Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12130


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Full Text
AUNO XLVI. NUMERO 124.
PABA A CAPITAL E LUSABIS OIDE IAO SE PAGA POBTE.
Por tres tnezes adiaotados
Vor seis, ditos idem
Por nm aono idem.. .
Oda mamero avulso .
WOOO
{OOO
S40OG
320
SEXTA FEIRA 3 DE JUNHO DE 1870.
PAEA DEITBO E fORA DA PROVHCIA.
Por tres, roezes adiaotados
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por um aono idem
*
W750
13*500
20*250
27*000
DIARIO DE PEMAMBUCO

Propriedade de Manoel Figrieira de Faria & Filhos.
BAO ACENTOS:
Os Sra. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gonfalves Pinto, no Maranhao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, noAracaty ; Jo*> Maria Julio Chaves, no Ass* ; Antonio Marqnes da Silva, do Natal; Jos Jttatino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belamioodos Santos Balcao, em Santo Anta; Domingos Jos da Cesta Braga,
em Naiareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PAKPBOrnCIAL.
Governo l:i provincia.
DESPACHO DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 30
DE MAIO 1>K 1870.
Capiio Antonio de Si Leilio. Km qaanto e
-'pplicanle nao for inspeccionado nos termos do
d.-creto n. 3i% de 8 oVJulbodc 1863, nao pode tor
-lagar o que requer.
Abaixo assignados, proprietarios e moradores
na povoacio do -Caxang.Ao Sr. engenheiro che-
fe da reparticio das obras publicas para informar,
presentando logo o orcamento.
8aro do Livramento.Pode o sapplicante rec-
correr aos meios competentes para haver a in-
demnisacio que se juina rom direito.
Dr. Caetano Estellita'Cavalcanto Pessna.Diri-
ja se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Catharina Leopoldina de Castro Aranjo Ramos
Ao Se. conselheiro director geral interino Ua
instruccao publica, para satisfazer a exigencia 4a
thesouraria e informar o qne se Ihe otfereceu.
Francisco os Alves de Albuquerque.Conce-
da.se a liceuca requerida nos termos da le ci-
tada.
Jos Jfemeterio Maciel da Silva.A' vista
das flfurmacoes conceda-se a licenea requerida.
Jos do Carino da Costa.Informo o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Joanna Cezar de Santa Isabel.Dirjase ao ins-
pector da thesouraria provincial.
Repartlcito da polica.
t seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
eo, 25 de maio de 1870.
N. 817.Illm. e Exm Sr.Levo ao conheei-'
ment de V. Exc. que, segando consta das parti-
cipaeoes recebidas hoja nesta repartirlo, foram
tiottem recolhidos i casa de detenco, os seguin-
les individuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Isi-
doro, escravo do Dr. Silvino Cavalcante, como ini
ciado era crioie de ferimenio.
Em offlriode .')! de maio ultimo, communicon-
rae o subdelegado da Boa-vista, que pronunciara
a Joio Manoel Fernandes, como ocurso as penas
do art. S69 do cdigo criminal, combinado com o
art. 34 do mesrao cdigo, e que despronunciara a
Vicencia Mara Vieira.
Deus guarde V. ExcIllm. Exm. Sr. des-
erabargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
viee-pre dente da provincia. O chefe de po-
icia, miz Antonio Fernandes Pinkeiro.
PEMAMBUCO.
ASSEHBLEA PB0VIMCIA1.
SESSAO ORDINARIA BM 18 DE MAK).
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUAR.
(Continua So)
0 Sn. Gusmao Libo,Sr. presidente: Taes pro-
poreoes se quiz dar este debate, que nao posso
desobrigar-me de voltar tribuna. Chamam-me
este posto conviccoos profundas, a lealdade com
que prezo serv-las, impulsos enrgicos do espiri -
lo que a minha palavra nao se habitan anda
a ser inditerente. Sinto que podem vencer-me as
difflculdades do assumpto complexo, variadissirao,
Ja discussao (nao apoiados); mas fortalece-me a
arenca de que urna ilustre ciusa que me po-
nrio dedicadamente servico. Esta causa, seoho-
res, a cansa de um grande partido, rico de tra-
dcgoes, opulentado de servicos ao paz, que sou-
be responder em todos os lempos cora urna imper-
turbavel serenidade aos impetos esvairados do es-
pirito de d'visio; que prmou sempre pela hbroo-
genidede de suas crencas,.por urna bem entendida
conceutraraO de suas forjas, e sombra de cujos
principios sao possiveis todas as liberdades, todas
as garantas do cidadi >, de par com todos os oro
gressos e todos os nobres moviraentos. (Muito
boir.).
E' tambera esta grande causa que julgam ser-
vir os honrados deputados que abriram e susten-
.; este debate, aneando conta da direceao que
levara os negocios polticos graves erros de que se
i rivam a desharmonia devjstas.a profunda divisao
n is cspirtos, o cheque de interessi's que se con-
tradizem, e como ultima e rematad* consequen-
oia o descalabro que, ao ver de alguns, a feicio
caracterstica di organisacao do partido a que pre-
3nnunciara por este modo urna provavel e prxi-
ma dissolucao.
O Sn. Pedro Affoxso :Com vista ao Sr. Fi-
gueira.
O Sr. F. de Figukira :Devolvo-lhe a vista.
O Sr. Gusmao Lobo :Sinto, Sr. prosidente,
3uanto a discussao exigente; ella tem difflcul-
ades que nao desfarco e pelas quaes eu desejara
muito poder pasar, lio de leve e cauteloso, qne
nao offendesse a nenhum dos inleresses, que esli
m accio. Quando digo inleresses, subentende-
se que os respeto todos por omito legtimos;
nenhum interesse menos confessavel poda vir to-
mar parte n'este debate. Ninguem quererla n'es-
te recinto, posso asjegura-lo, que' a discussao
descesse da altura em que por amor de todos, e
mais que tudo por amor dos principios, deve ser
raantida. (Apoiados).
O distincto membro da cammisslo de forra po-
licial, que dignouse compartir comigo a respon-
sabilidada das deas do projecto, permittir-me-ha
que volte assumptos que a sua palavra conven-
cida deixou tae hbilmente explorados. Devo por
ralnha parte, e de minha propra conta, entender-
me d'aqui com os honrados raorabros que veram
de novo tribuna ; eu os tinha convidado que
descessem da abstra?ao para os factos, e urna vez
que os lactos coraecam a ser trazidos para a dis-
cussao, pertinente subraette-los a uraa aprecia-
do calma, reflectida, desapaixonada. Os factos
tem a sua lgica ; uraa lgica muita vez esma-
gadra que todos nos devenios resignar.
(Trocara-se apartes).
Sn. Gusmao Lobo :E' n'este terreno, talvez
um pouco estreito, que eu desejara ver a discus-
sao reposta. Isto nao anwsquinbar o debate;
a dominio da abstraccao tem perigos e inconve-
nientes ; os factos tem uraa linguagem directa,
sincera, decisiva. Os nobres deputados sao de
nojsas ideas; esto cora ellas; sustenta m e de-
fanlem a adminstralo ; dao-lhes for^a susten
tara e defendera a situacao ; nao permitiera que se
eotreveja una s reserva em sua dedicacao s
ideas do grande partido i que se desvanecen) de
pertencer. Nao sao por outro lado o* desgostos
pessoaes que os aniraum ; seria injusto attribuir
a este movel de aegao a attitude que tomaran),
(rendes resoluc^es; grandes motivos. Quaes sao
E' a pergunu que se pode arada fazer aos no-
bres dtipulados, e cujo alcance nao sei se posso
dizer que elles tem evitado. Venham os factos ;
tem sido esta a minha insistencia, a insistencia da
granda maiara d'estt o*a.
Um 8r. Deputado : Mas aqui nao b> maioria.
O 8a. Gusmao Lobo :Entendo. Nao lia maioria
porque nao ha mesmo una minora. Os nobres
deputado que, para designar com nm nome, cha*
marei agora amigos livres, nao tara na pansa-
meato commum. Nao se encontram em suas
ideas senao para aparur-se logo, uns dos outros,
por vista inconeiliave; reapeaenu-se cada un
a si mesmo; trac cada va ao debate a sua diree-
-ao, o seo nodo de var quet5as, o seo rn^o
de resolver as difflculdades. Comecara. amigos
livres e independenles de todo lago de unilo, por
nio se entender si mesmos. (Apoiados).
Aceito, mas aceito n'estes termos, o amigavel
aviso que veio de urna d'estas cadeiras. Nao ha
aqu maioria ; isto quer dizer qne nao ha minora;
ha voies em desaccordo, yn nm desaccordo in-
definido (nao apoiados).
Nem por ouiro motivo tem sido a discussao dos-
vairada de um caminho largo e regular. E' este
o mais serio embanco com que sinto lutar, cim
que todos temos lutado. Agora como em princi-
pio da debate, a discus. 20 pode dar lugar este
fulminante inlerrogapo:) que queris ?
Um Sr. Deputado :Temlo dito em muita
franqueza ; nao possivel mais.
O Sr. Gusmao Lobo :Quaes tem sido os factos
trazidos discussao para dar documento do esta-
do de desorganisacao e quebrantamento poltico
que os nobres depntados chamam com uraa palavra
que parece chamada fazer o sen lempo ?
Um Sr. Deputado :O descalabro ?
O Sr. Deputado :Ha palavras que fazem for-
tuna ; o uti possidetis fez urna escola ; fez nm
partido. Nao preannuncio a mesma sorte a nova
palavra, que o men honrado amig acabo de dizer,
a que eslou caneado deouWr aqui (hilaridad?).
Eu deplorava, Sr. presidente, a ausencia de fac-
tos porque antes de tudo, sobre os factos que a
discussao deve repoosar. Venham elles; e pos
tos a luz de urna apreciacao discrecta, examinados
em suas canos e emoseus effeitos, verse ha mili-
to claro que preciso nao attribuir direceao dos
negocios polticos o que nao senao muito expli-
ca ve| -pela ordem natural das cousas.
Quaes sao os symptoraas do nosso estado de des-
organisacao E' esta a minha invariavel inter-
rogarlo. E' a interragscao que vtu levar aos
tantos discursos que temos ouvido e que se con-
duzem, verdadeira grito de alarma, a denunciar
urna de$hariaonia que nio existe e cuja prova nao
se pode pedir senao i factos isolados, sera alcance,
de nenhum merecmento.
A impressao que nos deixou o brilhante discur-
so do honrado deputado pelo 2 distrcto, que pri-
Rieira vez oceupou a tribuna nesta debate, oblga-
me ir desde j ao seu encontr. Nao rae demo-
ro em acceitar a qnestao nos termos em que elle
a quiz collocar ; dou cora isto prova da lealdade
que tenho guardado e desejo guardar na discui-
sao.
Estendendo vistas para o largo assumpto da po
litka geral, o nobre.deputado invocou alguns fac-
tos em justifleacao de suas apprehensdes. Elle v
a desharmonla vinda de cima, das alturas do po-
der, como a causa por excedencia da desharraonia
que vai as provincias. Elle conclue depois de urna
rpida apreciacao com o Ihema que se poz frente
darta discussao : a desorganisacao poltica.Era
esta a eonclosao invariavel, systematica, que con-
vinlia chegar; e o nobre diputado chegou esta
concluso que estava muito posta, preconcebida
era sea espirito.
A recomposico do gabinete de 16 de juiho ;
a nio escoma de um dos ministros demissionarios
para urna das cadeiras vagas no senado ;a ma-
ginosa discordia que lavra era varias provincias;
taes foram as tres ordens de ideas de que o no-
bre deputado extr-.liio razoes para o desalent com
que v a marcha dos negocios polticos.
Por menos que estes fastos devam eatlf sob e
deminio e apreciacao de urna assembla de pro-
vincia que lera um circulo limitado de attnbuicoes.
sinto que nao devo passar em silencio por sobre
estes graves pontos de discussao.
Aprofundar o sentido dos factos, entender a sua
linguagem : urna alta philosophia. Os factos
tem muita vez urna linguagem duvidesa, muita*
mais urna sgnificaco apparente e comprometi
dora. E' preciso nao os tomar pela apparencia.
Teve o nobre depulalo a fortuna de nao ser victi-
ma desta illusao ? Nio o posdo felicitar por este
triumpho; esta franqueza rae deve ser desculpada.
As recomposicoes ministeriaes forara os tojjos os
lempos do rgimen parlamentar ; a nossa historia
poltica est cheia des-as modilicagoes que caucas
de diversa nalureza podem motivar sem quebran-
tamento da unidade de vistas que um gabinete de-
ve representar. Estas modillcacoes nao traduzem
fraqueza como em regra nao traduzem deshar-
raonia ; ellas podem ter motivos personahssimo-,
pequeas desintelligencias no modo pratco de con-
duzir e resolver um certo negocio, sem que altes-
tem a divergencia de vistas em que repousa a uni-
dade poltica (Apoiados). Nao entregamos o va-
lor dos factos ; por mais altas que sejam as indi-
vidualidades, por mais sigmficacao que ellas pos-
sam t t na ordem poltica e social, preciso qne
os seus actos sejam sugeitados um exame tao
severo como escrupuloso. Desprezemos dos fa;tos
o que elles podem ter de individual; a paixo
como o erro sao 3 partilha da humanidade.
Em que a reorganisacao do gabinete pode a fi-
gurar se como prova de desharmonia as vistas
do goveroo ? O nobre conselheiro J. de Alencar,
um nome que as lettras patrias fe'stejam e a quem
a ordem poltica deve servicos eminentsimos,
merece muito os nossos respeitos (apoiados) para
que possam ser attnbuidos sua separajo moti-
vos pouco confessaveis. Elle os annunciou da im-
prensa ; elle os dircomprdaraente do alto da tri-
buna parlamentar. Elle nao evitar a grrade res-
ponsabilidade que tomou perante o paiz (muito
bem; muito bem).
Mas, em quanto nao se faz a luz nesta questao,
julguemos desapaixonadamente do fado. Elle nao
revela desharmonia no pensaraento dominante do
gabinete, as vistas profundas que imprimem direc-
gao marcha dos negocios.
A demissao que obteve o honrado ex-ministro
do lugar eminente que oceupava nos conselhos da
cora, pode ter motivos muito altamente confes
saveis, motivos muito graves, mas podem ssr mo-
tivos pessoaes e nao de ordem poltica. Alera de
que, a julgar entre o gabinete e os nobres ex-mi-
ntetro*, a balanca poltica nao pode pender por es-
tes, desde que o gabinete, recompoado-se sem dif
nfhliade, se ostenta robusto, cheio de vida, tran-
quillo a imperturbavel. (Apoiados).
Caracteres eminentes como os que compdem o
ministerio de 16 de julho, nao supportariam a res-
ponsabilidade do poder desde que se sentissem em
desharmonia irroconciliavel de vistas polticas.
Elles sabem e sentera muito que o poder se deve
antes de tudo sociedade, com) a encarnactf de
principios. Os homens A 16 de julho nio podem,
nio devem, nio querem viver de expedientes (mui-
to bem). Elles sentem-se grandes responsaveis de
urna situacao em que o paiz depositou a sua mais
plena eonuanca.
Um Sr. DtPUTaDo :O Sr. conselheiro Jos de
Alencar nm carcter muito distincto.
O Sr. Gusmao Lobo :O facto da nio escolha do
nobre conselheiro sobre a lista sxtupla da pro-
vincia do Cear, nio da ordem daqueles qna po
dam ser sugeitados discussao. Foi era nome- d
san amor a constitu ci que o partido- eoasetw .
dor foi chamado ao poder; fol no momeBa' ,m
que o gabinete de 3 de agosto attentoo. coa* 0
livre exercicio da urna alta prerogativa da f 0'ro,
no momento em que uraa elevada precf aalva
constadonal fol posta m, embarazo, qiw> *onla.
de irresponsaveWo ohefe da nacjb otikf >n,a ap.
paliar para a eaeeU poiidw_que tem^aa onguta-
fio o seu programma (apoiados). Be M 0 gabi
neta de 16 de julho renegar a soa,ocif ,m renrar
o en paaaado, a sua procedencia pe* 'renegar-
se i s^ mesmo, para influir nos.a>- jS ovos qae
dMetmiorem a corta na aMoihf ? d senadores pelo
Wv Nio o poda fwr;, QsV j-0 aevia faier. q
gabinete houvera trahido a sua missao si, neste
melindroso assumpto, esquecesse os seus principios
de hontem, os lodos os tempos. A escolha da
corda; e os actos da corda nao se discutara (apoia-
dos). A llccao constitucional da irresponsabilida-
de de uraa vontada nao s uraa belleza ; um
fecundo principio de ordem e de estabilidade.
E' por estes principios, a sombra dos quaes o no-
bre conselheiro a ex-ministro tomon'o poder em
16 de julho, que toda discussao impossivel pe-
rante a escolha senatorial. O nobre .parlamentar,
e distincto litterato, usa na imprensa de um gran-
de direito; invoca, e pode fazel-o com orgnlho, os
I mgos. servicos, que Ihe deve 1 causa constitucio-
nal, o direito com que se julgava urna cadeira
no senado ; mas nao deve ser elle o priraeiro a
discutir a escolha.
Um Sr. Deputado : Nem eHe a dissnto.
O Sr Gitsmao Lobo :Ninguem que prezea ver-
dade do nosso systema, poder em boa razio dis-
culil-a. O nobre conselheiro tem ideas muito ad-
antidas sobre as boas praticas do nossa rgimen
para erigir em doutrina o pnneipio de qne a nao
escolha importa desconsideracao. Quantas diffl-
culdades proviriam dahi para o exercicio desta
alta prerogativa ?
A escolha um acto ntimo. Ninguem tent o
direilo de pedir urna vontade rresponsavel os
motivos que a delerminaram.
Nesla grave questao, senhore, pde-se oppr o
parlamentar de hoje ao ministro de hontem iraui-
10 bem). O nobre ex-ministro tomou o poder
16 de julho em nome de-te mesmo principio de que
boje sa julga victima (apoiados).
V por aqu o honrado depuiado pelo 5 distrc-
to que estes factos nao sio de nalureza autorisar
urna censura marcha desassora orada do gabi-
nete.
O qne se observa as varias provincias, que
o nobre deputado se referi tao de passagem, nada
tem de anmalo e extraordinario. Nem eu sai a
razio pela qnal o nobre representante do 1* di;-'
trelo quiz smente referir-se algumas provincias
do imperio, quan lo por este systema de afflrmacio
solemne, e sob palavra, o nobre deputado poderia
dar proporgdes ao seu quadro.
Detenhamo-Hos um momento diante desta afflr-
macio. Quaes sao ainda os factos? Sempre esta
interrogacio, e sempre a Inlerrogario sera res-
posta I
O Sr. Barros Reg :No Maranhio fundon-se
um jornal era opposicao. dirigido por pessoas no-
taveis do partido conservador.
O Sr. Gusmao Lobo :Que, no Maranhio se te
nha levantado urna imprensa para combater a
marcha da administrarlo em nomo dos principios
conservadores, isto seguramente um fatto des-
agradavel mas que, por si s e isolado, nio tem o
alcance que Ihe quer emprestar o Honrado depu-
do. Nos nio conheceraos, eu pelo menos nio
conheco, como se dirige o partido constitucional
daquefla importante provincia para dar ea negar
o meu voto aos reclamos dessa imprensa opposi*
cionista. Ella pode insplrar-se em motivos de in-
teresse publico coio pode inspirar-se em motivos
pessoaes. O que sei, a vem de molde afflrmar,
que o gabinete delegou para aquella provincia
como seu representante um nobre e elevado ca-
rcter, que pagou eam a vida o sacrificio que se
impoz.
Um 6n. Deputado :Falla-se at em urna carta
do ministro do imperio, era que desapprova a mar-
cha da administracio.
O Sn. Gusmao Lobo :E' ou pde'ser nm boato
sem valer. Creio tanto que o nobre ministro do
imperio nao se servira deste meio para desappro-
var uraa administracio, corao que o Ilustre admi-
nistrador nio continuara, desde que a recebesse,
em um posto de conianca. E' em todo caso urna
intimdade que nao se pode devassar.
O que se vio no Rio-Grande do Norte, em que
causas especiaes, que todos conhecera um pou-
co.....
O Sr. Barros Rkgo :Bem : e na Bshia ?
O Sr. Gusmao Lobo :Estimo que o nobre depu-
do nao me tenha permittdo completar o pensamen-
to. Evit.t-me demonstrar que o gabinete nio poda
fazer senio o que fez.
Quanto ao que se passa na Baha, o que sei
que o bario de S. I. mre ie>, altamente respeitado
pela sua illustrarao proverbial, rene todos os
predicados de um bora administrador. Na ausen-
cia de factos, que o noDre deputado nio invocou
para mostrar que naquel la heroica provincia reina
desharmonia no seio do partido, limilome pro-
testar contra o systhema de afflrmacoes so-
lemnes.
Um Sr. Deputado :0 nobre deputado nao quer
ver.
O Sn. Gusmao Lobo (depois de urna pequea
p^usa era que sefirocam apartes):Verifica-so
na poltica, Sr. presidente, o que se di era todas
as cousas humanas. Eu so conheco o dogma que
nao tenha mutacoes; mas "porque o dogma divi-
no ou nio dogma. Os part los nao sao corpos
arregimentados pela obediencia passiva (apoia-
dos) ; em muitos pontos as opinies podem divi-
dir-se sera quebra da harmona poltica.
E porque nao fallar aqu dessa enfermdade de
todos os partidos, dessa importuna bagagem dos
desgostos pessoaes que tanta vez intorpecem pele-
seu pezo a marcha das ideas f E' o mal de todos
os partidos, e muito principalmente do partido que
tem o poder. Quem nos diz que desgostos mcon-
fessaveis nao andam por muito nessa desharraonia
que o nobre deputado encarece ''
Ainda bem que o nobre deputado'fez-nos a jas-
tica de reconhecer que os negocios em Pernambu-
co vio melhor conduzidos.
O.Sn. Pedro Affoxso:Nio o reeoobeco eu.
(Troeam-se muitos apartes).
O Sr. Gusmao Lobo :Sio es lloarados depntados
que entre si se contredizera.
O Sr. Pedro Affonso :Isto prava a desharmonia
geral.
O Sr. Henriquk Mamede :E* a prova de que
somos livres.
O Sr. Gusmao. Lobo :To livres que eomecam
por nio se entender '. E' plantar a desharmonia
para v-la crescer e germinar. (Apoiados).
Voz es : ENa exista.
0 Sr. Gvsma>, lobo -.Nio poda o nobre depu-
tado do i dist- ,-jto deixar de referir-se ao que elle
charaoa diw gencias profundas na poltica da pro
vincia. Air kfa um vez, quaes sao estas divergen
ciast A* qae causas podem ser atlribudas ? -
S** ">r lito que ha ah desgouos; devem ha-
v-loa; ggi ma,to que ha ah pretenc^ies coatraria-
'J*9'- pirarnos trementes, irreconciliaveis cora o
de9a# reco a que se julgam votadas. Sei mais. Si
jPjg onle e sempre que houver um governo, um
ca' ;e de gracas, empregos remunerado?, ser ira
V aticavel evitar desgostos. (Apoiados).
Eu veria, sira, um pergo nos profundos antago-
nismos, na divisao des espiritos, na diversidade das
eonviccoes poltica?. Mas nada diste existe. O
que existe, tranquillse-se o nobre deputado, da
ordem natural das eousas.
(Ouve-se um aparte).
O Sb. Gusmao Lobo: Se os nobres depntados
inscriptos contra 0 projecto.tem outros motivos que
os determinem uraa opposicao, peco-lhes mui-
to que proeurem de sua parte imprimir urna eer-
ta ordem i discussao. Ella nio pode continuar
por verdeiros lugares -comrauns. Formnlem a
suas queixas; eomblnem-se e pensem de accor-
do. Fixem os principios que Ihes devem servir de
laco de umio.
(Trocara-se apartes).
0 Sr. GosmXo Lobo :Os nobres depu'ados. o
raecam por nio se enieoder deuam flcaj no vaoao
a dlseujsio. Nio ha nada de mais embarazoso do
que responder-lhes um lempo.
(Trocam-se apartes).
0 Sr. Barros Reoo :A questao nao de prin-
cipios.
O Sr. Gusmao Lobo :Pois ergue-se' o debate
at a altura em que o collocaram, e nio dtecutem
nriocipios r
6 Sr. Barros Reg d um aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :=Volto-me para o nobre
deputado pelo 3o lislricto qua toma lugar no es-
tremo desta bancada.
(O orador lixa a vista no Sr. Henrique Ma-
mede)
O Sr. Gusmao Lobo :O nobre deputado, trazido
i tribuna pela intencao declarada de explicar um
aparte com que. de caso pensado ou impensado,
interviera na discussao, comecon por dizer-se
novel para, d'ahi pouco, trazer-nos licSes e avi-
sos de experiencia. Aligurou-se-me ao ouvMo
que urna alna de velho, gasta e quebrada por
profundas contrariedades, tinha vindo tomar o
ugar da alma ardente de um jovea, quem o
futuro, parece sorrr.
Um Sr. Deputado :Moco-velho.
O Sn. Gr-\i\o Lobo:Nio amo dos mocos-ve-
Ihos senao aquelles qne tomam da velhlce a e*pe-
riencia, a discricae e a prudencia; o nobre dipu-
tado dos que lomam velhice o desanimo e a
descrenja.
Como jiislificou o nobre deputado a qnalificacio
que atirou daimelle mesmo lugar direceao dos
negocios polticos'
Duas ordens de considerajoes encherara o sen
discurso. Urna refere-se mprensa; outra
organisacao do partido. Subindo ao poder (trasla-
d 1 as suas palavras quast textualmente), o partido
conservad >r fechou a sua imprensa; cerrou as
portas do gremio que o diriga na apposicao. Elle
nio quer mais luz; nio quer mais superintenden-
cia; nio quer mais organisaeio; quer trevas, quer
o silencio em torno de si.
A imprensa era bera natural qne toraasse o lu-
gar mais disiincto as preoccupacCes de espirito
3o nobre deputado. E' na imprensa qne est o
sea curto passado; na mprensa que est a sua
proBssio de f; pela imprensa que elle decUrou
dever ser julgado.
Nio nm longinquo passado que "ou refe-
rir-me; urna historia de hontem. QtianJo foi
preciso, meas senhores, oppr ama seria resisten-
cia os golpes do nm poder esvairado, >pe nio
poda raanter-ss senio pela violencia erigida ero
programla; afflxamos as nossas ideas muito no
alto da imprensa. 0 orgio dos nossos principios
e dos nossos direito tinha uraa publicacao rega-
lar, am servico organisado. Nenhum dos nossos
amigos polticos ficou indefezo; todos os legtimos
inleresses foram defendidos cora um zelo inexcedi-
vel. (Muitos apoiados).
Eramos entio nm partido era opposicao. Bra-
mos os sentiuetlas alertas da constuicao e das leis
(muito bem); a nossa attitude poltica nio poda
dispensar a cooperaco activa.ardente, ininterrum-
pida da imprensa. Tinhamos o dever de fazer-nos
governo; era preciso preparar, conduzir o espiri-
to publica o papel de opposicao em nosso re-
gimem um nobre "papel; nos o compretiende-
inos I
Que modo de raani^slacio podamos dar entio
aos nossos direitos e s nossas ideas ? As tribu-
nas do parlaraeuto nos eram de accesso imprati-
cavel; que porta poderiamos baler?
E' esta a attitude de hoie ? as duas casas do
parlamento; as assembleas provinciaes, no jor-
nalisrao, os nossos principios podem ser defendidos
dia por da. Nao temos offensas reparar; atten-
tads condemnar; arbitrios estigmatizar eora
o ferro em braza da indignadlo. A administracio
os seus orgos nos merecera cooflanca. Nio
temos queixas qne os meios ordinarios nao possam
re-Hilver. ,
Amo muito a mprensa ; mas som condimnar
este nobre instrumento do pensamento, nao re-
conheco corao erro da direceao poltica que se
nio mantenha na imprensa nm orgio puramente
poltico, especialmente consagrado, defaza dos
nossos principios.
Cada um de nossos scriptores, escrevi ha
algam tempo, podo dar suas ideas a forma de
manifestacio que mais Ibes pareca convir. A es-
cola pohtca, em que fomos educados, folga de re-
conhecer no p!nsamento o direito sacrarisfimo a
todas as manifestacoes. ET da opiniio o pela opi-
niao qne queremos viver. Sim ; isto urna
verdade. Nao deixemos a mprensa dssservida ;
nio desa pro venemos este excedente m> da in-
fluir sobre as massas. Has seja livrd cada um
por prova as suas deas. (Muito bem).
E nio temos mprensa r> O Correio Vernambt*-*
cano, de que o lloarado depoiado o o-roprietario
e natoralmtmte o principal redactor, ro orpio
dedicado das ideas conservadorae? E' verdade
que o nobre deputado ve annunciar-nos, _somen-
te agora, que o seu conceiluoso jornal nio orgao
seno de suas ideas e das de alguns poneos amigos
que o acompanbam. Sao assira todos os jooaes
polticos. Mas era todo easo, e por amor ao seu
jornal em qne vejo oa. a prove t a val cooperador
da causa constitucional, o nobre deputado deveria
dar-se pressa em retirar e annuliar esta decla-
ra^io.
Pois que se nos aceosa de nao termos irapren-
sa, cito com desvanecimento uro. grande orgio, o
Diario # Perwanbmo, que em mais da meio s-
culo de existencia tero-se feito ompliee de nossaa
deas a de nossas vistas como de tudo quanto se
tem emprehendido do grande neste paiz. 0- Dia-
rio de Pemambtico o qae todos sabeca; urna em-
preza respeitavel; o jornal de mais larga ciraqJa-
cao ao norte a o de maer formato ora todo o im-
perio. Aquellas eolumnas gigante nio eatio ge-
nerosamente abortas defeza dos nossos princi-
pios ? Qual de nossos eacriptores bateu porta
daquella empreza que a eocontrasse kidiftM-eQte
dee de nossas ideas T
O Sr. Hkxriqub Mambdb:J. se Ihe bateu a
porta; e nio foi aberta.
OSr. Gusmao LoBo^f; possivel qae, empre-
za coramercial como a do Diar, eUa nao po-
dessa prestar-se alguraa exigencia. Ha alias
pretenSes que preciso trancar todas as portas...
O Sh. Henrique Mabeds :Na opposicao foram
trancadas, ninguem as poda abrir.
O Sr. F. de Fioobiroa :Abstenho-me de respon-
der ao aparte do nobre deputado.
O Sr. Gusmao Lobo : Advino anda que, no ul-
timo periodo eleitoral, trabarnos urna rubrica es-
pecial as eolumnas do grande jornal. Sempre que
a discussao poltica acode com as suas exigeocia,
temos tido imprensa de hosso lado.
Sio os partidos em opposicao que precisa de
um orgio regular, invariavelmente dedicado e so-
mente dedicado aos seus inleresses e suas ideas;
o partido, que tem o poder tem mil modos de ma-
nifestacio. Quando se esbulha a am partido o di-
reito de representacao, que Ihe sio necessartos
os Jornaes de grande e pequeo formato, a bro-
chura, o pampleto, o avulso : outras taatas existen-
cas aladas da imprensa que s esvoacam no
das nebulosos (muito bem).
Mas, nnando nos nio chegou a hora de ser por
nossa vez opposicao, para que mprensa exclusiva-
mente politiea t Nio bastara as imprensas qae
nos esli abertas t
O Sr. Hskriqub Mamkdb :Na opiniio de nm
dos chefes do partido, nio deve haer imprensa
quando se est 00 peder. 4
O Sr. Gusmao Lobo :Nio posso attribttlr este
pensaraento nenhqm espirito superior. O nobre
deputado Ibi sem duvida mal infirmado ; ha Disto
prova velmente uraa idea mutilada.
O Sr. Henrique Mamede : Nao desejo deckoar
nemes ; mas di-lo hei se o exigem.
OSn. Gusmao Lobo : A mprensa conservadora
correspondeu sempre s exigencias da-oecaeiao. E-
urna grave injuslica nega lo. Mas sealg-uen ha
que nao possa neste sentido formular qneixa, c- b
nobre-deputado que tem ui.u imprenea'* orden
do se espirito. E' um vacuo a preeneirer t
Pre encha-o o honrado deputado; ser nm servi-
co da ordem relevante, prestado urna granoV
causa.
0 partklo conservador aceita todas as-dedlca-
Qoes, todos os servicos. Elle nio podo desestimar
a cooperario de urna mprensa hbilmente di-
rigida. O1 que pode querer mais o nooredepu-
tado ?
Um. Sn. Deputado :O gremio.
O Sr. Gn**nvoLobo :Sem ser dos que ma*se
apaixonam pela excellencia dos directorios, applau
di de minha obsenridade a obra de concentracio
poltica que se procurou realisar com a are-agio
de urna grande rede de associacoo* polticas que,
tendo a sua sede na corte, ramilicaram-se era
gremios e jantas todos os recamos do paiz. Era-
nos enio mais que preciso reunir em grupo Tar-
cas-soladas, elementos desaproveitados, substitnir
a accio individuiH a aceio eollectiva de una'0r-
ganisagio. Como de outro minio poderia ser con-
sultada a vontade do parlido ? Como ter e- nos-
smr a- palavra dos seus naturaes representantes? j
Mas esta organisacao fez o seu tsmpo e o seu
papel. Os representantes de um parlido s3o_ os
seus mandatarios as casas do parla nento ; nao
seno excepcicnaliaente que se deve appellar ae
recurso extremo dos directorios.
freorpo eleitoral nao em cada parochia o in*
lerprete do pensameoto poltico, tanto quanto' ou
muito melhor do que o poda ser urna junta P* O
representanies d: provincia nio sio por sua- vez
o* interpretes do-eorpo eleitoral t Quando o di-
reito da representado nao' vedado ura partido,
um expediente motil, ama formalidade sem va-
lor, a instuicio de circuios concntricos (muito
bem)..
Em bem da organisacao do partido, quereria o
nobre deputado que tivessemos am estado no es-
tado ?' Nio a efei^ao o campo aben o em qes
se traduzem as aspieacaes de am partido ? Os-re-
presentan es que maodaraos ao parlamento nio sio
os defensores naturaes, ,os verdadeiros directores
