Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12129


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Full Text
*
ANUO XLVI. NUMERO 123
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Mti A CAPITA1 E LTCABIS IDE lp Slf MCA PMTL
X^^**101*.......... .... ftiM^ciATIuI
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o vezo aaiaoiados .... ,...;) fiair'
Horw* m) -Cada matero waiso.................... tfOQO
MiUUMTW VU1*U................... a*)
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JnLI
-V 1 i. 11
gUINJA FEIRI 2 DE JUMO DE 1870.
"' ------ -----__ ." _.___ _
*.
I PAIA DEIT10 E FORA DA fBOVIUCU
Por tres meze achanta* \....... tj.it*
Por seis ditos rtem........... ...... iSSSS
Por nove ditos ,*.............\\ \\\\ W&
Por am anno ide*................... %

)




------w-

-----
Propredade de Manoel Figoeiroa de Paria & Filhos.
'a
M AO .1CEVTEB -
' """TT Ale,aDdn0 "e L,"- P4rab"'a AMM,io ** 6WMS' Til" I *- S Mf em Smto An, D,* Jo* da Cm. B,ag,
=___________________ m """""'; ft,Mi*c0 Tavares aa CMt> A"'.. Shrli- Alw, W Bak j Jorf RMm Gaaparinbo *> Jawiro.

'
PAMT OFHCIAL
1finlsferU de> negocios entran
grlros.
:.JT1U(TO m RE.TOMO APRgSKKTADO X ASSKM-
CttU OBM LROISL.VnVA. A SKGUXDA SKSSAO DA
14 KGISLATURA, PFXO MINISTRO E SECRCTABIO
DK ESTADO TEIUNO, UARAO DE COTEGIPE..
iwirn arta concluida a erra do Paragoav. A armas
adiadas conseguiram seu ultimo iriumpho em
eiro-Caea.
''..-. la victoria daalliauc foi nos ltimos teroafts.
:im tnumphj moral, que levava ao conheciment
las nacoes m-tfisada* proras da ndole feroz
io lyrann.i, qae a inorancia de alguniooroens e
a parcialidade do oatros tanto exaltaram como b
-'fensur de nni3 causa justa, como o defensor da
.iberdade e da civilisacao.
Nao sio alliajps, sao os infelizes paraguayos ei
stnngeiros libertados, qae revelam as atrocida-
dac comiaettidas por Lopes. Assim, a longa dura-
;,o da guerra, se acarretou grandes sacrificios,
(roduziu por outro lado um resultado de inmenso
alcace. Hoje ninguem desconhece cue os a!lia-
dos, e jmente elles, derramavam seu sangue por
urna cau-* justa, eajo triumpho, em ultima ana-
lyse, era tambem o da liberdade e da civilisarao.
Factos recentas, entre elles o estabelecime'ato
do governo provisorio, tem mostrado que a allian-
1 iiau podia ter, e no liLha os dos que tao in-
Quedadamente ibe eraui atribuidos. Os actos suli-
oquentes ho de coolinnar esta verdade, e entao
;e reconhteer qne os altados nlo modilicaram
-u.\ poltica segundo as circamstancias, mas se-
mram sempre o pMiunMto primitivo, e que a
.ua acije diplomtica extreme do todos-jnti-
uento, >|ue nao sej i o da maior svmpathia e da
mois sincera amisade para coni o infeliz povo pa-
raguayo.
Tratado de altiaufa tgnttm e defentina entre o
Hrasil e m repblicas argentina e ortntal do
Uruguay contra o governo do marechal lapei
no Paraguay.
Teodo cessado a reserva, a que o governo impe-
rial se havia obrigado, communiquei-vos na sessao
do auno priximo lindo o tratado de allian(a ollen-
(iva e defensiva, celebrado eotre o Brasil e as re-
pblicas argentina e oriental do Uruguay contra o
3verno do mareclial Lpez, enlo presidente do
Paraguay. Tambem vos communiquei o protocollo
e as revsrsaes que se referem asse tratado.
Annexos ao presente relatorio acharis esses
documentos eos autos da trocadas ratifleacoes.
O tratad da triplica allianfa j produiw todos
m saus efTeitos quanto guerra que o motivou, e
rnverno imperial espera que elle ser ualmenie
tffflcaz pelo que respeita s outras estipuU^ies.
'jaoe 1 jai declarar, eeu o faeo con* o inais vivo
ir uer, qna nos cine) armo* quam coaipWtii*. Ju-
raote cm [iaes i.>sse tratado regulou as relagSes
das tres patencias adiadas, reioou entre estas a
iHInr iutrjllieenci;, devondo-se em grande parle
a tao notivel eircumsuncia o (mal triumpo de
urna cansa justa, mas embarazada por diiQ^uldi-
l< le tado genero.
Dessa boa inulligencia uiprolngala execucao
um pacto de lauta importancia pJe-se com
izm tirar a esperanza de igual aacprdo as
tras reiaeoM dos tres estados entre si.
Governo provisorio do Paraguay.
t I .11 dn pnmeiros cuidados do Sr. conselheiro
l'araohos, logo que se ach.tu desembaracado de
iti:ins negocios importantes que o detiveram em
impelo, f>i entender-se com os plenipotencia-
'la^ repblicas Argentina e Oriental do Uru-
sobre as condieoes, mediante as quaes pode-
.am os governos alindes recontiecer o governo
provisorio que os paraguayos desejam estabelecer
i 1 refer ia capit I.
11 e.-iabeleeiment desse governo era urna neces-
le, reeonhecida nao < pitos paraguayos, mas
carabem pelos alliados, necessidado urgente, a que
nao se poderia deixac. de attender em um prazo
breve.
Hais e trezentos paraguayos, existentes em As-
: 15 So, havram-Srt all reunido em 31 de marco
do auno prximo passa , consta da acta respectiva, una commisso
es Miembros, encarregada de entender-se, em
do povo paraguayo, com os plenipotenciarios
guveroos alliados a respeito do esiabeleeiiiien-
um governo qun fosae a expressao da legiti-
lierania popular e que contriboisae, na pro-
1...10 de seus meios, para o derribamento do
iverno do marecbal Lpez.
A commissad nomeada na referida reuniao diri-
gio-se por nota de 49 de abrigaos plenipotencia-
ios governos alliados, invocando a deciaracae,
i'eita no tratado de allianea, de que seria respeita-
da a integridade, soberana e independencia da
repblica do Paraguay, e pedilo a eleicao de um
governo proprio, mas, como exigiam as circums-
:aacias de entao, simplesmente provisorio.
Em una das primeiras conferenciaa em que os
potenciarlos trataram deste assumpto, offere-
;: o Sr. con>elheiro Paranhos seus collegas
::n t apontamento de bases para os ajustes preli-
minares eomogoverno provisorio. E' conveniente
;ue aqu fliue transcripto esse apontafmnto:
O governo provisorio que se estabeleca no Pa-
raguay de ve ser de livre eseolha dos cidadaos
laraguayos, qne se acham no territorio libertado
do dominio do marechal Lpez.
Este governo deve censtiluir-se por (orna e
0:11 pessoas que dem garantas de estabilidade,
da paz e de peffeita ntelligencia com os governos
alijados.
O bom sense
A jarisdiecao civil e criminal do governo pro-
nao se estender aos qiiarteis, acampa-
mento e individuos pertencentes aos exercito.< ai-
nados. Dado algum delicio entre um militar ou
emoregadp dos ditos exercito^ e ppssoa uue Ibes
seji esfranhi, preferir a jurisdiccao militar,
salvse a autondade militar competente entregar
o delnqueme ao jalro da autoriade paraguaya.
Todos os individuos, navios, vveres, forragns
e mus material de qualquer especie, portenceotes
ao* exereitas alliados. terio entrada e sahida pelo
territorio da repblica com isencao de todo e jual-
quer onus e sem mais nscalisacio que a qae fr
accordada com os generaas ou o representantes
diploiDaticos dos governos adiados.
O* alliados compromettem-ae sob estas condi-
coes a reconaecer o governo proviaorio, e a pres-
ar-lhe seu apoio moral e material para defesa da
ordera publica, e d) rgimen legal da repblica,
emquanto durar a presente guerra, e pela forma
que julgarem mais cooveniente.
t No intuito de animar o espirito de unio entre
os paraguayos e de ass*>gurar o mais decidido
apoio nacional ao novo governo, convem que se
componhi de tres membros sob a denpminac,ao de
junta, governativa ou eutra semelhante E
aiuda que um delies tenha o titulo de
eja eatranha, preferir a jurisdieco militar, aa+ro por Merrmack, trazendo datas dh cftne %tfi tfi
lutondade militar compeente entregar o da Babia at- i) do passado.

dos ditos cidadaos paraguayos,
suas manifestas dedara^oes de reconhecimento aos
alliados, e o proprio interesse nacional que ora os
rene, asseguram que essa condicao resultar sa-
ti3feita da livre eleicao, a que elles aspiram e para
a q-jal contara e podem contar com as mais gene-
raba swnpathias da parte, dos governos allia-'
dos.
. Cunseqoeotemeote o goveroa paraguayo pro-
visorio adherir ao tratado da trplice allianea,
que c a condicao preliminar de paz d.-s alliados
m a repblica, salva qualquer modideacao que,
ao proprio interesse do Paraguay, se estipule alte
nrmente por mutuo assentimento dos alliados e
do mesmo goterno provisorio.
< I)esta adheso resultar que o novo governo
paraguayo, sem deixar de ter plena liberdade no
exercicio de na soberana nacional, no tocante
guerra, e aos direitos dos adiados, que e referem
s causas e ffeitos da mesma guerra, flcar ligado
por aqupjie pacto a proceder de inteiro accordo
-'om ojS alliados.
< Nao poder tratar com o marechal Lpez,
netn com pessoa quo o represente, ou sobre quem
elle influa, porque do mesmo modo procederao os
governos alliados e seu representantes diplomti-
cos e militares. 1 t
< XTacQio os generaos alliado's ficar inteira-
tneate livre e independente d governo provisorio,
ao que respeita ao exercicio de sua jurisdico mi-
litar e s operacSae contra .0 inimigo com-
mum. Elles podeBo oceupw ga pontos que jul-
garem necessariot, e japroveitar-se de todos os
recursos do paiz, salrjt ptoariedade
aeutra ou. amiga, jax\a uso dan djreito i
nisaeo. ^aT T
i O governo proviiorio, alea desua accao po-
htca eatonlstratt^JjMwA to(lo oooneurso
tssAve,ar.SrMu
j em vWeije-e forra|Ba.
presidente
e exerca como tal lunecoes especiaos, a autoridade
suprama residir no corpo collectivj, distribuindo-
se as dfferenies attribuicoes administrativas da
innta, do modo mais razoavel por cada um de
seus membros.
Os alliados estavam como eu j disse, concordes
na conveniencia e necossidade do estabelecimeato
de nm governo provisorio ; podiam divergir, e de
/eito divergiarn quanto as condicSes do reconheci-
mento, mas esta divergencia erabora retardasse
a celebraeio do indipensavel ajuste, nao era tal
que o impossibilitasse. O governo imperial sem-
pre teve esta conlianra e nao se illudio, como
provou o resultado dos esforcos empregados pelo
plenipotenciario brasileiro.
Celebrou-se o ajuste, elegeu-se e ostallou-se o
governo provisorio e anda urna vez licou patente
a possbilidade de manter-se a allianea mediante
concesses mutuas que nada custam aos gover-
nos guiados pelos sentiment sde urna sincera ami-
zade. ,
A divergencia, de que fallo, manifeslou-se
quanto a exteasao dos poderes que leria o go-
verno provisorio, ou, como dase o Sr. conselheiro
Paranhos em seu memorndum de 30 de abril,
sobre este ponto: se ajuelle governo adiado nato, a cujo estabelecimento aspiravam os
paraguayos, teria bastante autoridade moral e
legal para os ajustes complementares do tratado
do 1 de maio de 1865.
O referido Sr. conselheiro, interpretando fiel-
mente o peosamenio do governo imperial, disse :
Apto para celebrar urna allianea com os
beligerantes que se esforcam por libertar a rep-
blica da Paraguay do seu opprewor, w* governo
igualmente apto para o ajustes que dewra com-
pletar os compromissos da allianea que cntralie
e que envolvera as segurancas da paz das rep-
blicas Argentina e Oriental do Uruguay,
O plenipotenciario argentieo, discordando desta
opinio disse no seu memorndum de 8 de maio :
O governo argentino pensa, pois, que actual-
mente s convem dar a mo aos poucos para-
guayos que existem em .\ssump5a0, ajudando-os a
construirem um governo provisorio que prepare a
'utura organisacao do paiz; um governo que con-
tribua para a termioacao da guerra pelos meios
moraes e materiaes de que possa valer-se ; um
gobern que, deixando aos exereilos alliados a li -
berdade ae accao de que necessitam para levar
a termo seus propsitos, administre o paiz e pro-
mova a sua felicidade ; um jroverno que, con-
trrahindo o cornpromisso de nao deixar as armas
at que Lpez desappareca do Paraguay, nada
tonha que fazer com os tratados, que, como ga-
ranta para o futuro, ho de ps adiados exigir
mais tarde do governo nascido da organisacao
que o paiz der a s mesmo.
O plenipotenciario oriental, no seu memorndum
de 18 de maio, resumi nestes termos o pensa-
mento do seu governo :
O governo oriental, pois, lamentando discor-
dar neste ponto das vistas e apreciacoes d> re-
presentante de S. M. o imperador do Brasil, pensa
que a celebrarlo dos ajustes definitivos, a que se
refere o tratado do 1" de maio de 1863, deve ser
Jeixada para os poderes que se estabelecam no
Paraguay depos de derribado Lpez, porque
ssses poderes achar-se-ho revestidos ento da
legitima representacao de todo o povo paraguayo,
tanto do que hoje est sob a proleeco das armas
adiadas como do que anda obedece a Lpez, con-
diejio indspeusavel para que aquelles ajustes
sejam a expressao da vontade nacional.
Depos de trocados os memorandos, que acabo
de citar, tiveram os plenipotenciarios urna confe-
rencia final em que assignaram dous protocollos,
um conteudo as bazes do sed accordo e o outro
em que foram formulados os termn precisos
delle.
Eis as condicoes ajustadas no segundo pr-
tocollo :
i.* O gaverno provisorio que se estabeleca
no Paraguay deve ser de livre eseolha dos cida-
daos paraguayos que se achara no territorio li-
bertado do dominio do marechal Lpez
2." Esse governo deve de consiitur-se por
forma e com pessoas que dm garantas de estabi-
lidade, de paz e de perfeita ntelligencia cora os
governos alliados.
O bom senso dos ditos cidadaos paraguayo,
suas Jmanifestas declarares de reconhecimetos
aos alliados e o proprio interesse nacional que
ora se rene asseguram, que essa condicao resul-
tar satisfeita da livre eleicao, a que elles aspiram
e para a qual contam e podem contar cera as
mais generosas sympalhas da parte dos governos
adiados.
3.* Ligados estes governos por um tratado de
allianea, que hoje do dominio do publico no qual
se ooasignam os propsitos e fins da guerra, a que
as tres potencias firmara, foram arrestadas pelo
dictador Lpez; o governo provisorio que ora se
estabelecer no Paraguay, sem deixar de ter plena
liberdade no exercicio de sua soberana nacional,
pelo que respeita guerra, tendo presentes as
prescripoes do referido tratado, se obrigar a pro-
ceder de inteiro accordo com os alliados at a ter-
minarlo da mesma guerra.
(f 4.* Gon-equentemente o governo paraguayo
nlo poder tratar cora o marechal Lpez, nem cora
pessoa que o represente, ou sobre quem elle in-
flua, porque do mesmo modo precedero .os go-
vernos alliados e seus re^reseutanteidiplomtico*
e militares.
!.W
t gderra,
j5. A accio dos govemos adiado ficar iaiei.
ramete livre e ndependente do gover.no proviso-
rio, no que respeita ao exercicio de sulurisdic-
co militar e s operacCes contra o inimigo cam-
mum. Elles podero occUpar os pontos que julga-
rem necessarios, e aprovetarse ao todos os re-
cursos do paiz, salva a propredade particular,
neutra ou amiga, cajo uso dar direito indemni-
saco.
t 6.a O governo provtsorio, alm de saa aco
poliliea e administrativa, presura todo o concurso
qne Ihe seja possivel para as operaooes militares
dos alliados, j em pessoal e material de guerra,
ia em vveres e forragns.
7> A jarisdicclo civil e criminal do geverno
provisorio nlo se esteqder aos qoarteis, acampa-
mentos e individuos perteacentes aos exercitos al-
liados; Dado algara delicio entre um militar oa
empregados dos ditos exejeitoe e pessoa qw IMe
delinqueote ao juizo da autoridad paraguaya.
Todos os individuos, na va*, vtveres, fee-
rageas e mais material de qualquer especie, per-
tencantes aos exerettos adiados, oa seos fornece-
dores, terao entrad e sabida peto territorio da
repblica com iseneio de todo e qpa-lqrDer onus
sem mais fiscalisacao que a que for acordada com
os generaos ou os representantes diplomticos dos
governos alliados.
Estas condiefles foram, coramunicadas por nota
conectiva de 8 de Junho' commissio nocoeada
pelos Paraguayos em 31 de marco para entender-
se com os plenipotenciarios dos governos ainados
e foram aceitas pela dita commisso no da 11.
Proeedeu-se entao do segutnte modo eleicao
do governo provisorio:.
Os Paraguayos existentes em Assumpcio renni-
ram-se libremente e nomearam ama coromssao de
5 membros, deixamto-lhe a faculdade de eleger de
seu seio urna oulra de cinco, quo se eotendesse
cora os plenipotenciarios.
Por esta ultima comrassao, reunida em 8 de
agosto, foram nomeados membros do governo pro-
visorio os Srs. D. Cyrilo Antonio Rivarola, Carlos
Loizaga e D. Jes Das de Bedoya.
.No jdia 15 do referido mei dclararam aquelles
senhores aos plenipotenciarios das nacoes adiadas
que era nome do dco paraguayo aceitavam as
condieSes formuladas no protocpHo de i do-innho,
e prome|teram que esta deeiarcao seria salemne-
menle ratifleada logo que houvessem presfedo ju-
ramento e assumdo o exercicio do poder que dios'
era confiado.
Esta promesa foi cumprda por meio de nm de-
creto expedido no da 19 e communicad aos ple-
nipotenciarios.
Preenchidas estas, indispeosaveis formaKdndes,
foi devolvida ao governu paraguayo a jurisdiccao
civil at entao exercida pelas autoridades dos go-
vernos alliados.
Plenipotenciarios das republittis. Argentina t Orien-
tal do Uruguay.
Os Srs. D Jos Roque Prez e D. Adolfo Rodri
guez foram os plenipotenciarios encarregados de
entenderse por parte das reoubficas Argentia e
Oriental do Uruguay com o do Brasil sobre a or-
ganisacao do governo provisorio do Paraguay. O
pnmeiro eslava revestido do carcter d coramis-
sario especial e o segund 1 linha o de enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario.
Ajnnto no lagar competente as notas por meio
das quaes deram elles por ftndas suas missSes, e
chamo vossa attenco para os termos cora que se
expressou o Sr. Prez. A nota deste senhor mos-
tra a harmona que sempre reinou entre elle e o
plenipotenciario brasileiro.
Ajustes preliminares de paz com o gaverno do Pa-
raguay.
Da discussao, que boove era Bueoos-Ayces sobre
as condicoes, medanle as qnaes poderiam as na-
coes adiadas reconhecer o governo provisorio do
Paraguay, v-se que o plenipotenciario brasileiro,
procedendo de conformidade com suas instruc-
edes, snstentou qup os ajustes preliminares de paz
deviam ser negociados e concluidos com o dito
governo provisorio.
Esta opiniao foi justificada pelos successos que
depos se desenvolveram, e o governo imperial
anda pensa que ella a mais conforme com o es-
pirito do tratado do allianea, e com as circumstan-
cias e interesses nao s dos alliados, mas tambem
do proprio Paragaay.
O tnutnpho alcangado em Cerro-Cor, comple-
tando os succossos que me refiro, conlribuio sem
duvda para que o governo argentino, com quem
o plenipotenciario brasileiro ja tinha procurado
entenier-se sobre este imprtante negocio, acce-
desse ao seu convite e mandasse o ministro de re-
lacoes exteriores a Assumpco.
Quando o Sr. D. Mariano Var I' 1 chegou aquella
cidade j all se achava o plenipotenciario orien-
tal, Sr. D- Adolfo Rodrguez, ministro de relacSes
exteriores, cujo governo aceitava quasi inteira-
mente o pensamento do governo brasileiro, posto
que tivesse escrpulos em admttir o governo pro-
visorio do Paraguay, como apto para 03 ajustes
definitivos de paz.
As iostruccSes de que se. acbava munido o Sr.
Vrela, erara mu restrictas, e a esta difllculdade
accrescer. a circunstancia de ser S. Exc. acomraet-
tido de molestia que. 9 pbrgou a regressar para
Buenos-Ayres. J se sabe, porm. que o governo
argentino envou ao Sr. general Vedia os poderes
necessarios para entender-se com o? plenipoten-
ciarios do Brasil e da repblica Oriental do Uru-
guay, e que comecaram as conferencias.
J
BK DA PHATA\
I\ao traba-eiegado.vapor dessa. procedencia a
IX\S RERAES.
= .No dia_ 6io passado, assumlo as rdeas da
adm.nisiraca*o-l vice-presidenie senador Teixer-
ra de Souza.
RIO GRA.1DE DO SWi.
. 19 a* do Rio &ande.
Occnpava interinamente o cargo-de chele de dc-
! de direito da
ter entrado do
Goelho Basos u-
mor.
Pela presidencia di
provincia- foram
man-
a-
11 horas da manlvaa, o transporte Wernedh, com
destino ao dosso porto.
toParakutam de honfem notici que ni fre-
guezia da Encriuilhada reino a epedlmia do sa-
rampo e da febre escarlatina', mas de carcter be-
nigno.
Jo-Conservador de MHub de 21'do corrate
l-seo segrale:
O reo Benjamn Jos Teixeira, pronunciado r
art 158 de cdigo criminal, coow autor ia morie
de Jos Esteves daCbcU. acaba-de ser capturado
por ontem do r suppente do suWelegado do Ric-
.Novo. >
da idade de 9i annos.-seDdo 29 de roeidenea aestv
provmoia. Era natora de Messina e veio para
Pernambuco-Boanno de I8il, em companhia*.
anual comnwsario g*ra* A> eapnebiahm no Bra-
sil, o ncansavel frei Caetaoo de Messina.
O Hvm. frei Santi era liemem ae quNdades no-
ores e de virtudes, d'enire a quaes sobresahia a
de hoaildade. Conservcu: soas /acnl*des intel-
*" at ponas horas aases de faeeer, tra-
balbcMKfe 00 interior do> romvento, de onde na
saln k 13 annos, nos- rifsferes compativeis cocr^
ua idade.
O'se
No,dia9 do corrente mez, d fazenda *>Ma- raa"n^" 5",erro Sm "? as 7 ^^ d'
,-------__------. pi'"iin.ii' intil iua
dados responsaWisar o joiz de direo- de J6wu_
rao Dr. Antonio los ABso Guirmr3s Jtooiore
e osupplente A nimio Jos de Oliveira.
Fora captoiado e recolhido oadeia um
preio indignado aassino do joven Ernesto Tiei-
ra Bodrigues, e.T Camajn; mas no dia seauio-
te ao da pnsao, ni tiro disparado, sem se saber
de onde, matou o-pieso. O Dr. Carlos PTores, pro-
motor publico da ooareada capitaiv qjje se aea-
vaem Camaquanvcnadvogadoeiruma mec*ao
de campo, tendo eonieeimento do bato* reqneveu
a prisao da guarda d cadeia.
No dia 16 cbeg.o Rio Grande; procedan-
te de Humayt e Montevideo, o transporte Guay-
curu, conduzinde o-general Victorino. Jos Garoeiro
Monteiro, 30 oflleiaes e pracas, todo Qlhos da pro-
vincia. No mesmo tnamporte veio e- cadver do-
tenente-coronel Luir Jiquini de S Brito, coa-
mandante do corpo dfrtracadores a cavado,.mor-
to na batalha de !t de dezembro 10. arroyo A-
vahv.
-As
ranho,Td8trioto db ridade de Lavras, foi aasass-
Dado com um ta' o eidadlo Aotaoio Joaojaiiu, e
rerido gravemen uweotro Individoo, cujo nome
se ignora, por Eerenciiwo Jos da Abreu e- JoO
Jos de Abren,
Dous das
rais
folhas do Rio-Gnnde do noticia-de fica-
rem presos cinco escTavos^wr stispeite de-cumpli-
cdade no assassinalo-do tmente coronel' refcrraa-
do Manoel Jeaqnlro de Carvalh seus netos.
Alm disso, sahira urna feria' para os matos da
Mangueira, aflm de.descobrr os quilombos que
all dizem ejtistr, e algons camplices do orime.
O Ccrmmmxial, tallando daijuelle crime, noticia o
seguate episodio
: Hbf>
''Dvcruo da provlacla.
Copia.Idra. Sr.Subdelegacia de polica do 1
districto da Boa-Vista, 2i de maio de 1870.Res-
pondendo ao offlcio de V. S. datado de hontem, te-
nho a informar-lhe que tendo designado o dia 19,
s dez horas da manhaa para instauraco do pro-
cesso da r Vicencia Mara Vieira. peles ferimen-
toa que flzera na pessoa de Sebastiao Thomaz de
Souza, deixeu de ter lugar dito processo pelos mo-
tivos que seguera :
As seis e raeia horas desse dia chegou ao meu
conhecimento (pela manha| que Paulo,escravo do
Dr. Alexandre Pereira do Carmo, tentara contra a.
vida deste e de sua Exma. senhora, pelo que diri-
g-me essa casa para proceder corpo de delic-
io, o que dexei de fazer, porque o referido dou-
tor j tinha sido visitado pelo Dr. Pitar, ga.
Depos disto dirigi-me ao cemiterio publico para
proceder exhumacao do cadver do pardo Izidro
Gomes, a qual llndou s 10 l/ horas da maana.
Retirando-me, ao chegar praca do Conde d*Eu,
Uve noticia que segua caminho de Caehang o cri-.
minoso Paulo. Tendo requisitado apenas duas pra-
cas de cavallaria V. S., segu era perseguicio do
dito criminoso, nao podendo eneontra-lo. Dadas as
providencias necessarias para sua captura, qae te-
ve lugar na malta do Bezooro por paisanos, vol-
tei s tres horas da tarde ero companhia do sob
delegado supplente da Magdalena, que por mi
fora convidado para essa diligencia. Eis, pois, as
razdes porque nio boove lugar iostauracao do
dito processso nodia 19,designando o oa 24, porque
ha outro reo preso Ka mais tempo, e que eslava
sendo processado.
A noticia dada pelo Liberal, falsa ; Borqoanto,
na noute em que Cira ferido Sehastiio, proced a
corpo de delcto na pbarmacia do Sr. 6aoVetro,
peranie muitas pessoas, sndo medico vestoriante
o Dr. Villas-Boas.
Nao admira que o Liberal d- taes noticias, por-
quanto do carcter privativo desse peridico da-
las falsas, principalmente quando tem por flm
abocanhar a replselo de seus adversarios. Cum
pre-me declarar a V. S .que os ferimentos feltbs
na pessAa de Sebastio, sio leves,, como consta do
corpo de delicto, e nlo graves como falsamente
diz o Liberal.
Deas guarde Y. .Itn. Sr. Dr. Luiz Anto-
nio Fernandes Pinheiro, rauito digno chefe de po -
lica desu provincia.O supplente do subdelega-
do, Jos de Barros Corra Sele.
Conforme.O secretario, Eduardo ie Barros f,
de Laceria.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Iferiram-oos um caso nouveke queeavolve
era maior mysterio estas mortes.
Quando. a familia dos fallecidos manik-u re-
colher os movis e ootros objectos perteneentes
aos ditos, eacontraram na eapoeirav. 9 gaUiobas e
solas 34. ,
< Pois bem, estai -14 sol tas no campo para se-
rena agarradas, espaiturain milho atirn de- altrabi-
as, e dah a pouco ticou sorprehendida. a. pessoa
incumbida ie>te sirvico, de as ver mirlas, nao
escapando upa s, viudo para a ridade apenas as
nove existentes na eapoeira ; o qpe faz>. suppor
que o milho.ou alioota coqs no campo que ellas
comfm siavam envenenados.
1 Parecs-aos que para execurao da raerte do
tenenle coronel e seus netos, nao houw grande
malvadeza, como o pensamenio de urna terrivel
vinganca. >
SAMTA CATHARUA.
Achavam-se no exercicio : de presidente da
provincia o Dr. Francisco Ferreira Corma, e de
chefe de polica o Dr. Mantel Vieira Tosa.
Fallecer o capitao Joo Francisco. Cidade,
e seu lilho o Dr. Fraocisco Honorato Cidade
Por occasiao de chegarem o bataJnao 31
de voluntarios, e a ala esquerda de 37o- o o con-
tingente da provincia foi cantado na greja do Ro-
sario um Te-Dcum, a que assistio o vice-presiden-
te da provincia e varas autoridades.
RIO DK JAXEIRO.
O senado procedeu,. no da 25 eleicao de
algumas de sais, commissoes, ficando, eomposta :
a de retposfct falla do throno dos Srs. bario de
S. Loorenco, Firmino Silva, e Carlos de Campos ;
a de constituic.ao e diplomacia dos Srs. visconde
de Sapucahy, baro das Tres Barrase Cunha e Fi-
gueiredo; a de fa/.enda dos Srs. Souaa Franco,
Carlos de Campos e bario do Bem Retiro; a de le-
gisl^ao dos Srs. Nabuco, Furtado e bario de P-
rapama ; e a de marinha e guerra doe Srs duque
de Caxias, bario de S. Lonrenco e Barros Leite.
Para completar a mesa foram. elnitos secreta-
rios: Frederico de Almeida, Das- Vieira, Jobin, e
bario de Mamanguape.
Na cmara dos deputades fot nomeada, no ^
da 24, a commisso especial para estudar a ques- '
tio do elemento servil, a qual compoe-ee dos Srs.
Teixeira Jnior, Rodrigo Silva, Andrade Figueira,
Junqueira, e Barnw Brrelo.
Foram regeitados os seguales projectos :
< Multando as casas de commercio que tiverem
dentro da cidade materias inflanuaaveis era 50 e um aono de cadtia.
Autorisando o governo para mandar admillir
a matricula de 3* anno do curso de medicina o
pharraaceutico Jos Elias de Moora.
Mandando contar aos juizes muncipaes- e de
orphos nomeados para os termos dos serise das
provincias de Minas, Goyaz e Mato-Grosso o lem-
po para suas habilitarles ao> lugares de jues de
direito na razio da metade do que exigido ua
loi.
Declarando brasileiro o estrangeiro que resi-
dir dous annos no imperio e se estabelecer com
casa de commercio. ?
Foram approvados os seguintes :
Autorisando o. governo a conceder carta de
natura I isa rao aos subditos portuguezes Joo Fran-
cisco Coelbo, Manoel Esteves Gnedes-de Oliveira 0-
Jos Antonio de Maitos.
Conceden do um auno de licen|a, com a res-
pectiva congrua, para tratar de sua sade ao
padre Manoel Florentino Oassiano-de Campos. -
Depos de orarem os Srs. Correia, Bittencourt,
e Coelho Rodrigues, foi encerrada a 2" discussao. da
proposta do governo fxando as torcas de trra
para o anno fioaneeiro do 18711871, sendo-lhe
oferecidas as seguintes emendas :
Ao % 4" : Suppnnla-se a' palavramovis
e em lugar degoarn'icio-dgasereduaindo
os de guarnidlo.
5 (Additivo). O governo poder permittir
aos otBclaes da primeira luana cororaissioaados do-
rante a gueraa do Paraguay em poslos superiores
aos das respectivas patentes, qae cootlnaem a
osar dos destinctivos dos ditos poslos, at que se-
jam promovidos, sem prejuio dos ofSoiaes ami-
gos nos postes era que elles forera effectivos.
6* (Additivo). Contiu> em vigor desde j a
disposicao do art 3* da le' i, 1,471 de 25 de se-
tembro-de 1867, que-autprisa o governo a refor-
mar os aTsonaes de guerra.
Sala das commissSes, em 21 de maio de 1870.
Lamego.ilUo R*t*
Lemos no Joannl do Commercio :
A toja maconie* Caridad o e Uniio (ao Lavra-
dio), soleanianda a posse de sua nov adminis-
iracao, libertou quatro criancrahas quasi brancas,
(serado tres do sexe femenino e ama do masculi-
no) ; duas das ereaaoas j foram baptisaaas como
Uivreat
O Sr. conego Jos Joaquim da Fonceoa Li-
ma, querenao eommemorar da 24 de maio,
coaeoden a liberdade a um sea escrava de nome
Manoel.
, A loja maoonica Pbilaotrofiae Ordem, aari-
que ctinseguiram evadir-se.
antes de taes aconteeimentos, fb
espancado .noute n piDffeseor publieo de 1" leCaas
daqurlla cidade, TheophilO Osoricv nao se tendo
anda des-ioberto e autor do delicto.
O cawbio r-ula\ 23 d. porl\
Os seberanos () Tcndlam-se a M09O caia
urna.
Chegco procedente de Pernambco, no dr
25,0 hiaie-Pi'oreersrl
Sahio- para remamioeo, a 24, a escuna in-
gleza Miltm.
Ficavam carga par'Pernambuo : o p\-
tacho brasdeiro Monteiro/ o br^ae hesaaubol Zi-
pemte, o patacho dito Portolnas, e a ba portu-
gueza Venoedora.
A alfandega da corte reneu de I a 23 do
passade 2,306:778&183 rs.
BAWA-.
Chegaraoi da corte os Srs. C..Ak.Sampa>yo Vian-
aa e Pedro Lopes Redrigae* membros da com-
missio nomeada para unifismi.sar a. escriptoracio
de algumas do norte.
A alfaadega renden de i a 28 do passado
795:749#063.
Lemos no Jornal :
' Na qaaru-feira tarde (25), Mari Hareiza,
moradora em Itpagipe, e oonheeida porMara
Gostosa, viodo eidade, trouxe de presea nns
siris Maaricia do Nsssa Senhora d.'Ajuda. resi-
dente ao Taboao.
Mais tarde Maaricia has coser os- sirie, e co-
raeu-os, repartinde-08 com sua lllba. MathildeBer-
nardina do Amor Invino, sua neta Monica Mara
da Paixasy e mais-nma ag$regada por.nome Joan-
na da Costa Lima.
< Logo depois senlirair.-vse grayement incom-
modad^ apresectando syroatomas de eavenena-
mento, e s recorreram a autoridade, qaando vi-
ram morta a dona da cas, a referida Mfriia no
dia seguate.
Osuadelegadno disteto, que leve ento eo-
nhecimeoto do fado, dirigile immediatamense ao
lugar, eeommnnieim ao Sr. Dr. chefe de polica,
que na estando em casa,, all se apresentoa
noite, eaeontrando anda aquella autoridade, que
S' mais se afaslo do lagar, fazendo cnaroar os
rs. Meara e Chastnet, qae-se esltiroarana e eon-
seguirara salvar as vidas das outra tres.
No mesmo da pela tarde foram interrogadas,
e dclararam que nada, descontiayam d Maria
Narcita, era podiam attribair que fossera enve-
nenadas por elk.
Bata singularidade, e outra cirsumetancias
tem (ornado o oasa contjsov
Procedeu-:* a exaroe no cadver da fallecida,
extrahndo se-ihe as visceras para novo exames,
que se tornetr. 1 necessarios.
< Mara Xbcctza foi presa ero Uapagipe, e inter-
rogada, tendo. sido capturada pelo lente de po-
lica Ovidio d Costa Chaves, que scguio na quin-
ta-fcira mesmo noite para Itapagipe.
PERNAMBUCO.
REGIFE, 2 DE JUN1JO, DE 4g70.
Watteltu do *l iMperla
eme dos Beoedicttas, por ueaMa da- pasee de
sua nova aaaiiaiitraon, libstlon quatro riaaaas,
sdb Abas do sosa maseolioa a dnas toaaifao-
e nm preto que ha sele annos est neombiao'd
asseio do ediiaio nada faatocioaa o Orieaae.
c Da Santa Ca(banq Mcebeo->e um telegram-
Amanhecea bont^m faadeadq 10 laroario o va- ata que diz ter sabido dlH aato-hootem (fc) 4*
.:/' ;n VV'.
SEVISIAMAEIA.
ASSEMBLA PROVJNCLVL.Monten a assem-
^la approvou um parece-r adiado di commisso
de orcamento provincial deftrindo a protengao de
iiim Hanoel da Cosa, depois de ernrem o
rs. (tosmio Lobo e 6. de rummond, sendo
o mesmo adiado al ser impresso uro projecto no
mesmo sentido, approvou em li* discussao, o pro-,
jecto n. 116 deste aono, que aatorisa o presiden-
te da provincia *cencedr um anno de licen?a
com vcacimentos .Demetrio de Gasmao Coelbe,
2o escriptnrario o consulado provincial; e de u.
114 dose anno, autorisando o presideole da pro-
vincia, a provr em quakjner cadeiva de instroc
qo pcknaria desta capital o professor aposentado
Joaquim Antn de Castro Nunes, em 2* o do n.
103, qae revogao art. 2 da le a. 236 de 2fc de
maio de 1849, sendo dispensado o intersticio re-
queriroento do Sr. G, de Drummond. em l o de
n. Ii40 deste anno, que autorisa e presidente da
provincia a aposentar o capiiao da 5a compa-
nbia do corpo de poHna Joaquim Fernandes de
Azevedo, dispensado, o intersticio reqnerimento
do Sr. Gusmo Lobo; em 1' o de n. 10 deste
anno. creando duas eaderas de instrucrao prima-
ria, urna para.o sexo masculino e outra para o
femenino na Cru*d*Almas da freguezia da Baa-
vista ; em 2* e de- n. 81 deste anno, que isenta
do imposto provincial a empreza do enenamente
de agna potavet para a cidade de Olinda ; em 2*
o de n 34 deste anno, que approva o contracto
feito com Jos H. da Trindade para o eslabeleei-
mento. de carris de ferro nesta cidade.
Entrando em discussao o orcamento provincial,
oraram. os Srs. Cavalcanle de Albuquerque, Pe-
dro Affonsov G. de Drummond, Guemio Lomo, fi-
cando a discussao adrada roquerimento do Sr.
Pedro Affcaso.
Conlinaou a discussao da envenda apreseotada
no dsa anterior, Bcando a discussao adiada de-
pois de orarem os Srs. GasraSo Lobo e Podro Af-
UN,
A ordem do dia para hoje : contiaaacao das
antecedentes, 2* discussao do projecto a. 110, e
31 dos de ns. 31 e 103 todos deste anuo.
INSTRXCCAO PUBLICA. Por delioeracao da
presidencia da provincia, de 3.1 do passado, foi
permittido permutarem entre si as respectivas ea-
deras, as professoras D. Leoncia de Lum Freir,
do povoado dos Arromhados em Olinda, e D. Au-
na Monie4ro de Lima Reg Valenca, da 2" da ci-
dade da Victoria.
AUTOIUDAE POLICIAL. Par deliberacao de
31, foi nomeado 1 supplente do delegado do ter-
mo de Serinhaem, o Sr. Manoel Peres Campello
lacoroe da Gama
GUARDA NACIONAL.-Por deliberacdee de 28
do_ passado : foi mandado aggregar ao 20* bata-
Ibao de infamara, o capitao do 17' Joaquim Ig-
nacio Goncalves da La; eoncedeue passagem
para a 6a companhia, 60 9* batalhao de infanta-
ra ao alteres do 10" Joaquim Cosario da Rasa.
ARCADIA PERNAMBUCANA. Haver boje
sessao ao meio dia, na ra da Imperatriz a 18.
WBUiNAL DA BJLACO.-Segundo cartas da
corte aeba-se aposentado o Sr. Domingos Alfonso
Ferreira no lugar de secretario do tribunal da
relacao, sendo nomeado para o substituir o Sr.
Dr. Virgilio de Gasmao CoeJho.
PASSAMENTO.Bou bootem alma ao Creador
o Rvra. fre Sant de Messina, irmao ponverso da
ordem dos raisaionarfes capuchinhos, na' avan^a-
HHH*-0 ^"nr Nfaipi trowe
3ft98ta2 para os Srs. 7*vsso Irmios.
CAOAVER.Foi .Tnt-hoDtem lia-ado do rio Ca-
aibaribe- o do escravo do Sr. Jos- Saporili, me m
aoofana na Capunga.
FERMENTO.-Xo dia .31 do corrente as 11 ho-
ras da raaobaa, Anlr^wo Ffaueiee Tavares tra-
veu-se de- raaoes com CaBdidb- de j, praea di.
eerpo de policio, no datricto de Crsuipe e (Kh-
parando-Hve tm tiro, foi elle empreear-se'aa per-
ro, esquerda de Antonio Gomes- Wanderley, que
passava n occasiio. O-erimiooso fbt presa
TOABAaJiOS ARTSTICOS.-- Ach tos as muirs da livrsHa frmoeza do Sr. De-:
LaiHiacar, a ra do Cresp; tres-retractos sahi-
dos ltimamente d.-t Phoa>graphie> Imperial do Sr.
U Fferreira Vilella. Todos- esses retratos so*>
mesrao individuo, e com acanto sejam elles obti-
dos por me da photograjiliia, o airist para mo<-
Srar yecimtnn- dos dilTerentes trabalhos que olii-
mamente tem execntado en seu estebelecimento
apresen! um remeto em phetographa sioiples.
outro eolorido a aqoarella o o tereeiro' tolorKb a
oleo. Sao bellos productas-artisrioo dignos de
serem vistos e-apreciados, e pare tato ooavidamos
aos amantes das artes e a aquelles que estiman 1
e-progresso & desenvelvmeste delia entre nos.
Jalgames que esses trabalas josdflcam quanto
lemos dito em- favor dos trabalbas photographi-
cos do 3r. Viella e de seu sstabeteoimeni. '
V. PAHAfffl.Damos em seguida unta san-
dacao eitt pela Baia Litmarim ao llvro Scen-
tritas do festejado poeta perBambucaoo Vicioria-
o Palhares, a qua ihe sotamameaie honrosa :
t- E Minia sua o qual paWicon o-Sr.. glnlaiia
n-fti/Aarro-una- colleccao o poesa*- patrioli-
CftO;
r-E' unslivro-qne-vale urna aureola, urna au-
reola que- importo urna gloria !
Opoeta/baanando-se nae-agaas paras- do pa-
trieiismo, oonlemplou exttico os feitos- soWebn-
maos pratieados petos noseos dignos- innaos na
campan ha do sai^e ama estrapbe saWime foi a
palavra da>suaadmiracaO !
* Nm vienos aqpr teer a critica do tao bella e
felM-ompesieao ;. mas apenao-agradecep jonsi
de7aeo qcotve oouwoscoo 300 aaor. roimo'e-
ando-iios com un- exeoipiar o expriror a impres-
soee-que a sua leitora nos deixou no espirito
*-/V>^a>nHco,.aoidade patritica per exceden
ca, onde a liberdade no Bratt lem o sea toruno :
Prrtrtambun,. a cklad? me do tantos- marryres
hroes, que inooBte ros que mais se empenharamaa c-jostrucea/j gi-
gaateica deste pedestal onde- baje se ostenta glo-
riosa e reeaatlaa a naconaa^ade brasileira ; nao
pedia deixar de ser, na pesseade tio iliustre lilbo,
o primeiro oensagrador destoe-prodigios-de bravu-
ra, intrepidez e heroismo, qu n' urna guerra a
mais sanguinolenta e barbara deste scalo, deram
edificantes exeroplbe os Afinaos, os GnfisSes, os
Osorios-i Ofrflttmairaa, os Andmde Nevee, os Macha-
dos os Gnjies e oairos coltossos, cuja-enuraeracio
seria impossivel.
Parase ter ama idea de que sao as Stentelhas.
basta lerse a poesa derramad?.Riashueln
que alm de ser ama das raelhores do voinme,
a em ous-mais se entorna, em ondao patriotismo
do moco poeta.
Nioede bojequs nos arrebata o grande ta-
lento de KrJonaM nrJaaraa que se'uejaaiente re-
meiro Ibvro de poesias.
Mas anda que nada, conhecesseraos delle, a
letura daRmkwlo baiUiria para,eriar-lhe unt
altar ra tempto da nos-a adnirac:.
0"poeta toraa-se divino quando, logo no prin- .
cipio desta poosta, exclama :
A peleja romoeu come um incendio,
Um diluvio e fogo inrnda o rio,
Que referve ch eachao
E rola, e sbo e engole o vilipendio
De mistura co'a legiao-sem bro
Quedelendeofalco.'
Fbi hora de explosao e de leccuta ;
Hona sem luz, sem vida, hora da norte ,
, '.'na hora, qae um aL
Hora que aterra o aojo da bravura :
Hora ero que tudo cscilla, al sort9
llora semaaira assia t >
Tra&sfi rmou-se em catastsopbe a coragem.
Surgi de unhas c tigre o herosmo ;
Foi linio (fombustao !
Rnsgoase o rio em hrrida voragem,
E sedemos travaram-se no abysmo
A hyena e o lea .
E concluindo:
Alli tiveram lodos um aliara ;
Soldados, ge ames sio todos grandes.;
Maior que elles aao ha.
Queris que o veja a geracao futas ?
Qrereis honra-los ? Arrancae os Andes,
S ergnei-os. acola.
< Oh v enlevado por tanta raagnilice acia, po-
der-se-bia dizer que Victoriano Palhares.-trou uir
raio da cora lumiaosa, com que o arcaaajo das
celebridades enramara naqueUe momento supremo
a fronte dos nossos leoes do mar, par escre-
ver lio inspirados versos I
t Quem urna vez media aesta arando batalha.
onde cada navio foi ama peaoba de betoes, nao
pode elassiftear de exagerado o dizer do poeta :
Soldados, geaeraes sao todos grandes,
Maior que elles nio ha I
1 Navcmno, Aboukw. Traaflgas sao as tres
pas enormes, onde tendo por sacerdote a guerra,
centenas de bravos, dos lempos madaroos, recebe-
ram o baptismo glorioso da immortalidada I...
c Porro, iVavoi-iao, Aboukir. Trafalgar, tivo-
ram ocoasiiO de contemplar malores hroes, mais
vultos titmicos do que Riacnuelo l Sim, dirio o
brasileiros. Nao; dirio os eetrangeiros, mais ad-
mradoreidas nossas glorias do qae no nss-
raos I
A Inglaterra a patria de NtlsonNapoJt.
do mar; porm nm dos vasos que corapoem a sua
esquadra possue o nome de Borroso I
< Eis 1 synlhese do que diaiatats.
c Se nos fosse possivel iraoseraver a mor parte
da poesiu que oonstitoem ta Bello Hrro, on to-
das ollas fariamo-lo, da corto. Mas ai obetaate,
transcrevereraos a que aa lattalA' bamnin 4o
58, resumo das Minas de qae se revestom ledas
as outra.
1 Aquelles qne nio conbaoan o poata da qoen
nos oocuoaroos, poden dnde J r upadme ann^
lampejos deiaiagnacodefeco ;


