Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12119


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Full Text
INDO XLi'l. NUMERO 113

PARA A CAPITAL I LUGARES OVZ MO SI FAGA PORTE.
*V>r ares roces adiantadn*
h>r sois ditos fctem .
Porum Cada mumero avulso ,
WOOO
24*000
320
SEXTA f EIRA 20 DE MAIO DE 1870.
PABA DIMT10 E F01A DA PBOVIICIA.
Por tres raezes adiaotados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos idem .
Por om anno dem ^ .
617
19)9000
201280
27*000
DIARIO DE PEMAMRUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

SAO ACSE5PTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Gonfalves & Pinto, no MaranhSo ; Joaqrjim Jos* de Oliverra, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; JoJo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Sita, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, cm Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antooio Jos Gomes, na Villa da Penba ; Belarmino dos Santos BolcSo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
m Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparmbo no Ro de Janeiro.
*
PARTE OFHCIAL.
Governo da provincia.
LE N. 908.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pro-
sidente da provincia de Pernambuco : Fanj saber a lodos os seus
habitantes, que a assembla legi- conei a resolugao seguinte :
Art 1.a Fica revogada a le n. 743 de 17 de junho de 1867.
Art. 2." Ficam revogadas as disposigoes era contrario.
Mando, porlanto, todas as autoridades, quem o conhecimente
e cxeeug) dajiresente resolugao pertencer, que a cumpram e fa-
cam cumprir lao inteiramente como n'ella se contera. O secretario
interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar o
correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 29 de abril de 1870,
19* da independencia e do imperio.
L. S. Franciseo de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 29 de abril de 1870.
O secretario interino '
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LE N.-909.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sidente da provincia de Pernambuco : Fago saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
ciooei a resolugao segulnte :
Art. 1. Fica revogado o art. 1 da lei n. 793 de 2 de maio
de 1858.
An. 2. Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, porlanto, i .todas as autoridades, quem o conheci-
inento e execugao da presente resolugao pertencer, que a cumpram
c facam cumprir to intetramente como nella se conim. O secre-
tario interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publi-
car e correr. Palacio da presidencia de Pernambu:o, 29 de abril
de 1870, 49* da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis J'ereira Roclia.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 29 de abril de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI N. 910.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vicepre-
sidente da provincia de Pernambuco : Fago saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sane-
cionei a resolucao seguinte :
Art. 1.a Ficam revogados os arts. 1 e 2* e seus paragraphos da
lei n. 600 de 13 de maio de 1864.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, porlanto, todas as autoridades, quem o conhecimen-
to e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e
facam cqrapnr tao inteiramente como nella se conim. O secreta-
rlo interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar
e correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 29 de abril de
1870, 49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
pre-idencia de Pernambuco aos 29 de abril de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LKI N. '.MI.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vi ;e-pre-
siJente da provincia de Pernambuco : Faco saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resolucao segninte :
Art. 1.a Fica o presidente da provincia autorisado a contratar,
com as condicSes qne julgar mais convenientes, logo que expire o
segundo praxo marcado pelo mesmo presidente para execucao da
|ei provincial n. 878 de 23 de junho de 1869, a abertura e canalisa-
rao do rio Goyanna, se nao houver quem queira contratar essa obra
mediante as bases contidas na referida lei.
Art. 2." Qualquer contrato que haja de ser celebrado, por vir-
tude da presente resolucao, nao produzir efleito sem que seja ap-
provado pela assembla.
Art. 3." Ficam revogadas quaesquer resolngoes em contrario.
Mando, portanlo, lodas as autoridades, quem o eonheeimen-
to e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e
facam cumprir lo inteiramente como nella se eontem. O secretario
interino da presidencia desta provincia a fac imprimir, publicar e
correr. Palacio da presldmcia de Pernambuco, 29 de abril de 1870,
49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 29 de abril de 1870.
O secretaria interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI N. 912.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sedente da provincia de Pernambuco : Fago saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resolugao seguinte :
Art. 1. Fica creada urna cadeira de instruegao primaria para
o cm no dos presos da casa de detencao desta cidade, a qual func-
ionar no respectivo edificio.
Art. 2. Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mande, portanlo, todas as autoridades, quem o conhecimen-
to e execucao da presente rtsolucao pertencer, que a cumpram e
facam cumprir to inteiramente como nella se contm. O secreta-
rio da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar e cor-
rer. Palacio da presidencia de Pernambuco, 30 de abril de 1870,
49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presonte resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 30 de abril de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI ff. 913.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sidenle da provincia de Pernambuco: Fago saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sane-
cionei a resoiucjfo seguinte :
Art. 1 Fica o presidente da provincia autorisalo a abrir nm
crdito supplementar lei do orcamenlo vigente, ua importancia de
21:692*938, destribuido pelas seguintes verbas :
Ao art. 3- S .................................. 977*751
Ao art. 4a I 2.................................. 68*M3
A art. oa i 2.................................. 237*660
Ao art. 16 S 2.................................. 10:000*000
Ao art. 19 2.................................. 408*564
21:692*938
AN. 2." Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, porlanto, todas s autoridades, quem o conhecmen-
to e execucao da_ presente resoluto perteneer, qne a cumpram e
facam cumprir lio inteiramente como nella se contm. O secreta-
rio interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar
o correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 16 de maio de
1870, 49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco aos 16 de maio de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI N. 914.
O desembargador Franei-co' de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sidenle da provincia de Pernambuco : Faco saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eusanc-
cionei a resolucao seguinte :
Artigo nico. As educandasdo c.illegio das orphas e da casa
dos exposte*, habilitadas ao ewino primario, podero ser adiniltidas
concurso para o magisterio, independente da apresentago de folha
corrida e attestados de seas prenles, como exigem os arligos 15 e
17 da lei n. 379 de 14 de maio de 1855, sendo tacs documentos subs-
tituidos por attestaroes da junta administrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia. Revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, portante, todas as autoridades, quem o conheciuiento
e execucao da presente resolugao pertencer. que a cumpram e facam
cumprir lio inteiramente como nella se contm. O secretario inte-
rino da presidencia desta provincia a faga imprimir, publicar e
correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 16 de maio de
1870, 49 da independencia o do jmperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretai ia da pre-
sidencia de Pernambuco aos 16 de maio de 1870.
O secretario interino
Btias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI X. 915.
O desembargadur Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-presi-
dente da provincia de Pernambuco : Fago saber a todos os seus ha
hitantes, que a assembla legislativa provincial decretou, e eu sanc-
cionei resolucao seguinte :
Art. 1 O subsidio eajnda de custo dos roembros da as-
sembla provincial, "serao regulados pela lei n. 709 de 8 de maio
de 1867.
Art. 2. Ficam revogadas as disptsices em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades, quem o conheci-
1 ment e execugao da presente resolug pertencer, que a cumpram
c fagam cumprir tao inteiramente como a'ella se contera. O secreta-
rio interino da presidencia desta proviacii, a faga imprimir, publicar
e correr. Palacio da presidencia de Pertambuco, 16 de maio de
1870, 49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco dt Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resoluto nesta secretaria da pre-
sidencia de Pernambuco aos 16 de maio de 1870.
O secntario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI N. 916.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sidente da previne! de Pernambuco: Fago saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resolucao seguinte :
Artigo nico. O producto da lotera cotcedida. em favor da
igreja do Carmo de Olinda, pila le n. 867 de 12 de junho do anno
passado, ser entregue i urna commissao de pessoas daquclle lugar
nomeada pela presidencia da provincia.
Revopdas as disposigSes era contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades, quem o conhecimento
e execugao da presente resolugao pertencer, quB a cumpram e fa-
cam cumprir tao inteiramente como n'ella se coitem. O secretario
interino da presidencia desta provincia a faga imprimir, publicar e
correr. Palacio j\\ presidencia de Pernambuco, 16 de maio de 1870,
49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presonte resolugao nesta secretaria da
presidencia de Pernambucojaos 16 de maio do 1876.
O secretario interino,
Elias Frederico dAlmeida e Albuquerque.
LEI N. 917.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vicepre-
sidente da provincia de Pernambuco: Faro saber a todos .os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sane-
cionei a resolugao segninte :
Art 1." Ficam revogadas as leis ns. 739 e 744 de 17 de junho
de 1867.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposicSes em contrario.
Mando, por tanto, todas as autoridades quem o conhecimen-
to e execucao da presente resolugao presente, que a cumpram e fa-
cam cumprir (ao inteiramente como nella se contm. O secretarlo
Interino da presidencia desta-provincia a faca Imprimir, publicar e
eorrer. Palacio da presidencia de Pernambuco, 18 de maio de 1870,
49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada o publicada a presente resolugao nesta secretaria da prt
sidencia de Pernambuco aos 17 de margo de 1870.
O secretario interino
Elias Fiederico de Almeida e Albuquerque.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 20 DE MAIO DE 1870.
noticias do sul do Imperio.
Ao obsequio do digno Sr. commandante Ja cor-
veta Mag. devemos a recepgo do Diario do Rio
6 lama! da Commercio da corte do dia 7 do cor-
rer.ie, imraedialo ao da sabida do vapor francez
Amazone, dos quaes colhemos o que segu.
S. PAULO.
fio dia 29 do pas-ado fui dissolvido o bata-
lhl) 35 de voluntario-i da patria.
Falleceu o capitao Antonio Ribeiro Escolar,
coUeetor das rendas provinoiaes, cora 80 annos de
dado,
Recrudescera, era "Santos, a febre ama-
relia.
Era Santo Amaro foi assassinado, a 21 do
pissado, no bairro da Varginha, Manoel Rodrigues
de Carvalho, por Jos D (mingues, o qual se poz
em fuga.
De Jundiahy escrevera ao Cwreio Paulis-
!"'>:
' Aqui deu se um caso.curioso: un Fulano
Nito Buava, encontrou ni estrada um preto, e
p rasando que era fgido, segurou-o, amarrou-o, e
parece que deu-Ihe muila pancada, e trouxe-o
para a cadeia. H >je cedo comega o preto a gemer
dizendo que inorria, etc. Entrara os guardas na
prisao eacham o prato j moribundo, desatam-no,
e o preto expira. Fez-se o auto de corpo de de
iicto, o reconheceu-se que o preto eslava todo
amarrado, e at privado d ourinar, e alera disso
cim o corpo amassado. Soub9-se mais que era
um escravo do baro de Itapethininga, e que nao
era fgido, mas que ia a curapriraento de dever.
O cuitosozelador de escravos alheios rugi, mas
erao que j foi preso.
t No dia ldocorrente ta-nbem foi pelo portu
guez Beaedicto Emboaba, feitor de Antonio Ray-
mundo, espancad) brbaramente o escaavo Ma-
noel, pertensente a D. Henriqueta de Souza e Cts-
tro, o qual eslava irabalhando na estrada de fer-
ro de Jundiahy a Garapias. O olTendldo falleceu
nj dia s guinte.
IIIO DK JANEtnO.
As comraiss5es de recepgo, na sesso so-
lemne da abertura da assembla geral, corapose-
ra.^i-se assim :
Para receber S. M. o Imperador: os senadores
vice-presidente, baro das Tres-barras, duque de
Canias, visconde deS. Vicente, Firmino, viscondei
de Camaragibe e de Sapucahy, deputados Carnei-
ro da Canba, Montairo de Castro, Menezes Prado,
Angelo do Amaral, Pinto I'essoa, Fausto de Aguiar,
Fernandes Rraga, Candido Mendes, Paranhos J-
nior, Jansen do Pac., Alfonso de Carvalho, Fer-
reir Vianna, Correa e Andrade Figueira.
Para receber S. M. a Imperatriz: senadores Za-
charias e Paranago, depotados Lniz Carlos, ba-
o de Aragagy, Oliveira Juoqueira, e Souza Res.
Para receber SS. A A. II. ao Sr. conde e con-
dessa d'En : senadores baro do Bom Retiro e Sil-
veira da Motta, deputados Figueira de Mello, Du-
que-Estrada Teixeira, Mello Reg, e Sobral Pinto.
No dia 6, *8 horas da noute, urna commis-
sao, composta dos Srs. W. Lydcotte, consol inglez
interino, Presten, Steele, Diogo Andrew, Doffleld,
Johnston, Roberto, Ewbank, Sharp, Lauden, Wei-
gall, Me. Lensie, W. Morrissy, A. Taylor, e Whll-
t!e, foi comprimentar S. A. o Sr. conde d'F.n,
em nome dos subditos ioglezes residentes na cor-
t, pronunciando o Rvm. Sr. Presten a seguinte
allocugo. ,.,,, ,
c Com permissio de V. A. Real, nos raglezes
residentes ao Rio de Janeiro, partilhando cordial-
mente o ge al refosijo, qne presenciamos, deseja-
rnos presentar a V. A. Real as nossas sinceras
quaes deu provas das mais elevadas e brilhautes
qualidades.
Temos, porm, nova e mais especial razio
para nos dirigirmos nesta occasiao Vossa Alteza
Real.
Sabemos que o governo do S. M. Britannica
j manifestou a Vossa Alteza a sua gratido pela
granle solieiiude e benevolencia cora que forain
tratados os nossos compatriotas no Paraguay, so-
licilude a que, e nicamente ella, se devem mui-
las vidas; e, com residentes no imperio do Bra-
sil, desejamos unir os nossos sinceros agradec-
mentes quelle ben merecido tributo de reconho-
cimento.
t Fazendo votos cordi.vs pela sade e prospe-
ridade de Vossa Alteza Real, temos a honra de
ser, senhor, de Vossa Alteza Real muito obedien-
tes e humildes cralos.
O Sr. conde d'Eu responden nos segrales ter-
mos :
Muito agradego, senhores, as congratulagoes
lins furara para o hospital da santa casa, e Fran- mentos. 0 talen,0 e a virtude ahuilados; tedas as
dedicagoes glorificadas; e; dominando a todas, es-
Presmese que ha mais duas victimas, que
ficaram sepultadas debaixo das ruinas, sendo um
operario e um preto que andava ao ganho.
t O predio em construccao era de propriedade
de D. Ant*raia Anglica de Macedo Rocha.
t O mestre das obras, Jos Lipes Monteiro dos
Santos, desappareceu logo que se deu o desas-
tre, t
Foi realmente urna festa esplendida o Te-
Deum que a imperial irraandade da Cruz dos mi-
litares fez ante-hontem (5) noute celebrar ni sua
igreja em acgo de gragas pela feliz terminarlo da
guerra e regres t Assistiram este graudioso acto Suas Mages-
tades e Altezas e innmero concurso do pessoas
de todas as classes, fazendo a guarda de honra os
bilalhoes 3 e 5 da guarda nacional, e salvando
um parque de artilharia.
A msica para o Te-Dcttm havia sido exprs-
queme viestes trazer, em nome dos subditos bri-' smente composta para esta occasiao pel Sr.
tannicos, residentes no Rio-de Janeiro, por occa- Francisco-Briaai, um dos professores mais disiitc-
sio de meu feliz regresso ao seio da palria, api ios que possuimos e geralmente estimado pelas
urna ausencia um tanto longa e penosa. Nao pode suas qualidades de hornera ede artista. Gracas s
deixar de ser grato ver a alegra do povo brasi- syrapathias de que goza consegnio o Sr. Briani
leiro pelo restabeieciraente da paz, coraparlilhada
por urna communidade de estrangeiros to til ao
desenvolvimento commercial deste imperio.
< Quanto ao outro Tacto que tendes a bondade
de mencionar, embor> eu, naquella occasiao, na-
da mais li'.esse do que cumprir os deveres impos
reunir para execugao da sua msica os melhores
talentos que a nossa sociedade posue na classe de
amadores, o feliz concurso d tantos e tao primo
rosos elementos, fez que a execucao fosse brilhan-
tissima.
O conjuncto foi dos mais bellos que podem
superior mesmo a que os ensates tinham feito
esperar. Entre.as diversas pecas eremos poder
apontar como principalmente notareis um duelo
do soprano e barytono, urna bellissima avemaria
e um dos coros a secco, que foi magnifico.
i Effectuaram-se pequeas transaccoes em cam-
bio sobre Londres a 23 1/1 d., papel bancario, e
23 1/z d. papel particular, e sobre Franga a 410
rs. por franco.
t Negociaran)-se 100 apolices geraes de 6 por
rento a 86 3/4, 50 aegow do banco do Brasil a
173*. 90 ditas dito a 175* e 88 ditas dito a 176*.
honlem.
PERNAMBUCO.
tos nao s pelas leis da humanidade, mas tambem -imaginar se e indisivel a irapresso que produzio,
pelas recommendagoes especiaes do governo im-
perial, comtudo, cont no numere de minhas maio-
res satisfagoes que a Providencia concedesse as
forgas do meu commando o restituir liberdade
e vida civilisada alguns dos vossos compatrio-
tas, assim como uns poucos cidados de outras
nagSes europeas, fado este que encerra mais urna
prova, de que a causa do Brasil nesta longa lula,
foi tambem a causada civilisagao e da liberdade
das relages entre as differentes regi5es deste
continente.
No dia 6 presten juramento e tomou posse
do cargo de presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro, o 1 vice-presidente desembargador Manoel
Jos de Freitas Travassos.
Os membros do Jockei Club deviam ir no dia
7 offerecer S A. o Sr. conde d'Eu um cavallo
ricamente ajaezado.
Lemos no Jornal do Commercio :
c Deu-se hontem (6) pela manha um lamenta-
vel desastre na ra da ruguayana. Reconstrua-
se all o predio n. 153 levantando-se um sobrado
de podra e cal sobre o primeiro andar, cujas pa-
redes eram do lijlo e ja velhas. Nao pode, como
era natural, esta base com o peso do segundo an-
dar, e o resultado foi desabar todo o edificio. Quem
passasse hontem s 10 3/4 horas da manda por
aquelle logar, vera nao s o relerido predio em
ruinas como tambem o de n. 155, e sete desgra-
gados que tinham ficado debaixo, e gravemente
ferdos soltavam grites horfiveis.
< O predio n. 155. alm de ser terreo^ oceu-
pado por um botequim, onde, na occasiao do de-
sastre, comiam varias pessoas. Estas, felizmente,
ouvram a tempo o estalar da9 paredes do predio
vizinho, que desabavam, e coaseguirara fugir por
um corredor para os fundos da casa, e por meio de
urna escada transpr os telhados das casas pr-
ximas. Acompanbaram-nos na fuga os empraga-
dos do botequim.
< Os inlelizes que ficaram ferdos eram ojera-
nos do predio em construccao; eisosseos *,.
mes : Manoel Antonio Jos, conira-mestt '"das
obras, sedado reformado ; Isac Martins V.eira,
Jos Ferneira da Silva, Francisco da Silva r'janoel
Pereira Porte, Joo, escravo de Carvalho Rocha,
e Felippe, tambem escravo.
o Todos estes ferdos terara transa*' rudos para
o hospital do Bom Jess, situado pr? ;Smo do lu
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 12 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
(Conclusao,)
ouratulacSes pelo mUbeleeiraonte da paz aben-1 gar do desastre, onde receberam os, 'goccorros pre-
coada, ao mesmo lempo que rendemos gragas a cisos, sendo Higo amputados ao voreto Felippe a
Divina Providencia quese dignon permittiroregres- perna esqueja e o braco direiio. focaram afii em
sj ds Vosea Alteza sio e salv^ a patria adoptiva, tratamenfo Jos Ferreira da W- a Pereira Pono e
depoi9 dos perigos o penosos traballtoa, durante 6s o dous escravos; Manoel A> w0 e igaac jjar-
0 SR.GSMAO LOBO:Sr. presidente, eunao
esperava e nem se poda razoadamente esperar
qne o debate, suscitado por occasiao da discnsso
do projecto de forca policial, viesse eahir como
urna dt sagradavel surpreza no seio de amigos que,
postas de margem pequeas desintelligencias so-
bre o modo pratico de resolver as difRculdades do
presente por amor s nobres conquistas do futuro,
se entendei, combinam e harraonisam sobre o al-
cance dos principios reguladores da ordem poltica.
Quando odo um futuro se pde s ordens do em-
pretier/dimente sincero, rdeme, apaixonado, da
escala poltica que tlver por divisa estas duas pala-
*^'svontade e esforgo; quando novos hori-
*"rates se rasgara prometledores ao robusto parti-
'do quetem neste momento o raro fortunio de. fir-
mar no exterior^ urna paz inquebrantavel como a
primeira condigo da ordem, da estabilidade das
instituigoes, do progresso reflectido em tedas as
espberas da actividade humana : nlo senao mui-
to pungente e muito doloroso que do seio de urna
assembla, eminentemente conservadora, rompam
chos de desanimo, de descrenga e scepticismo.
(Muito bem.)
Quando a nossa palavra de ordem deve ser o
esforgo sinceramenta combinado; a cooperago.
livremente aceita, altamente proclamada, de todos
os espirites que vem no consorcio fecundo da or-
dem e da liberdade a nica solugao aceitavel do
la inscripgoi.i.gar para todos ; quando estas
generosas aspiragoes enchem a atmesphera poltica
do grande partido que tem no pa-sado as melhores
garantas do futuro (muito bem); lastimo que se
tente dspedacar aqui a profnmda e intima harmo-
na em que podamos e devamos ir todos, sendo
ura alliado prestante que nos venha ameacar com
urna preannunclada separacao.
Quae< podem ser os graves motivos, os motivos
profundos que poderam abalar o animo resoluto
do honrado deputado pelo 3o districto, que abraga-
vamos at hontem como urna dedicago inquebra-
vel? Ni podem ser, estes motivos, sena o muito
graves, muito profun-ivis; nao sao ns pequeos mo-
tivos, motivos de ordem secundaria, os que podera
determinar resolugSes tao de alcance, e tao impre-
vnidas, como a que hontem ouvimos (apoia-
dos).
O Sn. Pedro Affonso :Explicar-me-hei.
0 Sr. Gusmao Lobo : Emprehendo estuda-los
sob todas as suas faces, nunca desrespetando ne-
nhuma conveniencia; eu seria feliz se, em resul-
tado do meu estudo. espancasse do espirito do es-
timavel e honrado deputado as duvidas sombras
que o empanam. Nao posso resgnar-me ver es-
morecida urna longa dedicago, to justamente apre-
ciada.
Entretanto, e antes que metta hombros este
assumpto, pego benevolencia da assembla que
me abra espago um lestemuaho de gratido que
nao pode d ixar do ser a rainha primeira palavra
neste debate. E' ao Ia districto eleitoral que oen-
caminho em prova do intimo rec inhecimento
que me obriga o honroso mandato, que lo inme-
recidamente me foi confiado (nao apoiados nume-
rosos). A lealdade com que fago timbre de cor-
responder essa prova de confia nga, diz-me muito
alto que, alongando a3 vistas para o horisonte po-
ltico do paiz, exprima com dcsassombro as minhas
crengas intimas, as aspirages que acaricio, as ap-
prchensoes que rae tomam o espirito em horas de
profunda reflexo. O corpo eieitoral quer saber
tudo, deve saber lulo; devolhe mxima fran-
queza.
Felizmenie para mim, Sr. presidente, nao poseo
ser suspeitado de quebrantamente ero minha dedi-
cago. Formeime ero urna grande escola,em
urna escola severa, que apura e fortifica as-dedi-
cacoes. A opposigo experimenta; fortalece; en-
nobrece as coovicgdes. Vim da opposigo.
E' pertiuente recordar essa longa historia de
annos de proscripgioT Nessa grande obra decon-
centrago, que chamou postes todas as energas
do partido conservador, nao fiquei inactivo. A
mprensa pedia colloboradores? Eu levei ao altar
dessa sacerdotisa da opinlo urna colloborago hu-
milde, obscura, porm assidua e ardente-. A tri-
buna popular ergueu-se por sua vea na praca pu-
blica? Nao a deixei vasia. A violencia veatia as
formas da perseguigio judicial t A cadeira do jury
tinhame seu lado, convencido, sinceramente
apaixonado, implacavel em nome das garantas do
cidailo.
triste cortejo das tropelas' e violencias qne sao o
amparo das situarles indefinidas. Este estado de
cousas, anmalo, indecifrvel, insnstentavel, era
condemnado pelts escolas em que repousa o equi-
librio poltico. No interior a violencia organisada,
programraatisada ; financas arruinadas ; crdito
abalado; todas as fontes de riqueza terrorificadas
o entorpecidas; no exterior as complicacofs diplo-
mticas, urna poltica inhbilmente conduzida, e,
como suprema e dolorosa synlhese, a guerra exi-
gente de sacrificios renovados dia por dia, absor-
vendo, garganta monstruosa, os recursos de multas
geragoes (apoado>). .
Quando o attentado constitucional veio corar a
obra do terceiro partido," pols que preciso cha-
malo com o seu nome mais significativo; e che-
gou o momento de fazer appello s tradgdes do
grande partido que recebera, em urna organisa-
gao severa, inconteslado vigor; sbese muito como
o paiz recebeu a inevitavel solucn, preannuncia-
da e pedida em ambas as casas do parlamento. Ne-
nhum acontecimento poltico foi saudado mais ca-
lorosamente (apoiados); romperam de teda parte
as mas eloqueutes manifestagoes, os votos mais
rdanles. Saudav.vsc no acontecimento urna era
de renascenga, de regenerago poltica (muito bem)
urna verdadelra aurora esplendente de heneaos e
de promessas.
Graves problemas eram, entretanto, o triste le-
gado do novo e esperado gabinete; difRculdades
de todo ponto invenciveis por um trabalho hu-
mano se levantavam, como espectros sinistros, ao
generoso eommettimento poltico que tem a data
memoravel de 16 de julho. No exterior, a guerra
com os seus erros e cora as suas implacaveis exi-
crencias; no interior, finangas arruinadas, e nao
ha thermometro mais seguro do estado de u-oa
sociedade. Foi com effeite urna sociedade em dis-
solugo a que receben o gabinete. Immensa res
ponsabilidadc Ihe estava decretada I
Hoje que urna phase decididamente nova alvo-
rece para o paiz, e que o gabinete, robusto com
a robustez de ter acabado urna missao quasi pro-
videncial, pode repousar um pouco d'essas graves
preoccupagSes que eram tambem a preoecupago
incessante de topos os espirilos; tempo de in-
terrogar : Tem o gabinete correspondido s jus-
tas aspirarles do paiz, e de todo um grande par
tido que Ihe offerece todos os possiveis concursos?
O acabamento da guerra e o sensivel melhora-
mento do estado financeiro podem em certo modo
responder elequentemente. Demos, porm, tempo
ao lempo; o futuro vira dizer-nos se o gabinete
correspondente redobrada confianca que tem
agora direito.
Applaudi com fervor, Sr. presidente, a aseen-
gao de 16 de julho. Ha nomes proprios que sao
urna religio; e o gabinete inspira por muitos t-
tulos o que se pode chamar orlhodoxia politiea.
Mas, hoje que a paz ahi vem prometlodora, densa
com as maos plenas de atundancias e promessas ;
hoje que flcou encerrado o> eyelo dos sacrificios
nacionaes, e com elles a longa serie de diffkulda-
des que pareciam suster o passo aos tantos roelho-
ramenio? que o paiz est reclamando; nao ino-
portuno formular votos, despertar, convidar a at
tengo do governo para assumptos que a pedem
instantemente.
Sem fallar na ndecvel necessidade de empre-
hender j e j um largo systema de circulagao
que arrebate de nossas cidades a vida qne ahi
regorgita para com muir a-la o interior do paiz,
este grande mauaficial de sua riqueza; sem fal-
lar era muitos outros melhoramentos materiaes de
que depende tanto a elevago do nivel da riqueza
publica e particular; vera ponto chamar d'aqni
a aitengo solicita do gabinete para urna empreza,
digna de seus desvellos, de suas energas, que fara
por si s todo um futuro Retiro-me ao melhora-
mento do nosso porto que parece avancar para o
atlntico dizer navegago do mundo vinde
emqflante urna barreira, hoje quebravel, amanbaa
uquebravel, cleva-se d'ali todos os dias at que
um dia possa dizer por sua vez .aqui nao se
passa.(Muito bem; muito bem).
Sei que nao se tem consummido o tempo intil-
mente nos estudos queforam autrrisados; mas sin-
t por ou'.ro lado que os anuos se vo accumulando
impiedosamente e emquanto se seguem lentos es-
tudos, exames demorados, csse grande estragador
que se chama o tempo vai juntando obstculos;
a expoi tagao e a importagao, o productor e o con-
summidor, a agricultura e o commercio vo sof-
frendo o triste effeiio de urna providencia de que
depende o grande futuro d'esta grande provincia.
(Apoiados).
Despendendo rom os melhorameutos materiaes
o interesse que elles inspiram, fago votes para que
o gabinete os encaminhe e promova de par cora
os melhoramentos moraes. A instruegao publica
e nao pode deixar de ser a primeira preoecu-
pago de todo governo sinceramente patritico.
E' decididamente no alargamento dos diversos ra-
mos da instruegao publica que est o seeredo do
nosso futuro. A instruccao um dever do gover-
no ; por isso urna grande responsabilidade. Nao
conhego nenbuma mais extensa. O governo que
preza ser o orgao de om partido de opimo, nao
pode repousar-se sobre estes graves interesses da
instruegao de todos os graos: o erabrutecimeto das
massas a negago mais viva de um rgimen qne
tem a sua base na livre manifestaro da vontade
nacional.
Si as minhas reflexoes podessem chegar at
cupola poltica do estado, eu me alargara em de-
monstrar a necessidade de emmoldurar a instrue-
gao publica em urna organisago universitaria.
O enslno oflicial deve ser uniforme em toda a
exlenso do imperio; deve ter o sen roeihjdo,
a sua dontrina. Nao sei que outro mete seja
mais adaptado este fim do que a creagao de
urna universidade. Estamos muito em tempo de
levantar este grande monumento das sciencias e
das letras.
FoS no meiodesse labor n/essanto que as minhas
crengas polticas foram postas dura prova. Eu
Ihes tenho dado muitos modos de roanifestago para
qne possa verse a intongo de urna censura as
vistas que vou exprimir sobre a inarena imprimi-
da aos negocios publico.,.
Nenhuma escela poltica teve em nosso paiz urna
ascenso mais gloriosa (muitos apoiados), do que
a escola de que Interprete o gabinete de 16 de
julho. .
O paiz arrastava-se, tristemente rengnado, sob
a oppresso de nm rgimen que se dissolvia dia
dia, empobrecido de dedicagdes, vago e indeciso
em suas crengas, impossivel de perdurar. A vio-
lencia traha as honras de todo um programma.
Urna verdadeira faegao, vivendo urna vida de pa-
rsita, urna vida 'meramente offlcial, esmagava os
partidos de opiniao, os uni:os legtimos represen-
tantes dos dous elementosordem e lp,erdade
caja oscilago faz vida do systema representativo.
problema poltico; o aprecr de lodos os mereci- O scepticlsmo da politiea offlcial Impraya cotn, o
Os estudos professionaes sao outro assumpto dig-
no de meiitacao; sao um ramo muito importante
da instruegao publica. Todas as profissoes, todas
as industrias/todas as.artes podem receber da ins-
truegao g mais poderoso infiuxo.
Fago justica plena s intancoes do gabinete.
Mas porque nao fallar na autorisaco, concedida
desde annos, para a reforma das Faculdades de
Direito e de Medicina, e para a creagao de Fa-
culdades de Therlogia, importantes assumptos at
hoje sem solucao ? Desde que o Estado aceita
urna religio, deve ao clero os seus cuidados. O
que se tem feito em bem d'este problema que se
con veio chamar a regenera, o do clero ?
Na ordem morai como na ordem dos interesses
materiaes, abre-se um vast campo actividade
do governo. Assim elle o queira com vontade
resoluta ; os recursos extraordinarios que pode-
ram bastar s exigencias da guerra, nao foram
esgotados; ainda os ha que possam ser emprega-
dos com urna nobre coraeem n'esse plana fecun-
do de reconstrucglo social, condigo inevitavel do
engrandecimento nacional.
Tonho arada urna obaervagao tocante ao que
se pode chamar a organisago pohtioa do paix.
Tem o gabinete imprimido ao grande partido na-
cional, em qne esta reponsada a sua forca, a pro-
funda drecgio que reclamam v, gravea interesses
da ordem poltica ? O aoto' e encarregaro de
responder ai 4 ama ?', de esforcada con-
centrago para urna be*, entendida anidada poli-
tica que assistimoa.
Todo governo q^e se fa cioso do poder que
lem, cahe earo*iJ'I1do ao pezo da responsabilidade
es9e rneamo poder. S0 somonte os governos
fracos, os qWj nao exprimen) urna opaio profua-
lra.eBH radicada o pai, qoe podem concentrar
era suas mos toda* as responsabilidades db poder.
Para elles'a grande questao a de vi ver. O va-
cuo das dedicaedes afervoradas diz-llies pem que,
nao sendo depositarios de nenbuma opiriio. re-
presentam-se antes de tudo si meamos. Bfanle
d'elles nao se levantan) as nobres exigencias de
um grande partido que tenha o direito de pedir-
Ines coma estreita dea designios e- intuitos com
que encaminham os destinos da sociedade. Bao
assim de um governo. escrevj em alguma parte,
que, representando um partid numeroso e rico
de tradicrSes, eacontra auxiliares e cooperadores-
que podem cercar a arta admini-traga* com o
seu prestigio, com a sua influencia e com os avi-
sos- de sa experiencia. Postas em contacto cn
B poder por urna troca de reciproca confianca,
sao estas dedicagoes o esteio mas solido da adrai-
nstrago, os natnraes colloboradores de soas vis-
Us e as mais etlicazes garantas contra os mmtti-
mentos da licenga e da anarchia. Nao seno
cora esta condigo que um governo pede empre-
hender seriamente a realsagao de um vasto pro-
gramla. De sua natureza complexa e variada, a
acgo administrativa nao pode evitar o escolhe da
violencia seno troco de ura concurso generoso.
O governo nao nao pode sar, na- deve ser
tudo. E' preciso que elle nao concentre em si
todas as forgas vivas da ordem poltica. Ao en-
vez dos governos fracos, qne querem ser todo.
por todos os meios, o gabinete de 16 de julho nao
v seguramente as legitimas-influencias um pe-
rigo social, mas ura penhor da ordem, da estabi-
lidade das instituigoes, um verdadeiro quebra-
mar contra a aeco dissolvente dos profundos an-
tagonismos que invadem o paiz e dos funestos ele-
mentos de anarchia que os architectos do ruinas
nao cessam de espalhar por urna ardente propa-
ganda (muito bem). Nao pode ser a intedeo de
ura governo que toma so serio o futuro da socie-
dade, enfraquecer essas potentes individualidades
que tirara a sua forga do seu carcter, do sea
crdito pjssoal, dos seus longos e iointerruptos
servigos, das suas profundas relagoes de toda ge-
nero e das suas condigoes de independencia. Le-
vantar estas grandes individualidades qne podem
to proveitosam'ente compartir as responsabilida-
des da administrago : cerca-las de merecido
prestigio ; ministrar-Ibes todos os elementes
de forga : crear outros tantos meios de ac-
go e de realsagao do pensamento adminis-
trativo. Evitando a imposigo de influencias l-
caos, que s dos recorsos offlciaes podem extra-
hir os elementos de sua preponderancia; que-
brando-as como instrumentos desproveitosos, a
alta administrago nao deve seno ver com legiti-
ma confianca as gradagoes naturaes que as rela-
goes sociaes plantaran). Vai insto o nobre desig-
nio de urna severa organisago poltica.
Cito a ponto as seguimos palavras de nm con-
ceituadissimo escriptor e observador profondo.
O ame de Gulzot nao pode ser suspeito escola
conservadora :
Viv nos departamentos, no saio d'esta socie-
dade que nao encerra, como se diz, seno indi-
viduos esparsos, solados, sem gradago, sem lagos
que o unam. Encontrei era toda parte lagos des
conhecidos ; influencias perdidas, superioridades
sem emprego. Encontrei homens que podiam mui-
to e nada eram. Fallavam de negocios pblicos,
como de negocios" qne Ihes fossem estranhos. Re-
eonheci desde ento com quanla iojustica se diz
que a Franga vive despojada d'estas influencias. ?
Completando a sua profunda observago, to
applicavel ao nosso paiz, o illustre publicista es-
creveu anda estas palavras que os nossos parti-
dos nao deveriam esquecer :
Cada departamento, cada cidade, cada luga-
rejo, encerra um certo numero de bomens que
exercem em torno de si urna influencia mais ou
menos decisiva, mais ou menos extensa. Sao pro -
Sretarios, capitalistas, industrialistas que, viven-
o reiirados dos uegocios pblicos, pem ser
aproveitados como 03 melhores cooperadores da.
acgo administrativa. Deplorando a ausencia de
influencias sociaes que ihes venham em auxilio,
os nossos ministros temem a intervengo real e
elTecliva d'estescidados. Lastiman governar urna
sociedade dissolvida em individuos ; e quando
estes individuos come am a agglomerar-3e, ntre
si ou em torno de um humera, tremem ao seu as-
pecto, recosan dar-lhes partIha do poder e cha-
mara usurpagoe anarchia todo inovimento que
(ende a diminuir-Ibes o pezo e a responsabilidade
do governo.
Estas reflexoes, Sr. presidente, sao em mais de
um ponto applicavais ae nosso estado de organi-
sago poltica. Temos forras desaproveitadas ; in-
fluencias desperdigadas ; snperioridados deeem-
pregadas. O partido conservador tem urna grande
maaio a cumprir ; elle nao pie dosajudar-se
d'essas preeminencias socises que, cm nm paiz
extrnsissimo, o era que a circulagao c ainda um
sonho, pdeui constituir-se os transmissores do
pensamento administrativo, seus interpretes, e os
naturaes intermediarios entre o governo e as
masas.
Estas preeminencias sao da natureza de todas
as sociedades ; ellas se plantara por um concurso
de causas viudas da natureza humana. Desapro-
veita-las, ir contra a correle natural dos acon-
tecientes. O hornera que, nos grandes ou no.- pe-
queos circuios, se fez diMineto pelo seu mereci-
mente, pela superioridade de qualquer facilidad?,
pela accumulago de fortuna ou por alguma on-
tra razan equivalente ; chamado a exercer urna
legitima supremaca que eonym respeitar e nao
desapreciar. .'
Invoco muito para aqui as vistas degabinete-
de 16 de julho. Os governos fortes nao ytiJen) vi-
ver impunemente vida de x pedanles facis :
cumpre-lhes mergulhar no futuro pr*isdes bem
entendidas, preparar os acontecimentos, condozir
a acgo do lempo. Nao permita elle que a disso-
luco desta sociedade em individuos e-parsos se
opponha como urna barreira s aspiragSos do ro-
busto partido que tem no gabinete as suas mais.
gratas esperances. (Muito bem.)
Es aqui. Sr. presidente, os raeus votes : ta
os votos do partido de que so e me coufesso o
mais humilde cooperador. (Nao apoiados.)i
Exprimidas astas vistas que eram o prefacio
obrigado dos estudos trazidos discussao petes-
honrados deputados que abriram o debate, vou
ter em particular aitengo os brilhantes discursos
que ouvt hontem com urna attenoio quasi retU
giosa. Peda a ordem, em que essea discursos fu,-
ram proferidos, que me emenda desde logo coa. o
henrado deputado pelo segundo districto.
Louvavelmente modeste, nao poude eximir-se o
nobre deputado de explicar a sua attitude poltica,
como conservador que por ndole, por tradgdes
de familia, por amor qne vota ao seu paiz. Estas
felizes disposigoes, nao as poaso seno applaodir
muito ; escola conservadora cmpativel eotn
todos os progressos reflectidos que sio a aspira-
gao do honrado representante do segundo districto.
Em pleno e amistoso accordo at aqui, sinto
apartar-me do honrado deputado em algumas das
largas consideragfies que encheram de inores o
seu discurso.
Representante de nm districto eminentemente
agrcola, o nobre deputado deixou-se vencer por
esta influencia das causas exteriores, a que o
nosso espirite obedece rresistivelmenie,pan>ver
na agricultura a nica forte possiyeldanqflux
do paiz. Industria-mai, como se conveio chanu^,
a agricultura sim urna fonte Vtow&**:
mente productiva, da riqueza publica e particular,
^0 Vb.0c1vaYcawi m AtwjQOBq ;-e civ
a disse uolaa.
~