da opiniio t Para (fie e cora que flm um fonaa-
lismo tosotfrivel que nos estivesse roubar com
a nutilidada innocente mas fatigante da vida or-
gnica de um- directorio, ara tempo que pode ser
to proveitosamente applieado f
Nem.a historia do directorio a mais felia-ero
resultados. Ha sempre ao seio de am partido ele-
vada* personalidades- que o tempo e os longos ser-
v eos (zera- responsaae pela directo dos 0*50-
cos (apoiados);. esta personalidades nio sio one-
fes pop nsnppacao ; seotam-se chefes. Destes- es-
pero a quero a dreeei poli"**. ora corto mo-
do entendida a sinceramente votada aos legtimos
inleresses da ordem poltica. Nio quero directo-
rios parque os directorios nao sao as mais das
veas a expressio legitima de orna grande e real
malaria. 0> melhor director aqueUe que a pro-
vincia, acclamooi por ama elei^o livre o recalar,
por urna grande e solemne mauilestacio. ('iailo
bem, amito bem).
V-por aqai onobredepuiado do dstric qe
nada tem de escura e indetlnida a direcrio de* ne-
gocios poltico nssta proviocia. A apreciaeo do
nobre deputado injewta, rajuatlssima para cora
o seu partido. Estada os faeto um pouco sera
paixio, e eoavenoer-se-ha que elle nio tero a lin-
guagem qpe se Ihe* quer emprestar.
O-nobre deputado fallou-nos, sempre modesto,
em um frgil batel que atirava temerario s tor-
mentas do mar encapillad* dadiscassio, esperan-
do de rain, navegador mano trepido porm
mais cauteloso, que hora do petigo Ihe atirasse
urna taboa de salvaeio. Quero iraiiar do nobre
deputado esta eloqjaente flguna para pedir-lhe que,
livrandooseu graciosi batel do perigos e mo
tempo, lance ancora em um verdaieiro porta segu-
ro qpe o da abnegacao, do- desurteresse o da de-
dicacao politiea.
O Sr; HUnriquh Mamedv d osa aparte.
0 Sr. Gusmao Lobo :(ada espirito. S. fffesi-
dente, revela um sem o quvrer, e a qualquar pro-
posito, a influencia que recebe das preoccuparoes
em que vive aborpto. R'.'assim que, ei> fiante
o nobre deputado pelo > distrcto, vivettlo a vida
da imprebsa, proprieiario-e redactor de um jornal,
acode apprebensivo pelas ecellencias e vaolagens
da imprensa, honrado depotado do 2' dtetricto,
agricultor notavel, trabalha eom esmero o estudo
das quesloea da que peadem os destine* desli gran-1
de idu.-trio.
Etomuho pontos deaceordo, sinto apartar-me
muito profiMidamenie do honrado deputado as
consideraedes com que julgoa dever inswtir sobre
o grave pheoomeno da intolerancia religiosa em
que v urna causas, do afostamento da emigraeo
qpe tano conviria promover para o-nosso grande
paiz.
Nenhura problema, dea que enehem. a nossa at-
mospbera social, mate importante do que e3te,
como neubnma occnsao mais impropria do que
esta paro estudalo convenientemenj. Tao de-le-
ve como a estreiteza do tempo permute, nao posso
deixar -aeits. parto sem attencao o pequeo,, mas
suecutento discurso do nobre depulado
A cowtituicio. do imperio nio eroou urna reh
giao para o estado. Aceitn ura faeto preexistente
nossa emancipaeao poltica;.consagrou-o apoia-
dos). O calholi temo era a religjao, quasi s pode
dze-lo, de todos os brasileros. Rm, portanto, unja
verdadeira aspiracio nacional qne a conattuicao
se encarregoa de iraduztr.
Mas, desde a le fundamental at as leis regu-
lamentares, o principio de uraa bem entendida to-
lerancia tem sido altamente proclamado. Eu di-
go toleraneia bem entendida porque, desde que ura
paiz aceita urna religiao de estado, nao pode livel-
lar lodos os cultos, deixar eerrer ndifferentemea-
ta os elevados interesses da erdem religiosa.
Mas tanto qaanta- urna tolerancia bem entend -
da pode aooeorrer para a mais plena liberdad de
consciencia, nos a possoiroos. A tolerancia asta
era, bosmis hbitos.da civilisacio, as leis, em toda
parle. Nio seguramente d'ahi qne nos vera a
bita de emigraaaot mas de outras muitas eansas
que se sabem e- qua devem ser o objeeto de r-
dante preoccapajjo da um gove/oo patritico.
Dir-se hia que a emigracao tem as suas leis, at
os seus caprichos, convenca-se disto o nobre d-
potado. Esta expressio muito em aso, corrente
de emigrarlo, dt de um certo modo que a em-
grajio ama verdadeira eorrente que se pode
dirigir a que nio preciso senio preparar o
leto eoma aos rios cajo carso se qaer mudar.
Pergunto debalde miro -nesmo em que somos
intolerantes. O que vejo em volta de nos, diz-me
muito e contraro (apoiados).
O callo protestante, e rettro-me ee porgue
vive comooscoem intimo contacto, vive ah a plena
lux. At em nossa pequea sociedade, tem uraa
asa de oracio, am templo, ora palpito, urna ca-
pella mortuaria, um cemiteria Pode ter impren-
sa, lvre, tio livre como a sua doutrina j a sua
propaganda faa-se sem neouuma restriccio ; ea
podia accrescentar at com um certo {abandono
por parte daquetles que foram instituidos pastores
da igreja catboliea I .
O nobre deputado viajou a viajoa muito; tal-
vez por isto que, impressionando-se com hbitos e
cosame* qu* nio poden ter os nossos, julga de
sen paiz rao desfavoravelmeale em poot impor-
tante. Se o nobre deputado pode ver nessa gran-
de eidade, de que o inunda- fez a sua capital, am
verdadeiro mosaico e-culto, todos os ritos, todas
as sei tas todos as religde; se este espeetacula.
que nada tem1 de seductor, saduzo entretanto w-
seu espirito, atienda o-nobre- aputado que <
tal<> mmw explieavel.
E' preciso aceitar a seeiedada-eemo ella "; ca-
da paiz tem ccndicSes aspeoiae de orgaateaca
qae preciso onhecer. Se nao temes variaiad
de ritos e de cellos, isto vem deqow o catboliei.H-
mo urna arvore secular qne cobre com sua som-
bra vivificadora :6do o uaaso pa*. 0 mesmo cui-
to proteslante, o nobre depnead o sent, tem
um numero muito' resuaiidade ereaies. N5e se
sdihv.-uiin templo antes quaexistaui- adoradores.-'
teda esli, pois;os syramomaedb intoleraa-
cm ?
O- 5a. Cavalcant r Da ALeeorRBSJiH :Eu mos-
trar ei.
& S*. Gusmao Lob*<:Insisti o noftve deputa-
do- no exemplo que pedib iv 'iniio-.iinericaiu
mes nao quero eu insistir neste ponto que o lem-
po nao i>ermilte esiadar. Causas muito espe-
ei.ies, e ao somonte a toleranera reitpioea, arra-
lara-para aquella .Tan Jt ottieiaa daactiwidade bu-
mana o milhes de bnacos qu, do cutr lado do
atlntico, pedera trabaihos. Nia uraa causu
uniea...
0Sr. Catalca.nti dl AtaBOt-anejeE :^-Eu disse
uraa das causas.
O Su. OuvF.iRA FoNsrsa -:A.taleraTia a todo>
os respeitos.
O- Sm Gcshao Lobo :-Se o nobre- desatado,
sem applioar a sua observaoio- ao nosso paiz,
estabelece como these qce- a intc-erancia ambarga
o paseo-a emiitracao :caavenho-
0 o nobre depotado ped outro taodeloi um.i
grande obra,, mas urna obra C* verdadeira re-
coBstrucoio. Se esta podasse ser- a oecatuw 00-
portuna, eu dbaaonstrariai- ae> iltastre deputado
que i'heterogaaeidade deraijas, de oostafnes e
de crencas qae a Austria deve a decadencia de
sua incontestodu prepondaraneia 3 systeeaa al-
lemio.
Quando a- aepiraeio de ledos oa-espirite, qu*-
pensara um tasto profundamente noa dasaaos da
humanidade, e- fundar as organisaeoes-pobtica-<
sobre a-base de ama severa unidade ; quando a
homogeoeidade de rara, cestumer. lioguagem
regiao o laap aaais seguow da integridade do
nosso paia-; que o nobre depua se astasia
diante da serte de ama velhaociedade que; gasta
e quebrada pelo relalhameolo da sna piapniacao.
trabalha impaciente a sua obra de raeonstruccao
O Sa. CAVAfiaxtrn be AuraeuRQiJBv:--A nos-
sas leis-nao garntelo direitos-polilicw aos nao ea-
tholicos.-
0 S!uGtsao Lob :E qaal de Dafria votos
por esta igualdade absoluta de diaeitos puliticu-
qua parece o sonho do nobre depalado l'
O S.-CAVAi! nao, se isto nos for ui 1
O Sb..GwsMAbLoBe>:Esta atilidade-faz.aques-
tio ; e a materia lio grave, tio profunda, en-
tende com tio mltiplas inleresses, que sera im-
praticavel discut-la accdentaknsato. A solacio
d'esle paoblema, qu* o nobr deputado agua em
algumas poucaa- palavras, depende aoestud mui-
to profundo da nossa organisacao social.
(O Sn. CuaijCa.v; de AistQUERO d um
aparta.)
O SeaiGusMAU.LoBo-:.Deixo o uofcre deputadV)
em suas elevadas preoceupae>as pelos destinos do
paiz para expuoar-m cora o nobre deputado pelo
primeiro distrcto e meu amigo de ini'auoiu, que
veio por sua vez tomar parle e debate.
Naa vistas que exgiiim, quaedo a defeza. do pro-
jecto me chameu pnmeira vez tribana, nao for-
mule!, urna censuna maroba do gabinete que
tem a dala, Ua> justamente celebre, do 16 Marifestei votos : e em manifestados nio tive o
pensamento de.intecnxnper a dedeaoio. a,ue me
inspira .0 gaiiinele. D^ que as crcumtancas Ihe
nao tenham permiuido empreheoder e-roasar um
vasta plano de mellioramentct^ nia so deve con-
cluir.que eila.queica viver a vida coraraoda de ex-
pedientes facis (apoiados).
Espero o-esperomuilo d'esa.situaeo.. Itemovi-
doo lurmidavel ofestacolo que eslava all do Prata
quebrar-nos a energa, o yaz temo direito de
interrogar muito seriamente o guverao. A termi-
nacao da guerra bo diminuio a sua responiabili-
da le ; cenvenhamos aislo.
Urna grande opimao tem exigencias severas,
exigencias implacavete. Foi sombre de urna
grande opiaio qpe o gabinete toraau o poder de-
ili de julho. Elle nio pode querer reaegar a su:i
origem (muito bem).
Nao ha em dtzs-lo urna censura. Absorto pelas
preoecupacees da guerra, o gabinete devia-se an-
tes de tudo esto grande qaestao nacional.
Acabada esta missao gloriosa, ajusto esperar
que vejamos coroado o iruimpno- das nossas ar-
mas pela soluaio pacifica, mas coaajosa, dos tan-
tos problemade que o nostofutuio dependa.
Est aqu e fui este o meu pensaflaenlo. Applau-
dindo. que o- nobre deputado se lenha inspirado
era ignaes seutiraentos, nio possavr com inditfe-
renoa que se me attriba a intenio de urna cen-
sura. gradeco ao nobre depalado a oscasiio.
que- me proporcionou, de poder assegurar que o
gabinete me inspira a mais robusta cuntianea.
WmSr. Drpbtado :Como todos cs.
(Trocara-se apartes.)
O Sr. Gusmao Lobo (depai te pequena.pausa):
Foi o nobre deputado- pato lereeiro distncu
membro da commissio da brea policial que to-
mou a si a responsabilidad de discuta o projecto
era sua particularisac.ois.
Discutidor infatigavel, o nobre depotado oceu-
pou tres veaes a atiencio da assembtea sem esgi)-
lar o seu assumpto. Heve, ainda hoatem, pen-
dente a discussao por largos oitenta minutos ; o
no enlamo queixon-s de que Iba tolhessmos a
palavra por ama rilada...
O Sr. Pbdro Affongu :Retireka.expressio.
O Sil Gusmao Lobo,:Eu j a baria recomido
quaido o nobre depalado assentou em reara-la.
Som insistir, nio peaso deixar de recordar que.
era raras discusses, te ter visto unto espeit
aos direitos da tribana. O nobse deputado fot ou-
vido tres vezes cora toda aueoeao ; e s ficamos.
privados do prazer de o onfrir anda nesta dis-
cassio, que o regiment, nao o permiUe.
Um Sb. Deputado :Nem. mesmo apresentand
outra emenda t
O Sr. Gusmao Lobo .Nao estoumuito esludad
as disposigoes do regiment. Mas qper-me pare-
cer que, mais de tres veaes, ninguem pode fallar
em um assumpto e na mesma discussao. Picara,
sendo, era todo caso, orna questao de regiment
era que me julgo muito incompetente. Est alli o
Sr. presidente para dizer a ultima palavra.
Vo oeeupar-me os doos ltimos discursos do
honrado deputado que versando, uro e u*ro' *?"
ere o mesmo assumpto, sio como duas edwcoes u>
mesmo pensamento. Tomaido-os aa atteBcao que
raerecem, sinto qae nio possa acompannar, ama
Xima, as extensas eensideracaes qae o en-
. Fare muito apar acompanhalas tao o*
lrto como isto me fr possivel; mas ffero ^
o nobre depalado me avivara a memoria quando
rila me fr ranal cu se mostrar rebelde as exigen-
d Comed o tarlo deputado o ^
seua disoureos porestranhar que ea nouresM etB-
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ilJl 4TK3iano le Pernambuco Seta Teira i de Junho
de 1870.
mi i.
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t%mt .!VJ) 8P
fjresuJ* proporroes av.Iuilas ae primeiro dis-
cur-o coai 411c entrara 00 debato.
CxpliOA-se bem o tacto. O ntfcre epatado tcm
mor ayutbese ; futura-so potreo ooin.a analyse.
fcm quaaai aq>tM o predicado dos escritos de
escoto qae Wciii as aftas couclusOes o sea
ideal; esta t e procesttj favorito dos espiritos que
*e d-Hcui na apreciaras adividn.il dos faotos e
wto os aceitara senao itopois do exame. O uobre
epatado procedo pela syollfese ; eu procedo pela
-aaatyse. Isto tmenla revela tendencia dos nossos
pintos.
<0 S*. Peono Affokso :E' mulla modestia.
O Sa.ticKu.vo i.** :Assim, nao de ueabum
wod> atfHiravol que mo lenho deudo na apreeia-
o de helos que o nebro debutado jaotdon, s
wnas comatalas. E' omito tacn dar'aaai'lutes
Coilas ; rocoastrui-las, pedo tranalbo paciente, i
tiscurso do noar* depuudo mina primado pela*
vwctasSej; en lianpoda,an reponderlhe,senao
ieseer ao exante dos helos. Nao exagerei, por-
awto. as proporciies ; liguei-lhe o dcvido valor.
4S Su. 1'roRo Ai'fonso d un aparto.
H So.Gusx\o Lobo:O nobre debutado quedei-
*.ir ntuito cliro uin pouto que para ningiKm era
tando, urna vez ainda, a sua in-
rbrantavfj dedieaco ao actual administrador
provincia, nao pude soWrer em silencio que eu
Mi aullaseAma dedicara esta dedica cao pu
jmenle pessoal que jwrece distinguir o homem
particular do liuiuem iwlificq.
l) Sa. Disputado : Ninguem fez -'eiqelhauto
uisuccue.
i) Sn.<>L'SM.lo Loeii :Meriuu.Ti de nos, Sr. pre-
sidente, rocosa lioiuenagoin de. resprito ao veue-
jnwml carcter que leni pesie momento as redeas
4a totaistrar,ao. Magistrado intoigente e de
protoaatto nunca suspeitada, o -nabre vice-pwsi-
denleleo revelado em altos cargos de orttenujw-
litiea quatidades verdadeii amento superiores (ratii-
tos apotad'1-1
Un Sb. Dkihjtam :Nao se pea isto era duvida ;
tol.w o reconheeem.
Sn. ilisiili Um :Mas nao desfarcemos
quao grave re^poiisanilidade tem sido a part I ha
no ilustre ugMtrada. Nao conheco neahnma
niais grave. Elie mis aliena, nao podo aiieuar a
responsabilidade de tutos os acoiiticiineatos que
rem feudo jidno de if!08.
(rrocani-se *paft^s.)
O Su gs&l Losa :Vouj expMcar-me.
t-'ni ao aciual a.l'ninistroder que euufce a diH
- tnisso de atirir na provincia a nova situaran.
Casa e-tt pruva do elevada conaoca, aceitou elle
auwesiflo teni^u a tieonVida de refirer o pessoal
de Maflanca, de cr.rear-se Se auxiliares que nao
Tissei u/n eioliaraco s vistas 'i designios da n.iva
irdew de principios, l^ez o que devia *ni des* 111
peabo de seu obre mandato. Se soio Jilease,
teria trahida a merecida coniianga cera que (ora
honrado (ipoiadu-).
>ste ihubihiiih, 6 ainda n Ilustre e pmbidofo
magiwrado que dirijfe a provincia. So interregno
d suas auiiofsira^oe, e nobre vce-i're-ideiue
ia. lieou e n9 poJia i car inactivo e indilTorente
a.eguintonu dos negocios polticos. Justamente
onMadu e considerado como uin dos niais dignos
omanii'Rios do partido, em nime do qual esiamos
aqu todos (anoiados), o Ilustre magistrado co.-n-
partiltiou a resoonsabilidade de todas as delibera-
os ; nenhuma poda ser lomada sen a sua con
oha fapoiados e no aptiiados).
Ha responsaWlidndes, Sr. presidiste, que nao se
^efc-onfesMm. E* honra aeeta-las. O Sr des-
ivnbaradnr AfiM'nio podo n-cusadas, elle qu*
to tlcatmenie teM c eicorrido para eta ordem
i" r.iasas (apmados). Ho sei i|ue ninguem deva
er jufgado eo >perador uai activo, naais dadica-
i >. da atiuvas que so abri ern W do ;ulho.
Mu osquecendo, o uubre deputado 01 seus
auiimts i tan ex^mplo...
Uai Sn. Bf.pi tado :-^Cada uin eumpre o seu
swtor; aqui ninguem soguij aampios.
O Sr. Gi;ao Lono : Pos ha ex*nplos de se-
guir. O buns oriemaesteem de ordinario nume-
rosas copias, pode se seguir u:n exemplo sem
nenhuniqu lira de ndepeisdencia.
teo tsquecendo, iJixia eu, o n hre diputado
ini'i falla j em seus Mdgos) insiste em vr por
luda parle a desurgaoisac&i politira, o quebranta-
inenio de t ijj> ,iS |a$H, 'a desliannonia e a ce*J
usio, continuando a protestar ded eaao nunca
esmorec la ao actual administrador.
Ofta. Pkbro Amim : Oedieacao inteira.
O Sn. Gcsvla Cepa :Coaao se actual admi-
nistrador nao fosse grandemente responsavel pela
direccii imprimida aos negocios polticos !
_Ei> aipi porque nao compreitendo esta dedica-
cao mutilada, dedicacio sob reservas, com res-
Iriceojs.
itrocam-se apartes.)
O Sit. Gr/sw 1 Lr,;-> :Nao fji o hirisonte poli-
ti>> i|u- iiiudou, foi o observador que muJou de
ht
' Sr. .',: vnm Perxambixo :Esta argumen-
taci o.i 1 n-U na altura do nobre depuiado.
O Sn. 1 .-..m'h L'*co : E's aqui, ainda, p>rque
nao < xii|>: ) indo gana os nobres deputad con-
deutnain de uoi certe uin lo ama silua uto!; lo iieNadem. Entao, ito ama qifes-
Nuncala...
0 11 >
e q .
]:-.[ 1 u.-ii 1 iujustica, se urna ulTensa toda as-
-eoilili'-.i.
Ksia ii-i r.:,-.:iisr.ejo, ilisse o nobre deputado,
idus M*ntem : lodos a lainentam as ante-salas,
nos riiculos, as entrevistas, na intimidade dos
amigos : mas nem todos o qr.erem dizer no salo ;
aqu fa;.etn-fe reservas ; diaem-so palavras con-
vwieionaes. 1
Si este facto fosse tristemente verJadeiro, sj o
jue se conveio appcilid.tr-descalabro poltico
um phenomeno realmente cxislent
le mis abdicara o direito de o proclamar daqui
muito alto todas as publicidades. .Nao seria su-
-iiinte um direito ; seria ura dover (apoiados). Ne-
ataaa de nos recuaria diante do dever (apoia-
dusj,
A aaeShor prova ds que as pequeas divergen-
as, que lavram em nosso seio como no seio de
Mos os partidos, nao sao as mais confessaveis,
que ellas se abrigara s intimidades onde todas as
angoas podem impunenirnte derramar-se, evitan-
do a luz tantas revea fatal da publicidade.
A intimidade dos amigos tem raysterios impene-
'raveis. Junto de um amigo, ao eiluvio doce da
ur.izade, a palana pode muita vez ler negligen-
cias, abandonos, at caprichos. As duvtdaj tomara
muita vez o tom de armaguo que s aqs factes
:onvm.
F.iram essai intimiJades que poderarn impres-
eteuar o grave espirito do honrado deputado f
iTrocam-se apartes.)
O Sn. Gamito Lodo :E' eui todo caso um mo
expediente Catar poltica na intimidade, rasgar-lhe
>w scios, devassaro que se passa cordealmente en-
tre amigos.
Cji Su. drhttado : E' o expediente de quem
:> querser poltico.
O Sn. GcsatXa Lobo :Vendo era toda f%Tl> a
?e>bar.nonia, era muito de esperar que o nobre
leMUdo cfiraecasse por ve-la ueste recinto.
O que soraente prova da independencia ; da
plena liberdade que uenhum de neis abdicara por
iienbum preco (apoiados), alllgura-se ao nebro de-
putado como desharmonia de vistas, como queJra
da nnssa solidariedade poltica.
E' verdade que discutimos livremcnte, que vo-
tamos segundo as inspirajoes que recebemos, cada
im. das no-sas consciencias. Isto honra iodos.
Tem-90 dito muita vez que aqui nao ha cheles.
l.'u Sr. Deputado :Si os ha.
O Sr. Gi'ssi.vo Lobo :Os cheles sao alias supe-
rioridades inconte.-iadas que, pelos seus servico?,
lelas sua3 virtudes, pela oxcellencia de alguma
faculda le notavel, formara circulo em torno de si.
Isto da oriera das cousas. Pode-so segeir sem
ietar a inspiracao alheia. t
Mas nao ha aqui ninguem que tenha a preten-
cao de impor a sua vontade Nos sabemos todos
que, em nenbuma occasio, se uos eu um voto
de antena 1 resolvidj (apoiados ; muito bem).
" oubre deputado fallou seguramente urna Iin-
{,'uagcm de tioa ironia quando, apoitando-me como
am sfor^ado tfdador da tribuna o atlribuiado-mo
a qualifeacao de chefe, que par rauilos ttulos nao
posso aceitar, trouxe ponto que o raou primeiro
'Uscurso, longJHjenle motivado, ra ouvido com
frieza quasi glacial (nao apoiados).
Fui urna posigo emb.-iracosa a que o nobre de-
putado mo quiz crear. Comprohendo o alcance de
sua ironia. Mas, amave que seu um tanto obri-
gado /aliar de mim, dovo dizer ao nobre depu-
tado que a atlenQao profunda, com que fu ouvido.
rae deixou em excesso penborado imuitos apoia'
Jos).
Uu Sn. Dkputaoo :Foi ouvido com muita en<
Dusiasrao, com rauitos applausos (apoiados).
O Sn. Gbhao Lobo :live a, fortuna- de ser ge*
aerosainente apptaudido (apoiados)*; as manifesta*
cies ruidosas nao sao por via de regra as maia de-
sejadas o aa mais significativas. (Muito bamj
apoiados).
A attar^o profunda de espiritos competentes
> sais bello triurapho que o orador pode conquis-
tar de orna tribuna (apoiados nomerosos). Eu nao
invaco esta trhimpho senao porqaa tinta mnito tpse
o triumpho nao foi do orador ; loi um vcrdadelro
iriumpho das deas e-dos principios que ti nos-
sa le polirtc* (.muito bem ? muito bem).
Sao senao por este modo que explico os im-
petos, que, o Qottre depuiado defilarou ter casto
reprimido, de apnlaWdiKme de saa oadeira. A ver--
dade tem isto. E seductora ; muHis1 vezes com-
promettedora. Qualquiu' que ?eja o cu orgajy
el1<*rga 09 ,i|if4auso>.
O Sa. Pedro Afkwso :E a derrota do nqore;
ero ?
cessiilude de sua dissol tirito.
beo\).
Que ixis poda fizr a rommVsao f
(Apoiadcs; uilo
^m dit o
=5?
deputado na vtac5 do son proje
OSa. Gdsmao Lobo :Foi um Ta
ral que dispensa explieaca ; de ordem milito se-
cundaria o rae nenhuma relacao tero com o deba-
te. possrfel, culxelanto, que 0 explique.
A elficiw das nimmisses, em qae s-, di assembUta, fj trazida por *$* vea como attesiann
da desharmonia que vai nqui dentro, emna prova
Be prctencoos que o nobre deputado julga c^age
P10joeto nuio termini^teraeute qde erpopro^
vfcorw spr.^wsolvioJ
-Q que singular no ^neio de tnfto isto, que,
wtr quinto o nobre deputado pelo 8 distrielo, per-
cebe o scphisma ife.'ta imperiosa disposicao do
Projaaits o Htte> nrado amigo, e(MtiaW ^|S"
districio, v n'dsta disposieao una uperaiai*:m-
cia iwiil c kpr .veJtosa. Aquella ve '(aun1
coosa de mettos ; este alfama euiis ile mais.
Aquelle ((odrera aeeruscemar-llie um eipaada 3
r.s deputado deixou cahir aqui ama phra
urna acabada injostica ; nao sei se s
ratlas.
la qr.c esta intimidade foi (razela para debate-,
nattenho nenhuma repugiinucia em deriarar qu^
vespera da cleiQo u- commissoes. raegon **e a
uuia certa comliiuc&o om casa de um amigo que
nos merece muito de vesiieilo pelas sitas virtudes
particulares e polticas (apoiados). O que ha iksto
qtc ossa causar estranieza ?
Em todos os parlamentos, a cleiriio das cnwiis-
sorts.o assiiiupto |fe niio se deixa som iieulrpma
combinac:ui previa forte de uuw votaqin, quasi
sempre estrangulada e -m regra tco reflectida.
Um pequenu circulo piide mais fcitmenle chegar
a QBi aecurdo. qeLxar que uesta eieicao, em que
as anudos vtrilicadas deveni ser aproveitadts, se
conlio itrfo la vot.tcao que i cada um so su.-eita
no mometito, sj correr muita vez o ri-co de qae as
eommt>soes'n.vj sejam a cxressiode urna verda-
deira maioria.
UM Sfc. ra-LTAuo : Caberii mu tas vezes um
pequAio iiuniTu de votos cada um.
O Sc.'t.-KM.lo I^obo :Dar-so na alm disto que
sert ilc urna praiica diflicil a disposit}) do reg-
?uerto, quando proscreve pae nenhum deputado
poder s-;r meinbro de mais de duas commissoes
permauentes. O resultado da votaeao seria de urna
extrema confusa, de urna conftisao deploravel,
quo iir.vrt-ria em alguns casos a expressao legiti-
10a da ntaioria.
(Trocam-se apartes).
t> Sn. GcssivoLono :Cma opposieao irreem-
ciativel nao nos fara culpa por esta" combmaoao
que est nos estylos de todos os parlamentos.....
_O?n. IIr^riqiJK alAMfjm: :Mas urna combina-
cao deve ser entre to los.
_t) Sn. atACta tel : Siiu. 0 nobre deputado
nao foi chamado. \
t Sr. HbXUQUS JAlUae : Slo sei o que
combinacao entre tres 011 quatro ; devia ser entre
todos.
^)Sn. Gls:.i; l.> ao :l^onvenh-i o nobre depu-
lado era que isto urna verdadeira qucstaosnli:i.
Coqibiaaraui pouejs ou muitos. Mas o que ex-
primo isto ? ijnemj se levantuii de ama destas
radeiras 1.1ra protestar contra o resaltado desn
eombiiiac!to .Nao foram attendidas tjdas as ap-
tiJo-s ?
0 Sa. Punt Arro.N-v Ea tratei desto ponto
muito liginramente.
* t Su. Bcsx'ao Lobo :Si foram (acias desta or-
dem os que levaram o Ilustrado conselheiro Lo
ps .Neto diier ao ouvido do nobre deputado queJ
o partido COti.-ervador nao o quo foi nesta pro-
vincia, onde priniou sempre pola mais estreita so-
lidariedade...
O Sn. Probo Ajtojs :-Ao contrario, disse me
elle que u unieo partido que, como tal se podia
eonsi lerar pola saa disciplina, era o part'lo con-
servador de l'errambueo.
O Sn. Gcsmao L "i3-i :Desvaneco-ma com este
juizo do hbil diplmala, por menos que o teoha
em conta de amigo politice.
Eis-aqui o ueriffo das intimidades. Si as palavras
quo o nobre deputado por ni bocea do conselheiro
Lepes Neto, podessem caliir-lhc hoje sob os olhus,
ello nao as reconheceria provavelyenie. Eu ap-
plaudo-rae, enirctanti, de as rpctir, quando ellas
proceden) de juizo ;io insuspe)Q pira os nossos
adversarios polticos quauta o do iltostre esta-
dista.
0 nobre deputado deixon anda ouvir o annuu-
cio dosoladur de r i.'olher-S'? das lutas ardente da
poltica para os go;w da vida particular. Servin-
do-niH da sua imagen, ;uer deixar o serrlco ac-
livineloda teserva. .Ni > sendo a in.'ap^'.-dade
que, lo na flor da vida poiitica, o arrebata para os
ocios da reserva, deprehendo dahi quo o nobre
deputado nao quer mais prestar-s aos serv''
monolouos d.-.s guardas, das rondas, aos servieos
de praca de pret.
O Sn. Pidr 1 AffoksO :Oh Sao disse tal.
O Su. Gsao Lobo :Nao pois, Jo urna de-
sercao que se trata. O 0"bre depotado quer dei-
xar aos mais mocos que dcnl cuaroi'ao praja ;
elle vira, app.irecei nos das do cortejo, as pa-
radas solemnes, nos dias de fusta.
t Si. Papua A.to:.-') ;' urna ata posiejio a
era que me colloca o nobre deputado.
O Sr.. Gusm vi L in:3H posicao 1 M posi'.-ao
a nossa que Meamos monlar guardas O que
mim me consola, que na de chegar-me o dia
em que requeira por minha vez passagem para a
reserva, ilaridade).
Antes que ch.gue a analyse do projecto, tenho
urna palavra para o uobre deputado. Estamos
muito habituados a ver do lado do honrado depu-
tado urna dedieacao muita desinteressada, muito
desambioiosa, para ne nos resignemos ve la es-
morecida. (\grande partido que aceita todas as de-
dicacoes, nai pode senao receber com profunda
magoa o anouncio desconsolador de urna robusta
dedicacao que se debruca para a inaccao.
A_polilca tem intuitos nobres ; urna grande
nenhum paixio (muito bem). A' um largo espirito como
o do nobre deputado, nenhuma paixao d'esta or
dem pode ser cstraha.
Entro, Sr. presidente, na discussiio do projecto
cuja olaboracao diz-me a consciencia que levei os
mais confessaveis sentimentos. Confrontando-o
cada passo com a le n. 6H, tenho f que os
honrados deputados pelo 21 e 3 dUtrictos acabarao
por conv?ncer-se dsque, longe de sophisraar as
vistas generosas que a inspiraram, o projecto em
discussao aceitou, deenvo!ven e completou o pen-
samonto do legislador de I8C0.
Ainda bem que o nobre diptalo pelo ?> ds-
Uicto. que reeoson a sua assignatura ao projecto,
nao poudo demitiir de si urna certa responsabilida-
do ana estados e cossaltas quo presidiram sua
confeccao. Rile companilhou-a at m certo
ponto, declarando sem reserva ter assistido con-1
fereucias e notavelraen^ urna d'ellas era qae,
segundo 03 estylos, a cominisslo entendeu dever
ouvir o vol do administrador da provincia.
t Sa. Pedro Ancoso :Fui eu quem lembrou
a conveniencia d'esta consnlta.
O Sn. Gismao Loso :E tanta hirmonia impe-
rava no seio da couiraissao, que, dandn-se pres-a
em aceitar a lembranga do nobre deputado, satis-
fez sem nenhuma repugnancia os seus votos.
Entretanto, eslava o projecto osbocado, resolvido
em suas ideas capaes, o o nobre deputado nada
Ihe tulla oppostj! N'essa conferencia que se
veriticou om pre-enca do nobre presidente da as-
sembla, o honrado depuiado nao adduzi nenhu-
ma consideracao em ordem i modificar o projecto.
Acettou-o, por tanto, atti um certo tempo. Foi
soinente quando o projecto, j redigido, foi oftere
1 assignatura, que o nobre deputado
esle qaereria supprinii-to.
Entfndaiao-niisanj!sdie tfdo.. Fixomos o ver-
*idero pno da questio. Batodeiiios os lacios
*am paixft.
E' libio que a corantisi.io nao poda fazer senao
ioqjue1p. Cuinpr.io4tM llxar a torca policial
' para o novo anuo iriancotro, el (a nao podia deixar
de ter em auenco urtt particular a le n. 611
de 3 da malo de 1868. lira uma quasi divida
pagar em oomc da provincia (mnito bem) ; e a
i-ommisso nao cede u ainguem eip ardor patrio-
tico.
Cal Sr. DeriiTAOo :Muito bem at .aqol-
O Sr. Gussiao Lmo : Esti organisado nitr
corpo provisorio pan cuja despuza tem o presi-
den da provincia autorisaco em tuna lei annua.
A priineira palavra do projecto devia ser, em at-
teneo ao art. 1* da lei 11.611, ordenar a dissolu
cid ifesse corpn. A coinmiso nio tena cum-
plido o seu dewr, nao preeneberia as vistas do
legislador de 18(53. si, deixanoo a organi>acao da
loica policial no pe em que est, fuusso suieite o
numero de trais.
As nenhum modo superabundiote. Elle interpreta
sinceramente o pmsain uto da Ifi n. 611.
Desde que o corpo provi ri. u.io est dissol-
vido, compre legislar que deve a-lo.
Tenho ouvido repelidas reres 11'esic debate que
o presidente da provincia devia inmediata disie-
lurao ao corpo provisorio e inmediata rcintegra-
cfio em seus postos aos ofllciaes que chegam agora
da campanha.
.Nao me propondo a defesa da adroiolstracao,
sinto que esla censura por muitas vezes ras5es
descabida. (Apoiados).
Tinba o corpo de polica voltaJo da campanha
era la I modo arregimentado que, finda a sua coni-
inis.-ao extraordinaria, podesse ser transportado
de um quartel para ontro continuar sera nter-
rupcao no servigo ? Podia o corpo provisorio sir
n'.s-e mesmo dia dlssolvido, despedidos os seus
oluciaes, rescindido o engajamemo de saas.pracas?
E' preciso attemler s circamstancias. O corpo
de Voluntarios da pntrin, que foi restituido esta
provincia com o n. 33. nao o cirpo* dj polica.
Vozbs :-0!i Oh /
O Sr. Gumao Lodo :O corpo de polica estav
dissoivjdo desde Tala-cor por ordem do dia do
quartel-generai: 0 33 de Voluntarios um corpo
reorganlsado, reeoniposto, em cujo quadro ligu-
ram as reliquias do corpo de pqiiiia, urnas cera
pracas o uns oito oiriciaes. A bande'tra que o
53 restituid orovmcia, e cuja sombra tantos
Ilustres l'ornambiicanos pagaram --im vida o
cu-tosojHvcp do triumpho de urna grande causa
OacioJtaT, o glorioso estandarte doado por ama
associacao hum.initaria um dos nos.^qs corpas
de Vltmliiio.i da pana.
Si muito honroso para o corpo Je polici.i que
tenha '"10 rareadas nos combates as snas ieiras,
nao meuos verdade que um corpo assjra desor-
gantsado, refundido em outro. qai dispersado
desde o principio da campanha, nao paja ser
chamado desde lgo a errieo.
Isto dependa alias de mios, porq,u, uii ;as-
policia
a:sa.p'
t quo podia e o que devia frzer ) am'nsttaor
T
Eu na/m quero, ; aefio-a
- -- -,-*-"- a v un. (v.', pi/| uu-, i'i*/ Vi*3-
tando cera pracas para o servie 1 policial, era pre-
ciso que se mantiresse a oraaDlsacS'i ja forca
provisoria.
da proioe.i ? Cuaicar estas ceai pracas srylco,
