em vista da
inforaiacao da reparticao das obras publicas, que
3ea iadeferida a mesma peticao.
Sala das commisses, 11 de maio de 1870.
Antonio Paulinu.Joao Cavalcante de Albuquer-
que.
< A commisso de c^mmercio, obras publicas e
igricultura. qcm fui presente o parecer da fi-
lustre commisso de peticoes, declinando de si pa-
ra esta commisso a tarefa de emittir parecer so-
bre a peticao de Mig,uel Xavier de Souza Fonceea,
na qual pede esse cidadao privilegio por vinte an-
uos para pesar o algodao em pluma, trazido ao
mercado desta capital para >er vendido ; vem res-
petosamente trazer a e.-ta assembla a sua pouco
lulocisada opiniao.
< P.'ii-a a commisso que todos os privilegios
que tendem a limitar a liberdade de commercio e
industrias contraria lettra da nossa constitu-
e.to poltica, sendo alm disso altamente odiosa ;' e
osle unico e esseneial fundamento Ihe par-ce suf-
ticiente para motivar orna recusa por parte desta
assembla ao que reqoer o sobredito peticionario.
E' pois, a commisso de parecer que seja inde-
ferida essa petico.
t Sala das commisses, 19 de maio de 1870.
Fehppe de Figueirou.;Cavalcante de Albtiquerque.
~'-A. Paulino. '
ORDEM Do da.
i." Parte.
2' discussao do projecto n. 70 deste an.no, que
manda conlinaar a conslrucgao da estrada di Mu-
nbeca at a povoacao do mesmo nome.
Vai mesa e apia-ae a seguinte emenda :
Offereco cerno additivo, os projectos o. 27, 29,
40, 64 e 87.
Encerrada a diseussao o projecto approvado
c.im i emenda.
2.' Parte.
i; intimia a 2' discussao do art. 1 de projecto
de fixacaode (orea policial.
OSR. A. CAVALCANTE-faz largas considera
roes sobre o projecto.
Eocerra-se a discussao.
O SR. PEDSQ AFFONSO requer que a votacao
seja nominal, e approvado o requerimento, vqtam
a Favor do artigo do projecto os Srs. Antonio Ca-
valcante, Correa de Arauie, Antonio Paulino, Ges
Cavalcante, Eduardo de Oliveira. Augusto Costa,
F. de Figueira, "Gusmao Lobo, Ribeiro Vianna,
G. Drummond, Vieira de Araujo, Barros Reg,
Oliveira Fonceea, Fu-mino de Novaes, Cavalcante
de Albuquerque, Wanderlev, Amaral, Mello Reg,
Oliveira Andrade, Jhaoel do Reg, Almeida Per-
nambuco, Rufino de Almeida ; contra os Srs. Hen-
rique Mamede, Paes Brralo e Pedro Afronto.
Teodo dado a hora ordem do da lavanla a aataae.
. SESSAO ORDINARIA EM J3 DE MAIO.
rassinsKciA ne sr. db. agliar.
Ao meio da, feita *S diamida, acharam-se pre-
senies os Srs. Goet ivsicanti, Rufino de Almei-
da, Ftrmiao de Novae, MitUl Peraamboco, Cor-
rade Araujo, F. de Figueira, Ferreira de
Aftrair. Ttiteira de* S, Guedes Gondim, Oliveira
Andrade, Cunha Cavaleanti, Cavalcami de Albu-
qum-qoe, Maaotl do Rata, Eduardo de Oliveira,
Maaeel Armar, Vieira le Melle, Nieoiao Tolenti-
no, Meilo Reg, Sanar Drummond, VWra de
Ara-ojo, GoaeafvM Coa, Joan Cavaleaoli, Pa
Barrete, Barros Wanderlev, Aatonio Paaliao, Pin-
to Jnior, Augusto Costa, Henrique Mamede, Her-
mogenes, Oliveira Fonseea.
Abre-se a sessao e lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. Secriitario da conta do seguinte
KxnmrsNTR.
Ura officio do secretario do governo, transmit-
Undo por copia a informacao ministrada pelo co-
nego invernador do btspadoy sobret) projeeWa
101 d'este anm>.A' quem fez a requisico.
Outro do mesmo, remetiendo as informarles
miuistradas pela thesouraria provincial, acerca do
requerimenlu de Manoel Bezerra dos Santos Ju.
nior.A' commisso dj-orcameoto* provincial.
Sao approvados os seguiutes pareceres :
A commisso*de obras publicas,'a quem foi
presente o oflit io da cmara municipal d esta ci-
dade, reclamando a demolilo dis paredes do in-
cendiado tneatro de San a Isabel, tende j emitti-
do parecer sobre semelhante assumpto, julga nada
deyer accresceniar elle, coa referencia esse
objecto, urna vez que naquelle parecer est con-
signada a idea da demol ao, caso se verifique a
bypoihese do art. 6. do projecto que, em substi-,
tuico ao de a. 16 do crreme anno, leve a honra
de snbmelter considerarlo d'esta assembla,
portanio de parecer qne seja indeferida. Sala das
commisses, 20 de maio de 1870.FHippede Fi-
gueira.Antonio Paulino.
A commisso de ordenados, examinando cui-
dadosamente a peticao de Jos Xavier Faustino
Ramos, em que pede esta assembla para ser
pago dos seus vencimentos de empregado apo-en
tado da secretaria do governo, nos termos em qne
Ihe foi concedida a aposentadora, reparando-se a
injustica que diz ter soffrido o supplicanle com a
diminuicao de dez rr.il seis ceios e nove'nu e seis
ris mensaes desde a ooca em qne foi aposenta-
do, entende a commisso, que a peticao do sup-
plicanle deve ser remedida commisso de peli-
jdes, quem Ihe parece eumpre dar parecer. Sala
das commis;oes, 18 de maio de 1870.Tolentino
de CarvalhoPinto Jnior.Paes Brrelo.'
A commisso de ordenados, quem foi presente
a peticao de Francisco Silveriode Farias Jnior, pro-
fessor adjunu das escolas publicas da,provincia,
na qual pede para se Ihe pagar os seus venci-
mentos durante o temno em que esteve suspenso
por estar pronunciado em erime de falsidade, en-
tende a commisso que a peticao do supplicante
deve ser remetlida commisso de orcamepto e
f-Hila provincial, para dar parecor peticao do
supplicante como julgar de Justina. Sala das com-
misses, 18 de maio de 1870. Tolentino de Car-
valho.Pinto Jnior.Pae Brrelo.
' < A commisso de ordenados, tendo prsenle e
examinando agenciosamente a peticao que i esta
assembla dirigi Frankhn Climaco Pereira de
Souza, carteiro da thesouraria provincial, solici-
tando augmento dos seus vencimentos, requer
que pelos canses competentes seja ouvida aquella
reparticao, alim de poder emittir o sea parecer.
Sala, das coramisses,M9 ds maio de 1870.Tolen-
Uno de Carvalho.Pinto Jnior.Paes Baneto.
A coramina de ordenados, leno lido e exa-
minando alternamente a peticSo que esta assem-
bla dirigi Francisco Mihtino da Costa Ferreira,
servente do consulado provincial, solicitando que
seja asua gratificacao equiparada do servente
da thesouraria provincial, para dar sen parecer,
requer que'seja ouvida a reparticao competente.
Sala das commisses, 19 de maio do 1870.=To-
lentino de Carvalho.Pinto JniorPaes Bar-
reto.
A commisso de ordenados, quem foi pre-
sente a peticao de Joaqoim Jos Pereira, servente
da repartigao da instrueco publica, solicitando
d'esta assembla que seja a sua gratificacao equi-
parada a djs serventes da secretaria do governo,
requer que pelos canaes competentes sepecam
informa(;es aquella reprticio, alim de poder a
mesma commisso emittir o seu parecer. Sala das
commisses, 19 de maio de 1870.Tolentino de
Carvalho.Pinto Jnior. -Paes Brrelo. >
A commisso de ordenado?, quem foi pre-
sente a petico de Joaquim Jos de Carvalho de
Siqueira Varejo, na quai pede que se Ihe mande
pagar os seus vencimentos durante o tempo em
que esteve supprimida a cadeira de desenho do
gymnasio provincial, da qual hoje o supplicante
professor por ter sido novamente creada a mesma
cadeira, entende a commisso, que a peticao do
supplicante, exemplo do que se tem feito cein ou-
tras idnticas, deve ser remettida commisso de
peticoes, quem compete dar parecer. Sala das
commisses, 18 de maio de 1870.Tolentino de
Carvalho.Pinto Jnior.Paes Brrelo.
Bal lido e approvado o seguinte requerimento :
Requeiro que por intermedio da presidencia
da provincia se peca ao engenheiro fiscal da es-
trada de ferro de S. Francisco urna informacao
minuciosa cerca da*oecurr mez de fevereiro -do corrate anno entre o supe-
rintendente daquella estrada e o ajudante daquelle
engenheiro fiscal.
Requeiro mais qne se peca pelo mesmo canal
quelle engenheiro urna informacao circumstan-
ciada das oceurrencias havidas naquella estrada
durante a admiaistracao do Sr. Mano, e bem as-
sim um mappa dos empregados d aqnella estrada,
desde a nomeacao d > mesmo Sr. para superinten-
dente ; dizendo se ao lado dos nomes dos que ti-
verem sido demittidos, quaes os motivos da de-
misso.
a Requeiro anda, que se peca presidencia da
provincia urna copia authentica d > officio que em
resposta ao aviso do ministerio da agricultura so-
bre a occurrenea de 25 de tevereiro, dirigi ao
governo o referido superintendente Paco da as-
sembla, 23 de maio de 1870.Correa de Araujo.
Sao lidas e approvada3 as redaecesdos projec-
tos ns. 73, 8, 48, 52, 58 e 28.
O SR. PRESIDENTE designa para a commisso
que tem de levar alguns actos legielativos sane-
cao, os Srs. Almeida Pernajnbuco, Guedes Gondim
e Oliveira Andrade.
ORDEM DO DIA.
/ parte.
1' discussao do projecto n. 97 d'este rnno, que
orea a reeeita e fixa a despeza das cmaras mu-
nicipaes da provincia para o prximo futuro exer-
cicio. E' approvado.
2" parte.
Continua a segunda' discussao do projecto n. 94
d'este anno, que fixa a forca policial da provincia
para o exercicio do anno futuro.
Sao successivamente approvados os arts. 1
12* do projecto.
0 SR, G DRUMMOND requer e obtem dispensa
de intersticio para o projecto de Uxaco de forca
policial.
0 SR. RUFINO DE ALMEIDA pede igualmente
dispensa de'intersticio para o projecto n. 97 deste
anno (orcamento municipal), o que approvado.
1.' discussio do projecto n. 43 d'este anno, so-
bre postaras da cmara municipal do Recif-.E'
approvado.
2." discussao do prrjecto n. 68 d'este anno, que
manda que o esc/ivo do civel e crime de Naza-
reth patse a exercer privativamente os offlcios de
tabellio de notas e de offlcial do registro de hy-
po tuecas.
O SR. G. DRUMMOND pede explicaces sobre o
projecto.
0 SR. MANOEL DO REG :-Sr. presidente,
par satisfaxer a exigencia do nobre deputado
pelo terceiro districto, sou obligado a dizer al-
gomas palavras, como autor do projeete que se
acha ni discussao.
O uaieo Densamente, que me dominou quando
aprsente! este projecto, foi o de reparar urna in-
justica, o sempre me encontrarlo pronrplo a en-
peonar nesse lentarnento a mioha fraca palavra.
O officio de tabellio de notas de Nazaretb, bem
como o de eserivio do civel, era exersido privati-
vamente pelo actual prtneiro tabellio, mas moa
le posterior creou o lugar de segundo tabellio e
eserivio do civel, dando at este o offk-to de as-
envaode residuos e eapeilas env prejuizo do ser-
veulai lo 'pFrtTJlii vtv
Um Sn. Deputado :De quando essa lei ?
O Sn. Manoel do Reg :De 9 de maio.
Accresce que o serventnario do lugar de pn-
meiro tabellio nm homem doeote, que, ao pode
satisfactoriamente desmpenhar as attribaiees do
cargo de escrivo dn crime que igualmente ocen-
pa, e que exige militas vetes que se transporte a
lugares tenginquos. Proeurei remediar a ito,
determinando que passe o mesmo a exercer pri-
vativamente as funeces de tabellio, fleand i para
o outre serventuario o cartorio do crime e civel e
execuces.
A respeito do offlelo do registro de hypolhecas,
julgo razoaveis as observaoes apreseotadas pelo
nobre deputado que me preceded; denois Je con-
feccionar o projecto, entrei em ollvida se-eMavj
ou nao as nossas aitrihuie&es legislar sobre este
assumpto ; e com quanto seja este um pomo con
irovertido, desde ento resol vi-me a offerecer na 2*
discussao urna emenda suppriraindo a ultima par-
te do artigo.
(Ha um aparte.)
Creio que a opiniao mais seguida que a as-
sembla provincial nao pode legislar sybre este
assumpto.
Um. Sr. Depi tado : Ha lei expressa nesse sen-
tido.
O Sr. Manoel do Rkgo :Quanto soppresso
do lugar de segundo tabellio, nao a propuz, do-
minado por interesses particulares, mas to so-
mente para restabelecer a ordem primitiva dos
ni.'smos cartorios, rospeitando ao mesmo tempo os
direitos adquiridos por este segundo tabellio,
que passa a exercer privativamente as attribui-
ces de escrivo do erime e civel, residuos e ea-
peilas e execuces, e espero que esta assembla,
que tem se mostrado demasiado escrupulosa sem-
pre, que tratare de desfazer os actos, que nao
podem encontrar justificacao nointeresse publico,
nao desmentir agora o seu espirito de justica.
O SR, & DRUMMOND jnstifica e manda mesa
o seguinte requerimento :
Requeiro o adumenlo do projecto at que ve-
nham casa as informaces pedidas ao juiz de df-
reilo da comarca sobre os cartorios. G. Drum-
mond.
Encerrada a discussao o requerimento ap-
provado.
! discasso do projecto n. 72 deste' anno que
regula a arrecadaco da taxa de herancas, lega-
dos e doaces.
O SR. G. DRUMMOND justifica e manda mesa
o seguinte requerimento:
< Requeiro o adlamento ao projecto at que se
discuta a lei do orame oto. G. Drummond,
Posto votos o requerimento, approvado.
1" discussio do projecto n. 81 deste anno, isen-
laodo de quaesqner impostos provineiaes a em-
preza do abasiecimento d'agua cidade de Olinda.
Verificndole nao haver casa, rica a discussao
adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordsm do da e
evant't a sessao. .
a assem-
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIALHontem
bla approvoa, em discussao, o projecto n. 115
deste anno, que autorisa o presidente da provincia
a aposentar o ex-lente do corpo de polica Joa-
quim Herculano Pereira Caldas ; em 2- o de n.
104, autorisando a creaco de cadeiras no lugar
Cruz de Almas da freguezia da Boa vista, com di-
versas emendas ; em 2a o de n. 116 deste anno,
autorisando a concessa* de lieenca com venci-
mentos Demetrio de Gusmao Coelho, 2o escrip-
turario do consulado provincial, com diversas
emendas, orando os Srs. Manoel do Reg, Ges
Cavalcante, Gusmao Lobo, G. Drummond e Olivei-
ra Fonceea ; em 3' o de n. 101 deste anno. que
regula os limites da freguezia de Serinhem e as
posturas da cmara municipal do Granito ; em 3*
discussao o projeclo^n. 103 deste anno, qne revoga
o art. 2 da lei n. 236 de 22 de maio de 1869,
e o de n. 69 deste anno, autorisando a cmara do
Recife, a contrahir um emprestimo de 300 coates
de rsi para a construccao de um mercado pu-
blico.
A ordem do dia para hoje :. continuaco das
antecedentes, ij discussa do projecto n. 129, e 2*
do dea 114, todos deste anno.
UPPLENTES DOS JUIZES MUNICIPAES.S
Exc o Sr. vice presidente da provincia, de
conformidade cora bs arts. 2o, 3 e 4* do de-
creto n. 2012 de 4 de novembro de 1857, e do
decreto n 3561 de 16 de dezembro de 1865, re-
solveu, por deliberado de 31 de maio ultimo,
que o quatnenrio dos jnizes municipaes dos ter-
mos da provincia, comece a Cantar-se 25 de
julho prximo vindouro ; e que at esse dia de-
ven) os noraeados solicitar seus ttulos e prestar
o juramento da lei perante o presidente da cama
ra municipal respectivo, independente de reunio
desta ; com excepeo dos nomeados para os ter-
mos das comarcas de Flores, Tacarat, Boa-vista,
e Cabrob, qa? pdenlo solicitar os ttulos e pres
lar juramento perante os presidentes das cama-
ras municipaes ou juizes de direito respectivos
at 31 de agosto ; considerando-se renunciadas
asnoraeaces dos que deixarem de prestar" no
praso acma.jnarcado.
Eis a lista dos nomeados :
COMARCA DO RECIFE '
Primeen vara.
1,* Bacharel Miguel Jos de Almeida Parnam-
buco.
ff. Bacharel Jo< Bernardo Galvo Alcoforado Fi-
lho.
3. Bacharel Antro-Manoel de Medeiros FurtadoJ
4. Bacharel Francisco Augusto da Costa.
5.* Dr. Joaquim Jos de Miranda
6.- Bacharel ooBarbalho Ucha Cavalcante.
segunda vara.
I* Bacharel Manoel Arthur de Hollanda Caval-
cante de Albuquerque.
2 Bacharel Adolpho Lamenba Lins.
3." Bachafel Antonio Goncalves Ferreira.
3.0 Bacharel Augusto Carlos Vaz de Oliveira.
3. Dr. Graclliano de Paula Captista.
6. Bacharel Walfrido da Cunha e Figueiredo.
Van de orpMos.
1." Bacharel Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
2. Bacharel Alvaro Carainha Tavares da Silva
3." Bacharel Jos Marta Moscoeo da Veiga Pcs-
soa.
5. Bacharel Pedro Alfonso de Mello.
5." Bacharel Manoel Godafredo de Alencastro Au-
tran
6. Bacharel Duarte Antonio de Oliveira.
COMARi:A D OLINDA.
Termo de Olinda.
I* Bacharel Manoel Anteara dos Passbs e Silva.
2.* Jos Joaquim Antones.
3.* Luiz do Reg Barros.
4.* Alexandre Jos Demolas.
5.a Jos Eustaquio Mactel Montwro.
6.a Vicente Ferrar da Silva Braga.
*r>nnd de fgumrais.
1.* Bario do tto-Formoto.
2.a Bacharel Antonio Tritlaa de Serpa Branda.
3. Fraucisw Cavalcinlqjjtyrne Galyfc..
4.- Manoel Francisco de Sooza Lelo.
5." Francisco Raposo da Cunha Reg.
6.a Manoel Cavalcante de Albuqoerqae Lio.
conum. dr pao b'alho*.
1. Bacharel Christovo dos Santos Cavafcaate.
ffc* Magno Bruno Marques Bacalho.
,3.a Joo Antonio da Silva Cabra!.
4. Urbano Jos-de MeMo.
R* MSnoei Tromar. de Albuquerque Marao*.
6.' Seba:io .Antonio do Reg Cavalcante.
COfJARCA DS SVPJTO AJTTAO.
Termo de Santo Anto.
I." Manoel Cavalcante de Albuquerque S.
2.a Manoel Corroa de Queiroz Monteiro.
3. Jos Ca ralame Farra z de Azevedo.
4.a Aotenio BrasiKno de Hollanda Gavalcaote;
5. Joao Florentino de Ges Cavalcante.
6.a Hermogenes Gongalves Lima.
termo dn Escoda.
1.a Francisco Antonio de Barros e Silva.
2.a Bacharel Sergio Diniz de Moura Matto*.
3. Antonio, Gonctlves Ferreira.
7. efe ri Aqroiiano de Figueiredo Mello.
Manoel da Roehaliiis.
Fabio Velloso Freir.
^JOMiRci ne kazap.kth. *
BachareHos Sil verio Marques Bacalho.
Bacharel Elisio da Cunha Moraes Pinheirt),
3.a Jos Francisco Lapes Lima.
4.a Joao Cavaleante Mauricio Wanderley.
5.a Herculalo Cavilcante de S e Albuquerque.
6.a Jos Cabral de Oliveira Mello.
COMARCA DO CABO.
/ lrmo do Cabo.
1.a Bacharel Joao Francisco de Arruda Falco.
2.a Bacharel^Antonio Luiz Cavalcante de Albuquer-
que.
3." Bacharel-Ignacio de Barros Barrete.
4." BacharelJoao Carneiro Leo.
5. Umbolino de Paula Souza Leo
6.a Jos de Moraes Gomes Ferreira.
Term de pojuca.
1.a Francisco Jos da Costa e Silva. '
2.a Bacharel Francisco Brandan Cavalcante de A.
3.a Manoel Cyrillo de Barros Wanderley.
4.a Bacharel Francisco Santiago Aeeioli Lins.
3.a Jastiniano de Mendbnca Lins. .
6.* Antonio Domingues da Costa Albuquerque.
COMARCA DB GOTANNA.
1.a Bacharel Blannino Correr de Oliveira An-
drade.
2.a Bacharel Francisco de Paula Rodrigues de A.
3." Amare Gomes da Cunha Rabello.
Antonio Guedes Gondim.
Felippe Francisco Gltvalcante.
Serapnira Velho Camello Pessoa.
COMARCA DC rfAMB.
Bacharel Joaquim Francisco Cavalcante Lias.
Mariano Ramos de Mendonca.
Bacharel Maximiano Jos de Inojosa Varejao.
Manoel do Reg Cavalcante de Albuquerque.
Joao Alvares de Carvalho Cezar.
Luiz Guedn Correa Gondim
COMARCA DO RIO KOBMOSO.
p$rmo do Rio Formato.
1.a Baro de Araeagi.
2.a Tnomaz Lins de Barros Wanderley.
1 Joaquim Franchco Diniz.
1 Pedro Cavalcante de Albuquerque Ucha.
1 Joo Baptista Paes Rrreto.
1 Manoel Vicente de Hollanda Cavalcante.
Termo de Serinhem.
' Bacharel Gaspar de Menezes Vasconcellos do
Drummond.
2." Bacharel Antonio Venancio Cavalcante de Al-
buquerque.
3. Manoel Peres Campello Jacorne da Gama.
4.a Antonio Peregrino Cavalcante de Albuquer-
que.
5.a Francisco Manoel de Souza e Oliveira.
6.a Baeharel Sebastio Antonio Aeeioli Lins.
COMARCA DE PALMARES.
Termo de Barreiros.
Bacharel Paulo de Amorim Salgado Netto.
Antonio da Rocha Hillanda Cavalcante.
Antouio Santiago Paes de Mello.
Manoel Bernardino Vieira Cavalcante.
Manoel de Barros Wanderley.
6." Joaquim do? Santos Diniz.
Termo de Agua Preta.
1.a Joaquim Lucio Monteiro da Frasca.
2.a Felippe Benicio Alves Ferreira.
3.a Pedro Miliaoo da Silveira Lessa."
4.a Francisco da Cunha Pedrosa.
5." Austrekliano de Castro Paes Barrete.
Felippe Nery Alfonso Ferreira.
COMARCA DO LIM0E1R0.
Bacharel Leandro Francisco Borges. *
Paulo Cavalcante de Albuquerque.
Joo Felippe de Mello.
Severino Alexandre Villarim.
Jos Francisco Cordeiro de Andrade.
Antonio Elias do Reg Dantas.
COMARCA DO BONITO.
Joo Manoel Pootual.
Odilon Austrekliano Brayner.
Manoel G imes da Cunha Pedrera.
4.a Tnomaz Jos de Aquino Pereira.
5.a Joo Braulio Correa e Silva.
6. Jos Gomes Cabral.
COMARCA DE CARUARL.
Termo de Caruar.
1.a Bacharel Ernesto Vieira da Mello.
2.a Antonio Victor da Silva Vieira.
3.* Joo Joaqoim da Silva Limeira.
Francisco Rodrigues Porto. ,
Jos des Santos Silva.
Joaqpim Theotonio da Silva Lyra.
Titmo de S. Bento
Joo da Porciuacula Valonea.
Jos Bento de Oliveira.
Isidoro Ferreira Botelho.
4.a Antonio Bento de Oliveira.
5.a Joaquim Ferreira Callado.
6. Lucrado Camello P. de Siqueira Cavalcante.
COMARCA DO BREJO.
Termo do Brejo.
Francisco Alves Cavalcante Camboim.
Caetano de Oliveira Mello.
Manoel Claudio Bezerra de Menezes.
Geminiano do Reg Mactel.
Francisco das Chagas Pereira.
Jos Alves Marinho Falco.
Tfmio de Cimbres.
1.a Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcante.
2.a Severiano Monteiro Leite.
3.a Francisco Cecilio Manso. ,
4.a Satyro Ferreira Leite. |
5. Manoel Vicente d'Assumpcao.
6." Joo Leodegario de Farias Barbosa.
COMARCA DI C.VBANHI NS.
IVrmo de Garanhuns.
1.a Bacharel Jos da Costa jurado.
2.a Antonio Vctor Correia.
3.a Joo Correia Brasil.
4 Deodato da Costa Thomaz Palraeira.
5a Antonio Cardeal do A maral.
6.a EuraltoEphigenio de Freilas Vilella.
Termo do Bom Conselho.
1. Manoel Silvestre de Albuiuerque Maranhao.
** Augusto Martiniano Soares Vilella.
3.a JoseEmiliano Gavalsante de Albuquerque.
4 a Adriao Tbenorio de Albuqaerque.
5.a Theobaldo Pinto Teixeira.
6.a Joveacio soares Vitalia.
JVrmo do Buique.
1 lanoel Camello Pessoa Cavalcante.
i* Anolinario Florentino de Albuquerque Mar-
i nliao Sobrinho.
"Jl-Antonio Marques de Albnqaerque Cavalcante
. Antonio Beoicio Cavalcante de Albaqvwrque.
I.
2.'
3.'
i:
5.'
C.
5. Jos Hypporko de Souza.
6. Jos Yielerino de Carvalho Cavalcaote.
COMARCA DR PLORES.
Termo de Flores.
1.a Pedro Pessoa de Siqueira Campos-
ta Manoel Gomes Coimbra Campos.
3.a Torquato Jos da- Suva.
4-. AtMoho Jos de-Siqneira Barbosa.
5.a Manoel Jos Diniz.
6.a Antooio Lopes da Sirva Braga.
Term de Vilta-Bellu.
1.a Maooel Jos de Magalhes Lopita.
Ia Joaquim Pereira da Silva Tmto.
3.a Galdino Goncalves Lima.
4. Sebastio Pereira da Silva.
5.a Francisco Manoel de M'agalhes.
6.a Francisco Alves da Cunha.
Trnio *fngnzeira.
1. Francisco Miguel de Silqueira. '
2.a Marcolino Antonio Xavier.
Ia Esperidiao de Siqueira Campos.
4 a Manoel Jos Nunos.
3.a Pedro Tiienorio Nogueira.
6.a Joo da Cunha Franco e Brito.
COMARCA OE T.VCAtMTB.
Termo de foresta.
1.a Francisco de Barros do Nascimen*).
2.a Manoel Salvador da Cruz.
i\a Antonio Valgueiros dos Santos Barros.
4.a Joaquim Pra'oci'co de S.
5.a Jos Goncalves Torres.
6.a Antonio Alves da Luz.
COMARCA DE CABROB.',
Termo de Cabrobi
1.a Jos Soares de Mello Avelins.
. Jos Francisco dos Santos.
3.a Francisco Antonio de S Padilha.
4 Benedicto Leite Rabello.
5. Francisco ftidoro dos Santos.
6.a Joo Qumino dos Santos.
Termo do Ex.
1.a Cornelio Carlos Peixoto de Aleacar.
2.a Siman Geraldo de Carvalho.
3.a Jos Peixoto e Silva.
4.* Antonio Geraldo de Carvalho.
5.a Leonel de Carvalho Alenear.
6.a Joo Antonio de Lyra.
Tenno do Salgueiro.
1.a Jos Rufino de Araujo.
! Momio Pereira Filgneiras Sarapayo. -
3.a Antonio Sampayo Filgueiras.
4.a Tnoro Ferreira Machado.
5.a Antonio Rufino de Araujo.
6.a Joaquim Manoel de Sampayo.
COMARCA DA BVVISTA.
Termo da Ba-Vitta.
1.a Antonio 1o N'asrimento Pereira de Mello.
2.a Joo Tertuliano Rodrigues Coelho.
3.a Francisco Jos da Silva Amorim.
4.a Elesbo Chrispiniano Coelho Brandao.
5.a Ignacio Francisco da Purilicacao.
6.a Jos Ferreira Gomes.
Termo de Ouricuryi
1.a Joaquim Leonel de Alenear.
Ia Jlo Ferreira de Siqueira.
3* Antonio Pereira Rodrigues.
4.a Raymundo Leonel de Alenear.
5.a Antonio Cesarlo Alves de Castro.
6." Herculano de Lima.
DELGADO LITTEARIO.Por deaberaca da
presencia da provincia, do 1" do corrate, foi
exonerado, sea pedido, o Sr. Dr. Francisco Soa-
res de Brito de delegado littorario do districto de
Ouricury. sendo nomeado pan o substuair o Sr.
Joaquim Leonel de Alenear.
AUTORIDADES POLI'IAES.Prr deliberoeao
da presidencia de 2 do correte, foram nomeados
Ia, 2a, 3, 4, 5, e 6 supplentes do subdelegado
do Ia iiistricto de Famelleiraos Srs. Miguel Ale-
xandrino da Fonceea Galvo, Manoel Vicente da
Costa Pereira, Antonio Joaquim da Fonceea Pal-
vao, Francisco Tito Xavier de Lima, e Manoel Ma-
rinho de Andrade e Silva.
ANNIVERSARIO. Conpletou-se hontem o 48*
anniversario daconvocacao da assembla consti-
tuinte do Brasil.
COLLEGIO DE S. JOS'.Encerram-se ama-
nilla, com mista solemne e ladainha noute, os
exercicios do mez de Maria que alumnas do colle-
trio de S-. Jos, dirigida pelas irmasdo Santa Do-
rothea, celebraram na capel la respectiva. Era
consequencia de'jer canhado o recinto deste
templo, ser o acto praticado na capella do colle-
gio de S. Francisco Xavier, sito ra do Hospi-
cio.
JURY DO RECIFE.-Installou-se hontem a ses-
sao do jury, apreseotando o Dr. juiz municipal da
2' vara 19 procossos para seren migados. Hoje
entra em julgamento o reo Andr Jos de Moura,
aecusado por offensas pbysicas leves.
PAVILHO SANTA ISABEL.Faz hoje benefi-
cio a senhorila D. Anna Casali, com um variado
espectculo, como se v do programma em outra
parte publicado.
INSTITUTO ARCHEOLOGICO EGEOGRAPHICO.
-i) Sr. Dr. Joao Baplista Rigueira Costa pede-nos
que declaremos que a these por elle apresentada
na sessao de quinta fera formulada interrogati-
vamente e nao affirvamenle como por engao
sabio.
MENDIGOS.Aps algum tempo de recolhi-
ureuto, vollaram hontem varios mendigos a esmo-
lar pela freguezia do Santo Amonio, como se o
asvlo lhes nao desse abrigo e o neoessario para
viverem Chamamos para esse abuso a attencao
de quem compete.
FESTA DO DtVINO ESPIRITO SANTO.Ama-
nla celebra-se, no convente de S. Francisco, a
festa do Espirito Santo, orando ao Evangelho o
Rvd. Manoel Jlo Gomes, e ao Te-Deum o Rvm.
Fr.JJoo de Santa Thereza.
INSTITUTO HISTRICO E PHJLO30HICO.
Reunm-se anle-hoatem (quinta-feira) essa socie
dade sob a presidencia do Sr. Bandeira de Mello.
O Sr. Ia secretario leu um officio do Sr. Ribeiro
de Carvalho, pedindo tres metes de lieenca.Con-
ceflida.
Um officio da directora do NoeC Atheneu, con-
vidando o Instituto a se fazer representar na sua
sessao solemne.Foi recebido com agrado o coa-
vite, e nomeada a commisso de representaco
composta dos Srs. Barros Guimares, Souza e Sil-
va, e Silveira Garca, sendo este ultimo o ora-
dor.
Dous pareceres da commisso de syndicancia,
sobre os proposlos Bernardino de Sena Cos
ta, e Silva Gouv'a para socios effectivos. Pro
ceJendo-se a votacao foram approvados.
O Sr. Carneiro Lelo eraitlio a sua opiniao como
prepotente da seguinte these : Qual a philosophia
escosseza e sua eicoktl
Achando-se vaga a 2' vice-presidencia, pela au
sencia do Sr. Simplicio de Carvalho, que foi consi-
derado socio correspondente na provincia da Ba-
ha, procedeu-se a eteiclo e foi Jeito o Sr. Sdva e
Souza.
Foi sorteada a seguinte these doSr. Barros Gui-
mares : Qual o papel que tem representado a
mulher desde a sua creaco at os lempos moder-
noel e sorteados para discuti-la os Srs. Faro de
Mendonca em primeiro lugar, Souto-Maior em se-
guodo, e Eladio de Figueiredo em teroeiro.
LOTERA.A que se acha a venda a n. 149'
a beneficio da mandado de Santa Anna da- igreja
da Madre de Deas, a qual corra ao dia 7.
CEMITERIO PUBLICO.Obituario do dia 31 de
mo de 1W0.
Juviniano, Pernaoibueo, 4 mezes, S. Jos ; cca-
vulses.
Manoel, Peroambuco, 6 mezes, S. Jbs ; nepali
te chronico.
Marganda, Peroambuco, 60 anoos, viuva. Boa-
vista ; desynleria.
Antonio, Pernarobuco, 16 anoos, softeiro. Boa-
vishi', aapBJ xtB-pwsrwroepsBor
Anna Maria de Souza, Pernmbuco, 80 anao-
viuva, S. Jos; diarrhea.
Antonio, Pernmbuco, 3 mezes, Boavista; c-
lica.
Tirco, Pernambuc*, 20 mezes, BoavisU ; desyn-
teria.
l'de j un I io.
Joo, Peroambuco, & mezes S. Jos ; diarrbea.
Joo, Pernarabucor mezs, S. Jos; febre per-
niciosa.
Albino, Peroambuco, 18 mezes, Boavista; en-
tente.
Rosa, Arrica, 60 anuos, viuva, Santo Antonio:
de repente.
Euzebio, Peroambuco, 33 annos, solteiro, Boa-
vista ; apoplexia seroaa.