1
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4...
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------------ -MTMffllimflllW1hniiir*t---------------------'-----' ~ .----------=-------------------------------- __ ^'- .________________________________
1870.
ESI 0A3MUM tVJX OMNA

T
- A' bondeirddo 53 '
Deixai voar jsajfcandeira rota I
Esse trapMUMnK de um Chrlsto !
Do satigojrtainas \<6 tremendo mixto,
Crep <^tAiMda4efa mfio de "Dciis !
Farrapo De saerfWotfawfcilando amla,
(zimo o carro de fogo do propheta,
Aquella nuvem nos arrasta aos ecos. .
Vos o? jriiorreirosiaclyiosia idea
Fostes toraa-la flus brizos da njatanca,
Km fraitalho orna rea de-alllanca, '
Nio a dcixenios prufitaar, hebreus I
Do p. vii, ri'i eterno destn onado,
Aquelle .-.ndrajo a purpuran o |hesoueo !
Cutan os labios nesialtvtia d'onro f
Subi i nuvem que no leva aos ebs I
Deixae voar essa bandeira rola,
Dcixae a instigar a alma do povu,
Elle incitado, redivivo, noto,
Adiar seus Andradas e Dirceus.
F. do pr> gressi arremetiendo s portas
l!na:t(I"(5 Iiori>ontes do ruluro,
Horquillar n'um firmamento puro,
Por esta nuvem arrastado aos ecos.
i Vio confia la vigilancia eterna,
Enthrouisa-la no altar da igreja,
Quando luz. e nao sainiuo oais gotl?ja
P*ss* a servir as legioes do beus !
Fosle n* guerra o tacho das victorias,
Seas na paz o iris da allianea.
Oh I Estrella dos magos, brllha. vanea !
Atea I A*m! A' liberdade Aos eos !
Ala se encostra o que prefaz urna verdadeira
poesa, isto c, arrogancia de phrase, robustei de
verso, proprieaade de una*ani, e soiiwtudo eleva
<.;o de idea I
i A bandeira nacional nao poderla so ver cingl-
la por mais esplendida grioalda !
Classtflauen os Anttarcos, de que abunda
viossa ierra, o juito que enunciamos respeito de
lal poesa ; e cesuwnmos exprimir o qae nos
vai pelo coracio, islo o que sentimos.
O dominio das prepotencias jamis se ha, de
stender ite nos.
t Digft-.-se, pois, rocitar o nosso irmio amigo,
nestas pttavraa criptas pela conscienoia, o oais
sincero testemunho fio quanto o seu livro nos me-
rece e ha de merecer sempre.
S urna coosalha supplicamos, de tao longe,
que nao desanime na carreira que brllhante-
inen'.e vai trinando.
Que importa qne a litteratura, no Brasil, soja
actualmente o eaqueoida e. aviKada?
< As miles sao as mais das auroras.
A liberdade e a religiao teem tido seus mar-
tyres em todas as pocas e sm todos os lagares ;
a Mtleaiura no Brasil lera necessidnde dos seos.
Haj,. i, jkiis, o nao duvidanus das suas v c-
torias
O nosso irraao e amiga, alera de muitos arti
gos e poesas publicados, no jornal da sua provin
ca, onde reflecte a aliiv-ida sua ntelligeneia, j
iviiiu tres livros impressosMoridade e Tristeza,
Sutes dm Vimm e as Sccntdhas, objeclod'e*ta
simples Molida.
Sea o mimo receie de errar, podemos di
r.er, (noca e abemmemr, que este* livros sao i
tres caryathles que su-*etaiii j o swaptuoso eiU-
ticio da sua glwia litteraria.
Canmiie pois.Amo de rto.
TWLflOS'IT.BAWS l'E OUNDA. No dis'9
do crreme as 18 lleras da" manhi deve ter tu-
gar, n satVi do Co* Pernambncano, a reowlao
d>. a*emWt geral d nhia ; .ira a aiiprovar.1 do parecer da commis-
sao de cunta?, e de dver-8 f roposjas da' direc-
tora.
TRIBUNA! DO COMHE*CIf>.Em21 dopassa-
do fui expedid*, pelo iiwniterio da jiistiea, o
-iiuiute aviso ao tribunal do commercio da
t.irte :
t Fui presante a S. M. o Imperador o olfieio de
V. S. de '.l de Janeiro uHiao. vtnondo que o con
servad'ir do commercio daiprnvmcia do Rio-Gran-
de do Sul, remetter a esee tribunal um requari-
mento dos interprete* da "eidade do Rio-Grande,
pedia-te que se Ibes deeiare auaes os eraolsmen-
tis que devetn cobrar pela Owduccao dos mamfes
Uw B >i-ieumentos apre>entanos para desparti na
nihndeg.-i pelos capitaes Hi-iras, e solicitando do governn imperial, provi-
dencta* sibre tal aMUMpte, pov isso que e decre-
to n. S6:i de 17 de novembro do 1851 dera regula-
memo souieate aos ioteffiretes <1a praca do Rio
de Janeiro, e nao ampliara as 9aas disposieSes tm
das outras pracas.
E o inemo Augtisto Senhor ha por bem man-
dir derlamr a V. S,-qne'- ampliativo s outnas
piari< do oammerctso dispnsto no referido de-
C[i'l-
; 80* gMrde a v s. m^h OcUoNc-
bina.
IN^irr."iJTS.Uoje se rene ein sessJo ordina-
ria, .-i- IfJ -iras da manaa esta associacio, para
a disr .? < do orcameoto, como se deprchende
do aui'uiii'io publicado era.lugar competente.
LKiLi*).Moje () effecta o agenle-i^nto o
leitao di-.- livnw do linado Dr. Feitosa.
Amaaiifa deve tei lugar o leilao dos movis,
iouca vkJmj no sobrado da ra Formosa n. 19,
raM sm que residia o Or. Tristao do Aleucar Ara-
ri'e.
I,0T1.U1A.A que se achaa venda a n. 149
. haMSNrtla trmandade de-Santa anna da igreja
da Madre de ileus, a quat corre no dia '".
lares, baviam com gosto, preparado ims Tuaa eidade em que.tivaram igdalpietUe kujar Mjaa-
seiatas patriticas. .
Em um magnifico e bem acabado fogft
"Ocio, atacado na pltortsca'carapln c N
nhora do Carino, no qal .sobretahia a engadha.
sa per fabricada peto acreditado
reprti&uando tila aift, cuitf'
ortaiaja e oa nu-so u
dest'arte agmfcveHt*ao
Nodias>.llaBJtDPoao
do* ao espaadiveraoacaiaBfaero!
Parto dos Olidemes levao por
!j. qoal o -loa Fe-tejo* de que tr
*ub-a mais loivavel haf mo, da
patriotiros, e U'odq-oi levatte a c
enltaMiasiBtt, crgnafcaram uro lirig.la i'"U^ita.
de um esquadrau de eavaMnia, ous oipoirie Anti.r.i
mfantaria o um nutro do d Hcnriques X)\.% *endo
oscorpos por ommandantcs os Srs. utajor.Vj-.
"^
THESOUREIRO.
O Ulna. Sr. Jos^ Joaqaim da Silva GicttifWV
l.' POCUBA^n,
O'lBhi Sr. Domingos SHkirs'
Anjortlnj
'^JHhlOit
O lllra. Sr. Joaquim ^ llmar
lllm" Sr. i^.^,; V
f
*&&
*-
EDITAES.
7T

Os Ilfc^
vp tao jbW-*">r.rt l
LV.trat,\t*BV ^')nvi
ir cqrpo rYaiK-i
Relio
l fol
rae, Guilherme da Multa, Antonio Pires e
Domiugucs, e a brigada o Sr. roajor TWejnar Mi
tunes, tioineado ou designldo pelos, respectivos
commandantes.
Os corpos patriticos, quer formados em briga-
da, por occasiao do Te-Deum e passeiatas ;le que
cima fallamos, qutr avulj-us, queadn nthusias
ticamento peivorriam as rus de cdade, levando
a reiite niucioas niarciaes, deram provas de tr-
dadeiro amor aos tiossos gloriosos e immarcesci-
veis I juros alcanzados uos -campes do Paraguayo
sob o mais ardente e enrgico eatnusiasmo ievan-
tavam \ivas arclipiao calhoBca romana, a S. VL
i. a S. A. o Sr. conde d?Eu, aas bravos herts dos
campos do Paraguay ; aos geoeracs duque de Ca-
xias.ti'ar Accrescentaremos anda esta simales esposi-
cao, qae quando os corpos patriticos percorre
ram s ras da eidade algnos manwbds talento-
sos inspirados por aun*1 aos uossos gloriosos
triumplios,lev-.ntaram a sua voz, pira, om gur-
reros discursos e versos exaJtarem os hrilhants
fettos dos nossos bravos soldados. S,porm, dfei-
xamos aqu de declinar os uomes desses caTalbei-
ros, porque os ignoramos.
'Deveniosntretante, com prazer. mencionarmos
aqqi os llevantes servicos prstanos por occasiao
do so orptitsar os festejos t*
m tle
add CasUHSui
Sediros-ltop..
daiSiH
e Mar -1 v Porp ,
Costakli
Jtmab flava Iceofesi*
Irmino Ferreira Le*
aawrcau.SetreUri,a da preateoti de Per-
ico, em :ii de maio de 18PiWmial.D ''letn de S. Exc. o Sr. presideute* provincia, e-
em camprimento do avi^o circular do ministerio
commercio ejjbijismiblicasiJ faz publico, para coahecjjint
ir poisa, o nnuneieque ve ins
\ffkml d'aqueNa Hta n. 119, c W
__anscrce, comMando os eipesitore
leiraa apresentarem m oBjwtos que so dM>
fia i Jxposicao do iadtuurta martima que
tem de effetjniar se na eidade de NapeJee em se-
leirro do carrenie annr. O seeratarf* iau-rito,.
Elias FrtMfco de Atfttiia c Attuqueif**.
Swretart de estado do negeeloa da africulni-
ra, coumiertlu e obras pnWi?.^"?sposieao" inter-
nacional de inducira martima, em aples.De
commercio e obras publicas, laco publico para co
nutrimento dos Intaressadus,
bro-jdpjA'orrente auno dver inaugurar-
a eTdlrnde aplos ama exposico nacional
87
V
qtfWfJos'
Manosl Alves Santiago.
Antonlo1frTfa> d Tagarfiaes.
Antonio da Silva Paiva.
Manuel Pereira Camello Pessoa.
Joio F'rre4ra do Sanio*. ,<
nentoa le
se pase car-
ui de qn
> [lelicio a
g ITK

Manocl Lonrencd Pedrbsa.
PKOTEDORvV-
A lllma. c Extaa. Sra, D. Mara Lib^e()liveira
VlCE-PBOVEDOaA-
A Urna, e Exma, Sr. D.luflna Mar Gmes.
Elefcpio pr lvofSo.
PRVEDOR.
O lllm. Sr. teen .e-oronel Francisco Raphael de
Meo Uego.
ViCE-P0VBOR.
O Mira. 9R MpM Antono Jos da SlNt Bril.
MORDGMOS.
Os li;ms. Srs.:
Jos Gnima raes B ra slleiro de Amori *.
;Jos Miguel. Barbosa Ramos.
Ignacio Xavier Mondes da "Silva.
Amonio Amcrico da Silva,
qa tratimns, pelos
benemeiita.- ciiados," teneme-corouel Passos e "SfaTioel Celestino Mendes da Silra.
Silva, Gaocaires Penua, Jos AT. fesiana, tetieme i Antonio Goncalvos Costa.


