Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12123


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Full Text
ANUO XLVI. NUMERO 117
"0"HJ -vi. <
PAHA A CAPITAL E 1GAEES QDE IAO SE PAGA POBTE.
i'or tres mezes adianUdos
6000
**r seis ditos idtm '................... isSooo
Tor om anno dem...... ,i*nnn
*da mumera avuiso ........ * ., ... OZU
19*1 oj o'tsi
CUARTA FEIRA 25 DE MAIO DE 1870.
tff PASA DEITM E TOBA DA PBOVWCIA.^
Fbr tres mezes adiantodos ......
Par seis ditos idera. .
Por nove ditos dem .
Por um anno idem .
0
' '........ .

6*790 13*500 20*250 27*000 i
. i
Propriedade de Blanoel Figneira de Faria & Filhos.

AO AGENTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filbos, no Para ; Connives 4 Pinto, no Maranh5o ; Joaquim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Limos Braga, no Aracaty ; J*2o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa aPdnba; Belarminodos Santos Bute3o, em Santo Antlo; Dsmngos Jos da Costa Braga,
__________________ m Nazareth ; Francisco Tavsres da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAl.
Coverao da provincia.
DESPACHO DA PRESIDENCIA DA PnOVINCIA DO DA 20
DK MAIO DE 1870.
Aotonio Sorianodo llego Rarros.O supplcaate
nao pode ser prvido scnio por meto de concur-
so e deve para elle nscrever-se na forma do art.
o7 do regularaenio respectivo.
Floreada Mara da Conceico.Ao Sr. Dr. juiz
do- direito da comarca de Palmares para informar
e dar u providencias que couberem em suas al-
tribuieSes, se for ceno o que allega a >uppli-
cante.
Capitao Henrique Eduardo da Costa Gama.
Ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda cora a
pjrtaria d'essa d.it.i.
Jjsepha Prepedigna Rabello Padlba.Informe
o Sr. director geral da instrueco publica.
Justino Jos de Souza Campos. Informe o Sr.
engenheiro chefe d* reparticio das obras publi-
cas.
Luir Edaardo dos Santos. D-se.
Cipitao Lniz Paulino Vieira de Mello.Conce-
da-se
Miniel Paulo de Souza.A' vista das informa-
rais canceJa-se a transferencia rejuenda
Policarpo Barbosa da Silva.Informe o Sr. com-
mandante do corpo provisorio de polica.
PoQas A CSun, nos termos dojestylo.
Rodrigo Pinto Moreira.Informe o Sr. desem-
bargador provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.
- 21 -
Alfares Antonio da Silva Naves.Informo o Sr.
coronel commandante superior da guarda nacional
do municipio do Recife.
Augusto de S e Aibuquerque.Ao Sr inspec-
tor da thesouraria provincial cora a portara desla
. dala.
C aetano Estelliva Cavaleanti Pefsoa.Informe o
Sr. ; -peetjr Ja thesouraria de faz-rada.
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva.Lavre-se
dftiberaco nomeando o supplicante.
Jos Angelo do Imperio.A vista da informarlo
conceda se don* mezes coro sold e nm sera elle.
Marques Barros A CD-se por certido.
Manoel Dativo dos Santos.Passando recibo en-
tregue-se.
Minoel Caataao Vieira da Paz.Dirija-se ao Sr.
commandante do corpo provisorio de polica.
Alexandre Jos de Mello.Expecase ordem.
23 -
Companhia de seguros Liverpool. Informe o
Sr. presidente do tribunal do commcrcio, ouvindo
o fiscal do mesino.
Alfrez Cesarlo da Sonzi LeloA vista da in-
formacao do Sr. in-pector da thesouraria de fazeo-
d.i n. 326 de 12 do crrante llcam dadas as pro-
videncia* para o supplicante ser pago pela coltoe-
toria 00 Grato dos veneiraemos a que alinde.
Emiliano Ernesto de Mello Tamborim.Informe
o Sr Dr. juiz de dimto da comarca de Palmares,
ouvindo o juiz municipal e de orpbos do termo
d. Agua Preta.
G.'raldo Henrique de Myra.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Brigadeiro Hygino Jos Colho.A vista da?
informacoes remelta-se ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda para attender ao supplicante
dopjis que for exibida a planta exigida pelo de-
creto de 22 de favereiro de 1868 nos termos de
sua informac5o n. 334 de 13 do correte.
Igoacio Beato de Lnyol.Informe o Sr. aspec-
to." da thesouraria provincial se o supplcaoie foi
prvido oo lugar de 3. escripturarie por meio de
concurso e se est habilitado para um servieo de
qu; nao tcm pratic3 como allega.
Joo Baptista da Souza Monteiro.Informe o Sr.
Dr. juiz da direiro da comarca de Garanhuns.
Jos Henrique Trndade.Como requer.
llaooeJ Joaquim de Sant Anna.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marraba.
Severiano Jos da Silva,GonceJa--e um mez
vencimentos.
Tu inus Antonio Macel Monteiro. Informo o
r. Dr, juiz da direito da 1.' vara. -
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 13 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
(Coiifinuaroo)
O SR. CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE :-
Sr. presidente senti que o eloquente arador que
contestn hontem algumas das propositos que Uve
a honra de erailtir nesta casa, suppuzesse que eu
ittcrepftit o part lo que perlenco, de ser infenso
a iniciativa pessoal dos brasileiros.
Ni i ergu aqu minha dbil e nao antorsada
paiavra para criticar partidos, e anda menos para
attribur ao racu o que todos sabera ser o maior
ddTito da rae latina, infelizmente geral nesta
rasa, que a nossa.
Disse o meu nobre impugnador, que as estradas,
carnes, e em geral es meios de viaco nos Esta-
dos Unidos sao producto da enorme emigracao, que
para all afilue, e eu continuo a pensar, como mal-
tos outros, que pelo contrario foi a existencia
previa de estradas e a estupenda canalisaco, que
o imraortal Washington realison, quando a sua
pa'ria liona apenas 3,000:000 de habitantes, o que
mais concorreu para chamar a emigrara-, a qnal
ampliou, sem davila, mas nao crion era sua ori-
gem as estradas e os canaes.
O forte contedor adrarou-se que nao qnerendo
eu a escola agrcola completa, aeonselbe a instrue-
co obrlgatona. Era primeiro lagar en disse que s
a quera obrigatoria, onde houvesse j certa den-
sdade de popularlo e nao era toda a provincia; e
era segando lagar, permitta-raeonobre collega ob
servar-lhe que o augmento das escolas de inStroe-
r i primaria infinitamente menos dispendioso,
do que ama escola agrcola regular e completa.
3ue entre n) deveria ser quasi urna facuidade
as sciencias com enorme dispendio, e por alguns
anoos, sem vantagem pralica.
Afrmon o Ilustre orador, que a intolerancia
religiosa nao obsta a emigracao de europeus para
o Brasil, porque cousa que nao existe entre nos.
Pois, senhores, ama lesUlaclo, que faz das cren-
cas religiosas dos eidados, condicao para o exer-
eieo dos direitos polticos, nao institue n'um paiz
a intolerancia civil nos actos de conscencat Na
Austria, ultimo paiz, que se libertoo, j nao so in-
daga das crencas dos eidados para o ex-rei ;io dos
direitos polticos e civis.
Coocloio finalmente o nobre deputado dizeodo,
que oo exacto que as nosas assemblas pro-
vincias, e em geral os nossos administradores rc-
cem diante das ideas de despezas, anda meraiD
productivas.
A prova mais exuberante de qae o nobre collega
nao pode sustentar o qae dlsse, Ah esta bem clara
nos tactos que se dsram a rospeito da estrada de
Olinda e do Liraoetro.
O SR. PEDRO APPONSO:Sr. presidente, nao
me proponho a dirruir o effoito do discurso aqui
proferido hontem pelo met Ilustre collega de com-
raissio que se seata oa bancada opposta.
O mea honrado collega, gigante da p; lavra oeste
salao, verboso e eloquente, dea praporoSes exa-
geradas ao mea humilde e aoaonado discurso.
(Nao apoados).
O Sn. Gusmao Lobo :Xlo i senao dar ao fado
a importancia que o facto mereca.
O Sr. Pedro Affonso :Eu por tanto, limitar-
me-hei a explicar os meus pfnsamentos aqui emt-
tidos, as minhas palavras aqui proferidas, qne fo-
ram algnmas vezes mal interpetrados, mal apra-
enados.'pelo meu Ilustre collega quem res-
pondo.
Procurarei darao men discurso a forma que rae
for mas fcil s compativel com as minhas forcas.
Sr. presidente, qnando pola primeira vez ped
a paiavra para impugnar o projecto de fxacao da
torca policial, atirei este sallo a proposicao de
que ha descalabro poltico entre nos; disse que
proferia esta paiavra, que nos escapava dos labios
todos os momentos, mas que nenhum de nos
queira profer-la, porque ella deuuocia a desharmo-
nia que reina nj seio do partido, a que todos per-
tencemos por convicc5es ; porque ella compro-
mettedorado3 crditos tradiccionaes de?se parti io ;
porque para lodos nos, um crime de lesa poltica,
proferir essa paiavra, que cima de lado, urna
verdade. Sendo a lei de fixacao da torca policial
a lei de confiunca, a lei poltica, cora relaco
administracao da provincia, eu disse que subscre-
via o projecto debaixo dasse ponto de vista, por
que a actual administracao oo por forma ne-
nhuma culpada, nem rcsponsavel, por esse desca-
labro poltico que me refer.
Seobores, preteode'u-se por em duvida esta mi-
oha affirmacao, e eu repito: presto actual
admiiiitracao o mais decidido, o mais pronuncia-
do apoto. O actual administrador da provincia
assumio a administracao pela primeira vez quando
subi ao poder a p ilitica conservadora.
Um Sr. Deputado :O actual presideole?
O Sr. Pedro Affono :Aquello que actual-
mente administra a provincia.
Nessa occasiao prestou elle os mais relevantes,
os mais importantes servieo?. (Apoiados). Todos
nos o afflrraaraos, todos o's o reconhecemos. Cora
pouco lempo deixou a administracao depois de se
ler incumbido da ardua e difflcil tarefa de montar
o partido que por espaco de 5 annos havia estado
tora do poder.
Uu Sr. Deputado :Nesse lempo eslava tudo
bem ordenado, segundo disse o nobre deputado.
O Sr. Pedro affo.nso :Tal vez que nao tivesse
feito a )bra do modo mais perfeilo, mais completo,
porque o erro a partilha do homem ; mas, se-
nhores, fez o que era possivel fazer-se, aquilio que
tanto concorreu para que o partido se mostrasge
em toda a altura de seu prestigio tradiccional.
O Sr. Maxoei. Artiiur :Nem ha juem contes-
te isso entre nos.
O Sr. Pedro Affosso :Deixando a adminis-
tracao, outras Iba succederam, o toi justamente
durante este periodo que se operou o descalabro
polilico que me redro.
U.m Sr. Deputado:A" qual das administraedes
se refere V. Exc. ?
O Sr. Pedro Affonso :A' nenhuma especial-
mente. -
O Sa. Cavalcante de Albiqueroue :A todas
que se seguirn).
O Sr. Pedro Affonso :Nao digo que essas ad-
ministracoes tivassem promovido osse estado de
cousas ; nao quero me incumbir de aecusar aqui as
administracoes transactas; pelo contrario apoto,
deffendcrei algumas. Mas o que certo, o que
nconttstavel que o doscalbro poltico a qae rae
refiro se operou durante esse espaco de lempo.
Isto est na conscienca de todos.
Agora assume a presidencia o Sr. desembarga-
dor Asss Rocha e enxmtra o partido no estado
em que eu denunciei aqui: que culpa tem o Sr.
deserabargador Assis Rocha desse estado de
cousas ?
(Trocam-se apartes).
O Sr. Pedro Affonso :E eu tenho confanos,
e crdito raesrao que se a sua administracao nao
for muilo curta, se ella tiver alguma permanen-
cia, muito, concorrer para acabar com esse esta-
do de cousas. (Ap'iados). Confio muito no seu
bom criterio, no seu tino poltico, nos seus bons
desejos.
O Sr. A Cavalcante :Quero que nao ha um
conservador nesta ierra que nao esteja neslas ideas
em relaco a V. Exc, nao em relaco ao desca-
labro.
O Sn. OtivEiRA Andrade :O que importa sa-
ber donde veto esse estado de cousas, que en-
tretanto nobre deputado nao disse 'inda.
O Sr. Pedro Affonso :Agora cabe-me oppor-
tunidade de responder ao aparte do nobre depu-
tado. Esse descalabro poltico resultou da exhu-
beraneia de vida do partido; creo que precisa-
mente essa a causa desse estado anormal em que
elle se acha.
Um Sr. Deputado :E' urna especie de apople
xia poltica.
Outro Sr. Deputado :Sao precisas sangras.
Outro Sr. Defutado:E refrescos.
(Trocare-se mais apartes).
0 Sn. Pedro Affonso : Nao se pode attribuir
estas miohas palavras urna alluso um facto ou
pessoa determinada. Eu nao conheco mesmo,
meus senhores, qual a causa real desse estado,
nao poss > coraprehender o motivo, a razo que o
delerminou, alera do motivo que expuz: por isso
pe^o ao nobre collega que ha pouco dea-me um
aparte que se satisfaga com a minha explicaco.
0 Sr. A. Cavalcante :Eu acho tudo to
claro.
O Sr. Pedro Affonso :Quizera que o nobre
deputado me tirasse do ern>, rae dissesse se nao
comprehende que a exhuberancia da vida pode ser
um motivo, urna causa para determinar o estado
anormal de um partido.
Um Sr. Deputado:Parte do um principio fal-
so, que a existencia de um phsnomeno que nao
existe.
Outro Sr. Deputado :Nao houve exhuberaocia
da vida quando o partido subi.
(Trocam-se mais apartes i.
0 Sn. PEDno Affonso :O meu Ilustre collega
quem me refiro, quem trato de acoropanhar,
seno panpasso as suas profundas locubracoes
pi liticas, ao menos na apreciacao que faz do nvu
discurso, na interpretarlo qne deu s minhas pa-
lavras, elevou-ses generalidades polticas, tratou
da poltica do goveruo geral com relaco todas
as provincias, tratou do actual gabinete, etc. Pan
so, Sr. presidente, que nao aqui que se pode e
se dave tr:.!ar da poltica geral do paiz. Podemos
tratar da poltica bis suas relacdes com os acto1
da administracao provincial; mas, que vem a
discusso, entr nos, de principios abstractos de
poltica, dos actos do gabinete?
Um Sr. Deputado :Por essa razo nao se devia
nanea tratar da poltica geral.
O Sr. Pedro Affonso :Podemos tratar quando
a poltica tiver referencia com os actos da admi-
nistracao proviocial.
O Sr. G. Drummond : -O que couvm qae o
nobre deputado sala desse terreno.
O Sn> Gusmao Lobo :Falla do descalabro de
um grande partido, e nao falla da poltica geral I
O Sr. Pedro Affokso :En disse, com referen-
cia poltica da provincia, que no partido lavra a
discordia, que por toda a parte lavra a discordia.
Isto um facto de que todos nos temos conheci-
meato. Qual a localidade da provincia onde
reina iuteira e perfeita harmona entre os membros
do partido conservador ? Onde o destrieto, a co-
marca, o termo, a freguezia em que nao lavra a.
discordia? (apoiados e nao apoiados)..
Um Sr. Deputado :So se isla se d em, Agua-
Preta.
(Trocam-se muitos apartes),
O Sb. Pedro AfFojtso :Por toda a parta a
mesma cousa. Aqui mesmo na cidade ha profun-
das divergencias.
O Sr. Pirmino de Nova es :Na minba fregue-
zia nao ha isso.
O'Sr. Pedro Affonso :E' porque a sua fregue-
zia muito remola.
O Sr. FmMiNO de Novaes :Por ser remota nao
leixa de ter gente e podia apparecer a desanio.
O Sr. Pedro Affonso :NSo digo que em todas
as localidades tenham apparecido essas divergen-
cias no partido, mas ellas vo apparacendo em
grande escala.
(Ha um aparte).
h Sr. Pedro Affonso :Estou convencido qne
enf todos os pontos da provincia ha mais ou menos
desgostos, contrariedades e desharmonias.
O Sr. Goes Cavalcante:Diga antes,ambicoes
malogradas.
O Sr. Pedpq Affonso :Essa desharmonia, es-
sas onlrariedades, esses desgostos se manifestam
mesmo entre os membros desla casa.
Al certo ponto vou procurar demonstrar esta
minha proposicao.
O nobro deputado quem respondo faliou hon-
tem de uro modo que eu nao tenho expressfies
para qualificar; faliou elerando-se cima do as-
sumpto ; falln cora a eloquencia e verbosidade de
que dispoe sempre; faliou com expressivo'eothu-
siasmo; falln, eralira, as ponas dos ps. E
como foi ouvido o sen discurso ?
Um Sr. Deputado :Cora o maior enthusias-
mo.
O Sn. Pedro Affonso:Parece-me que toi re-
cebido cwn friesa (nao apoiados e apoiados). Eu
ti ve muitas vezes impulsos de applaudi-lo de minha
cadeira...
Um Sn. Deputado : -Porque nao o fez?
O Sr. GusmXo Lobo:E que a verdade tem
direito a ser recebida onde quer que ella se mos-
tr.
O Sr. Pedro Affonso :O honrado deputado
lallou como orgo da maioria, como orgo do par-
tido, mas foi ouvido com frieza, qae eu direi quasi
glacial. (Nao apoiados).
Um Sr. Deputado :Foi ouvido com a mais
profunda atteocao.
O Sr. Pedro Affonso :Sim, mas com frieza
glacial. (.\o apoiados; trocam-se muitos apar-
tes).
0 Sr. Presidente :Rogo ao nobre deputado
que tero a paiavra que nao esteja provocando as-
sini os apartes, nem respondendo elles, para que
a discusso possa marchar regularmente e nao em
dialogo.
O Sr. Pedro Affonso : Eu nao provoco os
apartes, respondo aos qae me do.
Dizia que o discurso do honrado deputado nao
tinha sidoapplnudido com aquelle calor, com aqoelle
enthusasmo qne era para desejar. (Nao apoia-
dos).
Um Sr. Deputado : Que era de esperar.
O Sr. Pdro Aptonso :Sim, que era de es-
perar.
E, direi ainda, que o honrado deputado, pela
sna illustraco, pela sua inteligencia vigorosa, pela
sua eloquencia arrebatadora deve ser o Aider, o
chefe desla casa...
O Sn. Gusmao Lobo :Nao tenho essa preteocao,
oem posso te-la.
O Sr. Pedro Affonso :Devia ser naturalmen-
te, porque osjraefes, como o honrado depulado
mesmo disse, nao sao aquelles que querem se-lo,
sao aquelles que as circomstaocias determioam ;
por isso o chefe aqui deveria naturalmente ser o
honrado deputado.
O Sn. Gusmao Lobo :Peco Ihe muito que deixe
este assumpto.
O Sr. Pedro Affonso : Entretanto o nobre de-
putado j soffreu aqui urna tremenda derrota ;
apresentou um projecln cuja utilidade foi por lo-
dos reconhecida (apoiados), da mais manfesta uti-
lidade (apoiados), passou esse projecto era 1* dis-
cusso, ojncbe deputado justificou-o plenamente, e
em segunda discusso, depois de serem approva-
dos todos os seus artigos um por um.
Um Sr. Deputado : Pelos meamos depu-
tados.
O Sr. Pedro Affonso :... quando se fez vo-
laqo, se devia passar a terceira discusso, foi re-
geitado. Consta-me que o nobre deputado ileara
nasiante contrariado, como devia fiear..
O Sr. Gusmao Lobo : Nao apoiado.
O Sr. Pedro Affonso .... que manifestara os
seas degostos, os seus rcsentiment03 na ante-sala.
O Sn. Gusmao Lobo :Sao em todo caso fados
de ante-sala trasidos para o salo. Nao posso ter
desgostos. (Apoiados).
O Sr. Pedro Affonso :Em todo o caso desejo
que fique registrado o facto. Presto com isto um
servieo ao nobre deputado.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Pedro Affonso : Iste serve para provar
a desharmonia e confuso que reinara aqui.
O Sr. A. Cavalcante :Nao vejo essa deshar-
monia nem confuso.
O Sr. Pedro Affons) : E' porque o nobro de-
putado est firme no proposito de sempre que se
trata d) seu partido fazer o sacrificio de seu
amor proprio, de suas aspiraeOes polticas, mas
sto quer dizer que o nobre deputado tem sido de-
vidamente considerado, que aqui considerado
como devia s-lo ?
O Sr. A. Cavalcanne :^-No tem nadadedezar
para a pessoa, a nao aceitarlo de urna sua idea.
O Sr. Pedro Affonso : Assim, pergunto eu ao
nobre deputado, todos estes factos demonstran)
pleno accordo poltico e perfeita harmona ?
Talvez que daqui por diante essa accordo se es-
tabeleca, tenho mesmo conscienca de que estou
concorreu J > para 3to, de que estou prestando un
relevante servieo ao partido.
Um Sr Deputado :Pode ser.
O Sr. Pedro Affonso :Tenho conscienca disso
e os nobres deputados recoohece-lo-ho depoii,
porque cu j disse qae esta assembla vai sendo
estril, e talvez deixe de o ser daqui por diante.
Um Sr. Deputado : Hfcvia harmona nesse
tai. po.
O 3. Pedco Affonso :Nao*digo qae nao hou-
vesse.
(Trocara-se apartes).
O SV Pedio Affonso : All s* combinou as
commissoes, c-eio qae para impor-se urna chapa.
(Nao apoiados, ipoodo- e rwtamafes).
O Sr. pREsiDBrrg :Atteocao f Peco ao nobre
deputad i que ua responda o aparte-,
O Sr. Pedro jffonso :Ento V. Exc. mante
nha-me o aso da paiavra.
O Sn. Prf.n-idewb :Eu rogo aos nobres deputa-
dos que deixem j dar apartes.
O Sr. Mello Rico :Nao possivel deixar de
dar aparle. v
O Sn. Presidente :Acho que moito pos-
sivel.
O Sn. Pedro Affoko :Dizia eu que s com-
missoes desla casa toam organisadas tora daqui,
em casa de um nossodistincto ollega.
O Sr. A. Cavalcant? :Xera aspirares a che-
O Sr.Pedro Affonso:Nao afrmo qne sim,
oem que nao, eslava nocaso de as ter.
Um.Sw. Deputado: Psso-lhe amanear que nao
tem. v H
O Sb. Pedro Affonso K o resultado dessa
combinaco...
O Sr. Gi-smvo Lobo :Fu o nobre deputado en-
trar para a coramisso de O Sr. Pmo Affonso :las eu nao reclamei,
ni o ped; disseram-me que ai liaba entrado em
duas commissiies, disse ao anigo que me fez essa
declarado que pare mhn era indifferente entrar
ou deixar de entrar, pelo contnrio prefera nao en-
trar em nenhuma.
Disse tamben o honrado deputado em um per o
do do seu di>cnrso, que os desgstos eram om re-
gra um cortejo das rolacoes d.K homens, e que
por tanto nao era de eMranhar, ra mesmo muito
nainral e possivel qae desgostos lavrassem no seio
do partido conservador.
Eu s me oceupo em responder a esse periodo
do discurso do honrado deputado, pira fazer a de-
claraco de que nao manienho, nao alimento em
mim esses desgostos ; e adianto expliearei o moti-
vo porque desejo fazer abslencao poltica, do que
concluio o honrado deputado qae eu tinha des-
O Sb. Gusmvo lio :Em regra, o que se diz
no parlamento, nao se refere aos seus membros.
O Sr. Pedro Affonso : Entretanto esses des-
gojtos cora retaco ao partido conservador exis-
lem, o honrado deputado j os condece.
E concorda comigo que lastimavel qae isto
aconteca com o partido conservador desta provin-
cia, que por toda a parte era considerado um par-
tido arregimentado, um partido desciplinado, um
partido verdaderamente forte.
(Traoam-se apartes).
<*Sik PKwmAffonso:Onvi urna vez ditero
c via impartido conservador desciplinado as con-
dices de poder ser considerado um verdadeiro
partido, e era o de Pernambuco.
Um Su. Deputado : Era que poca disse elle
isto ?
O Sn. Pedro Affonso :Na volla de urna das
suas viagens Europa.
Agora porm nao acontece assim, e ereio mes-
mo que todos os meus honrados collegas tora
deste salo estaro de accordo contigo.
O meu nobre collega que arada ha pouco dea-
rae um aparte e que v as crasas sempre por nm
prisma to agradavel em relacio ao seu partido,
na sna freguezia j soffreu suas contrariedades, j
soffreu seus desgostos...
O Sr. A. Cavalcante : Eu nao tenho des-
goslos.
O Sr. Pedro Affonso :J leve occasiao de ma-
nfesta-los.
O Sr. A. Cavalcante :Mas nao dj partido,
nao tenho desgostos da direeco, nem do governo.
O Sr. Pedro Affonso :Eu tambera nao rae
ijueixu da direeco, era do govern.
O Sr. A. Cawlcante :Nao tive ; e
demais a
que se d
(Ha um aparle).
minha pessoa muilo pequea para
importancia a es-as cousas.
O S. Pedro Affonso :Disse tatnbsm o hon-
rado membro a quem respondo, que a ninguem
cabia o direito de fazer abslencao poltica, que se
nao era poltico impunemente, disse isto em rete-
rencia a um dos tpicos do meu discurso em que
eu dizia que aproveitava a occasiao para declarar
do modo mais solemne que me retrava completa-
mente da poltica.
Eu disse que pretenda retirarme da poltica e
confirmo a minha declaracao; mas quando disse
isto nao quiz dizer que ia fazer parte de todos os
partidos.
O Sr. Gusmao Lobo Nem eu pensei isto.
O Sr. Pedro Affonso :As minhas palavras
nao podara ser entendidas seno em lermcs ha-
bis. O que quer dizer fazer abstenr) completa
da poltica ?
(Trocara se apartes).
O Sr. Pedro Affonso :Poisns que temos di-
reitos a garantir, interesses a proteger, podemos
fazer abslencao completa e absoluta da poltica ?
Podemos, do modo como comprehendo, nao sendo
poltico militante, adstricto a esta ou aquella par-
oialidade poltica. Pode-se ser polilico, permittam-
rae dizer assim
Um Sr. Deputado :Da reserva.
O Sb. Pedro Affonso :Aprovelo a paiavra
da reserva.
O Sr. A. Cavalcante : Isso ja eu son ha
muito.
O Sr. Pedro Affonso : E' da reserva ?
O Sr. A. Cavalcante :Da reserra, mas sem-
pre prompto para o servieo quando for preciso.
O Sr. Pedro Affons -.-Quando eu vr que as
cousas tomara certo caminho, como eu entendo
que devam tomar, ento ontrarei lambem para a
activa.
OSr. Vieira de Mello :Nio o acceitara ; um
offlcial quando pasa para a reserva nao volta para
a activa.
O Sa. Pedro Affonso :Neste caso esperare
3ue o hoorado deputado deixe de ser o commao^
aote, e se for sempre recorrorei da sua deciso
para o conselho supremo.
Mas disse eu que na 3 seria mais poltico da ac-
tiva ; sto para nao carregar tambem de minha
parte, com aresponsabilidadedesse descalabro po-
ltico que vejo, dess* desordera que echergo em
todas as cousas polticas da nossa-terra i por isso
recolho-me quarteis de invern, segando- a phra-
se do meu nobre collega.
E o faco nao por intep-sse particular, nao por-
que nao esteja sempre disposto sacrificios por
amor dos meus prinernos, das inbas ideas, mas
porque entendo quef los nos tomos o direito de
telar a nossa dgnidade pessoal (apoiados) e as
condicocs em que "rae acho, com relaco a polti-
ca, eu nio zelarir. a minha dignidade pessoal tan-
to quanto dovo e posso faze-lo, se nao me collocar
na posicao en'que estou dispo3tu a collcar-me.
Q Sr. Pinto Jnior ;Eniij quem nao faz isso,
nao tem dtr^nd}de pessoal.
OSr. P-tDRO Affonso : O lonrado deputado
est personificado em mira f Se as suas circams-
taacia?, sao identcu s minhas, deve tomar a po-
9lcao que eu temo para zelar sua dignidade i ma>i
se rao est as raesum conlic5es, pftTOW'ffl qu
n7.r\ Iava favor a ana an fa*n
Sr. Pedro Affonso -.Disse o meu nobre col
lega: a desharmonia, o desacord, a confuso
que so diz reinar neste recynto, sao apenas o re-
sultado de um facto, do que aqu nao ta chefe, de
que aqui todos votara por s, todos se dirigem pe-
las suas inspiracoes.
Um Sb. Deputado : Nao to bom isto
assim ?
O Sr. Pedro Affonso :Eu nao contesto nem
allrmo que baja chefe; mas me parece que ha
quera pretenda s lo, e talvez que esta pretencao
nao exista somente por parte de um.
Um Sr. Deputado : Ha alguem que quer
se-lo.
Outro Sr. Deputado :Eu nao reconheco aqu
chefes.
O Sr. Pedro Affonso :Nao digo que effecti-
vamenle existara chefes ostensivos; mas ha quem
aspire s-lo.
O Sr. Gusmao Lobo : Nao ha aecidamente
aqui quem tenha pretencao de ser chefe.
O Sa. Pbdro Affohso :a pretencao muilo
natural, em toda a reunio de horneas, em todos
os corpos cojtoctivos, apparecera as influencias
nataraes, a,a inRuancias lejirtraas, que conquistam
sempre os primeiros logares.
Npite. sentido ijode se aspirar o serchefe com
inpito direito.
Pergunto ao, aobre. diputado, saber do modo 1 tfo deve fazer o que eu faco,
porque se eljgeijm as commi%6es desta casa? O Sn. Pinto Jnior ; -Jjyys que se referia. ao
lempos, degrada ; porque preciso usar de urna
lingaagera convencional, fallar sempre de um mo-
do, ou que nao se ns entenda, ou dizer-se aquilio
que nao se quer dizer.
O Sii; A. CVAtCANTE : Eu nao gosto muilo
destas...
O Sk Pedro Affonso :Eu oo me redro ao
oobre deputado, a quem considero puritano.
O SR. A. Cavalcante :Eu que o nao com-
prehendo,.
O Sr. G. Drummond :Eu nao sei o que signifi-
ca a paiavra- puritano.
O Sr. Pimio Affokso :Nao sabe ? Pois nao
rae encarrego de instrui-to.
Allaslo-me da queslo no ponto em que se acha
porqne sem duvida prerisarei outra vez applicar
as minhas palavras, e a posicao sempre to diffl-
cil para mim, to embaraeosa que quero abando-
na-la a tode transe.
(Trocam-se apartes).
O Sn. Pedro Afponw :Disse-me o mea hon-
rado collega : esta assemWi nao c estril, ha ex-
cellentes proje'clos om Yscu-so, e outros teem si-
do apresenlados ; refeno-se um projecto que foi
aqui apresentado, creio que a respeito da insiruc-
co publica, cujo parecer foi a imprimir e ainda
nao foi dado para a discusso.
Um Sn Deputado :Ja foi publicado no Diario.
O Sr. Pedro Afponso :Mas pode o nobre depa-
tado asseverar que esse projecto ser approvado ?
Pode affirmar-nos isso ?" Am disto o que se tem
feilo ? Votam-se aqui devisdes de fregaezias,
ereaces de termos, creages de comarcas, etc.
Um Sr. Deputado :Apenas de urna se tratou
e nao foi ainda approvada.
O Sr. Pedro Affonso-: E a vista disto pode-se
dizer que a assembla nao estril ? Todas essas
cousas s traduzem urna idea, um pensamento, e
o inleresse poltico subjugaado a todo. E urna
assembla estril nestas condic s. Nos seremos
julgados.
O Sn. Gusmao Lobo : lia intereses polticos mui-
to confessaveis.
O Sb. Pbdro Affonso :En quando digo inte-
resses polticos, rellro-me s conveniencias confes-
saveis.
O Sb. Gusmao Lobo :Eu tomo as palavras pelo
que ellas valem.
O Sb. Pbdro Affonso :En nao estou por for-
ma alguma habilitado para discutir com o honrado
deputado.
O Sr. Gusmao Lobo :NSo apoiado.
O Sr. Pbdro Affonso : Faliou o honrado depu-
tado de ama pretencao mioha oesta casa, de ama
ponte no rio Una, e de urna estrada. Esta pre-
tencao nao minha, da provincia, de ama de
suas localidades, eu fui apenas iniciador do pro-
jecto ; muitos dos meus collegas eonhecem a utili-
dade desse-projectu.
Um Sr Deputado :Eneontrou harmona de
vistas.
O Sb. Probo Attomso -.Expuz a utilidade, a
conveaieneia da medida, e toaos a acetaram.
Om Sr. Deputado :Achona melhor disposi-
cao.
Outbo Sr. Deputado :Dos chefes.
O Sb. Pedbo Affonso :Este seu aparte de
tal modo malicioso qae rae reservo para respnde-
la em occasiao opportuna. *
Disse ainda o honrado deputadoque manifeslan-
do-me pelo modo porque o fuzia. eslava elle suto-
risado a declarar, como orgo do partido, como or-
go da maioria de-la casa......
O Sb. Gusmao Lobo :Nao me deelarei orgo da
maioria desta casa.
Outro Sr. Deputado : Creio que aqu nao ha
maioria nem minora.
O Sr. Pedro Affonso :Como orgao da admi-
ras traco___
O Sr. Gusmao Lobo :Orgo das ideas da admi-
nistracao.
O Sr. Pedro Affonso :Disse que a administra-
cao nao acetava meias dedicacoes.
O Sr. Gusmao Lobo :Nao devia aceitar.
O Sr. Pedro Affonso :Pois bem, aceito a mo-
dificaco : nao devia aceitar meias dedicages.
Mas, senhores, qual a meia dedicaco da mi-
nha parle dzenoo que subscrevo o projecto de-
baixo do ponto de vista da conlianca poltica com
relaco a administracao; e que o nao subscrevo
quanto a sua formula, quanlo a algumas de suas
disposicoes ?
Um Sr. Deputado :Se a questo fosse s esta
achavamo-nos de mutuo accordo.
O Sr. Pedro Affonso :E .
OSr. Gusmao Lobo :E cu disse queacom-
raiSso acetava qualquer modilicaco quo nao tra-
duzisse menos confianca.
O Su. Pedro Affonso :Nao toi assim em prin-
cipio ; eu expuz as minhas duvidas; mas o raeu
Ilustre collega de commlsso repellio a (refiro-me
ao Sr. Drummond) disse que nao consenta em ti-
rar do projecto urna vrgula. A vista disto eu dis-
se que subscrevia o projecto com reslricces; e
assim o devia ter feito; porque subscrevend) o
projecto com restriocoes nao leria necessdade tal-
vez de estar aqui dando estas exphcaces. Entre-
tanto o meu Ilustre collega repellio esta minha
pretencao dizendo qne eu deste modo traria para
o seio da commisso a desharmoDia.o desaccordo
e talvez discussoes iocoovenientes. Pois bem;
disse eu, apreseotem o projecto nos termos em
que quizerem, e eu rae reservo o direito de aceta-
lo ou sensuia-lo.
Senhores, o que quer dizer meias dedicacoes ?
Eu nao presto a actual administracao meia dedi-
caco; presto completa, decidida, e basta dize-to.
Quem pode duvdar da minha paiavra, da minha
alrmac era assumpto desta ordem ? Que consi-
aera5e3K que motivos, que razoes do ordens su-
periores podoriam haver a minha parte para vir
aqui dizer que prestava a administracao o raeu
apoto, a minha dedicara; e proceder de modo
diverso t
Se o honrado deputado entende qne o mon pro-
cedimentoexprime meia dedicaco> eu emendo que
elle exprime dedicacao inteira, completa; maisin-
teira e mais eompleta,no direudo que a do honrado
deputado, mas do que de muitoados meus collegas
que boje sao mais presidenciaes talvez do que
o proprio presidente.
O Sb. Oliveira Fonseca :Outra paiavra que
nao entendemos.
O Sb. Pbubd Affonso :O Sr. deputado_ mui-
to novo em poltica, comeca agora, anda nao sabe
do segredo da giria. das palavras; mais para
adiante comprehender que as palavras podetn-se
entenderfacilmente.
O Sr. Oliveira Fonseca :Talvez assim seja.
0 Sb. Ignacio Lsao :Ento aqu tambera ha
Foram organisadas entre urj, mui limita^ nume-
$o de seus membros que, (iterara a 'jealribuico
crjn}9 Ihes aprouve."
assim ; quero mostrar qne farer todo q anto esri
ver em meo-alcance para lestemnnhar actual
administracao-a maior dedfcaco, o mais comple-
to apoio.
E' por isso qne entendo- que ha muito qacm
rrocure acatar a dignidade da- administracao;
mas qqe nao o fez de modV honroso, e sim com
vistas interessadse...
A djscussao neste lerreno bIo pode ser mantida.
sene com inconvsniencfas, e- por isso me affasto
d>lla.
Um Sr. Deputadc-:Al porqne o nobre depu-
tado nao quer ser bem claro.
O Sb. Pedro Affcso : tompreheoda-se, po-
rraj o meu pcnsameBto : se eu sresto adminis-
tracao o mais decidJo apoto, como disse- qne pres-
tava, se desejo concorrer cora todos os meios a
meu alcance para aut?nta-lay oo sou aqni orgo
do suas ideas intimas, era de seo pensaraentos
reservados. Vejo na adraintetrncio da provincia
um homem a quem considero por muit tirlos,
por muitos motivos ; considero-o um dos chefes
legtimos e naturaes do partida conservador do
paiz, reconheco Ihe inuita perspicacia, muito tino
poltico para oceupar esta elevada e importante
p isicao de contormidade com i os interesses do
partido, de conformidade coraos seus legitimos-
interesses.
Quando se tratou de confcecienar o projecto de
fixacao da torca policial assisti cora os-metn col-
lejas de commisso e oSr. presideole desta casa
a urna confereocia com S.-ExcoSt. presidente
da provincia.
Nessa occasiao ouvi que S. Exc. conformava-se
cora o projecto quanto sua idea capital,, quanto
sua formula geral, sem que daht podes-e con-
elair, que o projecto nao possa nem deva ser mo-
diiicado.
O Sb. G. Drummond :Justamente as ideas ca-
pitaes do projecto foi o que o nobre deputado
combateu.
O Sn. Pedro Affonso :Peto contrario; oo ou-
vio o meu discurso ? Eu disse que o projecto con-
signara a idea capital, e de lacio cons-gnoa-a ;
eensurei-o porque sophsmou-a.
Senhores, eu aqui procedo de conftrmidado com
as minhas mspiraeoes, de conformidade coa os
dilames de minha conscienca.
Um. Sb. Deputado :Como todos nt.
u Sr. Pedro Affonso : Acredito, nem digo o
contraro ; quero apenas dizer que nao sou orgao
da administracao, assim como emendo qoe os
rosos collegas de coramisso oo o sao tambem-;
(apoiados) mesmo porque a adinitistracSo ost
aiiraa das nossas questiunculas : de-minihii mm
enrut prelu:
O Sr. Gusmao Lobo : E cousa pequea quan-
do se trata de una lei de conlianca.
O Sr. Pedro Affonso .Desde qoe o-projecto
consagra a idea de conflanca, qno-se importa a
presidencia com a sua formula r
O Sn. Gcsmao Lobo :Mas hontem nao se diese
qoe a commisso aceitara qualquer modificaeao,
toda vez qae nao prejudicasse o ponsamento de
conlianca ?
O Sr. Pedro Affonso :Eu tratarei dessa par-
te do discurso do honrado depu&do.
Referindo-se ao projecto, disse o honrado de-
putado que eu hav dito que a commisso sopbis-
mara a lei n. 611, consagrando no projecto o pen-
samento dessa lei, e Illudindo-o. Repito que-sin.
O projecto consagra, como j disse,-a idea capital
que devia presidir a sua confeceo, isto a disao-
lucao do corpo provisorio ; mas illudto esta dispo-
si;ao nao mandando considerar como casco do
c rpo que se lem de organisar as pracas eoffi-
ciaes do corpo effectivo. E de f*cto,exi>te,ou ni
um contrato entre a provincia o essa corpo.?*
O Sn. Gusmao Lobo :Nao prepriamente nm
contrato.
O Sr. Pedro Affonso :Sem dnvda.
Sr. Gusmao Lobo :Aceito a expresso como
meio de traduzir o pensamento.
O Sr. Pedro Affonso :A provincia garanti
aos oUi ;iaes e pracas desse corpo os seus postas,
garanti Ibes a reintegraco;. e como qae ago-
ra o projecto nao os manda considerar como cas-
co para a organisago do novo corpo ? Que difli-
culJade, que nonveniente poda haver nisto l A
difflculdadc, o inconveniente nao est as pracas
H ij nos offiriaes, seria preciso dispensar a, alguns
dos actuac olflciaes para dar entrada aquelles
que de preferencia devem ser adaiittiJos. Mas,
quanlo islo nbservou o honrado deptado,_ que
os postos de ofliciaes do corpo de polica sao de
privativa conlianca da preside&cia.
O Sr. Gusmao Lobo : lioniesiavelmente.
O Sr. Pedro Affonso : Pois bem ; cuiupramo3
coso uosso dever.....
Um Sr. Deputado :Como varaos cumpr*. .
O Sr. Pedro Affoi60 :... o presidente pro-
ceda como entender.
Um Sr. Deputad : Nem. outra cousa faz o
projecto ; uiuailluso ptica do seu espirito.
O Sp. Pedro Affmbo '. E aceita o noWe deputa-
do a emenda que vou offerecer, para qne o presi-
dente considere como casco do balalho qae deve
ser organisado todas as pracas e ofAciaes que vie-
ram do sul ?
O Sr. Gusmao Lobo :Nao .sei mesmo qae bel-
leza eacoulra o nobre depilado ness-i expresso,
que quer fazer figurar nc-projectoN
O Sr. Pedro>Affonso : A belleza a da ver-
dade. E V. Exc. aceita a emenda que vou offere-
cer ? O projaeto s permute qu& se dispensen! ou.
relorraem os ofliciaes.
UmSr. DmiTADo :A.aiilojisaco.
O Sr. Puro Affonso':Manda mesnao que se-
cara aposentados. Quando se tratou da confeccae
do projecto ped pan substi.uir-se as palavras
ilevam se%- pelas palavras que estivissem no caso
le ser ;. o nobre deputado ha da se tombrar dalo.
O Sb. Gusmao Lfo :Vraa vez que tenham de
ser dispensadas...
O Sb. Pedro AneoNso;Essa pequea ditren-
ca nao pode escapar ao espirito perspicaz da hon-
rado deputado.
O Sr. Gusmao Lobo :O meu espirito aumenta-
se pouco dessas ubtilezas.
Um Sr. Dbpvbado :Ser giria ?
O Sb, PEDao.AFFOKSO :Wie ser, a giria nao.
se comprehende seno qnando se conbace.
Um, Sr,DspuTaoo .Sopara os meatres.
O Sr. Pedro Affonso :E' preciso, estudu-la.
Meus senhores, disse eu para se realisarem bs>
barganbas polticas abrera-se os cofres provin-
eiaes; sacrfica-se ludo para so nao desagradar
e incommodar alguns amigos ; ronvm nao de-
raittvr a nenhum dos actuaos ofjBciaes do oarpo
provisorio, e portanto reformo-se, aposente-seos
que devem ser reintegrados.
Um Sr. Deputado -.Que se tenham Invalidado
por fenmentos.
O Sr. Pedro AFFONsa:NSo-e smeote aos
que se teohara invalidado ; quanto esses seria
a disposico do projecto justa e omito razoavel;
nada mais justo do que aposentar aquelles que se
invalidaran! no servieo publico pela causa nacio-
nal Se n3 votamos tpdos os'dias permittindo apo-
sentadorias empregdos pblicos sroeate pet
casa de meu disliocto oolega. de commisso e di tempp. dp. tvico que contara, que "JJ*;"
districto a seu convite para as^entarmos respete que, permittssemos igual favor a *4V|m
da organisaciodo projecto; nessa occasap, dwcor elipozeram as saas
damos sobre algumas de roas dtepo3iodes,jtt O-
giria T
O Sr. Pedro Affonso : Ha giria poltica aqui
e em toda a parte, e nioguem sabe mais disto que
V. Exc I
Se se trata de meias dedicaodos, pergunlarei :
quem foi qae em primeiro lagar induzio a comisso
a ir corabinarcomo presidente'e ouvi-lo a respeito
da conveniencia de apresentar o projecto sob esta
e nao aquella forma Quem foi que tambem pro-
curou indaiir e fazer valer a conveniencia te s<
Ir igualuiente consolUr o ohefe de polica t_ Fui
partido era ger'
O Sr. Pg^iu Affonso :Parece-jflg qae a pili-
tA P!59 yw otfe nos, comq e p'ratica nesles
lhe ver a conveniencia de irmos a preaid/w.
Um Sr. Dkwjtado -.Mas o nobr* tepntdo esti
faiendo urna historia de intimidades.
O Sr. Pbdbo Affonso :Ea tenho_ necessidads
disso. Disse-se que a minha dedmacao era meia,
nao era completa ; e eu quero mostrar qae nio 6
p aeu
se invilida-
com
*.*#' -^
-c
*!
sangue no campo da batalba, e que se inv
ram ? Mas permitte-se qae se aposenten
todos os vencimentos.. ,.
UmSr. ^nreTADo :-Aquelles que pdem ser
^RdrtDBO ArroNso :-Mitef"J5
ser rerategrdos; notndose qae a fe* fot ex^
?
1


