Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )
newspaper   ( marcgt )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12128


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1
)
HOMERO 122:
PAU A CIJgAl E LGA1ES OWE IA0 S PACA POSTE.
Por tres mezes adianUito ..........
Por seis ditos dem ........... '\
Por um anno dem.. *9r*........!<...*.*..'
Cada monwro avulso ........ *
6^000
12,JOOO
24000
320
FEIRA I DE JUItHO
PAIA DEITHQ FOBA DA' PBOVDiClA.

__
Propriedade de Manoel Figueiroa de Para Filhos.
Ae> ACENTOS*.
0*.9rs. Gerardo Antonio Atoes A Filhos. no Para ; Goncalves & Pinto.' no MaranhSo ; Joaquim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio tjtmot Braga, m Arxny ; Joio Mara Jol Chave, no Aw ; Antonio Marque da Silva, *> Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba ;. Antonio Jos Gomes, na Villa 'a Peni; Belarmno dos Santos Bulcao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
_. __________ ftm Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Atoes, na Bthia ; e Jos- Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
paite ornciAL
. Clovrruo dr provincia.
'OMFACH i DA PRKSIDF..NCIA DA PROVINCIA DO DA 28
ti* haio di: 1870.
Amelia de Mello Pires Galvao.Coneda-se um
raer, de uceaba coni ordenado smenle.
Anselmo Ferreira da Cruz e Jos Ferreira de
Lima. Informe o Sr. inspector da thesouraria de
azen la.
Francisca Pedro de Sonta.Como requer.
Felippe Benicicio Cavalcaule de Alhuquer-
que.--Iaforuie o Sr. Dr. jiz de direilo da I*
vara.
ktajor Francisco Borges de Lima.A' vista do
resollado da inspeccao e da informacao do general
:nfnraandante das armas conceda-ie a licenca re-
querida nos termos db art. 4o 2 e art. 5 1 do
decreto a. :579 de 3 de Janeiro de 1866.
Capilo Joaqaira lunario Goncalves da LuzSeja
aggregado ao bataluo o. 20 da guarda nacional
de Nazareth.
Joaqaim Jos encalves Delirio. Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jai i Ferreira da Silva.Prove o qae allega.
Jos Nicolao Nunes SetteIndelindo a vista da
inlor marfn.
Bacarel Manoel Barata de Oliveira Mello.A*
vista da informadlo da secretaria conceda-se a
. :<-en;:. requerida com ordenado na forma da
le. ,
Marcomiro Pancrcio Pereira dos Santos.^Diri-
a-se ao Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.Ao Sr.
inspector da thesouraria provincial para juntar
ao requenmento a que o supplicante alinde, e in-
formar.
Manoel Thomaz de Souza.Junto este ao reque-
riinento anterior volte ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Senhorinha Emilia Jorge Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Se.eriano Monteiro Le le.Ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda com a portara desta
data.
Bacharel Pedro Affonso Ferreira.Informe o Sr.
regedor do Gymnasio.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESS.lO ORDINARIA EM 18 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DB. ABIAR.
As i i 1/2 horas da manhaa feita a chaina Ja,
acham-se presentes os Srs. Araaral, Cmn.Caval-
ante, Felippe de Figueiroa, Augusto ue Oliveira,
Corra de Araujo, Ferreira de Agniar, Tolentioo
Je Camino, Vleira de Mello, Paes Brrelo, Gue-
des Gondim, Oliveira Andrade, Rufino de Almeida,
Miguel Pernambuco, Oliveira Fonceca, Firmino de
Novaes, Barros Wanderley, Antonio Paulino, Pe-
dro AITonso, Manoel Arthur, Cunha Cavalcante,
Mello Reg, Cavalcante de Albuquerque, Manoel
do Reg, Hermoiienes, Augusto da Costa, Gusmiio
Lobo. Teixeira de Sa, Pinto Jnior, Barros Reg,
ijoucalves Lima, Antonio Cavalcante, Ignacio Joa-
'fuim, Henrique Mamede.
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
anterior.
0 Sr. 1 Secretario d canta do seguinte
EXPEDIENTE
Utr. cilicio do secretario do governo, remetiendo
per copia a informarlo ministrada pelo engenheiro
diefe da reparticao das obras publicas, acerca do
reqncrimenlo de Joaquim Lopes dos Anjos. A'
qnem fez a requisico.
Urna petico de Lisbella de Albuquerque Mello,
firofessora nomeada para a cadeira da villa da
Boa -vista, pedindo a concesso de um praso em
jue possa seguir para aquella localidade. A*
tnoiissd de instrucro publica.
Ouirade Joaquim H> rmillo Candido das Chagas,
orvo privativo do jury e execuces criminaes
Jo termo de Citada, pedindo que o projecto n. 100
nao seja le provincial.A' commisso de Justina
civil e criminal.
Caira de diversos propietarios e moradores do
iiarhalho, pedindo a recoostruccao da estrada da-
quelle lugar e factura de uma pequea ponte so-
bre o rio Capibarioe.A' commisso de obras pu-
blicas-.
Ou'.ra da commisso administrativa da igreja de
Nossa Senhpra do Rosario da freguezia de Santo
Antonio desta cidade, pedindo preferencia para a
extraeco das loteras que ules foram concedidas.
A' cummisoio de ornamento provincial.
Outra do director da sociedade dos artistas m-
chameos liberaes, pedindo, que se marque na lei
do ornamento, quoia para pagamento da subven-
cao de 2:0004000 que Ibe foi concedida pela as-
sembl*. A' commisso de orcaraenlo provin-
cial.
ORDEM DO DA.
/* parle.
1' discussao do projecto n. 93 de 1868, que faz
esteusiva ao professor Barroso a disposiciio da le
n. 201 de 28 de junho de 1830.E' regeitado.
2' discussao do projecto n. 91 deste anuo, qae
coacede quatro loteras a beneficio da Santa Casa
de Misericordia.
Va o mesa e sao apoiadas as segulntee emen-
das :
c Igual favor de ama lotera de 120 contos, fiea
concedida a igreja dos Milagrea de Olinda.Fi-
queira.
Fica concedida uma lotera de 120 contos pa-
ja a igreja do Granito.Rufino de Almeida. >
t OfTereco como emenda os projectos ns. 83 e
'8 deste anno.Di: Manoel do Reg.
Encerrado a discussao, approvado o projecto e
emenda.
discussao do projecto n. 73 deste anno, auto-
risar.do a cmara municipal do Recife, a despender
a quantia de quatro contos de ris com um offlcio
solemne commemorativo dos bravos gue fallece-
ram na carapanha do Paraguay em defeza da hon-
ra nacional.E' approvado.
3a discussao do projecto n. 52 deste anno, appro-
vsndo diversos crditos supplemeaiares abertos pe-
la presidencia.E' approvado.
1' discussao de projecto n. 78 deste anno, que
autor-isa a cmara municipal de Agua Preta a con-
ceder um abate a Eustaquio Antonio Gomes, arre-
matante do imposto de medidas.E" regeitado.
2* parle da orden do da.
Contina a tecussd adiada sobre o art. 1 do
projecto de flxaco da torca policial.
O SR. F. DE FIGUEIROA .Sr presidente, nao
sou orador, nao tenho os dotes requeridos para
hem occapar a tribuna, e sinto e reeonheco que
me falla aquella belleza de pbrase, aquella pureza
.de pensamentos, qae saben- captar attencoes, qae
sabem conquistar appiausos. iSd apoiados). Viu-
do roubar alguna instantes de vossa preciosa al-
tearlo, en espero merecer, meas enhores, ama
parcella de voss benevolencia, orna pequea par-
tcula de vossa grande indulgencia, para as mi-
aas faltas, para as miaas frafloetas, para as mi-
abas quedas na tribuna.
Nunca tive occasiao de fallar em publico, e a
pnmeira Tea que ore!, coube-me (aze-lo prante
tos, publico nimiamente iMelUgeote e illustrad*.
ante qnem sera duvida fallecera toda a minha co-
i de vossa inteligencia e illustracao, est uma com-
placencia e bemgnidade que, sendo-vos lisongeira,
para miift um auxilio valioso.
Nao vou, Sr. presidente, pairar nos espacos si-
dereos, ale onde, com suas azas de aguia. se lerou
o utir deputado, que se senta a minha esquerda,
meu destnelo collega de dostriclo, cuja palavra
eloquente e arroubos oratorios sao ouvidos com
religioso silencio e bem merecida attencao*: pro-
curarei entretanto acoinpanhar-lhe a sombra ras-
tejando pela Ierra.
Son daqnelles. meus senhores, que pensam que
nao no sio d uma assembla de provincia que
se ple c deve fazer manifestarles polticas, que
se pode e deve tratar de poltica geral ontretan-
to como se]tem admettido essa pratiea, como se tem
itnroduzido em os estylos dellodas as assemblas
provinciaes por occasian da dscassaa do projecto de
forcapolicial,%m longo debate sobre assumptos va-
riadissimos, en tentarei alguns passos n'esse esca-
brn>o ierren), tao brilbantemente trilhado pelos
nobres deputados que me precederam na tribuna.
Sei que me ho de faltar as forgas para arcar
com as difllculdades da tarefa, mas anima-me a
esperanca do nobre auxilio que est na vossa n-
dole prestar qnem tropera e vae prestes ca-
hir./
Senhores, em 1863, quando, palpitante de inte-
resses e emocoes, toda a populacao do imperio ti-
nha os olhos voltados para a corte, como quem
esperava a palavra magrea que devia trazer seu
seio a tranquillidade e a fortaleza do espirito;
quando a sociedade brasilera anciosa estremeca
por um raio de lut, que viene espancar as trevas
que a poltica vacilante Ihe derramara no anno an-
terior em continuados desequelibrios na cmara
dos representantes do povo ; quando em ambas
as casas do parlamento todos os prenuncios di-
ziam que a poltica conservadora ia consolidarse;
um golpe de estado, permitta-se-me a palavra, tao
assombroso quo inesperado, lancou a consterna-
cao em lodos os espritus, derrabando do poder o
partido conservador.'A cmara dos deputados fo
dissolvida I
Foi o imperador por ventara quem deu esse
golpe ?
Nao, senhores, nao foi o chefe da nacao quem
o descarregou ; foram as circumstancias especiaes
do paz, foram as peripecias dessa poltica vaci-
lante, qae desde o aono de 1862 se menifestara ;
o imperador usou de uma prerogativa constitucio-
nal. Mas, perguntarei, foi segundo as regras do
Sarlamentarismo que foi dissolvida a cmara dos
epuiados ? Pens que nao.
lira homem. um vulto rospeitavel, um estadista
brasileiro. o Sr. marqnez de Olinda, era uma hora
de m digertao, sitiado por ameiciosos vaidosos, li-
nha concebido a idea da formacao de um terceiro
partido poltico, tirado do seio dos dous partidos de
opinio ne pan. Apoz a germinacao, veio luz
essa monstruosidade poltica, que depois se chi-
men progresso. A occasiao era azada, e, antes
que o ministerio do Sr. de Olinda vsse levan-
tar-se a onda da opposicao as cmaras, a reiuuo
dos eletos do poro fo dissolvida, com pasmo ge-
ral.
Nao foi, portante, segundo as regras do parla-
mentarismo que se desfechou esse golpe mortal n
partido- conservador.
Todos vos sois lestemunhis do que entao se pas-
sou. O funecionalismo foi completamente muda-
do; fez-seda forca um direito, e perseguio-se to-
dos que nao qaizeram commungar na taca que o
Sr. marquez de Olinda offerecia.
No anno seguinte reunio-se a nova cmara elei-
ta, nao pela nacjio, mas pelas bayonetas do go-
verno. A eleic.ii foi uma faroa ridicula que eu
assisti na corte, e de que julguei as provincias
pelo que all vi.
Porlanto, senhores, essa cmara nao represen-
tava o paiz; quando muilo representa va a liga,
isto a forca armada do governo ; e no entanto
os pseudo-dputados dziam plenos pulmoes
vimos da victoria das urnas!
Eu enrsava nesse lempo as aulas da escola cen-
ral do Rio de Janeiro, e, anda que de longe, do
recndito de mea gabinete de estudos, acompanha-
va todas as evoluQoes polticas do meu paiz. Des-
de entao, Sr. presidente, comecei sentir inclina-
cao para o partido conservador ; desde entao. se-
nhores. habituei-me a considerar os conservado-
res como meus naluraes aliados polticos, e nesse
sentido, as minhas dLscussdes acadmicas, sempre
me exprim,defendendo e sustentando as ideas con-
sarvadoras.
Nao tentarei descrever essa hecatombe de que
foi o Brasil theatro nos 5 annos de predomiu do
progressismo. Todos vos conheces essa lgubre
e luluosa historia; e pois nao fatiga re i vossa at-
tencao relatando os desbaratos e desmandos que
todas as cousas do Brasil trouxe o progresso.
Um Sr. Deputado : Mesmo porque elle j'
morreu.
O Sr. F. de Figukiroa :Em 1866, de vclta ao
seio de minha provincia, depois de ama digressao
scientifica Europa, eu achei o partido conserva
dor anda debaixo, na adversidade, opprimido, es-
magado....
Um Sr. Deputado :Porm forte.
O Sr. F. de Figueiroa :Sjra duvida, porque
sempre o foi. Esmagado sob sob o peso da forca
official, quem porm robusto, sempre firme as
suas ideas, e mais que nunca unido.
O 8a. Pedro Affonso :Talvez mals forte do que
est hoje.
O Sr. F. de Figueiroa :E' o que resta pro-
var.
Nesse tempo, Sr. presidente, em 1866, en nao
me tinha anda pronunciado, como homem publico*,
por este ou por aquelle lado ; anda nao tinba
dito a minha pnmeira palavra em poltica; fora-
me, portento, fcil seguir este en aquelle p nido.
E se uma cega ambicio fosse meu guia, se me
anmasse nicamente o desejd de galgar posicoes,
sem duvida, senhores, eu nao ira unir-me aos
conservadores, procurara de preferencia os bra-
cos que me eram offerecidos pelos horneas do po-
der, pelos psendo-liberaes.
Um Sr. Deputado :Liberaes ou ligueiros?
O Sr. F. de Figubiroa :Liberaes ou ligueiros.
como qnizeren.
Um Se. Dktutado :--E' preciso nao confundir.
O Sr. F b Figueiroa :Elies se fazem pouo
ou quasi neahuma differenca entre si, boje princi-
palmente.
Ter-me-ha sido fcil, Sr. presidente, obter m
lugar 4 mesa do sea festim, e nlngaem teria o di-
reito de eansorer-me por isso, porque o vertt.de
minhas convicedes nao tinha a.inda irrompido de
mens labios.
O-.Sa. Pedro Affonso :Podiam t-lo feito depu-
tado.
O Sr. F. de Figuemoa :Podia ter sido pro-
gressista simplesmente; e a pofitica daqnelles lem-
pos, sabem o os nobres depotados, cifrava-se em
conquistar posiedes, galgar "cada um por sua vet o
poder,esmaigar o adversario...
UmSr. Diputado : E arranjar os amigos.
O Sn. F. de FiGrimojL E arranjar erafira es
aqaigos, coma bmuIo. bem diz o nobre depu-
tranquilidade do espirito e na paz dessa con-
sciencia.
As minhas ideas, as minhas crencas, as minhas
convicefles, o estndf anda que perfunotorio dos
negocios do meu paiz, e o exame atiento das Iheo
rias e dontrinas do partido conservador, tndo, Sr.
presidente, me atrahia para esse lado, e eu para
ah tni com o coracao prende de crejas, com a
alma plenamente sansfeita, e com aeOHciencia tao
lmpida, clara e tranquilla, como sempre tinha es-
tado.
Creio, senhores, qne por essa forma, relo que
desde entao eu me tinha definido em poltica; e os
meus pequeos escripios n'uma folha diaria desta
capital, anda qne de pouco valor....
O Sr. Gusmao Lobo :Oh I Nio apoiado. i
O Sr. F. pe Figueiroa :Sao anda um publico
testemunho dessa minha assercao.
Entretanto, Sr. presidente, atada ajontarei que
o faets de me achar nesta casa, ao lado de ho-
rneas polticos que primara as ideas conservado-
ras, nma eloquente prova das mingts ideas nes-
se sentido.
Sim, senhores, uma prova o facto de me achar
ao vojso lad- por ferca do mandato que me con
Terio o distincto corp' eleitoral do districto,
quem, aproveito a occasiao, para tributar tao so-
lemne quo res pe la vel mente os meas mais since-
ros agradecimentos pelos votos cora qne me hon-
rou.
Quando, senhores, um corpo eleitoral, unido e
compacto as mesmas ideas, legtimamente repre-
senta a maioria de uma provincia, que eminen-
temente conservadora ; quando, senhores, um tal
corpo eleitoral delega os seus poderes em um cida-
do, principalmente quando esse cidado Ihe soli-
cita o apon i na eleicao, elle conhece, senhores, de
antemao que d os sus votos um amigo, um
corriligionario, em coja f poltica descanea, em
cojas i piniSes reconhece perfeita harmona com
as suas. O corpo eleitoral do i* districto quando
me collocou ao vosso lado, senhores, tinha seiencia
e conscieneia de que vos dava por collega um
amigo, um homem a qnem tinha visto as ultimas
eleicoes lutar sea lado pelo triumpho de vosso
partido, um homem que era filho da vosea escola,
e que se senta forte porque va na constitnicao
do imperio a arca santa das liberdades publicas, e
no conjuncto hrmonioso da ordem com a liber-
dade, a garanta de um progresso reflectido e li-
songeiro para o paiz.
Creio, senhores, ter salisfeito' o programma das
definicoes.
ada um aparte.)
Sr. F. de Figueiroa ;O nobre deputado pe-
lo terceiro districto, que se senta em trente' mim,
oceupando a tribuna, disse qne nao continuara
ser poltico, que se recoiheria a vida privada.....
O Sr. Pedro Affomo :Veui tambem atirar a
sua pedrinbt.
O 9tcF. de Figueiroa :NV> quero atirar pe-
dras ; se fosse lapidario___
O Sa. Pedro Affonso : Pode fate-lo; esgota-
*ne a palavra. (Nao apoiados)
O Sb. r. de FiGt-rfiO :Me parece, Sr. presi-
dente, que nma tal resolnf ao para ser lamenta-
da. O nobre deputado, moco, chelo de vida, em
quem o partido conservador v um amigo disvel-
lado e a provincia reconhece ama de suas espe-
ranzas, nao devia tao cedo recolher-?e a vida pri-
vada, nao-devia agora, que soa a hora das glo-
rias, retirar-se da"poltica, do seio de partidor con-
servador. ..
O Sr. Pedro Affonso :Nao disse que rae re-
tira va do seio lo partido conservador.
O Sr. F. de Figueiroa :-^Disse que se retira va
vida privada, o que qusr dizer que nao ettj
mais com os seus amigos...
Um Sr. Deputado :Est na reserva.
O Sr: F. de Figueiroa : Senhores, eu pens
que as actuaes circumstancias forcoso que to-
do o cidado brasileiro seja potinco ; "entendo, Sr.
presidente, que no nosso paiz todo o homem de let-
tras deve ser poltico, porque como poltico pode
elle prestar valiosissimos serviros ao paiz, que,
novo como carece das luzes e'dos conheciraen-
tos de todos.
A poltica, senhores, tambem urna religio.
Ella tem seus dogmas, suas duutrinas e sua disci-
plina.
UmSr. Deputado :. Mas nao tem mysterios.
O Sr F. de Figueiroa : Ura dos grandes dog-
mas do partido conservador, da sua politicr < a
harmona da ordem com a liberdade ; e elle, se-
nhores, muilo para convidar os espiritos Ilus-
trados, o* espiritos pensadores, como o do honra-
do deputado pelo terceiro districto, tomarem par-
te acliva as suas locubracoes
E', pois, seahores, muito para lamentar que o
honrado deputado, que tem prestado tao poderoso
auxilio ao partido, agora queira recoinerse
quarteis de invern, como disse o rau nobre col-
lega do primeiro districto.
Perante a miqba conscieneia, senhores, aebo que
commetteria um crime se me nao alistasse as ti-
leiras de um partido politico do meu pata ; por
isso, para estar sempre de accordo cora essa rega-
ladora das accoes, involvi-me na poltica, iliian-
do-me grande escola conservadora. Ah procu-
rara carregar a minha pedrinba para o edificio
social, e ater-me-hei velar como deve fazer todo
o cidado na guarda da lei fundamental da socie-
dade brasilera, e desvelar-me-hei em fazer quanto
em mim couber para qae o Brasil prospere e tor-
nese to grande em poder quo grande era ler-
itorio.
Soa amigo, sinceramente amigo e admirador do
parlamentarismo tal cerno o define Vctor Chereo-
liez as segnintes palavns ; i'H parlamentarismo,
liz elle, fundase em tres cousas: n'uma realeza
sempre disposta sacrificar as suas preferencias t
tdias pessoaes s mamfeetacoes da opinuro pabt
ca, ai jos decretos aceita ; n'um govern tirado do
seio da maioria das cmaras, di gue fiel repre-
sentante ; n'um ministerio homogeneo'mt- consegum-
temente solidario.
O Sr. Pedro Affonso : Mas nos temos tudo
isso ?
O Sr. F. de Figbeiboa :Pnrganta o nobre de-
putado se temos todo isso ? Nega-loy Sr. presiden-
te, seria implcitamente negar a marcha regalar
que tem eotre nos o systema representativo.
Geraunente, Se. presidente, sao es goveraos en-
tre nos tirados da maioria das cmaras, e repre-
senlam-nas fielmente ; geralmente ainda os minis-
terios sao homogneos, e logo que qualqner desac-
cordo ha em sea seio, v-se o qae presenciaatos
ltimamente retirada de. dous ministros em
desaccordve d'ahi a consecuente reeomposicao
do ministerio, que torna-se homogneo e- soli-
dario,
Ainda entre nos se observa, Sr. presidente, qae
a cora sahe manter-se na altura da soa missao,
na altara em qae a collocou a vontade soberana
da naeo, tomando para termmetro de suas ac-
c5ss, n*,esphera de suas attribuicoes, os destetos
da opip.o publica qae ella tem sempre recebido
como vontade da naco
K porrentnra, senhores, nao teremos o, parla-
mentarismo t
O qae titar o nobre deputado em apoio da opi-
niao contraria ? Essa anomala qae vio o Brasil
re o nobre eepntado acoiraar o gabinete de 16
de jrtlho d> ane-perlamentar, e conderana-lo pelo
facto.da disseMeao da cmara,?
Creio, "Sr. presidente, que njo esta a mteneao
do honrado oejalailo pelo terceiro disirteic-, tanto
mais quaniOeVea dissolueo nao foi etta ora cir-
euinst;aciaM^logas de 1863. Nesta epocba\ se-
nhores, o njSbri: Unlu como adversa acama-
ra, verdadS>'nas elle nao e%perimeatou al on-
de ira essa ntyosieao, mas elle nao soliciton um
voto de coattaftele cuja oeativa se visse for-
rado a soiieiiKn corda o exe.-cicio da soa maior
prerogativa. JH)a certo que o voto de eoujranca
-er-lhe-hia me*p4o...
O Sn. PedmTaWokso :Logo, devia ser dissol-
vida a cmara
O Sn. F. t$ Figueiroa : Deixemos, porm, de
parle esta questo ; ne me quero emaranhar
muito nella. jfas entretanto devo dizer qne na-
quellas circunstancias melhor fura retirar-se o ga-
binete. A diente cao foi nina sorpreza. ,
O Sr. Puta Affo.nsd : Qual deltas *
O Sr. F. d VtouBiRoA :A de 1863.
A dissolud de 1868 fo feita em circumstan-
cias muito dfnraas. E'verdade que o mieistero
de 16 de june nao linha sahidu da maioria da
cmara, in.*-iaeontestvelmente esJa cantara nao
era a expmeio genuina da vontade da naco,
porque os enHes nao o foram pelo povo, mas sim
pelo governft do Sr. Zacaras.
Ten Jo o pteojidente do gabirele, o Sr. Zacaras,
recusado rofcmdir o decreto da on>eacao de
ura senader, tfm i attrbuicao da vontade irres-
ponsavel ; ieM> mais se retirado esse gabinete,
se.m indicar e nu substituto, como dos esmlos,
e vendoe chefe ia naco qne a opmio publica se
manifestSTAem indas as provincias do imperio no
sentido coossmdor, chamou para organisar o no-
vo gabinete um tos matares estadistas do paiz, e
te homem itlostre da escola conservadora, com-
poi o gabinete aesee sentido.
E' verdade que esse ministerio nao sahio da
maioria da cmara ; mas em seu seio contiaha elle
varios senadores e islo nao o affastava do parla-
mentarismo. J
O novo Jamete foi cmara, leu ah o seu pro-
gramma e foi nal recebido : deu-so-lhe um voto
de dusconfianaa I O que Ihe curaprira fazer ? Re-
tirar-se do pony? Nio, ral vezes nao ; tora isso
um acto de requintada loucura, fora isso falta de
patriotismo, dos vultos que compunhara o gabine-
te erara patriotas.
0 ministertoobleve da cora o decreto da dis-
solneao. e a Mmara foi dissolvida, nao como uma
sorpreza, pofljte todos espera vara esse desfeeho
aps a mocitde descnnflanca dada ao ministerio,
mas como una solucao parlamentar, mas como
ama solucao constitucional.
O Sr. Pedid Affonso : V. Exc. disse qae isso
tinha sido un golpe de estado.
O Sr. F. di iguubqa :Ped licenea para nsnr
da phrase, mea somonte cora applicaco dsso
lucio de t
^NnV|HJvc
ifracco do parlamentartmo.
A representado das minorias nroa necessida-
,de no syslema do-governo porque nos regemos.
Senhores, a reforma das municipalidades, no
sentido de'lhe dar mais vida, no sentido de alar-
gar Ins a esphera ;de accSo, db-forma afasias
menos dependentes dos presidentes- de- provincias,
a mea ver muito argente: a nossa sociedade
dama por isso, porque ella sent a neceosidade de
dar vida ao municipio.
As reformas da guarda narional e de- recruta-
mento sao duas entras grandes necessidades, que
lodos os das o paz reclama, e que eu espero ver
realisadas dentro em poueo pelo partido coneFva-
dor, que aquello de nossos partiJos polticos que
mais ulil tem sido io paiz, que qaem se tem sem-
pre incumbido, quem tem sempre realisado o que
de melhor nos temos em legislarn
Senhores, nao posso deixar de, n'este momento,
dizer tudo o que sinto com referencia absorsao
dj toda a seiva das provincias pela cGrte. Sou
decidido apologista da discemralisacao administra^
ti va, e quizera que o governo, compenetrando-se
d'essa necessidade, tio ardente quo vehemenle-
mente suspirada pelas provincias, tratasee quanto
antes de restringir sna* atribuigoes, alargando os
horifonles administrativos das provincias-.
Sei que isto boje aeeito pelo partido conserva-
dor, e folgo de mais n'este ponto estar de accordo
com os meus amigos polticos
UmSb. Deputado:Quer adiscentrallsaco?
O Sr. F. de Figueiroa :Sim, quero-a-, era ra-
soaveis limites.
OSr. Mello Rseo : Poltica?
O Sr. F de Fioueiba Administrativa.
O Sr. Mello Reg :Est comigo.
O Sr. F. de FicueibOa:Veio lellada d>:usso
as palavras desgoslos, ressenlimentos, ceafuso. e
onlras ; oceupar-roe-hei da primeira.
Fallou-se era degostos, e ou devo dizor, senho-
res, que os techo e muito grandes. Mas nao me
faca a assembla a injuslica de julgar-rae antes de
me onvir.
Tenho desgoslos, Sr. presidente, mas os- meue
desgostos sao de ordem muito elevada. Nao dizem
respailo a minha pessa, porque particularmente
nao os tenho ; estoa satisfeitissimo. Elles sao de
ordem mais elevada.
O Sb. Pedbo Affonso : Quem os tem ?'
O Sn. F. de Figueiba :Eu nao fta alluse a
pessoa alguma, disse que nao tenho desgostos pes
soaes, e os nio tenho.
Os meus desgoslos sao os desgostos de toda- esta
provincia, sao es desgostos de todas as provincias
de norte. Provm elles, Sr. presidente, dVssa es-
pecie de abandono com que sao essas provinchw
especialmente Pernambuco, tratadas pelo gjjvemo
de Rio, provm do abandono com qne sao ellas
tratadas nos orcamenlos de despeza do imperio.
Tenlio desgostos, Sr. presidente, de que Pernam-
buco tinha sido como qae esquecida pela corle;
tenho desgostos de ver que ha 35 annos qne se
estada o melhorotnento do nosso porto, e nada se
tem resolvido ; tenho desgasto de ver que ha
^to V.. Ene* Sr. presidente, que em (*0 *nnos qne se studa as graves questBes da es-
k,_.. i^s,.,..s .(.. ^.ri.mAM.i'nmn traita de ierro rio Rei-ifi> an S Kranrisro. e rmd