Conzaga, Dr. Sonano, Diogo Vianaa, Antonio Ra-
mos, teiiente Munteiro, uiajor Themaz Antones e
oojros -qu>) nos nao recoidarao1 sgora ; legdo to-
dos cHes se prestado com a tnethor boa voniade om
toda a orto de trabalho que porveiuara se apre -
s!-ntisse fose necessaria promptirtcaei) dos men-
cionadas f:-stejos.
Honra. |iois, a todos Bes.
Olinda, 27 de m.-ii-i de 1870.
O ofwn* ERRATA
No4aM*M do Sr. F. de FigoeirOa, o'columna,
p.-igina I*, penoitima linba, ba um aparte do Sr.
Correa de Araajo, que deve er lido antes do
aparte do Sr. Pedro Alfonso, que all o est prece-
MMH i::iix'iiiatamente.
No ii^curuo doSr. Barros P.ego deram-serlguns
engaos que convm reclilicar.
Na t'columna da 2* pagioa, onde se Mpare-
era por erto teoacdade, deve kir-ee parecer
por certo temeridade.
Onde se Jcorreu que o governo de algum
modo nter vi ra, deve lr-secorreu que o gover-
no de algum modo iaterviera nesse acto.
Onde se le nos que vemos o miniserio in-
tervir na sua r.i* escolha para senador Je um i-
dadJ iltaMre, e conservador distineto, que acaba-
va de fazer parTe'd'osfe ministerio ele la-see
nos que vemos o minigerio intervir na nao esco-
lta pira senador de um cidadlo Ilustre, o con-
wrvadjr ditinoto,que acaba, etc.
Onde se l"porque a le 611 de 1802, deve
Jr-seporque a le 611 de 1865 etc.
PUBLCAME* a pedido.
ftestejos pblicos em Olinda pe
la coaeluc da guerra.
Os habitantes da heroica eidade de Olinda. nio
..ju-rendo e nem de vendo tacar inddecentee aoe
faustosos regosije. pablieua, mu ni [estados por todo
mmacan da guerra com o tyranoo do Paraguay e
antes desojando arieuMmente acomp mlnr a seus
;rmos n-'swas patriticas tlemesirac4Jes, peios glo-
riosos feHoa dan nosau armas, resolveram taxiiheai
f'sUjar, coBoeffeotivanjeate festejarara, asnorwa
imnwrrcdoaras viejonas, ato qoanto perimttis-
ein as suas forcas. Para kig reunira-se a-caeaa-
ra municipal, cob a presideiieia do en prvpTe-
.sideQia o Sr. teaente-eoronet Maawol Antonio dos
Hininijn pasi-omse a nomear diversas conuwssVies
para o lim de promover os donativos indispen-
saveis s festas, e tratando- ell d> dar Tumprl-
ment a tao patritica trela, eileelivament; con-
Mjguirain o flra a qae se baviam enea negado, ten-
do solicitado, eom J>eoif*idade' aqnillo que cada
um podeese da*.
Feito ito tralna-ae desde logo, do programma
dos festejos.
Sa dignos porUnto oconans, por tal servi-
qiiaes fiiramiKooposiM dea lllm-. Srs. Dr. joiz de
iiireMo, QniolajB da Mmada,-qM deaiecontaaens
pre com a eanaaca, prcsiao* sua valiosa' eoadja-"
v;ir..o, Laii Pinto, Dr. Lius Caldas, major Tbo-
maA Auia*M,Ari llego, profestprid?BSoa/Otft)
O pnigrommBij'r pobKea* oerte- O.sru. o
consisti elle omB*oldmnei'Jl->es)s, ueJebrads
ni-secular aa feedratya speros i nduiiib * cmara moaidpw.Wb* direeeo do sea-priv
jirosidrte, o 8r.'tMpeBae*Miel-faasnat o Siha, l
en accao:de gr>guslpe>i ftoriosa tenmoaaiiiilsji i
guerra, solare c#>asMippin >#wfs oiUasmdo-
Sr. con go Santos nm eloqaenlp discors
Hnaaos MncUisnsniis i minc^t^meM
tssstSsSSKtsA^'^
baste do nosso infaligavel e P*gl^^H, toonar
cha, a qoal (On aceza uos dias li, fl W o cor
rfos Ruflao de ArMiJo e s.euft-
nmis;*.
AP INT.VMKXTOS r.\\ \ HKTiAIA DOS S.%LTE.UOUB
B0 ALTO- SBKTAO.
Pwnuira parte.
Jos Barbosa sis primeiros erimes, seps cera-
plics e ^cus protectores.
O famigerado los Barbosa, uju faina rini
nosos causMn e>panto e'liorrdr, fol nasoido?e cria
do no alto sortao desia provincia, tlieatro principal
de suas facasbas.
Antes de se tornar assassino H'ira-aM botaeni va
dio e de mao* instinfltos. que vivia lurtaado ca-
bras e oveiAae. At enlao uinfnm o protega,
mas, tendo commottido um assasswalo, logo teve
por protectores seu padrioho o Sr. Jo*'AtisJrVa-
llio, o Sr. Manoel de Carvaliit :e qaaai todos os
memores densa familia.
O Sr. Manuel de S Aran jo Naves; genio do Sr.
Jos de Carvaltto, feprender Barbosa; mas sas
ou tres dus depnis-estt*saino da priNto e foi paraa
cuinpanhla de seu p.xdrinho.
O Sr. Manoel de S, r|ue eslava no exereicio da
vaqueiro. qne o avisarse quando J.'<< Iterixisa au-
dasse (i-ir aqunlles sitios. Pouso depos Orfano foi
ter com o meu irmao filio, e llie pedie que Man
vesse urna carta ao Sr. Manoel de S dando parte
do que Jos Barbosa andava por all, no Uiactto
Verde, e era boa-oeeasio-de ir-lite aooeafcso.
Fez-se a prisao, como ja disse, temi Mat au-
xiliado a diligencia, que foi dirigida por um ins-
pector : mas depoi< disso alguns parales da Sr.
Manoel de S eutenderam-se com elle a lava r de
Jos Barbosa.
Este, ai'7.ar da acilidade com que linlia .-aiiido
|da prfso. e da prote go do inspector e do Orfano. O primeiro era p-
rente dos Car vai nos, os quaes prohibiram qae luid
Barbosa, quo muitas vezes tioba proraettidoass**-
si na-lo, ilic fizesse mal. Mas o infeliz-Orfano, que
apenas era vaqiwiro do Sr. Manoel de S. foi des-
pedido do empregu e alguns dias depos assassina-
do por Jo< Barbosa no distric do BWmonle, em
20 de abril de 1867.
Apenas commetteu este segundo enm,.Barbosa
foi dar parle a seus protectores, gabaoo-se de ha-
ver dado nm lignito tiro.
Alguns mezes depos, em a noite de natal, Jos
Barbosa passeou escandalosamente pela povoa^ao
do Belmonte; e pelo subdelegado, que era enlao
um dos Carvalbos icm cuja casa dizem ter danca
do baiano) l'oi encarregado de commandar a
ronda!
Acorocoado pela mpunidade, e confiado em sm
protectores, o desalmado quiz.repetir em Joao Do-
mingos, pai de Orfano. o qae n este fizera.
O Sr. Manoel de Car vaina, honra the"sfja feita,
condoeu se do pobre homem, e o mandau chamar
para que osse fazer nma aceommodaoio com Bar-
bosa : stnCin mirrria.
Mas o mesmo senlior era casa de quem Joao
Domingos, acodindo ao cha mmenlo, foi encontrar-
se com o assassino Je seu lilbo, nao pode concba-
los ; porque Barbosa nao quiz annuir s propostas
que era ai l'eilas. Fui nessa occasiao que o mesmo
Carvalbo disse, que uraguem se atrevera a matar
Jos Barlmsa, o k este em Pajea era protegido da
familia Cartalko, e no Salguem da familia S
(que o um ramo daquella outra.)
V-oltou Jo."io Domingos para casa, mas Jos Bar-
bosa tnandou-lhe dizer muitas vezes que se reti-
raste d'adi; e por tira marcou-lhe um certo prazo
para isso.
Joao Domingos dirigi se as autoridades tanto do
Salgueiro cumo do Beimonte, mas neuliuma pres
tou-lhe attenrao; e vista do perigo em que se
arliava, mndou-se para o lugar chamado Puco (oo
Cear) d'ondo uiandoa buscar sua familia.
Jos Baroosa, saliendo disso, reumo-se ao seu
grupo e foi ao oooonlro da familia de Joao Domin-
go, em ierras da tazenda Lagoinlia do Sr. Jos de
Carvalbo, o tomon-lhe tres oa qualro cavalloi, da-
xando-a -em auuuaes para a conduceatu
A mulaer de Joao Domingos, vundo-se em tao
triste conjunctura, dirigio-se a p casa d Sr.
Jos Pereira de Aguiar (membro da honrosa e dis-
tincta familia Pereira, de Villa-Bella) o qual lbe
er.iprestu'i animaes.
Depos Jesse tacto i'em 1868, Jos Barbosa as-
sassuou a Francisco Sapatetro, no lliacho-Verde
{termo do Salgueiro).
Em seguida, foi auompanbaio de seis sequizas,
pivoaoia de Porteiraslaa provincia do Ceara) -e
em.pleno dia.forau roobados diversos negociantes
em grande poreo de fazenias ediaheiro.
Pouco depos o mesmo grupo foi convidad*.para
fazer alguota morios na F.izonda Grauie, e cuno
Ihes faliasse meios de transpone forsm -ao mau
cercado, d'ondo ote furtarara doos .cavatios.
Dal em dianie. vai coraecar urna nova phase de
miutia nacrauva; at ento en aa tinua conserva,
do parte, v..indo com a mais profunda magua e
concentrada indigna^ao aquella *scand.ilo coosen-
bdo pelas influencias ofliciaas daqueile tempo.
, Pouco era a perda de dous cavaljos, nao foi el-
la o que me exaaperoa, mas o horror, o escattda
1q, o cj alsmo. com que urna cohorte de assassinos
e roobadores se preparava para ir espalhar em
uin termo visinho a delapidacao, a dasonra s a
morte." Vlviam aquelles perversos commettenao'
publicamente toda casta de eriines contra a pro-
prfodade, a honra e a vida-; resolv fazer-por bem
flkerdem e da-tranqnilHlade poblfearoflo aoe ein
miw estwsse, embora onr grave sacrineid"d
Aleas lieos e risco inminente de minhs vida, i'
Recile, 1J de jaoho d1870l i
JctRufimdiAraqi,
Mancwl de Oiiveira Jnior.
Antonio .la Azavedo Maia. ,
Miguel Ferreira Carreio.
Afanoel Martins Das.
Jos 'iuncalves Agr.
Joaquim dn Aze.vedo Noves.
ido Je Aievedo Soares.
PHOVEOORA
A lllma. i T: m. Sni. D. Malina, fillia do Ulm. Sr:
Franc:seo CaniH' da Bf,a-\agew.
VfCE-PROVEDORA.
A filma, e Exma. Sra. Amada da Sttva;Lima-
M0RD0MA8.
Alllms. eExmas: 3ras.:
D. Franrisca Hernlfinda daSilva Fragoso.
I). Florn !S P>rpeua do Reg".
). Antonia-Pertira Parener Port:
. Varin Pilcia da Sirva.
D. Mura Joaquina Amella Gomes:
D; Angela francisca das fves.
p. Adelaide Zulmira dos Santos Almeida.
D.-Joaquina Marifi'de Arro Maciet.
D. Mara os de Son6fiares.
t): Amelia Mara de Barros CuimarSes.
p. Senhorinh* Theodora Ferreir.
D. Marta Thsreza dos paitos Lima.
O secretario,
FJMcirt de Merff irtw" Raposo:
Estomas debilitado, oppres-
sfio depindHr comida, etc.
A indigesiao toma ntiumeraveis fornt'. As ve
zesoestnmago tornc-setau sensitivo, qtie rejeii
at mesmo as comidas as mais simples, e outra*
vezes a digestSo e tio pmivel, que o doot teine
satisfazer o appetit'. E' justamente em casos'se-
melhante, qae as qtiatdades tnicas das pilulas
asstraradas de Bristor. mais claramente se mani-
festara. A Sra. Margaret McBlroy, de Troy forra-
YdrkasSevera qne, durante 8 antros, ella nao po-
da dlgertr comida alguma sohdanao comendo
mais nada do qrw gelas, arroz, mlnaios, etc,
e isto mesmii camava-ie tinto vexame, que ella
so vio obrigaria j reduzir a qnantidade a um par
de onjas tres 'veres ao"~da. Ella achava-se tfum
estado terrivel de magreza, e para servirmo-nos de
suas proprias expressoes, j bem pouco se Ihe
dava o -viver..Depos de ter experimentado mais
de vinw modor de Tatamente, eHa Onatmenfe prin
cipiuu a tomar
e o< spos resaltados sao porelht narrados da nu-
de industria martima.
O goverfio imperit convidado- peid'de S. M>o
re d Ileka. seate. que as circumstaucias Unan-
ceikts o' palrWcnin nermittaTn tomar parte di-
recia nesse certamen industrial: eutretanto achan-
do si o prOpTjltb de aiiTitlai' os' expositores lira-
wleiros e reaessa dos-ojelos qae se deslinarem
mencionoda exposico, confia que o< mesmos
ex| deven provir ao knpwio d* saa ?o rartieipa;ao
nessa fest du trabadlo,' na pon parto esfrens
para representa4e condigna m*>nt*'.
Secretaria de estado dos negocios da agricul-
tura, cotitmeroloe obras publica-, em 1870.-0 ^-
rector geral, Jme AgostMto .Mtrrrira QuimarHes.
O inupector interino da alfandega faz publi-
coque exlstlndono armazem n. os volumes abai-
xo declarados, fio caso de serem arrematados para
consumo, coroprehendidos as disposicoes do capi-
tulo 6 tltnlo 3 do rcgulanfhto de II d setembro
d 1860, os seus donos ou consignatarios deverao
despacba-Ios no praz de trtta ais, soB pena de
lind elle serem vendidos por sua conta; setnque
Ibes fique competindo allegar contra os efTitos
desta venda.
Marca M F ns. 1109 e 1200, duas barricas com
lileijos, vindas do Havre na barca frneeza San-
o Adr, entrada era 9 de juaho d 1869, consig
nadas a Numezer.
dem C T F sem' nnmero, 1 barrica favas pe-
cbnry, idem na barca franceza Fgaro, entrada em
10'de agosto ; a A. Caors.
dem H \V B & G n. 500, duzentas eaixas cora
vinho, idemnobrigue francez Belm, entradas era
10 de dezembro : H. Willimer.
Idcm-F A B & C n. 11, vinte barricas edm cas-
tanllas, vindas de Marseill na barca franceza Aw-
gustih, entradas era 21 de Janeiro do correte au-
no : E. A:.Burle 4 C. ...
hl-joi V ti. 1032, trlnt e dous fardos cofa Dos,
idem, idem. idem.
dem M B M ns. 102 e 103, duas caixas com
porcelanas e viadas d Havre Da barca franceza
Coligmj, entradas em i de fevereiro ; a Berevel.
dem MBDR n*. I5i6 e 13^7, duas barricas
cora .porcelana, idem em 7; .M. Barroso de
MeH.
tdem J CB.& C ns. 23?e nX), duas caixs cora
vidrbs e agua de Vichy, dem, dem ; Joao d C.
Bravo 4 C.
fdem M B M ns. 96 e 97, dnas barricas com por-
celana e vidro. dem ; a Berevel.
Idm H I F G F R ns. i o 3, rezentas caixas
onm vnh.i,. vindas do Havre na barca franceza
Adele, entradas em 1" a H. I.egcr.
Sem marca, o* segrales bbiectos, entrados para
0 :inuazm ein 22 de judho do auno prximo ps
sado e pertenronies ao capifo do navio iuglez
Colema, 23 carnizas d laa^zul, iS ditas de baeta,
9 dius de laa branca. 3o ditas de algodao azul,
V7 caigas de dito, 44 ditas d castor branca, 9 Ja
quetiVs de__ b.iot.a azpJ.' 8 japonas. 22 pares de
iheias de laa, 18 capotes de encerado, .'a suestes e
11 pares do sapatos.
Alaudega da PetHarcbncO, 20 d main d. (870.
O inspector interino
Itti; de Carraa Paes de nd'rade.
E mais se nio continba pm^lita petjcSo, qpe
rae sendo entregue, dei o desp*elw do theor se-
guintd i '
Justifique.Fregusia de Si iesa do Recite,
da maio de 18J0.-r-FejTeifa Estoves.. .
E mais se nao confiaba em dito despacho,
Jorca do qual pradano oiustjQgiinU!
raunhas ; e sujndAao *tHF coi
dei e proferi a scntrflj, do I I e fi
; JulgoJnsjMh MeoH a
certeza *,i Hg de n#1en1s> d.)
noel Jos dpMliro em vi-ia q*s
Molhas e fulbtc, pelofjaeinaado qu
ta de editas OMn opasb de 36 dia^
ceja mesmo eittdo pM o oooledo
folhas 2.
Pague o justificanU a- rustas FregTiezia de S.
m do Recife^ftdm maio dtM*7i*>-Manoel Joa-
quira Ferreir Esteves.
jEwttebfl"no continha em dita sentenca aqu
ceptw Anivirtode da qual o escrivao que esta
escrlveu pas.ou a presente carta de editos com o
que tnruiRZ de ?if praso de 36 dias : peta qrrai cm itiwir se cha-
ma, cita e hei por citado ao supplicado para o
flm declarado na peco supra transcripta, afira
de que compareca na pruneir audiencia desle
joizh' depbisrdfe fiidd-o referido praSO pata se
conciliar a respeilo, ;ob pena do revelia : pelo
qne trtd'e qnalqrier p'es'oa, prente, amigo ou
conheodo o poder fazer sciepte do fim exposto.
E o porteiro S Juizo aturar publicar este
no lugar do costume e sera >ui>ltsdo pela im-
prensa.
Dado e passdd nesta fregirMia de S: lose do
Recite, aos 30 de mato de 1870.
Eu Jos Gonoalves de S escrivla o snbserevi.
Manoel Joaqun Ferreir Esteces.
O Dr. Francisco d* Ansis deiliveira Mv-
cie',jurz de direito di prirriPTra vara cri-
minal, e substituto da do especial do
comuierci'i n'esta eidade do Recife de
Perasmbu o por sua magestade olmpe
rador, etc., ele.
Faco saber aos que o presente edita! virero,
dfi Jos Faustino Je f-emes, me foi
que por part
as pilulas assucaradas de Bristol, dirigida a peticao do theor segrate :
filio. Sr*. Dr. juiz do commercio.Diz Jos Faas
E' com o maior reposijo do | tino de Lemos, com estbeleclmenio nesta praca,
participo que me acho boa. que para infermmper a preseripeo de varias le
neira segurare
fgratldao c|n? Ins
Como pCrtniaiWbCle bpm, durmo descansada, tor-
nei a engordar, n5j simo as manores dfires
Tudo isto devo s pilulas assnraradas de Bristol. e
por isso eom o maior gosto do mundo as recom-
mendo toaos que pidecem de oro estomago fra-
ro e debilitado. Ellas sao da maior elllcacia.
Em tod?5 as molestias apgravadas ou provenientes
de impureza do sangje, a alsaparrilha do Bristol,
deve ser tomada -tinjuntimente com as plalas.
O seu encllente acondlcionamento torna a sua
conservaC/io ti?, eia todos os climas.
-%-
COMMERCIO.
rRACA DO KECIFE 1'
DE 1870.
DE JIMIO.
AS 3 1/2 BOBAS DA TAROI.
1*00*, letra* d^ fera (hontem depos de 3 horas)
joncallo Jos Alfonso,
Presidente.
Mesquita Jnior,
Secretarit.
wmm bank
Of Rio de /aneiro Limited
Descoala leUras da pra^a tixa a co
'endonar.
Recebe dii.hc.ro em conta correle bu
lraso xx).
Saca vista on a praso sobre as eidade
prlncipaes da Europa, tem correspondente?
a Babia, Bnetos-Ayres, Montevideo, New-
i Nev;-Orl;ans, e emitte cartas de crdito.
para os mesmos ngaras.
RA DO COMMERCK) N. 38-
ALFANDBfl.
Rsndimento dodia > S781985
MOMMEKTO DA ALFANDEGA"
folnmeacaAidoaeom fazandas l
dem dem cora gsaeros 385
Stt7'
Dsscarregaaa- boj* 2 de juaho.
Brigue italianoPen Eufemiomsreadorias.
Barca ig(cca-^il#a^/-r-idaa.
Barca tinglaza/nnmLdaov.
Brigue hollandeztmdhart farinhade trigo.
Brigue poriugusiJul aECEBEOGKU DK HESDAS 1NXEKNAS GE-
3AJ2S DE PERNaMBSOCO.
ReadisaaMoao- da 1

i:i!34Uo8
COSSDJjADO PEOYUCaL
Rendimento do cu $..... 3:57fl<33
Si
----------uli......misasmm
miwom do puto.
.
ILIKi
um regedosm dn veaeniTel
ronfr.rta d PMrfareh
* fUlMhun ntrnn de
PJWlGilUIK*
Ollloi. Sr. Domingos AdiolO'*|oSva BsWlr
vI(^pIlfW?ftPtofi'.,
tras do cus develoresabaixo declarados,' qtier o
suppllcantc protestar por se achar prximo a sua
prescripeji, sondo-Manoel Uomingues Januarl ). da
quantia de 005300, importancia de sua letra,
Francisco Xavier de Ntoraes 127 ;260; dem, Luiz
Antonio Prrelra Sonto \VMi\0, idem, Antonio
Dias Penna Jonior, 15i5i60.
Nestes termos vem reqnerer a V. S. qae vis
tadosartigps li3 e 453 paragrapbo do cdigo
commercial, se digne mandar-lhe lomar por termo
sea prtesfo, sendo este intimado pessoaimnte ao
primeiroaevidbr Manoel Domingos Januario, por
ser morador uesla prac, emquatno aos mais se
jam intimados por carta de editos, visto serara mo-
radores em lugares incertos o nio sabidos, afira
de qne fique inteirompida a mesma presenpeo.
Assim, pois, pede a V. S. deferimento.E B. M.
Eslava sellada.-Recife,20 de maio de 1870.O
procurador Bernardino de Sena Dias.
Na qual dei despacho dtf theor segulnte :
Justificada a ausencia dos supplicados nao presen
tes. amanhSa as onze horas do da.
Bccife,,20de maio de 1870.'Oiiveira Haciel.
Era virtude do qual fora a fnesma petigao ds-
tribuida ao escrivao (leste juito Manoel Mara Ro-
drigues do Xa>cimento o qual fez lavrar o termo
de protesto do theorseguiet: tennode protesto:
Aos 20 de maio de 1870, na eidade do Recile,
em mea cartorio comparecen o supplicente por
sen bastante procurador o solicitador Bernardino
de Sena' Dias, e disse perante- mira e as testeniu-
ntias infra assignadas, qae reduzia protesto o
contedo de sna peticao retro, a qoal orterecia co-
mo parle d presante, que tica sendo, e- de como
assim o diese e protestos, lavrci este termo, no
qual depois do lido se firmou com asditas teste-
munhes. ,
Eu Socuudiuo Heliodoro da Cuaba, escrevente
juramentado o eeorevi.
En Manee! Mara Rodrigues do Nasciinonto, Ber-
nardino de Sana Da*. Manoel Lu;l da Veiga Mel
quiaies, Antonio de Almeida.
E tendo o supplicante prodozido sua* testema-
ahas( sellados e preparados os aatos subirn a
minba eoflclusao nelles dei a saoleaca do ttteor
seguinte :
Hei por justificada a ausencia dos supplicado?,
e mando que os mesmos sejam citados por edi-
tos de trinta das oa forma, requerida e castas.
Recife, 27 da maio- de 187ftFrancisco de As-
sis de Olivrira Maeiei.
Por forca deeU mioho'senienea o escrivao fet
psssar o presente edital pelo qual charas, erto e
hei p t iottimados os diios appalicado para que
consaarecam nesti jai dentro d 0a preso
ala de allegaren o que fbr de justica, i
Enanque chegne ao eonheo ment de todo
mand pasear o nreente- que aera'publitao pela
iuiprcn-a e alxado nos ltats do cosame.
Recife, 31 de maio de 1870.
1 Maaoer Maria Rodrigues do >"ascinoats, escri-
vla, subscrevi, .
Renils-, 31 de malo de 1870.
Francisco de Assis Oiiveira i Maciei.
ttio-norta, e
a jirniJ a aiit
os bens > ri, de. cormTif&to muMBOrta, e
anno fiuancradC i7k\lJMif d> fia raulu
de 6 0(0 os contri"
"suas quota^' doniro'
Consalade pro
a^e-aatisfizeretn.
ni*t70.
rRo.
DECLARACOES.
Conseltio de compras navars
O conseJho contrata no da 6 de jonho prximo
vindouro, vista de propostas recebidas at ns II
horas da manhaa, e sob as condlcdes dp estylo, o
fornecimento no trlntesTe de jaldo a setetnbro do
crrante *obo, de vveres, dietas e ontr-w iilijec'to*
de consumo segulntei : arroz do Maranho, azeite
doce de Li.-Ia."azeite doc inferior, agurdente de
20 graos, assocar braneo retinado, assnear branco
grosso.aletrla, aramia, bacalhio, bolacha, bol-
chinha americana, cangica ou mHho pilado, caf
em grao, caf moido, cha hysson, carne vede,
carne secca do itio Grande do Sal, oevadwha, car-
nauba em velas, foijlo, farinha de Mandioca, ga-
lnftas, lertha,. malte, mant*iga ingleta, m.inteiga
franceza, po, saDomss, al, toaeinho de. his
boa, tplecaj, tjolo de al venara groM, teM; vinhi
de Lishoa, vinagre de LislHM, velas esteTinas, e
velas estearinas de 8 em libra para bmern
Tambem o consellio no m-onrionado da 6 do
crreme mez; e p r igaal forma, pronwve a com-
pra di.s objectos do material da armad! sepafrite-:
10 pecas de brim. 20 almototia de foma para azel
te, 0 barras de ai?o balido >, popeca de i 1
P llegadas de largo e 4|8 de grossnra, 6 ntirr.i
ac batido de 4 1(8 poleg.idas 4e largo e l|i de
grossnr; 40 arr bas >ie almagre, iO pelles1 de ca
marica. 10 batdeadeiras de f >lha. 100 cobertrtrs d
la, quatro milbein de crVjS sonidos para pipa.
tO cama'- de vento, cento o vinte bracas de
crrante'- He Ierro d 1|2 polegadi- reforoada,
103 forquetas de ferro, 00 barras de ferro ioglez
propio*par* grPlbss :W0 varo de ferro inglez
de 2 a'7|8 de grossura, 200 vixd*s d fnrfo in
gles'qoadrtio de t a 4|8- de grossura, 0 otes in-
gieres tendo cada nm 8ps de comprimem e
ee largo, t llvri'grandes de ta'.io, papel paataJn.
dfe 200 folhas. 1 livro grande, papel pautado, capa
de eoUr, ile'200 folhas, 2 liv^s grandes papel
pautado, eapa deconro, de 150 f.oitgs, 10 livros
grande, papel patriado,'de 2") folhas; 20 \tth
grande, p|el pautado, de 150 filhas, JKi rivros
pequeos, papel pauudo, dd 30 folhas, 8 arrobas
de laa barriguda, 20
grossnra, 6 p*s do comprimento e 4 d- largo, WO
Sralo tr*voso< de Mha, 40 milheins de prgos
ferro de batei grande, 10 arrobas de pregos de
[erro do 4 w*e|Mid*, 2 resmas d papel hollnda,
20 grosas de parafasos de metal sortido, 10 dn-
zias de tainas de-p carga de 1 polegaAt. 40 li-
bras detuxas dw cobre, 40 garrafas de tinta de
escrever n'ix; 40 paiirfis de tinta de escrever
pretil, e OOOTemos de faia.
Sala da sessiMs do oonseUiode compras navaes
30 de maio de 1870.
0 secretarlo,
Atexflndre Rodrlsae* dos Apios.
,udc -\i orden lh S. 1 Kp Sr. vice-pre-
-idente da [ r ncia, unaA o i Sr. capilao e
ragatt e ^P't'dHKpd^Kiubfiar o decreto n.
4802 de 2 de abril De 187, ofct concede perdav
adinrenles |ojdos*ipos^a.rmada*, impe-
naee-mannjhiiro* atti e jnarinhage
Suetfveram a inTehcidade de desertar da esqua-
ra imperial, e o qae se segu :
Goraraisenndo-me das circunstancias em ipie
se acbam as differentes pracas dos corpos da ar-
mada, Impcnacs mannheiros, batalhao nasal a
marinhagem, que tiveram a infelicidade de deser-
tar da esquadra imperial, apimndo-se de sna*
bandeiras : Hei por bem, por effeitos da raiaba-
irapetial cieBioccia, iuduUar a referidas pra?s
com excepc;n drs que deseriaram para o iniraifo,
o crime de n>s4rcao, apresenundo-se porm os
reos s autoridades militares ou civis, dentro do-
90 dias, contados da publicaro do presente de-
creto em cada urna das comarcas do imperio, ou.
nos lugares em que bouverem capitanias de per-
tos, estaees Uivc,^, wi. navios, sartas, inoiaindo
Ueste indat*i'9 reos aenfcheiaos. e os que eslao
por senaatar. i J
O bario de Cotcgipe, do mea eonselho, senador
lo imperio, nmo-tro e secrelaii de estado- dos-
neglicios d.i iiiarina, issiin o tenba entendido
faca executar.
Palacio do Rio de Janoiro em 2 de abril de 1870,.
quadragesim nono da independencia e do im-
perio.
Com a rubrica deS. M. o Imperador,
Bordo t Qgtegcpc.
Capitanki do porto de Peraaaabaod A de maio
de 1870^0 secretario.
Decio de Aquino Fsnseca.
n .....
NO
PAYiLHO DES. ISABEL
COJiPANHIa
EQESTRE GYHAS11CA B AeOBRATICA-
SOB A D1RBCT.AO
nr.
D.li FATRAOftDINARIA E VARIADA FUJfCTAO.
nabbadu 4 dt co-ronte
As oilo 'hvras em ponto.
BENEFICIO i
Da *i A beneficiada, agradecida da Lenevoteneia do
respeilavel publico, dedica esla variada e eseo-
Ihida luaccao, esmerando se todos os artistas era
competencia, para cujo fim tenho disposto um es-
pectculo para qae o publico fique sasiileito da
ietrerkiada.
PROGRAMMA.
I. Symphonia.
2.'' Grande volte. pela beneficiada sobre otn.
ca vallo. -
3. Intermedio jbcose pelo artista Cesar.
4." Jo/os indios, pela beneflolada.
8.' O 'pao roadnr, pele-artista Vicente.
6. Murllho, cavdllo amestrado, apresentado em
. liberdade a prlnteim ver p*la beneficiada,
len^ djerrodeliVde 7 ,;rand^ trabalho equestre tanto d frente
como dffeost; por Cesar -obre um cavallo.
In'.ervlkiid' WminTitos.
8. Panl e Virginia, pela beneficiada e o Sr
Luiz, -ubre dous cavados.
!)." O- applaudidos exercicibs, a escad aerea,
por Cesar e Vimite.
10 A jar uncir 'Oeriwa, socos pastoril, a pri-
mera vez pela)eh0lkiiada:
11. Pela'primara-vez o Clon execntar um in-
termedio de prestodigitacao.
12. Pela prim 'ira vez'neste circo se executara
a grando pnmtomlma intitalada i O terrive pon-
to d me aoute e a mort do general deber.
Personagens Actores
Um gePral Rodrguez
A fllha do gcnprnl A beneficiaJa.
Capitn do D*drS*s Lniz
Um otflcial Aldabo.
Um tambor Cesar.
Urna cantiaeira Abetino:
Um passageiro Tesarl.
Um criada Venancio.
Melitar e bandidos:
A banaAliada per? aprotecejio de tio dlstiiic-
tos esp^tadores.
X. B.As portas do circo abrem^se s 7 ho-
ras da nonte, daPdt-se principio oilo ero
ponto.
pri:os
Gama roles com ti entradas........ 12^000
l'.adeiras....................... 2*O0H
Cadeira avulsas para senhera..... 2*000
Geraes............................. 1*000
Os bilhetes de camarotes, caderas e plateas
vendem-se no mrsrao circo.
AVISO.
Os senheres que quierem, podera estar co-
berios nos seus camarotes.
Pela subdelegada da Magdalena se faz pu-
blico que existem depositados, por so supporem
furtados, dous cavallos de cor s!r..-o : quera aos
mesmos tlver direito'. comparecri oa mesma sub-
delegada cora' os fitulos ou uslilcaao de sua
propriedade, aflm de Ihes se.-eo entragues.
Recife 30 de malo de 1870.
Joao Ribelro Pessoa de Lacera Jnior.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
REGFB.
A nim.s. junta adninlstfativa da Santa Casa de
Misericordia do- Recife manda farer pnhlico que
na sala de suas sessdes, no ta S de junho, pelas
4 horas da tarde, tem de er arrematadas a qnem
mais vantagens oflerecar, pelo tempo de ura a'trei
anno, as rendas dos predios em seguida ociara-
dos:
EST.VBELECIMEMTO DE CARWADE.
Pa do Amparo (Olinda)'
Casa terrea n. 29........ Ii0000
Rha dd Cbug,
Lnja n. 1 C......... '.o00000
PATRIMONIO DOS OBPH.OS;
Ra do ftangel.
Casa terrea n. S8........ lOOSOOO
Ra do Pilar.
Casa terre n. r2......202000
CasaterreanHO.....0 -2018000
Os pretudentes deverao apre^'ntar no aero da
arremataolo das suas flaneas ou compareecrem
atompanhados dos respedrvw fiadores.
Secrattria da Simn Casa da Misericordia da Re
cife, !. de junho de 1870.
O escrirJo,
Pedro Rodrigiits de Souza,
luaperio e re&lo onstialat m
iim( ia c Ungkerla la Pr-
iianibnco
Clin decre'o dd." 14 dieembro 1800, venneor-
dkiata un anagrafe dei suddili austro-ungrichi
si trovano an'esterb.1
I nedesimi vengont qnindi invitali Col prvenle,
di annunsiaY-s, nel termine di re riesi dal pior-
no d'oggi, presso qusto i. R. conslat, mahtl
dei documenti conpro\*anli.
La iscrisio'ie ha luo^o libera d'ageri spesa, ed"
asslcura agti iotnrevsati il diri'.to di nazi'nalit
presso l'l. e R. Uffici consolar! nel Bra-iio.
Imprtale e Reglo-cotisolato d'Aiisiria-'.'naria,
in Pernambco 2 aprfle 1870.
L' f. e R- ;oDsoi,
I Rartme S Livrament.
AVISOS MARITHWS.
A BRISILE1M
DE
Paquetes a vapor.
O capito Manoel Joaqujm Ferrar Estevas, ca-
vapeiro da jmpertal ordm da RoS, jal de pai
Navs entrados mdka.
(Hrdiff-42 das. pataelio.inglaa.*ni>, de Hflle-
neMat,. eapta JotaEaaauaaanpafHDiftl car.
g: araa ; a Anturna -tal > da 67 Aaavedo
piCiiti. <-i
raJrJansiro-Miidias, potoea: Inaaaitiatai Hnw
f+a+i* tonaraac^eappaa Oabrle tfares*
tany, equipagem 11, em lastro; a Rabe Scfennai
. tau 4C.
Ass~9 dias, hiat h^r^iieire trwwsv^de iW tc-
! nadas, capuao Joa^iim AntnW>aaiFginre4%
equipagem 8, carga sal e outroe generes: al"
T "yyyW""1aapa SSnnai*" '
nfatlni&t
^ Jaafia ninVli nnaataaiinlliN
Catad^sonna-nam.allamia ^v,f capitio
SECRETARIO.
0 Bita. Sr. Jos Joaqaim Barbosa da Silva.
loidl
Onm-,:.mitmm:.
f 'f'"^"",i:,ri' '
i sew-York e portos intermediosvapor americano
> Jferrmocr, commandandte W. weir.
?ndO anno dest f egnezla de S Jos do
..em virtilde da le etc.
saber ios que a pr sent rartade edllos
"a notici* tiverera,eul coraii Cndlao
i da Mjta tne'derlgio por oscYi'pto'a
or' rorm;i"iieKUinile :
" Ha MtU, corar
Citarista al'
residente nes/0 (
MB&;de;cijti"
d pigllie c sup
irwiliMi.ilft
r
iio?reaiif t5oB prffo'lr lor,
r* ito nHm aWTDBSC'aTa Btnar^paitTk jasti-
ia6 otanoo-fB /d
Eetan sellado com duzeotos relade urna estam
pilha iautisada na Horma da le.
Consulado I. e H. da Aiistria'Htingaru eu>
"> Pern.imtMico.
Pede-se a nuem poder dar noticias exactds do1
subdito 'hngaro, por nome Jos-; Ziffer, clisaado-no
Brasil ha algnos anaos, ej tilleddo.de caauooi-
ca-la nestP coBsote4o*pelo que se lio atar maP
to agradecido, e^atc prooleua-se un recump*m,
se npaessarwt'or, para mais lacirneate poisd-se
obier as wnielas vidaa eci*>28 n> imio de 18.i
Oconsnl I: .
Bailo do Liar&mmto
0 taix d'^sta cotopthfcl, cojffiIJd Thoaaaz da Ai^iao l"uQ*ec,i, acha^**' u!
risado-a pajraft aoiieseriplori' m,t-
o H tirvtrletdd'* M oth tttfhhiV-n a 'prfc rj^fei' -v^.:
gtoda U por cada aeco.
Eampturiof 'da-CMpanhia do.Betnaa>q| -
O
kM 4mitor*fa$**fr'
mmmm
Pel^cMUI*4o-pfincisl f -s
Q ott ^wraa^^nVaootefa, _
dos 30 das uteis para a cobranca bocea j
(re dos impostos da dcima orbain de Ofi loare
Dos portos do norte despezono
at o dia 8 do corren** o vapor
tocarns, comraannihe J. M.
V. Franco, o qual depois. da tp-
oora om oostume seguir-para os
Desde j recobem-se passaneiaos eof aja-e* a
carga que o vapor poder coaduaur, a anas devera
ler embarcada, ao da desuachsgaA sacoonseo"
dase dinheiro a f-ote at as ddas horas do dia da
iuasaia.
Nio se receben como enconunandaa seaa* oa-
teetce de pequeo valor e qae aaa aiaedaia a i
arrobas a peso iu 8 palmos cubicee da nu-
?ao.
tudo que pas .r destes lmites- levar *w
embarcado como arga.
Prevnose aos 3s. pasaa|eirosquasaaa paar-.-
gans s se receben na acomna ra 4* Groa n. o7,
( andar, escripia-io de Antonio Luis de Oiiveira
Azevedo A C. ,
. Dos
-^'iii

ampara i
^rgajaeo-vaw
embarcada ao
i dintel^ a*
se reeebtn como
sdap
vapwr.
do sal espe;,td
dd corrate vapar
nte o prsnKim
o qoal
costome
a
atusneOds,
'laftbwao
ine*3e ao9*iM)8lfOTlr_
^SlSri
i. in" --
(Bi
eomSi
Dos o. 1.