GT8I 30 OIAWI 3Q 2 Sil Tfifttl#iari0 de PMn*iM Ouarla feira 25 de Maio de 1870.
- ------------- I ......... ------- --------------^ I _____ ,, __________
niMK~WTrari
V
.:-
=?=-_
mm\M .im ohma
Hida pelo projecio, porque a le naoH
seoiadoria* cum vencimentos e gratiieacao
O Sa. Qawvi Lobd -Esta d/spouco vasada
t sobre q itiglJe da lcrislaco 'geral.
O Su. Pkdw $fonso :Vhste ponto eutenderam
qs nubrai cantad ns quo a lei n 611 devia ser ob-
servada da uiais por i*so conagraram no pro-,
*<*' essa disposicao, mas porque d'ahi vem a
aarganha de que falte*. O que maj\nic "l!"-
moda da liargantu pobtie uao que efljj, se fje-
le, e que a provincia o lodos ios canoorramos
para Uso. Ss esse* arranjo Bolillos forero se re
produxindn, como pode ser qae sejaa, basemos
os precedenies, d'aqui a puiieo lempo as retidas
4a provincia sero insuUttittjft para so pagar a
flleiats e (tracas, do coipo de polica aposentados.
Imparmei lamber o projecio quanto i ucoessida
de de unta seccao de cavallaria. Disse'o meu no-
breeollega : tonos BtceasiJade d'estg arccAo de
polica montada, porque-5o sabemos qaando vir
a c.iuipauhia do cavallaria de linha que est ao
sut, e disse nais, que as necessiJades d'esta grao
o cidade que de da para dia crescein nais, ex i
giaw essa despena.
Mas, seahorcs, at boje disponamos essaral-
iaria.
O Sa. Gds.mao I. ao : -Como temos disponsado
omita cousa til.
O S. Pvdm Afponso :E como podemos n-
tinuar a dispensar, porque emendo que tomes ne-
cesidades mais urgentes, de uwtts imporlitoeia a
att -ador.
Un Sa. DspiiTAno 0 nobre deputade m um
iik' de stssio nao i.preseutou essis necossidades.
5 Sa Prono Art'omo : 0 nobre deputado ha
le estar de accordo 8|U quo lomos neoessidades
mas urgentes, que ao as quo se. referen aos roe-
Ih Mmenles materiaes, s estradas, s pontos,
instrucc. publico ; e ames despndannos di
lieir.i ng.saiisf.icai dessas necesidades, do que
croando urna seclo de cavallaria no cwrpo de po*
Ucia para o cervino de ordenanzas
Termiaou amaro o nobre depulade o seu luuii-
jHiso e L'lni|ueni discurso declaraadti que a e mi-
missao aceita va modicajo uo projecio que'apre-
sentn.
Louyoe applaudo ossa deelaracae do oieu Ilus-
tre collega e amigo, porque jubro-a inuilo acerU-
de que se nao pJe fazer qtieslaQ petica.
(ta u.n ;.parie.j
O Sa. Putao AttWO Pul*, parque o'projecto
esta confeccionado u'este modo, manifestando ao
presidente a mais plana couauea, segue-.-e que.
nao pojo sep cmeodado, que na? pode ser alterado,
que, ai podo ser modilicado desde que nao se
ni iJ..i.:a a onliauca ?
Pyiso que nao isso muito ratoavel.
A.i:i.il dis>e o nii'ii nobre collf-ga : amalga ne-
mos todas as nossas magoas, toJtis os uossos re-
sentimeutos, porque somos o partido e eu direi
autts ii,; seiinus o ;iarii.i > sumos a mundade, e a
monda le c a aelividade e a energa. (Muite bem,
mu i tu ucm.)
Tcndo dado a hora, fiea a discusso adiada,
') Sb. I'rehokmi: designa a rdeni do dia e le-
vanta a st'fsao.
i" | dVM|ri||.f SanWM. foi Iraio
I cadver do rncano livra Francisco Lou
A is arts.
HIO Pi ojelo u. ti3.
A Goininis attendendo a urgencia das despezaste que
tralam os pedidos da thesotiraria proviu-
OUkl de 0, 13 ~>:> diabril piMxiin ) liiitlu, e
5 do c-irrenle raez, 6 te piraow que seja
ad.p!adci o seguinte.projecio que submetie
a tnsider>ta'j da,casa.
A assetatila legislativa provincial de l'ei-
namhuco re olve.
Art. I." 0 presden'e da provincia fia
autonsado a abrir crditos supplcmqntares
s vnrlus da lei do orcaro-ito de 1869 a
H870, na importancia de 33:2725700, assim
distribuidos.
2o.......
I*.......
*.......
2".......
2o.......
........ 1:974*152
.......... U:7ui#830
Si"........ 28:0Q0J0QU
V....... 80,ioti8
....... 4:8000881
Art. 2U 0 crdito de 20.0UD& cjnsignadu
na lei n. 913 do crreme ano, para sup-
lemento ao art. 16 2 da lei n. 891,
ser appli ado as despezas do 1 do mes-
mo artigo que trata de reparos e conserva
Art. 3* Pican revogadas as disposices
rn conlrario.
P.ifo d'assembla legislativa prov'ncial
de Peraaiabaro 22 de raaio de 1870./,
Mi'li Hfjn Ignacio Leo..
hontem o
caja ver"(tB" fiTcano Tivre Francisco Lonrengo de
Preita^ deciaranlo os peritos ter silo a orto
produnda em consequ^ncia de asphyxia por sub
mersao.
PRONUNCIA.Pelo delegado do croio do f>-
ruanl foi pronunciado, coirlo inenrao as penas
do art 271 do cdigo criminal, o voluntario da pa
"w loco Alexanlre Gamboa.
O 8B. R. CHBFE DE POLlClAv-i*nblicaTno
no logar competente dnus docum^Hos relativos
questie sobra kiibtcu-corpitt, qae so debate actual-
manta na iraprensa desta idiae, suscitada entfe o
Tribunal da retacad e o Sr. Dr. chefe de polica-
Para alies chamamos a atiene) dosleitpres.
IMSfITtO HISTRICO K PHILOSOPHIGO.
AmaruVia rene-se esta sociedade para a continoa-
can da distussiii d these ^a Sr. Simplicio d Car-
valbo Qual o futuro r*liuto ins ucedades nao,
SnMM.
CHRONICA JVMCIARIA,
TKIHl \ % I Bl REaVtflo.
SE3&O EM 21 DE MAM DE 18K).
MISIDRNCIA 00 XM. SR. (XMfSlLHBtnO CATAKO
SANTIAfiO.
As 10 horas da manha, prsenles os Srs. desem-
Cargadores fiitirana, fiuerra procarador da cora.
Lourtnfri- S|qliago, AliuaWi Atfcquprque, Mo(ta!
Doria, Domigue da Silva e Rniueira, Costa fal
lano o Sr. dewrabargador Scpi^eafl, abrio-se a
jsalo.
Passados os feitos, darau-sa os seguales julr.-
rnentos:
Agohawi.* bs rKTicia.AgamifAnies, D. Mara
do O' da Jess U;u-ret e seus alliv ; ayravado, o
ju\fo.Relator Sr'. eseoilcirgaior tirana, ao/-
teanos os Srs. daseisfirf adores Querr e ftomia-
guas da Silva. Segaratn nivimoto. Aa^ravaa-
tes.Eusebio Rophael Habello e oulros; aggravado,
Da Bernardino Dttarle Campos, Joaquira Far-
aapdes da Silva Campos e Manoel Jos da Costa
IHkK distrato de sociedade. -Regislre-se.
Vf fntonio Lopes Braga, Pranclsao Jos Qomes
\m Joa Gomes, contrato pelo qual qisirataram a
sociedad;- Braga, Gomes & C Roguitro-s.
De loaqiiiui Francisco das Cliagss e Silva (alia-
do da rosad prxima passada), oedindo matricula
le c)tamefcjaate.=C)mj raquer.
Da cJOMpbia Recife, Drainage limitad, treali-
\) despacho proferido em seesid de 7 de
alliaM.Aliado.
da nais sendo submettido i dospacho, S.
to,* o Sr. presidente encerrou a sessio as i 1 ho-
ras maia do dia.
NOVO IMPOSTO.-Pedera-nos para lerabrar, a 9 J"'.Rejasor o 8r. de^awbireador Guerra,
ie necof
;i o a al
miar dt
r'ativo,
2o
5"
6
15
16
21
30
31
40'
47
350:>32Q
525r>i68
148H90
769*271
l:88;>880
ERRATA.
N:i Ff Mftiiule eegano : Aonde se dizencerrada a
ili^rwfS :.pprovado o projecto .;om a emenda
i i Sr. A. Peinamnncodove ler e :encerrada
i ii-i-i>-o t approvado o art. ;om a emenda Jo
S \l..:i<.,.|d) Reg.
1IEV1STA DIARIA.
\ -^EMItLA PROVINCIAL.Hontem na hora
i! e\|i 'dienie, a asseinhla approvou um requer-
ineiiij ilo Sr. Figueiredo, mandando qne o presi-
tiaate da provincia ordene a nanaaeio de orna
r. immissao para examinar as pontos do Anjo, Gin-
ilahy e Ponta d-r Pedras, temando parle no debate
ns Srs. (nnha e Figueiredo <)liveira Fonseca( Fe-
lippe de Figueira, Mello Reg- e Gaspar Druin-
nnnd.
Approvou igualmente um roquerimento do Sr.
Vieira de Araujo, pedino se solicite do presidente
ila provincia copia do mappa do inventario remel-
tid i aogoverno geral, orando os Srs. Vieira de A-
raujo e G. Drummond.
P.is-ando a ordem do dia approvou. em 3" dis-
cusso, o projecto n. 33 deste anno, que autorisa
a governo a conceder 6 mns de licenca com ven
dtenlo* ao Sr. Manoei de Siqueiri Cavalcanta
pinprega lo da secretaria do governo, depois de or*
rem os Srs. Pedro AITmso e Mello Reg; em 3
discusso, o projecto n. 38> de 134, qne crea a
fnwaatfa da Graca da Capunga, desmembrada da
il i Hoa-vista desta cidade ; em 1* o de n. 81 deste
ann >, que i^enta de impostes provnciaes aempre-
za do abastecimento d'agua potavel cidale da
Oiinda; em 3 o de n. 4 de>te anno, que erea e
fre-guez-a de .". S. das D ires de Baixa-Verde, e
eleva villa com a conoininaeo de villa do
Trinmpho; em o de n. (!) iVesd anno, qne crea
d.nis Ingiresde mdicos da policia; em3*odo
n. 21 deste anno, qne manda construir urna ponte
s bre o rio Dna ni estaoao terminal da estrada de
ferro de S. Francisco, orando o Sr. Pedro Alfonso;
t-m o de n. 93 deste anno, que autorsa o go
vem o a contratar a protona^teae da estrada de
ferro de Jaboalio at eidade da Viejoria.
Kntrando em drseosjao o projecto n. 61 leste
anno, sobre arligos de postaras da cmara muni-
cipal da Victoria, deteott-te de vogr por lalth de
numero.
A orlem do dia para boje '.:ceninueo da
aiit-ce lente, em amias as prV, o discussso
dos projectos ns. 101 e'f03 oeste anno.
IVSTRUCCAO PUBLICA.Por delheraifw fo
(iresidencia da proviueia, de 23 do corrente, foi'
nomeada Constanza Florentina Ayres Lima para
rCjpsr interinamente a cadeira de iustruccSo pu-
blica primaria, do sexo femenino (18 Villa Bella.
POLICA.-Por deliberado de *l do correMei
an vista de r^reseolaei.>do Dr. ebefe de polica,
resol ven a presidencia do provincia rsvngar, na
fiarte relativa dos difirilo- polieiae^ de Calende e
'iin;nteiras, as deliberacins de 0 de maio'de
1834. de 2< da oulubro de J838 e de 35 de junh >
a> 1860, detertninaoJo : que o actual distrieto de
Calende abranja todo o torreo.* (|a ex-cplqnia m
litar de Ptaentoiris, comprehendldo nos Imiv do
lunnicipto de Ajgua l'reta, patsando a ser 3> dfs-
trirto de snbdelegacia safeito ao delegado do dito
ter no ; e (joe o actual Jistriato' de subdelegara
i! l'imeflttflras abranja uo o terreno da ex
niaraHilar ilesse n.omV, apmprehendjd) dentro dos!
limites do ierro do Bonito, luntinuindp a
3. district > o subdefegacia sDgeio ao re-p-f u'v
(telaudo.
TBLnOS URBANOS DE OLINDA.; .
Jbaje, o BMso de dea da p^aaj)a|aranto da.
restacao das acedes 4*ata cumpanlua, na raza i
0 % AFFOGAMENrO.-Do j Capibaribe, no lugar Santos.
commisso de orcamento da asserbla proviucial
a rreacao de um imposto sobre a classe de mas-
cates ambulantes de mmdeza?, qninqwilharias etc.,
a qual cresce de dia em dia de maneira espantosa,
e pouao* pouco vae a%scrvendo o commercio a
rejalho dess.es gneros, com grav* prejuizo dqs
eofres pblicos, por que matam as casas de'nego-
cio, que pacam impostes, emquanio a.uo spus
membros nemSnma imposlcSo solTrem. S^ndora-
soavel o pedido, e mais anda, devendo ser urna
abundante fonte de recela, eremos qn seracetio
e reduzido lei.
PAR\ O ASLO DE MENDIC|DADE.-Infor-
mam-nos que, as proximidades do Hospital da
or'em tereotra do Cann\ habita no meio da'rua,
sob o teet d ama velba esleir, urna multier
liie vive da cariJade publica, exposta as intom-
peries e palenteando ao publico nm quadro de
n gra cor. Porque razio >e nao faz recolher essa
mulher ao Asylo^ de MendiciJade'' Chamamos
para isso a aitencS) de quem.compete.
CLUB POPULAR.Esta associaeao celebrou ein
nonti' de qniqta-feira (Ii) do corrente) sua se-sab
idemno de aoniversario e povisa da nova aduii-
nisir'ayao,
O odificio chava-se bem Iluminado gaz, ip-
terno q externamente.
Na sala das ses-oes decorada com gosto^.es-
mero, notava-se urna especie de'toruno, onde es-
Ita'ram, expastos retratos de cinco dos membros
mais distinctos do parli lo liberal Nunes Macha-
do, The mbiluOlloni, Feiosa, Saldanha Marinhq, e
Silveira Lbq.
Na parle s iperior do tal niltj, liasj em um
SrausparfiiioApostlos du iemocriicia.
i 0 salao achava-se repleeip de pessoas de todas
ts classes e condges sociaes, qdando.o >r. Fio-
riano CornVi de rilo abri a sesfio e leu um b,in
elaborado relalorio' do ultiro Irismestre do anuo
lindo,
0 Sr. ("irra de Brito desenvolvou com baslan-
e lucidez .-ligninas quesifws imponadles, de in|a-
rasif publico, e apontou corlas medidas de urgen-
te necei.-,d.'i,p que o Club devia tomar, como so-
abertura de escolas gr.iluti, um curso po-
de direito publico, oiitrodeidjreito.aminis-
, outro de dreilo criminal, d'ssertaco&s so-
bre os textos da Biblia, eniiim.
Em seguida orou o Sr. Dr. Jos Joaqum de Al-
meida Npbre, pintando com cores vivas e expres-
ivas a poltica do fuloro.
0,'Sr, Dr, /o.- Antonio de Figueire4ll 'U ao
tyub nm primoroso trabalho que demouslrava a
i.lpitanie netvssidade lacreacp das escolas n ,-,
urna-, bibliotecas populares o escolas do doiuni-
:o, como mekiis proparaiorios as grandes refom>as
de que necessiiamo
' Occnparam depiis a tribuna:o Sr. Silveira
Amara), que mostrou a influencia, do principio da
bnslda le poltica sob o pregresso humano ; o Sr.
Uarret* de Meuezej.que se oonfe&>iu,adepto e.en
tbqsiasta da democracia; o Sr. Dr, Torres I5an-
deira que em um bello discurso demous|roa os
ficio?, de que se rsenle a nova caria constitucio-
nal.
O Sr. Soares da Franca recitou u.na beli. poesa
anloga ao acia
Por um oceupou a al'.eneao d i Club o Sr. 'i'ueo-
piulo Pedro do Rosario, com um discurso.
Ao ncerrar-se a sessao, o presdante o.Sr. Fio-
riano Correa de Brito nomeou nina commisso
eomposia dos Sr. Or. Almeida Nobre, Siivaira
Amaral, e Manoel Thamaz. para em nomo po Club
visitar o.consocio Sr. Dr. Alexanilre do Souza Pe,
reir do Garfflo, que se achava gravemente eufor-
mo, e olfereaer sua familia os. sei vicos ao alcan-
ce do Club.
Encerrada a -o-sao. os socios com una banda
le mu-ica quizeram scompanliar o Sr. Fioriaoe
ptttin de Bnto a t; a sua residencia, para o que
haviam alcancawlicenca do Sr Dr. clwe do Kili-
qia, o Sr. Cirra de Bii'lo, poiin alcangou ilispeft
sa de urna tal honra, e agradeceu a tineza de seus
fpaaWi
BENCAO DE IMAGENS.-lhje 23 do correte,
pelas 11 horas da manhaa, procede-se a bencao
das Imagens da igreja da Madre de Deus, con a
decencia e pompa que reclama actos dosta nslu-
*za ; pelo quo, em maior reveren*ia aos mesmos
Santos, pedemnas os encarregados desla fesla
que convidemos i todas as igrejas da .eidade a da*
rp\n nm breve repique, qnando repicare sotiar
foguetes referida hura, a igreja de que icima
qos ocenpamos.
PROCLAMASForam lios no domingo na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
--egnintes:
1.* denunciaco.
Luiz Ignacio Mendes, com Maria d'Annuneiara
da Silva.
Jos Antonio da Rosa, com Maria Pastora Nunes
de Laura.
Antonio da Silva Cirio, com Maria Lojia da
U^nceicao Ferreira.
Jos i jarlos de S, cora Sophia Francisca No-
goeira.
Francisco do Reg Barros, :om Adollnde de
Souza (>enez
Manoel da Silva Pinto, com Anua Gerancia da
Costa Lima.
2.* denunciacao.
Adelino Augusto Pereira de Albuqoerqoe, com
Antonia Leal Ferreira.
Emigdio de Assis Campos Cardm, com Minervi-
na Bernardina da Costa Rabe'lo.
Antonio Francisco Xavier, com Appolouia Senho-
rnha dos Santos.
Jos de Miranda Pinho, com Magdalena do Espi-
rito-Santo.
Amaro Ferreira Tavares, com Maria Jovtna de
Monra Gondin.
Francisca de Paula Teixeira Bacellar, com Fran-
cisca Loduvina do Borja Ribero.
Antonio Pressiano Ttenudo Lessa, comHermi
aia Eduarda Reg Monteiro:
j Frederico Xavier de Albuquerqjie, com Amelia
Marques de Caslilba.
Juao Martins de OHveira, com Generosa Marques
da Conceicao.
X* denuncitcao.
Jos de Unto, com Joseph3 Rigueira Borpes.
Jos Gregorio Ribero, com Lourenca Pereira
Vlanna.
J ao Ferreira Alcgria, com Maria Prancelina da
Costa Flgueira.
Anoxuo Jos Telxera, com Amelia Francisca de
Medeiro.
Jos Ferreira Nunes, com Angula Maria da.
P'tVA.
i Jacob Vcrbst, corq Anna fftnorau da Silva
Rarpa.
Jas Joaqmm Pinto Manns, com erraiua Petro-
lilla Ribero.
M inoel Antonio1*! Azevedo Moreira, con) Vivina
Amaba d Olivcira Costa.
Joa i 'Cavares dos Saritos, cora Escolaafica Vu*-
gem de Azevedo.
Guilfiermino Carneiro da Silva, som Maria Leo-
poldina Pessoa.
Leonilas TiiqL rijntoura Braga.
Francifco Romlo da Silva, com Angela Vala-
nani da paixao Mjranda.
foao rto tego blma Jnior, com Archanja Ca-
vbante Llns. *
Frapcelino Antonio de Franca, com Umbeline
Mara Joaquina.
LEILAo.fi de moVei, Ioaca, vidros, e carro'
amerterno inundado para hontem ./por interven-
go de agen:o Pinto), no spbf'ado da travessa da
errada de Joo Femanijes Vieira n. 4, ser efltec
luado boje imprelerivelmnie.
LOTERAA que qe ac a vepda a 148' a
beneficio 4a igrja da Sania Cruz "do Recire. qual
corre no dia aO.
rASA6JIAQS.-0 vamr
de Liverpool por lM* Vo
kem, _Ar)nie Mm. *
^ jft Wrrora Ifaeha-
o rjorle, Henry Culielt TVall,' J-.
ot SHori, oburtOiell. Maxrnio G. 4w
jorte^djje os Srs. dosejftbargadoro' Lurauco S*b-
tiagj e Multa.-Oeram provimenb. Aggravant,
iSebastiao XmUim Pm* BjrreJ; aggravado. o jui-
zo.Relator o Sr. desembargador LouiHsnro Saq-
tiago, sorteadas os Srs. desembargalores fieri e
Dorja. Deram provimento.
llK<:tiit$s csURs.Re'ccorrento, c uizo; rocoor'
rido,bacryTei Mauoel daCunha Fgwiredo,Rela-
tor o Sr. desembargaor Almeida' Albuquerqua.
sorieados os Srs. dese!i)bar,gadores iSraaa, Mojla
e Doria.improcedente. Ireccorreales, o teen-
te-curoael Antonio (jirino le Souzap.uatro; rec-
corrido. Vicente Ferreira da SilvaItHaior o Sr.
descmbargadui1 Dominauei da Silva, torteado, os
Srs. desembargaiores Gitirana, Molla eBori. De-
ram prjvinieiito.
Pnoo6AQ.vo df. i.NVRNTAitio.Negaraui a pali-
cionana D. Maria Barbosa' da Silva.'
ii.\in;\s ixmws.Xogaram a soltura pedida por
M i lina- Antuiiiu de .S-iaaa, e Medeiros draga.
Dkuokxhi.v namp.Ao Sr. deaeubargador pro-
moft>r da jnstica : appellaiito, o juto; app<>llado,
Americo, escravu.
JJHWRiKiW iivkl.Ao Dr. curalor geral; !'-
pellante, Joaquiiu Jos de Souza Fr.'ire; appeUados,
CfinstnvAo da Rocha Wrtuderiey oulros. Ao Sr.
Uesembargador procurador da i-jrija:_ appellanle.
a ialeiwla provincial; anpeliadq Anloniq da Silra
Gasinao.
l'AS8ACEi.
Do Sr. desemhargador Giiirana ao Sr. desem-
Dargad (nona.Appellacs civeis: appellanle,
Jos Smico; appellado. Peiro Ja '-o-ta c Sil:
va. Appellap|a, Antonio Xrvier Rodrigues; ap-
pellaijo, Luii di Silva Ferrfira. Appcllante, Ar-
clianji Soare's da Silva ; appillado, Antonio los de
Olivetra,
Do Sr. des-jaibaigador Giwra ao Sr.deseinbar-
gadof Lioioiiea Santiag1.Appeliacqei civeis.:J
ippelante, tenante-coreqil Alexandre Augusto de
Fras Villar; appelladps, a viua Nunes di Car-
loso. Appellaotes, Jos Antonio de Olivera e sua
mqliier; appi'iladt. Fraocelino Laurentino do
Bomiiin. Appel'antes.os bardeiros de Joao Fer-
reira de Carvaiho; apreliado, Joao Felippe da Cu-
nta lian.ieira de Mello Appellantes, Manoel Luiz
de Albuquorqne Posatl e oulros; appellados, Jo
Cohibo de Souza e oulros. Appellante, l). Joaquina
Mara da Conceicao; appellado, Manee! Vicente
Callado.. Appellarto, Francisco Cougalves .Nat-
o; apptilaJo, Mawel Joaqnim Bautista. Appel-
lante, Francisco jone ii-.vs Beiris ; appollado,
rraqciHL'oda Copts Wanderley.
Do Sr-desemUriador Lourenco SantiagOi ao
ir. duuiiUiargudr Almeida Albuquerque. Ap-
pellacao crime : appellante, Joo Perejra Barbo-
sa ; appellada, a jtislica. Appellacao civcl: ap
pulante, Cieniaitino de llelianda Lima; appellado,
Jas Paciiico di Costa Caraca.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Jr. desembargador Multa. Appellacoes civeis ;
appollanlc, Jj Fraik-isco deUliveira; apjellaiu,
Djmogos de Barro* Branda. Appellante, D.
Frauois.'o d.v Cliagas Bandeira de Mello; appel-
lado, Autonio Lopes de Alcntara.
DoSr. dosemargador Doria ao Sr. dse muer'
gaJor omngues da Silva.Appellafes crimes :
appellante, Joao Jas de .Ucveio; appellada, a jns
tica. Appetlaus, ojuizo, appellado Manuel Fr.in
oisoo de Mi raes*. Oconlliato de jurisdicao entre
ds-juizas, de direito, municipal da 1* vara a de
.orphos, dest eidade.
Do Sr. desembargad!1 Diaiingues da Silva ao
Sr. desembargador liegaeira Costa.Appellacoes
veis: appeilant, Jos (osario da Mello; ppella-
do, Dr. Ernesto \dol(ilio de Vasconcelos '4b4-
vos. Appellanle, Miguel Francisco da Costa M i-
chalo; anpellada, i. Anna Joaquina Xavier de
Castro. Appellante, bacbarel Antonio Munjz Ri-
Oeiro, como tutor dos ihos do Dr. Antonio Flix
de Avellar Ges de Brito Inglez; appellada, a fa-
zonda DrrxriDtial.
Da Sr. dosombargauor Itegueira Costa ao Sr.
desembarg idor Souza Load.Appellacao crime :
aopelianlo, o promotor; appellado, Jacinllw da
Hora Mendes.
Asiguou-so '.:;; .ara iaigamenlo dos segrales
feitos:
Appblla<.oe.s (^ivsis. Appellante, Alexandre
Waroiier; appellado, Jos Ignacio de Meitdon-
cn. Appellanto, o bario de Bnjary; appellado,
(francisco Xavier Peesoa de Albu juerquo. Appel
llnles, o juiz^i e Manoel Goncalves Ferreira e Sil
va ; apfieiladns, q juizo e (jaeuno Goncalves Pe-
reira da Cnntn. Appellante, Antonio Moreira dos
flais; appeHada, D. Feliciana Mara Olympia. Ap-
pella mes, Joao de Gbilo Silva e oulros; appellados,
Jeronymo Pao* Barbosa e oulros. Appellante, Fe-
liciano Cavalcanie da Cunta Reg; appellado,
vict riano Jos do Me:o. Appellante, Jos Redri-
gues Paes. appellada, Helena Mana do Car-
ino. Appellan e, Gabriel Germano de Aguiar Mon-
Urroyos; appellado, Estevie Jo Paes Brre-
lo. Appellante, Jos Bernard) Bezerra ; appellado,
Ignacio Aives Aarreira.
Da de AGNOtuiftAppellado, padre Jos Ja-
cintbo Borges Bezerra ; appellanle, Antonio Slve-
ro do Nascimsnto.
Appeli.acoes chimhs.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Manoel Francisco das Chagas. Appellan-
te, ojnizo; appellado, Francisco Jos de Bar-
ros.
; A' urna liora e um qoarto da tarde encerrou-se
'a sesso.
5ESSA0 JBDICIAR1A FM 2S DE MAIO DE
1870.
'KESIDENC1A PO KXM. SR. OKSK.MBABOAIX)R
un
Secretario, Julio Guiaras.
Ao. meio. dia dorlarou-se aberta a ssao eslaod
presentes os Srs. desemtargadores Silva Guima
raes, Reis o Silva e Accioi, e os Srs. deputados
Rosa, Basto, Miranda Leal e barao de Cruagv.
Lida, fqj_a|)provada a acta da sessao anterior.
O esenvao Albuquerque registrou o ultimo pro-
testo de Jetra a 19 do presente mez sob o n. 20i2,
a o escrvao Alves de Brito a 17 do dito raez,'sob
o n. JOflS.
ACCOROOS ASSIGNADOS.
Apellantes a viiiva e brdi>roa, de Manoel Gon-
calves da Silva, appellada D. Cbudna Senhoriiilia
Vieira de ^arvalho ; appellantes Leandro Cival-
canli da Silya Guimaraes e outro, appellado Ma-
noel Joaquim Aamos e Silva.
JULO ASIENTOS.
Juizo especial do commercio : embargante o
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva Santos,
embargados os administradores da massa fallida
do Siqueira A Pereira : juizes os Srs. Silva Gui-
maraes, Reis e Silva e Accioli, e barao de Cruan-
gy.Julgou-se.a desistencia por aecordo.
Juizo especial de cornniprcio : appellantes reos
a viuva deDiogo Jos da Cista, por si e como tu-
lora de sens filhos menores e o Dr. curador geral,
appellado autor Antonio Duarto Carneiro Vianna ;
'juizes os Sr?. Silva Gqmares, Res e Silva, Mi-
randa Lale Rea-, Foi confirmada a sentenca ap-
pellada.
Jpizo municipal e do conrmercio da Granja :
