Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12117


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Full Text
, -
ANUO XLVI. NUMERO III.
FA1A A CAPITAL I LUGARES OtDE IAO SE PACA POBTE.
4
a

Por tras romo* adiantadoa...........
Por seis dito* tdm..............
Por ma armo id,ero..........." .
Cada numero avulso.............
wooo
I20K)
240000
320
f
.;
QUARTA FEIRA 18 DE MAIO DE 1870.
i
PA1A DEIT10 E FOBA DA PB07IICIA.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por uro anno dem .
.
...
/
W7W
13*500
201450
7#000
DIARIO DE PERNAMBUCO
Fropredade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
. i
MtO AB9rTE:
Os Sr. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gon?alves A Pinto, no Maranhio ; Joaqrjim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Alnwida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulc3o, em Santo Atao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Naiareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE QUICIAL
overa da provincia.
D!.i'ACHO DA PnKSIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 13
DE MAIO DE 1870.
David Wttttam Bowmiu. Informe o 8r. ins-
peetor da thesouraria provincial, ouviuJo o admi-
nistrador do consulado, e o Dr. procurador fiscal.
Jos Pedro Velloso da Silveira.Kemeltdo ao
Sr. superintendente da e-irada de ferro, para al-
tonder ao supplicante.
Jos Soares Monleiro.D-se.
Jos Francisco Pereira.Informe o Sr. tenente-
coronel commandante do corpo provisorio de po-
ii-ia.
Joaquira Jos de SautAnna.Informe o Sr. te-
ncote-eoronel commandante do corpo provisorio
do polica.
Joio Olympio Emeterio de Farias.Informe o
r. lenente-coronel commandant? do corpo prorl
sorio de polica
Malheus Pereira do Ligo.Informe o Sr. te-
nonte-coronel cominandanle do corpo provisorio
de nelicia.
- 14-
Anlonio Jos de Almeida PernambuGO.Infor-
me 9 Sr. inspector da thesonraria provincial.
Diniz Antonio da Silva.Informe o Sr. tenonte-
coronel commandante do corpo provisorio de po-
lica.
Dr. Fulippe Nery Colado.Informe o Sr. ras-
i 'fiar da thesouraria provincial.
(rmandade de Nossa Senhora do Livramento
J.i matriz da Vanea.Informe o Sr. inspector
da theaouraria provincial.
Jos Eutebio Alves da Silva.Informe o Sr. Dr.
uil de dreito da comarca de Palmares, ouvindo
o juiz commisario de medirlo de trras.
Marcolino Jostiniano dos Passos. A' vista das
informacoes, o supplicante est pago da gratifl-
earao que requer.
Joanaa.Informe o Sr. de.wmbargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.
erafim Alves de Mendonca. Conceda-e vinte
das vista da uforroacio.
Companhia Phenix Pernarobueaaa. Informe o
Sr. inspector da thesf uraria de fazenla.
Oacbarel Manoel Jos de Oliveira Miranda.In-
forme o Sr. inspector da thesoararia de faxenda.
Antonio Feitosa de Moli.Junte este aos re-
l'jerimentos anteriores, informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Agostinho aleodos Santos.Expoca-seordem
ii ira ser desligado e entregue ao jupplicante o
menor de que se trata, depois de indemnisada a fa-
zonda das respectivas despeas.
Antonio Cordeiro Cavalcante. Informe o Sr.
toaente-coronel commandante do corpo provisorio
de polica.
BenvenutJ Jo Prudente.A' vista das infor
mages nao tem lugar o iiue requer o supplicante.
Dclphina Bemvennt Marta da Conceicao.A'
-isla da informacao nao Wm lugar o que requer
i snpptieante.
Genuino Gomes Pereira.Dirija-se ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Flix de Valois Correa. Passe se deliberaoao
na torma requerida.
Francisco Antonio Vieira Caldas.Informe o
.Sr. director geral da instruccio publica, ouvindo
u regedor do gymnasio.
Joaqaim Rcdrgaes Maia de Oliveira. Con-
ceda-se.
Jos. Vicente Lin* de Barros.Dirjase ao com*
mandante do corpo provisorio de polica.
Manoel Joaquim Torres Galindo.Informe o Sr.
c immandante superior da guarda nacional dos
municipios de Santo Anto e Escada, ouvindo o
commandante i* respectivo batalhio. .
Manoel Firmino Forrera.Satisfaz ndo o sup-
plicante a exigencia do Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda em offlcio n. 310 de 6 do cor-
rente, como requer, remettendo-se ao mesmo Sr
inspector estes papis para osfms convenientes.
arcomlro Pancracio Pereira dos Santos.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Manoel Caetano V^ira da Paz.Informe o Sr.
vrionte-coronel commandante do corpo proviso-
ria de polica.
Mtsiralano Bezerra da Silva..V vista das in-
formacoes, indeferido.
Manoel Dalivo dos Santos.Indeferido vista
das informacoes, podendo o supplicante recorrer
ao governo imperial.
Podro Gonc^lves da Carvalho. Informe o Sr.
commandante do corpo provisorio de polica.
Thomaz de Carvalho Soares Brandio.En-
caminbe-se.
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 10 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
(Continuacio).
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente, pedi a
palavra para ligeiras reflexoes sebre a emenda que
est em discussio com o projecto.
Em quanto o prsjecto consagra urna simples
autorsacio, a emenda va adiante d'esla inlenflo.
Nao urna simples questo de formula. De urna
autorisacao pode o administrador da provincia
servir-se, ou nao, segundo as circunstancias o
aeonselharem. Dispondo de todos os dados indis-
peosaveis, tendo una reparlicio devidamente or-
ganisada servino das obras publicas, pdeudo n-
ormar-se pelos tantos meios auxiliares da admi-
ai-tragao ; ninguem mai competente para jul-
ff-\r da oportnniJade ou inoportuoidade do repa-
ros de que possa precisar qualquer edificio publi-
co. Sa a obra fr urgentemente reclamada, o ad-
ministrador nao se recusar a servr-se da autori-
sa>$o ; nenhum de nos se deve julgar mais pos-
suido de zelo e interesse pelo bem publico que o
administrador que est frente dos negocios pro-
vincia< (apoiados).
Emendo por esta razio que nao ha nenhuraa
vantagem em usar dos termos imperiosos de urna
le com preferencia aos termos facultativos de urna
aubrisari). Esta emenda pode levantar at urnas
certas davinas...
Um Sr. Dkputado :Se o nobre depatado tives-
se oavido a discassio...
O Sr. Guomao Lobo : Tenho pezar de nao ter
oavido discussio ; contra os meas hbitos de
pontualdade. ebeguei ho|e depois de aberta .\se^;
sao. Mas ouvi a leitura da emenda, e dos termos
em que est concebida parece deprehender-se que
o se autor teve alpm escrpulo em que ae con-
sitroasse urna imples auiorisacSo (nio apoiados).
Nao son amigo dos arbitrios. Mas qaando a
opportunldade de urna medida pode ser contesta-
da, nao vejo nenhum inconveniente em adoptar a
formula rnuito em uso da autorisacao. Alm de
que, se o pensaraento do projecto nouresse sido
exprimido em termos imperiosos, nao tena repug-
nancia de aceila-lo ; mas qnando o projecto ja fez
a sua primetra prova, alterar-lhe por este modo a
forma pode parecer um unto quebra da eonflanca
que nos merece a administras. Nao veje que,
para os flns do projeeto, vaina pena mudar a ox-
presiio: Pica autorisado o presidente contra-
tar por esta :O presidente contratar. Sao
meios que condiizem ao mesmo (ira.
Proounciei-me contra este projeeto em urna de
nossas primeiras sessoes; e si uto que nao devo vol-
[ lar as razos que dei de raeu vol. Lembroa-se-
me que a necessidade d'estes reparos, de que tra-
ta o projecto, vem sendo urgente desde i8'0 ;_
um urgencia de um quartu de seculo que nc
deixou anda de ser urgencia. Nao entretanto.
urna nova imptignaco que veuho olarecer ao pro-
jecto. O que agora" impugno, a nova forma que
Ihe quer dar a emenda.
O S RUFINO DE ALMEIDA sustenta o pro-
jecto d amenda.
O SR. G. DRUMMOXD faz anda algumas con-
sderac5es em snstentacaodasua idea, mostrando
a nao necessidade do projeeto, j porque o go-
verno tem autorisacao em le permanente para
mandar proceder os reparos das cadeas da pro-
vincia, j porque, adoptada a idea do projecto, le-
ra ella de ser reprodnzda na futura le do orea-
ment, o que ser duplicar o trabalho sem conve-
niencia alguma.
O SR. GUSMO LOBO : Sr. presidente, nao
sei so a aproximacao da discussio de forca po-
licial que veio suscitar-nos, proposito de um pe-
aueno o despretencioso projeeto, a idea do con-
anca. Justificando o meu voto contra a emenda,
nao me sinto autorisado para declarar de confian-
za a que.-tao que se levanta.
Conhtco somente agora, Sr. presidente, o texto
do umo le provincial de 1866 que autorisa a ad-
ministrarlo despender a quantia de 100.000J
com os reparos das nossas prisdes do interior.
D'aqui concluo que sao imitis projecto e emenda,
em que procuram provr de remedio o que j tem
remedio, autorisar o que est autorisado.
Ha um aparte).
> Sr. Gusmao Lobo :A autorisac) que o pro-
jecto pede, urna autorisacao desde 1866. O il-
lustres signatarios do projecto, desvelados repre
sentantes das exigencias locaes de sen districto,
encaminhariam inelhor a sua intenco sejustili-
cassem perante a administracao necessidade dos
reparos que pretendem.
Dou assim o meu voto contra o projecto, e pen-
s que juntar urna autorisacao de 1870 a ama au-
torisacao de 1866 pode ser interpretado como in-
conveniencia.
A emenda do n >bre depntado pelo 1.* districto
(o orador lixa a vista no Sr. F. de Figueirda)...
O Sr. F.de Figubiroa :A emenda nao mi-
nha ; subscrevo a agora.
O Sr. Gusmao Lobo : A emenda do nobre co-
pulado pelo 5." districto, subscripta agora pelo
honrado representante do 1." districto, nao consa-
gra somente urna autorisagao ; quer urna lei.
Mas, sem tazar d'islo questo de conlianca como
parecen ao honrado collega que me precedeu, o
que qaer isto dizer ?
Se, de posse da autorisacao que tem a data de
1866, o presidente da provincia nio julgou anda
opportono servir se d'ella respeilo da prisao de
qife se trata, que vem urna n)va lei sobre o as
umpto f
(Ha um aparte).
O Sr. Gusmao Lobo :Vem ponto urna obsar-
v3c_io. O rea torio com que foi aberta a se>so,
sendo urna larga exposirao das necessidailes da
provincia, descendo minucias respeilo de cada
ramo do servico publico, nao eonsagra urna s pa-
lavra estes reparos que se pedem ha 40 annos.
Un Sr. Deputado :Ha 40 annos ?
OSr. Mello Reg :Ha um quarlo desenlo.
Um Sr. Deputado :E' que as inlbrmacoes nio
chegaram tempo.
0 Sr. 1 secretario d um aparte que nao bu-
vimos.
OSr Gusmao Lobo :Sejam alguns annos de
menos: a questo llca a mesma, utn pouco mais
remojada.
Resumindo-mc, Sr. presidente, declaro que nao
voto em 1870 por um acto, neni mais, nem menos
que existe na legisla?ao desde 1866.
Voto contra o projecto por intil; contra a
emenda por desconveniente.
O SR. J. MELLO REG :Depois que ouvi os
Ilustrados oradores que me precedern), senti-me
como que obrigado a oppr algumas objeccSes, nao
a materia di projecto, mas questiode confianza
que pareceunie querer-se estabelecer em relacao
a emenda que se acha sobre a me3a ; quero fazer
um protesto.
O Sr. Gusmao Lobo : Isto quer apenas dizer
vizinhanca da discussio do projecto de forca po-
licial.
O Sr. J. Mello Reg ."Nunca me persuad que
tratando-sede auturisacoes, podesse vir a di-cus-
sao questoes de confianza. A meu ver, a eonflan-
ca limitada, eem materia administrativa, & p
de ir ate o funeconaro que oceupa a cadena da
presidencia.
A autorisacao de que se tnta pode ser executa-
da, e pode deixar de o ser pelo actual presidente.
Se elle nao a executar, o sen snecessor, que bem
pode ser pessa que nio nos mereja eonflanca, ti-
ca com o dreilo de servir-se de uina providencia
de eonflanca, que nao nos mereca I Nio vai nis-
to inconveniente ?
Portanto, claro que em materia de autorisa-
coes nao ha era pode haver questio de confianza.
Se como tal querem aceitar a autjrisacao co-
uda no projecto, serei forcado a pronunciar-me
com mais veras pela emenda, sem mo deixar le-
var pela opiniio dos nobres deputados, que a ou-
iros respeilos, para mim de maior peso.
Posso confiar em qualquer administrador de
provincia, confio no actual, mas no que diz respei-
lo autorisacao nio me dirijo pele maior ou me-
nor grao de confianza que me mereca. Nio duvi-
dodarao actual presidente todas as provasde
conlianca, menos em relacao a auturisacoes que
podem ser executadas por elle ou por outro ; a
minha eonflanca nio vai at este ponto.
Em regra, eu sou contra as autorisacoes, nio
costo de delegaces : o que esta assembla pode
fazer por si, faca-o, evite delegacoes, nao queira
tornar por demais commoda a sua posicao. Cada
um de vos veio aqui para attender e salisfazer as
neeessidades da provincia, e escusado delegar a
outro o cumplimento de seu dever .
J que flz estas reflexoes, que vao como protes-
to idea da questo da eonflanca ; justo que
diga alguma cousa em relacao ao projecto. O no-
bre deputado diz que elle intil porque existe
urna lei que autorisa o presidente a despender al
cem contos com os reparos e conservacao de ca-
deias.
Nao pens assim ; esta lei est sem effeito, des-
de que na lei do oreamento nao se marcou quota
para a sua exeeuco.
Alm disto, a quantia de cem contos de ris
maito avallada, e talvez nao se possa de ama vez
emprega-la em concert e conservacao de caJeia3,
e foi cortamente por esta razio que os autores do
projecto a apresentaram, restringido a verba a
5:0004, quantia esta que peder sem inconvenien-
te, ser applicada, e assim satisfeita a necessidade
urgente dos reparos da cadeia do Brejo. Mas dis-
se-se que esta obra de que se trata um quino
de seculo...
O Sr. Oliveira Fonceca :Note-fe que quanto
mais se fr retardando a satisfacio dessa necessi-
dade, maior despeza ser preciso fazer ; -a um
quarlo de seculo eram bastante 5004, boje j
preciso muito mais.
0 Sr. J. Millo Rioo :A um quarto de secu-
lo, bastavam 5004, boje sao precisos 5:0004, e
daqui a outro quarto de scalo serio preciso
t:00 I....
O Sa. Gusmao Lobo : Ma como se explica que
no relatorio nio venha nenhuraa palavra a respei-
lo dessa necessidade.
O Sr. J. Mello Reg : O relatorio nao pode
abranger todas as neeessidades locaes, aprecia
3nasi sempre emgrosso as neeessidades a alteo-
er-se.
OSn. Gusmao Lobo : Nio, do relatorio consta
at quantos meninos frequentaram s escolas.
O sr. J. Mello Rioo : Isto em algnns eas03,
naqusllcs em que chegam informacoes a tempo.
O Sr. G.Drummond :Mas naoexistindo a quota
no oreamento, de que serve o projecto ?
O Sr. J. Mello Reg :Tocarei i-to. Qaando
o nobre deputado comecara a sua i'mpugnaeao ao
projecto, referindo-se a lei que marcaos 100:0004
eu flz-lhe uina observacio, dixendo que ama lei
sem quota era urna lei sem effeito ; mas depois da
explicacio que deu, vi que esta vamos, neite pinto,
em perfeita conformidade de opiniio.
O Sr. G. Drummu.nd :Acba enlao qne o pro-
jecto intil ?
O Sn. J. Mello Reg: Entendo que este pro-
jecto pode, sem inconveniente nem prejuizo da
necessidade que quer attender, ser resellado, por-
que na lei do oreamento que urna le annua, po-
de se providenciar respeito, com muito mais
proveito, e economisando-se tempo.
Se passar o projecto, ainda necessario votar o
crdito na lei do oreamento, o qqe qaer dizer que
ha vemos de fazer em duasleis, aqaillo que em ama
spode-sefazer. O tempo, pois,que estamos consu-
mindo-com este projecto, alias desnecessario, po-
demos aproveita-lo na dis;ussio de outra ma-
teria.
Um Sn. Deputado :Entao vota contra o pro
jecto ?
0 Sb. J. Mello Reg : Sim, acho que elle
desnecessario.
O Sb. Cumia Figueiredo :Entio vamos logo
degola-lo.
0 Sn. J. Mello Reg : Pode faze-lo ; eu sus-
tento a idea do projecto, acho-a necessaria, mas
entendo que podemos, sen inconveniente, votar
contra elle, aguardando a discussio da lei do or-
eamento, na qual attender-se-ha essa idea.
Encerrada a discussio, o projecto posto a voto
e regeitado.
1* discussio do projeeto n. 94 desle anno, qne
flxa a forca policial da provincia para o prximo
futuro exercicio.E' a:>provado.
1* discussio do pn jecto n. 67 deste anno (em-
patado na sessio anterior) que concede una gra-
lilicaeo annual de 3004 ao ajudante do adminis-
trador da casa de deteneao.E' approvado.
I* discussio do projecto n. 23 de 1869, que crea
urna cade.ra de iostruccio elementar para o sexo
femenino na puvoaco da Allianca do termo d
Nazareth.E' approvado.
3* discassio do projecto n. i deste anno, que
marca o subsidio e ajuda de casto dos memores
da assembla provincial na prxima futura legis-
latura. E' approvado.
1* discussio do projecto n. 91 deste anno, qae
concede qaatro loteras em beneficio da Santa Ca-
sa de Misericordia desta cidade.E' appravado.
1* discussio do projecte n. 84 deste auno, que
supprime a escola normal.
O SR. GUSMAO LOBO (pela ordem) diz qne os
jomaos que publicara os trabalhos da casa, sera
duvda por engao, mencionaran como dado para
ordem do da o projecto n. 74 em lugar do que
acaba de ser dado piara a discassao, e que encer-
rando este, materia muito importante, com quan-
to se ache preparado para a dheussio, podendo
ser que o mesmo se nao d a rcspoito de alguns
de seus collegas, por nio terem visto o projecto na
ordem do dia, pede que o Sr. presi Jento se digne
providenciar como couber dentro do regiment.
O SR. PRESIDENTE- Se foi, como parece, en
gano da ordem do dia ou mesm da commtnicacio
que foi para os jornaes, nao vejo razio alguma
para que se nio retire da discussio o projecto.
visto que alguns Srs. deputados podem querer
preparar-se para essa discussio. Por tanto ha-
venQo outras m ateras na ordem do dia, flear este
projecto para ser discutido amanhaa.
1* discussio do projecto n. 63 deste anno, que
crea os lugares de mdicos da polica nesta cida-
de. E' approvado.
1* discussio do projecto n. 6o deste anno que
autorisa o presidente da provincia dispender an-
nualmente a quantia de 30:000^000, por espaco
de tres anno3 para o levantamento da carta coro-
graphica da provincia.E' regeitado.
O Slt. F. DE FIGUEIROA pede que se declare
na acta que votoa favor do projecto.
O SR. SOUZA LEO pede que se declare que
votou contra.
1* discussio do projecto n. 30 deste anno que
autorisa a compra de utna casa que sirva de ca
deia na cidade do Itamb.E' regeitado.
1* discussio do projecto n. 38 deste anno, que
autorisa o presidente da provincia mandar com-
prar urna ca que sirva pira cadeia na villa de
Cabrob.E' regeitado.
1* discussio do projecto n. 39 desta anno, que
autorisa cmara municipal da villa de Cimbres
contratar a construceio de urna casa de merca-
do. E' approvado.
2' discussio do projecto n. 28 deste anno, qae
determina qae a cedeira de instrueco primara
para o sexo masculina creada para a povoacao do
Olho d Agua dos Bredos no termo de Cimbres, seja
supprimida, crendose em seu lugar urna outra
para o sexo masculino na povoacao de Sanhars
do mesmo termo.
Vio mesa e apoiam-se as seguimos emendas:
t E urna do sexo ferainino na povoacao de San-
to Amaro de Serinhiem.G. Drummond.
Igualmente tica creada urna cadeira de ins-
troccao primaria para o sexo femnino no lugar
da Torre.Figuera. Gusmao Lobo.Tolentino
de Carvalho.
Fica creada urna cadeira de instruccio pri-
maria para o sexo masculino na segunda .seccio
da ra Imperial do bairro de S. Jos.G. Drum-
mond.
< Substitutivo ao artigo e Fica creada ama
cadeira de instruccio primaria para o sexo mas-
culino na povoacao de Sanhars do termo de Cim-
bres. Vieirn de Araujo.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO pede a retirada da
sua emenda, o qae lhe concedido.
Encerrada a discussio, o projecto approvado
com as demais emendas.
i* discassio do projeeto n. 48 deste anno, qae
crea o lugar de contador e distribuidor do juizo
d >s fe los da fazend?.E' approvado.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordem do da e levanta a sessio.
SESSAO ORDINARIA EM 11 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AGUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se pre-
sentes os Srs. Ribeiro Vianna. Ges Cavalcante,
Cavaleante de Albuqaerque, Vieira de Araujo,
Cunha Cavalcante, Miguel Pernambuco, Oliveira
Andrade, Guedes Gondim, Correa de Araujo,
Felippe de Figuera, Barros Wanderley, Antonio
Cavalcante, Barros Reg. Amaral, Ignacio Joa-
qaim, G. Drummond, Mello Reg, Gusmio Lobo,
Manoel do Reg, Oliveira Fonceca, Firmino de
Novaes, Ferrara de Aguiar, Eduardo de Oliveira,
Pedro Alfonso, Paos Brrelo, Joio Cavalcanti, Tei-
xeira de S, Antonio Paulino, Hermojenes, Au-
gusto da Costa, Manoel Arthnr, Goncalves Lima,
Toleotlno de Carvalho, Cunha Figueiredo, oo
rique Mamode, Vieira de Mello.
Abre-se a sessio, lida e approvada a acta d
anterior.
O Sn. 1* Secretario d eonta do seguate
BXHIWE3TE.
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo
por copia o offlcio do iaspector da thesouraria
.provincial, no qual pede diversos crditos supple-
inentares na impmancia de 18:9484290, para oc-
correr diversas despezas de qae trata a lei do
oreamento vigente.A' commissio de oreamento
provincia1.
Outro do mesmo, transmittindo por copia as in-
formacoes ministradas pelo engenhelro chefe da
repsrticii das obras publicas, sobre os requeri-
roentos de Augusto Paler Cesar e dos moradores e
proprietark das estradas que comprehende dos
Afilelos ao Arraial.A' quem fez a requisicio.
Outro do mesmo, transnittindo por copia a in-
formacao ministrada pela cmara municipal desta
cidale, a -.arca do projecto n. 26 do anno passado.
A' quem fez a requisicio.
Outro do mesmo, remetiendo duas posturas ad-
dicionaes da cmara municipal desta cidade.A'
commissio de postaras.
Oatro do mesmo, transnittindo a informacao
ministrada pela cmara municipal da villa do Bo-
nito, acerca da peticio de Francisco Pereira da
Costa.A' quem fez a requisicio.
Outro da cmara municipil de Villa Relia, re-
metiendo^ um artigo de'posturas addicionaes.A'
commissio de .posturas.
Um requerimento do Monte Po Popular Por-
nambucano, pedindo a concessio de urna lotera
de 120 contos de ris.A' corninisjio de oreamen-
to "provincial.
Outro de Miguel Xavier de Sonza Fonceca, pe-
dindo un privilegio por vinte annos para pesar o
algqdio qne houver de ser vendido nesta praca.
A' conimissao de petcSes.
Outro de Dervino Jos da Cmara, professor
publico de mstruegio olemenlar da primeira ca-
deira do Pociih Panella, pelindo molhoramento
de ordenado.A' commissio de ordenados.
Outro de Francisco Antonio de S Brrelo, pe-
dindo que" se autorise a presidencia da provincia
reforma-lo com o sold por inteiro no posto da
major do eorpo de polica.A' commissio de for-
ca policial. (
Oatro de Joaqaim Jos Pereira, servente da di
rectora geral da instruccio publica, peJindo qne
seja equiparada a sua gratifleacio dos .serventes
da secretaria do governo.A' commissio de orde-
nados.
O SR. PAES BARRETO :Sr. presidente, apo-
logista, como sou, da instruccio publica, e repre-
sentando a provincia pelo terceiro districto, nao
posso deixar passar em silencio gravissimos abu-
sos que tem commettido o professor da cadeira de
instruccio primaria do povoado de Nazareth da
comarca do Cabo. Este empregado nao tora cum-
prido com os seus deveres, visto como, em lugar
de oceupar-se do desempenho de seu magisterio,
tem padana, pedreiras e outros ramos de negocio.
Do que venho de dizer, concine-se, que nos nio
devemos consentir que scenas de.'la ordem conti-
nuem a ser ropioduzidas por aquelle professor ;
p r isso apresento um requerimento casa, pe-
dindo mfonnares directora da instruccio pu-
blica acerca do que pronuncien e segando mo
consta, too continuado a praticar o mesmo pr >
Miar.
E' Kilo e apoiado o segrate requerimento :
Requeiro com urgencia qae por iotermedio do
Exm. Sr. presidente da provincia se peca informa-
coesao Dr. director da instruccio publica a respeilo
da cadeira de I" lettras da povoaejio de Nazareth,
da comarca do Cabo : se o professor cumpre
com os deveres de sea magisterio ; 2", quantos
alumnos frequentam a referida aula; 3.* se
verdade que exTce all a profissao de commer-
ciante ; 4. Analmente se j tem havdo algumas
denuncias respeito do mesmo, e quaes as pro-
videncias que se tem tomado. Pae.% Brrelo.
O SR. GASPAR DRUMMOND diz que, tendo por
systema nunca negar o seu voto aos reqnerimen-
tos que se apesentam na casa pedindo nfqrma
coes, por isso qqe d'ahi resulta sempre os escla-
recimeotos para as questoes, todava nio pode dar
o seu voto ao requerroento em Uiscusso, por sso
que de sua redaccio se collige que o seu nobre
autor nio quer smplesmente obter informacoes
acerca do procedimento do professor de Nazareth,
mas sm censurar o digno director di instruccio
publica, que a sea ver, um dos caracteres dis-
tinelos da provincia. Assim, a menos qno o Mus-
ir autor do requerimento d explicacoes satisfa
torias, nega lhe o seu voto.
0 SR. PAES BARRETO :Sr. presidente, qaan-
do apresenlei o meu requerimento, de certo nao
tive em vista censurar ao director da instruccio
publica ; sei physicamente quo elle ignora os
factos que so refero o requerimento ; ignora-os
porque o delegado Iliterario do povoado de Naza-
reth, tambera nio cumpre com os seus deveres.
Portanto. se alguma censura se deprebende do re-
querimento, ella nio toca ao director da instruccio
publica, e si:n ao delegado litterario.
fila tenho em vista censurar o director da ins-
truccio publica, porque reconheco que um dos
funcionarios zeloso no cumprimento de seus de-
veres ; apenas tenho por flm pugnar pelos inte-
resses da provincia, pelo hem publico. Nao tenho
dnvda em admitlir que, o nubn deputado que ha
pouco acabou de fallar, offereea as emendas qae
julgar necessarias ao reqnerimento, porque,
se de sua redaccio se deprebende o que o nobre
depatado sappS1, isso talvez fosse devido falta
de pratiea da minha parte, e mesmo raesquinha
inteligencia de qne disponho. (Nio apoiados.)
Feitas estas consideraces, submetto aprecia-
ci da casa o meu requerimento, e ella decidir
como melhor entender.
Encerrada a discussio, o requerimento posto
votos e approvado.
OREEM DO DIA.
I.1 discussio do projeeto n. 69 desi anno, que
autorisa a cmara municipal desta cidade con-
trahlr um emprestimo de 300:0004 para constrac-
cio de am mercado publico.E' approvado.
1.* discussio do projeeto o. 82 deste anno, que
autorisa o presidente da provincia a prover em
urna das cadeiras vagas de instruccio primaria o
professor jubilado Mtrcolino Antonio Xavier, ees
sando a jabilacio de que go.
O SR. OLIVEIRA FONSECA faz Ugeiras consi-
derares. '
Encerrada a discussio, o projecto posto vo-
tos, e approvado.
2.* discussio do projecto n. .'15 deste anno.
a Art i.* Fica desde j creada na cidade do Re-
cite orna companhia de sapldores, eom oeffectivo
de 80 pracas de pret e 5 offlciaes, send-) 1 tenente
e 4 a'feres.
O SR. F. DB FIGUEIROA :-Sr. presidente, esta
assembla de alguma forma j reconheceu a ntili
dade do projecto em discussio, fazondo-o passar
2" discassio por ama votacio que lhe sobre -
modo lisongeira. Parece-me, portanto, qae estoa
dispensado de justificar essa nlilidade, Unto mais
juanlo ella mauifesta e intuitiva.
Ninguem ha, pens eu. qae possa com justos e
razoaveis fundimentos comkater a necessidade de
estabelecer-se nesta cidade nma companbia cajo
flm seja a exlinccao dos incendios e o salvamento
das 4tessoa$ e objectos dos edificios incendia-
dos.
Por toda a pule onde ha am ncleo mais denso
dq populacao; em lodosos pases adiantados,urna
e as vozes mais de ama companhia de sapadores
bombeiros tem sido creada para arrancar as far-
ras dos incendios as propriedades publicas e pri-
vadas.
Em am incendio, genitores, nao ha smente a
lamentar-se a destrulcio da propriedado; ha tam-
bera sentirse a ruina dos proprietarios, os pre-
juizos das companhias de seguro, os roanos cora-
meltidos nos objectos que por {ventura se achem
nos edificios atacados pelo fogo, e ha sobre ludo e
nio raras vezos ferimentos e al morles pran-
tear-se.
A missao do sapador bombeiro, senhore?, ar-
daa e dificultosa. O bombeiro deve ter conheci-
ment sespeciaes para bem empregar os seus es-
treos em prol dajuelles que se vem arruinados,
vendo as chammas" consumirem o seu patrimo-
nio.
Nestas circurastancia?, Sr. presidente, rae pare-
ce que tal nome se nio pode dar isso que por ah
vemos aesta cidade eom o nome de bombeiros. .
E' lamentavel, senhores, doloroso assistir ao
apagamento de um incendio entre nos. Todos os
que se dirigem ao local do edificio incendiad) se
julgam com os preciso; conhecimemos e com di-
reitos darera ordens para a sua extincie. D'ahi
nasco urna confusio extraordinaria e somente em
prejuizo dos proprietarios flagellados por esse ter-
rivel mal. Alm disso v se ordinariamente qne
ha falta d agua, e em outras e requenies ocejisioes
observa-se que as bombas que acodem nio se
acham em estado de prestar servcos.
De tolas estas razos. Sr. presidente, nasce a
necessidade palpitante da creacao de urna compa-
nhia de b imbeiro?, regularmente organisada, e
capaz de prestar beneficios esta eidade.
Diz o art. I. do projecto (l):
Me parece que se nao pode achar desarrazoado
o numero de pracas ahi menconadas, visto como,
calculada, sem desvio da verdade, a populacao do
Recito em 100,000 almas, acha-se qutra cada
1,230 habitantes corresponde um sapador bom-
beiro. Crcio, pois, que o sea numero nio ex-
cessivo.
J ouvi fazer-se observacoes quanto ao numero
de offlciaes.....
Um Sr. Deputado:Esse pode ser diminuido. .
O Sr. Figuera :Nio me opponho a isso,
ama vez-qae a idea capital nio fique prejndi-
cada.
Estou disposto acceitar qualquer emenda qu
os nobres deputados quizerem mandar mesa no
sentido de restringir o numero de offlciaes; e
mesmo qualquer outra alleraco que qneirara fa-
zer, acceitarei ama vez que de certo modo estejam
em harmona com o meu modo de pensar. Nio
tenho a pretencio de te!1 confeccionado um traba-
lho completo e perfeito; sou muito despido de or-
gulho e vaidade, e, julgando-me baldo dos conhe-
ci raen tos indispensaveis para o bom conheciraento
do um projecto, (nio apoiados) apresentei a idea
pelo modo que melhor me pareceu, sem a preten-
cio de faze-la adoptar pela casa sem retoques em
sua forma.
Ditas estas palavra?, creio qne por emqaanto
nada mais tenho o dever de accrescentar, aguar-
dando a discussio dos outros artgos do projecto
para dar informacoes que os nobre% deputados
quizerem e que esliverem ao meu alcance.
Vai mesa e apoia-se a seguate emenda :
t Em lugar de eioco offlciaesdiga-seqaatro,
sendo um capilao, um ttente e dous altores. Pin-
to Jnior.
O SR. F. DE FIGUEIROA :Sr. presfdenle, op-
ponho-me emenda, porque acho que ella vai em-
barazar outras disposicdes do projecto sera vanta-
gem para elle ou para a provincia.
V. Exc. me permittir que considere outra dis-
nosicio do projecto, quo me retira a outro artigo,
somente para justiflear-me.
Diz a emendaum capitio, um tenente e dous
*lferes. Me parece que isto nao est de accordo
com a divisao que estabelece o projecto para a
companhia de bombeiros, distribuindo-a em sec-
?3es de 20 pracas pelos qualro bairros da ci-
dade.
Um Sn. Deputado :Ple ser alterada esta di-
visio.
O Sr. Figuera :Me parece que esta dvuio
e a mais conveniente, porque quando se trata da
extinegao de um incendio, urna das princlpaes con-
dic$oes ter os soccorros romptos, immediatos,
e para isso faz se mister que elles se achem o
mais prximo possvel dos locaes onde labora o
fogo.
Ein um incendio, Sr. presidente, a presteza dos
soccorros para extingtii-lo tudo por a^sim dizer;
o chegando elles tarde, a accao dos bombeiros for-
cosameule se limitar preservar os edificios pr-
ximos ao incendiado do contacto das labaredas, da
communicacio do fogo.
(II i um aparte.)
O Sr. Figuera :Estou mostrando que a emen-
da nio a mais conveniente. Se se qaer reduzir
o numero de offlciaes, melhor ser estabelecer quo
cada seccio seja commandada por um sargento,
(apoiados) sendo o commandante de toda a forca
um tenente ou capitio, tendo corao-ajudante um
alferes. Eu inclino-me mais para um tenente e
um alferes, o neste sentido preterirei a emenda.
Eu desejo por-rae de accordo com os nobres de
putados, mas me parece qne a emenda, tal como
se acha, nio conveniente, porque contraria o ar-
tigo que eslabelece a divisao por seccSes e por
bairros, que, meu ver, a mais em harmona
com a presteza dos soccorros, lio ardentemente
reclamada as occasioes do incendio.
Esta emenda portanto nio acceitarei, e nio lhe
darei o meu voto.
Vio mesa e apoiam-se as seguintes emen-
das :
Roqueiro que em vez de cinco offlciaesdiga-
seum capitio commandante, que poder nomear
qualro sargentos de anlre as mesmas 80 pragas
Hollanda Cavalcante.Tavares de Vasconcellos.i
c Em vez de cinco offlciaesdiga-sedous. sen-
do um tenente e um
Uranio.*
alferes-ajudante.Correa de
(Continuar-se-ha.)
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Hnlem na assem-
bla, na hora do expediente, foi lido um offlcio
do Exm Sr. presidente da provincia cobrindo a
informacao da repartido das obras publicas,
acerca do exame que se proceden no edificio
em que funeciona a assembla, do qual consta
que ameaca elle eminente ruina, resolvondo-se of-
liciar presidencta da provincia pedindo designe
ama casa decente onde possa funecionar a As-
sembla.
Continuando a 2* discussio do art ,1a do pro-
jecto te flxacio de forca policial, oraram os Srs.
G. Drummond, M. Pernambuco e P. Alfonso, fl-
etado a discussio adiada pela hora.
A ordem do dia para hoje : 2a discassio dos
projectos ns. 62, 82, 83, 92, 98 e 100; 3a dos de
os. 53, 57, 73 e 93 todos deste anno.
ASSASSINATO.No dia 16 do eorrente s 10
horas da noute, oa escada do sobrado n. 19 da ra
Estrella do Rosario, Joventtno Odilon Tavares de
Lyra o Manoel Verissimo Alves de Mello feriram
gravemente com ama tacada a Isidro Gomes de
Freita?, o qual falleceu poucas horas depois. Os
deliaquentes foram presos, e esli sendo pro-
cessados.
No lugar Riacho Fffnlo da freguezia de
Aguas-Bellas, a 30 de marco ultimo, o menor An-
tonio Raymnndo da Silva assassinon com um
golpe de machado ao menor Manoel Lniz de Ljraa ;
forcado pela fome, aflra de roubar aquello porcao
de arroz. O delnqueme foi preso.
PRONUNCIA.Pelo sobdelegado da Iregueiia
dos A (Togados foram pronaaciados Jos Baptista
da Molla e Manoel dos Santos Faria, como inenr-
sos as peaas do rt. 193 do cdigo criminal, com-
binado com o art. 34.
FERIMENTO E SUICIDIO.-No lagar Cruzes
do districto de Garanhans, o preto escravo VI-
valdo, que ahi viva algum tempo como forro o
sob o nomo de Jos Ignacio, ferio levemente com
nm tiro Antonio Alhanazio Vieira, na accazi
em que este acaba va de prender aosen escravo Ma-
noel qnem Vvaldo occaltava. Logo em seguida
ao ferimento, Vivaldo ou Jos Ignacio suicidoa-s,
dando um tiro no ventre.
IMPOSTO DO SELLO.-Comeca araanhia a exe-
euco do novo regulainento do sello, pelo qual sao
."dirigidos os acceitanles a por a estnpilha res-
pectiva e inutilisa-la com a data e nomV
PERNAMBUCANOS IULUSTRES.Nakdia 9 d
janho vai praca, perante a junta da fazenda da
thesouraria provincial, a iinpressio de 8 biogra-
phias de Peroambucanos Ilustres, escripias pe >
Sr. commendador Ant nio Joaquim de Mello, en
virtude da disposicio da lei provincial n. 831 d-
22 de maio do 1868.
PBDAGIO.Peranie a junta da fazenda da the-
souraria provincial, vio praca no dia 9 do juntv<
os pedagios das barraras : d Magdalena, avalla-
do por 6:6904por anno; de Jaboalio, por 4:5024 ;
do Motocolomb, por 1:7804; do Bojary, por...
5574 ; do Maoguinho e Capunga, por 2:4104; da
Tac mina, por 7304 ; do Gequi, por 5:7344; do
Tapacur, por 1:3544 ; da ponte dos Carvalho?.
por 7284. As arrrematacftes serio feitas pelo es-
paco de 3 annos, a contar do 1 de julh prximo.
ARREMATACES DE OBRAS.Foram transfe-
ridas para o dia 25 do correte as arrematacoe>
da obra do cano de esgolo ao norte da alfandega
avahada em 2.0944410, e a doareiamento da es-
trada de Una oreada era 2:4204, perante a janta
da fazenda da thesoararia provincial.
THESOURARIA PROVI.\CIAL.-As pessoas que
tiverem de prestar flanea* nesta reparlicio, de con-
formidade cora a !ei geral n. 1237 de 24 de setem-
bro de 1864, e regulameolo de 3 de junlio de 1865,
devero apresentar: titulo de propriedade ; cer-
lido de estar quites coro -as fa zondas nacional_e
provincial, e cora a cmara municipal ; certidio
negativa do registro do hypothecas; certidio qne
mostr estarem os immoveis livres de^ penhor,
embargo oa outro onus judicial; certidio de quo
nao esli obrigados por lutellas ou curatellas.
declaracio do rgimen porque c casado, ou de oa-
Iros de onde resulte hypotbeca legal; ou thorga da
mulher.
ANNEL ROUBADO.Pelo proprietario da foja
de oorives da ra Dujue de Caxias n. 15, foi
hontem apprehendido ao poder de um moleque,
queonfferecia venda, um anoel de ouro com
brilhante, o qual ser entregue mediante declara-
cao de signaes.
RA DUQUE DE CAXIAS.- Hontora termina-
ran)-se os festejos que essa roa fez em regosijo
pela terminacio da guerra, soltando-se um lindo
e variado fogo de artificio devido ao esmerado tra-
balho do ar/ista Pernarabacaao Tito Francisco d
Mello, que raais urna vez dea prova de um acer-
tado engenho e de conhecimento da arte que pro-
fessa. Reeommendando-o ao publico Ilustrado
fazemos-lhe justica.
A DUQUEZA DE BERRY.A poca, jornal Je
Madrid, d os seguintes pormenores sobre a vida
da iuquea de Berry, mae do conde de Cbambord,
e viuva do duque de Berry, filbo de Carlos X, as-
sassinado por Louvel sabida do ibeatro, 13 de
fevereiro de 1820, a qual falleceu ltimamente na
Alta Styria (Austria.)
O papel iniuortante que esla senhora repre-
sentott na historia de Franca, depois da revoluco
de 830, internando sublevar a. Venda, incita-nos
a tocar de passagem alguns factos da sua vida.
A duqueza de Berry, Mara Carolina Fernan-
da Luiza de Bourbon, nasceu em aples a 5 de
novembro de 1798, e era Ulna nica de Francisco
I, re das duas Sicilias, e de Mara Clementina, ar-
chiduqueza da Austria.
t Restablecidos os Bourhons no ihrono do a-
ples em 1815, Luiz XVIII solicitoua mi da prn-
ceza para seu sobrinho o duque de Berry. Esto
consorcio effeciuou-se sob os melhores auspicios
na igreja de Nolre-Dame de Pars a 18 de junho
de 1816.
t Pouco depois do assassinato de sea esposo,
deu luz o conde de Cbambord, e apresentando-o
ao povo no palacio das Tulherias, recebeu as
felicitaccs do corpo diplomalico em nome dos so-
beranos.
Solicita em dispensar ao recem-nascido os
desvelos de'mae, nio se ingerto nos successos que
occsonarara a queda dos Bourbons ; mas as suas
ulteriores vigens ao interior da Franca, e espe-
cialmente Venda, onde passou revista a 40,000
paisanos armados, contribuirn) para estender a
sua popularidad-.1.
t Durante a revoluco de 1830 passou Italia,
onde casou clandestinamente com o conde de Lac-
chesi Palli.
Depois de fazer ama curta visita seu irmio
o rei de aples, dirigise a Massa, onde concebeu
o projecto de tentar um levantamento em neme de
sea fllho.
c Com esse intnito deserabarcoa em Marselha
no mez de abril de 1832; mas, abortando a suble-
vacao que all esleve tramada, teve de re'.irar-e.
Frustrados os seus planos nesta cidade, dt-
rigio-se Venda, onde, Disfarcada em paisano
com o nome de Pelit Fierre, percorreu diversas
parochias. As hositacoes, porm, de alguns rea-
listas que a acompanhavam, obrgando-a a adiar
a tentativa de nsurreici i, flzerara-lhe perder to-
das as esperancas, porquanto o governo informa-
do da conspirara j que se (ramava, perseguio-a in-
cessantemente,
Presa Analmente a 6 de nvembro de 1832,
foi conduzida ao castello de Nantes, e d'ahi cida-
della de Blaye, onde foi submettida rigorosa vi-
gilancia do general Bugeand.
t Em 1833 vio-se obngada a declarar o sea ca-
samento clandestino.
(Viuva segunda vez, pobre, e perdida por esse
facto a sua influencia poltica, a duqaeza de Ber-
ry, qae vvia j paralytica no sea castello de Bros-
ae*. oa Alta Styria, saecumbio no dia 18 de abril
urna paralysia de cerebro, contando 72 annos '
de idade
i Segundo se l na citada folha, o partido tegi-
timista foi assislir aos seas faneraes na Austria e
pora luto durante nm mez em Franca. >
LEILAOO agente Martins effeetnara hoje um
lei lio de movis, loara e viros, roa da Soledade
o. 56 s 10 horas do dia.
LOTERA.A que se acha a venda a 147%
beneficio da irmandade de Nossa Senhora do Bom
Parto da cidade de Olinda, a qual corre no dia 20.
PASSAGEIROS.Sabidos para os pprtos do sal
no vapor brasileiro ufando** :
Maior Manoel Pinto de Araujo, Jos Antonio de
Oliveira Senna, Aroerico Soares Rapozo, Antonio
Monleiro Ribeiro, Jos Mara Garda Jos Caval-
cante de Mello, Odilon da V. Lima, Joaqaim Jos
de Araujo Vasconcellos, Anastacio Jos Vctor da
Silva Lessa, Jos Alves de Aguiar, Antonio Victo-
riao Castro, Ansslroo Jos de Castro, Proflro L de
Castro, Cezar Augusto S. .Continuo, Francisco de
Aadrade Silva, Jos P. da Silva, Manoel R. Gam-
boa 3 escravos e 1 criada, Dr. Manoel do Morae*
Gasmio Lyra e l criado, Dr. Antonio Machado da
C>sta Cavalcante e escravos, D. Jaba Gllewia w.
Furreira CampRS, 3 fimos e 1 criado, H. Block
Manoel G. Guimaraes. _^____
Segaem pera os portes do norte no vano*
Foleno: ,
Manoel P. de Carvalho sua seonora e a>