Marcos, Peroambuco, 63 annos, solteiro, Santo
Amonio ; phtysica pulmonar.
Thereza, Peroambuco, 7 mezes, S; Jos ; diar-
rhea.
Joaquim, Peroambuco* 18 mezes, Boavista :
diarrhea.
Leandra, Peroambuco, 34 annos, solteira, Boa-
vista ; febre typhoide
Um menino encontrado no portao da ordem 3'
de S. Francisco, Santo Antonio; ttano.
Maria da Conceico, Peroambuco, 45 anoos,
viu va, Boavista, hospital Pedro II; tubrculos pul-
monares.
idalina de Siqueira Barroso, Peroambueo, 2o-
annos solteira. Boavista, hospital Pedro II; tubr-
culos p limonares.
Heridiano Frederico da Silva, Pernmbuco, 46
annos, viuvo, Boavista, hospital Pedro D>; enten-
te chronico,
Manoel Francisco de Miranda, Alagas, 62 an-
nos, solteiro, Boavista, hospital Pedro II; ente-
rite.
Bernardina Francisca de Mesquila, Peroambuco,
27 annos, solteira, S. Jjs; tubrculos palmo-
nares
Eaglish Bank Rlo.de Ja-
neiro Unslied.
Capital do Banco em
50.000 aeces de 20
cada ama...... 1,000.000
Capital realisado .... 500.000
Fundo de reserva..... i20.50,*
Balaneo da caixa lial en
31 de maio de
Activo.
Letras descontadas. .
Em[>retiios e contas
' caucionadas.....
Letras receber. .
Garantas e valores de-
positados.......
Mobilia etc. do Banco.
Diversas contas.....
Caixa..........
Pemambuco, em
4B70.
1,438:183360
25:355^1720
9f843*700
531:894,5770
18:970^150
85:7655450
1,254:0065550
3,374:3195700
Passivo.
Contas. correntes sim-^
pies. 851:0125370
Depsitos praso fixo,
com aviso e por te-
tras I 751:2585380'
Tituos em cauco e de-
posito ........
Diversas contas. .
2,602:2705750
531:8945770
240:1545180
3,374:3195700
S. E. 04
Pernmbuco, 2 de juno de 1870.
F. H. Bloxhnam, Manager.
J. S. Lambley-, Accountant.
NOVO BA.NCO DE PERNMBUCO
BALA.NCETE DO .NOVO BANCO DE PERNMBUCO EM LI'JI".
1>.\i: \o. KM 31 DE MAH) DE 1870.
Aoi/t>o.
Letras protestadas........ 177:7135941''
Ttulos depositados....... 5:198ft7*
Desonzas geraes......... .0:180*630
Caixa.Pelos seguiutes valores :
Em curo amoedado. 9491<0
Em notas do thesouro
e a Caixa Filk>l do
Banco do Brasil 35:580J000
Empralae cobre. 158*579 36:6874685
Ris. . 4:780*437
Pnsstvo.
Capital............. 84:552*001
7^ 750*000
Contas correntes domiuros. . 4:463*48
Contas correntes simples. ^ 5:626*084 112:743*76;
Fundo de reserva.......
Ttulos em eaucao. ....... 5:198*172
Massas fallidas a cargo do Banco . 3.615*907
600*400
230*621-___________i..
Ris.
224:780*437
BE*).NSTrUQ\0 DA EM1SSA0
24 notas d vatot- de 200*000 4:800*00
21 ditas de 100*600 2:100*0 ?
17 ditas t de 50*000 850*001
Ris. ... 7:750*O0rt
S.E.eO-. .
O guarda livros
Francisco Joaquim Pereira Pinto
PUBLICACOES A PEDIDO.

. Con o mais vivo pesar, e smenle pela necessi-
dade que certas circumstancias me Jjam imposto,
de lustiflear-me perante o publico, rfceorro ainda
imprensa, para relatar um (acto altamente re-
provavel, que no dia 23 do mez passado teve para
comigo meu irraao Manoel da Silva Parias, em
presenta de nosso velho erespeilavel pai, que, s-
fundo flz ver em entra publieacio inserta Mate
ZMoro, em 5 de maroo prximo indo, m si*
seqaesirado por meu firmao Jalo a JWa Fajia,
de quera aquello sanio, de retacos oomrgo e com
outros seos bx, ao ponte, de avilar qite noasos.
pobros pais por viveraea *aa deaaainawa e
panhia delle, viiitesem uma s vea i nossa finada
Itmia Hentiqnetu, qtw eoroigo WWn CiS^
I
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L
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1
R842
Diario
ie Pernambucd Stbipad 4 di junho de 1810.
i3wy iwr.ow'

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fle met currando llypolitn Gadault uranio wj
feciO eiifermidade, quo fallece seta ver satlsfei-
bKiMaaraWe doseja da fazer suas extremas'
despedida* -a sfn- pas, quem *enpre nmou o
rempehou. nio Utos tendu sunca feito a mu leve
Hens, e dado o mais leve motivo (te desgost^fc
IfaveanV en, na tarde do da cima indicada, ao
atravessar o campo das Prineezss avistado meu
P*l *JHe PT an> Uirment^assava a^HUjMnttaduJt
toe* irmio Manuel, :4eb> ie dlfisi.Bu) s para
cumprir o meu dfpr de temar- Ihu abonero (o
que nii soccedia i ato metes), como timbcm pira
Misenrillcar-lhe de viva v.n que era preciso enten-
der -ss ello comrgo sobre negocios, de ininha Ufada
irTnia, e .obre -"ulros que inuo iutereseavam
winka repuiacao, saccedeu quo, apenas profer
wsies pala/ras, meifwao Man*cl, cipa espanta
meu, dinjpsse i iwsso faino *i em tora anima-
da$.): Meu pai, ugs sen iftw; nao Ihe d
emdns; diga-lhe qae se retire, quo se < embo-
Ta. E tirigindo-'se a mira, dsse-me: Retire-se.
que me* pai nao o quer ver. Ao que oppoz
juergieamente : *<) dever de meu pai ouvtrnie
poruia en sott tambera sen filho; quero fallar
m>u f^i para faeer-lhe saber, lud que em >eti
tmmk', tam toces feito contra miro, e qae elle
ignora, Mtu eti pz-se a eli >r..r; e mea muio
vendu que nem aquello me despeda, nen cu dosis-
a de continuar fallar me tomando a di reedito Imperador e in-
troduzio-se en urna das pi ineiras^cacheiras que
ahi ha, e cojostnn ios deitayt para.o caesVint*
t dous de Severabro nade sauimo* lodos tres,
seguimos para o I ido da ponte do Recite, pois
fuo u ato deixava te acompaha-les, expi mo a
meapai cofias que-loes quo m sea nomo appare-
cerameoi.-.iizo com relat-ao a mim a metras
pessoss, qdo algunas bem contrarias ana seus
seatiiBeotes dehornera hratrado i~ia 1 sempre se
mo>tron, do que o mesmo meu pai ia-me decla-
rando ser completamente igneraal?. Do vez em
quando era eu inlerroojpido por meu irmio Ma-
urna, o qual, ao passo que nwcontestava grosseira
o insolentement;. e quasi ordenaodo a nosso pai
^.rtDellwse de Ma presenca, imparrava- o <|ue, [i'irm, nao obstava a qe eu priiseguisse
em micha exposiqo. 3 h:eeio de que tees cenn*
s repetivAOB mis adiaute, e:n lugar mata transi-
tado i (izerain rotreceder'com meu pai pelo mes
mu cms, i^ swnpre sofnendo a~ maior-s coatrdi
ce> le iivi inusio fae emparrara-oic afarOnU-;
do-me pelo bret>i e a iba do palitot, : fftMdo
ebegamos em frente do tulbar da* Arcos. a%la-
uei, o intuito d'. comO-l", para tr-s pessoas que
rtivi>i niste elbeleci altostar: Sonlrorres testeiKUnhem que esto mea
irmio nao quer alneluta nenie qu- cu falle eom
meu pai, e(|neeste me cica! SegHim is peto
:it:-mo raes, urocirnimin mea iriaiio os [ajj*esi
mata retirados, atravesamos atm do pavilbo < Sata laabel, atm do ifual passamos, o eamjv/d--
IVmczas ttfta direccao .-i poale de ferro. Bmo
i ,si baMcaado cas#, sempre a desraeatir-ine jirossei-
raaente. a estimular meu pai liara despedir-m-- e
, a empurrar-me, o que t a solTi-do eom toiii i
liaeieiicia, sem derxarile conversar anta m oii,
qu*, co-n as I a -" i n* a s nos olhos, s me responda
I ie de nada saiiia.
Ao etitr.irmk na fltemen irmao c>*ntrnria-me
nw a inaiar insolenria. ea lbedis-ra que nao ene
oferigasse a commetter em d' -me elle : Se tw me li/.er aiguma e 'osa a
-mando jji cwesn p.ir et* suida*. Perto estav.T
nm soldado dit guarda ainri'Wat; Ao que retor
qm- llie que e!e uai Mna canal de tal, anda que
m'w hornean *se.
Asim penetnmus n* arda I qno seestendoem
frate. da referida pome at confronte rna do
IIo*nicio, oao> mora meu i muta i-^ao, e, ness>-
arai, muite alm < Vas diferentes nas que o cor
tam, quando pela'ultniM vez encareca a meu pai
a necessidade de entender-me eem elle acerca dr
nepicios ile tainba tinada inuaa, e de failar-lhc
duute de algumas pe-seas sobre o mais'que Ihe
zaaaera, bok com tioeuments queria tulopro-
tar he, perwutod-me meu irmioporgue na .
iie-( jHva ,n uutbem fallar cou imnl'.a mi ; e.
resp.mdi Ihe que esejava jualmento l'ailar
coui ella, em presenta de muitas pessoas. para
veriliear-o dos talumatfea e injurias, que dnt < em
sea uome, como no de meu pai, me toar sido assa-
cada-; sendo <|ue ecui fui to bruuliimnte ac-
coiumetudo por mes: irmao Manuel da Silva Faria,
lancando-s furiosemento sobro mim, qne tJve de
em ello lutar, por mnito terapo diaute de nua>e
vellio pai, que, clinritadn la>limava o que yin, e
proe.ur iva apartor-nos, o qpe consegaio. Toi nei
a repetir que quero filiar com meu pai minhi
mai, em presenca de muitis pessoas, para verifica-
eao das calumnia* e injurias qne em sen nome me
tem sido asneadas puliliearaente,c meu irmao tor
na laiicir-fe fnriosame.ile sobre nlim e a intar, e meu p*i toraou a separar-nos..
B^ta deploravej scena, na iiual lonjadamente
ISh:':. pa-sr*-ge a tal distancia da easa de meu
inn laV, iftM pedia ser, carao foi por elle nlxer
vaia. pe o que deu-se pressa em diripirse para
mi-. avw;i:,ji). ciibi i-T.'i' i !Ru trmfio Juao vinria crrcr, em
.! tatvez urna jrand^desgraca, desped nvi log-> de
m.'ii p.i, retiraado-me d'ah profundamente aba-
l;.d.i pelo que se p ssara, e meu irmao Julo se-
guio-me anda correr, na delisencia de alcau
car-me. a bradar: Esfera pentra, anda, para-
ra nebnlra!
9|ue quera comigo o meu irmiio loan quaado
ue i lia;nav,4, trataado-me de peliutra f e-ma-
gaT-mo sem duvida cora o peso de sua for^a phy-
siea superior miaba que su dbil /raco, mas
forte em sustentar sempre a verdade. Esse meio
de meu irtno querer-se vlngar de mim sj pro-
rio dos seivageos, e daquello que nao leudo a
justica e razio de seu ladolanca mao da foiea
bruta. Por esse meia meu irmao mais sexum-
promette e confirma ser verdadeiro o qne eutenho
levado ao eonbecimento do publico. Procure meu
irmao loan os meios legaes para se vingar de mim,
os qua<>ssao, os iribuuaes, da opiuao publica e os
de justica; para aquello meu irmao ji devia ter
corrido a justificar-se.oamando-me peranto este
para eu provar o que teulio asseverado em minltas
puMica^ees, e seeu nao poder provar, que sem
duvida, o que meu irmao ha de por .vu ter dito,
tem dircito de me chamar de calumniador por
todas as folhas desta cidade.
que melbar e mais briiuanto vin^aaca ple
meu iruiao Joao tomar contra rain, uo que
esta ?
Esta narraeao ha de certamente enclter de es
panto e revoltar todos que a Icrem ; e este elTei-
; subir de ponto ao saber-se que esse meu irmao
Mai n-1 mais mofo Mas, que attouoes, que respeito poderla, impor
~. meu irmao Manoel a miuua inaiondade, (juandu
a presenca de nosso velho pai foi por olle tao ms
unsoresada, ao desajatrd?
Xe-se meu irmao nao pode 'r ao'menos a imi-
-tacan do proeeJiraeuto de nosso irmao Joio, que
srd.> 1.1 mezes mais veib do que eu, nao impedio
que eu faasse com meu pai, no da i't de ago-to
, <\e 1868 que euos encontrara na ponte da Boa-Vis-
ta : cuinquanto fosse por deniais escandaloso pro-
-ceaer diversamecte era lugar ta > publico cpma o
indicado.
Aos que me l^rem deixo o qualcar Jlvidameo-
le o prdeediiaenlo de meu irmao Manuel, em qua
seu autaz de-commedimemo suppriioiu a autor
dado paterna, quera s era dado iiapr-me si-
Jeacio se entendesse assim dever faze-lo porque
eu Ibe taltasse com o devido respeil; o se dalle
taco exposicao porque soa a isso- toreado, para
ju"Mucar-!Be, para dis,iaar algum mt? juizo que
i'outra mira se possa expressar em nome de meu
pai, uno nem sabe do que por sua cunta se tem
4it* e feito contra mira eontros^o que meu irmao
Joio e Manoel da SilvaFaria evtam 'u elle derla
re na minha presonc* o aa d estranhos; nio re-
uanlo ante o i%qualificavel meio de o coagir a nao
*e arredar de casa, a manas que, gas rarissimas
vetes que Ihejierraitlero sabir, seja acompanbado
por algum delles, seas fqardas, eom a precaao
t de nfio passaora por.tuiarfs onde seja possivel
iu provavel o encoutrarem-se coffligo.
I" ura verdadeiro pre>o, meu pobre pai!.
K olfam-se eaafajaaindaVans'' saltos meas
rraaat fili i "iiii al ln fialia nniriti lufn
vsravalaaraiif* licuta
Agora, so conseguirao fazer crr que mea pai
tem autorisado as baqdalbeiras eom seu nomo pra-
das, qu%aU0 ru desousiuei a, se o detlarem
livre.raeute auaerider-se omifo e exprassar ssus
'ntirnentos meu respeito, na presenca de estra
nbM.
ProporcianeaKaam naaaiipo,mseriamaota quo-
rain evitar para si mas jaiaos e que a verdade.
M-ja bem coobecida. De imaha parte nao ha
tro desejo; asawjo mesmo ser aonfuadda'.
E' rasjav4 Ftaioam caito* maua irmos Jaao a Manoel da
Miva Faaia deque ca oio pTMcaaaarea do rntaaio
do atandatv-me coa uk^ pai o ao* mii diaals
Para uso o* ua boje iaaamania.a,naca8iaae
3e jusvjflaar^ne, mu oulra que ha do ser satis-
ita.
Se aaseu inuo Jal!
bom souso e a prudencia, devi
lo autos a Mtisfsc&t dessa r
nem (Jeixrci de tiipfegar o?
isso, nem de fazer pnbc
ser~Hte-h bastante' sehivW
sido a de S de marco'prximo p.
tem contestado ate "boje,, Com
coBlivesse falsijaaei>> ^.-
A razao, a moral e n jattca
eedimento de meas irmaos Joio
ruta.
.InCosuo da
aeaife, M*emao le 70f
ihanfonado o
IfacHrtar quan-
p.irqoo
proprias aara
Ja continaacao
io Ibe deve ter
lo, a qmil nao
ie cumpria, se

i- 'ni
Srs. Mnci<#*% Rejro-lhei o olija^aio
azerem puWtcr pelo liioit'o 'vejiairt1
rectitlcacao qe fafo a tusa pubiic;1^ foita
no Mario do 1ioj{! n asstgn.ida pela' Sri fos
Cypriano Buzara de Mello.
cortil <]ae fui duas veses ao Sauilo, -eot\
feveroiro cen marro do!8tt', \\acx>c-castat
das etciciSes geraes, (pie ento se. rizeram;
q lamber certo que \) procecuraento do
Sr. coronel Cimha Medrosa estt^i longe Je
corresponder ao eoacettQ, qof! ss dores fonaavam da sea caractar. e sf ro-
messas esi)ontanoamette por ello feilas ao
Sr. viscoinle de ftunaragibe e a Hro*
aiuitros uo>sos.
li porm endxacto: l* ido, eu e o Sr. coronal Barros, ao Bonito
por *rtlrin do Sr. viscottde de CaDnaragibe i
-2.' (ue <> Sr. ourouel Padrosa se vesat^'^jg
descartado d se comu-aauistK allegaade'
pressu dos Srs. Drs. Jus> Gittrna e da
did Maitins ;3." que, em todas as Oa>
currencias eatio havidas. livasse tomado a
mnima paria o Sr. ioo Mauoel l'ootuai,
que por euat mnapo, tem se qaer era mo-
rador na comarca do Boo to.
A. nossa ida,,do il utre Sr. co.onel Fran-
cisco Anooiw de Carros o Siiva e miaha, ao
Bonito foi acto iuteiranaente espontaneo
nosso pele comnmm desojo de presiarmos
servico a u*a nosso 4e^tini^o correligiflawr)'
e inno particular asiu/o.
O Sr.. c Tonel Pedrasa naallegou preso
dos Srs. I*rs. (ilirana e Candido, mas sm
ouiros motivus, (ee. posto quu fiivoos em
meu ptrqper. n.i.i tiubara -qoe ver com in-
flaenejas do Bonito. E lauto tavenos de
crer essa pressu ila parte (Sb meo collega
o Sr. Br, Jos (.itiraoa. quaato certo que
este me procuren para acceKar, em nome
dos conservadote*. urna composH'o, ce-
deii.lt os eieitgres e ti ando eom os sup1
penles, eomposicfio que nao duvidei iccei
tan, ape/ar de-termos unmeosa maioria,
para evitur scena de sangoe para as qoaes
de ui'liiiin modo cencerrera.
Aludo isto toi coiBpletamante extraoho
o Sr. Joan Manoel Pontual, \m era ento,
s nao estoi) engaado, commerciante e
morador nesta cidade.
Teubo o mellior cobcgUo oruiaio do ca-
rcter do Sr. litzei r de M-llo, queiu par
isso nao- posso snppw capaz de ter cont-
ra 'ttido. scientemente as inexactides
rectifico.
Son, Srs. Redactores, seu collegt e
amign. Br. J. /. 4e Compon da Cusa dt
Medeiros r. Albugmlram.
propr a ) n/e]ii involvido como soeio que luaia
sido aa firma a quo aquella suceder.
Q/iatliiewa a failencia ven1o-e livre a, ^ pro*
uyAa*aaV*->a>o cumplice, ji/lgou conipMa a sua do
\/**l#>THPf! *** nfo "igum^araqWr Vi
parta a intrVssar-sa oontra meu reatrso, fez dis-
tribuir, pestoqae sem sua assignatura, m avulsn
traiiaaaaao itpaado di afcaMi sa-awtfajaaig-o
o acWdo H|Uz lo agito B- iJata adMH o
meu tecuflH aa> dmloou eaaff anecer no triOn-
nal dt roaa|ao ea-^sisor a tolirvs9uo, uapoadn
alvoaq'jf' lra preaaaca |>>aMa tnftur ao Jnl-
Sjameato.
Qstra a tissetno triba-ial Baffs-lai;!) a em
M^ ua dfmfHk e U&.ttm, w.s ealcieeido, getteu
laado^a fussar s barbas e a atiera, o ..menear
ojw.0 pssTa(|uam apnwiitssa utksmlHc^H de
sua pbisyoaomia ao auvir o juiz relator ler as po-
^gas tlg processo em ana sea igune lignra de modo
mu, csfecifiaema as earias <|e| sea nnd, leiTfa acuafianhauii de riso seral, nao
pie all foi eollccar-se o ^uiz municipal desta capi-