estes Djjieos efllciaes, decretando desde luo adis-
solucao do corpo provisorio ?
0 sn. Barro! Ircco : Parece que sim.
0 Sn. Gi'sji.vj Loo.):Como aecudir co:u CJaa
exigen :ias do sorpo
Hm Sp. Deputado
Jesneei8-,ria.
OSr. Gussao LoBo:--Em minha .opinio nao
ha quo fazer/ remtegragitos. A reintegrecao snp-
aorca interrupcio. Ora, os oficiaes que rie-
ram da caiufianbaencorporados no 3 de colunia-
>t nao interromperam os seus servieos ; conti-
nuanto nosoiqsmos postos, exercem-nos e, decre-
a)|ana *tj: a dissolnco do corpo provisorio
D cuajpriinento da lei n. lili, elles nao precisara
te um acto de reintegrarlo. A reintegraco sup-
pSe que se perdcn"por qualqaer modo o" cargo;
elles n3o o perderam (apoiados).
Eis aqu os nobres denotados que fazem questo
do qne nao questao. Aecusam a commisso de
pouco sincera na nterpretacao da lei .MI, e sao
elles que offendi 111 as vistas do legislador de 1863,
querendo attribuir ao .presidente da provincia
uma tacaldade, uin arbitrio que a lei Ihe nao
aliribne.
Um Sa,. J)epuiapo :Pelo amor de Ueus I
O Sn Gosud Cono:O que t, pols, reintegrar
sinao restituir um cargo quem o perdeu .' Nao
tem os nobres deputados, inscriptos conlra o pro-
jecto, insudo pela reintegraco d'esses lciaes ?
Illa um aparte).
0Sr,Gusm Lodo :Quem concede a reinte-
graco, que importa uma nova nomeacao (apoia-
os), concede a faculdade de nao reintegrar. Nao
i uto contrariar o pensamento da legislatura pro-
vincial de 1863 em seu nobre intuito de tornar o
exercicio dos pos tu de polica indepoudente de um
novo acto de nomeaco ?
A commisso nao so fatiga de repetir que
os olliciaes do corpo expedicionario, cliegados
da campanha depois da termmacao da guer-
ra, continua rain sem nenhuma nlerrupcao em
seus postos. Foi soinente ora atlencao con-
veniencias do servieo, e em falla de uma lei de
ineios para uma nova organisucao, que a adini-
nistracao oao dissolveu desde logo o corpo provi-
sorio.
Tanto assira, tanto o reconheceu o projecto,
que em um de s,eus artigos reconbece o direito.
que iiicontestadamente assisle esses oluciaes,
lodos os vehcimenlos, contados desde o dia em
que foi dlssolvido por ordem do governo imperial
o .53 de Voluntantes, que vierara incorporados.
al aquelle em que devam ser, pela dissolnco do
corpo provisorio, chamados ervico ellectivo,
demittidos 011 aposentados. Nao uma simples
autonsacao a quo o projecto nesta parte consa-
gra; elle .proclama, no artigo era questao o reco-
ulioemi-iito de rree.usaveis direitos. (Muito bem).
_ so? Os ulhcia-s, que tanto interesse aspirara
acs nobres depuuios, estao perceJbendo todos os
venriiiieuios que ibes dara direito' o exercicio.
m Sr. Deputado :Esla > de iicenca com ven-
cimentos.
O So. Gsmao Lobo:Desde que nenhum acto
administrativo os exautorou de seus postos, sao-Ibes
devidos os venc mentos de exercicio.
Os nobres depotados nao acabara por conven-
cur-se. Deixam a questao 110 mesmo estado.
Uu Sr. Decutaoo :Distolvesso-se o corpo pro-
visorio.
O Sn. Gsmao Lobo :Si o corpo expediciona-
rio podesse ler rollado com urna erganisacao ca-
paz de corresponder s uecessidades do servieo
da policia...
O Sr. Piciiro Affonso :Era impossivel que
vollasso da guerra perfeilamenie organisado.
P Sb. iJusmao Lobo :Figuro uma hypolhese
por bem da argumoalapao.
O Sn. He.nhiuue M.uiede:Argumentamos, nos,
CU>n 08 lacios.
t S*. Gusiiao Lobo :Ignora o nobre deputado
que este ura uieio do raciocinio ?
t Sn. Pedro Affonso:E' uma hypothese ira-
fiossivW te reaibar-se.
. O Sb. Gsmao Lobo :E nao podia o corpo de
poluta ler vultado cora um tal numero de pracas
que correspondssem s exigencias do servieo?
Kr* impossivel que voliasse com uma certa orga-
Usaei r Era do esperar que, di uado petos
combates, pelas enfennidades, pelo grande nume-
ro, de barias, vissemos chegar agrupado outro
corno; redtizido- um puntudo de pracas f
V'em os nobres deputados, que me interrom-
pem cada passo, que a hypolhese nao liaba tito
pouco de acoitavcl quanto Ihes pareceu pri-
j meira vista. Si o corpo expedicionario nos bou
-------------------'- -
ave/s predicados de mn bom idministrarfor I
espirito?, seja-me licito Jize lo, que sao feitos pa-a
serem condhzidos, omo ha oulros'qud a exce'lei-
eia de cerUs faculdedes destina condwir. \\a
tenho o espirito sraeuto dcil para ser ermdozklo,
e vem d'aqqi que nunca inantere a aipiracij ie
seu chefe. Nao assim o do nobre deputado.
O Sn. Peor < Ahwnsu d um aparte.
U Su. (u-Mo Idilio :O nobre deputbda proii s
la, e consagra sinceramente, pleno -apuio aonn
mstracao. Nao me e j'.eito davidar da sua dedic 1-
cacao uyia vez experimantada. Has nao com
prehendoesla poltica que peco Iicenca para chamar
dupla, qte, sem quebra de confianea.pretende im-
por a 3dmni>traco verdadeiros aomes pro-
prios.
O Sn. Pedro Affonso :Ah est' a lei n. 611
que responde por mim.
O Sn. GushXo I^ono :Sabe-se que os postos de
polica sio e enlendemse lugares de pura con-
apca. Privar a administracao de plena liberdade
no preancLimenlo desses cargos, um acto detor-
irinl opposieao (algnns nao apoiados e apoiados).
liApoe-sopor VHiuura a conlianea? Se a torca
de policia e ninguem o contesta, uma torca conlianea, como so impor administracao que
aproveiie individuas determinados, sem que e>le
acto se traduza como de hostilidade poltica?
E quererla o nobre deputado, quereriam os ser..s
amigos, que isto votasse uraa assembla nimiamen-
te dedicada ao pensamento administrativo ? Nao
comecam os nobres deputados por alrmar a pie
no- pulmoes que nao trazem em mente embaracar
a administracao? E no pr-lhe erabaraco tolher
a. sua acfito orgaoisadora quando so trata de urna
torca de coulianca ?
A conanca, meus senhores, nao pode flcar sub-
raetlida regras (muito bem); nao se rcgulamenia
a conliaiuM. 1
Um Sr.'Deputado :Qualquer d s offlciaes nao
poderia, era face da lei, requerer ao presfdente a
sua aposentadoria f w
O &n. Glsmao Lono :Este apar* vem em au-
xilio da demonstrado que me proponho. Respon-
do ao nobre deputado, sem nenhuma intencao om
o olTender, que esta sua duvida smente revela co-
nhecimeniu pouco profundo das leis da provincia
que regulam a aposentadoria. Os oluciaes do cor-
po de policia eso sugeitos s regras geraesdi
legislacao provincial sobre aposenladorias. O pen-
samento do projecto foi melhorar a .-orlo desses .
olnciaes, cslabe.leceodo por atteneo rvicos ex- 'ffi'-^dores (apoiados; muito bem).
traordinarios regras esDeciaes. 'clausulas
poucas prncas e oIBciaos s
policial f
O Sn. Bauuos Reco :CompJete-se o cqrjpo.
O Su. Guiuo Lobo :Mas para Unto nao UniU
o pre>idente auti ri.sa;ao legal.
wEF.al'nm ('SI ah"r'fe a "%'&*"' I vest sid0 restituido em esiado de prestar-se ao
d n 1 ,-V, f%J a.co,nl,i!tnte Pa" ^r a ^*v servic.1, ou si por outro lado tivesse o presidente
de polica e para decretar os meios. A' vespera j da
d saa eoavqcacan, dewa o presidento da provir.
ca lan&ir mito '
pelos mei
llculdad
assemble
alguns
ra:i.a.r^"farI'lade1de ""? nrbUr! rvi ue, pela sua natreza. nao podia.n soUYer
lek ,S',*5SS' p,,C,a e. reuljr i'"r!adamento (apoiados) ;e dependendo\como depen-
, de>de que a sua organisacao, o seu de a fixacao de forca policial, de una lei annua,
assembla provincial.
provincia a autorisacio iidispensavel para
I uma completa nrgauisacao, nenbuma difQcuIdade
quadro, o seu destino, podem ser de anuo a annn
modificados; seria uma verJadcir.i S^corPzia
para com a assembla que o adminislrador t.i-
ma>.se k si a responsabilidade de decretar urna
organisacao para que nao eslava ahtorisado
(apoiados).
Eu comprehendo bem que, se o corp3 expedi-
cionario heuvesse chegado em tal orBaaisaso qae
respoDdc-se s necessidades do servigo, o" presi-
dente deveria, decretada desde logo a dissolucao
do corpo provisorio, restabelecer aquelle, apenas
desligjdo do exercito por acto do governo impe-
rial. "Mas, si nao foi o corpo que voltou da cam-
panha, mi- algumas poucas pracas e alguns pou-
omciaes, por que nao se addiaria a questao
reunir-se, a viesse
eos
at que a assembla, prestes
resolver ?
Se o executor da lei n. 611 podesse estar en
harmona intima de vistas com os legisladores de
1863, nao resolvera de outro modo a difliculdade.
Elles a reconheceriam como tal. O espirito mais
bem intencionado nao poderia seguir outro alvitre.
O que nisto mais rae srrpreliende, que os no-
bres deputados, altribuindo sentimentos lao pouco
escrupulosos jadmioistracao da provincia, asses-
tando bateras contra um acto de severa respon-
sabilidade administrativa, continuem protestar
inquebrantavel dedicacao pessoa do administra-
dor.
Um Sr. Deputado :- acto nao foi do vice-pre-
sidente.
G Sr. Gls.mo Lobo : Mas.se se tratava do cum-
priraento de uma lei, o rice-presidente podia re-
parar a omisso do seu antecessor. Devia fa-
zelo...
P SR. Pedbo Affoxso .Depois que a assem-
bla traba lomado conhecimento do facto, nao.
t Sr. Gsmao Lono :So era-de nenhuma valia
a consideracao de estar prxima a abartntura da
assembla, nao vejo que a situagao dos negocios
tenha mudado era nada para a administracao.
be os nobres depuiados pretendem que a dissolu-
cao do corpo proii8orio era uma medida inaddia-
vel desde a cheRada do 83 de voluntan jh ; si nao
11 acceitaveis os motivos que se oppoeeram
cid 1 a
Ih'a recusou.
E' licito pensar que so entao vio o nobre depu-
tado a transparencia do sophisma ? O que se clia-
mou ao depois bargania politicq, nao estava desde
entro no projecto concebida e apparelhada?
tnde comeea, pois, e onde acaba a responsaliilida-
de do nobre deputado por essa barganha 1
O nobre deputado ter meditado muitas vezes
a le provincial n. 611 de i de raaio de 1863 que
autora o presidente da provincia permittir que
o corpo de polica fos.se tomar na guerra.
Qual foi o pensamento dominante da lei / Ga-
rantir ao orpo, que urgencias extremas chama
vara a uma campanha a>perriraa, vanlageos senao
proporcionadas extensao do sacrificio que elle
so impooha, ou.quo Iho impoeeram, pelo menos
significativas do. alto apreco era que era tido o seu
concurso. \s disposjeoes da fei, relativas aos
vncimentos, aos accessos, api>senladorJa e
edocaeo dos fllhos menores e irraaos orphaos dos
olliciaes e pracas do corpo, traduzem esle pensa-
mento.
Ora,t>ast3 confrontar o texto da le 0. 611 coro
o projecto pie se discute sob n. Di, para qae irans-
pareca a picoa harmona de vistas em que um e
outro se aspirara.
A lei de 2 de ma>. considerando o corpo de
polica como em commisso ou diligencia extraor-
dinaria, ordenara a diisoluoao do corpa provisorio
logo qne, terminada a gu o eifaetiva E' a disposicao do $ uaiea do art. 2a.
Em sincera conforndade com asta art. escre-
yeu-se no art do projecto:
< Fica dissolrido o corpo provisorio de policia
creado pela lei n. 611 de 2 de mato do 1863.
V6-se por aqui, logo prirneira vista, que o
projecto nao desfarca a origem da creacao do
corpo provisorie, a saa natreza tranauoria, a ne-
esta dissolucao inmediata ; si a quereriam a
u,d) custo ; nao ha nonhumi razo para
poupem a administracao actual.
S a lei n. 611 est contrariada em suas vistas
desde qne a dissolucao do corpo provisorio nao
se seguiu inmediatamente chegada do 33; si os
nobres lepuiados descobrem na justa hesitacao da
adminisiraco uma violaco aquella lei, que nao
cessara de appellidar lei permanente; devein ser
lgicos comsigo mesmo para confi-ssar qne, si a
ei foi violada, sao igualmente responsaveis todos
quantcs deixaram de cumpri-la.
( Ha um aparte ).
t Sn. Gusmao Lo*o:-^Ou os nobres denotados
quer, m convir que nao houve tofraccao d le e
'^ue a adinuusiracao bem procedeu em altribuiir
a assomblea a solucao da difflculdade em que se
sentiu; ou, a seguir a opinio contraria, eu Ibes
denuncio um compbce da infraccao no actual
admiisirador. "^
(Trocam-se muitos apartes).
O Sr. Glsmao Lobo :=*=0s nobres deputados coo-
tradi24ot>B vi,iveiiaenie (muitos apoiados). E'
preciso que se doclarem resolutamente por uma
uas opmioes ; aqui nao ha raeio termo
(Trocam-se apartes). -
O Sb. Gsmao Lobo :-0 qne eu collijo de tudo
isio, e que os nobres deputados nao mediuraui
sobro a lei, nao lerara o projecto, nao sabem .
que. ateobaro. fistao procBwa'j^g^^uma
OSb. Peobo Affokso : Li e med lei tanto
quanto o Dobre_rotator da commisso; a miaba!
nfchcidade na lercomo o nobre depuafloa
forca de couvencer. ^
O Sr. Gsmao Lobo :Possq con vencer noroua
comeco por osur conveacjdo. A ^niftucao
iia.i ^dia usar de bw rihitrio qu nao'fimVj
eila poda em ffel(da len. 11 isaolver od
provisorio; mas como praMfca&nn,raaSmoBcW
potados oH& d*si^$^rn^$.
estando,alias abrirse a
nao havia nenhuma razao para que a administra-
cao nsasse do arbitrio de reorganizar o corpo
expedrctouario. Ella nao tinha autorisacao para
tanto.
Fac-) jastica administracao. Julgo tao justii-
cavel o seu acto qne nao hesito em tomar na tri-
buna a responsahUdadc da deberacao quo adiou
a dissolucao do corpo provisorio.
Mas o justo, e vem pello dizer, que a com-
misso, aceitando o facto, nao podia dar lei n.
611 de 2 de maio uma execuco mais sincera.
V-se bem do projecto que*a dissolucao, all de-
cretada, foi a prirneira preoecupacao dos autores
do projecto. Nao se usou de nenhuma circumlo-
cucao, de nenhum rodeio ; escreveu-se muito sin
ceramente :Fica dissolvtdo o corpo provisorio.
Nos temos direito a exigir que se faca juslica
aos nossos sentimentos patriticos. Nao "podamos
desestimar o nobre sacrificio que se resignnu o
corpo de expedicao- Muito ao contrario. Lea se
com atlencao o projecto; confronlem-no desapai-
sonadamente com a lei n. 611; e deste confronto
resultar mnito claro que *> projecto leve par-
ticularmente em atteneo os inestimaveis servieos
de campanha.
O Sr. G. DrCmmond :Isto se nao pode por em
duvida.
O Sr. Glsmao Lobo :Nao me rero ji dis-
posicao que ordena aos otciaes' do corpo expedi-
cionario o pagamento integral de seus vncimen-
tos. lito pfie em relevo o pensamento e as vistas
da eommissao (apoiados). Nao a prova mais
irrecusavel da sinecridade cora que a commisso
quer o cumprimento da lei ?
Nao podis contesta-lo; digo-vos daqui com
todas as minhas energas de couviccao l muito
bem).
Invoco a atteneo dos nobres deputados para a
disposicao do projecto que autorisa a concesso
de :)00 rs. diarios s prac?s de proi que tenham
prestado .servieos de campanha. E' um tributo
de gratido que a provincia paga esses benem-
ritos policiaes, que o reclamo da patria fez solda-
dos.
Os nobres deputados mostraram-se muito pre-
que oceupados com o desuno que aguarda os olliciaes.
Mas commisso fica a gloria de ter pensado um
tanto nos soldados!
A lei 0. 611 tinha votado por sua vez uma gra-
tincacao s pracas de pret, como um premio ao
servieo extraordinario a que a honra nacional as
apelltdava. Nos sabemos muito a trise historia
dessa gratificacao que inflis procuradores desvia-I
ram de seu proveitoso destino 1 muito bem). A
casa deve anda guardar a impressao que, nesta
parte, nos deixaram as dolorosas revelarles do
honrado deputado pelo 3 districto, cuja voz pros
ugiosa erguen-se ha alguns annos daquelle mesmo
lugar, que orcupa, para protestar contra o escn-
dalo d'essas uiejitidas procuracSes!
O Sb. G. Drummond da ura aparte.
O Sr. Gsmao Lobo:Por este modo illuildas
as vistas do legislador de 1863, a commisso pro-
poe ama gratificacao que, s em caso,de sentenc
conuVmnatona, pode ser retirada. Poda a com-
misso dar prova mais eloqunle, mais apa sopa-
da, do uterfsse que Ihe dispertara os servijos de
campa aba?
t art. 8., que se refere s aposentadoria?, e
que deu tao larga materia discusso, consagra
anda a sincerid ide das nossas vistas.
O uobre deputodo pelo 3 districto, que se coi
locou ^frente d'este debate, mostrou extranhez
por esta ularisacn, ou faculdade, que a com:
rnlxsao iulg a daver attribuir administracao da
provlncr. Preceu-ibe que ah reside o sophis-
ina, o pensamento de uma combinacao que s
deu dapois-o noroe significativo dearoaaAa p.li*
tifa.
.Esto novo assuropto digno de reflexo. Em
J"'i pareceu aos, aatores' do prejecto quo, cor
regras especiaes, clausulas menos
restrictas.
V o nobre deputado qni, ainda nesta parte, at-
tendeu a commisso ao preco dessa nobre abnega-
i;o que levou campanha o corpo de policia. Bst 1
intencao nao a mais juslificavel ?
Quando, Sr. prndente, a popnlacao desta cila-
de se lio ha levantad ,coiuo um spensamento.pari
receber entre os transportes da mais frvida de
uionstraco, de queja fui testeiruinha, o primeiro
cerpo de voluntarios da patria que voltava a m>
pousar das fadigas de tima asperriraa campanlu,
todas as generosidades paroceram po icasp.ua dar
testemunlio da gradao uatiional. Tanto quanto
poda, tonto quanto devia, a commisso eonfessi
de plano que guardouv impressao dt^to grande
acatecimeoto. Palriotiaameute debelada pea sor-
! desses olliciaes, qne a iialuivzi de suas func-
<;6>- nao destinava ao labor do urna formidavcl
campanha, pensou a commisso que olios nao po
diam licar sogeitot s regras ordiuarias da ajo-1
sentodoria (.ipoiados).
A lei u. OH liaba ampliado a concesao deste
favr. mandando contar em dobro o lempo de ser-
vico em campanha. Completando esto pensamen-
to, a commisso Uxou regras especias que tandera
a alargar as aposentadora, reduzindo o tempo
exigivul e por esle modo facilitando-as.
Satisfazse o nobre deputado ? E' um crine pan
a eouiinisso ter acompanhado a generosa eorrent?
da gratido publiea ?
(Trocam-se muitos apartes).
0 Sn. Gsmao Lobo'.-Poden interromper-me.
Nao rae fatigara estas inlerrapcoes.
Era por um lado mpraitoavel, Sr. presiilente,
tolher a adiimn.-iraco a faouldinle-de dispensar
do servieo qneiles olliejaes que nao Ihes inspiras
sera coulianca. O projecto nao podia prestahele
cer, com violaco de principios muito aceitos, que
os oluciaes do corpo expedicionario continuaran)
em seus postos, nao podendo ser demiltidos. Ne-
nhuma lei Ihes garanti a perpetuidade; este nao
foi o pensanionto da lei n. 611.
Afigurouse por outro Jado commisso que,
estabelecendo regras especiaes aposentadoria
desses oliciats,_ faculiava os meios de nao expor
aquelles, que nao devessem continuar no exercicio
do seus postos, ura doloroso abandono.
^ O Sr. Pedro Aefonso :Nao era, preciso; o Sr.
oastello-Dranco aposenlou de confermioade coro
a lei 11.6II.
OSb. Gusmao Lobo:Mas cunvenha o nobre
deputadp qus nao ha nenhuma inconveniencia em
alargar as disposicSes da lei oue citou. A lei n.
611 nao fez senao mandar conr em dooro para o
caso de aposentadoria o tempo de serrico fra da
provincia. E' a disposigo do art. 13.
Mas, regulada a aposentadoria pelas regras ordi-
narias, elli nao poderia aproveilar esses oB
ciaes, anda qne se Ihes contasse pelo duplo os an-
nos_ do campanha.
Um olEcial que hnvesse prestado servieos or-
dinarios era cinco annos c servieos de campanha
era outros tantos, sommaria quize annos de ser-
vico perante o art. 18 da lei n. 611.
v ; -----r--------------
OSa. Pedro Aitonso:Gouba-ltao a vantagem
de fallar por ultimo nesta dsea"ao.
Vu Sr. II!-:i'i:tado.jTaMica'de guerra.
O Sn. Glsmao Lo;-lijando eu liaba a vai-
dadedo que o nobre deputado vjria linda ins-
crever o e nome abalx'o do projecto, eis ahi que
elle deplora nao ter a palavra I Que triste des-
'"S& .K e a rto (;ue(/aHrn|(jBr ueiica I
Neahum partido, Sr. pi"-id|i>, qne nao quei-
ra Hieidar-se-. rt-caia udMerta cGBflanca a
adiBstraeo pe e Mfn Je saas ideia<. Sem
quebra deste prtacipw, em <|oe repousa grande
parte da torca almiaislratvb, a commisso nao
poderia creder aos desejos que exprimero os no-
ares deput.idos. (Apoiados e nao apoiados). De-
veria a commisso aze? ,nals lo que estabelecer
Til" g"rae ,>ara rBaQ***) da for5a P"
UmSr. DiceuTAc:-(, corpo do'polica tem a
sua organisacao. Lissolvesse-se logo o proviso-
rio, dando-se direito a quem o tem.
t Sr. Gusuq Lono: Nao e isto o que so (cz f
VOSBS : Nao ; nao.
OSr. Glsmao Lobo:Pois que I Nao est pros-
cripta a dissolucco do ce-po provisorio que, como
o seu nome est dizendr., nao tem a carcter do
uraa forc permanenie Nao se recoahece to-
dos os offlciaes o direito dos seus veicimentos em
prov de que os seus postos sao mantidos ?
L'm Su. Deiltao: isto est reconheciJo pela
lei n. 611. *
O Sr. Glsmao Lobo:Eis aqui o projecto j uma
vez era accordo com a lei. Dou parbaos mira
mesmo.
lira Sr. Deputado:A lei CU para que foi rel-
io ? Esta a questao.
(Trocara se muitos apartes.)
t Sn. Gism.Io Lobo:{entregando ao Sr. Bairos.
llego, que e.it sua direito, um Uao que tem
fi.'eT.'i)):Eis-aqui, pois, a le que c* nobre depn-
1.1 lo confessa nao ter visitado com muito ailen-
(ao; rindo se falla aqui em reintegraco ?
Espiritos habituados ortica da hermenentica
han podem ver antinomia mire a lei a o projecto.
Um e outro traduzem iguaes sentimentos, tendu
ero atteneo as circumstancias.
Alargamos, verdade, as bases da aposentado-
rii. fa nislo uma inconveniencia ? Somos non
ivariavelnienteaddictos ao pensamento de 1865?
Itespeitando a len. 611, somos por Doi-sa vez
lisladores (apoiados: muito bem). Podamos e
deviamos meilnrar as agascntaJortas. Temos un.
justo desvaneclmento de o naver feito. um tes-
teraanho do aprteo que ligamos aos servieos de
campanha.
Antes de concluir, Sr. presidente, nao posso
deixar de referirme nraa ordem de couskle-
ractos que encheram de verdadeiro nieresse o
discurso do meu nobre amigo, companheiro assi-
dao dos traballi da commipso. O mea peosa-
ment (icaria inacabado, as miahas vistas incom-
pletas, so deixassi era silencio o grav* assumpto
em qae onoore dep'jtado declaivm, com ama loo-
vavel eoragera, Baeriflcar os impulses da amiza-
de aos reclamos do Icrer.
O nobre deputado f?z nos revelai;es tao impr-
tenles como dolonas, apoiaudo-as em nm doca-
in-uto trrecysavel de qne se eoneloem grave*
impuficoes contra o eommandjdte to aorpo e-
restivo de policia. Foi com un verdadeiro des-
agrado que ouvi d'acyi a leitura desse parecer, em
que se arguem facto compromeUedores digni-
ihde desse offlcial. rm archivo em deso rdem :
livros truncados, interrompidos, lacerados ; uraa
escrtoluraco viciada e, por Sobre tudo isto, um
desfalque de li:000u000rs. : tal foi, meas se-
nhores, o triste resultado do ioquerilo e exame *
que procedeu uma comra3o eloita por esta casa
em uma de suas ultimas sessSes para examinar >
estado do corpo de polica !
luterroga um dos nobres deputados inscriptos
contra o projecto si um ofiicisl. suspeHado at>
paso de lo odiosa aecusaco, deve ser aposenta-
do. Respondo terraiuaniemi'nU':Nao. Eu aaa
o aposentara; a administraran seguramente o na
aposentiri (apoiados ; mnito heui >.
Digo daqui, muito aito, muito sem reservas,
que asta eu>acao muito grave para qne deva
passar era silencio. Em quinto o coronel Air san
dre du Barros e Albuquerque nao alagar de sua
farda de earapanha esla nodoa que a est man-
chaudo ; era quanto estver suspeitado de desvio
dos dinheiros pblicos; nao tem direjto ne-
nhum favor desta lei. Esto e meu pBsaroenlo :
e o pcns: da assembla lapcdadnsl.
Tenho uvido fallar qcs serviros desse oflkial
durante a campaplu..
O Sn. G. Drcm-wnd : Si a f de offlcio nao
mente.
O Sr. Gsmao Libo :A esliibiro desse docu-
mento impresc'radivel. E' luz 'da f de offleio
que os servieos de um militar se podem dizer re-
levantes. O nobre deputado qualP.cou-o de rele-
vantissimos ; quero cre-lo, raasemquanto esle do-
cumento nao nos aprsenle...
O Sn. Pedro AmMo :J est em opposieao
cora o seu collega de commisso ?
O Sr. Gsmao Lobo :Pedir a prova de om fac-
i, estar em opposieao ?
O Sr. Pedro &ffohso :Fazcndo exigencia de
documentos....
O Sr. Ghsmao Lo^o :Exigencia Posso eu fa-
ze-la Nao fafo senao pedir. Desejo, e mnito, que
de par com a impressao desagradavel que a noti-
qil pod
oluciaes, o os ha, que nao poderiam ser
dos pela lei n. 011. e que o podem
Mas, tantos *'" desses fados, qne me referi, veio trazer-n:.
"iue a conviceo
ganlio ura nome
nao bastando para aposeuladoria, ella nao Ihe po- ao espirito, me fique a convieeo de qae (
derialer concedida. Da modo qu podem bavermandantedo corpo
psenla
ser pela nova
disposicM do projecto.
O Sr..Pedro Alfonso :Isto quer dizer uma
vlvula d rC'praQo ao presidente.
O Sr. Gsmao Lobo :Isto quer dizer muito cla-
ro que se, de uma parle, nao podemos impor
administracao uma lista de nemes proprios, por
oulro lado a provincia nao pode ser desagradecida
serviros de ordem extraordinaria.
Reclamo anda a atteneo do nobre deputado
para a disposicao do projecto que concede facul-
dade de aposentar aos invalidados em combate.
Nao me cou.-ta que nenhum oflkial esteja nestas
condicoes. Mas, so algum se houvesse invalidado,,
de polica
1 honroso na campanha.
Quando eu digo f de ollicio. nao teoho em raen-
te uma simplescjpia, um traslado... Amo os ori-
Sinaes ; amo a authenticidade...
OSr. G. DnrjMMorm :O meu nobre amigo fica-
r plenamente satisfeito. Tenho a f de offlcio ;
esl em mea poder.
O Sb. Gsmao L:o :Eu o convido, por*, em
nome da jnstiea que se deve aos mritos desse of-
ficial que nos d-5 a leitura dese documento. Isto
vira espancar muitas dridas ; ser uma alta bo-
menagera verdad? que, si tem direilos, tem tam-
bem exigencias.
Quando a assembla vota amrrlei de aposeoa-
doria que
pode aproveHar. e deve aproveitar a
poderia ser aposenitadu peraiate"Tnica dispo^cio !esse oficial, justo que cenheca o valor dos seus
da le n. 611 ? servieWs mililare?.
O Sa. Pedro Affonso :Porque nao?
O Sil Gosmo Lobo :Se um offlcial nestas con-
dicoes nao livesse os annos de servieo, que sao o
fundamento da aposentadoria, o facto de ficar in-
validado nao Ihe dava por aquella lei nenhum di-
reito a aposentadoria. O noore deputado nao m-
dium sobre o texto da lei.
( Ha um aparte.)
O Sa. GusmaO Lobo : Ha uma expressao no
art. 8" do pr-decto quo nao tem sido allendida na
discusso. Estabelecendo que c presdeme pode
Um Sr. Deputado :Em todo ca-o seria escan-
daloso aposentar-s um cT.c:.il sobre qaem pc-
zam aceusae/Jes.
OSn. Gsmao L~-o :Plenamente de accoroN.
Sou o primeiro 3 applaudir estes escrpulos ;
mas atteoda-se que o projecto, consagrando nma
autorisseo, nao obriga o presidente da provincia
a decretar a aposentadoria desse offlcial, ou de
qualqutrontro,a quem se attribua complicidad-.
OSn. Pudro,Alfonso :Nao obriga eomo ne-
nbuma disposicao desta casa obriga ao presidente
que c v
ra aposentar aquelles offlciaes que, voltando da I "a provincia. (Rao apoiados).
campanha depois de terminada a guerra e con-,. y Sn- Gi smao Lobo : A manifestacao que aco-
1 Iheu 0 aparte do nobre, responde per mim. l'tna
prisajo, acaujalavam e favreciaru .1 sorte
^s,afflcies,,quVn*u devessom''contioaar'n#
wrciclo de ses pasios, v ato* o pobre deputad
u~
tando um ceno numero de anuos de servieo, le-
vara ser dispensados, o projecto nao legi.-la a dis-
P>nsa_ nem o podia tozer. Seria ainda uma
qurslo do nomes proprios. V se bem por ahi
que nao so trata senao d'aquelles que requererem
a aposentadoria, ou nao devam ser conservados
om seus postos.
3*ab podia tambera o projecto referir-se todos
os offlciaes que, mais od menos, piestaram ser-
vicos de campanha, como se mostrou aqui desejar.
O projecto refere-se somente aquelles que tor-
minaran) a campanha. Mullos ha que, nao ne-
gando ap acampamento, voltaram de Montsvida,
de Buenos-yres, de Gorrientes, ou por inhabilita-
cao vjoda de iofermidades ou por algum entro
motivo penos justificado. Como quer
aniorisacao nio obriga,-mas obrigara os krmos im-
periosos da lei.
O Sr. G. Drummond : Bastara que dfeses?*-
mOS ;O PRESIDENTE APOSKNrAR.
OSr. Gsmao Lodo :E* uma-autorisacao.-osi
i uuia Jet. 0 que a commisso nropde. De pissf
delta, a administracao se servir ou nao da fac; -
dde quo Ihe atribuida, segando o acoaselha-
rera as conveniencias publicas, o respeito dos di-'
reitos individuaes, todas esas consideracoes qu>
podem ler dieisiva idflueneia em urna deberacao
tao im-jortantr.
Ob nobres depatados, que protestara nma vatoi-
5a ded i cacao ao administrader da provincia, recu-
saran) um voto que se Ibes propoe como raedw.1
-------T------t-------_. ^. Mv. qae seja,,.
e bem que em todo caso se Ihes reconheca serv- oe connanea 7
eos de campaaua, commisso iulsou aue Ihes ,B "S?1* al,ura 1ue acammissao colloca
se ser,
W1
que
-It^WW^0; tf*sieioente resertadofc bwfas* ^mot
Chamo muito para aqui a atUmcao do pobre d
-' ^'districto. dea,eSp|h'to'temiptf
J&warafis prs dirigir; disaoguo-
se pea upartuTtorfaade dessas raras acaldsdes
que o foverao da sociedade exige conw.indispeD-
campaaha, a commisso julgou que Ihes
ba-tiva o favor da lei n. 611, que Ibes manda
contar em dobro o tempo que empregaram nessa
commisso. *
Curapre ainda observar que, tocante s aposen-
tadoria*, o projecto adoptou a forma de urna au-
torisa ;5o, de posse da qual o presidente da pro-
vincia pode servir-se ou nao servir-so. Por este
modo '.eva a commisso em vista que aito fossera
desaltendidas as conveniencias publicas que se,
possaai oppyr, em nome da discinlina, cm aorae
do dever militar, aposentadoria de qualquer of
Qciaf.
J v4- portanto, o bonradi deputado pelo 3
dietncto que, jusiamento cauteloso previdenla,
o projecto tradotiu com escrupulosa tidelidade a
pensament geaeroso de 1865.
>3r. Pedro Afonso :iNo apoiado.
O Sr. Gvsm> Lobo:Se esu discussio podes^
1a protongada, eu pedira ae nobre de-
que, reaamecando-a, aMadonasaamoa
liar, aonto por ponto. Su. dasajadv
~i*q onda est aaai o qn# se caaa
~4mtig*>t depon >arpwo
'^twt'
' O Sx 'v vflup -Loap; geojpro osla aalawacHJ
reintegrjrplo'r Oaoe est ella na lei n, 6!l qui
. .psra DV}^Tes *5Wo qma are3 rariolarol ?
Algum o'riTcial poTda o seu posto para que Ihe
I seja reentregue?
eeataawpara que nos cxptiCMiWay Ano cosaco eawaae *as netaat b*i~
itoas- da macMada que m Mabra reenetto ae
._ a qmes-
|ao. Ella nao a coltocon ; collocaram-na (apoia-
os). Depois do debate nofitico que temo- onvid'%
commisso nega o sea voto a todas as emeodas
que possam ser apresemades nesta discoss* Btla
pede assembla um vcrdvlelro voto te conflanra
a administracao.
Pepousaudo a saa forca ni dedicscio dos sin-
:vro amigos, que apoiain o pensamento admiras-
Irativo, a commisso aceita a questao no* termos
ma que ella foi posta pelos asares deputados, que
b tofcreveram contra o prometo.
D01 sernos que passe o aubatc pie se ht 4e or-
dem poltica, e na futura discusso.a commisao
acertara, sem abdicar t\>ml* de idotlfr, lodo*
,w retoques e raiaroe qn* aiereea- o jVOtjaoto.
O HBna deputado taraaiaen cois vmnu
um das seus.discursos :mes de serao parti-
do, somos mocidade.Batas- alada iar datv ac-
uos.par age, me risquera to.partido tonafUa'a
aooidada; as por, lato imnuoo qmtoallsac
wwaat-ecuaseMns a-aaairia, da rHafioota
__________ saa a viailea corta ato cabala*
sNaiaiaaai.)
aeiiaiW no saOo por quini
-_h> Bra aaa* ftaatUssa
Tmy*Mato* hcrMcaa*sssao aaa%.
O SB. PREsIDE.VTE dssKjaa a crdem do dia c
ovanta ai'
:
I
1
r ,
I
V>f
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.

