Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12118


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Full Text



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.


ANNO XLVI. NUMERO 112.
'.'.
PARA 1 CAPITAL l LGAMS OKDE IA0 SE PAGA P01TL

Por tro me7.es adintados .
^or seis ditos idem .
flor um anno idem.. ,
Cada momero avaiso.
::'::
amo
ama
320
QUINTil FE1R* 19 DE MIOPE 1870.
PABA DEWBO E lt)R DA BSOTIVCIA.
Por tres me/es adiantados
Por seis ditos idem.
Por note ditos idem
Por ara anno idem



-

#780
13)1800
20*380
27*000
PEMAMBIM

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Flhos.
A ACILWBi:
Os Sn. Gerardo Antonio AJves i Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no Maranhio ; Joaquina Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; JoSo Mara Julio Chaves, no Aas ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino d Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulc5o, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb ; Francisco Tarares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparnho no Rio de Janeiro.
parte ornciAL.
ftorprno da provincia.
DESCACHO DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 16
DR MAIO DE 1870.
" Bellarmino Alves Arouxa.Remedido a cmara
municipal desta cidade para b.mir em considera-
rlo a representago do snppli jante, tendo era visla
que a aber:ura dos (albos de que se trata, aug-
mentando a concurrencia polo produzir algum
elTeilo contra o monopolio e caristia da carne ver-
de, devendo otn todo o caso tUendor-se ao suppli-
canie, se elle ohrigar-sc a vender por menos do
que se esta veudendo aquelle genero.
Cosma Damiana Ferreira.Interine o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda
Delfiaa Benevenuta Mara da C raceigo.Junta
a petigo e documentos, a qno altado a supplicante
remetale ao ir. Dr. chefe de polica para de novo
informar.
Francisco Pereira d i Costo.Conceda-se a M-
cenca requerida por tres mezes.
Ismael Ama val Gomes da Silva.A' vista da
informacao deferido.
Jos Ferreira Colbo.Informe o Sr. inspeetor
da thesouraria de fazenda.
Jos Ferreira de Souza Braga.Dirija-sc ao Sr.
director interino do arsenal de guerra.
Josepha Mara dos Prazeres.Prove a suppliean
te qne seu neto est as condiedes do respectivo
rogulamenlo.
Jos Nicolao Nunes Sette.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marnha.
Jos Antonio de Leao.Ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda com a portara desta
data.
Mara Salom de Siqueira Varcjo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Numeriano Jos de Btrros Jnior.Infirme o
Sr. commandante do corpo provisorio de po-
lica.
Vicento Ferreira da Costa.Informe o Sr. enge-
nheiro chefe da reparticao das obras publi-
cas.
Vicente Urabelino Givalcanle de Aibuquer-
que.Informe o Sr. eonselheiro director geral da
instrueco publica.
17 -
Abaixo assignados proprieta ros, negociantes e
habitantes da ci Jado de Olinda.Vai ser tomado na
devida consideracao o que requer os supli-
cantes.
Antonio Martins de Seabra Lemos.Encami-
ohe-se.
Bacharel Chrstovo Xavier LopesInforme o
Sr. Dr. juz de direilo da comarca de Pal-
mares.
Francisco Manoel de Siqueira Cavalcante.In-
firma o Sr. commandante superior da guarda na-
cional dos municipios do Cabo e Ipojuca.
Francisco Correa de Mallos.Dirija-so aoSr.
inspeetor da thesouraria de fazenda.
Francisco Manoel Bezcrra de Vasconcellos.Ex-
pela-se ordem para cessar o descont.
Flix da Cunha Texeira.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Ignacio Viera da Silva Coqueiro.Passc-se de-
liberago na forma requerida.
Alferes Joo Rodrigues Duro.Por ora nao pode
o supplicante ser attendido.
Jos Lucio de Aibuquerque Moli.Prorogue-se
per dous mezes, tendo um com vancimentos e o
outro sem elle.
Dr. Joao Cavalcante deAibuquerque Obrigan-
do-se o supplicanle as despezas na forma da infor-
maeio do engenheiro chefe da repartijo das obras
publicas ser attendido.
Jos DomnguesCodiceraAo Sr. inspector da
thesouraria provincial, com a portara desta
data.
Joao Rodrigue* Chaves.A' vista das informa-
pode ter lugar o que requer.
Joanna Paula de Oliveira.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marnha.
ias Bandeira de Parias.Informe o Sr. capilo
do porto.
Joao Rumnrico de Azevedo Campos.Informe o
Sr. commandante suoenor da guarda nacional dos
municipios de Santo Anto e Escada.
Aiferes Joao Rodrigues de Souza.Presentemen-
te nao pode ser deferido.
Aliares Joao Gualberto Correa.Presentemente
Di p le ser o supplicante attendido.
lente Jos Carlos Vital.Informe o Sr. com-
manle do corpo provisorio de polica.
Marianna Lins do Aibuquerque.Informo o Sr.
eonselheiro director geral da instruego pu-
blica.
Mariinna Lins de Aibuquerque.Informe o Sr.
inyector da thesouraria provincial.
.Varia Felicia de Jess.D-se passagem de
proa,
Tenente Manoel Paula de Souza.Informe ofbr.
commandante superior da guarda nacional dos
municipios de Barreros e Agua-Preta, ouvindo os
commandantes dos batalhdes 46 e 53, e tendo em
vista as disposigoes da legislago em vigor.
Bacharel Manoel Antonio da Fonseca e Mel-
lo. Conceda-se a lceuca requerida a visla da in-
ormacao da secretara, com ordenado na forma da
loi, Qcando sem effeito a que havia sido concedida
era fevereiro ultimo.
Minervino Jeffesson Perei'a de Oliveira.Conce-
da-se um mez.
Marcellmo Rodrigues Pereira.Junto estereque-
rmenlo ao outro anterior, informe de novo o Sr.
commandante do corpo provisorio de polica.
Manoel Alves Barbosa.Iolorme o Sr. inspector
da thejouraria de fazenda.
Tenente Olavo Antonio Ferreira.A' vista da
informacao, nao ple o supplicante ser altendido
por ora.
Pocas & C.Informe o Sr. Dr. elisia de poli-
ca.
Severiano Monteiro Leite.Informe o Sr.'inspec-
tor da thesouraria de lazenda.
L'mbelina Francisca Bandeira de Mello.Enca-
rninhe-se.
Deus guarde V. ExcIllm. Exm. Sr. des-
embargada Francisco de Assis Pereira Rocha,
vice-preiidente da provincia. O chefe de po-
lica. 12 Antonio Femandes Pinheiro.
PERNAMBGO.
ASSEMBLA PROVIHCIl.
SESSO ORDINARIA EM 11 DE MAIO.
Repartido da polica.
2
co,

scelo.Secretaria da polica de Pernambu-
. 18demaio de 1870.
. 731.Illm." e Exm Sr.Levo ao eonheei-
mento de V. Exc. que, segundo consta das parti-
cipacoes receidas boje nesta repartcao, foram
recomido* casa-de detengo, os segainies indivi-
duos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ju-
ventino Odilon Tavaras de Lima e Manoel Virissi-
me AJves de Mello, por crme de morte ; Corduli-
na Maria da Conceico, Avelina Maria Antonia,
Jusna Felippa de Medeiros, Adriano, escravo do
D. Maria Joaquina da Ressurreigo, Innocencia e
Marianna, escravas de Jos Miguel de Lyra, por
disturbios.
ordem do da Magdalena, Antonio Zacaras do
Crmo,por erime de tentativa de morte.
O delegado de termo da Boa-vista, participou-
me por offlcio de i* do nuez prximo flndo, que a
urna hora da Urde do dia 8 do mesmo mez, na
povoacao do Petrolina daquelle termo, Antonio Pe-
reira de Oliveira assassinou a Manoel Mar-
tina dos Anjos, o qual na oecasiao do conflicto
ferio levemente cora tres punhaladas ao seu ag-
gressor : que procedeu-ss as competentes visorias
e ia ser instaurado o respectivo summare contra
o delnqueme, o tfual fot preso, em'flfa'gfnta e re-
comida a prisio.
. !-*
PIIRSIDENCIA DO SR. DR. AGLIAR.
(Continuaco).
O SR. GUSMAO LOSO :Sr. presidente.Julgo
inopportuna e desproveitosa a idea, consignada no
requerimento de honrado deputado polo 51 djs-
trieto, de submetter ao juizo de urna commisso,
qnalquer que seja, o projecto que vai sendo dis-
cutido. Este systema de procrastinar as di-cus-
ios, conliando ludo ao exame das commissoes e
todo proposito exgindo o seu concurso
um nii expediente, bi ha certos assumpies que,
de sui natureza, demandam estados especiaos e
meditados, ha outros que podem ser resolvidos
sem as lentidoes que caractersam o trabalbo das
commissoes.
O projecto, que se discute, revela estudos por
parte de seu autor : est cercado de dsposicoes
at minueiosas. Nao se esqueceu o seu autor
iii'in da forja e divisas que deve u-ar o engenhei-
ro da companhia. -Ja o votamos em Ia discussao ;
irnos examina-lo agora artigo por artigo ; teos
urna terceira discussao, em jue as emendas e cor
reccSes sao anda possiveis : que vem, poif,
retardar anda a sua marcha ? (Apoiados).
Pdese que o projecto v ter commisso de
(orea policial. Nao que, membro da commisso
de polica, queira eximir-me do trabaiho de rever
o projecto e interpor o meu juizo : nao sou dos
que menos trabalua n e apraz-me declarar desde ja
ue meu voto em commisso seria pela adopeo
io projecto. que correspondo urna necessidade
desde milito tempo sentida e une depois de um
certo tempo fez-se urna aspiracao publica.
Anda me parece que a forca" creada pelo pro-
jecto para o servico da exlincco de incendios nao
tem e nao deve ter a natureza e o carcter de
forca policial. De ser subordinada ao chefe de
polica e licar, no que Ihe e relativo, sugeita ao
regulamento do cjrpo de polica, nao se segu
que sa trate de urna forca propriamente policial.
Si vamos fazer da companhia, em que o projecto
pensa, urna continuaco da forra policial, des-
viando-a por este modo dos flns de sua organisa-
cao, nao acabaremos por ter horneas habilitados
para o servico especial de incendios. Este servico
depende muito de aptido teehnica que s se ob-
ten) por frequentes exercicios, por urna applicaco
ininterrompida ; urna iiislrucco que nao so
aJquire seno cusi de peniveis ensaos, e para
o qual noin todas as organisa roes sao habis.
Ora, dar urna forca que sa destina um ramo
de servico lio- especial, o carcter e as funecojs
de urna torga de polica, ter mais 80 policiaes e
deixar o servico de cxtnccao de incendios no
mesmo estado deploravol' em que o sentimos.
Isto nnguem pode querer. (Apoiados). O que se
deve querer muilo, a organisaco de urna com-
panhia do homens adestrados por um 1 >ngo
aprendizado que, perante os incendios, possam
concorrer pelos meios que arle aconsellia para
o salvamento das vidas e das propriedades, sa-
bendo alTrontar o perigo, evitando as calastrophcs
to commnns n'esscs lgubres momentos, po-
dendo prestar reaes e eminentes servicos.
Isto admittido, o que ir fazer a commisso de
forea policial ? Appello para o honrado coliega
do 3* districto, meu companheiro na commisso
com que nos honrou a confianca de ca=a; o
que faremos nos 1 Por mim declaro que aceito
a organisacio dada pelo projecto ; tentemos urna
experiencia que em todo o caso custosa, mas
tentemo-la. (Apoiados). Nao estejamos deferir
molidas de urna incontestave! utilidade. E' pre-
ciso que os nossos proprietarios, que pagam o
imposto, nao continuem ter as sua? proprieda-
des expostas aos meios irregulares, que temos,
de combater es incendios. Aquella confusa,
aquello tumulto, aquella desordem, de que cada
incendio nos do exemplo, aquelle servir.) irregu-
lar, des prove toso, aquelle concurso de b'ons offl-
cios que ningnem dirige porque todos dirigem
(apoiados) ; tudo aquillo altamente repugnante
em urna cidade cvilsada.
Concluo que o projecto. satisfazendo urna ver-
dadeira necessidade publica, merece fixar desde
j anossa altenco. Pode bem ser que a organi-
saco nao seja a melhor ; que este ramo de ser-
vico possa ser molhorado pelo tempo e pela expe-
riencia ; mas sobretudo preciso por em acto a
sua idea capital. Os incendios nao tem o bora
senso de espeaar que se estudem lentamente meio.-
de combate-Ios.
Por este modo, Sr. presidente, tenho justificado
o meu voto contra a emenda.
O SR. OLIVEIRA FONCECA : Sr. presidente,
infelicidale rninha que algumasvezes meu pen-
samento seja interpretado ao inverso. O nobre
deputado que precedeu-me, combate o requeri-
mento^ ora receio de que elle d lugar procras-
tiraaco do projecto; entretanto apresentei o mes-
rao requerimento justamente para que se nao de-
more a adopeo deste projecto; cujo flm muito
til, cuja utilidade j foi reconhecida pela assem-
bla, approvando-o em 1.* discussao.
O projecto muito minucioso ; e devendo, se-
gundo o regiment, ser posto em discussao sepa-
radamente cada um de seus artigos, o resultado
o que estamos presenciando; urna immensidede
de emendas com pequeas modificacGes, deTeriu-
do pouco entre si; c que nos roubam excessiva-
raente o tempo, muito necessano, maito precioso,
e j muito insutflciente para a discussao de outros
assumptos.
Um Sr. Dbptado :O parecer da commisso
evita as emendas ?
O Sr. Oliveira Fonceca :O trabaiho da com-
misso ser o resultado do estado simultaneo de
seus membros, assentar provavelmenle em base)
mais discutidas e examinadas; mais nao esta a
razo porque flz o requerimento. Desejo que o
projecto va a commisso, porque me parecen des-
necessarias essas minuciosidades de que o projec-
to se oceupa ; as quaes trazam em resultado urna
discussao muito prolongada. S no art. i., para
se saber se sao sargentos, alferes, tenentes ou ca-
Eites, que devem dirigir a companhia dos born-
Biros, temos comsuinmido urna hora; e, se a dis-
cussao continuar deste modo acaba-se o nosso
tempo de sesso na discussao de fardas, gates,
e outras cousas semelhantes.
A commisso pode apresentar um projecto mais
estudado, e ao mesmo tempo mais resumido.
Um Sr. Deputado: Nao.evita a discussao.
O Sr. Oliveira Foncepa : Serapre evita esse
desperdigo de tempo. A commisso pode aprovei-
lar as ideas capitaes do projecto, e deixar a cargo
do presidente da provincia dar o regulamento ne-
cassario ao eslabelecimento da coropanjiia.
Quanto as eensideraeoes aduiidas pelo nobre
deputado pelo 1.* districto sota-e a remessa do
projecto commisso de flxaejio de forca policial,
direi que para conheeer-se a competencia dessa
commisso basta 1er o projecto.
OSR.GusMWjfQo:--No fallei da competen-
cia.
O Sr. Ouvirav Fonceca :Diz o o art. 8.":
A oomp'anhia ter o mesmo rgimen do corpo
policial taparte que lhe tor appAcav*!, flcando
9t>'immediatas ordep,s do ohefe de polica. -
iBManraiiMirtii
Ple o nobre deputado dizer-nos que isto nada
tem com a forca policial ? Pois a companhia nao
ter o mesmo rgimen do corpo de polica ?
Um Sr. Deputado : S na parte que lhe re-
lativa.
O Sn. Oliveira Fonceca :Nao flca sob as or-
dens immedatas do ehnfe de polica ?
Um Sr. Deputado : Isso nao motivo.
0 Sr. Oliveira Fonceca : Nao s isso. A
companhia alem de ter o mesmo rgimen do corpo
da polica, e de Picar sob aa immediatas ordens do
chefe de polica ser empiegadana polica urbana;
quando nao estiver em servico de eztincco de
incendio, comodispde o art. 8* do projecto.
U Sr. Deputado:Isso para evitar que ellas
fiquem sem ter o que fazer.
O Sr. Oliveira Fonceca.O flm especial da
forca a extinecao dos incendios, mais sua oceu-
pacao permanente ser o servico policial; porque
nao ha incendios lodos os dias, apparecem acci-
dentalmente.
Ora se urna forca destinada ordinariamente
ao servico policial, sa tem o rgimen do corpo
de polica, se flca sob as ordens immediatas do
chefe de_ polica, como dizer-se que a commisso
de flxaco de forca policial nao tem o que ver
neste projecto ?
At rae parece que esto objecto devera-se dis-
cutir quando se tratasse da forca policial, de euja
organisaco a companhia de sapadores bombeiros
seria urna parte integrante.
Alm das considerares que acabo de fazer, sa-
bemos que presentemente a exlincco dos incen-
dios dirigida pelas autoridades policiaes, a a
forca policial a que se oceupa nesse servico.
Concluo : 1. que este projecto deve ser estuda-
do e adoptado de harmona com a organisaco da
forca policial, z. que do modo como se vai en
caminhando a discussao ser impossivel a adopeo
delle em breve espaco, e perderemos em minucio-
sidades o lempo necessario a dscuss) de objec-
los de maior importancia.
O meu flm que a commisso resuma o projec-
to. aproveitando suas bises essenciaes para que
elle fcilmente seja discutido e approvado. Nao
pretendo demorar sua adopeo, pois sou o primei-
ro a reconhecer que urna necessidade urgen-
tsima o eslabelecimento de meios tendentes
prompta exlincco dos incendios. Por isso mes-
mo flz o meu requerimento que ainda me parece
digno de ser approvado.
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente : as
razes que acabo de ouvr, nao acabaram por
convencer-rae. Nao fago questo. porque nao
motivo de questo, de ser ou nao a companhia,
cuja organisaco se discute, de natureza puramen-
te policial.
Os que conhecem um psuco o que um servi-
go regular contra incendios, e sabem que para es-
te mister se exigem habilitagesespeciaes, frequen-
tes exercicios, apparelbos adaptados e instrumen-
tos que preciso aprender a manejar, podem con-
cluir te convm dar forga q>ae a este lim se des-
tina o carcter de forga policial.
Um Sr. DEPUTaDo :Sao verdadeiros policiaes ;
urna forga dirigida em toda parte pela polica.
O Sr. F. Figueira :Pego vista : no Rio de
Janeiro nao assim.
O Sr. Guskao Lobo :Eu quereria que n) at-
tribuissemos nenhuraa feigo militar a e-sa compa-
nhia, j que preciso chama la com o noma que
lhe da o projecto. Em vez de um capilo com-
mandante, eu chamara simplesmente director ao
engenheiro, e nao deve ser seno um homem pro-
flssional, que lossa incumbido da direcgo dos tra-
balhos de extinego de incendios. Eis aqu porque
insto em nao attribuir essa forga o carcter de
forga de polica. Esta questo, secundaria na ap-
parencia, inspira um certo interesse.
Um Sr. Deputado :Lea o nobre deputado as
disposigoes do projecto que se seguem ; ver que
se quer crear urna forga de polica.
O Sn. Gusmao Lobo :Ha, 6 verdade, dous ar-
tigos do projecto que poem a companhia do sapa-
dores bombeiros sob as ord.'ns immediatas do che-
fe de polica e permittem que ella possa emprogar-
se na polica urbana Rio sei qual ser o meu
voto quando nos chegar a vez dessas duas ideas.
Um Sn. Deputado :Ainda haveraos de ver que
os sapadores se espalhem por ah em destaca-
mentos.
O Sr. Gismao Lobo :Os incendios nao sao en-
tre nos factos de todos os dias, mas nao se segu
d'aqui, como pareceu ao honrado autor da emen-
da, que devam sobrar muitas horas vagas, longas
horas de ocio, forga que irnos crear. Atienda o
nobre autor da emenda que esta forga chama-
da a desempenhar funegoes dilllceis, perigosas, e
nao foi seno com muita leumel previdencia que
o projec.o consagra a idea de constituir para ella
urna caixa de soccorros. Esta instituico diz bem
que a misso dessa forga arriscada, e cum-
pre acautelar de um certo modo a sorte d'aquelles
que possam ser victimas do seu dever.
Homens destinados esse servgo, si que nao
queremos urna companhia somente apparatosa, de-
vem reunir aptido pbysica, conhecimentos espe-
ciaes ; devera exercitar-se frequentemente, e estar
promplos jirimeira.voz.
A extinecao de incendios um servigo technico
para que nem todos podem servir : nao basta a
coragem de que temos visto tantos nobres ejem-
plos em homens do povo, ordinariamente desinte-
ressados, que alfrontam os mais graves perigos
por urna abnegago que muito de encarecer.
Nao basta organisar urna companhia de homens
intrpidos...
Um Sr. Deputado :De zuavos ?
O Sr. Gusmao Lobo :que se lancem a urna
parede que ameaga desabar como a urna morallia
que resiste. O incendio lem as suas regeas, lera
urna lgica a seu modo. Cumpre saber atalha* o
perigo que lavra ; resguardar o que nao foL as
pode ser objecto das chammas ; evitar as eominu-
nicagdes; cortar as difficullades ; ha oslo um
tanto de plano de batalha contra o inimigo que se
chama incendio. Tudo isto depende de longo e la-
borioso aprendizado, que nao se faz com a inter-
rupgoes a que dara otcasio o deseraprefo dessa
forca para misteres. estranhos a sua profesan.
Ja v o honrado autor da emenda que, se nao
queremos despender deprovetosanvale o que vai
custar es3a organisaco, se a companhia for o que
deve ser, nao ter tantas horas de ocio que a pos-
samos entregar a* servico variado dn polica.
Atienda ainda o digno autor da emenda dis-
posigo do projecto que divido a nara forga em 4
secedes, tendo cada urna a sua sede era eada urna
das tregueaias da cidade. Est ahi bem claro o
pensmenlo da organisaco. O que se quer a
prstela dos soccorree ; que a forga destinada
aos incendios esteja de sobreaviso ao pnmeiro
alarma, prompta correr para onde quer que as
chammas ameacem a propriedade. A presteza
d'esses soccorros e um dos bons concursos para a
extinego ; quanias vezes temos visto o deplorado
que um peqneno incendio loma proporgdes assus-
tadoras peta demora dos apparelhos ? quanias ou-
tras chegam essas machinas, desorganisadas, em
estado de nao poder funceionar, e preciso re-
correr aos meios raais grosseiros para nao petmt-
tr que o indendio se propague t" E' o que o
projecto previne exoellentemente, flxando urna
secgo em cada bairro com os instrumentos e ap-
parelhos necessario?. Mas, se essa forga for um
supplemento de forga policial, urna guarda urba
na que possa ser distrahida para todas as exigen
impossivel, disseram d'aqui em nm aparte, ve-la
por ahi em destacamentos : em caso de incendio
como ae congregara a forca ?
Um Sb. Deputado :Muilo bem.
O Sr. Gumsao Lobo :On nao se vote o projec-
to, oo votemo lo como cousa seria que Julga-
se quo o< incendios, raros entre nos e isto se deve
em grande parle solidez d is nossas conslruegdes
e outras circunstancias que nao oecasiao de
estndar, podem dispensar um sorvicoregularmente
organisado ? Ou antes convm preveni-los em bem
da edifleaco c dos grandes interesses da proprie-
dide ?
No pnmsiro caso, deixemos que os incendies se
encarreguem de ser mal frequentes com o aug-
mento daediticago, com o crescimento da popu-
lago,oresignemo-nos ao actual estado de cousas.
Organisam-so ahi todos os dias companhias de se-
guros terrestres ; cuidem ellas, pois que nist > vo
em grande parte compromettidos os seus ateresses,
de ter cada urna o seu servigo de incendio. No
segundo caso, e eu estou por esta solucao, insti-
luamos ura servico regular, adaptado, technico ;
escolha-se um bom pessoal venham boas machi-
nas, instrumentos aperfeigoados. E' como pens;
a estas sao razos pelas quaes insisto em inhibas
observagoes contra a emenda que viria ser um
expediente sem resultado para a questo.
O Sr. Oliveira Fonceca d om aparte.
O Sa. Gusmao Lobo : Concluindo. Si*, presiden-
te, julgo a ponto declarar que, nos estudos da com-
ii isso de forga policial a que pertengo...
Um Sn. Deputado :E' relator.
O Sn. Gusuo Lobo :nao foi este assumpto
indilferente. Mas connecla-se a existencia deste
projeetc ; e o pensamento da economa nos eslava
alias muito presente.
Voto eontra a emenda, porque consagra a idea
de mais nm adiament^ Vou comegando a ser
contrario adiamentos. Nsto est um grande
mal de nosso paiz. Adiamos, adiamos, adiamos
sempre.
Um Sr. Deputado :Os verdadero interesses fl-
cam smpre adiados.
Encerrada a discussao regeitado o requeri-
mento do adiamento e approvado o artigo do pro-
jecto cora a emenda que manda que a forga seja
commandada por um capilo e quatro sargentos,
sendo regeitaua as demais emendas.
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA (pela ordem)
requer que seja consultada a casa se consente em
que se interrompa a discussao do presente pro-
jecto para ser discutido o de flxaco de forga po-
licial, que tambem se acha na or Jera do dia.
Consultada a casa manifestase a fav jr do re-
querimento.
2* discussao do projecto n. 94 deste anno.
Art. 1.* Fica dissolvido o corpo provisorio de po-
lica creado pela lei n. 611 de t de raaio de 1863.
O SR. CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE :
Baldo de titules acadmicos que fazem presuppor
aoi aradoras habiUUftw UUnraria n scienlilic.-n,
nao tendo habito dos negocios pblicos, nem a ex-
periencia que s a idade e s a med cacao fortifica,
sou o primero a reconhecer que nennum direite
me asante a vossa attengo, por mais benvola
que ella seja par coraigo. (Nao apoiados.)
Tenho, porm, um dever imperioso a cumprir.
Nao posso eximirme da obrigagl) de explicara
razo de minha presenca oeste recinto.
A honra que tenho de ser vosso collega c fllha
nica da ineus esforgos pessoaes, auxiliados por
alguns amigos, aos quaes serei eternamente grato.
Rcconhecendo, como acabo de reconhecer, a de-
ficiencia de minhas habilitages (nao apoiados) pa-
ra realisar o sincero desejo que me anima de ser
uiil ao meu paiz natal, cumpre todava que me ex-
plique para nao parecer o que nao sou, isto ura
ambiciosoesteril, um pretencioso insonsiderado. Re-
clamo, pois, vossa benvola attengo, Unto mais
quanto, mu poucas vezes vos lomarei o precioso
lempo,
Ti ve sempre como verdadero dogma poltico,
que as assembleas provinciaes, a quera assiste o
importantsimo dreito de crear, e ao mesmo tem-
po, de dar applicago aos impostos, isto a urna
certa quanlidade dos labores e do suor vertido pe-
los contribuales, devem ser compostas de cda-
dos que animados do santo pensamenta, de pro-
moverem o bem communxde todas as classcs con-
corram ao mesmo lempo para a confecgo das
leis cora o precioso contingente de estado e de ex-
periencia que houverem feito e adquirido no des-
empenlio dos misteres de sua propria classe, tor-
nando-se por esta forma, legtimos representantes
dos interesses desta.
E' por isso, senhores, que de ha muito lamento
que de ordinario em nossas assembleas legislativas
nfc> flgurem representantes directos das difieren-
tes classes em que se divide a nossa sociedade, aflm
de que os seus respectivos interesses sejam mais
efflcazmenle defendidos e protegidos.
Pode bem ser que pensando desta maneira, eu
abrace e defenda um erro grosseiro ; porm, nes-
te caso, assisr-m8-hia a consoJacao de errar com
muitos espritus calmos e retlectidos.
Nao admira, portanto, que pertencendo eu ao
numero daquelles que procuram cultivar, com es-
mero, a primeira fonle inexgotavel de nossa rique-
za, a agricultura, baja nvidado os meus recursos
e recorrido aos meus amigos, para otuer a honra
de um lugar nesta casa.
Eis ahi, senhores, a razo da minha presenca
entre vos.
Conservador por tradiego de familia, conserva-
dor, permetti-rac dize-lo, desde o meu nascimen-
to, tenho at hoje, seguido o partido, eujas ideas
regem actualmente o paiz, bem convencido de que
por conservagao se n> deve entender a immobi-
I idade, pois, que essa vera a ser a conservagao
da China e do Japo, isto i; a negagao do progres-
so com o cortejo de funestas consequencias, de
que esses paizes do abundantes exemplos. Con-
servagao sem imniotadade, progresso moderado
e sem precipilago, a liberdade consorcada com a
ordem e com a lei eis e meu dogma poltico, o
nico verdadero em minha opinio, e que faz dos
conservadores os verdadeiros liberaos, como, tenho
observado na historia poltica, nao s. do nosso
paiz, como de todas as nages cultas.
Feita. senhores, a minha proftsso de- t poltica
com toda a sinoeridade, e extreme qaalqaer sen-
ilmente egostico, permitti que externe considera-
gfies que entendo dever fazer na tniereese de nos-
sa provincia.
Para os interesses geraes desia, e para os inte-
resses particulares da agricultura, nada ha, senho-
res, raais importante, mais digno de todas as nos-
sas raeditacoes e de todos os nossos esforgos, de.
que a faclidade das commanieaedes. Sem abun-
dancia de ros navegaveis, reduzida a limitado
contacto com o mar, ia vista da grande exte/isio
de aeu territori que se interna principalmente
pelo serto, e por isso baldi de sufficiente navega-
gao martima, a soasa provincia, inteliimente
urna das mais desfavorecidas no imperio, de meios
de transportes materiaes. E, sniores, um paiz
que s tem productos agneclas. que nem urna
outra censa offerece exoortaijao, em meios de
transporte faoels e baratos, nao pode prosperar.
Se em to desfavoraveis condigoes a produego
da provincia se lera, mesmo assim, avantajado so-
bre a da Baha e outras provincias, mas paotegi-
das pela natureza, para Isso deve sem duvtda ter
contribuido a inioiaoo de estradas de rodagem,
faltas pelos Exras. Srs. viseonde de Suassuna e
conde da Boa-Vista, ampliadas pelo Exm. Sr. con-
cias do servigo policial, o servico i que especial-1 selheiro Jos Bento.da Cunha Figueiredo, e eonti-
almente consagrada, vSij fesentlr-se provavelmente nuadas. por outros presidentes verdaderamente
deite defeito de orga>ia?lo. Se eaja fojroa poder p^rioUs
ger mobilisada. aistrajjja, desemowiada, nao sera^ giles reconheeeram p;qe a falta qe, rto oavega-
veis e de estradas era o principal bice ao augmen-
to d produego, e por iss mesmo a causa effl-
ciento- do nosso atrazo a todos os respeitos, e com
os poneos meios de qu dispunham principiaran)
a remove lo.
Infelizmente em nossas assembleas legislativas
e na mxima parte dos nossos administradores
tem dominado um pavor extraordinario diante da
idea de despezas, embora productivas, como sao
incoBtestavelmente as das estradas. Impressio-
nam-se em vista do prego elevado das estradas de
rodagem ou de vaper e recuam espavoridos. Esse
tem sido em meu fraco entender, o erro mais fa-
tal riqueza da provincia. Qturer poder, dizla
um grande capilo, e a verdade desse coneeito ahi
est bem patente na faclidade com qua apparece-
rara (inmensos incriveis, recursos para ultimar a
guerra de cinco annos com o Paraguay, logo que
a vontade de Tingar as sITrontas da patria se os-
ieniou firme e decidida nos braseiros e era seu
augusto chefe.
Que importa o grande custo de urna estrada, se
estiver provado que de sua existencia resultar a
cultura de urna grande zona de ierra inculta e
improductiva, e portanto, se abrir raais una fon-
te de riqueza para a provincia ? Quem n) v
que os impostos crescendo na razo da riqueza,
isto na razo do augmento da produego as
despezas fetas nesse intuito, e bem dirigidas, com
economa e sem extravos dos dinheiros pblicos,
sao ora pouco lempo, amplamente indemnisados,
vindo a flear gratuitos e permanantes aqtielles
instrumentos de produego ?
Parece realmente que nos persegue urna ra
sna era tudo quanto diz respeito a estradas, at
as que sao feitas ou projectadas por companhias,
sem onus algum para a provincia, antes com os
lucros de futura reverso se poem empecilhos ad-
ministrativos, que as demorara, enlorpecendo a
boa vontade dos.emprezarios, e desanimando futu-
ros emprehendedores I
Todos nos vimos com que minudencas, com que
gastos inuteis, com que inundas demoras lutou a
estrada de ferro desta cidade para a de Olinda.
And >u por muito tempo dos emprezarios para a
presidencia e para o governo geral repetidas ve-
zes, e demos gracas a Deus, que ella sahisse ainal
victoriosa da desmedida centralisago das ofen-
das mioudencas administrativas, que a iam suffo-
cando ao nascer.
Nao vimos, ha pouco, couzi anloga, se bem
que em menor escala, a respeito da estrada do
Limoeiro ? Apresentaram-se varias propostas, en-
tre ellas algumas reconhecidamente aceitaveis e
todas ellas com flaneas edoneas. Qual era o dever
da administrago ? Evidentemente preferir a que
melhor lhe parecesse e ultimar o negocio ; mas
nao : o Sr. presidenta poz nova demora, exgindo
dos propinantes que declarassem de que meios
dispunham para realizar a empreza.
E assim vai infelizmente a maior parte das nos-
un uoiuas. entretanto aa estradas de Nazarelh e
Limoeiro nao devem ser dau>.vn^a pnr um &
instante. ETfas incurtaro de 16 a 20 leguas as
distancias do centro da provincia a esta cidade, e
muitos dos productos daquella frtil zona, que pelo
enorme custo dos transportes em costas de caval-
los, nao tem podido ao mercado desta capital,
assim ho de remunerar largamente os trabalhos
dos agricultores e a III u i cao em grande copia.
Outra vantagemse recolher, maior anda a meu
ver. Censura-s muito a indolencia, a preguiga dos
habitantes livres do interior da provincia.
Lamento, como todo o bom pernambucano, essa
tal ou qual indolencia, que exista realmente; mas,
senhores, cumpre ser justo : nnguem cultiva a
trra por divert ment, e desde que nao ha remu-
nerado para o trabaiho, esto cessa, ou limta-se
satisfago das necesidades domesticas.
A prova de que essa indolencia desapparece as-
sim que o trabaiho remunerado, est no que
succedeu cora a nossa cultura do algodo. la ella
em progressiva diminuico, e pareca araeagada
de extingo. Sobrevem nos Estados-Unidos o
grande cataclysma da abolgao instantnea da es-
cravido ; sobe pregos inauditos o algodo, e na
exagerac) inexperada dsses pregos como que
dssapparece o enorme custo dos transportes, e
desde logo, sem augmento algum das forgas pro-
ductivas (tos nossos sertoes, antes desfalcadas pela
grande quantiJade de bracos que foram para a
narra do Paraguay, dobra, tresdobra, quairupli-
e vae em continuo e nunca visto progresso a
cultura daquelle producto. Que feito da suppos-'
la indolencia dos nossos sertanejos ?
Fe-la desapparecer a remunerago do trabaiho.
Nos nao podemos, sem duvda, crear pregos remu-
neradores do trabaiho,mas derainuindo o exorbitan-
te custo dos transportes, creamos incontestavel-
mente um dos elementos da remunerago do tra
balho agrcola, e auxiliamos poderosamente o aug-
mento da produego.
E nao se aproveitar s o trabaiho dos indge-
nas. Onde o trabaiho realmente renumerado
para ah affluxem os trabalhadores de todas as
partes do mundo.
Os Estados-Unidos nao chegaram por milagre de
Deus, nem por acaso riquea, forga, influencia,
e consideracao de que gosao no mundo.
Possuidores, como nos, do-iramensos terrenos in
cultos, elles seguirn), emrelago ao desonvolvi-
mento da produego, um. systema absolutamente
inverso do nosso, e por isso nao admira que os re-
sultado* sejam tambem diametralmente oppostos.
Nos esperamos que os terrenos estojan mais ou
menos povoados, que naja urna tal ou- qual pro
duocao, e s ento principiamos, nao a fazer es-
trada*, que pela extenso tal nome meregam, mas
a follar nellas por muitos annos.
Xos Estados-Unidos procedese em sentido ab-
solutamente inverso. Reconhecida, a uberdade de
qpakjuer zona territorial, inculta despovoada, a
primeira cousa em que se pensa e- logo se exou-
ta, n'uma estrada, que v ter a centro daquella
zona. ,
Alli, quando-anda nao existe-agricultor algum,
construe-se urna igreja e urna, escola, marea-se as
trras que- ho de servir de patrimonio ao futuro
municipio divide-se as outras trras em totes, quo
o Estado, ende muito barajas, e deixa-se- tudo o
mais actividade industrial, ao interesse dos agii-
cultoree, que logo affluem para fertilizar aquella
zona, at ento erma e inculta, reasando o sea
bem estar, e contrlbnindo para e riqueza do Es-
tado*
Ahi nao se pergunta. aos trabalhadores qne- che-
gara a que reigio perteneem, era, se lite naga
dreito algum poltico dos que a constitoigao con-
fero.
All pode havet e ha verdadeira emigracao, co-
lonisago proficua, e nos con leis restrictivas dos
direitos polticos dos naturatisados, e com formal
intolerancia religiosa afastamos da cuitara do nos-
so slo todos os estrangeiros de hrio e pundonor.
O qua admira, peis, que nos s jamos pobres e
elles ricos ? E se, continuarmo.^ como vs mos,
quando negar a hora da e*tineao do elemento
servil, hora que o paiz vai prudentemente prepa-
rando, que ser da nos? Olhemos para o sul dos
Estados-Unidos. ,
Se o painel madonho entre o* an|lo^a5on.,0.9>
cuja intelligente iniciativa, e actividade febril de
todos conhectda, quo terrivel nao sera ella entre
nos, cuja civilisacao infelizmente toda franceza
e os franeeaes nio sao par certo modelos que se
imiten em assumptos de colonisaoae, pois que
nunca souberam nem fnndar, nem pomar e con-*
servar urna colonia, que tal nome merega ?
Se em vez de sennoe, come somos, demasiada-
mente imitadores em tudo dos fran.pazesj Traitass-
mosa civllisaoSo angto-saxooiaj entra, jarla a nos-
sa liberdade pratica, outra a nossa iniciativa iaai-
vidual ou collectiva, e muito ostra a aossa riqueza.
Insislindo na, urgencia da coneiuso da Mirada.
de Nazarethj devo tambem'lembrar ao prtaMaate
da provincia a necessidade de exeeutar aera de-
mora a lei n. 68-7 art. 14 7", que ha seis annos
foi votada por esta aesembla, mandando fazer nm
agude, para agua de gasto ordinaria, e nm deposi-
to para agua de beber, e bem assim a collocacao
de irinta lampees para haver a indispensavel illu-
minneao na cidade. Se para admirar que a exe-
cugo da lei tenha sido proerastiaada at hoje.
agora que devemos contar com a realisagao da
estradaem curto espago de tempo, torna-se a sua
execugo absolutamente iodispensavel, e de raani-
festa urgencia. E." impossivel que haja falta d'agua
e luz n'uma loalidade que vai tornad-se centro
de transaecoea e movimento cominerctal. E esto
centro sera tanto mais importante e de tanto maior
utilidade para a provincia, quanto mais depressa
se prolongar a estrada deNazarelb na direcgo de
Viceneia, Serra de Mascarenhas, e outros pontos
que prometiera, dada a baratesa dos transporte-',
grande augmento de produce).
Se bem que a ercago de meios de transporto
me parega a condigno mais esseneial para tornar
possivel a eraigraeao para approveitar as forcas
nacionaes, desapproveitadas, e augmentar rpida-
mente a produego nao deseonhego que o problema
complexo, e sua completa solucao depende de*
muitas outras condiges, principalmente da ins-
truego no povo e de estudos professionaes da agri-
cultura as classes mais cultas.
A instruego primaria tem tomado na provincia
notavel. posto que insulttciente, incremento oestes
ltimos annos. Insistir no seu desenvolvimento
sagrado dever dos legisladores, c creio que era
um de nos se negar ao curapriraento d'esse dever.
Tal porm, a ignorancia da maior parte dos nos-
sos campuDios. que elles deseonhecem, nao do a
devida importancia ao desenvolvimento inlellectual
dejseus lilhos Geragoe e geragdcs vo sneceden-
do urnas as outras, sem a mnima instruego pri-
maria.
Entendo que o augmento do numero das escolas
s vira ser de verdadeira e completa utilidade,
se pouco pouco. e na razo da densidad 3 da po-
pulacho, se for tornando obrigatoria a instruego
primaria
Os nissos camponezes sao geralmenle doeeis, e
bem poucos reagiro contra urna lei coercitiva,
que reverte claramente em beneficio de seus fi-
Ibos.
Quanto instruego agrcola propriamente dita,
louvando os bons desejos manifestados em sea re-
lator pelo Exm. presidente, e reconhecendo, co-
mo elle, a necessidade dessa instruego protessio-
nal, parece me que por agora nao podemos ter
nma escla agrcola regular e completa. Seiontili-
eameote o estado agrcola joga.com a maior parta
dos conhecimentos humanos acerca da materia, e
por isso em algumas desras escolas, que visitei na
Btxrop.., -ri Moalroo 4v |Hrj9tva, tlllljfta", gCUTVgld.
mechanica, etc. etc., o que as constitue urna espe-
cie de faculdade das sciencia physicas.
E" manifest qoo, sem faltar 'outras despezas
mais urgentes, nao est as posses da provincia
fundar urna institugo dessas, mas tambera nao
menos elaro para mtm que os estudos praticos
feitos em clima to differente do nosso, como o
da Europa, de pouco aproveitaro na provincia, e
Jue por isso de algum modo nos cumpre ser crea-
ores, ser originaes respeito de ensino e pratica
agrcola.
Lamentando a deficiencia de nossos recursos
para a instituico de urna escola agrcola completa,
bem ionge de ser da opinio que nada se faca -
esse respeito, entendo qae- alguma cousa se pode
a se deve fazer, e sen demoras.
Urna fzanda modelo com. ensino elementar, mais
pratco do qne theorico, mas dirigido por agrno-
mos instruidos, eis, em meu frac entender o que
por agora nos basta, e isto pratcavel cora os re-
cursos que o instituto agrcola j tem, ampliados
por esta assembla.
Os que virem na fazenda modelo que da perfei-
co do amanho das torras, da dfcposico methodca
das sementes e mais aperfeigoamentos da lavoura
resulta urna colheita mais abundante, productos
mais perfeitos, e por conseguale maior retribuigo
do trabalh, converlero pouco ponco suas tr-
ras em outras tantas fazendas modelo, pois para
isso basta o infallivcl' incentivo do interesse pes-
soal.
Assim, pois, estradas, instruego primaria e fa-
zenda-modelo, eis os instrumentos que mais podem
activar os progressos da cultura, nica fonte de
nossas rendas. Para ahi devem, meu ver, con-
vergir tojos os nossos esforcos, e pois que as ren-
das da provincia-s achara felizmente eiaprospero
estado, nem urna razo wjo para que-de nossos
trabados deste aooo, nao resulte algum beneficia
para a provincia.
A*s respeitaveis commissoes de fazenda rogo cem
instancia que sacrifiquen desapiedadamente todas
as despezas improductifras, como hev, do sacrifca-
las, quanto possivel com o meu voto e que appli;
quem as economas as3im obtidas s estradas, a
inslrucco primaria a institugode urna Lizen-
da-m idelo.
Se abuser da. vossa benevolencia, desculpai-me,
em razo da necessidade em que me achajra de
definir os meue. principios politieos e de justificar
a honra qne sollcei de ser vosso collega.
Vozks.:->Muito bem, muito bem,
Vai mesa o apoiase a segrate emenda:
Apenas esiiver organisado o corpo effactivo da>
polica.Gisaar DrummoniGumactAbo.
O SR. PEDRO AFFONSOf faz largas, considera-
ges sobre o projecto.
Tendo dado a hora, fi a discussao. adiada.
O- SR. PRESIDENTE designa a ojetem da da, ex
levanta a sesso.
SESSO ORDINARIA EM DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR.AGIIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se presen-,
tes os Srs. Antonio Paulino, Vieira de Ariujo
Benrique Mamedey Felippe de Figueira, Leepol-
dino Lobo, CavaJeante e Aibuquerque, Firauno,
Barros Wandeatc-y.Hermogeaes, Ferreira de Agujar,
Miguel Pernambuco, Melto Reg, Ribeiro Yiarraa.
Joo Cavalcante, Cunha Cavalcante, Manoel do Re-
g. AllonsoJrreira, Barros Reg, Pinto Jnior, Oli-
veira Andaade, Guedes Gondim, Paes Barceto, Ma-
noel Arthar, Eduardo de Oliveira, Vieira de Mello,
Tolentia) de Carvalbo, Telxeira de S, Antonio Luiz,
GongaivesLima, Ges Cavalcante, Amaral. Oliveira
Fonwea, Gaspar Drummnd, Ignacio Jpaquim, Au-
gus Costa.
Abre-se a sesso, o lida e aarowda a acU da
anterior.
O Sr. 1.a secretario da conta do seguinte
expediente.
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo
36 exeraplares do relatorio apresentado pelo en-
genheiro chefe da reparlico das obras pnblicas.
A' destribuir. ,_
Outro do mesmo, irausmttindo por coma a tn-
formago ministrada pela cmara municipal da
cidade de Goyanna, acerca do projecto n. 8 do anno
passado.A' quem fe a requisigao.
Outro de meamo, remetiendo um proiecto- da
posturas addicionaes da cmara mnmoipat da villa
do BonitoA' commisso de postar*
Outro do memo, trawmitno.poTjopa in-
formacao. ministrada oeio M|Mlvo *ah -
partigfa das obras publicas, relauvameateao aco-
de da villa de S. Berta, bm assim a planta da
redijo igude.-A' ooem fez a re^ilai5*K
\