appellantes exequeotes Clemente los da Sjlva No-
Ires & C, appellaios executado- Jos Pedro de
Carvalho e sua mulher ; jtiizes os Srs. Silva Goi-
maries, Reis e Silva, Bol e Miranda Leal. Foi
reformada a senlenc.i appellada.
Juizo municipal *e do commercio da eidade da
Victoria, eqmarca de Santo Antao : appellante
embargante terceira D. M^ria Jeronyma Vieira
Pon tes, appellado exequenie Antonio Jos Alvares,
ejecutado Antonio Alves de Olivera ; juizes os
Srs. Accioli, Silva Guimaraes, Mirando Lsal e ba-
rap de Cruangv. NIo se tomou conhecjmento da
appellacao,
Juizo especial do commercio : appellante em-
bargante lerceiro o major Firmiano Jos Rodri-
gue* Ferreira, appellada exeqnentc D. Joaquina
da Silva Costa, testamntela le Antonio Jos Ri-
g^ueira, exetiUido Bento Alves da Crin ; jnizes os
srs. Accioli Res' e Silva, Ros e Miranda Leal.
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellantes Fondea & Santos, appellados os ad-
ministradores da massa fallida de, Antonio Pedro
le Mello; appellanto Antonio Joaquim Salgado,
appellado Luiz Fonseca, de Macedo. Adiados a pe-
dido dos Srs. depulados.
PASSAGBNS.
O Sr. desembargador Reis e Silva jurou suspei-
go e passon ao Sr. desembargador Aruoli : ap-
pellante D. Maria Pelismina do Regu Costa, ap;el-
la la Manoel Pereira Magalhes; appellante Liz
Hibeiro di Comba, appellado Antonio PhiheiroCas-
tbtm Branci.
I), Sr.. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desemhargador Reis e Silva : appellantes os ad-
ministradores da massa fallida de Antonio Maiia
O'Connel Jersey, appellados Jos Victorino de Re-
aonde A C
9m rararso exeepcionnl e entraordinarre, eujo fim
principal garantir a tiberdade do cdadio, nao
posso entender e applaudir a lei de urna maneja
contraria ao 11 n que t^ve em vista o legislador,
isto convencido da Ilegalidad.; da prisao de p.m
cdadao que se acha a miaba disposicao, o eoasor-
var preso por mais lempo, pelo facto'de ter usado
de um recurso qne a lei creou para dar prompto
a rpido remeajrr \>sua IrtenUafe vi dundando asaiai em seu prejpizo a propirttfa-
rantia que le lu concede, upicaaiente pan ter
elle apresaptadj ao trikonal, que 6 loria da nu-
nir-se cinoa dias deaoin la estar reeoahecid* a il-
iegalidada dt sua prisao.
O art. 3Si do cdigo do aroees-o, detenuinjMido
que nenhum aaotiv eiwusar o carcerriro oa ile-
lentor de levar o pactaste so% seu poder neraiate
o babeas-cornos, urna garanta para evitai o
y. M-' emprego de extratagemas coto o tira de burlar a
ordem de babeas-Corpus; entendo, porm que to
pode servir de fun Jmenlo para que a autoridsde
que dscret a prisao nao pos-a mandar soltar o
paciente ; pbis o contrario d'isso seria a propria
le destriiiudo a garanta que conceda liberJade
individual.
Entendundo e applican lo a le por cita forma e
nao encontrando no archivo desta reparlicao, nom
da casa de ueiencao, d .ei-io alguma por onde se
verifiea.-se qual a douti ina seguida pelo tribunal
da rofagao e uo podendo aceitar om taas questiiss
simples d"d irscdes verbaa*, pideria tererr.lo
oa applcaaao da lei, mas errado de boa f, poi?,
presumo cumplir os meus devores e cxeuiar a lei
secundo os recursos de miaba fraca iiilelligencia ;
e asstra muito me sorprehendeu u ser admoestado,
.impondo se-me uua pena sem ser ouvido, laato
mais quand pelo a confio, ao p.uso qua se me ad-
moesta, mandando prender nov.i.nento a Joao Fe-
zerra da Silva, se concede babeas-corpus a Jos
Fructuoso dos Santos, que j anteriormente tinlu
sido posta em tiberdade.
Qaanto prisao de Joao Bezerra da Silva, r,)
sendo elle morador nesta eidade. expeco ne:ta
data as ordens necessarias, em cumpnmento do
mesmo acordao. para sor novamente preso (|ilo
grande crime de ler sido solio pelaaulondade uue
o'prendeu) e recoll|ido casa de detencao dis-
posicao do tribunal da relaca, que em sua sabe-
dria decidir o que for de dreilo, visto como n;io
quero nem devo estabnleccr conflicto com auteri-
dade superior.
Deas guarde a V. Exc Ulna, e Expl- Sr. cen-
selheiro Caelano Jos da Silva Santiago, presiden-
te do trilmnal da relacao.
O chefe de polica
Lu: Antonio Fernanda Pinheiro.
o Maleiro, o continuador dos aleirwos Jarinnm,
OrtelQ o A*.
Ceno disso, protosto nao responder nsaia a-qsal-
quer.akcuacab.qe iefaca o Melrin, a nao sor a-
companhada de prora, porque o jui municipal ie
Naiarolh Dr. Baadau da MaH, n boataaj i
quem cuidadosamente evito.
.Najare), i dj: aio iWQ.
Mcrnoti ie Manto.
COMMERCIO.
PRAVA DO RECIPE % BE MAIO.
DE 1870.
a 3 \ft noaat da Tamos
Algodao ds uussa nzaca aosto a barioMS rs. por
KI. f. 3j8 sem capa (hontem).
Acedes da compartida de Beberibe 88 000 por
cada urna (boje).
Cambio sobre Londres 90 d/v 2 d. por tJOOO
(lioje).
Cambio subre Pars vista iVO rs. por tranco
do banco flionti m).
Cambio sobr Portugal 90 drv. 140 0i0 de pre-
mio (hontem e li je).
Dito sobre dito -90 d|v. 138 0|0 de premio fhoa-
t*m).
Goncallo Jos Anonso,
Presidente
Mesquita Jnior,
Secretario.
ENGSH BANI,
Rio (Je Janeiro I^ia>hei
liMfM da pra?a tasa a c-
em conta orreate hi
Ot
Qescoata
'eDcionar.
Recabe dinhr'iro
I raso fixo.
Saca vista aja a praso sobr a eidades
prlncipaes da Kuropa. tem corrtspoodeolM
a Bahia, Bueaos-Ayres, Montevideo, New-
i New-Orlcans. e emitte cartas de crdito,
para os meemos lugares.
HUA DO COMMERCIO N. 36-
AUANDKfiA
'ndtraentodt-.-tia2aa3. '.WrKUWV
iw o dia '...... 8:90^8*;t
I IIIRI \ %I. DO COMXBRII6
ICTA DA SE9Srt0 ADMINISTRATIVA DE S3 DE
MAIO DE 1870.
RESIDENCIA DO EXM. Sn. DESKMDARGADOn .UISKLMo
F4UKCISC0 PERETTI.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. depu-
tade* Rosa, Basto, Miranda Leal o baro de Cruan-
.gy, S. Exc. o Sr. presidente declarou aborta a
ssao.
Foi lida e apurovada a acta da sessao de 19,
loom a declaraeao de que o Sr. secretario ofllcou
Nogueira A C, e nao a Carneiro & Nogaeira
como sa di esa
EXPEDIENTE.
Oflko do presidente e secretario sa junta dos
oorretores,firmado de 21 do corrente, apresentando
q boletim commercial da semana prxima passada
Ao archivo.
Aos Srs. depuiados foram distribuidos o copia-
dores de Arnorim Irmans A C.
DESPACHOS
Requenmento de Camillo Accioli de Azevedo e
Jilva, pedindo que se mande juntar aoj seu&pa-
aeiso documento quo junia, por onde se pro-o
Seu bomcompnrtainenlo como eslulaote do ter-
ceiro annn da Faculdade de direito d'esta eidade.
Seliada a petiau, volie.
. De Joaquim Bernardo da Cunba Borba, pedin.
ao ser prvido no lugar vago de amanuense deste
tribunalApresente-se no da 31 do cprrant, <
0 horas da nanbaa, na secretaria d'este tribunal.
I>* Rento .Augusto da Silva, pedindo anwlacoes
respectiva regj>tro no sentido de nao ser mais
Do Sr. desembargador Accioli a}Sr. dq^embar-
gad.r Silva (iiiioares : appellanle, Manoel Tor-
quato Hamos, appellado, Aatonio Ulysses de Car-
vajo, appellante Carlos Corle, appellados Luiz
Ribero da Cunta A Sobrinhos.
AGGR.WOS.
Juizo especial do commercio : aggravante D.
Paula Cavaleanti de Olivera Lima, aggravados os
administradores da mas?a fallida de Lnir.de Oli-
vera Lina Jnior. .0 Sr. desembargador Reise
Silva negou pro vi manto.
Juizo esimcial do commercio aggravante Ma
noel Jas de Miranda, aggravado Alexandre dos
Santos Barros.O Exm. Sr. presidente negm pra
vi liento.
Encerrou-so a sesso urna hora e um quarto
da tarde.
Secretaria da polica de Pernambno 2* demsio
de 1870.
0 senhor ajudante servindo de administrador ia
casa de detencao, mando pas.-ar por cerlidi.o,
abaixo de^ta, n diu em (pie foi sollo Joao Fructuo-
so dos Santos." O chele de polica, -fui? Anto-
nio Fernantles Penheno.
O escrvao compra a portara cima. Casa de
detencao. 24 de maio de 18700 ajudaale servin-
do de administrador, E. de Oliceira.
Era cumpnaieuto a portara sopra, certifico que
Jos Pruciiio-o dos Sanios, N pasto em libcrdade
30 da nove do cerrente mez. O referido o verd -
ed.i que don Casade drtelenco da eidade
do Herite, 2i do maio de 1870.O oscrivq, fl nelindo Luiz de Carvalho.
no i
wh M
. ---..-.. .. Hw<...UV UV BflMV aj i*"i,-
caixeiro do coramercante Jos Joaquim de Faria
Machado.^Comv reqner.
I De Rabo Scboieau 4 C., pedindo o reaisteo de
turna procuracSo que junta.Regif tre-sa.
De Lacio da Silva Aniones, pedindo o danamea-
eao do caixeiro que dra Joaquim Cecilio Bap-
,'Uita.Registre-se.
tv^iW? rail God5**m Peona, pronrietarip
dpatacho Etfrega. que pertencto praca.do
Rio Graode doSul, pedindo carta! registreToara
poder seguir, viagera SanutaibarinaT visto ter
de sor archivada na respectiva conservatoria, ,
que fri expedida ao amigo proirieUria--Visu
ao Sr. desembargador uVca* w ^ ^
De Augusto Cesar de Abren, pedindo o raeistro
de iyna procurado bastante, une era durKwa
jun). cara em ainljos.os.explacps' tiam-Jn*.
>.a4p ieaisiro.^omp reauir. v-^
PUBLiCACOES A PEDIDO.
AO PUBLICO
Fui, ha quasi nm anno, convidado pelo digno
proprietario do jornal Cotreio Periiambucano
para, (gratuitamente) me encarrega'r dos arligos
editoriaes, qur dos que dissessem respeito aos
inleresses geraes da provincia, quer aos da poli-
tica. Acceitei o honroso convite, e desde entSo
al os primeiros das do corrente rnez fai qaetn
66creven todos os artgos de redaccao do Crrelo,
com excepcao dos que di tejis pblicos, que foram da habillissima peona do
talentoso rj annuta Uysses Vianna. Escrev tam
bem alguns arligos de collaboracao, tendo nesie
trabalho por companheiros os Ilustrados Drs. Oli-
vera Fonseca, Gomes Prente e Antonio Paulino.
Acreditet, como creio acreditaram os meus col-
legas, que o Correto Pernambucano exprima o
sentir do partido conservador, nois va a acceta-
ciio qae mereca dos seu? membros mais proemi
nenies: succedendo, porem, que o proprietario
/les.-e jornal declarasse na assembla provincial
pie elle apenas o orgao particular de suas ideas
polticas (hojeem divergencia com a materia dj
partido conservadt>r), podeudo, como dase ero
aparte, at ser republioano, resolv com magia,
retinr-me da redacrao daquelle jornal, e fazor
patente esta nimba "resolucao, para evitar juizes
temerarios, e destruir certas duvidas polticas,
que me nao quadrao?.
Se tenho consciencia de que nao escrev arti-
igos que honrassem as columnas do Crrelo, resta-
me a coosolagao de que durante o periodo de um.
anno, nao screvi de modo a comprometter a j
causa do partido conservador, e menos o crdito
Iliterario de que, com jti-ia e bem.fundada razad,
gosa o proprielario do Correto Pernambucano,
quem agradeco as maneiras urbanas com que
seo pre tne tratou, Bem"como ao intelligente, honT
rado e distinelo Sr. Cosli, director da offlcioa do
Crrelo.
Recife, i4 de maio de 1870.
Ruino Augusta de Almeida.
r
* Fernn-
MW de S^za Bfa? e ffajKi
corrente,
embargador fiscal.
OM */OR*A De Joaquim Jos da Costa Fa
La*efitMo de" Axeveo, t?KSL_____
ettftm de rehaMRtagao, e vBA wFviiri^S
desembargador fiscal.
Secretaria de polica de Peraambuw, 18 de
mai. do 1870.
, iN. zo7Mo. e Exm. 5r.Em.observancia ao
aecordo do tribunal da relacao, proferido nos
autos de babeas & rpus de Jos Fruciuos9 da
Silva e Joao Beserra djs Santos, que me foi reraetr
lido em portarla de V. Exc datada, de 14 do car-
ricqte mea recebida no di 16 tarde, julgj de
mep dever ponderar V. Exc. que mandei ppr
em luerdade nao > a. Joao Bezerra da Silva como
tambera a Joao Fru ituoso dos Santos.conforme oom-
muuiquei a V. Exp. em ofU^ig de 11 do corrente
mez; e como sej. eu no mesmo aecordo admoe-
tado, impondo-se-me urna (iena sem ser ouvido,
peco permis ao a V. Exc. para justificar o meu
procediraento, pos entendo ter obrado legaimeote-
i Esles dous individuos foram presos e remetidos
para esta, eidade a minha disposicao. pelo delegado
de polica do termo d'Agua Pretal, como,suspeitos,
e piimeiro de ser desertor e criminoso- no termo
de Santo Antao, e o segundo como criminoso no
termo do Brejo, pelo quo mandei racglper a casa
de detencao, e exig desde logo as necessarjas
informacoes para resolver sobra o deflino que
devia darrlhes, como infor.mei a V. Exc. em olBoio
de 29 de abril ultimo fleando por esta forma sus-
Na a decisao da urdem de nabea. corpas..por
eHes requerida ao tribpqal da.rc|ac.p.
Becebendo-as necessaria-: Informjyes de que
esses individuos nao eram criminosn?, mandei por
em liberdade Jq3. Frnc'tuoso djs Sarjios no dia 9
do corrente e Joao Bezerra d* Silva no dja 10,
patas em qne recbi as ipf irraacoes relati
^^*teA(ttt.radV|ej.''
ASMia proced, por que nao encontr
qR$-
cn
adninistratlor fnterlno !;
i >a de i>cteaco, e o Correi'uo
l*e iimitiiit-^iio
l Em um artigo edicteiial do Correio Prinumbu-
cano de hontem sobre urna qneslo de ardem de
Rabeas Corpus, concedida ao prosa Jos Bezerra
d|a Silva, se l :
i .Na nailia de s,:bbado 14 do corrente receben o
Exm Se. piesidente da relacao um (Iflcio do l)r.
chefe lo polica cummunicando que havia so tn
os pacientes, que tinliiin noueiida ordem de/.o*
iras-carjiu ; este ollkio fui lido em sessi desde logu os Srs. dcsembargadoies Ragdaia Costa
e, Souza Leo, foniic-so pronunciando no sentido
do que n Dr. chefe de pjlicia linba aiiitmeliido
urna illecalidade sobndoos pacanles, que e-tavun
aleclos.ao tribunal da relaca.
A'bata se presente o admnistr casa de delenqto, etncapara um esclarettmento, c fez ver ao Ir, ni-
iuil que havia inexactido no o/pcio do Dr. ckefe
de-pitias qiutnd. eotumuHicarii que aastas os./(
tientes se nrhavam sollos, por quanto ainda eslava
preso o pof-eute Jos Fructuoso.
Sendo ento interrogado, declarou que no dia
12 deste mez recebeu urna portara do Dr. cmfe
de polica, mandando por em liberdade ao pacieote
Jos Uezerra, masque elle attendendo que esle aa>
cente wo poda mats str sollo pelo Dr. chs/e de
liciae sim pelo tribunal da relacao, foi-se enten-
der com o Exm ir. presidente dnc tribuna!, fa*.
com effetto lite dissepe derla hacer engaite ia
parle do Dr. chefe de polica, por quanio elle nao
era inais competente para tomar joaktcimento da
soltura (lestes Iviauns, e que Ihe ossi hmbrar
isto.
Ha inexactido, se uo aleivosia da parle de
quem escreven este artigo.
No dia 14 doe iiTs-nle. fui ao tribunal da raiaio
apresenlar o paciente, o Sr. Luiz d'Oliveira Luio,
e nao onvi all lr ollkio aigum sohre o assumpto,
e muito menos esse de que falla o Coneio. Entre-
linha-me conversar com um amigo, quando fui
chamado pelo Exm. Sr. presidente do irrhuml,
que ma pergautou pelo preso Joo Bezerra da
Silva, respond que linha sido sollo por ordem Jo
Sr. Dr chefe de polica e o compaiiheiro, repii-
cou S. Exc, respond que nao poda afflrmar se
tinba sido ou nao lan bem solt.
Interpellado sobre e^a circumstancia. do nao
poder afflrmar se eslava, ou nao preso Joo Fru-
tuo>o, expliquei a possibilidade desse (aSat, visto
poder ser sollo em minha ausoncia do esaibeleei-
ment pelo meu substituto. Ainda inlerrogaio
sobro o eumprimento da ordem de soltara de
Joo Bezerra, expliquei o fado muito ditferenr.e-
mente do que se expoz no Correto. Nofallei a res-
peitcora o Exm. presidente do tribnnal, c m m
rjecebi delle ordem Iguina, de ir advertir ao l>r.
ohefe de polica do engao em que, o diz. eslava
elle.
Os presos de que trata o Coneio, nao devun
ser apresentados ao tribnual no dia 14 d) tr-
renle : receb apenas ordem verbal di Exm. pre-
sidente do tribunal da relacao no dia 30 do pausa-
do para os Conservar em prisao al que o Sr. Dti.
chefe de polu'ii informaste a ordem de lmbea-
corpus. Nada mais houve.
Recebendo eu, no dia 10 do correle, ordem le
soltura.para Joo Bezerra, e lembrando-me da or-
dem verbal do Exm. presidente da, relacao, mandei
pergunlar a S. Exc. pelo guarda da secretan,
tenaioo Augusto l'eixolo, >e devia oumprir essa
ordem, recbi resposta negativa, do que de soi-
ancia ao Sr. Dr. ciiefe de polica, que por sua
vez me ordciiou o eumprimento de sua ordem.
i O paaienle Jos Fruliioso, j linba sido sollo no
dia 9 em miaba auzencia pelo meu substituto, sem
otijeceo, por ignorar o que a seu respeto tinlia
occorrdo.
Bis ludo quanto realmente occorreu, e que, ele
oerio, difiere muito do que narra o Correto i e-
nambueano de bontem.
Si nao houve o proposite de se me indispr
com o Sr. Dr. chefe de polica, teceodo.se i.m;>
pequea intriga, ento houve imita leviaudade da
arto do quem esoroveu o artigo do Cornstv.
lieoife, 2A de maiu de 1S70.
J*. Elias de OUiUra.
93g:0RTMD
MOVIMFNTO DA ALFANDEGA
/oluraes entraqos
Ida dem
com fazendas
com gneros
/olurpessatiido? com fazendaa
(dem dem cora gneros
145
m
48
&
54
Desearregam boje 15 da maio
Vapor ingozPas'iU -fazendas.
Barca inglezaUcdbriastdem.
Brigue italianoPeito Eugeniomercadorias.
Rrigue porlugqezJuliomercad..jrias.
Brljue i)oMarwez-Gor(ttir/--farin;ia de trigv.
Brigue inglezTry Agenferro.
MOVIMENTO DO PORTO.
Ntrios sahidosuo da 24
ParaVapor americano do guerra RtriimebaHif,
commandante Eduard RarrelL
Mcate Rrigue inglez Union, eapio G. U
Broc, em lastro.
Rio Grnle d Norte-Escuna ingkzo Gltnpf.
capillo udactitt, em lastro.
Ro Grande do Norte,Barca ingleza Hemtettu,
capito Thamp-on., em lastro.
JiartiniejBrii4o francez Traais Ferres, capito
Peltan, e:n lastro;
^roadpV^-Patacho inglez Madelinc Ann, capito
Syel, em lastro.
bservaciio.
Suspendeu do lamaro para o Ro Grande do
Norte o brigue norueguense Cathartntt, capilv
G. Gil, com o mesmo lastro que irouxe doRjo de
Janeiro. NJo houve entradas.
EDITAES.
JHO.uiuJo^
^^dc^nrocesso crimjna regu|aar Ja-rn.
, a
uri
babeas-corees.
E com ffeito, seado a ordem de babaas-eoraus
rjfd alguma d*obde se de-
a cuj 'dikflco
ada psa 'resolver quartS a liber-J
" tfeatfenW* daYsSo da dr-Jem'M
O in'pector interino d.a alfandega faz. pnbli-
co, que existindo no armazem n. 6 os volnmas abai-
xo declarados, no caso de seren arrematados para
consumo, comprehendidos as disposices do cap-
tulo 0 titulo 3 do regulamenlo de 19 de setembro
de 18150, os seas douos ou consignatarios dever*
despacha-los no praaa de trinta dias, sob pena V
lindo elle -erem vendidos por sna conla, sfio qoe
llie Qque compelinda allegar comra os effctos
desta venda.
Marea M F ns. 1199 e liOO, dgas barrieis eoni
queijos, vindas do Havre na barca fraocea Srm-
o Andi'. entrada em 9 de juano de 1869, consig-
nadas a H. Numezer.
IdemCTFsem numero, I barrica rafas pe-
chury, idem na barca fraoeeza Fgaro, entrada *a*
10 de agosto ; a Al Caors.
dem H W B 4 C u. 200, dnzentas caixas com
vinho, idem no brigue francez tielm, entradas em
20 de dezembro ; a II. Willimer.
dem P A B A C n. II, vinte barricas com eas-
tanbas, vindas de Marseille na barca franceza Ai-
qustn, entradas em 21 de Janeiro do correle aa-
ao ; a& A. Burle &C.
dem V n. 1032, trinta c dous fardos com (ios,
idem, idem, idem.
Uem M B M na. 102 e 103, duas caixaa can)
porce ana o viuda- da Havro na larca fiaoow
Colujny. entradas era 4 de fevereiro ; a Berevel.
dem MBD Ki>>. 134G ; 1347, daas barricas
com porcelana, dem < m 7; a M. Barroso de
Mello.
Uem J C B A C ns. 239 e 240, duas caixas oom
vidros e agua do ". chv, idem, dem ; Joao da C.
Bravo A C
dem M B M ns. 96 e 97, duas barricas eoaa por-
celana e vidros. dem ; a Berevel.
idem II I F G F i', m. i o 3, trezenlas caixa*
com vinho, viudas do Havre na barca francesa
Adele, entradas em 17 a II. Leger.
Sem marea, os segrales objeelos, entradas para
o armazem em 22 de junio do anno prximo pas-
sado e perlenoonles ao capito do navio ingles
Colima, 23 carnizas de la azul, iS ditas de baata.
9 ditas de la branca. 3o ditas de aluedo azul,
h'i calcas de dito, 44 ditasde castor liraaco, 9 Ja-
qneloos de baU azul, 8 japonas. 21 pares do
meias de la, 18 capoles do encerado, IV saesias e
II pares de sapa los.
Alfandega de Pe namlmco, Ode maio Ja 4890.
O inspector i mermo
Lu de Carmlho Paes de Amerad.
0 Dr. Francisco de Assis Olivera Mel,ju*z~ik
direito da prim :ra vara criminal e substitua do
, commercio desta eidade do Recite de Peroato
buco e seu termo por &ia UageeUde o. loiar*-
dor, qpe Dous guarde-ele.
Faco saber aos que o presente edita! vireq,e
delte uoticia tiverem, que ao dia V da iunbo d
.oorrente auno, se ha de arrematen ppr vende, a
flujm mais dr em praca publica aVsie jui*>, de-
(poisda.ajidieuciarasBaliw a casada sobrado,
.sita em Santo Am4f,o das Saliaaa, freguewa da
Ka^Vtsu, contodo Jres jaoellas na frente^ dua
O advogatl Hunoeljtle Hacdo saJ.as> Idaif" quartes, quinul cercado, com ubi v.-
e o corresoondrntp di> < riho ;Wiro fiUns ('* ^ u,!teiros, precisaado coa-
cu cvrrespuvacnic WA*9- .qerios, e avahara por JMj, a quajvai a praga
T' r^ ,}l^' > rfi01'ex^cu^o de Man(wlJus da S Araujo, contra
Loado o Abetal n. 157 de 19 do crreme, neJie ,|uuo Antonio de MeVln, por seu curmloc d htm-
encontrel urna correapondencia di Naiaretb, na J na falla de lancadore* qua cuarto, grafio*,,
qual, faiendo o seu autor falsas e calumniosas, m, valiaco, ser a arreinataco fei palo riso *
cusacSes ao meu distmcto amigo Dr. Manoel Bata- radju4icao com.o abajjmoatn da le,
la de Ohveira Mello, diguo promottor puJjlieo dos Epara que anegue ao conbaciinento de
ta comarca, tocan a minhhumilde e obscurapeosaa
quaudo ailudindo ao julgamento de Jos #r.Matia-
o dos Santos, por antonomasiaJote ftbj^, o
ual fui advogado, dizque entremim a. o digai
promottor publico existe sociodade de baqaa.
Fai socio do Dr. Barata, assim cooio, fui
do Dr. Jos alara Cardeso; ma? hoja advouo ni
desde que o Dr. Barata foi nomoado para o jio
de promotor publico desta coidrca, 0 qiiai-ha
exercido com applausa dos boniens honestos e kn-
parciges. ^ ",r
Nao ..qgerpuo aqmtbltco prova instrumental, do
.Ufl.d.oi^o dito, porque o noss.o contrato socrSI, ,
o c acabado verba I mente; liiniando-mn V
to peqhor do gus alrmp a ^
Barati, assim como,' fui a{gs4.fMfir|np,.n-subscnevJ.
da el, nradaz do Dr. Baraja, o
tefelizrarntegosp ne^ta corrjarca, rjier
mrC
I^l ((lipOO Si
io) smente um hora
jue se Je* na correspond-
o ja municipal Dr. Joao
Mallo, quem geralmente
"molo de ser conkaO.v
o eap?z de^sfi------
a, qu i
mptista do Ara
ella allribuida,
maad i fazor o presento e-litai'. que sora
aoslugaxea do costuoe e imi)licado.peU **&*$**
.i Dedu.e yass.u)o nasti, eidade. do. ftecite W-r?*-
ambuco aos 23 de maio de JgTO.
Eu Mauoel Sdviao de l^uroi Falca^ acnvao
FrqMfisco dt.&Sfis OUcnr D Dr. Francisco de Assis de Otiveira'. Ib-
cjia>VJ# ite direito da prfletra w*-cn-
bw)1> eiubstilut) 4 dft egpeoiei d*>
camireeroia n'eeU- eidade do
Pernarabtico porsua ti^esi
rador, e't
F.Yjo saber;
rador, etc., <-tc.
te
tan
do tho- -
"vista -das petcoes' de fls. 2 |
naes te mostra que os commarciitil
arges A C. cessaram os seos pagatcaotos, hay
<