'. -.
apierna regulador das instancias naardau'o" sjo de'wr'as minha* obri|rat5e9 liqulffadas.
alacio.
que o juiz de direilo do crHw substituto
minercio nodesse ser coiuiaanjndn juiz de
saavnda instancia, seria preciso asBatrat qual a
Jrlnstancia, de que se recorro pan aquella. Se
pirante elle corre o processo, e a elle quam qua-
ifica a fallencia pronunciado, ou nao, nao sei
paamiraajlb ^^ a}ajai|aj alir l
afA assuratr a do ii> e ar equftaarado aDel
A razio invocada peta Dr. fanpno Olives,
que essa plidade tem o jaiz de sVeim na c
porque jatfa dos recursoa neeeemriaa dos
r ituirta ae ktndamento.
O juiadireitn do crime coaaaoe dos recursos
interpwsa:ax-e/?cio pelas |izes mnnsipaes: atas
ncm par fcso sao considerados de i* ta-taitet
com a# wnsedes. Os juite- aaiansipaes*
coahecem dos recursos neces'arios qne os subde-
Ipasalos an deesadrasTa ellesrinierpotm 9 seus
_ 4esa>icho> fe Bfunncia ou nao pronuncia, mas
punno, feliara acuatianhadi de riso peral, na<- a*ui p-irisse sao considerados juizes de 2.* instan-
'oderia deixar de lamentar a triste uosican em
'ITPtsVS A 11M --------------~~"
i- ceir nsbiliaade qne para elle proprio po-
desse renltar do essriptono d a posso dos papis,.
litros e bflrrra don ideamos.
ssamonstrado a>Mn>, comd flr.a, que nenhura do-
-Para V. M. Intper.al recorre J_oaqmm( poj,,,.,,,,, ^to-iss^saanjnnnwasBnifcOBa. ao recor-
u L". rnnta munll aonlanim* T^Tftc^untir i-, p.,ia-
Di-
o e o portador desta eom quem se entenderao
os sebhores.Srfu do Sr. ameo e Criado,
Paulino Chaves.
Nao se trata de despacho de juiz municipal com
tal e acreditara eomTaiao nao estar.etanieSurs-J T*-.urs*> aaaa o juiz de direito. mas de despacho
Estrada de ferro in
gtesa.
E' inorivel o quo ltimamente se tem dado na
estarao da via-ferrea, em Freuniriis.
llavia al um empreado hbil e zeloao Je no-
me Bastos, que servia bem a corapanhia e aos re-
metientes de gneros. Demiitin-se.
Passou cliei'e o ioimediatok qne nao dando para
o serrico, sahio, a depois delle-uao sei se ji sahi-
Tiin nns dous, ou tres.
Bsta a rstacao em tal estado que nao se sabe a
quantas anda.
Os senbores go ve madores da companaia da es-
trada de ferro, in^loza, breve terio. ie cuele na
e.-tacao algum- Incalido Ja fulryi-. alejado
que nio saiba ler, pois s elles querem ganhar
pmgaes ordenados, o n.oo querem pa{ar aos che-
fus da estacao. "sepumo exige a responsibilidade
do lugar, o o trabalho 'liurno, o assim bao de em
pr.:gar a qnem nio tom as necesarias bahita-
<;Oes para tal cargo.
Dous Jos mclbores empreados das eSWcBes ira
fcirada de /erro iogleza, os Srs. tfanoel Policiano
da Silva, chafe da da Escada, e Almeida atos
da de Frelseiras, Jespediram-sa p pela exiguida-
de de ordenado, ja pelas grosseirias e malcreacoes
brilannicas que aturavam.
Pedimos aos Srs. do Diarfo t- Pemambuco, do
Jornal do fkcife, e do Liberal, que exijam algutna
providencia sobre a remonta des referidos jornaes,
os qoaes mandam-se buscar na ettaeao e respon-
da-80 que nao vieram. Anda mais.
P-ir-; l de astnaaar que foi para a estacao na se-
gunda feira t'M*, anda bontem (I* do raez), eslava
na es lacio: entrenntn qaando os generes se de-
inoram tnais do que a tabella ma/ea, paa-se ar-
iii.'izenagein, e nole-je qne estaraos no tita da sa-
fra, que ponen concurrencia j ba.
Especialmente rogamos ao Sr. engenheiro fis-
cal, que ci Qiinr.e a rerlamar eom energa contra
estes e ouiros abusos, da estrada de ferro ingleza,
alim e que a inlensidada e repetcio das censo-.
ras e reclanages, possa.m conseguir algum effeilu
de jusea e melhorarannto Freixelras, t de'junho de 1870.
C.D.
0"eommnnic3do que sob a asslgnatura do Sr.
Dr. Paulino Kodrigues Fernandes Chaves, juiz mu-
nicipal da 1' vara desta capital, foi publicado no
Dinrio de hontem obrigfl-me a vir a iiapron&a.
Nio sei o que man deva admirar se a Hugua-
gem de^respeiiosa e inslita com qne o jnks- muni^
cipal Dr. Paulino Chaves aecommeite ao eTgin
tribunal da relacao ou se a n'ecessidade cora qoa
ousa apparecer em publico a trata, de urna tari
leaaia eos que as nome figura com celebridade.
Se elle nio houvesse cabido em igual desconsi-
dera c;o n'esta capital nao fallara nunca na. fal-
|eaciaBuaite.di Medeiros: continuara uno
iuimigo encapotado qne tem sido meu, e nao vkia
cm publioo tirar a mascara a apparecer tal qual
eu esperara.
Quem. lar o sea coramuniejdo naturalmente
presumir que ello meu crednr ou que polo rae
nos eu sou dtyodor a lirma Duarte i Medeiros e
elle s credor desta: s assim po lena elle no
tfirrff' de xeu exptendido trivmpho corxer cc/raioso
ao efrtioo dos seus dittitos contra raim. Mas
tal nao.ba : nem rite sou devedor e nem a masea
b mTT| elleccre4jrd>ta.
B*t do dommio ao publico e consta dos au'is
da .illeocia Duarte & Medeiros, por declararn*
le ambos o< socios que antes da firma Duarte &
Medeiros, o socio Medeiros Uvera sociedade com o
Dr. Paulino Chaves sob a firma Medeiros Ramo
ft C qne o Dr. Paulino Chavea percebe lacros
Has transantes commereiae da soeiedade, e se
Mirara d'ell i quando era vez d lucros honveram
avultadas perdis Suas cartas entio escripias ao
socio Medeiros, que se achara de fls-a flsdas
putos, e que atanco vio publicadas mostrara bem
n'exl't ncia de sua sociedade.
; Dessas transaccoes socraes resulten flcar-lhe
daredor ,o socio Medelms e aeceitarlhe este tres
I tiras na importancia total de 10:IU.
; E como urna dessas letrai nio Ibe fosse nafa
por Medairaa. ceejhecesse qnr este nao poderia
razer-loepronlpto pagamento, entaodeu que abrin-
do a AMerJcia da sociedade Duarte 4 Medeiros de-
iqna-fazia parte mao fflhV, poderla fosear me a
p;igar-lbe dita latir do arceite indtvidnal de Me-
deirns. o me era possivelaeceder atio extrs-
ba prctenaio.
" njfld, porm, val nr pelas razies abtixe
adas, qtt8 off-recr a egregio tribunal da re-
qual oprocediuiento qu teve o Dr. Pauli-
no" Chaves f eooflrmari o juho que jfcrmaa
sao Irespeifcy por. mwtos e repetido* aeaus seus,
preciso por or enlrtr na apasioao de certas par-
uaularidadea.
oicio regular de suas faculdades ntellectuaes !
PreS'rtdo a jaigaaioato do egregio triMnnal o bV-
Paiiteio Chaves vio quebrada a arma owa-nnra, etotsa Wrj ahi promman onmra
meas dignos julgaBeires e contra a ioi?. relator por
uavrr Inki as vuas-enrus em plnou uinual, o at)i
\\zn em seu comnjnicado dizor ao pnblico doe o
jut^amenlo e m nerdaAir* e*r*m' ufringio a I etcprtts&t, laiuaad te tmilteciMeitto
s nm recurso que elle repelle e pitkibe l
Tanta audasia s p.idia osteaxar quem orno
,iui?. muni-ipai tiesta capilai tem praticado escan-
'os -a puui icidade p.4* ii u prensa re
primidos pelo-eoregio tribunal da relario.
Pois qae 1 O juiz que praSittni os actos, publi-
cados o i Jornal ilii lifcift de niaio jyuho de*
1868, sob o titulo C'iiin ctfewv o jubi que
anda lia poucos dias inotteu-se p.tr das com toda
a sua familia em casa, de pessoa contra qnem pelo
seb juir corra execucao e imuteuiatainente rea-
xou a pent.ora e uralicou quanu tropela se pode
imaginar, como todo foi exposto n'este Oiaru sob
a assignatura do Dr. Francisco Galln Tavaro*
Lima, -consta do aggravo interposto gelo ese-
quente,o que o egregio tribunal da relajao.aoiba
Je dar .{irovimeQto ; o juiz qae esoreve carta*
como as que o publico v:m ler, e especialmente a
segitoaa em qne, procura defraudar os direitos da
faieuda. que llio cumpna respetar 4 a juiz quo t
a antbrt'iese la TrisUtdn Jurtdica qno invoca
i* sea comjnuaicado, ceriameate, o lenos babi-
litado a qualiflcar deeccimiofv-'n acto de a/iem
quer qne teja o inuito menos -i) egregio tribunal
d* ri*!*cao.
A audacia que o deitingue nio odbvou aaeaae
a vomitar sna bilie contra os meus digaos jnlgado
res, mas lambem sobt'e iodo gregio tribunal p-ir
miro julgainenio que nao o meu recurso, -lelo
kte,is-crpus ha ponco cmcolilo aa Sr. Lima
Jnior.
Quanto a legalidade do recurso eijwltoaopi-
niio do Dr. Oliawes, a do mea idvogado bem
como ao do advogado do Dr. Madciras qua-o biier-
pterara, a do Dr. juis de dirsita pie adiail-i > e a
do egregio tribunal da relacao, que d'elle tomou
conhecimento.
Quando recolbendo-me a,prisio iowrpu re-
curso, o Dr. juiz de direito lao o quii admitr.
tinnando-se na parte rinal o ar*. 61 do le^uLi-
menlo n. 1597 de l de mo de I8i5. Fiz a se-
gnnte replic; :
O que a parte lioal do art. il di regnUuwut por
. S. catado em seu respeiKivel despacho ^caferev-o
apenas a recursoneeessario, cuja interaosi-
(iu ao regulad* ao mesmo aiugo, e nao nodo sur
ttornada extensiva ao refirsa-jpoluulario-, de
I que nao icata j citado artigo. Cou>3 V. S. sabs
citado regulamento em execu;ao da lei de 16
d setembro da H alie.rou prefiradamaate
processi da falleacia re/alado pelo codigo^e pelo
iregulamentn n. 738, c com jji prnduzio a parte lial do art. 85) do cdigo tara-
mercial que u.io admettia ao pronunciado recurso
.algum da pronnucia, e em gar*ntia da admlnis-
! m^fio da jaatv^ anmittio e regulon no art. lo
.recurso neeessario ou offial, que o codiao na 1
teonsanrar.
.Nos oasoa da primeira parle do art. 61 do regu-
lamento, o reeurso niicial u neeessario despensa
o voluntario da parte mas ao caso e pecial da
segunda e ultuiu. ^arte, e.na ejoo o tee urso ofll-
cial ou neeevusie u> tem tugar :io se pode ex-
cluir o voluntario.
E tanto a-sim tem sido entendido a execuaado
(\ve o Dr. Orlando Costa, jaiid! direito, em suas
notas ao artigo 80 Jo codito :om referencia au
ci'ado artigo ti! do regulamento de 1 do mai do
IS'i.'i L.-ei vaque o que nae tem lugar o redar-
SO3X-0llC0.
E 11 em bavei'ia razio para, assim nao ser euB-
dida a parte fi.ial do art. 61, desde que a sua
letra expressa e o espirito que a dielou nio
pode ser posto cm duvida.
Espera, piis, o sunplioaute que V. S. rsroasi-
deraado o seu r i-peitavel .despacho, e eobecondo
que se trata do direito da defeza, a que im se
pode negar recurso oia ppohodo por lei, Ibe
delira na forma pedida.
O Dr. juiz de dweito cooveaceodo-je de que
tinha lugar o rocurso, mandn 1 adooittir. K
nem poda i^xar de faze-lo o nem a relacao de
poobeeer d'elle, atteulas aquellas eousideraces a
mais as seguidles :
O codig. j coramoroio ao art 820 onferio aos
tribunaes do commercio a auribuijao de qualifl-
car as fallencim pronunciando ou ao os fallidos,
mu qae as pronunciados -a admita recurso
algum de pronuncia. Publicado o eodigo com-
ni rcial em 25 de junho de 1830 v decreto n.
707 de 9 de outubn do mesmo ani) reproduzn
no art. 20 aquella dispesicio prohibitiva do oio
s quanto a pronuncia decretada pelos tribunaes
do commercio coa quanto as decretadas.pelas
Relacpes: dc'orou, porem, eapressameuta no
art. 26 que o regulamento n. 120 de -11 de Janeiro
de 182 seria astreada em todo quanto nao et
livesse alterado por elle.
O decreto n. io97, tirando ao tribunal do com-
mercio a attribuico de qualilicar a falleneias, e
coinmotteudo-a ao* juizes esiieeiaes e aos erimi
naes que o substitueai, nio reprodazio aquella
desp'ijicio prohibitiva do rocurso uolimtar.o das
pronuncias por estes preferidas : reguisu apenas
no citado art. 61 o recurso marssari'o, que o c-
digo do commeroia nio adnHio, e de faria que
livesse elle lugar sempre que a pronuncia S*-e
dada pelo juiz especial e nao qnandx proferida
pelo juiz criminal substituto da eammersio/
Nao estando poie- prcabido a renur-o volun-
tario,poU a disaonoao que o prohiba ee,-*si)o
virtualinente desda qne in mais aos tribunaes
do commercio fu eotnaietlida a alU-dmicao de
quajicar as falleneias, e expressamenle desde
que nio foi reproduzida no decreto de 1 de maii
de 18."jo, claro qae, nao se pudendo mais oti|
ear o art. 820 do codig > e noaa o art 20 do de-
ereto de 9 de outubra do mesmo anno em que
foi promulgado o mesmo coasgov. ano ae po le
contestar o recurso voluntario aermHado neio re-
gulamento n. 120 de 31 de jaaeiw da atii, man-
dado observar pelo art. i do aa decreto de
9 de onMata- d 1890.
proferido pelo juiz de direito dQ crime substituto
no oammerdiiy Kaasn .dotaidautrina de ser o
jniz de direito do crime juiz de 2* instancia qqan-
1 eftnheca os renomos nwesrios aos deepa hof
do jniz municipal, nao poderia approveitar para
eoneidera-lo tal qaanxlo nio mdieee. de recurso,
mas o proprio quo pelo exercici da vara do
commercio profere despacho. E' um julgamento
de 1* instancia, aoqaal nia poda ser negado o
recursovoluntario para a relaoioTribuuaV de
2" irrs|aocia.
Nenia capital em casos de praouacia proferida
pelo juiz especial do commercio, em que ba o re-
curso neeessario ou oficial, tem-se admtiido o re-
curso voluntario subindo nos proprios autos. Ku-
tro outros citarei o de finado Joio Hapiista Frago
o, nos autos de fallencia da Comraandila Amorim
Fragoso Santos de C.
Se pois era toes casos nio obstante o recurso
necesario nao tem sidaoepellido e antes admitlido
o recurso voluntario, com se poderia negar-me o
recurso voluntario de despacito para o qual a lei
s nao permitte o necnetariof
NJo sei que raaes produzio e Exnu Sr. desem-
bargador Doria loutra a legalidade do meu recur-
so e nem as que em susteulacio expaoderam os
Exms. Srs. desembargadores "(itiraua e Almeida
e Aibuquerqne : acredito porm, que por raais
profunda que seja a sna convierto no sentido do
sm volo=caclotara digoidade basUnte ira
repellir eom despreso o elogio que com offensa de
seus dignos collegas, to dignos como elle, fez-Ihe
isr..l*c. nuimn Chaves.
O Sr. Dr. Paulino Cbaves nu aio sa conhere ou
pensa que nio eonlfccido n'esta trra. Do inso-
lente que se mostra torna-s redicalo ameacand >
tmarchar = cooiiiio e cm* os Srs. ieseinbar-
Rodrfnoe's Dfoarto da tentnc pela quaf
juiz de direito da segunda vara interino do com-
'iiercio pronifWOO recovante comihaonBBjjaTle
Juao Hodrigans da Silva Ilaarte e da*anijfcijJo-
s de Medelrwi, cuja fcliennn>foi pnBVinesma sen-
tenga quaUflcadif culposa e frandulaata.
Senhor I O recrreme une fea trala e dona an-
nos excrdla nesta eafJilai a eobre prqusalo do
commercio em seu profrio nome e na da.impor-
tante lirmaMoreira e Duarte, deque fas pir-
te, estava longe de pensar qne, lando at h"je
mantido o crdito de negocianle honrado, o varia
mareado *om a decretacao da um pronuncia em
cuinplieidade de fallencia qualificada fraudu-
lenta 1
Heooireado, porm, a V. M. Imperial nntroa
mabt firme espof3nca lo que V. M. imperial nio
duvidar esteuder robre a recrreme a accio. pro-
tectora di justiga, reformando a infundada pro-
nuncia que inesperadamente veio assalta-lo e fa-
zer estremecer o conceito de que sempre tem go-
zado na sjciedd.'. .'
Felizmanta para o recrreme to grave m-
paticiu qoollie faz a sentenga quanto de de fundamento e repellida'pelos proprios autos.
Dnus sao ns (tantos, qae a sentenga consignou
como pratica los pelo recurrente en^ maocuraana-
gan com os fallidos para prejndlcar aos eredoros
desles.
Primeiro facto.
A' 26 de outubro de 1868 a firma Duarte e Me-
deirosrepresentada pelo Dr. Me lei ros transferio
por endasso ao recrranle tres letras aa impor-
tancia de 22:72o000, veaciveis a 26 de maio de
1866, a 26 do novembro do rue-mo anno-e a 26
do correte mea o anno aceitas mesma firma no
referido da pelo coronel Jos Leio Pereira de
Mello.
Essa transferencia ou descont do letras feito ao
recorrente por aquella firma, ora fallida, toi pela
sentenga consideradasimulada-e feita em frau-
de dos crodores'da mesma firma.
Para que, porm, V. M. Imperial coobega (jue
essa transferencia foi real e rilo simulada basta
Idr o auto a fls. t99 de deeWacao falta peso pro-
prio J : Leio, auciatante das letras.
Delle aonsla declarar Jos Leo, quo leade-lhe
Madeiros pedido quo reinetcs>e os sen* assucarea
a rmaDuarte e ieileiroselle declarante res-
pondeu-lhe- que o faria se dita firma Ibe emp e--
lasse 20:00 a premio de um por cvnto, e eoirfj
nlsso concofdassem passara-n-se lo'.ra^ da dita
'quantia. saneadas pela r.-ferida firma e aceitas por
elle dedarente : que pistadas as letras, elle ila-
clarante e o dito Dr. iledeivos foram a lojn de Vio-
reir e Duarte, e ah a mesmo Dr: medeiros enten-
deu-se rom Joaquim llidi-igues Duarte (u recorren-
a senlenga,_ accreseentar o reeor-
' io exislem nos-
evidencia ser
rente imputa
ren^ujue la
nhajpdocui
auto docni:
falsa *.iiupu'
Nio fa neni
roaatreaie ti
firma fallida
raettidos a
existemlrovam
he ver a menor duv
Consta da saMMca d* |^. 7 r.
conste que o
dos begocios da
assucates re-
Ao ajintrario os que
*" a nio poder
fallencia 4tn flaadTrm 15 rtfi mir
gadores at onde a le e a jnstica Ibe marca/en os le) e immediatanonle exle entregan no dito Dr. lle-
Procurou alie por todos os meios envolver man mesmat em qne jtanjmtiu&jti jirtita
~ substituto do commercio !
nome na fallencia de Duarte & Medeiros dad com
franqueza, mas encapotadamente, (emendo ee
Attenda-so-aos tenaos da art
gulamento da 1 de maio de
que por elle nio foi proasnido
rio : Diz o aLo recursos
fcuncia ou nao pronuncia, no
sera 1 nlerpostos (rara oa juiaes
citado re-
ver ae-ba
VOltlilti-
da pro
quebras.
ltimos pussos, e queixar-se ao.suprcmo tribu-
nal de iustiea e a S. M. o Imperial o Seahur D.
Pedro 11
Nao aVdnvruo opo dos cartoriosos, actos
de um jniz rauun-ipal que ba iridiad urna car-
reir desabrida de arbitrariedades e escndalos
e qne em lempo enabecera a insta applicagio do
proverbial ad-yioquem com nuiitas pedras
boles alguna Ihe bale na cabega,
No fiinul de seu commuascado diriaindo-me
duas palavrasdiz o Sr. Dr. Paulino Cnaves,
\nossa uta nao est acaba : vou. instara-
la intentando de novo o processo de sua cumplid'
dad* wo, novas provas, que tinha reservado para
o hzc plennrio, onde Unha de addir o tibdto e
prjduir a aec naci.
Nao sei em que qualidadn tem lutado comigo e
anda pretende hitar o Sr. Dr. Paulino Claves.
pois nem sou seu devedor e nem a massa de.
Dunrts & Medeiros e nsm ao menos elle crodor
d'esta e sim do socio Medeiros individualmente.
Se pois te lutado, coalca mira tem sido sob o
nome de outrem e nao o seu, pois consta dos au-
tos que depon de haver oblido ps livros, papis,
la chave da burra de Duarte Medeiros, requereu.a
faitennia d'ossa firma, exereen o car^o de Cura-
dor Fiscal, e d'elle ficou dedituido desde queda-
clarando nao ser credor da mesma tirina e sim
Apenas do Dr. Medeiros e nio estar ella fallida,
desist a da fallencia e foi a desistencia julgada por
saatanaa.
Nao seique novas proix=du tajaba supposta
cuinplicidad* lonlia eue, e nao coaheco quo direito
Ihe assista paxa por si ou por autrem forinar-me
processo pela luesrna suppesta cumpliedade.
Tal procesan seria cousa to original, despara-
tada, c contraria a lei e a jurispruilencia, que em-
bora diga o Sr. Dr. Paulino Chaves ser firmado
em le e em rscenle accordoo da rclagio da cor-
te, nao posso comprehender que seja instaurado,
pois estou certo de qae cima da voniade do Sr.
Paulino Chaves est a forga ja lei o o imperio da
jastiga.
Primetra carta.
Por esses dias ou levar viole cont >s de res, b
emio mandarei o qne peder. Jiao vou oceupar
o irindade por tan pequea quantia. Se porm
est em apuros tira no Duarte que aio Ibe lalla-
rei, e se pana essa quaalia precisa de miaba fir-
ma para airar dinbeiro nu, caso referido ella esta
as orden*.Sou amigo, t
Paulino Caves.
Segunda carta.
Sr. ftoberto__Pode dar a quantia qae o Dr. Me
Jeiros precisar para amanbia, pois eu garanto
que ao da de seu vencimenlo ser piuiLimuneu
te-pago.De Vmc criado o venerador,
P. li Fernandos Cbaves.
Terceira carta.
D". Medeiros. Ettiaiarei sua saude. Se fr
possivel a venda do meu raoleque sem escriptura
ser, melbor, pois que elle nio est .'matriculado
e terei de pagar malta, quanto ao resto Dio le -
vara a resposta.Sea amigo,
P. Fernandes R. Chaves.
Qaarla carta.
Amigo e Dr. Medeiros.Compradas como j se
acham as moedas de ouro, segundo me disse, e
rabeada cada ura de nos tresentos e tantos mil
reas, peco-Ibe que me mande essa quanlia para
servir a ura amigo qae bontem me eocrsveu per
dnde -me.-a. Come ulvez j lenham etaegado-es-
sa* moedas, ou breve estejam para isso fago Ibe
esse pedido, certo de que quero toda a franque-
za de sua parte. Pude mandar pelo Fraaklia
como sempre.Seu amigo criado e obrigado.
Paulino R. Fernandes Cbaves.
Quinta carta.
Dr, Medeiros.Quando ba dias estere em aossa
eas, mas j depois da garanta que me clTero-
eeu, nao Ihe pude fallar, por isso aproveito ago-
ra a occasiao para responder Iba Sempre pre-
zei a sua piiavra e .anda prezo, e por isso uao
era neeessario a .garanta que me deu para di-
suadir rae da resolucao que tonei.
A rainha rasponsabtli 'ade foi dada tio somea-
te para equelle Cm, ama vez porm que essa des-
appareceu porque os senhores assim quizaran), e
sem a menor concordata entre nos, nao posso
sem que se me taxe com e tasto epitheto de con-
decenlente acceder ao sea pedido as injustas
arguiges que se fazem algnam, e as muiifes-
lages discretas pie ae referetn a esse alguera,
thegam aos oavidos causan lo lio dolorasa ira
pressao, quio causara aquello qae que moles
lado tambera por alguem fexasse os olhos. lo
11 oo mea intento por qae sai que o Dr. eok
Como o -eu socio, tem amigos qae melhor do age
ta podeen garantir ea quantia, por lau'o oao
pode causar prejm'so a alguem a rearada da mi-
aha firma. Desojo que a uku npoae nio possa,
deiros a quantia de dnze contos de iris, que oran
logopelo referido Dr. iledeiron erUrrijnes a elle ie-
clarante e c mo para completar ex pinfe cantos
de raa) faliavain oitu, dito Dr. Medeirns aceitan
a elle ileclaieute wwt letra do valor Ae o> loco utos
de res com o prazo de dous ineze.t, fmdns as quuex
foi a mesma letra paga, indo etle declarante com
o d-to Dr. .Vdenos a referiibi fe/ft ooadO iJe
Jouqnim Rodi'iuues Duarte deu directamente a elle,
declarante o valor da letrav, que em conversa o
Dr. Medeiros Iho dissera quea quantia de vinte
cuntos de ris era umprertada por Joaquim Duar-
te (o recorrente 1 alim de que elle Dr. ModeinM
poderse satist'.izer o que com elle declarante, h.w ,.
ajustado.
Es abVjjts. provado com evidencia pela pro-
pria deelaracio do areit.m1! das letras oes'unta-
das ao recorrente pela firma saccadora, ora talli-
vinte uontus dn ris eui descont das letras. E as-
sim e evidente que a transferencia das letras fui
urna ira isa iva, > real e jiao simulada.
E cumpre notar que uoba nesies autos urna M
testemaniu, ou declrame ou iuforsaame ipie di-
ga cousa alpoOM eonita a veracidad do descont
ou -transferencia dessa* letras.
A semen ;;>, porem, faz decorrer a spaosla at-
nmlago de anda em 31 de jan-iro de 1MJ9 cens-
tav dos liaros que nessi data Leio era devedor
a epocba da
Tle IS69, e de
outras pecas dos autos se mostra que a ausencia
dos fallidos Uvera lugar aos mezes de dezerabro
de 1868, e de fevereiro e seguintes do anco de
1869.
Bntrctrmtn ahi est a nV. 22 carta do Dr. Me-
deiros, datada de 11 de dezc-mbro da 1868, escrip-
ia a Joaquim de Oiveira Mello, e concebida nos
segpntes termos :
1 Junto fichar nmn proearac^u para durante
a miaha ausencia gerir os nuns negocios como
me1 tenho demonstrado do que consta dos mevs li-
vros. San deixo dinbeiro em cauta e delta nao se
servir deredo fazer urna separada para por ella
me prestar canta* quando de hh tomar c- nta
da gerencia de meus negocios : s Ihe deixn letras
de matulos ao. rotor t tfJmiiM)k com* da rela-
cao por mhn asmtmuh.
E ahi esta a fl. 230 na mesma Jala o segninta
annuncio :
Frunoitcn Jet ie Medtirot purtttipi ao com-
mercio que temlfi de ir a cobranza foro, da cidade
'tetra encarregao de todos os seus negocios o Sr.
Joaquim de Oliteira Mello.
Ahi est a fls, 191 pFocuraeaedo B'. Medeiros
em data de fi de fevereiro de 1869 ooosiituindo sais
boBeante procurador a Joaquim Comeotmo da
Souza Marns eeaerbida nos aaguanea termoa :
t ,Pura gerir o meu e.'tatieletebimtnto de consta-
naives sito ra do Vitar a ll durante a
nimba ausencia d'esta pnca.
Ahi est casta de tls. 19 escripia lambem ern
3 de fevereiro pelo Dr. Medeiros ao mesmo seu
procurador e gerente de seu csljeleeimanto Sou-
za Mrrtins, era,qne diz a este :
Atm do* plenos poderes qae pela preunt*
procuroro (be sao concedaos, pego Ibe o especial
de tratar com todo o cuitado t meUndrosament*
todos os meu* negocios sem deixar de continuar a
meu estabelecimento. ;
Ahi tnmbem est a peticio do fls. 189, pela qual
o advogado de Souza Martms procurador e ge-
rento do estabelecimeTjto, velo a jmzo apre>euau-
aquella procur.teao iqu-illa carta e mais a re-
lacio de lira< aik lt. tendo ja antes a fls. 133
nutro adv igad-i do mesrno Souza MarUns, eniao
tamlwm constitu lo advocado do Dr. Medeiros,!!.
60 v., aiiresentado diversas letras lxistentes em
lodei dn momo Soutn Marlins c relacionadas 00
auto de lis. MS.
Bis ahi, pms, a pflaaj documental mostrando
qne e ostabeleviinenie des fallidos licon em de-
zembpo de 1968 a ?arp> de Jo*|nira de Oliveir
Mello, eem feverpiro de 1869 a cargo de Joaquim
Cleraentino de Sonta Msrtins.
E gomare notar que j naqn>-lle mez de dezeiH-
bre de 1868 o Dr. Mrteira* dedarawa sem effeito
a boba com Joio Roanaires da SttviDnarte, filbo
do recrreme) pnrqoanio dizw ello Joaquim da
Obveira Mello na citad* arta de aV. 9 : non
hacend, como no hazociedade, com o intitulaxh
!j;io de minha casa, o Sr. Jo/ie Rodrigues da SU-
m Duarte, e pelo anntmci qne> dr era ser publi-
cado amanltiia, /tea it tmhum effeito qnulqaer in-
fluencia que por Dentara elle qneiru durante a
mtnba ausencia, t o mencionado annuncio, que
se aea a la, 410 diz :
Frausco Jos de lrdeiros parhoipa an pu-
blico o especialmente ao retpeitavtl eorpo com-
merciut, que tem nettn data dssoleido a sociedad*
que havia rerbaiment: tratado com o Sr. Joo Ro-
drigues da SiJpa Donte, por no terem cbeynio
um (iccoiiso definitivo, declarando o annunciante
que se responsabilisa por todo o activo e passir-
f",*^:fa",(lil rfa'tie,la flnantia. enlao elevada a *, firnw Dmartv Medeiros.
it.mi lela aceuHiulacao dos jure* vencidos. Ora, quando aero fea litros dos fallados, romo
Arada quando os ltv-os dos lallidos naatmessem|reC(onetl, a seMenea. e aem do deiK>imento d.-
os victos e dtenos que a seuteaga indieou e coas-. nenburaa tesleinuuha o tx-m de nenhm docu-
. tan do xnme de tollwa, nao poderlam autorisan meto ooiwt oe o rwwrrnte liera, na ausencia
a sopposta *muU<;ao. jwrqueahi estapar renal- ios filtidos, etiearregado les Begocios d'estes, e
li I a deelaragao jurada do aceitante das letras. ao cr.ntra.-io plenamente provado esia que po-
Sao, porem. toes e tantos os vicios qne a sen-| procura-o expressa do Dr. Medeires fura d'elles
tenca, firmada aaquelle exame, mostra terem os enearregado Joaqdim de Oliveira Mello, e depois
livros, que sea di-posgio do art. lo do cdigo, do
commercio nao letra mora, mal se oomprebeo-
de que bou ves sem sido elles invocados contri o
recorrente.
Souza Martina e Artlmr Braga e peto primeiro
d'estes dous ltimos foram emreraes ern juizo as
letras qne linham e-pele serondo o* papis, livri*
a a chave da burra, evidente- l'alsidadc da im-
(^mpre nciM : 1 o engareo do juiz a 7a0Lpu3rao qne ao recurrente faz a seiiieoea.
ando (117. i'oik./i* /i lirrns -n nrrvnrirt tinu
ouando diz contfdr dos Hitos :o proprio exame
de fcilliss, diz quo consta apenas do livro de con-
!as cwrentes, mas nao do Diario e nem de ne-
nhm ou.ro, ac reseenUndo .que devera constar
de nm borrador resumido ou oceul tado ; e 3 asi
circuinstancias especiaes e extraordinarias qae os'
e que sao
o livro de
Demonstrado, como (lea a imqrocedencia e tal-
sidade das duas impotacoes qne ao rsorrenab fe*.
a serttenco, o recrreme antes de abasar oulra*
c->nsuerag6e9 nao peda elxir de insistir na fal-
sidade da allegagao que z n senMoga de ter o
auteireveUamter-se dado eom osbvrosnos faldoo ^rorrente-flcado'na poseo de iodos livros.
crim, sendo proferidos peKis pjtxaa municipaeg, e mos. Retirei-me e por isso lambem just
para as relagoes .-piando foreat do juizes de di-
reito especias* Dos despachos dos piuca de dir
tvito do crime, quando subitilutrem os juizes d
direito especiaes, nao haver recurso.
Qual pois ern v3: d'esta artigo o recurso pro-
hibido das pronunciar proerntaa pelos iuizea l'-
direito do erimo substituios do especial do enm-
raercio ? Nao nutro sanio o tficial ou neees-
sario, de que UBicamente trata o mesmo artigo e
Dio cohinforio.
Quando pois o citado art 61, s prilube o re-
eurso neeessario ou ofpxial o ah o oolunJnrio,
que nem elle 9 neaboma les oq ifn|aceoto aro
bibe, nao sei como posea, ser coaitteado iSpgal
o reeurso que intFrpuz, que fe, ilrnHjMo P|iLl
juiz, e de que tomou coahecunoatD o egregio tri
bunaL
. 0 Dr. Paulino Chases, conbeoenoV ana a lera
do ciado art W.do. ragnlaasoate aio Kann-4
interpr^lagao q^aliq,la#, inmiaa a entranlnv
doutrma de que 0 iuil da-dirtito d* cri
tituto h ,...r-riJj^^K asta jifa
u'aquella mesma, ai"*"
da a reluci & por
pachoa, de pronuncia ou _
rciagio(jas /ribuftldt staunda
fireilo dd ueT maj #01 umb-.m a Grata Medoi'-os k
E* ama deu trina nova que nio tem base ala; u-
aa-
que
se Umino a miaha arma. e**> para mm ao ma 1
bos em nada altera a miaba amizade, antea a
ponho mais a sua diaposigia Seu, amigo vene-
rador,
P R. F. Chaves
. Sexta cama.
Arako Dr. Medeiroa- Recebi a sua carta o
sinto dizer Ihe que ama vez que se acha con-
cluido aquella negocio, quero absolutamente ai
liquidacao da qnantia, peta qual soa responsa-
vel. s o dmbeira do m>Wque estiver prompb
faca favor roanda-lo. Nao teiitio o menor raneor
pelo que ae den entre nos, e son como sempre
eea >amiga>aaorador.
'Panano F. Rodrigues Chavos.
Stima, eaoia>
Senhor Medeiroa a Paula Ramos.Teno pres-
Ijtodo minha Arma piarae tirar a quantia de de/.
cont do res a* banco Maa para o Qm qoo-on
>rs. -mot l.em sabe, a .endo desappateeldo a
ivo pelo quai conaervx-se a miaba resflonsar;
de no loeanao baacu, e aio me cuii.ki.1
Pr JnatnfipBanlres coatiqaar nessas upri-
pego atM tijeras qup logo que se reoli-
veada da j/MMa tenam a>mdade de re
'-me eisa'ajaitiia, que.eaiwmpaomeUo'mei
nmteJr-,lm>*mv\vml*lmli> o moa pea,..
nenio nao reaa6asa, re sanitorea com o>so mb>
procattmanto ama vofaga pelo facto nespera-
qoe entrp nos ae dea, mas sim como nm de-
dos qas.es adiaute tratar o recurrente,
por si basta mes para que nem mesmo
epatas correntes possa ser invocado.
Para anda tornar mais patente a falsidade da
ujpatagio que faz Ihe a senlenea recrreme ef-
ferece a escriptura junta (documenlin. I) pelo
qual a rma saccadora das letras descontadas
transferio-lhe a bypolhecaque havia sido feita por
Jos Leio em garanta das mesma letras.
E anda para mais prova invoca o recorrente as
ileclarages feilas a fls 313 a li pelo Dr. Medei-
ros, inteirainonte acorde 1 com as de Jos Leio e
com a resultante de escriptura do transferencia
da hvpoiheca.
Ssbre este prono nada mais preciso dizer.
A sentenga diz queos fallidos anda ataornm-
tnunados cora o mesmo Joaquim Duarfe eararre-
k'i'-'in a este da geslao dos negocios da casa dos
mesmos adidos, so pretexto de ausencia, sendo
ipie como tal recebeu os assueares femettidos
apiella casa, venden os e den destino aos seus
productos, sem u/ie nada dato conste da escrtptu-
raro, apesar de lec-tieado de puf se de todos os
livros.
Eis ahi a segunda niputagio que ao receorreute
faz a sea_tenca.
Ella mo consta da escripiaragao, diz a senten-
ga, e, asresceala o recorrente, nao eaeontra nos
autos a menor prova; o portante falso, falsissi-
roa.
Se aio lasead.i na escriptnracio dos fallidas,
>-i-:s reeoatbeeda sentenqa que dola nada consta a
respeito, s poderia. ser baseada ou em documen-
tos ou em dep 11 inentos de testemunbas.
A prava lesierautWial ahi est ; consta do depoi-
rnonto de nuco teatemonhas.
New a primeira ns. 137. nem a sogaada fls.
139, nem a terceira lis. 143, era a qoatta k
li i m nem finalmente a ipiinta a tls. l dep>">e
cousa aljama a tal rkspeiti).
Smente *. 134 que Arthar Braga, decla-
rando, nao como lesiemuaho, mas como simples
iaaruiante, que sendo em fevereiro delSflPea-
carregado pelo Dr. Medeiros dehuer-lbe a t*
criptncagio, diz que aosontaado se o mesmo Mu-
d'iro com o outro socio, lcara recorrenl^
encarrjgado de vendar os assueares _re.net ti Jos
aos mesmos e que ahativameno os recebera e
voad-ra.
Mas esta deelaracio nao pede ser recebaa eotua
prova, nao s porque nem ao monos garantida a
sua veifc'idade pelo juramento como porque o-
declarante foi refeccionado fls. 37 como credor
des fellidoe aoonw ul se codfesaa no aafc> de de
claracio, sendo nortante suspeo pelo mteresse,
alera de que a falsidade de sua deelaracio bem
se marufesta, da circumsuncia do ntter attefls.
436 v. qu nio pode declarar qoaes os remellen
tes denles ^asneares e eom anal a qnaoba
dalles. i
Acresce qae o declarante Arthur Draga, segn*
do ello-proprio ccafasaa, Ib. 137, gal quamina
ausaaciados f.liido uciwemjari^^ai.ajoiawr^,
fono Jos-AiWufei, fei quem li.-ou caos mlivniajhos livros fMsein;4avra4ta> e papis dos faiioNs, e at com as chavea de bjjr- iqoe ee a*hav Onde, em upe pega des amos e firma a allega-
eao de tal facto
Km parte algnma dos ansas se encontra o ma.s
ligeiro indicio que fundamente sme|bante allega-
gao, e nao se rorapreheede como fosse ella Uta
pelo juiz a ov.
(Jnaa Jo Arthur Draga coafessa a fls. 134 que
(icou encenagado do escriptorio, na posso dos- pa-
pis, livros e chave da burra ; quaodb ello
proprio quem em juizo, a rerfaerimeato do Dr.
Paulino Cbaves a fls. 10, aprsenla a chave da
burra para seren (Telia tirados os livros, e n.t
mesma occasiao em qne a borra abarla no e*-
cripurio fe; entrega de cairos livros e papis,
como indo consta do auto do fls. ,18, para ad-
mirar e fazer pasmar qno a sentenga aventures
urna proposigao lio formalmente desmentida, por
prova rpsultaate doventre des autos,
E Ja ua a recorrente falla respeito do lrero*<.
cumpre mo refeair as circe estancias especiaes e
,'Mi-aordinarias que disse cima torera hvido, se-
gundo se mostra dos asios, e o faz somonte para
quo Vossa Magestade hnperial conheca qae no-
nbuma f pode merecer o livro deeonlas cor-
rentesna parte em que respeita as letras de
Jos leio.
Antes do Dr. Paulino Chaves reqoerer em 31 de
julbo (fls. 2) a falleacia da firma Duarte a Menea-
ros havia requerid 1 a 15 do mesmo mez (fls HJ
que estando retirado d'esia cidade sen devedor o
Dr. Medeiros, earscsiiaiseV-elle requeren*)
dos Itvras para nettet^proeeder rame com retac*
boj seus direitos e estando a ckace da burra em
poder da guarda litros Arthur Bruoa,tosse este
citado para-----isbrir a burra fazer entrega dos
ivros e mais papis,a que tudo falto a 17 do-
mes-no mez e anno como ooasta dos autos de fls.
lo, fls 16 e fls. 17, sendo encentrado oa burra os
livros Diario, Razo e Caira, K ncv de diver-
sos pipis, 18 letras pagas, e sendo- na resma
iiccasiio entregaos pelo dte Arthar Braga mais '
livros o latrao, pelo que- (fls. 18) doo-opor
TuiJa a diligenciae o dito tmafim litaos eamurn-
tio ..'.-i respousabilidadc dos Otros t tstras que
mnseMru e entreteno mandon-sepaastripari-
padopara serem recolbidos ma depatrnt* peal ns
iioros inventariados as- tbwvcs da bmra e da
para* que M entrama pama tmnptorm.
Dos dfea depois (a lf do mesfoo met) foi aje
b eapedtu t*+ nmaUarJu e arve logar o de-
posito, no deposito geral, com conato do fls. SaV
: Nio cabe ao recorrente prroiar te** esto*
tactos ; refero-os apeaasiaes anana eeoetae da
anaoa com olfensa o ait. t)f# stoondig do eoa-
jooroio. ( I
i Han cosxta dos antes em podar qneea flea-
ram as hsues oa arras dessV o da 1 al **
da 10, posto que se pasta pr*suinr qno en peaVr
de quem reqoiereq a (flligoaca o para o Ora espe-
|ctM para que Pai requerida, pois enhena entine
indicia I foi in temario peto nape/ente depois aVsa-
estranbo depasito.
Wr consta tambora dbs aaans aaase
^io^e-i>oas9*HiMeis, do livros e,aaidp,<)g|i
a, como Bdn> ut roaanida aflia .qae. afe
iz. de que lora o recorrente quem laarajanoal
rMad#da;raMnor a cadar oa aseucaroa rtaVea
tonaMfaljiaea peiqa-, tragueaos desta til.
Urna tal oeclragao revella apenas a necsr.idx.
dedo qne t jve Arinur, Braga ge atirar sobre tr-
ra, como elle proprio o confessa e consta do* -! papis encontrados loa** si ni otlf pasto a l
tos. -o foi qoera a requmenlo do r. Paubnai f Aborta depois a filliaaii 1 rrif --'"? do Dr.
Rodrigues- Fernandes Cbaves (Se. I0r apreaeaiu iPaulioo Cluve,qap hayia aanaaaroaownn amella
a chava da borra para ser ella aborta a fot antr s>, "diliuencia, e nOmoadb tm damtf nscal da maesa,
ga> dos livros, e papis, cono 'todo coaeta W) e feita pe j-dep^'tario- geral | s"*W apffi nutfa^au
auisdofl*, aa-anairn at!payoa dimaim, 1
Se pms, como tsta plenamente provaaVpqla; anentarii*,de^44-T?Taen*-al
confessovdoArihur Braga, pela, dedaragpo: ,lo >ao> apena, mas 4 til*^.**
Dr. Paulino Cnaves e peto aute judicial daiaborh; '
tusa, daborra o onfrn?a dea livros eapaja,(o
Aatbor Braga quem ticou eanarregada.
m 3A- manas outXfMitti
A*ua tao eiavoea^nafta-
HaaarHpnm
ti
Soconhce os s*-
SPaBBBBBBI
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Dki^ de *>e#riakut> fiWUbtfo 4 4e 4*htle...J8MU
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se
v de sut pecg|fi
?erraos di hCd
isu prosaguio-e nos
^ 4.' tfn raoomonoa *m pifar i*t ..o Dr
Paalioo Cuves me C"l*
_ Mtffifl de Bk. 76\o*'
declarado bao ser erec'ae da ano*, e em snaa
tuicao a efteJkrturdiao da Silva Campos, (toe p>
docurao&ta fe .101 det'xen tambem de ser credor
1 meara* wma.
S.* Que era vez de ni balando -no* termos da
art 817 do adigaa' apparece con tal nooie a
*o nipej de (k tyQ.
Km na p-peeao de tleocia assim constituido
nao Podara oua:a prevalecer ooulr o recorrant
urna seeieat & pronna ata emcuuujlicidaae, ara-
na quaoc-. ewlle Xuwe pro dos tacto* que a
tea* attrbai a-recorTenla.
AeresM|M o recurrente ufa foi parte neste.
procets^ a^ fe citado pan aswstir ao* seas ter-
mos, -neit-tan a. inquerifo (U$ Wstemuun/
-exame dos #vroa a domai* diligencias judiciae?,
VQ qoe ajyfndia ean caso algum ser pronuncia-
do, carao eempiltce, atienta a vialacao do art. 142
do codjgn do frataso riminat, e de oatros rti-
cos do da fnllaiiciaw dan trina ata consagrada par Vossa
Magesuda' Irapprtal no venerando aecordao cen
que era.8 de outuaro do, anuo passado V sa Ha-
estado Imperial eonef d.eu ora >in de soltara, por
babea* corpus LourentfO Pereira Meados Gira 1-
raes, pronuncia lo cosan cnmplice na aitencia da
firma-feuwaarie* A Silva.
A imputar* da se barrar o, redorrente maneom-
rouaali com os fallidc* pra nrejudicar aos re-
dores destes tmto mal improcedente, atm dd
ropellida petas cvamigara co* ana team expostas,
quanto dos aun* te ovwtra tereai apunas nove 0.1
redoro dnscMpi a I. W e ior lio diminutas
qtianliaa coinis u-nco credo ^ue-at "apptreot o Dr Paulino
Chaves,, e siaeote por letras do aceite individual
do Dr. J> Wikw, de-tfi em segando se refere lis.
2i era svia acrtemp da firma Meiaifos dr Ra-
mos, o qua se ompr^va pelas cartas de fli. 331
<[. 238 e ate" pelas declaraces do pruprio Mcitei-
ros fla2il,e essa mesmo credor individual j
ra parte pago do so** letras pela importancia das
movis aV mesra > Dr. Msdeiros qae fez vender eirt
leilao a 15 de abril de asno paseado, o prava
a certidf.cj testemunlaia til. |, OJi^Olo notar que essa
venda e bafsn respectiva importancia tev#
logar dopi* da ijpota legal da faWenoia.
O recrrante iz diversas transacc/Ses de desoco-
tos de Ir-tras coro o Dr. Medeiros e cora as firmas
Medeins 4 Hamos e Dtsarte & Medeiros, de que
amna Medew fox parw; fcamadM 4 juixo para
declara-las o f^i a lis. 170 a fl*. 15o eom toda a
individuacae e jareta ; sobre uenliuina dellas se
tez pairar a meaor duvida: e assitn manifesij
que nao podia a -etiten^a smu nem urna base nos
antos, cxno ci> demonstrad, considerar simulada
a iran*i.'ranci*r e desonws d*s letras do aceite de
lo Leao. iunto raais qnanti ol proprios aot>s
mostram toa sidj ella urna transacr,ao real e na
siainlada, como lambein plenameaie est demon-
irado.
A pmooteaaa publica era sen parecer de fl*.
276 inani!'t>ta-se em termos taes que esclaeio toda
a id* r.xpon^abilidade e crlminalldade da par-
le do recrreme.
O reenreento (oiga de invocar ein seu favor eaee
juizo do orgia da juslica publica.
Em vala de tido quantoBe* exposto e do muito
que sera rupprido pelas luzes de Vossa Magestade
Imperial, o recrreme com toda a confianca espe-
ra (ue Voisa Magesiade Imperial reronhecendo a
sna innoeeuda reformar a sentenra recorrida na
parle que resp iti ao recrreme, como manifesta-
jiien;e injnsta, apellida pelos proprios antos, <-
preferida com violado de erpmssas dsposiedes de
lei. pelo que
l'ede a Vossa Magesiade Imperial deferimento.
E K. M.
Circo equestre.
Hnj2 a noite rlov tsr logar nesto Circo
o beneficio da j sentrita AnnaCasnli, digna irma dos iousl
joveus e eximios discpulos dos afamados
athlUs Bi)ndH e Metrpolis, quejtein feito
furor na Europa culU, cora a exhibiro dos
shus aroirados jogoe gymnasticos e acroba-
ticos-
seinirila Arma Casali se no urna ar-
tista de primeira plana, nao deixa, comtudo.
.de ser orna dns Mil dignas .discioulas da
laureada artisia misiress Thompson.
O ilJitr;vlo pofeiico desta cidade que
C3mo o da velba Europa j tem applaudido
a joven artista. rHo deixar de prestar o
aea seraprq benigno concurso, indo noite
abrilhantar a a-to dos novos e difficeis tra-
balhus da bunn(iciada.
Recifs, 4 dejunho de 1870.
U.
1 PWOVlMCAfc