jrtl 30 0I1M 3QSI-M31 ATRAWri. de p,uc.
Qua
Auga-to G. da Silva o t sobrinho, Antn
S1v. Jos OMM* de Castro Ma H. PiTeira, (h|jMf J. Barbisa o I criada^Flo-
tcikhi. Jos-MRjhios, AurdlLvm Augusto; f
Souza Serr4WJHli,i. Antonio H. de Almeida;
Jnaq um l. VB^Vtnn h>I de Raz,.Maaoel Fclix,
Maroohuo F lix, 1 o.ao P. Lsuriano, B. Francisco,
JWWWUAWJHi*
Francisco de Son u Ca
Jaao Martins, Antonio J.
Cnamo, [ RibeiroR
criada, S. Bandera d
Munteira, sua sonno
Xaxier Carneiro de
H. M icliado lunior,
I creado, Lhic Ma
Souza e I criada.
te, Jof
icio,
;er
uil
_ ja
i--rqii*e Seria^
llura, l i'unlu
1/acMf, -Jesuii;
com d,es
ubre i:
mem);
bHco desto
Albnayierqqito. .V" cotugai;*!) de pelicijes..
Outro do raesmo. tambem eom despacho da pre-
sabr o mid > porque
eom
(rk\ nwum.
rKiitrwi. ui^oirtieRcio
ACTA DA SESSrtO ADMINISTRATIVA DE 16 DE
MAIO DE 1870.
VMSaUCIA DO EXM. SR. DESEMIUnC.\BOR ANSELMO
>i*^ raflHf ISPA PBRKTTI.
As 10 horas da manliaa, prvenles os Srs. depu-
tados Rosa, Basto. Miranda Leal, bario de Cruan-
O', S. Exe. o Sr. presidente decarou aborta a
MMO.
Foi liiia e approvada a, arta da sessao de i
EXPEDIENTE.
O.lsiu d) presidenta e secretaria da junta de
eorretores, envan! > a estafan djs presos corren-
tes la semana prxima linda.Ao archivo.
<)3co do presdeme di sibredtt juoU, sub-
metlendu approyaoio do tribunal o regimiento
interno que eom p sen secretario farmulon' pela
autoris.icaa que (vera constante do fflo u\> Sr.
secretario deste trll.anal de 17 de fjven iro n 11i n i<
Aos Srs. epiitadns Miranda Leal o. Rosa, para
verificaren) e direm seu parecer.
Gfflcio do porteiro di secretarla Antonio Corroa
Mala, ulzend') que deixava de comparecer repar-
tir*, por estar razn I1 parte do eonselo de revi-
saolos gqardas naeionaes di li.itilhaj desje
municipio, nos trra >s do art. -i' do decreto n. 1130
de 12 de mareo de 1853.InteiraJo.
O Sr seeretirio asigm.u dous oflleios para se-
iem reniettiio* aos secretarlos dos rrlbunaes di
Rio Mir.nhio, acensando o rocebiinpiUo das
relarots Asi eommemantes ltimamentematricu-
lad m ein ditos tribuna"?.
Forana prsenles por parle de Gonealves IrmSo
A C, as certidoes que Ihes foram pedidas confor-
me i tesobacan constante da aela da preeelenle
sessao.O tribunal re-dveii mandar tirar napias
a iIiwicciihIOb-, u i|uo Mi, f-MAoin im origina*
entregues aos s.lirelitis Gm<;a!ves Irmfnd: C.
Foram a rubricar os seeuiaies livros : Diario e
.omador de. Antonio Alvos de Miranda Guimares.
Diario de Lima, Silva 4 0, dito de Manoeida
Silva Pootes.
Visto o livro d.i correspondencia, achou-se o
n-gistro regularmente feito al o n. 80.
DKWACIWS -y
r.nV.i) de Cancel J s Carnc-m> Pinto, pedindo.
o neutro da noniea a i de sou caixeiro Fraeiscp
Ait 11: i di Silva C i/ i, -Ci n i re-juer, dep )is fl
re.M.n ';;!, .1 tir n.i ] : :, i iit-acai.
Dita de C-iVuin />(' ,!i Silva, corn.i procura
or da do trae & iha registre 6rocttrato in. oaunrisa
a tratar do< negocios de seu dito ifuiio.-Coijio
leqner.
Dita de Ao! inio Frangs -o de Sonta Braga, pe-
din I > qae s"j:i almiiiido a in-crever-se no era
y P31" wg de imannen-e arcliivi'ta de-te
tribunal.G)m.i requer.
D.ta de Antontn L.pes Drag^ Francisco Jo-
inMi< o /js Gene*, ayuamanie para repi.-
tr.irse-lhes o seu contrato de dissolocao de socie-
da le.Vista ai Sr. d-sembargad ir fi Dita de A lolph Prarteffo lavn, que lend-o
da I > sociedade na >ua loja de fatenlas rila d>
Dnqan de :.axias ( mtr'ora rua do Quelmaq n.
11 a Uratuliano dos Santos Vital, pedia-que se
con< nti-se continuar su i nova escripia no seu an i
ti^'o i-ino.Coni rei|uer. *
D.'ti ,]e Jjjj da Uo-ha o Silva, pedindo igual
cooci^ao.Como requer.
Bita de Rocha e Silva, solicitad) o registro da
iooioaefio de seu caiifo Ant,n;o Tiburcio do
W-U .Registre-se.
Olla d leienymo da Ci-i.i Lina, pedindo ceiii
dao do wn Mo da petieao fiyn i;ae sPU s0(.|a
J.is Panlo da Fon-eea pewi a siispensin do re-
gistro de sor, e-mi rato do s.icfetlade com elle 'Qp-
piiranie e Jo.a]:iim Gonealves Vffimti. assim romo
la despacho nella prolert*,dt crlida i < riflera!,
ri'-po^ta lo SUppHeatrte e ri lespachti tinal Co-
ma reqrter.
- n .S011 ''fORMAOv) M PAUTE ,>- .11
Poeao de Jos l'.uili l, 'n-c-., pta sobfes-
urooregiRtre oi depotbdo'cwtt'aia dfcsocie-
dade celebrado entro elle suppliiwatOi J'i'uvmo
da i;-)-u Lima e i:iaij'i;ri G';al*es Viinna, na
qual. pir urtiHe do idesi>arihiihi i jo cerrante,
ie;pni;i'ra o assocuJj Jeronynio di ("osla Lima.
Junli su: a i a mrate de sociedade di suppli-
ramoedn siippi;cados Jeron>moia Ce-ta Lima
e I q o ici i'- V;; -ip, vi-'a ao Sr. dese.n-
bargador uVcal.
Nula ni,i. sea lo 9u!u)IUjIi i despacho,*.
Exe. o Sr. piesi Jentc ea. >vo:i a sesae t 11 ho-
ra- c meia do da.
E ser pos-iva! om urna partida de "l
Mfti^W verno) determinar *
^iaK5 ie ]"' (lli ,7 na d8 18 melida.C
"WtSwea^mnWri'iderao c.onter algama
BUlliaMivaria5r?!!l Na.!
Q0*n* foi.eampradaerla farinha, medir.^
diversos saceos, para se poder marear o prceo
medida ; eom fice d. alternativa ene.mtrala
Mu de tero III 0B3MUR .ItfJX OHMA
para f.aer u mesmos cotcenos, na.- que essa*
bastante
ue
f *
ijsoai
i ade
. < Jst ,.
|t4 imosj
i pa
co:u ira,l
do se
lula dn
vende1Hi
estimaramos.
i-id
pre
Vheti
lincto corpn olo pode pois deixar de
ser a graca qno V. Alieza-vaLeai breve
Jhe e pelo que desde ja me confesso su
agradecido, em rmme da provincia onde
Una de ver a lur. do da.
. lo a subida honra de assignartaW com toda
estima e consideragao de V. AI leu, subdito mni-
amigo dedicailo e obrigado, Victorino Jos Car-
*nr-mr
UUM.l. 3 J1T1UJ A kWi
Perante a cmara municipal esta cid.uli-
tetara em ptae nift dfts f3, 16 e 18 do torren td
para serem*arrematado* por quem maior prece
olTerecer os alugu.'is dos talhos do a^ougue publi
h JWantescat frtigai
Pueti
pal
para a er
vo dos
tnul
mo \ntuu|*
incumbida iBailijBnra ma
ir nesta fre^u -Xia urna subsen
de um momMienia-Jliiitieinii.d^
! J i Brasil ta guerra do Parag^; iy.
i
perqu (Icaria ansia
munk-ac^es necessarias.
Oatro do engenbeiro cordeador, infuimandpf gtradaiainjiyfca dagmaft
l.iv o oflQcladi ,ironiradr, em que c-xpoo^OAs. I IpneJBmo^ilTfiK (b twlJbs
porque rao recebeu d' D. Vieencia F.-rreira da sem 18 medidas cada um, as quaes ven
Gtmtta-o-impotw para faeer os-eemiertos4 sna*- Wi) r*., ^r4maf +7#180 onde est i> t TOa*
casas; declara que a supplicanle obtivera hcenca ijOJO em sa/co, senhor Cavalbeira"f
Na exc
Outro do mesmo. informando o re luerimento de
Francisco Marcolino do Am irM.'M'naJa terqad
a oppur, daulo-sj-lhe a ciinjulcnlu cordea-
ci. Mandn-se cerdear.
Outro do nesmo, I mfonnaa-l > sobr.^ o requer-
ni 'itodi- Selwstio I, i;jcs Gui-naraes, dociara que
nada tern a oppor C mcedan-se.
Foram appnvados dona parec-'re< da commissai
eticat regada dos nogocius da oemiierio : o primei-
ro. para qrM s^ja injefenda a (k-icjo do Dr1. An><
ionio de Va^concellH Menezes Druminonl, pedin lo
qpe' se mande faier 'novo a livro da baimra, por tor havido engaa, no primei-
ro feito d; una eserava le seu tallecido pai; e i
seguido, no sentido de *e informar asseinbia
provincial qno a amara achq nuiti otii o projeclo
creando un cemiterio para seren sepultados os
radavsres das pn-si.as qua nao.'tem direito a se-
pultura ec-Mesastia.
Os Srs. I)r. Moscos o Gmnelro (trama sc-
guinte proposta, que foi approvada :
Propormo a guate pstiKi: Xingnem po-
dir vender pao, a nao ser pe res Pagara i a murta de I0|, c d ibro na'reinci-
dencia. '
' Pafo la cmara municipal do Rejifo, o de
m.iio de 1870. I)r. Libo Moscoio.lamiiro.
(Jue -e ollk-ie a S. Bxt, o Si, vi ce-presiden le da
provincn remetiendo o artigo da postura.
Despaeharam-se as sgwnts petie'!" : do
Dr". Antonio de VascmceflOs" Mener.es" de Ornm-
biund, Antonio Jo da Cosita Bartholmieu A
u, o escrivjw Franci-co de Barros Correa, Praneis-
co Marcelino do Amaral, Flix Luii ihvalcante.
ioaqnim Gerardo d3 Basto;, Seba maraes.
En. Anjusto Cenmno de FigneinMo, o/.-ial
maior strfindo de secretario, a es "revi.
liento M! di Costa Junior, pr^resWefile.
Dr. Pedro de Athagde Lobo Hoscoso.Jos Mara
Freir Ganteiro.-iCael(i'io Cyriaco da Costa MOreV
ra. Dr. Prxedes Gomes de Sovza Pitanja.
Ja vJes quo abusjram d. .
Quando o ExmSr senador Fredoricq d'Almeida
e Albrtquerqoc maudou veodr os 708 saceos ene
se1
se
sobraran) d >s comprados par.1 o socarro do alto
mnwn, loram memrt tguns saecds m marcado
o nrecpde QIO rs ;a:.i inedia de mdo.dcalitro;
nv Stpt & ereotitraram saceos de-f.7 libras e
que por cunsequcucia pi podiam ser vcididas a
OiO rs., por dar pr<3]atZR ; ma-- o que fazerfl Le-
vantir o preeoera o nico rroursn. mas nao foi
is"im que se prati^on ; o povo oontiuioua om-
pra-la por (Oirs., e o gw-irno nadi perd-4, por-
|iie as canias-loram aprusenudas ao fsoi.-Sr. se-
niiinr em.8 de abril passailo, deduzij.a a impor-
tancia dos 766 saceos,, que ostavam sendo vendidos
ao povo.'e a venda flodou-se a'j do mesrao mer,
salvo o engao II
Accuse-so o hornera, quando elle pratijar o mal,
mas feri-lo, quando elle por actos de benctkencia,
muHl vez repetidos, prov), que se compadece do
neceseitjd, h ipie est semnre [irompto a auxiliar,
quer *-.grtgo, ijuer ao tryanno, na pratiea do
bem: fac osse. qa para nos sd ple ser classj
licado, nu p9r, vingaiga mesquinha, ou inveja
requintada l
Nao vos oJr>tdaex, ataba cavalbeiro do Liberai.
porqae nao vos que dirigimos eslas palavras;
e sin) acuelles que vos deram taes informa-
{Oes! u ando vos e.n vogso artigo ds pala-
vras segando dizem provadn est que (osles Tie-
rna do vosso amor no ben publiaoi
Jiilgaims tor dito qaanlo bastante, pira pro-
var, que a vjnda da fjrinha na rbeira de S. Jos
poroi-dem e canta dogovri, nio monopolio
mcialt eprnsvnis hav-lo feito,. sdrn termos
nlfen-lido ; qie emitosentiriamos, se aconte-
cesso.
Recife, de nuil de 1870.
Jftj ti
---------
,. e nuncaJJriHa carena dS%uh_
lancias alimenluias e de tildo quanto exigem a
aniidadaa da lida, jj^ rcenle augnwnto dos
idor TiaVel
trihaln' pai trr
rtSpiJtaft fea 4a MiswicoFdia
?su commissao motivo? para recusar a missao d
o De um lado, porm, ella receiou que a sna re-
usa,poderse.ser imputada i falla de zelo, ou m
vontade, e por outro lado julgou lao conveniente,
laoloqvavol 9 lio poltioticq o peiwamaoio d c-
mara, que teria pordcsairoso negaf-fhe sua traca
CMjuyarao.
jao exJstmdo nesta ci-Jade, nemem parte, al -
gama da provincia, um s monumento propria
mele cominemora ti vo, aos fe:s gloriosos de nos
sos antepassaJos, pois que as canellas votivas, que'
depois da guerra com os floltande'zi's se construi
rain, netn pela, .forma, neui pelos destinos reenr-
Jam ao op.Vo as f.iganh.is iin/n'ortel de no-sos
maiores, o projetado inouumentq, alem.de trans-
mittir as gera^des fatoris a memoria dos nossps
iriumphos na maior gaerra, que at hujfltm ba-
vido em toda a America meridional, pelo numero dos
c)mbaieotesv pola suaduraci e pelas qijasi in-
superaveis difflculdades, que, apresentava, incom-
iiary^ImWto superiores aquellas, ano os romanos
encpnlraram em syas famosas e proloniiadas
guerras cum os Parthos, alm de ser um. tributo
de [Hu devida gratido aos hroes que tanto hu
traram o Brasil por sua inexcediv,-l coragem e
incompara'el resignagao, ser tambem um bello
ornato pan urna das nossas pracas, a primeira
ob/a verdadeiramente artstica, que possue a pro-
vincia.
briea de espirilos, be.bid.as fermntalas eal
cas nestarifttMo'KteifcCsob alhVha d Ferr#-
ra & C,p o capital 4*1:m.
Secretaria do Tribuaaii jJo comraweio de IVr-
nambuco 16 dt l.aio flci870.
'" Trrr^rahtrrarbt1,
Julio Gnimafiie.
Dente Jo-e. da C isla, Jojiior,
rro-prsid-inte.
_Augus|e-C. de Wgiiei^do,
al-infjor serviidu do seofaia^a'
L. i
lin werrn se
cripta ie
Antonio Joa-
da Silveira,
coo i manteo
o casal.
iroieoBse-
- .^CLARACOES.
SriSS.VO JLTiir.lAlllA IM 18 DE MAIO DE
1*70.
w.s;iK\ni DOBXM. -a. iv.:s.;-,iivi: ; vor.a \. 9, pb-
Hi::n.
& '/.,-/,. J,i\;0 r,a:niraef.
Ao nieio da desatrou-se alierta a sessao estando
pr.-s.'o'o.s os Srs, desemoargadorea Silva r.uima-
r- '-, li-is c Silva v.-.oi'li, e i?s Srs. deputados
lUsti, randa Leal a bario de Craangy.
Lila, foiapprov.i da .i acia da sos-o anterior.
O cscrnsii Ailiu |,i^rq ie legistrou o ultimo pru-
lesbi de letra a 10 d prsenle mez sob o n. *)ll,
' i i-si-rivao Alves de Rrilo a 12 do dito mez, sob
o n um.
JL'LGAMENTOS.
Appellante a viuva u lierdeiros de Manoei Gon-
c.iives da Silva, appellada D. Claudma Senhorinlia
Yieir.i de Cirvatln ; appellantos Leandro Caval-
eanti da Silva Guimariea e outro, appellado M-
noej Jo.iqiiiin R:im8 e Silva.=Adiados a pedido
I i Srs dopnul k,
nKQISICAO i K JUIZ.
) 5r.deseinbarj.idor Reis e Silva jurou fuspei-
'i >, e spresenton ;i m>a, pedin le providencia
pira ii andamento lega!, o feito no qual o Sr. des-
embargad r Silva Guimares tambem jurou sus.-
l'-icl), catre parles, appellantes os administrado-
res da massa fallida de Antonio Jote de Fi^neire-
ilo. appolla-la D. Paulina A reas de Goduy. E o
o Hxm. Sr. pr,.-idente oUlciou ao Exm. Sr.'cons-
Iheiro presidente da reiacao, solicilaado a designa-
cao do um jujz revisor.
i-ASS\Gi;.S'S.|
I)) Sr. detioibargudor Silva Guimaros ao Sr.
d.i enibirgador liis eSilva : appellaale Amonio
Joiqu.m .Salgado, appellado Lnia Fonscea do Ma-
cr 11; appellantes Foaseca A Santos, appellados
<>s a lonoistradoi-es di massa fallida de Antonio
IV Ir do Mailo.
AGOaAVOB.
_ Juizo especial do omirnircio ; aggravante D.
Paula 0 ivaleanti de Oliseira Lima, aggrav.ados os
curadores Oscae da falleocia da Laiz de Oliveira.
Luna lunior. O Sr. desainbargader Silve Guima
ra- juroo suspeioao foi oJalo oprejentaio ao
hr. desembarg idur Reis e Silva.
Juizo especial do camnnreio,: agitfavaat D
Vicurta Rufiaa de Aaeveo. -agrJM|o Andiai
Barbosa SoarekO fixo. r. prosicatenoaou
pre-vimealo.
Jnio especial do coroaieroki : aag/avao'.e a
vmva o lierdeiros de Diogo Jos da Cosa, agrar
vadoAnuBio Duarle Carneiro Viamia.o EiMn,
Sr. pre>-iiWate den proviaeoto.
Enrerrou-se a sessio. meia hora da Urde,
PUBCAC0E3 A PEDID.
Sentidas queixas
Alm do preso e sm um viver. tao nudo
AI6m de ludo, o teu feroz rigor
Ai nao lesprezes miaba pobre alma
Que s e acalma coai o teu amir,
Porque :oo rogos, meu anjo celeste,
Pois que naeeste, |iars eu te amar
Ai nao te escondas, ai nao lujas escu.a
A.acerLi lutado meu sufTrer sem par.
Silla nm suspiro, um ai, sequer doncella
l'or mira oh bello, s por niim, deidide...
llrn ai I ao menas, que abrand; as dures
Dos grandes ardores de immortal saudado.
ostra-me ao meno tea gentil semblan'.'.
Que doce insunle I era s praser
Ka te apertiva en amorosos brags
E nestes tns, qulzera eu morrer.
Meu najo meigo ; ea le du mea catil
D n-te meu nranto, a vida em ti ir
Dou te minh'alma, que sem rumo vaga
De ludo tm paga s te pee> amor.
Casa d detenco : nraio de 1870.
os Ma^alhes da Silva PdfM
'ounnando las forcas ao norte
do lito Manduvlr.
QIJMlTKI. r.KNICr.VI. NA VU.LA DO ROS MMO, 14
DK KARCO DE 1870.
Orden do da ,n. .
Ao -2 corp) de volontirios.
Giiladaos Orgarusmlo da novo, idos
volver etn breve a palria, agrupados em
torno da sagra-la insania que, siiubesles
deioDiler e.oin tanto denod i e bra'vjr.i, em
meiodos tnaioivs perigo:, e us in o mantos
mais crticos dos combales.
S le bem felizes em vosso regresso.
A patria, cuja Jionra vingastescora usura,
vos cutir do i>vac5es peto bem que cuai-
pristes vossa sania misso.
'Otyrannoque ousou offende-la, j n5o
existe solire a Ierra : a tempeaade que ap-
pareceu, amearando destruir todo esto pnz
tombou finalmente, resurgindo de sua qn-
da urna n'-va aurora de gosos. e felicidades
para este povo digno de melbor sorte
Em vossa viagvm i p3tt ia, podis pois,,
dizercom orguiho que a-joi.ltcoo plantada
a arvore da civilisacSn, hafejada pelas aurns
da liberdade e da religiaa.
Que, a bumaojdadj inleira vos dirija uro
voto de felicitacio, todo o meu anhelo.
O vosso veiho general sent imiuasa-
mente vossa partida, e do leito de dor env|
que, ora se acha, vos deseja mi. venturas
no seio de vossas fatn lias, na tena em que
como vos, teve tambem fortuna de nascer.
Bravos Pernambucanosadeus !
Victorino Jos Car miro JHonteiro Ma
rechai de campo.
% aiimfnls'r.n i> da provlaelae
a caresta dos geueroa.
O acto de Sr. dosimnargadjr A-si5' Rocha, com.
q'ie.autosu a tmara looniciiul de-L-, tidade
a despender at a quantii de 4 0000:)0 Hm com
prar e revender Urinh sem nenhum lupro, nao
pide pa*ar sem um protesto degra'idae por par
le dos, menos favorecidos de fortuna que, gracas
a asta medida, tem podido supprir-se de um. g:-
nera denso indisp,iriv-l a slmontaeao prece
inuito inferior ao do mercado. Sao os se os de.-ta
pidqm quo iwel.i:n .as boas inteocoaa, da adaihi*
trn.i), o sen s-)l.co empenho pefo bem estar ge-
ra!, as suas visjas e os wat, designios.- O efleito
deslii mediJa nao se lara esperar ecste o alca-
ce que llie recoabecemos : esuoleeenfj eonc (r-
r,encia e c-.i.-.iieioncia oo n ereado, a .-afiiira mu-
nicipal fcblera pira o poyo os resultados e as -an
tagens que o monopult na vala de qur.lquor.
gomro Oo.i.raria.
Se, por um jad > de bem enliii lido in'.eressej
Qtl< se prohiba nos mercados o cs>mutrcio de
?irayes-id-re- ; e por outro lado mui.o sabida
que nenUuma providencia.ha a tomar contra o
ciinincicio daiiuelles que, indo buscar os pone-
ros s .'eiras do interior, es eonduietn para os
nercados dacila le reven le-les pelo pi{o qu
lhj.'R.i-jave;n. IVJj s-r isto um baix) lomner-
no, mas pro!iibi-lo eria contravir principios de
que o com;iiercio na i Nafl havi.a oulro meio alm do que autri&uu a
ad nimsifacia r-,"'r-> prouiovero melliorainento, d is
grecos, a c;ui'.oriiincia em todos os merca los,
o toi< seguro re-jl.llor dos preces. Mantcahaa
cmara, tanto pnt possa, a "competencia em
que enirou Or oem de s;us municipes ; inair-
Bha-'o em quanto o exrgirem as circumssricias
pa--sagei.-.as do mjuenl ; mantenha-a me-.ni
alm di cise, :arquj as criaes tem rauiu v imexmilli'Dcias fdnpstas que tote* prevenir ; e
assuas vL-la$ n7u seraj pendidas para o oita es
lar i favorecidas.
Seiitenct ommercial do appellacao que no tribu-
nal do eommorcio d provin'-ia de Pernamiuco,
a =cn favor a!;ancou o appellante Jof Gom-.s
Villar para no juizo municipal da villa da In-
doBBOde'jcia, provincia da Parabyha.ser t-xecu-
tada entra o appellado Antonio Ilercujano de
AlmciJa com se do v aceordao abaixo.
Tribuna! d) eommercio etc. Que refirmara a
sent-mca appcllada de fallas 81, porquanto, nao
leudo o ie; appellado a argida falsnlaJe do titu-
lo do l. G nos termos do artigo 273 do reulamen-
to n. 737 e 2."; le novembro de 1830, para ass.ra
poder sentar se da ntrigcSo que contrahiu pelo
mesmo Ululo, 0 manifest que ao reo appellado
corre o de ver de satisfazer a importancia do dito
titulo, visto como exprime elle urna iransacao le-
gi(ima e real, segundo se evidencia dos autos :
nlo proco-ando a nalljd-ide. d referido titulo, in-
vocado pela defeza em lace das provas exibidas
pelo autor appellante, pelos quaes'se reconhe e ser
o titulo em questaa o resultado de om coniracto
regulormente celebrado enlre o autor appel'anlc.
e o re* appellado. Portante, reformando como
sofnrma. a sontenca appefiala de fl. 2. con-
dmnnam o reo appellado no pedido de fl. 2 ( na-
gamenio on prisoj enas cosa*.
' Recife, 2 de maic de 1870.
A. F. Pirette.
Accidy.
Silva Goimaraes.
Bastos.
Miranda Leal.
Foram e tis cnsideracoes que cmaram no
animo da commissao, e llie fazem esperar qpe,
prodqzibdo igual elfeito nos habitantes d fregae-
gnezla, todds' so prestaro na proporgao de suas
pjsses, a inscrever seus nomes na lista dos contri-
yomtespara o monumento projectadu.
rTecjfu, 13 demaio de 1870.
Dr fos Jouquim de Moraes Sarment.
Acgi-0 Augusto de Almetda
Jotttjiiim O'i/nlho Bdslos.
Jos Jonquim de Furia Machado.
. .4nfoniQ de Moma Rolan.
O aliaixoassigoadi, faz sciento,1aos seus cons-
tituimos, que durante a sua curia ausencia, llf'am
faendosnas vezes seu manoDr. padre Antonio da
Cunhae Figueired e seu lllhori bcharel Wulfrido
Ja Cunha e Figueiredo, ao< quaes, te^n encanvga-
io di todas as ca'usa< do seu escrrptorio. E apro-
veita a occasio para pedir mil desenlias aos ami-
gosj de quem"nao pode pessoalmente desdeJir si,
dTirece.ido-llies seu diminuto presumo ni corte.
Recite 12 de maio de 1870. '
Jos Rento da Cunha e Figueiredo.
Oleo puo meiioiial de fi-
gaild de bao lhao de Lan-
nian & Kemp.
tiva e fatigante. A tosse o signal
precunor do perig). Se para logo nao se atallia,
mais tarde se torna in'.uravel. Com tndo, existe
(im f specifico precioso para os pulm5^s irritados e
ahlalos pila tu<*e. Este e > mpo de ligado deba-
callio. Pi rtm este remedio nao eve canter mis-
tura algnma.
Pergnnlareis lalvet, onde se poder encon rar,
nosle seculo de adulleraeao, i:ma preparajlo e-
melhante ? A resposianao a nossa, mas sim a
la ficuldade medica* que o oleo de ligado de
bacdh) de Lanman & K-'mp, extrahido dis figft-
dos fresco?, e olT-reeidodebilxo da garanta de
seu n-'ine. como pretende =e-!o, absolqtamente
puro.
Seus effeifos, segando se acha eomprovado em
centenares de attestados. demonstrara sua exceden-
cia parque os leos diluidos e alte ados n5u tem
nenli mas qualidades curativas. S proJnzem
nauseas; em quanto que, neiihuma pessoa, mesmo
nao estnJbdnente, tomando esta preparaeao legi-
lima. nao deixi de gauhar carnes, de srt qud as
f\sn qualidades nutritivas sao tao evidentes como
o a sna accao medicinal, llecornmanda-se, pois,
lo los que padecem molestia? dos pulmoes., lo li-
gado ou da g.irgant, coma um remedio j bem
experimentado o seguro. Av!ia-se venda ein
todas a< pnnripaes drgarias.
do Recife.
laiitucl o vista.
A lllma. junta administrativa da, tiii* casa
de misericordia do Retfire, no mteresse de alargar
o circulo das oe-soas que.cpncorrwn.a arremata-
cao do rornecimento de gneros que' tem de con
sumir os estableeimentos pos seu eirgo manda
iiit poblice que o mesmo fornecimento da
qnanta de 30:0(lOjr annualmente, e que paec
mensalmente com dinlieio vista.
necebe.pirtanio, a mesma junta propostas para
o fornecimento indicado no mez de jnnho prximo,
na sala de suas texffif, e p.das 3 horas da tarde
do dia.19 do corrente :
Assuear refinado kilograntoio.
Dito 2* snrti'iJem.
Dito torrii dem.
Aletria idem.
Arroz do Marauhao idem.
Azeite doce liti o.
Agurdente idem. .
Azeite de carrapato Jdem.
A ho restea.
Bicalho kilogrammo.
Batatas idem.
Cha verde idem.
Dito hysson idem.
nito prelo idem.
Ceblas cento.
Carne secca kilogrammo.
Farinha de mandioca litro.
Fumo do Rio kilogrannio.
Feijao mulutinho litro.
Fandlo sacco.
Manteiga frnceza kilogrammo.
Moho saciva.
Ptate freseo kilogrammo'
Potasa idem.
Sala) i-i -ni.
Sal li'ro.
Velas de carnauba kilogramnw.
Ditas stearinas idem.
Vinagre hli'o.
Vinho linio idm.
Dilo braneo idem.
Toucinho kilogrammo.
Tapioca idem.
0 preten i otes apreaeataro suas proposta* em
cartas feeimlas, as quaos devero tera ordem es-
lab-'lecida no presente annuncin
Secretara da Santa Casa de Misericordia do Re
che 14 do maio de 1870.
0 eserivio,
Pedro Rodrigues de Souza.
PeMcreia
faz l'JPyo que
cont|K|nti'-iiii
quiKjhrliailo e
cotujiroor^ii -rao
5 que fiflam archiva.
j!u|j||es c. i'lraios o ift.|
fionir.it,, e ItuJiae WfaolHlego Barros,
JotaVancisi-o hleeira emnoef-alrtiiiho Alws
Gareia, estalHfiewdo rosi ^idade- eom casa e
eommercio de fazendas sob a ftrroa de Jos Fran-
cisco M,ovo.t & L, e o capital do 15:000>jKI0(k
sendo 10:000 OOO ero commandila.
Contrato de Francelino Fet reir Crespo e Gre-
gorio Jos Estaniilau Feweira, eslaboloaidoe
Itanili com casa de eommercio de d'0ga3, aok a
firma de Gregorio & Crespo, e o capital de.......
4:23839i>.
Distinto de Joaqun de Snaa Sirra Coba o
Alfredo Lardoso l'ereira, dissolvenlo a soeiedaa
que girOmaib firma de Alfredo A Cuaba, caja
Iiquidaeao fiea a cargo do ex-socij.Alfredo e de
Jos Alves Barbo Jjnior.
Distrato de Vicente Feneira da Costa^disM)!-
vendo a sociedade -pie girn sob a iiima e Vieea-
ie Fenvira dr Kk cirjoatlrr>-dsi-
vo esta Vupitok,. r^^
Contrtftf dVafcToe! toares l"Whert,-^*inim
rerreira Barihuio, estabelecidos nesta cidaiT'eooj
casa de eommercio do chapeos, seb a Ormatfe Pi-
oheiro & Bartbolo. e u capital do i2:000D
Lonlratn de Luizpoioingnes de Souza Mo&ilnho,
Antonio d'Oliveira Maia, Joao Gonealves Turres o
Jos Urbano da Costa Camino estabeloeidos atsta
cidade em casa de comiherelo de fazendas wk) a
firma d. Sou-a Moutiubo A C, e o capital de..
178:834^017.
Gentrat de Ci- ment Nanea Pacheco e Mraae
da Rocha Pmio, estabelecidos n'esta cidade eom
casa de eommercio de gneros seceos e taorbo
sob a firma de Pacheco A Pinto, e o capital Se...
5:I86J024.
Contrato de Francisco Ignacio Tinoco de Soua,
Adulpho Stol '.oiibach, Joaquim Ferreira Diato
Manuel Joaquim da Costa Camino estahrleaSas
com casa de eommercio de ferragens en dtaos
estabelecimentos, sob as firmas de Prente Viaaaa
A C e Vianna A Guimares, o o capual de.....
24o.ii6i-l9l.
Contrato de Antonio Fernandes de Figoeiredo
Paivy.e Praiuisfo I.onrenco da Silva, estabelecidos
nesta cidade eom padaria, sob a firma de Figoei
do Paiva A Lourenco, e o capital de I7:ri726t.
CoiKi'alo de Manoei da Cosa Ventura ft Antonio
Fernandes Peixoio Rosa, estanelecidoa na eldad
da Victoria eotn N de t.zondas fob a Orina i
Ventura A Rosal, e o japital de I4:4I8*470l
.Contrato de Amonio Fernandes de Figoeiredo
Paivti e Antonio -Duarte de Figuciredo,. estabe-
lecidos nesta ciale em padari, sob a firata. >
Antonio Duarte de Figueirtdo & G. e o Capital te
o:3WW00. -^^
Contrato de loao Jos de Sil reir e Joaquim
Ferreira da Rocha, csiahelecidos nesta cidade eom
caa de erimmerrto do gneros di; estiva, soba
liroi.i de Joa i J ,< da Silveira A C, e o capital de
8:571 #43!. *T
Contrato de Reroardino Pereira d* Brito, Joao
Firmiuo de Revire do Freir c Jos Riawiro de<
Rrito estabelecidos nesta cidade coro casa de eom-
mercio de alendan em rama e eottrns, aoh firma
-i em rama e .
.. de Brilo, Freir A ('... e o capital de 3.1a*CW0.
- Pela _receljetf.il aa de rendas Interna geraes s.cretai la do tribunal do c^mereioVaemaio
COMMERCIO.
CAMARl MI/m'HML
5.' SESSAO ORDLNARIA AOS S DK MAIO D,
1170.
PWSIPEXCU 00 SR. DB. CSi.V JuMMR.
Preseates^ os Srs. Dr. Pilanca, Dr. Hoeta^, ..i-
melro, e Costa Mo'reira, raltanda com causa
as mais s-ppliores, q|;r:j-. -'nJoiidao
apalovaja a acta da anteeeieote.
Leu-so o seguale
CXfpifS
L'iu qtaciodoExr.LSr.vice-pMsidenleda provio .
ta do 3-Cirrento, t;ausmittodo i e-niara para,seu,
eonbeamooto-o ex'iicnci, copias das leis a. W o
'.'10. do J9 d brjl 4osL'''>iireBlcf anno, revo^arido,,.
irriraeir ar. 1> da je a 793 ds,2 da m
1S6? i; a segunda o* urti. I phoida dan.60q'_el^ii-r.rjiae selzessomas com,'
muajcae, jqii* irjpai.
. "-0,''I"Wif waw lado altjamas' providenij^. no njido av
mmiVar o eley*jWpracQ dartha, Dodla.a.c^na-,'
ratcT o ato que julgr covcntnteaa autor
qanm imirsiI
r cfonao genero.lntcrad.
Ao publico,
. No Uberaltt. HMH4 do crranle ki-ae :
.
?f
Compro fa'inkaJ$4\o'*KOB, pam vende'-la
por 21U2i>,. i?fSesa(-i>'/'i
-1 (inania injustiga em tao- poucaa palavras II)
' i * Li/mrnl, ferif-ieg injustamente spassoas snhro as
uaes arroiaessaste a vossa lanef 'Oeite*, "m
dav da. efe) ibformacoes odiosas, que ehegaram t
'4* talvoe emtnieadaa no manto do mH*-ae pu^
tifeo! ^^
l lia homen,. aenher cavalheiro, os quaes, p^r
moit amantes qoe sjam de seus iotereses, sao
tonara incapazes de se aproveitaram dasnecelsi
j63 J)uDl'cas P> af mantarem a sna forta-
nal hilamos I bdm cert ue coaooidareis comi
aosao i-.' ^ .
o'Abusaram de vngaabeaM, cavalbeiro, foniecen
no-voi mCoMoacoes replecia do/falsnbdea; o,wr
cliendo-a, lalvet prostasse*, quem sabe I algum
surwfo a inleretes bem roprovados; e se assii
foi, nos vo conaideamo vctima, dovaasa neo
ridade'
Pmliamos a margen) lexattm. do c*t;ulo. o ? ;Regreou para Tuyujy a 6 ae w^tZwi
qoal, para mi-, provaassas a pi**^^ do que lomou parte.oo alaauo de 24 de siembro i
stava possuido o senhor calculista; e oceupo- mosi embate de 3 de Bvvembro a,*i
mo-oos oo pealo essencial, ila,'apoas;cao, isto Assistio a* reconheciraento geral de 19 de fc
ffitl M!!!^]W.S^.*.W8* roiro de l8C8e *m** de Saoce-jli, demarfo-'
lio^aric, V tic abril de t H70.
SereniaMmo senil>r. V,org.inisaQ'> do i' cor-
po de voluntarios, hoja um Jacto- consumado,
cracas a benevolencia de V. Alteza. Para maior
brjmaniismo desse acooticimuQh) sedignuu V. Al-
teta accedeudo aos meu.- desejos fazer entrega da
bauaeira que ora lenho a hoara de mandar apre-
sentar a..,* Alteza as valorosas pracas o disline-
tos oltlciaes que com tanto denodo e bravura sou-
beram defonde la em face dos materss perigos, e
no momentos mais crticos dos combales. Esta
ama graca de que j mais se bao de esquecer
os ineus dtgu. comprovinciano-
Filho de PernamJjuco, o son legitimo represen-
tante nesta campa ana, nio poda deuar de ooepe
rar para oengramjecimenlo de meu concidadaos,
solicitando owa lioorn para aluda.mais Ilustrar
os bravos ooif de voluntarios, cuja historia lio
eii,'n* Qe bem resUuuaa,eto.
'-'; <'pandj a 17 de maio de 186o, em o i- de
D^^f!0 -"nf-^Pitiiroju no Estad
PRA^A DO RECIFE 17 DE MAIO.
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDK
Assuear bruto americano23U0 rs. por lo kil.
(hentemy.
Algodao de.Macei l* sorte 96fi rs. por kil. posto
a bordo a fretc de 1(2 d. sem capa.
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 d. por l000
Hesquit* lunior.
Pelo presidente.
A. P. de Lcmos,
Pelo secretario.
ENGLISH BANK
Jf Rio de yaueiro Limited
Descoata lettras da praga taia a god-
;6DCionar.
Receba dinheiro em conta corrente bit
I raso fixo. '
Saca vista ou a praso sobre as cidades
prlncipaas da Europa, tem correspondente*
n Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo, New
i New-Qrleans, e emitte cartas de crdito
para os mesmos lugares.
UUA DO COMMERCIO N. 36-
------------Ti --------......----"-on."--, oecrc
se faz publico, que e oeste orrmte mez de maio de 1^70
qne se (inda o p-azo em que os rontrrbuintes do
unpoiti) pessoa), relativo ao segundo semestre do
exerciciocorrente, entre os quaes se comprehen-
dem o< empralos publicas geraes, provinciaes e
inuncijines. tn-m de paga-lo bocea d> cofre a
livre rie multa, c que findoo referid) prazo, ser
cobrado e.en a ninlla de 6 por rento.
ReccHsd na de IVrnainhuco, 2 de maio de 1870.
O administrador,
Manoei Carneiro ie Souza Lncerda.
Santa cusa da misericordia,
do Reeife
Pela ^ecre^aria da santa casa de misericordia do
llenife se. tai publico que acha-se vago o lugar de
^nfermeiro do collegn dos orpli -s, e que por con-
seguipte os pretend ules aquello lugar devtrao
dirigir suas petico-s lllma. junla em ses?o do
dia 19 do eorreale.
Secretara da santa casa da misericordia do
Recife 13 de maio de 1870.
O escrivaa,
__^______ Pedro Rodrgaos de Souza.
SANTA CASA DA MISECORDIA DO
RECIFE.
A lllma. Tunta.administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publiiw que
na sala de suas sesses, no da 19 de maio, pelas
l horas da larde, tem de ser arrematadas a quem
mais vaUtagens offereor, pelo lempo de um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara-,
dos :
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE.
Pna do Amparo Olinda)
Casa terrea n. 2?....... liOOO
PATRIMGNID DOS ORPHAOS.
Rua do liana.'!.
Casa terrea n. 38........'I60JOO0
Rua do Pilar.
Casa terre n. 102......20>zQO0
Casa terrea n 110.....u 204/000
Os preteudentes deverao aprsenlar no acto da
arremalajo das suas fjancas ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 20 de abril de 180.
O escrivaa.
Pedro Rodrigues de Souza,
O official maior,
^ J"!' c"'||Mw?t'*-
Pela im silla secretaria s (m igualmetit"? publi-
co que.ncsia dala (iea.jjiserpto r,a matricula dos
cominerrantes o sr. Joan Nepjimni'eno Preiradoe
Sanios, .Uadao hrasileirq, estabeleodo jia cidadV
de Mamanguape. d Parayajia'do Norte, coi
Jo KOinmarRA A.-, m^lLk^Ai ...1..:.
-r ._,_,.............. com casa
de eommercio de m"lhados e padaria.
Secretaria do-tribunal do eommercio 9 de maio
de 1870.
0 official maior,
-____ Julio Gii>ares.
ffl
GYMNASIO DRAMTICO
(No Moateiro)
SOB A DIRECTO DO ARTISTA
DE-(M.
<|Huria-l'eira i 8i do corrale
Representar se-ha com todo o esmero possiv/i,
o apqiaratoso drama sacro de grande- especenle,
em 3 actos e 4 guajiros,'oroado de msica e'ec-
requecido de transformacoes e visualidades inti-
tulado :
GAHUEL E L1.SBEL
ou
08 IL.KI(ES de s. AMONIO
Actores
corpo de voluntarios de Pernatu.-,
Oriental o V2
buco.
J;1!.10'1 agrande marcha com o exoroilu em
operares ao mando do general Ozorio pela uofe-
eracao angemina acampou em o I de abril de
1806 na margem sqoonda do Paran.
Fea apissagem desse rio e loipou parlnos
oo-nbates de 16 c 17 de abril. P
T-#fflua parte imita wt* no,potbate do,
8V3Jica.la,de SO, e ur-teio.ae.lS, lodo de maio, aa
dl!rderi4e& Kenanento f,11'* ^Juo5- a*" que se ccederam ale; u>n do dia 17
H de seiembro, dito era^uedoatocou com a brr-
gd> au-viiiar nafa o if owpo^eMrcito em G-
Topwu pana aaauqus de Ciu*paitj, a assistio
todo-as lwa>bariWiosbavid8SBaMe nonio.
llorcuon n:r Tumiii K.d. ;.To.. J .A,
ALKANDEGa
Idem do dia 17' ... 4i 385*9:16
695:806#I97
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
97-
288
-----33
91
344
i:t3
'o'uraes entrados com fazendas
dem idem com gneros
''lurr.es sabidos com tazenda
Idem idem coro geaeros
Desearregam hoje 18 de, maia
Banca francofYrfiW*mercadera*.
Brigue inglezTnf Agnmercdoria.
Brjigne Trancezfror* Freresidem.
Origue inglezUnio Mem.
AECEBEDOIUA DE RENDAS LNTEUNAS UE-
RAE8DE PBRaNAMBUGOi
tendimentodo da 5 a 16 38:003*418
Idem *o da 17....... t:47f*645
39:665*063
CONSULADO PROVINCAL^
Rendiinentodo-dia a 16. 68:J6*86
..... 4:098*68
e8to7
mm
*n3-lo ao.pj.vo por l*|O>e ganh.4*30-!
, sabois, senhur caya(neiw,.ui dele* mm, s qua
^5Sa^eU,quat(Martd> 9M'mSmmpi
.M Hfl!fcin^d^AMW*e*v
il se le ooaoetrado paroaa de Uri-
} n-aua.naocea*)virgen epiLrwba
iarco), como temsldjo visto.pw
sas pessoas na ribera de S. Jos, dar som duvida
mudo menos de15medidas I
, Mar^bou para Curupaity.e /e*o ttio <3* Humay-
ta. AsM-slio dfJbor^!,orex}oa0iI1,ato fei^
wta-/ortaJea no da H/,d8jih*, e a m oooflan. i
t>).a23, d-OMuio wez^ T^ ..
jSegdio com o exercilo pal-a 8urui-hy e assiaa, m
ao p^onbpBiinpptQ dv l" ^.iwt^tina^iriMbMM'
Pffjcuft ,ZV,
Espadicioou para o Chaqo a lomou paraaa*t*i
va no WmbateX 6, e batalb de. l4r^SSb|S
wnin nn rio l"l dui.im^ r.^. ...__ii:j.T
> PO POBTO,
i N4viot tmtrodos no dia 7
As.B-rJ$da*, hiato iwasiierro Sobrakna% da
toncadas canilao Antonio P. Pereira, eunipa
Iil>._WH.8t>Ma<8al.B paaba t a ha Laitao, Irmo.
tifiW?'*7 id Pr^m^s, caiti;.Wllii>iCnM3lle/ ein
II, carga fajeasUt-, e otras aawdi ; a
Navios sonidos no mesmo dia.
N!ro*** OflM '"^rw'wt VVel* *
11 *IWMfci .- i
n^l!0 n d,ssolvido gI er-perdido grande fl Pundiou no Iamarl7mlugr portaguez, mas
parle de seus bravos nos referidos fetosde armas. I nao teve communicacio com a trra
O inspector interino da alfandega faz publico
a quem interessar possa, especialmente- ao eom-
mercio, que as altoracoos feitas na tarifa das al-
fa odegas, pelo decreto 4499 do 2 de abril pror
xiino pa.-sado, priocipiaro a vigorar do 1 de
juliio vin iouro, mediante como dispoe a circular
n. 9 de 22 do referido mez, devendn coniinnar a
ser ubser vado o disposlo na creuar n. 1 de II de
Janeiro deste anno, a respeta da. cobranza dos
direilos dt carne se ca (charque) e do bacaho.
Alfandega de Peniambuco 11 de maio de 1870.:
O mspeislor interino,
_________________L. de C. Paes do Andrade.
Tribunal do eom-
mercio.
Pelo >rosente faz-se publico que Twa sem elfeito
o anuncio, qno esta secretaria fez a respeta do
distrato de sociedade de Jos da Silva Loyo Filho
& G., de cuja firma fazem parte Jos* tfa Silva Loyo,
Francisco Ff.rrelraBailar, Henriqne BernaMes de
Oliveira e Jos'da Silva Loyo Filho, cque nos dou-
ejemplares do indieado distrato o offijial-maior'
e.-erevpii a seguinte verba : Retirei o presepte
ditralo do archivo ordenido pelo decreto n.
V 4394 de *9 de jiilhj de 18.9, e ri t ,8upra em cumprimente da resorueo do mert-
- tisshno tribunal exarada na actn da see^acr.ad-
i mlnlsrraliva de 9 de rflaio de 1SI0, na rraal se
dedara (e as partes eofleirdaram) noe. o ragis-
tro deste papel de ve ser feito no livfi db'raels-
t tro dos" papis nao especificados no cdigo eMir-
merciai, al que se decida a qnestao relativa ao
' sello proporcional da respectiva hquidaQao enm
as d?elarac5es que opporlnnameto deven fa-
zer osTeferldig cemmerciarrtes qoe assgna-
> ramo presente papel.
Secretaria do tribunal d eommercio de Per-
namtmco 14 de maio de 1870.
O dffieial-malor,
Julio Gttinwraes.
-----------------------------------1_____________________________ '...
Tribunal do c imnerciio.
Peregrioti.
D. Jesufna
Braga.
De-Ck>TaarK.
Abreu.
Souza.
Airosa.
Freitas.
Emihaanv.
Ate vedo.
Fdua.do.
a 0 ynpia
U. Fiaacisc.
D. Joaquina.
D. Mari.
Bahia.
Por esta seoiwara.so te publico qe. forera arv
chivados oempatentemente-:
O distrato de Manoei Joaquim Rodrigesele 8oo-
za e Antonio Rodrigues do Sonta, dUmolvondo a
sociedade que gyron sob a firma da .Antonio Ra*
dngues de Soma a-C, cuja quidapao Moa a nr-
fo do ex..socio Aatonio.
O distracto de Antonio de Sonza-BnstieiLouren-
50 PnBgi,"isKilpo:oa seciedade. que igyiou oto
a firma do Antonio de Soor.a Bra ttiC. t caift-M i
qiiidaeaaitiaaaeario do ei-swio praaV
O distralo de Agostinho Jos dos Sanloeo Ulr>
maafratektaissoiwta^a.f^ciedBde'aiiejiai
sdbiMiimat'-Atostinho.Joss bws.*.-.,
''pndo a cargo do ex-socio Ags-mnaw a saais
q oMefo. j
O contrato de Ped Antonio Ferroira e Joaquim
Candido da Cruz Siqueira, estabelecidos com fa-
P'rsonagens
Frei Antonio r*-lij?io?o )portogUZ
GabrielO Anjo Rom
LtisbelO Anjo Mo.
Ezellnoseahor de Verona, ge-
neral do exerciro do impera-
dor de Alemanlia, Fredt ri-
co II
Frei Eiias-geral da ordem d"
menhre., que snccodeu a S.
Francisco o institoidor da
mesma ordeai
O sacristnmorde Santa Ma>
ria de Padua.
PedroI-igo, seu ajudante
Ignaciodem
O wdtfaj^enyiado por grego-
ris IX a visiur o couvento dos
franciscano*
Marlim do Baliio**, |>ai de froi
Antonio, erapregado na casa
dos senhonM reis de Portugal
Leonardorapaz do povo
BerthaSua me
MarietePaduana rica
Oliviasua filha
ClementinaDonzella pobre de.
. Veroni
Marco Aureliovendedor de co-
mes ti veis
Religiosos menores, guerreiros, comitiva do gar-
aea, povo de Padtia e Verona, sentinenas, fr.le.H
etc.
O scenario inleiramente novo e exetattd
pelo babilissimo scenographo o Sr;, Adolpb, Sai-
danha.
O! niaehinsnrc, accesorios e t_ras as pecas da
iransformactes, foram preparados dovntonte-
mente pelo Sr Mano I Tavarc Pinto Porto'.
O vestuario .foi confiado ao Sr. Julio da Rneha,
Ferreira.
A, msica ensalada pelo Sr. Coll Pirho.
A diifcgio, procurando tedos os roeio-s a soa
alcance, -anrn do illstradii publico deta eapial,
aoder sem grande dispendio gozar os^ espectcu-
los no Gymnasio dramtico, morinmte- agpVa que
a eompanha se acha reforcada com artistas >
reconheiido mrito, resedveu, durdte 6s!<*b
lo invern, estabefjcer es precos do bllhel* do
aioto seguinte :
Cawarutc com 6 entradas I
Cadeirts
Plajea I
AVI) ESPECIAL.
As pessoas que moraren) no RbcKe ee^i b'da
a Imha frrea at Apipucos, quando comprfer
bilhtes de.camarot', otlcadira, a -l'rf%fc.1n
lar pussngv* gratis em wkfln, aWes 'dflpw*'
lo espectculo. 'T
N.B.Os birbetwarham-se desde )., esia-
'jao dq Recife, na casa b'. 3u ma Helia, on, 'nav
Uieatro. v
I
II

