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Diario de Pernambuco ( Saturday, May 14, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12114

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 14, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12114

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12114

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 14, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12114

Full Text
UNO XLVI. NUMERO 108
tO 1 CAPITAL E lOCABES OIE IAO SE PACA P01TL
Por tre raews idiantado................. ^SSn
Por seis dilos dem........' .......... i" 20000
Por um'ino idem...................... 240000
Cada mamero avi*Uo...................
SABRADO 14 DE IMO DE 1870.
PA1A DEITBO E WBA DA PE07HC1A.
Por trea mezes adiantados..................
Por seis ditos idem..............r.....
Por nove ditos idem..................
Por am auno idem...................
#7BO
K 3JMO
201280
271000
DIARIO DE PEMAMBIM
Propriedade de Manoel Fgnerda de Faria & Filhos.

SAO ACEHTM:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves i Pioto, no Maranhao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio 4e Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Mana Julio Chaves, no Ass-; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida. em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na V|la da Penha ; Belarmino dos Santos BulcJo, em Santo Antao; Domingos Jos-da Costa Braga,
' em Naiareth ; Francisco Tavares da Costa, em AUgoas; Dr. Jos Martins Alves, ntf Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
paute ornciAL
overa i da provincia.
03SPACHJ DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DI DA 9
DE MAH DK 1870.
Antonio la Cosa Melle Lim.Como requer,
pausando recibo. . .
Anacilo Puhlio de Miraes Canralho.rendo si-
do exmelo o carao commercial n > pie ler logar
o que boje pede : podendo todava o supplicante
requerer ao director geral da instruce>> publica
certido do que julgar eonvenieate e constar acer-
ca das babilitacoes quo onto adquiri.
Belarmino Alves Arouxa Os talhos de que tra-
ta vo a prac como foi declarado por despacho de
7 do correte. ,
Padre Camiilo de Mendonca Furtado.D-se nao
havendo inconveniente.
Carlos Stuber.Informe o Sr. inspector da the-
souraria de (azenda, ouvindo o Dr. procurador ris-
cal.
Joo Paes Cabral de Lyra Jnior.Reraettido ao
Sr. eonselheiro director geral interino da instruc-
rao publica para atteoder ao supplieante nos ter-
mo* de sua informa? de 5 do correte.
Manoel Zacliarias da Silva Braga.Conceda-SJ
sem vencimenlos. .
Manoel Baptista Barbosa.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazeoda.
Sidrooio Lydio de Oliveira Magalhaes. -Iuforme
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
- 10-
Antom'o de S LeitoInforme o Sr. coronel
c jmmaodaote superior interino da guarda nacional
do municipio do Recife.
Antonio Machado Lima.Informe o Sr. inspector
jo arsenal de marinh?.
Antonio Augusto Maciel.Informe o Sr. capitao
do porto.
Belarmino do Reg Barros, Francisco rerreira
Bailar e oniros.Encaminhe-se.
Ciementino Luii da Fonseca.Aguarde a decisao
do governo imperial.
Bacharel Francisco Domragues Ribeiro \ unna.
Enearainhe-se.
Francisco de Carvalho de Andrade Brandao.
Requeira ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda, para o qae se Ihe entregara o certificado
]'.> junta mediante recibo.
Uacbarel Joio Vieira de AraujoEn;aminhe-se.
Josepha Mam dos Prazeres.Informe o Sr. di-
rector interino do arsenal de guerra.
Luiz de Franca de Mendenca.Informe o Sr.
tente-coronel coramanlanle do corpo provisorio
Je polica.
Laurentino Flix de Oliveira Lima.A vista da
norrnaco. seja adddo.
Martinh da Silva Costa Jnior.Nao tem lugar
o que requer.
Odilon Fiock Romano. D-se.
Thomaz Bezerra de Andrade.Aguarde a decitao
J i governo imperia
PERN
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 3 DE MAIO(-).
PRESIDENCIA DO SU. DH. AGUIAR.
As 11 horas da manha, feita a chamada,
aiam-se presentes os Srs. Viera de Araujo, Cu-
nu Cavalcanti,1 Pernambuco, Paes Barreto, Vieira
do Mello, Henriiue Mameiie, Hermogincs, Gon-
ralves Lima, Reg Barro?, Teixeira de S, Alfonso
Ferreira, Guedes Gondim, Eduardo de Oliveira,
Correa de Araujo, Felippe de Pigueira, Correa
de Andrade, Barros Wanderley, Amaral, Ferreira
de Aguiar, Oliveira Fonseca, Cunha Figueiredo,
Joo Civalcanii, Augusto de Almeida, Souza Lrao,
Manuel Arlhur, Gusmao Lobo, Nicolao Tolentino,
Gaspar Drummond, Augusto da Costa, Cavalcanti
ae Albuquerque, Finnino, Mello Reg, Goes Caval-
canti, Antonio Paulino, abre-so a sesso e lida c
api uvada a acta da anterior.
Sr. Io secretario d conta do seguate
ESPEDIENTE.
l'm offlco do secretario do governo, remetten-
d) a inlormaco pedida acerca da petiza) de Ma-
nuel Bezerra' dos Santos Jnior, arrematante do
a<-ude de Bezerros. A' quem fez a re misigao.
L aia peticao de Vicente Ferreira Gomes, juiz de
d reito de Pao d'Allio, pedindo que se marque
quott no orcamento municipal para pagamento
de custas que" Ihe sao devidas. A' commissao
d orcamento municipal.
Oulra de Joaquim Aguiar Montarroyos Jnnior,
praticante da secretaria do governo provincial,
p-dindo um anno de licenca com todos os seus
veneimentos para tratar de sua sade.A' com-
missao de petires.
Outra de Manoel de Giovanni, emprezano do
theatro Gymnasio Dramtico, situado no Monleiro,
pede uma subvenco de 4 OOOS para dar deseu-
volvimento arte dramtica, e para sustentar urna
nmpanhia de BoulTes Parisienses.A' commissao
d- peticSes.
Sin lidose approvados os seguintes pareceres :
A commissao de agricultura, commercio o
ubra? publicas, para emittir parecer acerca do
objecto da peticao de Joaquim Lopes dos Anjos,
que pede, privilegio para construir urna estrada de
ferro, que ligue Govanna Podras de Fogo, ne-
cesita que sobre a misma pretenco sej iouvida
a directora das obras publicas, por intermedio da
presidencia, o que requer.
Sala du commissoe?, 3 de maio de 1870
Felippe de Fijneira Furia.Joo Cavalcanti de
Albuquerque.
A commissao de agricultura, commercio e
obras publicas, para emittir parecer sobre a peti-
cao da eompanhia do Beberibe, que solca um
augmento de 20 annos no prazo do privilegio que
Ihe concedeu a lei n. 46 de 14 dejunho de 1837,
precisa que por intermedio da presidencia se pega
ao director dasobas publicas, fiscal d'aquella em-
prra, as seguintes informacoes:
1.' Qual a natureza, importancia e costo pro-
vavel do novo encanamento qae est assontando a
compaohia do Beberibe, e que obras demanda elle.
< Cmsideraodo quo cmara municipal do Re-
cife compete, por meio de seus agentes fiscaes,
verificar que os pesos abados no commercio d'esta
cldade sejam aferidos exactos ; de parecer que
por intermedio da presidencia seja remedido o
oficio citado cmara muriicipal_do Reeite, para
que tome oa devida eonsideraca-j o seu pedido,
fazeodo cumprir fielmente a postura que so refere
aferco de pesos e medidas.
t Sala das sessdes, 3 de maio de 1870.Felippe
de Figueha Furia.Jola Cavalcanti de Albu-
querque.
t A commissao de agricultura, commercio e
obras publicas, leu enm a devida atlenc.o o ofTice
da cmara municipal da villa de S. Bento, que
cobre urna peticao de agricultoras d'alli, recla-
mando providencias contra os abusos que dizem
ser praticados ne-Ua cidade pelos prnsanos de
algodao no peso d'este genero ; e tejido estudado
a questao submettida sua apjeciacao ; vem res-
peitosamonte emiitir sua opinio;
Considerando que os peticionarios nao junta-
ram documento comprobatorio do que aftlrmam ;
Considerando que a lesao qae dizem soffrer,
pie provir de footes qae nao a indicada oa pe-
ticao ; ...
t Considerando que, ainda admitlda a hypo-
pothese qualquer deliberagao d'esta assemhla no
sentido de evitar o abuso vai ferir a liberdade de
commercio, restringindo o direito que ten o cida-
dao de oppor-se em qualquer de seus ramos ;
Considerando que a lesao s p le provir, na
hypoibese, de falsidade nos pesos;
t Considerando finalmente que da competen-
cia dos agentes fiscaos da cmara municipal do
Recife a venficacao dos pesos e medidas adopta-
dos e era uso nos diversos estabelecimentos da
cidade ;
t E' de parecer a commissao que seja indefe-
rida a peticao, remettendo-se todava presidencia
da provincia a niesma peticao e o offlcio da c-
mara municipal de S Bento, afiai de que leve-os
ao conhecimento da cmara municioal do Recife,
para que tome na devda consideracao o stu ob-
jecto, e faca cumprir a postura que Ihe diz res-
pe'10-
t Sala das commissoos, 3 de maio de 1870.
Felippe de Figueiri Fana.Joao Cavalcanti de
Albuquerque.
Sao julgados objecto de deliberaeao e manda-
dos imprimir os seguintes projectos :
o Alt 1. Fica prohibido eompanhia de tn-
Ihos urbanos do Recite Olinda estabelecer esta-
cao central da linha em oatro lugar que nao seja
o determinado no respectivo contrato.
Art. 2. O governo mandar remover as obras
qae para a dita estacao forara comecadas na ra
da Aurora. Revogadas as disposicSes em con-
Paco da assembla legislativa provincial, 2 de
maio de 1870.Teixeira de S, Gusmao Lobo,
J. Mello Reg, G. Drummond. >
t Art. !. Fica concedida urna lotera no valor
de 360 contos, em beneficio do gymnasio provin-
cial e theatro de Santa Isabel.
t Art. ! O presidente da provincia tara correr
regularmente a refarida lotera, di modo que se-
jam extrahidas durante o anno pelo menos quatro
parles d'ella. ...
a Art. 3. Do producto das partes extrahidas,
um terco ser applicado concluso das obras do
gymnasio, e dous tercos amortisaco do premio
do capital empregado na reeoBSirucco do mesmo
theatro.
Art. 4." Fica tambem concedida urna lotsna
de 120 contos em beneficio do hospital Pedro II,
devendo ser extrahida urna parle pelo menos em
cada anno.
Art. o. Ficam revogadas as disposigoes e
contrario.
t Sala das sessOs, 3 de maio de 1870. Mello
Reg.Vieira de Araujo.Ges Cavalcante.
Art. 1. Fica supprimida a escola normal crea-
da pela I* n. 598 de 13 de maio de 1864.
c Art. 2. O presidente da provincia (ka auton
sado a dar destin) ou aposentar com os annos de
servicos que tiverem e ordenado proporcional aos
professont da referida escola.
Art. 3- Fiea creado um curso de pedagoga
no Gymnasia Provincial, sendo nelle applicados os
professores deste estabelecimento.
a Art. 4." F.ca o presidente da provincia auto
risado a dar regulamento ao referido curso, de
conformidade com o do Gymnasio Provincial.^sen-
do a sua execucao dependente d approvacao da
assembla provincial. .
t Art. 5. O presidente da provincia pidera al
lerar o regulamento do Gymnasio, julgando con
veniente, revr gados o art. 15* da citada le e mais
disposicoes em contrario.
Pago da assembla legislativa provincial, 29 de
abril do 1870 Ges Cavalcante.Vieira d Arau-
jo.E. de OliveiraDe Manoel do Reg.Vigario
Cunha.Vieira de Mello.
Artigo nico. Ficam approvada* como pro-
jecto de lei, as posturas addtivas da cmara mu-
nicipal da villa de Ipojuca. .
Sala das sessoes, 2 de maio de 18/0. MMM
Paulino.Ges Cavalcante.
OSR. GUSMAO LOBO. Sr. presidenta, urna
vordadeira calamidade publica est atingir nesle
momento a populaco desta cidade; os gneros de
primeira necessidade est) attinginio, ja attmgi
ram precos subidissmos, nunca talve experi-
mentados em nossa triste historia da alimentacao
publica. A' bra?o com as difflculdades que vem
de causas goraes, e desde annos permanentes, a
populaco sente-se de improviso opprimida po*
este grave phenomeno econmico que, descurado
e abandonado corrente de seus effeitos naturaes,
pode chamar-se amanha, ou depois, questo da
le^ipo, a fome publica.
Sem apontar nenhuma das causas de ordem
superior, que concorrem em grande parte para este
estado de cousas, apanho ahi na populaco urna
palavra muito cruel, mas muito verdadeira:a
guerra dos atravessadores contra o povo, para
indicar e denunciar urna das fontes do mal que
afflige todos os coosuramidores. Esse baixo
commercio um commercio illicito; tenho noticia
de ama postara bem intencionada da cmara mu
nicpal desta cidade que o prohibe formalmente,
sob penas ara tanto severas. _Ve|o,entreianto.
foram visitados pela secca devastadora de que
irnos sentindo os effeitos. Tudo isto verdade,
irremediavel no momento.
E, j que interrompi o curso de minhas ideas,
declaro d'aqui muito formalmente que nao vai em
ralnbas p ilavras, e menos na inocao que offereco,
a iotencao de urna censara cmara munici-
pal. Acredito muito era sea zelo e solcitade pelo
l>;m publico; e vejo-a ornamentada de caracteres
muito respeitaveis para que nao deva confiar era
seu amor e desvelos pelos legtimos interesses de
seos municipes. O requerimeuto que mando
mesa! apenas urna formla de que me prevaleco
para fazer sentir aquella corporacio que o fia-
gello dos precos um aisampto miis que digno
de prender a sua tlenco, de motivar as energas,
de justifica-las plenamente. E' um aviso de ami-
go e dedicado municipe. Volte para ahi a cmara
municipal os seus esforcos, as suas Mis inten-
eBM; applique os meios de que possa dispor
remediar um tante o mal; e ter acabado urna
generosa acrao.
Nao era meo nome; em norae de ama po-
pulaco inteira que encaminho este pedido a
aquella distincta corporacJo. Os remedios devem
er promptos para que sejam efficazes. A cmara
municipal nao poder seguramente remover de
todo as causas do flagello; evitar que cresca em
itensidade. Nao poder fazer tudo; far certa-
mente alguma cousa. .minuir o mal, j um
bem.
Vai mesa e apoia-se o segunte requer-
ment:
Requeiro que, por intermedio do presidente
da provincia, se pecam informacoes cmara mu-
nicipal desta cidade sobre o modo porque tem sid*
camprida a postura qae prohibe o commercio
exercido m larga escala nos mercados pblicos
por atravessadores de gneros de primeira neces-
sidade. Gusmao Lobo. >
O SR. G. DRUMMOND manfesta-se a favor do
requeriraenlo, que posto a votos approvado.
ORDEM DO DA.
2.' discusso do projacto n. 8 deste anno.
Art. 1.' Fica perteocendo ao municipio de Ca-
brob a freguezia de Sant'Anna do Saeco, que
passar a denoroinar-se da Leopoldina.
O SR. G. DKUMMOND diz que quando se discu-
ti o projecto pela primeira vez ofwrecen nm re-
Suerimento solicitando audiencia da governador
o bisjiado, por isso que o art. 2' entena? como
materia ecclesiastica,qne suppdeachar-sejnacasa
a informacao do governador dobispado, masque nao
leve scicncia delta, julga conveniente que seja
lida ; e outresim, que consignando > projecto, alera
disso medidas puramente civis, como seja a alte-
racao de municipios, nao tendo conhecimento
locaes, precisa que os Ilustres signatarios do pro-
jecto, e especialmente quelle que vigario da
freguezia a qae o mesmo se refere, Ihe demons-
trara a atilidade da medida proposta, feito o qae,
nao ter davida em prestar-lhe o seu voto.
OSR. FIRMiNODE NOVAES: Sr. presidente, n vo
me adiando as condiedes de fazer aqu discurso*
(nao apoiado') pir rae fallar a iniellign;ia naces-
saria, exigida em tao iliu convidado peto mea digno collega deputa-
do polo 3o distrielo, para dar algnmas infor-
macoes respeito do projecto, que se acha em
discusso, Icvanlei-rae somante para satisfazer, do
modo que me fr possivel o seu desejo.
longe, envolve interesses de admmistraeio pccle-
siastca, sao poneos todos os passiveis escrpulos
em nm paiz emiaenlemente catbolieo, perante ama
assemhla eminentemente apostlica e n'um lem-
po em que as relacoes do poder espiritual e do
poder temporal sao objecto de estudos geraes e
oceupam eminentes espirito.
E' assim, Sr. presidente, que entro quai 'raedo
neste debele que vou levar consideraces qne,
de ara certo modo entendidas, podem destacar
sentimentalismo orthodoxo que fez-se regra em
nossos hbitos legislativas.
E' nma questao vencida a da necessidade e su-
prema conveniencia d > ordinario da diocese era
todas as creacSes divisdes, qae podem Interessar
adrataistracao espiritual. Foi urna questo que
teve o sea lempo di polmica rdeme, mas que
n'este mesmo recin'o fui soberanamente esgotada.
Conveiose desde eno na boa pratiea de consultar
o chefe da igreja piovincal, sempre que a divisan
ccclesiastica reclamat os nossos suffragios.
Mas aqu, Sr. presiente, comei^am as minhas
duvidas. Li, com a ateneao que me nspiram
sempre documentos d'esta rdeni, o officio em que
me foi dada a opinio lo governador da diocese
sobre a importante divUh que nos pedom os re-
presentante i do 5' dislrcti e entre elles o digno
par ocho da freguezi. de 'labrob. Por mais au-
torisada que seja a palavra do nlegerrimo admi-
nistrador da dioceso, o meu espirito nao poude
ron ler se simples afftrrmcao d'aquella respei-
tavel autoridade, afflrmacio para e simples, que
nao tem nada de mitivada, que faz ama vaga re-
ferencia urna informacao do Ilustre sacerdote
que exerce as funccSes de arcipreste. Quando
se trata de desmembrar de una para outra fre
guezia importante fraceio de territorio, que coin-
prehende 9 fazendas d crean e as ilhas do ro
S. Francisco era urna grande ex*enslo ; quando
de urna profunda alteraro qae se trata, em qne
o bem estar espiritual d popuheao vai cpmpro-
ineujio ; en quizera que a informacao, si este
nonre Ihe cabe, da autoridade ecclisiastica, a mais
competente para trazer-nos luz para o assnmpto,
nio Tiesse assim desanidada de toftas as razes
de eonviecao, exprimida em urna simples formula,
placet severo e imperioso.
O que nos diz a consulta T Que o governador
do bispado eonvem, ouvido o arcipresti, na alte-
rac.io quPsc project. E' por lim de contis o
arcipreste que no3 d o seu juizo.
O Sb. Goks Cavalcaktb : Basta a opinio do
vigario que muito competente.
O Su. Gusmao Lobo :Nao conheco o< arci-
preste da provincia mas presara) muito, vista a
grave missao que Ihe foi confiada, que deve ser
um excellente sacerdote, sinceramente desvelado
pela boa administraci espiritual e devotado ao
bem publico. Mas, som exame, nao tenho o meu
voto sua disposigo ; vale me mailo a sna in-
formacao ; chega at um certo ponto i tranquilli-
sar-me, mas voto convencido nanea me ha de inspi-
rar urna informacao que nao e justiflea si mesma,
desacompanhada como nos veio de todos os dados
e particularidades. E' entretanto, de ama pro-
funda alteraeo d limites que o projecto se oceu-
pi, 0 eetou muito em qae ella ni pode ser indini-
reote adinioistraco do pasto espiritual em la-
gares rentatissimos, onde o exercicio das funecoes
pa/echiaes deve de ser uma obra de coragem, de
|psjpmante aedcajao pelo bem das almas, I
Estando era discusso o art Io, suppnnTqneI fiosae penrvel misso. (Ap dados).
> 1 .<_ %I- ..^ L ... 4... nn Va. n..nA -.mi lumnil imlllllll
ram em algurfi lempo convenientes administra-
co das almas. Ento como boje, nenhuma oppo-
sicio velo suscitada por parte do ordinario.
O Sr. Oliveira Fonceca : Quod proban-
dum est
O Sr. Gusmao Lobo :A melhor prova de que
a actual divisio conveio om seu lempo ao pastor
da igreja pernambacana, que o beneficio foi pr-
vido cannicamente. O que se deve alias presumir,
que, para a fixacao dos limites actuaos, foi ou-
vido o chefe da diocese. A necessidade desta au-
diencia fez.-se desde muito lempo urna doutrina
aceita invaravelraente ; posso concluir, pois, cora
excellente razio de crer que oconve.nhode
hoje tem de um certo modo contra si oconve-
nhode honlem. Tem, portanto, o meu espirito
motivo plausivel de possutr-se de ans certos pon-
tos de interrogado, quando se nos propoa uma al-
teraeo profunda que vai attribuir uma fregue-
zia uma importante fraccao do territorio e a au-
toridade ecclesiastica nao quiz descer das alturas
do solio episcopal para dizer-nos ao monos,
nos que irnos votar o acto legislativo, i nos que
julgamos era ultima aleada da conveniencia dessa
transposico, nos que somos a vjntade da pro-
vincia,porque convm no estranglamelo terri-
torial que o projecto consigna.
O Sr. Oliveira Fonceca : Nao est provado
que a alteraeo, que se qner hoje remediar, fosse
feita de accordo com o ordinario.
O Sr. Gusmao Lobo : Nao me flz certamente
comprehender; o peecado de outra natureza,
um peecado parlamentar. A diviso actual, insis-
to por aUenco ao aparte, assentoa por sua vez e
sea tempojem consultado ordinario cade quem
o substilaa.
O Sr. Oliveira Fonseca : Talvez a informa-
cao fosse contraria.
0 Sr. Gusmao Lobo :E' um talvez ; nem mais
nem menos. Mas o q te so deve suppr, e quasi se
pode afflrmar, que os limites do hoje aodaram
de par com os interesses espintuaes. Ha alguem
nesta oasa quetenh a ingenuidade de acreditar
que estes graves interesses da ordem espiritual
correm muita vez parelhas cora os da ordem po -
litica T Por mim respondo : peissimaraent se d-
te crer, qae hoave ara tempo em qae as ilhas
de S. Francisco devlam ser desligadas da fregue-
zia de Cabrob; como veio o tempo era que, sem-
pre por amor administrac) das almas, devem
aqnellas mesmas ilhas voltar para o regimem es-
piritual do digno paroeho de Cabrob.
Discutamos desassombralamente ; a assem-
bla que vai volar o acto ; nao o ordinario. A
este pede-so audiencia ; assembla pede-se nm
aoto legislativo. Compre-nos, pois, estudar em que
a nova diviso ple ser conveniente. Si os auto-
res do projecto me querem um voto convencido,
canvencam-me. So porque o ordinario convm na
diviso qne se projecta, sem dar 3S raz5es porque
convm, nao tenho o mea voto resolvido.
Tenho, Sr. presidente, a coragem das minhas
opinioes...
Um Sb. Deputado :Como todos.
O Sr. Gusmao Lobo : Eu o reconheco ; e folgo
t\fk i*#i%~k|%tkofp. 1(1
Um Sr. Deputado :Nem o illnstre orador pt-z
isto om davida ; faltn por si.
O Sb. Gusjio Lobo : Eston habituado a res-
petar muito o actual governador do bispado ;
elle s me devo reterir. Nao estou a par dos es
tylos, por isso ire pedindo explicacos aos meus
nobres collegas.
O Sr. Cunha Figueibedo: Sobre o art. 1*
pode dzer o qae entender com relacio ao resto
do projecto, sobre a sua censceneia.
O Sr. Firmino de Novaes :Poderoi dizer nao
s agora, como quando se discutir qualquer um
dos artigos de per si. .
Diz o art. Io fica pertencenlo ao municipio de
Cabrob a freguezia de Sant'Anna do Sacco, qne
passar a denominar-se da Lwpjldina.
Mislrarei, Sr. presdeme, a|cnvenienciaeauti-
Itdade de pertencer esta freguezia ao munjeipio
de Cabrob.
Compunha se o municipio de Cabrob : I* da
fregnezia do mesmo nome, a qual comprehendia
um grande territorio, qua della foi desmembrado
em 1862, e annexado a freguezia o municipio da
Boa-Vista; e comprehenlia tambem quasi todo o
terreno, que hoje pertence treguezia da Santa
Anua do Sacco; 2 da freguezia do Salgueiro, que
ltimamente foi elovada a iermo.
Cimpoe-se a freguezia do Sacco de partes de 4
Ireguezias o municipios, do Ouricury, Granito, Ca-
brob e Salgueiro. Do Ouricury foi tirada nma
pequea parle, que talvez nao contenha cera vo-
tantes ; do Granito foi tirada uma parte um pou
m maior, que podo dar cera votantes ; do Salgue-
ro foi tirada uma parte que pie dar duzento?, de
Cabrob tirouse uma parte, que comprehende
alm do povoado, cincoenta e tantas fazendas;
podendo dar essa parte nao menos de seiscentos
votantes. Por conseguinte j 33 v, que a fregue-
zia do Sacco compe-so quasi em sua totalidade
do terreno desmembrado da freguezia de Ca-
brob.
Ora, era 1862 tirou-se de Cabrob um grande
terreno 'para a freguezie e termo da Boa-vista;
depois foi desmembrada do termo de Cabrob a
freguezia do Salgueiro, qae ficou constimindo am
novo termo, ltimamente foi creada a freguezia
do Sacco e annexada ao termo do Granito. Por
tudo isso ficou o termo de Cabrob desfalcado em
duas tercas partes.
O Sr. Oliveira Fonceca :E depois de tudo
apresentou-se um projecto, que ha pouco foi re-
geitado nesta casa, dividindo o resto em dons po-
dacos.
O Su. Firmino de Novaes :Por tanto parece
de justica, qie a freguezia do Sacco, que em
uuasi sua totalidade partencia ao municipio de
O Sr. Oliveira Fonceca :A que vem o parti-
do ultramontano *
O Sr. Gusmao Lobo :A verdade esta, m
d'aqui a 2 annos ou 4, Deus permuta que seja ira-
qu a um quarto de seculo, quando nzer-se ama
nova diviso e o futan governador ouvir ao arey-
preste futuro, governador e arcypreste bao de di-
zer, qae a diviso muito conveniente.
O Sr Oliveira Fonceca : Nao appoiado; raui
tas informacoes desappareceram desta casa, por
serem contrarias aos projectos a cajo respeito
erm dadas. Ainda ha poucos das o nobre depu-
tado, que est minha esquerda, levantou-se para
pedir uma informacao que autrora viera casa,
mas ella nao se achou.
Um Sr. deputado : Os culpados sao es empre
gados eulo.
O Sr. Oliveira Fonceca :Nao. porque esses
papis vio para as pastas das commsses, e os
empreados nao podem ser responsaves quando
elles d'ahi desapparecam.
Extranhei que se raostrasse desconliecer, qae,
se nos o u vimos a autiridade ecclesiastica, pela
sua coiapelencia a respeito da diviso ecclesiasti-
ca ; competencia exclusiva, que ao pode ser con-
testada. A informacao, que pedimos, nao um
parecer que pssa ser discutido; nao tem por fina
esclarecer-nos sobre a conveniencia do projecto
pelo lado civil: a manestacio do consenlinjen-
to da autoridade competente.
Um Sb. Deputado :Basta o consent ment.
O Sn. Oliveira Fonceca : Se assim , nao tem
ella obrigacao de nos dar explicagoes so'are ae ra-
zos, que actuaran) em seu espirito para decidir
se neste ou naquelle sentido.
Por consequencia nao se pode admillir a exi-
gencia, de que, era casos como este, o Exm. gover-
nad r do bispado explique e defenda pernte bs
os motivos de sua eonviecao.
O Sr. GusmXo Lobo :Mas o art. 2.'T
O Sr. Oliveira Fonceca :Eu quiz apenas con-
Iraprotestar, vista do protesto, do nobre depa-
tado.
O SR FIRMINO DE NOVAES :Tendo, a res-
peito do que trata o nobre deputado pelo I.* dis-
trielo, com relaco questo pelo lado eclesisti-
co, dito quanto era bastante nao s o nobre depa-
tado pelo 3.a districto, como o mea digno collega,
pelo 5.a; eu entando que toda a duvida do mea
nobre c llega pelo 1. districto consiste em nao sa-
ber porque razio se desmembrara essas fazendas
da freguezia do Sacco, e se uera a Cabrob. Por
isso pusare a. dar essa razo, para ver se desse
modo o nobre deputado fica convencido.
O Sn. Gusmao Lobo:-Agora sim, collocou a>
questo ao seu verdadeiro terreno; estou pendente'
de seas labios.
O Sr. Oliveira Fonceca :Mas nao quera que
en respondesse censura que o nobre depotado
fez?
O Sr. Firmino de Novaes :Mostrei quando se
tratou do art. Ia do projecto, que se tinlia desmem-
brado de Cabrob grande parte da freguezia do
Sacco; dase tambera que, alm do povoado, foram
tiradas cincoenta e untas fazendas de Cabrob.
Dense, senhores, ama diviso qae admira, nem
sei mesmo a razao porque assim se fez...
UM Sa. Deputado :E a autoridade ecclesiasti-
ca foi ouvda ?
O Sr. Firmino de";Novaes :Supponho quesun.
um nobre e elevado carcter, am sacerdote vir- ina8 ,.ue talvez a autoridade ecclesiastica nao U-
... __ ..__..... *..... ..m il!.t!nAln fhanln. ___..___. s._ ~flr-.... J. * ---*-
h '2.' Se o volme d'agua fornecido diariamente ^"vem que, iadida aquella justlsslma medida
pe'os doas encanamentos velhoenovo) para abas- oe|os m| raeio9 coai que a fraude lera o segredo
as-
no
teciraento da ciaade suficiente para as neeessi-
dades da populaco crescente at o fim do privi-
legio da empreza, addicionando-se-lhe 20 annos,
calculado o accrescmo provavel da populaco do
Recife, segundo o modo geralmente admittido para
eseo incremento, e de accordo com o augmento
que tem elle tido desde a data da con m sao do
Sala das commsses, 3 de maio de 1870.
Felippe de Figuetra.Joo Cavalcanti de Albu-
querque. ,. .
Lemse e ficam adiados, por pedir a palavra o
Sr Vieira de Araujo, os seguintes pareceres:
t A commissao de agricultura, commercio e
obras publicas, quem foi presente o offlcio da
cmara municipal de Cimbres, remecido por co-
pia esta assembla, reclamando providencias
contra o abuso qae diz corametter-se nesta cida-
de, no ieso dos algodes dos seus municipes, con-
tra os interesses estes ; considerando que qual-
quer medida que possa porventora lomar esta as-
sembla, vai de encontr liberdade do commercio
i> industria garantida ao cidado ;____________
mercados
() Por engao foi publicada a seso de 4 antes
da presente.
A Redaaao,
pelos mil meios cora que
de desfarcar-se, ahi estam os nossos
publi jos, j de si tao disprovidos, to pibres, da a
da invadidos por essa classe de pequeos nego-
ciantes quem se convier em dar o nome de atra-
vessadores. Dive-se em muito boa parte a esses
ganhadores o preco desmedido, assustador, a que
tocaram os gneros que fazera a base de nossa au-
mentaban. Elles negociara contra ama le muni-
cipal ; illdem por ventura os agentes da cmara,
combnam-se s>hre os precos, expellem dos mer-
cadas os productores por ama competencia esma-
gadora..... .
OSr. Ignacio Lro:A causa principal a
escassez dos gneros.
0 Sr. Gusmao Lobo :Sei que cansas geraes,
accu muladas pelo tempo e que nao podem receber
remedio de ama so providencia, coneorrem emnm
concurso efflcaz para este phenomeno ; o mal de
hoje prende-se por uma delorosa ligaco a uma
rede de causas permaoentes que abracara, domi-
nara e explieam toda a nossa situaco econmi-
ca. Entre ellas avulla a diminuico da pequea
lavoura e cerno corollario.a eecassez do gneros. Os
centros grandemente productores esmagam a pe
quena lavoura; e esta definha em quanto aquella
nao eresce. Os centros creadores, do onlra parte.
Cabrob; volteosle, qne lem sido to desfl-
calo.
Um Sr. Deputado :E' nma restltaicao.
0 Sa. G. Drummond :Parece que ha alguma
compensadlo.
0 Sr. Firmino de Novaes :Creio que de al-
guma forma tenho mostrado a conveniencia do
artigo em discusso.
O Sr Gusmao Lobo ;Quanto ao artigo Ia. pa-
reee-me que tem justificado.
Um Sr. Deputado : E o nobre deputado pelo 3a
districto parece que est satisfeito.
O Sr. Firmino di N vabs : Como o arlige
Ia que est em discusso, tenho concluido ; mas
le algum dos meas nobres collegas precisa de
mais eselarecimentos nao terei duvida era da-los;
ainda que mal, direi o qae poder.
O Sr. Goes Cavalcante : Defendeu perfeita-
mente.
Encerrada a discusso o artigo posto a votos
e approvado.
Art. 2.a Ficam desmembradas dessa freguezia
para a de Cabrob as fazendas : Boa-Sone, Bem
Jardim, Umbaranas, Cacimba dosVenceslo, Sitio,
Jatob de Manoel Alves, Riacho dos Cavallos de
D. Francisca, Terra-Nova, Junco e Uman, cada
uma com suas pertencas.
OSR. GUSMAO LOBO. Sr. presidente, peco
espaco para algumas observacoes qae os autores
do projecto nao tomaro mi parte. As divisos
e sabdivisoes le territorio nao devem ler nada de
arbitrario; devem antes de tudo corresponder ao
bem-estar das popolacfies e aos seos votos. Por
itfi sao ellas dignas de am serie estado.
O artigo qae vai sendo disentido, respeita in.
teresses de ordem religiosa. E' para mim difflpul-
dade mxima, Em assampto que, de perto o de
Nao quero tomar tempo intilmente a assem-
bla, at poique tonho muito preseato o que me
deixou ouvir um dos honrados deputados pelo 4a
districto sobre a inconveniencia de procurar aqu
informacoes.
Mas, de ser a materia muito delicada e suscitar
louvaveis escrpulos, extraho motivo para con-
tornar e defln'r as minhas ideas. Estou convenci-
dimente do la lo dos quo pensara que a audiencia
da autoridade ecclesiastica constitue um tramite
obrigatorio na confianca de nossas leis attinantes
crear, supprimir ou alterar freguezias. De ae
cordo n'este principio, eu negara o meu voto a
todo acto legislativo sibre esta materia, que na
merecesse a approvacao do ordinario ; isto pir-
que a desapprovaco poria em relevo a inconve-
niencia da medida para a aduiinslraco especial.
Proclamada esta inconveniencia o acto legislativo
seria desproveiloso o inuiil quando se sabe que o
provimento cannico dos beneficios incumbe ao
chee da dioceso. Mis por outro lado, nao me
sinto disposio cooperar para uma alteraeo,
ereaeSo ou suppresso, quando razoes de urna
certa ordem nao actuarem s>bre o mea espirito-,
or um simp'esconvenhodo poder espiritual.
O Sr. G Drummond : Pelo lado religioso,
quanto basta _.
O Sr. Gusmao Lobo :Tenho de mim para mim
que levar muilo longe a docihdide com que
cumpre receber os decretos do poder espiritual,
si de nm decreto que se trata. Nao segura-
mente. O chefe da diocese pode convir em uma
alteraeo porque seja indifferenie aos interesses
de que o guardasupremo; mas isto nao basta para
justificar o acto. Pode a alteraeo ser indifferenie
ao rgimen das alraas, que nada perderao em ser
administradas por um ou por outro paroeno e nao
ser entretanto acumulada como uma medida no-
cesaria O que necessario, raorraente em
sumpto que diz com interesses tao elevados,
indifferenie. ... __:.:
Isto posto, desde que o placel do poder espiri-
tual pede ser traduzdo e deve ser traduzdo como
uma pura acquiucencia ao desmembramento que
se pretende, sera justificar a necessidade da medi-
da, sem fundar e motivar a convemencie dessa
deslocaco... ..... a-___
Um Sr. Deputado : Nao obngado a dizer a
razo ou as razoes porque convom.
O Sr. Gusmao Lobo .Mas que inconveniente
viria d'ahi ? Se a assembla, que representa a
provincia, nao quebranta a sua independencia ao
dirigir uma consulta ao administrador do bispado
antes por este modo consagra em acto o principio
da harmona que devem guardar entre si o dous
poderes, pode ver-se at ama descortesa
formula de que se servio o governador
P*d- .,
Um Sr. Deputado :E o estylo.
O Sr. Gusmao Lobo :Ser ;
douco de seguir.
Nao quero, gr. presidente, alongar a discusso.
Exprim duvdas sobre a conveniencia e utilidade
donroiecto, muito respeitosas ao chefe da igreja
Dtrnambucana e sei que elle eonvem na impor-
unte deslocaco de territorio qae se pretende ;
mis isto nao me basta. Qoizera qae viessein de-
monstrarme a conveniencia, a opportunidadeda
medida. Os povos ganham com esta deslocaco ?
Em quanto 63te ponto nao flcar esclarecido, aqu
tenho o me voto contra o projecto. O msu es-
pirito nao se satisfaz em saber qae a alteraeo
indifferente ordem espiritual ; que nao tem
nada de desconveniente; quer saber si a medida
uti!, necessaria, como tal reclamada pelo
bem publio. ,.
O SR. G. DRUMMOND faz algnmas considera-
coes em suslentaco do artigo.
* n nn nilfiulnf ADA _Cp
luosissirao ao mesmo tempo que dstincto theolo
So. Faco a raas plena justica pureza e rectidao
e suas iBtencoes. Nao conheco o arcipresle ..
Um Sr. Deputado :Sacerdote muito digno.
O Sr. Gusmao Lobo :Presumo que sej., e dei-
xei dito que o facto da sua escolha para o exercicio
de to elevadas attribuices diz-me alguma cousa
sobre o seu carcter e sobre sua illustraeao. Imw
nestes pontos em pleno accordo ; mas governador
e arcipreste, um e outro, teem coranosco a part-
llia do erro. Podem errar, podem andar mal in-
formados. Elles lutam com as mesmas difflculda-
des que agora mesmo se suscilam ao espirito da
casa, com a falta de dados estatisticos, do conhe-
cimentos topographicos...
O Sr. Oliveira Andrade : Alguem deve pos-
suir a ultima palavra.
O Sr. Gusmao Lobo : Nao o governador nem
o arcipreste que tem a ultima palavra ; a as-
sembla. O governador informa ; a assembla re-
sol ve. ,
Um Sr. Deputado A ultima palavra a in-
formacao do bispo.
OSr. Gusmao Lobo :Si a ultima palavra em
questes desta ordem, a do bispo, aqu tenho os
meus joelhos doceis curvarem-so sorapre que o
Sr. presidente da assembla pedir volos sobre o
assumpto. Volar oque? Oque eslgsoberanamente
resolvido ab alio, irrevovavelmenie prejulgado 1
Si nao ha deliberaco no voto, adoptemos a nova
formula : votemos de joelhos.
As creacoes, supprefses e alteracoes do ire-
guezias devem inspirar-se em razes de conve-
niencia publica ; emquanlo estas razoes me nao
forem dadas, voto pelo que est feito. Demons-
tren!-me a necessidade de refirmar; eu reforma-
re!. Mas demonstrara.
do bis-
raas um estylo
O SR. GUSMAO LOBO :r. presidente, hei de
sonfessar algum dia o grave peecado, que_ estou
talvez eommettendo, de discutir uma diviso em
que conveio o governador do bispado A alteracio
que o projecto leva em vista, modifica profunda
menteos limites actaaes de ama freguezia.que nao
foram sem dayida flxados sennque precedessepor
oa vez audiencia da autoridade ecc-lesiastiea. Lo-
go, um aeto quasi episcopal que defendo contra
o novo acto qae o qaer retagar. Os limites que
extreman! hoje a fregawia de Cabrob, parece-
O SR. OLIVEIRA FOMCECA :Foi com muito
pesar, Sr. presidente, que ouvi a censura, directa
ou indirecta, que nesta casa levantou-se contra o
Ilstralo e virtuoso governador da diocese. Ad-
mirei a sorpreza de que o nabre deputado pelo
primeiro districto so possnio vista da informacao
dada sobre o projecto em discusso ; admire isto,
porque nao se trata de urna questao de estylos .
mas de uma questo de competencia, e os princi-
pios que a regulam sao to coraezinhos, que nao
podem dar lugar a duvdas, nem ser contestados.
O Sr. Gusmao Lobo : Competencia para que T
O Sr. Oliveira Fonceca : O projecto que se
discute, tem duas partes ; a primeira, que [a foi
approvada, se refere diviso civil: annexac da
freguezia do Sacco ao termo de Cabrob ; a se-
gunda, que est em discusso, versa sobre limites
de freguezias, o que influe ao mesmo tempo nos
interesses civis e nos interesses ecelesiasUcos.
Quanto aos interesses civis, nao tnha que ser
oavida a aaloridade ecclesiastica; somos nos os
competentes para a apreciacao da conveniencia ou
inconveniencia, que o projecto lenha por esse la-
do ; mas na parle em qne a diviso entnde com
os interesses ecclesiaslicos, a competencia perten-
ce exclusivamente autoridade ecclesiastica.
O Sr. Gusmao Lobo : Se pertence exclusiva-
mate autoridade ecclesiastica, quando o Sr.
presiJente disser :os senhores que approvam o
artigo,ea nao tenho que votar, dobro o joelho.
O Sr. Oliveira Fonceca : Perdo ; o nobre
deputado* sabe peritamente como que uma
questo depende da outra. Se, por exemplo, crear-
mos uma freguezia, e a autoridade ecclesiastica
nao convier nisso, deixar de provela, e nenhum
valor ter a lei, que flzermos. E' preciso, portan-
to que a autoridade eclesistica convenha na
parte que Ihe compete; visto como a diviso de-
pende de ambos os poderes.
Eu j disso uma vez nesla casa, que nao era ne-
cessario discutirmos, se nestes casos temos obriga-
cao de ouvir o poder ecclesaslico; pois a conve-
niencia de onvi-lo lio manifesta, que nenhuma
duvida tem apparecido a esto respeito : acceseen-
tarei, que uma das razfles da conveniencia nao
termos o trabalho de fazer uma oreaco ou altera-
cao intil; porque o chefe da diocese pie nao dar
o sea consentimento e a lei Acara sem execucao.
O Sr. Gu8mo L6oo DA licenca para um
aparte? ,
Eu vou provocar as lras;dq partido ultramontano
da mundo nteire...
vesse scieneia dos effeitos da diviso.
O Sr. Gusmao Lobo : Eu creio que o rrar*
humanum est tambem anda por la.
O Sr Firmino de Novaes :Dividio-se a fregue-
zia de Sacco, pertencendo freguezia de Cabrob
fazendas em dous riachos chamados Varzea eom-
prda e Pao-ferrados, isto por conveniencias pol-
ticas, nao convioha que essas fazendas ficassem
pertencendo freguezia do Sacco.
Um Sr. Deputado:Em que anno?
O Sn. Firmino de Novaes :So nao me engao,
em 1867, durante a dominacao passala.
As fazendas comprehendidas nesses dous ria-
chos, como disse. ficavam pertencendo a Cabrob;
e ficando a freguezia de Cabrob, p0' esse Iad.
entre a da Boa-vista e a novamente creada, fci
feita a diviso por forma tal que, por exoraplo, no
ponto A uniram as freguezias de Sant'Anna e da
Boa-vista, dexando esses dous riachos para Cabro-
b ; de sorle que o vigario de Cabrobi querendo
ir a essas fazendas pertencentes sua freguezia,
ou ha le passar pela de Boa-visia ou pela do Sac-
co. Por conseguinte, a restituico dessas fazen-
das, que nao nem a terga parle do que se tirou
do Cabrob para a freguezia do Sacco, nao mais
do que abrir-se uma passagem ; ou por outra, o
fim principal unir-se todo o territorio da fregue-
zia de Cabrob, e nao estar ella dividida, sendo
preciso que o vigario, tendo de ir a essas fa-
zendas passe pelo territorio de Boatista oa do
Sacco.
O Sr. Gusmao Lobo :-E essas fazendas sao
grandes ? ....
O Sr. Firmino de Novaes :Nao, sao fazendas,
em que exstem os vaqueiros, e em algaraas dous
ou tre.1 moradores mais.
0 Sr. Gusmao Lobo .Mas tm nomos pom-
posos.
(Ha um outro aparte).
O Sr. Firmino de Novaes :Nao mais do que
isto: ii fazendas no serlo tem duas, tres oa
quatro casas conforme o maior ou menor nume-
ro de agregados, que tem o fazendeiro ; em geral
o vaqueiro e a familia.
Tenho dado a razo da desmombracao, e tanto
esta que, tendo sido tiradas de Cabnb cincoen-
ta e tantas fazendas, alm da povoacao do Sacco,
apenas e restituem algumas.
O Sr. Gusmao Lobo :E' urna razio ; doa-m
por convencido.
O Sr. Firmino db Novaes, : E a umea. (Muita
bem).
Encerrada a discusso, o artigo posto a votos
e approvado.
Arl. 3. Ficam pertencendo fregnezia e muni-
cipio de Cabrob todos as ilhas do rio S. Francis-
co, desde a villa de Cabrob at confrontacao do
lugar denominadoGiquionde limitam as fre-
guezias de Cabrob e Boa-vista.E' approvado.
2" discusso d) projecto n. 33 deste anno, quo
revoga as leis ns. 737 e 744 de 17 de jnnho do
1867.E approvado.
1* discusso do projecto n. 45 deste- anno, que;
autorisa o noverno a conceder a Francisco Jos
Alves de Albuquerque. feitor conferenie do consa-
lado provincial, nma licenca com vencimientos at
um anno.E' approvado.
3* discusso do projecto n. 116 de 1887 qne
loeva a villa a povoacao do Bom Jardim. E ap-
prado. ~ ,
2a discusso ao projecto n. 44 deste anno, que
autorisa o governo a abrir diversos crditos sp-
plementares.
Vai mesa e apoia-se a segunte emenda :
Ao art 16-20:000*000.-JMeflo Rtgo.
Encerrada a discusso o projecto approtaoo.
com a emenda, sendo dispensado o intersticio aro-
quetimenlo do Sr. Mello Reg.
Ia discusso do projecto n. 58 do 1866, que au
torisa o governo a estabelecer uma typograpma-
provincial.E'regeitado.
! discusso do projecto n. 27 deste aano^qao
autorisa o dispendio de 6:<)00#00p com oone-
truccio de um acode na villa de S. non. *
Xifctoo do r^*"a-S,C
raaiida crear nesta cidade om mi"gggk
de ensinese escriptoraolo meroaoW. ww"*
pratiea,