Da mais, senhores, como j disse cmara dos de-
potados de 1867, legitima saccessora da que fin
don em"!86o, nao repreientava a naco, represen
lava a forca armada, visto pomo era 1867 nao hon-
ve eleico, houve apenas ama farca rilicula, cu-
jas scenas liveram lugar ao mesmo tempo era to-
do o Brasil.
O Sr. Pedro Affonso :Como geralmente tem
sido e.m todos os lempos.
O Sr. F. de Figueiroa : Perd6e-me o nobre
deputado, nao tem raza i.
Que paridade, senhores, pode haver entre a elei-
co de 1867 e a de 1869, feita aps a dissoluco
da cmara do Sr. Zacaras ? Quera ha ahi, se-
nhores, que possa com, jusa razo acoimar de far-
5a a eleicao de 1869 ? Porventura foi curaprimido
o voto ? Nao correa essa eleico com toda a liber-
dade qae fra para desejar s reproduzisse era to-
das as viodouras eleicoe* ? E ser licito-, senho-
res, dizer outro tanto da eleicao de 1867, que co-
mo todos sabem, foi feita nesta provincia pelo Sr.
Silveira Lobo, sob a mais estupenda perseguifo.
debaixo de uma presso esmagadora ? .
O Sr. Pedro Affonso:Foi nma das petares
eleicees que se tem feito n'este paiz, mas com isto
noquero dizer que a outras tenham sido boas.
O Sb. F. de Figueiroa :Nao, senhores, a dis-
soluco de 1868 nao foi um golpe de estado.
O Sr. Pedro Affonso :Fo V. Exc. que o cha-
mou.
O Sr. F. de Figueiroa :J disse e repito qne
referi-me 1863, porque, meo ver, dissoluco
de 1868 foi Teita segundo *< regras do parlamen-
tarismo, e tem todas as possive justilicacSes.
Toda a naco viva desgostosa, solida horrivel-
mente, sob o jugo do progresso; toda ella reda-
mava essa mudanca poltica que a assenco do
partido conservador ao poder satisfez.
Toda a naco reclamava algomas reformas; e
o programma do gabinete de 16 de juiho satisfaz
perfeita;neote a espectatlva publica. E' nm pro-
gramma perfeito. que define bem a poltica con-
servadora, tirando de sobre ella esse extravagan-
te dito que algoem impensadamente proferio a seu
respeilo, quando ehamou o partido conservador
um marco colocado na estrada do progresase. O
programma do gabioete Itaborahy um program-
ma liberal; e por isso eu digo qne nos os conser-
vadores somos os verdaderros liberaes do Brasil.
O Sb. Pedro Affonso : E' emfin ura pro-
gramma.
trada de ferro do Recife ao S. Franeiserv e-nada
se tem rescindo sen Tespeito, e essa via de com-
munica^o se veja reduzida nao ter material
rodante para satisfazer o seu trafego.
E* verdade, senhores, que ltimamente passou
neste porto cora destino Inglaterra, onde tero
sua sede a companhia daquella estrada, ura dis-
tincto engenheiro que leva poderes para tratar
com essa companhia e resolver essas questoes.
Mas, senhores, nao a priineira vez que esse fac-
to se d ; e por isso permitta se-rae que d'-aqui
eu mande meus votos ao Rio, afim de que sejam
estndadas e resolvidas essas duvidas e essas-ques-
toes, que todos os dias do nascimento ii< novas
questoes e novas duvidas.
Sr. presidente, um pezar e erando me fteou de
ver que nao foi attendida, como fora para desejar,
a Associaeao Commercial desta previncia, quando
se (ratn do eslabeleciraenlo de uma linbalelegra-
phica entre esta cidade e a corte.
I'm Sr. Deputado : J est sesoivida essa
questao.
O Sr. i-', de FicaEiuoA :Mas nem por isso dei-
xou de me licar o desgosto ; por que, senhores,
a nossa benemrita associaeao foi mal julzada,
fo mal apreciada pelo governo. E seja-me licito,
senhores, testenranhar aqui neste recinto todo w
meu regosijq pela solucao dessa importante ques-
tao, dessa questao que para esta provincia, mais
do que para as outras, de um inieresso eminen-
te ; ltenlas a.- eondcoes em que ella se acha
oom referencia Europa, attenta a sua posioao
geogra piuca.
J se v, pois, Sr. presidente, qae, se a ambici*
foase o mea- norte, > mea caminno eslava tracado
em 1866. Naoqo/z seguir ene rumo, ou antea
as miabas, ideas, as minhas convicedes ra'o im-
pedan.
Rio. poce, n jca ped elogids por isso, porqoej nio pode ser de
eatendo que- qr .ando se compre um dever, quaa- | regra.
do te mareba de aecordo com a propria conseiVj-1 Querer o nobre depotado eltar o facto da r-
em 18f,3 ? De meu lempo o nico facto que p
de so-ccorrer o nobre deputado. Mas elle tio Iso-
l**\ to s, e tem sido j to condemnado por dis-
Iw.cios estadistas de todos os credos poUtion, qae,
'de-se dizer, constitue elle ama exeepeto, qae
forma alguma em desabono da
ragtra, se eu nio soubesse de otemo que, par ca. 0. matar elogio que se pode desejar nV. n&lganiucjio do gabinete Itaborthy em 1868? Qae-
0 On. F. d Figueiroa :E*sira um program-
ma ; mas nm programma que est de accordo
com o pensamento da maioria dos 'brasleiros,
ara programma que prebeoene perfeteraents as
vistas dos mais exigentes, sem sahir da rbita do
nosso pacto fundamental; emflm un program-
ma que se harmonisa, que- representa e se eoa-
grassa com as ideas que dominara as sociedades
modernas.
O que se l n'esse programma, senhores, sao as
aspiraedes da sociedade brasilera, j tantas ve*
enunciadas da trihuna universal, na inspreasa,
n essa verdadeira,vlvula de seguranca da opinio
publica.
A reforma da lei de a de deeemero, a da guarda
nacional, a reforma eleitoral, a reforma do recru-
tamento, a reforma judtciaria, sao, entre outras as
aponiadas nesse programma E petgont eu,
quem que nao sent palpitar n esse simples
enunciado todo an fulero de liberdades ? Qaem
qne nio v em cada ama d'essas reformas ali
mencionadas ama'rjecessidade urgente t
A cmara dos deputados jna sesso do anno
passado ieconheceu a urgencia de algumas d'elhos,
iniciando varias iscassds. Oatras a'essas refor-
mas estao sendo estudadas, fosadas e madura-
mente reflectidas pelo governo, antes de serem
dadas a discussao n'aquella cmara.
E nio isso prometedor, senhores ? E em
tal occasiao qae o nobre depritedo do 3l districto
qaer retirar-se1 da poltica e que acba idezeitos na
dlreecio poltica do paiz ? ^
Em materia eleitoral, senhores, eu. temo um
modo de pensar que nao est muito em voga en-
tre nos; relro-ne necessidade de fazer repre-
tar as cmaras a minora de pas. Para isso,
seahores, pens qae o melhor meto seria adoptar-
se o systema ltimamente estudado na Inglaterra.1
N'esse eystema o votante pode dividir es seos
rotos pelos candidatos como Ihe aprtver, lateado
os convergir at sobre um terco soraente do naroe-
qae pode' elle dar os sena votr,s. Klte nio im-
possibilite a eleic em % Ktk* Cjono estabelece a
eonstttico.
UwSb. Defutado :Contratou-se sem concur-
rencia.
0>Sr. F. be PiaiBiRA: Nao tenho certeza
disto, mas |nso que nao, e creio qae quando se
tratou desta questao. ha annos, hoove concurren-
cia. ltimamente- pens que houve uraa innova-
cao de contrato.
Sao estes, Sr. presidente, os meus desgostos,
qne como veem m nobres depntados, sao daqpel-
les qae podera e devera ser coDfessados tez do
da.
Eu nao sensoro r governo pella falta de aWenco
para cora as provincias e especialmente para
com Pernamboco. O mal velho, vera de longe,
e eu nao podia fazer responsavei por elle nenhum
goverso desigiadamente. Ltraito-me :'azer vo-
tos, ardentes e expressivos,. para que tenha um.
fim essa deseltencao, talvez involuntaria, qae
tem havido para com as provincias do norte.
U-m Sb. DenrrADO: Nao. temos ministros do
norte.
utbo Sr. Dbpotado :Tfeos agora, o-Se. Ko-
go-Velho.
O Sr. F. dk Figueiba.:Lembro-rac agora,Sr.
presidente, qae ainda nofallci de um outro des;
costo quo tenho e cononrlgo muita gente, nio s
desta, cono de outras provincias, e peco lienta a
casa para manifeste-kD.
Todos vos tendes sido testemunbas de qae, des-
de longos annos, so. sao mandados para aqai como
presidentes mentaros das duas casas do parlamen-
to brasileiro. Bem sei que com isto como que
se quer dar mais voto adiniaistracao de Per-
nambuco. Ma$v senhoros, essa pranca tero sido
prejndiciaiissima i provincia, por que nao de
certo no intervalo dj duas sessees legislativas que
esses funectanarios podem tomar conbecimento dos
negocios que intoressam a prociaeia e adminstra-
la convenienlsoaente.
Para bena deeempenhar cargo tao espinhoso e
dfficil faz-ae roygter que quera o exerce tenha in-
timo conhecUnenlo da provincia; e esses homens
para aqui mandados sem esses conhecimentos, em
hora vonttam animados dos melbores desejos,
veera-se irajiossibilitados de paaticarem todo o
-bem qae creio desejarara praticar, porque mal
teem tempo para conhecer as necetsidades publi-
cas e raro chegam ao ponto de satisfaze las.
Isso, senhores, um grande mal para as provin-
cias, mal que eu faco sinceros votos para qae des-
appareea, navendo todo o cuidado na escolha dos
administradores. Pens que de grande interes-
ae publico que esses fanecionarios dnrem muito
temponas presidencias de roo )0 a poderes ser
uteis s provincias que Ihe fore-m confiadas para
administrarem. JEst claro que salvo a hypotbe-
se de maus administradores, em cojo caso deso-
jare! que sejam mudados todos os alas.
O Sr. Pedbo Affonso : Isto anda demonstra
qae o partido entre nos'nio este em eondiodes
normaos.
O Sb. Correa dr Ahaujo : N5o s aqui.
9 Sr. f. ot Fiobbqa :E o qao tem Uto com
as condieSes normaes ou aoorraaes do partido con-
servador, uma vez que o mal vena de longe?
0,Sr. Pemio Arnwi--E" o motivo por qu--
mandam para aqui sempre senadores e depu-
lados.
Obtbo Sk: Defutadc: E' eefnne entre- '.*
cao hi carreira ailministratlva nrnada.
, O Sb F. oh P6tEiRo.\ :Creie>nie islo tem eon
corrido poderosamente pera-esse nal; mas nem
por isso ficain :mnun de nma leu aoal sensnru
os governos qnedescurarcos inieressesprovincia-
nos, ao ponto nao terenvtod uidado na es
eolba de presidente-*.
Senhores, sou oalico pela ostrucca publica.
e desejava vela derramada cora abundancia iu
minha provincia. Neste sentidd j me tenho de-
clarado nesta casa, votando smpre leve de in-
dos os projectos qr.e tem por' fim ciear eadeiras
de testraccao priraarie, que -aquella por ventara
mais necessaria eDtrp. nos. B'.'da instruceao d*
classes que ha de vir toda a maior sorama do
nosso engrandecimeclo. '
Neste ponto folgo de reconrcer ojo estamos
todos de perfeito accordo, gregos-e troyaex, vin-
d tio mais alto de nosta sociedade o Keonheei-
uiento dos prometledcrvs futuros- que a> ietttrac-
to nos ha de abrir.
Peco ainda a benvola attencao- des- poderes do
estado para a nossa navegacio de- cabolagera.
Era nm paiz como o aosito, tornorlivre-a nave-
gaeie de eabolagem d menos, senhores. do
que lednzir miseria os-brsileiro que i ella se
dedicara. A nossa navegacio n- pde soportar
a (^ocurrencia da Franca, Iaglatera, Prlogal e
Estados-Unidos. Ha de ser, tecf sido j esma-
gada.
m parece, Sr. presidente, que as- nessas eond-
5es seria mais rasoavel qaehuves3e menea liber-
dade na navegaco de cabetagem.
Um Sr. Deputado :Qne mal ba nisso T
('Sn. F. de Fiukira :KJ o mal d conenr
rencia. que mala essa industria braviieira; e eu
quizera para evitar esse mal que erra- s podesse
ser exercida pelos nacionaes.-
Sa. Deputado :Isso o- svslena. proleccio-
nista.
O Sa F. dr Figueiroa : E" eu so proteccio-
nista at certo ponto, e neste caso inmio.
1) Sr. Ma.voel dg Reg :Systema eondemnado
e j em desuso.
O Sb. Pedro AfVoxso :O- nobre deputado
oposicionista radical.
O Sn. P. de Figueiroa :- 0> honrado depotad>
pelo > districto qualillcar-rae-ha come-entender,
mas permita que eu decline de sua qnaliScaco
Eu disse que era proteccionista espeeiaraenie com
referencia a navegaco de cabotagem.
O S. Pedro Affonso : Mi tem censnrado
tamto 0 governo e a direcgo p. liticadft- 3&m.
OSr. Manoel do Reg : Tem feito as suas
qtieixas, queixa aKs justas.
0> S. P. db Figueiba :Sr-presideotej j lenti
atusado demasiadamente da pacienr da casa,
fno apoiados); sei que nao leoch o dom de agr-.
dr# fallaBdo (nao spiados), e per isso sinto-de ve-
ras anda ter de roubar aos nobres deputados M-
gtms ra utos de seu precioso tempe-. Xas nao
poeso, senhores, deixar de dizer- doa palavras
com referencia s obras- publicas da provincia.
Pens, senhores, que se fas-preciso ama refor-
ma ni reparticao, nao no sentido aoonselbado
era- seu relatorto, creio que pelo-Sr. conde de Bae-
pendv, mas no de limitar, de estreilar os distric-
tos'e augmentar o seu numero, de forma, tornar
rnis activa em cada um deltas a iiepeccao das
obras por parte do respectvo-engenheiro.
Pens, senhores, e j aqui o manfesiei, qoe nio
- conveniente a diviso do carga de director era
dous, como j se tem lembrado em varios relato-
ros, ficaudo um com a parte- administratwa e ou-
tro ent a parte technica da repartifo- Essa di-
viso sem duvida trar grai-es-ineonvenintesna
pratiea e dar em resultado serprejpdcado o ser-
vico pubco.
Pens, e j aqui o manifestei, que nao I conve-
niente a pratiea de serem construidas as obras por
arremataran; acho mais ewi harmona cmos in-
teresses ra provincia que sejam ellas itas por ad-
ininstra{So, sobre tudo as mais importantes,, m-
ximo- no_? districto. As cesas fitas por adminis-
trfico -So geralmente mais bem acabadas c mais
slidamente feitas do que por arreraataro.
U* Sr. Deputado : Mas bem mitas,, jwrra ma-
caras.
O Sfc F. de Figueiroa :O esoesso de prec.0 >
sempre compensado pela parfei?ae da. obra.
O S*. Manoel do Reco :Ea connuo que se-
jam mais bem feitas.
O" Sr. F. de FioiEim'a Aiida.uma palavra so-
bre o projecte de fixaco de inr<> policial e terei
concieiido.
Senhores, disse o honrado deputado pelo 3* dis-
trieto. que o projecto de fwva policial sempre,
en 2* discasso. uma questao'du esntianca, e, nes-
tas eirenmstancias, declarot) que-a commisso qoe
oeonfecrionou nao acceHava aeowndas nessa dis-
cussao.
Sendo assim, eu que s toono motivos para lou-
y,o/F o administrador da paovincia,. nio posso dei-
xr de votar pelo projecto. nesta discasso tal qual
elle se acha.
Se assim nao tnsse, senhores, se me flosse licito
emenda-lo neste- discusso^au procurara jiistifi'sr
uma emenda qae mandara ao art. 3*. Pens. Sr.
presidente, que o numero de 600 pians nao
sufficente para satisfacer as exigencias do servio..
policial, maxias' dispensaado-se, cono se faz no
art. 7* do projeete, a guarda nacional de prestar o
auxilio que em todos os ttropos tem prestado as.
diligencias, no interior da provine*. Me parece,.
Sr. presidente, qne, vedando-se a chamada da,
guarda nacional a servieo por eonte da provincia,
o numero-de pracas do corpo policial nio deve-ser
inferior a800:
'Votando nesta diseusso o proieeto tal qual se
acha, qnero sneaie dar provas de confianca, e de.
forma alguma quero indicar com o meu voto que
o acho perfeito.
(Ha nm aparte).
O.Sri F; deFtsuiiRA :NSo foi, Sr. presideo--
te, sem grande pasmo, sem. nm certo assombrn..
qoe ouvi lr nesta casa pelo honrado depatado peta.
:t" districto, signatario do projecto, o parecer, apre-
seotado em 1867 por uma commisso .que do sei
desta assembla foi mandada examinar o corpo de
polica ees livros da thesouraria qae Ihe dizian
respetex Eu gnorav* a existencia desse parecer
(confesso que nao acompanhei o& trabamos desu
casa em 1867), nunca rae oceupei com a. materia
qae lrma o seu .objecto, e nao tinha soiencia do
desfalque de que 'ate se falla e nem o pouco sa-
bia dos desmandos que tinham existencia no corpo
directivo de polica, que daoai foi pare o Para-
guay.
Agora que sei tudo isso, agora qoe estou infor-
mado dessas notaveis iFregularMadea, agora que
sei da existencia desse desfalque e que vejo que
uma grave aecusajo pesa sobre o oomraanoaite
daqoelle corpo; s tenho motivos para louvar a
commisso de forca policial por ter de alguma for-
ma offereeido, no"art 8 do "sea projecto, ante sa-
hida honrosa adminUtracio da provincia, no
referencia esse commandanto. dante-teel
de resguardar o direito que se loe quer dar.
O Sr. Pedbo Affonso ; Que se Ibe qaer dar ?
O Sb, F. di Figueiba >-Oa qae a lei qnjs *e-
conhecer.
0 Sb. Pedro Affonso :Mas a mmilnqn en-
tendeu que devia ser aposentado,
0 SG. Dbomuond :-0 proteeto ny, oJwiga
presidate aponjiur, Wcute-tM.
r
v
i



-i*_
~^



i
~
O Sn. F. de Fki kiiwa :-Acho, Sr presidente
que o rk 8" foi tina verdadeira vlvula de salva-,
rco, orno ji' w|i se dontfniuou, duda presiden-
cia. Sin cooiesto o? servicos prestados na guer-,
n pelo cojnmanda ule do corpo ellectivo dnpolicia-
qnc .bou*foi tta <> Piragua umoiro a
r*c unettr e> es servaos,
e desqtova n- i-ecmhpensados; mas, sc-
nborwTo que constar ito pa^^^Hpmmeteao,
vq-.ii tido, e gravissjfc; lea Hh tatjitrre
ducwramto. <'u nj^B^HS.' fliier *M '' miQ*1i'
milito humilde ogMH Ojie B da H I10-
sentaioria esse '*|lrial em quaoio Ule so au
juMilirar plcnamijjjie daquella tremenda arpan;fin.
Eu conlio tanto, senhures. no critrno do actual
adiunMr.idor Ja pawrincte ose ioigu que tal npo-
scauartoritt nao titeada per S. Exc, em
rnant> o r oimhewianio do carpo elTecarvo do po-
lica na.i se mnetrar Hptpe des acetenlo.
INem se diga, seobores, q ,es louros conquista-
dos em campania (avaram a nodoa atiu se presu-
me Irnver na sna vida anterior; nao, senliore., a
aernsacao contina esliir de pe e gravita coin
, tuto u na pese em turno a reputa^ao deese offl-
<*l. S.-t qoe a provincia cida x.ts seus servicos na -guerra, mas isso nao lhe
infame de '.omar-lhe coatas das fraves faltas, os
rimes que Ibo atribuidos.
O S*. Piona Aitonso .-Antes de tudo paguc-
tjMM n que ili'vemos.
O Si. F. de FictnarA :Has o qyc que nos
tac devenios ?
OSn. Peono Aito.vso : -Devemos-lbe a reinte-
grara i: antes de ludo facvse justicia.
O Su- F. i>k'Figu.i:iua :Dcvemos-Ihe justica. e
* justiea o qoe eu quero que se lhe fara. Mas,
Mra nier justiea, devcwos eomecar por fje-
lo respriusabilisar pelos actos que" e diz prati-
cados no eorpo de polica. S< frir culpado, so^re
elle caa a aspada da le, soiTra a pena ; se fr
Snnocnte abra-se o cofre das graeas, reciba elle o
premio tpie merece.
Eu emendo, Sr. presidente, qoe ninguem inte-
reas* hkis uma jastilkaclo, tal como define a le
"teste raso, rio que ao propno aecusado; e porque
a se tem ellesoccomdo da lei para jastili:ar-se?
Heoito, senhores. que me paree* que, einquanln
essa justi(cacao nao for dada, cmquanto nao for
recoiin/ccida limpa de pena e culpa a reputarlo des-
j)Ui) de Pefhaihbeo Q'aarta felra \ xie Junho de 1870,