luarta-felra 1S do crre


"HE.
9Wp fanajftb** tt\<*wM>tei> M&*Mw ,# iZfi
As oito horas era poj^to.
fanaiid ^rroMOIs^ifAio em b?nr/fcfo
t-
W fMln -vez se exeetttr neste circo A
aeadag. ***:*ki*tb\ jne foram moilo Ip
*~".,*:Hw !W*Jtth5 uiUinimnie,
1 m. r^pefM>.ail.i)Cc5es cp!
las por Casare'fcticiAtta
nado dedka maloAcSb ao re
i4MimMvrnM|f dft.phiien
So eonstrttetYuore edorps. V
pelfl pequeo: Ipaaitpbrls p c*
obte m cavarlo era osso, mIo
tonda vez o eLjainvisivel, tntoraia-
pelos 'artistas Cesar, Vicente Ahaho e
t* lnWee, -eavtio amestftdft. apresmrtado err
am>ft^ii#rwnor.
-larra dn ouro, pela senhora Amia.
7j la prieieini fea o beneficiado execntar o
rtw-.-ayavafltwif Hepeeio,
MBrraflo de 30 minutos.
* ior BettWdB e ligareis, pelos applaedi-
lM(B>Milii'Oef e o-beneficiado.
i^jmmpparwz, marinheire, seo** sen-
timental, execatada porLuiz soBre am mallo.
Iff. Pinturas acadmicas, pela ffictima Juanita.
l. Et Canaan, ariea to l'ranoez.
OttibMhetds" de 'Bmoroles, i e*d iras e platea
leasmni a no amano- eireo.
RBflOfr
Camarotes cm* Mams....... I2500U
Tneeivni....................... 25060
CaAems anisas por senhora.... 23000
eraes.......................... lOW
IL H.As j portas 4o circo aorea-se as 7 bo-
ras dt nonte, dandu-se principio as oito em-
Fr&ta-MMiflb bwo
para levar
dos
meot
norte .
da neste porto, consiante de cerca de 150
toneladas ile gorduras om' pip*> U '/ dt-f
tas dosnos, 5300chitares.
As proposite serio reeebichu no cotmila-
do da onfedefacSo da Allemnta do; or te
at segunda feit a itt do corrente meio dia,
aoada os proponentes se podara-informar
das condes'da afta1**1 fretamento ori-
ginal.
O enhorca qne'NJrrerera, podero estar co-
%M*9Kor woi arantes.
Todas aa inven tunelo no cireo.
m
AVISOS MARTIMOS.
Para o men p^tw^reteitle seguir com mu-
'-a bfwriikide o patacho Arubr, por ter a maiur par-
1 d carga iratajie, e para .1 resto qutMha falta o
oscriTKS .1 -frete trata-se com o .Hvigtlatarro- Joa-
quint J***5 Oedealves Bellro, i roa do Coaimercio
o- 17 ^ _^T r^Al
Pl
Bkt
Pira a referido purto pretende *-?(iir coan mni-
a bMMaie o patacho portuguez ffova Sorie, por
ier a mai-ir parle de seu carreirame lo tritatlo, e
para, o poueo qtie -Ihar. falta,-qoe recebe -a frete
eommodo. li'.iiise cmn o iv.nsiriataffo loaqpim
Joe t ir.eatves Beiiraj, rtua &i O'mmercip nu-
?wer>-17."
"OJMPAHIA PEHNAMmJAJT*
6e
Waivegato costeira por vapor.
Porto de jatlinlws,' Bi3 Forlioso e
Taluaotlar. .
O vapet frrakyla, aef oir para os portos tei-
roa no da-14-do cerrentc- aieia noite. HeceN
arga, eacommendai'assage'.ros ediuheiw aire
s 1 ftitriateno doiiito to Matas- ir. i|.
mnmw biusilb"
DE
Paquetes a vapor.
Dos' poru> dj su! 6 esperado
al o dia i\ do eotriMita o vapor
Ttcantins, c^roniand.inte J. M
F. Fraseo, o (jtoal depis da de-
uiif 4 a oostuuw eguir para os
Se n^ri*',.
Desde jr<*)**-9e asMiediros e engaja-se j
ieaa*fa,K|aeovapur'o^or coniduRir, a qual deven
ieremlarea<** en dio>o>w,inherada1JflDeoBiiiien
4 e inlieiro a frote al a dea boras do dia d>
soa s-ahida.
Nio se recebom romo encomiaeodas senao ob-
*rroha9 do pc3o oa 8 i>alinof- cbicos de medi-
fudo ijue putear desies limites deveri ser
ambareado como carga,
Previ'oo-se aos Srs. passaaeiros que suas passa
(cas M e rerebem na agetusa roa da Cruz n. 57
I" amfcr, eseriptorio de Antonio Luia de Oliven*;
Anwedo *'C.
Liverpool Brasil & itiver Piale
Hall Mteacnr-s.
Bsnera-so de Liverpool e Lisbsa at 2J de cor-
real'! o vapor ingtez Pasml, de I87C toneladas, o
,fma! so despachar par* Baha, Itto de Janeiro e
S*nt<* com toda brevldade.
Dnheiroe encommendas a frete recebem-fe na
fe* a.
Os vapore? dosla companhia tem excellentee
ar-foramoda^espara pasageiros : agentes Saun-
k Brothor k C, U largo do Co po Santo.
(^)MP.\NH1A PEHNAMBUGAN/
de]
SavegaiSo cestclra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipijuca, eommandanu
Moura, seguir para os porto*
cima no dia 31 do corrente as 5hora>
4a tarde. Recebe carga at o dia 30, encom-
menday*,, e pa?sageiro3- e dinheiro a frete at a
horsil'frde to da da sabida nc. escripto-
to di forte do Maltes n. it.
COMPANHU PEBNAMBLTC.\NA
Xavega^So oawtt-i a por vapflr
Mamanguape.
O vapora Cimfit
.9lla Mbej
W^^#%aMd''! oserlptwto to Porte #J Malos
i
DI
Nwfya&h mtefwpor vapor
Macei efjjnltrfriura e Penedo.
O.vapor M, .comowndiuie. qost, jemr.
rapara o uortos cima no da.^1 do cotretite
as ibpfas (la urde. Recebe caiga at o di'20
";rirBorjp do Porte do apta* *-'ryf-'_______^_
JPttra*,
O brigjae portugoei Hlotete saWr com 'bretida-
r3?to da carga frat*9e na roa do Vi-
De urna luofilWWafcailOo, 1 Cinmodade ja-
commandante earood de Hilto goetn, 4. oarda opa d a*ia-
relio, m guarda vstMo 1 eeerevaria do amarl-
lo proprfa pera eecriptoro, turd kwo *
amorel, 4 moWfiade )aoaraort cadeiras de jvarand* satas fofcra' do Per), I
meta eommda de jamraml,^ grwa HMte de
amarellopropria para livres, um apparador de
aeatllo, t piano da armerid muito bem conter-
vado i naobioi wn>,w?i.jr, 4 burra dfi ferro
perfeKt estado,, 2 ca*f/rrancia.eoiiv Ronco
Wii.gawde vaso, iawMk-A JWirelle,
par de eaoalhp. giaa^^ i biHwajwa escrjpte i
candelabro de vidro, diversas redomas, 1 soias
nc jnvml siliify UrCrj dlUpaTWUU w ivJMym ymm J**"
lar, diversos UttMfktitrim. i importante relo-
15 das
de, para o
gario, u 4^1
SM
ar.
.ipnmeira ciasse
ti receber or-
^Tta do frea-
ealo do brigue
i|niteconderana-
S.

Sendo t mobilia de Jacaranda, competa de 12
cadeiras de gnaroii;o, 2 ditas de brafos, t ditas
de bataneo, 1 sof, 2 coosoHos com lampo de po-
dra, 1 secretaria de Jacaranda com coiumuda, 1
cama de Jacaranda, i loueador com podra, t espe
iho grande proprio para toallete, t espelhos gran-
des, 1 guarda vestido de amarello quasi novo. 1
marquezao de amarello, 1 privada de amarello,
1
par de consollos de dito, 1 cama do amarello ppra
crianea. 1 berco, 1 cama de loaa, cabillo com
cortinado, 1 mesa elstica de amartillo, 1 dila, 1
guarda farnba, ( mobtia te Jacaranda a Loiz
XV- com O cadeiras de guarntfo, 2 ditas de bra-
cos, 1 par de consollos com pedra e Isof, I me
a paro pe de cama, $ nares de jarros, 4 jarros
avtibos, 1 goarila vestidos, 1 goarda loneafc 1 apa-
rador de amarello com armario, 2 cadeiras de b; -
lango de amarello, 1 uuartipbeira, 1 cadena para
crianea. 1 marrueza de amarello, i appnrelho de
porcelana |iara jantar, 1 dito para cha, garra-
fas para vmho, .npos, calicw. lou?a asul para o
servico diario e tr'm de coiioba,
HOJE
O agente Marlias far leo dos movis cima
pertetreentes so Sr. Alexaddre Jos da Silva, que
se retirou para a Knropa, os quaes se acham na
ca;a onde foi sua residencia na ra da Soledade
n. 06, onde terlngaro lilao s U horas do dia
cima.
LEILAO
vi.
De 9 9 saceos com assnear
ciado.
HOJE.
O agente Penan 1 far leilo por conta dos Srs.
Alfredo t Barbosa Jnior e por coala e tisco de
quero perlencer ne 27 saceos com assocar vicia-
dos viudos de Barre.ros c ser) vendid.u ama
nhaa 18 do corrale as 11 horas da manhaa no
trapiche da altandcga velha.
10 francez qj^i povj ^bm. corda pa/a
latwo horase raeis horas,;porfa dr-^era*4BW.*Mo Brandao, Apiopio Jor
m amarlo'avttlsas, consrJoV', maTtjnertee.mpap*1--
redondas, 1 espingarda de 2 clWS e muitoS ou-
Augusto-C A. Seixas confpBtentemente, aocn-
sado por urna pessoa qn se-tWrJPdett1 provld^'
ca-venden em leilfio |or hnervenco. donafento
JMrtiiw,;s*iotl9 aovo mefteienados, ^ra seu
armazn ra do Imperador o..16, as 11 horas do
dia cima. .
i, agente Marns conipetentenienUs autirisado.
utlo li^ujdaole da Cu xa Filial do Banco, do QraSil
Jiao,no dia 20 d,J.cfrente, i} U' borts do
lia das dividas adiaute descriptas, cessando desde
o roomefiAda arrematado toda a flaalquer, res-
oBsaWJaeVi da dila ,Cwa. As dividas serao:ar-
Braatadas juntas ou separdamonle conforme-a
veHUde-do UMJeadem.,. ^ ^ -, .
O lertte Wi Jnpar 1 predio aofide tai-a.Asso-
.iafao t^immerorat, defronte do C.orpoBaot*.
Joan Paulodo Souza, JoioThee-
IMio'Beieita.Sirwrio' JoaquimMee-
liudoi Saatos.
" Manoel *Jo?c Ferrelra GnsmUo,
Faustino Jos Qkmi jfe Silva Reg,
o.lo Paulo de Suza i
Manoel JosaPrmimiGflsmo, An-
enio Jos Ferreira-uDlori J^o Pau-
lo de Soozai
Jeo'Paulo do Sout, Manoel Ray-
Imunilo Penna Porte; Thdm Joaqui'm
Mascarenhas Ramc, ,^ .
Joo Paulo de Sooza^Tnoat Joa-
quim Mascarenhas [utos.
J 5o Paulo r ira Feniariiles-tfe Sijueira, Manoel
Jos Lfite.
Joo Pjtiio de Nju*i,Uwii Joa-
quini A$startirau* llames, Mi noel
Jos LeW. "ww
Antonio Pereira da Silva. Jo3fl Ca-
4 .Guanta
kvMDbaJo & son, <''#|Mf%>n
ja, Afllwiu^a.^un flMo Brax.
dao
Martiado & Si 11 :. Antonio
qOvnl'Maehado Branp
: Jtwo^mtmioo de
Um ide, farros, J. ffl
Antooio JurgH Gi
qahdes Ylira de &
' 4HBPas*ea
i8Hwmar^Pereira ida Silva Guiroa-
ea, ot.franciscdporra da Sika,
Bernardo Jos i]umw
: Machado & ot^Wrawisco Jos
rrri MarquAftapp^av& Soaza
quipt. Macbadci Bfando
Macliado A Snurn, Jos Duarte
t^outrabo
Machado A Souza, Esum'slo ar
tsaieria. > .
Maotude.di Souza/Praneisco
Correa Marques, Jos Antonio Pin.
d Costa
MtenaaVi'Souza, Aio *a-
: 90ft!>3
918*683
8254793
1:857*800
3:06537f>
2:261J174
t:tUHta
zeiafro lia -Silva-Uaceu>, jliartjiel
K -Uarret--. [ 1:9865300-
Uc O pauciros tapioca.
0 agente Jos Mara Pestaa, far leilo qnar-
ta-foira 18do corrente, de 30 paneiros com tapio
ca do Maranhao. em p^rfeito estado, as II horas
em ponto, :io trapicha alfandegado do baro do
Livransento.
LEILAO
compara mum
Paquetes a vapor.
Djs portos dorjortdt esperado
at o flia W do -'rr'ente o vapor
{iwn, >eiaandant'- o capito
jn(ojfd|nW. Duarte, o qual
. s"da'
rtos do4
ia-snr "
lemora do costme
bUU s engaja-se a
i$*.ew vapor poder cenduzir, (real. Rever
ser embaread no dia de uachegada. Enoummeo-
das e diaheiro a fret at as 2 horas' do da da bu
sathlda.
KSwserecebemoooio eneommendas senie ob
,'eetos da petpieao vaior e que sao oxcetlan a dua>
arrobas de peso ou 8 palmos eubieos Tad fio-passar dtestep limit dever ser embar
aJaJiyatl I
Prevlopse aosenttrm pa|sagiro| que suiT
|jasssg*ns s se ifeceblnT najlgtaamafrua da Cruz
. 37, 1 andar, esfPiptono de Antonio Luiz. de
Oliveira Aaevedo-& C __________-
COMPANHIA PBKNaMBUCAWA
n
iWavegaco costeiea por vapor.
Goianaa.
O vafir Parahyba, seguir para t
porto cima no dia 26 do corrento.
as 9 bora Ja Q ote. T^lwi
irga ancijmineJas, pasNi^eiros e di-
aheiro a frete ttp.escriptorjo, do rojte 4o Hatee-
a. tf- ^ ____________ -
PaaoP'rto
Vairfair a alera paflRiwJraM damal
commaniianto o muito conhecido e araua
eageiros : ifaff *om os consignatario (*t-
?alho A Nogueira,na ra do Apollo n. 20 aa ew
1 jnesm j capito. n
DE IMKKIDAN
oiiinU-teiia- 10 de maio.
O agente Pintr lajt leilo por conta e rifeo de
queni perlones* detiilfeientesfazendasavariadtj c
com defeito con-tand 1 do cunbraias. chitas, algo-
does e estopa, as 10 horas di dia cima dito em
seo eecriptoro ra da Cruz n 38.
De urna machina de costura quasi nova,
perfeita, de Bm dos me!hors autores
de machina.
HOJE.
No leil da ra da SoIeJade.n. ,36, o agente
.lAudios veedora emleliao por ctmta de urna fa-
milia que se retira para fora da provi-eia, de
urna machina do costura quasi nova e perfeita,
as 11 horas da manhaa n > leilo de mobilias do
Sr. Alexandre Jos da Silva.
LEILAO
de chftp'S variados.
Quinta-fcita 19 de maia as 11 horas.
O agente Piulo levar a leilo- por conta e risco
de quem po/tencer ulna caixa marca CE & C n.
184, emnihapasjda seda e merino avariados a
bordo da barca'fcanveza' lean BnpUsta, o leilo
ser effectuado af H horas do da cima dito em
o escriptorio da ra" da Cror 0. 88.
Be tlaas alias con borasegmlais
e botinas para sen horas.
yuila feiu -10 do maio ao maio dia.
Torl^tprVe^jSttt'flr?.-'^ ftnto. em "en es-
criptorio ra d
>.
Da casas terreas da ra da Santa Croz
ns.*4 e 6(i e Coloveio n. > ediflcaw
em chaos proprios, cora grande quintal
morad(i, sendo qae os fundos das pr-
me'iras d5q par.-* os fuodos da casa da
roa -do Culovelo, com porto,
Quinta- fe ira 49 dwtwio
0 agente Phit legalmente atorisado far l
lio das cas,i3 acnia mencionadas m Tim onm
lotes, as qtiWJS'-se tornare reelmlneiWadas
%ir ejwrflr niMt 6>II.1 grande so(5o ; o lello se;
rreetMdrris l'l boras de dtt achila dito no ei-1
criptorio do.referido agonl:.
lefio >
.( "10 Fnlrppe dos Santos, Igriacto
Xery Ferreira.
Joat> Cazejwrov da 3flva Machado,
Antonio Justimano Paca Barrc'.o, lia-
noel Zeferino Das Brrelo.
Gawilto-&-., Joaqhbn Jos Bap-
lista, Joaquim Fenvi.-a de Soaza.
M.is-a fallida do Jaqaim Lucio_
Monteiro da Franca, Jola Paulo de"
Souza.
Siqoeira A Pereira, Jos1 Fran-
cisco Pereira da Silva, Cuiiilo Pe-
reira Monteiro.
Andr AI ve* la Fonseca.
Siqueira A Pereira
Massa fallida de Jaqnim Lucio
Monteiro da Franca, Joo Paulo de
Suza.
Siqueira & Pereira, Jos Loiz Pe
reir, Candido Pereira Ment ir t,
Siqueira & Pereira, Joo Gomes de
Almeida.
Massa fallida de Joaqnim Lucio
Monteiro d\ Franca, Jos Soares
Pinto Correa.
Francisco O valante do Alhnqnor-
que, GanTJido Pereira M "nteiro.
Ventura Pereira llana, Joaquim
Jas dos Santos Audme.
Siqueira A Pereira. "
Siqueira &'Pereira, Raimundo de
Araujo Lima.
Siqueira & Pereira, Gandido Pe-
reira Monteiro.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Joai Paulo do
Soma, Jos Soares Pinto Corri.
Jos Lniz Pereira, Siqueira 4 Pe-
reira, Candido Pereira MoMe'iro.
Siqueira A Pereira, Antonia de
Brito Lyra.
Teixeira & Leao, Candido Pereira
Monteiro.
Andr Alvos da Fonseca.
Si)ueira & Pereira
Massa fallida de Joaqnim Lacio
Monteiro da Franca, Pedro Alejan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavir da Fonseca Coutinho
Jos Luiz Pereira
Siqueira & Pereira
Gamillo & C. Ignacio de S Lopes
Fernandos. Joaquim Ferreira de
Souza
Massa f. Ilida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Belannino Al-
ves Arouxa, Francisco Xavier da
Fonseca Coutnho
Jos Luiz Pereira, Narciso Mara
Carneiro, Candido Pereira Monteiro
Jos Francisco Pereira da Silva Jo-
s Luiz Pereira, Candido Pereira Mrm
teiro
Jos Luiz Pereira, Narcizo Mam
Carneiro, Candido Pereira Monleiro
Massa fallida da Joaqnim Lucio
Monteiro da Franca, Francisco Xa-
vier da Fonseca Coutinho
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monleiro da Froten, Belarrolio -Vi-
ves AruUXa
MassS 'fallida ds Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coutinho
Jos Luiz Pereira
Ignacio Xery da Fonseca, Joo
Francisco de Barros '
Justino Antonio Pinte, Joaquim Pe-
reira da Silva Sanios, Jordo Jos de
Olivei-3, Joo Fernandes Baplisla
Joaquim Pereira da'Silva Santos
Manoel de Almeida"Xogneira. Justi-*.
no AntenioPiBlo,tfeTtanlo Jos Fer-
nandes Pereira ,,,
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Pe
s de Oliv
Justino
na ,des Ba
veira
Joo Fernane
reir da
Jordo Jo
Joo B
torioo da
Pinto, Jorj
Joao /frnan"
2305000
3:.1005O00
1:400*000
4:6445300
I
1:738*800
l:'tr--5.S7
K4I700
4:7183812
1:730570o
83t55l0
435020.
l:68i|33l
:315M1
2:142|0
286582o
1:7995300
1:7025631
1.6895700
8045568
4205000
4:4213273
6:H.'j8O0
l:52!):i
7045438
1:360^000
1.5505000
2:0005000
2 7373500
2:6775500
2:677,5300
2:0005000
1:4003065
l::Wl,l'.U
1.130J813
13:000*000
1:732*740
A64A640
os Ser-
io Pinto,
1:8845800
380-5614
AnSlo^mW. Jordio Se'^9 Wi-
veii a
Joo Fernandes BaptisTI, Francisco
da Silva Ferri, Justino Antonio
Pinto, JordSo JiW de (Myeira
Ctementrnb dos santos, JoriraoTos'
de OliverarJuAid-Anlo|iC Pinto
J 3o FernanM JBaplisfay Manoel
Antonio Ferreira da .Silva, Jordo Jo-
s de Oliveira, Justino Antonio Piolo
Antonio de Azevedo fo Silva Cam-
pos, Joao Fernandes Baptista, Justino
Antonio Pinto
Justino Antonio Pintor Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandas Bap-
lisla
Joao Fernandos Baptista, Manoel
Baptista A Ivs, Joaquim Pereira d
Silva Santos-, Justino Antonia Pinto
Justino Antonio Pinto. Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Joao reman-
de Baptista, Manoel Jos de Faria
1:1955370
6853720
7813100
3J83310
8S31.W
1:075300
l;72Jtt300
4bmi Azevedo da Sltra Cth.
f'jIggaaesBapn^JoSiht) ^
Jnstino A*f.nio^l>into, MattoMJdsfi
*>?*'*! "d3o FeTtittjdes'Baptit
f JofcrVrTW*aw' da Silva Ramos, Joaatiim PerjM* ta
Silva Santos, JuMH^Aptdfa'mcP
Joamilm Perert *i Sifva S>ntos,
Htstioo' Antonio plhtoj PoVidnato Jo-
J. P. Adour A Cfrancisco-Anto-
ti"
1:0873115
1:508,
1:435

MlTOadoTi ^bula, thtonio Toa-
1:6983323
2:3973450
1:9733318
1:0803000
____mi
^/rvTSWWIioW
Mudanca.
O Dr. CarolmA Rraoisoo do Lima Santos mu-
7K> di saa residencia e consultorio para ra do
imperador n. 57, 2 andar dd sobrado cujo arma-
tem conserva anda hoje o nome de Alianca,
tendo a entrada, que pelo lado da ponte .Sie de
setembro, o mesme numero 57, da frente. Ah,
continuando.ib./dita De. bo eaetticn dO'suaipro-
dssao de jnedica e de operador, pode ser procu-
tiflo a qnatqo4r hora d.i dia e da noate.
'' Trdoa-se um. rica nnagrp da Ouceicjio e
trxtm't'&xst'r'ffi:
acSes do
r'r'ancise*
OlblEd 26CB
Sfttl
D. Joaquina J?emira .de! SbOaonlo o tmtbma
Pinto Ozorio viuva e irmao, ooo^djjlp aus^amgon
do falleCid#,Franipco Binlf "
cernaos snrirTigros qae hojei
tarde se-tem de faaer na ord
cisco. ,;>'
'11 Preeica-se de omV aiM^arfVaeVnfrpe-
na roa das TVieclwrrae m. U.
quim Machado- Brandao
tachado 4 Souza, Antonio Joa-
Manoei Per Gama 8195664
Jqaquira.Cord-iro Jftefr>Campos- ,. 1133177
Antonio /os Moreffa Pontos, Gui-
IbermeUoryeos^aios Passos Jo-
iMorr4aaof**jqriim-aafl'do (astro 9tt3350
Amorim, PraMae,-8^p&M C. 6:11)75280
A^tBip., Jtso Mireira .Poue.SiP-0-
dro/oWrtran-v dos Santos'Jnior,
Cusndw'Pei'reifa Moijnno; Manoel
Joaquim Bias de Castro ......MM69I
AWuio 1 Pinto, de, iemos- &: .C.i. 1 y.
Bastos A Lemos 10:0993700
Francisco Alvos de Pinho 24357W
Tiuva AiiiTim A PRIks Guilhcr-
me Ciin-alhe A C. 4:831
3eve, FiPaoa 4 C. 12?.1A850
Joaqpiiiv Ff-aucJsco de,H!Jo San-
to*,GHne'rme Carva!hd-k C "' .7213975'
Amorim, PraosiS' Santo' & C,
Antonio mine Arante
- nGaillierjuo. Carvalbtf. & C., viuva
Anioiim A F'.'lio
Amoriui, fragoso, Santos A C.
Bastos'A Lemos, Bernardo-Joto de
Barros.
Mauoel Fe. reir Pinheiro e SiJyv
Ciistoilin Ferreira Moulinlio, Mancel
Joaquim ias de Ca'tro.
Guillermo Carvalho t C, Joavjaim
Francisco de Jdello Santos,,
.Custodio Ferreira do i Santos J-
nior, Custodio F.irreira Moutinho,
Marr .1 bafirlm Biai de Csiro.
Jiiquim Francnrode Mello San-
tot; Travasso 'Jnior A 0.
Viuva Amorim A Filho, Travasso
Jnior A C, Goilherm, Carvnlho
A C.
Viova Amorim A Filho, Travasso
Jnior A C.
Travisso Jnior A C, Gtitlherme
Car val lie e\ C vinva Amorim FUM
Auii-rlm, Fragoso, Sanios A C.
Kistos A temos. Val
Sen FilhosA C
Francisco AI ves de Pinho.
Gullhernfp Csrvallto A G., viuva
Amorim A Filho.
Seve, Filhos A C.
Giiilherme, Garvalhe'A C, Btrnar-
2:3133931 l"uo Uoiningues Moreira, Amoriea,
Fretroeo Sftntos A .
Guijherme, Canvill A C, viava
Amorim A Filho.
Basto A Lmos.
Aogusto Pinto do Lemos A C Do-
mingos Jos Dias- de Oliveira, Jos
Joaqnim de Sonta.
Viuva Amorim A Filho, Guilherme
Carvalho & C
Vrova Amorim A Filho, Travasso
Jnior & C.
Seve, Filho* A C.
Antonio Jes Morelfa Ponte*:. Tra
jan > Xavier PHiiiefro Jomor; Mmiocl
Joaquim Di'is de Castn.
Queiiz A 0, (socios da exluic*^
lirma d-> Brito, Queinz & C.)
Bastos A Len vi.
Travasso Jnior A C, Guheraio
Carvamo & C
Viuvs Amorim A Filho.
Viirv.i Amorim A Filho, Guilherme
CarvalK) A C
Jor.quiui Francisco de Mello San-
tos, Lucidato Pereira Lim-., viava
Amorim A Filbo.
Araorifl, Fragoso Santos A C.
Guiliiurme Cirvrlbo A C, viava
Amorim A Fimo.
Viuva Amorim* F1W10, Travasso
Jnior A G.
Joaquim Fr.,nei;eo de Mello San-
tos, Lindolpho Gomes de Lciroa, viu-
va Amorim A Filho
Seve, Filhos A C.
GniHiernn, Carvalho A C, Travas-
so Juni T A C..
Viuva An^ rim A Filho, Guilherme,
Carvalho A C.
Travasso Jnior A C, viuva Amo-
rim A Filho.
R'ostrou Rocker A C Miguel Vei-
ra de Mella.
Roston Rooeker A C.
Martinho de Oliveira'Borges, Jos
Antoio AIw de Cata-albo.
Joje Joaquim LopesldnAlmi
Lapi lio'Jor de af4-
Viava Amnrim A tAlhn,. Galma-
res A G. (ocios da extincta firma de
Daniel, Guknares 4 C>
Guimares AC (wciojila eortincta
firma de Dantej, Gm>,ares A C.)
Amorim, Prtgows' Santo A C,
Guimares A G. (sontos,da exiincUL
hrma de Daniel. Gqiioar|es.A i}.
Amorim, Fragoso, Santos A C.
3785310 n)6raingo*Jr^oXMe|_
Claudio lwMVITn(>W*l|nros
custas daMfcf >JPnrtV"(Yeiro
Tavares. Trt ^UU Ul2775I10
JI837W
- 1
l:f,17*0>:
7203000
9723218'
1:1443000
6673442
I:5:l4i30ii
2:0213230
-9843000
1:7085300
0:2135254
4-.0050W)
3:0215200
3413213
1:7715000
5:27540
4*1538
1:8485000
I5:75050rj0
7*05770
10:5105300
1:9185800
7:iO:i5OO
1:031 S920
19:5445400
27:d623500
1:0435000
1:3803:100
1:963-3300
93079
5:fe330i2
Flix Francisco da Cuoha declara quo estaba-
ieceu urna ferrara na travesea dos Pires n. 5 a
anal se atha bem preparada e nronipt para f-
zer qualquor ab/a, b>im coma concert de. enrro,
grades e varandas de sobrad, ele, prometiendo
aoS fregeezes Pter tudV por preo razoavel.
0 abajxy^is:
que nada d>v
dado declara peto presente,
praca nem fra d'olla ; mas
VV IIVUCIIU, VIIVU1V, w^
r roujio |iret, altura 1
ato* e' apalkudes, de
(afSdhoV n.ieit rbsi >, i-1
do SenhiJrtraeHreado.-obra'Inntto linda vindade-.
Lisboa, do marmore o met ira.assn eoTo urna
hada machina, decoslura muito boa a nova, ama i o,oena familia
ma de casal nova ; na mesma casa vende-se o! Dcsapparece no dia iO do c8rreme> do en~
genho liurarpma, ft^te^.jde Aiyftf(ieju es-
o Roberto, crioulo, com o, sienaes aoguintes :
ajtura regiTlarTcorpatento, pes
denles alvos, cabellos bem
alafJMljVd*l*~e*to, ilade Aa 30 anuos pone
Siatj ku metv* levou eainUgidu bata enearna-
ajde madapolai e de algoaao azul, seroolado
algoda", cale i de brim pardo, chapeo do pallia.
velha e om cobertor de algo4eo< 'Bata escravu
foi do Sr. Pedro Cesar Mariuho Falcao, da ilpVdo
Itainarac. donde natnral '* sempromieda,por
I 1521441* xarope qnetura a m-mnia do potmSo," ett re-'
, medio vindo do serto : no Corredor doBispp
n. 55.
4713220
145273847
l:8?J3130
1:7353100
7273890
1:65038M
1:9833310
7363900
isso desconlia-so q-je dito eseravo se tonhadirigi-
do para esse lugar nn para sla fetiOA'f aumi
pede-so qualquer capito de campu ouaattori-
dades poflciaes, de 6 appreliederv Kvaoiro^o ao
referido engenho, uti neita ri>iade -em casa do
se algnem se julgar seu credor, aprsente suas 1 Srs. Leal A Irmo, ra da Cadeia do Itecife
conus,-para serem pagas nesla praca, oa em casa' 56, que ser generosamente recompensado.
do Jos Cangro dj/a,pico Ponas n. S>, ou Precisase de urna seuMoia Je boa conduela
no seu engeilio Pneresca, fragoezia de Agua e qae pao ttiha familia, para costear em um en-
' r ^ a. -li j t,, ,f genho.perto da vja ferrea, sendo o ensino alm di
JT""'"1 ,1"<*) m &'1-" Vrtirti. ,portaioBc;'sta-.'i-. frnjele msica : a tratar
AlngW uhw ot-orava para o servico de oa ra la Ciacj Ponas n. 83> 011 annancie por
casa de familia : a tratar no primeiro andar da eic jonnl, pata^ir iirocffrad1!:__________
casan. 1'
Precisa
znhe e eng
Larangera:
a tratar ro pnmeiro
e.'treita do Rosario.
urna criada que co.npre.
ra urna pessoa : na ra
imeiro anlar. tu
s.
rava fugiil.'
D. Joanna Pinches e O. fiiirlota Pinches, viuva e
filha do fallecido Joo rtqtehes convidam a todos
os.pareutes e mine s i(j nievuio asslslirwa al-
ganias missas que leeijde ihandar celebrar na
niatritda Boa-vista Sea*-&ra.;o, pelas 7 horas
do da.
tenp
A 13 4fl orren^avfugio a esecava Ftoriajw,
tannW'p); idade, estaiora gnlar,
CosMneira.
ftW M- .-eorpinhaj m J^^^SS^^"^ ^
chales azai : suppoese que ella idease femado o -------.--------------------------
camiiho dos Prawt, onde j foi encunraa; upia
<>' Reeosjmejjd-i-ao-ais Srs. capi|e da campo
e juntamente aS autoridades competentes {*>&, Bflpjajse ao Illin. Sr. iMario Vioira de Mello,
onde quer que a encontrem. conduzWa a casado ,eserivo na cidade.jje XJSf'h desta provineia, .
seu senhor, largo do Corpo Santo n. 4, segando fevr do vir ruifc; Jo r |11.r.l.lor n l8 ^g
an(lar- gao sera SfjjlJaMJfc. ________^ aquello ncgogAJt>S. s cemprometleu rea-
PpsloiaanHr.si rtuti c-a lls.ir, pela toreaira elianjaila d.xte jornal, em Un
1 cslcJJaBJjej'rtpuu^rt dede;embro-peiaio.nasa.i < depois para ja-
A Ilumina;) *a Capuniip ditem que nao se neiro, passou a,fvrrohae riirl, e nada cmnprio,
faz poique est *Jda grudada... mas o maeaeo epor esle lotivoAdeoovoehiiinadoparaoditolkn;
nosassevera quclpo ha laLpque al.solu'amate ()ois V. S. so devlembre qae este negocio de
falsa esta naiicia, suijj anda preciso grude e
muito grude.
A pinguella do Arantes.
C. IfE Fl.
mais Je oilo anqos, e quai.lo o Sr. seu Htu a.
acbava no estudoTienl cid.nl.
J'raspassa se una liy|io!heca da quantia de
3 a i_ cento de reis, com seguranca do um:
prop.icdade na fregu/Ja de San". 1 Anual : i
fallar-a lojt da.verdalo ra do l)u pie doCa-
xia;, n. 55.
Pergunta-se ao proprielario desta casa oin q:pi iteallia-so, a va.ita lo I n c oii.ir.i !ores,alguu8
a c numero mema >ua lito amada a Sra, D. jiotes do terreno, qae resta 1. do sitio Aguasinha
ra
Ida.....(spj desejafh-r um dos aprociadores da! em Beberibe. p >r pieeos asoiveis. \ \> >-n;:io 10-
estrada da machipjboiiilia. __________ | po^rapnica do terreno mmto re&Mii.nenda, so-
' bretudo por fi'*ar prtxiino di estaija projcelada
da via farrsa. Os preundenies po lera 1 dirigir-si;
informars! do lente S Peixot', n) mesmo
tugar, e para qualqmr negocio rui do Crespo
Eplj^famina tosco.
Capunga, festejos.
Cuitas, cortadas.
Outras rasgadas.
Grude, emendadas.
0 Nico purlciro.
!n. 12, 1-andar.
Precsase de um meco do 14 a 16 annos
de idade, que sailwi ler e eserever : na rna da.
Concordia n. 68.
1:7255000
1:8135589
Je Daniel, i General
Rocmljole.'Rudlcaes, AcidliiAis, Slafltam-
bomba, Montevideo, Orientaos, Baepeody/e
militas outras qualidadcs.
rimo*
Afama los de riAElfcllJaf 001 oaixSes de
2)D liliras W'iOO T3i a lia,. em pacotcs
8895251 K^k ty; ^ira cin;a 4|84fe3-,rji maior
porijao a 1,-5500 o paxote de 1 Obra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs.. e. outras
muitas qualidades como sajara : Daniel do
Rio Nevo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
20430
5:39330.
2:441i3500
9843000
1:2475100
7713740
6185431
11:6593009.
385800
. 3:0243863'
- M
i7i8iU831
1:0373000
640V>6
9445056 De *vidas na imprtucia de \fl-fttftS.
k 21 do corrate.
Em camprimento do respeitavel mandada ,do
Illm Sn-Dr.Jnit da primeira vara criminal esujrs.
mulo da do especial do commercio em exercico
nesta.cidade, arequermento dos adaaioislr^pres
da mssa fallida'de Antonio Pedro de 'Mello, o
w" agente Oliveira fa leitie de mais dividas de dita
massa, na importancia supra, con tantos do refe-
rido mandado em p^ider do mesmo gente para
revio exame dos pretendantss.
SABBADO
ao meto ola eao'ponto, no eseripteho 4o mesmo
agento, rna da Cruz a. 53, i andar.
ffifjfvideWBra ifpjBoftanjia d 34,-QTi55lt>.
h curoprinjento do
nlra. Sr. Dr. julz de direo
sta cidade, a reqbetimfnte
1 maesa huida de Amonio
Ulysse ^ Irmao proprietarios deste bem conhacirjn e acreditado cstab^lokento
t ni a honr^ de participar o iuslrado corpo ACADMICO uos seus imm' rost-s fre-
gueEes;-tanto desta praca, como de fra, que tendo sido clcg^nteniento idttrmado dito
estabelecimento.acba-ie completamente sotliilo e em condijocs de bem Srvi-lo8 do*
seguales- ligo*:
VVR1EDADES
PONTEIRAS1 para charutos e cigarrps de
CHARUTOS
superiores de Havatia, llamburgo, Babia e
Rio devJneiroyilc.
Cigarros
depalhre S. Pauk), de 3^'(> ,1 7^300,
o milhoiro, Daniel do Pio Novo, Mautily,
Imperiaes, Tenenies do Diabo, Du.jue d-
Caxi.is, (a|dpr|etQ,: ;d^ ape, ule ftfbo
Osorio, Conde d'Eu,
adt> a relallKk
p de gailinhatlos .raclho
res qne
todas as qtiilida CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raiz; de 35 at 6$, a duzia e de ou
li;ia-qtiiiidja'.k'S- a retalli>.
D1T
fTia-esnV jjrfcadp a ty c 3o500 a duzia, e
com graifti abliment') em maior porgo,
ditos de louca, geso, barro, etc.
BOLSAS de borra*fui*<'ourodediierso5
gostos t preros, para guardar faino. ,
CARTEIUAS para cigarros de todls tw
systeraas.
PIIOSPlOTlOS de cera, gmT?wSfle lo-
dos os tam '.ribos, de seguranza a balao etc.
PAPEL do milho, de aroz, sw-vom. Ver-
san, pintado. Ce linho fet^ paltia de milho de
Forr.ando a moflior pqssivel.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguizes/wtros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso c a retalho e que com srjas presencas
ser5o sati.-factoriamente bem servidos,: beta como nos encarregapats de qualquer en-
commendas de oessos cigarros de.geda e linho, etc.
13"Bu da^ Imperatriz13
ciIp
proprietarios dest-jA^I f^^floAs^ele^imento,
melhor serlmao respeitavel publico e part iutarmenie aos seus
icabam de pro .er-se do mais importante 6'v.iriad) sormanto d<
Janas_ fcaDceaas a mglezSr^rQ*-jcryst|iw,. ^^^S^t^f1^
em srvii;oj|arH/nesa, jflno^f macasHjoiaf i W|m4
. %W \SaiI^nlD estleMCrnnnnifo enu%n*ra*ie tle^villjitl
tersas especialidades para ornamentos de sallas, jardins e illuirfi
precos muitolteMvMWMI MJHvl 131 ItliniFlUlia II i
Sfear regam-se me dianta urna com^^nra^^val, ou c
stipujifg,. depj-aesquer ei1^rnnKnrras^ar"ns^ihOT0, Hamb
^cugapracas t^yj^W^c^.l^^b^ititadi.i
_.nd-se esr^cialriifefittfVtttol0^ Zahoras mora
acorrdecionamenlo nsaJejaplM qabodoslign *l)nr
heis.
(QOnP
Rl
capital o be
tem pessoa
tviWrWw:tf



Diario de Peraambuoo Ooarta feira 18 de
*,
Cube popular.
No di 19 do correte, as Itont da noite, ha-
ver nessa sjciedade sessio geral extraordioarii
par solemniser.o aniversario da sua iustallaco
Atm f-
atteole
Club eleiu
do os socio e todas aquellas jjessoas que quise
rcra abrilhanttr som^uas presea^as esse acto so-
Ba da Cadeia do Recife-r-^FT ^^^A*.
CABELLEIREIRO FRANCEZ
al-
Ckuua a attenco dos seus innmeros
, para a seguinle Ubella dos prcoa de sua
mais barato do qne era outra qualqaer parte:
fregueses," e do respeitavel publico es
casa, os quaes sSo vinte por ceot
Cabelleira* para seshorts i 250,"
304, 35#e......
Ditas para bomem a 35,5, 400 e
Caques a 14, 183, 1*1, 205,
M* 303 e .....
Cr^ntesa ^, 154,183,203,
Cachos ou crespos a 3? 45,' 5*5,
^, f>. $0, 95 e. .
Traeca de cabello para annel a
300 e.......
Cadeias para relogio a
75, 85, 93, m e.
M.63,
405000
$05000,
Corte de cabello,.....
50*X*) Corte de cabello con friccto. .
325000 .>rt* de cabello com lavagem a
cbampoD......
Corte de cabello com limpeza da
cabera pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado i ngieza ou i francera.
Barba.........
163001
105000
15000
Tranca pan braceletes a 105, i
25 e.....303000
SIGNATURAS MENSAES .
Especial ida de de penteados i>ara casamento
Baile e solaris
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Eunas. Si as. e aos cavalbeiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
aaliopara tintara dos cabellos e barba, *>.'** UDCa dmlttida na Expsito Universal
, como nao prejudicial sade, por ser voi
son como um empregado smnte occupa- (iati!, analysada e approvada pelas acade
do nesse servico. mias de sciencias de PARS E LONDRES
, l' Kpcretario provisorio,
Jo Joaqnunde Almtida-Sobre.
Nutrimeito
O baixe asaignado fax sotante ao respeiuvcl
publico e eew wpeeialiade ao respeitavel corpo
do eemjaefcio, que inudou sua fabrica de cigarro
e charutos da ra Direita n. 50, para a mesma roa
o. 38, onde e acha prompto a servir a todos os
mus fregme e mais pessoas que o quizerem hon-
rar.
_____________Francisco Jos Ribeiro Braga.
.1.1


A ESMERALDA
-


<9
X
LOJA DE JOIAS
DE
Hfltt OVARTE & C.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado ie novo, est as condi-
toes de servir vantajosaniente os seus fre-
fuezes, visto que acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brilhantes e cu-
tras pedras preciosas, oujos presos sao os
nais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
46 em troca ou compram-se com pequeo
*bate.
\ 5 ROA DO CABIIfii \ 5
LOJA DO TRIUMPHO
PARA SENHORAS. Ricas poupelinas de padres lindissimos, e gosto nevo.
Cambr >ias brancas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padroes por
barato preco de 530 rs. o covado.
Grande sortimento de lias e alpacas de 320 rs. a 10500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fustao enfeitados brancos e de cor.
Vestuarios de fust5o para meninos.
PARA HOMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
com collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapos de sol de cabo de'
marfira e de canna etc., etc., Invas de Jouvin para senhoras.
Grande sortiment de cortinados para camas e janellas. Croxs para sof e ca-
tiras de braco e guarniere Tapetes para sof e cama, para pianos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas
O unleo e especial sortimentos das verdadeiras ESTERAS DA INDIA, existe na
Loja do Triumpho.
MEDICINA!
PHEARABO POR
Lamum & Kemp
PAHA
Tiska e toda a
qualidade de do-
encas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mene escolhide
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrahe o
,leo, no banco
da Terra. Nova,
purificado chi-
raicalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o coi-
dado, em todo o
frasco, segaran-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tate-n
ot, do governo bespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e cdntem
MAIOR PORCAO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
exam'oado
IODINO E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
e naquelle no qual contm a maior porcao
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doen^as de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tisica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
. Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacjo tem sido
destruida pelas aflecroes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigestSo se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALILAO
DE
Laanan & Kenp.
Se que desejam ver-selivres eexepasm
de enfermidades
POCOS TllAl
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo d. 25
ARMAZEM
Ra Nova u. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & G, avi.-am ao respeitave
publico que no lugares cima encontrara no mes-
ino sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se achara habilitados para vender por menos
que outro qualqner, por sao que os recebem di-
rectamente do fabricante Nerton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser coiloeados den-
tro de casa ou Tora, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de ura
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeb rao a importancia dos
referidos pocos depois de coiloeados, satistazendo
espectativa do comprador.
TVoea se lima morada no andar da casa
o. 19 da roa do Vigirio. por outra morada era
casa terrea, sendo m bairro de Santo Antonia S.
Jos ou Boa-vista : a tratar na ra do Cabug n.
2B.
* 'I' -u>s--------1---------------------1------
iidan^a.
Jos Joaquim Lima Bairlo mudeu o sea escrip
torio da ra da Gnu n. 18 para a ra do Vicario
, andar.
n.
Fogo nellas!
Trez mil lioguas!... 240 rs. cada
ama I... E ceblas a 800 rs. a restia ?f
So. no armazem do Campos ra do Im-
perador h. 28.
-Cbega a todos. FOGO NELLASI...
A o Campos.
Pede se ao &r. Jos Gomes Jardim o favor
de apparecer na roa do Commereio n 26, a ne-
gocio qne Ihe diz respeito.
Amu.
Precisa-se de urna ana de leite : na ra dos
Percadores n. 33. ______'
CabellereiG,
HaadaCrnz a. 14 1
por cima da botira.
Antonio Rodrigues Ramalho acaba de abrir a
concurrencia publica ura espacoso e acedado sn-
lao para barbear e cortar cabellos, e afflanca qne.
nelle enconrrario seas amigos, antigo tregeles,
e em geral todos o que qnizerem frequenta-lo,
agrado, actividadee bom deVeapeab d/irahallto
Pedido.
Pede-ee encarecidamente (so assim) ao senta-
res abaizo mencionados se dignem por especial
obsequio de virem realisar aijuillo que teem pro-
mettido por diversas vetes, pois J tempo, e vis-
to qne o nosso negocio de interesse pare os
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que nio retiramos este
nosso pedido sem qve b&o comparecara a ra do
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezas Bandeira.
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Gu i maraes.
Luk de Franca Betem.
~
Precisa-se ajugar urna casa terrea, ou troca-se
a morada da mesma por urna outra na freguezia
de Santo Antonio, ou mesmo compra-se se neces-
ario fr; por toda r.ia Imperial, desde o sobrado
da ex-fabrica de vinagre at a estrada da Caban-
ga : tratar roa des Ossos ns. 21 e Si, a qual-
qner bora.
ooo Q Dr. Manuel Bnedmo Reg Valonea con- nf
25 tina a prestar seus servicos mdicos 5j
SK ra da Umba do Carmo n. 21,1 andar. 8
0 0&0590 0000
Ama
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engoramar :
na ra da Cadeia do Recfe, loja n. 56 A, se dir.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OI.IVD1.
Por ordem da directora s5o convidados
os senhores accionistas para, do prazo de
10 das contados do dia 16 do corrente,
efJectuacem a 9a prestado de suas acc5es
razio de 10 /0.
a Para esse im ser encontrado o Sr. the-
sbureiro, das 11 horas da manha s 2 da
tarde de todos os das, no escriptorio da
companhia, ra Nova n. 35, Io andar, entra-
da pela ra das Flores, n. 14.
Recife 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Alces,
i" secretario.
Quem precisar de urna negrinha para casa
de familia, de portas para dentro, para servico de
casa ou carregar menino, dirija-se a ra da Santa
Cruz n. 12.
Precisa-se de urna ama para comprar e cozi-
nhar e de b ja conduela : a tratar na ra da Praia
ns. 13 e 15.
Alngase urna escrava mega para o servigo
interno de urna casa : quem pretender dirija-se
praca do CoDde d'Eu n. 12.