OflH 30 OfflW 30 | QCyftSi: Diario de Pernambuco Sacado 14 de Maio de 1870. 801 0H3WUII .IVJX HHU
*
ro a volee
qne nao.
Od a
4o da e
.los iDnnriitiu.liw AlTlcin rto imIIki ... .- .._> 1 -'il m, .. .*^r.
a tercena discusso.
Ir. presdeme designa a ordora
re?o-
SESSAO O^Bl EM '3 DE VIO DE
KWwrU DO SR. 1)1. AflIAR.
A' 11 horas di manira feta a chmala scham-
te presentes os Srs. : Vj
Vnua, Cunha Pigu
Teixera de S, Iteg
Ctorreia le A Irada,,
ttencalves Lima. Con
aambnco, Eduardo d
Ferreira de Ag Mello, Paos Brrelo, %.!*>
Drummoil, Honrme Mqno|, Tinto Ja
do ^mHT% Ribete*.
ira do JUmeid,
rreV Antonio Paulina,
Cacarte, Millo Mega,
avaleunte, Mijrtjel ivr-
cira, Gorreia da Araujj,
e* Gonlin. Vtetei fe
J atino, 4pRpir
irmuel!;aie|9, Pinto JaiVMa-
noel Ariteir. (Kitta P,wr-.'*, Ai'.*ni i Li, II r-
jiiogenes, Barros Waulerley, Souza Leo, Auuu-tfi
Os**, Auons Ferreira, Giialler, Finirn e F.-Jip-
jis d Figaeir:i.
Abre se a tess), fida e aperovada a acta da
anterior.
O Sr. I.".societario ai conta do segualo
nwflbtRtms
Um fHcio do secretario do governo, transraltn-
do pr copia a informado ministrada pela director
geral nterin > da iusrritc.ao pubtica-asepcadopro-
jeclj u. 2o (lo aun i prximo paseado.
Ouiro do mesmo, trao-mi.lindo por c-ipa a in-
formadlo ministrada pt4o iuspector da thesouraria
provincial, relativamente aos quisitos mencionados
no offlcio do secretario da assembla provincial,
soba. 24.
Outrodo mesmo, transmittindo per copia a nfor-
maguo rainNirad* pelo chefe da repartido das
obras publicas, acerca do requerimento de Joao
Hypelito de Meira Lima, arrcmfltanto qne fot de
1067 braca !e empedramento da estrada da Victoria.
O Uro do mesmo, transmittindo os autegraphos
das resobres sob n. 908 a MI do crreme auno,
alora o de n. 1H1 porter iloutn - exemular.
Urna petizo de Chrisfeiio da Rocha Cnnlta
Soatomaior, priffleiro tabllate e esrrivSo do civil,
erimeo cu ninercio do termo do Ollnd.i, pe lindo a
revogaci da lei n. 835 de S de junho de 1883.-
Jistica civil e criminal.
Outra .te A.-relinoeic Rollan da Chacn, eontl-
nno da as-embica provincial, pedindo augmento Jr
ordenada .V commisse de polica.
Outra de Peta llamos Lieutier e Feliciano Ro-
drigues da Silva, conductores da repartido das
obras publicas, pedindo ama gratificado pelo lem-
po em que exereendo os lugaars de ajudante de
engenheiro, firam oacarregados exclusivamente
comu ngenber >s de diversas estrada-. cora-
missao de peticSes.
Outra de Mina Thaodolinla de Macelo, prefes-
sura publica do Casanga, pedindo autorisacao para
pagemento di qnantia de 99*667, a qne Ve jnlga
cu u direito par alngnel de casa. commissao
de msirucgao puWfca
Oatra de Manoel Joaipim do R 'go Arouquorque,
liador do ex tliesciireiro das obras publicas J-ts
Marcelino Afresda Fine ca, pedilo que a as-em-
bica (be conceda entrar t oos os anuos com a
.uamia d :0i)05. atA licar' quites com a

b:a pr>vueial.^=A commissio de orcameato pro
vinciil.
Outra it eomniis^ao adminisir.aiiva da gr?ja de
Xtisn Seihora d) R-sario da freguezia da Boa
vita, pedindo a qoantia de i OOOS para a concia
>aodas abras da sua igfja.A cummissa de or-
Camesto municipal.
l--si1, Wgado ubjfcto de deliheraeao e man-
dadas imprnn.r o se^uinl-- pireivr e projeetos -o
lva r-'form da instrucea^ publica.
tT hJo e approvado o seguinte rmaerlnteMD :
< Ueqneremo^ que se exija por intermedio da
presidencia da provincia e c.vn urgencia infiron-
<;wa thesouraria provincial a respeito da petizo
de Maueel BeiTra dos Santos Jnior.
Sala d^s eomuii-oes, 5 de m^io do I8"0.(J.
l)rnmmond.J. Mello Rfgo.I(jnnco Loo.
L-se, julgado objecio de deliberaeo e man-
dado imprimir o seguinte projecto :
Art I.* Rea lissolvido o corpo provisorio da
poli.-ia croado pala lei n. 611 do 3 de maio de
lo...
Art 2. A forca policial para o auno Unance-
ro de 1870-1871, comporte ha de lk>) pravas, po
dendo ser rlevado al 80) praca*, * o exgrcm
as convenivicias do serriiM, e lera a organisacao
que Uta fr dala pelo prasi lento da provincia
guardada a dsf|osieiio do art. t.*
Art. .1. O' vencimeiilos diarios das prae.as de
pret, ser de 1300 nao comiirelwolidos os SO rs.
diarios que Ihes campetum pira fardhmente.
* Art. 4. O* rencimentos di c-unmamlanlo e
offlciaes regalar se-hao p;la laboH.i em vigor.
> Art. o." Fica o presidente da provincia aulo-
risado a conceder aos otil:iacs ou inferiores que
conmanda rom destacamentos no interior da pro-
vincia urna j,ratilifce5o ds fOJ ) 10 O5000 men-
saes, cmalos deMe o dia em qoo sihirem at
aquello em que sa ree ilherom ae quartrI, sem pre-
juizo da ajtW.1 de eusl que Ihes BMiptr.
Art. O.'' Da f^rea m u-onada no arl. i." serao
2J0 ou mais praeas (Islin.i las ao MrtlQS da capi-
tal e su!iiiibi)s segundo parecer ;.mveniento ao
pmHdeate da ptuvmeia, e 80 eomporaV) urna se*-
rao de nnlicia montada, que >cr commandada por
un uflMaf.
Art. 7.* 0 pretKtevta di provincia dspor da
forea p.)licial coma as oxiVenm* dosTvi^o cott-
vier. nao podtnd-i servieo ou qn.ilqun oidmi i|iw dos e-fies provinciaes.
Art. 8.'- O presidente da prwhicia lca autnri-
salu .1 apoi":t.ii-: I." , mi i...|o; os vencimentos
o- i4leias ijue -e iraham inv.ildada por ferimen-
dos mencionados offlcio de jitstic.
Accreee, dizq honrado'wentbro, ryie ?s tola
jos dosolcius sai fplias muito irree.ilarraoqje,
nao crrcspoudem cxaciamnle'ao rendimdnto flos
cartohos, e por tsso a hiormaao nee -sentida
pouco p ider orientar a casa, seguado disoja o
nobn-auUr do req.rntM)Ui, Pur e>ta> m-ido-|
ri?o#s m-lina-se a negar o aen foto ao requer-
menta a matas que nioseja convencido de adiar-
*e o arro.-
O SR. G. DRtf\IMd.VO respaade ao precedenla
oradbr, insistalo pola adnpco do sea requeri-
mi"nto,e declarando que ?e a rasa em ana sbelo-
ra antotiiler que o doro regeitar, nom por isso se
julgar olTiilido, continuar u aaempenlur o
sen mndalo cop 1 htaa 1 1 convenlonto.
Eaearrada a discunio oTequorinienta posto a
votos e approvado.
OROBM DO DA
Enlra om discus^io o parecer adiado da essSn
anterior da eommisso de commercio, agflctiltara
ote sobre a representaeao da cmara municipal
de amores.
O SR. VIEH*. DE ARAUJO dix que tomando a
palavra sobro a parecer nao tem em vista comfla-
ter as fundaineii os em quo a boaradii commissairl
?e basoou para indeferir a rein-eserlaeiio da cma-
ra municipal -de Cimbres, e apenas notar qae rB-
aresenta^a em sentid i i lentieo dirigida pela c-
mara municipal de ilaranhuosfoi ouviafla eoirtr
missan de agocios de cmaras, e obteve parecer
favor iwJ. Ajsim d.uiJ i-se o fesaccoflla vntre os
itous (araoeres, julga coavenieot que, o que se
di-cutrt seia remetti lo a -Mmmissao de cmaras
para considralo.
Vai a rneu epoase a segaintexequerimeoto :
Reg^ein que o parecer com lodos os pa|>eis
que liie ditem respeito seja remettido-a coininisso
de negocios de cmara.=Vkim de Anuyo.
O SR. F. FIGElItOA diz que, como memoro
da cem niasap de commercio, agricultura einlns-
tria se levanta para declarar, em seu nomo e de
seas coiVgas, uue nao so o;)pe que o parecer
seja enviado a onnrcssa.) ilu negocios de cmaras,
e ne ignorava que sobre o assumplo ja existase
ouro parecer na casa.
Encerrada a dscus.-.a 1 co requerimonto posto
o votos o approvadb.
Boira om dscussai o parecer a'ddialo na se;sao
anterior da cnmmisso de conimere-io, agncnllura
etc., sobre a re iresentacuo da cmara municipal
di villa de S. Beato.
Vai a mesa o appoiaso o seguinto requeii-
mento:
< Repii'iro que o parecer da commsso de
agricultura, sobre a representaeao da cmara mu-
nicipal da villa ile S. Beato, y .'1 commb'sSo Je ne-,
gecius de cavaras.Vivir de Ai aula.
E' approvaJo o re |ucrimenlo.
Terceira 'liscu-s"v) do projee.io 11. 5 de.ste anno,
auloiisa'ilo a abertua decredilis suppJeaienUres.
E'approvado.
Segunda discussao Ha pr oeclo n. 97 de 1SC7
que i itecpreta, o art. l da lei n. yH8.
O Sil. OLIVARA FONOECA .-Adiase o pro
assem- hoclo em segunda dscussao, mas nai; assli pri