sebo qu n par
acho que
as
esoeptic
<|im nio la pfia rktr. P^Moito, o cobre
diputado pelo, lerciro distrieto u?a avanc^ ma'
propofi^ao t$>& qnando disse (iitaTeinara o des-
calahfi boso rio partido eonaifdor.
so muilo iagi
rraarui
O Sn. aSKos F.ego. :
tido conservador vai poucj
vai molBor do qu
uaodeixa da reinar ira:
entro seus memoro, (I
(Trccarase muliM^pa
0 Su. Barros Bego : -ido deOtactorei fastos,
mas pens que existcm profundos de^estos...
Agp a, Sr. presidente, eritrarei na dhcn-sl*
pro jar i. 4e lores.
Diz o rt. 1." (loprnj. i-to. (1/v)
Eu :kAo quf e.*le irtig deneoesaiio, icho-o
superabundante ; porque le (f do ibi, que
le permanente, consagrad id^a de que lleardis-
solvido o rorpn provisorio logo que eliogue v#o-
vineia i que fji para o rol.
Ui Sn. Deputabo* ;Mis o corpo de polica'
bao so regula por urna \ft permaneule, mas mu
pur urna lei anima.
0 Su. Buttus Kkco :Mas existe ama lei espe-
cial permanente ; osla que eilei.
Acho tambem, 3r. presideite, qno este iirojeeto
devia ter consagrado a roiategraeao dos ofQciaes
que furain para a Paraguay. I
OSn. Ourinu Foxseca :Se miocansagra, nao
prohibe.
O Sn. Peuro Affonso :O projecto sopbisma
a le.
O Sn. Bauuos Kn.0 :lajtaawple, o piojeeto
sophisina a lei.
O Sit.GusiA L(o : Sopliisma c uma palavra*
qne esta em moda eo/no o descalabro.
li rao Sn. DkputaD'j: 0 projecto prohiba re-
integraeu!
0 Sn. Iabbos liiico: Nu prohibe, mas devia
consagrar.
fu Sn. DtiPt tvd >:Est na lei n. 611.
0 Sn. Puoso Afio.ns.i:A lei vigora somonte
ipiando anro;eil!
O Sr. Barbos Ui:oo:O que vejo que o pro-
jecto mo trata do reintegraejes.
OSn. fii'SMAo Los Nem devia.tratar.
O Sr. Barbos Reio :Eiiu#do devia tambem
seofllcial ijiiando c.Jminandante do corpo de poli-1 tratar de aposentadmias.
ei, nao deTs o presidente da iirovincia applar-
Ihw o que dispij) o art. 8o do projecto em discus-
sao. dispcsicaj que acho louvavet, que acceito e
approvo.
Omeluindo, Sr. presidente, pero mais uma vez
fe-Tulpa aos inens colli-pas por Bies ter roobado
tanto, lempo sem proveito para a discusso, por
Ibes ter abusado da paciencia iuulilmente (nao
apf. i ad os).
i Minio liem, milito bem).
. o SR. BARROS RET.0 :*-Sr. presidente, pare-
cera por rerto lenacidaJe da tninha parle entrar
ih dScoesao to importante. (Xo apoiados.) En-
ireanto, como depntailo, emendo que devo dar
oontas di mim, do mea modo di |iensar na ques-
ti i poltica qin- se tem agitado nesta casa.
O uieu nebro col lega, diputado pelo terceiro dis-
tricto, anresentou-se impugnando o parecer da
iMinmi oecasiio se niamfeetou fran.ament rom relan
;><> ;i; icios politicos da provincia e do paiz, falln
ilo descalabro poltico qtia reinaba no seio do par-
tWo c >nservador, e i>to eau-on, -egundo me pa-
rece, i.upressao multo esagradavel na assemblea.
Eu, Si. presidente, n f itiuiento re aecordo coni esse mea collega, e
comigo ^utros membros da casa.
l'it Sb. Depi;tado : Todos t.em snasqoeiss*.
Ogtm Su. UiiiXTOj :Todos leem seus resen-
-lillll^Ht.'.-.
(TroMll se mais apartes.)
O Sr. Barros Rf.g > :A eoBclnsao que nao
*exi>te actualmente no partirlo conservador a har-
nioiiia qoe havia qoando estiva em opposirao, c
pjr amor dessa narmonia que-o cobre deputado
peto terceiro distrieto se manifestou ua casa do
ni 111 por que o fez.
(Tioeamse apartes.)
O Sn. Barros I'.cgj :la eu Alendo, poressa
barmoiiia qoe nos clamam >s *e tiernos para aqni
danoslos a denunciar esse descalabro que todos
'- sentimos, de que lodos estamos mais ou me-
nos convencidos.
Sr. presidente, divergencias d das no ministerio;
a;i,iarecimento re um jornal de opposirjao escriptn
p.u- iiiembros iniportaues do partido conservador
no Rio de Janeiro : estes e ootros fados demo.v-
tram r|ue o partid) conservador nio.tem inarcha-
do coin acuella liarmjnia e adbeso que fura para
dsejar.
lili um aparte.)
O Sr. Barros Reso:A roe mposirjo do rni -
ni-terio prova patente da de-hariBoia que nelle
havia, isto i;".o se pode contestar.
u Sr. ron eamli.i. .. senatoria pela provinwa.do Cear, es-
Undn anda ni ministerio ; eiitrou na lula, e 0001
gran i.- -,o- irew leixoa de ser eseoHdo.
"ji Sr. Dk'taoo :A que vein isso Y
) 3 C -mos Rico :E" um fado muito nota-
vi-l >'. ^miicativo, nico talvez ua sua especie que
ttitre nos se teta dado.
(Trusain-se apartes.)
U Sn. Aiiiios Reg : Gorreu que ngoverno
t<: airan in ido inlerviria nesse acto. (Nao apoia-
*i->< i
Ao meaos o Sr. conselheiro Jos de Alencar
q:i'iXol!->e disto.
i "ai Sa. Dhfutado :Nao poda f-ize-lo, porque
.. Klu ti,'. > do mioisterio, do poder execativo,
do peder luoderadur essa a theoria do parti-
do conservador.
O Su. Barros Rsfie :Sei que o governo nao
devia miel vir niso directamente ; mas o fado
En Sr. De'Ltadt : Poda queixar-se mjusta-
mente.
O Sr. Barros Reg : Queixou-se no Jemal Gemmirei de que o governo tinha influido na sua
nao e>colha L e nos qu<; vemos o ministerio nter-
x-ir na sua nao esculla para senador de um ekU-
la*il!usire, e conservador distincto, queacabava
do facer parle desse ministerio, o que devenios
acreditar que nio lia essa apregoada harmona
do partido.
Pnssando de ministerio para o que vai pelas
provincias, nos vemos que tambem ah nao existe
lierfrto aecordo, nao reina uniao entre os secta-
hqsda grande idea conservadora. N> Maranbao,
p >r ejemplo, levaotou se urna opposrjo ao presi-
u-uie, e do seio do mesnn partido, testa da qual
se eolloou um homem notavel d'aquella provincia
que tem representado al.i um papel imito impor-
uuie o pilitica conservadora.
Na Rio Grande do Norte nos todos sabemos o
4} se u-m dado ; o que fez o presidente em bos-
tiUdade ao partido.
Um Sr. Deputado :Em Alagoas ?
O tuo S*. Deputado :Tudo Isso sao quosloes
de familia. "
o Sk. Bardos Rbco :Mas que provam a des
harmona do nartido. ^
X i Maranbao deu-se o fado que acabei de re
fenr ; at dizem que o Sr. Dr. Braz recebendo
uma carta do'Sr. conselheiro Panlino, ministro do
imperio, estranbando lhe o procedimento, e repro
valida a marcha que eslava dando ao partido na-
SuelU provincia, licou por tal forma impressiona
o, que adoecendo, conuo rreu isto, segando se diz
para a sua morte.
O Sn. Dbputado :Posso garantir que nao
exacta essa historia de carta, sei-o por pessoa da
familia do Sr. Dr. Braz.
O Sn. Barbos Reg :Mas o que exacto que
o partido conservador se acba lodo desnarmo-
msadj.
Em Alagoas, no Rio Grande do Norte, nota-se o
merao faci.
Km Sa;. Deputado :Essas desharmoRias do-
w em lodos os partidos o em tnilos os lempos.
O Sr. barros Recv : Por, ai agora mais do
que, nanea.
So Rio Grande do Norte levantou-se uma oppo-
sicio sera coDtra o presidente da provincia. Mem-
bros importantes do partido etmservador foram
p>r elle deaautorisados ; fez demissoes aciotosas..
O Sr. A. Cavai.ca.nte : Mas o presidente foi
denitido.
O S. Baribk Jego :Depois do foita a eleicio.
Em Alayuaa coosta-me tambem que nao reina a
lueibor liarmonia, ou antes, reina a discordia ; os
ebefcs p lideos.nao se aclum satis'eitos eom a ad-
uinistiacio da provin.'ia : entretanto, o Sr. Jos
liento (em sido eonserrado. Parece que esta poti-
nca, lende a plantar a dksolucao no seio do par-
t'!.
i. DsaciAoo :Dividir para reinar.
i Su.Baruos Re*,o :Sim, dividir paca reinar,
c^rno diz o oobre depui
X* Babia tambem o partido coqaarvpdor rt'l
dividido, emBm, em todas as pro viudal se da a
jatsmacoofta.
O Sr. Cees Cavaixami : Sabejwrqaex
i-orqu* qaerem ser cliofes quando nio podem nem
ao metuM ser cabo de esqdadra.
O Sb. Barbos' Reg :-X5iF
wrrjue., faneos saber se cil
jaeremoi saber
Cu Su. Diputado :Estabelece apenas u.na
couilieao.
(Troeam-se muitos apartes).
O Su. Bones I'.e.j:<> ato que foi trazido
para a casa relativo ao eslado em qoe foi adiado
o corpo 'Ir- polica por uma cuiiuiissao tiesta casa
em aonoanterior foi. para mim una verJadeira
sorpreza; e eu acho que, scieule como eslava, o
nobre depuuido do qiio se deu, por ter fei.o parle
da commlsslo que foi examinar o estado do cor-
po de polieia, uo e.ia ter.euns.gr.ado no projecto
a idea de anosentadoria.
O Sn. G. Uitu.MMo.so: Deviamos condeinnr lo-
go, sera niivir!
0 Sn. B.umo.s Reg :Entendo que se nao de-
via Consignar a idea da aposentadoria emquanio o
eommandante de polica e os q/Beiaes ua-) so ti-
vesseni justiliuado pica mente.
(Troeam-se nwiitos apaftes).
0 Su. Barros Reg :Mas porgue sa os nao
jiiaudou respiuisabilisar.'
0 Su. G. iiuw.MOND Nao mandamos nem dei-
xaino, de mandar, porque isso nao attribuicao
nossa. do presidente da provincia.
0 Sr. Bajibos Reg :Eu cnleado que poda-
mos, o menos detiam :s, chamar a atlescao do
pre-identH para eaaM aelos.
Uai Sn. Deplaoo :Qae ne;essiJade temos
nos de determinar que o presidente ouaipra o sea
dever ?
O Sb. Barros Reg:EmUm, senli.ires. eu en-
tenrlo que sa nao de-ve aposoor aos iB -iae< do
fiorpo do indicia sem que elles se jutirnjuetu ple-
namente.
L'x: Sn. Deputado :O projecto co determina a
apo-entadoria.
0 Sr Bvrp.os Rei'-o :Mas autorsa.
Km Sr. Duptado :Lea o projedo e ^a de eu-
conlrar um artigo que diz que o goierna mandara
lagar todos os vencimentos aos ofciaes do corpo
de polica at que sejara aproveilarlos, dispensadas
ou aposentados.
O Sa. Lauros Bjsgo:Mas nao falla era rein-
tegragao.
Trocam-se muos apartas).
O Sr. B.uiros llij.o :Estes offleipes podiaao,
diz o projecto, receber os vencimeni )s at que
f)s>em apjtroveUaias p3ra quaesnuer conmsso<'s,
portante, eonvnha fallar na reinfcgracao para ii-
car claro o direito de voltarem para o eorpo.
L'm Sn Dsputado :Isso agora q-e j sopbis-
ma.
OSn Gi.smao Lobo :O projecto legisla para o
COTUO de polica.
O Sis. Bauko Reg :Eu punso. Sr. presien-
te, que a consagradlo das aposentadorias desses
olliciaes. rwnhecidos como sao, os ac:os do ,)reva-
ricacao por elles praticados, urna is^.a calida Je
(nao apoiarlos).
(Trocam-se apartes).
o Sr. Bisaos Ru:Sa assim nao e, porque a
nobre cmnmisso niio mandou que fossein reinte-
grados esses olliciaes! Porque provado o facto o
presidente demittia-os, e aposentados, Sean per-
ceb^ndo vencimentos perpetuamente.
O projecto consagra tambem a idea da crea;ao
de oO pracas montadas.
Um Sr. Deputado :Esta ern discussao sj o
art. 1.-
O Sn. Barros Ri:;o :Eu asho desnecessaria,
Al aqui nos temos dispensado a polica montada,
e com a crear;ao dessa orc tereinos de despeo-
der grande somma, por ceno, mais de 3):1 V'Ji'.lOO
annuaes.
O Sr. Mello Rbco:Nao tanto.
O Sn. Barros Reg i :Sem duvida neuliama,
porque s os 50 cavallos afora remonta e fjrragera
andm por 8 ou 1K:00()J030.
Em todo caso um Jespendio extraordinario, e
at aqni nos temos tido a polica p que tem pres-
tado muito bons servicos.
Sao estas as considerarles que tenh .i fazer. e
pelas quaes yoto contra projecto, e peco descul-
pa casa d- ter abusaio de snabondade, (nao
apoiados) pec.i-lhe tambem que me relave o des-
alinho deste discurso, por que eu nao e-tavo pre-
parado, fallei de sororeza.
i Continuarse- h.)
McndWV^
pl. o Dr Olyn
romotar pW*0
o Dr. JViofar-
Por deliberar^ dn |ped,iicia de 9erfP..
t ewra4 seufeditooDr. Antonio Dia#rn-
*rn Innior --r geral i'^s aulas ajlo no-
imeado para r, sustHtir r/Dr. Manoel Uii3o Aze-
!ted*4ra#*.
Para a* lljas danoBario Japarattiba
mandldas arnbttiaocias fl o Br. Joaquim Ma1l
Viel Cebras d
racrer a^fl
mm feo
blica,
contador da tbeson
Eusebio de Arrox
dojda caital, o Dr.
ollinel da.f.ibintte dg
au dos Chav>-.
Par Atalaia n Anadia mandan a presidencia da
provine! ambuliucws, pira o tralaroaote das pes-
suas atacadas de cmaras do angue.
J,emos no D t, jpriicipoa o delwado i- Atalai qne cercan-
do o inspector de qunirao de Qniaraluba no dia
15 do corrente um Gonlo de ladrSe^, zeram elies
resistencia, tente sabido gravemente infidos Fran-
cisco Carlos o um outro mdivi lito Bartencente i
escofia, o? quaes se acham em perico de vida; e
dando a tropa um tiro em um dos ladres, falle-
ceucru logo, escapndole o que ki os ferimen
tos.
COMPAN'HIA PRN'AMBCAJiA.f-Em lugar,
competente iranserevemos o que se servio dizer o
Kxm. pre-ideuie ra provincia de Sergipe, Dr.
Francisco Jos Cardoso Jnior, em sen relatnrio lia
punco apreseniai.lo assi'mbla provincial, com
relae.Io Conipanhia Pornambucana de navegado
coslerfa por vapor, para o que chamamos a ilteii-
nosc4is leitdres.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLEA PROVINCIALHouieui a assem-
bla oceupou-se, em 3a djscussao, com o projeclo
n. 9i deste anno iTixaoao do forra, policial), o qual
ficou adiado por empate na votago de 9ma emen-
da, depois de orarem os Srs. G. Drummond, Ges
Cavalcante e Gusmao Lobo ; approvoa, em i' dis
cussao, o de n. 38 de 8G9, qae manda pagar aos
Drs. Manoel de Figueira Faria e Francisco Pinto
Pessa os seus vencimentos de professores do cur-
so commercial, desde a extinceao daquelle eurs)
at que tejan novamente empregados, com orna
emenda mandando conceder igual favor ao pro-
fessor de desenho do gymaasio provincial, orando
os Srs. Ges tavalcanle e Gusrao Lobo.
Entrando em 2' discusao o projeclo de orna-
mento provincial deisou-se de vaur por falta ds
au i ero.
Aordem do dia para hoje : continua-;ib Ja an-
tecedente, Ia discussao dos projecto* ns.114, US,
118, 117, 119, 120, 1S2, 123 e 424; 3 do de n. 6,
lodos deste anuo, e da emenda empatada.
PROROGACO.NSo se achanda fiada discuti-
das e approvadas as leis annuas da provincia, fo-
ram pr irogados ar o dia 15 do corren le os traba-
llios da assembla legislativa, por deliberacio da
presidencia da provincia de 30 do passado.
IXSTRUCCO PUBLICA.-!o dia 3 do corrente
deve ter lu^-ar, peranta a flirecloria eral da us-
tcttedto publica, o exarne do habilitado das con-
correutes as c^deiras vagas do sexo fetn::ino. A
inscripeao ser eita at o dia 8.
TREZENA DE SANTO ANTOSIO-Gomeva bo-
je noute, no convento de S. Francisco desta c-
dade, com a solemnidade possivel, em vista dos
poneos reeorsos de qne dispoe o Rvrjro. guardio
ca des,
E' CRKSO.Fonteirlle j moribundo proferio
esta profunda plirase : E' tempe de partir... e
eu ooruerava i ver as cousas como ellas sao I
0.implacav| phiiosupbo compreheadia as gciUe%
u'essas cou.-as.
Um ad.ifiri vulgar diz, que deve se tomar o
mundo como <-lle ;... ibas, segundo pensamos,
muito inelhor t dtixa-lo ; de surte que a uosso ver
0 ideal da vida secial.seria:
Termos alguns inimig a entre os iiitelligtntes,,
para sennos ohrigados a ohservarmos, para sen-
tirmos o acuiliao da emulacao, para conten)o-nos,
para procurarmos o xito, aflm de faie-los dises-
perar.
fermos cinco on seis amit;os ou amigas, procu-
rados coin tempo e atteniamente escolliidos aps
ascompi'tuntoa expenment.icoes, afin de pdennos
devidamente ama-Ios, alim de dedicarmo-nos
completamente a elles, aura de esperarmos d'etle<
em caso de precisv urna sincera reeiproeidade,
ajnnlandi a isto urna centena do conhecimentos.
Je relaeoes in lispen troca das trivialidades scciaes.
Depois consideramos o resto do ronndo como
um espectculo, e para elle su termos a indilferenca,
elevando-nos apenas alguma vez at a curi isidade;
mas fugiuJo da vnlgardade e reguardando-no,
da horrivel hvpocrisia.
Termos emiim a franqueza, a roragem de recu-
sar-nos alertamente aos indiscretos, aos explorado-
res^aos intrigantes, quaesquer ipuarecido, reser-
vando-nos, econoiniarido nos, ou, etnumaimagem
material, nao dispensndonos em patacas para
prepararmo nos em poten?**, ou finalmente, anda
em ootros termos, r'.-cu^ando-nos por mindo,
qnalquer para entregarmo-nos em yrosso seres
ascolhidos, aquellas quem prezamos ; e assim
fugirmos de aceitar oom desdem e asco a troca
habitual da falsa nioeda social.
LOTERA.A qne se acha a venda a 149*
benelicio da ii -mandada de Santa Anua da igreja
da Madre de D^tis, a qual corre n dia 7.
LEILOES.Hoje effeclua o agente Martins, o
leilaodo restante das importantes divida^ a Ca xa
Filial do Banco do Brasil, as 11 horas do dia
a porta onde foi Associacao Gommercial, defrinte
do Corpo Santo.
Hoje tamben) ellectua o agente Piuto as 11
horas do dia, no largo d> '". rpo, Santo, o de um
carro americano para ara l e 2 cavallos.
Amanbaa alecfua o mesmo agente, o de
livros de blteratura, pbilosophia e direito, dos me-
Ihores a mais afamados autores : as 10 horas em
ponto, no i andac do sobrado da roa do Vgano
n. 5.
PASSA.GEIROS.Sabidos para os portos do sul
no vapor Gmtr :
Mara Roza da Paixao. Thomaz Antonio E>picj
c 1 fiibo, Manoel (. de A rao ja voluntar*- i patria
n. 44 Antonio Jos dn Nascuriaoto, ci^. ,iel Fran
cisco Joaquim Pereira Lobo e 1 credo, capitao
Fioreiuio Rodrigues de Miranda Franco, Francisoo
Corbinjado de Arantes Franco e 1 creado, Dr. Joa
quira Pontea de Miranda, sua senbora e 2 hlbs.
1 creada < 3 e>crava<, Francisco M. S, Jos Laiz
da Costa Ribeiro, D. Antonia Carolina da Silva.
los Baptista de Castm Silva, Manoel Jos deOli-
veira Francisco Ai.Uni Barboza, Miguel Jos de.
Lemos, Antonio Vasco de Algaots Cabral, Joseph
HoDscbel, Joaquim Gom;alvos da Silva, alfares
Francisco J de Oiiveira Jnior e Manoel Casado
Lima. Anna Maria Leopoldina das Neves. 1 creada
com 1 filho, Pedro Goncaives Torre, M. Pastora ra
Conceii;ao, P. Machado. Arthur de Oiiveira, Dr,
Pinto Pes-oa e sua senhora. Jos Adoipho de Bar-
ros, 1 tilb e 2 creados, Joao'de Caldas Belem et-
lirada do 42 bataliao de voluntarios da patria,
Rod ilpbo L, Christian L., Domingos Francisco da
Costa, os. recrutas do mariolia Mamoel Jos d'Oli-
veira e Emilio Maxiniiauo Balis e2 eseravos, An-
tonio Jos de Abreu, Bernardino de Azevedo Crnz
Jos Pacheco ra Silva. Luiza Mara da Concefao,
Antonio Lopes. Joao Ferreira Machado e Casemiro
Jos da Silva. Miria do Rosario Bonifacia, teen te
coronel Dionisio Rodrigues de Mello Castro, Ma-
riano L. Rodrigues.
Vindos de Penedo pelo Aracaj e Macei, no
vapor nacional Gimi :
Francisco Antonte Xavier B., Joao Jos d"Araujo
Silva, D. Maria Pastora da Gloria. Bernardina
Olympia da Concnicao. ;Joao R. e Manoel C. Mo-
reira. Rvd, padre Modo e 1 creado, Ddoard Araine,
Domingo escravo do Jo-iAlves de Aguiar.
Vindos na barca S cial:,
Jo> Gued.-s Valea'.e, Antonio Ribeiro Arrabalde,
Domingos Francisco de Suuza, Justino Joaquim da
Costa. Jos Antonio da Silva Villa-Verde, Antonio
Jos Lisboa de Oiiveira, Maria Joaquina das Dores,
1 filho 1 irmia e 1 irmao, Francisco Jos Villa-
Verde. AoluMip Damas, Louienco G. Tciga, Ma-
noel Maria Rodrigues, Paulino M. Pereira, Pesci
telle Antonio de Salvaiori, Datollo P. Guisoppe,
Cont Francisco do Salvatori, Andrea M. do Pieiro,
Dalllo Guiseppe do Pasquali, Micbclc Dattol,
Carmine Pesce do Pieiro, Alljerto Antonio M.
Ferreira.
CEMiTERIO PBLICO.-Obituario do dia 28 de
maij de 1870.
Clementino Ferreira de Paula, 24 annos, sol-
teiro. Boa-Vista ; aspbyxia por subermijo.
Joao de Sa Albiiquerque, 60 annos, casado Bea
Vista ; febre adiuannea.
Luiz, 1 anuo Boa-Vista ; deniicao.
Anna .Francisca de Jezus, 60 annos, S. Jos ;
diarrhea.
Euflozino, 28 aunos, solteira, Recife ; tubrculos
pulmonires.
Argemiro Lao Gomes Pessoa. Parabyba, 28
annos, casado, Sanio Antonio ; hypetrophia no
coracao.
-30-
Gregorio, Airtea, 40 annos, solteiro, Boa-Vista ;
diarrhea.
Dalpbinx 2G anuos, soiuan .toa-Vista; iuber-
culos pulmonares.
Sebastian, 18 annos s. J s ; gstro interite.
Amonio Ptdro de Barros, 22 annis, soltairo
Boa-Vista: sepleles.
gadoi8 Doria, Ixiurenr^) ltMhgo e Bamingues da
Silvart-Improeedente.
RscpRso coMMiiBctju =- RecQflrrentes, Joaquim
tgues Uarte e o charcl Fran-i-c Jos de
Madciros ;ceoiTi(!oT o jiiizo.ftalater o Sr. des-
em'.iargiddr Motra, orteauos os Srs. desembarga-
dores Doria, Almeida Albuquertjue e Gitira-
iram conhecimeato do retnrso, para coa-
PRoncis quan Medet-os1 4 Duaiie,
) porM qoBtito ao cumpltce Joaquim
^nmflSnarte.
iwa cni*K.Ao Sr. desembargador pro-
Mor ll?l,li1: npeHaute, Manoel do Reg Tri-
guero Fn; appellada, a ju-tica. Apiiellantes, o
tuizo a jpnoel Angelino da Silva ; apppllados, o
juizj e Manoel Felippe de Aradjo. Appellante,
Raymanflo. Gomes iU Cruz; appellada, a justi-
ci. Appeflinte, o juizo; appellado, Juliao Alves
Galvao.
PA3SAGEX3.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. deseo)-
oargador Guerra.AppellaeSes civeis : appellante,
Sebastiao Jos Gimes Penna; nppellados, Maria e
davina menores. AppoUame, Rodrigo Antonio
Brasileiro Macei; appellfdo, Macario da Cosa
Moraes. Appellante, Jos de Souza Nnnes Bra-
ga; appellados, Francisco Gonealves Servino e
outro.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellai;,io vol: appellantt-, Jos Seralim da Silva ;
appellado, Francisco de Oiiveira Pmentel.
Do Sr. desembai'gador Lourenco Santiago, ao
ir. desembargador Almeida Albuquerquc. Ap-
pellaeoes crimes: appellante, Manoel Laurcntino
Bewrra; appellada, a justiga. Appellante, o jui-
zo ; appellado, Eiiterio Jos Beierra. AppeUafo
vel: appell,tntes, os herdeir is d> Jo) ferreira de
Carvalhoj'appailado, Joao Felippe da Cunha Ban-
deira de Mello.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Molla.~Appellai;es crlmes:
appellante, o promotor ; appellados, Fioriano An-
tonio Bispo e outro. Apiellantc,Jos Lanreuc.) de
Lima; rppellada, a ju-tica.
Do Sr.- desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Doria.Appellae) crime: appellantes, o
juizo: appellado, Antonio Flix Paos do Nasci-
mento.
Ao Sr. desembargador Gitirana.Appellacan
civel: appell.iu'.e, tese Joaquim de Almeida; ap
pellada, Francisca Caetana de breo. -
Do Sr. desemOargador Doria ao Sr. desembar-
jador Doinjngues da Silva.Appellacao civel: ap-
pllante, o.bacb.irel Angelo lienrique da Silva; ap
atarefado com os aprestos necessarios para os re
paros da enialba e doaramento da capalia-mr^
bastante arruinada.
0 zelo e a abnegacao desse levita do Senlior pela
casa de Dcus, podara e devem ser ajudados, con-
eorremlo cada u:n com o bolo de que puder dis-
par nao s para o repajo da capella-rar, "orno
para a festa do seraptco patriare!.
Macei, levou desta, provincia 3f>:0Q4l4O0.
vj ipqjHca sabido para os partos de *ua es-
cala, rondusio:
ParaAJrahba :(**(,
Rio GriBde do Norte 17;000
Cer K_ 5:fl()pu_
WRLWZ E ALAGOA.-^Dassas procadeacias
oc iKinte o tapor/AaViirij, da Goopanhi;
KaamboeanB, trazcado tomaes do Arac
39 e de Macei at 30 do panado.
t
HRONHA JUBIIARIA.
fHIBl\lL Bl REL41AO.
SESSAO EM 38 DEM A DE 1670.
fBSSlCli.N JA DO BXU. SB. CO.NEUtKIRO caetanc
SANTUOOT
Secretario interino Br. Virgilio Coiio.
As 10 lloras da manhaa, presentes os Sre.doem-
Fr. Lourenco da IramaculadaCoBceieao.de presento, pargador'os Gitirana, J^i^oo S^nliaWlneida
atarefado fnm os .inrmlos mwMsarmt nara nc rp.- ik .______ u_... r>._.-. A__^^ V> nr*fcnw
Albuquerque, Motta, Dara, owms da Silva e
Regueira Coste, (altando os Srs. deaembartadqres
Guerra proctiradar da conia e SoaxLj^fdiie
a sestjio.
Passadt.s os feitos, deram-se os seguiales iok
neutos: '
AaniAvo *%. pbtico.Aggravaate, Manoel Se-i
l de Turras como administrador de sua ma-
UINIIEIROo vapor JtondaAu, sabije para Hier; awra vado, o juizo. teiatoroBr. desalabar-
liellado, Salvador dos >antos Sequeira Cavalcan-
te. Appellacoes crimes : appellante, Manoel Fer-
reira de Azevedo; appellada, a justica. Appellan-
te, ApolinarioTeixeira de Oiiveira; -ppellada, a
justica.
Do Sr. deseralfargador Regueira Costa ao Sr.
desembargadqr Suuza Leao.Appellar^o civel:
appellantes, Jos Alfonso Ferrara e sua mulber;
appelfado, Antonio Qornes de Macdo. Appellar^io
crime: appellante, o juizo; appellado, Joaquim
Correa do Mello.
Assignou-se dia para julgamcnto dos seguintes
felos:
Appella pellado, Antonio de Loureiro Matto-Grosso. Ap-
pellante, Joao Jos da Azevedo; appellada, a tus
tija.
Appni.L.vci5ss civeis.Appellante. Jos Gomes
Rodrigues de Albuquerque; appellados. M. noel,
Maria e outros eseravos. Ilppellaute, Manoel Luiz
de Albuquerque Pessoa; appellado, Joao Colho
re Soma,
Da de APi'AREour..Appellado, Jo^ Gomes No-
gueira ; appellante, Jos Antonio Pacheco.
As 6 horas e um quarto di tarde encerrou-se a
sessao.
fadrf Mata, sorteados -es Sai, daaaatbartadures
Alraaid* AIb4auaraueeLoiMH^Sa4Kkgn.Jia-i
|wam provimanto. Aggraitanie, Joal|H^H
jmm; aggravadq, o juH.--Relator o Sr.da
jargador Airae4a Aiteaoie*ie, sorteadas os fcu-
de*arabargad.-ras jfcgaeira Cataa a Doria.Itera)
proviajento.
Recubso cbimi:Reccorrente, o juizo
do, Pedro Jos de MeJIo.Relator o Sr. deaerabar-1
gador Regueira Costa, corteados os 3ra. desembae, i
SESSAQ EM 31 DE MA10 DE 1870.
PBESlDKSCiji DO BX11. SR. CONSE.HRIIW C.VKTANO
SANTIAGO.
Secretaria interino Dr. Virgilio Coiiho.
As 10 horas da raanha, presentes os Srs. desem
oargaderes Gitirana, Almaida Albu<|uerque, Motta,
Doria._ Domingues da Silva, Regueira Costa e Sou
za Lean, faltando os Srs. desembargadores Guerra
procurador da conia e Lourenco Santiago (com
causa), abrio-se a ses&ao-
PassaJos os tos, deram-so os seguintes julga-
nentos:
Acgiuvo de PETiijo.Aggravante, Agpstinho
Coelo Leite; aggravado, o juizo.Relator o Sr.
d, sembargadr D ira, sorteados os Srs. desem-
bargadores Regueira Costa e Almeida Albuquer-
que.eram proviracnto, Aggravante, Franciaco
Avila ilo Mendon^a ; aggravado, o juizo.Relator
o Sr. desembargador bomiugaes da Silva, sortea-
dos 03 Srs. desembargadores Almeida Alnuquer-
que. Neou-se urovnpunto. Aggravante, Isabel
Maria de Moraes Bastos ; aggravado, o juizoRe-
lator o Sr. desembargado,- Regueira Costa, sortea-
dos Srs. d .serabargadures Motta e Dqrja* Deram
provimeato.
Reccbsos crijies.Reccorrente, o juizo; recenr-
rido, Joao Ramos da Silva Moreira.Relator o Sr.
de-embargador Motta, sorteados os Srs. desembar-
gadores Dorii, Regueira Costa o Almeida Albu
querque.Improcedente. Reccorrente, o juizo ;
reccorrido, a preta liKerta Felicidade.Relator o
Sr. desembargador Gitirana, sorteados os Srs. des-
embargadores Regueira Costa, Souza Leao e Do-
ria. Iiprocedento. Reccorrente, o juizo; reo
corrido, rVOtil Barbosa Pereira Lucena.Relator
o Sr. desembargador Almeida Albuquerque, sor-
teados os Srs. desembargadores Souza Leao. Motta
e Domingues da Silva.Improcedente.
Da de appauecep..Appellado, Jos Guedes No-
gueira; appellante, Jos Antonio Pacheco.Diser-
ta a appellagap.
Appellacoes cntMF.s.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Antonio de Souza Matto-Grosso.A' novo
Jury. Appellautes, Francisco Ferreira Braga e eu-
tros; appellada, a ju.3tica.Nullo o processo. Ap-
pellaate, Joao Jos de Azevedo; appellada, a justi-
ca. -Julgaram nullo todo o processo. Appellante,
Bellarmino Jos dos Prazeros; appellado, o jui-
zo.A' novo jury.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appellaco civbl.Appellante, Jos Antonio de
Oiiveira; appellado, Francelino Laurentino do
Bombn.
TASSACENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao.Sr. desembar-
gador Guerra.Appellacao civel: appellantes, Joa-
qaim Jos de Almeida e sua mulher; appellado,
Franciseo Caetano do Abreu.
Ao Sr. desembargador Domingues da Sil-
va.Embargos remellados: embargante. D. Felici-
dade Maria de Vasconcellos; embargado, Dr. An-
tonio Jos de Can-albo Raposo.
Do Sr. desembaegadnr Almeida Albuquerque ao
Sr.. desembargador Motta.AppellaeSes civeis:
appellantes, Jos Pinto Teixeira e oirfro; appella-
do, Thomaz Tenorio de Albuquerque. Appellante,
Luiz Emiliano de Figueiredo; appellados, Manoel
Alves de Araujo Guerra e outros. Appellacoes
crimes: appellaate, o juizo; appellado, fileuterio
Jos Bezerra. Appellaate, Manoel Laurentino Be-
zerra; appellada, a justifia. Appellante, Joao Pe-
reira Barbosa; appellado, o juizo.
Do Sr. desembargadpr Mola ao Sr. desembarga-
dor Doria.Appellacao crime apneiiante, Jos
Lourenco de Lima ; appellada,ia Justina.
Do Sr. desemba/gador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Rogueira Costa.Appellagao
crime: appellanie, Apelnario Teixeira de Oiivei-
ra; appellada, o. juizo. "
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao Sr.
desembargador Souza Letio. Appellacao crime:
appellante, Jos Francisco da Luz; appellada, a
justica
Do Sr. desembwgadpr Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitirana. Appella'.es crimes: ap-
SsUani, o promotor; appellalo.'Jaciniho da Hora
leudes. Appellante, Luiz Marques de Lima; ap
pellado, Ignacio Manoel Saraiva. Appellanto, o
juizo; appellado, Manael aptsla Lopes. Appel-
lacao ciyel: appellante, osi Teixeira Machado
appeflado, coronel Joao Luz de Vasponcelus.
Osugescu ciuiE.Ao Sr. desembargador pro-
motor da Justica : appellante, o juizo; appellado,
Manoel Donato rio Souza. Appellante, o juizo; ap
pellado, Pedro Goncalves Pereira. Appellante, a
promotor ; appellados, fia'oel Mandes da Silva e
ontros. Appellante, o Juizo; appellaap, Jos Vi-
eir Pautlo. Appellante, o juizo; apneljade, Ma-
ooelFerrera da SilvajAo Dr. curador geral: ap-
pellante, o barao de Bnjary; appellado, Francisco
Xavier Pessoa d'Albuquerflue'.. ApneRaute, Pedro
Jos Antonio de Miraocfa; appellaaos, \*iceate
Ignacio Perpira e ontros.
ute^a3(l^~"il0*~% iuiZ; apfi1'
lad^JJortano A>tomo Bisso.
Aanio hora depois dp njeio-dia eucerrou-so a
mm-
iCtA
'0.
aWfc-
B
f*JW-WM
'""' ^-------------------------------------i
--------r+nj-----1-----------1 -*r---------------
faltando oSr.'^osa/e sondo Borneado o Sr. Mi-
randa Leal para ser-ir rl o, S. Re o
Sr. presidente deularott abena
Foi lidajaa approvada a f de i".
\ hpi
Oljcio do presidente .'eaec:;.ii a) sa junta,d)s
corretore-, lineado de :Sdo corrente, .remetteailo
a cohreao daJ^raaua pr. \ rna pausadaAo ar-
fnformarjpio SHbr. oflicia! -niaMr sobre A ma-
teria da reJH de2|Bk..rernati.les. Lopes e Flix
Pereira e SouzaJu Uto ni o contrate do saasc-
ciedade, aflm de que -ja registrado ao mesmo
tempo que o respeetio distrato, sendo que se nao
o juntarem, o ulHral-manr na pyinlicacao qoe li-
zer relativamente ao distrato em ifoeslo, baja re
declarar o motive pelo qual nd-o ordedad o re-
gistro naqnelle contrato, nao setectuou sooie-
Ihante regislro.
Foram distribuidos os seguintes livros : Copia-
dor de Joaquim Goacalves Belirilo, Diario de Ga-
briel Antonio, Copiador e Diaria ci Jjaquim Antu-
ues da Silva.
DESPACHOS.
Requerimento de Manuel Tertuliano TrVasn)
de Anuda, cstndanle do quinto ando da Faculda-
de Direito, pe lindo ser prvido n > lugar vago de
amanuense d'este tribunal.-rVpreseate-se ama-
nbaa pelas lo horas ni secretaria d'este tribunal.
De James Ryder A C., pedindo o registro de
urna prceuraca bastanteSoja registrada.
De Pedro Osorio dr> Cerqnelra, brasileiro, na-
cional da Babia, de id.de <- -j; uwas, domiciliado
nesta cidade, estabelecido com toja de fazendas'
ruada Imoorairiz n. 3i. pedindo ser nesta confor-
midado adnntii Ja matricula.Junte altestado de
seu l.om crdito commareial assignado por Me.lo
Lobo rk C., D. P. Wild, Henry Keller, Antonio Va-
lentn! da Silva Barroca e Magalbes Irmaos. -
Vista ao Si", desembargador flscal.
De Miguel Pereira Leal,. Mediado por eert'nlao o
distrato, lia poaco registrado, da sociedade Vai &
Leal.-Como requer. "
ADIADOS DA SeSSO DE 27.
^ OIBcio de Carneiro A Nogueira, tii|uidatarios de
Nogueira & C Contina adiado por nao estar
completo o tribunal.
Requerimento de Antonio Francisco Carneiro
Monteiro IJirao, salsfazendo o que se lhe exigir
em di'spacho de 28 do mez prximo passado.
Adiadoanda para aproxima sessao.
De Josti Panto daJPonseca, mpedindo o registro
de seu contrajo de sociedade com*Jeronymo da
Coste Lima e Joaquim Goagalves Vianna.A-
diado.
Da comnatUiia Recife Drainage, iimited, tripli-
candp ao despaono Je 7 de abril ultimo.-Adiado.
Summario contra o trapicheiro Auacleio Jos
de Mallos.Contina adiado por fallar um dos
uienii res do tribunal, que assim fina incompleto.
Dada a har (II o mola da M-.nhaa), o Exm. Sr.
presidepte encerrou a mamau.
--------------------------------------
ciand dos. ah, no ejercicio dea aeto,
ne i- i |ci, ello exeree as foncroe
d'i juiz da 1* Btaneia, n aquella laesinb inslau-
<'.;<, em rme ,se a<*a collucada a retaefto : e. por
isso,,: itftci de qnwHrf*v\ on ne pro-
nuncia, a i littio 1 loeva admittir ra-
unalde.* mstan-
it'Juii de direito
lupia carcter.
ido juii de di-
tancia, quan-
stitalo do juiz
As W horas lados Mirauda Leal, Barto e barao do Cruangy,
SESSAO JCDIOARIA KM .) DE MAIO DE
1870.
?aBSUNCIA DO BXAI. SR. DKSSULARGADOB A. F. PB-
BETT1.
Secretario, iulio SurJiartar*.
Ao raeio dia declarnu-se abena a ses-ao estando
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Res e Silva e Accioli, u o< Srs. depulados
Basto, Miranda Lea! e barao de Cruangy, faltan-
do spm partid lanao o Sr. Rusa.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
Foi lido o ulBciu de 8 do prseme mez, do Exm.
Sr. conselheiro presidente do supremo tribunal de
justica, remetiendo \ lisias i'.e reviso de anligui-
lade de desembargado-es.
0 escrivio Albuquerque i-egistroo o ultimo pro-
testo de letra a 'i do presente mez sob o n. 4049,
e o escrivio Alves de tirito a 2 do dito usa, sob
o D..1012.
JUI.GAMK.STOS.
Juizo especial rl comniercio : embargantes ap-
pellados reos us administradores da massa fallida
de Antonio Pedro oe Mello, embargados appellan-
tes autores Foustea de Sanios ; juizes os Srs. Silva
Guunaraes, Res e Silva, barao de Cruangy a Mi-
randa Leal. For un despresados os embargos, sen-
do voto vencido Sr. barao de Cruangy.
Juizo especial drrcommercio: embrgame ap-
pellante autor Antoni i Joaqun) Salsado, embarga-
do appellado reo Luiz Fonseca de Macedo ; juizes
os Srs. Silva Gnimares-, Reis e Silva, baro de
Cru-irgy e Bisto. Foram despresados os embargos.
Juizo especial do coinmercio : appellantes reos
os administradores da massa fallida de Antonio
Mara O'Couuell Jersey, apoeiladns autores Jos
Victorino de Rezende (t C : juies os Srs. Silva
Giiimarae?, Reis e Silva, Baste e Miranda Leal.
Fui confirmada a semencia appel^ula.
Apprlanle Andr Barbosa Soares. appellada D.
Candida Maria dos Prazeres ; appellante Bernar-
do Jos Rodrigues Pinheiro, appellades Wilsons &
Hetl; appellante Carlos Corlea, appellado Luiz
Riber da Cunba A Sobrinlw : appellanto Manoel
Torquato Ramos, appeliado Antomo lirysses de
Carvalbo ; appellante Jos Mara Bezerra Caval-
canti, appellado Vicente Ferreira do Veras ; ap
pellante Luiz Ribeiro da Cunba, appellado Antonio
Pinheiro Castello Branco. Adiados a pedido dos
Srs. deputados.
PASSAGESS.
Do Sr. desembargrdor Silva luimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva : appellante Jos Bar
bosa de Carvalbo, appellados Barbosa & Souza ;
appellantes os curadures fiscaes da massa fallida
de Antonio Pedro de Meilo, appellados Jos Marce-
lino ra Rosa & Fillus.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli : appellantes Manoel Alves
Ferreira & C. ; appellados D. Agostinha Joanna &
Filhos.
distriiiu:^"o.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva ; appellante
o barao d Campo Verde, appeliados os adminis
tradores da massa fallida de Seve Filhos A C:
Encerrou-se a sessao una hora da tarde.
PBLCACOES k PEDIDO.
ao pn-
'X.
O Sr. Paulino chave
bllco.
A caba o Sr. Joaquim Rodrigues da Silva puarte
de obter da relaejio, proviraento ao recurso, que
elle interpqz da sua pronuncia, como cumpce da
quebra fraudulenta de Duarte a Medoiros, profe-
rida pelo Dr. juiz de direito da I-1 vara do criuie
d'este cidade, comp substituto do juiz especial do
commercio.
Foram juizes os Srs. desr-mbargadores Doria,
Al.unida e AlbuqiHi-que. e Gitirana. Antes de dis-
cutirem a questao principal, isto a pro;eJencia
ou nao procedencia da pronuncia, discutirn! e
julgaram a preliminar sobre a legaiidade ou ilo-
galidade do recurso interposto om vista/ da dispp-
sicSo do art. 01 do decrclri de 1 t'.e maio de 18o;
o "qual nao admitte recurso di pronuncia, ou nio
pronuncia nos casos do quebra proferida polo jujzj
de direito do crime, quando subslitue o cspeiial
do commercio.
O Exm. Sr. desembargador Doria, com aquella
erudicao, e lgica, que o dostiaguem, mosirou
toda evidencia, que u recurso ora Ilegal, e votou
para que se nao tomasse coubecimento d'eile po-
rm, sem que seus colleg*s pudessem susientor
cora elle a meuor discussao,- > otaran) em sentida
contrario ; e, entrando depois na quoso do re-
curso, dispronunciarain o Sr. Huarte, contra o
voto vencido do Sr. Doria, que deelarou existirem
nos autos provas mais que bastantes, para a sus*
tenlaco da sentem;a da pronuncia do mesmo
Duarte.
A ininha dignidade e honra, que se preteadeof-
fender n'essa questao, me obrigara a tomar a'ella a
mais positiva e grave alitude, anda que, para esse
tim.seja necessaaio qnexar-raeao poder compete -
te dos juizes, que com suas injustica3, e arbb.rari.i-
dade rae feriram e prejudiearam : marahando
n'esse negocio cora o Sr. Duarte, o coat oa Srs.
desambargadores at ond alai, o a justica me
marcaran os ltimos passos.
Felizmente essa questao est no dominio, do (ta-
buco, bem comp era seu dominio est Indo, a-trido
quaate por parte do Sr. Duarte se envidou n'eesal
julgamento O seu iriinnpho um triu::ipho trif-1
le, inglorio, ao passo que a intnlia previsoria
derrota t para mim urna hnarz. |ue ma Jaco vo-
to vencido do Exm. Sr.-desemliargador Doria ; n
quizera antes perder o jecurso da fornja, porque
pordi-o, do que ganlia-lo, com ovotovaetaod'a-
magistrado ; porquanto aqueii:-vnoida-', rjne
felizraente sal no Accordosyrabnlisa env
presenta a verdadeira lrindr.de juridicaproa'
nade, justica, e busteacac
. Kko fu', portante derrotado; estou cora, o mais
asaiendido triimpoo, o no carro desse trinaphn
corro corajoso ap pxercieio dos meas dirakas.
A decisao, pois, em favor do Sr. D
ferdadeira escndalo; nelle
praaaa, toaaando se coohecin: ato 1
ooe a tei repaUe e prohibe.
, O joiz de direito do crime, especial do commercio, e pro tere a so*a*)teiL...
aos cwos de quebra, pronunciando ou disaronun
pira a
a
na ju
E (NM
rato do cr.
do olassilica a
do commercio?
Porque a le de de euiubr de 48o0, aviso de
16 de marco de 18o, o de 10 de noaembro do
mesmo auno, e o d-oreto de ido maio de 183.'
art. til. c .|loc,H-am o juiz dadireilo do crime eio
i.' instancia, rutando determiaaram goe 03 juizes
municipaes iaterpozesicm para elleex-alBcio o re-
curso de sus pronuncias on dispronuncias no caso
de quebra.
Com reia;ao a qualiGcacu das quebras, o juii
de direito do crime tem a cathegoria de 2a instan-
cia, e urna ver. que a le Ibe imprimi esse carc-
ter, najen, pcssivel que.adtsiltisse recurso da
sua pronuncia cu nao pronuncia pan a relaeo,
quando caj^ mesmo a profere, como fnbstiioto
do juiz especial "do commercio, visto como a re-
tacan iambcoi tribunal de Ia instancia, on da
mesma instancia, emque est o juiz de direito do
crime com relacao aquella ^especie.
A le eievou o juiz de direito do crin.; segun-
da nstoocia, .-puado que elle dacids*o se,ejtava
bem ou mal, (irmaila a qualilieaco da quebra,
drofeida pelos juizes mui-.ieipaes em virUide da-
quelle recur.o necessario para seu juizo ; ah con-
liouo lfgi-i;id>ri'.iiisris interessesdaj^snea orim-
nal no juizo de o'ueo do crime, como suficiente para
estabelecer urna pronuncia ou mo pronm-ia deiiiiti-
va.comobasep-ira uinjulg 1 mente,ou "' julgamen-
to criminal; cjll-.n-ado o juiz de direito do crime na
cathegoria de fu instancia, as qnaliticajoes da
quebra, coherente o legislador cetb-igo mesmo,
prohibi o recurso da mesma qualiticat o, quando
feta pelo mesmo uiz de direito, na qalidade de
substituto c.e itiiz especial do comraereio, porque
para ser possive! de sua decisao recorso, seria e-
csssario que houvesse um tribunal de torcaira ins-
tam-ia.
D'ah v-se, logo, que o recurso voluntario de
urna tal decisao veui contrariar e matar tedo o
espirito e Ictira da le, vem^on deslocar a juiz de
direito. do crime d'aquella ealhegoria e instancia,
em que a lei c collocou, ou elevar o iritunal da
rela^o a tribunal de terceira instancia ; em qool-
juer uma das bjpolheseso ab.-urdo por domis
seal val.
Foi justamente, porm, cahindo n'eise absurdo,
que a relacao admittio o recurso do Sr. Duarte,
sob o sofisma frosseiro de que a le apenas, pio-
bibio o necessano, c nao o recurso voluntario,
isto o recurso commnm, que a lei de 3 de de-
zembro admitte dos pronuncias on nao pronuncias
em geral.
E' porm. ndmirwral que, assim pensando, aquei-
les desmbartfadores livessem tomado conbeciinen-
lo d'um recurso voluntario, que nao tinha seguido
com as formulas marcadas pela lei para tees re-
cursos, ue sao o traslado das pecas do proeesao.
de que o recurso precisa, sua eoalusao ao ju'zoj*
qno, para que esto o minute, no ca:o de nao re-
firmar a decisao reeeorrida, acto este odispensa-
vel para que o recurso voluntario siga para o jni-
zo ad quem : recurso voluntario, sera essas formu-
lan urna cousa qne se nao conceb tra lei.
Entretanto a.juelles desembargadores admitli-
ram aquelle recurso sob o fundamento de ser vo-
luntario, e deraiu-lhe provimento, indo'elle com
as formulas do Becessario, e, consegnlntomente,
sem as formulas sute-tancines, marcadas pela lei
para os recurws coramuns ou voluntarios I
Em vsla do exposto, v se que o recurso do Sr
Duarte, nao o recurso necessano ; porque este
a lei protilbe na especie dos autos, c irao nisto sao-
concordes os Srs. dosjwrafgadores di julgamento.
nao e tamliem o voluntario ou commain, porque-
est so:.lento aquella, que tem as formulas mar-
cadas polos arts. W,e 74 da duda b i de :' de se-
tembro. forputos, queja mostrei,e quo nao leve >
recurso do Sr. Duarie : portanto mm cousa n>-
va, nunca vista nq foro, sem apoio algum em prin-
cipio de lei, quem que ptide crear recursos, e.
,marcar-lhes as respectivas formlas ; um ter-
ceiro n-crao intaln, anlre o volnutario e o neces-
sario, que foi inventado e admittidn pela retaceo
como voluntario temi, as formulas do recurso
neeessario I I I
Que |)ndT ao tem, porm, o Sr. Duarte tK*tu.
torra ? Slvalo da pronnnqia, em qne eslava n-
volvido era um iopossivel jurdico, porque nao
havia della recurso, seria neeessario para isto, tur-
cercar-so e sophismar-se a lei ; isto, porm. nao
era anda bstanle : seria raisier, alera aVisso, fa-
zer-se as vezes de legislador para crear se um ter-
ceiro recurso, um recurso mixto : e- tudo isso se
fez, e deuse ao preso a doce liberdade, livrando-s..
ello di:.na pronuncia a mais justa e assentada.
que em autos de instruecao se pode dar f
Pois bem.
Dessa decisao, qno tem abalado A tudo e 1030"*
nao tendo eu outro recurso, tou queixar-me di-
rectameute ao supremo tribunal de justica, e le-
va-lo ao mesmo tompo :>o conliccimeiito de Saa
Mageslade Imperial o Sr. D. Pedro II; por que
nio possival que se continu a estar assim a
merc do pouco estude o attenrao, oom que sao
jplgados os direitos alheios e do despreso com que
se trata a le, e os principios de jurisprudencia.
Ha poucos das, com a maior das facilidades,
coucedeu a- relacao habeos corpus e poz em liber-
dade a 11111 individuo, pronunciado pelo jniz de
commercio como bancarroteiro fraudulento sob r>
irrisorio fundamento de nao ser elle commereati-
te 1 I I
Uma tal deci.-In, que abala 111.1 proceso as suas
intimas raizes, e que nao encentra apoto algum
sono no arbitrio e orepotencia de querer soltar-
se um criminoso, calcando-se ao^ pos todaa as
leis, Mrna-se aioda mais aggravante para a re-
lacao, atteudendu-se que o supremo tribunal do
justica. em 20 de setembro de 1863, por nm ac-
cordao unnime, am que conceden revista d'um.:
sentenca crime da mesma relajo fpela>qnal ella
para poder soltar um fallido, condempido pelo juiz
de direito do crime, drsajPasso de Oimaragibe, an-
uullou todo o processo sob o fundamente de ser
nulla a abertura de fallencia, que era a base do
processo criminal), decidi aquelle tribual, colo-
cado'na cpula do poder judiariu, qne a jurisdic-
?ao da relacao nes pracessos de filleneia. era pu-
ra e exclusivamente criminal, e que tlia Bada ti-
nha que_ vernos actoi decisorios no processo ao
fallencia', qnanto abertura desta ; o se expre-
mio do modo segninto :
Que concede revista por nuilldade maaifesta
erinjustir;a iiotoria, porquanto em deretar-se a
nulbdade da abertura de tallencia da recorrido, e
com ella a de todo o processo, houve u-urparao i-
jnrisdiccao conrmercial, e infraeco positiva da
de 17 de setembro de 1S5, art. o e do Reg. n.
1597 de 1 de maio de IKSa
Entretanto ella rescindi no mesmo erro e de
nevo a commetteu, c usurpou a juriediegn com-
mercial, julgando nao commerciaate a nra indivi-
duo, como tal julgado pelo poder nico a sjtlu-
sivamente competente para fez-lo, ei.ae*> taM'dUe-
gal luudamento rompeaoma pronunete, a^)|pse(0
liberdade un csiminoso I I I
E factos desta oadem 3u passando desapenje-
bidos e morrendo- nw p dos sartorio', sem un ar>
menos, sejara levados ao conhecinKato-de quero
pode por termo essacarreira desaridii de arte-
tra riedade e escandolos, nn qoal s plante o sus-
to e o desespero entre as parta, a se abj te e dw-
acredita un irtbao*l, qae entretanto, tem em san
seio muito caraoteres illastrado? lft*us, na
que sao sempre ven ido* por anea q* a\>us 1 o
tres da seus memores, das quaes panera- sempre
decisdes do tal natnrtza.
Ha uma necessidaite impetsosa eo to trato
cxndir-oes para todos que soflren inkaiiparf ti
"Mrnas tee-
onki,
!Otta de en*
jjpse (--
unas
graves, de nao eonsentirem que
vas de silencio essas decisdes,
que. cada nra tem de pn
direitos, aniquilada por peranoas 00 pr-verbial aeagioajj
pedras bole alguma;lhe bal a*
Agora duas palacras a Sr. Duarte
A nossa Inda a asta acabada; Miafanas sus-
pensa por decreto da tonara retetjp.
Vou insuura-la inteotandc ?.praose-
de sua cumplicidadf
nha reservado para"
de addir o tibeUe t
' Esle direito me jar:
rao a o crime de fBea
lado pala relacao
A. Inta, poia,
unca, e sera di:
M
ilav-wfir'i
op
juiz especial
.- perco acoafls *'-
., e menos nos nobra Mpr^ de honradei #
-