lera maior
gratado,
' fcnu ftrONQBMK*) i
Mnetro <
raHe-asair eotn mui-
.rparier **i*|flri>ar-
Ns qae Ae J* cmsigtavario
Te9WI|p i mi doCwi)
L Sr AW**te.-WV'BCldo, a 4erdiiidcr
a* 8*** **< a1B *.
io4toande do Sul
J>teP***a' ga, Wa jM^m.UMma com o
; i m*t**r ttuumtumiuto

sof. 1 m.aa.1 Mtete, *Mas de reos n
"j^'ri^BlSDiJ^Wras'W balado, 2
fabf e tM&al, jrtos ^a'florfi. 'l tabete, 1
vi oslante nvfdrcaa, 1 mesa
rieir d viagro, B'mappa, 6
*f4-vertid, j^ -fuarda-roopa, 1
.glflNWPaTatrio, 1 toillejt,
nmadas, 2 camas
carga
ovo c do prtmeiWi.epse* fundo-se com os
wnsifcatarift amorfnf IrnTos i C, ra da Cruz
frdtisa'-se OeW afio de
Ia classs
ara levar para o porto de Uv^rpool rh di-,
reftura o cartefrimeato oosistindo do-sebo
m barrfe grattdM e pequeos, owos echi'
tos datorwritftlm *rte.?, entrada neste
porto tofo Sgna ajwrta. A carga ser posta
ao lado do navio, litro da qnalquer despet
e as mais copdii^es conformo o custnmoi
Propostas iro tartalfechifia dirigidas ao
capitao Stephtn GoodBac en-to recebirtas na
ruado Vigario n. 3. t'dtilnc^feira 2 da
JjhO.
1 ***f ^Uf uw
cama franceza,
2 marquezas, 1
tjjnaaino*, t WM,.tJstio8l(l oardV'ioufla, 1
aparadores l*cjdei/M,'l quartfqiietra, 1 appa-
nik de |>orcelat pare ha,.i depara atanco,
erratas, amiwteiras, cap*, ceba*, lkairvs,
tr^HU de cozmha e outros obiactos de eaa de fa-
milia.
Sexta'tara 3 de janho,>m aofcrado da ru Fer-
moMi.W., ,
O agento Pipuj, eoommto-*0* uma'fa(il
que rera-*a desu precia, k Mo-im j|0-
veis e mais objeeioa aciM dewriptos aaineotss
rre sohrado th-rna f\jrmoJa n. 19, no dia -swcta-
feira 3 de junbo. j
Priucipiar as 10'horas.
9f)/t,UM
Oslrabathos i*
e que.se pmloij
fetnoen termiL^
MblieeWde 7 deibril
O predio em.que. est col
phiaacha-ge maito1
nada ao dtUlWfcttai
sive aa do lauorijori
meatos, tendo fita i
montar ccfl
podwd '""
^w^^f^rA'Si
pnmeiroa do munm"1
abalizados &tzs.V
dlsposta e reeiiQcad
rfacheW., a qW
limado Brasil, rca
b^ljsstoo e pjtfti|
piAbraL
ruat*,.AoJ)erta,itedj
^SSi
^t'ohotogra-f
BW sam ito-
'troeisore
'/.if^rfl. i. L,
CeSfSSkTTT^ ao
(Uf e
cejicia.
M -rm 40-Sf.jmJOoi. ''po^do..! tojj
Chores /o^P"
aegacio
AU4^BSp4Uf0-
sewwtoM ioienao,
concrncntt,..
O!*
ldft'
n DBtTi -
>lfHistoire aeotnif,- i
"'-'x inmo di 1870.
CONNflhTEM
eorntrafofa
e rtilua:
f-ifUi-eoead.
Waoted Al vessel to take od from
this o it Wert t sistinhatkjlMW m #a^ead brrela
Hoces mil rl-tns; of ln wbich pwt 1 iMhk pWt fcakt Ihe caro
will be ditvre atongsidftfree of ati espen-
se and al! bth'er condltions to be according
to tbe citom of iba port.
lendeta ndiresed to tbe caotain Stephen
Oocrtman will be receired at the ra do VI-
#" 3 np ty Hrirsday fjie (jud ofjooe.
JnH
BofercaMPd
D 3-1 fsr laiteo na mesnja c^sa por
doageafc S*Hins,;iH)d(a3 dejuBho
do dia, de todos os objectos dados
xonttt^; di'caoJia!
oniaqw aajcaotllas
B, ll6tf,l7X 17
B, 158 B. 1
U. lio R, 1
estaietecido
ep>''encia
interveacao
as 11 ora*
em patobor
7b,
B,
3S:
Para Maranho
barca portogez Jofephhta, q'ue est a che-
do Iti? .le Janeiro, d'ontfe Ji lAh\o, scwiira
A
gar d
para Karanh5o
Je*
rim M'rqut^.," Barros
Santo n. 6. 2 andar.
1*9 B.-530 Safi'B, eF,^ b/noi^,!
78 B, 23 B, o !!. 1G7 B, ztl Ji, Jl "
fi B,fM|i, 3-b, Oz B.'^
Oi R. 219 R|S ]! 305 R. 311 B, ^J3 B, 3WB.'
6, Ifl. 116,98. HOf, pnlHldrf*u*donos resga-
r os objetos ou pagar o 'premio que estn da-
,vendo 8e^o acto f)M>o qj> vista da cautela.
corn toda pre.-"te-.->.
fete bar.
4 C, rio largo
de j.Ven,snnja a carga 'frete barat
para o que
: trata-se
do^tfrpo
Demoris, lott^ft tidrag,
-( e enanos.
Terca-feira de junbo.
No sohcfcdp di roa do tfobdego n. 101.
Pa"?. o rpfTi* porto pret.*Je segnir m a
TwssivpI UreTfliflrie {>r ter sna ieWlv,i- proninta a
tjan-t p>rtagneza Sitpktra, pnr& o'rwto e pns geiros trata-se rom o rpita*) ou rom os consic-
uurics Tinrnaz de Aquino Poo^ua A C, rna do
Y7gar;o n. ir, an.'ir. #
AVISOS DIVERSOS.
V
LEILOES.
IEI0
ISTTITOARCIEOLOCGO E 6E06IAPB
PER\A.VBL'CAXU.
STlSLSf ifff? h0je.9 de lfyp.nop.,iadocorarao.
junhn prximo, pelas 11 horas da ma- Lirnrrha .......:... i
n i;i;i MoiFn ii.,,,! i
de livroa de literatura, philo
sophia e clire'to dos mehpres
e mais afamados autores, co-
mo A'jatn :
Dedefot, Rossean, Bentham. Lamartine, pftval,
A. Dun.as, K. Stribe. Gniwit. Lammais.Ai'm Mar-
tin, W. Sratt, Voltaire, Castilho, .rabe-mT, !'in-
i Michele, Ancellon. Tbielrs, Schcospenre,
Potiqii;'vr!e, BnITon, Kant. Srhe.'ling. Chartv,a,Dn-
pin. Abren*, Machriel, Ducnrrroy, Bacn,Ortolin,
Monjoauifu, Jaulfroy, l'ereija & Sjuza, 1'. Jpeno,
Loureir.. Dr. Baptista, Rofr^n. Pardeasus, P.
Bueno. Twploag, Waldecke muitos outros.
HOJP.
No f" rm&ft io sobrado dii ra do Vigarto n. 5.
O agente Pinjo fara leilao precedida a compe-
*<-m aatarisaco, em lotes n vontade dos com-
frador .-, dea livros d^ direiio. literatura e phi-
- i'ipha que perteneeram ao tinado Dr. Feitosa, o
l-ii.i -i -iT-tnalo no dia e lugar cima men-
or.ado
Prineipiar as 10 horas em ponto por screm
mmtps os lotes.
oha.
OP.DEM DO DA
Disfcdso flo -'rfafinfiio qtra tem de vi-
gorar'to anno social de 187071 ;
Parecores o mais Irabalhos de com-
misses.
Secretaria do loslituto, 31 de maio de
1870.
i -Jos Soares d'Azevcdo.
Secretario perpetuo.
togrUrtia.* la ,< fe* mMUfir
Hi -'tmt -'iodo' "W'-Cfet: es
veiWndeni tJdSUs d'*ffdJsBfi*to
samos que juatando m r>oa estu4M>
pratica da 15 ium M?^raj)ha.w
heoes uhrmatf &i3.W$bMS do Sr. I. W
tendo montado -a ,^^,#ip|tipRla crto sp
rTBka, peaos oflafecr ao iRoatrado pQMIcr.
a esta cidade e aos" noatos muerCsoi fregaei*
trabamos de pologHphla tao perfeitos, 'como 's
podera desejar, tf'drto efttvencidos, esperamos
que ontiuuem B dispensar-n*s a rn*sm pro
['d.'au com que ba 15 unos nusttn honrado e
* if i fc* i
CJIrtiici* iiomcBpatbica
Dr. SiatosMo
(DURANTE O MtBlMlO)
Molestias 1*1*
o u ft
Amolecimento cerebral.. l t
Bronchite aguda....... l 35
Cancros venreo ....... s i
Con gestio cerebral..... 1
Cardialeia............. 1
Corj-^asefco........... ;n-'i'
Dentico.............. 3
Dianrha........ J 4
V- pr5denie da-aasmbla
a-iMVs todos os senhd-
t^-M/BU a aaj^jdjo Clnb
Pernambucaoo. pease lk ira* da manbaa do dia
9 do corrate, paft VM& ia'ao <1 sessao ordi-
naria adiada em de ar*p. .Mf^ *<"
de se apftgy trajHMmdawiflHf'} d* e"me
de ortaj, e a propostas da df* ncwna
edfa dt j wjho de 18-* Rm,
MaooelHibem lsto'
_______ _n _______P aecrefw.
Aami ngfdorada tr.Randjdie-1
OUTll MINERAL.
A grande necessidade -e falta, de xm c
thartitSou de urna medicina" pvrgty^i, n
muitoaje tera sido sentidaj tanto^telo po-
'7er
Bat, i wl^ ^^j^f^j^e^eguriltdeirecommndar
^0')^/. < 5,|W*^lp assitectrada deBrstol,
como urna exilenlo medicina purgativa, a
iljcue a ,njj4j,enpflf!ra,en} si todas as partes e maig
tOr avrs*f, ""'^ *senciaes,_tornando-se eni qin
Ma.- Este remedio nao 'ctanoslo
dessas drogas ordinartaraente usadas na
r-omposiao dessas ptelas, que por ahi ge
veodem, mas sim, so preparadas com as
mais finas e superiores qualidades deraizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver ehftalcamente extrahido e separado
os principios aetivos. ou aqu^a*. partes'
te ;* 5-!- flus eofltem o verdadeiro valor medicinal,
I nhora da Bok.Yia"gem mmJK*nmmi. wrojde daquellas porejoes fibrosas inertes e asre'-
'f**!F$**feWrm-m&--tomik ,?^M' ^s nte''ramente,destituidas da menor virtu-
"io.
a remessa-deases tao
dos candie'ros em porceiana, bran-
de cores, os quaes muito e recom-
mendam pela seg Tanca asseio e- aconomia,
IrOeat. 'I\|f}ham ant#s que 99
acaDom. ,
nico deposito na ra larga do Rosario
n. 34, pharmacia de BartUolomeo'4 C.
ASSUCAR UE OXIDO DE FERRO DE
qHANffi^UD.
.0 ossimt frruyinQ*) ,(Je Cbanjeaud -
perfeito, seguro e agradave c......... ^labdo ta ^W0.^/^ ^ $f>
dos 3a data HM. presShteqi seas'tiw,' afc-
fraaeotos o os ullirads recita, petos qw, pro"
Wj'ler figo o r^peotivo toro ; seado qw, ,nlra
os qde on5o Bzrem. e constar trArn c-MM 8ra
cem^isw.eprecederi'fHJIBrdltrteme. B qmr m. ri
eomtrodiftdedtoB-l'ettoo'' fdMUros, podertaw te
em casa de
Boa-viagem
sna residencia.nesjapovoaco.
n z de junbo da TCO.
O secrrtario,
_
A
1

2
4
.si
'2
1
i
2
biiuennrrlhia......... 1
Desynteria............. 2 1
Entente............... l j
Erysipela.............. 1 |
Pebre ephemera....... 2 2
Ditaemermitentfl....... 1 1 2
Bita tVphoide.......... ^ 1 ^
Glossite........v...... 1 i
Saanrba agnda...... l 1
Hepatita.ajjnda...

U
Furgeicio Infante de -Affftt^ofrqfie- Meno.
ARCADIA l'EltN,VMBUC\NA
ARCADIA PERNAMBUtUA
Sao convidados. ns septmres socios i eompare-
cerem hoje qainU-feira a rua'a Irnperatriz n. 18,
para sessao oxfliaarla. ,'
O 2 seeretarH),' '
______ Afthur MonVtf.
Xavier Bao faz sciente ao respettvel pablieo
e cor espeelalidade ao corpo do ooratnercio, qae
tem coalratado veader aos Srs. Manoel Bodrigues
Pereira & C asua padaria sita travessa do Lima
em Sahto Amaro. Se a gnem se jalgar com di-
reito a qUalqrier 'UselamTw, dirjale mesma
pidara no pra?o de tres tias. Recife de innho
de 1870.. .
de. Entre esses agentes activos ou inore-
ite specifico^ podemos nomear a po-
lophgtnn, a qual segundo a experiencia
gm demonstrado, possue um poder o mais
ravilnoso possivel sobre as regioes do
var seus titules e recibos ao abaixo ****>, ab. & iZoT '
sen eaer^twio, casa 8. 7, sita ra Ehrita, 00 N |r^r:i?S^m como bre todas
as as secrc-
5,5es biliosas. Isto decombinaco como
UrpimArm, e mais alguns extractos vege-
tae o drogas altamente valiosas, eonsti-
tuem e^rmam tuna pil.ula poigatirj, tor-
oando-se* pdr isso ntissmo superior,
qualqner urna onlra medicina da mesma
natureza, .que jamis fora apresentado ao
publico. As ululas veaetaes aswcaradas
de Bthtol, aiihar-se-bao jempre um reme-
ilio prowpto, seguro e'eminentemente efi-
caz, para a cora de molestias, taes como
sejam as seguate
inteiramente somvci w-,.. ; *^-^
dogamente purificado. Este aeaocar o
urna bella apparenci cryslaHna, bjmoam-
pes gosio, mu. agradave do assocar, seo
o menor sabor adstrogeDte, oi teqi ac-
c5o irritante sobre a mucosa do estaaago
e intestinos, e rpidamente absorvido pelo
apparelho digestivo sem cansar as'ceoHtpa-
coes do ventre.
E hoje o preparado de ferro de-mais
ceit3co para a chlorose atona dos arios.
pftrdas brancas, mensbruacoes diffices ele ,
e tem seu favor o juizo autorisado da es-
cola de mediciii de Pari?,e dos ctmicos os
mais notaveis. Deposito especial pfiarmaca
e drogara de Bartholomeo & C, rE lana-
do *
Hepatite.Rsuda......... |, fr
nn-. chroBica.......... I l
BniUja................ 1 1
Precisa-so de urna de late forra on escrava que
tenha bora loite e se> ue boa conducta : na ra
db-fiuqne ib Crxias? antlga ra do Qaehnado.
n. 69.
CLUBfOPUHR
sesso familiar
da -Santa Bita n.
Ha
LEILAO
y.irte d.i easkH, 9 3 sita
ra 4a Gsper oca.
Siita-feira 3 do cjrrente.
A requerimento dos enradore* hscaes da mas-'
sa falWade R^tende da Bocha Garva'ho e pw
deaparo do Hlon. Sr. jm'z esaeeiai do commereio
o agente Pestaa far leilao ida mesma 4* pane
cima a qaal faz parte da masa filuda de Roaeo-
d da Rocha Carvalho : sexta feira 3 de junho as
12 horas da naanhaa na mesma ra-a.
LE1L0
Oe movis no Io andar do sobrado da roa
do Duqne de Oaxias (outr'ora rda do
'QctRimadon. 40,
HOJE.
Qnl.ita-felra a de jnahn as 11
horaa.
O tate Pontual veader;; em leilao es tno||fr
Ao (ti'.-enpius por antorisicio de urna pcan
i re'irou-v para Europa : I mobilia de jaW-
id tenUo tampos de rnarmurp, consolos e me
sa, mocador de ja:araadu coai um grande es
peino. 1 lavatorio com iiiarmore, l cama de .ama-
reto. 1 rarteira de madeira da lilia,. 6 lanternas
*M iiiilli 'iaa ni 1
HOJE (qolataifeira) "haver
as 7 horas da noite, na ru* nova
1, Io andar.
ORDEM DO DIA.
Revista dos jornaes confeccionada e lida pelo
Dr. 'Almeida Nobre ; hiottraphia do demcrata
Teophilo Ottoai por 0. Oilon, lda e acompanbada
de algumas rc-flexoe proveitosas pelo Sr. Correia
de Brito.
Sao convidada* para assistirem-na todas as pes-
soas do povo.
AVISO.
H.1 'era tambem seesao de.junta e consellio deli-
berativo.
Secretaria do Club Popular 2 de junho de 1870.
O 1* secretario,
Misaelda Silveira Amiral.
Metrite ChTonica...___ J
Molas................. 1
Nevrosis.............. Ophihlraias diversas... %
Orcliite chronica....... 2
Panarlcio............. i
Pbimosis.............. l
iheumafimns errticos. 2
Tumores diversos...... 4
Tubrculos............ 2;
Ulceras ercinomatosas. 1
Ulceraces vaginaes.... 1
Varroia....1........... 4
t 1
1
1 1
*
1 1
1
1
i 1
3 1

51 13 ii 5 18
Dos h morro?, 3 foram receidos 'por mim ns
vegperas de soas ruortes e completamente mori-
bundos.
Ra .N'na n. 43.
Dr. Santos Mello.
Recreativa
Jnventude.
avaa
T
A presidencia desta sociedad* convida seus as-
eriados, arni.os o parentes do fallecido socio
Bento Jos Castro Antones, para assistirom a mis-
sa, que pelo repouso- eterno do mesmo, manda ce-
lebiar na igrejale S. Pedro, domingo 5 de juntw
as 7 horas da manfiat.
AVISO
Era signa] de pesar pelo fallecimrnto ao socio
Bent) Jos de C. Antones, deixa de haver na so-
riedade Joventude os recreios e ensaios Jocos-
turne.
Rosario n. 34.
SEGREDO ECONOMA V. CBf.EWDDf:.
obtm st\com o uso da
INJECgAO LHOSTE.
L;uicaJjygieBca>fadicl e inlalllrel na cor*
certa das gnorrbeas, flores brancas, e flu-
xos de toda a especie recentes on ehroni-
cas, e que offerece com garanta de seos
salutares resultados a amiga e continuada
applicacao que. sempre ct-m a maior an-
tagem se tem eilo dolas nos hosjMlaes de
Paris. nico deposito rlara o Brasil. Srs.
JJartholomeo &
Dspepsia, ou in.li- i Hydrcmesiiclosmem-fl.lir^ G" m ^ d RMria
geslo, bros ou do eorpo,' sa\^nn^^. im i.
dAstringencia, ou.. Affeceoes do ligado hal)orrete d alcatrto.
prisao do.vei.tre Iclrifcia, ^ Aolomo Noves de atro.
iliitual, IlemiTodias, Este acreditado preparado, qj laoa
A/ia do estomago e
flatulenria,
Perda do aptfite,
Edtomago sujo,
Man hafito, e irregn-
afleertaco tem merecirlo nesta7 provincia.
raridades do sexoim&Ho se re>mmenda para cura certa da
femenino, '"W*?8"8' sarnas, casias, cooeirae, e todas-
Dores de caneca. jas molestias depelfe. sendo anda prefer-
' eotro qualqner sabo-
tesse lado quanto o antigo cam-
bio disse. que o Campos do an-
ligo cambio ri-se
O Campos da rna do Imperador n. 28
vende queijos chegados no ultimo vapor a
21300 Na verdade admira II!...
Sahio de casa e nao vylto mais no da 13
de maocorrete, o mulato Jacob, aho secco do
corpo, sem barba algumn. cabellos grandes e ua
de astrada, tem algttmis ma-cas de pannos pelo
pecoco, tera oflkio de alfaiate, costuma andar
datado e lera 21 tonos de idade, pono mais ou
menos; quera o opprehender leveo praea da
lodependencian. 2, que ser gratificado.
-t ?,s'a fW n.'SO, f andar,"preciss-?e alu-
garum escravo de H 4,16 annos
da casa. L ,.. ,
urgencia
para o servido
!--------.

22E?r*'C0 Roat-entnra'da Luz Loureiro,
famlfia: na ra do
ib iaW
'tpm urna carta vnh de' gtfa
Rangel n. 4b.
Irmandade do SS. Sa-
cramento da matriz
da Boa-vista.
De ordim doIllm. irmlo juiz, e de con-
formidade rom o disposto no 3 do art. 7!)
do compromisso; faro coristar a todos os
nossos rrmaos. que- no dia 5 do corrente
pelas 10 horas da manhSa reuDir-se-ba
mesa geral para eleger a mesa raedora
que tem de fuH'tionsr noanno^ompromis-
sal.de 1870 a487t.
A todos, portanto, que tiverem conbeci-
mento deste, convido a coraparecerem no
consistorio da mesma matriz, para o Gm
cima declarado.
Consistorio,' Y8 de junho de 1870.
O escrivo,
____________Simplicio da Cruz Ribeiro.
Precisa-.-* alugar um escravo que seja co-
peiro esperto e que emenda de compras : no caes
de Santo amaro u. ii, ou na agencia geral n. 21,
pra a do Corno Santo.
Proeja-se atugaV um escravo que seja co
peiro, esperto, e que entenda d-, comprar : no
caes de Santo ATaro n: 44Vod na agencia geral n.
21,'praca do Corpo Saato,
Oliciia photograpbca.
Hita do fnfenrf w. '4-^.
A ctampas photrgraphias que foram distri-
buidas hnntem 31 dp maio na isreja da Santa
Ctvx, na Boa-Vista, poroccao do encerramenlo
dos festejos do Mez Marianno foram fritas no nos-
so estahcleeimento, .ssfm romo as que os Rvds.
padres jesutas vo distribuir domingo entre os
eollegiaes e povo que conoorrer o festejo que vai
ter lugar nesse dia no collegio de S. Francisco
Xavier no Hospicio. Aceitamos enco:-nmenJas de
trabalhos uaes e por procos mni razoaveis. Po-
ienios nessas photograpliias dar copias dos qna-
dro sacros dos mais importantes c afamados pin-
tores de t das as escolas. i I-Vrrsirii Vitela.
________ Photijgrapho.
Em todas "a? motesitas que" derrram ? !vel ^ra a barba> *
sua origem da massa do satigne: a sofso ne?\ .. 3 x '
parrUha de hrisiol Qsse mellior di todo*.! nico deposito do verdadeiro, na pbar-
os purilicadores deve ser tomado conjun maca e dr0r:n"ia de Hartholomeo & C,
taraente com as pilubas, pois que estas!E. ?^PB0,^war, n- ai-
suas medicinas, tendo sido expressameSe aiHCOLATE vermfugo de ANTOto.ia-
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assimse faz,
n3o nos resta a menor dnvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
aflancar n5o s um grande alivio, como
tambem urna cura prompt e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos i rio d 34
humanos.
DE
VES DE CASTP.O.
Este acreditado preparado, que Bo1k>a
acceitacao tem merecido nesta prWmcia.
muilo se reooramenda para cura erla e
lliuaz das bicha ou linsbriga?*, tanlo as
triancas esmo em pessoas de maor idade.
nico deposito na pharmach e drogara
de Bartholomeo c C. roa larga c'o Rosa-
Criado.
xeiro
Precisa- de um eaixeiro de 12 a l annis de
idade cora praticade-tabeftta : na ra das Cinco
Pomas n. 93.
PROPESSOR PARA ENGE'NHO.
Precisase na ra do Imperador n. T.i, terceiro
andar.
Aluga-se para criado um pardo escravo, que
serve como cepeiro, eoshlha, compra e n uito
fiel e de boa conducta : quera precisar dirija-se
ra do General Victorino n 5i.
AMA.
Na ra du Mondego, casa
n. 2, precisase
de um feitor nacional ou eslrangeiro. desempedi-
do e que entenda principalmente de jardlm e bor-
la : tratar na mesma. de manha at as 8 ho-
ras e de tarde das 3 em diante.
ATTENCAO
O Sr. Flix Pereira de Aranjo queira ter a bon-
dade de dingir-se ao largo da Santa Cruz a. 11,
a negocio de sen interesse.
Pnrisa-se de um preto qur seja escravo, para
lodo servicio de armazem : na travessa do Corpo
Santo n. 23. .
Precisase de urna ama para todo servip7de
urna casa de pequea familia j na rut do Araglo
o. 38. m
l-
Preci*a-se de nm c.iixeiro qne tenha conheci-
raento de botel e que falle fraucez, inglez ou alle-
mo : a rita do Trapiche n. 2, no hotel do Uni-
versa (Paga-sn bem)
Ch'ristiani A Irmao fazem sciente ao corpo Itcrc
do coramereio e a qoem inte'resar possa, qne dis-
soiveram amigavelrn-nte a sociedade que tinhara
na loja.e fa rica de chapeos da ra Nova n. 44,
desde o Io de Janeiro do crreme auno, ficando
todo o activo e passivo a cargo do ex-soco J.
Cirisliani.
f D-se a quantia de ::0H0 a uros sobre by-
; potlieci : quem pretender dinja-se ra tia Gto-
j ra n. 95, que se dir quem .
I Alnga-se nanita barato urna casa com bonito
sitio na ra da. Biea dos Cuatro GaD ,em Olinda:
a tratar na rna da Senaala-nnva. n. 4
I Na ra estreita do Rosario n. 27. l* nadar,
i precisase de urna ama para todo o servico de casa
: de urna pessoa. prefere-se escrava.
: Precisase de um caixeiio- que traba pratica
, de taberna e d onhecimento de sua conducta :
1 no pateo do Tergo n. 34.
Preisa-se de nma ama para eoiinhar : a
tratar na ra nova de Saate Rita n. 51, serrara a
vapor.
. Na ra da Cadea n. 59. preeisa-se de um
preto vellio para o servico de urna casa de hornera
Precisa-so de un ama forra ou escrava, qae
cozrabe. e engnranje .aera urna, familia eomposta
de duas pes.-fas tratar na ra For.-iKisa, otfl-
cinasdos tfflhoV'rrrbnos.
,.
-r-rt-
-f-
Na rrai
|-rrenaa-fe um trrenaiperto *a?estac5odbs trilfeos
urbanos : i tralar na rua^l*Bengtl n. 2, primei-
ro andar.
Roubaram da ribeira de S. Jos um cavahV
coua cangalha, com os signaes seguales : cor Fura,
eHnas pretis, lea ara pA direito ferrado, teto
marca de Carreja, parece j eve ter sarado, tero
orelhas pequeas, cauda grande- e preta : roga-se
prheieaodo dito ravalte, s latarem a cetf dono
Jos AIvb Correia, Casa Forte, que ser grari-
I
,_
loado.
: Piea-se alugar urna 'aftia liVre ou escrava
que toz rih, engomme. lave, e far;a ompra?; todo
para maiatoNta de fre' p?ssoas : na rda do Un.
qne de Oa*ias n. 31, andar.
Attenpao.
Anda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e proraptidao, man-
dndole levar a casa dos assignintes que :
nao tiver portador: ra estreita do Rosa-!
rio n. 35, Io andar casa particular de fa- i
milia.
Quera precisar de urna ama- sece para an- '
dar com meninoi, diiija-se ao becco dos Acou- i
guinhos n. 30, no correr das casas blxas, e quem '
precisar de um menino de 13 annos, para fazer
compras, dirjase a mesma casa.
Nao tendo relacoes com o Sr. Manoel do Car-
raoRibeiro rojo Ihe de declarar por esti Diario !
se as_ujicw ff L. V. qae fez pnbl^ar no Diario
n. 120 de .10 le maio, pagina 5*. coltamna 41, se
eotende como ahaixy assianado.
.. a I Manoel Lu da Veiga.
VRDABEIRO LE R
de Pus do Seina, 5i, t.vl.l.
IU8. *
0 artst Garato ach-se estabeieeido na casa
cima, onde pode ser procurado para toaos os mvs-
leres 4e s^'pYttissio.
tmtia awwBf wm aaanaaaaawtw
que lfa o ncu nctr, un rotulo n-.r*.'--) n a*-
reltoeaoi Saua laium ao o'., ,-j ,,%;.
"' j' <"-----Iru-SIraVuitilc
bre Paris. a*te<
a'f:] itbi ir-r.-i
aernixiiMjtn|s..a;i
dnalialim-.L.ewi. i.'
ior docaata
I

-


Datfo d Pwntrmbnco -Quinta feira 2 *
n-
' i


AGUIA NEGRA
-m>H
u
BENTO MACHADO 8: C,
A AGUIA NEGRA animad com o bom acco'^jaento que teve em seas afinan
"do, vern novo participar a seus freguezes que, a^ba de receber am variado sorti-
enlo de objectos de gosto os qoaes serlo vendi1/ por procos moito razoaveis, pois
toando fez os seos primeiros anoucies, foi o r^ aasegurou, o sem mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a na casa importadoradesta praca, e
por isso poder ter tado especial e vender por. preces amiraveis.Chama.pois a atten-
Vio de seas freguezes para os arttgos possa \lescreW 1
ivros cdin o tampo de marfim, nadre- m variado sortttnenta .de charoieiMs e
verob tartaruga, proprios para missa. J paj^iros de porcelana,
Garafinhas vazias proprias para presenta Teutos voltarete.
oma de gosto.
Indispensaveis 4e paltana de couro pro-
tos para senboras e meninas trazer nos
MM.
Binculo de maikeperola, marfim e tar>
lirafa todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteirame,r>
* non.
Fitas de sarja de todas as cores e la rgu-
< para laces.
Toacas, sapattntaos meias de seda e mais
perteaces para baptisados.
Fitas oom iascripcSes proprias para boo-
joet de -noivav
IfflTHAlIA FRAUZA
55-flua da Impttitiiz-55
pecas e.ero o&ridlBda, as quHdades;
como sejam : seda, toa, a'gq^^^H
T!H?se no Joas e BMpa*S' _
molhar os tecidos, conservando astral to-
2 do o brilho da faeuda.
Tintara preU as torcas e sextas lt't.
" Rtalha-ee,nvantadedas &Jinpra4ores Irnos
lotes de terreno, quo resun, do sitio Agoasinha
em Beberibe, por bracos '4SOaveis. A peglo w
poarapbica do terreno, 'omito o reco^nmcoda, so-
bretodo por floar prximo da es'.acao projectads
da via frrea. informar--se -jo tenente S. Petxoto, no nesmo
lagar, e paf qualqner negocio i roa do Crespo
n. 12, 1 obdar.
Agenda em Fernimibuco
o Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthvsica todas as molestia do pe*o.
HailM Rirrlkl
Gara ulceras e etiagas antigs, impigens e dar-
tros.
evos, )
l&NCRZA !
Vrmf** andero 9.
Ck*4Mani Ctf.eno BrMH^-nroeeitos da eondeoda* 8
eiw^a, 3*.
ni niii->iflH>er bul, 8- entad. 3*.
-Briihanie* do Brasileiro, 8o enoad. 34.
Cmele*** A ventura da riqqeaa, i vh.
br. 4WQD.
Tral-rO matador de tigras, 1 vol. cari. i*.
F'ieucirei Taeso poema, 8 encad. 3.
A'oci-Papa Sagro, 8 encad. 3*.
JftroaaVi-Taeatro, 8* encad, 3*.
Moliereatuffo tr. de CastQbo, 8 eocad, 4*.
PusoualA filha dos negros nags, 8" br. 91-
Plumeros de D. Pedro V8* eucad. 3|.
Pouott tt Ten-ailDraaas de Pars (Rocambole)
1 vol?. V eucad. 15*.
-----fNovos dramas de ftrris, t vols. 4
nead. 000.
TrMte vara i reforma do ense seoiadario8o
. encad. 3*000.
Ramdho-Qrtigao Histerias -car de rosa, 8
encad. 3*000.
RtytutdsTaberna do diabo, 8o ncat 3A-
SimSes DiatA. hostia de euro, encad. 3*.
JrajmannO grande enme cfAnbervilhers (Pan-
tm), br. tOO.
TierraThesouro inexgota-rel. encad. 6*.
Yieira de CastroDiscursos, 8 br. 4*. ^^^
PBKCEZA
G&SSB DO MO ) JAilRO.
A ra do figarw n. Vi,- acaba 4e pelo ultimo vapor un sortimento do' rap
S&se, tanto grosso como fifto, assim cotoo'
alo GordeH-o commum e viajado, oqe
anta aeoeitaofe tem merecido aeeta provia-
pcia pela satrceSlente qualidade provenie ite
das boas aaaterias primas de ana compesi-
c3o, tend alem disso* rwoptiMlade de nao
ferir o aaz aquelles) que fazn delle uzo:
os prec >3o o mais em -eenti possivel.