08I JO-
i* n &.
ITX32Diario de Peinambuoo Sexta feira 20 de Maio de 1870
mmm 'mi omn
V
O Sa. Gsslo Lob) .O seu.....IJWWHH
peto deseovolvimento da agrir.ultnraneNaasr'f'Wn?
f ""ffifMp a ^r.oas oslraJai urna condicio
impresnaBnl do augment de nossas fercas pro
espectrVlKlNljieza nao tcm podio reelisafk
QaejQfcSla aqu quuiesle, lempo, nfisla se-,
culo, recusa os si as voto-; ao desnvolvimenlo da
atraas? Estradas, juntos, ccotmj esta
um futuro cm cada unalbstas pffavAn. E' a cir-
eaiarao que faz a ja n c rpos. Vainas ni.-'.o
niiiij do accordo. Qcm igaora hoje que un* es-
raa se encarrega sampre o> rapr e restituir ao
monte da fortuna publica o qdo.possa irme eu>-
Udj ? Quem na->sabe que a estrada, dimkiuin lo.
rupprimiado as distancias, poe o Brometr
orla do consumidor o por este modo eatabtleee
o justo fquHMo entre ; largonas da producro
as exigencias do consumira *
3C
1*mto*M/ teQWIHilo,^otft oppomos
essa coasptrac&o sarda, aenao o oto csmorecid
das npssqs curas, de. almas, tito dnajtnadn, lio
pouco chamados ao papel gao tcm direila,incoi-
testavel, que se nos grita :tos sois oiuVjpu-
tes I
Veio por sua vez a instrueca toma um toga
de honra as lucubrarlas dn honrado^ deputado.
Acuiupanhaudj,
* locerameMB prtriotieo; devo
nobre orador sobre ai ponto que na-.
nasssr d(?eap9rcebido,em tratando-te db* mai
ros interosse da taetaioclo.
O honrad* de potado qiienra a tautruccao livrf,
mas lambein a msomceo Qhngnarif. Nao a
primeira vez que dallo oitrever da tribuna a O
bVopmio n'csie nnimito. Son do partid ? di
iiHtnti-cao Uwe, mas de a litardaje bemro
Todoistoterihdo; mito verdane. *Mas nad-a-^irda, deatm lberdade regrada O estafa flS >
monos que, se o iusso vasta paiz nao est anda
orlado e entrecortado por urna rede de vias de
eominunicacR'i, i mhnm partido o culpado. E'
preciso pedir sincerameute a razio d'este phono
mo Muiaj guara c absolutas que se oppem
iavo*icjvel(ueitt que estes grandes melhoramen-
tosso traduaain ern faetos. Urna d'eslas causase a
lista wtensfw territorial, da que nos orgulhamos
aatA. antros pi;s, que o nobre deputado ter
fishaio como observador atiento, nao esli am
eolticas circunstancias ; vellias organisaoS s, a<
sociedades aorapau poden debrucar sa eni toas
lYontoiras, cemmunicar entre si o circular livre-
inmiU', porqne o espae.) se encarreg* eHe propra
-de cLppriinir em mu i lo as distancias. Nao assim a
woseu paj cqm a sua' arda que oceupa uin tero->
da do iiov i (Kuudo, coni as suas castas que se we-
dem por dteuas da iegaa. D'este 4ado do Atln-
tico,-ludo ti nova, tuJograude; at as4is-
UiK'ias I *
A oscoli poltica que lee a elieidade de plantar
m nuiso aula os pumeires inlhos de ferr, nao
pti-i ser aecusada de apavorar-w cum a despez,
M *e tratando d iuleres9es qae dizem lia inli-
tuau unto coa o futuro do paiz. Obsert mus, pe-
rin, ipis a applicacio das reeeilas nao euosa lio
hu cuino appareaiemeote-se ligura. Da pur cum
um systim de estraias, ha inlerosses do varias
vreus_ <|ue raclamata o emprego discreto da re-
coiU. So as estradas nao piem constituir um
.pr^graouiia !
4 5a. Ioxacio Lrao :Multo bem.
4} Sr. Gusnao Loso:-Sim, a estrada; mas
-Umbain a uavegacao, lambein a sania I (apoia-
aja<4 An>0 a estrada porque a eirunlaeao ; mas,
-aia umbeio a a>cala porque a fonie da vida
inielleclual. Na i quer niiliuiua necessidade sa-
-.Tiiicada ouira ; aisJo esl o segredo rtarepar-
ici do mposlo.
A'ponto de estradas, julgou pertinonte o hon-
rada deputaqp referir-se empreza de trunos ur-
banos do -Mec fe Oula, a respelo da qual la-
ineniou que t-acomlrasse embaracos na pane da
adiumistraeao.
Ni ha qanrn desomlieca as vanlagens quode
vem vir nos da te.sarao dessa smpreza. Eli i t"n
dir.:it. s atetas aympalhiaa. E'
que^.u ilojiuliUr
mentr^ o fttraigiila
nuncio da-sna ffiort
phen;ineal7^ Bxis
pntide, alliado pres
claran-e em desla
os emprcbeadimentos;qi\ando de toda parto ronmoro
as mais nobres aspirares polo engrandecHWiito do
paiz? iptaniFi, iar oiuro lado, a ?itua$ desana-
m robusteca e o poverno acaba a mijsao prdvi-
deacial da terminar no exterior a gtwrra nwiHn*
sangwentatla, que a nossa America vio;Xalo
nnrtfl sto que ah vai, e o de-c.ilabro poHticj Mas n
que curopro attribuir a deshamo*-
ao o ^uj|^k4f>
partukvo an-
tis revelan osle
qde a nobre de-
woia tribuna lle-
no ajado de cunduzir e-
negoclof ? Ni; mil #zcs nS6. O ispnrdo e
puindado*' dis|i>cia"eJttrce em-u<>o pariidXi una
iona;'.|cl}nuito legitima, d*aqa.-llas nue'.* ie-
^ejana m#i!o ver forliOeaUas,'prameiadas, cereaalas
de loda s dese|avela fRsi.la)nt&es ; fui sanare e
erespitedo; mas nao pode constitiur-se orgam
pJe abdicar urna certa superintendeoci.i sobro on de unu deski|;monia_4ue na,exi-le, cuja existen-
ertsino ; quero a instruccao particnlar tuMa 4e, icio A c atlesiajifUWBua palavra.
O tfesg*i* nobre deputado vam levando o espirito do divisio
ao sei) (te um pirliilo tralircionalmentc discpli-
uinas certas resiriccoes, meaos regolamwrtto, *re-
nos exigente quanto s provas de capacidade. Mas
nao "-oo desla mxima : ensine qitem quizar i co-
mo quizer. Toda liberdado deve ser naturalmen-
te limitada pelo dimito afheio. Nao hasta, por ou-
ir lado^fajer a instrucca (*rigaoria ; este po-
blema nlo est anda soberanamente resalvido. Xh
espiritas mais a 1kotarios ni oliegaram Midat
conciliar-sa em urna solucao satisfactoria sobre os
dilos da sociedad* e es direos Jo individua lo-
cantes este importante ramo da vida social.
Faici a iostruc't obngatria; i urna lanravel
t oilativa. Mas f.zei primeii o que, junto de cada
menina eslea urna escola (numerosos apoiados) ;
o" por agua junto de quem tcm sede. .mbrai
vos tambem que, ueste pniz eih que a violencia
nio anda rrtnilo longe do programma dos parlidos;
Tiesta.pait de tongas distancias, em q-.ie seria jir-
praticavel derramar a nstruccae primaria l5o
raaos largas, que a escola estivese por toda par-
te ; em que a obrigacSo de dar ensino riiio po-
deria ser* imposur senio mediante condi^es da
veritl :ac-fo difcil; irieis armir os partidos poli-
iros de urna arrpa terrivdl, taato mais terrivel
qnantci podfir^rirospai.s por amor dos fllhos(mui-
n|bi'in, muita bem) 1 A au'orfdade tendo sompre
alargarse ; os abusos do poor sao effito? da po-
der.
Sim. tjuerb que os pas nao tenlmm o direito
de embrutecer os filho? ; nao reconheeo em nin-'
guem o direito de vircr na ignorancia." Mas que-
ro laraber, que 03 pais ten-ham o Jireito de esco-
llier o mostr, o pai espiritual de sois lllhos ; que
s.iiba qual o methodo da ensino que vai formar
we-;iirito e o corae.io d seus fllhos.
Em quanto nao nao lvennis o ensino universi-
tario, o ensino propriamente oflBcial, assenie em
unta larga ba-c, largamenie prefessado ; a us-
tnicca-i hrigiluria ser s a violencia (Vpoia-
Bfl. Nem mais, nem monos!
Oavi com pezar que" ao nobre deputado parece
noiiportuna a eraaeao de urna escola agrcola. O
espectro da despeza apavorou-o p(r sua vez
O Sn. Cav.uxaste de ALBUO**n eito as bbmm syitipalhias. E urna empreza peme a interrnpcao : eu nao o disse.
-iie.iieiiiente nacional, cujo capital, fraccionado t o Sr. Gosmo Lobo :Colhi das palavras do
iceo-s. foi pedido i boleo do eontrtbulntes de Umrado deputado que, dopenlendo a orgausaciio
om
todas aai classes. Por maiS e mais que eu rec
ntieca a couvefMncia de altrahir para o paiz ca-
pilaos estranjeiros, de mieressa los por este modo
na expioraea de todas s nossas fontos de riqoe-
ta; Mato qno osle concurso de ecnomia*, que
aq uieao. Qoan>Io se sabe quanto sao tmidos os ca-
|MUes nacional-, nao se pule ver com ndifferenea
flue aquella eoapron tenlia consenuido levantar o
ayiial oece-sario i sua reafisat-ao, sem que lite
iusse de inisier bater porta dos uleread euro-
peus. fosso assegurar que, estes sentimentos sao-
os qjj Jomiiijn a adminitraca) ; nao podiain ser
ouiros.
Niose qua a nova empreza ten ha encontrado em-
baracos e tropecoi na execucao do seu contrato.
Fdein ler surgido diiBculdads, estas que sao da
nalureza toJ.is as emprezas d'este genero. A
nsirui-tvio de una e-Irada de ferio, que dove
abrir caiuuiho por lugares educados,suscita mul-
to naturalmente a iece>sidade de estudos c exa
mes qu e.-.tondem com inieresses de ordem ele
vad.i. IS', porm. acibadA injusica attribuir
aiaistraei) oulri pensamento que nao seja o
do mais g.iii:iio iutoresso pelo progresso da em
tM i
Eu estimaria saber quaes ten sido esses trope-
;o a fue a honrada leputado fez allusao. A mi-
nha palavra u;io ficana muda diante de qnalquor
ditfi -ulla le que, otea -i oatmante, se preteodesse
levantar a reatsacao Je urna umpri-za q\i das
Mueac em que o capital estrangeiro nii impera.
Ljo islo muita importancia; a empreza dos iri-
Iho* urban? para Miada urna empreza nacional.
A grande republica-molelo. qu se assenta ma-
gesti>a ao norto das duis Anterica?, nlTjrece um
mauaitclal f.-cundo em exemplas a todos 03 espin
t s que, deslumhrados pelos esplendentes pro
ajressos d'.Kju'-lla robnst.i orgamsacao social, sao
mu a-taco facis em aceitaras solucaes sem ojtu-
"i-*r muo u condieoes que as preparam. Quanlo
fsiioi is ili-'aiiciados, dissenos o honrado depnla-
V t>lo ingaMo districti, da marcha que seu<
ii-^c-is imprimea grande repblica. Desde que,
ni- K-taJis Unidos, a conliece a nberdade de
nma regiao, alii vem a estrada, ahi vein a escola,
alu w ti igrejaessa t oalo mystiea da rrt-
i> -i !..< nacojf. Paco iicenca para accre-oentar
h h unto este quadro : ignja, a wadM e a
ti Mas a enigr-idlo aunual de 400,003 al
tornaos, BgkMW, francezes, nao deixa desertas
:" grepi, nem a esoota nem a estrada. Em
f i ios pedimos il aqu aeimgracai.ella regor-
Im i para a Unio. Ha sempre alli toda uina popu
li-a.i onimn da nava cidade qne se levanta ;
.me a l.-rtilidide pede bracos, ellas nafaltam.
S i i e a estrada que faz por si s os milagres da
emHiacao ; grande parte para i--to a torrate
#>* emigrantes.
Ua Sa. Dkpltad) :31 clles que levara a vida
e o inovimento
O Sn. Cavalcakte iik AlhlooeBOt*E :Issomes-
m i disse en.
O Sn. Gusmao Lobo :Nao seguramente em
alsumai poucas palavras que se podein estudar as
cUHas_ da grandeza e prosperidade das nados.
M is na i presin 11 de mencionar, como a cAusa
por excull. ncia da prosperidade dos E ios, essa virtude que so assenton em chamar ini-
ciatifa in lividnal.
O Sn. f avarks oe Vasooncello- :Ha para is-
*i causas muito especiaes.
O Sr. Gcsmo Louo : Sem apreciar o facto,
iyto interrogar-no-. P.issuimos nos o segredo
desta tendencia ? Ha algons dos nosso- partidos
-jhi* possa ser chamado a respon-abilidade por essa
falta de iniciativa que nos ten obrigado, todos
r.os brasilciros, esperar em ludo a tutella paler-
nat 4a gnverao 1 Nao nao as lers, alguem ) o dis-
-. i|iie fazem -is oosMOM ; mas sao os costuines
que fetem as leis. A iniciativa ha de v\r, sim, mas
nao fea vir em razio de nenhm regulamonto,
- aonhanu le. Na < se legisla a iniciati :a.
''. iliio Jos labios do h nrado deputado urna pala-
vra que, applicada ao noss i paii, tcm mullo pooea
de veidadrtra : a iatoleraiit-ia religiosa. A con*'
tnira i |olitica do Imperio, que preciso defender
e tunear como um santuario de todo* os direitos
o garantas d cidado hra-.ileiro, teve a feliz ins-
piracS Je aceitar ee:no religi* do estado a qae
t* e >i professada pela quasi totalldade dos habi-
tantes do paiz.
Aceitando-a, nao podra seno aoeila la com todo
o---ea cortejo de lels e de ida6. Vem d'aqtii a
inrm ma qne guarda ni entre i as lets do estado
e as da igr-ja eatnoh'ca ; mas sombra doHas po
niaf nem pode ser perseguido em ilapso pais por
motivo de religio. Ningntm anda o fui. !in-
fuem o ser.
Q;ie symptomas dennnelam ,t intolerancia ? O
cjiftn protestante nao vive ah, em meio Jas nossas
ei 'al -. om plena liherdade e sombra de todos o
res^iejt js que urna rcligio inspira sem;ire ? Pal-
pito, imprensa, propaganda debaiso de todas as
ni? forma : todos estes meios de prosclytlsmo
na i os omprega o prote nrre romo a sua doutrioa?
fmoleranra I Se esta fos-e urna occasiao pro-
pri.y. eu formolarla aqni os meus rotos em sentido
mudo outro que o do nobre deputado. 'Lamento
ine esto grando assumpto comece ser abando-
uad cora um crlraino-o abandono ; ,i tolerancia
que nurecem todas as religioes e todos os culto-,
nao pode ser, nao deve er, em um paiz emneitta-
mate calboticp, a indilTenc eainereia do que"
^i aprjvaitaalo a propaganda protestante. Elb
es enos.-as crepcas, de selapar a orJom religiosa ;
l'. est nm c!en tn ; oppoaliT a ej-
(a out len: i de propaganda que as sociedades co-
lhcerdas pelo r. iWieas pros-^gaQm aclivi-
-mente por tola parte onJe senteio um terreno
otplarar, a barreim que a doria reeeber ? E-^tj
p'ikiiomeno ni 6 para desprezar o pr^tastanfii*
mi um mlneiro aas crorioas. Efle lom mi!
a sua dlipoicio : livroi do todo pf?o, rW39lDB.t-'
fio:, boleas abeflas. Pois quaudo asisTimos indjf-
do urna oa escola agrcola de um ampio ipjadru
de estados the ricos c pratieos, no e^lavamos em
lerapodeeraprehnde la. Nao insistindo perante a
alflrmagio que. nos faz o honrado depnlado, nao
pos que, na ordem dos estudos professiorftes, o ensino
agrcola deve ter em nosso paiz um lugar preemi-
nente. au ha outro meio de Kanlar a agricul-
tura do estado Jo sensivel abatimeuti em que a
vemos prostrada. A trra nao abre com genero-
sidade seus theouro?, senao ao trabalho intelli-
gente.
O honrado deputado, nao sei se levada pelo pen-
samento de man-tar urna censura s admiuistracdes
que nos ltimos annos se tra succedido, citou
pinto a le n. 687, de 30 de maio (le IS66, art.
I, que consagra autorisacio para a oonstruegao
de nm acude e collocanao de 30 Iampe3es na ciJa-
de de Nazareth,; e lamentando qne se nao le nha
f'ilo uso d'cssa autori^-teao, o honrado deplado
p le dizer com urna certa eloquencia :Agua o luz
para Nazareth !
Por mltiples que sprn os encargos do o re-
menlo, a preteneao tan attendivel ijue nenlinm
Je nos Ihe negara o seu voto. A importante cicla-
do de Nazarelh, que j.i vi-tei o de que guardo
giatas recordacA's, tem direito que nao fique
privada de agua. Mas, at'enda o novo Jepulado ;i
jae e-sa autorlsaclo, consignada no urcamenlo de
Iboo, tem elfeito annuo; e nao fui renovada, como
comuna que fosse. A adminisiraao esl subordi-
Bida aos incins do or^amemo ; nao tem outros;
nao pode dispor descricooariamente da rehila,
li' pjrianlo, muito Jescabida a censura.
Bite-nos ahora do orcamento. Sou eu agora
quem, em nome dos inieresses da cidade de N ,.i
reih em que tenho lio boas relncoes, convida o
honrado represen ante do 2o distri.no propor-nos
a medida. Confio de seu zelo e de seu amor pelo
destricto que representa, que, entre os inultos cui
dados do orcamenlo, despert para esle assumpto
a attencao da assembla.
Conrluo com o nobre deputado por juntar os
meus aos seus votos, pira que a ubre commisso
de ornamento, cortanio por despezas improducti-
vas, faca do orcamento urna vordade para os legi-
times interesses da provincia. Todo; estamos nes
te accordo; cao nos trouxo aqui ouira misso.
V por aqu o nobre deputado que, em multes
pontos, nao poda o sen discurso ser recebldo se-
no como loavavel manifestarlo de elc\ados senti-
mentos- O nobre deputado est muito com as vis-
tas patriticas da assembla; applauditnos todas
as suas dfsposicoes de espirito.
Foi me tao fcil aL-ompanhar o "nobre deputado
pelo 2o diatrioto na exposleao dos motivos que
o trouxeram tribuna, quanto sinto que me ser
difflell chegar a amistoso accordo con o honrado
representante do 3o districto que oceupou em se-
gundo lugar a tribuna.
Ainda bem que o nobre deputado enmecou por
testemunhar consideragao o estima aos membro*
da commisso, em cujos trabalhos n) quiz turna
a participacio act va que as suas luzes nos pro
mettiam. Por mim e pelo honrado cullaga, que
toma lugar a minha esquerda, e quem o rotea
deve urna collaboracao pacientemente estudiosa,
agradeep ao honrado depulado~ejtas honrosas ex
pres-Oes, que somos ohrigados aceitar com certa
reserva, desde que o honrado deputado com multen
nosso respeto a injusti^a de altribuir-nus o so-
man-
que
plnsina na interirtarao e execucao de urna lei da
provincia, tao digna de ser inviolavelmente guar
dada por todos os espiritos quo colloeam cima
das qaestiunculas de partido os elevados intuitos
qae moveram o legislador do 1865. No, maioria
da commissao, sophismmos a tai, cujas vistas era
pertinente traduzir no projecto; entretanto, o hon-
rado deputado confessa ter assisldo conferen-
cias, e poda e devia ter coneorrido com a sua pa
lavra^ com os eatudos profundas que ruvelou, para
que o projecto viesse esta casa CDmo urna obra
acabada de sinceridade o da relexao. Nao o fez.
Corre lhe por ahi severa responsabilidade. Quanto
a nos, fizemos o nosso dever, como o entendamos.
Podiamos estar era um erro que o nobre depotadu
devia ter grandemente evitado mas foi sincero o
nusso erro. O sophisma, instiumenla grosseiro,
nao poda ter assistido .s nossas conferencias se:n
protesto tmmeJyito do honrado depntado.
O Sa. Pmmo Aitonso: Eu explicare'!.
O Sa. Gusmao Lobo :Antes de entrar na dis-
eusso analytica do cada nm dos artigos'do pro-
jecto, o nobre deputado juigoO a occastio oppor-
fuoa para externar.em largas co*iderac_-3 fo or-
dem poltica, 'ehtiraedtos que vieram tomarnos
de sorpreza. Ainda que podese evftar as difflcul
dados deste assumpto, sinto rae obrigado pelo
lieos de eonfianca com qne fui honrado por esta
ca-a, ao elegerme membro da conimi-s'ao de f >rc*
policial, a acompanbar um pouco par paisa a<
observaces d honrado deputado, quera pro-
testo de ja mxima lealdade, mximo respeito na
discussao.
0 honrado depnlado declarou aceitar o projecto
tanto quanto o projecto p5Je ser visto :omo mostra
de coniianca ao actual administrador di provincia
que dooenham modo respe nsavel por um triste
symptoma qae o nosso orador hamou cm'esta
palavra de'animadoradescalabro poltico.
Comeeo p^r minha v>z cora a doclaracao mais
convencida, em nome da administracao da qu nes-
te momento me sinto o orgam, que ella nao aceita,
nao pede aceitar, nao deve aceitar o que eu peco
lioenea par3 chimar:meias dedicaeGes (apma-
dos). As rads dedicdcfjes, estas que cocflam no
representante do nma escola poltica por amor e
em atieneao ao seu carcter, aos seus sdntimeatos
de ordem elevada e nao por amar o em respeiki
ao pensamerHo do que elle nao senao o executjr;
esta* t sao as dadieaofies ardenles, Oobres a es-
forzadas qno ucia acrministraeSo tfe vistas profun-
das dava aceitar com abmdauelas (apoiado). No-
nhum partido as quererla (pojados).
Descalabro poltico h Esta cruel expresso cabio
entre nos eoroo umasorpreza. Pois qaando se
"J-,|do, que tam opodar.uma phase polill
ea.iecididamen'.o nova, em que sao poaeiveis iodoi
nado, for.im invcalos cimo urna Uie-e aiqradqn
de ciinsideraprie'. Quanto se sabe que os Sesgos
tos sao o triste cortejo de todas os partido*, de toda
reunan de ftomns em um s pensamento l Po-
dan, sim, uaver dfl*gest.-s; deveai lavelag,por-
que nao ha nenhum partido, por mais forte a ro-
bu*) que se>a. p ir mais .arr^iineniadc ipie
mostr em volta de urna idea,' por mais enrgico
impulso que receba de urna boa organisacao, qne
na i actente em seu seto desgostos individuaes,
destajoes. Ddem oponer a este partido; elle os
ter por va de rrgra em maior numero, fsto por
um lado. Por outro fado, qual pode ser o flesgo?-
to ? 'Nao se sabe tanto, quanto dilHVil seno
impo'slvel i npor a todas as vontade", qno o pen-
samento poltica agrupa, urna norma de coodala
invariavel
Mas, se ha desgostos, se algum polo ter razo
de ser, eu convido o nobre deputado, e todos
que os possam afagar, qefacamos d,'elles um cum-
mum sacrificio no altar das nos?as profun lis con-
viccoes, ni altar dos sacrilleios (pie a patria e os
seus grandes destinos tem direito exigir de cada
um de nos ( poiados ; muito bem).
Nao 5o as desillnsoes, as pequeas contrari-
dade>, que devem intorromper a marcha desas-
sombrad.i da grande idea'poltica que tao digna
de coopencao, e para a qual contribuio at hon-
lem o honrado deputado com a ma3 esforeada d-
dicadio (apoiados; tnuiW bem).
O Sn. Penan Arrovso Parece-me qne ha um
equivoco do parte do hoirad i deputido. Persua-
do-Urt que nao cmpregici essa palavra : de--
goto;
O Sr. Gi-smo Lobo :E' possivel quo em mi
nhis notas ten ha iiavido engao. Son eliz de reco-
nocer i|ne O nol.re deutado nao v: desgostos no
partido; isto para o nsso accirio quasi meio
eaniiDlu audad >. Ma>, infelizmente acredito que
esta expressao fot usida, mais do tima vez, pelo
nobre d*pnt3do.
(Ha um aparte).
O Sn. Gusmo Loto:Dirigiudo-se esta as-
ssi-iubi, de que e nuito dignos imprtame mem-
bro, d-se o nobro ceputado, orHaes palavras :
Aqui mo>mo reina e impera a confnsao ; confu-o
nos principios; eoofa*ao na aprecia cao Jos pro- \.
jeclos ; confusao ras votajss; confuso cin ludo.
Esta plena lileriade Je palavra c de voto, a que
se quiz chamar confusa, honra todos, lunra
assembla. O qui qner islo dizer? Quer diz
que aqu uo ha abefasj nao lia aspiracao d
do; que cada un de mis tem aqo: o lugar
o destina o seu rtereemett*. o sen amor provin-
cia; que uinguem excluido da Jcliberacao que
deve presidir ara nossos actos.
Confusao nos principios I Onde e quauL. j se
estaheleceu aqui larga discussao poffHra em que
se m..nifostasseconfusao, deiinielligencia nos prin-
cipios ? PorvmtOra nao eslam is Uiilue, salvas pe-
quenas divergencias soore o modo de conduzir os
negocios, no m.iis liarmonioso accordo a iiensa-
mento ? N em nome do3 mesmos prlueipios
que somos toJos con-crvalores
Cmfuso no modo de votar I As apreeiaeoes
podem ser diversas ; e com ettas as manifesMcoes
do voto. E' esle o resultado natural da livre dis-
cussao. !> quo as volacGes nao tenhan sido
unnimes, nao se p.le em nenhum modo concluir
que impere confusao do seio da ai'anhlpo. O qne
sequereria? Nao ha mais perlei'a haroumiado
que esta que resulto Jo encontr das da, da li-'
vre iiianife^Uiio do pi;ssrnento e do voto. O
>iue m meio disto dkao de nota, 6 (|ue nao ta
votos systeinatieos; cada um julgao pude julgar
segundo saas inspiracoes.
D'ahi vem, concluio o nobre ilepatado, a esta-
idade da v'ssao Como injusto osla aprecia-
cao! ).\;mos pouco uaas do um moz de trablh i-,
interroniiiiJos era quasi dtfas semanas, e entre-
tanto pdese com nm certo desvanecimente per
passar em ranuua os nossos actos ltgisativos.
Penden (a lanadao varios projectos, e mnitos
rama v) aclivamenla o seu c-tminho. temos
derramado a instruccao publica, procurando ua
corresponder urna justa ..spiracao da sociadade.
A ui'lhor prora do desvelo e interesse q::e nos
tem_ merecido osle generoso j..sumpto, d em um
pro.undo trabalho, que cito com muito iouv*r, e
que devida ao zelo e verificada aptido da illus-
irada cominissrtu da instruccao publica Scntido
u;u poder subscrever sem reservas este luminoso
trabalho, espaio "muito que alie contribuir efii-
eazmento para a rehahilacao do ensino.
la quo se mcobriga a fazer a synthcse dos nos-
sos trab.dho?, nao deLarei sem especial meaco a
discussao o votacao do projecto que crea urna ca-
deira de instruccao primaria para a casa de de-
tencao. Por a escola na prisao 6 um progresso em
nosssos costumes. Ti vemos a tortuna .de reahsa-
lo Orgulho-me de ter cooperado com a minha
palavra e com o meu voto para esta nova insti-
tuicao.
Votamos autorisacao para a g auie obrada ca-
nalsaco do rio Royunna. Ora, um rio urna ar-
teria. 1-to quer dizer o iraduz o nosso amor a
circutacao.
Estallarnos activamente, e mmulativamente,
assumptos de ordem superior, a reedificaco do
theatro publico, esta real necessidade de todas as'
grandes cidades ; a cou.-truecao de urna casa de
mercado;^ creacaodeuma fore deshoada ao ser-
vico dos incendios; tem sido outros taas preic-
cupacoes da assembla.
partido
aia.
O. Pedbo Afponso: Nao; nlo sse isto/
OSp. Gusano IOBo :Ouvi cum pezar que eita
dura expressao fose atirada ao dvbale gelo nobre
dapatado do 3o disiricto, ijue oceuplugar no ex-
tre/no desta bancada, lugar honroso* que lhe d
direito um incontestado meraciroento. Estimo sa-
ber qua -.nobre deputado, que me retara, -t
tlieni.araajonsabildade desta Injusta adescabida i
affli'macao. ^
tsperoqaa venham os fados eom ata lgica
severa por em relevo o erros da direccao do
partid. O debate nao pode flear ueste ausencia
de proras. Em quanto a dlseusso (tea no vago e
indeciso das afrmacOes solemnes, Imposaivel
evitar o lujaras communs.
Q-jaet fo estes erros que allude a honrado
depulaolat Rarssima vez seri a direccao de um
partido urna obra^ acabada de sabedoria ; sao tao
complexas e variada* as exigencias do urna boa
ffrdcco que nanhura partidw pftde orgulhar-se de
a ter irreprehensivol. Lto que 6 verdada em todas
as ituacoei, em lodos os lempos eein todos os .pai
zes, tem especial applcacio ai nosso paiz em que
o paittda*' cslZo ainda longe da ser o que devem
ser.
Os parlidos .polticos nio alo, Sr. presidente, V.
Exc o sabe bem, o ajuntamento hybrido de homens
que se eucuntram por acao em torno de urna idea
ou em torno de um hornero. Sao mais algum*
jimsa: sao ou le vem sur robustas dcdieaCfias,
condicces profundas, inabalaveis, que urna gran-
ito idea chama postes em nome de interesses
altamente confessaveis. A^- dedicagoas que tem
por base o interwsse personalissimo; que se aTer-
voram ou esmorecem segunda o favor que Ibes
distribue o poder; sao atriste bagagem que os
nossos partidos deveriam alijar resoluLtraente. Ha
algum chefe poltico que tet-ha a felicidade de nao
viver carregado ao peso desta responsabilida-
de r
J que disse chefe poltico, 6 pertinente dizer o
que todos sabem. Chefe de partida nao quem
quer_s-lo (rauilos apoiados); chefe aquello,che-
fes sao aquellos que o tempo, as eireumslanca, os
Imgos sorvicos, asrelagoes extensa.acclamaram e
proclamara ra. E' um posto que nao se usurpa;
ningnera livre de ser ou nao ser chefe de um
grasde partido (muito bem).
K ainda um grave erro attribuir tudo quanto sa
faz de bom e de mo em nm partido a aquella qne
os acontecimenles fizeram chefe. O partido somos
nos; sao todos os cooperadores; cada un deltes
responsavel na medida de suas tercas pela direccao
dos negocios.
A imprensa, os crculos, s outros tantas meios
de manifestacao. A mprens;. I Que fazeis vos Ja
imprensa ? Ha algum outro meio de conduzir me-
Ihor a opioiao ? Nio tendes ahi um campo vasto,
permanentemente aberto discussao poltica? De-
nunciaioserros; formai circulo era volta de vossas
ideas; nao ha outro meio de conquistar o espirito
poltico. Tendes desgostos ? Levai-os impren-
sa ; aponto-vos o camiaho. O vosso silencio na
imprensa diz bem que nao pojis deseer da pura
absiracco para o dominio dos factos (apoia-
dos).
Voko-me para o hnralo deputado pelo 3' dis-
tncto de cojo brilbaute discurse desviei, ura mo-
mento, a altencao.
Concluio o honrado deputado o que* se pola cha
mar a parte puramente poltica de seu discurso
com urna doiorosa, pungente airuiaco, que'todos
ouvimos.
O nubre deputado nao quer ter influencia polili-
oa; desde hoje, desde han tem, esl fra da p liii-
ca, est em todas as polticas.
O Sr. Pkdbo ArroNfio d um aparte que nao foi
ouvido.
Sn. Gusmo Lobo :Se isto quer dizer qne o
nobro depulalo cultivar com desvelo as retacos
titulares que possa manter em todos os parti
iio lonlio seuo que applaudir esta vir-
em ace tar em lempo qualner modiieacio ao ar-
tigo cm questlo. O amor da economa bem en^
tendido; a commissao lhe reconhece o valor.
Eis aqni-esto outras tantas provas da que a
commiatao quer ir no melbor aejordo com todos
osnimus. Assim tivesse ella a felicidade de ver
resubelecidai uawuona, n-'eate casa o fw* -d'alia
entre lodosos cooperadores do nosso grandioso
pensamento poltico.
Quanto mim, Sr. presidente, estou tao longe,
du tevaatar erahara^ts a esta dixtadsao, com)
estou ionge de suscitar dtfflculdade* causa poltica
que defendo na hora do poder com a mesma toal
dade, dedicacao e desinteresse com que a defend
na Imra araargurada di proscripcao I
(Muito bem ; muito bem).
(O iliustrc orador cumprimentado por muilos
bis. depulados).
Tena dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordvm do di, e levanta a sessao.
do
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PKOVINCIAL-Hontem a assem-
bla, na 1" parte da ordem do da, approvou em
i' discussao o projecto n. 70 deste anuo, qne man-
da continuar a coustruccao da estrada de Muribe-
ca at a povoaean daquelle 110016, com 'diversos
addtivos, e na 2" parte, apirovnu o art, Io do
projeclo de flxacao de forja policial, depois de orar
o Sr. Antonio Cavalcaute.
A'.requenraeuio do Sr. Pedro Alfonso proceden-
se yoia^ao n-nnioal, verilicaedo-se votarem :
fevur do projeclo os Srs. A. Cavalcante, Correa de
O parlidosoinos jVraujo, A. Pulino, Pirmino do Novaes, E. de OH-
ve_ira, Augusto Cosa. Felippe de Figueipoa, Gus-
raao Lobo, Ribuiro Viauoa, 1. Orainmond, Vieira
de Araujo, Oliveira Fonceoa, GesCavalcanie,.Bar-
ros Wanderley, Cavalcanto de Albuquerque, Ama-
ral, Mello Rugo, Cuaba Cavalcante, Manee! do
Hego, Almeida Periiambuco e Itufino de Almeda,
(21) ; e contra os Sis. lleurique Mamede, Paes
Barrete e Pedro Allonso (3).
A ordem lo da para hoje : continnacao da
antecudeute ; ia discussao do projecto n. 97 desie
anuo; o continuaco de forca pelieM.
.TENTATIVA DE ASSASSINATO-Iontcm, pe-
tes t horas da manlia. o Sr. Dr. Akxandro de
Souza Pereira do Carmo, deftinclu medies desta
cidade, achandose ainda nn cama, foi assaltado
pelo seu escravo Paulo, que lhe dea nma punha-
hidada no baixo ventre, desiriinindo outra sua
Exma. senrhoa, que felizmente resva>u produzindo
leve ferimento, pondo se em seguida em fuga. O
Sr. Dr. Pereira do Carme aeha-se gravemente en-
fermo, sendo pensado por diversos de seus col le-
gas.
A' esforcos do senhor subdelegado supplento da
Magdalena, foi o assassino preso s 3 horas ta
tarde, na matta do Bezouro, declarando no inter-
rogatorio que pneedeu essa autoridad*, ter
intenco de matar seu senhor ha tres ou quatro
lias.
Fajemos votos pelo restabelecimenlo do Sr. Dr.
Pereira do Carino.
lacio de sftus pre lecessores nio>
s (em danj-n prodlfiasarapofco agricultura,
mas tem ainJa dedicada um cuidado especala
cultura do algxl \ i;:uw de assmar, auil e outros
productos Jas regios dos trpicos, em toda a ex-
leosaodo.Nilo. **
A administracao destea iminensos terrenos rma
fmpelii/deu^ pressa dlkrf^'^as3. WR h J'
que concentrara cara u noihe prestigioso d^
.ruii/ar-K da Patrta\ Quaato ^ prajas de linha
nao sei que nenhum contingente tonlu ainda \ol-
ladado pra .0 imperio ; antes' do presamir qua
a sua distribuido p las provincias n^o ups ser.
realizada en pi-azo" brve. Devemos, enire'ante,
"esperar qua at cnlo fique privada a admims
.rae 10 policnn%mma-^rqm^ T^IBece
indispensava .ao navic ., an urna cida;
da para dia c-tondo asmas azas, em que as ne-
cessidades da ordem polieMlreseo*n com elli?
(iOnvir recusar adimntsincao da polica "e.-te
meio de estontler e nn*cr a sua ai-cao lodo* os
ngulos da ciiade ?
Creio, entretanto, poder afBrmar em nome da
commissao .qne ella nao pora aenhuma duvida
b o nome de
rendmenlos an-
ssain de 120 mi-
frente s quanti-
nangurajo do
unutarie
OmLe
nnaafnue
lUdn 4 ir,,
diosas defp
canal dje Suez.
Agora vai o Khedivo bzer explorar em grando
caa os terrenos por onde correal i aguas do-
ces, vara esn Bm autorisou JA .a administracao
d>Da,ra para contratar com d banco Franco-
Kgvpuo um empristono de lmlhoes do fraa-
cos destinado especialmente a realisar no Egvpto
^i.,^aper, oa;nen,w com 1 aciualmeato se
o no Bras? & **"" d a,SUe" nas *****
LQTEHfA.-Aj|ueie aclu a venda a~IUvi
bei.elicio da rmanJade de Nossa Senhora do Bom
Parto da-cidade de Olmda, a qual corre hoje.
LEILAQ. tfoje effeciua laipreterivelraettte o
gente Mariliw o k-flao das importantes dividas da
ca xa lilial do Banco du Bra-il, no predio onde foi
a Awoeaco (Aimmercial, s II horas do dia
CEMITRIO PUBLICO.-Obituario do dia 19 do-
mato.
Joaquina Firmhu do Sacramento, ParnamUco,aS
annos, soltelra. Santo Antonio ; dvarrhea.
fianeisco do l\t$ Barros, Pefnamb'uco, &> annos
casada, S. ft ; ideai,
Jos, Pernai.Tbnco, 2 m(zc?, S. Jo> ; enltc-
cotile.
Paula NarcUa, P.-rnimlraco, 80 annos, solieira,
hospital Pedro II, Jtiavista; ntorla chronica.
Francisco de Mores. Pernaftibuco, 53 anaos, viu-
vo, Boavista hospital Pedro II ; intente chro-
nica.
fallo, Pemambuco, (O mezes, S.Jos ; ronvolsfios.
Francisca .te Menezes Freir, Peruanbuco, 28 an-
nos. casada, S. Jas ; bronchile.
Traase de autorisar a consiracco de nma
pinte sobre o rio Una ede urna estrada quo ligue
a estacan terminal da va frrea, que se encam-'
nha ao S. Francisco, centros importaotes de pro-
duccao. Urna ponte e urna estrada ; doas gar-
gantas; dousjirogressos. Foi o nobre represen-
tante pelo 3o dislrieto que concebeo a generosa
idea d'esta autorisacSo, por cujo xito far. 1 d'aqu'i
votos ardemos. Permitlo-me recordar que 11 no-
bre deputado nao ftcou solado neste li uvavel de
signio. Muko ao contrario. Fehoito rae por ver
quo o sen nome .i frente do projecto tem o errt-jol
ile numerosas assgnaturas, que sao outros tantos
altestadns de dedicacio provincia. Nao vai
n isto a prova de que irnos muita vez em accordo
n asse accordo que as boas ideas suscitan sempre?
Dividimo-nos algumas vezas em ligeiraa apreeia-
eoes ; as nessaa discussoes traduzem bem a livre
eooperagao de lodos, lias, em se tratando de ci-
mentar os elementos da fulana grandeza do pro-
vincia, nos temos encontrado invariavelmcnte nos
mesmos sentimentos e nas mesaias visura. Aqui
tem o nobre deputado prova irrecusavel de qae
nao ha aqui destarmoma svstematiea.
Tudo isto verdade ; revela estudos ; pe a:
nota um trabalho aevo. E' justo que se raom
diga : tendes sido esteris ?
AcoJe-me memoria urna phrase que pede cahir,
no ardor do debate, dos labios do honrado rieputa-i
do e que nao pso deixar em silencio:Estamos'
em urna verdadeira Babel poltica I
*iu houve, meas senhore, 'urna Babel biblicai
I seuo porque archtectos temerarios tentaram ele-
var tao alto urna torre que ficasse sobrancera A
todos os possiveis diluvios. Isto encerra uraaJi-
c>o recuuda. A onfusao das liaguas nao veio se-
nao deiiois quo a audaciosa tentativa comecava a
eusdborbecer-se do sea triumpho. S5o so queira
archileciurar una Babel poltica; tenbarnos todos
a nobre reslgnagao das legitimas aspiraede*. Con-
gracamo uoos dedicadamente, desinteressadainaBle
desambieiosamento,; teremos servido assim-a cau-
sa do um grande partido, que tem direito exi
glr-nos saendeios. Grandes causas, dedlcacoes
supremas. (Muito bem, muito bem).
Amalgamemos as nossas majtoas, si as temos.
(Muito bem). Os partlJos sao ideas.
Hmpenhe-se o oob/e depaudo nesJe ]ou-.
empenho que o convido em nome do9 ortecioios.,
em ttome doruturo.' Pdefat-k- deve ra?
iJ-lo. Recalque para o intimo d"alma as suas ha->
sitares, estas auvens do espirite. ISjto pasta a
um grande partido mela dedicacio; iraca-nas. da-
ai cacao im'elra, precisamos de todas as dedica-
ces A ano nospMeolfcreeerohcWadoueXS.1
fado, 6 vafiosi, de pruco Inestintrl. T
Ouvi anda na discussao que mi directo do
lude. A tolerancia fui senipie m dogma do nosso
partido. Todo- nos temos e mamemos relacoes
pessoaes com adversan )s polticos (apoiados). Mis
si, pelo contrario, quer o nobre depilado abster-se
le poltica,ver o assstir com indifferenca aos ac m-
teeimentos polticos; peco-Ihe mulo e com un
Matar) ncarerimento, que tiquea nosso lado para
trazer-nos a valiosa cooperario de que as suas
lures sao um penhor. Nao se poltico porque se
quer s-lu. J houve qnem dissesse que a indiCTe
ca. em poltica un quasi crime social; e dissi
urna pr funda 'erdade pirque niaguem deve ser
indiffrente aos destinos de seu paiz.
Tes sao, Sr. presidente, as consideracoes que
me foram suscitadas pela primeira parle do bri-
llante discurso do honrado deputado qnem devo-
companhar, mu passo passo, na ordem de re-
ii xoes com qne tentou justificar a recusa que fez
de prestar ao projecto a sua assignatura.
Attribuindo dunmis-ai o pemamento de so-
pmsmara lei n. 611, deixou o honrado deplado
calur palavras que envolver nina rematada injus
lica aos nossos intuitos e s nossas vistas. Em
outro paiz (foram palavras dj nobre depntadu), um
rorm de voluntarios quo, marchando para o'iliea-
tro da guerra com lilairas compactas, vollasso des-
organisado, r.ueado, quasi txlincto, seria por isto
mesmo mais digno de recompensa; em nosso paiz
v-se o contrario:dissolve-se o eorpo.
Estas palavras, Sr. presidente, podem ter urna
certa sonoridade, roas urna snnoridade equivo-
ca. Se o nobre deputado quizesse fazer jasea in
l'ira aos sentimenlos o s intencoes da c.omiuis.-ao.
jnlgan'o-a com severidade mas com imparciali-
dade, conve cer-sc-hia de que, longe de sopliie
mar a lei o. (II e contrariar o peasamento que a
KKpiruOj a commissao a:atou o nobre intuito quo
a moiivou, indo al alargar as suas dispjslcoes
(apoiados; e nao apoiados).
Consagra a lei n. 611 em seu art. 2o iue, em
vollando o corpa expedicionario, ser dissolvdo o
corno provisorio. Mas nao estabelece o art. 7o do
projecto que, em conformidade com ota disposi-
cao, fica desde j dissolvdo o corpo proviso-
rio ? Que mais oodia a commissa- para dar leste-
munho da sua sinceridade ua inierpretacao da lei
n. 611? O pensamento cardeal, o peusamento, do
minante, da le, nao est declaradamente transpor-
tado para o projecto ?
O Sr. Peono Affonso : Ahi que digo que
houve sophisma
O Sn. Gsmao Lobo :Sendo como sao os postes
de polica cargos de mera eonfianca, nao pulamos
injppr administracao que, na organisacao que
dar lugar a disssolucao do corpo provisorio,
restituisse o exercicio de S3us postes a aquelles
offljiaes que houvessera voltado da campanha.
Islo era impraticavel em urna' lei de confianga.
O Sr. Pedro Affonso : Cumprissemos o nosso
dever.
O Sr. Gsmao Lobo :E nao o cumprimos reso-
lutamente ? Legislando a dissoluco immediata,
do corpo provisorio, deixamos muito claro o oos3o
pensamento ; o re-to cumpre administracao. A:
faculdade que concedemos ao presidente da pro-
vincia para aposentar, mediante condigoes e clau-
sulas, aquelles que nao de vam continuar no sor-
vico, osclarece a questio, resolve- palo nico
nodo porque era pussivel resolve la. A com-
missao nao poda decididamente fazer mais ; n >,
pedia ir mais longe em urna lei que deve traduzir'
plena contonea na administracao. Tanto ella re-
conheceu essas oflkiaes o direito de serena re-
adrati ios ao quadro do servic > effectivo que, no
ENVENENAMENTO.-Informam-nos que ha
dous dhs hoove envenenamento de diversos doen
tes, ni hospital Pedro II, pea mistura de materias
venenosas n'tima pireao de salsaparrilha, casinha-
da no estababeleciine'nto. Ser bom que se syn-
dque o facto, e se providencie para evitar-se a
repeticao.
PRONUNCIA.Pelo delegado do termo de Agua
Preta fui pronunciado o preto Lniz, eseravo do
Dr. Pedro Giudi.uio do Ralis e Silva, c mo Inennm
nas penas do art. Io da lei do 10 de judIio de
1835, pela raorle jierpetrada em Jas Alexandre
dos Sanios.
CIRCO EQUESTRE.-Os sympathicos arlislas
Vicente e C-^sar, da companhia do Sr. Mareos Ca*
sal, que traballia no davilba Santa Isabel, admi-
rara ni e sorprendern! aludos os espectadores,na
noute de qoarta-feira, nos dfficeis e arriscados
trabalhos sobre a escada aerea, onde executarara
quantu ha de mais pangse e gigantesco na ario
de gymnastica e acrobtica. Tendo agradado
esses irabalhes, scrao elles repetidos no prximo
espectculo.
ANIVERSARIO.-Completa hoje um annoS. A.
o Sr. prin-ipe D. Jos, filho do SS. AA. os Srs. du-
que e duque/. 1 deSaxe.
LUTO.Os empreados do correio.quc serviram
con o cx-administrad ir dessa repartico, commen-
dador Domingos dos Passos M.r-nda, resolvern)
tomar luto por 8 das pelo passamento de seu an-
ligo chefe.
NAVIO DE GUERRA.-Homom pela rnanha.i
chegou, do Rio do Janeiro pela Babia, a carveta
brasileira Mag, do commando do Sr. capiio de
fragata Juquim Candida dos Itcis, a qual deve se-
guir para o Para, dentro em Dneos dia*. Tra,. a
sou bordo os Srs. cliefe de divso Jos Antonio de
Faria, commandiiite do 3 dislrieto naval do impe-
rio, capitao da fragata Manoel Carneiro da Rocka,
inspector do arsenal de marinha do Par, capito
de fragata Augusto Cesar Pires de Miranda, com
mandante do brigue-barca Itamaracd, e primero
tenente Miguel Joaquira PeJerneira, comraandanla
da companhia de manore do Para.
BBVBAB DE FERRO PARA LIMOEIRO.-Tove
hontem lugar, perante a presidencia da provincia,
a abertura das propostas para a con-qruceao desta
va farrea, s-ndo conc Trentes "s Srs. fiaro do |
tHROMCA JUDICIARIA.
rmiu \v! 1 v ki;i,h lo.
SESSAO EM i? DE MAIO DE 18T0.
KESUJENCIA SO EUM. SR. CONSELHEIRO aVBTAWa
SA.NTIAGO.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. deseoi-
bargadores GiUrana, Guerra procurador da cora
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta^
Doria Domingues da Silva, Regueira Casta e Souza.
Leo, abrio-se a sessao.
Passados os faltos, derum-se os seguinos julga-
aientos :
Recurso crimh.Rcccorrente, o juizr..; reccotri-
do, Domingos Jos Alvos da Silva.Rolator o Sr.
desembargador Gilirana, sorteados os Srs. deseni-
bargadoies' Doiningnos da Silva, Al;neida Albu-
querque e Multa.Improcedente.
Ansiuvos de i>et:oai.Aggravante, Jos Carnei-
ro da Cunha ; apgravado, o jnizo.Relator o Sr.
de.-embarg.id >r Guerra, sorteados t-s Srs. dr-sem-
bargadores Souza Leao e Regueira Costa. Has
tomaram conhecimento. Aggravante. Ignacio Luiz
de Brito Taborda ; aggravado, o juizo.Relator o
Sr. desembargador Regueira Co-ta, sorieados os
Srs. deserabargadores Lourenco Santiago e Almei-
da Albuquerque.Nao tomaram conhecimen-
to. Aggravame, Beruardino Jos lpiSo; aggra-
do, o juizo Relatar o Sr. desembarnador Domin-
gues da Silva, sorteados os Srs. deseicbargadores
Motta e Regueira Costa.Nao tomaram conheci-
mento.
Appku.aooes crim;s.Appellante, c juizo ; ap-
pellado, Jos-Francisco de Lyra.A* novo ju-
ry Appellante, Autoiiio Vicente dos Sontos; ap-
pellada, a justica A' novo jury. Apcllante, Joo
Francisco dos Santos; appellada, a juslii;a.Impro-
cedente. Appellante. o juizo; appellado, Cosme,
escravo.Improcedente.
Appellacoes civsisAppellante, Juaquim Sal-
varur djjSequeira Cavalcante;.appellado, Jos Do-
mir.gues Maia.Reeeheram os embargos. Appel-
lante, D. Joanna Mara das Dores; appeado, Agos-
tinho nao da Cunha.Desnrejados es embar-
gos. Appellante, bachirel Francisco Luiz Cal-
das ; appellado, Joaquim Jos de Abreu.Despre-
sadas os embargos. Appellante, Dr. Joaquim Fran-
cisco/de Miranda; appellado, Jos Rodrigan do
Passo.Despresados os embargos. Appellante, o
juizo; appellado*, Joaquim de Almeida Lope; o
outros.Confirmada a ontenej. Appellante, Er-
nesto Brasil de Maltas; appellados, os herdeiros
da Miguel Alvos do Mello.Reeeheram oi.'embar-
gos. Appellante, a parda Angala; appellada, D.
Virginia Zenandes Ferreira.Despresaos os em-
bargos. Appellante, o visconde de Loares; ap-
pellada, a Uzeada provincial. Despresados es
embargos. Apellante, Francisco das Cbagas Bap-
tisla; appellada, a fazenda.Reformada a senten-
ca. Appellante, Jos.Lourenco da S.iva : appella-
do, Joa Mauricio Cirdoso.Conlirmada a senton-
?a. Appellante, Alexandre. Hodrigues da Sil-
va ; appellado, Jos Joaquim da Silveira.Confir-
mada a senteuci. Appellante, Jos Furtado do
Laccrda Jnior; appollada, D.-Anna Francisc do
S.Ao curador gem.
Habeas conpiTs.ConceJeu-se ordem ?. Jo2o de
Medeiroa Braga e a Malinas Antunes de Souza,
oara o da 21 do corrcnlc, ouvidas as roituridades
cawMttvas.
Dklicencia ovel.Ao Dr. curador peral: ap-
pellante, Bento Nunes da Silva ; appellado, Dr.
Olmtho Jos Meira. Appellantes. os religiosos
carmelitas; appelhdi, Manuel Pereira Maga
llics. Appellante, Manoel Joaonim da Silva
Leao ; appellado, Francisco Ferreira Bastas Amo-
rim.
Ao Sr. desembargador procurador da corda: ap-
pellante, Jas Joaquim Pi tombo; appellado, Jos
Mondes Ferreira.
Conflicto oe jurisdioao.ntreos juizes mu-
nicipal de Goyanninha e de 8. Jos de Mipib.
PASSAGE.NS.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
5r. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
Livrament, Baro da Soledade, Dr. Miguel de Fi-! PeNacao civel: app"llantes, Jos Pinto Texeira o
gueira Faria e Jacques Bonefond. oulros; appellado, Thooiaz Tienorio de Albuquer-
.VNAUSA^AO DO RIO GOYAN'NA.-Termina
que.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
amanha o praso para o recebimento de proista< .r J, STi V u
para a abertura e .analfciacao -lo rio Goyanna : I ?!:. ,&!a*il*i?r. Molla.-Appellacoes
devendo a abertura das propisias ter lugar, pe-
rante a presidencia da provincia, ao meio dia.
art. 9. do projecto, rhes manda pagar da or dia
todos os vencimentos que julga competir lhe-
desde a data, da dissolugao, do corpo de 'Volunta-
rios da Patria i que vieram en:orporados.
A conTroniato do prajeto om alei(n. 611
f responde victoriosamente aocusaejioque so nos
faz, tao solemnemente, de ter sophismado os in-
tuitos do legislador. A commissao, ueste parte,
applaude se de que, votando o projecto, a assem-
bla nao ter sido menos.generosa para eom os
sarvicos de campanha do que o foran os legisla-
dores de 1865. (Apoiados).
A commissao de fjrca policial esl tao intima-
raeuie penetrada de vistas patriticas, quo accei-
lar com reconheetmento todos os retoques e
reparos ao projecto que teodm por patente o
sen pensamento. Ella estima este concurso ;.
solliciia-o ; espera-o como de arujgos dedicidos.,
Com taato qae qualquer raodifleacao nao en- Uuram nessa noute.
corre a idea de descohanca, a commissao ser'
COMPANHIA PERNAMBUCANA.-Hi'je 'o ul-
timo da ern que recebe carga o vapor Giquiq cara1
Mieei e Patudo, conforma o annuncio da mesma
companhia.
AOS ASTHMATl-m-O jornal de medicina do
Paris, refere qua oDr. Paul, um d is raals destine-!
tos medicas da Franca, em resultado de urna ob-
servacao que se proceaeu no tratamente da
asthraa por meio da iahalacao do gaz oxygenio,
apresentou n'um bem elaborado relatorio, o nota
vel facto do l-r podido, um doeute, respirar em
vinte e quatro horas, at seiscantos litros de gaz
oxlgenio, sem experimentar inconveniente algum-
digno de mencionarse.
PHENOMENO? CELESTES.-Refere um jornal
da localtdade, quo os habitantes do Havre poderam
gosar pela segunda vez, desde o principio do in;
verno, na noute de S de abril, o espectacnto da'
uma aurora boreal. Do nordeste an noroeste o
cao paree ia todo inflammado, tres raios de Inz de
um veranillo mais intenso suniam da-nctamente
al o zeoith.
A torea da luz lunar fazia empalldecer sensi v-l-
raenta esta aurora boreal, que n'uma noute escura
toria um incomparavel brilho ; tedavia a cor dar
meteoro-era le um vcrmelbo carregado.
Este phenomeuo tamben foi observado em;
Rauen.
Por volta das oto horas c roca da noute nar
immen-o claro illnminava loa a parte oeste do.
co, cima do Havre, em todas as puteas esta-
cionavam muilos grupos para contemplaras!* os-
peelaoulo.
Nao se limitaraai, porm, a islo s os phenome-
sos metereologicos que os habitantes do Havre, go-
fliz em acolhe-Ia. Efla no'tem a pretenco de
ter oiTerdcido caja um trabalho irreprehensivel.
Satisfaz se o nobre deputado com esta formal'
declarago ? Nao v por ahi que, posta de mar-
gara a questao da contianca, ella u5o faz nenlmma
outra questao ? >
Mereceu reparo ao nobre deputado o artigo do
prqjocto quo crea uma seccao de polica mentada ;
e a ralao com .que ajudon a sua Irapuguarao, ti
a conslderagao vinda da despeza que tanto mais
d* evitar, quanto se sabe que alii vem provavel-
mente a companhia, fixa de cavallarla, retirada
desta provincia pelas urgencias do etado de
guerra.
Nao tenho noticia. Sr. presdeiite, do qqe tenham
volado .da campanhia senao cornos de fohtnta>-os
ia ratria. mo fi senao amajado peto iwbro
perinrnaiito de restituir s provincias es cidadaos
que a hora do perigo fez soldados, qae o govorno
0 tiario do Havre diz que tamhom s 9 horas,
e 12 minutos se observou da praca da Uature, eu-;
tro a estrella alphn da coustelleio dos Gemeos e
alpha da conslellaco Boreal, ura explendito me-,
teoro que durou parto de quatro segundos. Des-
creveu urna.pequea curva para o noroeste, par-,
tindo do teUscopio de krtckell o atravsssaudo a,
va teclea.
O ac laminoso, chispas violcea, desappareeeu entre a ea^elU,'
Olho de Boi o o Selte estreHo.
AGRICULTURA NO SGYPTO.-Segando fo l
n'una diario de Hespanha, at tSVL todo uEgyptu
era um feudo da provincia de lleca,, ,
Osnao coucedeadoJiabomct.Ali o imitii
nado heridilarlo daqueUa proviuca do imperio ut-
toraauo; constituio p ao meamo tempo proprieu-,
rio dos bens de mi moma pertencentes s cidades
santas, cuja administracao da-va lugar innme-
ros abasos.
appellante, Manoel de Souza Silva Serodio; apptl-
lados. Francisco Pereira e outros.' Appellante,
Alexandre Wargner ; appellado, los Ignacio de
Mendonea. Apellante, Silvano Jos de CarvaJAo ;
appellada, Rauhel de Souza Lima.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Doria. Appellae 1 cvel: appellante, o
baebi.rel Angelo Hanriiues da Silva ; appeltado,
Salvador dos Santos Seqnaira Cavalcante..
Do Sr. desembargador Deria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva.Appellacoes eiveis :
appellante, Jos Cosrio de Mello; appellado, Dr.
Ernesto Adolpho de Vasconcelos. AppellaBte,.<>
bacharel Antonio Ferreira Muniz Ribeiro; anad-
iada, a fazenda.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa.Appelteco
civel: appellantes o appellados juntamente, D-"
Anna rsula de Oliveira e D. Felisarda Joaquina
de Oliveira.
Do Sr. dc-em!argador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao. Appellaciii crirac :
appellante, o juizo; appellado, Antonio de Sonza
Mallo. ApptHlaeao eive!: appellante, Sebastiao
Jos Gomes Paaaa; appellados, os moneras Mana
oJoanaa.
Do Sr^desembargador Souza Lelo ao Sr. des-
embargador Giiiraoa. Appolla^do- civis apatV
lanies, Claudio ubeux e outros; aptnlladts Joa-
quim Jos da Miranda. Appekante, Ju Saajrco;
appellado, Podro da Casta e Silva. ApoeUaate, Ar-
chanjo Soaresda Silva; appeuado, Antoaio Jos
de Oliveira. Appellante, Antonio enriques Rodri-
gues; appellado, Luiz da Silva Ferreira.
Assiguou-se dia para julgamenlo dos seguintea
re tos:
ArpEUAgoKS avaisAupellaate, Antonio Pedro
do Rosario; appellado, Joaquim Beato do Mel-
lo. Appellante, los Guedos Noguerra; oppoUado,
Jos Anlouio Pacheco.
A' urna hora e um quarto da tarde euoerrou-n
a sessao,
PUBUCACttS PEDIDO.
O SR. DE9EMIi E A AS8EM8LBA rftOViNUAL.
A discussao sasciuda ua >A*sead>la prVAauU
por oocasiao da dtnassao de forja de polic a veio
revelar qu ote a justt* Jte wmda confian.
ca <|tto inspira qoeaU awporagao o tfitmu^
oajacier, quo tea .anta otoante n .ra|eas
adiaiuwtraeao. No ardor de um uebate e ww,
qu uao tem uardado todas as predicaveis cop-
vaidoms que amigos n datam otta si jusw
recordar qno a pureza e roctidao das vistas ad.
ministraiitas nio foram am s momete posi.
/"