I

Diaria de lV^Moco t- ^^.WraJ #^Jtn9^> 18?flV,
V'
Mp<


trilao
itiiaOBFH
ca na demoadiJe n< :
Recite 3-) <)* mo> 1870.
'J**afTWHr*** i%r*arflt*
"^ Ato &*>)
HELATOnia ^SVQUS K1IL SR. UR. FUAflOS-
C JOS eAOOOSG JINM", ABHO A 19a U-
OBLATVftA A A5SMHA PROVINCIAL 1>C
3Cfitf>B KO KA 4 OE Ha.KVDB-4879.
COUPAMUA PERNAMMCANA
E virtud da reteitieo d. 83i de 3 4* aonj de
2, eelebroa o averno da provincia um oootrar
lo een esta cooieanhMi em 31 da-maio do itM,p-
lo quet se obrirwn ella a estender a sua linnado
-ul afe ao porto desia oeeilil, urna ver em cada
idea, mudianlo a sabvenco de (fcOOO* anunees.
At lieje- tra a caHiaoUe Peroaoibueana ouni-
pndoielmento a we okrigacHo, ctargaado m va-
poresao porto do Araeejiregalaririaaieentieosdias
19 a 21 de oda n : e ultiraamenietEru viodo os
seas vaporea era iageas extraordinarias em da
indeterminados, o oue denota existir j;i alguman-
vimsato commercial entre a provincia e a prajga
d- Peraambnce.
Parecer a quem meaos conbece o alcance e b-
netteo resaltado suturo de urna nova coamuaioa-
C*o qm> n inaugura, que o contrato reahsado com
a companhia Pe aasaboocraa seria de toJo o puato
estn*; mas os que comprehendem as vantagens
-|u nei,os-arianiente tul) de resaltar de sernelnaa-
tes iniciativas applaudiro aquello acto do governo
irovincial, anda que com a* prewoes da mani-
esuc*. lenta dos refutadas desead.
Com efeito, essa lentidao foi durad oora; at
cerca de tres annos anteriores era quasi nullo o
cororcercio -jue te Jalii.com a imocrtante praca
de Pernambuco,: (qW'pqrin, ja an poueas cen-
tenas da cornos se oftito rocajido^e tudo tende
fazer crer que esec movlmento attmgir urna ele-
vada importan*, eom mais rapidez se conse-
guir isso, se as viafeos dos vapores forera aog-
mentadas.
Urna laica viagein meosat Rao me parece um
geraem asss focando para dee-neolver oe iuie-
resees de que Unte precisa a lavoort o commer-
co desta provincia.
Creio, estou convencido, que as causas do nao
se achreni as aossas relaooes coremereiaes con*
Pernarabuco xais aibantadas a diffiouldade do
cqmtnuncac6"s directas, regqlares e reppti3as.
" Urna so ta#eo ma*i ene o "porto .aW Araca-
J o o do Reme equivale a ama absoluta Jaita de,
communicacio entre o* dous pontea ; e realmente
taes commuoicaffe leflt 40 at ajtira demora-
das, diflkeis e iocommodas nao obstante os recur-
ios portos lterinedios, com os quaos nem
sempre so pode cootar.
Consta-me quoa companhia Pernambucana se
promptifir \ mandar seraanalmente os sens va-
pores ae porto desta capital, elevando-se-lheo sub-
sidio ao'd,,lo do que agora percebe; isto
i8:000jauaacs ; assim como me consta tambeni
que a realisar-s essi nova^ao. constituir elle um
trapiche destinado ao seu trafego.
Em vista das i inmensas vaniageos que de tal oa-
ve.'aca'i prevejn psra a provincia, purece-me essa
propwrta rauavel 6 merecedora da vossa conside-
raeao.
.N;o ple ser proveitow lavoun e Sergine a
quasi permaneute adjuncgao em quede longos an-
uos se acb.i do mercado da Babia.
Salta s s o Utos de qualquer iBtelgttcia a ne-
cessidadc <'J3 os productos agrcolas lem depode-
rem escot; r m:rcado< e nao Bcarem adstrietos a
um so qu l-s maniecia e Ibes nao deixa alcancar
precos mais vu-ajoso:>.
Ora, tendo i aes productos a vantayem de pro
carareci oni a tacihdade precisa o uio.-caio de
Pernambn:o, c mo at agitra procuram somenteo
da Baha, isso quando souberem pelas noticias re-
culares, que os procos sao superiores aos dalii, de.
certo qui! a bvoejra e commercio fruirio mais
interoMet, priacipalaieate ahvura, para chegar
a engrande.TJKt,> deque suscepiivel, e s se
pode alcancar pelo poderoso e nico nieto que
aproxima,os pjvu.- e liga lodos os inteiesses as
cooMnoBieacM aceleradas, regulara o ceoitidji.
tf (tunero. ?
13, carga macbinHiao, a ^teJoAVeio
illa Placno" 1tfi^miff ^e^'t
,i por'tos Tnle/mMlo'-yap
Jptjuca. commandaqte Ht^ltu
O bario de Cotogipe. de^^^^^H
r> imperio, ininisian fr^^^^Ble
r brasileiro
, Jf Perante a cmara muDicipal desta cidade es-
tar em praea nu dias 28 e 30 do crreme e 1 de
junbo viadouro, par* seren arrematado* por quero
enerar profo olwecer os alaguis do Ulbo de
acougue |i^V!t 4a rfrA de S.^.ua. p), 11,
Os pi BMioutte.i' itmn ee habilitar- na forma
da lei part pqdwem licitar nos merinos.talbea.'
-Paco da casara rouOifipal do.Uoel/e |fjf>#>
Bento Jos da Costa Jun>orA
Pro-presidente,
ngusto Genuioa.de KpHirede,
OdOJll-iauor r*do d^.sujratw,
tiumAu.\nmmmmsmmmmtmm
pjmvios Ja rnai'inb
i execotarr
1o.
Iho, sanador
eslab dos>
^nteedWo p |
&*ilimJo,\
T'Hl'uIvn t,! que!
'u*h e 'reJ&JI
itt c.ir-i
em"m*"*-Xsfm*
Carttanh do porto n> Pernambuco de mafa
.-de ISTa-O-secretario.
Becio e Aqui*o Faueea.
rKT4SSIrtt^
rasfo do Sol
Mptn se nafa lattr eom a po9rvel breride.
'dee patpcbo Cyrv, fSf ter a maior parte da ca^
g\6 pani.orestoqo Ihe falla, trata-se com o
qoejdgaaUrio JDaqnm Jo> Gonsalvos Beltrao : i
roe-do Comroereio a; 17.

*
DECUBACOES.
Cimsclko de compras aavaes
O conelhn contrata no diaG de iunbp piojimo
indoun, iiiHkt* irt|OsUs tecebo> ale s II
loras da inaahaa, e sob a condiQoeS 'do eslylo, o
lortecimto noUNot6re da julb t-seteili* de
corrento anae, de vivares, dietas, e muros objeews
de consumo seguales : arvet do Maranho, awile
doce de Li-boa aieite dnoe inferior-, aguden|e
20 graos, assucar bram refinado, assncar branca
grosso, aletria, araruta, bacalb, bolacba, eof-
chinha americana, cangica n\i milho pilado, cafe
mgrejo, cafe moido. ca hyson, dame verde,
carne seeea do Kio Grande do Sul, cevadinha, car-
nauba em vetas, feijao, fajinha de mandioca, ga-
linh*, lenha, matje, maoleige Inglea, manteiga
franceza.Tiao, sabaomassa, sal, toncinho de Lis
boa, tapioca, tijolo de alveoaria groesa, telha, viobo
a Lisboa, vinagro de Lisboa, velas estearinas, e
vlas esterinas de 8 em libra para bnterna
Tambem o conseibo no mencionado dia 6 do
^correle mei, ep igual forma, proraove a com-
pra cfcs otijectos do materiai da armada seguiotes:
10 pecas de brim. 20 almotolias de foltn para azei-
te, 6 barras de ac balido de popoa de 2 Ii2
pjlegadas de largo e 4(8 de grossura, 6 barras de
ac batido de 2 l|8 polegadas da largo e i\i de
grossnra, 40 arr bas de almagre, 10 pelles de ca-
murca. 10 Baldeaijetras de filba, 100 cobertores de
lito, quatro mitaeiroe de cravos sonidos para pipa,
10 canias iij voulo, cenlo e vinta tracivs de
ctrrente de fono de 1|2 polegada rerrcada,
100 forquetas de ferro, fiO barras de ferro inglez
proprios para grelhas, 300 %roes de ferro inglez
de 2 a 7j8 de ?rossura, 200 var5es de ferro in
glez quadrado de 2#48 de grossnra, G files ni-
glezes tendo cada um 8 ps da comprimento e <
e largo, 2 livros grandes de talao, papel pautado,
de 200 fulhas, l Irire grande, papel paulado, capa
de couro, de 200 folhas, 2 livros grandes papel
pautado, capa de couro, de 150 folhas, 10 livro3
grandes, papel pautado, de 200 folhas, 20 livros
grandes, papel pautado, de 150 folhas, 30 livn pequeos, papel pautado, de 30 folhas, 8 arroba-;
de la i barriguda, 20 lenooe de ferro de 1|4 de
gmssura, 6 pes de comprimento e 4 de largo, 100
Sratos travesos de folha, 40 milheifi de pregos
e ferro de batei grande, 10 arrobas de pregos de
ferro de 4 po'.i.nda-. 2 resmas Je papel hallan la,
20 grosas do parfu-* >s de metal sonidos, 10 du-
zias de labaas de po-car?a de 1 poiegada, 40 li-
bras de laxas de cobre, 40 garrafas da tin de
escrever rxa, 40 garrafas de tinta de escrever
prela, e GOO remqs de faia.
Sala das sessSes do conselho de compras navaes
30 de i.aio de 137U.
O secretario,
Mexandre Rodrigues dos Anios.
EQL'ESTRB mWM l. ABWiTK..
SOB: A DtilIGCO
D.LuisQiadt
EXTBAOROISARIA E VAriU^A IRICRad.
& oi*o b BEXiseici;
DaSlsaorita AuammCaoaii
A beneficiada, agradecida da aaaeveteieia do
i, dedica esta vanada o esco-
S" ando-se itdps. c
jo tim, tojih di:
respeitavel
eo
beneficiada.
9ffObed. A carga ser Bosta
9RW mo dM'Wfctioar depeza
publica
PROGRAMMA.
1." Symphonia
2.* Grande volteie, pela beneficiada sobre um
cavalio.
3. Inlerraedio jocoso, pelo artista Cesar.
4." Jogos indios", pela beneficiada.
5.* O pao
pao voador, pefo artista Vicente.
6.* Murilho, cavado aroestradp, apreseatada em
liberdede a primeira vez pela, beneficiada.
?.s Grande trabalho eqaestr tanto de reole
como de costa, por Cesar sobre um cavallo.
lntervallo de 30 minutos.
8." Paulo e Virginia, pela beneficiada e e Sr.
Luiz, sobie dous cavallos.
9. O: applaudidos exercicios, a escada aerea,
por Cesar e Vicente.
10.a A jardinetra Oorisla, scena pastoril, a pri-
meira vez pela beneficiada.
11. Pela primeira vez o Clon executar um in
termedio de prestidigitaran.
12. Pela primeira vez nste circo se execqtar
a grande pamtomima intitulada : O terrive pon-
to da niea noute e a morte do general Cleber.
Adores
Rodrguez
A beneUciada-
Luiz
AMabo.
Cesar.
Abetino.
Tesar i.
Venancie.
Pitriiunjej
Um genral
A filia do general
Capitn de Ladroes
Um oflkial
Um tambor
Urna canlineira
Um passageiro
Um criado
Melitar n bandidos.
A beneficiada espera a proteccio de lao dislioc-
los espectadores.
N. B.As portas do circo ahrem-se s 7 ho-
ras da noute, dando-se principio s oito em
ponto.
PRECOS
Camarotes cora o" ntralas........
Cadeiras.......................
Cadeiras avulsas para senhora.....
Geraes.....................
Os bilhetes de camarotes,
vendem-se no mesrno circo.
AVISO.
Os senhores que quiserem, poderao estar co-
herios nos sens camarotes. .
WfTOwn&i
Pare o referido porto (tea averno reeeber
carga afrete o pataaae portgaez fodiir, aavio
ove aid prMeira raew : Maanla-se com oe
C(>nti||Be4iirtosAinorirafrBvbs 4 C., roa da Cenz
aua>n 3:
*" trjeci*?,-se deu^naviode i* cla^
para tbvar par? o porrirSfe Liverpool enfcdl-
reitera, o carregaaiento coosistiado do sobo
em bam gran^eg peqotos< osses e obi
(res da barca ipgtejra .4rw, adrada oeste
porto
90 las
e as mais oooifocs cocfotnuj o cq-iuok.
Proftostas *ru caria (ecbada dirigidas ao
capito Steobeo Coodmac sero recebidas na
fu do Vigario d. Zk at qcinta-feira 2 e
j,alho._____________' '" "- _____________
W3oied,jk A 1 vessel to Uka on from
this p >rt dire l lo Liverpool toe cafo), coa-
sistinh of lallow in hogsbeads & barris
Bones and Horns, of the engrtsh bark Arte?
which pot in at tbi port leaky Ihe cargo
will be delivHred ajooaidc free of aJl expen-
se and all ether cnrfilfohs to be according
|o tbe cusioiu of ti port,
Ienders addressed lo the captain Stepheo
Goodman ^li bo-recelved at tbe-rn do Vi-
gario n. 3 up to Hitisday tbe q*i of jone.
Seguir cora a po-slvel brevidade o palbabote
Sobrdense, aiada recebe alguma.cargn, a f/ete : a
tratar com Sa Leitao Irmios, a ra da Madre de
Dos n. 1._________, 1 '
Para Mtraahao
# A barca portngoeza JospMtia. qoe est a che-
gar do Rio de Janeiro, donde j sahio, seguir
para liaranho rm teda preslesa, para a que
desde j enganja carga i. ipfie barato : trata-se
com Marques, Barros & C, no largo do Corpo
Santo n. 6, 2* andar.
Da 4
****
^ta-feffa 3" do orrenle.
A requerlS&ato dos- curadoras fiscaes dr mas,-,
sa fallida despacho do Illm. Sr. juiz especial d> commercio
e agente Poafana ar leao |dp mesiaa 4 paO
cima a qual faz ittrtb da massa aflida de Rosea-
do da RoctuCCarvalho : sexta feira 3' de juubo as
12 horas di manhaa na mesma ca*a.
r -rha-se ?
toln idJAojB
SmiIoJ. 2o
utr,
n.
'flscrwi>, para
essa do Cot^a
dosaread
casa de pequea famifia: na ra i\ Araaao
Preelsa-se de 0
monto de hotel
xtrWi (Paga-se
movis, lou?a e vMros.
SENDO :
Um piano forte, 1 mobiiia de Jacaranda. sof, 1 mesa, 2 consol?. 5 cadejras de bracos e
12 ditas de guarnicin 2 caerrs de bebnco, 3
caodieiros-a paz. 2 casrticaes e mangas, i cande-
labro de ebrits!. jarfos para flores, 1 lauele, i
mesa de advogado, 1 estante euvidracada, mesa
com estante, i cartira de viagem, 6 mappas,
quadros, l> guarda-vestido, 4 guarda-roupa, i
cama a-aaeeza. eonauaos, i lavatorio, 1 toillet,
2 marquezas, 6 eadeiras, 2 eoramodas, 2 camas
de menino.. 1 mesa elistica. 1 guarda-iouca, 2
aparadores, 12 eadeiras, 1 quartinheira, i ppa-
relh de pofceiana par* cha, 1 dito para a I moco,
garrafas, campoteiras. copos, clices, (landres,
trem de cozinha e oiros objectos de casa de fa-
hssaa.
Sesla-feir 3 de juoho, ao sobrado da ra For-
mos n. 19.
O agente Pinto, encarregado por nina familia
qoe retira-se desu provincia, fara lailo dos mo-
vis e mais objecto cima descriptor existentes
no sobrado da ra Fvroosa a 10, no- da sexta-
feira 3 de junpo.
Principiar s 10 horas.
enn. conbeei-
hinlesoD alle-
hoiel do Un-
SXXM0OO
Ao publico.
Estad resolvidoa ilTectuar a miaba de-
ftza prnpria em tacto qoanto diz cm relar
rao aus negocios tndentes ao casal de mi-
rilla iofeiiz mSi a Sra. B. Fr.incisca Tbo-
mazia da.Conceico Ounba, desde o anao
de ls.*iG, evoodo justificar-me de iroputa-
coes defamatorias sobre quera de direito
i defamares perleacem ; cumpriuJu me
inda m;:s rototav luz publica os faci
ifridavoiB, e nc ^venientes, seno imle-
cestos q ie se lm dado desde aquella data
de iSui, at o presente ; cbamo a attenc3o
publica para anha justificafo, esperando
em lempo (aze-la logo que tenha os docu -
mentos em mea p >der, os qtiaes trato de
extraliir dO weotre dos autos do inventario
de ioterdico de minha enfeliz mi.Es-
crivo Drito.
0 publico pois suspenda o seu juizo at
que imrcbc com os documentos em punho.
Recife 5 de maio de 1870.
Antonio da Cuia S, Guimaraes.
Pela suliJ-legacia da Magdalena se faz pu-
blico (ae existem depositados, por se supporem
furtado?, dnas cavaUos de cor ilasao : quem aos
meamos tiver direito. compare? 1 na mesma sub-
delegada com oe Ttulos ou jiistifieacao de sua
propriedade, afAn d-3 Ihes wftut entregues.
Becife 30 de maio de 1870.
loS 1 Riheiro jVss->a de Lacerda Junor.
Imperio e reglo onsulaio da
.tusi Sa e tngherla in l'cr-
uaciliHCO
Con debelo dd. 14 dicembre 1860, venne or-
dinala un anagrafe dei sudditi austro-ungari -tii
si trovano ali'e>tero.
I nedesimi vengono quindi nvitati col presente,
di annunsiar-si, nel termine di lie mesi d,al gior-
no d'oggi, presso questo I. e R. cousolato, niuoiti
dei documeuti conprovanti.
La iscrisione ha luozo libera d'ogeri spesa, ed
assicura agli interessati il diritto di nazionalit
presso l'l. e R. Ufflc consolari nel Bra-iie.
Imperiale e Regio misolato d'Austria-Ungaria,
in Pernambuco 2 aprile 1870.
L' I. c R- consol,
Barone do Livraraento.
Sangue d >s pulmoes
As qualadc< styplicas e salutferas do oleo de
P.gado de bacalu 1, o tornara perfeitamente ina-
preeiave) nos casos de hemorrhagia dos pulmSes.
Nao ha n materia medica cousa alguma que o
possa substituir; perqu ao par qae estanca a
hemorrhagia e cura a ruptura dos vasos sangu-
neos, fortifica ao inosmo lempo os orgaos da res
piraco e o systema em geral. Com tuJ, tudo de-
pende da legitimidad.'' e pureza do remedio, e por
ata razio, os medico.- mais eminentes recoramen-
dam o oleo puro medicinal de ligado d- baralh
de Lanman k Kemp, iomo um artigo garantido,
que leva a marca eomraereal d'urna casa respeita-
vel e digna de toda a conanca. Os benficos e-
feitoa desle remedio sobre o? doentes de tisca e
as pessoas ue padecein de afl cedes escrofulosas
e do filiado, complicados com outros males, sao
tidos entre os resultado* mais extraordinarios d'este
tralaments moderno.
Consulado 1. e R. da Austna-llungaria em
Pernambuco.
Pede-se a nuem poder dar noticias exactas dj
subdito hngaro, por nome Jos Ziffer, chegado ao
Bra*l ha alguns annos, e j failecido.de communi-
ca-las neste consulaio, pelo que se Ihe flcar mai-
to agradecido, e al prometfe-se urna recompensa,
se necessario for, para mais fcilmente poderse
obter as noticias que se pedem do sobredito indi-
viduo. Recife 28 de maio de 1870.
O consol I. e R.
Baro do Liuramento.
12<000
25O0O
:.:. 23000
11000
eadeiras e plateas
Ao pubioo.
Em consequenria de se fazer alguns reparos no
circo, e alguns ensaios para a pantomima, deixa
de haver funeco hoje.
LEH.0ES.
aarrcio Jos- dos Santos Ribeiro e.st.-v&ekcido
com cas da peobores praca da Indepenoennia
9-33,far leilo na mesma casa por intervencao
du agente Mrtios, no da 3' de jnnho as SI bo'as
oVi da, de todos os objeotns dados em penhor
conslaotes das cautelas ns. 130 B, 158 B. 161 B.
6i B, 126 170 B, 171 Bt 17* B, 143 Br 184 B,
104 B, 194 R, 104 B, 201 D. 204 B, 216 B, 228 B,
229 B, 2-10 I!, 234 B, 237 BJ 238 B, 110 II, o* B,
78 B, 25.1 B, 2.r;::i B. 167 B 261 B, 264 B. 269 B,
i B. 278 R. 2*5 B. 29 B. 102 B, 293 B, 8 B,
302 B, 249 1!. :'M B, 30o B, 311 B, 313 B, 318 B,
319-B, 24 B, 321 .. 31S B 328 B, 329 B, 180 B.
332 B, 7C 62. 34. 82, 71, 98,' 61, 95. 59, 77," 91,
6O5 114, H6, 93. 102, po&ndo seos donos resga-
tar os objectos ou pagar o premio que cstio d-
vendo at ao a.'to do leilSv e a vista da cautela.
8DMMERSI0.
alpand::g.\
Fi*ii6imentod(dia2 a'30. .
dem lio dia 31 '
1,090:881 835
30:084594
1,120:966*4
MOVIJiKNTO DA ALFANDEGA
7clttm3S eulrados esm fazeudas 42
dem idj^c com genero 189
Volarces -aeidOi cor fa:eiafl 128
fdem idom com geperoa 3t8
231
446
Desaanragan hoje 1 de junhe,
Brigne uaanaPetr Eugenio mercadorias.
Barca inglesaAfdtriast-^idem.
Barca imglaiandmmidem.
trigUiiiiHaaezGordaarfarinha de trigo.
Brigae r>ortagaez/omercadorias.
EBf!Fi>IA DB JtEND-AS INTERNAS OE-J
BAEaMfeRNABllCO.
aennnti3o dTil i 30 63:2G8#93i
Idead" rfia 31 #)**r. 1*370*712

68:6394616
CONSI.AIO PROVINCAL *
Iteument do dia 3 a 30. 99:624*147
td \sibt
iOO 804*915
^_____i-I
MOWWNTO DO PORTO.
Ifniosniri
Penudo e esealaf^HF
de 213 tonetSK1
riigens 30. eem <
anadie, awmp,
peferaf, tM mhm fpmeror
Gigui,
eqai-
farinha te
Alfrt,
Schead.eqni^
a-Tasse Irmlo:
COMPANHIA
BEBRIBE
0 cana dsta compaDbia, corameodador
Thomaz de Aqaino, Fonseca, acha-se uto-
risado a pagar no seu escriptorio ra dp
Vigario n. 19. das 10 horas s 3 da tarde,
o 44 dividendo esta com janhia na propor-
(5o de 31 por cada aeco.
Esuiplorio da Companhia do Beberibe
28 d maio de 1869.
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitaaga.
AVISOS MARTIMOS.
CWAIL BlUSILEIBl
DE
Paquetes a vapor.
Dos porios do norte esperado
at o dia S do correnta o vapor
Tccantins, com mandante J. U
F. Franco, o qual depois da de-
mora ao oustume seguir para os
do sul.
Desde j recebem-se pas-ageiros e engaja-se
;arga que o vapor poder conduzir, a qual deven
er embarcada no dia de sua ohegada. Encommen
las e dinheiro a fretc at as duas horas do dia d;
o se recebem como eneommeudas senSo ob-
lectos de poijueno valor e que nao excedam -1 a!
irrobas de peso ou 8 palmos cuIjcos de meoi-
co.
Tudo que passar destes limites dever se-
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
*ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
! andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir:
\zevedo & C_______________________________
COMPANHIA- BRAS1LEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o da 7 do crrante o vapor
Annos, commondante o primeiro
tenente Jos C. Duarle, o qual
depois a demora do cosame
seguir para os portos do norte.
Desde j recebein-se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ter embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
lahida.
Nao se recebem como eacommendas seaao ob
lectos de pequeo valor e que nao excedam a du*
mrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medlco
tudo que passar destes limites dever ser mbar
eado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua-
passagens s se recebem na agencia, ra da Cru;
n. 57, 1" andar, escriptorio de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo *
De mu boalto avallo forera
e com bous andares,
O agente nartins. far leilao a reqnerimento de
Jiao E. de Site por desparto 00 lilm. Sr. Di. juiz
municinaf da srgrmda vara de um cavaH >reiro,
de pelli- limito bonita e por conta de quem per-
tencer.
HOJE.
Defronte do Corpo Santo na porta do predio
onde foi Associacao Commercial as 11 horas do
dia.____________________________________
LEILAO
de um carro americano coberto, com assen-
lo para % e 4 pessoas de 4 rodas para 1
e 2 cavallos e com aricios.
HOJE.
QuartaTWira I de jnnho as 11 horas em peuto.
Por iutervenco do agente Pinto no largo dj
Corpo Santo lao da cimbra.
EM geXTlKACAO
vender o mesmo agrnte um dof-cart com arreios
e um cavada '
De jolas.
Da ra do Crespo al o arco de Sanio Antonia
perdeu-so no sabbado 28 do correnle, ama aeta
verde da caixa filial de valor de doteeO me
reis : quem tiver acbado e qnizer reslll-la di-
rija-se a; ra da Imperatriz o. 6i, que ser reeosa-
neasaijK________ i___________.....
N ru de Caldereiro a. II, sefv>aJp mfah,*m
ui n pessoa babiliuda em p>rtusuez, arilbmattta,
sy-deuia mtrico, partidas dnbridks e tm boa le
ira, que deseja empregar-se em tama casa 1
murcia! como ajodante de guarda lirros. A 1
ma pes.ia recebe algnmas escriptarace
fa".er por prgeo cororoodo
._ Aluga-se urna escrava periu coznheira a*
eogomraadeira : ra Primeiro de Maree n. f,
amiga do Crespo._____________ '__________
tten Anda se contiaua fornecer eoramedorias
para fora coro- asseio e prompdo. man-
da ;i nao tiver portsdor: ra estrella do Rom-
rio n. 35, Io andar ca^t particular d fa-
milia. _____
JEMWBeWMs^MsWsssiWsMMMMIMMs^
AVISOS DIVERSOS.
JaeHDO Pereira Rae; convida a todc* e seas
potente e amigos e-aes-de seo presado-^ai, ioa-
inm Pereira Ramos a-ouvirern algumas raiasa
que por alma de sen-sempre chorado pai; manda
resar amanhSa 2 do correte des i as8'oras da
manhea no Hospicio de Nossa S~nhora da Penha
e na capella de Apipoe >s, segundo anniversari
de seu fallccimcnio. e desde j. so confess grato
a todas as wstnas que se dignarem assistir aquel-
le acto de caridade.
D. Aea Victoi o .v e Aj0'-*querq9e; *eus
(litios e genru, convidara aiw sqBs |-areu'e a ami-
gos, para a-sis'.ircm a n>si do stimo dia tlo-pas-
>amento sen pre.sadwsiwo os'|MW>. pai e sogro\
leuen'.e-coronel Joo de di ^Herqoe, a i|iial
ha de t!>r lugar in igreja n)Btnad'B.ia-vi3ta, s
8 hora.' do dia 3 lo corn-nt- l desde j se eon-
fe->;iii gratos a todos :oiuUesw se dignaren
fazer es acto >te rehgtoo e canille, '
De cerca de 30 eaixas com
ceblas.
HOJE.
O agente. Pestaa hn ieili p ir coa a e ri- co
de quem |>ortncer de cerca de .'!0 caixas crw
cbelas chegadas ultiinao.ente. e sero vendid-s a
voutarje hoje Io de junho as 11 horas di manliia
no largo da aifandega.
O Sr lidefons Lucio Stinteiro dn Franca quei-
r 1 apparecer n;- travessa da ra das Cruzes n. 2
a negocio que pie ignora.
Precisa-so de u:aa de leite lorra ou escrava qoe
tanbn bnm leite e seja de boa conducta : na roa
do Duque de Casias, autiga ra do Queimado,
n. 69.______________________________________
CLUB POPULAR
Amanha (quinta-feira) haver sessao farsliar
as 7 horas da noite. na ra nova de Santa Rila n.
1 andar.
ORDEM-DO DIA.
Revista dos jornaes confet-cionada o lila pelo
Dr. Aneida Nobre ; biographia do demcrata
Teopbilo Otloni por Ottoal. lida e acompanhada
de algumas rellexoas-provtKosas pelo Sr. Correia
de Rrito.
Sao convidadas para assistirem-na todas as pes-
soas do povo.
,-.v;.s.
lia 'era tambem sesso do junta e conselho deli-
berativo.
Secretaria do Club Popular Io de janho de 1870.
O secretario,
Misael da Silveira Ain ral.
Gesse tudo quanio o aatigo cam-
bio disse, h a Campos do an-
ligo cambio ri-se
0 Campos da ra do imperador n. 28
vende qqeijos cliegados no ultimo vapor a
233G0 Na verdade admira W...
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial taz-se publ co que em
o mez. prximo de junho cometa a correr o praso
doe 30 dias utois para, a cobranpa bocea do co-
fre dos impostosda decim urbana de 5 0|0 sobre
os bens de raz, de corporaeo de mao-morta, e
lo cmsuma de agurdente, relativos ao crrente) Compauftla asiercaa* e braai
----------P.----.*! A.. lOC'l T/l uBBBnB^A na mulla I
lelaa de paquete* a vapor.
De importantes dividas.
HOJE.
0 agente Martinsantoris^o pelo liquidante da
caixa filial do Banco do Brasil far leiio do res-
tante das dividas activas da dUa caixa no valor
de cerca de 130:0001
O leiio ter lugar defronte do Crpo Santo no
predio onde foi associaco commercial, as 11 ha-
rs do dia.
Sahio de casa e nao voliuu mais no dia 15
de ma o correte, o mulato Jacob, alto secco do
corpo, sem barba alguma, cabellos grandes e usa
do astrada, tem algumas ma cas de pannos pelo
psseceo, tem olUcio de alate, co'luma andar
caleado o tem 31 annos de idade, pouc > mais on
menos.. quem o apprehenuer leve-o praca da
Independencia n. 2, que ser gratificado.
Joao Jos de C irvalho Moraes, Luiz Alfredo- de
Noraes. 1 ausente) e Jos Candido de Moraes; tea-
do fallecido no Rio de Jane.ro o en presado to
e amigo o De. Jos Gnralves da Silva, mandara
celebran no convento de' S. Kran-isco algosaas
missas pelo eterno repouse 00 merino, no dia 3
do crrante, trigsimo (Je sen pissartienlo. Epara
esto acto que devera ter logar rs 8 horas da aia-
nha, cnnvido seus amigos*^) parentes, e ea_do
mesmo finado, o obseqo que rmvUi gradeeesao.
f
':..:.
Os fllho:, manos, g?nros, nnra e ^obrinhes da
tinada Alaria Rosa de Souza laegalbie*, agrade-
cem cordialmente a todas as pessoas que se dif-
naram a acompanhar ao cemiterio publico 03 ret-
os moriaes da mesma, e de nove cnnvjdun a lo-
des easeas parales e amigos |>ara assistirera a
missa do stimo dia, que- icaadaoi cokbrar na
matriz da Boa-vista, solibado \. d>_correte, as 7
In ras da manhaa, |*lo que sero eternamente
grato.
Precisase de um caixeiro que tnha pratiea
de taherna e d onhecimento de sua conducta :
no pateo do Terco n. 3i.
Coana a estar fogido o moleque Giegorui,
de 17 auno.-- de idade. cnouli, cum falta de den-
tes na frente, testa relonda. olhos viv s, com orna
marca de queimadur na barriga, e outra na cxa
de urna estrenada jiantiga ; gesta de andar com
carimbo : quera o pegar poae levar a engento
California cm Serinbem, a sea senbor Jo5-> Flo-
rentino O. de Albuouerqun, ou a ra da Praia n.
31, qce ser bem t< compensado.
Ama.
Na ra Nova n. 50, Io andar, preciss-se alu-
gar um escravo de 14 a 16 annos para a servico
de casa.
anno financeiro de 186-70, ineerrendo na muJla
de 6 0(0 os coniribuinte? que nao satisfi?erem
suas qaotas dentro deMe praso.
Cousalado provincial 27 de maio de 1870.
O administrador,
Antonio Carceiro Machado Rios.
Capitana do porto de Prrnam-
6uco.
Em virtude da or3em de S. E'xe. o 5r. vfce-pre
sidente di provincia, manda o lllm. Sr. capitao de
fragata e capltai do porto publicar o decreto r
de t de abr de 170,
Seguir com i possivjl brevidade o plhbe-
to.Solralente, ainda receb alguma carga fciVete:
que concede perdi
Hferentes praeas dos cor'pos da armada, impe-
naes marinheiros, batalhSo naval e marinhragem
que tiveram a rafelcidade de deserta na esqua-
draimperial, e o que ;e segif :
GoiTHoiserando-me das ciroumstaaeia em que
seaemua ai differeotes praeas do coreos da ar-
mada, imperiao manntieiros, batalhaio naval e
mvrinOjfcgejn. que tiveram a infelictdaee.de d>
lar tfaSasjaedra imperial, partando-ss de suas
bandeiras : ifei por bem, par effeitos >da ntnua
ldBrtar c^mencia, indui nq t
cimaxccpa.dasjaedeser^r
de desereao, aprese
rdoals autoridades militares ou civ^s, dea-o do
^f dj.: los da publieea d
creto em cada urna das comarcas
a^slogares em qne Wmverem capitani
top, lacees savaes on navios surto*, indurado
que estio
At o dia 1 de junho esperado do portos do
sal o vapor americano Menimack, o qual depois
da demora do costume seguli--para New-York t-
cando no Para e S. Tbortiaz, para fretns e pa>sa-
gens traia-se com os agantes Henry Forster & f,
ra do Commercio n. 8.
---------:-------------'
de livros de litteratura, philo
sophia e direita dos raelhores
e mais afamados autores, co-
mo s ejam:
Dederot, Rosseau, Bentbam, Lamartine, Fe'al,
A. Damas, E. Scribe, Ouizo'_Lamenabj,Aim Mar-
tin, W. Scott, Voltaire, Castilho. Miraeaux, Piu-
tarque, M:chelet, Ancellen, Tbiers, Sch apeare,
Pohquevilte, BuffAn, Kant, ScheUlng, Charm, Du-
pin, Ahrens, Macbaiel, Dueurrray, Bacon,Oitoiin,
Montesqnien, JOatlroy, Pereira Souza. P. Bneuo,
Correia Telles, ferlih, Bat>n,' Perrera Borges,
LoureiM, Dr. Baptista Rogrixn. Pardearas, P.
Bueno, Troplong, Waldeck e muitos oatres.
Q inta-fera t de juoho.
So 1' indar do sobrado da ra do Vigor to n. 5.
Oageate PiolQ lira leilao precedida a compe-
tente auiofisaeao, ero, lute* ayontade dos com-
pradores, d-s livros de dtoetto. ltteratura e phi-
loiopnia quft pfrtenceram ao finadu Dr. Feitosa, o
leilao jera efJetuao no dia e lugar cima men-
cionados
Principiar as 10 horas em ponto por serem
muitp- os kites.
Aracaty
Dtts n. 1.
f