inti de <**avA>x\i*> Sxla fetra 3 dtvJrtifrc le-IRTO.

=:
M
Passaodo a QMBparta' Ai ti dfccussao de or-
flo araviotfal, oraram o Sn. 6. Drumowid,
i> llego, e Oliver* Andrade, sendo approva-
is vk. Ii*-, iAijMto o'i requeniaesto
do Sr. Mella liego, e deixaado d votar-se sobr#o
6* por falta da numero.
A ordera (fie iara boje : contmuacao das
antacaleaie emir* *3* diseusio fo projecto
INSTITUTO ARCHEOLOG1CO E GEOPRAPHt-
f0.Renaio-se hontem esta sooiedade eAfeesso
"i sj* a presidencia da Exa. eonsrtheiro
*ofl85!?L*1D,,: $f*: 22"r0?*' ds Arev,edo, Gervasio Gampello,
2 iu i "?*P*' Biptista Reguera, Paoseea
?L.^T'?e,p* * nsior Salvador.
u iktSKf*1** acta d antecedente,
i nr.MserManb menciona osaguinte expedient:
tmeBoio da directora disociedade1 Novo,
Amene*. oonvdaode o Instituto a se faier repre-
rolar emida sessio aunversarla no dia II do
eorrente.letairado, sendo nomeada aeommissao,
eompoeta dds Srs. Drs. Aprigi Gutmaries, Gem-
ojUmpoiiv, e Ayres Gantj para representar o
O mesmo Sr. secretario da conta das sguintes
Olleras':
' V*rfe ns. do Dnrio de Pernambuco, pele
consocio Dr. Figuejra; alguns ns. dos jornaes
Op<) Nacional, Anense, Outciro Democrtico,
arenca, e Americano, pelas respectivas redaccoes.
Todas estas oflH-tas sto receidas com agrado
manoara-se archivar.
Entra eni discusso e approvado o balanpo
de receitr e despera verificada no 3 trimestre de
outuhro a dezeiribro.
Veni a mea o balance relativa ao Io trimestre
6 ajMip*. nataral do Rerif; eeatmu para este
da 10 JoaLril di crrente
de alienados em OPfaia, JPde'mao

O regente,
Luiz do Reg Barros.
O mardomo de mez,
~A. J. Gomes do Cotreio.
LSItAO.Hoje iu 11 horas datrriantiia, n;
ft peottors 'praea da independencia n. 33,
o lueui o nawnco relativa ao i" trimestre
de aneiro a. marop..A'" coinmiisio respectiva.
E" lid o vae a imprimir, pifa ser discutido, o
segnicte projeeto de oreamento de receitae des-
teta para o anno acadmica de 1870=1871 :
Recerta
CootimiacSo trimensal 480*000
Joias do socios correspondentes 1203000
Donativos 3:2163120
Beceita liquida da Revota 453000
Despeza.
Expediente
Ordenado do amanuense
Dito do purteiro
PoreentagPra do mesmo
Impreco dli Revista
(Vposito
Dficit do anno findo
3:8615120
029(3645
300*000
1203060
833V00
6543000
2:0163120
157395o
3:8613120
\ m mesa e approvada a segrate iodicacao:
Indicamos que se remetan ao Instituto His-
trico e Ceograpkico Brasitsiro e ao Archcologico
das Atajos todas as Revistas trimensaes deste
imtili'.v, alimde que por esta forma se apertem
os viqeutos de fraternidade qae deve reinar entre
assoriieo -s desta ordem Baptista Regueira, Fon-
secadeXleuquerque.
E' igualmente approvado o seguinte requer -
Moto :
Requeiro que, pelos canaes competentes, se
solicite com urgencia da coromssao de reforma
dos estatutos, o sen parecer a respeito. Sala das
aeesSss i de ianlio de 1870.S. H. de Albuquer-
Vem iguilmente mesa evae a imprimir o se-
guinte prograuma assignado peb Sr. Dr. Baplie-
ta Regueira j
rutra tomn parte no combate, ferido no forte
de S. Jorge, pjr occitsuo da incasao hollandeza
n esta provincia.
E' liju e approvado um parecer da coromlssao
Ferrei.-a Nobre Pelinca eJos Austregesilo Rodri-
gue^ fama, para socios correspondente.
Xionavetidd raais nada a tratar, levanti-sc a
seas*
JURY DO RECJl-'E.-Teve hontem logar a 1'
reuniau da segunda sessa.j do tribunal du jury do
Recife l i cuente >nn ', son, a presidencia do
Sr, jniz de direito da I* vara ir. Oliveira Haciel.
.Nao tendo compaii'cido uumero fufllcienu; de
jiiises de facto, foram sortewo* os Srs :
Augusto Piibeiro de Lima Chalaca.
Christov, G. rcckenfeld.
Dr. Jos Antonio do Figueiredo.
Antonio (oncalvcs Torres.
Dr. Antoro Manoel d Medeiros Furtado.
Marccmiro Pancraeio P. d.>s Santos.
Francisco Lucio de CartroJ ,
Je ienarioP. da Roo'ia.
Dr. J laqnim /os de Campos da Costa C. M. e A!>
buq erque.
Firmino Pereira da Cunta.
Manocl los Goncalves dos Santos.
Heliodora Fentaadcs da Cunta.
Custodia M rrira Dias.
Joaqoim Prea Ferreira.
Antonio Jos da Grtsta o S.
Tnomat Jos da Silva Gusma .
Dr. Mlgtftl de FigueirOa Faria.
Joaquim da Costa Trvares.
Joaquim alendes Carneiro Leao.
Julio Portara da Rocha.
Jos Eranetsco do Reg.
GAli'NETK POUPUGEZ DE LEITURA.-Deve
boje rcunir-sc polas 6 1|2 horas da tarde, em ses-
sao est ".crdinaria o conseibo deliberativo do Ga-
binete Pcrluguez do Leitura, como se v do au-
nando qn,c em outro lugar vae publicado.
ESTABELECHENTOS DE CARIDADE.Movf-
mnto da hospital de Nossa Senhora da Coi:;
dos Lstros, do 1." aj ultimo de maio de
1870.
Existiam 13 honicns e 13 mulheres, entraron I
mulher, evadio-se 1 rnulber, existem 13 homens
e 13 mulheres.Total 26.
Advertencia.
Existen) emnregados neste e^labelecimonto 8,
a sabor capellao 1, medico 1, regente 1, diu 1, bar-
beiro 1, cozinheira i, serventes 2.
Foi visitado n nstabeleeimento pelo respectivo
medico deste o Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier, nos
dias seguate;: 2, S, 8, 16. 19, 25 e 29.
O regente,
Dmiz Ignacio P. dos Santos.
O mordomo de mez,
.4. /. Gomes doCorreio.
MTmento sericordia de Olinda, do Io ao ultimo de mato de
1870.
Existam 30 hoin-m? e W mulheres, entraran! 2
mulheres. sabio 1 mulher, morreram 2 homens e
.'! mulheres. existeni 28 homens e. 48 mulhe-
res.Total 76.
Existen) 10 empreados neste estabeleciroe.ito, 7
homens e 3 mulher.-, sendo: 1 regente. 1 mdico,
i capellao, porteiro e sachristao I; 2 eufer:neiros,
4 barbeiro, 2 enfenneiras e t cosinheira.
Foi visitado o raesnw 'estabelecimento polo res-
pectivo medico o Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier,
nos dia;. 9, 12, 17, 23, 25, 27 e 30, ; 10, iX,
11, II,' e 12 tura* da manhih.
Advertencia.
Entr.tram :
iNo dia 16, dnai mulheres, urna de nome Mara
Migdslena ila dyeei^o, parda, casada, com a
idade d. 22 annos e mliiral da villa da Esca-
d.i. .
E a outra de rfem Umna Mara da Conoeifa),
parda, soitira, cot idiJo'ds 23 annos e natural
jesta provincia.
Sihiram :
No di t 21, urna inallior, de nome Marj.a Eugenia
do Nascimenm, parda, ca-aaa. com a ilade de 30
nonos e natural da provincia de Alagas, e entrn
para este estibeleciineuto no da 22 de junho do
anno prximo pa Morreram:
No dia 4, de errlhmmacio nos inttestino3, 1 ho-
rneo), de nome Cedro Jo da Croz, pardo, casa-
do, cora a dado, de '' aooa-, nataral do Ipoiuca
e eotrou para este estabelckdetlto no dia 00 de
jineiM de 1867.
Ni dia 2% de diarrhea de sanae, 1 bonjein.
de no ne los Mauricio do Almeida Bastos, biTaneo,
soltiro. coma idade do 37 aanos e natural4e Li
rnoeir >; epotrou para ata ettabetecimeote so djia
21 de jullio do anno prximo ppsado.
N a 1, urn-i malX', iA'rae Candida Mara
da Gmeeicao, braaca, Bolteira, cora a idade-do 80
anno*, natanl desta oroviacia, de diarrbea; e
eutrou para est9 esiabelectmeiHa no da iO it ja-
Iho ero nn i ie i$%i.
.\'o dia 6, de aaema, urna mulher, de oame Ca-
tiiariaa. preta, eoittra, com a idade de W ao,
nataral do Ra Formn i, ,e eotroa par ee eta-
helecimeato no cha 39 da novembro do ano pr-
ximo paisa
na casa
..halel-
lao de joiar de ouro e brilbantes, relogios |de ouro
errata, cordSes, etc. etc.; dados ali em penliores*
nao reagatados no vencmento estipulado por mu-
tuo accordo. A occasiao bem opportmna para
quera quizer comprar algjim objcto novo, e por
proco multo menor do qu as lojas.
LOTERA.A que se acha a venda a n. 149'
a beneficio da irmaudade de Santa amia da igreja
da Madre de Deus, a qual corre oo da 7.
" PASSAGE1ROS.Do vapor brasleiro Cururipe,
sabidos para Mmangoape :
1. P. de Ca-tro Plato, Manoel Ferreira de Couto,
Ja venal da Silva Magalhaes, Pedro Lopes de Men
doea, Manoel Jos Pereira, Francisco Gomes Pe-
droza.
Sahidos para New-York e portos interme-
dios no vapor americano krrunack :
C. C Sempsoo, I. Uirgandt.
Sahidos para Macei no vapor brasleiro
Mandahi :
Cicero Augusto Vieira, sua senhora, 2 linios
moneres e 1 crala, padre Firmlno Brante da Ro-
cha, Joao de Albaquerque Mello, Antonio Leonar
do d Menezei Amorim o i escravos, Mano -I de
Souza Cunha, Jlo F. Costa Joaquim do Lvra-
mento; Francisco de Agolar Jnior, Joaqoim de
Miranda Gumaraes, capto Eduardo Augusto de
Aginar e 1 criado, Francisco Jos Pereira, Joao
Marques Sardanha, Ignacio P. do Mello, Manoel
Loito de Vec'osa, Joaquim Jos' Nogueira C.
Brandao e sua senhora.
Sabid ,s para Granja e portos intermedios no
vapor brasleiro Ipojuca :
Pedro C. da Costa Aguiar, Vicente Gifone, Joo
Manoel R., A G. di Mallos, Candida Mara da Con-
ceico, Jos Baatholomeu e spa senhora, Dr. Joo
Antodio Fernandas de Carvalbo e 1 criado, Fran-
Ino Antonio Aranba Chacn, Isabel Mana da
ConceicSo, Fortunato Estevao Pereira Campos,
Jos Antonio do Nascimento, Joaqoim Francisco
de Vasconcelloa, barao de Messejana e 1 criado,
Antonio Theodnro de Castro, Pedro Panlo Vieira
de Mello, Dr. Hemeterio Maciel da Silva e 1 cria-
do, Jos Simplicio Narciso de Carvalho. Dr. Joao
R. Caves, D. Emilia Cavalcanti de Oiiveira, D.
Jesuina Cavalcanti de Oliveira Matts e 1 ascrava,
D. Luza E. Cavalcanti de Oliveira, Antonio H. do
Nascimento, Innocencio I. de Oliveira, Agostinho
Pt-reira do Nascimento, coronel Manoel de Mello,
quatro netos e um criado, D. Mara Januaria
de Souza Montenegro, Jos Antonio Barbosa
e Lozia Francisca Barbosa, Joaquim Pires Gon-
calves da Silva e 1 criado. P. II. Wenken, sua
senhora, 3 filhos e 1 criada, M. Frusdell, D. I. de
Castro Barroca, Dr. Domingos Jos G mgalves
Ponce de Len e 1 criado, padre Seraptu'm, Ma-
noel Florencio de Albuquerquc Araujo, Manoel A.
de Azevedo Silva, sua senhora, 1 filho, 1 aggrega-
da e 4 criados, Francisco Teixeira Pinto, Jos Joo
Pereira de Lucena, Joao Louro, Pergenlno Ao
guvto T. Franco, Josepha Gonealo Pinto da Silva,
Francisco F. F. Mendes Americo P.ibeiro de^nu-
io, B. F. da Silva, I. de Araujo Costa Jnior, Jos
Paulino de Castro Medeiros, Luiz Bernardo, C. B.
da Rocha Silva, sua senhora, 1 Qlho e 1 escravo.
Francisco Tertuliano de Albuquerque e 1 criado.
Eaglish Bank of Rio de Ja-
neiro Limited.
Capital do Banco em
50.000 acoes de 20
cada urna...... 1,000.000
Capital realisade .... 500.000
Fundo de reserva. 120.505
municipal duHe ler
entre tanto eth miiv
jitstira. pediia<
ante* da dur **0_
S. Exc. mn podro
ouvir o attuas
ca, entrt as mides')
i (Continnau'1^
wodtte r dJ
mrufmra
proewe
cotmt-
njor
rosa, etc.
Balando da caixa filial cm Pernambuco, em
3f de maio de 1870.
Activo.
Letras descontadas. 1,43S:4S3;5360
Emjirestimos e contas
caucionadas ? 25:355;$720
Letras receber. 19:843,-$700
Garantas e valores de-
positados....... 531:894^770
Mobilia etc. do Banco. 18:1)70sirio
Diversas contas..... 85:765:5150
Caixa.......... l,254:00t,5-"J50
3,874:319;)70O
Passivo.
Contas correntes sim-
ples. 851:012*370
Depsitos praso fixo,
com aviso e por le-
tras 1,751:258:5380
Ttulos em caucao e de-
posito .......'.
Diversas contas.....
2,602:2703750
531:89'>770
240:151,5180
3,374:319^700
S. E. 0
Pernambuco, 2 de junho de 1870.
J. S. li. Blolmam, Manager.
F. Lambley, Accountant.
LOXDOX & BRASILIAN BANK, (LIMITED.)
Capital doBanco 15,000 acijes
de 100................. 43,333:3333330
Accoes emittidas 13,000...... 11,555:5531350
Capital pago a 45 por accoes. 5.200:000000
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PER.NAMBUCO EM 31 DE
MAIO DE 1870.
Activo.
Letras descontadas..........
Crditos di versos, outros bancos
e enixas filiaos....'...___
Caixa:,
Em moeda eorrente.........
1,118:174*100
1,211:5645370
829:683*410
Passivo.
Capital fornecido pela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em conta cor-
rente...... 386:845-5700
Depsitos fixos
e por aviso. 1,007:2255250
888:8885890
Crditos diversos, outr b-
eos e calxas filiaes......?.
1,394:070*950
979:564*040
Rs.
3,262:5233880
E. O: E.
Pernambuco, 2 de junho de 1870.
T. Wilkiiison,
* Accountait.
i.
HBUCAC0E3 A PEDIDO.
Bonito.
Todo o bomem honeste suceptivel de
ser vilmente desacatado, anda mesmo n3o
dando motivos, por entes despresiveis e
maldizentes, que a todo tranza procurara
marear sua reputado : falto com relajo
ao miseravel anonyoao transcripto no Libe-
Yol de 14 do andante mez, s'ob a epigrapbe
Bjn^to. Julgo de indecliaavel naceisid^da
responder aos.'topicos de^se artigo analy-
sando-o cota preclsao, para que o grande
jury da oppiuiso publica (para quem es-
prevo) fzenJo seu minicioso exane, pro-
nuncie a s.ntep^i que Ihe parecer justa, se-
guido o principio de:Dar a pieafeio que
drDeus, e a Cesar o qoe ih ditfr.
Dii o artigo aHodldo: Conga jmnqt.
que p vigario Quima tr,*balha com affifico
part que o Sr. Jos CypriaiMr B'.zerra de
Mo, que, neo ka milito^ -xtroia
Pontual Jnior, coron]
Saiba porm esse energameno qoe pe
quena posifio que oceupo n' ociedade,
foi nicamente devida a sinceridade em
meus tratos e copera?5o de amigos que
me presam e que fazem joetica aos meas
sentimenfs e ao meu carcter.
Emquamo a tr eu sidcg'rente (e n5o
caixeiro propiamente dito) da casa do fina-
do Jos Hibeiro; llustracoes que foram e
serao sempre admiraoo', comecarm meaos
auspiciosos l
Scheaskpear principiou segurado ca-
vallos porta dos theatros de Londres* me-
diante redicula paga, mas devMo sua
constancia em procurar urna .posicSo
digna da sua aptidiotornou-se, i forca de
perseveran?a e de estudosum grande vul-.j
to admittido ?t'nos salBas regios. Pedro,
o grande da Russia, exerceu o offict'o de
carpineiro em Saardame, (villa perto de
Amsterdm ele) e assim outros muitos. N36
quero dizer, fazendo citages desses illus-
tres personagens, que estu nesu femmen-
cia, nfi; smtole quero mostrar esses
mcus inimigos gratuitos que o principiar por
ser gerente de urna casa coramercal, e hoje
oceupar (indignamente cnfesso) as posi-
goes d advogado e vercador da cmara
municipal, devido benevolencia da amigos
que me considera vam, n3o ser rauito desar
para a poltica dominante incluir meu hu-
milde uome em tima lista de supplentes
do juiz municipal, se acaso real o que
disse o anonymo do dito liberal (o que con-
testo), por que nunca procure i senielhante
lugar, como bem sabe o Exm. Sr. vigario
Cunha. Entretanto eu soo o primetro re-
conhecer que existem nesta comarca pessoas
mais habilitadas para o preenchimento des
sa lista.
Saiba o communicante que mai's nobre
principiar-se por ser gerente de urna casa
commercial, e acabar por merecer o suffra-
gio dos municipios para representa-los, do
que ser-sa capitalista e acabar esmolaado o
pao da caridade pablica t
Isto prova; ou desfavor da sorte, ou
falta do senso e mingua de conceito: neste,
ultimo caso est o meu desconhecido e'
gratuito aggressor, quelonge de ameagar-
me com o florete de cavalheiro, insulta me
sem discobnrse, usando para essa infame
tarefa, da linguagem dos lupanares, onde
se chafarda e Ihe compele,
Relativamente ao appcllo que faz ,o refe-
rido anutiymo do Exm. Sr* Assis Rocha,
para que sejain oavidos os conservadores
desti comarca entre os qnaes figuram so-
mente os nomes dos Srs. Joo Manoel e co-
ronel Pedrosa porsarem elles oossos desafec-
tos, por motivos quemis tarde darei expli-
cacoes, se m'oobrigarem.nSopodem, ainda
mesmo nao existindo entre us esse peque-
no degosto, dar informarles politicamente
fallando, porque os factos que esses senhores
praticaram no dominio da poltica iigueira
(da qual foram seus fiis e passivos mem*
bros t!) por occasio de pleitearem os con*
servadores elecao*para depntados geraes
em 1.8C7, appareceram nesia villa, por or-
dem do Exm. Sr. visconde de Cainaragibe,
os Srs. Dr. Campos, coronel larros e ou-
tros, em virtude da promessa que havia
feito o Sr. coronel Pedrosa ao partido con:
servador, de dar ao candidato apresentado
pelo visconde a quasi t'rtalidada dos votos
deste collegio ; mas, observaram aquelies
Srs, a scena mais lrisle que se podia dar.
por isso mesmo que chegaodo o Sr. coronel
Pedrosa em casa do Exm. vigario disse:
que senta dizer-lhes que os bomens (Jos
Citirana e Candido) nao consentiam que elle
votasse no candidato apresentado pelos con-
servadores !!!
Tanta tfoj a paixo de qae se apodefou o
coronel Barros que protestou em sua pre-
senta nunca m^iis passar pelo engenholili i
de Tlres I! E mais : quem oSr. Pontu-
al ? este Sr. inteiraruente desconhec do
nesta comarca, mas o que acaba de me
referir o meu amigo e coiiega o $r. Joau
Braulio de um interessante episodio havido
entre o Sr. Pontual e Miguel GaIvao,.nao
ha duvida ter commungado o mesmo credo
poltico do-coroH Pedrosa.
Sao esses os verdadeiroi conservadores
quem se deve pedir inf;rmac5es a meu
respeito. e de outros amigos ?! Birnm
teneatis !...
No final do ar:go de que se trata, narra
esse infama commuoic.r.te orna h stona de
urna escrava do despresivel Melio Luna,
qusrendo dizer que o defraudei na venda
fiz dessa
lA'gar. i
>rtttor/-arinha de &&.
#fwrili'io. m)
B.a Sor'//_ merca*>ffii. Je
!dem
^^Pflrracalhi.' '
ttJuliopelra*. ;
SttiSS?*8"-
J&*..... 4:llt*0!W
'....... I:WHU
^^DfSJ^fltw cliefoon a a-:aeaal i
'i,wll5flHwwa *a* '"te. em #*ni
'd
di
nnpos-
qunnoa
aidwr-e rraieniente infrfinu.'
."fPjg^Kii-ha o inl<:res.im.; cmoito-a.iplau
do rfriafc'Wi 5 actos, imitstad :
6:320,)0
-^ COfST^ABO ROWWCir*
B dem do da i Z-.mmt
fr692*497
MOVIMENTO W PORTO.
i. *i fttoto* entrados no dia 3.
.!2X?r F*1' M*M dina-narguez Akne, de
'200"toneadas capitao Blinf-'n, equipagem 10i
c*n z,io7 Darncas com fartuha de trigo ;
orden)-
Havre---* as, lugar (rance Ri Grande, de 20V
toneladas, capitp Tais e4ipafri>Q> l, carga fa-
zenda/e outros gtneros : a Eduardo Burle C
Riode Janeiro-1J das, b.trca inglefe Naomi, de
BOUtQKlaifts, capifi Demorid, efmijJagem 13,
n lastro ; a orden.
e Janeir.)- as, bpigae oruegaense tuto,
de 8t> toneladas, capto Olsin, equipagum 8,
em lastro : a Johnsion Palor & C
Baltiroore49 dtas, fcrjgue inglez Nora, de 228
toneladas, capitao Fbsfevfm, ei|uipagera 8, carga
2,564 barricas com farinha de (jigo ; a Phipps
Brothers 4 C.
Novias sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do Sulfliate portugnez Pensamento.
capitao Joaquim Francisco da frindade, carga
assucar e agurdenle.
PortoIlrigue portugus indith, capjtao Joaquim
Pinto da Costa, carga varios generes.
Tomara parto *Sra. D. Mara Baha, D. Glym
pa, D. Joaquina eos Srs. Baha, Peregrina Bra-
ga, Eduardo, Freit, Emiliano e Lyra.
Terminar o eepeetaculo com a interessante e
rauito applaudida comedia em um actb, ornada
dj msica, denominada :
A criada inapagavel.
Tomam parte a Sra, D. Jesuina e os Srs. Braga,
Ireitas e De-Giovanui.
O bwwiciado cnta com a yenerosa proteccao dos
sens comprovincianos e na do respeitavel publico
pernanifcucaiRi.
O resto dos bllhetes acbao-se
Recife e ne tbealro, pelos
Sexftr-fi'ira 3 d jtfbr,' t') sotirs* da roa Por-
nm-a n. W:
O agente Pmt/'.-rtc.irrtffrtdo_ por tMk tmfa
ift retira ye (';vui pri-vun-i.-i, tan*itt\SlriSi* im-
veis o mi* ODjM^inr acim dfrc'rii/toliHfcjl
no sobrado da roa Formte n. 19, no dia trtta*
'eir 3 de juibo.
Principiar as 10 horas.__________^_______
~ LEILAO
Be joias.
Manrick) Josc dos Santos Kbeiro stabiccidb
com casa de penhores praca da >Iudepe{iiHk'
n. 33, fsr leilao na mesma east por Internocfo
do agente Martn?, no dia3 de junho as It toan
do dia, de todos o objectoa dado em penhor
constantes da cautelas ns. 130 J>, 158 B, |W Bt
164 B, 126 B, 170 B, 171 B. 174 145 B, 184 It
191 B, 104 B. 104 R,901 B. 204K tf| MB
229 B, 230 B, 234 B, 237 B, ,2^ HOB, H9,
79 B, 25.1 B, 255 B, 167 B. 261 B, 26i U,
.Jl,T^Ad0 9IB-^b'2wb:2w b."io3b7m r5s?
_. ,.___ preces esubelecidos, 3 ,* R; ,, 2 Ji =
dando-se passagein gratis em wagn antes e do- SIfffS-frfff 5 22
pois do espectculo.
fc Principiar 8 horas.
K. B. A direceao previne que, alm dos trens
do tylo, partirao do Recife dous-s 7 li2 e 8 li2
da noute.
5>olngo ft do corente
BENEFICIO DO ACTOR
Representar-se-ha o encllente drama em 3 ac-
tos intitulado :
DECLARACOES.
Em virtude da ordem do Illra. Sr. capitao de
fragata e capitao dj porto, kco publico para sci-
encia dos sanhores possuidores de madeiras, que
se acham depositadas na- praias pu nos cae?, por
mais de cineo dia>, ou outros qttaesquer objecto
que embaracem o transito publico, ainda quete-
nham licenca da cmara municipal, que Acara su-
jeitos s penas marcadas no artigo 14 do regola-
mente de 19 d maio do 1856, se nio retira-
ren) no referida praso do cinco dias taes abjectos.
Tambem manda fazer publico que tcm designa-
do na cooformidade do artigo 73 do mesmo regu-
lamento, que as embarcad-oes do trafico do porto,
laes como alvareogas, lanchas, canoas e outras,
estacionen) na coroa do> Passrinhos, ou na mar
pequea, tu podendo neohunia dessas embarca-
coes estar fundeada em qualquer outro lugar a
nao ser carregande ou descarregando, e todas nu-
meradas e marcadas com urna letra do alphabeto
para designar a eslago, como se llave observar
pelas lceacas de que deverao estar munidos os
dono? de taes embarcacoes, na conformdade do
artigo 76.
Capltauia do porto de Pernambuco 2 de maio de
1870.
O secretario,
/"_____ D^cio du A;|uino P'onseca.
)presentar-se-ha o excel
ntituhdo :
IIU VI DI
319-B; 219 B. 3W B, 323 B, 38 B. 3B, 18
332 8 76, 62, 34, 82, 71, 90,84, 93, 59, 77. pL
66, 114, 116, 98,102, podendo seus donos ras-
la r os- objectos ou pagar o premio que esta**-
v;odo- at ao acto do leHo e a vista da udUsw.
O papel de Diana de Rrone, sera exibido pela
Sra.D: Jesnma, o de Thereza pela Sra. D. Mara
Babia.
O papel de Dr. Steahen. ser execntado, pe'a
primeira vez nesU capital, pelo Sr. Xista Baha
e o de Raymundo pelo. Sr. Peregrino.
Toma igualmente parte no drama os SrsvDe-
Giovanoii Eduardo, Emiliano e o beneficiado.
Teraiiuara. o espectairulo com a graciosa come-
dia em um acto:
O marido victima das moda;
Tomam parte a Sra. D. Maria Baha, Peregrino
e o beneficiado.
O resto dos bilhetes acha-se na estacao do Be-
cife e no theatro p loa precos estabeleeidos, tran-
do-se passagem gratis em wagn, antes e depojs
do espectculo.
Principiar as 7 1|2.
LEUAO
-
liare H L ft C. seeoo
arrov avartado d'agn
ada
HOJE.
O agente Pstna far- leilao por conta e rfeco-
de quem pertencer de 50 saceos marca acraa coa
airoz variado d'agua salgada viudas dn 1 Trrpwfc
no vapor ftscal, entrado neste porto em 2#d
mez prximo passado e sera^ vendidos loi
10 horas da manhano largo da alfandeja.'
AVISOS MARTIMOS.
Relarao das cartas rejistradas, procedentes
do sol e norte do imperio, existentes na
repartirlo do correio em Io de junho
de 1870.
Alfredo Excelso de Oliveira, Alexandre Gomes
Ferriio de Argollo (2). Antonin Francisco de Souza
Braga, Antonio Rodrigues de Albuquerque, Anto-
nio de Souza G. Fdho, Benjamim Aresdes Ferrei-
ra Bandt'ira, CJaudino Borges de Fretas, Francis-
co Odelon Tavares Lima. Joaquim Alvaro Garca,
Joaquim Eduardo Pina, Jos Paulo Marciel deCar-
valho. Joa iloelbo da Silva Araujo, Jos Manoel
Corris de Barros, Luiza de Jezn> Cavalcanti, Luiz
Manoel de Oliveira Mendes, Malinas Lea! de Le-
/nos, afcahb Concalvs da Rjcna, tflysses i Ir-
Bes, Xisio de Paula Baha.
ilanoel dos Passos Miranda.
O enearregado do registro
que z dessa escrava, na quantia de cem
mil reis!! O publico suspenda por poucos
dias seu juizo a respeito desse facto por de
Rs........ 3,262:523sssoj ma!s 'o^me, que mai breve provarei com os
honrados negociantes dessa cidade Jos
Fernandes Gomes & C.
Bonito, 16 de maio de 1870.
Jcs Cypriano Bezerra de Mello.
Consumoiuse
Repugnei sempre discutir pela mprensa ques
toes Torenses, e por i.-so fique nsensivel aos des-
aforos do Sr. Antonio Joaquim Salgado, que mal
aconselhado entenda dover pela irapreasa ultrajar
o advogado e juzes do Sr. Luiz Foneeca de Macedo.
Desde que, quer na primeira, quer na segunda
instancia, obtivemjs senteuca em nosso favor, a
razao diz que tinhamos por nos o direito ; era este
o nosso fin, estamosjs.aiifeilos. pelo que perioa-
mos de bem gralo ao Sr. Salgado, visto como f >i
sempre nosso procedernao augmentara aflico
ao afilelo.
Recife 2 de junho de 1870,
Dr. Antonio Borges daFonCeca.
No ia trrbm, ras mulher, ". nom
aerera Mi Jasas, preta, viuva,com a idade,
COMMERCIO.
PACA DO RECIFR 2 DE JU.MIO.
DE 1870.
Ki 3 1/2 B'IRVS DA T\RDK
AssOcar CanalJ600 e 1^800 p >r 15 k(,L
jongatlo Jos Aflonso,
Presidente
Hesquiu lunior.
Secretario.
ALFADEGA
' Bdiraentododlal..... 76 9784985
*n do dia i......' ($4 B44I38I
CIRCO
NO
PAViLHAO DES. ISABEL
CUMPANIIIA
EQUESTRS tfdBffiA E ACODRATCA-
SOB A DIUECCAO
DS
D. Lu s Casali.
EXTRAORDINARIA E VARIADA FUNCCAO.
?abbado A aa co reate.
As oito horas em ponto.
BENEFICIO
Da Slgaoista O. lona Casali.
A beneficiada, agradecida da benevolencia do
respeitavel publico, dedica esta variada e esco-
llada fanceao, esmerando se todos os aitistas em
competencia, para cujo lim tenho disposto um es-
pectculo para que o publico fijue sastiteito da
beneficiada.
PROGRAMMA.
1." Symphonia.
2. Grande volteio, pela bencciada; sotire um
ca vallo.
3." Intermedio jocoso, pelo artista Cesar.
4." Joaos judos, pela beneficiada.,
5. O pao voador, pelo artista Vicente.
6." Mrlho, eavallo amestrado, apresentado em
lberdade' a primeira vez pda beneficiada.
7.o Grand* trabalho equestre .tanto de frente
como de costa, por Cesar sebre um eavallo.
Intercilio de 30 minutos.
8.a Paulj e Virgnffi. pela beneficiada e o Sr.
Luiz, sobie dous cavallos.
9. 0- appUudidos jxerciois, a cacada aerea,
por Cesar e Vicente.
10." A jardiaeira florista, scena pastoril, a pri-
meira vez pela beneficiada.
U. Pela primeira ve*, o Clon ecutar um in-
termedio de pre-digiur 1
I, 12. Pela primeira vex ueste circo se executar
a grande pamtomima intitolaSi : O terrive pon-
to da meia noute e a morta Uo general Ckber.
Personagens
Um georal
A lima do general
C,pilan de LadrGes
Um oDIcial
Un tambor
Urna cantineira
Um passageirp *
Um criado
Metar e bandidos.
A beneficiada espera a proteccSo de to dstinc-
to? espectadores.
N. B.As portas do circo ab/era-se as 7 ho-
ras da noute, dando-se principio s oito em
ponto.
PRECOS
Camarotes com 6 entra las........
Cadeiras......................
Cadrfrss avulsas para senhora.....
Geraes..........................
Os bilbetes de eamaroles, cadiras e
vendem-se do mesmo circo.
AVISO.
Os senhore-i o/ie qui:erem, poderao estar co
herios nos seas camarotes.
COMP
Messagpries
i
DAS
imperiales.
At o dia 10 do eorrente mez esperase da Eu-
ropa o vapor francez Gironde, o qiul depois da
demora do eo tocando na Baha, lio de Janeiro e Mnitevideo.
Para condroes, Creles o passagens trata-se na
agencia ra do Commercio n. 9.
At o da li do corrento mezepera-se dos por-
tos do sul o vapor franeez Sinih, comnnndante
Massenet, o qual &'\>o\* da demora do costume
seguir para Bordos tocando em Dakar (Gore)
e Lisboa. Para condroes, (retes e passagens,
tratase na agencia roa" lo Commercio n 9,
!Ji
BE F i3CT3\U\%
a vanada.
A' 6 do correte.
O agente Oliveira 'ara leilao por entera de d"~
versos e por con! e risco de quero pertencer, de
p>rcao de volumes sob differente* mareas, de fcv-
zendas principahnen'e chita*, madapoldes, sile-
sias de linho e cambraia victorias, a variadas a
bordo do vapor Pa$cal capilao Job A. Perrjr, Ka
su.i recente viagem procedente de Liverpjal.
Segunda-feira
as II horas da manlifia em -va eseriptorio raa>
da Craz n. 53,1 andar.
De
LEILAO
ovcls, Ioihns. vidros,
lacs e caasM.
Terca-feira 7 de- iunbo.
No sobrado da ra do Mondegu n. 101.
cry-
Aracaty
Seguir com a possivel brevidade o patliabo
te Sobralense, anda recebe alguma carga a frete:
tratar com S Leilao Irmaosa ra da'Madre de
Dettt o. 1.
Para o referido purto pretende seguir com mu-
ta brevidade o patucho p.ihuguez Nova Sorte, por
tur a maior parte de seu carregame to tratado, e
para o pou'"o que lita bita, que recebe a frete
commodo, trata-se com o consignatario Joaquim
Jos Gongalves Beltrao, ra do Commercio nu
mero 17.
141:523*366
MOVIMENTO DA ALPANDEGA
olvraes entrados cem fazendas
Iiltuu ideta com gneros
"o
Ida
_ los com fazeodas
dem com gneros
38
141
218
528
179
Desc,aregajn hoje 3 de jonno
746
turado emum lugar de sitpplhtc d> ;u|Barc logTezndium-em.
Rtnt de Janeiro
Para n referido porto pretende seguir com mui-
a brevidade o patacho rabe por ter a maior par
e para o resto que
e. corr
elfio,
teda carga tratada
escraves a frele, trhtii-s
Joaquim Jo- Gonyalves B
merco n. 17.
Ihe falla
1 o consignatario
ra do Com
Kio-Grande do* JSul
Prepara se para fahir com a possivel brevida-
de o patacho Cijro, por ter a maior parte da car-
ga, e para o resto que Ihe folia, tratase com o
consignatario Juaqu m Jos Gonsalves Beltrao :
ra do Commercio n. Km
Klll MI DI) L,
Para o referido porto fica prompto receber
carga a frete o patacho portuguei Rocha, navio
novo e de primeira classe : tralando-se com os
consignatarios Amorim Irmaos 4 C., ra da Cruz
numero 3.
AVISOS DIVERSOS.
tese ludo (juanio o anuido tm-
!)io(liss!Mrieol,^jH)sdo-
ligo cambio ri-sc
O Campos da ra do Imperador n. 28-
vende rjueijos cliegados no ultimo vaper a
25-iOO ,\a verdadi; admira ri!...
Sahio de casa e nao voliou mais nu rt 1S
de ma o crreme, o dmtato iaeoaj alt. secoo ai
corpo, sem barba alguma, cabellos grandes e n
de ostrada, tem alguraas na .-as- de pannos pe -
peseoco, tcm oJacio cacado e tera 21 anuos de idade-, pouo mais mi
mimos: qnem o apprehender leve o praca da.
Iniependeneia n. 2, que, spr gratificado.
a ra .Nova n. 50, I" andar, precsc-.-e afu-
gar um escravo de 14 16 annos para a servido
de casa.
Lnniro,
na ni.- do
genera
O Sr. Francisco Rbaveniura da Luz
tem tuna carta vinda do sua familia :
Rangel n. 48.
J Fft
vmia
iwpi:ri.l.
Actores
Rodrguez
A beneliciada.
Luiz,
Aldabo.
Cesar.
Abetino.
Tesari.
Venancio.
12*000
2*006
4000
1*000
plateas