Calpado nacional.
X. 11 Rui do rila M. 1
Jos Vicente Godinbo cm fabrrea de calcados,
ansa a tado* os seus fregueses,' que contina a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
queas porgSes como dantes, sendo roais barato do
qaeem oiitra qualqner parte. Assim como um
sortimento de pares de formas francezas chapea-
das para homem, do ultimo gosto, a prego de
LA
20Rnh da Imperatrir tO
Feria A Lem.
Tamo a honra drprtie*par>o retpalUkWlffa-
Wmo que flzacnosde*Ungnir> mma tmaiqjadr
(aumbu fitas coa a elegaM mo-La Vm de
Parit; animados como eatamoe pelo le)rde
corresponder a melbor vuntade dM frefitezes, po-
demos asseverar itk rcelo, a* pflblico em geral,
que nao haver quem possa, eder .ais barato,
aitendendo os presos e quaHdad* d fazenda, e
mandamos uas casas- das Exnau. faanilias qual-
t|uer faaenda para melhor eaaibereai; dmi-s
abaixo os precos de varias pechiachaa, que safcio
o bastnte para justificar a nossa sinoeridadii-i
Ex algnem reeonheeWa : saus- brancas-eom ba-
ade
BengaAlas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de akatrao.
Cofres de folhis para dinheiro.
i,iodas caixas par* costura.
TJw completo sertimento de hms de pe-
tka,
Talagorce para bordar.
m complete sortimento de enfurtes de
aeda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os mais
acreditados era oxtractos, pomadas e leos
e finalmente outros muitos Objectos possivel mencionar ; mas oom a vista se
estabele-
Rieos vasos com p do arrm.
m taado sortimente de jarros de por- certificarlo do sortimento deste
telena. cimento.
Aguia Negra, rna do Cabug n. 8.
Conserva e limpa os eabeHaa. ,
iMIui cadbaaKIea*.
Puramente vefeetaes e sem mercurio, cava se-
i5es, curam e purincam todo o systeai* tiuwano
Vende-seefectivamemeem casa oe SamuelP
hnston & C, ra da Sanzalla Nova n. 42-
Procisa-se de ama ama para poaea familia:
na ra Augusta n. 7%. ________
Precisa-se de urna ama para pouca familia :
na ruH do CaldeireiTo n. 96.
Wra. tt, socio gerente da asa de Rabe
Schmetiau & G. rera-se lempurarianieate para
Europa, deixando durante a sua ausencia encar-
repado da gerencia da dita easa o Sr. -Hermn
Ledeoom.
0 M4BAV1LH0S0 MEDIO DO
DR. CHAS DE GRATH
OLEO ELCTRICO
k\fi OF FA\ 0 BEI DA lilil
P1RV1M IVrERMH: r:\TKR\0
Cura cholera e cholera m trbv-s,
Diarrh*, iluso Dr de cabera, e dores de ouvido em
Uts minutes.
Dor de dente, em um minuto.
Neuralgia, em cineo minutos.
Deslocacoes, em vinte minutos.
Gargantas indiadas, em dez minutos.
Clica e cotivulses,, em cinco minutos.
Rheuiaatismo, em um dia.
Febre -e febre intermitente, em um dia.
Dor as costas e nos lados, es dez mi-
notos.
Tosses perigosas e refriados, em um dia.
Pleuresa, em um dia.
Surdez e asthma.
Heniorrboidas e bronchitis.
InflammaQo nos rins.
Dyspepsiaj erysipelas.
Molestias de figado.
Palpitac3o de coraco.
Reserve sempre este remedie em sua familia
JkS DOETCAS E APRESE.XTAM, QUAXOO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO 0 KING OF PA1N (O rei da dor) aquieta e positivamente
dissipa m&is de diferentes molestias e dores, e allivia mais os soffrmentos e prodoz um
mais perfaito equilibrio no systema humano, o que nao se pode elfectuar no mesmo
tempo. coas ^ua.'quer outro remedio medecinal
i:>: !;!,:i'i rxjpular remedio est agora usando-se geralmente, pela razo que
milhares z pessoas se tem curado gratis cjm o dito .remedio pelo Dr. Grath. e outros
mais.
Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doeucas, porem t5o
smente para aqe!las estipuladas as nossas direccoe*.
Est operando nos principios da cliimica e da electricidade e por isso, est ap-
plicavel para o curamento e para a restauraco da accao natural dos orgos que soflrem
da irregular circulaco dos'iluxos dos principaes ervos. Oleo elctrico O King of
Pain opera directamente nos absorbentes, fazendo deapparecer as inchaces das gln-
dulas at em um tempo incrivel, breve sem perigo do seu uso debaixo de qualquer cir
comsUnciA.
O ranedio, urna medecina para o uso externo e interno, composto dos elemen-
tos curativo*, raize*, bervas, -e cascas, taes, como se tem usado dos nosses antepassa-
dos. e das juaes tem grande existencia nomando, para corar todas as molestias, so-
mente sa'eBdo-se euaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade de medecina durante muitos annos
de experiencia para aprender os melhores modos que se segaintes doencas, e que proporcOes de medecina se devia osar.
UMICO IIISPO^ITO
EM PEHiAMBCO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BARTHOLOJREO & C
N.24 Ra
Larga do Rosario.N.
34
BAZAR ACADMICO
13 Rua da Imperatrz
13
Utysses A Irm3o proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tem a henra de participar ao Ilustrado corpe ACADMICO e aos seus numerosos fre-
gneies, tanto desta praca, como de fra, que lendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acba-se completamente sonido e em condlcBes de bm servi-los do
segaintes artigos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 3>00 a 7^500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity,
lmperiaes, Teneotes do Diabo, Duque de
i jxias, Gandon etc.: de papel, de fumo
de Daniel, Gooeral Osario, Conde d'Eu,
Roeambole, Radicaos, Acadmicos, Macharn-
bomba, Montevideo, Orientaes, Raependy e
nuitas outras qoalidades.
4f himnos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 1*400 re. a libra, em pacotes
a 2|, de 20 para cima a 1,0600 e em maior
porcJo 1(0500 o pacote de I libra, dito
en (atas deqrArta a 610 e 300 rs., e outras
umitas qoalidades como sejam: Daniel do
Rio Noto, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
VfftJEDAKS
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 3 at 6$, a dusia e de oo
tras qualidades a retalbo.
DITOS pe de gallinha Jos melhores que
ha neste mercado a 3-$ e3500 a dazia. e
com grande batimento em maior porco,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diverso!
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, en caixas de to-
dos os tamanbos, de segoranca a baUo etc.
PAPEL de milbo, de arroz, lan-nom, Per
san, pintado, de linho etc. palha de milbo de
J Fernando a melbor possivel.
O Sr. vifarie Baealbo qae morara rnorou
na estrada fa 3 esto typograpbia a ejrocio. _____________
Precisa-se de urna ama de meta idade para
comprar e conabar para tres pessoas : na ra
das Flores 37.
t mmm destista
Frederico Maya
Tem a honra de scientiflear ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus ciientef
em particular que elle mudou o seu gabr;
netede consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissao, todos os dia< uteis das 9 hora?
da manha as 3 da tarde.
Tambem previne, que contiaa a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
:omo nos seus suburbios, para onde as
idas serlo precedidas de ajaste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeiclo de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos oreos.
para fora da cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propoe a en
sinar eiu algum engenbo oo povoacao as seguintes
materias : primeiras letras, francez, a fallar e es-
crever, inglez, geograptia e mathematica elemen-
tar, arithmetica, aigebra, aeometria e trigonome-
tra recteltnca : os pretendentes podsm-se diritrir
ra do Queimado, loja das 7 porta n. 32.
Echo de Boma.
Revista religiosa especialmente dedicara s ma
teria- do Concilio Geral Ecumnico do Vaticano,
publicaeao mensal de Lisboa. Aeha-se completo
e em distribni^o aos senhores assignanles o pri-
meiro anno desta importante Revista. Est aberta
a asignatura para o segando annoRs. 0.
LIVRARIA FRA.NGEZA.
Da-se dinbeiro juros com hypotheca em
casa : na ra de Santa Rita n. 48, das 6 as 9 ho-
ras da manha, e a tarde das 3 horas em diante.
Em S. Jos do Manguintio, caa n. 2, preci
sa-se de duas amas, urna qae seja perfeila en-
gommadeira e outra para ensaboado e sirvico do
mestice paga se bom aluguel.
Na mesma casa tambem se precisa de um ca
peiro de 12 a 14 anuos.
Estrada de ferro d Reeife a
alinda.
Comprara-se dormentes de maderas de reco-
nhecida dorago para a const.ru cao desta estrada:
trata-se na na da Aurora, escritorio da superin
tendencia, das 6 hor.is da manha s 6 da tarde,
nos das uteis.
0 superintendente,
Andr de Abren Porto.
Fogo de bengala
de multas variedades, e todo de eteito magnifico
vendem-se em pequeas porches cora todo sorti
ment, tanto para casas de neg ko como parlicu-
lares : no armazem de ba:alho, na escadinha da
alfandega n. 3.
Aos 20:000^000.
ra do Cabug n. 2,
Bilhetes do Rio a venda
vende Vieira 4 Rodrigues.
Precisa-se de urna mulher de meia idade
para ama de casa de pouca familia : a tratar na
ra de Aguas-verdes n. 22, Io andar.
Precisa-se de urna ami de boa conducta
que sba bem coser e enponiroar, para urna se-
nhora viuva com um nlbo : a tratar na ra do
Amorira r. 33, andar.
Ii Anna VictCTi(s!^^AlbuquTque^ei7s
filbos e genro, convidam aos seus pareles e ami
pos, para assistirem missa do stimo dia do pas-
samento de seu presadissimo esposo, pai e iogro,
teoente-coroDel /sao de S e Albuquerqne, a qoal
ha de ter lugar na igreja matriz da Boa-vista, s
8 horas do dia 3 do crreme ; e desda j se con-
fessam gratos a todos aquelles que se dignarem
fawr e acto de religio e earidade.
Joao Jos de Carvalfto Morae?, Lniz Alfredo de
Moraes. i ausente) e Jos Candido de Moraes, ten
do fallecido do Rio de Janeiro o ten presado tio
e amigo o Dr. Jet tonealves da Silva, raandam
celebrar ao contento d g. Francisco alguraa
raissas peto eterno repouso do mesmo, no dia 3
do correte, trigsimo me seu pissaraeoto. E para
este acto que devera ter lugar as 8 boras a* ma-
nha, eonvidio seus amigos e prente*, e o do
mesmo tinado, o obsequio que muilo jgradacerao.
Alen dos artigos mencionados encontrarlo no#sos freguezes ou$roemutos no ge-
nero de nosso negocio, qae se vende em groaso e a retalbo e qua com fiuas presencat
aerSo latiffactoraaente bem servidos: b*m como oof eoearregamo df walquer en-
covuepdas de nessos cigarros de seda e linho, fe.
13Ba <}ft Imperatriz13
Os fiiho*. manos, genro, ora e fobrinhos 'da
finada Mara Rota de Sooza -Magatoaes, agrade
em cordjalmente a todas as ptmot ue se dig-
aa/am a acorapanhar ao cemiteri^ poolieO os re-
to*mortas da mesma, e de novo iVandam a to-
Am% seus parantes e amigos par* lasistirem
missa 4o stimo da, que mandam matriz da Boa-rau, sobbado 4 do eoiiaole, n 7
horas da manha, pelo que *erao t'eraaosente
grato*.
CEWTRAL
PHARMACIA
Ra do Imperador n. 38
Xampe de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como caiaiantes para os casos, em qae se
nao'pod usar do opio e de seos prepara-
dos, e mui convenientes para as enancas
nos espasmos e convulsoes.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
serivo na eidde de Natareth desta provincia, o
favor de vir roa do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio qae V. S. se compromettea rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em ilns
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril; e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para o dito fim;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. sea Albo se
achava no estudo nesto cidade.
PHARMGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'aicatrlo em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHAAACftCENI!RAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pilulas de Blancard. "*
Pilotas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Confu tes de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
gr#*8Bi^j^g ? ||kSi8S
PHARMACIA CENTRAL KA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e .diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestoes
dilliceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua nemostbalica de Lecbelle, mu re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IM PERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binacao do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope erapregado com grande
soecorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o racbitismo-
cachloroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
PersonDe, sao recommendados para os mes
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
mmmsm\msmmm.
PHARMACLV C6NTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada olcina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido pbenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de umita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
. DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianfas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de melbor qualhl de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38T
Variadissimo sortimento de fundas de
excelleDte qualidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de aeiva
de pinho maritimo, para as affecc5es chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal moi
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnaolt,
de hortelaa, pintenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo d Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar osintestinos.
FARMACI4 CBNTR4L
Raa 4m laaf rrader n. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A prepara tion of vrell kmjwn utelity to the En-
gliib FacuUy, as a cooling and refresbini beverage
in all cases of fever. The trequent usecof mis sa
line preserves oreignere from man y diseases to
whien they are leable before becommg acclkna-
tised. May be obtained al the Pharmacea Central,
raa do Imperador n. 38.
Ao commercio.
Na roa do Caldereiro o. 1S, segundo andar, ha
urna pessoa habilitada em o irtuguez, arithmetica,
systeau mtrico, partidas dobradas e tem boa le-
tra, que deseja empregar-se em ama casa com-
marcial como ajudante de guarda livros. A mes-
ma pessoa recebe algumas escripturaedes para
fcier por preco commodo.__________________,
~~ Aluga-se urna escrava perito cozinheira e
ngooimadeira : ra Primeiro de Marco n. 7,
aaufa do Crespo.
AJA
Precisa-se de urna ana para o servico interno

Mofina.
Ama
Precisa-si para o servico de ama casa de pouca
amilia : no pateo de S. Pedra n. 18.
ajtaiMl BMHM
S
s
3
Na travessa da roa
das Crozes n. 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a pan-
lia. Na mesma easa eom-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
ado frisado pelo baratissimo preco de 3JO00, ri-
cos coruinhos bordados, objecto de apelo pre-
co de 5#, cassas de cores, lindos padrws, 240
rs^ ehitas finas claras e escaras a 300 n. o cora-
do, cambraias organdy* a 640 a vara, mandapofib
fino a ## a peca, toalbas felpudas para rosto a
8| a doria, lencos de cambraia a 2B00 a dnzin.
cambraia victoria fina a o, 5i50t>e 6s, completo
sortimento de grosdenaple preJo, popelinas de seda
o qae ha de melhor, ditos de toa, e varias quali-
dades de alpacas brancas* de ores, cambraia im-
peratrz, completo sortimento de ehitas, madapo-
lao e algodioanbo, bramante para leooes, es-
guiao, (ostdes para vestidas e roo pas de meninos,
camisas, ceroulas, meias, gtavatas, cotarabea, e-
outros muitos objectos pe deixaroos de nrencio-
' do por commodo* pc^...
BJS
Cosinhena.
Precisa-se de ama cozinheira, na ra do Viga-
rio n. 7, I* andar.
Os Mutuarios possuidous das camellas d-. 46 B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 81 B, 66 B, 105
B, 93 B, 118 B, 67 B, 75 B, U B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesso que prodnxio em
Sraca m leilao de seos penhores no praso de Uo
ias, do contrario se recolher ao deposito geral -
Becife, ti de maio de 1870.
Mauricio Jos des Santos Ribeiroi
Ana de leite.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:00011 ,
Bilhetes garantidos.
1 roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
;ras >rtes, um meki n. 2118 com H'KU da lo-
tera qae se acabou de extrahir a beneficio d*
igreja da Santo Cruz do Reeife (148*), convida
aos pos-nido res virem receber na conformidade
do costme sem descont algnm.
Aeham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1' parte da lotera beneficio da ir-
mandade de Santa Auna da Madre de Dos (149*)
que se extrahir terca-feira 7 do mez vindouro.
PrecosOs do costme.
Manoel Martins Fiuza
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna :' a tratar na ra dos Pires n. 26.
INSTANTNEOS
Travessa doCorpo Santo n. 25
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Eandeira, Machado & C, avi&am ao respeitave
poMico qae nos lugares cima encontrara no mes-
mo sempre grande qnantidade de ditos pocos, e
qae se acham habilitados para vender por menos
que ootro qnalqoer, por isso qae os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens qae offerecem os pocos instanto
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalbo de urna a duas
hora^; segundo, fornecerem os mesmos agna pa-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para cutro lugar, quando assim convier.
Os ancunciantes so reeeberao a importancia dos
referidos pocos dep&is de collocados, satistazendo
espectativa do comprador. _________^^^
O abaixo assignado responde ao Sr. Joo Fe-
lippe da Costa, que fazendo constar ao publico a
sabida do mesmo Sr. da casa de >eu cunhado
Souto, nao teve por fim desacredita-lo ; e qmnto
ter dito que nao se responsabilisava por compra
feita pelo senhor Costa, em. consequencia
de Ihe ter sido agora apresentada pelo Sr.'Teixei
ra, urna conta de duas caixas com vidros, que o
abaixo assignado nao as mandou comprar e nem
eniraram para a loja de seu cunhad-i Souto. E
verdade que o Sr. Joao Felippe steve trabajan-
do na loja o tempo que allega; mas d'alli tira-
va o sen tratamento geral, alem do que ftcou de-
vendo, e que ser bom vir ajustor suas contas.
r.e:ife, 30 de maio d 1870.
Manoel Zeferino de SalUs
Urna s^nbora com alguma habilitacao de lei-
tara e escripta, e que sabe toda a qnalidade de
bordados e llores ; se offerece para ajudar a lec-
cionar em algum collegio de meninas, mediante
ordenado razoavel : quem precisar derija-se a roa
larga do Rosario n. 37.
Precisa-se de urna ama para cozinbar para
pouca familia : na raa Direita n, 68, loja de fer-
ragem. .
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 anuos,
com pratica de molhados
roa da Cruz n. 16.
para informacSes
WBH.jKwa|.ja|H[SlJM|Wi
wkWtwk\T^*w_~^*W WWW BBWP^WWW
0 Dr, Sarment Filno
I mudoa-se para a roa do Imperador n. 29,
I 2* andar.
S Consaltos e operaces todos o dias das
I 10 horas ao raeio dia.
K Chamados por escripto a qualquer
' bora.
Precisa-se de ama de lerte :
Rosario n. 26, primeiro andar.
na roa larga tio
Traspasfa-se orna hypotheca da quantia de
4:000a com segaranca em urna propriedade na
fregaezia de Santo Antonia : a fallar na raa do
Duque de Caxias, loja da verdade i-, .._______
AO PUBLICO
Goncalves, lrmo & C, stecesseres e liqaiun-
torios das extioctas firmas de Antonio Goncalves
de Azevedo e Goncalves Para & C, declarm ao
publico e as autoridades policiaes, qoe de seu es-
criplorio em sea estabelecimento i ra do Livra-
mento n. 22, Ihes foram subtrabJdos, um livro que
tem servido de borrador de diversos lancamentos,
diversas cadernetos tambem escripturadas, entre
estas urea de copias de contas corren;-- com
seus devedores e outro copias de contas de venda,
assim como diversos decumentos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de neg icios.
Nao podem precisar a pocha em que teve lagar
esta gubiracao nem a pessoa que a praticou. por
qae s agora, na occasicao em que o steio chele
e gerente trata va de fazef entrega dos livros e do-
cumentos da casa aos demais socios se dea por
essa falta. Rogam portento s autoridades poli-
ciaes e mesmo a qualquer particular que veja
toes livros, cadernetos e documentos, o favor de
os aprehender; e protestan proceder criminalmen-
te centra quem os subtrahira ou os tenha em teu
poder. ________^^^
Professor.
A pessoa que por este jornal annunciou
seus serviros na qnalidade de preceptor da
infancia, com urna pratica de mais de 2
annos; qneira entender-se com o Paula ?Ion-
teiro. roa do Imperadorn, 7!.
Precisa-se Rosario n. 43, 1 andar.
na ra felreiia lo
Confeitaria dos ananazes.
16Ra da Cruz16
Santo Antonio. S. Joo e S. Pedro.
Amendoas, as mais apropriadas para sortes,
vende-se em arrobas e libras ; papis j promp
tos cora estallqs para sortes ; recebe se eneom-
mendas de bolos pes-del enfeilados; as encom-
mendas recebe se com antecedencia e as amenoay
em arroba terrao abatimenlo no preco.
Confeitaria dos ana-
nazes.
lrj=Rua da Croz16
Ha presuntos de superior qualidade e dito em
fi.imbre.
Despedida.
O abaixo assignado tendo Je seguir no vapor
inglez para a Europa, e nao tendo lempo para se
despedir de todos os seus amigos e conheeidos,
lh;s pede desculpa desta falla, e promtifica o sen
presumo em qualqner logar onde se achar.
Manoel Jos da Costa Pereira.
Perdeu-se.
Da ra Primeiro de Mar^o (antiga ra do Cres-
po) a'. o fim da ponte Sete de Setembro. perdeu-
se ama noto de OOJOflO, quem a tiver a.-iado,
querendo entregar, dirjase a ra do Duque iV
Caxias n. 21, na Nova Esperanja, que ser oem
recompensado.
0 abaixo assignado, tacita-
mente dispensado da inspeccao da
pharmacia especial bumeopathica e
consultorio do seu finado e Ilustre
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge-
ro Pinho, de saudosa mimoria e ani
mado por alguns seus amigos pro-
pbe-se a abrir um estabelecimento,
onde sa encontrarioas melhores dro-
gas homeopatbicas, para o qual des-
de j conta com a proteccSo d'aquel-
les que honraram-no com soa conti-
anca; podendo, entretanto, ser pro-
curado para qualquer mistar, em a
rasa de soa residencia, roa da
Palma n. 55.
Reeife, 18 de.maio de 1870.
O professor bomeopathico
Jos Alces Tenorio.
Ama.
Gabinete Portu {juez
de Leitura.
De ordem do Illm. Sr. presidente, de novo con-
vido aes senhores conselbeiros reunirem-se em
sessao extraordinaria, exta-feira 3 do corrente, as
6 1(2 horas da tarde, afim de seren lidos e apre-
ciados u relatorio e balanceto do directorio.
Secretoria do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 1* de janbo de 1870.
J. R, Fonseoa,
_____________________> Secretorio. ^
Joao Carroll e soa irmaa liara Power de-
larara para evitar da vi das futuras, qoe tendo
proposto accio para havereen os bens que Iba
pertencem por morte de soa mil, e dos quaes so
nao fez inventario, e haveaoo j obtido sentenoa
lavoravel nao podem Roberto Carroll, Elisabffl ou
Isabel Carroll, Anna Carroll, EdHardo Carroll, Cj-
tharjna Carrn, Eslher Carroll prsenles, e Miguel
e Diogo Carroll ausentes, qoe esto na posse dos
bees, dispor dellef, e proiestam Ir baver onde
quer qae estejam, logo que for dsaodida a oses-
tao pendente.
Precisa-se de urna ama para todo servico
ama casa, preferindo-se escrava : na fabrica
gaz.________________________________
de-
do
Attenpao.

Pede-se ao Sr. Samuel Hay man que lento a
boodade de mandar bascar a ana eacomroeada,
que fez por intermedio de Careire Ylanna, mo-
rador na roa Nora n. ti.
aH| m.
* drrl
O aacharel Pedro de Albuquerque
rti an tem o sea esdriplorio de advogac
'i roa do Imperador n. 75..*fd?ldo
ser encontrado das 9 aorat ao dU ai 3
4a tarde.
nr*-r irr
Ha ra do Cri|Ki at o arco de Santo Afcookr
perdao-se a saboado 28 do correte, urna, ton
verda da caixi filial de *lor de duzentis
res' Vkmwm^am^am^aW 1U'ie:
rija* s Imperatrz n. 6'
pensado.

s
^W^B^^^^^^^IPBW^^^
M .




1
Diario de Pernawbuco Quinta

eir
2 di
e
Juuno
.tf>
de
1870.
GSTAVE
Ll.il ^ama attenc3o dos seui nmeros frcsgtieres, e do respeitavel publico el
geral, ptra a seguinle tabeUa dos precos de sua casa, os quaes sao vate por canto
maia barato dQ que em outra qualquer parte:
CabeJleiras Otra seahoras a 25o",: r "CajMa* para relogio a
304, 3M e,.....40*000 75, 8\ 9,5, 12* a.
S2(5000
Ditas paranomema 350, 105 e 50J000
Comes a i2, 45tf, 184, 204,
28*. ^04 e.....504000
Crescentes a 124,154,184,204,
254, 304 e.....
Cachos ou crespos a 34, W, 54,
71, 'Vi, 94 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
500 e....... 14000
Tranca para bracelete a 104,
154, 204. 25 e.....304000
500t
501
801
Corte de cabello, .'...".-
Corte de cabello oem frcelo. .
Grte da cabello com lavagem a
* Aampou...... 14001
Corte de cabellocom limpe da
cabeca pela machina electri- >
ca, nica om Pernambuco. 1400
Frisado a inglesa ou franoeza. 501
Barba......... 251
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de pinteados para casamento
Bailes e olres
O dono do esteblecimeoto previne s Recommeada-se a superior UNTURA JA
Eun. Sras. e aes cavalheiros que naum'PONEZA'para enegrecer os cabete* a bar
clao para tintura dos cabellos e barba, as-: ba' mi<* admit5.d? B*posicao Universa)
^ como n5o prejudicial saude, por ser voi
im cerno um mpregado smente occupa-Hatil, anarysada e approvada pelas acadfr
do oesse servio. I mus de sciencias de PARS t LONDRES
Na
de um caixBffo p*S
ducta afancada.
I !", 'i-----------i------i----,im t -i -----' i -----
Fm apanhad na sahida da barra ama re-
tranca de navio : quem se julgar com direilo
mesa,.proenre-a na r*npa de F/a de PbrUs,
defronte do primeiro ponto fiscal, que all achara
quera lli'a enijegqe.
_0 abaixp atsisaado declaia ao ra*peittvt'
publico e com especialidade ao corno do ctimmer-
ci, que tendo legalmeute comprado o armaren)
sito ra do Commerei n. 8, de Widow Raymond
A C, o qual d'ora em diante gvror sob a rallo
de Carroll & C, encarregou ao Sr. Joao Carroll da
gerencia do mesmn, sendo portanto este senhor a
pessoa a quem poiem dirigir-se aqnelles que com
a casa tiverem iranaccSes. E' anda a Arma ac
tual, a competente para receber o activo, visto que
sendo esta uuia das clausulas consignadas na es-
cripturade venda, com ella c nformou-se aquella
extracta firma. Outro, sim, declara que desde o
dia 23 do corrent deixou de ser calxiro da ca-a
o Sr. Alfredo atedio Toro. Recite 30 de malo
de 1870. 7^
Emanuel Carro'.I.
Guima-
N, 59,
no com pou-

se
Jrnaes par emfcruWr roa do Crespo ti 5,
totathiaifrinai .
Raa da Catira Reclle e. *
Cotas)-'um arreio completo para um ca-
brioitdeum ca vallo; com pouco uso.
Gompra-se um carro e um bor, que esteja o
carro em bom estado e- boi manso : na ra de 3.
Jos n. 2, taberna.
A ESMERALDA
L0.lt DE JOIAS
KB
ATTENCAO
Dectara-se que os qnartos (cavados) do eage
nho Macaco do termo de Agua-Preta, estao de
orelhas cortadas e ferrados por um ferro, triangulo
e coBservam-se petados de tpeles, dinas o can-
das tao rente que as caudas mostram os sabugo*.
Estes quartos so transitam para a estacao de
Agua-Preta, em outra qualquer parte devem so
coolemplar como furtados.______ _
AOS OABITMTBS DO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqfio na cidade de
Cordova,
REPOLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertera da exposicao nacional em
Cordova.
Previne-sa, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aqnelles que exrgam qualquer indus
tria, que na dita exposicao se recebem todos
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remetter.
Estes productos estao isentos dos direitos
da alfanda^a na Repblica Argentina e pe-
derao sor dirigidos cidade do Rosario, de
| onde sarao tranportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais explicac5es dtrijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3. ao consulado
argentino.
Irmandade das almas
do Corpo Santo
PERMUTA.
Teado-a mesa regedora reeebide urna proposta
para permutar o terreno da ca ra da Cruz n. 66 por apolrees da divida publica,
convida peto presente a qutlquer pretndeme ao
mesmo i*neno, a apresentar suas propostas em
carta fechada at e dia 4 de junho do correte
anno, na ra da Cadeia do Recife n. 2.
Consistorio da irmandade das almas do Recife
30 de maio de 1870.
O escrivr.,
Manoel Jos dos Santos.
ODAS.
__
Fzendas baratas com
toque de avaria
MADAPOLO FINO a 41, 5< e # a peca.
ACGODAOZINHO com 18 jardas a 3 a peca.
CAMBRAIAS DE CORES FINAS a 480 o covado.
CHITAS ESCURAS, CLARAS E MIUDINHaS a 240
o covado.
ALGOD^O DE LISTRAS AMERICANO para roupa
de escravos a 280 o covado.
Das-se amostras na ra do Crespo n. 25, loja de
Maaoel Dias Xavier._______
Pechlncha
No patee drj Gamo n. 9, armazea
Ribero.
Manteiga ingleza a 800, tjy e 1*500 a libra
do
Dita fraaceu a 710 rs. a libra
Cha perola o que ha de melhor a I* e 3 200
a, hura.
Dito hysson a 3* a libra- ,
Queijos flamengos novos a 2i00.
Veias de espermaerte a 700 rs, a libra.
Tecisa-se de um portuguez com a pratica ne-
cessaria para se encarregar de um ponur de um
pequeo -sitio, e que d fiador de sua conducta :
a tratar na ra oa Cruz n, M), 2" andar.
Pre-ia-sede um c,aeiro com bastante pra-
tica de taberna, dando fiador a sua conducta ; aa
ra do General Victorino o. Si, amiga ra do
Sebo.
MOHEIBA DUABTE & G.
Este antigo estabelecimento, cempieta-
a ente reformado de novo, est as condi-
#oes de servir vantajosamente os sens fre-
gnezes, visto qne acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de onro e
prata de iei, assim como brilhantes e en- o muzeo de joias
ras pedras preciosas, enjos precos sao os.p^y^&^orm^tv^^to
. _, ,i *IUI em ontra s&ais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
em troca cu compram-se com pequeo
COMPRAS.
6
tbate.
wmm i
DO CABliti H S
Coaipram-se e vendem-se diarianunie para ora
dentro.da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, conj tacto que sejam sadios : no
terceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
freguezia de Santo Antonio.
r
I
PILULAS
PHCp 2 RU e*STIGLIONE
PA R I S
HOGG
Deposito : P. MACRER et C*. em Pernamtuco; JOS BELLO, em Porto JUfH;\
SILVA LOPES, em BakU; FERBE1RA ct C", em Mar*nhao.
Engenho.
^ Vende-se o engenho Ribeirao da fregueria de
Santo Antao, situado pouco mais de urna legoa
da estrada da Victoria, de trras mui'o preducti*
vas, podeado safrejar para mais de 2,000 paes an-
nuaes, com bom cercado feito todo de vallados, e
muito boas obras ; o engenbo d'agua e est
rlioente e correte : quem pretender este negocio,
dirija-se ao mesmo engenho, on ra da Concor-
dia b. 13.
Vndese urna casa Mrea na ra da Espe-
ranca, defronie da estacao dos trilhos urbanos aa
Soledade : quem pretender dirija-se a esta typo-
gra pitia.
Ksta-sc acabando.
Chitas finas a iO rs. o covado : na ra da Ca-
deia do Recift n. 43 de Santos Falco A C
N
No arraatem do Sr. Antonio Annes Jacome ven-
de-se mais-barato do que em qualquer outra par-
te : a tratar na ra da Cruz n. 38, armazem de
Meills Lathan 4 C.
Vende-e urna victoria nova cora os arreios
que pertencem taoibem novos : que m a pretender
dirija-se a ra do Imperador n. 13.
FAR1NHA DE MANDIOLA,
Vende-se farinba de mandioca chegada do Ma-
ranbao no ultimo vapor do norte, por menos do
que em outra qualquer parte : a tratar no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, a ra do Vi-
gario n. 16, 2o andar.
Vellas de spermacet
Verdadeiro americano, cada nma caixa trinta
e cinco meias duzias de vellaf, ou 210 vellas, por
trinta e cinco mil res. No armazem de Tasso Ir-
maos & C, ra do Amonio.
ATTENCAO
Em casa de Mills Latham 4 C. ra da Cruz
o. 38, vende-se sabio inglez de diversas qqalida-
des.
Constituipo
Do nosso Santis-Omo padre PK>,- POR DIVINA
PROVIDENCIA PAPA IX, pela qual se limitamas
censuras eeetesiasticas Lata SetHentim, folheto
brochado por 320 rs.
Livraria ranceza.
Vende-se farinha muito boa chegada hontem
em saceos grandes e panno da fabrica da Babia,
aos armazen- da oompanhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia casa n. 1,
cen Jos Gon-alves Torres.
Vende-se a la jerna sita a ra da Santa Cruz
n. 74, bem afreguezada e na ma:s vantajosa loca-
lidade, livre e desembaracada de qualquer onus :
a tratar na mesma taberna.
-~ Lom muito maior vantagem compram-se
onro, prata e pedras preciosas e n otras velhas: na
loja de joias do Coracao de Onro a. 2 D, ra do
Cabupa.
Cumpra-se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio on Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6
Compra- se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : a tratar no arco da Conceicao nu-
mero 6.
Na uavessa da ra das Cruzes n. 2, casa de
penhoresjcomurase prata e curo velho por mais
do que em outra qualquer parte.
S Joaquim Rodrigues Ta- ]
vare^ de Mello,
& Prarja do Corpo Santo n. 17)
0 TEM PARA VENDER : j
$ Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeux.
Farello de Lisboa,
Farinha de mandioca 9
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE ..
ANTONIO JSE DE AZEVEDO
N. 11- RA NOVA-N. 11
l
As seguintes obras
Vinte annos depois, ou tres mosqueleiros,
por A/ Dumas, H.vol. ene. por 15jl000 ;
A tirgeiri iomoseiro, e as memorias de R-
chelieu, por Jo nados em um so vol. por 3(J000. Colas
cont suisso, ene. 1 vol. por l(JO00. Canto
d'alvorada, poesas porM. da Rocha, l vol.
ene. por 3,0000. Florea singlos, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Galasans. IllusOes perdidas, por C. de
Azevedo, tudo encadernado em um s vo-
lume, por 81OOO. Jovita a voluntaria da
morte por J. C, e Alberto, scens de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 3/SOOO. Palmyra,* ceguinlia bra-
sileira, romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu, ene. em om s vol por 5f5>.
O cavalheiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as colleecoes de les
provinciaes faltando apenas 3 annos, por
200000, tendo 27 vol. me brochara, tara
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarSo, e qne tudo se vende por prego em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
pnia que se dir quem vende.
Armazem dous irmaos
^ na da Penha8
Manteiga ingle;a superior a 1*500 a libra, idem
franceza a 800 rs., cha miudb bom a 3$200, idem
grosso a 3*, velas de espermacete a 640 a libra,
caf era caroco bom a 200 e 240 rs., toucinho a
400 rs., talarim, macarrao e aletria aoOOrs., quei-
jos frescos a 2*500, idem prato alia libra, vinho
era pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes latas com bolachinhas a 1 *400,
lagustinhos a 600 rs. a lata. Nesie armazem ha
sempre grande deposito de gneros de primeira
qualidade, e vendem-se a presos muito resumidos.
Vende-se urna escrava de meia idade, que
cozinha, lava e engomma com perfeico : quem
a pretender dinja-se a ra do Cordoniz n. 2, 2o
andar.______________
CARROS.
Na cocheira da ra do Imperador n. 4o, ha 3
cabriolis de 4 rodas para se vender, todos re-
parados de novo e com cobertas : a tratar na ra
eslreita do Rosario n. 2, primeiro andar.
Farinha de mandioca
Vende se superior farinha de mandioca chega-
da do Rio de Janeiro, por preeo menor do que
em outra qualquer parte : i tratar na ra do
Vigario n. 11. primeiro andar.
Vende-se a casa terrea n. 11, em ch5os pro-
prios, sita em Olinda ra no oitao do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1 andar n. 5 roa da Cadeia do Recife*.
Vende-se uuia casa de taipa, na baixa do
Zumb, (Torre) em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
Vendem-se duas importantes escravas que
engommam, casera e cozinham perfeitamente, de-
licadas liguras, idade de 20 c 23 annos, urna dita
de idade 26 annns, excedente cozinheira, muito
aceiada, urna bella mulatinha de idade 12 annos,
um escravo bom ferreiro, de idade 30 annos : na
travessa do Carino n. I.
Vende-se um escrava moco e Loin carreiro :
na ra eslreila do Rosario n. 23.
Farinba de naudinca.
Ha para vender boa farinha de mandioca, en-
saccada, ou agranel, chegada receoiemente de
Santa Catharina bordo do brigue sueco Olait?,
que se acha fundeado em frente do trapiche Ba-
rao do Livramento ; seus consignatarios Araorim
Irmaos 4 C, ra da Cruz n. 3.
Superior vinho Bordeux
da Cadeia do
St. Estephe 4 St. Julien : na ra
Recife numero 3.
ATTENQAO
Fzendas baratas para
acab ir
Cambraias matisadas superiores a 60 rs. o
covsdo.
Algodoznho a 3 a pec,a.
Madapolo largo > 3 a peca.
Dito de superior qualidade'a 6. 65500 e 7080
a pega.
Algodo de listras americano com pquna ava-
ria a 280 o covado.
Bareges a 360 o covado.
Laas superiores lisas de variados e indos padroes
a 600 rs. o corado.
Brilhantinas brancas a 420 o covado.
Ditas de cores superiores a 440 o covado.
Toalhas para rosto felpudas a 10*500 a duzia.
Ditas de labyrintho a 3* cada nina.
Do-se amostas na ra do Queimado n. 1, lofa
de Gaspar Antonio Vieira Guimaraes. ra do Quei-
mado n. 1.
Vende-se urna preta crioula de idade de 30
annos, muito possante e ada, cozinba, lava bem,
e vende bem na ra, serve tambem pan o mato
porque trabalha de enxada e amarra canna por
ter sido do mato : na ra daTaz n. 34.
a m mum
A ra q*o D&uae Casias n 21.
(AJfTIGA ROA DO QEIMABO)
Nao foi son fundamento que a NOVA
ESPERANCA tem deixado de fazer o? seus
annoncios, a razo simples, ella eulesde
qne tudo em demasa aborrece... por imo
como j Dana dito e scientiticado sua boa
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou livesse feito mujias vezes. receoa
tornar-se massante, assim poia iecolbeu-be
um potco ao silencio, mas nunca deixanda
d'eajpregar os verdadeiro efurcos, j con-
tratando saior numero de correspondentes
na Europa, j descobrinelo .bjectj to mais
apurado gosto e inalmeniu assignaodo o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta furnia melLor
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecerriue
seus servicos, apressando-se desde j tm
declarar que tem recebido ullimamerae
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhos de setim para
baptisados.
Finas tuncas de cambraia bordada pan* .
o mesmo tira.
Meiasde seda e fo de escocia para crian- -
cas.
Dedaes d'osso, marlim, ac e madrepe-
rla.
ptimas navalhas, afiadores cmassa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba- .
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, senda
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Bas lentes com cinco melimetros, pa;j,
contar-se os fios de qualquer fazeoda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestido-.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos linteiros de novos moldes,
Meias de laa para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de buho e de seda, sendo prelo e
branco. liso e de salpicos, e outros mvntos
objectos expostos a venda roa Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Sabo d'alcatro.
Vende-se na roa Duque de Caxiasn. =1.
PARA LITO.
Brincos, broches, vollas, pul eiras, fivel-
las, pentes, botes para puchos e ca&s
para relogios.
A NOVA ESPEBANgA, querendo satisfa-
zer sua freguezia, naosmente em objectos
d'alegria ou de luso, quer tambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdenuo
alguem de sua familia, ou algutm de sja
amizade, precisara de laea objectos, assia
pois a NOVA ESPEBANCA, mandn \ir o
que ba de melhor ueste geocro, porque
sendo laes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade. uo somente tornam-?e
tristes como al repugnantes, o que ec
acontesce aos da NOVA ESPEBANCA. por
que apenas exprime o sentimenlo pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo goslo .
e perfeico com que laes objectos sao tr*>
balhados.
Collar s G>iodin s.
CONTRA AS CONVLCOES DAS CHUNCAS
N5o esla a primeira vez que a NOY \
ESPERANCA Sienlifica ajssenhorespais ..x
familias, que os seus collares sao os verda-
deiros de Vjer. ..recobids riirectaBeule.
e por consequenca de um elleitu cllicaz cuu
desnecessario mais apregoar, assim ps
aquelles qn-. dSo quizerem passar pelo dis-
sabor de verem seus ilhmhos extrooerem-se
as lerriveis convulcoes, logo que a es:e
comessem nasser-lhcs os denles apressem-se
em comprar us dilos collares, na roa co
Dnque de Casias n. 24.
CABELLOS BKAN- OS SO TEM QUEM QUE
A NOVA ESPEBANCA recebeu o verda-
deiro chrom eabellos, pai a pretosou castaulios, assim poij -
cabellos brancos s tem qut-m qucrl
Flauta.
A NOVA SPERANCA tem para reodt r
urna flau'a d'ebaoo du afamado fabrican*.o
Boum.
Vendem-se duas carracas e dous boi em
Santo \maro, ra do Lima a. 64, se dir quem
vende.
Fanepa ao respeitavel publico desta cidade
st.jacaba de ect^ar um graode e explendido sortimento de
e das mais prewacias visin, que o seu grande e bem acreditado armazem e. mau amentos^para musi-