.Gr8l 30 OJIPP 3Q %\*Mim tfHU9> i Pernambueo Qu,tB leir. 19 de Malo de 1870. .!. UMMIM IVJX QHHft
fttro Batimento, remetlead i por
raatjo nniv3trada pela thosouraria provincial o o
eU;io de Ot."lftfa dft policia cin que pede aug-
merfto 4a flftjiJMt|r ttVt rs. ffcslinadapara alimeu-
a(a ''ls|IHU'),>rM A* respectiva edei. '.V
Al pA^MUl capitn IrUia Januario de 04i
voTa,_pediiiJo aatnTisara) pira contratar a cons-
ruccaa de urna c^radjvite ti ilhojdeJerro, au,
partindo da estaca* diwtupi teJjPnaIjp fraVte
pjvuacao de Lo-ipoaw o na umrgcit taquead,
4o rio Jacuipe.A' Bfiniissao di> obra stblieas.
Oatra dos muradlres da ra dd Ai al ha pe.tiado
a ndlucacao de vesTlamp de* de jan de qae
cessita aquella rua.-A c otantsa de rqtiiictii
provHci.Hl. .
Oatra -de An Ir Avi;ltn Sotir^a do Melle. '
diada a admiti da seu lino Ailpnio Xarior
Iweira de Hall H (yro'nasio, cor|L>eii$aat-ia
g Oulra de Francisco da C-trmo Ribeiro, pe Ireiro
*> cemiterio publica detta cidade, pedio* para ser
oHsilerado como empregadoda cmara oiunieipa1
cammissaa de pt-ticSes.
oWem n u.
Caaiinua a 2' diseussan do art. 1* Jo projeclo
*le tkato do l>rca pnlinnl.
O SR.^SUAO ai) (,c! orJ^i) justWca
" nimia raSa o Seguidlo requerimenlo :
Requeiro o.al'iam-nto da dia afc a presnteos casa u honrado Vnaiiora da coui
mNsa.j que labem assignau o Brujela. Gusmee
lobt. >
*t-to a votes o rejutejunciita aparovado.
Canliuua a 2* discussao do projecto n. 33 deste
nao que tm nesta cidade ama c nipanhia de
sapadoros fceiuheiros.
Art. 2. Esta nnmpanhia tieara, i cumhida da
miindn 1 n iaeoridifls e Ai salvamento das pes-
sea* e lajerto* dos edileio-; incendiadas.
.'apon vario, i
* Art. i." filia se subdlwidir em quatre secraes
d* *> proras, sol) o rummando de nm alferes cada
nina, o tonda sim> sedes nos bairr >s d- S. Fie
Podriiencalvas,S. Antonio, 3. Jos e Boa-vista. I
Vai mesa e npoia-se a segumto emonda :
Art. 3." Em vez de sob o comraando da un
Meros "Ha-si sob o comaiando do uin sargento.
F.eFujuein'ii.
I'.' afiKi- ,vjj i o artigo e a emenda.
Sim eguida ap;rovadjs o* sagointes arti-
fos.
Art. 4" As pracas o oflkians le qne trata
art. t" lera) a inesmos veucimentjs que as do
corpa de puttaia.
* Art. 5." A cjmnanhia teri o imsmo reaimon
do cuyo pdicial, aa parte fne Ihe Mr applinave ,
tisandt pur ii soa ai n.niudiatjs ordens do chefe
de p-dicia.
t Art. 6 Pira a composirao da companhia se-
rio prK'irid is os voluntarios da patria.
Art. 7. & material da companhia i
para:
4 t.* Be auas ivrteneis, na rano de urna pira 20 praeas
. % .' Be iiito taoeis nu pii** montadas aBBN
Mdas, para olranspnr:!' da agua da aliment k;;j
das I) tHbas, na razia de duas para 20 pracas.
j d." lio niiioiro preciso de mangas o cintos
de salvara", de esc.', las .!) gancho, picarctis, ma
afcrtna eMlos osuiaia utencilios inlispensavois as
scu iistt;r.
Art. Q? luanlo no (sUvernm servieo de eK-
tiacca i de iac; i lias, a c<)inpnnbia st Oinpoya la
aa p'dicia urimna, n) poJeod en caso nenhum
ser afi-ta.l; da Becie soh quilquer-preifixti
Vai mesa o apia-se a seguiula emenda
< As art. S.' Depis de polica urbana, d*a>N
as visinhar.ijis di< resoecvas S'cc/ies.Tavnrei
fe VqKtmcetios. I)r. .Uirnari do lego.
B' approvid'i o artiga e a emenla.
\rt. %' O t-iieiite da que trata o art. Io e
bem issiin na demtis utllciaes, seri Ae Boonvaio
da nr-sidencia, a qaem lica incumbida a araanl-
sa<;a'4rt ragaUment) da couipaKiMa e a Moa-
jan do ivs;.ivo uniforme, e a dosignaeao dis
postas Ais i] versas scales, t'ido de accorJo coni
o c!iefe de i-.liria. >
Vai mesa e apoia so a s.'guinte <'men Ao art. 9. Buga se as-ia>. illicial de. i|up
trata o art. 9 tm Je nnmeacan da presideacia,'
o resin orno nn artigaF. de Figneira. *
E' pprov:id.i o ..rugo e a emenda.
Teniln rliegad.i o illu>tre menibro teceinmasaio
SM |irojecti>.
fCHtnmi m kt).
sen tiarscrar e *aaa nabres
Erri
iM'uta
So iMtMM do Sr. 9. de t'igueira, na scsin
de II de mdo, deram se, entro otros, os egin-
tes erro* typograa'iicos, que c-uiv n re^tiiicar : i
.' .ilnmaalinlia 31-j;ii:jihh i de mmeinnido.
/n>* linha o?. cjiecinriil un vez de
C -itfffciHiimeHto.
Ifom linha 60 para dtir infmm/<;-> em
vez de para dar as infornuircs.
EEVXSXA DIARIA.
A&Eai0LA PnOVI.VCI.VL.-ILnVn, na pri-
mera parle da ordeo do din, a a>sembla regei-
i-mi coi seguudt discu-ao o projeclo n. 9o de
l;;v'. ,>'. taz exteo-iva ao proferir Barroso, a
ilisposirli di |ej n. 201 de 28 de junho de SO ;
aiaprw'iiii e-n segunda dis6us*5o o le n. 91 deste
! i >. i na c loofrle quatro loteras em benelicio da
i i l.asa do Mi-enci.rdia ; em terceira o de n.
' k iiiim. auUirisando acamara municipal d>
li-r.f a di- i -i > demitw por alma do3 bravos quo fallcee-
raui na cain^auha do Paraguay e;n defeza Ja hou-
11 nacional, e o de n 57 deste anuo, approvando
livMMa crditos suppleineutares abertos pelopre-
detSe da provincia ; ivge.tou em primeira dis-
<:us-a i a de n. 78, que autoris.aa cunara munici-
|ial de AguaPceta.a conceder un abate Eu.-ta
quio Antonio Gomes, arre matante Jo imposto de
mscalos ti) inesm > municipio.
l'ass.nido i TianlTi parte da ordemdo dia, con-
tiniiau adiscii-sao do projeeto. da forea pmiclal,
erando os Srs. F. Uppe do l-'igueiia, Barros Reg,
<; (ljsmo Lobo, licando a discusj) anda adiaJa
p -la hora.
A orden do dia para boje : continuaeSo da
an! redoute. e segunda discussao do projecto n.
70 do correte aun;.
- Em consequen ia do mo estado em que so
acka a cobarla do ediiicio ondo funecioaa a as-
>:'jmi!(m provincial, pie,>arain-se aeccmmodaisu'i
n i la lo do poente do palacio da presidencia di,
pr ariMiai P'r;l ahi pascar a fazer suas sessoes esta
corpoiMr.r-.
SECRETARIA DO GOVERNO Foi nomeado
pratkante desta reparticao, pira a vaga existente
< Sr. Cfemeotino Philomeno ilenriques de Sonza.
GVMXASO PROVINCIAL.-Per deliberagai da
presidencia, le 17 do correle, foi exonerado Xil
derico Ararpe de Paria, i seu poJido, de repetidor'
.10 gymna-io priiTiTici.il; senda turneado para o
sub>tituir Ijinacio Vicira da Silva Coqiieiru.
I-NSTIIU.'^AO PCBUCA.-Pmr doliberf.eao da
presidencia da provincia, de 18 do corrate, foi
concedida, d3 conformidade com o arl, 23 da lei
n. 59- de 13 ao maio de I8, a ranoeai> podida
P"!a professera Anna Monteiro de Lima Reg Va-
lenca, da cadeira da vilVa do Onnciiry p ra a do
hairro do Livramente na oidadeda Vieteria.
GUARDA NACIONAL-Por dehhmcao da pro-
si tcncia da provin'.ia, da 16 do correrrte, forain
flameados para o segando estjaadrao du cavalla-
ria dj municipio do Rccife, Sob proposta to res-
pectivo Rommandante :
I." couipanbia.Capitib o tenente Hanoil Jo
llego Barros de Sonza Le3o, alferes SeijasQao Ma-
n iftl do Reg Barros.
i." diu.^pitia o teoenle Jos, Carneiro de
A h querque Lacerja, teoeute o al/eres I'ranceu-
na Gamairo Je Lacorda, alferes Mano IFaleao de
Mene:es.
N VJ0 DE GUEl^A.Ciiegau. ItoiUein, prje-
dite da B; hia, com dias de viag'm, o vapor
uuMricajia Quimubaihj, movkb houce, uionum-
d)'i pecas, e tendo Ut praeng de guarnic.aa in-
clusive a tiflicialidade, e do cummandi' doSr.
Kdward Barrett. Deslina-sc aos Estados Unido
peto Pira.
PASSAMEN'TO.'Deu alma .n Creador, no di
13 docnrrant* na II* do tan.b, o Sr. common*
dador Dmjinos dos I'.ios .'JiranJa, admiDisira-
d ir aikisontalo da reparticao dj corroa, desta
i'.icia, na i Jada do 'i aunas, aps paiiecimcn-
UroowQ, 4jue ia Iba aggravaraui nos ltimos
icm. .. 4o miu iipi-fjo. idadi)
proli., extreiinwo pii de familia, asiigo s.injW
lddicado, a euiprfado pubiieo luaralo cmIjo
naunpranto do mus dowres, v Sr. common-
r P-o) Jt/sn-la oiorreu pobre, deuando
mij destilada fauil.a em \m posiiio financeira,
us cjberu doiiocn e da gratiib daquallos (tu
com elle serviram, au qao entretiveram silas re-
lajes do amisade. Jys qae por ranitos aanos
e quo
acedes.
san passaflaalita aproaadiaadofua 'aBHaf sajiato o chapeos, ldo He m
" 'Vf^mym'1^ ioseridn na lugar
P4SriWi^,lT?S-~Vill'lS da Goyanna o'VHI
braslllh Pnhnba; ^
com 3 pessoas dosaa fa-
SS|M|
M
apreciamos
Ja mentamos
Exraa. Tiuva, njhos, gejiro.ta nqras, Mfaua ag
senttmslo.s Je pex.af, Jue devem ser m"
peli esporanca'de qao Srsitfja fraitfdo & ni
jasvos. .......
TRIBUNAL DO IRY.Acha-se colocada, pa
r >tiw -1 .i ordiMria -lJrs ecife. que f*)uara
a praetd-ncia do Sr. tiz fc dlrei|o . na, Br. Francisco fe Assiz de Hfajia Maciel.
ASSASSINATO. Seguado comamnicacoe da
detejado do term < daJ^oavista, a 1 tetra da urde
lo dia 8 da abril, na Javoacao de Petronila, Anto-
niiiPcreira da Oiivai|a-taiioa a Manael Mar
lins Ant>i-, o^tfal, M oecasiio da cooQictn.
ferto^vcmHRe <" ircsfanhatadas ao senag-
O as*ino-wi fV cmHafvae.
TRANSITO PUBLICO.Chamamos a atteccao
do Sf. liscal da froguezia da Recifo pana a* aas-
Urttes oOtruccoes da roa da M,rre-L9**i
d'atrnellas quo 'he saovisinhas, vi>io como o de
pofto netlas reata de generas do lmponaca e tx-
portac), contra letra expresja de ama postara
wimicipal, embaraca sobremodo o transito publi-
co, larnaalo-o as veze* alo iiupoaslvtjl. i Jju
RA DUQUE DE CAXIAS.-Alguns maradares
e omiueroiwliM derta nra, peden quo leuilfe-
mos a ea-inra ii.unicipaj, a conveniencia de >er
o atis breve poisival alterada a Umnvnaijao das1;
casas Ja dita ra, em benelicio da regularidade
das mniMlItjlhW qae diariamente ah so etfectuam,
e em que so mcnciaaiin u uutneros das casas de
cummereio,
VENDA. Di .FAltl.'WIA. Remelteifl-noJ o
guuiti-, pedindo .-ua pub!ii:ai;ao :
8r$. ntctiret Ein nomo do > i;-a p-Au-e ped-
Baos a Viu.s. que aconselliem ao Exm Sr vico
presidente.da provincia p.ra -|iie contiae aman
dar v presta utn grande oftioo ao poco patic; por
quaulo. m ..i.ipolio oili -ial ou aaa, o que corto
que, se nao h nvesse f irmha por 960 rs., apoco
pobre estara buje con,piando Jal genero por
25'i'JJ ou 3.)J0 a utedidj, as naos dos Caracas
Pretal! E quero abe se t,-da ossa grrtaria de
imwopoo offkial, bcm.public, toaba etc. els, nao
ouco,iiiu:-uda do Touolrr. Amizade, com 0 lim
de f.uer rt tirar a familia de 9tW rs., o us maoas
Pretis llcarem aalluros d ci*e, par ellcs fuila,
creada o im mtada ?
VIA -FRREA DE DUNDA. Pedcm-nos rpie
chainemi.-' a a.tencaa de nuem compila psra a
fi.n.a iiicaiiveni-nle qne tem tido o assenlameato
dos tiiios desta linha farrea, na eslrala dO Jai
de Barros, pnximo do sio da Fuma. Sra. vi*-'
condes de (yimna, aitravessanda o feito -da es-
trada dtias votes, com grave datrita^ttio ptfblieo.
FALLEC.\rENTO.Anle-honWm (Wale mar-
ren, victima do urna cangesla') corcnAT, o Sr,
Francisca Pimo Osorio, autlga e' hab! dentista
le.-U -idiile. O (inado era snhlita portuguez, e
resida l'a m(iitos annas entre nO-.
E>TATI$TTCA ACADEMICA.-A Frauda tem
cerca de 7,u escolas freiiiionladas por lies mi-
liaes do e.-tuJai:les, pauca mais ou menos.
Para uopuUgij qua.-i igual, leem os Estados
Unidos iluzeutas mil escalas onde se uslruem sele
milhoes de crcancas.
i Franca despende 7o milhoes cora, a instruc-
Qao publica (21 mhojs c.-la a cargo das fami-
lias) ; os l'-taJos Unidos teem urna d-Oagaa de l-*JO
ioiUtes. i--:i! ,\cw-YarJ, o prue-sor de ama escoja
deqoiuhi i.tos di.-cipulos recebe 13,000 frajnca*, o
pruesswr que ; ui cenjo e ciocoenta di:iuts re-
cebe 7,000 francas o cada professura 3,700,
francos.
LE1I.A0.Ilajt effada o aconto P(n
escripioria i ua da Gru o, 38, o Je
5P
69 833*87(1
?:0i0503ii
Paruio de Valadares
milia,^onttaajau#-.tai
A. Ret) Barra
ara Be OBvcir.i
lugar pmipntz Jn/)
aitOft, J i* .4 Oliveira
s Santos, i im) l'raoeta-
Pl|.l.-ObMnarirtdo adOde
mu.iiwuw, IU Wall O. 4U'U 1UCI1I.
nambuco, mezes, Santo Antonio ;
COROA lili AL DA INGLA IERRA- A actual
foi tena pelos celebres joalheiros de LaoJra llun-
dell it Budgs, an 1H38, principalmente de )o':a3
ipic perlencerain coras antigs. Consta do urna
sapbira grande, u:n rubi grande, onze esmeraldas,
deicsei* saphiras, qunlro rubi?, mil tresen'.us >es-
senla o quutro brilhantes, mil duzeulas ceten!a e
ir* diamautes-rosa, cento equreuta o do dia-
manies, e dueuias c felenta o sete porolas.
GRANDE ms\ DE DIAMANTES.-A desca-
bala de diamantes na Australia tomaos prepir-
cSes de um grande-aeontecimenla.
Nao ser para admirar qne denlro'Wa CWto lap-
so de lempo Jes a o valor rtnqneRa? j>>tas no mer-
cado ; a-jcque se encontrara suprtlcie da solo
o'um territorio de ioj* J- i-u > ^uiniwai^ Ij.
un> ^uUB.j perto-da frohleif* das estados do rio Orange.
< Todas us dias. escnrvem }.o celebre naturalis-
ta aub'.riuao o Sr. M-.clistctter, nos ehegam noti-
cia? de navas de;caberla?.
As podras variara de meio quilate a 150 qui-
lates.
Um diamante quo se aehou na miahn pra-
priedade, era de primeira agua e pe.'nva trmta
quilates e nuda ; um nutro de quan-na e seis
quilates foi vendida em Londres por 128 mil fran-
cos. O Sr. Mauch, que subi o rio Vaal, de-cobrki,
segundo se diz, urna mina de diamantes, qne am-
bara cout\ii grea las, topasios, e aulras podras
preciosas.
HOSPITAL DE GATOS.-Um amerit-ano .le Co-
lombia, estada de Ohia, foixou cm testamenta loda
a sua hernnej para a funda^aada om hospital de
gatos daentes, aoi quacs diariamente deve, ser re-
pulida urna racaa, sompasta de certa num.ra de
ratos.
Dispoz mais que das suas tripas se lizussera
cordas da vllino o que com o iraducio d'eltas se
cumpras-em harmnicas, para serera tocados cons-
ta n temen te, aflrn do recrearem os gatos enfermos,
reercio que o testador entend iscr-lhcs inuitoson-
veniente, parque o harmnico o instrumenta
que melhor imita a voz do gato.
PROCLAMAS Foram lidos no domingo na ma-
tri Ja freguez;a de Saato Antonio os proclamas
sesuintcs:
I.' denuncucao.
Amaro Ferreira Tavares, com Alaria Jovini de
Moura Gondio.
Jo> de Miranda Pinito, com Magdalena do Espi-
rito-Sao to.
Antonia Francisco Xavier, com Appolonia Senho-
rinba dos Sanios.
Emigdio de Assis Campos Cardim, cora Mioervi-
oa Bernardina da Casta RabeJo.
Adelina Augusto Pereira de Albuquerqoe, com
Antonia Leal Ferreira.
Francisca de Paula Teixeira Bacellar, cora Fran-
cisca LuJuvina de Borja Ribeiro.
Aatanio Pressiano Tueaiudo Lessa, ccrnHormi
na Eduarda Reg M-auteiro.
Fredertco Xavier de Albuqaerque, cora Amelia
WNN de Cas'.ilha.
Joao Martina de Oliveira, com Generosa Marques
Gonceieo.
2.a denunciacao.
Joao do Reg bima Jnior, com Archanja Ca-
valcaote Lins.
Francolino Antonio de Franca, eom Uiabelina
Alaria Joaquina.
Jos de Brrtu, com Josepha Rigueira Borges.
Jos Gregorio Ribeiro, com Lourenca Pereira
Viaona.
J J-ao Ferreira Alegra, com Mara Francolina da
uwia Figutiira. ]
Antonio Jos Teiaeira, com Amelia Franoisca de
MtHleiros.
Jos Ferreira Nuues, can Angela Mari da
O i Va,
Jacob Verbisl, con Aon, Honorata da SUvt
Ramos.
Jo* Joaquira Pinto Martina, coa Herroina Petro-
nilla Ribeiro.
Manuel Antonio deAzevedolorera, com Viviaq
Amalia de Oliveira Costa.
Jui.) Tarares dos 8aoros, com.Escolstica Vir-
gem do Azeveda.
Guilliermino Larneiro da Silva, com Mara Leo-
poldina Pessoa.
Leonilas Tito Loureiro, com MariaWanderley da
-Puntuara Braga.
Fraudseo Humio da Silva, com Angela Vale-
riana da Pait Miranda.
3A| denunci*cio.
FIix da Rifueira Paria, com Thercia- AmaU
Jas wnlos Bulcao.
Joaquim iloreira Rai?, cora Franeisca Moroira
Reta,
Francis -r do Assis da Paz, com Alexandrioa
Umbeiioa Canaoiro da Cuaba.
Thomaz Eiarreto Lias de Barros, com Maria Err
Bielinda Pa es Brrelo.
Francisco Candido Btroira Liar, com Idaliaa
Candida da Menezes Lyra.
Izidaro ofi Pereira da Silva, ara Damima Se-
nitor-juba di Silva.
Andi S,i|jjino Lago*, com Eufrasiaa alaria
da Cjiacaicao.
Icoo Mai-ia da Cj'.u, cam Laooilla Heari juel*
de VasconajJtea.
Sabino La,Claa5o da Cruz, comBarjiara Ma-
ra da.G)nceii>i
. LOTERA.-A qaeaa aaha a venda aii7\
beneficio da irmandade de Nossa Soohora do Borri
Parlo da cidado de Oliada, a qnal corre no dia 20.
doa-dftUsli
Guiltl rme.V Oh
Brancio, Edat-d Di
ca GoutjesAwha JuuioB
CEMfl^)"
nirti i.
Jala Aflft da to-ta.:PtituK38 anuos, viuve,
Recife'ajdvarrtjra. *
JojJawPaifiiibnci, 7janee-, Betvvuta ; espasmo.
Raibiaa, Pernambuco, 15 dias, S. Jo- ; dem.
U*-e, Bprnam
aga,
aariaTrernanT
"_ dy.irrhi-.i.
loe Anmnio da Silva, Pernambueo, M annos,
__ salteiro, Santo Antonio ; gastro in'.erie)*t*~'1 '
Severino Manuel da (jonceieao, Pernambueo, 00
nanos, viu; AJaHVista ; tancrona !wc;l '
Antonio Mxima de Lima, Pernambueo, 3a annos,
aolieiro,lfcMivitaa ; pasiraiintetiie chronl'-o.
17
XeruUina, Pernambueo, L29 ia*, Reeifi ; es-
pasmo.
Manuel PranetV da Costa, Pernambueo, 23 an-
ata?, soJttiiro, Boai4a ; tubot culos iiulrau-
naxes.
Manaer(rcccm-naseidu), iPgrnambuco, Boavista ;
fraqueza cungena.
Tbereza, frica, 52 anaus, Buaviita ; bydrupesia.
Tnereza, Afinca, oO aunas, solteira, Santo Anto-
nio ; estupor.
Maria, Pernambueo, li mezes. Boa-vista Jyar-
rjiea^ '
Iiidro Gomes de Frelas, Peniautiauco, 22 annos,
altear i, S. Ja.- ; .facada,
Lu, Pernaoibucu, 9 mezes, RacUe ; coavulsoe3.
18
Varia Thereza da ConcoicJo, Alagj.is, tiO annos,
sqUoir^, It.ispUai Pedro II; congetao cerebral.
Joanna Fraacisca da Silva.-Pernambueo, 22 an-
uo?, soi;. ii a, S. J.ise : bnmchito agudo.
Jo.-epbina, Pernambueo, 3 mezes Santo Antonio;
convujt>cs.
Oclaviafla^.Pernanibuba, li mezas, S. Jos ; ea-
terite.
Joaqun de-Ca/tlho Mareir.a, Prtugaf, 58 an-
uos, viino, Saulo Amonio ; Jiatib-'.
Joanna, Maria i|a '.i neeicaa, Pernambueo, 32
annos, casada, Santo Antouia; an.a/.irca.
Jos Fefr-eira Ra-t >, Portugal, 73 anuos, casa-
do, S^ato Anlnpio ; .|iKumoiiia.
Francisco Pinto Ozifi Portugal, i3 anuos, ca-
sado, Santo Antonio; enceplialito.
ui i wMtiPAL.
6.a 5ESSO ORDINARIA AOS 6 DE MAO DE
1870.
REu)k.\ou no a. un. COSTA jcnir.
Pj\3scntt! os Srs. Dr. Pitanga, Dr. Mosaeso, Ga-
metro, e Coala Moreira, faltando cen causa
as mais senbores. abrise i iesao, seudo lida e
ipprovada a acta da antecedente.
Leu-se o seguinla
PArrjvfcXTE.
Um otlico da director das obras publica-, com
lespaehn da presidnria d li do crrente,.man
daula informar, em cuja otticio o mesrao director
em huariihedtb de rdem da S Exc. I aneada, na
petieao que -dovolve de Antonio Carnes Netto, da
Recife Dravnage Compuiy Limii^.l;.dwlara
n) vider aceitar os terrenas" i^fereewos pela c-
mara municipal, para os elijcias Jas iiaelbas de
ewpto n btlrrbs Ao Recifo e Bo,wis!i cubo Me
inrirmaro ?eg linfa:
"Que Ihe pafcd acaitaveis as md>s .'x;)Miii1as
nadita \jVJsclo fundamentando os raotivu* parqW
deixa d aceitar os Ini.res inlicado- fjutmlo-a
condicri) da seren lancidas ao mar a-materias
fecaes, pelo lado da parta e prximo a f-alaleaa do
Brum, n$f cjncorda com a lenlbranr-a harida na
conferencia a que aliuje o supoliesarte por ir d
t-neonrra a ^egyeanc pu'olir.-. hntretatito, vi-ta
ih ambara^ em que se ati o u|ipHcaute. tn if-
mente nawirra do IWifo. de encontrar n n ierre
n> o..>veurtnl A't(tt"eatra.i das boro'nv, .le ovo
lombra a prara da rlnfirir. obngapdo a c. impa-
nlria Ufe esjrto chUkilezar a dita praca. fnianto,
:ia:.!:reri!i! aa local da Boa-vista J aceita o ponto
indicado na orilere via qne deve IIcar priximo
aos fuodos da casada Dr. Jas dos Anjas. t :am-
nussao de eliiicacao.
.pela prpduccao visivHmente decrescente do ge3J'
rt\ esta clisse de negociadorfs poda afftontaro ri-
tfaar daA posturas, illudiado as \1*tas broiecloras
jne aa-moti varara.
fitaelli-los do merca*); era unm^knorcia sera,
flo. cima das exigencias dn-iiroa qualquor
hse alimenticia, parara os principios, universal-
mente aceito, da liberdade do coniraercio. De-de >A.
i 0-Jiieo- pe concorrom nao podem fpgpnar-'re f-
i JJ^dre d progres:sanos pfecos. TJ?r. esem-T
bargador Aasis Racha ajudad uesie enipenlio
pelos desvelos da cmara, fez o que poda fazer
Itoitro inspira sinceramenla no amor das classes menos
favorecidas. Ft^prnaiaesdlueaofliraa de louvor e
que o honra altamente. Damas-lhe os noos pa-
rabens.
Aceite-os o Sr. desembargador Assi. Elle ga-
nhau ana verdadeiro ttulo a > r lodos aquelles que, desajudadas de rapios para
alfrontar os rigores de urna grande erise, viam
bater-lhes porta a carencia de um genero que o
nosso sistema de alkiieotacao publica nao pode
dispensar.
i vendar por menos o que i lies podfrdr mais ,
desdo qoe chamados atraveseadore dio com-
pran! neNMfdi!de mas siuas fekas-do Ulterior,
nao Tiav'^utr;i provjderfeia alamar por pane
do goverikW-* da munejpalidade, senjio esiabele-
cer cora a la iotervericao nina resaluta campe
tencia na yeada da genero.
Assira que a almiaiatracad, vendo em sea
v. rdadeiro prisma o pbenomeno econmico, prcrcu
roii-dar-IUe a solucaajinica OJte as ckcuinatan-Jf.,
#*di*^rU6o h.vla .rUiotude a to*r ^"f~''V?* v;iPor
Rendimenlo do dia 2 a 17. .
dem 'do flia "18 .' \ :
< etUnido$ no Genova-46 dia-. brigue itabejio pietu> Htt$mo.
de 281 taaitldas. capiao Goi>c|i;ie Ricco, OOJUi-
pagem H, elra differcntaa eneras ; a erdem.
Lisboa-3J da, tufar portogorz Julio, de 177 to-
neladas, eapitaa JtaJn de Barro-, eqaip.agatn If,
carga vinbo.e eutms gneros ; a Thoin jde
Aquuo F-.neeen A C.
fBahia-6 dias^aaflr ameripaffrtdefnerra 'Ruinne
baug, commaudante Ednardo Barretti.
brasileiro Parohyba, de
ToucjniwKttaffawni.
Tapioca iJcm.
Os petehdettes apreseniaraa snas prapastas en
Zl:875ti91J cartas feclmdar, as ==-=,== labelecida no preseaieaiiuBio
Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cileJi.de rnaio del870.
I
--------
Triumpho do grande cathartieo
vegetal.
De todas as partes do mondo corrom abundan-
temente continuadas provas da grande offieancia
das pillas assucaradas de Bristol.
Nos lagares pantanosos e infestado< de febres
beliosas, calefrios e sezdes, f* seos resultados tm
fido maraviihosos.
_ Uraa carta do um medico u^alb diz : ollas es
to pondo um termo final as febres intermitentes
instas paragens. Eu as reeoilo para todos os
casos beliosos, e as tenlio como-o melhor medica-
meato de familias que jamis temos possuido.
Nao menos extraordinarios sao seus eflvitos nos
casos de indigesta > e em todas as molestias pro
veniente da ligado e intestinos. A suavidade e
brandura de sua aecao, admira a todos que as to-
man pela vez primeira, emquanto que rata quali-
dades investigadoras sao applaadidas cam, parti-
cular emphase.
Rilas esto rpidamente snpplantando esses ve-
Ihos e caducos purgantes drsticos; o o facto
Pellas nao desmeracerem pela oonservaco achan-
do se ntidamente acondicionadas dentro de vlri-
nhos Ibe d urna inmensa vantagem sobre
aquellas fenecenles plalas, enja existencia taa
precaria conio o sao suns virtades.
Emto Jos os cosas provenientes ou aggravados
pelo estado impuro da maesa do sangue, a sal-a-
parrilha ds Bristol, deve ser asada juntamente
com as pitlas.
da
Um i Nieto da eofRtthero carlead, r, informiiiJo
o requer ment de Domingos los Marques, decla-
ra qau o terreno qae o snpplicante pretende cer-
car, o que ji deu principio hfce-Yo, um terrena
acefeswdV) a m- rgeo da Capibaribc o siti > pro-
priimenie dita j.i'"'es'., '"ercado na fundo e lera
porifva esse !eci>scinw foi augmentado e sempre
conheceu urna pequea estrada encastada eefea
a c i.Timunicav-.a a ra la Caldereira com o lugar
den vn'mda Cabec.Quo juntasse o tituh 4> h r-
reno.
Outrn foiflesmo. informando o requerimentn do
Dr. Jo.- Baroardo Galvaa tShdtanv, tem a iMior
que nada tem a oppor, d.ando-se Ihe a coroaac. o
para o muro e porllo-.-Mandoi se conloar.
Oaira du ti--a! de S. Jo-, remettendo daos ter-
mas de mulla impasta a Antonia Mareira Reis e
Amamio de F. puf infrac^ao s posturas.Ao pro
curador.
Foi approvado um requerimento do Sr". Dr. Has
eos.;, para que'sc mandasse com urgencia o enge-
nhero cordeador para exSminar e orcr r o muro
quo preciso fazer ern continuacaa ao que se tez
lia -pouco, tiara impedir as aguas da mar para os
cercados do mataJouro.
Maridou-se remetter cammissaa de polica urna
peticao de Vicente Jos de Oliveira, replicando o
despacho que Ihe foi dado era urna das sess jos ul-
timas.
Tendo tanteo Ferreira ra Silva, Hadar do ex-
procurador Francisco de Paula o Silva, requerido.
declarando qne se achava com os seas bens amd sujeitosa flanea prestada, pedia cmara houves-
-e de mandar dar baixa uessa fianta alm de que
taes bens licas.-em desembaracads.Que se ou-
vis?e ao procurador.
, Estove em prarn e foi arrematada por Thomaz
de Carvalho Suares Brando Sobrinho.e pela quan-
tia de 5"15$, a otara dos comerlos da pentodo Ma-
duro, o qual depositou para garanta da arremata-
cao urna apolico da divida publica da iroportaucia
de 1:0005.
OSr. presidente nomeon as jommissoes s quacs
ficaram compostas da seguinte maneira:
Felicia, Os Srs. Dr. Moscoso e Costa Mo-
reira.
Edificarla.Os Srs. Gameiro e Pitanga.
PetiQoes.Os Sw. Dr. Seve c Gameiro.
Sade.Os Srs. Dr. Pitanga e Dr. Seve.
Mataduuro publico.03 Srs. Dr. Moscoso e Dr.
Pitanga.
Comcno da cidade.-Os Srs. Dr. Pitanga e Dr.
Moscoso.
Arborisacae. Os Srs. Pessca da Silva e Costa
Moreira.
Cemiterio de fra.Os Sfs. Gameiro e Pessoa da
Silva.
Dospacharam-se as peticoes Je Antonio Jos de
CastfV; Domingos Jos:Marques, Francisca Ignacio
Tinaco de Souza, Francisco Bolelbo do Couto, ha-
cha re Jos Bernardo Galvao Aleof-rado e J'3o
Goni^alves de Araujo Baiao, e levantoa-se a ses-
r*>.
', Eu^ Augusto Genain de Fjgueirdo, offldal-
maior servindu de secretario, a screvi.
Beato Josi da Costa Jnior, pr-pre*1dente.
Js Hara Freir Gamejro.Dr. Joao Uan Sevi.
Ignacio Pessoa du SilcaDr. Prxedes Gomes de
Souza Pilanja.Castao Curiaco da Costa Moi ei-
r.br. Pedro ie Alkaydc Lobo Moscoso.
los habitantes da freguezla de
Santo .Intonlo.
A camtusso incumbida pela cmara munici-
pal de promover nesta fregaezia urna snbscripcao
para a ere '.cao de um monumento coraniemorati-
vo das iriumphos do Brasil na guerra do Paraguay.
Na excessiva e nun:a vista caresta das sabs-
lanctas alimeuliiias a delud quanto exigem as
necesidades da \ida, no recente augmento dos
maoslos, e n.as dspotas com que mais ou menos
luasi todos Invenios contribuido para a longa
torio de festejos pela concluria da guerra, linha
esta cammissaa motivos para recusar a misso de
que a cmara a incumbir.
De ora lado, porm, ella reeeiou quo a sua re-
;u-a po lase ser imputada falta de telo, cu m
vontade, o por outro lado julgou tan conveniente,
lid louvavel e lo patritico o pensamento da c-
mara, qoe teria pordesairpso negar-lhe sua fraea
:),i.'ljilvacao.
Nao exslindo ncstacilade, nemem parte al-
guma da provincia, um so manamecto propr'a
menta commemorativo aos feis gloriosos de nos
sos antpassaJos, pois que as cape'llas votivas, que
depois da guerra com os Hollaudezes so constrni
ram, nem pela forma, nem pelas destinos recor-
Jam ao pavo as facanhas imniort es de nossos
;i nares, o projeetado monumento, alm de trans-
mittir as geracoes futuras a memoria d.js nosss
iriumplios na nuior guerra, que aj hojetem ha-
vrlo era toda a America meridional, pelo numero das
uambateotes, pela sna dura^a e prlas qnast in-
suporaveis difiiculdades, que apreseniava, incom-
la.vvelmente superiores aquellas, que os romanos
cneojitraram em suas famosas e prolongadas
narras cara os Parthos, alm de ser um tributo
lo inui devfda gratido aas hroes que tatito illus
iraram o Brasil par sua inexcediv.-l coragem e
incomparavel resignacao, ser tambera um bello
amata pan tima das no obra verdaderamente artstica, que possue a pro-
vincia.
Poram e tas cansideracoes que actuaram na
animo da commissa, o Ihe fazem esperar que,
produzindo igual effeito nos habitantes da fregue-
guezi.a, todos se prestaro na proporcao de suas
possjes, a inscrever ?eus nomes ua lista dos coatri-
buntes para o monumento projeetado.
Recite, 13 de maio de 1870.
Dr Jos Joaquim de Moraes Sarniento.
Alvaro Augusto de Almeida
Joaquim iyntho Bastos.
Jos Joaquim de Furia tachudo.
Antonio de Moura Rolim.
andante Oliveira, equipa-
a companhia Pernimiui-
iOi Unaktdas, rom
gem 14, era lastro
cana.
Bahia por Inhanbupe10 dias, sendo do ultimo
porto 4, escuna bra>il.-ira Antonia, de 116 tone-
ladas capitaj Maooel Antonio de Jess, equipa-
gem carga a.tOO saceos com r.irinha de man-
dioca ; a Joaquim Joe- Concalves Bellrao.
Navios sahidos no memo da.
liba, de S. Itiiuid Escuna uortugueza Dias, ca-
pillo Francisco I. de MelL-, carga assucar e ou-
tros gneros.
Lisboa Patacho portuguez Seixos, Ia capitao Ro-
drgaos, em la-tro.
<)frV/'iw>j.
Fundlnu no lamarao um liuar inglez, mas nao te-
ve eommunieacao com a trra.
Appart-ce 40 mola um bnue, igaara-se a naci
por nao icar batideira.
*B
ECITAES.
O abaixo assignade, faz sciente aos seus cons-
tituintes, qne durante a sua curta ausencia, licam
fazendo suas vezes seu mano Dr. padre Antonio da
Cunhae Figaeiredo e seu lilhoo.baeharel Walfrido
da Cunha e Figueiredo, aos quaes tem encarrega-
do d9 todas as causas da seu escriptorio. E apro-
veita a occasio para pedir mil desculpas aos ami-
gos, de quem nao pode pessoalmente desdedir se,
aferecenclo-lhes seu diminuto prestirao na corte.
Recife 12 de maio de 1870.
Jos Bento da Cunha e Figueiredo.
COMMERCH).
PRACA DO RECIFE 18 DE MAR).
DE 1870.
AS 3 i/2 BOBAS 0A TAHDB
Assncar bruto americano2JI300 rs. por 15 kil.
(hontem). ,
Algodo 1* sortc891 rs. por kil. (hontem).
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 d. por i i000
Mesquiu lunior.
Pelo presidente.
A. P. de Lemas,
Pelo secreurio.
ENGLISI BANK
Of Rio de /arieiro Limited
Descoata lettras da prata tasa-a con-
'encionar. -
Recebe dinheiro em Mnta corrate hia
Iraso fixo.
Saca vista on a praso sobre as cidade
arlocipaes da Europa, tem correspondente
ia Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, New
) New-Orleans, e emitte cartas de crdito
^ra os mesmos lugares.
11UA 09 GOMMERCK) N. 36-
O Dr. Arminio Coriolano Lavares dos Santos, juiz
municipal da 2" vara, e preparador dos proces-
sos do jury desta comarca do Recife, por S. M.
o Imperador, etc.
Faca saber, qne pelo Dr. Francisco de Asis
Oliveira Maciel. jniz de direito da I* vara crimi-
nal desta comarca, me foi eommunicdo ter desig-
nado o dia 2 do junho prximo vindouro, pelas 10
h.iras da manhaa para ahrir a segunda sessaa or-
linaria do jury, que trabalhar era dias consecu-
tivos; e haven.lo h Je procedido ao sorteio dos 48
juradas, que tem de servir na mesma sossao, em
cenformidale dn arl. .123 do regulamenio n. 120
de .'Jl de janeiro de 1842 aram sorteiados e deslg
nalo? os cidadaos segrales :
Freguezia do Recife.
Jos 'ioncalves Torras.
Ismael Gozar D;iar:e llili.'iro.
Manoel dos Santos Villaca.
Joao Baptisl.a de Oliveira. ,
Fregaezia de Santo Antonio.
J.is Elias de Oliveira.
Dr. Antonio Buarq-ae de Macedo Lima
Fran-:sco Marcelino Ja Amara.
Dr. Manuel P-Vcira de Maraes Pinhero.
Caetano Jos Meades.
I.yiiio M.-'ratinn de Albnquerque.
Antonio Hanriquo de Miranda.
Dr 'Manuel de Siqneira Cavab:aote.
Sebastin Lopes Guimaries.
Jos Joaquim da CosU Leile.
Freguezia deS. Jos.
Angelo Custodio Rodrigues Franca.
Tranquilino Agnelle fksoao Dutra.
Jos Francisco de Souza Lima.
Francisco de (diveira Mello e Silva.
. Freguezia da Boavisla.
Augusto Ferreia de Oliveira.
Dr. Loa Lopes ettetto ;Branco.
Dr alTonsode Altiuquerquo Mello.
J.- Francisco do Paula liamos.
Francisco de U'inos Uarte.
Ignacio F-anciM-o Martins.
Joaquim Gmcalves Ferreira.
Joaquim Gilseuo de Mesquita.
J.ao Tihurma da Silva Gimaraes.
Eduardo Firniinoda Silva.
Domingos A!ves Mathen".
Dr. Pedro de Athayde W10 MMcd-o.
Francisca de Barras Faleaj do Lacerda Cavalean-
te de Albu]urque.
Pitdro Ignacio Baptista
Dr. Jiaquim Jos da Fonceca.
Francisco Augusto de Araujo.
Luiz de Morae- Ganes Ferreira.
loa* Hermenegildo Bargas Diniz.
Dr. Innocencio Seralico do Assis Carvalho.
Antonia Cario de Pinho Borges.
Feliciano Ruclrigu's da Silva.
Progaezia dos a (Toga Jos.
Bario do Livramento.
Joan Ribeiro Pc'SiJa de Lacerda Janior.
Jo< Buarqne L'si fla.
Thomaz de Carvalli) Pacs de Andrade.
Antonio Valentn da Silva Barroca.
Freguezia Ua Yarzea.
Jos Gancalves doAibaquerque.
Freguezia deMuribeca.
Joao Luiz Riheiro de Faria.
Freguraia de Jaboalao.
Ignacio Francisco Pereira da Silva.
Freguezia de S. Loureneo.
Joao Gil Paes Brrelo.
Onlfo sira, faco mais saber, que na referida es-
sao lia-i de ser julgados os reos que se acham an-
sents, a pronunciado; em enraes que admillem
flanea, a saber : l. Manuel Alves dos Santos; 2.
Jos Estanislao Cordeiro ; 3. Joaquim Bernardo
de Sant'Anna; i." Manuel da Silva Ancio; 5.a
Francisco Amando Filho; 6." Maria Virginia
7." Luiz Gamos da Silva.
A' todos os qnaes o a cada um de per si, bem
coieo a todos interessados em geral, se convida
para comparecerem na I." andar da casa qoe foi
ca.leia, na sala do jury, tanto no referido da e
hora, como nos domis dias seguintes, tra quanto
durar a essao, sob as penas da lei, se faltaren).
E para que cheguo -a -milicia a todos mandei
paenv o presenta edital, quo ser lido e aflxado
nos lugares mais pblicos e publicado pela im-
prensa ; e tambera remetter iguaes aoe respecti-
vos subdelgalos para publica-loe o mandarem
fazer as noiificacoes necessarias aos jurados, aos
culpados e as te-iemunhas que se acharem em
seu* ditric!os.
Cidade do Recife, 18 de maio de 18W.
Eu Manuel Aniunes Corroa, cscrivao interino do
jury, eserevi.
A/minio Coriolano Tararea dos Santos.
Peta ii-caBrii
se fia pahIieo.KH-
qae se liml. o prez
imposto pe soal,-relativo
ejtereicioc'.'rreaie, entre os
ao,
de Souza.
internas geraes
mez de maio
oeontribuintes do
segt*O semestre do
laesje comprehen-
dem oempregados iiubtersV'srde, provinciaes e
municpaos. teem de paga-la barca da cofre e
llvre ne multa, e que lindo a referida prazo, ser
cobrado com a multa de 0 por cento.
Recebedoria de Pernambueo, i de maio de 1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Mcerda.
^;
?Santa" casa da misericordia
do Recife
Pela secrelaria da santa rasa de *neebrda de
Recife se faz pnblieo que acia-sg vago o lugar de
enftrmeiro du collegin dos orphaos, eque porcon-
seguinte os pretende ntes quelle lugar devero
dirigir suas peticOes lllma. junta em ses'o do
dia 19 do carrate. _______
Secretara da santa casa de miseTfcr/rdtrb
Recite i(to manJ*4t>7U,
O eserrt
_______' Pedro Redrrg
SANTA CASATjXTltEHUllUlA D
ECIFE.
A Rima, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na ila do suas sesso*, ao da 1! da mnio. pelas
4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens offrrecar, pelo lempo de om a tre
annos, as rendas dos predios em oiraida declara-
dos :
ESTABBLECIMEMTO DE CARIDADE.
Pa do Ampaio (Olinda)
Casa terrea n. 39.......
PATRIMGWO DOS ORPHAOS.
Ra do Rangel.
Casa torrea n. 08........
Rna do Pilar.
Casa terrea 11. 102......
Casa terrea n 110.....c
Os preleudentes deverao apresenlar no aeta da
arrematacao das suas flaneas ou comparecerem
acompanliados dos respectivos dadores.
Remlaria da !\anta Casa da Misericordia do Re-
cife, 20 de abril de 1!H).
O escrivao,
Pedro R>yifngues de Souza,
O inspector interino da alfandega faz publico
a quem ioleressaf passa, especiajmenle ao com-
mercio, que as alteracj5es felas na tarifa das al-
fandega, pelo decreto n. 4.99 do do abril pr-
ximo pausado, principiaro, a vigorar do 1 de
julho vinlouro, mediante como dispde a circular
n. 9.de 2i do referido ruez, develado continuar a
ser observada o dispesta na circular n. 1 de 11 de
Janeiro deste anno, a respeilo da cobranca dos
din itos da carne se. oa (charque) e do bacalbo.
Alfandega de Pernambueo 11 do maio de 1870.
O inspector interino,
L. de C. Paas de An Ir a de.
RMM8M
306li0
202:000
204*000
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro
Para o referido parto pretende seguir com mui-
ta brevidade o patacho Arube. portor a maior par-
e da carga tratada, e para o re-to qae Ihe falta o
escravos a (relo irala-se cora o consignatario Joa-
quim Jas Guaca I res Beltr.ao, ruando Commercio
n. 17.
PAtA'
DEOLARACOES.
Santa
Casa da Misericordia
do Recife.
IHntseiro Tinta.
PUBLICACOES a PEDIDO.
A ADMINipRAGO PERaKTE UMA GRADiDE
NECISSIBADE PUBLICA.
Loavavelmeote auxiliada peks patriticos ogfor-
eos da cmara naamcipal desta cidade, a adminis-
tracao osla prestando um relevaauaskno cervieo
todas as claases da aooiedade, raaataodo bus -mer-
cados por urna bem entendida concmrencia pre-
cusiaforiorcs 3 aquelles qae a ambicio srdida de
ganno eslava impondo mpertur,bavel a um efe
ro Jinprcseindivel a aliajawacjAJiubllca foBtnais
baii-woi
vcl adfJl
JeJalKa*'??' d nlfrror MPToyettan..
aas racma^eadu traiwpj)rte3;qua lt>ei pipnorcipaa
a va terrea, Opmrram ah aos peqeaos1 planta-
dores a faonjia exposta -onda para vendo-la
nesta cidade- acs precoa quo se conhecem Favo-
la nesta verdadeira conspiratjio de preijoa
r ntwnwipaoo..que pcoW)m o
atravess4orperapossi..
?,b^- .?'l|wttque, diriga-. BrJM.iglz^;ii.?o~iitera.
ALFANDEGA.
Condimento do dia 2 a 17. .
Mem do dia 18. ..... .
692:80ttH97
i.l2#142
1*^958*339
MOViMENTO OA ALFANDEGA
tolumes entrados cara fazendaa 240
Idetn dem eom gneros 4J59
foUmes sabidos com fazendas 193
Idea dem coro geaeros 110
Desarregam bpje 19 de maio
.Barca franceaFid^-mrcadorias.
Br^ue mgJtuTfu Atjn-rCiercadoras.
Brtgoe franceiFrots Fitniim.
>m
:03
^EiUEMaMMllA DE tENOAS INTERNAS -
BAlSIlBl^JiMBCCO.
ttaadimentodo. dia 2 a 17 ... 39:5o4063
lien 4o dia 18....... &i*31i
40;410#377
A lllma. junta a imiuotr.ativa da santa casa
de misericordia do Recite, no interesse de alargar
o crculo das pe-soas que concorrem a arremata-
dlo do fornecimento do gneros que tora de con
sumir os eslabeiceimeutos pies seu carga manda
tazer publico que o mesrao farnecifaeato da
quantia do 30.00<) auualmeato, e qae pipu
meiisahnente coai diuhei o vista.
Recebe, portaoto, a mesma junta propostas para
o fornecimento indicado no mez do junho prximo,
oa sala de suas sesgues, e pelas 3 horas da tarde
do dia 19 do corrale : ,
Asaltear refinada kilogr&uvno.
Dito 2* sortn idera.
Rilo torran dem.
Aletria des.
Arroz do Maranbaa dem.
Azeite does litio.
Agurdente dem.
Aierte de carrapato dem.
Albo restea.
Baealho kilogramoo.
Batatas dem.
Cha verde dem.
Rito liyason idem.
Hito preto dem.
Ctabolas ceoto.
Carne seeca itUlograoimp.
Farinha de raandiosa litro.
Euoao do, Ro Jlograaroo.
Fejo malatinho litro.
Farello sacco.
Jboieiga frncazaiilojraiuiao.
Milito sacco.
Peixa rosco-kilo3r.!r.~ii'
Potassaldem. '#
Sali jdom.
Sal litro.
Velas de carnauba kUogiararaa.
Ditas stoarifias de
Vinagre litro.
Vinho tinto dem.
mnm\ "buisileuli
DE
Paquetes a vapor.
Dos partos do sul 6 esperado
at o da 21 da crrenla o vapor
Tcrantins, eommaod.inte J. M-
F. Franco, o qual depois da de-
mora ao oostume seguir para os
do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ter embarcada no dia desuachegada. Encommen-
las o dinheiro a frete at as duas horas do dia da
ma saluda.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
tectos de laequono vior e que nao excedam a 1
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Tudo que passar destes limites devera cr
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
/ens so se recebem na agencia roa da Cnu n. 57.,
(* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
tzevedo & C.