v4at)m
un un*
*&
O Dr. Francisco de Assis Oliveira Miciel.
jtjIz d direito da-prinejra vara criminal
e substituan 3bihifircio nesta cida-
e do Heetfe de Peromoboco sea ter-
mo, por S. M. Imperial e Constitucional
cSr". Pedro H, a quem Daos guarda,
ele.
Faco saber aos que o presente edital irern e
Selle noticia tiverem que por este iuizo especial do
comruerclo correra uns autos de. aeco ordi-
naria de Bento .Josa Piamos de Oliveira contra
ChrituvSo Starr &C,por seu gerente GeorgeGas-<
land Siarr. E tendo frlecid o dito Clinstovio
Starr, por por- parte do autor Beato Jas Ramos
de Oliveira, me dirigida pelicao do tbeor se-
uumte :
Hito. Sr. Dr. jnlz do eommercfo.Dte Bento Jo-
s llamos de Oliveira, que havenSo intentado ae>i
ci ordinaria por este juizo, atura Christovio
Starr & C, e lnvendn-se este abadq.qdr p'reee-
der a ^abultada dorerdairos que o rtpfeaantam,
e qae sao os erehrados ni eerttdao-jihti, E co
naolsti's esteja saweuta presa*te 9eorffl Sjs-
lard Starr, 1' aejam os outros residentes na logia-
tetra, sem dilles, e pnr es?a razio fenam sido citaaOs por
o4iei S. que mande citar dK G*otg, e admita o snp-
piieanta a justificar auseac dos outrps, para
q*e, ssnJn julgad.i por seaisnea. s* faeanjcitafio
edit'd e se prosiga no< termos da habilitado.
Pede a V. S. deferimento, E reeeberi meee
(Bstava sellado).
Kewfe 3 de rnaio de 1870.-0 .pro-rurHor M
jitcl Jos de Althemn Pernambuco.
Na quai dsi o duspsf fcp do theor sefluinie : Sffi),
designo o rjin 25du ccrtrtKSas 10'horas pa* a
inquir cao das (esiemuntias.
Renfe ti de mate de 4870.OliHir* VacieL
E tendo o autor produz do suastestemuehas ael-
ladn- e preparados os antos, subiram a niinha
Snclnsju e nelles dei z sen tenca do tbeor se-
gnmta: .J w
Vist a nqaircao de folhas 7C, e folhas 77, hei
por provada a ausencia dos supocadus a que se
refere a petigo de Mrrjs'^3, mando qne o< mes-
mos seiam otados por edietos de 30 das e costas.
Recite 28 do maio de 1870.Francisco de As-
sis Oliveirt jtaciel.
Por foroa desta minlia sentenca, o scrivao fez
passar o prsente edital pelo qual chamo cito e
liei por intimides oS ditos snpplicados lierdeiros,
que sao os seguites : Maria Azenetto, todos os fl-
Ihos de Arma'Mara Arhnckle, viuva Vaylor, mi-
radores na Inglaterra, tolos os sobrinhos resillen-
te em territorio britannico, gue nao estejam su-
geitos a estado algum estrangeiro. e que sejam fi-
Ibos legitimas de irmaos ou irmfias)#vivos ou fal-
lecidos do dito final,para que compareram no n
dicado praso ueste juiz., alin de allegaren! o qne
for de j usliea.
E para que ohegue ao coabecimento de
todos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela impreusa e allixado nos lo^
gares do costante.
Recife 21 de maio de 1870.
Eu, Minoel Maria ftbdriguas do Nasci-
mnnlo escrivSo o snbscrivi.
Rnctfe 31 de maio de 1870.
Francisco de Assis Oliveira Maciel.
mam-
buco.
Em vi rinde da ordem de-Si Eao. o Sn v8pre
rrlffa.e capito SHKq pMBCSr o decreto b.
4 SOS1 Be de* atrrl* 1W0, qne concede perdao
dlfferentes pracas- dios rofpos da armada, irape-
naes marinheiros, batalhao aval e marinbajem
que tiveram a infelictdada de denertar d escua-
dra imperial, e o qae se sefue :
Commisarandp'Bae das circumstaaeias em qae
seachamas dlfferentes prafas do cornos da ar-
mada, mnenaes mannrieoe, batatoae- naval e
mariMtMn, que tiverara a iototicidadede deler-
tar da eaqusara imperkl, apartando- de seav
baadeiras : Hei por bem, por eueitos da minba
imperial clemencia, indultar as referidas pracas-
com excepcao das qne desertara para o itW>igo,
o crin de desareno, apresemando^e berdm es
reos, as autotldades militares en cirie, dentoo do
>0 (lias, contados da publlcacao do presento de-
creto era cada urna das eoiflareas do imperio, ou
nos lu si res em qne boa^rem oapitima de por-
los, estacoes navaes ou aariee suttos iotaaiadp
neste Indulto os reos seneociados, e os que esli
por sentenciar.
O baro de Cotegipe, do mea conseibo, sUMdftV!
do rosario, ministro e secretan da estado des
negocios da marinha, assim o tenba entendido o
faca executar."
Palacio do liiode Jaaoiroeml de abril de 1870,
qnadragesimo nono di independencia e do im-
perio.'
Cotn. a rubrica de S. M. o Imperador,
Bard le Cgtegrne.
Capitana do porto de Pemamboco 2 de maio
de 1870.O secretario.
^i.V.WiftW....i.
cor^Eflcio.
fitACA DO RECire 3 DE JUNHO.
DE 187a
AS 3 1/1 H' RAS bk TARDR
Assacar Canal-1 #80.) p-r 15 til
lo da Parahvba I" sorte 986 rs. por kil.
posto a bordo a frote de 3)8 e 5 00 (hontem).
dem dem 2* sorte918 rs. por kil. posto a bordo
a fres de 3|8 e 3 0) (honteni).
dem idem Ia sorte<)74 rs. por k\tf>osto a bordo,
frete de l|t e 5 00 (hontem).
Alg viao do Rio Grande do Norte regular bom
967 rs. por kil. posto a bordo, fete de !![I6 e 5
OO (ht.otem).
Cambio solve Londres 90 dry. 22 l|i t 22 3|8
oor lHOO (honiem).
90 div. 2 3i8 per U000
Dito sobre dito
(hoj<).
Descont de letras
- e 9 0.4) ao anno.
yoncallo Jos Alfonso,
Presidente.
A. P. de Lemo>,
Pelo secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro' Limited
Descoata leUras da pra?a taxa a coa-
veocionar.
Recebe dinbeiro era conta corrente hia
4 raso fixo.
Saca vista un a praso sobre as cidadet
prtneipaes da Earcpa. tem correspondente*
na Babia, Bueoos-Ayres, Montevideo, New-
e New-Orleans, e emitte cartas de crdito
para-os meemos higaree.
HUA DO- C0MMERQ0 N. 36-
Deco de Aquino Fonseca, cavalleiro da imperial
ordem da llosa, teneate coronel commandan'e
do 1 battltio de artilharia da guarda nacio-
nal do nranieipio do Reclfe o presidente do ion-
selho de qnal'ficacao da parocliia de S. Fre
Pedro Goncalves do Recife,ypor S. M. o Impe-
rador etc.
jFaco saber que tendo-se concluido a qualiflea -
cao dos guardas oacionaes da parocliia do ilecife,
aehaavse aflix.idas no in'.ericr da matriz, as res-
peetiw lista, e que, portanto os cidadaes que
tiverem de reclamar seus direitos, o deverao fa
zer (,jr mel de reqneriinentos assignados por si,
ou por .-cus procuradores, na conformidade do
rtico 3i do cecreto n. 72, de 2j de outubro-de
1830 : i;to at o primeiro da de sua segunda
reunio, como determina o ari 0 do djcrolo n.
1130, de 13 de marco de 1833 ; sendo que, dita
seguoda reuniao comeear a 12 de jnnho prximo
vindouro, as 9 horas da manhaa podondo antes
serem entregues :o presidente, ou secretario do
Conelbo, os requerimeutos, na conformidade do
mesmo art, 20.
Os cididius qua requereram, ou que tiverem de
requerer passageui para a reserva, se devero
apresentar na sala em que funeciona o conseliio,
no da 11 do mesmo roez, as 10 horas da manli,
afun de ser m inspeccionados ; icando inteadido
que o conselho nao tomara couhecimnto dos re-
querimentos dos one a legando molestias no com
parceerem a inspec^io que como dito tica, ter
lugar no predicto da 11 de jonho prximo futu
ro, as 10 horas da manhaa, e nao alleguen) de
pois ignorancia.
E pata que cheguo ao conhecimento de todos
maud 1 passar o presente que ser publiado pela-
imprensa e affixado nos lugares mais pblicos da
pa roen i a.
Sala das sessoes do conselho de qualiOcacao da
guarda nacionales parochia de S. frei Pedro Gon-
calves do Recite,.30 de maio de 1870.
Derio de Aquino Ftnseca.
*t 6. *+**4 umt wttttm eBOrOKtWr/
o Wat de rail, d> orporacao do. mao-morla, ?
do consumo de ageardafile, relativos ao corrente
ano6 fonceire d 18-7, lncorren* i Mnit*
de 6 Ofi ua ceoWboiaw qm mo saMterM
ana acotan dentro diunfeapiv ,
Consolado provincial 27 de maio dp 1870.
mmvCM
i 0W-..l
aMiauW # a^'i Arrete
unAAUb.fSE que ctiegua*.*- *sl*capital impos-
sibibudo do exeroera stA arV e* *m apDseqnencia
de *bar-*i grtvemenle *ma 0.
eswrtr-BB-1 oiinlimiayc miso appUu
w> drami. em t amosv iMitnit49 :
o unanrcM

Chptoiti #0 patiu ete
NO
PAViLHAO DES. ISABEL
COMPANHIA
EQUESTRE GTmSKCA E AOBRATICA
, SOB A DIRECCAO
/ DE
D. Luis Casali.
EXTRAORDINARIA E VARIADA FUNCCAO.
wabbado 4 do orrente.
As oito horas em ponto.
BENEFICIO
Da si-sior la D. Asna Caeaii.
A beneficiada, agradecida da benevolencia do
respeitavel publico, dedica esta variada e esco-
Ihida fone^ao. esmerndose-todos os artistas em
competencia, para cujo lim teaho disposto nm es-
Ceetacnio para que o publico fique sastifeilo da
eneficiada.
PROGRAMMA.
. S\-mphonia.
2. Grande volteio, pela beneficiada sobre nm
es vallo.
;!. Intermedio jocoso, pelo artista Cesar.
i." 5om indios, pela beneficiada.
.'i." O pao voador, polo artista Vicente.
6. Murilno, cavallo aniestrado. apresentado em
liberdnre a primeira vez pela beneficiada.
7." Grande trabalho equestre tanto de frente
como de costa, por Censar sobre nm cavallo.
Intervallo de 30 minutos.
8.- Paulo e Virginia, pela beneficiada e o Sr.
Luiz, sobre dous cavallos.
t). O? applaudidos exercicios, a escada aerea,
por Casar e Vicente.
10." A jardineira florista, scena pastoril, a pri-
meira vez pela beneficiada.
11. Pela primeira vez o Clon executar um in
termedo de prestidigitacao.
12. Pela primeira vez oeste circo se execntar
a grande pamtnmima intitulada : O terrivn pon-
to da meia noute e a morte do general Cleber.
Peisonagcns Adoren
Um genral" Rodrguez
A lilii.i do general A beneficiada.
Captau de Ladroes Luiz
Um offlcial Aldabo.
I 1 tambor Cesar.
Urna cantlneira Aberiuo.
Um passageiro Tesari.
Um criado Venancio.
Melitar e bandidos.
A beneficiada espora a protecejio de to distiue-
tos espectadore,-.
N. B.As portas do circo abrem-se s 7 ho-
ras da noute, dando-se principio s oito en
ponto.
COMPAm*.IHtoAMWM!MA-
DB
J$av(ix)a<;.4tt emtearg-fior vapor
M*te* see*iee ft-nerin.-
0*vpor Gifi, MvandaM Costa, segai-
riaam o partea acia> no da -8 do corante.
8 4 kan da tarde. Receba carga at o da 7,
encomnModss, passamiros e dMheiro a frete
al s T hoitat da tarde do- da da sabida, no es-
criptorio db Forte do Matros o. 12.
SB^ma
Ibmam parte a Sr* D. Mari Ratea, Otytn-
fie,fi.fcMMiM. oa Sm tUMlat RerefftnV. Brib-
frKdmto, #Vetta*. Emillan ftyrl.
Tormmafi o pectaeulo ota a ieteressaae
nwH appnaeida comedia el aaeto, ornada
da mostea, denominada :
A criarla mpagaveL
fomm [umi Sra. D. Jesainae os-9rs. Brafi,
O beneft-iaeeeonu com a generosa proasccaodo?
sens comprovliMaMe e su de respeHarefpnbHco
peitiambnanav
O resto dos bMKaes arttan-se na esfaeo do
Beeife e nb thealra, patee pnefm esnbetocMos,
daaee-sopa^apeoifjr** m wagonames ee-
pnladfreepaoneato;
Principiara s 8 benei
H. B. A dtreori pmviae que-, alm db rtr-ns
do ettylo, partro do Beeife ?4a 7 liSTe M
da nonte.
^mlaso tit corrate.
BErNEFlCK) DO ACtOR
Represeniar-se-ha o excalleate drama em tac-
tos intitolado :
u
O papel fle Diana de Rion, ser exibido pela
Sra. Jesuina, o de Thereu pet Sra. D. Mana
Babia.
O papel de Dr. 8tephe, ser execntado, pea
primeira vez nesta capital, pelo Sr. Xlsto Babia
e o de Rayraundo pelo Sr. Porrgrino.
Toma igaaimente parte no drama os Sr. Dj-
Giovanni, Eduardo, Emiliano e o beneficiado.
Termiuar.aspectant om 1 fracicsa come-
dia em nm acto :
O na rido victima das ir odas.
Tomara parle a Sra. U. liria Baha, Peregrino
e o beneficiado.
O resto dos bilhetes achase na estagao do Re-
cife eno theatro pos preco? estabelecidos, dan-
do-'se pass;iTein gratis em wngoo, antes e depois
do espectculo.
Principiar as 7 1|2.
AVISOS MARTIMOS.
compamhijl
DAS
Messageries imp?riales.
At o da 10 do corrente mez espera se da Eu-
ropa o vapor francez Gitonne, o qu I depois da
demora dt^costnine seguir para Buenes-Ayres,
tocando na Babia, Rio de Janeiro e H( ntevideo.
Para condiedes, t'retes e passngens trata-se na
agencia ro do Coramercio n. >.
At o dia 11 do corrente mezp*pera-sc dd por-
tes do sul o vapor francos Sin-tli, corara andante
Massenet, o qaal depois da demora do costame
seguir para Brdeos tocando om Dakar (Gore).
e Lisboa. Para condiedes, fretes e passagens,
tratase na agencia, na* 40 Commerco n 9.
PBRrfAMBOCANA
M
!avega^* evstera pw vapor
Mamanguapc^
6 vapor Cttruripr, eomrnaBdanle
Silva, segnir para o porto ac rfta no
di 11.do corrente a:> 6- horas da
tarde. / Recebe cagaij coroendfcs, passagei-
r se dinheiro a tete al -is 5 horas da tarde
do da da sabidaoeabintoaiodo Forte do Matos
IV12.
iadojjd|maaori
ira jiM"1'^
gtMMMiVM
res, appiradbre
ra drfTcretMrs, la-
do porreta pa-
i'XeeflefttM H'>i*s pata rlMkAMi-

f.ci;al com cortin
inc.-a el.-istica para
,. lindis flgv
^lirfSfeSCeH.ti
.si Juraos com mangas e canHeMme- b OdM.
eaadieiros, globo terrestre e Mlat, *pt1ka*tcm -
Mmj/t eom snelas para janellaa, app
poreaana para jantar, sobyrpmeeay cha
.ra !as. copos e oatros erystaee e tvtmerwei
artigos nteis como ndispensaveis, far o
agente o mdkado leHio m
QellKfein
as 10 horas da manhaa, no predio ra. 4ape-
rador n. 59,1 e 3 andares.
COMPANH!* PBRNAMBUCAiU
\avegaeio oetelra
por rapor.
arma.
9 vlp/f Pm-k^ba, segnir- para r
porto acim* no dia 6 do corrente
_ as 9 oras d8/noite.
Kftc.ebe carga, eucommeadas, passageiro e di-
nheiro a frete no escripterio do Forte do latto?
a. it:
3L
WP.\NH1A PERfrrtJtlBIJGAJSA
M
Ncmtgtngto costetrtx por vapor,
Porto dfe Gillinhis, Bh> Formoso e
famanflar.
O' vapor Pareaba, segnir par* os portos aet
to% no da 10- d.> corrente meta noite. Re.w>
carga, encomrnBDdbs, passageires- e rnheiro a fre
te no escrlptorio do Forte de Marros n. 12.
Para MaranMo
A' barca portagtieta JottpMna. iue est a che-
gar 4o Rio de- JBerro, donde j' sabio, seguir
para Maraobo eom toda prestesav P*ra o que
desde j ooganja carga frete Nrato : trata-se
com Marqnes, B&rros de C, no largo do Corpo
Santo n. 6. 2a ar.dar.
AVISOS
m

Cesse bulo panto o antigo
liio disse, ip o Campos i% a-
ligo cambia ri-se
O Campo da ra do Fmeerador b. 9
ver.de queijos ebegados no trlimo Mar *
ISUOty N verdide adtntrt rTt...
Na roa Nova n. 30, 1* andar, prebae-w ata
par um eseravde II a lannos pato servido*
de cssa.
rara Po-to.
Para o referido porto pretende sagnir com a
possivel brevidade oor te/ sna estiva pnxnpta a
barca portugneza *upinra. para o resto e pas'a-
geiros trata-se cora'o capito on cora o< consig-
natarios Thomaz de Asnino Fon-eca eC, roa do
Vigario n. 19, anoar."
so ai.
Para o referido porto tica prompto i receber
carga a frete o patacho portaguez Hucha, navio
novo e de primeira classe : tratando-se co os
consignatarios Amorim Irmaos A C, rna da Crnz
numero 3.
PARA A BAHA
contina a receber carga a frete mdico o brigne
itah'ano Petra Hiiqi-nio : a tratar rom E. A. Borle
& fl, rna da Cruz n. 48.
LEILOES.
Aracaty
S'gujf eom a possivel hrovidade o palhabo-
te Sobrulenst, ainil." recebe algnma carga a frete:
tratar com S Leilao Irmaos a na da Madre de
Deus n. 1.
PARA
f
Para o referido porto pretende seguir com mni-
ta brevidade o patacho portuguez Nava Surte, por
ter a maior parle de* seu carreuame to tratado, e
para o pouco que II10 fall, que recebe a rete
cominodo, trata-se-cini o consignatario Joaquim
Jos Goncalves Beltraw, ra do Commerco nu
mero 17.
Bt'i <>e Jan
ir o
UtCLARACOES.
Rindimenlo
lj*m do dia 3,

iil:S2.1#366
36:741*830
IT8!f#I6
MOVIMESTO DA ALPASDEGA
rolamos entrados cera fazenias
dem idem eom gneros
Volnmes sabidos coa f aiendas
(da idem eom ganaros
213
474
------687
187
420
------3
Deeeamgui boje 4 de, jonho
trigoe lOlanoW' QuqenioraercaderM.
arca ingleza*-fled6n"afidem.
Barca InglezaHiiumidem.
Paunho aastraco=ftnie farmba de trigo.
Parca rwrtogneai$otnal meccjdorias.1
Lagar non ^^vem.
Brigne irartttcoW'
Lagar IngletWiWifrbacal hio.
Lugar higlei-NOTtifarinba de trigo.
Brigac ifinamartjtin'Aie-*lem.
Barca frucezalito Orantemereadories
Patacho porl
INTERNAS E-
Em vrtude da ordem do Illm. Sr. capitao d
fragata e capitao do porto, faco publico para sci-
encia dos senhores pussuidor-.s de maieiras, que
se acbam depositadas as praias on nos caes por
mais de cinco dias, ou oulros quaesquer objectos
que embaracem o transito publico, anda que te-
liham' licenca da cmara municipal, qae ficara sn
jeitos s penas marcadas no artigo l't do regula-
meato de 19 de maio de 18S6, so nao reiira-
rem no referido praso de cinco dias taes objeetos.
Tambem manda fazer pablieo qae tem desig a-
do na conformidade do artigo 73 do mesmo regn
lamento, que as embarcaces do trafico do porto,
laes como alvarengas, lanchas, canoas e outras,
estacionen na coroa dos Passrlnhos, ou na maro
pequea, nl <;oes estar fondeada em qualquer outro lugar a
nao ser carregande un desea rregan lo, e todas nu-
meradas e mrcalas com nna letra do alphabeto
lira de-ignar a estaco, como se deve observar
pea= liceuc de flne deterio estar munidos os
den)> de ta^ embarcaceSj na conformidade do
artigo 76.
Capitana do porto de Pernambuco 2 de maio de
1870.
O secretario.
Pecio dn Aquino Fonsca. ,
CoLSulado 1. e h. da Austria H.mgana em
Pernam'itico.
Pe3e-se a nuera poder dar notciai exactas do
'snbdilo hngaro, por nome Jos Ziffer. cjiegado ao
Bra-il ha alguns anuos, e j falleci1 >.de communi-
ci-las neste consulado, pelo que se llie Gcar inci-
to agradecida, e at promet >-se urna recompensa,
se necesiark) for, para mais fa-ilment; polerse
obteras noticias que se pedem do sobredito indi
vidrio. RecitotS de mai de 1870. J
O consol I.-e fl.
Barao do Linramen'o.
ssceb:
Ke,nd!raentcc
do dii
V.4
BEBERIBE
O csa '^t*CirnTOntita', -cofMrwtrfrailor
ThomaJ! di Aqninn -Fraseen, acha-sl aoto-
risado a patraT^Vm ietr escriplOrio rt^a do
Vigari n. 19. das 10 horas s 3 'a tarde,
b 44 dividendo .qi rora_janlita na propor-
po de 3<5 por rada aco.
Escripiorio ii Geajpanbia do Jlsheribe
rnaio de 48G6-,
Domingo 5 de junho.
65nas escolbidas fuacops
As 4 i|2 da tarde e as 8 1|2 da noute
Estra do artista brasileiro Virgilio Tavares.
que- execntar sorprehendentes deslocares.
O director interino desejaodo poder proporcio-
nar ao respetavel publico, todas as variagoes pns-
siveis^ tem contratado o artista braseirc Virgili,
e ao acrbata e prestidigitador Hodrigues.
Na maior parte dos espectculos qne anda se
nao de executar, serao preenchidos com variadas
sortea de phvslca recreativa-e eocamoteos.
PROGRAMMA.
s 4 ir da tarde.
!. Svmphonia. .
2. Eienicios equestres sobre um cavallo em
pello, por Vicente.
. 3. Pela primeira vez- divertido intermedio do
baile, minutado, e palna$ narnorado, Cesar Ro-
drigues e Aldabo.
4." O Estudante doudo pela equitaco, por Lniz.
5. O Sr. Virgilio se apresentara pela primeira
vez e executar dificeis deslocacCes da maior dil-
fieuldade.
6. As posturas do chaile pela menina Juanita
de 7 annos, sobre nm cavallo.
7." O triple trapezio, peos gymnastas Aldabo,
Cesar e Vicente.
Intervallo de 30 minutos.
8. O-salto dos 4 arcos forrados de papel, por
Luiz sobre um cavallo, pela primeira ver.
9."Muril|i>, cavall. auic>trado apresentado em
liberdade, pela signuriu Auna
10. Poja primeira vez o Sr. Rodrigues execn-
tar afgumas sortes de prestidigitaba..
11. Finalisando-se com una nteressante pamlo-
nima : o ternrel poato da meia noute.
Persnitagens. Actores.
ClebergeUrritr Rodrigues.
Capitn de tMroes Lniz.
Um offlcial Aldabo.
Um tambor Osar.
m passageiro Tesari. /
A tllha do general Anna.
Urna vema Aberino.
l.'m criado Juanin.
Militares e bandidos etc.
N B As % l|tda nonte havex o mesmo es-
pectculo.
PRESOS
Camarotes com 6 entradla........ iSjOOu
Cadciras ..... 94000
Cdau;as avuzas para spnhora.....* 2*000
Ifres.......................... IOOT^
Os bilhetes de amarote?, caderas e platea
vendem-se no mesoio eirco.
Ur AVISO.
Os .^aores que quierein, poderao estar qn;.
[her'.o; nos sens camarotes.
| To las as ^nartas-teiras, s|bbados e domingos.
[haver funec^o pp {tirpa.
Para n referido porto pretende Muflir com hrai-
ta brevidado o patacho Ai abe p'ir ter a maior par-
te da car?a miada ; a para o resto que loe falta
? escravos a freie, ITaU-se com o consignatario
Joaqnim Jos Goncalves Beltriki, ra do Cora
mercion. 17.
Dr. Prarti*
to-Grande do 8ul
Prepara se para sahir com a possivel brevda-
de o patacho Cyro, por ter" a maior parte da car-
ga, e. para o resto que Ibe falla, trata-se com o
consignatario Joaqu m Jos Goncalves Bellrao :
ra do Commerco n. 17
MUA brmeim
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 8 do corrente Q vapor
Ti-CiiifiMS, cominandanfe J. M.
F-. Franco, o qual depois da de-
mora ow o.jstumr seguir para os
do "sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se ;
arga que o vapor poder condmir/ a qual deven
*er embarcada no dia do-suachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia di
Nao se recebis como encomraandas seao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a i
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Todo que passar destes limites dever se:
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. pasaegeiros qne snas passa
eris s setecebem na agencia ra da Cfnz n. 87
i* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveirs
\x<;ved'4 C
I1E FAXKiniS
aar adas
A 6 do correte.
O.agente Oliveira lar leilao por ordem de di-
versos e por conta e risco de q'uem pertenctr, de
porco de volumcs sob differenles marras, de fa-
zendas prncipalraen'.e cintas, maJapoloes sile-
sias delinbo e carabraia victorias, a variadas a
bordo do vapor Pascal eapitao John A. Perry, na
sua recente viagem proewiente de Liverp l.
Segnnda-feira
as 11 horas da mauli em sen escriplorio roa
da Crnz n. 53.1" andar.
J. Fermra Tleln .
i>iuKM.it rm v MkMtttnu
?8----WJA DO CABC6----18
A ntrala v pelo pn tan da matriz.
Ottrabattios da rtirrtiririrfrdrTm phni^npa.
e que se prolongaran! por tanto RApe-, aehaatufl
fchznente terminados- e ella aber ao sendfflfl>
pubiin. desde 7 de aril pastado.
t. 0 prod em que est enllocada esta pnotogra
pba aeba-se mnito aogmentado, e s-jT-a parte desti-
nada ao etabeleciineni6 coma cinco salas, incla*-
sivp ;w tr laboratorio. Todos os coaeerme e ang*-
men!-.s.ten*) sido fetes esnressnmeiite para ser
montar convenientemente a pbotograpMa, u uao ai
podendo melbor modelo oscolher do qoe a Pete*
grafa-Imperial do S. Insley Pacheco do Rio sr
Jaseiro, o primeiro photographo do Bra9if, e nm dos
primeiros d mnndo, segnnd> a opinii dos mai
abaaados mestres, a nosiv plotograpBa aeha-s.-
dlsposia e reedificada pelo rabino plano da do Sr .
I. P.-.eheco, a qual toi monta>la sob toda as regras-
recomraendadas pelos mais destnelos pwfessonH
de accordo eom as laoatlil'afes necessariat> aa-
clim .doBrasil, recontipcidas eestadadanpelo ha-
bilisKimo-e pralico Sr. f. %'ohcco.
T.- -io o Dt-rior do predio em que esi4.flossa.-
photographia foi mndadi desde a solera aporta da.
ra at a- coberta, tendo-se demolido toda6 as pa-
redes interiores para so fazerem as nava salas*,
edifleandd-so nm novo terrado envidraendo tnoi
espalas e elegante.
C'.io sabido, fizeiKos urna viagem espreesa-
men:e corte para examnarmos as inelhmw ftho-
lographias alli,.e foi a a Sr. t. Pacheco* a qae
melbor correspon.leu aos- nosios cVsejos e aspira-
efles, o di qual trouxemos os planos tepois de
aili e-itarmos todo mu o>et esiudando > apro-
veitando as lieoes de t;V->'dMincto mesam Pen-
samos qae juntando os nos-^os esluios e- looga
pratica de 15 annos de pbo;egraphia s utiKssimas
lieoes nltiman ente receidas d Sr. I. Pichero,
lenco montado a nossa pJioosrraphia como se
ai-hi, podemos offeraeer ao iUnstrado poblie*
d'es'a idade e aos nne^oa-ne-ierosos tre^anm
trah'.lbos de pbotograpfciMao per.'eitos, como sa
poder* dpsejar, e disto convencidos, esporaoms
que conBaneiii a dispensar-nos a mesma pro-
lec<;ao com que ha lo anni ajudsdo.
E importante leilao
DE
FAZENMS.
Segunila-fiira 6 do correte.
19 agente Oliveira fara le jo no
. armazem lo r.<*. fhouaz
iefferies A C.
40Roa do Cummercio46-
DE
Variadsimo snrtimento de fazeudas_ inglezas,
francezas e alien '-s de la, linho, algmlo e seda
todas de lei, e as mais proprias do mercado cora i
sejara : madupoloes, atgiidots de todas as quali-
dades, chitas dos gastos mais modernos, cassas de
diversos gestos e nuroerosis outras qno consti-
tuein um escnlhidodeposil) de fazendis as raais
procuradas.
TAMBEM
grande iwrcao de fflJadas variadas vindas pela
vapor inglez Poseo/de Liverpool e por conta e
risco de quem perteicf. ,
Principiar as 10 hora* da manhaa em ponto.
iga
l
CYMMSIODRAM
(No cmtiro)
'oBAtoMgXoMiiraT*
CDIPAXHIA BRASILEIIU
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o oa 7 do corrente o vapor
Anuos, commondante o primeiro
teaente Jos C. Daarte, o qna)
____ depois da demora do costame
segnir para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se
rga que o vapor poder conduzir, a qual deven
*er embarcad* no ata de snachegada. Encommen
las a dmbgMflpBte at as 2 horas dediadasn*
Nao se recebem como encommendas seno ob
,gcto de pequeo valor e qne nao excedam a dux-
irrobas de peso on 8 palmos tubicos de medicao
rudo que pasear desle Hmies dever ser embar
-ado cooao carga. i
Previne-M ios> albores passageiros qae sna-
igaas so reoebem na ageKia, ruada Crui
", r andar, escriptorio de Antonio Luiz de
'Hiveiwi Aaevedo C_________________
iMPANrilA PERNAMBUCANA
Hhegtffio eo*leira |Kr vapor
Parehyb*. Nata'. Maca, ntossor, Ara-],
oaty, Geara, I fandah, Acaraca e
jama, conunaodau,.
sarair axr
cima no da .15 do cor "
carga al
e dinbeiro a
de movis, loutja, crystaes e
carros.
A SABER:
Mobiliasde Jacaranda, panos, ricos qnadros
con finas gravuFai, divans, espelhos grandes, ta-
pete para forro* de sala, 1 rico rastre de bronze
cora 6 bco?, outros com 2 e 3 *bicos, jarros para
llores, lancas e cortinados, venezianas, eaoeiras de
balaoc, coranioda, toilets, guarda roopa, guarda
esfidbs, refogfos de mesa e de parede, estantes,
mesas com aba, livros, mesas elsticas, appara-
doree, guarda I ucas, apparelbos de porcelana
para cha e jantar, "objectos de eleclro-plate, to-
pos, clices, garrafas, compoteiras, eama de ferro,
ditas para menino o vinno, urna machina de eos
tara, t di de- ango nmar. 1 toga, de ftrro, 2
bomba3 de regar e de rapncho. taro grande
coberto, 1 dog cari, 2silh5es. arrtos e muilos
outros objectos que estarn patentes ao examo
das concorrentes.
Terea-feira 7 de Jnaho.
Philippe Noeahan. tendo retirado-se com sua fa-
milia para Europa far l.eilo por iotervencao do
agente Ptnt^, dos movis e mais objectoa existen-
tes em casabe sua residencia ra do Mondegu
a. 101, aonde se eff -ctaar > leilao no dia 7 do
correte, o anal dever comec.ar as 9 1|2 horas
em ponto por serem maitos os lotes que tem de
serem expoetos.
Una pe-soa que tem ae veiMtiuenlo iOOid,
precisa daqnantia de 1:900 a premio de 2tf)Oae
mez, para ser paga em prestacSes mensaas de
805, dnado-se fladiriloneo : quera quier deix
caria ne^ta typngrai liia "v S. ('. on anunmie.
Costureiras
Precisa'se de costnreiras: em casa de W. La-
conte, na rna da Irnper.itris n. 7.
TaWRAffliA
DA lCA
DO
wm mm sato .
Krecio n Igrej i do c nven'^dc
-uso Antonio da eidade do
Dteeifo.
I je ao meto dia ser annusriada, tocando a
msica militar do 1 batalhao de infantaaia da
guarda nacional
As 7 lloras da noite, principiara a solemnidad*
das vesperas.
Ao amaiihecer de doramgo ser tambem annnn-
eada pela mesma imUten militar a grande festa.
a qual principiara as II horas ik* manhaa^
Can;ar-so-ha a raissa denominada ffrn$a
con posta pelo maestro Sivori, sob a diraccao do
insigne srlista Jos Coetn Baraosa.
Tomara parteaos cantores segaintos :
1J Laud^musO Sr. J.P. Soores Hosa
5 SratiasSolo de Rarilono, mu ica lioSr. Jos
Cocino Barbosa, cantado | elo nusso irm3o secre-
tar o Clan o Ideburque Carwiro Leal, o yial
presta-se praciosameni*. (
2' Domine DeusSolo- deliasso, pelo. Sr. pro-
fessn* Trajano.
h" Qui tollisSolo de Tener, pelo director da oa
eli.slr.
Vi* Qui sedesSolo do 1" Uaor, pelo Sr. Juan ^
B. da Silva Barros,
(. Canto gregoGraode pnantasia por Cavalli-
ni. executada no clarineto pelo Sr. AMooin Mar
tins Vianna (a pedido do direttor da erebeatra), e
lera lugar antes do sermo.
O pregailor da fesla ser o Rvm. jadre Manoei;
Joiio Gomes.
As 7 horas da noit ser es.to*4o o noo Te-
Deam, msica do maestro Souzari, o antes do ser-
mo, que ser- recitado pela Kvnx Fr. Joo de
Sa'ita Thereza de Jezus.. o Sr. Francelino Domin-
gos de Mirara Pessoa, tocar em sua rabeen a pe-
dklp do seu colloga e amigo o Sr. director da or
chestra, urna de sna* eseolhidas pixantj-ias.
E' por la! frma.qu a irmandaoV do Divino Es-
pirito Santo podo selemnisar a festa do sea Pa-
droeiro. septindo mais ao poder faxer attsntos os.
raingoados recursos de qne dispe*
Consistorio di irraaadade da Divino Espirito
Santo do convento de Santo Antonio do R'cife 3
de junho de 1871.
toneilpeai-
Pe
Socidade Libe^.lTnt.oBe-
eficeate
Tendo esta socidade, por taunahi nidada em as-
sembla gerat, aceitado o**reciment<> gratuita
que a ella de sna espontanwdade dirigi o digno
director d. eoilegip de S. Ptdro de Alcntara, o
nrofessor particular Joaqnim Teixeira Peaoto Fi-
lio, para ieccionar primeiras (etraS| uramwatka
oortnguea, caligr; phia, aritbnv.iica, Muiai^pa
fr:inc, faz sciente a ai ha lv ra a*competente matricula .ara anitoUna
que quiaerem habilitar-SB as materias oasieci-
dis ; enteodendo *e om a.ciHAmisaao dimera
la dos socios
o vela, lonca. vldros,
taes e cansos.
TerQa-fijni 7 de junho.
No sobrade da rna do Mondo n. 101.
erjra-
De optmt^mobilia
fre te.
fOMB
A 9 do com tej
B-n coosequeneie dd 8r Jo
^Cm haver s^aMbrilTa a
] aglWe OHvHra inenmWdo de
muhiNa consistroda sta em
mcao de jacaread! pan sala i
si ova, tendo i masa do rate
(ampos de ricas podras marinero, nutra dita
un completa era pouco uso, consolos differeJ^B
ncas paraje: cur^i-. cadeiK^^I
ilanco.de bq^^^^^^^^Kda v
guarda touras, armarios, comidas, espell
toucs dores, c^a-^ppNp|H de salas, Icito par
par esta soefeda
Antoni > f
res, leu
Farrelra da, C
'vand^^H
nacaa^^H
rsntee'm31da
^Hfteral Uaiao'
n Ibs Soa-
jbrinho, Bento
r do Rosario;
leccionaraeade.
rvlndode *
i de Sa nf
Ageaea
Ru
<|
di i
ieil53S
iJorn. IS

N'estarawzem rdaobe ae p* serwp. .wadldo*
^n le: adnaem
tdot, Imk "**
qnalq .pa v#mU ; aasfco *
.timbear c
Fa ,j a 4 oto.
i ros da aba. ra awaom
dsgiv omdosmeaomlo-
a ose cutiana, fin i
oasa de familia pw*
andar, i
L