0 que ba de maii moderno, de teclado fixo e mobile, e con transposicao os sera ella,
namadcs e bem coiibecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados |[DesUjgeicade,'fcomo stjam : os
AFFONSO BLQNDEL
de Pars, de q&e
iadoa especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua duracio. Elles sao aqui bastante cooiiecidos desde 1844, para que
rae aecesario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes s3o muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
origem ascgnado polo Sr. Blonct1, im de provar a sua
Btnberee pianistas.
Todas a? pessoas que compraren! pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de
do camero de piano cora o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. A phonse BJondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco. que
do Reci/e, e 4 RA NO va N 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Oatro sim que todos os seus Ipianos irlo accomp
nado por mire.
o orneo deposito de seus pjano na cidade
accompanbados de-am cMunoc ce erigen assig-
Vendem-se diversos eicravos. pecas viudos
do Cear, proprins para engenho, assim como
urna cabrocha por 1:000a, de 18 annos de idade,
bonita figura es um pouco descorada de frialda-
de, e diversas mulatas cora habilidades : a tratar
na ra da Cruz n 33, 2* andar.
Buhar.
Vende-se um bilnar com todos os penences; a
ver e tratar na ra estrella do Rosario n. 11.
Attenclo
No paleo do Terco n. 61. relinacao, vende-f
amendoa confeitada.
HM.O*
Pars, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphoase BloadeJ
O aniocante tambem troca e aiuga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimento^ de novos pianos.
MSICAS PARA Pl A \0*
As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro ; das acreditada* casas dos Srs, Felipqne Toroaghi. Narciso.
Tambem tem grande sortimento de papel para mosia e desenbo;
aootmo de sal, ricos espelbos doorados ndradoe e ovaee, caixinL
erptlboi de todos os tamanbos, ulagarca, lias e agulbas para bordar, e muitos ontrosartigos qoe o respeitavel publico encontrar
atarte todos os dias at as 9 boras 4a .noute, alrn das Eiraas. faraiHas poderem ir apreciar os reus pianos.
desenbo; coraos para todos os instrojaenlos. rica^gravuraj e quadros pan ornamentes
radof e ova, jaixinbs de costura ootl rnteias e Mh' olla, estojos para viagam, rtlofios cotn da
sempre nesie
Artuur Nayoao C,
du s*'if^, neados ptri
spenidor. vidros para
armazem, o qoal estar
Para Saata Autooio. aoi e
9. Pedro.
Na muito conbecida loja de ferrgens na ra No-
va n. 39, de Sonza & Guimaraes, acha-se um lin-
do e variado sortimento da todos os fogos artifl
ciaes dos melhores fabricantes desta cidadf, con
tenda rodinhu, pistolas de todos os tamanhos,
brancas e de cores, craveiros, illumioaca1) e tra-
ques, etc.; assm como um lindissimo n variado
sortimento de fogos chiofzes recentementt chefa
dos, proprins para criancas, o quaes podem ser
soltado.' ero ?alao. Avism mais que existe tam-
bem orna grande quaafidade de sortes de todas as
qualidades, como sejam, sortes com estampas, ditas
sem estampas, ditas em cartoes com pergunta c
resposta, ditas em llvros, tudo por preco* muito
commodos, que admira : na roa Nova n. 39.
Pechincha a 7* e 91
Vende-se calcado (rneez obra muito boa pele
diminuto preco de 7f e 0|, asim coui calcado
fiara crianv.-u a 34. baralissimo veoham a'el-
ts antes que se acahem, na bem conhecida hja de
raiudeza da ra ra Cadeia d. 30 A, eonfrrnte a
ra da Madre de D*ot.
Rivai sem segundo,
Rl'A ttl QIKIE CAXIJLII Bf. 4
(Anliga na do Queimadoj
Continua a vender tudo muito bom o
muilo barato a saber:
Novello de linha de 4430 jardas a."
Caixas com 100 envelopes muilo
superiores a '. .
Penles volteados para meninas a.
Thesouras muito finas para cof tu-
ra a.........
Tinleiros com trata preta a 80 rs. e
Pecas de fila elstica muito fina a
Besmas de papel pautado a. .
Ditas dito liso muilo superior a. ..
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muilo
lino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabouetes muilo* finos a.
Sabonetes ingley.es a G00 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparillas a. t.
Sabonelcs a forma menino muito
superiores a.......
cartilhas da doutrina fazenda nova -a
Libras de linha surtidas de todos os
nmeros a.......16800
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......
Babados do Porto, largos a 160 e
Capachos muilo bonitos e grandes a
Carriteis de relroi preto, com
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Papis de ago'bas dooradas e ba-
15o a. ... v ... .
Carriteis de lidia 200 jardas, Ale-
xandre a........
Duzia de agulheiros do Pera a. ,
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. ..
Bonecas de cera muito bonitas de
500 r. i........2*000
<>(
600
44>
580
103
200
400
OOO
200
51>)
lf>000
240
OO
720
IdiOO
800
500
4J
240
400
280
200
700
2W
10
240
2d400
20
coj Fivnni
Maia Landclino vende saceos con fnrinha e
mandioca : na ra do Duque de Cix.'as, travessa
do Rosario, loja a. 18 t

a'





^fmm
6
Diario de Pernamfcuco Quinta feira 2 de.Junho de 1870,
.0>gl ib ______ <______.yj ^iKtoimiig*! h onsiti
A
Rna Duque de Casias n. 55
Na leja di VERDAM cootinn**-w a ven-
der por baratisaittios preeos todos os arti-
go- de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, araotindo aos
compradoras toda a sinceridad.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratsimo preco.
B3nolhos doorados para pendurar a
180 rs.
Af ulhas de osso para crox a 200 rs.
PdJtes finos pera segurar cabello, a
320 rs.
Cbarains para gaza 320 rs.
Gaerafa com tinta alizarine a 1,5000.
Dita cora agua florida a 1*500.
Dita cora >1ita dita a 1#X 0.
Tnico de Jayuae a 1/1500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
210 a 610 rs.
Dilo cora agua de Colonia de 300a I #000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito rom sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 rs.
Ssbssstcs mnito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditos para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pautas para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolhode 160 e 240 r3.
Pavios para gaz, dtizia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 460 e 240 rs.
Pcnr.as caligraphicas moito finas a 10400.
Ditas (e lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e entremeios de 500
e
raratas de seda preta de 40 tr&frrn.
Ditas d# c*c, orticas ce cores 500 rs
Dita dfcbfoftqH*efr a 800 rs.
Na vcrd.de ftrm Pagase xlai m. 5*.
-
Faria* de mandioca
bofdo da ptttea Mnrinko ha motto -toa fa
em saceos): a tratar m Mbfbin)
| rlnha venda ,
Jos (".encalves Bellrao
oa a bordo.
i roa do Trapiche h. t7,
Para escriptorio
Vende si uma boa rida com balaustres, pro-
pria para Ssflriptorio, IfeidO tres Otees, com doas
portas: i tratar na ru* da Irtipertriz n. 60, Idja
do Pavr
DE OTRO
^^^*~~
UlCilf.s
pa ruado Quei-
lodas as corea
de bovis pao
s e de florea
mi tul i n has a 400
o das Ilhas
E
Feijfto do Porto
em saceos grandes, das dualidades MMte men-
cionadas, e por menos preco do que ematra
Patle' *1LH0N0V0
Ferjao mnlaiinha Peijo preto.
Dito bronco DrM rtsudV). *
Dito amareilo Ofto fraila.
VENDEM
Jos do Reg Bordes & C, a ra do Vicario n. 14.
....... ---------------' ------------:----------------->*<
LOUCA
Grosas de botes de tonca de 160 e
OOrs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Can cora papel amizade a 700 rs.
Ditas rom envelopes a 480 rs.
Difcs cora obreias a 40 rs.
Ditis com agulhas fundo dourado a
<&/) ra
Thosonra para costara a 240 rs.
Linlia de marca caixa a 280. rs.
Carritos da Irahas de Alexandre de n. 70
a 00 a 10 rs.Q
G ampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 3;S000
Diiis o.tuguezas, duzia 1;5400
! ;el aimago superior qualidade resma
JOTO
Lai mtrifo fina para bordar libra 65500
Pites era debrum de sapato, pessa 160 rs
D>'tas de lara para debrum de vestido peca
401 ra.
Caoivetes gr ndes com molla a 400 rs.
Dits grandes com 2 folhas por 320 rs.
Ros 'tas pretas para luto, o par 100 rs.
Traien., de lam de caracol branca e de
ttfs de 50 a 100 rs.
Fi'.-: para cs, peca 480 rs.
A!5 3 de latao, caria 100 rs.
itinhos de lara para creanca de 400
" rs.
Calcadsins a 40 rs.
Granule armazem Ha roa 4a
Imperatrlc o.
Neste grande armazem vende-se loica inglesa
finas e ordinarias, apparelh^s de porcelana pata
jantar e para chi, Jarros {tara flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; nssirri como grande
sortisoento de vidros finos o ordinarios, qae tndo
se vender tanto a retalno como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualquer pane :
chamamos a atteneo dos freguezes, que serio
convenientemente servidos tanto tos oemraodo
preoos como na boa auftlidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da altan
dega velha n. 2, 1 anda.
TEKHEMlS.
Vende-se nm terreno na rna e Luiz do Reg.
em Saoto Amaro, com 300 palmos de frente e40
de fundo, com urna casa terrea edificaba no mes-
mo terreno quem o preteuder dirjase a ra
Nova, casa n. 22, que achara com quem tratar.
Aos cem mil azulejos
Portugueses, hespanhes e francezes : na rna
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
mazern de loucade Bernardino Duarte Campos
& C.
Grand estabeleeitiento de fazendas e *wpas fetos e por medida, ra da Im-
ptratriz n. 52 juntera laja da onrivea.
Neste estabelecimenlo eacontrar o respeitavel^ublic) um bonito sortimento de
^tifas e todas quaftK3s.
^aiitot de alpaca preta e M eres a 3*5000, 30500 70000, ditos mlrin preto
de 70000 at 25*0e,:*to dencaMriura tfe efirvs finas e :onllnanift) de 6^1. 16"J00
ditos de panno fluos-dt M M TfflPhe-* ^OJO. sobrtcasaco dito de 20$ a 30^000 '
Complete sortimento de elle* de brim pardo de 1^600 a C#000, ditas brancasi
de 2<|, lOJfOOO o mais stff)^Hot*, fliOft meta casetaira, ditas caemira de 5$, 125000.
8Htt W8B1U {JIM 41 tfc-1 lt*Wrwperor, dita de merino diversas qnalidsdes para
luto. Assim9#f|fMyn't0 sortimento de collete's de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casflittfl WfeOrs e pretas, ditos de meriQ para Intofazenda superior.
* Sortimento completo de camisas francesa de aigodao, de 10800 30000 e de
linao" de :}*5aOOJ 70#0l'fflzi*,
I imiAfo ciplo ctfoiilas francezas de l^odno de 14600 a 20500,
dittsleibMiAfe a imm, 2|50i e 30000 ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 250000 a -350OOg a duzia, Sarttento d*colrirthos de algodlo e linho te i
assS tn*\HA4UdWt*r*m de 30, a 100000 a duzia, gravjtas demoi-
tas cualidades. Na rna da Imperatnz n. 52, loja do
featfciant 4* chipaes .ft-lol de alpaca, e>scda, ditos ingleses *b Toatoss psra rosto. aartinsBto de maKas-pH-a viigani.
Neste astateteessierHo encarrega se de ntodiWr \h tjualc]n#r *ra por medida
pai'Jes9e"flnJl tettltbiritoMrt ncyrrcgado da offidna, quasaeaGarrega do trabalbo
com perfec5o e poataaiidade.
SORiaKKTODE FAZENdAS.
Chitas fle 240 rs. a cwado oo 400000 a.pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timao deenno 200, e280 rs., eoutras omitasqoalidades de 320, 360
e400 rs. o covidvaestmesmoestabelecimento cbegsuam, nas bonitas chitas da
victoria com barra, a fflhal para flhos ecompetente enfeite para corplnho. Cam-
braia lisa de 30,10,50 e 10000 a pessa, e outrasimuitae fazendas de todas
dades. *
as quali-

.
uanws par
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAn
UNIVERSAL, roa Nova n. 22^carnko
tiannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes es too em exposico no
BRACO DE OjJM
Ra do Imperador u. 36
O respeitayel publico eocoatrari neste
estabelecimanto diariameate ora
sertmento de pastelaria, bollos
podins, p3ds-deIo, prgsentos des < irnos
cliegados ao mercado, salame de lion, bo-
liuhos finos de todas as qMlidades para cha,
amenioas ofeitads, confeitos, bomaoras.
pcistilhas, choeoate francez em libras, pas-
mesmo Bazar garantindo-se a suabaqua- ftilhXs do mesmo ,carto lidade, e tambera ensina-se com perfeicjio '
ALGOftAQ E MADAP0LA8 3SWa.\
A b#O0Q o algodio, 4JJKS60 omadapolo. e tambera chita escura boa 249 o
covado por ter grande porOaorna ra da' Irt^eritriZ n. 52, loja com potraes encarnados. I raanho^sleirtTsawadT,'
intitulado
Le3# de Ouro.

a todos os compradores. Estas machinas
So iguaes no sen trabalho ao de 30 eostu-
f/eiras diarament,.e a sua perfeicSo tal
como da melbor eostareira de Pars. Apre-
sentam-se trabalho execytados polas mes-
mas, que muito dsvem agradar aos preten-
dentes. .
Officina e armazem d
maimore
Caes Yin te e dous de novembro n. 57,
(outr'ora armazem allian^a)
Ha para vender pedras marmores de todos os
taraauhos e gr ssuras, tijolos de diversos ta-
ras e saccadas, assim como solei-
ras e sacoadas de pedra de. Lisboa. Tambetn cou-
trati-se e faz-se. qualqaer obra, como mona Tien-
tos, tmulos, estarnas, pias, lavatorios, mesas e
tado o mais tendente ruesraa arte, por mdicos
pngos.
vende-se o sitio denominado1 dos Boritiz, antiga casada la-
vagemde roupS,-om grande casa de vivepa,
seuzala para pwtos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agna csirente, baixa para capim e
seis charutos de ho-otate cada* urna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Parise o merhor qoeata
[boje tem indo ao mercada.
Vfnhos poftagOe|tes, flgoeira muito supe-
rior. "Osmate gwminos e superiores vinhos
do Parto, mojcatsl a Setobal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
por commodos precs, fazendo-se abatimen-
to a quera omprar em porcSo.
LicOres de todas as qualidades, asTHSis
finas, entre elfos o afamarlo Aiapana, ate
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xaropes de flroselhe, Wsa,
maracuj, caja etc vinhos de Bordeaut da
todas as marcas, o mais saperior qne se
pidc ene mtrar, champagne de Chevernt
miilo superior, os mais feos e superiores
coraacs franceaes, old-to^, de todas as be-
bidas afcuosas, este ais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumaa^portuguezas, fran-
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nba, Cear: ra da Cadeia do Hecife
n. 5. __________
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabelloB
da cabera e da barba, fot a nica admitlida
Exposigo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior toda? a? preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 10000 cada frasco na
Ena da Cada n. 81,
1. a&ar.
feo
=3.
%
P3
VItRHl)0CABl(iA\3i.
t\
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo J
estabelecimento de joias, onde os fregoezes e amigos encontrar3o tuilo qnanto *
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, o Collar de Ouro 1
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos preeos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que esiste de raelhor em 1
aderlos de brilhanles, esmeraldas, roblns e perolas, raeios aderemos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo 3
mencionar. ^
Compra-se ouro, prata, brilhanles e pedras finas, permaior preco do
que em outra qu'alquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer- o'bjecto 1
pertencente a esta arte.
cezas e inglezas, mlhAs mostrada etc.,
fructas seccas cristalisaflW-e em calda, na-
cioases e estrangeiras'He todas as qualida-
des, charuto dos mala acreditados fabri-
rntes da Babia e Rrete atleiro, cigarros
da S. Paio e Rio decJmwiro, moitos su-
psriores,^ finalmente ludo qoanto se dese-
jttr tsfidwte a este genero de negocio com-
promntemo-nos a satisfazer toda e qoal-
q'jer ensommenda com a tnaior promptidao
e asseio : Como sejam para casamentes,
baptfsados baites ele, tambera se recebem
encommendas de pues 4e l ou bollos de
trada de Ierro, eujo terreno tem al coree feto pa- i- ^, f j i
ra cinco moradas de casa, na rna de MOtocolwn-! Jua^uer especie enfeitados e decorados,
grande terreno,piMplantacSes : quem o pretei
der dirija sn prafo da independencia n. 33.
Z AZ GAZ
Chegou ao afitigo deposito de Henry Porttw a
C, ra do Imperador, um carregamento ,e ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em pam
e a retalno por nenes prege do que em outra qual
oner parte __________ ^^
Vende-se um terreno proprio, com 128 pal-
mos de frente e 160 de fondo, para o lado da es
b dos Afogados : a tratar na^ inesma ra, ou na
ra Direita dos Afooa4os n. 13.
porrriAND.
Vende-se no armazem amareo de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Cot-
ceicao. em barricas zrandes

as:
mwMi
Tasso Irmos & C.
Vendem oleados pretos para forro e guardis-chu-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinho almofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
bandeijas de boliahos com armac3o deas-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatnas de fructas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao sa
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvafo do Ilustrado pu-
blico.
Telhas tle ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por preeos mnito razoaveis um grande sor-
timento de temas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barate do
que as telhas* de barro e aformosear mais
qualquer obra rauitoroais limpo.
60RA DA IMPERATRIZ

Neste grande estabelanmento en;ontrar o
im tmln qiralqoer parte, visto que osnov s sortimentos pelos mesraos presos que compram as casas estrangeiras.
e trcnzem ooderao fazer os se
dereai escolber.
- ALTAS MVIDADES | i 5B2SSK
DO PATIO
BONITAS FAZENDAS PARA A FES-

m
0
TA DE
< ANTONIO, S. JOAO F. S. PEDRO.
Vcudem-se as mais lindas poupeli-
n. up tihho e seda com os gostos
n .is iiovos que tara vindo a este
:. reado, palo barato preco de___
_ 100 o corado.
I is listradas, de furta cores, fa-
: :! % de muita phantasia a 2^000
;. covado. 3
S ii b-israark, larga fazenda muito &
encornada o covado a 2^500. ^
nitaa liasinhas largas com palma >K
le seda, covado a 1-5000,
Lindas agraciando lavadas covado
a l|60O. ?
Alpacas lavradas de todas as c- ^
cavado a OiO, 800 o 1#003 $
. titas liasinhas escossezas com ~S
Iros e litras de seda, covado a w
Pi ai alpacas lisas, sendo cor bis-
k lyrio, verde, roxo, cinza, can-
i :. zbl et-.., covado 1640.
Ditas farla cores com as mais bo-
19 cores, ''ovado 50) rs.
Lindas baregs lisas, e com lista
la mesraa cir, fazunila inteiramen-
lenova, covado a 560 e 6'0 rs.
Bonitas liasinhas lapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
L-isinhas lustrosas com liadas c-
res eraitacSo de seda, o covado a
}Q.
-indos cortes de anadine, sendo
f.-zenda nova e transparont; e de
muita phantasia, com'18 covados a
I5#K.
Pinisstmos crtes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
frnncezes a 42)5000.
Corles de gtiga inA'anos. fizenda
intr-iramente nova a 7000c
D'tos ehinezes com duas saia^ a
imo. -
com listras lar-
ara a 1,5000.
. sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conta, ra da Imperatriz n. 60,
l"ja e armazem de Suva e Figuei-
do & C.
de I.-?00 rs. cada um, pechmcha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem boni-as casemiras escosse-
zas com quadros grados e mido3 e outras
lisas cora listras ao lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
haver grande porc/io.
CORTES DE CASE MIRA PRETA A 4:500,
O Pavio tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de i#500rs. o cort,
C\SEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavo eoda excellente fazenda de pura
la com as cores escoras muito proprias
para caifas, palitots, colletes e roupa para
meninos que freqa ntam a escola por ser
uma tasada leve, escura e de muita dura-
-:o, pechinchi a 80o rs. o co\-ado ou a
38 i o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 610 RS O OVADO.
O Pavao tem as mais lindas bare^es d
ia senderabas transparentes, com uma
c6r, tend: lyrio, azul, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqi-
d;i-se por 640 rs. o covado, por se ter fai-
te uma grande compra, assim como cfita's
maisestreitasde uma so cor cora listras
imitan de seda a 5(30 rs. o covado. pe-
i chincha.
PECAS DE M\D.\POLAO A 500.
O Pavo vende pe-,$;>s dd rauito bom
madapol", tendo la jardas cada tima, polo
barato preco de ."53500.
Pf?<;l.\CHA EM ALGODO A 4000 R?.
O Pavita est Vendondo p^as de at?oda6-
sinho francei, tenioi palmos .'de largura e
.om-11 metros cada peea^ polo barato pre-
DE
itavel publico, u,a grande ^^4^0^
^^^^^il^SJ^V^'T^ i,a,ta,\d0-se aPenas a *bar,:m o descont. As pessoas que negociara em menor""scaIsTie^
Paramator coramodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se dao os livros das amostras, ou se mandato levar enTsuas casas, para melhS^
muito mais baratos do qna
Ditos de la escosseza czenda nu:i-
11 't>iu com fios de seda a7^0b0
KiDKssimos orgahdys com lista de
..6r e salpioo, sea 'O /azjnda de
omita phantyia, o metro |8).
I si'
le 4^000 rs.
CERA DE CVWfABV.
Vende-sesnp.ir.>r cera.de caramba em
sacefli, mais bate do q te. utn uatra qnl
quar parte, na ra di IiQp.;rtriz n W,
loja do Pavo.'
--*,'
OS SETNS 00 MEO
i Vende-se es mais bonitos eins de cores
emais enoorpadp3, nropjios para vestidos
tendo de diverss m
CROCIE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
0 Pavo tem um grande sortimento dos
maisbonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qoaiquer parte.
Algodo eafestado.
Vende-se uma grande porco de algodo
sinho americano com 8 palmos de largara,
proprio para lenees e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
coata.
LAS ESC0SSE2AS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 5GO rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavao, o mais
legante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, asqaaes
fazem o mais delicado efeito, para vestidos
de duas satas, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LSTA iWf'
SEDAS D" LISTA
SEDAS DE LSTA
a 23000 o covado.
Chegou para a I ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de lisias com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algamas que servem para lqte, e
vendem-se pelo barate preco de 33000 o
cova lo, pechincba.
FAZENDAS PARA LUTO.NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
Ubelecimeno ora grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
uhas alpacas lavralase lisas, canto, bom
basinas, merinos, etc. que todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTtSADOS
N* toja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
-Cdhes'de caseraira a 43000, cada om.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 44
011 a 34M n covado, tendo daas larguras'
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 103000.
GROSDEN'APLES PRETOS DE4.4600 AT 7^000
Na loja do Pavao encontra o respeitavel
publico um grande sortimento degrosde- O Pavo fez uma grande compra de cha-
naples pretos de todas as larguras e qua- : Pos de s5I de pura seda, ingtezes, com as
''dfdes, tendo de 13OO o covado at 73000 haspras paragao. sendo neste genero os
ALPACAS LAVRADAS A 620,
1,000 RES.
800 B
e 8300:), que se vende por preco rauito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
1 Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
drees, tendo para todos os preeos e quali-
dades, dando-se todas amostras, assim como
om Bonito sortimento das mais Iradas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambera se do
fcamstras.
CHITAS A 240RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. O covado, e ppehincha.
LASLNHA6 A 320.
LAASITfIAS A 320
LAASINHAS A 320.
e li-
Chegou para este grande esabelicimeoto
o mais bonito sortimento das mais moder-
s alpacas lavradas de todas as cores, qne
ttTfe^PAVwiO!^ a **> 800 eD *!s 0 covado.
asiMW cerno um grande sflrtnjento de alpa-
melhores que tem vindo ao mercad',
qrdam-se cada irm plo preco^e t
OS PRECOS.
N*este gnode estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um rawle sortimento
roupas. sendo palitos e sobrecasaco de
Vano? preto e cazemira, calcas e coletos de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualqoer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
car, lizas de tod.is as cores


Basquina.
Tais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta.. ricajmffcte
enfeitadas a vidriffao, tranca e setim preto
tendo de todas oimodellos, os mais. botos
mizas francezas e inglezas, eceroulas tanto I f", ae t0*,0* modellos, os mais botos
de lifih6- como de algodo e abundante sor- (u.tera che?a:;, e wndem-w poT'precoj
;.., a~ _.:.. .__.. milito raznawa.
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna gr?nde porco de
Na loja doPav(W-endem'seelegate'sor-1ores d..Yftdos "danos, t-mdo duas
mente das mus lindas lashmas lastrosas, ?aias e. tendo basante fazenda, com os goj^
eomfetsiabas 3imitado de poopalinas de tosraa.s nevos que tem vtnfjo, e quida-sa,
seda e com as cores mais lindas que tem l 55?00'tendo cada um seu competente
vindo ao mercado, .sendo fazenda. que vale 'tR .< VRf;rr .,>,,, rftVnn
maite mais dinheiro, e rs. O colado, tp'chincha,.
FECHUYCHA
EM CAMISAS DO PAVAO A 43500 RS.
Vende-se um. bonito sortimento da muito
finas e modernas camisas inglesas com peii
to e cobarinhos da linho e punhos, pelo
baratissimo preco de 4(5500 rs. cada orna
e aos freguazes. que compraran du^ias se
Ihe far ara abatiraento. gartntiad
fajtenda que vale moitemis dinajfro.
liquida-sapar site preco i of se tar fcito
uma grsmre compra : a^sim como se tnde v
nm bonito sortimento de ditas tambemrom mora, quer por qtia^uer defeto na obra-
peito de imho bordadas e ditas de algodo e para isto enontra o respeitavel publico'
para todos os preeos. ara grande sortimento de todas as fazendas
O Pavotem para vender han-tas case-
j miras msela das e bastante encorpada para
pupa de homens e me in<>s pdo har o
preco de : JtW cada eovad i ou r-$) )u o
curta de calca-para homem.
1 Tlonpa por medida.
Na loja do Pavao manda-s f-zer c alq^ier
peca de obra a vontade do fjresaea, para o
mnito razoaveis.
POUPFLLN'AS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POLPELINAS DE SEDA
a 2(5000 o covado.
O Pav3o acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas veidadei-
ras poupelinas de linho e seda cam os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de $000 cada covado, pechincha.
Carabraias brancas
Vende-se um grande sortimento dasma-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 3AU00 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PBCA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
que desejar.
BRAMANTE
\ tynde-la,
fooS de larg