Liverpool Brasil tfc Rlver Plato
Hall Meante a.
Espera-se de Livcrpoi I c Li>boa al 28 do cer-
rante o vapor iglozPascal, de 1876 toneladas,)
qual se despachar para Bahia, Ro de Janeiro e
Santos rom toda brevidade.
Dinheiro e encommeada a frete recebem-se na
gencia.
Os vapores desla compaahia tem excellentos
accommodacoes para passageiros : agento Saun-
ders Brotliors A C, 11 largo do Co po Santo.
COMPANHIA PERNAMBL'CAN
t|
Vavegacao costtelra por vapor.
Parabyba, Nata', Maco, Mrjssor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
Oy O vapor Ipojuca, commandozte
s/LH .. Moaia,, seguir tiara os ortos
aaMBB cima ndfill lio crreme as Choras
la tarde. Beoebe carga at o dia 30, eaconv
ondas, e passageiros e dinheiro a frete at as
1 horas da tarde do dia da'sabida no escrif to-
rio do Forte do Martes n. 12.
ta
Paquetes a vapor.
Dos portas do-Bortod eszti*ie
ato o dia 29 do cerreato a vapor
fiuoi'i coiamandanto o capn**
loneoto Pedro 41, Duarte, o qual
_______w depois da demora do coalane
seguir para os partos do tai.
Desde j recebera-se iasaa|eiroa e engaU-so a
aarga que o vapor poder ooiuwar, a qual doven
ser embarcada no ilia da sua ebegada. Bn^inmea-
las e dmheiro a frete al aa 2 horas do aiajaaaa
sabida.
ISpse recebem como encommendas seno oto-
lactOtvde pequeo valor o que nao excedam a duas
, arrobas de peso 011 8 paitaos cbicos da meditjao.
rudo que paaaar destes limites dever ser eoujar-
sado como carga.
Prevlna-ae aos senhores pasuajiros que w*<
paasagens s ae recebem na agfeacia^roa oa Cru*
d. 87, Io andar, escriptono de Antonio Lnix de
Oliveira Aievedo & C.
4
i
i
Para o referido porto pretenda "pjuvt cero omi-
ta brevtdade o patacho portuguez Nora Sorte, por
ter a maior parte de sen earregane.to tratado, o
para o pouco que Ihe falta, que recele a freto
eommudo, trata-se com o consignatario Joaquina
Jos Goncalves Beltrao, ra do Commercio nu-
mera 17.
COMPANHIA PEftNAMBUCANA
DE
\*avcgaco eosteira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Taniandar.
O vapor Parahgbu, segoira para os portos ci-
ma no dia 2) do crrante meia norte. Receba
carga, encommendas, passageiros e dinheiro a fre-
te no escriptorio do Forte do Mal s n. 12.
I
r
9