Para o referido a>rtt>-pretende sngoir com aica>
ta brevidade o paladio pnrtaguec Jfcsa Sari^i'iMt
\ maior parlo de
paro Opaco que Illa
coaipioao, trata-se ooni
^^Hmgalves KeltraoJ
Ri,
_^Ka> tratado,
sHobe a fr<
tro Joaqol
Coamercio ni
LEILAO
f>e movis no aodw do sobrado da ra
o Doqae de Canias (oulr'ora ra do
Queimado o. 40,
tratar cora S Leiio Irmaos a ra da Madre de Q'ilnta-felea Se janho 3J8 11
O
rfe JanHUM
Para o refer3o porto pretende seniir
ta brevidade o patacho rabe \
c-arga tratada ; e para o fasto qne1
favo* a frete, trata-se cen'o cci^H
Joaquina Jos- Qoncalves BeltrJVi
freio o. H.
horao.
iJHMV>9liro o qjvei
abaixo *sliWiev%eMMriHs \a para Bunma : I malla da jaca-
Sda tABio lampos de nrarmre, censlos e me-
sa, 1 toaaador de ja-aranda com um grande es
peli>o, 1 lavatorio cu Mararare.. I cama de ama
rterra deUMr-J& Iba, 6 lanlernas
ro, twasos de^pariAaia, nfeites para por
jardijeira, I pjr de aearradfira, 2 oaxas
""iMdojna de vIcH, i reloglo de ou
1 candleiro a
de tartaruga
bi 2 vola-
i anti
airante turco
f- imertcas lauarai
h objectos
nobc
A*^
T
Precisa-se alugar um escravo que seja co-
peiro esp%rto e que entenda de compras : no caes
de Sonto amaro n. 4, ou na agencia geral n. 24,
pra a do Corpo Santo.
Joo Carroll e sua irma Alaria Power de-
clarara para evitar vidas futuras, que tendo
proposto accao para haverem os bens que lhes
perteneem por morte de sua mai, e dos quaes se
nao fez inventario, e havendo j oblido sentenca
favoravel nao podetn Roberto Carroll, Elisabei ou
Isabel Uarro, Auna Carroll, Eduardo Carroll, Ca-
tharina Garr-ll, Estliar Carroll presentes, e Miguel
e Diogo Carroll ausentes, que estio na posse dos
I. ,i>, dispor delles, e protestan ir haver onde
qaer que'estejam, logo qne for decedida a.qnes-
too pendente. ?
Advogado
O bacharel Pedro de Albuquerque Au-
tun tem o seu esdriplorio de advogacia
roa do Imperador u. 75, 1 andar, onde,
ser encontrado das 9 horas do dia s 3
da tarde.
0 D\ Sarment Fuho
mudou-se para a roa do Imperador n. 2S,
2" andar.
Consultas e opracoes todos os dias das
lOTioras ao n>eio dia.
Chamados por escripto a qualquer
hora.
Preeisa-se de urna ama para todo servico de
una casa, preferiudo-so escrava : aa fabrica do
gaz.
Attencao.
Pede-se ao Sr. Samue' Hayman que tenha a
bondad de mandar buscar a sua enciMnmenda,
flne fez por intermedio de C uneiro Vianna, mo-
rador na ra Ilova n. 22._______________
Qjera precisar de urna ama sueca para an-
dar cum meninos, dirija-se ao beeco dos Acou-
guinhos n. 30, no correr das casas balsas, e quera
precisar de um menino de KJ annos, para faxer
compras, dirija-se a mesma casa._________
Nao tendo relaedes eom o Sr. Manoel do Cr-
mo Kibeiro, rogo lo da declarar por est? Diario
so as htieiaes M. L. V. que foz aublicar no Jhejrii
n. 20 de 30 de maio, pagina *, coHumna se
entende com o abaixo assignadfi.v
ManrterT,niz da Veiga.
mmmmm mmmmm
Gabinete Portugaez
de Leitura.
De ordem d Illm. Sr. presidente, de novo con-
vido aos senhores conseltoiro reunireru-se em
sesso extraordinaria, sexla-feira 3 di corrate,as
6 IfS horas da Urdo, afim de secem lidos e apre-
ciados n relatorio e balancete do directorio.
Secretaria do Gabinete Portiuniez de Leitura, em
Pernambuco 1 de janho de 1870.
j J. R, FoBseea,
_-. ., ... >-SaOe1rtB.!
< Preeisa-ae alu|r um tscrzro jfHeasla co
pciro, esperto, e que enienda di eamprar : ao
caes de Santo Amai ;;oncia geral n.
21, ptaca d Corpo Sartti .._______

ModeduSe Patrio tea BaMa
11 on de .1 ilho
Haver hoje sesso as 4 huras da tarde em casa
do presidente desta socifdade.
Na ra da Colea n. ail, precisa-se de um
preto velho para o servico de urna casa de hornero
soHeiro.
ATTENCAO
O Sr. Flix Pereira do Araoj queira ter a bott-
dade de dingir-se ao largo da Sao|a Cruz 14
a negocio de Roubaram da ribeira de S. Jos um cataJJo
com caniaHia, coa os signaes seguiotes : cor roca,
dinas prehs, tem uraTp direito terrado, tesa
uiarca de can- ca, parece j eve ter sarado, lesa
0 re has pequeas, cauda -grande e preU : roase
as autorid*les pQJiciaes e capities d campo a ap-
p-ehenso do ditoicavallo, e levarom a seu dono
Jos Alves'Corroia, Caja Forte, qofl ser gnO-
flo-1a___________,___________ ^_________
" Kg 00 diaria do corrqpug as tt b.ras da
qpite,a escrava mulata da nepse Mar*.1^6*1
ai-aboelada, c.ihellos talos e miados, cara redon-
da, cora algumas,pintas pela cara por ter udo n-
rila, tem o dedo do tneio da mi dtrat a certa*
1 nntta, reprsenla ler 13 anuos de ida-
de, pw) mais ou me vadido e asaco
1 rousulina branca de atum braae
cm barra vrd campradi ao
Sr. Dr. Paulo Jos de cTjafra, morador n mk
teiro, freifuezia do Poco dfPanella, a qual 6 oa-
lural do Rio Granie do N -narta-sa que
fosse seduiida por algum e estoja, oculta e
al'gama casa particular, pelo que desdo ji protesta-
se contra quem a tiver em sua casa cea todo o ri-
gor da lei: rafa-se a toda as autoridades poev-
Precisa-se de urna ama para-o servico Interno siaes c de campo ^ captura da^tuas-
AMi
de casa de
n. 32.
pouca familia ; aa ra di Alegra
1, levando-a roa dolloypicio a. 85, ca
terea, qo oar3i> inffflB*!,

I



Diario de PetnuAw Quarta feira 1 de iunho de 1870
BENTO MACHADO t C,
A AGU1A NEGRA animada com o bom accolbimento que teve em seas inun
Joi, ven boto participar a seas freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
mento de ofejectos de gosto os qaaes ser5o vendidos por precos muito razme, pois
{tundo fez os seos primeiros annoctos, foi o que asseguroa, e sem do de errar,
porqoe como j disse osla interesses ligada a orna casa importadoradesta praca, e
por sao peder ter todo especial e vender por precos adanraveis.Chama.pois a atten
ao de seos fregoezes para os arttgos possa descrever :
Livros com o tampo de marm, madre- Una variado sortiments .de chamteiras e
rota e tartaraga, proprios para missa. lpallittres de porcelana,
JmffSS?" PrPriaS *"* PreSentCS Tentos P"1 voltaree-
tadispeosaveis de palinha e deoouro pro-
prk para Leonoras e meninas trazer nos
trapos.
Binculos de madreperola, marm e tar-
taruga todos esmaltados.
Cintos largos de setim, couse tnteiramen-
o nova.
Fitas de sarja de todas as ores e larg-
is para leos.
Toacas, sapatinbos meias de seda e mais
eertenees para baptisados.
Fitas com inscripces proprias para bou-
3oet de noiva,
Ricos vasos com p do -arroz.
BengrfUas com marfin, coosa -especial.
Sabonetes de a lea trio.
Corres de folhas para dinheiro,
Lindas caixas para costura.
Um oempleto sortimento de tevas de pe-
iica,
Talagorce para>bordar.
Um completo sortimento de en fe i tes de
seda para vestido.
Perforaarias de todos os aaiores os mais
! acreditados em oxtractos, pomadas e leos
' e finalmente oatros maitos objectos qae nao
peservel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por- oertificarao do sortimento deste estabele-
alana. cimento.
Aguia Negara, rna do Cabug n. 8.
0M4RAVILH0S0 REMEDIO DO
DR. CHAS OE GRATH
ELCTRICO
Dor as costas e nos lados, es dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refinados, em .um da.
Pleuresa, em um dia.
Surdez e asthma.
lemorrhoidas e bronebitis.
InflammaciSo nos rtns.
Dyspepsia, erysipelas.
Molestias de Ggado.
Palpitaco de coraco.
OF PAI\ 0 I DA DOR
PARA USO l\TER\DE EXTERNO
Cura choleraecholera mjrbus,
Diarrbsa, iluxo de sangue, em um da.
Dr ds cabeca, e dores de ouvido eta
tres minutos.
Dor de dente, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Desloeacoes. em vinte minutos.
Gargantas indiadas, em dez minutos.
Clica e couvanaM em cinco minutos.
Rheuraniisiiio, em m lia.
Febre e febre intermitente, em um dia.
Reserve mpro este remedio em m fainiiia
as doencas se apresentam, guando menos se esferam
OLEO kXECTWCG O KNG OF PA1N o (0 rei da dor) aquieta e positivamente
tussipa ma:s de diferentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um
mais perfe.to eqmlibrio no systema humano, o que nao se pode effectuar no mesmo
lempo, con Este muito popular remedio est agora usando-se geralmente, pela razSo que
militares de pessoas se .tero curado gratis tm o dito remedio peio Or. Grath e outros
mais.
Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porem to
stomente para aquellas estipuladas as nossas direcces.
Est operando nos principios da cbimica e da electricidade e por iso, est ap-
plicavel prs o curamento e para a restaurado da accao natural dos oreaos que sofioem
dairregular tirculaco dos flaxos dos principaes ervos. Oleo elctrico O Kiog of
Pam opera directamente nos absorveutes, fazendo desapparecer as iochaes das clan-
dulas ate ef-im tempo incnvel, breve sem perigo do seu uso debaizo de qualauer cir-
camstanoii. *
O reaudio, urna medecina para o uso externo e interno, cmposto dos eleraer.-
tos curativo*, caaes, hervas, e cascas, taes, como se tem usado dos nossos anteoassa-
dos, e das .uaes tem grande existencia no mundo, para curar todas as molestias so-
mente sa' endo-se quaes ellas sSo.
Foi um grande especial desejo da faculdade de medecina durante mutuos annos
de experiencia .para aprender os raeJhores nudos que se deviam adoptar para .-'urar as
seguales ooenas, e que proporces de medecina se devia usar.
IWICO DEPOSITO
EM PERHAMBUCO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BARTHOLOMEO & C
N.34 Ra Larga do Rosario.^-N. 34
=e
TimiAHi FRANCEZA
55-Rua da lmperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e aebamaio-
ta-se, com a raaior perteiclo, azendas sm
pecas,e en obras de tojas as qnalidades;
como sejam : seda, lia, algodao. lino,
chapeos e fitto e de ftitu etc. etc.
Tira-s nadoas e limpa-*e a seooo sem
molbar os leddos, censervado assin to-
do o britho fla fazeoda.
Tintura preta Das tercas e sexUs fei-
ras.
Retima-se, avinud tos compi*jres,alBan9
lotes *; terreno, que restan), do sitie Aguasinha
em Beberibe. por precos i*soveis. ,*. posicao to-
pographica-o terreno imito o recommeoda, so-
bretade iper flear proiimo da estadio projectada
da va frrea. Os pretendentes poderlo iirieir-se
raormr-se do tmate S Pehioto, no mesmo
luaar, e pra qoal<|uer pegocio Toa de Crespo
n. ti, 4 Rita da Crespo otimero 9.
,Amorm\\eij/Ses sociae9, 8* encad. 3*000.
BragaEspirito do direito civil, 8o br. 14.
CarvalhoMartyrio d'Amor, 8 encad. 3.
vols.
Agencia em Pernambuco
o Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Gura a phthystea e todas as molestias 4o pello
Matea pal-Hua
Cuf ulceris e-chagas antiges, impigens ar
Vros..
Toafea
Conserva e timpa os cabeHes.
ltala* catbartleas.
Puramente vegetaes e sem raercurio, ora se-
z.5es, curan e -purillcam todo o systema humano
Tende-se efectivamente m casa oe Samael P
hBston & C.raa da Sanzalla Nova n. 12.
LIVRAjUAlTlANCEZA
CAatM-iiberuos e conspiradores, 2
encad. 6*000.
Castelle Bramo I'receitos da consciencla, 8
encad. 3j.
---------^Malher fatal, 8 encad. 31.
-------Brilhantes do Brasilelro, 8o encad. 3*.
Contdmct As venturas da rtqnea, i veis.
. br. 1*000.
TrtiO matador de tigres, 1 vol. cari. 2*.
FigwiredoTasso poema, 8 encad. 3.
KookPapa Sogro, 8o encad. 3*.
Uirmnia Theatro, 8 encad. 3*.
MetiereTarinfle tr. de Castilho, 8* encad. I*.
PascualA fllha dos negros nags, 8* br. 2*.
Patavras de D. ?edro V8 encad. 3*.
I tonsou da TerrmlDranas de Pars (Rocambole)
4 vols. 4* encad. 25*.
-----Novos dramas de Paris, 2 vols. 4
encad. 8*000.
Projecto pwrn t reforma do endino secundario*
encad. 3*000.
Ramalho^rtigao Histerias cor de rosa, &
encad. 3*000.
Reynolds;Taberna do diabo, 8o encad. 35.
SimSes OtosA hostia de orro, 8 encad. 3*.
TropnumtiO grande enme d'Aubervilliers (Pan-
tm), 8* br. 24080.
VieiraThesouro wexgetarel. 8* encad. ^*.
Vteirm de CatiroDiscursos, 8o br. i*.
ViKB sas-aaHHBB
AESW1LL0
HOMEOPATHA
MODOUSE
Para rna Wora n. 43.
Amiga residencia e consultorio do Dr. Sa- SE
bino L. 0. Pinho.
Consultas todos os dias das 10 horas da gg
manhaa ao meto dia; e chaados a qual- S
quer hora do da ou noule.
I Gratis aos pobres. jOB
43Roa Nova43
KttKV-nsamnm
RAP PWWCEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A roa do Vigane n. 27, acaba de rece-
pelo ultimo vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como fino, assim como
Paulo Cordeiro commum e viajado, que
tanta aoceaco tem merecido nesta provin-
cia pela sua excellente qualidade proveniente
das boas materias primas de saa composi-
co, teodo alm disso a propriedade de nao
ferir o nariz aquellos que fazem delle uzo :
os precos sao o mais em conta possivel.
Ama
Na ra do Torres n. W,*1 andar, precisa-se de
urna ama que eseinhe, eafomme e oooipre para
urna pessoa. '
Precisa-se de ama ana para peuca 'familia1
na rna Angusta n. 74.
Precisa-se de urna ama para pooca familia :
na ra do Caldeireiro n. B5. __________
Wis. UKo, socio gerente da casa de Rabe
Schmettau & C retira-se temporariamente para
Europa, dei sendo daraat a sua ausencia encar-
regado da gerencia da < Ledebom.
PHARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode usar do opio e de seus prepara-
dos, e mui convenientes para as enancas
nos-espasmos ecoovulses.
PMARMAGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'acatr5o em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
O Sr. vigario Bacatto que moraiu morou
na estrada de Joao t}e'8trros, queira mandar a^
Mtt typograpbia a negocio
Precisa-se de urna ima de moia idade para
comprar e cozinhar para tres pessoas : na ra
das Flores n. 37.
Custodia Jos Alve Gnimaraes, nao podendo
pela brevidade de sua f anida para Europa, des-
pedir-se de cada um de seus amigos, pede a todos
desculpa dessa falta ia'oluBtara, e offerece os
seus limitadissimos servicos em quaquer lugar
em que >e achar.___________________
Custodio Jos Alws Guimaraes, tendo de f.i
r.er urna viagem a Europa, delxa por seus procara-
dores em Io lagar o Sr. 3os Antonio de Freitas,j
em 2 ao Sr. Antonio Jas Cordeiro Simdes, e em
3o ao Sr. commendadoriLuiz Jos Pereira Simiies.
6 CIRIMO DENTISTA
Fredero Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus dientes
em particular que elle mudou o seu gabi,'
netede consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
.profissio, todos os dias uteis das 9 toras
ila manha s 3 da tarde.
Tambem previne, qae contina a prestar-
le a vontade como nos seus subarijios, para onde as
idas serlo precedidas de ajuste, Jlle ga-
rante o bom desempenho e a pereifo de
eeus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos Drecos.
A VrCVA DO DR. SABINO
proprietaria do antigo estabelecimento de
seu nadT marido Dr. Sabino O. L. Pinho,
previne ao publico que desta data em
diante Huidamente encarregado de ins-
peccionar a boa prepara? e organisa-
^o de sua pbarmacia especial homeop-
tica o Illm. Sr. Dr. Jeiuino Augusto dos
\ cantos Mello.
utro sim que o mesmo-Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem dirige o antigo consultorio do Dr.
abino O. L. Pinho.
Consultas das 10 horas ao meio dia.
Gratis aos pobres.
PHARMACIA CENTRAL ROA DO I
DOR M. 36.
Pillas de Vallet.
Pilulas de Blancard.
Plalas de Bland.
Xarope furroginoso de Biancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Qaevenne.
Assucar ferruginoso.
aW"
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as" digestoes
dilBceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemostbalica de Lecbee. mui re-
commendada em quaquer caso de bemor-
rbagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as bemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binacio do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
Calpado nacional.
M. i Rui do Jardlm \. 11>
Jos Vicente Godinho com fabrica de calcados,
avisa a tedot os seus fregoezes, que contina a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
qaenas poredes como dantes, sendo mais barato 4o
que em outra quaquer parte. Assim como um
sortimente de pares de formas francezas chapea
das para bomem, do ultimo gosto, a preco de
Mofina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir i ra do Imperador n. 18, concluir
aqnelle negocio que V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em tins
de dezembro prximo paasado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para o dito flm;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
achava no estudo nesta cidade.
FARMACIA CE\TBU
Rna da Imperador a. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The freqpent use'of this sa
line preserves oreigners from many Siseases to
which they are leable before becomiog acclima-
tised. May be obtained at the Pharmacea Central,
ra do Imperador n. 38.
20Ra da Iraperatriz20
Parla d iLcasa.
Temos a honra de partieipir aorespeitavel po-
bheo que flzemot desiinguir *msta nova toja n
fazendas finas com o elegante ituloLa Vitle de
Pars; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a raelhor vontade dos fregtiezeti, po-
demos asseverar sem recete; ao publico em eral,
que nao haveri quem posea vender mais barato,
attendendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandamos as casas das Exmas. familias qua-
quer fazenda para melbor escolherem ; dam
abairo os precos de amas pechinchas, que serao
o bastante para justificar a nosea sinceridade j,-
por alguem reconheeida : saias brancas com ba-
bado frisado pelo baratissimo preso de :000, ri-
cos corpinhos bordados, objecto de l, pelo pre-
eo de 5|, cassas de cores, lindos padroes, a 240
rs., cuitas finas ciaras e escuras a 300 rs. o cova-
do, eambraias orgadys a 640 a vana, mandapolao
fino a 6 a peca, toa"!has felpudas para rosto a
8< a duzia, lencos de catnbraia a 29500 a dozia,
cambraia victoria fina a 5, 50 e 6, complet
sortimento de grosdenaple preto.popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de laa, e varias qnali-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapo-
lao e algodozinho, bramante para lences, es-
guiao, fustoes para vestidos e roupas de meninos,
camisas, eeroulae, meias, gravatas, colarinhos, e
uotros mmtos objectos qne deixamos de mencio-
nar, tndo por commode.' precos.
Cosinheira.
Precisa-se de urna cozinheira, na rna do Vi*a-
rio n. 7, 1 andar.
AVISO.
Os Mutuarios possuidors das camellas ns. 46 B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 51 B, 66 B, 105
B, 93 B, 115 B, 67 B, 75 B, 12 B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesso que produzio em
praca ne leilo de seus penhores no praso de oito
dias, do contrario se recolher ao deposito geral
Recite, 21 de maio de 1870.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
Ama
Precisa-s para o servico de urna casa de pouca
amilia : no pateo de S. Pedro n. 18.
BAZAR ACADMICO
13
Eua da Imperatriz 13
para lora da cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propoe a en-
sinar era .algara engenho ou povoacao as seguintes
materias : primeiras letras, francez, a fallar e es-
erever, inglez, g-sograpfcia e maihematiea elemen-
tar, aritfewatica, aigebra, jeometria e trigonome-
tra recteltnea : os pretendentes podem-se dirigir
rea do Queimado. teja das 7 portas n. 52.
Echo de Boma.
Rtvista religiosa especialmente dedicada s ma-
terias do Concilio Geral Ecumnico do Vaticano,
publicaco nensal de Lisboa. Aeha-s completo
e em distribu cao aos senhoree assignanles o pri-
meiro anno desta importante Revista. Est abena
a asignatura para segundo annoRs. 6i.
"ARIA FRANCEZ A.
PHARMAGA CSNTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38..
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepoararuta, ferro, e de sade, da
acreditada oficina de Menir.
Sabonetes d'alcatr5o, d'acido phenico, en-
xofre e caraphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das macuias, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR -\. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonma.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Jado de melbor qualid Na Iravessa da rna
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
tia. Pa niesoia casa com-
pram-se os mcsnios me-
taes e pedras.
Irmandade acadmica
deN. S.do Bom
Conselho.
De ordem de nosso irmao julz convido a mesa
administrativa desta corporaeao reunir-se no dia.
2 do mez de jnnho prximo futuro, as 11 horas da
manha, era o convente de S. Francisco, para tra-
tar-se de negocios relativos mesma irmandade
Consistorio da Irmandade acadmica aos 27 u>
maio de 1870.
O secretario,
Camillo Correia Dantas.
Ama de leite.
Precisa-se de ama de leite :
Rosario n. 26, primeiro andar.
na ra irga to
Traspas.'a-se urna hypotheca da quantia oY
4:000 com seguranza em urna propriedade c.-v
freguezia de Santo Antonio : a fallar es ra dr
Duque de Caxias, loja da verdade n. 55.

Antonio Samico de Lyra e Mello e Idom'neo Sa-
mico de Lyra e Mello agradecem cordialmente a
todas aqueilas pessoas que se dignaram compare-
cer ao enterro e acorapanhar ao cemiterio publico
os restos mortaes de sua sempre chorada rai Je-
ronyraa Samic de Lyra e Mello ; e de novo con-
vidan) aos seus prenles e amigos para ouviren:
algumas missas do stimo dia que maedam cele-
brar no convento do Carreo no dia Io de junta>
pelas 7 horas da manha, pelo que se confessan:
desde ja gratos.
PHARMACIA CENTRAL RA DO MPRT-
DOR N. 38.
Variadissimo sortimento de fundas de
exceHentequalidade.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0005
Bilhetes'garantidos.
A raa do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
ras sorte3, um meio n. 2118 cora 900J da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio ds
igreja da Santa Cruz do Recife (148'), convida
aos possuidores virem receber na conformidade
do cosame sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1" parte da lotera beneficio da ir-
mandade de Santa Anna da Madre de Dos (149')
que se extrahirterca-feira 7 do mez vindouro.
PrecosOs do costume.
Manoel Martins Fiuza
Ceciliano Jos Ribeiro de Vasconcelos, agrade-
ce cordi?lmente a todos os seus amigos e paren-
tes que se dignaram acompanhar os restos mo;-
taes de sua presada esposa D. Maria Digna de
Vasconcellos, e de novo os convida para assisu-
rem a missa do stimo dia, que se lia de cele-
brar no convento do Carmo do Recife, cuarta-fei-
ra 1 de junho, por cujo acto se confessa eterna-
mente grato.
Caixero
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna : a tratar oa rna dos Pires n. 26.
Precisa-se dous amssadores : na ra Direita
n. 129.
ljsses & irmao propnetarios deste bem conhecio e acreditado estabelecimento
tem j honra de pamepar ao Ilustrado eorpo ACADMICO e aol seus MnmSft
geras, Unto desta praca, como de fra, quetehdo sido elegaSmSSSEK E
Da-se dinheiro a juros com hypotheca era
casa : .na rna de Santa Rita n. 48, das 6 as 9 ho-
ras da manbaa, e a tarde das 3 horas em dianie.
Da-se 25J00G reis mensaes pelos servicos
!de um eseravo que d fiador a sua conducta: na
ra do Rangel n. 9.
Em. Jos do Manguinno, caca a. J, ^ed
sa-se de duas amas, urna que seja perfetta en-
gommadeira e outra para ensaboado e irvicp 4o
mestico paga- se bom aluguel.
Xa mesma asa tambem se precisa de um oai-
peiro de 12 a 14 annos.
DO IMPERADOR
CHARUTOS
superiores 4e Ha vasa, Hamborgo, Bahia
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de Paulo, de 34300 a 7300,
oaiilheiro, Daniel do Rio Novo. Maority,
imperiaes, Teneates do Diabo, Duque de
Caxias, Gandon etc.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Ea,
Rocaabole, Radieaes, Acadmicos, Mach.wn-
booba,
mutas outras
WRIEDADES
POKIEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espama, de ma-
deira (raizV de U at 6, a duzia e de ou
tras qualidades a relalho.
DJTOS pe de gallinhados meiores ooe
ha oeste mercado a U e 3,5500 a duxia.
Montevideo,'Orietaes, Baepndr"eK?m fra,nde abatimento em maior "porcin
utras qoalidades. [dltos de loua. geaso, barro, etc.
FMIMI j ^^^ de *>0,Tacha e couro de diversos
Estrada de fecra da Reeife a
Ollada
Compram-se atormentes de madeiras do reco-
nheeida doracaooara a conetru:co desta estrada:
trata-se na ra da Aurora, tendeneia, das 6 horas da manbaa s 6 da Urde,
nos dias uteis.
O superintendente,
Andr de* Abren Porto.
PHARMACIA CENTRAL RA
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritimo, para as affecces chro-
nicas dos puimoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, epara os vmitos durante o periodo da
gravidez, e Pastilhas de bypophospheto de cal mni
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de aogico naf, e de Regnault,
de hortelSa, pioeota, e de Viccley, de pe-
caeuanba e de Bermes.
Fogo ie bengala
de muius variedades, e todo de efleito magnifleo :
vendem-se em pequeas porcoes com todo sorti-
mento, Unto para casas de negacio como particu-
lares : no armazem de ba-albo, naescadmha da
alfandega n. 3.
Afamados deJAEPBBYan caix5e deg0to* e pr6C08< para gu,rdar fumo-
20 bras IiJiOO rs. a libra, em pacotes
a U, de 20 para cima a 14800 e em maior
porcao i 14300 o pacota de 1 libra, aito
em iaus de qaarta a 640 e 300 rs.. e outras
mqjtas qoalidades como sejam: Daniel do
Rio Movo, do Para, dt S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
CABTEIRAS ^ara cigarros de todos o$
sysemas.
Pi?0SPH0R06de cera, em caixas de to-
dos os tamaoos, de seguranca a balio etc.
PAPEL de mlbo, de arroz, an-oom, Per
san, pintado, de tinto etc. palha d mimo de
Fernando a melbor possivel.
Alen dos arbgos mencionados encontrado nossos fregoezes ontros motos no ge-
nero de nosso negeo, qoe se vende em grosso e a retalbo e qoe com mu presencas
serto safatonarnaaie bem servidos; bem como nos encaiTegamos de quaquer en-
cwmeQdas 4e neseos eigarros de seda e Imho, etc.
13Kua da Imperatriz13
Aos 20:0004000.
ra do Cabugi n. S,
Bilhetes do Rio venda
ende Vieira it Rodrignef.
AVISO
O abaixo assignado participa a corpudo co
mercio, uue deixou de ser caixeiro da tasa com-
mereja] da Mello, Lobo & C, por motivos justos
Recite 31 de maio de 870. ^^^
.______ Adolpho de 3 Leitio.
Predfa-se de urna roolher 8e meia idade
para ama de casa de ponca familia : a tratar na
raade Agnas-verdeso, n, andar.
Precis-se de nm caixeiro de t a u n
fii*1 A* mAlkti. .___ *
PHARMACU CENTfLiL RA DO IMPERA-
DOR N. 38. ,
Cha" purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
1**M IIIMI
O abaixo assignado, tacita-
mente dispensado da inspeceo da
pharmacia especial homeopathica e
consultorio do seu finado e Ilustre
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge-
ro Pinho, de saudosa mimoria e ani
<>>ado por alguns seas amigos pro-
pSe-se a abrir um estabelecimento,
onde se encontraraoas melhores dro-
gas homeopathieas, para o qual des-
de j coota com a protecf5o d'aquel-
los que bonraram-no cono sua conti-
nca; podendo, entretanto, ser pro-
curado para quaquer mister, em a
casa de sua tejdencia. ra da
Palma n. 55.
pocos imm
INSTANTNEOS
Travessa do(orpo Santo n. 23
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Randeira, Machado A C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrara no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acbam habilitados para vender por menos
qae outro qualqner, por isso que os rece bem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vanlagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de tuna a duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pa-
ra e abundante, podendo seren removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeberio a importancia dos
referido* pocos depois de collocados, satistaiende
espectativa do comprador.
AO PUBLICO
Gonjalves, Irmao & C, successores e liqaida-
tarios das extinctas lirmas de Antonio Gon^alve"
de Aievedo o Goncalves Para & C, declaram ao
publico e as autoridades policiaes, que de seu es-
criptorio em seu estabelecimento ra do Livra-
mento n. 21, Ihes foram subtrahidos, um livro qv.r
tem servido de borrador de diversos langamentos.
diversas cadernetas tambem escriptnradas, entre
estas.urna de copias de comas crreme* com
seus devedores e outro copias de contas de .enda.
assim como diversos documentos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de negocios.
Nao podem precisar a pocha em que teve lagar
esta subtracao nem a pessoa que a praticou, por
que s agora, na occasicao em que o socio chele
e gerente tratava de fazer entrega dos livros e do-
cumentos da casa aos demais socios se deu por
essa falta. Rogam portante s autoridades po-
ciaes e mesmo a quaquer particular que veja
taes livros, cadernetas e documentos, o favor de
os aprehender; e protestam proceder criminalmen-
te contra quem os subtrahira ou os tenha em f eu
poder.
Formas de feroT
Pira purgar assucar : espewm-se at o Orr:
do mez urna pequea quantidade ; os senhores
que as pretender apparecara na roa da Cadeia n.
4, armazem de Silva Rarroca.
Professor.
A pessoa que por este jornal annuncJon-
seus servicos na qualidade de preceptor da-
infancia, com urna praca de mais de 1%
annos; queira entender-se com o Paola Moa-
teiro, ra do Imperador n, 71.
Precisa-se ne urna ama : na ra estrena do
Rosario n. 45, 1* andar.
O abaixo assigftado responde ao Sr. Joao Fe-
lippe da Costa, que fazendo constar ao publico a
sahida do mesmo Sr. da casa de seu eunhado
Souto, nao teve por flm desacredita-lo; e quanto
ter dito que nao se responsabilisava por compra
feita pelo seahor Costa, em consequenca
de I be ter sido agora presentada pelo Sr. Teixei-
ra, urna conta de duas caixas com vidros, que o
abaixo assignado nao as mandou comprar e nem
entraram para a loja de seu eunhado Souto. E
verdade qae o Sr. Joao Felippe estove trabajan-
do oa loja o lempo qae allega; mas d'alli tira-
va o seu tratamento geral, alem do que Acn de-
vendo, e que ser bom vir ajustar suas contas.
Recife, JO de maio de 1870.
Manoel Zefenno de Salles
com ortica de molhados:
ru da Cruz o. 18.
para informaces
Recife, 18 de maio de 1870.
O professor homeopatbjco
Jote Alces Tenorio.
Urna sjnhora com alguma habilitado de le*
tura e escripia, e que sabe toda a qualidade de
bordados e floree ; se offerece para ajudar lec-
cienar em algum eollegio de meninas, mediante
ordenado raaoavel : quem precisar deriia-se 4 roa
larga do Rosario n. 37.
Ctiria]ni & firmio"
morao e a qnem interessar possa, que ds-
Perdeu-se.
fazem seiente ao corpo
do commercio e a quem mteressar possa, que ds-
soivenm smifnvrelmenle a sociedade que tinham
na loja e fabrica de chapeos da roa Nova n. 44,
desde o de Janeiro do corrate anno, ficando
_______________. todo o activo e passivo a carg do ex-soeio J.
PreeJsa.se de'juna aro de boa conducto Christiani.
KrirtDtS^ o Wf' .pMm ami *5" ~ !T*ci"-'!e de nm* ama para cozinhar para I murando renrTdWjiieT ,u do- 6wu
: a tratar na- roa o pouea familia : oa roa Direita n, 8, loja de tor- Cij i.g n. 11. ni Nova Bsoeranea, ijae
Confeitaria dos ananazes.
i 6Ra da Cruai 6
Santo Antonio. S. Joao e S. Pedro.
Amendoas, as mais apropriadas para sdr.es.
vende-se em arrobas e libras ; papis j promp
tos com estallos para sortea ; recebe-se encom-
mendas de bolos pes-del eofeilados; as eneora-
raendas recebe se com antecedencia e as amento**
em arroba terrlo abatimento no preco.
Confeitaria dos ana-
nazes,
16=Rua da Croa16
Ha presuntos de superior oaalidade e dito em
fiambre.
Despedida.
O abaixo assignado tendo de seguir do vapor
int-lez para a Europa, e nao tendo tomp para se-
despeda de todo* es seas aaigos e coaiwoiduur
lh;s pala descnlpa desta falto, e promllc sea
presta sm qualqner logar onde M achar.
Manoel Jos da Costa Pereira.
Dt roa Primeiro de Marco (antigarua do Cres-
po) at o fira da ponte Seto de Seteabro, penteu-
se nm noto de 00, quem a tiver adiado.
Aroorira n. 30, i-> aodr.
iragem.
re;>mpesMo.
i

T

<





--;
*




m
Diario de Pernambuco Quarta feira 1 de 'Junta de 1870.
~*-
6USTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife-51
Chama a attenclo dos seas innmeros fregueses, e do respeitavel publico el
geni, para a segatate tabella dos procos de su casa, os quaes sio vinte por ce&u
mais barato do que em outra, qualquer parte!
Aluga-se para criado um pardo escravo, que
serve como eopeiro, cosinha, compra e n uito
Sel e de boa conducta: quem precisar dinja-se
rua do Gewral Victorino n. 54.
CabeUeiras para senhoras a 25,$,
800, 350 e,.....405000
Ditas paraaomem a 350, 400 e 50,5000
Coques a 120, 153, 180, 204,
2*0, 300 e.....504000
Creantes a 124,154,184,204,
254, 30# e.....324000
Cachos o respos a 34, 40, 54,
64,74, 84, 94 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
800 e....... 14000
Tranca para braceletes a 104>
184, 204, 25 e.....304000
Cadeias pora relogio a 54, 64,
74,84, 94, 124 e. .
Corte de cabello......
Corte de cabello com frcelo. .
Corte de cabello com lavagem a
i cbampou......
Corte de cabello com limpeza da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica om Pernambuco. .
Frisado i iogeza ou franceza
Barba.
154001
801
80
14001
1400
501
Mxeiro
Precisarse 4a utn caefro idade com praticade taberna :a rua das CinM
Ponus d. 93
PROFESSJR PARA ENGENHO.
Precisa-ae na rua do Imperador n. 73, terceiro
andar.
Na rua 4o Mondego, casa n. i, precisa se
de um feitor Haciosal ou eslrangeiro, desempedi-
do e que entenda principalmente de jardim e hor-
ta : tratar na mesma, de manhaa at as 8 ho-
ras e de Urde das 5 em diante.
j Precisare de um caixeiro com bstanle pra-
tic* de ubenH, dando, dador a sua conducta : na
rua do Geneff fji
Sen
Sebo.
o n. Si, amiga rua do