TREATRO
GIMNASIO DRAMTICO
(No MLouteiro)
SOB K DIRECgO^^^HftA
i-fiewm
aMaado 4,
Recita a favr de ora
do corrate
distincto AMISTA RIO-
Para Maranho
A barca portugueza Josephina. qae est a che-
gar do Rio de Janeiro, donde j sahio, seguir
para Jlaranhao com toda prestesa, para o que
desde j anganja a earga frete barato : trata-se
com- Marques, Barros 4 C, no largo do Corpo
Santo n. 6. 2 andar.______________________
i*ara o Porto.
Para o referido port > pretende seguir com a
possivel brevidade por ter sua estiva prompta a
barca portugneza Saphira, para o resto e passa-
geiros trata-se com rl capto ou com os consig-
natarios Tliomz de Aquino Fonseca 4 C, ra do
Vigario n. 19, 1" anaar.
LE1L0ES.
LE10
Da 4a parte d a casa n. 8 3 sita
ra da Esperanca.
HOJE.
A requerimento dos curadores flseaes da mas-
sa fallida ae R izendo da Rocha Carvalho e per
despacho do Ilim. Sr. juiz especia! do commercio
o agente Pestaa far leilao ida mesma 4* parte
cima a qual faz parte da raassa fallida de Rozen-
do da Rocha Carvalho : sexta feira 3 de junho as
12 horas da manha na mesma casa,
LEILAO
DE
movis, louga e vidros.
HOJE.
SENDO :
Lrm piano forte, 1 mobtia de Jacaranda, com l
sof.. 1 mesa, 2 consoto;, 2 cadeiras de bracee
12 ditas de guratelo, 2 caderas de balando, 2
candieiros a su, 2 easticaes e mangas, 1 cande-
labro de chrlslaL, jarros para flores, l tapete, 1
mesa de advogado, t estante envidracala, 1 me.-a
com estanre, l carteira de viagem, ,6 mappas, 6
quadros, i girtrdaTesiia, 1 guarda- ronpa. 1
cama banceza. cortBMaV 4 lavatorio. 1 toillet,
2 marquezas, .6 caderas, i commodas, 2 catna
de meninos, 1 mesa Ustica, 1 guarda-lou^i, .2
aparadores, If caderas, 1 quartinheira, 1 appa-
relb de porcelana pan cha, 4 dito para almoeo,
garrafas, campoteiras, copos, calicea, flandres,
.iam.de coanlia outros oblectos d casaiie fa-
milia.
r-ira
PHOTOCiKAPfllI V
1----RA DO CABOG18
A ntrala pelopute i da matriz.
Ostrabathos da reedificara* desta photographia.
e que se prolongaram por tanto tempo, acham-s
felizmente terminados e ella aberla ao senco 6V
publica desde 7 de abril passado.
O predio em que tst cotliK-ada esla photogra-
phia acha-se nmtoarjfetenudo, e s a parto desti-
nada ao estaheli-riiiiento conta cinco satas, im-lu-
sve .1S do laboratorio. Todos os concertos e ang-
nuntos temi sidi> i'sitos ex:iressamente para se
montar cenvenientemente a ph.lographia, e nao se
pojendo melhor modelo escoliier di/quo a Paoro-
grafiia Imperial do Sr. la-lej Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photograpliodo Brasil, e um dos.
primeiros do mundo, se^undia opinio dos mai
abalisados mestres,.a no-sa paotognpki aciu-se
di.iposta e reedificada |>elo mc-mo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais destnelo professore
do accordo coin as raodifteacoes neoessarias aa-
climado Brasil, reconhecidas ,-. cstudadas pelo ha-
bilissimo e pratiro Sr. I. Pacheco.
Todo o iut-rior do predio em que est nossa.
photosraphia foi mudado desde a soleira da.porta da
ra at a robera, tendo-je demolido todas as pa-
re les interiores para se fazerem as novas salas,
edficando-se um novo terraco enwdraeado mui
espacoso e elegante.
Como sabido, fizomos nina viagem expressa-
mente corle para examinarni-s as melhores pho-
lographias all, e foi a do Si. I. Pachaco, a.quo
melhor correspondeu aos noso- desejos e aspira-
co's, e da qoal tronxemos os planos depois de
all estarmos todo um mez smdandoj apro-
vetando as licoes de lao dlstincto mestre. Pen-
samos que juntando ir nirunt Mlmloi i laaga
fntica de 15 annos de pliotographia s utilssimas-
icoes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa pliotographia como se.
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esla cidade e. aos nogsos nii..erosos [fegu-szes
trabalhos de photograpbia Ifio perfeitos, orno s
polerdesejar, e disto convencidos, esperamaef*
qu9 contiuuera a ,dispcnsar-nos a mesma pro-
teccao eom que ha 15 annos nos tem hnralo
aj liado.
50^000 de gratifi-
cacao
S dia 5 de abril de 1870, do sitio do Arco da.
travessa da Ponte de l'cha, Ligio o preto Izido-
ro, de nacao Angula, de idade 42 anno* pota
mais ou mcuo baixj, corpo rtgiWar, cabeca pe-
quea, rosto ref indo, com alguma barba no bei-
C') e no queixo, raaos e ps pequeos, candas
liis,anda apressado e pa^sacarto: consta que Uin
andad a ganhar nesta prara; levou vestido blu-
sa curta de algodaosinho catea de eslSpa* a cia-
pn de palha de carnauba de" abas grandB, sa-
do tisto cun camisa de madapoo ordimrip, cal-
ca de brm escuro e chapeo de f. Uro : rofa-aa
capities da campos, oar
rraalqu-H' pessoa o prendara, ou manden, pifiar,
qui) levatidj ao mesmo sttio, ou na ra da Oros
m 31, g"r recompensado corn 50*000. _______
Urna pessoa que tem de vencmento 3 TO*-,
pnicisa da quantia de l:90o!3 a premio de 2 0|0>ae
mez, para ser paga em prestaeSes Ueasaw de
80,1, d*ndo-se fiador idneo /ajwrn quiaer iaiie
caiu ne^ta tvpographia K. S. C ott anmmte.
Ostureiras
"1
>
1
,
Precisa-se do cosUireiras : m casa da U, Ukr
cotite, na raa da Iaperntrii n. 7.


i
V.
Diario de Pernamfeuc Serta .eir 3 dt Jinho de 1810
r:
Criado..
Precisa-se de ura criado ou de nm bom cozinhei-
ro: na ha* nota de SinU Rita n. 59.________
de-ade Patritica Bahlaaa
Dmi de faiteo.
Convidamos a lodos os senhores socios para
reaaparecerero a eleicao do. funecionarios de 1871
qae deve ter lagar domingo, 3 de junho, a 11
horas do da, era casa do presidente desta ocie-
_K__________________________
A senhora viuva cora ura filho que requer
nma ama de boa conducta que saiba bem coser e
engommar roga senhora que fui sua casa r
roa do Amorim n. 35 Ihe faca o obsequio de leva-
a ama para com ella ajustar, pois espera at sabr
hado.
AMA
Precisa-se de orna ama forra ou escrava que
saiba eotinhar bem, paga-se bem : na ra Nova
naroero 11.
ATTENCAO
Declaro a meu rmo Salvador de Siquera Ca-
valoanu que vos chaina lo a Tespoasabilidade em
roasequencia de teus annnncios de 28 e 36 do
Joaqun S. Pessoa deSiqueira Cavaleanti.
Procisa-se de ura purtuguez para feitor de
itao : natua Augusta n. 43.____________
ide Sa e ATbuquerque profundamente pe
nesado com a roorte de seu pai, o coronel Joao
de S e AHmquerque. convide aos seus araiges e
collegas part assislirem a rni-sa do stimo dia, que
pelo repuuso do mesura finado, se ha de celebrar
hoje, as sWas da iiianha, na matriz da Boa-
vista ; e desde ja se confessa grato por esse favor.
Na Tua de Hortas n. i,
ama para lavar e engommar.
precisa-se de urna
Precisa se de urna ama de leite
Praian0.
na ra da
Na ra Primeiro de Mar; n. 15, escriptorio,
recebe-sc propostas para a colloeacao de vidros e
pintura no predio n. 23 i ra da Cadeia.
Sociedade amor e benefi-
cencia.
De ordera do Sr. presidente convido a todos os
--eonores socios para urna sessao extraordinaria
jae ter lugar no dia o (domingo) do crreme,
pelas 11 horas da roanha, na casa das suas ses
es, a roa Formosa n. 33, aSm de se tratar de
negocios concernen tes sua ioslallaco.
O i" secretario merino,
Eduardo Firmino da Silva Filho.
LIVRJS ADOPTADOS
rSLO DECRETO DE 1 DE FEVEBEIItO R 1870.
HoquetteOrnamentos da memoria, 1 vol. encad.
/_tjHistoire genrale, 1 vol. encad.
Ftl onNouvelles Narrations francaises, 1 vol.
encad.
__________L VRAR FRANCEZA.________
Xavier Bau faz sciente ao respeiuvel publico
ecom especialidade ao eorpo dn comraercio, que
tem contratado veaderaos Srs. Manoel Rodrigue?
.Pereira & C a sua padaria sita travessa do-Lima
em Santo Amaro. Se a'guera se julgar com di-
reito a qualquer reclamacao, dirija-se a mesma
padaria no praso de tres da-. Recife 1 de junhu
de 1870.
Sociedade Recreativa
Juventude.
i
A presidencia desta sociedade convida seus as-
sociados, arni os e parentes do fallecido socio
liento los r.a-tro Antunes, para assislirem a mis-
sa, que pelo repouso eterno do mesino, manda ce-
lebrar na igreja de S Pedro, domingo o de junho
as 7 horas da uanhas.
AVISO
Em igual lis pesar pelo falleeimrnto do socio
fcent) Jo^ de C. Antnnes, deixa de haver na so-
ciedade Joveatude os recreioi e ecsaios do eos-
lome.
Otlieina photographica.
Uua do C'abug o. 18.
Asetampas photrgraphbas q-ie foram distri-
buidas honlem 31 de maio na igreja da Santa
Cruz, na Boa-Vista, por occaslao do encerramento
dos festejos do Mez Mariannj foram feitas no nos-
so esubeleciir.eato, j.adrcs jesutas vio distribuir domingo entre os
collegiae- e povo que concorrer so festejo que val
ter lugar nesse dia no collegio de S. Francisco
Xavier no Hospicio. Aceitamos encotnmendas de
trabalhos i;uaes e por precos mu razoaveis. Po-
demos nesgas photographis dar copias dos qua-
dros sa:ros d?s mais importantes e afamados pin-
tores de t das as escolas. Io de junho de 1870.
J Ferreira Vi lela,
Photo^rapho.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 a li annos de
idade com pratica de taberna : na ra das Cinco
Tontas n. 93.
PKUFEKSuR PARA E.NGE.NHO.
Precisa se na ra do Imperador n. 73, terceiro
andar.
Na rua do Mondego, casa n. 2, precisa-se
de um feitor nacional ou estrangetro, desempedi-
lo e que entenda principalmente de jardim e nor-
ia : tratar na mesma, de manhaa at as 8 ho-
ras e de tarde das 5 em diante.
ATTENCAO
m
O Sr. Flix Pereira de Araujo queira ter a bon-
<]ade de dingir-se ao largo da Santa Cruz b. li,
a negocio de eu interesse.
Criado.
Precisa-se de um preto que seja escravo, para
todo servico de armazem : na travessa do Corpo
Santo n. 25.
Precisa-se de urna ama para todo servico de
urna casa de pequea familia ua mi do Arago
n. 38.
Precisa-se de nm caixeiro que tenha conbeci-
mento de botel e que falle francez, inglez ou allo-
ma) : a rna ito Trapiche n. 2, no botel do Uni-
verso. (Paga-se bem)
Chrsliani & Irmao fazera seiente ao corpo
do commereiA e a quem intere-sar possa, que dis-
solveram amigavdmente a sociedade que tinham
na loja e fabrica de chapeos da rna Nava n. 44,
desde o 1 de Janeiro do crreme anno, ficando
lodo o activo e passivo a carg) do ex-sock J.
Christiani.
Atten Aioda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e promptido, man-
dndole levar a v casa dos asignantes que
nao ti ver portador: roa estreita do bou-
rio n. 35/ Io andar casa particular de fa-
aailia._________________________
Quera precisar de urna ama Meca para an-
dar com meninos, di rija-se ao aeeco dot Aooa-
eaiohos n. 30, ao eorrer das caas balxaa, e mm
precisar de um menino de 13 annos, para faier
compras, dirija >e a mesma casa.
Precisase di um caixero com bastante pra-
tica de taberna, daado fiador a soa conducta : u
rua 4o General Victorino n. Si, antiga rua do
Sebo.__________________________________
Ni rfaa da Cioela n. 39, precisa-se (fe nm
pralo veiho para o servico de urna ca*a de homem
ckeiro.
Fotographia imperial
galera de pwtuba
DE
J. Ferfemt Vdda,
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
novo estabelecimento photngraphico sito rua do
Cabng n. W, canto do pateo lhos qae dsde entlo, tem sahido de nossa cfBcina
tem feralmente agradado, sendo recebidos por
alguns com admiraio pelo extraordinario pro-
gresso que ltimamente tem tido a photcgraphia,
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada cora um estabelecimento digno delta, e in
contsstavelmente o primeiro qne nesse genero
hoje possue.: tambera nao nos poupamos em coosa
alguma para monta-lo ao p em qne se cha, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
apreciar nossos esforzse recompensarnossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoa?, naoionaes
e eslraugeiras que gustam das artes, ou threrem,
necessidade de traialhos de pnotographia a visi-
tarem o nosso estaelecimento, que estar sempre
aberto e sua disposico todos os das desde as 7
horas da mannaa at as 6 da urde.
Para es trabamos de photograptr possnhnos di-
versas machinas dos melhores autores francete?,
inglezes e allmetraes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Thomai Ross, VoigUander -et
Sonb e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna deltas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e oatra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente soladas, de norte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoa* diversas e sola-
das paracartdss de visita, e assim -em menas de
um quacto o hora despacharnos $ differemes
pessoasqae pecara cada urna, omaduita decartoes
mais ou menos, com os seas retrates smente, ou
em grupo com outras.
Encar regamos-nos exclusivamente da direccao
e feitnra dos trabalhos de pbotographia dei-
xando pericia e talentos do dislincto pintor
allemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
nma escriptura publica, e at o presente tem se
desvellado na execuyao de seu3 tntbalhos.
Chamamos a attencao do respeitavel publico
para dous retratos expostos na mui conhecida
ilvraria francesa
d o Sr. De Lailhacar, os quaes sao productos do
hbil pinrel do Sr. Roth sobra pbotugrapbias
nossas. Os conbecedores vetao esses retratos a
delicadesa e primor do pincel do Sr. Roth, e re-
commendamos-lhes especialmente o retrato col
rido a aquarela, pela grande diffieuldade em se
obter tal genero de pintura em temelhante pro
porcao e tao perfeito.
Esses retratos tendo de ser entregues seu do-
no apenas estarlo expo:-tos at o dia 4 do cor-
rente.
No nosso estabelecimento achara-se exposlos ou-
tros trabalhos im|*rtantes do Sr. Roth, unto em
miniaturas aquarella como a oleo, reiratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
liara ornamentacao de igreas ou capellas. Tam-
bera aceitamos encoramends de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao raui rasoaveis.
CABTOES DE VISITA NAO COLOWDOS 10(J00 A
DUZIA
caktOes DE VISITA COM O OOLORDO ao natc-
BAL 16^000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20000 cada uro, indo conveaientemente en-
cailhado era moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
Julgamos que bastarlo os precos cima para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarera retratos no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 da tarie; entreunto de urna hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por lempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os raas favoraves aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e pir termes o
nosso terrsQ) construido com taes proporcoes e
melhoramentos, que ainda chovendo jorros ne-
nhra inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
Io de junho de 1870.
____________/. F' rreira Villela.
Jos de Souza Barreiros, negociante nesta
praca, laz seiente ao respeitavel pUDlico de que,
tendo comprado a Henrique dt C. urna casa de
commercio em Una, e pago iodo o passivo da mes-
ma, encumbio de sua adminislracao a Jos Anto-
nio Goncalve9 Pires, mediante procuracao qne Ihe
den s.b a clausula de comprar e vender a d-
nheiro. Succede, porm, que o dito Pires, afas-
tando-se do eamprimento de seu mandato, poz-se
a vedder hado es gneros que o annunciante Ihe
remedia ; de sorte que, quando isto chegou ao
seu conhecimento, cassou-lhe a procuracao, dando
outra com os mesmos poderes Thomaz de Aqu-
no Pinto de Queiroz ; pelo que este senhor a
nica pessoa autorisada para dirigir a mesma
ca a, receber os pagamentos das dividas e dar as
competentes quiucdes aos devedores. Recife 2 de
junho de 1870.
Segunda-feira 30 de maio ausentou-se segun-
da vez de casa o raulatinbo Proflro que foi da Sr
Jos Duar:e da9 Neves, e antes do Sr. Parzio Be-
larmino de Moraes Pires, que tem de idade 14 ou
15 annos ; julga-se andar pelo Monteiro por ter
sido apprehendido l de outra vez, esundo servin-
dono theatro : roga se a quera o poder apprehen-
der levar rua do Passeio n. 56, que ser gratifi-
cado por Jos de Souza Barreiros.
Sitio para alugar.
Aluga-se ura sitio na Capnnga, na rua das Per-
nambucanas n. 66, com boa casa de vivenda, con-
tendo esu oito quartos e tres salas, coziaha, co-
cheira e quartos para pretos, jardim na Trente da
mesma casa, horta com canteirosde pedra e cal,
duas cacimbas com boa agua, unque para banbo,
dous ditos mais para deposito d'agua, varrelleiro e
fogao de pedra e cal para lavagem de roupa, mui-
ros arvoredos de fructo, entre estes quarenta ps
de larangeira de umbigo, alguns mais da China e
Seleta, irucu pao, sapotas, abacates, limaos doces,
etc., etc. : a tratar no mesmo sitio ou na rua do
Amorim n. 86.
Atamim! ~
Amiguioho, tenno lido com attencao os teus ar-
tlguinhos de insolencia, propria da tua educa cao,
nao hasia a esperar outra coosa. Por esta toa le-
viandade que fui apreciar a tua coragem de ver
levares com a taboca na cara. Nada tinba com a
questao, mas depois de UnU asneira tua interessa-
va ver a dect#o dos dignos magistrados, que estao
mais olto do que t. Portanto nao te mettas co-
ntigo porque eu nao te dou palha.
O espoleta.
Irmaodade do Divino Espirito Santo da
igreja do Collegio.
* A actual mesa regedora, tendo esgoudo seus re-
cursos com o andamento das grandiosas obras da
mesma igreja, apenas pode mandar celebrar o an-
iversario do seu Divino Padroeiro com missa so-
lemne ; orando no Evaogelho o-reverendo Sr. Jos
Esteves Vianna, e seado a msica do insigne maes-
tro Colaes Filho ; e a noile ladainba.
Para oslas actos convido a todos os nossos ir-
mao*, especialmente aos mesarjo?, a cemparece-
rem no domingo 5 do corrate, sendo pelas 10 ho-
ras da manhaa, e pelas 7 bocas d noite.
O esorivao,
Luiz Epipbanio Maurica.
Criado
No collegio de Sanu Genoveva, -rna do Hospicio
n. 22, precisase de nm criado para ajodante de
copairo.
Ti\TLRARI\ FRANCM
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e achamalo-
Use, com a raaior perfeio,tazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, alodio, linho,'
chapeos de feltro e de paiba etc. etc.
Tira-e neioas e limpa-se a secco sera
molhar os tecidos, conservando assim'to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-'
ras.
1
Tteulha-se, avanUde dos compradores,lguns
lotes de terreno, qae reeum, do sitw Agasiaba
embeber i be. por precos lasoaveis. A psito to-
pogranbica do terreno muito o recorameada, so-
bretudo por ficar prximo da esUcao.projMUda
da via frrea. Os pretendentes poderao dirigir-se
informarse do temte Si Peixoto, ao mesmo
lagar, e para qualquer negocio i rua do Crespo
a. 12,1* andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phtbysiea e todas as molestias do peito.
salsa parrilka
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
PMalaa catb rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, curam e pariGcam todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa ae Samuel P
hnston & ('... rua da Sanzalla Nova n. 42.
Precisa-se de ama ama para pouca familia:
na rua Augustt n. 74.
Precisa-se de nma ama para pouca familia :
na rua do Caldeireiro n. 56.
Wm. Otto, socio gerente da casa de Rabe
Schmetuu i C. retira-se temporariamente para
Europa, eixando durante a sua ausencia encar-
regado da gerencia da dita casa o Sr. Hermn
Ledebooi.
O Sr. vigarie Racalbo qae inora;a morou
na estrada de Joao de Barros, queira mandar i
esU typograpbia a negocio.
Precisa-sede urna ama de meia idade para
comprar e cozirrhar para tres pessoas : na rua
das Flores n. 37.
0 CIRIRGIAO DENTISTA
Frederco Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico ei-n geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabij
nete de consultas da rua Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissSo, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nlo s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos oreos
para fora da cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propoe a en-
sinar em algum engenho ou povoacao as seguintes
materias : primeiras letras, francez, a fallar e es-
crever, inglez, geographia e mathematica elemen-
tar, arithmetiea, algebra, 3eoraetria e trigonome-
tra recteltnca : os pretendentes podem-se dirieir
rna do Queimado, loja das 7 por las n, 52.
Echo de Soma.
Recata religiosa especialmente dedica.'a s ma-
terias do Concilio Geral Ecumnico do Vaticano,
pubcacao mensal de Lisbsa. Acha-se completo
e em distribuidlo aos senhores assignanles o pri-
meiro anno desU importante Revista. Est aberU
a a-signatura para o segundo annoRs. t'.f.
LIVRARIA FRANCEZ A.
Dase dinbeiro juros cora hypotheca em
casa : na rua de Santa Rita n. 48, das 6 as 9 ho-
ras da manhaa, e a tarde das 3 horas em diante.
Em S. Jos do Manguinho, casa n. 2, preci
sa-se de duas amas, urna qne seja perfeita en-
gommadeira e outra para ensaboado e sirvico do
mestico paga se bom aluguel.
Na mesma casa tambem se precisa de um eai-
peiro de 12 a li annos.
Estrada de ferr di Heeiie a
Ollnda.
Compram-se dormentes de madeiras de reco-
nhecida-dnracao para a constru rao desta estrada:
trata-se na rua da Aurora, escrigtorio da superin-
tendencia, das 6 horas da manhaa s 6 da Urde,
nos dias uteis.
O superintendente,
Andr de Abre'i Porto.
Fogo de bengala
de muiUs variedades, e todo de efleito magnifico :
vendera-M em pequeas poredes com todo sorti-
mento, unto para casas de negocio como particu-
lares : no armazem de ba Minao, na escadinha da
alfandega n. 3.____________
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio i venda : rua do Cabng n. 1
ende Vieira A Rodrigues.
Precisa-se de urna ara de boa conducta
que suba bem coser e engommar, para nma se-
nhora viuva com um filho : traur na rua do
Amorim n. 35, I" andar.

Joo Jos de Camino Moraes, Luiz Alfredo de
Moraes, (ausente) e Jos Candido de Moraes, ten-
do fallecido no Rio de Janeiro o seu presado tio
e amigo o Dr. Jos Goncalves da Silva, mandam
celebrar no convento de S. Francisco algumas
missas pelo eterno repouso do mesmo, no da 3
do eorrente, trigsimo de seu pagamento. E para
este acto que devera ter lugar as 8 horas da ma-
nha, convidio seus amigos e parentes, e os do
mesmo finado, o obsequio que niuito agrjdecero.
Os fllhos, manos, genros, ora e fobrinhos da
aada Maria Rosa de Sonza Magalbies, agrade-
cem cordialraente a todas as pessoas que se "dig-
naran) a acompanhar ao eeraiterio publico 03 res-
tos morase da mesma, e de novo convidara a to-
dos os seus parentes e amibos para assistirem a
missa do stimo dia, que mandam celebrar na
matriz da Boa-vista, sobbado 4 db correte, as 7
horas da manhaa, pelo que serio eternamente
ato*.
AMA
Precna-se de urna ama para serVico de dontro
e tora decaa de pouca familia, prefere-so tsera-
va e paea-se bem agradando: na ra Veifaa nu-
mero M.
Precisa-se di ara mestre de masaairae toas
amatiadoree : na*aa da SenzaJa Nova j). 30.
wm KM
IiTVRAWA francesa
8
Rm 4* C
moriM*-Aleijoe> sociae, 8* encad. *M0.
raga Espirito do dimite ivil, 8o br-1*.
CanmikoMartyrio 4*Aaor, fr encad, 3/i.
CAeMLibertinos e-conspiradores, 3 vols.,
encad. &fOM.
CatttUo Branca rYeeeltos da consciencla,
encad. 3 J.
.----------Mulher bu, 8* encad. 3*.
-------Brilhantes do lrasileiro, 8 encad. 3|.
Gmscienc* As enturas da riqueza, 2 vois.
br. Htm.
TralO matador de tigres,*! vol. cart. 2/1.
FigneiredoTasso poema, 8" encad. 3.
KockPapa Sogrtf, encad. 34.
MirandaTheatro, 8 encad. 34.
MoliereTartufle tr. de Castilho, 8 encad. 44-
PascualA filba dos negros nags, 8* br. 24.
PaUvrat de D. Pedro V8o encad. 34.
Pontn dn TerrailDnwa de Pars (Rocambole)
4 veis. 4 encad. 254.
-----1Novos dramas de Pars, 2 vols. 4"
enead. 84OOO.
Projecto pam a reforma do ensine secundario8
encad. 34000.
amalho-Qiiigao Histerias cor de rosa,
encad. 34000:
ReynoldsTaberna 'do diabo, 8 encad. 35.
Simoes Dint^h hostia de ouro, 8 encad. 34-
Tropmann O grande enme d'Aubervilliers (Pan-
tmj, 8 br. 24000.
FrtraTbesouro inexgoUvel, 8* encad. 64-
Vieira de CasltoDiscursos, 8 br. 24.
PHARMACIA CENTRAL
Rua do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nSo pode osar do opio e de seus prepara-
dos, e mui convenientes para as enancas
nos espasmos e convulsoes.
mmmmL
PHARMAGIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrao em capsulas, licor,
xarope ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RUA "DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard."
Confeites de lactato de ferro.
Pillas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL" RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e ,diarthare,
expeliente tnico para auxiliar as digestoes
diiceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
PHARMACIA CENTRAL "RUA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rbagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMAQA DENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com
bnafo do iodo com o sueco de plantas
anti-scorboticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachismo
cachloroso.
. 0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados" para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser- manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
. DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melhor qualiil -de.
PHARMACIA CENTR KL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadi^simo sortimento de fundas de
excellentequalidade.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERADOR
N. 38-
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinito martimo, para as aeccfcs chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de aogico naf, e de Regnault,
de horteraa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMAa\ CENTR.\L RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo,' e refgerante, que se pode osar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
FARMACIA CENTRAL
Rna 4 iMperador a. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparatien of well known ntelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The requent usejof this sa-
line preserves oreigners from many uiseases to
which they are ieable before becoming acclima-
tised. May be obuined at Ihe Phariaaoea Central,
jua do Imperador n. 38.
Precisa-se ds urna ama para o wrvico interno
de casa de pouca famitia : na rua da Alegra
n 32. *
. j., i.----------------- __________,
=- Precisa-se alagar um sciivo que seja co-
peiro, esperto, e que entenda te comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou tu1 agencia-feral n.
2L_8raoa do Corpo Santo,
Frfiw-se de um ama para casa ce bjmem
solteiro, para codobar e comprar: po beeco de
P6i-Prjto..-.
A m-tsa regedora da irmandade de Nossa Se-
nhora da Boa-viagem manda avisar aos foreiros de
seu patrimonio, que ao praso de oito dias, cou-
dos da data deste. presentero seustitulos de afo-
ramentos e os ltimos recibos, pelos quaes pro-
veo ter pago o respectivo foro; sendo que, contra
os qne o sao fizerem, e eonsur terem sahido ero
commisso, se proceder judicialmente. :E4ne, para
commod dadje dos referidos foreiros, poderiam le-
var seus talos e recibos ao abano assigeado, em
seu escriptorio, casa n. 7, siu rna DiretU, ou
em casa de sna residencia nesta povoaclo.
Boa-viafem 2 de junho de 1810.
O secretarlo,
Fulgencio Infante de Albuquerque Melle. I
Calcado nacional.
IV- t Roa to aardlM N. ilH
Jos Vicente Godinho com fabrica de eejeidee,
avisa a ledos os sens fiegueies, que eontindi a
vender calcado em sua fabrica em graades e ve-
quenas poredes cerno dantes, sendo mais barato do
qee em outra qualquer parte. Assim como um
sortimento de pares de formas fraeeezas ehajiea
oMJtr bomem, do ultimo gosto, i prec/) de
Molina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Moli,
escrivao na cidade de Nazareth desU provincia, o
favor de vir 2 rua do Imperador n. 18, concluir
aqaelle negocio qne V. S. se comprometleu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada camprib,
e por este motivo de novo chamado para o dito igi;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
acbava no estudo nesta cidade.
Ama
Precisas para o servico de ama casa de penca
arailia : no pateo de S. Pedro n. 18.
Na travessa da roa
das Crnzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onto, prata e brilhan-
tes, seja qual foraqean-
lia. Ala mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
LA VILLE DE PARS.
20Rna da Imperatriz20
FarlA & Lessa.
Temos a lioora de participar ao respeiuvel im-
Mico fazemdat finas com o elegante titatoLa Villi de
Ptrw-S animados como estemos pelo detejo de
corresponder a melbor vonude dos frtgntte, po-
demos asseverar sem recaio, ae pnwico em geral,
que nlo MKer quera possa vender mais barato,
atlendendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandamos as casas das Exmas. familias qual-
quer fazenda para melhor escolherem ; damos
abaiio os precos de varias pechinchas, qneeerao
o bastante para justificar a nossa sineeridade j
por alguem reconhecida : satas brancas com ba-
bado frisado pelo baratissimo prego de 31000, ri-
cos corpinbos bordados, objeeto de 12*, pelo pro-
co de 5i, cassas de cores, lindos padrees, a 210
rs., chites finas claras e escuras a 300 rs. o co va-
do, cambraias organdys a 640 a vara, mandapolao
fino a 6* a peca, toa]has felpudas para rosto a
8d a dnzia, lencos de cambraja a 2*500 a duzia,
cambraia victoria fina a 54, 54500 e 64, completo
sortimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de laa, e varas quali-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chiUs, madapo-
lao e algodaozinbo, bramante para len^es, es-
guiao, fusldes para vestidos e ronpas de meninos,
camisas, ceroulas. meias, gravaus, colarinhos, e
outros muitos objectos qne deixamos de mencio-
nar. tudo por commodo? pregns.__________^__
Cosinheira.
Precisa-se de urna cozinneira, na rna do Viga-
rio n. 7, 1 andar. ______________
AVISO.
Os Mutuarios possoidores das cautellas n. 46 B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 51 B, 66 B, 105
B, 93 B, 115 B, 67 B, 75 B, li B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesso que prodtio em
praca no leilao de seus penhores no praso de cito
dias, do contrario se recolher ao deposite geial.
Recife, 21 de maio de 1870.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A rna do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
;ras sbrtes. um meio n. 2118 com 9004 da lo-
tera que se acabon de extrahir a beneficio di
igreja da Sanu Cruz do Recife (148'), convida
aos possuidores virem receber na conformidade
do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1* parte da lotera beneficio da ir-
mandade de Santa Anna da Madre de Dos (149*)
que se extrahirten>a-feira 7 do mez vindonro.
PrecosGs do costume.
Manoel Martins Fiuza.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna : a tratar na rna dos Pires n. 26.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n.25
ARMAZEM
Rua Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeiuve
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se achara habiiiudos para vender por menos
que outro qualqoer, por isso que os recebem di-
recumente do fabrcame N'erton, de Londres.
As vanUgens que offerecem os pocos insUnta-
neos sao : .primeird, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fora, com o trabalho de nma a duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abuLdante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeberao a importancia dos
referidos poc.os depois de collocados, satisUzendo
especutiva do comprador.
Urna s-nhora cora algurna habilitacao de lei-
tura e cripta, e que sabe toda a qualidade de
bordados e flores ; se offerece para ajudar a lec-
donar era algum collegio de meninas, mediante
ordenado razoavel : quera precisar derija-se a rua
larga do Rosario n. 37.
Precisase de un caixeiro de 12 a li annos,
com pratica de moihados ; para informacoes
rua da Cruz n. 16.
I
0 Dr, Sarment FiJho
mudou-se para a rua do Imperador n. 29,
2 andar.
Consultas e operai.'oes todo os dias das
10 horas ao meio dia'. *
Chamados por escripto a qualquer
hora.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
De ordem do li'm. ^r. presiden/e, de novo'con-
vido aos senhore- eocselheiros reueirera-se em
sessao extraordinaria, sexta-eira 3 do eorrente, as
6 1|2 horas da tarde, aiim de serem lidos e apre-
ciados o relatorio e caan :ete do directorio.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 1'
de junho de 1870.
I. R, Fonscca,
2" Secretan i.
Joao Carrol! e sua irroaa Mara Power de-
claram para evitar duvidas futuras, que tendo
proposto a:co para naverem os bens que lites
pertencem por morte de sua mi, e dos fluaes se
nao fez inventario, e havendo j obtido sentenca
favoravel nao p dem Roberto Carroll, Elisabeth ou
Isabel Carroll, Anna Carroll, Eduardo Carroll, Ca-
tharina CarHI, Esther Carroll presentes, e Miguel
e Diogo Carroll ausente?, que estao na posse dos
bens, dispor delles, e protestara ir haver onde
quer qne estojara, logo que for decedida a ques-
tao pendente.
Precisa-se alagar ama ama Mete on escrava
que coz nhe, engorante, lave, e faca cifras, tudo1
para nma familia de tree pessoas : na*u* . .ve de Caxiaf n. S^J* andar.
Irmandade do SS. Sa-
cramento da matriz
da Boa-vista.
De ordem do Ulm. irmJo juiz, e de con-
formidade com o disposto no 5o do art. 79
do compromisso, faro constar a todos os
nossos i roaos, qae no dia 5 do eorrente
pela 10 horas da manhSa reunir-se-ha
mesa geral para, eieger mesa regedora
qae tem de funcionar no anno compromis-
sal.de 1870 a 1871.
todos, portanto, qoe ti verem conbeci-
ment deste, convido a comparecerem no
consistorio da mesma matriz, para o fira
cima declarado.
Consistorio, Io de junho de 1870.
O ttcrivao,
Simplicio da Cruz Ribeiro,
Ama de leite.
Precisase de ama de leite : na rua larga do
Rosario n. 26, primeiro andar._______________
AO PUBLICO
Goncalves, Irmao & C, successores e liquida-
tarios das extractas firmas de Antonio Goncalves
de Azevedo e Goncalves Para & C, declarara >o
publico e as autoridades policiaes, que de seu es-
criptorio em seu estabelecimento rua do Livra-
mento n. 22, Ibes foram subtrahidos, nm livro que
tem servido de borrador de diversos lancamentos,
diversas caderneUs tambem escripturadas, entre
estas urna de copias de contas crreme? com
seus devedores e outro copias de contas de venda,
assim como diversos documentos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de negocios.
Nao podem precisar a pocha em que teve lugar
esu sublracao nem a pessoa que a praticou, por
que s agora, na occasico em que o se ci chele
e gerente tratava de fazer entrega dos livros e -
cumentos da casa aos demais socios se den por
essa falta. Rogam portanto s autoridades poli-
ciaca e mesmo a qualquer particular que veja
ues livros, caderneUs e documentos, o favor de
as aprehender; e protesura proceder criminalmen-
te contra quem os subtrahira ou os tenha em iva
poder. _____
Confeitaria dos ananazes.
16Rua da Cruz16
Santo Antonio. S. Joao e S. Pedro.
Amendoas, as mais apropriadas para sones,
vende-se em arrobas e libras ; papis j promp-
tos cora estallos para sortes ; recbese encora-
mends de bolos pes-del enfeitados; as eneoin-
mendas recebe se com antecedencia e as amendeas
em arroba terrao abatiinento no preco.
Confeitaria dos ana-
nazes.
16=Rua da Cruz16
Ha presuntos de superior qualidade e dito em
fiambre.
Terdeu-se.
Da rua Primeiro de Margo (antiga rua do Cr-s-
po) at o fira da ponte Sete de Setembro, perdea-
se urna nota de 200*000, quem a ti ver aehado,
querendo entregar, dirija-se a rua do Duque de
Caxias n. 21. na Nova Esperauja, que se^ bem
recompensado.
O abaixo assignado, tacita-
mente dispensado da inspeccio da
pharmacia especial humeopalhica e
consultorio do seu finado e Ilustre
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge-
ro Fmho, de saudosa mimoria e ani
mado por alguns seos amigos pro-
poe-se a abrir um estabelecimento,
onde se encontraroas melhoresdro-
gas homeopathicas, para o qual des-
de j conta com a protccgo d'aquel-
les que bonraram-no com sua confi-
anza ; podendo, entretanto, ser pro-
curado para qualquer mister, em a
casa de sua esiaencia, rua da
Palma n. 55.
Recife, 18 de maio de 1870.
O proessor homeopalhico
Jos Alces Tenorio.
m
Ama.
Precisa-se de urna ama para todo servido
urna casa, preferindo-sc escrava : na fabrica
de
d)
AttenQo.
Pede-se ao Sr. Samuel Hayman que tenha a
bondade de mandar bascar a sua encommenJa,
que fez por intermedio de Carneiro Vianna, mo-
rador na rua Nova n. 22.
Advogado '
O bacharel Pedro de Albuquerque Au- |
tun tem o seu esdriptorio de advogacia 1
rua do Imperador n. 75, 1* andar, onde 5
ser encontrado das 9 horas do dia s 3 |
da urde. ]g|
mmmm mmm&m- mmmm
2604000
Da rua do Crespo at o arco de Santo Antonio
perdeu-se no sabbado 28 do correte, urna nota
verde da caixa filial de valor de duzeutos mil
res: quem tiver aehado e quizer restitul-la di-
rija-se a roa da Imperatriz n. 4, que ser recom-
pensado. ___
Precisa-se alugar um escravo qoe seja co-
peiro esperto e que entenda de compras : no caes
de Santo amaro n. 42, ou na agencia geral 21,
pra a do Corpo Santo. ,
No Arraial
Roa>aram da riaeira de S. Jos nm cavaHo
com cangeroa, com os signaos seguate*: cor rucaf
dinas pretts, tem um p disetto Ismdo, tem
marea de carreca, nareee j deve ter sarado, tem
prelhai pequea*, cauda graade e pceu : rtgs-tt
a autoridad* pociaef e eapities de campo a *p-
prabensaodo to cmo. e levaren a sea dono
JgejAlewCorwi*,! Ca Forte, qae mtjnQ;
toado-
arrendase ura terreno perto da esucio dos rrilhos
urbanas : traur na roa do Rahgel B. 24-, primei-
o andar._______________________________
Trilhos urbanos do Recife a
O linda.
De orden do Illm. Sr. presidente da assembl-a
geral sio pelo presente convidados todo os senho-
res accionistas coa parecer* no sala do Club
Pernambucano, pelas 10 horas da rnanbaa do dia
t do correte, para a cootinuacao da aetsao ordi-
naria adiada em M de abril pro.ia aassado. a_m
de se apreciar o parecer 4a commiwlo 4 exame
de eoatae,e m propostoda directora.
Recife** de jaaho de 18W.
Manoel Ribeiro Basi
r]<
'
I **
_