.:
I


or <& Efiawb** i?rJimti,dete. ttufajfw fe'tt&ta
\
COMPANHIV
ftaregaeo e
MIBUG.\NA
per t%Mt
O vaptr Poraaufip, egur par f
port'aoiflte^fltVofc '^ do corrente
^_ as'BftorasdanMt.
_j^ML BUcoraraonas, passtgefros e >
ntosro a'fwte no escriptorio *> *** #> **
B. 12.
Fellppe dos Santos, Ignac
Ncry Ferrem. 2o0509>
i. Joo Caiemiro >1 Slv Machad >,
AotaioJbstimano Pes" Barrito, Ha-, ,
uoel Zeferino Dias Brrelo. 3:3wJW>
Para o 8if-
Vai i-ir a g;Jera ponugueza Tentadora da pial
i iimiiWH atnltoiaonneaida e acreditado
capillo .Etnigdia Jas de Oveira; reeetoo cari e
passageiros : a tratar coa os coasignntartos Car-
valtio & Nogueira, na nado Apollo n. 2froacotO
o pecno eantiao. _
Prepara se para jahir cono a ao&sivot brevida-
4ao patacho Cjp-o, por ter a tnaior parte da car-
ga, e para o resto que Ihe falla tratase com o
oensifaaUrio Joaqu ni Jos" Gonsalves Bel trio :
roa-do Cqwhtmtcio n. 17.
COfflPANHIA MSkWAMKJCAfcfc
D*
Xavegaeao costera por vapor.
Maroanguape.
O vapor Cantripe, remmenaantt
Silva, seguir para o porto ae ma no
_ (ha 18 de corrente as 6 horas da
tanto. Rtecle carga, encommendas, passage*-
ri dinheiTO a frete at as horas da tarde
do d*a da anida : ertKoHp oo Fort,j do Mato
o. 11 _____________ .
COMP.INHIA PERfAMlRJCANA
DI
f Navegagdo costara por vapor
Maeeio em direitur* e Penedo.
O vapor Giqui, coramandante Costa, segui-
r para os portos acioa na dia- 21 do corrente
s 4 hars da Urdo, tanate earga al o dia 20
oncommenda*, pnatfttm a diuheiro a freu
at s 2 horas d.vtar* d* dia>da-sahida, no es-
criptorin di Pon4a Matto* n. t
-2SL
Mr
,Mqi>'San-
tima, vlnn
|9:3U400
i: 580*300
4:fifcW3
Para'.
O hngue portugnt'z Cotete sabir con brcvWa.
de, para o resto da carga traase na ru* Vi-
gario n 11, 1 andar.____________________
Freta-seum navio de pnmeira classe
para levar para Falraouth para receber ar-
deos com *s condicas da carta do frea-
mrito origina! o carregamento do brigue
ooric-aeniao Augusto legalnientecondemna-
do neste porto, constante de cerca de 130
toneladas de gorduras em pipas 11 V* di-
tas de ossos, 5300 chilres,
' Aspropostas serio recebidas no coniula-
do da confederado da Atletnanha do Norte
al segunda fe ira 10 do corrente ao ineio dia,
aonda oi prorkineniei sepodem Informar
das codifoes di carta do frelamento ori-
ginal.
4:7181812
1
fcWOjMO
8321510
188*030
1481 331
2:315#9
2861825
1:799*500
1:7921631
1:689/700
80VJM8
4101000
1:4211275
1:932*293
7043438
LEILOES.
de chapis avanados.
MOJE.
Quinta-feha 10 do maio as 11 horas.
O ag-'nte Pinto lavar a leilo por conta e risco
de quem pertencer urna caixa marca CE & C n.
!8i. eom chapeos de sda c mprin avariados a
bordo da larca franeeza Jean Baptista. o leilo
ser ef'cluado as II horas do dia cima dito cm
o escript trio da ma da Cruz n. 38.____________
LEIO
BE F ASE KM AS
avariadas.
HOJE.
O agente Pi:Uo far leMie por cont e risco do
qaem pertencer itodiffdieolesfaaendasapartada e
tam ci wfto c-:i-lind) de carabraia-. chitas, algo-
ddcs e estopa, as 10 horas d> dia cima dito cm
sea serifdori ma da Cruz n 38.
1:550*000
2:000*000
2:677*500
2:000*000
l:400065
1:3913191
1:130*813
15:000*000
e diOM eafxM com bor^cgnios
c bntinas para senhoras.
HOJE.
Quinta feira 19 de maio ao meio dia.
Pjr in;-; vengao do agento Pinlo, eni sea es-
riptcie i coa da Cruz n. 38.
Das casas terreas da ra da Santa Cruz
ns. 65 e Oli e Cotovelo n. i, edilicadas
cm chaos proprios, com grande quintal
murado, sendo que os fundos da* pri-
mearas do para os fundos- da casa da
rita d) Cotovelo. com norto,
HOJE
O agente Pinto legalmente autorisado far Iei-
lao das casas cima mencionadas em Miou irais
lotes as q;iaes se tornara reeommendadas por
^erer edificadas em boas ras, chaos nroprios
> por ter ama dellas grande soto ; o toilo sera
efectuado as 11 h)ras do dia cima
criptorio di> referido agente:_______
lista, Joaquir
-lattmi-faliidji 4^KloapfaBi:ajaiiohaiil 1
Monteiro da Fiw*,M*-JsW>-& STqera k Pereira, Jos Fran-
cisco Pereira da Silva, Cndido Pe-
reira Montero.
And AWes da Fonseca-
Sioneira i Pereira
Massa fallida de Joqaloi Lucio
Monteiro da Franoaj, it>u>' Paulo do
Soaia.
8hiaefra Pereira, Joe Luir Pe-
relia, Oanidlflo Peeelra HimMn.
Siqaeira fc PeWira, Joi Gome de
f'AMuMi
Massa fafflda de Joai|aiffl taeto-
Mentetro a Franca, Jos Soare
Pinte Correo.
Prenciseo CavaJeantede Ah>oiaer-
que. Candido Pereira Mntoire.
Ventura Pereira Pena, Joaqaim
los dos Santos Andrade.
Siqueira k Pereira, Rajmando de
Araujo Lima.
SiqueirrA Pefeira, Candido, Pe-
reira MooMrt).
Massa Mida da Joaqcii Lacio
Monteiro itPranea. Joae Paula de
Souta, J'is Soarts Pinto C>ir <.
Jos Luiz Pereira, Siqueira Pe-
reira, Candido Pereira Monteiro.
Siqueira & Pereira, Antonia de
Brito Lyrx
Teixeira 4 Leo, Candido Pereira
Monteiro.
Andr Atves da Fonseca.
Massa fallida do Joaqnim Lacio
Monteiro da Franca, Pedro Alejan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coutitibo
Jos Luiz Pereira
Gamillo &. O. Ignacio daaS Lopes
Fernandes, Joaqun'Ferreira de
Souia
Massa f- luda de Joaquiro Lacio
Monteiro da Franca, Belarmino Al-
ve Arouxa, Francisco Xavier da
Fenseca Coutinho
Jos Francisco Pereira da Silva Jo-
s Loiz Pereira, Candido Pereira Mon
leiro
Massa fallida de Joaquhw Lucio
Monteiro da Franca, Francisco Xa-
vier da Fonseca Coutinho
Massa fallida de Joaquim Lacio
Monteiro da Franca, Belarmino Al-
ves Arouxa
Massa fallida de Joaqaim Lucio
Monteiro da Pranca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Continho
Jos Luiz Pereira
Ignacio Nerv da Fonseca, Joo
Francisco de Barros
Justino Antonio Pinlo, Joaquim Pe-
reira da Silva Sanios, Jordo Jos de
Olivei-a, Joo Fernandes Baptista
Joaquim Pereira da Silva Santos
Manuel de Almeida Nogucira, Justi-
no Antonio Pinto, Fr tuna lo Jos Fer-
nandes Pereira
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva. Jordo Jo-
s de Oliveira, Juslino Antonio Pinlo
Justino Amonio Pinlo, Joo Fer-
nandes Baptista, Jordo Jos de Oli-
veira
Joo Fernandes Biplisla, Jos Fer-
reira da Co- la. Justino Amonio Piolo,
Jordo Jos de Oliveira
Joao Fernandes Bautista, Joo Vic-
toria i das Ncves, Justino Antonio
Pinto, JorJao Jos de Oliveira
Joao Fernandes Baptista, Manoel
Anlonio Ferreira da Silva, Ju>tino
Antonio Piulo, Jordo Jos ds Oli-
veia
Joo Fernandes Baptista, Francisco
da Silva Ferreira. Justino Anlonio
Pinlo, Jordo Jos de Oliveira
Joo Fernandas Baplista, Ismael
Clementino dos Santos, Jordo Jos
de Oliveira, Justino Antonio Pinto
J o Fcrniindes Bautista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordo Jj-
s (le Oliveira, Justino Antonio Pinto
Antonio de Azeveio da Silva Cam-
pos, J^ao Fernandes Baptista, Justino
Antonio Pinto
Justino Amonio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandes Bap-
tista
Joao Fernandes Baptista, Manoel
Baptista Alves, Joaquim Pereira da
Silva Santos, Justino Anlonio Pinto
Justino Antonio Pinto, Joaiuim Pe-
reira da Silva Santos, Joao Fernan-
des Baptista, Manoel Jos de Faria
J. P. Adour & C, Fraucisco Jos
Uodrigues Bastos
J. P. Adoar & C, viuva Dias Pe-
reira & A ve I lar
Antonio de Ate vedo da Silva Cam-
pos, Joo Fcrnaudes Baptista, Justino
Anlonio Pinto
Justino Anlonio Pinto, Manoel Jos
de Faria, J^o Fernandes Baptista
Joo Fernandes Baptista, Joaquim
da Silva Hamos, Joaquim Pereira da
Silva Santos, Justino Antonio Pinto
Joaquim Pereira da Silva Santos,
Justino Antonio Pin;o, Fortunato Jo-
s Fernandos Pereira
J. P. Adour & C, Francisco Anto-
nio do He jo Mt lio
J. P. Adour & C, Bibeiro & Lobo
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando. Antonio Jor-
ge Guerra
Machado 4 Souza, Cardoso 4 Sou-
za, Antonio Joaqaim Machado Bran-
do
1:813*980
264*973
MMOOO
1:247*160
771*740
618*431
Joaq'iim r>'as il
Qtieirz 4
firma de Brito,
V:uv Amori
Joaqaim Fr
.tas. Lfidato Pfreira Lima,
AffloifnV'4 flbo.
"borfm, Fragoso SanWs & C.
iva Amorim 4 P4lh, TTavasso
Jnior A C.
Joaquint iPrattelseo de Meflcr San-
ios, Lindolptiq Gomes de Leiros, viu-
va Amorltt 4 Filho
TMaaaJtniM 4 C, wov Amo-
rim 4 Whe.
tren- Rooker 4 C,, Miguel Vietr
ra de Moli.
Boston Boocker 4 C.
Mrtinho de OHveira Borajes, Jos
Antonio Alves: GaPti.
J- Jioajuiu (.'opw-d^'Alaeida,
UuJoi,f)si deiiarros.
Sebasiiao Jos da Silva,
Viuva Amortm 4 Filho, Guia*-
raes 4*r< Daniel? 1JuiM*e# S&l UU J47:
Gainaare 4 Cj (socios da extincla
xnia'de Daniel, Gnimares 4 Cl
Amorini, Fragoso, Santos- 4 .,
Gulmarei4 C. (netos a^ eliaeta
firma de Daniel. Guimares 4 &
Viuv Amorim 4 Filho,
Bernardno Domingue* Moreira,
Amorim, Fragoso, Santos 4
Joaquim Francisco de MeHo San-
tos
Traessn J. 4 C.
Vinv.\ Amorn 4 Filho, Travasso
Junipr Je C m rm fr
Dfmfago Franoiseo THrea, ifr
cluWj aquant do 151:11457*
prownleale Ae t lioqoes e lecibOs
udmiuidu* amasa fallida de Amo-
rim,Fragoso,Sanios,4 C. 471:304*800
Claudio Dubeux, principal da an-
ca ao ex-thesoureiro Tavares. 8:000JOOO
O mesmo, juros e castas sobre M,,n
a mama flaa^a. 8:177*310
"Gratiioaeadn 30#TP
Fuglfam no da 18 de raaio do cotranlp do
MMPQ igenjio Massuass, termo da EiJa, os escravos
" do abaixo assigaado, por nooie tfrijeopid e Lucia-
no ; sendo o primeiro, mtalo, de estatura bai-
xa, gordo, bartiado, com as macis do-rosto sa
lenles, pesclo malto corlo, hombroj levapado*,
ps pequeos, bastante ladino e rapreecata lsr 38
annoa de idade.
O segundo, prelo fulo, eslaturra regular, se-
en do corpo, pouca barba na pona do queixn s-
mente, ps pequeos, pardas muito linas, e tem
25 apoos de idade. Fo| oserivo do Sr. Taboada,
morador no lenla, Raga-se, portanlo. as autq-
ridades policioea e a qo*lqae*es*oa, de appref-
henderem oa diloa eseravos, e dnaa levaren) ap
engenho aetu mencionado, ou encasa, do St.
Beroardiae de Sana Pontual, na roa Ja Senzalla
Novan 38, que se dar a granoRlo promei-
tida.
Mar> iosillo da Silvitaa Lins.
.824*831
1:037*000
6:836*017
11:6035300
403*328
I;i4*000
7761750
f:058*73O
De dividas na importancia de 10 772^115.
A 4t do corrate.
Em contprhnento do respeirsvel mandado do
lilin Sr. Dr. juir. da pritaeira vara criminal esubs-
tituto da do ejpeei.il )*omerciii em excrcicio
nesla cidade, a raqueajiint* dos administradores
da massa fallida'do Antonia Pedro de Mello, o
agentu Oliveira fa' leil de mais dividas de dita
massa, na importancia snpra, contantes do refe-
rido mandado em poder do me3ino agente para
previo examo dos pretendentes.
SABBADO
ao meio dia en ponto, no oacriptorio do mesme
agente, ra da Gra n. 83, audar.
1:732*740
464640
378*310
1:884*800
3805610
944*036
1:1953370
683*720
781*100
378*310
873#190
1:075*000
1:1283720
1:7224300
583*J
726*660
875*130
1:108*300
1:087*103
1:508*400
233*'i88
2:052*740
1:698*323
deJqualroCBn
PenadeTaiiao......
nediz. Sr. Thas.......? ajnda lemos mulla
lenha s saa.s ordens.
. O Nicn chaceiro. ____
'-----. _l___l-'TT:-----'------------
(OS I
ffiSF
Preefca-se d uwa ama para caea I
ijaena Camifia na ra das TrinCTeraa ni *
Preet de urna ^^apaLa bii
; que n*> ennS femllia, pira enilnair.i...
zenlio perto- da -via-frrea, sepan o MiuuUin a
jortoguez afpsinraa, traQ#aa^nHjpi^ :. a,taaur
e?-
LEIL/t)
De dividas na importancia de 34:897(51015.
A 21 do corete.
Em camprimeato do respeilavel despacho do.
Illm. Sr. Dr. juiz do direiio especial do comtnercio
desia cidada. a req:en;T!M'i dos admiuistradores
da msa fallida ile Antonio Pedro de MeUo, o
agente Oliveira pera a leilo pela segunda vez, as
divida* do armazam deoominadci Li^'a, na impor-
tancia de 31:il3*2i3 rs., o das do arntnzem Duas
Arnericas, importando em 3:392*670 rs., sendo
parte do activo da referida massa e cujas relacoes
se acham em poder di dito agent para seren
previamente examinadas pelos pretendentes, bem
como no acto do leilo, o qual ter lugar.
Sabbado
ao meio dia era ponto, em seu escriptorio ra
da Cruz n. 53, Io andar.
NO AfMAZEM
BF
WV, ffif fcfS c.
4--Rua da Cruz4
TEM PARA VENDER :
Tachos de ferro estauhado, p^
as su car,
Cofres de ferro 4* Milner eo-
I ron
F .gs de ferro de patente.
Arados americanos para Var-
en.
Dito dito para latir
Machinas para descareear a'-
goJo.
Vapores para mover machinas
de algodaov
netores ale dous cavallos.
rame de ferro yalmnisado, em
rede.
Chapas ou tenas de ferro gal-
raaiisado.
Chumbo em cano, em ltnool
e em barra,
Uslanho em barra vergulnna.
Folhd d' (landres.
Ferragens e cutihria.
Carrinbos de mao.
. Eu ahaijo assignado declaro que o anuaocio na ra das
\&o iosepnn da AsumpcSo Olrvira'd* Sffva bo- ^ste jornal, para
tpp procurando AjWftia, Tnpmaia, eo prote*>em z^' u. v .
^omo dila pretk nao Ihe partenc, assm* con te- v-\Kij*np,a
abo em mea poder todosm docameoios ) t oilan-, Preeisa-se de urna perfeju ni Uabalb,4i en-
tio"a pre a em men poder, por isso roga-se as ao- ;-.inha : na ron da Cruz n. Ifi.
toridades para lomar.iseo a seu carao, poi* que a 'ma?-jsJ!
preta nao sendo deHa, ella nao poia procora-la
como della, al* 6 am erime.
________ Jas Mauricio Goapafres.
Precis*-a da urna criada para servir ora
casa de un Iiomerh solteiro : ra estrella do
ttos irio n. i, loja de relojoer \
Troca-se um
do Seuhor Cruciti
Lisboa, de io.araore e mad ira, assim co"o urna
linda machina' de costura muito hoa e'nova. ama
cama de casal nova ; na mesma casa vende-se o
xarope que cura a molastia do poluio, este re-
medio vindo do serto : no Corredor do Bispo
n. 85.
Flix Francisco da Cunha declara que cstabe-
leceu uoia ferrara na travessa dos Pires n. 5 a
qual se acha uem preparada, a pranipta para U-
zer (ualquer obra, bem como coueartos d carro,
grades e varaadas de sobrado, ele, prometiendo
aos freguez-s fater tu;!^ por proco raioavel.
Mofina.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Bailo,
iMCVrvo na-cidade de Nazareth desta provincia, a
favor de vir > roa do laparador t |f, cambar
;iqaeUe negocio qae V. S. so. eomppogietle rea-
- Usar, pela, lejxejrA cliamada deste loral, em fio
ima na taiagej da Conceicio e .^ dojambro pr.xirae passado, e depois para j-
iticad.i, obra multo linda vinoade uevr^, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
3 pe i *tte inolivodonovocbflinnioparaoditn tim;
pots V. S. se deve lembrar ipic este negocio da
mais de oito nnos, e qaando o Sr. son lilho sa
chava no e- h>Piluca, 4>4iae
segnra6(a ao umi
O ab.uxo-aa*iguado declara pelo prsenle,
que nada deve nesla pTaca ne"m fra d'elfa ; mas
se alguem se jutf ar seu credor, aprsente saas
contas, para serfi**agas nesta praca, ou em casa.
aJos Carreiro da Silva, Cinco Ponas n. 83, ou
no seu engeriho Pitoresco, freguezia de Aiua
Preta.
Jos Frtnciico Collio da Silva Vieira.
Vende so noia escrava do l'J ano os de ida-
di, soffrivel eug >miiadeira : tratar na ra
Xova.D. 57, t andar.
!
De urna mohilia deamarello, 1 couimoda de Ja-
caranda de muilo goslo, 1 guarJa roupa de ann-
rello, um guarda vestido, 1 secretaria de amare!
lo proprla psra escriptorio, 2 guarda lauca de
ama relio, 1 mobllia de Jacaranda gosto anligo, 22
cadeiras de Jacaranda asa 'as (>bra do Porto), 1
meia commoda de jacaran-J. 1 grande esunte de
amarello propria para livros, um apparador de
amarello, i piano de armario muito bem conser-
vado, 1 machina para costara, 1 burra de ierro
em perfeilo estado. 2 r;::,:s fnncezas com poueo
uso, I guarda vasos, 'commoda de amarello, 1
par de espelhos grandes, 1 lauca para escripia, 1
candelabro do vidro, diversas redomas, 2 sofs
de Jacaranda, meio apparelo do kufa para jan-
lar, diversos pares de jarros, 1 importante^ relo-
gio francez quasi novo com corda para 13 das
baleado horas e meias horas, porcao de cadeiras
de amarello avnlsas, consolos, tnarquezoes, mesas
redonda?, 1 espingarda de 2 canos c muitos ou- Bandeira, Machado 6
tros objectos.
Sabbado 21 do corrento
Augusto C. A. Soixas conipelenlcmento autori-
sado por urna pesua que se retira desta provin-
cia vender eai leilo por intorveneio do agente
Martins -s objectos cima mencionados, em seu
armaiem ra do Imperador n 10, as 11 horas do
dia cima.
A virj-.i, fillios, genro, irmfios c cunha-
dos do fallecido Domingos dos Passos Mi-
randa onvidam aos mais prenles e espe-
ciaos amigos do finado, para que se dig-
nem de comparecer na segnnda-feira 23
do corrente na igreja djs religiosos Car-
melitas, pelas 7 horas da manhSa, afim de
assisttrem as missas que se teem de cele-
brar pelo repouso -eterno do mssmo fina-
do ; e por cuj demonstraco de amisade
se protestarn agradecidos..
Alugo-se ma Ocrava para o servigo de
casa do f.imilia : a tratar no primeiro andar da
Casan. 17 da ra etreila do Rosario.'
Piecina-se do urna criada que co.npre, co-
zinhe e oagomme para urna pessoa : aa ra das
Larangeira n. 14, primairo aniar.
Tratpassa-se una
3 a 4 cantos de reis, com
propriedade na freguezia de Santo Atanin : a
fallar na loja da verdade i ra do Duque de Ca-
xias n. 58. !r"
Rvtalba-se, avanlade dos compradnreMlgna*
lotes de terreno, que restam, do silio Aguastah*
em Beberibe. por preijos lasoaveis. A posic.ao- to-
pograpliica do terreno muilo o recomineoda, so-
liretudo por flear pwximo da esta cao projectada
da via farrea. Os pretendentes poderao dirigir-s
informar-sa do lenle Si Pehot), no mesma
lugar, e para qualquer nsgojio ra do Crespo
n. 12, 1 andar._____________________________
Precisa se de um inpu de 14 a 16 ana
de i j.-nif. que saiba ler e csarever : na roa. da
Coacordia n. 68.____________________________
Monte po pontaigoez
Ni) so tendo reunidos em 15,n corrente o tm-
mero legal de socios pnneriplo pelo artigo 21 dos
estatutos, sao novamenf? oinvidados lodos oasc-
nhores associados a rounirem-se em assenMa
geral domingo 22 do crranle, as lo horas da ma-
nha, no Gabinete Portuanez de leitnra. paraelei-
qo da commisso de ckame' do eaatas, ftiocc-
naod' a assembla gerai com o mif*ero do socios
Es rava fgida.
A 13 do corrento fugio a escrava Ploriana,
rioala, de 13 ann >s de idade, estatura regular,
cor fula, rosto redondo, com falta do dentes na
irnnle, com a barriga bastante creseida : levou
vi fulo de chita e-^ura, corpinho brano, e um
rhalts azul : suppar'e qne ella tivesse tooiado o
caminho dos Prazere?, onde j foi encontrada urna
jrez. Recommenda-s* aos Srs. capitos do campo
e juntamente as autoridades competentes para,
onde quer que a enconteaav onduzila casa de j
seu S3ntnr, largo do Corpo Santo n. 4, segundo
andar, que ser gratificado._________^^_
Festejos da Ca punga
A llnminacio da Capuaga dizem que nao se
faz porque osla 'oda grudada I... mas o macaco
nos assevera que nao ha tal, que absolutamente
falsa esta naticia, que ainda preciso grude e
muito grade.
A fiiiKjuelln do Arantes._____
Preci-a-se de urna malhcr que ni tenha
mais de :W aunns, qne ontenda de costara e mais
trato de uuii mnina de escola, em casa de h-
mein solieio : tratar a ra da Aurora, passan-
do o ultimo chafan; (unto as arvores) no primei-
ro andar n. U.
une comparecer, na forma dr referido artigo 21
ilnt estatuios.
Secretaria do Monte Pi Portaguez cm Pcrnam-
buco 16 de maio de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos,
Secretario.
Agencia em Pemambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peitn.
wasa parrha
Cura ulcerase clngas amigas, impigens e dar-
tros.
Ton seo
Conserva o limpa os cabellos.
Pilulas cat jarlicas.
Puramente vegettes e sem mercurio, cura se-
zdes, curam e purifleam tod- o systema humano
Vende-se efleclivamente em.casa oe Samuel P
h nsion A C, rui da Sanzill \ No.i n. te._____
ti'
ii
S
Precisa-se de um escravo oa livre
(el francez ra das Laraugeiras n. 10.
no bo-
Criado.
Na ra do Queimado n, 12, 1'
se de um criado.
andar, precisa-
Na padaiia da ra do Ranga) n. '.', precia-
se de doos a nieadores, paga se Dom ordenado.
AVIS6S DIVERSOS.
Mudanpa.
dito no es-
LEILO
De chipos baixos para senhoras e cnapos
de la p?ra homens (go:to moderno.)
tio 19 de maio as lt horas
Por otaTWSCM do agente Pinto, em seu es-
criplo i. roa da Crai n. 38.
LEIO
Joa-
DE
DIVIDAS.
.0 agenfe Martin competentemente autorisado
pelo liqnida&ta da Caixa Filial do Banco do Brasil
far leilo, no dia 20 d> corrente, s 11 horas do
dia da< dividas adiante deseriplas, eessando desde
n momento da arramataco todae qualquer res-
ipoosabilidade da dita caixa. As dividas sero ar-
rematadas juntas ou separadamente conforme a
ventado dos prelend^ntes.
O leilo ter lugar no predio aonde foi a Asso-
ciaco Commrrcial, defronte do Corpo Santo.
Joao Paulo de Souza, Joao Theo-
tonio Bezerra, Silverio Joaqaim Mr-
tins dos Santos.
Manoel Jos Ferreira Gusmao,.
Faustino Jos Goib da Silva Rega,
jooPaw'0***1*- .
Manoel Jos Ferreira Gusmao, An-
teojo Josii Ferreira Jnior, Joao Pau-
lo de Souza.
Joao Paulo de Souza, Manoel Rav-
mundo Penna Forte, Thom Joajuim
Mascareohas Ramos.
Joo Paulo do Sonw, Tlioui Joa-
quim Mascarenbas Baaos.
Joao Paulo de Souza, Jorge Fer-
reira Fernandes de Si jueira, Manoel
Jos Ltite. ,
JoaoPamleda Sana, Thoiad Joa-
quim Ms.<*areaha*.Runoa,'Manaal
Jos LeiU.
Antonio Pereira da Silva, Joao UV
lemiro da Si,va Macnado, .Maaoel
Zeferiao Das Rarreto^
Machado & Souza, Antonio
quini Machado Brando
Jos Victorino de Paiva, Silvestre
Lins de Barros, J. P. Adour di C.
Silvestre Pereira da Silva Guima-
res, Jos Francisco Correa da Silva,
Bernardo Jos de Barros
Mchalo & Souza, Francisco Jos
Correa Marques, Cardoso & Souza
Machado &. Sonza, Antonio Joa-
quim Machado Brando
Machado & Sauza, Jos Duarle
Coutinho
Machado & Souta, Estanislao Dan-
tas Galera
Machado 4 Soma, Francisco Jos
Corroa Marques, Jos Antonio Pinto
da Cosa
Machado & Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Jos Anto-
nio Pinto da Costa
Machado & Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando
Manoel Peres Campelio Jacome da
Gama
Joaquim Cora>ro Ribein Campos
Anlonio Jos Moreira Pontes, Gui-
Iherme Jorge dos Santos Passos J-
nior, Manuel Joaquim Dias de Castro
Amorim. Fragoso, Santos & C.
Antelo Jos Moreira Ponte?, Pe-
dro Mirtinho dos Santos Jnior,
Custodio Ferreira Montinho, Manoel
Joaquim Dias de Castro
Francisco Alves de Pnho
Seve, Filhos & C
Amorim, Fragoso, Sanios 4 u,
Antonio Itulino Aranha
Amorim, Fragoso, Santos & C
Bastos 4 Lemos, Bernardo Jos de
Barros.
Manoel Ferreira Pinheiro c Silva.
Custodio Ferreira Montinho, Manoel
Joaquim Dias de Castro.
Custodio Ferreira dos Santos Jn-
nior, Custodio Ferreira Moutinho,
1:8871800- Manoal Joaquim Dias de Ca-tro.
Joaquina Francisco de Mello San-
tos, Travasso Jnnior 4 C.
Viava Antora 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C.
Antorun, Fragoso, Sanws 4 C.
1. Bastas 4 Lemos.
Francisco Alves de Pinto.
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C
i Antonio Jaa Moreira Pontes, Tra-
jano Xavier Pinheiro Jnior, Manoel
2:397S450
1:973*318
1:080000
471J220
4:3278i7
1:87.15130
1:7355100
7275890
1:6505800
1:9835310
7365900
8195664
1135177
O Dr. Carolino Fraacisco de Lima Santos mu-
lten sua residencia c consultorio para ra do
Imperador n. 57, 2 andar do sobrado cujo arma
tem conserva ainda boje o nome de Alianca,
tendo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
Selembro, o mesmo numero 37, da frente. Ahi,
continuando o dito Dr. no esercicio de sua pro-
llsso de medico e de operador, pede ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da nontc.
9065932
9185683
3255793
3:0655370
2:2615474
1:4435302
1:9**100
972*350
6'1075288
4865691
2435725
33:5605200
9185792
6405803
720*000
Alerta rapaziada
dobom gosto,
Yenham ver cousa barata
eom o sol posto.
GLOSA.
Temos um bode de raca,
Um pouco magro e sem pello,
Sendo, na barba modello.
Sendo um bodioho to massa
Por dez mil reis de graea I !
Na casa C de D.chamada
Se far a negociada :
Catn se chama o b idinho
Vendendo-se to baratinho !'..
Alerta rapariada
Na mesma casa se informa,
E nella mesma se ensina,
Qieiu tem urna vacca turina
P'ra vender da mesma forma ;
Sendo preciso refonna
No bicho de que se trata
Venha Nves diplmala
Peludo e Picholeta
T Mamau da Lingueta
Veoham ver cousa barata.
O proprietario.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Sanio n.2S
ARMAZE.U
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
C, aitsam ao respeitave
publico qae nos lugares cima eBContrtrt no mes-
mo sempro prande quantidade de ditos pocos, e
que so acham habilitados para vender por monos
que outro qualqcer, por taso qne os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa oa fra, com o trabalho de ama a daas
horas; s*gundo, ferneeerera os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s rceebcro a importancia dos
referidos pocos dep&is de collocados, satistazendo
espectativa do comprador.
8993133)
Na ma do Apollo n. 24, 2 andar, precisa-se de
um copeiro
13 Ra da Imperatrz 13
Ulysses A- Irmao proprietarios deste bem conheciY) e acreditada estabeleciraento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, lame dtsta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento aca-se completamente sortido e e cond;es de b<%m servi-los dos
seguintes arligos:
VVRIEDADES
PONTWRAS para charutos e cigarros da
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de soperior espuma, de-ma-
deira (rail) de 35 at C>, a duzia e de oa
tras qualidades a rctalbo.
DITOS p de gallinhados melhores que
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Babia o
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Panlo, de 3-550O a 7^500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurily,
Imperiaes, Tenenies do Diabo, Duque de
Casias, Ganctoa etc : de papel, de fumo
de Daniel General Owricn Conde^d'Eu rrod a W elBOO a duzia, .
^f^fr^"'^^^^!; com grande abalimento em maior por^o
bomba, Montevideo, Qnentaes, Baependy o
972*216
667*442
1:534*500
984*000
0:213*254
1:918*800
Precsa-se alugar uoferiado de 14 a
15 anooa de idade, prefere-se escravo : a
tratar na ra Nova n. 50, 1* andar.
ATTENCAO
Jos Dativo dos Passos Bastes fat scieflte ao res-
peiival pblico aae tendo reformado a sua offl
cia* sita & ru do firum n. 6s\ aondencontraro
com perfi'ico toda e qualquer obradecaldeireiro,
ferreiro, serraleiro, laloeiro e fundteao de cinos e
mais metaos ; receae-se encommendas tanto para
esta praca como para fra della, incarregando-se
di as Irausportar para onde Ihe for feita a encom-
menda, e tambera encarrega-se de encanameotos
paraaguf, tanques de ferro, etc., tudo por meaos
preQ que em ontra qnalquir parte._________
Manoel Jos do Amaral, sua mulhcr, cunhado e
filhos, veem cordialmcnt- agradecer todos aquel
les, que levado pelo espirito de amizado e carida
de ehristaa assistiram os ltimos suflragios feitos
ao. cadver de sa muito prezada filha, sobrinha e
irma Lucina Austi idiniana de Castro Amaral, e
acompanhando ao cemiterio publico ahi regiram
ua campa em olagrimas de pura dor ; porm de
vend ter lugar no dia 21 do correte, as 6 horas
do manhia na igieja do Carino, uma inissa de r-
quiem, da novo esperara que tod^s se achem all
prsenles. _________________
Dase 1:000*000 juros sobre liypotheca :
qnem pretender dirija-se na estrada da Casa For-
te, fallar com Manoel Domingues.
Sociedad Recreativa
Juveatude/
Sao de novo convid idos oa seabores socios a se
reunirem em sesso etraorilna^a da assembla
geral, domingo 22 do corrente, as 11 horas da
manbaa, sendo a ordem do da a eleico do cargo
de thesoureiro, que se acha vago, e a discusso da
disposieo do artigo 63 dos esiatutos, devendo a
sssembla, para a discasso da t parte da ordem
do da, ser estabeleclda cora qualqaer numero dos
socios presentes.
Secretara da sociedad Recreativa Juventude
18 de maio de 1870.
F. Peixoto,
!? serrelario.
ncledada Recreativa Tcrpal-
chore.
Por ordera da presidencia, novamenta convido
os senbores socios rennirem-se hoje as 6 1|2
horas da tarde, para o tlm j indicado.
Secretaria daeociedade 19 de maio de 1870.
Eduardo Moreira,
2* secretario.
muitas oulras qualidades.
FUIOS
Afamados de BAEPENDY em caixes to
20 libras 154O0 rs. a libra, em pacotas
a 2)5, de 20 para cima a IjftOOe em maior
ponco 44500 o pacote de 4 libra, dito
om latas dequarta a 640 e 500 rs., c outras
muitas qualidades como sejara: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de divanos
gostos e prego?, para guardar fumo.
CART1RAS para cigarros de lodo oa
systemas.
PHOSPH0R0S de cera, em caixas de to-
dos os tamaitos, de seguranca a balo etc.
PAPEL de milbo, de a roz, san-om, Per-
san, pintado, de linbo etc. pama de milbo de
I Fernando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos fregueaes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retamo e quo com suas presencas
sero satefaetoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer eo-
commendas de nessos cigarros de seda e iinho, etc.
13Ra da Imperatrz13
......--------------
Ama de ieite.
Preeisa-se alagar ama ana de leite : na roa. do
Cabng n. 9, lofa.
para
Uma pessoa
sioarao
materias
cre'ver, ing
ur, aritbiaMft,
tria racteitsM*
icueo Qoeinuda, loja dan
fora da cidaoV.
;angeira, casada, se propon a ei-
ovoacao as sefoiates
i, a faltar a es-
le eletnen-
trigoaome-
n-i
GRANDE ARMAZEM
HE-----------i
toueas, porcellauas e crystaes.
BERHADUO DARTE GAlBTda & fi^;
16Ra 1. de Ma^161
OIITROHI DO CRESPi j
Oi proprietarios desto b"em;conhec(foita|ele:imento, procuraado cada z
melhor servirao respeitavel publico e particularmenie aos seus numeroSW freguew,
acabam de prover-se do mais importante C Variado sortimento de loucas finas, porcel-
lanas fraaoezas o iaglezas, vidro* e crysti*s, do aecaral, ^tr^f#1r^Jg%J*Bl0
om servico para a mesa, como era pcas avulias a v0utadi)4o4 l^yJW g0**-
No mesa estaWcimflnfo encdMMaM ufh* avulk!i*Mr UMBa^ae -
versas especialidades para ornamentos do sallas, jardins e illu pt-, *> P""
precos muito 'commotros.*
Encarregam-se medjaota unw comps|o rajOMOLoa comic

W-.
I
/
etpulada?, dequaosquer Mmendaspara ffirts.T.oadres.Hambiicg 2^S2tsiwi
bfpa Porto, em cujas pragas teem ^orraipoadettles hajiilitadissimo para
modo mais.utisfi*Mio.
deaU
te
RAommend-se especialmmt a toDs os senhoros moradorei tra, *J
capital o- boa acondecionamonto nr*ertlj|L(*> tem pessoasahajs- ----- ^ mA