A 1800.
jjiperior bramante com 10 pal-
fwa, proprio para lenfes, daq-
PANNO PARA SAIAS A 1^000, 1(5280 e
ld00 RS.
Vende-se bonitas fazendas
saias sendo com /bordados el
' !!Ld^-'loa,argurJada faz.eBt
de 84MfWmV llNELUS mZfeode-8epelo barate proco do a largor,. dVsta Wh rasew!a"ocmpH-
Cheou oara loiadr,%SS^L ^ m* ****> e l6oo-cada trosanv mente do teacol.-sando preciso para cada
.ase boSeps zs& dKVpSc r3 l,i metros ''^z^^ti&r* b ^y*
rln **<*% AflfA b,:^-2Lim 0al9 q *r|We; 'df e coto muita hienda pelo barato preco1 do baratoprecoTswTsffi ^ '
A loja do Pavao est conAtaatemeate afcerta, das 6 horas da nmhL's 9 a^rate
i
da-se pelo barato proco de 4dW0t
CHITAS FINAS,! 320 A 500 R.
Vende se o mais elegante sortmnHgr
mai:: rnodernas e bonitas chitas tanto mi-
aas'como raudas, cora ores claraa #%*
curas, dando-sde todas amostras.
FSTOES BRaNCOS -A 640, 800 B WlML
yeaderse rauito bonitos fastSes braosoa
muro exivel proprios para, vestidos da
senUoras e roupa para meninos e veode-sa
a \'tQ,,cg,e U20Q r. o evado.
caaaas a !* ra.
O Pavao est vendeido bonitas cassas da
cares Oas a 240, 280 e 300 rs. o covado-
Mi

ntida

1





0T8 b l *i S miel hiup > h ji^ si) ofiaiil
Diario de Pernambuco Quinta. ieira 2 de Junko de 1870.
''TtiWffl-
aj'A ..nitczt
~...". ja e g
dcxc:
ay.im.'iif u, ni1 n m vi bi.-.bi rt ri;i.;xas=
-rr
': .
itnatlii fi^ta frente do caf Imperatrjz.
J*
N'este novo c sumptuoso estabelednjrrto de fazendas etoiorUfto as Eflwas.
_!fctMd efMnti.i^atdesejar.tnitb em rticos do niis rigoroso luxo, como>ett todas
ta* qfcarWa** de fawndjh,
Alav h se acharara prvidos do que de melhor s* encontr* ne^ mercado,
por todos os paquetes da toropa, re-cebera drrtaente o que m artigo de rtwda *
4-'lftl& apurado gosto se'encontra em I'aris, o quo vera cada da-augmentar s propon
BertR^m *8fCe estaestafcetedntetito para1 bem aarvir* sua numerosa fregoeria.
AlgftdSo largo ara lene/jes-e toaluas d Caso comlistras de soda e floras, fazeo-
*aa* a* quaiidadit que.costaai vir ao mer* da inteiraraentc nova para vestidos da baile.
&** Gravatas p.da seaboras e boroons- o naais
Alpacas de todos os. padrees e qiHilrda' completo sortiinento que se pode desejar.
desto variadasque seaupodemdescrever. Guipure preto e branco, diversaslargu--
Aiboncom msicas para colfocarretratos, ras e diferentes gostos.
elkatfo presente para qualquer pessoa de Gollas e puntos bordados para seoboras.
aflow. I Guardaoapos de hubo pequeos e gi'an-
Atoafhado de linho e algodao, branco e des.
aarcres prprios para toalhas. i i Gorgur3o de seda preto e de cores.
333 Grosdenaples preto e de cores, lwv-
Basjuinas de seda pretas eniuito raoder- do diversas quaiidades e gostos.
aas, bem como d crochet,'tu Jo de apurado j-
rusto-e fejtio. | Japonezes para senoras, o melhor gos-
Bafcs de nitisseTin, radapoao, braneos to, e fazenda propria para as festas no* ar-
de cores* ^ara senhora e meninas, i rabaldes e passeios a tarde.
Bareges dp cores variado sortimento. rra
Babadiiohos ou tiras bordadas em todas as Laazinhas de todas as quaiidades, cores
d-rgnraa. e gostos, nao Gcando nada a desejar, tal
Quar.do a AGUJA BRRNCAi, mais precisa^ saentiftear ao resaeiUwel publico em
gersl, e em particalar wt be frageQzia, da imroeusidaaeiobjectos qaeoltim mien-
te tem recebido, juslamenti;qundo ella1 menos o pode fezere parque esta falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qne Ih'a atenderlo o relevar o,
continuando portan to a dtrigiw-m.se a be conbeoida k ja da A6BLV. BRANCA i na do
Quelmado n. 8, ande sempre acbaroiaouodaue em sortiniento do superioridade em
quaiidades, modicidade em pre-jde sen nunca desiuenUido AGBAO S SINCERADA DE.
Do que cima fica dito se conhece que o lempo de- que a AGUJA BRANCA pode
dispr, empragado apezar deseos castos no desempenho do bem servir' aquelles que a
iionram procurando prover-se em da loja (to que necessitam, entrrtanto sem ennume-
rar os objectos que por soa nauarocasSO mais cdobecidos ali, ella resumidamente indi-
cara aqaelles c^a importancia; elegaicia novidade os tornara recommendavew, como
bm seja
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, ludo qnanto pode haver desde
esguio ao algudiiocommum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
Belbutina de todas as coros.
Bolsas de tapete para vi age na. grande
ariadade de tamanhos e gostos.
Bombazina pretade tedas as quaiidades.
Bramanto de linho d 11 palmos de lar- riado sortimento.
Cura, e todas as mais quaiidades. Ligas de seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de lin'-io e algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
Umeate. pores, sempre novo sortimento, qoer em
Brins de linhe branco e de cores, do mais pellica para horneas e senhoras, quer em]fio
loaimodo ao mais caro em qualidade, aflian- d'Escocia, brancas e de cores.
taado o que ha de melhor na especie. sry-f
Brins d'algodfio completo sortimento e Madapo!5o; indescriptivel o grande sor-
-JxWade d prejosv timento que ha neste genero, desde o mais
OH elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o inaior sortiinento, pri- pe?a e .retalho por menos do que em ou-
eando pelo bono gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
t$ qnalidades. Mantas de blnnde para noivas : o apurado
Cambraias brancasy tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Pars
tes de todas as qnalidades e precos. habilita-nos a dizer que temos era nosso
Camisinhasde eambrsi de linho e cassa estabelecimento o que de raelrror se dese-
bordadas ricamente enfoitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para horcens e meninos, to va-
riado sortimento que vai do mais ordinario
yidapolo ao mais perfeitb bordado de 11-
Camisas de meia, de flanefla, brancas e
e cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
ru se pode imaginar, sendo d'isso a me-
bor prova o grande consummo deltas na
cflcin> da casa.
Capetlas de flores, para noivas e bailes,
i esde a mais candida flor de larangeira at
i mais inieressante griaalda.
Chapelinis no melhor gosto.de todas as
rlrea hjje preferidas pelas senhoras de
t-ais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
',:aio gosto de Pars.
Cbaposde sol, para snhorase homens,
ce lodosos pre;os e variados gostos.
Ilialy cora ricos padres para vestidos.
Chales de todas as quaiidades, avultado
camero- e nao menos variedade de gostos,
Chitas, imposaivel descrever o sortimen-
,o.a variedade de padres e novos goslos,
ta neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pedo ima-
f.iar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
'*s, varios tamanhos.
Colches de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto elavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
preces commodos.
Corpinbos de cambraia, ricamente borda-
eos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
t.,o que de Tnelbor se pode desejar.
Coarinhos de linho bordados e lisos, o
cuiji- sortimento.
Damasco de I3a de 9 palmos de largura
liadas cores e ricos padres.
Si
Espartilhos- brancos e de cores, para se*
sacras e meninas, o melhor oeste genero;
ncohuma Sra. deixar por certo de muir
6 de to precioso auxiliar perfeicSo de
ca corpo delicado.
ntremelos bordados.
Escomilha preta.
Enfites para cabeca, ultima moda de
Paris, Wcebida no altimo paquete1.
Esguio de linho, completo sortimento de
ta* os nomeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
ade de gostos e lindos padrtJes,
Rdifis de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de memor.
Pil de seda, 'Itabo e algocfo, tf todos
os gostos e padres.
Fusto de todas as cores e quaiidades
fraude sortimento.
Flanella branca e de edres.
Flores, o que ha de mais rico, quer
olas, quer em ramos, tem o PAVILliaO
DA AURORA am permanente jardim a
disposico das Eimas. familias. -
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselin brancae de cores. Irados e va-
riados padres.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco mito
e^mmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muilo finos para
mesa.
Paitos bordados de linho, lisos e de al-
gode para camisa.
Pnncetas pretas e e cores.
Popelina do seda e linho, com istias e
flores; fazeuda lindissima.
Pelberinas para senhoras, do uitimo
goslo.
Perfumaras ; os mais Gnos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais ragaeW
e suave no olphato, tem o PAV1LH0 DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o raelhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as core.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cures e qnalidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e quaiidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas pare 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co~
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mafs
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda multo nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistearlos bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo i
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias, 6
novidade pelopadrSo, gosto e forma; ditos
de linho com barras de edres, e de cam1
braia de cores com 2 saias, todo inteira'
novidade, trszem os modellos judos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond paf a noiv e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que'poxle-
mos offereeer ao Ilustrado publico, o mais
apuMdogosto em semelbaute materia, gra-
cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Pars, podemos garantir que nlnguem neste
genero o possue melhor, nem mais em*
conta.

L(,V
i

M
hx
^/ f,^5l'"


*<> ^EIMA6
!h^
Corpinhns de cambraia, primorosamente
enfeftados cora fitas de setira fl obras essas
cuja notidade d molde e perlbico de ador-
nos os tornara apreciados.
Fitas mai largas de diversas cores e qua-
iidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderla
dizer qoerendo descrcve-los minuciosanete
por suas quaiidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado* sortimento que acaba
de chegar, mas para nSO massai' o pretil
dente se be apresenur o que poder de
melhor.
Entremeios m pecas de 1- tiras.
Guipure branco e preto de diversas q~.a-
lidades e deseuhos.
Ditos de algodao com flores 8 Usos.
Veos de seda .para chapeUnas e monta-1
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abarlas de lio de Escossia.
Costunies ou uniformes para meoinos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimoBlo de flore finas.
F'd de seda, preto.
PBRFUMARJA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p da arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos- peutes dourados
para ciroalar o coqne.
RonWos brinco de plaquee.
Adreteos e brincos de madreporolr.
Caivetes fino pata abrir1 latas.
Thesooras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
ovos storeoscopoB com 48 vistas, as
ques sao moldas por um maobinismo
urnas sdbstitnem as outras.
Vistas para stereowopos.
Bonitas" raixHibaj ce Vidro enfeitados com
pedras'.
Ditas de maderra e.nvercisada com vispo*
! ras' e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Tonquinhas de fil, s'apatinhbs bordados' cianeas,
e meis para ditos. Dw^stw objectos de percelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. i para enfeites de mesa e de lapinhas.
_____________i_
SORTIMENTO COMPLETO
NOS GRANDES
iw^fi/E\s be reces
LO VIGILANTE
Itua rfo rrripa n. 7
Os proprietanos desle bem conhecido estabiie-
eimen, amdiis nrailoa oojedoe que tlabaxn ox-
otUMiA apreciai.i do respeiuvcl publico, m;n-
dariioi vir e acaban d receber pelo ultimo vajior
da Hfnropa^uii) completo e vanado sortimento de
!ipas r mui delicadas especialidades, as quaes es-
lo retiiiildos a Tender, como de seu costume,
por preeo muiu> baratinhos e eommodos para to-
dos, com Un.'o que o Gallo....
Multo superiores luvas de pellica, pretas, tlrau-
flas e de mui lindas cores.
Mi boas e 1 i-mitas gllinhas e punhos para se~
nora, ueste genero o que ha de mais moderno.
Superiores entes de tartaruga para coques.
, Lindos e riqusimos enfeites para eabecas das
Ermas. senhoras.
Superiores tmc.M preta e de cores cora vidri-
Ihos e sera elles; esta fazeuda o que pode hivex
de melhox e Hiai-> bonito.
Sttperiores e bonitos leques de madreperola,
nnrfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
cora lindas desenhos, e estes pretos.
Mmt superiores- meias fio de Kscossia para se-
ntioraa, ae quac sempre se vcodeiam por 30*000
a. duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras quaiidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior carina da India e
castao de niarfuu com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ncs'.e genero o que de melhor s'.
pode desejar ; telan destas temos tambem grande
Juantidadrde- oatras qnalidades, como sejam.ma-
eira, baieia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Fines bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de ontras qualid-rtes*.
Lindas e superiores ligas" de seda e Borracha
para segurar as mas.
Hijas meias de suda para senhora e para nni-
nas do 1 a i2 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruira para fazer
barna; sao muito boas-, e de mais a mais sao ;?a-
rantias pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem aasoguramis' sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
lions baruihc? de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grinde e variado soriimento das melhores per-
fumarias* e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
failitam a denti^ao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a receblos por todos os
vapores, arim de que nunca faltem no mercado,
tomo ja tn acontecido, assim poi.i poderao aquel-
los que dalics precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que to anplicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista d03 objectos que deixamos
S^clarados, aos nossos freguezes e amigos a virsm
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, na do Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ruada Madre de Deas n. 22, armazem d
Joao Martina d Barros.
E JfOlH 1IM>S
N. SiLztgo do Ter^o.KT. 23;
SIMAO DOS SANTOS ft
10
10
PROGRESSO
Pateo Ja Penha
DE
SABIOS & F ERRE IRA.
Os proprietarios dostes bem sortidos armazens participam os sena innmeros
fregueses tanto desta prava como do nwito que tendo feito grande dimiuutco de pro-
cos as soirs mercadorias estao pofissotwolvidos i vender por menos de 40 e 20 "i,,,
do que em outra qualquer pawe, garanfedo-se portanto a s perior quaimadede qual-
quer genero comprado uestes dous Mtahekcimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes s3o eotnprebenddos os oatros, porque
entadonbo sera men-
cina-los.
Se alguem uvidar venha ver.
Gas ameriesno mw Deves a 8^800 a
Vinagre branco mandado vht por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litr.
dem tinto Figeeira, Lisboa e frorto a
320,280, 240 e 20Ors. a garrafa e 480 306
rs. o litro.
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840
760, 720 e 600.
Vinho braHeo puro de Lisboa a 640 560
lita, a$0 rs. a garrafa, e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e i006 a
garrafa em porcao faz-se grande abatimen-
to.
Gaf em earooo a 220, 240 e 20, a li-
bra e kilogranmo a 480, 540 e 600, e
7(J00O, 7^500- e 8d8@0 arroba.
Milhalpista 200 rs. a libra e 440 e ki-
a garraf3, em porfi ha abatimento. logrmina e 5*800 a arroba, em porcio ba
Vinbo do.Porto, engarrafado das melbo-! abatimento. nKr^n
jfeijos frescos de otmio vapor 2^200
res e maisacretadas marcas a idOOO e t200
11500 e U a garrafa.
dem Bordame, Mdc e St. Julien
7>5O0 e 6,5500, a dnzia e 640 rs. a garafa.
Genebra de Hollnda 6 laranja- dtoard-'
matica a e50f3. 7J, Hi55O0, a frasqneira.
Seroja Bass, Illets & Bell a 9*5600 da-
zia cm porfo ha grande abatimento.
dem marca T e 1* e outras marcas
35500 e 65, a dazia e 500 rs. a garfafe.
e 35400 cada um.
Aietria, macarrao, taHiarim a 500 rs. a
libra e ilaOO o kilogrammo em caixio ba
abtimeato.
Sabio mana de 1* e 2a qealidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Totairrno de Ehmoa muito alto a 400 ts.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grant dilrferra.
E' dispondo d tio grande, e va/iado sortimento que os proprietarios db PA-
VILHiO DA AURORA se apresentam ao publico dedarando desde j rrae a sincerida-
4e e o bom gostoo movel nico de seos negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura llie
ja necessark), os proprietarios deste sumptooso estabelecimento recorainendam-se
em recelo de serm coutradictos e protestam esttercar-se por eontinoar a mordcef
protecio que se Ihes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento no sahfrt
fregu i descontente.
Contina-sempre a oficina de alfaiate dirigida por urn dds uaais habis artis-
tas, prompto exeootar com promptidio e bom gosto qualquer trabalho que Ihe teja
confiado. Urna modista especialmente oceupada nos trbateos do PAVILHAO D-i-AU-
TORA,.dirige os que IHe sSo cooceroentes, garante por seu apurado gosto eproapdae-
el exeCCio e a mais completa perfeicao nos seus trabalhos.
A nomeroM fregaMia-jque aos honra dtn prova de que nterecetat* Cqt-
dttqiw se dispensa ao nosso esUbetecimeato, conceito que procuraremos rnltJOT
vei mais. Para, facilitar anda a concecucao- do fim 'quinos ptopomos,' temos
stbeleciiJebto os ultmosfigorinos de Pars, que recebemos por'tdos' os pH"1"
qttaes envttrt'C(tes para aerea vistes as familias' nos&s tfegffezas, fi de e
tem o padrle d fazenda o gesto na forma.
N officna de au>iale-,JMto MMtabelecimiMtb; haitalnnf'JS
peahemenqd*'^KUA os vaporea se ibebem.
W e*teo tMde; fte nos wntiMs' pdSMb a proteo^'db^fflttsyp
poblicoec6A'6''i^pr^al^'rMte
tatn o uosso eSWlecnnto- certas de
todo que podem desejar.
Assim Como ha oatros moftos gneros, vinhd eta ancoretas, azejtonas,
passas e figos, charutos fiiios tte diversas tafca/marmeladi, bolachirihas de tdas
qnalidades, prbra, rrtBfcy-fswjtt, a, B, c, Hledlutn, nllxed, sWh Fandy-nionac, pa-
lace de Varietes, combiaation, Brttatihl, db de guiaba fimf, ^Otrricas, msrottigak-finas
franceza e inglezav banha de Mlimor, ptephnTOS de^yxnryt, Cognac, cb de drrer-
sas quaiidades, Caneua, pjmenta do reino, ervadoce, pomada, encofre, brfluf."peixe
em latas de todas as quaiidades, farinha de mimo-americana, grandes molhps d sebol-
las, nestes.dousarmazens xs^ tambera granle sortimento de lolas proprias para ne-
gocio, que pelos seus, commodos prco faz vabtgem aos compradores.
excellentissimas Sras.^VtW0
ManViarMBleiros levar as faidodas eamostras onde
lio podwfePWTtudo quanto tomos'.'"
ABerto das 6 s 9 toras da noite.
UMi1 PftINDAi. Linees objses dourados'd tlfelicados gostos, proprios'
para meninos, vndese no BAZAHIftA KJDA.
rs BftPHSlAUS Bme*3i^*Aosdes^rri*fraf^s,lfc*s.t0wtifi6'
e setim, sapatinhos etc. ai
filPUl 'Offtat atoipfesi, brW>'*rjWB, cott'htdas ramagans '
i jealiade.-muiM PWfHOs ^M^caoiisaiAtaMirB^faze^itfpt^ 'fact^i%i
par640rs.(pecMittam>
$
Ocordeiro previdenti
Raar do Qnelmado re. f tt.
"ovo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de peri
martas, de que effectivamente est provida
ioja do Cordeiro R-evidente, ella acaba (i
receber um outro sortimento que se torn
jotavet pela variedade de objectos, superior
lade, quaiidades e commodidades de prt
,?os; assim, pois, o CordeiroPrevidente pe 8 espera continuar a merecer a apreciac'i
do respeitavef pubhco em geral e de su
boa freguezia em particular, nao se ata-
cando elle de sua bem conhecida mansid!
e barateza. Em dita loja ncoctrario o
rpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murrav A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, frai
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilei.
Elixir odontalgico para conservadlo
isseio da boca.
Cosmetiqnes de superior qualidade e che;
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparenv
s outras quaiidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essenci? imperial do fino e agrada vel che
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad.
som escomidos cheiros, em frascos de difi<
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mios.
Ditos transparentes, redondos e em fig~
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bar;
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan-.1
(rectas.
. Ditas de madeira invernisada contendo I
oae perfuman a?, muito proprias para pr
sePtes.
Ditas de pape'So igualmente bonitas, tai
oean de perfumaras finas.
Bonito vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com. p de arrr
t bonea.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras differeau
cualidades tambem para denles.
Tnico, omatal de Kernp.
Aluda wU *HBca.
' Um outro sortimento de coques de c.
vos e bonitos moldes com filete de vidrilhi
s alguns d'elles ornados de flores e fiu
sstio todos expostos apreciacao de qc<'
( pretenda comprar.
GLLINHAS" E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muilo gosto e perteicio.
Flvcllas e fita para rilo*.
Bello e variado sortimento de tees obju
loi, ficaado a boa escoma angosto do coi
P^. ,.......
KBFUIUM& Fino**iliettes
isdes, eataaastea, Mee, poandssu wtoi-t
y 9MmU. UMn can*aa
que lhesdaaaea)aiisjar'tdl
I CMaaaa, calieres,
luMci^atoM eanteatMiea-auffeatov
tudo por commodos presos, no BAAMbft
" ^maiMp
iweBf08-agaB3dedrveTBi8
i lavas contendo urna prepara]
js, trancas, fitas, botoasy bicos
^stoisstaWicaaaato^
sMQttoiilnsvHova noN,f,eato
fichas hamburgnezas
NeaO SjwiHiposito recebe''pw toos-ix*-
qocUs ttMsJantico bichas de aaltdade upat.ot
evafdetfteerrrcato oa pofCioAaJs peqena,
e mais barato do qne em ouira >qnakfoer part:
nai roarasntedeo *,ya' Cabellos
Vendem-se cabellos de todas u cores* quaiqoer
primenlo, quatitl werief, cm taima
a xu 4 Gt4aia (k> B
>>...... I n n i
',

ama machia de costara propria de
conro; na roa da Assompfio o. 52.
cosef
500
700
Rtvaf sem segu ido
ltUA DO DfeftE M-A3IA8..N.
Estou disposto a continuar a vend r t'idas
as mindezas prlos baratis-irnos preQus u!iai^
xo declarados, gdrantir.Jo todo bom e pre-
cos admirados.*
Pacote com 20 quaderoos de pa-
pel amisade a. .... .
Caixascom 0 eaderaaspapel pau-
tado a. ....... .
Caixas com >0 nnvellos de linha
do gaz a....., 400"
Duzias de meias croas supfrioi
qualidade a......' :|>G00
Pecas de lubadinlios cim 10 ^>
rasa......... 500
Pecas ile liras bordarlascom 4:2
metros cada pvra a J500 e. 25'000
Pecas de litas para c de q- al-
quer largura coro 10 varas a. 500
Esa.vas para unhas far.^nda lina a COO
Ditas pirra denlos a 240, 9i(T,
400 rs. e....... 500
Pegas de tranca li^.is. brencas e
de. cores a..... 40
Caixinhas de madeira com aliine-
tes fawua superior a. 400
Libras de la para bordar de to-
das as cores a......W500
Duzia de linha frxa para boida-
dos a iO rs. e..... ."00
Pares de meia^siw. raa meni-
nos diversos tania:ili:)s a. 320
Caivetes finos com 4 foMs fa-
zenda suprior a..... |;>'00
Duzias de meias brancas muko
linas para senhora a. 4)5500
Pares ce sapatos d". tranca do
Porto......". ;.>000
Pares ('e sapatos de tapete a. I|B68
Livros do mis^a abreviados. IJ809
Duzias de baralhos para vallante :i,WK)0
Sylabarios portuguezes a. 400
Gravatas de croxc todas as qoa-
lidadfs a....... 509
trdes lisas para senhora a. 320
Redes com contas mnito boa qua-
lidade a....... 640
Cart5es com -colxetes 2 carreras a 20
Abotoadoras para colkte diversas
qnalidades....... 400
Caixas com pHNM de ai;o muito
boa de 320 a...... 500
Caitoesde hnha 200 jardas-posa 400
Duzia de liaba 200 jardas Alexat-
dre de 40 a 200 e, l^OO
GMtra rom superiores obrei s a. 40
Dtizia (ln a<.'iillia para macbina l. 2^000
Libras de pregos francezes lodos
os tamanhos a...... 240
Talheres para meninos a. 320
Pares de sapatos de tranca para
meninos a ...... 44500
CHARUTOS
DE
u
HAVAN
LEGITOOS.
Chegaiam roa da Cadeia do Recite : 13.
Massii batid- itOn,
Valdivino da plvora ven4 mas- Laii.la e in-
gleza para ftgos : uo seu 1HMMM <'- '' da ra
Imperial.
Atten(?o
Ka ra do Duque de Caxi*, oatr'ora ra (i,.
Qneimado n. I!l, vende-se eambr;:i.is miadiAbfta
e de Dures, bonitos padres e Anas a ; UO e 360 rs.
o covado, barato.
Vende-;-e uma escrava de 19 annos !* ida
de, e soffrivet engommadeir : a tratar na ra
Nova n. 57, andar.
Vende-se urna escrava de a o! b' nit;i
figura, sem vicios, sadia, coiinha o ordinario do
uma casa, tem principio de engomuir.dn e h*a
bem ; o motivo da venda se dir : na ra do Pe-
res, sobrado n. 27.
Cantara 'Je Lisboa
Sol.-ira?, hnmhreiras e capitel* para frentes d*<
casas, o que lia de melhor : vraa na arma-
zem da travesea do Corpo Santo n 23, de Joaqoim
Lopes Machado A C.
ESCLAVOS FGIDOS.
RSULA
Em fuga para o Ico, doude
natural.
Auzenun-se desde o da 9 do .ifcril do corrente
anuo, a mulata acaboculada Orsula. de idaii- pun-
co mais ou menos 30 annos, eneia do corpo, ca-
bellos corridos, tem os dentes da frente p- reos,
falla descancada e o maior -igual finia impipem
em um dos" bracas desde o colovpllo at a nm-
nbca da nao, snppoe-se ter seguid. para o Ico
donde natural, leven vestido "de cuta escuro
com listas encarnadas, acostnmada a dar-llie a
gotta : quem a pegar leve 1 ra da Matriz da
Boa-Vista n. 46, on roa da Croa b. 26, que ser"
graliGcade.
Fugio no da 11 de marca do wirrente aun
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 anuos,
com os signaes seguinles : caberlos earaprihix,
roglo descarnado e cm marcas de bexiga-, iotitu-
la-se ser livre, levoo calca branca, paleiot te al-
paca de aor, chapeo de chile, uauwal da Parahv-
ba ; o nicsi'i fui comprado ao Sr. Delmiro Airen
Maia, morador na Paral.yba. e jolga se ter ido
para o mesmo lugar. Desde ji pmtesfase contra
a pessoa que o liver oeenltado ; e reg -se aos ca-
piies de anipo. assim c< m anti.hdades poli-
ciaes que o tragam ra Direita n. 16. que serao
generosamente gratificados,
Gratificado de 200^
CMliia a esta futido o ?-.> Piac^m. ten-
do ,}a/sdo pprehendido o ser> pareeirn de nom*
Ijuciano que com elle tinba lagido. Segondo as
ni)rma:oes adquiridas, lem p Procopio seguido a
caoiinho para Japinriba, fateoda* Boqoeirao rl'.
Cunha, da provincia do Cari Os >igoaes de
Procopio sao os egoistos : moiaio, de sutura
baixa, gordoj barbado, com as macaos do rosto
salientes, pescoco muito tatk/, hombros levanta-
dos, pis pequeocs, bastante ladino, e representa
ter 38 annos de idade. Quem a prebende lo, rec-:-
ber a gratificarlo cima mencionada, no enge-
nlio Massuatoa. termo da Estada, ou no eserqiio-
rk> de Bernudiao de Sena Poottat, coa da Sn-
wla rr.38. __________________________
Faga consur a quen OMvior qn^ em vir-
tude de ddibfrages do Exift. Sr. presidente da
provincia, de 7" de abril nllin e II de maio rnr-
rente, o Exm. Sr. cobselhero dieWflr jreral tete-
rtnodaintnutin puufea, Wnfcdnalaamdi odia,
9 do ruob pwnimo vindonro, patas Ki ars d
machia, pira ter lugar nestt secretaria o ;xm
de verillcacao, de capacidade para o magisterio
prknario doqo ftwiahae, ao'oat sern admil
tldat, adaia aarwhiws, rerm. afl -
de poder entrar no conr3ursoa que se vai proce-
der para .ptovimeato das cadej da ipsi,-orcau
primaria do sexo fcmmteo, qMM acliam vapas,
como tambem io qne para tai fim M qaitetHR
jmnwvpttaaa leoMtm, ntt*m Oaatoslroc-
Cas de H dfrfaMMtde t%. al o da do me*-
mo mea.
Secretaria ft InsttTfCcio ptrMiW"e erlaaiti-
m, 28 de maio do 1870.
O secretario,
Aureliaw Augusto Pereii de Carvalho.
a
-V
v .
Miif, 'ainru.



h.
m
X
Diario de Pernambuco
-----,-Alfil-*fa mIhiiI
-
Quinta
eira 2 de Junho de
*y-
ft,idniimi,i<
1870
jniuiU
-_.
AS&HBLEA GEB&L
CAMARICOS DEPUTADOS.
SF.SSO EVI 14 IIF. MAlO.
.Dhciuso da interpellafo do Sr. T'ixera
. Jnior, sobre o cl*met>to servil.
a opinio qu', e:i attrbui
mesma que S. Exc. o Sr.
(O.ntiowcio).
Ao con(rr;k> da nobre dcputail i, e
sempre que se trillar de urna reforma de-
pesjtarei toda a confianza na iniciativa in-
dividual, no bjrn s ;hjo do pavo, que legis-
la mthor para educacio e pelos costuines,
do quR poiem'legislar os representantes
da nacSo por meio de !es expressas, que
Mrto let-a morta se nao germensde graves
i^rturb.xoes, quando nao se confortuarem
com o espirito e a ndole da sociodade.
(Apoiados.)
(Troeam-se apartes.)
Disse o nobre deputado: Pois o gabi-
nete de 16 de julho, era cuja sabedoria en
confio, lia de deixar esta questo entregue
is incertezas da opinio publica ?
I certezas da opinio publica! Pois, se-
aores, a opinio publica nao a ralaha,
i verdadeira soberana nos paizes de sysle-
raa representativo ? (Mutoa apoiados.} O
que sao essas incertezas da opinio publi-
i .--nao as aspirac travadas de perple-
xid les e receta vagos no momento de
relvender um i reforma que, precipitada
e brusca, pde-llie ser fatal ?
(Trocam-se apartes.,)
Eu, senho.es, me regosijo e me felicito
p.ir ver quj ji urna vez a opinio publica no
Brasil tomou to deci (idamente a iniciativa
de urna grande reforma social, e ha de rea-
hza-la mais promptamente do que o pode-
rlo fazer os representantes da nac5o, os le-
gisladores do paiz. (Apoiados.)
I '-.i a Voz: E mais sabiamente.
O Su. J. de Alencaii: E com nnis sa-
bedoria. sera abalo, sera ofensa da direito
adquirido e de urna maneira, corao j tive
ocenilo de o dizer, muio mais digna do
Brasil. Ninguem eniose lembrar de apre-
goar, as nacoes estrangeiras nao poderao
acreditar que o legislador do imperio, que
usa forrea superior impoz ao sed paiz a
emancipaba.) cintra sua vontade, contra seus
\ nos. Ser a propria nac3o que, por meio
de sacrificios parciaes de estorbos coiamuns,
realizar essa reforma e dar espontnea-
mente esse bello e-xempJo de respeito ci-
rlisacJo moilerna.
Vo7.es :Muito bera !
O Sn. w \i.k\car :O nobre deputado
pirecea- enxergar urna contradicco entre
aiguns artos das assemblas provinciaes e
ao governo. a
presidente .do
conselho acaba de manifestar em nome do
gabinete. Entende o nobre representante
do Rio de Janeiro, que rae- pretendendo o
governo iniciar medidas em relac3o eman-
eipa^o.oj actos "das assemblas provinciaes, J
'indignando disposirao acerca de auxilios
5.n manumisses e os actos dos presiden-
tes da provincia dando execuco a essas
las. importam urna contradicco manifest
con a aililode do gabinete.
alas, aeobores, es assemblas provinciaes
s3o ndepeotes (apoiados), o governo nao
pode inhib-la* de legislarem em materia da
-m competen-i (apoiados); pode, certo,
pyr meio de instrucebes aos respectivo3 pre-
hntes retardar a promulgado dessas leis,
negando Ibes a saneco; mas nio pode pftr-
Ibes um ven (apoiados). AOnal ellas ha-
viam passar pelos tnmites constitucionaes
e seriam executadas. (Apoiados).
Dmela, essas leis n3o contrariaram a at-
u'toda que tomn o gabinete, e pelo menos
DO tempo qm tive a honra de fazer parte
delle ; os actos a que alludio o nobre depn-
tdi nio significara senlo a concurrencia das
a semblas provinciaes em favor do pensa-
mento humanitaiio da inanuraisso privada;
l> a co.i(ljii\ai,o em prol dessa rcvolu-
i moral operada no espirito publico, foi
a quota que as provincias juntaram ao obo
I is particulares: Nao se tratava de in-
ar nem le retorra r a legislado. As
nossas leis a respeito desta questao perma-
:ram intactas (apoiados); nao houve
[06 ao direito de^propriedade, ao con-
trario, foi rehilado : prestiu-se homena-
ra a elle.
Nio ha, pois, a contradico que o nobre
deputado parecen enxergar.
Quant) a actos posteriores a minha sahi-
la do gabinete, nao me compete responder.
Ivo pretendo agora fazer opposico, nem
devo crear diltculdades ao gabinete de
1. de julho nesta qnest3o.
Mas n3o posso eximir-me de declarar
; aiguns dos fictos posteriores ainba
ri-irada do governo tornariam incompati-
veis a minha presenta no ministerio se eu
tivesse ainda a honra de continuar a fazer
parte dclle.
Que as assemb'as provinciaes votem quo-
Lis para emanciparlo coadjnvando assim a
i'.iva particular e as nobres aspirarles
) espirito- p itilic >; que os presidentes das
provincias executem essas leis, comprehen-
!> Mas gil um presidente de provincia,
contrariando o |>ensamento do gabinete, se
rersta do direito de, ecu urna falla de aber-
tura da assembla, enunciar ideas sobre
nmaq^eslo de.>ta importancia, que nao
da competencia do legislador provincial, e
sobre a qualHe alo pode entender, o
que'no parece compativel com a solidarie-
dade que deve ejlslir entre o5governo e seas
imraediatos delegados.
ans podei
wa Voz: p^le menos jnconyeBtrote. p damno^ i [f lwour
FOLHETIIKI
OS DRAMAS DA ALDEIA
POli
Ponsou du Terrail
(Continoacao do n. 122).
Xl.lll
A Cabrita corria, saltando vallados, trans-
pondo mattages e approveitacdo atalhos
tudo com o fim de encurtir caminbo
Passeu como um raio pela casa do guar-
da Lebouteox, da qaal se approximou nos
bicos dos ps, espreitando pela janella.
O guarda, a mulher e os filhos rodea-
lam urna fogueira.
Aquello tirara as polainas e dispira o uni-
forme, indicios todo de que nio sabiria
essa noute de casa.
A Cabrita proseguio seo caminho.
Cbegou herda ie do Sapal, onda tambem
espreitou.
Abi n3o vio luz e conclaio que o mora-
ores dormiam.
Nio passou, porm, adianto : sentou-se
i beira da lago* e poe-ee a meditar.
Assomoulhe aos labios um nome :
Minos !
Jos di Au:jdveV;Ein mioaa'opi-
nio mais do que inconveniente : 4 iocom-
pativel.
Tonln-m- aloogado alem do mea intento :
disse, comecando, qn-? n3o pretenda discu-
tir a materia da interpeJIari : liml'o-me,
pois, a ejtas considerag5e9, e peco descul-
pa cmara de Ihe ter roubado algara lem-
po, e de a ter privado de ouvir al?um ora-
dor que ma s a interessasse. (Multo bem;
muito bem.)
O SU. ARAUJO LIMA ;Sr. presidente,
direi poacas palavras acerca do assumpto
de que se trata.
.OppoUa religio, moral, ao direito,
civilisaco, a escravido est murta em prio
cipio.
E' crenca universal de todo o Brasil. J
se disse nesta casa, e folgo de repcli-lo.
Nestas circunstancias, cjmbai-la com lon-
gos discursos, seria tSo ridiculo, como os-
tentar valenta depois da victoria. Quaes-
quer que sejara os sentimentos de compai-
x3o ou de justica, qoe'inspire orna race,
compre ter em maior respeito a seguranca
da outra, que representa todos os interes-
cs, toda a civilisacio do Brasil.
Serei, pois, muito pareo no que lenho de
dizer. E at deploro qoe o governo con-
sentisse que se encetasse urna semelhante
discusslo, quando poda evita-la, dando as
explicar-oes devidas sens amigos.
Mas que respondeu o Sr. presidente do
conselho s hterpellacbes relativas qoes-
to servil, que Ibe foram dirigidas? Gran-
deza do mal; falla de esto* >s; inopporta-
nidade. Eia a que limitou-se. Nada disto
satisfaz. A abolic3o da eseravidio trar,
sem duvida, grande perturba?*) na fortuna
publica e privada ; ninguem osontesta: en-
sinam-o a razo e a historia.
Mas o mal nao ser tamanbo se se proce^
der com sabedoria. prudencia e-vagar. Ma
o mal nao ser tamaubo, se, por parte do
governo e dos particulares, se applicarem
lodos os meios para pedirem-se bracos a
qualquer parte onde apparecara, Europa,
Asia ; bem como para augmtntar-se.com
os melhoramentos que sao comesinbos, a
forca productiva dos que se empregam era
diversos misteres da lavoura e da indus-
tria. Apezar de tudo s mal inevitavel ?
O que fazer? Pikle-se z mbar definida-
mente dos principios eternos da religio, da
moral, do direito ?
Pde-se resistir eternamente torrente
impetuosa da civilisacio, que assoberb* to-
do o mundo, excepto o Brasil, em que ha
escravos ?.
Meus senhores, quando os males assu-
mera o carcter de necessarios, s ha um
meio de aligeira-los, a resignacao, como
com resignaco e sem gemidos se corta a
parte gangrenada do corpo humano.
Falta de estudos f i l Senhores, existem
(raba Ihos a respeito da questo servil, est
no dominio publico, no seio do governo,
como uo seio do conseibo de estado, desde
1866.
O Sn. Andrade Fkueira :Ninguem al-
legou falta de estudos.
O Sr. Araujo Lima :Sao decorridos
mais de quatro annos, e carece-se de estu-
dos E o governo nao procede a estudos
aiguns!
O Su. Andrade Fiuuera :Falta de da-
dos estilsticos.
O Su. Araujo Lima :O sabio de Allema-
iiha. tenho lido, um continuo estodo. O
governo do Brasil, antithese daquelle, um
continuo nao estudo!
Inopportunidade Durante a guerra do
Paraguay era inopportuno tratar da eman-
cipaco. Acabada a guerra, inopportuno,
porque seos elfeitos perdurara. Passados
longos annos, ser ainda inopportuno pela
mesraa razo!
Senhores, ha dous meios de combater
urna medida : a negaco do seu principio on
adiamentos e delongas eternas, que se cha-
mam sophismas dilatorios. E' o gabinete
mantenedor da escravido ? Diga-o clara-
mente. Nao o ? Falle com lisura. Longe,
longe sophismas dilatorios, que n3o teem
mrito algum, nem ao menos o da franque-
za e lealdade, que nobilita todas as crencas,
por errneas que sejam.
Assim, nao parece justificavel o procedi1-
raento do governo.
Em que p se acbava e se acha a questo
servil ?
- Dominando a poltica liberal, por mais de
urna vez se alludira a essa questo, no dis-
curso da cora, e at em cartas da mesma
corda.
Sobe o gabinete de 16 de julho, e reina
um silencio o mais profundo sobre tudo.
Que resulta d'aqui ?
Senhores, frma-se a crenca no Brasil
que dos dous partidos que o dividem quer
um manter a escravido a todo custo, e o
ouiro abol-la por igual theor.
O Sr. Pinto Lima :N3o ba partido es-
cravigista.
O Sr. Araujo Lima :Estou disto perfei-
tamente convencido ; mas existe a crenca a
que alludo.
(Juats as consequencias de semelbante
estado de cousas ? Embalam-se uns com
esperancas falues de duracao indetermina-
da da escravido; apawam-se ootros com
sustos chimericos de abolico immediata
cuja influencia mais PjQda|t(f faz
deliberacio da caraaraa mocio do nobre
depotado, qoe coirsidertf como tima indica-
de terrdf; Mfeifln seus trabalbes 3
retrahem-se sree'ursos de qfe carece; al
os capitaes vio emigrando para a Europa,
cou. receio da catastropbe, que se repula
inminente.
O Sr Andiiadk Fiheira :N3o apoiado.
Os escravos se vendetn por maior prco :
n3o ha maior prova de cenfianca.
O Sr. Araujo %**>>E" podfcria citar
nomes em abono do qn digo.
Como conjurar semelhantes pernos .'
intrnente tem de ser apre
o opportuna, para seguir
oAofenaiento.
biU-idK%m):-Sr.
mais^c^dino respei-
que V. Esc. dirige nos-
anca para dizer-lbe
qae sua opii8o-rt3o parece fondada.
stjlos da casa, que sao os
melhoFes interf retos da lei, tem-se dado
mofSes semelhantes i de que se trata.
Recordare! pqwe occorre.u 'com o gabi-
nete de 16 de julho mdnifestando-he a c-
mara de entSo, por,forma' anloga, a sua
poltica franca, sincera e elrgJca[falta des#otifianca.
da parte do governo seria o meio mais ade- Releva accrescentar orna observacio
sempre qse esta cmara exerce qualquer at-
IribuK'o, qne Ihe confiada, a votar o
quado para tranquillisar os espritos e res-
tabelec-T aconlianra/ to profei^M^^
abalada.
Reconheca governo a emancipa-
Co como faci indeclimvei; promena pro-
mov-la com sabedoria e vagar; d toste-
monho de sinceridade com alguma medida,
a liberUcio do ventre escravo. E todos
conhecerao a lei qne Ibes est destinada ;
e todos se preparara para debeilar a trise
que bato porta. E tudo se dissipar, es-
perancas fallazesv como temores vaos.
E aqu, senhores, chamo a attenc3o do
governo para o facto das a^forrias-, em qe
adhere a opinio do honrado depoado pete
Cear, que se mostra favorawl iniciativa
individua!.
E' noavel o nKwimento qneseopera em
todo o imperio, com relaco alforria de
complemento obrigado Reconhecimentode
deputados,eleic3o da mesa, de commissoes-,
reqoerimentos, indicacbes, resotoebs, 'eia,
tudo poesa por vo'.aco. S a ioerpellacSc-
far excepeo regra geral ?
Compre ainda notar, qne sem a votaco.
tanto o regiment como a mierpellaro ca-
receriam da racionalidade, que tributo
esencialmente inherente ao- hornera, Qual
- o fim de ama tn*erpellar,3t?
Quer-se saber a opini3o do* governo bem
como da cmara, sobre urna questo dada.
Sero votaco impessivel seinelhante resul-
tado. Tudo- se reduz a urna parolagem
sem razo e- otilidade reconheeidas.
Do exposto' resolta que moco qwe
escravos. AssemN-.ias provmciae, presi-iacompanha ama interpellaro nm reqoe
Quera era Minos ?
Era um cao, um molosso, o guarda fiel
da Raposeira.
Quando todos os moradores d'aquella casa
dormiam, Minos velava.
Os caes de caca estavam encerrados e o
perdigaeiro do commandante dorma dentro
de casa.
Minos, porm, sentinella vigilante, diva-
gava por todos os lados, pobre de voz, mas
rico de olphato, vigoroso de denle.
Os mendigos e larapios sabiam-o de so-
bra.
Se algum d'aquelles se lembrasse de ir
pedir hospitalidad Raposeira, Minos sal-
lar Ihe- bia ao pescoco, ertrangulando-o,
sem mesmo se dar ao incommodo de ladrar
lio cioso era de nio perturbar por cousa
pouca o somoo de seos amos.
Ora para por o fogo granja era preciso
ali entrar, e a Cabrita, no sea enthusiasmo
pela vinganca do Mulot, nao se lembrra
ao principio de Minos.
Minos era um cao feroz qne o comman-
dante na sua ultima carapanha tomara n'um
aesalto, nio sem provar-lhs bs raivosos
denles.
inostinha eatiodons iodos.
Agera contava os seos quinte e conser-
vava tanta robustez como eolio.
Eslava, porm, ais dcil, respeitando
as pessoas conbeddas da cita.
dentes da* provincias, associaces purticu
lares, fazendeiros, eaimelberes oceopam-
s de semelbante materia!
OSn. Asouade Fkhjebia:Como-pou-
co fado iste, devemos augmentar a cbaama.
O Sr. Aoftvjo Lis;:Semelbante- aovi-
ment, poto que nobre e gewroso, pode
tornar-se desordenado, levar a perturtseio
ao seio da popolaco e arrasur mesiM) o
governo medidas qae Iberio sejam sym-
pathicas-. Jlgo prudente que o-governo se
ponha frente delle, domine-o> e dirija-o
convenientemente.
E, senhores, a opinase nacional, que- se
manifesta- por toda a parte com tanta ener-
ga e espontoneidade, deve animar o gover-
no a acceitar.a liberlaco- do venlre, a que
tenho alludido; porque a medida mais
simples e de menos inconvenientes, com
respeito emaaeipaco. Dispensa estudea-;
atiende opoortonidade; aprovetta ao es-
cravo, e pouco on nada ^rejodic ao senher
do escravo. Al 10 annos o eseravo a
presta servicoe de valor ^ poder-servr per
aiguns annos, em compeasaejio da crea fas
qoe recebe.
(Ha algn* apartes).
Senhores, a transic5o da escravido para
a liberdade ba de ser neeessariamento acom
pandada de inconvenientes, difitoldades-e
perigos, que s poderie> ser removidos-e
enfraquecidos pela inteliigencia, actividade
e patriotismo de todos,, do govamo, como
da naci. O- meio que indico, parece-meo
menos detrimentoso. Em todo o caso, o
peior systema, a meu ver, a inercia a que
o governo se condemna.
Senhores, nos piizes livres a cmara dos
depotados, que sabe immediatamente-do
povo, que repete toda as palpitacoei de
sen coraro, exerce uom inQueneie prepon-
derante nos negocios do estadfe, coir* ba
pouco reconheceu o Se- presidente do con-
seibo quando pedio qne a cmara iniciasse
alguma medida cercatda materia de q/iese
trata.
O Su. Presidente do Cqnsel'JO :Eb nio
ped.
O Sr. Araujo Lima :Ou lembrou qbe a
cmara iniciasse o qae repotasse conve-
niente.
Senhores, usando de nossas atlribuices,
animemos, impillamos o gpverno, que se
mostra demasiadamente tmido para fazer
alguma cousa.
O Sr. POMiomm o Co.tselho :Apre-
sente-a o nobre deputado.
O Sr. Araujo Lima :A libertaco do
ventre a idea mais simples, que traz me-
nos perigos, que tem sido abrasada pela
opinio publica (nao apoiados), que tanto
pode em nossa forma de governo.
O Sr. Andrade Figuea:Nio a opi-
nio publica, a idea de meia duzia de es-
peculadores.
O Sr. Araujo Lima :Senhores, iniciemos
a libertaco do ventre, que o comeco bri-
llante da obra grandiosa da emaneipaco.
E' a nobre expiaco das culpas de nossos
pas, de nossas proprias culpas. E' a glo-
rificarlo do hornera para glorficacio d'A-
quelle que no Golgotha sellou com seu san-
gue, em caracteres eternos, a igoaldade bu-
mana.
Vou mandar mesa um requermento no
sentido em que tenho fallado, e o seguin
te : Proponbo que encerrada que seja a
discusso da interpellacio se vote a segura-
te mocSo :A cmara dos deputados con-
fia que o governo com toda a prudencia e
sabedoria inicie medidas que se refiram
libertaco do ventre.
O Sr. Presdeme :O regiment na par-
te relativa s intorpellacSes s trat da dis-
cusso deltas e seu encerramento, sem es-
tabelecer votaco. Assim se tem observa-
do sempre, e portante nao posso sujeitar
Se o Mulot viesse de noute Raposeira, legua, mas que vale urna distancia d'essas
Minos lamber-lhe-hia as mios, mas a Ca-
brita nio eslava no mesmo caso : se ali a
apanhasse, estrangula- la-hia.
Portento a Cabrita ruminava a idea del
apasiguar Minos -e conservava-se sentada i
beira da lagoa, atirando pedrinhas agua,
quaodo te ve una inspiraclo.
Lembrou-se de Frpaddo, o Mata-c3es.
Este homem, que maiava os eies IheiosJ
possuia urna cadella que nao dava ein troca
de ama fortuna. f /v
De raga atravessada* de eo de gadc*e
perdiaueiro, tnha um olphato. diablico e
dava a morte mais caca do qae qoantos f nio se eDganava.
lacee bavia, ABateu porta: respondea-lbe
riroento que como elle deve ser discutido e
votado. Confio, pos> que V. Esc., reconsi-
derando seu acto, sujettar voaco a mo-
co qoe aprsenlo.
0 Sn. Presidente:Os precedentes qu
citotro nobre deputado nao se deram dis-
rocindo-se interpellacces.
O regimenlo muito-positivo a esle res-
pekoi e eu, tomo fiscal delle, sou abrigado
a eaeentar o que nelle- se dispoe. (Apoia-
dos)!
Se manadisposco regknenal sobre
o assumpto, compete acamara amplia-la
pelos- devidos tramites.
0>art. 138 do regiment* qne o ultimo
qoe>ata das interpellaeoes, s falla do de-
bate o-encerramento delle, sem fazera me-
nor referencia votacuo do assumpto sobre
que versar a ioterpellac5o.
Assim, ainca quando precedente bonvesse
de votaco, trata,ido-se de alguma interpel-
laco dos termos dos-artsi 136 e 188 do
regiment, o que nao demiastrou o honra-
do membro, eu nao o-observara sem que
a casa sanecioaasse epressamente lai' pre-
cedente.
J disse que considerava a moco do no-
bre deputado como orna ndicaco. que deve
ser Kda em tempo competente, e sujeita ao
exame de urna da commissbes da casa an-
tes de ser discutida e votad.
Na discussiwda resposta a falla do throno,
por exempto, teria cabimento esta rne^o,
como emenda; agora nao.
(J*aosa). So nao ba mais qiiem pee> a pa-
lavra sobre a interpellaco.....
O Sr. Tekeira Jnior (movmeato de
atieocio) :-rA posico, Sr. presidente^ em
qoe ora me aeho enllocado por certo to
embaracosa quo inesperada!...
De ara lado o nobre presidente do con-
setiodo gamnete de 16 dnjolho. ao qual
voto a mais sincera dedicarao, e de ootro
lado o Ilustrado ei^minisbrod Justina, cojo
carcter e kHastracio eu admiro desde os
bancos acadmicos-; ambos- estes Ilustres
oradores aeabam de causar-me as mais se-
rias decepebesI
Eu que quera acbar o lo de anio en-
file as, opinioes thssidentes que podessem
existir no partida coiservador a respeito
desta grave questo ; eu que quera tran -
quiliisar os es pin tos re/lectidos, que nao po-
dem deisar de estar impressionados pela
gravidade da sitoaco, creio que obti.ve um
effeito ioteiramente contrario, porque, em
logar do lo qpe pretenda acbar. paca unir
as opinioes diseidentes, achei urna muralha
de bronze levantada pela divergencia em
que estio aquellesque pensara-que tempo
de dirigir a opinio publica nesta grave
quesiao, e aquelles qpe entendem que nada
por emquanto se deve iniciar* at que baja
maior reflexao e se completem os necessa-
rios estudos exigidos pelo assumpto.
(Ha um aparte^
ti com effeito urna terceira, qual a da-
quelles que pensara que nada se deve fazer
nem boje nem amanha, e que essa grande
revolucio social deve ser abandonada com-
pletamente ao arbitrio da iniciativa parti-
cular.
O Sr. AxdradeFiguea :Principalmen-
te emquanto nao for opportuno aos poderes
pblicos dirigi-la.
O Sr. Teixeira Juxioh :Essa a se-
gunda ; a da opportunidade.
O Sr* Andrade Ficueba :Todas ellas
se reduzem a urna, que
questo emqnanto nao fr
OSn. Teixeira Jtwoa r- -Estaqnesto de
opj'i.rnnidade nao pdese/jnlgada sben-
te peio oobre depotad neta pot mn...
O SR.AtmRADfcfi^wAiPortodWos
como representantes d* naci; cada am de
nos fm da competencia dos seas aetos.
(Ha otros apartes.)
O Sr. -Teixeiim JltuBon ^-rDeeta raanelra
cedo da palavra, para onviVo npbre depo>
lado.
O Sb.Andr.ujeFrueira :fistou em mtu
direito dando um aparte, ma, se oliendo,
nao darei mais nenbum.
O S. Teixeira Amor :Te' successi-
vos % (Risadas.) Sou essencialments amigo
dos aparte, elles me auxiliam. dBo>me ma-
teria quando me falta, mas quando sao da-
dos seguidamente, a ponto de me kopossi-
bilitarem de follar, nao posso dewar de
pedir algum intersticio (Hiedas.)
O Sa. A.von/mr. Figuors :Nao darei
mais nenhum.
O Sr. Tbineira Jinior :Disse um dos
nobres depatados que me bonraramcora' os
seus apartes-, que esta qnesto de oppertu-
nidade devia ser decidida pela opinio pu-
blica ; mas se verdade o qoe ljeloqoen-
temeDte disse O' iltaslrado e-ministro' da
jastica quando; referindo-se aos grandes
commetlimentos da opinio prica; congra-
tuloose com O'procedimento qoe ella e9t
toado- a respeito desta questo, e se ver-
dade qoe toda as elasses da soeiedade te-
mam- parte neste movhnento parece-me que
devemos entender que tudo iseo indica a
opportunidade, que- compre-nos sao desco-
nheceri; porque, assim como j assignalei,
esse esfor?o< paroiaes, desiguaes, sem nor-
^mas' sem uniformidad, podem cauiar se-
rios emberacos e graves inconvenientes.
O abandono de um? questo grave e in-
candescente como esia pode promover, se-
no precipitar algum acontecimento impre
visto, e to desgracado; que eu mesmo he-
sito em completar o mea pensamento ; e
nao o coupletaria, se [-no tivesse elle o ca-
rcter official que Ihe foi dado por um de-
legado da immediata confianca do actual ga-
fete, o ilustrado presidente da provincia
da Baha. Animado, peis> pela autoridade
do exeroplo, eu observarei que, se omovi-
raento accelerado e progressivo que est
tendo a idea da eiraniipaco contiuoar en-
tregue s iospiraces das massas e e^deli-
bsraces dapraca publica, devemos reeear
qae todos esses esforejos- se esterisem e
originem a pe-rtorbacao- da Iranquillidade e
segoranca publica, e assim se realise a hy-
polbese raoito providentemente leobrada
pelo illustradopreMdente da Babia : aqnilla
qoe boje os podemos dirigir e regular,
amanha no pode ser imposto.
E para que nao se chegoe a este de-
pleravel sitoaco, Sr. presidente, qpe eu
queria ver afrente de tal cnovimento o go-
verno do paia, que, como en disse, a ata-
lia>col|ocada'na capola sosia! pira salvaguar-
dar os interesses pblicos.
(Ha um aparte.)
Mis quando em face das circumstaocisa
j descriptas, eu ouco o Ilustrado presiden-
te- do conselho desconheee-ta, e era- nome
de* gabinete-declarar que~n3ojulga amadu-
resida esta questo, que-ainda nao ebegada
a oecasio opportuna para a intervencio dos
poderes <> estado, ea n30 posso dear de
reeear seriamente pehhcaiaea publica-
9que eu esperava ouvir do gabinete era
a explicacio franca do seu pensamento
sobre a necessidade de dirigir a soinco de
taj questo..
Julga oo> nao o gabinete necessario e ur-
gente iniciar-se as medidas preparatorias e
reg lamente res que sao indispensaveis
mesmo para facilitar o pbilantropico concur-
so do espirito publico.?. -. esta a?questio.
As grandes diffxuldades nao se evitan
Dudindo-se com o tempo : o abaadono ag-
grava as sitaaroe qpe aquellas dorainao.
afinal.
A propria philantropia, os esforcos e sa-
crificios particulares loto com moitos em-
baracos por causa dos troperos- que offere-
ce a nossa legislaco.
O SR. Andradr Fioteira : N3o ha nen-
hum tropee ?
O Sn. Teixeioa. Ji-nior : N3o ha nen-
hum tropeco.
O. Siu Anorte Figueira ; N3o ha ; a
questo a indemnisaco ao proprietario.
O Sr. Teixmra Jumor : Pois eu vou
apresentar immediataraente ao nobre depu-
tado um tropeco que impossibiliu o con-
curso de moitos particulares ; e o nobre
deputado daado-lbe urna solucjo satisfacto-
ria como jurisconsulto, prestar um grande
sarvico ao touvavel intento da iniciativa par-
ticular.
A questo a segiinte: se eu quizer
realizar a manumisso de algans cptivos
mudando-1 lies a condieao de escravos para
de colonos, e para esse lira adantar-lhes
e ao tempo de tal proposta'
escra>, a. ortaato itetott ae^
ze-Io.
O Sr. Teixeira unior :O que eu re-
ceio que todas ellas vehham com effeito
a reduzir-se a urna, nao se tratando de cou-
sa nenbuma. (Risadas.)
O Sr. Andrade Fkueira : Emquanto nio
fr opportuno.
o valor necessario, cora a coodico de rae
retribuirem o valor adiaotado mediante os
seus servicos por um certo numero de
nao tratar da I annos, como poderei garantir essa indep-
oppottuuofa- nisaco tratando com um incapaz pela
para qaem projecte om crime ?
A Cabrita poz-se a caminho, voltou as
costas Raposeira e segnio para Yngran-
oes.
Em menos de tres quartos de hora trans-
oz ella a distancia que ia do Sapal a casa
e Femando.
Ere esta situada na orla da floresta.
Fernando era viovoe viva s.
A Cabrita dwae eomsigo :
- Estamos na,la nova, bom tempd
para a espera e Fernando deve estar no
nosque.

Quando a Cabrita, ao por do sol, se di-
riga para S Florentino, encontrara Fer-
nando de espingarda sobracada, regressando
casa.
Fernando nio le vava en to a cadella.
ACabrila perguntara-lhe :
Dar-se-ha caso qoe te matessema toa
cadeHa em paga de tantas qae tu teas mor*
Nio tenhaa susto responden elle. -.
Est em casa bem segara.
AgoaUa. conversa, qae livett logar ao
ace| i, determmava agora o expediente da teu-se
wSapl a Yd0r|ie9,litdit-9e vqi bol
o ladrar
da cadella.
Por va de regra, na aldeia nio se leva
a chave da porta. 4
1 A Cabrita metteo a mab n'om buraco
que ha va na parede e broa a chav : abri
a porta, eotrou, e i cadeHa, que a conhe*f
ca. recebeu-a com festejos.
I A Cabrita tiroa o aveotl, ateu-lh'o em
lioita do. pescoco e levou-a comsigo, sem
mesmo ter o cuidado de fechar a porta.
Seriam dea hora da noute. .
A cadella ao principio aatrebochou, ma
a Cabrita botea-lba a o animal obmet-


De Yngrannes i Raposeira diitava urna eonduzindo sempre a cadeHa aps de si.
legaa, pom a GabrMi tinto peinas rijas
nossa legislac'o ?
O Sr. Andrade Figueira : Pode, pois
nio ; na propria proposta se o escrava
aceitar.
O Sr. Teixeira Jnior : Isso no caso
de seren as vendas j:idicaes ; mas anda
assim corao pode ser valida tal aceitado,
alm de que, nio careca de chegar Rapo-
seira antes da meia noute.
A noute eslava estrellada e a la emittia
fracatua.
Como a maior parte dos habitantes cam-
pestres, sabia ella calcular as horas pelas
estrellas.
Calculou, pois, ser quasi urna hora da
noute quando cbegou a avistar a Rapo-
seira.
Ali parou e poz o ouvido escuta, pare-
cendo-lhe terpercebido a traz de si um rai-
do de passos
Busca, busca I disse ella cadella,
sem, com todo, a largar.
O animal limitoa-se a levantar as orelhas,
esforcando-se sempre por (agir.
Foi o ventopensoa a Cabrita.
E proseguio seu caminho.
Com effeito, o vento comecava a soprar
do interior da floresta, fazendodbe fluctuar
a cabelleira espessa e desgrenhada.
Soprava violentamente do sal.
A Cabrita notou a circumstancia e disse
comsigo :
Bella cousa I A granja est enllocada
ao sol e o vento impedir as chammas para o
norte I
i foi-se andando ao longo do pomar
A Raposeira eatava em jjjajicio e qQl-
(lia oueros apar _
Sn. Thxeiha Jonior :Ainda mesmo
r o caso das propostas, qae s tem logar as
iendae jbdiciaet, os jiizes d*> teat le nem
rseios para garantir urna proposta de liber-
dade com a coodiro de locadio de sen icos.
(Ha um aparte.) ^
Eu declaro ao nobre depotado qoe esta
questo muito cantroversa e tem sido su-
geita a destnctos jnrisconsoltos desta ca-
pital (Apoiados.)
O St. Arade Frh,eira : Na dmiito
romano ba textos a semelbante respeito.
O 9*i Teixmia Jnior : Mas esse tente
subsidiara do nosso direito nao previne
nem pedia1 previnir as eondicoes espeetees
da nossa actuahdade, e em todo- o easo.
dado qualquer litigio, ha sempre a iocertera
da deemo.
Se, por exempk, om individu* escravo.
depois de libertado por este modo, recu-
sarse ao eumprinento de tal condicio oo>
pretender aliera-la, allegando que o con-
tracto millo porqpe elle tratara alada na
condieco de escravo ?
O Sr. Awrade Figueira : Trato* como
livre.
O Sr. Teixeira Jinvion :9e elle aio o
era?
O Sr. Anotiade Fkusuu :Ira desde
qoe a proposta foi aceita pelo< jorz.
O Sn. Tehieira Jnior: Enffc nio era.
'Mtis os nossos tiibunaes tem recasado em
[casos idnticos garantir o cumprimento de
taes contra tos: e aen elles ten- os meios
9 aeco....
O Sr. Andeade Frweiba : Ninguem
pode recusar a liberdade; ah qoe o
nobre deputado tem telvez o equivoco.
OSn. TEixBikA.JNKmcNao me refiro-
garanta da liberdade, mas sim garanta
da indemnisaco do seu valor adiaotado
pelo libertador.
(Crozio-se aiguns apartes.)
Eu lodo o caso, Sr. presidente;, a cma-
ra v pela propria controversia qoe est
sueeitendo tai qnesto, qoe ha necessidade
de regular e legislar sobre a hypotnese -
goi-ada....
!*?*. Andkmk Figueira :Nao ba nada;
est prevenido- no direito romano.
> Sr. Teixbhia Jnior-: Eu naa> posso
tratar agora deste incidente abandonando o
assumpto prie*pal do meu discurso Estou
convencido de qpe o- direito romano nio
poda ser invocado seno quando- uae se
oppoe ao direiao patrio. Mas ainda qaando
o sobre depotado tenha toda a pazae, ea
creio que prestara uoi grande scrvco con-
segnindo estebelecer com ctereza e precisio
todas as cowiices indispensaveis para faci-
lilar tees coniractos, e revest-los de garan-
tas e favores que posse- iocilar o-espon-
taneidade des proprios poesuidores- de es-
cravos.
A mudao^a de condico do escmvo para
liberto, sem prejuiao do proprietario, e sem
tostar do trabalho o braco qae so-libertar,
o meo pensamento. Se o nobre deputa-
do entende que para isso nada preciso
legislar, e que tudo esta prevenido no di-
reito romano, peco entso que transplante
para a nossa legislaco tees regras, pondo-
as ao akmnce de todas as inteigencias e
vulgarisando-as, porque nem todos os
nossos coneidadlos, nom essas aesociacbes
philantropicas qoe se esiao formando podem
conhecer e menos ainda jolgar iocontrover-
sas essas regra e principios, e obngar os
juizes e os tribunaes- a respeitar as dispo-
sces casusticas de taes contractos.
Os fados estao draionstranda o conirario.
As diversas classes sociaes- nao podem
saber de taes principios, nern conhecer a
conveniencia-da soa pratica. Os ca pitaes
nao podem comprometter-se sera garanta
e seguranca.
E* pois. um exemplo de que ba muito a
fazer no sentido de auxiliar e dirigir o espi-
rito publieo. Nio hesito mesmo em decla-
rar qae para inim urna utopia incompre-
h en si vel. a ousada pretenro de sasteotar-se
qae urna questo deste magnitude e trans-
cendencia possa ser levada ao cabo e re-
solvida slmplesmente pelo esforeo particular
sem inlervenco dos poderes do Estado t
O Ilustrado presidente do eoaselho n3o
contestou esta verdade, e apenas contesta a
opportunidade e comraemora as grandes
diffieuldades.
Mas a cmara onvio a flagrante conlradic-
Co que apresentoo o discorso do Ilustrada
presidente do conseibo e do nobre ex-mi-
nistro da justica. O governo nio julga esta
questo sufficientemente estudada, nem est
habilitado a iniciar medida alguma que possa
auxiliar e dirigir a prudente solugao deste
assumpto, que, com toda a razo, coneidera
cercada dos maiores perigos. O governo,
porm, nio estabelece como principio o
abandono da sua direceo iniciativa par-
ticular ; ao menos nio foi explcito a este
resperto.

(Coninuar-$e-ha).
vida as trevas : nao se via orna luz as
janellas nem viva alma as proximidades.
O pateo da granja era circumdado por
urna parede pouco elevada, fechada per
urna cancella. \
N'aquelle circuito que devia andar Mi-
nos. J
A Cabrita encostou-se ao maro, despren-
deu a cadella, levantou-a nos bracos e ati-
ron-a para dentro.
O animal, ao cahir, ladrea: mas, como
os caes da matilha avavam durante a nou-
te, o latido da cadella nao foi cousa qae
despertasse mais do qae Minos.
Saccedea, pois, o qae a Cabrita previra.
Minos corren ao logar onde a cadella ladreo
e largoa-se atraz d'ella.
Eofio a Cabrita correa cancella e abrio-a
de pt?r em par: a cadella, vendo urna sabi-
da, evadio-se, seguida ainda por' Mido,
qae passon junto da Cahrita sem fazer casa.
Todo o tfm da cadella e^a regressar sr
casa do dono : o rio, pouco ag pela adiau-
Uda dade qoe tinha, nio consegua alcan-
ce-I a, mas seguia-a sempre
Eolio a Cabrita disse comsigo
Mabs obra Agora nio receio a
vigila faca de Minos!
..........................U




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