DifrfVt,e iV^mbP^ ^u^la ^ra 25 Je Malo Je 1670.



..:.. -
9*1- erltraea a *u.i Wleocia a Jalar do dia 16 di
wrnttJtaiaxa i" legal He sua exi<
teaaa. Noraaf curador Rseai o credor Joaimim
Jee* flaacaivae BaUrio. PubUaue-ae a 'alinela
a* fiUotf'e proeede-ae ffc a reatara, dispen-
Ala aaboaieia de sarjas. Convoquen) -e os ere -
4mt em tAmm deaesitareu etfeetivo M dia
a amaM a> 10 horas Ja maahii na tala
4a aulisaeia No acto do inventaro nomearel
4epoMtario wtena. Paya* a massa fallida as
Uta*. Sed, il de malo da 1970Francisco
Sa itsit (fiW/ni awtwf,
feto qa itoaeetito escrlva fer paeaar oare-
seete, para qVe os eredores de dita Mua cempa-
reeam no dia, bora e lagar cima destarado, uara
precederem a nomeaei do depositario elTectivo
4* MBrad'rta awa.
fr^,H*INWJ, 1870.
Ka asnee* Silviao da Barras Fa*), cscrfria o
ateta*.
IFraatko de ,< flHBajV OiaeSaa4^| Heraira Refreir, jwi djg paz do r
oeiro Astricto dt freguezia da BoavMa do termo
da eidade de- Resifo de Pernambuco, em virtude
aHk-
. aja saber aos que o presente virem, oa noticia
4e*e tlverem, ijue Caoba e Mutila, e los da Con-
4ajfo Oliveira Pigueiredo, eessioaaelBs da Joio
Aatotio Motrteiro de ovaes, Frann-co Gomes Cas-
ajaHit e Severhw Jos *>< Santo* Agaiar, me ende
njariM a petizo da forma segaiote :
imrn.Ht. jnii lfl paz di teneiro desinfli da fre-
aaeaia da BoavUla.D^em Cuaba o Miau, a Jos
8atJoii>;e^Si OMroira Pun iredo, eessinarios do
Joio AlHfltoMBrtiBSdo Novaas, Francisco Gome*
CatfeHo e Severino fos d< Santos Aginar, na
parte da heranca, que a sto cot he por falleci-
**im de cu pal a sogro Joio Antonio Martina do
2loaes, qae qitercm faer citar PraBclaoo Jo* de
VagalR&j Bastos, para primeira audiencia -darte
Juico couciliar-se cnm os supplicanies acerca do
debiti. Constante; de sua nbrigacao, oscripia e as-
signada pelo sapplicado e ja vencida, da quaotia
de 3- t$tJ781 de principal, bem como coarencionales ; e como o sappliaadi se aemrau-
aentc Tora do imperio, em lugar nao sabido, reque-
ren) os upplieanles a V. S. para que do nova,
wairde fwer summirto da ausencia como eityl>,
a farro* da lei para ser citado por adiaes nestes
'ternios. "Pedem a V. 5. se digne admittir os sup-
McHites justificar a auz-moia do sapplicado am
n-gir MWft).~4. \\. Mare. Eslava coro a es-
Unpwa de W0 fieeife 13 do maio da 1870,
o adv.ig-ido Antonio Pedro Parreira Lima, e inais
-ajenio conlinha em dila pelican, ema qual pr>-
feri c Jsliqiio.Tereeiro lermo disuicto da Boa
tisia, l de maio de i870.-Partira,Fcrreira. Em
virtude do qual os supplieantes justillcario peraate
mn o deducido em sua pe ti ;ao e sabindo os autos
a niiuha concluao sllalos e preparados, nelles
pruferi minha senlenca na forma segninle :
Julgo por aentenca a presente jurtifleacao, paja
que produc neus devidos etTeilw. eacrivao
paspe carta do odilos OQin o praw do 30dias, para
n.i fim dllea se proceder a oanciifiao com o sup-
plieado Princisco los de M.tg iIIis Bastos, e pa-
jw os iusliHcanles as cusas.Terceiro dis-
tricto da rrenmea da Boa-vista, 12 de maio de
1870.loso Perer Toixeira, e tnais se nao con-
tinha era dita sentenca. K pelo ttinor da pres nio
rtiaui -ilo e hui por citano a Francisco Jos do
HagalhScs Basto-, para qoe comparoca nt>ste juio
priic^ira audiencia dopois d-i lindos os 30 das,
p ir si ou seu procurador bastante, sob pena du
rcvdia para dita eoncijicia
K para ana o presme cbe?ue ai cnhccim'"ilo
lo sopplic!d^, ^eus prenles e amfgas, ser,o pre-
sento aticado no logar ma publico deste destricto
e p'.iWiodo pela imprensa.
OaJu e passado ue.-la eidade do Roeife do Per-
oaiubui'o jos 1 das do mez de mato de 1870.
Ha Yanci-co de Barros Corroa, escrivo quo
o escrevi.
Jos Pereiva Teixeira.
fu
BECLARAC0ES.
anta asa de Misericordia
do Eecife.
Dlnbclro vista.
A lllma. junlft adamislratira aja santa casa de
misericordia do Uocile. na sala ^e suas se^soes,
pelas :i horas da tarde, recebe propostas pira o
faranriiTumlo d>'. assucar qnn houvorom do consu-
mir i a i raabelccimentos pios seu cargo nesta
Made.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia de
Recife, 14 de maio de 1870.
Pedro Rodrigue* de Souza,
Escorio.
- i'ela recebi'doria de radas infernas geraes
se f.ir. publico, que 6 neste corrate mee de maio
que se inda o praco em ana os eontribuioles do
ioip isto pi-ssoal. relativo ao segundo seinestredo
eiercici corrente, ^n'.re oe quacs ?e comprehen-
dern o; empregaios pblicos geraes, provinciaes c
municinaes. leen) de paga-lo bocea do cofre e
livre <- multa, e que lindo o referido praco, ser
->drailo eom a mulla de 6 por cento.
Deeobedoria de" Peroainlmeo, 2 de maio de 1870.
0 administrador,
Mtuwel Carneiro de Souza Lacerda.
o inspector interino da alfandega faz publico
qnem interessar poasa, especialmente ao 'om-
merdo, que as alteracoes feilas na tarifa das al-
':.-.'legas, pelo decret n. 4i99 de 2 de abril pr-
ximo passado, priocipiaro a vigorar do Io de
julho vindouro, mediante como dispoe a circular
n. '.I de 22 do referido mez, devenao continuar a
ser observado o disposto na circular n. 1 de 11 de
Janeiro deste anno, a respeito da cobranca dos
lirfjtos ds carn. se'ca (charque) e do bacalbo.
Alfandega de Pernambuco II de inaio de 1870.
O inspector interino,
L. de (1 Paes da Anlrade.
~ Vi a pra^a perante o Sr.'Dr. juic da Ia
vara (inJa a audiencia, o sobradinho n. 7 da tra-
vessa do Carioca, quem no mesmo quizer tancar
conTjiarecalis 11 hras na salladas audiencias,
qie achara o escrjplo em mar> do porteiro.
Dit.i twro idem.
AJetria dem.
Arroz do Mirauliiro idem.
Aaeile doce lie o.
Agurdente idem.
Aceite de carrapato idem.
Albo restea.
Baeajbia kilogramno.
Balitas idem.
Cba verde idem.
Dito bysson Idem.
rHto preto idem.
Ceblas eeaie.
Carne secca kllogrammo.
Farioha de mandioca litro.
Pomo do Rio kilogranrao.
Feijao mulatinho litro.
Farello sacco.
Man taiga f rocen kilogramnso.
Miluo aacao.
Pene iraMa kilogramiaa-
Potaasaidea).
Sabi) idem.
Sai li'ro.
Vebs de carnauba kilogrammo.
Ditas stearinas idem.
Vinagre litro.
Vinbo tkio idjin.
Dilo branco idem.
Tuuciubo kilogrammo.
Tapioca idem.
Os preteadentes apresenlarofiuaapropoatas era
cartas fecoadas, as qaaes devorfo ter a ordem es-
11[ i 'i-i Ja no presente annuncio
Secretaria da Santa Cjxaa de Misericordia do Re
cile l'i do niaiu de 1870.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souxa.
AVISOS martimos.
Capitana do porto de Ptrnarn-
buco.
Em virtade da orJem de S. Exc. o Sr. vico-pre-
sidente da provincia, manda o lllm. Sr. capitio de
fragata e eapitao do porto oublicar o decreto n.
'iOi de 2 de abril de-1870, que .oncede'perdo
diferentes pracas dos coraos da armada, impe-
naes marinheiros, batalliao naval e mariabagem,
que tiveram aantelicidade de desertar da esqua-
dra imperial, e o que se segu :
Commi se acbam as diferentes pracas dos corpos da ar-
mada, impanan*. marinheiros, batalhao naval e
m trinhagem, que tiveram a infelicidade de deser-
tar da esquadra imperial, aparlando-se de suas
baudeiras : Hei por bem, por eeitos da minba
imperial clemencia, indultar as referidas pracs
cum excepc) das que desertaran) para o inimigo.
o crime d desercao, apresenlando-se porm os
reos is autoridades militares ou civis, dentro do
90 dias, contados da pubiieacao do presente de-
creto em cada amadas comarcas do imperio, ou
nos lugares em que huverem capitaniasjde por-
lus, esiaets uavaes ou navios surtos, iacluindo
nesle indulto os reos sonfenciadosi e os que esto
por sentenciar.
O harn de Cotegipe, do meu conselho, senador
do imperio, ministro e secretario de estado dos
negocios da reariuha, assim o leulia entendido e
faca executar.
Palacio do Rio de Janoiro em 2 de abril de 1870,
quadragesirao nono da independencia e do im-
[.perio.
Com a rubrica de S. M. o Iraperadur,
Bai'o de Cgteggpe.
Capitana do porto de Peroambuco 24 de maio
de 1870.O secretario.
______________Pecio de quino Fsnseca.
Vai praea sexta-feira, 27, a casa de sobra-
do da iravessa do Carioca u. 7 por 4:000i : quem
na inesina quizer lancar coinpireca na sala das
audiencias as 11 horas.
Santa
asa da misericordia
do Reeife
Peta secretaria da santa casa de misericordia do
Beetfe se faz pnblico que acba-se vago o lugar de
onfermeiro do collgio dns orphaos, e que por con-
-seguinte os pretendento.s quelle lugar de ve rao
4iocr suas petirjSes lllma. junla em sesso do
dia 19 do correte.
Secretara da santa casa de misericordia do
'Reeife 13 de maio de 1870.
O eacrivao,
Pedro Rodrigaea-de Souza.
THEATRO
6THHASI0 DRAMTICO
(No Moteiro)
SOB A UinEC^O DO ARTISTA
mwm.
QUINTA-FEIRA 2G DO CORRENTE
BENEFIHIO
Ilaaoc Tarares I*. Porto, pon-
to e machiuista lo t^iealro.
e de ontro artista.
Subir pela 4" vez scena o magnifico e sem-
pre applaudido drama sacro de grande spparatc.
GABRIEL E UM
ou
OS MIUGRES DE S. ANTONIO
Terminar o .espectculo com a repreeenta-
cao do espirituoso dialogo fnebre:
0 salto de Leucade
do mimoso poeta Joaquim Serra, pelos artistas Ba-
bia e Peregrino, que de bou) grado se prestam a
trabalhar.
Os beneficiados sendo esta a vez primeira que
recorran) ao generoso publico dpsla eidade, espo-
ram merecer toda a ceadjuvatrao no seu espect-
culo e desde j agradecem.
Ha trem de ida e volta.
Principiar s 8 horas.
Todas as pessoas que se dignaran) acceitar bi-
Ihetes ou que anda comprarem, podem no dia
do espectculo dirigir-se ao Sr. "Zebedeu, bilbetei-
ro do theatre, na esta^o do Recite, aflm de re-
eeberem o competente passe de ida c.volta.
O reslo de cadeiras e plateas acha-se venda
na niesraa estacao e uo ibeatro.
SANIA ASA DA MISEIU04RD1A DO
r>ECIFE.
A fllr.i.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reeife. manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no cba 27 de maio, pelas
4 fcoras da tarde, tem de ser arrematadas a quem
maja vaulagens offprecar, polo tempo de uro a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara-
dss :
ESTABELF.C1MEMTO E CAUibADE.
Pa do Ampaio (Olinda)
Casa leerea n. 20........ 140*000
PATOIMGNIO DOS ORPHAOS.
Ra do Raagel.
Casa terrea n. 68........ 3*0*000
Ra do Pilar.
Casa terre* n. 402......SOSeOOO
Casa terrea n. 110...... HM000
Os preteiidentes devero apretenUr no acto da
arremalaao das sua^ flaneas ou comparecerem
acompanhados dos respeclivos fiadores.
Secralaria da Santa Casa
fe, O de abril de I8J0.
O escrivio,
Pedro Rodriftus de Souza,
da Misericordia do Re-
Banta Casa da Misericordia
doJMfe.
nlmbflko pvlsi*.
A Jllma.iauta dariailraUra da santa casa
4e iMiieerdU do tedie, no leresaa de alargar
-o circulo das p*oa$ que concorrem a ammata-
-^odotoraeeiaaeato<#que atm dacen
fliair os esubelecimeatos pws jea oanf*, manda
later auMieo qoe o amo forneciraa da
qnaiade30400* aanaalmeote, e que repago
easalmanie eom diabair U.
Recebe, portanlo, a mesma junu propoati nara
iarneciiuento ioaicado no rowdei jan* miop.
oasala de anas soaaia?, e pelas 3 bora da urde
do dia 27 do crrante :
Asnear refinado kilogrammo.
lo J- soricdaB.
Brasil A |ver rate
Hall wteaatei-g.
O vapor Dglei Kepler, de 1,300 toneladas, qne
rfeve cliegar do Rio de Janeiro e Baha de 26 a
30 da corrente, logo qne descarregar a carga
que trat para este por|rseguir para o Havre e
Liverpool.
Para f rete o a passageires traa-se com Sacu-
den Brothers C., praea do Cerpo Santo n. 11.
A aacommodacfies para pasaageiros sao ex-
celentes.
W^yrmvTm-ptjmT! miS-i -prp* m: aldn-
mcronado segundo /.pe dos p-,.-ifo 'e que fazia
parto do carrtpajinitU^ijt lalav prueedeLb*
de menos-,.ies c^, tu ,i P .Ui^JU.
liOJu.
ao ele dia em ponto, ao armajan aiftndeado
<_gB>. tario do Livramanio aq caes do Aaalto
LFILaO
De um carro Dogggrt %qp arrti
_ HOJE A t TIORA.
jV>lim,l!1en'*B#odo "agenta Pipto, na travessa,
de Joio Kernanoe VUU por oacaeiao do leilo
de oi.ovei.
COMPANHIA ?EflNAMbUCANA
DR
Nuvegagdo costetrap^r vapor
Macei asalas e Peaedo.
O vapor fifluYi, oommandanle Coala, segui-
r para os portes cima no dia 31 do corrente,
s S horas pa tardo. Recebe carea at o dia 30,
encommenda?, passageirds e diaheiro a frele
at as 2 horas da tarde do dia da sabida, po es-
criptorio du Forle do Mallos n. l.
COMPANHIA PKHNAMBI4CANA
Navegando costeira por vapor,
Porto do Gallinas, Rio Fornioso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos aci
ma no dia 31 do corrente meia noile. Recebe
carga, encoraraendaspassageiros edinheiro a fre-
le no escriptorio do Forte de Mattos n^l
COMPANHIA BH1SLE1BA
DK
Paquetes a vapor.
Dos j)ortos do norte esperado
at o da 29 do corrate o vapor
Guar, commandante o capilao
lenle Pedro ll Duarte, o qual
depois da demora do coslume
portos do sul.
Desde j recebein-se passagoiros e engaja-ae i
:arga que o vapor poder conduxir, a qual devr?
1er embarcada no dia de sua cuegada. Encommen-
las e dinbeiro a frele at as 2 horas do dia da sua
< anida.
Nao se recehem como encommendas seno ob
iecios.de pequeo valor e que nao excedam a dua.*
irrobas de peso os 8 palmos cbicos de medieao
ludo que pasaar destes limites dever ser mbar-
-ad.i como carga.
Previne-se aos senhores passagoiros que suas
passagens so se recebein na agencia, ra da Cruz
o. 57, 1 andar, escriptorio de Antonio Lu de
Oliveira Azevedo A C.
seguir pa
imam
ios e
um
de njovejs, loq(j*, vidros e um
carro m< rtcauo.
mje f de alo.
No sobrado n. 4 da travessa da estrada de
Joio Ptrttandes Vitira.
OleiKi annunriado para hontem em a casa da
residencia do 6r. J.'A. liarri, llcou transferido
para boje laiiireteriveiment*.
Prinelplar as 10 h6ra<.^
r
tuartn.felra t6 d frrenlo.
De 00 pares de.borzL'giiins de fcezerro pa-
ra hoDern, 7 ditos ditos para senhora
eneitados, 15 dozias ditos para meoipots
enteitados, 0 cadeiras Priebifu.
HOJE.
O agento Pestaa far lei!> por cenia, e risco
de quero perttncer das mercadorlaa cima men-
cionadasas quaes srSo venflida*,era lo es a von-
tade : quarfi-feira 23 do corrente as 11 horas
da manhia no largo do Cirpo Santi o. 9, no ca
commerclal.
COMPANHIA PERNA.UBUCANA
DE
iaTegaeo costeira in- vapor.
Goianaa.
O vapt r Parahyba, seguir para r
porto cima no dia 26 do corrente.
as 9 horas dan jilo.
R cebe carga, eneemineodas, passageiros e di--
alieifo a freta^no escriptorio do Forte do Matto>
n. 12.
Para o P rto
Vai s:iir a galera portngueza Tentadora da qual
8 i'Kinmandanle o muito conli-vili e acreditado
capitai Emigdio Jos de Oliveira ; recebe carga e
passagoiros : iralar coji os consignatarios Car-
valho & Nogueira, oa ra do Apollo u. 20 ou com
o mesmo capilao.-
W
Para o referido porto pretende spguir com mu
ta bievidade o patacho poctuguez A'or/a Sorte, por
ter a maiur parte de seu carname lo tratado, e
para o pouco que le falta, que recebe a frete
commodo, trata-se com o cun^giutario Joaquim
Jos Gongalves Bellro, ra do Coiuraerck) nu
mero 17.
COMPANHIA PEKNAMHCAN/
N
liavegaeo costeira por vapor
Parahyba, Natal, Macan, Mossor, Ara-
caty, Cear. Mand.ih. Acarac e
Graiij.
**vib ^ vapor Ipojuca, commaudaau
^j,^ Moura, seguir para os 'pprto.-
4wSaMp cima do Ca 31 do correte as o hora
la tarde. Recebe carga at -o dia 30. encom-
iendas, e passageiros e dinhoiro a frele at a.-
i horas da tarde do dia da sahida no escrpto-
rio do Forte do Matas n. 12._____________
Kio-Grande do Sul
Prepara se para ahir com a possivd bravida-
de o patacho Cyro, por ter a maior parte da car-
ga, c para o resto que Ihe falta, tratase com o
consignatario Joaqu m Jos G maahrn Bellrao :
ra do Cnnmercio n. 17.
Do 10 caixas coiji 580 laacjwdinbas, 7j5
ps de ferro cabo loogo, 30 pe<;as de
lona, 3 ancoras de cepo de ferro, 2 an-
corles dito, diversos cabos de rame, 2
amarras de fe'tro cora 120 bragas cada
urna, diversas corremos finas, moUds e
cadf rnaes, agulfcas, I bilacula, 2 caixas
com boticas, 1 fogo,-12 tornos do,ferro.
evta-feir S do correle
0 agente Pesian hvi lr-.ua 1 pjr conia e risco
de qiie,m pertencer dos tbjei;ios cima menciona-
dos, fiintn-feira 26 do frrenle lelas 11 horas da
mauhaa nu ar nazem (Ijs Srs. Ta-so Irmios em
frpnte a ponte de Santa Isahei.
JP5SAPBIC
').
Il.i ven! sefMo un linaria eita-fetrj. 27
do corrente mtto, pela ii horas da mi-
nta^ Z^^m
ordm #0 m\ 11 i 1
Dixass* |o o#aroe*o Ate tem 4a vi-
gorar lo auno social le -8W-71;
Paiigaaxes e roa trabaos de -:om-
missSea.
SecMtit do Instoto, 24 de maio de
Jos Soares d'Azevedo:
Secretario perpetuo.
Km} =
EDI CU A!
Mudanca.
O Dr. Carolino Praacifco de Lima Santos mu-
don sua residencia e-com ultorio para rea-de
Imperador n. 87, andar do sobrado euio arma-
ze'm conserva anda boje o uome de Alianea,
tendo a entrada, qoe pelo lado da ponte 8ete de
Sfitembro, o mesmo numero 57, da frente. Ah,
continuando o dilo Dr. no exercieio de sua pro-
flssao de medico e de operador, pode ser proeu-
rado a qualqoer hora do dia e da noule.
Que o Ferreira annunca pochincba, de tantas que
tem tido os seus amigos fregnezes nao tem dado
lugar a se annunclar, mas desta vez que a porfo
e grande, elle quer servir aos seus novos fregue-
ses, por i so est venden Ju.
Para luto
Borzeguins francezes para senhora, cano alto e
gaspiados a 6/000.
Ditos regulares eom gaspia a 5/090. *
.Tambem ha de cores mas como existan) oatras
(jualidades (je fijados qae seria enfadonho men-
ciona-los por ls30 s se limita aos pretos : na ra
do Livramentou ,17, juuto a igreja, lojado sobrado
de va randa de pao.
rajuo na.
nman &

De 30 caixas cem fniscus ue tnico para
cabelio d^ Mr. Aysr, 4 caixas com gar-
rafas de salsa paiiiiba de Mr Ayer.
\Serta-feira 2>< do corrente.
O agente P-'Slana f*r leilfi^ pir cunta e risco
de q em periencer dis luercadoria cima quinta-
feira 56 do corrente as 12 horas om frente a pon-
te de Santa Isabel armacem dos Srs. Tasso Ir-
111a -.
LEILIO
Laurino de Jloraes Pinheiro e D. Anna .G. de
Horaes Pinheiro agradecem curdialmente a tudas
aquellas pessos aneje dignaram comparecer ao
enterro e acyjjnparjbar ao cmiterio publico os res
los mortaes do seu prente e prezado amigo Jos
Gomes t>)atinlio Guerra ; e especialmente ao
Bvm. guardin do convenio de S. Francisco pela
boa vontade e promptido com que se dignou
pre?tar-lhe seus servicos religiosos nos seus lti-
mos instaiwes. Oondam aos seus prenlas e ami-
gos para ouvttem algumas missas do stimo dia,
que manda ni celebrar na igreja de S. Francisco
no dia 30 do crrenle, pelas 7 horas da manhaa,
pelo que se confessam desee j agradecidos.
Onofre de Albu-
Cyraco de Alhuquer-
que Henriqnes, sutamaiente agradecidos a todas
a pessoas quo Ihe fizeram o 'ooscqnii de assisijr
a unconi ne.idac > fei'.a ao cadver d,> sua presa-
dissima -mi D. ANuiidriua Florencia de Albu-
querque Mello, e acompirhi-lu ai ceiniurio pu-
blico, de novo Ihes rogam o favor de a-sistircra as
missas de rquiem no dia 27 do crrente, no con-
vento de N. S. do Carme, as 7 horas da manhaa ;
e desde j se confessam gratos.
L'iua pessoa que tem de vencimento annuai
3:0004 precisa de t:000 a premio de 2 1|2 0t0
ao mez, aflm de ser paga dita quantia em pros-
tardes mensaes de 80 : quem quizer deute carta
nesta lypographia aN. S. C.
Do sitio denomiuado 4 iees na ra de Joo
Fernandes Vitira n. I, com urna grande
casa du um andar e sotao, com umitas
accommodaces. aaaftoa fora, coebeira e
estribara, cacimba com agua de Deber,
tanque para banho e terreno, chaos pro-
prios.
Terca-feira 31 de maio as 11 horas.
Por inteivcDcao do agente P oto, em seu es-
cnpiirio ruada Cruz n. 38.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
vapor
Vavegaeao costera por
Mamanguape.
O vapor Cururipe, commandante
Silva, seguir para o porto acmano
dia 28 do corrente as fi horas da
tarde, ttecebe carga, encommendas, passagei-
r se dinbeiro a frete at .is 2 horas da tarde
do da da sabida1: eecriatorio no Forte do Malos
n. 12.
CIRCO
NO
PAViLHO DES. ISABEL
COMPANHIA
EQL'ESTKE GYMXASTICA E ACOBRATIGA
DIRECTOR
D. Marcos Gisali.
Estra do clon Sr. Rodrigues, que pela primei-
ra vez se aprsenla neste circo, executando va-
rios intermedios cmicos e burlescos.
lanas eseolhldas fiincedes
QUINTA-FEIRA 26 MAIO DE 1870.
As 4 1(2 da tarde e as 8 Ij2 da nonte
s4 I|2da tarde.
PROGRAMMA.
I.* Sympbonia.
2 o Passo dons, pela senherita Anna e Laiz,
sobre dous cavallos.
S.^ela primeira vez um divertido intermedio,
pelos clons Rodrigues e Aldabo.
4. Pela primeira vez, o salto do doble arco for-
rado de papel, por Luiz sobre am cavallo.
5. Murilho, cavallo amostrado, api escotado
liberdade pelo director.
6." Pela primeira El Urub, jocoso intermedio,
pelo novo clon Sr. Rodrigues e dous adicionados.
7.* Pela terceira Tez, a escaa aerea, exercicios
da maior difllculdade e ligeireza, pelos applaudi-
do? {yuinastas Cesar e jcaate
IntervaHo de 30 minaros.
8.* Bxercicios sobre um cavallo em osso, pelo
artista .Vicente
9 A punte elstica pelo director.
ID. O carnaval de Venera, cena de transforma-
cao, peto Sr. Luiz Caaali, sobre um cavallo.
H. Finalisando-se com urna chistosa pamto-
mima.
N. B.As 8 1[2 da noule haver o mesmo as-
pectaeulo.
Os Wheteg de camarotes, cadeiras plateas
veodem-se no mesmo eireo.
PRECOS
arates com 6 entradaa)........
-Para'.
O brigue portuguez Cotete sahira com brevida-
de, para o rasto da carga trata se na ra do Vi-
gario n 11, 1 andar.
CARGA.
O navio Pietro Eugenio recebe car
Baha a frete eommodn : para tratar
Burle & C.
a para a
com E .A.
14000
Iderras avnlsas para senhara.....
lies.........*.................
AVISO.
. 0*,jnhores que qoiierem, poderte eeiar co-
bertos nos seus camarotes.
Todas as quarlas-feiras, sabbados e domingos,
? ba taayb a circo.
RIO HLUK DO H,
Para o referido porto Oca prompto receber
carga afrete o patacho portuguez Rocha, navio
novo e do primeira classe : tralando-se coai os
consignatarios Amorim Irmos & C, ra da Cruz
numero 3.
Rio 4b Janeiro
Para o referido porto pretende seguir com mni-
ta brevdade o patacho rabe, por ter a maior par-
a da carga tratada, e para o resto que Ibe falta e
escravos a frete trata-sa com o consignatario Joa-
quim Jus Goncalves Bellrao, a ra do Gommercio
n. 17.________________________________
Aracaty
Seguir com a possivel brevdade u palhabote
Sbrateme, ai oda recebe alguma carga a frete : a
tratar com S Lailao Inrtaos, i ru da Madre de
Dos n. 1.
Para Maranho
A barca portugueza Josephina. que asl a che-
gar do Rio de Janoiro, donde Ja sabio, seguir
para Maranho cnm teda prestesa, para o qae
desde j enganja a carga frate barato : trata-se
coto Marques, Barros 4 C, no largo do Corpo
Santo n. 6, 2a andar.
LAMES.
de sebo Oe Buenos-Ayres.
A 23 do correte.
OciaitaoiL SchuWu do brigiio "norte aAJemao
Auauito, tart leilSo pw naarvenaio do agente
Oliveira e coala arisco de quem perteocer, em
prweacado lllm. Sr, aoaaui da Coafederaeio
norte allemia nesta eidade, precedida a eompe-
teute aatorisanio da aanaaga com, issisteaeia
4e om ampregado flaca!, djatla renirtaio ama
LEILAO
Das casas terreas da ra da Santa Cruz ns.
4e Gtje Cotovello n. edifleadas em
chbs prnprios com grande quintal mu-
rado sendo que os fundos da primeira
dao para os fundos da casa da ra do
Cotovello, com porlo.
Terra-fcira'.il le luaio as (horas.
Por intervencao do geme Pinto, em seu escrip-
lorio roa di bnw n. :is.
LUIAO
Da caa terrea da ra da.GI.-rii n. 10 edificada
em chaos proprios.
Urna dita na ra da Mangueira n. 20, caja do es-
quina, chaos proprios.
Urna dita na mesma ra 0. 18, daos forelros.
Urna dita na na dos Prazeres n. 40, ehius pro-
prlos.
Terea-feira 31 de malo as I i
aeras.
Por intervencao do agente Pinto, ra da Cruz
n. 38.
LEILAO
de Jivros de Httertura, philo
sophta e tlireito dos melhores
e mais afamados autores^ co-
mo tejam :
Dederol, Bossean, Bentham, Lamartine, Feval,
A. Dumas, E. Scrib?, Gnizot. Lamenais.Aim Mar-
lio, W. Scolt, Voltaire. i'.astillio, Mirabeaux, Plii-
tarque, Michelet, Aneellon. Thiers, Sch espeere,
Ponqueville, Bulfon, Kant, Schelling, Charm, Du-
pin, Abren?, Machaiel, Ducurrroy, Bacnn.Orlolin,
Montesqnien, Jauffroy, Pereira & Souia, P. Bueno,
Corfeia Telles, Merlia. Baecn, Ferreira Borges,
Uureiro, Dr. Baptista. Rogron, Pardea?us, P.
Bueno, Troplong, Waldeck e mudos outros.
i} jtnia-feira i de junbo.
fio Ia andar do sobrado da na do Vigario %. 5.
O agente Pinto far leilo precedida a compe-
tente autorisacaa, ero lotes a vontade dos com-
pradores, dos.livros de direito, litteratura e phi-
fosophia quo ptrtenceram ao lndo Dr. Feitosa, o
leilo ser effetuado -nu dia e lugar cima men-
cionados
Principiar as 10 horas em ponto por serem
muitps os lotes. __________
_-------
De joias.
Ama
Na ra da Alegra n. 5 precisa-se de urna ama
para comprar e coanhar para pequea familia.
Ama
Preoisa-se de urna ama forra ou captiva, so pa-
ra cozinhar par casa de homein solto-ro : na ra
do Livramento n. 34.
Mauricio Jos dos Santos -Ribeiro estabelecidB|
com casa de penhores praca da Independencia.
n. 33, far leilo na mesma casa por interveneio
do agente Martins, no da 3 de junbo as 11 horas
do dia, de lodos os objeetM dados em penhor
constantes das cautelas ns. ISO B, US B, MI B,!
164 B, 126 B, 170 B, 71 B, 174 B, 145 B, 104 B,
191 B, 194 B. 104 B, 201 B, 204 B, 916 B, 228 iB,
B, 230 B, 234 B, 237 B. 238 B, 110B, 3 B,
I, 53 B, 35 B, 167 B, 261 B, 14 B, 269 B,
94 B, 278 B, 83 B, 291 B, 10 B, 293 B, 298 B,
9*2 B, 249 B, 303 B, 305 B, 311 B, 313 B, 318 B,
319 B, 219 B, 321 B. 3-5 B, 3*8 B, 329 B, ISO B,
331 i, 76, M, 34, 02, 71, M, 64, 5, 59. 77,
66, 114, 116, 98, 102, podendo seus donos
ur os afectos ou pagar o premio que esla
vendo at ao acto do leilo e a jeta '
avisos Prmtg:
Precisa-se da ama ama forra ou esc/, ava na-
ca coiiabar a comprar : na ra do {rjueraSor
anmerftfA
Vanrllelros. e gaz econmico
Acaba de ebegar nova remessa desses tao
desejados candieiios em porcelana, bran-
eos e de cores, os quaes muito se rcem-
mendam pela seg ranva asseio c economa,
e anda pela exceliente iuz prctrivel mil ve-
zes ao kero.eue. Venham antes que se
acabem.
nico deposito na na larga 4a Rosario
n. Ui, jpjjariuacia de Bartholomeo & C.
ASSUCA1I DE OXIDO DE FEIIUO -DE
CilANTEAUD.
0 assucar ferruginoso de Chanteaud
obtido pela associaio do oxid > de ferro
inteiramente soluvel com o assucar cuida-
dosamente punteado. Este assucar de
urna bella apparen Ja crystaliua, tem o sim-
ples gosto mm agradavel do assucar, sem
o menor sabor adstringente, nao lem ac-
c5o irritante sobre a mucosa do estmago
e intestinos, e rpidamente absorvido pe o
apparelho digestivo sem causar as constipa-
ces do 'ventre.
E' hojo o preparado de ferro de mais ac
ceilago para a chlorose aloma doi orgos,
perdas brancas, mensbr-uacesdiEeeisete ,
"e tem seu favor o juizo autorizado da es-
cola de medicina de Pari,e dos chmicos os
mais noiaveis. Dep- sito especial pharmacia
e drogara de Barlliolomeo A C, ra larga-
do Rosario n. 34.
- SEGBEDO ECO.VOHIA E CELEUDADE.
obtm se com o uso da
INJECCO LUOSTE.
Uucahygienica radical e iufallcel na cura
certa das gonorreas, flores brancas, e flu-
xos de toda a especie recentes ou ebroni-
cas, e que offerece com garanta de seus
salolares resultados a antiga e continuada
applicaco que sempre com a maior van-
tagem se tem feiio deltas nos hospitaes de
Pars. nico deposito para o Brasil, Srs.
Bartholomeo & C, ra larga do Rosario
n. 34.
Saboaetes d'alcatrao.
De Aatonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que tto boa
acceilacSo tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa das
impigeas, samas, castas, coceiras, e todas
as mdtstias de selle, sendo ainda preferi-
vel papa a barba, outro qoalfuer sabo-
nete.
nico deposito do verdadeiro, na pttar-
macia e drogara de Bartholomeo & C,
roa larga do Rosario n. 3).
CjlHCOLATS: VfltMtFUGO DE ATONIO SE^
VES DE CASTiO.
.Este acredftado preparado, fpe tSo bol
accatUcio teas. OMreeklo aesta prowincta,
oito se recommenda para cara carta e
effiar das bichan o lombrigas, tanto as
crianzas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pharmacia e drogara
de Bartholomeo A ., ra larga do Rosa-
rio n. 34.
Ocunbado du upado domingos os assqs
Miranda agradece cordialaiente ao amigo quo se
dignou mandar wlebrar ama missa por alma de
seu prelado euahado, na ordem. tarceirail
no sella da da seu -aassameoto ;
acto coaw.verddeira prova de estii
rtffisfc-*;-a^rstm,,itoJo
Amas
Pjecisa-sede doas ama-
tioba e ouira para engoi.
a. 12,1* andar.
8*
to 0.U
Expressa-
mqnte esconkl
dos melbort!-
gados dos mam
se extra o
no
da ierra
purificado bi-
mtcatioeaa, s
suas
pi opriedades
con ser Tratas
com todo o cor-
dado, em43po o
rso,^egarao-
prfeifameo-
te puro.
Este oleo ter
sido submetlido
a um examo
muitosevero, pelos ciiimicos de rmi Ule-a
ot, do governo Iiespanhol em Cuba.foi di-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCAO D'IODUA
do que oulro qualquer ole, que eHe tas
exam'rrado
IODIXO EUM PODER SALVAD
Em todo o oleo de figado de bacalbo,
e naquelle no qual contem a maior porJo-
d'esta invaluavol propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de>
GARG.ANTA, PEITO, B0FES.F1GADO,
risica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns poneos frascos d carnes ao nwito
magro que soja, clarea a vista.e d vifpr a
todo o corpo. Neiilmm otjtro artigo co-
nhecido na medicina ou seiehcia, d tanto
utrimento ao systema e ejicommodisdo
cniasi nada o estomago
As pessoas cuja organisa$a"o tem sido
destruida pelas alecc5es das
ESCRFULAS OU RUEUMATLSMO
todas aquellas cujadiges^o se acbacom-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
DE
l.nuiHau & Henp.
Se que desejam ver-selivres e exepasm
de enfermidades
i
Fugio D. Lourenca
Ci.m proteccao do 7.
Fugi) eom no-- e trocado
Para o grande Para.
Dizem ser ambicioso
Todo o homein que lad...
Nao Ihe descubro tal vicio,
En von dar a raz>.
Horrem que lem amhicao.
Guarda ipiv.;t> se lira deu
Mi- o lad... onde est
Nunca arrecada o que seu.
t)lho nella... cum grandoza
Que a sement c leon
Nao se esquecam de D. Lourenea
t}ue o /.ti Vigo f >i quem a embarcon.
O loque de .-eda lili
" FURTO.
Furtaram do quintal da casa do abaixo assig-
nado, morador na Capanga, na noile do dia 22 do-
corrente, um boi castanbo, mtio ahorto, o qual fot
comprado ao Sr. espita Venceslao, a'-ha-se ierra
do no vasio do iaiu direito com o ferro do ven-
dedor, e tem marea de peia as duas maos : ro-
ga-sc as autoridades o appreheadam, e gratilica-se
generosamente a; pessoas que o apprenendcrem
ou derem delle noticia.
Ambrosio da Silva Bibeiro.
Apa
Xa ra da Cmconw, aberna n. 23, dir-ae-ha
quem precisa de urna .ama, pagase bem.
Nova loja de modas
N.31-Rua da Iuiperatriz-N.31
Estn va loja, intituladaOeMa de Furosten-
do una encllente modista, apromptar com gosti'
e promlidao vesli l is, cbatiaos, tudo .manto fr
preciso para-o tol Uo de urna senhora de gusto,
como para baptisad> de enanca-, mediante a en-
commenda.
Hupil
ESCOLA
In4ruc DO PARASO N 2
5o andar.
29PATEO
Anna Senboriuba M^nteiro Ptssa,
Professora particular.
s
Bartholomeu & C.
1**
Vinbo, Pilulas, Xarops b Tintura.
DI JliRWSSOA SlMPUS B Kl*aiJNuaBl
Oleo, Poma,dae E*h>uasi no da. aiesaa
PLANTA BRGPAHADOS *OH
URTHOLOStO tC
PHARMACEUTlC09-L>aOial8T*,
1'KUiiajalHKO
A .Jumbeb : ta.plaa 4 Mil 'Trj!fl
eia. o.nais a*dvo>' "*^
ieul)sinienle,' como ulveCilcxl* BfBSiaaBMia
Jo llp lo t b.eo, kepwlu, 4*-aj. taatg**1^
nos MMcialauata da Wn. fcJdr'1*'^_i
mIUs, -l.; e'auoc)ada'o'(* *" *"
or, cbloMaea faite d aMr f*^
pt do xwaaao. c.
laoumetu coru _^_
liNiaoW madiao
^^^M

rfODORO CHRISn-
i urna para a eo
na *jja do Qaei-
" todas as qoalidades de

aaaaal


Diario de Fernaabco Quarta fcsira 25 de Maio d$ 1870
s
GUSTAVE
CABELLEIRE1R0 FRANCEZ
MRaa da Cadeia do Hecife51
Chama a sttenco dos eos innmero? freguezes, e do respeitavel publico e
eral, para a segiiotft tabella dos pregos de sua casa, os quaes sao vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
?ogo de bengala
d* "umitas variedades, e lodo de tfleito magnifico >
vendem-se em pequeas porpes eom tf do sorti-
inento, tanto |ar.*v casas de nejocio como particu-
lares : no arm.Mem de bacalho, na eseadiuha da
alfandega n. \ *_* x
Cabellaras para senhoras a 2&&,
304, 354 e......40,9000
DAm para hornea a 38*, 40,5 e 50000
Coqaes a IH. #. 18*. 20*,
25#, m 6 .... 50/rOOOJ
Crescentes a i*, 15, 184, 204,
Cadeias para relogio a 54, 64,
74, 84, 94, iU e. .
Corte de cabello,
IS#OOI
50
50t
Corte de cabellocom limpez da
cabera pela machina elctri-
ca, nica em Pernambueo. .
Frisado iogieza ou franceza.
1400
1#00
SOt
Corte de cabello com friego. .
254, 304* T "77T T". 324000 j Corte de cabello com lavagem a
Cactos oa crespos a 34, "44, 54, champoo
^JT7*. 8, 94 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
900 e....... 14000
Tranca para braceletes a 104,
154, 204, 25 e.....304000 Barba......
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Railes e sotrea
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA Ja
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um, PONEZA para enegrecer os cabeHos e bar
m .- r, ,t i-k.n a tu.* ao- ba, nnica admittida na Exposicao Universal
sallo para Untura dos cabellos e barba, as-1 ^ nJo prejndcial gaude> por 8er vo,
sim como um empregado somonte oceupa- lattl, analysada e approvada pelas acade
do oesse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES
A ESMERALDA
LOJA DE JOIAS
a
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
?5es de servir vantajosauente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de ouro e
.rata de le, assim como brilhantes e cu-
ras pedras preciosas, cujos presos sao os
>:aais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa receben
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
& 5 RA DO CADUCA N. 5
LOJA DOS ARCOS
A
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida j C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
um dos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber directamente de Pars alguns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes do vestidos de seda de cor, do gostos inteiramente novos.
Rrochad, fazendas de laa e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Cbapelinas de seda e de palha d'Itaa.
Basquinas de seda e guipare.
Colchas de seda e de 19a e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadtiras.
Toalbas de linlio de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sgaies atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, bal5e?, cambinhae, sombrinha.
Madapoioes de varias qua idades, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e muitos ootros artigos que se vende por precos mdicos.
Tera tambera constantemente um completo sortimento de ESTEIRAS DA IN-
DIA para forrar salas.
GRANDES NOVIDADES
NA
LOJA DO TRIUMPHO
PARVSENHORVS. Ricas poupelinas de padrSes lindsimos, e gosto novo.
Cambnias brancas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padrBes por
barato preco de 560 rs. o covado.
Grande sortimento de laas e alpacas de 320 rs. a 14500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fust3o enfeitados brancos e de cor.
Vestuarios de fusto para meninos.
PARA HOMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
oaVJoliarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos desdi de cabo de
marfhn e de canna etc etc., lutos de Jouvin para senhoras.
Grande sortiment") de cortinados para camas e janellas. Croxs para sof e ca-
deiras de braco e guarni. Tapetes para sof e cama, para piaoos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O nico .e especial sortimento* das verdadeiras ESTEIRAS DA JNDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Raa Duqiia e Caxias n. 7.