>'
HE **
Diario de Pernambuco Sexta eira 3 de Junho de 1870.
5
=
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a atiendo dos seus innmeros "fregnczcs, e do respehayel publico el
feral, para a seguate tabella dos precos de sua casa, os quaes s3o vinte por centi
mais barato do.qae em outra qualquer parte:
Cabelleras para senhoras a 250, Cadeias para relogio a 5J, 6$,
Wt, 35( e......400000, 7, 8& 94, 124 e. .
Ditas para homem a 354, 404 e 504000
Coques a !24, 154, 184, 204, Corte de cabello, .."...
Cr^nte??i24,154;i84,)4; 5*001 Corte de cabello com Wo. .
254, 304 e.....324000 Corte de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 34, 44, 54, | champou. .
104000 te cabel,ocom bmper da
i cabega pela machina, electri-
14000' Q' UD'ca em Pernambuco. .
Frisado ingieza ou a franceza.
304000 Barba.........
154001
50i
501
14001
Ana le lelte.
Precisa-se de urna ara de leite sea fllhos :
tratar na ra do Crespo -n. 7, loja. ___
Na ra de Moras casa n. 1, preoisa-se
de um caixeiro pira baldo qu'tenhi con-
ducta affiancada.
Foi apanhada na sahida da barra ama re-
tranca de navio : quem se julgar com Oireito
mesma, procare-a na rampa- de Fra de Portas
defronte do primeiro ponto fiscal, que all achara
quem lli'a entregue.
14001
501
64, 74, 84, 94 e. ,
Tranca de cabello .para annel a
500 e. ...... .
Tranca para braceletes a 104,
154, 204, 25 a.....
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e sotorees
O dono do estabelecimenlo previne s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Eimas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bai
Ko p,r, dos cbeUo. e bb,, a,! -*"*{ '%***?
sim como um empregado smente occupa- {aiil, analysada e approvada pelas acade
do nesse servico. i m'as de scie nejas de PARS E LONDRES
A ESMERALDA
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico e com especialidade ao corno do cummer-
ci, qne tendo legalmente comprado o armazem
sito 4 ra do Commercio n. 8, de Widow Raymond
& C, o qual d'ora era diante gyror sob a razio
de Carroll & C, encarregou ao Sr. Jo2o Carroll da
gerencia do mesmo, sendo portanto este senbor a
pesoa a quem podem dirigirse aquellej que cora
a casa tiverem tramaccoes. E' anda a firma ac
tual, a competente para receber o activo, visto que
sendo esta una das clausulas consignadas na es-
criptura de venda, com ella & nformou-se aquella
extracta firma. Ootro, sim, declara que desde o
dia 13 do crreme deixou de ser caixeiro da ca
o Sr. Alfredo Claudio Toro. Recife 30 de maio
de 1870.
Emanuel Carro!!.
ATTENCA
Declarase que os quartos (^avallos) do enge
nho Macaco do termo de Agua-Preta, estad de
orelhas cortadas e ferrados por um ferro triangulo
e conservam-se pelados de tpeles, dinas o cau-
das to rente que as caudas mostrara os sabugos.
Estes quartos s transitara para a estacio de
Agua-Preta, em outra qualquer parte deveaa so
contemplar eom* ftirtados.
Da-se a quamia de :000 a juros sobre hy-
potbeca : quem pretender dirija-se ra da Glo-
ria n. 95, que se dir quem .
Aluga-se muite barato urna casa com bonito
sitio na ra da Bica dos ftuatro Cantos .era Olinda:
a tratar na ra da Senzala-nova n. 4.
Na ra estreita do Rosarlo n. J7, i* andar,
precisa se de urna ama para todo o servico de casa
de urna pessoa, pre,fere-se escrava.
4
3
3-
a
3
%
Precisase de um caixeiro que tenha pratica
I de taberna e d onbecimento de sua conducta :
no pateo do Terco n. 31.
LOJA DE JOIAS
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est, as concti-
oes de servir vantajosamente os seus fre-
juezes, visto que acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de ouro e
jrata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos presos sao os
aais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
e em troca ou compram-se com pequeo
ibate.
\5RUI DOCABIGA15
Precisa-se deuraa ama para cozinhar : a
tratar na ra nova ie Santa Rita d. SI, serrara a
vapor.
de marmore, ra das Cruzes
11.
O artista Gamitto acha-se estabeiecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todo? os mys-
teres de sua profissao.___________________
Na praca da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra;
jreciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
:ommenda, e todo e qualquer concert tendeuU
i mesma arte.
Em casa de THEODORO CHRIST1
INSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-s
flectivamente todas as qualidades de vinh-
Sordeaox, Bourgogae edo Raeao.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se curo, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos de
ru em outra qualquer parte.
Deposito : P. MAURER et C", em Pcrwmtnuo; JOS BELLO, m Porto AUgrt;\
8ILVA LOPES, em Baha; FERAEIRA ct Cu, m Maranhao.
idniif^siaaBoggniTefa
Compram-se e vendem-se diariamente para iora
dentro da provine la escravos de todas as idades,
tores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
freguezia de Santo Antonio.
Com muito H.aior vaniagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velhas: na
loja de joias do Co-aelo de Ouro a. 2 D, ra do
Cabug.
Compra-se urna casa terrea Doa, situada em
Santo Amonio ou Boa-vista : na ra da Fiorenti-
ua n. 6. ________________________
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicao nu-
mero 6.
ODAS.
Covado de chita a too rs.
NA ''^
LOJA FLOR DA BOA VISTA
48-----1 CA DA I M P E R A T *1 2----:48
A 200 rs. A200r?.
Chitas easuras para liquidar 200, 200,
200 rs.
Ditas elaras com cores flxas de multo bom pan-
no, proprias para a praca 240
HO
2i0 rs.
Pecas de algodao e madapolo i 5000, 5J000
Junto padaria franceza.
Pechncha
No pateo do Carmo n. 9, armazem do
Ribeiro.
Manteiga ingleza a 900, 11400 e I'jOO a libra.
Dita franceza a 720 rs. a libra
Cha perola o que ba de melhor a 2| e 3J200
a libra.
Dito hyssoo a 3i a Itbra.
Queijos flamengos novos a 2J100.
Velas de espermacete a 700 rs, a libra.______
Vndese o renJuneutu do pedagio da ponte
de Sant'Anna pelo tempo que ajustar-se : a tratar
ao sitio ao arco junto ao mesmo pedagio.
Attentfto
Na praca 4o coramerelo a. 18, armazem, tera
para vender ceblado Rio Grande do Snl a 17*
o milbeiro._____________________________
ATTENCAO
Fzendas baratas com
toque de avaria
MADAPOLO PINO a 45, 5* e 65 a peca.
ACGODAOZINHO com 18 jardas a 35 a peca.
CAMBRAIAS DE CORES FINAS a 280 o covado.
CHITAS ESCURAS.CLARAS E MIUDINHAS a 240
o covado.
ALGODAO DE LISTRAS AMERICANO para roupa
de escravos a 280 o covado.
Dae-se amostras Ba ra do Crespo n. 2o, loja de
Manoel Das Xavier.
I
Engenho.
Vende-se o engenho Ribeirlo da freguezia de
Santo Antio, situado a pouco mais de urna legoa
da estrada da Victoria, de trras mui'o producti-
vas, podendo safrejar para mais de 2,000 pies an
nuaes, com bom cercado feito todo de vallados, e
multo boas obra3; o engenho d'agua e est
moente e correte : quem pretender este negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, ou a ra da Concor-
dia n. 13.
lista-sc a-abundo.
Chitas inas a 210 rs. o covado : na ru da Ca-
deia do Recift n. 45 de Santos Falcao A C
1
No armazem do 9r. Antonio Annes Jacome ven-
de-se mais barato do que em qualquer outra par-
te : a tratar na ra da Cruz o. 38, armazem de
Meills Lathan & C.
Vende-e urna victoria nova com os arreios
que pertencem tarabem novos : quem a pretender
dirija-se a ra do Imperador n. 13.
FAR1NHA DE MA.NDIOLA,
Veode-se farinba de mandioca chegada do Ma-
ranhao no ultimo vapor do norte, por menos do
que em outra qualquer parte : a tratar no escrip-
torio de Joaquim Garardo de Basto, ra do "Vi-
gario n. 16, 2o andar.
Vellas de sprmacet
Verdadeiro americano, cada urna caixa trinta
e cinco meias duzias de vellas, ou 210 vellas, por
trinta e cinco mil reis. No armazem de Tasso Ir-
mos & C. ra do Amorim.
ATTENCAO
Em casa de Mills Latham & C. roa da Cruz
n. 38, vende-se sabio inglez de diversas qualida-
de*._______________________________________
Constituipo
Do nosso Santissimo padre PI, POR DIVINA
PROVIDEXOA PAPA IX, pela qual se limitara as
censuras ecclesiastieas LaUe Senlentiie, fulheto
brochado por 320 rs.
Livraria franceza.
As segnintes obras
Vinte annos depois, ou tres mosqueleiros,
por A. Damas, II vo!. eoc. por ISfJOOO;
A tirgem do mosteiro, e as memorias de R-
chelieu, por Jos Victorino, ambos tneder-
nados em um s vol. por 34000. Colas
cont suisso, ene. 1 vol. por 10000. Canto
cfalvorada. poesias porM. da Rocha, l vol.
ene. por 3lO0. Flores singlas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasans. Illusdes perdidas, por C. de
Azevedo, lado encadernado em um s vo-
lume, por 8-5000. Jevita a voluntaria da
morte por J. C, e Alberto, scenis de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 30000. Palmyra, a cegninlia bra-
silera, romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu. ene. em om so vol por 55.
O cttvalheiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as collecces de leis
provinciaes fallando apenas 3 annos, por
205000, tendo vol. me brochura, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e qne tudo se vende por prego em
conta. Quem quizer dii ija-se a esta typogra-
ptiia qu6 se dir quem vende.
Vendem-se alguna terrenos para edirkacio,
muito bons, e tambem se arrenda um pequeo
sitio no lunar de Santo Amarinho : trata-se cura
D. Maria da C nceicao Veiga, na ra Vellu n 29,
ou com Manoel Luiz da Veiga
Terreno para edificarlo
Vende-se urn terreno com 110 palmos de frente
e outros tantos de fuodo, pouco mais ou menos,
sito ra do Mrquez do Herval (Concordia an-
tigaraente) confronte ao gazometro : a tratar na
ra da Madre de Deas n. 36 A, das 9 horas da
nianhia as 4 da tarde. _____________
Farinha a 8$00)
Vende-se na ra da Praia, taberna n. 43, saceos
com farinha de mandioca da trra, com o peso de
27 killo* por 85.________________
O proprietano do cosmorama a ra da Im-
peratriz n. 49, vende e-te importante estabeltci-
mento recentemente montado, com vistas novas e
finas, vidros de subrecelente?, cora um orgao e um
realejo de figuras, e um sort monto grande de
prendas, podeudo ser transportado para qualquer
lugar por se achar preparado para este fim : a
trotar no me CARROS.
Na cochf ira da ra do Imperador n. 4o, ha 3
cabriolis de i rodas para se vender, todos re-
parados de novo e com coberta : a tratar na ra
estreita do Ro-ario n. 2, primeiro andar._______
Farinha de mundioci.
Vende se superior farinha de man Jioca chepa-
da do Rio de Janeiro, por pre;o menor do que
em uiitra qualquer parte : tratar na ra do
Vigario n. II, primeiro andar.
Na travessa da ra das Cruzes n. 2, casa de
pechore?, compra e prata e ouro ve!ho por mais
do qne em outra qualquer parte.
Na lrja de Via una & Guima-
raes
RA DA CADEIA DO RECIFE N, 39,
Compra-se um arreio para- um cavallo com pou-
co uso.
Vende-se farinha muito boa chegada honteni
em saceos grandes e panno da fabrica da Babia,
aos armazen da companhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ru da Cadeia casa n. I,
erm Jjs Goncalves Torres.
Vende-se a ta .erna sita ra da Santa Cruz
n. 74, bem afreguezada e na ma's vantajosa loca-
lidade, livre e desembarazada de qualquer cnu? :
a tratar na mesma taberna.
Joaquim Rodrigues Ta- ^
vare- de Mello,
Compra-se ou alugase urna e^crava que seja
cnoula.de raeia idade, e que saiba comprar, co-
zinhar e i ngommar para casa de pequea fami-
lia : a traiar i o Corrdor do Rispo n, 11.
t ompr-se um carro e um boi, que esteja o|
carro em bom estado e boi manso : na ra de S
Jos n. 2, taberna.
Prac,a do Corpo Santo n. 17
W TEM PARA VENDER:
& Cal de Lisboa
S Potassa paRussia.
a* Vinho Bordeaux.
g Farello de Lisboa.
0 Farinha de mandloea.
I
9
Vende-s prios, sita em Olinda ra no oitao do Ampard,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
rotar no 1 andar r.. 5 ra rts Cadeia do Recife.
Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
Zunibi, (Torre) era solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
ladoDuq
Vende-.-e um e?crav moyo e bom carreiro :
na ra eslreila do Rosario n. ix.
Fariuha e naudiuca
Ha para vender boa farinha de mandioca, en-
saccada, ou agrar.el, civgada recentemente de
Santa Calharina a bordo do brigue sueco Otaus,
que se acha fund-ado em frente do trapiche Ba-
rao do Livramento ; seus consignatarios Amorim
Iroios 4 C., ra da Cruz n. 3.
Superior vinho Bordeaux
da Cadeia do
St. Estephe & $:. IS.lez: na ra
Recife numero 5.
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos* msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. H-RUA NOVA-N. 11
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de. icslrumentosTpara mosi-
i Tacaha de ebeear um ande e esplendido sortimento de
PIAMOS
0 que ba de mais moderno, de teclado fxo e mobite, e com transposico ou sem ella, de autores os mais acreditados Jnestjlcidade,'^como sejam : os
tamados e bem coubecios pianos da fabrica do Sr.
AFFONSO BLQNDEL
de Paria, de quem o aunuaciaute o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente, para o clima deste pa, s3o os nicos que offerecem orna garanta segura de sua duracSo. Ells s3o aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
seja necssario insistir sobre sua superioridade. As sa vozes s5o muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
saohores pianistas.
Todas a* pessoas que compraren, pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
utencidade do numero de piano eom o* de certtfkado.
O PUBLICO
V
Mr. A pboQse Blondel, fabricante de pianos em PARS, deedara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
do Recife, RA NOW \' ti, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que todos os seus Ipiaoos irlo accompanbados de am certificado.de origem assig-
nado por mim.
Paris, 4 ae julbo de 1869. (Asssignado) Alphosse BloaMlel
0 annuciante tambem troca e aluga pisos. E tem o maior e mais esplendido sortimentof de novos pianos.
MUMCAS PARA PIAMOS \
As auaes recebe dirsctamente da Eoropa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone Tornaghi. Narciso, Afthnr Napoleio & C,
etc. Tambem tem grande sortimento de upel para msica e desenbo; cordas para todos o instrumentos, ricas gravuras e qoadros para ornamentos de se"', oleados para
assoalbo de salas, ricos espeihos doorados qjjdrados e ovaes, caixinbas de costura eom msicas e sem ella, estajos par wagera, relogio com despertador, vidros para
erpelhos de todos os tamanhos, ulagarca,- tfa* e agulbas para bordar, e mmtos outrosartigos que o respeitavel publico encontrar sempre nesie armazem, o qual estar
abftrto todos os dias at as 9 horas da uoute, afira das E\mas. familias poderem ir apreciar os reos pianos.
ATTENQAP
Fzendas baratas para
acab ir
Cambraias matizadas soperioros a 80 rs. o
covado.
Algoaoznro a a pe$a.
Madapolo larg'i a ii a peca.
Dito ae superior quaJade's C, d5-'00 e "030
a perra.
Algodao de liaras acierieano com p-.-quena ava-
ria a 280 o covado.
JJareges a 360 o covado.
Laas superiores \\ de variados e ndos padres
a 600 rj. o ovado.
Brilhantinas braocas iO o covado.
Ditas de cures superiores a 4i0 o covado.
Toalhas para rosto fejpodn a ljo'OO a duria.
Ditas de labyrfottao a 3 *ada ji:na.
Dao-se amostas na ra do Queimado n. 1. lofa
de Gaspar Antonio Vieira Guimaraes, ra do Quei-
mado n. 1. ,
Vende se una prsia criouia de idade de 30
annos, muito postante e sadia, cozinha, lava bem,
e vende bem na ra, erve tambera par* o mato
porque trabalha de enxada e amarra canoa por
ter sido do mato : na rna da" Paz n. 3i.
Vendem->i; 4 jas carracas e dous bois : em
Santo \maro, ra do Lima 6, se dir quem
vende.
Vendem se diversos eteravos pecas viudos
do Ceara, propriiK para engenho, assim como
urna ca brocha p ir i:000j, de 18 annos de idade,
bonita figura esta um pouco descolada de fruida-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na ruada Cru; n >!, andar.
Bilhar.
Vende-se um bnar com todos os pertences; a
ver e tratar na ra estreita do Rosario n. i!.
Attenc-ao
So pateo do Tarjo n. 6!. refinado, vende-se
amend'ia confeitad.
FOGN
aiiiuiui.njn
Para Santo Antonio, *. Joo e
. Pedro.
Na muito conhecida loja de ferrgens na ra No-
va n. 39, de Souza & Guimaraes, acha-se.um lio-
do e variado sortimento d todos os fogos artifl-
ciaes dosmelbores (abrigantes desta cidade, con-
tenda rodfahM, pululas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, eraveiroa, illurainatio e tra-
ques, etc.; assim como um lindissimo variado
sortimento de fogos cniutzes recentemente chega
dos, proprios para enancas, os (unes podem ser
soltados em alio. Avism mais que exhrte tam-
bem urna grande quanf.dude de surtas de todas as
qualidades, como sejam, sortes com estampas, ditas
sem estampas, ditas em cartoes com pergunta e
respost, ditas em livros, tudo por presos muito
cotnmwM, qne admira : na ra Nova o. 39^____
JKechincha a "$ e 91 m
Vende-se calcado francez obra muito boa pelo
diminuto preco 'de ~l e 9#, aspira coma calcado
para criancas a 3, t baratissimo venham a el-
las antes que se a'bem, na bem conhecida laja de
mjudezi? da roa d .'adela n. 5C A, confronte a
roa da Madre do D' os. .
al oii.uui
A ruadoDuquedeCaxiusn 21.
(ANTIG* RA DO OUEMADOV
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANZA tem deixado de fazer os seus
annuncios, a razSo simples, ella cntende
que tudo em demasa aborrece... por isso
como j tinbadrto escicnliticado sua boa
freguezia o que constantemente ia roceben-
do, ou tivesse feito muilas vexes, receici
tornar-se massante, assim pois recolbeu-se
um potco ao silencio, mas nu:ica deixando
d'empregar os verdadeiros esforfos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
oa Europa, j dtscobrindo objectos do mais
apurado gosto e filialmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com igurinos, modernos moldes para
vestidos ele,, etc. para desta forma melhor
servir a sua constante freguezia ; e com es-
pecialidade ao bello seso, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em oferecer-lbe
seus servicos, apressaudo-se desde j em
declarar que tem recebido ltimamente
ntremelos e babados bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinbos de selim para
baptisados.
Finas toucas de eambraia bordada para
o mesmo lint.
Meias de seda e fio de escocia para enan-
cas.
Dedaes d'osso, raarfim, ac e madrepe-
rola.
ptimas navalha?,afiadoresemassa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, para
contar-se os Qos de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de 18a para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo preto
branco, liao e de salpicos, e outros Dilitofl
objectos expostos a venda roa Duque
de Casias n. 21, na.NOVA ESPERANCA.
Habi Tatcaro.
Vtnde-se na ra Duque de Caxiasn. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, voltea, pul eiras, fivel-
las, pentes, botes para puchos e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satisfa-
zer sua freguezia, nasmente em objectos
d'alegria ou de ItUO, quer tambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ou a'guem de sua
amizade, precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, uandou viro
que ha de melhor nesle genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
dem qualidade. nao somente tornam-se
tristes como at repugnantes, o que nSo
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. per
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que. taes objectos sao tra-
bajados.
Flauta.
A NOVA ESPERANCA tem para vender
urna flauta debano do afamado fabrcame
Boum.___________________________ _
Rival sem segundo,
Rl'.l Dl'QI'EUI-: CAXI.%* W. 4
(An
ga n do
Contina a vender tudo muito
muito barato a saber:
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Thesouras muito finas para costu-
ra a......., .
Tinteiros com t nta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito una a
Resmas de papel paulado a. .
Ditas dito liso muito superior a. .
Lata com superior banlia a hO e.
Frascos de oleo Ptitlocomo omito
fino :.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b Ditos a
Duzia de saboness milito fino- a.
Sabonetes inglezes a 000 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pivera
Dito de oleo babosa a.....
Caixas de lamparillas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a. ( .
cartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha surtidas de todos )s
nmeros a.......
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......'
Babados do Porto, largos a 160 e
Capachos muito bonitos e grandes a
Cariiteis de retroz preto, com 2
oitavas a.........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Papis de agulbas douradas e ba-
13o a. '.......
Carriteis de linha 200 jardas, Ale-
xandre a........
Duzia de agulheiros do Para a. ,
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. .
Bonecas de cera muito bonitas de
500 rs. ........
bom
00
(iCO
20
800
too
200
ir$0OG
ii50C0
00
500
15000
2V0
500
720
15200
500
E00
40
240
400
1800
280
O
700
640
240
10
240
25400
20
25000
COJI F1VIIHA'
Mata Landelino venda saceos com farinba de
mandioca : na ra do Duqne de Caxias, travessa
do Rosario, loja n. 18 B
RIJA DA JM V
Veude-se
Pesos de ferro do systema decimal.
Champagne da marca afamad
II. 1MR, III \
I (t .
Tem para vender
Vaquetas enverniudas para carros.
Oleados de diversas cores.
CABRIOLET
Vende-se um eabriolet de duas rudas em bom
estado, com arreios para um cavallo : na cocheita
da roa de Santo Amaro n. i.
Vende-se urna taberna na ra Imperial n.
27, bem afreguezada cora poucos fund >s : a tratar
na mesma ; vende-se em consecuencia dtf doao
retirar-se para o mallo tratar de sua sade.


6
Diario de Pei-nambuco Sexta feira 3 Je Junho de 1870.
A VERDADE
Rna Duque de Casias d. 55
!fe luja da VERDADE cooiinna-se a ven-
der por baratissimos presos todos os arti-
gos de miiidozas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, garautindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelhos doorados para pendurar a
160 rs.
Agnlhas de osso para crox a 200 rs.
Peates finos, para segurar cabello, a
320 rs.
Chainins para gaza 320 re.
Garrafa com tinta alizarine a 10000.
Dita cem agua florida a 1,5500.
Dita com dita dita a i5010.
Tnico de Jayme a 1)5500 o frasco.
Frasco comoleo expresso de babosa, de
240 a 640 re.
Dito rom agua de Colonia de 300 a 10000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 re.
Sabonetas muito finos e diversas (reali-
dades a 80,160, 240 e 320 re.
Finas escovas para denles de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 re.
Peat8s para alisar com costa de metal a
320 re.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
PetUes para tirar piolbo de 160 e 240 re.
Pavios para gaz, dtizia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos br-badinhos e entremeios de 500
e lf$.50U.
Grosas de botoes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs. '
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 re.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
2bO rs.
Thcsoara para costura a 240 rs.
Linha de marca eaixa a 280. re.
CarrHeis de linhas de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs.q
Graspos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 33000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel aimaco superior qualidade resma
40I0.
Lam muito'fina para bordar libra 6A500
Fitas pan debrum de sapato, pessa 160 rs
Dias de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes cora 2 folhas por 320 rs.
Resetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trincas de lam de caracol branca e de
coks de iOa 100 rs.
FlUs pva cs, peca 480 rs.
Alfineis de latan, carta 100 rs.
Spatinooa de lam para creanca de 400
a 800 re.
Cal. adeiras a 40 rs.
-r
Gravatas de seda preta de 400 e 800 re.
Ditas de erse, brancas e de cores 500 re.
Dita de gorgorito de eres a 800 re.
Na verdade ro* Doqne de Ca-
__________xlas 5*._________
Farinha de mandioca
' A bordo da polaca Marnho. ha mni boa fa-
rlnha venda (em saceos) : a tratar com Joaqun)
Jos Goncalves Beltrao a ra do Trapiche n. 1?,
ou a bordo.
OURO
Para escriptorio
Vende se ama boa grade com balaustres, pro-
pria para escriptorio, tendo tres faces, com duas
portas : tratar na roa da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Armazem dous irmos
SMKna da PenhnS
Hanteiga ingle; a superior a U500 a libra, idem
franceza a 800 rs., cha tniudf. bom a 33500, idera
grosso a 34, velas de esoermacete a 640 a libra,
caf em caroco bom a 200- e 240 rs., touciaho a
400 rs., lalarim) maearri e aletria aSOOrs., quei-
jos frescos a 2*600, idem prato a 13 a libra, vimio
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes latas com bolachinhas a HiOO,
lagustinhos a 600 rs. a lata. Neste innanm lia
semp-e grande deposito degeneres de primeira
qualidade, e vendem-se a precos muito resumidos.
LOUCA
O
Grande armazeni na roa da
Imperatriz n.
Neste grande armazem vende-se louca ingleza
finas e ordinarias, apparelln s de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos c ordinarios, que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualquer parte :
chamamos a atteneao dos fregueze?, que serao
convenientemente servidos tanto nos commodos
pfecos como na boa oualidade das fazeadas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, i anda.
TERRENOS.
Venderse nm terreno na rna de Luiz do Reg,
em Santo Amaro, com 300 palmos de frente e 640
de fundo, com urna casa terrea edifica 'a no mes-
mo terreno quem o pretender dirija-se a ra
Nova, casa n. 22, que achara com quem tratar.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de marco n. 16, outrora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardino Duarte Campos
4 C.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Araia-
nba, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5._____________________
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fot a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1(5000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
Grande estabelecimento de fazendas e rotipaa feitas e por medida, roa da Im-
peratriz n. 52 jaoto a leja- de oorves.
Neste estabelecrmento encontrar o respeilavel pabilo um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades,
^7Jfwf112t9d"eAaCaH-Pret1 e S*"! 3j?_J*M tlMO. ditos mirin preto
de 75000 at 2u$000. ditos de casmira de cores flnae e ordinanas, de 6/1, 465O0O
ditos de panno finos de 6$ 85 405 e 2 5000. sobrecasaco dito de 205 a 505000
a. a Completo sorthireilto d calca* de brim pardo de 10600 a 60000, ditas braneal
ae 20, a luauwu o mais superior, ditas meia casmira, ditas ca?emira de 55, 425000
ditas casemtra preta do'6*. a l^O0Q superior, dita de merino diversas qnalidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos.
ditos de casemtra de cores e "pretas, ditos de merino para luto fazeada superior. I
Sortimento completo-de-camisas francezas de algodao, de Id600 35000 dn
linbo de 380000 a 700006 a dnzia. i !
Sortimento completo de ceroula francezas de algodo de 10600 a *4500
ditasde bramante-a 1086, 20500 e 30000 ditas da Hamborgo, francpzas, fazenda s
pertor de 250000 a 350000 a dara. Sortimento de colannhos de algodo e linho etc
assim como tneas de algodao para hornera d% 30, a 100000 a dnzia, gravatas de mu-
tas qualidades. Na ra da Iniprairiz n. 52, loja do ,
Sortimento de chapeos de *M de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim
ToalbW par rosto; Sortimento de mallas par viageni.
ATTENCO.
Neste' estlwMimeftt- encarfepi-se de mmdhr azer qoalquer1 obra por medida
e para esse fira tem hbil mestre eBcarregadoda officina, que seencarrega do trabalho
com perfeico v pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 2i0rs. o cotaSO oa 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timao de menino 260,'e 280 rs.. e outras maitas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, nesl mesmoestabelecimenlo ebegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal pa flbos ecompltente enfeite para corpinno. Cara-
braia lisa de 30, 40,50 e 10000 a pessa, e ontras maitas fazendas de> todas as auali-''
dades. i
ALGODO E MADAPOLAO AVARUDO. j
A 40000 o algodao, e 40500 omadapol5o. e tambera chita escora boa 240 o
covado por ter grande porcao, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaos encarnados.
iutitulado *
Leao de Ouro.
MACHINAS PABA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE RAZA
UNIVERSAL, roa Nova n. 22carnbiho
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes esto em exposicao no
mesmo Razar, garantindo-se a sua bda qua-
lidade, e tambem'ensina-se com perfeic3o
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
reiras diariamente, e a sua perfercao 6 tal
como da melbor costureira de Paris. Apre-
sentain-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Officina e armazem de
nwmore
Caes Vinte e dous de novembro n. 57,
(ofltr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedra* memores do todos os
tamaohos c gr ssuras, tijolos de diversos ta-
annos, soleiras e saccadas, assim como solei-
ras e saccadas de pedra do Lisboa. Tambem con-
trat-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tudo o mais tendente mesma arte, por mdicos
pr?cns.
G ande pcbinca.
Na rnn do Ottqae i amiga ra do Quei -
raado u. 19. veodem-se alpacas todas as
,*iM
lav*d|s a
a
rs.; Baratissimo.
_ de bons ,
_ miBWihas e de_
i, t ISai miudinhas a
BRACO
mi

jSf
te
|
o
I
0 CQLLAB BE OURO
I\. 3 A RA DO CAKIJGA N. 3 A.
ti
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este anti^T
estabelecimento dejoias, onde os fregaezese amigos encootraro tadoqnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arto de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e' senciridade e modecidade nos precos
Espera que o respeitvel publico venha ver o qne existe de mehor em
aderacos de bnlhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos duI-
ceiras, brincos, alfinets e anneis de todas ae qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos qae seria enladonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormair preco do
qu em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer obiecto
pertencente a esta arte. J
Vende-se ou troca-se por ca-as uesta praca
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da l-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de podra
e cal cora agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plantacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
GAZ m m
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster a
., rn do Imperador, um carregameato de sai
de primeira qualidade; o qnal se vende em partida!
e a retalho por menos preco do que em outr* qua)
quer parte
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem al'cerce feito pa-
ra cinco moradas de casa, na ra de Motocolom-
b do> Afogados : a tratar na mesma ra, ou na
ra Direita dos Afogados n. 13.
tti
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defrente do arco da Con-
ceicao. em barricas grandes
1/
Tasso Irmaos & C.
Vendem oleados pretos para forro e guardis-cbn-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinho alir-ofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras amerioauas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
DO
p AI DE OIM
Kua Jo Imperador n.2!o
O respeitvel publico encontrar oeste
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos inglezes
podins, pds-del, prgsentos dos nttimos
chegados ao mercado, salame de Hob, bo-
linhos finos de todas as qualidades para cha,
amenioas conieitadas, confitos, bomboios.
pastilbas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do msmo .cartuxos e cartelra's com
seis charutos de chcate cada ama, este
sortimento' de chscorale do mais acredita-
ndo fabricante'de Paris e o melhor qae at
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, flgueira muito sope-
nor. Os mais genuinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setuba; o Ilustrado
publico encontrar nesle estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quefc comprar cm porc5o.
Licores de todas as qualidades, as mais
finas, entre elles o afamado Aiapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xaropes de groseftie, rosa,
maracuj. caja etc vinhos de Rordeaox de
todas as marcas, o mafs superior que se
(pode encontrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais fines e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumes; ||ortoguezas, fran-
cezas e inglezas, mlloi mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Rabia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente todo qoanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satlsfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptido
e asseio : Como sejam para casamentes,
baptisados baiies etc., tambera se recebem
encommendas de pes de l ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhns com armaco de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezar para melhor me-
recerem a acoadjuvagao do Ilustrado pu-
blico.
Telhas de ferro.
Na ra do Crespo, n. 6, ha para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro gslvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra militarais limpo.
Neste grande estabelecimento encontrara o resoeitavel publico, u,?grande
em cura qoalquar parle, visto que os novos socios desta firma adoptaram o systema de s vennderem
) lazern poderSo fazer os seus sortimentos pelos mesmos pregos que compram as casas estraneeiras
aere.o escolher.
Organdy branco com lislras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 1->000.
Todas estas fazendas. sao inteira-
mente novas e se vendem muito era
conta, ra da Imperatriz n. 00,
loja e armjzem de Silva e Fignei-
OAO E S. PEDRO. ^ i ^ do d C.
Vendem-se as mais linda* poupeli-
tiis da nho e seda com os gostos v
de l.$000 rs. cada um. pechincha.
60RA DA IMPERATRIZ
____ _____ ____ ____ DE
FIGIJEIIIKOO
SOrtimftnId lie fa/pnrlae fin maia annr^a ^^^.___" ^-K -^ ^8a_^^
1
ALTA8 WOVIDADES i
o pavao m
RONITAS FAZENDAS PARA A FES- 8t
TA DE m\
SANTO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO.
^^V-^0-1^0gostoafmcr arsB*pS15i5h,
fe________
que se Ibes, promette vender por precos muito mais baratos do qu*
mais novos que tsm vindo a este %
mercado, pelo barato prego de___$|
2i5000o covado. &
Sedi; listradas, de furta cores, fa- >g
zendas oe muila phantasia a 2000 S
o e ivado. ^
S^Ii bismark. larga fazenda muito ^S
cncorpa'ia o covado a 2#500. 'te
Bonitas iaasinhas largas com palma ^
Je aeda, covado a i $000, y^
i.':! is agraciando lavradas covado S
tcoo. ^s
Alpacaa lavradas de todas as c- <$#
i, covado a GiO, 800 e If)0OJ
Bo"iia Iaasinhas escossezas com )gK
!ros e litras do seda, covado a v*
863. M
Fioaa ilpac^ssas, sendo cor bis- ^
nark lyrio. verde, roxo, cinza, can- $<&
na, azu etc., covado aiO. @
Ditas furta cores com as mais bo $g
nitas cores, covado 503 rs. w
Liadas baregl lisas, e com lista ?R
da mesma cor, fazenda inteiramen- @
te aova, covado a 560 e 610 rs. ^
Bonitas lasinhas lapadas e trans- S
parente.3 com grande diversidade, o
cova !o a 600 rs.
L3-:si:ihas lustrosas com lindas c6-
eraitacao de seda, o covado a
20.
Jados cortes de anadine, sendo &
fzenda nova e transparente o do
muita phantasia, com 18 covados a yv
155000. <
Finissimos cOrtes]de vestidos brn- ^
eos bordados com 'todos os enfeites <8
francezes a 12,5000.
Cortes de gjnga indianos, fazenda #k
i-.teiramente nova a 750UO- h
Ditos ejinezes com duas saia'sa-
7^000.
1 Ditos de la escosseza fazenda mui-
to b nita com fios de seda a 7
Finissimos organdys cem lista le
i.r e salpico, sendo fazenda de
muita phantasia, o metro !#289.
caaa um, e
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavao tem boni as casemiras escosse-
zas com qnadros grados e midos e outras
lisas cora listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
baver grande porcao.
CORTES DE CASMIRA PRETA A 4:500,
O Pavao tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 43500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
_ O Pav5o rende excellente fazenda de pura
laa com as cores escaras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que requ^ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
Co, pechincha a 80:) rs. o covado ou a
23S''0 o corte de calca para homem.
FINAS RARGES A 6i0 RS. O OVADO.
O Pavao tem as mais lindas bare?es de
lia sendo raaias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bisraarsk,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqni-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fri-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLAO A 30500.
O Pavao vende pessas de muito hora-
madapolo,.tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodao-
siuho francez, tendo 4 palmos de largara
.nm 11 metros cada peca, pelo barato pre-
do 4000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
sacca, mais barato do que em outra qml
quer parte, ua ra da Irapor itriz n 60,
loja do PavJo.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se os mais bonitos stins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
lend# de diversas cores.
J CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavao tem um grande sortimento dos
! raais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em. outra qualquer parte.
Algodo eofestado.
Vende-se urna grande porc5o de algodo
sinhp americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
traocado, qae se vende por preco muito em
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A. 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as qoaes
lazern o mais delicado effeito, para veslidos
de duas saias, t vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D LISTA
SEDAS DE LISTA
a 2K)00 o cova o.
Chegou para a I ja do Pavo nm grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as nuis delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para Juto, e
vendem-se pelo barato preco de 2.5000 o
cova lo. pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO N\ LOJA PAVO
ncontra o respekavel publico neste es-
tabelecimenio ara ?raa le sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas. chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas d- la de toda que
lera vindo, proprias para luto, sendo Iaasi-
nhas alpacas lavralase lUas, canto, bom
basmas, merino* etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAf*Tl$\D0S
Na loja do Pavo ^nde-se bonitos eo-
chovaes para baotwadns
Certas de casmira a ^ioo, cada-um.
Vende-se bonitos enres de' casemiras
clars e escura* pelo, bfraio
'GROSDEffAPLES PRETOS DE lGOO AT 7000
Na loja do Pavao encorara o respeitvel
publico um grande sortimento degrosde-i ------ K.dU1 ;,-
naples pretos de todas as larguras e qua- Pos de sol de pura seda, inglezes, com as
"dades, tendo da 400 o covado at 750OO .haspras parago. sendo neste genero os
e SlOOj, que se vende por preco muito J melhores que tem vindo ao mercado, e li-
800 fc
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
droes, tendo para todos os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, ssim como
am Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta,* e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
N" loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas irancezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASINHAS A 320.
LAASINHAS A 320
' LAASINHAS A 320.
Na loja do Pa-o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas Iaasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitaco de poupelinas de
seda e com as cres mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale^^n
muito mais dinheiro. e liquidara-se a 30
rs. o covado, pechincha,
FECillXCHA
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10^00. j ALPACAS LAVBADAS A 640,
?.P?%*,e* uma grande.compra de cha-' 4,000 RES.
Chegon para este grande estabelicimento
o raais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cres, qu*
se vendem a \&, 800 e 640 reis o covado.
assim como nm grande sortimento de a'pa-'
cas lizas de todas as cres
quidam-se cada um pelo preco de 1500.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
t OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitvel publico um grande sortimento
de. roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
patine preto e cazemira, calcas e coletos de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timfnto de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende uma grande porcao de
cortes de vestidos indianos, tando duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liqaida-se
55000, tendo cada um sea competente
CASEMIRAS MESCLADAS A U Q COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
mescladas e bastante encorpada para
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.' rouPa e homens e meninos pelo har .o
Vende-se um bonito sortimento ttemaito Preco^B 3>u0 C>da covado ou 5500o o
finas emodernas camisas inglezas com pei-.corte ca,fa Para homem.
to e coharinhos d- linho e puahos, pelo i R()UT)a DOF nifidiJa
baratissimo preco de 45500 rs. cada uma "M'v'*r** FU1 ICUlUa.
La0fLrngISe9Z2iiiUentCOmprare? '**J6 Na Wd0Pav3 manda-8 'w qnalqaer
??.*? f ; S*rmi!\io;S( qae pe?a de obra a wn&to do freguez, pafa o
linS I SM' mmt ma'S ^T'.. I^ tem uin Perito WWate. responsbSnsaa-
ma^rrl?,^650 POr M ^ fe,i0 do"se 3 donos do tabelicimento por qual
urna grande compra: ass.ra como so vende quer falta que. possa haver, quer Dor de
um boo^ sortimento de ditas tambem rom mora, quer porqaalqaer deleito na obra'
PHito de Imho bordadas e ditas de algodo e para isto en-.-otr. o respeave pit
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 45000, 45280 e
1500 RS.
, Vende-se bonitas fazendas Jpropria3 para
saias sendo com bordados e pregas a nm
am grande sortimento de .todas as fazendas
qae desejar.
BRAMANTE A 4800.
Vende-se superior bramante com 40 pal

sortimento dm bonitos e ricos cortinados i cada saia "pechincha"!
horriados, pr.pr. ,s p,ra c,mas a janeas,' Vestido braacos a 19AOOO rs
e se renJem d, 85001 o par. al o mais '0 Pavo ven#S^nms wteTde v"'
neo qae vera ao mercado, e venderse mais tidos de cambria ranT^ricamenta hnSl
a wja ao ravao esta constantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 d nonte
otiincha pelo preco.
ESPARTUHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
mores e mais modernos cstwtflhos tendo
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquelinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e sethn preto
tendo de" todos os modellos, os mais novo
qae tem chegado e- vendem-se por preooe
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE PEDA
a 25000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas ve dadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo eatre ellas core? proprias para
alliviar lato, e vende-se pelo barato preco
(le 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se om grande sortimento das me-
Ihores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA,
S o Pavo vende pecas de cambria
branca transparente, tendo mais de vara de
hrgura, com 40 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 75 e 85000, liqni-
da-se pelo barato preco de 45000.
CHITAS FINAS DE 590 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento da* l
raais modernas e bonitas chitas Unto mia-
das-como fraudas, com cores claras e ee-
caras, dando-se de todas amostras.
FUST5ES BRaNCOS A 640, 860 E IflOO.
t
Vende-se muito bonitos fustes b/aocoa -
muito flezivel proprios para vesjid^s & >
sonhoras e ronpa para meninos e vende-a
a 640, 800 e 15200 rs, o covado.
Cassas a SftO rs.
. Q Pavo est vendendo bonitas cassas-de
cores fixas a 240, S80 e 30Qjs. o-naado,



'
B
i'
Diario de Pen^mLuoo .Jtexia eira 3 de Junlio de
1870.
3r=

0 i SafitttMi dar da Aurora, em freirtedo caf Iinperatriz
n prvidos do que de melhor se encobra este mercado,
artigos de moda e
4*.
ojrmentar s propor-
numorosa fregoezia.
jaaiyssL-a-j: &as&&tfs
Qoaado a AG1A BKRNCA. mais preasa scicntificar ao raspeita vei publico cm
& n trUcolar a sua toa fregaew, da imrnensidare d objectos qoe nltimamen-
EUfm. r^b,dovJ^araeaequaiulo eUa menos o pode fazer e porque esW falta invo-
S ?,S "^ .e "P^.' bPoewitencia oV ledos que Ih'a atlenderaa e relevaro,
continuando perianto a ding.rwn-se a hem conhectda leja da AGUIA BRANC\ ra d
?,SSA^vHd!i^pr8ad,",^MdaMa,^ amento de superioridade em
quanoaaes, modicidade em preces e q seunnuca desmenttklo AGUADO E S1NCERIDADE
a a qae amn fica 1,lt0 w *filece que o lempo de que a AGUIA BRANC V pode
aispor, e empregado apezar daseus cusios no desemperibo de bem servir a acuelles arte a
r90rnn8mnhPioUra,ld0 Prover-se em di la do "*stem, entretanto, sem ennume-
, Rectos 9ue Pr sua natureza sao inais cenhecidas ali, ella resumidamente indi-
h!m C"ja "DPrtaac,a' elegancia e novidade os tonum recoinmendaveis, camo
Corpinbos de cambraia, primorosamente
^aWE^ft^-'tgsssESE
Aibuofl ona msicas para collocar retratos,
denudo presente para qualqaer pessoa de
ama.
Atoalhado de Itabo e algodo, branco e
i cores proprios para toalhas.
^ravatas P*.ra seuboras e omens, o mais
esejai
largu
ras e diflferentes gostos.
Gollas epunhos bordados para senboras.
Guardanapos de liobo pequeos e gran-
Gorgur3o de seda preto e do cores.
**2ss&&:*r-**
o-
as, beta como de crochet, lado de apurado
cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadiabos ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbuna de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
anadade de tamanhos e gostos.
rabaldes e passeios a tarde.
Lazinhas de todas as qualidades, cores
j e gostos, nao ficando nada a desojar, tal
o sortimento quo existe para escoiher.
I Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguio ao algodo comraum.
Bombazina preta de todas as qualidades. Leqnes de radreperola e osso o mais v
Bramante de imlio le H palmos do lar- riado sortimento. osso, o ma.s va
,a2^h^i "YtS ^a,iJades- I Lgas ^ seda, bordadas, para senhora.
SS*" de hfA0 c a,?odao> ?rande sor- Lava de Win, chegads por todos os va-
Rrinc Ha i;-.k k a pores' semPie novo sortimento, qoer em
oStn 23 6 e 2S d^ais t,ica para homcns e senboras, quer erfflo
.ommodo ao mais caro em qoal.dade, affian- d'Escocia, brancas o de cores
jando o que ha de melbor na especie. sxi'
cando pete bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parle
*SSafL..,, a Mantas dc blonJePara noivas : o aparado
i Z7J ?E$i2!?,s' e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
ri?f a! al'da<,e8 PreCs. habilita-nos a dizer que temos em
J55 de ?"2S 6 linh0 e cassa estabelecimento o que de melbor 7e
Croadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir c prnar Zliniva.
tamisas para hoirens e meninos, to va- Mantas pre'.as de blond.
uapoiao ao mais perfeito bordado do li- Merinos pretos, trancados e lisos
14 camhr-Ii Y(,-.. ,..k~ i______ %
eneitados com fitas de setim e obras ossas
cuja novidade de molde -e perfeifo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objocto muito se pedera
dizer querendo descreve-los-minuciosamenu)
por suas qualidades, floree e deseabos, tal
o grande e variado sortimento que. acaba
de chegar, mas para, nao massar a pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.

Entremeios em pecas de ii liras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes aortimtfnto de flores finas.
Fdo de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de -dita,
sempre melbor quajidade.
Lindos vasos cm p de arrez e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular, o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adereoos e brincos deraadreperolr.
Caivetes finos, para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadiiu'ios.
Aspas para balab.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um macbinismo
Ditos de algodlo com flores e lisos.
\eos de seda para chapelinas e monta- umas substuem as outras.
ra. Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Coslumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com -vispo-
ras c com dminos,
Bollas de borradla para brinquedo de
Touquinbas de fil, Sapatinbos bordados; crianzas.
camisinhas bordadas para ditos. I para entintes de mesa e de lapinhasl
nosso
dese-
Camisas de raeia, de flanella,
ile cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melbor
A3I1ZE*S
NOS GRANDES
DE SECCOS
COMPLETO
.noi.iiAuos
Musselina branca e de cores, lindos e va-
brancas e fados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
que se pode imaginar, sendo d'isso a me- barato ao mais superior, por prego muito
sor prova o grande consummo dellas na; commodo.
officina da casa.
Capeas de flores, para noivas e bailes,
lesde a mais candida flor de larangeira at mesa
o mais interessante griaalda.
Chapelinhas no melhor gosto,de todas as
rea boje preferidas pelas senhoras de
e?S apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
"timo gosto de Paria.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
todos os pre;os e variados gostos.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
de casemira muito finos para
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda liudissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
v.ua y com neos padroes para vestidos, que de melbor e mais agradavel se pode
uiaies e todas as qualidades, avultado encontrar neste genero; e de mais fragante
aero e nao menos vanedade de gostos, e suave no olpbato, temo PAVILHAO DA
'-bas, e impossivel descrever o sortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
o e vanedade de padroes e novos gostos, 'da at o mais fino Bouquet d'Amour, flnal-
.aaeste artigo tudo quanto se pode desejar. mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se pode ima-jdor de urna sehora de costo.
r,aar de melbor^
Coques, o melhor no
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter^o. N. 23.
DE
DOS santos a- c.
JLOJA
no
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo n.
Os propnciariiis tiesto bem conhecido estabelo-
cimente, ahni dos mnitos objectos que tinham ex-
posi.s n apreciaco do respeilavoi publioo, mau-
uaram vir e acabain de receber pelo ultimo vapor
da Enropa nm completo e vanado sortimento de
linas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvimos a vender, icomo de sea costme
.por precos muilo baratinhes e commodos para to^
uos, com tonto qae o Gallo....
Muito sn[teriorcs luvas de pellica, pretas, l/rau-
cas e de mui rindas cores.
Mui t)oas e bonitas gollinhas e punhos para e-
nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
superiores pentes do Urtaruga para coques.
Lindos e riquissimew enfeites para cabecas das
fcxmas. senhoras.
Snperioros trangas pretas e de cores com ridri-
ino e sem elles; esta fazeuda o que pode haver
de melbor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreperola,
rnartim san-lnlo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos detenhos, e estes pretos.
Muito superiores metas fio de Escossia para se-
uoras, as quaes sempre se venderm por .'OflOO
a guia, entretanto que nos as vendemos por 20/
"un desras temos tambem grande sortimento de
*U qualidades, entre as quaes algumas muito
Boas f bengalas de superior canna da ludia e
casiao i.e marflra com lindas e encantadoras figu-
ras domesmo, neste genero o que de melhor s
poce desejar ; alm denlas temos tambem gramil
quantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, balcia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinbos de cadeia e
de outras qualidadesj
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas neiu de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anaos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rautidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramws sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Lmha muito boa de peso, fruuxa, parancher
labynntiio.
Bons baralho? de cartas para voltarete, assim
como os teiitos para o mesmo lim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas. r
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnisoes, e
raciiitam a denticio das innocentes eriaacas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
fim de que nunca faltem no mercado,
--*-
Rival sem secinfo
RA DO DUQUE DE CAJUAS K fl
Estou disposto a continuar a vender tudas
as miiiile7.as pelos barnissimos procos abai-
xo declarados, garaDlindo ludo bom e pre-
Cos admirados,
"acote com 20 ana.lernts de
pe misade a
T
pa-
supenoi
can 10 va-
Caixas com 20 cadernospapel pau-
tarlo a........
Caixas rom 50 novellos de ln.Ba
do gaz a........
Duzias de nejas croas
qualidade a.
Pecas de bibadinhos
rasa.....
Peras de liras boniadascom \i
metros cada p ca a I-jdO e.
Pecas de ttis para cs de q al-
quer largura com K) varas a.
Escovas para unbas fazenda Sna a
Ditas pura deutes a 240, 3SQ,
400 rs. e.....
?eps de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixiuhas de madoira 'rom alline-
tcs fazenda tmfcot a. f .
Libras de 15a para bordar ce tu-
das as cores a.....
Duzia de linba fiva para tolda-
dos a 4(10 rs. e.
Pares de meias crua para meni-
B'S diverso* Umaolma a. .'
Caniv. le unos com i folhas fa-
zenda superior a.....
Duzias de meias brancas muo
linas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca de
Porto......,
Pares c'e sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Duzias de baralhos para vullarete
Sylabarios porluguezes a. .
Grvalas de crox todas as qua-
lidades a.....
Redes lisas para senhora a. .
Redes com contas muito boa qua-
lidade a.......
Carloes com colxetes i carreras a
A tomaduras para eotWle diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
ba de 320 a.
10
10
e de cores por
gosto e nos enfei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais mu-
rado gosto elavor.
Ditas de fustSo branco
presos commodos.
Corpinbos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fiJ.o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
ms:or sortimento.
SU
Damasco de !aa de 9 palmos de largura
lindas cores e reos padroes.
zai
Espartilhos bran:os e de cores, para se-
>*3
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folbos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveic, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintlio, do maior e mais
fino trabalbo ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, lisas e felpadas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
PROGRESSO
Pateo da Penha -
DE
SA UTOS & FERR IRA.
Os propnetanos destes bem sortidos armazeDs participara aos seus innmeros
treguezes tanto desta praca como do mano que tendo feito grande diminuto de pro-
cos as snas mercadorias esto per isso resolvidos a vender por menos de \0 e 20 r
do que em outra qualquer parte, sarantindo-se portanto a s perior qualidade de qual-
quer genero comprado uestes dous estabelecimentos. .Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque eofadoaho seria men-
Liu3~I0S
Se alguem duvidar veuha ver. "
Vinagre branco mandado vir por conta I Gaz americano marca Deves a SSOO a
propna vmdo de Lisboa, a 320 a garrafa e
',\ r. i;._.
como ja tero acoatocido, assim pois poderlo aquel- CuiTv* rt linh, W> i '
lea que decs precisarem, vir ao deposito do gallo }8r,.oeSld* nha J"* F'0--a
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda- Uuzia de ll"n;i -w> ardas Alexan-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que Oo applioados, se Tenderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do alio
vigilante, roa do Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Joo Martin de Rarros.
S^lSt'^M; 5sK!ft=.^=aa35
aenhama Sra. deixar por certo de muir
se de to precioso auxiKar perfeigo de
om corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Eofeilos para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no uitimo paquete.
Esguiao* de linho, completo sortimento de
iodos os naraeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padr5es,
Fidis de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ba de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
pria para baile.
^
Vistnarios bordados de fusto brancos e
dc cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 15a escoceza de 2 saias,
i novidade pelopadro, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos junios para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos par
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exraas. freguezas, qae
Fostao de todas as cores e qualidades somos os nicos em Pernamboco que pode-
C^SrhS!S". a a offerecer ao '^trado puWico, o mais
Flanella branca e de cores. I apurado gosto em semelhante materia, gra-
tares, e o qae ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do nosso fomecedor em
^f A*rTnDrem ramM' tem *AV1LI!aO Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA ALHORA om permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
ispositfo das Exmas. familias. 'conta.
m ta F'.SSSlJ0 d ^ P'ande e variado sortimente que os proprietarios do PA-
vlha DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j qae a sincerida-
ae e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do qoe por ventora lhe
seja necessano, os propnetanos deste sumptuoso estabelecimento recommendanj-se
em receto de serem contradictos e protestam esforcar-so por continuar a merecer
? rSS ^6 W lf^.te,n pensado ; certs de que do sea estabelecimento nao sahira
o reguez descontente.
. -.-.50lin*.se,npre a officina ^ aIfaiate dirig'da Pr am dos mais habis artis-'
tw, prompto executar com promptidao e bom gosto qualquer trabalbo que lhe seja
la especialmente occopada nos trabaibos do PAVILHAO DI A
480 o litro. jitta, 380 rs. t garrafa e 60 o iro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a Aaeke doce de Lisboa a 900 o IiOOOa
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 30018arrafa m porcab faz-se grande abatimen-
rs. o litro. Lto.
Vinho Fjgneira, Lisboa, Porto e Estreito t Caf em caro55 a 22. 240 e 280, a li-
a 560, 500 480 e 400 a -garrafa litro a 840: bra kilograromo a 480, 540 e 600, e
760, 72t e 600. j 70000, 705GO e 8$G0 arroba.
Vinho braceo puro de Lisboa a 640 560 Mifbo alpista 200 rs. a libra e 440 o k -
a garrafa, em porreo ba abatimento. | 'ogramma e 5^800 a arroba, em porfo ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- abatimento.
res e mais acretadas marcas a tpOOO e 1^200! .?saIef?s r/scos do u,tin10 va?r a 3200
e d0iOO cada om.
Aletria, macarro, taharim a 500 rs. a
libra e 10100 o logrammo em caixo ha
abtimento.
Sabo massa de e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kogrammo, em arroba ba
grande diferenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
15500 e U a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
7^500 e 0,3500, a dazia e 640 rs. a garata.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 6-J500, 7i5, 11:5500, a frasqueira.
Serv-eja Bass, Illers zia em porcao ha grande abatimento.
dem marca O e T e outras marcas a
5^500 e 6(3, a dazia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha oulfros amitos
mSa,WgnprlarnpS fiDS de iw>? arcas, mamelada, bolachnTas totodaTZ
E!i 5 S'.-iJ a' p^-o^y11!. >, c, Mdium, mrxed, soda Fancy-nic-nac, pa-
Sceza ^ nlSTn^A^1113' dr *oiaba fiM chourCas' ^"teigas finas
rranceza e mgleza, banha de Baltimoor, phosphoros de Sycaryt, Coenac cha de diver-
Z iStt ^^la;.pimenta do reino,, emdoce, pomada S" peffe
S SJ 8S *laalldade8' fariha d nifcoamericDa, grandes molhos de sebol-
Ln nf nramiazeDS ^ **"* "^ sortimento de loucas proprias paune,
gocio, que pelos seos commodos preco faz vantagem aos compradores
confiado.
JORA, dirige os que mesJo coneeroentes, garante porseu apurado gosto e promptidao
aa eMeuco e a mais completa perfeicao nos seos trabalhos. k pronipuu-o
f,(nm4 flfl h.^'I08! regQ9aaJQ? n08 h0Dra oma provade que merecemos oeon-
S^S prfS,tarSeStabeleCn,eat,' a"**0 W ProcoVaremos firmar cada
mrnhr-Ji3 offic,Da,d! *lMt*> J0140 ao estabelecimento, ha gaalmente os figormw
|an feomens qua pof todos oa ?apones se receben. "*,
aU LMte0 IDipor,a9 ws .aPre8ntamo8 Podindo a proteceo do lastrade
S^^^gSff"^0' dencontrarem nelle pelo menor pre^o possive-
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
| IffllttHlA I
i 53-RUA NOVA 50 I
* para aSiV^'SS!^ *****
I e set^saShof etc.'1"068 ^P*0"'1** "*" ^^ ^ S16 |
| qaalidaXSsn^r0011' ^ ^ braDC0 6 pret' C0ID lindas ra,nageDS 8
par Otrf (0pe'chinPchaa ir''38 hmm-!ueai!l saPerior com doas <"**> o |
des aaKta^J^'nJS!8 e,l?to8Pa" 'Wos- aasde diversas qalida- *
d?bSrc *i P'nadag* P^ ln'w te. etc.
Z> ,. h^SSr l .3S ra,xiohas P'va comentle- .imapreparacio em
0 que Ibesd nm agradavel aroma, por 1,9500
0 te, ptr Ttat3S; S: f68, p,,,mas' c1ues- tranas' fitas' b0*> bicos e pen-
m i,iriif;;i e mu.tos outros artigos prqprios do estabelecimento'veodendo-sew
S Je S.^nanT *$' D BAm ^ M0DA' rua Nova n" 50' ^" da I
l^wwwwwwu. f"s de ^,a,ft loaren fcf. %
^ ^elSspta^
que se teodem por preces muito rasiMveis como
Vaquetas de lustros, grandes e muKo iboaa
Solas dem dito. ^^
Oleado preto e de cures.
Coileiras de lostro -o qne ha de tkghr
Eiios patentes para sebo.
Jooquim Lopes Machado dt C.
Jcordeiro previdenti
Rua do Indinado n. 13.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alero do completo sortimento de perft
marias, de qne efectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba d
receber um outro sortimento que se tora
aotavel pela variedade de objectos, superior
lade, quadades e corrrmodidades de pr
fos; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera oontinnar a merecer a aprecia?
do respeXavel publico em geral e de su
boa freguezia em particular, nao se afa?
lando elle de sua bem conhecida mansid
e barateza. Em dita loja encontraro r
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coadray.
Dita verdadeira de Morray & Lamman.
Dita de Cologne mgleza, americana, frai
ceza, todas dos melhores e mais acreditad*
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacio i
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che
ros-agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparent
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Esseneia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igua
rente finas e agradareis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
oom escolhidos cheiros, em frascos de diff'
rentes tamanhos.
Saboneras em barras, maiores e menor*
para mios.
Ditos transparentes, redondos e em fig
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barbi
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
frnctas.
Ditas de madeira invernisada contendor
as perfumaras, muito proprias para pr.
sen tes.
Ditas de papelo igualmente bqpjtaj, tu
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
oaoldes novos e elegantes, com p de arrr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente*.
Pos de campbora e outras difieren
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda anaia enaaca,
Um ostro sortimento de coquea de &.
vos e bonitos moldes com filets de vidriih<
alguns d'elles ornados de flores e fita
to todos expostos apreciacio de que
B pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSo.
Ftrella* e fltaa para elntoa.
Bello e vanado sortimento de taea obi<
les, ficando a boa escolha ao gosto do coa
prdor.
dre de 40 a 200 e, .
Cnxas com superiores obris a.
Dozia e a^ulha para macDina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Talheres para meninos a. .
Pares de sapatos de iranra pata
meninos a. .
500
700
400
:60Q
500
2,5000
500
.800
no
40
400
{500
300
:i20
ft#aw
uo
3$m
1)9600
1^800
:i:'>00(.
400
300
:2o
6f0
ao
mo
800
400
15oo
0
2*00ti
240
;;2o
i fsfb
CHARUTOS
DK
LEGTIMOS.
Cheparam rua da CtdHt do RwKo n. t:;.
Massa batid a ()40 rs,
Valdivin.i da plvora vpne mas.a balida e
Rleza para legos : no sea armazum de sal da
Imperial.
ir.i
,Attenpo
-Va rua do^ Duque de Eajild, ontr'ora rua d
Qnsimado n. 19, vende-sc cambrai.ns miudi bai
e de flore, bonitos padroes e Anas a 300 e M) n
o covado, barato.
Vende-se urna escrava de l!l annos d.- ida
de, e solfrivel engommadeira : a tratar na nr.
Nova n. j7, andar.
Vende-se uma escrava de i anm>s. b> nita
figura, iem vicios, sadia, cozlnha o ordinar... d,
umi casa, tem principio de pngnmmada e lav.-.
bem ; o motivo da venda se dir : na rea do Pe-
res, sobrado n. 27.
Cantara 'le Lisboa
Siileira?, hombreiras e capileis para trente? dr
casas, o que lia de melhor : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n 25, de Joa uim
Lop?s Machado 4 C.
ESCRAVOS FGIDOS.
, RSULA
Era fuga para o Ico, donde
natural.
AuzenDu-se desde o da 9 de abril do corrente
anno, a muala aeaboculad rsula, de idade pm-
co mais ou menos 30 annos, che do corpo, ca-
bellos corridos, tem os denles da frente p> rfeito.
falla desrtncada e o maior stgnat uma impig<-ni
em um dos bracas desde o cotovello at a nn-
nhca da mao, suppoe-se ter seguido para o leu
donde natural, levtu vestido de cbita ewuro
com listas encarnada?, acostnmada a dar-lhe a
gott t : quem a pegar leve roa da Matriz da
Boa-VisU d. 46, ou rua da Crai n. 26, quo ser
gratificado.
Fugio no dia 11 de marea di- corrente aimn
o ecravo Francisco, cabra, de idade 30 aanot
com os signaes seguintes : cabellos earap nho<,
rosta descarnado e com marcas de bexiea-, iotiiu-
la-S'j 9er Hvre, levou calca branca, paletot de al-
paca de sor, chapeo de chile, natural da Paraliy-
ba ; o mesmo foi comprado ao Sr. Delmiro Arves
Main, morador na Parahvba, e jnlga s6 tar Wo
para o mesmo Ingar. Desde Ja pr itesta-se contra
a peifloa que o liver occohado ; e n fa-se aos ca-
pifis de eampo, assim cemo s unti rdade poli-
daeque o tragam rna Direita n. 16, que sero
generosamente gratificados,
Bichas hamburgnezas
NeBtewo deposito recebe-se por Rxto os pa
quelestranslanueos bichas de qualidade superior
e ven/leemcaixa on norciovmfs peqliena
e ais ftafatb do qne em oiltra qnafaiisr parte:
na rtia 0> do Hecffc i. 8?, |. and.
Cabellos
Vendante cabellos de toda as coras, cmaidtiar
ctnnftneate, qohdade snperior, era mUi e
pprcao mal pequea : na rua da Cadeia do Re-
vende-se
orna machina de costofa propria de
couro: oa roa da Assaiopcio o. 52.
Gratifaa^ao de 2004
reis.
Continua a est fgido o eseravn Procop, leu-
do j;. sido apprehendido o- seo parfteiro do i*>n:f
Lucimo que cem elle tinhafcfirlo. Segume a^
informagoesadquiridas, temePropi seguidor
eaminho para J^gnaribe, fazenda do Boqnerao do
Cunia, da provincia do eara. Os Mgnaes de
Procopio sao os saguin'es : 4*nolati>, de estatura
baixa, gordo, barbado, com .as mucaes do rusto
salientes, pesrooo mnito etro, hombros levanta-
dos, ps pequeos, bastante ladino, e represena
ter 38 ahnos de Idade. Quem aprehndelo, rece-
ber a gTatiIicai;ao adma metefenada, no enge-
nho Massuasa, termo da Escada, ou no rio de Seraardirro de Senafonoai,-rna da S.n-
zala n.38.
Faco constar
a quem conrier que, eai vir-
dde de provncia, de 7 de abril himo e 16 de twafo c r-
rentti o Bxm. Sr. cmaeRMro irTector geral ini.-
rino da intime 3o publica ten designado o da
9 da iuobo proxirao vindour, pelas 10 n.-r*s da
maoliaa, para ter lugar nesia secretaria o ex>oe
de \eriflcafao de capacidade para o magistirlo
Priaist-io IssoM fertiin,o lilas, nao s as senboras qne j raqnereram. :tfmi
de poder'entrar no ocincuraoa qie se vai |r
r para provimento das' cadeiras de inst rc.ao
imiria do sexo feminino, he se acbam v(r:i<.
mo tambem ao qoe^ para m ftm se qaizenm
hacrever nesla fecrenri. na torma das ins
%Mde Mde juahode tC^ateo dia 8 do mo-
mo mas.
, Sejrwaffc ia rtiWcfcpilBi*tde Pern.itunr-
._ kl 9 de O secretar! >,
Aoreliano Augusto Pereka d Ca lh i.
y;., .,
nm