COMPRAS.
O muzeo de joias
Na roa do Cairaga n. 4 oompra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos do
jue em oatra qualqner parte.
Urgencia
O Sr. Francisco Boaventora da Lu
tem urna cana vinda de sma familia :
Rangel n. 46.
Lonretro,
na roa do
AMA.
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e olres
O dono do estabelecimento previne s l Recommenda-se a superior TINTURA JA
Ernas. Sras. 6 aos cavalbeiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
sala para tintara dos cabellos e barba, as-ba uni^ admrt5.d? Expwicao Universal
*^ I como n3o prejudicial a saune, por ser vo
cim como em empregado smenle oceupa- alil, analysada e approvada pelas acadaf
do nesse aervico. i mas de sciencias de PARS E LONDRES
A ESMERALDA
Precisase de urna ama forra h escrava, que
toznhe engomme f ara urna familia eomposta
de duas pessoas j tratar na raa Formosa, lft-
oioas des trunos urbanos.
NoArraial
arrena-se um terreno perte da esucSe dos trilhes
urbanos : tratar na roa do Rangel n. 24, primei-
ro-aader.
Coznkeira
Precisa-so de urna cozmbeira
nwdo n. 11
na ruado Quei
Precisa-* de urna ama para asa ce homem
solteiro, para coiinhar comprar no becco do
Peixe-Frito n. 3.
i Fni apanhada na sahida da barra urna re-
tranca de avio : quem se julgar com ireilo
mesma, procure-a na rampa de Fra de Portas,
defronte do primeiro ponto fiscal, que aHi achara
quem Ih'a entregue. ___^^_
GOMrtij i mura
E8CHAVQ8
Compram-se e vendem-se diariamente, pira ora
i dentro da provincia esemos de todas s idades,
crese sexos, com tanto que sejam sadios: no
terceto andar do sobrade n. 38, rua tes Gnes,
fregnetia.de Santo Antonio.
^WT
otro.praUe
loja de joias
Cabog.
uto matoT vantagem compram-se
pedras preciosas en obras velnas: na
S> Goracao de Oore n. 5 D, rua do
Coeapra-se urna casa terrea toa, situada em
Santo Antonio ou loa-vista: na rua da florenti-
na. "8.
tSempra-se usa casa terrea, na'freguezia de
Santo Antonio : 4 tratar no arco da Conceicao nu-
mero <8.
Na traressa da rua das Cruzes n. i, casa'de
penfcores, compra-se prata e ouro tefeo por man
dofaeemowra qualqueriparte.
As seguintes obras
A UNA
A rua do Duque de Casias n *2J\
(AITIGA lA DO QBEIMADQ)
Nao fot sem fundamento que a NOVA ,
i ESPERANCA tem deixado de fazer os sens
lutie anuos depois, ou tres mosqueteros, \ArimQS a m5o gimples, ella entende
por A. Durnas, i I vol. ene. por 150000; qne ^ em demasn aborrece... por isso
>x>mo j tinba dito e scieDliticado sua boa
Ireguezia o que constantenientc ia leceb' o-
Na loja de Vianna & Guiraa-
Ties
RUA O A CABB1A DO RECIPE N, 59,
(lorapra-se nm arre para um cavado com pou-
9 UM,
A t tr^m do mosteiro, e *s memorias de R-
chclieu, por Jo.e Victorino, ambos encader-
nado em om s vol. por 3(5000. Colas
cenlo suisso, ene. 1 vol. por 4)5000. Canto
i'ivoraa. poesas porM. da Rocha, i vol.
ene. por 35000. Flores sinovias, por Paes
de Andrade. Uhimas paginas, por P. de
Calasans. lUuses perdidas, por C de
Azevedo, tad ncadernado em um s vo-
lume, por 8-3000. Jooita a voluntaria da
mrte por J. C, e A*crfo, scenas de um ro-
mance, por i. Candido, ambos ene. em s
vol. por 3#000. Patmgra,* cegninha bra-
sileira. romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abren, ene. em om s vol por 5$.
0 oavalkeiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 03000.
Tambam vende-se as collecces de leis
provinciaes faltando apenas 3 annos, por
20#800, tendo ti vol.-me brochura, tam
bem tein outras obras que a vista se mos-
trarlo, e que tud s vende por preco em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
pbia que se dir quem vende.
Owipra-ae
Jornaes para embrtbo: na do Crespo n. 25,
loja da esquina.
LOJA DE JOIAS
DE
&
Este antigo estabelecimento, compieta-
jiente reformado de novo, est as condi-
toes de servir vantajosamente os sens fre-
nezes, visto que a cha-se prvido com um
tzplendido sortimento de obras de ouro e
prata de le, assim como brillantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos presos sao os
sais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
sG em troca ou compram-se com pequeo
.bate.
O abarxo assigoado declara ao respeitavel
publico e cora especial idade ae corpo do cemmer
ci, que tendo legalmeute foaiprado o armazem
sito nudo Comraercio n. 8, de Wido Haymond
A C, o nal d'ora m diante ?y ror sob rano
de Carrol! A C, eucarregou ao Sr. Jo Carroll da
gereacia do mesura, sendo portanto este senber a
pe.s-sna a-quem poiem drgir-*e aquelles que con)
a casa tiverem tranraccoes. V anda a Arma -ae
tual, a competente para receber o activo, visto que
sendo esta urna 4a* clausulas consignadas'na es-
criatura de venda, com ella -nformon-se aqnella
excta firma. atro, sin), declara que desde o
dia 23 flo corrate deixou e ser caateiro da ca?a
O'Sr. Airedo Ctaodio Toro. Recife -30 de maio
de I8?.
Emanuel Carrol.
Declaraseone os qnartos (tavaMos) do-eoge
nho Macaco do termo de Agua-Preta, estao de
ore!has cortadas e ferrados por um ferro triangulo
e coiwervam-se -pelados de tpeles, dinas o cau-
das to rente qce as caudas mostram os sabugos.
Estes qaartos s traasitam para a estacao de
Agua-^reta, em ou'.ra qnalquer parte devem so
contemplar cubo furtados.
U
oo m\u x s
P
PILULAS
PH=P 2 RU BASTIGLiONd
PAR I S
HOGG
m HABITANTES DO
Imperio do BrasiL
Grande expositjao na cidade Corova,
REPBLICA ARGENTERA.
No dia 15 do outubro de r870 ter lu-
gar a abertura da exposico nacienal em
Cordela.
Pre^ine-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e.a
todos aquelles-que esercam quaquer indos
tria, >e,ae na dita exposic3o se recebem ledos
os*productos da industria e -agricultura
brasiteira, assim como Sodas as machinas e
utensilio? que quizerem remetter.
Estes productos estao entos dos dFeitos
da. alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde sero tranportados peio caEtnh -de
1 ferro central.
Para mais explica'oes dirijam-se ero Per-
fcambuco, rua da Cruz n. 3. ao alado
argentiao.
Irma&dade das almas
do Corpo Santo
PF.ttMUTA.
Tendo a rneiia regedor^ recebid* urna prop'sta
paca |wrmuar o terreno da casa oetfunada a
rua da Cruz o. tti por afioii>-es da divida publica,
convida pelo presente a raesmo terreno, a apresectar suas propostss em
carta fecaada.ai ti dia i de junho Ao corrente
anno, na rua da Cadeia do Recife n. 2.
Consistorio da irmandade das almas o Recife
30 de maio de 1870.
O escrivao,
Manoel Jos dos Santos.
P. MAUREH et Cu, tm Pernambuco: JOS BELLO, em Porto AUgrt;
SILVA LOPES, tm Bchi; FEMlEIltA ct C", em Maranhao.
I
Precisa-se de um porlugoez com a praHca ne-
ria para se encarregar de um pomir de um
eno sitio, e qne d fiador de sua conducta :
a tratar na rua da Cruz n, 10, 2 andar.
Roa 4a Cadeia do Recife 5.
Compra-se vm arreio completo para nm ca-
briolet de um cavallo" com penco uso.
VflDnS.
ATTENCAO
Efczenflag baratas com
toque de avaria
JUTDAPOLAO PINO a U, M e 6 a peca.
ACGODAOZTS'HO com tS.jardas a 3f a peca.
CAWRAIiS 9B-00RBSHRNAB a 0 o covado.
HTAS ESCURAS, CLABAS E MUDINHaS a 240
o covado.
JkLSOD.^ODE.LISTRAS AMERICANO para roupa
ne escwrwsjaSW o cavado.
Bao-se amostras na rua do Crespo n. 23, loja de
Manoel Dtas3aver.
'Engenho.
Vende-se o engenta* 'ibeirao da Ireguezia de
amo Antao, simado penco mais de urna legoa
da estrada, da "Victoria, de trras muKo producti-
vas, podeado stc'rejar paca mais de 2,600 paes an
ncaes, com.boiB cercado Yeito todo de vallados, e
mnito boas obras; o eegenbo d agua e est
Mente e orreate : quem pretender-este negocio,
dirija-se ae mesmo engento, ou a rua da Concor-
dia n. 13.
Vende se ama casa tarrea na rua da Esp-
renla, defronte da estaoao dos trilnos urbanos na
eledade : quem pretender dirija-se a esta typo-
^grapbia.
Armazem dous irmos
* JRua da Penha
Manteiga ingiera superior a 1*500 a libra, idem as mesmas.
franceza a 800 rs., cha miudo bom a 3200, idem
grosso a 3, velas de espermacete a 6&0 a libra,
caf em carolo bom a 200 e 240 rs., toucioho a
400 rs., lalarim, macarro e aletria a 500 rs., quei-
jos frescos a 2*500, idem prato a i* a libra, vlnho
em pipa a 400 rs. a garrafa, idem S. Julien Me-
doc a 640, grandes laus com bolacbinhas a 1*400,
lagusUnhos a 600 rs. a lata. Neste armazem ha
sempre grande deposito de gneros de primeira
quadade, e vendem-se a precos muito resumidos.
do, ou tivesse feito muitas vtzes, recpioa
tornar-se massanle, assim pois ncolbeu-se
um poco ao silencio, mas nunca deixando-
d'empregar os verdadeiros esfurcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes,
na Europa, j descobiindo .bjectos do mais
apurado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes par,
vestidos etc,. etc. para desta (orma meibcr-
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello seso, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-ine.
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinbos de setim para
baptisados.
Fina toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meiasde seda e fio de escocia para crian-
Cas.
Dedaes d'osso, marim, ac e madrepc-
irola.
ptimas navalhas, afiadores c roassa ;.;:
Vende-se urna escrava de raeia iJade, que
cozinha, lava e engomma com perfeicao : quem
a pretender dinja-se a rua do Cordoniz n. 2, 2o
andar.
CARROS.
Na cocheira da na do Imperador n. 45, ha 3
cabriolis de 4 rodas para se vender, todos re-
parados de novo e com cobertas ; a tratar na rua
estreita do Rosario n. 2, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Vende se superior farinha de mandioca chega-
da do Rio de Janeiro, por pieco menor do que
em outra qualquer parte : tratar na rua do
Vigarion. II, primeiro andar.
AVISO
Em casa de Mills Latham A C, rua da Cruz n.
38, vendem-se folhas de ferro galvanisadao.
Vende-se a casa tenva n. H. em chaos pro-
prios, sita em Olinda a rua no oilao do Ampam,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1- andar n. 5 ma da Cadeia do Recife.
Vender urna :asa de taipa, na
Zumb, (Torre) oto solo rendeiro : tratar na rua
Imperial n. 133.
Esta-se acabando
Chitas finas a 240 rs. e covado : na rua da Ca-
xWa do Recife n. 45 de Santos Falco AO.
So armazem do Sr. Antonio Annes Jacome ven-
4e-se mais barato do que em qualquer outra par-
te : a tratar na rua da Cruz n. 38, armazem de
Heis Lathan & C.
r Vende-se.urna victoria nova com os arreios
que pertencera tambem novos : quem a pretender
dtrija-se a ruadlo Imperador n. 13.
FAMNHA DE MANDIOLA,
Veode-se farinha de mandioca chegada do Ma-
r nuio no ultimo vapor do norte, por menos do
que em outra qualquer parte : a tratar no escrip-
torio de Joaquim Carardo de Bastos, rua do Vi-
gario o. 16, 2 andar.
Velias de spermacet
Verdadeiro americano, -cada urna cauta trinta
e cinco meias dnzias de velias, ou 210 velias, por
trinta e inco mil res. No armazem de Tasso Ir-
mos & C, rua do Amorim.
ATTENCAO
Em casa de Mills Latham A C. rua da Cruz
n. 38, vende-se sabao ingez de diversas qualida-
de-".
Constituipo
Do nosso Santssimo padre PI. POR DIVINA
PROVIDENCIA PAPA IX, pela qnal se limitam as
censuras ecclesiasticas iMa Sententia?, foiheto
brochado por 320 rs.
Livraria franceza.
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11- RUA NVA-N. 11
500
700
400
."JOO
300
2,5000
oOO
500
500
40
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade
*?,tocaba de ccegar ora grande e xpltndido sortimento de
e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de_ instrumentosypara mnsi-
0 qne ha de man moderno, de teclado fxo e mobile, e coa Iransposico ou sem ella,
lamadoa e bem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados {nest?|cidade,}fcomo sejam :'os
AFFONSO 8L0NDEL
de Pars, de qaan o annnociante o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estos pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paiz, s5o os nicos que offerecem urna garanta segura de sua drjracSo. EUes sao aqu bastante conhecidos desde 1844, para que
soja neessario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes s5o muito flautadas e melodiosas. Elles possoem um teclado que se presta a todos os caprichos do
senboref pianistas.
Todas a? pessoas que compraren! pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certi6cado de origem assignada pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
tttiocidade do numero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. Aiphoose Blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambrjco, que o ur&o deposito de seus pianos na cidade
JA NOVA >' 11, armatem de Antonio Jos de Azevedo. Outre sim qne tados os seus.|pianos irSo accompanbados de um certificado de origem assig-
Rival sem segundoi
RUA DO DIQUE DE CAXIAS N. W
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
gos admirados.
Pacote com O qualernos de pa-
pel amisade a......
Caixas com 20 cadernos papel pau-
tado a........
Caixas com 80 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de me.'as croas superioi
qualidadea.......
Pecas diababadinhos com 10 va-
rasa.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p ,a a I500 e.
Pecas de litas pora coa de qual-
quer largura ;om 10 varas a.
Escovas para u.-hasfazenda fina a
Ditas para denses a 2i0, .320,
400 rs. e.....
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores z.......
Caixinhas de madeira com alfine-
tes fazenda superior a. 400
Libras de laa para 3ordar de to-
das as cores a. .....
Duzia de linha frfixa para borda-
dos a 00 rs. e.....
Pares de meias croas para meni-
nos diversos lmannos a. .
Caivetes finos com 4 folhas fa-
zenda superior a.....
Duzias de meias brancas muito
finas parasenbora a. .
Pares de sapa s de tranca do
Porto........
Pares (le sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios pon-jgjezes a. J .
Gravatas de crox todas as qua-
lidades a .......
Red.es lisas para seniora a, .
Redes com contas mato boa qua-
lidade a.......
Caribes com colxetes carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas coropenna de- ago muito
boa de 320 a......
Caribes de linha 200 jardas grosa
Duzia de linha -2W jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para macbina a.
Libras de pregos rancezes todos
os tamanhos a......
Talheres para meninos a. .
Pares desapatos de tranga para
meninos a. 1,5500
Finas esponjas para o rosto e para ia- -
nhos.
Bonitos sapalinhos com biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de deis
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar rxoltles de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos tntenos de novos moldes,
Meias de la para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para Mfis.
Fil de linbo e de seda, sendo prelo e
branco, liso e de salpicos, e oulios muios
objectos expostos a venda rua Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Mabo d'alcatro.
Vende-se- na rua Duque de Caxias n. I.
PARA LUTO.
Brincos, broches, voltas, pulciras, fivfl-
las, pentes, bot5es para puchos e cadeias
para relogios. v
A NOVA ESPERANCA. querendo satisfe
zer sua freguezia, nSosmente em objectos,
d'aiegria ou de luso, quer lambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente pardeo
alguem de sua familia, ou a'guem de sua
amizade, precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou vir c
baixa do que ha de inelhor neste* genero,' porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao someute tornam->e
trisles como al repugnantes, o que x.c
acoresce aos da NOVA ESPERANCA, ; .r
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeigo com que taes objeclos s5o Ira
balitados.
Collar s a-iodin s.
CONTRA AS CONVULCOES DAS GBLANCaS
N5o esta a primeira vez que a N\
ESPERANCA scienliica aos se.nhores pais (.e
familias, que os seus collares sao os verda-
deiros de V/)jer... recebidos directamente.
e por conseqoencia do um efleito cfficaz qoa
desnecessario mais apregoar, assim pois
aquelles qp-.' no quizerem passar pelo ':. -
sabor de verem seus filhiuhos extrecerem-st
as lerriveis convulges, lugo que a es:e
comessem nasser-llies os dentes apressem-se
em comprar ./s ditos collares, na rua .0
Daque de Casias n. 21.
CABELLOSBRAN; OS SO TEM QUEM QU1
A NOVA ESPEBANCA recebeu o-verda-
defro chrom:come de William para tingir
eabellos.'para pretosou castanhos, assim p< s
cabellos brancos s tem quem quer! '
Flauta.
500
320
4500
2^000
1-5500
l|800
3:)000
400
500
320
640
201
/ 400
500
400
15200
40
2^1000
240
320
A NOVA ESPERANCA tem
urna llaua d'ebaao >!. abmai
Boum.
para venV r
fabricante
Rival sem segundo,
UA Bti'(|e-i-:i-: c.i\!ak \. 4
(Anp raa do Ociaiado)
ATTENCAO
Vende-se um sitio na estrada do Rosarinho, bem
con-ervado, e com casa de vivenda em perfeito
esudo : a traur do pateo do Carmo n. 11, seirun-
do andar. "
Veodem-se doas impurtantai esclavas que
engommam, cosem e oazinharo perfeiUmente, da-
Meadas ngnras, idade de O e 13 annos, urna dita
de idade i annos. es sllente corinheira. mnito
aeeiad, urna bella malatinha de idade li unos,
um escravo bom ferreiro, de idade 30 annos : na
travfssa do Carino nl.
x
lo Recito, e RUA
nado por mn.
Pars, 24 de julho de 1869. (Asssignado) AlpWaae Bloadel
O annociante tambem troca e aloga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimentof de novos pianos
MSICAS PABA PIAMOS f
As quaes recebe direcUmente da Europa e do Rio de Janeiro ; das acreditadas casas dos Srs, Fejipone & Tornaghi. Narciso, Artfaur Napoteio 4 C,
c Tambem tam grande sortimento de papel para musica e deseaho: cerdas para todos ts instrumentos, ricas gravujas e qnadros pira ornamentos de tdr*, oleados para
^aoalho de salas, reos espalos doorados qodrados e rjvaes, cajxinhas da costura com msicas e sem alia, estojes para viagem, ralogto* com despertador, vidros para
ertamoa de todos os tamanhosr talagarca, lias e aguloas para bordar, e mullos outrosarligos que o r6speitavg) publicc encontrar sempre nesle armazem o qual estar
abarto todo os das at as 0 horas da nouie, afim das Enroas. familias podrem ir apreciar os reo* pianos.
J lltfit
Vende-.e unrescravo muco e bom camiro
na rna eslreita do Rosario c. t:
Vende-se nra cabriole', de duas rodas, eoberto,
com areios para om cavall^ e em bom esudo .
na oocheira pa ru> lie Sanio Amaro n. 1.
Contina a vender tudo mnito bom e
muito baratu a saber:
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a .....
Peines volteados para meninas a.
Thesouras muito finas para co*tu-
ra a.........
Tinteiros com tinta prela a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito "fina a
Resmas de papel pautado a. .
Ditas dito liso muito superior a. .
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de ojeo Philocomo muito
fino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes moilo finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
frasca com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a...... .
urtiihasda doutrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a.......15800-
Duzia de pomada do Porto muito
superior a........^
Babados do Porto, largos a 160 e 200
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 20
Papis de agulbas douradas e ba-
lao a.........
Carriteis de linha 200 jardas, Ale-
xandre a........ jo
Duzia de agulheiros do Para a. 240
Libra de linha franceza superior
qoalidade a.......25400
Caixas de palito do gaz a. 20
Bonecas de cera muito benitas de
500 rs. ........20C>0
coo
2:0
ior>
SOO
OOO
200
500
tm-o
240
500
70
1*200
500-
500
40-
240-
400
Farl
Ha para vei
saceada, ou
Santa Cathari
que se acha fi
rao do Livr
IrmaosA C
aaidloea.
de mandioca, en-
de raeenttmente de
riptie guees Oan?,
do trapicha fia-
signatarios Amorim
COM VA.V
Mala l.andelino ven
mandil ca : na ma do- Duque d<
do Rosario, loja o. 18 6
tra\

-. L



I
e
Diario de Femambuco Quarta Asir
Je JuiUio d
e 1870.
tiravatM de seda preta de 409-eSe^rs.
Ditas de c/oxc, brancas e de adres 500 rs.
Dita de orgorip de cores a 800 rs.
Na VerMe lm Daqne de Ca-
sias a.
AYEfiDADE
9na Duque de Casias n. 55
Na luja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratsimos presos todos os rti-
cos de miudaias e perfumaras do seu rlnfia i vend (em Mecos) : a tratar com Joaquim
grande e variado sortimento, graotindo aos',08 <**alves Be*io *> Triache d. i7,
compradores toda a sinceridade. >
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
Farinha de mandioca
A bordo da polaca Marinho ba muito boa Ta-
para pendurar a
a 200 rs.
cabello, a
de
Mtissimo preco.
Espolbos doarados
WOrs.
Agulhas de osso para crox
Pintes linos para segurai
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a liJOOO.
Dita com agua florida a 10500.
Dtta com dita dita a 140W.
Tnico de Jayrae a 45500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa,
240 a 040 rs.
Dito com agaa de Colonia de 300a 1(5000
Dito com extractos finos a 40000.
Dito com sndalo verdadeiro a 44200.
Latas com banha muito fina de 420 a
240 rs.
Sbeseles muito finos e diversas quali-
dades a 80, 460, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Peales para aiisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Puntes para tirar pioltao de 460 e 240 rs.
Parios para gaz, dtizia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
Je 160 e 2W rs.
Peonas caligrapbicas maito finas a 40400.
Ditas de langa e maosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
8 #500.
Grosas de btes de louca de 460
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas cora envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditis com agulhas fundo dourado
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linha de marca eaixa a 280. rs.
Carriteis de linhas de Alexaodre de n.
a 200 a 10 rs.p
G; ampos muito finos, com passarinhos du-
2:aa itf.) rs.
C irtas francezas para jogar duzia 3$000
Ditas portuguezas, duzia 14i00
Papel aimaco superior qualidade resma
l#060.
muito fina para bordar libra 6500
para debrum de sapato, pessa 460 rs
Ditas di lam para debrum de vestido peca
100 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com I folhas por 320 rs.
B setas pretas para luto, o par 400 rs.
Trancas de lam de caracol branca e-de
es de 40 a 100 rs.
Fi'i para cs, peca 480 rs.
Alfiletes de latao, carta 100 rs.
p tinbos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calfadevas a 40 rs.
Para escriptorio
Vende-se una boa grada cora balaastrc, pro-
pria para escriptorio, leudo tres faces; com duas
portas tratar na ra da Iinperatriz n. 60, loja
do Pavao.
DE OURO
Milho das Ilhas
E
Feijao do Porto
em saceos grandes, das qualidados abaise men-
cionadas, e por meos preco do que em outsa
parte.
WLIIO NOVO
Feijao mnlatinhs Feijo preto.
Dito branco Dito rosado.
Dito amarello Dito irada.
1 w VENDEM
Jos do Reg Borges & C, a roa do Vipario n. 14.
S
H4CH1WS PAR
COSTURA
Acabara de ebegar ao GRANDE RAZAh
UNIVERSAL, ra Nova n. 22 caanejro
Grande p
Na rea do DaOJV degCaxia#^aliga roa da Qwi-
mado a. 19, veaaW-M alpMM 4 todas as cores
lamdatao i*, o coarto, ehifat le bons peno*
a 244* coho, cmbralas mndiaaas e de flores
eotno, e lii**-adiabas a 400
issimo.
LOUCA
da
e
Grande armazem na ra
Imperatriz o. G
Neste grande anuaiea vende-se louca mgleza
finas e ordinarias, apparelhes de p>woelana pura
jantar e para cha, jarros para flores os ruis boni-
tos e de gestos modernos; assim como grande
.'ortimento de vidros finos c ordinarios, que todo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco qne em outra pualquer parte :
chamamos a attencao dos freguezes, que serio
convenientemente servidos tanto nos commodes
precos como na boa aualidade das fazendas.
Grande estabeiecrarerno de fazendas rotrpas follas e por medida, roa da Im-
peratriz n. 52 junta a toja de oqrives. -
Neste estabelecimeate ancjntrar .0 respeitarel publici am bonito sortimento de
roupas de tedas as qualidades.
a ..wJ!*1? *?,a,PCa.Pret de cores a 34000, 35500 74880, ditos aiirio preto
de 70000 at 2>/KXX), ditos de cssemira de coras finas e ordinarias, de 64. 1840J0
ditos de panno finos e 65 (84 #Qf % ,5000. sobrecasan dito- de 204 a 500809 '
Completo-sortmentd de calcas de brim pardo de 14900 a 60000, ditas brancas
de 25, 105090 o mais saperior, ditas meia casemira, ditas ca>emira do 55, 125000,
ditas casemira pretende*!, a f9*0G0 superior, dita de merino diversas qaalidades para
lato. Assim como am bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cfines e pretas, ditos de merino para lato fazenda superior.
Sortiaiento completo de camisas francezas de algodao, de 15600 35000 ede
linho de 380000. a 705000 a dozi.
Sorttaaento completo 4e cerwfes francezas de algoda* de 14600 a 25500
ditasde bramante a i8$QQ, ?JW0 e 35900. ditas de Hamburfo. francezas, fazenda su- m\um completo sortimento de ma- _
perior de 255000 a 350000 a duzia. Sortimento de colarinlioe de algodao e linho, etc., chinas Para costara, dos autores mais co-1 amen loas confUdas, confeitos, boniboisl
assim como msias de algodao para bomem de 35, a *05000 a duzia, gravatas de mui- hecidos, as quaes estao em exposifo no! pastilbas, chocolate francez em libras, pas-
tas qualidades. Na roa da Imperatriz n. 52, loja do mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua- j tilbas do mesmo .eartoxos e carteiras eom
Sortinrento de chapeos de sol d alpaca, e seda, ditos in?lezes cabo de marfim. lidade' e lambem ensina-sB com perfeiclo ; seis charutos de ebo:otate cada orna, esta
Toalhas para rosto. Sortimento de mallas para viagem. a todos os compradores. Estas machinas! sortimento de ebssolate do mais acredita-
AfFFESCxlo. sao iguaes no seu trabalbo ao de 30 cesta- do fabricante de Pars e e melfaor >iaa at
Neste estabclecimento.encarraga-se da mandar fazer qualquer obra por medida reirs diariamente, e a sua perfeic3o tai boje temviado ao marcado-,
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da officina, que se eocarrega do trabalbo como da melhor costureira de Pars. Ape-
oom pereicao e pentaalidade. sentam-se trabalhos execatades pelas mes-
SORTIMENTO DE FAZENDAS. mas, que muito devem agradar aos preton-
Gaitasde.240r& o rtvadoeu 105000 a pessa com 4-2 covados. ditas miudes dentes.
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs.. e outras muitas qualidades de 320, 360
BRACO DE OfiO,
Ra do Imperador n.26
O respeitavel publico encontrar neste
eslabalecimenlo diariamente um completo
sortimento de pastelaria, barios ingezes
podins, pads-del, prgsentos dos ummos
ebegados ao urercado, salame de lion, bo-
liiihos finos de todas as qaalidades para cha.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabucu caes da altan
dega velha n. 1, 1 anda.
70
TERHE.NOS.
Vende-se nm terreno na roa de Luiz do Ikfo,
em Santo Amaro, com 300 palmos de frente e 0
de fundo, com urna casa terrea edifica la no mes-
mo terreno quem o pretender dirija-so a ra
Nova, casa n. 23, qne achara com qnem tratar.
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegarara, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal para flbos ecoinpetente anr'eite para corpinbo. Cam-
braia lisa de 35, 45, 50 e 40500 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
Officina e armazem de
marmore
Caes Yin te e dus de novembro n. 57,
ALGODAO 6VMADAPQL0 AVARIADO. i (oetr'era armazem allianca)
A 45000 o algodao e 40100 o madapolo, e tambero chita escura boa i 240 o \ TiS^^TSS^S.
covado por ter grande porco, na ros da imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados, mauhos, soleiras e saccadas, assim como solei- i pdc encentrar"
intitulado
Vinhos portugoeaes, figueira muito supe-
rior. Os mis geurinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
por comoodos precos, fazeado-se abatimen-
to a quem comprar em porcao.
Licftres de todas as qualidades, as mafa
boas, entre elles e afamado Aiapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
boje conbecido. Xaropes de groselhe, rosa,
maracuj, caja etc vinhos de Bordeam de
todas as marcas, o mais superior que se
champagne de Chevernt
Leo de Ouro.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na roa
Primeiro de marco n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
ma?em de louca de Bernardmo Duarte Campos
& C.___________________
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recite
n. 5.
ras e saccadas desped de Lisboa. Tamt>em con-' :, eMW>jM' ^,
trab-se e faz-se qnalqnsr obra, como moauneo- i aaM ^"OT, OS mais unos e supeneres
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
Judo o mais tendele mesma arle, por medreos < bielas alcuosas, este a mais salutar para
PriCl>9-_______________________j__________qnem soffre do estomago,
vende-se ou iroca-se por ca^as nesta praca Conservas de legumes, ortognezas, fran-
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la-, PH7,, p inolP7as miVhnT mrwh-irla Ptr
vagem de roupa, cota grande casa de vivenda,'^ e mgiezas. moFaiSr mostrada etc.,
vastas seccas cnstalisadas e em calda, na-
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos,
da cabera e da barba, foi a nica admittida ;
Exposifo Universal, por ter sido reco-:
nhecida superior todas as preparaees at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-so a 45000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
senzala para pretos, eotribaria, banheiro de pedra
e cal com agua corrate, baixa para capim e
grande terreno para ptantagoes : quem o preteo-
dirija se a praca da Independencia
Si
e
i o pret