Burro fgido.
Fusio de Jl par 13 do corrente do sffi derio-
minado Piraj, junto cidade de Natar^th e per-
lencente ao capitao Franklin A Ivs d Suuza Pai-
v, um bmro de sella com os signaes seguin'es:
crioulo, grande, castanho, muito andador de pas-
so, cfoegando mesmo a andar sofrivel mente bai-
xo ; oom queixo, e quando anda, conserva a ca-
beca em muito boa posicSo; sent bem tanto o
chicote como a espora; tem a joma do peador
de urna das ruaos um pouco mais grossa do que
a oHira ; no quarto direrto v se um ou doas
ferro ; est gordo, cabezudo e com a cabeca
bastante pellada. Nascido no serlio, pelenceu,
at oulubro do anno passado, ao capitao Fran-
cisco de Souza Reg. Pede-se qaem o pegar o
obsequio de o mandar entregar em Xazareth,
sea dono o capitao Prankltn AI ves de Souza Paiva,
qne promette orna recompensa. Farendo o pre-
sente annunck) o mesmo capiao Paiva pr^'e-ta
fazer valer o sea dtieito onde quer que appare-
ca o dito burro. __________
Pwe^H
casa, darua da
AMA
Woa ama forra ou captiva para
<(ue saiba cozinbar e engommar :
do Hecie, loja n. 86 A, se dir
+ apatelro do Aieit*:
Peroeu-se no dia 18 do corrente tarde, da ra
do Imperador at o becco do Carioca, vindo-se
pelo caes de 12 de novembro, um voluuie da obra
O Sapateiro de Axeitiopertencente ao Gabioe-
te Portugnez de Lei ra : portanto roga se a quem
o tiver achado, o especial ravnr de leva-lo ao caes
do Ramos n. 30, qne se gratificar.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na roa de Santa Rila n 66.
PEDIDO
Pede-se aos administradores da rnassa fallida de
Antonio Pedro de Mello, qne hajam de recolker -
um* banco, onde pos^a render algumjuro, a naa
pequea quantia de mais de iO:000, de que e*to
na posse mansa e pacifica, cuja conlinuacao o
urna amenca expressiva de nunca mais terminar
se a liquidacao da infeliz roassa em \i* tem tam-
bem seu quinhae.
..___________________Um credor.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 1.
vende Vieira de Rodrigues.
O abaixo assignado, tcita-
mente dispensado da ospecc5o da
pharmacia especial hemeopathica e
consultorio do seu Otado e Ilustre
amigo Dr. SabiBO O'egario Ludge-
ro Pmho, de saudosj mimoria e ani
mado por alguns seus amigos pro-
pe-se a abrir um estabelecimento,
onde se encontrarlo as melhores dro-
gas homeopatbicas, para o qual des-
de j corita com a protecejo d'aquel-
Ies que bonrar;m-no com sua confl-
anfa ; podendo, entretanto, ser pro-
curado para qualquer mister, em a
rasa de sua lesidtnci, ra da
Palma n. 5.
Recife, 18 de maio de 1870.
O professor homeopatbico
Jos Alces Tenorio.
ATTENCAO
Jos Dativo dos Passos Bastos faz scienie ao res-
peitavel publico 4ue tendo reformado a sua cfll-
cina sita ra do Urum n. 61, aonde encontrarao
com perfeicao toda e qualquer obra de caUeireiro,
ferreiro, serraleiro, latoeiro e fundicao de cinos e
mais metaes ; recebe-se encommendas tanto para
esta praca como para fra delta, >ncarregando-se
di as transportar para onde Ihe for feita a eocom-
menda, e tambem encarrega-.-e de eucanamentos
para agua, tanques de ferro, etc., tudo por meos
preco que em ontra qualqu=r parte._________
Pbilipp. F. Needbam tendo de se re-
tirar para Europa, pede a quem tiver con-
tas com elle, de as apresentar at o dia 25
do corrente, na praca do Corpo Santo n.
MMSI
1 TINTURARA FRAIEZA
55-Rua daImperatiiz-55
Tinge, lava, limpa, lu>tra e achntalo*
gg ta se, com a inaior perfei^o, fazendas em
8 pecas e em obras de todas as qaalida.les;
g como sejam : seda, laa, a'godao, linho,
H chapeos de feltro e de palfu etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
3 molhar os tecidos, conservando assim to-
g do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
&3
Retalha-se, avantade dos cimpradores.algnns
lotes de terreno, que restam, do sitio Aguasinba
em Beberibe. por precos i asoavei?. A pasillo to-
pographica do terreno muito o recomraenda, so-
bretodo por ficar prximo da estacao projectada
da via frrea. Os pretenderles poderao dirigirse
iaformar-se do tenene Si Peixot', no mesmo
lugar, e para qualquer negocio ra do Crespo
n. 12, 1" andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Ptfitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
statsa parrllha
Cura ulceras e ohagas aptiga?, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pilulas catiirticas.
Puramente vegettes e sem mercurio, cura se-
zdes, curam e purifican, todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa ae Samuel P
hnston & C.rua da Sauzal la Nova n. 42.
Ba/toj & Reg, conimerciantes establecidos
neste povoado dos Montes, termo de Agua-prea,
comarca de Palmares, provincia de Pernambuco,
fazem scienie ao respeitavel publico que dissolre-
ram a sociedade que tinham no mesmo povoado
amigavelmente em 13 de abril de 1870, Picando o
passivo e activo a cargo do socio Bastos.
Manoel Alves de Souza Bastos.
___________Manoel Antonio Reg.
Ama.
Precisa-so de urna escrava para comprar e co-
zinhar : na ra do Duoue de Caxias n. 46, loja.
Para carturio ou qualquer ontro estabele-
cimento.
Alaga-se as lojasdo sobrado o. 48 da roa das
Trmcheiras, onde o tinado escrlvao Motta teve car-
torio : trala-se no andar do mesmo sobrado.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar, preferindo-se escrava : fallar na roa do
Alecrim n. 16.
Precisa-se de urna ama : na ra de S. Fran-
cisco o. 54.
Desejandose fallar com o Sr. Antonio Ma-
tbeus Fernandes Das, pede-se ao mesmo senbor
para mandar indicar sua residencia ra do Brnn
n._96.__________\
D-se nm cont de reis a jaros sobre hypo-
tfteca : qaem precisar derij-se ao entrar da Casa
Forte, na estrada do Cftacon, a fallar com o em
pregado. t
Preelsa-'se de urna ama que ozinhe e en-
Somme eoth perfel^o : tratar na estarlo das
ineo Poma?, com Joanrtim Domingue da Costa,
pafa-ae bem,agradind(.
Mudanca.
Jos Joaquim Lima Bai rao mudou o seo escrp-
torio da ra da Cruz n. 18 para a roa do Vigario
o. 27, i*'andar
Precisa-se de urna criada para servir em
casa de um homem solteiro : ra eslreila do
Rosario n. 4, loja de relojoeiro.
O S. vigario Bacalho qhe mora >u morou
na estrada de Joo de Barros, queira mandar a
esta typographia a negocio.
Ama.
Precisa-se de ama ama de leu* : na ra dos
Pescadores n. 33.
Cabellerei o.
lina da Cruz a. 41. andar,
por cima da botica.
Antonio Rodrigues Ramalbo acaba de abrir a
concurrencia publica um espacoso e acceiado sa-
lao para barbear e cortar cabellos, a afBanca quo
nelle encontrarao seas amigos, aotigos reguezes,
e em geral todos os que quizerem frequenta-lo,
agrado, actividade e bom desempeaho do trabalho.
Pedido.
Pede-se encarecidamente (s assim) ao* senso-
res abaixo mencionados se dignem por especial
obsequio de virem realisar aquillo que teera pro-
meuido por diversas vezes, pois j e lempo, e vis-
to qne o nosso negocio de interesse para os
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que nao retiramos nosso pedido sem qve nao comparefam a ra do
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezus Bandeira..
Jos l.uiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimares.
Luiz de Franca Belem. _________
O Sr. Jos Claudio Dubeux tenbi a bondad
de apparecer na ra do Queimado n. Ta negocie
que nao ignora. -,.____________^
Precisaseoraprar uinai oasa com quaiul
prefere-se as roas do Sebo, Pires e mesmo aa.
Soledade: a tniar na raa do Lwaroenlo n. 10.
Precisa se de ama ama de leite, ainda que
seja com filho : em Fora de Portas, raa do Pilhar
n. 106.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A* OMNDA.
Por ordena da directora sao convidados
os senhores accionistas para, no prazo de
10 das contados do dia 16 do crrente,
elTectuarem a 9* prestado de suas aceces
raz5o de 10 /0.
Para esse nm ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das 11 horas da manhaa s 2 da
tarde de todos os das, no esetiptorio da
companhia, roa Nova n. 35, Io andar, entra-
da pela ra das Flores, n. 14.
Recife 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Ivs,
i" secretario.
ANDA wAo
Paga o gaz.
de marmore, na d s Crnzes
n. 11.
O artista Gamitto acha-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
misteres de sua procissao.__________________
J se acham delioitivamente divididos em
pequeos lotes os terrenos do sitio Belem, perten-
cente viuva do Dr. Feitosa, na estrada antiga de
Olinda, e por onde passam os trilbos urbanos des-
ta para aquella cidade, conforme j foi tudo ane
nunciado : quem quixer comprar terrenos nesso
sitio, dirija-se ao eugenheiro Antonio Vicente do
Mascimenlo Feitosa, ra estrella do Rosario n. 23.
para fora da cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propoe a en-
sinar em algum engenho ou povoacao as seguintcs
materias : primeiras letras, francez, a fallar e es-
crever, inglez, geographia e mathematica elemen-
tar, arilhmetica, algebra, aeoinetria e trigonome-
tra recteltnca : os pretendemos podem-s dirigir
ra do Queimado, loja das 7 portas n, 52.
Ao bom tom
Recebeu-se pelo ultimo paquete da
Europa, ricos cortes de seda ; na loja
das columnas da ma do Crespo n. 13,
de Antonio C rra do Vasconcellos.

!Xi3
Aluga-se o Io andar do sobrado n. 43 da ra
Nova, devendo o pretndeme prestar flanea idnea.
Ra do Impera lor
N. 10.
Francisco Xavier Pereira de Brito, ex-
solicitador da fazenda nacional prop5e-se
a agitar o andamento de qualquer pre-
ten ao peranle as repartieses publicas, de
causas civi?, crime, commerciacs e eccle-
siasticas.e de todo e qualquer negocic.que
precise a intervencao de um agente : en-
carrega-se tambem de qualquer cobran-
za fra e dentro da cidade : quem de
seu prestimo se quizor ulilisar- o pode
procurar das 9 horas da manhaa e s 3
da tarde na ra do Imperador n. 10.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro de 15 20 annos,
para padaria ; a tratar na padaria allema, em
San to Amar.
AVISO.
Os Mutuarios possuidorts das camellas ns. 46 B,
47 B, 124 B, 74 B, 133 B, 137 B, 51 B, 66 B, 105
B, 93 B, 115 B, 67 B, 75 B. 12 B, 7 B, 48 B.
Venham receber o excesso que produzio em
praca no leilao de seus penhores no praso de oito
dia?, do contrario se recolher ao deposito geial.
Recife, 21 de maio de 1870.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro.
Fugio no dia 18 deste corrate mez, s 9 horas
da noute, a *escrava mulata, de nome Josepha,
baixa, cor escura, cabellos cara pintaos, cara re-
donda, olhos empapujados, nari gro?o, bracos
grossos, doas denles de frente atravessadps no
meio dos ditos dente? nm podre, 'ps charos, os
dedos comprldos, os calcanhares fingindo amas
Melladuras, representa ter 19 annos, levou ves
tido de chita escura, chales de merino estampa-
do azul, nao acostumada a andar na ra, e por
isso torna se desconhecida; o annunciaate saspei-
ta que fosse sedozida por alguem e esteja oceul-
(a em algn casa -particular, e desde j proles
ta contra quem quer que assim proceder : por
tanto rogase s autoridad s policiaes e ca pitaes
de campo a captura da referida escrava, entregan-
do-a na ra do Imperador n. 19, 2* andar que
ser gYatiflcado._________________
Aforam-se ou vendem se terrenos sitos cm Be-
beribe, a um quarto de legoa da povoacio, cami-
nho do lagar chamado Meraeira por um ladr.e
por outro riacho Lava-tripa. Esses terrenos sao
em ptimo barro para o planto da canna, e da-
tros n isteres da agricultura, e de ama extencao
de 400 palmos, onde se encontram diversos corgos
a maneira de riachos e madeiras proprias para
censiruecao : qaem prett nder, pois, entrar em
negocio entre laes terrenos, appareca ra do
Hospicio n. 70, que achara com quem enteuderse.
A VIUVA DO DR. SABINO
propietaria do antigo estabelecimento de jjj
seu Uado marido Dr. Sabino 0. L. Pinho, 1
previne ao publico que desta dala em igj
diante nicamente encarregado de ins- S
peccionar a boa preparar) e organisa- JB
cao de sua pharmacia especial homeopa- 8fj
ihica o Illm. Sr. Dr. Jezuino Augusto dos
Santos Mello. He
otro sim que o mesmo Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem dirige o antigo consultorio do Dr. ju
Sabino O. L. Pinho. Mi
Consultas das 10 horas ao meio dia. JE
Gratis aos pobres. JSI
Estrada de ferr du Recife a
Olluda.
Compram-se demientes de madeiras de reco-
nhecida durarlo para a constru cao desta estrada:
rau-se na ra da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia, das 6 horas da manhaa s 6 da tarde,
nos das atis.
O superintendente,
_________________Andr de Abreu Porto-
LA VILLE DE PARS,
20Ra da Imperatriz20
Parf & Lesaa.
Temos a honra de participar ao respeitavel pu-
blico qne (hemos destinguir a nosta noca loja e
fazendas finas com o elegante tituloLa Viile de
Pars; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a mellmr vontade dos freguezes, po-
demos asseverar sem receio, ao publico em geraL
que nao hatera qaem passa vender mais barato,
attendendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandamos as casas das Exmas. familias qoal-
quer fazenda para meltaor escolberem ; damos
abaixo os precos de varias pechinchas, que sero
o bastante para justificar a nossa sinceridade j
por alguem reconhecida : saias brancas com ba-
ado frisado pelo baratissimo preco de 3000, r-
eos corpinbos bordados, objecto de 12/, pelo pre-
co de 5#, cassas de cores, lindos padrSes, a 240
rs., chitas finas claras e escuras a 300 rs. o cova-
do, cambraias organdys a 640 a vara, mandapolao
Qno a 61 a peca, toalbas felpadas para rosto a
8/ a duzia, lencos de cambraia a 2*500 a duzia,
cambraia victoria lina a 5, 5"i00 e 6, completo
sortimento de grosdeiuple preto, popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de laa, e varias quali-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia irn-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapo-
ln e algodozinho, bramante para len^es, s-
guiao, fustdes para vestidos e roupas de meninos,
camisas, cerouias. meias, grvalas, colarinhos, e
uniros muitos objectos qne deixamos de mencio-
nar, tudo por eommodo? precos.
Attencuo
Na ra Nova n. 43 vende-se urna negrinba de
II annos, bonita pe<;a, e urna escrava com duas
lindas crias.
DR. SANTOS MILLO
mwm
nonkop iTii v
MUDOU-SE
Para ra \ova a. 43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. O. Pinho.
Consullas tod?s os dias das 10 horas da
manh5a ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou noute.
Gratis aos pobres.
43-Rua.\'va-l3
RAP PRNCEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A ra do Vigar.o n. i", acaba de rce-
pelo ultimo'vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como fino, assim como
Paulo Cordeiro commum e viajado, qne
tanta acceitagao tem merecido nesla provin-
cia pela sua escolente qualidade provt niente
das boas materias primas de sua composi-
c3o, tendo a'.rn disso a propriedade de nSo
ferir o nariz aqnelles que fazm delle uzo :
os precos s5o o mais em conta possivel.
Calcado nacional.
N. O Rus dotlardim X. O
Jos Vicente Godinho com fabrica de calcados,
avisa a tedos os sus freguezes, que contina a
vender calcado em sua fabrica em grandes e pe-
quenas porgoes como dantjs, sendo mais barato do
que em outra qualquer parte. Assim como um
sortimento de pares de formas francezas chapea
das para homem, do ultimo gosto, a preco de
40C0.
AMA
Precisa-se de ama ama i]iie engomme cora per-
feicao e aceio, que para casa de pouca familia,
e a tratar na ra Nova n. 22.
Molina.
AMA
Precisa-se de Urna ana para o s ama
casa de pouca amilia : na ra dr
n. 42,1 andar.
Paga-se bem.
Precisa- se de ama ama pira cozinhar e com-
prsr par duas eftwas : na rus Nova n. 11
Cosinhetra.
Precisa-^e de ftm cczfhbeira, oa ra do Viga
rio n. 7, andar.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrvao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ma do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu rea-
Usar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de deiembro pr.ximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a ferreiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de dovo chamado para o dito fim;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oito annos, e quando o Sr. seu fllho se
achava no estjjdo nesta cidade.
CASA DA FORTIM
Aos 5:000
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costme.
O abanto assignado, tendo vendido a!m de ou
:ras sorles, um meio n. 738 com 5:000/ da lo-
tera que se acabou de extrabir a beneficio da
irmandade de Nossa Senhora do Bom Parto da
cidade de Olinda (147*), convida aos possuidores
virem receber na conformidade do costame
sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 4' parte da lotera beneficio da i gro-
ja da Santa Cruz do Recile (148'), que se eitrahi-
V segunda-feira 30 do corrente mez.
PrecosOs do costume.
Manee! Martins Fiuza.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
ireciosas, seja qual for a quantia ; e oa mesrna
;asa se compra e vende objectos de ouro e prata,
> igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
-ximraenda, e.todo e qualquer concert tendeets
i mesma arte.
FARMACIA CEOTML
Raa do Imperador a. 3S.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelitv to the En-
glish Faeully, as a cooling aod refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent usejof this sa
line preserves foreigners rom many aiseases to
which they are leable before becoming acclima-
tised. May be oblained at the Pharmacea Central,
roa do Imperador a. 38.
P ra a nuez Mariano
Na roa Estreita do Rosario n. 35, prepa-
ram-se flores artificiaos para enfeitar os al-
tares e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas rosas, e palinas para o al-
tar, bouquetes e bugias enfeiladas com llo-
res de cera para enftites de altar, tudo com
prestesi, gosto e barato, faz-se toda en-
commenda para lora, e tem ja promptas,
rosas, arces e pontas.
Aloga'te orna, casa terrea na travessa do
Loca, com u,m exc?llen'.e sitio, o qual tea algamas
arvbres de fructo campo para criasa xle ani
mars, eom os seguiotes commodos : 3 salas, 7
qaartos, cozinha fora, cocheira, estribara e ca-
cimba : tratar na ma do Apollo n. 3J, armaiew
de asac>r._____________ ..________
Anu
s ama easa de poica
ROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabeiecica
esta pra?a, toma seguros maritimos sobra
aavios e seus carregaraentos e contra fogo
jm edificios, mercadorias e mobilias: a
aa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Attenpao.
Ainda se continua fomecer commedorias
para fora com asseio e promptid5o, man-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador: ra* eslreita do Rosa-
rio n. 35, I" andar casa particular de fa-
milia.
Deseja-se fallar ou saber de sna residenc.a
a Jos Vicente da Silva Pinto, oa falta a seu ma-
no Diogo Jos da Siva Pinto, vindos de Porta (.1
de 1834 a 1836, e na falta a seus filhos se os u-
vercm a negocio de muito seu interesse : na ra
do Duque de^Caxias n. 53.__________________
GAFETE MEDICO-CIRURGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da a
danoile, prestando se a.schamados fra da cida-
de, com toda a promptidao. Pratka operajde3.
Da consultas das 6 s 9 horas da manhaa, na
ra Nova n. 45, Io andar.
Grande reuniao !!!
NO
Armazem do Campos
O Campos avisa aos seus numerosos amigos e
freguezes que tem conseguido fazer urna Grande
reuniao de gneros especiaes e inletrauunle na-
vidades, como sejam.
Queijos de manteiga.
Ditos de Coalba.
Ditos de Minas.
Ditos flamengos.
Latas de guizados franrezes.
Frascos de conservas francezas.
Doce fino de goiaba.
Charutos do afamadsimo Costa.
Latas com lagostas a 600 rs. ,
Cha pcrola verdadeiro.
Linguas seccas a 240.
Ceblas a 800 rs. a tranca.
- Xavier Bao e Gabriel Oearapo fazem publi-
co para sciencia do respeitavel csrpo do commer-
cio e de quem mais possa interessar, que na pre-
sente data dissolveram amigavelmente a socieda-
de que linliam na padaria sita na travessa do Li-
ma, em Santo Amaro, que gyrava sob a Arma so-
cial de Xavier Bao & C., ficndo o primeiro, de
boje em dimite na posse exclusiva de dito estabe-
lecimento com todo o activo e passivo, e a seu
cargo a liquidado, e retirando-se o ex-socio Ga-
briel Ocampo, pago e satisteito do seu eapital e-
lucros.
Recife, 18 de maio de 1870.
Xavier Bao.
_____________________Gabriel Ocampo.
-aixeiro
Precisase de um caixeiro de 14 a 16 anpos de
idade, brasifeiro < do mato, para o armazem de
sal da ra Imperial de Valdevino da |ioIvora.
CHLORAL
Esta substancia, sendo entre os medicamentos o
mais efficaz como anesthelico, hypnotico, sedativo
e calmante at agora connecida, cajo cffeito foi
deseoberto pelo lente da Untversidade de Benin
o Dr. Osear Liebreich, recommendam Peckott di
Duvel a todos os senhores mdicos e pharmaceuti-
cos que se queiram muir de tao importante como
precioso medicamento a dirigir-se a nossa casa
no Rio de Janeiro, raa Direita n. 59, por ser-
ros os aicos agentes no imperio do Brasil como
prova o documento abaixo :
O abaixo a-signido decara que os Srs. Peckc.t
& Duvel, com a pharmacia imperial e drogara
no Rio de Janeiro, ra Direita n. 59, sao os
nicos agentes no Imperio do Brasil para rendir
o Chloial hidratado; preparado pela minha re-
ceita e cora a minha garanta da pureu e e(fia-
cacia da preparacao, e nenhuma outra pessoa no
Brasil e;t autorisada usar do raeu nome para
estot fim.
Berln, 38 de feverero de 187a
Dr. Osear Liebreich.
Kunheira t C agentes geraes em Berln.
Dr. Mendelssohn, Bai llioidy.
Dr. C. A. Martins.
Directores da fabrica de chimica em Ham-
melsbnrf.
IIIRT
Xa madrugada do di* tt do correnl.; furtaram
da margem do rio eap.baribe, nos tawlos do no
do Illm Sr. major AlbMuerpw, em Apipucos,
doas trooxa de roana sWa coa diferentes mar-
cas, sondo 1.4. J.-J. C. L-M. CJ^o-Lobo-
n muras- roaa se a qaem tiver eenhccimeuto do
raa da Cadas, pois otea do dando a*radeeimenio
se paMPcar*. ___
m:i deleite: na praca 17, armazr
Quem tiver e q
bora de idade) que si
dnja-se ra d* Aaizade ijfooga