1
Diario de Pernamkv^ J- Sribado
AMA
Praea-se de urna ama pan orna cata de fa-
aitm de 3 peetou : tratar na ra estreiu do
Heeam n. 43, 2 andar. ______;
:<.
Aliga-se na roa da Aurora n. 90, una pre-
ta de 10 amos, que sabe coier, engomraar e fazer
o ervico interno de urna casa de familia, sendo
man carraosa para crianzas.______________
Padaria da ra da Matriz
N. 20.
O propietario deate eslabelecimento decora,
para evitar ridas, que nao d pi a vender
para a roa, por, consecuencia todo e qualquer pao
que se venda nao Ihe perteoce.
O proprietano,
Baymonda.
criado.
Precsa-se de ura criado ou de um hora coxinhei
ro : na ra aova de Santa Bita n. 58.
Sociedad* Patritica Bahlana
Doui de Julho
Convldarao a todos os-senhora socioa para
coraparecereni a eleieao dos funecioaario* de 1871
que deve ter lagar domingo, S de jnnbo, as 11
horas do dia, era casa do presidente desta socio-
1ade.
CALERA
PINTURA
AMA
Precisa se de ama ama para
para casa de pequea familia
3o Vigario n. 9,, 3 andar.____
coslnhat e lavar
: traur na rna
Precfta-se de urna ama para casa de homem
solteiro : na rna do Rangel n. .69, taberna.
A senhora viova com un fllho qoe reqrfer
ama ama de boa conducta que seiba bem coser e
engoramar roga i senhora que (o sua easa e
ra do Amorim n. 35 Ihe faca o obsequio de leva-
a ama para com ella ajnstar, pois espera at sabr
bado. _______
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou escrava qoe
saiba cozinhar bem, paga-se bem : na roa Neva
numero 11.
Deseja-se fallar
Aos tensores abaixo declarado):
Coroael Hanaei Caraeiro Cavalcaati di Albuquer
qoe Lacera
Joio Jos de Mrrawla.
Joaqaim de Mensa Cardoso.
ManVl Thomai da osla.
, Jos Joaqeim Martn- da Croe.
A' roa de Duque de Caxias 7.
Ama
Preowa-se de ama ama para todo o servia > de
ana eaaa do piuca familia : na roa de Hortas nu-
mero 88._____________ '___________
Pasaadorea a ferro
P ecisa se na tinturara franceza, rna da Impe-
ratrii u. 55-__________________________
Alagase urna escrava para todo servico de
casa: ia ra do imperador n. 50, 3 andar.
ATTENCAO
Declaro a mea irmie Salvador de Seera Ca-
valcanti que voa chmalo a respoosabnidade em
consecuencia de seas annnncios de 38 e SO do
correte.
Joaqakn S. Pessoa de Siqueira Cavaleanti.
Procisa-se de am portugus para feitor de
engenho : na ra Algasia n. 43.
Ka ra de Hortas o. 1,
ama para lavar e eagommar.
preoisa-se de urna
Precisa se de urna ama de leite
Praia n SO.
na roa da

Na ra Primuiro de Mar^o n. 15, eeenplorio,
recbese propostas para a celleeaco de vidros e
pintura no predio n. 83 i ra ta Cadeia._______
Sociedad amor e benefi-
cencia.
Ve ordem do Sr. presidente convido a ledos os
sniores socios para urna sessao extraordinaria
que ter logar no da 5 pelas 11 hora da tnanroa, a casa das suss -ses-
ses, a roa Formosa i. 33, afim de se tratar de
negocios concernen tesa sua installaco.
O 1* secretario merino,
Eduardo Firmino da Silva Filbo.
Ele nm preventivo seguro e certo contr
Eli -calvice,
* 4a cabeca,
EMe de prompto fazcessara-queda prema-
tura dos cabellos.
EHe d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elte doma e faz preservar os cabellos em
qualquer'forma e posigo que se deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
prios,
EHe consena a pelle e o casco da cabeca
limpo e .livre de toda a especie de caspa.
EHe previne os cabellos de se tornarem
brancos.
EHe conserva a cabeca n'um estado de feai
cura refrigerante e agradavel,
EHe nao (lemaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico,
EHe nao de o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservaejo e arranjo dos ca-
bellos das-senhoras,
EHe o tnico artigo proprio para o pen-
leado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenhurn toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Toaieo Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acba-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo C. P. Maurer
CM. Barbosa, Bartholomeu & C, e em
todas as principaes lojas de perfumaras
e boticas.
Imperio do Brasil.
GcaiKte expsita na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTIHA.
No dia lo do ootobro de 1870 ter lu-
crar a abertura da exposicao nacional em
Cordova.
Previoe-se. portante a todos os produc-
tores, agrie-altores, fabricantes, artistas e a
todos aqoetles que exercam qualquer indos
tria, que na dita exposico se recebem todcs
os productos da industria e agricultura
brasleira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerera remetter.
Estes producios estao isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serio traoportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais expt*eac*>s dk-ijam-se* em Per-
iiambuco, ra da Cruz o. 3. ao consulado
argentino.
Bartholomeu & C,
LIVROS ADOPTADOS
PELO DECRETO DE 1 FEVEBK1RO DE 1870.
ioquee Ornamenius da memoria, 1 voL encad.
Liiff MBstoifl genrale,*! voJ. encad.
FiionNouvelles Xarralions francaises, 1 vert.
encad.
L VRARIA FRANCEZA.
Xavier Bao faz scienie ao respeitavel publico
e com especialidade ao corpo dn commercio, que
tem contratado vender aos Srs. Manoel Rodrigues
Pereira & C. a sua padaria sita a travessa do Lima
em Santo Amaro: Se a'guem se julgar com cii
reito a qualquer reclamado, dirija-se i mesma
padaria no praso de tres dias. Recife 1* de junho
de 1S70.
Sociedad Recreativa
Juventude.
A presidencia desta sociedad convida seus as-
sociados, ami os e prenles do fallecido socio
Bento Jos Castre Antunes, para assistirem a mis-
sa, que pelo repouso eterno do mesmo, manda ce-
lebrar na igreja de S Pedro, domingo 5 de junho
as 7 horas da manhaa.
AVISO
Em -ignal de pesar pelo fallecimrnto do socio
Beotj Jos de C. Antunes, deixa de haver na so-
ciedad Joventude os recreios e Insaios do eos-
turne.
Officina photographica.
Huado Cabng n. 18.
Ase-tampas phot'graphi-as que foram distri-
buidas hontem 31 de maio na igreja da Santa
Cruz, na Boa-Vista, por occaslo do encerramento
dos festejos do Mez Marianno foram feitas no nos-
so estabelecimeBto, ssim como as que os Rvds.
padres jesutas vao distribuir domingo entre os
collegiaes e povo que concorrer o festejo que vai
ter lugar nesse dia no collegio de S. Francisco
Xavier no Hospicio. Aceitamos encommendas de
trabalhos if uaes e por precos mui razoaveis. Pi-
lemos nessas photograpbis dar copias dos qua-
dros sacros dos mais importantes e afamados pin-
tores de t das as escolas. Io de junho de 1870.
J Ferreira Vile'a,
'_________ Photographo.
Fttogra^i"
E
_" DE
J. Ferrar Vtla.
Desde o dia 7 d e abril passado acba-se aberto o
novo esubelecira ento pkotographico silo ra db
Cabug n. 18, c ioto do pateo la mMfjt. Os traba-
lhos que desde entlo, tem sahido de noss offlcwa
tem geralmer.te agradado, sendo recebidos por
algn com aJmiracao pelo extraardinari) pro-
gresso quf, ultimaoente tem tido a pbou graphia,
e por ouf.yjs com legria, por veram 'a'praviocia
dolada com um eslabelecimento digno d ella, e in-
contesu velnente o primeiro qe nesse genero
bojepoasue : larobemnao dos poupamosetn coasa
algum.a para oonu-lo no p m qie se achs, es-
peraado que o publico de Pernambuco saber
apreciar soases esforcos e recompenaaT bossos sa-
crifitos. ,
Convidamos a todas aqueMas pesaoas, lackmaes
e estraageipos que gostain 4ts artes, ou tiverem
necessidade de trabalhos de photograpbu a visi-
tare o nosso estabeleetneoto, qoe estar sempre
abeclo e-i sua dispoeicao todos os dias desde as 7
hor-as da manhaa at as 6 da urde.
Para es trabalhos de photographia Dosswmos di
versas machinas dos radnores autores francotes,
iagleaes e allmemies, como sejam : Lerebours el
Secretan, Hermagis, fhomaz Ross, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
achinasi sendo urna dellas propria para tomar
obre e mesmo vidro 4 ou 8 imagen diversas e
soladas, e ouira de* a 12 imagen diversas e
igualmente soladas, de surte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para canoa de visita, eassim em renos de
um quarto de ora despartannos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, una doria de candes
mais ou menos, com os seus retrates smente, ou
em grano coro ovtr.is.
Eacarregamos-oos exclusivameute da direc^ioi]
e feitura dos trabalhos de Rhotographia dei-:
'.-cando pencia e talentos do di-iinctd pintor
allemao, e Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
.pastel.
O Sr. Roth adiase ligado a nessa empresa por
ara escriotura publica, eat o presente tem-se
desvellado na esecucao de seus trabalhos.
Chamamos a attencao do respeitavel publico
paradous retratos expostos na mui conhecida
Llvrrla fraaecsa
do Sr. De Lailhacar, os quaes sio productos do
ttabil pincel do Sr. Roth obro pbotographias
oossas. Os coshecedores vero nesses retratos a
delicadesa e primor do placel de Sr. Ruth, e r*-
ommendamos-lhes especialmente o retrato colo-
rido a aquarela pela grande difflculdado em se
obter tal genero de pintura era temelhante pro
porgio e to perfeite.
Esses retratos lendo deeer entregues seu do-
no apenas estarlo expostos ale o dia 4 do cor
rente.
.No nosso estatoe lee ment .i<-.ham-e expostos ou
tros trabalhos importantes 4o Sr. Roth, tanto em
miniaturas a aquarella como oleo, retratos
oleo, quadros acros e*diverso3 oulros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos a oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentarlo de grojas ou capellas. Tam-
bem aceiumos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLOBIDOS IOiJOO A
DLZl\
CARTES DE VISITA COM 0 COLOR i DO AO NATIV
nALAl60OpADlZIA
Retrates em miniatura oleo ou rquarella de
16 20#000 cada uro, inoo convenientemente n-
caixilhado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
Julgamos que bastaras os precos cima para
darmos idea da barate-a dos trabalhos do nosso
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
venba julgar por seus proprios olbos^
As melhores horas para se tirarem retratos no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manha
1 da tarje; entreunto de urna hora s 3 da tarde
em casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por te:npo ombrio po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sio
os mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela dogora e persistencia da luz, e p< r terms o
nosso terracj construido com taes proporces e
melhoramentos, que anda chovendo- jorros ne-
nhurn inconveniente ha para lazer-9e bellos re-
tratos*
1 de junho de 1870.
J. F- rreir VHiela
Nal IPHARIaCIA CEHTRAL
UA
DO IMPERA-
Rua do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e d
thery tocio d'Abbadie recommendados,'
como calmantes para os casos, em que se
ni pode osar do opio e de seus prepara-
dos, e mui convenientes para as crianca
dos espasmos e coovulsoes.
-mmmm
PHRMAOfA CENTRAL RA DO IMPERA-
D0RN.38.
Preparados d'aicatrao em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
"\
RAL
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blmcard.
PiMas de Bland.
Xarope farraginoso de Wancard.
Geofeites de lclalo de ferro.
Nulas de carbonato de ferro, laclado de
(erro, iodureto de ferro com magnezia
Ferro de Queveone.
Assucar ferruginoso.
ntmiTroado^impera-
DOR N. 38.
Yinfao e xarope de pepsina e ^diarthare,
rcellenie tnico para auxiliar as digestOes
difficeis nos casos de debilidade do esto-
ago
PERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lecbelle. mui re-
commendada em qualquer caso de hemor
rbagia, e principalmente na thysica palmo
nar, e as hemorrbagias uterinas.
Cal ijado nacional.
l'd> Rt do Jardn W. i
Jos/j Vic ate Godinho cora fabrica de calcados!
avia?, a te dos os seus fregueses, que contini 4
vender c ileado em sua fabrica em grandes, e pe-
qienasprc5eamo dantes, sendo mais barate do
4'je em outra qualquer parle. Assim como um
'sortiffif/oto de pares de formas francezas chapea-
Idas para hornera, do ultimo gosto, apreso de
PHiRMAOA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excell.ente com-
binado do iodo com o sueco de plantas
anti-scorboticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgilamen ios escrofulosos, o racbitismo-
cacbloroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
S833iS*81
PHARMACIA CENTRAL RA PRA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
acreditada ollicina de Menir.
Sabonejes d'alcatrlo, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores Vermfugos para criancas,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melbor qualid-.de.
Criado.
Precisa-se de um preto que seja escravo, para
todo servico de armazem : na travessa do Corpo
Santo n. 25.
Precisase de urna ama para todo servico de
urna casa de pequea familia : na ra do Ar'agao
n. -38.
Precisa-se de um caixeiro qoe tenha conheci-
mento de botel e que falle fraocez, inglez ou alle-
mao : rna do Trapiche n. % no hotel do Uni-
verso. (Paga-se bem)
Cbristiani & Irmo fazem sciente ao corpo
do commercio e a quem inleressar possa, que dis-
solverara amigavelmente a sociedad que tinham
na loja e fabrica de chapeos da ra Nova n. 44,
desde o de Janeiro do crreme anne, ficando
todo o activo e passivo a carg do ex-socio J.
Cbristiani.
Attenpo.
Anda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e promptidJo, man-
dndole levar a casa dos assignantes que
nao ti ver portador: ra estreita do Rosa-
rio n. 39,1 andar casa particular de fa-
milia.
Quem precisar de urna ama secca para an-
dar cem meninos, dirija-se ao neceo dos Acou-
gulnhos n. 30, no correr das casas balxas, e quem
precisar de um menino de 13 annos, para fazer
compras, dirija-se a mesma casa.
Na roa da Cadeia n. 59, precisa-se de um
pelo veiho para o servico de urna casa de hornera
solleiro.
Precisa-se de ama ama para pouca familia:
na rna Augusta n. 74.
Pcecisa-se de urna ama para pouca familia :
na ra do Caldeireiro n. 56.
V.ko, J^lulas, Xarope k Tintura
db jurubeba 8impue8 g fer.u'oinosc
Oteo, Pomada* Emplastro d* mismi
LLANTA PREPARADOS POR
tiaRTHOUMO C
Pb a rmace uticos- Droguista
O Sr. vigario Bacalho que moraiu morou
na estrada de Joao de Barros, queira mandar
esta typograpbia a negocio.
Jos desonza Barreiros, negociante neta
praca, faz sciente ao respeitavel pdico de que,
tendo comprado a Hennque & C. nma casa de
commercio em Una, e pago rodo o passivo da mes-
ma, encumbio de sua administracao a Jos Anto-
nio Goncalves Pires, mediante procuracao que Ihe
deu seb a clausula de s comprar e vender a di-
nheiro. Succede, porm, que o dito Pires, afas-
tando-se do enmprimenlo de seu mandato, pz-se
a vedder Hado os gneros que o annunciante Ibe
remettia* ; de sorte que, quando ito chegou ao
seu conheciraenio, cassou-ihe a procuracao, dando
outra com os mesmos pjderes Thomaz" de Aqu-
no Pinto de Queiroz ; pelo que este senhor a
nica pessoa sutorisada para dirigir a mesma
ca a, receber os pagamentos das dividas e dar as
competentes quitacoes aos devedores. Recife 2 de
junho de 1870.
Segunda-feira JO de maio auseniou-se segun-
da vez de casa o mulaimho Proliro que loi do Sr
Jos Duarie das Neves, e antes do Sr. Parizio Be-
larmino de Moraes Pires, que 'em de fdade 14 ou
15 annos; julga-se andar pelo Momeiro por ter
sido apprehendido l de ouira vez, estanoo servin-
do no theatro : roga s a quem o poder apprehen
der levar ra do. Passein n. 56, que sera gratifi-
cado por Jos de Sonza Barreiros.
Sitio para alugar.
Aluga-se u:n sitio na Capunga, na ra das Per-
nambucanas n. C6, com boa casa de vivenda, con-
tendo esta oito quartos e tres salas, cozima, cb-
cheira e quartos para pretos, jardim na frente da
mesma casa, horta com canteiros de pedra e cal,
duas cacimbas com boa agua, tan jue para banbo,
dous ditos mais para deposito d'agua, varrelleiro e
fogao de pedra e cal para lavagora de roupa, mui-
tos arvoredos de fructo, entr estes quarenta ps
de larangeira de umbign, lguns mais da China e
Selea, rucu pao, sapotas, abaeates, limSos doces,
etc., etc. : a tratar no mesmo sitio ou na ra do
Amorim n. 58.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellentequalidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
21. 38.
PasMIhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho marilimo, para as a'eccoes chro-
nicas dos pulm5es.
Pastilbas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilbas de bypophospbeto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastiihas de angico naf, e de Reguault,
de bortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e retigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
FARMACIA MM
Ra do impetrador n. 3.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of weil known ulelity to the En-
glish Paenlty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use*ofthis sa-
tine preserves foreigners from many Siseases to
which they are leable before beeoming acclima-
tised. May be obtained at the Pharraacea Central,
jua dd Imperador n. 38.
Precisa-se de urna ama de meia idade para
comprar e cozinhsr para tres pessoas : na ra
das Flores n. .37.
a J.ifuoeb : MU ptaau mj raconkacii
a oitit pdwi>M nico, como o nlki
inq\>ratiii*,* como tl pplicKli nos M*
Jo C()o< hico, befttu, JuriiMS, lmrei inWr-
> MMeiafmaaM io turo. hjdropwUf, rrn-
fUn, rtc; uiMciada *o forro aul Dai patlxUr
, hloto* fattt atMinufao, tunta-
I M llfi, He., 0<{M MBOfl iUmUo
Pre^isa-se de urna ama de boa conduela
que siiba J,em eoser e eogommar, para nma se-
nhora viuva com um tilho : tratar na ra do
Amorim n. 33,1* andar.
Mto *t
mmtmrn
CUIW IMMUMMWWI tm DOMO!
j bea eocMeM tMdc* mIm ma
i Bocicot do Miz Por.BMl. m HdM m
dcpouM Mhkwmo* intif folkcUt i
/un :onlj#er i ItriMi mm mal
M)b^0,
iMMt
Ea .ibaixo assignado, emprezar joda eompaoha
Eqnesire^Jymnastica-Aerobaca, preswiemente
esudooada oes cidade, fa^o acieaie que a datar
de boc, s senbores que ti versa estas a receber
desis compflahia, terao a bondade de se dirigir
a rol larga i Rosario n. 37, loja. fue serio im-
mediataLisnts pagos, nao esquecende da tirarem
u suai cxittit m meu neme. Heeife 3 de jogh
de 1870.
Jote Maria Zoazola.
~ Servante
Preeisa-se de um .MSJBente : ao hotel da ra das
Crittfs k 39, Brefere-M *omo 4 *ga-se bon.
Irmandade do Divino Espirito Santo da
igreja do Collegio.
A actual mesa regedora, tendo egjptado seus re-
cursos com, o andamento das grandiosas obras da
mesma grpja, apenas pode mandar celebrar o an-
iversario do seu Divino Padroeiro com missa so-
lemne ; orando no Evangelho o reverendo Sr. Jos
Esteves Vianna, e sendo a msica do insigne maes
tro Colaes Pilho ; e a noite ladainha.
Para estes actos convido a todos os doisos ir-
mara, especialmente aos mesarios, a comparece-
rem no domingo 5 dvcorrente, sendo pelas 10 ho-
ras da manhaa, e p8las 7 horas da noite.
0 escrivlo,
Luiz Epiphanio Manrica.
Criado
2 co"e?io de Santa Genoveva,ma do Hospicio
n. 22, precisa-se de um criado para afadante de
cope ro.
AMA
Precisa-se de urna anja para servico de dontro
e fora de easa de pouca familiif prefere se sera-
va e paga-se bem agradando: na roa Velha nu-
mero 66.
A m-na regedora da irmandade de nhora da Boa-viagem manda avisar aos foreiros de
seu patrimonio, que no praso de oito dias, conta-
dos da data deste. apresfntem seus ttulos de afo-
ramentos e os ltimos recibos, pelos quaes pro-
vea ter pago o respectivo foro; sendo que, contra
os que o nao zerem, e constar torera cabido era
commisso, se proceder judicialmente. E qne, para
comraod dade dos referidos foreiros, poderiaru le-
var seus ttulos e recibos ao baixo assignado, em
seu escriptorio, casa n. 7, sita ra Direita, ou
em casa de sua residencia nesta povoacio.
Boa-viagem i de junho de 1870.
O secretario,
Fulgencio Infante de Albuquerque Mello.
Precisa-se alugar urna ama livre ou escrava
que coz nhe, engorame, lave, e faca compras, indo
para urna familia de tree pessoas : na ra do Du-
que de Caxias n. 31, I* andar.
CIRLBGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico en geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi
nete de consullas da ra Direita n. 12 para
a-do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisslo, todos ostias uteis das 9 oras
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao so na cidade
pomo nos seus suburbios, para onde at
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeioio de
seus trabalhos, o que j bem conbecido,
- assim como as comniodifades dos oreos
Molina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mullo,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra do Imperador n. 18, copchiir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, ero Iras
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada enmprio,
e por este motivo de novo chamado para o dito flm;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. seu fllho se
achava no estudo nesta cidade.
Ama
Precisa-st para o servico de urna easa de pouca
amilia : no ateo de 8. Pedro n. 18.
_ m|mm| |M|MflMM nflHHBAl
rna
pri-
di-
Na travessa
das Ciros n, %
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
lia. Dia mesma casa com-
jtram-se os mesmos nie-
laos e pedras.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k ras do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
ras sorles, um meio n. 2118 com 900J da lo-
tera que se.acabou de extrahir a beneficie da
igreja da Santa Cruz do Recife (148*), convida
aos possmdores vrem receber na conformidade
do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da I' parte da lotera beneficio da ir-
mandade de Saeta Anna da Madre de Dos ('49*)
que se eitrabirterca-feira 7 do mez vindouio.
PrecosOs do costume.
Manoel Martina Pinza
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratlca de
taberna : a tratar na ra dos Pires n. 26.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. T.l
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeilave
publico quemos lugares cima encontrar no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocoi, e
que se acham habilitados para vender por manos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fra, cora o trabalho de urna a duas
horas; secundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abunaante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annnnciantes s reeeberao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satistaztndo
espectativa do comprador.
20Ra da Imperatriz20
Farl d LcaW
Temos a*onra de participar ao respeitavel pu-
blico que flzemos destinguir a- nma nova toja de
fazendat finas com o elegan tituloLa Viltt de
Porji; animados como eno peto desejo de
corresponder a melhor vontade dos fregpete*. p-
deme asseverar sem receto; ao pnwico em geral,
que nao havera quem possa vender mais barato,
attendendo aos procos e qaaldade da fazenda, e
mandamos as casas das Exmas. familia quai-
iiuer faznda para1 melhor eacolherem ; damp
abaizo os precos de varias peahraehai, .que se/ao
o bastante para justificar a nossa siaeeridade ja
Eot alguem reconhecida : saias brancas com ba-
ndo frsalo pelo baraMmo preco de 3J0M, ri-
cos corpinbos bordados, objecto de W*, pelo pre-
co de 5, cassas de cores, Irados padrees, a 140"
rs., chitas finas claras escuras a 3 ra. o cova-
do, camhraias orgaudys a 040 a vara, mandapolo
fino a 6| a peca,, mal has felpadas para rosto a
8 a duzia, lencos de cambraia a 2*500 a dozia.
cambraia victoria (toa a 5*, 5*306 6*, completo
sortimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o que ha de methor, ditas de laa, varas cuali-
dades de alpacas brancas e de cores, eambraia iro-
peratriz, completo sortimento de chita, madapo-
lao e algodaoznho, bramante para lenjes, e-
guio, fnstdes para vestido e roupas- de meninos,
camisas, ceroulas. meias,- grvalas, eoiarinbos, e
outros mnitos objectos que deixamos de meneio-
nat. tudo por coramodo? precos.
Cosinheira.
Precisa-se de urna cozinheira, na ra do Viga
rio n. 7, t andar.
AVISO.
Os Mutuarios possaidores das camellas ns. IG B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 51 B, 66 B, 105
B, 93 B, 115 B, 67 B, 75 B. 12 B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesse que prodozio em
praca ne leilao de seus penhores no praso de oito
das, do contrario se recolher ao deposito geral'.
Recife, 21 de maio de 1870.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
AO PUBLICO
Goncalves, Irmo dt C, successores e liquida--
tarios das extractas firmas de Antonio Goncalves
de Azevedo e Goncalves Para di C, declarm ao
publico e as autoridades policiaes, que de sen es-
criptorio em seu eslabelecimento rna do Livra-
raento n. 22, Ihes foram subtrahidos, um livro qne
tem servido de borrador de diverso laocamentos,
diversas cadenetas tambem escrpturadas, entre
estas nma de copias de comas correles com
seus devedores e ouiro copias de contas de venda,
assim como diversos documentos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de negocios.
Nao podem precisar a pocha em que tere lugar
esta sublracao nem a pessoa que a praticou, por
que s agora, na occasicio era que o ci ebefe
e gerente tratava de fazer entrega dos linos e do-
cumentos da casa aos demais socios se deu por
essa falta. Rogam portsnto s autoridades poli-
ciaes e mesmo a qualquer particular qne vea
taes livros, cadernetas e documentos, o favor d-
os aprehender; e protestan) proceder criminalmen
te contra quem os subtrahira ou os tenha em rea
poder.
Confeitaria dos anarvazes.
16Ra da Cruz16
Santo Antonio. S. Joao e S. Pedro.
Araendos, as mais apropriadas para series,
vende-se em arrobas e libras ; papis j pr imp-
os com estallos para sortes ; recbese encom-
mendas de bolos pes-del enfeitados ; as eneora-
rnendas recebe se com antecedencia e as amendoas
em arroba lerro abatimento no preco.
Confeitaria dos ana-
nazes.
16=Rua da Groz16
Ha presuntos de superior qualidade e dito m
fiambre.
s
0 Dr, Sarment Filho
mudou-se para a ra do Imperador n. 29,
i" andar.
Consultas e operacoes todos os dias das
10 horas ao meio dia.
Chamados por escripto a qualquer
hera.
mi mmmmm imhiw
Irmandade do SS. Sa-
cramento da matriz
da Boa-vista.
De ordem do Illm. irmo juiz, e de con-
formidade com o disposto no 5o do art. 79
do compromiso', fco constar a todos os
nssos irmaos, que no dia 5 do corrente
pelas 10 horas da manhaa reunir-se-ba
mesa geral para eleger a mesa regedora
que tem de Cob cionar no anno comprrais-
sal.de 1870 a 1871.
Mos, portanto, qoe tiverem conheci-
ment deste, convido a comparecerem no
consistorio da mesma matriz, para o lim
cima declarado.
Consistorio, 1 de jonho de 1870.
O escrivo,
Simplicio da Cruz Ribeiro.
%
; MIRARA franceza
55-Ra da Imperati iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, cora a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades.;
como ^ejam : seda, la, algodo. linho,
chapeos de feltro e de palba etc. etc.
Tira-se nelpas e limpa-se a secco sem
raolhar os tecidos, conservando assim to-
do o tirilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
s
Precisa-se de um mestre de masseira e dous
araassadores : na rna da Senzala Nova n.
Fogio no da 29 de maio do corrente,
genho Lages, termo de Itamb. o escrava
pw. Antonio, representando de 25 a 28 anuos _
Idade, cor preta, estatura BBixa, pouca barba, ea- de muitas variedades, e todo de efleilo magnifico,:
belloa carapioho, desenvoWid., m fallar, andar veafoa-te em pe-juenas poredes com todo sorti-
um pouco cambaleante, ^^'e mestre de J M Unto para casas de negocio como uarticu-
; suppoe se ler seguido tera a villa M <> armazem de bacaibo, na ascadmlia da
Fogo de bengala
^tf'rtdMt* de sua amiga somror*, viuva pro-
fittur* do*-gem>o Garap, e mesmo era busca
IM5 w Pio *iair^> *jalga-ljr- ter seduiio.
GrBltfa-se generosamm- var no en-
gernto k -ages, ao seu Mfltbracio d
Freitas, ou nerta fidjde rugr^^^Hrn 63.
Ddeg a. 3.
Aos 20^00^000.
| Biihete 4o Rjo venda : roa do Cabug a. X
Hfit Vieira te Rodrifoes.
Retalha-se, avantade dos compradores,alguns
lotes de terreno, que restara, do sitio Aguasiaba
em Beberibe. por precos lasoaveis. A posisao to-
pographica do terreno muito o reeommenda, so-
breludo por ficar prximo da estaeao pr^ojectida
da vi frrea. Os pretendentes podero dirigii-se
informar-se do tenante S Peixoto, no metrao
lugar, e para qualquer negocio ra do Crespo
n. 12, 1 andar.
I 0 abaixo assignado, tacita- g
: mente dispensado da inspecfSo da r=
i pharmacia especial homeopalhica e i
i consultorjo do seu finado e Ilustre 9
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge- S
ro Pinbo, de saudosa mimoria e ani 9
nudo por algunsseus amigos pro fig
poe-se a abrir um eslabelecimento, jg
ondeseencontraroasmelhoresdro- f
gas bomeopatbicas, para o qual des- ~
de j conta com a proteccSo d'aquel- 'M
les que bonraram-no com sua confi- |
an?a ; podendo, entretanto, ser pro- JE
curado para qualquer mister, ema c
rasa de sua lesiatncia, ra da
Palma n. 55. '
Recife, 18 de maio de 1870.
O professor homeopalhico fi
Jos Al ves Tenorio. B&
Attencao.
Pede-se ao Sr. Samuel Iiayman que tenha a
bondade de mandar buscar a sua encommenca,
que fez por intermedio de Carnero Vanna, mo-
rador na ra Nova n. 22.
2004000
Da ra do Crespo at o arco de Santo Antora
perdeu-se no sabbado 28 do corrente, ama n.a-
yerde da caixa filial de valor de duzentos mil
res : quera tiver achadoe quizer restitui-la di-
rija-se a ra da Imperalriz n. 64, que ser recom-
pensado.
No Arraial
arrendase nm terreno perto da establo dos buhos
urbanos : tratar na ra do Rangel o. 24,.prmei-
o andar.
Trilhos urbanos do Recife a
Olinda.
De ordem do Illm. Sr. presidente da assembiea
geral. sao pelo presente convidados todos os snio-
res accionistas con pareeerem no salo_ do Club
Pernambucano, pelas 10 horas da manhaa do dia
9 do corrente, para a continuar da sesso ordi-
naria adiada em 29 de abril prximo passado, afuo
de se apreciar o parecer da commis.-ao de exaro
de contas, e as propostas da directora.
Pecife Io de junho de 1870. ,
Manoel Ribeiro Bastos,
! seeretirio.
Ji
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthvsica e toda a molestias do pe.to.
Kialta parrllfca
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tale*
Conserva e limpa os cabello;.
Plalas catbartlea.
Purameoie vegeues e sen mercurio, cura sa
toes, curara e purfleam todo o systema humnoo
Vende-* effecttvameiie em casa de Samuel P
inzalla Nora n. 42.
para fora da cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propoe a enr
sinar em algum engenho ou ppvoacao as segrate
materias: primeiraa letras, francez, a fallar e es-
crever, inglez, geograpbia e mathematica elemen-
tar, arithmetica, algebra, geometra e trigonome -
tria recteltnea : os pretendentes podem-se dirir'r
rna do Queimado, loja das 7 poitas n, SI
Bm S. Jos do Manguinho, casa n. 2, preci-
sa-se de duas amas, nma que eia perfeitt bd-
gommadeira e outra para aaaboado e sirvico do-
mestico paga se bom aluguel.
Na mesma casa Umbem se precisa de um ca--
peiro de 12 a 14 aanos.______
Estrada 4%ierr* Meclfe a
Olloda.
Compram-se dormentes de madeiras dero-
becida durao para a oBstru ci desu estrada:
trau-se na ru da Auror, tariptorio da superib-
tendeneia, das 6 horas da manhaa s 6 da Urde,.
dos dias uteis.'
O superintendente,
Audf de Abren Portt
Precisa-se alugar um escrito que seja
peiro, enerto, e qne ateoda di eoroprar n
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia geral r.
21, praea do Corpo Santo,

;