3=3^
-A>Blanlo urna questai
de eoolianea a ie sajb Mea Pro-
vincial ; tanto quaia^^^Haduzir uaia mostra
4mMa*U*i o Wta ae iiaan Im* i-
WMmsjrelnMMBweebtl^ t Hrt_^Jr',)Ua,L Esta dealoosirag;m\deer**< han-' te* do casamento; Jeneanad ananas leguaria da
r* attanwnja a.aiadotranio;. urna prora mair | melado da terca.
vel dj que o i Ilustre administrador Catro me* pkrtfeer^ qae lajerto a cta-
asiat a es como em saa priraaira 'sur.
aalar regular es seos actos por Afua-prnta, 9 de raaio da" 1870:
la severa e invarlavel de justlca. Fransoo Cornelia da Rtncec* Limo.
Ainda bsm E' o premio do gaeriflcios que se Suoscnvro o parecer sapri. Rocife 19 de malo
UCR imposto o probid03o magistrado ; 6 o mais
taquala attastad da alta imparcialidade com
qM 0. Ilustre administrador teta feit distiocta
an. anas adiaistrac,od3.
O que sa nassa neate montalo no seio da As-
sembla pmvineiai nao tem nada gaslfaduza des-
harmona-* divisa no ai d iim grande partido.
Deagostos peisoa-is, personaMssimos, os ta em to-
daaaB:poHtiea9 ; a dfreeeio dos negocios poliii-
oaaaVpod pareeer ama obr irreprebenslvel
ofio quando, de caso pensado, se tolhe ao pon-
smenlo o direito de livre mauifestacao. Deem
ate a qualquer dos nossos partidas a mais severa
disciplinad organisacSo; trbalo ae cou w-
Innu um plano inrariavel que se propona ar-
regimentar todas as dedicacoas ; leva-se a tole-
rancia, o apreso todos os raoreeiraentos. altu-
ra do programma mais sincero ; mas d-se ao
mesmo tempo ao pensamento o ctfreito de mani-
instarse coa plena liberiade de manKestacao;
a 4i mais justieoM, aera o assumpto ae reparse
de observaepes.
B* o que se et vendo ca Assembla. Do frac
ae passa alli dentro, nao ha nonhuma razio pira
qu ImU-iiii palmas ao acoutociinento o adversa-
rias da sMuacao. Nenhum dos oradores, entrou
anda ao debate sena animado (telo deeejo de
ver robustecida e consolidada a mais espe ranco-
sa 9ittirSb polilica que j e desenhmi no her
sonte do paiz. Prova disto a tem applauinio com os proeto> di mais afervo-
rada dedicaci a administrado do Sr. Assis ilo-
oha.
Isto honra sobremodo ao integ^Trimo aduiinis-
trador. Nos recontros ce urna larga discussao,
o seu nome tem sido rarsriavelmente envolvido
apreco.
Monte po portugnez
SEXII0RE5 SOCIOS NAO SE DISCIDEM I
IS domingo 22 do crrante, que, tfs 10 horas da
inanhii uo gabinete portuguoz do leiUra.com qual-
<|ner numere de ssoehtdper, lera lugar a eleicao
da commfseo d.> exame ile omitas pedinao-IlTea,
^ae nao deixcm de comparecer.
Viv evadilo nossa sa^ c^n-ciencia que s>
t>r,'iaJu iteve presidir a estes cioa e- trium-
>har ljnslqucr considerae.50 pessoal, lomamos a
Hardade do lembrar para a referida commissio
i< llustna Bornes dos seyointes cavalheiros os
llMns Sr*. cousocie?, Manool Teixeira Bastos, Anto-
nio Augusto dos Santos Porto, Antonio Baptis
KogntiKa.
A'auns socios.
Os interesados, do cisal da interdicta D. Fraii-
risa Tliomasia >la Coneeieao Cunha, scientiiicam
a meos Tiuilinns doprdito casa!, queem vir-
tuda 11 pelieao abaixo transcripta, e do ipaeho
; iuc de orpUaua lundado na ord do iv.
1.", lit. 83, i; 2-, nao pod*m Cazer mais cMHracios
lo arreiidamcnios dos rtitus predios parlieatar-
mnto, mal so sini em hasla pQbiea.
Rec fe, 1!) de m,io de de. 18JO.
lll;ii. 8r. i>;-. juiz de orpha*".Di4in o hacha-
rcl M.inoe! Peretfa adtnioistrador do sna muliier e orno prncitrador
de Irnaei i Luh de Brito Tasorda o son; lilhis me-
nores a i :>s AJlm-o Augusto d) Bailo
T.ibirda. PraneiRca AbgUHla de Brito Taborda.
5 ir mai ir d) anuase csia matar de
1S, e Antonio da Cuaba Soarea oiaaries, todos
interessados do acervo do casal de O. Francisca
Tiiomasi.1 Ji ConeeieoGnaha, iitierdcU preste
iuizo; ane-MUndo llnJos os coitialos lesivoads
lotereasftH ttaqaeiki souhora feitoa pela seu curador
da Caoba Soares Soimartes, com sejam os
das .rasas das ruis do I parador 83 priofeiro
aud^r, Hospicio n. >> e Crespo i. lo; qse paopa<
lando-se dmres infam.inu.'s a reoeito 'de lewj
:ili;n de que Ues (Mtrafos Sfjaai fiiitos coi parii-
i il r, dzoi is tul itnla podan 'ofionder aquello
cura i ir, wm oi'n i ippheantes ; que do
venir- itds .1 ii!':.1.' i"..;' iii |a i senlnra,
da Iot se evil mciando
que aai o patriin :-.il se aeba em pea-
siiiooMi: orno aa>ca^asdo Hos-
picio n. i-, Cinw-Pontas n. '.. Direim n. 7!, [upe-
rl 'i i.-. 34 3:, '. ig ;-; i n [t i .-. as q mes
i] He cura i i econcentra-las:
ni om devida regra
abargadas ; mohvos de
. negligencias e Infl lc!i lade?, sen n causas
jnstssi i! is d i rom i ; i lie curadof, eonfor
ine tit 88 vi. (laerr.-j
Tract.3,llv. .. ira ;. ..'e ll', naquel-
la porna! o aun lor renn iiou a herac,a do D.
Mana i isa da (no rol irn I i i Antn i G
. e c- i ;i i| i mlra estado do pa-
. ji bavendti re-
quei-id i } inpplteaates estojuisma nomeacSo
de tu : aradi r a I prom iva aceito com-
ntra aquaHe cndor, aflm do casal Ira-
- p sasda roa Augu*!a que so acbam in-
le 11 de sua curatel-
, por lan i ios e provad s,
nao l folio ainda, dlzemo lo cora o dvi-
do i oedi la enrgica a faino-
desirua tal fatal curadora, qual a de
l.i Cunha So isrJbM pirissoo*
vem requerer v. S. fiara que se
de 1870.Sub oensura.
Atiero It'inoel Parlado.
Conforirn-me com os doutos pareceres. Rcife
maio1870.
A. Carntito AaUt*es GHimarSei.
-
Permifcfcir-se-nos-lia expen-
der ama oalavra sobre
as enfermidades dos pul-
mO'es e da garganta,
Quando osjtolmoes se chegam a enfermar,pde-
se dizerqueodontese achas borasdumainfermi-
Jade incuravel, e o primeiro passodado em tio pe-
rigosa simacSo A a tosse. Torna-se pois, da maior
importaiieia o atalliar-s a mesma immediataraea-
te. Se por aoass, p. rguatardes de qoemaneira is-
so se pode eoseguirt promptamente responder-
inoscom FteHorajW AtucaluitadoKerap, cu-
jo encllente lafope% preparado e> composto com
o maravilhostr e baWamico sucffo d*unra arvore do
Meneo, conlleoida desde muitos seculos pelos
abongeaes, como remedio excelso para as enfer-
midades pal mona rea
Esta mucoHlc.i preparacao curar a tosse den-
tro em potieos das, e aa vezes em poucas hons ;
aliiviar a astbnia. curar a irritada membrana da
da trathea e impedir Analmente o desenvolv
ment da fysica. Ao contrario do todos esses pe-
loraes e xaropes feitas de fructas o outras subs-
tancias aores e d'oma natureza duvidosa, olla nao
eucerra em si nenlium acido prussico, o cio
igualmente nio contera nentiuma mistura de Aoti-
raotio-lngredienW este, que abundantemente se en-
contra as pre_a#ao3es daquellespor consegua-
te o seu gaito nao produz nauseas e suave e agra-
da vel de lomar-se.
ktemiirode 1317, nli-pofo Jscphi concorrer com TIjmmIji^tri Q.Q. J#v iwlqIjI
Mara, a hiir.ui-a pii'' >tanto indispen- X^vlfllvI&U mt9 UC IUH.1U
mmkwwllifdM fiiMffe-
A** ir alterne m 8 s|^# non:
Bspt>etttro de defamgo
* 4*(9 ntOGRAlHMAv
f. Symphonia.
i." Volieio sobre um cavado.
3.* Esfrtcias cqatstre. pelo arlist4pz, sobre
ura cavalip.
4. A saia balao, pelos palhacos Cesar e Al-
dabo.
& MarMbo, canriio amestrado, ajneseniado sai
liberdade pHo director.
o." O Estudante doudo pela equitaco, por Loiz
quo tocar a pandereta, sobre um cvallo.
!: 01rfe*{e, peki -gVmnaslfl vieente.
Intervallo de 3t mintos.
8-. La Amazona, ^ala senhorit Anoa Casali so-
bre um cavatl.
. U a aplaudidos exeteicioe, a eseada aerea,
por Cesar e Vicente.
10.' A jardnejra florista, scena pastoril pela me
nina Jnaoila* sobre ana cavaHo.
11. Urna panitomiaia inUtolaa : Os tres aman-
tes birladas.
Os bifhvJtes de camarote, Cadsfras e plateas
vendem-se no mesmo cire>.
wmxHBm
Camarotes com & entradas........ 12*000
Cadeiras....................... 8*090
Cadniras avutsas para seeliora..... JatKM]
Geraes.......................... 1*000
AVISO.
Os sentrares que qaherem, podero ei*r c-
benos nos seus camarotes.
Todas as quartas-feira, sabbados e domingos,
haveri funejao no circo.
COMMERCIO.
ALFA?BTEGa
.ieodimento do da 2 a 18.
tero do di 19 i
74*:9o8*3:!9
S8.6l*2iB
803:o79*38S
MOV1MENTO DA ALFANDEGA
'olumes eutrados com fazendas
Idea idsm com gneros
'olnraessatros com fazendas
dem idera cora gneros
67
563
-----G30
206
110
----- 6iC
Descarregara hoje 20 de maio
Brigue inglezTru Agn mercadoria?.
Itrigue francezSha Freresidera.
Barta raglezaHenrietlaferro e carvao.
Barca porluguezaSaphira lagedo.
Lugar inglez-nc mirecaivaj.
Barca ingiezaEeiora idem.
ECEBED01UA )E RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMRL'CO.
letimentodo dia 2 a 18 ... 40:410*377
Mora do dia 19 .... 2:o26#o81
42:930 ;9.j8
GONSiJLADO i'RCVl.NCAL
Rendimento do dia 2 a 18.
dem do dia 19
71:86o912
2:30Sj'J70
74174*888
TBE3.TR0
GYMWASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A DIRElWXifnO ARTISTA
DE-GI0VA1I.
salbati 91 o corrate.
Segunda representacao do apparatoso e muito
applandido drama sacro, em 3 actos e 4 quadros,
oruado de msica e enriquecido de transforma-
res e visualidades, intlulad :
GABRIEL E LtSBEL
o-
OS MILaGRES DE S. ANTONIO
Toma perle' toda a companhia.
Scenario, vestuario e accesorios inteirarcente
novos.
PRICOS.
Camarote com 0 entradas liOOO
Cadeiras 23000
Platea i |ooo
AVISO ESPECIAL.
As pessoas que moraran no Raeife o em toda
a linha frrea al Apipucos, nnanrjo comprarem
Mlhetea de camarote-, ou efeira, a direccio Ihos'
dar paaafm gratis em wagn, antes depoip
do espectculo.
Os hilheics acham-se na estacao do Recife e
no Iheairo.
I'rincipiar s 8 horas.
a-se de Lrverp^I d Lb^ j^ M do coi*
We o vapor mfier Paral, de 18t6 tonelada, o
[ despachar* para-Baha, Rio de Jmdn e
Santos com toda brevidadft ^
Prahelro e eneoranlwdas a fre* reaetem e na
gencia. "= ^
Os vapores desta eotfpanhla tem excellentes1
accommoda(;3e para passattelrs : agentes Sauu
den Brotbors & C, II largo do Co po Sinto.
"COMPANHIA HfiNAMBCAfttl'
WM'egaeo cotelra per vapor.
Pnrabyb, raUT. laco, Ifossor, Ara-
caty, cear, Mtndah, Acaracft o
Granja.
0 vapor ibojucii commandantt
Moura, seguir para' 03 porto;
t cima no dia 31 do crreute a-onora.'
ta rd. Recebe carga at o dia 30, encom-
nendaa, e passageiros e dinheiro a fret at ai
: Wf** <& tarde d dia da sabida uo oscripto-
ri^d^Portedo MattMS n. it.
To-GraiKfe do Sul
PrepaVa se para ahir coin a possivel brevida-
ae o patacho Cyro. por ter a raaior parte d car-
ga, e para o resto que Ihe faka, tratase com o
consignatario Joaqu m Jos Gonsalves BeKr&o :
roa do Coraraerrlo n. 17.
~ COMPANHIA PERNAMBCCANA
DB
*^
'
*avcga^fSo costera por vapor
Maraaoguape.
^jy O vapor Cururipe, commandante
^^4. Silva, seguir para o porto ac raa no
WBHB dia 28 do crrente as 6 horas da
tarde. Recebe carfa, cncemmendas, passagei-
r s otubeiro a rele- at s 2 horas da tarde
do d a da sabida : eicriptorio no Forte do Malo?
a. 12.
COMPANHIA PERN4.MBUCANA
DS
'
Navegando cost&rapor vapor
Macei em diriltirn e Pinedo.
O vapor Giaui, comraamlanle Costa, segui-
r para os lcitos cima m* di 2.1 do- correnle
s i^hofasda tarde. Uetelic carga at o dia 20
encommenda, pajiafciris o diahelro a fretf
at s i horas da tarde do dia da sabida/i no es-
criporio do Fnrti-do Mattos n. li.
Para'.
Hoialaso
38 do correte.
ttpifsantajfc) do rauio a;>plauJidu
Terecina
drama sacro
GABRIEL E I.l^IKL
li-
OS MILAAGRES Dli SANTO ANTONIO.
N. .Ot Mlbotaa acbata-ifl desde j, na esia-
cao do Recife, e i i UtratM
________________Prin-ipiir a 7 1|2 hora'.
Navios entrados no dia 19
Babia2 dias, crvela a vapor naeiunal 'Mag,
eommanda no o capl'j de fragata Joaquim
Candido d< Rea,
Trieste57 da, brame-bollandei Goedhvt, da
280 tonelad ta, eapilao I. S. 8ikke:na, e luipag a
10. carga 8,433 barricas eotn f^rlnha de trigo ;
a Keller & C
Buenos-Ayres20 dias, lugar inglez Daniel Cor-
necile, do 2931 riel idas, ipil i i i .iwn, e pupa-
rr-'m 8, em hsiro ; ordera. Seglo para S.
Tii imaz.
Ifontevi leo21 dias, burea fraaeaea Fraueois 2*,
eanitao N. Jeigo, equipagem 8, em lastro ;
oidem.
Navio saliiio no mesmo dia.
BarcelonaSumaca heapanboLi Thereza. eapitio
Pedro Estracler, car?a algoda.
i