I
Diano de Pemambuco Quarla feira 25 de JVaio de 1870.
I

.0;
AGIA NEGRA
GO
S
94

O
-t
ja
BENTO MACHADO-ft C,
A AGUIA NEGRA animada com o bom accolbimento que teve em seus annun-
os, vera novo participar a seas freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
meato de objectos de gosto os q&aes .serio vendidos por precos muito razoaveis, pois
foando fez os seos priraeiros annucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesla praga, e
por isso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atten
;3o de seus freguezes para os arttgos possa descrever:
Livros com o tampo de marfim, madre- Um variado sortiments .de charuteiras e
o cbukiIo dinus!
Fredferico Maya
Tem a hara de scientficar to respeKa-
vei publico ea geral, e aos seus cliente
em particular que elle mudou o sea gabij
netede consaltas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 34 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sus
profissao, todos os das uteis das. 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que coatina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seas suburbios, para onde ai
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a pereicao de
seus trabalhos, o que j bem conbecido,
assim como as commodidades dos precos.
Rmum WSMB wH9H flHHWwB
jerola e tartaruga, propnos para missa.
Garafinhas vazias proprias para presentes
-onsa de gosto.
Indispensaveis le palinha e de couro pro-
irnos para senhoras e meninas trazer nos
irados.
Binculos de madreperola, marfim e tar-
. ;iru?a todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-
nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largu-
ts para lagos.
Toacas, sapatinbos meias de seda e mais
pertences para baptisados.
palliteiros de porcelana,
Tentos para voltarete.
BengaFlas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatrio.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costara.
Um completo sortimento de luvas de pe-
lica,
Talagorce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com rascripcoes proprjas para bou- acreditados em oxtpactos, pomadas e oleo?
ruet de noiva, i e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por-' certiflcaro do sortimento deste estabele-
tlana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
miiimiiii mmmm
Na Iravessa da roa
das Cnizes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de oiifo, prata e brilhan-
tes, seja qiial for a qnan-
tia. Ka nesma casa com-
pram-se os nicsmos me-
(aes e pedras.
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O U -j
5 m S
a o.- ce -
MOBIUA.
Knvernsa-se Mobilia e concerta se qaalqner
peca de obia mais cm conta do que era oalra qual
quer parte : na raa da camboa do Carrao n. SI
^TTENCiO
Oabaiio assignado inventariante e tutor dos
orphao9 filhos do flnado seu sogro, Joaquira do
Vasconcellos Pinto, roga ao Sr. Antonio do9 Santos
Viclal, o obsequio de entenderse com elle. Igual-
mente pede a todos que flearam devendo Jotras e
cantas a virem recolher seus debites, do contrario
usar dos meios que ihe faculta a lei. Garaelleira
23 de maio de 1870.
__________ J/anoel Ferreira da Silva Vianna.
Precisase de um mestre de masseira que
seja bom, nao se olha a ordenado : no pateo do
Terco n. 38.
M.
Travcssa doCorpa Santn. 25
ARMAZEM
Raa Nova n. 28, foja-Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrar no me9-
mo empre grande quantidade de ditos pocos, e
qoe se acham habilitados para vender por menos
que outro qualqoer, por isso que os recebem di-
recmente do fabricaute Nerton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sio : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, ornecerem os mesmos agua pu-
ra e abuadante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes sreeeberio a importancia dos
referidos doom depois de collocados, satistazende
a espectativa do comprador.
AOS HABITWTES DO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqo na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 45 do ontubro de 1870 ter lo-
gar a abertura da exposicao nacional em
Cordova.
Previne-se, portante, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qualqner indos
tria, que na dita exposicao se recebem todt s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem reme'.ter.
Estes productos estSo isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serao tranportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais expcaces dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino.
Codfeitaria dos ananazes.
16Ra da Cruz16
Santo Atooio. S. Joio e S. Pedro.
Amendoas, as mais apropriadas para sortes,
vende-se em arrobas e libras; papis j promp
tos cora estallos para sortes ; recebe se encom-
mendas de bolos pes-del enfeitados; as ensom-
mendas recebe se cora antecedencia e as amendoas
em arroba terrao abatimeoto no preco.
Joaquim Rodrigues Xa-
vares de* Sello,
Prc,a do Corpo Santo
n: 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux de 1/
qualidade.
Farello de Lisboa.
No
sortimento
sejam:
arm.izem fU travcssa do Corpo Santo n. 2o, ha sempre um completo
le objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoaveis, como
aquetas de lustros, gran lea e muito bons.
Solas iflem dito.
Oleado preto e de -Ares.
Coeiras. de lu>tro o que ha de melhor.
Guarnices de fino l;.l5o para arreios, completos.
Lanternas e veas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado & C.
BAZAR DA IBA i
RA NOVA 50 S
UM.\ PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados goslos, proprios B
9. para meninos, vndese no BAZAR DA MODA.
0 BAPTISADOS. Ricos chaposinhos de setim brancos, lindas toucas de fil &
e setim, sapatinbos etc. m
>* GIPURE. Ou croch em pessa, branco e preto, com lindas ramagens e a
Sj5 qualidade muito superior. *g
PUNHOS. Para cimisas de homens, fazenda superior com duas faces, o JB
Jj par 640 rs. fpechincha I) ^ W
0 PERFUMARLAS. Finos extractos para lencos, aguas'de. diversas qualida- ^
>K des, saboaetes, olos, pomada?, pos, tnico etc.. etc. 0
w PZRFUMES. Lindas caixinhas para luvas contendo urna preparacao em Mf
25 que lhes di um agradavel aroma, por Io30. S
JR Gravatas, cinto?, llores, plumas, coques, trancas, fitas, botSes, ticos e pen- J
Sk tes etc., etc e muitos outros artigos proprios d > estabelecimento' vendendo-se sk
^ tudo por commodos precos, no BAZAR DA MODA, roa Nova n. 30, esquina da 0
de S. Amaro.
Jos de Souza, Soares S C. &
Kdeb. a
SftSK
Previne-se para que ninguem contrate com
Joo Henrique de Oliveira, casado com Jenoina
Baria da Costa Ribero, e com a irmaa deste Hila-
rina Candida da Covta Ribeiro, solttira, acerca da
propriedade de trras em Beberib, pois que a
dita propriedade nao heranca de Salvina Ignez
da Costa, sogra do dito Henrique, e sim pertencen-
te a ahaixo assignada, irma das duas cima, por
titulo de doacao que Ihe fez seu padrinho. A abai-
xo assignada j proteston no joizo municipal onde
prelendeu partilbar a dita prppriedade; ainda
declara a abaixo assignada, que o seu nome
igual a de sua tinada mi, fogra daijuelle Hen-
rique. Olinda 20 de moio de 1870.
Salvina Igne: da Cota.
Sociedad Recreativa
Juventude.
Nao se tendo reunido nume-o legal de socio,
afira de ser estabelecida a assembla geral para
tratar-se da disposico do art. 63 dos estatutos, e
eleicjio do cargo de thesoureiro, iio novamente
convidados os senhores asociados reunirem-se
qtimta-feira iO do correnle, as 7 t|2 horas da ma-
nha, funeciouindo a assembla geral cora o nu
mero dos socios que comparecer.
Secretaria da sociedad Recreativa Juventude
23 de inaio de 1870.
F. Peixoto,
______________________1 serretario_____
Perdeu-se ou furlaram no dia 21 do corren-
te do taboleiro de un moleque*um enibrulho con-
tendo um vestido de merino, una camisa e um
lenco branco, sendo o vestido de organdj s braneo
com listras e eufeites de tita verde, a cimiia de
madapolio com renda e bico, desde a ribeira de
S. Jos at a Caponga, ra das Crioulas n. 59 :.
roga-rP, ni caso de ier sido achado, de entregar
na ra do Vigario p. 33, ou na rnesma CapiM^a.
sitio do abaixo assignado, que se agradece.
._______ Joo Jos da Cunha Lage.
Novidade
Precisa-se alugar um sitio, nos seguintes arre-
baldes, estradas de Joo Fernandts Vieira, Joo
de Barros, Manguinho, Capunga, Caminho Novo,
Suledade, Mondego e Estancia : quera tiver, diri-
ja-so a ra do Commercio n. 18, arraaiem.
Preeisa-ie
alugar um moleque de dado-de 12 a 11 anuos pa-
ra o servico inernn do e.-taminet, paga-se bem :
na ra do Imperador n. 32.
IRMANDADE DA SBNHORA SANT'-
ANfU NA IGREJA DA MA-
DRE DE DEUS.
Convite.
O eserivio da irmandado da S^nhora
Sant'Auna, convida em nome de. Illm.
Sr. provedor a todos os irmos a corapa-
recerem no consistorio da irmandade
Quinta feira 26 do ejrrente s 10 horas
da mauha.para assistirem benejio so-
lemne das imagens do Senhor Crucifica-
do, Xossa S. da Piedade, .\. S. da Con-
ceico, N. S. dos Remedios, N. S. da Su-
de, Senh?ra Sanl'Anna, S. Joaquim, San-
to Amaro, Santos Cosme e amio, San-
to Ovidio, S. Benedicto e S. Sebastiso.
O lllm. Sr. pn vedor espera o compa-
recimento de todos ou irmos, allm de
que este acto seja como deve >er reves-
tido da maior solemnidade e magnificen-
cia.
ATTENCAO
Urna familia que se retira para fra da provin-
cia, vende ama mctoilia e Jacaranda em perfeito
estado, constando de 18 cadeins de gjarnic 4
ditas de braei, l sof, 4 consolos e I jardrae'ira
com lampos de pedra ; e mais os seguintes objec-
tos : 3 marquezas de amarello. candieiros para
gaz, jarros para flore?, lanternas de vijro e tapetes
para sala : quera pretender dirija se a ra da
Trempe n. 11.
Acha-se justa a compta da taberna da ra
Imperial n. 246 : quera se julgar com direito
queira annunciar.
Estrada de ferro de
Olinda.
Tendo eu annnnciado ha um mez,pouco mais ou
menos, vender as miihas aceces da companh'a da
estrada de ferro de Olinda, e nao tendo achado
comprador se nao asa o abatimento de vinte
trin equarenta por cento, e isla mesrao quand
as tinha oiTerecido, sera alguem me haver para
isso procurado ; me-eofcta, no entreianto aue e
lem dito haver eu recusado vende-las : pelo nne
julgo conveniente declarar, que com eileito que-
ro, e we interessa, vender dits accoes : mas oelo
justo e real preso, que por etlas del, e nao com
prejuio ; e que pe oa algama me tem procura-
do para isso. nao obstante o men annoncio As-
sim de no -o declare, que quem a. quizer comprar
pelo preco porque s eoraprei, queira procurirme
no armazem roa da Cruz n. 16.
A. 0. Morara Das.
Os abaixo assignados declaram ao respeita-
vel publico e cora especialidade o corpo do com-
mercio, que tem justo e contratado a taberna sita
ra Agusta n. I, com o Sr. Jos Patricio de SI-
queira Varejo, livre e desembarazada de qual-
quer onus : se alguem se achar com direita
nesma, appareca na ra de Santa Rita n. I, no
pra-o de tres das, lindos os quaes por na Ja res-
pondera. Recife 21 de malo de 1870.
Jos Antonio Barbosa.
_______________Belarraino Lourenco da Silva
Os abaixo asignados teein amigavelmcnte
dissolvido nesta data a socled de que tinhara no
estabelecimento de seceos e molhados silo ra
da Imperatriz n. 80, sob a firma de Joaquim Fer-
reira Lobo & C, ficando o activo e passivo da
mesma a cargo do socio gerente Joaquim Ferreira
Lobo. Recife 19 de maio de 1870.
Joaquim Ferreira Lobo.
Duarte Antonio de Miranda.
Alugara se duas boas escravas para servico
domestico : na ra do Imperador n. 30, 3o andar.
1/ ja do L^o de Ouro
Chegaram a este bem coBhecido estabelecimen-
to, as mais modernas lasinhas com listas e de
muito bom gosto, fazenda que outros vendem pelo
preco de 800 rs. o covado, aqu se vendem pelo
naratissimo preco de 400 reis o covado pechin
cha, grande peehincha senhores freguezes, ve-
nham ver a verdade, vendem-se por este barato
preco por ter grande porfo e querer ganhar me
nos e vender muito para acabar deprossa ; a ellas
senhores e senhoras antes que se aeabem. S na
luja Leo de Ouro, ra da Imperatriz n. 52 de
Paredes Porto que se vende barato e fazenda
boa. S com a vista que podero sertiflearem-se.
Na loja do Leao de Ouro
Chegaram as mais modernas capas prelas de
Al bordadas e de differentcs gosto?, tem grande
porco para os senhores e senhoras escolherern, o
vendem-se pelo baratisgimo preco de 8, 10 e
12j mil reis cada urna, por ter grande poroao,
qoer ganhar menos para acabar depressa, s nes-
ta e bem conhecida loj.i do Leo de Ouro ra
da Imperatriz n. 52 de Paredes Porto: que se
enconirm destas pechinenas, pede-se aos senho-
res e senhoras que tenbam a bondade de vlrem
a este estabelecimento para com a vista certifica-
rem-se da verdade.
Cantara 'Je Lisboa
Soleira, hombreiras e capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n 2o, de Joaquim
Lopes Machado 4 C.
Superior vinho Bordeaux
da Cadeia do
St. Estephc & t. Juen: na ra
Recife numero o.
COM F1V IIHA
Maia Landelino venie saceos com farinha de
mandioca : na na do Duque tte Casias, travessa
do Rosario, loja n. 18 B
Vendem-se castigaos de rnadeira pintados de
branco e dourados, de 2 a 3 palmos de altura,
proprios para igreja e capella de engenho, e com
seus competentes jarros : na ra Direita n. 3G A,
loja de pintor.
Vende-se una taberna em urna rias melho-
res localidades da freguezia de Santo Antonio,
tendo a casa bastantes commodos: a tratar na ra
das Cruzes n. 33.
JACARANDA'
Vendem-se cinco duzias de toros de Jacaranda
a preco commodo : para ver e tratar, na ra Di-
reita a 34, armazem.
AVISO
Fogio no dia 22 do crreme um papagaio com
um no de cordo no p : quem o tiver e quizer
restituir, ser recompensado, na travessa do car-
ino n. 2, sobrado.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
yedras preciosas por presos mais vantajosos do
u' em outra uualquer parte.
WIUJHE E \llll~
E8CRAYQS
Compram-se e vendem-se diariamente para mra
dentro da provincia eseravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
.ercoiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
Yeiruezia de Santo Antonio.
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Co.-aeao de Ouro a. 2 D, ra do
Cabug.__________________________
Compra se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6.
Conpra-se
urna mobilia de Jacaranda em meio uso a Luiz
XV, sendo 1 sof, 4 cadeiras de brac.o, 12 de guar-
oic^o e 2 consolos, e poder ter mais algumas pe-
gas : quem tiver annuncie por este jornal para
ser procurado, ou tratar neaa typographia com
o Sr. Hermenegildo.
Compra-se um trepador de coqueiro
ra larga do Rosario, loja de calgadcs n. 22.
na
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceico nu-
mero 6.
Mumbanda
Na ra do Hospicio n. 38 compra-se urna ne-
grinha de 10 a 12 annos.
VENDAS.
Vende-se urna escrava de meia idade, coii-
nha e engomma soffrivelmente : a tratar na ra
do Duqne de Caxias, loja n. 1.
BARATO
Na
Laja Flor da Boa-vista
48 =Ra da ImperatrizN
Chitas de muito bom panno., lindissimos padroes
proprias para a praca, covado a
barato 240
840
i 240
Ditas escura-, covado a 200. a 200, a 200 r?.
Ricas de madapoln algod-j a 4#, Si e 05 :
unto a padaria francezf.
Queijos do serto.
Veode-se na ra da Imperatriz n. 80, no arma-
zem de molhados.
Ama
Na ra do Torres n. 16, andar, precisa-se de
urna ama que cozinne, engomme e eeapre para
una pesaoa.
Veudem-se para (juera quizer ser bem servido
duas excelleuiee e-cravas recibidas, sendo urna
insigne engoinmadeira, custurcira e cozlnheira. da
bellssima flgur, de dade; 24 snoo?, a outra boa
eozinheira, sabendo todo amnjo de urna can,
urna bella' muatiolia de idade 9 annos, um sera-
va bom ferreiro, mui.o prttoUfl va ata engeano :
na, travessa do Carmo n. J.
Piriia dos Aogdos n. 60.
Fzendas com toque
de avaria
MADAPOLO FINO a i5, H e 6 a peca.
CAMBfUIAS MATISADAS a 280 fs o vara.
CAMBRAIAS FiNAS TBAMSPARENTE3 a iOOO
a peca.
ACGODOZINHO com 18 jardas a 3 a peca.
ALGODO DE LISTRAS AMERICANO p:;ra rsupa
de eseravos a 2i0 o covado.
LENCOS DE CAMBRAIA trancos Anos a 2C00
a duzia.
CHITAS ESCURAS APATIZADAS E MIUDIMIAS
a-240 o covado.
Do-se amostras na ra do Crespo n. 2o, loja de
Manoel Dias Xavier.
Rival sem segundo^
RA DO DUQUE DE CANIAS N.' 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miodezas pelos baralissimos precos abai-
xo declarados, garanlindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Pacote com 0 qoalernos de pa-
pel amisade a......
Caixas com OoaJernos papel pau-
tado a........
Caixas :om 50 noveilos de linba
do gaz a........
Duzias de meias cruas superioi
qualidade a.......3#G00
Pecas debjbadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada peca a l#50O e.
Pecas de litas para cs de q->al-
quer largura" cora 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixinhas de rnadeira com alfine-
tes fazenda superior a. .
Libras de 15a para bordar de to-
das as cores a. .- .
Duzia- de linba frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para meni-
nos diversos tamanhos a. .
Caivetes finos com 4 folltas fa-
zenda superior a..... 10500
Duzias de meias braceas muito
finas para sennora. a. 4^500
Pares de sapatos de tranca do
Poito........
Pares 'e sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Duzias do baralhos para vultarete
Sjiabarius portugueses a. .
Grvalas de cros todas as qna-
tidades a.......
Redes 3)s para senbora a. .
Redes com contas nnito boa qua-
lidade a.......
Carteles com"cixetes carreras a
Aotfaduias para coll-te diversas
qualidades.......
Caixas com pnna de ac muito
boa de 320 a......
Candes de linba 200 jardas grosa
Duzia de lint 200 jardas Alexaa-
die de 40 a 200 e, .
Caixis com superiores obrei?s a.
Duzia ae agulba para macbiua a.
Libras de pregos franeezes todos
os tamanios a.....
Talheres para meninos a. .
Pares de sapatos de tranca para
fnenii
500
700
40D
500
20000
500
500
500
40
400
C05OO
500
320
20000
10500
080.
30OOO
400
500
320
040
20
400
500
400
10200
40
20000
240
320
0500
ra
A ruado Duque dCaxi.s n 21.
(ANTIGA RA 10 ODEIMADO)
N8o foi sem fndame::!', que a NOVA
ESPLKANCA tem di.rado de f^zer os seus
annoncios, a razo simples, ella eniuid*
que tudo em demasa bomce... por iss
cuino j tinha tlifo e scieiitieady- i' sua boa
freguezia o que coiisiantuncrite la recebeu-
do, ou livesse feito muilas vezes, receioa
tornar-se mascante, assim pois ncolheu-
um potco ao silencio, mas nolca deixand
d'eapregar osvti.ladeiros esfoicos. j con-
tratando maior numero de coi respdndentes
na Europa, j descobritnlo i bjettos to maia
. purado gosto e linaimenle assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figulinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desia furma melhor
servir a sua constante freguesa ; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quim a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-ltia
seus servicos, apressando-e desde j em
declarar que tem reeebido ullimamenl
entremeios e babados bordados transparen-
tes e lapados, chaposinhos de setim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para criao-
Cas.
Dedaes d'osso, marlim, ac e madrere-
rola.
ptimas navalhas, afiadores e massa pata
as mesmas.
Finas esponjas para o roslo e para ta-
nhos.
Bonitos sapalinhos com hiqueira, stndo
com salt-j, para meninos e meninas de duj
a doze aunos.
Boas lentes com cinco niclimlros~ pata
contar-se os fios de (jiialqucr fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de \estidos.
Mollas para segurar Costuras.
Bonitos iinteiif)s de novos moldes,
MeiS de laa para huinens e senhoras.
Finas e bonitas ligas | ara meias.
Fil de linho- e de fa, seods preto
branco, liso e de salpieos, e outios moitos
objectos expostos a w nrta na Duque
de Caxias n. 21', na NOVA ESPERANCA.
ftabo slcatr.
Vinde-se na ra Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, voltas, pul eiras, fiveS-
las, t entes, boloes para poibm e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satitfa-
zer sua freguezia, niosmenle em objecos
d'ah gria ou de luxo, quer lambem acom-
panhar aquelks, que infelizmente perdend
alguem de sua familia, eu a guim de sua
amizade, precisam de tata objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, manduu \ir-o
que ha de melhor neste genero, poique
sendo laes objectos de cor negra, send'j
de m qualidade, nao somento tornam-se
ti istes como al repugnantes, o que n acontcsce aos da NOVA ESPERANCA, por
que apenas .exprimo o senlimenlo pela cor
porein como quo Iraz um lenitivo pelo gost i
e perfeico com que l?es objectos so-tra-
balbados.
Collar s a'icidin s.
CONTRA AS CONVLLCOiiS DAS CR1ANC \S
Nao esta a piimcira vez que., a NOVA
ESPEBANCA s eoltica aos senhores pais de
familias, que os seus culiares sao os verda-
deros de Vjer.. .recebidrs dnLilamente,
e por c'onseqiiencia de um elfeito ellicaz qu
desnecessariu mais apregoar, assit pois
aquelles qua n3o quizetem pastar pelo dis-
sabor de vercm seas fltbiubos txtrocerem-se
as terriveis con\tt!ces, logo que a este
comessem nasser-llus os denles apn ssem-sa
em comprar os ditos collares, na ra dti
Deque de Caxias n. 21.
CABELLOS lliAN;:OS SOTEMQEM QUER
A NOVA ESPERANCA recebeu o vesda-
deiro chrom^come de William para Ungir
cabellos/para pretosou cattanbos, assim pois
cabellos brancos s tem quem quer!!!
Planta.
A NOVA ESPERANCA tem par vender
urna Qaota d'ebino do afamado fabrican'.e
Botim.
Sival sem segundo,
RA tttJQOJSr CAXIAIJ M. 49
(Amiga ra do Oneiinado)
Contina a Tender tudo nmito bem e
muito barato a saber:
Novello de linha de 400 jardas a. GO
Caixas com 100 cnvelopes muito
superiores a...... CCO
Pentes volteados para meninas a. 240
Thesouras muito finas para co.'tu-
ra a....... 500
Tinleiros com Nati preta a80rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Resmas de papel paulado a. 40COO
Ditas dito liso muito superior a. 40000
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Ditos ditos dito grande a. 10000
Frascos de macaoa perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito fin o i a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Pivera 500
Dito de oleo babosa a..... 500
Caixas de lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
.artilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha surtidas de todos js
nmeros a....... 10800
Duzia de pomada do Porto muito
superior a....... 280
Babados do Porto, largos a 160 e *6o
Capachos muito bonitos c grandes a TOO
Carriteis de relroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfetlads a, 240
Papis de aguas douradas e ba-
15o a........
Carriteis de linha 200 jardas, Ale-
xandre a. ,...... 10
Duzia de agulheiros do Para a. 240
Libra de linba francesa superior
qualidade t....... 20400-
Caixas de palito do gai a. 20
Bcnecas de cera, muito bonitas de
500 rs. a........ 30OC0
Veode-se nma easa'fern* na ra da skz;.-
Ia-vlha b. 41 : a rallar na raa Duque de Cas
n. 53, loja da verdade.
Pence-nei de ouro a 14,t
i fabrica so tambem a gosto nt>
ieiro oeul
Adolpho Tliiago de Pariu, r.'.a das Laraag-
ii. 19.
\


6
Diario de Pei-nambuco Quarla

25

uno de


\

l-
A
I
Rna Duque de Casias n. 55
Na toja da VERDADE continna-se a ven-
der por bar.lissimos procos todos os arti*
gos do raiii'lez'is e pe fumarias do sen
grande e variado sortimento, garaotindo aos
compradores toda a sinerridade.
Lindas bonecas de cera e raassa por ba-
ratissimo preco.
Espeihos dourados para pendurar a
160 rs.
Aguihas de osso para crox a 200 rs.
rentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
COamias para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alisarme a 15000.
Dita cora agua florida a i-vi .
Dita cora dita dita alifl.
Tnico de Jayrae a i $500 o frasco.
Frasco cora oleo expresso de babosa, de
2i0 a 610 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 15000
, Dito com extractos Anos a i 000. -
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banhi omito fina de 120 a
241) rs.
c,,*!')n dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 509 rs.
Ditaq para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para a isar com costa de metal a
320 rs.
D'ttM ditos ditos do bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolhode 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inleiramenle modernos
de 160 e 240 rs.
Pinnas caligraphicas muito finas a 15400.
Divas de langa e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e entremeios de 500
e um.
Grosas de brtSes de loaca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caiacom papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
D'tas com obre-as a 40 rs.
Ditas com aguihas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Liaba de marca cu'xa a 280. rs.
CamiHii de linhas de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Grampos mnito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzi.i 35000
Ditas portuguezas, dnzia 15400
Papel almarjo superior qualidade resma
4000v
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrom desapato, pessa 160 rs
Ditas de lom para deb um de vestido peca
400 rs.
Coretes gr ndes com mol'a a 400 rs.
Ditos grandes COBO 2 folh&s por 320 rs.
Rosetas pretas para lato, o par 100 rs.
Traecas tle lam de caracol branca e de
ateos da 40 a 100 r.
Filis para cs, peca 480 rs.
Allineics de lato, oara 100 rs.
Sapatnhoa e lam pra creanca de 400
a 800 rs.
CalcadetrM a 40 rs.
Gravatas le seda preta de 40f>e-Wl rs.
Ditas de croxe, brancas e de t ores 800rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Na Terdade fi roa Dnqiae 4r Ca-
_________ *taa *.
/.
Cal nova
4e Lisboa chegada uRinamcnte na barca Juk :
vende-se na ra do Apollo n. 40.
Milho das Ilhas
E
Feijao do Porto
em saceos grandes, das qoalidades ihixo men-
cionadas, o por menos proco do Que em oaira
parte;
MILHO NOVO
Feijao roaltinha P?i).1o ntto.
Dito branco Dito rosado.
Dito amarello Dito frade.
VENDEM
Jos do Reg Borros A C, a rna do Vigarto n. n.
LOICA
DE OURO

3
Cirande armw.o.m ai rna da
Imperatnz a.
Neste grande armazem vende-se louca ingiera
linas e ordinarias, apparelh m de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os mais Boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimmU do vidnw (luos o ordinarios que ludo
se vender tanlo retalbo como jwr atacado pelo
mais barato preco qne em ou'ra pualquer parte :
chamamos a attenco dos ffeguezss, qno serio
conveni.-niemente servidos tanto Moa commodos
procos como na boa inalidade das fazenda?.
Cabriolis.
Vendem-9e doas cabriolis, sendo nmeoberte e
do cnatro rodas, e ootro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : ni cocheira de Tho
maz Lins, ra de Santo Amaro.
-..... I! .....!! III
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico denosiio em Pernambuco caes da alfan
dega velha n. 2, Io anda.___________________
Vendem-se ps de jalmticalia, ortos de acti-
cii a p, ditos delaranjacravo, ditos da trra para
em herlar: na rna da Cade n. 9.
fande erti^lerlmenfo de fe'aehdas e roapas feits e por medida, 4 roa da Im-
peratriz n. 52 jarate a tola de ourives.
Ueste estabelOeinaente -etBOntrar o respeitavel pnblic i um bonito sortimento de
roupas de todas a qoalidadee..
Pafodl h abara pret e de cores a 8|000, W>0 75000, ditos mirin preto
de 75000 at 25^000, ditos d remira de c6r ditos de panno finos d 65 H 10 e 2' 000. sobrecasaco dho du 20 a 500000
Complete sortimenlo de calcas de brim pardo de 1<>600 a (WOOO, ditas brancas
de H, i 1^5000 o mais sopertor, ditas mei casemira, ditas ca ditas casemira pfeta de 6)5, i KjjfXK) snperior, dita de merino diversas cualidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de collelcs de brim de cores, ditos brancos,
dilos de casemira de odres e pretas, ditos de merino para hito fawsnda superior.
Sotttoierito completo de camisa* friDcezas de algodSo de 10300 30000, e de
Hubo de 380600 a 700000 edtaia.
Sor'liraenlo completo d cer'oulas francezas de a'god) de 10600 a 20500,
ditasde bramante a 14800, 20500 e 30000 ditas de Tnmburgo. franezas, fazenda su-
perior de 250000 a 350000 a doria. Sortimento de C;>!anrihs de algodSo e linho, etc.,
assim como meias de algodSo para liomem de 3J, a 100000 a duzia, gravatas de mui-
tas quadbdfes. I*rtdi BBperatnz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol'tle alpaca, seda, ditos iriglezes cabo de rurflm.
toemas pafa-roMfr. Sdrtfmflto de majs para viagem.
ATTKN'C-AO.
Nsle stabeTeclmblrj encaiYga-se de mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse flra lm hbil mestre encarregado da officina, que seencarrega do trabalho
com perfeicio e pontualidede.
SORtlVIENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, dilas miudes
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs., e mitras rtraitns qualidades de 310, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento cb.egar.im, umas bonitas chitas da
victoria com barra, aqnal parafllns ecompetente nTite para corpinTio. Cam-
braia lisa de 30, 40, 50 e 10000 a pessa, e outras muitas fa:endas de todas as quali-
dades.
ALGOflXO E MADAPOL0 AVAMAOO.
A 40000 o algoduo, e 4/^00 omadapolo. o tambem chitj escora boa i 210 o
covado por ter grande pOrfao, ha fila da Imperatriz n. 52, hija com portaes encarnados.
intitulado
l
BRACO DE OURO,
Itarlo
erador b. 26
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAft
UNIVERSAL, ra Nova n. 22cabhoro
vianna.um completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes eslSo em exposicJo no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua b6a qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeicio
a todos os compradores. Estas mschirias
s5o iguaes no seu trabalho ao de 30 cesto-
reiras diariamente, e a sua perfec3o tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.______________________________
Vendc-se por HoO* urna excellente canoa d
amarello com 40 palmos de comprida : a tratar no
trapiche da companhia no largo do Corpo Santo.
Officina e armazem de
Milho novo e barato.
Mais barato do que em outra parte : para ver
no trapiche do Dantas, e tratar a ra do Apollo
numero 4.
Aos cem mil azulejos
Portngnozes, h^spanhes e franceses : na ra
Primeiro do marco n. 16, outr ora do Crespo, ar-
matem de toncare Bernardino Duarte Campos
&C. ___________________________
Caf do Osara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
nba, Cear: ra da Cadeia do Recife
mavmore
Caes
n. 57,
Leo de Ouro.
d
No mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para lin-ria os cabellos
da cabera e da barba, foj a nica admittida
Exposigo Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sera alterar a sade.
Vende-se a 10000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
O COLLAR IB im
V3 AIFA M t'C.\\3 A.

o
&
c
i
o
Com este titulo acha-se aberto o inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de (Juro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderaros de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfiietes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, eolheres, palileiros salvas e oulros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer ohjecto
pertenceote a esta arte.
Vinte e dous de novembro
(ontr'ora armazem llianca)
Ha para vender pedras marmores de todos o?
taraanhos o. gr ssuras, tijilos de diversos la-
manho?, soleiras e saccadas, assim como solci-
; ras e saeeadM i pedra de Lisboa. Tambem <;on-
jtrab-.se e fai-se qualquer obra, como monu lien-
tos, tmulos, estatuas, pas, lavatorios, mesas
ludo o mais tendente mesma arle, por mdico;
pr?go3.__________________________^^
vende-se ou troca-se por ca^as nesu praca
o sitio denominado ds Boritiz, antiga casa da la-
vagem de ruupa, com grande casa de vivenda,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plantacoes : quem o preten-
de' dirija se praca da Independencia n. 33.
GAZ GAZ GAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster <
C, rna do Imperador, um carregamento de ga
do prnieira qualidade; o qual se vende em partida'
e a retalho por menos preco do que em outra croa1
qner parte ______________________
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa c Filho, defrente do arco da Con-
eeicao. em iwrncas grandes
I Tasso Irmos & C.
Vendem oleados pretos para forro e gnardas-cliu-
va de carps.
Ditos de cures.
' Portas de pinho altrofadadas, tamanhns diverso?.
Cadeiras americanas de varias qualidades.
Tnico para cabellos.
i Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
Vende-se urna escr.va de 19 annos de Mi-
de, e soffrivel engomraadeira : a tratar na ra
Nova n. 57, t andar.
encontrar neste
J&fe otn completo
nto IrVjasieirra, boltes ioglezes
jpdxyKHft, *jpebs dos ltimos
ato IttrcadT), salame de lion, bo-
linhoe IfcMM de todas t qualidades para cha,
amtirfcas c wfcftadas, onfeitos, bomboins,
rMlilhas ^ihoertate francez em libras, pas-
tillas do rfiesmo .eartoxos e carteiras com
seis charutos de chocolate cada orna, este
sortimento de chscolate do nrals acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
hoje tem vindo ao aereado.
Vinhos porttiguezes, figueira muito supe-
rior. Os mais penuinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setobal, o illtwtrado
publico encontrar neste estabeleciwirto
por commodos precos, fazeodo^se abatmen-
to a quem comprar em porcia.
Licores de todas as qualidades, as mais
tinas, entre elles o afanado Aiapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conhecdo. Xaropes de groselbe, rosa,
maracuj, caja etc vinhos de Bordeaox de
todas as marcas, o mais saperior que se
pode encontrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais finos e superiores
cognacs francezes, old-lom, de todas as be-
bidas alcunsas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumes, portuguezas, fran-
cezas e inglezas, ralbos mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrang^iras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, moos su-
periores, e finalmente ludo quanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptidSo
e asseio : Como sejarn para casamentes,
i baptisados baiies etc., tambem se recebem
encommendas de p3es de l ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armaco de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas, amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezaj para melhrr me-
recerem a acoadjuvacao do Ilustrado pu-
blico.
Te I has Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por precos mnito razoaveis um grande or-
tiraento de telhas de fi'rro galvanisado, de
diversos tamanhos para oebrir casa e te-
| lheiros que alm de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear osis
qualquer obra mnito mais limpo.
Retroz.
Qualidade superior e sonido em cores : vende-
se na ra da Ca eia n. 21, Io andar.
Vende se urna f?;rava sem vicios nem acha-
ques, com 2i annos de idade. engomma, cozinha
e faz todo o servico do nma casa : a tratar na roa
do Visconde de Plelas, casa a. 7.
60RA DA IMPERATRIZ60
FUBlfEIREDO fe C3.
Neste gratid-3 estabelecimento en.vntrara o- respeitavel publico, ma grande sortimento dofazendas, do mais apurado costo assim roma i
.tri qualqaar parte, visto que os novo somos desfa Br.i.a idopteram o sjstema de so vennderem IM VIII IHO ; para ^A^m^iSi^J tLnioJ Tenas Satni ^SJSJT VlTn! ^ Pr PreC0S mU'l ma,S b?,rat0S 1 S
rmazen p idero faz.r os se.s sortimentos pelos raesmos precos que corapram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas familias" de todas as fa^dasTdi'SiS das amostas, ou P qUe g *
m
i
i
I
m
escoliier.
\ ALTAS N0VIDAE8
WO PAVlO
l BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
j t.v i^:
:JAUTO ANTONIO, S. JOO R S. PEDRO.
- Vendern se as mais lindas poupsli-
nas de liuho e seda com o? goslos
mais novo? que t>m viudo a este
mercado, pelo barato preco de____
:'H>00 covado.
Sedas litradas, de furta cores, fa-
zendas oe muila phanlasia a 2)JO0O
o covado.
S.da bismark, larga fazenda muito
.'ncorpada o covado a 2->oOO.
BoattM ISaamkas largas com palma
Be seda, covado a 15000,
Lindas agraciand > tarradas covado
a (50OO.
Alpacas lavradas do todas as co-
res, covado a OiO, 80;) e 1500}
Bonitas lisiabas escossezas com
luiros e lilras deeda, covado a
560.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis--
mack lyrio, verde, roxo, cinza, can-
oa, azul etc., covado a 610.
Dit-is farta cores com as mais bo-
nitaa cores, covado 50D rs.
Lindas baregas lisas, e com lista
te nova covado a 560e 610 rs.
Bonita! ia":>sinlm lapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
Laasinhas lustrosas com lindas c-
res emilacao du seda, o covado a
30.
Jados cortes do anadino, sendo
hienda nova e transparente e de
moita phanlasia, com 18 covados a
I8J8W.
Finissimos crtea]de vestidos bran-
cos boi dados com. todos osenfeites
franceses a 125000.
C rtes de ganga indianos, fazenda
Tamente nova a 75000'
Ditos cbinezes com duassaiasa
7,V))0.'
Ditos de iSa escosseza fazenda mui-
i o nn> com tos de seda a 750 O
Finsimos organdys com lista de
i ir salpico, sen io fazenda de
ota phanlasia, o metro itfiiO.
Organdy branco com lislras lar-
gas e qiMdiinhos, a vara a 15000.
Todas estas fazendas, sao intoira-
mente novas e so vendem muito em
Cf na, ra da Imperatriz n. 60,
l-ijj o araazem deSilv e Figuei-
do & C.
de miUO rs. cada um, pechiocha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavlo tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
ha ver grande porco.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O PaWto tem os superiores cortos de ra-
setuiras pretas enfeita-las pelo barato preco
de 45500 rs. o cort,
GVSEMiRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavo vende excellente fazenda de pura
ISa com as cAres escaras muito proprias
para calcas, palitots, codetes e roupa para
meninos que frequdntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de moita dura-
cao, pechincha a 800 rs. o covaio ou a
25S mi o corte de calca para homem.
FLNAS BARGES A 640 RS O tOVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
3a sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarek,
roxo, etc., tendo muito boa largura e Uqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter ei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLAO A 35500.
O PavUo vende pessas de muito bom
madapoln, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 35500.
PeCHtNCUA EM ALUODO A 4J000 RS.
O Pavao est vendendo pecas de al^odao-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 45000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se soperior cera de carniobaera
saccas, mais barato do que em outra qual-
quer parle, na ra da Imperatriz n.|60,
toja do Pavao.*
OS SETINS DO PAVO
Vende-se es mais bonitos 6etinde cores
e mais encoFpadoS pruprios para vestido
tendo de diversas cores.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. i GROSDRNAP.ES PRETOS DE 13600 AT 7JO0O
O Pavo tem ura grande sortimento dos I Na leja do Pavo encentra o respeitavel
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs | publico um grande sortimento degrosde-
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 1050H0.
se mandam levar emboas casas, para melhor po-
640, 800 F
mesas, almofadas etc., proprios para co-
br ir presntese vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Al? Vende-se urna grande porco de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,"
naples pretos de todas as larguras e qua-
lidades, tendo de 15>00 o covado at 75000
e 8500J, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
proprio para Jences e loalhas, tendo liso eS 2g ?T COm de,,cados pa-
trancado, que se vende por preco muito em > ndoft PJr,a ,todos os Pre?os e qnali-
..nni. dades, dando-se todas amostras, assim como
coala.
L.VS ESCOSSEZAS
LA AS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavao, o mais
elegante sortimento das mais lindas laa/.i-
nhas escossezas com fios de seda-, as quaes
fazem o mais delicado effito, para veslidr/s
de,duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mO preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS DK LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a l ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas con as ujjis delicadas cores, tendo
entre ellas algomas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 2^000 o
covado, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande aortimento de fa-
zendas pretas, como sejam caasas france-
zas e inglezas, chitas pratas de todas as
qualidades, fazendas de Ia de todas que
tem rindo, propriaspara luto, sendo, llasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, cantof bom-
basinas, merinos, etc. que todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 45000, cada osa.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras .pete barato preco ou a 2400 o covado, tendo doas terouras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 85, 105,125 e ISd&OO.
um BDnito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 20RS.
Na loja do Pavao vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LAASINHAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja do Pa5o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas laasinhas lustrosas,
convlistrinhas a imitaco de poupelinas de
seda o com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
misito mais dinbeiro, e Tiquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
M'ECTIlVrilA
EM CAMISAS DO PAVO A 45300 RS.
O Pavo fez urna grande compra de cha-
peos de sol de pura seda, inglezes, com as
haspras parago. sedo neste genero os
melhores que tem vindo ao mercado, e li-
quidam-se cada um pelo preco de 105000.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, caifas e coletes do
brim branco e de cores, que ludo se vende
mais barato db que era" outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglozas, e ceroulas tanto
de linho como de algodSo e abundante sor-
timento de meias mas.
VESTIDOS JNDIANOS COM DUAS SAIAS.
ALPACAS LAVRADAS A
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qne
se vendem a 15, 800 e640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
0 Pavo vende tima grande porco de
cortes de vestidos indianos, tndo duas
saias e tendo bstanlo fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
figurino.
CASEMIRAS MESCLAOAS A 35 0 COVADO
Chegaro
as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ritmante
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegailo e vendem-se por preejo
muito razoaveis.
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mesciadas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo baraio
POUPFLINAS DE SEDA
POUPELINAS .DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ale-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
droes mais delicados que tem vindo ao mar-
cado, tendo entre ellas cores propriaspara
alliviar luto, e vende-se palo barato proco
de 25000 cada covado, pechincha.
Vende-se um bonito sortimento de muito Pre ,de ?fm cadj! covado ou W000
Bnas e modernas camisas inglezas com pei- **? de calca Par! homenK
to e coliarinhos de linho e puabos, pelo
baratissimo preco de 45500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarem duzias te
Ihe fav um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinbeiro,
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
Ca de obra a vontade do freguez, para <
que tem um. perito alfaiate, responsabelisan
liquida-ae por este preco por se ter feito do-se os donos do estabelicimento por qual-
uma grande compra: assim como se vende ,quer falta que possa haver, quer por de-
um bonito sortimento do ditas tambem com mora, quer por qualquer defeito na obra;
peito de linho bordadas e ditas de algodo e para isto encontra o respeitavel publico
para todos os precos. .um grande sortimento de todas as fazendas
PANNO PARA SAIAS A 15000, 15280 a W* desojar.
v ^ w *8?0 R5' I BRAMANTE A 1800.
Vende-se bonitas fazendas fpropnas para
saias sendo com bordados e pregas a um, -Vende-se superior bramante conTlO pal-
lado, dando a largura da fazenda o compri- mps de Wrgura, proprio para lences, dan-
mente da saia e vende-se pelo barato proco do a largara d'esta boa fazenda o compri-
de 15000, 15280-e 15600, cada metro sen- monto do lenco!, sendo preciso para cada
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das a&e-
Ihores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 peca at a nais
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 44000, A
peca de obra a vontade do freguez," para o K ^ ,Pav3 vende W*s .de, Mai
aun tem um oerUo alfaiate. resDonsahelisan- ?ranca transparente, tendo mais de vara
Chegou para a loja do Pavao um grande do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
.rtimantrt lina hnn'iliso _:... ___. j._ J.__- I __-_ i '
um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
sortimento dos bonitos e ricos cortinados loada saia pechincha.
bordados, proprios para camas e janellas, Veatldos feraaeos a 190#0 re.
que se vendem de 85000 o par. at o ais i O Pavo vende finisaimos oorlea do vos-
nco que vem ao mercado, o vende-se mata' tidos de cambraia iranea, ricamente borda-,______
barato que em outra qoalqoor parte. rdas o com martajazenda poto barato proco' do barato preco do 5|000 aSmO.'
A iqja do Pavao est constantemente aberta, das 6 horas da manha s 9 da noute
chincha pelo proco.
ESPARTILHOS A 8*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos cspartilhos toado
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sompre se vendeu a 75 e 85000, liqai-
da-se pelo barato preco de 4J800.
CHITAS FINAS DE 320 A 600 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento daa
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das oomo gradas, com cores aras e fla-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTOES BRANG0q 0, 00 S UWO.
Vende-so mnito bonitos fastSas brancoa
muito fleiivel propia os para vestidos da
senhoras o roupa paraarteaioos a vende-aa
a 640, 800 e 14200 rs. o aovado.
Caaaaa a 940 ra.
O Pavo asta veadaado bonitaa cassas da
carea fixas a 240, 0*000 rs. o covado