m m l
o
N. 3 A RIJA DO CABIDA N. 3 A. f
P
Com esie titulo acha-se aborto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregueses e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venlia ver o que existe de mefhor em
aderacoe de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros. colheres, palileiros salvas e ootros mu i tos objectos que seria enfadonbo
.mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras fiuas, ponnaior preco do
qu em outra qoalquer parle, treca-se e eoncerta-se todo e qualquer objecto
pertenesnte a esta arte.
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster t
I, ma do Imperador, um campamento de cu
de primeira qualidade; o qual se vende em partid ai
e a retalho por menos preco do que em outr qasJ
qner parte ________
Vendo-se um terreno propno. com 138 pa>-
mos de frente e 16fl de fundo, para o lado da es
trada de Ierro, cujo terreno tem al cerce feKo pa-
ra cinco moradas de casas, na ra do Motocoloro-
1)5 do* Afogados : a trutar na mesma ra, ou na
ra tireita dos Afogados n. l.
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
caicao. em barricas grandes
m
Tasso Irmos & C.
Vendem oleados"pretos para forro e guardas-cho-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinho alirotadadas, tamanhns diversos.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadiolias americanas.
caonaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tutfo qoaato se dese-
jar tendente a este geaero d negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qoal-
quer encommenda com a maior promptido
fe asseio : Como sej?m para casamentes,
baptizados baiies etc., tamtem se recebem
encommendas de pes de 16 ou bollos de
qualqaer especie enfet'tados e decorados,
bandeijas de bebabos com armaro de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fracta.s, amendoas, leite
etc..
Os dono* deste estabelecimecto nao se
tem poupado a de6pezas para melhor me-
recirem a acoadjuvaejo do Ilustrado pu-
blico.
' Telbas de ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ba para vender
por presos muito razoaveis om grande sor-
timento de telbas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lbeiros que alera de ser mais barato do
que as telbas de barro e nformosear mais
qualquer obra muitf_yais Kmpo.
RA DA IMPERATRIZ60
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico, u .u grande sortimento de faiendas, do mais'apurado gosto assioTconin de' nH a a\ TnriToi r^:^^, ^* '". ^-^I*
mira qaalgoer parte, visto que os novos Socios desta fir.na adoptaram o systema de s vennderem DHMll.lttO ; para poderemi vende "i?(??n5n t?L*, J Z Decesfdade ^ se lhes V1* tnder por preco muito mais baratos do que
B podero fazer os seas sortimentos pelos mesmos presos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Esmas femE. S nrt* HZHaT,?? AStr l?00!0!, As Pessoas ?ue n.eociaai.eB meDor esca!!a> nesta 1J*
o.-;nlher.
Para maior commodtdade das E.mas. familia *S* a^enda11e d^S das amostras, ou
DO PATIO
BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
v TA DE
SANTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
^ Venddm-M as mais linda poupeli-
^ as 'le linbo e seda com os gostos
i mais novos que t>m viudo a este
mercado, pelo barato preco de------
20000o covado. 0
Sedas listradas, de furta cores, fa- *g
sendas de multa pbantasia a 2i5O00 ^
o covado. M
Seda bismark, larga fazenda muito
i .la o covado a 2^300.
i< i.itis laasinhas largas com palma
de seda, covado a IdOOO, 9
Lindas agraciando lavradas covado SS
a l600. m
%' Alpacas lavradas de todas as c-
$$ ce?, ;ovado a CiO, 800 e 100) $
;; mitas laasinhas escossezas com
v qaa Iros e litras de seda, covado a
>^ ritas alpacas lisas, sendo c6r bis-
jg rairk lyrio, verde, roxo, cinza, can-
tt i,a. azui eto., covado aiO.
~Q Ditas furia cores com as mais bo
ditas cores, covado 50) rs.
$5 Lindas bareges lisas, e com lista
m c i njsma cor, fazenda inteiramen-
& te nova, covado a 560 e 610 rs.
0 Bonitas laasinhas tapadas e trans-
XX prentes com grande diversidade, o
-' covado a 000 rs.
Lasinbas lustrosas com lindas co-
res emitaclo de seda, o covado a
.320.
uiaios cortes de anadine, sendo
fazenda nova e transparente e de
miita pbantasia, com 18 covados a
15,5000.
Fioissimos cortes de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 12*000.
C'irtes de ganga iodiaoos. fazenda
iateiramenie nova a 70OOO:
Ditos ebinezes com duas saiasa
(Oft
Ditos de 12a esco- inda mui-
to b Bita com os de. seda a7,0..0
Fioiksimos organdys com lista de
(r e salpico, sen io fazenda de
muita phantasfa, o nletro 10280.
y branco com lislras lar-
inhos, a vara a 15000.
estas fazendas, sao inteira-
mente novas e so vendem muito era
conta, ra da Imperatriz n. 60,
loja e armazem de Silva e Figuei-
do & C.
110000 rs. cada um, pecbincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavao tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grfidos e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
ha ver grande porco.
CORTES DE CASEVIIRA PRETA A 4:500,
O Pavao tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita las pelo barato preco
de 4#500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
0 Pavo ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para caigas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequ ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dqra-
Co, pechincha a 80) rs. o covado ou a
258i o corte de calca para bomem.
FINAS BARGES A 640 RS O OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
laa sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muitopoa largura e liqui-
da-so por 640 rs. o covado, por se ter fri-
to urna grande compra, assim como ditas
mais eslreitas de urna s cor com listras
mitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PEQAS DE MADAPOLO A 35500.
O Pavao vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato preco de 35500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 RS.
0 Pavo Cita vendando pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE C\RNAUCA.
Vende-se superior cera de carnauba em
sacc?, mais barato do que >m outra qe I
qner parte, na ra da Imperatriz n goO,
loja do Pavaj.
OS SETTN3 f'O PAVO \*>
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e 8500J, que se vende por preco muito
m conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
droes, tendo para todos os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, mira como
om Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras. .
CHITAS A 2 40 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LAASI3HAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASINHAS A 320.
i | CROCHE'S PARA CADEIRAS E S0FA"S.
j O Pavao tem nm grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
(mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodo entestado.
Vende-se urna grande porco de algodao
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e loalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do PavSo, o mais
elegante sortimento das mais.lindas laasi-
nhas escossezas com os de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendm-se pelo baratsi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D- LISTA
SEDAS DE LISTA
a 2000 o cova o.
Chegou para a 1 Ja do Pavo ara grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas con as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas qne servetn para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 2iJkH)0 o
cova lo, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO N\ LOJA PAVO
Encontra o respeitavel piblico oeste es-
tabelecimento um gran le sortiunnto de fa-
zendas pretas, como sejara crasas france-
zas e inglezas. chitas pretas de todjs as
qualidades, fazendas df la de toda-.que
tem vindo, proprias para luto, sendo laasi-
nhas alpaca lavradas e lisas, canto, bom
basinas, merino, etc. que todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavao vende-se bonitos en-"'
chovaes para baptizados.
Crt*s de casemira a 450i.ii, cada am.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
clans e escuras pelo b*rio 4)rco de 40,
ou 2140 o covado, t^ndo duas larguras, -
de 81,'I0| 1 # e 164000 de 140.K), 1|280 e 14600, cada metro sen-
Chegon para a tejado Pavo nm grande do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
sortimento dos bonitos e ricos cortinados cada saia pechincha
bordados, proprios pira camas e janellas, Vestidos brauco,- a 1 2000 re.
se mandara levar emsuas casas, para melhor po-
publico um grande sortimento degrosde-i O Pavao fez orna grandt compra de cha-
naples pretos de todas as larguras e qua- P^os de sol de pura seda, ingezes, com as
lidades, tendo da Itf.iOO o covado at 7i500O haspras parago. sendo neste genero os
melhores que tem vindo ao mercado, e li-
quidara-se cada um p^-lo preco de 104000.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRESOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panac preto e cazemjra, calcas e coietes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas fraDcexas.e inglezas, e ceroutas tanto
de linbo como do algodao e abundante sor-
timento de meias-cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SALAS.
O Pavo vende urna grande porco de
Na loja do Pavo vedenT-se elegante'sor- f?* #de,vsli0S, pianos, tPado duas
imento das mais lindas laasinhas Instrosn. 'saras e.tendo bas-anle Kenda.com os gos-
timento das mais lindas lasinbas (astrosas,
com listrinhas a i mi" ac o de poupelinas de
seda e com as cd^es mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda qne vale
muito mais dinheiro, e liquidam-se a 32)
rs. o covado, pebincha,
EM CAMISAS DO PAVO
Vende-se um bonito sortimento de muito
toe mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 54000, tendo cada um seo competente
figurino.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 B
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 14, 800 e 640 res o covado,
assim como nm grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Cbegarae as mais nwdernas basquinas
ou jaquetinbas de seda preta, rieamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modeHos, os mais novos
que tem cbegae e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE" SED A
POUPELINAS DE SEDA
POUPELLNAS DE SEDA
a 20OQO o covado.
0 Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas ve dadei-
ras poupelinas de linbo e seda com os pa-
drSes mais delicados qoe tem vindo ao mer-
0 Pavo tem para vender bon-tas case-
miras modadas e bastante eneorpada para
A 44500 RS. rouPa (le homens e meninos pelo haraio
_to deranito prec de 3 iU0 ^^ coyado ou 8^0
finas e modernas camisaV inglezas com pi c5J-de cal-ca Para homeiB-
te e coliarinhos d; linho e punhos, pelo! R.0.T19. TCiV TTIPISI
haratissimo preco de 44500 rs cada ma! M*VUV*' PUI "leuiUa.
arSlregU8ZeS que ^P1*81*11} dflaia* 1 Na *oJ> do Pavao manda-se fawr qoalqanr
CASEMffiAS MESCLADAS A 34 0 COVADO cado, tendo entre ellas cores proprias para
ajliviar luto, e vende-se pelo barato preco
[he far um abatimento, garantindo-se qoe pega de obra a vontada do freguez, par
r j mais dinheiro, que tem am perito alfaiate, responsabelisau
qojda-sepor este oreco por se ter feito- do-se os donos do estabelicimento por qual
de 24000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sertimento das m-
lbores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 34500 peca at a mais
tina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
,- peca de obra a vontade do freguez, para o ,rd dU venue Pevas ae cambrata
e tazenda qoe vale maito mais dinheiro, que tem ara perito alfaiate, responsabelisan- |,ranca transparente, tendo mais de vara de
luiaa-se por este oreco por se ter feito do-se os donos dd rstabelicimeto por qaaK ,arSura' com 10 iardas cada peca, fazenda
uma graade compra : assim como se vende quer falta qne pbsst haver,' qner por de- que semPre se vendeu a 74 e 84000, liqui-
um bonito sortimento de ditas tambem rom mora, quer por qualquer <>feito na obra da*se Pel art0 P^0 de kiHM.
petto de linho bordadas e ditas de algodao e para isto eniontra o respeitavel public
para todos os precos
PANNO PABA SAIAS A 10000, 14280 e
14600 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
!ado. dando a largura da fazenda o compri
om grande sortimento de todas as fazenda;
que tosejar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-sejsoperinr bramante com 10 pal-
mas ae largara, proprio para lences. dan-
do largura d'esta boa fazenda o edmpri-
pelo barato preco de 44MX).
CHITAS FINAS DE 320 A 800 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanto mi-
das como gradas, cora cores clasas e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTES BRaNCOS A 40, 800 B 1*20.
Vende-se maito bonitos fustes branco
^jr.n.l.!Ilmetros oa e V* P^ senhoras e roua para meniaos e vende-A
caiwAa'pelo oreco.
ESPARTILHQ A 6*000.
venae-se es mais oonitos setins ae cores "*" k- '?" f-a wu o janeuas,' nuaos nraneos a 1 009 re. espartilhq*
e mais encorpados, nroprios para vestidas) JP* seIel fc 850V Par* jt mai8 ., PavSo *>*** Oaissimos cortes de ve I Vendase.ara bonito a*
tendo de divtrtas cores. I"c0 1ne vem ao mercado, e vende-se mais- ttdos de cambraia>rnwi. riumniitA tuvM-ihrr ic wi-air
Ino ^TL a !'' -im v r.vwi vetiae oaissimos cortes de v^a- Venderse ara bonita iertannio
Zto^,Z?^?S" mm'TAA* B*ph>5. feamente bord,-tibores e mais modertoTcPL
i e cem muita tazenda pelo barato prece: do barato preco de 54000 al 8000.
dos me-
ios tende
Al 4<% Tl*^ i-a. 1J. i TTH i 7 mmUIW menaa pelbarat0 mi* >barato Preco de 54000 al 8000.
loja do Pavfto est constantemente aberta, das 6 horas da manhSa s a da noute
senhoras e roupa para meninos ,
a 640, 800 e 14200 rs. o covado,
Cassas a 14 rs.
O PavSo est vendendp bonitas cassas de
cores flxw a 40,'tf e 300 rs. o... covado^
.


i
2S
EwjuiaadttruailaAttrora, em frente do caf Imperatr.
. ., N ''st- novn t rapluoso ostabateoiinwitu de fazeodas eacnatrarto as Exmas.
Hitos ludo quumupossam desojar, tanto em rticos do mais rigoroso 1u.\, cuino eo todas
~ a AI5U1 d se ^f""*111 prvidos do que de mollior se eucontra ueste mercado,
* aocws os paq^tes da Europa, cebera directaoieate o que em artigos de moda e
JJIMIBaparado .oato se encentra emiMris, o que veta cadadia augmentar s propor-
oea oe que djipo este estabelecimecto para teai servir sua numerosa fregueiia.

4^.
esa-
Algodo largo para lences e toalbas de Gase com lstras de seda e flores, faien-
as as quatatedes que costuma vir ao mer- da isteiramente nova para vestidos de baile.
u'a, a ^A Grvalas para sephoras e horneas, o mais
pacas oe toaos o? padroes e qualida- completo sortimento que se podo deseiar.
T vamdas q* ^ nao podem descrever. Guipure preto e ortico, diversas largu-
Affions com msicas para collocar retratos, ras e diferentes gostos.
delicado presente para qualquer pessoa da Gollas e puntaos bordados para sentos.
Guardanapos de iinho pequeos e gran-
branco e des.
Gorgnrao de seda preto e de cAres.
Grosdonaples preto e de cores, baven-
asjoiRas de seda pretas e ramio moder- do diversas cjuadades c gostos.
jas, bem como de crochet, ttnio de apurado ^ry
Kwto e feitio. j japoneses para senboras, o memor gos-
Baioes de masselina, ruadapolao, brancos to, e fazenda prpria psra as festas nos ar-
de cores, para seubora e meninas, I rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento. rjj
Babadmbos oh tiras bordadas em todas s
arguras.
Be+batina de todas as cores.
*0 $BlMfi
I
tona
Atoattiado de linbo e algodSo,
*e edres proprios para toalbas.
?3
Laazinhas de todas as qualidades, cores
! e gostos, nao tcando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escofher.
Bolsas de tapete para vtagem, grande i Lencos, tudo quanto pode haver desde
vanadade de lmannos e gostos. esgwo ao algodaocommem.
Bombazma prea de todas as qualidades. Leqnes de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de Iinho de 1 i palmos de lar- riado sortimento.
ton, e todas as mais cualidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanbas de linbo e algodSo, grandesor- Lavas de Joavia.cbegadas por todos os va-
;wje^t0- .... peres, sempre novo sortimento, quer em
Mrras de mho branco e de cores, do mais pellica para bomens e senboras, quer em'flo
*ando o que ha de ntebor na especie. yrr\
Brins d'algodo completo sortimento Madapolao; indescriptivel o grande sor-
'ariedade de prejos. timwto qu ha neste genero, desde o mais
^ <3* elevado preco so mesor, qae se vende em
auaa de ores, o maior sortiawnto, pri- peca e reuibo por menos do que era ou-
smlo peto bom gosto e baratera, attentas tea qualquer parte,
cualidades. Mantas de blondo para notos : o apurado
^amoraas ranos, tapadas, e transparen- gesto dos nossos correspondentes em Pars
es de todas as quididades e presos. babilita-nos a dizer que temos em nosso
Canusiahas de cambraia de linio e cassa estabelecimento o que de melhor se dse-
cordadas ricamente afeitados para Sras. ja para vestir e ornar orna noiva
3P
A
u
Quaado a AGUIA B&KNGA, mais precisa scieuticar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa treguara, da ivraeasidada da objectos que ltimamen-
te tem recebido, justauionie'quaudo eila menos o.podei'uwe porqueessaCaa invo-
luntaria ella conila e espera na benevolencia, de todos que Ih'a attouero e relevaro,
continuando portaoto a dirigir*:u-e a bem-conhecida lija da AGUIA BR.VNCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acbarao abundancia em suriiuiento de superioridade em
qualidades, modieldade em presos e o seuuuitca desmonttido AGNADO E SINCEKIDADE.
Do que cima fica dito se cooheoe qua e tempo de que a AGUIA BRANC V pode
dispor, empregado apciar de seus cusios uo desempeabo ve bem servir a aquelles que a
nonram procurando prover-so em dita toja do que necessia, entretonto sem ennume-
rar os objectos qjie por sua aatareza sio mais conbecia\s a, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e oovidade os tomam recoramendaveis, como
bi-m seja
Camisas para homens e menraos, t3o va-
iado sortimento que vai do mais ordinario
udapolo ao mais perfeto bordado de li-
te cambra ia.
Camisas de meia. de flanella, brancas e
4e cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
^ne se pode imaginar, sendo d'isso a me-
cor prova o grande consumlo dellas na
oficina da casa.
Gapeilas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
i mais iateressante griaalda.
Chapelinhas no melhor gosto,de todas as
-^res baje preferidas pelas senboras de
siais apurado rigor ca moda.
Chapos pretos de velludo, para senboras,
cilthno gosto de Parr.
Chapos de sol,- para senhorase horneas,
e^ todos os pre;o6 e variados gostos.
Chaly com ricos padrees para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avaltado
inmero e nSo menos variedad de gostos,
Chitas, impossivel descreverosortimen-
.o e variedade de padroes e novos gostos,
ta neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senboras o que se pode ima-
flnar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
es, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto elavor.
Ditas de fustao branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos do cambraia, ricamente borda-
dos para senboras.
Cortinados de cambraia bordados e de
!,o que de melbor se pode desejar.
Colarkjhos de Iinho bordados e usos, o
oaior sortimento.
Damasco^de la de 9 palmos de largura
lindas cores e rieos padroes.
Espartilbos brancos e de cores, para se-
nioras e meninas, o melbor neste geuero ;
uenhuma Sra. deixar por eerto de muir
a de to precioso auxiliar perfeicJo de
cm corpo delicado.
ntremelos bordados.
Escomilba preta.
Enfeites para cabeca, ultima moda de
Pars, recebida no ultimo paquete.
Esguio de Iinho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fbhs de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Ffld de seda, linbo e algodSo, de todos
os gostos e padroes.
Fastio de todas as odres e qualidades
frande sortimento.
Flanella branca e de coks.
Flores, o que ba de mais rico, quer
oltas, quer em ramos, tem o PAVILHaO
DA AURORA am permanente jardim a
disposicao das Exmas. fanilias.
Mantas preas de blond.
Mantas^ara carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trincados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Carpianos de cambraia, primorosamente
enfei lados com titas de setim e obras essas
eu|a novidade de molde e perfeico de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e cua-
lidades para ciatos.
Leqoes uesse objecto muilo se podera
dizer querendo desore ve-Ios minuciosameoe
por suas qualidades, coree e deseabos, tai
o grande e variado sortimento que acaba
de cfcegar, mas para nao massar o pretga-
deoto se Ihe apitsentar o que poder'de
mefcor.
Entremeios em pecas de ii tiras.
Guipure brance e preto de diversas qua-
lidades e desenlies.
Ditos de algodo com flores e lisos. j^oaes sao
Capellas brancas para meninas.
Grandes sartimaute de flores tinas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Oatxifibds com ditos aromticos.
Bonitos e modernos poetes deurados
para circular o coque.
ionitos brincos de plaqae.
Aderegos e brincos de laadrepereir.
Caivetes unos para abrir latas.
Ttaesoaras pare irisar babadinhos.
Aspas para balgo.
Novos stereoscepos com 46 vistas, as
BMtcbm/Sio
Atten^o
GALLO VIGILANTE
Rita de Crespo n. 9
O propneuu ios dese bem mhecido estabelo-
cimenta, aim dos muitos objectos <]ue linhun ex-
postos a apreciulo do respeitavel publico, man-
aaram vir e neaoam de receber nelo ultimo vapor
d Europa uin completo e vanado sortimento du
flaas e mai delicadas especialidades, as qoaes es-
tao resolvidC's a vender, como de scu costme,
Sor preros muito baratiahos e commodos para to-
as, com tanto ijne o Gallo....
Mnlto snperio.-os lavas de pellica, pretas, tran-
can e de mu lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Supsriore pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exm'as. senboras.
Superiores trancas pretas e de c6res eom vidri-
Ihos e sem oiles; esta lazeuda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
marlim, sndalo e osso, sendo aquelles branco?
com liados desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quacs sempre se venderam por 302O(K)
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,5,
aim desfas, temos tambem grande sortimento de
oulraa qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marflin com lindas e encantadoras figu-
ras do mesma, neste genero o que de melhor s i
udo deseiar ; aim destas temos tambem granth
antidade de outras qualidades, como sejam, ma-
iju;
dei
movidas por um
Veos de aSa^para^an^wTmonta-Jn^ sutetiew as oulm.
ra, 'Vistas para sierec
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Esoossia.
Costuanes ou uniformes para meniaor.
Enxovaes eempletos para baptisados.
para siereoscopos.
Bonitas camtt devidro enfetados eom
pedras.
Ditas de nadeira enveroisada -oam vi*po-
lras e com donmts.
j Bollas de borracha -para braquedo de
Tou^uiohas de fil, sapatmhos berdsdo* crancas.
e iWMn ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Oamtsinhas bordadas para ditos. para -enfeites de mesa e de lapinhas.
poco desejar
uantida
eir, baieta, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar av. meias.
Boas ureias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 1J annos d idade.
Navaibas rabo do marfim e tartaruga para_ faier
barita; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas peo fabricante, e nos por nossa \ez tam-
bem asscguramtJS sua qualidade e delicadeza.
Lindas* bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Liha muilo boa do peso, frouxa, para encher
labyriniiu.
Bons baraJhos de cartas para voltarete, assim
como os teios jiara o mesmo fim.
Graade e variado sortimento das melhores per-
fumarias e es, melhores e mais conhecidos per-
fnrtJttm
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes, e
fa'Miitatn a donticao das innocente criancas. So-
mtts desde multo recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afeii de que nunca faltem no mercado,
tomo ja te acoatecido, assim pois poderao aquel-
es que delfes precisaran, vir ao deposito do gallo
vigilante, *>nde sempre eacontraro .destes verda-
deros chilares, e os qoaes attendendo-s ao fim
traque uo applicados, se venderao com um mai
minuto iucro.
Rogantes, pois, avistados objectos que deixatnos
4ecLiral3, aos nossos reguezes e amigos a vireni
comprar pitr pregas muito razoaveis loja do galli
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Na raa &o Duque do Casio;, antr'ora ra tW
Queimado n. l'J, vende-so ^mbraic- miudtnbM
e de flores, bonitos padiot-s e finas a ::O0 e 3C0 re.
o cuviido, bkratu.
^ Vende-e urna fsrr.iva ile l!i xnnos de U4
de, e solTrivel engntiunadeira : tratar na ra
Nva n. 57, l" andar.
Vi u;li!-se urna esaava de Zo aino>. b'H'.la
figura, sem virio*, sauia, coziiiha -iidinaiio da
urna ca>a. tem principio de Mtpftnyna lava
bem; o motivo do venda se dir : l i Ba de Ite-
res, sobrado n. i7.
A*}
S JoaquimSddr'iuos Xa-
vares de Mello,
B Pnr^B do Corpo Santo
1 V- 17-
v^ Tem para vender:
| Cal de Lisboa.
m Potiissa pa Eussia.
gj Vittho Birdesux X qualidade.
S Pai ello (]h Lisboa.
&%\
SiKi-rior vbo
St. Estephe 4 St Juiien : na ra
flecife nuuif-ro 5.
Boreaux
da Cadeia de
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por pre^o muito
commodo.
Pannos de crocbet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linbo, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e -e cores.
Popelina do seda e linbo, com lstras e
flores; fazenda lindissima.
Pelnerinas para senboras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de, mais fragaate"!
e snave no olpbato, tem o PAVILHAO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Anouf, final-
monte tudo quanto deve eccupar o touca-
dor de urna sentara de gosto.
i
Saias bordadas, brancas, lisas e de edres
com fomos e sem elles, o melhor possiveL
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, iavradas, lisas,
d lstras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sareelkn de todas as cores e qualidades.
"O
Tapetes grandes, lindas pintaras para 8
cadeiras, mais pequeos de todos os ta-
manhos desejaves, e em peca para co-
rados.
Toalbas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalbas de Iinho e algodo de todos os
tamaitos, lisas e felpadas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicad&s pr-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fustao brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o qae de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padro, gosto e forma; ditos
de Iinho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blood para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. freguezas, que
somo9 os nnicos em Pernambneo qae pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
aparado gosto em semelhante materia, gra-
pas ao bom gosto do nosso'fomecedor em
Pars, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
HNTO COMPLETO
"NOS GRANDES
CONSERVATIVO
N, 23Largo do Ter$aN. 23.
S1M0 DOS SANTOS ft C.
1
10
Pateo da Peuha -
DE
lITOg & FER11B1.
Os propnetartos destes bem sortidos armazens particjpam aos seus innomeros
fregueses tanto desta praca .como do matto que teado eito grande diminuio de pre-
cos as suas mercadorias est por isso i esolvidos a vender gor meaos de 10 e 20 %,
do que eat outra qualquer parte, aranindo-se portanto a siperior qualidade de qual-
quer genero cemprado oestes dous estabeiecifflentos. Mencio.nanios alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-.
cina-los.
Se alguem du^idar venha ver.
Gaz americano marca Deves a 6^800 a
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deue o. 22, armazem d-
Joo SSartins de Barros.
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
460 o Jilro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
r&. o litro.
lat?, -380 ra. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 1 000 a
garrafa em porcao faz-se grande abatimen-
to.
Gaf em caroco a 220, 240 e 280, a li-
e 600, e
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito .
a 560, 500 4S0 e 4O0 a garrafa litro a 40' ^J^te^LL*80' W
760, 720 e 00. 17^000,7)51500 e,8800 arroba.
Vinbo branco puro de Lisboa a 640 500' Milh'o alpina 200 rs. a libra e ,440 o ki-
a garrafa, em porco ha abatimento. i ograwm e 5^800 a arrqba, em porco ha
Vinbo do Porto, engarrafado das melho-. abatimento.
res e maisacretadas marcas aiSOOO ei^OOl Queijos fresc06 do ullimo vaPr a ^
& dispopdo d to grande e variado sortimento VILKAO DA AURORA se apresentem ao publicd' declarando desde j que a sineerida-
de e o bom goetoo nw*l onico de seus negocios.
Prvidos de todo e pnemptos sempre a prover-se do que por ventura loe
eja necessa.rio, os proprietarios deste aamptuoso estabelecimento recommes|dam-se
am recejo de seren coatradictos e protealam .esforejr-se por cootinaar a mvecer
roteco que se ibes tom dispensado ; cortos de que a ,seu estabelecimento nao sahira
o reguez descontente.
Contina sempre a pffiebaa de alfaiat dirigida por nm dos mais habis artie-
W, ftrompto exeqRUr com promptido e bom gesto qualquer trabalho que lfee seja
confiado. Urna modista especialmente oceppada nos trabalhos do PAVILSAO D V M-
RRA, dtnge os qae $e sao ooceroentes, garante porseu apurado gosto e promptidio
aaMMDfilp a mats comflleta.perfeiflonos seus trabalbos. w-w
A.^WSfi^aCfefflWiia qae nos honra urna prova de que aerecemos o con-
cert qae m dupnu ao nosso esMeeJwymepto, conceito que procraj^mes firmarxada
us. Para tacitar aiMa a coofiecpclp do fim que nos propo*ios, temos ap nosso
os mtmos figurinas dePiris, qap recebemos gor todos os paquetes, #
^nTg^%forr ^.f! ^a^' *** ao e*tol*lWD0Dto, ha gqalento os figariws
M<#enq1i6 jar tydpl o .vaoofes se recebem. ** ^,mr
nhiL. r g%#ftWW.W orientamos pedindo a prqteccp do ilpslradof
uWoSIBS^0 ^^ ^da*Ws *, r*eatis#iWs Sra^n .ri- ;
damdoto, ornas e eacoatrarem nelle pelo menor ^ecop^ssi^
' ^^ i agfP^ levar as ftzenda e amostras onde fore pedjdjuB, yist^
Joo Lu:, Sobrinfo A C.
Aborte dds 6 s 9 horas da note.
como ba qcitros mpitos
passas e figos, charutos finos de diversas manas, marmelada, bolachinhTs detodasTs
qualidades, -perola, Franey-cracynel, a, b, c", Mdium, raixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Vareteos, combmaon, ftitaoia, doce d goiaba fina, cbooricas, manteigas finas
franceza e ngleza. banba de Baltnor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Uanella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, hreu, peixe
em latas de todas as qualidades, farioha de milbo americana, grandes momos de sebol-
las, nestes dousarmaaens axwte tambem grande sortimento de loucas proprias para ne-
gotjio, que pejos aeus copamodos preco faz vantagem aos eompradoces.
I5S0O e 2^ a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Jalieo a
7J500 e 6^500, a duzia e 640 rs. a garata.
Genebra de ^oll&nda e laranja doce aro-
mtica a 6*500. 7J, U450Q, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers & Bell a 9^800 du-
zia em porco ha grande abatimento.
dem marca HeTe outras marcas a
3*300 e 64, a duzia e 500 rs.agarrafa.
Assim como ba
6,31400 cada um.
Aletria, maearro, talharim a 500 rs. a
libra e 4{$100 o kilogrammoem caixoha
abtimento.
Sabio massa de i1 e 2' qualidade a 2.20
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinio de Lisboa muito alto a 400 rs.
a fibra e880 o kilogrammo, em arroba ba
graaide differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
NOVA -
SUMA PRINDA. Undos abractos dourados de daca,d((s gostos, pronriqs
para ifleninoa, vende se no BAZAR DA MQPA- WMV^W s^8' ,rWx*i
BAPTISADOS. Pieos aaaposinhes de setim brancos, lindas toncas da fll
e setjm, sapatmhps etc. a.W w
S.Jgflasdediversas qq^ar
des, saboQfttes, o
Finos extracjQa
pomadas/pos, jL,.
.P^Sf2?S* 'indas hn lavas contendo urna nranaracao W
que lhes d^ ata agraavel aroma, or #300. ^*IW**fu T"
Crayata, cW, flores, plnmM, fcs, trapeas, fitas, tms,t>ic
teai etc., etc., emuffosbtffns^artlgos '
m de S. Amaro.
w dt Souza Sares & f.

Jcordeiro previdenti
Raa do. luelrauio n. 16.
Novo e variado sortimento de perfuman:
finas, e outros objectos.
Aim do completo sortimento de peri
maas, de que effectivamente est provida
toja do Cordeiro Providente, ella acaba c
receber um outro sortimento que se tom
aotavei pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pr<
ios; aesim, pois, o Cordeiro Providente peo
e espera coetinuar a merecer a apreciar,
do respeitawd publico em geral e de sl
boa fregueaia em particular, nao se afai
tando elle de sua bem cophecida mansidS
barateza. Em dita loja cncoatraro c
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingeza, americana, frai
ceza, todas dos memores e maisacreditadr
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco i
isseio da boca.
Cosmetiques de superior qaahdade e ch*
ros agradaveis.
Copos e atas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparecti
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essenciaimperial do finoeagradaveldti
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros ignai
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad
com e8colhidos ebeiros, em frascos de diff:
rentes tamanhos.
Sabonetas em barras, maiores e menor
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Ca liabas com bonitos sal; une tes imitan
fmetas.
Ditas de madeira invernisada costeado i
aas perfumarias, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, ti
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos,- e *
moldes novos e elegantes, com p de arr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras dfiereuti
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mala coques.
Um outro sortimento de coques de n
vqb a bjomtos moldes com tiiets de vidrilai
s alguns d'elles ornados de flores 6 fita.
osto todos expostos apreciacSo de que
os preteoda comprar.
GOLLINHAS E,PUN0S BORDADOS.
Qbras de .majto gosto e perfeico.
FlTclIa* e fitas para lata.
Bello e vanado sortimento de taes obiet
tos, ficando a boa escolba ao gasto do coi
prador.
Fazend&s baratas para
iicab ir
Carnbrnias matisadas tjtliates a 280 r...
covado.
AI|{'>dozinh a :i a pe?a.
Madapofio largo a i a ppfa.
Diio do aperior riualiJado eom pequeo loqot
do avaria a ii;>. 65o00 e 7 i a |*;.i.
Algodo de litran americauo superior com pe-
quea avaria a 280 o covado.
Bareges a 3C0 o covado.
Chitas eteuru e claras a 20 o covado.
Musulinas de lindopadrees sopeiiires 4W>i
covado.
Mctn brancas Miperi're:- a 420 o rovv'o.
Dau-seamostas na ra do Jueimdo n. f, tof
de Gaspar Antonio Vioift Fuiniiiiis.
Can
itaria 'ie Lt boa
Soleira?, homhreiras capiteis para frenie?
casas, o que lia de inelhnr : venda do arma
r.em da travesea do Corpo Saoto n K, de Joaqun
Lopes MactiAdn 4 C.
f'ara bailes e casttUi^B.tos
A' loja de Augusto Pono ebMoo boto for:-
mentr de lindos Imurnus para saluda d>- bailes ;
superiores coi les de seda, popelinas, vestidos
blonde, fil ce seda branco e preto, liso : de fl-re*,
colxas de damasco de seda para camas, c. rua-
do?, vestidos brancos bordados e muilas outras
(azendas que se vendem uor iimiio baralo pirro.
Nesta loja te ni sempre grande .-orlimenlo da?
melhores esleirs para forrar sallas, l.ua do Tiu-
que de Caxia?, antigaraa do Qaetir Ll
PE
HAYAN
LEGTIMOS.
Cl;"ti.-:nm a ra da Cadtia do Riit- n. |.
A'iTEVCAl
..IS*:M Pr barato prreo a propriedade na
eamboa dos Heuredm, que foi de X, Anasfaclo
uameiio Pessoa, eom urna grande- otaria de nedra
e cal, que lastra 16.000 lijollos e frno quecem-
poria 2,1,000, com cxcellento birro pan i-da o
qualquer obra, com doo.f exceilenies viveiros o
um grande acude d'agna d.Jee, tendo urna era da
sobrado de um sndar e soio : as pessoas ooe-
pretend^rem, dirljam-se referida pr.mriedade a,
euiender-se eom o capitao Defino Lms Cjta'cantd
i essoa consenhor da mesma-propriedade.
Massa batid r^WOrT"
Valdivino da plvora venJe massa batida e in-
gleza para fogos : no sen armazem de sal da ra
Imperial.
ESCRAVOS FUGIQOS.
Bichas hamburguesas
Neste, novo deposUo reeebe-se por todos os j>a-
qbetaa>*sllieo* bichas de qualMade superior
o vender se em catata
eaaistauM-4paiw
n ra da <5deia do
ou porcao mais pequea,
m .outra quatquar parte :
ecife n. 5f, t* adar-
CabeUos
Vendem-se cabellos de todas as coros, qualquer
" Clixa ou
a dp'Re-
. MMbH> ^v vMwnwa o muoo 00 tiua, l|i
cife n. M, i* andar.
Vidfcfie
ama maernaa de costara propra de coser
couro; na roa da Assimpcao n. 52.
, RSULA
Em fuga para o c, donde
natural.
Auzent3u-se desde o da 9 de abril do rorrente
anno, a mulata acaboculadaUrsula, de idaoe pou-
co mais ou menos 30 annos,-cheia do corpo, ca-
bellos corridus, lem os denles da frente p. ^fritos,
falla descancada e o maior -igual urna impgera'
em um dos bra?os desde o cotovello al a mn-
nhca da rolo, suppoe-se ter seguido para o Ico
donde natural, leven vestido de chita escura
com listas encarnadas, acostamada a *lar-lhe a
Salta: quero a pegar leve roa da Matriz da
oa-Vista n. 46, ou ra da Crui n. 26, que sera
gratificado.
Fugio no dia 11 de mareadlo trrate anno
o escravo Francisco, cabra,, de idade 30 anuos,
com os signaes seguinies : cabellos eaiapnho*,
rosto descarnado e com maicas de bexiga iutu-
la-se ser hvre, levou caka branca, paletot de al-
paca do eor, chapeo de chile, natural daParahy-
ba ; o mesmo foi comprado ao Sr. Delmiro Alves
Maia, morador na Farabvba. e jnlga se ter ido
para o e&esroo lugar. Desde j proles a-e contra
a pessoa que o tiver oceultado ; e rrga- se aos ea-
piles de aampo, assim como s auu ridae* po!-
ciaes que o ragam nra-Direita-n. 16, que serao
generosamente gratificados,
res.
Continua, a esta fgido o csenavo Procopio, ten-
do ja sido apprehendido o seu-parceiro de non
Luciano que com elle liaba fgido. Segundo as
nformacoes adquiridas, tem o Procopio seguido a
caminho para Jaguanbe^laienda do Boqu^irao do
Cunba, da provincia do Cear Os Mgnae-.. do
Procopio sao os seguintes : malaxo, de estatura
baixa, gordo, barbado, com aa oacaes do rnst
salientes, pescoco muitocuflo, hombros levanta-
dos, ps pequeos, bastante ladino, "e representa
ter 38 annos de idade. Queta aprehende lo, reee-
bera gratifleaco aciaiamenclonada, no eppe-
nho J|assuass,iermo da Escada, oa no eseripu-
no de Bernardiuode Sena Pootoal, roa da n-
zala n. 38.
Faco constar a quem convier que, em vir-
tude de deliberacoes do Exm. Sr. presi lente d.t
provincia, de 7 de abril ultimo e 16 de mato er-
/ente. o Exm. Sr. conselha diMctor feral inte-
rino da inslruccao publica, tena desuado o .t*
9 JLi?0110 ProxilD<) vi0doof9, oelas 10 h.t.-.s da
manca, para ter rugar nesta secretaria o px
de veriticacSo de capaeidade para omf-'
primario do sexo feminino, a ni sern admi-
tidas, nao s as senboras, M j reqnereram. afl <
de poder entrar ao concurso a fue se vai pr
dw para provimento das edms de ini >-
primaria do sexo feminino, que se acham v: ga?.
como tambem ao 19tm Dta.H aicpf*t
'KsmsKi^isrjtts's.
momex.
lecNUrto da iaili uafiai paMka dto JVrnamba-
co, J8 de maio de 870.
O secrel?r
IB Aureliaao Aagasto Preja da Carvalha.