Ra Duque ^
':

" r mu 11
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
IICIIT11 II CIIITIITIIIITI IDI MINITI MII1IIIT 1|
Mi
i RA
tedas u qnadadM I
D* tadaa m fehiat I
Ot todas f BMfloal
Sitio
Precisa-e alugar um sitio com boa ta de
moradia ou mesmo um grande quintal com boa
ca-a : quera tiver nest:ts cireumsiancias appare-
ca no arco da Conceico, loja de onrives, que
achara com quem tratar.
- Oj abaixos assignados faz- m sciente ao pu-
blico e com especiali Jade ao corpo do comraer-
que corapraram a laherna da ra de S. Jos n.
51, ao Sr. Joio Jos Medeiros Mello, livre e des-
embaraeida : quem se julgar com direito a mes
ma aprsenle suascontas no praso de tres dias
e Ando os qoaes no se responsabilisa por nada.
Recife 11 de maio de 1870.
_________________Hibeiro & Irmao,
ii mar
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite
para amamentar urna crianc, porm prefere-se
sem fllho : na ra larga do Rosario 29, 2* andar,
entrada no numero da mesma roa 31.
Trabalhador.
Precisa-se de ura servente: no hotel da ra das
Cruzes n. 39, paga-se bem.
PEDIDO
Pede-se aos administradores da massa fallida de
Antonio Pedr de Mello, qne tiajam de recolher -
uro banco, onde os^a rooder algnm juro, a.n3
pequea quanliade mais de 10:000/, de que estao
na posse mama e pactfca, caja continuacao o
urna ameaca expressiva de nunca mais terminar
se a liquidado da MMk. massa em que tem tam-
bem seu qumh.
Um eredor.
Precisarse de urna criada para servico
casa de pouca familia : na ra Augusta n. o.
de
DO CRESPO N
Casa
Precisa se alugar ama casa com bstanles com
modos para familia, que tanta .grande quintal,
preferindo-se com arvoredoa, bo mesmo una sitio,
Jno bairro da Boa-vista os suas proximidades : a
tratar na roa da-Cadeia do Recife n. il, toja-
Aog 20:000^000.
Bilhetes do fto venda : ra do Caboe a 2,
"ende MeiraA drignes
Em casa le TBEO0ORO CHRKTl
4NSEM, roa dal Cruz' b. 18,_encontraaM
ffoctrvamente Ux^s as quadades da viib(
Borteaax. Bonrg. ' Prec-sa-c de um ahia eara coauhar enl
cata o Jjome ?olteiro raa J'raia.i.ill ,
Ao respeitavel pu-
blico,
l'm homem de meia i Jade que j tem sido pro-
fessor, tanto publico como particular, por tempo
de m; is de 22 annos, que ensina grammatica por-
tugueza, ariihmetica, geometra ortica, historia
sagrada, pois em todas estas materias foi exami-
nado e approvado, e ensina indepeudente de casti-
gos, com muito respeito, prudencia, adiantamento
e moralidade, como tudo prova com documentos
que existem em seu poder, sendo esles das prin-
cipaes pessuas aonde tem ensinado : qualquer se-
ohor que queira dar urna educarlo m-lindrosa aos
seus lilhos annuncie por este Diario para ser pro-
curado^________________________________
Aluga-se a casa com sitio na ira
vessa de Joio Fernandes Vieira n.
6 ; a casa tem os seguinles com-
, modos : 3 salas, 4 quartos, 1 sotao
com um grande sala? e 1 quarlo, copiar, cozinha
fra, cocheira, estribara para 6 cavallos, quarlo
para feitor ou escravos, banheiro, etc. 0 itio
todo murado, com bastantes frucleiras, jardim, e
ca muito perto da estacao do caminno de ferro,
no Caitinho Novo : quem pretender, dirija-se
casa junto n. 6 A, que achara com quem tratar.
Muita attenpo
Vende-se ou permuta-so por casas nesta cidade
o sitio n. 5 na ra de Joao Fernandes Visira perto
da Soledade, com casa de viven5a para familia,
cacimba com boa agua, tanque para Lanho e la-
vagem, mnias frucleiras de diversas quadades
cente e tantas ps de coqueiros, muius baixas
para capim e trras prra placlacfs, um grande
viveiro e muilos mangues para lnlia, eto. : para
ver e tratar, os prelendenles dirjam-se ao mesmo
sitio a qualquer hera.
RAP PRIWCEZA
GASSE DO RIO DE JANEIRO.
A ra do Vigario_n. 27, acaba de rece-
pelo ultimo vapor um sortimento do rap
gasse, tanto grosso como inOi assim como
Paulo Cordeiro commum e viajado, que
tanta acceitafo tem merecido nesla provin-
cia pela sua excellente qualidade provf niente
das boas materias primas de sua composi-
cao, tendo alm disso a propriedade de nao
ferir o nariz aquellos qne fazem delle uzo :
os pregos s3o o mais em conta possive).

Aforamse on vendem se terrenos sitos emRe-
beribe, a om qnarto de legoa da poroacSo, cami-
nho do lugar chamado Merueira por um lado, e
por oulro riacho Lava-tripa. Esses terrenos sao
em oplimo barro para o planto da canna, e g-
itos n isteres da agricultura, e de urna extencao
de 400 palmos, onde se encontrara diverses eorgos
a maoeira de riachos e madeiras proprias para
censtruecao: quem preU ndec, (Mis, entrar em
negocio entre laes terrenos, appareca ra do
Hospicio n. 70, que achara cora quera entenderse.
Precisare
alagar nm moannie de idade de l a 14 annos
Estribeiro.
Preclsa-se de uro estribeiro para casa particu-
lar: tratar na ra da Cruz n. 42, segundo andar,
das 10lloras s 2 da fardft.
Importante aviso para os Srs. de
engenhos e fazendeiros.
Pratica, paciencia e adiantamento em
muito pooco tempo.
m estrangeiro com pratica a mais de dez an-
nos oflrece-se aos senhores cima, nao s para
ir ensinar as primeiras letras como o francez com
perfelcao em pouco 'empo: quem pretender dei-
xe flear carta fechada na ra das Trincbeiras n.
50 loja, ou na travessa da Cadeia nova b. 15, en-
deressada ao Sr. Mennesson, com as iniciaos B. A.
B. para ser procurado.
, "7.P,8 familia : a tratar na ra do Amorim n. 3*, an-
dar. ^
O Sr. Jos Claudio Dubenx tenhi a bbndade
7 a Sfocio
de apparecer na ra de Quelmado n.
que nao ignora
AMA
Preeisa-se de nma ama para casa de duas pes-
soas : na ra das Calcadas n. 26.
AMA
na
Precisa-e de urna ama livre ou cscrava
ra eslreila do Rosarlo n. 45, Io andar. _
f AB 9 *4Sftftft-v
Ao bom tom M
I Recebeu-se pelo ultimo paquete da Mi
Ok Europa, ricos corles de seda ; na loja fifi
5 das columnas da ra do Crespo n. 13, ffi
I de Antonio C.rr? de Vasconcelos. B
mnHiiii
Roga-se a pessoaque levoa por em-
prestimo a colleccio de Diarios de jalbo a
dezembro de 1838, quera mandar Hrazer
a typographia.
Precisa-se comprar ama easa com quintal,
prefere-se as ras do Sebo, Pues e mesmo na
Soledade: a tratar na ra do LivraBento n. 10.
lastradla da forra d o Reelfe a~
Hada.
Compram-se dormentes de madeiras de reso-
nhecida duracao para a constrn ci desta estrada:
trata-se na ra da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia, das 6 horas da manhaa s 6 da tarde,
nos dias uteis.
O superintendente,
.______ Andr de Abren Porto.
Ama.
Precisa se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca roa
do Imperador n. 79. loja.
AMA
Precisa-so de uma*ama, forra ou escrava, que
seja carjahosa, pois para andar com urna erian-
5a de 9 mezes : na ra Formsa, offleinas da ma-
cliambomba se dir quer.
Pede-se com a maior iustancia pes-
soa que achou um papel coolendo urna pro-
curado escripia em italiano, e pela qual
promove-se a constic5o de patrimonio ca-
nnico favor de um ordinando, nosso pa-
tricio que reside actualmente em Roma, o
obseqoio de manda-lo entr-gar nesta typo-
graphia, na secretaria do governo ao Dr.
Salazar, ou na ra do Hospicio n 51.
ttencfto.
D. Umbelina Rosa de Lima Pinho pelo
preseute annancio faz publico que tem
encarregado da gerencia de todos os seus
negocios seu sobriobo o bacharel Ray-
mundo Braulio Pires Lima, icando de
nenlimm effeito qualquer negocio feito,
, ou qualquer obrigacao contrahida em seu
nome, por outra pessoa.
A VIUVA DO DR. SABINO
proprietaria do antigo estabelecimento de
seu finado marido Dr. Sabino 0. L. Pinho,
previne ao publico que desta data em
diante nicamente encarregado de ins-
peccionar a boa preparara) e orgaaisa-
cao de sua pbarmacia especial liumeopa-
thica o Iilm. Sr. Dr. Jezuino Augusto dos
Santos Mello.
utro sim que o mesmo Sr.
DR. SANTOS MELLO
quem'dirige o antigo cousulioiio do Dr.
Sabino O. L. Pinho.
Consultas das 10 horas ao meto dia.
Gratis aos pobres.
Atten$lo
Xa ra Nova n. 43 vende-se urna negrinha de
i I annos, bonita peca, e urna escrava com duas
lindas crias.
DR. SU TOS MELLO
m&m
HOMEOPATHA
MUDO SE
Para na Nova o -43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. O. Pinho.
Consultas todos os dias das 10 horas da
manhaa ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou noute.
Gratis aos pobres.
43-Ra Nova-43
Vende-se nma carrosa oVaaolla pwa cava! ,
com os perienceatei a/reio: ra do Brum nu-
mero 79.
trtgrr
CABELLEIREIRO
18Ra da Imperatriz-18
Avisa aos seus numerosos freguezes, que ;.! :i.
de linas perfumaras recentemente recebidas, tem
um hbil official para penteados de senhoras ; o
qual se achara prompto para o servico a'qualquur
hora do dia ou da.mate.
\\ VILLE1 Pi.
m
mm
20Ra da Imperatriz20
Fart & Lessa.
Temos a honra de participar ao respeitavel pu-
blico que fizemos destinguir a noa nova loja u<
fazendas /mas com o elegante tituloLa Villc u
Pars; animados como estamos pelo desejo de
corresponder a melhor vonlade dos frtguezes, po-
demos asseverar sem receio, ao publico em geral,
que nao haver quera possa veuder mais barata,
atlcndendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandimo? as casas das Exmas. familias qual-
quer fazenda para melhor escolherem ; damos
abaiio os precos de varias-rechinchas, que sero
o bastante para justificar a nossa sinceridde ja
por alguem reconhecida : saias brancas cum ba-
bado frisado pelo baratissimo prefe de 34000, n
eos corpinhos bordados, cbjecto de i?, pelo pre-
co de 'i, cassas de cotes, lindos padr5es, a 2i0
rs., chitas finas claras e escuras a 300 rs. o cova-
do, cambraias orgaudys a 640 a vara, mandupolao
lino a 6i a peca, toalbas felpudas para ro-lo a
8| a duzia, lencos de cambraia a 290OO a din.;.,
cambrata victoria fioa a 3J, 51300 e 6, comple'
sortimento de groideiMple prctn, popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de loa. e varias qual-
dades de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapc-
ao e algodaozinbo, bramante para len^es, e--
guo, fusloes para vestidos e roupas de menim-,
camisas, ceroaiaa. meias, grvalas, colarinhos, t
outros muitos objectos qne deixamos de mencr-
nar. tudo por commodo^ precos.
i a-
m
de marmore. rna das Cruzes
u. 11.
O artista Gamitto acha-se eslabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
misteres de sua procissao.
Aluga-se o Io andar do sobrado n. 43 da ra
Nova, devendo o pretndeme prestar flanea idnea.
AI'Di \AO
Paga o epz.
vMmmmm mmmmm-mm
2 Ra do Impera lor
N. 10.
Francisco Xavier Pereira de Brito, ex-
solicitador da fazenda nacional propoe-se
a agitar o andamento de qnalquer pre-
ten ao perante as repartirles publicas, de
causas civi, erime, commerciacs e ecc|e-
siasticas.B de todo % qualqner negocie.qne
precise a intervencao de um agente : en-
carrega-se tambem de qualquer cobran-
ca (ora e dentro da cidade quera de
seo prestio se quizer utilisar o pode
procurar das 9 horas da manhaa e is 3
da tarde na roa do Imperador c. 10.
Precisa-se de urna ama para servico de urna
pequea familia : na ra da Imperatriz*o. 9, loja.
Batatas a 1^500 o
gfe.
Vende-se na ra da Madre de Dos n. 7 ; a el-
las, antes que se acabem, pois sao desembarcadas
de boje.
------------------------------------
J se acham definitivamente divididos em
pequeos lotes os terrones do sido Belem, pert cente a viuva do Dr. Peitosa, na estrada antiza de
01 inda, e por onde passam os trlhos urbanos des-
ta para aquella cidade, conforme j foi tud > ane
nunoiado ; quem quizer comprar terrenos aesso
sitio, dirija-se ao eugenheiro Antonio Vicente do
.Vascimento Peitosa, roa estreita do Rosario n. 23.
Hypoliio Jos Reberto, Pedro Emilio Roberto,
Virgina Roberto Peres da Cruz, Jos Peres da
Cruz, Maria AdelaiJe Peres da Cruz, Virginia A-
ma Peres da Crui, Julia OHndma Peres Sa Cruz,
Amelia Seeundina Peres da Cruz, Elvira Emhilia
Peres da Crnz. Laura Itelvina Peres da Crnz, Jost
Peres da Crnz Jnior e Alfredo Ernesto Perea da
Cruz, cordialmente agradecem a todas as pessoas
que assiatiram os ahimo* suffragios e acornpanba-
ram ao cemiterio publico o cadver de sen preza-
do pai, sogro e avo Antonio Reberto ; e de novo
os convida para assisrera a raiasa a memento de
timo dia, qu daver ler lugar o* H(rqto malriz
de Santo Antonio, pelas 6 tuna da maabaa do dia
19 do corrale, pelo que se eonfessam ernauea-
te agndecidos. _____
Na praca da Independencia n. 33 se da d-
iheirosi>bre penhores de ouro, pratt e ped-"
ireciosas, seja qual for a qaantia ; e na mesma
asa se compra e vende objectos de onro e prau,
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
ximmenda, e todo e qualquer concert tendere
t mesma arte._________________________
Alngs-se metade de um sobrade de um andar
muito fresco, cora quintal e cacimba de boa agua
era boa ra : a tratar na rna Velha n. 19. venda
CURA RPIDA E INFAL1VEL DOS CALOS
pelA
POMADA GALOPEAU.
Deposito especial
Pharmacia de Bnrtholomeu $ C.
34Ra larga do Rosario34.
SEGUROS
MARTIMOS
_____E
CONTRA FOCH.
a Companhia Indemnisadora, estabeiacida
.esta pra?a, toma seguros martimos sobra
lavios e seos carregamentos e contra ogi
an edificios, mercadorias e mobilias: s
na do Vigajion. 4, pavimento ler eo.
ALUGA-SE
urna casaeom 4 quartosenm gibinee na sala da
frente, t >dos com janellas, e no sotto com tres
tambera frandes, sendo I com janellas cozinna.
grande e despenca, eocbeira, estribarla, quarms
para feitpr e eecravo?, boa agua de cacimba, tem
dkers* ps de arvoT'dos, no lagar d* Capnnga,
segundo becco da Ventura n. 8: quem pretender
dirija-se i roa do Amona &
Alnga se um sitio no lugar do Salgadtnho da
cidade de Olinda, coro boa casa de vi venda, ca-
cimba de agua de beber, cora grande btixa de
capim e cera terreno P""d.Par menta,,. ,
Joo urna trcgueiU de MD'fcues. aamtal com
preco fixo, l#staam planudo r fejao, milho, roa-
Sra rmaddioe. qoe pretender d.r.ja-s a
typofraphla Hefts Wrte para atar do ammda-
HlOfllv. B1
Ama
Jfa ta% do Queimado n. It,
se de nma ama que cozinbe,
1" andar. preria-
1
I

A
T


r~
wm
I ?
Diario de Pernambuco Quarta Teira 18 de Maio de 1870.
It
BENTO MACHADO ft C,
A AGUIA NEGRA animada cora o bom accolhimeato que te've em scus annun
tos, vem novo participar a scus freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
mento de objectos de gosto os qaaes serlo vendidos por precos muito raioaveis, pois
qaindo fes os seas primeiros annucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
porqoe como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesla prac.a, e
por isso poder ter tado especial e vender por procos admiraveis.Chama pois a atten
dq de seos freguezes para os arttgos possa descrever :
Litros- cora o lampo de marfim, madre- Um variado sortiments .de charuteiras e
Vero* e Urtaruga, proprios para missa. paftiteiros de porcelana,
Gwafiohas vazias proprias para presentes Tentog ^ volUreU.
o* do gosto.
lndispensaveis de palinha e de couro pro-
prios para senhoras-e meninas trazer nos
ratos.
Binculos dd madreperola, marfim e tar-
taruga todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-
t* nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largu-'
as para Tacos.
Toncas, sapatinbos meias de seda e mais
pertences para baptisados.
Fitas com inscripcSes proprias para bou-
foet de noiva,
Ricos vasos com p do arroz.
Um variado sortimente de jarros de por-
telana.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonetas de alcatrJo.
Cofres de folhas para dinbeiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimente de lavas depe-
iica, i
Tatagoroe para bordar.
Um completo sortimeoto de enfeites de
seda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os tais
acreditados em oxtractos, pomadas e leos
e finalmente outros mritos objectos que nao
possivel mencionar ; mas com a vista se
certificar do sortimento deste esttbele-
cimento.
Agnia Negra, ra
IIIISUIII
do Cabug n. 8.
n
Pela prlinelrf vez so exooT venda nesta pro
Vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o mtk Hndo poss!***, desde' o rols
simples e modesto al*o mais rico possivel. e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capeflas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pecas desse artefacto
A novidade e esquesitisse drts arabescos, mimo
dos desechos, e o capricho do doirado, encanta o*
olhos e convida a compra lo. O mdico preoo
Sor que se vende sorprende ao senhor compra-
or, qne apenas ser oorigado a dar urna peque-
na eommiu.'o alem do primitivo cnsto da fabrica,
adicionado com a importancia .dos direitos etr
Nunca a modicidade do preoe esteve lo junto da
belleza e bem acabado de um objecto de laxo. O
respeitavel publico convidado a eertiflear-se de
todo o expendido no eseriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Mulla A C, a ra da travessa da Ma-
dre de Oeos n. it.
I i\wm\k frota
855-Rua daImperati-iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achntalo-
ta se, com a maior prferclo, fazendas era
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, linho,
cbapos de feltro e de palba etc. etc.
Tira-se nedoas e Kmpa-se a secco sem
molhar os tecidos, conservando asim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta Has tercas e sextas feS-
ras.
"W
5
ADMIREM
Grande Itquidaqo na toja e ar-
mazem do
LEAO DE (URO
Ra da Imperatriz n. 82, portaes acarnados de
Farades Porto, junto a laja de ourves.
Admirem admiren admiran.
Admirein admirem admirem. ,
Admirem admirem admirem.
Grande porcao de chitas.
Grande poreao de fintas.
Grande porcao de chrtas.
A 300 e 240 reis o ovado.
Alflfle -W reis o covado.
A mi e 240 reis o ovado.
A 200 e 240 reis G-coxado.
Para sea bar depressa.
Para acabar dipres.-a.
Pan acabar deprensa.'
Para -acabar depressa.
Vende barato para -vender muito.
Vende barato para vender Vende barato para vender rnoit.
'Vende barate para vender muito.
A ywwa -com .42 tf covados a 9#-e 10 J
A yes* com l42 "^8 covados a 9* e 10#
" A pessa com 42 Ji2 covados a 9< o t0
A peesa com 42 1|2 covados a 9 e 10
Alpaca de cores escuras-e-cl.ir.is.
Alpaca de cures escuras-e claras.
Alpaca de cores escurase claras.
Almira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320-0 covado.
Adama a 280 e 330 o covado.
No leao de ocro,
No icio de ourn.
No Ieao de onro.
Ra da Imperatriz n. 52.
CASA DA FORTl\A
Aos 5:0005
BiJlietes^arantidos.
A rea do Crespo n.23 e casas de cosame.
O abaixo asignado, tendo vendido alm de ou-
as serle, unimos -r. ItklS com AOJ da
lotera que -ee acabou de extrahir a beneficio *
rmamiade do Senlier brti Jess dos Passas, da
matriz dt* Corpo Santo (146*), convida aos pos-
sudores virem receber na coafcrntidaie do cos-
tusie sem descont algam.
Acham-se a venda os lelizes bilnetee garan-
tidos da 3* parte da lotera beneficio da ir-
manda'e de'Jossa Seufeora do Biin Parto da ci-
dade de Oltcda (I47-). fue se estrahiri -eeifa-fel-
ra 20 do correnle mez.
TrepisOs do rstame.
Muael Martios Fmza.
lao
35, prepa:
afeitar os al-'
aio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
tar, bouqtictes e bugias enfeitadas com flo-
res de cera para enfeitns de altar, todo com
prestesa, gosto barato, fai-se toda en-
commenda para fra, e tem ja promptas,
rosas, arces e poptas._________________
PIURMACIT "CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
ihery decio d'Abbadie recomtnendados,
como calmantes para os casos, em que se
"o pode osar do opio e de seus prepara
dos, e mui convenientes para as criabas
nos espasmos e convuls5es.
raAUMAGU c5 JmLRUADO fflpEKA
DOR 1N. 38.
Preparsvles d'alcitrlo em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
I
CENTRAL RA DO
Pillas de VaHet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACU CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e kdiarthare,
excellente tonteo para auxiliar as digestoes
difliceis nos casos de debilidade do esto-
mago.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua bemoslualica de Lechelle, moi re-
coramedada em' qualqaer caso de hemor-
rbagi, e principalmente na tbysica pulmo-
nar, e as bemorrbagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binafo do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitism )-
cacWoroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
Veude-se
Cnia machina completa de .fabricar aguas ga-
zosas, com todos os seus apparelhos. h pouco
comprada as celebres oflicinas do Sr. Maihcus
de Xew-York. A machio forrada de porcela-
na, com urna capacidade de 80 m didas, rnais que
sullciente pars produzir 100 dnzias de g.irrafas
por da. Est actualmente trabalhando na cort,
na ra do Lavradio n. 62, onde se pode examinar.
Para nformacoes dirijam-se na de S. Pedro n.
28. no Rio de Janeiro.
a posse e'bemfeitorlas composta de urna ca-a de
madeira coberta de telba, e muito* arvaredos. em
um sitio na estrada do Arraial, defronte do sitio do
francM o Sr. Pedro Ginja, por um preco bem com-
modo : a tratar na Roa-vista, ra Vellia n. 20,
2* andar.____________. ___________^^^
Vende-se por 3604 urna excedente canoa df
amarello com 40 palmos de compiida : a tratar no
trapiche da companhia no largo do Corno Santo.
TRADUCAO DO SPIRITISMO.
AOS 8P1RIT0S.
Na encadernacio parisiense vende se a tradc-
elo 4o spmtumo em sua mais simples expresso,
oh o resumo tlu Jmilrmn dos espritus por Alian
Karikt, a 14 o folheto : obrinha muito curiosa
e interessante.
Aitengdo.
Na praca do eommercio n. 18, rmazem, tem
para vender ceblas do Rio Grande do Sol.
ViXHO PERDE
de superior qualilado ebegado ltimamente, von-
de-se na ra da Madre de Dos n. 30, armazem de
Cnha Irmaos A C. ___________________
Vende-se urna taberna em una das melho-
res localidades da freguezia de Santo Antonio,
tendo a casa bastantes commodos : tratar na
ra das Cruzes n. 33.
JoaquimRodrigues la-
vare de Mello,
Praqa do Corpo Santo
M. 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia,
Vinho Bordeaux de 1.
qtralidade.
Farello dn Lisboa.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
Lirha, salepo araruta, ferro, ede sade, da nnam ver,a verdl,de, vendem-se por este barato
acreditarla n.r.rina L Vl.ni t m*&!!W.'l**?2*.
/jado Lifto de Ouro
Chegaram a este bem conhecido ejtabelecimen-
to, as mais modernas Iminhas com listas e de
muito bom gosto, l.uenda que outros vendem pelo
preco de 800 r>. o covado, aqui se vendem pelo
haratissimo preco de 400 reis o covado pecliin
cha, grande pechincha senhores freguezes, ve-
Nu aVmatem da travessa do Corpo Santo n. io, ba seropfe um completo
eortiraento de objectos pa; carros, c que se vendem por precos muio xA?oaveis, cobo
tejara:
Vaquetas le lustros, grandes e muito boas.
Solas dem dito.
Oleado preui e e cores.
Colleiras GuamicS* Lanternas e velins para as mesmas
Eixos patentes para-sebo.
Joaquim Lopes Macliadu & C.
BAZAR M NA
S3-RU AOVA-
0
1
UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de deliradis gostos, nropri.os
para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA.
BAPTISADOS. Ricos chaposinbos de setim brancit, Jindas touoas de fil
e setim, sapatinbos etc.
(PURE. Ou eroebem pessa, brance preto, con lindas ramagens e a
^ qualidade muito superior. *
PUNHOS. Para cimwas de bomens, fazeda superior cava duas faces, o l
par %<) rs. (pecbincha *.) H
^JiRF.MARlAS. Fios extractos para lencos, aguas de ^versas qualida- ?
des, sabon^te-, olos, pomadas, pos, tnico etc.. etc. 0
PSRFL'MES. Lindas caixiohas para lavas coulendo uma preparaco em 0
que Ihesd um agradavei aroma, por l#no. w
ravatas, cinto?, llores, plumas, coques, trancas, fitas, botbes, ticos e peri- g
tes etc., ete e muitos outros artigo? proprios dj estahelecimento' vendepdo-se W
todo por commodos precos, no BAZAR DA MODA, roa Nova n. 30, esquina da
m. de S Amaro.
0 J,ise de Souza So res & C.
0000^0 o^ooooooo0OOO<^0*:o0OCrO) o
U IraTe&sa da roa
das dCruzes a, % pr*
meiro andar, da-se di*
nheb sobre jien-hores
de ouro, prata e irilhan-
les, seja tjiial for a quan-
tia. Ka aesina casa com-
m praoi-se os mesmos me-
1 taes e pedras.
sMWiflsnesssi'
MU e quinhentas duzias do fogos do r de um
tres *ombas: na ra Direita n. 33, loja ae fer-
"agens
Aiga-se o armazem n. :i4 da Ponte-velha,
para algoro, estahelecimfloto.
Prerisa-se alugar para pequea familia es-
trangeira, urna caa no bairru da Boa-vista, ou
nos arratiaides prximos : p1.-se entregar pro
posta* soh letra X. nesta typographia.
Precisase d. urna ama de leite na praca
do Corpo Samo n. 17, armazem.
Cope
:ro.
Precisa-se de um copeiro de ti annos que seja
de Jx'ia conducta, pawekaa de peijueoa familia e
paga-se Iwm aluguel : no caes do Apollo n. 71.
Attenpao.
Augusto Candido de Athayde Seixas, juica con-
veniente deetnrar, que dono, e nao um en-ai-
regado como e tem espaltiado, do armazem d<-
agancias de leiles da ra dj Imperador n. 16.
Ama
Praeisa'Sade urna ama para comprar e cozi-
nhar : na ra de Hortas n. 1. \a mesma casa
comprara-se joroaes para einhrulhb a 4i^J90 a
arroba.
acreditada ullicina de Menir.
Sabonetes d'alcatr3a, d'acido pbenico, en-
xolVe e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., seddo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pollo de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR 38.
Os melbores vermfugos para crfincas,
l'astilbas de sanctonioa.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugo.
_Tudo de melbor qualid de. _^
PHARMACIA CENTRAL tUA'DJ IMPERA-
DOR N 38.
Variadisimo sortimento de fundas de
excelletitequalidade.
PHARMACIA CENTKAL KDA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilbas de balsamo de tol e de seiva
de pnhoiaritimo, para a* affecces obro-
nicas dos pulmoes.
Pastilbas de tlterydocio e louro cerejo
para as tosees agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccao nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de ca! mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regoault,
de hortela, piuenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Kermes.
nos e vender muito para acabar depreca ; a ellas
senhores e senhoras antes que se acnlicm. S na
loja Leao do Onro, ra da Imperatriz n. 52 de
Paredes Porto que se vende barato e fazenda
boa. S com a visti 6 que poderao sertificarem-se.
Na loja do Lefio de Ouro
Chegaram as mais modernas capas pretas de
filo bordadas e de ilifferentes gostos, tem- grande
porcao para os senhores e scnboraa escolherem, e
vcriilem-se pelo barntissimo preco de 8, 10l e
12a mil reis cada urna, por ter grande porcao,
quer ganhar ih-dos para acabar dtprcssa, s nes-
ta e bem condecid loja do Leao de Ouro ra
da Imperatriz n. ;J2 de Paredes Porto: que se
enconiram destas pechincias, pdese aos senho-
res e senhoras que teiiham a bondade de virem
a este estabeleeimeuto para com a vista cerliflea-
rem-?e da verdade.
kl
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPEBA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez?s sem irritar osintestinos.
ATTENCAO
Sahbado 14 do correte ausentou-se de casa o
mnlatinbo de nome froAro, que foi do Sr. Jos
Duarte das Nves, e antes do Sr. Parisio Belar-
mino de Moraes Pires, tendo de idade i i ou 13
annos, e jilga-se andar pelo Arraial ou Ponte.de
l't'ha : petse a quem o poder apprehender o
v < ntregar ra do Passein n. 56, a Jos de Sou
za Barreiros, que ser gratificado.
Vendem-se dous carros de caixao em bem
estado: quem os quizer comprar, appareca na ra
do Queimado, 1 andar, a entenderse com Her-
menegildo Eduardo Re*o Monteiro.
Precisa-se de urna ama que saiba dirigir
urna casa de familia, que entenda de cozinha e
que engomme bem : tratar na ra do Passeio
n. 36, das horas da manha at 8 da noute, pa-
ga -se bem.
.1 .B.0
Pela primeira vez se expoe venda ne la pro-
vincia, um magnifico e primoroso sortimento de
superior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel e pro-
prio para forro e guarnicao de sallas, gabinetes,
capellas e ;antuanos. E' preciso ver para admi-
ra r-se a lindeza d'algumas pegas desse artefacto.
A novidade e esquesitice dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do dourado, encanta os
olhos e convida a compra-lo. O mdico preco por
que se vende snrpn hunde ao senhor comprador,
que apenas ser obrigado a dar urna pequea
commissao alm di primitivo custo da fabrica, ad-
dicionadocom a importancia dos direilos etc. Nun
ca modicidade do preco esteve lo junto da bel-
leza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeiuvol publico convidado s certiQcar-se de
torlj o expendido no eseriptorio de Candido Alberto
Sodr da Molla A C ra da travessa da Madre
de Deus n. 14.
a m mm
A ra do Duque de Caxias n 21.
(AHTIGA RA DO BUErMADO)
NO foi sem foiid*merto que a NOVA
ESPFRANCA lem dcixado de f-zer os seus
annoncios, a razo simples, ella entend
qoe todo em demasa abwce... por isse
como j tinha dito e identificado :i sua be-a
freguezia o que constantenicnle ia receben-
do, ou tivesse feilo umitas vezos, recelo-.t
lornar-se massante, ansim pois r< colbeu-se
um poeco ao silencio, mas nunca deixando
d'exprpgar os verdadeiros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo <>bjcctosdomais
-purado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, mudemos moldes para
vestidos ele,, etc. para desla forma melbor
servir a sua constante freguezia ; e com es-
pecislidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-lbe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar qne tem rerebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhus de selim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim. -
Meias de seda e fio de escocia para enar-
cas.
Dedaes d'osso, marte, aro e madrepe-
rola.
ptimas navalha?, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nbos.
Ronitos sapallnhos eom-biqueira, Rfndo
com salt), para meninos e meninas de iois
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimolros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar iroldes de, vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos linteiros de novos moldes,
Meias de la para homens e senhoras.
Finas c bonitas ligas para nw*s.
Fil de linho e de seda, sendo prefo c
branco, liso e de salpicos, e outros muitos
objectos expo.Mos a venda na Duque
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Nah&ft d'atcatrSo.
V. nde-se na roa Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Rrincos, broches, volta*. pul eiras. five!-
las, rentes, botos paia ptmnos e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA. qtierendo satisfa-
zer sua freguezia, naosmente em objec'os
d'akgria ou de luso, quer tambera acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdcndi:
alguem de sua familia, ou a'giifm de sua
amizade, precisam de taes objectos, assiro
pois a NOVA ESPERANCA, mandou viro
que ha do melbor neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, n3o jmente tornam-s-i
tristes como al repugnantes, o que n5o
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. p**r
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que taes objectos slo tra-
bajados.
Collares anodin s.
CONTRA AS C0NVULC15S DAS CMANCAS
Nao esla a primeira vez que a NOVA
ESPERANCA s ientifica aos senhores pis -j
familias, que os seus collares s os verda-
deiros de Vjer.. .recebds directamente,
e por fonseqiiencia de. um cltiio otBcaz qu:
desnecessario m\s apregoa^ assim pois
aquelles ron n9o quizorem paisar pelo dis-
sabor de vnrem seus fillnhos extrocerem-sc
as lerriveis eonvulcoes, ligo que a esie
comessem nasser-lhes os detites aprrssem-s.
em comprar s ditos collares, na ra do
Duque de Caxi?s n. 21
CARELLOS BR.4N OS 80 TEM QUEM QUER
A NOVA KSI'IRANCV recebeo o verdi-
diiro clirom como de' WilKam para Ungir
cabellos, para prtos#u oastanbos, assim p )s
cabellos branco.? tem quem rjuer!!!
Flauta.
A NOVA ESPERXNCVIem para vender
urna flan a dVbano do afamado fabricante
Roum.
Vende se dous pares de mallas, usadas, por
preco commodo : na loja da verdade n. 5o, ra
do Duque de Caxias, antiga ra do Queimado.
Cantara de Lisboa
Soleias, hombreiras o capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes Machado A C
~^ERAA
Est venda urna seraphina pequea, maneira,
e que se vende por preco muito commodo : quem
a pretender dirjase a ru do Imperador n 15,
deronte da S. Francisco.
COMPRAS.
MLEQE. "
Precisa-se alugar um moleque : n.-. ra da Ca>
deia n. 't6.
Precisa-se alugar urna cas., terrea que te
nha commodos para familia e tenha quinta: e ca-
cimba : a tratar na ra do general Victorino nu-
mero SI,
Precisa-se alugar urna peqnena casa eom
sitio para 3 ou 3 mocos fcelteiros, perto .do cami-
nho de ferro : quem tiver delxe cara fechada na
typographi < nm as inlelsa? H Y
Oerece-*e uipa porfeia engomraaieira : quero
preteeder dirija-ie i roa da Crot n. J8, f aad>r
Cotnpram-se moedas de ouro e prata dt to-
103 os valoaes, ouro e prata em obras inutilisadas,
.rimante* e mais podras preciosas: na iPia de
'orives do arco d* Caaceigao, no Recife.
0 muzeo de joias
Na ru* do Cabug n. 4 compra-se ourr, prata
pedrasjreciosaapor precos mais vautajosos do
(ue em outra qualquer parte.
"owiit-ii riffsr
BICRAVOS
Gompram-se vendem-se diariamente para fora
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
orea e seis, com tanto que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobrada n. 36, roa das Crazes.
itogoasta 4 Santo Antonio-
Lom muito Kta$r vantagea compram-se
ouro, prata epefit preciosas e obras velhas: na
Lija do joias do Co acio, de Ouro n. S D, ra do
Crtm*. _________ >,_____________
-y Comprase urna casa terrea boa, situada em
Santo Abloqioou Roa-yiKta ; pa ra d* i: ronti-
na n, 6.
Estantes ^>ara typDgraphia
Vendem se qnatro estantes proprias para typo-
graphia : quem as pretender dirija.se a rna do
imperador n. 15 defronte de S. Francisco.
Tasso Irmaos & C.
Vendem oleados pretos para forro e guardw-chu-
va de carros.
Ditos de cores. v
Portas de pinho alirofadadas, lmannos diverso*.
Cadeiras americanas de varias qoalidades. .
liioico para cabellos.
Agua de Florida.
Michdinhas americanas. -