Diario de Pnuua*>uco Quar4 tea 24 4e Mate 11
*
*

I

'I .li '!'
1870.
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TU.
*milm UftiffStT''0.? TptU0S0 Cl',l,e,ecffn;-r't'' SU SffimCf:.^?ar,Uat ^art'gaS d "* ,fi,'aS IUX0' eral0da
rinda 6,J5!$ll1,,C."rem P*10* d0 1U de nSfiMT se encontra neste mercado,
iT-1** **tom% u Earopa, recebem directamente o qno cm artigo* de moda e
Mi MMIrtllO ffAltn SB AfiC, mira nm [>*, i -
v25EJM* se "eontna ew Pars, o que rem da dia au
W*m <*** tipie ste estabeleciinenio -
4^
pira bem servir sua numerosa freguezia.
SaV
Gase com liaras de seda e Adres, fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas p^ra sea&oras e humeas, o mais
iJargo-
ras editferentes gostos.
Gilas e puohos b;>rdados para senberu.
tiardanapos de iinho pequeiios e gran-
des.
Gorgurao de seda preto e de crea.
Grosdenaples prcto e de cores, haven-
ar-
MgodSo largo para lences e toalhas de
*Odas as qualidades que costurara vir ao mor-
ado.
Alpacas 1 todos e padroes e qualida-
les lao variadas que se nao podem dcscrever
.WUHSCCW msicas para col locar retratos,
Sjcao presente para- qualquer pessoa de
Mant.
Jlwaltefltt de liaho e tgoflao, branco e
mebrts proprios para toalhas.
i^bZSnSm S SE?',6 P1?0 moAT *0 d.versa8"qua,dadc* e gostos.
t$, em como detyocbt, lado de apurado j-
"SmL^?0' ii J*Pneze8 P seuturas, o melhor gos
BSRfcs de muselina, madanoiao, brancos to, e fatenda propria para as festas nos
ft cores, para senhora e meninas, rafealdcs e passeios a tarde.
Bareges de ores variado sortimenlo. ?-^
Babadinltos ou tiras bordadas em todas as; Lazinas de todas as qualidades, cores
**|J!*S- gostos, nao ioand nada a desojar, tal
Beroatma de todas as cOres. o sortiinento que existe para escoitoer.
Bofe de tapete para viagem. grande Longos, ludo quaulo pode baver desde
niMdci de tnitw goeto. esguio ao algooaocommam.
Bombaos preto de todas as qualidades. Leques do madrepcrola e osso, o mais va-
Bramsfa de linho to i I palmos de lar- riado sortimenlo,
tora, e tsias a m;.is qualidades. Ligas <& soda, bordadas, para senhora.
Bretanbas de Huta o algodo, grande -sor- Divas de Joiivb, ebegadasportodosos va-
ttnetft- ptvs, sempre novo sortimento, quer em
Brtns de lnbo blanco e de cores, do mais pellica para borneas o sentaras, quer em'fio
oommodo ao mais caro em quaiidado, aan- d'Escacia, brancas e de cwes.
ajando o que ba de niethor na especie, ama
*tbs d'algodso complete jortmienlo e WsdapoJSo; jndescriptivelagrande sor-
trteade da prs;os. tinto que ia neste genero, desde o mais^
'JjBBlT'i
** ^ItttttAfi^
5.
i
- comoielo o ti ^ad? a,AGUIA WWl^ m!!is P.reisa scieotficar ao mpeitave! publico em
uduwMar to e hrnn d&li' Pral' e em Partc5I,ar a saa ba fregnez.a, da immen.ulade de otjectos qae i Itimeraen-
vui|fuie piio e aranco, diversas larga- tm MMk;^ ;.uii..inhn<4n uiia ,ne\i n nn,uf.onn____L-i. ._L. ^_.._ i -^_.
fe tera recebido, justamente]qaando ella menos o pode fazer* porque essa falla invo-
luntaria eHa confia e espera n benevolencia de lodos que HTa artenderao e relcvarSo,
contirraando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acfcarao abundancia cta sortimenlo do snperioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seo nunca desmentido AGRADO E SNCERIDAOE.
Do que cima-flea dito ae conheceqe o tempo Je qae a AGUIA BftANCV pode
dispr, empregado jiperar de seus costos no desempentw de bem sen-ir a aqGelles que a
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos qne por sua oatoreza s5V? mais c cara aqoelles nija importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja
LOJA
oe
CJS
elevado preco ao menor, que se vende em
iri- piica c a roalho por monos do qoe ein ou-
t8sas de coros, o mator sortimeuto, p
ando pelo bom gosto e barateza, auentas tra qualquer parte.
m qoalidades. Mantas de blunde para noivas : o apurado
Cambraias brancas, tapada, e ttansparen- gosto-dos nossos corresponderRes em Paos
r I f*^5 ti[>,lllUdm f P.reoos. iabilita-aos a dizer que lemos em nosso
KRbM-de cambraia de hubo e cassa estabclecimel o que de meikur se dese-
tod( :para Sras. ja para vestir e ornar urna neiva.
Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, com Rodas pintrnas.
Merinos prctos, trancados e lisos.
ordadas
Camisas para hnreos e neniaos, to va-
riado sortiinento qoe vai do ms ordinario
aadapolao ao mais jerfeto bordado de li-
e canabraia.
Camisas de meia, d Imbu, brancwe
e cores para homem.
Casemiras pistas e de cores, o melhor
i se ptie imaginar, sendo d'ieso a aae-
Wm_ prava o grande ceosoamo del I as fia
fficina i casa.
Caballas de flores, para moivas e bailes,
desde aaaais candida fiar -de larangeira at
meisiaieressante griaelca.
Chapotiohas no melhorgosto^de todas as
ores boje pieferidas pelas senhoras de
ais apurado rigor na -meda.
Chapeos pretos de velludo, para senboras,
dirimo go6to de Paris.
Chapos de sol, para-s?nhorase borneas,
de tedosos pre;o6 e variados gostos.
Chaly com ricos padrees para vestidos.
Chales de t-odas as qeslidades, awttado
nero e nao menos vsriedade de gostosv
Chitaa, impossivel descrever osortimen-
lo e variedade de padrees e novos gostos,"
*a neste artigo tudo quauto se pode d'esejar.'
Cintos para senhoras que se podeima-
fiaar de melhor.
Coques, o melhor no .gosto e nos enfei-
es, varios tamanhos.
Colchas de seda com heras, o mais apa-
rado gosto e lavor.
Ditas de fusto b/anto e de cores per
precos commodos.
Corpinhos de cambrata, ricamente borda-
ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
il,o que de mduor se pwle desojar.
Coiarinbos de linho bordados o lisos, o
aior sortimento.
Damasco de la de 9 paimos de largura
liadas cores e reos padroes.
O*
gspartilhos bran:os e de cores, para e~
horas e meoinas, o meibomesie genero:;
enhorna Sra. deixar por oerto de muir
e de to precioso auxiliar pefeif-ao de
am corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Efleiles para cabeca, ultima moda de
Pars, recobida no ultimo paquete.
Esguie de linbo, coaapleio so tmenlo de
iodos os nmeros.
FKas laicas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padrSes,
Fiihs de crochet, modernos cos cintos
capas, o que ha de raeHwr.
Fil de sea, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fuatao de todas as cores e qualidades
grande sortimenlo.
Flanella branca e de cores.
Floro, o qoe ha d mais rico, quer
ollas, quer em ramo3, tem o>AVJLIIaO
DA AW9AA ooi permanente jardim a
dsposieio das Exmas. familias.
para
Mussena brai>cae de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e da efires, desde e mais
barato ao mais superior, por preco mullo
coratnodo.
^Pannos do crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos
mesa.
Peitos borda.ios de linho, lisos e de al-
godo paia camisa.
Princetas erctas c ^e cores.
Popelina df seda o linho, com felrs e
flores; lazecda liudissima.
Pelherinas para seiihoras, da ultimo
amato.
Perfumaras ; os raaie finos extraotos o
que de owlkor o mais agradavel o, pode
enconlrar nete geouro, e de mais fragaato
e suave no olpbato, tem o PAViLHAi DA
AURORA, desde a verdaderra agua Flori-
da al o mais fino Bouqnet d'Amour^ final-
mente tudo-quanto deve oceupar o touca-
dor de urna enhetra de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas o de cores
com follios e sem elles, o meihor pessvel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, Iavradas, lisas,
de lisiras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sanzelim deludas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas .para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos es la-
manhos desejaveis, e em peca para co^
vados.
Toalhas de iabyrintbo, do maor e mais
fino- trabalbo ao mais barato.
Toalhas de Heho e algodo de todos
tamanhos, li.-as e felpudas.
Tarlatyna hiarica com pajinas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos deiieadospro-
pria para baile.
'^
Yistuarios Loidados de ksto brancos e
de cores [iara meninos, de cambraia paca
; baptisados, o que de melfior tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la esioceza de 2 saias,
novidade pelopadro, go&to erma; ditos
de linho com barras de coros, e d cam-
braia de cores coma saias, ludo 'inleira
a*vidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazor.
Veos de bloai para noivas e pr^tos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas E-xmas. (recueza?, que
somos os nicos em Pernambuco quo pode-
mos offerecer ao ilustrado publico, o mais
apuradogosto em semelhaote materia, gra-
tas ao boro gosto do nosao fornecedor em
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enjertados com'tas de setim c obras essas
cuja novWade de molde e perfeicSo de ador-
nos ts tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas edres e qua-
lidades para cintos.
Leques csse objecto muito so poderla
dizer qnerendo descreve-losminuciosameria)
porsuas qualidades, coree e desenhos, tal
c o grande e variado sortimento que acata
de chegar, mas para ti5o massar o preten-
dorfte se Ihe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pegss de 12 tiras.
Guipure brainjo e .preto de diversas .qua-
lidades e desanos.
Ditos de alodio com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escosca.
Costomes ou onilennes para eninos.
Enxovaes completos para baptisados.
TouquKihas de filo, sapatinhos bordados criancas.
GapeHas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pontos dourados
para circular o coque.
bonitos brincos de plaquee.
Adereces c brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar baliadiniios.
Aspas para ballio.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sio movidas por ura mactiinismo
urnas siibstitnem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas rievdro enfeftados com
pedras.
Das tfc madeira tnvcn.isaa com vispo-
ras e con dminos,
Bollas de borracba para briaquedo de
e meis para ditos.
Caraisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapmhas.
a;ti ize\s
"NOS GRANDES
DE S12L'CS
MOfHAKOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter^o,N. 23.
DE
SJMAO DOS SANTOS 8- C.
PROGRESSO
10
Pat
eo
da Penha
Dfi
10
os
SAJITOS & FEBREIRA.
Os proprietarios-destosbem sortidos armazens paiticipam aos seus inaooferos
fregoeres tanto desta praga como do raatto que tendo feito grande diminuico de cre-
os as suas mereadorias esto por isso resol vides a vender por menos de 10 e 2 0r0,
do -que acc ouvra qualquer parte, garaatindo-se portanto a s perior qualdade de qual-
quer genero comprado uestes dous estabeleoimenlos. Monoionamos algns dos nossos
gneros e a vista destes sao coanpreheudidos os outros, porque enadoubo seria meu-
eina-Los.
Se algnem duvidar veaha ver.
Vinagre branco mandado vir
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. I
Os 'proprielario? deste bem eonheeido estabel *-
cimento, alc'in dos mnitot objectos qae tinliam ex-
MMo& a aprceia^o do respeitavel publico, man-
daram vir e arabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa am completo e vanado sortimeuto de
finas e mu cucadas especialidades, as quaes es-
to resolvios a vender, eomo de seu costume,
per proco* moilo haratinhos a comuiodos para to-
dos, com tanti que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau
cas e de mu lindas cores.
Uui boas e bonitas gullinhas e punhos para se-
nhora, nete pmero o que ha de mais moderno.
Superiores nenies de tartaruga para coques.
Liados e riqusimos enfeites para caberas da.-
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e do cores com vidri-
Ihos e sem etles; esta faxeuda o que pode naver
de meihor e raais bonito.
Superiores o bouilos leques do madreperola,
marlun, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
cum lindos desenhos, e estes pretes.
Muito superio.vs meias lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendoram por 30<(XiO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20.
aim destas, temos tarabem grande sortimento 5
outr.is qualidades, eutre as quaes algunas muiio
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao lio niarliin com lidas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor i i
pode di:scjar ; aim destas temos tambem gramil
quantidade de nutras qualidades, como sejarn, ma-
deira, balein, tutu, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de our-squaiid:tdes.
Lidas e superiores ligas de seda e borrachs
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para raeni-
nas de 1 a i. annos de idade.
KMrajluaa cabo de marlim e tartaruga para Cazer
barba; s3o muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas polo fabricante, e nos por nossa vez tain-
bem am guramis sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas (apellas para noiva.
Superiores agulhas para macbiua e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Boas bUtMHt de cartas para vollarete, assim
como os tent? para o lueaiuo tira.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoe?, e
fa^Hiiam a denticao das innocente* criancas. So-
mos desde multo recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a reeebe-los por todos os
vapores, allm de que nanea faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podorao aquo)-
tes (fue delles precisares!, vir ao deposito do Jtlh
vigilante, onde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os quaes Uendendo-se ao flm
para que s,5o apf)licadost se Tendern com um mai
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren)
comprar por precos muito razoaveis toja do gallo
viplame. roa do Crespo n. 7.
~ CEMENTO
O verdarioiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
JoSo Martins de Barros.
ADMEM
Grande Jiquidaqo na lojii e ur-
iriczeiii do
LE40 HE lilil
Ra da Impworiz n. 52, portaes encarnados de
Parad.* Porto, junto a loja.Je * admiren niiuirem admireui.
Admirem admirem admiren.
Admirem admirem admirem.
firanda poreio t chtta?.
, Grande porcao de cM:as.
4 m a -ir. G,,Mde ,:or\'io ** *iUE-
a 2 e .40 reii o .vado.
A 2C0 e 210 res o evado.
A 200 e 240 res o covmIm
A 200 e 240reis o comicIo.
I'.ia araar Atpfnf.
Para ac^tu>r iMv**a.
Para acabar de|.iesa.
I'iira acabar tlcpressa.
Vende barato para vend r muito.
Vende it>..r;rto para vender mnilo.
Vende barato para vei.dei m ilc.
Vende batato para vender n.uilo.
A |iea com 42 t\i ouvnA s a >* e IC#
A pesia cowi 42 i|'2 c^vaifos a 9 e 40#
A pessa com 42 i|2 covadm a ti u i(>i
A-umia com 42 l|2 e..v.-,dns a 0/ e I0#
Alpaca de c.ir.'s (scuras e t Ir.ras.
Alpaca de cres escuras e claras.
Alpara te cotes eseums e fiara*.
A.iii!un a z0 e 1120 o evado
Admira a I8Q ,. ;;.o tWtaih>.
Admira a t-t e 3-20 o eovado.
SO lean e ot;ro,
No hda tk> uro.
No ieao de ouro.
t\* ll.:|ll^lli/ II. 52
.na
Attenco
Na rita do Dnque ile taxia>. miera tua do
Queinado o. 10, wnde-se c.iid.iaias inudiri; *
e de llires. bonitos padroes e tinas a ;.00 c 3C0 r*.
o eovado, barato. ^
ESSE1AV3S FGI2CS.
por conta
propria viudo de Lisboa,.a SOa garraae
48tf o litro.
dem tinto Fiajueira, Lisboa e Porte a
320,280, 240 e 2(0 n. a garrafa e 480 300
rs. o litro,
Vinho Figueira, Lisboa, i'orto e Estreito
Gar americano marca Dwes a 6(S8O0 a
Uro.
e 10000 a
Ida, 3S0 rs. a garrafa e 560 o
Azeite doce de Lisboa a 900
garrafa em porc3o ftz-sa grande abatinen-
to.
Caf em caroeo a 220, 240 e 2-0, a Ii-
a 5S0, 500 480 e 400 a garrafa litro a BaO,i)ra k'^aawo a 480, 540 e 00, e
WQ, 70 e C00. 7*>0, 7*500 e 8*800 arroba.
Vinbo branco pwro de Lisboa a 640 56 \. Milito alpista 200 rs. a libra a 440 o t
-F'.rte? ^ graQ(,e wia(, wlioto que os. proprietarios do PAt
vlha a AURORA se apresentam ao poplico declarando desde i que a sinoeridar
t e o bota gostoo move nico de seus negocios.
Prvidos 4e tudo e promptos soaapre a pro*er-se do que por ventura loe
lia necMBano, os proprietarios doate somptuoso estabeleeimento recommeiidam-se
dea r^eio de serem eontradictos e protestaj esfor&ar-se por continuar a merecer
proecae que se Ibes tem dispensado ; cortos de que do seu estabelecnento nao sabir
o freguez descontente.
Contina seera a oficina de aifaiate dirigida por um dos mais habis ars-
i, prompto eaecutor com promptidio e bom gosto qualquer trabalbo qua lhe seja
UttA, ding os que Ibe sio concementes, garanto por seu apurado gosto e promptidSo
a.exeoaco e a mais completa perfeicao nos seas trabaihos.
.. A numerosa freguozia qno nos bonra urna prora de qoe merecemos o conr
^SMlSpera^?oll085oestalM,ed,ne^0' v** qae procuraremos firmar cad*
^J^q^^a1^f^^caonsi'^!Secime,1,0' imi**M *rt-
Jjo Luiz, Sobrtnho & C.
fterto das 6 s 9 horas da nolte.
logramma o 5*800 a arroba, em pon;5o ba
abatimento.
Queijos reseos do utimo vajior a 3*200
e 3*400 cada um.
Aletria, macarro, lalharim a 500 rs. a
libra e lOO o kilograniinu em caixo ba
abtimeato.
Sabio massa de Ia e 21 qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caua ba abatnenlo
Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki'ograramo, em arroba ba
grande differenea.
gneros, vinho em ancoretas, azoitonas,
passas e figos, charutos fiaos de diversas marcas, marmelada, bolacbinhas de todas as
quahdades, perola, Fraacjt-cracyufll.a. b, c, Mdium, roixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Var.etees, combination, Britania, doce de got'aba fina, cbouricas, manteigas finas
fraoeeza e mgleza, banha de Baltimor, phosplwros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pnnnta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
om latas de todas as qualidades, farinha de mimo americana, grandes molbos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loncas proprias para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
a garrafa, em poreo ha abatimeoto.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acreladas imarcas a iflQOO e 15200
1,5500 e i4 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. iulien a
7^5(J0 o 6^500, a duzia e 040 rs. a garafa.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 6*300, l, llA-kx), a frasqueira.
Ser\ja Bass, Illers Bell a 9^800 du-
zia em perco ba grande abatimeoto.
dem marca II e T o nutras marcas a
5*500 e 6A, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros mudos
PARA
.APESTA
3 portas, leja de for-agem
-r- Y^I^E-SE ou arfeadnse o engennt
S. Gaspar, sito na freguezia de Scrinheo)
comanca do Bip Formoso, Brozno do m
barqoe, cu grandes par*Jdo de pal j%&.T}ii massap i roda damoenda, matos manguei VO^JWn inr$ll8i~-Q
para madoira nacessaria, bom pasto, ate. ^este pande esubelecimento, ha para vandat
a tratar na ra d'Aurora n 26 na na A, am wmp.leto sortimento de ferragem. e mipdezai
Imperador n.' 20. ** e.l'Oisas, eomo sejam bandejas chineza.-
J cordeiro previdenti
Ra do nelqiaflo n. te.
Novo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perli
marias, do ene effectivamente est provida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba c
receber om outro sortimento que se ton
aotavel pela variedade de objectos, superior
lade,'qualidades e commodidades de pr
eos; assim, pois, o Cordeiro Pro vidente peo
e espera continuar a merecer a aprecia?>
do respeitavel publico em geral e de se
boa freguezia em particular, nao se afai
tando eHe de sua bem conhecida mansidi
a barateza., Em dita loja enconirarao c
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamniac
Dita de Cologne ingleza, americana, fra;
ceza, todas dos melhores e mais acreditad',
fabricantes.
Dila de flor de larangeiraa.
Dita dos Aipes, e vilete para toiiot.
Elixir odonlalgico para conservaco 4
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch$
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparoni
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanoi
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch>
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igna.
cente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escolhidos cheiros, em frascos de difl.
mentes tamanhos.
Saboneles em barras, maiores e menor*
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em fifi
'as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc
fructas.
Ditasde madeira invernisada coatendo I
aas perfumaras, muito proprias para prr
wnte*.
Ditas de napeHo igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de am
e boneca.
Opiata ingleza e fraoeeza para dentei.
Pos de camphora e outras differaati
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
A
Ej fuga para <> Ico, donde (
natura!.
Aiizenlu-so desde o ma 9 de al-'il il" ei.irer.!..
amii', a muala acabnculada rsula, ti.- kI;..i. ami-
to ititis un un nos 30 anuos, clicia i!.. COj|u>, ca-
bellos ecrriil's, tem es denles da frente p< if.ii
falla riescpncada e ii mainr ritual una Unpigrm
em um tli basana ilertk! o eaMwaag at a iimi-
nhea da vu, >u|.poe-se ter lega ido paia o Ico
dnnde -natural, lev.-u vestido de chita mcori
cum listas encarnadas, aeostumsda a dnr-lbe a
jmtta : quem a pegar leve rna da Matrii ta
Biia-Visia n. 46, o ra da Ciuz n. 2ti, que ser
gratificado.
tii.iiiitnia a estar i'ujiidu o iiiolripie Oi.[;i>r:-.,
de 17 nanea de idade. erinilo. cm falla Daan-
tes na frente, testa redunda. uIIims rWu, f. ni r ..
marca de tpjeiniednra na barriga, e t.iitrr, nn rte*
ce nma estreparta j antiga : puta da aiular enrn
caximlH) : quein o pegar |-oe Itvjtr so myinho
Califoniia tm Serinliiem, a seu senln i Ji.. Po
rentino O. de Albuquerque. ou a tua da Praia n
31, que ser bem compensado.
- Fugio na terr;a para .piarla Ura dn onget !i"
Olho fl'Aghj villa do Pedras de l*ug... nm e-cta-
vo de iKinte Luiz, com us signis seguale* : r,
bra, baiiL". elitu flo cirp, pode le SC 27 j
nos, usa pera, a rovpa que elle tafcin d'auw fvi 11
algnda brinco, levou uma trouxa ti m t lenco-;
de algaodistnh... nm chale i tneri; azni e ur
vpsti.ln de Ia, consta me .me. iste tem dil.i :(j..
que havia de fugir para o Hecife e que emlt.rcr-
va paiaoulnis ierras,asaunnade e atytialquei '.'.
pitao de campo t antoridade- policial de ti ;.pi r--
pender levando amlit. mgenho, qn>; seta geiici
sanente, recompensado.
tecife li .le iiiao de !fJ70.
AVISO
100000
Contina a estar fgida desde o dia 18 dejan,,
ro do enrrente anno a escrava Sveria, Htonia, i
idade de 25 a 30 annos, com os sigraes sepuinte
altura regular, beigos rossos e tebitsdus, r*i i
saliente, orelhas pequeas, falla mansa, corpo del-
gado, qnando anda cocheia, foi c^cravona vi i,
Cabo do Sr. kilo do Reg Barros foi vendida nei
la cidade pelo Sr. PleXe, como procurador do ilitu
llarros, j foi vista para banda do eneenhu More-
nos em companhia de um cabra ez-nraca de ra-
vallara, ju!ga-se que o seductor e qeelle du
que a dita escrava se linha forrado : ropa se st;-
toridade po icial e capnes de raiepo a car.iura da
mesma, e leva la ra da Seledade o. 86,' ou rm?
do Amorm n. 6i
Fugio no dia 4 do crrente o mulato Satu -
nio, offlcio de carrein, cor a vermeneada a cspi
ciado < por ter os cabellos verioelhos. Matara
media e forte do corpo, cara ou te>ta rugosr>.
falla apenando os canto da bocea, idade 25
annos, ps chalo, vestido com cerna e ttout d.
panno de algodo enirabcado de cores, a
aaaiaa fgido
I
_ ni.
jral do rento. O anno passado este mulato
) 2 meies e M pegado no engt-nh
. Joo de Pod'Alho' depois de t ras desta cidade per bastante lempo, temenhu-
cimento na ra da Senzalla etc. Prde se aos cu
pita, s de c?mpo e la autoridades polciaes a r*v
tarado mesmo para ser entregue a su si ni. r
no sltir- da Sapucaia em Beberihe.
Anas e
! quadradas
eomo
e ovaes, facas
-;------- "te, baiauco ntleiro e V haiatic/).; nanellae, cha
Pemto 'IWw Tv?'Hducit fr.coypmhia da* Iheiras, eacarollat, frigideiras, assadairas, taan
de ferro como de porcelana, mtanos para caf 4.
e garfea da i ao
...ideiras, assadairas, im?p
aguas de Vichy como sejam : de ferro como de porcelana, mtanos para caf 4.
n. j-, t,rce. estta*- diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos kilo
n 2 ?i23Eteri,ve- Lgraxinm unta de farro oom deYaiao, meU
?. ^fflS* ** *F' v njedir a ?iiK 4% puva baDBQ- salitre, breo, barbante eniflfre, panel marca, va
Pastilhas de Vicby etc. etc., tudo por precos rpui- do, do verdadelro Picarde, machMs para desea
to.em conta, em casa de Isset frres, raa So Com- recar algodo | alm de ontros artitoedeferra-.
merCIO n. V. u, miuu rutilari. fimo o Za ^ -i.
U!*Wh
Oa mesnioa team para vendar cognac superior, e t s
vinhos de diversas qualidades. "*"** e ^
cuuiarias finan, que soam a vi*
3ca; na ra direila n, K3 Ibja da 3 por
~* Bento de OveJM BrigaA Z
m outro sortimento de coques de n
vos e bonitos moldes com filete de vidrilh.
e alguns d'alle ornados de flores a flta
esto todos axpoato apreciacio da qor
os pretenda comprar.
GOIX1NHAS S PUNHOS BOHDADO.
Obras de muito gosto e perfeicio.
VIvella* flua par* Lata.
BeUo e vahado sortimento da taes obiat
(os, ficando a boa eacolha ao costo da) ara
Wdor. "
Em casa de Mills Latham & C,, ra da Craa n.
3 v^mrse.fotaaa de Ierre glvanUadao.
- Vende-se a,qiaa.itarrea,p.,y, n, c,)5#a -
|pr.9s,saaJ,l.odA,rua n^ojljw 'do AmpafS,
om 4 qnarto. corredor, ao meio e duaa salas
vende-se
bn'iniehiha descostara propria de coser
couro: na raa da Assumpo n. S2.
Farinha de man-
dioca.
Clwgoo praca do Gorpp Santo
lo. i 7, Io andar, escriotorio de Joa-
I quim Rodrigues tayaras da. Mallo,
pupeTior firmba da Uar*.
Imperial a. 233.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito reoebe-s por todos os aa
quetes translanticoe Mona de qualidade sapenoi
e vendem s em caca ou porcia mais aeq*eoa
mas barato do que em dotra qaalquer parte :
;qa ra da Cadeia do Recite n. S, 1* andar.
Caballo
Vendem se cabellos de todas as cores, qualqner
oomprimento, qualidade stipattaa, et eafta tm
m^m\mmi i naroa da Cadaa R-
.afeB^KL.1* aadar. _
No en
' da villa
3^r Vttimif rri
lu6 nS "(ffB-?""! att*tjW#MB*o
da Bteartt, existe para se vender uW7' Benactf
Fugio no dia 11 de marca il correle am,
o escrayo Francisco, cabra, de idade 30 am.
com os signaes seguinies : cabellos earap libo*,
rosto desramado e com marcas de bexisas, int.m-
la-fe ser livre, levou cal?a branca, paletot de al-
paca de jor, chapeo de chile, natural da l'aralu -
ba ; o mesmo foi comprado ao Sr. Delmiro A.w
Maia, morador na Pa ralis ba. e jultia se ter lo
para o mesmo lugar. Desde j protesa-'-e contra
a pessoa qoe o tiver occullado ; e nga-se aos ca
pitaes de aampa, assim cimo s atit. rdades |...!i>
eiaes que o tragam ra D reita n. 16, que tera)
generosamente, gratificados,
Fugio no dia 5 de corrate da casa do al ;:
xo as-ignado a escrava Luiza que representa It-r
20 a 22 annos de idade, cor fula, c< rpo reg,!ar,
cabellos carapiuho, costuma trfalos adianie o
abr-loa no mefc), tem a., pescrco junto da gu l!a
u tipil viaifel que diz ser de qoeimadtiin di
fogo em pequea, levou chale de casemira r i
de rosa e saia e casareque de chita clara, a qo*1
foi escrava do %r. Ljdio Aristides Altas Sampai.,
e que venden ao Sr. Sebastiao Marques do Nasci-
mento, morador nesta eidade e -te venden ao Sr.
Man el Jos de Couto, moraaVr no engenho toa-
niucaba, comarca do Rio Formoso, e ete venden
o permnbtti eom Sr. Frane'Wo de Panla 8n-
tos, tambem morador nesu eidade i qoem cnin-
pfei obra de nm mt z; roa portanto a todo* s
eapities de campo, as anthortdades e a qualip!. i
EBSsoa que della tenba noticia, que a facam afra-
Bnder e condteir ao seu enhor nit Sotatir. V
Mallo, mondar abaz da matrii da B vista n. te
primiro andar, que ahi se recompensara tom ge-
nerosidade.
Gratificado de 300?
res.
Fugiraro no dia 18 de malo do correle
enfBBio Maesuaas, termo da' Bseada, os eaar
do abaixo ateigaado, per nome proemio e I.1
to; sendb o primiro, mulato, de estatura bai-
la, gorfe; barbado, com ti maca-s dn rbsri
lenles, pescoeo muito cnrtb, bembnis letatit
pea peanrnos,, baslaat ladino a repreaeati ter
annet d idade.
0 sfgdndb, preto fulo, estamrr refu
codo corpo, posea barba na peala do qu-ix
meotei p8 pequraoa; nernas muito flnss. t t
26 annos de idade. F-.i oscravo da Sr. Tahria
morador do Rerife. Boga-te, portanto, a* aot -
rMades poftelaes e a qualquer pessoa, de apr
(henateiWioe'dftosewravos, e de os levaren
cima mencionado, ou em casa d
B^B^B^MliWB^Bll^BW|l^aBlWB\lWka
<.*S5"& siuTS K
:
.
por oommodo proco
ao dito engenho.
quem quiter pode dirigir-te tida.
ManioniHo da SUvairaUot.