J
I -
.
*-*F ^^
i
Mu i Un
Diario de Peniambuco Sabblo 4 de Jouho de 1870
CABELLEfflEffiO
51-Ra da Cadeia do Recife61
Qhama a atyencao dos seos innmeros' fregnetes, e do respeftave! publico
#J| P** a seguirte tabella dos precos de sua casa, os -
mau barato do que em oatra qualquer parte:
CaMteiras para aeohoras a 25J, Cadeias para
*0#, W ......400000 70, 8 50*000
quaes sao' vate por canti
Ditas para homem a 35*. 405 e
Crwoimtes a m, iW, I8, 204,
m, 30,1 e .... .
Cachos ou crespos a 33, 40, 50^
~W,~ 7*. 80, 95 .
Tranca de cabello para" annel a
500 e. ..*... .
Tranca para braceletes a 104,
relogio a
9, i20 e.
Precisa-s
tratar na
Aaade late
Bu* ama de leite sM fllhos : a
la de HortascaM D. 4\ preoisa-se
Na_____________________
de um caixeffo pira balcSo qod tenhr coi
ducta alfiancada.
'-------:
Poi apanhada na aahida da barra ama re
tranca de navio : quem se julgar eom direito
mesma, proenre-a na rampa de Fra de Portas
defronte do primeiro ponto fiscal, que all achara
quem lli'a entregue. .^___________
D-se a quauua de i:0U0A juros sobre by-
potheca : quem pretender dirija-se roa da Glo-
ria n. 98, qne se dir quem .
f..^*,ftu.~
rs '
154001
Corte de cabello,.....
5 324000 cr,e de caD" com lavagem a
champon......
Corte de cabello com limpexi da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica cm Pernambnco. .
Frisado ingleza ou i franceza.
104000
14000
50)
501
14001
14001
501
25
Alagare muite barato ama casa com bonito
sitio na ra da Bica do* uatro Cantes ,em Olinda:
a tratar na rna da Senrala-nova n. V
Na rna estreita do Rosarlo n. J7, andar,
precisa se de orna ama para todo o servico de casa
de ama pessoa, prefere-ie escrava.
Precisa-se de ama ama para cozinbar : a
tratar na roa nova de Santa Rita n. 51, serrara a
vapor.
154, 204, 25 e.....304000 Barba.
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento s
Bailes e aolres
O dono do estabelecimeato previne s I Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
alio para tintura dos cabeHos e barba, as-'ba' unic* ad"'.d fa Expositfo Universal
como nao prejudicial a saude, por ser voi
eiB como um empregado somnt oceupa- latil, analysada e approvada pelas acad*
do nesse servico. mias de sciencias de PARS E LONDRES
de
MUCHA
mar more, rna das Cruzes
li
artista Gamillo acha-se estbeiecido na casa
cima, ond pode ser procurado para todo os inve-
teres de sua proAssao.
A ESMERALDA
Na praca da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra;
jreciosas, seja qoal for a quantia ; e na mesm:
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
;ommenda, e todo e qualquer concert (endent)
t mesma arte.
1JA FLOR DA BOAVISTA
48-----R V A A IMPERATRI Z----A8
A JtJTrs. A 200 rs.
Chitas escura* para liquidar J09, 800,
00 rs.
Dita claras eom cor fixas de muilo bom pan-
no, proprias para a pn.ca JiO
240
2W rs.
Pecas de aigodao e madapolao a' i 1000, 5*000
_______Junto padaria franceza.
1TTENCA0
Fazendas baratas com
toque do avaria
MADAPOLAO FINO a 4, 5 J e 6 a peca.
ACGODAOZINHO com 18 jardas a 3 a peca.
CAMBRAIAS DE CORES FINAS a S80 o covado.
CHITAS ESCURAS, CLARAS E MIUDINHAS a 240
o covado.
ALGOD.-.0 DE LISTRAS AMERICANO para roupa
de escravos a 280 o covado.
Dio-se amostras na roa do Crespo n. 23, loja de
Manocl Dias Xavier.
Pechlncha
9, armazer.il do
No pateo do Carrao n.
- Ribeiro.
Manteiga ingleza a 900, IiO0 e iiOO a libra.
Dlia franceza a 720 rs. a libra.
Cha perola o que ba de melhor a 54 e 51200
a libra.
Dito hysson a i a libra.
Queljos flamengos novos a 23100.
Velas de espermacete a 700 rs, a libra.
1 MA MMt\
Em casa de THEODORO CHRIST1
VNSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-s
aflectivamente todas as cualidades de vinb.
3ordeaux. Bonrgogne edo Rae no
Urgencia
O Sr, Manoel Baptista Monteiro Janior queira
ler a bondade dirigir-se casa de E. A. Burle &
C, na ra da Cruz n. 48, que se deseja tallar.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na roa do Crespo n. 18, 2" andar.
O Sr. Jos Claudio Dubeux faca favor de traier
o objecto que levou amostra da ra do Queima-
do n. 7. _____________
i:scrava ou livre
Precisase de ama ama para o servico de urna
casle tres pessoa", nao duvidando pagar se bem:
na ra est-eita do Rosario n. 43, 1 andar. *
COMPRAS.
LOJA DE JOLAS
DE
&
Este antigo estab ele cimento, completa-
aente reformado de novo, est as condi-
fdes de servir vantajosamente os seus fre-
fuezes, visto que acha-se prvido com um
ixplendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, eujos presos sao os
aais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
ue em troca ou compram-se com pequeo
Intfi
15 RIJA DO CABIGA \ 5
I
PILULAS
PEPSINA
PHM 2 RU eASTIGUONE
P>A R I S
HOGG
Dnosito : P. MAVREH et C*. em Pernamhuo; JOS BELLO, m Porto Mrart;\
SILVA LOPES, m BakU; FEfiREIRA ct C", cm JfarmJUo.
0 muzeo de joias
Na rna do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por procos mais vantajosos do
ine em outra qualquer parte.
COMPBH-1 B VffllFSE-
ESCRAYCrS
Compram-se e vendem-se diariamente para iora
dentro da provincia escravos de todas as idades,
lores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruies,
Vegnezia de Santo Antonio.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e-pedras preciosas e a obras velbas: na
loja de joias do Co-acao de Ouro a. 2 D, rna do
Cabug.
Compra-se urna casa terrea Doa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6.
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicao nu-
mero 6.
Engenho.
Vende-se o engento Ribeirao da freguezia de
santo Antao, situado pouco mais de ama legoa
da estrada da Victoria, de trras muiio producti-
vas, podendo safrejar para mais de 2,000 pies an
noaes, com bom cercado feito todo de vallados, e
multo boas obras; o engenho d'agaa e est
moente e crreme : qnem pretender este negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, ou a ra da Concor-
dia n. 13.
Est)i-e acabando.
Chitas Anas a 240 rs. o covado : na ra da Ca-
dea do Recife n. 43 de Santos Falcao & C.
No armacem do Sr. Antonio Annes Jacome ven-
de-se mais barato do que em qoalquer outra par-
te : a tratar na ra da Cruz n. 38, artnazem de
Meills Lathan & C.
As seguintes obras
Vinl+annos depois, ou tres mosqueleirof,
por A. Damas, 11 vol. ene. por 15^000;
A tirgem do mosleiro, e as memorias de R-
chelieu, por Jo>e Victorino, ambos enc*der-
nados em um 90 toI. por 3A000. Colas
cont suisso, ene. 1 voh por 1)J000. Omto
dalvorada. poesias por M. da Rocha, 1 vol.
ene. por 30000. Flores singlas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasans. IllusOes perdidas, por C. de
Azeredo, todo encadernado em um s vo-
lunte, por 8,i000. Joviia o voluntaria da
morte por J. C.,'e Alberto, 8cems de um ro-
mance, por j. Candido, ambos ene. -em s
vol. por 30000. Palmyra,* cegninha bra-
sleira. romance em 7 cantos por Dr. Bmi-
fcio de Abreu. ene. em om s vol por H.
O cavalheiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as collecces de leis
provinciaes faltando apenas 3 annos, por
20-)000, tendo 27 vol. me brochura, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
traro, e qne tudo se vende por preco em
conta. Quem qoizer dit ija-se a esta typogra-
pbia qn6 se dir- quem vende.
Vendem-st- algons terrenos para edilicacao,
muito bons, e tambem se arrenda um pequeo
sitio no lugar de Santo Amarinho : trata-se com
D. Mara da C riceijao Veiga, na ra Velhi n 29,
ou com Manoel Luiz da Veiga
FARIXHA DE MANDIOLA,
Veode-se farinha de mandioca chegada do Ma-
ralo no ultimo vapor do norte, por menos do
que em outra qualquer parte : a tratar no escri-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra do Vi-
gario n. 16, 2 andar.
ATTENQAO
Em casa de Mills Latham & C. ra da Cruz
n. 38, vende-se sabo inglez de diversas qualida-
des.
Xa travessa da ra das Cruzes n. 2, casa de
penhore?, compra se prata e ouro ve I no por mais
do que em outra qualquer parte.
Compra-se ou alugase urna escrava que seja j
crioula,de meia i Jada, e que saiba comprar, co-
zinhar e engommar para casa de pequea l'ami-1
lia : a tratar no Corredor do Bipo n, 11.
t ompra-se uro carro e um boi, que esteja o
carro em bom estado e boi manso : na ra de S
Jos n. 2, taberna.
Constituipo
Do notso Santissimo padre PI. POR DIVINA
PROVIDENCIA PAPA IX,1 pela qaal se liraitam as
censuras ecclesiasticas Lata Sententia, folheto
brochado por 320 rs.
Livrarta franceza.
Terreno para edificado
Vende-se um terreno com 140 palmos de frente
e outros tantos de fundo, pouco mais ou menos,
sito ra do Mrquez do Herval (Concordia an-
tigamente) confronte ao gazometro : a tratar na
ra da Madre de Dos n. 36 A, das 9 horas da
manhaa as 4 da tarde._______
O proprietano do cosmorama ra da li
peratriz n. 49, vende este importante estabekci-.
ineuto recenteinente montado, com vistas novas e'
finas, vidros de sobrecelentes, com um orgao e tim
realejo de figuras, e um sortimento grande de
prendas, podendo ser transportado para qoalquer
lugar por se achar preparado para este fim : a
trotar no mesmo estabeleeimento.
Vende-se farinha muito boa chegada hontem
em saceos grandes e panno da fabrica da Baha,
nos armazen- da companbia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia casa n. 1,
ce m Jos Goncalves Torres.
Vende-se a ta jerna sita ra da Santa Cruz
o. 74, bem afreguezada e na uia.s vantajosa loca-
lidade, livre e deseabaracada de qualquer onus :
a tratar na mesma taberna.
Joaquim Rodrigues Ta- g
vares de Mello,
gjfPraqa do Corpo Santo n. 17
^ TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux.
0 Farello fc Lisboa.
0 Farinha de mandloea
VNDAS.
Tintura ingleza instantnea preparada por
Desnrus, para Ungirla barba e cabellos, com a
particulandade de nao manchar a pelle. Vende-
se ra do Imperador n. 44, botica.
Vende-se um bonito carneiro, muito gordo e
manso, por ler sido da montara de um menino :
na loja de torneiro, ra das Cruzes n. 38.
Futha 'te Flandre<
da Cadeia n. 4, ar-
da fabrica Derwent : na ra
mazem de Silva Barroca.
Vende-se um escravo pn-to de meia' idade,
possante e bom trahalhador : a tratar ua ra da
Cadeia n. 4.
Fazendas baratas
10Ra doCabng10
Chitas escuras, cores seguras, covado 200
Panno de linho para lencoes 900
Chales estampado, um 14400
Colzas adamascada, urna 3oO0
Grofdenaple preto de seda, covado liOOO
Cissa com salpicos de cores, vara 560
Algodo patente, peca o000
Dito de listras 200
Cambraia para cortinados, com 20 va-
ras a pessa I2000
La com listras de seda, covado 86o
Ditas com ditas, covado 480
Darase as amostras.
Farliaha de maodfoca
Vend-se superior farinha de mandioca,
chega-
a tratar' na ra do Vigario
da do Rio de Janeiro, por prego menor que em
outra qualquer parte : a tratar na ra do Vi
n. il, 1* andar.
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
____ DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RA MA-N. 11
CARROS.
Na cochera da ra do Imperador n. 45, ha 3
canriolets de i rodas para se vender, lodrts re-
parados de novo e com cobertas : a tratar-na ra
estreita do Rosario n. 2, primeiro andar.
Vende-se a casa terrea n. i I. em chSos pro-
prios, sita em Olinda ra no oito do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1 andar n. a rna da Cadeia do Recife.
Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
Zumb, (Torre) em solo rendero : tratar na ra
Imperial n. 233.
Vende-.-e um escravo mogo e bom carreiro
na ra eslreita do Rosarlo n. 23.
Farinha de nandioca.
Ha para vender boa farinha de mandioca, en-
sacsada, ou agranel, chegada recentemente de
Santa Camarina bordo do brigue sueco Olatt?.
que *e acha fnndeado em frente do trapiche Ba-
rao do Livrameuto ; seus consignatarios Amorim
Irmaos & C.. ra da Cruz n. 3.
Superior vinho Bordeaux
St. Estepbe 4 St. Julien : na ra da Cadeia do
Recife nnmerc 5.
ATTENCflO
Fazendas baratas para
ambir
Cambraias ^;atisadas superjore a g0 rs 0
covado.
Algodozmbo a )i a pega.
Madapjao largo a 5 a pega.
Dito de superior quaiidade'a 6, 64500 e 7ORO
a pega.
Aigodao de listras americano com pequea ava-
ria a 280 o covado.
Bareg^s a 360 o covado.
Laas superiores lisas de variados e lindos padroes
a 600 rs. o corado.
Brilhantinas brancas a 420 o envadf.
Ditas de cores superiores a 440 o corada.
Toalhas para ro>ro felpudas a 10*500 a duiia.
Ditas de labyrintho a 3c*da urna.
Dao-se amostas na ra do Queimado n. I, lofa
de Gasnar Antonio Vieira Guimares, ra do Quei-
mado n. I.
Vende-se uaia preta crioula de idade de 30
annos, muito possante e sadia, cozinha, lava bem,
e vende bem r,a ra, serve tambem para o mato
porque trabalha de enxada e amarra canna por
ler sido mato : na ra da* Paz n. 34.
Vendeme las crnicas e dous bois : em
Santo \maro, roa do Lima 64, se dir quem
vende.
Vendem se diversos escravos pecas viudos
do Cear, preprios para engenho, assim como
umacabrocha por l:000, de 18 aonos de idade,
bonita figura est um pouco descorada de frialda
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na ra da Cruz n 51 2 audar.
Buhar.
\ende-se um bilCar com todos os pertences
ver e tratar na ra estreita do Rosario n. il.
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais
Cacaba-iie chegar cm grande e -esplendido sortimento de
provincias visinhas, que o sea grande e bem acreditado armasen: de. inslrumentos^para mosi-
0 que ha de mais moderno, de teclado fixo e mobiie, e com transposigao ou sem ella,
frutados e bem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados [cestatlcidade.Tcomo sejam : os
AFFONSO BLQNDEL
-N'o pateo do Terco
amendoa confetada.
AtteDC&o .
61. relipa^ao, vende-se
A ra do Duque de Caxias n iJ.
(AUTIGA BA EO QDEIMADO)
Nao foi sem fundament que a NOVA
ESPERANZA lem deixado de fazer os sej*
anndncios, a razao simples, ella enteiJ
qoe tudo em demasa aborrece... por fssa
como j tinba dito e sci^nlicado sua boa
fregnezia o que constantemente ia receben-
do, ou tivesse fe i tu muras vezes, receo
tornar-se massante, assim pois recolbeu-*e
um potco ao silencio, mas nunca deixatt*
d'ea pregar os verdaderos esfurfos, ji coo-
tratando*maior numero de coriespondenlea
na Eoropa, j dtscobrindo objectos do tm
-purado gosto e finalmente assignado*
Jornal das Familias, o qual vem semprc
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma meHior
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANZA ufanase em offereci-fc
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem receido ultimament*
enlremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinbos de setim para
baptsados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo (im.
Meiasde seda e fio de escocia para crian-
zas.
Dedaes d'osso-, marOm, a?o e madrepe-
rola.
ptimas navallia, aliadores e massa pra
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapalinbos com biqneira, s com salto, para meninos e meninas de m
a doze annos.
Boas lentes com cinco melmetros, ipata
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
"Mollas para segurar costaras.
Bonitos linteiios de novos moldes,
Meias de ISa para bomens e senboras.
Finas e bonitas ligas para meias. .
Fil de linho e de seda, sendo pret(t-o
branco, liso e de salpicos, e outros muik*
objectos expostos a venda rna DoqtM
de Caxias n. 21, na NOVA ESPELUNCA.
Mabo d'alcatro.
Vende-se ua roa Duque de Caxias n. I,
PARA LUTO.
Brincos, broches, vollas.'puleiras, five-
las, Ventos, botoes para puchos e cadeies
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satisfa-
zer sua freguezia, n3osmente em objectes
d'alegria ou de luxo, quer tambem acorr.-
panhar aquelles, que infelizmente perdtna
alguem de sua familia, ou a'guem de sua
amizade, precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou \*ir :
que ha de melhor neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, senda
de iii qualidade, no somente tornaKi-sa
tristes como al repugnantes, o que na
acontesce aos da NOVA ESPEBANCA. p*r
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem corno que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que taes objectos sao Ira-
balhados.
Flauta.
A NOVA ESPERANCA tem para vender
orna flauta d'ebano do afamado fabfi;::e
Boum.
Rival sem segundo,
RIJA DI7QIIJIK r.lAEAO .\. 1
(Amiga ra do Ouchoado)
Contina a vender tudo muito bom fi
muilo barato a saber :
Novello de liaba de 400 jardas a. 00
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... eco
Pentes volteados para meninas a. iO
Thesouras muito linas para co.1 tu-
ra a......... 500
Tinteiros com t rita preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito lina a 200
Resmas de papel paulado a. t,>.?Oc
Ditas dito liso muito superior a. ,10C0
Lata cotn superior banba a ioO e. S00
Frascos de oleo Pbiloc ino muilo
fino a......... 303
Ditos dilos dito grande a. ,15000
Frascos de macaca penda a. .' 2'r-O
Frascos de extracto muito b -nitos a 300
Duzja de sabooeles muilo fino-; a. 70
Saboneles ingltzes a G00 rs. e. I#00
Frasco com agna decokaia Pivera 500
Dito de oleo baboza a..... EOO
Caixas de lampaiinas a. 40
Saboneles a forma menino muito
superiores a....... 2.40
cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha surtidas de todos js
nmeros a. ...... .14800
Duzia de pomada do Porto muite
superior a....... Hff
D,
FOOOS
i
d Paria, de quero o anaunciante o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel Estes pianos fabri-
nicos que offerecem urna garanda segura de sua duracSo. Elles sao aqii baslante conhecidos desde
Ac cn*ac i'7c ca militn tlantAaiac o mt-lAHinc-if Ctlnn nnA..AM. ___ *. >
udos especialmente para u clima deste paiz, sao os .
S9ja Beossario ioswtir sobre sua superioridade. As suas vozes slo muito flautadas e melodiosas.
senborea pianistas.
Todas a? pessoaa qoe comprarem pianos nesta casa, sao rogadas
GleDCidade do camero de oiano com o de certtfieado.
1844, para que
os caprichos do
Elles possuem um Melado que se prestt a todos
a exigirem o certifleado de origem assignado pelo Sr. Blond!, afim de provar a sua
AO PUBLICO
dr Rerif* i i firi no^^' j81^*1, ^j^ d? pjanA0S, em Pa^S' ^flara ao respeitavel pubjko de Pernambuco, que o uaico deposito de seus pianos na cidade
nido^'mim. Am S'm q d* S *",piapo8 ,rl ampi<* Pars, 24 ue julho de 1860.-- (Asssignado) Alphoaue BUadcl '
i O annuciao tambem troca e alaga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimentof de novos pianos
MVtOLCM PARA PIAMOS)
.4a qans recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro ; das acreditadas casas dos Src, Felinona A TornaphL*Kar-j^ irihm. n.i- a r
efe Tambem tem graode sort.maato de papel para msica e desenbo; cordas para todos os instrumentos. t^^rS^^mASSlL 2. n
moaQ de salas,/tcoa espelhos doorados qtiadradoa e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella^stojos Dar viuim ?Slrr' -m ES
erpelboi de todos os tamaohoa, talagarr. ISas e agulhas para bordar, e muitos ontrosartigos -nue o resoetov?SiWi? In!SK?r4 K ?", d-Pert,dor' "*** P*1"
al>erto UMios os dias at as 9 horas STsoute, afiTi & ExmSs. arx^ias^ p **** ^ "*". o qaal esu.
Para $anto Antonio, S. *ofio e
. Pedro.
Na multo coDhecida loja de ferrgens na rna No-
va n. !9, de Souza & Guimaracs, acha-se um lin-
do e variado sprtimpnto da todos os fogo artirl-
ciae do? meiliore fabr:antes desta cidade, con
tenda rodiohw, prftoiu do todos os taraanho'.
brancas e de cores, iraveiros, lllominacao 'e trs
qu, ele assiui fomo um lindissirao e variado
sortimento de fogos c'iineies recentemente ehegs
dos, praonos para ciiancas, os qaaes* podem ser
oltaoof em alao. Avisam mais. qne existe tam-
bemi nina grande iiuandade de sortea de todas **
qualidadi-s comoViam, sortes com estampas, ditas
sem estampas, ditas em cartoes com pergonta e
resrxista. ditas em livros, tudo por precos muito
cominodo<, que admira : na ra Nova n. 39.
Babados do Porto, largos a ICO e
Capachos muito bonitos e grandesa
Carriteis de rotroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Papis de agulhas domadas e ba-
13o a.........
Carriteis de linha 200 jardas, Ale-
xandre a. ....... .
Duzia de agulheiros do Para a. .,
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......2400
Caixas de palito do gaz a. O
Bonecas de cera muito bonitas de
300 rs. ..........24000
200
700
tiO
240
10
240
r'echincha a 7| e
Vndese ealeado rancez obra mnito boa pelo
diminuto prego de7* e 9i, assim come calcado
para .'naneas a 3|. baratissimo venham a' el-
las antes qne se acabem, na-bem conbecida lija de
mjudezas da ra da Cadeia n. 50 A, confronte a
ra da Madre do Dos
Velas de spermacet
Verda e cinco meiaiduiia^ de vellas, ou XIO vellas, por'
trinu e cio mil res. No armaiera de Taaso Ir
maos A C. roa do Amorim.
Atten$o
Ni praje du oommercle n. t8, armaiem, tem
para vend i] Hio Grande do Sol a 17*
o miibeiro.
COM. FAFIMHA
Maia Landelirlb venJe .-accos coro farinha de
mandirca : na na do Duque de Caxias, trayess*
do Rosari.i, loja. 18 B -
11 U MI l (I
Vende-se
Pesos de ferro do syttema ikcimal.
Champagne da marca afamada.
II, LEM, RA BA ilflJt
Tesa para vender
Vaquetas enverniudas para carros.
Oleados do diversas cn*.
CABRLET
Vende-se um cabriole! de duas rodas era bmu
estado, com arratos para um ca vallo : na cocIr-i a
da rna de Santo Amaro n. I.
Veate-se ama taberna na rna Imperial n.
i7, bem afregoezada com pouem fu4>w : a tratar
na mesma ,- vende-se em consequencia do d>.ia
retirarse para o matto tratar de sua sade.
y


\
6
Diario de Fetnambuco
Sabbado- 4 le Junho de 1870.
(f
rr-
A
1
Rna Duque de Caxiasn. 55
Na loja da VERDAOE cootinniia.se a ven-
der por baratsimos precos todos os arti-
gas de mmdezai e perfumarias do seu
gruido e vanado sortimento, garaotindo aos
compradores toda a sinceridade.
Liadas bonecas de era e massa por ba-
ratissuao yreco.
Esperaos dourados para pendurar a
160 re.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Pautes unos para segurar cabello, a
320 rs.
Cbaonias para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta al izarme a 1 000.
, Dita coi'n igaa florida a 10500.
Dita com dita dita a 10' o.
Tnico de Jayine a 15500 o frasco.
Fras:ocr:aileoexpresso de babosa, de
240 a t>40 rs.
.lo coca agaa de Colonia de 300a 14000
Dito com atractos finos a 10900.-
Dito com sndalo verdadeiro a 14200.
Latea com banha muito fina de 120 a
240 rs.
SHpaetoa moito finos e diversas quali-
dade a 80,160, 240 e 320 rs.
Fiaas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
bitas para fado de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Peates para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Portes para tirar piolbo de 160 e 240 rs.
Pvios pira gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincas de cores, inteiramente modernos
de 160 e 40 rs.
Pinnas caltgraphicas muito Qnas a 14400.
Ditas de anca e maosinha a 800 rs.
Liado* Ir-badinhos e ntremelos de 500
e 14300.
(rosas de bot5es de louca de 160 e
aoon.
Dos dito para calca a 240 rs.
Gaixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
DiUs com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Thesonra para costura a 240 rs.
Loma de marca cixa a 280. rs.
('...!ritis de linhas do Alexandre de n. 70
a 2'Xj a iO rs.Q
Graspos muito finos, com passarinhos du-
lita 360 rs.
<" ras francesas para jogar duzia 3#000
Ditas porluguezas, duzia 15400
Papel a'maco superior qualidade resma
44000. .
Lam nadlo fina para bordar libra 6-5500
ritaa para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas do lam para debrum de vestido peca
4C-- n.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
I*.: a grandes com 2 folhas por 320 rs.
t pretas para luto, o par 100 rs.
Tiaitfas de lam de-caracol branca e de
tV0 a 100 rs.
P r para cs, pega 480 rs.
Ai .-. > de lalo, caria 100 rs.
in'.ius de lam para reanca de 400
a .v. rs.
c adeiras a 40 rs.
Gravataa-de seda pret > 400 8W n.i
Ditas de emus, brancas ade tres 500 rs
Dita de awgorio de corea a 800 rs.
Na Verdade kru* Dn^e ele Ca
xlaa *.
~-
Farinha de mandioca
A bordo da polaca Marineo ha maito boa fa-
rinh.i venda (em saceos
Jos Goncalves Belirao
oa a bordo.
a tratar con Jaequim
' roa do Trapiche n. 17,
Para eseriptorio
Vende se una boa grade coa balaustres, pro-
pria para eecriptorio, teodo tres faces, com di
portas tratar na roa da Imperatriz n. 60,
do Pavao.
uas
loja
Armazem dous irmaos
ina da Penha8
Manteiga Ingle: a superior a i500 a libra, idem
franceza a 800 rs., cha mtud'. bom a 3,5100, idem
grr.so a 3, velas de esvermacefe a 646 a libra,
caf em carooo bom a 508 e*40 r*., toocinto a
400 rs., talarim, macarrao e aletra a 500 re., qoa-
jos frescos a 21500, idem prato a)i libra, vio ho
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes latas com bolacliinhas a i 1400,
Isgusliohos 00 rs. a Uta. Nesle armaerm ha
semp e grande deposito de gneros de primeira
qualidade, e vendem-se a presos muito resumidos.
Grande estabelerimento de ftaendas e roupa* eitas e por medida, ra da Im-
peratriz n. 52 junto a loja de owiyw.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publio om bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitol de alpaca pret ed cotes a 30000, 30500 7(5000, ditos rnirto preto
de 70000 at 25^000, ditos do casemira de cores finas e ordinarias, de 60, t60OJO,
ditos de panno finos de 9$ 80 100 e 2<0OOO. subrecasaco dito de 200 a 500000
Completo eortiafatffe cajeas de brim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
de-.2|, i 101WO o naisi6op|rloditas raeia casemira, ditas caemira de50, 120000,
ditas casemira treta de 6f, a*16X)0 superior, dita de marin diversas qualidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de eollates de brim de cores, ditos braceos,
ditos de casimira de rte efreiae,itose merino para luto fazenda superior.
Sortimento cmprelo linho da 340000 a $000 a tuip
MAMAS PARA
COSTURA
LOUCil
Ciraade arniazein ata ra da
Imperatriz u.
Neste grande armazem vende-se looca ingleza
nas e ordinarias, apparellns de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos e ordinarios, que todo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato prero que em outra pualqner parte :
chamamos a attencao dos fregueses, que serao
convenientemente servidos tanto nos comandos
precos como na boa ouaiidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, anda.
TERKENOS.
Vende-se um teiTeno na rea de Lniz do Reg,
em Saoto Amaro, rom 300 palmos de frente e 640
de fundo, com urna casa terrea edillca-a no mes
mo terreno quem o pretender dirija-se a ra
Nova, casa n. 22, que achara com quem tratar.
Sortimento completo ditasde bramante a 1 jftOO, 205OO e 30X)O ditas de Ilamborgo, franetzas, fazenda su-
perior de 250000 a 380000 a duzia. Sortimento de colarmio* ealgodio e linho, etc.,
assim como aeias deaigoSe para Iwmem de 30, a 10jDG$ a dueia, gravatas'de mui-
tas qualidades. Na roa da Imperatnz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos d sol do alpaca, seda, litot ingle zea cabo de marflm.
Toalha* para rosto, Sortimeote de mallas para viagem. i
ATlESQiO.
BRACO
DO
DE ,
Ra do Imperador n.
O respeitavel publico encastrar
HStabelecimento drariamenie naa
ortimento de pastelaria, bellos
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR podins, p5ds-del, prgsentos dos
neste
I UNIVERSAL, ra Nova n. 22cabnuro
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes estao em exposico no
i mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade. e tambem ensina-se com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes no seo trabalbo ao de 30 costu
Neste estabelecimanto encarregase d aaodar fuer qaalquer obra por medida reiras diariamente, e a sua perfeico tal
e para esse ftn tm hafct mestre encarregado da officina, que se encarrega do trabad ftDmo da melbor costureira de Pars. Apre-
com perfoicOo e pontualidade.
SORTflTENTODE FAZENOAS.
Chitas de 2i0 rs. o cavado ou I0.?000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para camisas e timo de meoino 260, e 280 rs., e outras maitas qualidades de 320, 3G0
e 400 rs. o oovado, neste naesmoestabelecimento cliegaratn, ornas bonitas chitas da
victoria cora barra, a qnl para lomos ewmpetente enfeile para corpinho. Cara-:
braia risa de 3)5, 45, Sj e lOjJOO a pessa, e ontras nntitas fazendas de todas as quali- \
dades. caes
sentam-se trabalhos eieeotados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos pretea-
dentes.
Officina e armazem de
ma^more
Vinte o1 dous de noverabro
n. 57,
. u i^000^ "TV0 ^T%; j ^"-2 STSsa m.:.
A 4^000 o algodao, e4AS00omadapqiao. e tambem cnita .estura b6?. 240 o ta:aanhos e gr asuras, tijolos de diversos ta- ..
covado pr 1er grande parfifi, aaroa da Hnperatriz n. 52, loja cam portaes encarnados, manhos, soieiras e saocadas, assim como soiei- pode ene trar, champagne- de Cbevernt
KiH.iliar ras esaccadas de pedra-du Lisboa. Tambem con- min nnoniAr a. m,o #wva<, ..-:-
trati-se e faz-se qualqoer obra, como monunen-
_imos
chegados ao marcado, salame de lien, bo-
liohoa finos de todas as qoalidades pancha,
amen loas eonfeitadas, confeiios, boaaboms.
pastilhaS, chocolate francez em libras, pas-
lilhas do mesmo ..cartoxos e carteiras com
seis charutos de cbo :oate cada orna, este
sortimento de ehscolate do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melhor qoe at
hoje tem vindo ao mercado.
Vmos pertoguezes, figueira maito supe-
rior. Os mate gemimos e superiores vinhos
d Porto, moscatel e Setobel, o Ilustrado
pablieo encontrar neste estabelecimento
per conunodos oreos, azendo-se abatiaen-
t.o a quem ;omprar em porco.
Licores de todas as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Ai apaa, eete
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xaropes de groselbe, roa,
maracuj, caja etc., vinhos de Bordeaox de
todas as marcas, o mais superior que se
ictitulado
Leao de Ouro.
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tudo o mais tendente mesina arle, por mdicos
prscos.
tende-se oalroca-se por caras nesta praca
o sitio denominado dos Bcritiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de vivena,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal com agna corrate, haixa psra capim e
grande terreno para plantacos : quem o preten-
de/ dirija se praca da Independencia n. 33.
Aos cem mil azulejos
Portugueses, hespanhes c francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
ma;em de louca de Bernardino Ouarte Campos
& C__________________________________
Caf do Geara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nba," Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fot a nica admitlida
Exposifo Universal, por tst sido reco-1
nhecida superior todas as preparacoes at |
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1)5000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
feo
I
o
m m m
\.:IRI\ DO CAHfii H f I
AfiOSTII* IRMAOS

Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tedo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e roodecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que) existe de melhor era
aderacos-de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, Ineios aderemos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qoalidades, prata de le faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectosl que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas permaior preco do
qu em outra pualquer parte, treca-se e concera-se todo e qualquer objcto
pertencente a esta arte.
Cbegon ao antigo deposito de fleirjr Forster 4
C, na do imperador, um carfegamento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partioai
a retalho par menos preco do que em outr eju>
qpera*rte ______________________
Vende-se um terreno proprio. com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem al'cerce feito pa-
ra cinco moradas de cmw, na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma .ra, ou na
ra Direita dos Afogade* 13.
CEIfSEfn)
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, dofronte do arco da Con-
ceico, em barricas vrandes .
__&
Tasso Irmaos & C.
Vendem oleados pretos para forro e guardas-chu-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de picho almofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agna de Florida.
Maehadinhas americanas.
moito superior, os mais fines e superiores
cogaaes IVancezes, od-tona, de todas as be-
bidas alcuosas, este *a mais salutar para
quera soffre do estomago, ,
Conservas de legumej,_x>rtBguezas, fran-
eczas e inglezas, momee mostrada etc.,
troclas seccas cristalisadas e em calda, na-
ciaaaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Bio de Janeiro, cigarro
de S. Paolo e Bio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente todo quanto se deso-
jar tendete a este genero le negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda cmn a raaior promptidao
e aseis : Como sejam para casamentes,
baptizados baiies etc., tambera se recebem
encommendas de paes de l ou bollos de
qoalquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de boHnhos com armac5o de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvacSo do Ilustrado pu-
blico^________________^^__^_
Telhas ele ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformoseer mais
qualquer obra muitf___nais limpo.
Neste grande estabelecimento encontrar
C7) ootra qoaquer parte, visto que os novos socios
' p'i,] r:.o fazer os seis sortimentos polos
derem e?c-. 6 0RA DA IMPERATRIZ
____________________________ DE_______
ej*
m<
ALTAS NOVIAES g
aio patio m
B\IT .SFAZENDASPARA.AFES- %t
TA DE ^
8A.YIC ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
V :d rase as mais linda* poup:li-
ta* .! linho e seda com o< gostos
mais 'unos que tem vindo a este
tnreado, pelo barato prec-o de
: mOi cevado.
*
Organdy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 1-5000.
Todas estis fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conla, ra da Imperatriz n. (30,
loja e armazem de Silvj e Figuei-
do & C.
!H
jas-listradat, de furta cores, fa-
0
/t.i'J's de-muita plianlasia a 2r?000
.i .' -. 'do. H
S da blsmark, larga fazenda muito ^
> nt'.rpada o covado a 2->5O0. ^
I; :,;:rs luisinhas largas com palma >&
te Ja, covado a 14000,' g
Lida agraciando lavradas covado S5
a -j0. g
A'pacas lavradas de todas as c- kx
res, covado a 640, 800 e 100)
Bvii".s ISasinhas escossezas com
o- tros e litras de seda, covado a
;0J.
Fina* alpa:as lisas, sendo cor bis-
n-rk lvrio, verde, roxo, cinza, can-
oa, azul etc., covado a 610.
D't^s forta cures com as mais bo-
> cores, covado 503 rs.
Lhaas bareges lisas, e com lista
id riiesma cor, fazenda inteiramen-
i' nova, covado a 560 e 6i0 rs.
Bonitas laasinhas lapadas e trans-
rentes cora grande diverstdade, o
u)van a 600 rs.
Lasinbas lustrosas com lindas c- ^
.. s emita{3o de seda,o covado a _g
?20t fSt
Jndos cortes de anadino, sendo ^
f izenda nova e transparente e de -.4?%
emita phantasia, com 18 covados a w
15(50)0. ^
finsimos crtes'de vesti ios bran- ^
crw bordados com todos os enfeites s
rranotzes a 12*000. <;^
Cortes de ganga indianas, fazend?
rinteirain'.Dte nova a 7^000;
Dikis ebinezes com duas saias a
7(5000.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavao tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodo entestado.
Vende-se urna grande porcao de algod5o
GROSDKNAPLES PRETOS DE U600 ATE 75000 CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10,5000.
Na loja do Pavao encontra o respeitavel
publico um grande sortimento degrosdet OPavofez orna grande compra de cha-
naples pretos de todas as larguras e qua- Peos de sol de pura seda, inglezes, com as
lidades, tendo del 3 ^00 o covado at 75000 jiaspras parago, sendo neste genero os
e 8jl00), que se vende por prego muito
Ditos de 12a escosseza fjzenda mui-
to ti mu com o de s^la a TjiO o
Kmh.-siuios organdjscom tilia de
r n salpieo^snf fazenda de
ila phantasia, metro ifiiS'K