dar. Graspo n. 10, e a-'sim os quo so forera ven-
cen! \ sob peni de que sobre Bajadle eurador re-
cahira-- asperd.is c ilaamoi resultantes do casal
peh sua negligente ratidelidade, e protestando
desde j os supplicantes polas suas rescisoe-.
Mes:3s termos os suppli'ra'-sp^dera V. S. de-
rerimentoE. B. M.
Reeffe, 11 Je untado 1870.
Por i, e pir Igaacto l.uiz de Brito Taborda e
Blbos menaris, Matad l'wirr de Moraes Pi-
nheiro. Antonio da Cunh i Soares Gtmaraes.
;i I rindo o requer 11, ordeno ao curador que
leve : pr.ica -le v.-nla i ijiwot prodios le spa ca-
lida, que nao estiveram obrigados poralguin
outro contrato da arn idamente, sendo esia por
jj.i vv. 1 para o mssmo flm, pro-
pirca-.' r[n% fo-.-iqi ;" tantaando n prazis d-i cam-
(fromts- li-'-ife, 18 de miii de 1870.Soares
Orar
Illni. S;-.--Uontom (8) so reuni o conse-
ibo aiiiiinisiraiivi '1 caixa do bata'ho para
a tomada de c.nias ao thesoureiro, n'elle
propoz e fui appMvada, a necessidade que
havia desercm lisnsaJas nos a escrip-
tura; :o da caixa, poro n, ns (id mais perlen-
centes ao corpo. Xsst l'iv;m']o ao conbe-
cimenio de V. S. seaielhflle deliberago,
espero i|oe V. S. di.^nar-se-lia dar as suas
ordens tendentes a se cumprir to acertida
3o |)ir.i do naa vez por ein evidencia
o que se ha passado ni economa internad'
!). batalbSo actaalnente sob o meu cotn-
mando.
Deus guarde a V. s. Quartel do 9. ba-
talhao de infanlaria da guarda nacional dos
muni -ipios de Olindae Ignarassft o de maio
de 187<.lllm. Sr. coronel J-iaquim x*m\.
cante d"Albuquerqui.-Dignissimo c mman*
dante superior da guarda ttacicnal dos mes-
mos municipios. Frnm-isco l.uiz Vinm,
major comtnan Janie interino do balalho.
Consulta
Joaquim nstituio herdeiro em seu testamento
publico, a sua nica .ha legitima Mara, casada
com Praoni'fo. o neye seu testamento (ai a se-
cuint declaraco: 'JelUo para rmnlia Alba na-
tural Josepha, 'a meu de de mmba terca. Pngun-
u-se por essa simo'' deelaracao de Joaquia, em-
seu tataraento ch lorrado Jusepha sua mba natu-
ral, tendo falleca- Jnnoulm. vivendo sua fillia
tegitiraa Maa, pwlrtr Joaflahaooncorroreoni Ma-
na a seranea paterna ?
HeapHU.
Nio tenia Jomo* legitimada eaaa ietepua
que era sen testamenu cbama ftlha natural, antea
do seu casamento par stliatar poMia. > 9C+
do disposto no art. 2* do 4ro a, 4fi 4e d aa>
lusjiecco do ar.aeaa! de
raarlnha.
Paz-se publico quo a eommissad de peritos.
examinando na forma determinada no regularaenlo
umexo ao decreto n. !.')2i de o da fevereiro df
1855, o casco, machina, caldaira, apparelho.
mastreacao, veame, amarras e ancoras do va-
por Parnhijhd da companhia Penarabucana de
s objectos em
i de Pernambu
O inspector,
H, A. Birbosa de Almeida
Pelo presente se faz publico a quem inleres-
sar posn. que a Exma. coinmissao de polica da
assembla provincial, contrata a"pul)icac,Io dos
ebatos e dos aanaes da mesmt assembla, do
bienrao futuro de 1871 e 1872 : os pretendentes
ipreseniaro suas proposus em carta fechada des-
la secretaria at odia 30, as 11 horas da manhiia,
era que se proceder a a erlura das mesmas
Secretaria da assembla provincial l'J de maio
de W70.
O oflicial-maior,
Jos Carduso de Moraes Fonseca.
CIRCO
NO
PAViLHAO SE S. ISABEL
OOlPUHU
E D1HECTOB
D. Marcos Casali.
EXTRAORDINARIA E VARIADA FUNCGAO.
&abbaiio '4 a do corrate
Pela >egunda voz so. execut: r neste circo os
applaudidos ejercicios A oseada aerea onde
Mitos applau-os recebeu, executadas por Cesare
Vicente.
PKOGRAMMA.
i* Symphonia.
2." Volteio sobre o cavallito mosca, pelo artista
Juanin.
3. SaRds por entre arcos forrados de papel,
P***" artista Vicente sobre um cavallo.
%
Muneri vez, o balo (sain), internic
dio cmico, P?l>y-r*ibjicos Ce^ar e Aldabo.
5. O pao voador, MS^^. Vicente
> Monteciel a Lbeme, T9km^L
Liz e Aberino.

"*^bjsca, por
".: Pela primeira ve as Subidas dos antipodas,
exercieos gymnasticos, por AWabo.
Intervallo do 30 minutos.
*.' La Amazona, pela senhorit Anna, sebre um
cavaflo.
9.' Pela segunda vez, a eecada aerea, exeNMat
da maior difllculdade e ligeireza, pelos aplaudi-
dos gymnastft Oesar e Vicente
10.* As postaras do chaile pela menina Juanita
de 7 annos, sobre um cavalh.
11. l'ma graciosa pamtomima bufa, intitulada :
o barbeiro de Sevilhak j-
N. B.As portas la dreo abrera-se as 7 ho-
ras da noute, dando-se principio s cito em
ponto.
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro
Pa-.i o rufo-ido porta pretende segoir com mul-
ta brevidade o patacho rabe, pbrtor a maior par-
la c rga tratada, e para o resto que Ihe falta e
escravos a f. le trata-* eora o &>os%natario Joa-
los Gonealves BltWo, a ra do Gommcrci^
n. 17._
mim mmim
DE
Paquetes a vapor.
li w por;os do sul 6 esperado
at o dia l do corronto o vapor
Tci'iniin*. commandante J. M
~ Franco, o qoal dtppia da de-
mora oo oostnme seguir para os
o norte.
Depdo ] -iros e en*aja-8 ,
; ovaiiorpoder conduzir, a qual deverf
mbareaa no dia dosuacl
dmheiro a frea at as duaa horas do dia di
-
Nao se n -rao-encoramendas senao ofc-
iecios de pequeo valor e que nao excedara a 5
arrobas depr-s^ ou 8paliaos cnMcos de medi-
cao.
Tudo que passar (lestes lmites devera sei
;i.lircado como carga.
Prcviue-se aos Srs.'passafiros qnesnas passa
,'ens s se recebom na ifanet i raa da Cruz n. 37
[ andar, escriplorio do Antonio Luiz do Oliveir
Azevedo & C.______________
COMPANHIA PEKNAMBL'CANa
DE
.VaregaeSo costefra por vapor.
Poito de Calimbas, Rio Formoso e
Tamandar.
0 vapor Parahyha, sepuira para os porto ci-
ma no dia 2-t do corren te meia noile. Rec-'hf
carga, encomraendas, pasiageiros o dinheiro a re
!e no escriplorio do Forte do Mattos n. 12.
GOlPAin BRASILEIB
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 29 do corrate o vapor
Guar, commandante o capilao
teneule Pedro H. Duarte, o qual
depois da demora do costuuie
opuir~para os portos do sul.
Desdo j recebein-se passaceiros e eugaja-se i
:arga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
'nbarcada no dia de sua chegada. Encommen-
laaedinlieiro a frote ate as 2 horas do dia da su
taluda.
Nao ? recebem como encoramendas senao ob
eetosde pequeo vaior e que nao excedam a dua.'
irrobas de peso on 8 palmos cbicos de medicao
Tudo que passar destes limites devora ser embar-
:ado como carga.
Previne-?.- aos senhores pa?sageiros quo suas-
ic-obom na agencia, ra da Crut
n. i)'7, l andar', esrriptorio de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C.
O bngue porluguez Colele satura edm brevida-
de, para o r^sto da carga trau-se na ra do Vi-
gario n II, 1 andar. f
Hecobeni-so propostis para dar urna
quana nao snperior a 6:0ft a risco ma-
rtimo sobre a parle da carga do brigcie
nor'ti-ailenio Augusto, armado nesle por-
11 c m agua aberta 8 legamente condem-
nado em sna viagem de Bneos-Ayres para
Falmouth auqueenstown a roceber ordens
para dascarregar, ou no reino unido ou no
Continente entre Havre e Hatilmrgo, a qnai
vai seguir vigrm Abordo da escuna norte
allemo Cato, no consulado do consulado
da Conf'deraijiio da Allemanlia do Norte,
at i-\ do correrle tnez at ao raeio dia.
LEILOES.
LEILlO
DE
COMPAJSIIIA PEHNAMBCANA
DE
.Vavegaeo cnstelra por vapor.
Goianna.
0.vaprr Paraiiyba, seguir para r
porto cima no dia 26 do corren-
as 9 horas da noite.
It cebe carga, encoramendas, passageiros e di-
nheiro a freto no escriplorio do Forte do Malte
a. 12.
Para o P rto
Vai sair a galera portngueza Tentadora da qual
^IjjnimanClante o muito conhecido e acreditado
p',".nr J^yt*Mas de Oliveira ; recebe carga el a.rfi'w
valho & Nogueira, aaTl
o mesmo eauttSo.
ra'
Para o referido porto pretende seguir com mul-
ta brevidade o patacho partuguez Nova Sorte, por
ter a maior parte do seu carregame to tratado, e
paraoponco qae e falta,.que recebe a frete
comraodo, trata se cora- o consignatario loaaniUi
Jos'1 Gonealves Bellrid, ra do Gommeroio nu-
mero 17.
G agente Marlins com ote aiiDri-ado
pelo liquidante da Caixa Filial do Banco do Brasil
rari ferian, no dia 2 dj correlo, s 11 horas do
lia das dividas aliante descrila*, cossando desde
o mo.-n uto da arremataba) toda e qualquer res-
pensabiNdaa da dita caixa. A -'ividas serSoar-
' juntaso leparadaraoate conforme a
ventad dos prelendenj&s.
Ojeilo tera lugar ob predio aonde f-ji a Asso-
siaco Gommercial, defronte do Corpo Santo.
Joan Paulo de Siuza, Joo Tiieo-
lonio Bi zorra, Silverio JoaqaimMar-
lins dos Santos. 906^939
el Jos l'errjira Oosmlb,
da ilva I'., u.,
' i i P ui iooaa. 91868;t
Han el J' l-'e.-i" raCus,i;'i', An-
snio J i.-i- Perreipa Juni ir, 1 i'.iu-
'izo. S2J"93
Ittio Nulo i' B iota, .'d in tel iia\-
; le, l'lio n loa juim
Mascarenhas liamos. I:8ij7i60)
Juio Pabia de Souza, Thom oa-
qnim Mascarenhas Bamos. 3:06."i j'S70
IjSo Paulo de So'iza. Jerge Fcr-
reira Fernandos de Siroeira, Manool
DsLite. 2:201,171
Joao Paulo de Souza, Tbom Joa-
quim Mascarenhas Ramos, Manool
Jos L l:4t302
Actinio Pereira da SHva, Joio G-
zemiro da Silva Machado, Hanorl
Zeerin i Das Barrete. 2:98G5oOO
Joan Felippe dos Sadtos, Igdacio
fery Ferreka. 2500'J0
JoaoCaxemiFoda Silva Machad',
Antonio Justimano Pacs Barreta, Ma-
uoel Zeerino Dias Brrelo. 3:o00000
Gainto A C, J.ai|uim Jos Uap-
tista^Joaqnlm Ferreira de Souza. 1:400*000
Missa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, loao Paulo de
Souza. i.CiUoOO
Sipioira A Preir?; Jos Fran-
cisco Pereira da Silva, Gandido Pe-
reir Monteiro. I:7:)8jo00
An.li Alvos da Fonseca. 1:437*687
Siqueira & Pereira 12:2i2oO-
Massa fallida de Joaquim Lucio
iro da Franca, Joao Paulo de .
Souza. 4:718*812
Siqueira & Pereira, Jos Luiz Pe-
reir:i,"Canili;.'o Pereira llggl 1:7.*>0*700
Siqueira & Pereira, Joo Gomes de
Aiu.eida. 832*ol0
Massa fallida do Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Jos Soares
Pinto i;.;i,"m o.j020
Francisco Gavalcaotede AILuquer-
1\m, Candido Pereira Mjnteiro. 1:681*331
Ventura Pereira Penn, Joaquim
Jas dos Santos Andiwde. 2:31'932
Siqueira & Ptreira, Baymuudo de
Araujo Lima. 286*823
Siqueira & Pereira, Gandido Pe-
reira Monleiro. 1:799*300
Massa fallida de Joaquira Lucio.
Monteiro da Franca, Joao Paulo de
Sonta, Jos Soares Pinto Cjiti. 1:792*631
Jos Luiz Perera, Siqueira A Pe-
reira, Gandido Pereira Monteiro. 1:689*700
S'queira A Pereira, Antonia d
Brito Lyra. 801*508
Teixeira 4 Leao, Candido Pereira
Monteiro. 420*000
Andr Alves da'Fonseca. l:il*275
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alejan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavj.r da Fonseca Contrato l:932f293
Jos Luiz Pereira 704*438
G iiniuoJJgC.. Ignacio de 8:i Lonas
''^fntT "--~"* dfe
i Musa f llida de Joaquim Luco
Monteiro da Ffnc, Bclarmino Al-
?s Arooxa, Francisco Xavier da>
Ponsvca Cputinho 2:060*000
Jos Prancisco Pemint da Sflva Jo-
s Luiz Pereira. Candido Pereira Mnn-
teiro 2:677*300
Massa fallida de Joaquim* Lucio
Monteiro da Pranca, Frnclseo Xa-
vier da Fonseca Coulinho 2:000*fi00
Masa fallida de Joaquim Lucio
Monleiro da Franca, Belarmino AU
* AdOOia 1:4003063
ww -rsnraa do Joaqun?
Monteiro da **
drino da C
Xavier da F.n
k'jr/ Ignacio S
Francisco ae__
ibflfe-
Jostde
3|v| Sanios
^ leira, Justi-
no Anteojo, Pinto, Fertofato Jos Fer- r,!
nandesTWeira ?* 464J0M
-Jone Femaades Baptista, Mauoel
Aatouio Ferraira da Silva, Jordao Jo-
f'oe Ollvira, Justino Antbnic Pinto 378*310
Justino Antonio Pinto, Julo Fer-
nandes BaptiiU, Jordao Jos deOli-
*"W 1:884*800
a Joao Fernandes Baptisla, Jos Fer-
daCo.ta, Justino Antonio Pinto,
o Jos de Oliveira 886*916
Joo Fernandes Baptista, Joao Yic-
tonm das evee; Josiiiw Antonio
Pinto, Jor jao Jos de Oliveira 94i*0o6
Joao Fernandes "Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Justino
Antonio Pinto, JordSo Josa de Oli-
vei'a, 1:193*370
Joao remandes Baptista, Francisco
da SflVa Ferreira. Jostino Antonio
Pinto, Jordao.fcs de Oveira 683*720
Joao Fernandes Baptista, Ismael
Clementino dos Santos, Jordao- Jos
de Oliveira, Justino Autolo Pin 761*100
J 'o Fernandes BaplielA, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordao Jo-
s de Oliveira, Justino Antonio Pinto 378*310
Antonio de Azevedo da Silva Cara-
pos, Joio Fernandes Baptista, Justino
Antonio Pinto 873*130
Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandes Bap-
''*' 1:073*000
Joao Fernandes Baptista, Manoel
Baftista Alves, Joaquim Pereira da
Silva Santos, Justino Antonio Pinto 1:128^720
Justino Antonio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Joe Fernan-
des Baptista, Manoel Jos de Faria 1:7225300
J. P. Adour A G., Francisco Jos
Rodrigues Bastos o83*lti4
J. P. Adour & C, vinva Dial Pe-
reira & Averiar 726$660
Antonio do Aaevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernandos Baptista, Justino
Antonio Pinto 873*130
Justino AntoDioio, Manoel Jos
do Faria, Jjao Fernandes Baptista 1:108*500
Joao Fernande* Baptista, Joaquim
da Silva Ramos, Jonqnim Pereira da
Silva Santos, Jusloo Antonio Pinto 1:087*105
Joaquim Pereira d Silva Santos,
Justino Antonio Pinto, Fortunato Jo-
s Fcmandea Pereira 1:508*400
J. P. Adour A C Francisco Anto-
nio do. llego Melle 263*188
J. P. Aderar A C, Hibeiro A Lobo 2:032*740
Machado A Souza, Antonio Joa-
iiuim Machaco Brando, Antonio Jor-
ge Guerra 1:698*323
.Mchalo A Souza, Cardoso A Sou-
za, Antonio Joaquim Machado Bran-
dao 2:39:i:0
Machado A S oiza, Antonio Joa-
qtRm Machado Brandan 1:973*318
Jos Victorino de Paifa Silvestre
Lira do Bam s, J. P. Ad or A C. 1:000-5000
"Silvestre Pereira da Silva Guima-
re, Jos Francisco fjarr. da Silva,
Bernardo Jos de Burros 47l220
Machado A Souza, Francisco Jos
Correa Marques, Cardoso A Souza 4:517*847
Machado A Sonta, Antonio Joa-
quim Machado Brandio 1:871-3130
Machado A Souza, Jos Dnarte
Continuo 1:7335100
Machado A Souza, Estanislao Dan-
tas Galera 727*890
MaehiJo A Souza, Francisco Jas
Correa Marques, Jus Antonio Pinto
da Costa l:6o0*800
Machado A S uza, Antonio Joa-
quim Machado Brandas, Jas Anto-
nio Pinto da Cosa 1:983*310
Machado A.Souzn, Antonia Joa-
quim Machado Brandan 736*900
Manoel Pehs Gampello Jacome da
Gama 819*664
J'iiqnimCorJiiro Biboin Campos 1135177
Antonio Jos Moreira Pontos, Gui-
Ihermo Jorge dos Santos Pa-sos J-
nior, Manoel Joaquim Dias de Castro 972*333
Ainorlm, Frgil i, San) r* A G. 6lor 1288
Antonio Jos M< reir Portes, Pe-
dro Martinho dos Sanias Juni r.
Custodio Ferreira oh:ii!io, Manoel
Joaquim Dias de Castro 186*691
Francisco Alvos de Piuho 24 :1723
Scve, Filhos A C. 33 565*200
Araorim, Fragoso, Santos A C,
Antor.ii Rufino Aranha 9I8792
Amorim, Fragoso, Santos A C. 610*803
Bastos A Lemas, Bernardo Jo^c de
Barros. 720*000
Mainel Ferreira Pinheim e Silva.
Custodio Ferreira Montiubo, Mauoel
Joaquim Dias do Castro. 972*2If.
Custodio Futreira !-is Sanios J-
nior, Custodio Porreita Moolinho,
Mantel Joaquim Dias de Castro. 667*441
Joaquim Francisco de Mello San-
tos, Travasso Jnior & G. 1:534*500
Viuva Amorim A Filho, Travssso
Jnior A C 8i000
i rim, Frag. ro, Saraos A C. 6:21 I
Bastos >V Lii 47:512*590
Francisco Alves do Pinho. 341*215
Viuva Amorim A Filho, Travasso
Jnior A C. 1:918*800
Antonio Jes Moreira Ponlos, Tra-
jino Xavier Pinheim Jnior, Manoel
Joaquim Dia de Castro. 1:031*920
Queirz'4 C- (>ocios da exncia
firma de Brito, Queinz C.) .' 19:.'iii00
Viuva Amorim A Pitfm. 1:580*300
Joaqnim Francisco de Mello San-
tos, Lucidalo Pereira Lims, viuva
o A Filho. 269*379
Amorim, Fragoso Santos A C. :382*0i2
Viuva Amorim A Fillio,. Travasso
Jnior A G. 1:823*38.)
Joaquim Franciso de Mello San-
ios, LinJolpho Gomes de Leiro?, viu-
va Amorim A Filho 261*973
Travasso Jnior A C., viuva Amo-
rim A Filho. 581J000
Rostro:! Rooker A C., Miguel Viei-
ra do Mello. 1:247*160
Roslon Iloockcr A C. 771*710
Marlinho de Oliveira Borgos, Jos
Antonio Alves de Carvalho. 582*ltl6
Jos Joaquim Lopes de Almeida. 11:639*000
Laurino Jos do. Barros. 3S*8()0
Sebastian Jos da Silva, 3:021*j63
Viuva Amorim & Filbo, Sima-
raes A C. (socio? da extincta firma de
Daniel, GniMries A C)
Guimares AC. (soco da extinela
lirma de Daniel, Guimares A G.)
Amorim, Fragoso, Santos A C,
Guimares A C. (socios da extincta
firma de Daniel. Guimares A C.
Viuva Araorim A Filho,
BeroarJno Tlmningnes Moreira,
Amorim, Fragoso, Santos A C.
Joaquim Franci;co de Melle San-
tos
Travcsso J. A C.
Viuv.\ Amorim A Filho, Travasso
Jnior A C.
Domingos Francisco Tavarcs, ia-
cloinao a quantia do 151:111*756
irtiveniento do choques o recibas
.idinillidos a massa fallida de Anio-
rim, Fragoso, Santos 4 C. 471^04*800
Claudio Dubenx, principal da fian-
oi ao ex-thesoureiro Tavares. 8:000*000
O mesmo, juros e costas sobre
a mesma' flaB?a. 3:277*310
Do dividal f 1
, A
iit cmprimenW 6V~fen)eiaeT ,
lllm. Sr. Dr. juiz de direio especial do cd
deeta ddade, a reflueraiMat dos admira!
da massa fallida dp Antonio Pedro da Mallo-, o>
agente Oliveira pera a leilao pela <|unda vea, a
dividas do arraazem derjomlnad' liigS, namaer*
tanda de 31:415*S4JJ rs., e aae de rmanos Doan
Amrica?, importando em 3;392*#7 rs., unir
parte do activo da referida massa e cajas retantes
se acham era poder do dito agente para safen
previamente examinadas petos, prntenoanana, ana
como no acto do leilo, o qoal lera lugar.
Sabbado
ao mel dia ero ponto, em seu escrlptOTio & ro
da Cruz n. 53, l* andar.
De. urna mobilla deamarelle, 1 eemmodadfc ja-
caranda de mnilo goslo, 1 guarda mtipa da aau-
rello, ura guarda vestido, 1 secretaria de amarel-
lo propria para eseriptorio, 2 guarda louea,' dV
amarello, 1 mobIHa de jacaran*gosl antigo, 22
cadeira* de Jacaranda ana-as (obra do Porto), i
meia coramoda de Jacaranda, 1 grande estante de
amarello propria para litros, ura apparador de
amarello, 1 piano de armario mallo bem conser-
vad, | machina para ecstura, 1 burra de (erro
em perfeito estado, 2 camas francezas cou pooci>
uso, 1 guarda vasos, 1 commoda de amarello, i
par de egpelhos grandes-,. 1 bsuca para eecrig, I
candelabro do vidro, diversas redomas, 2 sofis
de Jacaranda, raeio apparelb. de loin;a para jan-
lar, diversos pares de jarros, 1 importante relo-
gio f.-aneez qoasi novo com corda para 15 das
batendo horas e raeias horas-, porcao de cadeiras
de amarello avulsas, consolo*, marquczSe?, mesas
redondas, 1 espingarda de 2 eanos e muitos on-
tros objectos.
Sabbado ii do correnle
Augusto C. A. Seixaa competealemente auteri-
sado por urna pessoa que se reir desta provin-
cia vender em leilo por inurveoeo do agento
Martin-, os objectos aciroa mencioBados, em seo.
arraazem roa do Imperador n. 16j as II horas do
dia cima.
de 45
LEL
barris com vibo verde
do Porto.
Terffl-feira ido correttli.
O agente Pestaa far leilo por coala t risco
de qnem aertencer de 45 barris erm vitiho vende,
in les do Port > no navio chegado ba powws dias
eser.to veudos pm um on mais lotes : terga-fei-
ra 24 do crtenlo as 11 horas, da manda n r-
niazem do Aunes.
"Teeo-
De movis. Ioh^.i. Tidros e Mnn
carro mericitao de 1 rodu
para el |>ess .as.
COXTBDO:
Um piano, mobilla, machina de costura e mais
perlences de casa de familia.
Terca feira 24 de maio.
No Caminhi) Novo ca*a de s,lirado n.
John A. Tbom tundo de relirar-se para Huropa,
far leilao p r inlervencio d i agente Pinto dn.<
movis e mais nbjecios da casa de sna residencia
n Caminho Novo n.
O leilao principiara as 10 h .
f

Mtianca.
O Dr. Cardino Pra visco de Li na Sanios na-
Jou sua residencia e coii-ultorio para 4 raa do
Imperador n. 37. 2" andar do /lirado cujo arma-
lem conserva ainda bojfl o nome do Aii.-im-a,
:endo a entrada, que pela |.i Ij da punte Sete d
Setembru, o nweiiio numero "17. da fr-nte. .'.hi,
continuando o diio Dr. uo exercicio Jo sua pro-
lss&o de medica a de operad r. ),uJt! ser procu-
ado a qdalqner hora d > iHa e da omite.
Precisa-se a;ugar mo criaJo da 14 a
\'i annos de idade, prefere-se scrava : a
'.alar na ra Nova n. 50, Io andar.
17:824*831
1:037*000
6:336*017
11:693*300
403*328
l;014*O0O
777*730
Jo- D.iiivo dos Passos Bastos faz seienta ao res-
pelavel publico ju lando reformado a sua oi-
lia _roa do Bro'ra n. 61, a n le cneootrario
com perfefcao I va o qualquer obra de cal eireiro,
ferrelro, serraleiro, latoeiro e fundica i de cios e
mais metac: ; recebe eoc<)mmendas tanto nara
sta praca como para fcra dalla, 'ncarrogando-se
do as transp irtar pra unde Iho f>r fuita a encom-
oenda, e tambera encarrega-se de encar.amentos
para ag i, Lio \ i is de ferr >, etc., tu lo por menos
pTCi que Bia piltra qualqu r parte.
Ama do eite.
Precisa-se alngar uraa ama de leite : na ra do
Cihus ;i. 9,1-ija._____________
Hospital l'orlii'uw de BoBefieen-
cia ciu Pemambco.
Pela secrctari.i ansie hospital man la o lllm. Sr.
iravedpr convidar, aos seu ores socios c-ffeciivos
para so rennirera em assembla (eral d^mhogo 22
do corrate, as 10 horas da rnanhai, para se tra-
tar de negocio as grande iran-ccdencia.
So -retara do Hospital Porluguez do Benafiuea-
sia om Peruair.buco 18 do maio de 1870.
O Io secretario,
Joaquim Xavier Vieira Ligo.
ATTENCO
Jos Duarte Gralinho, estabeli-cid i nedla cidade
la muitos anno, na roa Vi-conde de Pelotas, on-
''rora raa do Ai.iga\ ven-l-i o seu n^oroe na reln-
co dns dividas da caixa lilil oara ir a leilao. do-
clara a quem convier, que nao se entend cou
ille annuiicianto, B m com outro de i.-ual norae,
comoj se verilicou com a- pi.- ria .-tra.
Irmandadc do Diviiu Espi to wnto er ca
no convento de Santo Antonio do Recifu
O irm.j juiz por ordm la mesa regedora-con-
vila a todos os uossos charifsimos irmos para
'.'ompareeatem uo domingo 22 do correnle, pela*
10 horas do dio, na consistorio da nossa irmanda-
3e, para elegcrmos a nova mesaj que tenl de fuac-
;ioliar no auno do 1870. a 187K
Cousislorio *a irmandane do Di virar Espirito
llanto deS. Francisco 19 do maio de 18; 0.
1:758*730
De dividas na importancia o* to 7725215.
/ A 21 do correla.
Em cumpriraento do respeitavel mandado du
Blm Sr. Dr. jufi da primeira varaeraiBal esubs .
Ututo da do espacial do commereio om exercicio1
nesu cidade, a requerimento dos administradores
da massa falhdn'de Auvoio Pedro de. Mello, o
agente Oliveira far leilao de mais, divjdaa da dita
massa, na importancia supra, coutUrrfn do refe-
rido mandado em pader do mesmo agenta narf
previo exarao dos pretendentes.
Claud o Jdoburuue C Leal
Sneritarfo.