arou rfierta a sesso.
P.
R Exc. o Sr. preside
Foi Inda 6 apvotada a neta ^ s^jarttf'de^'
EXrCOIHNTB. '
Offlcio da secretario .do tribunal do cunmercio
da capital do unpono, remeneado a relaclo dos
commeciariles matriculados naqueUo tribunal no
^^lED^i;-^^^^-iSJ^^QUcm t-J>cusrao oprowciou. 6 deste ai^kJ-22 de abrii Pi25nw Pjsaado. -Manida-ae ar-
^BWtoriaa presidente & proTlneia cotcedK
aa preressor de mstruccaa primaria loao Jos Bo-
drlgues. utn aano de licencia com fencimattos, &
x 93 desto anno, que 1 utotisa o goverto a con*
metra, nem sei so algue'm i'ailou a sen resjeto.
Por isso tenho do ex^jr algnmas .ddWfas, dese-
jaudoser esda.ccid.1, afi.n de pjier voar con-
yencidj da conveniencia ou inconveniencia do pro-
jecto.
En geral a pilavra wwbnuJot, empregada
em diversas leis, coinprehen Qeacso; na prO|ifia lei de ii de maio Je !8"", que
regula a insiruccao piab-.-a sei.ipre nesso sen-
tido.
Diz asslu o artigo 1:
0 director geral s.'-i no'v;ao pelo presiden-
te da provincia, a tero teadmetao do 1:V00,
de ordenado, e 600/, de sraiiflcaco pelo efTectivo
exercicio. ^
Aqni os vencimentos comp:v.Iiendem o ordop.adol
o nao a gratilicaeao.
v.-jamos agora o art. 20. ('.')
Aqu se niiistra, que os roncinioatos .ompre-
hendein o orlenado c a gratiScaeSn.
Euretaiito c:n ouiro sentido foi empregada ssa
me;uu palavra na le n. 98 de 13 de maio de
1361 cujo art. 16 assim concebido:
Os alumnos da escola normal, que, obUvcrom
por concurso uafqoer cadera, que Pnham
opposto, perceBerJo o ordenado annual de 80JJ
aMoriste) q-N di ao jaresidento da pr
Pr*stri>wie conseguate), 6 a casa quo o presidente Har u*
anno se assim julgar conveniente, do ivntrario
dar ites-a someate 6 mezes ou meuos.
O Sa. G. DRUMiro.vD :Ou neohum. k,'
pnas urna aiMNsaeo qne vamoa 'ou&^r ao:
'csidente da pro\hda, ptra dar ao e;uiretado
J'J4 sf 'rU a") um aano da Heenca.
. Entenli qne a emenda aaresoauada nelameQ HO*|
ore collega prk .'i* disirrete.d injusta, primo
rar-se parte das vencimt-rtos de nm .>iwr
publico quo se ada eafara. e pori, i(i|aL_
do para o Irabaliio, tirar-fe-lhe o pao n.wtidiano,
e rws.ii-.je.lhe nj.mpraa geleoto de sua fan-.ilfa, e
minoa. opiniao o que taesfe caso dercates ter a
inaior benevolencia possivel, porqne, iiii quor
tofcbons ompregados, leve ramunerar bam os
sHl. swipiss i fitajAi.-por acato am dalles se
imralnina para o tr^aAIo, ou prensa de urna If-
cema conj os sea ^yjndnicntos paca trater de sua
sauJe, o scniimente da caridaue, envolto om o de
|u>tiga, devo oMcr bem alto em nossaa ansefeav
cas, para nao ntfgarmos semelhanto liceiea.
Portante, a wsa das eoniderac5os que acabo
de Ruar, espero que o orejeen seja approvado, e
regeitada a eaamia ; poVqua onsidrro l|ao ella
importa urna injustica clamorosa pararom um
p*bre empregodo, publico, que tie ceriV estat 00
caso de merecer o avor quo nos impetra.
OSfcOUVEHU P0N0BC\:-Sr. Residente,
como autor da einiula tev > explicar o nativo por
que a oSereei.
Reouhcc^i a nananldafla que tem o empregado,
de que *e trat>, de obter a c^ncossa) desi* licon-
ija; mas conlwceudo baver repugnancia da parte
de, algans collagas para oneeder ossa. licenea com
todos os vnneimentos; recejando con foiidameulo
quo o resaludo disto fosas sor o projeeW retelta
lado, e por cons-eguinlu negada in mue acolleos-
sao; paraeonteporisar, jnlguei conveuieate dimi-
iiiai la um pouc>.
O Sn. N. Tor.K.\Ti.\o :J sabia fue caba T
iiMUi nobres ollrga tero declarado que repug-
mua em volar a livor do projeele do modo como
esui concebido.
Um Sn. Dkpltvdj :Sem impignacio.
O S11. Or.ivHBv FoKi'Aia :Nao tinham obriga-
eao de fazo-la, nem preciso ab'irjima discusso
se. da eon-
pade jul-
gar so ella c ou n.io convenieito, e votar, contra
>u a favor, simi Abrir discu-si", sem ter necessi-
da de do vir aapliear com o fea modo de pensar.
Foi moi n d^ejo del'avnrcpr o empregado do
que se traa que olTereci a rmeida.
0 Sn HK.niy : U\mrdb:De favorecer?
O Sn. Oi.ivKi:i.\ Fpwceiix: D
REVISTA DIARDL
ASSEMBLA PROVINCIAL.-Honffli a a'sem-
blea, na primeira parle da ordem do da, appro-
Wjf oonipanlia de carris do ferro dta ol-;
dade-para labaaiao a prolongarn dos meamos ca*
ns at aclUada da Victoria ; em l' o de n. 3o den-
lo anno, qttt airea nma companWa de aatadorea
bombeiresjortndo os Srs. P,nto Jnior e Felippe
de FigoeirM. vr^
Na i' darte"3a ordem do dia prose'gnio a 2* dis-
cusaodo projecto n. 9\ (torga policial) orando os
Sf* Hamede, Cavetennte de Arbuquirqaa c-Podro
AaT.msn, llowfla a disnsSo adrada pela hora.
A ordem do dia para hoje : continuarlo da
antecedente, e f dscussao dos projectos ns. i3,
49, *,'JIIM; e i' do de n. 9*. todos deste
anno.
. GgJWDA RACIONALPor deliberaeo da pre-
Ndencia da provincia de 10 do'correote, fui trans-
feride o capillo /0f Elias de Vaseoneellos, da i6'
para a 3* companhia do batalhao n. 9 de Infanta-
ra do municipio de Otinda.
TWBD.VAL DO WMMERCIO.-Deve t#r luaar
no dia 3 Ido crrante, a prova de habilitarlo e
comportamenio des pretndeme ao lujar vago de
ama/mense archivista d* tribunal do commercio.
VENDA DE FARINHA.-Damos em seguida, no
logar competente, diversos documentos relativo; i
compra de farlnha e ontros gneros do primeira
necessidade, por conta do governo, e sobre a ven-
da na r.beira de S. Jo? de farlnha, que teraons
tram a injustica porqne un j.'rnal dsta cldade
se pronancou, e conrma quanto dissemos em
urna de nossas Revistas do meiado do mez pa3-
5a lo.
Chamamos para elles atengan dos I -itores.
FESTEJOS DA RA DUQUE DE CAXUS.-A
inmliaa principiarao os festejos, que os commor-
cantes desa ra, cm regosijo, tizeram por oc-
casio da coacluso da guerra do Paraguay, para
o que rogi a commissao respectiva de que duran-~f
que fe* fc*r rpie na^ podfcv eom,.,,^ *.,,,,,
S. Exc. o Sr. presdeme declarou ^riVTLf??
o:ildo do aarHara do tribrmal oeonmarcie
*) Maranhao, aviando a raiafao dos conamer-
ciantes matriCaMilos n'aqu.le tribunal de janriro
marco uNUpManou-aeme dar igual dts-
hno.
' Offlcio de Milis l.atliara 4C, remettendo ao Sr.
ecretario d'eale tribaoal os documettos relativos
i companhia Norihern Assorance, referidas na
carta do -20 de janean ultimo, que enviaram ao
dito senhor.
DESPACHOS.
Requerimeiito de Joaquim Jos da Cosa Fajozes
Jnior eTos Laurenlino de Azevedo, reclamando
deci.-ao que Ihes denegara a rehabilitacao
- 'rvico d
da
que impetraran d't tribunal. Vista ao S. do*
embargalur fiscal.
De D. Emilia da Assumpcao Tavares da Cunha,
pr prietaria do trapiche Cunha, pedindo, em
cumprimeoto do despacho de 5 do carrate, que
se Ihe registre a nomeaco que dra Jeronymo
da CoMa Lima, para administrador de dito Irrpi-
che.Seja registrada a uomeacao ora junta.
De Alfredo Garca de Irmao, para que se faca
annoucao no sentido de nao serein raais scus coi-
xeiros Litando Rocha Francisco Marinho de
Uarros.c-imo rejuerem.
De Manoel Jos da Fonaeca e Jos Pires Chaves,
para registrarse o feu contrato social.Hoja
vi>u o j>r. deseinbargador lica.
De Juaquim Francisco das Chagas e SHva (valo
com a revah lacio do sollo exigida por despacho
de 9 do oorrente.)Vista ao Sr. dosembargador
De Antonio Bernardo Viz do Carvalho e Mi-
guel Pereira l^eal (annoudo pela secretaria ae
sentido do terem satisreito o despacho de 9 do
>rrente,_ que man ion fos30 re la no contrato a
teclarac*! que Tizeram na peiicSo.)-Vsta ao Sr.
dtmembargad.ir scal.
Da Jerjnyioo da Casta Lima, Jos Paolo Ja
fonseea e Joaiumi Goncilves Viaana, satisfazenio
a exigencia liscal mandada cumpnr pur despacho
do 5 do presente.Adiado.
te os tres das as seus habifantes so exforcein om De Jo- Paulo da K\,r...,.-i r.m-a^
ter a: aehada, de suas embandeira- ^%Xot^^STLSi Z\
favorecer, por-
que (reio quo o pos-so declarar sem inconvonitjn-
e som quo baja leviandadeda minba parle) alguus
dos ineus nobros coliegat se manifestaram ueste
sentido, ato , qua votaaam pela conces-ao, se
fosse rriodiflcad.i, repugmndo em votar pelo pro
jacta com urna eoneeso "ti a opla. Neste caso
morcados pelas !eis ante
terwaMaV em comlr.U) na eimpanlia do Para-
guay : ." com t"dos os veneimeutea exceptuados
a sratiliea^o de e;-ivi ;io e a quanlia destinada
para forragem, aos offlciaes que voltaram ultima-
ireote doParaiiiav. encorporados ao exmete ba-
talliao 11. 5:1 do Voltin'arios di Palri-i e cojos ser
vie'S devara ser dispensados no corpo que vae ser
< ik'iiiisado, urna vez oue contem M anuos de ser-
vio no corpo de polica, guardada a dispo^eSo do
art. 11 da lei n. 611 de 2 de maio de 186S. 3.
om tres quintas parles de todos os vencimentos,
os o<11:aes que lias mesmas condicoes do paragra-
pbo anteiiedeiite contarem ifi annos de -ervico,
guardada a dieponcao do art. 13 da lei citada.
Art. ." Os olllciaes que regres-ara n da cana-
|ianha, encorporados ao extincto baialbao n. 3 de
YrtwlHrios di Patria, terio direito a lodos os
venriineoto qne Ihes coinpetem, desda o lia em
que foi dissolvido o mesmo corpo ate aquello i que
fiaron chamados servieo, aposentados ou dispen-
sada.
Art 10. As disposie/ies dos dous artgos ante-
eJenits eomprehendem as pravas de pre o infe-
riores promovidos em campanba aos quaes se con--
tai para a aposentaaoria todo o tempo qne hoa-
vere servido eonw praea.
- Art. H. No engajamenlo d praeas para o
c-irpo policial sera) preferidos m igualdade de
con lo-.ies, os cidados quo houverem servido como
voltHii.irios da patria, ou como guardas nacionars
na gHerra contra o gtverno do Paraguay.
Art. 1. Em igualdade de condicoes s?rao
nomeado de preferencia para offlciaes do corpo
de polica, os cidados quo como voluntarlos da
patria tonbam preslado srveos de eampanin.
Art. 13. As praeas do corpo que voltaram en
corporadas ao batalhao n. 53 e forem de novo ad-
mitidas no quadro, peder o presidente da pro-
vincia oaceder alm do sido UxaJo no art. 3."
uuu ra tifie acloco .WO rs. diarios."
Ar. la. A graiilcaj,'ao do artujo antacedeute
cessar por qaalqner^ comiemnacao, exceden!* a
a seis nitzes do priso, que so'Tram as mesmas
prayas no ro civ oa militar.
Fi3am ravegadaa as dispojcos em contrario.
S. R.
Paco da asamblea legislativa provincial de
Pernambuco, 3 do maio de 187.Gtttmo Libo.
G. )i iiiummJ.
O SR. 6. DilUMMOND jaatiica a manda a mesa o
yegointe requerimento :
Reqoeteo que por intermedio da presidencia
se exija dos.juizea de direilo, municipaes e de or-
p i.'s as seguintes infonnac^es :
. Io O quadro dos officiat da jusiica da pro-
Vin,""'.eAa tou<*0 Ca - ganos oaoBcojiesde jusii'ga de cada urna
ns_ 'm:;rc,yu terrenos que devara ser soppri-
1.: dos ou errados.
:r tuaea aalterai;esqno.-;.:!i sfr eitas
os oiitoos de >ustica por uiiiidado e conveniencia.
publica. G^Drummond,
O SR. WBR* DE ARAUJO d' .y mw oonbo-
cim^oaBtTlo3.adoptaaa 11a casa, entra- em du-
vilaso pode ser approvado um roquerimenfo, auo
pete na* mtorwaeoes sobre um ou outro objeets
mas dado estasticos aauu.) imporiaotc, quo de-
ven-ser ferBeqiss por t.}dya os jqj de dtreito
da prDvincia, tem tamben) duviJa em valar pelo
relmente, jan roa paraaaar quo as iaforaagaa-
oosj#ade iif^ite o-dos municipaes dos tar-
mof Ba,aflri>8lBcienteihate'llar a asa raso!-
lal-
nao
isso
alm dos vencimentos
riores. >
Entedcrvn algnns prof-'s^oreHaMKlats pe'a
escola normal, eao, que eo npiiem aos ontros professore, ciia
Me mals e.se ordenado de 800*. Pira absnrdo
este ni id) le cuiender a lei, e a thesouraria nao
mes den razio; parece al, que ees ja ostao con-
vencido.- ;_ visto como, tendo redamado ao princi-
pio, dirigiinto urna ropreseniacSd a esta assto-
bia, nao insistirn) na reclamac.1).
.\fas eumpre n iiar, que, sendo cea feral" o sen-
tido da palavra vendnvntos eompreiiensi-'o do or-
denado o da gratifleajao, no art. 10 Ja le n. ."98
ella se reore nicamente gratificacio ; o segun-
do o projeclo em fllscussJio, a mesna palavra no
art. 2i, '6 se refere ao ordor/ado. PoTIlHlo ha
alguma duvida neste modo de entender; pus
ceno que no art. lo, tenamentM tem a signiica-
cao de gralilicaeao, visto que nao possivel que
os profossores habilitados pela escola normal te
nham doas ordenados, -lo , recbate o rde-
nado e a gratificarlo, que os outro professores
percebem, o mais um ordenado de 800.
Mnilo estimari), quo algans dos meta nobres
collegas me fllsslpasse estis duvdas.
O Sn. PnesiOEMTa :Devi dizer ao nnbra depu
lado qne rato projecto foi apresentado i;n IK7.
sendo seus signatarios pessoas quo nao osli-o pre-
sentes ; mas como jnlguei quo erada nteresse,
por-|ue una antena interpretativa submeui o
discusso.
O Sn. Oi.ivkira Fonceca :Na casa pJo estar
algum Sr. depulado. quo quira esclarecer a ma-
teria.
Vai mesa e anoi-se o teocinte reauori-
mento ; '
Rojueiro quo o projeclo seja remetido a
nssao de nstruccao publica.Mello l{rgo. >
com-
0 requerimento appro
Encorrala a dinJusSao
vado.
Terceira dtcassao do projecto n. IDdesle anno,
luo crea diius mauicipios, um comprehendendo
as freguezias de Grava'.e Bezcrros, c ouiro as de
Qnipap e Panclla?.
Vai mesa e apoia-sc 3 seguinte trgo a 1-
dilivo :
Nao serlo inaugurados os municipios de quo
Iraia esta lei, senao depois que o? respectivos ha-
bitantes liverem edilioado casas para as cmara*
a sua cuate.Helia Reg.
Posto a votos o projecto -npprovado, bem como
o artigo additivo, dependendo esto de nova vota-
cao, na forma do regiment.
Terceira discuvsao "do projecto n. 4o deste anno
qao aulorsa o presidente da provincia a dmeeder
ato uiq anno do Iteenoa com todos os seus venoi-
mentes ao fetor confarente te consulado provin-
cial i-rancisco Jos Alies do Albuquorque.
Vai a mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Lm Iqgar de lodos os vencimentos, diga-se
aous tercos de seus vencimantoj.'-O/iwiVi Fon
CcCQ,
OSIl. HENRIQUE MAUEDE :-Sr. presidente,
como membro da commsso de peljoes, siana'a-
no do pronto era discussa, venho^sental-o e
oombater a einenda que acaba de ser apresenuda
1,1 ^tQlar ^a Psete tendo pasead
t } J **** r impugnad, sem oes-
la casa se ler manifestado contra elle a menor op-
jca aion p.m .1 aiann.-.;n ...._____
ali-
isto
posicao, apareca agora em 3 discuti urna emon
da restnogwdo-o completamente, e ainda mai*
de estraoliar, que o ao* r dessa emenda uiu
yesso a^resentado em, occasiao opportuaa
, na 2' discusso.
Um Sh. Deputaoo : Aguardou-se para esla oc-
ca>Jao au tambom opportuna.
O Sa. Hkirio .Mamkiw :-Pelo aspirilo de op
posicao que vejo neste momento levaniarse na
casa com relajeo o projecto cm discusso, crea
sr. president*. que do certa os meus nobres oo>-
gas ignoram quera o empregado de que se trata.
Francisco Jos Alve* de Albuquorque um em-
pregado publico quo ha mate de 20 anuos, o.wc
o seu emprendo com summozeloe dedica cao, um
emprego publico qne se aeha gravem.mle nar-
mo, a ponto de nao poder taive aprovei^r-se da-
licenea que o projecto Ihe concede.
Eu emendo, Sr. presideoto, que a clasfa dos-
empregados pubicoe deve merecer alguma aiten-
rao de nossa parte ; nao ba mitos das que aqni
mesmo agitiu-te una pequea discua ao relativa-
mente a ass.1 cla'Pfe, o se me nao engao, ouvi di
zer ento, que so devia ter em ciansideraca 1 a-
queUss qao prestavarn boa servious, dislingindo-
os daquelleai que os nao prestavam.
A comniisao de petiedes antes de dar o sen pa-
recer, que fin aliseu orno preseo'.e projecto, ra,
ou do saber sea pessoa que requera eta i
ra eslava ou oa no caaode ewoel-a; de rainaa
parte, tlvo al occasiji) de ver o peticin*rio, e in-
formo aos meus nobros coltefas, como j disse.
qae elle se echa em Tal estado e doenca, que ira-
haver aoscoiha, |uem qaixer volar |xir conces-
sio naiur, volara pelo projeclo, quera quitar res-
iringi-lo, vo^ra.pela menJa.
Eu declaro qae esUu disposto a votar pelo pro-
jecto.
0 !l. 5. TOLE.NRXO :-Sr. presidente, leva)-
to-me para declar casa que voto pela emenda e
a favor do projecf. Tenln raioea c razoes muito
valiosas para tusttntar o projecto que se diserM
Traa se de a a tensar o presidente da provincia a
coucedjr ao feit.r confei-ento do consulado po-
vncal, Franeisw) Jos Alves de Albuquerqoe at
um anno do licra^a eom todos os seos veaenotk-
los para iratir de sua saute onde Ihe convier.
Bm primeira lugar o empregado qio soljeita
d'esta assema.i um ami' deli.rene-. noiiiiB
desses emprgaios, que sendo uomeado's, nm ou
dous nuzes depois pede licenea sob qualquer pre-
resto para divertirse, nao; Francisco tes Alves
de Albuquerque empregado no consulado pro-
vincial m 20 annos___
II-j Sa Rnir.io): Vine e qnatro.
O Sn. N.'ToLKirri.\o : Vae jcliegando poca
de aposentar te, de des:ane-ar. Esse bomem lote
eom urna epCsrmidade grvi-sima. segundo afllr
mam os medios c consta dos attestadoj qdo em
numero de tres jantou sua pefcQo ; atlestados
que n.i> podem ser contestados de modo algum.
Im Sa. Dkfutado : Assim como todos os altes-
ratkA y
O Sa. Tor.F.NnNo :Si 11 senhor ; mas ha atles-
taUos da medii'isdi.-loij'.os que para us tem mais
valor do qao ontro?.
O Sn. O. Dmmmond :Os aTlestado consiJer.un-
*so sempro documentos graciosos
', O Sh. N. T. m .; Mas cntrelanlo ha m.'ili-
cos qeo nao admitiera semelliante doutllnx 0 Sr.
iDr. Aqnino Fonseea um ddses, quo dando um
atlestedd qnalqoer nao conseate que so ponha em
duvida ja -ua declarara), que se consideae-o gra-
cioso.
lili Sn. DWUT.wo : H muios ontro?.
O Sr. S. Tolkntin) :E muitos ontros sem du
vida ; foi um exemplo de que me quiz servir, mas
poso assogurar a casa que alguns n) so im-
portan).
Un Si. Imputado :Os atlestados mdicos nao
sao documentos graciosos, fazem prava.
O Sn.,21. i'e...sr.M STw opinioes, para num
n.i'i o sao; muita gente lia, porm, .que pensa de
modo diverso, que considefa-os como meros fa-
vo rea.
tfrneam-iM ontros apartes.)
Sn. N. Tour.Nnx.) :(Continuando); Sr. pre
sidenie, diivi anidi o seguinte : os mdicos que
atle-Um a molestia do Fraucisco Jos Alves de Al-
buquerque, que s) 0$ Srs. Drs. Villas-Boas, Aqui-
no Foncoca o Sarment, dizem que sao necessa-
rios 12 ou fi metes para o seu restabelecimenlo.
Ora, nm bomem gravemente doente.com 21 annos
de serva;> no consulado, alm dos que preslou
como eructa) do orpo de polica emendo eu qoe
tem direito brenca de um anno e julgo que esla
casa ar plena jusica eoncedendo-a com todos os
vencimentos.
O projecto p.ssou em primeira discossiio e na-
da se dsse coalr elle; em segunda lambem nao
se procurou saber quem era Francisco Jos Alves
de Albuquerque, quaes os seus servicos e motivo
que o levou a pedir essa licenea.
Um Sn. Dputaoo Tambera nao liouve quem
disse>se nada a favor.
0 Sn. N. Tom.Nn.No :Mas o rneu nobre colle
ga sabe perfeitamen'.e que a discusso coraega por
urna impugnarlo qualquer ; e segundo minha
numil >e opiniao teda vez que um projecto passa
emas suas d^cussoes sem debate, Qca ontendida
raua utliidade, a sua convoniencia, a sua neces-
sidade ; nao se vota silenciosamente um projeclo
em duas discusses para faie-lo eahir na tercei
ra, a menos que nao baja urna concordata previa
panaoes? "m' que n5 P0930 adraittir.
u m. Oliveira Fonceca : Recetando isso fui
que mTereci a cmeoila.
0 Sn. N. toLRNTfo : E eu estimei bastante
que o meu honrado collega, depuiad pelo quinto
distncto apresentesse a emenda, porquanio veio
dar lugar a esclarecer se a casa acerca dos serv-
Qos prestados por esse empregado e do estado gra-
ve de molestia em que elle se aeha.
Sao ine oppurei nunca, Sr. presidente, a ron-
cessao de bcencas couw de que agora se trata, e
enleodo que esta asserablda commetteri rana gran-
de lujusiifa sempro que o atiendar a s*lwU-
oea testa ordem.
S' quanto teubo a dizer para justificar o meu
das, fazendt* fechar os estabf lecimento as 4 ho-
ras da tarde, e as noutes illummarem-se as casas,
encerrndose toda a feste na terja fera, com um
simples, purera bem acabado tugo de visia. A ar-
macao est ricamente arranjada e a illuminaca
lar realcar o boto gesto de sea bem combinado
dteme.
PACULDADE DE niREirO.-Comeca no da 17
do eorrente (teic-feir.) o concurso para provi-
mento de urna vaga de tente substllulo deste esta-
belecmento.
Por dehboracao da congregacio dos lentes,
approvada pela presidencia da provincia, s horas
das aulas do ! anno passam a ser hdas a de di-
reito romano d.is 7 :is 8 da manhaa, e a de direito
natural das 8 .< 9.
ESTRADA DE FERRO PARA LHfOElRO.-Ter-
mina no da 10, (quintafeira) o prao para orece-
bimento do propost* para a c n-trucc5o da va
frrea para Limoeiro, comramaes para" a Victoria
e Nazareth, devendo nesse dia s 12 horas da ma-
nh.ii serem abenas as proposlas perante os con-
currentes.
celebrara com feronymo d Geste Lima, resper'i"
varaenle a gerencia do trapiche airandegado-Ca-
ma. visto Ihe au convr
voto.
R^n* S^S*5'^? Mffl'> raelhor entender.
iinS?- SAES BARRET0 ;~Sr- Prndeme, a jus-
....f^ 1 iissao tei o nue dau lugar a occuiiar a attenoo
,u .,.. t-- ~~w atteBoao
*m*S! P"- t^au.i 'siams. Quaado o projecto
em disousiao fe dada para ordera do dia edicn-
liao p*te p< uwira vez, eu volei contra ; discatido
oEr3 * ?**** *. t4n>b'n votoi contra, mas
hf T ak5aDar em alguns dos meus no-
n^^ i*3 a ^"dade que os dominrv
por os te acto por mira praticado
W Sa. Detotabo Nao abara raalo para,
OSa. Pabs Bahreto Digo aua assim foi
prova-lo-bei se necessario fflr. '
, IiTr(? Py tafory*& a respeito deesa etv
pregado, e hoje esiou dehioerado a votar a favor
do projeeto, aa^ spalas mforraages qoe adquir
de meus distioclos collegas membros da eoraniU-
ao. como tambero por viste peseealmeote a esse
mesmo empregado, julgo portento, que a eooees-
sao da1 beanga J um acto de ju84ica,a viste do neo,
entegdi que nao peda e aera de va mais votar e-'
nao ein prol do projeclo em diseuAsap.
Enterrada a ascassio o projecto peste a *e>
ViV^'/rAdo'Mio reJe'tait nda.
ERRATA.
PASSAMENTO.Depois de alguns dias de dnlo-
ros is soffrimeiins, raileceu nouiein. |ior volta drs
3 horas da manhaa, na i iadu de 73 annos, o ne-
gociante Antonio Roberto, estabelecido ra Nova
mi) a firma do Antonio Roberto h Filhos.
Decano d ie negociantes francezes nesta provin-
cia, onde i esi.ibideceu desde o anno de 1821, o
fillecido gosou sempre da eslima e consideracao de
lodos que o communicavam at os ltimos dias de
sua vida.
?iascido id secnlo pas-ado, e seduzido Beta br-
Iho das armas de Napoleo I, em cujas phalanges
se desiinguio al o memonvcl desasir de Waier-
loo, da depo a espaila, dedicndose a vida com-
mercial, cm a qual acaba de tallecer, legan lo a
seus filbis urna fortuna adquirida Torca de ho-
nesto trabalho, e um nomo hnrate.
.V seus .dignos filhos e genro, damos nossos sin-
ceros psames
TRILH03 UUDANOS DEOLINDA.No prao de
10 das, coudos de si^unda-feica 16 do correte,
de vera os accionistas dosta empreza realisar a en-
trada la 91 prestae.io Je soas accoe, na rete de
10 0/0.
TinrPA DAS ALFANDEGAS.-Xo dia ! de in-
Iho prximo, eomeeom a vigorar as alterneoe fei-
tas na tarifa das airandegas, pelo decreto n. 1199
de 2 de abril ultimo.
CIRCO EQUE5T.1E.Hoje e amanhaa haver
variados espeetacnl >s no pavilho Santa Izabel
pela companhia do Sr. Marcos Casili, como so v
dos projxamma.i publicados no lugar competente.
MONTE PO PORTUOUEZ.-Araaohaa deve ren-
uir-se a assembla geral de>la associacao, alim de
proceder se eleigao da commissao ae exame de
Cuntas. A reuniao ter logar no salao do Gabinete
Portnguez de Lilura.
NOVO ATHENEU Funccouon quarta-fera
esta sociedade, desenvolveodo o Sr. lansem a these
coja defeza se propuzera. Impngnou-a o Sr.
Prazeres e sustenlou a o Sr. Rodrigues da Costa,
sendo ainda addiada para a sessao vindoura a dis-
cusso.
Foi sorteado oSr. Lisboa, quo cscolheu a those
A existencia de urna religiao de estado ser com-
pativel com a liberdade individual e com os inters-
ses sociaes ?
Foi lambem approvado socio eflectivo o Sr. Jos
Rodrigues El vas Jnior.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECIFE.
0 pesseal dos eslabelecimentos cargo d'esa
santa casa no mez de'abrl, foi o seguinte :
Hospital Pedro //.Enfermos nacionaes 181, es-
trangeiros 20, mendigos 25, filhos de enfermos
7, rmaas de caridade 10. impregados 7, serventes
e lavadeiras 15total 274.
Hospital dos Lazaros.Enfermos 26, emprega-
dos 4 serventes 2total 32.
Hospicio de alienados Enfermos 80, emprega-
dos 10, servente 1total 91.
Cata das expostos.Bdncands no estabeleei-
menlo 81, meninos em crearlo 80, amas externas
BO, dem interna 1, irmSas de caridade 8, mpre-
gados 1, serventes 2total 253.
Collegio dos orphiios.Educandos 73, emprega-
dos 11, serventes 3total 87.
Collegio das orphaas. Educandas 130, irmas
de caridade9,emprezados 3, serventes 4total 146.
Asylo de menlicidade Mendigos 7o, emprega-
dos 6, guardas 4, serventes II, total96.
Secretara.Empregados 7, advogados 2, solici-
tadores 2, cobradores 2tolal 13.
Total geral-992.
D'este pessoal 663 pertencem ao patrimonio dos
esiabelecnnentis de caridade, 233 ao patrimonio
dos oruhaos e 96 ao asylo de raendicidade.
LOTERA.A que se aeha a venda a 147%
bonefleio da rmandade de Nossa Senhora do Bom
Partn da cidade de Olioda, a qual corre no dia 20.
CEMITERIO PUBLICO.Obtnario do dia 13 de-
maio.
ParaMnn, pardo, Pernamttfceo, i aaez, Santo An-i
toteo ; diarrhea.
Antonio Joaquim BaptisU, pardo, Rio Graade,
70 annos, soileire, Boa-Vista; amerite chro-
mea.
Alexaodiv, preto, frica, 42 anoos, solteiro, Re-
cife; congesto pulmonar.
Benedicto, pardo, Pertwmboco, 11 meaea, S. Jo-
e .denticao.
Jnvemina, parda, Pernambuco, 3 annos, Becife;
congesto cerebral.
Resalir, parda, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vis-
la ; convabSes.
Suzana Mara da Cooceico, frica, 5 annos,
o**. Reeire ; rhenmatisano.
aria, Pernambuco, 4 dias, Recife ; espasmo.
Lacrete, Afriea, 8tl annos, soJtera, Recife fe-
bre perniciosa.
J0S0 Penohe, Pernambuco, 44 annee, annos, ca-
sarte Oa Vita ; ahtjsfcn.
Alfredo, Pernambawo, 0 das, Reelfo ; honor-
r a|a. '
, J***00 Roberto, Franca, 76 anoos, viuvo. Santa
Allomo ; congeslio carebrat 1
......registro ou deposito
u uitoconirato pelas consderacoes que em juizo
serao expo*tes.-Uiga o su aplicado.
coa imiu;ci:ii fiscau
Reqoertinento de Podro Auimio Femira e Joa-
quim Candido da Cuiz Siqueira. registro o con-
trato social.-ltegistrese, nos termos do decreto
o. 4J9t.
Hunmqie
O tribunal resolveu que se -retara ofllciasse
encalves Irmao & C, successmvs de Goncalvos
I ara L., aliin de faaeren o favor do presentar
ao trbuual em sua pnxiaa sesao de 16 do cor-
reme, as cerlidoes passadas pelo eorreterloncalo
Jos Altese, em vjriude do despacho de no, Sr.
prndenle, de 11 do mesmo mez, e de outro da
anlerior.
Nada uns liouve, e foi encerrada a .'esso asil
hrremela, na qual foram mandados robrlw.r
os seguintoi hvros-: Diario de Duarte Birees na
silva Jnior, dito de Antonio Joaquim te Vascon-
celos, dito de T. Jelferie^, Copiador e Diario de
Antonio de Miranda dt C.
SESSO
JUDfCiAHlA EM 12 DE.MAIO DE
1870.
?BESIDENCIA DO EXM. SR. DF.SBMnAtlGADOR A. F. Pg-
HETT1.
Secretaria, Julio tiuimoraes.
Ao mera da deetaroo-se aberta a sesso estanco
prsenles os Srs. desonibargadores Silva Guima-
raes, Res a Silva e Accioli, e os Srs. deputades
Basu, Miranda Leal e barao de Cruangy, faltando
eom partici;>.,;;i, n Sr. deputado lte>a.
Lida, f.n approvada a acta da sesso anterior.
O Exm. Sr. presidente ordenou ao secrtario
que scieotiQeasse aos offlciaes de justica que scr-
vem nesie tribunal, que do pioni ser portadores
de petieoes de partes.
ACC0KD0 ASSIGNADO.
Appellame Priacuaw Maroira de Souza, appelia-
dos ! rancisco O)lho bargante Jiaquim Salvador Pessna deSiqueiraCi-
valcanti, embargado Salvador Pessoa de Siquei* a
Cavalcanti ; embargantes Manoel Nunos Parreira
A C, embargados Tasso Irmaos ; appellante Jo
Lourengo Viriato Je Vasconcell-is, appellado Jos
lodrigues Pereira.
JULGAMF.NTCS.
Ja izo especial do commercio : appellante Mi-
guel Joaquim da Cosa, appeliados oa administra-
dores da massa fallida de Amorim, 1-Vagozo,
Santos & C. ; juizes os Srs liis o Silva, Accioli,
Casto o bario de Ooangy. Nao sendo aceita,
com o vote do Exm. Sr. presidente, a preliminar
proposta pelo Sr. dosembargador Accioli, na qual
foram vote* vencidos os Srs. Accin e barita de
Cruangy, foUonlroiada a seniemn appellada.
O Sr. baro de Cruangy n.ao apresenton o feito
adiado a seu pedido na sessao passada, entre par-
te, appellantes a viuva o herdeiros ue Manoel
Goncalves da Silva, appellada I). Claudna fenho-
rinha Vieira de Carvalho.
PASSAOK.NS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
dosembargador Res e Suda : appellante Lniz Iti-
heiro da Cunha, appellado Antonio Pmheiro Cas-
lello Uranco ; appellantes a viuva e herdeiros de
Diogo Jos da Costa, ippellado Antonio Duarte
Larneiro Vianna ; appullanta Clem-nte tes da
Silva Naaes A C, apneltade Jos Pedro do Car-
valho.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des-
embargador Aecieli : appellante Panlo Guelphe,
appellada D. Lnciana (Jertrudes Clara da Silvei-
ra ; embargantes os administradores da massa
lallida de Antonio J)> de Figueiredo, embargado
Antonio Pereira de Carvalho.
AOGRAVO.
Juizo especial do commercio : aggravanio D.
Paula Cavalcanti de Oliveira Lima, aggravados os
curadores fiscas-s da fallencia de Luiz de Oliveira
Lima Jnior. O Exm. Sr. presidente jurou sus-
peicao e foi o feito apresenlado ao Sr. desrobarga-
dor Silva Guimaraes.
Encerrou-se a sessao raea hora da larde.
ca e um boi para o servt$o do mesmo, julga incon-
veniente que elle se faca por tst&mo.
Quanto ao attf rro de quo preciara os lugares
baixos Jo c;mi'.riojentendo qneqpando for pos-
sivel se tire a trra dos mais altes para deitar na.-
quelle?, visto o9'|Mr por ora natweeidade.
Quanto as arvores, Ifoe se mande annuneiar para
ver quom qoqita^Miracter^IteiuUan se nenbu-
ma pMeldcneia 1 B cnm dJjpP e 2> parte ,
quanto-a*3> cn.irrefou 0 % meanacommsso de
comprar as .r-ore qu preria?.
toram appi,Tado* eiviirreqaeTHnentos do Sr.
DrPitacg, o i<>ara"qwia canten oteie as de-
mais deMa provlada, pfeado-lites aoe promovam
entre seus inuniepes urna tibsijrteio a favor do
monamente que esta cantar prseae mandar le-
vantar para commemoraros feito la campanba
uo Paraguay, o t*iara que a cmara nomeie
commissoes nos diversos bairros desla cidade, que
se encarreguem de promover a subscripcao para
levantar o monumento em memoria dos fetos da
campanba do Paraguay.
Foram nomeados, para o bairro do Recife os ci-
dados garatea : baro do Lvramtnto, commen-
dador Jos Joao do Amorim, commendador Ma-
noel da Silva Santos, Luiz Goncalvee da Silva e
relippe Nei.ibam.
Santo Antonio.Dr. Jds Joaquim de Moraes
Sarniento, Al varo Augusto de Almeida Jordo, An-
tonio do Monra Rolim, commendador Jos Joaquim
de Farias Machado e Joaquim Olympio Bastos.
S. Jos.Joaquim Lopes Machado, Joao Pernan-
des Lopes, Joo Quirino de Agnilhar, Manoel J,
Dantas e Francisco de AJiuiquer.ue Mello.
Boa-vi-la.Dr. Synfrono Cesar Contiobo, Fe-
liciano Jos Gomes, Vicente de Paula de Oliveira
Villas-Hoas, Joao Luiz Ferreira Ribeiro e Pedrv
Osorio do Cergueira.
Poco.Dr. Jos Bernardo Galvlo Atcoforado.
Francisco Mnmede de Almeida e Francisco Jos*
da Silva.
Afogados.Commendador Manoel Joaquim d>
Reg e Albuquerijiio, Francisco Forreira BaJjMr e
Belarmino do Reg Barros.
Jaboatao.Dignatario Antonio de Souza Leao,
Manoel de Souza Leao e Maooel Pires Ferrtira.
Varioa.Baro de Muribeca, Francisco do Re-
g Barros de l.acerda e Jos Antonio de Brito
Bastos.
S. Lourenc,.Caniao Jos Francisco de Bar-
ros lleno, Dr. Manoel Arlhur de HolUnda Cava I
cante de Albuquerque e Bernardo de. Miranda e
Albuquerque.
Muribeca.Caplao JosPires-'Machado Purlella,
capto Jos Caetano de Albuquerqoe e lencnte-co-
renel Mariano de S e Albuquerqoe.
O Sr. Dr. Sevc fez a seguinte proposta :
Proponho que a eamara, em viste do monopolio
que se da com a venda da farinha no raereado
publico, por preco excessvo, a ponto de vexat a
populado, otle a S. Exc. o Sr. presdante da
provincia pedimlo-Jhe antori aco para compra-la
e expo-la venda pelo custo, salvo as despezas.
Sala das sessoes da eamara municipal, 3 de
maio de 1870. O voceador, Dr. Srrr.Posto era
discusso M approvada. deliheraedose offieiar a
presidencia pedindo auterisaco Dar comprar co-
mo para vender.
O Sr. Dr. Moscos.) fez o seguinte reqneriraento,
que poste em disrussao foi approvado :
Havendo esta cmara re-olvido levantar nm se-
nilmente para commeim rar os fetos heroicos que
con-ttuc a maior gloria dos Brasileiros na guer 1
8l
do Paraguay, e pensMido que o lugar nesta cida-
de pie deve ser ese iltudo para a edillcago desee
monninento o Campo das Princezas, e que para
completo aformoseamenlo dassa praca, faz-se pre-
ciso a demolido do iheatro de Santa Izabel, pro-
pmho que se requeira a assembla provincial, ex-
pondo la.js motivos alba de nao se emprebeoder a
reedificad i do mesmo theatro. Paco da caara
municipal, em 3 de maio de 1870.Or. Lobo Mas,
coso.
Despacharam-so as pelices de Agostioao Be-
zerra da Silva Cavalcante. 'Antonio Carlos Leinig,
Albino da Silva Leal, Annonio Jos Rodrigues du
Souza o outroj, Antonio de Souza Brea. Amonio
Chinaco Moreira Temporal. Antonio Momio da Sil-
va Martirrs, Alian .Paierson & C, Bernardo Jos
Leitao, Bernardino (iones de Carvalho, Francisco
Xavier de S Leitao, Francisco J. Borges, Franei;-
co Marcelino do Amaral, Ferreira A 0., Gre-
gorio Jus Garca Heitor & Sampaio, Joaquim Car-
neiro da Cunha, Joaqnim Berdardo dos Res, Jos
Antonio Alves de Miranda Guimaraes, Joae C do
Loureiro, Joaquim Franeiseo de Paula Esleves Cte-
mente, Jos Marcelino da Rosa, Joo Ciirisostomo
de Albuquerque. Jo- Marlns Dias, Joaquim Fer-
naurlw ite Oliveira, Meooel Ribeiro*astes, Manoel
Je Medeiro Careia, Rofino Manoel da Crux seiro e l'homazt Patrocinio, e lvanlou-se i ses-
sao.
Eu Augusto Genuino de Figueirdo ofileial-
maior servindo de secretario a eserevi. Beuto
Josc da Cosa Jnior, pr-presidente.Dr. Pedro
ie Athande Ijibo Hoscoso.Jos? Mara Freir Gn-
metro.Caetano Cyriaco t Costa Moieira. Ur.
Pra.ve ra Ser.
PU8LCAC0ES A PEDOO.
:i.-
MAIO
XCTA DA SES^nO ADMIWSWATIVA DE M
CAMAB! MUNICIPAL.
SESSO ORDINARIA A03 9 DE
DE 1870.
PBBSmC.VCIA DO SR. DR. EOSt* Jl'.MOR.
^ Presentes os Srs. Dr. Pilanga, Dr. Moacoso, Dr.
Seve, Gameiro, (osta Moreira o Pessoa da Silva,
abrio-se a sessao, e foi lida o aporovada a acta da
antecedente.
Lo-se o seguinte
bxped ;itn:
Um oilicio do en^eaheiro cordeador, informan-
do o requerimento de Gregorio Jos Garca.Con-
cedeu-se.
Outro do mesmo, informando o requerimento de
Antonio Romao da Silva Marlns, no qual pedo a
mudanca da travesa que passa no sea sitio na
estrada de Joao de Barros, pra o terreno junto,
onde Ihe ser meaos peejudk-tal, a bem para o pu-
blico, ten a dizer que nenl.um inconvenieate ha
na mudanca requerida, peto contrario parece-lhe
que licar mais regular.Concedeu-se a mudanca
pedida e mandou-se communicar ao engeaheiro.
Outro do mesmo, informando contra a pelicao
de Joaquim Carneiro dar Cunha.Inderio-se.
Ouiro do mesmo, informando sobre que pede
Anglica Mara da Conceuoao, tem a dixer nao nao
ha inconveniente na eonoessao- pedida. Conce-
deu-se.
Outro do mesmo, informando o requerimento de
Joao Gorreia Loureiro, eumpre Ihe dizer que ne-
nhuin inconveniente ba, dando-.-e-llie a competen-
te cordeaeo.Mandoa-se curdear.
Outro do mesmo, informando sobre o reqneri-
raeoiode D. Thereza de Jess Antones Correia, tem
a diser qne nada ha a oppor eoasiruindo a suppli-
caoie as obras de conformidade cora as po.-turas.
Concedeu-se.
Ouiro do scal da gfreguezia do S. Jos dando
scienca a cmara nao s do facto que sa dea ba
praca do mercado, em o dia i' do corrate, por
occasiao de nao encontrar o pavo farinha ao mes-
mo mercado, como da providencia tomada pelo
respectivo fubdelegadoInteirado.
Foi approvado um parecer da romumso .de
sadeno sentido de que o eaes do Apollo aao esl
compreneodido para, o ssiabelocimento de fnodie
cues e nem o poda estar, porque quaado so-fermu
Senhoies redactores.Para quo o pablieo poss..
com jusliea formar o seu juizo sobre a venda do
farinha na ribeira de S. Jos, por ordem e conta
do governo, p de-se a Vmcs. a publicado dos do-
cumentos juntos en sua gazetilba, e o mais breve
possivel.- -N. S.
N. I.
Pernambuco, 8 de abril de 1870.
Illm. e Exm. Sr.Temos a honra de apresenlar
a V. Exc. o quadro deraonstralivo da entrada e
sabida dos vveres comprados por ordem de V.
Exc. para soccorr) do alto sertao desta provincia,
e assim tamnem a conla e documentos que provara
a sua importancia.
Pedimos a atiendo de V. Exc. para a pha.i-
tropa dos Srs. H. Forsier 4 C, negociantes ame-
ricanos, os qnaes na sna eoeta de 330 sarcas conv
milho, documento n. i, tizeram o abatinento do
o00iX)0 em beneficio da pobresa. .
Dlfae-M V. Exc. desculpar-nos, se porventara
nao aatistlzemos a espectatva de V. Exe. no aas-
empenho da honrosa commissao, de que nos eo-
carregou.
Deus guarde a V. Exe.Illm. e Exm. Sr. seaa-
dor Frederico de Almeida e Albuquerne, presiden-
te da provincia.Augusto Fredtnco de Oiatrtt
Baro do Livrantento.
N. 2.
OiHr \no DIVERSOS.
Entrada.
Saccas com arroz ti
dem com farinha 1736
dem cora fejo 116
dem ci 111 milho .'130
Arrobas de carne 1308
Saida.
S
o
--

o
Para Una..
rVa o Ara-
caty___
Para Pao do
Albo....
Para serem
vendidas
ja ribei-
t uS^.T1 BWj*,ub PMJWBvSs os Srs. depu-
i Ta i.d. tti"7 "'". imemnea os ora. uepu-
cado no Diaria de ^MrKa *7S^\ia^SSi
aoSr.
pnmeiro para
deputado Rosa,
axa, su. dbskib.uwabob AHSRL W keu a po*or* de 189, anda aae rjtav ediOeado.
Iadefirio-se peticao de Altea Pajprtrm A a
Foi approvado outro panesor da comntesaa en
arrefada dos negocios doeemiterio poWw,;. re-
lativamente a exigencia do administrador darruelle
estabetecimento, acerca da compra de ama carro-
Somraa.
600
320
1*08
es
s
s
es
CA
10
23
2
a
a
s
ao
130
00
340
766
1736
30
50
36
116
330
N.3.
Pernambuco, 8 de abril de fWft
A thesouraria de fazenda'deve Augwsto Frede-
rico de Oliveira e Bario do Livramente:
Importancia dos vveres comprados por ordem
do Exm. Sr presidente da provincia para soccorro
do alto senao:
A' saber :
1208 arrobas de carne (documento u. ___
1LA8M00........'........... I:W3#*00
330 saccas eom milho 8*300 sora-
ma 2 805*000, o com o abat-
ment (documento n. 2) de......
......................mtM li9O8#0OO
1738 ditas com farinha (itecomeatee
ns. 39A7|K>.............. IV.tifHm
118 ditas eom Rujio, diversos preepe,
(deenmeatos ns. io A I2>........ 1!95S|W
21 ditas com arroa, diversos preo?,
(ocnmenios ns. U ii)..... iOifjSD
,Frete de 38 carros para Pao do Albo
(docuraeate n. Vi) a 304000..... 1:140*00)
28:324*680


DW5 -i..
4
A'tafazi
Imporu de TiKJ utcm i farioha
ta d S. Exc. e pelo caito

5:831*900
_ : 7031080
Jftfaid doa vcededort*.
DOWMKSTOS
K. 1-BAV Olivara.
i-UHdflf Iftrster A C.
3JoKrimflererdo Basto.
4-Joaftiira Vidra do Safras.
fi-Fr-fleteco Jos da Cmu uimaree.
i~*aqutm U* Gonealves. Mitin.
7Antonio Lote' de OlWeir Aievcdo 4 C,
fl-Jo$6 Corroa Braga C.
-Amal, Momnk C
j^ -Jeataiartins de Barrne.
tt.-Muloel F*Hd8 da CwA *.
l^unu-oi de Souza Piato.
\ l
Garre: para o armazem.
IJ Afeas m arre, 116 dita* cijo Wjae *-330
"aailQ, pagas pelo Bario do Liwaotonto.
ftesearga de burdo para (erra do iO arrollas
de carne e 1736 saceas cora f aria lia a ivmducfiio
i o aranera.Pagos pelo mesmo