l
WmWmmmm


8

.
Diario de Pernambuco Sexta
eira
3 de Junho de 1870
-------r-
ASSEMBLA GERaL
f-slo do parlamento as ideas emittida por
elle na imprensa sob o aponymo.
nao ser
se-
CAMARV DOS DEPUTADOS
SESSO EM 14 I>E MAIO.-
Discusso da interpellaco do Sr. Jeixcira
Jnior, sobre o elemento servil.
(Cootinuasao).
O Ilustrado ex minisiro da justigsenien
de. pelo contrario, que esta grave questio
deveser abandonada exclusivamente ini-
ciativa particular, porque especialmente em
um paiz regido pelo systema representativo,
onde a opiniSo publica a rainha absoluta,
deve a ella caber a iniciativa da questo de
maior alcance e de maior importancia que
ha no paiz.
Nao sei se expliquei bem o sea pansa-
ment, mas julgo foi esta a sua substancia.
Urna tal argumeniaco causoo-me a mais
seria ducepcao por partir ella do Ilustrado
ex-ministro d justica.
O que somos nos perante a nagSo ? O
que representa a cmara dos deputados ?
Nao representamos nos a expressio da opi-
ruo publica ? Nao constituimos a delegado
dessa iniciativa popular ? Nio se bases
toda a for^a do nosso mandato ira maioria
que nos constitoio legtimos legisladores e
interpretes da vontade nacional ? E qual
a nossa miss3o. portanto. sen5o represen-
tarmos a opiniao publica ?
Eu n3o cpmprehendo, senhores, seme-
lbante tbeora !
Qual a autra opiniao publica que existe
no paiz senao quella que nos mandou para
aqui f E o que nos deliberamos
a express3o da vontade nacional ?
Onde estamos e para onde vamos,
nhores ?
A quem cumpre a iniciativa na soluco
dos problemas sociaes nos paizes regidos
pelo systema representativo ? Ser s
massas populares, ser ao arbitrio dos clubs
das sociedades secretas, ou representado
nacional, ao corpo legislativo ?
A quem compete dirigir a opiniao e au-
xilia-la em seus patriticos commettimen'os?
Ser a infancia das escolas, s m3is de fa-
milia, ou aos estadistas que se acham na
cpula social dirigiudo os destinos da na-
?o?
Onde estamos e para onde vamos, se-
nhores ? Eu nao o sei. nem o posso saber
vista dos discursos que acabamos deoo
vir.
Comprehendo, Sr. presidente, a razao oa
cwtelosa prudencia do Ilustrado presi len-
te do conselho, quando nos disse que o
gotern nao julga anda opportuna a occa-
si3o para tratar do assumpto ; mas desco-
nheco a lgica constitucional do. Ilustrado
ex-ministro da justica, quando pretende
que esta questo deve ser tratada nica-
mente pela iniciativa particular.
Eu sei que fallando aqu em nome da opi-
niao publica posso estar em erro, na mi
nlia apreciaco ; mas por isso que a na-
rao para aqui manda 12i representantes.
E, pois, naocouheco tribunal mais compe-
tente para tratar das grandes questes da
sociedade brasilera do que o corpo legis-
lativo e preSro por cerlo ver ventiladas
aqui taes questes do que as pragas po-
latC33
O Sr. Pinto Lima : Mas quem priva a
cmara de tratar dsio ? nosso direito,
nossa iniciativa. Aprsente alguma cousa.
O Su. Teixeira Jnior : Eu agora es-
tou respondendo ao discurso do nobre ex-
rainista da justica, e V. Exc. dando me este
aparte, obriga-rae interromper o meu ra-
ciocinio para toma-lo em considerado.
(Hilaridade.)
Prometi faze-lo opportunameote, e con-
t com o auxilio de V. Exc.
Antes de passar adiante, eu devo urna
explicaco ao Ilustrado ex ministro da jus-
tica.
S. Exc. tratando do tppico do meu dis-
curso em que Iheatlribui sen3o a redacto,
ao menos a influetvcia nossa folha poltica,
censurou-me por pretender violar o ano-
oymo !
' Mas, senhores, onde exista o anorymo ?
Alguem nesta capital ignora que o brando
ex-ministro da justica tem influencia direc-
ta na direcc a daquella folha ? S. Exc.
mesmo nSo antorisa isso quando assigna
artgos edctoriaes por ella publicados ?
Anda mais: o honrado exiministro da
justica nao declaiuu pela imprensa quando
escreveu iette nntavd arrabalde, segundo
suas expresses (iiilaridade), que depois que
regressasse corte assomira aquella redac-
go ? Pois essa declararlo anida circums-
tancia de ter lelo alguns artgos edtoriaes
assignados por S. Exc, e o facto de ter o
prazer de v-lo no recinto da cmara, auto
risaram-me a julgar que havia assnmido a
influencia, se n3o a redacco dessa folha. E
a cmara vio que eu nao me enganei. O
honrado ex-nvnistro da justica foi anda mais
longe do que eu pretenda, acceitou mesmo
a paternidade de todos o artgos edtoriaes
daquella fo'ha. Eu apeis tratei de um, e
n3o pretend que me concedesse tanto!...
Ponderou tambero o Ilustrado x-mnis-
tro da justica que nao podia ser forjado a
vir discutir no parlamento as opinies que
individualmente, como ministro, tivesse
emittido no seo do gabinete, e muito me-
nos podia ser forcado a vir trazer discus-
Este reparo obriga-me a dar anda urna
explicaco ao honrado ex-ministro da josti-
ca. Dando autoridade s asseveraces da
folha poltica Dezestis de Julho, creio ter
exhibido urna prova da mais alta considera
cSo ao honrado ex-miuistro da jostica, por-
que a cmara vio qne n3o me impressiooa-
ram as asseveraces da imprensa opposicio-
nsta, nem lambem os numerosos artigos
publicados sobre este assumpto em muitos
communicados e correspondencias das folhas
de maior circularlo e de grande importan-
cia, como por exemplo, o Jornal do Com-
tnercio; nao merecen a mesma autoridade
todo quanlo ellas disseram; mas n3o me
podia ser indifferente o que parlisse de om
dos vultos mais proeminentes do partido
conservador, de um distincto correligionario,
a quem respeito pelo sen talento e criterio,
como o honrado ex-ministro da justica.
N3o ti ve em vista, portaoto, forcar S.
Exc. a vir discutir ou revelar cousa alguma;
apenas quz que se destruisse o conceito er-
rneo que paira sobre a actual situac3o,
desiraindo-se t3o graves suggestes como
as que enuociei, e que podiam ser acredi-
tadas desde que eram autorisadas por orna
folha Ufo habilitada a conhecer o pensamento
da siluacao como aquella a que me re-
fer.
Parece-me, pois, que nao fui eu que des-
cobri o anODymo nem fercei o illustrado ex-
ministro a vir fnzer as declaracSes que fez.
e que mais incumbe ao governo apreciar do
quearnim.
Disse o illutrado ex-ministro da justica
que n3o parthava a opiniao que emitti a
respeito da impossbilidade da divergencia
entre o ministerio e a corda, e, pelo con-
trario, demonstrou que na questio de o/e
se trata era ella conliecida.
A respeito deste importante tpico dos
"fundamentos da minha interpellaco, eu fi-
que em duvida se essa explicacSo era offi-
Lcial. pois que nada tendo dito a tal respeito
o Ilustre presidente do conselho, e nio sa-
bendo se o nobre ex-ministro da justica res-
ponda nesle ponto pelo governo, sinto-me
;3o embaracado como antes de serem da-
dos os esclarecimentos que ped I
A minha decepco sobe de pont > quanto
mais atiendo s lacunas e deficiencia da res-
posta que obtive.
Agradece, porm, a consideracSo que me
deu o nobre ex-ministro da justica, fazendo-
me a honra de occupar-se cora ora dos t-
picos mais importantes da minha interpella-
C3o. E comquanto S. Exc. divirja da opi-
ni3o que emitti e vou sifstentar, todava
esse simples facto basta para captar minha
gratido.
Disse o honrado ex-ministro da justica
que admirava-se e sorprendia-se que o de
pulado pela provincia do Rio de Janeiro,
que ora tem a honra de occupar a attenciio
da cmara, duvidasse da possibilidade dessa
divergencia, quando frequentes exemplos
nos aprsenla a historia, e sabemos que cm
diversos reinados e em differentes pocas
teem-se dado igoaes divergencias, que, lon-
ge de serem raros acontecimentos, sao Tac-
tos communs no systema representativo.
Mas, Sr. presidente, eu nao contestei a
possibilidade de urna divergencia entre a
cora e o ministerio. O que contestei foi
que nesta questo do elemento servil pu-
desse haver tal -divergencia. O que duvidei
e ainda duvdo que sobre a prudente so-
luc3o deste problema social pudesse haver
grave divergencia entre dous homens de
bom senso, quanto mais entre a cora e o
ministerio, porque nenhuma entidade mais
altamente interessada na soluco prudente
e cautelosa desta questo, do que a propria
cora, porque nnguem menos do que ella
pode querer urna s alacio rpida e que n3o
possa garantir os grandes interesses sociaes
compromettidos e connexos com tal so-
luco.
O que eu disse e contino a dizer, que,
avahando a sabedoria e a prudencia com
qne o poder moderador sabe exercitar suas
funiTiVs entre nos, nao julgava compativel
com essa prudencia, que a cora desconhe-
cesse a tal ponto as condces rudimentaes
do systema representativo, que pudesse es-
torvar ou embaracar ao ministerio o livre
exercicio do poder executivo.
E' esta a minha duvida.
Estranbou tambem S. Exc. que eu re-
ceiasse confiar a soluco desta questo aos
azares da iniciativa particular; e disse-nos
qne em um paiz regido pelo nosso systema
n3o deviamos receiar dos grandes commet-
timritos da opiniao publica.
N3o tenho receio, senhores, das inspira-
Ces do patriotismo, nem do discernimento
da iniciativa particular; mas sinto a neces-
sidade de auxiliar os seus esforcos e diri-
gir a sua accSo, porque ella pode esterili-
sar-se e at degenerar, provocando graves
calamidades. Eu receio, sim. qoe ella
seja arrastada a algum desvairamento pela
exaltac3o inconveniente dos nossos adversa-
rios polticos, que se excitem paixes por
emqoanto suptadas, mas que podem des-
pertarle pela impaciencia e pela insubordi-
nago.
O illastre ex-minstro, que nao pode dei-
xar de acompanhar o movimento da nossa
imprensa, l diariamente as meitacoes que
se fazem a r%speito desta grave questo, e
oove as perigosas ideas qae se sastentam
na praca publica. O Ilustrado ex-mnistro
nao pode ignorar a propaganda que por to-
do o paiz se espalha dd que o actaal gabi-
nete e o partido conserrador slo os onicos
emba reos para a solacio desta questio. S.
Exc, portanto, deve prever at qoe ponto
pode isso comprometter n3o s a actaal si-
^taac3o como os legtimos interesses da so-
ciedade.
Deve ainda estar bein presente i soa me-
moria a deploravel mystificacao qu*e soffrea
a opn3o publica, e at que ponto chegou o
desvairamento na questo bancaria em 4859,
quando dominavam os fataes principios da
facilidade de crdito, e pretendia-se arvo-
rar cathegoria de felicidade publica a mu
tiplicdade de bancos de emiss3o que amea-
Caram submergir, sob carnadas de papel,
todas as fontes da riqueza publica.
O nobre ex-rainistro deve lembrar-se da
impopularidade que entio arrostraram os
org5os do partido conservador quando na
imprensa e na tribaoa parlamentar debalde
presagiaran! as calamidades de 1864 e de-
monstraran! o desvairamento da opiniao pu-
blica.
En3)devo eu receiar deste desvaira-
mento ?
O Sn. A.ndraoe Figeira :Nesta qnestSo,
n5o.
O Sr. Teixeira Jnior :Principalmente
nesla quest3o porque, se naqnella sacrifi-
caram-se capilaes somente, nesta podem sa-
cridearse todos os interesses sociaes inclu-
a trauquillidade e segu-anca publica.
listica'cerca da escravid3o. que u.ostre toda!
extens3o do sacrifieia_e ao mesmo tempo* a
possibilidade de o attenuar. -
t Os poderes geraes s3o cerlamente os
competentes para resolver esta mxima
questo, porm seus variados trabalbos, a
guerra com todas suas consequencias os tem
em extremo oceupado.
Logo que a opportunidade se apresen-
te apreciarSo sem duvida achar dados segu-
ros e offlciaes para base de suas delibe-
races.
c Nesta occasio e lugar nao me lcito
ir lm do que tenho exprimido ; mas na-
turalmente franco e animado, por me achar
entre os eleitos de minha provincia, direi
sempre a seguinte opiniao : para attenuar a
gravidade do objecto seria tahez acertado
diminuir-lhe o volme, repartindo-o, deixan-
do s provi icias resolver sobre os meios
pr ticos de execucSo, que n3o podem ser
idnticos em todas, fixando a lei geral o
prazo faul da completa extincc3o do traba-
Iho servil.
Provincias ha qoe podem em poucos
F0LHET1M
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continnaco do n. 123).
XLV
A Cabrita introduzio-se no quintal e tor-
nou a fechara porta, prevendo o caso.pou-
co provavel, do regresso ,de Minos, mas
antes de entrar voltou-se para traz e obser-
voo em roda, por Ihe parecer qae onvia
passos. *
Com effeito, na orla da floresta, ao longe,
julgou ver om vu.to, que Ibe pareceo mais
escoro do qae o tronco de ama arvore,
mas aquelle vnito logo se sumi na escori
do.
A Cabrita hesitou um losUnte, mas por
fim .disse:
Ora I Isto imaginacSo Se alguem
me segoisse, ler-me-hia agarrado.
O vento aoprava cada've; oats violenta-
aente.
A Raposeira, como j dissemos, era mais
orna residencia burgoeza do qoe palacio.
Entre as abegoarias e a casa havia me-
sive
Se aquella se entendiJ com a propriedade,
esta entende-se n5> s com ella como com
todas as relaces e at com as nossas ins-
lituices. E depois, senhores, cumpre nos
nao evitar as difficuldades illudindo-as fou-
lilmente : cumple reconhecer que ama
utopia injustificavel pretender-se que a ques-
to do elemento servil pode ser resolvida
nicamente pelos esforc-os individuaos dos
nossos concidados, quando o contrario est
patente.
O nobre ex-ministro incumbindo-se de
tratar de qnasi todos os argumentos em que
fundei a minha inierpellaco, e qne foram
completamente preteridos pelo Ilustrado
presidente do conselho, nao sei se quiz pre-
eeher a lacuna do gabinete ou contestarme
as opinies emitttidas i
N3o posso por isso explicar qual a raz3o
porque S. Exc. sustentou que nao bavia
conlradicco alguma entre o procedimento
dos presidentes das provincias e das assem-
blas provinciaes sanecionaodo. execntando
e in ciando leis sobre a manumissao de es-
cravos, e a declaraco feila pelo Sr. presi-
dente do conselho de qae o governo nada
pretende iniciar sobre tal assumpto porque
a questo nao est bem estudada.
A menos, porm, que nao se pretenda
sustentar que as assemblas provinciaes de-
vem andar adiante da assembla geral, eu
nao posso explicar a contestac3o.
Disse o Ilustrado ex-ministro qae as as-
semblas provinciaes teein a sua vida pro-
pria ...
Uma Voz: N3o podem ser reguladas
pelo governo geral.
O Sr. Teixeira Jnior : Mas ser con-
sentaneo com a ndole do nosso sy-tema que
contrariem o pensamento do governo geral
em assumpto desta transcendencia ?
E ainda mais, que inicien), medidas que
s podem ser iniciadas e resolvidas pela as-
sembla geral, como se v do relatorio do
Ilustrado presidente da Babia ?
O Sr. Andrade Figeira:Pedio ama
quantia para a estalistica da provincia ; nao
propoz medida.
(Ha outros apartes).
O Sr. Teixeira Jnior : Eu sinto-me
mpressionado pela contrariedade do nobre
deputado, que 13o versado na administra-
C3o publica, e sinto n3o ter presente o ar-
tigo constitucional para, analysando o, fun-
damentar a seguinte interpellacao qae vou
dirigir ao nobre deputado:Em que artigo
se acha a aotorsac3o para as assemblas
provinciaes legislaren! sobre escravid3o ?
O Sr. Andrade Figeira :Sobre esta-
tistca vera no acto addicional.
O Sr. Teixeira Jnior :Mas estatistica
nao manumissao de escravos. (Risadas).
Esl3o determinados e fixados no acto ad-
dicional os assumptos sobre que as assem-
blas provinciaes podem legislar, e eu nao
vejo o assumpto da escravid3o.
O bonrado deputado, meu nobre collega
pela provincia do Rio de Janeiro, disse por
diversas vezes, protestando contra as mi-
nhas palavras, que o Ilustrado presidente
da provincia da Bahia s tratou de pedir
fondos assembla provincial para organi-
sar a estatistica.
O Sr. Andrade Figeira :A conclus3o
do artigo esta.
OSr. Teixeira Jnior :A verdadeira
conclus3o, segundo o relatorio, outra.
(Apoiados).
J que V. Exc. me obriga a lr o que dis-
se o presidente, eu passo a repetir as pala-
vras por elle proferidas.
Em seguida ao periodo que j ii, accres-
centa o Ilustrado presidente (lendo o dia-
rio Officiat):
Como devem preceder os indispensa-
veis trabalbos, entendo que convm autori-
sar a presidencia a despender o que fof
necessario para obter a mais perfeila esta
annos completar a mudanca social, e outras
qae pedem am processo estodado, pruden-
te e mais longo, differencas ncompativeis
de goardar era ama s lei, e em ama reso-
luc3o central; n3o se devendo prejudicar
aquellas pela lentd3o destas, nem estas pela
melhor situac3o daquel'as. Como possi-
vel que abusos sejam praticados, conyiria
que as assemblas provinciaes b3o delibe-
rassem definitivamente, mas offerecessera
resoluces como as dos aoligos conselhos
de provincia. ,
Este abandono s provincias para re-
solver o modo pratico nos limites da lei ge-
ral, n3o inhibira que esta adoptasse certas
provideneias contra os hbitos que ferem
mais as susceptibilidades humanitarias do
seculo, como o commercio entre as provin-
cias, a venda em hasta publica, a separaco
dosmembros da familia, os castigos exage-
rados, a liberdade obrigada com o deposito
do respectivo valor.
Parece-roe que basta esta leitura para
provar qae o relatorio da presidencia nao
tratou nicamente de pedir fundos. Fez
ainda maior servico...
O Sr. Andradb Figeira : Apresentoo
ama opiniao individual.
O Sr. Teixera Jnior : Nao sei se foi
opini3o individual; foi a de um presidente,
a deura delegado do governo imperial, que
merceme a maior considerac3o.
O Sr. Andrade Figeira :Em que con-
sisti a sua opiniSo ? Apresentou somente
om desidertum.
O Sr. Teixeira. Jnior :Eo Oao desejo
discutir o relatorio do presidente da Bahia :
se p fizesse, o Sr. presidente certamente
me chamara ordem, porque o3o' este o
assumpto era discussSo.
Aprsenlo apenas como uma fonte em
que se pode procurar o pensamento do go-
verno.
N3o sei, Sr. presidente, se me escapoo
algum tpico escencial da res poeta que
minha interpellacao dea o Ilustrado ex-mi-
nistro da justica. Se incorri em alguma la-
cana peco desculpa aS. Exc. e n3ome fal-
tar occasiSo de repara-la.
Quanto ao discurso do Ilustrado Sr. pre-
sidente do conselho, n'o dou orna aovidade
cmara nem ao paiz dizendo-lhes que sub-
siste a minha interrogaco.
Ped na mafestac3o de pensamento do
governo sobre a soluco da grave qoest3o
da emancipacSo; expliquei a minha pergun-
ta pela urgente neeessidde que existe de
collocar-se o governo na direceo suprema
do espirito publico. O honrado Sr. presi-
dente do consetoo respoodeu-rae que o mi-
nisterio, quando j,ujgar conveniente, iniciar
as medidas consentaneas com a opportuni-
dade. Parece que devo concluir que o ga-
binete de 46 de julho nao julga a actual s-
tuac3o opportuna para iniciar medida al-
guma.
Mas pergunto : porque se espera f Qual
ser o facto, o acontecimento qoe determi-
nar a opportunidade ? O conhecimento da
opiniao publica ? Nio pode ser mais mani-
festa.
Um Sr. Deputado :Quando tivermos
bracos livres para substituir os escravos.
O Sr. Teixeira Jnior :Hei de respon-
der a este aparte.
As associaces que se forraam por toda
a parte, as excitaces da imprensa, as reu-
nies populares, as ideas que se suscitam
as pracas publicas, graves symptomas de
insuboriioaca..., s3o verdadeiras adver-
tencias para os poderes do estado, assirc
como sao motivos do serias apprehens s
para a principal industriado paiz, flagellada
pela imprudente incerteza e aciedade em
que a collocon o gabinete de 3 de agosto.
Ella pede valor para a sua propriedade,
crdito para as suas operaces, qoe se res-
titua-lhe a confianca dos ses credores, a
possibilidade de liquidar os seus compro-
missos; e quando assim clama, responde-
se-lne: ainda nao chegada a opportuni-
dade !...
Mas qaal ser o facto que marcar a op-
portunidade ?
Sinto qne nao esteja presente o illustrado
senhor ministro da marinha para pedir-lhe
emprestada uma das bellas citaces que fez
no senado por occasiao de discutir-se este
mesmo assumpto em 1867. Fallando
das de Ienba, as quaes a Cabrita julgou de-
verem ser bons meics de communicac3o
para o incendio, porquanto o sen fim nao
era incendiar nicamente os celleiros, visto
que a Martina e o filho ali nao estavam.
Era a casa de residencia a que convinha
qoe ardesse.
Resta va saber o meio d'isso
A Cabrita continuoo no seo exame.
Junto da porta de entrada bavia orna
abegoaria, onde estavam os cavados de raga
no tempo do commandante.
A Cabrita, encostando-se pelas paredes,
approximou-se d'ali, e, vendo que a porta
s eslava fechada com tranqueta, entrou e
foi recebida por om relincho do velho ca-
vallo do commandante qae ali estava.
Ao ver ali alguns feixes de palha, ficou
rontentissima.
Vinhi munida de pbospboros e de am
trapo embebido em espirito de vinho para
arder lentamente.
Accendeo, pois, am phosphoro, incendiou
o trapo e introduzio n'om mlho de palha,
de forma que o fogo se coaservasse latente
por alguns minutos.
Em seguida, arraocaodo a tranqueta que
razia iibrir a porta por fra, fechoo-a sobre
si e sihio.
Depois da morte do commandante os
criados, i excepco de Miguel e Dorotha,
dormiam na granja separada da casa.
daqneltortoacao, disseS. Exc que receia-
va uiuilo qne om da, copio dizia o Ilustre
viscoude de Chaleauoriaod, recostados em
nossos janellas-, vissemos passar triumphan-
te o carro da revolaea. Parodiando a ci-
tac8o, eu direi qqe receio muito que antes
de chegar a opportunidade qae indefinida-
mente se espera, sejamos sorprendidos pslo
carro da insurreic3o.
NSo sei, senhores, qaal o marco fatdi-
co da esperada opportunidade. Pois n3o
ser a actual situaco opportuna para pre-
parar qualquer solacio futura desta grave
quetao, quando os espintos es'.3o calmos,
apenas esperam com anciedade uma dis-
cuss3o prudente desta mesma questo ?
Nenhuma tempestada est ainda inmi-
nente; mas ha uma aragem que encrespa a
superficie das ondas.
O governo confia na acc3o do tempo para
resolver as grandes difficuldades deste pro-
blema social; mais os delegados da sua
immediata confianca nlo quereca expr-se
s contingencias da demora.
O gabinete parece solidaria neste ancor-
do; mas pretende-se que ha grande diver-
gencia entre a cora e o ministerio, ebtre
este e o espirito publico; entre a opin3o
offlcial do gabinete e os actos caja respon-
sabilidad* pode ser-lhe attribuida.
O que pode isto produzir ? Qual o re-
saltado necessario de semelhante vacilado
e divergencia ?
Por certo que nenhuma garanta, para os.
interesses sociaes que exigera protecc3o e
seguranca. Continuado a esperar essa in-
definida opportunidade sem ao menossa-
berem qual o acontecimento oa o fado que
a designar'.
Declaro, Sr. presidente, que Uve ama
grande decepco ouvindo o illustrado pre-
sidente do cooselno. Eu esperava da pre-
videncia dos estadistas, cujas opinies apren-
d a respeitar desde a minUa juventude, que
n3o commettessem o erro de abandonar s
incertezas de um futuro medonho a solacio
desta questo, que cautelosamente dirigida,
poderia evitar ao menos que mais tarde fos-
se por outros precipitada.
Eu contava que o gabinete de 16 de ju-
lho se esforcari para restituir mais im-
portante industria do paiz, a seguranca e
garanta abaladas pela agtaco desta ques-
to.
Peco Divina Providencia que n3o seja
um erro a inercia proclamada ; e que err-
nea e infundada seja a minha opiniao. Er-
rando as apprehenses que raaoifestei, s
tenho a ganhar e nada a perder.
Nem a minha ooinio pode ser suspeita
em semelhante assumpto. Sabe a maior
parte dos nobres ministros, sabem aquel-
les que rae cooiecem e sabe o districto elei
toral que tenho a honra de representar, qce
fa pequea fortuna que possuo esta depen-
dente da propriedade sobre escravos. Alera
disso, representante de uma provincia que
talvez a do imperio que relativamente
possue maior numero de escravos, eu niio
posso desejar senao a maior garanta pos-
sivel para os elevados capitaes empregados
em bracos escravos, e que, confiados na
protecc5o que Ibes deve o estado, pedem
que se Ibes restitua a seguranca atacada.
Poderei apenas errar, Sr. presidente, de-
sejaodo eviaj os perigos da precptacao a
que est exposta a soluco desta questo
se continuar abandonada s excitaces da
imprensa e da praca publica. Mas anma-
me convccS) t5o profaoda qae n3o hesito
em separar-me rwste ponto da opiniao do
gabinete.
O partido conservador a quem cabe a
glora de haver dirigido o paiz em tantas
occasies criticas; qoe acaba de promover
a mais honrosa terminac3o da guerra, que
restabeleceu o equilibrio do nosso (reamen-
to, qoe finalmente foi quem extingui o
trafico, porque oo assumir a patritica ta-
refa de dirigir esta grave questo, evitando
exarcebaco das calamidades em que os
seas antagonistas lannram o paiz ? Que
melhor e mais elevada mUs3o pode ter um
partido poltico ?
Pela minha parte, sr. presidente, lavran-
do um simples protesto contra a inacc3o do
gabinete de 16 de julho, n3o pensem os
desaffectos da situado quedexarei decura-
prir o dever da lealdade poltica, nao : ai-
liado dedicado, eu estarei prompto na hora
do perigo para ajudar a conjura-lo.
Nnguem mais do que eu repelle a idea
de qualquer medida precipitada. Mas ha,
senhores, um grande e inmenso estadio a
percorrer entre uma soluco defiinitiva e as
medidas necessarias e indispensaveis para
preparar o paiz a receber sem abalo uma
tal revnluc3o social.
E' este o trabalhoque eu julgo urgente
e n3o comportar maior procrastinac5o. Sir-
va de exemplo o procedimento da propria
folha poltica Dezeseis de Julho que, depois
de haver combatido a idea de qualquer me-
dida legislativa sustentan 1o a conveniencia
de deixar ao espirito publico a solacio des-
ta questo, disse logo depois em artigo edi-
torial de 12 do correte o seguinte :
t O estado pode entrar na porfia genero-
s, concorrendo annualmente com ama som-
ma votada no orcamento para as manu-
misses.
Essa verba ser applicada conforme as
condces estabelecidas; devendo entre es-
tas figurar doas a que damos a maior im-
portancia : s3o, a preferencia ao sexo teau-
oino e a oiefere/icia iostrocc3o..eic. *
E evidente qoe a idea Iniciada imparta
uma medida legislativa. Aasim. asquelo a
lllustrada redaccio a opiniao qoe t3o abso-
lutamente susteutara na vespera. Se, pois.
ea trata8se de cootestar a aua primitiva
these, o offereeena o proprio artigo qoe
acabei de ler como o melhor argomento
para demonstrar a conveniencia de dirigif e
auxiliar o espirito publico.
Mas, senhores, isto apenas o resaltado
necessario das posices indefinidas. Ase-
vero cmara que n3o tenho receio de
achar me em contradiccao na posicio clara
que assumi.
A convierto que manifest da argente ne-
eessidde de dirigir-se a opiniao est de ac-.
cordo com os actos dos delegados do go-
verno, e at com a folha poltica qoe ha
dias felcitava o gabinete pelo triumpbo da
abstenco.
Agora, porm, que o gabinete declina de
si essa riisponsabilidade. ea n3o hesitare
em des empentar o compromisso que con-
irahi para com a naci quando recebl o seu
honroso mandato.
Brevemente procurara cumprir essa ta-
refa submettendo a esta augusta cmara as
ideas que poder suggerir-me a dedicac5o.
Cumpreme agora responder ao aparte
com que ha pouco me honrou n nobre de-
putado pelo Rio-Grande do Sul.
Pergontando qual seiia o acontecimento
ou o facto que designara a opportonidade
esperada pelo governo para dirigir e auxili-
ar o espirito publico na diffkil solacio deste
problema, disse-me S, Exc. qoe a opportu-
nidade ser quando tivermos bracos livres
para substituir os bracos- escravos.
O nobre deputado nao receia que os
nossos constituintes nos perguotem o que
tem feto os poderes do Estado e o qae tem
feito o nob e deputado para esse resoltado ?
Que idea se iniciou no parlamento, oa qpal
o pensamento do governo- para conseguir a
satisfacio de uma neeessidde ha 13o longo
tempo reclamada ? Que aecusacio nao pesa
a respeito desta negligencia at mesmo
sobre o illustrado ex-niaietro da agricultu-
ra do actual gabinete ?
Todos nos, senhores, teriamos a grave
responsabilidade de haver negligenciado essa
neeessidde publica, senao- fossem notorias
as difficuldades com que sempre li.too a co-
lonisaco quando se pretende estabelec-la
em con;urrencia com a escravjd3o. A beira
do abysmo insondavel desta questo est a
grave preoecupacao de que emqoanto tiver-
mos bracos escravos no paia, s maito dl-
lcilmente e custa de pesados sacrificios
poderemos conquistar a eraigraco.
O Sr. Bittencourt : Temos j comeca-
do a conquista e muito enrgica.
O Sr. Teixeira Jnior :Mas pretender
que essa pequea conquista que temos feito
possa com tal lentid3o chegar ao ponto de
substituir os milhes de bracos escravos
qqe o Braz 1 possue, e esperarse tal poca
para providenciar sobre as calamidades j
existentes, seria o mesmo que pretender
arredar para as kalendas gregas a soluc3o
dessa grave questo que, independente da
nossa vontade, ha de ser realisada...
O Sr. Bittencourt : Nao a nica
condic3o ; o nobre deputado o disse.
O Sr. Teixeira Jnior : N3o quero, Sr.
presidente, fatigar a attenco da cmara. A
minha posic3o j est claramente definida :
o qae me basta. N3o sei se estoo s,
pois que a ninguem consultel para o cum-
primento do meu dever; mas ainda qae s,
continuarei a proceder de hrmonia com a
opiniao que acabo de enunciar.
Tenho concluido. (Muito bem; muito bem)
Ninguem mais pedindo a palavra, fica a
discussao encerrada.
Levanta-se a sesso s onze horas da noite.
A Cabrita disse comsigo :
Para que elles n3o possam fcilmente
acudir ao incendio, convem que tenham
com que entreter-se.
Dirigio-se granja : o corral das vaccas
estava aberto e a Cabrita entrou.
As vaccas mogiram, como o cavallo lin-
chara.
A Cabrita hesitou.
Os caes uivaram.
Ella assustou-se e este ve para retrogra-
dar, perora lembrou-Se qoe os moradores da
casa dormiam tranquillos, confiados na vi-
gilancia de Minos.
Entio encheu-se de animo e subi uma
escada de mi qoe conduzia do corral para
o palheiro saperior, e minutos depois fazia
ali a mesma operario incendiaiia qoe pra-
ticra na cavallarica.
Os cies baviam cessado de oivar, ai vac-
cas continoavam a rominar tranquillas e a
Cabrita fagia, achando-se minuto* depois na
orla da floresta.
Chegada ali, sentoa-se : inspirada por
om malvolo instincto, desejava ver elevar-
se a primeira cbamma por sobre os tectos
da Raposeira. .
O mea homem flear contente l di-
zia ellaSer rico e desposar-me-ba I
Era a primeira vez qoe ela formava este
plano ambicioso.
E realmente o Malot devia-lhe bem esse
sacrificio I
Em quaDto ella, com os olhos fixos r.a
Raposeira, se abandonava quelle sonho
ambicioso, am raido, qae por vezes a sor-
prendera, se fez ouvir de novo ali prxi-
mo.'
Era o pizar de folhas seccas qoe jonca-
vam o ch3o.
D'esta vez, porm, duas m3os vigorosas
se Ihe apoiaram sobre os hombros.
A Cabrita voltou-se e soltoo om grito.
in frente d'ella estava om bomem, qoe
a olhava com olhos ardentes e qoe Ihe aper-
tava os pulsos com m3os de ierro.
Este homem era Rooxinol, o Esquilo.
Ah I s to ?dizia elle Converse-
mos um pouco I v
E a voz tremia-lhe de raiva.
Fazes-me doer! Deixa-me 1 grita-
va ella.
Roaxjool desatoa a rir-se.
Se le faco dor, proseguio elle
apertarei menos, com tanto qoe me nlo
fojas. ,
Qua. me queros ?
Conversar comtigo nm pooco 1 res-
ponden elle, motejando.
O que tenho en com a toa vida ?
Mal tens alguma ctusa com'a doMu-
lot.
Sesso em 19 de maio.
Segunda discussio da proposta do poder
executivo concedendo ao governo um cr-
dito de 200:000^000 para as despezas com
um Te-Deum em acc3o de gracas pela ter
minac3o da guerra do Paraguay, e exequias
solemnes em suffragio dos que perecrio
durante ella em defeza da honra e dignida-
de nacional.
O Sr. Jos de Alencar resollido a votar
contra a prnposta em discussao, deseja ma-
nifestar cmara o profundo pesar que
sent de nio poder dar ao gabinete de 16
de julho, especialmente ao nobre e illustra-
do ministro da guerra, cujo carcter venera,
mais urna prova de confianca e consideraco.
Se a questo podesse resolver-se por estes
sentimentos, sabe o nobre ministro que o
voto do orador Ihe estara empenhado, so-
bretodo desde que as circumstancias o apro-
ximaran! de S. Exc. e teve a fortuna de
apreciar o sea carcter; mas a questio
de consciencia e elle deve expor cmara
e ao paiz os seus escrpulos.
Julgar-se-ha feliz se a voz autorisada do
nobre ministro da guerra oonvencendo-o,
desvanecer esses escrpulos; porque como
correligionario deS. Exc. fax votos pela
anidado e harmona do sen partido, alvo
para o qaal devem concorrer todos os es-
forcos, resultado que exige todos os sacrifi-
cios compativeis com a dignidade.
(Continuarse ka).
E depis ?
por causa d'elle mesmo que temos
que fallar.
O Mulot nada tem com ara vsdio
como tu Iredargaio ella, suppondo-se ji
Sra. Maurel.
N3o o julgo ea assim, e por isso te
sigo ha mais de ama hora.
Ah I segues-me ha uma hora ?
verdade ; desde a casa de Fernao-
nando... Dize-me : para qae Ihe roabaste
a cadella ?
Que te importa ?
Presumo qae projectas algum grande
roubo oa Raposeira, e, portaoto, tomasto as
tuas precaoces contra o grande ci ana
relio.
A Cabrita respirou vendo qae Roux.nol
nio estava senhor'do sea plano.
Elle continnoo:
Parece qae o Malot te tomoa por
criada desde qoe est rico.
Pode ser e isso nio da conta de
ningnem Ireplicn ella, recobrando a soa
audacia.
E conservar-te-ha elle em casa depois
de casado ?
Casado ?
Sim, casado. Pois nlo sabes ?
Sei que s um miseravel, um assassi-
no, qoe queres intrigar-me com o Malot!
O"qae ea vejo qoe elle 6 mais es-
te Iludir at ao al-
perto do que tu e que
timo da !
A Cabrita, enfurecida, repeta machinal-
mente :
Casado, casado E com quem se
casa elle ?
Olba qoe nio vai mal; elle nio tolo.
E com ama bella rapariga e eom bom di-
nheiro, isto qaanto a dinheiro, arranjar-
se-ha depois.
Um bella rapariga ? repeto ella.
Isso certo.
E rica ?
Eu te digo : roabaram-lhe a riqueza,
mas ara bomem fino e honrado como o Sr.
Miarel ter meio de UYa faier restituir.
E de qaem faHas to ? redargaio
ella furiosa. .
Ora essa Da mestra da escola de
S. Florentino. .
A Cabrita dea um grito, que mais pare-
cea o ucro de ama fera.
Rouxinol rio-se.
0h !bradoo elia-se o Mulot titea-
se o arrojo defazer tal
E estas palavras foram acompanhadas de
am oluar qoe f eatremecer Rooxinol e Ibe
dea a esperanea de encontrar n ella una au-
xiliar para os seo platos.



:





.




i
u
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