Irmandade
!
d Divino Espirito Santo a
Igreja do Coliegto.
De ordem do irmao juiz convido a todos os na-
los Irmaol oompareeerera no consistorio de-noa-
inanhaa. afira de flegerraos a nova administracac
ara o exeroicio de 1870 a 1871.
O cscriSo,-
Lulz Epifani Maurica.
AVISO
Quera perdeutu'nssargolas de ouroh'aum.anao,
na igreja da Santa Cruz, dirjaae meso igreja,
ou rua dos Pires n. 64, que dando os signan Mas
lrifa entregnas. __________'
0 Sr. vigario Bacalho qie mora jb, oaacoa
aa estrada de Joo de Barros, queira mandar a>
esta lypograabia aegacio.

V

I




Diario de Pernambaco Seria feira 20 dV Maio
CABLLEIMmd*FRANCEZ
51~jftua da Cadeia do Recife51
thama a atiendo dos seua innmeros freguezes, e do respeitavel publice ei
geral, pr seguinte UbeUa dos presos de sua casa, os quaes slo vinte por cents
mis barato do qoe em outra qualqaer parte:
CabeUeiras para seohoras a 350,
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro de Ul
para padaiia ; a'tratar fia padaria
Santo Amar.
a 20 anuos
Hernia, ni
tr se a moraba oo i4 anr da asa
o. W Vroa do Vigario. por ootr morada em
casa 'Arrea, sendo no batrro de Santa Antonio, S.
Jote, ou Boa-tfela : a tratar na rna do Cabnga n.
iXs.
401000
500000
501000
Cadeias para relogio a 54, W,
70, U, 0, 12* e. .
Corte de cabello, ....
Corte de cabello com frcelo.
MI, 354 e.
Ditas pan bomem a 354, 404 e
Coques a 12*. 154, 184, 204,
284, 304 e .....
^^KHA**!5*' **' ** 324000 Corte de cabello com lavagem a
^ ^L t 2L? ,!L Ui : cabeca pela machina electri-
Ttaga cabello para annel a ^^ ^ cm Pernambac0. .
Tmca para braceletes a 10 Frisado inglesa oo francesa.
154, 204, 25 e.....304000 Barba. ,.....
SIGNATURAS IYIENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
O dono do estabelecimento previne s | Recommenda-se a superior TOTORA JA
Eiaas Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para euegrecer os cabellos e bar
v n k-k ba, nica admittida na Exposicao Universa)
sallo para untura dos cabellos e barba, as- ^ n3o prejudicial saude, por serve
sim como um empregado somonte occupa-jiatil, analysada e approvada pela* acad*
, mas de sciencias de PARS E Lmuhes
ncilda Retraten *Bnltjn*jMK lo* **rnan-
des Bastos Uinbelina Caetano de Jess Bastos,
Francisca de Paula da Medeiroa Bastos, Felesmina
Rodoberta da Coaceicao Basto*, Felicia Gandido
da Rocha, e Albino Baptiza da Recha, corde
alenle agradecen! a todas a pessoas que
assisliram aos ltimos ifiragios e icompanha-
ram ao cemiteria publico o oa,da,*r, en
muito presado espese, pa e sogro,Jos ternandes
Bastos, e de novo os convida -para assistirem a
roissa do stimo dia, que devera ter rogar na igre-
ja do Diviao Espirito Santo, pelaa b horas da ma-
nhaa do dia 24 de correnle, pea que se confesssam
Mudanza.
50.
50
14001
I400t
50t
25'
eternamente
iecidos.
lico ae KssfeTta
praca que nesta
Jos Joaquim Lima Bairao mudou o seu escri-
torio da ra da Cruz n. 18 para a ra do Vigario
n. 27, 1" andar.____________________. _
Fogo nellas!
Trez mil Hnguas!... 240 rs. cada
urna!.. E ceblas a 800 rs. a restia ?!
So no armazem do Campos ra do Im-
perador n. 28.
Chega a todos. FOGO NELLAS I....
Ao Campos. ^^^
Precisase de urna ama
Pescadores n, 33.
Ama.
de lene
na ra dos.
do.nesse servico.
A ESMERALDA
O abante affignapo fax po
vel corpo do oeoiinerclo desta
data vendeo ae Sr. Joaquim Correr dos Santos,
sua taberna sita ra do Mondego n. 97, livre
e desembarcad i de qualquer onus, se alguem
se iutaar seu credor, apwsente suas coalas no
praso de i dias, para seren immediameme pagas.
Recife t9 de maio pe 1870.
Mainel da S.lva Otta.
Jos Joaquim de Lima Bairo, fai scienie a
r;m interessar possa, com especialidade ao corpo
cotnraercio, que desde 19 do presente mez, dei
xou de ser seu caixeiro o Sr. Nasario Jos de Li-
ma ; e annunciante nao se responsabilisa por
qualquer recibo ou pedidos feiios em sea nome
Os admininistradores da massa fallida de
Manoel Miranda da Pedra, convidam aes credores
da referida massa para que no praso de 8 dias
contados da publicacodesle.aprentemsens lilulos
no ariMiem n. II daravessa da Madre de Deus,
aflra de seren orificado e elas?incados._______
L0.ll DE JOIAS
f uglo na terca para quarU-feira do erigenho
Olho o"Agua, villa de Pedras de Fogo, um escra-
vo de nome Luiz, com os signaes segrales : ca
bra.baixo, cheio do corpo, pode ter 26 a 27 an-
nos, usa pera, a roupa que elle sahlo d'aqui foi de
algdao branco, levou urna trouxa com 2 lences
de algodisiuho, um chale de merino atoi e um
vestio de la, consta me que este teiu dito aqu
que bavia^e fugir para Kecife e que euibarca-
va para'outras Ierras, assimpede-se aqualijuerca-
pitao de'campo e autoridad* polleial de o appre-
pender levando ao dito engenho, que ser genero-
samente recompensado.
Recife 14 de maio_de jS'O. __
ATTENllO
Burro fgido.
Fugio de 12 para 13 do correnle do sitio deno-
minado Piraj, junto cidde de Nazareth e per-
tencente ao eapilo Franklin Alves de SonzaPai
va, um burro de sella com os signaes seguin'es:
crioulo, grande, castanho, muito andador de pas-
so, chegando mesrao a andar solTrivelmente bai-
xo ; bom queixo, e quando inda, conserva ac-
bela em muito boa posicao; sent bem tanto o
chicote como a espora ; tem a junta do peador
de urna das mos um pouco mais grossa do que
a outra ; no quarto direito v."-se um ou dous
ferros ; est gerdo, cabelludo e com a cabeca
bstanle pellada. Nascido no ?erlo, fiertenceo,
at outubro do anno pascado, ao capitao Fran-
cisco de Souza Kego. Pede-sc- a quem o pegar o
obsequio de o mandar entregar em Xazarelh,
seu dono o capitao Franklin Alves de Souza Paiva,
que promelte urna recompensa. Fazendo o pre-
sente annuncio o mesmo capillo Paiva protesta
fazer valer o seu diteito onde quer que appare-
ea o dito borro.
&c
Pede se ao Sr. Jos Gomes Jardim o favor
de apparecer na ra do Comraercio n 26, a ne-
gocio que I he diz respeito.
ATTENCAO
Precisa-se alugar urna casa terrea, ou troca-se
a morada da mearta por urna outra na freguezia
de Santo Antonio, on mesmo eompra-se se neces-
sarto fr; por toda roa Imperial, desde o sobrado
da ex-fabrica de vinagre al a estrada da Caban-
ga : tratar rna des Ossos ns. 22 e 24, a qual-
qaer hora. l^
$&&$ $&& $$f&&&&
jf* Dr. Manoel EnediDO Reg Valenca con- a
35 tina a prestar seus senricos mdicos S
ra da Gamboa do Carmo n. 21, Io andar. &
0 *&** & &*&&#&
Oabellerei o.
Ra da Cruz a. MT andar,
por cima da.batir.
Antonio Rodrigues Ramalho acaba de abrir a
concurrencia publica um espacoso e acceiado sa-
li para barbear e cortar cabellos, e afflanca que
oelle encontraro seus amigos, antigos freguezes,
e em geral todos os que quizerem frequenta-lo,
agrado, actividadee bom desempeHho do trabamo.
Pedido.
Pede-se encarecidamenle (s assim) aos enhe-
res' abaixo mencionados se dignem por especial
obsequio de virera realisar aquillo que teem pro-
meltido por diversas vezas, pois j lempo, e vis-
Al
Precisa-sb de urna ana torta cotahir para casa de. horoenrsoltolw : na ra do
Llvrantenio n, 34. _______
SOCIEDADE EMANCIPADORA.
Sao convidados todos os socios para se reunirern
no Club Pernambncano as C horas da tarde do dia
23 do corrente, adm de se eleger a direccao dessa
sociedade. Qualquer pessoa pode se Imerover
como socio as listas existentes em diversos esta-
belec i meatos commercises desta cidade, entre os
qoaes citaremos os seguimos: roa da cadeia, ar-
mazem de Ferreira & Matheus; ra da Crespo,
livraria de Nogueira & Medelrs ; ra do Impe-
rador, livraria acadmica ; rus d) Cabuga n. 3 ;
ra Nova n. 2; rui da Imperatrlz n. 32.
do
por diversas vezes, pois ja o lempo
lo que o nosso negocio ae interesse para
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que n3o retiramos es t
nosso pedido sem qve nao cmparecam a roa
Crespo n. 7 A, loia do Passo.
Albino de Jezus Bandein.
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimaraes.
Luiz de Franca Beleni.

APRENDIZ.
Precisa-se tomar nm aprendiz livre ou escravo
para offleina de alfaiale: a tratar na roa das Flo-
res n. 8.
Estribeiro.'

Precisa-se-de um estribeiro para casa particu-
lar: tratar na ra da Cruz n. 42, segando andar,
das 10 horas s 2 da tarde.
V
AMA
Precisase de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba eozinbar e engommar :
na ra da Cadeia do Recife, luja n. 56 A, sedira
COIYIPANHIA
Aforam-se ou vendem se terrenos sitos em Be-
beribe, a um quarto de legoa da povoacao, cami-
nho do lugar chamado Merueira por nm lado, e
por oulro riacho Lava-tripa. Esses terrenos sao
em ptimo barro para o planto da canna, e cu-
tros n isteres da agricultura, e de urna extencao
de 400 palmos, onde se encontram diversos corgos
a maneira de riachos e madeiras proprias para
ceustruc^o : quem prett nder, pois, entrar em
negocio en'.re taes terrenos, appareca i ra do
Hospicio n. 70, que achara com quem entenderse.
SAo bom tom
Recebeu-se pelo ultimo paquete da 1
a Europa, ricos corles de seda ; na loja fjt
m das columnas da ra do Crespo n. 3, j
ffl de Antonio C.rra do Vasconcelos.
O Sr. Jos Claudio Dubeux tenhi a bondade
de apparecer na ra do Qaeimado n. 7 a negocio
qoe nao ignora _______________
Roga-se a pessoaque levou por em-
presumo a colleccio de Diarios de julho a
dezembro de 1838, quera mandar trazer
a typographia._________________________
Precisase comprar oiga casa com quintal,
preferese as ras do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na raa do Livrameoto n. 10.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
es de servir vantajosaraente os seus fire-
fnezes, visto que acha-se prvido com um
xolendido sortimento de obras de ouro e
: raa de lei, assim como brilhantes e ou-
\m pedras preciosas, oujos presos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
os em troca ou compram-se com pequeo
*bate.
15 BIJA DO CAB1U \. 5
LOJA DOS ARCOS
A
UU DO CRESPO \ 20.
Alvaro Augusto d'Almeida i C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
um dus mais bem sortidos desta cidade, acaba de receber diariamente de Paris alguns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos. Cortes de vestidos de
seda de (<>r, de gostos inteiramente novos. Brochad, fazendas de la e seda propria
para vestido. Foulard fle seda de todas as cores, tambem para vestidos. Fitas lar-
gas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos. Chapelinas de seda e de palha d'Ita-
lia. Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de 19a e seda. Cortinados de cambraia bordados muito ricos,
pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras. Toa'has de linho de su-
perior qaalidade. Bramantes, selecias, esguiBes atoalhados. Guardanapos, colchas,
saias bordadas camisas. Cache-nez, ba!5es, camisinhas, sombrinha.
Madapoloes de varias qualidades, saceos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e muitos outros artigos que tudo se vendi por i0 precos mdicos.
Tem tambem constantemenlo nm completo sortimen de ESTE1RAS DA IN-
DIA para forrar jalas.
GRANDES NOVIDADES
NA
LOJA DO TRIMPHO
PARA SENIIORAS. fticas poupelinas de padr5es lindissimos, e gosto novo.
Carabraias bramas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padrees por
barato* preco de 560 rs. o covado.
Grande sortimento de lias e alpacas de 320 rs. a 1*500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor.
P.ARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fuslo enfeiudos brancos e de tr.
Vestuar os de fustao para meninos. ^fC, .
PARA HMENS. Camisas inglesas e francezas, deUnb ijmaas e de pregas,
eom collarinho e sem elle, ditas bordadas para noiva*. /Chapos deso e cano ae
raarfim e de canna ele,, etc., lovra de Joavin p^a sennoris.
' Grande sorment i de cortinados para camas e janellas. Croxes para sola e ca-
deiras de br*co e guarnido. Tapetes para-sof e cama, para pianos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa parai forro de salas.
O nico e especial sortimentos das verdadeiras ESTEIRA8 DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Kua Dnque e Caxias n. 7.
Quem quizer comprar para alguma igreja
ou capella de engenho, easlicaes de madeira deu-
rados e branco de doos palmos a tres, dirija-se
rna Direita n. 36 A, loja de pintor.__________
Atteii$o
Precisa se de ama creada ou creado que coti*
uhe bem: ra da Cadeia do Recife r. 57.
O abaxos assignadus azim sciente ao pu-
blico e eom especialidade ao cjrpo do commer-
qne compraram a taberna da rna de S. Jos a.
51, ao Sr. Jiao Jos Mcdeircs Mello, livre e de.<-
embarasada,: quem se julgar cora direito a mes-
ma aprsenle sua< conlas no praso de tres dias
e lindo os quaes nao se rofponsabilBa por nada.
Recife 11 Je maio de 1870.
Ribeiro ft Irmao,
Trabahador.
Precisa-se de um servente: no hotel da raa das
Cruzes n. 39, paga-se bem.
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OLI.\l>A.
Por ordem da directora sao convidados
os senhores accionistas para, no prazo de
10 dias contados do dia 16 do corrente,
effectuarem a 9a prestado de suas accoes
raz5o de 10 %.
Para esso fim ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das H horas da manh5a s 2 da
tarde de todos os dias, no esciiptorio da
companhia, ra Nova n. 35, Io andar, entra-
da peJa ra das Flores, n. i4.
Recife 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Alves,
Io secretario.
ATTENCAO
Sabbado 14 do corrente ausentou-se de casa o
mnlatinbo de nome Profiro, que foi do Sr. Jos
Duarte das Neves, e antes do Sr. Parisio Deter-
mino de Moraes Pires, lendo de idade li ou lo
annos, e julga-se andar pelo Arraial ou Ponte de
Uchoa : peJese a quem o poder apprebender o
v i ntregar ra do Passeio n. 56, a los de Sou-
za Barreiros, que ser gratificad).
Vendem-se dous carros de ealxao em bom
estado : quem os quizer comprar, appareca na ra
do Queimado, Io andar, a entender-se com Her-
menegildo Eduardo Reg Monteiro._____^^^^
Precisa-so de urna ama, forra ou escrava, que
seja carinhosa, pois para andar com urna man-
ga de 9 mezes : na rna Formsa, cfTicinas da ma-
chambomba se-dir quer.
Estrada de ferro Ollnda.
Compram-se dormentes de madeiras de reco-
nhecida durago para a constru cao desta estrada:
trata-se na rus da Aurora, escritorio da superin-
tendencia, das 6 horas da manhaa s 6 da tarde,
nos dias otis.
O superintendente,
___________________Andr de Abren Porto.
Vende-se urna carroca de molla para cavalle
com os pertencentej arrcios : ra do Brum nu-
mero 79.
*ctf^g fr
A V1VA DO DR. SABINO
? proprietaria do antigo estabelecimento de
S seu tinado marido Dr. Sabino O. L. Pinho,
5 previne ab publico que desta data em
J diante auitumenle encarregado de ins-
^" pecciunar a boa preparac) e orgaoisa-
SI gao de sua pbarmacia especial homeopa-
thica o Illm. Sr. Dr. Jezuino Augusto dos
Santos Mello.
utro sim que o mesmo Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem dirige o antigo consultorio do Dr.
Sabino O. L. Pinho.
Consullas das 10 horas ao meio dia.
Gratis aos pobres.
ltenlo
Na roa Nova n. 43 vende-se urna negrinba de
11 annos, bonia poca, e urna escrava com duas
lindas crias.
m
PEDIDO
Pede-se aos administradores da massa huida de
Antonio Pedro de Mello, que hajam de recolher -
um banco, onde possa render algura juro, a :n
pequea quantia de mais de 10:(K0, de que esto
na posse mansa e pacifica, cuja continuagao o
urna ameiga expressiva de nunca mais terminar
se a liquidadlo da infeliz massa em que tem tam-
bem seu quinhae.
Um credor.
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cafcug n. 1
ende Vieira 4 Rodrigoes.
Precisa-se do urna ama de leile, nao se
olhando a preco, sendo de bons c^stumes: na ra
Direita n. 99, taberna.
Festejos A illuminagao da Capunga dizem que nao se
faz porque est "oda grudada !... mas o macaco
no3 assevera que nao ha tal, que absolutamente
falsa esta naticia, que ainda preciso grude e>
muito grude.
A pinguella do Arantes.______
Precisa-se de urna mulher que nao tenha
mais de 30 annos, que entenda de costura e mais
trato de urna mmina de escola, om casa de h-
mem solteiro : tratar a ra da Aurora, passan-
do o ultimo chafari; (junto as arvores) no primei-
ro andar n. 44.______________________
Precisa-se de um escravo ou livre : no ho-
tel francez ra das Laraugeiras n. 10.
Fn
ancez
Es no prelo a versao tm francez dos irechos
classicos, obra muito til para os esames deste
preparatori); sahir em nove. Dameros de 16 pa-
ginas, um numero por semana. Na typ graphla
commercial ra estreita do Rosario n. (2, rece-
be-se assignaluras a 2 o exemplar, pagos en-
trega do primeiro numero. Depois de completa
custar 31000.
vw
Manoel Maria Rodrigues do Nasciruento e sua
mulher muito agradecem as pessoas que ;o dig-
naram comparecer e acompanhar o corpo de seu
filho ao cemiterio, e Ihes pedem que venbam as-
sistir a ini.-sa do stimo dia na igreja da Santa
Cruz, pelas 7 horas da manhaa do dia 21. Pro-
lestam a sua gratidao contraria da mesma igre-
ja, e irmandade do SS. Sacramento da Boa-
Vista.
O abaixo assignado, rendeiro do engenho
Mangueira, sito na freguezia da Escada, tendo ar-
rendado dito engenho por escriptura publica cele-
brada no cartorio do tabellio S, em data de 9 de
maio de 1865 ; e constando-lhe que se pretende
vender dito engenho, vem pelo presente protestar
contra dita v uda, visto seu propristario nao te/
cumprido as condicSes da dita escripfura ; e mes
mo nao o pode fazer effectiva, em vista da decima
.terceira condigno que a seguate : o locador su
jeita-se a nao dispr de qualquer maneira do en
genho Mangueira e fabrica arrendadas, durante
os seis annos do presente arrendamento, sob pena
de nullidade, e o locatario obriga-se a nao irans
terr o presente arrendamento a pessoa alguma,
sob a mesma pena. E para qoe nioguem possa
allegar para o futuro qualqaer duvida faz o pre-
sente. Recife 19 de maio de 1870.
Jjao Lalle Rodovalho.
A viuva, filhos, genro, irm3os e cunha-
dos do fallecido Domingos dos Passos Mi-
randa convidam aos mais parentes e espe-
ciaes amigos- do finado, para que se dig-
nem de comparecer na segnnda-feira 23
do corrente na igreja dos religiosos Car-
melitas, pelas 7 horas da manhaa, afim de
assistirem as missas que se teem de cele-
brar pelo reponso eterno do mesmo fina-
do ; e p^r cuja deraonstrago de amisade
se proteslaro agradecidos..
ID1U.HW1U
HO]MGOPATHA
MUDOU SE
Para rna \ova a. 43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. O. Pinho.
Consultas todos os dias das 10 horas da
manhaa ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou noute.
Gratis aos pobres.
i3Ra Nuva-13
GABELLEIREIKO
Chegaram para este estabelecimento um varia-
do sortimento de paisagens e outras muitas pintu-
ras alegricas, em quadros de moldura doorada.
A aguia negra julga de seu dever recemmenda-
los a seus freguezes. por ser cousa de g'ost intei-
ramente novo, e pela cmmodidade de preco, que
por certo com 2^800 nao haver quem dtixe de
comprar um quadro para colloear em -sea gabi
nele; na ra dft Gabng n. 8.
Precisa-se de nma criada que compre, co-
zinhe e engomme para urna pessoa : na,m ijas
Larangeira n>4i, primeiro andar.
Manoel Jos do Amaral, sua mulher, cunhado e
filhos, veem cordialmente agradecer todos aquel
les, que levado pelo espirito de amizade e carida
de christa assistirara os ullimos suffragios feitos
ao cadver de sua mnito prezada (llha, sohrinha e
irraa Lucina Austricliniana de Castro Amaral, e
acompanhando ao cemiterio publico ahi regaram
sua campa cm olagrimas de purador; porm de
vendo ter lugar no dia 21 do correte, as 6 horas
da manhaa na igreja do Carmo, urna raissa do r-
quiem, d3 novo esperam qoe todes se achem alli
presentes.
D-se l-.OOOHOOO juros sobre hypotheca:
quem pretender dirija-se na estrada da Casa For-
te, fallarcomManoelDomingues^
Sociedade Recreativa
Juventude.
Sao de novo convidados os senhores socios a se
reunirern em sessao extraordinaria da assembla
geral, domingo 22 do corrente, as H horas da
manhaa, sendo a ordem do di a eleicao do cargo
de thesooreiro, qoe se acba vago, e a discosso da
disposicao do artigo 65 dos estatutos, devendo a
assembla, para a diseussio da i' parte da ordem
do da, ser estabelecida com qualqaer numero dos
socios presentes.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude
18 de maio de 1870.
F. Peixoto,
! serretario.
marmorr. rna das Cruzes
n. 11.
O artista Qamitto acha-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
misteres de sua procissao.__________________
Alugase o Io andar do sobrado n. 43 da ra
Nova, devendo o pretndeme prestar flanea idnea.
Precisa-se de urna ama para servico de urna
ppqnena familia : na ra da tmperatriz n. 9, loja.
J se acham definitivamente divididos em
pequeos lotes os terrenos do sitio Belem, perten-
cente viuva do Dr. Feitosa, na estrada antiga de
Olinda, e por onde passam os trilhos urbanos des-
la para aquella cidade, conforme j foi tudo ane
nunciado : quem quizer comprar terrenos nesso
sitio, dirija-se ao eugonheiro Antonio Vicente do
Nasiimento Feilosa, ra estreita do Rosario n. 23.
"RAP PRIRGEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A ra do Vigar.o n. 27, acaba de rce-
pelo ultimo vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como fino, assim como
Pauto Cordeiro commum e viajado, que
tanta icceitacio tem merecido nesta provin-
cia pela sua excellente qualidade proveniente
das boas materias primas de sua composi-
C3o, tendo a!m disso a propriedade de pSo
feir o nariz aquelies que fazem de lie uzo :
os precos s5o o mais em conta possivel.
18Ra da Impcratriz18
Avisa os seus numerosos freguetes, que alm;
de linas nerfumanas recentemente recebidas, tem
um hbil official para perneados de senhoras ; o
qual se achara prompto para o servico a qualquer
hora do dia oo da noute. ^_____________.
L VILLE DI M.
20Ra. da Imperatriz20
Farl d aLessa.
Temos a honra de participar ao respeitavel puJ
blico que flzemos de3iinguir a nossa nova bga d?
fazendas finas com o elegante tituloLa Vtlle Paris; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a melhor vonlade dos freguezes, po-
demos asseverar sem receio, ao publico em geral,
que nao haver quem possa vender mais tiara! \
attendendo aos pregos e qualidade da fazenda, e
mandamos as casas das Exmas. familias qual-
quer fazeuda para melhor escolherem ; daovs
abaito os precos de varias pechinchas, que serio
o bastante para justificar a nossa sincendade
por alguem reconhecida : saias brancas com ba-
bado frisado pelo baratissimo prego de 3000, ri-
cos enrpinhos bordados, cbjecto de 123. pelo pre-
go de 5f, cassas do cores, lindos padrocs, a 240
rs., chitas finas claias e escuras a 300 rs. o cova-
do, cambraias organdys a 640 a vara, mandapolaj
fino a G a pega, toalhas felpudas para rosto a.
8/a duzia, lengos de cambraia a-29500 a dnz.a,
cambraia victoria fina a 5J, 54500 e 64, comple:?
sortimento de grosdensple preto,popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas da laa, e varias quan-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapo-
lo e algodozinho, bramante para lengoes, es-
guio, fuslSes para vestidos e roupas de menino?,
camisas, cerouias, meias, grvalas, colannhos,
uniros muitos objectos qne deixamos demencu-
nar, tudo por commodoj pregos. ___________
Na praga da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prala e pedri
preciosas, seja qual for a quantia; e oa mesma
asa se compra e vende objectos de ooro eprau,
i igualmente se faz toda e qtialqaer obra de en-
ximmenda, e todo e qoalqoer concert tendetfte
mesma arte. ___________
Calcado nacional.
. 1 Rna do Jardim IV. 1
Jos Vicente Godinho com fabrica de calcado?,
avisa a ledos os seu3 freguezes, que continua a
vender calgado em sua fabrica em grandes e pe-
quenas porgues como dantos, sendo mais barato que em outra qualquer parte. Assim como om
sortimento de pares de formas francezas chapea
das para hornera, do ultimo gosto, a preco de
44000__________________________________
O abaixo assignado, tcitamente dis-
pensado da inspeccSo da pharmacia especial
bomeopalhica e consultorio do seu finado
amigo Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho,
de saudosa memoria, e animado por alguns
e illutreamigos, propoera-se a abrir um esta-
belecimento, onde se encontrar as melhores
drogas homeopathicas, para o qual desde
j conta a protecc5o d'aqnelles que hon
raram-no com sua confianca; podendo,
entretanto, ser procurado para qualquer
mister, em a casa de sua residencia,
da Palman. 55.
Recife, i 8 de maio de 1870-
jQai Acves Lenono.
0
para [orada cidade.
Urna pessoa estrangeira, casada, se propde a en-
sinar em algara engenho oa povoacao as seguinies
materias : primeiras letras, francez, a fallar e es-
crever, ingles, geographia e malhematiea elemen-
lar, arlthmetica, algebra, 3eometria e trigonome-
tra reeteltnea : os preteodentes podera-se dirigir
roa do Queimado, loja das 7 portas n, 52._____
Vende se urna escrava de 19 annos de ida-
de, soffrivel engcmimadeir : tratar na roa
Nova n. 57, andar.
AVISO
Eu abaixo assignado declaro que o annuncio
que Josepha da Assumpcao Oliveira. da Silva bo-
tou procurando a prcia Tbomazia, eu protesto em
como dita preta nao Iho pertence, assim como le-
nho em meu poder todoa es documentos ; e estan-
do a pre'a em meu poder, por isso roga-se as au-
toridades para tomar isso a seo cargo, pois que a
preta nao sendo delta, eHa nao poda procara-la
como delta, at um srkne.
Jos Mauricio Goncafves.
SEGUROS
MARTIMOS
VcOMTRA FOGO.
A Companhia Indemrusadora, estabelecida
esta praca, toma seg#ros martimos sobre
aavios e seus carregamentos e contra foge
jm edificios, mereadorias e mobilias: a
na do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Atten Ainda se continua foroecer commedoria*
para fora com asseio e promptid3o, mai-
dando-se levar a casa dos assigoantes que;
n5o liver portador :- ra estreita do Rosa-
rio n. 35, Io andar casa particular de fa-
milia. _________________________.
Muita attengo
Vende-se oa permuta-se por casas oesta cidad*
o'sitio n. 5 na raa de Joio Fernandes Vieira per
d Soledade, com casa de vivenda para familia,
cacimba com boa agua, uoque para banho e la-
vagem, muitas fracieiras de diversas qualidad*-r
cenle ta>*> P^3 de coqueiros, muil.s baixa^
para capim e ierras ppra plaolacues, nm grande
a ra yjVero e muitos mangoss para enha, etc. : pan
ver e tratar, os preteodentes dirijam-se ao mesm >
sitio a qualquer hora.' i
Deseja-se fallar ou saber de sua residencia
a Jos Vicente da Silva Pinto, na falta a seu ma-
no Diogo Jos da Si va Pinto, viudos de Portugal
de 1834 a 1836, e na falta a seos filhos se os ti-
AMA
Prcisa>>e de ama ama que emj
feican aceio, que para casa di
e a tratar aa roa Nova n. 22.
lame com per*
pouca familia,
na i '.
verem a negocio de iuito sea interesse
do Pugne de Caxias n. 52.
Precisa-fe de om rapas, brasileiroou portuque..,
que tenha bol Utra, e eontobam, Q.^?,?:'
gama pratica de escnptui-acao, qaem;se jnigw n--
bilitado, dirjase a roa do Queimado o. J2,
se dirqoem precisa.
- Francisco da Suva Ferreira 4 Hlno tem con -
traUdovenT.
Gees, a sua taberna da roa Imaertal n. n, nyre er
ta&barajida, o qoe fas aaHh Nn scieac.^1
respeitavel corro do commercw e de quem mus
SSinteressar Se slgnem se jalar com dn
berna no psas de 3 das.


Diario de Pemambuco Sexta eira 20 de Maio de 1870.
fe
1
,0}J
i'i1 r'iir: m k
A6UIA NEGRA
V
BENTO MACHADO & C,
A AGUIA NEGRA animada cora o bom accolliimento que teve em seas annun-
eioa, vem novo participar a seas freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
tneoto de objectos de gosto os qaaes serao vendidos por precos muito razoaveis, pois
quando fe os seas primeiros annucios, foi o que assegurou, e sera mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesla praca, e
por isso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama, pois a atten
fio de seas freguezes para os arttgos possa doscrever :
Livros cora o tampo de marflra, madre- Um variado sortiments .de cbaruteiras e
wroia e tartaruga, proprios para missa. r palliteiros de porcelana,
Tentos para voltarete.
Bengallas cora marfira, cousa especial.
Sabonetes de alcatrSo.
Cofres de folbas para dinheiro.
Lindas calas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
Gartfinhas vazias propriai para presentes
Too de gosto.
Iadispensaveis de palinha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
bracos.
Binculos de madreperola, marm e tar-
taruga todos esmaltados.
Gratos largos de setim, cousa inteiramen- ,- "
1 nova. juca'
Flus de sarja de todas as cores e largu- Talagorce para bordar.
as para lagos. Um completo sortimento de enfeites de
Toacas, sapatinbos meias de seda e mais i seda para vestido,
jertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Pitas com inscripcSes proprias para bou-. acreditados em oxtractos, pomadas e leos
ft de noiva, e finalmente outros muitos objectos que n5o
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimento de jarros de por-' certificarlo do sortimento oeste estabele-
slana. cimento.
Agruia Negra, ra
do Cabug n. 8.

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Cb 09 09 3 ..
a. o.- cb 9
5? M 3 -n 3*
u-s 1) i) 9 u
S=-3 3
M 09 = CD q!
No armazem da traversa do Corpo Santo n. 25, ha cempre um completo
sortimento (.t objectos para cairos, e que se venden)por precos -mu:to rasoaveis, como
tejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas ideo dito.
Ulcado preto e 'Je cores.
Coeiras de lustro o que ha de melbor.
Guarniges de lino lato para arreios, completos.
Lantemas e veUas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaqttim Lopes Machado & C.
BAZAB9A MODA I
-m sm-so!
CHA PRENDA- Lindos objectos domados de delicados gostos, proprios'
para meninos, vndese no BAZAR DA MODA.
BAPTISADOS. Kicos chaposinhos de selim brancos, linda* toucas de fil J
e setim, sapatinbos etc. GUIPURB. Ou croch-em pessa, branco.e preto, com lindan magens e a
qaalidade muito superior. g
PUMIOS. Para camisas de homens, fazeada superior com duas faces, o S
par 640 rs. (pechincba!) S
PERFUMARAS. Finos extractos para lencos, aguas de diversas qualida-
des, sabo.iPte, olos, pomadas, pos, tnico etc.. !c. 0
PiRFUMES. Lindas caixiobas para luvas contendo urna preparaco em
que Ihes d um agradavel aroma, por 1(5300.
Grvalas, cinto?, flores, plumas, coques, trancas, fitas, botoes, bicos e pen-
Vs etc., etc e muitos outros artigos proprios d.) estabelecimento' vendendo-se
,tudvoi- commodos precos, no BAZAR DA MODA, rua.Nova n. oO, esquina da (9
4e S Am,o 10
Jos de Souza Soares & C. 0
SI LUU MIlMWiMg
tiIliaria fi\ba
55-RuadaIraperatrz-55
Tinje, lava, Umpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de toda? as quatidades ;
como sejam : seda, la, alfodao, linbo,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noloas e limpa-se a secco sem
roolhar os tecidos, conservando isslm to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ADMIREM
Grande liquidaq&o ha loja e ar-
mazem do
LEA DE OIRO
Ra da Imperatriz n. 52, portaes encarnados de
Parados Porto, junto a loja de ourives.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
-Admirem admirem admirem.
Grande porclo de chitas.
Grande por;ao de chitas.
Grande porclo de chitas.
A 200 e 240 rei? o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o corado.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender milite.
Vende barato para vender mallo.
A pessa com 42 t|2 co vados a 9* e 10
A pessa com 42 l|2 covados a 9i e 10
A pessa com 42 1|2 covados a 91 o I0|
A pessa com 42 1|2 covados a 9 e JO*
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Ai mira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
No leao de ouro,
No lelo de ouro.
No leao de ouro.
Ra da Imperatriz n. 52.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000
Bilhetes garantidos.
V ra do Crespo n.3 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de on-
n-as sortes, 2 quintos n. 1668 com 3:O00f da
lotera que se acabou de extrahir a beneficio di
rmandade do Senher Bom Jess dos Pa3S0S da
matriz do Corpo Santo (146"), convida aos pos-
soidores virem receber na conformidade do cos-
tume sem descont algum.
Achaoi-se a venda os (elizes bilhetes garan-
tidos da 3a parte da lotera beneficio da ir-
manda te de Xossa Seuhora do Bm Parto da ci-
dado de Olinda (117*), que se extrahir sexra-fei-
ra 20 do correnle mez.
Precoss do costume.
Manuel Martins Fiuza.
Ka (ravessa da roa
das uros a, % pri-
| meiro andar, da-se di-
i nbelro sobre penhores
* ouro, praU e brilhan-
tes, seja qoal for a pan- |
I lia. Na mesma casa coa-
pram-se
I
taes
os msalos me
e pedras.
IU&>
.Wufa-se o anna:em a. 32 da Pontevelha,
para aigum estabelecimento.
Precisase d> urna ama de leite : na prara
do Corpo-Santo n. 17, armazem.
Cop<
e;ro.
Precisa-se de um copeiro de 14 unos que seja
de ba conducta, para casa de pequea familia e
paga-selwHi aluguel : noeaes do Apollo n. 71.
Atten Augisto Candido de Athayde Seixas, juiga con-
veniente declarar, que dono, e nao um en car-
regado eomo se tem espalhado, do armazem de
agencias de IoGjs da ra da imperador n. 16".
Ama
Praeisa-se He urna ama paca comprar e ooih
nhar : aa rua-de Hurlas n. i. Na mesma casa
compranise jornaf3 para embruHio a 4*000 a
anoba.
MJLEQUE.
Precisa-se alagar um moleque : na ra da Ca-
deia n. 46.__________
Precisa-se alugar urna pequea casa com
sitio para 2 ou S mogos selteiros, perto do eami
nho de ferro : quera tiver dsixe earla fechada na
typographia lom as in^iaeg H. N.______
Paga o gaz.
Precisa-se alugar ou mesmn comprar um
escravo para serv co de padaria : a tratar na pa-
daria n. 66 da raa ireita dos A fugados, ou na ra
Imperial a. 47, taberna, esquina do becco do
Lima.
ooiPBoia)
Xa ra do Apollo n. 24, 2o andar, precMa-se de
um copeiro.______'_________^^
Atten^o
Allugase urna excellente loja na ra Nova, pro-
pria para ora grande estabelecimento de qual juei
Inatnreza
tratar na ra da Cruz n. 18.
fM da cid de
.>ado em
Cm _.
cional, latim, fran
phia. presta-se ao ens'
em alguma comarca, villa, povl
fra desta cidade ; garante- e as habilita roes .
pretendente, e para tratar ra de 5. Franeisco
n. 16.
Pura o mez Mariano
Na ra Estreita do Rosario ru. 35, prepa-
ram-se florea attiflciaes para eofcitar os al-
tares e oratorios do met d fflaio, arcos,
pausu capellas rosas, e paltaas para o al-
tar, booqnetes e bugias enfeitadas Com flo-
res de cera para enfeites de altar, tudo com
prstese, gosto e barato, az-se toda en-
commenda para fra, tem j promptas,
rosas, arces e pontas.
Troca-se urna rica iraagem da Concelcao e
do Seohor Crucificado, obra muito linda vinda de
Lisboa, de marmore e mad-.ira, assira con o urna
linda machina de costara muito boa e nova, urna
cama.de casal nova ; na mesma casa v\nde-se o
xarope que cura a molastia do polmio, este re-
medio vindo do sertao : no Corredor do Bispo
n. 55. .
Alugo-se urna escrava para o servieo de
casa de familia : a tratar no prkoeiro andar da
easa n. 17 da ra estreita do Rosario.
Mofina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra do Imperador n. 18, concluir
aquello negocio que V. S. so comproraetteu rea-
Usar, peta tereeira chamada deete jornal, em Qns
de deierabro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passoa a fevereiro e abril, e nada cumprio.
e por este motivo de novo chamado para o dito fim;
pois V. S. se deve lembrar que este negocio de
mais de oilo annos, e quando o Sr. sea Albo se
actrava no estudo nesla cidade.
Traspassa-se uina hypotheca da quantia de
3 a 4 contos de reis, com seguraoca de urna
propredade na freguezia de Santo Antonio : a
fallar na loja da verdade ra do Duque de Ca-
xas n, 55. ________________
Precisase de um moco de 14 a 16 annos
de idade, que saiba 1er e escrever : na ra da
Coucordia n. 68.
Monte po portngnez
Nao se tendo reunidos em 15 do crreme o nu-
mero legal de socios proscripto pelo artigo 21 dos
estatutos, sao novamente convidados todos os se
nhores associados a rennirem-se em assembla
geral domingo 22 do correte, as lo horas da ma-
nha, no Gabinete Portuguez de leitura, para elei
cao da commissao de exame de contas, funecio-
nando a assembla geral com o numero de socios
ue comparecer, na forma do referido artigo 21
ot estatutos.
Secretaria do Monte Pi Portuguez em Pernam-
bnco 16 de maio de 1870.
Joaquim Gerardo de Basto?,
Secretario.
Criado.
Na ra do Queimado n, 12, Io andar, precisa-
so de um criado.
Na ra da Santa Cruz n. 7, precisase de
um caixeiro portuguez que entenda de taberna.
Precisa-se de urna criada para servir em
casa de um homem .solteiro : ra estreita do
Rosario n. 4, loja de relojoeiro.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Aver
Feitoral de Cereja
Cura a phtbysica e todas as molestias do peito
safsa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pillas catb rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zdes, curam e purificara todo o systema humano.
Vende-se effectivamente em casa ae Samuel P'
h nston A C, ra da SanzalU Nova n. 42.
Na padaria da ra do Rangel n. 9, precisa-
e 4e doua amacadores, pagase Pon ordenado.
Precisa-se de urna ama que aiba dirigir
urna casa de familia, que entenda de cozinha e
que engomme bem : tratar na ra do Passeio
n. 56, das 6 horas da manh at 8 da noute, pa-
ga -se bem.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 2'
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado de C, avisara ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
rao sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualqcer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante N-rton, de Londres.
As vantagens que offerecem os po^os instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
:ro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e.abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assira convier.
Os annunciantes so reeeberao a importancia dos
referidas pocos depois de collocados, satistazendc
espectativa do comprador._________________
Em casa de THEODORO CHRISTl-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontranMf
ectivaaente todas as qiialidades de vinhi
ordeaox, Bonrgogne edo Rheno.
COMPRAS.
O muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
t pedras preciosas por precos mais vantajosos de
me em outra qualquer parte.
Vende-se por 350J urna excellente canoa df
amarello com 40 palmos de comprida : a tratar no
tfapicft da compnnbia do largo do Carpo Santo.
V.VI1 ,VERPE
de superior qualado cnegado ltimamente, veu-
de-se na ra da Madre de Dos n. 30, armazem de
Cunha Irruios k C.
1 M-
Joaquim Rodrigues 'la-
vares de Mello,
Praqa do Corpo Santo
N. 17.
lew para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux de 1.
qulidade.
Farello de Lisboa.
Loja do L^Ko de Ouro
Cbegarara a este bem conhecido estabelecimen-
to, as mais modernas lasinhas cora listas e de
mnito bom goUo, fazenda que outros vendem pelo
pre?o de 800 r?. o covado, aqui se vendem pelo
haratissimo preco de 400 res o covado pechin-
cha, grande pechincha senhores freguezes, ve-
nham ver a verdade, vendem-se por este barato
preco por ter grande porgo e querer ganhar me
nos e vender muito para acabar depressa ; a ellas
senhores e senhoras antes que se acabem. S na
loja Leo de Ouro, ra da Imperatriz n. 52 de
Paredes Porto que se ven Je barato e fazenda
boa. S com a vista que poderao sertificarem-se.
Na loja do Lefio de O aro
Chegaram as mai- modernas capas pretas de
fil bordadas e de differentes gostos, tera grande
poreao para os senhores e senhoras escolherem, e
vendem-se pelo baratissimo preco de 8*, 10$ e
12 mil reis cada nma, por ter grande poreao,
quer ganhar menos para acabar df pressa, s nes-
la e bem conhecida Inja do Leao de Ouro i ua
da Imperatriz n. .'j2 de Paredes Porto: que se
encontrara des tas pechnchas, pde-se aos senho-
res e senhoras que tenham a bondade de virem
a este estabelecimento para cora a vista certifica-
rem-se da verdade. ________
NOTICIA.
Pela primera vez se expoe venda nesta pro-
vincia, nm magnifico e primoroso sortimento de
superior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel e pro-
prio para forro e guarncSo de sallas, gabinetes,
capellas e santuario?. E' preciso ver para adm-
rar-se a lindeza d'algumas pe;as desse artefacto.
A novidade e esquesitice dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do dourado, encanta os
oaos e convida a cmpralo. O mdico preco por
que se vende sorprehende ao enhor comprador,
que apenas ser obrigado a dar urna pequea
commissao alm do primitivo custo da fabrica, ad-
dicionadocom a importancia dos direitos etc. Nun-
ca modicdade do preco esteve tao junto da bel-
leza e bera acabado de um objecto de luxo. O
respeiUvol publico convidado a certittcar-=e de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alberto
Sodr da Motta & C ra da travessa da Madre
de Pena n. 14._______________
Cantara de Lisboa
Solera, hombreiras e eapitefa para frentes de
casas, o que ha de raelhnr : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes Machado & C.
G0MP1AM-SE B TOIH
Comprain-se e vendem-se diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idades,
jores e sexos, cora tanto que sejara sadios : no
lerceiro andarlo sobrado n. 36, ra das firmes,
'rguezia de Santo Antonio.
Lom muito maior vantagem coraprara-se
ouro, praU e pedras preciosas e n obras vehas: na
loja de joias do Co.-aco de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.____________________________^
Compra se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Roa-vista : na roa da Florenti-
na-n^A_________________________________
. Corapra-se
nina ranbilia de Jacaranda em meio uso a Luiz
XV, seado 1 sof, 4 cadeiras de bra^o, 12 de guar-
nco e J consolos, e poder ter mais algumas pe-
cas : quem tiver annuncie por este jornal para
ser procurado, ou tratar ne:ta tVpographia cora
o Sr. Hermenegildo.
Compra-se um trepador de coqueiro :
ra larga do Rosario, loja de calcados n. 22.
na
Compra-se nma casa terrea, na freguezia de
Salto Antouio : tratar no arco da ConcoieJo nu-
Retalha*se, avantade dos C'iinpradores,algun
lotes de terreno, que restara, do sitio Aguastnhs
i em Bebertbe. por precos i asoaveis. A po?lo to-
pographica do terreno muito o recommenda, so-
b'reludo por ftear prximo da estaeo prfijectada
da va forrea. Os preteodentes poderao dirigirse
Informarse do tente. Si Peixott, x\d memo
logar, e para qualquer flegocio ra do Cr*?po
B, ii, i' andar.
fmm
r
"' <
NDAS.
tre/deMrKi901 &n e eal- ir* ue porta e janev nm, Ag |Mrta 8 ,<,,., :,
SifeeaA46aUJ' 6 "H "a ra da Cruz do
V< ide-se u ni
melal
pelo qu


SERAFINA
E't venda una scraphina pequea, maueira,
e que se vende por prego muito coiumodo : quem
a pretender dirjale aru> do Imperador n 13,
defronte de S. Francisco.-_______^
Estantes para typographia
Vendem se qnatro estantes proprias pan typo-
graphia : quem as pretender dirija-ge a ra do
Imperador n. 15 defronte de S. Pranciseo.
Setroz.
Qualidade superior e sonido em cores : vnde-
se na ra da Ca'eia n. 21, Io andar.
Cal nova
de Lisboa chegada ltimamente na barca Judtih :
vende-se na ra do Apollo n. 40.
No armazem defronte a eseadinha n. -i A, tem
para venderexeellentes batatas inglezas novas em
barricas de 3 arrobas.
ATTECAO
Vendem-se p_s de laranja da China, seletra,
dito de fructa-pan, de cale, palmeiras, e tambera
urna vitella ou garrota de ncao ingleza : na Pen-
te de Ucha n. 10.________' __________
Bogias de cera
Vendem-se bogias de cera, sjpcri -res em luz.
earraacao as vindasde Lisboa.piir comraodolpreQo
de 1*400 a libra : na travessa da ra da Cruzes
n 4erua do Vigariu n. 2b._________________
Na ra da Imperatriz n. 50, padaria france-
za, vende-se ama tendeJeira e orna masseira, pro-
pria para ura principiante; assira como urna por-
Qao de forro velho.
Vtndr-se uina preta de idade 2-j annos, bonita
figura, eozinha, engomma loflHvel, e urna negri-
nha com 16 annos, de muito bonita figura, com
principio de hahildade, propria para rucamba :
na ra da Paz n. 34.
BARATF
Na
Loja Flor da Boa-vista
IH Itua da imperatriz mH
Chitas de muito bom panno.. lindJssiraos padrSes
proprias para a pni^a, covado a
barato 240
i 240
O
Ditas escura-, covado a 200, a 00, a 200 r>.
Pecas de madapotao algodao a i, 5| e 6 :
unto* a padaria franctz?. ______
i
A-rua doDuquexe Cuxias u 2L
(AHTIGA RA EO QUEIMADO)
Pao foi sera fntida'mento qtfo a NOVA
ESPERANCA letn deixado de fazef os seus
annor.cios, a raz5o simpas, ella entend'e
qte ludo era demasa aborrece... por isso
como j tinha dito e scicntilcado sua boa
freguezia o que constantemente in receben-
do, ou tivesse feito muitas veze, receiou
torcar-se massante, assim pois recofbea-sp
um poeco ao silencio, mas nnnea dexando
d'expregar os verdadeiros esforgos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo i.bjectos do mai
apurado gosto e finalmente assignondo o
Jornal das Familias, o qual vem sempre v
ornado com tigurinos, modernos moldes para
vestidos ele,, etc. para desta forma melhor
servir a sua constante fregnezia ; e com es-
pecialidade ao bello sexo, qu< m a NOVA
ESPERANZA ufanase em olfcrecer-lb*
seus servigos, apressando-?e dfsde j eta
declarar que tem recebido nltimamente
entremeios o baados bordados transparen-
tes e tapados, cbaposinlios de setim para
baptisados.
Pitias toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para crian-
gas.
Dedaes d'osso, marfim, aro e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, afiaderes c massa par
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinbos com biqoert, srndo
com salt;), para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco mclimetros, para
contar-fe os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
* Mullas para segurar estillas.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de la para homens e senhora.
Finas e bonitas ligas para meuis.
Fil e linho e de seda, sendo preto i
branco, lio e de salpicos. e outros muitos
objectos expostos a venda ra Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPE*ANCA.
#abo d'alcatro.
V*nde-se na ra Duque de Caxiasn. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, vollas, puleias, fivel-
las, gentes, botoes para puchos e cadeiax;
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo satisf-
zcr sua freguezia, nosmtote era objectos
d'ab gria ou de luxo, quer t.unbcm acom-
panbar aquel.;s, que infelizmente perderrdo
alguem de sua familia, cu a'gwm de sita
amizade, precisam de taes ohjectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou viro
que ha do mclhor neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao somente tornam-s-3
tristes como at repugnantes, o que n3o
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. poi-
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que 603 objectos s5o tra-
bajados.
Collar s anodm s.
CONTRA AS CONVUIXES DAS CRIANCAS
Nao esta a ptimeira vez que a NOVA
ESPERANCA s ii niilka a >ssori;ores pas de
familias, que os seus collares So os verda-
deiros de Vj^r.. .-recebidos directamente,
e por tonstquenoa de utaeffeiloefflrasqae
desnecessario mais apivgcar,. assim pois
aquellos qu; nao quizerem passar pelo dis-
sabor de verem seus fillnnlios exlrocereaire
as tSrriveis convulgoe9,*togo que a este
comessem aasser-lbca os ileiitesapnssem-se
em comprar os ditos collares, na i ua do
Duque de Casias n. 21.
CABELLOSBKAN 0SS0TEgE\! QL'E
A NOVA ESPERANCA recebea o vt:da-
deiro chromcome de-WiIliaca para tingir
eabellos.'para pretosou ca.4anhos, assim pois
cabellos brancos s tem miem juer!!!
Flauta.'
A NOVA ESPRRANCV tem ipara vender
urna flama d'tbano do afamado fabricante
Boom.
~ ~1AA.A FKgTA
3 portas, SJk de fe agem
.53-Ena Birda-SS
Neste grande estala lecimcnto, I.j para vender
um cmprelo sortimento de ferragem, e roiudeas
tinas e grossas, como sejam bandejas ebine:a*
craadradas e ovaes, facas "e garfos de i 2 bc-
toes, balango inteiro e 1/2 balango; i-anella?, cha-
Iheiras, cagarollas, frigideiras, ass&deiras, tanto
do ferro corao de pori diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos kilo-
graimos, tanto de ferro corao de latao, metros
para medir fazenda tanto de ferro como de lado,
salitre, brou, barbante, enxofre, papel marca via-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desea-
rocar algodao; alm de outros artigos de fsrr-
gem, miudezas entilaras Boas, que s com a vis-
ta e verifica; na ra direita n. 53 loja de 3 por-
tas de Manuel ftpnto de OUveira BraitaA C.
Attenpo
Veode-se urna escrava (mulata) moga
e bonita figura, com urna cria de 3 aonos ;
sabendo coser, cosinnar e engommar com
perfeig3o. Na ra do Pilar n. 6f5, lJ an-
dar.
JACARANDA'
Vendem-se cinco duzias de uros de Jacaranda
a nre$ conimodo : para ver-e tratar, na ra Di-
reita n. 31, armazem.
ATTECAO
Fazendas com toqve de varia.
Cambraias brancas finas a 3 o 3 a pega.
' Madapolao bom a >-4 e 6*300 a pera,
--iififdoainho com 18 jardas a )* a pega.
craTosT^mSricai10 de stras para roapa de es-
Chitas escuras afiafofcvM. .a
covadp. /Dao-se amostras B"iSlih.*v;r,r a
2S, loja de ManoeJ Das Xa ner. r-re,P '
Vende-?e um mulato robusm. sadfo, sem n-
co nem defeito, cora dado de 21 anno-, srve bem
para o mato : quem o pretender dirija-se a ra
'lo Brnra, 3* andar n. 8i. *
Vende-s urna pscrav.i sa:i vicios-aera aeba
que, coirri annos de idaJe. engimma, c.zinha
e faz todo o servido de urna casa : ra
do Viscoode de Plelas, caa c- 7.
.Na ra do Duque de Casias, outr'ora ra do
Queimado n. 19, vende-se cambraias mimlinhas
e de flores, bonitos padroes e finas a 300 e 360 rs.
o covado, barato.
Vndese um sitio no Arraial, com caa boa
de pedrae cal, differentes frueteiras, baixa para
capim e um poco d'agua de beber : trata-se no
sobrado de dous andares da ra de Horias n. 48
Vendem-se tres cabriolis de i rodas cober-
tos, sendo desles i americanos em limito bom es-
lado : para ver, antes da ponte grande da Passa-
Sem n. 40, e tratar no mesmo ou na ra estreita
o Rosario n. i, 1andar, com Jos Henriquc da
Sihr.__________________________-
Vndese a casa torrea n. II, era cbSos pro-
prios, sita em Olinda ra no ortao do Ampar>,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1 andar i>. 5 ra da Cadeia do Recife.
Vende-se
omi nucliina de costura propria de cosw
couro : na ra da Assumpg5o p. 52.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e franceies : na ra
Primeiro de marco n. 16, oolrora do Crespo, ar-
inatem de louija de Bernardrao Duarte Campos
A C.________^__^_
Milho novo e barato.
Mais barato do que era outra "parte : para ver
uo trapiche do Dantas, e tratar a ra do Apylk)
numero 4.
Vende-se unNtio no lagar dos l
urna ba olaria, mas torra para i
obra, i fose ca>s : a ratar
mo lugar cora Eduardo Aolune iquerque
Meilo.
/
^


-;
K
'.
Diario de
Pernambuco
Sexta
eir
de Maio
i
1870.
A
Rna Duque de Caiisn. 55
Na loj da VERDADE continn-se alen-
dar por baratsimos pregos todos es artt-
gos de mudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, garantiodo aos
compradores toda a sincridade.
Lidas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo prego.
Esoelaos doarados para pendurar a
!G0 rs.
Agulhas de 03S0 para crox a 200 rs.
Rentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
CinDios para gaz a 320 rs.
Cav rafa com tinta alizarinej I5G0O.
Dita cora agua florida a IfloCO.
Dita com dita dita a <40'0.
Tnico do Jayme a 15500 o frasco.
Fri-sco com oleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300a I #000
Diio com extractos finos a 1000.
Dito com sndalo verdadeiro a i200.
Latas com banha maiio fina de 120 a
240 rs.
Bcbcaatafi milito finos e iversas quali-
dades a 80,1G0, 240 e 320 rs.
Finas escovas para (lentas de 320 e 500 rs
Ditas para fado de 500, c COO rs.
Ditas para caballo a 500 rs.
Peatas para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Peutes para tirar piolho de 160 e 446 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Briaco3 de cores, inteiramente modernos
de 160 e *40 rs.
Pennas calii^raphicas muito finas a 15400.
Dias de anga e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 1*800.
Grasas de botoes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas com envetopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linda de marca satn a 280. rs.
Garriteis de liabas de Alexaodre de n. 70
a 00 a 10 rs g
Gr ampos multo finos, com passarinhos du-
ziaa 20 rs.
Carias francezas para jogar duzia 3,5000
- Dit s porluguezas, duzia 1,5400
Papel almago superior qualidade resma
#000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrum desapalo, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grndes com mol'a a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 30 rs.
Recetas pretal paM luto, o par 100 rs.
Transas ciV,; de 40 a OO rs.
Fita para cs, peca 480 rs.
AUme es do lata, caita 100 rs.
SapaUnbos de lam para creanca de 400
a 806 rs.
Calcadttiraa a 40 rs.
~]4; "
Graratas de sed*-preta de ,4000^80-r* \
Ditas de croxe, brancas e de cotes OOrs. j
Dita de gorwrlo de coros a 696 rs. |
Na verdade roa Duque d Ca-1
__________xfa o>.______
Estampilhas.
Veodo-MB* na da Crac a 8, 1* andar
r
Milho das Ilhas
Feijao d Porto
em snceo grandes, das qualidades abaixo men-
cionadas, e por meaos preso do que em ouisa
pane.
Mimo NOVO
Feijao mulMtioho Feijo preto.
Dilo hraneo Diio rosado.
Dito amarlo Dito frade. '
VENDEM
lote do Regj Bornes & C:, a rna do Vigarto n. 14.
MACHINAS tm
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
LOUCA
_>
Urandto armazem na rao da
tupe alrz n.
Neste grande arraazem vende-se. loara njrleza
Anas e ordinaria, apparelbos de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores os juais boni-
tos e de gustos modernos ; assim cerno grande
sortimento de.vidros finos c ordinarios, quo tudo
ae vender tanto a retalno como por atacado pelo
mais barato preco que em mura pualquer parte :
cbamamos 'a alinelo dos freguezss, que serio
convenientemente servidos tanto nos coraraodos
precos como na bon qualidade das fazendas.
Cabriolis.
Vendem-se dons cabriole!?, sendo um coberto e
de quatro rodas, e ontro Dogcart, ambo? com to-
dos os arreios e pertences : ni coefcerra de Ho-
mar Lias, ra de Santo Amaro.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da altan
dega vetha n. 2, 1 anda..
Veade-seum piano do mesa bom e afinado, por
e co commodo : na ra das Larangeiras n. 19.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de chegar loja dos arcos ra do
Crespo n. 20 A. de Alvar) Augusto do Aimeida
_ C., os mais ricos cortes de vestidos de blond |
que u-iii vindo a este mercado para casameutos,'.
asaim como corles de vestidos de seda de cor de ,
gostos inteiramente novos, o t-mbom ura grande
sorlimento de chapeos de velludo para ecnhsras
Caf do Geara' j
Vende-se ptimo caf da serra d'rala-'
nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.________________________________j
Nao mais cabellos braacos.!
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fe a nica admittida
Exposigo Universal, or ter sido reco-
nbecida superior todas'aspreparacesatc
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-sc a #000 cada frasco na
R_L2 da OadSa n. 51,
1. andar.
Grande eslabetecimento de hiendas e roupas feltas e por medida, roa da Im-
peratrx n. 52 junto a laja de ourives.
Neste estabeleciatento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as cualidades.
Palitot de alpaca Drata,e, de cores a 31000, 3#S;0 7^000, ditos mirin preto
de7KX)0 at 25J00O, ditos de- casenvrattfcotes finas/e ordinanan, de 6& 16*300,
ditos de panno finos de 64 8# 0& e 2' ^UOO, sobrecaseco Okt. d* 20l 50 Completo soitimenlo de calcas de brim pardo de 1^00 a 5000, ditas brancas
de 2iJ, i fOjJOOO o mais superior, dffas meia caseoara, ditas cafemira de, fiOM,
ditas casenra preta d9.&&; a tWCO^uperior, dita de merino diversas qnalidades paral
lulo. Assim como um-bonito sorlimento de colletes de brhn.dft cres, ditos brancos,.
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para lulo ftirenda superior. j
Sortimento completo ce camisas francezas do algecHo, de 1*91600 35000, ede;
Hubo d 384000 a 70,5000 a duzia.
Sortmentocompreto de cerclas francezas da algodao. de I600 a 2fll500, UNIVERSAL, rua^Nova n. 22-cabneo
ditasde bramante a. 4809, 2^500 e 30OOO ditts de Mnnihurgo, tranchas. azeoda su- viannaum completo sortimento de ma-
perior de 25,50 a 33|MI a duzia. Sortinenf) daxultnios daalgodSo -lint, etc., toias para costura, dos autores mais co-
assan coreo meias dealgodio peta-henem de U, a 10$OOO a duzia, gravatas de mui- Onecidos, as qoaes estSo em expostcSo no
tas qualidades. Na rea da iBBpewtnz 82, loja do mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
Sortrnrento d clapcos de sol de alpaca, e seda, ditos nglezes cabo de marm. lidaale' e ^^em ensina-se com perfeicSo
Talnas para rosto. Sorrimeoto. de mallas para viagem. a todos os compradores. Estas machinas
AffTENr,o. s3o iguaes no sen trabalno ao de 30 costu-
Neste estabeleoinwnto encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por medida reiras diariamente, e a sua perfeicao tal'
e para esse fin tem hbil mostr encarregado da offleina, que se encarrega do trabalno como da melhor costureira de Paris. Apre-
com perfeicao e nontnaiidade. sentam-se trabalhos executados pelas mes-
SORTIMENTO DE FAZENDAS. mas, que muito devem agradar aos preten-
Chitas de 2i0 rs. o covatlo on 104000 a pessa com 42 covados, ditas miudes denles,
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs., c oulras multas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, noste mesmoestabelccimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, aqnal paraflhas ecompetente enfeite para corpinho. Cam-
braia lisa de 35, W, >J e 10400 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
Vndese urna earteira de amarello com al-
gum uso, propria para e3Cripta: ra de S. Fran-
cisco n. f2.
Offleina e armazem de
mavmore
ALGODO E MADAPOLiO AVARIADO.
A 44000 o algodao, e44S00 omadapolo, e tambem chita escura boa 240 o Caes Vinte e dous de novembro n.
covado por ter grande porcao, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaos encarnados,
intitulado
57,
Htlffi m URO,
tthftfripflerador n.26
QratBiiHwl pMkc encontrar neste
Mltiltfwtlito ibtmm^ um completo
sortimeoto de- p*sktri*. bollos inglezes
podios, pds-det, prgseotoe dos. ltimos
rhmiPS w.mttm, rftme de on, bo-
lioao* fleos de todas as qualidades para cha,
anepfeas onfciladas eotifeitos, bomboios,
paatilhas, chocolate francez em libras, pas-
tilbas do mesmo .eartuxos e carteiras com
seis charutos de cho oate cada ama, este
sortimento de cbscolale do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
boje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, gueira muito sope-
rior. Os mais genoinos e superiores vnoos
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabilecimeoto
por commodos precos, fazeudo-se abatipen-
to a quem comprar em porclo.
Licores de todas as qualidades, as raaw
Qnas, entre elles o afamado Aiapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
boje conhecido. Xaropes de groselhe, rosa,
maracuj, caja etc,, vinhos de Bordeanx de
todas as marcas, o mais superior que se
pode ene-mirar, champagne de Cheverat
muito superior, os mais finos e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffro do estomago,
Conservas de legumes, porluguezas, fran-
cezas e inglezas, mlhos mostrada etc.,
fruetas seccas cristalisadas e em calda, na-
Lefto de Ouro.
(ontr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras marmoros de todos os onaes e estrangeiras de todas as quaUda-
umanbos c gr Suras, tijalos de diversos ta-1 des, charutos dos mais acreditados fabri-
raanhoj, soleiras e saccadas, assim como solei-cantes da Bahia e Rio de Janeiro, cigarros
ras e saocadas de pedra de Lisboa. Tambem con-1 de g Pau|0 e Rio de janeiro mnilos SQ.
trarse e faz-se qualquer obra, como monunea-; ;,. fi,Im, tnAn ',n A^n
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e penores; e finalmente tudo quanto se dese-
tudo o mais tendente mesma arle, por mdicos jar tendente a este genero de negocio com-
pricos.________________________________ prometemo-nos a satisfazer toda e qoal-
- vndese ou troca-se por ca>as nesta praca qtier encommenda com a maior promptido
o5
S3
5S
N.3AIII&MGHG4N.31.
8-
es
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casada la-
vagem de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal com agna corrente, baixa para capim e
rande terreno para plantacoes : quem o preten-
ier dirija se praca da Independencia n. 33.
GAZ CAZ GAZ
m
0
05
>
Com este titulo acha-e aberto e inteiramente transformado este anligo
estabeleciment de joias, onde os tregules e amigos encontrarao tudo quanlo
a moda e o bom gosto tem inventado nr. arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico veuha ver o qu existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul
ceiras, brincos, allineles e anneis de todas as qualidades, prata de Ici faquei-
ros, eolheres, palileiros salvas c outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Couipra-se orno, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qua'quer parle, treca-se e concera-se todo e qualquer objecto
pertcncentc a esta arte.
r m
1 rii
mm
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster
C, ra do Imperador, um carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em outr anal
qner parte.______________________________
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
rara da Costa & Fho, defronte do arco da Gon-
ceicao. em tiarncas grandes .___________^^
Tasso Irmaos & 0.
Vendem oleados pretos para forro e guardis-chu-
va de carros.
Ditos de cures.
Portas de pioho alirofadadas, tamanh-is diversos.
Cadeiras americanas de varias ijualidades.
Tnico para cabellos. -
Agua de Florida.
Machadinhas americanas.
Vende-so dous pares de malas, asadas, por
preco commodo : na loja da verdad n. 58, ra
do Duque de Caxias, antiga ra do Queimado.
e asseio : (lomo sejam para casamentos,
baplisados baiies etc., tambera se recebem
encommendas-de pies de l ou bollos de
qualquer especie enfadados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armagao de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructa.s amendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a desppzaj para melhcr me-
recerem a acoadjuvacao do Ilustrado pu-
blico.
Te 1 has ce ferro:
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
' por presos muito razoaveis um grande sor-
i timento de telhas de ferro gMvanisado, de
| diversos tamanhos para cobrir casa e te-
j Ibeiros que alm de ser mais barate do
que as telbas de barro e nformosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
Cal nova de Lisboa
desearrerada liiio do pataSbo 'Mara ; e veod
Joaquim Ju^ Ramos, na ra da Cruz n. 8, pri-
rreiro andur.___________________________
Vendera-se sacco. crin tarinha : na loja d
Maia & L.-mdelino, rna do Duque de Caxias, tra-
vessa do Rosario n 18 B.^_,

Jes
60RA DA IMPERATRIZ
MGEJlB:a-t_EDO
Mwta grande estabelecime i-. eo<; mirara o respeitafeJ publico, uu grande sortimento de fasendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira oecssidade qu
i ra qjvqier parte, visto que os novos 3 uos di ata !ir un adtptarara o .ystema de so venndersm D3^8I!-:il.O ; para poderom vender pelo custo, li.iitsndo-se apenas a ganharem o descont As
* "'' '" !ra *"zer os bous sortimentos pelos mesmos presos qtre compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Emas. familias, de todas
na escolher.
Daonfcral hUmm de ii$QM rs. cala ora, podincha. / croche's para cadeiras e sof.vs. iCREto.xes com o palmos de largura \ rHVPFns nv snr nFSFn\ v inAtina
COM 8 'ALMOS DE LARGURA A 1:600, CASEMIftAS ESCORZAS. O Pavao tem um grande sortimento dosj 2^000 iR8. i
O PavSo 'on boni as casemiraa escosse-' mais bonitos crochs para cadeiras, sofsj o Pavoo tem urna nova remessa aa mui-
muito alais baratos do era*
pessoas que negociam em menor escalla, nesta loja
as fazendas se dao os vros das amostras, ou se mandam levar enVsuas casas, para melhor po-
0 Pavao tez urna grandr sonipi-a de cha-
: iram as nissimas csmoraias smssas tv, com qu tdros grados e inidos e outras mesas, alraofadas elcM proprios para co- j to asreditada cretone propria Dar lenres peos "3 so1 de Pun se(,a' ,n8,ozescom as
'br ir presntese vende-se mais barato do tendo 10 palmos da largura, dando na "lar- h.aspr33 ParaS3- sendo neste genero .3
ir rites, sendo o queha de mais Bno lisas com listras ao lado, sendo fazendo
dose vender pelo barato preeo mmto Gna qu se vende muis barato, por
' .: > >, 2#M)0 s 24500 o metro, tendo, haver grande porco.
. m ias >.u ra que 3 vendem a t-S0o, O Pavao tem os superiores cortee deca-
K ratenda para so fazer um vestido le 300 rs. otarte,
; \ I/i metros, pechincha, CtEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
SA1AS BORDADAS VADO.
\Vr;le se urc bonito sortimento de sai>s| O Pa*ao -ende exeeHente fazenda de pura
i mi pianos, assim como ditas ;la com as edres escoras mnilo proprias
is, de taasinha, enegadas com!para calcas, palitots, filetes e roupa para
rras bordadas a la por precos; meninos q-ie freqn ntam a escolla
ito em coala.
PANN ) PARA SAIAS A 13000, 1/J2S9 o
10'OO* RS.
V ad-se bonitas fazendas Joroprias para
lo com bordados e pregas a um
i indo alargu.a da fazenda o compri-
la saia e voede-se oelo barato proco
de liJOOO, l#i80e 1 ^500, cada metro sen-
N 3 ou 3 i/2 metros para
cada a a b pecbinena.
* i casaos e casesulras prcias.
O Prvo vende grande porco de pannos
pretos :1o mais baixo at o mais fino, por'chinchi.
; admita, ass'.m como um gra-.do ALliOoAoSlNHO A 8^900 COM 2i JARDAS
por ser
nina faz lid.i levo, escura e de mnila dura-
eSo, <* paenjaobs a 80) rs. o covado ou a
i v. \) o corto de caiga para homem.
FINAS BARl'T.IiS A 840 RS. O ;.OVAD0.
O i'avo tem as mais lindas bareges de
\~<\ sendo majas transparentes-, com urna
s cor, leudo : lyrio, azu1, rosa Bismarck,
roxo, etc.rJendo muito boa largura o liqui-
da-sn por OiO rs. o covado, por se ter {si-
to urna grande compra, aatiin como ditas
mais estreitas do ama s cor com listras
imitacao de seda a 560 rs. o covado, e pe-
b rtknento de casemiras pretas para calcas
qnc sa vet le por preeo mais barato do que
0 '.'ra quaiquer :)arte.
Vettdios braacos a 1->jt090 rs.
0 Pavao vende hnlssimos cortas de ves
n'aoa ile cambraia ranea, ricamente brd-
elas e cora imna^fazonda pelo barato preco
PANNO DE LlNHO.
Cbegoa um sortimento de pecas de pan-
no de Jinho do Porto, que se vendem de
700 rs. at 46000 a vara, garantindo-sa
0 Piv) ve;!e pecas da superior algo
dosinho largo proprio para to las a obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 8,5000, pecbinena.
PECAS*DE MADAPOLAO A 30500.
O I'avo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato prego de 3?o00.
PECHINCHA EM ALGODO A 45000 RS.
0 PavSo e3t vendaado pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largara e
que em outra qnalquer parte.
Aigoilao eiifestado.
Vende-se urna grande porco de algodo [preciso apenas para um lencol um metro e
sinho americano com 8 palmos de largura, i uma quarta ou metro e meio.
proprio. para lences e toalhas, tendo liso e I,.,__-.. ^'
trancado, .pe so vende por preco muito em I5D-LE ET0S DE ^m 7 50?
conta_ f t v ^a oja do Pava;) enconlra 0 respeitavel
CRETNES matizados para VESTIDOS A 6i0! Pub.,ico um grande sortimento de grosde-
gura o comprimento do"lenc'olT"vond-se,li,e.lhores (ln0,lem vin,|, ao mercad.), e li-
] pelo barato prego de 20000 o metro, sendo; (Iuldam-Sfl cada um pelo prego do 10,^000
que em fazenda do linho nao ha nada melhor: com 11 metros cada pega, pelo barato pre
nem rr.ais proprio para lences e toadlas, do 4-5000 rs.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de U. iOH,iUe mQOO.
Gbegon para a loja do Pavao um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janeilas,
qu* se ven lem de SflOOO o par, al o mais
rico que vem ao mercado, e vende-se mais
barato que em outra qualquer parte.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saccai, mais barato do que em outra uoai-
quer parto, "a roa da Imperatriz n.i&0,
loja do Pavao. j
CAMURA1AS BRANCAS A 4*000, A PEQA.
S o l'aySo vende pegas do cambraia
branca transparente, tendo mais do vara de
largura, com 10 jardas cada pega, fazenda
que sempre se vendeu a 73 e 85000, qui-
da-se pelo barato prego de 4#!,.>00.
PARA WfflSAW^ M.
Na loja do PiVMJfa
chovW^a^^ m cada Qm>
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato prego- de 4*.
ou a 25100 o covado, tendo duas larguras.
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupao, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 6i0
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SET1NS PO PAVAO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LAASESCOSSEZAS
LAASESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
. A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavao, o mais
elegante sortimento das mais lindas 15azi-
nhas escossezas com fios de seda, as qoaes
fazem o mais delicado effeito, para vestido*
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo prego de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS Di- LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covarfo.
Chegou para a l ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as ms delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato prego de 2,0000 o
covado, pechincba.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA -PAVO
naples pretos de todas as larguras e qua-
lidades, tendo de 15iOO, o covado at 75000
e 8500), que so vende por prego muito
em corita.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas eassas francezas com delicados pa-
droes, tendo para todos os pregos e quali-
dades, dando-se todas amostras, sssira como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
ROUPAS PARA IIOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelieimento encontrar
o respeitavel publico um grande sorlimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasaeos de
panne preto e cazemira, calcas e coletes de
brim.branco e do cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qiydquer par_te ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna grande porgo de
ALPACAS
LAVRADAS A
1,000 RES.
640, 800 E
Chegou para est grande cstahelicimonto
o mais bonito sortimfnto d.is mais moder-
nas alpacas lavradas de todas 3s cores, que
se vendem a 15, 800 e 640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas d- todas as cores
tas francezas escuras o alegres, que se ven-cortes de vestidos indianos, tendo duas
se do saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
um seu competente
amstras.
a 550CO, tendo cada
figurino.
Roupa por medida.
*JeH!ira ^r^gWn^srtioieotdeft- Haf -Df^e'comprarem duzias se
L<.ddS pretas, como sejam caswa franco ,"^ um aDal'me&to, garantindo-se que
zas e inglezas. chitas pretas te tp^s as fazenda que vale muito mais dinheiro,
qualidades, fazendas de lia xte fc^a que liquida-se por este prego por. se ter feito
tem-vindo,'proprias para 1/to, sendo liasi- urna grande compra : assim como se vende
nhas alpacas lavradas "
basinas, merino-*, ote.
por prego barato.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi- j
las.francezas claras e escuras e cores.'fixas CASEMIRAS MESCLADAS A 35 O COVADO
240 rs. o covado, e pechincha.
l.\asixii\s a 320 ^ Pavo tem para vender bonitas case-
laasmas 320 miras mescladas e bastante encorpada para
laasinhaS a 320. | roupa de homens e meninos pelo haraio
Na loja do Pavio vendem-se elegante sor- prego de 35000 cada covado ou 55000 o
tmenlo das mais lindas lasinbas lustrosas, corte de caiga para homem.
com listrinhas a imiiago de poupeRnas de j
seda e com as cores mais lindas que tem
viado ao mercado, sendo fazenda que vale |
maito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha, I Na loja do Pavao manda-se f^r on'fa
pega de obra a vontade do frf- ','..
PECIII\U V !qe i ja P"^^eldm1!to^a?3.
EM CAMISAS DO PAVO A 4|W BSjSJ^^^^^^
Vende-se um bonito sortimento dejare para isto encontra o respeitavel publico
finas e modernas camisas ingiranos, pelo um grande sortimento de todas as fazendas
i dejillo rs. cada urna: que desejar.
BRAMANTE A 1800. /
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lenges, dan-
do a largura d'esta boa fazenda o compra
ment do lencol, sendo preciso para cada
om apenas l S /2 metros ou i e 1/4 pe-
cbinena pelo preco.
s, cantio, bom | um bonito sortimento de ditas tambem com
e tudo se vende peito de linho bordadas e ditas de algodo
para todos os precos.
A loja do Pavao est constantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
Sasquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranga e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-e por precos
muito razoaveis.
rOt'PILIWS DE SEDA
POUPKI.INAS -DE SEDA
POUPELINAS DE ?EDA
a 25O0O o covado.
O Pavo acaba de recebar o mais ele-
gante sortimento das mais lindas veidadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-"
droes mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre eHas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se palo barato preco
de 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das rae-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 pega a| a nraa
fina que vem ao mercado.
ESPARTD v** A 5*000.
Veru1" um bonito sortimento dos me-
v.vjres e mais modernos espartilhos tendo
do barato prego de 55000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento daa
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das cerno gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostra.
FSTES BRANCOS A 0, 800 B 1*200.
Vende-se muito bonitos fustoes braocoa
muito flexivl proprios para vestidos da
senhoras e roupa para meninos e vende-st
a 640, 800 e i_00 rs. o covado.
. C assas a rs.
O Pavio est vendendo bonitas eassas da
cores ffeas a 240, 280 e 300 rs. o covado.



ft

\
I.