Condnecio par a estrada de ferro do Recite i
S.i-Yandseo dos genero remettldos para Una, fa-
ga pelo mesma.
Emaartpu* e eondnera para borda da vapor dos
fMares remettidos para o Arac ty.-Paga pelo
mesmo
Alnguel de encerados para cobrir as cargas e
impone de done qne flearam em Po do Alho.
Pagos pelo mesmo.
Conducta > de gateas de faria para a ribeira.
Paga pelo mesmo.
De todas estas despeza o Barao do Ltvrameato
ao qulz pagamento, como se T da conta apre-
sentada i thesouraria de fazenda.
S. 6. Pernambuco, 13 de abril de 1870.
film, e Etm. Sr.Em oorapnmonto das ordena
de V. Eku. datadas de 5 e 5 do corrente, forano
entregues ao director parcial dos indios da aldeia
do Breja dos Padres, o Sr. Manoel Francisco Bo-
elha, como consta dos recibos aqni juntos, os
instranienl03 agrcolas e os vveres determinados
por V. Exc, importando a despeza em 37Bjt000,
{orno vera das conus que este acompanuam.
Uenguarde a V. Exc.lllm. e Exin. Sr. sona-
dor Prederice de Almeida e Aibuquerque, presi-
dente da provincia. Augusto Prederico de Oi-
veira, o barao do Livramento.
N. 7.Pernambuco, 13 de abril de 1870.A-
thesouraria de fazenda deve a Augusto Fred'.rico
de Ol veira, e barao do Livramento.
PAHA A ALDEIA DO BHEJO DOS PADRES:
Importancia dos instrumentos
agrcola comprados por or-
den* do Iaiti. Sr. presidente
da provincia, documento n. I.
10 sacaos com milho 93O 93-j
2 ditos com leijo pretn a 18 U-S
4 ditos cum ditos mnlatinho a
t#0M.................... 112/
documento a. 2............ 23J0O)
mxooQ
Bs:...3760OO
VENDEDORES
Doc menlo n. 1Thomaz Fernandos da Cunlia
& C.
D'enmonto n. i Fraga & Rocha.
N. 8 l'ernambiico, 27 de abril de 1870.
lllm. e Kxm. Sr.'-Tendo-se lindado a venda da fa-
rinuaua ribiira por contado governo, nao pode-
mos deixar de levar ao conliccimenlo de V. Exc.
para os flns convenientes, a maneira- honrosa por-
jue se prestou o Sr. capitao do corpo de polica,
Miguel da Fonseca S jares e Silva, nomeado por
asa presidi-ncia para esta comm ssao, a qual
desempenhou por tal forma, que se tornon digno
de nossos" agradeciir.ento.
Deas guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. de-
sembargador Francisco de Assis Peroira Rocha,
vice presidente da provincia.Augusta Frederico
de Oiveira, e barao do Livramento.
N. 9 A' pedido de . Exr. o Sr. vice-presi-
dente da provincia, enearregou-so da novo o barao
do Livramenlo (o desta vez sein a companhia do
Sr. Dr. Augusto Frederico de 0!i veira, que se
relirou para Rio de Janeiro) da ornara do fa-
rinha para ser wndida ao povo na ribeira de S.
Jos ; .-viudo nomeado por S. Esc. o mesme Sr.
capillo Miguel da Fonseca Soares e Silva, para se
oncar.cgar da venda; e para desempenho desn
nava eommlssao dirigio-se o barao do Livramealo
ao Sr. Joaqolra Jos Goacalvcs Beltro, nico que
linha um farregamento de farinba chegado
dona diaj. e que j eslava quasi tojo vendido
e pode aleanraroM wesaa a pre?o de 165 cada
uoi:i ; e psla blinda, q.ie se esi vndenlo na
rtbeira do S. Jos por ordeni e coata d governo
a 060 re a medida, e sab a vegilancia do Sr. ca
pitan Sean t e Silva.
P.in-i.n'juc, Ude abril de 1870.
N>j L'b:ral de 9 do correlo li um com*
orneado do Sr. Dr. BorgOS da Fonseca, no
qoal fdlianlo por ter comprado farinlia por
I-520 o meio decalitro, qaeixa-se de que
hMSwa os alravessadores que lli'a vendes-
sem. Na qoalidade de fiscal da freguezia
da la-vi3(3, e de encarregado pela lima,
cmara de ir s feiras do interior comprar
farinba para abastecime.ilo do mercado, dc-
vo dizer que ao menos na minha freguezia
s se vendes faiinba por esse preco do dia
4 a 10 do corrente mez ; mas que depois
disso Itm sido vendida a ljIO0 o meio de-
calilro da que eu comprei as feiras do
matio, onde tambem encontrei atravessa-
dores.
A fiuinha vendida a ItOO, e de que falla
o Ubsralj foi comprada por mm, e por or-
dena, da lilma. cmara aos dous atravesa-
dores Miximiano da Silva e o italiano Joseph
Goti, que sendo-llies por esse preco com-
prada e logo paga, foi do mesmo modo
vendida.
Se ha atravessadores, n3o dos fiscaes e
nem d i cmara a culpa. V quem quizer
s f,;iras do centro, e veja como por la se
ajravesssm e comprara at os rogados, de
modo que quasi impossivel obter-se ari-
nha direclameate do productor.
Creio que o sr. Dr. Borges da Fonseca,
prestndose a estudar a questo do prego
da fatinha, conliecer que nem a cmara
municipal nem os fiscaes podem acabar com
a praga de atravessadores.
Aqu fico, pedindo apenas que quem -
ver de fa'Lir sobre tal assumpto estude as
causas que originam a qneslSo, e d*rae um
conselho que rae habilite a remediar esse'
nial, que latuoem eu sinlo.
Rafc, 13 do mai de 1870.
Jerrmymo Jos Ferreira.
Enip
res a
do asseio da cidade
do Recife.
SEGVDA PUBLIC4g0
A Rrvisla biarin, declarou no anno passado,
-que iam ter comeen as obras da dita empresa,
pela rita Augusta, que deve os planetarios, e lo
catarios fa predios presar-se aos trabajos.
Sjndo eu propri u- io das casas ns. 51 e 33 a
dita ra ; rugo pola segunda vez aos meas dignos
iaqailino*, que nio ennsintam a empresa fazer
das ditas casas, sera man cmseotimento, salvo se
fir por mandado de ju-ii^v eom as furmaliJadesJ
da lei, cu coto noderdi tere; c aq i-slle senhorj
ncjuilmo, quft OB) qua-r ftnuir ao meu pedilo,
rogolhe a efllrlga da', caavesj GcanJo ceno qua
com pajar a sim procedo.
Approveito a occastS para dizer alguma cousa
sobre t.-;.i e^pfeia.C;:' >j jmzi em dar
iaportania a q'ualqjer re-p ista.
U ron'.ralj pninuivj di m ti empresa qe foi
aelebrada e;n 23 ty simnn lf MIS, palo ex-
presidenie da provin-.ia, > S Ta j>im, nao obr-
alono, e a*wn rec mne.'.'. e ;*.-uresidenle, o'
^ proprietarios elam v con-trangidos aceeiur
lu4o quanioqia:e.)r9aa\ e> diti proiecta de
Iras. Uj-te aport-uno oII1hi> su ye,.que o
contracto primiii o uio uirigaUrio; e qu i a ia-
novacio do dita contrato celebrado em 18 de. de-
etnbre it 1863, pelo ex-presidente o Sr. Pattia-
gua com Carlos Luiz Cambrone, sead) sessionario
Antonio IJ.MB9S Netto, nao p-le destruir as bee
do contrto primitivo ; era vista larabenj da coM-
'Ktntfio, a empresa nab 'poe ser otirlgatoria, e
contra a mesma se pode resistir.
Diz ainstitu5o:Todoo,cidad5o brasilelro
tem nm asvlo Idviolavel; de daite nao sa poder
Wa n'elle se ole per seu eoosentimeoto; oo
para defende-li de incendio, va. de 'i-inandacaj, e
de dia s ser franqueada a sua entrada os casos
e pela maneira qe > lei determinar. Vide os
arta. 309 l> do cdigo crimina!, onde se desig-
nara os casos _m qne permitida a entrada na
tsa-d idadae, e- rnarcain-se as penas para os
qne a nvadirern rora delles.
Diz mafs a constituicSo :A propriedade do ci-
dadSo e gar.-.ntfda em toda a sQa plouitade. Q.iro
saber, como, sera cnsealimento da proprietario.
podar iiitnar aa casa, demelir-se algnmas obras
(ado micesstrio a empresa), eonrmr-se oaraa,
collocar-se caame, aparelhos de latrinas, o dizer-
sa mporlaea tanto, e ludo islo sem preceder
jiosa, e sem o proprietario precurar a empresa.
Na casa cm que eu residir hei de resistir confor
me poder, e recorrer aoa tnbunaes, em vista da
constituidlo. Nt) sao fels provmciaes e- nastufas
mtraicipaes, qua destroem a Constttaifio aos bra-
sileiros e as feis geraes.
t O Ilustro exwntnijtiv dos negocio da justica^
na sess*di 2:j cusjo cgm.tim depulado, disse : Senhpres, apro-
veiita. orcasia.. par:: fuer tuia coustd.Taco'a
res[)eito da lutela a que se tem habituado a popu-
legao em nosso paiz.
E" necesario, qne o cldadio saiba ser clda-
dSo, necessario que cada um UJe contra a au-
toridade.do direlto e resistencia legal a constitu-
gao e as leis do paiz.
Esse habita 1 imputar ao governo, de querer
que o governo tuda faca, nao me parece bom.
Nao creio que aasiut nos eduquemos para o syste-
raa representativo.
Que as classes menos desfavorecidas assim pro-
cedao, icho axplicavel, mas nao aquellos que de-
vem dar exeiupla coma o nobra dep Hado, adro-
gado distincto na sua provincia, que devu ir em
socorro dos perseguido..
< Eu voz disto guardou-se para aqni fazer im
putages ao governo, por nao ter tutelado alguna
cidadaas quo por ventura soffrara com os abusos
de um raaaislrado abusos que o gorerno iguorava.
Isso nao me parece razoavel.
Se o cidadao proeedesse como o iltasire mim's-
ro, proelamou da tribuna, a constituicao sena
sempre eampriia, e o direilo do cidalj respei-
tado.
A muito quo a maioria dos proprielarios contra
a empresa representaran) ao governo imperial,
asserabla provincial, e a presidencia da provincia,
e nao toara defferidos.
Assim que os poderes do estado tratara o di-
reito do cldada, garantida pela consliluiqS>!!
Todos querem o asseio e limpeza da cidade,
mas que uo seja obrigalorio, em vista da coas-
tituicao, porque urna lei provincial concedeu
empreza o grande privilegio de arrecalac.5o dos
dinheiros da mesma ser feita pela-lhesourana pro-
vincial, e recolhidos em seus carfres, para d'elles
receber empreza; sendo exeeutado pola fazen
da provincial, o cidadao que nao pagar I Seme-
ntante condiceao nao existe na referida innova-
cao do contrato ; porque o art. 21:Diz, o go-
verno nao se responsabilisa para com o cessiooa-
rio pelo pagamento do servico por eite feito, de
vendo correr o dito pagamento por conta dos par-
ticulares, com os quaes o cesskraano dever en-
tender se, excepto nos casos em que se trata das
repartieoes publicas.
Ajuize o respeilavel publico, o quanto previ-
iegiad;i empreza, porque previlegies desta or-
dem, 8omente sao concedidos em beneficio dos co-
fres pblicos, e nao a particulares.
Em vista de posturas da cmara mnnieipal,sobre
o asseio e limpeza da cidade, o cidadao hiria livre-
menie procurar e contratar com empreza, o ser-
vc i q e precisasse, como atontece empreza do
gaz.
A empreza em questo, a que mais lucros
tem de aufenr; porue tem os previlegios, de 30
airaos, e o de seus dinheiros enbrados pela the-
souraria provincial, e dos cefres da mesma rece-
ber a empreza ; terrenos cediios ou adorados pa-
ra as suas obras ; isengaa de impostos provin-
eiaes e municipaos. S3 mais mua houvera la
chegara.
Por cada um apparelho de latfiua, de 3.' jlas
se, o proprietario pagar SOOOO, de 2- cla-se
83O0O; e cada familia, que se servir ds um ap-
parelho pagar 27OOJ por anno, se servir H
dous pagar 52000, de tres COOOO, o passando
de tres, pagar tmenle mais 6j5.
Mais esta condieaoznh.n, estabelecida na inno-
vaba i do contracto : Se cinco annos depois da
conclusao dos trabalhos se verificar, que dentro
do piremetro tracado na planta nao podem ser
collocados dez mil apparelhos retribuidos, ter a
empreza o direito de exigir que a annaidade es-
tabelecida seja elevada na razao da differenra, e
por modo, que a retribuicao seja igual a dez mil
apparelhos I I
Em vista da innovaco do contracto, a empre-
za dependa de plantas, do una plano comp'eto das
obras, da sy.-lama acompanhado das respectivos
dezenhos, e deseripcoes antes da installacao das
obras, ludo apresentado presidencia; e b'em as
sim de regularaentos da mesma presidencia da
provincia, antes da empreza ter dado comeco aos
trabalhos. A plaa, planos e desenbos, pro-
vayel que tenham sido apresentados ; mas deviam
existir na municipalidade, para serem vistos pelos
cidadas. Os regularaentos, se existem n5o fo-
ram# publicados. Estes regulamentos devem ser
submettidos ao conhecimenta da assembla geral
legislativa, c ao governo imperial, para serem ou
nao aprovados, em vista do aviso circular do mi-
nisterio da Imperio, do 1 de outubro de 1859.
Tambem a innovaco da empreza, depende de
posturas municipaes, e par con^equencia sem os
referidos regulamentos nao tem lugar o corado
das obras.
A empreza agora pertenee a urna companhia
ingleza.
Silencio.....
Nao son escriptor desculpe se os erros, e etc.
Recife, 3 de maio de 1870.
Marcellino Jos Lopes.
r
Ictu 4o dia 13
2:0l5tfii
.2*.m
'tasas- **
USSUUJW fROVINCAL
(dem do di 43
. *7Jg, Psimo pfcndo, propostas part veada dos

51raV8*BiO
h
iji ilW ni mmsm
MffVIMENTO W PMrTO.
-------------1-----------1-----------------------------,-----------r^-~.------
Navio ntnadtt no Ha 13
klay (no Pero) -60 dias, barca ingleza Sttoercr/iig,
de 4*9 toneladas, eapita Coba, eqaipageui iS,
carga salitre ; a Saondart Brolhem 4 C Veio
refreaear.
Navios Mkidb* no mesmo dia.
Canal Brigue rrijcez Dfrtngnan, capltlo Le
Pavs ; CiTw*wt~
Rio da Pialafrigne norte*llemj Cemmendtur,
capitao Stear, irga aasojar.
nt s ha fa faer das compre|iens5es Ixlmo paswdo, princ/fltorao
dMenlin'N'Ma Pjn^au'i c (lumbe, no diaj^'10 "ndeuro. wdhr.h iam dfajfc. atfcilar
rta. 9 o ti
an iik-smo-Mz, ti o'VdNml* nn.% ler-
ic Jv' 1.) de }f.:i*if'-! to auno
EDITAES.
Faculdade de direito
do Eecife. ,
De ordera do E*m. Sr. copseiheiro director in-
terino se faz publica que o concurro para a sufes-
tituicii.) da vaga a que s tem de proceder nesta fa-
ruldado, ter principio no da terra-felra 17 do
Borraste, as IQ horas da maoua. Igualinenta e
bu publico que por deliberaco da congreg;ito
e approvado por S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia forum mudados as horas dao aulas do pri
meiro auno, a saber : das 7 as8 para a 2' cadei-
r (direito romano) e das 8 as V para a priraeira
(direiti natural).
Secretaria da faenlilade de direito do Recite 23
de maio de 1870.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
4.a seclo.Secretaria da presidencia de
Pernambuco, em 10 dam3io de 1870.
Edital.Por ota sitfretiria se faz pu-
blico para conliecimeoto de quem inleressar
possi em additamento ao edital de 6 do
do cornenie qn$, bavepdo. girado no dia
1'6 du abril prximo fioxlo, segundo prazo
marcado por edital de 23 de fevereiro do
corrente anno. para apresentar,5o de propos-
tas para abertura e canalisacSo do rio de
Goyanna nos termo* da lei n. 878 de 23 de
junhode 4860, sem que apparecessemon-
eurrentes, est a presidencia da provincia
aatorlsada pela lei b. 11 do 29 do abril
deste anno abaixo transcripta contrastar
coro as condic5es qu> jqlgar mais convenien-
tes a abertura e canalisacjio do sobredito rio,
afim de que os concurrentes presentera
suas -propostas no dia 21 do corrente ao
meio dia, deven lo estar presentes por si ou
por procurador para assistirem abertura
das mesmis prupostis oo referido dia e
hora.
LEI N. 911. .
O Dr. Francisco de Assts Pereira Rocba,
vice-presidcte da provincia de Pernambuco.
Paco saber a todos os seus habilantesique,
a assembla legislativa provincial decreton
e eu sancciooei a resolutaj seguinte :
Art. 1." Fica o presidente da provincia
autorisado contratar com as condic5es que
julgar mais convenientes, logo que; expire o
segundo prazo marcado pelo mwmo presi-
dente para execuco da lei provincial n.
878 de 23 de juho di 186!), abertura
canalisacao do rio Goyanna, gertUo bou-
ravos, Bazilio, pardo, com 26 aijeos dt
wade, carreire, vahado por ijOOftJOOO,
^CiS'Marda CMUPt' eom 43- a^<
por_ owwflO, Aquiaa, parda, coto 4 anaos
avallada p^r iQOmo, Danaiana, parde con
6 mezes de idade avaada por 1OO0OOO,
todos pertenoentes ao 4tlo eneapallado.
E cumprindo coaclulr-se as arrematages
do, as quaes foraaaltimamente approvadas
pojo governo: ^o igualmente saber aos
arreiBatantes n praso que dentro de 30 dias
contar de 15 de marco proxiao fqturo,
devera eHeg, para poderem obter u compe-
teptes cartas de arremataclo, prestar hipo
tlieca-conveocional, a qqai ser celebrada I
pocescriplura publica, e inscripta no lagar
da sitnartlo dos heos bypothecados, nos
termo da (upradita drde do thesooro,
exhibido os mesjnae afr(en|atantes presa-
mente, parante este jure os documentos
mwgw que pro*fi a itioneidde e
sfflnownart dos bene qne-We para farantia
dos valoces porque sao responsaveis e isto
seb pena de Scarem sem effcito asomes-
mas arremata*?5es.
Campre tambem que os arrematantes a
dinheiro, dentro do mesmo praso e sola a
mesma comaainacSo, recolham a estago
competente o restante do preco porque
compraran, as comprehensoes de qae se
achara de posie solicitando as respectivas
cartas de arrematarlo,
E para qje chegue ao cenhecimento de
todos niaodei passar o presente edita! que
ser pubfioado pela trppretisa eaffixadonos
lugares do costume, nem como as comar-
cas de Goianna e Itamb, e seus povoados.
Dado e pasef.do nesta eidade do Recife
de Pernambaco, aos 17 de fevereiro de
1870. ;Eu, Luiz Francisco Brrelo de Ai*
meida, escrivo o escrivi. Pagar auna!
400 rs. de sello.Luie de Attoeida.
bilio J(*>i Tacares do Silva.
CorntnV
-~Sk.
ro a.,norr do l'de, .
ser obserfd o dls^jtd ps circnlif %"1 de H .4'ianlKl HJutrijoll. titm^
Janeiro d..-.'e anno, a re--pta Ja rribrai^ dos KieliiK.-^.r de Venina ae-''
direitos da carne seeca (charnae) e do baeabau. ""-' A- lt
Alfandega de Pernambuco 11 de maio de 1870.
u inspector interino,
________l. de fi. Peg de Andrajo.
O Dr. f/ranefeeo de OrvaJho' Soarea
rauda, juii
de orphias do termo do Rfteife por Sua Ms|> s-
tad raco sabef aes que o presente edital Tiroaie*>
delle uoticia_>er*m, que na 1' prac* deste juizc. IJT
neral do exordio do impen-
der de Atemanha, Fredrl-
colf
Fre Elias -geral da ordera doe
raenore?, que sneceden a S.
Franci-co o instituidor da
mesma ordem
O acrsiemorde Sania Ma-
ra V: Padua.
.&

depois de afiliado e publicado este, ir de nove a
eraea de venda o terreno forairo, lo roa do
artholomeu da. fremeria do Santo Antonio, oom
153 palmos da frente e 93 de hado; pela mesma
WOtia da I;29**000 porque foi avali.ado, pre.;o
este que servir de base paca arrematofao, aeu>
do dito terMnopeflencenie aos bensdo floado Hen-
nque Jorge, e qne vai a praea de venda para com-
pleto pagamento das dores do feto nnade.
""do e pasaado oesta cidade do Recife, aos cin-
co das do me* de maio de mil oilofretrtos aten-
a, quadragaslmo cono da independeaeia e do im-
perio do Bril,
B Jlo Facundo da Sil va Guinaames. Esemao
o subscrevi. ,
Recife 5 de maio de 18M. Eslava, impreesa a es-
iSad *e,l ** *X> cora,e,flnltUWli DU-
Francitcfde Carvuiko Soarei Hiandao.
ESS-HHHHI
DECLARACOES.
Julgo conveniente declarar que nao fui
quem pirtio para Bordeaux pelo vapor
francez Amazone qne d'aqui segaio no dia
11 do corrente, como se pode ver lista dos
passageiros-desse vapor publicada na Hevis-
ta do Diario de Pernambuco de hontem ;
mas meu ilho Eduardo d'Aquino Fonseca,
que com sua familia, parti bordo do refe
rido vapor.
Recife 13 de maio de 1870.
Dr. Joaqulm d'Aquino Fonseca
COMMERCIO.
Sr. (jae
1961 qai
empre
csla u
anfalv
*>!!>>><>an mi-
de IS de juina dej i
PrlAI^ DO RECIFE 13 DE MAIO.
DE 1870.
AS 3 1/2 BOBAS DA TABDK
Algodao 1* sorte871 e 875 rs. por kil.
Descome desleirs 9 e 10 0/0 ao anno.
oncallo Jos Anonso,
Presidente.
Mesquita Jnior,
Secretario.
ALFANDEGa..
landimentodediaiall .
dem do dia 13 ......
311:4151108
50:4311296
561:8461704
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
olumesentrado comfazandas
dem dem com gneros
'olumee sabidos com laceadas
(dem idem coro gneros
184
203
----- 477
209
867
iore
, Descarregara hoje 14 de maio
Barca raacezaFidilete mercadorias.
Barca mgleaZeiora don-
BArca inkleuHeit-ttaferro e earvio.
Eacoaa inf liffi//^ farinha de trigo,
tn*a farinha de trigo.
dirigi ;i-M WuiHko ini<*ipa< do R^cifn^
! 'na- relativas-a
i lo lli, que nao
Contrato primitivo, que
Try 4fon~meceadorias.
Froes Freres.iafa.
--------OTA DE RENDAS INTERNAS UE-
,*AESDE PERNAMBUCO.
enmW6do di 2 13 23:888*341
e
ver quem queira contractar essa obra me-
diante as bases coudas na referida lei.
Art. 2. Qualquer contracto que baja de
ser celebrado por virtude da presente reso-
!uc3o, nao produzir efieito sem que seja ap-
provado pela assembla.
Art, 3. Ficam revogadas quaesquer re-
soluc5es em coutrario.
Mando por tanto a todas as autoridades
a juem o conheoirnento e execuco da pre-
sente resolufllo pertencer, que a cumpram
c facam cumprir Uto inteiramente como
nalla se contm.
O secretario interino da presidencia desta
provincia, a faca imprimir, publicar e cor-
rer.
Palacio da presidencia de Pernambuco
29 do abril de 1870, 49 da independencia
do imperio.
L. S.Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sellada e publicada a presente resolucao
nesla secretaria da presidencia de Pernam-
buco, aos 29 de abril de 1870.
O secretario interino.
Elias Frederico de Almeida e Aibuquerque.
O inspector interino da alfandega faz publico
que, ten do se de contratar o forneciraenlo dos ob-
jectos abaixo declarado para o expediente d'esta
repartidlo, a principiar do 1" de jullio a 30 de ju-
nho de 1870 a 1871. sao convidados os preten-
demos a apreseiitarera suas propostas em carta
fechada, acompanhada das respectivas amostras,
at o da 15 de junho prximo vindouro, a saber :
Para o expediente das seccoes.
Ara preta e azul, cadarco de algodao largo
ou estreilo, caetas para pennas, lapis pretos, ditos
de cores, obras pequeas e grandes cortadas,
papel de Hollanda pautado, dito dito liso, dita dito
greve branco, dito dito de lioho,' dito raata-borrao,
caivetes, raspadeiras, penas de seo, ditas do ave,
regoas de madeira, Unta preta, dita rxa, frasqui-
nli is de tinta carmina,
Para a guarda-maria.
Objectos :
Lonas, bros, bandeiras nacionaes d dous e
tres pannos, oleo de linhaca, tintas preparadas a
oleo^ ditas em p, bren, alcatro, verniz, fio de al-
godao, fijlos para limpar (jjrragens, piassava, es
u>pa, pregos de diferentes tamanbos, de cobre
ditos, graixa de sebo, cera era grume, cadarco es-
treilo, azarcao, taixas de bomba, cabos de dille
rentes qualidades e grossura?, azeite de carraato
e de coco, lanlernas ou phares, torqoetas de fer-
ro, correntes de diflerentes prossuras, ferros de
differentes tamanho3, remos de 12, 14 e 16 ps
louca de mesa e cosinha. '
Para o servico da capitana.
Livros,,em bronco para os armazens, azefte doce
paraos guindastes, tima rxo-terra em p, bro*
eflas para pinturas, vernii de carvao de pedra.
Alfandega de Pernambuco, 12 de maio de 1870.
O inspector interino,
_____________L. de C. Paes de Andrade.
0 Dr. Ablio Jos Tavares da Silva, offlcial
da Imperial ordem da Rosa, e juiz do*
feitos da fazenda nacional desta provin-
cia de Pernambucj), por S. M. Imperial e
Con tituicional a quem Oeus guarde, etc.
Faco saber que em virlade no art. 6e de
ordem do thesooro de 43 Je dezemlaro de
1869, em quanto nao tiverem destino ee
terrenos dapovoaco de Timbaba eComu-
tanga o da villa de Itamb, pertencentes ao
oncapellado de9te nome, serao elles arren-
dados em hasta pubhca, por espact) de S
annos na forma do art. 4o das iostruccoes
de 30 de dezemlaro de 1805, segando a
avaliac5o que previamente ter logar, deven-
do ser feita a mesma arrematado por lotes
na villa de Itamb a contar do da 18 de
marco prximo futuro em diante, e quanto
a corapreheesao denominada Carice.proce-
der-se-ba a soa divsSo em diver9d e me-i
ores lotes, segundo for mais coftrfenlej
aos iqteresses da fazenda, isto em Wrtude'
de aulorisacSo concedida pela presieici
de eonforraidade com o f 4o do art
das instrncSs citadas. n
Ontro sim na irremaMiflo qaft proiima-
UDr. Arnaioia Cori aluno Tavayes dos Santos,
juiz muaiciial da segunda vara do Crimo e ci-
vcl e proveior 4e t>>elUs c roaiduas, nesta ci-
dade do Recife de Pernmbaco eaeu termo por
Sua Magestade Imperial e Gonslilucional, que
licu- guai de.
Faco saber pelo presente que, Jorge Garland
Starr, na qualidade de lestamenteiro de Cbrist^-
vau Starr por seu advogado, n dirigi a petico
do ilieor seguinte :
Hlm. Sr. r. provedor de residuos.Diz Jorge
Garland Starr, primeiro lesuineateiro de Cbristo-
vao Starr, morador que foi nesta cidade, onde
possuia propriedades importantes, que leudo elle
fallecido as proximidades da capital da Inglater-
ra e havendo ajui chegado a infausta noticia de
seu falleci(i,enlo lio dia 27 de marco prximo pas-
sado, tendo deixado em mo do oprilicante o tes-
lamento junio por certidao revestido de todas as
solemnidades legaes, pretende o menino supplican-
te para dar exeeucao as diposii;oes testamenta-
rias daquello fallecido, proceder, o inventario de
toJa sua fazenda por este juizo da provedona, pa-
ra o que vem requerer a V. S. se digne admittir o
su>pliean!e a prestar o juramento do estylo e pro-
seguir nos termos ulteriores do mesmo' inventa-'
rio, citado o Dr. procurador fiscal da fazenda pro-
vincial.
E porque os legatarios entre os quaes o finado
testador destes beits, sua fazenda, alera do suppli-
cante e de sna (liba Maria Azenet, sao numero-
sos e residentes eaa diversos lugares da America
Ingleza nao sabidos, reqoer outro sim o suppli-
canle a V. S. que se digne de admitti-lo a justifi-
car a auzencia deases outros legatarios, afim de
serena citados por edito* com una prazo rasoavel,
nomeanlo-lhes um curador qa<; por elles assisia
aos termos deste inventario, at que se apresentem
os seus respectivos procuradores legalmenlo cons-
tituidos. Assim, pois, pede a V. S. deferimento.
Destribuida esta par dependencia ao escrivo,
era cujo carloiio se acha regi-trada o tesiameot
original so proceda na forma requerida. EH. M.
F.stava sellado com a re>pectiva estampilba.
Uecife, 11 de abril (fe 18C0.-O advogado, Dr.
Viccnie Pereira do Reg.
E nesta peticao dei o despacbo do tlieor se-
guiuto :
Como reqaer. Nomeio curador o Dr. Aminthaf
de Carvalho, e designe o escrivo dia e bora para
a jastiiicaco ruquerida.
Itecib, 12 de abril de 1860. Arminio Tavares.
Em virtnie deste meu despacli i fui feita a des-
tribuiQ.ao ao escrivo Domingos Nunes Ferreira, o
qualassignou o dia 29 de uuiil des|p auno, para
3 inqaericjo das testemunbas, as quaes sendo
apreseotoifas nes'.e dia pela supplieante dsbaixo
do juramento prestado no litro dos Santos Evan-
gelios, djpozerain canvenientemente acerca da
ausencia dis legatarios se^uiutes em diversos lu-
gares da America Ingleza nao sabidus: Maria Aze-
net, em Inglaterra. Todos os filhos de Anua Maria
do Albnckle (viuva Taylor) em Inglaterra. Todos
os sobrinhos residentes em territorio britannico
qne nao esteja ni sugeitos a estado algum estran-
geiro, que sejam fi'hos legilimos de irmos vivos ou
fallecidos do dito finado, constante do auto de in-
ventario e do respectivo testamento ; pelo que o
escrivo depois desellar e preparar os autos me
os fez conclusos, e nos quaes dei a sentenca do
theor seguinle :
Hei por justificada a auzencia dos supplicados,
alenla a prova produzida, o. mando que sejam os
meamos citado; por editos de C0 dias na forma re-
querida, pagas as cusas ex-causa.
Recife, 4 de maio de 1860.Arminio Coriolaho
Tavares dos Sanl as.
Em cumprimento desta sentenca o respectivo
escrivo qae este subscrtveu, fez passar o presen-
te edital com o prazo de sessenta dias, pelo qua I
e seu theor, chamo, cito e hei por cilados aos re-
feridos berdeiros auzentts do dito Christovao Starr,
para que dentro do dito prazo eomparecara por si
ou seus procuradores ante este juizo, alegando e
provando o que for a bem de seus direitos e jus-
tica sob pena de revelia.
E para que chegue ao conhecimento de todos
manei passar o pre-enle, que ser alisado nos
lugares docostume c publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
ntimbuco, aos 9 de maio de 1870.
Eu Domingos Nunes Ferreira, escrivo subs-
revi.
Arminw Coriolano Tavares dos Santos.
Jos F ancisco Pires, offlcial da imperial ordem
ds Rosa, tenente-corinel eommandante do 4o
batalhao de infantaria da guarda nacional do
municipio do Recife etc.
Paco saber que, em virtude da loi n. 602 de 19
de setembro de 1850, e d que dispoe o decreto n
1130 de 12 de marco de 185J, tem de reuajr-se
no dia 15 do corrente os conselhos de revisao da
qualifieacio dos guardas nacionaes das freguezias
do Poco da Panelta e Varzea, os quaes fuoficwna
riy nos consistorios das igrejas matrizeg darme*
mas freguezias; dando principio a seus trabalhos
as 9 horas da manhaa do referida dia.
E para qae chegue ao conhecimento dos inte-
ressados, mandei passar o presente, que vai u
mira assignado, e sellado com o sello das armas
iitiperiaes.
Quartel do coramando do 4o bataiho de inbata-
ria da trnarda mcienal do mimicioio do Recife 6
He maio de 1870.
Jos Francisco PireaaaV '
___________Teneme-cji-on 4 goainaandaot.
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em praca nos dias 13,16 c 18 do corrate.
para sere.u-aajieniaudos por quem maior p
oft-recor os alaguis do* talhos do acoaguo publi-
co da ribeira da frogueita de S. Jos ns. 10 11,
12 e 13.
Os pretenden!* dnverlo so habilitar na forma
da l*i para poderen: rltir no T-nn i:i"iv
Paco da eaanra mumbipal do Recite .11 de maio
de 487.1
BonH-Joi .la Gaeta Jnior,
.___ -i'reajdoBtt.
fc Augusto S. ch' FllBeiredo,
Offl'il-maior serv ido de sorratar/lo.
.merino-.! i frt biieo
Obras publicas.
De ordem do Hku. Sr. engenlieiro, ehefe da re-
partitao das obra* publicas, se convida as pessoa*
que quizerem execntar a obra de pintura das por-
tas e^aixilbos da frente do edificio do Oj mnasi,
i oompareeorem jiesta reparticao cora suas pro
postas em carta fechada no da 23 do Corrente,
padendo os pretendentes examinarem previamente
a obra e as eondtriles da execocSo.
Secretaria das obras publica* jl de maio de
1870.
O secrotarro,
______________Feticiano Rodrigue da Silva.
Pedrolaigo, seu ajndante
Ignaciodem
O cardealenviado por grego-
ri IX a visitar o convento dos
frsrtriseanos
Martlm de BuIhOes, pai de froi
Antonio, ompiegado na casa
dos senbores reis de Portugal
Leonardorapas do povo
BertliaSua niae
MarietePaduana rica
Oliviasua lirtia
ClemntmaDonzella pobre de
Veroni
Mareo Anrellovendedor de co*
nies'.iveis
Aorett.
Sornt.
Airosa.
Freitas.
EmHiaao.
Azefodo.
Fdiia>do.
D.OIyaapia
ft ase
D. Hara.
Baha.
de compras navacs
O conselho promove no dia 16 do corrente mes:
vista de proposta recebidaa at as II hars da
manhaa, a compra sob as condjeoes do estylo, dos
objectos do material da armada "seguimos : 20 al-
motolias de folba para azeite. 12 caxrinhos de mao.
120 brabas de corrente de ferro de 1|2 polegada
reforcada, 6 foles mgUzes tendo cada um 8 ps de
comprimento o 6 de largo, 20 lene, es de ferro de
1|4 degrossura, 6 |>* de comprimentoe4 ae lar
go, 2 oculesde alcance, 12 podras de amolar de 3
ps dediametro e ti a $ polegadas de grossura, 4
arrobas da plvora fin, 100 pratos travessos de
folha, 600 remos de faia, 10 dvzias de taboas de
pinho de rezina de i laolegadas, 10 dnzias de ta-
boas de pao carga de 1 polegada, 2 pecas de tape-
te, 1,000 lijlos de ogo, 6 vergonteas de pinho pa-
ra paos de cutello. tendo de eoroprimento 35 ps
grossura no meio1 7 polegadas de dimetro-, e 6
vergonteas-de pinho paw mastros de escaleres,
tendo de comprimento io ps e grossura no meio
6 112 polegadas de dimetro.
Tambem o concho no mencionado dia e par
ig'.rd forma contrata os' s;rvicos de barbeiro
enfermaria-de marinha no crreme trimeslro, e c
fornecimento- duranle elle aos navios de armada e
estabelecimentos de marinha, de velas steariuas de
8 cm libra proprlas para lanternas.
Sala das-sessoes do conselho de compras "navaes
10 de maio de 1870.
O secretario,
__________Alexandre Rodrigues dos Anjoe.
Juizo dos feitos dafazeuda
nacional.
De ordem do llitii. Sr. Dr. juiz dos feitos
da fazenda desta provincia faco publico que
as arrematarles e mais diligencias relativas
ao extincto encapelado de Itamb, annuncia-
das nos editaes afinados em 13 de dezem-
bro do anno passado e em 17 de fevereiro
do correte, publicados no Diario de Per-
nambuco de 19 do dito mez e anno, e que
em virtude do-aanuncio inserto no Diario
de 17 do marco ultimo foram adiadas, teo
lugar agora do dia 17 do corrente cm
diante as comarcas de Goyanna e Itamb,
e bem assim que o prazo de 30 diasmirca-
dos no segundo daqoelles editaes aos res-
pectivos arrematantes para solicitare! suas
cartas de arremalaco se contar du referi-
do dia 17 do corrente 17 de junho pr-
ximo Nindouro, sob a mesma pena j com-
min.ida de nullidade das arrema taces cele-
bradas, aOm de que possam recolber as co-
fre da Ihesourtria a importancia das mesmas
arrematacoes em dinlieire, ou em letras,
devendo os arrematantes a prazo assigna-
rem previamente as escripturas de hypo-
theca dos bens coiri que pretendem garan-
tir a soa responsabilidade.
Recife, 4 da maio de 1870.
O escrivDo,
Luiz Francisco Jarreto de, Almeida.
Santa casa da misericordia
do Recife
Pela secretaria da santa casa de misericordia do
Recife se faz pnblico que acha-se vago o lugar de
enfermeiro do collegio dos orphos, e que por cou-
segrate os pretendentes juelle lugar deverac
dirigir suas peticoes lilma. junta em sesso do
dia 19 do corrate.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife 13 de maio de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigaesde Souza.
Religiosos menores, gnerrefro?, comitiva d>car-
deal, povo de Padua e Verona, senlinelias, frades
etc.
O scenarip inteirameote 9ovo e exeautadu
pelo babiliino sccnotrapBO a Sr. Adolpho Sal-
danha.
O- machinismo, accesorios a todas as peejw dk
'.rr.nformacoes, foram preparados convenienle*-
meute pelo Sr. Mano i Tavarej y^^ v,r^
O vestuario foi confiado ao Sr. Julta 4a7r
Ferreira.
A msica ensaiada pelo Sf. Culis FrUto.
A direeco, proeurand 1 iodos os meioa a seor
alcance, alira do ilustrado publico derla capital,
poder sem grande dispendio gozar os espectcu-
lo- no Gymnasto dramtico, mormente agora qu
a eompaahia se acha reforcada com artistas da
reeonhesido mrito, resolve, durante 03 aa***
do invern, estabelicer os pretos dos bffhetes do
modo seguinte 1
O.marote co:n6 entrada* 11*000
Cadeiras 2^000
Plato* i#ooo
AVISO ESPBOAL.
As pessoas que morarem po llocie e em (oda
a linha frrea at Apipucos, quando comprarem
bilh-.tos de camarote, ou cadetra, a diieccao Ibes
dar patsagem gratis em wagn, antes e depois
do espectculo.
_N. B.Os bilhetes acham-se desde J, na su-
?*> do Recife, na casa d. 3u ra Bella, oo ao
tlieatro.
Avisd
Nao se tendo p adido prompMicar todo o scena
rio, vestuario e accesorios, indispeBsaveis para a
boa execuco do drama sacro t Hihjres fe
Sanio Antonio, a direeco jnlgou prudente traats-
ferir a 1* representacao do mesmo para qnartt-
fera t do correte, afim de cnmpnr flelnwnte o
programm annunciado.
Admiulstra^o dos eorreos de
Pernambuco 14 de naalode
is?o.
Malas velos vapores Manduh e Potengi da com-
panhia Pernambueana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
lelos vapores cima mencionados, para os port
do sul at Aracaju, e para os do norte at a Gran-
ja, ser rccebida pela maneira seguinte :
Uassos do jornaes, impressos de qualquer natu-
reza e carias a registrar at as 2 hars da tarde ;
cartas ordinarias at 3 horas da tarde, e eslas al
3 l| pagando porte duplo
O administrador,
Affonsodo Reg Barro*.
Ilelaeo das cartas registradas procedentes do sul
e norte do imperio existentes na reparticao do
correio em lj, de maio de 1870.
Antonio F. Rodrigues de Andrade, Antonio Lo-
pes Braga, Benjamim Constancio de Moura, Caro-
lina C a Gama L Pires, Feliciana Maria do Reg,
Felippe Thiago B. Gdinho (l), Francisco da Cu-
nha Castello Branco, Francisco da Costa Maia, Je-
zumo Augusto dos Santos Mello, Jos Carlos C.
Mchalo, Josepha Maria da Conceicao, Lniz de
Alineada Ara ojo Civalcanii, ioao Pereira Reg,
LuizE. Rodrigue^ Vianna. Manuella, Manoel Fer
reir da Silva, Maria de Albaqnerque H. Cavalcan-
ti, Mathias Leal de Lemos, Roiendo Martins de
Lima, Virginia Femandes Ferreira.
O encarregado do registro,
Manoel dos Passos Miranda.
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
(No Moateiro)
SOB A BmEOfiAO BO ARTISTA
mmmi
tnna:>t-t.f'^ra Mmrrente.
Representar wi. com todo 0 esmero poaaivel,
o ap|iaratoso
em 3 acto e .
."mpido de u\i**formac3es e visualidades inti
tilladu
> .IHUEHISHl
OU
faiidegas, peladreton..WW a>df, abril prta-1 yS j.LAuKIiN lljfc iS. A'llMlU
CIRCO
!0
PAViLHAO DE S. ISABEL
COMPANHIA
EQl'ESm GIMNSTICA E A'iOBIHKi
DIRECTOR
D. Marcos Casali.
VARIADA Fli.\O;A0
ftabbado 14do en .-rente.
As oito b ras en ponto.
PROGHAMMA.
1." lima linda valsa, fbgf.da so pislao, toca-
da por Luiz.
2." Voltcio sobre o cavaito motea, pelo artista
Juania.
3." Exercicios sobre um cavallo em os o, pelo
artista Vicente
4. Escolbido intermedio pelos clowos.
5." Paulo c Virginia, pela senhorita Anna e a
Sr. Lniz, sobre dous cavlos.
6.* A percha anel, pelas equilihristras Tesari e
Vicente.
7." Mi. e Madama Denis, scena Jocoaa, pelos ar-
tistas Luiz, Cesar c. Aldabo, sob: e dous ca val los.
Inlervallo de 30 minutos.
8. O desafio dos volteadores sobre a batuda
americana, por Cesar, Aldabo, Luiz, Vicente e
Juanir.
9." A jardinera florista, scena pastoril pela me-
nina Juanita, sobre um eavallo.
^ 10. A barra lixa, exercicios de agilidaJe, por
Cesar, Aldabo, Vicente e Juanin.
II. Urna nova pantomima intitulada : Os tres
amantes burlados.
As
Domingo 15 de maio
lanas escolla idas fnneees
4 {[-2. ib tarde e as 8 1|2 da noute-
Espscticulo de domingo
s 4 l\-2 da tarde.
PROGUA.MMA.
!. Syrnpuoia.
2. P la primeira vez as voltas dso antpodas
peio artista Vicente, sobre um cavallo
3. 0 galio o a gallinha, pelo artista Aldabo e o
palltaco.
4. Sulivan, cavallo amestrado, apresentado pela
primeira vez pelo director.
6> Evolueoss equestres, pela menina Juanita,
de 7 annos, sobre um cavallo.
6.* G trapalo, pelo gyninasta Vicente.
7." Mr. Ronolele e Pascars scena jocosa e bur-
lesca exeeulada pelos artistas Luiz, Cesar e Vi-
cente.-sobre 3 caval os.
Intervallo do 30 minutos.
8.' O desafio dos saltadores, sobre a batuda
amerioana, pelos artistas Cesar, Aldabo, Luiz, Vi-
cente e Juanin.
9.* Volteio rpido, pela seohorita Anna.
10. O triplo (rapezio, pelos gymnasias Allano,
Cesar e Vicente.
11 Os Toneiros de Saint Clous, com tranatorma.-
coes.
N 11.As 8 1|2 da noute haver o mesmo es-
pectculo.
Os bilhetes de camarotes, cadairas e plateas
vendera-se no mesmo circo.
PKKC'OS
Camarotes com 6 entradas........ tlJOOO
Cadeiras....................... 2*000
Cadeiras avulsas para senhora..... 1*000
Geraesi......................... 1*000
N. B.As portas do circo abrem-se s 7 ho-
ras da noute, daudu-sc principio s oito eu
ponto.
AVISO
Os senbores que quuerem, poderlo star ca-
berlos nos seas camarotes.
Todas as guaras-feiras, sabbados e domingos,
haver funecao no circo.