de 12^000 rs. cada um, pechmcha.
CASEMIRA8 ESCOSSEZAS.
O Pavao tem boni as casemiras escosse^-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
CORTES DE CASEUIRA PRETA A 4:500,
O Pavao tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitalas pelo barato preco
de 45500 rs. o cort,
CVSEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
0 Pavao ende excellente fazenda de pura
la com as cores escaras muito proprias
para calcas, 'palitots, colletes e roupa para
mehinos que frequ-ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
cao, (5 pechincha-a 80; rs. o covado ou a
58 'ii o corte de calca para bomem.
FINAS BARGBS A 6iO RS 0 OVADO.
O Pavo tem as mais lindas b?reges de
15a sendo rabias transparentes, cora utna
so cor, tendo : lyrio, azul, rosa .Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e |jqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
inacSp de seda a 560 rs o covado, e pe-
chinrh.
PECAS DE MADAPOLO A 3,5500.
O Pavo .vende pussas de muito bom
madapoln, tenda> li jardas cada urna, pelo
barato preco de 35500.
PSCHINCIIA EM ALGODO A 4*000 RS.
0 Pavo esU vendendo pegas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
ctifli 11 metros cada paga, pelo barato pre-
de 45000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carneaba em
saccas, mais barato do que em outra qod
quer parte, <>a ra da Imperatriz n 60,
loja do Pavao
OS SETINS POPAVO
Vende-se es mais bonitos seims de cores
e mais encornados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo
as mais
proprio francfzf com delicados pa;
trangado, que se vende por prego moito em M?; ff Parta Htodos osPrecos e ^al"
, F L v dades, dando-se todas amostras, assim como
A loj
conta.
LAS ESCOSSEZA5
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavi, o mais
elegante sortimento das mais lindas laazi-
nhas escossezas com dos de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas satas, vend^m-se pelo braiissi-
mo prego de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA Z- '
SEDAS D LISTA
SEDAS DE LISTA |
a 25000 o cuvaJo.
Chegou para a 1 ja do Pavo om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas con as mus delicadas cores, tendo
entre ellas algamas que servem para 1 jf>, e
vendem-se pelo barato prego de25o0O-o
cova io. pecnincha.
F.\ZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respekavel publico neste e<-
tablftcimen'o um Rranle sortimento' dafa
zendas pretas, como sejam cssas france-
zas e inglezas. chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas d- la de toda que
tem vindo, proprias para luto, sendo laasi-
nhas alpacas lavra las e lisas, canto, bom
basiaas, raerin> etc. qua tudo se vende
por prego barato.
PARA BAPIWVDOS
Na loja do Pavto v^ia-se'bonitos e-
chovaes para baptisados
Cortes de casemira a t5 k0, cada um.
Venda-s bonito* rues de casamiras
olar^s e escuras pelo h ra>o, prego da 4(5,
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escaras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 210RS.
Na loja do Pavo vend"m-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cdrexas
tlO rs. o covado. e pechincha.
LASI3HA3 A 3*0.
LAASimiAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja dv ft?o wendem-se elegante sor-
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 fc
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
se wndem a i&, 600 840 res o covado,
assim como um grande sertimanto de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Si^'^^ti^t1^^^^ ,aVradas de todas aB cores, qn,
q rompas Ara^o^nsTam tod^ e<
OS PREQOS.
JS'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico nm rande sortimento
de roupas, sendo palitos e soBrecasacoi de
pnne preto e casemira, cairas e coletea de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais baralo do qua em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
time-nto-de nicias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DAS SALAS.
0 Pavo vende urna grande porgo de
. cortes de vestidos indianos, 4ando duaa
timento d mate lindas laasinhas lustrosas, ^L:*! al fc"Dfi'T /S"
comfctrinhas.imiacao de poupelinas d S "' ? ?"" '"^ e liquida-e
s-daecomasc-esmais lindaSPque tem 4 "gS?' *ao cada am ^u competente
Chegaro as mais modernas basquina
ou jaquetinhas de seda preta, rieament
enfeitadas a vidrilho, tranga e sethn pret<
tendo de todos os modellos, os mais noros
que tem chegado e vendem-se por prego
muito razoaveis.
POUPRLIXAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdade-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
mndtom4^ndh0e^Baa^r. 5^0 CASEAS MMOAttAS A 35 G COVADO cado, tendo entre ellas cores proprias para
mcuio m-ns ainneiro, e quiaam-se a 9u a|lviar |ut0i e vende-se palo barato preco
rs. o aovado, ygiincha, > o Pavo tem para vender bonitas case-
IPECHIiVCIIA miras mescladas e bastante en corpa da para
EMAMISAS DO PAVO A 45500 RS. roepade homens e meninos pelo bara.o
Vdnde-se um bon.to sortimento de moito *[* 35 00 cafla/covad. ou 5500o o
tinas emodernas camisas inglezas com pe-.00}**8 cal?a Para homm' ,. _
lo e coharinhos de linho e puBhos, pelo! .ROUP8 DOr 1116(11Qa.
baratissimo prego de 45500 s. cada urna *
e aos fregpezaa que comprarem dozias ae Na loja do Pavo manda-se Uzn qualquer
Ihe far um abatimanto, garantindo-se qne pega de obra a vontade do freguez, para o h
fajenda' que vala mnito mais dinheiro, quo tem um perito alfaiate, responsabelisan-
pele
de 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores-cambraias tan'o victorias como trans-
parentes tendo de 35500 pega at a mai*
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A M000, A PECA.
S o Pavo venia pegas de cambraia
ranea transparente, tendo mais de vara de
BRABANTE" A 1800.
Vende-s Joperinr braraanle com 10 pal-
largura, com (O jardas cada pega, fazenda
que sempre se vtndeu":>e 85000, liqoi-
di-se pelo barato prego de 4|J00.
Iiquida-*e por este prego por se ter feito do-se os dons do estabelicimento por qual-
uma grande compra: assim como se vende quer falta que po una bonito sartimpnto de ditas tambem com mora, quer por qualquer*defeito na obra;
P'ito de linho bordadas e_ ditas de algodo e para isto en ontra o nespeitavel publico
par^ todos os pregoe.. ium grande sortimento de todas as fazendas
PANN ) PARA SAIAS A 1^000, 1,5(280 e qae desejar.
W00 RS.
Ven ie-se bonitas fazendas Joroprias par^
, jaias sendo com bordados' e pregas a ua*
ou 1 2dt^O o cov.,dn. t-rdo duas 1ari;nra<, *" dmdo a largura da fazenda o cempri- mos de largura, proprio para lenges, dan-
CORTINVDOS MAR CAMV-* E J.WfiLLAS 'Q""1" la saia a vende-se palo barato prego do a largura d' ista bda fazenda o compri-
de U,-m i id e iHdOOO de, 1*:>, t* a M60O, cada metro sen- ment do lencol, sendo preciso para cada'mil
Chegj p^ra loj, do P.vao ara *rand do preciso apegas 3 ou 3 1/2 metros para um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e l/4j5 pe- SKroaD^^
sortimento dos bonitos eros cortinad c^la ca. pechin-ha. 2 flMfflU-pelo preco. 8(
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende se o mais elegante sortimento da
maismodernas e bopitas chitas tanto mio-
dns como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTES BRa.NCOS A 640, 800 B !#*.
rs:
bord 1-
bordados, proprios para c*mw janeilas, Vestido brancas a 1
quH se renlerp de 8100 /o par. at o mais O Pavftr-ved)4_tifl_)aj_1
rico que-vem ao-mercado, e vende-se mais tiios de cambrai
barato que, m outra qoalq-tHr parte. das e com muit rito prego do barato prego de tfOOQ at 8000.
a do Pavao est constantemente aberta, das 6 horas (fe manhaa s $ da noute
ESi'AHTlLnOS A 5*000.
Yeode-seium bonillo sorniinto'dos me-
lhores e mais modernos espa tubos tendr
a 40, eO e liOO r. o covado.
Caussas a 946 r.
0 Pavo est ndeodo bonitas cassas da
otra fixas a 240, 200 e 300nto covado.
ILEEM
'-


:



I
I
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~*^-

A flE VffRIZ 5U ?
[uinad*ruadauWom, era frente do caf- Imperatriz.
N'este <>v> e sumpJ.xso estabelecimento de faicndas encontrarSo as tanas.
Bulas tudo auaiUoposMai dcs^ar.tanto em artigos do uiiis rtgorosu luxo, como em todas
i mat qoalidad. tic tazcndo*.
i^i^ ^lw-4,e* diarwn prvidos do que de melhor sencontraReste mercado,
por toaos o paques da Europa, recebein directamente o cfe en rticos de moda e
ojaajs apuradogosto se uucoura coa Paris, o que vem cada da augmeotar s propor-
*** de me. dispon este estabolecinwcto para tan servir sua numerosa freguezia.
=xc
Quaado a AGUIX BraF^CA* t^'precisa, soenrificarao respeavel publico em
geral, e em particular a sua bo#,reg*J3ia, da Bn^nttdactede.obiectoe^aln'iaajnen-
te tm recebido, justintMUe^mdo ,^la roeaoi*,o.paefazefe porque-assa falta iavo*
lontaria ella confia e espera na b'enevpleneia de-todos,que lli'a.aUefliierao e relevaro,
continuando portento a dirigiren>se a tan coBheedajf ja da AGL\ BRANCA roa do
Queimado n. 8, onde sempre acnaro abundancia en*, sortimento de superioridadc em
qualidades, modicidade em precos.eo seunflnca desmeattido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima /ka dito se cuutece qoe o lempo de que a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no deseinpanho de bem servir a aquelles que a
booram procurando prover-se en dita loja to qae necessitam, entretanto sera ennuiue-
rar os obyectos que por sua natorezn sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cujaimportaucia, eleg mia e navidadfe os tornara recommendaveis, como
btm seja
4Tt
QSa
Algodao largo para lences e toamas de Gase cora, listras de seda e flores, fazen-
da iuteiramente nova para vestidos de baile.
-Gravatas para senoras e homens, o mais
cado.
Alpacas de todos os padroes e qualida-
les to variadas que se nlo podem descre ver.
Aibuns com msicas para collocar retratos,
encado presente para qualquer pessoa de
suma.
Atosnado de buho a algodio, branco e
de cores proprios para toalhas.
Basquinas de seda pretas e muito moder-
nas, bem como de crochet, lude de apurado
completo sortimento que se pode desejar,
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e differontes gostos.
Ggllas e punbos bordados para senboras.
Guardanapos de lino pequeos e gran-
des.
Gorguro de seda preto e de cores.
Grosdeaples preto e de cores, haven-
do diversas qualidades e gostos.
ci
Japonezes para senburas, o melbdr gas-
inioes de mosselma, madapollo, brancos to, e fazenda propria para as feslas nos ar-
de cores, para aetihora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
erguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
rariadade de tamaohos e gostos.
^abaldes e passcios a tarde.
. a*
Lazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escothar.
Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguio ao algodad commum.
Bombaaina prelada todas as qualidades. Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de linho de 11 palmos de lar- riado sortimento.
?ara, e todas as mais qualidades. i Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor- Luvas de Jouvn, chegadas por todos os va-
lnenlo. > pores, sempre novo sortimento, quer em
Bnns de linho branco e de cores, do mais pellica para.homens e senboras, quer em'fio
-emmodo ao mais caro em quafidade, afilan- d'Escocia, brancas e do cores,
ando o que ha de melhor na especie. irr^
Brins d'algodo completo sortimento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
ariedade de pre;os. timento que ba ueste genero, desde o mais
Ca elevado preco ao menor, que se vende em
Ca*sas de cores; o maior sortimento, pri- p.;ca e retalho por menos do que em ou-
oanoo pelo boin gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
qualidades. Mantas de blonde para noivas: o apurado
Casnbraias brancos,.tapadas, e trar.sparen- gosto dosnossos correspondentes em Paris
es de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
amisinhas de cambraia do linho e cassa- estabelecimento o que de melhor 6e dse-
bordadas ricamente enfellados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para homens e meninos, to va- Mantas pretas de blond.
iado sortimento que vai do mais ordipario Mantas para carros, cora lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Mussena branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por prego muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e ue cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelberinas para senboras, .do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar nesle genero, e de mais fragante
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setlm e obras essas
cua novidade de molde e pereico de ador-
nos os tornara apreciados.
Filas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos. '
Leques uesse objeclp muito se pedera
dizer querendo descreve-Ios minuciosamenie
por-euas qualidades, coree o desenbos, lal
o grande e variado sortimento que acaba
de cliegar, mas para nao raassar o pretn-
deme se lhe apresenUr o que poder de
melhor.
Entremeios em pacas.do 12 liras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Capailas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos cora po de arroa e pinsel,
Gaixinbaa com ditos aromticos.
Bonitos e modernos peales donrados
para circalar o eoque.
Bonitos brincos de .plaquee.-
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesonras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos %tereoscopos com 48 vistas, as
qaaes s3o movidas por um machinismo
Veos de seda para cbapeiinas e monta- ulDa.8 sabstnera as outras.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para.meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Tonquinhas de fil, sapatinbos bordados j criancas.
e meis para ditos. $ Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbas.
AttlIAZE^S
MJl
NOS GRANDES
DE SECCOS
COMPLETO
HOLE6 13GS
aadapolao ao mais perfeito bordado de li-
e cambraia.
Camisas de raeia, de flanella, brancas e
a cores para bomem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
jne se pode imaginar, sendo d'isso a me-
Lorprova o grande consummo deltas-na
cfficina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangera at
i mais interessante grinalda.
Chapelinhas no melhorgosto.de todas as
-.Ores boje preferidas pelas senioras de
aais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senboras,
cltimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, para s?nhoras e homens,
de todos os pre;os e variados gostos.
Ohaly com ricos padrSes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
cenero e nao menos variedade de gostos,je suave uo.Qlphato, tem o PAVILUAO. DA
Chitas, impossivel descrever o sorlimea- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
-.3 e variedade de padroes e novos gastos,! da at o tois fino Bonquel d'Amour, fie ai-
La oeste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senboras o que se pode ima-
ginar de melhor.
Coques, o melhor no gosto o nos enlej-
es, varios lamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e Iavor.
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Salas bordadas, brancas, lisas e de cores
cora folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de* baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.
CONSERVATIVO
N. 2Largo do Ter$o.U. 23.
DE
DOS SAiVTOS & C.
PROGRESSO
10
10
Pateo ta Penha -
DE.
SANTOS & FERRUIRA.
Os proprietarios destes bem sortida* armazens participara aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca cerno do matta que tendo Jeito grande dimDuc3o de pre-
ces as soas mercadorias esto por isso resolvaos a vender por menos de 40 e 20 t0,
do que ea: ouira qualquer parte, garanlindo-se portante a s ptrior qualidade de qual-
quer genero comprado iestes ous estabelecimentos. Mencionamos algons dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguem duvicar venha ver.
Gaz araericjtno marca Deves a 8800 a
Jpia. -280 rs. a garrafa e 360 o htro.
Azite dooe de Lislwa a 900 e 10000 a
garrafa em por?5o faz-se grande abalimen-
to.
Ditas de fusto branco e de cores por de listras de todas as cores e qualidades e
precos commodos.
Corpinbos de cambraia, ricamente borda-
dos para senboras.
Cortinados de cambraia bordados e de
Cl.o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lises, o
naior sortimento.
Damasco de laa de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padroes.
tm
Espartilhos brancos e de cores, para se-
ciioras e meninas, o melhor neste genero ;
cechuma Sra. deixar por certo de muir
ade tao precioso auxiliar 4 perfeito de
em corpo delicado.
Entremeios bordado.
Escomilha preta.
Enfeites para cabepa, ultima moda de
,7aris, receriida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
o mais barato possivel.
Sarselim de todas as cores e qualidades. ^em' Bordeaux, Medoc e St. Julien a
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa ei
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320, 80, '.O e 200rs. a garrafa e 180 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito Caf em caroP a 22- 24 e 8. a ''
a :;60, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840 2^kli.gr3mmo 80 U0 e 600> e
"60, 720 e 600. t&XO, 75500 e 83800 arroba. .
" Vinho branco puro de Lisboa a 640 560 ifiUl0 Ipist 200 rs. a libra e 440 o k -
agarrafa, em porcao ha abatimento. jlogiamma e 5^800 a arroba, emporcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho-iabatimeDt0-
resemaisacretadasmarcasal^OOOel^Oo A.i'P r.escos doulmo vaPr a 3^
I ($309 e H a garrafa.
LOJA
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 7
Os propriHiairus diste becu conieiidoestabele-
eimento, alm dos niuitos objectas que tinbaia ex-
posUH a airueia?ao ilo rcspeitavel publico, man-
daram vir e aca^aui d, receber pelo ultimo vapor
da Europa un completo e vanado noriimento de
finas e mni delicadas especialidades, as quaes es-
lio resolvidos a vender, como d sea costume,
por prega uwiio baratiuhos e commodos para to-
dos, cog tanto que o Gallo....
Muito superior luvas de pellica, pretas, Lrau-
cas e de mrti lindas cores.
Mni boas e bonitas gollinh&s e pnnhos fara se-
nhora, neste peero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes da tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos eneites para cabeeas daf
Exmas. ?enboras.
Superiores trancas prelas e de cores com vidri-
Ihos e sen elles; esu lazeuda o que podo haver
de melhor e na bonito.
Saperiorcs o bonitos leques de madreperola,
marflm, samlalo e osso, seno aquelles branco?
com lindos desenbos, e estes pretos.
Muito superiores meias to de Escossia para se-
nnoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a duzia, enlrelanto que nos as vendemos por 20*,
''m destas, temos tambein grande sortimento de
"ras qualidades, entre as quaes algumas muito
.11 :jj.
Boas bengalas de superior canoa da India e
caslao de uurfin cura lindas e eucanladoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor si
pode desejar ; alm destas temos tambero. grand(
quantidade de outras qualidftdes, como sejam.ma-
detra, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
do outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 1.' anuos de idade.
Nava!has cabo de marim e tartaruga para fazer
barl>a; sao muiio boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e us por nossa vez tam-
bera asseguramsfs sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bollas eapolias para noiva.
Superiores- agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, l'rouxa, para encher
lahyrintho.
Bons baralhor de cartas' para voltarete, assim
como os teios para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conuecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROEK.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facilitara a den ligio das innocentes criancas. So-
mos desde mnito rceeb,edores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recehe-los por todos os
vapoi-es, aflm de que nmnea faltem no mercado,
tomo j tera acontecido, assim pois podero aquel-
les que delles preoisarem, vir ao deposito vigilante, aoude sempre eaeontrarao lestes verda-
deiros coljares, e os quaes attendendo-sc ao ftm
para que '3o applicados, se Tenderao com nm mui
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por pregos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Cresu n 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland.
ra da Madre de Deus n.
Joo Mrtir dH Barros.
S se vende d
22, armazem d
, e 34-400 cada um.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
maitos desejaveis, e em peca para cor-
vados.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
Fiihs de croht, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fostlo de todas as cores
prande sortimento.
Flanella branca e.de cores.
Toalhas de lahyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamaitos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile. ,
Vtsuarios bordados de fustao brancos e
decores paTa.meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 15a escoce de 2 saias,
novidade pelo padr5o, gosto e forma; ditos
de linho con barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 sains, tudo inteira
novidade, trazem os modelios juntos '.para
mostrar a forma de os faaer.
Veos de blond para noivas e pretos para
tato.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
e qualidades somos os nicos em Pernambuco que pode-
| nos oflrecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelbante materia, gra-
quahdddes, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nk-aac, pa-
lace de Varietees, combination, Brinia, doca do goiaha fina, chauricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimo'r, phospboros de Sycuryt, Cognac, cb de diver-
sas qualidades, Canalla, pimeat do reino, madace, pomada, enxofre, hreu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molaos da sebol-
tas, nestes dous armazens existe tambem. grande sortimento de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco f vaaugem ats compradores.
Flores, o qae ha de mais rico, quer (jas ao bom gosto do nosso fornecedor em
ollas, quer em ramos, tem o PAVTLHaD Paris, podemos garantir que ninguem nest
DA AURORA am permanente jardim a genero o possne melhor, nem mais em
disposicio das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d tao grande e variado sortimento qne os proprietarios do PA-
VTLflO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde que a smcerida-
io e o hora goste-^-o movel nico de seus negocios.
Prvidos de tudo e -proraptos sempre a prover-se do que por ventora lhe
eja nfleasaario, os proprietariea deste soroptuoso estabaledmento recommendam-se
em receio de seren coamdietos a protestam asfor(:ar*se por continuar a merecer
protecao que se mes tem dispensado; certos de qae do sea estabelecimento nlo sahira
9 fregus descontento.
Contina sempre a ofEcina de alaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, prompto eiecnUr cora promptidJo e bom gosto qoalquer trabalho qae lhe seja
conhado. Urna modista especialmeato oocopada nos trabamos do PAVILHAO Di AU-
RORA, dirige-os que lhe sao cooaaroentes, garanto poraea apurado gosto e proirptidlo
aa eaecaco a a mais completa. perfeic2o noa saos Uabalhos.
A numerosa fregoezia qae* nos honra 'ama pro va de qae merecemos o con-
seoqae so dispensa ao nosso estabeleoinento, eaoeeito qae procararemos firmar cada
"i mata. Para facilitar ainda a coocecucio do m qoe nos propomas, temos no nosso
atabetocinaataoa hIoos ngurinos de Paris, que recvanos por todos os paquetes, oa
jiaes envaremos para serem vistos as familias noasaa-lregaezas, amo de eaeotterems
aa o padrao da fazaoda o gasto na forma.
Na omeina de aUaiata, junio aa estabelecimsrto, ba igualmente os figurines
awa borneas qoe per todos o esporas se recebe.
. K* esto o asado-parque aM jpresenumos pedmdo a protectao da alustrado
>hoo a eaoa-a mais frotatdo respailo convidamos s excoHentiasimas Sras. a viai-
n o noay^ttWeciaiaato, ^artaa de encontratem nelle pelo menor prec^posaiva-
WnsranMS caixeiros levar as fazenda e amostras onde- forem pedidaa, vin
aao pdennos especificar todo quanto temo*.
JdS0 Aberto das 6 s 9 horas da noite.
7^300 e 65300, a duzia e (UO rs. a garafa.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 6300, 7^, 113300, a fresqueira.
Serveja Bass, Illers & Bell a 9^800 du-
zia em porcao ha grande abalimento.
dem marca H e T e ootras marcas a
33500 e 65, a dazia e 30O;.i3. a garra/a.
Assim como ha outros muitos
passas e figos, charutos linos de diversas
Aletria, raacarro, talbarim a *00 rs. a
libra e 16100 o kilogrammo em caixaoha
abtimento.
SabSo massa de Ia e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande dilTerenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
BAZAR M
so
LM.A PRENDA. Lindos objectos rtoorados de delicados gostos, proprios '
para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA
BAPTRADOS.
Ricos chaposimhos de setim brancos, lindas toncas de fil
e setim, yapatinhos etc.
GUIPBE. Oo credi em pessa, branco e preto, com lindas ramagens e
qualiaadexmuiio superior.
PUNHOS. Para camisas de homens, fazenda superior com duas faces, o
JR par 640 rs. (pecbincha f)
PERFUMARAS. Finos extractos para lencos, aguas de,diversas qualida-
des, sabonetes. leos, pomadas, pos, tunicn etc.. etc.
PgRfMES.
Lindas caixiDhas para luvas. contendo urna preparacSo- em':
que Ihes d um agradavel aroma, por l&X).
I Gravatas, cintos, fWres, plumas, coques, trancas, fitas, botoes, bicos e pen-
sar tes etc., etc e muitos outros artigos proprios d) estabelecimento* vendendo-sa _.
9, tudo por commodos precos, no BAZAfl DA MODA, fu Nova n. 50, esquina da
deS. Amaro. 2
8 /"i de Souza Soares & C. ,
Jcordeiro previdenti
Raa do Queimado n. i.'
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de qne efectivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba i
receber um outro urtimento que se tort
QOtavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pr.
tos"; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciac
do respitavel publico em geral e de si
boa freguezia em particular, n3o se afa>
tando elle de sua bem conhecidamansid
e barateza. Em dita loja encontrarSo r
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman
Dita de Cologne ingleza,* americana, fra.
ceza, todas dos melhores e mais acreditad"
fabricantes.
Dita de fior de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odontaigico para conservaflo t
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cht
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, iransparem
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
irancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cht
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igni
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro. ,
Extracto d'oleo de superior qnadad
om escomidos cheiros, em frascos de difl
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc
(ructas.
Ditas de madeira invernisada contendo >
sas perfumaras, mnito proprias para pr
tentea.
Ditas de papeio igualmente bonitas, ta
sem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de meta) coloridos, e
faoldes novos e elegantes, com p de arr
s bonaca.
Opiata ingleza e franceza para dentei.
Pos de camphora e outras derem>
jualdades tambem para dantos.
Tnico oriental de Kemp.
Rival' sem segundo
Estnii disposto a continuar a vender todas
as mitidezns pelos uarciisirnos precos bai-
xo declarados, gurahlio ludoboin e pre-
cos admirados.
Pacote com 20 qnaWrift s de pa-
pel atufarte a. .... .
Caixas cora 20 cadtrnospapel pao-
lado a........
Caixas om 60 noveos de linha
d|> gaz a........
Dozias de meias croas snperrot
qualidade a.......
Pecas do babadinhos com-10 t,i-
rasa.........
Peras de liras bordadascora 12
metros cada pe a IrtOO e.
Pecas de litas para cs de q al-
quer largura com MJ taras .
Escova para unhas fazenda fina a
Ditas para denlos a 240, *J2,
400 rs. e....., .
Pe^is de tranca lisas, brancas e
de cores a. *.....
Caixinhas de madeira coa afne-
les fazenda snerror a. .
Libras de lia para bordar de lu-
das as cores a......
Duzia de linha fioxa pan boi da-
dos a 4C0 rs. c.....
Pares de meias croa va nieni-
D>sdhersos t.-rmanhos a. '. .
Canivi Ihs finos com i l'oilias fa-
zen>1a superior a.' .* .
Dnzias de meias braocas muito
linas para senbera a. .
Pares de sapalo3 de tranca do
Porto........
Pares de sapatos'de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Dnzias de baralhos p?ra vultarete
Sylabarios pnriuguezes a: .
Gravatas de crox todas as qua-
lidades a.......
[{les lisas para senhora a, .
Redes com contas muito boa qua-
lidade a '. .
Cartoes com colxetes i carreras a
A otoaduras para colkle diversas
qualidades.......
Caixas com p^nna de a^o mtiilo
boa de 320 a......
Ca toes de linha 200 jardas grosa
Duzia d linha 2(iO jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
CaixaS com superiores obreis a.
Duzia oe agulha para machina s.
Libras de pregos fraocezes todos
os tamafcbos a......
Talheres para meninos a. .
Pares de sapatos do tranca para
meninos a. ..... I;."'.')
11
500
700
400
sstoo
MO
2.5C00
500
500
500
io
400
800
::.;
I-5
ysoo
antoo
1J5C0
f800
5 i .-
400
300
320
04.
20
or
500
iO(
1*200
40
20C0
240
320
DE
. LEGTIMOS.
ClCgaraS) ra d;i l)zeia do Recife n. 15.
Massa batid: a 640 rs,
Valdivia da plvora vende mafsi Batida in-
gleza para fogos : no tea armazem de .-ni da i ua
Imperial.
Attenqo
Na ra do Duque ir Casias, onr'ora rus (;.i
Queimado n. 19, reode-ss Mifci'as miudinba
e de flores, honitos padroes e Unas a 300 e 3(0 ra.
o covado. barat.
Vndese urna est-rava de 19 runos ov ida
de, e snlTrivel engi.mmadeira : a ataV ua ru*"
Nnva n. 57, Io andar.
Farinha aSjpw
Vndese na ra da Praia, tobtrna n. 13, nacen
com farinha de mandioca da terra, eoni u pesi. d
27 killos P.r8i.
Cantara -Je Lisboa
Soleirai, hombreiras e capileis para frentf-: o-;
casas, o que ha de mtlhor : venda r arma-
zem da travessa do Corpo Santo n 25, de Joaqoiin
Lopes Machado i C.
i Um outro sortimento de coques de t
roa e bonitos moldes com filis de vidrilh
f algons d'elles ornados de flores e fita
tstao todos expostps apreciacJo da qne
)S pretenda comprar.
GOLUNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de mnito gosto e perfeicio.
Plvellaui e fitas para cintos.
Bello e vanado sortimento de taes obj<
loa, ficando a boa escolha ao gosto do coa
rador.
ESCBAVOS FSICGS.
RSULA
Em fuga para o Ico, donde ,
natural.
Anzentou-se desde o da 9 de abril do rorrete
anuo, a mulata acaboculada rsula, deidadt-p co mais on menos CO annos, rheia do corpo, ca-
bellos corridos, tem os dentes da frente p< iMia-,
falla descancada e o maior siguana urna imp :r
em um dos bracos de^de o cotov lio al a iim-
nlirada mao, supnOe-se ter seguido para o Ico
donde natural, le vi a veMido de chita rsroru
im listas encarnadas, acostnroada a dar-ihe a
Sti : quero a pepar leve ra da Matriz da
Boa-Vista n. 16, ou ra da Crui n. 26, que sera
gratificado.
Fugio no da i 1 de marcj do crreme aun
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 anuos,
com os signaes sepuinies : cakeltos earap nho-',
rosto descarnado e com marcas de bexif/a iniin-
la-te ser livre, levou calca branca, paietot re al-
paca de cor, chapeo de chile, natural da Pat.ihv-
ba ; o mesmo foi comprado ao St. Delmiro Alvea
Maia, morador Da -arahjba. e jnlta se trr id..
para o mesmo logar. Desde j n>tes'a-e o ntra
a pessoa que o tiver occoltado ; a n ga-* aos ca-
piaes de eampo, assim emo s antiridades pidi-
osas que o tragam ra Direita n. 1C, que seiio
generesamante gratificados,
^mJ .XS!. lTn^d0 Cori* Sa8in- 28 ba senpre m #f
jortiment de objectos par carros, e qne se vendecapor ptecos mnito rasoaveis, orno
t 3d8-lustros, grandes a multo basa.
Oleada preto a da cores. Sf-fr
Tr
yra agitte, i coarpletbs-.
Joaqmm Lopes Jiachado & C.
lichas hamburgnezas
Neste novodepocito recebe-so por (odas os p*
iMes -anslawicfls bichas de qualidade superior
ymkm em caixa oo porcao mais peqttena,
osis-bairatadqum outra qoalqaer par:
farta dafadea de Redfcp. Bt, t andar.
Cabellos 4
Vendimio eakellns de todas as cores, qualquer
eomafioenlo, qlulide aupe*, em oaia oo
soreao mais pequea : na ra da Cadeia* do Re-
' L l* andar.
Vende-se
orna machina de costura propria de coser
cooro: na roa da Assumpsao n. 52.
f
Gratificapo de 200^
, reis.
ConUna a enj fgido o eserav* Procopm, ton-
d. j sida apprehendkJo o se parceiro de nonm
Luciano qne com elle tinha fpm. Segundo as
inhrmafles adquiridas, lem o-Pne>-Bio segnido .i
camraho aera Jaguaribe, fozeada tt Bcqo-ini < ri.
Cuoha. da provincia do Ceac> Os ngnaes de.
Procopto sao os seguintes : allalo, de ematiHa
baixa, gordo, barbad, com at toacaes do rosto
saieotes, pe?eoe> BHitn curto, bemhras' iVvanti-
dos, pos peqnenoa, bastante Mino, e represen
ter 3S ammsde-iade. Quem aprenrade-hi. uf>-
ber a gratificaco aima mroaraBada, no enge
nho Massnass, tamo da Escads, ou no escrito-
rio de 8ernard|Mile Sena Penniat, ra da S. n
Ma o. 38._________
Pag constar a qoem eettvter qne, em ^ir-
toile de delibera^Oes ,do Exm. Sr. preid er te da
pr ivincia, de 7 de abril ultimo e 16 de n>ai n r-
reue,o Ewn. Sr. ponselhero-oVertM- geral ;
riiH) daiostructao- publica, te amigad.....'a
D ile jnotiA prjimo viodourO) pea 10 h r da
tuj.nbaa. para terJOgir nesla secrrUra o i
de verilleacV) de capacidade para maglt'
Kiimrfc do sexo femimno, abisal sea
Sis, m W as senboras; qi j iwiuen
de pode/ entrar no coocurso a qne s.- vai
der para previmento das cideiras de
primaria do sexo feminino, qne ra actmin v
como tamatm a qoe para (a bu
imjrever ststa >ewtana. paAse rnr-
SS de lite.>uBko do 18N\a dia
BMS.
aerearla da Itetrncelo ptWida 4e 'Pern.;::.B%-
eo,18diidt7a.
O seereuno.
Aureliano Angosto Pereha de
/