Diario de Pernambueo -- Sexta eira 20 de Muie de 1870.
(!
..
a:
1JA DA IMPERATRI\, *
"Esquina tla.rua da Aurora, em frente do caf Imperatrfz
AigadSo largo para lences e toaihas- de
mtoSM qualidades qae costana vir ao raer-
owo.
i-S"03' todos 6J Padri5a* qualida-
aiLan8 S 1Ul> 8e n5<> l)0dem descrever.
Aibim com mustias para collocar rairatos,
wcaoo presente para qaalquer pessoa de
Ataaihado de Knho e algodao, branco e des.
8 cres proprios para toaihas.
Baa-juinas de seda pretas e muito moder-
as*, bem cono de crochet, lado de apurado
costa e feitio.
tfKPH mm

=
=?P
: i i. ^
.

** ^EIMA^
.#*
Gase cora lstras de seda e llores, fazen-
da nteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas p.ra senhoras e bomens, o mais
completo soitimerito que se pode desojar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e differentes gostos.
Collas e pnnhos bordados para senhoras.
Guardauapos de jinlio pequeos e gras-
GorgurSo de seda preto e de cores.
Grosdenaples preto e de cores, haven-
do diversas qualidades e gostos
------ sortimento.
abadmlios ou tiras bordadas em todas as
largaras.
Belbntina de todas as cores.
Bolsas de Upte para viagem, grande
anadade de tamanbss e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de II palmos de lar- riadoWtimeto."
Briflsdelinhohr^o^,^ _, S5 semPre novo sorlf ment, quer em
flommodo ao mai
lavis, como
Lazrnhas de todas as qnalidades, cores
e gostos, nao (cando nada y desejar, tal
o sortimenlo que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode baver desde
esguiao ao algodo commtim.
Leqtws de madreperola e osso, o mais va-
55L*!! de $**' d0 mais Pellica Para homens e senhoras, quer em;fio
iscaroem qualidade, affian- d'Escocia, brancas e de cores.
wao o que ha de melhor na especie. i xr^
Mrdfrff?ff0nd0 C0,plet s0rl'menl e 4. Madapol3o; .ndeseriptive! o grande sor-
tarredade de pre;os^ tmenlo que ha ueste .-enero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vendo em
-------------, pi,- pccae retalho po
ando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualqncr parte.
S&& *!*! maior amento, pr- peca e retalho por menos do que em ou-
Camisrahas de cambraia. de linho e cana estabelecimcnto o que de S w dse
ordadas ricamente enfados para Sras. ja para vestir e ornar ama Soiva
tamisas pan homens e meninos, to va- -Mantas prelas de blond
-iado sortimento quo vai do mais ordinario Manas para carros, com lindas pin!
adapolao ao mais perfeito bordado de li- Merinos pretos, trancados e lisos
rlmS i ?usse!ina branC> e de cores, lindos e va-
Camisas de meia, de flanella, braneas e "lados padroes.
e cdres para hornera.
--.i Ofl;laao x AGIA MR!IC4, mais precisa-scicniiQcar- ao respeHavel publico em
E1 emk?arc".,r a oa fregueaa, da immensidade de objectos qae ltimamen-
te tem recetado. jusUmentiquando ella menos o pode fazere porque essa falta invo-
w'f Ci C0nfia e Mp?*-na beoeTO,flncia d0 todM Hue Ib'a attenderao e relevarlo,
continuando portante a dingirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA roa do
gueimado n. 8 onde sempre acharo abondancia ew sortimento de raperioridade em
qaaHaaaes, modicdde em preos* o sea nunca desmentlido AGRADO E SINCERIDADE
i,Ar i. Dq06 fima ^f1 conheeeqaeo lempo de qae a AGUA BRANCv'pde
ispor, 6 empregado apozar de seas, cuates no desempenho de bem servir a aauelles aue a
rarnnJ *> W* necessium, entretanto sem ennnme-
lri nnte 9 Por fa ratareta s3o mais ccnbOcidos afi, ella resumidamente indi-
cari aqqeUes cuja importancia, elegancia e uovidade os tornam recommend
UM1 ocla
Corpiuhos de cambraia, prknorcsamente
enfeitados com Otas de setim e obras essas
cuja novidado de molde e perfeicao de ador-
nos < s tornam apreciados.
Kitas mni largas de diversas efires e qua-
lidades para cintos.
Leqnes uesse objecto muito se poderia
der qoerendo dcscreve-los minuciosamenie
porsuas qualidades, coree e desenlies, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar. mas para nao massar o prelen-
ente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em peca? de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos,
veos de seda para chapeliuas e raonta-
Casemiras pelas e de cores, o melhor
roe se pode imaginar, sendo d'isso a me-
.cor prova o grande consummo dellas na
cmcina da casa.
Capellas de lores, para noivas e bailes,
eesde a mais candida flor de laraugeira at
i mais interessante griaalda.
Chapelinhas v.o melhor gosto.de todas as
WWS boje preferidas pelas senhoras de
Chapeos pretas de velludo, para senhoras,
tomo gosto de r.irrs.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
te todos os pre;os e variados gostos.
U>a y com ricos padr5es para vestidos.
chales de todas as qualidades, avuliado
.r.mcro enSo menos variedade de gostas,
Chitas, impossivel descreverosortimen-
o e variedade de padroes e novos gostos,
ia neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
Ccar de me!!:->r.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
S, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de fusto branco
grecos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamento borda-
eos para senhoras.
Cortinados de cambraia
e de cores por
bordados e
uo,o que de nr hor se pode desejar.
de
*3*
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barata ao mais superior, por preco muito
c^mmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa. r
Pcitos bordados de linho, lisos e de al-
godao para camisa.
Princetas preta9 e ^e ct>ros.
Popelina do seda e linho, com stras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neslc genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAV1LH0 DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
| at o mais fino Boquet d'mour, final-
na.
Meias de seda p,ara novas.
Bitas aberias de'hqde Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completas para baptisados.
Toeqfltnhas de fil, StDatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas parditos
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
I'ii de seda, preta.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditas aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de piaque.
Aderccos e brincos He raadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesonras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Noves stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
unas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonilas taixinhfts devidro enfeitadoscom
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e tom (iurainos,
Bollas de borracha para brinquedo de
crianzas.
Diversos objectos de porcelana, oroprios
para enfeites de mesa e de lapinhas'.
Ra (lo Crespo n. ^
Os prfrtetari08 dost hem cinheedo establn.
cimenio, aidm do mailos obje-os tjuc tinham ex-
jMisUj a.aprcJacao do respeilavel publico, ma-
daram vir e acabam d recober pelo nliirao vapor
da Europa um completo e vanado orlimento de
finas e mai Miradas especialidades, as qaes os-
ao reselvidos a vender, como d sea cosiume,
por piceos muito baralinhes e commodos para to-
dos, ora tanto que o (Jallo....
Mullo superiores luvas de pellica, pretas, brau-
eas e e mol lindas cores.
Mu boas e Iwnitas golubas e puntios para se-
nhoca, uostti genero o que ha de mais moderno.
Superiores pealf s de Urtaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para cabecas da-
nxmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de eres eom ridri-
ihos $ sem elles; esta fazeuda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
iSC'S*'! Lonit0s lelues de madreperola.
com nn,H,:iI!i,a' we' es?0> send0 S(lut;,les b>-ancov
tom imnos desenhos. e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
iinoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a duza, enlretnnto aue nos as vendemos por 20,
aim destas temoslmbem grande sortimento d
finas qualldades entre ** 9Mes Iguraas muilo
.?,-as i beB[i;'s de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras liga-
ras do inesmo, neste genero o que de melhor s-
pode desejar ; alm destas temos tambem gcandi
aaaaMade do outras qualidades, como sejan, ma
aeira, balea, o Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qaal.'daJes.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas^ de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo de marOm e tartaruga para fazei
Darba sao muito boas.e de mais a mais sao oa-
ranlidau pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguraniKg sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agullias para machina e para crox
labv'rinti"8'10 iePeso> fl'ouxa para encher
Boas baralbof de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o raesmo lim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
jumanas e dos melhores e mis conliecilos per-
lamistas. r
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convalsoes, e
racitam a denticao das inflocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores dcstes prodiciosos
collares, e continuamos a recebe-los por lodoso,
vaporos, aliin de que nunca faitem no mercado
temo ja tem acontecido, assira pois podero aquel
es que dclles precisaren, vir ao deposito do gall.
vigilante, sonde sempre encontrara destes venia
aeiros colares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que uw apphcados, se enderao com um mni
diminuto lucro.
TOAUTlTAO m HWTISBO.
aos snmros.
Cao do $p,ntK<;o ew ,ua mui simpes expretm
ka,Mr, iS remeto : bfcXS^BrtX
h inieressame. tuiw.4
ESCRAVOS
, URSU
lim fuga para o Ico, donde
natural.
Aiizeni-ro.su des anno, a mulata usftacakMii rsula, de id^ pou-
'o mais afeawaos 30 autios, rbeia do corpo, ea-
liellos comd.,s, lem os n,ntes da frente p-Veitos
lilla descanc.fd.i e o ,li;,l(.r s^ual urna itatimai
n um dos_ l.r.-,c..s derde o ci.tr.vdlo atea mu-
nMrada mao, suppoe-ee trr seguido Mra o ico
donde oalural, luvru wsiido de chita eseato
com lisias encarnadas, 6 ueo>tDiuada ;i dai-lhe a
guita : qnnn a p-ar J.ve la da Ihtrh da
H'* U-ia n. 4b, ou tua dv. Cruz n. 26, que ci
pialilicado.
tlontinrta a i-siar iugidn o nioiwjue GregorTo
fie l7annos de idade, crinlo.-com falla de den-
les na frente. le>\n redi.nda, ollios vim?, eoin una
marca de qoeioiedura na barriga, h outa na cdxa
te orna estn-pada ja antigr. : g raxinibo : qik taliornia cm Srrinhit.raja ,<-a m nhor JiiSn Flo-
rentino O. de Albuqucniuf, mi a la da l'raia u.
*|ue sera bem n rnmpcnsado.
rugi desia capital T da 29 de abril pro
ximn paado um ir.ul.-.nnl.o crciavt. de lo
de lilao.', tendii dlc Hn gado do Cear
Ci vzeiro rfo Sul dius di; s antes d
lu, Iwou elle camisa
a nnos
no vapor
' sua luga da-
ranea que eslava muito
.,, .. j i,, ""'"' 'i'"- "larj mano
^uJa, tendo no ci'tarlnbu cni vez de botao colcho-
te. o una cal^a de algod.'nzinliu rispad, que tam.
Iiem eslava muilo suj.retiaz um ro>ario no
pescoco. eeste curto, iem os cabellos um p.uco
Dau
prc-
H10'HAI>0^
ATIVO
do lrQ0.N. 23.
e lisos, o
Colarinhos do linho bordados
aiaior sortiir.n:o..
Damasco de a do 9 palmos do largura
?.aas cores e ricos padroes.
GB
Bspartahos bran:os e do cores, para se-
choras e meninas, o melhor nesto genero ;
ienhuraa Sra. deixar por certo de manir
e de to precioso auxiliar perfeicao de
on corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enfeites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de aho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
ade de gostos e lindos padr5es,
FiAs de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodSo, de todos
os gostos e padroes.
Fnstao de todas as cores e qnaliclades
frande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, qnor
oitas, quer em ramos, tem o PAVILIaO
OA AURORA am permanente jardim a
disposicSo das Exmas. familias.
VILHAO DAArK^ca6,?0^^6 G varJdo"^rtBieiito que os propietarios do PA-
ii 1?Wk AL?0RA se apreeentam ao publico declarando desde j me a sincerida-
de e o bom gosto-o movel nico de seas negocios. q .*
eia neceJaZdn,^0.,eprTptM semPre a P^er-se do que por ventara Mi
S recri 1? ^l^K?8 de8te sumPtu0S0 estabelecimeoto rewmmendam-se
m receto de serem contradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
0PrSzTsSntnV.eal dSPenS3d0 ; CertS qe d ^SmSSBS^S^
RORA dirim! ?ue lha J^,3,men^ 0CCPada nos trabaIhos d PAVILHAO D V ATJ-
SL SSiLConc mais completa perfeic5o nos seos trabaIhos.
5 seTd!T!S0San 5?'! 2o? ^s honra ama P""0'3 de Je merecemos ocon^
SmmTis PaSK!3;e8tabe,eom8nto' concelt0 qe Procuraremos tVmar cada
^Z^to^mm^L3- **&> d0 fim a 1e nos propomos, temos no nosso
^T^lemoTrZZrl^"0^ de P^l ^ **m por todos os paquetes, os
ffoSTS.Bi^^ nossasfreguezas, aflm de^lherem,
b^qol^ia!^^ ha *** *-*"
l' .TmrtfrriH06 D0S aPre9eDta,os pedindo a proteccio do rastrado
mente tudo quanto deve cecupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas prelas, de quadros, iavradas, lisas,
de lstras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Saraelim de todas as cores e qualidades.
"O*
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em pe?a para co-
vados.
Toaihas de labyrintho, do maior e mais
fino trabadlo ao mais barato.
Toaihas de linho o algodao de todos os
tamanhos, lias e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de coros,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
^>
Vistuanos bordados de fusto brancos e
de cures para meninos, de cambraia para
baptisados, o quo de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 13a escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 s\n&, tudo inteir
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. reguezas, que
somos-os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
aparado gosto em semelhante materia, gra-
cas ao bomgo8,to do nosso fornecedor em
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
i
N. 23Largo
SIMIO DOS
PROGRESSO
10 Pateo da Penha 10
DE
SIMIOS & FERR IBA .
Os proprietarios desles bem sortidos armazens partkipam aos seas innmeros
Regamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a Tiran
coriiprar por procos muito razoaveis toja do galle
vigilante, ra do Crespo n. 7.
~1emeSto
0 verdadeiro poi tland. So se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Joao Martins dn Rarros.
^guiados e creaos, chama-se elle Thoniaz i
tu/, chuarse Antonio Thomaz : quem o iiii;.
hender lave-o ma d-In-perator, neta eaukW,
n_. e ah sera reci'i.idensaoo.
AVISO
100SOOO
Conliua a estar futida desde o dia 18 de Janei-
ro do coi rente anno a csciava Sveria, crioola, de
i'lade di 2o a 30anm>s, com os sipnae sejiiintes
alnira regular, beicoj fossos e rehiladas, rosto
saliente, orelbas pequnas, falla mansa, corpo del-
jiirio, quando anda co-heia, foi e^cravona villa do
Labo do Sr. Juta do llego Barro, fi.i vendida nea-
la cidade pelo Sr. I'l.x., cerno procurador do dita
Barros, ja M vista para tanda* To engeriho More-
nos em conqianhia de um cabra es-praca oe ra-
vallana, julga-se que o seductor e qaaaHe diz
que a dita escraTaae tinha forrado : roga-aa au-
loridade po mal e eapiOes de campo a raptara da
mesma, e leva la ra da Soledadfl n. 8G, ou roa
ao Amoriin n. H.
penor quahdade de qual
quer genero comprado uestes dous ftslabelecimenls. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes s5o comprehendidos os cairos, porque onfadonho seria men-
ctna-los.
Se alguem duvdar venha ver.
Gaz amaricino marea Devoes a 8800 a
l--ta, C80 rs. a garrafa e 5G0 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e l;>000a
garrafa em porco faz-s9 grande abatimen-
to.
Caf em carooo a 220, 240 e 20, a li-
e GOO, e
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a carrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 250 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto c Estrello,,
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840: bra kilogrammo a 480, 540
700, 720 e 600. piJOOO, 75G0 e 8800 arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560 Milho aipista 200 rs. a libra e
a garrafa, em poreao ha abatimento.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas a i*5000 e 1^200
t#500 e 2& a garrafa.
dem Eordeaux, Medoc e St. Julien a
70500 e 65500, a duzia e 610 rs. a garafa.
Genebra de Holanda e laran-ja doce aro-
mtica a G6500, 70, 410500, a frasqueira.
Serveja Bass, Jllers A Bell a 00800 du-
za em porto ha grande abalimento.
dem m^rca BeT-e ootras marcas a
00500 e 60, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
440 o k
logramma e 50800 a aFroba, em porco ha
abatimento.
Queijes frescos do ulmo vapor a 30200
e 30400 cada am.
Aletria, macarrao, talbarim a 500 rs. a
libra o 10100 o kilogrammoem caixoba
abtimeqto.
Sabo massa de Ia e 2a qualidade 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kogrammo, em arroba ba
grande dierenca. .
gneros, vinho om ancoretas, azeitonas,
miSadpg narl iDS ^ ^^ m*> M^. ******** Q todas 3S
Zft vtS 0,a' ^y^fynel.i. b, c, Mediara, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
Zct lTTi I^' dKCe de eh fina' dwBri^ tp. finas
w aSidadM .''.iu Bdl,lTr' P-hosPhoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
uS a! ? i Wnella: p,menta d0 reino' ervadoce, pomada, enlofre, breu, Deixe
E net^Vn38 aS ^a,idades' farinha de tailho americana, grandes molbos d sebol-
2usarmazeDS ex,8*e tambe" grande sortimento de louCas propnas para ne-
gocto, que pelos seas commodos preco faz vantagem aos compradores ^
VENDE-SE ou arrenda-se o engenm
S. Gaspar, silo na fregaezia de Serinhaem
comarca do Rio Formoso, prximo do em
barqiie, coa gcaodes partidos de pal
massap rodada-meeada, mMtos manfuei
para madetra neossaria, bom pasto etc
a tratarna ra d'Aurora n. 26, ou'nadt
lmper2dor n. 20.
ca execucao e a
phlir-n .r.-------"iwi4w u apreaeniamos pedindo a n
J2X mSESm T *"?"* K -< fl-
uido qn7demd5!jalr^ MMlrem uelle pelo menor preto posm.
., Jo6oLuiz,S6hrutho*S;.
amo sufi s horas da noite.
Beposo eflectm fu proiuoUH ta -et^Sr^.
aguas de Vichy come sejnm :
Agua bonree Celestina.
Dita dito Hanterive.
Dita Chateldon etc. etc.
Sa*s do-Viehy para banhos.
Pistbas de Viclry etc. etc., ludo par precos mui-
o em cont, em casa de Tisset frres, ra do Com-
mercion.9. ^
;09esmo8 teem para vender cognac superior e
vinhos de diversas qualidades. rc"ur'e
Venda de lampeoes
p ra illuininaoo.
Na lo/a'do funileiro de Antonio -Moreira Pioto
na iraveea da ra do Viajario*. 3, tero para, vea
er 300 a 400 lampeoes prompuw, muito econ-
micos por serem para gaz liquido, e dao excellen-
le Inz : elles antes que ge aeaberh, aenhores en-
carregadoe de illuminacSes, oue sao baratos.
Em casa de Mill3 Lathara 4 C, ra da Cni' n
38, vnden-a Mhaa de ferro iralMBlwdao.
100 milheiros
Do lelhas e lijlos de todas s qnalidadns .
de-ei)arjMBs 8#000 outrajiialwier parte: n* oli^a-Jara*.das'Pt
reres n. 61, de Jos Carneiro.^Cmiha.
-? Wasad>#e m^tanva 4e,meta ida4e, cckT-
nha e engomma soffnvelmente : a Ira>a7nam9
do Daine de Caxias, lojan.l M
Hez de Mara
Caalieos e !>; innos devotos para o nez
de Mara.
Um ntido valume encaderado de couro
1J600.
Da marroqnim doarado
2*500
LIVRARIA FRANCEZA.
Superior vinho Bordeaos
da Cadeia
St. Estephe ft St. .Judien : narua
iecife numero f.
do
rs.
940
Admirein!!!
Ghitaiascoraa, eeres segaras, qwe se veudem a
f,l, covdo>.w 10*000 com 42 covados.
attendendo a quantidade re3j]vao-se A vender por
este preco E^tao acabndose : na ra da Jmpe-
S'i D,-2 eom ,i*ak>(l9 te5 *o ama
- Vwde-s*aui ra. tabana beaa atvmu*
da, coro poneos andoi, e tjtos caanW?s na
3 cordeiro prevdent*
ia do Qneimado n. 1.
Novo e variado sortimento de perfuman,
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de per!
nanas, de croe effectivamente esl prvida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba
receber om outro sortimento que se ton
aotavel pela rariedade de objectos. superior
lade, qualidades e commodidades de pn
'^>s; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
espera continuar a merecer a aprecia?
jo ^.speitavel publico em geral e riela
r.a ezia (m. Part'cnlar, nao se afa:
(anuo eiie He sua bem conhecida mansidi
e barateza. e^ m Ioja encontraro c
rpreciadores do vnn:
Agua divina de E. voudray
Dita verdadeira de Ji*rayA Lammaa
J! t f C?,ogne!!nf?leza^ericana, fr*
ceza, todas dos raelbores e m,acreditad'
fabncantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete paratoilet.
Elixir odontalgico para conservado
wseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chs
ros agradavois.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano!
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch
*o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igaa,
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qaalidad
com escolhidos cheiros, em frascos de difl
*entes tamanhos.
Sabonetas em barras, maiores e menor
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em firr
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitant
ruetas.
Ditas de madeira invernisada coatendo ?
as perfumarias, muito proprias para pr>
lentos.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tu
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de arr<
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente*.
Pos de camphora e ontras different
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aluda nal eaxisies.
Um outro sortimento de coques de m
'os e bonitos moldes com filets de vidrilhi
a alguns d'elles ornados de flores e fita
istSo todos expostos apreciacSo de qoei
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Flrellas e litas para cintos.
Bello vanado sortimento de taes objti
tos, ficando a boa escolha ao gosto do^oa
pndor.
biipiu no dia i do crreme .. mulato Satur-
nino, ollicio de cjureiro, tur arertwHtada a espo
ce de aja por ler os cabellos vcrurllios, e-iaima
media e forte do corpo, cara ou k>ta ruoM
falla apenando es canto da hocra, idade 25 a 31)
annos, pds chato, vesdo ronimili, eamn do
panno de aafixtao fniranyado de rn, e
tural do ierto. O anuo pasead ria niuUn j
estere fgido 2 mezes c Iw pegado no enpi-nbo do
s. Ji>ao de Pao-d'Allio' depois de ti r v gado as
ras desta t-idaJe por hadante lempo, tem n nbe-
cinjer.to na ra da Seuzaa etc. lVde-se am> ca-
pilaes derampo e as autoridades poliriacs a cap-
tura do niesuio para ser entrfsoe a fu stnbar
no sirio da Sapueaia em Keb>-ribe.
Acha-se fgida desde o di
crava Bathara. crionla, de 45
1 1\A
2 do rorrente a es
ann s ie idsil, nm
dt mes no (noixo superior, rom innitos r^baita*
branco- na cabe e na caa, pararandu que faz \
barba, csla'ura alta, corpo resalar. c.iuwand
inrer pao na cabeca como usam as Babiana* a
qnaj indoac Peixinho ver roupa lava.la all a en-
tregoua um caooeiro, e f..i ene nlrada no Recife
no beceo largo, casa da preta Rosa que hoie
tom, e que diz n5o saber da dita negra, a qual
muito conhecida em Belieribe, m> Fundan, rw Pei-
xinho, em O inda, e no Rio D>e, de onde t.m ha-
vido mais ou menos noticias de ler sido visia
roga-se por isso as aut. ridades e rapices de cam-
po a captura da mesma escrava. que ser fcil
estar acontada em algum mucan bo fra da ciria-
de, ou calogi dentro ria mesma, e leva la ra do
Briim n. 100, quo sera generosannnte vcomien-
sado.
Fugio no da 5 do corrento da casa do abai''
xo as-ignado a escrava Luisa que iepre>enta t-
22 runos de idade, cor ila, c rpo regular
laucos Pininlm .ln. __#. -
abri-lo.,
carapjnhn, cnstuma IrnT los adianie
no meio, tem no pescoco junto da guelL
" ,V ?n '?ivel 'lUP ,liz ** ^ queimaonra de
l".''U'na, levou cha'e de casenira cr
I
fogo em
de rosa e saia
t wmi dTi affl'1? l!e rhi,a ri;,ra- a ("";'1
tos, tambem morador
ptei obra de um mt-z
.. o de Paula San-
nesta c.dao^ iem
rognportant. Mo8 os
capilaes de campo, as anlhoridades e
iuali|uer
pesoa que della tenba noticia, que a faca" ...
hender e conduzir ao seu *enhor Lniz fWadtie
Millo, morador abaz da matriz da Boa vista n. .
pnmeiro andar, que ahi se recompensar toru ge-
neresidade.
Desappaieceu no dia 10 ilo coi rente, do en-
genho Burarema, freguezia de Serinfiai m. n es-
cravo Roberto, crnulo, com os signaes segniuirs -
cor muilo pret, altura regular, corpulento, ps
chatos e apallielad. s, denles alvos, cibellos bem
carapinhos, nariz chato, idade de 30 annos p..uc >
mais ou men..s ; levou camisa de k*4ta encama-
da, de madapolai e de algodao azul, saiasts le
algodao, calca de brim pardo, elisio de palha
velho e um cobertor de algodao. Este es-ravo
foi do Sr. Pedro Cesar Marinho Falcan, da ilba de
Itsmafaci, d'onde natural e semnre morou, pi-
sso desconfla-se que dito escravo se ti nha doli-
do para esse logar ou para esta cidade ; asxini
pede-se qualquer capilao do campo ou autori-
dades policiaes.de o apprehei.d>r, levando<> ao
referido engenho, ou nota eidade em awa dos
Rrs. Leal A Iroao, na da Cadeia do Recife n.
56, qne-ypr gwierosamente recompensado.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos aspa
floetestranslauticos bjehas de qualidade superior
e vendem se em caixa ea porto mais pemlena,
e wats barato do que am outra qualooer parte :
pa ra da Cadera do Recifr n. i, i* andar.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
eomp_r ment, qualidade superior, era wnxa uu
porrao mais pequea : na -ra da Cadeia (Jo Re-
le n. 51, 1 andar.
"7 MACHINAS EGYPCAS. ^"^
^liwa.vatdenoo.aaeripi*! So JoaMiw Ge-
rardo de nastosarua-do.VitartoiD.ifi, ^-aadar,
machinas egypcias que podem ser movidas por
agua, fugo ou animaes.
Es raa fgida.
A 13 do corrente fugio a escrava Fioriana,
rroula, de 25 annos de idade, estatura regular,
fr fula, rosto redondo, com falla de dentes n;4
frente, coin a barriga bastante crescida : iev.u
vestido de chita escara, corpinho branco, e um
rhales azul : suppoe se que ella tive eaminho dos Praieres, onde j foi encontrada orna
ver. Recommenda-se aos Srs. capitae< de caiopu
e juntamente as autoridades competentes p ra,
unde quer que a encontrem, conduz-la ca-^a il
seu senhor, largo do Corpo Santo n. 4, segundo
andar, que ser gratificado.
Gratficapao de 300^
reis.
Fogiram no dia W de mato do corrente do
engenho Uasduaasli, termo da Eseada, o* esrs-a-res
do ahaixo assignado, pur neme proeupio e Lueia-
no; seado-o primeiro, molato, de e-4aUir bai-
la, gordo,4)art>ado,.com as maca-s do rosi>
lenles, peScocn muito curto, hombros tevatftsdiis.
ps f-eqaenos, bastante ladino e representa Wr38
amos de idade.
Orfegiioda.e' prelo fulo, esla'urra legniar, *ec-
oo do corpo, pouca barba na ponto do queii'
ment, ps pequeos, pernas muilo fina, e i
25 anuos de idade. Fi eseravo do Sr. Tabn;
mofador M rKerife. Roga-se, portuato, cW
ridades policiaes e a,,qiMquer peswa, de appw'
hondiaem '
engenho
Bernardi:
Bova n.
(ida.
e de os levtyem
lado, ra em ca
nal, srua da Sem'M i
^|^paiifkro promo- _
MantouBo da Silveira Ls.