AVISOS MARTIMAS.
Coiupanhtft aunerleana e nrnil-
letra de paquetea a vapnr.
Al o dia 15 do correte esparado i ilww-
York por S. Thonuz o Para, o vapor a ajano
Merrimack, o qual depois da demora seguir para os portos do sul, pata frotes ani-
sagens tram-sa eom o agentas Hanry TjJflpar a
drama sacro de exaude espectaculq, r ra do Commereip n. 8,
4 qn idro?, ornado de msica, e en^ '"-*----"-* -^
Paraor>rto
Val sabir a galera porwgoeza
qual eommandante o maita oaan
udo oapitio MaadioaM da OHwira, i
ga apassageh JfW
Carvalho & Nogoeira, aa nado Apoft o. 10, Ott.
toca o meea capitao.



de PernanW Sabbado 14 4t Maio de 1870;

l>
por vapor.
COMPANHIA PERNAMBUGANA
Mt
eostelra
Goiaana.
f(|b O vapcr Parakyba, seguir par t
porto cima no dia 16 do crranle.
dH Btf as 9 horas da noite.
ReaSecarga, eneoramendas, passageiros e di
aketro a frete no escriptorio do Forte do Mattos
a. II_________________________
Para o Porto e Lis-
boa
Patacho portugaei Seixat l acha-se pjoposto e
recabe carga' a frete : quem uo mesmo quizer
carnear ou ir de passagem, dirija-se aos consig-
natarios Tbomaz de Aquino Fonscca k C, na ra
do Vifario n. 19, ! andar. _____________
Para'
O Drigue portuguez Cotele satura com brevida-
de, para o resto da carga trata-se na ra do Vi-
fario n. 11, 1* andar.
LEILOES.
LEIO
do brigue Augusto transferido para 14 do
correte.
Em consecuencia da inesperada chegada no dia
tt 4o vapor francez do sul em viagem para a
Europa, Ucmi transferido o leilao do dito brigue
norte allemo para
MOJE.
ao meio dia em ponto, quando sera effectuado por
intervencao do agente Oliveira e eonta e risco de
En pertencer, no lugar anteriormente desgna-
lo grande salo de entrada da Asso.'iaco
mercial desta praca.
De viobo Borde hjx e vinho do Porto uno
(em continuado.)
HOJE 14 DE MAIO AO MEIO DIA.
Por intervengo do agente Pinto no armazem
da roa d> Cadeia n. 6.
LEILAO
De duas caixas com borzegoins e botinas
para senhoras.
SABBADO 14 DE MAIO AO MEIO DIA.
Por intervencao do ageute Pinto.J
No armaz'm la ra da Cadeia n. 6.
LEILAO
a aruinco. gneros e malsper-
Ceacca existentes na taberna
sita na na Anguila n. 1.
Segundr-feira 15 do correte.
O asente Pestaa legalmente autorizado far
leilao dos gneros, armario e mais utencilios exis-
tentes na taberna da ra Augusta n. 1,'garante-se
a chave a quera comprar, lem poucos fundos e
excellente freguezia, o balanco acha-se em mao
lo agente e o leilao ter lugar segunda-feira 16
do corrente as 11 horas da minqa na mesma
taberna.
DE DIVIDAS.
O agente Martins competentemente autorisado
pelo liquidante da Caixa Filial do Banco do Brasil
far leilao, n) dia 16 do corrente, as 11 horas do
dia das dividas adianto descriptas, oes-anda desde
o momento da arreraataea toda e qualjuer res-
ponsabili lale da dita caixa. As dividas serlo ar-
rematadas juntas ou ?eparadamen:e conforme a
vontade dos nrviendenles.
O leilao ter lugar no predio aonde foi a Asso-
eaeo Commoreial, defroute do Corpo Santo.
Joo Paulo de S> uza, Joo Theo-
tooio Bezerra, Silverio Joaquim Mar-
tins dos Santos.
Manoel los Ferreira Gosmio,
Faustino Jos Gomes da Silva Rfgo,
Joo Paulo de Souza.
Manoel Jos Ferreira Gusmo, An-
tonio Jos Ferreira Jnior, J jao Pau-
lo de Souza.
Joao Paulo de Souza, Manoel Kay-
mundo Penna Forte, Thom Joaquim
Mascarenhas Ramo?.
Joao Paulo de Souza, Tliom Joa-
quim Mascarenhas Ramos.
Joao Paulo de Souza, Jorge Fer-
reira Fernandes de Siqueira, Manoel
Jos Leite
Joao Paulo d Souza, Thom Joa-
auim Mascarenhas Ramos, Manoel
Jos Leite.
Antonio Pereira da Silva, Joao Ca-
zemiro da Silva Machado, Manoel
Zeferino Das Barrete
Joao Felippe dos Santos, Ignacio
Nery_ Ferreira.
Joao Cazemiro da Silva Machado,
Antonio Justiniano PaesBarreto, Ma-
noel Zeferino Di as Barreto.
Gamitto k C.. Joaquim Jos Bap-
tista, Joaquim Ferreira de Souza.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, JoSo Paulo de
Souza.
Siqueira & Pereira, Jos Francisco
Pereira da Silva, Candido Pereira
Monteiro.
Andr Alves da Fonseca,
Siqueira 4 Pereira
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Joao Paulo de
Soma.
Siqueira & Pereira, Jos Luiz Pe-
reira, Candido Pereira Monteiro.
* Siqueira & Pereira, Joo Gomes de
Alneida.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Jos Soares
Pinto Correa.
Francisco Cavalcant de Albuquer-
que, Candido Pereira Monteiro.
Ventura Pereira Penna, Joaquim
Jos dos Santos Andrade.
Siqueira e Pereira.
Skjueira 4 Pereira, Raymnndo de
Aojo Lima.
Siqueira 4 Pereira, Candido Perei-
ra Monteiro.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Joo Paulo de
Souza, Jos Soares Pinto Correa.
Jos Luiz Pereira, Sigueira 4 Pe-
reira, 'andido Pereira Monteiro.
Siqueira 4 Pereira, Antonia de
Brito Lyra.
Teixeira 4 Leo, Candido Pereira
Monteiro.
Andr Alves da*Fonse;a,
Siqueira 4 Pereira.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonsec Coutinho.
Jos Luiz Pereira.
Siqueira 4 Pereira.
. Gamillo 4 C, Ignaaio de S Lopes
Fernandes, Joaquim Ferreira de
Sama.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Be (armio Al-
ves Arouxa, Francisco Xavier da
Fonseca Coutinho.
Jos Luiz Pereira, Narciso Mara
Carneiro, Candido Pereira Monteiro.
Jos* FrancicoPareira da Silta, Jo-
s Luiz Pereira, Candi*) Pereira
a**
Joan Luiz Pereira, Xarcizo Mara
Carneiro, Candido Pereira Monteiro.
Mana filuda de Joaquim Lacio
Mentar* da Frnnoa, Francisco Xa-
vier da Fonseca Coatinho. 2:000*000]
fallida de Joaquim Lacio -
Monteiro da Franca, Belarmino Al*
ves Arouxa'.
Matea fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coatinho.
Jos Luiz Pereira.
Ignacio Nery da Fonseca, JoSe
Francisco de Barros.
Justino Antonio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Jordio Jos de
Oliveira. Joo Fernandos Baptista.
Joaquim Pereira da Silva Santos
Manoel de Almeida Nogueira, Justi-
no Antonio Pinto;Fortunato Jos Fer-
nandos Pereira.
Joao Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, JordSo Jo-
s de Oliveira, Justino Antonio Pinto
Justino Antonio Pinto, Joao Fer-
nandos Baptista, Jordio Jos de Oli-
veira.
Joao Fernandes Baptista, Jos Fer-
reira da Costa, Justino Antonio Pin-
to, JordSo Jos de Oliveira.
Joo Fernandes B < ptista, Joao Vic-
torino das Neves, Justino Antonio
Pinto, Jordio Jos de Oliveira. >
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Justino
Antonio Pinto, Jordo Jos de Oli-
veira.
Joo Fernandes Baptista, Francisco
da Silva Ferreira, Justino Antonio
Pinto, Jordo Jos de Oliveira.
Joo Fernandes Baptista, Ismael
Ciernen ti no dos Santos, Jordo Jos
de Oliveira, Justino Antonio Pinto.
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordio Jo-
s de Oliv-ira, Justino Antonio Pinto
Antonio de Atevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernandes Baptista, Justi-
no Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Paria, Joo Fernandes Baptista
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Baptista Alves, Joaquim Pereira da
Silva Santos, Justino Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Joo Fernan-
des Baptista, Manoel Jos de Paria.
J. P. Adour 4 C, Francisco Jos
Rodrigues Bastos.
J. P. Adour 4 C, Brito 4 C.
J. P. Adour 4 C, viuva Das Pe-
reira 4 Avellar.
Eduardo Adour, viuva Das Pe-
reira Avellar.
Antonio de Azevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernandes Baptista, Justi-
no Antonio Pinto,
Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Paria, Joo Fernandes Baptista
Joo Femandes Baptista, Joaquim
da Silva Ramos, Joaqnim Pereira da
Silva Santos, Justino Antonio Pinto.
Joaquim Pereira da Silva Santos,
Justino Antonio Pinto, Fortunato Jo-
s Fernandes Pereira.
J. P. Adour 4 C, Brito 4 C.
J. P. Adour 4 C, Francisco An-
tonio do Reg Mello.
J. P. Adeur 4 C., Ribeiro 4 Lobo.
Eduardo Adour 4 C, E. Broas-
son sse 4 G.
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Antonio Jor-
ge Guerra.
Machado 4 Souza, Cardozo 4 Sou-
'3, Antonio Joaquim Machado Bran-
do.
Machado 4 Souza. Antonio Joa-
quim Machado Brando.
Jos Victorino de Paiva, Silvestre
Lins do Barros, J. P. Adour 4 C.
Antonio Jorge Guerra, Jos Fer-
nandes Vieira de Mello, Jos de
Aquino Fonseca
Silvestre Pereira da Silva Guima-
raes, Jos Francisco Correa da Sil-
va, Bernardo Jos de Barros
Machado 4 Souza, Francisco Jos
Correa Marques, Cardoso 4 Soma
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando
Machado 4 Souza, Jos Duarte
Coatinho
Machado 4 Souza, Estanislao Dan-
tas Galera
Machado & Souza, Francisco Jus
Correa Marques, Jos Antonio Pinto
da Costa
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Jos Anto-
nio Pinto da Costa
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Ma.-hado Brando
Manoel Peres Campello Jacome da
Gama
Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos
Antonio Jos Moreira Pontes, Gui-
Iherme Jorge dos Santos Passos Ju-
BJor, Manoel Joaquim Dias de Castro
Ainorim, Fragoso, Santos 4 C.
Antonio Jos Moreira Pontes, Pe-
dro Martinho dos Santos Jnior,
Custodio Ferreira Moutinho, Ma-
cel Joaquim Dias de Castro.
Augusto Pinto de Lemos 4 C,
Bastos 4 Lemos
Francisco Alves de Pinho
Viuva Amorim 4 Filho, Guilher-
me Car va 11 o 4 C.
Seve, Filhos 4 C.
Joaquim Francisco de Mello San-
tos, Guilherme Carvalho 4 C.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C,
Antonio Rufino Aranha
Guilherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C.
Bastos 4 Lemos, Bernardo Jos de
Barros.
Manoel Ferreira Pinheiro e Silva,
Cutodio Ferreira Moutinho, Manoel
Joaquim Dias de Castro.
Guilherme Carvalho' 4 C, Joa-
quim Francisco de Mello Santos
Custodio Ferreira dos Santos J-
nior, Custodio Ferreira Moutinho,
Manoel Joaquim Dias de Castro.
Joaquim Francisco de Mello San-
tos, Travasso Janior 4 C
Viuva Aranawn 4 Filho, Jravasso
i:7fJ812 -Jnior 4 CSSGuilherme Carvalho
4 C.
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
jnior 4 C
Travasso Jnior 4 C, Guilherme
Carvalho 4 C, viuva Amorim 4 Filho
Amorim. fragoso, Santos 4 C.
Bastos 4 Lemos.
Seve, Filhos 4 C.
Francisco Alves de Pinho.
Guilherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
BSeve, Filhos 4 C.
Guilherme, Carvalho 4 C, Bernar-
dino Domingues Moreira, Amorim,
Fragoso Santos 4 C
Guilherme, Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
Bastos 4 Lemos.
Angosto Pinto de Lemos 4 C,
Domingos Jos Dias de Oliveira, Jos
Joaquim de Souza.
Viuva Amorim 4 Filho, Goilhei*
me Carvalho & C.
Viava Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C.
Seve, Filhos 4 C.
Antonio Jos Moreira Pontes, Tra-
jano Xavier Pinheiro Jnior, Manoel
Joaquim Dias de Castro.
Queiroj 4 C. (tocios- da extincta
Arma de Brito, Qaeiroz 4 C.)
Bastos 4 Lemos.
Travasso Janior 4 C-, Guilherme
Carvalho 4 C -
Viuva Amorim 4 Filho.
Viava Amorim 4 Filho, Guilherme
Carvalho 4 C.
Joaquim Francisco de Mello San-
tos. Lacidato P<|*ira Lima, viuva
Amorim 4 Filho.
Amorim, Frtge Santos 4 C.
Guiraerme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior & C.
Joaqnim Francisco \ de Mello San-
tos, Lindolpho Gome de tVW, viu-
vAiujimPln.
906932
918*083
82o793
L&jTJgOo
3:06.0*370
!:26l*i7i
1:443*302
2:986*100
250*000
3:500*000
l:i00*000
i:644*oOO
1:738*500
1:467*287
2:121*7000
1:730*700
832*510
155*020
1:681*331
2:313*932
2:142*000
286*823
1:799*300
1:792*631
1:689*700
8044368
420*000
1:431*278
6:112*800
1:932*293
704*438
1:366*000
1:330*000
2:000*000
i: 737*|0|
2:67*1500
9:77*SO0
foaior 4 C.
viltw 4 C
frwia
1:100*065
1:391*191
1:130*813
15:000*006
4:782*740
164*640
378*310
1:884*800
580*616
911*056
1:195*370
683*720
781*100
378*310
" 875*130
1:075*000
1:128*720
1:712*300
583*164
645*780
. 726*660
2:381*030
875*150
1:108*300
1:087*105
1:308*400
1:435*960
253*488
2:032*740
1:799*830
1:698*323
2:3973450
1:973*318
1:000*060
3:521*460
471*220
4:527*847
1:871*130
1:735*100
727*890
I:630*00
1:983*310
736*900
819*664
113*177
972533
6:107*28
Viava Amorim 4 Filhe,flailherme,
Carvall 4 C. 1:441*500
Travasso Janior 4 C, vfava Amo-
rim Fimo. 984*000
Roslron Boocker 4 C*Hfuel Vie^
ra de Mello. 1:247*160
Roston Roocker 4 C. 771*710
Martinho de OMveirn Sorgos, las
Antonio Alvos de Carvalho. 618*131
Jos Joaquim Lopes de Almeida. 11:639*060
Uuriano Jos de Barros. 38*860
Sebaatiio ios* da Silva. \ 3:024*963
Viuva Amorim 4 Filho,GottnarSea
4 C (socios da extincta Arma de Da-
niel, Guimares4 CJ 17:824*831
Guimares & C. (socio da extincta
Arma de Daniel, Guimares 4 C.) 1:037*000
Amorim, Eragoso, Santos 4 C,
Guimaries 4 C. (socios da extincta
Arma de Daniel, Guimares 4 C 6:336*017
Amorim, Fragoso, Santos 4 C. 162:640*356
Domingos Francisco Tarares.- 432:154*314
Claudio Dofeeox principa^ "juros e
cusas da flanea ao ex thesoureiro
Tavare?. 11:277*310
Jos Velloso Soares o mesmo con-
forme teimt.)____________________8:lg9*410
LEILAO
de fazendas geraes.
A 16 do correte.
O agette Oliveira far leilao por ordem dos Srs.
Firreira 4 Matlieu de grande variedads de fa-
zends, sendo remanescentes da extincta Arma drt
Srs. Lopes 4 Oliveira, e outros, as mais proprias
do mercado.
Segundi-feira
as 10 horas da manha, no armazem dos referi-
do* Srs. Ferreira 4 Matheus, ru da Cadeia.
LEILAO
De pianos, movis, lerragen e velocipedes.
(i:m continuado.)
A saber:
Dous pianos fortes e de 3 eerdas, caixas com to-
nicopara cabello, ps,machados, prego, velo-
cipedes, e-deiras de pao, ditas de palbioha e
outros artigos.
Terca feira 17 de mato.
Por intervencao do ageite Pinto no armazem da
rus Novan. 9.
Principiar as 10 hora?.__________________
LEILAO
-V. Danhesser estabeiecido com casa de penho-
res na travessa da travessa da ra das Cruzes n.
2, far leiloterca-feira 17 do corrente no mesmo
referido sjbrado, por intervenrao ao agente Ma
tin?, os objecto dados em lenhores iob a? cau-
telas n. 20, 37, 72, 96, 124, 123, 139,137, 180,
199, 202, 214,30, 242, 239, 279. 281, 296, 300,
344, 337, 364,374, 376, 378, 411, 422, 427, 440,
460,463, 482, 484, 510, 7 A, 8 A, 18 A, 23 A, 26
A, 35 A. 38 A, 63 A, 99 A, 103 A, 104 A, 105 A.
As pessoas que quizerem resgatar ou reformar
seus penbores vencidos pagando o respectivo juro
poderao laze-lo al a hora do ieilo.
LEIL.10
667*442
1:334*300
2:021*250
984*000
1:708*300
6:213*251
1:200*000
3:021*200
341S215
1:771*000
3:627*400
461*328
1:848*000
r*:730*000
De urna mobllia de Jacaranda com 1 sof, 1 mesa
redonda, 2 consolos, 2 cadeiras de bracos e 12
de guarnico, 1 espelho oval dourado, 1 cande-
ladro, 1 guarda louca, diflerentes jarres para
Aore, louca, vidros, e ouiros objectos existen-
tes no
Segundo andar do sobrado da ra do
Apollo n. 25.
Ojusuta-felra 18 de malo a* 11
horas en ponto.
Por intervencao do agente P nto, por conta e
ordem de urna pe saa que retira-se desta cidaie.
-------*^
Das casas terreas da ra da Santa Cruz
ns. 6i e 66 e Cotovelo n. 2, edicadas
em chSos proprios, coui grande quintal
murado, sendo que os fundos das pri-
melras dSo para os fundos da casa da
ra do Cotovelo, com portao,
Quinta-feira 19 de maio
O agente Pinto legalmente autorisado far lei-
lao das casas cima mencionadas em um ou mais
lotes, as qnaes se tornara recommendad.is por
serem edificadas em boas ras, chaos proprios
e por ter urna deltas grande soto ; o Ieilo ser
effectuado as 11 horas do dia cima dito* no es-
criptorio do referido agente.
AVISOS DIVERSOS.
Mudanqa.
0 Dr. Carolino Fraaeisco de Lima Santos mu-
doa saa residencia e con? ultorio para ra do
imperador n. 57, 2 andar do sobrado cujo arma-
sem conserva anda boje o nome de Alianca,
'.endo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
Setembro, o mesmo numero 37, da frente. Ah,
continuando o dito Dr. no. exercicio de soa pro-
3sso de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da noute.
486*691
10:099*700
243*725
4:851*000
12:118*000
721*975
918*792
1:617*000
610*803
Aluga->e urn escravo eosinheiro e copeiro
720*000 loem precisar dirija-se a praca da Bo-vista nu
.mero 8.
Quem tiver litio no niaiio de 6 do corrente
' nm annuncio dirigido ;i meo irnio Salvador, ns
tando pela publieariiu de um escripto de mea pu-
1 nho, que elle diz e prop.la compor-se de sarcas
mus t diatribes contra quem se dirigia, e tiver hdo
a resposla que por elle foi dada no Diario de 7,
ver que tegiversou do quanlo aqu foi procurado
para lancar-se no campo das invectivas, e para
flu diverso, cora todas as suas uieiras e vizeiras
armas de falsidades, tendo em mira qne ao raiar
de nm bello dia Ihe viesse a servir de adendo este
composto de odiosidades, que o melhor dos escre
venles flzera conter no curto espaco de um ridi-
culo annuncio...
O nome de um velho pai, como diz, trazido as
sim to fra de proposito e neste nnofilcioso an-
nuncio, da a mais completa idea do moco filho,
que por tal modo qniz ver em letra redonda o
nome que tanto devia respeitar.
.Nao diremos mais cousa algama sobre seme-
lhaute assump o, aguardamos para a publicaco
da carta, queremos ver, se com effeito ella :on-
tm, o que diz esse predilecto da fortuna, es se
bom lho de mea pai, a quem pedimos que deixe
de evasivas, ou ento ser melhor esnfessar logo
qne nao entendeu o conteiido da carta, que nao
sebemot como, ou para que lim a'possue (equteo
cali non est rrralio).
Joaquim S. Pcssoa de S.taeira Cavalcanti.
Preeisn,tt de ama ama forra ou captiva para
servico fo ma casa de pouca familia : na roa
Nova n. tkV sndar.
746,
10:310*300
1:918*800
7 103*600
Ifcnte pi portuguez
Lendo no? Diarios de II e 13 do corrente urna
publitaco, na qnal, ds envolta cotn doa illostres
nomes, appareee. a missa pobre iudividualidale
indigiuda pan a ommisso de exame d* coatas,
a cuja eteieioarf~~
Purtogtaea eran
em "
1:045*000
1:380*3001
1:963*00
269*379
3:38**04*
4j*J5*0O0
1:823*389
^
264*973
3:395*000
869*290
emtihante boert,
Mita*** naraaxereer
a o qnal nao faltara em
eavfjBeiro'), como por
sas ocenmeoes.
retante, agradecemos ao arar da citada pu-
blicaco a honra qne benevolanume aos qniz con
ferir, lembrando-se do aovo obiSfo nome.
Rocife 14 de maio de 1830.
__________Thomaa Pereira 9e-Maitoa Estima.
Preetta-se de um catajwi3
com ortica de taberna
Breeie*te de urna a
easa de pouca familia : na
D. mboaa BoaiJf fc
seote amuwci faz pabRco qae
da gerMki nto o bachaati aavranndo I
cando da MpAenal effeito qnal
os ftOalqner otngaao convaMSi
por oa tra pessoa.
fcnios
_ b. 7.
'a servico de
ista n.
pelo pr*
irreiM*)
iu sobr
. LinaaVl
negoeio stito"
m s?a neme,
*Alug-se
n da ra Imperial n. 244, catado e pinta-
tirde novo, proprio para qualquer estabeleclmen-
toprter desembarque no quintal: a tratar no
twtaaemdt estrella, largo do Pa'aizo n. 14.
iiiaie do hriio Uwlrko
Mlie 4a Igrja to Colleglo
De cnformidade com o art. 68 do ompromisso
convido a lodos os nossos irmos, membros do
conseibo fiscal, a reunirem-se no consistorio de
nosa igreja no dia 15 do corrente, pelas 9 horas
da manha, alim de darmos execuco ao disposto
celo artigo 97 ; coja seasao de urgencia.
0 procarador geral interino,
_________________Manoel Pereira Lamego.
aviso
O abatan attignado las seiente ao respeitavel
Sublico e esm eseecialklade ao respeitavel corpo
o commercio, que mudou ana fabrica de cigarros
e charutos da ra Direita n. 50, para a mesma roa
n. 38, onde se aoha prompto a servir a todos os
saos fregoezes e mais pessoas que o quizerem hon-
rar.
Francisco Jos Ribeiro Braga.
Troca se urna morada no 1* andar da casa
o. 29 da ra do Vigario, por outra morada em
casa terrea, sendo no bairro de Sante Antonio, S.
Jos ou Boa-vista : a tratar na ma do Cabuga n.
MUDANCA DE ESCKIPTORIO.
Os advogados Dr. Vicente Pereira do
Reg o hachareis Jacintbo Pereira do Re-
g e Miguel Archanjo Pereira do Reg,
mudaram o seu escriptorio da casa n. 46
para a de n. 28 da ra do Queimado, ora
do Duque de Caxias, Ia andar.
m
Mi
udanca.
Jos Joaquira Lima Bairo mudou o sea escrip-
torio da ra da Cruz n. 18 para a ra do Vigario
a. 27,1* andar.
SERVENTES
A ra do Livramento n. 6 precisa-se de
serventes e pedreiros.__________________
Ama
Precisa-se de urna ama perita'cosinheira
para casa de liomeus solteiros ra do
Livramento n. 6, loja.______________^_
Precisa-se de dous amassadores : na pada-
ra d ra do Ranga! n. 9._____________
Fogo nellas!
Trez mil linguasf... 240 rs. cada
urna!... E ceblas a 800 rs. a restia ?!
So no armazem da Campos ra do Im-
perador n. 28.
Chega a todos. FOGO NELLAS !-----
Ao Campos.
D. P. Wild participa ao commercio que nesla
data admitlio como socio de sua casa commercial
ao Sr. Alberto Kienzeler, e que a Arma social gy-
rar sob a razo de D. P. Wild k C Recife 1 de
alo de 1870.___________________________
ATTENCAO
Precisa-se alugar urna casa terrea, ou troca-se
a morada da mesma por urna outra na freguezia
de Santo Antonio, ou mesmo compra-se se neces-
ario fr; por toda roa Imperial, desda o sobrado
da ex-fabrica de vinagre at a estrada da Caban-
ga : tratar ra dos Ossos ns. 22 e 24, a qual-
quer hora.
fS Dr. Manoel Enedino Reg Valenca con &
czS tina a prestar seus servicos mdicos %
Xr, ra da Gamboa do Carmo n. 21,1 andar.
AMA
Precisase de urna ama-forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinbar e engommar :
na ra la Cadeia do Recife, loja n. 56 A, se dir.
Attenpao.
Manoel Martins da Cunha, com loja de fazendas
na la Nova n. 48, previne ao publico e especial-
mente aos seus freguezes, que despedio de seu
estabelecimento o Sr. Lourenco de Freitas Guima-
res no dia 1* do corrente; por isso avisa que
ninguem pague ao mesmo Guimares qualquer
conta. sob pena de nullidade. Outro sim, declara
que nunca autosisou o mesmo seo ex-caixeiro a
pedir qaaesquer quantias emprestadas etn sen
nome.
comprar, pagase bem : na ra de Hortas n. 1.

COMPANHIA
DOS
"I
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OsLIAIIA.
Por ordem da directora s5o convidados
os senhores accionistas para, no prazo de
10 dias contados do dia 16 do corrente,
tffectuarem a 9a preslacio de suas accj>es
razio de 40 8/o- -
Para esse fim ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das 11 horas da manha s 2 da
tarde de todos os dias, no escriptorio da
companbia, ra Nova n. 35,1 andar, entra-
da pela ra das Flores, n. 14.
Recife 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Alves,
Io secretario.
Na ra da Imperatriz, casa n. 26, 1 andar,
ha para alugar-se ama escrava que cose e desem-
penha soffrivelraenle o servico interno de ama casa
de familia, ____________________
Officina de relojoeiro, ourives, oculista e
dourador, de Adolpho Tbiago de Faria.
ra das Larangeiras n. 19.
Nesta officina coocerla-se todas as qualidades
de relcgtos, fabrica-se todas as pecas para relogios
chronwnetros e de diflerentes machinismos, con-
ocer tara-se caixas de relogios de ouro e de prata
i proceder se no Monte P ^luo fica novas por amaasadas que venhara ; fa-
domingo, aprsssamo-ooaj hrc-*e e concertase qualquer peca de ouro ou
Prjcis-se do dlo ama, na de leite e ou-
ira secca : na roa Direita b. 99, vena.
6rata, doura-se qualquer obra na melhor especie,
hrica se pence-oez, oculos e lunetoe a gosto do
freguez, por precos que nao comprarlo as lojaa.
O proprietario desta officina garante os seus
concertos de relogios por ura anno, e a boa exe-
cu^o de todo sen trabalho.
Freta-a\um navio de primeira classe
para levar para Falraouth para receber or-
deos com as condiSes da carta do fre la-
mento original o carregamento do brigue
none-allem5o Augutto legalmente condemna-
V*
iso
di-
orto, constante de cerca de
gorduras em pipas 11
5300 chiffres.
serio recebidas ao consula -
ederacSo da Allemanba do Norte
feira 16 do corrente ao malo dia,
proponeotes .se podem informar
das coadlcSes 4a carta do fretamento ori-
gina!.
Capel I ao.
Precisa-se de ac sacerdote para capello de
urna capella distante desta praca 12 legoas, o lu-
gar hygleneo, perto da estao da va frrea "i
a tratar cora Fr. Bento do Monte Carmello, no con-
vento do Carmo.
Lava-se e engomma-se com perfeieo e as-
seio, por pre.o commodo : na roa dos Marlyrios
n. 24.
Trabalhador.

Precisa-se de um servente : no hotel da ma das
Cruzes n. 39, pagase bem.
mtt.
Precisa-se de urna ama de leite : na roa dos
Pescadores n. 33.
Leite puro : no pateo do collegio defronte
do chafariz, das 7 horas da manha em diante,
tod s os dias, a 320 Trs. a garrafa, a prineipiar de
15 do correte. ____________ ______
Precisase de urna ama para comprar, cozi-
nbar e engommar para ama possoa : na roa es-
treita do Rosario n. 27, 1* andar. ________
Precisa-se de nm criado escravo ou livre :
najua da caraboa do Carmo n. 21, 1" andar.
Ama.
Precisa-se de ama ama para cozinbar em casa
de familia : na roa Direita n. 26, 1* andar.
C... DE B...
Para esta casa acaba de chegar pelo paquete
francez de 9 do corrente um variado sortimento de
perfumaras e jabonetes Anos dos mais acreditados
fabricantes de Pars, que se est vendendo muito
barato, no deposito particular da mesma casa,
ra da, Caraboa dp Carmo n... ; onde tambera se
vende excellente massa batida para boscaps, ta-
bocas e mandioca molle, etc. etc.
Cabellereii o.
Ra da Cruz n. 94 1. andar,
por cima da botira.
Antonio Rodrigues Ramalho acaba de abrir a
coocurrencia publica um espacoso e acceiado sa-
lo para barbear e cortar cabellos, e afflanea que
nelle encontraro seus amigos, amigos freguezes,
e em geral todos os que quizerem freqnenta-lo,
agrado, actividadee bom desempeRho do trabalho
Precisase alagar para pequea familia es-
trangeira urna casa no bairro da Boa-vista ou nos
arrahaldes prximos : pode-se entregar propostas
sob letra X nesta typpgraphia.
Precisa-se de urna ana que seja de boa con-
ducta para o servico de urna casa : na ma do
Apolle n. 49, 2 andar.
Preeisa se de um feitor para o engenho Po-
o, freguezia de Agoapreta : a tratar na ma de
anta Rita n. 83, ou na ra da Praia n. 43,
Pedido.
Pede-se encarecidamente (s assim) aos senho-
res abaixo mencionados so dignem por especial
obsequio de virem realisar aquillo que teem pro-
mellido por diversas vezes, pois j lempo, e vis-
to que o nosso negocio de interesse para os
mesmos senhores, por isso.os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que nao retiramos este
nosso pedido sem qve uo comparecam a ra do
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezus Bandeira..
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimares.
Luiz de Franca Beleni.__________
Precisa- se de 3:0000 a juros, dando como
garanta valor superior : quem quizer fazer este
negocio, deixe carta nesla typographia com as ini
ciaes G. F.
Precisase de urna mulher que seja de meia
idade para casa de familia constando de duas pes-
soas : a tratar na ma estreita do Rosario n. 25,
loja de funileiro.
Aforara se ou vendem se terrenos sitos emBe-
beribe, a um quarto de legoa da povoacao, carai-
nho do lugar chamado Merueira por um lad< ,_e
por outro riacho Lava-tripa. Esses terrenos sao
em ptimo barro para o planto da canna, e ou-
tros n isteres da agricultura, e de urna extenco
de 400 palmos, onde se encontrara diversos corgos
a maneira de riachos e madeiras proprias para
censtruceo: quem preti nder, pois, entrar em
negocio entre taes terrenos, appareca ra do
Hospicio n. 70. que achara com quem entender-se.
Precisa-se de um sitio do larrador para urna
pessoa que garante plantar 400 pes de assu.-ar,
porm quer se bom cercado e casa : quem tiver
annuncie oudeixa carta fechada com as iniciaos
I A G, ou dirija-se ra de Santo Amaro, taber-
na junto aos trilhos urbano?.
AMA
Precisase de urna ama para casa de duas pes-
soas : na ra das Calcadas n. 26.
Mofina.
Rogase ao Ulai. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivo na idade de Nazarelh desta provincia,
o favor de vir a ra do Imperador n. 18, concluir'
aquelle negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em los
de dezembro prximo passdo, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
8 por este motivo de novo chamado para o dito
fim, poi V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oi:o annos, e quandojo Sr. seu filho
se achava no es'.udo n'esta cidade.
AMA
Precisase de ama ama livre ou escrava : na
ma estreita do Rosario n. 45, 1" andar.________
Monte Pi Portuguez
A directora, antes de prestar contas de sua
gerencia assembla geral dos associados, e para
que nessa occasio melhor possara estes emiuir o
sea juizo cerca do re'a'.orioe contas que tero de
sne ser apresentados, convida todus <>s senhores
ocios a reunirem-se em assembla geral domingo
15 do corrente, as 11 horas da minha; no Gabi-
nete Portuguez de Leitura, para se eleger a com-
misso de exame de contas.
Secretaria do Monie Pi Portuguez em Pernam-
buco 9 de maio de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretario.
Vamos sber.
Pergunta-se a quem souber responder, ou d'en-
tre os membros da ;oinmissio, encarregada das
obras para os festejos que na Capunga prelendem
effeituar, em regosiio a ultimaco da guerra do
Paraguay, qual o destine dado aos dous grandes
degraos de madelra (era forma de cimicirculo )
dispostos a servirem de base ao pavilbo, qne
para o dito fim se fizera, degraos que foram as-
sentados ha tempo, nos qoatro cantos da mesma
Capunga. Isto se pergunta e dezejam saber os
que nao se consideram herdeiros das contribuicoes
alheias, pela davida era que tambem se acham
acerca dos seis Bastos, feitos com a contrbuico
tirada para os mesmos festejos, e que dizem te-
rem sido emprestados por algnera od libilum a
ama chapellara francezo.
iiiiiinHiiiii
Ao bom tom
Recebe i-se pelo ultimo paquete da 1
Europa, ricos cortes de seda ; na loja fiAg
das columnas da ra do Crespo n. 13, !
de Antonio Ce r rea de Vas concellos. 4RI
8
AMA
Precisa-so de ama ama, forra oo escrava, que
seja carinhosa, pois para andar com urna crian-
ca de 9 mezes : na roa Forrasa, oficinas da ma-
chambomba se dir quer.
Amassador.
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de um
mestre de masseira : a ;ratar com Jos Duarte
das Neves. ________^^
Precisase de aia amassador a um refina-
dor : ai raS da ?enz1l-tova n. 30.
Precisa-te
alagar um moleque di idade de 12 a 14 annos
para aerv^ interno de estaminet, paga-se bem :
na roa do Imperador . .
Estribeiro.
Precisa-se de nm estribeiro para casa parlicu-
* tr,-tar n* ruada Cruz n. U, segundo andar,
das 10 horas s 2 da larde.
Mobilia s de aluguel.
Alngara-se mobilias completas e qualqaer tras-
te separado, e tambem te alugam cad. Iras em
grande porco para (estas, on oficios fnebres,
por menos do que em qualqaer outra parte.: na
nova n. B7, armazem do Pinto.
Importante aviso para os Srs. de
engenhos e fazendeiros.
Pratica, paciencia e adiantamento em
muito pouco tempo.
Um estrangeiro com pratica a mais de dez an-
nos offereee-se aos senhores cima, nao s para
ir ensinar as primeiras letras como o francez com
perfeieo em pouco "empo: quem pretender dei-
xe tlcar carta fechada na ra das Trincheiras n.
50, on na travessa da Cadeia nova n. 15, enderev-
sada ao Sr. Menness, com as iniciaes B. A. B. para
ser procurado.
Precisa se de ama ama para casa de pona
familia : tratar na roa do Amorim n. 35, 2* an-
dar.
O Sr. Jos Claudio Dubeux teohi a bondade
de apparecer na roa do Queimado n. 7 a negocio
que nao ignora.__________________________
Roga-se apessoaque levoo por em-
prestimo a colleccjSo de Diarios de jalho a
dezembro de 1838, quera mandar trazer
a typographia.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-se as roas do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na roa do Livrameuto n. 10.
* Precisa-se de um trabalhador para padaria
assim como um cylindro americano em seguida
mo : a tratar na ra das Cruzes e. 42.
D-se a juros a qutntia de LOOOiOOO, sob
a garanta de dous moleques, fleando os servicos
por conta dos juros : ra das Cruzes n. 20, 3.*
andar.___________
Em S. Jos do nanguioho, casa n. 2, antes
da igreja, precisa-se de duas escravas, sendo urna
para engommar e ensaboar e outra para costara e
servico domestico ; pagase bom alogel agradando
Luiz Domingues de Souza Moutinho retira-
se para Europa, e nao podendo despedir-se de to-
dos os seas amigos pela rapidez de saa viagem
pede descolpa desta falta involuntaria, offerecen-
do-lhes seus servicos em qualquer parte que se
ache.
Bouteitaria dos ananazes
Hua da Cruz n. I
Ha prezuntos de superior qualidade, ditos em
fiambre.
AVISO
Pede-sc ao publico e principalmente aos renbo
res relojoeiros e ourives o favor de apprehenderern
urn relogio de ouro patente susso descoberto n.
83150 e levarem no a seu dono, na ra do Fogo
n. 20, que ser generosamente gratificado.______
Kstrada de ferr do Recife a
Ofttada.
Compram-se dormentes de madeiras de reco-
nhecida duraco para a const.ru cao desta estrada:
trata-*e na rus da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia, das 6 horas da nianhaa s 6 da tarde,
nos dias uteis.
v 0 superintendente,
Andr de Abreu Porto.
Ama.
Precisase de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja.
Ama de leite.
Preoisa-se de urna ama de leite, paga-se bem :
no caes de Capibaribe n. 30.
Pede se ao Sr. Jos Gomes Jardim o 'avor
de apparecer na ma do Commercio n 26, a ns-
gocio que Ihe diz respeito.
Caixeiro
Precisa-se de ura caixeiro de 12 a 14 anno-,
com pratica de taberna : na ra das Cinco-Poe-
tas n. 93.
Refinaco.
Na ra da Senzalla Nova n. 4, precisase t
trabalhadores livres, ou captivos.
Precisa-se de urna ama forra ou e>crava pa-
ra cozinhar em casa de pouca familia : na roa
das Larangeira- n. 5.
Precsa-se para ajudante de guarda-livru,.
um moco do 16 annos, que tenha bonita letra e
alguma pratica de escripturacao : tratar na ra
Nova n. 5.______________________________
AVISO.
Hotel Aguia d'Ouro a ra
estreita do Rv-sar*on. 23.
Neste. estabelecimento se contina preparar
comedorias com acceio o promptido par preco
commodo, nao s para aquellas pessoas que qui-
zerem mandar buscar, como para aquellas que
ahi quizerem hir, tudo gosto e contento de seus
t'regiieies. Haver a boa mo de vacca todos os
domingos e dias santos, j muito condecida nes'.e
estabelecimento ; assim como haver papa das 6
horas da manha era diante, de farinba d Mara-
nho. Tambera haver o bom sorvete .todos os
dias as 5 horas da tarde, das melhores fructas <
mercado para garanta o proprietario deste esta-
belecimento Jos Martins Dias acha-se sempre
presente e recebe assijtnaturas p;ira fr. -
Pelo presente aviso comraunica-se a quem
interessar possa, que os abaixo signados furra
nomea os agentes dos assegurados hamoarguet*-.
Recife, 12 de maio de 1870.
Rali & Shmellamb.
Fugio desta capital no dia 29 de abril pr-
ximo passado um mulatinho escravo de 15 angos
de idade, temi elle che gado do Ceaii no vapor
Cruzeiro do Sal dous dias antes de soa fuga da-
qui, levou elle camisa branca que eslava suja, lendo no colarinho em vez de botao colche-
te, e urna cal ja de algodozinho rscado, que tam-
bera estava muito suja, e traz um rosario no
poscoco, eeste curto, tem os cabellos um pono
afoguados. e crespos, chamase ee Tbomaz, mas
diz chamar-se Antonio Thomaz : quem o appre-
heoder leve-o ma do Imperador, neta capita',
n. 3, e ah ser recomdensad.
Consta-me que alguem mim, eorao o fa-
tor, tem querido attribuir nojonus polmicas ha-
vidas entre um litigante (qne jno mais cons-
tituinte mea] e sea adversario, soa obrigado, por
amor da verdade, a declarar que nunca sujeitei,
desde que sou advogado, discusso pela to-
prensa questoes jodiciaes de que tivesse sitio ee-
carregado ; nern cooperado tenho para isto ; pe*>
contrario me tenho opposto a que algans srvan-
se de tal expediente, por coasidera-to prejudicial,
sobre ser improficuo ; o qae tenha de dizer, taco
nos autos : o seu a seu dono.
Manoel Jos Pereira de Mello.
AVISO
0 escrivo da irmandade de Noesa fenhora 0*
Concelco da reja da <>W52 *"?
earissimos irmlos para qae amanbaa, 15 do cor-
rente imz. s 9 horas do dia se reunara no toe
listorio da mesma Igroja &*r ero me geni ele-
gerem ot mesarios qae tem de.reger a irmaoda-
3e no anno de 1870 a ^_________________
Ama
Preeisa-s3 de ama ama pira todo o servir > d
urna easa de pooca familia : a tratar na ra o
Hortas n. 81.

)

\

*


Diario de Peruambuco Sabba lo 14 de Maio de 1870.

s___

AGUIA NEGRA
BENTO MACHADO & C,
A AGUIA. NEGRA animada com o bora accolhimento que teve em seos anmm-
tac, vena boto participar a seos freguezes qoe, acaba de receber om variado sor-
aeoto de objectos de gosto os qaaes serio vendidos por procos muito razoaveis, pois
famdo fea os seos primeiros annucios, foi o qoe assegoroo, e sera medo de errar,
oorqoe como j disse osla interesses ligada a orna casa importadoradesta praca, e
por bw poder* ter ludo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atten
fio d seos fregoeies para os arttgos possa descrever: .
Lwrot com o tampo de marfim, .nadre- Um variado sortitnents .de charoteiras e
ferok e tartaruga, proprios para missa. 'palliteiros de porcelana,
Garainhas vacias propriai para presentes
:
e_u de gosto.
Indispensaveis de paliaba e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
traeos.
Binculos de madreperola, marfim e tar-
taruga todos esmaltados.
Ciatos largos de setim, cousa inteiramen- j ^
ti nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largo-
fas para lacos.
Toncas, sapatinhos meias de seda e mais
pertences para baptisados.
Fitas com inscripcSes proprias para bou-
^uet de noiva,
Ricos vasos com p do arroz.
Um variado sortimente de jarros de por-
celana.
Tentos para voltarete.
Bongallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatrao.
Cofres de folhas para dinneiro.
Lindas caixas para costara.
Um completo sortimento de luvas de pe-
Talagorce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os mais
acreditados em oxtractos, pomadas e leos
e finalmente oulros muitos objectos que nao
possivel mencionar ; mas com a vista se
certificado do sortimento deste estabele-
cimento.
Aguia Negra, roa do Cabug n. 8.
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Ktt^
s^apsm iinhhmm[
Pela primeira vei se expde vend nesla pro-
vincia um magnifico e primoruso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, dosdtf'O mais
simples e modesto at o maie rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnkio de salas, gabinete,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealguma pecas desse artefacto
A novidade e esquefiisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta o
olbos e convida a cmpralo. O mdico prego
Sor que se vende sorprende ao senhor compra-
or, que apenas ser obrigado a dar orna peque-
a commisfo alera do primitivo custo da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do oreo esteve tao jonto da
belleza e bem acabado de um objeclo de luio.
respeitavel publico convidado a certifloar-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodn? da Meta & C, a roa da travessa da Ma-
dre de Dos & 14.
**
mMk RAHGEZA I
55-Rua Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
8tase, com a maior perfeicio, fazendas em
pegas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodio, linbo,
chapeos de feltro e de palba etc. etc.
Tira-se neloas e limpa-se a secco sem
I molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brillio da faieoda.
Tintura preta as tergas e sextas fei-
ras

Cao damnado. casca-
vel. lacro, etc., na-
da disto mette hor-
ror.
Depois dequasi um annode espera, venho cum-
prira promessa que tic ao publico, de expor
venda a pedra de oxtrahir veneno, a qual deno-
mino lman do ventno. No espaco de 42 annos
tenho applicado esta pedra pessoas e animaes
mordidos de c5o damnado, cobra, etc., etc., que
seria enfadonho enumerar : leudo obtido em todos
o mesmo resultado, isfo a cura infallivel.
O publico es corto de que,anda nao ba muito,
foram curados seis caixeiros das roas da Cadeiae
Encantamento, mordidos de dio damnado, cujos
nomes deixo de publicar, nao s porque nao pre
ciso de altestados para prova da verdade, como
porque elles terao o cuidado de o fazer patente a
todos. | '
O man 4a veneno, olhado primeira vista, pa-
rece que nada mais que um pedaco de chifre
queimado ; mas engaase o leitor se asslm pen-
sar. Se fosse tao fcil, como parece, a fabricagao
do man do veneno, eu nao levara tanto tempo a
prepaca-lo.
Aos azendeiros. senhores de engenho e lavra-
iores dsve ulilisar o imn do veneno mais que a
pesso alguma, pelo facto de perderem esses se-
nhores jessoas de suas familias, escravos, bois e
cvanos mordidos por caes damnados, cascaveis e
ouiras cobras, para cujas mordeduras o imnit
do veneno tao prompto que, em ooucas horas, faz
a cura, anda qae a pessoa ou o animal mordido
esteja prestes a suecumbir.
Advirto ao publico que a efflca:ia do unan do
veneno e?! em extrahir o veneno da mordedura
do co damnado antet de a pessoa damnarse.
Esta pedra p dose-lbe o trataoiento prescripto em um impres-
so, que acompanha a mesma pedra ; e tao claro
e explado, que qualquer pessoa pode curar sem
perguntar a outrem.
Recommendo muito ao publico que tenha todo
o cuidado com os falsificadores, pois_ j ha por ahi
queiu diga que sabe fabrica-lo, eu nao me respon-
sabiiiso pelo resultado sinisirj que o publico ve
nha a lor de urna tal falsidade, por isso declaro
que o imn do veneno < est a venda na loja da
Boa Fama n. 35, ra do Queimado, pelo prego de
50* cada urna ; assira orno estqu prompto fa-
zer qualquer cura em pessoas mordidas de cao
damnado ou cobra, em minha casa ra da Praia
de S. Francisco em Oinda.
Felippe Manoel de Ghristo Leal.
Agencia em Pe-Bambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Ceroja
Oura a phthysica-e todas as molestias do p*:to.
ansa parrilfta
Cura ulceras e chapas antigs, impigens e Par-
iros.
Toa Ico
Conserva e limpa os cabellos.
Ptalas eatt> rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
oes, coram e purifleam todo o systema humano
Vende-se elTectrvamente em casa oe Samael P
h nston A C.,Tua da Sanzalla Nova n. tj.
No armazem da iravewa do Corpo Santo n. 25, ha sernpre um completo
ortiiae.to de objectos para cairos, e que se vendempor presos muito rasoaves, como
Bejam: .
Vaquetas de lastros, grandes e muito toas.
-Solas dem dito.
Oleado prcto-e de cCres.
Coeiras de lasiro o que ba de melhor.
Guarnifes de lino lato para arreios, G6iDplet08.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaqnm Lopes Madiado AVISO
AMonio Parara M Om^MM avisa ao? nu-
merosos fre|bee4e coitna *jp em seu es-
tabelecimento os saperiores tamancos e thinellos
do Porto, proprios para I chava ; assim cotno
vende sapatos de tranca portuguezes, francezes,
para homem e senhora, ditos de tapate, fuma da
Baha, dito da tierra em folha, e esopa para cala-
feto de navio : na roa da Senzalla-Nova n. i.
Auga-se o aunazemn. 32 da Ponte-velha>
para algnm estabelecimento.
Para o mez Mjriino
Na na Estreita do Rosario n. 35, prepa-
ram-8e flores artiflciaes para enfeitar os al-
tares e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
tar, bouquetes e bngias enfeitadas com flo-
res de cera pan enfeites de altar, tudo com
prestes*, gosto e barato, faz-se toda en-
commenda para fra, e tem j prompas,
rosas, arces pontas. .
PHARMCIA ClTRAL
Ra do Imperador n. 38
jarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode osar do opio e de seus prepara
dos, e mui convenientes para as crianzas
nos espasmos e conyulsSes.
PIIARMAGIACENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrao em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
3sm^ msmwm
PHARMACIACENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope fui ruginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assncar ferruginoso.
puarmaSaotntralruado impera-
dor N. 38.
Viobo e xarope de pepsina e tdiarthare,
excellente tnico para aoxiliar as digest5es
dilliceis nos casos de debilidade do esto-
mago
Cosinheira.
Precisa-se de nma perfeila em trabal|o de co-
doha,: na ra da Croa n. tfi.________? -
Precisase de unta ama para comprare co-
zinhar, dando coobecimento de sua boa conduela :
na botica da praca do Conde d'Eu n. 19.______
Precisa-se de urda ama para servido de urna
pequea familia : na roa da Impertriz n. 9, toja.
Atten cao
Alluga-se nma expeliente loja na ra Nova, pro-
pria para um grande eslabelecimetilo de qualquer
nstureza : tratar na ra da Cruz n. 18._____
Ensino para fra da cid de
Um moco porfeitamenle versado em lingoa na
cional, latim, francez, inglez, rhetorica e philoso-
phia. presta se ao ensino das referidas materias,
em alguma comarca, villa, povoacao ou engenho
fra desta cidade ; garante-se as habiiitacSes do
pretendente, e para trattr i ra da S. Francisco
n. 16.
COMPRAS.
Compra-sc apolices do governo.de 1:000a
por 8001, quem a ti ver compareca na ra do Im-
perador, armazem de molhaaos n. 40. ______
ATTENC&O
, Comprase urna escrava que saiba cozinhar e
engommar, que seja sadia : na ra do Brum nu-
mero 5i.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
orilbantes e mais pedras preciosas: na loja de
)orives do arco da Conceicao, no Recife.________
O muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
t pedras preciosas por precios mais vantajosos do
lualque
jue em outra qi
presos
Jquer parte.
1
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lecbelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
tbagia, e principalmente na tliysica pulmo-
nar, e as hemorrnagias uterinas.
PHARMACIA"DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binadlo da iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pele, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitisim-
cacbloroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, slo recommendados para os mes-
raos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMAaA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
i'ilha, salepo araruta, -ferro, e de sade, da
acreditada olcina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
sofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingenselc, sendo o ultimo de muitaulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumem accomeltel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N 38.
Os melhores vermfugos para ciian<;as,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug'j.
Tudo de melhor qualid de.
ESCMlYOS
Compram-se e vendemse diariamente para fra
i dentro da provincia escravos de todas as tdades,
aires e sexos, com tanto que sejam sadios : no
.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Gruzes,
flregnezia de Santo Antonio._________________
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velhas: na
loja de joias do Co:acao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug. ______________^^___
Compra se urna casa terrea nos bairrus de
Santo Antonio ou Boavista, mais ou menos no
valar de 2:0001: quem tver dirija-se a ra Nova
n. 4i.
Corapra-se
Um deposito de ferro* que sirva para agua e
um dito para oleo de Imhaca : quem tver dirja-
se a ra do Queimado n. 15 botica.
VrNOAS.
AOS HABITANTES
DA
111 i lili K
O armazam do VAPOR FRANCDZ ra nova a. 7, lerobra e offerece por comino-
do Dreco aos dgaos moradores da ra do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de
napel de cores : verdes, amare los, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
varandas e abrikiaotar assim a bella e randa il uminac5o qne teucionam fazer, /jue por
maior que ella seja, nlo dispensar de ser matisada com as differentes cores dos men-
cionadas globos. ____________________________________,
LOJA DO TRIUMPHO
7Ra do Queimado7
DE
HOREIRA &BASTOS ,
Cbegoil pelo ultimo vapor da Europa o mais bello sortimento de fazendas preta
como sjam: ,
Grosdenap'es pretos de todas as larguras c qoahdades,
GoriiurSo preto para vestidos, o que tem vindo de mafs superior nesla fazenda.
Peqnin da jChina, de seda pura preto com listras de setim o que lia de mais
moderno em fazenda preta para vestidos.
Mantillias braileiras de renda de seda preta o que tem vindo de mais moderno
* **t MWernques do croch preto com rios la?os de setim e de modello completa
mente JJJj^ e croch p|.etog> compridos com grande roda e de regaco que finge
segunda sala sobre o vestido.
Ricas mantas prelas para cabeca de senhoras.
Grande liquidaqo na loja e ar-'
Hi;izem do
LEU DE 0110
Ra da Imperatm n. 52, portaes encarnados de
Parades Porto, junto a loja de ourives.
Admirem admirem admirem.
Admrem admiren admirem.
Admirem admirem admirem.
Grande porco de ciiitas.
Grande por^ao de chitas.
Grande por?ao de Artas.
A 200 e 2iO res o covado.
A 206 e 240 res o covado.
A 200 e 240 reis o ovado.
A 206 e 2i0 reis o .cavado.
Para acnfe&r depressa.
Para acahar djpre?sa.
Para acabar depressa.
Para acal>ar depressa.
Vende tralo para vender muito.
Vende .barato para vender muito.
Vende barato para vender omite.
Vende barato para vender muito.
A pessa com 42 i<2 co vados a 9 e 10a
A pessa com 42 Ij2 covados a 94 e 10*
A v&Ai com 42 li eevados a 9 o 10*
A pessa com 42 l|2 covados a 9* e 10*
Alpaca de enraa escuras e claras.
Alpaca de cures escuras e claras.
Alpaca de cocee escuras e claras.
Amira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
So Jeo de ouro,
No ieae de ouro.
No Jeaoie ouro. -
Ra da Impertriz n. 'i.
im rraada sortimento de fil preto de seda com flores, neste mesmo estabele-
nto umbem ba um grande sortimento da poupelma* de ricos gostos, sedas lisas de
Ss cores saias bordadas, floas para senhoras, lufas de Jouvm de todas as cores
m boneSs Tsen" ora? grande sortimento de cortinados bordados para cama e janel-
{Tu^S^IrlZtC^ Pia-c, janellas, egrandesortimento fu afamadas astei-
ras da India para forrar sala?, so existe na roa do t}ueimado n. 7.
Loja do Tnumpho.
CASA DA FORTUNA
Aos S;000
Biihetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 a casas do costme
O abaixo aseignado, tendo vendido alm de ou-
(ras sortea, 2 quintos n. 1668 com 3:000* da
lo'-eria que se acabou de extrabir a beneficio d>
rmandade-do Senher Bom iesns des Passos da
matw do "Corpo Santo (146"), convida aos pos-
siidor.'s virem receber na conformidide do eos-
lama sem descont aigum
Acbam-se a venda oa feliies biMietes garan-
'.idos da 3* parte da lotera benefir-io da ir-
manda'e de N'ossi Seuhora do Bom Parto da ci-
dade Je Olinda (li7*), qoe se eitrahir MXa-ei-
ra 20 do corrente me?.
Pr-is-Os do testume.
Manoel Martin Fima.
GABINETE MEDICaGIRUHCICO
DO
Dr. Ignacio Alcibmios Xdl
Pode ser procurado a qualqur hora do da ou
danoite, prestando-se a s chimados fra dacida
de, com toda a promptidio. Pratica operare.
Da coniultas das 6 * 9 hora da majihaa, na
roa ?ova n, 43, ! andar.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N 38.
Variadissimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
R 38.
Paslhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as affecc5es chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilbas de tberydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidet, e qualquer affeccSo nervosa.
Pastilbas de bypopbospheto de cal mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastiihas de aogico naf, e de Regnault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Kermes.
Vende-se
l'ma machina completa de fabricar aguas ga-
zosas, com todos os seus apparelhos, ha pouco
comprada as celebres offleinas do Sr. Matheus
de New-York. A machio forrada de porcela-
na, com urna capacidade de 80 m didas, mais que
suicienle para proJiuir 100 duzias de garrafas
por dia. Esl actualmente trabalhando na corte,
na ra do Lavradio n. 62, onde se pode examinar.
Para informac.oe3 dirijam-se ru de S. Pedro n.
28, no Rio de Janeiro.
A MI A ju
A ra do Duque de Curias n 2J-
(ANTIGA RA DO (rtIEWADO)
N8o foi sem fundamento que' a N0V1
B6PERANCA tem deixado de fer ds sena
annnncios, a razio simples, eMa eotank
que tudo em denvasia abortf ce... por ia
como j tinha dito e scientib'eado sua ^a
freguezia o que constantemente ia reoebea-
do, ou livesse feilo muitas vezes, recek
tornar-se mascante, assim pois rccolbea-w
um polco ao silencio, mas nutra deisan*
d'etpregar os verdadeiros esforcos, ^ con-
tratando maior numero de correspondente*
na Europa, j deseo brindo objeetjs do asit
apurado gosto e finalmente assigoandoa
Jornal das Familias, o qual vem semp*
ornado com igurinos, modernos moldes pan
vestidos ele,, etc. para desta forma -melbor
servir a sua constante freguezia ; e-eomes-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offmcer-8*
seus servicos, apressandose desde j ea
declarar que tem recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transprta-
les e tapados, cbaposinhs de setim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para:
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia ^rara rriaa-
C.as.
Dedaes d'osso, marfim, a?o e madrepe-
rola.
ptimas navalha?, ufiadores emessa pan
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, SfrHa
com salto, para meninos e meninas de \*
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, -para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mullas para segurar costuras.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de 15a para bomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para metas.
Fil de linbo e de seda, sendo preto 6
branco, liso e de salpico?, e oulros muitos
objectos expostos a venda na Da^ue
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
Mnho d'alcatrSo.
Vtnde-se na roa Duque de Caxias-n. .
PARA LUTO.
Brincos, broches, vottas, pubeiras, Ove!-
las, rentes, botes para punnos e cadei:?
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo Satiffa-
zer sua freguezia, nasmente em objedoa
d'alegria ou de luxo, quer tambem ac panhar aquellcs, que infelizmefiteperden-
algucm de sua familia, ou a'gti(.m de sua
amizade, precisam de taes ohjectos, assita
pois a NOVA ESPERANCA, mandou v'n o
que ha de melhor neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, seod-
de m qualidade, n3o somenie tornam-s
tristes como at repugnantes, o que Dc
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. f r
que apenas exprime o sentimento pela coi
porem como que traz um lenitivo pelo gos
e pcrfeic5o com que taes objectos s5o tra-
balhados.
Vende-se
coser
urna machina de costura propria de
couro : na ra da AssumpoSo o. 52.
*- Vende-se um mulato com 18 annos de idade
de muito boa conducta e proprio para pagem e co-
p^ro : a tratar na ra da Cadeia n. i._______
Ca vallo.
Vende se um bonito avallo russo, bom para
cabriolet, para ver e tratar na coxeira de Antonio
R.flcidiir : a ra da Palma________________
Pan.
VenJe-seum piano de mesa bom e afinado, pr.r
eeo commodo : na ra das Larangeiras n. 19.
Na la da Impertriz n. 50, padana france-
za, vndese urna tendedeira e urna ma?seira, pro
pria para um principiante ; assim como urna por-
(ko de ferro velho.
Vende-se um boi e carro proprio para car
regar assucar ou gneros : a tratar no caes d(
Ramos n. 22, com Antonio Jos Farruco, por es
lar para retirar se para Europa.____________
Vndese a casa terrea n. U. em chaos prc-
prios, sita em Olinda ra no oilao do Amparo,
com i '|uarlos, corredor ao meio e duas salas t a
ratar no 1* andar n. 5 ra da Cadeia do Recife.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Cbambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
roa
Pia-
da-
Ka travessa da
das Cruzes n, %
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de oure, prata e brilhan-
tes, seja faal for a qoan-
lia, Na fflesma casa com-
prae es nesmos me-
taes e pedras.
i?aa
MU e quinhenlas duzia* do. fegos do ar de um
tres bomba? na ra Piretu n. 53, loja do feT'
afW-
0Venda de terreno na cu hule
K Vae a praga do juizo dos orphios, na |j|
^ ^egunda-feira prxima (16 de maio cor- %
W rente) depois da audiencia por volta de w
tf 1 hora da tarde e na sala mbliea ra ^
S do Imperador, o excellente terreno fo- ^
%_ Tetro, que deixoa o tinado Uenrique Jor- j|t
Xk ge, na ra do Barlhoiouieu em freate ao y
SZ caes da Detenco, medindo 153 palmos SE
gR de frente e 93 de fundo. A arremata- x
tf5 cao ser por lotes a saber : 4 de trinta g
X palmos cada um, e 1 de trinta e tres pal- S]
jH mos; tudo avaliado por 2:983- SS
ATTENCAO
Urna familia que se retira para fora da provin-
cia, vende urna mobilia de Jacaranda em bom es-
tado, constando de 18 cadeiras de guarnicao, 4
ditas de braco, 1 sof, 4 consolos e 1 jardineira
com tampos de pedra : quem pretender dirija se
ra da Trempe, casa terrea o. 11, para ver e
'tratar.
TOI-SI
a poss e bemfeitonas composta de urna casa de
madeira coberta de (elba, e muitos arvaredos, em
um si'.io na estrada do Arraial, defronte do sitio do
francez o Sr. Pedro Ginj, por um proco bem ;on-
modo : a tratar na Boa-vista, ra Velha n. 20,
* andar.
Batatas a 1^500 o
Vende--e ni ra da Madre de Dos n. 7 ; a el-
las, antes que se acabem, pois sao desembarcadas
de boje.
Vende- se para quem quizer possuir duas
liadas e bem educadas mnlalinhas de ida 'e de 9 a
12 annos, urna excellente ejtinhein escrava cri-
oula de idada 25 annos, um wnilo molequ-i de
ida le 18 anno.*, cozinha bem o diario : na ira
vessa do Carino n. 1.
Vende se om sitio no Arraial, com casa boa
de pedra e eal, differentes frneteiras, baixa para
capim e um poco d'agua de beber : trata-se no
sobrado de doui andares da ra de lloras n. 48
Cabriolets.
Veodem-M daos cabriolis, lendvtn coberto e
da quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos M arreios e pertences : ni cochura de Tno-
maa \.m, rn> de Santo Amare.
Vende- umrescrava de ineia Hade, coti-
nha e engomma aoffrivelmente ; a tratar na ra
do Duque de Caria, loj* n. i."
i
Joaquim Ro dr? gues Ta- <$
vare- de Mello,
Fr^ca do Corpo Santo ***
N. 17.
Tem para vender: ^
Cal de Lisboa. $
Potassa pallussia. I
Vinho Bordeaux le 1.' m
qu ti idade.
$ Farinha de man- &
dioca.
Fa.ello dnlisl
Cimento-
Vende-se superior cimento em arricas granule^
pelo diminuto preco do 8*"00 a Lartea : na pra-
ca da Concordia, armazem do cal preta e branca
. Vende se urna carroca de molla para cavall;
com os pertencentes r.rreios: ra do Urura bu-
mero 79.___________________^___
PARA A FESTA
3 portas, l 53-Ra Direita--53
Neste grande estabelecimento, ba para vendtf
um completo sortimento de ferragem, e miudez
finas e grossas, cerno sejam bandejas cbmeza;
quadradas e ovaes, facas e garios de 1 H:-
loes, bataneo inteiro e 1/2 balanco; panellas, eba-
Iheiras, cajarollas, frigideiras, assadeiras, tanu^
de ferro como de porcelana, moinhos pare caf d
diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos Uio-
graximos. tanto de ferro como de lati, metro
para medir fazenda tanto de ferro como de lalao,
salitre, bren, barbante, enxofre, papel marca va-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desca-
ntear algodio; alm de outros artigos de ferra-
gem, mindezas cutilaras finas, que s com a ci-
ta se verifica : na ra direita n. 53 loja de 3 por-
tas de Manoel liento de Oliveira Braga* C.
Attenpao
Na ra do Duque de Caxias, outr'ora ra Queimado n. 19, vende-se cambraias miudinhi;
e de flores, bonitos padroes e finas a 300 e 360 t.
o covado, barato.
Vende-se
Urna escrava de 13 annos de idade, perfeita oc-
zinheira e que engomma alguma cousa: .nu
do Livrameate n. 29.
os cem mil azulejos
Portuguezes, hespanhes e francezes : na rea
Primeiro de marco n. 1C, outrora do Crespo, ar-
mazem de louca de Bernardino Duarte Cama.
&C._______________________________
Milho novo e barato.
Mais barato do que em outra parte : para ver
no tr picho do Dantas, e tratar a na do Apa!!**
numero 4.______________________________
Tijolos
Ha efectivamente para venderse, e por men
do que em outra parte, ponrao de t>j as quahdadea : na ra do Jasmim n. 27.
Cabellos
Veodem se cabellos de lo*! cores, <;ul(itKr
comprimenlo, qualidade supari, em caixa p
porcio mal paquena : na ra da Cadma, do B*-
cife n. SI, 1* andar.______________________
Vende-se nma earwira de amareilo com ai-
gnm uso, propria para escripia: ra de S. Fran-
cisco a.tS.



6
Diario de Pemambuco Sabbado 14 de Maio de 1870.
a 200 r$.
cabello, a
de
A VIRBADE
Rna 0u Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratissimos presos todos os arli-
gos de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, garaotiado tos
compradores toda a sincordade.
Liadas uonecas de cera e massa por ba-
ratiss.mo preco.
Espelaos dourados para pendorar a
460 rs.
Agulhas d osso para crox
Peutes finos para segurar
aao rs.
Cbamins para gas a 320 rs.
Garufa com Unta alizarine a t*000.
Dita cem agua florida a 1*530.
Dita com dila dita a 1*0' u.
Tnico de Jayme a 1 ($500 o franco.
Prisco coaoleo expresso de babosa,
SU) a 040 rs.
Dito com agua de Colonia do 300a 10000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 4*200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 rs.
S?K-iites muito Unos e diversas q'uali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 503 rs.
Ditis para fado de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pautes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pestes para tirar piolhode 160 e 240 re.
Payios para gn, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de odres, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de lanca e mosmha a 800 re.
Lindos baoadinhos e entremeios de 500
e imo.
Grosas de bjlas de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 re.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Thosonra para costura a 240 rs.
Lmba de marca eaixa a 280. rs.
Carrilera de linhas de Alcxandre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Gi ampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas fnecezas para jogar duzia 30000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lana muito fina para bordar libra 60500
Fitas pan dobrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para dobrum de vestido peca
400 rs. F v
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes core 2 follias por 320 rs.
Rosetas prelas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Filas para eos, peca 4SO rs.
Alfinetes de lato, caria 100 rs.
Sapanhos de lam para creanca de 400
i rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravntas da-geda pela de 400 eWO rs.
Ditas de eme, brancas I de cores 500 rs.
Dita de gorgurao de cores a 800 rs.
Verdade ru* iuqr de Ca-
sias m. &.
Ma
""Batampiwas.
Venik-sana ni da Crux n. 8, ! andar.
COGN/VC
da multo acreditad marca Rouyer Guillet & C de
cognac. nico deposito em Peroambuco, era casa
de Orlos P. de Lemos C, roa do Vjgario u-
meroM.
DB OUfiO
Milho e arroz de ca sea
Veode-se- milho c arroxde casca noto em aae-
eos, no trapiche da nmpanhia : a tratar na ra
da Cadcia-velba, casa n. I, 2 andar.
Milho das IUias
E
Fego do Porto
em saceos grandes, das qnaiidades abaixr mn-
clonadas, e fot oeao pr*c o que em outra
parle.
MRHO -NOVO
Feijao mnlatinha Feijo proto.
Dito brando Dito rosado.
Dfto amarelto DHofrade.
VENDEM
Jos do RegoBorges A C, a ru do Vigario n. 14.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translaalcos bichas de qnolidade superior
e vendem se em caixa ou porco mais pequea:
e mais barato do qae em otrtra qualqner parte:
na roa da Cariota do Rccife n. 51, fr andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabuco caes da
dega velha n. 2, 1 anda.
alfan
Grande estabekAimenta da faaendas e roncas feilas e por medida, roa da Im-
peratrie n. 82 junte a ieje de oorfvea, F
fleste^tabelecimetrto encontrara o respeitavel pobHco om bonito sortimento de
roupas de tooas as quaueades.
^tJS^StSS^J^ CiLfea aff0O'3||MO 7W00 * ** FtD
de ?$m) at tswn, orto de etfemtra de eflres finas e ordiuarias, de 6*. 4W030,
ditos de panno finoJd* 6 8* 40J e 2< *000. sobrecasaco dito de 20* a 50*000
^ Ccpjrto rttmeiflo,*! calcas debrim pardo de 1*000 a 6*000, ditas brancas
de 2*. i 101080 a atis superior, ditas meia casemira, ditas ca?emra de 5*. 12,5000
ditas casemira preta de ty*'r**QC0 superior, dita de merino diversas qoalidades para
luto. Assm ootr usa fatuto tor\mtio de wtetes de brim ds cores, dHot l>rencos,
Ates de caseara de otas e-pretor ditos de merino para loto fazenda superior
JSSSf* S52fiffl' ^n8M fM0CMa8 de ^o^- ^ M300 3#00. e de
Itnlio oe 36490 a7u|06O au/4a.
SortimioloQi|ilBto de eeroulas francez33 de algodo de 1 ditasde bramante a 11800, 8 psriar de 25J00O a 351000 a draa. Serlia*nto de coFarinTios de algodo e linho etc
assim como-was de algeds para lieanm de 35, a J0#0t)) a duzia, grarttas de'mui-
' fn.gdaldadw. NaTtnr.At Jttpratrit rr. 52, loja do '
Swtmerte de ehsps 4% sel de alpaca, e seda, ditos ngteaes eabo de marina.
Toalbas para rosto. Soraaento de mallas para viagem.
ATIESCAO.
Nesl* estabele(aato acarrega-sa de mandar fazer qualonier obra por medida
e para esse fkn tem hbil meetre ncarregao da officina, que se encarrega do irabalbo
cea perfeica a pootuaudade.
SOBTliffiNTOD: FAZENDAS.
Cliitag de 240 n. o cevado ou 105000 a pessa com 42 covados, ditas miodts
para camisas e t'rraao de menino 260, e 280 rs., e outras muitas qualfdades de 320.300
e 400 rs. o covado, ueste mesmoestabelecimento cbaga/am, -urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal paraJollws ecompetefrte ofeite para corpinno. Cam-
braia lisa de 35, 45,53 e 10500 a pessa, e oalras uitas -foseadas de todas as aiiali-
dades. ^^
At^rWO MADAfOLO AYAaiAB.
A 45000 o algodo., e 45500 o mndapolo. e tambem- chiLa escora boa k 240 o
covado por ter grande porcao^na ra da Imperatriz n. 52, leja com pertaes encarnados,
intitulado
' Lefto de Onro.
Azulejos
Veode-se no armazem de
ra da Cruz n. 26.
J. Moreira Das: '
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de chegar loja dos arcos rna do
Crespo n. 20 A. de Alvaro Augusto de Almeida
& C, os mais ricos cortes de vestidos de blond
que tem vindo a este mercado para casamentas,
assim como cortes de vestidos de soda de cor de
gistns inteiramente novos, o tambem um grande
sortimento de chapeos de relindo para senhsras.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Araia-
nha, Gear: ra da Cadeia do Recite
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza paro tingia os cabellos
da cabega e da barba, foi a nica admittida
i Exposifo Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparacoes at
hoje exisentos, sera alterar a sade.
Vende-se a 15000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
MACHINAS MU
: COSTURA
Acaban de chegar ao GRANDE BAZA*
UNIVERSAL, roa Nova n. 22cahneibo
viANNA--um completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as qnaes esto em exposico no
. mesmo Bazar, garantndo-se a sua boa qna-
lidade, e tambera eusina-se com perfeicao
a todos os compradores. Estas machinas
| sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
reiras diariamente, e a sua perfeic5o tai"
como da melbor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
| mas, qae muito devem agradar aos preten-
' dentes.______
O livro para o mez de maio
Acha-se venda na ra do Imperador n. 15 o
bem condecido livro do moz de maio, contendo
alm do mais, versos, etc, o tambem os cadernos
. de versos proprios para a mesma devoco, ntida
hnpiessao, e preep multo commodo.
d
3
o
D COLLAR DE OIM
.V3:lW:AMtW'f..l\3.4.
C
W