sana


8
Diario de Pernambuco Sabbado 4 de Junho de 1870
--------------------''. i n i.,. -. 11 ------------------------.
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS
SESSO E1I9 DE MAJO.
(G*Uma;u).
lonfesse que a apresent ico da prop >sta
em discussao o incommodou como amigo
dedicado do nobre ministro da guerra, por-
que sent qoe S Exc acanetasse com o
seu lionrado noui, un sen nome to jus-
tamente respetado (aioidi>a) a impopulari-
dade desta medida. (Aptalos).
Como conservador, nao poda deixar de
amentar que o ptimeiro voto de eoofiaoca
que o gabinete de 10 de jaibo vem pedir
rs*sta sesso sua maioria quasi unnime
seja para urna despeza de laxo, para urna
despeza presoindivel.
Como brjsileiro. lamenta sinceramente
que a primeira palavra legislativa, depois
de concluida a guerra que U'itos sacrificios
eostau ao Imperio, seja, nao aquella palavra
que est escripti no corac3o do povo eco-
noma ; mas urna outra que repugna com
s estado aflictivo do paiz a ostentaca- o
uso. >
Nao pretende fazer desta proposta arma
de opposicionista : vae fallar como amigo
dedicado <1o gabinete, amigo, talvez, franco
de mais, porm, sincero ; vae expr, como
disse, os escrpulos de sua consciencia.
Deseja fallar con toda a cdina, e at com
besitaelo, para que no Ihe escape qualquer
palavra que .possa offender ao uobre minis-
tro da guerra.
Esta proposta en primeiro lugar in
compalivel com as circumslancias actuaes.
Van l>a quero ignore os sacrificios enormes,
>s encargos immensos que acarretou jo
Brasil a lula por elle i3) nobremente sus-
tentada durante cinco annos ; ninguem igno-
ra cjuanlo a popqjacSa est onerada de ira-
postos ; ningiem ignora quanlas familias
abi esto desvallidas pela perda de seos
befes, qoantos orphos estao ao desamparo
pela perda de seus naturaes protectores,
todos soffrem as consequencias nevitaveis
dessa guerra.
Ha, verdade, nesta gran le praca e em
aigumas outras do Imperio, um pbenoraeno
'^ue pode Iludir aquelles que nao compre-
benderem sua verdadeira causa : certa exu-
berancia de capitie-, certa riqueza ficticia.
Mas quena attender maduramente para este
phenomenn. reconhecer que elle nao
am signa! de prosperida le.seno um sympio
na e sympioraa bem patente dos solfri-
aaentos da populaco.
A guerra nao crea capitaes, desloca-os.
O r grandes tributos, que o Estado exige da
bolsa dos contribuintes, vo alimentar a
bolsa dos fornecedores. dos negociante-, de
iodos os auxiliares desses grandes forneci-
xaentos de que necessita um exercito em
ampsoha : sao os lucros di'ssas operaces
hcitas. desas nperagoes industriaes ^qu--
abundam neje nesta praca e em algumas
* otras do Brasil.
E" isso, porm, o symptoma mais ei-
dente de que a populaco soffre, de que os
capitaes foram fetos forca de contribu-
i, costa dos impostos exigidos pelas
Bcessidades extraordinarias de urna longa
a.
Ora, neslas circumstancias, quando talvez
baja urna voz que se levante para pro-
testar contra o estado de soffrimenlu de
nossa populaco, que vai-se gastar o suor
o povo com festej >s inuteis e extempo-
rneos ?
Jj attendeu o governo 3 todos os encar-
gos provenientes da' guerra ? J desampe-
abou seus compromisos com os voluntarios
ja patria ? J enxogou todas as lagri as
das viuvas desvalidas ? J curou seria-
mente da educara dos orphos dos volun-
tarios, boje lilbos adoptivos da patria ? Se
o governo, pela voz Ilustrada do nobre mi-
aistro da guerra, responder sim, os escr-
pulos do orador se desvanecerlo.
Has elle duvida (infelizmente duvida IJ
iueo nobre ministro possa responder af-
1.miliv.imente a essas interrogares, por
que resta anda fazer mai< para liquidara
enorme di vida que nos deixou a guerra do
Paraguay ; porque nos resta aiuda fazer
muito para atlenuar o grande mal que pro-
"do desst hita.
Alm de iocompativel com as circumtan-
is actuaos do paiz, esta festa que o go-
-enju prujecta inopportuna. A cama sabe
.orno a noticia da teraiaacSo da guerra foi
recebida pela populacho desta Corte ; a ca-
riara sabe como post"riormente se man-
festn o entausiasmo popular para festejar
essa arontecimcnto glorioso por occasio da
v.begada do general em chefe das nossas for-
.--. Dorante qnalro dias, o povo desta
Mostrada capital entregou-se s expanses
de seu jubilo pelas glorias marciaes. Toda
; imprensa registrn esta grande manifes-
tarla ; o prrueiro orgo, o Jornal, que se
fotingo* pelo seu criterio, transcreveu estas
palavras: Que talvez povo algum do
mundo tivesse dado umexemplo to bri-
dante do seu pitriotismo, do seu enthu-
siasroo pela gloria nacional, como acaba va
de dar o povo brasdeiro. E, com effeito
lodos foram testemunbas desse entbusiasmo.
Os brios nacionaes. que tinbam (aliado to
alto nos campos de batalha por Jeitos glo-
riosos, repercutiram as expanses do en-
tbusiasmo de que foi testemunba o povo
fluminense.
Depois de urna manifestado to explen-
dida, de urna expanso tSo nobre do sen-
timento nacional, o que pretende o governo
com os festejos que prepara ?
Tem em vista oppor urna festa oficial
esta popular ? Nao de crer. Em' um
paiz de systema representativo o governo
nao se affasta da naco, sobre tudo nestas
occasies solemnes em que ella celebra suas
..donas, seas grandes feitos.
Pretender o governo offuscar,,neste fes
tejo aquelles que liveram lugar em princi-
pios deste raez e no anterior ? Tambem
nao de crer porque, segando clcalos bem
aotorisados, gastaram-se centenas de contos
de ris: avaliou-se a despeza em mais de
300:000)5, em quaoto o govejno pede a
penas 200:000,5.
Pretender o governo festejar em nome
da naco a terminaco da guerra, conside-
rando a manifestado 'dada pela populacho
desta Corte como urna manifestado local ?
Has neste caso os festejos projectados pelo
governo sao precoces : nao ha tempo de
participarem as- provincias dessa manifesta-
co, de enviaren suas deputaces, de to-
marem pacte do grande dia nacional. Fei-
te oestes prximos dias, xomo me consta
que deve ser realisada, a festa ser nacional
onicameote, porque para ella concorre a
constituicao de todo o Imperio, a renda pu-
blica, em qnanto qoe seu euTeit-), sua sig-
niflcaco ser piirmente local.
Demais, se MU* festa do povo, nao se
deva esperar a consagraQo {diplomtica
daqoelle grande acontec ment ? Nao se
devii esperar o tratado que deve registrar
as grandes conquistas qoo fez a nacSo bra-
silea com essa campanha ?
Por mais apreciareis, por mais dignas
de commemorac5o que sejam as glorias
marciaes conquista las pelo Brasil durante
a campanha do Paraguay", todava, certo
que no seculo actual nenhuma na^o em-
prebende urna Iota por este motivo. Ti--
vemos outro pensamento, que nSo o de ad-
quirir gloria militar, quando emprehende
mosa grande, a diicil, a aturada campa-
nha do Paraguay.
A reafisaco, pos, deste pensamento, a
ultima palavra desse campanha, deve ser o
tratado de paz que lhe ponba um remate
digno. J foi isto annonciado ao paiz ? J
o paiz vio a consagrar* diplomtica, aquel
la consagrado admittida por todos os povos
civilisados ? N3o.
Esta festa anda inconveniente por
outro motivo : lem-se manifestado na ad-
mirarlo muito justa, muito merecida que
o povo brasileiro tributa aos nossos gene-
raes, a todos aquelles que tomaram parte
na guerra do Paraguay, alguma emulao
muio natural, porque filha do proprio
sentimento, do proprio enthusiasmo. A
admira^ao tem seu campo exclusivo ; quan-
do se apresentam os feitos de um guer-
reiro, naturalmente se levado a dar-lhe
preferencia sobre o outro : isto um pbe-
noraeno natural, um facto lgico d co-
raco bnmano;portanto, censura nao mere-
ce, era de leve essa emulac3o,lem ella urna
origera nobre, e, gracas ao bom senso da
populaco, nao passar de um certamen de
eutliusiasmo. A populaco desta Corte j
deu urna prova de seu espirito ordeiro
nessa mesma questo. .Mas pedir a pru
deacia, que, em urna poca to rceme,
quando esse sentimento ainda se ada to
vivo, se renovera as occasies de manifes-
la-lo ?
E' prudente acorocoar esse germen de
partidos militares em am paiz de governo
representativo ? Parece que nao.
O orador j disse e repele que faz jus-
tira ao bom senso dos" habitantes desta ca-
pital e ao bom senso da brava classe mili-
tar. Mas justamente por estar compenetra-
do da nobreza e generosidade dos seus
senlimentos, dessa classe que receia algu-
ma cousa ; p.rque os senlimentos que se
inflamara sao juntamente os sentimento
nobres ; a boa plvora ; a falsa admira
cao, o falso patriotismo, nunca se infla-
ma ra.
Talvez que os receios do orador nao
sejam partilhados, e que nesta occasio,
alguem o acoim* de mais tmido do que
realmente Mas tera esses escrpulos
para dar seu voto proposta do governo.
Sent ainda outro escrpulo, e ma s
grave, que nao diz respeito nataren da
proposta, mas a um dos itens da tabella
qoe a aeompanba.
Tem o fraco de acreditar na verdade do
governo representativo, e emprega seus
esforcos para torna-la pratica.
Se se convencesse de que o governo re-
presentativo, tal como deve ser, era impos-
sivel entre nos, exigira inmediatamente a
verdade de um governo omnipotente con-
tra o qual teria o direito de oppor se. Mas
anda nao se convenceu dessa impossbili-
dade e espera ver realisado no paiz, como
urna verdade, o systema representativo
.1 mola real deste systema sem duvida,
o orcamento. o crdito. A prerogativa do
parlamento, e especialmente desta cmara,
representante inmediata do povo, votar
as despezas. Sem o orcamento o poder
execulivo ludo ; sera o exercicio desta
attribuifo, de votar os fundos, as prero-
gativas do parlamento sao nominaos ; o
poder execulivo nao tem freio sua von-
tade, pode tudo.
Ao contraro, a necessdade de vir elle
cmara pedir os meios de govern, eo
direito que ella tem de nega-los ou redo
zi-los, o que censtitue a dependencia do
psder execulivo e o equilibrio dos poderes.
Todas as bases do syteraa representativo
podara ser quafioadas de teoras e dou-
trinas ; o orcamento, poYm, um facto,
substancia d governo : sem os meios,
os governos nao tem forca para governar.
Se, pos, exacto, como se diz, que
estas despezas j foram ordenadas, se j se
abri ura crdito extraordinario, e os depu-
tados sao chamados nicamente a s meci
na-lo, o orador n5o poder dar sen voto a
esta proposta, porque este veto importara
a irregularidade da abertura le um crdito
na presenca do poder legislativo, quando
elle funeciona ; esse voto importara an-
nullar a cmara dos Srs. deputados, q ra-
mo temporario da legislatura.
0 orador poderia dar um voto de apre-
c.aco individual; mas um voto que im-
porta o anniqmlamento de urna das attri-
buicoes mais importantes, da primeira, da
mxima attribuigo do poder legislativo, nao
pode dar, apezar de toda a considerarlo e
respeito que tributa ao nobre ministro da
guerra. E acredite S. Ec. que nestas pa-
lavras nao vai comprimento nem cortezia,
mas a sincera expresso de um sentimento.
Passarai a fazer algumas breves conside-
rares a respeito da tabella explicativa da
proposta.
Nosservicos contemplados nesta tabella,
so ha de real o seguate (leudo) : C n-
cesso de am crdito extraordinario pa*a
occorrer s despezas que tem de fazer-se
com a celebrajao de uro Tc-Deum em ac-
co de gracas pela terminacho da guerra
do Paraguay, e com exequias solemnes em
suffragio dos que pereceram durante ella
em defeza da honra e dignidade nacional.
Fra disto, tudo mais se reduz a meros
dotamos.
Ura grande escriptor, daquelles que cos-
tumam burilar certas palavras que ficam
gravadas como ao ac, Vctor Hugo, disse
urna vez qoe o fumo dirige o mundo. Mas
Vic'tor Huno refera-se a outro fumo, re-
feria-se ao fumo da locomotiva, a esse fumo
que devassa o interioo de nossos sertoes,
levando a civilsaejo pelas brenhas e deser-
tos. Se fosse para este fumo que o go-
verno pedisse fundos dara o orador com o
maior prazer, tanto quanto podesse com-
portar o estado do paiz. Mas o fumo para
que o governo pede dinbeiro daquelles
que deslumbram os oltfos da vaidade hu-
mana, e para isto nao se de ver dar as
economas, as escassas reservas da fornaaa
nacional.
sem duvida meritorio dirigir gracas ao
Todo Poderoso pela termioacio da guerra;
todos os brasi'eiros o tem feito e nao ees-
sarao de fazer, em quaoto permanecer era
sua memoria esse t'ido glorioso ; mas as
festas de Deas sao sngalas, slo festaa do
coraco, uo carece dessas ornamen taces
desses emblemas. ephemeros ; para tem-
plo basta a copula do co. (Apoiados).
Nao foi coa o co aberto aos naios do
sol que nossos soldados se bateramjem
defeza da patria ? (Mano bem f) Pos,
rezemos aos raios do sol, em o1 iberio,
por esses mactyres do patriotismo e da
civilisacSo. (Muito bem I muito bem !)
Alm disso, a cmara municipal desta
Crt-', justamente compenetrada de seus
deveres, j fei rezar hm TeDeum em ac-
fio de grapas ao Todo Poderoso pela ter-
minaca da guerra. A populacho testa
Corte, j leve, pois, ama occasilo solemne
de celebrar esla festa religiosa. O gover-
no, portanto, nlo vai faier sen3o amare-
pe ti cao e repelico mais dispendiosa.
Diz o 4 item da tabella justificativa da
proposta o seguate (lendo): Com a or-
namentado monumental e mais arranjos
do terreno em frente ao quartel do campo
36:O0O/J. Parece que houve nesta verba
alieraco. A tabella primitiva, aquella que
foi aqoi apresentada com toda a solemni-
dade pelo nobre ministro da guerra, dizia
mais ou menos o segainte : < Com a col-
locaro da estatua collosal de nosso augusto
soberano 36:0000. Posteriormente foi
recebido por esta augusta cmara um aviso
d nobre nvnistro da guerra concebido nos"
segnintes termo8 (lendo) : Aviso do mi-
oister.o da guerra remllenlo urna tabella
para substituir a que acompanbou a pro-
posta apresentada ao corpo legislativo, pe-
diodo um crdito extraordinario para oc-
correr s despezas com os festejos pela
terminacho da uerra e com as exequias
em suffragio dos que falleceram na mesma
guerra, visto que n3o consentndo SuaMa-
gestade o Imperador na collociCSo de sua
estatua exposta em frente ao quartel do
campo da Acclamago, foi mister alterar
nasta parte a dita tabella para ser substi-
tuida por urna ornamentaejio monumental
allegorica, sendo, porm, a despeza. a
mesma.
Este avis > suscita duas observacSes.
Primeiramente, o orador apezar de nao
ser muito entendido em formulas', nutre
alguma duvida a respeito da curiaiidade
ueste aviso. Parece-lhe que os avisos do
poder executivo a esta augusta cmara ou
a qualquer das casas do parlamento s3o
simples comm.unicac5es.N5o pode, portanto,
admiltir que urna pn posta do poder enecu-
livo apresentada neste recinto com todas
as solemnidades do estylo, seja emendada
por ura simples aviso. Entretanto, limita-
se a apresentar esta duvi la consideraejio
da cmara. Nao faz grande rabedal delta ;
ha outra questo mais importante.
Diz o aviso que nao consentio Sua Ma
geslade o Imperador. A quem que Sua
Magestade o Imperador nio consentio ? Ao
ministerio ? Se assim nao inha a c-
mara necessidade de o saber: bastara que
o ministerio lhe communicasse- < Ficou
sem efleito; houve lapso, houve equivoco
na labe la ; em vez da estatua, ser um
monumento ou urna ornamentar monu-
mental. *
Relere-se o nao consentio a esta augusta
cmara ? N3o de crer ; o poder execu-
cutivo vem a este recinto propor e nlo
prohibir. S ba um caso em que se tem
direito de diter esta cmara nao consen
to ; quando se trata da sanecao da le ;
mas este mesmo veto suspensivo : desde
o momento em que a lei fr reenviada
pelos tramites constitucionaes ella lei;
o nao consentio, nao pode ser annunciado
segunda vez. Ora, no caso vertente ba o
nao consentio ; previo, absoluto. Pa-
rece have'r equivoco nestas palavras ; n3o
possivel que ellas se dirigissem cmara
dos Srs. deputados, a um ramo da repre-
sentaco nacional.
J urna vez fui trazido a 'este recinto um
gero, e se disse que era irrevogavel : foi
a proposito de Uruguayana. Nao deseja o
orador que qualquer raembro do gabirie'ie
de' 16 de julbo, composto de cidadSosque
elle muito presa e respeta, viesse trazer a
esta cmara um nao quero.
Cr, portanto, qu'e corresponde aos sen-
limentos de todos aquelles que presam e
apreciam o sys'ema representativo, man-
dando mesa urna emenda para restabe-
lecer a antiga tabella. Compre assim o
dever de representante da naci.
Prescindindo das razes porque n3o pode
votar pela proposta, conclue dizend > que
admilte a idea de circenses ao povo, .mas
depois de so lhe ter dado p3o ; admilte
que se deem cieeenses ao povo, como da-
vam os dictadores romanos a custo dos
despojos do inimgo ; mas converter a ca-
misa do povo em papelo, cooverter as la-
grimas de viuvas sem arrimo, de orphos
desvallidos, em fumo, luminarias e fogue-
tes... nao I (Apoiados. Muito bem !)
O Sr. Baro de Mi'ritiba (ministro da
guerra):A cmara me perdoar se eu n3o
tocar em todos os tpicos de que se com-
poera o discurso do nobre deputado que
acaba de sentar-se. A cmara sabe qoe te-
nho alguma difficuldade *em ouvir bem, e
nao posso mutas vezes colber tudo quanto
se diz em urna discuss3o.
Agradeco ao mesmo nobre deputado a
benevolencia com que me tratou no princi-
pio do seu discurso; assim pudesse eu
tambem conformar-me com o que expenden
no correr delle I
Acostumado, Sr. presidente, desde a mi-
aba mocidade, a render gracas Providen-
cia pelos beneficios que se digna prodigali-
sar-nos, e a ver que essa a pratica geral
dos christaos e especialmente dos catholicos
(apoiados). pensei que,' vindo propor c-
mara a concesso de um crdito, nao para
urna festa de luxo, como entende o nobre
deputado a quem u.e redro, mas para dar
solemnes grabas ao Omnipotente pelo grao-
de beneficio que outhorgou ao Brasil (apoia-
dos), dando-lhe urna victoria decisiva e glo-
riosa sobre o. inimgo, cumpria o dever de
ebristo, e mais anda 8 de brasileiro. *
Como eu pensara, pensaram tambem os
Ilustres collegas que comp5em o gabinete,
quando derara o seu assentiment pro-
posta que tive a honra de trazer a esta au-
gusta cmara.
Ha mais de 40 annos, Sr. presidente, es-
tando fra do mea paiz, ouvi correr suavis-
simamente dos labios de am Ilustrado ora-
dor sagrado as seguiates palavras, que peco
licenca i cmara para repetir nesta occa-
sio, porque ellas me fie rara impressas de
urna maneira indelevel. E' passado este
longo periodo de tempo desde qoe as ouvi,
e ainda parece-me que echoam nos meus
euvidos.
Esse Ilustrado orador sagrado comecoa
o sea discurso da segainte maneira : t Exul-
tar de jubilo pelas ventoras d i estado, vir
por ella* dar gracas ao AUissimo, e am acto
digno do bomem, m lis digno de um chris-
to e e dignissimo de um cidado porta-
guez>. Eu direi: < E' dignissimo de am
cidadSo brasileiro (Apoiados).
Nao sel, pois, como se possa estranhar
qoe o governo, interpretando a vontade na-
cional, procurasse fazer effectivo \ real esse
dever do christSo, esse dever d? todo o
brasileiro.
Em considerares econmicas fuodou o
nobre depatado pela provincia do Cear
grande parte da argumentado que expen-
deu. Vejamos primeiro se essas considera-
res econmicas podem fazer ob iterar os
deveres religiosos e moraes. e se podem
pesar de modo que prejudiquem a alopco
da medida proposta pelo governo.
E' obvio que despezas parcas e modera
das n3o podem offender por maneira algu-
ma as financas do estado : s3o, n3o 2O0:000iJ
que v3o por em-apuros o nosso thesouro,
offender as fontes da prodcelo, ou faz-las
seecar, como pretendeu o nobre depu-
tado.
Nao senhores, um graode pedido a *
povo o que consiste em 200 rs. por cada
cpntribuinte da popularlo que tem o Brasil,
avahada era 10 rnihoes de almas. Parece-
me que para dar gragas ao Omnipotente
pelo grande aeontecimento do termo da
guerra, vale bem a pena um gasto t3o par-
co, um pedido to insignificante. (Apoia-
dos).
Se queris que a populaco do Brasil n3o
contenha ainda o algarismo de que fiz meo-
Cao, reduzi-o tnetade, e ento ainda acha-
ris que o nedido por cada contribuinte se
cifra em 400 rs. dados urna vez.
E isto que o nobre deputado acha urna
despeza estupenda e prejudicial, e at n3o
sei se disse escandalosa I
Partindo de urna base pouco sejura, de
um ponto que me parece nao ser exact >, o
honrado merabro podia chegar s conclu-
ses que tirou ; suppoz S. Exc. que as des-
pezas feitas. nao orn a festa. mas com a
solemnidade para dar gracas ao Altissrao,
eram despezas de luxo.
Neg o principio ; nao posso, portanto,
deixar de repetir que as conseq'ue icias por
S. Exe. tiradas ho de ser por forca vi-
ciosas.
J prove a parcimonia da despeza que
se tem de fazer. Mas nao foi o pedido fei-
to a esta augusta caraira sontente para so-
lemnisar o acta de render gracas ao Omni-
potente pela terminacho da guerra ; ba abi
outro ponto, outro objecto que tambera
deve merecer a altenco do honrado depu.
tado pela provincia do Cear.
A despeza que se tem de fazer nao s
appcavel solemnidade de que iratei, mas
tambem a outrado suffragio por aquelles
que pereceram no campo da batalha e no
territorio do Paraguay, defendendo a digni-
dade e a honra da naejo.
Poder o nobre deputado julgar tambem
que este objecto n3o merece attencSo algu-
ma da parte daquelles qua representara a
naco brasileira? que estes usos religiosos
de todos os paizes cultos devjm ser aqu
obliterados ?
Mas, disse o honrado deputado, como
que queris gastar 200:000-J000, quando
ainda nao eochogastes todas as lagrimas dos
orph3os e viovis qite Acarara daquelles que
falleceram n > Paraguay ?
. Creio que o nobre deputado sabe perfei-
tamente que o governo, de que com tanta
vantagem S. Ec.-faz parte, nunca se esqiie-
ceu de enchugar as lagrimas das viuvas e
orph3os daquelles que pereceram ou pade-
cern! defendendo a causa do imperio.
(Apoiados).
Nao era do nobre deputado qhe esperava
ouvir ama arguicSo de semelliante natu'reza!
Abi esto as paginas do orcamento ebeias
de pensoes concedidas pelo estado s viu-
vas e orphlos daquelles qoe teem perecido
nessa guerra r aquelles que nella se inaiili-*
saram ainda nao deixaram de achar o soc-
corro do estado, para poderera ralhor pas-
sar o resto de seus dias.
Oala tivesse o governo sua disposicSo
meios taes que esses soccorros pudessem
ser maiores; elle os tem entretanto sujeia-
do sempre approvaeao dos representantes
da nac3o, e tem. tido a fortuna de ver ap-
provados os sel/s actos nesta parte; nem
lhe consta que a representaco nacional ache
mesqoinhos os soccorros que teem sido pelo
governo prestados e por e.la approvados.
O honrado deputado convidou-nos a que
dessemos pela terminaco da guerra gracas
ao Todo Poderoso, luz do sol, fra dos
templos.
0 nobre deputado devia aconselhar que
n3o prestassemos o minimo auxilio para o
levantamento dos templos em que se adora
o Deus vivo. Se bastara as luzes do sol e
a das estrellas para podermos orar a'Deus,
ento dspamos todas essas galas do cath*-
licismo, acabemos completamente com todas
essas solemnidades (apoiados), nao votemos
todos os annos no parlamento auxilios e
soccorros para as igrejas e capellas nacio-
naes I
O Sr. F. o.e Mello :Nao baja S. Pedro
em Roma.
O Sr. Ministro da Guerra :Adoremos
a Deus sombra das arvores, dspamos os
templos dessts ornamentos com que o ca-
tolicismo os tem enriquecido em todas as
pocas e com que ainda agora nao de i xa de
os enriquecer.
Eu sei, Sr. presidente, que ha seitas do
christianismo que adoptam essa simplicidade
espartana ; sei que nos primeiros tempos
da igreja com effeito as oraces, as preces
ao AUissimo, eram feitas as cajacumbas.
dos fiis ou em pleno ar, em pleno campo;
mas, como sou catholico e tenbo f viva de
que o toda esta augusta cmara (apoiados),
n3o posso deixar de seguir os estylos do
catbolicismo para que quando se tiver de
dar grabas Providencia seja de ama ma-
oeira digna deila. (Apoiados).
Houve no'discurso do nobre 'deputado
um ponto que eu n3o posso deixar de tomar
na maior consideraco. Quiz o nobre de-
putado fazer ama questo constitucional de
urna mudanca de rubrica (note-se bem), de
ama mudanca de rubrica em uraa das ver-
bas da tabella que eo Uve a bonra de offe-
recer a esta augusta caara ; mas creio que
S. Exc. n3o conseguio mostrar esta incons-
titucionaldade. Pois a substituto, nao da
proposta, mas de urna demonstraco da-
quillo que vicha na proposta, pode ter o
menor ponto de contacto com a constitucio-
oalidade da medida ?
0 Sr. J. de Alkncar :Ea fallei na cu-
riaiidade, e nSo naconstitucionalidade.
O Sr. Moustbo oa. Gmuu :Ea n3o
comprehendi a argomeotacao do nobre de-
putado ; V. Esc. sabe que nio ouco bem
para poder responder aos apartes, e, por-
tanto, pefo de*de j mil desculpas por n3o
tomar em considerac o qne acaba de
4ar-me.
Negon S. Exc. que depois de aposentar-
se a proposta se pudesse alterar, n3o o fon
do da aesma proposta, mas um accidente
insignificante, que na tem alcance nempo
utico, nem de qualquer natureza. Foi ain-
da adante : entende S. Exc. que o governo
o3o podia declarar que S. M. o Imperador
nao consenta qne a sua estatua fosse col-
locada sobre o monumento que se construa
no campo da Acclamaco !
Aquillo, senhores, que n3o se nega a
nenhum partmular, a mudanca de urna de-
corac3o, ser, porventura de tanto alcance,
que o nobre deputado o arga de urna fe-
rda constituic3o, de urna violado do sys-
tema parlamentar, de orna imposic3o da co-
ra ao ministerio ? Em que' se acha, onde
existe esta imposifSo ? Eu desejava que o
nobre deputado a fizesse bem clara.
O acto que foi expressado na 1* tabella
quanto a este assum.)tofoi levado presen-
ca de S. M. o Imperador, mas nessa occa-
si3o outros trabalhos intervieram e nSo de-
rara lugar a que esse acto fosse litio por S
M. Eu me exprimo melhor : quando Igvei
approvac3o de S. M. a tabella que depois
foi ^Iterada, consignava esta tabella aquillo
que nella estava expressp e a qne eo nao
linha dado importancia; n3o ped a S. M.
que a lesse na occas3o, e S. M. approvan-
do qne o governo pedisse o crdito, passoo
naquella occasio a tabella sera a ler. De-
pois, vendo no Jornal como esta verba S'
acha va expressada, escreveu me declarando
que nfo desejava, que n5o era do seu agra-
do que frgnrasse por maneira alguma a es-
tatua a que me tenho referido.
Em cooseqnencia nada mais natural do
que acceder a um desejo de tanta modestia
como era esse. Eu mesmo nao tinha feito
grande reparo; quando o desenho me foi
apresentado, li perfunctoriaraente esta parte
da exposic), e nao dei, como disse. quasi
nenhuma importancia a ser ou n3o collocada
a estatua, facto que interessava mais parti-
cularmente augusta personagem, que sem
duvida nenhuma linha o direito de dizer
que nao consenta que a sua estatua figu
rasse all.
E>ta a verdade do que se passou. Se
ha ahi qualquer motivo para exprobraco a
quem quer que seja, creio que s pode te-
lo quem possuir os raais excessivos escr-
pulos. Nao houve, pois, senhores, imposi
C3o da cor nem ao governo e nem ao mi-
nistro da guerra, que fez a declaraco offe-
recida consideraco da cmara.
Mas o honrado mmbro pergnnton se
este consentimento se referia acamara ou
se referia-se a o ministerio. E' b?m visto
que nao se referia, nem ao ministerio nem
cmara ; referia-se soraente ao encarrega-
do do trabalho para a collocaco dessa esta-
tua. Quando muito podia referir-se somen-
te ao ministro da guerra, e o ministro da
guerra entendeu que nao poda nem dev.a
contrariar um desejo lio legitimo.
O honrado membro nao approva qoe o
governo tivesse j dado principio, antes de
pedir o crdito, s obras necessarias para
celebraco das solemnidades de que trata a
proposta.
Nio ha dnvida, senhores, de que com
effeito assim succedeu ; mas. to convenci-
do estava eu e estava o-governo de que era
sua restricta obrigac3o\ de que era seu de-
ver dirigir, em nome da naco, todos os
seus votos de reconhecimento ao AUissimo
(apoiados), por um aeontecimento que se
nao repele duas vezes em urna serie de an-
nos, tdvez de seculos % 13o convencido es
tava dessa obrigaco, qe n3o duvidei fazer
as primeiras despezas, vindo depois pedir
cmara a necessaria aiHorisaco para pa-
ga-las.
Se- o governo nao qoizesse prestar esta
homenagem de respeito ao systema consti-
tucional, teria feito orno outros teem em
algumas occasies praticado. (Apoiados).
Era possivel que o governo fizesse todas
estas despezas, sem. ter necessidade de vir
cmara pedir esta autbrisaco (apoiados);
era possivel, porque taes despezas podiam
ser consideradas como eventuaes, e por essa
verba poderia gasiar-se essa modesta quan-
tia qoe faz objecto da proposta.
Mas n5o ; o governo quiz dar mais um
testemunho do respeito que consagra ao
voto .da representaco nacional ; e veio
francamente dizer que, na obrigaco em
que estava, pedia o concurso dos dignos
representantes da n x;o para satisfaz-la.
E' na verdade um bil de indemnidade,
at certo ponto, que o governo pede nessa
proposta ; mas, no meu entender, se ba al-
gum assumptof que possa merecer este bil,
como com effeito ba, nao lhe muito some-
nos o motivo pelo qual se fez esta pro-
posta.
Sr. presidente, pode ser que eu n3o tenha
podido tocar em todos, os tpicos do dis-
curso 'do nobre deputado pela provincia do
Cear : quando comecei a fallar preveni lo-
go que nao tinha ouvido bem toda a argu-
mentaco, guiei-me por notas. n3o feitas por
raim, mas que devo obsequiosidade de
um amigo.
Besumirei os motivos que pesaram sobre
o nimo do governo para resolver este acto
de gracas humildes a Divina Providencia
pela gloriosa terminaco da guerra, a de
saffragios pelos que nella pereceram. Conr
sistem elles principalmente em que dever
de um povo christSo e catholico agradecer
Providencia, da maneira a mais publica
e solemne, o beneficio que delta recebe.
(Apoiados.) Nao podra ser maior, nao creio
que possa have-lo mais importante do que
aquello a que se refere a proposta*
N3o leve lugar desde logo esta solemni-
dade, porque o governo esperava a reunio
dos representantes da naco para qoe ti-
vessem parte na satisfaco deste dever dos
Brasileiros; guardou-a para tempo era que
todos podessem ser presentes a essa man-
festaco ; guardou-a ainda para quando lbe
pareca que podesse ter lugar a assignatn-
ra, quando nao do tratado definitivo de' paz,
ao menos dos preliminares desse tratado.
Felizmente posso annonciar casa que as
noticias trazidas pelo ultimo vapor sao de
que esses preliminares de tratados de paz,
em conformidade com tratado da trplice al-
lianca, estavam para aer assignados ; o pro-
tocolo se achava lavrado; era, pois, occa-
sio de se declarar qoe a guerra estava
completamente terminada.
N5o o podia fazer o governo antes dessa
poca, nem o fez quando. outras manifesta-
c5es populares tiveram logar, porque essas
manifestacoes nao eram dirigidas somente
terminaco da guerra, nem 4 accJo de
gracas ao Todo Poderosa por este feliz
aeontecimento: misturavam-se ellas com
as ovaces que se davam .eos benemritos
g3neraesqae tinbam era tanta gloria con-
orrido para a ferinaeao da goerra. Nao
pareceu ento qoe se devia com essas ma-
Qifestac5es confundir o acto, qoe estava abi-
to superior a todas ellas, esse acto de gr-
cil solemnes de toda a afio ao Ente Su-
premo, qie nos tinha concedido a paz.
Slo estas as razSes que tive para apresen-
tar a proposta em discussSo; se porventura
a cmara entender que estas razes nSo tm
cabimento, vote como lhe parecer, rejeite^
.proposta. Estou prompto para soffrer as
consequencias. N3o desejo que os meus
amigos.sacrifiquem as suas consciencias ap-
provando um arbitrio que n3o Ibes parece
da accordo com ellas. Se a cmara enten-
der que deve condemoar o governo e mais
especialmente o menor de seus membros
(moitos n3o apoiados), faca-o, hei de receber
com todo o respeito a soa decis3o; hei de
toma-la como urna expresso da sua inde-
pendencia, que eu reconheco ; e depois...
resignar-me-hei s consequencias do meu
acto.
Vozes :Muito bem muito bem !
O Sn. Presidente: Acha-se sobre a
mesa urna emenda do Sr. depotado Alen-
car. Diz ella:
Restabeleca-se a tabella como foi pri-
meiramente apresentada pelo governo, na oc-
siao em que leu a proposta,
Nao sei como possa considerar esta emen-
da, visto que o art go nico da proposta
que se acha em discussao, e elle nao trata
de tabella alguma. Dix esse artigo:
E' aberto ao governo um crdito ex-
traordinario de 200:O0O-> para as despezas
com um solemne Te-Dettm em acclo de gra-
Cas ao Todo Poderoso pela terminaco da
guerra do Paraguay, e das exiqnias qoe se-
ro depois celebradas em suffragio dos
que falleceram na mesma guerra, defenden-
do a bonra e dignidade nacional. Sao re-
vocadas as disposices em contrario. >
Portanto, nao sei como admittir oaa
emenda que diz respeito a urna tabella d>
que nao faz menea o a parte deliberativa da
pro posta.
As tabellas que vm com algumas pro-
postas, como a presente, sao meras demoos-
traces ou documentos para conhecimento
do corpo legislativo. (Apoiados.) Assim.
as duas tabellas que estao sobre a mesa
bem como o cilicio do Sr. ministro da guer-
ra, a que alludio o honrado merabro, ho
de ser opportunamente enviadas ao senado
c(m a resoloco que a cmara adoptar, por
ser este o estylo.
Se o nobre deputado redigisse a sua emen-
da pdr outra forma, eu n3o teria duvida de
aibniMi-la como emenda parte deliberati-
va da proposta em discuss3o; mas do modo
por que est redigida nao julgo admissi-
vel.
O Sr. J. de Ale.ncar ainda faz- algumas
consideraces. '
O Sr. Presidbnte :Permita o nobre
deputado que eu me afaste de sua opi -
nio.
Quando as tabellas sao mencionadas na
parte deliberativa de qualquer proposta, di-
zendo-se, por exemplo, emalgnm dos seus
artigos fica aberto nm crdito, segundo a
tabella A ou B essa tabella faz parte da
lei, e remettida com as asignaturas da
mesa'desta cmara ao senado, o qual op-
portunamente a enva pela mesma forma,
acompanbando o,decreto ou resoluco, qoe
submettido sancro imperial.
Sancciouada a lei ou resoloco, faz-se a
soa publieaco conjunctamente com a tabel-
la ou tabellas naque-lias mencionadas, que
ueste caso s3o assignadas pelo respectivo
seeretario de estado, como se venasnossas
ccleccoes de leis. N3o acontece assim com
as tabellas que acompanham os orcamentn<;
;:nnuaes da receita e despeza do imperio,
pois n3o passam de demonstraces para es-
ilarecimento do corpo legislativo.
Como j disse. nao tenbo duvida em acei-
tar a emenda se o nobre deputado a redi-
mir por forma-que possa incluir-se a mate-
ria delta ao artigo nico da proposta. De
outra materia nao m possivel admittir a
emenda, submettendo-a ao apoiamenfeo da
casa para ser discutida conjuntamente com
o artigo era diseusso.
O SR. TEIXEIRA JNIOR declara que
0 projecto em discussao nao pode ser con-
siderado urna autorisaco, pois que as obras
a que se refere j forara nao s resolvidas
e contratadas, como at j se estao execu-
laodo, e em poucos dias sero terminadas.
Entende, pois que o projecto importa um W
de indemnidade ao governo por haver de-
liberado tal despeza sem a necessaria e in-
di spensavel autorisaco do poder legisla-
tivo.
A despeza est quasi toda feita em virtu-
de de am contracto solemne, a cujo cum-
prmnto estobrigado o governo imperial,
o portanto trata-se agora ne habilitar o go-
verno a satisfazer o seu compromiso. En.
<]ue posico ficaria o governo se lbe fbssem
negados os-recursos neeewarios para tal
despeza ?
Deplora que a autorisaco nao fosse pe-
dida antes de mandar-se proceder s obras
contratadas, porque em tal caso nao dara
." sua approvaro para urna despeza de luxo,
quando a me.a j est sobrecarregada de im-
postos, e. quando muita! necessidades po-
lticas esperam urgente satisfacaos i .
Nesse caso, ira muito mais longef-40
seus escrpulos do que foi o nob^e? deptt-
Udo pelo Cear, pois S Exc. se limltoo a
perguntar se j estavo enxutas as lagrimae
dos orphos e viuvas das victimas da guerra
O orador d.a que, ainda quando j esti-
vesse satisfeite esse sagrado compromieso
de boura e de gratdo nacional, ainda assim
haverra a satisfazer mutas despezas argen-
tes. Cita, para exemplo, a necessidade de
abastecer de agua potavel Ja capital do Im-
perio, cujos contribuintes pago. 3&J0OO
annualmenle por cada pena de agua sem a
tarem. Pondera que a cidade do Rio de Ja-
neiro, capital de um grande Imperio, offere-
te ha longos annos o triste espectculo de
soffrer essa necessidade, estando alias cer-
cada de grandes tnananciaes de agua, sem
que tenbo s:do convenientemente aprovet-
tados.
Diz que, assim como es9a necessidade,
muitas outras pxistem em todo o I nperio ;
pqr isso.repele que seria mais exigente de
que o orador que inicieu a discussao se
infeliamente a despeza de que se trata j
uo fosse um facto consammadb.
fContmuaT'H-ha).



WP. DIARiODO -JADUftfi f ?AXl
^


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