Cimento
Vende-se superior cimento em I arrieas rrande-
pelo diminuto vreco de 80.H) a Inica: na pra,
ca da Conccnlia, aim.vzt m de ral preta e branca
PARA A FKSTA
3 portas, L ja de fevagem
53-Sua Direita--53
Neste grande estabelecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e miudeza
finas e grossas, como sejam bandejas cbineza?
quadradas e ovaes, facas e garios "e 1 *- 2 bo-
toes, balanco inteiro e l/i balanco; panellas, cta-
Iheira?, caQaroIlas, frigideiras, assadeiras, tanto
de ferro cano de porcelana, moinhos para caf de
diversos lmannos do fabricante Japy, peso3 kilo-
graimos. tanto de ferro como de latao, metro'
para medir fazenda tanto de ierro como de latao,
salitre, bren, barbante, enxofre, papel marca via-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desea
rocar algodao; alm de outros rtigos de ferra-
gem, mindezas cutilarias finas, qne s com a vis
ta se verifica; na ra direita n. 53 loja de 3 por-
tas de Manoel Beato de Oliveira BragaA C
Attenpo
Na rax do Duque de Caxias, oulr'ora na do
Queimado n. 19, vende-se earubraias iniudinhi-;
e de flores, bonitos padres e finas a 308 e 360 rs.
o covado, barato.
Vende-se um sitio no Arraial, com casa^boa
de pedra e cal, differentes fructeiras, baixa para
capim e um poco d'agua de beber : trata-se no
sobrado de dous andares da ra de lloras n. 48.
Retroz.
Qualidade superior e sonido em cores : vnde-
se na ra da Ca'eia n. SI, 1* andar.
CJal nova
de Lisboa chegada ltimamente na barca Jwl'th :
vande-se na ra do Apollo n. 40.
No armazem defronte a esexdinha n. 3 A, tem
para vender exeellenles batatas inglesas novas em
I arrisas de 5 arrobas.
"^ATTENCAO
Vendem-se ps de laranja da China, leletra,
dito de frncia-pao, de caf, patmeiras, e tambem
urna vitella ou garrota de otcao ingle : na Poo-
te de tlnha n. 10.________________________
Bogias de cera
Vendem-se bogias de cera, superiores em luz.
e armaco as viudas da Lisboa,por commodolureco
de 114'0 a HtV* : na travessa da ra da* Cruzes
n ,eru*doVifaro ir. S6,
Vendem-se tres cabriolis de i rodas cober-
tos, sendo de.Ues 2 americanos cm muito bom ec-
lado: para ver, antes da ponte grande da Passa-
Sem n. 40. e tratar no mesmo ou na ra eslrea
o Rosario n..S, I'icdar, com Jos Henrique da
Sil vi.___________________________
Vende-so a casa ierre u. II, em chaos pr -
prio, sita em Ollnda ra no oilo do Ampar ,
com i quartos, corredor ao meio e duas salas :#a
ratar no 1" andar n. 5 raa da Cideia do Iteeife.
Vende-se
om machina de costura prooria de coser
conro: na roa da AssnmjJelo n. 52.
Aos cem mil azulejos
Porluguezes, hespanhes e francezes : na tu a
Piimeiro de marco n. iS, onlrora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardiuo Duarte Campos
& C*.__________________
Httho novo e barato.
litis barato do que em outra parte : para ver
no trapicho do Dantas, e tratar a rna do Ajtot!*
numero, 4.
Vende-se um bom cabrlolc descoberto com
lodos os arreios e cm bom estado ; assim rom)
um cavallo bonito, gordo c muilo bniii de canv :
na roa do Imperador n. 45, cocheira.



6
Diario de Pemaiiibuco Qumla Xeira 18 Je Maio, de
1870*i

a 200 rs.
cabello, a
de
A VEIMDE
Ra Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratisskaos pregos lodos os arli-
gos de lindezas e perfumaras do seu
grande e vanado sortimsnto, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Linds bonecas de cera e masas por ba-
ratissimo preco.
Espjlbos domados para pendurar a
460 rs.
Agulhas de osso para crox
Peutus linos para segurar
320 rs.
Caaraius para gaz a 320 rs.
Garrafa rom tinta alizarina a l#0OO.
Dita coa agua florida a 5G0.
Dita com (uta dita a l0..
Tnico, de Jayrae a 1 0500 o frasco.
Frasca comoleo expresso de babosa,
210 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a i #300
Dito com extractos finos a 4000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1200.
Latas com banhi muito tina de 420 a
240 rs.
Saboneta! muito finos e diversas quaii-
dade a 80,460, 2i0e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 503 rs
Dits para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para a'isar com costa de metal a
-320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
P.Miit-s para tirar pioibo de 460 e 240 rs.
Psr.ios para gaz, dazia a 2i0 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 460 e 240 rs.
Peonas caligrficas muito finas a 4#100.
Ditas de langa e maosinha a 800 rs.
Luidos babadinhos e eutremeios do 500
e 1-JSOO.
Grosas de b)tes de louga de 460 e
200 rs.
Ditos ditos para caifa a 240 rs.
Cuixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obrehs a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo donrado a
20 rs.
Tbesoora para costura a 240 rs.
Linha do marca eaixa a 280. rs.
Car.iteis de linhas de Alexaadre den. 70
a 200 a 10 rs q
Grampos muito finos, com passarinhos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 3)000
Ditas porluguezas, duzia IfiGO
Papel alniago snpeiior quaiidade resma
'. 5000.
Lam muito fina para bordar libra 6(4500
Fitas para debrum de sapaio, pessa 460 rs
Ditas de lam para deb um de vestido peca
400 rs.
Caivetes grndes com mella a 400 rs.
Pilos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Roe,tas prelas para luto, o par 400 rs
Trancas do lam de caracol branca e de
i de 40 a 100 rs.
Fifoj par.i cs, peca 480 r3.
Alaoeies de lalo, caita 100 rs.
ipatkthS de lam para creauga de 400
j 800 rs.
Calcadeirts a 40 rs.
Grvalas de seda preta de 400 F8O0TS.
Dilas de croas, brancas e de cores 500 rs.
DiU de gorgorlode cores a 800-ra.
Na Verdad* rw* u Estampillas.
Vendo-sa na roa da Crin 8, 1 andar.
DE OBRO
Milho das Ilhas
Feijlo do Porto
em saceos grandes, das quald:ides abaixo men-
cionadas, e por mecos prego do que em ouira
parte.
MILHO NOVO
Feijao mulatinha Feijo preto.
Dito tranco Dito rosado.
Jos do RegoRorre^fc-q. i rttatdilVigario n. 14.
Orande arnatem na rna da
Impe at riz n.
Neste grande arraazem vendo-Be lotiza ingiera
linas e ordinarias, appardh >s de porcelana para
jamar para cha, Jarros para Aeres os mats boni-
tos e de gestos modernos; assim como grande
sortimento de vidres naos o ordinarios qne ludo
:* vendsra tanto a retolho corno por atacado pelo
mais barato prero que em ouira puaiquer parte :
lamamos a attencao dos freguezc*, qoe serao
convenientemanle servidos tanu. iwa ecmmodos
preoos corno na boaf nalidma da ifaietda*
O livro para o uiez ele maio
Acha-se venda na ra do imperador n. 18 o
bem conbeeido livro do nioz du r.aio, coniendo
alm do mais, versos, tw, c uiubem os aderaos
de verso* proprios para mesma Retoca, nilida
impte^sao, e prego muito commodi.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nicheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da "alian
doga velha n. 2, 1* anda.
----------rS.----------
Piano.
Vende-se um piano de mesa, t>om e afinado, por
eco cotnmodo': na na da> Larrangeiras n. 19.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de ehegar laja d s aro roa do
Crespo b. 20 A. de Alvaro Augusto de Almeida
4 C, os mais ricos corte? de vestidos de blond
que tem yindo a este mercado para cpsaraentos,
assim como cortes de vestidos do s>da de cor de
gostos inteiramenio novos, o tambem im grande
sortimento de chapeos de velludo para senharas
Grande ieslaatiercimento de fezendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peratriz o. 52 junto a kqa.de ourives.
Neste estabeletiM8i)toemwter o resptitavel poMtei am boaito sortimento de
roupas de toda as quididades.
Palitot de alpaca preti.e de coros a OhJOOO, 345 iO 7,5000, ditos roirin preto
" al oJOOOjditss^e^criBjwrarJe cores Soaso ordinaria?, de 6(5. 16AO00,
aond finol.ee; t65 W 40$ e *: lfflpleto sortfrntftttfe tfon- de brm pardo c, 1$0OO a 6kX)0, ditas brancas
de'W.- lOJoeo o*pm soferMalditas mm asemira, ditas catemira de 55. i 12(5000,
ditas catemira pralatftoftit a'^fi^OOO superior, dita de r.eria-diversas qoalidades para
teto. Aseira coo uWAontoi''tortimeto de cotletes de brim de core?, dilos bramos,
ditos de casemiradecqires e pr8ti?vditos de merino para lutofazeida superior.
; Sortinwoto' completa de oatnisas -francezas de a'godo, de 1^600 35COO, e de
|nl)O(te38*X)0a-7OfiO0O*duzB. >
Sorlimwtocompletc^deaMrnulM francezas de algodo de li*iOO a 2*500,
dilasdelMWPiH a li&&}WO e 3.50OOr*ditS de Hamburgo, francezas, fazeada su-
parior de 230000 a 35|JQCO a duzia. Sortimento de colannhos de algodao e linh-i, etc.,
assim como meias ^detalgodSo para homean^je 36, a.JOjWoO a dasi, grarvatas de mui-
tas quididades. Na.roa da la^oratnz a. 49, loja do'
Sortimento de cJpos de sol de alpaca,-e seda; dilos in^eees cabo de marfim.
Toabas para ro*to, Sortimento de martas para viagem.
ATTENTAO.
Neste eslabelwento encarrega-s,e'mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre ncarregado da offleina, que so enca/rega do trabalho
com perfec2o e poatealidade.
SORTIMENTO DE FAZENOAS.
Chita* do240 rs. o oorvadooq 100000,a,pessa com 42 covados, ditas raindes
para camisas e timay do menino tlO, e 280 rs., e mitras muitas quadades de :20, :j(0
e i(K) rs. o covado, nesle mesinuestaoelecimeiHo ebegaram, amas bonitas ,_ chitas da
victoria com barro, a qoal pjya.fHioa ecompeterrte enfete para corprbrto'. Cam-
braia lisa de 30, 40, 50 e 4iO0OO a pessa. e ouiras ntitas fezeodae de todas as qua-
dades.
LGOftfeO E^MADAfOLftO AVAWAW.
A 40000 o al^odo, e 40500 omadapolao, e tambem ehits escora ba 240 o
covado por ler grande pore>?, na ra da Impe/a|TO n. 52, lia sm portafs encaipa/tes.
intitulado
ieflo de Oaro.
QURO,
Acabara de chegar ao GRANDE. RAZA
UNIVERSAL, ra No*a i. t2^-CABiiR0
vuNNA~um completo sortimwsto de ma-
chinas para costara, dos autotes mais co-
onecidos, as qoaes estao em exposieSo no
mesmo Bazan, garantindr^se a snabVqna-
lidade, e tambem ensina-se com-perfeco
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguas no sea trabalho ao de 30 costo-
reiras diariamente, e a sua perfeicSo tal
como da metbor costoreira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Vende se urna earteira de amarello eoni al-
gum uso, propria para.eieipta: i ra de 9. Fran-
clscu n. 51_________________________.
Officina e armazem de
ma^inore
i
Caes Vinle e dous de novembro n. 57,
(outr'ora armazem attianca)
Ha para vender pedraa marniores de todos os-
lamanbos e gr asuras, ijoIqs de diversos ta
manilo?, soltaras e saccadas, assmt como solei
saccadas da pedra de Lisboa. Tambem con
perador^ji. 26
O r*ipffc*8t ptteu encontrar neste
IsiwtefllnTsmo dismwirte ot completo
sortimenlr)Jlepastearia, botos inglezes
potiae, pda-det, nrgsentos dos ltimos
salame de fon, bo-
toda* as quadades para cha,
cWfeftadaS ^cbnfe-Ios,- bomboins,
as, chooefate francez emiibras, pas-
iilhas do'-mesmo .eartaxos e carteiras com
selS'"charutos de cho oate cada- orna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de' Pjrts'e o melhor que at
hoje tem ir!d ao mercado.
Vinhos porlugoezes, figneira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores viafeos
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabeiecimento
por commodos precos, fazendo-se abalimen-
lo a quem comprar em porcao.
Licores de todas as quadades, asmis
finas, entre elles o afamado Aiapana, esto
rfcor o mais saboroso e soperior, ato
boje conhecido. Xaropes de^roselbe, rosa,
maracuj, caja ele,, vinhos de Bordeaai do
todas as marcas, o mais superior qe se
pode ene.nirar, champagne de Chevernt
muito superior, os mais finos- e superiores
cognacs francezes, ?d-tom, de toda as be-
bidas aleoosas, c este a mais *alutar pera
quem sofire do estomago,
Conservas de lego mes, portugwss> fran-
cezas e inglezas, mibos mostrada etc.
fruclas sercas cristalisadas e em calda, na-
; cionaes e estrangeiras de todas as quada-
des. charoos dos mais acreditado fabri-
cantes da Bhbia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, maftos so-
Caf do Geara'
Vende-c ptimo caf da serra d'Araia-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
n. 5.
trate-se e fa7sea.uaiiuer obra, como monnucn-' periores, e finalmente tuero qonto se dfese-
tos, tumutos, ciatuao, pas, lavatorios, me=as e jw tendente a este genero de-ne*ocio com-
uido o mais tendente a mesma arle, por mdicas i p?oriw,femo-no9 a satisfazer toda O qoal-
qraer encommeada com a mawr promptidao
e aeseio r Ceno sejam para casamentos-,
baptsndo'sbaias etc., tambera -e recebem-
encommendas de pues de l ou bollos de
qualquer espee're enfeitados e decortfos,
bandeijas de boliehos com armaro de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellalinas le fructas, aseBdoas, leite-
etc.
Os dones deste pstabelecimec*) no se
tem poupado a des-ppza* para merherme-
recerem a acoadjuva.Tio do Ilustrado pu-
blico. -
pr?cos.
vndese ou troca-?e por ca^as nesta pra{a
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa dala-
vagem Je roupa, com grande casa de vivenda,
senrala para preto?, estraria, banheiro de pedra
o- cal cora agua corrente, baixa para' captm e
glande terreno para plantacoes : quero o preten-
der dirija se a praca da ludependencia m 33.
GAZ GAZ GAZ
Nao mais cabellos brancos.
A tintara jnponeza para tingia os cabellos
da cabera e da barba, li a nica admittida
Exposifo Universal, por tor sido reco-
uhecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sera alterar a sade.
Vende-se a 10000 cada fraseo na
Sua da Cada n, 51,
1. andar.
Com este titulo acba-se aberto e inleiramente transformado este1 antigo
estabelecinwnto dejoias, onde os freguezes e amigos encontrarao todoqcanto
a moda e rrbom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o CoHar deOuro
observar delicadeza no trato e senciridadee modecidacte nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderacoe do brilhantos esmera!*?, robins e perolas, meioa aderecos. pul-
ceiras, brincos, alfinet?s e armis* de todas a quadades,. prata de le ftquei-
ros~, colberesrpaliteiro3-salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, orata, brilbantes e pedras finas, pormaior pre?o do
que em outra qualquer parte, treca-se e conearta-se todoe qeakjaer cbjecto
pertencente a-es-t arte.
degoa ao antigo deposito de Henry Forster
il, pa d Imperador, uaa carregamento de ga:
de primeira quaiidade; o qaal se vende em partida;
e a Petaio por menos prego do que em outra qnal
quer pairt'.
CEMENTO
PORTLASD.
Vende-e no armazem amarello de Vicente Per-
reira da Costa 4 Filho, defronto do arco da Gon-
ceicao, em barricas grandes
da mtiito acreditada marea Roa ver Guillet A G."-de
cognac, tnico deposito em Pemaiabnco, em casa
de Carlos P: de Lomos & C, ra do Vigario nu-
mero <0.
Na ra da Imperatrw n. oO, padana france-
za, vende-se urna tendedeira e urna masseira, pro-
pria para un principiante ; assim como urna per-
cao de ferro-velha
Telhas do ferro.
Na rita do Crespo n. 6. ha para vender
por precos milito raaoaveis um grande sor-
timento cte telhas de ferro galvanisadoy de
diversos tnmanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais bara do
que as telbas de barro e aformosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
Cal nova de Lisboa
desearregada hoje do patacho Marta ; e vend*
Joaquim Jos Rawos, na ra da Cruz n. 8, pri-
rrciro andar.
Vendi'in-se sacaos com fannha : na leja de
Maia 4 Lnndelino, ra do Duque de Casias, tra_
' vessa do Rosario n 18 D.,
DE
J%* .^MfillBMaWM^OCB fe C^.

m i w rm.9
Pteste grande, estabolecimealo encontrar o respeituvef publico, u.u grande sortimento de fazendas, do mais-apurado gosto assim como de todas s de primeira necessidade que se Ibes promette vender por procos muito mais baratos do qne
&m oatra qaalquar parto, visto que.os novos Bocios esta Sr-oa adoptaram o systema de s veaiklerem l.\lIi:iIi.O ; para, poderom vender pelo custo, limitando-se apenas a ganbarem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla, nesta loia
e arm izem podero fazer os seas sortimentos polos mesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodiade das Exraas. familias, de todas as fazen-ias se d3o oslivros das amostras, ou se mandara levar em.saas casas, para melhor po-
derera escolber.
pechlncha.
Oaatibrala swSssa :de 12;p)0 rs. cada um,
30M 8 PALMOS DE LARGURA A 1:609, j CA5KMHUS ESC0S3EZAS.
8:000 e 2:500 BS. 0 Pavo tem boni-as casemiras escosse-
Chegaram as inissiraas cambraias suissas' zas com quadros grado3 o miados e outras
tr:mpai-ntes, sendo o qao ha de mais fino lisas com listras ao lado, sendo fazendo
istidosa veade-se pelo barato proco'maUo linaqu se vende mais barata, por
de 15 11, :^000 e 2^*500 o metro, tendo haver grande porfo.
timbera das mestoas, porra inglezas coai" CORTES DE CASE MIRA PRETA A 4:500,
u mesroi largura qje so vender a UOO, 0 Pavo lera os superiores cortes deca-
e i^iSOo metro, sendo apenas precisos des-'sentirs prfitasenfeita las polo barato proco
ta brga fatenda para so fazer um vestido de 4|300 rs. o cort,
'* ou i l/2metros, pechincha,
S.UAS BORDADAS
Vndeseombonito sortimento de saias
bordadas com 4 pvaos, assim como ditas
i i pronrptas, do Ufosinha, enosgadas com
bonitas barras bordadas a 15a por preces
Quito em con! a.
PANNO PARA SAIAS A 1,5000, 1;)280 e
l'OO RS.
Vende-se bnnifas fazendas jproprias para
is sndo com bordados e pregas a um
lo, dando a largura da fazenda o corapri-
m i'o da saia e vende-se Dlo barato preco
do jWX, 141260 o 1,^800, cada metro sen-
do preciso apons H ou 3 1/2 metros para
cada saia e pecbteha.
s :-.aios ^ catsemli'aa prelas.
O Prvlo vende grande porco de pannos
, do mais baixo at o mais fino, por
pro.;, i que admira, assim como um graode
icnto de casemiras pr.:tas para calcas
. -. vaade por prefO mais barato do que
ootra qualquer parte.
estMos forneos a 134000 rs.
Pavo vende finissimos cortes de ves
tidos de camb.r.ia 'iranca, ricamente bord<-
d'.s e oota muita fazenda pelo barato preco
PANNO DE LINHO.
Cegou um soitimento de pegas depan-
iho do Porlo, que se vendera de
a
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
f) Pno -ende escolente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palilots, coiletes e roupa para
meninos que frequ.-ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura o do muita dura-
cao, e pechincha a bou rs. o covado ou a
2#8uO o corte de calca para hornera.
FINAS BSREGES A OiO P.S O OVADO.
0 Pav3o tem as mais lindas bareges de
ira sendo m)ias transparenias, com urna
s cor, lendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
CROSHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavo tem am grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs^
mesas, alraofadas ote, pnoprios para co-
brir presentes e wnde-se mais barato do:
que em. outra qualquer parte.
itlgoxdxo eafesiado.
Vende-se urna grande porcao de algodao
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
umi quarta ou inelro e me.
GR0BDRNAPLE3 PRCTOS DE vjfiOO AT 7*000
Na leja do Pavl encontra o respeitavel
os.A co ^co um g^ode sortimento de grosde-
napres pretos de todas as larguras e cua-
lidades, tendo de lr5O0 o covado at 7(5000
CRETONES COM 10 PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS-DE SOL DE SEDA A 100000,
23000 -RS. I
O PavSo tem urna nova remessa oanmi-! 0 Pavao fez urna grande compra de cha-
to acreditad* crelone, propria para lences Peos de so1 de pura f* IDSlezes' com as
tendo 10 palmos de largura, dando na lar- hasPras paraR80' Send nesle gePf>r0 ?S
guraa-coraprimento do lencol e venden ??.'Ie!.(,,wJteoLvin<0'ao mercado.
pelo barato preeo de 2^000 o metro, sendo
preciso apenas para um lencol om metro e
e li-
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
crotones escaros matizados, proprios para
vestidos, roapao, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padries claros proprios
para vestidos-e reupas d* meninos a GiO
rs. o covado, sendo os padree mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SETINS PO PAVO
Vende-so os mais bonitos setins de cores
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui- e mais encornados, proprios para vestidos
da-se por 610 rs. o coado, por se ter tei- *ena0 de.diversas cores.
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chiftcli*.
AtaOBOSINHe-AI^^OO C9M 21 JARDAS
O Pava) vende pecas d? superior algo*
dosinho largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
Co de 8/JOiK), pechincha.
PEQAS DE MADAPOLAO A 30500.
O Pav3o vende pessas do moito bom
raadapolao, tendo*12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3J[3P0.r
P3GIIIXCUA EVtAlXJODO A liOOO RS.
OPavao est vendendo pecas de algodo-
700 rs. at 1^000 a vara, garantiodo-sa] sinho francez, tendo i palmos d largara e
que em faeenla de linho nao ha nada melhor | com 11 metros cada poca., palo barato pre-
';m mais nroprio para te'M'es e toalhas., de 40000 rs.
TINADOS PARA ClttftS E JVNELLAS CAMBRAIAS BRANCAS A 43000, A PEQA.
de 85. 10*. l* e 164000. lu s 4PavSo vanie pecas de cambra.a
Aon para a lojado Pav5o um grande )ranca traaspareate, tendo mms do vara de
d h benitos e rieos cortinados I largura' com ,0 Iar?3 "" Kiaz,end.a FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVAO
LA.AS ESCOSSEZA3
, LAAS.ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEXAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pvao, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nbas escossezas com nos de seda, as quaes
fazem o mais delicado elTeito, para vestidos
de duas sa'.as, o vendem-se pelo baratissi-
\ mo preeo-de 860- rs. o covedo.
SEDAS DE LfSTA
SEDAS D" LISTA
SEDAS DE LISTA
a 2(?000 o covado.
Cbegou para a laja do Pavo om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de lisias cora as mais delicias cores, tendo
entre elfos algumas que servem para loto, e
vendem-se ptelo 'barato prego de 20000 o
covaJo, pechincha. \

>*,pripn)s'iwracnft^ e janellas,
.;ilem de 8O0) o par, ai ornis da-se pelo birato preco de 4*J00.
v em ao maitrado, e veie-sa mais PARA BAPT1SADOS
, quu em ouira qualquer parte. Na loja do BafSo vimlp-!* bonitos en-
CERA DE CARNAUBA chovaes para baptisados.
Yeada-ai suairiur cora de Ciinanba era Cortes de casemira a 4jX)0', cada um.
i tws Mr.fe A qite em intca qbl- Vende-se boditos cortes de easemiras
tita, a roa da Iroperatrte n.JS0, clans e escuras pelo birsto prego de 4*.
,'j'.
que sempre se vendeu a 74 c 85000, liqui- Encontra o respeitavel-publico oeste es-
tabeleoimen'o om grande sortimento de fa-
zendas pretas, oomo sejam c ^
rri Pavo.-
Ion a 2'Q o covado, tendo dras larguras,
zas e inglesas, chitas nretas de todas as
quadades, fazendas de 1 tem vindo, propria para luto., sendo llasi-
nhas alpacas lavradase lisas, caatto,-bom-
basinas, merinos, etc que tudo ae vende
por prec.6 barato.
e 85000, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegarta para a loja do Patio as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
dres, tendo para todos os precos o qua-
dades, dando-se todas amostras, assim como
om Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras o alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
araslras.
CHITAS A 240 RS.
quidam-se cada um pelo preco de 10.5000.
ROUPAS PARA IIOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande eslabelicimento encontrar
o respeitavel publico am grande sortimento
de ronpas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazeroira, caigas e colotes de
brim branco e de cnes, que tudo se vende
mais barato do que era onlra qualquer parte ;
assim como um graode sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e cemulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna grande porcSo de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liqoida-se
a 54000, tendo cada um seu competente
figurino.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800
1,000 RES.
Cbegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 1& 800 e640 reis o covado,
assim como ura grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Cbegario as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidriluo, tranca e setfm preto
tendo de todos os mdellos, os mais novos
que tem cbegido e vendem-se por piteo
muito razoaveis.
pocpflinas de seda /
:da .
poupelinas de seb.v
POUPELINAS DE SED^
POUPELINAS I
a 2l000 o covado.
Na loja do Pavao vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras^ cresfixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LAASIjUAS A 320.
LAASINIIAS A 320
LAASINHaS A 330.
Na loja do Pa >%() vepdem-se elegante sor-
timento das aiais liadastSasinhas lustrosas,-!corte de caiga para hornera.
com listrinhas a imi'tago de poupelinas de
seda c com as coi es mais lindas que tem
vindo ao mercado", sendo fazenda qne vale
mdtomais dinheiro, e liquidam^e a 320 --a wa doPavISo manda-se fazer qoalqae
rs. o covado, o p^biocjia,
fECHIVHl
EM CAMISAS DO PAV.0 A 41800 RS.
Vende-se um bonito sortimento de mnito
finas e modernas camisas inglezas com pei-
to e coliarinhos de linho e puahos, pelo
baratissimo prego de 45500 rs. cada ama
e aos freguezes que comprarem duzias se
lfae (ara ura abatiroento. garantindo-se que
fazenda que vale muito mais didheiro,
liquidae por este preeo por se ter feito
CASEMIRAS MESCLADAS A 35 O COVADO
0 Paxo tem para vender bonitas case-
miras mesetadas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo bara.o
prego de 35000 cada covado ou 55000 o
Roupa por medida.
pega de obra a vastada do fregnez,. para o
que tem" om perito altaiate, respohs'abeisln-
: to-se os donoasdo estabelicimento por qual-
quer (afta que pc**a haver, qner prJt de-
mora, quer por qtwlqoei..deflto na obra;
e para sto oo?ootra o respeitavel publico
ura graade sortiraonto do todas as fazendas
qtfcfdesejan
BRAMANTE .A 1800.
gal \J U O ,"*^^^.^^^^W^^5
VAnrie-se1 superior, bramanie com 10 pal-
mos d, largura, proprio para lences, dan-
A loja do Pavo est, constantemente aberta
ama grande compra: assim como se vende do a largura d'esta boa fazenda o compri
am bonito sortimento de ditas tambem com ment da lengol, sendo preciso para cada
peito de linho bordadas e ditas de algodSo om apenas t e i/2 meatos otrt a 1/4 pe
para todos os fraJ caiaeba pelo prego, m^mmu^^ma
todos os |rAsJ
, dasj f k
0 Pavao acaba de receber o mairjB!*-
gante sortimento das mais. lindas ve>dedei-
ras poupelinas de linho e seda com q pa-
drees -mais delicados que tem vindo ao cer-
cado, tendo entre ellas cores proprias-pra
alliviar luto, e vende-se palo barato Jwgo
de 25000 cada covado, pechincha. v
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento duas-
Ihores cambraias tanto victorias como jpn*
pareqtes tendo* de 3^00 i pega at aoaais
tina que vem ao mercado.
-
ESPARTILHOS A B#00O.
Vende-se um bonito sortimento do*ne-
lhores e mais modernos espartilbos tendo
do barato prego do 000 ate'8000.
CHITAS FINAS DE 310.|00 RS.
Veaql-se o mais elegante O>tmento das
mais modernas e bonitas chitaf tanto'mia-
das como gradas, com cores '.clarjis e es-
coras, dando-se de todas amostras.
FSTES BRINCOS A 640, 80* E 1*200.
lfende-se mnito boratos tefes brancos
multo flexivel propriba |ari Vestidos de
sanhdras e roupa para nx^ims e vende-aa
ti 640, 800 e W8Q0 rs. b, cavado.
v# Casnas a 40 n.
^PavHo est vendando baai^as cassas da
jeras feas a 24 oras da manh&a s 9 da nonte

i


>t8i ab ..1/ i tiisl i;hi
Diario de PernanibucQ (Ruarla
, / oru ara 18 de Maie de 1870.
EsqiwawdiLFuadaAuroi^eiii fraile to caf nperalriz.
*nH*i tado^fflffiil?W ^^^iw-^i)^**^,*^ as Exmas.
f
n a
\\t
m mu

W todos oTtamm 5iC^reai PYJV,<1^ llj <** ^a.nelhor se encoairaawtej
w que Uispue este estabelficinteiito paja Iiem sarvir n nt.mt r,,*.
spue esle estabelficimeiito para, bem servir sua numerosarcguewL
mercado,
moda
propor-
Case com lstrts 35 seda e flores," fazen-
da inten-ament nova para vestidos de .baile.
Gravatis p ra sttiaras c hetoens, o mais
complqjo sortimento qno se pode desejar.
Guipure preto e brinco, diversas largu-
A!edio {amo pan lentes o toalbaa de
waas* WHidadesquecoiiuoaviraomer-
.
J^** > tjdos 5 Padiies c qitwida-
* u ^''U(,a8^ se nao poden descraver.
Aibunsfiommuecas,paracoUocar retratos, ras edtftrntw ostos'.'
ao presente para qualquer pessoa de Collas c pnnbos bordados para senhoras.
, badodelnhoe algpdo, braaco e de,Goardanaws de Wo pequen* o grao-
tfCfis proprios paja toaias. Gorgmiio de sef]a pret0 c Je ^
Bacinas de sodT^etas e moito moder-' *, iSf**^- ^ de cfirM Uave*
Jas, bem como de crochet, tu lodo apurado
fosto e feitio.
Ros
ar-
pa
7
.....".......ti )'-! ir"
** $|MAj6

JWNTA
ersas qualidadcs o gostos.
remo. Japoneses para senhoras. o melhor i
, SdSfZV**'!*' mai,ap0)roPria parTw fSroa1
Rar^!' >P S0,ll"jra ,G mmnaS' rabaWcs e P>SSfes a tarde.
Baragos de coras vanado sortimento. 1
pnlljifciiM oa tiras bordadas em todas as: Liazinbas *, todas as quadadcs, cores
2!h, a* i e g">sl0?' '' Oc-Jiido nada a desejar, tal
SSSftl li 3S ^ stor,im^4e existe para escolhcr.
JSXi a?,i ?" V'agcm- gran,b' Lencos'lu*M'wnto pode haver desde
w^dado de tamanhos e postos. esguio aq algodo commum.
MMMprata de todas as qualidadcs. Leques de madreperolac osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordndas, para senbora.
Lu*as de Jouvin, chegadas por todo3 os va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
*> hnho brasto e de cores, do mais pt-IKca para l,omns c seoras, quer em'fiu
*a* ao mais ctro em qualidado, affian- d'fiscocia, brancas o odo o qoe ba do Tnelbor na pecie. i mT
-J5u!*?'!,8!0di0 comPleto sortroento e Madapolao: Klescriptivel o grande sor-
rwttwte de pre.^s. *mnto que ha oeste genero, desde o mais
* i* ,Ar~. <3a- levado preco m usenor, que se Vende em
aST'J h^ !na,oru sor,c,!,enl0' Pri- P'^ e huma por menos do que em ou-
aodo pelo boat gosto e baratera, ltenlas tra qnalquer parle
* qoaiidades. Man(ag ^ t ^ .
^X^^l'lS^^^P3^ 85'*8**" es^ndentos enPPat
nosso
dse-
Bramante de liidio de i I palmos de lar-
C^ra, todas as mais cualidades.
Bretankas de linbo algodo, granie sor-
amento.
Quaaao a AGUA OftlCNCA. mais precita cwmificar ao respciuvel publicoam
geral, e-era particular a.sua boa, frflgjiezia, da,rami8idade4o.objcct0s que ltimamen-
te tra recebjdo, juitamenl^quandoolla menos o Ho lazare porquo-essa falta invo-
luntaria olla cofia e ospera.na buaevoWocia.de lodos que. lh'a aJJ^uero c relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bera^onhecida luja da AGUU BBAXCA ra do
Queimado n. %, oode sampre aebaroabuodancia.em sortimento de superioridade em
qualidadcs, mojiaidade cm prco* e o seu nunca dcfcmouuido AGRAD0-E5JNGEBJDADE.
Do que cima Qca.dito.fi6 coubecequeo^empo ic que a AGL'IA BU;L\T.V pode
iispr, ouipregado apeaar de sous cusios no.desem[ienh de bem servir a aquelles que a
honrara procurando prover-se era dita loja do que uecessitam, entretanto som ennurae-
raros objectos que por sua naturaiaso mais wiUiccidos ali, ella resumidamente indi-
car .aquelles cuja imporlancia, elagnaa e novidade os tornam vecommendaveis, como
b-m soja :
Corpanlios de cambraia, prinwrcsmente
enmiudos cem Ota de setim e obws essas
cuja novidade de molde e.perfeicode ador-
nos .s tornam apreciados.
Htas.mni largas de diversas cores e qua-
lidades para ciulos.
Leques uesse objecto muito se podcr.a
dizer querendo descreve-ios minuciosauieate
por suas-qualidadcs, coree e deseubos. tal
. o grande e variado sortimento que acaba
de ebegar, mas par ho massar o prtten-
denie se Ihu apreseutar o que poder de
melhor.
Entreraeios era pecas de l tiras.
Goipure branca e prolo de diiiersas qua-
lidades e desenbos.'
Ditos-de algodSo com flores e lisos.
Gapcilas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, pelo.
l'ERKUMAIUA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p do arroz e pinsel,
Caixinhas com dilos aromticos.
Bonitos, e modernos pontos dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr,
CaaivetS; Onos para abrir latas.
Thesouras para bisar babadinbes.
Aspas para baiao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
qaaes sao movidas por-um machinismo
Veos de seda para chapelinas e roonta-,unlas subslitiiem as outras.
es de todas as quahdados e precos. hahiffla-nos a tiwr que l
JSS oambri;ia Kkdas r,caente cnfeiades para S.as. ja para vestir eoiiaroma^SS-
omisas para horrons e meninos, tao
......v-, ."v, va-
fado sortiuaaro que vai do mais ordinario
madapoISo ae mais perfoito 'bordado de li-
Camisas de meia, de fimella, brancas e
*o cores para homem.
Gasemiras pretas e de cores, o elhor
que se poda imaginar, yntJo d'issfl a me-
^rprovao grande coRsummo aellas na
(.'ffiema de casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes.
Jesde a mais candida fler de laraRgeira at
mais initiressante graoeJda.
GhapeRlias no melhor gosto,de todas as
cais apeado rigor na moda.
Chapees pretos de velbjdo, para senhoras,
"Ituno gsto de Paris.
Cbafos de sol, para s-nborase horneas,
<,e todos os pre;os e variados gostos.
'Jhaly cora ros padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidadcs, avultado
-nraero e nao raeuos. variedade do gostos,
Chitas, o impossivel descrever o sortimen-
'.' e variedade de padrees e novos gostos,
u oeste erligo tudo quanto se.pde desejar.
Cinloe {aar de melhor.
Coques, o melhor og
es, varios tamanhos.
Colobas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas do fusto braiKO e de cores por
presos comhiodos.
Corpinhos de cambraic, ricameole borda-
ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
110,0 qne de m-Ihor se pode desejar.
Colarinbos de linbo bordados e lisos, o
taior 60rtaento.
gosto e nos cntei-
Damasco laa de i) (Mimos de largura
iaa crea o rieos padces.
QB
Espartilhos trancos e e c6ros, para se-
t r:oras e menians, o meibor nesie genero ;
"enhorna 6ra. deixar por ceno de muir
e de tao precioso auxiliar perfeicao de
sm corpo delicado.
Entreraeios bordados.
Escorrwlha pr^ia.
Eaeites paracabeca, ulima moda de
^aris, reeebida no ultimo paquete.
Esguio de linbo, completo sortimeato de
:odos os aumeros.
^^
Fitas largas escocesas para 'tos, varie-
Fijhs de crochet, modernos cora ciatos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linbo e algod5o, de todos
is gostos e -padroes.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
f lanella braaca e de odres.
Flores, o qae ha da mais rico, quer
sitas, quer ora raraos, tem oPAVILHaO
3A, AURORA om perraaaonte jardim a
cisposico das Exmas. familias.
Alantas preas deblond.
Mantas para coitos, com Indas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselrna ftoncae de coras, lindos e va-
riados padroes.
Parios fnv0tos 0 fle ^^ desde 0 majs
barato ao irwis superior, por preco rauito
cimmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
D(t;>s ce casemira rauito finos para
mesa.
Putos bordados de fifAo, lisos e do al-
godo para camisa.
Princcas pelas c ^ cores.
Popek'aa do seda e Hrrho, com iislras e
flores; azenda lindissima.
Pelherinas para senioras, do ullimo
gosto.
Pejfuraai-ias ; os mais finos extractos o
que de meibor e mais 8gradavel se pude
encontrar neste genero, e de mais fraganto
e suave no olphato, tem o PAYILHAO DA
AURORA, desde a vei-dadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouqudt d'Amowr, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de ama seubera de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
cara follvos c sera elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas prelas, de quadros, lavradas, lisas.
do hstras de lodas as cores e quadades e
o mais barato possivel.
Saraelira de todas as ixtres e quadades.
. Tapetes grandes, lidas .piularas para 8
cadeiras, mais pequeos o do todos es ta-
ranhos desejaveis, e em paca para co-
vados.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de o de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquiabas de fii, sapalilws bordados
e ineis para ditos.
Caraiswhas bordadas para ditos.
. Vistas pira stereoscopos.
Bonitas caixiubas devidro cnfeilados com
pedras.
Ditas de rnadeiri envenusada com vispo-
ras e com dminos.
Botbs de borracha para briuquedo de
erttmeas.
Diversos objectos de porcelana^ proprios
para enfeiies
.. ti i
ll*:t lo o m. 9
Os proprieuris dc."te bem ciiluniidogtiiwle-
fasenjo, aJjji^Sjmuitos objectos que liubam ex-
Sostos a aprctraao. do respeitavel publico, man-
aran! vir e acaben b> receber pelo ultimo vapoi
da Europa utm(telo vanado sortimento d
fla e mui delicadas esjiociftlidades, as quaeses-
taa re.sulvido a vender, como de sea costurne,
por preces omito baratinhos e commodos para lo-
dos, com tanto firm Gallo....
Mullo soprinres iuvas de pellica, pretas, bran-
ca e de mu limlaa ores.
Mu boas e wuius gollinhas e puuhos para se-
nncra, neste genero o que ha de mais moderno.
, Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riifoissimos enteites para cabecas da>
Exmaa. senhoraa.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
inos e sera elles; esta fozeuda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
SuperioMP e bonito* leques da madreperora,
naratn, sartal- o osso, sendo aquelles Lrancos
com lindos, desanos, estes pretos.
^Muito superiores meias fio do Escossia para se-
nhoras, as quaos sempre se fcnderam por 30-^COf!
a diwiayeotretanto qne nos as vendemos por *).
aim destas, temos umbem grande sortimento de
oniraa qualidades, entre as quaes algumas vbuu.
lili as.
Boas bengalas de superior canna da India t
eastao de inarlim om lindas o encantadoras ligu-
ras do mosmo, reste genero o que de melhor s'
pode desejar ; aU'-rn destas temos tambera |/rand<
quanlidade^ie outras quadades, como sejam, ma
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbiconlios de cadera e
de outras quadades.
Lindas o superiores ligas de seda e borracjta
para.segurar as rucias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 anuos de idade.
NavalhaAGabo do marlini ejtartaruga para faze?
barba; sao muito boas,e de mais a mais so ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez.taro-
bem assegnramvs sua qualidr.de e delicadeza.
Lindas e belUs capellas |iara noiva.
Superiores airullias para macliina e para crox
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyriniho.
Bons baralhcf do cartas para voltarete, assim
como os lentos pata o mesmo fim. ,
Grande o variado sortimento das mclhores per-
fumarias o dos melhores e mais conhecidos per
fumistas.
mm
Wrtim-s d*n)(5iJa;ji.le|s14fBdl. w c^mrifit
(fr <|U,tro rodil/, e uulr UTS cari. aii.bosTjmto-
dos us arrei.s e jjwifiires : n.t eocheira de Tho -
maz Lins, ra de 6a a lo Amaro.
ESCRAVOS
Hi-ntem' (I do coprchte desappaiecru o es-
cravo Nic.ilau, criouln. eun 30 ai,p:,s do idade
altura r.pnlar, ^m bita de dentes, ebrio do eer-
l-o, bstanle barba lo ; o ci.ipo um tSJll* esir.orr-
cido por ter andado um lantu doonti- ibi camarns
de saugue ; trm os ps um lano (rosos prove
niPiiie de tm*; rvf\ts-ie ;.u,!i.,s as canellas,
leudo em nina d'e.is una ci.aitiz li.isiantc gran-
de fin CdstqtftkM d ui i boba, e na outta Ha-
nal te ter quebrado s peran, d.-i qnal puxa nlguma
censa : rega-sr, porianlo, a todos i. capiaes do
campo e s aiiMidad..... iiijfh'ntes a sua captu-
ra, quo se prliU-*r:i. r x na .Nova n. i\:
Em fuga para o IcO, donde
natura!.
Ar.zent io-m> d.sde o Ma 0 de-alo il do crranle
ann, a muala ;.caboeola.!a rsula, de.idade-Jnu-
co inais ni mrntn 30 ant-n?, rtwia do rerpo, ra-
neHn con ih, Muros oVdihi ia ino;> fi rfi ito-.
fs4:a iyc.; n(sdei c o maiif lgiu>l 6 ma nnpiffni
om um di lir;.ri>s ili-iu > c.i.viii,, ne i n-n-
Bbca da iiiSo, sop| 6e so ii r fr^nto para o leo
dundr nat.nal, Ipv.-u vc-iidn d(^ rbita escuro
ntm lisias safaros*?, *' aftistt:maJa a dar-i|e a
jii'lia : qii.ni i (.fj.-ir I- t.a da Matiit da
Boavifta u. G, ou la e'a Ciuz ;i. 2G, que ser
giatiradV.
rugn no dia 1| de n-arcoco rurmnie anno
o rvtravo iM.incisco. rabra, de Made 30 anoos
rom os ,-ii;oaes -egninlrs : p.-.l.tos rtral0rnr*os,.
resto descarnado e rom marras lula se ser livie, levou micas hraucas. psiol S>-
alpaca de cor e chapeo do Chile, { natural da
Paralaba, e l i n mpiad no Sr. Deliniro Ahc
Maia, morador na Ptmfryha e J**pa- se ter Hn
para o mesmo logit ; desde ja piotrsta-se cintra
a_ pessoa qne o liver pciillado. [Inga se sos sr.pi-*
ies de campo. as>im como ns Mloridade< uoU-
ciaes que r. Irae;-mli ra Direita c. Id, qne sfrito
gfiieroanuuie graWffMdits.
Oiiiimiia a eflar incido o moleque Gregorio,
de 17 nnos de idade, crenlo, com falta do den-
les na freuie. testa remuda, olhos vivos", com urna
marca de yueimedurs na barriga, e ouica na rfix
COLARES DE ROKR.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, t i te urna csrrq.a;!a j anjiga : posta de andar com
faeilitam a denticao das innocentes enancas. So>' caxiirdm : quem o pss>r [ 'ac levar ao engenho
mos desde rauito recebedores destes pmdigiosos; Cahrornia m Serinhiem, a seo senhor Joa.. Po-
collares, e continuamos a recebe-ios por todos os rentino O. de Aibuquerque, ou a ra da Praia n.
vapores, alim de que nunca faltern no mercado,
tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que debes preersarem, yir ao deposito do galb
vigilante, aonde sein|H-e encontrarao destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin.
31, que ser bem i< compensado.
Pugiu de>!a capital u dia 29 de abril pro-
naio passad* na n nlautibo ssciavo de lii anota
de idaov, rrtMo elle cagado do Ccar no vapor
Ci Haarm do Sai dous di; s antes de sua luja d;--
^'i^i,i^li,,rados' sTenderao com um ma.! ,,u, lev,,, elle can.iss Branca que o-tava ...u.
suja, leudo no eolarinho em vez de botan c letie-
L1
w
AUMAZEXS DE
II
NOS CHANDES
sEccas
E
N. 23Larga*do Ter diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viran
cv^nprar por precos rauito razoaveis aloja do galb
vigilante, ra do Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vendo n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Joo Martins de Barros.
DE
SiMAO DOS SANTOS a C.
10 Patto da Pcnhit
DE
10
S AUTOS FSR8EIRA.
Os propietarios destes bem sortidos armazens participam aos seus kinumoros.
fregueaes tanto tiesta praca como do malto que tendo eitt grande diminuigo de pre-
cos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 \,
do que cl ou^ra quabjuer parte, garantindo-se portanto a s p.-rior quadade de qual-
quer genero compj-ado uestes dous ftfilabelecHnenls. iencioflaraos alguns dos nossos.
geuoros-ea vista destes sao compreneudidos-ios ostros* porque cnfaoauo seria meu-
cma-los.
os
Toallias de linho e algodo de todos
tamanhos, li-as c felpudas.
Tarlatana branca oetii palmas e de cnes,
faseada muito nova, e gostos dedicados pr-o-
pria para baile.
V^tuarios bardados de fusto brancos e
de "es para moninos, de cambraia para
bapii>ados, o que de mefeor tem vindo a este ntercado.
Vestidos de Iaa escocesa de 2 fiaias,
novidade pelopadro, gooto o forma; ditos
de hnho com barras da cores, e e cam-
braia de cores cora 2 saias, tudo nleira
novidade., trazem os modeltes juntos para
mostrar a forma de os faeer.
Veos de Wond para noivaa e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noifae : podemos
asseverar a nosas Exiuas. freauezas, qu
somos os uoicos em Pernarabuco que pode-
mos oUereeer ao Ilustrado poblico, o mais
apurado gosto em seraelbaute materia, gra-
?as ao bora gosto do nosso forneoedor em
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue meibor, nem mais em
conta.
, nF'.S0 d t0 grande e variado sortimento que os propietarios doPA-
1 ? DA AR0RA se apreientara ao paWico declarando ilesde j que a smcerida-
gosto^ movel nico de seas negocios.
Se algfiwm dwvidar venlia ver,
Vinagire branco maadado *ir por corita' Gaz atnencA0 marca Deves a 8800 a
propna vmdo de Lisboa, a 320 a garrafa e!,
48w o litro. 11 -ta, 390 rs. a garrafa e 560 o litro.
dem tinto-Figueira, Lisboa o Porto ^Aze,fll doce de Lisboa a 900 o i^XOa
, 320,280, 2i0 e 200es. a garrafa o ibO 300 garrafa em Vr& fa:"S8 grane abatimen-
Toalhas do labynatho; dooiaior e Ba's rs. o litro. >'o.
ao mais barato. vntj0 .Fjguejra> L)oa) p9pt0 e Eslre,,fl Caf om carago a 220, 240 e 2^0, a li-
a 500, 500 80 e400 a garrafa litro a8*eibra kik)grammo a 480, 540 e 000, e
7G0, 720 e 600. I7#JOO. 7*oO) e 8WO arroba.
Vitriio branco puro e Lisboa a 610 5G@ M1,K) a''81 200 rs. a libra e 440 o ki
agarrafa, em porco ha abatimeato. iogramni3 e 5?)800 a arroba, eaiporcoba
Violto do Perto, engarrafado das melho- ^batimento,
res e mais acretadas marcas a 14080 e 14200 fti!j?8 rJ,esco! ^{a]timo a 3^m
de e o bota
*,a
Prvidos de tudo e pronapto sempre a prover-se do que por ventura Itie
to, os proprietanos deste suraptuoso estabeleetmento recommendam-se
-^,7,. S PrPrieos aesle suraptuoso estabelecimento recommendam-se para madeira necssaria, bom pasto ete der afliam i imn^.TrZ^S?,'^*ven,
SLK^LTT.rSSS!,6: P^i1 eshr M. nromnio^Sur? ffici?^e a,late dirigida Por ura dos n,ai8 babeisartis-
-ff^/Sf promptidloe bom osto quaiquer trabalho quelheseja
?Or^iri LS e a rJcomnla0^"^68' garante porseu aP^adogosto epromptidio
na eAecucao e a buis completa perfe^3e nos seus trabalhos.
sToeposras5frgr;.a^ilia9 **-. a%ss
a QfficiDa dft alaiat. jpi^ ao estabeleormentry, ha jgoalmeate os SfrnriQe
WUbowwqpe petados o vaporase recebem. agarra,
nnhiw- ft^^^a.m^WquftJwaapwentamos pedindrj a roteeco do -mostrado
m?^^0 rWP? convidamos s e*dU*h*T&
Oo *3SSSS^& *^*'-*m Rdito,
ABerto dase s 9 horas da noite.
e 3J400 cada um.
Aietria, macarro, taharim a 500 rs. a
libra e IrJIOO o kilogrammo em caixo ba!
abtimento.
Soto massa de Ia e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abalimento
Toscinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a bra e 880 o ki ograromo, em arroba ha
graode differenca.'
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
5 S Sp? n0r3rUSS fiQ0S dVer8f marcas' amelada, bolachinlias de todas as
h v ??roIa* ^ncy-craeynoU a, b, c, Mediua.mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
toa e iXVZ?H?^rtaD'a' ^ d0 *** fiM' chouri^s- teigas^s
aTallidadp8 C ^3 IT' !*>^ de Sycuryt. Cognac, cha de diver-
il! Z f \ ^neUa-Tm, ^ mno> enradoce, pomada, eniofre, bren, peixe
2? nluJ ^daS 3fi ^al,dade8> fa** *> milboamerieanT gpandss raolhos de aebol.
ane'ir. ^noIUSea:mMen9 ^ tmbe* m*A sortimento de Ioucas propr.as para?*
gono, que pelos seos comwodos preco fo, varrtagern aflg wm^Sm
16300 e 2,5 a garrafa.
dem Bordeaos, Medoc e St. folien a
7^500 e #5500, a dozia e 640 rs. a garata.
Genebra de HoU nda e laranja daee aro--
maticaa 6^500, 74, 11/J500, a frasqueira.
Serveja Bass, lllers t BeN a 90800 du-
zia em porcao lia grande abatimento.
dem ra<.rca H-eT e outras marcas a
5^500 e 6& a duaia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha ootros muitos
VENDE-SE.ou arrendoslo eqgeapt
S. Gaspar, sito na fregueaia.de Serinfem
coraarea-do Bio Formeso, proseo da em-
barque, com glandes partidos depal, i !
m# rodadamoenda.mattos miague, fSSmtf^ ^ZT^LlZl
Venda de lampeoes
p ra illuminaqao.
Imperador o. 20.
Depomtatfiitthio m .prutuetm. d,. mmpaM^l
aguas de Vichy como sejam :
Agua. Sonrce.t".e^iliq.
Dita dito Hariierive.
Dita Chateldon ele. ete.
^ea de Vithy para bichos.
SL7:era casa d0 Tisset w* *S SS.'
Os-mestnos.teem par**endBMMgDae surierior e
vmtaoaide diversas qustaladas. l*nor, e
micos por serem para gaz liquido, e dao exeellen-
te taz : a-ellas antes (fue se acabem, ssnbore en-
___. srregades de.i|luminaco>s,ane sao baratos.
' Em casa de IWIs Lathafn & R, rn da Or ti
3P. vendem-se folhas de ferro galvanisaisa. .
milheiros
Cnticos e bjmaos ^avrjtos para o-mez
de Jaria.
Lin nuido voluma eocadernado de coura
tt'0.
Be marroqBint doarada
um
L'VRARfA FRANCEZA,.

Superior vinho hrmx
^Xm^m^il^w
J cordeiro previdenti
Ra do fiielmado ia. a.
Novo e varjadfi sortimento de perfuman
tinas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento d peri
maiias, deque.effectivamente estprovid
toja do Corduiro Previdente, ella acaba &
receber ura outro sortimento que se ton
aotavel pela variedade de objectos, surrerior
lade, quaiklades e commodidades eos; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer a aprecia?}
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afa
tando elle de sua bem conhecida mansidi
4 baratezai Em dita loja encontrarao c
'predadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray de Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fri'
eza, todas dos melhores e maisacreditad<
fabrkatites.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odonlalgico para ronservacao i
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e eb*
ro$ agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonoza, transparem
8 outias quadades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia impejial do fino eagradavel cb
*)'de violeta.
Outras coBcentradas e de ebeiros igna*
enfb finas e agradaveis.
Oleo pmlooome verdadeiro.
Extracto d'oieo de superior qualidad-
om escolbidos cheiros, em frascos de difi
reates tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fifi
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonito sabooetes imitano
fructas.
Ditas de madeira invernisada contando
aas perfumaras, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas tu
bem do perfumaras 6nas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a
moldes novos e elegantes, cora po de am
e boneea.
Opiata ingleza e franceza para dente.
Pos de Oampbora e outras dtfferea
fialidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kerap.
Alada asis owjurfl.
Um outro sortimento de coque de u
fose bonitos moldeseomflletsde vidrm
> algnns d'elles ornados de flores e fita*
Sto todos expostos a aprecia?ao de qoat
n pretenda comprar.
GOLLINHAS B PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Firellafl o atas para clBl*.
Bello e manado sortimento de taes obj
jos, ficando a boa escolha ao gosto do co
prdor.
le. e urna caiga de aigMaozinnn rieade, qpe lam-
bein esii.va limito FBJ,'elrai um ro-ario iv
prsaoeo, ee.to cuito, tem US eabto* um p-steo
augiiiad-is o ere-pos, chama-es (iluTiunnai. inas
diz filmar se Ailoui<) TJionrax : quem o ; r
hender leve-.> A na do ImpertTor, r:e>ta c.. :; i,
n. 3. e ali sr-w reci.mden.<-aflo.
50^ de gratificc^ao
Ftigio no dn21 de abril proilhia pisatlt Indo
a un inandadn na Oponga, o e-ci..vn do abaisa
assi nado, de nenie Luiz, de n'N) da .r-la, r :n
es signaes eguinies : alio, cor prrta, si-fro J<
c> rpn. cem algoma Falla de ottifm ri;i frsrJte. ?
lingiisgeai sl(KHM enass atssfalbidn.Teprern.lr.
reflexa.dfl \isla recio ru;mlijuio.. li-m de un !
di) do pi iio un n arca il caoslion que lev. u I:.-
pnaeo lempo por tor estado duerite, lew.n casta
de casemira de er, eamil ii-- ilgodjtn a/iii. cha-
peo de palha vellm, re|Hxnta ter 56 auno-, i
provavel (|ue icnha i; miado a h-ui-a. este i -erav <
fui comprado ao ir. Pmtao procurador de r r.-r. ;
r-ga-so por tanto, as autoridades pclicb.s, ay>im
einio a.'S capilies e rampii a pristo : len. t-idi.
visto (in S.-imo Amaro e em Afqa Pria : *nlie-
gar n;> ra Direita n. 30, rerife 6 demaio de iWfl
Jiicanlu Jote Gomft da Cu:;,
WISO
1005000 .
Cestiona a asta* fgida desde o d;i |8,de anci
ro do corrcritc anuo a eserava Sv-ria, crien!;., e
idade de 2o a 30 aqpos, com os signaes segnintes
abura regulir, l.tieos rossos e leWbdrt, rusto
saliente, on Ibas pequeas, falla mansa, eotpn del-
gado, quando amia Mi-lina, (oi ecravona vla I i
Cabo do Sr. J. ..> do liego Barros, foi vendida nes-
ia cidade pelo Sr. Plew, como orocuradur do dit
Barros, ja foi vista para bandas do , nos em compsnhia de un carra ex prap c ra
vallara, juga-sc que o ^educior b q?elle dii
que a dita eserava se linha forrado ; roga-SC ar-
toridade po.ieial e capitacs de rampti a raptara r).i
merma, C leva la a ma da S>tedade n. 8G, ou ro
do Amorini n. 61.
Fugio no di? 1 do correle o mulato Satur-
nino, ofllcio de carreiro, cor iverrnelbada a espe
ci de aga por ter os cabellos vrnoHh.is. estatura
media e forte do corpo, cara ou lela rug> s.-;.
falla apenando os canto da bocea, idade 23 a 3ti
annes. ps chalo, vestido com ccrola e canosa de
panno de algidao mrancado de cores, e na-
tural do serlao. O anno pas?ado este mulatn j.i
esteve fgido 2 mezes e loi pegado no engenho de
S. Joo de Po-d'Alho' epuis de |rr ras desta cidade p> r bstanle lempo, tem eofihe-
eiment na roa da Senzalla etc. Pide se ais en-
pitaes-de campo e as autoridades pohciaes a cap-
cura do mesmo para ser entregue a sc-u seoluc
I no sliie da Sapucaia em Ueberibe.
Fugio no dia 13 do corren otez o prelo "e no-
mo Joa i|uim, com idade de 4S ann.s. de pequen i
estatura, bem retinto de cor, c ni una ferida u i
p direii i, e tem beilide nos oihns, levou c n isa
flechilapreU : portanto rogase as autoridades
pohciaej e capif5es de campo a sna :ipprehen o .-
le va-lo ra do Jardim' n 19, aonde se recom-
pensar.
Aeba-ae fgida desde o dia 2 do coirentea es-
carava JJarbara, criouJ,.do 45 asnos de idad-.
d?tes no queixo superior, com muitos caheil-
brancos na eabeca e na cara, parerendo qne faz- i
bsrba, estatura alta, corpo rigular, ofbmaiMt.
tiazer pao na eabeca como nsam as Bahianas, a
qnal indo ao PeixinJio ver roupa lavada all a en-
Wegoua ura canoeiro, c foi enconlrada po I!<-,;
Do becco largo, casa da prel Ro que boje
forra, e que diz nSo saber da dita negra, a qnal .
muito conhecida em Beiieribe, do Funda11, mi Pei-
xnilio, em O inda, e no llio Doce, de onde tem l-
vido mais ou menos noticias de ter si lo vi-m ;
rrfa-se por isso as auf ridade3 e eaphaps de mrti-
po a captura da nvfcma eserava, que ser fcil
estar aooutada em abjuro matambo fura, cilia-
do, on caiogi-ileniro Ja omsaia, o leva.la ra d.i
Brum n. 100, que ser generosamenie rei-omi m
sfdo.
Bichas hamburgnezas
_^
-

Atotemmi'
m eoi.QMlaio Cbbasi escoMJk coran aeanwuu
i)i?W ri
. Dd-teittar e-tiJdlrMiotodas as quidl veni'Hwo
'-e por menos WWf*.^^, que,e*AP!
de
'ba e engomma goiTrvelmen't
do Duqne de Caxias, loja n. 1.
iCrucs c.J3.
>
Neste novo deposito recebe-so por todos os pa
aqetm translaotiem bicttM de qualidade superior
vfMpmu^ acMu ou pnreio mais pequea,
"*barat),dq|uaon oolia.unlqaer parte-j
Cdpia. do ftfflte.n- 8
Gaiballps
,,de| .(odas, as aires
iev upeYjr,-em caixa ol
na ruac *' fiela *><
[iiTat^'Uiic?!ufe SSS^ Jb^*,^$*b**** machinas cgypcias que podern se
agua, fogo ou anima*s.
movfd's por
Fugfo no da $ do crrente da casa do :\<. i
xeas^ignja^B sersv Lufts que reiirai-eiit.-i
20 a tz anno* ie idade, corulla, c rao n-niUe.
cabellos'carafinqo, cosiama iruMna-adianie .
abri-los no nieio, tem no pascoeo junto da gu II.
un) signal-vislvel ql diz'ser de queimadora' d
foilo em pnqoenaj levda chale de'M-'crfirri
de rosa e sai e oaMyeqw d chita clara, a qnal
fui eserava do Sr. Lydio Arisiides Alvo* t>u ,
e que-veniieu ao,Sr. &haaj&0jd;iri|.. s d > \
monto, mnradir nqsta 'cidade e e-te vendeu s.
Man el dd de 'Codto, morador do engenlm h;i
niteati^ noBirca'do Rio Formnso,
ou permulou com oS^ franetsco de Pan
489, tatabeai marad>r aesta cidade que
ptoi obra''de um raz; reg portan!
rpita** decampo, as'aMhorida>de-
pesse que talilMabS noticia, que R fe:
Mal|o, morador tiaa da matriz da B < >
prlrelro andar, que ahi s feco:npensaraxi
aerosidade.


8
Diarto de Pernambuco, Quarta feira 18 de
_______________- _________
i.
1870

O
s
YARIEDADE
de Prdro Bonaparte
(Continnufo)
Pelas circanjvizilihancas do tribunal e na
sala da audiencia ha vi i o mesmo ajunla-
mentode rinmerr.so povolea.
Discotia so .situadamente, e liam se os
peridicos de Pars, que davam conla da?
audiencias. .
Eram 11 lluras e 5 minulos quando se
abri a audiencia.
Depois de un idas as declararles das
lestemunhas Ferrier, cliefe de polica, fien
rique de to Carde, redactor do Pays, o c >o
de de Salle, coronel de cavallaria, Bourel,
dono do caf de Madir. e outros, promo-
veu-se um ruiloso incidente, em conse-
cuencia destas palavras, pronunciadas pelo
principe em defensa do capillo Toucliet:
Riram-se da declaracao do meu velho
c imarada que diante de raim recebeu urna
bala pele jando peta Franca. Tem elle de
cerlo menos oratoria, porm mais valor do
que a faccao a que o Sr. Laurier per-
tence.
-O Sr. Laorier proleslou e o principe in-
sidio era que se bavia cassuado do *eu
cantarada. Nisto levanta se urna voz do
fundo do auditorio, que a de Fouvielle, e
grita.:
Assassinastes Viclor Noir, miseravel,
e tivestes vaior para vos sorrirdes quando
se vos fallou do seu cadver!
Restabeleciila a ordem, o Gscal geral, Sr.
Grand-Perret reclamou um castigo para
quem fallara a (das as consideracoe.< que
se devem i pratiea.
O Sr. Laurier .-falln era defensa do Sr.
Fouvielle, e o tribunal resolveu tratar dts-
te i.icidenle, mas no seguimento da au-
diencia.
O Sr. J"3 j Baptista B3udet, 47 annos,
doutor em medicina.Esta testemanha fez
um longo depoimento acerca da maneira
como o pfincip se poitra na frica, o que
j iia inquirida> de oulras testemunhas Qcou
dito.
Fjndas as deelaracoes das testeraunhas,
disse o presidente que ia suspender a au-
diencia, e depois da suspensad seria dada
a palavra aos advogados da parte civil,
que de vera combinar a ordem dos seus dis-
cursos.
O Sr. Lamier.O meu collega Floqoei ha
de tomar a palavra pelo Sr. Luiz Noir pai,
e eu advogo pelo-'Sr.'Luiz Noir; sao duas
mssocs completamente dislinotas.
Erara tres horas. -Suspendeu-se a an-
rdieaCM. Quatido-se lornou a abrir foi dada
palavra ao Sr. Flaquet.
O Sr. Floquel, advogado de Mr. e mada-
ma Salmn, pai e mi de Vctor Noir, teve
a palavra e disse :
Nao falUrci das commoces que produ-
cto a morte de Viclor Noir. Fizeram-se
.jdas as diligencias, oara ndspor 0tribunal
CHilra ellas e cun'.ra as'discussoes apaixo
nadas que se suscitaran a respeto deste
iugubre acontecimento. Mas tenho direito
de vos diier, era norae de meus eonsUtuin-
tes, que elles al hoje guardaran* um do-
or so silenco. 'Madama Salmn tem cho-
rado recomida e a sos; Mr. Salmn s fal-
ln urna vez n'um momento solemne, por-
que linha neoessidade de exprimir senli-
mentos generosos e justos.
Algomas horas anles de urna rcspeitavel
maoifestacSo, p>r occfsio do enterro de
Vctor or, o pai atravessava a praca pu-
niiea a horas moras; dirigase casa onde
eslava o corpo de seu ftlho, e diante do
cadver cscieven estas tnhas :
Paris, 19 de marco de 1870.
Posto que bstanle doente san so de
minha casa em 12 de Janeiro, da doenter-
ro de meu fimo Vctor, s 8 horas e meia
da manh3a, para o ver pela ullima vez.
leguei ao silk) indicado, o defunto eslava
exposto ao publico. Subi s, como se fosse
ora estranho. Vendo-o estendido no ledo
da morte, depois de o contemplar p->r um
mente, pz-ihe um dedo na testa, e pro-
ociei estas palavras. que s3o as nicas e
\ rdadeiras proferidas por mm no quarto
(ade se prestavam as honras fnebres a
mea desgracio lilho :
EscU-me, Vctor, tea pw s pede urna
cousa, c jusiica, nlo a justice qoe os
principes fazem- ao homem do povo, mas
urna justica verdidelra, imparcial e confor-
me com a lei ; se a nlo fizertm reservo-me
o direito de a fazer por minhas mioa.
< Ura c.Tso te den a morte, farei o que
fazem os oreos. f
Retirei-me s, e arrastei-me a p ate
miuha cas;/, s 9 horas e meia.
Mi-. Salmn depois deste da nSo disse
nem mais ama palavra. Esperava a hora
desta discuss3o, e para o representar nella
m<* conferio os suficientes poderes.
Depois de ter estudado escrupulosamen-
te os autos venho aqoi, como Salmn Noir.-
pedir-vos jusiica recta, imparcial e confor-
me com a lei.
' (loterrorapeu-se aqui a audiencia para o
tribunal deliberar acerca do incidente Fou-
vielle que j ficou referido n'outro numero;
da deliberado resullou ser Ulrico de Fou-
vielle condemnado a 10 das de prisio, o
que os nossos leloros lambem j sabem.
Depois da inlerrnpcao continnou o Sr. Flo-
quet com a palavra.)
Tratan i le provar qoe o acensado cri-
minoso pelo proeesso, e pelo que se passou
na audiencia, naV> me importa se esta ma-
neira de discutir to importante cansa sa-
tisfaz ou n3o a curiosidade publica. Pro-
curarei 15o someate a verdade; fondado nos
principios da iguddade, n3o qoero ver em
Pedro Bonap re seno rnn acedado como
oulro qualqucr.
Presidente.Queira fellar tm ponomais
alto. .
A.N5o tarda muito o momento ewqoe
todos nn bao de onvir memor.
Fallava da ig'-aldade; proclamare a
igualdade, mas n5o a vi aplicada no pito-
cesso, n5o fal ando da jurisde$o excepcio-
nal. Acceito-a, e presto I he o dvido aca-
tamento. Nao fallarei das considerai'oes
Vieram depois as testemunhas que o tri
bunal conhece.
Mr. Villon ouvio ao dia 5 de Janeiro emj
casa de um mercador de pannos que a oua-
drilha da MarseUteta ia matar o principe,
mas os dons caixeiros que deram esta no-
vidade negam haverem dito cousa algumi.
No snmmario depozeram algomas teste-
munhas no mesmo sentido porque depoe
Mr. Villon. A Sra. Alexandre Domas, qoe
fez um novo romance, declaro qoe linha
ouvido dizer que Vctor Noir disara a urna
senhora idosa, qu se o principe nlo an-
dasse direito davam cabo delle ; mfelizmen-
te isto nao passbo de om romance, como
est demonstrado. W^;
Anda nao tudo.
- Um dia nm lal Podgi, estando em um ga-
binete de leitura, ouvio dizer qne o general
Lebreton, depotado, ouvira dizer a um in-
dividuo que sabia da casa de pasto, onde
foi almocar, qoe este tambem ouvira a duas
pessoas, orna das qnaes va as horas no re-
logio: a estas Iteras devem estar com
elle a contas em AuleorI Isto passava-se
no dia do acontecimento, orna hora.
Averiguado o caso, nada disto era ver-
dade.
Qoe razad haver pata assassinar-se o
principe Pedro Bonaparte? Representou
um papel mudo insignificante na nossa his-
toria polrtrca, no lempo em que era repu-
blicano, e republicano exaltado, quando se
assentsva m Montanha, onde nao1 era bem
recebido peios seos1 eollegas.
O segunV systeitiB qoe se qsiz fazer pre-
valecer era qwe ha vi a rateaco' de impedir
o deslio entre* Rochefert e o principe.
Mr. Coetlogon foi o inventor b.-tb sys-
tema. M'rs. Ponf-AisP e o director db ite
moriaF PlUko eonlaranHbe as corwas-com
toda a aeguranca^ Rxplisados os ditos nao
bavia era ludo istro menw fundamento.
O trinonal sabe perfeinweente qae nio
Era a leaWade em pessoa I assim o disse
o proprio Mr. Bousquet, testemonba de
ue. y foi desafiar da parte de um
dos do caf nio disseram nada que
Uveeae.a menor importancia.
O adrofado descreve o caraclw de Vctor
Noir, de Ulrico de Fouvielle e do aecusado.
Viclor Noir comecou por se associar ao
noticiarista do Jornal de Paris.
NSo sabia escrever, __ e o seu amigo es-
crevia as noticias que elle colligia.
O amigo morreo, e Vctor Noir declarou
a Mr. Weiss, redactor principal, que nio
podia dar mais noticias, porque Ihe faltava
o eu amigo.para Ih'as escrever. Mr.
Weiss, opnheceuor do tlenlo e das espe-
rances do talento, cons'.rvou-o. Segoio a
carreira lilleraria, aventurosa e errante do
iornalsta. Propunba-se dedicar-se L traba-
mos mais serios, qoando fosse chefe de fa-
milia. Confava 2 annos e ia dentro em
pouco casar com urna virtuosa menina. Era
Vctor Noir moco, roixwto, corajoso, bonta-
do e affavel. Nunca pratieon acto algora
qoe faca presumif que a provocacao partisse
delle.
Ulrico de FotfvieHe enaltado, mas a 'cia e graduapao que tinba; quera contra
privilegiadas para com certas pessoas. aofbavia la! rrensamentt-nos actos de Mr. Pas*
passo que as nossas testeraunhas esto im-
plicadas em urna conspirado phaatastica, e
um deputado por Paris vem para a audien-
cia entre urna escolla.
As minhas vistas drigem-se para em1 pon-
to mais elevado. O proeesso foi encami-
nhado de forma que parece ter tido por fim
diflicultar a prova da criminalidado do ae-
cusado.
Se na casa n. 59, na ra de AuteuU ha-
bitase um simples cidado, se nessa casa
fosse commettido um assassinaio s cha*
horas, e tivesse cahido morlo um cidad*>,
e oulro, depois de Ihe terem atirado deas
lros sobre el e, sahisse a gritar:acuda,
prendam o assassino !pensar algoera que
al s G horas da tarde se n3o teria fei*>
diligencia algtiraa por parte das autoridades.
havendo todos os elementos necessarws
para se verificar a existencia do crime! A^
polica civil era chamada para proteger o
Timinoso lonlra a muliidao, mas n3o para-j
o prender.
Recebia as visitas dos seus amigos, expe^
da correspondencias, conversava com >
pessoas do seu conhecimenlo. e consultav
o seu medico.
Bem sei que o aecusado foi levado prese
para a Conciorgerie s 6 horas. Mes Mr-
Balagnac, chefe de brigada da polica, este-
ve com elle s 2 horas e meia. As 3 ho-
ras e meia, ou 4, o commissario de polica
Tcrrieu foi visila-lo.
O commissario Prdot proenrou-o s 5
horas. S s 6 horas foi o principe par
a prisao. Antes desta hora n3o foram per-
guntadas as testemunhas, nem o aecusado
foi confrontado com o cadver de Vctor
Noir. Entra na Conciergere e convida
jantar loda a gente. VSo visila-lo as suas
leslemuhas, Mr. de Grave, Mr. de Cassag
nac, Mr. de Casanova, os militares corsos
da guarnico de Paris, os salvadores de
Marse'ha, etc. Era urna casa aberta e pa-
tente para todos.
Foi assim que comecou o proeesso con-
tra as regias ordinarias. E como -prose-
guio depois ?
Assentou-se que era preciso tirar o odioso
a este assassinato, a esla cila la, que irritou
a populacao de Paris. Resolveu-se de-
monstrar c,ue o aecusado era objecto de
urna vasta conspirado, e que foi elle que
correu grande risco.
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
PK
Ponsou du Terrail
(GontinuacSo do n. 109).
XX\
qual Grou9set e do- seos jadrinbos ;: sSo
bem conhewdas as moer qse os levara a
faeer o que fizeram ; couea* sabida que
nomomento'em que frasqoal Sronsset p*a-
neara a visita em que se de*ia tratar do
dueto, ainda a carta do prineipe a Roerte^
fort nio tinha ebegado ao esriplorio da
JMwwsja, cde s'chpgoa1 m segunda
feira- t) de Janeiro, pela nanha. O criad
do principe disse aqoi no tribuno* qoe dei-
lou a carta n3 oaa entrojas-3;ber e 6 da
tarden ora a carta s'poda ebegar ao seu
destino do- dia' seguinte de maofla, e a
missao b POuvieHe e de Vctor Wt foi de-
cidida so dominge-Ude janairo.
Os padrinhos de Grousset nao ianvcomo
memoroe de urna conspiraclo, qe tinha
por fim pratlcar aotoede videncia eoora o
principe-; pelo- cooWario, iaa coa ideas
concliactoras-.
O tribunal onviofibabriHartl Vctor Noir
eslava aiegre e saliseito por ir a asa- de
nraa raude personage; pedio a*.Cha-
brlart que nio bUaase ueste casa- nos
ctaos d(ff5garot perq espera*i qoe- todo
se bavia de conciliar. Elle purtiov como
disse madaeaa Noir,. com poagent senti-
meoto, be vestido-e-desejeso'de-ftaerboa
figura.
Ha que censuro onfacio de terespa-
drmhos procurado-*prDCipe, reas sem-
pre assiir., segundo tanoo notioiay qoe se
iralara o-negocioe.de honra ; naosevai
neste caso-.pedir explteaces, rasa -saber os
nomes dea- padrinaos com qeso deve
discutir.
Foi o principe qnea-vielon ae< regras ge-
nalmenle seguidas, escrevendo a-Rocbefort
a carta qae o tribunal j. conhece,. con vi-
dando-o a que viesse eocootrar-se com
elle.
Se hoove desejo. de vinganca^a responsa-
bilidade nao deve recabir sebre- Vktor Noir
e FouvieHe, mas sobre quera escreveu^
aquella carta.
Todos sabem o drama que se passoo
entre as tTes personagens, urna das qnae
foi rao ra.
Vamos vr qoe. eram as tres, persooa-
8ens- u ^
Provoa-se alguma consa em desabono, ae
Vctor Noir? oque se trouxe aqui para-a
audiencia ? Tres ou quatro tesiemunhasque
repetiram conversas dos cafs.
probidade em pessoa. Todos que o co-
nhece o estiman? e respeifan. Contra a
so honra sio nolateis os efepoimentos qoe
se prodoziram. Mr Coellogen ow'n dizer
qoe Fouvielle tinha dUO que 9e poda men-
tir qmmdo se tratava db nm Bonaparte. Ou-
lras testemunhas referiram accusacSes fei-
tas por' mr. Rambeaox a- Puvietle: luqoi-
rido mr. Rembeaux, deelarou qe- as suas
palavras tnham sido mal iterpretkdas, e
que na ssoopinio Fouvfelle foisempre om
homem de-bem>. Wachtwreferiourna'hhv
:toria de deis-annos, qoe nlo se esefereceu.
Finalmente bouve orna pro*a. Cerveni'de-
claroo qoe Foovielle era om ladrSo; A
teatemunha qoii prestar om servico ao prin-
cipe, e publicoo urna caria nosjoroaes
Povielle fortoo-1:500 fr. em frente-de-
Capsa. no dia 26 de outobre* de 186? 9
nessw mesmo dia oo na vesoera, receben
Foiroelle a medatba do valor militar, ornea*
condeeoracao qoe Gribaldi ac-jevtou! E n
dia aegmnte o jewn official condecoradfc
com medalha mtr rouba e> valor de
2:000"*. que ia o'm carro de frasportes>l
E qoe &z esta aocosacao? Cervoni, cor>
ra fraoeexes t Em visto do crec que me-
rece esto lestemurila, nos os amigos de?
^uvieRb-He dizeraestpw mentir-!'"(Susur-
ro-prolongado).
O advogado Floquet leu a carta e conti-
nuou:
Se o ministerio publico ftzes>e as preci-
sas inrestigacOes nao faliavam documentos
para provar os factos imputados a Pedro Bo-
naparte.
O qoe certo qoe, em 1836, Pedro
Bonaparte, com a idado de Viclor Noir, li-
nha j tres cadveres a pesarem-lhe na cons-
ciencia.
O aecusado, que nonca se esqoeceo de
que era principe, segundo diz um dos
seus biographos, urna especie de avenlu-
reiro.
Acensado:Sr. presidente, ha om pro-
posito feito pira me fazer sabir dos limites
ia moderacSo.
Presidente Conserve-se tranquillo para
o contrariar,
Mr. Floqwet:Descreve o aecusado offe-
recendo os seus servicos militares a diver-
sas naces, na eooviccao qoe um principe
s podia seguir carreira das armas1. Conta
o episodio de Zaatcha, e diz que P. Roa-
parte, nomeado mejor coffioe^traogero-, nao
quera sujeitar-se s regras qoe rege o
exercito, relativamente aoemprego qoe eser-
Psi ser considerado como oficial franceff;
recnsava stibmetler disciplina estrangeira.
Retrandb'-se Zaatcha era- coamissao para
Arg>l, n3o foi a Argel buscar os reforcos
pedidos e enwarcou para1 a Frasee.
A este respeilo lea o decreto de exone-
rado dada af. Bonapartspelo presidente
da repblica e o extracto da sessao da as-
sembla legisla*vi, na qual o mioislro da
guerra censura sevemmeote o1 seo compor-
tamento,-e os seue collegas rjefa onani-
memente a'orde do dia motivada proposta
por P. Bbnaparte.
ReptO se houvesee vontade'dOobler in-
formage- sobre oe antecedentes* de acensa-
do, como bouve par c*ter informages o-
bre a victima, teriamoe no procfcsso-eiHros
documento: Sesotlwssem conetrttado as
chancellararomanas-e inglezas, ter-'se-bpam
acbado as provas dos- tr-ee assassinato que
se traputam-a Pddfo Benoparte, e qeeeWe
cometteu suma idade a qae anda nao
tinha ebegado'Vctor Noir.
Demonstrei'-qoe n3o esisfa contra-'O- ae-
coeaA consfirafo algoma, n embuseatla,
segando a su pressao fa-TOrta, e qae-ce-
demnadO tres vezes-por conselboe-de guer- nhewdos os seas |costamee nao pode ha-
ver a menor da-vida sobre qaoem pratuou a
prioseira violeneia.
No referiret'a secna que se passan-n
dia- lf> de Janeiro na casw. 59 da raa-do
Na-'seena lgubre de Au
teui ha o lerceire'actor, e paraconhecer
o seu carcter e o seu- passado, -mister
q# eu fae de Pedrw Bonaparte.
Emquaat aos seos-antecedentor o Sr.
presidenta sWhe exproboo om faoto, a con-
inmacao e-200 fr. de molla por- ofensas
orporaes Aas ao representante Sastier;
.aecueado deu sobejas-provas e> seo ge-
nio violentev e a dar credlo ao-corone I
Snarras...-
0 arcusado-levanlcu-se-.
O advofad Leroiix.-.DesaSO estar
tranquillo, principe, ddix>e fallar.
O accosa*:Aqi'iilO' orna pro*oeac3o.
O advogodo Floqaat :-r-Segodde acto de
Wolencia. Tenho v^v n docwaeMo qoe
prova qaantas vezes foi eondemoedo. Foi
pnmeiro condemnado a prisao. Depois con-
demnado -torte ra-.llaia, conforme um
documento -do senbeaid la Roeca, seu pa-
negyrista. NSo seioomoos factos se pas-
saram. 0'*processo qi foi to minucioso
contra V. Noir, no*lea nem sequer urna
inlormacio sobre esta, parte &- vida de P.
Bonaparte.
Terceiro acta de-violencia. I 1836, o
aecusado-eslava o Corf, rnatou dois
guardas da alfandega. Foi expulso das
libas Joaias pelo ggverno ingloz por este
fado. A confiraacik) disto est em urna
carta pabicada no Tutes por 3fc Cartwnighti.
antigo eommissario superior as libas Jo
nas.
Actsado :BBsa carta ha de ser des*
mentida por um> documento- oficial.
Presidente :-0s seus advogados h3o de
ter a palavra qpando Ihe pertencer.
ras na habtac de PenW Btmaparler al-
gans raomentoe- depois tnfcdeites cae mor-
to\- e- airo, depois de ter raoebido dois ti-
roft perseguido pelo aecusado con se
Eesse orna capa- de gente petes differeolee
sjoartos da sua oasa, e chega a- roa gritando'
por sotcorro onira o assacsino.
NSo se podo acreditar qa Pedro Bona-
parte seachassa-no caso delegima deSza
o-oo easo de aitenoaco pr provocaco.
Klvej a legitiea* defeza, porqpe os tis-
mancebos entranwem sua oasa ? Nao pede'
ser, porque elles declararan!, o-objecto da
soa visita. Serio porque umdeiles estova
armado ? Tamba b3o poda -ser, porque aO
de certo o aecusado que podo dizer que o
porte de armas'-constitue por s um pe-
rigoy tendo sustentado em tedia a parte e
tllenie de todc&o. direito de andar armado-
Mostraran se ameacadores-os dois maRse-
bos? Quiz fazer acreditar qje elles estavam
de chapeo na catoeca e com asmaos nasal-
gibeiras. A sto s respondo- com o teste-
munho de Gillatv criada do-principe, quenao
pode ser susf eito, e ella disse que Vctor
Ntoir e Ulrco-Foovielle eatraram na sala de
chapeo na alu
A bofetada* sufficienta para o constituir entestadode
legitima defeaa ? Antes de- todo a inverose-
naelhanca c^e^e-se ao qoe elle allega.
(ConCnHtar-se-ha)..
Sova Americ
AS QUATRO JUCAS
(Contmnaco,)
O que ss* senta cabeceira da mesa o
da casa : ttsrita univtrtalista; nao pronun-
que
elle
Quando o Mulot chegou a S. Florentino,
,. furioso, apezar das consoladoras relie-
xes que tinha formulado.
So a Martina llu resista, era porque nao
.ha raedo.
Eis ao que se reduua a qoestao.
Ora devemos dizer que este homem, nas-
tido e criado na miseria, fcilmente se ha-
bitOOU asna nova situaco.
Depois rellexionava:
Minha irma rica, deve-o a mim ;
por tanto deve fazer-me todo o que eo it
pedir. ...
Partindo d'este principio, tornava-se iiu-
milada a soa ambicio e julgava pelo menos
dever possuir melada do que a irm3a bor-
dara. ,
Mais tarde vira elle Pamella joven e for-
mosa. .. _
Succede s vezes assim qae ama alma
ianobil se apaxona por urna outra enterra,
como o reptil que se roja no lodacal pe-
to se deslumhra com o brilho de om aslro.
O Mulot, este ent* grutesco forca de
baldado, este assassino cujo rosto transuda-
>a sangoe, sentira-se estremecer contem-
plando a pobre orphaa, qoem vira urna
noute, vergada sob o trabalho ingrato da
agolha.
Esta impress5o, interamente nova, nao
deixra, todaria. de Ihe parecer superior a
si, por quanto se envergonhra de a com-
municar irm3a ; e, com tudo. se elle Ihe
hoovesse dito que eslava apaixonado por
aquella qoe ambos havam desherdado, de
certo a Martina -liria transigido com todas
as soa pretences.
O Vuloi, que nem mesmo si se atreva
a confessar o* seos puderes, achava as soas
caulelosas suspeiUs boas razos para se
reservar para cora os ouiros.
Quando eo lver abichado pelo menos
melado do que me pertenced'aquella falla
grossa, entao desposarei a pequea e mi-
aba irmia nio polera oppor-se
Agora, porm, a atttade da Martina des-
concertava Ihe os planos, sendo ce'lo
Ihe appareciam os obstculos d'onde
menos os esperava.
Rnminando estas ideas, chegou soa casa
na Bella-Vista.
Dorolha eslava na cosinha preparando a
comida.
O Mulot de manha nada Ihe dissera.
Agora, porm, o vento mudara.
O Mulot entrou em casa como um trov3o
e pergunlou criada :
Porque motivo veste hontera. da Ra-
poseira, tendo te eu dado ordem para espe-
rares por mira ?
Foi a ordem da senhora sua mana.
Entao s criada d'eda ?
Mas, seahor...
O Mulol redarguio-lhe com um pontap.
Visto que ella tua ama, vai para o
seu servico I
Dorolha poz-se de joelhos e pedio per-
d3o, mas tudo foi baldado.
Se dentro de um quarto de hora n3o
tiveres aviado a mala, escangalho-te I
deu-lhe novo ponlap.
Mas en n3o posso levar a bagagem s
costas I
Nao tenho nada com isso. Pe te na
roa I
E aos empnrres fe-la sahir.
A velha, chorando, refogiou-se em casa
do rendeiro.
O Mulot fechou a porta e servio elle mes-
mo a refeic5o, qoe devorou, como se nada
tivesse acontecido.
Como Dorotha tivesse levado comsigo a
chave do trinco, o Mulot fechou a porta
com a chave principal e sabio.
O boteqoim era o seu destine, como de
ordinario, mas qoando passou defronte da
escola nlo pode deixar de espreitar pelas
janellas.
N3o bavia luz ali.
Est ainda em casa do maldito cura I
Jisse elle comsigo.
E passou pelo boteqoim sem parar, do-
minado pelo senlmento do cime, qoe por
duas vezes Ihe bavia j mordido o eoricio.
A loa estava no crescente, e por isso a
noule nao era demasiado clara.
Fazia fri e a roa eslava deserta.
O Mulot ebegoo a'. ao presbiterio sem
encontrar viva alma.
Como de ootra vez, escaln o muro do
jardim, escarrancbou se ali e lancou om
olhar prescrotador pela fresta da cosinha.
O cura lia o breviario, a velna Naoon
dorma, e'R-gorne. qne n3o presta va para
grandes cousas, mas que tinha um, pouco
de geito para todo, peMava cenoorias. A
respeto, porm, de Pemella e Aoatole nada
de novo I
O Molot lesceo do muro e foi, ootra vez
passar em frente da escola-
Nao vio loz l dentro, e, despeitado, re~
solveu ir para o botequim.
' Estava a casa deserta, por assim dizer.
O dono do estabeleciraento a os jornaes
sentado ao balcSo e dous cidadaos parleos
jogavam a sua partida de buhar.
O Molot, na idea de se distrahir vendo
o jogo, pedio que beber e senloo-se jun-
to de orna mesa prxima.
Cs dous parceiros jogavam e iam conver-
sando.
Dizia nm :
Seja o que quizerem, mas nao se en-
contra por estes sitios familia to respeila-
vel como a dos Misseny.
Isso l verdade acudi o outro.
Nem tao caritativa, ainda que pouco abas
tada.
Outro da estava aqoi urna sucia de
insignificantes que mordiam em Anatole por
qoe Ihe n3o sentm riqueza. Pois com o
pouco que lem vale mais do que o tal
Juval.
Oh! acudi o ootro qoando elle
o devedor, dous e dous sao .tres, mas
qoando credor, doos e tros s3o oito. Pos
mesmo assim, custoo Ihe a entrar para o
conselho municipal, em quanto que Anatole
nao maire porqoe nao quer.
A conversa la sen corso, e o Mulot qoe
ji n3o a podia oovir, levanlou-se e foi para
o balc3o conversar com o dono da casa.
Est isto deserto boje.
Nao admira : sabbado. Ha merca-
do em Orleans, onde vai sempre o Sr. Ju-
val, e por isso..
Entao n5o vir3o esta noute aqoi os da
sacia costomada ?
Devem ebegar polo trem de Orleans.
O Sr. Juval o3o passa sem vir ajoi nm bo-
cado. O trem chega pelas dez horas.
O Mulol olhou para o relogio : faliavam
vinte minutos para as dei horas.
Devorava-o a impaciencia e sihio na idea
de ver luz na casa da escola.
Eram dez horas e meia, elle passeava,
fumando, defronte das janellas, que tnham
tanta luz como d'antes.
O Mulot perda a cabeca.
Parece qae a jowi Ihe era reepowwl
ca ditas, palavras sem f mandar a todos os
liaba, elle que Uto er o dtabo. J) filno
1 Boston, eplrinta, est rsitef do_oie
todos os heaens esto cdDdepnaop. O te)-
nem do Kantas pertence a ama deesas sa-
tas qoe sonham o paraso solre a Ierra. O
Sandwich acredito no fthes, e gejebro no
deas-sol. O conde italiano e-amei o me-
xicano bom catholteo. O pelle-rermelha
invoca o Grande Espirito, ao qoal, em soa
lingoa original, appeMida Gorda popat. O
hispo mormon tem toda a te as reveiacoes
Je Joseph Smiih, a quem nanea vio. O Is-
raelita invoca Jehovab, do qual pouco sabe,
e o Chim adora Bouddha, acerca do qual
Do sabe nada. O negro Jproclama-se me-
thodista: mesmo methodista episcopal,
porque e da moda ; nada mate aristocrtico
qne nm negro. Quem esse oafro persona-
gem que pouco pensa as regftes, e s se
oceupa seriamente das diversas misturas de
licores americanos, aos quaes mutto honra ?
om solista, o qoe se chama u rebelde
branco: un homem qoe n3o er em1 mate
nada senono seorewolver.
Todos estes contraste se resomem' en
qoatro matrizee da homauidade, os qoaea,
debaixo de umamem*lva entre a China e
o Arcbipelago, entre a Europa e a frica,
habitara o mesmo immeneo continente; nio
cooseguiram ainda desbravai-o todo. O fie-
me omarello mais paciente e economice,
o homem verme&to mais heroico enrgico,
o heem negro tem physieaaente mais-
fbree.
cima desias divsreas rag^a- de Ifalaios,
lsms, indgenas das- montaohas- Roehosas e
da Sierra Nevada, Africanos d" Gongo ou
d fflonda, raostra-se'e paira aSnal o perso-
nagem destinado a dewina la todos ;^o
Aryno, o Europeo, o-Anglo-Satonio mis-
turado-aolrlandez keitttoe do bero;
E' este o hornera branco, 9 Ameri-
cana.
Tendea'mtolligenca, possoe o scepro.
Tem edeseje1 e a Iheoria? seno a praticada
caridW e dtojoalica. TodOs os climas me
conven; para qoe possa acodir a suas ne>-
cessidaiWs, a-Jfc-ootar os ardores da zona tr-
rida e- 09'gelo d polo. Tendo com qoe so-
vestir, e de cerner apodtersr-se-ha ceno do-
minador de-to as zona. Sen genio ptts'
tico, enrgico e iexivel, soa. (orea moral-
seu poder de resistencia, sao- capazos d t'
zer face- a-tod as provannas-, aprehender
todos os trbame, supportar tedas as tera^
peraturae', asen tedel-o peneirar as artas
de ouro nos sntcoe do Saeramewoe escre-
fer artgns de ftmo em omp-jomal de NeV-
York ; esialecer altos frnoe-na' Pensylvawa
e entregar-se grande pesca no babia de
Fnnely ; cagar o castor no Otsgm e crear
porcosna'Txa; enltivar as tmaras e os
lanoes da- Florida, e pronoaoiep bellos dis-
enrsos as-plataformas da Ooiomfcia. Por
toda a parte,.fraatoente, eatregue s occu--
paces mais diversas, sob todaea latitudes
sombra das> palmeiras ou do pmbaes
existe, prospnav manda dirige-erei.
Qoante-ae negros tem o s68>log9r fixado
pelo seo orginismo-; aquello quolheoffe-
rece mais-sol o lbe d menostrabalho.
overdadeiro fimo dos tropioes; eomtanto
qae se sinto i tostec pelo sol. est smisfeito ;
e-lhe preeiso o Albame, ama warzea de
arroz, om -pequeo- regato, soa leaije amar-
rado emvroda dOieabe?a; e-elle-ah est,
lesto como un passarinho^ cantarolando a
[sua cantiea idSota. sera se-lembrar do dia
de amanhia, Seus olhos passeia com de-
licia todas as cores deslumbrantes: palmei-
ras, baoaneiras, algodoeirosr qne mais ne-
cessila t A'liberdado o dasgosteria: se ti-
vesse de ir peocura-la no gelo^M nev ou
no neweiro. Tolera New^rk nio reside
e n Sorolega*. passa os meces do-invern no
sul, o-neo se aventurara por qpieoto ha no
mundo s fras regios de Miissaschusselt
e ConDeticut; o conforto, de nm excellente
acolaimento- de um benvestnr seguro e sa-
lario muito-elevado n3o o.isedaoem. Teado
fri, n3o ha coosa que. consol o pebre
Fommy. Etoi-lbe o soL. O sei para.^ell-
a NberdadB.
peto tempo de que di&punha ou que nem
mesmo tinha. o direito de- sabir de casase
ordem sua.
Passeiava, pois, a passos largos a- des
iguaes, qoando ao longe visou dua.som-
bras.
Anonte era poneo, clara, mas o. Molot
reconheceu-as pelas acceleradas palpitaces
do seucorac3o.
Seno-se asphixjado, errcaramTse-lbe os
cabellos, seccra-se-lbe a garganta.
Qs. vultos passaram-lhe ao lado sem o
ver.
Elle seguio-os.com olhar estpido e vio-os
separarem-se porta de casa,. Anatole se-
dando Pamella e esta corre peader-lhe com,
olhar de ternura.
Anatole ja distante quando o Mulol,
a vanean lo, dizia :
Esla noute que eu faco algoraa as-
neira 1
E. como que arrebatad por orna viso
terrivel, dirigi se porta que se fechara
sobre Pamella e bateo.
Anatole, em vez de vollar para, casa to-
mara a directo da presbyterio.
XXXI
Para explicar a scena extraordinaria qae
vamos descrever preciso remonlarmos-nos
poca em que Pamella, ainda criancinha,
viva na Raposeira, adorada de seo lio e de
todos, qoe a saodavam como sua futura
herdeira.
Tambem ella estimava a todos, e por
mais de urna vez, erguendo para o tio as
innocentes mos, Iba aplacara as desbraga-
das furias.
N'esses tempos apparecla o Mulot pela
Raposeira, humilde, tmido, de p descalco,
feliz por obter ama fatia de po ou de car-
ne e mais tarde a sua moeda de vinte sol-
dos, que a Martina Ihe dava s escond las.
Pamella tomara-o sob a sua proteccao,
porque o traanle era mesareiro, e, saben-
do, de mais a mais, qoe ella gostava de
amoras silvestres e passariohos, nanea vi-
nba Raposeira sem alguma d'aquellas
cousas.
Decorreram os annos e Pamella -nao o
tornara a ver.
ao tempo da morte do commandante,
como sabemos, n3o vinha o Molot Rapo-
seira ; s depois que a joven ae ausentou
que elle ali appareceu.
O cura Daval afirmara que o comman-
daute, hora da morte, azora novo testa-
mento, o qoe Pamella acreditova, asa
como suppunba, poste- que n'isso nao tal-
lasse, que a Martina nao fra alhsia com-
pletamente ao assassiaato de Sauri.; toda-
va nonca Ihe occorrsu que o Mulot podesse
ter cumplicidade n'isso.
Pouca lentbranca, tinha Pametta de tal
individuo e o cura bavia recommendado u
(cntimar-se-ha.)
Vamos a onvir o.que pTelendes..
Vecho fallar-lhe a, respeito de minha
irma.
Nada tenho com,tua irma, meu.rapas:
oem me lamento ; antes Ihe estou agrade-
I cida, porque me oSerecen a sua casa.
Pois, menina, creto que ella -melhor
todos-os familiares-fio rigoroso silencio na
presenta d'ella esm relag3o m familia a
Marlioa, que ella aem soobera que Maurel,
onov'o proprietario da Bella?Vista, erao
antigo Mulot.
Acaban, pois,.Pamella de aotrar em casa,
abalada ainda por agradavois commoces,
e mal linha aceeodido a luz* e tirado o. chal-
le echapeo, quando ouvio.bater aporta.
A criada ainda n3o voltra para easa, e
a joven suppondo ser ella, abri a poeta, sem
desconfiare.
vista do um homen, que n3o eonheceu
primeiqa vista ficou borrorisada.
O Mul*t, que batera, volentament por-
ta, contove-se agoraK e, adoptando ar de
bumldade, disse :
Bem vejo que?, a menina me nao co-
nhece.
Parece-me que recont a sua voz.
NSo o MnloU
Exactamente.
Pois s m ?
E Pamella esqueceo^se da morte de seu
tio, de que aquello era o irmao da mulher
qoe possuia a heranca qoe lbe pertenci, e
nao vio n'aquelle momento senio e rpenlo
qoe Ihe trazia amoras e ninbos de aves.
Sim, menina, son eu mesmo.
Ests um
S. Flocen-
Como ests mudado !
senhor I.. Que vens fazer
tino ?
Vivo aqui.
_ N3o sabia.
__E venho para Ihe fallar.
Entra, meu rapaz disse a joven
com aquella ingenuidade e confianca propria
de urna senhora que pela sua elevada po-
sicaose suppe^o abrigo de qualquer in-
sulto. .
Pamella nio se lembrou tambera que es-
Uva s, que eram dez horas da noote, e
por isso que corra perigo acbando-se face
a face com om tal miseravel.
verdade qne o Molot se lbe apresen-
lava sobmisso como outr'ora. Por isso ella
abrindo a porta da sala, raandoo-o entrar,
poz a luz sobre a secretaria e sentn le,
em quanto qae ella se conservaba de. p
com o chapeo na mao,
do que dizem. Eu se* que a aceusam.
Eu de certa que n3o redargoio eBa
com docura.
Mas aecusaovna os outros. e isso o
qjM a atllige.
Meu to linha o direito de-dispar do
que era seo. e ninguem tem. nada com
isso.
Mas minha irma e eu queremos re-
parar o mah feito.
Pamella. estremeceu e fixou.o-mfcM com
espanto.
Elle pwseguio :
Minha irmaa vale mais do que sejul-
ga : muito miga do fiHio.
fcso natural.
v Mas -o tambera de- mm.
Tambem en o acredito, e, vende-te
assim bem vestido, presumo qoe te protege
e qoe j nao s o pobre Mulot de outro
lempo.
__ lal a estima qoe me consagra que
comprou a Bella Vista para mim, esa quin-
ta sabida da aldeia, que vale bem soasen-
la rail francos.
__Entao ests rico ? disse etta riso-
nha, sem se lembrar ao menos que as libe-
ralidades da Martina eram feilaa com o di-
nheiro qoe Ihe pertencia.
O Mniot conlinoou :
E dar-me-ha ainda ceiu mil francos,
se btivermos o qoe se pretende.
E o qoe pretendem ?
Reparar as injosticas.
Pamella n3o c mprehendeu.
Fazer bem, em vez de fazer mal.
Fazer bem cousa fcil acudi ella
com a sua singela graca.
Pois oo caso presente s depende da
soa vontade.
Da minua vontade ?repeli ella,
Como sabe, no tempo presente nio
basta ser-se fidalgo, preciso ter dnheiro ;
s por mel d'eile se consegne ser respei-
tado.
Sim ?disse singelamenle Pamella.
1

i
{Continuar-$e-h a)
YP. DQ DIAWQ WA 9UVE Di CAXU


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