9
er-
es
9a
Officina e armazem de
mavmore
Caes Vinte e dous de novembro n. 57,
(ootr'ora armazem allianca)
' Ha para vender pedras marmores de todos os
tamaitos e gr ssuras, lijlos de diversos ta-
annos, soleiras e saccadas, assim como solei-
ras e saecadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
tratt-se e far-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas t
tudo o mais tendente mesma arle, por mdicos
prcos.
\ende-se ou troca-se por ca-as nesta pra^a
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la-
vagem de ronpa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plantacoes : quem o preten-
der dirjase praca da Iudependencia n. 33.
m
co
fcs-
Com este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado este antigo
eslabeleciraento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observara delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de raehor em
adergros de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alftnetes e anneis de todas as qnalidades, prata de lei faquei-
ros. colbcres, palileiros salvas e outros muitos objectos iiue seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qoalqucr parte, treca-se e conccrla-se todo e qualiiucr obiecto
pertencente a esta arte.
GAZ GAZ GAZ
Ctae^on ao antigo deposito de Henry Forster t
C, roa do Imperador, um carregamento de ga.
de primeira qualidade; o qual se vende en partida
e a retaiho por menos pre$o do que em ontr qnai
qner parte.______________________________
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amareHo de Vicente Fer-
rera da Costa & Filho, defrente do treo de-Con-
ceicao, em barricas grandes
Vende-se urna parl do engenho Purgatorio
de grande producto para agricultura, sito na
fregnezia de Iguarass. assim como se vende ou-
tra parte do engenho ('."irle de Cima, annexo ao
purgatorio, que muito convem comprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. An orno Menelio Cor-
deiro de Gnsmo.
Vende-se urna casa terrea em chitos proprios
na fregnezia de S. Jos : na ra de Borlas n. 30
se dir quem vende. '
tt RO,
KMtb Imperador n. 26
O respeitavel mjjCo encoirar neste
stebebcfiiwato fariimm'" ma completo
WrtJmenk) de paeteai^'^balldB ingleies
podras, p5ds-dp'6, prgeetsos es ltimos
2?*2 , satame de lioo, bo-
otM floos de todas as qnalidades para cha,
aawQlflw c foliadas, confesos, bomboms,
??*?' cboco!at rancez em fibras, pag-
ttlbas do mesmo ,cartoxos e carteiras com
seis charutos do dio oate rada ama, este
sortimento de chscolate do rais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor qne at
boje tem vindo ao mercado.
Vmhos portugueses, figueira muito .supe-
rior. Os mais gemimos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setuba!, o iHustndo
publico encontrar neste estabeleeimeuto
por commodos precos, fszendo-se abatimen-
to a quera comprar ero porco.
Licores de tudas as qualdades, as otis
finas, entre ellos o afamado Aiapaaa, este
licor o mais saboroso e superior, at
boje conbecido. Xai jpi s de groselue, rosa,
maracuj, caja etc,, vinhos de Bordeaux de
todas as marcas, o mais stsperior que se
podo ene mirar, champagne de Chever&t
muito superior, os mais linos e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todia a be-
bidas alenosas, este a mais salutar .para
quem soffre do estomago,
Conservas de leguaaes, portogueas, fran-
cezas e inglrzas. mlbos mostrada etc.,
fructas seccas cristalisadas e em calda, na-
1 cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
: des, charutos dos mais acreditados abri-
I cantes da Bahia e Rio de Janeiro, cigarros
1 de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo qoanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qoal-
quer encommenda com a maior promptidao
e asseio : Como sejam para xasamentos,
btptisados bailes etc., tambem se recebem
cncommendas de p3es de 16 ou bollos de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armaco deas-
sucar, assiui como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructas, atnendoas.Wte
etc..
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezai para melhor e-
recerem a acoadjuvaco do illustrado pu-
blico.
Te I has de ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por pregos muito razoaveis nm grande aor-
timento de telhas de fecro galvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa e te-
lheiros que alm de ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear Mais
qualquer obra muito mais limpo.
Cal nova de Lisboa
descarregada hnje do patacho Mara ; e venda
Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, pri-
meiro andar.
Vende-se por necessidade urna negrinha d
15 a 20 annos, com todas as habilidades : na rna
de Hortas n. 94, sobrado. ..
60RA DA IMPERATRIZ
! sortimento de faendas. do mais annradn imi. noo.m .,n, j.^, m-*^-mm ^a.a^ ^^^a^-
fim ontra A(ialm.r SS? SJSf estal>el3c.rneat? encentrar o respeitavel publico, um grande sortimento de fasendas, do mais BwATm^Sai^
;rmSmS&^' ^n r DV,S S'"'S *** fir'aa adoPtaram ***** de so vennderem IMMII lllO ; para poderem veSder nelo cn^ n ***** vnaam De^9dade ^e s " promette vender por precos maito mais baratos do que
S2C sornmentos pelos raasmos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidadedas E^raas familia S 5 Tt S T*V ganarem ? desconto- As Pessoas 9" *oSm em menor escalla, nesta H*
aas as fazendas se d5o os hvros das amostras, ou se mandara levar em>uas casas, para melhor po-
fA a o.n,?!;^ .JftS" de 2*000 rs- cada on. 6 pecbincha.
COM 8 PALMOS DL URGU.1 A 1:600, CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
. c e RS- Pav5 tefn bonias casemiras escosso-
Caegaram as fnissimas carabraias snissas zas com quadros grfidos e muidos e outras
tranpaMitefc sendo o que ha de mais fino lisas com listras ao lado, sendo fazendo
para vestidos; o vende -se^pelo barato preco imito fina que se vende mais barato, por
do l^oOJ, 25000 e 2^00 o metro, tendo. haver grande porrlo.
tambem das mssmat, porem inglezas com!CORTES DE CASEVIIR\ PRETA A 4-500
a mesma largura q:i3 se vendem a ItfOO, O Pavao tem os superiores cortes de ca-
e l,J280o molro, sondo apenas precisos des- semira;pretas enfrtalas pelo barato Dreco
ta larga fazenda para se fazer um vestido de 45500 rs. o cort,
4 ou 4 1/2 metros, pecbincha, CASEVIRAS RASPADAS A 800 RS. O C0-
SAIAS RORDADAS
Vende se um bonito sertimonlo de saias
bordadas com 4 pannos, assim como ditas
i proraptas, d3 ISaatuna, enesgadas com
bonitas barras bordadas a 13a por precos
muito cm conla.
PANNO PARA SAIAS A 1^000, 1,5280 e
10300 RS.
Vende-se bonitas fazendas |proprias para
safas sendo cora bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o corapri-
memo da saia e vende-se pelo barato preco
de 150U0, l>S0 a tfGOO, cada metro sen-
do preciso anonas 3 ou 3 I/i metros para
cada saia pechincba.
Pjono e casemiras prelas.
O Pi vo vende grande porco de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
preco quo admira, assim como um graode
sortimento de casemiras pratas para calcas
qne se vende por preco mais barato do que
biii outra qualquer parle.
Vestilfts brancos a 13AOOO rs.
O Pavo vende finissimos cortes de ves
ti ios de cambraia oranca, ricamente bordj-
a e cora milita ;fazenda pelo barato preco
PANNO DE LINHO.
Chegoo nm sortimento de pecas de pan-
no d.i linli > do Porto, que se vendem de
700 rs. at 1?000 a vara, garantindo-so
que em fazenda de linho nao ha nada melhor
nem mais proprio para lences e toalhas.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 8, 105,41)| 16,9900.
Ciu'.ijn p;ra a loja do Pavo um grande
g iftim*tto dos bonitos ericos cortinados
Loul idos, proprios para camas e janallas,
que se ronlem de 8)00') o par, at o mais
lioo qnj, vem ao mercado, e vendarse mais
b >ral<> que em oulra qualquer parle.
CERA DE CARNAUBA.
Vendase superior jera de carnauba em
.sa;ca*, mais barato do que om outra qual-
i ii irte, '4 mi da Imperatriz n. 60,
loja- do Pavo.j
VADO. .
O Pavo 'ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colleles e roupa para
meninos qae frequentam a escolla por ser
urna fa*enda leve, escura e de muita dura-
Co, pecbincha a 800 rs. o covado ou a
2^800 o corle de calca para hornera.
FINAS BARGES A OiO RS.*0 COVADO.
O Pavo tem as mais Iinda3 bareges de
la sendo m;ias transparentes, com urna-
so cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e qui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
cbinrhS.
ALGODOSINHO A 8*300 COM 24 JARDAS
O Pava) vende pecas de superior algo-
dosinbo largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 80000, pechincha.
PEQAS DE MADAPOLO A 3*500.
O Pavo vende pessas de muito bem
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo-
barato preco de 33300.
PECHIXCRA EM ALGODO A 4*000 RS.
O Pavo est veodeudo pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada peca, pelo barato ore-
de 4*000 rs.
GAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 7* e 8*000, liqui-
da-so pelo barato preco de 4*000.
PARA BAPT1SAD0S
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
cbovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 4*000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 4*,
a 2*400 o covado, tendo duas larguras,
CROCHS PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc, proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
CRETO.NIS COM 10 PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SEDA
2UOU "RS.
O Pa*5o tem urna nova reraessa aa mui-
to acreditada cretone, propria para lences
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
gura o corapnmento do lencol e vende-se
Algodo ciafcsUdo. pelo barato'preco de 2*000 o metroTs^
\ende-se urna grande porco de algodo 'preciso apenas para om lencol um metro e
sinno americano com 8 palmos de largura,; ama quarta ou metro e meio
proprio para lences e toalhas, tendo liso e ____^
trancado, que se vende por preco muito era ('1,^i>k'>aple$ pretos de ^oo at 7OOO
conla. f jja l0Ja do Pavo encontra o respeitavel
CRETONES'Matizados para VESTIDOS A 640 P0" um grande sortimento de grosde
E 800 RS, i-naples pretos de todas as larguras e qua-
Para o Pavao chegaram os mais bonitos. bdades, tendo de l*i00 o covado at 7*000
cretones escuros matizados, proprios para 8*00,), que se vende por preco muito
vestidos, roupao, chambres etc. que se I era conla.
vendem 800 rs. o covado. assim cmo o
mesma fazenda com padres claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a tiO
rs. o covado, sendo os padroas mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SETINS DO PAVO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Gligou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as qoaes
fazem o man delicado effeito, para veslidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA .
SEDAS DK LISTA
SEDAS DE LISTA
a 2*000 o covao.
Cbegou para a bija do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas cora as mais delicadas cores, tendo
entre ellas alguraas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de *u00 o
covadq, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA L0A PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento ora graaie sortimento de fa-
aendas pretas, como sejam' cafsas france-
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
dres, tendo para todos os precos e quali-
dades, dndose todas amostras, assim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conla, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonilas chi-
las francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
A 10*000.
O Pavo fez ama grande compra de cha-
peos de sol de pura seda, inglezes, com as
haspras parago. sendo neste genero os
melhores que tem vindo ao mercado, e li-
quidam-se cada um pelo preco de 10*000.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e colotes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que era outra qualquer parte;
assim como um grande sorlimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e eeroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
tmenlo de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna grande porco de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e^tendo bastante fazenda, com os gos-
I tos mafs novos qo tem vindo, e liqnida-se
a 5*000, tendo cada um seu competente
(flgurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 3* O COVADO
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
1,000 RES.
Cbegou para este grande eslabelicimentc
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem al*, 800 e 640 res o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roepa de horneas e meninos pelo barato
preco de 3*000 cada covado ou 5*000 o
LAASINHAS A 320.
LAASINIIAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja do Pa^o vendem-se elegante sof'
timento das mais Imdas lasinhas lustrosas, corte de caica para homem.
com Jislrinbas a imitaco de poupelinas de
sf.da e com as cores mais lindas que tem
vindo .iq morcado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, c pechincha,
Roupa por medida.
FECIIIXCHA
A loja do Pavo est
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do freguez, para o
que lera um perito alfaiate, responsabelisan-
, do-se os doaos do estabelicimento por qual-
EMCAMISASDO PAVAO A 4*500 RS. Jquer falta qne possa baver, quer por de-
Vende-se um'bonito sortimento de muito mora, quer por qualquer defeito na obra;
finas e modernas camisas inglezas com pei- e para isto encontra o respeitavel publico
lo e cobarinhos d* Jinbo e punhos, pelo um grande sorlimento de todas as fazendas
baratissimo preco de 4*300 rs. cada urna que desejar.
e aos freguezes que comprarem duzias se! bramante- a iima
Ibe far um abamento. Jarantindo-se que BRAMANTE A 1800.
SI ?a ? ?. de ^ ^ ''J'1"1^6 Pr pste nreCn or se ter eito mos de largura, proprio para lences din
tem vindo, propr.as para luto, sendo Ilasi- urna grande compra : as-in como se vende' do a Jargnra d'esta boa fazenda omm\
tilS^Su ?e *. Tta' b"T ?m bT? 80rti,n^ A* ** Umbem'm n~to do lencol sendo preciso DarTcada
SFSSStr- rtdo -vend: $; z*i ssr to de a,god80' ^r^2oraeJs ^
tantemente aberta, das 6 horas da manhfia s 9 i

da noute
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquina
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPRLINAS M SEDA
POUPELINAS E SEDA
a 2*000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de 2*000 cada covado, pechincba.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento datme-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de-3*500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos cspartilhos tendo
do barato preco de 5*000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento dai
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUST5ES BRaNCOS A 640, 800 E 1M.
Vende-se muito bonitos ustow brancos
muito flexivel proprios para vestidos da
senhoras e roupa para meninos e veudo^a
a 40, 800 e 4*200 rs. o covado.
Casa * "
O Pavo.est vendando bonitas cassas de
cares ffras a 240, 280 e 300 rs. o covado.


1
?
I, /
I
Diana de Peruaabuco Sabbado 14 de Maie de 1670.
i '
\

N-r-

r-
i* (juran :SV.itpofio e sumptuoso estabeicimdnto fie -fazewfnsweOWarfo as Estras,
familias toda quantopssam desojar, tatito em urtigos do .tisis rigorwoi luto, eomoem todas
tt man qualidades de faaondas,
Alm tw todos os pcqu-sU? 4a Europa, itee>em drreetamente o rpirtd rtigos de moda e
lo mais apurado gosto so encoutra eu Paris, o que vem cada dia augmentar s propor-
?4a da \m dupoo esto estabcledmeuto para liem servir sua numerosa fregaerfa.
Gae coni lsras do sdu e flores, fazen-
da iuteiramentc nova para vestidos de baile.
Grvalas p.-ra seuhoras e Lomaos, o oais
cmplelo sos-lmenlo que se podo desojar.
Guipure prelo e branco, diversas Utrgu-
IkHono'lirg par legues e toalhas de
odas os qualidades qae costuma vlr ao mer-
cado.
Alpacas de todos o padrees e qualitla-
es to variadas qne se nao podem descrcver.
AMMinscomRiusIfjs para collocarretratos, ras e dilerentes gostos.
leficado presento para qualquer pessoa do Gilas e puohos bordados para senboras.
i1?**!, i Guardanps de linho pequeos e gran-
AtoMnado de lmlro e algodao, braaeo e des.
to cores'proprios para toainas. i Gorgueo de sedapretoede cores.
_ f& Grcsdonaples prcto e de cores, tiuven-
Basminas do seda pretas e muito moder- do- diversas quaiulades e o$tos.
tas, bera como de crochet, tu lo de apurado ,_y
Baldes do muselina, madapolSo, brancos to, e fazenda propria para as eslas nos ar-
% de cores, para senhora e meninas, tabaldes e passetos a larde.
Bareges de cores variado sortimento. ?-fo
Babadinlios oa liras bordadas-em todas as Lazitihas do toda as quadadcs, cores
arguras. \ e gostns, nao fkando nada a desejar, tal
BeRwitina de todas as cores. o sortimento que existe para escoliier.
Bolsas de tapete para viagem, grande'. Lencos, ludo quanio pode haver desde
rielarte da tamaitos e gosjos. esguiao ao algodo commura.
tfJfiiilA
i
** ^tlMA
,&*'

mw \mm
Leques de madreperola e osso, o mais va
rindo sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de ivuvio, ciiegadas por todosos va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para liomens e senboras, quer eino
Bombarina pret.i de tedas as qualidades.
Bramante de linho de H palmos de lar-
cora, e-tedas as mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodao, grande sor-
imeto.
Brlnsde linho branco e de cores, do mais
omraodo ao mais caro em qualidade, alDan- d'Escocia, brancas e de cores,
ando o que ba de memor na especie. ?ryf
Brins d'algodo completo sortimento e Madapolo; indescriptivcl o grande sor-
cariedade de pre;os. timento que ha neste genero, desde o mais
Cfi elevado prego ao menor, qae se vende em
Casias de cores, o maior sortimento, pri- pnga e retalho por menos do que em ou,
cando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte,
ts qualidades. Mantas de brande para noivas: o apurado
Cacnbraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
s de todas as qualidades e presos. habili'a-nos a dizer que temos em nosso
Camisinhasde oambraia de linho e cassa astabeleeirnento o que de melhor se dse-
bordadas ricamente enfeitados para Sias. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para hortera e meninos, to va-
nado sortimento-qne val do mais ordinario
adapolSo ao m3is perfeito bordado do li-
(e cambraia.
Camisas de moia, de flaaella, bcaacas e
Je cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
.ue se pode imaginar, sendo d'isso a me-
nor prova o grande consummo delas na
iBcina da casa.
Capellas de llores, para noivas e bailes,
esde a oais candida flor de larangdra al
-mais inieressaute griaalda.
Chapelinhas no melbor gosto,de todas as
'Ves hoje preferidas pelas seuhoras de
nais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para seuhoias,
-Itimo gosto do Paris.
Chapeos de so!, para snhorase homens,
de todos os' pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
i omero e n3u menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
o b variedade de padrSes e novos gostos,
ca neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se podo ima-
iaar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
es, varios tamaitos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
:ado gosto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
grecos comniodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil,o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
indas cures e ricos padroes.
?8
EspartHhos brancos e de cores, para se-
ihoras e meninas, o melhor nesie genero ;
ienhuma Sra. deixar por ceito de muir
e de t5o precioso auxiliar perfeico de
im corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
?aris, recebida no ultimo paquete.
Esguio do linho, completo sortimento de
:odos os nmeros.
Pitas largas escocesas para cintos, varie-
Fi ;hs de crochet, modernos com cintos
a capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodao, de todos
as gostos e padroes.
Fust5o de tadas as cores e qualidades
grande sortimento.
FlaneHa branca e de cores.
Flores, q que ha de mais rico, quer
oltas, quer em ramos, tem o PAVILHaO
DA AURORA aro permanente jardim a
'isposifo das Exmas. familias.
Manas pre'.asjJe blond.
Manas para carros, com lindas pinturas.
Merinos prelo?, trancados e usos.
Mnssena branca e de cores, lindos e va-
riados padi oes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais"
barato ao mais superior, por preco rauito
c>mraodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas Je casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godao para camisa.
Princetas pretas e j< cores.
Popelina do seda e linho, com stras e
flores; fazenda lindissitna.
Pelherinas para senhoras do ullimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar nesle genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVIL1I0 DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Douquel d'mour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touea-
dor de urna senhora do gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com fullios e sem lles, o raeior possivel,
Sabidas do baile, de todas as cores.
Sedas pretas, do quadros, lavradas, lisas,
de lisiras de todas as cores o qualidades e
o mais barato possivel.
Sarcelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes gran.'os, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos lesejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamaitos, lisas c felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baplisados, o que de melbor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 1 saias,
novidadepelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de coros, e de cam-
braia de cores com 2 saias, e tudo inte'ira
novidade, trazem os modellos juntos para'-)
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao "Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semetnante materia, gra-
tas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Paris, podemos garantir que iiinguem neste
genero o possue melbor, nem mais em
conta.
E* dispondo d to grande e variado sortimento qne os proprietarios do PA-
7ILHA0 DA AURORA se apresentam ao publico declarado desde j que a sincerida-
d.e o bom gostoo movel nico de seu negocios.
Prvidos de tudo e proraptos sempre a prover-se do que por ventura ibe
eja necessari, os proprietarios deste sumptooso estabelecimento recommendam-se
em receio de serem contradictos e protestam sforcar-se por contrnaar a merecer
proteco qu se Ihes tem dfspensado ; cortos de qae do seu estabelecimento nao sabira
o freguez descontente.
Contina sempre a offiema de alfaiate dirigida por nm dos mais habis artis-
taa,j)rompto execntar com promptidJo e bom gosto qualquer trabalho qae me seja
onnad. Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILHAO D^ AU-
RORA, dirige os que lhe sao concernenfis, garante por seu apurado gosto epromptidao
oa execo?5o e a mais completa perfei$So nos seus trabalhos.
A QumorQsa fregnezia qne nos honra ema prova de qoemerecemoe o con-
cert qne se dispensa ao nosso estabelecimento, concaito qae procuraremos firmar cada
ez mais. Para facilitar anda a concecncio do fim que nos propomos, temos no nosso]
stabelecimento os nrtunos flgarinos de Paris, qne recebemos por todos os paquetes, os
qoaes enviaremos para serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escoTberem,
com o padrlto da fazenda o gosto na forma.
Na officina de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figarinos
para horneas que por todos os vapores se recaben.
V este o modo porque nos apresentamos pedindo a proteccSo do Ilustrado
poMce e com o mais profundo respeito convidamos s eicellentissimas Sras. a visi-
mdTouViflmedU^leC,meDt0' CertM i0 enC0Dtrarem aeile P^o menor preco pdssivo-
. - MMldargw ciUeiros tevar as fazedas eamostras onde orempedid, visto
alo ptnraos especificar tudo quanto tomos. ;'-.
JjoLuz, SAnalto A C.
Aberto (fes 6 s 9 horas da noite.
Qnaauo'a AGUIA BRRNCV, mais pretisa scimtificar ao nespeitavel publico em
geral, een particnlar a sua boa freguewa, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem reoebido, c juslamentetquando ella meaos o pode faz*r a porqe esaa falta invo-
luntaria ella confia e espera va benevolencia de todos que Ih'n atiendefo e retetaro,
continuando portaoto a dirigirem-se a liem conhecida h ja da AGUIA BttANCA ra do
Oueimado n. 8, onde sempre acharo abondancia em sortimento de sunerioridade em
qualidades. modicidade em precos* o seu sanca desmenilidoAGRADO ESINCERIDADE
' Do que cima fica- dito se eonhece que o tempo c que a AGUIA-BRANCV pode
dispdr, empregado apeaar de sen oustos nodesempenho de bem servir a aqnettes que a
bonrara procurando prover-se em dita loja do que necessiiam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureaa sao mais coniu'cidos ali, ella resumidamente indi-
car aquel les cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recoinmendaveis, como
be-seja r
Corpmhos de cambraia, primorosamente
eufeitados coro fitas de setim o obras essas
coja novidade de mol de e perfeico de ador-
aos os toroam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
idades para cintos.
Leques uesse objecto muito se pedera
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas pan nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e prcto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com,flores e lisos.
Veos de seda para tiiapenas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costuraos ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos pata baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
o meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Oipcllas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de soda, prelo.
l'ERFUMARIA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pon tes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adcrccos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para halo.
Novos sleroscopos com 48 vsias, as
quaes sao movidas por nm machinismo
urnas snbstituem as outras.
Vistas para .sleroscopos.
Bonilaa oarxinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envtmisada com vspe-
ras a com dminos,
Boilas do borracha para brinquedo de
enancas.
Diversos objectos de-porcelana, proprioe
para enfeites de mesa e "de lapinhas.
SORTHEKTO COMPLETO
A1AZE\S
NOS GRANDES
DE SFXXTOS
i: 3ioiiaios
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter DE
S1MA0 DOS SANTOS & C.
PROGDESSO
10. PattQ da Imilla . 10
DE'
SiHIOS & F EME IR A.
Os proprietarios destes bem sortide s armaztus participam aos seus innmeros
fregnezes tanto desta praca cc-mo do matto que tendo foto grande diminuigSo de pre-
ces as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de tO.e 20 \,
do que oa. ou;ra qualquer parte, garanlindo-se porlanto a s peFior quaiidadede qual-
quer genero comprado t.estes dous estabeleciinentos. Mencionamos alguna dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehaudidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los. >
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz anwricano marca Deves a 8800 a
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 40 e 200 rs. a garrafa e 480 300
re. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a rm, 500 480 e 400 a garrafa liiro a 840
7G0, 720 e GOO.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560
agarrafa, em porgo ha abatiraento.
hta, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 1#')00 a
garrafa em porc3o faz-se grande abatimen-
to.
Caf em carneo a 220, 240 e 2*0, a li-
bra o kiogrammo a 480, 540 e 600, e
7^5000, 7,?560 e 8/)800 arroba.
Mtlho alpista 200 rs. a libra e 440 o k -
logramma e 5-51800 a arroba, em porcSo ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- abatimento.
res e maisacretadas marcas a i/OOOe 41200' ft X- fdfrm ^ "** *
1*500 e 2* a garrafa. |e &iW Laaa um-
dem Bordame, Medoc e St. Julien aK..Aleta/-Saftcairi*,?1ta,harinl a50. f-a
7*300 e 6*500, a dozia e 640 rs. a garafa. I ll,bfa e M Mogrammoem ca.xio ha
Genebra de Holbnda e laranja doce aro- at t0-
maticaa 6*500, 7*. 11*500, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers & Bell a 9*800 du-
zia em poreao ha grande abalimento.
dem marca 11 e T e outras marcas a
5,3500 e 6|, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ba outros muitos
SebSo massa de Ia e 2a qaalidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o k'ogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,'
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, rnarmelada, bolachinhas de todas as
qualidides, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Britania, doce de guiaba fina, chourcas, manteigas finas
franceza e ingleza, banfaa de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Caoea, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, brau, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de mho americana, grandes molhos de sebol-
Ibs, aestes dous armazans existe tambem>grandesortimento de loucas proprias para ne- moldes novos e elegantes, com pod
gocio, qne pelos seus commodos preco faz vantagero aos compradores.
VENDE-SE ou arrenda-se o engenm
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinhaem
comarca do Rio Formse, prximo do em
barqoe, com grandes partidos de pal
.massap roda damoenda, mattos manguet
para madera necssaria, bom pasto, etc.:
a tratar na roa d'Aurora n. 26, ou na d<
J Imperador n. 20.
Deposito tffeclivg dot pniueitt * companhia das
aguas de Vichy ctmo sejan :
. Ago Source GtJeiioi.
Dita dito Hanterive.
Dita Chatetdon etc. etc.
Ses de Vichy para banhos.
Pastlha da if'utj et. eto., ludo pw. preces mai-
to em orn, eoa cae* de TLuel frrg, roa do Com-
mercio d. 9-
Os mesnos teem para vender cognac superior e
vioho de ditersas qualidadei.
Venda de lampeoes
p ra illumlua^o.
Na !-ija -de funileiro de Antonio Montea. Piatt,
na-irav8a.da rna do Vigario n. 3, tem para ven-
der 300 a 4 lampeoes promptns, muito econ-
micos por serea) para gaz liquida, e dio exeelien
te lut: ellea antes que se acabero, senhores en
csrre'gados de illaminac.oes, ane ?o baratos.
Mez'^e Mara
Ontico e hymnos devotos para o mez
de Mara.
Un aitido volme ncadernado de couro
JatfuO.
De marroquim dourado
fiSo
inmiMiA FRArSCEA.
Si^fitf vinb Berdeanx
daCadaia do
St Bstephe & St. Julien:
tlecife muaero 6.
rna
Era casa de Mills Latham 4 C, nra da Cruz n
38, veodem-ee tolta de ferra galvaoisadae.
Vndese urna preta qaeeozinlia e Uva bera,
pirante-ro nao ter vicios nem aerunues : na rna
ft resta a. 3, 2 andar.
100 milheiros
Da teihas o lijlos de todas as qaalidades, t
to-se-eor m*w 6#0 e sattkesn do qe
otra quxlqner paite: na olaria da ra dos
zeres n. B, de Jos Carneiro da Cunta.
Admlrem!
abitas escuras, cores spjftras, qae se
a) rs o covado, on 10*000 oom 4* eevaioav
aUtmaeBda a ^uaaMade resulvuu-ie a vender or
eetlao acabndose ; na roa oaloya*
"^t n. 5, IWJa coaro malo ieeao, jumo a urna
de owiva,
LOJI
DO
GALW
Itua Os propnetfltios di^te' bera eonheeidocsfaaele
cimente, alm dos raniU dtqectDs que tinharn ex-
postos a apreciaco do reepeitavel publico, nian-
daram vir e acabara de, receber pelo ultimo vapoi
da Europa un. completo e vanado sortimento d(
Unas e mni deliradas especialidades, as quaes es-
li resolvidos a .vendar, como d seu costrjrne.
por precos muito baratiulios e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superioM luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas bonitas gollinhas e pnnhos para se-
nhora, neste geoero o qae ha de mais moderno.
Superior es pentes da tartaruga para coques.
Lindos e rii|mssiraos eufuites.para caberas da.-
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
llios e sem elle* ; esta tazeuda o que pode haver
de oieibor e mais Iwnito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
martim, samlalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos dennos, e estes pretos.
Muito superiores meias lo de Escossia para se-
nhoras,, a quaes suuipre se veuderaio por 30000
a duzia, eutretaato que nos as vendemos por 20/,
atm destas, temos lambem grande sortimento de
outras fiualidades, entre as quaes atgumas muito
linas.
Boas bengalas de superior canna da India t
castao de martim com lindas e eucantadoras figu-
ras do mesino, ueste genero o que di melhor s
pode desejar ; alm destas temos tambem gracdi
Jnantidade de outras qualidades, como sejam, ma
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meai-
aas de tala anuos de idade.
Navalbas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao mnito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurams sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bollas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina epara.crox
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
lahyrintho.
Bons baralhor de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesuio nm.
Grande e variado sortimento das melhcrea per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE OEfl.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitara a denlicao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aliin de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podero aquel-
JliHPL
Vende se o engenlio S. Pedro na comarca
de Porlo Calvo, prov wu de Alinas, com
xcellentes trras para 'dois mii pues de a-
ucar, extfns?s matt.ts, iii^pii'lic.i casa dd
vivencia; situado a Des qitartos de leguas do
poito de C mella de Bina Grande,dtetente
desta capital poucas boros otirfe tccaio
brevemente os vapores da companhia per-
nambuesoa.
O engenlio de animaes, prnm eflm
nina despeza d> dous on res c< los dercis,
pode ser transformado etr. en> nlio d'agu
copeiro. Os partidos estn s poitas'do
ergenbo.que pode ser manejado >uavementa
oni q inze ou vinle trabaihadoios. E' tidt
lela propricd.de de melliores loirasda lo-
calidade : e vendt-f por pieco rnuito.oom-
tuodo: tratar mi ra do Yigariu o. 31.
ESGRAVOS FGIDOS.
quaes
para que rao applicados, se venderao cora um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Joc Marlins de Barros.
J cordeiro prevdenti
Ra do cueiinado n. ltt.
Novo e variado sortimento de perfumari
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de periv
arias, de que effectivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba
receber um outro sortimento que se ton
aotavel pela rariedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pr.
?os; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
a espera continuar a merecer a aprecia?i
qo respeitavel publico em geral e de sr
bo' freguezia em particular, nSo se afa-
mando elle de sua bem conhecida mansidi
a barateza. Em dita loja encontrarSo c
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray..
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dila de Cologne ingleza, americana, fnu
ceza, todas dos melhores e mais acreditad!
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaclo *
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch
ros agradaveis.
Copos e latas, mtiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transpareni
a outras qualidades. *
Finos extractos mglezes, americanoi
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad
com escomidos cheiros, em frascos do difi-
rentes tamaitos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan
fruotas.
Ditas de madeira invernisada contendo t
as perfumaras, muito proprias para pr.
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tu
bem de perfumadas finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
arre
boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentei.
Pos de camphora e outras differeau
qualidades tambem paxa deatea.
Tnico oriental de Kemp.
II iilem 9 do copente i\<-.: laie^eti o es-
uravo wolit, rnoQlo. cen 36 atin'-s de idadi-.
altara regular, sem 6IM de dern-. r|,eio do c. -
|in, baslnie b:iiliiJ(i ; o ciipi i:ni l.inlo esir.oir-
eido por ir i andado un in,; dmii. de ot|Mras
lie sangr.e ; tem is \i> un taotn jrososnroxe-
liedle te travos, dner.tos de Bii.bus .i-' eanclla'i
endo rni nina d'ellas una ricatiiz bastante gri>n-
le em rouseqnratia de uii.a bb.'i, e na nutra >ip-
i:il de ter 'iut.lni.do a peina, da quat pnxa algaida
oonsa : rega-so, noilaiflc, ludes is t(iaes de
campo e ;i auii riddns <. mi etcittes a sua caf tu-
ra. M"1' se pri;iienr. na na .Noa n. i't.
ATTEPvCAT
Fugio da ongenhu Savt'iago do tem.o de Jgn
ras-ii, o escravo creoulo de uome Aniouiu, id;. -
18 a 20 anuos.estatura r. guiar, cor i rea, nari
nm punco chalo, iem fallas de Sentw m ir rtti.
ns bes as piulas sao um pnuen viliades pun
lnitrn. Presume .-eque fma teduzido a Bj^do
imw nm individuo de m me Bernaidino on Secnii-
llroo, que moragik) p'aqaeUe eit^eulio dessppari1-!
ivra ai> mesmo tenipo em qii'.; aosmtoa se o re-
erido escravo, e .Hie te irigtram .ara os Ifdos
de Santo.Antao des polciae, nha noitcia, que o facam piendir e cendnzr a.
eu senbor Adriano Jo- do Reg, que present--
iiu-nu* se acha morando no engenho Araripe de
rima do mesmo termo de Ignaras:ti, que recom-
pensar (.'eiifrosaiueu'o.
RSULA
Em fuga para o Ico, donde
natural.
Auzcnt m-se desde o da l de abril do correte
auno, a mulata acaboculada Ui-ula, de idade p u-
eo mais iu mines 30 tonos, chiia do corjo, ea-
belln.s ef,iridw, lem os denles da fnnte i licito-,
falla descantada c o maior .-nual nina inipigein
em um dos bracos de^de o colov lio al a rou-
obra da nao, sutipoe-se ter seenido fiara 6 I
donde e natuial, lev.-u vestido de roita fseqi >
com listas encarnadas, neosiuniad.i a i'ar-lhc a
polla : qnem a pegar lrvc ra i!.. Matriz da
Loa -Vista n. 46, ou ra da Cruj n. ii, que aera
giatitirade.
Fugi-i no dia II de marco to cinenie ani
o escravo Francisco, cabra, de idade i!0 aniu
COm es signaos scgninles : rabelles raa|iin' -
rosto descarnado e com nmn-as de bc.igas, int'-
Inla se ser Uvre. levuu raleas brancas. |aii:oi di
alpaca de cor e chapn do Chile, natural d:
Parahjba, e foi cpoiurad ad Sr. uelniim Ai*--
Maia, morador na nnhyba e }otgn*se re id
para o mesmo lugar ; desde j [irolestn-te rontr.'
i pessoa que o tiver ocultado. Boga-M ao- i, |n
les decampo, assim como as auhiridado p
eiaes que c iragam rna Direila n. IB, t\v,e si i
aenerfi>am-ne crat cados.
Fugio de casa de seu senbor Ja eidade da Vic-
toria, o escravo Luiz, idade i0 iodos, cabra e.-ci-
ro. mate serenado, ro-tn cmiprido. n%>s papRdd,
rabellos enroscados, mas nao pichaim. pnact bar-
da, bocea regular, bee-.s um lauto gn>M.s, e< r i
meio, pes feos c con racbadjiras, p sta de bi r,
!'alla manso c um lano gano, nariz um podro afi-
lado, le vi ni ve-lido emisa rxa ja aseda, ralea *
urim pardo, chapeo de l'eltro velho j eaa o fon-
do turado, presume se (eolia vindo para uta ti
lade, onde tem um parceiro, pile de sppaceceu na
inile de 30 do p'oximo pa^sado mez: qoem o p. -
izar e levar ao largo da aliandega. Rrmsz m 0--
Frago & Rocha, ser generosamente
sado.
50$ de gratieoeao
Fugio no da21 do abril prxima pissado lodo
a uai mandado na Capuoga, o escrava do tois
assi nado, de B*me Luiz, de u^qo de Corta, c m
os sigo* efomes : alto, cor ov*ta, s.-c.-o d^>
cerpo, cem alnuma falla de dtntes na fr.nte. a
linguagein alguma cuu^a atrapalhada, repre-enta
reflexo de vila meio eneandiado, d m de um h-
do do peito una marca de caustico qae tovmi b.i
pouco tempo.por ter eslado doenu, ha ea'e.i
de casemira de er, camisa do algodao azi cha-
peo de palba velho, reprsenla ter 50 anuo.-.
provavel que lenha mudado a reuir, 9Hf e-cra. <
fui comprado ao Sr. Pmtao procurador de causa ;
nga-se por tanto, as autoridades polhiacs, assim
como aos capitaes de campo a pTisaii ; iem sid..
visto em Sanm Amaro e em Agna Fi a : i en're-
gar na rua-Direita o. 30, Recite 6 d-ina'(> d- IX7U
Ricardo Jos Gomrs da C.iuz,
Um outro sortimento de coques de di
vos e bonitos moldes com filis de vidrhi
algns d'ellas ornados de flores a fita
estao todos expostos i apreciaclo de quoi
oa pretenda comprar.
GQLUNHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Flvellaa e fltao para cinto.
Bello e varado sortimento de taes obju
tos, ficando boa escolha ao gosto do coi
|tdor.
.
1005000
Coilma a ejtar fgida desde o dia 1* di Janei-
ro do corrpnte samo a crava Sveris, crenla, de
idade de 25 a. 30 annos, com os sig e- sennhMes:
altura regular,beicos rossos e tebit^do. rsii
saliente, orelhas pequeas, falla mansa, corpo del-
gado, quondo anda cocbea, foi e>cr>ttt< na viKi >\<>
Cabo do Sr. Joa do Reg Barros, f i wndid i m-
ta cidado pelo Sr. Plwte, como prooord..r d Barros, j fni vista para bandas do ODarnvi M--c-
nos em companhia de um cabra ex prnea -e <:
vaHaria, julga-se qne o sedoctor qu -eli
que a dita eacrava ge llnha forrado : toftil+ au-
toridade policial e capitaes decampo <-..i>ip da
mesme, e leva la ra da Soledade o. 86,
do Amnrim n. 04.
a
da
Cirande armazem na rna
Ittperatriz n.
INoste graade armaxem vende-se tenca ingleza.
Boas e ordiharas, apparethos de porcelana para
reodem abantar e para oha, jarros para llores os mais boni-
tos e do gestos modernos ; mista cerno grande
.'ortioeatotw daw linos e opdteiwem oub todo*
ie vtnder tamo a retalho como,por atacado pelo
mais barato poco que em outra pualquer parte :
'Manlmu.i a atteocia dea fraoueue, qoe serio
Vestie-se urna Omi tatoero eVarreoera'-1 oBvementemento servidos tanto- aoi etmwadoi
das Larangeiras a. 16 a tratar na ra das Vende-se a loja de funileiro da ra Direita
n- "3* o. 38 : a tratar oa mesma ra a. 31.
Pngio no da 4 do corrente*o nlt S.inr
nio,-aero de car'reiro, ef avermelli.. 1a a m e
ci de ac por ter os cabellos veru>db#, telMnfti
media forte do corpo, cara oo i. -i Yn-s su.
Calla apenando os canto da bocea, idade 2.*i
amos, ps chato, vestido com cern i
panno de algodao fnirancado'de e i .-
tural do serian. O armo paseado.-e*ie nm h> h
estove wgtdo 2 mezea e tur pegado v viiy-nh de
S- Jeo de Po-d'Alho' dpnis do tu v p,4>
ras desta eidade por bastante temi, le. r nlo -
cimento na ra da Senzalla' etc. P d< - - a-
pitaes de eimpo e as autoridao
tura do mesmo para ser entrego.
no sitio da Sapucaia em Beb^ribe.
No ata 7 do corcapte au-eniou
sna senhora aesesava Cosma. '
de, pouco mais oa ments,
iem -orna h*0l*s rmuth dire
mica proutmnMP de uwaosi-
tra milpa orna sai* e ca*a>-
6 de suppr que mais farij us
petesrtras da Bo-vKta : roga-s
polipiaes e capiles d camp a ap i..i
mesma o levar Caminga, rna das
47, que sarao reoompensauos.
\l
t
i



Diario de Pernambvco Sabbado 14 de Maio de 1870

-


umatATOM.
B 42 DE VOLUNTARIOS DA PATRIA-
Tine, hores de cem batalhas,
tlenles filbos do Doite,
frontes cheas de esplendor!
Vine, despojos da morte,
que os palomos, e as melrallias
nos deixJtJin pikpenhort
Vfndet que lendes abracos,
.. pnalange que s tem bravos,
qoe e chamo concidados!
Onde ficaram os escravos ?
Rcmidos por nossos bracos
sao boje nossos irmSos 1
Uwatoa ingente de peitos
airontasfcs, denodados,
o colosso de lluraayt!
e aUi dexastes gravados
*ossos noines, vwsos feilos,
qoe o lempo eternisar I
Qn' dos laiireis que colhesles ?
Qu' das sombras que espancastes
em 15o fero batalbar ?
h oode, por onde andasies,
que assiro tentados vicstes
nos patrios lares pousar ?
i Tocai n'estas eicatrizes !...
forana feridas sangrentas,
;fe inda podem rebentar!
Km d(Z batalhas cruentas
ntraea tomos iifelizes
porque... soubemos lutar
Nossas arm*s, anda quentes,
que vos eontem nossa historia
nos paies do Paraguay I
A* nussas c'ras de gloria
sao essas llores pendentes
da nossa banderra olhai!
i As nossas f.udas rasgadas
eocobrem negras feridas,
que inda \em-se gottejar !
stas veneras queridas
attestam Iotas damnadas,
que soubemos sustentar I >
Mas la deixmos, por paga,
ama raja redemida,
eh>rando de gratidiol
Dolorosa despedida,
que essas almas anda esmaga,
porque ellas. teem corago!
< Eis os latiris-da-victoria,
eis as sombras que espancmos,
em prol da patria e da cruz!
Coro o domo sangue assellmos
i liberdade mais gloria,
i uia povo oppresso mais luz!
Vinde, bravos, esforzados,
valentes filbos do norte,
frontes c-heias de esplendor !
Yinde, assombrosa cohorte
de hroes grandes, laureados
co'as laureas d'um redemplor
Campeoes da liberdade l
vosso irmopovo vos guarda
il.es, livianos e ovages!...
Do voluntario na farda
lera mais brHbo e magestade
essas condecoragoes l
Malo 7 de 1870.
Bkli.ar.mino Carneiro.
Snzana.
(vaginas de mu historia verdadeiiu).
ry
Cmela o infortunio.
(Continuagio).
G Sr. Tenorio era um hornera um tanto
felo, e depo;s de sustentar o enorme peso
Veincoenta e cinco invenios, tinha a mania
J^sica de quasi tidos os velh s: naogos-
?a*a de ouvir se fallar em amor. E quando
i* dizia alguma cousa sobre o ordinario pro-
ceder dos mogos, nao era capaz de se es-
mnt ;i reveUcio de suas santidades: islo
c de altestar com todas as forgas, que nunca
*vra um s namre,que nunca escreveu
i moga alguma e que afinal, casou-se,
tendo visto a noiva n'um dia e ido no sub-
FOLHETIM
1 DRAMAS DA ALDEIA
por
Ponson du Terrail
(Gontinuago do n. 106).
XXVI
C;uiz o acaso que no caminho se encon-
srasse com o procurador, seu conbecido e
* quera disse que ia ver se comprava um
sal de caes aos imberts.
O procurador affirmou-lbe que elles, em
E.de om. casal, tm am doos, e que de
arto lii'os venderiara, em vista do seu mo
ssado de fortaoa,
Depois, como o infortunio dos oatros
ftasi sempre asiumpte agrada ve I para a
uversade certa gente, este hornera, que
o era boa pega, cootou ao Mulot a ca-
aastrophe qoe ameagava Jaubert.
O Matot ouvio-o extasiado e redarguio-
flae a
Pois bem ; vou tratar de comprar-lhe
* caos e de corto farei bom negocio.
C despedrado se do procurador, metteu
poras ao cavallo na direcelo da herdade.
Jaubert nao eoahecia Maurel; mas, como
a apresentasse bsm vestido e montado
aera bom-cavallo, foi bem recebdo, tanto
qESBto as circumstancias o permittiam, vis-
I que as mulberes linham anda os olhos
wmelhos de chorar e os homens os ros
ax> entristecidos.
laobert foi-lhe mostrar os ces, em qoan-
a que om dos filbos recolhia os cavallos.
Erara soberbos anmaos
Quanto quer por elles ?
Pelea qaairo pode bem dar dozentos
leos. Dou-lh'os a experimentar por al-
pa tempo.
Pode maodar-m'os amanhia e o di-
aroesti prompto.
Mulot tinha sobejas razos para n3o
atUltar, e, de mais a mais, elle sabia na
ggko lazar sois fanfarronadas.
Este bomem, que geralmente desagrada-
m> soube captivar os nimos d'aqoella po-
iWMnto.
Gereceram-lhe de comer e elle accei-
equeete, pedirao paia maozinba dese-
jada. -
Quando, pois o amavel senbor bavia ex-
hibido com a eloqnencia de am sabio dou-
tor, as castas qoalkUdes de sua castissima
pessoa, a lula comegou.
Jsso acontece com todos, Sr. Tenorio,
que, como disse Bocage, se vm com os
nao raros na cabera os desengaosob-
servon Suzana procurando confandi-lo,
vista de elle ter analbematisado o princi-
pio da conversa, lancando baldues sobre
balddes mocidadeque, como disse, corra
louca pelo camhtho de urna phantasia sem
limites.
0 maior numero... Nao sei se digo
bem. Mas emfimcontnuou Suzanao
maior numero dos velhos, assira tio ho-
nesto e respeitavel, porque em primeiro lu-
gar, tudo que ba de bello na vida, para elle
locou o seu lim te; e em segundo, porque
no meio das luzes e das flores de om salo,
nunca ou bem poucas vezes acolbido om
septuagenario.
Mas o Sr. pensaconsiderou ainda
que se na algada de um vetho, cobessem as
sabias extravagancias de om moc), existeria
por ventura, diflerenga entre este e aquello ;
isto entre o corag3o de um e corago
de outro ? Sim I smente |por esse lado.
Porque pelos rostos f...
E urna risada acoipanhou a reticencia:
Nao acha?... f
Est completamente engaada, minha
senliorabradou o Sr. ThenorioNio sio
todos!
E conlinaou, depois de arregalar muito
os olhos, e declarar-se ferido em sua ho-
nestidalc:
E' preciso que se note I
Pois bemreflectio SuzanaEa j
concedo; mesmo porque em minha presen-
ta est um que me parece realmente sisa-
do. Porm, mor parle delles... nio
posso! N3o posso decididamente consentir
que falle tao bem de seu livro intimo t E'
urna mentira .* um escndalo I
E entoando a voz magestosa do juz seve-
ro o justiceiro, prosegoio:
Os velhos, m concluso. nao me ca-
pacitara de que essa espacie de comporta-
ment religioso que oslestam, seja filho ni-
camente da prudencia e da raz5o, e nlo
legitima imposigo da tremenda e fatal ne-
cessidade...
E entornando dos labios um sorriso de
finissima irnica, e batendo com as duas
maos sobre os folhos do vestido, e incli-
nando-se tm signal de cortesa, proferio :
O Sr... sim! de todo respeita-
vel...
O Sr. Thenorio podendo respirar em ou-
tro clima, disse disparates que fazia hor-
ror !
Nada faltou absolutamente, para elle jus-
tificar que estiva alistados na bandeira dos
< homens serios. >
D. Fabiana n3o se adhera nenhum dos
dois partidos. S o que fazia era dar al-
guns de seus apartes graciosos.
Samuel nesta noute eslava taciturno, e
por algumas vezes n3o fez seno defender a
causa do justo.
O resto da familia... conservon se ad-
mirando s.
qaeiras mal, qoe eu te amo, que ea te amo
muito!
Ha ccasiSas, minha senhoradisse-
. Perdoa-me. Suzana! d sse-lhe ea
allucinado Perdoa-me!......
- Sim, sim !disse-me ella enchugan-
e reanimndoseMas nao
lhe eu trmulo e doodoemque o concho do-me as faces
parece recolher-se todo em si, para coota- consintamos, pela ultima vez le peco, que o
rair no fogo das proprias angustia!, as la-, tasto amor tenha por loo, um eb3o cimen-
griraas de fet era que se banba. lu soffi-off ido de praolo e de amargura IN3o, Lu-
Eu, como em algumas horas antes, nem
oem mesmo poda dizer sequer urna pala-
vra. E;tava em toda a plenitade d am
marlyrio interno. Ardiam-me as fontes,
como se om cauterio horrivel horrivel sobre
ellas. A imaginagSo exaltada vibrava a cada
instable um golpe sobre mim I
Quando soou a hora de rapouso, eu to-
mei o chapeo para relirar-me. D. Fabiana
dirigise mim, e pedio-me para no dia
seguinte acompanhar ao embarque a sua
hospede.
Sim, Sr. Luciano.Tenha a bondade
de*prestar-me mais esse obsequiodisse-me
Suzana aproximando seEulbeficarei muito
agradecida.
Nmguem mais, senao Emilia, resliva na
sala. Al mesmo D. Fabiana, depois de me
fallar, retirou-se. Suzam cbamou-me
varanda.
Porque est tao zangado comigo ?
perguntou-me ella, procurando afinar as
cordas de sua harpa de sentimento.Ter,
porventura, a crueldade de me deixar par-
tir, levjndo impressos n'alma, o desespero
e a dor! Oh t Luciano, Luciano! N3o me
multo... ea me retiro... ajeos I
Escote, escate! -iomoa ella.qaeren-
do segurar-me/pelo braco.
Uraa voz l da sala interior, reelamava a
minha presenta.
N3o !... D. Fabiana me chami
Adeus!.. .1 adeus
.Yo wrnr.
No dia seguate, Suzana n5o parta mais
para a provincia de Santa Catharina.
No entretantodisse-me ella assira
que chegueieu quero ir com o Sr.
bordo. Tenho necessidade de mandar o
que mea para a trra, e s eu estando l,
pois tambera preciso de filiar com o com-
mandaote.
Nem ama palavra, nem un grito, era
um signal de approvaclo ou reprovacao,
hoove de minha parte.
O que ea sei que. se ella me pergun-
tasse sedeveria ou nao ficar, eu dominado
por urna forca oxulta, havia de lhe dizer
que sim, que ficasse ; porque eu quera es-
tar sempre junto della.
Eslava nesse dia, impedido pela mSo
negra da fatalidade, tao escravisado todos
os dominios d'aquella mulber, e me senta
tao dobrado ella, como um cao s plan-
tas do mais astero senbor I
A hora do um tempo negro bavia soado
para mim i
' A's dez horas do dia, depois de Suzana
deixar o espirito de urna familia inteira, atri-
bulado e receioso de peripecias fataes, eu
saliia de braco > n urna senhora que, j
pelo seu trajar elegante e sumpluoso, j
pelo encantador de sua belleza suave e ira-
pressionadra, ia despertando a attenco de
todos.
Quando chegaraos beira-raar, sem ter
mos dito nada, durante o trajelo, paramos
e trocando mutuamente um olbar que sig-
nificava tudo, re-foleguemos decansago.
Nesse momento, um d'aquelles barquei-
ros nos offereceu om bote, e sem mais de-
mora embarcamos.
O rio eslava completamente cheio. On-
dulamente e altivo, ergua o eolio amostrado
ao acoite, e eu nada costumado s viagens
martimas, experimentara um mo estar que
rae acabrunhava mais a nda.
Suzana, en(3o, notando essa minha alte-
radlo, dobroa as pontas do fino lenco de
cambraia, atoa-o ao pescoco, e affectando
garridice o engenuidade, tomou-mc da mi
e pergunlou-me:
Que tem ? N3o est aqui comigo ?
receia que estas ondas o tragaem para sem-
pre ? Se este mar qoe o Sr. v assira ar-
rogante e soborno, conquistasse a sua vida,
eu lhe nao ira despatar a presa, t mesmo
no mais fundo d'elle, depondo n'estas suas
m'js, os meos cabellos desatados, para ar-
rancado de semelhante algz ? I.
Nao seria loucura acre litar que Suzana,
por muilo que fosse o amor que sentisse,
havia ebegado com ella transcedencias
taes, que nao podesse conbecer a verdade e
o erro, a illusao e a realidade ?
Alm de tudo, minha senhoradisse-
Ibe ou angustiadoalm de estar me su-
geitaodo a ser um da ludibrio de m sorte,
amando-a, ouvir de seus labios palavras que
nao explican) senao a Dosigo falsa e dolo -
rosa em que me acho, por sua causa t
O orgoibo de Suzana illuminou-se. e um
profundo sentimento de gratido, arreba-
tosa tambera.
Depois tratou de fazer psrguntas a pro-
posito, at que os trouxe ao assumpto dos
seus embaragos, e o segundo filho de Jau-
bert voltou anda a fallar do debito de Ana-
tole.
Foi o que o Mulot quiz ouvir.
Mas ba ara meio de sabir d'esse em-
baragoacudi elle. passar a divida.
\h! senhor, o dinheiro anda tao es-
cass por estes sitios I...balbucioo o ve-
iho.
Sem embargo...
E o Mulot, depois de meditar om passo,
proseguio :
Parece-me que estou tratando com
gente honrada. Pois bem : eu conheco al-
guem que quer emprega: fund 8.
Imagine-se a agradavel commoc3o que a
familia Jaubert experimentou ao ouvir fal-
lar assim.
O Mulot contnuou com a sua simulada
bonboraia :
Esse alguem sou en. De quano
esse crdito ?
De seis mil francos.
Para os obsequiar comprarei essa di-
vida. Os juros sao bem pagos ?
Ah I isso nio tem dirvida. Porm,
senhor, nos Ti3o queremos de forma alguma
vexar o Sr. Anatole.
N3o tenham receio d'isso, boas crea-
turas. Quando o meo dinheiro est bem
parado, nunca o reclamo.
Opatife soubera insinoar-se de tal modo
no animo d'aquella gente, que elles cabiram-
Ihe aos ps, chamando-lhe seu salvador.
Meas amigos,accrescentou elle com
ar protectorvisto que negocio decidido,
convera-lhes a sua ultimacio. Quanlo dista
d'aqui ao Bois-Commum ? .
Urna pequea legua.
Eolio vara s ter com o tabellilo, tio
Jaubert. O senbor faz-me ama cessio em
causa propria e dentro de oito dias receber
o dinheiro.
Urna hora depois o Mulot a cavallo e Jau-
bert ao lado, de cajado na mi, dirigiam-
se para Bois-Commum.
O velho, considerando s na apparencia,
comtemplava o Mulot como o sen redemp-
tor, e o Mulot, disimulando, ia dizendo
com os seas botos :
Parece-me que antes de am mez fa-
Luciano f Porque o ceo me nio pro-
porcionou occasiio anda de depr de urna
s vez aos teos ps, todo que tenbo de
nobre e elevado para ti ? I...
E Suzana levando com forga, a minba
mo seo seio, ungio-a de lagrimas e beijos.
Eu me sent enlouquecer !
Banhado pelas lacrimas da mulber que
se ama; osculado pelos labios que se adora;
com o cora ci ferido de mgoa, por ter
feito o objecto de nosso amor gemer amargu-
rado, oh n3o houve homem anda que nao
juntasse as suas lagrimas, os seos beijos e
as suas dores s d'elle, o nao enlouqueces-
se de amor e de martyrio.
re passar ao Sr. Anatole uns bocadinhos
amargos I Veremos entao se me despede
anda com as Suas gargalhadas I
XXVH
A passagem da divida fez-so nos melho-
res termos perante o tabelliio.
O official publico, que era homem chao e
de consciencia, vio oeste acto duas cousas
justas : um bom emprogo de fundos e um
valioso servico prestado ao velho Jaubert.
Domis sabia elle que o commandaote
Ricardo deixra graode fortuna em propie-
dades e dinheiro para fcilmente acreditar
que os hjrdeiros tioham capitaes a empre-
g*r, e seria preciso ser dotado de bastante
astuci i e al mal lade para suppor que o
Mulot comprava a divida do intuito de ve
xar Anatole, pessoa bemquista de todos
os seus conterrneos.
O labelliao nio tinha o espirito tio raa-
chavelico como isso. Fez, pois, a escrip-
tura sem pensar em mal e ajustou se que
elle poria o titulo disposicio do Mulot em
troca de ama somma de seis mil francos,
3ue este fl;oa de vfr trazer ali oito dias
epois.
Eram seis horas quando Jaubert e Mulot
sahiram do escriptoro do tabellilo, ambos
satisfeitos.
Como costme na gente do campo, ul-
timado qualquer negocio, o Mulot convidoo
Jaubert para orna casa de pasto, e ali, co-
meado e bebeodo, agitava-se-lhe no espirito
ama questio importante.
Voltaria, para ficar essa noute, bordado
de Jaubert, ou, tomando d'ali a estrada de
Bellegrad, ira dire.tamente para sua casa,
visto que a volla pela Raposeira se loroava
impraticavel, em rezio da distancia e mo
caminh > ?
Tomada a deliberadlo de voltar no dia
seguinte pela Raposeira, tinha que ir ficar
a casa de Jaubert, e isso, depois do ne-
gocio ultimado, tinha o iocooveniente de
poder denunciar perante as molheres, que
ordinariamente sao prescrutadoras, a soa
intima alegra, e dar-Ibes talvez occasiio de
prevenirem Aoatole.
A estrada qoe de Belletrade conduzia a
S. Florentino e que passaf| em Bois-Com-
mum eslava bem reparadaVe am cavallo
como o do Mulot poda aier n'ella quatro
leguas por hora, D'ali i S. Florentino
ciaoo Eu te amo, e quere fazer d'essa
alma de minha alma o supremo gso de
minha vida; tu rae amas, que eu sei, e
prasa-te fazer tambem d'essi santo senti-
mento de leo coragio, o enlt}vo querido de
.toa mocidade, a adoravel estagio das tuis
flores. Nos poderemos ser arada ra'iito fe-
lizes asshn I Que importa a sociedade ? I
Que importa o jugo d'essa cadeia de ferro
que me prendi, so temos em nossos pul-
sos, a forga que p.te osmiga-lo, a energa
qoe pode abal-lo I Oh I Luciano! Eu nanea
pensei que s para semelhante po ha, es-
livesse reservado o meo verdadeiro amor I
Amo-te at a loucura, o nao posso por mais
lampo, deixar de confessa-lo. Hontem eu
lo dizia que le ama va. como se fosse tua
irmia ; mas boje, nao l nio, pois en-
doudco at porque um raio do sol tem
confundir-se com os raios de teos olhos !
E Suzana sem dar attengo aos homens
do bote, que eslavara admirados de nos
ver assim arrebatados, contnuou por mlis
alguns instantes, n'quella lingoagera mara-
villosa e bella.
Eu nada mais profer. Apezar de nio
poder por nio saber D'aquella occasiio,
guardar as devidas conveniencias, sentia-mo
extraordinariamente acanhido em presenga
los dois conductores da pequea gndola,
que, muito embora cuidassem mais em
rasgar cora presteza o seio das agoas, pro
senciavam cora ludo o que havia de altos
relevos n'aquella scena.
No momento de estacionarmos ao p do
navio, para subirmos elle, Sjzana levan-
lou-se com destrsa. o ostentando mesmo
facilidade o coragero de marinhei o, subi
como por meio de un mstrum; -.lo elctri-
co, e t de cima, ensinou-me o meio mais
prompto de ver-me deserabaragado da
minha dolorosa ascensio.
O Sr Christovio, o commandante do vaso,
veio com a familia receber Suzana, e depois
de largas conversages sobre a nova reso-
lugo d'essa moga, o sobre mais differentes
assumptos, ella cbamou-rae protexto de
ajuda-la a conduz'r para fra, alguns objec-
tos seos, de dentro do camarina ou boliche,
e eu segui-a. O providente chefe, porm,
d'aquella babitag.3o ambulante, chimiu-a
para dizor-lbe que nao precisava della l
ir, pois tinha gente propria para a condu-
elo i seos movis; mas Suzana nio an-
nuio, dizendo-lhe que me quera mostrar
urna cousa, antes de tudoque era o re-
trato de seo marido,uma carta muito en-
grac 'da, que seo filho lbe havia escripto
e dar-me seo lbum, para eu tragar if elle
algumas palavras.
Vejadizia me ella depois, mostran
do-me a eopia fiel de seo espzo este
o hornera com quero, contrai deveres iodi-
clioaveis t Ama-me elle com todos os disv-
los de um pai; mas eu n5o sei porque
nunca, pude pagar-Ib: dividas tao santas I
Prosentiodo sempre que meo coragio eslava
j talhado para outro, eu nio repudiava de
todo meo marido, porque me compadeca
d'elle mas tinha horas at de detesta-lo,
porque via-o como o dspota das minhas
mais caras bberdades fHoje, porm, que-
braram-se todas as cadeias, e a victima que
gema sob os ferros da oppressio, demanda
novos lares, e cor. e livro e pressurosa pelos
continentes que lhe apraz!Eu son tua
Luciano, at a mais humilde escravido I
Que importa que o mando nos o I he como
refractarios s suas leis ?! O casamento
urna frmala banal, para os espiritos como
o nosso I Nao te arreceie* de nada. Ea
tenho dinheiro, muito dinheiro, para viver-
mos sempre -juntos, -e seno to aprouver
viver aqui, iremos para a Italia, para a
Franga, para emfim onde tu quzeres, c >m
tanto que sjas meo e meo s 1
E beijou-me mu tas vezes as raaos, mo-
Ihando-m'as com as lagrimas de urna gran-
de amante e urna verdadeira amiga.
Eu que caba de abysmo em abysmo,
de inferno em inferno, deixando a minha
iraaginag3o rolar infrene pelos precipicios
falaes da refiexo. Suzana quando por en-
tre os veos de om dour .o prisma, me ap-
parecia com a fulgm cabega de um anj y.
eram oito ; por tanto o trajelo seria de
duas horas.
Optou por esta jornada, dizendo :
I o nio impede que ainda amanh3a eu
v Raposeira, visto que a Mirtina tem de
escarrar os seis mil francos desde j.
Eram oito horas quando ello apertou a
mo ao tio Jaubert, a quem pozera em meio
estado de embriaguez e que l foi camba-
leando um pouco, seguindo o caminho de
casa.
Depois, saltando na sella, metteu o velho
cavallo a trote pela estrada de Rellegrade
Pelo caminho dous sentimentos o preoc-
cupavam.
O primeiro era a admirago por Pamella,
caja belleza fizera sobre elle viva irapres-
sio,
Um raio do sol descera do co a mergn-
lhar-se no lodo immundo d'aquella alma
ignobil.
O segando era o ciume e o odio por Ana-
tole de Misseny.
O Mulot via D'elle um rival e odiavao
instinctivamente.
Quando lbe passou por dianle da casa,
fez novos protestos de vinganga.
Depois leve idea de ir rondar a porta
de Pamella, mas primeiro julgoa prudente
ir metter o cavallo na cavallaripa e seguir
a vereda da Bolla-Vista.
Chegadu ali, ficou estupefacto quando vio
luz no primeiro andar.
Tendo deixado Dorolha na Raposeira,
quera podoria ali ter penetrado seoio os
ladroes ?
Apeo u-se, prendeu oca vallo a ama arvo
re, pegou na espingarda e pe ante p ap-
proximou-se da grilhagem ; escutou e nio
ouvio ruido ; mas, quando reparou que a
carroca ali eslava, logo se convencen de qoe
a Dorotba tinha regressado.
Estove para a chamar ; mas, notando qoe
a luz sabia da janella do seu quarto, lera-
brou-se que andava ali tentativa de roubo
da parte da criada, que, julgando o seguro
em Chemault e imaginando encontrar a cha-
ve da secretaria, onde ella supporia existir
dinheiro, e que elle deixava escondida de-
baixo de ama jarra de flores, de corto an-
dava n'aquelle momento revolvendo-lhe as
grvalas.
Sob ertas con tinha tambera a dextra escondida na bocea
flaramej inte do vlelo, de onde om dia ha-
via dd tirar ama chamma, para conwm r-
me e matarme, no opprobr io l
Era Dooi qu me adverta qoe aquella
pomba Traba entranhas de abutrel
8fia, minba senhora Idisse lhe en
ntio, como se me tiveaie decidido io
maior dos sacrificios.-Ame-me assim como
me diz, e fique para sempre em suas mios,
fazer-mo muito feliz ou muito desgragado t
O pranto nio pode por mais tempo coi-
ter-se em minhas palpebras. Proferto du
aquellas palavras com todas as angustias de
um amante desditoso, tomei as milis de Su-
zana, e chorei no seio daquella mu her, la-
grimas bem tristes 1
Poucos momentos antes de rotirarmo nos,
o commandante chegou se mim o pedio-
me para eu apparecer tarde, pois neces-i-
tava fallar-me com urgencia.
Impressionado entio pelo mysterioso mo-
tivo de ama tal conferencia, logo que deixei
Suzana em casa de D. Fabiana, regressei de
novo para bordo.
Muito embora seja de alta importan-
cia o negocio que tenho com o senhor, mea
amigodisse-me o Sr. Christovio assim que
ebeguei todava, nio era preciso que vies-
so com tanta presteza ter comigo, urna vez
que isso lbe nio offende em seus intoresses,
e me d muita honra e prazer.
Niodisse-lhe eu quasi aeriamenle.
Nio tinha mais qae fazer...
Pois bem. Vamos eolio oos sentar
para all, e conversemos como dous amigos.
E o commandante puchou duas cadeiras,
e encaminhou-se comigo para a popa do
navio.
Sentamo-nos.
Uraa como cortina de fogo pareca que
estava prestes a descer de um mundo es-
tranho, e incendiar-me as faces cora a sua
luz deslumbrante o morllicadora.
Era o pjo !
Era a vergonha, que rae assaltava o espi-
rito, de ser talvez rudemente exprobrado
por aquello homem, que bem poda estar
incluido no numero dos que zelam a bonra,
como o maior thesouro da vida I
Adiantada j ia pois a minha condem-
nag3o I
O capillo principiou :
Diga-me, roeu amigo: verdade qoe,
como disse em sua presenga, D. Suzana fica
nesta cidade, em virtude de am medico
aconselba-la qae nlo viajasse, atacada do
mal que ora lhe importuna ?
Eu sei, senbordisse-lhe euque
essa moga foi da provincia do Santa Catha-
rina para a do Rio de Janeiro, em conse-
quencia de assim ser intimada pola medici-
na : sei ainda, que aquella senhora, pela
soa circumspecgao e criterio, incapaz de
querer Iludir sua familia ; no entretanto..
nlo sei mais nada.I
E realmente, eu j acbava que tinha con-
fess;do muito. N3o qnizera responder-lhe
senao que amava-a como um louco e des-
gragado !
Mas, senhordisse-me o comman-
dante triste o amarguradonio acha que
aquella moca vai infelicitar urna familia in-
teira, se por ventura, o motivo do soa do-
longa nesta provincia, tiver por causa o des-
enfreiamento infame que leva a mulber a
rasgar em face do mundo, o tratado de hon-
ra que tem contrahido perante elle e Dos ? I
E nio acba mesmo, senbor, que por ser tao
enorme a desaffronta que seu marido venha
a tomar, aquella se estenda ao seio de soa
familia, mmtas vezes ionoceote de tudo ? 1...
Mas, senhor Eu nio posso compre-
bender bem o alcance do suas palavras t...
Ah meu amigo f
o commandante pegou em minha mi,
como para fazer-me sondar os abysraos de
urna grande dr.
Mas, fallai, senhor I sejai franco para
comigo 1
O commandante depois de conter-se por
algom tempo em silencio, perguntou-me:
Sabe o senbor, que eu sou amigo in-
timo da familia que recomraendou D. Su-
zana aos Ilustres membros da sua ?
Sei I
Sabe mais que o marido daquella
moga, espera-a ba mais de um aono, ancioso
por abraga-la, e contar-lhe por meio de la-
grimas e affagos, como o far qoalquer
bom esposo, as saudades que teve della, a
falta irreparavel que lhe fez, ellaa esposa,
da porta, da qual ello tinha urna chave 0 a
criada outra.
Entrouna cosinha, quo estava s escuras,
poz a espingarda a um canto, tirou as bo-
tas por precaagio e subi a escada, metten-
do-se pelo corredor, ao fundo do qaal se
acbava a porta do quarto.
Ent3o o Mulot, na idea de sorprender a
criada em flagrante delicio, abri a porta
precipitadamente e entrou gritando:
Agarrei-te, ladra !
E ao mesmo tempo ficou estupefacto en-
tre portas.
A secretaria estava aborta e o quarto
n'uma deserdem indiscriptivel.
As gavetas todas revolvidas, os raoveis
fra de seos logaros, 'as roopas pelo chao.
Urna mulber, que se acbava de p juolo
da secretaria, vollra-se precipitadamente
ao ruido qae fizera a porta.
A Martioa nio ficou menos estupefacta
ao ver o Mulot, porm este, revestindo-se
de sangue-frio, gritou :
O' l I Que diras, se eu fosse cha-
mar os gendarmes ? s endiabrada i Nio
vale a peoa perguolar porque ests aqui e
o qoe procuras.
A Martina, assomiodo o seu carcter al-
tivo, respondeu-lhe :
Estou aqui porque me convem estarl
E com os poohos cerrados e os olbos
em fogo avangou para o irmio, gritando :
Sim, isso o que venho procurar I
Eolio procura e leva o que achares t
disse o Mu H, recostando-se n'uma pol-
trona o rindo a bom rir.
A Martina proseguio:
Vim para o obter e obte-lo-hei I
E, vendo que o irmio insista na sua iro-
na, agarrou-o pela gola do casaco e deu-lhe
urna sacudidolla fortissima.
-me preciso, -me indispensavel I
grilava ella.
Mas eu queimei-o.
Meles,' miseravel I
E deu-lhe outra sacudidella capaz de o
estrangular.
0 Mulot, porm, desembaragouse della
n'um safaolo e redarguio-lhe :
Se queres lutar assim, nos veremos
quem vene 1
a Martina convencea-se de qae nio tira-
va partido por tal modo, e, afjectindo pla-
cidez, disse lbe;
ellaa mar, ella, emfima molher qae fa-
zia a venan de #e larf ,-
S*, meu a%>iijp, sei
Poishern, senhor. Imagine agora a
toda aquella ancia de felicidade marre cedo,
sob a prselo d verdadeiras angustias!
Imagine agora qae aquella moga de mos
dadas com m jmpradeete, vai abrir na
fronte daqoelle esposo a incaravel chaga do
martyrio pela deshonra, que em soa gran-
de exploso, mais de urna dr profunda leva
ruinas e destrogos titos alheios 1 Oh :
senhor I imagine, imagine 1
Eu experimeotava convolsOea intimas.
Anciava, como se estivesse para ouvir urna
sentenga de morte, ou ter um alent para
a vida t
Senhor I Mas que significa lado isio ?
O commandante metteu a mo no bolso,
n'um transporte de orgolho, e tirou ana
photographla, que me mostrou com en-
phase:
Conhece 1
Era o retrato de Samuel I
Lembrando me de poder ainda salvar o
meu amigo, dando por simples sospeilas
isso que se ia negramente realisando, eu
olhei para o commandante e reflecti-lbe:
Oh I Mas esse objecto nlo outra
cousa mais do que um leve signal d affei-
ci,senborI
O capitio sorrio como um precito no
meio das trevas de seu martyrio.
Culpada ingenuidade,' meu amigo !
Lea !
E eotregou-me a pbotographia. as cos-
tas do cartao, bavia a declaragio e protestos
do amor mais elevado!
Oh I mea Deas! murmure! em fe-
bricitante delirio.
Tem, porm, ura acabamento feliz
esse drama, cojas scenas nio podem ser
apreciadas sem profunda tristezadisse-me
o Sr. Christovio, depois de om ttrico e
adjetivo titeado.
E qual ser, senhor ? fprgontor-lhe
com angustia, procurando ver se, como para
Samuel, eu poda baler as portas de um t-
mulo sobre as paginas ignominiosas de mi-
nha vida.
Nio quer aotes de tudo saber o modo
por que eu vim a coobecer a triste situacio
daquella moga; para adiar verdadeira jas-
liga no que lbe digo e aflirmo ?
Sim.
O commandante proseguio :
Roberto, o mano de D. Suzana, vin-
do bontem tarde por aqui, disse-me qoe
estava doudo por seguir para sea provincia.
Indagando eu da causa de to ardente de-
sojo, respondeu-me por taes palavras, que
nio pode privar-me de pedir-lhe para me
comraunicr tudo que sabia t
A mana Suzaia tem-se comportado
mal, Sr. Christoviodisse-rae o honrado
menino com melancola.Dando liberdades
am moc i que est constantemente em
casa de D. Fabiana, a estroina de minba ir-
mia tem feito coosas, que ebega a me met-
ter vergonha t >E o infeliz mogo, senbor,
depois de me confessar particularidades
bem dignas de serem apagadas da memo-
ria, tirou de urna carteira o presente que
aquello mogo fez D. Suzana, e disse-me,
entregando m'o: < E todo confia oca e
gratido, deu minhi irmia esto retrato,
que ella beijou e esconden no seio, como
urna reliquia sagrada I Oh f Sr. Cbrstovao t
eu tomara chegar em casa, para dizer tudo
minba mli I
Eu nio sei como pude conter as lagrimas,
em presenta do commandante I
Demasiado abalado em meus fundos sof-
friraentos, vira-rae tambera confundido e so-
lidario oaquelle crique, e escutando taesex-
presses de ama enanca que sentira-me fe-
rido em sua delicada nobreza, voltava em
espirito o rosto quelie quadro, e s tinha
vontade de dizer quelie hornera, quo me
matasse all mesmo, ou n3o consenlisse
mais que ervsse Suzana, porque do con-
trario, eu que ia fatalmente pedir-lhe
muito amor nos suaves perfumes du seus
beijos, as deliciosas volupias de sua ferza
adoravel I
Mas, senhor, de que modo se pode
evitar...
muito fcile apontou para mim
o senhor querendo!
(CoHtinuor-stka).
Vamos a acabar com isto. Onde est
elle ?
Queimei-o repetid o Mulot.
Se fosse verdade, nao terias exigido
bontem de mira dinheiro cora tanta insolen-
ca.
E tu tanto eres qoe o queimei, qoe
m'o recosas-te confiadamente.
Muito bem : e se eu te der esse di-
nheiro ?
Sers boa rapariga. EntSo converse-
mos um pouco.
Falla : o que queres ?
Comprei urna divida e carego de seis
rail fraocos dentro de tres dias.
Te-los-has. E depois ?
Depois veremos.
Mas restitues-me o que sabes ?
Entio nao eres que o queimei I
Nlo.
N'esse caso, procara o. Eu, no ten
lugar, deraoliria a casa !
desatoa a rir s gargalhadas.
Vamos, n3o te fagas tola. Bem Sabes
que nio sou capaz de te frzer mal, mas tu
dste-me urna ridicalaria : herdasle oitocen-
tos mil francos e ests a regatear comigo.
Devo pensar no meu filho.
boa essa razio E se tivesses de
repartir com a pequea ?
Este motejo aplacou a Martina.
Queres os seis mil francos ?
Sim, por agora.
E depois ?
Depois nio sei; veremos.
Mas has da restituirme o qoe sabes.
Sim, depois veremos.
A Martina convencea-se de qae alo oble-,
ra nada pela forga. m ^j
Apparece amanhio e dar-te-hei os
seis mil francos.
O Muloi aga rou-se-lhe ao pescoco, di-
zendo em tom hypocrita:
Bem sabia eu que tu eras boa ir-
mia t
E poz-se a rir. .
Elle foi-se com a raiva concentrada no
coragio, mas tranquilla na apparencia e di-
zendo comsigo :
forgoso que eu o poesua i .
E a fazendo ainda horriveis jaras atan-
do se metieo no trem que a esperan i
sabida da aldeia. {Continuar-se-hQ
YP. pQ DIAVQ -~ mA WQU6 W-CAJUAS

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