.8

Diario
de Pernambuco Quarta feira 25 de Mato

! '......rr
de
1870
GANARA DOkfeRS.TteWlTADOS.
EXTRACTOS "l>0 RBtATOBO DO VISTKHIO DA
Gl'KMlA.
(Conctmfw)
No da IttTez sna al'-za levantar o lean
pamento do tascarte, e, tendo em marcha
recebido parir de o*e a caval aria que for-
nava a vanguarda j o batia rom urna
forca considera vel inimiga, no lugar deno-
minado -Nhuguass* on Campo' Grande,
mandn avancar a infantaria.
Travou-so o combate, dorante o q lal o
ininigo fui sempre remando, mas cm oda
ordem e fazendo jugar sua artilharia.
Nessas circunstancies, mandn sna afta*
za avangar a 8'1 brigada de infantaria. com
urna balera de artilharia, afim de atacar o
iniraign pelo flanco direito, por onde raais
hci mente poli* ser elle contornado, deven-
do a divsSo oriental tentar por outro Ijdo
igual movjmenio
O inimigo. adsossado pela 8* brigada,
foi-se retirando vagarosamente at as mar-
gens do .-rroio Taquen-.
Empenh ndo-sa entih as nossas fincas
para desaloja-I > dah, lrjvou-se um ComD-v
te dos m lis ivn'ii ios, o arroio fot transposlo
peia 81 brigada d>' infantaria, reforcada pelo
i0 c i' batalhox de liaba, sobo commin-
do do b igideiro J)s Lmz Menna Baneto,
e pela (tvisio de infantaria ao mando do
general Ifirrque Castro, coadjuvada pelos
balalhoes 7a e S de linha.
Tres vetas voliou o inimigo carg at
que por lim foi completmiente derrotado
aeixamlo no campo de batalna 2,000 rada-
Tires, e em poder dos alliados 23 boceas
de fojo qna-i todas de bronze, grande nu-
mero de carretas e cerc de 1,500 prisio-
neiros, alm d s dispersos, que posterior-
mente se apresentaram em numero superior
a 1,000
Ife8e mc-smo dia (16) i noite, seguio
sua alteza para o quartel-general do 2o cor-
pa do exerctio, ordenando que o i" acam-
passe nao lorge do campo de que to va-
entemente so havia apoderado.
A' 17 reumo-se ao nosso exercito o di
Confcderago Argentina com o contingenta
brasilciro que o acompanbava, composto dos
corpos 12 e 14 de cavallaria, 18 boceas
de fogo dos baialhs Io e 4o de artilhirii,
e das 5* e 9' brigad s de infantaria.
Estas forca: haviam sabido do seu acam-
pamento, no va'le de Piray na uoitede 11.
e na noite de 12 apoderaram-se de urna
Irincheira que defenda a subida da c >rdi-
Iheira, no caminho de Altos,' sustentando
n3o f nessa trinchera, como as picada ad-
jacentps, urna serie d combates, sempre
com feliz rcsu'lado.
Sendo de presumir que o dictador tives
?e tomado em sua fuga a estrada que passa
junto ao povoad i de Caraguataby, para all
dirgio-se sua alteza na madrugada de 18,
pela extrnsa malta que separa o Campo
Grande daquelle povoado, tendo previamen-
te ordenad ao manchal de campo Viciori
no Jos Carnero M nHro que desalojasse o
inimigo do cnirinriieiramento que havia em
sima das picad s daquella malta, e seguisse
d- pois para Ciraguaiahy.
Derrotado o inimigo que guarneca o en-
trineheiramcnlo. dex?ndo no campo mais
rie 200 cadveres, e em poder dos alliados
12 boceas de fogo e 400 prisioneiros, reu-
niram-se todas as torgas no povoado de
Caraguatby. onde existia grande numero de
familias que na vespera recusaram acoro-
panbar o dictador em sua precipitada
raga.
No dia 19 gagoio o general Mitre com a
la columna em procura do inimigo, cuja
retaguarda foi alrangada e batida dous das
depois pelo general Victorino Jos Carnero
Montero, que commandava a vanguarda da
columna, deixando mortos 300 homens, e
em poder d s alliados 5 boceas de fogo e
grande numero de carretas.
As operacoes do mez de agosto fizeram
perder ao exercito do dictador cerca de
8,000 homens c 83 boceas de fogo, com-
prehendidas as 22 que se acharam em Caa-
cup.
De Caraguatahy segoio sua alteza, em 4
de setembro, pira a villa do Rosario, onde
r,hegou no dia 21. depois de ter dado suas
instroeces ao general Victorino Jos Car-
nero Monteiro p3ra, cora as forjas de sen
eomm'ndo, operar pelo lado de leste; ao
brigadeiro Resin, para dominar as povoaces
do S Joaqum. Caaguass e Ihum ; e ao
general Cmara, p ira apoderarse de toda a
reaio que fica ao norte do no Jejuy; de-
vendo, entretanto, o brigadeiro Portinho di-
rigir-s" enm a colonia de seu commando
para Villa-Mica
A 20 de setembro parte da columna do
brigadeiro Resin oceopava a povoacSo de
S. Jn.'iqnim, depois de liaver batido as for-
ras inimigas no kerro de Caaguass, que se
eppnnbam sua mirrhi.
A 8 de eutabro dirigi se sna alteza, com
o 1 corpo do exercito, povoaco de Santo
Estanislao, onde cliegou a 13, sem que se
FOLHETIHI
OS DRaMaS DA ALDEIA
POR
Pon80ii du Terrail
(Continuac3o do n. 116).
XXXVII
Decorreram oito das, no Qm dos qoaes
veio a sjgointe resposta da marqneza :
Minha chara prima: Blois...N5o
imagina a desolado em que eu e meu ma-
rido nos acharaos com a noticia da sua
carta, que veiho encontrar, regressando de
Pars.
Armando nao coaiprebende como pos-
ta proceder assim esse Juval, que bem co-
nhecemos.
c O anno passado te ve elle transaeges
com Armando, que nao tem a dizer a seu
respeto seo3o bem.
Comproulhe duas propriedades confl-
aantes com as. nossas trras de Solonha e
ncontrou n'elle o moor cavalheirismo.
Vamos escever-he.
Agora deixe me explicar-lhe a mgoa
at desesperado que sentimos por b2o
podermos prestar-Iha o insignificante ser-
vico que nos pede, mas faca idea das nos-
aas difficuldades.
No anno passao casamos a nossa Vir-
ginia e dmos-lbe ludo o que havia de di-
htiro.
Mea filho Hedor acaba de entrar pura
dsse, durante a sua marcha, tandete al-
gum notavel.
No dia li gcguirim da villa do Rosario
em busca do inimigo as forcas expediciona-
rias, commandadas pelo brigdeiro Cmara,
e a 19 pozeram eiudebndada a retaguarda
inimiga no passo Naranjaby, e logo depois
no de Tapilangu,' proseguindo sempre no
sPtt encalco at Sjnguria-Cu.
Nesses dous encontros perdeo o inimigo
msis de 80 homens, mortos em combate, e
195 prisioneiros, deixando em poder dos
alliados grande quantidade de prata, perten-
ccr.te ao culto'divino, 36 carretas, o archivo
de Canoti c mais de 200 rezes, alm dos
cavadlos i nsilhados e armamento que aban-
donou em sua fuga.
A 16 marcho-sua alteza de Santo Esta-
iiis \ para o potreiro Capivary, onde, ten-
do cnegado no dia segninte, fez immediata-
mente reconstruir a ponte sobre o rio do
mesmo nome, destruida por Lpez em sua
retirada, a abrir communicacBes ndispensa-
veis as operacSes de guerra entre aquelle
ponto e os povoados de Ihum e S. Joa-
quina.
Foi cornada do mais completo xito a
operaco sobre Curugoaty, conQada s for-
cas di vanguarda sol) o commando do coro-
nel Fidols Paes da Silva.
O inimigo solfreunaquelle ponto um pre-
jnizo de mais de i50 homens, consegaindo.-
se ao miismo lempo libertar grande numero
de familias. '
A 25 parle das Jorcas do general Cmara,
commandada pelo nrjor Francisco Amonio
Marlins. sorprendeu e aprisionou a guarda
que defenda o passo de It, no arroio Ipa-
n; e, proseguindo em direcco ao rio
Verde, encontrou e bateu em Tacnaly nma
outra guarda, ficando prisioneiros 1 offical
o 13 soldados.
D.z leguas distante de Tacuaty encontrou
o mesmo major nma forca inimiga de mais
de 100 homens, e, sem dar-lhe tempo para
resistencia, aprsionob-a quasi toda, poden-
do apenas escapar para o matto algumas
pracas, e e^tas raesmas a p.
Deste encontr resultou ficarem em po-
der dos alliados 99 prisioneiros, inclusive 2
officiaes, crescido numero de andamento, 2
carretas, 106 rezes e mais de 200 ca-
vados.
Proseguindo em sua marcha as forcas ex-
pedicionarias ao mando do referido general,
tiveram varios encontros com o inimigo,
sempre com feliz resultado, sobresabindo
entre elles o que se deu em 28 de novom-
bro. no logar denominado Cachito-Cae, em
que foi derrotada urna partida inimiga de
268 pracas, deixando sobre o terreno 17
cadveres, comprehendido o de um offical,
e em oder dos alliados diversos prisionei -
ros. urna bandeira e armamento.
Naquelle mesmo da (28) derrolava o co-
ronel Fidelis Paes da Silva ama outra par-
tida inimiga que defenda a passagem da
ponte J'jny-my, protegida por urna Irinchei-
ra e duas pegas de artilharia, matando-lhe
muitas pracas e tomando-lhe grande numero
de prisioneiros e armamento, as duas boceas
de fogo e urna bandeira.
Em 15 de dezembro foi sorprendida em
Guassngu, pelo mencionado major Martins,
urna outra partida inimiga commandada por
Canetle, ficando este e 29 pracas prionei-
ras, e destruida a forlificaco que os pro-
tega.
Em 2 de Janeiro foi assaltada e tomada
do sorpreza pelo dstincte coronel Joo Nu-
nes da SilvrTavarea a tricchera dorio Ver-
de, cahindo prisioneiros 29 homens, com
prehenddos o respectivo commandanle e
seu ajudante.
A 4 do mesmo mez apodera va-se o gene-
ral Cmara da Irincheira de Cambacib, e a
11 punha em debandada, junto villa de S.
Pedro, mais de 600 homens commandados
pelo coronel Genes, e, fazend-a perseguir,
a derrolava em Lamarugu, cahindo prisio-
neiros, .entre outros, o coronel Ge es e o
capillo Zorrilla.
Persuadido o referido general e que o
dictador Lpez demandara Dourados, por
ser o ponto que mais recursos Ihe offerece-
ra, para al dirigi se em 9 de fevereiro,
testa de uina columna, dep >s de baver or-
denado ao coronel Antonio da Silva Paranhos
que com outra columna seguisse no dia 15
para o mesmo ponto; regulando, porm, a
sua marcha de modo a poder sempre acom-
panhar, e de porto, a retaguarda do inimi-
go, afim de que este, achando-se encerrado
i>o.tre as duas columnas, se visse forcado a
acceitar combate ou a render-se, ou a dis-
persarle pelas maltas, abandonando arti-
lharia e bagagens.
Sabendo, porm, ao approximar-se de
Della-Vita que o inimigo, deixando a es-
trada de Doorados, passra o Cbriguello e
fra acampar em Aqnidabanigui, extensa co
lina comprehendida entre os riosAquidaban
e Aqnidabanigui, mudou inmediatamente de
plano e fez convergir para aquelle ponto
todas as forcas do sen esmmando.
S por duas estradas se podia penetrar
naquelle acampamento, ou pela que atra-
vessa o Negla e, estendendo-se pelos cam-
pos do Arambur, ebega ao passo do rio
Guass, d'onde partem differentes picadas,
a Academia de Marraba, e tivemos.de Ihe
dar o enxoval e um anno adiantado de me-
zadas.
Finalmente, a compra d'aquellas duas
propriedades e as despezas d'este invern
em Paris f.'.
t Estamos sem dinheiro, de tal modo' que
Armando nao tem na sua secretaria cin-
cuenta luizes
Tortura-me, pois, esta situado, que
me obriga a dar Ibe orna resposta nega
liva.
c Felizmente, a quantio tSo diminuta,
que em jualquer parte se obtem, e estou
certa que qualquer tabelliao de Orleans a
poja sua di-posicao.
< Sua prima, que fica sinceramente ma-
goadaIrene.
Anatole observava por cima do hombro
de sua t a, em quanto ella lia os caracteres
bem laucados e regalares da marqneza.
A mao que os tragara no estava por cor-
to agitada por commoc3o alguna.
E eu qae os suppnnha ricos texcla-
mou a Sra. de Msseny.
Anatole sorrio-se amargamente.
Nem se prova qae elles o n3o sejam
disse elle.
Mas bem vs...
tfinha tia de urna boa f a toda a
prova.
Pois acreditas ?
Acredito qae, anda qoando o mar-
quez tivesse a secretaria repleta de ouro,
nao nos emprestara om sold.
Io de mais!
que, passando por varios arroios e palos
rios Taqaara e Aqaidaban, vao ter 4 chapa-
da, em cujo cenlro havia Lpez assenlado
os seus arraiaas, ou pela de Dau-adoa> qoe,]
passando por Bella-Vista e Capivary, se di-I
rige Punta-Cor, onde comeca a extensa
picada do .Cbriguello.
O inimigo achava-se, portanto, em posi-
Co tal que Ihe naoara possivel evitar o en-
contr das nossas forcas. se porventura Ihe
dsse lempo, como felizmente acontecen,
para oceuparem o Guass de nm lado e o
Chiriguello do outro, e seria inevitavelmenle
esmagado no rafeio daqnellas ierras, que Ihe
pareciam inaaoessiveis, ou no seo acampa-
mento, se acceitasse o combate, ou na pi-
cada do Chiriguello se," presentindo-nos,
teniasse evadir-se.
Dispostas as cousas para o ataque, orde-
nou o mesmo general qm\ o coronel Fran-
cisco Antonio Martins, testa de una forca
de clavneros, e o major Floriano Vieira
Peixto, com urna ala do 9" batalhao de in-
famara, seguissem no dia 28 noiie para
o passo do rio Taquara, afim de apodera-
rem-se por sorpreza da gaarda qae o de-
fenda com duas boceas de fogo.
Ao amanhecer do dia Io de marco chega-
va aquella forca, sem que tivesse sido pre-
sentida, margem opposta do Taqaara, na
cetaguarda do inimigo, e, preciptando-se
sobre as duas pecas de artilharia, apodera-
va-se da guarda, que nem tempo leve para
chegar a postns.
Certo o general de que o inimigo, segun-
do as declarares que fizeram alguns pri-
sioneiros, nao se tinha anda apercebido da
approxmaclo das forras expedicionarias,
depois de haver tomado as medidas que
Ihe pare eram acertadas para sorprenle-lo,
deu inmediatamente o signal de avancar.
As ribanceMS do Aquidaban foram incon-
tinente oceupadas pelos clavneros e fuzi-
leiros que, depois de lomarem os canhes
que os melralbavam, seguiram para o cen-
tro do acampamento, e ahi encorporados
aos lanceiros precipitaram-se sobre as for-
cas inimigas, a cuja frente se achava o dic-
tador.
Anda que sorprendidos, n5o deixaram
por isso os Paraguayos de sustentar o pri-
meiro clioqoe com firmeza e denodo; mas,
logo que se vram accommetdos impetuo-
samente por todos os lados, soffreram per-
das consideraveis, deram as costas e pro-
curaran! refugiar-se as maltas vizinbas.
onde encontraram a morte os que recasa
ram render se.
Lpez, nial ferido na refrega de am gol-
pe de lanca, acompanba tambera os fugiti-
vos, e sendo perseguido morre na margem
direita do Aqnidabanigui, qoando o general
Cmara, intimandolhe que se rendesse,
mandava tomar-lhe a espada.
A perda do inimigo foi completa.
As picadas onde se deram os primeiros
encontros, os passos dos rios, o acampa-
mento e lodo o espago que percorreram os
fugitivos, caram juncados de cadveres.
O numero de prisioneiros sobe 241,
acbando-se entre estes os generaos Resquin
e Delgado, 4 coronis, 8 tenentes-coroneis,
10 raajores, 3 mdicos, 8 padres e i es-
crivo.
A mai e irmas de Lpez, mandama
Lyncb e seus qualro filhos, entram lanbem
no numero dos aprisionados. A guarda
que escoltava o carro em qae esta nltima
fugia foi dispersada e morto o respectivo
commandante, coronel Lpez, filho do dicta-
dor, por nSo querer entregarse.
Entre os mortos em combate cootara-se
o general Roas, o vice-presidente Snchez,
o ministro Caminos, o coronel Delvalle, e
muilos officiaes superiores e subalternos.
Cahiram em poder dos alliados 16 boc-
eas de togo, 2 estandartes e grapde quanti-
dade de armamento, mumeoes de guerra e
outros objectos.
comprehendidas 1,222 doentes nos bosp-
taes- *
Addicionando a esse numero as que teem
s^do dispensadas do servco, reformadas,
ohtido baixa por incapacidade physica, as
que j regressaram, o qae tado perfaz
alferes e 2*s tenentes, qae n3o caben no
qaadro do tempo de paz.
Acezar diste, nao fallfth pratenses de
officiaes de voluntarios 1 sua admissSo no
quadra do exercito, e da algamas pracas
de pret de 1* linha comnissionadas naquelle
23,20), segundo os dados incompletos que tyisto, caja cessacSo' Ibas- repogna, como
Assm terminou no Io de marco a prolon
gada guerra que enriquecendo de gloriosos
e immarcessiveis louros as forcas do impe-
rio e as alliadas, fez desapparecer d'entre
os vivos aquelle que, com inja3tiea magna,
s excedida pela saa mbito e crueldade,
obrigou o Brasil a tomar as armas para vin-
dicar a sua honra e dignidade e a integri-
dade de seu territorio.
Os poneos das que mediaram entre a
fausta noticia da terminaelo da guerra e a
abertura das cmaras legislativas foram in-
suffiGientes para que podessem ser eolligi-
dos todos os dados relativos s forcas que
marcharam em differentes pocas para o
theatro da guerra, e ao elevado numero de
officiaes e pracas de pret que por diversos
motivos foram eliminados da exercito. J
se deu principio a este importante trabilho,
que opportunamente ser publicado.
Entretanto, em vista dos documentos
existentes na reparticSo do ajudante-gene-
ral, quasi que se pode assegurar que a som-
ma dessas forcas pouco excede de 83,000
bomens, e qoe o numero de mortos, feridos
e extraviados em combate apenas sobe a
23,910, como veris dos mappas juntos.
Pelo ultimo mappa enviado do exercito,
em fevereiro do corrente anno, as forcas
all existentes montavam a 23,436 pracas.
at hoje foi possivel obter-se, ter-se-ha
46,636.
Abatendo-se" esta somma de 83,000, tola)
provavel das forcas qne inarchafam para o
exercito desde o comeco da guerra, teremoi
36,364 para a totaliiade da. nossas pedas
om mortos e extraviados, eqmprindo nolar
que neste numero deven estar tambem
comprehendidas muitas pracas do exefcilo,
cujo destino se ignora.
Exercito.
Na proposla da fixacao de forca de trra
do anno tinanceiro de 1S71 a 1872 pedio i)
governo para as circunstancias ordinarias
16,000 pracas de pret, apartando-se do que
propoz para o de 1870 a 1871, e se acha
sugeito i approvagao do sanado.
O algaris ao desta proposta sem duvida
mais approxitnado das necessidades reaes
do servco do exercito permanente e da
sua melhor organisago, disciplina e instruc-
C3o. Convindo, porm, restingir ao m'ra-
mo a despeza publica, entend dever ensaiar
a redcelo do numero das pracas de pret,
na esperanca de que as provincias tratera
de organiar os corpos de pol'cia do modo
a dispensarem a coadjuvacSo da tropa de
lnh < nos servicos que a esta n3o pertencera.
O projecto pendente da deliberacSo do
senado poder ser posto em harmona com
a proposta de 1871 a 1872, mrmente por-
que a forca actual de 1.* liaba apenas ex-
cede de 12,000 pracas que provavelmente
n3o poderlo elevar se a 20,000 no decurso
do anno que vae comegar.
Pelo mappa do exercito de operacoes na
repblica do Paraguay, d fevor iro prxi-
mo passado, que um dos annexos do
presente relatorio, conhece-se que os diffe-
rentes corpos do exercito acho se muito
desfalcados conlendo todos pouco mais de
10,383 pracas, as quaes com as do de-
posito da corle e as dos corpos de Goyaz
e Matto-Grosso perfazem o numero que
cima me refiro.
N3o obstante a limilac3o das pracas de
pret nos termos da proposta, cumpre res-
tablecer o respectivo qaadro de conforni-
dade com o dsposto no decreto n. 782 de
19 de abril de 1851 e em outros posterio-
res qae o modificram principalmente no
que concerne aos corpos de guarnico ou
flxos.
Em virtude do art. ld a le n. 1.246 de
28 de junho de 1865, o decreto de 9 de
dezembro desse anno extingui os corpos
de guarnido, elevaido o numero dos mo-
vis, e reorganisou os de artilharia e caval-
laria, mas como aautorisaclo refera-se du
rago da guerra, agora que ella se acha
terminada, tem o governo obrigagao de
proceder ao restabelecimento a que alludo.
Entretanto a reslauragao dos corpos fi-
xos na escala da legislag.3o anterior lei de
1865 parece menos conveniente, como por
alguns de meus dignos antecessores tem
sido demonstrado, e opiniSo quasi geral
dos profissionaes.
Urna organisacao, pois, qae minore as
desvanlagens dis corpos flxos, sem privar
as provincias d > valioso auxilio dos movis
por urna distribu,a,) bem calculada, satis-
far at certo ponto o lira da crcag3o dos
primeiros, sam prejudicar sensivelmente a
instituieo dos corpos movis.
Para a realisagao deste pensamento peco
que o poder legislativo conceda ao governo
a necessaria autorisaco, prevenindo desde
j que nao baver augmento de despeza.
A organisacSo indicada consistir na con-
servacSo dos 22 corpos movis de iofanta-
taria om o numero de pracas de pret que
couberem nos limites das pedidas para o
respectivo anno fraanceiro, e na creac3o de
companhias fixas em algumas provincias
ondepareca dispensavel a permanencia de
um batalhao ou corpo.
Qaanto cavallaria, ser restabelecda a
organisacao de 1851 con poucas altera-
rles; e, pelo que toca artilharia, poder
vigorar provisoriamente a organisaclo ac-
tual, at que com pausa e reflex3o possa
ser definitivamente constituida como con-
convier e fr proprio desta arma.
Enlendendo o governo ser permanente a
disposc3o da lei vigente, que n3o permute
em tempo de paz mais de um alferes ou 2o
tenente em cada companhia, ter5o de passar
a aggregados os que excederera desse lmi-
te. Entretanto o numero dos alferes e 2s
tenentes actuaes orga por 587, dos quaes
apenas os-mais antgos poder3o ser effecti-
vos.
Da faculdade concedida pela lei n. 1,588
de 30 de junho do anno passado para ad-
mittir no quadro do exercito no primero
posto os officiaes de voluntarios que se ti
vessem distinguido na guerra contra o Pa-
raguay, usou o governo com muita sobrie-
dade e smente quanto aos que foram pro-
postos pelo commandante em chefe do exer-
cito de operacoes, em numero de 34.
acontece tambem aos proprios officiaes cosa-
mi ssionadoa em pastos superiores sua
effectivdade.
Devo consignar neste ligar que o aviso
de 14 de setembro de 1867 qglerminou
que os coramissionados em postos superio-
res aos das suas patentes perdessem as
commissoes logo que regresassem do thea-
tro da guerra, succedendo o mesmo s pra-
cas de pret commssionadas no primero
posto.
O dito aviso teve execuc3o; mas, appa-
recendo duvidas sobre esta materia, julgou
conveniente o governo ouvir o conselho su-
premo militar.
E' minha opniao que a conservag3o dos
postos de commiss3o s pode ser decretada
pelo poder legislativo, visto que a lei da
promoclo dos officiaes do exercito nao per
mitte a graduacSo no posto immediato seno
a offical mais antigo da respectiva classe,
conforme as regras indeclinaveis da hyerar-
cha militar, que urna das bases princi-
paes da disciplina.
Da outra autorisac3o para transferir da
urnas para outras armas os officiae* que na
guerra houvessem mostrado notavel aptdao
para aquella a que posso ser transferidos,
anda at hoje n33 usou o governo, mas
julga dever fazo-lo era casos excepcionaes,
era que a vantagera do servco seja main-
festa e justifique plenamente aquella auto i
sag3o.
Do mappa que offereco entre os annexos
v-se exstrem anda destacados em diffe-
rentes provincias do Imperio 6,453 guardas
nacionaes, que nao podarlo ser dispensados
emquanto nao regressar a forca de linha que
se acha no Paraguay.
Outro mappa coniewi o numero de forca
dos corpos de voluntarios da patria que, fa-
zendo parte do exercito de operacoes, vol-
tario ao Imperio e s provincias a que po-
tencian. At a data em que escrevo, alm
de quatro corpos em viagem para o Brasil,
ficram era Humada cinco batalhoes de vo-
luntarios prestes a embarcar, e em outros
pontos algamas centenas de soldados de
linha e de voluntarios, a cuja discrirainaco
se procede.
Aos voluntarios da patria se tem dalo
baixa mmediatamente depois da pago o
premio promettdo no decreto de 7 de Ja-
neiro de 1865, e os mais vencimentos que
Ibes eram devidos.
A maior parte da valente cavallaria da
guarda nacional do Rio-Grande do Sul est
em marcha para essa provincia, onde ser
recebida com o mesmo nobre enthusasmo
que se ba manifestado em todos os ngulos
do Imperio para onda tem regressado os
voluntarios da patria, como ella, merecedo-
res da gratidao nicional.
A forca de 1.a linha constante do mappa
a que em outro lugar me refer tem de ser
diminuida pelas baixas dadas por conclus5o
do tempo do servir por outros motivos
bem conhecidos.
Para suprir este desfalque ser necessa-
rio recorrer ao recrutamento forcado a par
do engajamento e do concurso de volunta-
rios. Estes mcos tem sido serpre insuf-
icientes, como sabis, para elevar o exer-
cito ao seu estado completo. Esperava eu
que, pela conclus3o da guerra, os volunta-
rios da patria quizessem aproveitar-se das
vantagens que Ihes offerece o decreto de 7
de Janeiro de 1865, mas al agora quasi
nenhum lera concorrido.
E, pois, forcoso que o poder legislativo
dote o paiz na presente sesso com urna
lei de recrutamento capaz do remover os
gravee inconvenientes do actual systema de
completar a forca annualmente decretada.
Se o projecto j approvado pela cmara
electiva n3o satisfaz esta necessidade, cum-
pre melbora-lo promptamente, para que,
por meios bem combinados e praticaveis,
possa, em tempo de paz, preencher os cla-
ros do exercito, e no de guerra eleva-lo s
proporces iodispensaveis para repellir o
inimigo a defender a'dignidad^ indepen-
dencia e integridade do paiz.
Na confecc3o desta mportantssma lei,
que pode ser considerada como verdadeira
institucao com carcter civil e militar, por-
que acta permanentemente sobre graves
interesses, costumes e hbitos di popu-
lacho, cumpre attender a que em circuns-
tancias extraordinarias a forca decretada nao
ser convenientemente preenchda, se nao
bouver urna reserva que no momento criti-
co venha engrossar as leiras do exercito
e tenha j adquirido tal ou qual instruegio
militar.
Poderia indicar neste lugar algumas
outras necessidades do pessoal do exercito ;
mas como, ou j tem sido lembradas em
outros relatnos, ou n5o possivel reme-
dia-las ao mesmo tempo, pego licenca para
reporlar-me a esses documentos, solicitando
por ultimo vossa esclarecida attenc3o para
sobre qu existe, alm de outros, om tra-
balha da comiaissjo pxesiJjda por S. A. o
Sr. marechal *5 eroito eondJd'Eu, t o
que foi KAorMoIpaiilraf limes catiae-
ihuiros d est&o de *reclnbeci|o mareei-
raento o experfeaa, cuja sensfvel pewa
todo o piz lamenta.
IJTTERATURA.
POUCO DE TtTDO.
O ENSINO DA MEDICINA, AS MLHE-
RES.O ensino medico das mulberes acaba
de ser adoptado pela universidade de Edim-
burgo, que decidi que as licoes dadas s
senhoras fossen destnelas das qae receben
os mancebos.
A separacSo foi requerida e eslabelaci Ja
oa America, onde o ensino medico das mu-
lberes leve principio, pelos doutores em
medicina e pelos cirurgioes mais distiaetos
de doze hosptaes differentes.
t Nao quereria, escrever a este respeto
do douior Clarke, ver meu filho assocado
com urna mulher, que nao sinla a inconve-
niencia de dissecar o corpo humano con-
juntamente com elle. Espero viver ainda
bastante para ter a feticidade de ver a vo-
tac5o emanar egualraente dos bomens e
das mulberes, afim de assegnrar a juslica
e a liberdade ; que Dos porm me pre-
serve de ver os homens e as mamares
coadjuvarem-se mutuamente, para com o
escalpello penetraren] os segredos de cortos
appareinos; e com o reactivo oa con o
microscopio investigar a composicSo das
secreces, e discutir as especialidades e o
contagio de alguns orgSos e molestias.
VARIEOADE
O general i'rqnlza.
(Conlinuaco)
Foi no famoso tratado de 8 de outubro
que Urquiza servio-se destas mimoraveis
palavras: d'ora em diante nao haver entre
nos nem vencedores nem vencidos.
Mas o poder de Rosas ainda subsista, e
era necessario destrui-lo.
O Brasil mandou urna esquadra bem
equipada de tropas e mantiraentos. Urna
guarnico de Montevideo, abraagendo 1,500
veteranos, juntou-se ao exercito entre-riano,
qae tinha conseguido augmentar suas forcas
com contingentes enviados de Corrientes e
Santa F.
O general Urquiza achou-se (re te de
25,000 homens, numero este de soldados
que nunca se tinha reunido no Sul da Ame-
rica.
Apezar das contrariedades da estago,
atravessou o Paran, no Diamante, e collo-
co u as suas tropas ao Sul, at que ebegou
nos fins de Janeiro de 1852.
Rosas convocou toda a guarda nacional
e chamou a quarteis todas as suas forcas
de modo que conseguio reunir tantos sol-
dados quantos tinha o exercito alliado.
Nos campos de Monte Caseros, viram-se
50,000 homens dispostos a combater de-
nodadaneote ; era a causa da liberdade e
do progresso de am lado, e do outro o
barbansmo e a tyrannia.
O combate foi breve, vigoroso e decisivo:
depois de poucas horas, o exercito de Rosas
foi distrocado, e o tyranno desfarcado em
marinbeiro inglez, fugio bordo de um na-
vio de guerra dessa nacionalidade a 3 de fe-
vereiro.
Assm. terminou-se esta guerra ; mas as
difficuldades d organisar o paiz toraaram-
se patentes, e nessa conjeclura o general
Urqaiza desenvolvea o maior tacto e mag-
nanimidade.
Depois de ter destruido todos os obsta-
culos, Urquiza adherio nteiraraente ao qae
havia previamente dito: n3o bajara mais ven-
cedores nem vencidos, e doclarou que a
victoria de Monte Caseros Ihe incambira de
organisar o paiz para urna constitaco fe-
deral.
Eotao, apresenlou aos governadores das
differentes provincias urna convenco que
deva effectuar-se em S. Nicolao, a qual to-
dos annuiram, comparecendo a ella o vene*
ravel governador de Buenos-Ayres. D. Vi-
cente Lpez.
Urna das primeiras clausulas era fran-
quear a navegago de todos os rios s ban-
deiras de todas as nagoes, e ao mesmo tem-
po abolir os direitos provinciaes, declaran-
do o general Urquiza dictador provincial,
at que se organisasse urna nova constitui-
C3o federal.
Estas medidas foram enthasiasticamente
aceitas por todas as provincias, com excap-
C3o de Buenos Azres, que se oppoz livre
navegac3o dos rios, ao dictatoriado de Ur-
quiza e a suppressao do exercito de Buenos-
Ayrcs : a causa verdadeira dessa Contrarie-
dade foi, que a alfandega de Buenos-Ayres
estava sujeita autoridade federal.
Resultou dahi, m parle, o exeesso dos que sej3o revistas as leis penies militares,
E devo cre-lo assim, desde- que se
nos diz que est em boas relagoes com Ju-
val, comprehende-me agora ?
A Sra. de Misseay nao se descorocoava
fcilmente.
Pois bem :-rdisseella estou per-
suadida que Gallaud nos arranjar o dinhei-
ro que Ihe pedimos.
Anatole meneon a cabega, olhou ainda
urna vez para os retratos dos avds e disse:
Mas entretanto o official de justiga
prosegue.
Deixa-o proseguir. N3o ir lio longe
como imaginas.
Ha qoinze das a esta parte tanho re-
cebido quatro mandados redarguio Ana-
tole.
E, para nao affligir mais a tia, sahio.
A gente da aldeia, qoe vio pela quarla
vez entrar Loiseau no palacio, dizia bocea
cheia que Anatole estava arruinado.
Aquellos que eram assz pobres para nao
poderem ser devedores de Juval eram os
nicos que tinhan a coragen de saudar
Anatole, quando o encontravan tristonho.
' Os eu'ros nao o cumprimentavam.
Ao contrario, desfaziam-se em cortezias
perante Maurel,a,quem ninguem agora ou-
saria dar o nome de Mulot.
O novo proprietario da Bella-Vista nao
cabia em si de orgulho.
Continuava a usar colletes com cores de
eapavorir e nao deixava o botequira, onde
estabelecera intimidade com todos.
Joval lratava-o por tu o que naito o t-
songeava.
Loiseau nao perder un ninuto desde
que comegra as suas diligencias.
Redigia inlinac5es sobre intimacoes e
nao largava a aldeia de S. Florenti-.o.
Um devedor que carece de ganhar lem-
po pode obter este resultado por meio de
contestac5es, porm Anatole nao offrecera
nenhoma,
Deu-se a primeira sentenca e elle deixou
passar o praso sem recorrer, de forma qae
foi condemnado revelia.
Maorel e Loiseau esfregavam as m3os.
Anatole continuava a procurar dinheiro
e n5o o encontrava.
Se tivesse experiencia do mundo, leria
entregado o negocio a un rbula, que por
meio da chicana ganbaria tres ou qualro
mezes.
Entrando Gallaud nao responda.
A Sra. de Misseny achava este silencio
de bo a agonro, em quanto que o sobrinho
ia perdendo as esperancas.
Afinal, oito das depois da chegada da
carta da marqueza, appareceu o carteiro
com a resposta do tabelliao Gallaud.
Eis a carta :
Estimada e respeitavel senhora :Fez
bem em se dirigir a mim e contar com a
minha dedicago.
Infelizmente, desde a ultima primavera
deixei a profisso de tabelliao.
O meu substituto um rapaz, qoe lu-
tando ainda con as difficuldades di tiro-
cinio, nao pode obter a -sonma. qoe na sua
carta me pede.
c Tambem a nao tenho dispontvel, mas
obte-la-hei, ainda que haja de a levantar
sobre a minha propriedade de Gien, na qual
consum todas as minhas economas.
Peco, portanto, que espere um mez
ou o mximo seis semanas.
i Deve saber, minha senhora, que as
circumstancias em que se acha s3o devidas
ambico de certo influente d'essa aideia,
que qaer possuir o palacio.
Juval, o comprador de predios, qoe
tem influido sobre todas as pessoas que po-
deriam dispor de dinheiro, A n3o ser isso,
tena eu j arranjado essa somma; mas,
como se arreceiou da minha dedicac3o.pela
familia Misseny, soube dispor os nimos
contra mim.
t Creia, porm, que eu hei de triumphar.
O que preciso agora ganhar tempo.
t Envo ao Sr. Anatole urna nota expli-
cativa que o guiar, e, se eHe se resolver
a enconlrar-se comigo em Gien na semana
prxima, acabaremos de debellar essa pe-
quena tempestado, que eu creio incapaz de
derribar a velha e nobre casa de Misseny.
Digne se, minha senhora, acceitar os
protestos respeitosos do seu obediente ser-
voGallaud, antigo tabelliao.
Dra gracas a Deus I exclamou a
boa velba, terminando a leitora da carta
Bem sabia eu qne Gallaud nos tirara de em-
bar&cos. Estamos salvos, meo filho I
Estamos perdidos, minha tia 1 re-
plicn Anatole impacientemente.
Como assim ?
verdade.
Mas porque ?
(Continuar-$e-ha)
Gallaud pede um mez de demora para
arranjar o dinheiro, u3o isso ?
verdade.
Pois antes da qoinze das ser ven-
dida a casa I
Mas, visto que podes ganhar lampo...
Nao possivel, minha tia. Deixei pas-
sar os prasos d lei e o processo est ter-
minado,
N'este momento ouvio-se o rodar de um
trera no pateo.
Anatole correu janelta e ficon emba-
Cado.
Acaba ve de ver o tren de Loiseau.
D'esta vez o terrivei beleguin nao pro-
curou fallar a Aoalole '. linitou-se a entre-
gar ao criado um grande cartas amarello,
no qnal se lia :
Venda por aiUoridade da justica... etc.
En seguida sabio para o tilbory e reli-
rouse.
O criado ficra com o papel na nao, sen
ousar entrega lo en casa.
Anatole, pallido, conservavase encostado
janella da sala do prinairo andar e sen-
lia vergarem-lbe os joolbos.
Ainda bem o lilbury de Loiseau nio linha
desapparecido ao longo da estrada, quando
na avenida de arvoredo que conduzia ao pa-
lacio dava entrada um bomem a cavallo.
Este bomem era dasconhecido para Ana-
tole ; todava o mancebo, ao va-lo sentio
renas'cer em si como qae un raio de espe-
ranca.
______(Contmuar-te-ha.)
TYP. DO WAHIO -r-RA PUQU* US CAXU

^ s

MBI


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