8
Diario de Pernambuco Sexta

feira
20 de
Mao de
________L
1870
LTITEBATBA.
I'nt poraia de aMor.
No da en que pela vez primeira encon-
traram-se os narcs do homem e da mu-
Hier e rautuaateatc faiscaram raios e relm-
pagos; ness&pia nacen o amor. As*im o
amor o rao,"^- scentelha, a estrella, o
sol ; algumas vr'es incendio c por isso dei-
xa aps si ruifasi restos e crazas. O amor
tem o seu praolo, orno a aurora suas la-
grimas, perolas bri liantes onde transluz o
olliar do Senhor. O orvalho as h grimas
do amor. Crystallini e puro como o sor-
riso dos aojosu amor a aurora da vida,
e como ella tem a cor melindrosa e robra,
assim tem o amor o pjo que indica que os
amantes nao podem ver-se sem corar.
Ouero diz amor, diz innocencia e pudor,
candura e mysterio, felicidade e loucura. O
amor orna divina inspiradlo, o arroubo
d'alma, a elevado das i leas, o xtasis, a
eontemplacao das altuias cerleas, o infini-
to e Deus ? O concert barmonioso da na-
Jureza una amor rendido ao Eterno. A
crenca o santelmo do amor. Quem ama
tem um clarfio luminoso destro do corceo.
Suas fibras sao qoaes gordas d'harpas ce-
lestes entoand i msicas etliereas. O amor
o sublime dos saatmentos, o infinito da
pureza, a encarnaco da innocencia, a har-
mona das espberas, o rumorejar das sel-
vas,.o ciciar das brisas da montanha, a
creaco linda e vaporosa dos sonhos da. vir-
gem e do mancebo. O amor no coraco
como a flor- dos vergeis. Se lhe falta raio
de luz, gotlas de orvalho e viracho fagueira
ella pende e desfallece ; e o ultimo suspiro
gelado como o raai mor balido pelas nevoas,
e o ultimo arcar, o ullimo brilho do cre-
puscular da vida um echo plangente de
flor, um lamento angustioso que s'exhala na
voz moribunda da coilada!
O coraco um tmulo sem as pompas
da belleza, silencioso e lgubre, cercado de
eyprestes e de goivos, se a seiva de luz da
razo n5o o jotre enchendo-o de esperanc
l de f, e rasgando os negros horisonies
nublados de desventura. as trevas tudo
tristeza, tudo terror e mysterios. A
alma descronte como o co sem estrellas.
O peito sem amor como a flor sem perfu-
mes. A vida sem esse doce mysterio 6
como a campia sem verdor, como o pas-
saro sem a.as, como a virgem sem sonhos
e devaneios. A verdadeira dr nao tem
adornos. O s'entimento mudo. O sen
sitencio tradiu immensidade de lulas e
combales. simples c singello como o
dbil vagido d'um infante; paludo e an-
gustioso como a primeira lagrima ds vir-
gem chorad peio amante apaixonado ; lon-
co e delirante como o canto do bardo so
Jitario vagando pelos rmos descampados e
pelos cimos dos rochedos; sombro e ma-
goado-como o queixomt das vagas se estor-
cendo n'um lencol de espuma; silencioso c
lgubre como o espectro das solides; te-
trico e horripilante orno o sussurro do
vento na mudez d s campas! Ah se eu
podesse trnduzir as cores do co para pin-
ta-lo... as en4eixas do inartyrio e o soluto
dos archa ajos-! Air! se eu podesse...
embora... como o Tasso dolorido.'entre pa-
redes escuras, coberto de pede andrajos,
Uiste, pezaioio, preso imagem de sua
chara Leonor, equasi soltar de dese-pero
descrcnle o echo moribundo nasj partidas
cordas da Ijra que estalam de soffrimento,
canta re o mea poema- (e amor, o meu ro-
mance de desventara, arrancando de espaco
espaco como os sons do sino do mosteiro
da montanha suspiros e gemidos na immen
ida Je das angustias. a natureza que me
Iramilha. a paixao que me impelle, o tor-
mento que me obriga. l'allido e merenco-
rio como Wei Iber elevarei minha alma aos
cos n'um arroubo de loucura. ver se bebo
a harmona das c harpas dos archanjos. Como Mauredo s
bordas do abystr.o s um braco me pode
amparar da quedi, urna s voz me dar vi
da, um sorriso luz e felicidade, como u
uesgosto me dar mortc. Galar-me eof-
qae ? se um poder mysterioso me QM*a *'
fallar ? O silencio cavar-me-hia v^[ a "
roes c pezares. E' preciso di"^1 *0, Cl
tar as notas do meu peito, p'
viverdorido e trhte mj^soffre os crueis
azedomas d'om amor/ e delirante a
tanto tempo giard> na urna do coraco,
preciosa pandorj^de deposito minhas la-
grimas sentidr--..... Hur do co. Nao
um jovOjP^e(Jnz'cl0 Pe, espirito mesqui-
r.ho doJ^'T,'star amantes, doce sonho de
'enleva e se extasa, affrontando to-
rba decoros e desvirtuando todas as cren-
de conseguir seos intentos que Irava da
penna para revelar um segredo que s de-
vC-ra ser consagrado aos genios da noite e
;-.s sombras que esvoacam prevendo j o
brilho das esperancas tremendo e palpitan-
do no seio do fturo, j de anlemo affa-
gaado um sorriso de ventura. Nao! Este
se asskn o ousa maellindo o voraz abulre
da duvida e impellid) pelo ardor de urna
vehemente paitan por vos excitada no seu
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Gontiouaco do n. 101).
XXXIII
Meo amigo, disse Juval a pro-
bidade grande cousa ; mas, como tudo o
mais, deve exercer se coro, moderacSo.
O Mulot respirou.
Bem sabe que vivemos n'uma poca
em que o dinheiro tudo. NSo o censuro
por gostar da raestra ; mas, querendo casar
com ella, preciso que o negocio renda.
Como assim ?
Eu me explico, .Sua irm3a teve um
fiibo do comraandante e arranjoa a heranc-a
toda,. Ora a aobnnha acommodoo se ; mas
se eu me achasse no lugar d'ella, propria
a annuilaco do testamento.
Mas e commaodante podi testar em
favor de quem quizesse disse o Mulot.
De accordo ; com tudo tambem poda
ter casado com sua irmSa ou pelo menos
perfilhar o pequeo e n3o (ez ama cousa
nem outra.
Porque nao teve tempo.
Se ja assim, mas diz-se que Uvera tem-
po de fazer ootro testameato.
E Juval pela segunda vez fixou o Mulot
no branco dos oaos.
O Malot nem pestinejava.
coracTio anda to verde as lides da socie-
dade.
Ouvi .Ha passado bem pouco twnpo
que pela vez primeira vos" vi, e para logo
nma chamma ardeate, devoradla como as
lavas J'um vulcio, cosiecoo de se me enros-
car no peito, qual urna serpete no tronco
de uroa aore. Crde que estas exprs
soes n3o s3o fi has do fingimento e da men-
tira, que nilo silo das que se esludam para
bem se pronunciar com altivez e garbo,
ccnhndidas com solucos e suspiros arran-
cados com ternura simulada pelos saldes da
brilunnte sociedade.
N3o! Estas oriundas do amor e d ver-
dade incensadas do aroma que derrama a
alma pura e virgem das impurezas do mun-
do, anda nao cuspida pelo bafo nojento do
vicio, n3o poderlo neste momento de deli-
rio deixar de surgir com a impetuosidade
que caraett-rsa a paixao no ponto mais cul-
minante.
Bem vas podra at narrar os minutos
clieios de acerbas dores, os momentos mais
lerriveis que tenlio passado no silencio da
noite, too muda para mim como a voz do
tmulo, to muda que me nao offerece um
balsamo consolador para sanar esta chaga
venenosa aberla no abysmo do corac5o.
Que de solucos, que de ais compungentes
nao me lem torturado a vida, desde que vos
vi pela vez primeira, e 13o somenle opran
lo, nico allivo do infeliz, me tem embalado
ua doce esperanc d'um dia ter urna re-
compensa celeste.
Eu vos vi e vos amei... mas podra
tal vez esquecer-vos, podra tal vez su (locar
esta scenlelha divina que me queima o co
raco se nao mais vos lornasse ver... mas
debalde... (Meu-Deus quanto naj tenho
feito pira olvida-la !)
Ci-Miica lo tica. Pelos escondrijos mais
escaros, mais tenebrosos, como um crimi-
noso que se afugenta das vistas do universo,
pelos lupanares mais inmundos e torpes,
como um ebrio doudejar, sedento de go-
zos saciar loucuras pelos rmos mais re-
motos e descampados, qual louco bardo
descantar sentido, pelos templos e pelas
rochas, pelas plagas e pelos desertos, como
um espectro vagabundo, sonambulo, som-
bra errante definbar de dr, por quanto ha
na torra de medonlio e de horroroso, pelos
cabos e pelas trevas, pelos abysmose pelos
anlros, por tudo tenho divagado fim de
anniquilhr este amor igual aos idealisados
pelos genios, ou como um sonho dourado
d'um poeta no ardor do delirio, ou como
urna dessas vises cerleas como estrellas
scintillarem no espaco, ou como urna dessas
creacoes pliantaslicas e soberbas reahsadas
pela mo do artista 1 enada... nada...
ludo me tem sido debalde I... quanto mais
me quero affastar, mais devsme avizinho,
mais em vos se alimenta o meu .pensar;
mais a mente a rev em sonhos; mais a
phantasia a pinta com os adornos da belleza,
com os encantos e ornatos de divina for-
mosura! mais a vejo tranquilla e serena
envolvendo um olDar piedoso, um sorriso
de compaixao, mais sorvo effluvios santos e
puros que vossos olhos derramara,, e o mel
das delicias veqj adocicar-me os labios tr-
mulos de amor e ebrios de volupia 1 Quanto
mais me quero affastar, um labyrintbo me
enlcia, urna barreira me impede. Como
fogir, luz de minha alma, estrella de minha
vida, meu astro na tormenta? Foge acaso a
flor s goltas do orvalho crystallino ? Foge
a rola ao doce soluco do estremecido espo-
so ? Foge o genio do deserto s melodias
das caravanas errantes ? Sem vos eu seri*
urna noite sem luar, um ocano sem va*^
urna espuma semalvor, urna lyra s> cor"
das! Sem vos eu seria menoV> 1ue um
verme e menos do que so*'' Um rajo
bri bar veloz e logo j^recer I Se nao
exislisseis eu nao teriax*"0 de ser 1 Sois
a alma de minha al^ a vida de minha *"
da, o movimento^rfe me faz rolar Pelas es-
cabrosidades/ mnndo !
Como fw^se so's o encanto, a magia, a
encarm'''" da 'uz> Pa"a'zo, o co! E
ixar de ver-vos ? Sim, eu vos vejo,
eu vos vejo todas as horas, todoi
s momentos, de dia e de noite, na luz e
as trevas, no sol e na la, no monte e no
prado, nos sonhos. as inspiracoes, nos ar-
roubos, as nuvens, no co, na immensi-
dade do espado! A tardinha quando a na-
tureza boiti cu vou vos ver; sim, larde!
as horas era que 03 fogos do occidente
douram os cumes das montanhas e lngui-
dos paludos mergulham-se as vagas cer-
leas do ocano ; as horas em que vagara
as aves na amplido e pressurosas correm
com seus temos filhinhos em busca de um
abrigo para repousar das fadigas do da ;
as horas cm que o pastor tange o rebanho
e alegremente enta as doces cances dos
amores que murmuram os bosques verde-
jantes; as horas era que as viracesforas-
teras v3o modulando calices pelas comas
das florestas e casando os seus harpejos s
harmonas dos cantores das selvas; emque
rumoreja a brisa segredos campia, as
auras sao melodiosas, e as flores pedem
ao doce sopro do favonio; em que os cos
se tingem dd purpura, as nuvens se draram
dos raios de crepsculo e os passarnhos
descantara! Sim, tarde, a hora da sau-
dade e da ternura; a hora das recorlacSes baaos estas aras para eonsomac3o de um
mfantis e dos ntimos segredos! E' nessa elirno hymineo!, *
hora em que vos vejo sempre, mais bella Oh! que infel&T'me tinto! Como chd
do que una imagera du Morillo, mais su- pran.os de razer e suavidale! Como o
blime do que urna pintura de Rembrsndt, ris vem brincar flor dos labios, o coraco
mais seductora da pieOphelia delirando de WP^ barmonioso, alegremeate me
amor, mais linda do que as phaotasias de desejando rolar
Ossian, mais formosa do que Venus sur- sublime ?
gndo das espumas do mar
Esse testamento n3o appareceu. Nao
creio tudo o que se diz so ore o objecto ;
levada
tudo e.
l a
mas, emim, os tribunaes,
questao, tinbam que apreciar
E julga...
t- Ora ento ouca o meu parecer.
Ouco.
Trate de desposar a mestra, depois
intente a annuilaco do testamento e ver
como sua irmaa transige.
O Mulot sentia-se arrebatado com o que
Olivia.
Mas para tudo isso disse elle
preciso dinheiro.
Realisado o casamento, se precisar,
venha ter comigo.
O Mulot eocarou com Juval, que tambem
o fixra, e estes dous entes comprehen-
deram-se.
Visto o seu nteresse por mim, vou
contar-lhe tudo.
O ufamos.
Receio bem nao ebegar a desposar a
mestra.
- E orgulbosa talvez ?
Creio que anda com a cabeca tonta e
que pensa em alguem.
Era quem ?
Em alguem que tambem pensa n'ella.
Juval arregalou os olhos.
Um senhor do palacio.
Anatole ? |
Exactamente.
E o Malote contoa o que vira e parle do
que pastara com Pamella.
Depois a noile, alta noite, quando tudo
silencio, quando tudo dorrae, e s os fu-
ios velara, as sombras, os seres invisiveis;
quando o mundo es engolfado era seu
somno profundo, eu voo, phanlasma de
dr, exposto as intemperies do tempo, ao
rijo agoite dos ventos, aj>iemar-me diante
de vossa morada e murmurar flocemente o
vosso nome querido, como um hymno de
amor, ama prece forvente; cravar bejo
delirosos por onde flzestes rocar a m3o
graciosa e linda, vivo reflexo da alvura res-
plandecer da espuma.
E quanto mais vos vejo, e quanto mais
vos contemplo, mais redobro de paixao e
sabis porque ? porque a vossa sociedade, a
vossa physionomia luminosa, o vosso ar
triste e pensativo, o vosso semblante ange-
lical, onde se retrata-a innocencia dos che-
rubins fulgureos, tem um que de indefinido
e eloquente que arrebata e sedz. Pare-
ce-me que respiraeS n'uma atmosphera que
n3o pertence ao ser humano, e sim > crea-
Ces d'azas peregrinas, idees de Robens e
Handick, formas mysticas cobertas de es-
plendores, anjos louros d'olhos azues e
raegos, sob mantos de estrellas fu garan-
tes, que f giram do | araizo para deslum-
hrar o universo com seus encantos e fazer
pasmar a trra, o mar, os cos com sua
passagem radiante.
Deus vos creara n'uma hora propicia em
que o firmamento era lmpido e diaphano,
as auras mais sussurrantes, a viraro mais
suave, a aurora mais esplendida e fa -
gueira !
Rola innocente, pomba de candura, por-
que cantaes tao triste, porque descoraes
tardj, porque palpita-vos o seio ? Vossa
voz semelha o sussurro dos leques dos co-
queiros ; a nota suava e melodiosa das
harpas dos prophelas; a cancao dhulia que
oltam as casuarinas as horas de volupia;
a meloda vibrada na lyra do trovador que
tange as magoas do peito e as recordaces
da infancia; o suspiro exhalad) pela brisa
e repercutido pelos chos das soidoes!
Quando vos ouco, creio ouvir a msica do
co, os cherubins entoarem hymnos de
amor ao Eterno Sinto n'alma as vibrares
das harmonas das brisas sussurrantes; me
enlevo ouviado a fonte que serpeia, o mur-
murio do regato desusar cadente nos
seixinhos I Candido lyrio, porque desmaiaes
de amor languiao, mimoso quando o orva-
lho vos cho a perolas luzentes? Porque
branca fada gentil fugio ao raio de luz ins-
pirado de vosso bardo sonhador ? Porque ?
to cedo... Acaso j empenhastes as fhres
de vossa juventude to lindas e ebeirosas
vossos pea B'um xtasis
me n3o tendes
Ser possivel que ainda
comprehendido!
Vos para mim sois como um sonho de
poeta no ardor do delirio, em noite de ins-
pirac3o aos sons das melodias ethereas!
Sois como urna crenc'o de fronte onde fui-
geni resplendentes os lanrew do genio A
visio hnda e vaporosa das phantasias azs I
O ideal mais completo das imaginares de
fugo!
Bella como a primeira aurora que des-
poatou no universo ois um riso de Deus
que dos labios tombou quando ledo brin-
cava com os louros seraphins do paraso !
A meiga phantasia de urna hora de lou-
cura! Bella como o ullimo raio do sol se
despedrado do mondo! A obra mais perfeita
das mos do creador! Em vos elle admira
a sua sublime perfeicSo! Pasmo, elle des-
maia ante a candura de vosso rosto lurni-
moso Pareceis-me o Eloah orvalbado cora
as lagrimas de Jess Clirsto!
Quem sabe se n3o tivesseis vida no sor-
riso da aurora, nos raios das estrellas, nos
occeano3 de luz, no pranto do Golgotha ?
Mais bella que a nuvem, que a rosa, que o
lyrio a boira d'um regato encantis e seduzis
ao primeiro relance de um olhar !
Mais bella que a concha vagando lngui-
da e doce as azuladas ondas do mar Ego,
q ;c a branca espuma s'envolvendo n'um
lencol de ara, que a rova de Tunis em-
briagando as auras, que a flor do desello,
que o jasmim do valle, arrebataes e pren-
dis Mais bella que a perola de Oa-
phia e de Golconda, que a saphyra e o ru-
bim, que a sera encantada nos palacios
de crystal, que a fada da floresta, que a
limpha pura, que a conchinba boiar, que
a mariposa gentil, um simples mraeio de
cabeca vosso faz arder a froote, demolir
montanbas, passar abysmos, derrocar mu-
ralhas! um ligeiro camiubar a pisar cora-
Ces, palpitar de enleio e sentir a immen-
sidade do trornentoa immensidade da ven-
tura Ideial, appanc,3o, sonho, crenca,
vis3o, sombra de luz, Haida Julia, For-
darina, Laura, Leonor, Grecthen, Des-
demona, 'OpheHa, tud em vos se rene
e tudo excedis, porque sois o mais su-
blime encanto da natureza, porque Deus
o nico pintor de >Ossos adornos divinaos !
Iraagem de pprezaEu vos amo, sim, eu
vos amo! Cop urna paix3o louca qual a
dor que sou>< o moribundo na* ancias da
morte..v.Amo-vos com um amor forte e
eterno rie se n3o deixa suffoear nem pelo
martyn'o !... ouvi: urn grito, urna
prew, orna dor, urna loucura, mas ouvi I
L/ueo que s )u... para que dizer que a
> como a rayrra da Arabia e a rosa de TVfnha de miabas lagrimas... Louco que sou
nis ? J em algum altar as depozestes tefdo
beijos de labios de mancebo todo an*>r e
enthusiasmo ? Sim, por ventura ama/ ?: -
Ah I meiga apparicSo das noile/ deliro-
sas. aguia d'amor sublime enl* as mais
bellas estrellas vesper, harny'? do uni-
verso, por vos sonh), penstf deliro, ando
em chammas, me arrebaf a ^ Por
vos me esqueco da tre*1 o da luz, do dia
e da noite, do mund* e at dos cos-.. De
dando em vez basco urna illusao* engao,
sonho, chimra pira embalarme em doce
elevaco mas debilde... As vezes busco
urna sombra, um phaotasraa -para distra-
hir-me as scismas... e tudo vao... Ora
corro atraz de um espectro, procuro urna
forma de mutber, e encontr um cadver,
um esqueleto, a davida, a incerteza, o va-
cuo, o nada... Ora tenho medo da luz, dos
raios, das estrellas, das selvas e dos prados,
dos lyrios e das rosas... Ora como um
louco sigo um passarinho, sorvo o perfume
das flores, me extasi com a canejio das au-
ras, e o idylio das aves... As vezes af-
fronto os horrores, procuro as trevas, a
noite, a escurid3o, a tempestade, o mar, as
rochas, e tent ver as profundezas dos
abysmos algum nnho para segregar-me do
contacto do mundo... e nada... Sempre
vossa imagem ante os olhos radiante de
belleza, apparico do ether baxado sob
mantos de nuvens azulados! ora triste, pen-
sativo, como que querendo suavisar-me com
o riso nos labios e o olhar de candidez !
Ora porm com o semblante carregado, o
rosto escurecido por-lgubre sombra e como
os labios cuspindo um despreso, um escar-
neo de maldc3o !... As vezes vos vejo mais
tranquilla e risonba semelhante a la com
o seu cortejo de estrell s, ou a nuvem dou-
roda passeando pelas campias cerleas do
co ; ent3o mejulgo mais feliz, supponho
vos possuir e vos gozar, pens sorver de-
licias d'um paraso de venturas, e vejo ante
mim aras sacrosantas onde vos ides depr
as vossas flores anda nao myrradas pelo
sopro do infortunio I Sim, vejo um altar
explendido, brilhante; ouco urna voz ctia-
mar-me, que pela docura conheco ser vossa,
dizer-me ternamente. Vem, enlacmosnos,
apertemo-nos n'um abraco de noivo e su-
Isso esl mo, disse Juval, fran-
zindo os sobr'olhos tanto mais que Ana-
tole, o qual nao tem um sold, pode bem
ter feito as comas que eu fiz depois.
Que conlas ?
As da annuilaco do testamento.
Oh se eu podesse dar cabo d'elle !
Nao consegua nada ; o melhor era
po-lo d'aqui para fura, mas isso nao fcil.
Ha muito que quiz comprar-lhe a casa qoe
eu desejava habitar, porm nao a vende nem
que lhe deem o triplo do valor. N'um anno
em que esteve muito em baixo, quiz em-
prestar-lhe dinheiro, mas n3o o acceitou :
se acceita, eslava pilhado.
E todava, parece que tem dividas.
Urna s : deve seis mil francos, de
que paga regularmente os juros e cujo ca-
pital jamis lhe ser exigido.
O Mulot eslava impassivel e Juval con-
inuu :
Com tudo o credor n3o passa da ser
um rendeiro com b?m poucos recursos. J
lhe offereci um lucro para me passar a di-
vida ; mas, com receio de que eu vexasse
o devedor, n3o quiz.
O Mulot ento sorrio-se e disse-lhe :
Pois ba quem seja mais fino do qoe o
senhor, porque obteve a passagem da divi-
da sem gastar nada de luvas.
Isso n3o possivel.
Pois soo eu mesmo.
Juval Gcou to sorprendido, qoe ia afi-
lando por trra o copo e a mesa.
E como fex toso ?
para que amadla, ella que me nao of-
ferece o seio palpitante, ninho de amores,
doce sanctuario, urna santa e para para re
costar minha fronte scismadra e modular
meu cantieo de dor !... Louco que sou...
para que dizer que a amo... ella que
nao pensa em mink um s momento c os
labios nao roca sobre o meu rosto paludo
pelas vigilias e hmido dos prantos!...
Oh sim, lonco que sou,... oh muito lou-
co, mas louco de nao ter, de vossos olhos
um olhar ardeute e meigo lnguido, doce e
fascinante !
Um olhar que arrastra as turbis.um olhar
que move as pedrae, olhar de estrella que
faisca raios ? Branca fada, roca toas azas
niveas sobre minha fronte amargurada, que
descamba de dor r Vem, meu anjr>> rindo
e chorando de amor de loucura orva'har de
esperanc o meu seio angustioso Adoca-
me com o mel que destinara, teus labios!
Banha-me de fel com os raios de teas olhos I
enche-me de la rosa om o sorriso de
tua bocea Derrama-me harmona com a
msica de trevas, mais sonora do que as
harpas de Li3o, mais seductora do que
os cratos das seras !
Um aia vos vi mais bella ainda que a ap-
paricao de um sonho.
Era de noile. Estaveis desenidosae
morlemente recostada sobre urna janella, as-
pirando o doce arema das auras e contem-
plando o azul do firmamento.
Com a face pendente mo candida e
pura parecie engolfada em scismas angel
caes e tristes. Scismaves. Era um anjo
que envolto em nuvens, cmo no mani de
estrellas a abobada celeste, queria talvez
sondar um mysterio tenebroso, no horizonte
da vida descortinar urna aurora que se oc-
cullam as nuvens do provir.
(Continnarse ha)
VARIEDADE
procurou o revolver na algibeira. Queris*
piel'jqr testemuoha para, provar qu* Fuu-
iviel* na eslava armada ? A consequencia
juo se deduz de lude isto, que o acensa-
do atiroH aobre estes pobres mocos desar-
bate mados, sem provocacSo e sera defect. E*
esta a nica lestewpoha do que aturara ?
NSo -.
V. Noir nha lavas, e eram novas e muito
justas, como dedararam as testeraunhas.
Eque aconteceu ? Depoisda morte as luvas
eslaam intactas. E porque? porque n3o
houve bofetada, o m murro: porque cora
a forca de Hercules, que todos reconheciam
em V. Noir, se elle tivesse batido no acen-
sado a pelle das luvas teria rebenrado. Por
esta forma depem o paleto de Fouvelle
e as luvas de V. Noir. Ha outra coisa mais
grave'. Foi fendo e desceu fatigado e mo-
ribundo, fazendo smente m vimentos au
temticos. Procurou o caminho, segui-o. e
vcio cair porta d esta casa homicida. Ha
testtmunhas que o virara desf llecer, seguir-
se o stertor, e suecumbir logo. N'este mo-
mento o pobre rapaz tinha o chapra em
urna das mos inlericada, na mo direita.
Ora isto que o confunde e o condecira!
Chama-se a isto orna demonstrado. Nao
foi um dito de mulher, foi um dito de
homem, foi urna testemu ha digna de cr-
dito Ha n'slo om concurso de circums-
tancias que proclamam a verdade. Aqui os
vestigios da verdade exisiem de um modo
providencial, sao a passagem da bala, as
luv^s e o chapeu.
Estas tres testemunhas que n3o mentem,
aecusam P Bonaparle, e bradam-lbe : Tu
es Ule w'r? Fosteque oassassinaste! (Su
surro.)
Nem mesmo o doutor Morel ple impe-
dir que o chapeu, a bala e o camraho que
ella seguio e as luvas fossem urna demons-
trag3o inexoravel! Co nprehendo perfeita-
mente que o aecusado tinha todo o in.eres-
se em combate-la.
Conclu. rometti ser claro, franco, e
preciso, e parece-me ter cunoprido a miaba
promessa. Offereco respeilosamente s
vossas consciencias as demonstraces que
afabo de fazer. Seja-mo permittid) dizer
que nao sei qual ser a vossa deciso, nao
me pertence perscrutar o segredo das vossas
consciencias. O que se que este pobre
moco j foi julgado pelo povo. No dia do
seu enterro urna faego, faeco que se cbami
200:000 cidados o acompanhou at a sua
ultima morada Foi profundo o seu pesar Pi-
ris cobrio-se de lucio e na cidade se mostra-
va aqaella dor sentida, que Tcito chama dr
sem voz sine voce dolor. Foi enterrado
n'um C6miterio humilde, onde encontrou
corac5S leaes, e ella que na sua vida de
mancebo, tanto pensava, nao na gloria, nvis
na reputacSo, teve pelo veredicum d'este
jury, pelo veredicum da democracia, ma-
nifestado pelo voto d% 200:000 consciencias,
a immortalidade do inartyrio. Ao lado
d'elle. ou'tro veredictum nao menos sgralo
foi proferido, veredictum que confeno ao
seu adversario, ao homecida, a Pedro Bo-
naparle, a immortalidade do assassinato e
da infamia!
P.O advogado aecusador e nao guar-
da a reserva que deve guardar para com
um aecusado. Espere ao menos que seja
julgado para o tratar como assassioo.
M. Laurier.Sustento que- assassioo.
P.Ent3o prove o.
M. Laurier.Sustento-o e j o prove.
P.N3o posso consentir que empregu
similhantes expresses, e rapto que dave
esperar a decisSo do jury para podar em-
pregar tal express3o.
A segunda observaco do presidente foi
recebida com bravos e applausos prolonga-
dos, que partiam do fundo do auditorio e
da tribuna.
Causou admirac3o que o procurador geral
nao se lembrasse da requerer contra os par-
turba lores, nem de pedir providencias para
fazer cassar estes applausos improprios da
urna sala de audiencia.
O advogado Floquet voltou-sc para o pu-
blico e bradou : Estejam calados, corsos!
Restabelecido por fim o silencio o presi-
dente levantou a sesso.
Eram 5 horas.
Processo de Pedro Bonaparte.
(Cmcluto)
Em que occasio poda elle ter o palitot des-
abotoado ? S entuma, qaando ouvio o ami-
go ferido, e sendo elle mesmo perseguido
O Mulot tinha avancado muito para po-
der recuar e enlendeu dever-se eutregar
completamente a Juval.
Contou-lhe, peis, tudo e em conclas3o
disse :
Desgracadamente, s me enganei em
urna cousa.
Qual ?
Pensei que minha irm3a me empresta-
va os seis mil francos e recusou-m'os.
Tanto melhor, porque mais um
motivo para qoe o senhor depois lhe pro-
ponha em joizoa annollop3D do testamento.
Mas eu nao tenho os seis mil fran-
cos.
Empresto-lh'os eu.
O sen or ?
E porque nao ? Porm o sanbor ba
de proceder logo execuc3o e eu serei o
comprador do palacio.
E parece-he que o homem nao achara
quem lbe empreste o dinheiro ?
C no sitio de certo que nao. Depois
eu indico-lhe um .official de justiga que
nem lbe dar tempo de piar !
O Mulot contemplara Juval. Este estava
serio.
Nao fallemos por boje mais o'isto...
AmanhSa v almocar comigo. Dorma trao-
quillo a respeito da pequea. Se se me
melle em cabeca que ella tem de ser sua
esposa pode considerar-se o negocio feito.
Juval apertou-lhe a mi e disse-lhe :
Al amanbfa.
O Malot rfltiroq-se sosegado de espirito.
*'ova Amerlea
AS QL'ATRO RACAS
(Conciiiso)
O Pelle-vermelha, filho dos antigos caca-
dores dos Allegharier, das montanhas Ro-
chosas e das vastas plan cies, so. existe as
longiquas solides do Oeste. A civilisaoo,
isto o Americano de rosto paludo, for-
Cou-o a refugiar-se com a sua squaw, o bu-
falo, o bizonho, o antlope. Assim nao se
enconlra, salvo raras excepcoes, seno as
reges desoladas, situadas ao oeste de Mis-
souri e Mississipi. Encontrareis, prximo
catarata do Nigara, ou prximo ao Oneida
(Madson) especies de colonias de pelles
vermelhas muito pjttorescas, mas que pouco
valem. Um Mohawk, um Chezokie, um ja-
qtteta vermelha vos vendero bengalas e ca-
chimbos, arcos e flechas; em geral as ere-
ancas e as mocas que transilam por estas
paragens s3o presa destes selv^gens. O Pelle
vermelha do Oneida cultiva um pouco de
trigo e de milho, canta psalmos, derraba
as HeliwMS aurore4, e-paasa or dia a
rar i loucura de seos pts, He lbe
naram i libertad; muirs veaes rat
vem-o tornar a tomar o tomahtwk,
cara do homem braaco com ot presidies
outr'ora recebidos, e tomar o caminho da
guerra e os hbitos da vida nmada. Taes
sao os ltimos represeotantes desata pode-
rosas tribus, dessas naces aguerridas, que
em outro tempo habitavam as vastas re-
gias que separara o lago Erie da,Susque-
hama. N3o ha nada mais difflcil que obri-
gar o Pelle mrmelha a residencia nxa e a
trabalho assiduo. NSo quef usar, nem da
p, nem da grade; antes quer esroolar,
mas nao trabalha ; assim o vapor das loco-
motivas, o fumo dos engeraos e as fadigas
agrcolas dos bancos, aliraram os, com o
lob > e a cobra casvavel, para as floralas e
rochas dos Allagbaries, onde outr'ora poda
esfular a mulher branca, e fazer reboar nos
ecos o seo triumphante grito da guerra.
I)) Missouri ao Colorado, ainda se encon -
Ira, figura histrica, antes que poder real,
vigiado por ama cada de fortalezas, qoe
anlogas s qae a Porta Otlomana mandn
construir na fronte ira da Syria, atiesta, com
urna reserva de forcas reunidas era nm
ponto, a preponderancia dos Estados-Unidos
Apenas algumas centenas, renunciando a
pintar o corpo e dansa guerreira, consen-
tirn! em domicilier-se debaixo de um tecto
cora os bancos, a cavar a Ierra, a beber
gin e agurdente, oque desempenbam per-
leramente.
Fallemos agora do homem de raca- ama-
relia.
Este, em geral, cbim, algumas vezes ma-
la o ou davale de Sumatra ou de Java, nao
tem de que viver em seu paiz.
Emigra, natural. O salario o chama
America. Do extremo do arebipelago Ti-
enta!, core e pede em que empregar-se.
Por um ou dous dollars, engomma-vos as
camsis, procurar ouro as minas e pre
para-vos urna fritada de ovos. Sessenta
mil chins vivera felizes nos Estados-Unidos.
S3o muito utes, habitam California, Utab,
Montana, o Texas. Muitos regressam ao
paiz natal; maior numero aclima-se, casa,
e cria pequeos chins-americanos em quan-
tidade consideravel. S3o boudhistas ; pro-
fessam a poligamia, a gomas vezes o roobo,
e praticara o infanticidio sem sombra de
remorso. Tem pouca forca physica, muita
flexibilidade, e paciencia. Cora seus olhos
em linha obliqua, sao feios, dbceis, indus-
triaos e nao fazem mal a pessoa alguma.
Promptos a executar tudo que se Ibes
manda, encarregam-se de recados, de var--
rer a casa, jontam a urna ligeweza maravi-
llosa excessiva economa e urna longanimi-
dade sera igual.
Por urna codea de p3o trabalbam o dia
inteiro sem se queixarem. Precisa-se em
urna familia americana, quem lave o assoa-
Ibo ? ahi est o chim. Um negro fugiu sem
cumprir o sea contracto com o mraeiro,
13 vii o chirov
Hap-Chang lavadeiro; Chi-h, cosi-
nheiro; Cumthing ama de creaocas. Os
homens mesmo preferera as oceupaces fe-
meninas : e desempenham-as nuito bem.
Aqui est Lottzing, meu bom amigo, qae
toraarieis por urna soltcirona, tantas sao as
suas rusas amarellas e multiplicadas; sua
grande tranca, panteada chega ao chao.
um artista admiravel em questao de lavar
e engommar camisas. Seria perieito, se
podesseis conseguir que nao cuspisse nos
punhos e nos collarinhos: se consentisse
em substituir pela aspers3o de algumas
gottas de agua pura o seu methodo roti-
neiro as natural. NSo o conseguiris
nunca; respoode-vos sorrindo que abso-
lutamente o mesmo ; e -se vos encolerisaes
e o sacuds pelo rabcho e lhe esfrega^s o
nariz minsculo no ferro em bnaza de en-
gommar, n3o trumphareis de sua resisten-
cia ; n3i conseguiris que abandone seu an-
tgo costume, apoiado em longa impunidade.
Dr-me-heis que os sessenta mil chins,
s3o hoje pooca cousa. Em alguns annos
cavara seiseentos mil, os quaes cultivaro
as colimas que vo dar ao pacifico. Ser3o
eleitores, formar3o os jurys, interpretaro
as leis ; e instalaro igrejas bouddhistas.
Na California e no Crgoft podem tornar-se
mais numerosos. Ent3o principiar uma
luta singular ; guerra de concurrencia entre
os fortes trabalha dores europeos, que se
alimentam de carne de boi, e os debis
asiticos, que comem arroz.
Cada uma destas racas tem hbitos de
vida, genio proprio e consciencia innata.
Nao s entre elles dfferem consciencia, h-
bitos e genio diverso, mas sua hostilidade -
amarga e inveterada; como terminado por
conciliar-s estas dissonaacias ? Como com-
binarem-se as qualidades 13o destnelas de
meos quatro amigos, que sao :
O lavadeiro Son-Sing, de Nevada, cbim ;
O selvagem Gao Mosqueado, das monta-
nhas Rochosas;
O moco do hotel, Eli Brown, de Recbe-
mont, negro;
O noeta Henrique Wadsworth Longfellow,
de Boston.
J nao careca da Martina. Desde o mo-
mento em que Juval se empenhava no ne-
gocio, elle que tinha tres vezes a riqueza de
sua irmaa, a partida estava ganha.
E, embebido em mil pensamentos lison-
geiros, ia elle caminho de casa, bambolean-
do-se e cantarolando, como costumava.
Todava nao ha felicidade sem inquieta-
cao, como nao ba co sem nuvens.
O Mulot ia ver a demonstrarlo d'este
axioma.
Ao entrar na quinta da Bella-Vista, de-
parou com uma creatura humana acocorada
em postura bestial no patamar da porta.
Era a Cabrita.
Gostra da hosptalidade do seu homem
e voltava ali.
Ella ergueu-se om pouco tmida ao ve-lo,
porque sahira d a melle lugar escarnecendo-o
e receiava que elle estivesse zangado.
O Mulot fez seus clculos de homem pra-
tico e resolveu recebe-la bem.
Por aqui, minha cabra ? disso ello
Chegas a proposito.
Porque ?perguntou ella.
Porque pnz a Dorotha na ra.
E o motivo ?
isso s3o contos largos.
Entao ests s ?
Estoo, e lembroa me qae, se quiz i-
res fletr por criada, n3o procurarei outra.
O Malot clcala va que ao meaos esta n3o
gauharia toldada.
A Cabrita n3o se escandalisou fo pro-
posta, mas disse lbe :
vezes nos Malzi-
da floresta
Venho aqui por um motivo especial.
Qual 1
Preciso fallar-te.
A respelo ?
De Ronxinol.
O Hulot estremeceu,
A Cabrita prosegu o
J o encontrei tres
gues.
0s Malzigues era o ponto
onde fra assassinado "Saurn.
Anda agora por ali caca ?
N3o o creio, porque nio tem espin-
garda.
porque arma tacos.
B m sabes que ali o cooto dos ca-
britos montezes e que por isso nio te ar-
mam lacos
Enl3o que faz elle por l ?
NSo sei; mas, quafido me v, escon-
de-se.
E que conc'oes d'ahi ?
Que. elle suspsiu qae fomos nos ot
autores da cousa.
O Mulot teve om ataque de ervos, mas
momentos depois recobroa o animo e dis-
se-lhe :
Seria preciso uma grande finura 4a
parte d'elle para conseguir pravas. Por
agora tempo i descansar; vai i noote
em meio. ; ,
E, tirando a chave do bolso, entrn m
casa.
(Continuar-se-ka.)
TYP. 00 MARIO RV^ WJUJJ1 Df GAjrjX
4
>

/
3^


Full Text
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