Diario de Pemambuco
CABELLEIREIRO F
61Una da Cadeia do Bedfo
61
_ ^ Cbama a attencSo dos leus innmeros fregueze8, e do respeitavel publico ea
fW*, para seguinje tabella dos precos de ana casa, os quaes alo vinte por centi
aiia barato do qoe em ootra qualquer parte:
Gadeias para relogio a 50, 6,5,
U,S&, 9*120 e.- .
CaMleiras para senhoras a 25 30*. 3itf e.,.....404000
Ditas parahomem a 35, 4006 504000
<*? KE*' ***' m> i0*>
**. W* .....50^000
CWacentes a Ul|, 1W, 18,m
#. JO# a.....320000
Cactos ou crespos a 30, 40, 50,
#,70, 80, W e. 100000
Tranca da 'cabello para annel a
500 e....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
Corte de cabello, ....
Corte de cabello com frcelo.
Corte de cabello com lavagem a
cbampon
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina electri
ca, nica em Pemambuco.
Frisado ingeza ou i franceza
150001
50i
501
10001
C nb popular. -
3o verariiessa sociedades**** feral exlraordioari
par* soiemmsar o anniwsario da sua insultad*.
des os socio e todas aellas p
'!2!2r?M,tir.4?n 8U*S Pencas esse acto so-
lemne da sociedade.
tecife 14 de malo de 1870.
' O r* secretarlo provisorio,
_________/ Joafnim.de Almeida .Nobre.
10001
601
251
150, 200, 25 e.....3O0OOO Barba. ,......
SSIGMTURAS MENSAES
Espeeialidade de penteados para casamento
Bailes e torees
O dono do etabelecimento previne s I Recommenda-se a superior TINTURA JA
Extnas. Sras. a ase cavalheiros que ba um 1 PONEZA para enegrecer os cabellos a bar
saBopara tintara 4es cabellos e barba, a.ta unica admittida na Exposicao Universal
, como nao prejudicial i sade, por ser vo
san como um embregado smnte occupa-^i, analysada e approvada pelas acad
do aesse serveo. i mas de sciencias da PARS E LONDRES'
A ESMERALDA
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
oes de servir vantajosamente os seus fre-
jfnezes, visto que acha-se prvido com um
xplendido sortimento de obras de ouro e
orata de lei, assim como brilhantes e ou-
fcra* peoras preciosas, eujos presos sao os
soais mdicos que se pode encontrar.
As jolas compradas nesta casa recebem-
^8 em troca ou compram-se com pequeo
tate.
JL 5 RIJA DO C4BIIGA \ 5
fullas assucaradas de firigfeL
OON.vXo TEM NEM CALOMELANOS NEM NEKULli
OV'TRO MINERAL.
Agrande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
pwzer que entinaos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna encllente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essendaes, tornando-se em um
perfetto, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composiao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, slo preparadas com ai?
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver cbimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porotos fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
aim demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regioes do
figado, assim como sobre todas as secre-
tees biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
de Bristol, aehar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Ilydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Aecces do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
7"f*
AVISO
O abaixo asignado faz scienie ao respeitavel
foMeo e cem espeeialidade ao respeitavel corpo
do cenunercio, que mudou sua fabrica de cigarros
e charutos da roa Direita o. 80, para a mesma roa
a. 38, opde se acha prompto a servir a todos os
seas freguezes mais pessoas que o quizerem non-
rar.
________'Francisco los Ribeiro Braga.
Trocase orna morada ao i* andar da casa
b. 19 da ra do Vigario, por outra morada em
casa terrea, sendo no bairre de Sania Antonio, S.
Jos ou Boa-vista : a tratar na ra do Cabuga n.
1 B.
Mudanza.
Jos Joaquim Lima Bairio muden o sea eserip-
torio da ra da Cruz n. 18 para a roa do Vigario
n. 27, Ia andar.
Precisa-se de urna ama
Pescadores** 33.
Amu.
de lene
na roa dos
ilellereiro.
RuadaCriiE n. 14 i. andar,
par eiurm da botica.
Antonio Rodrigues Raroalho acaba de abrir a
concurrencia publica ora espaepso e acceiato sa-
li para barbear e cortar cabellos, e amanea que
nelle encontrarlo seos amigos, antigo* freguezes,
e em geral todos os qoe quizerem frequenta-lo,
agrado, actividade e bom desempeBho do trabalho.
Pedido.
Fogo nellas!
Trez mil linguas I... 240 rs. cada
urna I... E ceblas a 800 rs. a restia ?!
So no annazem do Campos ra do Im-
perador n. 28.
Chega a todos. FOGO NELLASI....
Ao Campo.
Pede-se ad Sr. Jos Gomes Jardim o favor
de apparecer na ra do Commercio n 26, a ne-
gocio qoe Ihe diz respeita
ATTENCAO
Precisa-se alagar urna casa terrea, ou troca-se
a morada da mesma por ama ootra na freguezia
de Santo Antonio, ou mesmo compra-s se neces-
ario fr; por toda ra Imperial, desde o sobrado
da ex-fabrica de vinagre at a estrada da Caban-
ga : tratar i roa des Ossos ns. 22 e 24, a qual-
quer bora.
Dr. Manoel Enedino Reg Valenca con- XX
linda a prestar seus servicos mdicos w
ra da Gamboa do Garmo n. 21, andar.
Pede-se encarecidamente (so aasim) ao inodo-
ros abaixo mencionados se dignem por especial
obsequio de virara realisar aquille que teem pro-
mettido por diversas vezee, pois ] tempo, e fis-
to qoe o noseo negocio de inlemie paca os
mesmos seuhoree, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que nao retiramos ete
nosso pedido sera qve nao comparecam a roa do
Crespo o. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezos Bandeira..
Jos Luiz de Sonza,
Jos Antonio Miranda Guimares.
Luiz de Franca Belem.
Precisa-se
ai^ara^wUqu^deidade de & a u anuos
parrsernco interno de estaminel, pagS-e bem :
na ra do Imperador o. 9.

Estribeiro.

Precisa-se de om estribeiro para
?r: ?HaUr M ru* d CrB2 **i egndo andar.
aaJO horas s 2 da tarde. __________
ira casa de pouca
de om> ama pai
traur na roa da Amora n. 35, 2* ao-
(amilia
dar.
O Sr. Jos Claudio Doaeax tenba a bondade
de apparecer na ra do Queiroado b. 7a negocio
qoe nao ignora.
Roga-se a pessoaque levou por em-
prestimo a colleccJo de Diarios de bIdo a
dezembro de 1838, quera mandar trazer
a typographia.________
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
preferese as roa do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na roa do Limmeuto n 10
AMA
Precisa-se de ama ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar :
na ra da Cadeia do Recite, loja n. 56 A, se dir
oDspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Peda do apetite,
Edtomago sujo,
COMPANHIA
Aforam-se ou vendem se terrenos sitos em Be-
benbe, a um quarto de legoa da povoacJo, eami-
nho do lugar chamado Merueira por nm lado, e
por outro riacho Lava-u-ipa. Es$es terrenos sao
em ptimo barro para o planto da canna, e on-
'ros iteres da agricultura, e de urna extencao
de 400 palmos, onde se encootram diversos coreos
a maoeira de riachos e raadeiras proprias para
censtrucrao: quem preh nder, pois, entrar em
negocio entre taes terrenos, appareca rna do
Hospicio n. 70, que achara com quem enteuder-se.
AMA
Precisa-se de urna ama livre ou cscrava
roa estreita do Rosarfo n. 45, Io andar.
letrada de ferr d Reclfe a
Ollnda.
Compram-se dormentes de madeiras de raco-
nheeida duracao para a constru co desta estrada:
trata-se na rna da Aurora, eseriptorio da superin-
tendencia, das 6 horas da manha s 6 da tuie,
nos dias uteis.
0 superintendente,
._____ Andr de Abren Porto.
Ama.
na
Precisa-se de ama ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca roa
do Imperador n. 79. loja.
Vende-se urna carroca de molla para cavallo
com os pertencentei arreis : ra do Brum ca-
mero 79.
8Ao bom tom
Recebeu-se pelo ultimo paquete da
B| Europa, ricos cortes do seda ; na loja
5 das columnas da roa do Crespo n. 13,
de Antonio C.rrea de Vasconcelos.
AMA
Precisa-so de urna ama, forra ou escrava, que
seja cannbosa, pois para andar com nma crian-
Ca de 9 mezes : na ra Formsa, offleinas da raa-
chambomba se dir qncr.
Em todas as molestias que devam t
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo.'
os purificadores deve. ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Quem quizer comprar para alguma igreja
ou capella de engenho, casticaes de madeira dou-
rados e branco de dous palmos a tres, dirija-se
ra Direila n. 36 A, loja de pintor.
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
KEC1FE A9 Ol MU.
Por ordem da directora sao convidados
os senhores accionistas para, no prazo de
10 dias contados do dia 16 do correte,
effectuarem a 9a prestado de suas accoes
razo de 10 %
Para esse fim ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das 11 horas da manha s 2 da
tarde de todos os dias, no eseriptorio da
companhia, ra Nova n. 35, Io andar, entra-
da pela ra das Flores, n. 14.
Recife 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Altes, *
Io secretario.
GRANDES N0V1DADES
NA
LOJA DO TRIUMPHO
PAIU SENHOMS. Ricas poupelioas de padrBes lindsimos, e gosto nevo.
Cambraias brancas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de liados padroes por
bap to preco de 550 rs. o covado.
Grande sortimento de 13as e alpacas de 320 rs. a 1(5500 o covado. '
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fusio enfeitados brancos e de cor.
Vestuarios de fast5o para meninos.
PARA IIOMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas
com collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol
raarfim e de canoa etc., etc., luvas de Jouvin para senhoras.
Grande sortiment > de cortinados para camas e janellas. Croxs para sola
deiras de braco e guarnido. Tapetes para sof e cama, para pianos e portas.
Colxas de croeb para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas
O nico e especial sortimentos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Ra Duque e Casias n. 7.
Atten$o
Precisase de urna creada ou creado que
nbe bem: roa da Cadeia do Recife d. 57.
coa-
Sitio
Precisa-.-e alugar um sitio com boa dsa de
moradia ou mesmo um grande quintal com boa
ca-a : quem tiver nestas circunstancias appare-
ca no arco da Conceico, luja de ourives. que
achara com quera tratar.
Os abaixos assignados fcu m sciente ao pu-
blica e com espeeialidade ao corpo do commer-
gue corapraram a taberna da ra de S. Jos n.
al, ao Sr. Jom Jos Medeiros Mello, livre e des-
embarasada : qaem se julgar com direito a mes-
ma aprsenle suas contas no praso de tres dias
e Ando os qnaes n5o se responsabilisa por nada.
Recife 11 de maio de 1870.
Ribeiro & Irmdo,
e de pregas,
de cabo de
e ca
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite
Fu?E,ainenUr U1?a criaDa- Prm prefere-se
sem fllho : na roa larga do Rosario 29, 2 andar,
entrada no numero da mesma ra 31.
Caadlelroa. e gaz econmico
Acaba de ebegar nova remessa desses to
desojados candieiros em porcelana, bran-
cos e de cores, os quaes muito se recom-
mendara pela seg* ranea asseio o economa,
e ainda pela excellente loz preferivel mil ve-
zes ao keroeene. Venham antes que se
acabem.
nico deposito na ra larga do Rosario
n. 34, pharmacia de Bartbolomeo & C.
ASSCAR E OXIDO DE FERRO DE
CHANTEAUD.
O assucdr ferruginoso de Chanteaud
obtido pela associacio do oxido de ferro
inteiramente soluvel com o assucar cuida-
dosamente purificado. Este assucar de
urna bella apparencia crystaliua, tem o sim-
ples gosto mu agradavel do assucar, sem
o menor sabor adstringente, nSo tem ac-
c3p irritante sobre a mucosa do estamago
e intestinos, e rpidamente absorvido pelo
apparelho digestivo sem causar as constipa-
eses do ventre.
E' hoje o preparado de ferro de mais ac-
ceitacSo para a chlorose atona dos orgos,
perdas brancas, mensbruages difliceis etc ,
e tem seu favor o juizo autorisado da es-
cola de medicina de Pars,e dos cbimicos os
mais notaveis. Deposito especial pharmacia
e drogara de Bartholomeo A C, ra larga
do Rosario n. 34.
SEGREDO ECONOMA E CELERIDADE.
obtm se"com o uso da
INJECCO LHOSTE.
Uuica hygienica radical e infallvel na cura
certa das gonorrheas, flores brancas, e flu-
xos de toda a especie recentes ou chroni-
cas, e que offerece com garanta de seus
salotares resultados a antiga e continuada
applicacSo que sempre com a maior van-
tagem se tem feito deltas nos hospitaes de
Pars. nico deposito para o Brasil, Srs.
Bartholomeo & C, ra larga do Rosario
n. 34.
A VIUVA DO DR. SABINO
proprietaria do antigo estabelecimento de
seu finado marido Dr. Sabino O. L. Pinho,
previne ao publico que desta dala em
diante nicamente encarregado de ins-
peccionar a boa preparaci) e organisa-
cao de sua pharmacia especial homeop-
tica o Illm. Sr. Dr. Jezuino Augusto dos
Santos Mello.
utro sim que o mesmo Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem dirige o antigo consultorio do Dr.
Sabino 0. L. Pinbo.
Consultas das 10 horas ao meio dia.
Gratis aos pobres.
Atten$lo
Na roa Xova o. 43 vende-se urna negrinba de
II annos, bonita peca, e nma escrava com duas
lindas crias.
DR. fflflS MELLO
HOMEOPATHA
MUDOU SE
Para ra Nova n. 43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. O. Pinho.
Consultas todas os dias das 10 horas da
manba ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou noute.
Gratis aos p'bres.
i3-Rua Nova-43
marmore
n
Crnzes
O artista Gamillo acha-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
misieresdesua procissao.
Alugase o Io andar do sobrado n. 43 da roa
Nova, devendo o pretndeme preslar flanea idnea.
Precisa-se de urna ama para servico de urna I
pequea familia : na ra da lmperatriz n. 9, loja. i
CABELLEIREIRO
(8Ra da lmperatriz---18
Avisa os seus numerosos fregueics, que aim
de linas perfumaras recentemente reccbldas, tem
nm hbil oflQcial para penteados de senhoras ; o
qual se achara prompto para o servijo a qualquer
hora do dia ou da noute.
li V1LLE DI PARS.
20Ra da lmperatriz20
Farl d- Lessa.
Temos a honra de participar ao respeitavel pu-
blico que fizemos desnguir a nossa noca toja de
fazendas finas com o elegante tituloa Villc c
Paris; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a melhor vontade dos frrgmzcs, po-
demos_ asseverar sem receio, ao publioo eai geral,
que nao baver quem possa vender mais barato,
attendendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandamos as casas das Exilias, familias qual-
quer fazenda para melhor escolherem ; damos
abaixo os precos de varias pechinchas, que serio
o bastante para justificar a nossa sinceridide j
por alguem reconhecida : saias brancas com ba-
bado frisado pelo baratissimo preco de 3000, ri-
cos corpinhos bordados, cbjeclo de 1J#, pelo pre-
50 de ">, cassas de cores, lindos padroes, a iiO
rs., chitas"Gnas claras e escuras a 300 rs. o cova-
do, cambraias organdys a 640 a vara, mandapo.''i
fino a G a peca, toalhas felpudas para rosto a
8# a duzia, lencos de cambraia a 2j>500 a duzia.
cambraia victoria fina a 5, 3o00 e 6, completo
sortimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de laa, e varias quaii-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chitas, Nmadapo-
Iao e algodaozinbo, bramante para lences, es-
guilo, fustoes para vestidos e roupas de meninos
camisas, ceroulas. meias, gravatas, colarinhos, e
outros mullos objectos qne deixamos de DtocJo-
nar, tndo por cornmodor preco?.
Batatas a 1^500 o
Vende-se na ra da Madre de Dos n. 7 ; a el-
las, antes que se acabem, pois sao desembarcadas
de hoje.
J se acham definitivamente divididos em
pequeos lotes os terrenos do sitio Belem, perten-
cente viuva do Dr. Feitosa, na estrada antiga de
Olinda, e por onde passam os trilhos urbanos des-
ta para aquella cidade, conforme j foi tudo ane
nunciado : quem qu'zer comprar terrenos ness.o
sitio, dirija-se ao eugenheiro Antonio Vicente do
Nas:imento Feitosa, ra estrella do Rosario n. 23.
Trabalhador.
Precisa-se de um servente: no hotel da roa das
Cruzes n. 39, paga-se bem.
riLin
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
'
<3Si&a3 aa asa
l'EDIIMI
^nf; d J08 ldin1l1Jra Antonio Pedro de Mello, que hajam de recolber -
um banco, onds possa render algum juro, a naa
pequea quantia de mais de 10:000, de que esto
na posse imnsa e pacifica, cuja continuado o
urna ameaca expressiva de nunca mais terminar
se a hquidacio da infeliz massa em que tem tam-
bem seu qurahae. H y
Um credor.
Sabonetes d'alcatrao.
De Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitacao tem merecido nesta provincia,
muito se recommeoda para cura certa das
impigens, sarnas, castas, coceiras, e todas
as molestias de pelle, sendo ainda preferi-
vel para a barba, outro qualquer sabo-
nete.
nico deposito do verdadeiro, na phar-
macia e drogara de Bartholomeo & C,
ra larga do Rosario n. 31.
H CIIITIITIIUTI III ClirtlTt IIITIIIMI II
N todaa u qualidadej I
k totbf 04 feito I
De todaa oa precoa I
DO CRESPO N# 4
Precisare de urna criada para si
casa de pouca familia : na ra Augusta n.
T
de
Casa
Precisa se alugar urna casa com baslantes com-
modos para familia, que tenha grande quintal,
prererindo-se com arvoredos; ou mesmo um sitio,
no bairro da Boa-visto ou suas proximidades : a
traiar na r ja da Cadeia do Recife n. 41, toja-
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio i venda : rna do Cabuea n. 1
vende Vira & Rodrigues.
xEm casa de THEODORO ClfiiBTT-
4NSEN, rna da Cruz o. 18, enconmpHK
iflectivameLle todas as qualidades da vinfai
Bordeaox, Boorgogne edo Rheno.
Precia-se de nma. ama para cozinhar em
casa de homeic na raa da Praia n. 1?.
CHHCOLATE VERMFUGO DE ANTONIO NE-
VES DE CASTHO.
Este acreditado preparado, que lao boa
acceitacao tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa e
eflicaz das bichas ou lombrigas, tanto as
enancas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pharmacia e drogara
de Bartholomeo A C, roa larga do Rosa-
rio n. 34.
ATTENCAO
Sabbado 14 do corrente ausentouso de casa o
mnlatinbo de nome Proflro, que foi do Sr. Jos
Dnarte das Neves, e antes do Sr. Parisio Belar-
mino de Moraes Pires, tendo de idade 14 on 15
annos, e julga-se andar pelo Arraial ou Ponte de
Ucha : pede-se a qnem o poder apprehender o
v i ntregar roa do Passeio n. 86, a Jos de Sou-
za Barreiro?, que ser gratificad').
Hypoliio Jos Roberto, Pedro Emilio Roberto,
Virgina Roberto Peres da Cruz, Jos Peres da
Cruz, Maria Adelaide Peres da Cruz, Virginia A-
mlia Peres da Cruz, Julia Olindina Peres da Cruz,
Amelia Secundina Peres da Cruz, Elvira Euthalia
Peres da Cruz. Laura Itelvina Peres da Cruz, Jos
Peres da Croz Jnior e Alfredo Ernesto Peres da
Cruz, cordialmente agradecer a todas as pessoas
qoe assistiram os ltimos sulfragios e acompanba-
ram ao cemiterio publico o cadver de sen preza-
do pal, sogro e av Antonio Roberto ; e de novo
os convida para assistirem a missa e memento do
stimo dia, que dever ler lugar na igreja matriz
de Santo Antonio, pelas 6 horas da manha do dia
19 do corrente, pelo que se confessara eternamen-
te agradecidos.
RAPE PRIWCEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A ra do Vigario n. 27, acaba de rece-
pelo ultimo vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como Uno, assim como
Paulo Coreiro coramum e viajado, que
Unta acceitacao tem merecido nesta provin-
cia pela sua excedente qualidade proveniente
das boas materias primas de sua composi-
cao, tendo alm disso a propriedade de nao
ferir o nariz aquelles que fazem dalle nzo :
os pregos sao o mais em conta possivel.
Na praca da Independencia n. 33 se da ci-
heiro sobre penhores de ouro, prato e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
asa se compra e vende objectos de ouro e praia,
! igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
ommenda, e todo e qualquer concert tendente
i mesma arte.
SEGUROS
MARTIMOS
CO\TRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecica
testa praca, toma seguros martimos sobra
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadoras e mobilias. a
Ta do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
ALUGA-SE^
urna casa com 4 quartos e um gabine e na sala (a
frente, todos com janellas, e no sotio com trss
tambera grandes, sendo 2 com janellas, cozinba
grande e despenda, cocheira, estribarla, quartos
para feitor e eacravo?, boa agua de cacimba, tem
diversos ps de arroredos, no logar da Capunga,
segnndo becco da Ventura n. 8 ; quem pretender
dirjase rua do Amorim n. 39.
Alugase um sitio no lugar do Saigadiuno da
cidade de Olinda, coro boa casa de vi venda, ca-
cimba de agua de beber, con,grande baixa do
capim e com terreno preparada para augmentar,
tendo orna freguezia de 100 feixes annual com
preco fixo, bastante plantado de fejo, milho, ma-
caxeira e mandioca, qaem pretender dirja-A a
rypographla deste Diario para tratar do arren'da-
mento.
Vendem-se dons carros de caixao era bam
estado: quem os quizer comprar, appareca na rna
do Queimado, andar, a entender-e com Her-
menegilde Eduardo Reg Monteiro. ?
Calpado nacional
M. i Rna do Jardn m. i
Jos Vicente Godinho cora fabrica de calcados,
awsa a ledos os seos freguezes, qae contina a
vender calcado em sua fabrica en grandes e pe-
queas porcoes como dantas, sendo mais barato 4o
quftnm.or.tra qnalquer parte. Assim como nm
sortimento de pares de formas francezas chapa
tes para hoaiem, do ultimo gosto. i preco
4*000 v
Attenpo.
Ainda se continua fornecer commedorias
para fora com asseio e promplidio, raan-
dando-se levar a casa dos assignantes que
nao tiver portador: ra eatreita do Rosa-
rio n. 35, V andar casa particular de fa-
milia.
Multa attenpao
Vende-se ou permuta-se por casas nesta cM*e
o'sitio n. 5 na roa de Joao Pernandes Vieira pen >
da Soledade, com casa de vivenda para familia,
cacimba coro boa agua, tanque para banbo e la-
vagem, mnitos froetetras de diversas qualidade?,
cente e untas ps de coqoeiros, muitas baiis
para capim e trras pira plaotaooes, um grane
viveiro e moitos mangues para enha, etc. : para
ver e tratar, os prelendenles dirijam-se ao mesmo
sitio a qualquer ora.
^
Deseja^ae fallar oa saber de sua residencia
a Jos Vicente da Silva Palo, na falta a seu
no Dfogo Jos da Siva Pinto, viudos de Portu
de 1834 a 1896, e na falta a eos flRioa se o
verem a negocio de muito sea interesse : na roa,
do Duque de Cauat n. 51
1
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.
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Diario de Pernambuco Quinta eira 19 de
Maio
de
1870.
T


5
BENTO MACHADO & C,
A AGUIA NEGRA taimada com o bom accolhirnento que teve em seas annun-
m vtn aovo participar a seas fregaeres que, acaba de receber ton variado sorti-
mento de objectos de gasto os q&aes serio veodidos por precos maito razoaveis, pois
quaado fez os seas primeiros annucios, fot o que assegurou, e sem mdo de errar,
porqoe como j disse osla interesses ligada a orna casa importadoradesla praca, e
por isso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atteo-
to de seos fregueses para os arttgos possa descrecer :
Livros com o tampo de marm, adre- Um variado sortimeats de charateiras e
erola e tartaruga, proprios para missa. fpalUteiros de porcelana,
Garafinhas vanas proprias para presentes
coasa de gosto.
Iodispensaveis de palinha e de oearo pro-
prios para seoboras e meninas traer nos
traeos.
Binculos de madreperola, arSm e tar-
taruga todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa iateirameo- L u
t nova. *lca
Ten tos para wltarete.
Bengallas com marfim, coasa especial.
Sabonetes de alcatrao.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caisas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-
FKas de sarja de todas as odres e largu-
ras para lacos.
Toacas, sapatinhos meias de seda e mats
oertences para baptisados.
Fitas com inscripcSes proprias para bou-
toet de noiva,
Ricos vasos com p do arroz.
Um vanado sortimente de jarros de por- certificarSo do sortimento deste
I cimento.
Talagoroe parabordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os mais
acreditados em oxtractos, pomadas e leos
e finalmente ootros ottos objectos que nao
possivel mencionar ; mas com a vista se
estabele-
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Agna Negra, ru do Cabug n. 8.
m a O.X3 p.n
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Pela primeira vez se ezpSa renda nesla pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o msts lindo posiTel, desde o rois
simples e modesto al o mais rico possivel, e pro-
prio para Zorro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgnnus pe?as desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabeseo, o trtmo
dos desenbos^e o aprieto do doirado, encanta 01
olbos e convida a cmpralo. O mdico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, qne apenas seri onrigado a dar urna peque-
a eommisSo alem do' pnmitiro casto da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do prece esteve lio junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certificar-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodrl da Motta & C, a ra da travesa da Ma-
dre de Dos n. 14.
Ill^iilllllill
TIITIIAIUA FRAMCEZA
55-Rua da Impeiatriz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e acbamalo-
ta se, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades ;
como sejam : seda, lia, algodio, linho,
chapeos de fero e de palha ele. etc.
Tira-se no loas e limpa-se a secco sem
molbar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintara preta as tercas e sextas fei-
ras. r v~
mmmmmmmmmmmmm
ADMIREM
Grande liquidaqao na loja e ar-
mazem do
LEAO DE OURO
Ra 4a lmperatriz n. 32, portees encarnados de
Parades Porto, junto a loja de ourives.
Admiren) sdmireni adrairem.
Admirem admiren) admirem.
Admiren admirem admiren.
Grande porcao de chitas.
Grade porcio de chites.
Grande porcao de otlas.
A 200 e 20 re? o covado.
A 200 e 2i0 res o covado.
A 200 e 240 rete o covado.
A 200 e 240 rets o covado.
Para acabar depressa.
_ Para acabar d'-ftrea.'a.
Pan acabar depreca.
Para acabar depressa.
vende tarato para vender muito.
Vende arato para vender muito.
Vende barato para vender rauile.
Vende'barato para vender muito.
Na ra Ettrettado Rosario n. 35, prepa-
se flrea #ff|cies para enfeitar os al-
WW e ortWrfos fo nwi dtitaaio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
tar, booquetes e bogias enfeitadis com llo-
res de cera part enfeites de altar, tndo com
prestesa, gosto e barat, faz-se toda en-
commenda para fra, e tem j* promptas,
rosas, arces e pontas.
,.^_ CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
tbery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode asar do opio e de seus prepara-
dos, e mui coovenientes para as criancas
nos espasmos ecoovulsoes.
a posse e bemfeitorias eomposta de urna casa de
madeira cobtrta de loma, e murtos arvaredos. em
um sitio pa estrada do Arrala!, defronte do sitio do
francez o Sr. Pedro Ginja, por um preco bem com-
~ ellia n. 20,
modo : a tratar na Boa-vista,. ra
2 andar.
V.
PHARMAGIA CENTBAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'a!catr5o em capsulas, licor,
8 x,aroPQ ferruginoso.________
'RAL I IM*R?
DOR N. 38.
Plalas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pilulas de Bland.
Xarope ferruginoso de Blancard.
Coofeites de lactato de ferro.
Plalas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodoreto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL BA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
excellente tnico para auxiliar as digest5es
dilliceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
Vende-se por :t50 urna excellente canoa di
amarello com 40 palmos de comprida : a tratar no
trapiche da companhla no largo do Gorpo Santo.
TRADUCAO 1K) SPIRITISMO.
AOS SHRITO?.
Na tncidernacio parisiense vende-se a tradne-
cio do spintismo em su a man imples expressao,
ou o resumo du donlrina dos espirito* por Alian
hardeke, a lj o folheto : obrinha muito cariosa
e Interessante.
tem
A'itengdo.
Na praca do eommerci n. 18, rmazem,
para vender ceblas do Rio Grande do Sul.
. vn.VHO VERDE
de superior qualilado chegado ltimamente, ven-
de-se na ra da Madre de Dos n. 30, armazem de
Cunha Irmaos A C.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lecbelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagi, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
A pessa com 42 4(2 covados a 9{ 10j
A pessa com 42 i\2 covados -a 9 104
A pessa com 42 t|2 covados a U o 10
A pessa com 42 J|2 covados a 9* e 104
Alpaca -de cores escuras-e claras.
Alpaca -de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e-da ras.
Amira a 280 e 320 o cavado.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 580 e 320 o eevado.
No leae de ouro,
No'leao de ouro.
No leae de ouro.
Ra da lmperatriz n. 32.
CASA da mniiu -
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo o. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sortes, 2 quintos n. .1668 com 5:000* da
lotera que se acabou de extrahir a beneficio di
rmandade do Senher Bem Josns dos Pa306 da
matriz do 6orpo Santo (146*), convida aos pos-
sudoras virem receber na ccnlbrmidade do eos-
tune sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 3J parte da lotera fceneficio da ir-
manda e de Nossa Seuhora do Bom Parto da c
dade 3e Olinda (I47-), que se axteahir sexa-fei-
*a 20 do correte mez.
breisOs da eostume,
M:moel Martina Fiuza.
PHARMAOA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
bnac3o do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o racbitismo-
cacWoroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s5o recommendados para os mes-
mos casos, e eacontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
Dilha, salepo araruta, ferr, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatrSo, d'acido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
t
1.
s
No r.rraaztm da ravessa do Corpo Santo n. 25, ha seenpre um oosnpleto
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoavei?, como
ejam:
Vaquetas de lustres, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado pr<-o e de cores.
Cotleiras de lu.'iro o que !a de melhor.
Guarnicoes de fino latao para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machadq & C.
BAZAR DA MODA
-RA NOVA-50
*J
Na ravessa da raa
das Ciros n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhero sobre penhores
de onro, prala e kilhan-
les, soja qaal for a qoan-
g ta. a Biesma casa com-
B pram-se os niesaios me-
taos e pedras.
L'MA PRENDA. Lindos objectos dourados dedelicades gostos, proprios
*
para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA. 0
BAPTISADOS. Ricos chaposinhos de setim brancos, lindas toucas de fil $
setim, sapatinhos ele. et
GUIPUBE. Ou croch em pessa, braceo e preto, com lindas ramagens e
quadade muito superior.
PUNHOS. Para camisas de homen3, fazenda superior com duas faces, o w
par CiO rs. (pechincha!) S
PERFUMARAS. Finos extractos para leos, aguas de diversas qualida- ^f
des, sabonetes, olos, pomadas, pus, tnico etc.. ele. 0
PSfiFUMES. Lindas caixinhas para lavas contendo urna preparado em
que lbesd um agradavel aroma,-por l.'iOO.
* Gravatas, cintos, flores, plumas, coques, trancas, fitas, bo'tes, ticos epen-
tes etc., etc., e muitos outros artigos proprios dj estabeleciment' vendendo-se
tudo por coraraodos precos, no BAZAR DA MODA, ra Nova n. 30, esquina da
m> de S. Amaro.
Jos de Souza Snares & C.
Aluga-se o armazem n. 32 da Ponte-velha
para algum cstobelecimento.
Precisa se de urna ama de leite : na praca
do Corno Santo n. 17, armazem. v
Cope ro.
Precisa-se de um copeiro de 14 anuos que ei
ta?iaT'im? Pracasa paga se bom aluguel : no caes do Apollo n. 71.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
Tudo de'melhor qualid;.de.
PHARMAC CENTRAL RUAWlMPERA-
DOR N. 38.
Variadissimo sortimento de fundas de
encllente qualidade.
PHARMACIA CENTRAL RIJA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastiihas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritimo, para as atfeccSes chro-
nicas dos jiulmSes.
Pastiihas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affccSo nervosa.
Pastiihas de bypophospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastiihas de angico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
Joaquim Rodrigues la-
vares de Mello,
Praqa do Corpo Santo
N. 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia,
Vinho Bordeaux de
qualidade.
Farello de Lisboa.
Loja do Lr-flo de Ouro
Chegaram a este bem conliecido estabelecimen-
to, as mais modernas lasiohas com listas e de
muito bom gojto, fazenda que uutros vendem pelo
preco de 800 n. o covado, aqui se vendem pelo
liaratissimo preco de 400 res o covado pechin-
cha, grande pechincha senhores freguezes, ve-
nham ver a verdade, vendem-se por este barato
preco por ter grande porcao e querer ganhar me
nos e vender muito para acabar depressa; a ellas
senheres e senhoras antes que se acabem. S6 na
loja Leao de Ouro, ra da lmperatriz n. 52 de
Paredes Porto que se vende barato e fazenda
boa. S com a vista quo podero sertificarem-se.
Na loja do Leao de Ouro
Cbegaram as mais modernas capas prelas de
fil bordadas e de difTerenles gostos, tem grande
porcao para os senhores e senhoras escolhurem, e
vendem-se pelo baratsimo preco de 8, 103 e
I2f mil reis cada urna, por ter grande porcao,
quer ganhar menos para acabar depressa, s nes-
ta e bem conhecida loja do Leao de Ouro ra
da lmperatriz n. 52 de Paredes Porto: que se
encontram destas pechinchas, pdese aos senho-
res e senhoras que tenham a bondade de virem
a este estabelecimento para com a vista certifica-
rem-se da verdade.
notaT
Pela primeira vez se expe venda nesla pro-
vincia, um magnifico e primoroso sortimento de
superior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto al o mais rico possivel e pro-
pno para forro e guarnicao de sallas, gabinetes,
capellas e santuarios. E' preciso ver para admi-
rar-se a lindeza d'algumas pecw desse artefacto
A novidade e esquesitice dis arabescos, o mimo
dos desenho? e o.ipricho do dourado, encanta os
oaos e convida a compra-lo. O mdico preco por
que se vende sorprehende ao senhor comprador
que apenas sera obrigado a dar urna pequea
commissao alera do primitivo custo da fabrica, ad-
aicionaJocom a importancia dos direitos ele. .Nun-
ca a modicidade do preco esteve tao junto da bel-
leza e *em a:abado de um objecto de luxo. O
respeiuvel publico convidado a certilicar-so de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alberto
iodre da Motta A C ra da travessa da Madre
de Deusn. I i.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Chi purgativo de Chambaril, excellente
laxativo, e reGgerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
Cantara de Lisboa
Soleira?, hombreiras e capiteis para frentes de
casas o que ha de melbor : i venda no arma-
CTiESr t*Sant0 n- r-de Joa,|uim
~lERFlA
p Si*-f JOTa ama scraPhina P^uena, rnaneira,
ese vende por prego muito commodu : .|uem
a pretender dirija-se a rui
defronte de S. Francisco.
do Imperador n 15,
Estantes para typographia
\endem se matro estantes proprias para typo-
rrapbia: quem as pretender dirija-se a ruado
Imperador n. la defronte de S. Pranc.sco.
Eetroz.
Quadade superior e sonido em cores
se na ra da Ca-'eia n. 21, andar.
vende-
I AMA
A ra do Duque de Caxias n gl.
(AITIGA BA DO QUEIHADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANCA tem deixado de fazer os seus
annoncios, a razSo simples, ella emende
qtje tudo em demasa aborrece... por isso
como j tinha dito e scienlidVado sua boa
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou tivesse feito muilas vezes, receio-j
tornar-se massante, assim pois recolheu-se
um poeco ao silencio, mas iiur.cadeixndo
d'expregar os verdadeiros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo i.bjectjs do mais
j-purado gosto finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qoa! vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc,. etc. para destu forma melhor
servir a sua constante freguezia ; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-lhe
seus servicos, apressando-se desde j era-
declarar que tem recello ltimamente
enlremeios o babados bordados transparen-
tes e lapados, chaposinhos de setim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para,
o mesmo fim.
Meias de seda e o de escocia para -crian-
cas.
Dedaes d'osso, marfim, aro e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, afiadures c massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o roslo e para ba-
nhos.
Ronitos sapatinhos com brqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Roas lentes com cinco melimetros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes tic vestidos.
Mollas para segurar costuras^
Bonitos tintaros de novos moldes,
Meias do la para homens c senhoras.
Finas c bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo prelo e -
branco, liso e de salpico?, e ootros muitos
objetos expostos a venda rua Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
*abe d'atcatro.
Vinde-sc na rua Duque de Casias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, volla?, pul.-eiras, five-
las, f entes, botoes para pactos e cadeias
para relogios.
A NpVA ESPERANCA, quenndo salisfa-
zer sua freguezia, naosmente em objccit-s
d'alegria ou de luxo, quer tambera acom-
panhar aquelles, que infelizmente per-dendo
alguem de sua familia, ou i'gucm de sua
amizade, precisam de taes ohjectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou vir o
que ha de melhor neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade. o5o somente tornam-sj
tristes como al repugnantes, o que nao
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeicao com que taes objectos sSo Irt-
balhados.
Cultures anodin s.
CONTRA AS CONVULCOES DAS CRIANCAS
Nao esta a primeira vez que a NOVA
ESPERANCA s ientifica aos senhores pas de
familias, que os seus collares sao os verda-
deiros de Vjer.. .recebiJos directamente,
e por (-onsequencia de utn elidi elEoaz que
desnecessario mais apregoar, assim. pois
aquelles qm nao quizerera passar pelo dis-
sabor de verem seus filhinhos extroccrem-se
as lerriveis convaleces, logo que a este
comessem nasser-lhes os denles aprcsscm-Sd
em comprar os ditos collares, na rua o
Duque de Caxias n. 21
CABELLObBRAN OS 80 TEM <>EM QUER
A NOVA tSPERANC V recelwu o veula-
deiro chromscome de WiUiam para Ungir
cabellos, para pretosou ca>tanhos, assim pois
cabellos brancos so tora anea Fiauta.
ANOVAESPIT.VNCUem p.ira vend-r
urna flau:a d'ebano do afamado fabricante
Boum.
Cimento
Precisa-se de nma ama que saiua dirigir
urna casa de familia, que entenda de cozinha e
que engomme bem : tratar na rua do Passeio
n. 36, das 6 horas da manh at 8 da noute, pa-
ga-se bem.
Attenpo.
Augusto Candido de Athayde Seixas, julga con-
veniente declarar, que dono, e nao um enTr-
regado como se lera espalhado, do armazem da
agencias de leilcs da ra do Imperador D/c.
Ama
Praeisa-sede urna ama para comprar e c;zi-
ntiar : na rua de Hortas n. I. Na mesma casa
compram-se jornaes para embrulho a 4fi000 a
H l'Dflfl

m-mmm-mmmm&&wm&w
_ MCLEQE.
deS"?'V86 Um mle'iae : Da rua da Ca-
Precisa-se alugar urna casa terrea que te-
nna commodos para familia e tenha quinta!
cimba : a tratar na rua do cenral
mero 21.
e ca-
Vi-.-torino nu-
PrecLa-se alugar urna
peqjena casa com
sitio para 2 ou 9 mocos selteiros, perto do C3mi-
nti de ferro : quera tiver deixe carta fechada na
lypographia (om as inlclaes H N.
50
Aluga-se ama escrava meca para o servijo
interno de urna casa : quem pretender drij*-se~a
praca do Conde d'Eu n. 12.
COMPRAS.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, onro e prata em obras inutilisadas,
chinantes e mais podras preciosas: na loja de
)arives do arco da Conceicao, no Recife.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se onro, prata
pedru preciosas por precos mais vantajosos de
(ue em ontra qaaiqner parte. _________
60MPRAM-SE B THBB-SE
SSCRAVOS
Compram-se e vendem-se diariamente para fura
$ dentro da provincia escravos de todas as idades,
wres e sexos, com tanto que sejam sadios: no
.erceiro andar do sobrado n. 36, rua das Crczes.
frefneiia de Santo Antonio.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Co.^acao de Onro n. 2 D, rua do
Cabug.
Cal nova
de Lisboa chegada ultimamente na barca Judith :
vende-se na rua do Apollo n. 40.
No armazem defronte a escadinha n. :5 A, tem
para vender excellente3 bautas inglezas novas em
barricas de 5 arrobas.
ATTECAO
Vendem-se ps de laranja da China, seletra,
dito de Iructa-po, de caf, palmeiras, e tambem
urna vitella ou grrula de naci iogleza : na Pon-
tc de CclnJa n. 10. _______
Bogias de cera
Vendem-se bogias de cera, superi ires em luz
e armacao as viadas de Lisboa.por commodolpreco
de 1|410 a libra : na travessa da rua das Cruzes
n 4 e rua do Vigario n. 2.
Na r ua da lmperatriz n. 50, padana france-
za, vende-se urna tendedeira e urna masseira, pro-
pria para um principiante ; assim como urna por-
gao de ferro velho.
Vtnl< -.-e urna pretn de idade 25 annos, bonita
figura, CMinha, engomma soir.ivcl, e urna negri-
nha com IG anuos, de muito bonita figura, com
principio de hahilidade, propria para mneamba
na rua da Paz n. 3i.
Venuc-se supenor cimento em lanicasirande
pelo diminuto preco de 8m)j0 a barrica : na pra
ca da Concordia, arumun de ea] r.ivta e branca
PARA AFJEiXA"
portas, loja de ferragem
53-Sna Direita53
Neste grande estabelecimento, ha para vender
um completo sortimento de erragem, e miudezas
finas e grossas, como sejam bandejas cbinezas
quadradas e ovaes, facas e garfos de 1 a bo-
toes, bataneo inteiro e 1/2 balanco; panellas.-cha-
Iheiras, caarollas, frigideiras, assadeiras, tanto
de ferro como de porcelana, moinhos para af diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos ko-
grasimos, Janto de ferro como de latao, metros
para medir fazenda tanto de ferro como de latao,
salitre, breu, barbante, enxofrc, papel marca vk-
do, do verdadeiro Picardo, machina* para dest-
rocar algodao; alm de outros artigos de ferra-
gem, mindezas entilaras finas, que s com a vis-
ta so verifica; na rua direita n. 63 loja de 3 nor-
tas de Manoel Bento de Oliveira BrawA C.
Attenpo
Na rua do Duque de Caxias, outr'ora rua do
yueimado n. 19, vende-se cambraias miadinhas
e de flores, bonitos padroes e Tinas a 300 e 360 rs.
o covado, barato.
____
Vende-se nm sitio no Arraial, com casa boa
de pedra e cal, dilfcrentes fructeiras, baixa para
capim e um pogo d'agna de beber
sobrado de dous andares da rua de
ATTENCO
Vende-se um sitio no lugar dos Remedios, com
urna boa olaria, dous viveiros, barro para ttda
obra, diversos arvoredose casas: a iraUr no raes
mo lugar com Eduardo Antunes de Albunuerque
-^ Compra se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na rua da FbrenU-
na n. 6.
swJk ]AO
Paga ooaz.
Compra-se
urna ,raobi|ia de Jacaranda em raeio uso a Luiz
XV, sendo 1 sof, 4 cadeiras de braco, 12 de guar-
nicao e 2 consolos, e poder ter mais algumss pe-
cas : queaiivcr anouncie por este jornal par
ser procurado, ou tratar nesla typoglaphia com
o Sr. H rmeneglldo.
Piecisa-se
Mugar ou meamo comprar um
avo para servicode padaria : % tratar na pi-
lara n. 66 da rua Direita dos Afogado?, ou na rua
Imperial o- 47, taberna, esquina *> beccp do
Ursa.
Cora
rua larga
inra-se um trepador de coqueiro :
o Itosario, loja de ealcadca n. 22.
na
Compra-se urna casi terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Coneeio nu-
mero 0,
BARATO
Na
Loja Flor da^Boa-vista
48 Una du lmperatriz S
Chitas de muito bom panno., lindissimos padiSes
proprias para a praca. covado a
barato 240
240
240
Ditas escura-, covado a 200, a 200. a 200 r?.
Pe.'3# de raadapolfio algodio a i, 5 e 6i :
junto a padaria francez;.
trata-se no
Hortas n. 18.
Vendem-se tres caLrioleis de 4 rodas cober-
tos, sendo desles 2 americanos em muito bom es-
tada : para ver, antes da ponte grande da Passa-
Sem n. 40, e tratar no mesmo ou na rua estreiTa
o Resano n. 2, l'aidar, com Jos Henrique da
Silva.
Vende-se a casa terrea n. 11. era chaos pro-
prios, sita em Olinda rua no oiio do Amparo,
com 4 qnartos, corredor ao meio e. duas salas : a
ratar no 1' andar n. S rua di Cadeia do Recife.
Vende-se.
urna machina de costura propria de coser
couro : na rua da Assumpc3o p. 52.
Aos cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e franeeiet: na rua
Primeiro de marco n. 16, oulrora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardmo Duarte Can
&C.
Milho
novo e barato.
Mais barato do qne em ontra parte : para ver
no trapiche do Damas, e tratar a roa do ApolU
nomo o 4.____________________-
' Vende-se um bom cabriole! descuberto cun
todos os arreigs e im bom es!
nm ea vallo bonito, gordo e mi;
na rua do Imperador u. 43, coebeira. I


,-''
l
Diario de Pewiambueo Quiula eira 19 e Maip de 1870.
">'.., r.) oii>if su >il t> wW uDdinn-j'i 9i) oniCl
Rna
de Caxiasn.
Duque
Na loja di VEIuOADircoriiinna-se a ven-
der por baratsimos procos bdos os arti-
gos de miudezas e perfumaras do seo
grande e variada sortimento, garaundo aos
compradores toda a since.ridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba
ratsimo prego.
Espelhos doarados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para cro\ a 200 rs.
Peutes finos para segurar cabello, a
320 ri.
Cbamius para gaz a 320 rs.
Garrafa cora tinta alizar i ne a 10000.
Dita com agua florida a t05GO.
Dita com dita dita a 10010.
Tnico de Jayrae a 15500 o frasco.
Frasco com oleo ex presso de babosa, de
240 a 040 rs.
Dilo com agua do Colonia de 300 a 1-3900
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1#200.
Latas com bauhi milito una de 120 a
240 rs.
Sanetes muito finos o diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 5C0 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos do bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolbo d3160 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteirainenie modernos
da 160 e 240 rs.
Pcnnas caligrficas muito finas a 1(5400.
Ditas de hinca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e ntremelos de 500
e 15300.
Grosas de botes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com aguihas fundo donrado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linha de marca e Carriteis de linlias de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs Q
Giampos muito finos, com passarinhos da
ziaa 00 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30000
Ditas poriuguezas, duzia 10400
Papel almago superior qualidade resma
4 5000.
Lam muo Ona para bordar libra 60500
Fitas para debruo? desapato, pessa 160 rs
Dit.ie. de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes gr.'ndes com moda a 400 rs.
Ditos grandes com 2 follias por 320 rs.
Bselas pretas paia lulo, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
G016S d3 40 a 100 rs.
Fitas para cs, pega 480 rs.
Afi.iec3 de lato, carta 100 rs.
Sapatir.bos de lam para creanca de 400
a 800 re.
C3lc.adeiras a 40 rs.
tirsvntas te sed* presa de 400 e 800 re.-
Ditas de CHHpf,forsncas e de tres L'COrs.
Dita de forgarao de ores a 800 rs.
Na verdade ra lOuqae de Ca-
\** m. afir______
Estampilhas.
Vondo-se na ra da Criu n. 8. i andar.
Milho das linas
E
Feijilo do Porto
em pceos rindes, d9 qnalidades abaixo meo
donadas, e por ramos pfe$o pane.
UIIO NOVO
Feijao raulatiuid Feijo preto.
Dito branco Dito rosado.
Dito amarelto Dito frade.
VENDEM
Jos do Reg Porpes A C, a roa do1 Vigwto ir.14.
LOUCA
Grande anstazen na rna da
Imperatriz n. II
Neste grande amnaeni vende-se km$a ingleza
Anas e ordinarias, apparelhos de porcelana para
jaotar e para cba, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; asim como grande
ort!nenio de vidros Anos o ordinarios qmtudo
se vencer tanto a retalho como por atacad pelo
mais barato prego qoe em ontra pualquer parte :
chamamos a attencao dos freguezes, que serao
convenientemente servidos tanto nos commodos
precie como na boa dualidad*' das fawndas.
DE om
Grande estsfeeiecimento de fazenda* e roupas feitas e por medida, ra da Im-
pera triz o. ."junto a loja de ourives.
Neste'esuMmeimentoerkMotrar o respeitavel pubfio um bonito sortimento de
roupas de todas as qoalidades.
Palitot de alpaca pceta e de ores a 30000, 30T> 0 70000, ditos mirin preto
de 74000 at 25JO0O, ditos de casemira de oores finare ordinarias, de 60, 60OX),
ditos e pwine fin do 61 81 10| e 0000. sobrecaswro dito d 200 a 000000
Completo stttttarartO e ca^s* e brim pardo de 10COO a 00600, ditas brancas
de* 20, a 100801* o mate seprifiiv ditas meia casemira, ditas ca ditas casemira preta de 60, 1> 160Otu superior, dita de tnerh diversas qnadades para
lato. Assim como m bonito sortimento de colletefe de brim de cores, ditos bnmeos,
ditos de casemira de cores1 e petas, ditos de merm para loto fazenda superior. |
Sortimento complete de camisas francezas de algodo, de 14*300 34000, e de
linho de 384000 a 7O4000 a dozia. I
Sortimento eesapleto de ceroulas francezas de a'godo de 14600 a 24500,
ditasde bramante a 14800, 24500 e 34000. ditas de Hamburgo, 'raneros, fazenda su-
perior de 254000 a. 354000 a dezia, Sortioento decolarinhos dealgodo e linho.etc,
assim como meias dealgodo para lioraem de 34, a 104000 a duzia, gravitas de mui-
las quaiidades. Na roa da Imperatriz n. 52, loja do
rador n. 26
Cabriolets.
Vendem-se dous cabnolets, genio um coberter e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertenoes : ni coebeira de Tiio-
maz IAff, roa de Santo Amaro.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy;
Uoico deposito em Pemambuco caes da alian
dega velha n. 2, t anda.
utuauoo. n im w iui|ii;nui;. u. /., tupi uw r ----------L----------------------------.. --
Sortimento de dtapos- de sol de alpaca, e seda, ditos mglezes cabo de marfim. l,dad1e. e tambem eusma-se com perfeicSo
Toaltas para rosto. Sortimento de mallas para viagetu. tods os compradores. Estas macbtna?
ATTENCiO. s3o iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
Neste estabelecimento encarrega-s* d mandar fazer qualquer obra por medida reiras diariamente, e a sua perfeico tal
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da ofDcioa, que se eoearrega do trabaIbo como da meltror costureira de Paris. Apre-
com perfeico e pootualidade. sentam-rse trabaihos execotados pelas raes-
SORTIMENTO DE FAZENDAS. mas, que muito devem agradar aos preten-
Chilas de 2iOrs. o covado oa 104000 a pessa com 42 covados, ditas miodes denles,
para camisas e timao de menino 260, e 280 rs.. e outras muitas quaiidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, oeste mesmoestabelecimento cegaram, amas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal parafihos ecompetente enfeHe para corpino. Cam-
braia lisa de 34, 44,54 e 10400 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quaii-
dades.
ALGODAO E MADAPOLO AVAWAO.
A 44000 o algodao. e 44500 omadapolo. e tambem chita escora boa 240 o
covado por ter grtnfte porfo, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
O respeitard publico encontrar nesle
estobeieelmsmo feaeWe um completo
sortanenlo d- pastelaria, bonos kiglezes
podios, pads-de, prgsenios dos ltimos
ao BsercJldo, salame de lion, bo-
is d todas as quaiidades para cha,
ajM04oas cmfeitadas, confeitos, bomboins,
pasthar, cltoeolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo .eartuxos e eirteiras com
seis charutos de clio:olate cada nma, este
Acabara de chegar GfiANDB BAZAR f^Ti10 ^f^ do fflS8 acredtf."
UNIVERSAL, rta Nova n. 22cabneiio d*>. fabricante de Pana e e o melhor qne ate
TUKNA-om completo sortimento de ma- hoje tem v.ndo ao mercado,
chinas para costura, dos autores mais co-' _, v,nnos portuguezes, figueira muito supe-
nnecidos, as quaes eslo em exposic3o no r,or-
mesmo Bazar, garantindo-se a sua bda qua
COSTURA
Vndese urna carteira de amarello cora al-
gum uso, propria para e3cripta: rna de S. Fran-
cisco
so, pr
n. 8$.
Officina e armazem de
memore
Caes
n. 57,
Lc&o de Oiiro.
Piano.
Vende-se nm plano de mesa Lora e afinado, por
eco commodo : na ra das Larangeiras n. 19.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de chegar loja dos arcos rna do
Crespo n. 80 A. de Alvaro Augusto de Almeida
4 C-, os mais ricos cortes de venidos de blond
que tem vindo a este mercado para casamentos,
assim como cortes de vertidos de seda de cor de
gostos nteirauente novos, o tambem um grande
sortimento de chapeos de velludo p;,ra s<-nhsras
Gaf do Geara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Arala-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.____________________
Ntio mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi ja nica admittida
Exposifo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sera alterar a sade.
Vende-se a 14000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
wseiagBi^stfaii
Vinte e dous de novembro
(ootr'ora armazem allianca)
| Ha para vender pedras raarmoros de todos os
taraanLos e gr s.-uras, tijolos 3e diversos ta-
maitos, soleiras e saccadas, assim como solei-
ras e saccadas da pedra de Lisboa. Tambem con-
tratase e faz-se qualquer obra, como monuTien-
tos, tmulos, estatuas, pas, lavatorios, mesas e
lado o mais tendente mes ni a arle, por mdicos
pncos. '
es.
ea-
o
su praca
antiga casa da ta-
vende-se ou troca-se por catas nesta
o sitio denominado dos Boriiti,
vagem de roapa, com grande casa de vivenda.
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plantacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
V3 A MADdfJlltW 3 V !
I
GAZ GAZ GAZ
Com este titulo acua-se ab3rto e inteiramente transformado este antigo
estabeleciraento de joias, onde os fregtiezes e amigos encontraro tndo quanto
a moda e obom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o.Collar deOuro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitwel publico veuba ver o que existe de melhor em
aderaco de brilhanles, esmeraldas, robins e pcrolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, al fine tes e anneis de todas as quaiidades, prata de le faquei-
ros, colbercs, palileiros salvas e oulros muitos objectos que seria enfadonlio
mencionar.
C'impra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, permaior preco do
que em ontra qualquer parte, troca-se c concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster 0
C, na do Imperador, um carregamento de ga;
de prhne*a qualidade; o qual se vende em partida'
e a retalho por menos preco do que em outp qtul
qner parte.____________________________
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello do Vicente Fer-
reira da Costa t-. Filho, defrente do arco da Con-
ceico. em barricas grandes
Tasso Irmos & C.
Vendem oleados prctos para forro e guardis-chn-
va de carros.
Ditos de cores.
Portas de pinho almofadadas, tamanhos diversos.
Cadeiras americanas de varias quaiidades.
Tnico para cabellos.
Agua de Florida.
Machadinbas americanas.___________________
Vende-se dous pares de ma'las, usada?, por
preco commodo : na loja da verdada n. 5o, ra I Main & Lnndelino, roa do Duque
do Duqne de Caxias, antiga ra do Queimado. vessa do Rosario n 18 13.
do Porto, moscatel e Setubal, o illostrado
publico encontrar nesle estabeteeimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quem comprar em pnrc3o.
Licores de t->das as quaiidades, as mais
finas, entre elles o afamado Aapana, este
licor o mais saboroso e superior, at
hoje conheoido. Xaropes de groselhe, rosa,
maracuj, caja etc,, vincos de Bordeaox de
todas as marcas, o mais superior we se
pode encentrar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais finos e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumes, portuguezas, fran-
cezas e inglezas, mlhos mostrada etc.,
fructas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas as quaiida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, mnitos su-
periores, e finalmente tudo qoanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer loda e qual-
quer encoramend* com a maior promptidao
e asseio : Como sejam para casamentos,
bapU'sados bailes etc., tambem se receben!
encommendas de pavs de l ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armaco de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas atnendoas, leite
etc..
Os donos desio estabelecimecto nao se
tem poupado a despezai para melhrr me-
recerem a acoadjuvafao do Ilustrado pu-
blico^__________________________^__
iTelhas de ferro.
Na ra do Crespo n. 0, ha para vender
por precos muito razoaveis nm grande sor-
timento de tenas de ferro gslvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
Iheiros qoe r.lm de ser mais barato, do
que as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
Cal nova de Lisboa
descarregada hrie do patacho Mara ; e vend
Joaquim los Ravius, na ra da Cruz n. 8, pri-
meiro andar.
Vendem-e naeeo com
lanuba
de
: na loja d,.
Caxias. traJ
60RA DA IMPERATRIZ
i|]jEIRE]llO fc .
Neste graade estabeledmeoto encontrara o respeitavel publico, ota grande sortimento de fawndas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se Ibes promane vender por precos ito n 1 baratos do ou
ffi, ESJSCLC V' t,Ue .- n0V.S S ":)S "'la Tm adPtaranQ systema de so wnnderera I>l MI JJ UO ; para poderera vender pelo custo, iitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociara era menor escalla, nesta loia
awm pouerao fazer os seos sortimenlos pelos mesmos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se d5o os livros das amostras, ou se mandara levar cnfsuas casas, para melhor po-
derem escolher.
Cambrala suissa
COM 8 PALMUS DE LARGURA A 1:600,
2:00!) e 2:503 RS.
C icgaram as finissimas cambraias snissas'
tranparVntes, sendo o que ha de mais fino
:de |2j99(I0 rs. cada um; pechincha.
CASE.MIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem bonias ca.*emiras scosse-
zas com qttadros grados e midos e outras
isas com Iistra3 ao lado, sendo fazendo
ou
para vestidos 9 vende-se pelo barato preco! rauito lina que se vende mais barato, por
de jJ303, 2#000 o 2^300 o metro, tendo haver grande porco.
tambem das mosmas, porm inglezas com CORTES DE CASEV1IRA PRETA A 4:500,
a m?sma largura quu se vendem a ltO 0, j O Pavao tem os superiores cortes deca-
e i,5z80o m.3tro, sendoapenas precisos des- semiras pretasenfeitaias pelo barato preco
ta larga fazenda para so fazer um vestido de 500 rs. o cort,
C.SE.V11RAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O Pavo 'ende excellente fazenda de pura
15a com as cores escnras muito proprias
para caicas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de mtiila dora-
cao, pechincha a 800 rs. o covado ou a
2$8:i0 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 610 RS O (OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo nnias transparentes, cora urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa, Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 6i0 rs. o covado, por se ter [si-
lo urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
i !/- raetros, pechincha,
8AIAS BORDADAS
Vende-so um bonito sortimento de saias
bordadas com 4 pannos, assim como ditas
i promptas, de lisinha, enesgadas cora
bonitas barras bordadas a 15a por precos
milito em conta.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 10280 e
(600 RS.
Vcule-so bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados .e pregas a um
lado, d*ndo a largura da fazenda o compri-
rae.'*o da saia e vende-se pelo barato pre^o
de MOTO, U280 e 1(9600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Paaln e eaemlras pretas.
O Prvo ven le grande porco de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por chincha.
preco que admira, assim como um grai.de
sortimento de casemiras pretas para caifas
que se vende por preco mais barato do que
m ontra qualquer parte.
Vestidos brancos a 19dOOO m.
O Pavo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia iranca, ricamente bord?-
das o com nanita .fazenda pelo barato preco
PANNO DE LINHO.
Chegou um sortimento de pecas de pan-
no <"e linho do Porto, que se vendem de
ALGODAOSINHO A WWO COM 21 JARDAS
O Pava > vende pecas da superior algo-
dSosinho largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 8#0D0, pechinena.
PECAS DE MADAPOLO A 3,5500.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 35500.
PECHINCHA EM ALGODAO A 45000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodo-
700 rs. at 1*000 a vara, garantindo-sa sinho francez, tendo 4 palmos de largara e
que em fazenda de linho nao ha nada melhor | com 11 metros cada peca, polo barato pre-
nem mais proprio para leaces e toalhas. i de 4)5000 rs.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS CAMBRAIAS BRANCAS A M00O, A PEQA.
de 85, m,l>8e 160000.
Chegou para a loj do Pavo um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprio para camas e janellas,
qu-' se veniem de 8500) o par, at o mais
rico que vem so mercado, e vonde-se mais
barato que em outra qnnlqner parle.
CERA DE CVRNAURA.
Vende-se superior cera de carnauba em
sicca*. mais barato do que em outra qual-
quer parte, ra ra da Imperatriz n J80,
loja do Pavo.|
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre 8e vendeu a 70 e 8->O00, liqui-
da-se pelo bwato preeo de 404)00.
PARA BAPTIZADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovjws para baptados.
Cortes de casemira a 40 W\ cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
clans e oscuras pelo barato preco de 40,
ou a 204()u o covado, tundo duas larguras,
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SWA'S. ICRETONES COM 10 PALMOS
O Pavo tem um grande sortimento dos I 2*000 RS.
mais bonitos crochs para cadeiras, sofsj 0 Pavoo tem urna nova remesa aamui-' .OPav5ofez oma grande compra de cha-
mesas, almofaoas etc., proprios para co-Jto acreditada cretone, propria para lences -pos de s1 de pura seda> ing,ezes> cora 3S
brir Drt*sants vprrfiftsft
"gura o comprimento do'lencol e vende-se mores q,,e lera v,nuo ao mercaao- e "
pelo barato preco de 20OOO e metro, sendo (lulJam"se cada um Pel PreC do 10-?000.
preciso apenas para um lencol um metro e
orna quarta oa melro e meio.
mais barato
que em outra qualquer parte.
AI soda cafcstailo.
Vende-se urna grande porgo de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito era
conta.
DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 100000.
GROSDENAPLES PRETOS DE iG0O AT 7*000
Na loja do Pavo encontra o respeitavel
CRETONES^MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640 Pub,lic um &railde SOrlimeiltO de grosde
naplcs pretos de todas -as larguras e qua-
iidades, tendo de 10500 o covado at 70000
e 80OO), que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
E 800 RS,
Para o Pavo chegarara os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padres claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 610
rs. o covado, sendo os padres mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se es mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas Iazi-
nhns escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs, o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS DK LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covado.
Chegou para a l..ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de lisias com as mus delicadas cores, tendo
entre ellas algnmas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 20000 o
covado, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
^tabelecimento um grande sortimento defa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qmlidades, fazendas d* la de toda* que
Chegarara para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
dres, tendo para todos os precos e quaii-
dades, dando-se todas amostras, assim cmo
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven- 'cortes "de" vestidos" "indianos," tendo"daas
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em oulra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna granda porco de
dem muito em conta,
amstras.
e tambem se do
CIHTASA240RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que- tem vindo, e liquida-se
a 50000, tendo cada um sen competente
figurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo barato
ou 50000 o
LAASIXIIAS A 320.
LAA3INHAS A 320
LAASINHaS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-'preco de 30iX> cada covado
timento das mais lindas lasinhas lustrosas, 'corte de calca para homem.
com lislrinhas a imitaco de poupelinas de
ssda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mus dinheiro, e liquidam-se aJ)20
rs> o covado, pechincha,
PECHIXCIIA
Roupa por medida.
finas e modernas camisas inglezas com pei-
to e coharinhos de lmho e punhos, pelo
baratissimo preco de 40500 rs.. cada urna
e aos fregueses que comprarem duzias se
I he far um abat ment, garantindo-se qne
fazenda que vale multe mais dinheiro,
_ liquida-se por este preco por e ter feito
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-! urna grande compra: assim como se vende
nhas alpacas lavradase lisas, canto, bom-|um bonito sortimento d ditas tambem com
boinas, merm* etc. qoe tudo se vende, peito de linho bordadas e ditas de algodo
por preco barato. | para todos os precos.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do fregoez, para o
que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.Jquer (alta qoe possa baver, qur por de-
Vende-se um bonito sortimento de muito i mora,, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto en*ontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
qus desejir.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do a largura d'esta boa fazenda o compri-
mento do lencol, sendo preciso pira cada
um apenas 1 9 1/2 metros ou 1 e l/l pe-
chincha pelo preco.
A loja do Pavo est, constantemente aberta. das 6 horas da manha s 9 da nonte
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 B
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qne
se vendem a 10, 800 e 640 res o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas izas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enlejiadas a vidrilbo, tranca e sethn preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
qoe tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 20000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas veidadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alh'viar luto, e vende-se palo barato preco
de 20000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
Ibores cambraias tanto victorias cmo trans-
parentes tendo de 30500 peca at* a mais
fina que vem ao mercado.
ESPART1LHOS A 3*000.
Vende-se um bonito sortimento dos ma-
fhores e mais modernos espartilhos tendo
do barato preco de 50000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 800 RS.
Vndese o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FSTOES BRaNCOS A 640, 80O 1*200.
Vende-se muito bonitos fustoes brancos
mnilo flexivel proprios para vestidos de
senhoras e roupa para meninos e vende-M
a 640, 800 e 10200 rs, o covado.
^ Cassas a SML/w.
0"Pavo est vendendo bonitas cassas de
ceres ftxes a 240, 200 e 500 n. o covado.




f I
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a
h.
r
Diario de Pernamhuco Quinla fera 19 de Maiejk 1870.
*;"'" '-' .>'"im' i, 'mi n ni .. ,i,.....
i, tul mr l g^x
Eaqurnaduruada Aurora, en. frente to cale1 Imperelriz.

-^ <>
i
^tt *fga*
'fflifiii ,1, ;,n .r:*
filias NMffiZsS^&^SfeS^: ?"?* ei lr;ir3 3S *""
n,K?f rrlT Mjei^io ea 4i bgel do mais rigoroso luso, como emtodos
mais qiialirl.Mlrt Je uzeadas,
por Mos oi^L%!te Pr0Vd5 d .** BeIh0r 8 enc0I,tra a,<,tfi merc3d0'
SoEr-V fcuropa, receboiu directamente o que em rticos b mndao
J5??lto lar.8. paM ton^es e toallias da
WMBUiquudaklesque'eo.turaa vir

es.
I


** $UtMA*6
Gase com Ifstras de suda e flores, fazen-
ao mer- da inteirtrmente nova para vestidos de baile.
Gravatas p.ra senioras e hmeos, o mais
presenta pava qualquer pessoa de
ai uma.
Atoathado de linho e algodio, branco e
e edrea proprios para loalbaa.
indinas do seda pretas e raudo moder-
aas^nam como de crochet, lujo de apurado
costo e feitio.
Ooas e ptinbs bordados para senhoras.
Guai'danapos de linbo pequeos e crao-
des.
Gorguro de seda prelo e de coras.
Groadenaples prelo e de cores, baven-
do diversas quididades e gestos.
Japonezcs para senij >ras,
as

-

Quaado aAGWA NiRNCA, inais. precisa cientificar ao respeitavel publioem
geral, e em pwbcuUr a sua boa freguezia, da imannsidada 4eobjectos. queultiraamen-
rerebulo, e justamente'quaado ella nutras o pode (azer-e ponqu easa falta invo-
MI. d. muselina, J^d-B., topeo, WT^BSER
de cors, para sanhora e meninas, rabaides nanrtn*S
Bareges de cores variado sortimento. i P ^ ^,de-
lUIVlilillli i* mi tirio U.,,.,( i,,..___j_____! .. *- '1

Gassas de
mando
- sortimento.
^d.nl.08 ou Uras bordadas em todas as I Uazmbas de todas~aT quaiidades, cores
Xbut.ua de todas as t|^jK& *& ^
aS2tS g 30> feTande SOr- LU VaS dti ,ouvn' negadas por todos os va-
***** fcrancoe d. **, do mais 3& P^onT3^&$
vJJd?dod'd? wel,-osCOmp,tto SOrlm8nt0 6 Madapo!no,: indescptivel o grande sor-
aneoaoe de pre/*. tmenlo que ha ueste genero, desde o mais
- a, a ^ES- elevado prego ao menor, aue se vende em
, rirrjs-ai ftrwr,ne J o;: "
Habilite-nos a dizer que temos em nosso
estabWccimenio o que de melbor se dese-
ja para vestir e ornar orna norva.
Mantas preias de biond.
Mantas para carros, com
sua boa freaezia, da imaransrdadodeabjectosqueuliimamen-
me.Ue.'quaado da marras o pode azer e porgue essa falta mvo-
untana ea corta e espera ua benevolencia de .todos que Ib'a atUsndej^e e relevarao
continuando portanto a dirigirtm-se a bera coobecida Uja da AGA BRANC\ ra do
Quetmado n. 8, onde sempro^baro-abondancia em .sortimento de saperiwidade. em.
qaauoafles, modicidade em pregos-e seununca desmeottido AGRADO E SINCFMDADE
a.ba i. Do que fima Qca !lit0 M-co,iete 9ue ^"H ^ que ,a AGU BRANG V pode
dispdr, empregado apezar de seus oustos no desmpenho do beru servir a aqualles oue a
r^o?Z?nr"dd PKVer"Se f" d,4aQJ* d qUe ^^itern, entretanto sem ennume-
o mclhor- gos, ZiV2f Sf J^ f" Ml0L0M U UWIS t?',ecidos. fe ella resumidamente indi-
festas nos ar- ?" HT*" "! 'mporlancia, etegaueja e oovidade os tWnam recommendaveis, como
,0 VGILaimiv
na tf trr.ipo b.
proprKfcriiM deta Iwm conbectdo esubelfr.
nmaaie, akai d<> mait^ oh/aoles .jue liirtam ex-
pegto.- a aprec:ai;ao do respeavel publico, man-
rtaram vir 6 aeabaxn 4 receber pelo ultimo vapoi
ua Kunipa um romptew vanado jortiincnto dr-
inas e nuu Odfcadaa especialidades, as quas es-
tao reswvidiii a vender, eou de ata eostume
por prcres ini-.no baratinlios e eommodos para Kh
(los, com tanto que o Gallo....
ato perfores tovas de pellica, preta brau-
cas e de mui badas tres.
Mu. boas e Lonilas goliinhas e pjanos para se-
nnora, nesto genero o que ha do mais modrno.
feupenqresperes de tartaruga para coques.
Lindos ri|iTimos enfeiles para cabis da-
Exmas. salhras. *
Supenores traagas pretas e de cores cora ridri-
de melhor e ioai< bonito.
Superiores e bcmftos leqties de madre icrola.
2ZSSS&&OA rfo aquclles braoces
cum liados dHflnios, e e>tes pretos.
Milito superiores rueias tio de Escossia pr ra ?e-
nnuras, as qu;:e.s sempre se vcnderaui por SOfOD
a anzia, entretanto que nos as vendemos por 201
aiem destas, teioj tamhom grande sortiirmnto d7
outras qaalidades, entre as quaos atgumas multo
Boas henalas de superior canna da India c
Gorpinlios de cambraia, primorosamente
eidettados oom fitas de setim e obras essas
euja-novidadedemclde e perfeigao de ador-
nos es tornam apreciados.
fitas mui largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
ieques oesse objecto muito se poderia
dizer qaerendo Jescreve-los minuciosamente
por suas quaiidades, coree e deseubos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao tnassar p pretn-
deme se Ihe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em pegas de 12 tiras.
Guipure braneo e preto de diversas qoa-
lidades e desentos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para cbapelinas e raorita- l
es de todas as quaiidades e pregos.
Gamisinhasdo cambraia de linho e cassa
tardadas ricamente enfullados para Sras.
Camisas para horrens e meninos, to va-
nado sortimento que vai do mais ordinario
madapolito ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de fanella, brancas e
e cores para homem.
Gasemiras pelas e de cores, o melhor
joe se pode imaginar, sendo d'isso a rae-
:nor prova o grande consummo deias na
mema da casa.
Gapellas de flores, para noivas e bailes,
oesde amis candida flor delarangeiraat
mais iweressante griaalda.
Cbapelinhas no melbor gosto.de todas as
'tfres boje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Cnapos pretos de velludo, oara senboras,
cWWb gosto de Pars.
^Chapeos de so!, para siihorase horaens,
de todos os prejes e variados gostos.
Cha y com ricos padrocs para vestidos,
cuales-de todas as quaiidades, avultado
r.amero e -nao menos vartedade de gostos,
Chitas, impossive! descrever o sortimen-
io e yanedade de padrocs o novos gostos,
na nesto artigo tudo qnanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o qno se podo iraa-
poar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
tcs, varios taraanhos.
indas pinturas.
Merinos pretos, trangadns e Usos.
Mttsselina branca e de cores, lindos e va-
nados padi oes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por prego muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos
mesa.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Eseossia.
Gostumes oa uniformes para meninos.
Ensovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil,
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capeles brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Ril de seda, preto.
PERFUMARLA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Gaixinbas com ditos aromticos.
Bonitos.e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos do pleque.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balan.
Novo stereocopos com 48 vistas,-as
quaes sao movidas por um macbinismo
amas substiliitm as outras.
Vistas para stereoacopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e rom dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
sapatmbos bordados criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para eneites de mesa e do lapinbas.
bengalas de -
castao do marflm com lindas e encantadoras
rasdomesmo, rw^t^genero o qae de me.hor s-
pode tstjar ; alm destas temos tambem rand.
quantidade de mraa qualidatle*, como sejam, ma
aeira, balea, o>so, borraeha, etc. etc. ele.
finos, bonitos o airosos chicotinhos de cadeia e
de outras quaiidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as majas.
Boas meias de edapara sonhora e para meni-
nas de 1 a i-> anuos de idade.
iVivalhas cabo de niarilm e tartaruca para fazer
Da roa ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fahrieante, e nos por nossa vez tam-
fiem assegurain.s saa qualidade e delicadeza.
Lindas e bejlas eapellas para noiva.
Superiores aeallias para ma.-hina epara crox
JahvHmh n,nil boa de poso' frouxa' Paraeacner
Dons haralho de cartas para voltarete, assn
como os tenwg para o mesmo im.
Grande c variado sortimento das raelhores per-
nimarias e dos molhores e mais conheciJos per-
fumistas. '
. COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsas, e
rafliiuam a ddnticao das innocentes criancas So
mos desde muito recebedores testes prodipiosos
collares, o continuamos a recehe-los por todos o
vapores, aliin de que nunca fallera no mercado,
tomo ja tem acontecido, ssjtn pois poderao airad-
les que dees precisaren, vir ao deposito do gallr
vigilante, aonde sompre encontrara destes vda-
deiros collares, e os quaes aKendendo-se ao fin
para qoc l.o appeados, se venderlo com cm mu
diminuto lucro.
[logamos, pois, avista dos objectos que dexamo*
fleclarados, aos nossos freguezes e amigos a viren,
comprar por pre-.os muito razoaveis loia do gall.
vigilante, ra do Crespo n 7.
Em fuga para e Ico, donde
natura!.
Auzent >ns d. sde o da !t de abril do frrente
anno, r mulata aratwfiiiada liisnln. deidadf pou-
co mais i u Wf>M jO aneos, ibeia de u.ii.f tt-
hellof rasrit*, icm (,s itf da lirnle perito*
fal.a .ifsc.iB^.d.i e o insior MHal dm bbcnb
cm um d..s bcBfet .left!c o colovHI., at^ a a'-
omVa da n.ao, ronpoe-ae trr >egni,lo para o Ico
dundo natural. I C(.tn islas encamarlas, aroluinjda a dar-lhe a
pitiai : ((ui-Hi a pmtur \r\v ra da M*i da
Uoa-Vista.-a. W, i.u r;ua da Ciuz n. 2l, qae lera
giatilieado.
Fo?i no dia II ,;,- mtreo m crreme auno
o eseravo l-raneisco. rabia, de Mxda JO annoa
rom ts ignaes i gnintes : taMk* nmclribr.
n.stn descvruaOoe r lul.i se ser livre, |pvi n raleas brancas, patiiot de
alpaca de cor e cli: |.,:-o d.> Cile, nati;r.-l da
Parahyba. e W comprad- ao Sr. |)Hmfro Alve,
Maia, im.radnr na Par?.h\la e Jolpa-5C ifr ido
para o mesmo lu?M- ; d<-.!e j' prolesta-se contra
\ pessoa que o uv( r ocultado. ttoea-a aos cati-
laes deeaiMMv. s<=im ,iwi ai-iridade-pli-
eiaes que c. iragam ma Direita n. 16, que srrao
giiieri.saiiiinie piariicM'i,.-.
Contina a elar laeMo u iM.Icque Grntorio.
les na rrente, testa ndi oda, oilros vi.os, o ui uma
marea de. queiin.dura r.a barriga, e oau na com
ce urna csttrpada j aniig M,>la de aadar com
aximho : quein i prgar |n. fcvarao Mganki
Cali, i oa em borinhaeiu, a wn wlwM' Fio-
ieiinnoO.de Aibuuuerque, i.u a loa da traa
di. que ser hiiu Pcompensado.
I'ut-'io desta cap.ial no oiaTsToe ahril nr-
xmo pagado um aolaiinho ercravo de lo anno*
(le ulade, iciKlo elle ch fado do Oara no vapo*
Ci uzeiro 4o Sul dons di; s antes de sua luga xla-
qni, levru elle camisa tranca que eslava naife
suja, tendo no d.iariuho em vez de Imio c< l.-he-
ie. e uma calca de algndaozinho riseado, qoe tam-
bem eslava mni., -uj;,, c traz um- rosario no
pescoco, eeste curto, cm os eabeos
alo
n.
um p neo
AnfAZF\ DE
1
.NOS BRANDES
surcos
E ^IIOIIAEIOS
para
e de al-
ustras e
Colchas de seda cora borlas, o mais apu-
rado g"Stoelavor.
e de cores por
Ditas do fusto branco
precos -eommodos.
Corpinnos de cambraia, ricamente borda-
ios para senhoras.
Cortinados da cambraia bordados e de
tio.o que de m.-Ihor se podo desejar.
Colarmhos de linho bordados e lisos, o
r.aior sortimento.
Damasco de 13a de 9 palmos do largura
l;adas cores e reos padroes.
esa
Espartilhos bran:os o do cftres, para se-j
sboras e meninas, c o meihor nesto genero ;
aenhuma Sra. deixar por certo do muir
e de to precioso auxiliar perfeicao de
am corpo delicado.
Entromeios bordados.
Escomilha preta.
Enfeites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas'para cintos, varie-
ade de gostos e lindos padrSes,
Fi;hs de crochet, modernos com cintos
a capas, oque ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodao, de todos
ffilSlOsS narlrpj
e quaiidades
os gostos e padroes.
FustSo de todas as cores
pande sortimento.
Flanilla branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
r?rWier em ramo3' lem PAVILHaO
JA AHOUA um permanente iardim a
msposico das Exmas. familias.
Peitos bordados de linho, lisos
godao para camisa.
Pi.incotas relas c ^e cores.
Popelina do seda e linho, com
flres; fazenda lindissima.
Pelerinas para senboras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos* o
que de melhor e mais agradavcl se pode
encontrar nesle genero, e de mais fragante
e suave no oiphai, temo PAVILHAO DA
Al'RORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquel d'Amottr, final-
mente tudo quanto devo oceupar o touca-
dor de uma enuora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folbos e sem elles, o meihor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de hsiras do todas as cores e quaiidades e
o mais barato possivel.
Sarsefim de todas as cores e quaiidades.
O?
Tapetes grandes, lindas pinturas
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas do linho e algodo de todos os
tamanhos, las e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de coros,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria [rara baile.
CONSERVATIVO
K. 23Largo do Terco.N. 23.
DE
40 DOS santos a- c.
PROGfiESSO
10 Pateo a Penha 10
DE
SAHTfiS & FERREIRA.
O vei-dadeiro portland. S
ra da Madre de Deus n. 22,
Joo Martina df Barros.
se vende n
armazem
af.fuiados c ere pos, chama-se ello Tliumai. mas
diz chamar se Antonio Thomaz : quem o tttore-
heiidcr leve-<. A ma d. Imprraior, ne.-ta caiiial,
ii- e ali gpifc re.-i nidcosado.
^^d^gratfico^o
Fugio no du 21 de abril prxima pissado indo
a om mandado na Capuiijra, o e>cr;.vo do abaixo
Mil nado, de ns,me Luiz. de n {gp da Costa, rom
os signase teauinies : alto, cor preta, s.'cro do
e*rpo, c.m alitun-a falta de d. mes na frente, a-
hnRuagem alfrnma cousa alrapalbada, representa
retlex'i de viiiLi meto eneanoiadi., irm de um la-
do do puto urna marca de caustico que lev,.u ha
JH'Ueo tempo por ler estad* duci.t*-, levou cale
de casemira de cor, camisa de algodao azul, cha-
peo de palha velho, representa ler 96 anno.-
provavel que leiiha nudado a napa, fsle escravo
r rga-se por lauto, as auli.iidades policiaes, as>im
como a..s_capilaes de campo a prwao; lem sido
visto cm Sanio Amaro e i m Agaa Fra : cnirp-
gar na roa iieita n. 30, liecife ti de ma:o d 1S7D.
________ Bicurdo Ji't (Iones Ja Ctvz,
Os proprietarios destes bem sordos arma2ens participam aos seus innmeros
rreguezes tanto dest* praca como do matto que tendo eito grande diminuieo de pre-
i;os ns suas mercadorias esto por isso resolvidos a vende- por menos de 10 e 20 "r
do que eir, onra qualquer parte, garantiudo-se paranlo a
<]uer genero comprado Lestes dous flslabelecimentos.
^eneros e a vista destes sao
cina-los.
s p'-rior qua idade de qual-
Meneionamos alguns dos nossos
ootros, porque ouaaubo seria men-
cotnprebendidos os
Se alguem duviar venha ver.
Gaz americano marca Devoes a 8^800 a
Vinagre branco mandado vir por conta
1..ra./* I propna vindo de Lisboa, a 020 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Fjgueira, Lisboa e Porto
1 la, 380 rs. a garrafa c 5S0 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e lAOOOa
. Visuarios bordados do fusto ferancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melbor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, ludo intetra
novidade, trazem os modelios juntos
mostrar a forma de os fazer.
Veos de
luto.
para
blond para noivas e pretos para
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nofeas Exmas. rcjmezas, qe
somos os nicos em Pernambuco que poda-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelbante materia, gra-
cas ao bom gosto do nosso forneoedor em
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
WLHSn nv annnn gnne e vamdo sorUnento 1 os proprietario* do.PA-
di i nhnm ^0RA se aPfesefltam a PPWteo declarando desde ja qoe a smeeKda-
de e o bom gosto-o movel nico de seos aegocios. ]
wia npcossar^ n..tad? .e -P^P109 seinPre a provece do que por ventora Ihe
eia reeo dfl ;<.r2iPrp.neSnos deste &Umo tabelecimeoto PecommandaiB.ae
P^caTauese^ esfor?ar-se por corrtmoar a merecer
o^ez'des^te m d'8penS8d ; Cert0S de ^ *" tabelectaelo nao sabira
as, prompt?eMal'Sm LSL* '^ *rigida Pr nra mais *****
Mn^wTS^l^^ L^mA ml Qualquer trabalho que Ibe se^a
HORA, dirige os que Iho so'SS^rK,.1" traba ,a ecucio e a I,s uwfim?^
cello ane seX^To ^eSfftSer^c^ ^ d6 qW "<*<
aais. Para fadlitar anda 7cSSS?do fim^ JnLPrOCUraremos rmar ^
wtabelecimeotoos altimos figorinosT Paris Jl rJht^^^T"' temB0D0M0
onaes enviaremos-para serera vistos as SiTnoTsTJZ^ V^%' "
m o padrJo da ftiEenda o gesto na forma freguezas, afim de escolberem,
t-y-J^*^^ ^ ***** ^**^
.Pnblicc, e JLTStSF
onosso esubeleciaento, certas deencontrarem u^om^^''^
320,280, 2i0 e 2b0 rs. a garrafa e -480 300 8arrafa em lwr5a faz"se Sraa(le abatimen-
rs. o litro. to.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Etftreito Caf em carC a 220> 24 e 2C. a li-'
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840! bra kdogrammo a 480, 540 e OO, e
700, 720 e 600. 17*000, 75500 e 80800 arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 010 300 Miino 3lPista 200 rs. a libra e 440 o ki
a garrafa, em porcao ha abatimento. logramma e Smo a arroba, em porcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho-' abatimento.
res e mais aereadas marcas a iOOO e lA^OO' SS?1 f?scos d ullimo val)or a 3^200
IroOO e 2 a garrafa. :e 3*400 ada um.
Mdem Bordeaux, Medoc e Si. Julien a: Aletr.'a. macarro, talharim a 500 rs.
7,5300 e G$50O, a duzia e OiO rs a earafa libra e ^100 -^dogrammo em caixoba
abtimento.
Sabo raassa de Ia e 2a qualidade a 220
o 240 rs. a libra, em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
as
J cordeiro previden
Risa do Qiiciraarfo o. 1.
Novo e variado sortimento de perfuma; i:
finas, e oatros objectos.
Alm do completo sortimento de peih
manas, de que efectivamente est provic*
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba i
receber um outro sortimento que se totr
aotavel pela variedade de objectes, sw.erw
-lade, quaiidades e coramodidades de an
pos; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
a espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao seis
cando elle do sua bem couhecida mansku
a barateza. Em dita loia encoutraro
apreciadores (Jo bom:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingieza, americana. fra
ceza, todas dos melhores e mais acreditad-
fabricantes.
Dita de flor deJarangeiraa.
Dita dos Alpes, e violte para toiet.
Elixir odontalgico para coaserocSo
sseio da bocea.
ISO
1Q0JOOO
Contin;: a e.-tar fgida SHfo dia 18 de and-
r do coi rente aero a escrav Svcria, rmm^ d
iad.' d tS a 30 anpos, cor os signaos rininti i
olinra regoJ-.r, bfeos rossos e rebltado*, r.
saliente, ordlias pegncna, M!a mansa, rorpn tf) |.
pado, (piando anda coche a. '.i c-cracona villa do
Cabo do Sr. J,Tii do Rr-g.jBarru*, f,.i vendida es-
la cidade pelp Si. l'lex.. coi in prornrador dn
Barros, ja ri vista para banda* do eup i;,. i.-r
nos em companhia de vm fibra r-x praca i p c-
vallara, jdtfa-se qne o sedneior < q-'el';- d>
qboa d:ia gravase tinha forrado : ropawi .-iI;.
toridade picial e eaptSos de ra'n p i a caprrfr-a da
mesma. o leva la ra da Soledade n. 8t, u roa
do Arnwmi n. B
I
Genebra de Holl nda e laranja doce aro-
mtica a 6300. 7(5, 11,5500, a Trasqueira.
Serwsja Bass, Illers d Bell a 0*800 du-
zia em .porcSo ha grande abatimento.
dem m.rea II e T e outras marcas a
50500 e 65, a dazia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
SS ,lP5gLlratS f'n0S de dVe"as arC3S' afiada, boiachinhTs dModls ..
quaiid.des, perora, Francy-cracyne!, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancv-nic-nac na-
^ef6,Variet?eS,Crb?iation' Britania' doc d goiaba fina, cbouric^mamei^s finas
Zmm;aS,a tSfi00"' PhSph4S de S^^ CoguaVmchTr/e dfver
!n ff'. ^nella, p,menta do remo, ervadoce, pomada, enxofre, breu. Beixe
t n?lVdaS 3S (>Ml'da*". fari"' de milho americaria, grandes mohoS; S\.
las uestes dous armazeos- existe tambem grande, sortimento de loucas Droori oara ni-
gofio, que pelos seus cmmnodos preco faz vantagem aos .ompSes P P
Venda de lampeos
p ra ilIumina<;ao.
Na loja de funileiro de Antonio Moreira Pinto
' wH"?^."1* d- Viari0 3*Jipara ven'
der 300 a 400 lampeoes promplos, muito econ-
micos por .eren para aa'liqnido, e dio excellen-
te ii i a eltes untes |re se aeabem, senbores en
f irregados de illun>ina$5es, aue sao baratos.
VENDE-SE ou arrendare o eogenoi
A Gaspar, silo na freguezia de Setrohawi
OMMKa.do RioToisioftOy pnmmodo em-
barque, com grandes partidos de pal t
mass^pe roda da.moenda, mattos mancuei
para madeira Decssaria, bom pasto, te
a tratar na ra d'Anrora n. 26, ou na dV
imperador n. 20.
efettM upniutlm da~co^^hirdl
, ffM0(4p.rkyMmajRoi: "*
Apua Source Celestina.
!Dita dito HantPrve.
Oila Chatoldon etc. etc.
Saes de Viehy para toankos.
Paslhas de Vi*y ale,ate., ludo porpre* mn
SercoCn9.'em Cm4e T3et WB3B Coa.-
O mesmos leem para vender coenae snMrinr a
vinho de ditereas quajrdades. MPor. e
iodo qoe |TiM Jm|i"K~ """""*" uwovnv menor preeo posve-
- J<*o Lttiz, Sobrttiho 'C.
Aberto das 8 s 9 horas da note.
T

Bol casa de Mills Lalham & C, nra da Crua o
38, woieoi-so Whas de ferro farwmsadao
Hez de Mara
Canliooe e bymnos derolos pan o mez
,T ... de Maria.
Lm ntido volumo encaderndo de couro
tjweo.
De raarroquim doarado
3*500
LIVRARtA FRANCKZA.
Superior Yubo Jardeara
Admirm
Caitas esauras, cores smi
S nLl0 C0Vad'. 'O*000 CQ03 42 COVadOg,
atlendendo a quant.dade resolv#u-se a vender por
Me preea&tlo aeabarto.il : na n dailrape
100 milheiros
jolo* de'todas ns qtrlidsi
SSSSR S SSM* -* *"" W.T5I
Jos Carnciro da Cunha. I n^r^:-----------------------______________I
nn-eacaa d u,a a*a~ ^.; a ^T*-*1?"* ^w 1 aMexa-l
De lelhas e lijlo* de todas ns quaiidades. ven-
de-se por menos 8*000 em milbeiro do
ouira gaalqaor.
^zeres n. 5j de
Cosmetiques de superior qualidade e che.
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fiua para cabello.
Frascos com dita japoneza, transpareni
a outras quaiidades.
Finos extractos inglezcs, americanoi
francezes em frascos simples e onfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch*
ro de violeta.
Outras concontradas e de cheiros ign
mente finas e agradaveis.
Oleo pbi locme verdadoiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
:om escolbidos cheiros, em frascos de difi
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em fta
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Gaixinhas com bonitos sabonetes imitami
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo f
aas perfumaras, muito proprias para pr<
mntes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de am
e'boneea.
Opiata ingieza e francezapaia dentea.
Pos de camphora e outraa differeau
jualidades tambem para dentes.
Tnico oriental tte Kemp.
Aiuda mala coques.
m outro sortimento de coques de ni
os e bonitos moldes com fliets de vidrilht
* alguns d'elles ornados de flores e fita
stSo todos expostos i apreciaclo de quai
fia pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
Firelias e fHas para cIbim.
Tupio no dia 4 do eorrenti- o mulato S;.!nr-
runo, cilicio de carreiro, cor avermelhada a osse
ce de ac por ler os cabellos vero t-ihos, oflaura
inedia e furle do corpo, cara ou testa rusa sa
la lia apenando a oanto da bocea, idade 25 a ."0
annoa, ps chato, vestido com corola e canosa do
panno de algodao enrranrado ue adres, a na-
tu ral do sertao. O anno pa;-.-ado eaie maUb
estove lupido m.-zes o loi BPgndu no ene.nl d
5. hao de Pao-d'AlW depois de t.r v gado as
ras desta cidade pi r bastante lempo, tem eonhe-
ciniento na ra da Senzalla ele. I\de-se aos ca-
pilai s de campo o as autoridades poiiriaes a cap-
tara do mesan para ser entregue a i*u sciibvr
no sino da Sapneaia em llebi-rihe.
Fugio no dia I.) do corren e n ez o prelo e r,o-
meJuai|uim, comidadede48ani.es, de pequea
estatura, bem retinto de cor, c m urna ferida no
p direito, e tem bellido nos clhos, levnu misa
de chita preta : portanto rogase as autoridades
pohciaes e eapifes de campo a sua apnreben-o o
leva-lo a ra do Jardim n. 19, aonde se recom-
pensara.
Acha-se fgida desde o dia i do eorrente a es-
crava barbara, crfoula, de 15 anuos de idadt-. sem
dentes no qneixo superior, eom muitos cabellos
braneos na cabeca e na cara, pareeendo que faz a
harba, estatura alia, corpo regular, co-iuieando
trazer pao na cabeca como usam as Hahianas. a
qnal iuJoao Peixinho ver roupa lavada all a en-
tregoua um canoeiro, e fui encontrada o- rVcife
no becco largo, casa da peta IWa que boje
forr?, e que diz nao saber da dita negra, a qnal
muito cocheada em Belieribe, no Fundi, no Pei-
xinho, em 0 inda, e no Rio Doce, de ende tem ha-
vido mais ou menos noticias do ter sido vista :
roga-se por isso a aut ridades e capi'es de cam-
po a captura da mesma' osera va, que ser fcil
eslar acoutada em algum mouambo fura da cida-
de, ou calogi dentro da uresina, e leva-la a ra do
Brtrm n. 100, que ser generosamente rerumpen-
sado.
;'
Fugio no dia 5 do frrenle da casa do ai*,
xo asignado a escrava Luiza qne representa t-o
JO afaneos de idade, or fula, c-rpo regular,
cabellos oarapinbo, cesluma trfalos adiauc e
abri-los no meio, tem do pescoco junto da gudlu
um signa I viswel qn* diz ser de queiuiadrfra tte
fojo em pequea, levou cba'e de casenirt en-
de rosa e saia e casaveque de chita clara, a qual
foi escrava do Sr. Lyriio Arislides Alves Sampaio,
e que vendeu ao Sr. Sehashao Marques d> \asci-
mento, morador tiesta cidade e e*te vendeu ao Sr.
Man el Josa de Couto, morador no engenho Ma-
macaba, coairca do Rio Formoso, et* vond-u
ou permutoR com o Sr. Franc>sco de Paula .-ir-
los, tambem morador nesta oidade a quem n m-
prei obra de um mez; rogo perianto a todos
a toos os
capitaes decampo, as anlhorldades e a qualnuer
pessoa que della teMtft noticia, que a nteam a|ue-
Bello e vanado sortimento de taea obitt t.e?.dcr e eM(lu"r0 w senhor Luiz 8..iih. de
toe.ficandoaboaeseolhaaogOStodoco. Mallo, morador aua, da maizda b
prador.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito reebe-se por lodos oa pa
qaetes trauslanUeos bichas de qualidade supeiioi
e vandem se emeaiaa en porcao mais pequea
e mais bacaia do qae em oulra qualquer parle :
na ra da Cadeia do Recie n. S, i aduar.
Cabellos
Vendam se oabollos de todas as corea, qivilquer
comprimento, qualidade superior, era caixa ou
porro mais pejjnena : na ra da Cadeia do'Re-'
oue n. 61, fraaaat.
M4aHINAB lila para vender no ewHptorlo do Jaaqafaata*
n% fardo do fiastes A.rua do Vigario n. i6, f dar
- machinas ogypcias que podetn ser movidas' por
agua, fogo ou animats.
rimeiro aadar, que abi se recompensar ton> ge-
erosidade.
Desappaieeeunodia 10 do eorreim, do en-
genko Uurareaia, fr*gHia de SerinfMeui, o es-
era vo Roberto, crioulo.com os stgnaes segnu.
cor muito preta, altara regular, corpolcnt", tx4-*
chatos o apalhetadfts, ieuMs alvos. cbeH I
carapinhos, oaria balo. Made de 30 aun.* i
mais ou meaos : 4vnu camisa do i
da, de ruadapolao e 4e algodio azul, sm.ul
algodao, caifa brim pardo, ch:
velbo e oro eebertor de *lg>dfc). Este e
Mi do Sr.PeuWiMer Mariolw Paloau, da iUi4e
llamara, d'oode nalural e sempre m i>
rsao desconfla-se qne dito escravo se
do para sse lugar ou para esta ci
pm-sO qualquer ca^tao c
ea polirtas, de o apprehehdpr, levand o ao
referido-engenho, ou nesta culada ro
Srs. Leal i Irmao,-a ra
66, que ser ganarosaiutiiic re .\uipen