lL



}
8
Diario de Pernambuco Quara fera 1 de


Junho
de
1870
-".
ASSflBLEA CEBAIi
CMARA DOS DEPUTADOS
SF.SSO KM 14 DE MAJO.
Discusso tlm interpellaco do Sr. Teixeira
Jnior, sobre o elemento servil.
(Conlionafao).
>. pr. siilcnte, esta linguagcm t5o
1 ^ -onrludente. e que tem oma au
ai:ii\! m;,'s abosado qne a minha
tonda* man tem 0 prestjgi0 d ,,a:tir
humilde voz. q> ., mmejiafc ,.onfianfi, do
de uta delega-Jo u M constituir um ener-
governo imperial, o. l5 de ,p
f P"sto coutra a 'ocouservadoVabar,
der o gabinete eprtiu .^^
donar esta questio a >
lar?
.... _. iverno imne-
.orno, pois, attnbue-se ao gv
riil a inercia ou fracco ?
Como pretonde-se que ha notayei
gencia entre a cora e o ministerio a
peilo destt questio?...
Eis. portant), Sr. presidente, qual a razio
porque eu disse ha pouco que a assevera-
co da follia Retesis de Julho se oppe
e ideoeia dos fados.
Mas, alera Sestes actos, que rev!ana
evidencia um pensamento directora respeito
da questio do elemento servil, ainda temos
diver-
res-
i muito significativo, qual foi o proce-
dimento altimente humanitario que leve o
i -tre general commandante em chefe das
(breas brasileiras perante o governo provi-
sorio da A^siirnpcao, pedindo em 12 de ou-
tubro de 1869 aquelle governo a concessio
di berdade para os individuos que se di-
mescrtnm de ontros, e que. assim rom-
pesse solemnemente rom urna instituicMo que
Eu tenho muila confiaoca no bom senso
e no patriotismo dos nessos oncidadios
para ri3<> poder' recciar qae os poderes do
estado nio tenhatn o tempo necessario para
tratar reflectidamenle desta questio. Mas
taiubein merecero-me muito conceito os re-
cejos tio previdentemente manifestados pelo
Ilustrado presidente da provincia da Baha.
Nao sei se aquello alto frnecionario ainda
nisso interprete do pensamento do gover-
no ; e em lodo o caso a sua palavra auto-
risada pela competencia da sua illustracio e
da sua longa pratica administrativa, nio po-
de deixar de impressionar vivamente quel-
les que ouvem asseverar que o governo im-
perial nada pretende prevenir sobre este
assnmplo.
A analyse que eu acabo de, fazer para
indagar o pensamento do gabinete nio pdt
ser deyidamente apreciada pela raaior parte
da sociedade. A opiniio publica compon-
do-se de diversos elementos, os quaes, na
sua mxima parle. nio se dedicara ao estu-
do dos negocios pblicos, e qoe por isso nio
Rodera conhecer os documentos nem todos
os factos e circumstancias que acabo de
compfc"'r?r' fl3o osla habilitada a oppdr a
evidencie' dos factos s asseveraces da fo-
Iha poltica a que me referi, e que vieram
fortalecer e au'irisar as accusafSes da tai-
prensa opposicionisla acerca das opinioes
emprestadas ao gabinete e ao partido con-
servador.
Releva ainda notar que mu poucos cida-
dos, em relaco nossa populacio, conhe-
cem as regras e estylos da administracio
publica, e por isso julgara que funecionarios
tao altamente collocados, como sio os presi-
dentes de provincia e o general commandan-
te em chefe das torcas do imperio, embora
jmtn'.e (ora legada a alguns povus da delegados do governo imperial, podiam ter
fe'era America por seculos de despotisio e de
deploravel ignominia.
E' evidente, Sr. presidente que esse il-
lustre general. S. A. R. o Sr. conde d*Eo,
cujoc iterio e pradencia o Brasil adrai or
". nando-aa enlao revc3 ido da alta posicoa-',
i ial, que tio dignamente desempenhava'
nao tea assim procedidose previamente nao
fosse a isso autorisado pelo governo impe-
rial. E assim tambem o governo imperial
por sua parte, representante e delegado de
um paiz onde a fortuna publica represen-
tada era sua m xima parte por bracos es-
per iniciativa propria o procedimento refe-
rido, sem necessidade de accordo ou auto-
risacao do governo que representavam. E,
porianto, ainda quando estes factos fossem
conhecidos, elles por si s nao poderiam re-
velar o pensamento do gabinete senio
quelles que estivessem habilitados a fazer
esta minuciosa aprecisaco, e.quesabem
qual a inconveniencia e perigo que haveria
em tratarem os delegados do governo de
urna questio desta ordem, sem que previa-
mente tivessem as necessarias inslrucces.
Dote modo, Sr. presidente, para a maior
eraros, onde a soiucio da questio do ele- i parle da populacio pesa sobre o gabinete a
m-ato servil importa urna revolucio social, i imputaco de pretender abandonar inicia-
nJo teria a;onselhado ou autirisado aquello |tiva particular a soiucio da questio mais
p ocvdimento, se nio estivesse disposto a' transcendente do paiz. Esta imputacio
iniciar no seo proprio paiz as medidas ne- | lio grave, que eu julgo prestar um servico
cessanas para chegarraos tambem ao mesmo j actual situacio provocando urna explicaco
iludo, embora com a demora e pruden- que i-ossa orientar o espirito publico e defi-
nir claramente a todas as intelligencias a
opiniio do governo imperial.
A questao de emancipaco no Brasil n3o
se emende nicamente com a liberdade de
escravo. Ella podo importar o abalo de
todas as relaces sociaes eat da tranquilli-
dade e seguranza publica. A soluco de
nina questao de semelhante natureza nio
pode, portanto, ser abandonada ao arbitrio
da iniciativa particular; ella deve ser diri-
dos factos oppe-se s gida cautelosamente pelos poderes do esta-
como disse o Ilustrado presidente
exigidas pelas differencas das condicoes
sociaes que entre os dous paizes diversi-
cam consideravelmente a questio.
Em face, portanto, da succinla analyse
que acabo -de fazer, parece-me que nao
poaaivel admittir-se a procedencia da asse-
veraciu do jorml liezeseis de Julho, em-
b )ra nos mereca o mais elevado conceito e
consideraejk) o lustradoex-rainistro da jus-
ca, que ora dirige as"inspirac5es daqnella
foiaa. A eviden a
s;:as asseveraces.
Mas, senhores, os factos significan! al
r lis do que eu desejra, e por isso que
jnlgaei do met ilever romper com qnaes-
i r consi lcracoes que podessem tolher o
neo procedimento.
Neata grave questio s considera o paiz,
n esto ligados nao s os legtimos in-
esses dos meas constituidles, como os
meus proprios, Quero a luz, porque s
com ella jJe marchar o systema que nos
rege.
ste momento nao snu re.resentante de
:... i cor poltica, bou apenas o interprete
i ustos 6 fundados receios em qoe \1ve
mais importante industria do paiza agri-
;ultora.
'.jn urna questio de tal magnitude nio
possivel tolerar-seo dosconchavo das ideas
i., parte daquelles, cuja aeco deve ter o
: enrgico da unidade de pen. mento.
Pretende ou nao o governo imperial mi-
ar js medidas que exigem a incerteza e
auciedde em queestio todos os interesses
i, sociedade ?
Pretende ou nao assumir a direccao des-
so movimeoto que se observa em quasi to-
dos us pontos do imperio e em todas as
isses da sociedade,- e que progride sem
. >rmidade, sem normas e sem regras ?
Se pretendo satisfaier essa urgente ne-
issidade do paiz, eu sou obrigado a deca
;ar que acho coutradiccio com os dictames
da pi udencia era alguns dos actos que aca-
bo de apreciar.
Se, pelo contrario, entende que nenhuma
me tida egislativa deve regular este assump-
to, en tio nao m' possivel conciliar seme-
bate proposito com o procedimento dos
altos fuffeciouarios pblicos, delegados da
immediata conflaoca do governo, e anda
tnei os com a urgente necessidade de livrar
e paiz da aoaiedade que acabrunha loJas
js (bates de produccio.
A calma e a prudencia inspens^veis aos
governos nio s-, compadecem nem com o
terror dos perigos que deve evitar, nem cora
a mdecisio eiuer j da sua aegio.
FOLHETIWI
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continuaco do n. 120).
XLIII
A embriaguez do Molot foi duradoura
como foi o seu somno, que se prolongoo
at depois do meio da?
Quando acordou, acboa-se no leito, para
onde a Cabrita a custo o transportara.
O sol penetrava no quarto eo ir estava
temperado romo na primavera.
O Mulot tinha o olhar desvairado e como
que se interrogava sobre a causa que o
relinha deitado aquella hora ; mas, gracas
prsenos da Cabrita, em breve obteve a
explicacio..
Vinhas bontem em bom estado I
disse -lhe ella.
Nao duvido.
Como foi aquillo ?
O Mulot percorreo em volta de si um
olhar irritado.
Entio nao me dizes 1
\ taidisse o Malot. Sabes qoe
ambiciono ser maire em.'S. Florentino ?
Bravo t Poia o te contentas em
ser gendarme ?
do, pois
da provincia da Babia, se boje nos licito
escolher o modo, o caminbo e a marcha,
amanliaa tudo nos pode ser imposto.
Gm tio dilBcil e grave conjunctura nio
possivel ao partido conservador aberrar da
sua propria ndole abandonando ; e quando
assim acontecesse eu nao o acompanharia
em semelhante conducta, porque entendo
que os partidos polticos quando nio podem
evitar o contagio e propagacio de urna idea
inconveniente, prestam ainda relevante ser-
vico causa pblica dirigindo-a, para obstar
que em seu desenvolvimenlo produza a me-
nor soinma possivel de males. A conducta
contraria seria o mesrao que ver impas-
sivel o preludio de um incendio : nio apa-
gar a chamma ateiada ao colmo.
Nem basta que o gabinete procure silen-
ciosamente salvaguardar a sociedade:
preciso inspirar opiniio publica a neces-
saria confianza assegurando-lbe que assim
procede.
Muilos e graves sio os perigos que po-
deriam originarse do abandono desta ques-
tio ; e d'entre elles nio seria o menos pro-
vavel e precipitacio de ujna soiucio.
Aos poderes do estado curapre evitar os
males horrorosos que a emancipacio rpida
e sem transicio causou sempre em todos.os
paizes em que tal calamidade se tem
dado.
Abi est a historia contempornea apre-
sentando os exeraplos do Haity, das colo-
nias francezas em 1848, e dos Estados-Uni-
dos dorante a espantosa guerra civil que
ainda ba bera pouco tempo impressionava o
mundo civlisado.
Mas mesmo por isso que eu desejo ou-
vir do gabinete a seguranca de que nio de-
clinar da direccao do movimento accelera-
do que est tendo no Brasil a soiucio desta
grave questao. E' mesmo por isso que se
explica a miulia impaciencia-em conhecer o
pensamento do gabinete.
Prescindo de iniciar idea alguma em quan-
to nio conhecer a opiniio do gabinete, no
qual reconheco todas as condices para bem
corresponder s necessidades publicas;
Assim o emprebendi e Juval promet-
ten-me o seu apoio.
Foi para isso que compraste a divida
dos Jauberts ?
verdade.
E que tambem promoveste a venda
do palacio ?
Tambem verdade ; mas, infelizmen-
te, nio se vende.
Porque ?
Porque Anatole arranjou dinheiro
para pagar.
Quando ?
Hontem ooute
Qoem lh*o emprestou ?
E o qoe eu nio sei com certeza, mas
tenho desconancas.
E de quem desconfias ? "
O Mulot hesitou.
Ah !disse ellese eu soubesse, sa
tivesse a pro va, I ancana fogo Rapo-
seira!
Estas nltimas palavras fizeram sobresal-
tar a Cabrita. *
Pois eres que fosse a Martina ? ex-
clamon ella.
Creio.
A Cabrita, mudando de aspecto, prose-
goio :
Pois eu tenho a certeza de que nio
foi ella.
Tena?
De certo. Quando en para aqu vi-
noa bontem noute, encontr no caminbo
s na hypothese inundada de que julgue
qoe nada fleve iniciar, que posso cooside-
rar-me dispensado da espectativa em que
me colloca a condigio de artigo dedicado
da actual situado.
Urge, porm, oma deeiaSo.
E' preciso reparar os males causados pela
inconsideracio do gabinete de 3 de agosto.
E' preciso tranquillsar os espiritos atemo-
risados pela irreflexio com que se tem pro-
cedidido nesta grave questJo. E' preciso
destruir as fallazes conjecturas que urna op-
posicio desregrada o5o trepida em suscitar
na imprensa, nos ctebs, e at na praca pu-
blica. E' preciso stabelecer a conftanca
nos avultados capltaes empregados em bra-
cos escravos, e assim restituir e facilitar o
crdito mais importante industria do paiz.
E' preciso, emlim, dirigir a opiniio.
Infelizes dos povos cojos governos nio
tiverera a providente cautela de prepara-los
para receberem as graHdes- traiisformace
sociaes a que est sujeita a humamidade.
O governo que entregasse a soiucio de
urna questio de tanta transcendencia aos
azares da iniciativa particular, e abandonan-
do-a toierasse qoe etkr fosse ima bandeira
poltica, e assim se podesse tornar om fa-
cho de insorreicio, stmularia o timeneiro
inesperto, qoe obrigado a demandar um
porto cojos cacbopos desconhece, dena
discricio da ondas o acert da derrota.
Faco, por, jostiga ao criterio, illustra-
ci e patriotismo dos esatdista qne com-
poem o gabinete de 16 de julho, prevendo
que a sua resposla vai ser tio' satisfactoria
quanto- o exige a anxiedade publica, e prin-
cipalmente a'mais importaate industria-do
paiz, cuja seguraren e prosperidade nio po-
den continuar engofphadas no imraenso de-
dalo de incertezas e receios em que ja-i
abandonada desde- #867.
O gabinete actwd, qoe sowbe vencer tio
senas dificuldades dentro e- ra do paiz,
qne, sobrepujando os embarazos da desas-
trosa situacio legada pelos seus antecesso-
res, comegoio ultimar do noodo mais hon-
roso a grande lula qne sustentbamos com*
o despota do Paraguay, que eqoilibroa a
nossa receita, que tantos e tao relevantes
servicos: tem prestado cansa? publica, noj
abandonar a gloria de garantir tambera o
estado dos grandes perigos- que- aind o
ameacam.
Tarda-me, porm, ouvir o pensamento do
gabinete, e por isso deixarei de-dduzir os-
tras considerarles.
Creio, senhores, ter cumprido o duplo
de ver de representante da naci e amigo da
actual situacio. Se nio tier coirespondido-l
vossa espectativa, restar-me-ha ao-menos
a conviotio de baver obedecido nicamente
aos dictames da propria consciencia:
Tenho concluido.
Vozes :Muito bem.
O Sr. Vecoisne ne 6taboahi (presidenta-
do conselho) pronuncia um discarso que se
acha publicado no Jomat de *5 do cor-
rente.
O Su. J. de Alencar (silencio): Nao-
pretendo, Sr. presidente, intervir na discos-
sio da interpellacio. Entendo que a inter-
pellacio se dirige especialmente ao governo- ^
tem por fim tornar conbecido seu pensa-
mento, e nio provocar uu,a discassio pre-
coce a respeito de urna materia que natu-
ralmente ter de ser ventilada em occasiio
mais opportuna. (Apoiados).
Pedi a palavra, e vou tomar breves mo-
mentos attencio da cmara, nicamente
para urna explicacio : serei o mais conciso
possivel, porque comprehendo a anxiedade
com que a cmara aguarda a contestaeio que
naturalmente o Ilustre membro que apre-
sentou a interpellacio ter de fazer res-
posta do nobre presidente do conselho,
Minha explicacio versa sobre a autora
que me foi attribuida pelo nobre deputado
pela provincia do Rio de Janeiro, era rela-
cio a um artigo, no qnal S. Exc. eneber-
gou asseveracio de um ex-ministro da cora
a respeito do pensamento do poder ir res-
ponsavel sobre a grave questio do elemento
servil.
Parece-me que S. Exc. nio foi lgico na
sua indcelo. Antes de tratar deste ponto,
peco licenca ao nobre deputado, cuja illus-
tracio, cojos talentos respeito no mais alto
grao ; peco lhe permissio para nio deixar
passar o precedente, pelo menos no queme
diz respeito, de ser chamado a defender
nesta casa opinioes iniciadas pela imprensa
anonyma.
O anonymo, Sr. presidente, um direito
garantido pela nossa constituido ; um di-
reito tio sagrado como o segredo das car-
tas, como o domicilio do cidadio.
O anonymo o domicilio da consciencia,
nio se pode penetrar ahi senio em nome
da le.
' Nio me prevalecerei comtudo dessa con-
sideracao, dessa garanta constitucional,
para furtar-me a qualquer responsabilidade
que porventura me possa resultar dos arti-
gos de fundo a que se referi o nobre de-
putado, e que foram irapressos na folba
Dezeseis de Julho. Eu os assigno para o
nobre deputado, e perante esta augusta c-
mara. Assumo a responsabilidade ioteira
desses arligos; mas ainda assim contesto
ao nobre deputado o fundamento com que
das vinhas um homem a cavallo de volta de
S. Florentino.
E quem era ?
Era aquello canalha de Miguel, o guar-
da-caca da Raposeira. C para mim todos
os guardas sio a mesma cousa.
Pois Miguel vinha de S. Florentino ?
Vinha do palacio.
Como sabes isso?
Nio ignoras que o caminbo das vi-
nhas se bifurca em certo ponto..-
Sim, e urna das veredas vai dar a S.
Florentino e a outra ao palacio... E agora
me lembra de ver as pegadas do cavallo na
direccio do palacio.
O Mulot saltou da cama abaixo, e, como
eitava ainda vestido, .apenas desviou os ca-
bellos qoe lhe cobriam a testa.
A' violenta furia succedera-se um sangue
fri terrivel.
Qoe vaes fazer ? pergontou tmida-
mente a Cabrita.
J te disse: por fogo Raposeira !
Porque ?
Para me vingar da Martina I .
A Cabrita encarou o fixamente e depois
disse-lhe :
Espera um pouco.
Para qHe hei de esperar ?
Porque antes de se por em pratica
urna empreza bom conversar a respeito
d'ella ; alm d'isso, de noute ,ue se poe
fogo a urna casa e nio de da, e agora Qem,
liada jol-posto.
pretenden enebergar naquellas palarras una
asseveracio do ea*ministro da justiea, quan-
to .questio de qoe se trata.
Declarou o no"bre deputado que havra lido
palavras por mim escrfptas de um arrabal-
de desta cidade, arrabalde notavel pelas in-
vectivas e qoe fui alvo durante a minha
administracio. Essas palavras S. Exc, tra-
duzio, mais oo menos, uestes termos: Que
apenas regressasse corte eu assurairia a
redaccio do [festseis de Julho *. Me pare-
ce qoe houve equivoco na mterpretaco,
Disse no artigo allod'rdo que pretenda to-
mar parte na redaccio dessa folba quando
regressasse corte. Em quanto, pois, nio
epparecer urna declaracSo positiva dofacto,
parece-me que ninguem pode affirroar com
fundamento que son o redactor da fclha, <
d'abi tirar argumentos...
O Sa. Teixeira Jumon:Eu nao affir
mei.
O S*. J. vt Alencab :... e d'ahi tirar
base para nma interpdlscio ao governo.
Mas prescindo, j o disse. desta excepcio.
Assumo a responsabilidade dos artigos. Foi
eu proprio quem escreveu as palavras ci-
tadas por &. Exc, e como eu sabia qne
nesta discassio se bavia de faser menrao
deseas palavras, preveni-me con o exemplar
do Dezeseis d Ailho p ira, avista delle, con-
vencer a camera, e convencer tambem ao
nobre deputado de que as palavras daqnella
folha-ao o aotorisaa a suppor que o ex-
minisBroda justica revelara o pensamento
da ogiroa nesta questio.
Diz o anigo r r Cessaraw as preoccopa-
ees d espirito publico quer desde o fim da
guerra, se aquieta va com a soiucio que te-
ria a conhecida diverfpncia de-opiniio en-
tre a cora e o gabinete.
Quem escreve este artigo^ cuja respon-
sabilidad eu tomo nao dav ao pWco a
noticia nao sabida de oma diaergeneia lti-
mamente suscitada-entre a corea e o gabi-
nete : considerav sin a divergencia como
um fado preestabelecido, como urna cir-
eumstanci que j estava no dominio publi-
co. Escreveu con esta conviccao* parti
dessa ba3e: que a optnto da cora sobre a
questio nao era mais om segredo. Todo o
artigo dominado por esta pbrase, nao ba
nenbuma palavra eduque se veja>transpare-
cer o ex-ministro da cora divulgando ao
paiz o conceito que elle por ventura tenha
formado derante seu lempo de governo a
respeito da opiniio da cora nesta qmestio
do elemento servil.
O seguinte periodo eonirnw a miaba ob-
servacio : elle todo dubitativo, nada affir-
ma, nsa apenas das-versos que estawamno
dominio publico. Lendoy (-Fallava-se de
crise ministerial, hoove quera aHlrmasse
qoe o pensamento irresponsavel viria pre-
ponderar infallivelaente no governo- do paiz
Parece que a qpestio foi muito debatida ;
sendo atina! a cora* obrigada a ceder.
Neste ultimo ponto o escriptor- sao poda
fallar senio como ara estranho : nio tendo
a honra de pertencer aos coaselhos-da cora^
impossivel lhe era> saber o que neiles se
passou durante a elaboracio da falla do
throno.
Permitta-me-, pois, o aobre deputado,
cujas luzes muito respeito, e de qpem sinlo
achar-me em divergencia, mas divergencia
suscitada por S. Exc, permitta-aae que ar-
rede de mim a imputaco que me dirigi.
Quaesqoer, senhores, que sejpo- as con-
viccoes q.ue eu. tenha formado em relacao
marcha do governo durante o temp em
que da cora, estas convicfoes pertencem-me,
creio que eu sou o nico juis da conveni-
encia e da opportunidade de as revelar ao
paiz, sem todava romper o principio de
solidariedade que deve existir entre os mera-
bros do governo, bem como entre o minis-
terio e a cora. Nio posso em caso algum
ser (breado a revelar perante o parlameato,
perante o paiz. aquillo que porventura se
discuti no gabinete, as opinioes que por-
ventura se aventaran) nos conselhos da cora.
Tenho o direito de calar-rae a este respeito;
e nio reconheco em ninguem o direito de
cbamar-me a urna discusso sobre tal as-
sumpto.
O nobre deputado notou no artigo do De-
zeseis de julho duas asseveraces e contes-
tou-as ambas. Apreciarei sucintamente
essa contestafio, depois de tocar em um
pequeo incidente.
Refenndo se folha Dezeseis de-julho,
cuja epigraphe observou o nobre deputado
ser a de orgo conservador,,teve S. Exc. o
cuidado de definir o que entende por orgio
conservador. Cora esta defincio quiz sem
duvida S. Exc, sobretudo depois da sua
insistencia nesle ponto, tornar saliente, que
eu, Sr. presidente, me acbo solado no seio
de meu partido.
o sn. teixeira Jnior :Nio apoado.
o sr. J. oe alencar Se este foi o pen-
samento do nobre deputado, devo dizer-lbe
que nio a primeira vez que acho-me so-
lado na minha vida poltica...
osr. teixeira Jnior :Eu nio disse tal.
o sr. J. oe ai^ncar : Pareceu-me ser
esta a intenso do nobre deputado.
o sr. teixeira Jnior :Declaro a V.
Ex. que nao foi essa minha intencio ; e peco
ao Sr. tachygrapho que tome o aparte.
------.----------------------------------
o sr. V. de alecar :Bem'; nio eon-
tiotiarei ento na serie de consideracoas que
podara faer a este respeito, eoecopar-me-
hei exclosivameote com a conaestacio do
nobre dapotado.
A primeira asseveracio do artigo em
questio foi, segando S. Etc., a da existen-
cia de ama divorgencia entre a coroa e o
gabinete. Sobre a exactidio do faeto, j
disse que nio bouve asseveracio, mas sim-
ples referencia ao qoe estava no dominio
publico, .sendo eu actualmente tio estranho
ao que se passa no gabinete como o nobrs
deputado ; devo saber tanto como S. Exc.
a respeito do estado desta questio impor-
tante no? conselhos da cora: estamos em
perfeita igaaldade de circumstancias.
TTEWTDBA.
potre De tudc
O ADVOGADO MAME. A proposito do
advogado Maria, qoe acaba de merrer em
Franca, aps urna carreira briihante ao foro,
o Diario Popular de Lisboa publica um
esboco feito por om amigo do finado, n'oma
ralba parisiense, do qual transcrevemos a
seguinte anedota :
muito ignorado e muito extravagan-
te um processo onde elle advogoo, e por
tanto vou conta-lo.
Mandara um erapregado das pompte
fnebres fazer um magnifico Jato azof; per-
Quaotoi' por, a iropossibilidade de ex-fseguia-o o alaiate por causa do dinbeiro.
islir urna luta entre coroa e o governo, v'mas elle nem mi de Dos Padre lhe
impusstbilidade proclamada pelo nobre de- f quera pagar.
putado-, eu, Sr. presidente, sinto nao poder | Um da encontra o alaiate, e, para Ib
nutrir a mesma fe- robusta que tem o illas- apasiguar as iras, dfct-lbe:
V amenbaa a miaba eaea, la ba de
estar alguem* para lbe dar o diokeiro.
O erapregado tinha em casa um esque-
leto magnifico, ao qoal s fallav umaeos-
tella e dous denles. Tinha urnas rodas nos
ps, e por meio de um machinismo enge-
nhosor a porta, qaando se abria, tocava
n'uma mola. O esqueleto rodava immedia-
tamente com a maior docilidade, parava de
repente em frente da porta e mostrava ao
visitante estupefacto o queixo medooho, o
sitio do aariz aberto e escaucarado, as r-
bitas sera olhos.. -
Como de suppnr, o alaiate fotexac-
.tissimo no da seguinte. Cbega e beta.
Entre, responde-fee com voa lgu-
bre o empregado das pompes fnebres*
, Gira a chave na- fechadora, abre-se a
porta, raove-se a mola, esqueleto anda
descreve ou circulo phantastico e apresen-
u-se ao alaiate com urna- bolsajde dinbeiro
atada extremidade da sua ossuda pbelan-
ge e com a sobrecasaca azul nos hombros.
O alaiate d um grito de espanto,
recua, cabe pela escada abatan e qoebra um
braco.
c Intenta depois ama causa contra o em-
peegado e exige lhe dez mil francos por
pardas e damnos.
Pois o Sr. Marie defendeo o empregado
das pompes fnebres com tio bom humor
e com tanta gra<;a que- o esqpeleto foi ab-
solvdo.
trado representante- do Ro de Janeiro sobre
este objecto. As monarchias constituciooaes
representativas apresentio freqpentes e re-
petidos ejemplos dessa luta dos dous po-
deres.
Abra-se a historia, d qualquer monar-
cbia consttucional representativa e se en-
contrar (actos dessa natureza, e factos
raoito notaveis. Em muitas occasies se
ver preponderar a cora de urna maneira
ostensiva, e em muitas- outras reduzir-se
consideravelmente sua influencia medida
da resistencia dos ministros e do parlamen-
to. Longe, pois, de ser um facto impossi-
vel, um pbenoraino commum essa luta,
essa divergencia de opinioes eotre a cora
e o gabinete.
Qoem nio sabe quant tempo lutram os
ministerios inglezes contra o rei da Ingla-
terra a respeito da qaestio catholica e
outras ? Quem nio sabe que elle era o
nico obstculo, que durante um quarto
de seculo se oppoz a urna medida legisla
liva, promovida pelos homens mais influen-
tes de ambos os partidos f Quem nio sabe
que as ameacas de abdicaeio, os protestos
de retirar-se para ISannover, muitas vezes
fizeram ministros como Pitt, Canning e
outros disistrem de seus intentos e ce-
derem para nio abalar a razio j perturba-
da do velbo re t Quem nao conbece estes
factos da historia representativa pode affir-
mar que fosse um caso novo, um caso
virgem a lula entre a cora e o ministerio.
As attribuices magestalicas estio perso-
nificadas era urna individualidade, esta in-
dividualidade susceptivel de convieces
e de convieces profundas; pode ser inspi-
rada nestas convieces pelo desejo de Dem
serv.r ao paiz.
Eu, portanto, nio eiwergo a ninima im-
possibilidade na luta. Se ella de ficto existe
eu nao a respeito da questio de que se
trata, como representante da naci, direi
neste momento^que ignoro.
A segunda asseveracio que o nobre de-
putado me attribuio para logo contesta-la,
refere-se s palavras do Drzeseis de julho
qnando disse que o partido conservador nio
era abolicionista na astualidade ; que o par-
tido conservador entenda que urna medida
legislativa qualquer precipitara o desenlace
desta grave questio, prodnziodo urna crise
social e accarretando males inmensos ao
paiz.
Senhores, no parlamento tem sido emit-
tidas essas ideas por raembros muito im-
portantes do partido conservador ; o nobre
deputado leo-nos- nm trecho do discorso
proferido pelo nobre ministro da marinha
antes de oceupar esse cargo, discurso em
que exprima mais do qoe urna conviccab,
exprimia um horror contra qualquer tenta-
tiva de urna le nesse sentido.
Compre notar, porm, senhores, que eu
nunca pretend que o partido conservador
fosse escravegista, qoe o partido conserva-
dor acceitasse a nstituicao da escravidio
como urna mstituifio. firmada no direito.
na moral que deva ser mantida e respeta-
da. Nio, senheres, o nobre presidente do
conselho acaba de o dizerraros serio os
braseiros e eu accresceoiarei: esses
mesmos cegos pelo interesse ou pelo erro,
raros serio os braseiros que aceitem -a
rastituicio da escravidio como urna insti-
tuigao legitima ( Muitos apoiados.)
Todos nos braseiros desejamos arden-
temente ver desapparecer do paiz essa ins-
ttuicio (muitos apo ados ): todos nos bra-
seiros fazemos votos para que deixemos
de formar no mundo civlisado a excepcio
triste ( digamos a verdade ), que muito
breve teremos infelizmente de constituir.
(Apoiados).
Mas desta conviccio idea de promover
a abolicio, em urna poca recente, por
meio de medidas directas e legislativas, ha
urna distancia immensa.
Mostrou o nobre deputado um grande
receio da iniciativa individual. Fiquei sor-
preso, senhores.
Em um paiz de systema representativo
(apoiados), em um paiz onde deve gover-
nar a op iniao publica (muitos apoiados) ba
quem se receie da iniciativa individual ?
E com tal sangue fro dizia isto, qne o
Mulot deu se por vencido.
Wesse caso, passo a ouvir-te disse
elle.
A Cabrita continoou :
Se a Martina emprestou dinheiro ao
tal senhor do palacio, urna patifa e ser
bem feito incendiar-lhe a casa !
Por certo I acudi o MulotE ae-
rei eu quem Iha pori o fogo !
isso nio.
Pois quem ?
Nio quero que te arrisques.
O Mulot estremeceu e disse :
Mas eu qpero vingar-me I
> Com certeza, mas ouve-me.
Ouco.
Tu ticas aqu socegado ao lume oo
vaes para o botequim.
E depois ?
= Supponhamos que urna criada da Ra-
poseira vai mugir as vaccas, leva, em vez
de lanterna, ama candeia, deixa cahir oma
centelha na palha e lanca. fogo i granja.
E qne mais ?~- nterrogou o MoJot,
observando attentamenta a sua companheira
da vadiagem.
= 0 fogo conserva-se latente at alta
noute, em qoe toma grandes proporc&es,
alcanca a casa onda todos dormem, e, por
pouco qua teja o vento, ninguem tem tempo
de sa calvar.
<-? Yamos a oavir.
1 Arde a Marttni e o gibo tambem.
(Continuar-se-ha.)
EX.CESSO& CONTRA. OS JUDEUS. (>
Jbrnal do Havre d pormenores sobre de-
ploraveis violencias commettidas contra os
israelitas na pequea cidade de Tecoutch.
por occasiio das- festas da Paschoa.
Segundo um telegramma da Bncharest,
de iC.de abril, a rixa foi provocada por
alguns gregos de baixa condicio, que tendo
passado alegremente o domingo da Paschoa
n'uma estalagem, dirigiram-se depois a. urna
confeitaria e travarara questio com diversos
juileus que all se achavam.
Como a rixa produzisse grande tumulto,
os malfeitores, secundados pelos estrangei-
fos que as- festas all tinbam altrahido em
grande numero, dispersaram-se pela cidade.
e a um signal convencionado principiaran)
a arrombar as lojas dos israelitas e a laucar
;i ra as suas fazendas. Em seguida diri-
giram-se ao templo e profanaram-o.
A distancia a qoe ficam as cidades- no-
ticiadas e as liceneas dadas i maior parte
dos guardas civis, para irem passar a suas
casas as festas da Paschoa, favoreceram este
lamentavel conflicto.
Os poucos soldados qoe se achavam pe-
los suburbios da cidade reuniram-se e fo-
ram em auxilio dos jodeus. Fizeram as
intimages era nome da lei, usadas em taes-
casos, mas os malfeitores nio se dispersa-
ran! e chegaram a ferir muitos d'elles. Nio
obstante as pessoas dos judaus foram pro-
tegidas e fizeram-se muitas prisoes.
O mesmo despacho ac:rescenta que a
maior parte d'estes perturbadores eraca es-
trangeiros armados de facas, paos e rewol-
vers.
HERONA HESPANHOLA. Um diario
de Hespanha recorda o nome deoma senhora
que no dia 2 de maio de 1808. dia em que
o exercito francez invadi aquelle reino,pra
ticou prodigios de valor. Esta senhora.qoe
heje reside na cidade de Goadalajara, cha-
mase D, Maa Bus de Rose. Joven, for-
mosa e pertencente a urna familia distincta,
l povo contra o exercito invasor, abandonou
a sua casa, e, vencendo obstculos e peri-
gos terriveis, transportou-se ao campo onde
rannobr.iva a artilharia. Ahi tomou parte
n'aquella sangrenta qnio gloriosa palejs, e,
vendo urna peca abandonada, foi ella mes-
ma chegar-lhe o morrio. Disparado o tiro,
cahiram morios muitas francezes e a varo-
nil senhora cabio tambera ferida por urna
bala que lbe atravessou ama perna, resul-
tando d'ahi achar-se hoje coxa. Em pre-
mio do seu raro valor foi declarada bene-
mrita da patria, e alm d'isso agraciada
com urna pensio vitalicia.
E eu fico vingado !bradou o mie-
ravel.
Nio isso : tu fie as herdeiro de am-
bos atalhou ella plcidamente.
O Molot recuou admirado e fez-se ver-
melho.
A Cabrita acabava de abrir-lbe nm novo
horisonte.
E tens razio proseguio elle.Isso e
um motivo de mais...
.Para que ?
Para eu lhe deitar o fogo i casa.
Nio,disse a Cabritaporque incen-
diada a Raposeira, acodem os gendarmes,
que tudo descobrem. Para que se deitou
fogo casa ? Para qoeimar a Martina e o
filho. E quem lacra com isso ? Es tu
nicamente. Portanto prendem-te, levam-
te para Orleans, interrogara-te por todos os
modos e tu acabas por confessar.
Continadase o Mulot.
Pois entio tu passas a noute no bote-
quim a jogar o buhar. Entretanto a Rapo-
seira arde como urna paveia de palha. E,
visto que nio sahiste de S. Florentino, f-
cilmente provars qoe nio foste to qoe po-
zeste o fogo.
E quem o laucar ?
A Cabrita fixoo o Mulot com um' olhar
de sinistro epthusiasmo.
E tu s meu amigo ?
Son, e entio ?
Entio prQYar-tethi que tambem o
sou toa.
N'WW cisQ, poric o fogo ?
Sem "dnvida.
Mas qoando ?
Qaando tu quizeres.
O moostro teve n'aquelle momento nm
instincto de humanidade e disse :
Mas se te agarraren) ?,
Qoem se lembrari de mim ? E de-
pois os gendarmes nio sio tio lestos como
os guardas da floresta e nem estes ainda
me poderam at hoje agarrar.
N'essa mesma tarde foi vista a Cabrita
em S. Florentino, com nm cabaz no braco,
fazendo compras para o arranjo da casa de
Maorel, e por essa occasiio affir nou-se
que ella deixra a vida vagabunda pela de
criada do novo proprietario.
Logo i noute o Mulot fez a sua entrada
oo botequim Universal, muito bem disposto
a ser o ultimo dos frequentadores que de
l sahisse.
Pelas oito horas da nome a Cabrita apa-
gn a togneira da cosinha, aobio ao primei-
to andar e collocou nm candieiro defroate
da janella que dava sobre a rea.
As pessoas que passavam por'a -diiam:
L est a non criada do Sr. Maorel
a remendar-lhe a roupi.
Mas essa boa gente ttladta-se.
A Cabrita ba moito wmpo que part*,
les'a como a corea, wnbraonando-se p
bosque na (frcelo daRapowira.^


t ',
iIGMft
V
\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHXR5K40Z_2MYDL2 INGEST_TIME 2013-09-14T02:37:24Z PACKAGE AA00011611_12128
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES