Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12127


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Full Text

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MI U.VI. NUMERO 121
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PARA i CAPITAL E LUCAMS OTOS 118 SI PACA POITC
Por tres meses ad amados.......... ..... $O0O
seis ditos hiera
un armo dem..
maero trate

1*00
32
DIARIO DE

TERCA FEIRA 31 DE MAIO DE 1870.
-*r*--------------------f----------.-------------------------------1-----------------
PAIA DEITBP E JORA DA nOVUCIA.
totre mezetad.'aut*10 ........... .
Por mm ditos den...................
Pw noj[ ditos dem..................
Par v'tao idem *............
RMMBUCO
m
61750
131500
201250
271000
9
Propriedade de Manoel Figr*ira de Faria & Filhos.
SAO AC
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves A Filhos, no Para ; Goncalves & Pioto, no Maranhao ; Joaquina Jos de Oliveira, no Cear ; Ana lio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo2o Mara Jirik> Chave, no Ass ; Am *>nio Marques da Silva, no Natal; Jos* Jnaoo
Pefeira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba ; Antoaio Jos Gomes, a Villa da Penha; Belarmino dos Santos loteao, em Santo Antto; Domingo* Jos da Casta Braga,
em Naiareth ; Francisco Tavares da Coeta, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Ap., na Baha ; e Jos Ribeiro Gaspannho no B de Janeiro.
PAETE OFFICIAL.
Govrao da provincia.
UKSI'ACHO DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DOS DAS 21
K 25 DE MAIO DE 1870.
Ancelmo de Jess Car val lia. Satisfaga a exi-
gencia da contadura da thesouraria de fazenda.
Antonio Juvino da Fonseca. Pica expedida a
conveniente ordem.
Amelia de Melle Peres Garfio. Gonceda-se
quinze dias cora ordenado o outros tantos sem
He.
Antonio Francisco Paes de Mello Barrete.Indo-
ftwido vista das kiformacoes.
Companhia Pernambucana. Ao Sr. inspector
a thesouraria de fazenda coni a |>ortaria desta
data.
Compannia Pernambucana. Ao Sr. inspector
da thesonraria de fazenda com a portari desta
data.
Francisco Antonio Correa Cardoso.Informe o
Sr. desembargador provedor dbanla Casa de Mi-
sericordia do Itede.
Fulden Brothers. Ao Sr. inspector da thesoura-
ria provincial eom a portara desta data.
Jos da Silva Santos.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
loaquim Golpes de Oliveira e Silva. Sim, pas-
sando recibo.
Joao DonnelEncaminhe-se.
Jos de Mello de Albuquerque Montenegro.A'
vista da nformacao pode o supplicante recorrer
ji poder judiciario.
Tenente Jos de Barros Pires Falcao.Em vista
da informacio nio tem lugar o que rsquer.
Jes Marcelino da Costa.Indeferido a vista da
informacio.
Joao Da* Pinto Aleixo.Informe o Sr. inspector
da thesonraria di fazenda.
Manoel Fernandes Caminha.A' vista da infor-
i naci, e de vendo ser o lugar de porteiro do arse-
nal de m irinha, substituido interinamente como
'< tst sendo, pelo respectivo ajudante, nao tem lu-
gar os que requer.
Manoel Bainerio de Barros. A vista da infor-
marlo e devendo ser o lugar de porteiro do arse-
nal de mariolia, substituido interinamente pelo
respectivo ajudante, nio tem lugar o que requer.
Marcelino Rodrigues Pereira. A' vista da in-
formacio nao tem lugar o que requer.
Oiindma Mana de Lima.Prove a supplicante o
sea eslado de pobreza, e que seu marido falleci-
do, bem como qne a fllha a que allude tem a idade
xigida pelo respectivo reguamento.
Severino Jos de Almeida Leal. Requeira ao
Sr. ministro da ma rinda, a quem compete fazer a
neenaatfo que requer.
Thomaz Caetano da Luz.Nao tem lugar o que
requer, visto eomo o lugar para que pede ser no-
meado interinamente, est prehenchido pelo subs-
tituto legal.
Zeferino Muniz Salgado.Informe o Sr. capitao
Jo porto.
- 27,-
Alcxandrina Ignacia de Oliveira. Jnato o re-
querimento e nformacoes a que allude este ofi-
10, volte ao Sr. inspector da thesouraria de' la-
zenda. .
Antonio Joaquim de Barros Lima. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade.Informe
i Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio Jos Gomes Jnior.Intorme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Aiexandre Deluk Deferido com a dehberacao
.iesta data.
Bcllarmino Francisjo Lobo.Informe o &r.ue>-
iMDbargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia. _
Jus do Carmn da Costa.Volte ao Sr. msp-
uir da thesouraria de fazenda.
ErraindoDeocleciano de LoyolaInforme o St.
inspector da thesouraria de fazenda.
Fciiciano Marques Vianna.Encampe-se a obra.
Capitao Joao Tdeodomiro da Costa Monteiro.
irme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
Tenente Joaquim Francisco de Souza.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Baptista de Siqueira Cavalcante.A vista
da iiiformacie da secretaria, conceda-se a licenca
remienda com ordenado na forma da le.
Jos Martiniaon de Souza.Intorme o Sr. com-
niaudante superior da guarda nacional do muni-
cipio de N'azareth.
Mara Amalia de Barros Lima e Carolina Bur-
laiarque de Barros Lima.Informe o Sr. inspec-
lor da thesouraria de fazenda.
Dr. Augusto Carneiro Mont iro da Silva San-
tos.A' vista das informales conceda-se a licen-
ca requerida.
' Antonio Jacintho Borges. De-so.
Bcllarmino do Reg BarrosConceda-se.
Coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo.L-on-
seds-sa ,...
i .-.ncelino Americo de Albuquerque Mello.
Informe o Sr. engenheiro chefe da repartido das
lijras publicas. ..
Hermllino Eliieo da Silva Caneca.-Indefendo a
vista da nformacao.
Jos Augusto de Araujo.D-se.
Hachare! Joao Alvares Pereira de Lyra.Lon-
cedii-se. _
Maria Salom dos Santos Dacia. Por ora nao
tem lugar o que requer em vista da nformacao.
Maria Lins de AlbuquerqueJ esta prvida a
cadeira para onde pede ser removida.
quartel geaeral os Srs.: tenente do i)0 batalhao
de artilharia a p Joaquim Jos dos Res Lima, al-
fares do batalhao n. 22 de infantaria Alberto Soa-
res de Azevedo. e do corno de estado maor de 2*
classe Francisco Goncalves Rodrigues Franca, o Io
com 2 meses de licenca para tratar de sua sade,
devendo pagar pela 5' parte do sold a importan-
cia da passagem que loe foi dada para esta provin-
cia, o 2o para aguardar deesao do governo sobre
a iiispeeco que soffreu, e o ultimo nomeado por
portara do ministerio da guerra de 28 de abril
ultimo, ajudante da fortaleza do Brum, em cujo
exercicio entrou no dia 25 do corrente.
6." Que na mesma data nomeou, para servir in-
terinamente o emprego de ajudanie do forte do
Buraco, o Sr. alferes reformado do exercito Tibur-
cio Joaquim de Andrade, que foi dispensado de
igual cargo na fortaleza do Brum, e para servir
no depo*ito o Sr. alferes tarahem reformado Mar-
celino Jorge de Campes, fleando dispensado das
funecoes de ajndante do forte do Buraco.
Outro sim, determina o mesmo brigadeiro, que
na mandaa do dia 1 de jnnho vindouro se passe
revista de mostra era seu3 respectivos quarteis a
companhia de operarios militares do arsenal de
guerra, e depsitos existentes nesta provincia pela
ordem segrate.
A'3 6 1|2 a companhia de operarios, as 7 ao de-
posito especial de in-truooao, as 7 1|2 ao dos re-
crutas, e as 7 .1i ao de prisioneiros de guerra pa-
raguayos.
Assignado-%JiOT7Mi"in Jos Goncalves Fonles.
ConformeEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rpn, tenente ajudante.de ordens encarregado de
detalhe.
PERNAMBCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 17 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
Ao meio dia feila a chamada achara-se presen-
tes os Srs. Rufino de Almeida, Firmino de Novaes
Paes Barreno, Correa de Araujo, Felippe de Fi-
gueira. Angosto de Oliveira, Cunha e Figueiredo,
Barros Vanderley, Ferreira de Aguiar, Manoel do
Bego, Miguel Pernambuco, Cavalcante de Albu-
querque, Hermogenes, Henrique Mamede, Gaspar
Drummond, Ribeiro Vianna, Ignacio Joaquim, Ni-
colao Tolentino, Teixeira de S, Antonia Paulino,
Vieira de Araujo, Gosmao Lobo, Jeo Cavaleante,
Mello Reg, Augusto ilosta, Pinto Jnior, Goncal-
ves Lima, Barros Rege, Cunha Cavalcante, Ges
Cavalcante, Manoel Arthur, Pedro Alfonso,Vieira
de Mello, e Oliveira Fonseoa.
Abrio-se a sessao, lida e approvaa a acta da
antecedente.
O Sr. Secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE l
Um officio do secretario do geverno, transmittin-
do por ctfpia a Informafo do governador flo Dfspa-
do, acerca do projecto substitutivo ao de a. 33 de
1864.A' quem fez a requisicao.
Outro do mesmo, remetiendo a nformacao da
reparticao de obras.publicas, acerca do estado da
casa da assembla.A" quem fez a requ sicao.
Urna pelicao de Francisco Melitino da CosU
Ferreira, servente do consolado provincial, pedin-
do para que a sua graficaijao seja equiparada a
do servente da thesouraria provincial.A' com-
missao de ordenados.
Ootra de Joaquim Jos Bello, ex-iscal da fre-
guezia dos Afoga.dos, pedindo para ser aposentado
com o ordenado por inteiro A' commissao de
peticSes.
Outra de Jos Cavalcante de Albuquerque, Io
escripturano do consulado provincial, pedindo um
anno de licenca com todos seus vencimentos para
tratar de sua sade.A' commissao de peijoes.
E' jlgado objecto de deliberacao e mandado
imprimir o projecto n. 103.
L-se e approvado o seguinte parecer:
A commissao de ordenados, a quem foi pre-
sente a petico de Dervino Jos da Cmara profes-
sor publico da 1* cadeira de instrueco primaria
da freguezia do Poco da Pinella, na qual pede para
ser o seu ordenado equiparado ao do professor da
2* cadeira da mesma freguezia e das povoacoes de
Caxang e Capanga, requer para bem poder dar o
seu parecer, que seja com urgencia ouvido o di-
rector geral da instrueco publica sobre a preten-
qo do supplicante.
Sala das commissoes, 16 de maio de 1870.To-
lentino Je Carvalho.Pinto Jnior.Paes Bar-
reto.
O SR. PRESIDENTE:Tendo lido ha'dias mfor-
raacoes e fazendo- se-me advertencias acerca do
estado da casa em que funeciona a assembla, e
nao querendo absolutamente despresar essas adver-
tencias, mandei oficiar i presidencia da provincia,
para que inandasse por intermedio da reparticao
das obras publicas examinar o estado *a coberta
deste edificio. S. Exc. remetteu-nos hoje o resul-
t ido desse exime, que nao me pareee dos mais
lisongeiros. Eu poderia deixar de communicar
isto casa, mas nao quero assumir urna respon-
sabilidade de semelhante nalureza; por isso vou
mandar lr o parecer da reparticao de obras pu
bhcas, sobre elle versar tal ou qual discussao,
para se tomar urna resoluco, qualquer que ella
seja.
(ominando das arma*
CIHRTEL-GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBCO, 30 DE MAIO
W, 1870.
Ordem do dia w. 410.
0 Lrigadeiro commandante das armas faz publi-
co para conhecimento da guarnilo e de,vidos
i'fTeilos: .
I.* Que a presidencia communiceu em efflcio
de 10 de abril findo haver nomeado o Sr. capitao
do 6* ba'alhio de infantaria de exercito Antonio
Baymnndo Luiz Caldas para servir interinamente
o rogar de ajadanie do director do arsenal de guer-
ra, durante o impedimento do effectivo que passou
a exercer as funcQdes do director por ter seguido
para a corte o Sr. major Francisco Raphaei de
Mello Reg.
2." Qae a presidencia por portaras de 2, 3 e 28
o correte concedeu de eooformidade com o art.
5 8 do decreto n. 3579 de 3 de Janeiro de 1866,
e do art. | i" e S ** o mesmo decreto 3 rae-
zes de licenca para trataraenlo de sade, aos ee-
nhores eapitaes Joao Domingos Ramos, Lniz Fran-
cisco de Paula Albuquerque Maranbio, e major
Franciseo Borges Lima, todos de infantera do
exercito. .
3 QOe a 8 do corronte apresentou-se vmdo da
corte cm i meeee 5e Ueaaea, para traur-se de
fermeoto oebido em combate, em vista da ins-
peccao porque pwsou era 28 de fevereiro dee
anno, o Sr. altores em eommiseao do eorpo n. 46
de volnnurio da patria, Antonio Flonano de Mello.
* Qne a 19 deste mez enearregou da enferma-
ra mtKtar o Sr. eirorflfto Dr. Ernesto Felieuno
da Suva Tavares, e aomeon para eervir na junta
de tandeo Sr. f dmrgrio Dr. Miguel Joaqrum de
Cattro M>^nf1 todo durante o impedimento
de Sr. runfio aeaerarie Dr. Alexandre de Sou-
a Pefeira do Carmo.
5. Qae a lt do orrww apretaram-ie nette
O SR. Io SECRETARIO le a nformacao minis-
trada pela reparticao de obras publicas.
O SR. G. DRUMMOND justifica e manda mesa
o seguinte requerimento:
Requeiro que se exija do presidente da pro-
vincia a designacao de um lugar decente onde
continu funcionar a assembla provincial, e
que sejam remettidos commissao de orcamento o
oficio e documentos remettidos pela directora das
obras publicas, afim de deliberar como fr mais
conveniente. G. de Drummond.
Posto votos o requerimento, approvado.
ORDEM DO DIA.
Contina a 2* discussao do projecto de fixaco
de forca policial.
Va mesa e apoia-se a segrate emenda:
f Ao art. 1., acerescente-se apenas estiver
organisado o effectivo Corpo de polica. G. de
Drummond.
0 SR. GASPAR DRUMMOND faz largas conside-
raefies sobre o projecto.
OSR.ALMEIDA PERNAMBUCO.-Sr. presiden-
te, parecer teraeridade de minha parta le-an-
tar-me para oceupar a tribuna depoisde ter falla-
do o distincto orador que me preceden, o honrado
depntado pelo 3districto: (nao apoiados), son,
portn, (oreado faz-lo para declarar solemne-
mente que nao aceito a qualfleacao que alguns
nobr deputados pretendem dar aquellos que, como
o notare deputado pelo 3" districto, roembro dissi-
dente da commissao de forca policial discordam
en alguns pontos do parecer da enmmissio sobre
a forca policial.
Os oobres deputados, procurando miraosear-Tios
eom a qualificacao de opposicionslas, qne en pela
miaba parte nao aceito, nao teero razao.
Um SR. Depotado: Ninguem os qualifieou
assim.
O Sr. Almeida Perhambuco : Fomos assim
qualificados quer em apartes, quer mesmo em
diMursos.
E Sr. presidente, porque recuso absolutamen-
te esta qualificacao, que veoho a tribuna fazer
vilinte e justificar a minha recusa. Recuso essa
qnalifleacao porque son, eomo ce nebros depula-
dot, conservador; son conservador porque ca-
lendo que o paiz so pode prosperar em quanto
existir nquebrantavel o consorcio da ordem com a
liberdade. Son conservador porque quero respei-
to le, e respeito ao principio da autoridad* como
nica garanta da ordem, das liberdades publicas,
e dos direitos individuaos; quero n'outros termos
o respeito dos preceitos da con dos nossos direitos, onde se acham em perfeita ar-
mona os dous grandes.principios de ordem e de
liberdade.
Nao me cabe, pois, a qualificacao de opposicio-
osta, porque sigo os mesmos principios polticos
que os nobres deputados, porm conservador rivre,
sectario de ideas......
Um Sr. Deputado :Como todos ni'n.
O Sr. Almeida Pernambuco :e nao seguindo,
como os nobres deputados quem faco justca, indi-
vidualidades, pois se algnnv existe sectario de pes-
soas e nao de ideas t-ni por castigo o seu silencio,
enlendo que nao devendo a minha eleicao a in-
fluencia olDcial e nem mesmo a influencia deter-
minada de pessoa alguma, e s a benevolencia do
corpo efaitoral do 1* districto, que conflou nos meus
principios polticos, a quem devo agradecer como
faco, a honra de oceupar urna cadeira nesta casa,
posso desempenhar o meu mandato com tanta li-
berdade qaanta manifestaram os eleitores que m"o
confirirara.
St-iario, Sr. presidente, das mesmas ideas con-
servadoras que seguera os nobres deputados, nao
pode haver receio de que por proaader livremente,
e me julgar com direito de ceneaaar o governo
sahido do seio do meu partido, quando entender
que nao se dirige elle na admnsiracao do paiz de
modo mais conforme com o bem geral e com as
ideas do partido d'onle sahio e para o qual tem
trazido a disidencia, v alistar-me as fileiras do
partido opposicionista que se denominando liberal,
bate palmas s ideas republicanas e aceita como
bandeira o pragrarama do republicanismo quando
cabido do poder, mas que entretanto se ao mimar-
cha apronver ehama-lo dirigir o paiz ir, esque-
cido das ideas que applau.li na vespera, aos ps
do monarcha receber o governo com humildade s
igual ao assodamento. Tem sido dito por aquel-
fas que tem tomado parte no debate que na assem-
bla provincial nao se devem discutir questdes
polticas, mas eu, Sr. presidente, apesar de opi-
ndes tao autorsadas, entendo que as discussdes
poltica* tendo por fim fazer aceitar pelo paiz as
melhores ideas e os principios mais conducente*
ao seu engrandecimmto e prosperidade, sendo da
aceitacao das boas ideas que resala o engrandeci-
mento do paiz, e se em virtude de discussSes,
estados e observaciJes qne o paiz est convencido
de que s a realisacao das ideas da poltica con-
servadora pode trazer a publcidade e o progresso
delle ; no vejo inconveniente no precedente esta-
belecido de discutir-se nesta assembla, que ins-
tituidlo poltica, questqes relativas a administrado
poltica.
E porque tambem nao havemos de ter o direito
de nos levantamos nesta casa para cjnsurar
aquelles que muilas vezes na governacao gen! d>
pal, nao reatisim as necessidades ae'ste, devendo
e podendo faz-lo ?
Sr. presidente, eu nao me acho era desacord
com os nob,es deputados que confeccionaren o
projeeto de forc policial como lh*s pareee ; peto*
contrario eu me abraco com elle e s descordo
do projecto na redaeco do Io artigo e n'nutro
ponto de que agera senaotrati; mas descordo
essencialmente d nobres deputados quando en-
tendendo eu, Sr. presidente, que a verdade sempre
conveniente que se diga principalmente quando se
falla ao paiz, elles entendera o contrario, e dizem
que aqu s se deve fallar a lngnagem da con-
veniencia, e que ha inconveniente em fallar a lin-
guagem da verdade, usada pelos nobres deputados,
a quem denominam de opposicionistas.
Sr. presidente, com relacao Miestao agitada na
casa a respeito da adminis'trai;.. > ,'eral do paiz, de- \
sejava que o governo que preseutemenie dirige a
nao do estado se dirigisse de modo mais uniforme,
e o pensamento poltico que deve presidir a gover-
naco fosse mais- respeitado, e sempre o mesmo
em todo o imperio.
Quando, Sr. presidente, urna poltica sobe ao
poder, nao deve ser senao porque a outra poltica
nao podia realisar o progresso do paiz, nao podia
satisfazer as suas necessidades, nao podia em pou-
cas palavras, realisar as suas aspirares. E porque
foi que subi o partido conservador?
O partido conservador subi ao poder, porque
essa anomala poltica que se denominara liga,
vvenlo mera vida oficial sem apoto dos dous
partidos de opiniao, nao tinha nem o criterio para
obter os meios necessarios, nem desejos de realisar
a feUcidade do paiz.
Assim tendo collocado eraperfeito descalabro as
Onancas, desgostado o nosso exercito que se acha
va pelejando em pro da honra nacional, com in-
justicas revoltantes, creando at divergencias entre
os generaes e c proprio governo, deu lugar, Sr.
presidente, a que o imperador, chefe supremo do
estado, se convencesse que essa poltica nao podia
realisar as aspiraces do paiz, e, solicito no bem
estar do mesmo, chamasse ao poder o partido con-
servador.
Desta conviccao nutrida por todo o imperio, foi
que proveio o grande enthusiasmo com que foi re-
cedida a assenecao do partido conservador.
Foi da forca excessiva que esse partido mostrou
era sna assenecao que nasceu a desharmonia, que,
partindo do seio do gabinete, se estendeu por quasi
todas as provincias, podendo-se admrUlr como
disse o nobre deputado pelo 3o districto (o Sr. Pe-
dro Alfonso), que a exhoberencia de torca era
muitas vezes prejudicial pelo abuso a que d lu-
gar; e isto urna verdade. Se o partido conser-
vador nao subisse ao poder, tao cheio de vida, tao
cheio de forca, os homens que subirn com elle
por forca das ideas conservadoras haviam de to-
mar mais em consideracao esse partido, procura-
ran! fazer delle seu ponto de apoio, e nao trata-
ran) com indiflerenca e negligencia as suas ne-
cessidades, nao tratriara era fim quasi que com
despreso as suas reelamacies. (Nao apoiados).
Sr. presidente, eu nio quena trazer factos para a
discussio, maissou forcaao acitar alguns factos dos
Suaes se mostra que o governo geral nao se tem
rgido perfeitamenie na questo dos negocies do
paiz.
Se como Brasileiros devemos ser grato* ao go-
verno pela boa direccao dada as noancas e a
guerra que felizmente se acha honrosamente con-
cluida, nao devemos deixar tambem de censura-lo
pelo qae fez de mo.
Nao ha, Sr. presidente, quera nao saiba que exis-
te desharmonia no partido conservador e existi
ale. no seio do proprio .gabinete.
Nenhum dos nobres" deputados, lidos eomo sao,
ignora o que consta da impreasa do paiz, isto e,
que na corte merabros muitos destioctos do parti-
do conservador se apresentaram em opposicao ao
gabinete.
Os nobres deputados nao podem ignorar que
dous ministros deixaram, por desharmonia, de con-
tinuar no gabinete, sendo que am dalles declarou
qae te retirara do governo por nao querer su-
geitar-se a responsabilidade de actos qae no sea
entender nao tioham por fim satisfazer necessida-
des do paiz.
Sr. presidente, te a desharmonia existi entre
os membrot do gabinete, Chetos polticos, como
nao devia ella reinar em todas aa provincias e ao
seio do partido ?
Em Minas s foi demittido a aonco. a paur das
instantes reclamaces da impreasa eontervadora,
am prmaeute que eimagvra o partido conserva-
dor,
foi o presidente de
S. Dput.vo.! :Qjal
i demittid').
Ib. Ai,meida PennAMDur. :Foi o Sr. Beoe-
Min
vid
U\?it. Diputado : Fj rerowido para a pro-
vinciaUo Rio de Janeiro.
OSr\ Almeida Pernambuco :E" a mesma coa-
sa, a remneo d*um presid mte cootra a sna voo-
tade d'uma para outra provincia, equivale moral-
mente a um demissao, principalmente sendo dada
em virtude i reclamacoes contra sea proceder.
U Sr. B-gIltado : E como sabe que elle foi
removido eonra sui vontade.
O Sn. Almeba. PiyNRMBirco : Se' a remocao foi
premio moiiv^ de mais para censurarse o go-
verno.
Ne Rio GranAdo Norte o presidente portou-se de
modo tal que a pVovincia quasi em peso se levantou
contra elle, cmase v dos escrptos db conserva-
dores ; e no Marmhao aeonteceu a mesma consa :
o partido conservador all, se acha devidido. Para
Pernambuco manoWnos o governo uro presidente
a quem se quera jslealmente guerrear e derro
tar em urna efaiciissnat mal. o qual ignorando
ser este o pensam^tto de alguns ministros veio
para aqui levar todoto tempo em estudos da pro-
vincia tendo a hibilidide de nada fazer.
Um Sr. Depltaoo :V-No capaz de provar o
que est dizeodo. \
O Sa. Almeida Perambuco :Que o Sr. conde
de Baependv f >i candidato e derrotado na eleicao
senatorial d Rio de Jadjlro, onde gosa de legitima
afluencia, todo* sabem.
Um Sa. Deputado :Relie se qneixou de o te-
rem mandado para aqu |ara esse fim.
O S. Ignacio LkXo : -r Acredito que elle nio
dizia Uso, podia dizer qne talvez fosse derrotado
por se adiar lora de Rio de Janeiro, mas que o
mandassem para aqui com esse fim, nio.
OS. Almeida PBRNAMBUG:=-Mandaram-nos an-
da outro presidente que, con quanto carcter ho-
nesto como seu antecessor, rilo tratou de realisar
cousa alguma era beneficio da provincia, liraitou-se
a vida de expediente.
Quaes os beneficios faite pea administracao ge-
ral a esta provincia E" a sombra do discurso
eloquente do meu nobre amigo e collega de des-
tricto, relator da commissao de litacio de forc
policial, que me colloco para moitrar que nenhuns
forana os beneficios fetos a esta rovincia.
Foi o nobre deputado que, procurando defender
o governo geral, encarregou-se di tazer-lhe censu-
ras procedentes tratando de minorar os seus ef-
fetos.
Disse o nobre deputado em eloquentes pilavras :
o porto desta provincia que parece avaacar para o
attlantco a dizer a nivegacio do muudovinde ;
breve dir aqui naosepassa, porque a sua obstruc-
cS i ser completa, em quanto se coasome o tempo
em estados que nao tem Ora.
Entretanto, Sr. presidente, desde que aqui este-
ve o engenheiro Wauthier que se estuda o melho-
ramento do porto, e anda hoje o governo geral
nao acha essa materia suficientemente estndada
para mandar proceder aos necessarios nitfhora-
ments.
E, Sr. presidente, a nos que sonjos pemambuca-
nos, nitp n>)* cabe o dever de reclamar contra o
governo da rrle, quando nio cuida dos interesses
mais vtaes desta provincia, quande tao prompta-
mente se satisfazem as exigencias luxuosas d'all|?
Disse anda o nobre deputado que a instrueco
publica a primeira necessidade a attender por
um governo patritico, e pensa como eu pens que
a instrueco publica deve ter urna organisacao uni-
versitaria.
E quando, Sr. presidente, por toda parte se cla-
ma pela reforma da ostrueeaa publica, que deve
ter por base a uniformidade do ensino, A o ensrao
livre conquiste un pro-elilismo extraordinario, o
governo que n Ihe foi dada para as reformas das faculdades de
medecina ede direito tao urgentementcnte insta-
das conserva se e ti perfaila esterilidad a esse res-
peito. O nodre deputado een-urou tamdem o go-
verno poi nao procurar ccrcar-se das legitimas in-
fluencias locaes.
O Su. Gsmv Lobo :Nao senhor.
O Sr. Almeida Pernambuco : Eu acompanlio
anda o nabre deputado quando diz que as influ-
encias loc:*es sao como os os transmisores do
pensamento governamental para com a* massas.
Um Sr. Depilado : Como, se elle nao disse
isto ?
O Sr. Almeida Pernambuco :=Disse que as in-
fluencias locaes eram os lios transmisores entre o
governo e as massas e que dciain ser considera-
das.
O Sr. Gusmo Lobo :Mas nao censura o go-
verno por nao estar cercado dessas influencias.
O Su. Almeida Pernambuco :=Quero,_Sr. presi-
dente, que o unerno preste a consideracao quede-
ve a essas influencias, mas nio quero qne preste a
urnas e defxe de prestar a outras; quero que o go-
verno preste consideracao a todas as legitimas in-
fluencias locaes, mas tambem nio quero que o go-
verno emenda como tem sempre entendido, que ae-
veraanter a todo o custo urnas influencias compre-
juizo de outras, que deixe de manter as influen-
cias que sio sympathicasa povo, para manter ou-
tras qne o nao sao, e routo menos que se jugue
com direito de crear Influencias offlcaes que sao
sempre antipathicas a populacio. Ja nwstrei. br.
presidente, que alguma cous de censorayei na no
procedimente do governo geral, reconhecida mes-
mo pelo nobre deputado relator da commissao;
mostrei tambem que hava essa desordem, essa des-
harmonia no seio do partido conservador, friendo
.votos para que ella desappareca, afim de poderem
ser salsfeitas as necessidades do paia.
(Trocanvse apartes). ._.._.. k
Disse o nobre deputado pelo 3 districto que na
pouco fallou, que era preciso nao trazer para aqu
desgostos pessoaes. Sr. presidente, eu nao trago
para aqui desgostos pessoas,nem tenho razioi para
te-loa; e nio terei, Sr. presidente, dlfflculdade al-
guma em apoiar francamente o governo todas as
vezes que elle tratar de satisfazer as nescessidades
da pvovincia e do paiz. .._ .
01 Sa. G Drummond :=Enteo demos as maos e
acabemos com isto. ____ .
O Sr Almeida'^ernambuco -.-rFeite estesscons
deracSes e entrando na apreciacao do projecto direv
Sr. presidente, que, como o nobredepuUdo peto
3* districto que o combaten o nao acompaa
a commissao porque nao jaleo que o projecto se
aebe oUra e expresamente de accordo com a le
611
O'nobre deputado que me preeedeu, menabro da
commissao de forca policial, disse que a te. deef-
mina a dissolucao do corpo provisorio, logo qae
chegue provincia o corpo de polica qae tora
para o sal; e como este havia chegado, e projeoto
consigoava a idea da dissolucao do corpo provi-
sorias Se o nobre deputado reconbeca que o cerpo
de policia chegou do sul e que por isto deve ser
dissolvido o provisorio, deve aceitar a idea do no-
bre dtputado membro dissidente dacomiBissao que
diz que as pracas e oficiaos vindos do sal devem
formar o easco do corpo que foi para a gaerra e
assim servir de base a trgaaiaacao.
Um Sa. Deputado :S nao est* no corpo de
Sitela as pracas qae nao. UBtxnram ; s quem
lia entrar para o corpo. a comma Jante.
0 Sa, Almeida Pernambuco : -. 'Jas entraram
para o eorpo provisorio.
Um Sn.DPUTAno :E nio podia ser dissolvido
sem gue urna le anuna decretas' j.
OSaALMaDA PtaNaMBDco ---Essa dissomcaO
j eslava decretada per lei.
Poflaoio, Sr. praeyiMte, m pareca qae o qae
devia-eonsgnar o projecto era o seguinte : vine o
corpo rindo do sut dvia ser a base sobe qtve se
tormasse o novo corpd policia.
Um Sul Deputmo :Booite base !
O Ifn AuieiTM. Pern whhcu :Sim, porqne me
parece que lodos ot oficaos- e pracas que vieram
do mt- deviam entrar jiara o corpo elteclvones
seus respectivos postes* Kntendo que o comma-;
dante devia eom todos os ofiriaes entrar n er.er-
cicio dos postes, e se* o presidente da provincia
reconhecesse que algum dos olficiaes nio Ihe me-
reca confranr.a, ou sobre elle pesaram imputaees
que nao pormiuiam a soa conservacao, demiais-
se-o, porque a lei n. Wl nao prohibe ao presidente
demittir os oficiaes de- policia.
Um 3r. Deputado :Se assim acontecesser o
obre deputado dizia que era urna injustica.
O Sr. Almbmh Psrn.umiuco :=0 que eu enten>-
do que, avista- da lei, o-commandante do corpo
de policia tendo voltado do sut tem direito ao la-
gar, mas isto nao quer dizer que nio posea ser
demtido. Entretanto o qne fez a commissao T
Receiosa de qpe seja criminoso o commandant
do corpo de |>jcia, manda recompensa-lo, nao
quer que elle entre para o coramando. porque so-
bre elle pesam accasacoes- graves, mas ao mesmo
lempo manda aposenta-lo.
E* isto o que eo nao quero ; quero o cumpli-
mento da le i*. 6f 1. e se- esse cooMnandanie for
criminoso, o presidente demUta-o, mande-o pro-
cessar, verilique-se o eriae, mas nio se mande
aposentar porque se rece< que seja criminoso.
O S& G. Drummmond :Eu nao inapotei crimn
algum ao commandante do corpo de policia, nio
declinei nomos.
O Sr. Almeida Pernambuco :Disseram os no-
bres merabros da commissao que em nome do
presidente da provincia nio aceitavam meias de-
dicaedes.
O Sr. G, Drhmmow :Em nome do presidente
da provincia ? Eu nao fallei neHe.
O Sr. ALMEroA Pebiarbuco -.Disse o nobre de-
putado pelo primero districto, que era nome do
presidente da provincia declarava que elle nao
aceitava meias dedicaces.
O Sr. Glsmao Lobo :Disse que entenda que
elle nio poda aceitar meias dedSeaeSes, e o decla-
rava en nome do presidente da provincia, de
quem naquelle momento rae senta orgao.
O Sr. Almeida Pernambuco :Sr. presidente,
eu son dos qae aepositam plena cooflanca no
Sr. desembargador Assis, digno presidente da pro-
vincia, e no actual ehefe de policia, aos quaes vai
ser confiado o emprego da forca que vamos crear.
O Sr G. DnuMMOMD .ntio aperlemos as mos.
O Sr. Almeida Pbrnambuco -.Tenho plena
confiancaqoe nao bao de abusar ; mas quando se
traa de lei, quero a execucao d'esta, nem poss
crer que o presidente da provincia, tal o eleva-
do juizo que de S. Exc. formo, possa recusar sin-
ceras dedicacoes, s porque os nobres deoutados
nao qaerem admlltir urna censura que tem por
fim o respeito da lei n. 611.
Limitme estes consideracoes em jusficaeio
ao meu voto.
Vai mesa e apote-se a seguinte ementa :
* Accrescente se ao art. 1, o novo corpo deve-
r comprobender como casco as pracas e oficiaes
qne tem pegressado do sul.Pedro Alfonso.
O SR. PEDROAFFON'SO, justifica essa emenda,
abundando as ideas emittidas nos seus anterio-
res discursos.
Tendo dado a hora tica a discussio adiada.
0 SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
levanta a sessao.
laisciirso prouunclado pelo Sr.
deputado Pedro Alfonso, na
sesso de 11 de naaio.
'
O SR. PEDRO AFFONSO :Sr. presidente, de-
xando de subscrever o projecto de fixacio da for-
ca policial, impuz-me a tarefa de manifestar esta
assembla os motivos desse meu procedimento,
tarefa esta, para mim, bem difllci! o sobremodo
penosa, pelas cousideracoe; de estima e apreco
que tributo aos meus honrados collegas de coiu-
inissfio.
De eooformidade com os estylos d'esta casa, a.
fixacio da forca policial a lei de conlianea, a fai
poltica, com relacao aos actos da administracao
da provincia. Debaixo d'este ponto de vista subs-
crevo completamente o projeclo, porque presto
actual administracao o mais decidido apoio, por-
qnanio nao a considero culpada ede nenhum mo-
do responsavel, pelo descalabro poltico que vai
entre us. (Apoiados e nao apoiados.)
Sr. presidente, fallei em descalabro poltico ; ati-
rei ao recinto d'este safio uma palavra que nos
escapa a todos os momentos dos labios ; -mas que
nenhum de nos quer profer-la, porque ella de^
nuocia a discordia que reina no seio do partid>
que todos nos pertenceaios por principios e cob-
vieges ; porque ella coropromettedora da.disci-
plina e harmona tradiciooaes desse partido-; por-
que emfira, para todos nos, um crime de lesa-
poltica proferir esta palavra que, acima.de todo,
urna verdade. (Mu bem, apoiados e nao
apoiados.)
Nao se veja, senhores, neste modo de manifes-
tar-me, uma al lusa o pessoa determinada ou
um laclo. Se diz por abi geralmeote que o parti-
do conservado** tem exuberancia de vida. Creio
insto, e este, causa qae attribo principalmente
o seu estado anormal nesta provincia. S assim
se coraprebende e explica a vida confusa o estril
que levamos fra d'aqui e aqui...
Um Sr. Deputado. :Confuso pode sor, estril
nio.
O Sr. Pedro AreoNso -.Confoso o estril, sim
pode ser que a situacao venba a- ternar-se clara ;
pode ser que as cousas tomem. oatrn caminho ;
porm, at aqui viraos levando, vida confusa e es-
tril. K isto o que se verifica, mesmo nos traaa-
Ihos d'esta asa com relacao- manifestacao das
ideas e principios polticos, com relacao apre-
ciacao dos, projectoi que teemsido aqui apresen-
lados, com relac emfim aa -otacoes e adopcoes
d'esses- projectos. (Muitos. apoiados e nio apoia-
dos.)
Me parece que isto nm. faci que nao pode ser
contestado : que difflcilmente nos entendemos ;^
isto anda uma prova do descalabro poltico que
reina entre nos a qae se patntela por toda a parte.
(Nao apoiados.)
Assim, senhores, se vai verificando mais urna
verdade que, nos governos representativo, a au-
sencia da opposicao parlamentar sempre ama
teteldade. (Muitos apoiados, muito bem.)
O Sr. G. DavMMONB : Esta a cansa da dis-
cordia. .
O Sr. Pedro Aktonso :Eatr nos, pelo me-
nos, se verifica isto : estaraos todos de accordo
quanto aos principios polticos, quanto s
geraes mas nao lia franqueza, nio ha harmona,
nao ha verdadero accordo, nio ha combinacao na
applicacao d'essas ideas e principios. Ao menos
aquello accordo e combinacio que fra preciso
baver. (Apoiados e nao apoiados.)
O Sr, HsnrioueMamede:Devido talvez atoa
m direccao da poltica. (Nao apoiados.)
O Sn. Pedro ArroNso : Ha, sem duvida, entre
nos copfusao e desharmonia ; e alm disto paira
sobre todos os nostos espirites a duvida e a in:
certeza a respeito de tndo e de todos. Enienat
qae devia maaifsster o mea pensamento pelo
modo por qae o faco. *
E auto fleo qaaato poltica.
O Sr. G. Drummono :Deixon-me um poocq
confuso qaaato coafosao.
OS*. Pedro Affonso : P>is se a confas.
que r -hi. nao de eslrantnr que ea me ach -
confuso.
O r. C-. Drummond : Eu nao eslava coafoso.
agora que me vou confundir.
O Sn. Pemw Akfo.vso : Pyocure oscurecer-
se, traga-me a luz
O wfli DitniMOND :Eu qoeria que V. Exc.
trouxesse-nos essa Inz.
O Su. Prdro ArroNso :Eu nao pesio satisfa-
ze-lo : Into co) as trevas da duria-: dtg*>qu-
ine falta I ir....
O Su. A. Cavaacatte : Creio cce a^ora iiajpa
se apaiinu ;-- luz.
O SavPaaaa>AfKMHO :Fallei ew confesa *
desharmonia. Estamos realmente nesse estad.
digo nesrao qpe. nos ;>pproximamot-da cciM\a*aV>
de Babel : o nobre aV^>otedo pri-wno don-i
(rario.
O Sn. A. Camucaito :Eu neg.
O Si.. A. I'-.-^a.muii.ii Nao se tonta a dizer
que em relacao a poltica (eeral do paia.'
O Su. Pedro Awwiao :Nao ijueria. diEor tante,
mas acceito o seu a'paxte.
Um 3r. Depi/baw):Mosre os defaite*
O S -, Pedro a rost-..:Depois deslao consjdc-*-
races que acabo de e.vaend*, para ne- orna-la
irritanies, cumpne-me coafesear qae soma du-
litidaOi' po itica. (Nio 'apoiados.) Nada sou, ai-
desejo mesmo te? mais nenluuta sigoitea^ao poli
tica, purque jnj- reconleoo ,baldo de apdes:
(No a ooiados.)
Prefiro e preso antas de- ludo a minha- dignidade -
pessoa i. Por veze tenho manifestado panicnlar-
mente a alguns amigos o dosejo qnenatoode por
me fr. da pnliuca- mlitaute da provnote : pre
firo>al>orear as hamildes oijuras da vida part
colar, a arrastrar eom a* diffirnldade* sedueto-
rasd-a- vida publica. Sou agricultor, teobogosto
por esle genero de vida e o traualhos d eaaano
desvain-me a attenoao do aegoeios publloos.
9"Siu Paes Barreto :B.eu o acorapaabo meo
collega..
Sr. Antonio Paulino :fax muito bem. (R*
sadasX
Mn Pedro AVPCWX Nao me acompanbe,
meu collega, eu procedo asswi por forra j uml>
excentrieidade.
b'M 3h. Deputado : Jb nobre depuado tem
compaaheiro.
(Mk. PedroAfkccso:Etelvez V. Katr para.
diante seja tambera meu compaabeiro....
Sr. (-residente, de parto-essas breves e smgellas
consideracoes que vsnho do (azer, e cujo fim e
prowtar a discussio poltica que anima as assem-
blas, que deve traeor-nos a vantegem ca sereiu
espaocadas as treva era.que coofesso acar-me
pasto a expor os motivo petos qu-es deeei o>
sobecrever o projeeto-que ora se discute.
Sr. 'M-esidente, o projecto consagra a d.a capi-
tal que devia presidir i sua conleccao; isto a
dissolucao do actual corpo. provisorio e a esganisa-
cao-dt um outro corpo efleetivo ao qual oostatu
ex eoeorporadas aa. praca oficiaes qg per-
tenceram ao corpo do. policia, que daqui seguio- a
tomar parte na guerra do Paraguay ; mas nao con-
sagra essa dea de um modo completo, de um mo-
do sasfactorio e daro. Ett qoiiera que o projec-
to autorisasse o presidente da provincia a organi-
sar o eorpo effectivo,. aqueH que deve 3er orga-
nisado em substituicao ao-provisorio, considerando
como casto desse corp as pracas e _c4ciaes de
palie que regressaram do snl; e ni smente
aquellas pracas e oficiaes que vieram no-corpo de
volunlarios n. 53 como todas as que visram ante-
riormente ; porque me eonsta que, anteriormente
a chesad* aqui do corpo n. 53, j aqui-.se acha-
vam alguns ofijaeso-ppaoas que peronceram a
:411c li corpo.
Sniores, quanio o paiz reclamava os sacril-
ctos de todos em prol da causa justa qne debata-
mos ros campos do Paraguay, e que neste senti-
do foi dirigido um, apoell o patriotismo do cor-
po de policia derta [-ovincta, vimo-1 ergue-se .
altura do sacrificio qae Ihe foi exigidoe seguir pa-
ra a guerra acorupauhado do>s applausos desia as-
sembl Ja e de toda a proviota. (Muito bem.)
Bati, senhores, esto assembla couecciooou a
lei 11. 611, permtindoqu o corpo da policia, qae
p >r essa sua abncgooo se converteu em corpo de
voluntario-, fosse tambera pagar osen tributo de
sangue causa nacional. E essa te olferecena
esse corpo vantagens e garantas ero retribnicau
aos servipos que ia prestar.
O Sn. F. de HBtnwaa :Creio qpe nao foi sanc-
eiona la essa lei.
O Sr. Pedro Aikonso :Pois nao E' a le n. -
611, e sem essa sondicao cao seote lei.
Sot a f dos coiopromissos eontrahidos peit-
provincia, e pxincipaBente pelo- bonrosc empenhv
de defender o paiz, fai o corp de polkia par2-
o sul. ,
O Sr.F. as RcusmiA :Parece que nao jou U*.
muito honroso para elle.
O S*. PedisopActonso: Foi o mesmo qce-S'-
deu com (;uasi todoe os corpo de voluntarios. Ad-
miro que nobre deputado. escureca. hoje essi^
serviros !
O Sr P: be Paamafta :Nao escareco os, aar-
vc- prestados.
OSr. Pedro Amaso -Ha quem pretenda fa-
ze-K desmereter : quarem amesquinhar eese?
servicos quanaj devaraos todos exalta-los e ap-
plauli-los.
QiSn, F. de FiGUEra-v: Pelo aontrar ea pro-
curo at eteva-los quando escrew alganu cousa
sobre volntenos.
O Sa. Pedro Affoso :Mas foi essoeorpo pa-
ra o sal; a provincia, em virsnde da lei a 611,
contranto para com elle um compromiss do qual
se nio pode aflastat; devia umpri-to tal como a.
lei o eslipulou. E' nm compjomisso de honra, p-
um corapromisso de dignidade ; compre manto to
KM Sn. Deputaso : Como, se o corpo foi dis-
stA'"^? ,. ., w
0 Sa. Pedro Affonso : Foi emsolvido sob o,
regimem milita, foi dissolvido quando foi encor-
porudo ao exereito, quanlo as exigencias de urna
melhor organisacao determinaram a saa dissolq.-
cio ; mas nao foi dissolvido e nem podia sa-lo,
para nos, para a provincia....
Um Sr. Dmputadd : Tanto nao Km dissoirido
que continuamos a pagar as graliflcacoes.
O Sr. Pedro Afwbso :VoHassem meia dnzia
de pracas, voltess* um s ofltoial, deriamos, enm-
pria-noe considerar essas pracas, esse offlcul, co-
mo casco do batalhao para a nova organisafio qae
se val dar. ,
O Sa. Mello Reoo :lsso nio cseo de bato-
Ihao.
O Sr. Ptnao ArroNso :Porque nio t Dtga-jn<
o honrado deputado o qae deve ter considerado
ca ico de batalhao ? Eu nio sel, 6 ama abstrae*
Cao. Casco de batalhao, conforme entendo, pode-
constar des restos da am batalhao por mais reda-
lidos qae sejam ; dex, vinte, quarenta pracas ; ara,
poucos oficiaos. /
O Sr. Mello Reg :Nao se pode precisar.
0 Sr. Pedro Arromo : Por isso digojp
qtie tanto podo elle constar de poucas^
ra utas pracas ; de cincoenta como de 1
Em outro paiz, era ontra provM^^
fa:to de ter seguido para a guerra^ rSarema-
licte com 80*V606 o 800 iwajg. ^Xmo-
do dizimado, reduzido a me* r'/jDoiabs) para
nmde respeito, ^JF 5Ta reompeatas aas
que se nao nzesse aj mr ^ ,^.1.
ofensores da patria ><*J^\'fc^L apoia-
am motivo para ****-* a I* ^ T*
ios).
1
*

-
i-




-AiV
1 iiim 1
1


im\ w&
8 no de Pernambuco
i
DINHEiftO-0
Sim, repito, ura malvo para so*hiimar-se
a le.
OS. OkWBkioxo : A ommisiio nao so-
phismouaisl.
O&t. Pr.#*Mt Asi-onso (com forca) :S;m digo
en; coalfjKMLiLn'ibre reputado.
O Sn. do*mcloir n seu discurso.
O Su. Pedro Afkonso >-u estiaajpt-tticontfafe
me com o nobre dspojMo pa dlSfusslo : ouli-
lo-hei cora toda a Mhflto ffe me frorece.
t Sn. G. Un -A eotamissao i0 piocli-
rou ophismar, a iiiprohendeu os seus Joteros,
O Su. A Peunambmo'NSd phisnm noen-
deauai.
O Su. Pedro AfFfm : XJo soplii-ma t
ale parece, seuhoroj, que ouli 1 qualifieafao niin
pode ter 0 procedMiieiiM^di coinmtrsao. A-lei
611, autorisando a creseo de u:n oorpo proviso-
sw, detetminoo a sna dissolur.io apena* regres
MM o elTective que foi maudado em eommssao
para a guerra ; e olfereceudo vantagens n garan-
ta1 a esse eorpo, garantio-lhe a candirn de ef
feaiyida.de.
Seurare?, 0,1 tro motivo pelo qual nao subscrevi
o projeeto de lixat;ao da torea policial, foi porque
entend que a commissao pretende proteger, como
que resaca/, os proras do corpo de polica que foi para o sal,
cwocedendo-lbes como retribuieo, pelos "seus ser-
ics eiu ver daquillo que a lei Ibes garanti, o
faviir especial das ap'enladorias.
Cu Su. Deputado :Mais do ,uc a lei Ihes
carama.
O Sr. Pedro Arras so :Ea ^uizera que o pro-
je** aotoriiH>se as aposentad-irias, de Roumrmi-
dad* com a lei o. til!, a- micas e oQiciaesipie se
invalidaram na eampanha. Mas o projeeto facili-
ta- adm de qne, por esse nteio, usando de urna
expressap milito vulgar, possa-se tapar bocea
ws nffletaes que etmn sor rh.osentados ou que
coarenaa serem dispensados. (Nao apoiados).
6nde iremos parar com assa ficultade lia am-
pia de aposentar, contado o servido >l> eampanha
pelo duplo. eeota todos os veneimeotos, tres quin-
tas partes dos eciment<5, ete.
Senbores,^arei sen4redis|iosto a rotar pelas
aposentadorias juando ellas forem motivadas pela
invalidaca*.
17* Sa'. nniTADO :Para isto ja existe lei.
OSn. Pkotd Amaso: Oppqecto refere-sp i
aixifias a lei n. tifl, que manda cantar pelo duplo'
o sempoom que su esleve na campanil*, e aiitori-
ss, comossa tautageni e mai os voneiiiNMrtos e
gratifica^Ses, as aposentadorias dbtquelles que pro
lenderem Obt las.
Um Sr. wtado : Manda, nao autor isa.
O Sa. Pbdso awcnso : au i bem da termi-
nologa parame tar.
OSr.'Gcssao Lobo-Ser legislativa, sao par-
latoenu..
O 9r. Pebuo AFFasso : Descalpe o :r. depala
da o neaequivoeo.
Dieta, p>>rem, eu : aos invalidados em sorvice foi depos eritregiie
publico fasoivcl, i*.-justo, fle equidade que se
facilite e se meih-ire as anoMeirtadona ; mas a;-
s iiiar--e com Unios us vencunenlos e com iras
qnint'w partes ds vencimeatos, contado pelo du-
plv) ot>vij que *ervirat em eampanha, a offi-
cw*< < iwacas qo<* devwn ser reintegrados nos
m -.s ib<, qae j^idem crtutinmar a servir, smen-
U- t'tri se rio loqnc. enao cn'-irmiiude, se
n di*pnse do nerripu a m dos actuaes offl-
naflMti coni provixiri.i... o q;ie nao posso
ad-MRir. E sem duvida ee n pensauaulo que
trtiM>arece do pr> jectu (JRa apoiadisj.
naiSn. Obp(t.wo :Nt* ..pimode V. Ble.
O Sr.. I'kdro ArroNso :Esta a opinio geral.
Gm Sh. DicfiT^Bo :N.10
iifl alada da Robre depotaaii.
"> Sr. Pedro Afkoxso :Uoia ser que a?ini
wja.
li Sr. A. Cavalcanti: : E' opiniao dos que
vea as cousas iir prisma diverso daquelle qu*?
atienden que n- vamos bem.
')Sr. Pedro aromo :Pdf ser assm.
O SS Oi.ivKina AxDRADe :O nobre Jeputado
nao esta isolado.
( Sa. Pumo Avroxso :Portanto, senhores, din-i
que foi o pt-nsamento de arranjo, de uim traosac-
cao, fe ama barganba poltica (jue presidio a con-
fectjjki di projeoto. Fui e-nvidado pelos ineus dis-
linctus collegas para conbinar-m s as bases dn-
li 'ierto. Por mais de tima ver Uve oectstie dt
emittir, sera reservas com toda a franqueza, a ;ni-
aa opictio a rspede da conveniencia de ser res
pellada, acatada, a iJa capital do projeoto ; e mes-
mo qaanto as suas dispo xei de utTarecer reparos ; pwtanto os mou^ distii,.--
tseoilegaa bao ie permiliir-ine que me e:!pliui;
pelo modo porque o teo&p feito.
lia anda ciutra dsposieio do projesto com a
(|ual nao concordo, e a do'arl. G', quanto a con-
\eoiencia de V) pravas montadas.
(i Sr.. (*n miarte : Nao est em dlsecHIo.
O S. Pesro Aitokj : Mas ea (rato da uli-
dade d> i>r.;t i-fci em nral.
ftfa. I :. :A utilidad-? j.i oi reonhe-
K peta I Ji-eu-r-ao. Cliamo a itenro Jo no-
bre d<*3iit.ijo para isto.
O Sa. i'i:.:, AFF9M : V. Exe. permita que
nmeexu : .' Estou expondo osmotiroape-
I* qaaos nao sobsorevi o pmjeelo, sao estes,
iju :lles e iniis taej e taes ; e nao pormiltindo-me
V*. Em: isto, tolhe-mo o uso da palavra, priva-me
J.. RUnifesLicu dos neos pen>amen'.o.
O So. !'Rr:-.-. rrj Ea nao tjlho o uso Ja pa-
livra ati nobre depatado, perdoi-me. Ea chamei
:ij atieacan para o objoeto da discossSo quo o
art. j 1 nriijecin.
sr. Pi.j::.. Aiv xsj :Dilxare do discutir a
ti li'.ica ; j a deixei de man: rcstrtnjo-me ao pro-
uhBenw, BMhuai 96* *' flMpndo
cadver que deinonstrasse estar elle assiat
conaeqiuuicia de nn crime.
Dita de Moateiro & Irmao, para ser ttmh
gistrada a nrocaracao que juoum.Sim.
o
rnn
correle s 4 horas da tarde, os
cioaes Leodegrio de al e Valenfira a
casa de Jos Francisco de Matto?, n.-
e abi travaram luu com este, com
Tas, da (tdTsa^l H|
FraocUw de Hatto a O esc4vo
mema Angosto iosi Ferreirx
i'igmxaai uadir--e-
'Vi!i}^m-JZS^ ngo hoiJ
meii da tartte, no W no fi,^ na G,punp,
in.i*at*vassar .. *& +]mbf w*m-
pantafc emom. bgi. ^ihto-casnmmente u'afv
ealiH..orreu,tftt,^i4jow, (Iwtaw -
Irado ate nontem.
Si
/SSmgUMt
AgH9to Jos
Reate 1
Pb*b, efra'
*"H delinque
tra Si de Maio ie 870.
0R3WK JVJX OHMA
cypor 'ftam-ri troux*
para :
158:061*386
!5'.8M00
i:i-eeo*oo
t0WtO
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4.Si0t0O
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l:5tR)
i-OOOioof)
77:>i>X>
M501X>
-1O40I)
HM5S0
ustom
<> P? / Y"iUtates quantias,
Peroira Vi'-nn-4ft^ p
Mamool DoaMft Rodrignos
A L do pl',omrt Alegan & C.
Mauoel Te xeira [{jBtot
Antonia T^r.u eos Santos
Marqt^es, "aoos C
H. de la trange
Joaquim Serardo de Bastos
Jos Aofttsto de Araujo
Joaquira Jo**'; Gonealves Beltrao
IVimip^os Alves Rathoos
J- O. C, 'Dnyle
oantMnf. do Espirit Santo
l.ail.i*.-;,!- c C.
Para-o sul de imperio tnmie raafe ee vaprtr
Bah* 4^W3760
Rio do Janeiro ll: 188^000
e nossa praca levon ase vapor:
Para a Babia It&WWtOO
n Rio de Janeiro 67:i)6778tf
sendo desta pareella 006:987:57*9 para o thesouro
nacional.
RETRATO DE NOSSO SESHOR JE8IIS CHRfS-
TO.Em S.-.nta Maiia .Mai^r de .Ruina conserva se
em un soberoo relicario esta santa imagenj, tida
cumo una obra sobrenatural, cuia I^en Ja e a s-
guinte :
Em nina rcanjao que tiveram algnm tempo
depuis da f:"-eiisao de Jess, decldiraio os apos-
tlos, qus, para nao deixar pener-se a lembran^a
dos traaos de seu dviao mstre, dever-se-bia fazer
seu retalo, em quanto t-o achavam todos presentes
ainda : e sendo o trafeaUo incnuihidu a S. Lucas,
di-u ew loso eomeco a elle, mas apenas havia tra-
ado algunas Ijnhasdo esboea, por um milat're
do eo, aehon-se o retrato acabado tal qnal se o
v- hoje.
0 retrado, confiado a principio a -Virgem Mana,
i dt'pote entregue sjs christaos de Jernsalem ;
Linas pela po :a da detrui(;So d'essa capital, foi
elle transferido pira oOriente, onde permanecea
at o Um d-i secut oitav 1, quandn trconeiido a
funesta hereslj dos iconoclastas, foi esta imajem
irazida Moma porum mi.agre, no pontillcado Je
Gregorio II.
Seria mpossi ve!, d-, orachura italiapa, de,
que csmuinos esla noticia, eumerara quanti-'
dado de milagros f>itos por esla imagem ; e para
nao rferir sino os priucipae-, cito niesoia brp-
ehura alguns aconteciuients mo inora veis devidos
a omnieocia do divlao rotrato.
E_s'.e retrato
seca
\ proenmeoes basules..que
piano & Oordeiru e Matiai*
fordiro nomuiam-no se procunn
Gsm'Mfaer.
Dita de Manoel Gomes da Oui o Antn
reiiK tBMelarfMHi -r-mr naJn a,
Wj [Sr. d^mbar^doniae.
Dita de Jimo Antoiu 4es SaMat, pitra
snaiMUMajiu de eaixetro de Manuel
Saruos^ejarogi^pida.
j'ta de fos Joaquun Lima Balrio, parg
caes no sftejMo de n;io ar roaia seu caixajro
* Jost'tia.iina.Camo rqoer.
Dita de Antonio Ptaansco Carneiro Mo
Puro, mostrando ter kmiirido o deslacbu
de abril ultimo, aiini de agente de .loes.Adiado para a prxima ?
.Dita do curador sjuL da uiassa fallida de Al
*-',.d*Jf1r6f* %iF9 * regijirt) do contr;nvr iTtstratb da firma dTh oel
Gomes da Crui 4 C.-^Como pede.
Replica ue Jone Furnandes Lopes e Feli* Pi ei-
r e Suuza, diceudo que nao podiaiq MOBOI
taps adversarios politice* sejam nnaes forem os
multa*.* aesa;trados dei. m& fratrecida que
Ole so mu vir x ierif.se ^0 hom "J
tom dado prova& p.^, hraaiWro 00. m"
w mais criticas Jo qae estas.
_ando o desejo verdadeiro, uado since-
S*-J?.f* f 1<" cousa que se dSeja
k vira a succeder.
FHilM f nutre a aoiRMt, e os reiea
""^}."^ *em * s
ki.i
lo pubfi

HX7T
367
A. F. PI-
RMOARIA em
1870.
fRESIDTT'-CJ.V DO KSM. SR, BESEJOARO
RCTTI. ,
Stcnttuw, Jttdo Guinuuae$.
Ao meto da declarou-se aberta/sesso estando
proseis os Srs. desembarga4orf Silva Guima-
r-tcs. Res a Silva < Acioli, e Srs. deputado*
Basto, e .bario de Cruangv, falbUdo com partici-
pa;o us Srs. Rosa e Mirauda L/al-
Lija, foi appruvada a acia da/sssao anterior.
.vi:>:onDAos assig*dos.
AMfltaBts Clemente Jos ,U Silva Neves & C,
ap/wii'i'lo Jas Pedio de Carvallo ; appellantes a
viuva t fcerdeiros de Di.igo Lifi da Costa, appella-
do Atit-.iQio Uuano Carneiro VTaq'qa : embargante
o Dr. Augusto Carneiro Moniro da. Silva Santos,
emiargadus os administradores da massa fallida
de Siqoeira & Pereira ; apellante Firmiano of
Kodriguas Ferreira, appelui/a D. Joaquina d Sil-
va Costa : appetfanM D. Staria Jeronyma Vieira
Ponles, :yj^eiiado An:oqio /os Alvares.
r;i.;Ajiivi'o.
App.iltojple Amonio Joaquim Salgado, appeJIa-
do Lu/. F.oa-^a Jo Mace/o. Adiado a pedido de
outrSr. depuudc.
Appeantes Fonse:a 4Santos, appellados os ad-
miuis'.radore Ja aias,-a fallida' de Antonio Pedro]
de Meilo. Adjado ni ses/ao passada, -cao foi pro-
. pos^i uo; So ae a;lnr prsenle o Sr. Miranda
j- u retrato de Cbnstj nao sabe ordinariamente, Lea!.
Tu K'elas calamiijaios publicas e sas oc.-asiocs ^. yKl~o dk du
- de aDlceao fe iajvla, e jamis tem isto arontteido .\ppeljame BeniarVo' Jos'Roj'rignes Pinheiro,
sim eorresponder-llie um conytleto successo. appeiados Wilsuai 4 Hett
despacho de 9 do cerrenle, por qaanto o cot a-
10 gistro pediram, nem foi archivado e nemteve xe
cttfio.Diga a moratoria. COM ARECEU PISCAI..
*"erifl)eato do 4<* Pant da fonecaieni
quo-seoppoe ao registrn de eu contrato difo-
ciidado eom Jerrwyioo da Costa Luna Joaqiiri
Giftcalves Vianna.Adiadq para aproiinia selao.
e Jos doSonza Brar. e Franme* Jos ler-
nandes Marcos, contrato social.Seja regislido.
De Joaquim Luiz Gouealves Penna, carta dfre-
gistro para o *eu p^tocho Esposa.Jntele a
competeofe vistbria.
Sinumario outra o irapicheiro AnaclepJos
de Jlatt.is.Adiado por oio estar cotuplc* o tri-
Imoal.
|>ada a hora (II c meia da manhia), f Exm. Sr.
presideiu-; apcorroq a sessao.
ESS!)
MAJO DE
UOSPjTaL PEDIIi li.-O movittiealo desse es-
ta beleciiiiuulo de .'J a de maio de 187.0, alojo
de 262 doentrs e.sistoaies, eatraram 24. sabiram
22, falleeeram 8, existom so, sondo iX bJmen,
e OumuJllores.
Advertencia.
Forain visitadas as eiiCermarias n?sfcs dias as
appellanto Andre
puinio-
jectoem feral, e estou expondo os motivos pelos
qiisi s nao Ihe prestei a minha assignatora.
OSn. PncsiotXTE:Se eu quizesse coarctar a pa-
lavra ao nobre deputado exprimirme hia de outra
li.-ina; chamei simplesn-ente a sua attenjSo para
1.111. e,\
Asaim, senhores, a disposieo que consigna o
projeeto, de 50 iracas montadas, fazendo parte do
oorpo de polici/ uma disposieo desacertada, in-
conveniente, deixem-me dizer,prodiga.
Teryinou-se a guerra; temos na provincia um
esqaaario de cavallara de linha...
Cu Sn. Deputado :Uma conipanhia.
O Sn. Pedro Arsoxso:... ou uma compa-
ni.ia, pelo facto de se adiar terminada a guerra
essa fmca deve volfar para a provincia ; e se o
jiresidente da provincia sentir a necessidade, a nr-
Rflaeia dessa unja exigir do governo geral a sua
'olfci; por tanto, torna-se desnecessario crear mos
agora urna scelo de polica montada ; oO pracas
me nos custaram tanto, segundo estou informado,
como 200 de infantaria. Nao apoiado.-).
Som duvida. a despeza chega a isso.
Dasde que ti senrico se limitar ao de crdenancas, deixara de se
imar necessaria e urgente a vofta da companbia
Je lioha; e desie modo vamos nos onerar com
;i*is Ma despeza enorme, desnecessaria; que cor-
fe c deva continuar a correr por conla dos cofres
irraes, por is.o mesmo que a provincia concorro
vm larga escalla para esses cofres.
Por isso senhores, diste ou quo prodiga essa
disnosicjto do projeeto.
Termino com essas cous.derac.oes que acabo de
"xpendei acerca do projeeto. Opportunamente
offerecerei as emendas que tentio de apresentar de
conf.trmidaile com a3 minbas dkergcneias; e,
/guardando ouvir os meus honrados collegas da
eomaussao ou antros memferos desta casa, tomu-
rei a peair a palavra se entender dever faze lo.
O Sa. G. Darirmi.ND .Has aprsenlo emendas 1
O Sa. Pedro Aifonso :Sim.
O Sr.G Drijmuoso :Ao l.-ar.
O Sn. Pedro Affoxso :Sun.
6 1;2, 1/2, i 12, 7,t 12, pelo Dr. Ramos ; at 12
1,2, 11. IV, 10, a 1,2. UJl/2, pelo Dr. Sarmauto.
Fallecidos.
Seraphim Jos de Souza Riboiro
nica.
Fianklim Alinso Viauaa; tubrculos
nares.
Agosimhu Alexandrino de Souza ; hepatite.
Antonio Francisco de Piula ; tubrculos puimo-J
nares.
Jiauna ffqPQDda ; enteritj ehjomeju
Feli.-nerio ; wiWTHe.
Jo> CrsnOjLima; enterite.
Bita Fraueis :a eaterite cbroniia.
LOTERI l.-A qiu se fCha a venda i a *W
beneficio da irmandade de Sarda Anna da greja
da Madre de Den, a qual corre 1 da 7.
LEU.\0.Hoje o agente Pinto effectua no sen
escriptorjq i ra d.i Cruz n. .'8, o leilo de predios
conforme o annuncio do mesmo agente enserido
no lu^ar competente Jesle Diario.
PB0TESTO8 DE LETRAS.-O e-crivao dosj
protestos Jos Mariano, est de semana, na ra |
de Santo Amaro n. 20.
LEIIO.Itoje eifealcn o agente Pinto o leilao
de predios conforme est anpinejado.
PASSAGCIROS.Vindos dos portos do sol no
vopor inglez Douro.
0. Leugi do Gonidei-, Jo*-'- M, f3livoira Castro.
Jos Caetano Metello, Angela da Guia, 0. J. da Fon-
seca, Mister Dajile.
- Sabidos para a Europa no mesmo vapor :
Vicente Bartolin, Vicente Gorba-i, Marco Casali.
Domingos Gerbasi. Jacob Gerbasi, Francisco Tinis-
sola, Simo Azovedo Willacis, Antonio Francisco
Alves Conde, Antonio Moreira Sampaio. Jos de
Souza Braz, Francisco Jos Alberto, Manoel Muniz
Tavares Gordeiro, Joaquim Monteiro da Cruz e
sua mulher. Antonio Goncalves de .Azevede An-
tonio Jos Rodrigues da Costa, Custodio Jos Alves
GaimarSea e sua mullier, Francisco Jos Alves
Guimare-, sua mulher e i ilho, Manoel Dias da
Silva Santos, Bento Jos de Macedo Poucis, Jero-
nymo de Castro Salgado, Manuel Jos da Costa Pe-
reira, Jos Ferreira Campos, Felippe Nodhan. sua
senbora, 2 jllhos, 2 ennhados c 2 creadas, Bento
Jos da Costa, Augu-to Cezar de Abreu. Manv
Spencer e tres filhos, William Otto e um fllho, Al-
fredoThon, sua nr liier, i cunbada. i filhos el
creada.
Barbosa Sawe-, appjliada D. Cndida Mana dos
Prazeres.
O prii.-ieiro da ;U.
'AiSAf.EN--.
Do Sr. de8erdha,*grdor silva Guiraaraes ao Sr.
desembargador k de BeipJJca, appcllado o comwc'udador Braz Car-
neiro Lro.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des
embarcador Aceiuli : appellante Jos Maria Be-
culer.to chro- Z"rra1Cav..lcanti, appellado Vicente Ferreira da
Veras, embai'iites Jos Francisco Ribe.ro Ma-
chado outros, e'nbirgado Amaro Jos dos Pa -
zeres.
DU>TR!BQD^.
Ao Sr. deseinbargador Silva Goimaraes : ap-
pclianies os curadora^ Ja uiassj fallida de Amo-
nio ?dro de Hallo, ampollados Jos Marcelino da
Uo-a V Fillvv.
Ao Sr. desembargador Ackli : appejunte Au
toma rraus.'j do Olneira, cap lio do hiate ua-
cuisaj Btm, ifSyO Tasso rinlos.
A0GR&V0.
Juizo espe;iai do commercio : aggravantes Mills
Laiiiam 4 C, armados a viuva e hcrdeiius de
Jos Nygino de Nhranda.
O E:;ra. Sr. presidente negou proviroentn.
Encerrou-s' a sessao aas 20 minulos deo.is do
meio dia.
*- ------ vvnViit-v ib mu' aywi piviw
asaociaefes o sincero desejo do princi[ie da'Slnagoga.
Este asreditava linneuiente que a simples iuipo-
dl^Aih asJ5os ^ *ivinoMesiro sobre o cadver
OaRIhain dara vida, porque do seu ardente de-
sejo nascia aquella caudida f.
Vos estaw vendo, como o oonfestaes nm vossos
escriptoe, que a naci tem recebido estas deas
anta desoja *:alia-lis, que roe promovendo com o
mdis minuir at sua total extincao a eacrawalora no
Brasil, e entretanto bradaes furi smenle contra o
goverao, contra e poder irrespoosavel porque niio
fazem derrubada nos direitos de propnedade
agrieda expoudo-os aos vaes-vens do destino.
E vs nao podereis jmay* c invencer a oenbum
homem de jujzo de que o goverm estorva os de-
sejos da oago, de que procura oppor impecilbos
as ideas de manumissao da eseravatura ; ao con-
trario.
E porque nao acreditae-, nao leudes f no feliz
resultado desse geral desidealum ?
Nos ensine o ciado Ev'angelbo que ao entrar
Jess Christo na casa do principe da Sinagoga
mandou que se retirassom os tocadores do Irautas
e urna mullidlo de gente que fezia robulico e o
escarnecim.
Certmente porque elle nao tinha aspiraces aos
applausos das muludos, uem fazia alarma dos
milagrea com que premeiaya a f, a crenca dos
Seis.
O verdadeiro sentimento indnbitavelraente
aquello que mais obra, e menos se manifesta, o
disse um grande pensador.
Vs, pois, suhores da propaganda aboliciooisto
que incuJcaes tao rdanles desejos em prol do ele-
mento servil, devieta nutrir viva f do que se rea-
lisassem vossas ideas sem procurardes fazer dellas
instrumento de opposicao, sem impellir Jes o paiz
para as bordas desse precipicio que pode devorar-
nos e devi rar-vos...
Assim prooedendo como ides com os vossos ou
teiros, cora os vossos incendiarios discursus popu-
lares e poesas, C44P esses ariiyuitos que na corte
se lm publicadkjacando-se de frente, a propo-
sito de assurapto, o poder irresponsavel, o que
provaes vos?
Xada mais e nada menos seiio que nao tendes
f ness-s actos espontneos da nacao, nessas asso-
ciaeoes abolicionistas, nesses senliinectos de liber-
dade que apregoaes.
E pruvada a vossa falta de f, a vossa doscren-
ea eaes lazando o papel daquelles frautistas do
evaqgelbo de S. ilaiheu-. cujo rebolico e escar-
neo manifesiava seu djterentismo oela resurrei-
cao da fijha do pr.ne.ipe a principalmi-ie sua iu
credulidade as sublime.-, virtudes do Messias.
E quera haver alai tao cegn Je tuzas de enton
dnenlo que dVixo de ver que a opoosicio tam
feito disso o seu ubico ariete contra as murallia-
de seus adversari >s polticos?
De.sacredtf.idas na fallada e tantos vezas apre
goadasjderruiiaila politiiu que nao RaSMQ alias de
deioissoes a/n eiupregos p..liciaes. e umououlrn
que nao euii-iiiuia da p^rte do gouorno proposito
de arredar adversarios, p>is que todos abi se
adiara em uipregos lucrativos, lancaram m.ei
agora da questao ta sdica do elemento servil
com que se pretende Iludir os incautos crindo-
se patriotogem cora o emprego de rneos al sub-
versivos da ordena publica.
Frautistas polticos 1 Fazem rebolco com as
grandes ideas, mas nao nulrem sentimestos de f
no fniuro.do paiz.
Recite, 29 de maio de 1870.
O cente.
o 1
Eslaulo resolvido a fTectuif aobinlu 4e-
feza proprtt em todo" quanto diz m refa-
ci aos negocios tendeles ao casal de mi-
nha infeliz mu a Sra. B. francisca THo-
mazia da Cooceico Cunha, desdi
de lt<56, diignolajusTl r-me^H 1
a-----
ifres de Drnno on
Sabio ...
sai....,....; :
SatoaparriHia .
.Sapto* dexourtitauao*. .-apav
Sebo on graxa em rama kllog.
vel""
^l^mtaAelIcwiLHta em aanifostado esse re- C'"ies defanW||)i'ias fi0l>f*ueoj|
de christo, tetmado nos refere s Main u? e ihe desagradavw, e incnDve^entes,en;iomde-
parncipoo. que imha acabado de espirar na [Iba, entes que M tm dado desde aquella data
eK~v3S"'Iin,le voi'"ue-,'0sa>50 Sl* 'le 4856, at o presente; chao a attecSo
Vede afci ts uros que nao daes crdito w pub'ica !" minha joslilcicSo, espejando
abohcao senao oom a mlervmiro acodada do go cm temP f;ize-1* J varo!*, e_n#o com o boniaenso'da naci por meio mentos em meo poder, os quaes trato de
un**
>
a de,
-Jfcpiassa,
dem de imb. .
AWandega oe
extraljir do ventre dos autos do inventario
fie interdiccao de minha enfeliz mi.Es-
crivo Brito.
0 publico pois suspenda o sea juizo at
que marche com os documentos em ponho.
Recite 8 de maio de t870.
Anioiti da Cunha S. Guimaraes.
lOMMERCIp.
rRACA DO RECIPE 30 DE IIAI8.
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDR
Assucar americano baixo SiOO rs. per 15 kil.
(-abbado).
Algodo de Macei 1* sorto lO rs. por kil.
posto a bordo a fretede 3i8 .e' 0|0 abbdo).
Cambio sobro Londres 90 d, v 92 Ii8 d. or
1*000. F
* '.oneallo Jos AfTonso,
Presidente
A. P. de Lomos,
Pelo secretaria.
ENGLISHBANK
>f^ Rio de Janeiro Limited
Deseo ata lettras da praca taxa a con-
ncionar.
Recebe dinheiro em coca corrente hia
I raso Sxo.
Saca vista'oe a praso sobre as cidad!
irlncipaes da Europa, tem correspondente!
a Babia, Bueoos-Ayres, Montevideo, New
New-Orleans, e emitte cartas de crdito
>ara os mesmos upare?.
RA COMMERCIO N. 36-
a#no-
. 34*
10
800'
340-
476
1OO-
20k
380-
7
1*200'
90
_ maio de 1870
O f.* confrreote.-/ torwoio DaKfrgUfS d,i Silva.
S. coaerom-jontton^^ A, p. Ferreira.
*K3r ?a de ***** im'P{us
RECKBEDORIA DK KEflDAS INTERNAS UK-
RAES DE PERNAMBUCO.
222?,J?d0 Jli 2 a 5&- 50>C3137O
Memnotfia 30....... 3:C37l56i
63:368*034
eONSOLADO PROVINCAL
Rendunento Mem do dia 30 *
956284.134
3:995#S
ALFANDEGA.
.anflimento < da 2 a 28. .
ion do dia 30 .
j> JITUTU" 1 TI
I,jii:i-18*828-
36:i33*0O
tfittM 1*835
Hario entrado no ia 29.
Liverpool40 da?, barca inglesa latean CiW,
de 2i0 loneladas,<-apito William Freand. equi-
Sgam M, cara fazendas e outres generes j>
ilis Lathaai A C. -
Nacm entrados no dia ;n>.
Rio de Jane ro14 dias, brrea aoruequoase Jo-
eaupa^om 11, em lastro ; ordem.
Terra Nova-41 dias. patacho iuglez Azalem, da
12 tonelada*, capoo R. Harvov, eqojpagem 6
carga 2,909 barricas com baeaJJo JoEsto
tt*r di C.
Rio de Janeiro16 4ias, fcarca poriogue Aaa>
phina, de 363 toneladas, capitao Francisco \lves
Vianna, eqnipagem 15, carga 45TO sacos com
tarmha de mandioca e uniros gneros ; a Mar-
ques Barros & C
>Iacei3 dias, hiate brsileiro Rosa, de 3i ono-
ladas, capilao AlUonio Jos da Molla, cquipagen
i), carga 2-10 saceos com farinba ic mandioca ;
a 1- o na ndes a innao.
Vatim aludos no mesmo din.
CabalPatacho norte aileuiao Callo, wwtoPea1
carga sebo e orno.
Portos o SulVapor brsileiro Gtuuu, rommai-
dante o capito unenle Pedre H Duacte.
o,
a
EOITAB.
PUBLICACOES A PEDIDO.
REVISTA MAMA.
ASSEMBLEAPROVTNaAL.-flontam a assem-
. ea coatinnon na apresiago do orcaueijtj man
cjial em dlsctissac, *eftdo 3pprovadoi do arl.
11 ao ultimo, e dispausado o intersticio 4 requeri-
nentedo Sr. Gaspjr Drnmmond ; em 1 dlscussao
.ipwoyoQ o da n. 10 daste anno (armamento pro-
"'"r'ii di,Per,sado e intersticio i. reqasnmento do
Sr. G. DrnmnwBd ; em 3 o dn n. 1T3 desro aono
bre eradla supplemenura ; em o de n'
101 que fig* os (miies da fregaezla de Nossa
Senhcra da Goceisao de SermbSam. e po uaren-
nnmero para votar foi levadtada a sessao.
* ordera do da para boje : contiuuacSo das'
-ritetjettwe mais a 2- discnsso ios projectos
o IW,10J* do oe o. 97 todos desia anno.
uaglS^NCiA E FEP.IME.YK) GRAVE. No,
4>nmgo acabme da noute, pcocuramio o suarda
K^SS? 4Rv jas yanerJ^waiao Jos
ti[ri3Sil.V* 'mm^ waiso sima,
i*, v nwmpnnn n annal Maso.
< HRONici asm IARU.
ntIBI \AI, DO t OlItlKRC 10
ACTA DA SESSaO ADMLXISTRATIVA DE 27 DE
MAIO DE 1870.
KSIDENCIA DO RXK. SR. DKSEMBABCA.DOR AMBBLMO
FRANCISCO PRRETTI. *
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. deno-
tados barao do Cruangy e Basto, hitando com par-
licipacaos os Srs. Miranda Leal e Rosa, e noaaeodo
para servir em lugar ueste de secretarioo Sr. bh-
ro de Cruanjy, S. Exc. o Sr. presidente declaran
abena a sessao.
Foi lida e approvada a acto da sessao da 23.
EVFEDIENrC.
Despacho do Exm. Sr. presidento da provincia,
exarHoo era urna peticao da comaanhia de segu-
ros Liverpool andLoooo insurance e tilint a
ntbrtiiacao do ribnnal, ouvido o Sr. desenoarga-
dw fiscal sobro o que pretendo a anppNtante e-
vera1 a ser quo se le mande passar a sua carta 00
ututo, para que nossa* ella rauniciart e eomecar
as suas uefa^oes.Mandou se com fisto ; o Sr
des3inbargador fl Oectoraeao do Sr. Dr. nfflcial-maior, de ter bs-
sapas i horas menos nm quarto da larde do dia
2i do eofrente, a ceidlo pedida por Manoel Go~
C^Sefffi wmrtte de A>ei *.^!iL!f*meir? N?luira. Ikimoatartes da
m
aTs*a?daI? **-^ Mrtcat do commer-
awmer u, mano de Linde* Wevmunn x r
SStS? Howie **sv,
. nRtpaoim
Peticao de Democrito Cawalcacti, exudante do1
segundo anno da F.cnldade de it^^^ml^
ser nomeado amanuense .da aaeretana tfeVte \r\-
bunal-Aproseme-ee i40 bolas da mankia do
Dita da Camlllo Arcioli +Va9HAo*^
imitarse a ana peiicao, m>que salicilamgrwM
ta**..mmMm 'me tiiburntl, odoaumatt*
por on^mosira seu oom *ompormnia-^k,iB
Dito de Joaqaim Monteiro ida Crt,
^fma**11"
^inrarmSuidof
Sen COOtraln anmal___Viatn c aZ. '
Mphyxia poridorfiscaf.
IWfee-Ibe a ptocurajie que-na.
pea-aaoano ^*7 u*reir Irmos,*pa*r.||
No Diario de Aic^oaf, de 28 de fevereiro do cr-
reme, publique; as violares doras de lei as ex-
lensoes de ierras o meu cugenbo Conccjcao, e os
BXcaasos de peder para este fim, commeliidos pe-
t jai* eommiaurio Valcacer, e consuimnados pe-
t sea successor Joo liapsla Accioli, na demar-
caeao do eogouno Patente, de Sebastian Antonio da
Silva, por esle ellos requerida.
. Ao cunho de vardade e esaelidao desse meu es-
cnpto, naquelie prnal publicado, nada havia .que
oppnr : o sentimento de asspmbra e indigoacao
pnolica contra osjdous referidas genos du gover-
no, autres de tontos males, foi .usto c profundo
Impossivel era a defesa.
Nesto cuiivio^o estayaa todos, quando naquel-
ie mesmo Di(u,o da 14 de marco, appareceu o
commissanojoaoliapsla Aeciolf, com um cora-
mumeado seu. dizendo simplesmente, que scien-
tinca va ao publico, que uessa demarcaio nao
tunccionara, mas, acuaudo-a ja feito pelo seu an-
tecessor, juigo-d-a por sentenca.
Oue evasiya irisiee serafortonaJ! I
uer aa gararchia jndii-iaria. quer na adminis-
trativa, o agente publico que, nos negocias pen-
demos surcado a outro esla investido do poder e
sugeitoao deyar de oxaoim*r, reformar desa-
aer actos illgaos e allos, que em toes pendencias
acbar eitos.
Or, o Sr. Joao Bapiisia Accioli qne vio aets
desta ordem praiicados naquelie demarcago, lie
qne no respetivo processo aelwu tolla .le citaeao
de minha mulber: elle, qne all acbou embargos da
incompetencia de jus coinmiasario para contra a
le n. 601 do 8 de sotembro do 1850, e u;truecoa<
de janeiro de 1834, demarcar e medir torras de
dominio privado com titulo* de acquiaico e posae:
ello, qua devena sabor que a materia de inciape-
tenea absoluta .'prejudicial e de natureza a aa-
br estar mmediatoraente o negocio principal: elle.
q>e all vioexpoatas e declarada* por mira mi-
tras desordeus a aberracoes do sen anteeMsor I
nesta conjuuctnra, elle qne surdo de vo/. do d<
ver, nao san.u e desfea essas tropellia, por corto
a.provou-as tacitameme: assumio a responsabiii-
dade moni e legal deltas: sua seatenca fui4 nk
tima e iva expressao de indo quanto de njuto
e iHg*l exista naquelie processo. isto naoadmiMe
rapna.
Depois dist o art. 48 do regulamento n. 19*8 de
30 de janeiro de 1SJJ4, Impoe ao Jnl eominiMHie
a oiingacao de remetlerao presdoMe da prwrin-
ela osamos originaos da demtfcacao on media-
cao depois do conclaidn.
.vS?.V0'' pnow #xpHeara-ohcioim|uIWen*w, de, apesardene
curso reqnendo pof mim contra a idella semanea.
seren os aotos originaos emreguOT ao roen *h#
sario j com o termo lavrado de remessa dellas ao
S5k.filE!f?,,e At*'om'r o* pn^ *
impoMlbhdaae om (Me enecnteu les sahmia
BretmmmT Teria havido nist ptreiaildade M
B*dtortnefiteiBci4esnapi#mT RoapoWto.'
m m ttito o c*w nao aoiiari sonio a camtssl
W-Wi'triaM.
a tmMicncao de tete* mos e orimidwos, *mZ
memrmnna Mitigo eontra os mje s eommetim
e oa. HMO.
Wi-bam, Miob a pfs* de* casito ra*fal
flo.a ******** de tfniAMd irt^ra*f-
em mw defe*a^aiBMa> dio e,- Mn ttlna eti d
pa, a oa, m enmt-io Wft#ifi>
ecWrfenvse, iarl#
Jos Ignacio d#'Jft*dBhca.
nnnilTUmpui aupomiao oummiM ^^M_
IJesito em dar rosposla ao Dr. Henrique Mame-
de, e uo a don !
Devo, eulrelanja, decJarar-lw que, tra S. S.
mal informado, asseverando que eu sroente es-
c re vera para o Crrelo algum artigo relativo a
inuresse meu ou do aigum amigo.
Lembre-se S. S. que lambem escrevi artigas de
coliaboraco sobre negocios de interosse que nao
era meu uem de algum amiga.
Nao me surprobende o esquecimenlo de S. S.
com retocan ao numero e nalureza dos meos es-
criptos, publicados oo Crrelo, quando vejo, que
S. S. apenas suppdc (nio tem conscieocia) que,
durante o longo periodo de quasi um anno, so-
monte escrevera para o jornai do que ^redactor
apenas dous artigos I Isto me tramiuilisa. .Nao
lanco, jkh's. culpa ao Dr. Henrique Mamede que
nao sabe precisar o numero nem mesmo dos seus
anigos; nao, certomenle, por nnumeraves.
Nunca ambicione! a honra do ser considerado
colaborador do Crrelo, e muito menos a de re-
dactor.
Entretanto, poderia com bom direito reclama-
la, apezar ratsrao dos pouoos artigos que escrevi,
porque coulieco redactores que nao sabem es-
crever 1
Nao respondo pelos Dr. Oliveira Fonceca e Go-
mes Prente; entretanto, pergunlando ao primei-
ro, se depois do que ltimamente se tem dado, fez
alguoia promessa de uscrever artigos para o Cr-
relo, ou se deu a entender que con correrla para
sua collaboraco, reapoodeu-me, que nenliuma
promessa tinlia feito nene sentido.
Era isto mesmo o que eu suppunba, porque o
Dr. uliveira Fonceca nao tem nada que ver com
os dtscontenlainenlos e divergencias, de que o
Crrelo pretende ser r{!ao; e no mesmo caso jul-
go estar tambera o Dr. Gomos Prenle.
Nao son amigo de questes pessoaes, e nao mais
voliarei impr-nsa para disentir as assevera^Ses
do Dr. Mamede, relativamente redacci) e col-
laboraco do Concia Pernambueano.
29 de maio de 1870.
Antonio Paullao.
Est o larapio, matto son de Macedo, conQr-
mido no roubo pelo verd. da justlca huma-
na, que em todos os terapos tem pro Juzido extra-
vagantes singularidades I i 1 (remara os collegas
5ue nao forem donas de prodios, com seraolbante
iranio I I t
'A saUstacao qne resto ao roubadj que o res
peitawl publico esto a no- do direito qne assiste
ao ladrao descarado, paca possuir ara estabeleci-
mento de alar, por seraelbanle formanao tova
coraeem de ir ao alt pretoriomandou um espo-
leta !! !
A eada mez, da a hora, ouvir deato tribuna e
de lodos os labiosE's nm iadrab t roubastee
essa padaria IJ I larga fa ao toa! 1 I
O roubado tem f de ver esse infam e os aja
dadores castigadas seriamente pelos remorsos e
jo-tica divina (qoe nunca taita).
Agora temos de ver borraebeiras, sambas, m-
racats, descomposlnras do demagogo patrona,
contra o reutedo 11 1 voatu que ni supplanto-
rao-B...xoltesdaF.
041
aOTIMENTO DA ALPANDEGA
olnrnes cabidos cora fazenda: 207
tdm dem cora gneros 434
iiescarregam boje 31 de maio,
flri.aae italiano Petra Eugeniomercadorias.
Biigue portuguezJui/o -mercadorias.
Barca inglezaRcdbriastdem.
Brigue hodandezGordliart farinha de trigo.
rABELLA nos preoos do* gbsbros scjktos a di-
RKITO DE KIUMRTACAO. SES1ANA DE 30 26 DE
MAIO A 4 Di: JlNl'.u DE 1870.
. .
....
ou men-
um
>
viiOg.
>
litro

i
ilog.
eforaioctadas:
. litt.
para.
Agua de Florida de
Murray.
Atravez de toda a Araortoi bespaabola, desde o
me do Mxico al M Bureta do Magalhaes,
i* parame tido condontdo como r agua
MomaUca a mais fina e delicada. As senbortas
1 *5*>Is, nao sdella-mzam aso como o mais
. ^WMovpeTAHM ; moa itaMmbem haWtaarmoB-
te Mam n'ama trma de dldicao como nm ex
odeme malo pan alvetor conaemr as dentw o
Tbin^ua^eigMdmrolfrtstoaopaladar. Snr-
^tamndwmngradnvaiadTnftencia, reoom-
damog aos senhores, quo a mesma osada de
*^-M*n*ir*,. bnvsado satjtaid sra
*o denotado bawrm |sio as dsWXassj
- sdlst Mi dtiamdsSaaS%snsfm

lavis na presenca e socteddo du soH ttxo. tWS de esnaba
**S****&m mm iM pf* WMiry. .
**^Hto sm mador ptaser, que M Pndws doattolar
, .fMMaim tnm iPhMi dpota (te ideas d Hrar .
feito a barba, ^ois qne ella fazdisipsr ideas de retollo .
Pennas de ema. .
Piassava. .
Mercadoiias: Unidades.
vbanos.........du/.ia
Algudao em c^ro<;o.....kilog.
dem era rama ou era laa. >
Carneiros vivos.....
Porcos dem. .. .
Arroz com casca. .
dem descascado ou pilado
Assucar brinco ....
dem niascavado. .
dem refinado......
Gallinhae
fapagaies
Azeite de amendokn
dobim.....
doin de coeo .
dem de mamona. .
Batatos alimenticias.
Saunilha ....
Bebidas espirituosas
Agurdenle cachaca.
dem de canna.......
Mera genebra......
Idemrestitoda.......
dem alcool........ .
dem cerveja....... "
einvinagre....... >
dem vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
bscoitos.........
dem ordinaria, propria
embarque.....
Caf bom......
dem escolha ou rcstolbo .
dem torrado ou moide. .
Cal branca.......
dem preto.......
Carne secca (xarque ). .
Carvao vegetal......
Cera amarella......
dem de carnauba em bruto,
dem idem em velas, .
Cb........1 .
Cocos seceos......
Colla.........
Couroe de boi, seceos salgados,
dem idem espichados....
dem idem verdes ....
dem de cabras cortidos .
Ido de onca......-,
Doces era calda......
dem em pelea ou massa. ,
Idem seceos.......
Kspanadores*le pennas grades .
idem pequeos ......
lera de palha.......
Esteira8 de carnauba .....
dem propria para forroou estiva
de navio........
Estopa nacional......kilog.
Farinha de araruta..... a
Idem do mandioca.....
Fsijao de qualquer qualidade. *
Fumo charutos......neutro
idem cigarros...... m
Idem em Joiha bom ..." kilog,
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ........
dem em rolo e em latos bom >
dem, ordinarioourestolho.
Rap...........
Gemina de mandioca, (polvilho).
Ipocacnanha ( miz )..... >
AOgico (tqros). .....dusm
Caibros ........nm
Cnxams........ t
Frecbaes........
Jacaranda (coucooiras) duai
Lenha em achas......oerrto
dem em toros......
Linhas e esteios......nm
Lour s (pranchSes).....
Pao Brasil........kilog.
Mem de jangada......nsn
Qoifis.........daiia*
Vinhaticotxwiadinhe de S" a 30
nsillimetros do grossura. .
Idem sranchoes de dous costa-
dos at 4(0 ralIHmetrae degros-
sura....... .
lis mondo de tonase de iS
- miliisnstms d# grossura .
rabeado dtoorm. .....
Tatajnha........
rrates.......* .
'Vistas para pescar. .
dem para agniHadns .
dem paraeanoas.....
envernas de stmopirafem obra)
Sxos de eHupira para carro. .
.siseo..........
tf*t tmaasflM. ....
*ta........
Qssos
Valores.
300
200
807
4*000
000
6fi
177
:100
166
436
iam
'#000
m
67S
:i3
102
0*439
19o
390
330
.100
337
600
300
660
kiiog. 476

ceato
kilog.
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kilog.
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dcia.

tanto
476
442
939
39
27
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468
442
436
703
4,1360
1*000
1*438
20
640
300
330
iOOOO
1*133
784
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48*000
2-4*000
12i00
16*000
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R
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3*000
3
1*090
613
m.
mi
2*40
17(1
1*703
*0*O80
3*0
i
Perantea cmara municipal desta -idade es-
tar era praca nos das 28 e 30 do coronte e I do-
i junhe viodouro. para serem arrematdo- por qneni
, uiamr preco oiToreeer os aloguisis dos tomos do
acougue publico da rineira de S. Jo^,ns. 10, l.
Os pretjndentes deverio se baLilitar su forma-
da le para poderem licuar nos mesmos talhos.
Paco da ;amara municipal do Hecife -o de maio
de 1870.
Beato Jos da Cesto Jnior,
Piro-presiderite.
Angosto Genuino de Figueiredo,
Ofljeial-mai>>r O in p -.-mr interino da alfaodesa faz pobli-
co, que e.\i xo declarados, no coso le serem arrematados para
consumo, comprehendidoiMias spwmcdes do capi-
tulo 6 titulo 3 do reglanoslo do i,<1p setembro
de ^60, os seus dono* ott coosigns(ario3 deber. >
despacha-los no prazo de triato dias, so pena do
findo elle serem vendidos por sua rata, .<- qne
Ihes lique uo.mpctiodo allegar contra os eOeil-
dcsto venda.
Maros Jl F ns. il e 1200, doas-karriess cora
qoMsK virdas do Havre na bares ranoeza San-
to Anirc. entrada era 9 de juubo de 1869, eonsig
nadiis a H. Nnninwr.
dem C T P sem namem, i barrica fvas pe-
chury, dem r.a barca francoza Fujan, entrada em.
10 de agosto ; a A. Caors.
dem H W B & C n. 200, duxentas cjJsae ou.
vinho, dem no brigne francez Belm, entradas em
20 de dezembro ; a H. W'illimer.
dem F AB4C. II, vinte barricssconi cas-
tanhas, nnJasde Marseille na barca fraaceza An-
9u*tm. enrrsdM em 21 de janeiro do crreme an-
no ; a E. A. Borle & C-
dem V n. 1032, trinta e doas fardos SMI nos,
dem, iJem. idem.
dem M M os. 102 n 103, dnas enixas eom
porcelanas e viudas do Havre na barca fraaseza
Catrnny, Mitradas em 4 de fevereiro : a BsssjmI
dem M BDH n. 134*1 e 1347, doas barrica*
MOL porcelana, idem en 7; a M. Barroso ie
Me]*. *
dem J G B & C ns. 239 e 40, duas caixas om
vidros e agua de vichy, idem, idem ; Joao da C.
Bravo i C.
dem M 13 M ns. W c 97, doas barricas com por-
celana e vidros. dem ; a ferevel.
dem H l C F R ns. 1 e 3, treeniar caita*
rom vmb, viadas do Havre na barca frasee-a
Mete, entradas em 17 a H. Lcger.
Sem marca, os sepuinles objectos, entrado.* para
o arraazem em 32 de junio do anno prximo sas-
sdo e perlencentes ao capitao do navio inglez
Cotema, 23 carnizas de !aa azul, 41 ditas de baeta.
9_ditas de Sa branca, 35 ditas de algodfio asnl,
47 calcas de dito, 44 ditas de castor braneo, 9 Ja-
qneloes de bato E?.nl, 8 japonas. 22 parej de
meiasde laa, 18capotes de encerado, < suestes*
11 pares de sapatOS.
Alfandega de Pernambnco, 20de mato de t*70.
O inspector interino
' ________Lu: de Carcalko Paes de Andruie.
O inspector miurio da alfaudega era obaer-
anuu do disposto no an. 169 do regulamenjo d*
19 de seterabro d^ 1800, fas sciente ao eommereic
* a quom mais intereasar possa, que no de. ia-
nho proiin;.J vindouro com?car a ler execoejio o
decreto n. 4510 de JO de abril ultimo, q.uo aHera
diversas disposcoes do referido*egulamenlo, con-
forme Iho foi determinado pela portara dajhe-
souraria de fazenda n. di de 23 do corrente, iraps-
raettindo o citado decret e circular n. (t do tbs-
sonro, datado de 10 desle mez.
Alfandega de Pernambuco 25 de maio de 1870.
0 inspector interino.
Luiz de Carvaiho Paes de Audradc
I I I
OECLARACOES.
-
12*4011
648M
40*MO
403
D#0
om 16*4100
doaia
lalog.
ama
dnaia
nma
30*OW
QAalfiAft
CoHselhi de coalas \mm
0 con>elho contrata no da 6 de junhsp?os:imii
viodouro, visto do pcopostoe cocebidas at as 14
huras da manis, e sob as oandicoes du stad o
loroadaiento no irimesre d iniho smmnnso do
correte anno, de vveres, dietas e outros objsoLi
de consumo seguales : ortos do Uauboaae, mojsf
doce de Li-boa azeiie doce.ine*ior, agnardeote d
O graos, assosar branao-rennado.assncar.branjjo
grasan, aleteia, araruto, icalhaD, beUcim, -bop-
chabn amocioana, osagka ou miu 'miado, saj
-m grao, ca msido, carne secca do fto-Gnmd* do Spi, conndintu, ar-
BMbMm vslaft,fjao, de mansW<8-
, buhas, lenha, malte, manteiga inglsia, pyisjfTir
irancsza, pao, sanio massa, sal, towaoto-d*.^*
iboa .topiws,.tiioki de nJmvir gwsa *ih> WUft
de Lian., vntngas dte Uam. ..va)a* etearinaB,-*
^ estsassnsa.tM^-amiltH msjra lantosoa
AinkMn o eanasiba o mtw**4* Alp
i4JdA crranse mez. o t-r,igual forma, jraptwn* *-
i*ia^r4jmo4aj*sswJd*wiada*#l*aJ
40pcsasdebrun.S0aiawtoJis.*<(B^l>wa4*r-
t, 6 barras de aro batido de pupoca de ItW
tuiagsda o> iann<.daiinsiwiM,#r
afio-oataio de J Is8;punani4i 4e hma
drenara, 40 arraans asistfias, i
rss W.htddstilnsiitai|dfa.4>
HOcroqnsa
6*081
tUOM
.'^aolhos
'
-
1
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v
pautado, capa


\
k t

i
D9RG de Pi^b^?. Ten* Ipira 3. de M^c^^,
SblH
Paita.oP lo
o. aereu.'t^du
Algxaodre Ro
C00elpe,dje col
o
pregas de-
I hollada,
5, ft do-
lada, *0 IU
e tiau de
d escrever
navae
1 ntfl o marro- eb):l .
aidi Jos de Oliveir* ; recibe cus e D* 4 bajr
passagelros : tratjtr coa-? consignatarios Cu- J
valho & Kpgueirr, na raa do- Apollo n. 20 ou con
o' mamo eaatfio.
V
>
caa vi.ii
O ageate Peetoea^rWft Jeilao por
de qriem pertenj/ deAt barm c
nri'cln
*#** II ttf.tTfrw-
de pi
M)a1l*flBr^YfML
na > Doatm d*Cai>s n. U. i- adatar
41
Arwmatacao
Aoh.'
"1
PAfiA-
t*ep!S.>raencia,do 9r. f i de par. de Sanio
JjalhiMa, tem de serem arrematados por execueao
* Antonia Fernandes de Plguetredo Paiv oonr
fa. Gregorio Nesianao Baptfett Buartn os bens
eastarrtes do eseriptp e edita! que ja forain pa-
anifjtiwa,
acia da MagOjluoa se tu pu-
paaitadus, por se supporem
os de cor alasao : quem aos
o ter direito, compurec na oiearaa. sub-
daaapdacora o filuloa ou juslilfracao de aua
frofmdade. afta de loes aeren entregues.
aufeHi*mi de 18$
Jpl) aVbeito Pas>oa de Lacerda Jnior.
reg* -auaulato da
%nt>la e I adhera la *er-
uatlmea
Coa decreto dd. 11 diccmbre 1869, vcnue or-
dw^j^4*Hr,tfa ai suddUi.*us(ro-.uogaaicBi
I atedesini vengoao quindi invitati coi presente,
di annani.ir-si, nel termine di tre mesi dal gior-
SOl d'oggi, presso quusto I. e R. consolato, munili
ei documenti conprovaati.
La iscrision na loogo libera d'ogeri spesa, ed'
-assicun agli interessati il dlritto di naziooaht
*>res?o fl. e 3. UIBci consolari nl Bravie.
Imprtale e Regio consolato d'Anstria-Ungaria,
m Pernanbuco 2 anrile 1870.
L' I. e R- consol,
Bamne do Livraraento.
Para o referido pwrflTpretende segnir eom mu
ta brevidade o patache prtugnez Nova Sorte, por
tera maior parte de sea carregametto tratado, e
para o poaco, que loe ralta, qqe. recebe a frett
commodo, trta-se cora o consignatario Joaqun
Jos Connives Beltrao, rna do Commerck) no-
rairn ir.
| Prepara^s. para sabir, oomn posiivel bre?ida-
* o patacho Cyto, por tera toaior parte di car-
ga, e rjara o resto que Ibe Calla, trata-se coja o
ooosignaurio Juago, m Jos Gonsalves Beltrao :
jua do Coraeiercia n. 1Z.
Jos de Soma faz ral' Porfagaf, e dcdxa
aorseni bastantes i^oet!rt*ves FranctiV Caafta
ttoatt 0 risco
MWjnpafior vi-
nho verde c serio Veidlds n Mas a ?ontade fi
doscoiapra*jras,terc*-feira3t d^ooxreaj* as 41 ^V"S' AWmto PWrosft dt? Lrma e Frtailaeo
1|2 horas da raauba na ;poria do armazem d i Mareos. Reeifc 9 db nrti de
Annas.
da rus da Cooe^da n, 9\n
' Coiffetjya
Sa.ito AU
. /.uiendoa-
vende-se em.
tos con esta__
Meadas 39bobs pes-del enfeitados; as encom-
meadas recebe se com antecedencia e as amendaite
em arroJa terrao abatimento
aXasA
'ropatjf-aiira.ir.ri,.,
'HPT; P-'tpcis ja promp
*"Hes ; recefr^-5e eiA"wtt-

.Quilo c*r*Ho lorelr
[, hoa* *ni*rtu
Na padaria .
satse Ag mna ama e de tro II Preosa-sfi -io urna ama
Bofiario o. >s, i- and*r.
na ra
saRVdo
em arroja terrao abaiiniento- paj| ^a>
CoafeitarSTi
Para o referido portQ fie prorapto reeaber
earga a freto o patacho portuguez Rocha, navio
aovo e de primeirn claese : trataado-sa oon" os
consignatario Amorirn Irroaos & C, rea da Cruz
numero 3.
Consulado 1. e R. da Ati&tria-Hungana em
Pernambtico.
Pedc-se a otiem poder dar'nnicias exactas do
subdito hngaro, por nome Jos ZilTer, rliegado ao
Urail ha alguas annos, e j faMecido.de commuoi-
a lis neste consulado, polo (|ue se Ibe Gcar mu-
to agradecido, e ate promete M| urna recompensa,
se necessario for, para raais fcilmente poder se
obteras noticias que se pedem do sobradito indi
viduu. Recite 8 Je mato de 1870.
O eonsul I. e R.
Barao do Liuramento.
COMPANHU
6R1BE
O caixa desta coro Daina, commendador
Thomas de Aqutoo Foasoca, aclm-se auto-
risado a pagar no seu escriptorio ra do
Vigano o. 19, das 10 huras j 3 da tarde,
o i i1- dividendo esta com:)an!iia na propor-
<;au de '3A por cada aefo.
Escriptorio da Cotnpanbia do Beberibe
28 de maio de 1869.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitan ttwasa-se o um navio de 1' dasss
para levar para o porto de Liverpool m di-
reitura o carregamento oansistindo do sebo
em barris grandes e pequeos, ossos e chi-
fres da barca ragtew Aries, entrada neete
porto coro ag.ua aberta. A carga ser posta
ao lado do navio, livre de qoalqaer o>speza
e as mais eoodicits cooforme o ca-turo.
Proposlai ein-cart? fechad^- dirigidas ao
capito Stephaa Coodmac sero recebida* na
ra do Vigaro n. 3, atquiuta-feira i de
julliOu________________ .
Waoted aa A I vessel to take on from
this p rt diri t to Liverpool the cargo, con-
sistinh nf lallow in bogsbeads & barris
Bones nd Horns, of the english bark Aries
whicb put n at this port leaky Ihe cargo
will be deliwred alongside free of all expen
se and all olher c uiditi jns to be accordiog
to the custotn of the port.
Ienders- addressed te the captain Stephen
Goodrgao wdi.be received at the ra do Vi-
gario n. 3up to Hnrsday the qud of june.
Aracnty
Seguir com a possivel brevidade o palhabote
Sobralense, ainda recebe alguma caifa a frete : a
tratar com Si Leilai Irmaos, a ra da Madre de
Dos n. 1.
Para Haranho
A barca portupueza Josephina. que est a che-
gar do Rio de Janeiro, d'onde j sabio, seguir
para Maranhao com toda prestesa, para o que
desde j enganja a carga frete barato : trata se
com Marques, Barros t C, no largo do Corpo
Santo n. G, V andar.
Consulado prov noia).
Pelo consulado provincial faz-se pubbco que em
o tnei prximo de junlio comeea a correr o praso
dos 30 das uteis para a cobranea bocea do ci-
fre dos impiwtosda decinu urbana de o 0(0 sobre
os bens de raiz, de corpbraeo de mao-morla, e
do cincurno de agurdente, relativos ao correle
no finnaaira de I86Q-70, ineorrendo na multa
le 6 i, ..i g eontribniotes que nao sztisflzerem
suas quotas dentro desto praso.
Consulado provincial 7 de rnaio de 1870.
O administrador,
Antuni.i Carcefra Machado BJos.
Capitana dvtoftu de Pmiam-
buco.
).. virtmie Aa ordem Je S. Exc. o Sr. vice-pre-
sidaate la provincia, man.la o ilio. Sr. capito de
fragata a capitao do porto oublicar o decreto n.
kSi de 2 de abril de 1870, que concede perdo
duTerentes pracas dos corpos da armada, impe-
rtaes mariaheiroa, hatalhao naval e marinhagem
dra imperial, eco que se sepile :
(f2Co:nmiserindo-me das oircumstancias em que
se aehan as diffrentes pr.ic.ns dos corpos da ar-
mada, taipenaes nannheiros, balalho naval e
morinbagem, que tveram a infelicidade de deser-
lar da esquadra imperial, .ipartando-se de suas
baadeiras : Hei por bem, p^r effeitos da miaba
imperial clemencia, indultar as referidas prac-s
caaa excepeai das que desertaran para o inimigo,
o crime d deaereao, a;iresentando-se porm os
r-js s autoridades militares ou civis, dentro do
90 dias, contados da publicacao do presente de-
creto em cada u;:ia das &.marcas do imperio, ou
nos lugares em que aonverem capitanas de por-
tas, estacos uavaes ou navios surto, ncluindo
pejte indulto os reos sentenciadas, e os que esli
por sentenciar.
O bari de Cotegipe, do men conselho, senador
do imperio, ministro e secretario de estado dos
negocios da narinha, assm o ten!.a entendido e
fa?a execatar.
Palacio do Rio de Janoiro era i de abril de 1870,
cuadragsimo nono da independencia e do im-
perio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador,
Barft<> de Cgtegcpe.
Capitana do porto de Pernambuco i de maio
de 1870.O secretario.
Decio de Aq Adaialstraf dos crrelo de
fcernambuco 94 de mu o de
ISJO.
JAali pelos vapores Miniuh e Ipo/uca da com
panhia Pemambitcana.
A correspondencia que ten de sar expedida hoja
pelos vapore cima ineucunadog, para os portos
do sul at Pnelo, e para os do uor'.e at a Gran-
ja, ser recetada pela rwneua seguiute :
M:ssos da jornaes, impressos de qualquer nata-
reza e carta a registrar at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 l|f
l*agaado porte duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
AVISOS MARTIMOS.
(AMpaahia americana e hrasJ
le*aa de paquete* a vapor.
At < da "V janh-i esperado dos portos do
sa! o vapor aaat' icm i .Hruri'nwic*, o qual depois
da demora ao eoslom.- -..gnir pura New-York to-
cando ao Para e S. Th-Mnaitpara fetns e aataa-
feaa tra a-sa/eom m agjote* Henry Porster di C,
nidi Coraaasrew & 8/.
-------- a<#aV-
De tina
Jh*aJ^
O wemeMuiw far* ieio a requeruneut de
Joan E. da.Se por despacb4o "i- *r-Dft ja*
municipal ca sogqada varj de um cavatfo foreiro,
de pelle mnito bonjia e por.eontt de qnem per-
teater.
Quarta-feira a junbo.
Defeqnte do-Corpe Sania n porta io predio
onde foi Associacao Comtnereia as 11 horas dp
di.,.
de um carro americanocob*rla, oomasaao-
to para e pessoaa de 4 rodas para I
i. cavaJIos. e com anvjos.
Qua^a-felrij 1 de junio as l hora em peno.
ror interveneo do-agent Pin ao largo do
Corpo Sanio lado da sombra.
EM. CONTINVACO
vender o mesmo agmte um rjog-cart om arreios
e um eavallo.
LEILAO
de livros -de HtleTatura, |>hito
ophia e djreito dos mehores
e mais afamados autores, co-
mo pejarh:
Dedorot, Rosseau, Bcntbam, Lamartine, Fe*al,
A. Damas, E. Scribe, Gnizot Lamenais,Aim-Mar-
Uu, W. Scott, VoUaire, Castilb, Mirabeatu, Plu-
tarque, Michelet, Aneellon, Thiers, Sch'espeare,
Ponqueville, Buffon, Kant, Schelling. Charm, In-
pin, Ahrens, Maehaiel, Ducurrroy, Bacon.Ortolin,
Montosquieu, Jauffroy, Pereira i'Seuza, P. Bueno,
Corroa Telles, Merlin, Bacon, Ferreira-Borges,
Looreiro. Dr. Baptista. Hogron, Prdeasus, P.
Bueno, Troplong, Waldeck e muitos outros.
(Juinia-feira i de juqbQ.
A'o J andar ilo sobrado ii rna do Vigaro n. 5.
O agenta Pinto fara leiio precedida a compe-
tente auiorisacj, em lotes a vontade dos com-
pradores, dos fivros de direito, littcratura e phi-
lo>ophia qi ptrtenceram ao finado Dr. Feitosa, o
leilo ser effetuao no dia e lugar cima men-
cionados
Principiar as 10 horas em ponto por serem
muitps os lotos.
tose Jtfc pule o anljge caro-
Wo dissp que o Caijws d ai
tgicamtfl rir-se
O-Campos da ma do ImperarjVjr n. 28
vende queijos chegados no ulttn vapor a
8*300 Na verdar|e admira Mt. tf
Satiie de asa mu vultou as no dia T
de maio corranto, o mualo-Jajaobj alto secco do
*<>=Ra3 da Ca10
H.i presnaos de superior quaalaaila e dito em
Hambre.
/0KA
OWDA,
eorpo, sen rMrjja-lguma, cables grandes e nsa.
de !??." 91'aljama* nweas d* paaos pelo do Jardim n. J.
pescMp, t*m ofliera le alfaiat, tiesto na andar
ealcao e tem 2T annos de idade, bouo mais ao
menos: quem p appretterjder kve-n prara da
ladependencia n. 2, que ser gratificado.
Na ra Nova n. 30; t andar, preeis-j ala-
gar um escravo de 1- a f annos para o serveo
de casa.
Pncisa-se d* am pornguez em a pratica Be
cessaria yan se enearregar de um pom*r de um
peqseno s.tu, e que d fiador de soa conducU :
a tratar aa ra aa Craz n, !; 2 andar.
Francisco Corbmiano de Arantes Franr,J
tendo-se retirado pa/a o Rio de Janeiro, e nao
tendb sido possiw d*aair -> pessoalmente ie
seus amigos, offerete pr uieio deste o seu nni
diranmo presunto.
Joaqnim Jos de Orhreira. ApoNli, vai Por-
tugal tratar de saa sade, e dona aesta ciadte
por sena procurador-', em 1 loaar Sr. fcotonto
FerTeira JPraca, e em 2 o Sr. Antonio Jrjaqlm-
Barbosa Vianna. O annunciante declara nada de-
ver nesta praca o? fel ikfla, mis- sa algutn se
jufgar sen credor afrescrita sua cunl:voa titulo a.
ra da Penlia n. 33, no prazo de'oito das, para
ser pago incontinenti.
.<**., 24 do maio a> IWO.
_______Jonqaim Jov e Oihr.ira Apolrn.
Precisa-saile urna ana a entoinmar para easa de pouca familia : u ra
mmmm-m
g Una do Impera ior
H. 10,
ESCOLA.
InstrucijLo pniearia.
2PATEO DO PftRAISO N39
1" andar.
Anna Senhorinba Monteiro Pessoa,
Professor.1 particular.
Preeisa-se de um caixerode la 1* nonas,
com pratica de molbados ; para informacdss
rna da'f.ruzn. 16.
LEILOES.
LEILAO
De
400 chapeos do Chy'l.
Hoje as II horas em ponto.
O agente Pestaa far leilo por eonta e risco
de quem pertencer de 400 chapeos do Chyli em
um on mai< mes hoje as horas cima dito no lar-
go do Ciroo Santojimio ao caf commercial.
LEILAO
De urna casa de um andar com duas lujas
sita a ra da Palma n. 92, rende animal-
mente 612*0.0,
HOJE,
Terca-feira 3 A de maio as 11
horas
Por intervenclo rt-> asenta Pinto, en seu es-
criptorio fiiada Ou'. n.38.
LEILAO
Das casas terreas da ra da Santa Cruz ns.
64 e 66 o Cotovello a. 2, edificadas em
cbos proprios com raude quiutal mu-
rado sendo que os fundos da primen-a
dio [.ara os fundos da casa da ra do
Cotovello, com portiio.
HOJE. .
Terc-a-feira 'M le maio as 11 horas.
Por interveacao do jenlo Pinto, em seu escrip-
torio ru: da Crnz n. 38.
DE
15 Caixas com queijos flaraengos.
HOaJ:
O ageate Pestaa far leilo por conta e risco
de quem perteucer de 15 caixas com queijos fia-
mongos, e-eoro vendidas a vontade, hoje as 12
horas da maaha, no armazem do Annes.
Da eaa terrea da ra da Gloria n. 16 edificada
em chiij proprios.
Una dita na ra da Mangueira n. 20, ca-a de es-
quina, chaos proprios.
Ui:.a dita na mesma ra n. 18, chaos foreiros.
Cma dita na ra dos Prazeres n. 40, chaos pro-
Pdpa.
HOJE.
Tere*>ffeira 31 de malo as 11
horas.
Por iet'.-rvencao do. ageate Pinto, ma da Cruz
n. .18.
LEILAO
e Sft caixas cqua sabo.
HOaJG
O agente Pestaa vender en leilo por conta
ie qjaaaa pertencer 250 aixas com sabo em um
on mais lotes a vontade, terca-ferra 31 do cor-
rete as 11 Loras da manha no armazem do
A ases.
.:
De
39'paneiros eom tapioca,
HOJE
Aracaty
Bftfaie ro o a po*aival bretidarle c palhapo-
te fcatataui), Anda-rnteba/aifnata :;iraa a frete:
**aia* jobis. Lii. anaioaa-raa da Madre de
At tie, Janriro
Paran jaarido porto nretaes.uir cotnmoi-
* 5rew,^"*auc ^# Ir* ** fn*>JrJff'
eacraaga a frete, tratase coa o consignatario
O aannie Pestaa far leii por >qanta e risco
d quem pertencer de 30 paneiro' com tapioca
t ana omais lotes a vontade, terca feira 'i do
crrante a porta do Annes defronte da alfandega. .
LEILAO
J^ajlio^denominado 4 leoesnarua deJoio
Ie*ade Viura n. 1, com urna grande
caaadflum andar e- soto, coo rauitas
aooaaiaiodafes, (piarlos fofa; cocheira e
et>bflri. cacimba com agua de Deber,'
Maque para batiho e terreno, chaos pri
Ttogn-fcif a SI de maio as 11 horas.
nanoio da agente Pinto, em sea ej-
rue ea LEILAO
De movis no 1" andar do sobrado da ra
do Duque do Caxias (oulr'ora ra do
Queimado n. 40,
Qunia-feira 3 de j solio as 11
horas.
OTTgente Pontual vender em leilo os movis
abaixo descriptos por autnrisjco de urna pessoa
que retir.m-se para Europa : 1 mobilia de jaca-
randa leudo lampos di marrnore, consolos e me-
sa. 1 loncaor aaja;araada eom um grande es-
liellio, l lavatorio.com marinore. 1 cama de ama-
rello, 1 carteira de madcir.i da Illm, 6 lanternas
de vidro, 2 vasos de poMelaaa, enleites para por
sobre jardineira, 1 par de escarradeiras, t caixas
de msica rom redoma de vidro, 1 relflgio de ou-
ru patente inslez para aigibeira, 1 caadieiro a
gaz, 2 quadros ricos, 1 binculo de tartaru(.:i
douradi, tratado de geographia de Ralbi 2 rota-
mes, atlas 1 volme, 1 rico rclogio doarado ami-
go para cima de mesa leudo u:n eiVgauti turco
sentado sobre elle, 6 cadeira. americas (gaarni-
co) 2 camas de. ferro e muitos outros objecto-
assim com urna mobilia de anarello com pouc
uso. O leilo tora lugar no dia acuna.
i
L
DE
movis, lou#i e vidros.
SENDO :
Um piano forte, 1 mobiiia de Jacaranda, com 1
sof, 1 mesa, 2 Bonsofils, 2 cadeins de braf"s e
12 ditas de guarnic:io, 2 cadeiras da balango, 2
catidieiro-; a gaz. 2 easlieaag e. maagas, 1 cande-
labro de ehrisul, jarros para Bares, 1 tapete. 1
mesa de advogado, 1 estante envidraQada, 1 mesa
com e-tante, 1 cirteira de viagem, 6 mappas, %
quadros, 1 guarda-vestido, 1 guarda-roupa, 1
cama franceza. cortinados, i lavatorio, 1 toilet.
2 marquezas, cadeiras, 2 commodas, 2 gama
de meninos, 1 mesa elislica, 1 puarda-lonca, 2
aparadores, 12 cadeiras, 1 quartinlwira, i ppa-
relho de porcelana para cha, 1 dito para almoco,
garrafas, campoteiras copos, clices, flaudn<,
trem de cozinha e ou'.ros objeclos de casa de fa-
milia.
Sexta-fcira 3 de juuho, no sobrado da raa For-
mosa n. 19.
O ageate Pinto, encurregado por urna familia
qae retira-se desta provincia, fara leilo dos mc-
veis e mais objectos cima descriptos existentes
no sobrado da roa Formosa n. 19, no din sexta-
feira 3 de junbo.
Principiar s 10 hora?.
LEILAO
De joias.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro estabelecido
com casa de penhores praga da Indepen encia
n. 33, far leilo na nesma casa por intervencao
do agente Martios, no da 3 dejunho as 11 ho do dia, de todos os objeclos dados em penbor
constantes das cautelas os 130 B. 158 B, 161 &
164 B, 126 B, 170 B, 171 B, 174 B, 14o B, 184 B!
191 B, 194 B. 104 K, 201 B, 201 B. 216 B, 228 B
229 B, 230 B, 234 B, 237 B, 238 B, IfO B, 113 b!
78 B, 2o3 B, 255 B, 167 B, 261 B, 264 B, 269 B
94 B, 378 B, 283 B, 292 B, 102 B, 293 B, 298 B
302 B, 249 B, 303 B, 303 B, 311 B, 313 B, 318 b'
319 B. 219 B. 321 B. 32o B, 3*8 B, 3S9 B, 180 B
332 B, 76, 62, 34, 82, 71, 90,64; 95, 59, 77, 92,
66, 114, 116, 98,102, potando seas donos resga-
tar os 'ojelos u P*([ar premio que es^o o>-
vendo at ao acto do leilo e a vista da cautela.
AVISOS DIVERSOS.
Antonio Joaqun d'Albnquerque Pies, ra
para Europa concluir seos estudos, no prximo
vapor.
Ama
Na ra da Alegra n. 5 precisa-se de urna ama
para comprar e cozlnhar para pequea familia.
O Sr Ildefonso Lucio Monteiro da Franca qnei-
ra appareeer na travesa da roa das Cruzas a. 2
a negocio que nao ignora.________^
|. Precisase de urna de leite forra.on
tenha bom leite e seja de boa
do Dnque de Caxla; adt%a ra do
a. 69. >
para lora da cidade..
Tma pessoa estrangeira. easada, se prope a en-
sioar em algum angenbo ou povoac as seguintes
materias : pnmeiras letras, fianwz, a fallar e es-
crevor, inglez. geographia.e matheinatiea elerneu-
tar, aritbmetic-a, algebra, fcometria e irigunome-
tria recteltnea : os pretendenles podem-Sfl dirinir
ra do Queimado. luja das 7 portas n, 52.
rWllM
INSTANTNEOS
Travessa doGorpo Sanio n. 25
ARMAZEM
Ra Nova u. 28, foja Antonio
Pedro- de Souza Soares.
Bandeira, Machado dt C, avisara, ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrara no mes-
mq sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por sso que os receben di-
rectamente do fabricante .\Yrton, de Londres.
As vaftagam que olferecem os pocos- instanta-
ueos sao : pramro, poderem ser enllocados den-
tro de casa ou fura, cum o trabaiho de nma a dnns
horas; segundes firiiecerera os mesmos agua pu-
ra e abundante, podeudo serem removidas da ua;
para onlro Ingar, quano assira convier.
Os annuncianB sreeebi'ro a imporunciados
referidos pofos denoia de collocados, satistazendo
eaaectatwnf do comprador.
Wm\wm w
Imperio do Brasil
Grande exosu;ao na cidede
Cordova.
REPBLICA ARGSNTIKA..
No dia 15 do mitubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposifao nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a lodos os produc-
tores, ;igricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qoa'quer indas
tria, que. na dita exposieo se recebem tod s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que qnizerem remeter.
Estes productos estao sent dos dircitos
da alfandega na Republica Argentina e po-
der5o ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde serSo tranportados pelo cammho de
ferro central.
Para mais explicaces diri]am-se em Per-
aatubuco, ra da Cruz o. 3. ao consulado
argentino.________________________
Via frrea de Api-
pncos
Moradores de umi das estacoes desta
linha reclamam di mo comoortamento do
seu ebete o qual sem respeitar a ningaetn
diz qaaata mmoralidada qn-r. Do geren-
te desta empreza esperanios que fara me-
Ihurar este abuso.
Fram'isco Xavier Pereira db Brifo. ex-
solicitador da fieoDda oacioaal proptie-se
a agiar o anmento de rraalquT pre-
ten. o arenla as repartices publicas, de
cansas civis, crime, eonnercaes e eerle-
. siasticas,e de todo- e qnalquer negocic/foe
: precise interveacao de nm agente : e-
earrega-s tamben de qualquer cobran-
za fra e dentro da cidade : quem de
seu prestio se qoizer ntilisar o pudn
procurar das 9 horas da mauhw h 3>
da tarde na ra dr> Imperador n. 10.
Caadieiro. e gaz ecsoouaie
Aeaba de ebegarnova ceseasa desses bao
desojados candieiros em poccelana, brao-
cos e de cores, s-quae mnito se necom-
meiidam pela seg ranea aueio e 8Conona,
e anda pela excelleme loa preferiTelmil ve-
zes ao kerosene. Venba antes- que w
acabem.
nico deposito na ra larga d*>- Rasarte
n. *4, pbarmacia de Rartbolomco dV G.
ASSCaR 1>E OXIDO DE FERRO' DE
CHANTEAUD.
O asmettr frrisgineto de Chanteaud e
obtido pela associario do oxido te ferro:uma P2*~S **** i^^T *
Irmandade das almas
do Corpo Santo
PERMUTA.
Teedo a mesa regedora recibido ama proposta
para perrantsr o terreno da c* roa da Cruz o. 66 par a plices da divida publica,
convida peto presente a qu Iquer pretndeme ao
mesmo trieno, a apres*ntr saas propostas em
carta fechada at o da i de junho d corrate
asno, na rna da Cadete du R^eifo n. 1.
Consistorio da irmandade das almas do Recife
30 de nato de t.
0 escrivao,
_______________Manuel tn Wxo asiien-ido n-.-mOe mt sr. Ju Pe
lippe da Costa, te faz-od 'ort-Ur ao pnblieo a
sahidu do aiaaaw Sr. da cas i de -eu cuahndi
Sooa, ai t a pur fi< desareedrta-lo; a acanto
MtrdMaqaanao.se rosoansandi^va por coar>
feita pelo senhor Costa, aa. coaseoa'awia
f-tte Ma ter sl*> ngora apreseoteda p4> Sr. Teixai
ra, oMIanu de duas caiaAeom,pdaas, que
abaha* wslfBa ti a ra>ad>u caa#wr e neto
Hrtraaan paca, a toja de seq. euanado Sonto. &>
verdada qae o *r. Joti PaMajt* ailave trababan
do a^Uja u UwHioqui' : Haga otas d'Alti ra-
ra o san traiaaMpBMwa| afeaa do que ncou de-
** aeur
B*,S0<
HmtXtftnm da faWi'
n.Stloa.
Preei-a se
nabar:,amada
- Praem-sa- da aajaaa para
geminar: na praca daj um
Qyyf
r5S5a
sala, tai
^ cera_-------
^ piMW o -"i"* Ma- a qoaaaade de
^^ battlaaa e Oare ; so ofereee para ajaaar a lec-
^^mtfoaa coiicgio b aaaaiaaa, aaai
arta
qatamtwitar arqa ,
nteiramen soluvel com o assucar cuida-
dosamente purificados Eute assucar de
uma bella apparenvia crystatwa, tem o sim-
'.'os gosto moi agradavel do assucar.'sem
o menor sabor a'dslriugerrt, no tem ac-i
i-o irritante sobre a mocosa do estomago
e intestinos, e rpidamente absorvioo pelo
apparelho di.sfcsvo-sam causar as coBSttpa-
s>cs do ventte. .
E' hoje o preparatlode ferro de mais ac
ceilagao para a cblorose atona dos orgSos,
perdas brancas, mensbruaces ilifficeis-etc ,
e tem ;i seu livor o jiizo auiorisdo da-es-
cola de medicina de Pars,e dos chimicos o
mais nolaveks. Deposito especial p'oaroaeia
e drogara de Rartholomeo & C, ra larga-
do Rosario n. 34.
SEGl'iEDO Ei;O.XOMA-E CEt.EKIDADE.
obm sc}com'Ous& da
INJFXCAO LUOSTE.
fnica hygienica radical e iofeHivel na cnr3
certa das gOBorrbeas, Afires brancas, e (la-
xos de toda a especie recentes on rbrou-
cas, e que otTerece com paranlia de seus
salutares resultados a antiga e continuada
appUeMo tagetn se tem feiio dellas nos hospuaes de
Paris. nico deposito para o Brasil, Srs.
Bartholoueo & C:, ra larga do Roiario
n. 5i.
Sabonetes d al&atrao.
De Antonio Neves de Castro.
Este a;redi*ado preparado, que to boa
acceitacao tem merecido nesla provincia,
tnuito se Kocommeada para cura ceata das
irapigens, saroas, costes, coceiras, e todas
as molestias de pelle, sendo anda prefer-
vel para a barba, outro qualquer sabo-
nete.
nico deposito do verdadeiro, na pbar-
macia e drogara de Rartholome > & C,
ra larga do Rosario n. 31.
CHHCOLATE VERMFUGO" DE ANTONIO NE-
VES DE CASTRO.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitacao tem marecido nesta provincii,
muito se recommenda para cura certa e
efflcaz das bichas oulombrigas, tanto as
chancas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pbarmacia e drogara
de Bartholomeo C ra larga do Resa-
no n. 34.
vura, daddo-liic ruta liuacor do rosa
para um tal tm. eHa leva a palma a todos
os perfumes que so tr-em ir"ventado at ne-
je, e existe 'em plfca sobesiania sem rival.
Bem entewtido titilo islo aa refcre nica-
mente a Agia t>c Fuau.A de Mottoat 4
Iakhan.
As imilitces que se tem iHo na Franca.
Allinanha. assim cemn em ontras partes ;
sao nteirtBaeote ineteis o io-aliosati ; por-
tanto recotinenda-se nui especialmente
8- senhoras. que tenham toaa a preraaco
o cuidado, dequando compraiem, estejttm
i-rtas tj+te compram.
A GaanrtxA
AGUA 118" FLORIDA
w.
5RHRAY 4 LAN5IAN
A. qual preparada smenla- pelos- aicos
Proprietarios.
6.VNMANN A KEMP. DE )VA YORK.
Acha-sea venda nos estabelecimaates de
A, CaorsJ. da C. Era'.o, -li. P. Mau-
rar i C. A. A. Barboaa Barholemeu. 4 C.
Criado.
Precisa-s de uvn preio qtte seja aacnwai para
todo servico de a-masim : na travessa do Corpa
Santo ii. ."i.
Preuiaae de unta ama para todo servio de
urna casa de pequea familia : ua. ru do Aragau
n. ;!8:
Despedida.
O abaixo assignado teedo de seguir no vapor
inglez para a Europa, e nao tendo lempo para se
despedir de todos os seus amigos e conhecidos,
hs pede-desculpa desta falla, e prontiiiea o seu
prestio em qualqner lugar onde se achar.
Miguel Jos da Costa Pereira.
Perdeu-se.
Da rna Primeiro de Marco (aartgarua do Cres-
po) a'.-o fin da ponte Seta de Setembro, perdea>
se una nota de 300O00, quem a tiver achado,
querendti entregar, drija-*c a ra do Duque de
Caxias/n, 21, na .Nova Esperanca, qaa sera bem
reiompensido.
t'aoo constar a quem convier qae, en vir-
tude de delibera^oes do Exm. Sr. presidente da
provincia, de T de abril ultimo e 16 de maio cr-
reme, o tBk Sr. couselhea director geral inte-
rino da instruegao publicay tem designado o dia
9 de junho prximo vindooro, pelas 40 horas da
manhaa, nata ter lugar. Msta. secretaria o exawe
de verirteacab de capamdade para o magistatio
primario dbseno femini1, aoqaal serio admit-
tidas, nao so as sen hura*, que j reijuererain, ali .
de poder entrar no concurso a qpe se val proce-
der para provimeoto das cadeiras de ntsmecao
primaria do sexo feminino, que se acham vanas,
e-imo tamben ao que-para tat fin sa quixerem
infcrevernesta seeretaria, na forma das instruc-,
cees de 11 de junho de ISo'J, al o dia 8 do mes
no mez.
Secretarla da instruecao publica de Pernamba-
co, 28 da maio do 1S7Q.
O secretario,
Aurcana Augusto Pereiu de Carvalh^
Christiani 4 Inn-i axnn setente ao corpo
do rommereio e a quem tntero solvern amigavelm ote a sosiedade que tiaham
na lujae fa rica de chapis da rni Nova n. H,
desde o ls de Janeiro do trrenle anna, arando
todo o. activo e passivo a cargj do ex socio J.
i Jui stiani.
JkiimiJiitv
Precisare de um cnixeiro que tenha o>nbdci-
mento de hotel e que falle francsa,juglea-oa alie>-
mao : ra do Trapiooe n. % ao hotel du Uni-
verso. (Paga-se bem)
209^000
Da rna do Crespo at o arco de Santo Antonio
perdeu-se no sabbad 28 do corrate, uota oota
verde da caixa lii.l de valor de du:entos mil
rea: quem tiver achado e quizar restitui-la di
rija-se a ra da Imperatru n. \, que ser. econ-
pensado.
Ao cominsreio.
Na ra do Caldereiro n. 12, segundo andar, ha
uma (-es.-oa habilitada em pirtagnlx, arinmetica,
svstema mtrico, partidas dotiradas e lera boa le-
tra, que desoja eiupregax-so em uma casa com-
mercial cono ajitdante de guarda livros. A mes-
ma pesswa recebe alsumas escripturaroes para
fazer por preeo comniodo. ^ _______"
Aluga-se urna esarava perita couoheira e
engommadeira :, raa Primen o de Maro n. 7,
anBfa do Crespo! ________________,
Antonio Pranciaeo Alaes Conde
se re-
tirado para Pcrtngal, e nao podando A ida da-se
do todos os seas amigos, por es e faz udas-as soas
despedidas, e offerece arts mesmos seus amigos o
seu diminuto prestimo na cidade do Porto.
Precisa-se-alaga? urna eM-ravaaue saiha co-
zinhar : na raa das Cinco Potas1 n. 6, armaaern.
ttencao.
Anda se continua fornecer coramedoriaa
para foca cora asseio e promptidao, raan-
dando-ee levar a casa dos assigoantes qne
nao tiver potador: rajeslreita do-Rosa-
rio n. 35, Io andar cas particular de fa-
milia.
______________,___,____,-----------L-i-------.
Preitsa-.se alagar um escravo que seja cu
pairo esparto e qne eaumda de compras : uo cae
(daaateamaro a. Kl, ou na agencia geral o.
rpra a do Corpo. Santo. ____________
R
21.
R" llii
MARTIMOS
CONTRA FOCO.
A Compaaaia Inaenaiuajidora, estaaatacMa
esta praa, toma seguros macitnoa aataa
avios e seos, carregamentos e coatra fago
)m edificios, mercaaorias e moittaa*: a
na do Vigarion. 4. pavimaoto. ter aa.
Ma praca da lndepaadeama a #> a aaaV
abeiroapbre penhores do o uro, praja. a |
ai seja, qnal for a, anaana,; e aaaa
asa se compra e Vade oajfcaias os aera epiata,
i ignalnente se faz toda e qualqner obrt i
-maneada, e todo e qaaatur ooocerto
i mesma arte.
' Precisas de nmiama forra on escrav, qne
eaoaae e engomma para um?. familia eomposta
de daaa pesaras: tratar na ra ForDsal of-
ciaafioe tr'lhos urbanas. '
fina aaaa
VNSBN, raa da Cruz n.
jflecti\,aCjDte todas as
%mto#* BaaifpCM

wmtiY + t waw.
', He o mais delicado e mimosVe ao mes-
mo tetara o mais estavel de todos os per-
fumes,, e encerra em si, no set^tbaior auge
de exeellencia, o. proprio aroma- das verda-
dero fiares, qaando ainda na sua flores-
ceiwia e fragancia aatral. omo uwtteio
seo-uro e1 rpido aivio contra as dores' de
cabera, nervosidade, debilidad*, rimaainr.
flatos-, assim como contra toda asiaaas
ordinarias- de- accjderit.'s hystevica; a%
summa eflicacie e aao tera oolr aneo
raale. l^Twhaenae, quando despnperaaV
com arreo tema-se om dentifricio' o naais.
agradavei e exceenler dando ao denles,
aquella arvura e aperobala appreacia t3r>
altamonte- apreciada e duseiada peto Se-
nhoras.
Gomo um remedio contra o mabalito
da boca, depois de dnimia em gata,
summamentc exceflente, faz remover aeu-
Iraiizar todas as materias- impuras qfe so
criam roda dos denles e das geagMas.
tornando-as duras, sadas o Pona bud eor
encarnada. Qo.mtn a delicadeza, fafaaza
e permanencia do seo fragrant arotaa, ella
p<- corto nlo tem igual: e-a sua se-
rioridade sera rival. Cita igudmeute tr-
na-se um meio mn escetlojMe, ara_feajr
remoj^aiilfc^ooroTTfftonT^^ teda-a
qauSade de brotoejas. obulress sarda,
paiiDis, manchas, imDgen e esainhas.
Quando se queira sen-ir deta como reme-
dio para fazer desapareter qualtpaer um*
dests disOguraaeotos, 9.que tanto desei-
am a.iiadas feifSee do bello so; devera-1
se nsr-9 n"nm estado de dllruico, destem-
perandu-a n'uma pouca d'agua ; porm no
tratamentode quakraer espaha mateada
! della ptu-a em latid a st> orcav Ftnal-
j mente como um adsmrav.-! im-io-da coHt-
i municar as feires trigtieiras o prflidas,
^
-
i .
r^-
&


i 1
*r
'

Diasfc de Peraaiii>,uca Tefe* feirt 31 d Malo de lttO
GUIA NEGRA
as
jfcftlM URBA
5JV-.fi.iia da lmpsratriz-55
-Itoge, lava, Usina, lustra achamalo-
- \a-se, coma raair/r perfeiclo, andas em
E pecas e em obr* de toda. as qualidades;
I g cotno sejam-..seda,' laa, algdao. linho,
nu chapeos da 4ehro e de palba etc. etc.
Tira-*e nedoai e limpa-se a secco sea
molhar es teeidas, conservando assim to-
do otirTHio da tazenda.
Tiritara prota as tercas e sextas Tei-
tas.
BENTO MACHADO & C,
A AGU A NEGRA animada com o bora accolhimento r,ae lera em seus araran-
innovo participar a seus fregueses que, acaba de receber um wnfciorta-
de objectos "de gosto os q&aes serSo vendidos por pe-ecos moito mtmkj
^ fez os seas primeiros anoucios, foi o que asseguw. sern mdo borrar,
lonas como j disse ost ioteresses ligada a- urna casa tmportdoradesia praca e
sorisso poder* ter tudo especial e vender por preces admrraveisChama.pors a aren
de seus freguexes par os arttgos possa descrevec : ; ^_ :
Linos com o lampo de marm, madre-
e tartaruga, proprtos para missa.
Garafinbas vanas proprias para presentes
Reislha-se, a vartade dos compradores.alguns
lotes de terreno, que restaro, do sitio Agoasinha
en Reberibe, por preeps usoaveis. A posfcao to-
pogranhlea do terreno mnito o reeommeoda, so-
bretudo por Bear prximo da estacao projectada
da via frrea. Os pretindentes poderao dirigir-se
iaformar-se do teoente S Peixoto, do mesmo
lugar, e para qualquer negocio roa do Crespo
n. It, i' andar.
' palteiros da porcelana,
Tentjs para xroltarete.
Ben^allas com marfim, cousa especial.
Sai&onetes e alcatrao.
Gtfres de blhas para dinheiro.
Lindas caas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-
corea de gosto.
Indispensaveis de palinha e de ceoro pro-
trios para seohoras e meninas trazer nos
Binculos de madreperola, marmo tar-
taruga todos esmaltados.
CKos largos de setim, oousa interamen- .^^
RM sarja de todas as cores e largo- Talagorce para-bordar.
*mi par* lacos. Um completo sortimento de enfeites de
lineas, sapatinhos meis de seda e mais seda para vestido,
ttrteuces para baptisaos. Perfumaras de todos os autores os ais
Pilas com roscripefos proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
icet de noiva, e finalmente outros muitos objectos que nao
Mr* ytsos com p do arroc. \A possivel mencionar ; mas com a vista se
Una Tarisdo sortimente de Jarros de por- certiflearao do sortimento deste estabele-
r^jajj. cimento.
Agiiia Negra, ra do Cabug n. 8.
Agencia em Pernambuco
Do Df\ Ayer
Peitoral de Oereja
Cura a phthvsica e todas as molestias do porto.
Matsa parrllha
Cora ulceras e chafas antigs, implgens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Plalo cah rdeas.
Paramente .vegetaes e sem nwrcura, oura se-
sees, curam e purificara todo o syslema humano
Vende-se efectivamente em casa oe Samuel P
ihnstoD & C, ra da Sanzalla Nova n. 42._____
Ama
MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS DE GRATH
OLEO ELCTRICO
ING OF PAO 0 RE DA DOR
PARAUSO IVTERXOE EXTERNO
Cura cholera e cholera murbus,
Na ra do torres n. 16, t* andar, precisa-se de
urna ama qe cozinhe, engomte compre para
ama pessoa.________________________
Precisa-se de ama ama para pouca familia:
aa ra Agu*a n. 71.
iM
LIVRAMA PRANCEZA
Ra d CJreapo numero
AmorimAleijdes sociaes, 8 encad. 33000.
BragaEspirito do direito civil, 8o br. I i.
Caroa*-1iartyrio d'Amor, 8* encad. %t.
ChavesLibertinos e conspiradores, 3 vots., 8*
enead. 6*000.
Centello Branca Preceitos da ciencia, 8
encad. 3*.
----------Molher (aul, 8o encad. 3*.
Brilhantes do Braaileiro, 8o encad. 35.
Conscinc Al ventaras da riqueza, i vols.
br. 4*000.
TralO matador de tigres, 1 tol. cart. 2*.
FigueiredoTasio poema, 8" enead. 3.
a'ocfcPapa Sogro, 8* encad. 3*. .
MirandaTbeatro, 8* encad. 3*.
MoliereTartuffo tr. de Castilbo, 8* encad. 45.
PatatalA fllha dos negros nagas, 8 br. 1*.
Palacra de D. Pedro V8 encad. 3*.
Ponson iu TerrailDramas de Paria (Rocambole)
4 vols. 4* enead. 25*.
-----1Novos dramas de Pars, 2 vols. 4*
encd. 8*000.
Proyecto para a reforma do nsino secundario8*
encad. 3*000.
Ramalho-Qrligo Histerias cor de rosa, 8"
encad. 3*000.
RtynoldsTaberna do diabo, 8 encad. 34.
Simes DhtA. hostia de ooro, 8* encad. 3*.
Ti-opnuumO grande rime d'Aubervilliers (Pan-
lin), 8 br. 2*000.
VieiraThesonro inexgotavel. 8* encad. 3*.
Vieira-ae CastroDiscursos, 8* br. 2*.________
PHARMACIA CENTRAL
Ra do Ipiperador b, 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
Se pode osar do opio e de seos prepara-
dos, e mui convenientes para as crianzas
dos espasmos e coovulses.
Prctsa-se de urna ama para ponca familia :|
ca ra de Caldeireiro a 56.
Dian-bea, lluxo de sangue, em um da.
Dr de cabera, e dores de ouvklo em
tres minutos.
Oor de dente, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocaces, em vinte minutos.
Gargantas mohadas, em dez minutos.
Clica e cotivtilsOes, em ciuco minutos.
Rheumatismo, em nm da.
Febre e l'ebre intermitente, em um da.
Dor as costas e nos lados, es -dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados,.em m dia.
Pleuresa, em nm dia.
Surdez e asthma.
Hernorrboidas e bronebitis.
lnllainm'jQao nos r'ms.
Dyspepsia, erysipelas.
Molestias de flgado.
Palpita?o de coraco.
tmm sempre esle remedio em sua familia
AS DOEQAS SE APRESENTAM, QANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O < KING OF PAIN (O rei da dor) aquieta e positivamente
iiissipamais de differentes molestias e dores, e allivia mais.ossoffrimentoseproduz um
mais perfeito ej^uilibrio no systema humano, o que n5o se pd eeotuar no mesmo
lempo, con qoalqoer outro remedio medecinal
Cste muilo popular remedio est agora usando-se geralmente, pela razo que
milhares de pessoas se tem curado gratis com o dito remedio peio Dr. Crath e outros
mais.
Este importante remedio nao se olYerece para curar todas as doen^as, porem t5o
smente para aquellas estipuladas as nossas -direcces.
Est operando nos principios da chimica e da electricidade e por isso, est ap-
plicavel para o curamento e para a restaurarlo da ac^ao natural dos orgos que sollrem
da irregular circula^o dos fluxos dos principaes ervos. Oleo elctrico O King of
Pain opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as inchace6 das gln-
dulas at em um tempo incrivel, breve sem perigo do seu uso debaixo de qoalquer cir-
cumstancia.
O remedio, urna medecina para o uso externo e interno, composto dos elemen-
tos curativas,-raizes, hervas, e,cascas, taes, como se tem usado dos nossos antepassa-
dos, e da^ quaes tem grande existencia no mundo, para curar todas as molestias, so-
wente sa!'endo-se quaes ellas s3o.
Foi um graede e especial desejo da faculdade de medecina durante muitos annos
de experiencia para aprender os melhores nudos ue se deviam adoptar para curar as
-seguinteS'doenijas.e que proporeoes de medecina se devia usar.
U\1l O DEPOSITO
EM PERNAMBDCO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BARTHOLOMEO & C
N.=34 Ra Larga do Rosario.N. 34
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
iClysses Irmo proprieUrios deste bem oonbecido e -acreditado estabelecimento
tem a bonra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
uezea, tanto desta praca, como de fra, que teodo sido elegantemente reformado dito
stabetoeimento aclu-se completamente sortwlo -e em condic&es de bnm servi-los dos
-seguintea artigos
CHARUTOS
penores de Havana. Hamburgo, Rabia e
Fito de Jaeeiro etc.
Cigarro s
depatfaa de 8. Paulo, de 3M00 a 7,|o00,
o beiro, Daniel do Rio Novo, Jaurity,
Imperiaes, Teoentes do biabo. Duque de
Caxias, Gaadoa etc.: de papel, de fumo
* de Daniel, General Osorio, Conde d^Eu,!
Rocambole, Raieaes, .Acadmicos, Macham-
boaba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
rauitas outras qualidades.
FMON
Afamados de BAEPENDY em cauoes de
iO iibras 15400 rs. a libra, em pacotes
a 21, de 20 para cima a 15800 e em maior
porreo i 1400 o pacote de I libra, dito
ditas qualidades como sejam : Daniel do
*io Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
ele etc.
VVMDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qsalidades gostos e presos.
' CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raiz; de 35 at $0, -a duzia e de ou
tras qualidade* a retatbo. '
DITOS p de gallinhados melhores que
ha oeste mercado a 35 e 3500 a duzia, e
com grande abatimento em maior porc3o,
ditos de louf a, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e cowo de diversos
gostos e pragos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros (Te todos os
systema s.
PHOSPHORO&de cra, em csisas de to-
dos 06 tamanhos, de seguranza a balao etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-nom. Per
san, pintado, do linbo etc. palba de milho de
Fernando a melhor posstvel.
Precis se de urna ama : na ra do Yigario o.
33, 8* fflar.____________________________
Freoisa-se E ama ama para cuantiar e
engommar par urna pessoa: na ra do Amorim
p. 31, V andar. _____________________
0 Sr. lto, socio gerente da casa de Rabe
Schwettau & C. retira-se lemporariaraente para
Europa, deixando durante a sua ausencia eocar-
regado da gerencia da dita casa o Sr. Hermn
LtMM
Amu.
Precisare de ulna ama de lene : na ra dos
Pescador u, 33. _____________BP
Pedido.
Pede-se encarecidamente (so asstm) aos iSnho-
res abaixo mencionados se dlgnem por especial
obsequio de virem realisar aquillo que teem pro-
mettido por diversas vetes, pois j e tempo, e vis-
to que o nosso negocio de interesse para, os
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, adyertindo porem, que nao retiramos este
nosso pedido sem qve nao comparecam a ra de
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezus Bandeira..
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimares.
__________Luiz de Frwca Beleui.__________
Ia* a "S SHSS *
K- proprietaria do antigo estabelecimento de '
seu floado marido Dr. Sabino 0. L. Pinho,
previne ao publico que desta data em*
diante nicamente encarregado de ins-
peccionar a boa preparaca) e organisa-
cia de sua ptinrmacia especial bomeopa-
Ihtca o Illnv Sr. Dr. Jezuino Auguste des
Santos McHo.
Otro si m que o mesmo Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem dirige o antigo cousoitorio do Dr.
Sabino O. L. Pinho.
Consaltas das 10 boras ao mel dia.
Gratis aos pobres.
tten$o
Na na Nova n. 43 vende-se urna megrinba de
11 annos, bonita peca, e urna escrava com daas
lindas cras.
'Merculano Marcos loglez do Souza, fflho de
Dr. Marcos Antonio Rodrigues de Souza, residen-
te do Para, roga encarecidamente pessoa nesta
cidade, encarregada por um negociante do Para
de ser seu correspondeate, a 'bondade de o pro-
curar em casa do Illm. Sr. Dr. Aprigio Justiniano
da-Silva Guimares._______________________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na ra de Santa Rila n 66.
O Sr. vigario Bacalbao qae inoratu morn
na estrada de Joao de Barros, queira mandar a
esta typographia a negocio._____________
Precisa-se de urna ama (le meia idade para
comprar e cozinhar para tres pessoas : na ra
das Flores n. 37. ________
Julio Cardoso da Costa, morador em Trom-
beta, por haver outro de igual nome, se a: signar
de hoie em diante Julio Cardoso da Cxta Araujo
fflARMAGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'acatrSo em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
DOR N. 38.
Pilulas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pilotas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Coafeites de lclalo de ferro.
Pitolas de carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Anacer ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL KUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
"Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digesles
difliceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
ragia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
Custodio Jos Alves Guimares, nio podendo
pela brevidade de sua parda para Europa, des-
pedirse de cada um de seus amigos, pede a todos
descolpa dessa falta invjlaHtaria, e offerece os
seus limitadissimos atracos em qualquer lugar
em que se achar.________________________
Custodio Jos Al ves Guimares, tendo de fa
zer urna viagera a Europa, oeixa por seus procara-
dores em 1 lugar o Sr. Jos Antonio de Freitas,
em 2o ao Sr. Antonio Jos Cordeiro SiaiGe. e em
> ao Sr. commendador Luiz Jos Pereira Smiles.
0 CIRLRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico ea geral. e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi|
nete de consultas da ra Direita n. l para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser propurado para os misteres de sua
profissSo, todos os dias uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem connecido,
assim como as commodidades dos nrecos.
ATTENCAO
a
Urna familia que se retira para fra da provin-
cia, vende urna mebilia e Jacaranda em perfeito
estado, constando de 18 cadeiras de gaarnicao, 4
ditas de brac), 1 sof, 4 consolos e 1 jardineira,
com tampos de pedra ; e mai-s os seguintes objec-
tos : 3 marquezas de amarillo, candieiros para
gaz, jarros para flores, lanternas de vidro e tapetes
oara sala : quem pretender dirija se a ra da
Trempe n. 11.
Echo de Boma.
Revista religiosa especialmente dedicada s ma-
terias do Concilio Geral ecumnico do Vaticano,
publicacao mensa! de Lisboa. Acha-se completo
e em distribu;ao aos senhores assignanles o pri-
meiro anne desta importante Revista. Est aberta
a assignatura para o segundo aunoRs. 6i.
LIVRAR1A PRANCEZA-
D-se dinheiro a juros com hypotheca em
casa : na ra de Santa Rita n. 48, das 6 as 9 bo-
ras da manha, e a tarde das 3 horas em diante.
D-se iSiOQO res mensaes pelos servicos
de um escravo que d fiador a sua conducta : na
ma do Rangel n. 9.__________^________
Em S. Jos do Manguinho, casa n. 2, preci
sa-se de dnas amas, urna que seja perfeita en-
gommadera a outra para ensaboado e sirvco do
mestieo paga se bom aluguel.
Na mesma casa tambem se precisa de um ca-
peiro de 13 a 14 annos.
Alm do artigos menoionados encontrario nossos fregueses oatros muitos no g-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalio e que com soas presentas
serio satisfactoriamente bem srvidos: bem como nos eocarrpgatfoe de t;ualqutf en-
commmH e Deseos cigarros de seda e linbo, ele.
13Eua da ImperatVi *
Estrada de ferr do Reelfe a
Ollatda.
Compram-se dormentes de madeiras de reco-
nheeida doraco para a constru cao desta estrada:
tnta-se na ma da Aurora, escriptoro da superin-
tendencia, das 6 horas da manha s 6 da Urde,
nos dias uteis.
O superintendente,
_______Andr de Abren Porto,
Fogo de bengala
de omitas variedades, e todo de efleito magnifico :
vendem-se em pequeas porc.5ee oom todo sorti-
meato, tanto para casas de negocio -como particu-
lares : no arroazem de baialbo, na esoadioba da
alftadega n. 3.
Ao 2(fcOOO00OO.
Bilbetes do Rio venda : roa do Cabog n. %
vende Tieira 4c Rodrigues.
--------------- "
t DR. S.UT0S MELLO
13ID03(D
IOUEOP1TIIA
MUDOU SE
Para rna Nova n. 43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L O. Pinho.
Consaltas todos os dias das 10 horas da
manha ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou nonte.
Gratis aos pobres.
43Ra Nova-43
s
m
i
20Rui da fniperatrisfi20
FarlAdLesta
Temos a honra de, participar ao respeitavel pu-
blico que filemos destinguir a noua noca Mi o>
fazendas finas com o elegante UluloLa Kt/ft dr
Pars; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a melhor vontade dos freguez/t, po-
demos assevWar sem reeeio, ao poblicoem geral,
que naafcaver quem possa enaer mate barato,
attendendo aos precos e qoalldade da Blenda, e
mandamos as casas das Exmas. familias qoal-
quer fazenda para melhor escolberem ; damos
abaixo os precos de varias peebiocbA qoe serao
o bastante para jostflear a nos JaKeridade
por alguem reconhecida : saias brancas com na-
dado frisado pelo baratissimo preco de 'SiOQQ, ri-
cos corpinbos bordados, objecto de H/, pelo pre-
co de 5J, cassas de cores, lindos padrSes, a ^0
rs, chitas finas claras e escuras a 300 rs. o cova-
do, cambraias organdys a 640 a vara, mandapolao
fino a 6* a peca, toalhas felpadas para rosta a
8 a duxia, lencos de cambraia a 2#500 a duzia.
cambraia virtoria fina a i 1, 5*500 e 6#, completo
sortimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o qoe ha de melhor, ditas de laa, e varias quali-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapo-
lao e algodaozinho, bramante para lences, es-
guio, fustoes para vestidos e roupas de meninos,
camisas, ceroulas. meias, grvalas, colarinhos, e
oatros muitos objectos que dexamoe de mencio-
nar, tudo por commodo precos.
Grande reunio! I! ,
NO
Armazem do Campos
O Campos avisa aos seos numerosos amigos e
freguezes que tem conseguido fazer ama Grande
reunido de gneros especiaes e tetramente na-
vidades, como sejam.
Queijos de manteiga.
Ditos de Coalla.
Ditos de Minas.
Ditos flamengos.
Latas de guizados francezes.
Frascos de conservas francezas.
Doce fino de goiaba.
Charutos do alamadissimo Costa.
Latas com lagostas a 600 rs.
Cha perola verdadeiro.
Linguas seccas a 240.
Cenlas a 800 rs. a tranca.
mmmmm-wmmmwmmmm
RAP PRIKCEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A ra do Vigario n. 27, acaba de rece-
pelo ultimo vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como lino, assim como
Paulo Gordeiro commum e viajado, que
tanta acceitaco tem merecido nesta provin-
cia pela sua excellente qualidade proveniente
das boas materias primas de sua composi-
i.'k. tendo alm disso a propriedade de nao
ferir o nariz aquelles que fazem delle uzo :
I os precos s3o o mais em conta possivel.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binado do iodo com o sueco de plantas
anti-scoibuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o racbitismo-
cachloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbanna-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo aramia, ferro, e de sade, da
acreditada olcina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido phenico* en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vrnifugo.
Tudo de melbor qaalid:-de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
wmmm*m\
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38-
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as affecc5es chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tossos agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qoalqoer affeccSo nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal mai
otis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regoanlt,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
Calpado nacional.
X. 1 Roa do Jardina \. 19
Jos Vicenie Godinho com fabrica de calcados,
avisa a tedos os seus freguezes, que contina a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
quenas porgues como dantes, sendo mais barato 4o
que em outra qualqaer parte. Assim como um
sortimento de pares de formas francezas chapea
das para homem, do ultimo gosto, a preco de
iOO.
Molina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazarelh desta provincia, o
favor de vir ra do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em fin?
de deiembro pnximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada curaprio.
e por este motivo de novo chamado para odito fim;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito anuos, e quando o Sr. seu filho se
achava no estudo nesta cidade.
FARMACIA CEfflM
Rna do Imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Faulty. as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use'of this sa
line preserves foreigners from many diseases to
which they are leable before becoming aeclma
tised. May be obtained at the Pharmacea Central,
raa do Imperador n. 38.
Ama
Precisa-s< para o servico de urna casa de pouca
amilia : no pateo de S. Pedro n. 18.
Precisa-se de urna
13, 2 andar.
AMA
na ra das Larangeiras n.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refgerante, que se pode osar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
nWf*
AVISO
O abaixo assignadoiMWleipa ao corpo 4o com
merdo, que deixo'j de ser caijefro da jh oom
de Mello, Lobo C, por motivos justos.
Beeife 31 de maio de 1870.
AdolDbo de-"S" Celfr
^reoija-se de urna..mulber de OH* 4**
para ama de casa de poua faraia: -a. traVf i
ra de ijjaae.verdes n, 9i, f aodar. ~"~
O abaixo assignado, tacita-
mente dispensado da inspeccSo da
pharmacia especial homeopalhica e
consultorio do seu Gnado e Ilustre
amigo Dr. Sabino Olegario Ludge-
ro Pinho, de saudosa mimoria e ani
mado por alguns seas amigos pro-
poe-se a abrir om estabelecimento,
onde se encontrarioas melhores dro-
gas homeopticas, para o qual des-
de j conta com a prqteccjo d'aquel-
168 que bonraram-no com sua confi-
anca} podendo, entretanto, ser pro-
carado para qualqaer mister, em a
casa de sua residencia, roa da
Palma n. 85.'
Recae, 18 de maio de 1870.
O professor homeopathico
Jos Alces Tenorio.
I
s
s
s
Precisase de waa ama de boa conducu
a* suba ben coser e ectfommar, para urna se-
nJriainavajMa pn Wro; j tratar na ra ^
Amorim n. 35; l> and
Na travessa da rna
das Ciros n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal br a quan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
Quem tiver e queira alagar um preto (eov
bora de idade) qne sirva para vender hortalice,
dinja-se roa da Amizade n. 18, na Capunga.
Cosinheira.
Precisa-se de urna cozinheira, na ra do Viga-
rio n. 7, 1 andar.________________________
AVISO.
Os Mutuarios possuidores das cautellas ns. 46 B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 51 B, 66 B, 105
B, 93 B, 115 B, 67 B, 75 B, 1S B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesso que produzio em
praca noleilo de "seus penhores no praso de otu
dias, do coptrano se recolher ao deposito gerai.
Recife, 21 de maio de I87Q.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
Irmandade acadmica
de N. S. do Bom
Conselho.
De ordem de nosso irmao juiz convido a mesa
administrativa desta corporacao reunir-se no dir.
2 do mez de jnnho prximo futuro, as 11 horas da
manha, em o convente de S. Francisco, para tra-
tar-se de negocios relativos mesma irmandade
Consistorio da Irmandade acadmica aos 27 tle
maio de 1870.
O secretario,
Camillo Correia Dantas.
. Ama de Jeite.
Precisa-se de urna ama de leite livre ou esera-
va, e paga-se bem : na ra da Ponle-velha n. li
Ama de leite.
Precisa-se de ama de leite : ca ra larga ai
Rossrio n. 26, primeiro andar.
a n\
Traspaa-se urna Tiypotheea da quantia de
4:000 cem segaranca em urna propriedade na
freguezia de Santo Antonio : a fallar na ra u\
Duque de Caxias, loja da verdade n. 'o.
Antonio Samico de Lyra e Mello e Idomeheo S.i-
mico de Lyra e Mello agradeceni cordialmente a
todas aquilas pessoas que se digoaram compare-
cer ao enterro e acompanhar ao cemiterio publicu
os resto* monaes de sua sempre chorada mi Je-
ronyma Saniico d Lyra e Mello ; e de novo con-
vidara aos seus prenles e amigos para ouvrem
algumas missas do stimo dia que mandam cele-
brar no convento do Carino no dia 1 de junh,
pelas 7 horas da manha, pelo que se confessam
desde ja gratos.____________^ _____
sa
Ceciliano Jos Ribeiro de Vasconcellos, agrade
ce cordialmente a todos os seos amigos e paren-
tes que se digoaram acompanhar os restos mor-
taes de sua presada esposa D. Mara Digna de
Vasconcellos, e de novo o convida para assisti-
rem a mlssa do stimo dia, que se ha de cele-
brar no convento do Carino do Recife, quarta-fei-
ra 1 de junho, por cojo acto se confessa eterna -
mente grato.
ATTENCAO
O abaixo assignado. inventarame e tutor dos
orphes filhos do tinado seu sogro, Joaquim do
Vasconcellos Pinto, roga ao Sr. Antonio dos Santos
Victal, o obsequio de entenderse com elle. Igual-
mente pede a todos que licaram devendo letras e
cantas a vireni recolber seas dbitos, do contrario
asar dos meios qne ibe faculta a lei. Gamelieira
23 de maio de 1870.
Jfanoel Ferreira da Silva Vianna.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo aatignado, tendo vendido alm de ou-
tras sones, ummeio n. 2118 com 900* da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio la
igreja da Santa Cruz do Recife (148a), convida
aos possoidoree i virem receber na coaformidate
do cosame sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da I* parte da lotera i beneficio da ir-
mandade de Santa Anna da Madre de Dos (149*)
qoe se exlrahira terca-feira 7 do mez vindouro.
.PrecosOs do costume.
Manoel Martins Pinza
AO PUBLICO
(juiralves, Irmao & C, successores e liquida
taos das exlinctas firmas de Antonio Conealve--
de Azevedo e Gohcal ves Para & C-, declarara ao
publico e as autoridades policiaes, tjue de seu es-
criptoro em sea estabelecimento a ra do Livra-
mento n. 22, Ibes foram subtrahidos, um livro que
tem servido de borrador de diversos lancamentos,
diversas cadernetas tambem escrpturadas, entre
estas urna de copias de coalas correntes com
seas devedores e potro copias de contas de venda,
assim como diversos documentos de importancia,
como sejam recibos, cartas e copias de negocio;
Nao podem precisar a pocha em que leve lugar
esta subtracao nem a pessoa que a praticou, por
que s agora, na occasicao em que o se ci chele
e gerente tratava de fazer entrega dos linos e do-
cumentos da casa aos demais socios se deu por
essa falta. Rogam portinto s autoridades poli-
ciaes e mesmo a qoalquer particular qoe veja
taes livros, cadernetas e documentes, o favor de
os aprehender; e protestara proceder criminalmen-
te centra quem os subtrahira ou os tenha em ceu
poder. .
Formas de fwm
Para purgar assacar : esperam-se at om
do raer ama pequea quanUdae ; o senhores
que as pretender apparecam na roa da Cadera, n.
4, armazem de Silva Barroca.
Professor.
Caixeiro
mt
Precisa-se de um caixeiro qoe tenha pratica fe
taberna : a tratar oa ra dos Pires n. 16.
t
PrerUa-se dpus amurtores
a 129.
a
SSla
A pessoa que por Me iornal aanuncioo
seus servicos oa qoajidade de preceptor da
infaocia, coa urna pralica de mais de "i
annos; qneiw eottoder-se com o Parta Mert-
teirot ra do Imperadord, 74.
Vende-se uta esqrava de 10 ann. be mu
fifur. fem viefc, ama Cisa, tem prin s.lava
bem ; ttowtivo i venda se dir : na ra de Pe-
n.
V-
_ prcisa-se de nma waa a*m
ponca familia : na ra Direita o,
ragem.


\

\
m



Diario de Peraambuco Ter<;a eira 31 de Maio de 1870.
COMPRAS.
, 0 jnuzeo de joias-
Na roa do Cabog n. i' compra- ooro, prata
pedrae preciosas por preco* maia vantajosoe do
I r
icr&yos
Compram-'Se e vundeui-se diariamente para iora
dent da provincia escravos de todas as idades,
com e sacos, com tuto que sejam sodios no
lerctiro andar do sobrado n. 36, a ra das Cruzes,
trege* de Santo Antonio.
liOM multo maior vantagem comprein-se
9019, pr*f* e pedras preciosas e n obras wlhas: na
toja de Joias do Coracao da uro n. i D, ra do
Gabuga.
Compra-se uraa casa terrea boa, situada ein
Santo Autoa ou Boa-visu: na rus da Florenti-
na n. 6.
Oomp
>ra-se
urna roobilia da Jacaranda em meio uso a Luiz
XV, sendo 1 sof, 4 cadelras de braco, ti de guar-
nilo 6 2 eousoios, e poder ter mais atgumas pe-
ca : quem tiver annuncie por este jornal para
ser procurado, ou tratar ne.-ta lypographia com
o Sr. Hermenegildo.
Compra-
ra larga do Re
se um trepador de coqueiro
Rosario, loja de caleadcs n. .
na
Compra-se nma casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicio nu-
6.
Na travesa da ra das Cruzes n. 2, casa de
peabores, compra-se prata e ouro velho por mais
do que em outra qualquer parte.
Na loja de Vianna & Guima-
raes
RA DA CADEIA DO RECIFE N, 39,
Gompra-se um arreio para aro cavallo com pou-
co nao.
Compra-se
__^. Jornaes para embrulho : ra do Crespo n. 25,
toja da esquina.
A RA DA D1PERATRIZ V.
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Iraperatriz.
N'este novo e sump^aoso estabelecimento de fazndas encontrarSo as Exmas.
amibas tudo qaanwpossamawejaT, tanto em artigo do mais rigoroso luxo, como em toda
ia mais qualidades de fazendas,
* Alm dase acharem prvidos do que de raelbor se encontra neste mercado,
jor todos os paquetes -da Europa, recebem directamente o que em artigos d moda e
lo mais apurado* gosto se eoeontra em Pars, o que vem cada da augmentar s propor-
toes de qu dispSe este estabelecimento para bem servir sqa numerosa freguezia.
J^ CE.
Algpdio largo para lences e toalbas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
odas as qualidades que costuma vir ao mer- da inteiramente nova para vestidos de baile.
-,ado. i Grvalas para senhoras e homens, o mais
Alpacas de todos os padroes e qualida- completo sortimento que se pode desejar.
les tao variadas que se nao podem descrever. Guipare preto e branco, diversas larga-
Albans com msicas para collocar retratos, ras e differentes gostos.
lelicado presente para qualquer pessoa de Gollas e punhos bordados para senhoras.
tstima. Guardanapos de linho pequeos e gran-
Atoalhado de linbo e algodao, branco e des.
le cores proprios para toalhas. Gorgurao de seda preto e de cores.
EEJ Grosdenaples preto e de odres, haven-
Basquinas de seda pretas e muito moder- \0 diversas qaalidades e gostos.
as, bem como de crochet, tudo de aparado | (osto e feitio. Japoneses para senhoras, o melhor gos-
Batoes de musselina, madapolao, broncos to, e fazenda propria para as (estas nos ar-

Compra-se urna preta de meia idade que
saiba cozinhar perfeiumente : na ra do General
\ictorino n. 29, antiga rna do Sebo.__________
Compra-se nma casa terrea em bom esta-
deo que ja sitiada na freguezia de S. Pedro Mar-
tyr da cidade de Olinda : no 3* andar do sobra-
do n. 36 da ra das Cruzes._________________
Raa 4a Cadeia do ttecife e. 5
Comprase um arreio completo para um ca-
briole! de um cavallo' com pouco uso.
VrNOAS.
Vandese urna* escrava (cabra) com algu-
mas habilidades, tende um lilho de quatro me-
zes prapra para amamentar alguma crianca, por
ser sadi, e ter abundante leite : no 3 andar do
sobrado n. 36 da ra das Crnzes.__________
Vende-se um cabriolet de duas rodas, eoberto,
com arreios para um cavallo e em bom estado
nacochera pa ra de Santo Amaro n. i.
Vende-se urna casa t rrea na ra da Espe
ranea, defronte da estaco dos trilhos urbanos na
Soledade : quem pretender dirjase a esta lypo-
graphia.
P!
de cores, para senbora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
srguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
'aradade de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.!
rabaldes e passeios a tarde.
Laazinbas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao (cando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode baver -desde
esguiao ao a!god5o conimum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bramante d linho de i I palmos de lar- riado sortimento.
(ora, e todas as mais qualidades. I Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linho e algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
imento. pores, sempre novo sortimento, quer em
Brins de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer emjfio
ommodo ao mais caro em qualidade, afijan- d'Escocia, brancas e de cores,
ando o que ha de melhor na especie. i 5Jt
Brins d'algodo completo sortimento e Madapollo; indescriptivel o grande sor-
'triedade de prejos. timento que ba neste genero, desde o mais
ryt elevado preco ao menor, que s vende em
Cassas de cores, o maior sortimento, pri- pega e retamo por menos do que em ou-
aandb pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
ti qualidades. Mantas de blonde para noivas: o apurado
Cambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
es'de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinhas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se desc-
ordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para homens e meninos, t5o va- Mantas pretas de blond.
ATTENCAO
Vende-se por barato prego a propriedade na
camba dos Remedios, que foi de Joi Anastacio
Camello Pessoa, com una grande olaria de pedra
u cal, que lastra 16000 tijollos e frno que com-
pona 25,000, com exrellenie barro para luda e
qualquer obra, com dous excellentes viveiros e
um grande anide d'agua doce, tendo urna ca?a de
sobradu de um andar e soiao as pesaoaa que
pretenierem, dirijam-e referida propriedade a
entender-se com o capitao Detlno Lms Civalcante
Pessoa consenhor da mesma propriedade.
As seguintes obras
Yinteanim Spots, ou tres niosqueteiros,
por A. uinas, i I vol. ene. por 155000;
.1 tirgem do mosleiro, e as nwm yrias de i-
fhelteu, por Jo>e Victorino, ambos enc^dar-
nados em ums vol. por 35O00. Colas
cont suissi, ene. 1 vol. por IjuOO. Canto
l'alvorail'i poesas p ir M. da Rocha, I vol.
ene. por '.'>> 00. FUrss 4itqeiai, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Clasans. UusSst perdida*, por C. de
.Vzeved i, ta. lo toeaderoado em uaa s vo-
lunte, por vOO). Jema a col notara da
marte por J. C. e Uberto, secn is .le* um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 35>OO. Paliuyra, ceguinha bra-
sileira. romance eui.7 cautos por Or. Boni-
facio de Abren, ene. eai um s vol por >.
O cacaUeiro d'fiar me mal por A Dumas, i
vol. encadernados, por 103000.
Tambem vende-se as collecces de leis
provinciaes faltando apaas 3 annos, por
OlOOO, tendo 7 vol. me brochara, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e que tudo se vende por preco em
conta. Quemquizerdirija-se a esta typogra-
pbia que se dir quem vende.
ATTENCAO
Vende-se um sit > ua estrada do Rosarinho, bem
conservado, e com casa de vivanda em perfeiu
atado : a tratar no pateo do Carme n. 11, segun-
do andar.
Armazem dous irmaos
9=vtna da PciihaH
Manteiga ingle; a superior a i500 a libra, idem
franceza a 80 rs., cha miudt bom a 33200, idem
grosso a 36. velas de esoermacele a ti'iD a libra,
af era carolo h un a 200 e iV) r<, toucinho a
Wf) rs., talari'm. macarro e aletria aoOOrs., juei-
jo* frescos a iowi. idem prato a I a libra, vinho
em pipa a iOO rs. a garrafa, i doc a 6i0, grande* latas com bolachinlias a 1 i 100,
laguitinhos a 609 r-<. a lata. Ne^ie armazem h*
smpte grande depo*ito de gneros de primeira
qnalidadt, e vendem-ae a preco* muito resumidos.
iado sortimento que vai do mais ordinario
nadapolSo ao mais perfeito bordado de li-
ce cambraia.
Camisas de meia, de flanella, braneas e
le cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
(ue se pode imaginar, sendo d'isso a me-
aor prova o grande consummo dellas na
'fficina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
lesde a mais candida flor de larangeira at
i mais interessante griaalda.
Chapelinhas no raelhorgosto.de todas as
ores boje preferidas pelas senhoras de
aais apurado rigor na moda.
.Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
dtimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
le todos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
iumero e no menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
o e variedade de padroes e novos gostos,
la neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode iraa-
inar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos entel-
es, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
ado gosto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
.Tecos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente brda-
los para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
ll.o que de melhor se pode desejar.
Colarinbos de linho bordados e lisos, o
aaior sortimento.
Damasco de ta de 9 palmos de largura
indas cores e ricos padroes.
Espartilhos branuos e de cores, para se-
horas e meninas, o melhor neste genero ;
enhuma Sra. deixar por certo de muir
ie de to precioso auxiliar i perfoicSo de
im corpo delicado.
ntremelos bordados.
Escomilha preta.
Eafeites para cabeca, ultima moda de
r*aris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
dos os nmeros.
Fitas largas escocesas para 'cintos, varie-
*.&de de gostos e liados padroes,
Fbhs de crochet, modernos com cintos
i capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodSo, de todos
w gostos e padrSes.
Fusto de todas as cores e qualidades
Flanella branca e de cores.
Flores, o qoe ha de mais rico, quer
oltas, quer em raraes, tem o PAVJLHaO
0\ AURORA am permanente jardim a
lisposico das Exmas. familias.
mm MiDAiiE
Quando a A GUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentelquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e relevarlo,
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o sea nanea desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA pode
dispr, empregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aquelles que a
bonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
cari aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para ciatos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo dtscreve-los minuciosamente
por suas qaalidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nlo massar o preten-
dente se lhe aprestntar o que poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo coa flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Carimbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Mantas para carros, com lindas pintaras.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padrees.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
ommodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, usos e de al-
godao para camisa.
Princetas pretas e .'i6 cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olpbato, tera o PAVILHAO DA
AURORA, desde a verdadetra agua Flori-
da at o mais fino Bauquct d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possive!,
Saludas de baile, de todas &s cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possive!.
Sarsrelim de todas as cores e qualidades.
O*
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e e todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamaitos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gestos delicados pro-
pria para baile.
Touquinha8 de fil, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. ; para enfeites de mesa e de lapinbas.
SORTIMENTO COMPLETO
HUIi/,1 >s
NOS GRANDES
DE SECCOS
E noi II1JIOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
S1MA0 DOS SANTOS ft C.
GALLO VIGILANTE
Rna do crespo a. 9
Os propnetarios desle bem conhecido esubeii-
cimente, alera dos mnitos objectos qie tinhaiii
postos a apreciacao do respeitavel publico, c.
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e varado sortimento ti
Unas e mui delitadas especialidades, as quae? es-
to resolvidos a vender, como de^seu costar e,
por precos muito baranhas e comuiodos para io-
dos,- com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, biair
cai e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas golliuhas e punhos para <~
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para cabecas c;
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidr-
ios e sem elles; esta fazenda c que pode oavT
de melhor e mais bonito. x
Superiores e bonitos leques de madreperr a,
marnm, sndalo e osso, sendo aquelles branc *
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30#(K a duzia, entretanto qoe nos as vendemos por 2C,
aim destas, temos tambem grande sortimento c-e
outras qaalidades, entre as quaes algumas muo
finas.
Boas bengalas de superior eanna da India e
eastao d marftm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor *
pode desejar ; alm destas temos tambem graoco
3uantidade de outras qualidades, como sejam, n...-
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadete 9
de outras qualidades. N
Lindas e superiores ligas de seda e borracta
para segurar as meias.
Boas meias de seda para seniora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfini e tartaruga para fa?* r
barba ; sao muito boas, o de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa, vex tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para ero*&
Linha muito boa de peso, frouxa, para eae(.-
labyrintho.
Bons baralho. de cartas para voltarete, assiia
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumaras e dos melhor es e mais conhecido; [<:-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convuls8e._ e
fa>-lita;n a denti^ao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigios i
collares, e continuaraon a recebe-los por tode.
vapores, a6m de que nunca faltetn no mercado,
tomo ja tem acontecido, assim ppis podero aque-
les que dellcs precisaran, xir ao deposito do gm )
vigilante, aonde sempre eBcontraro destes verd.-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao mn
para que ,ao applicados, se Tenderao com um m.i
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virtm
comprar por precos muito razoavtis loja do gar
vigilante, na do Crespo n. 7._______________
GEJlETb
0 verdadeiro portland. S se vendg r>
ra da Madre de Deus n. 22, rmazem c*
Joao Martins de Barros.
10
PROGRESSO
Pateo da Penha 10
Vndese- urna Mcrava de meia Hade, que
oozinha, lava e engorama com perfeico : quem
a pretaarfer dinja-se a roa do Cordoniz n. i, 2*
andar.
CARROS.
Na coefceira da na o Imperador n. 45, ha 3
cabriolis de i rodas para se vender, iodos re
parados de novo e com eobertas : a tratar na ra
estrato do Rosario n. S, primeim aadar.
Massa batid i a 600 rs,
Valdiin 4a plvora veade masu batida e in-
gleza para fofos : m seu armarem de sal da roa
ImpariaL_________________________
Farinha de mandioo.
Vende-se supertor farinha de ntanoca chega-
da do Rio de Janeiro, por pre.;o menor do que
em outra qualquer parte : a tratar a roa do
Vigano i^ |Vtoefro-d*r.______________
-- Vwatowdoaj iamrtoMes eavivi que
oatmnato,taawie 9tM$m pyfaittfwme, de-
licadas Dforas, dale de 9 23 mao*, ama dita
de idade 26 anuos, expeliente eozianeira, muito
acatada, orna bella mulatioha de idada 12 anno3,
am escravo bom Terreiro. de dada 30 aaoos : na
. travessa do Carmo 0.1.
da Penha
DE
SANTOS & FERR IRA .
Os proprietarios destes bem sortidos armazens pai ticipam aos stms innmeros
freguezes tanto desta praca como do matto qne tendo feito grande diminuto de pre-
cos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 [,
do que efe outra qualquer par^e, garantindo-se portanto a s penor qua'idade de qual-
quer genero comprado uestes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos oeza, todas dos melhores e mais acreditado
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho sena men- -
eina-los..
Se alguem duvidar venha ver.
Dcordeiro previdentf
Ra do Queimado c. Z&.
Novo e variado sortimento de perfamam
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perr.
manas, de que efectivamente est provida..
loja do Cordeiro IVevidenie, ella acab? di.
receber um outro sortiruento que se torv
QOtavel pela variedade de objectos, superior,
dade, qualidades e commoditades de pr
eos; assim,pois,0CordeiroPrevideote i
e espera continuar a merecer a apreciavv
do respeitavel publico em g-'ral e & sr.: .
!>oa fregrjezia em particular, nao S tu
lando elle de sua bem conhecida mansid&a
1) barateza. Em djta loja UCOBtrarfo t,
preciadores do bom:
Agna divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray 4 Lamman.
Dita de Cologne inglezi, americana. rt
Vistuarios bordados de tusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o qoe de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de Ka escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho coro barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazera os modellos jontos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de bload para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. recuezas, que
somos os nicos em Pemamboco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhar.te materia, gra-
cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Paris, podemos garantir que uingaem neste
genero o poesue melbor, nen mais em
conta.
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
i80 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 24Q e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
S^K^ 480' 54
>60, oOO 480 ei a garraiahtro a mu Ann_ 7-fn .^jf, .Proha.
Caz americano marca Deves a 8^800 a
lata, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e liK>0a
garrafa em porco faz-se gtande .".batimen-
to.
Caf em carog-o a 220, 240 e 2:0, a li-
e 600, e
/OOO, 7(J5CO e 8800 arroba.
Milbo alpista 200 rs. a libra e 440 o k
760, 720 e 600.
Vinho do Porto, engarrafadas im^,^^^ do ultirao vapor a 3;J200
res e mais acretadas marcas al#0O0e!sOO e 3*40}) ca(ja um
14500 e U a garrafa. | _. _, T ,. Aletria, macarr5o, tal banm a OO rs. a
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien al
7,5500 i 6*500, a dazia e 640 rs. a garata.
Genebra de Hollanda e hranja doce aro-
mtica a 6*500, 7*. ild500, a frasqueira.
Sarvja Bass, Illers A Bell a 9*800 du-
zia em porco ha grande abatimento.
dem marca II e T e outras marcas a
5*500 e 6*. a dazia e 500 rs. a garrafa.
ha
E"' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
vrL'HO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j qoe a sincerida-
te e o bom gostoo movel nico .de seus negocios.
r^rovidos de tudo e premptos sempre a prover-se do que por veEtura lhe
se
ob receio de serem contradictos e protestara esforcar-se por continuar a merecer,
ireteco que se Ibes teta dispensado; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
t freguez descontente.
Contina seaapre a olBcica de alstate dirigida por um dos mais cabis artis-
tas, prompto secutar com promptklio e bom gosto qualquer trabalho que ibe seja
xxihvado. Urna modista especialmeate ocoopada nos trabalhos do PAVILHAO D V. A-
tOBA, dirige os que lbe sao concernen tes, garante por seu apurado gosto e promptidSo
oa execucao e a mais completa perfeico nos seus trabalho*.
A numerosa freguezia que sos boom urna prosa de que merecemos o con-
euo que se dispensa ao nosso estabeledraento, conceito que procuraremos firmar cada
'ez mais. Para facilitar anda a conocucao do fim i que nos propomos, temos ao nosso
stabelecimento os ltimos tigurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
maes enviaremos para serem vistos as familias nossas freguezas, aua de escolLerem,
om o padrao da laxenda o gasto na forma.
Na o fficina de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha g^aimeote os figurioos
an homens que por lados os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos presentamos pedindo a proteceo do iliostradp
jublico e cota o mais profundo respeito coovidaaos s excelientissimas Sala, a visi-
aren o nosso estabelecimeato, certas de encontrarem nelle pelo metor precopossive-
ndoque podem desejar.
, Mandaremos caiieiros levar s fateudan aanostras .onde fosera pedidu
lio pdennos peciflear tudo quar
Assim como ba outros amitos ,
1 passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracyne!, a, b, c. Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietees, combination, Britnia, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas aa qaalidades, farinha de mimo americana, grandes molhos de sebol-
las, uestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores._____________
Leja do Lr^ao de puro
Chegarara a ete bem conhecido e'sUbelecimen-
lo, as mais modernas lasiohas com listas e de
!Dmto bom tito, fazenda uae outros veodem pelo
preco de 800 rs. o covado, aqu se vendem pelo
naratisaimo preco de 400 res o covado pechin-
V1 OA
Deposito e/fectivo dos productos da compankia das
aguas de Tichy come sejnm :
Agna Source Celestina.
Dita dito Hanlerve.
Dita Chateldon etc. etc.
Saes de Vtchy para banhos.
Pastiltras de vkhy etc. etc., tudo por prc-;o- -imi-
to am conta, em casa de Tisset frres, ra do Com-
mercio b.U.
O* mesmos leem para vender cognac superior, e
vinlios de diversas qualidades. ____
fabricantes.
Dita de flor de arangeiraa.
Dita dos Aipes, e vilete para toile:.
Elixir odontalgia para conservare 4,.
Cosmetiques de superior qualidade e ch*(
ros agradaveis.
Copos e latas, roaiore e menores, ce-.
pomad:i li:.:: ara cabella.
Frascos com dita japoDeza, irausparenti'
a cutras qualidades.
Finos extractos ingle;es, 3E:o;::anos
france7.es em frascos jimpies eenfcitadoi.
Esser.cia imperial do Jico eai'radavai cb*
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igu*
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quaiidaa
com escolhidos cheiros, em frascos de diff*
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mios.
Ditos transparentes, redondos e em flgt
ras de meninos.
Ditos muito finos era caixinha para barbt
Caixinhas com bonitos sabonetes rakan'
fructas.
Ditas de madeira invernisada contando l
aas perfumaras, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, ta
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, 5 t
moldes novos e elegantes, com p de aero
a b o eca.
Opiata ingleza e franceza para dentj.
Pos de camphora e outras differeaw
qualidades tambem para dentei.
Tnico oriental de Kemp. ,
Aliada mais coquee.
Um outro sortimento de coques de av.
:ha, grande pechincha senhores fnguens, ve- \os e bonitos moldes'Com filete de vidrb*
naam vera verd.-ide, vendem-se por este barato! alguns d'elles ornados de flores d fita.
IT.^^aS^XS^S "* o* I* iapreciacode que,
libra e 1*100 o kilogrammo em caixo ha
a: timento.
Sabo massa de 1 e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande differeoca.
gneros, vinho era ancoretas, azetonas,
AVISO
mz,Sotrtnhf> Aberto das 6 s 9 horas da/noite.
Em casa de Mills Latham & C, ra da Croa o.
38, Teodem-ae fothas de ferro galvanisadu.
Vende-se a casa terrea n. II. em chaos pro-
prios, sita em Olioda ra no oltao do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas satas : a
ratar do 1 andar n. 3 ra da Cadeia do Recjfe.
IllliiililWii
* Farinha de man-
dioca.
Chegoo a'prftfa do Corpo Santo
D. i 7,1o andar, escriplorio de Jo-
quito Rodrigues T*vares de Mello,
stUMTior tonnha da trra.
iai[
senhores e sentutra anles que se acahem. S na
loja Leo de Oro, ra da Imperairii n. 52 de
Paredes Porto que se vende barato e fazenda
boa. S com a vista que podero sertiflcareni-se.
Na loja do Leao de Ouro
Chegaram as mais modernas capas pretas de
Olo bordadas e dj ditlerentcs gostos, tem grande
porrao para os senhores e senhoras escolherem, e
vendem-se pelo baratsimo preco de 8*, 10 e
i2 mil reis cada urna, por ter grande porcao,
quer ganbar menos para acabar dtpressa, s ne.<-
u e bem conhecida loja do Leio de Ouro ra
da Iraperatriz n. M de Paredes Porto: que ?e
encontrara deltas pechincha*, pde-se aos senho-
res e senhora que tenhain a bondade de vircm
a este estabelecimento para com a vista certifica-
rem-se da verdade.
Maia Landeli:, i ven Je >aceos com farinha i
! Zambi, (Torre) em solo rendeiro': tratar oa ra maudicca : na roa do Duque de Callas, travesea
, 'mperial n. W3. Ao Rosario, loja a. 18. ti
d.
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORBADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
. Firellaui e fitas para calas.
Bello e variado sortimento de taes obj<
tos, ficando a boa escolha ao gosto do coa
prador._______________._________
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-so por todos os pa-
quetes iranslanticos hienas de qualidade superior
e vende* atirtti clin, ou porcio, maL" peqeiw,
e mais haaab> ue em outra qualquer parte :
na ra MMim.do Recite n. SI. f odar.
Vend*m se c
comprmeme,
porcio mais/
cife n. St. rt
Vende-se
urna machina de costura pj
couro: na ra da Assumpclo n. 52.


r* rr"


6
Diario de Peinanibuco Terca feira fH A VEBMDE
Rna Duque de Caxjasn. 55
Na laja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratsimos presos todos os arti-
go de miudezas e perfumaras do sen
grande e variado Sortimento, garaatindo aos
compradores toda a sinceridade.
Liadas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Esperaos doorados para pendnrar a
160 rs.
Agalhas de osso para crox a 200 rs.
Pentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Cbarains para gaz a 320 rs.
Garrafa rom tinta atizarme a 1000.
Ditacotnagna florida a 4 510.
Dita com dita dita a 10000.
Tnico de Jayme. a 4)5500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 610 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 1,5000
Dito c6m extractos finos a ItfOOO.
Dito com sndalo verdadeiro a 1)5200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 rs.
S"l,c^o*ft" muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 503 rs
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bnfalo a 240 e 320.
Peales para tirar piorno de 460 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de odres, inteiramente modernos
de 460 e 240 rs.
Pennas ccligraphicas muito finas a 15*00.
Ditas de i inca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 45500.
Grosas de botes de lonca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
, Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo donrado a
280 rs.
tbesonra para costara a 240 rs.
Linda de marca caixa a 280. rs.
Carriteta de linhas deAlexandre den. 70
a 200 alO rs.Q
Grampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Orias frasees para jogar duzia 3000
Ditas po'iuguezas, duzia 40400
Papel almaco superior qualidade resma
4,5000.
I. :) omito fina para bordar libra G.-S500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
ias de lam para debrum de vestido peca
400 re.
Caivetes grandes com molla a 400 r^.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
11 )setas relas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca c de
eifS -la 10 a 100 rs.
FiUs para cs. peca 480 rs.
Arfineies de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanca do 400
a 800 re.
Calcadoras a 40 rs.
Grovatas de seda preta d 40t> e*W r*
Ditas de croxe, brancas e de cores.500 rs.
Dita de gorgoro de cores a 800
Na verdade im* Pfgftie
___*fi.a
Y'iMtkdem
A bor* da polm JfarWfc. tt ** Mmrb>
rinha venda (era saceos) : a tratara Jeqiin
Jos Goncalves Bellrao roa-do TrasMW fl. 17,
ou a Dor"-
Para (mmiplmj
Vende se urna boa graftVfeora'batBWes, pro
pria para esetipiarioy lecdo !N*-f*ew, con duis
porta : traSMn* ras* Imneratrtr*<
do Pavao._________ ^ ^ y.
Milho das rinW;
peratriz n
roupas de
Pailtc
detf
ditos de
*2#M4
de fazendas e ronpas feitas e por medida, ra da Im-
nriuoc a I J| g Jl
um bonito sortimento de
anis.
Feijao do Porto*'
era saceos grandes, das qaalidade ahaixo nn-
cionadas, e por mame' pro do qu& envoatra
parte.
MILHO NOVO
Feijiio ranlatinha Feijio preto.
Dito branco Dito rrmdo.
Dito amarcHo Dito frade.
VENDEM
Jos do Reg Borgea & C, a roa do Vigario n. 14.
MINAS IIH
COSTURA
Cirande armazem na ra da
Iiuperatriz n. H
Neste grande armazem vende-se louca ingleza
Gnas e ordinarias, apparelh >s de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos moderaos ; assim como grand
>ortment de vidros finos c ordinarios, que todo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preeo qae era outra pualquer parte :
chamamos a attencao dos freguezes, que serio
convenientemente servidos tanto nos commodos
precos como na boa aualidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Peroambnco caes da alfao
dega velha n. 2, 1 anda.
TERRENOS.
Vende-se um terreno na ra de Lniz do Ree,
em Santo Amaro, com 300 palmos de frente e (il
de fundo, com urna casa terrea edifica a no mes-
mo terreno quem o pretender dirija-se a ra
Nova, casa n. 2, que achara com quem tratar.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na ra
Primeiro de margo n. 16, outr'ora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardmo Dnarle Campos
&C. ________________________
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Araia-
nba, Cear: ra da Cadeia do hecife
ilecim
a de ourives. ** #
nto encontrar 0 respeitavcl publie
idadet.
, preta e de cores p 3^000, 30500 7^000, dhos mirip preto
ditos de-wsemira de cotes finas e ordinarias, de 6(5, 160000,
de 6ja$ 405 e 2< 00. sotrecasaco dito de 200 a 30,5000
soplifdMde calcas de brim pardo de l^GOO a GMJO0, ditas brancas
o ^'Superior, ditas ntehl casemira, ditas ca? emfra de 5J, 123000,1
ci1ra"pTeta de 0, a 465000superior, dita'de merino diversas gnalidarfes para'
luto."* Assim como um bonito sortimento-de oolltfesvid0 brim de cores, ditos brancoSi
ditos de casomira de cores e prelas, ditos1 de merino para Itofaonda superior. |
Sortiaeito completo de camisas fnancezas de algodo.dt 10600 3,3900, e de'
nho de 38Mrt'7l!$O0O a duzia. i Acabara de chegar ao GRAWDE BAZA
SortineBtO completo de ceroulas francezai de algoSo de 10600 a 2)i.fiOO UNIVERSAL, ra Nova n. 22caknurc
ditasde bramante a 108QO, 20800 e 30006 dttai de Hambnrgo, franoezas, fazenda g0." viannaom completo sortimento de io>
perior de 250000 a. 350OO a-.dniiai Sortinwnto de oolanohos de algodSo e linho, etc., cb,Bas Para m^0' dos autores, mais co-
assim comonieias dealgodlo para borneo de 30, a 400000 a duzia, travatas de mui- n^dos, quaes est3o em expsito no
tas qualidade. Pa rua4a Icaperatm ni 52, loja do mesmo Bazar, garantindo-se a suabaqua-
SoriiHwnto de ctapor de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim. ,ldade' e lambera ensina-se com perfeico
Toalha* para roto. Sortimento de mallas para viagem. a todos os compradores. Esm machinas
ATTENCAO. sao ignaes no seu irabalho ao de 30 cestu-
Neste estabelecimeoto encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por medida reiras diariamente, e a. sita perfeico tal
e para esse fim tem habilmestte encarregadoda officina, que seencarrega do traballio como da melhor cestureira de Paris. Apre-
com perfeico o pontualidad. sentam-se trabalbos executados pelas mes-
SORTIMENTO DE FAZENDAS. mas, que muito davem agradar aos prefarnt-
Gulas d&2i0rs. o covado on 400000a pessa com42 covados, ditas miudcs dentes.
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs.. e ostras muitasquaiidades de320, 3CO
e 400 rs. o covado, neste mesmopstabelecimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnai paraflhis ecompetente enfeile. para corpinbo. Cam-
braia lisa de 30, 40,50 e 40;?00 a pessa, e ootras mitas fazendas do todas as quali*
N.i ra do OoSM|N|iM4tlga rasdbQnei-
mado n. 19. veiMNe Ifjppwle todas aa oore*
tarradas a JOO rs. o covado, chitas de Boas patos
a 210 o coTado, cambraia miodJnhM e de lores
a 300 e 300 rs. o codo, t tlis miodinhas a 400
.; baratsiOM.
Officina e armazem ele
dados.
ma-more
! Caes Vate e dous de novembro n. 37,
AfiGODO E MADAPOLAO AVARIADO. H, jMJS ^^6 '?^ ton a
A 40000 o algodSo. e 40500 omadapolao. e tambera chiU escora boa 240 o umn^e^San^aiSSl^iiva^S
covado por ter grande poren, na rea da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados, maabos, soioiras e saceaias, assim como solal-
intitulado
Mo de Onro.
ras e saetadas de pedra de Lisboa. Tambera con-
trat-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulos, estatuas, pas, lavatorios, mesas e
ludo o mais tendente inesnn arte, por mdicas
prc.>s. ________
veode-se ou troca-se por ca-aa nesta p-aca
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa d; la-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de p(tdra
e cal com agua crreme, baixa para capiru e
grande terreno para plantacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. V>.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fot a nica admitda
Exposigo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacSes at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 40000 cada frasco na
Rua da Cada a. 51,
1. anea?1.
v;iM'iMC.iw\;i
i
w-<
iOiiHMCWfitlIlI I
o
- n i
Com este titulo aeha-se ab'rto e inteiramente transformado este anti?o
estabelecimeoto de joias, onde os freguezes e amigos encontraro Indo qnanto
a moda e obom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de (Juro
observar delicadeza no trato e senciridade e raodecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venlia ver o que existe de melhor em
aderscos de briluaotes, esmeraldas, robins e perolas, meios adernos, pul-
eiras, briucos, alfiuetes e anneis de todas as quadndes, prata de ci faquei-
ros. oolhcres, palileiros salvas e outros moitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilliantes e pedras finas, permaior preco do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertoncente a esta arle.
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forstur
u, roa do Imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qaal se vende em partida:
e a retalho por menos preco do que em ontr* cpui
qner parte.________________________
Vende-se um terreno pronrio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da e*
trada de ferro, cujo terreno tem al cerco feito pa-
ra cinco moradas de casa*, na ra de Motocolom-
bo do* Afogados : a tratar na mesma roa, ou na
ra ireita dos Afogados n. 1.5.
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa 4 Fho, defrente do arco da Con-
ceicao. em harneas grandes
uiais!Bau
iti^.S5
Tasso Irmo3 & C.
Vendem oleados pretos para forro e guardas-ehu
va do carros.
Ditos de cores.
Portas de pind alrrofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
braco de mm,
Ra do Imperados n.2&
O respeitavel publico encontrar oeste
estabelecimeoto diariamente un coopleto
sortimento de pastelaria, bollos mgieaes
podins, plds-del, prgsentos dos nms
clregados ao mercado, salame de lioo, bo-
linbos finos de todas as qualidries para cW,
amen loas confeitadas. confeitos, bomboins,
pastilhas, chocolate rancez em libras, pas-
tilbas do mesmo .cartuxos o carteiras com
seis charutos de chocolate cada urna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e e o memor qne at
boje tem vindo ao mercado.
Vtnhos portuguezes, goefra muito sope-
rior. Os mais genuines e suneriore8,vioho
do Porto, moscatel e Setubal, o illastrado
publico encontrar neste estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quem .omprar em porfi.
Licores de todas as qaalidades, asmis
finas, entre eiles o afamado Aiapana, este
licor o mais sahoroso e superior, at
boje conhecido. Xaropes de groselhe, rosa,
maractij, caja etc., vmhos de Bordeaux de
todas as marcas, o mais superior qne se
pode encontrar, champagne de Chevernt
i moke superior, os mais unos e superiores
! cognacs francezes, old-tom-, de todas as be-
i bielas alcoosas, este a mais salatar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legnmes, portoguezas, fran-
icezas e inglezas, mlhos mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, Ra-
cionaos e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Pauto e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo qnanto se deso-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior prnmptido
e asseio : Como sejam para casamentos,
baplisados bailes etc., lambeta se recebera
encommendas de pes de l ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armaco de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellalinas de fructa*, aa>endoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despeza* para melhor me-
recerem a acoadjuvacao do illustrado pu-
blico.
Te I has de ferro.
Na roa do Crespo n. 0, ha para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de tenas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
Iheiros que alm de ser mais barato do
que as telbas de barro e aformosear mais
qualquer obra muifr^pais Hmpo.
60RA DA IMPERATRIZ
DE
Neste grande estabelecimento S o respeitavel publico, u^grande sortimento de fazendas, do mais apurado gosto assim como de todas as^SrXXadc o^?s Dr
m outra qualquer parte, visto qu.
V?sXlf faZeT S SeQS SOrlmeDlS Pl0S meSmS Pr6C0S qUe CmPram DaS C3SaS estrang8iras- Para maior commodidade das Eimas. familias". dTtodas as fazendas" sU5o^os livros das amostras/ou "se mandara levar em>as casas, para memor "pe-
| CROCHS PARA CADEIRAS E SOFA'S. ,GROSDKNAPI.ES PRETOS DE U600 AT 75000 CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*000
| O Pavao tem um grande sortimento dos I I>a loja do Pavao encontra o respeitavel
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs J publico um grande sortimento degrosde r O Pavao fez urna grande compra de cha-
I mesas, almofadas etc., proprios para co- nan!f, nrpine Ho tnHafi u.w> .,.,
ALTArSOVDADES
DO PAVlO
BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
TA DE
SAXTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
Veudem-se as mais lindas poupeli-
nas de liuho e seda com a gostos
pnis novos que tm \'mio a este
innrcado, pelo barato preco de-----
2-000 o covado.
Sedas listeadas, de furta cores, fa-
zemdas ne raua phantasia a 2^000
^ o covado.
%K. Sedj bismark, larga fazenda muito
{j> encorpeda o covado a 2,^500.
&$ Bonitas lasinlias largas com palma
w Jj soda, covado a 45000,
w Lindas agraciando lavradas covado
p a 4o03.
>< Alpacas lavradas de todas as co-
S res, covado a 6i0, 800 e l^OOJ
(/7 Bonitas iDasinhas escossezas com
< qaadros e iitras de seda, covado a
B tm.
R '*''13* a'pacas lisas, sendo cor bis-
xk mark lyrio, verde, roxo. cinza, can-
^ Ditas furta odres com as mais bo-
w nitas rOres, covado 503 rs.
w Lindas bareges lisas, e com lista
5 da nvsma cor, fazenda inteiramen-
W tonna, covado a 560e 640 rs.
Booitas lasinhas tapadas e trans-
a prente? com grande diversidade, o
>^ covado a 600 rs.
w La isinhas lustrosas com lindas c-
~< ros emtalo de seda, o covado a
6 3*0.
& -liios cortas de anadine, seado
fl f'zenda nova e transparente e de
>k muita phantasia, com 48 covados a
45#>O
rniSMmos cortes de vestidos bran-
cn< bardados com todos osenfeites
franofcts a 12,1000.
C rt''s de ganga indianos, fazenda
rdintite nova a 7i50O0'
!) ion binezea com duas saias a
Dit-i> de la escosseza fazenda mni-
t.. o uit- com dos de seda a7rt);,0
i-Mffioa orgapd,?scom lista de
r salpico, sea do fazenda '
murta phantasia, o metro .40280.
8
Organdy branco com listras lar- $
gise quadrinhos, a vara a 1(5000. vj<
Todas estas fazendas, sao inteira- c
mente novas e se vendem muito em ffl
canta, ra da Imperatriz n. 60, >2c
loja e armazem de Silva e Figuei- $*
do C. K
eses mkmmwi
de 42;$000 rs. cada um, pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito una que se vende mais barato, por
haver grande porcio.
CORTES DE CASEdlRA PRETA A 4:500,
O Pav5o tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 4$S0O rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavao ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequ^ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
Co, pediincha a 80;) rs. o ovado ou a
Soit o corte de calca para bomem.
FINAS BARGES A 610 RS. 0 OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo mjias transparentes, com urna
s cor, lendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e Uqui-
da-se por 640 rs. o covado.por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
' imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
I chincha.
PEgAS DE MADAPOLAO A 30500.
0 Pavo vende pessas de muito bom
madapoln, tendo 42 jardas cada urna, pelo
barato preco de 30500.
PSCHINCIIA EM ALGODO A i000 RS.
O Pavo est vendondo pecas de algodo-
sinho franesz, tendo 4 palmos de largura e
com 41 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
[ saccas, mais barato do que em outra qual
| quer parte, na ra da Imperatriz n.|60,
Moja do Pavo.
OS SETINS DO PAVAO
Vende-se es mais bonitoi setins de cores
de 0 e >nais encornados, proprt para vestidos
tendo de diversas ores.
brir presentes e vende-se mais barato do
j que em outra qaa'quer parte.
Algodo entestado.
Vende-se urna grande porco de algodo
smho americano.com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalbas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavio, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D' LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o cova o.
Chegou para a l ja do Pavo om grande
e bonito sortimento das mais liadas sedas
de listas coo as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algomas que servern para luti.e
vendem-se pelo barato preco de 0<>OO o
covaio, pechincha. ^
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encoatra o respekavel publico neste e*-
tabelecimenio um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglftzas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de lia de toda8 que
tem vindo, proprias para luto, sendo I5a nhas alpacas Javra.las e litas, canto, bom
basinas, merino* etc. qae tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavio vende-se bonitos en-
cbovaes para baptizados.
Corles de casemira a 40oo, eada um.
Vende-se bonitos cortes d casemiras
claras e escuras pelo b-rao jireco de 0.
aples pretos de todas as arjruras e qua- Pos de sol de pura seda, inglezes, com as
lidades, tendo de 10 OO o covado at 70000 haspras paragao, sendo neste genero os
n Ci t i ti l 1 .___________________ -I *. r> 1 / i I I A i> k ,- .- i 4 .-. im ** J .- .i n~ ^. ^. J t*
e 80OOJ, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
dres, tendo para todos, os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, s$im como
um Benito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem*se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado. e ppehincha.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
melhores que tem vindo ao mercad), e 1-
quidam-se cada um pelo preco de 100000.
ROUPAS PARA HOMSNS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
pannr preto e cazemira, calcas e coletos de
brim braaco e de cores, que ludo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
800
ALPACAS LAVRADAS A 640,
4,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimeoto
o mis bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qne
se vendem a 40, 800 e640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as coros
Basquinas.
O Pavo vende urna grande porco de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
LAASINHaS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,'.
com listrinhas a imitaco de poapelinas di?wlJKSn aeltem vmdo- e laqoda-se
s^da e com as eo* es mais lindas que tem ?'tendo ** um seu competente
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale rici?\iiD4c me-cpi Ar>ic a narnvirw
nHitorads dinheiro, e liquidam-se a 320 CASEMIRAS ME CLADAS A 30 O COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
A 40500 RS. rouPa ^e hrimeos e meninos pelo harapo
" preco de 30OO cada covado ou 5000o o
corte de calca para hornera.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
rs. o covado. pechincha,
FECHIXCHA
EM CAMISAS DO PAVAO
Vende-se um bon sortimento de muito
Inas modernas camisas inglezas com pei-
< e en' aronos di linn e puabos, pelo
baratissimo preco de 40500 rs. cada tuna
e aos freguezes que compraron) duzias se
ib fan um abatimeoto. garantiado-se que pe?a de* obra a vontade do freguez? para o
fiipnda que vah muito mais dinheiro, aue tem um perito alfoiate, responsabelisan-
iiq i 11 e por este areco uor se ter feito do-se os donos do estabelicimento por qual-
uma gr-nde compra : assim como se vende qner falta que possa baver, quer por de-
um xnito sortimento de ditas tambem>om mora, quer por qualquer defeilo na obra;
atollo de linho b >rdad e ditas de algodo e para isto encontra o respeitavel publico
par Um|oi os |rcos. Drn grande sortimento de todas as fazendas
PANN PARA SHAS A 40000, 40280 e,que desejar.
4* 00 RS. BRAMANTE A 4800.'
v-in 1e~se nonita fazendas jeropnas para'
Miat sendo com bordados e pregas a uro' Vende-se superior bramante com 40 pal-
^>.v., 'ic w, .i wui o...3U..3 o pregas a uro Toiiuc-so supenor oramanie com 10 pal-
rr\TiVii^*?Sl,,,plSl" t"? bVjoru, '' d^'lo a largara da fazenda o compri- mos de largura, proprio para lences, dan-
CORTINADOS PARA CjM V^WlAS o-n; da saia e venda-s o.lo barato preco, do a largura d'esta boa fazenda o compri-
de 8\ m Me 4f*ftO de 10i0. I#) ^,10600, cada metro sen- ment do lencol, sendo preciso para cada
uiegou para a l.jid.1 P^vo um apanda do p -ciso apenas 3 au 3 4/2 metros para om apenas 4 e 4/2 metros ou 4 e 1/4 ne-
sortimento dos Hernias ericos cortinados cada -au pechincaa. chincha pelo preco. v ^
bordados, propios pira cunas e jaaellas, estidoai Jraate a lt4MI rs. espartilos a 5*ootr.
mu se vale de 81001 o> par. ata amis OPafla vende dninsimos cortes de ves- I Vende-se um bonito sortimento dos me-
^J^1!^'XC*^'******** Mos de esmbraia ranea, ricameate bordi- lhores e ma.s modernos espatilhos tenio
l barato que m eatra qaat^aapfaia. das **> arta azenda pelo barata preco do barato preCo de 5000 at 8000.
A loja do Pavio est eonstanteninlt berta, das horas da manhaa s 9"da noute
ilOf
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilbo, tranca e setm preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que. tem chegao e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POPELINAS DE SEDA
a 2^(000 o covado.
O Pavio acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees miis delicados que tena vindo ao mer-
cado, teBdo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato prego
de 2,0000 eada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 3(5500 i peca at a, mais
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara da
largura, com 40 jardas cada pega, (aseada
que sempre se vendeu a 70 e 84000, hoju-
da-se pelo barato preco de 4tSt00:
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento daa
mais modernas e bonitas chitas tasso mia-
das como gradas, com cores claias a es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTES BRaNCOS A 64t, t% 1J**\
Vende-se muito bonitas fast5esj>raficps
muito flexivel proprios para mdos da
senhoras e roupa para menino aomle-aa
a WO, 800 e 4#0O rs. atvaa.
CStSWIP
O Pavio est" venden* beatos csssas da
cares flfcts a aof^e t IMrs.o ewio.
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0T8 ai sl> l *n9i u/t i vjidjTiam*fl *J> muiC]
Diario de Periiambuco Terga Jaita 31 de Maio de 1870.
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-ir ,:;::: : y,
ii ,'mhi ...' 'i; i... i: 'i'-.imn.h
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Vend-se na rui fa ImperatTiz n: 0,no arma-
UMA PRENDA. Lindos objectos ikmrdosdt'dcluadcs goslos, proprios
neniaos, vwto -se no .BAZAR DA MODA.
BAPTIZADOS. Ricos chaposinlio&de selim orrteos, lindas toncas de fil
e setim. .sapalinlius etc.
GUIPURE. Ou croch era pcssa, bronco o prelo, cun lindas raniageus e
y qaaliilade muito superior.
PUNHQS. Para cuaisas tle bojnens, fazenda superior com duas tices, o
W par C40 rs. (pecbincbi!,)
PERFUMARAS. Finos extractos para lencos, aguas de diversas qualida-
M des, sabonetas olos, pomadas, pos, nico etc.. etc. 0
&C PERFUMES. Lindas caixiuuas para luvas contendo una preparado era
^ que Ihes d um agradavel aroma, por 1(5500.
Grvalas, cint*, flores, plumas, coques, trancos, litas, botoes, bicos e peu-
i* tes etc., etc e amitos antros nimos proprios d) estabelecimenio" vendendo^se
Uido por cutoraodus presos, no BAZAR DA MODA, ra Nova n. 50, esquiua da L_
de S. Amaro. g
m J'fu de Souza loares & H. $
Queijos do sertao.
r* '"'';:
HE
r
GRANDE AR
OE
Loueas, porcellaos e cryisiaes
BERRADIHO DRTE CMPS & C.
16Boa 1. de Marpo16
Ol'TK'OltA DO CBESPO
Os proprietanos deste betn conhecido estabelecimento, procurando .;ada ve2
nielhor servir ao respeitavel publico e parlicularmenie aos seus numerosos reguezes.
acabam de prover-se do mais importante a variado sortiraento de loara linas, poreel-
taaas francezas e inglesas, vidros e crystaes, de Baeoarat, e outros fabricantes, tanto
em servico para a mesa, como em pesas avqlsas a volitado dos sonhorcs protendentes.
No mesmo estabeleciraenfo eneontraui-se urna auultadissiaia esculla de di-
versas especialidades para ornamentos de sallas, jardins e illuminacoes to., tndo por
precos muito oommodns.
Eucarregam-s-1 mediants ijma commissao raznavel, ou condijes previarc
, de qu esquer eniommendas para Paris, Londres, flamburgo, New York,
previamente
estipulada?, de qu esquer eniommendas para Paris, Londres, flamburgo. New York, Lis-
boa e Porto, em cujas pragas teem correspondentes habiliadissimos para as executar di
modo maissatisfatoiio.
Recomnienda-6e especialtuente a todos os seuhores moradores fra desta
capital o boro acondecionamento nos objectos qud se dignarm comprar, para cuio fim
tem pessoas haheis.
16 BfJA I DEMARCA ii
Outr'ora do Crespo
CABELLEIKEIBO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Reeife51
Chama a attengao dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico e
setal, para a seguate tabella dos pregos de sua casa, os quaes sao vinte por centi
aiais barato do que em oulra qualquer parte:
Habelleiras para senhoras a 25#, Cadeias para relogio a 5$, 6,5,
3M.-3W e......40,5000 14,0$, 90, t* e. ir^ooi
Ditas para hornera a 354, 40J e 50^000!
Coques a 11&, i 5$, 18c?, 20, Corte de cabollo
5, 300 e.....50^000
Crescentes a 10,15, 180,200,
LEGTIMOS.
Chrparam ra d Gadeu do Recifc n. M
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE GAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as niiiidezas pelos baratissimos pregos ibai-
M declarados, garantindo tudo bom e-pre-
cns admirados. |
Paco le .cora JO qu.r lentos de. pa-
pel amisade a...... 500
Caixas com u cadernospapul pau-
tado a........ 700,
Caixas com M novellos de linlia
do gaz a......, .. -iOO
Duzias de raeias ornas superior
qualidadoa........3JH0Q
Pecas .de babadinhos com *0 va-
.rasa. ........ iiOO
Pegas de liras bordadascora 12
metros.cada pega ad^fiOO-e. 2;>0OO
Pecas de ilitas para eos e quaU
quer largura com 10 varas a. >00
Escovas para unhas fazenda fina a 300
Ditas para dentes a 24Q, 320,
400 rs. e. ...... 600
Pegas de tranga lisas, brancas e
de cores a....... iO
laixinbas demadcira com alune
tes fazenda superior a. 400
Libras de lia para bordar llas as cures a......00NI
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... SM
Pares de meias cruas para meni-
nos diversos taraanbos a. :I80
Caivetes linos com 4 folbas fa-
zenda superior a.....1 vJOO
Duzias Je meias brancas muito
finas para senhora a. MRMM
Pares de sapalos de tranga do .
Porto........20(X)
Paras ('e sapatos de tapte a. 4f>600
Livros de -missa abreviados. i|MO
Duzias de baralhos para vullaiele 3-jOOO
Sylabarios portuguezes a. 400
Grvalas de crox todas as qua-
lidad^s a...... :00
R-des lisas pai senhora a, :t20
Redes -jora con tas muito boa qua-
lilade a....... ttfl
Carloes com colxetes 2 carreras a 20
Ajolnaduras para colkte diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ago muito
boa de 320 a...... 500
| Car loes de linha 200 jardas grosa 100
Duzia de linha 00 jardas Alexan-
dre de iO a 200 e, 10200
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia Oe aguiha para macina a. 20000
Libras de pregos rancezes todos
os tamanhos a...... 240
Talheres para meninos a. 20
Pares de sapatos de tranga para
meninos a. ..... 10:{)O
-000
Corte de cabello com fricco. .
250, 300 e..... 320000 ^0^ de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 3*, 40, 50, i champou......
(077(J, 80, 90 e. 100000 Corte de cabello com limpez da
Tranca de cabello para annel a I cabega pela machina electri-
OQ e....... 10000' ca, uDica cm Pernambuco. .
Tranga para braceletes a 100, Frisado i ingleza ou i franceza.
150, 200, 25 e.....300000 Barta. ,......
ASIGNATURAS MENSAES
Especial idade de penteados para casamento
Bailes e sofores
O dono do eftabelecimento previne as; Recommenda-se a superior TINTURA JA
Sxnias. Sras. e aos cavalbeiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e baj
aio para tintura dos cabellos e barba, as-1ba' unica admitlida na Exposigao Univers
. como nao prejudicial sade, por ser v.
va corno um empregado somete occupa- jal, analysada e approvada pelas acade
-o oesse servico. mias de sciencias de PARS E LONDRES
-*8
JoaquiniPtodr)?ues Tar
vares de Mello,
S Pra<;adoCorpo Santo
N. 17.
leai para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia,
Vinho Bordeaux de L*
qualidade.
^ Fa ello de Lisboa.
Vende-?! urna eserava de i9 anoos de
de, e .oTrivel engoimoadeira : a tratar na
Nova n. 37, i* andar.
\ m m\\v\
A ra ctolhique deLaxias n 21.
(AHUGA Mk UO .OEIMAIlft)
ND-ifoi em tonda awnto que NOVA
ESWRAili^ leiBdeHtatlode.aaer os seus
winuDOo*. aunlo iaimpte, ella enteode
que 'tudosam tJemasiitiaturrece... por isso
! como j liaba dito e-sckniitkndo sua boa
l'ntpaexia o que eonsiaiiUmdtite ia receben-
do, ou I i vase elio muitas wuzes, receiou
tornarle niassante, assitu puis recolheu-se
um pouco ao itenao, .mas nunca deixando
d'erupngar osverdudeiros eslbrgos, ja con-
tralando imaior numero de contspondentes
na Europa, j dcscobrindo objectos do mais
.puratlo gosto e fmalmeie assignando o
Jornal das Familias, o quol vem sempre
ornado comugurinos.modernosraoldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma melhor
servir a sua comtaote freBuezia ; e com es-
i>ecialidade ao-bello sexo, quem a NOVA
CSPEBAiWA ufana-ae em olferecer-lhe
seus aervicos, ai)ressando-se desde j em
declarar que tem receido ltimamente
eniremeios e babados bordados transparen
tese tapados, chaposinbus de sotim para
baplisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo tim.
Meias de seda e fio do escocia para crian-
Cas. ?.
Dedaes d'osso, raarlim, 0';o madrepe-
rola.
ptimas navalha?, afladores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto c para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos em biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carrotas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos linleiros de novos moldes,
Meias de la para homens e senboras.
Finas e bonitas ligas pora m'-ias.
Fil de linho e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpicos, e outros muitos
objectos t:.\postos a aod na Dnque
de Casias u. 21, na NOVA ESPLHAMjA.
afeo dakalim
Vtnde-se na roa Duque de Ca.asn. 21.
PAKA LITO.
Brincos, broches, volas, pol.eiras, fivei
las, entes, boloes para puuhos e cadeias
para rologlos.
A NOVA ESPEBANCA, querendo satisfa-
zersua freguezia, nosmente em objectos
d'ab'gria ou de luxo, quer lambcrn acom-
panhar aquelles, qu>- infelizmenle perdendo
algtiem de sua familia, ou a^gucm de sua
amizade, precisam de taes objectos, assun
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou vir o
que ha de memor nesie peero, poique
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao tomento tornam-su
.ristes como at repugnantes, o jue nao
acontesce aos da NOVA ESPEBANCA. por
que apenas exprime o sentimento pela cor
posem como que traz um lenitivopelo gosto
e perfeicjk) com que taes cbjec.os s5o ira-
balitados.
Collares anodinos.
CONTRA AS CQXVULCOES DAS CRIANCAS
Nao esta apiimeira vez que a NOVA
ESPERANCA scientiflea aos senhores pais de
familias, queoe-aeus collares sao os verda-
deros do Vjer.. .recebidos directamente.
e por consequencia de um eieito efficaz que
desnecessario mais apregoar, assim pois
aquelles que n3o quizerem passar pelo dis-
sabor de verem seus filhinbos e itro:erem-se
as terriveis convulces, logo que a este
comessem nasser-jhes os dentes apressem-se
em comprar os ditos collares, na ra do
Hoque de Caxias n. 21.
CABELLOSBRANt:OS SO TEM (jUEM QUER
A NOVA ESPEBANCA recebeu o verda-
deiro ebromacome de William para Ungir
eabel!os,;para pretosou castanhos, assim pois
cabellos brances so tem quem quer l
Flauta.
A NOVA ESPERANCA tem para vender
tuna flauta d'ebano do afamado fabricante
Boum.
AtteiiQao
=
a'ma Jrt Dmiue^e Caxias, ootr'ora rna 8o
QtHNmudo o. 19, wmle-fo eatnbraia miiidinhas
o e Uore.honus |adi(es e Haas a 300 e 360 rs.
o ccmOy barato,
rirra balese oaantentos
A' Inja de Aiiriisio Porto chegou noto sorti-
mentr. de liiud-s huarnas pata saluda de bailes;
superiores coi tes de seda, popelinas, vestidos de
blonde, lilde sida branco e preto, liso e de flures,
colxas de dama-co rfe seda para camas, cortina-
dos, \v a;nid.ts i|ne se vendem por muito barato prego.
Nesta li>>-i Ka sempre grande soitimento das
melhores esleirs itara torrar sallas. Ra d Du-
qnp de axias. amiga rna do Queimadon. ti.
Eival sem segundo,
(Atigarua do Qaemado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber :
Novello rie linha de 400 jardas a. CO
QateM com 100 envelopes muito
superiores a...... IC0
Pentes volteados para meninas a. 240
Thesouras muito finas para costu-
ra a. ,....., 500
Tinteifos com t nta preta a 80 rs. e 100
Pecas de lila clstica muito lina a -i ><'
Resmas de papel pautaoo a. M} Ditas dito liso muito superior a. i^O'O
Lata com superior banha a 100 e. 200
Fraseos de oleo Philocomo muilo
fino a........ 500
Ditos ditos dilo grande a. t. l^tOOO
Frascos de macaca perola a. 240
FYascos do extracto muito bonitos a 500
Dozia de -abneles muilo fino- a. 7<>
Saboneles inglezes a 000 rs. e. 1200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babosa a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Saboneles a forma menino
de urna Pitrn**! J antlg ; {tosa de ailar com
caximbo : quem o pegar poda levar ao engenbu
California em Serlnhien!, a seo senhor Juio Flo-
rentino O. de Albuquerque, oo a ra da Pfaia n.
81. qim ser bem .rpranifin*Mki.
muito
superiores a.......
Larlilhasda doutrina fazenda nova a
Libras de linha surtidas de todos os
nmeros a.......
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.......
Babados do Porto, 'argos a ICO e
'?aparhosmuilo bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agwlheiros de osso enfeitados a, .
Papis de agudias domadas e ba-
lao a. .......
Carriteis de litba 200 jardas, Ale-
xandre a........
Duzia de, agulhciros do Par.i a. ,
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......
Caixas de paIKo do gaz a .
B' ecas de cera muilo bonitas de
5U0 rs. .......
240
400
1800
280
20"
700
640
240
10
24i
24100
20
25000
URSIM
Eoi fuga para o Ico, donde
natural.
AuzeiiDu-sfi desde o da 0 de abril do correrte
anuo, a mulata ai-nbocnlada rsula, de idade poo-
co mais ou monos 30 annos, cheia do rrr '*-
bella corridos, tem os entes da frente ptrteilo?,
falla descansada e o maior >igual uma impigem
em um do> bracos de*de o eotovello at a mn-
nbca da ruiio, supi.oe.-se ter seguido pata o Ico
dondei natural, lev, u vestido de chita eveuro
com listas encarnadas, i nemtmada a dar-lbe a
gotla : quem a pegar leve a rna da Hatriz da
Boa-Vista n. 46, ou ra
  • gratificado.
    Fugio no dia 11 de uunj do tormita anati
    o escravo Francisco, cabra, de idade 30 UKO!,
    rom os Miinaes segninies : cabello* earapnl-,
    rosto descarnado e com marras de liexijia-, intitu-
    la-so ser livre, lovou calca branca, paletot oe al-
    paca to Mr, cliapo de ctiilc, natural da r.uany-
    ba ; o mesmo foi comprado ao Sr. Delmiro Ahw
    Maia, morador na larativlja. e jnlpa se ter !*
    psra o Basoo lugar. Desde ja proMBVaa "ontra
    a pessoa que o tivor occullado ; e r pitaes de i'ampo, assim cxmo as ..utuidade poli-
    ciaes que o tragan) ;i ra l):r-ita n. l, que generosamente gratificacns.
    Fugio no dia 18 deste coneme nez, as 9 ntrflM
    da nouli', a eserava mulata, de nome Joseptiu,
    baixa, ciir escura, cabellos carapinhos, cara re-
    donda, olhos empapu<;a, uari IT050, br.ic;
    grossos, dous dentes "de frente atravesados w
    ineio dos ditos denles nm podre, pe chatos, iv;
    dedos comprldos, os calcanbares tingindo urnas
    Tachaduras, n presenta ter 111 annos, levou ?#i
    lido (Ip abita escura, chales de merino estampa-
    do azul, nao acjistiimada a an isso Urna se desennhecida; o annunciaste: uspei-
    ta que fivsse seduzida por alguem a esteja cccul-
    a em alguma casa particular, e desde j protes-
    ta contra qnem quer que assim proceder : or
    tanto roga-se i* autoridad' 9 policiaes e capitaes
    de campo a captura da referida eserava, entregau-
    do-a na ra do Imperador a. 19, 2* andar qno
    ser gratificado.
    Superior vinho Bordeaux
    St. Estephe & St. Julien : na ra da Cadeia do
    Reeife numero 5.
    ATTENCAO
    Fazendas baratas para
    acab-*-
    Cambraias matisadas superiores a 280 rs. o
    covado.
    Algodoznho a 3* a pera.
    Madapolao largo a .'i i a peca.
    Diio de superior qualidade com pequeo toque
    de avaria a o', tiJotX) e7ja pe^a.
    Alpodao de listras americano superior com pe-
    quena avaria a 280 o covado.
    Bareges a 360 o ovado.
    Chitas escuras e claras a 230 o covado.
    Mussulins de lindos padioes superiores UOo
    covado.
    dem brancas superi res a 420 o covaJo.
    Dao-seamostas na ra do Queimado n. .1, lufa
    de Gaspar Antonio Vieira Fuimaraes.
    ATTENCAO
    Frigio do lagar Cateara, termo de Santo Aa;,
    o escravo de n< me Justino, c guintes : idade 26 annos, ponco mois on raen,
    cor fula, curpo gro-so, e b a alturs, barba raf,
    heico gro.-so, nar cha o, cabello c-rapinh, den-
    les perfebs, pernas regulares e pschatos e 1 ni-
    pos, tem u*ia m rq.;inha de ferida j vein* em
    urna oas pernas ab.ixi do joelnoed1 par'.: dn
    ora. ttm pe as costas pequeas marcas de t :..-(-
    ao Este escra<---. fugio no dia 8 de marco ;,i eof-
    rente aiiin, e cao se sabe se est nesta ckUda h
    fra dla : ruga se a quem o appr. hcmltr evo o
    ao me-nio lugar a s u enhor. abaix 1 assigrulo,
    que receber a quantia de 2ftQ de grtil1ecaoi
    Ilerculano de B. Lima.
    Gratificapo de 200S
    res.
    Contina 3 p>'. fgido o escravo Procopw, in-
    da j sido appre.h.:!i(lii1o o sea pareciro de n n
    Luoiaim que com elh tmha unido. Segundo m
    inl'ormacoes adquiridas, iem o mcopio seguido.a
    caminho para Jaruaribe, fazenda do Boqoeiriu do
    Cuulia, da provincia do Cear Os signaes dt
    Procopio >o os sjguiu'.cs : mulata, de estator
    baixa. gordo, barbado, com a* maraes do r -|.
    sallante, pescoco muito curto, homhr.s kvant.
    dos, r>< pequeos, bastante ladino, e represaola
    ter 38 snnosde idade. Quem apnraeode k>, 1
    ber a gratilicai;3o cima mencionada, no eoae
    nho Mas.-uass. termo da Escada, ou uo wrinto-
    rio de Bernardino de Sena Pontual, ra da Sea
    zal n. 38.
    Cantara 'Je Li.-boa
    Soleiras, liombreiras e espitis para trentes de
    casas, o qne ha de melhor : venda no arma-
    zem da travessa do Corpo Sauto n. 2o, de Joaquim
    Lopes Machado & C
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Contina a estar fgido o moleque Gregorio,
    de 17 annos de idade, criculo, com falla de den-
    tes na frente, testa redonda, olhos vivos, com urna
    marca de queimedura na barriga, e outea na cu&a
    Fugio no dia 13 do crreme, as 9 h ral"i\
    noite, a eserava mulata de nome Mara, alia, car
    acaboclada, cabellos ralos e caxiados, Qara radon-
    da, com algumas pintas pela cara por ter tido va-
    rila, tem o dedo do meio da mo direi a cortado
    mesmo pela unha, representa ter 23 annos de i Li
    de, praeo mais ou menos, levou ve tido e camn
    de mussulina branca e cale de metim branco
    com barra verde ; cuj mulata foi comprada ao
    Sr. r. Paulo Jos de Oliveira, morador no Moa
    leiro, freguezia do Poco da Panella. a qual .= mr
    toral do Rio Granie do Norte ; snspeita se ;no
    fosse seduzida por alguem e esteja oceult.'. em
    alguma casa particular, pelo que desde j protesta-
    se contra quem a tiverem sua casa c*m todo i^i-
    gor da lei: rnga-e a todas as autoridades ptl.
    iiaes e capities de campo a captura da dita o>-
    crava, levand->-a ra do Hospicio c 55, sata
    terrea, que sero gratificados.
    DOS PREMIOS DA
    4.
    LISTA GERAL
    148.
    a
    PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 472., A BENEFICIO DA 1GREJA DA SANTA CRUZ DO RECIFE, EXTR.VHIDA EM 30 DE MAIO DE 1870.

    r
    i
    4
    > 10 185
    12 64 97
    21 202
    23 4
    28 7
    31 Mi 21
    31 '* 2o
    3 28
    4b 27
    49 28
    50 34
    06 38
    58 48
    W 47
    Vi 48
    m 31
    75 58
    76 88
    81 i 63
    83 72
    84 7f
    N -4 81
    M 81
    400 88
    4 a 9f
    6 30f
    6
    9 ~ f
    15 J 13
    18 0
    33 , t S
    34 v, 35
    i _ 38
    80 , _ 41
    .77 J 48
    | 48
    W .. it
    6S 48
    8 _2. 83
    te 58
    82 88
    84 64
    MS. SS. PltEMS. NS. PREMS.
    6 366 6 840 6*
    77 44
    78 45
    79 48
    88 47
    93 30
    t 97 55
    405 60
    W 7 1 -H
    9* 13 67
    20 m~r 71 104
    27 75 6
    u 88 78
    II 31 82
    33 84
    41 __ 87
    m 43 _ 95 i
    <* 46 99
    - 47 _ 601
    49 _ 6 101
    -^ 53 '7 6*
    a : > _
    -i ^^. 14 '
    61 _! 15
    J ,6 23
    5 J 26
    68 31 2IM
    - 72 32 10*
    78 71 37 64
    87 48 _j
    95 __ 42 # .^_
    - 06 _ 48
    t) 47 _
    500 ' 81 _jj
    _ 1 3 !&
    14 61 i
    i i 89 *A
    78
    23 78
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    ' '"* : 1 89 84
    1 34 70-
    709
    13
    17
    24
    29
    34
    40
    42
    45
    49
    52
    53
    61
    C
    71
    77
    78
    94
    06
    800
    1
    4
    5
    7
    16
    20
    14
    26
    31
    38
    35
    08
    38
    41
    42
    48
    54
    56
    08
    59
    81
    61
    66
    6*
    PREMS. SS. PREMS.iNS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.NS. PREMS. 1*8. PREMSHNS. PREMS. NS. PREMS. NS. MEH8.
    20
    6*

    ^
    104
    10
    6H
    872
    4 -
    74
    75
    83
    84
    85
    86
    93
    95
    99
    m
    6
    8
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    13
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    18
    25
    27
    32
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    42
    4'J
    56
    67
    61
    5
    67
    89
    70
    72
    74
    75
    77
    4908
    104
    -
    89
    99
    1007
    8
    12
    15
    i
    40|
    4 1017
    19
    30
    50
    61
    68
    76
    85
    87
    89
    91
    04
    95
    97
    99
    I KM
    O
    16
    19
    11
    14
    15
    M
    40
    41
    48
    49
    81
    56
    80
    64
    68
    78.
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    31 de Maio de
    ____... .i-____i__i't4
    1870
    i,____L

    ASSEMBLEA GERAL
    CMARA DOS DEPTADOS
    SESSO EM 14 DK MAIO.
    Discusso da interpellaco drSr. 7W-
    xetra Jnior, sobra o demento tertfil.
    * o su. tki.vkiha jrxion (movimento d al
    Un rao ; profundo silencio)Sr. presidile,
    a. interpell'icft annunciada to clara lo
    precisa, ,quo grave o seu assumpt >, e
    quo urgente a d reccSn que os. podares
    d>i Estado devem dar solucco desta ira
    p jrtant ssitna quest. que seriamente ure
    occupa o espirito publico desde a inoppor-
    tuna e fatal occasio em que foi suscitada.
    A impaciencia, porm, com que solicito
    urna manifestara') do peasamento do gabi-
    jM'ie sobre esta qu;st3o toma necessaria
    a. explicafiiD do meu procedimeoto.
    Amigo dedicado da actual situaco poli-
    trea, lo dignamente representada (apoiados)
    pelo gabinete de 16 de julho, eu nao teulio
    em vistas seno auxilia-lo tanto quanto
    couber em minhas forcas na realisaco da
    difficil e patritica tarefa incumbida ao par-
    tida conservador de regenerar o paiz repa-
    rando os erros daquelles que o precedern)
    no poder.
    O cumprimento desse dever e o desem-
    penhu da alta missio de representante da
    ii.ig-o sao os nicos incentivos que me iu-
    duzram a provocar a explicado pedida, cuja
    urgencia passo a demonstrar.
    A inconsideraco e imprudencia com que
    o gabinete de 3 de agosto de 1866, derra-
    mo*) sobre o paiz a mais fatal cornucopia
    de calamidades (apoiados), suscitando in-
    tempestivamente, sern nenhuma medida pre-
    paratoria, a ffrave questo da emancipaco,
    e a propaganda que a tal respeito levantaran)
    uros acclytos em qunsi todos os pontos do
    Imperio, nao pudiam deixar de prodaz seus pernicioMS elTeitos. A.fatal sement,
    brotou, ;e produzio ti>das as calamidades
    que a sua oatareza devia germinar. A prin-
    cipal industria do paiz, a ogricultura, que
    constitue a mxima parte da fortuna pu-
    blica ressentio-se desde logo dessa irreflexo
    As hcertezas do futuro, a diminuido
    progressiva do valor dos estabelecimentos
    agrcolas, a que est essencialmente ligada
    a propriedade de escravos, a insubordina-
    Cao e tim cortej.t infinito de males, viero
    pesar com roo de Ierro sobre os destinos
    do paiz! E, como muito bem disse entSo
    nesta casa um dos vultos mais proeminen-
    tis do partido conservador, na seso de
    t'3 de junho de 1807, etalvez neste mesmo
    lugar : Foi urna faisca elctrica que levou
    o pasmo, a consternaco e o abalo a todo
    0 paiz, augmentando os perigos e riscos
    em queja estavam esses nossos concidados,
    oiie vivem solados, e que ; experiencia de-
    monstra que sao tantas vezes victimdos.
    K intil, p irm, Sr. presidente, reprodti-
    zir as justas exprobraces que ento tron-
    zaran an parlamento os mais eloquentes
    orgos do partido conservador em nome
    dos grandes interesses sociaes lo impru-
    dentemente alteados: a tranquilidade, a se-
    guranja e a riqueza publica. A impruden-
    cia e a irreflexo do gabinete de 3 de agosto
    !;;iro burlalas na historia parlamentar de
    um modo iSo saliente que a posteridade
    poder aquilatar devidamente a responsabi-
    lidade que assoearo aquella fatal situaco
    poltica suscitando liu inopportunamente a
    mais grave qiestfo que podia levantar-se
    no paiz, e i'iipossibilitando assim que o
    tempe a a n ilexo podessem concorrer
    pan amadurecer e facilitar a sua soluco.
    Custa a c irnprehender-se, disse ento
    neste recinto ara dos mais bellos talentos
    di. Ilustrada depuiacjio da provincia da
    Babia, Como soiiplesmente por vangloria
    ou pelo prurido de pueril vaidade se lan -
    easse o paiz na voragem de um medonbo
    abrsmOj ante o qnal a previso do estadista
    de vera recuar espavorida !....
    Precipitada p r este modo a questo, den
    se o alarma cin todo o paiz, que debalde
    espern mais de um anuo que o gabio te
    3 3 de agosto resolvase as graves difficul-
    djdes por elle proprio creadas. O paiz, ja
    acabronhado palas provacSes e sacrificios
    da grande Iota que sustentavamos cora o
    despota do Paraguay, e na qual estavam
    empenliadas a honra e a dignidada nacional.
    tova dearrostar as fataes consequencias da-
    q:el!a irreflex) rom que o gabinete ag-
    gravra a j.i dep'oravel situaco.
    A incerteza da Sdlnco, principalmente,
    ^eio toltier todo o progresso e desenvoUi-
    raento da nossa mais importante industria,
    q e scn'io-se delinhar pela desanimadora
    expectativa, nao s da falta absoluta de in-
    cremento, mas at pela cessaco dos poucos
    elementos de vida que tinlia, e que desde
    muito se reconhuc/am insuflicientes para as
    ne^essidades das nosaas fontes de prolueco.
    Desde entao o laborioso agricultor que
    procura desenvolver as suas forcas nao acha
    ma;s fcilmente o crdito que at entao en-
    cootrava : n quelle.s que. sob a prsalo
    de cautelosos cranos, buscSo liquidar-se as quesles inherentes
    FOLHETIM
    OS DRAMAS DA ALDEIA
    POK
    Ponson du Terrail
    (Continuaco do n. 119).
    XLH
    Miguel segurava a redea do cavallo em
    quanto o cura se a Dea va.
    Foi Dorothea quera o iniroduzio no quar-
    to onde jazia o enfermo.
    A Martina vela va cabeceira do filho.
    Quando deparou com o padre, laocou
    sobre elle um olbar tmido e ao mesmo
    tempo de recouhecimento.
    As agouiaa da mi ha vi ara refreado os
    arrebtamelos da mulher.
    Em qualquer oulra occasio talvez ella
    nao visse no padre seno o sen inimigo, o
    protector de Pamella, o homem que tanto
    se empeohra por obter a absolvigo de
    Rouxiool.
    Agora, porm, nao podia engaar-se com
    espeito ao fira da visita do sacerdote.
    Yioha ver a chanca enferma.
    Era o ministro de Deus e n3o o hornera
    quera, ali eslava.
    Duval approximou-se do leito e examinou
    atentamente o enfermo. '
    Este eslava paludo e trmulo, e o olhar
    envidracado evidenciava o estado febril.
    O cura pulsou-o e reconheceu ser vio*
    lentata a febre.
    Depois conseguio ver-lhe a Iiogua, que
    stava branca e encrustada.
    para Salvar, o resti da saas fortunas nao
    podem citar senio precos ruinosos para os
    seus esubelec'uoentfts. *0s capitalistas eos
    compradores respondem-lhes com a fatdica
    araeaca do gabinete de 3' de agosto: Et-
    prrai a soluco da questo da emancipaco
    promtllida pelo governn imperial em 1867 ;
    uo sabemos o que vakm os vossos bens I...
    A mudanca poltica que se operou a 16
    de julho de 1868, tranquillisando em grande
    parte os espirlos aemorsad. s pela grav-
    dade da situaco, "o po lia mais restabele-
    ce a confianfa nos avultados capitaes em-
    pregados em bracos escravos, pois, abalada
    profundamente essa confiante pela idea des-
    pertada em 1867 e repetida em 1868, so
    i soluco prudente da questo poderia res
    tabelec-la.
    Entretanto a agitaco da idea tnha pro-
    duzido um desenvolvimento to accelerado
    e progressivo como da natureza das ideas
    incandecentes. Ella foi, na phrase do ora-
    dor grego, a chamma ateada ao colmo.
    O espirito publico, reconhecendo-se aban
    donado discripcao da iniciativa particular,
    sentio a necessidade de diflicultar ao menos
    urna soluco precipitada : e, dirigido nica-
    mente pelos estmulos individuaos, princi-
    piou a operar urna revoluca > social que,
    por corto, honra altamente os sentimentos
    philantropicos c humanitarios dos brasilei-
    ros, mas qne infelizmente para serem efli-
    cazes preciso de urna prudente e cautelosa
    direcc), sob pena d^ cjntinuar exposto o
    paiz propria comtnocao que todos desejam
    evitar: as calamidades inherentes a urna
    solu;o rpida e sem transieco!...
    Attendamos, senhores, a esse movmento
    que actualmente se observa em todo o im-
    perio e em todas as classes da sociedade.
    O que vemos ? O mais accelerado progres-
    so para a voragem do medonbo abysmo que
    nos curapre evitar I ... Desde as asserablas
    provnciaes at as sociedades industriaos !
    Desde os presidentas de provincia at o ul-
    timo agente policial Desde o general com-
    mandante em chefe das nossas forcas no
    Paraguay at o ultimo funecionario I Desde
    o opulento agricultor at o lavrador menos
    favorecido da fortuna Desde o abastado ca-
    pitalista' at o modesto operario I Desde a
    mocidade das academias al a infancia das
    escolas primarias Desde as mis de fami-
    lia at as innocentes educandas da caridade
    publica! Desde as sociedades maromeas
    al as sociedades carnavalescas!... Todos
    porio para contribuir a urna soluco pru
    dente qu possa evitar as calamidades da
    precipilaeau.
    Admiravel cortamente de generosidade e
    philantropta roas q)e de um mome to para
    outro podo esterilisar os proprios sacrificios
    e a dedicaejo que os estimula! porque, se-
    nhores, em tolos esses esforcos nao ha
    uniformidade dos uuios empregados, nao
    ha anidada de pentamanto quanto a cun-
    dieses de gfinrosidade, nao ba or as,
    nao ha direceo. E esta questo, por sua
    natureza excepcional, exige a mais cautelosa
    uniformidade de condicoes. O despeito, a
    oveja, a impaciencia e todas as paixes
    proprias das classes menos Ilustradas sao
    necessariamenle despertadas e incitadas
    pela preterico que resulta da diversidade
    da condico do capliveiro.
    Fallando a estadistas, e enrbircumstan-
    cias que julgo muito graves, eu nao devo
    ser mais explcito.
    Este grande inconveniente nao podia
    passar desapercibido quelles que mais in-
    mediatamente est) interessados na pru-
    dente soluco desta incandescente questo,
    e por isso urna nova calamidade veio aggra-
    var a anciedade dos nossos agricultores,
    qial c h receio de que urna questo to
    transcendente possa Bear exposta incer-
    teza, aos azares da iniciativa particular, ao
    arbitrio da inconsideraco, e quic da per-
    versidade !...
    Em to falsa condico, os espiritos re
    Hedidos nao podem deixar de receiarem-
    se do da d'amanha, desde que urna
    questo de tal transcendencia tratada,
    discutida e resolvda na praca publiba pela
    iniciativa particular Indnzidos, porem,
    pela confiatca que merece o gahinete de
    16 de julho, que com tanto criterio e pa-
    triotismo tea dricrido os destinos do paiz,
    esperavam com resignaco que a aeco dos
    poderes do Estado ioterviesse para dirigir
    esses esforcos, qne, bem aproveitados e re-
    partidos conven eotemente, podem auxiliar
    a soluco da queto, mas que, solados e
    deseocoolrados, loroao-se impotentes e at
    prejudiciaes ao proprio tira que desejo
    approveitar.
    Era esta a geral espectativa quando d'en-
    tre a opinio publica incitada c atemorisa-
    da pela animosidade e invectivas da impren-
    sa opposici nisla, comecou a despertarem-
    se innmeras conjecturas e invectivas sobre
    a conducta do governo imperial e do par-
    tido conservador que elle representa, attri-
    buindo-se-lhe malvolamente as mais con-
    tradictorias verses sobre assumptos to
    graves e de tanta transcendencia como sao
    ao elemento servil.
    Voltaudo-se para a Martina, perguntou-
    Ibo :
    Ha quanto tempo est elle assim ?
    Era a primeira palavra que o padre pro-
    nunciava desde que ali entrara.
    Est assim ha tres diasrespondeu
    a Martina entre solucos.
    Chamaran) o medico ?
    Mandei chamar o doutor Chivot, ir-
    mo do tabellio.
    Que disse elle ?
    Nao sabe que molestia ; suppoe ser
    a angina. .
    Seu filho ja passou a idade propria
    d'essa doenca e eu nao o acho n'essas cir-
    cunstancias.
    Ento nao o suppoe em perigo ?
    exclamou a Martina.
    - De cerlo que nao, urna vez que lhe
    appliquem convenientemente o remedio que
    vou receilar-lhe.
    A Martina retirou-se, deixando o cura
    junto do filho.
    Quando chegou cosinha, disse Miguel
    a Dorothea :
    Fui eu que fiz c vir o cura Duval e
    estou certo que elle d saude ao paque-
    nito.
    Miguel, disse a Martina tens que
    partir j.
    Estou prompto, senhora.
    Irs a Fay-aux-Loges.
    Quatorze kilmetros I resmuogou o
    criado.
    Procurars as recolhidas que tem
    urna poarmacia, afim de te venderem um
    remedio que o cara de S. Florentino val re-
    cetar.
    Ora, pretende-se emprestar ao gabinete o
    proposito de abandonar essa revolpco so-
    cial iniciativa particular, deixando assim a
    fortuna publica 4 lodos os grandes interes-
    ses sociaes expostos aos alares do acaso I
    Ora, pretndese qileo governo, nio tendo
    ainda ideas assentadas sobra a sua conducta,
    nada quer iniciar no sentido de guiar a opi-
    nio de modo que prudentemente possa re-
    solver se essa difficil questo respeitando-se
    o direito de propriedade, protegendo a ri-
    queza publica e garantindo-se a tranqnilli-
    dade e seguranca dos cidadaos. E final-
    mente chegou-se a propalar que o gabinele
    contrariava os desejos da cora e estabele-
    cra um conflicto acerca da abstenco de
    qualquer medida legislativa sobre esta ma-
    teria !
    Estes boatos e conjecluras pouco valor
    podiam ter para a parte mus sensata da po-
    pulaco ; e, coraquanto se propalassem per-
    niciosamente na parte menos Ilustrada, to-
    dava uo poderiam tomar carcter de seria
    gravidade emquanto laes ideas fossem sus-
    citadas nicamente pela animosidade dos
    orgos da desregrada opposico que actual
    situaco movem alguns adversarios exalta-
    dos, cuja inconsideraco pretende at trans-
    formar em monopolio de urna bandeira po-
    ltica a soluco prudente e reflectida que
    todos os Brasileiros desej?m esta grave e
    impatante questo!...
    O paiz, que vio a facilidade e impruden-
    cia dos estadistas que em 186i atiraram o
    celebre memorndum ao Estado Oriental,
    sem nenhum preparo para sustentar tal ul-
    timtum, sem soldados, sem navios e sem
    munces !... O paiz, que vio a inconside-
    raco desses mesmos estadistas em 1867,
    sob a influencia desastrosa das calamidades
    da guerra, atirar sobre a naco a incandes-
    cente questo da emancipaco, sem ao me-
    nos terem estudado um projecto, sem urna
    idea fixa que pudesse resolver a questo!...
    Este paiz nao poderia deixar de julga-los
    muito mais facis as invectivas contra seus
    adversarios, e, portante, continuara a. ouvi-
    los com cautelosa prevenco.
    Infelizmente, poriu, essas conjecturas
    assumiram repentinamente uro carcter mais
    rave desde que o silencio da falla do tbro-
    no acerca deste assumpto foi explicado por
    urna fulha diaria, o Dezeseis de Julho, em
    cujo frontespieio se l a designaco de
    orgo conservadore cuja redaeco sabe-se
    geralmente que dirigida, ou ao menos
    influenciada por um dos mais bellos talen-
    tos do partido conservador, o Ilustrado ex-
    ministro da justica do actual gabinete. -
    Esta folha de ve necessariamente ter gran-
    de autoridade quando se trata das opinies
    do actual gabinete, nao pela simples razo
    de designar-se orgo conservador, porque
    tal desigaaco pode tomar qualquer folba
    interprete das ideas individuaes de um ou
    outro conservador, sem todava ser a ex-
    presso do partido conservador (apoiados);
    mas sim pela razo especial, j commemo-
    rada, de ser ella inspirada pelo Ilustrado
    ex-ministro da justica, cujo carcter e illus-
    traco eu son o primeiro a respeitar. (A-
    poiados).
    Parece-me, Sr. presidente, que nenhuma
    inconveniencia ha nasta minha declaraco,
    pois que sabida geralmente a participarlo
    do Ilustrado ex-ministro naquella folha; e
    essa sciencia basa-se em urna publicaco
    assignada por S. Exc. e datada de ora dos
    arrabaldes desta corte, na qual declarando
    que nao tnha ento parte alguma na direc-
    eo da referida folha, accrescentou que, ape-
    nas regres sasse corte, assumiria a sua di-
    receo ou tomara parte na redaeco ; nao
    me record a phrase de que u>ou, mas es-
    tou certo de que foi este o pensamento que
    eu li na imprensa diaria, assim como o leu
    todo o paiz, e s nao leu quem nao quiz.
    (Risadas).
    Ora, poucos dias antes da abertura do
    parlamento o Ilustrado ex-ministro da justi-
    i;a assignando alguns artigos editoriaes des-
    sa folha demonstrou ou fez crer que havia
    assumido a direceo promellida.
    Logo no da seguinte abertura do parla-
    mento, o Dezeseis de Julho em artigo edito-
    rial explicou o silencio dodiscprso da cora
    a respeito da questo de emancipaco como
    um triumpho do gabinete sobre a vontade
    irresponsavel, e, afirmando a existencia
    dessa divergencia, accrescentou que a ques-
    to eslava resolvda desde 16 de julho de
    1868, porque os cidadaos que ento foram
    chamados ao poder haviam combatido fran-
    camente a idea de urna medida legislativa,
    convencidos da necessidade de deixar essa
    revoluco social ao espirito publico.
    Como p6de ser que a raioha exposico
    nao fosse fiel, eu passo a lr textualmente o
    trecho alludido. (L). V, pois, a cmara
    que fui textual.
    E' fcil comprehender, Sr. presidente, a
    decepeo e a consternaco qu semelhaote
    declaraco veio causar aos espiritos j ap-
    prehensivos sobre a incerteza e demora de
    urna soluco, que, para ser prudente e cau-
    telosa, nao pode prescindir da direceo dos
    poderes do estado, e de muitas medidas le-
    E logo voltou ao quarto do filho, levando
    tinteiro e papel.
    O cura ez-a receita, e, voltando-se para
    Miguel, que acompanhra a Martina, disse-
    lhe :
    Quando chegares ao recolhimento, es-
    tar ludo ali dormindo, mas toca sinela,
    que logo as recolhidas te aviario a receita
    em menos de meia hora.
    E voltarei depressa ?perguntou Mi-
    guel, fixando o cura anciosamente.
    A creanca soffre bastanteresponden
    o sacerdote. Convm allivia-la quanto
    antes.
    Bom Idisse o velho Nao me des-
    cuidarei. Vou no Caramba, o velho caval-
    lo do commandante, que ainda urna boa
    praca.
    A Marlioa sabio do quarto atraz de Mi-
    guel e disse lhe em voz baixa :
    Com a doenca de meu filho trago a
    cabeca em tal estado, que j me esquecia de
    perguntaMe o que passaste em S. Floreo-.]
    tino.
    Miguel respondeu : .
    Elle \i fleoo com os sete mil fraotos.
    Nao quera recebe los, mas eu deixei-lbe o
    dinheiro sobre a mesa e safei-me. E
    certo que nao chegou demasiadamente
    cedo.
    ppnjo assim ? redarguio a Martina
    sobresaltada.
    J tjnham afflxado o edita) para a
    venda.
    Misejavel !tbra4ou ella,
    se ao irmlo.
    E fot mediatamente para o p
    Est ceiu'ouava a observar o en
    Fez qa a mi lhe Barraste tod
    gislativas preparatorias de qualquer deciso
    definitiva. _^
    E'KUl comprehender a sorpreza que
    soffreram todos aqueiles que cheios de con-
    flanea esperavam a iniciativa do governo im-
    perial, que. collocado na copla social, sym-
    bolisa a alalaia vigillnie?incumbida de velar
    pelos grandes inlereses-sociaes, provendo-
    os de prompto remedio com providente so-
    licitada.
    O Sh. J,' Alencar :Peco i palavra.
    O Sr. Teixeira Jnior :Esla explica-
    Co, portanto, nao podia deixar de influen-
    ciar os espiritos. Dada pela redaeco de
    urna folha poltica to autorsada, como se
    deve reputar um jornal que se diz orgo da
    opinio representada no poder, em cuja re-
    daeco se acha um dos ex-mmistros do ac-
    tual gabinete, que ainda ha pouco no seu
    seio tratou necessariamente desta questo,
    pelo menos por occasio da falla do throno
    de 1869, e que por isso deve ter perfeito
    conhecimento da opinio dos seus ex-colle-
    gas, nao podia deixar de merecer o maior
    concert da opinio publica. Ella, porm,
    que estava longe de esperar tal explicacio,
    e que pelo contrario aguardava anciosa a
    direceo dos poderes do estado para evitar
    os perigos a que esto expostos todos os
    interesses sociaes, lanrou-se em urna des-
    animadora espectativa, nao comprehendendo
    como o partido conservador pudesse des-
    conhecer a gravidade da situaco, e preten-
    desse abandonar aos azares da iniciativa
    particular, a direceo e soluco de urna
    questo to incandescente e to peri-
    gosa!...
    A autoridade e o carcter da explicaco
    foi ao ponto de impressionar quelles mes-
    mos que se oceupam das quesles polticas,
    e a duvida paira no espirito publico sobre o
    pensamento do gabinete.
    Pela minha parte, Sr. presidente, fiqnei
    sorprendido com a declaraco daquella folha
    poltica.
    Asseverou ella: Io, que o gabinete ven-
    cer a opinio da cora sobre a necessidade
    de inLiar-se alguma medida legislativa acer-
    ca da soluco da questo do elemento ser-
    vil ; 2o, que a actual situaco poltica nao
    admittia a necessidade de nenhuma medida
    legislativa, e pelo contrario estava conven-
    cid de que essa revoluco social devia ser
    abandonada ao espirito publico.
    Quanto primeira asseveraco, nao pare-
    ce admissivel a possibilidade de urna diver-
    gencia entre a cora e o ministerio sobre
    este assumpto, nao s porque a sabedoria
    e circumspeceo com que o poder modera-
    dor exercita as suas funcees repellen) a
    idea de que possa desconhecer as normas
    conslitucionaes e as condicoes do systema
    que nos rege, ao ponto de pretender em -
    baraear ao ministerio o livre exercicio do
    poder executivo (apoiados); como principal-
    mente porque nao sendo possivel na questo
    do elemento servil admittr-se divergencia
    entre dous bomens de bora senso, muito
    menos entre a cora e o ministerio, pois
    que, a cora, longe de desejar urna soluco
    precipitada e sera transico. tem mais do
    que ninguem interesse immediato em pro-
    mover a directo prudente e cautelosa de
    to transcendente assumpto, nnicaque pode
    salvaguardar nao s os legtimos interesses
    da naco, mas at as proprias instituicoes.
    Ai do Brasil se assim nao fosse I...
    Parece-me, pois, Sr. presidente, que esta
    asseveraco do orgo conversador...
    O Sr. Figueira de Mello :Nao apoia-
    do ; nao orgo do partido conservador.
    O Sr. Teixeira Jnior:J expliquei a
    accepeo que dou a essa designaco da fo-
    lha poltica a que me refiro.
    Parece-me, pois, que aquella asseveraco
    devida a algum erro de aprecacjio, ou a
    qualquer outra circunstancia que nao me
    dado adevinhar, e que s pode ser explica-
    da pelos nobres ministros ou pelo seu Ilus-
    trado ex-collega.
    Quanto segunda asseveraco sobre a
    opinio attribuida ao gabinete e ao partido
    conservador de nao iniciar medida alguma
    legislativa concernente a preparar e dirigir a
    solrco desta questo, sbfc de ponto a mi-
    aba espectaco I
    Sorprende-me, porque ella se opprje
    evidencia dos fados.
    Sorprende-me, porque o procedimento,
    seno do gabinete ao menos dos seus pro-
    prios delegados, oppe-se a tal conceito, e
    revela a opinio contraria aquella que asse-
    vera o orgo conservador.
    Sorprende-me, porque o partido conser-
    vador repelle por toda a parte a opinio
    que se pretende emprestar-lhe do abando-
    nar aos azares da iniciativa particular, a
    mais grave e incandescente questo que se
    podia suscitar no paiz.
    Sorprende-me, porque o partido conser-
    vador, queem 1867 exprobrou a impruden-
    cia commettida pelo gabinete 3 de agosto,
    suscitando intempestivamente esta questo,
    que desde ento abalou profundamente toda
    a sociedade, nao pode julga-la to innocen
    le que a sua direceo possa ser entregue
    iniciativa particular.
    cumstancias que haviam precedido a doen-
    ca, e, Andas estas explicaces, a Martina
    ajoelhou-se junto do leito e poz-se a beijar
    o filho com delirio.
    Tranquillise-se disse o cura Re-
    pito-lhe queadoeaca nao perigosa,
    Miguel partir.
    Bigorne aquecia-se fogueira da cosi
    nha, e conversava com Dorotba, a qual di*
    zia horrores do seu antigo amo, o Sr. Mau-
    rel.
    O cura lembrando-se de que o seu des-
    tino nao era a Raposeira, mas sim P-
    thiviers, disse Martina :
    , Agora, que deve estar mais sorega-
    da...
    E fez mengo de retirar-se.
    A Martina, porm, olhando para elle com
    ar supplicante, disse :
    Peco-lhe que me nao abandone, pelo
    menos em quanto nao voltar Miguel I
    Pois seja assim replicou o padre,
    tornando a sentar-se cabeceira do enfer-
    mo.
    Todava como repugnasse conversar com
    Martina em assumpto diverso da doenca do
    pequeo, e quizesse evitar qualquer con-
    versa relativa a Pamella e perseguco
    movida pelo Mulot a Msseny, disse-lhe :
    Vou 1er o breviario.
    A Martina ficou silenciosa e sem perder
    de vista filho por um instante.
    Decorreram assim tres horas e era cerca
    de meia noute qaando regressou Miguel.
    errado- \ A Martina corren ao seu encontr vol-
    tou com a bebida,
    cura.' D-rae urna eolher a agua morna
    rao. man o cura.
    as cir- t- Obi Cfeu Dous exclamou ella
    Sorprende-me, porque ahi esto ms An-
    naes 4o parlamento as declaraces do clo-
    quete oradores do partido conservador re-
    conbeceado > exisieocM das calamidades
    provocadas por aqail imprudencia. Ahi
    est a justa exprobra-co feta pelo Ilustra-
    do ministro da marraba, um dos estadistas
    raais prestigiosos daquefle partido, que,
    descrevendo os deploraveis effeitos da in-
    consideraco do gabinete de 3 de agosto,
    expressou-se no senado na sesso de 22 de
    junho de 1867 pelo modo seguinte :
    E quaes os resultados presentes, ac
    tuaes, de urna tal imprudencia da parte do
    nosso governo ? A indisciplina j vai lavran-
    do pela escravatura; nos desertos onde vi-
    vemos, cercados de escravos, poucas sao
    as garantas ; temos no espirito a convieco
    d que prximas esto graodes desgracas;
    a propriedade agrcola que, ne^te paiz de
    immensas ierras, nao pode ter valor algum
    seno quando, junta a bracos productores,
    tem diminuido em mais de 50 % do seo
    valor : o crdito, sem o qual a lavoora nao
    pode passar, j nao existe para esta to des-
    protegda classe; e, com toda a razo, o la-
    vrador, hoje, nem mesmo pode vender sua
    propriedade para fazer urna liquidaco.
    .....E' assim, senhores, que ficar
    suspensa indefinidamente sobre a cabeca da
    sociedade brasilera esta espada afiada pelo
    Sr. ministro
    A cmara comprehendendo que. nao po-
    dendo suppr-se que o nobre ministro da
    marinha, que ento assim pensava, se es-
    quecesse dos males que elle assignalra, nao
    possivel acreditar que o ministerio de
    que faz parte S. Exc. entenda que to
    grandes calamidades nao exigem remedio
    algum e que devenios abandonar iniciativa
    particular a tarefa de realisar esse empe-
    nlio to collossal quo impossivel para 03
    esforcos solados.
    Se j em 1867 o partido conservador re-
    conhecia que o paiz se achava a bracos com
    essas grandes calamidades, como que esse
    mesmo partido tres annos depo s, quando o
    tempo decorrido s tem servido para ag-
    gravar esses males, e achando-se elle no
    poder, poderia abandonar a soluco de to
    grandes difficuldafles? Como poderia con-
    sentir que ficasse indefinidamente suspensa
    sobre a cabeca da sociedade brasilera essa
    espada afiada pelo gabinete de 3 de agos-
    to ? A minha imaginaco nao o pode admit-
    tir. Os principios que aprend com os che-
    les do partido a que pertenco repellem tal
    doutrina.
    O que fez o partido conservador foi con-
    demnar a imprudencia do gabinele de 3
    de agosto, em ter suscitado to grave questo
    sem estar o paiz preparado para resolverla
    sem commoco. Mas, nem'aqoelles que na
    tribuna eloquentemente profligaran) esse ir-
    reflectido procedimento, era os que na im-
    prensa auxiliaram to justa condemnaco,
    jamis se proclamaran) escravagislas, nunca
    reprovaram o principio eterno, humanitario
    e civilisador sobre que se funda a emanci-
    paco. (Apoiados). Prostestaram contra a
    inopportunidade da questo suscitada; de-
    senderara os interesses sociaes to impru-
    dentemente atacados.
    Commettida, porm, to grande impru-
    dencia pelo gabinete de 3 de agosto, e acei-
    to o difficil legado dessa situaco, o parti-
    do conservador nao pode hesitar na nica
    misso que lhe compete, qual a de atte-
    nuar, seno reparar os males que acabru-
    nham o paiz, cuja tarefa nao pode ser satis-
    tisfeita sem medidas legislativas.
    E' portanto, o que deve querer o partido
    conservador, que essa grave questo possa
    resolver-se prudente e cautalosament sem
    grande abalo social, respeilando-se o direito
    de propriedade, garantindo-se os legtimos
    interesses da naco e salvaguardando-se a
    iranquillidade, a seguranca e a riqueza pu-
    blica. O partido conservador nao pode
    abandonar s discusses dos clubs e da
    praca publica urna questo. to incandescente
    e cuja boa soluco exige ser dirigida pelos
    poderes do estado.
    Mas, se evidente que esta a nica as-
    piraco possivel do partido conservador em
    face da actual situaco do paiz, tambera nao
    poderia ser outro o pensamento do gabinete
    que o representa,
    Quando nao bastassem estas considerares
    para autorizar a duvida sobre as assevera-
    Coes da folha poltica a que me referi, an-
    da existiran)actos to positivos e to expl-
    citos contra aquello conceito, que nao seria
    possivel sem notoria contradigo da parle
    lo gabinete dar-lhe o proposito de abando-
    nar incerteza todos esses grandes interes-
    ses que ha tanto tempo permanecen) em an-
    ciosa espectativa.
    Comefleito, Sr. presidente, analysando
    o procedimento dos delegados do governo im-
    perial, que pela especialidade das suas altas
    funcees nao podem prescindira immediata
    confianca do governo, e que sao os inter-
    pretes de suas ideas, verifica-se o argumen-
    to que acabo de addnzir.
    Veja, senhor cura, como elle revira os
    olhos!... Augusto, meu filho I... Nao
    me conhece !
    Est com o delirio,replicoo o padre
    mas nos vamos acalma lo.
    Fe i preciso abrir-lbe torea os queixos
    para lhe dar o remedio.
    A Martina grita va afilela, jolgando que o
    perigo aograentava.
    Mas ainda nao decorrera um quarto de
    bora depois de applicado o remedio e j o
    delirio se desvanecer : o pequeo abri os
    olhos, que agora apresentavam alguma ex-
    presso de vida, e pronunciou o nome da
    mi.
    Veja como o remedio produz effeito !
    disse o padre.
    A segunda colber j lhe custou menos a
    tomar, e, tendo cessado o delirio, foi o pe-
    queo cerrando os olhos at que adorme-
    cen.
    Ento a Martin i, cali indo de joelhos, ex-
    clamou :
    Gracas, meo Deus Havia quatro
    noutes que elle nao dorma 1
    O cura conservou-se' na Raposeira atao
    dia.
    Raiava a aurora e a creanca dorma ainda
    nm, somno tranquillo.
    Ento resolveu o cura proseguir na sua
    jornada.
    Agora vou a Pithiviers disse elle
    Martina.-Amanla de manha ou ainda es-
    ta noute estarei de volta e veremos o estado
    de seuntho, que todava, creio livre de
    perigo.
    Ah l o senbor oro. santo l excla-
    mou ella enternecida.
    Se o governo imperial pretndese*
    donar ao espirito publico a sohico a. grava
    questo de que nn ocenpo, evidente que
    oe delegados de sua ioanrediata confianej
    como sin os presidentes de provincia, ofi
    teriam sanecionado eexecntado medidas de-
    cretadas pelas respectivas assemblas pro-
    vnciaes para a mannmisso de captivo*,
    como acontece por exemplo as provincias
    de S. Paulo, Minas, Para, Pernambuco e ou-
    tras.
    E muito menos ainda o gabinete tem
    consentido que os proprios presidentes inca
    tassem as asserablas provnciaes a tomare
    medidas a respeito, e se esforc/assem par
    demonstrar-Ibes a urgencia deste assumpto,
    como por exemplo acaba de acontecer na
    provincia da Bahia, cujo Ilustrado presidente
    e Sr. baro de S. Louren{o, que, alea
    do elevado cargo de confianca que exerc
    tem o prestigio de seus servidos e dedica-
    Co ao partido conservador, e foi um dos
    promotores mais esforcados da actual situa-
    co, devendo, portanto, estar com ella iden-
    tificado.
    Este Ilustrado presidente, dirigindo-se
    assembla provincial em urna peca official
    como o seu relatorio, foi ainda muito mais
    longe do que talvez conviesse ; mas, sendo
    obvio que em urna questo to importante
    como a emancipaco, aquello digno esta-
    dista nao procedera sem o oecessario ac-
    cordo cora o governo imperial, por isso eu
    invoco esse valioso documento como um tes-
    temunho authentico que pode revelar o pen-
    samento do mesmo governo.
    O relatorio, q'je foi publicado no Diario
    Official de 10 de abril fndo, que aqu tenho
    presente diz o seguinte :
    Relatorio apresentado assembla le-
    gislativa provincial pelo Sr. barb de S.
    Lourenco, presidente da provincia, em O
    de marco de 1870.
    Vejamos o tpico que me refiro:
    Emancipaco.E' esta a mais grave
    questo que se aprsenla ao paiz neste mo-
    mento, as cuja soluco inevitavel, con-
    vicio, portanto, encara-la de frente.
    As grandes difficuldades nao se evitara
    illudindo-se com o tempo ; o abandono ag-
    grava as situaces, que quelles dominam
    a final.
    < Quando a pedra tem rolado do alto da
    montano, e no seu curso precipitado tem
    saltado os grandes vallados, nao se deve es-
    perar qne pare beira de um pequeo re-
    gato.
    A emancipaco inevitavel; hoje nos
    pertence escolher o modo, o caminho e a
    marcha ; amanha tudo nos pode ser impos-
    to. O estadista deve ter coragem para re-
    solver o vontade para executar o que as cir-
    cunstancias imperiosas exigem, etc. >
    Em seguida S. Exc. apresenta as sua.--
    ideas nao s a respeito das medidas que en-
    tende deverem ser tomadas pela assembla
    provincial, como tambem sobre aquellas cuja
    iniciativa pertence aos poderes geraes.
    (Contm itar-se-ka).
    IJTOATuTtA.
    POUCO DE TUDO.
    CRIME HORRIVEL.O Jornal dos Deba-
    tes refere um crime monstruoso praticado
    ba poucos das na aldeia de Beaumont, em
    Franca. O perpetrador do crime ainda
    moco e chama-se Theophifo Pietdnoir. Ata-
    cado por urna doenaj nervosa desde e seu
    nascimento, tinha-se ltimamente tornado
    epilptico Em a noute de sexta feira (22
    de abril; para sabbado, dominado por urna
    violenta excitaco, levanta-se, e laucando
    mo de um istrumento contundente e cor-
    tante, evidentemente um d'esses pequeos
    machados que servem para cachar lenha.
    dirige-se ao leito de sua mi e mata-a com
    um s golpe. Nao obstante a morte ser
    instantnea, encarnica-se sobre o cadver e
    fa-lo em- pedacos. Feito sto corre ao
    quarto de seu pai, mata-o tambem e arras-
    la o cadver para o pateo da casa.
    Em seguida entra em casa de urna visi-
    nba, mas esta consegue evadirse.
    Um ennhado do assassino esforcase por
    se apoderar d'elle, mais depois de renhida
    luta, deixa-o fugir.
    Assim desembarcado dirgese a urna
    povoaco prxima e entra em casa de seu
    padrinbo, nao dizendo nada do que acabava
    de fazer. Este, notando e exaltaco do
    alilhado, socega-o e aconselha-o a voltar
    para casa e recolber-se cama.
    O moco segu o conselho e volta para
    Beaumont. Entrando em casa v ainda no
    pateo o cadver do pai, arrasta o para um
    canto e cobre-o com palha. Em seguida
    entra no seo quarto, fecha-se por dentro e
    deita-se a dormir.
    Assim permaneceu at que os gendarmes
    ebegando s 3 horas da larde se apodera-
    ran) d'elle. Levado presenca do joiz do
    summario confessou os crimes voluntaria-
    mente.
    E fez aeco de querer beijar a mo do
    cura, porm nao se atreven a cbega-la aos
    labios, dizendo :
    Nao son digna de tal!
    O sacerdote nao lbe replicou, e fixou-a
    com aquelle o| ar austero e simultneamen-
    te compassivo que lbe graogera tanto pres-
    tigio.
    A' vista disse o padre.
    E encaminbou-se para a porta.
    Ento a Martina sentio-se penetrada de
    um tal sentimento de gralido, que esteve
    prestes a laacar-se aos ps do sacerdote e
    confessar-lhe os seus erros.
    Sem duvida elle a compreheodeu, porque
    repeli affavelraente :
    At volta.
    O olhar da Martina Qxar-se no filho
    adormecido e as palavras que o coracao lbe
    suggeria nao se atrevern) a transpor os
    labios.
    que a sua confissao importa va a espo-
    liado do filho querido.
    O padre comprehendera a luta que se
    dava no coracio d'aquella mulher cuipada.
    Quando vio a mi a contemplar assim o
    filho, convenceuse de que estava perdida a
    causa.
    No fin de tudo, a Martina era mi I
    Ora poisdixia elle, escarranchndo-
    se no cavaflQ, que Bigorne segurava pela
    redea.A miaba esperanca foi,orna illusao :
    Deus por certo tem suas tulas secreta!
    E quando o sol proiectava os primeiros
    raios palo cimo do arvoredo, ia em cami-
    nho. o velbb padre.
    (Coabnuars+ka.)

    TYP. DlAB OJ- RA DUQUE DE CAXl




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