t


8
zar
Diario de Pernambuco Quinta feira Id de Mao de 1870
__
O'J
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.'
-<_
LITTERATURA,
Humarlas.
ftu'an coupe video est amere Aqu'un rere
Commenc dnsl'ivrese,avee lerrcur s'clivel
Jeuoe, on livre l'espoir sa erodule raison;
Maison fromit plus tard.qaaod l'arae estasscurie,
Helas et qu'ou revoit sa vio,
e l'aulre bord de l'horisoni!
(V. Higo).
Tudo passa ueste inund), todo s'afugonta
Corno um spro veloz pela amplidao dos tres,
Mas s a dOr persiste, se torna mais cruenta,
Sera ter vento que a sopre quo veoba dos palmare?.
Tudo fenece e morre. 0 cedro aos golpes cae
Do leohador terrivel sem d, nein compaixao,
A flor, collada, murch, pisada, solt um ai,
Tumbada o rijo acoite do doudo furacao.
O pobre peregrino que busca a sde ardente
Fartr em alguma fonte, vagando nos deserto?,
Q lando a v, suspira e chora de contente,
Has ai I engao horrivel, abysmoe sao abortos.
O triste do mendigo qu esmola candado
O pao, o magro pao lanzado aos pos cora sanlia.
A fronte calva exposta negra tempostade,
No peito a dr, o peso inaior que o da montnha ;
L quando doce abrigo em bracos fralernaes
O pobre encontrar ral, e ora Deus fervente,
A morte s'aprfsenla cora a lamina voraz,
I8ixando a casa era luto, em choro compngeme.
Os sonhos se evaporam, as illusoes se esfolham,
O ri-o ceda dor, o amor ao desespero,
O lyrio aos duros cardos, os prantos a tez moliara
E lado diro, horrivel, dilacerante e fro !
E onde era campia, lornou-se rocha dura,
E onde eram delicias, tornou-se negro infern,
E onde ha va luz. tornou-se noite escura,
Satn ri estridente, gargalha mais superno !
O co claro e sereno de urna alma bemfazeja
Se nuvens se condensa, se torna procelloso,
Mao mais as harpas gemoro, a lyra mais arpeja,
A aurora fada m, o sul monstro damnoso I
lijante abysmo negro de bordas traicoeiras,
L on le se agasallia a noite, a escuridade,
Que trava feroz (uta cora as sombras agoureiras,
Asylo dos espectro?, refugio da maldade;
O mundo me parece ; o mundo, esse pbantasma
Que esmola, chora e ri; o mundo, essa ruma,
f;>losso soberboso que ao proprio Eterno pasma,
Mais parto de Satn, do que obra divina I
A virgem casta e pura das auras bafejada
Se chora per'las lindas quo o proprio co inveja,
Recebe como eecarneo na face a gargalbada
Do amante, f'-ro algoz, quo conspurcar desoja.
O orphao desditoso sem lar, sem pai, sem pao,
A fronte em pedra fra, exhausto de fadiga,
It.oido pela fomc, o inferno no coraco,
Coilado, morre mingoa nao lendo mo amiga!
E quem o li murmura : que morra umdevasso,
Alma de D. Joio, na Triboulet da ra,
Sem 1er no g anle lino naencherga um Tasso,
l'm Candes no hospl al com a face fria o na.
E qocm o v. murmura : um doudo me parece,
Salpicalhe veneno dos labios lamacentos,
Depois passa por elle, o olha, o escarnece,
liis perto chega i ve-lo exposto aoquatro ventos.
Adeus, mers sonhos doces de paludas visoes,
Adeus, minha* campias d'azul e de esmeralda,
Adeus, meus lyrios trancos, meus lucidos claroe?,
Singellas flores nats dos montes sobre a fralda.
Adeus t oxanguo, exhau-to da campa ribanceira
Se um passo aventurar do rojo cahirei t
A vista se me tur va, sem luz doce e fagueira,
Eovollo em densas tn vas parar aonde irei ?
Embora. Pronietheo sereno do tormenta,
Espectro, sombra, abysmo, negror e claridade,
Eu quero errante e louco vagar meu pensamenlo
Djs paramos azucs ni grande iraraensidade !
Deitar-rae no sudario das nevoas e neblina?,
Das azas do cndor fazer querido asylo,
Voar, ave 011 proceda, aos tons d'harpas divinas,
Fazer pasmar meu uoaie as margens t do Nilo !
Envolto em ureo manto de nuvens deslumbrantes
Dar vida ao marinar duro, palpitantes Ierra I
Batel, correr oitsado nos mares delirantes I
Montanha.com as tormentas travar tremenda guerra!
Inveja a sina immana do peregrino Homero,
lavejo a sorlo ingrata de Chateston demente,
Ser rei quizera eu s lo, mas como Dante o austero,
E ei-go como Milton qnetinha um sol na mente !
Recife, 3 da maio de 1870.
Soixa Oliveira.
POUCO DE TUDO.
COINCIDENCIA.Annunciou nodia 8 de
abril um telegramma que terminara a io-
surreico da Havana. Com esta noticia
coincide a do fallecimento, nos Estados-Uni-
dos, de um bomem que adquiri grande
celebridade em llespanha e na America,
Pedro Soul, o agitador infatigavel desde
IS'i a 4858 da acquisigio de Cuba pela
grande repblica americana.
Embaixador dos Estados-Unidos em Hes-
panba, membro mais tarde do celebre con-
gresso de OstenJe, Soul vio na acquisicao
de Cuba o nico meio de terem preponde-
! rancia no Congresso os Estados que que
i am sustentar a escravidi.j, ja ento muito
ameacada pela opposici) dos Estallos do
Norte. Quem Ihe havia de dizer que dez
annos depois a escravidao teria desappareci-
do completamente da sua patria adoptiva ?
Sool nasceu nos, Pyreneus e fui parti-
dario desde tenra idade da causa napolioni-
ca. Estove a ponto de morrer por cansa
das suas conspirarles contra os Boorbons
de Franca, e estas record.aces da sua mo-
cilla le nao foram estranhas paixao que o
animava confra o dynastia de Hespanha.
Emigrado finalmente nos Estados-Uni-
dos brevem nte adquiri ali a naturalisa-
C3o, e romo senador da Luiziana tornou-se
um dos peraoragens mais importantes da
repblica.
Compromelti lo na sublevado dos Estados
do Sul, esteva preso em Nova-Orleies a
desdo 1802 viva aiTastado da poltica activa.
Sem a guerra da separapio, Soul teria
sido presidente dos Estados-Unidos.
FOLHETIM
OS DRAMADA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continuaf3o do n. 1003.
XXXI
Veja como as cousas mudam t Ha
ainda seta ou oito annos que a menina era
tida pela principal herdeira d'estes sitios;
era eu entao um miseravel.
Tens razioacudi ella. Tu, o mi-
seravel, s agora rico, a eu, a herdeira,
estou urna pobre mestra de meninas I
E Pamella sorria-se melanclicamente,
mas sem azedume.
Ah I menina, se fosse da sua vonta-
de, tudo mudara a minba irmaa ficaria sa-
, tisfeita (
E que ha fazer para isso ?
a menina resolver-se a ser minba
esposa.
Seguio-se ento urna scena de tbeatro.
Pamella levanlou-se da cadeira e soltou
urna gargalhada, mas urna gargalbada lao
forte, lo franca, tao motejadora, que o Mu-
lot ficou derrotado*.
A joven castellaa d'outr'ora ostenta va-se
nto nobre e sublime : nao lbe occorria
resposta adequada, porm continuara a rr
desabridamente.
Este riso exasperou o Mulot.
As vetas do pescoco dilataram-se-lhe, os
olhos injectaram-se-lhe de sangue e o seo
corpo era presa de um tremor nervoso.
Ao mesmo tempo a voz tornra-se-lbe
rouca e deu um passo para a joven, eicla
Bando:
E se eu a amassse ?
6 rosto tornra-se-Iiie bediondo, os bei-
fos estavam orlados de espuma. Elle avan
4ou ootro passo, dizendo :
FAMILIA REAL DE APLES.- Ha fa-
milias predestinadas para a desgrana. Tal
a dos ex-reis de aples, ao cabo de
10 annos viram satiseitos os seos votos
com o nascimento de orna filha que, senio
era un berdeiro do seu tlirono perdido,
era urna grande compensafSo d'essa perda.
Esta princeza s viven tres mezes.
Em troca a princeze Margarida de Saboya
v crescer seu filho as praias napolitanas
dando assim novas esperances familia reat
da Italia.
VARIEDADE
Processo de Pedro Bonaparte.
(Continitafo)
No principio da scena,quando Pedro Bo-
naparte alirou sobre Noir nao sei se ja li-
nda levado a bofetada. O que certo
que ainda nao tin a visto a pistola de Foo-
vielle. E se se quer dizer que este o araea-
Cou com a pistola, porque que matou
Vctor Noir, que eslava completamente des-
armado ?
Bem sei que se conton, que quando Pfe-
dro Bonaparte eslava preso, foi visitado
pelos delegados da sociedade dos salvado-
res, que Ihe levaram urna medalha de sal-
vacio. Seja-me permittido observar que
foi singular a escolha, a occasiao para con-
ferir a Pedro Bonaparte urna dstineco
como salvador. Nesta visita disse o aecu-
sado : c Em face do insulto e do perigo,
nao besilei em comecar por vingar o insuf-
lo antes de pensar no perigo
Isto um excedente episodio para a pen-
na de um apologista. Mas urna tal razio
para um tribunal supremo de justica, qo
merece crdito algum. Se o principa vio a
pistola de Fouvielle apontada ao seu peito,
era sobre elle que devia atirar.
O aecusado com energa:Se fossero
sessenta contra mim, tinba atirado do mes-
mo modo primeiramenle contra o que me
injuriou.(Sussurro).
O advogado :Quero conceder que as-
sun seja, e at mesmo admittir que se por-
lou cavalbeirosamente ; mas face da le,
respondo que o aecusado nao tam direito
de invocar contra o infeliz Victor Noir o
caso de legitima defeza.
Todos os esforcos que se empregara
para fazer acreditar que o aecusado se vio
forcado a defender-se, foram inutilisados
pelos depoinientos do processo prepara-
torio.
A respeito dS vestigios da pancada ob-
servados no rosto do aecusado, depois do
acontecimento, ha contradieces notaveis nos
depoimentos.
Admira que seinvocasseo testemunho do
Dr. Tardieu, que nao foi consultado ao
principio, e que s pode interpretar as apre-
ciarles dos mdicos em contradiccao urnas
com as outras.
Se Pedro Bonaparte recebesse de Victor
Noir, este colosso que lodos conheciam, um
murro na cara, era impossivel que atordoa-
do com a pancada podesse puchar pela pis-
tola, arma-la e dispara-la. O murro teria
certamente causado tal estupefacto, que
havia de paralysar sem duvida a mao do
principe. E ainda que a tivesse na algi-
beira, segurando a pistola, a commoejo fa-
ra largar-lhe a arma.
I>to o que verosmil e o que o bom
senso indica a toda a gente. Faco esta
supposicjo, na hypothese que se tivesse da-
do o murro. Nao posso admittir que Vic-
tor Noir, que se apresentou na qualidade
de padrinbo, pensasse encontrar um assas-
sino em lugar de um adversario!(Sus-
surro),
E se eu tiver jurado que a menina
ha de ser minha esposa ?
Entao Pamella nao leve forgas para rir-
se : senlio-se tranzida, de horror, encarando
um ente de lo asqueroso aspecto, e, como
se alguem a podesse ouvir, griou :
A mim, a mim 1 Soccorro i
Est bem !disse elle com um sor-
riso de escarneo Vejo que estamos sos !
XXXII
Pamella, desorientada, correu para a por-
ta, mas o Mulot embargou-lhe a sabida,
gritando :
N5o sahir I N5o pretendo assassi-
na-la nem rouba-la, mas 6 preciso que me
oufa I
A joven refugiou-se na outra extremida-
de da sala.
O Mulot nao a seguio, porm dizia :
Ouca-me : amo-a e quero-a desposar!
Oh meu Dos,exclamou ella, er-
guendo os olbos ao co este homem est
doudo !
Nao estou doado, e, quando empre-
beodo orna cousa, bei de oble-la I
Saia d'aqui, saia j I gritou Pa-
mella.
E, se eu nSo quizar, quem me obriga ?
disse elle com ar de mofa.
Peco-lhe que saia I dizia ella de
maos erguidasQue lbe fiz eu para assim
vir insultar-me na minha casa, fallar-meda
minba pobreza, quando est rico ?.. Nao
lbe fiz todo o bem o'ootro tempo ? Quando
Ihe queriam bater, nao Ihe obtinha euo
perda ? Ora pois, senhor, exclamou
ellanio queira abasar da sua superiori-
dade : retire-se, que eu perdo-Ihe todo e
nao divulgarei o sea procedimeato.
Ootro qnalquer bomem ter se-bia enter-
necido, vendo-a assim sopplicante, mas o
miseravel, assumindo toda a sua audacia e
com depravado cynismo, responden :
Bem sei o motivo porque nao quer
nada da mim.
Nio posso atiende-lo, replicn ella
Analysando os depoimentos das lestemu
nhas de defeza, a as hesitares do acensa-
do, concluio que nao se havia provado goe
da parte de Victor Noir boavesse provoca-
rlo ou facto a'gum qpe autonsasse o acen-
sado a invocar o caso de legitima defeza.
Terminando disse : N3o qaiz trazer para
a discusslo considerarles estranhas, a prin-
cipalmente considerares polticas. Nao sa-
n da questao. Peco-vos ficae* o mesmo.
Dizem, Srs. jurados, que representaos a
opinio conservadora da naci, resolvereis
se promettem grande seguranza os costu-
mes que obrigam mettde dos cidadaos a ar-
mar-se contra a witra metade!
Disse se aqu que" era dhertimento usado
em casa do principe aprasentarem-s armas
para serem examinadas no meio do janlar.
Auteuil era um verdadeiro arsenal, todos
all andavam de revfolvers, no jardim atira-
va-se ao alvo, e as salas disparavam se ti-
ros. SSo distraccSes de principe. mis-
ter qae- a violencia, quer venba de alto,
quer de baixo, seja reprimida da me;ma
maneira. Na a faco a iojoria ao ministerio
publico de acreditar que nao pedir para o
acensado as penas em qte est incorso.
Depois reqoererei a indemntsac3o civil,
Peco-vos qoe facaes com rettidao justica
imparcial e conforme com a fer, decidindo
que sem vioencia, nem provocaclo, Pedro
Bonaparte 0 erinwnoso de assaesinato con>
mettido na pessoa de Victor Noir, e de ten-
tativa de assassinato na pessoa de Ulrico
Fouvielle.
A audiencia foi suspensa por lnquartos
de hora. Continuoa 3 horas e- meia.
Mr. Laurier, advogado do irmSo de V.
Noir, teve a palabra1 e osou delta rustes ter-
mos;
Nao repetirei a allegafo que o tribunal
acaba de ouvir. Orneo collega a-amigo
Mr. Floquet explicwv os (actos com' a es-
crupulosa minnciosidade da verdadb; com
urna habilidade, moderafo e segnranca
inimitaveie. O que est- dito n3o S8r; re-
produzido. Mas sea- a'tegacao e -snas
demonstpa?es accreseenterei novo argo-
menlos.
O tribunal onvo numerosos depoimofltos.
e de certa notou, como- ew notei, e como
haviam do notar todos- o que tem pratica
do foro, a pouca clareza a confusa, e
mu tas um as contradeces destes depoi-
mentos.
Nao ha nada t3o difcil de encontrar
como urna verdade bem demonstrada,- o se
quizesse orna prova, achava-a nesta mesma
audiencia. Passou-se objj facto que todos
ouvimos, Hfis contam no d um modo, eoo-
tros de difireme maneira.
Nao deve isto causar admirarlo. As
fousas humanas estao sujeitas a du vidas,
quando se querem demonstrar com provas
humanas, larei fallar aa-testemunlus-an-
das, porque estas n3o se enganam.
O primeiro ponto a investigar, a primeira
questao quo se aprsenla ao espirito, re-
conhecer o carcter dos individuos, e-a sua
disposicSo da espirito. Esteprimeropasso
podemos d^o com segoranca. N3o fsoobe-
cestes V. Noir? pois coobeci-o eu muito
bem. Fui seu advogado. Sou sea patrono
depois de morto, assim como o fui quando
viva. Era um homem agradavel o sympa-
thico, caraeterisa-lo-hei com urna palavra on
antes com duas : representa va a bondade
na forca; de estatura ehavada, de presenca
arrojada, e firme no caminhar, tinba a leal-
dade escripia no rosto, urna forc> de Her-
cules, e reuna a isto a ingenuidad-de ama
chanca.
Passou nos primeiros- annos orna vida
trabalhosa. Era filho do povoseu pai era
um operario, teve muttas vezes fbme e sede.
Um da sonhou que havia de oceupar um
lugar, nao na litteratara, mas nojornalis-
mo, o qae nfn absolutame^e a mesma
cousa.
Um homem estimavel protegen-o as
snas primeiras tentativas. Fallo de Mr.
Weiss, que entao redigia um jornal da op-
posico, e que depois passou para os conse-
Ihos do governo com um alto cargo. N
sua carreira Vctor Noir conquistou a esti-
ma e a amizade affectuosa e dedicada de to-
dos aquellos que com ello tinbam relaces.
A sua bondade estava em relacao eom a
forca de que era dotado.
Nao havia amigo mais verdadeiro, nunca
lo nobre coraco palpilou em peito lo rec-
to I Estava para se casar com a filha do
procurador geral Aubenas; j tinbam pro-
clamado .os banhos.
Urna noite procurou-o Mr. Pasqual
Grousset, fallou-lhe de um duello e pedio-
Ihe para ser seu padrnho. Elle acceitou,
mas temi nvuitas apprebensdes. No dia
seguate foi almocar com seu irm3o, sentou
se entre sua cunbada e sua noiva, antevia
um (aturo rsonho, porque a amava, e tinba
s 21 annos, e nesta idade julga-se sempre
que. a vida lu de ser longa e alegre. Quan-
do se retirou apertou a mao a soa irmaa e
a sua noiva. Duas horas depois traziam o
sen cadver mai, irmaa e noiva. Foi
a festa nupcial qne Pedro Bonaparte Ihe
prtparon t
E preciso que en suffoque a minba com-
mocao, e que aquelles que me escutam se
contennam tambem. Vou dar a conbecer
o carcter forte e probo dcste mancebo.
Bateu-se duas vezes, porque duas vezes
houvequem ievantasse a mo contra elle.
Mr. Siebecker, seu amigo, dizia que Vic-
tor Noir tinha alguma cousa de c3o da Ter-
ra-Nova. E assim era pela bondade, pela
forca, pela fidelidade, e pela alfeicao, tinha
muitas semalhancas com o cao da Terra-
Wova.
Ponba-se Pedro Bonaparte em frente de
Vctor Noir; por onde quer que passa, en-
contraos a sua passagem assignafada com
vestigios de sangue. Assassino na Ameri-
ca, em Nova-York e na Albania. Na frica
foi soldado indisciplinado-, em Pars e9bofe-
teou uro veibo!
E este o bomem que se va i encontrar
com o aw jado moco que encetava a vida
ebeia de esperamos t
A's 2 horas ebega com fouvielle a Au-
teuil, a esta casa, onde atroana de continuo
los tiros de pistolas, e se oove o estrondo
das armas. Etedois homens eniram na sala.
Abre-se urna porta. Ouvem-se tiros. Nin~
guem se movr. Os tiros cousa habitual
tiesta habitacin Um homem est mortal-
mente ferido, desee a escada e vem cahr I
porta da ra.
Passa-se isto am casa de on> principe
fracetz, na mojada de um Bonaparte t
E- caso para se perguntar se oslamos no
secuto XVI, e sea scena, em veade se pas-
sar emeasa de um1 principe fransez, n3o se
passaem casa de um Surga I... (Bussurro)
Presidente : -Mr. Laurier n3o pode fal-
lar assim. Respeite aecusado. O advo-
gade'representa o-aetusador. (Jjwpdo o
ministerio publico as:osa, argumenta com
eneraM, mas sen oflender. Sabe que o
aecusado tem geniofor6e, nao o excite. Sinto
que allegue nesse9 termos, que nao sao
propr-ios do advogado- da parle querelante.
A aesusacab deve ser moderada. (Bravos
na tribuna, e applausos do fundo do audi-
torio.;,
Mr. Laurier :N?ma causa destas. do
meu dver fazer a miaba demonstra^ com-
pleta a com firmezav. Peco que me deixem
caminhar com intetra liberdade.
Presidente :J fui representante do mi-
nisterr*.publico, e qawmlo accdsava nao of-
fendia* Ser lgicaaflkmar, ainda mesmo
qne seprovasse, qpe o acensado temgenio
violento, e que um assassino ? (Signaes
de appravafo.)
Mr. Laurier:Jclgo qoe n3o me-affesto
do mea proposito. Nao laco apparato de
cloqueara, applico a lgica pura. Na or-
dena desta demonstraba psychologka, in-
dicando os antecedentes do acensado ecom-
paratdo-os com os-de Noir, n3o transgrido
os limites do meu ollicio. Se cresa1 de
umademonstracaobastavam-me as pajavras
qne acaba de pronunciar o digno presidente
a respailo do genio -violento do acensado :
c lendes diante de vos.ara homem.violento
e indiscipiinadu. -- Na quero outra. prova
senao- o que se tem passado na audiencia.
Tenbo assistidoao jutgamento e muitas
causas criminaes> e declaro que nanea vi
tratar um aecusado com tanto respeito. Nao
me.quexo disto, s.espero que este proce
dimento ser para os. aecusados. Mas va-
mos a ueslao.
A nica cousa quo ha aqu a. notar a
violencia da carcter do aecusado.
E' do sangue imperial, e muito prximo
do throno. Mas- que cargo .exerce? Ne-
nhum, nenhum, absolutamente nenhum !
Constituirse urna dotac3o ; masforadista
nao pertence a nenhuma das importantes
corporaces- doestado. E ponqu ser isto t\
Porque um bomem indisciplinado, cuja
violencia resalla de cada urna das suas pa-
la vras e dos seos gestos. E.tao certo que
Noir se chama bondade e paciencia, como o
aecusado se chama colera a violencia.
Dados estes dos homens, no momento
em que vio estar em presen?a um do ootro,
quem offeuder, quem romper em injurias
primeiro, e em vas do Lado depois ?
Nao devem esqnecet os precedentes do
processo. O aecusado, que acbava que a
mo de Noir nao era bastante digna para
Ihe bater, esqueceu-se que tinba escripto as
amenidades que se publicaram ao Avenir
de la Cors.
Anda nao tudo. Dirige-sea Rochefort.
Mas em que termos ? Nunca se vio orna
provocacao concebida em semelhanle eslylo!
Conliecia Bpcbefort, fui adversario dalle as
eleices. Declaro qne n3 contieno rmrnem
algum mais corajoso e temerario.
Nio somos da mesma opiniio em poltica.
Mas nao hesito em proclamar qae liso
como a folba de urna espada. J se baten
dez vezes. Nao faz uso da esgrima por en-
tre tenimento, sempre qoe foi ao campo tem
sido ferido.
Vejamos o que se passou no da 10 de
Janeiro.
V. Noir 0 Fouvielle chegam a Auteoil.
Entram. P. Bonaparte, que tinha escripto
a Rochefort, pensou que elles eram os pa-
drinbos deste ? Concedo. Apresenta-se com
urna pistola oa algibeira, e tem a triste co-
ragem de dar testemunhas para deporem
que elle tinha esse mi cosame de trazer
sempre um revolver comsigel S respon-
do orna palavra: se tinha ese tostume, de-
va nesta occasiao largar a sua arma antes
de se apresentar drante dos padrinhos
LawXlV, qae tambem foi, segundo jul-
go, de sangue Ilustre, tendo sido insultado
por alguem, deitou fwa a bengala para nio
se dexar vencer por ora movmen*) repre-
hensivel de colera e baer com ellav 0 pri-
meiro dever era por de parte esta pistola.
Mas nio foi assim, o acensado tinha pisto-
la na algibeira e a mao no gatilho. Como-
Cou um diaiago. Mas julgaes acas> que
este bomenv estava de singue fro, que l'al-
Ibu com delicadeza, como era obrigaco ele-
mentar no trato da vida ?' Para (trovar o
contrario servir-me-hei s'nplesmente das
-armas que me* (ornecen o meu adversario.
Commetteu-se om crimer queris que nao
diga um crirre no ponto em que estou da
reinba demonstrarlo ? Seja assim. Vou di-
zer simplesmente um assassioato. (Susurre)
Ouem matou-? foi o acensado. Quem
provocou ? foi oaecusado. ^aem insultou
os- padrinhos do seu adversario ? foi o ae-
cEsado.
Diz qoe levou mava Victor No esbofetear pessoa alguma,
porque nos dois doellos que aeve foi elle
o esbofeteado. Tambem se disse: Victor
Noir era um bomem robusto e fui-coso ; i
exaltou-se, baten-e o aecusado matou-o.
Qeem sao as testemunhas esta scena ?
S lia urna. Que-esforcos sanio izeram
para am homem violento e de genio forte, que
nao>pde ser senhor de si. ET verdade que
nao-pode fcilmente sopportar a presenca do
acensado. O qoe se segu d'oii t poj
isso-urna testemunha falsa, e un ladrao ?
Tiveraro o tristissimo animo de traaerem ao
iritwnal um bomem, um militar condemna-
do a .*? annos de grlbeta para fazerem esta
acraeacao. Este Iwmem de bem disse que
Fouvielle tinha frtado. Apesa disto, a
parte coatraria afiiiBca a probidae de Fou-
vielle, e pode faael-o com bons fundamen-
tos> porque ao depoimento desta -juica teste-
munba contrapoe os testemunhos de mr.
Kergontard, de Btouet, desto republicano
Ilustre que deuum reino ao seu^seberano,
e que teve por premio o desterro,, e por
ultimado general GLuseret, que-telegraphou
da America para dar teslemuono da probi-
dade de Fouvielle. A testeranoha Cervoni,
fafo presente delta defeza, pJem guar-
dafc-a nos fic-a-remos com Fom-ielle, um
homem honrado o ina homem de-bea t Foi
victima de um ataque nefando! Elle diz a
verdade, comtudo nao me quero valer della I
Dizeis que ama verdade apatronada. Seja
assim Susteato qoe o accasado nio foi
provocado, e qpe eite, corso,, falto ao pri-
meiro dever de bospitalidade para com os
padrinhos do-seu adversario,.que o procu-
nvam.
Vou agora fallar dessa ciusma de teste-
munhas.
P,Nao passo consenta essa expresso,
o. advogado- insulta as testemunhas.
A Se me deixasse acabar veria que n'es-
te palavra nio ha nada ofensivo.
P.O princiopio nao o indicava.
A.Von substituir a palavra chusma por
massa, oumelbor somoschegados legen-
da das tes&munhas de defeza. O tribunal
ouvio moitas, mas nao as vio todas. Nao ha
nada mais fcil do que- seguir a trama ur-
dida paca tentar provea que o principe foi
provocado e espancado.
Assim como na ordem physica ha o phe-
nomeno das mesas girantes, tambem na
ordem jndiciaria ba o phenomeno dos de-
poimentos girantes. (Riso.)
Ha n'este processo amigos ofiiciosos que,
emquanto o principe estava na Conctergerie,
onde o puzeram, ni a como preso, mas como
guarda dos seos carcereiros, andavam de um
lado para o ostro, e revolvam tudo para
engendrarem um systema de defeza.
N3o ha n'esta causa outras provas que
altivamenteporque nos n3o nascemos um
para o outro, porque sem embargo de me
dizer que o dinhero tudo n'este mundo,
eu sou filha de um official militar, que
nunca poderia pertencer a um vagabundo,
embora protegido da fortuna I
0 Mulot proseguio irnicamente :
verdade que son um miseravel cam-
ponez, mas ha oilo das ainda talvez se
nao recusasse assim a desposar-me l
Pamella n3o o enlendeu.
Sim, o que Ihe convm o senhor do
palacio, com quem ainda agora vi alia de
braco dado, como dous amantes t
Infame !bradon a joven.
E a ndignacao substituir n'ella a im-
pressio do susto.
O Mulot ra sempre, mas agora era am
riso feroz.
Eu nio soa am criado que assim se
expulse ; se me retirar, porque quero,
porm nio o farei sem obter o meu fim t
Pamella deu um grito, mas um grito de
suprema amVco.
Mea Deas, mea Deus, vinde em meu
auxilio I Soccorrei-me, mea Deas I
foi Deus por cerlo que a oavo, por
que Jogo se sentio am ruido qae o assas
toa e o o fez recaar.
Era o raido de ama chave que gyrava
na fecbadura do trinco da porta da roa.
Cbegava a criada ; Pamella estava salva.
Marianna tgritoa ella.
A viuva en;ron na sala e ficou estupe-
facta em presenca do Molot.
Este tinha ainda o rosto coberto de suor,
a bocea espumante, mas distanciara se con-
venientemente de Pamella.
Esta, por nm supremo esforc, tornara-
se senhora de si.
Marianna,dase ellacomo se reco-
loe tao Urde ?.. N3o apague a sua lan-
terna ; empreste-a a este senhor. A noote
est escura ; deve convir-lhe para se reco-
Itaer.
nio setam boatos, r-rotenrentes de ditos
de muflrefea, ou de ditos da homens, qoe
n'estas cftWrastaBcias fallameomo ae fosas
molhares, jjs?o perdi ao aoafit rfo. (Sumr-
ro.) Natal, um inglez, lustinU qae owio
ama conversa aa lo ja de Mortreux.
Mr. Henriqne Morel Umbem onvio a con-
versa, segundo afirolo Natal; o tribunal
onvo esta iestemunha, delicada, e depoz
cora claresa e seguranra. Nao um redac-
lor aMarselhcza, om ante-Marseikeza.
Nenou ter ouvido a tal conversa.
A testemonha tem fondadas rasoes para
negar que a livesse ouvido, porque joma-
lista e noticiarista, por consegumte am ho-
mem indiscreto por profissSo. Se Ihe tlves-
:-em difeaigumacoisa, tinha-o publicado no
Monitor. Ningtiem est de aecordo.
Esta legenda b um carvalbo r Quem se-
rneou a boleta ? Julgo que o &r. iforel
nao foi eslranho a esia incubac-aw. O tribu-
nal bem o vio, creio que um homem serio,
mas parece-me que poda ser etessifleado
na cathegoria das testemunhas que no anti-
ia> direito se ebamava eatbegoria de teate-
immhas domesticas, isto essencinlmeae
saspe.ias.
Htonve tempe em que Jazia vende por
Sara Flix agua das fadas.(Riso). Sabio do
quarto do principe, dizendo: Tem a* cara
inchada assim, q.er dizer que era orna
cousa que se va, mas qurainguem vio.
Disse o Dr. Tandieu : Um naurro deiM*
vestigios visiveis, a vermelbido e a incta-
C3o. A vermelhid3o- desapparete, mas a m-
chco permanece.
A historia d'esta bofetada realmente
urna cousa muifo cariosa. E ama bofetada
intermitente. Nao me admira Bada que al-
gumas das pessoas qae rodearam o principe
lbe dissesse : Henriqoe IV dissa que Pars
valia beie-uma missa, e urna bofetada vale
urna absolvco. E' orna bofetada ficticia.
Em certos- momentos apparece, em ontros
desappareee. Se acredflarmos oDr. Morel
de prinerra grandeza. O'Dr. P"mel nio
vio nada. Mr. Morel disse pie Pinel en-
controu anda os vestigios apparentes da bo-
fetada. Cbegam mrs de Gassagnaee- de Gra-
ve. Ohl entao a bofetada torna a tomar
proporces ooasideraveis. Apparecauirdesap-
pareceu ; agora loma apparecer.
Quanto miisnos affaslamos-do memento
em que a bofetada foi doda, mas ella se
aggrava, se se der crdito- s testemamhas
ixteiosas. B por esta forma que etta aca-
bou por se transformar n'am forte e valen-
ts-murro. Ebetivamente-aagmentew-aa ra-
s do qnadaadodas distancias. N3a> deve
causar admira?o se anda se enconlraram
vestigios na Cnciergerie.
Esta bofetada augmenlou^se co. um
alibi. A questia n3o s-i saber se o prin-
cipe levou a bofetada, masqaando a-levou.
Aodepoimento da 4.a testemunha aesreseea
verosimilianco^ comparando os anteceden-
tes de Noir com os do aecusado, para se
afirmar: nao bou ve bollada porque' se
pode suprimira vermelhidio, ms nao a
inebaeio. A. bofe'ada agpareceu ultima
hora e depois-da visita do-Dr. Pinel.
Depuzeram algumas testemunhas-para re-
ferirem as palavras que ouviram.a Fou-
vielle: que Vctor Noir tinha dado urna bo-
fetada.
Seapertardes muito estes depoimentos
asilareis Mourguin, que depois de ter dito
que sim e que nio, acaban por dizer,que nio
saba.nada. Lechaotre ponbo-o de parte,
declarou que a conversa (O atraz. d'elle. E
a o pe de techantre estavam cinco ou seis
pessoas. Estavam all Fautsch e Rouslon e
nio ou viram. nada. Resta anda Vinvollet, o
amigo do secretario do commissario de po-
lica. Mas testis umi&> teslis nullu&. Con-
tra estas testemunhas ha as nadas pela ac-
"cusacao.
Nao deve esquecer o ponto assencial, sa-
ber se o> aecusado foi provocado. O ac cusa
do diz: T. Noir deu me unkgrndd murro,
e ao mfismo tempo Fouvielle apontou-me
urna pistola.
Respondo: O aecusado fez pontaria a
Fouvielle, perseguiu-o, e elle naodisparou a.
pistola.
Hanoi facto singular 5 emquanto urna pis>
tola n3o falla, almira-me achar outra que
custa a disparar, ou mesmo nao se dispara,
iuando V. Noir foi moto, Fouvielle nao
fez pontaria a pessoa alguma. Ha testemu-
nhas que uo mentem, o facto de Fou-
vielle. A bala entrou por dentro e sabio
por fra. Bam se que se disseque as armas
de fogo tinh^m caprichos singulares; mas
como qaer que saja absolutamente impos-
sivel explicar a passagem da bala, se Fou
viello n3o tinha o paltot desaboloado.
O Mufot, porm, dirigise para a porta,
que ficra aberta, dizendo :
N3o preciso ; muito obrigado.
E, quando se achou na ra, readqurio
toda a soa audacia e gritoa :
Boas noutes. Em breve lbe darei e
ao senhor do palacio novidades da minha
pessoa I
Marianna olha va abysmada para Pamella,
a qnal alienta escutra as passadas do Mu-
lot allastando-se.
Feche a porta, Marianna ; feche-a de-
pressa t
E cabio desmaiada nos bracos da yiuva,
que n3o comprehendia nada do qae vira.
O Mulot alastava-se, com effeito, a pas-
sos de homem ebrio.
Senta zumbido nos oovidos, os olhos
ardentes e urna tal excitacio de espirito,
que a certa distancia nio poda andar mais.
Estou boje infeliz t exclamou elle.
E conservou-se om quarto de hora rumi-
nando projectos de vinganca.
A traico contra Anatole estava gorada,
visto que a Martina Ihe negava os seis mil
francos de qae careca para comprar a di-
vida a Jaubert.
De mais a mais, se a Martina chegasse
a saber do que se passra com Pamella,
seria provavel que nio effectuasse a tran-
saccio que lbe propozera.
Parecia-lhe ainda ouvir as gargalbadas
insultantes de Pamella, a quem elle agora
odiava e desejaria pisar aos ps.
Com effeito, onvira gargalbadas, mas vi-
chara ellas do boteqaim.
Por certo Juval tinha ali chegado. as
circumstancias em qae se achava, oMuloi
careca de companheiro para se embria-
gar.
Dirigio-se ao boteqaim, e l encontrn
Juval e os seas eatellites.
Ora ci est o nosso visinho acudi
Javal, vendo-o entrar.
Q Mulot sentou-se mesa, mas era tal
o estado da soa physionomia, que nio pas-
sou desapercebido de Juval. Este pergun-
tou-lhe o que tinba.
Doem-me os denles...respondeu o
Mulot ao acaso.
mo incommodo esse disse o to
Booteville.
Sei um remedio bom para elleacu-
di Juval.
Sim ?redarguio o Mulot.
Javal poz-se a rr e proseguio :
Tambem tenho momentos em que
sou medico, e, se o nosso amigo quizer,
posso fazer-lhe urna consulla.
Pois nio Iacudi o Mulot.
Mas hade ser em segredo disse Juval
E, tomando o Mulot pelo brogo, levoa-o
para um canto da casa.
0 Mulot, longe do verdadeiro objecto,
deixoo-se encaminhar.
Os circunstantes desalaram a rir.
Juval, quando nio fazia opposicio a al-
guem oa a alguma cousa, o qae raras vezes
deixava de acontecer, era bomem assz jo-
vial e gozava at da repotacio de bom em-
polhador. Julgaram por isso que elle ia
armar ao Mulot algumas d'essas pulhas que
fazem a reputacio de espirtaoso a om fre-
quentador de botequim.
Seguram, pois, com a vista a Juval e
supposta victima, mas sem se Ibes. appro-
ximarem.
Todava Javal estava serio e por ordem
sua servio-se a Maurel um copo de vinho
que ote.
Entio Juval disse-lhe :
Sabe, mea amigo, qae o mal dos den-
tes tambem se chama mal do coraco ?
O Mulot estremecen e crou.
J v qae. o apanhei Iproseguio Ju
valA sua doenca de coraco.
Pode ser.
Se quizer ser franco contigo, nio lbe
ir mal, porque eu tenho bons expedientes.
Saba qae moro defronte da casa da escola
e qne costumo ooute fumar a ftinqa. ca-
(Continnar-si-ha)
chimbada janella, vendo ento, sem ser
visto, tudo o que se passa na visinbanca.
0 Mulot fazia-se de mil cores, oavindo
isso.
Tenho, por tarto, visto o meu amigo
passeiar algumas horas por ali e tenho
concluido que est apeixonado pela mes-
tra.
Juval exprimia-se com tal amabilidade,
que o Muloi entendeu dever-lhe faaer a
confidencia, mas assim como inventara um
embuste perante Pamella, resolveu inventar
outro perante o seu novo conselbeiro.
Nao direi que n3o disse elle.
E, se fr franco, dir-lhe-hoi tambem
o que me parece.
Pois entao von contar-lhe tudo. Co-
mo sabe, a mestra sobrinha do defunto
Bicardo, quasi marido de minha irmaa.
Este quasi era urna boa phrase, perante
a qual Juval nao pode dexar de sorrir-se.
O Mulot proseguio :
Quando minha irmia ainda nio era
senio criada, ia eu Raposera. A mestra
era entio peqaenita e eu brinca va com ella;
pouco a pouco fui-ma affeicoando pequea
sem o saber, tanto mais que a esse tempo
era ella urna fidalga e eu ndava descalco.
Morto o commandaote, minha irmia bor-
dn todo, a pequea nada tem, e eu, que a
amei sempre, revoltou-serme o espirito con-
tra a tal minha rma, que foi ama ingrata
para com o commandante. Por isso pense
em reparar o mal por ella causado pe-
quena.
Jsso proprio de um homem de bem
acudi sentenciosamente Juval.
Agora tambem o Molot xou Javal no
branco dos olbos, do mesmo modo que este
o fixra a elle.
Estes dous tratantes o que receiavam
reciprocamente eram descobrirem nm no
outro algoBS restos de probidade.
Juval entio resolveu definir a tnacao
em duas palavras. (Ctmn'MOT-s-o.)
?': DO DIARIO IvVA PV

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