Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12113


This item is only available as the following downloads:


Full Text



AUNO XLVI. NUMERO 107
OT.J .i, o'kU
-
PARA A CAPITAL E LTCABIS 01DE AO SE PACA WITL

-P-jr Ifua ratitas adietados
*%*r seis ditos dem .
Poro anno dem.. .
Cada omero avulso. .
0,9000
I2.JO00
24*000
320
")

al
SfiXTA FEIRA 13 DE MI DE 1870.
PABA DEITBO E FORA DA PRDVTJCIA.
Por tres mezes adianUdos
Por seis ditos dem. .
Por aove ditos dem .
Por um anno dem .
6175
131800
201280
271000
DIARIO DE PERNAMBIM
Propriedade de Manoel Figrueifla de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filbos, no Para ; Gongalves Plato, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, do Cear ; Antonio de Lemos Braga, no A/acaty ; Jo5o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrno de Lima, na'Parahyba; Antonio Jos Gomes, aa Villa da Pcnba ; Belarmino dos Santos BulcJo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
m Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em- Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OITICIAL
da 7
liovemn da provincia.
DSPACHJ DA PRKSIDXNCI.t DA PROVINCIA DO
DK MAIO DE 1870.
Alteres Francisco Gmgalves Torres.Gonce-
da se.
IMamiii.) Alves de Aroxa. Cracorra praca.
emaue vao ser exp tos os tainos de que o suppli-
cante trata.
Henrquo de Miranda.Passando recib), entre-
gue-se.
Jacintbo Manoel deAlbur|uerqae.Informe o Sr.
e ommandante suaperior da guarda nacional do mu-
nicipio de Pao d'Alho.
Joao Donnely.=Informe o Sr. inspector da tha-
s mraria de lazenda.
J iao Bapti-ta Gomes Peona.Nao teni lugar o
que requer, em vista das disposcoes em vigor,
porm a sua preiaco lera o conveniente destino
q'iando for apresentada.
Jos Lacio de Albuqaerque Mello.Informe o
Sr. engeoheiro chote da repartico das obras pu-
blicas.
Joao Baptista Gjmes Penna Informe o sr. Dr
juiz de direito da comarca de Olinda. uvindo o
jui? municipal respectivo.
Mar;iniano de Azevedo Carvalh) Siqueira Va-
rejio.Informe o Sr. Dr. juiz de direito da coir.ar-
ca de Palmares, ouvindu o juiz municipal res-
pectivo.
Prxedes da Silva Gusmao.Tendo ja sido dada
% cert lo que o snpplicante requereu, nada ha
i[!8 deflrir.
Severiano Monteiro Leite.Informe o Sr. ins-
pector da tbesouraria provincial, fado em vista o
despacho desta presidencia de 9 de abril prximo
(indo, lancado em oBIcio do chefe de polica n. 462
de 5 do mesmo mez.
Antonio Henrique de Miranda Jnior.A' vista
da raformeo e da declararlo feita pelo menor de
estar safisfoito n eompanhia de aprendizes mari-
ohiros, nao tem lugar o que requer. .
Padre Antonio Do.ningues de Vasconcellos Ara-
gin.Expecase ordem.
Pa-lre Joao Seiapio da Cruz.Expeca-se or-
dem.
Jos Ferreira Coelho.Dirija-se ao cooselho de
c >rapras navaes.
Lucio Gomes Barbosa.Informe o Sr. inspector
-j arsenal de marinha.
Lucio de Suza Pereira.Prove o que allega.
*
>
(ommando das aranas
UCAUTEL-GEMERAL DO C0MMANDO DAS ARMAS NA
PnOVINCIA DE PEIINAMBUCO, ii DE MAIO
DG 1870.
Ordem do dia n. 469.
O brigadeiro command.nte das armas faz pu-
blico, que chegand i a esta provincia no dia 7 do
corrente de volta da campanba do Paraguayo
c -rpo n. 42 de voluntarios da patria, nesta data
dissolvdo, de conformidade com ordens do go-
verno coramunicadas em aviso de 21 do mez pas
sado, a qne se referi a presidencia em offlcio de
28 do mesmo mez.
E-te eorpo, outr'ora i l, organisado nesta pro-
vincia em 186o com os primeiros cidadaos que
n esta pnrte do imperio aecudiram ao brado da pa-
tria offendida, e ao qual perteneeu o benemrito
peruambucano, bacharel Jos Paulino da Cmara,
tornou-se dstneto na citada campanba, onde tez
prodigios de valor.
Nem a longas e penosas marchas, nem a peste
e insalubridade do clima, nem os perigos nos
combates, aballaran a sna resignara) c constan-
cia. Vingar a patria ultrajada pelo dictador So-
lano Lpez ou morrer foi a sua nobre devisa.
Suas fileiras rarearam-se naspelejas; masa
sua bandeira crivada pela metralha, so ostentou
sempre victoriosa. Xas jornadas de dezembro de
I8S8, a quasi totalidade de suas pracas ficou fra
d*ee>o: reorganisado, tomou a numeracSo que
r lem.
Felizmente para o Brasil, quiz a Providencia em
U3 divina sabedoria, que a causa santa que plei-
teou, obtivesse o mais completo triumpho.
Otyrano, que devastou e destruio a populacao
d scu ppopno paiz, cahio no dia I." de margo
d te anno, victima de sua cega obstinarlo e lou-
rura, e os re?tos do valente, mas desdtoso povo,
que Ihe foi lgalo em testamento, e qne martyri-
suu sem dslincco de classes, principia a encarar
o sol da liberdade, e a saborear os frnctos qne
llie saber proporcionar um governo de princi-
pies, possuido das roelhores intonc.5es.
Aos bravos do ii, que tomaran activa parte
u'e-sa guerra homrica, e que bem mereeeram da
patria, e da provincia que e gloria e honra de os
|er por filhos, nossas ovac3e.
Aos que suecumbiram n i |cuinpnniento do de-
ver sagrado qne se imposeram, no~sas ora?5es
e saudades; as suas familias nossas attencoes e
socorros.
O brigadeiro commandante das armas qne por
experiencia propria saDe perfectamente avahar os
cvicos prestados pelo exercito e armida na
guerra que termioou, felicita aos Srs. offloiaes e
soldados a quem se dirige, nao s pelos louros que
n'ella colheram, como pela sua restituido aos pa-
Irioe lares.
De coraco deseja que no rejaco de suas fami-
lias descancem d'esse idar de 5 annos, e que no
remanco da paz entregues ao livre exercicio de
suas profissoes, se mostrem prestrnosos cidadaos,
respeitadore* da lei, amigos da ordem e da tran-
quilidade publica.
Assignado Joaquim Jos Gonralves Fontes.
ConformeEmiliano Ertwito' de Mello Tambo
nm, tenente ajudante de ordens encarregado d >
detalhe.
IleparlIfUo da polica.
t' secgao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 12 demaio de 1870.
N. 749.Blm. e Exm Sr.Levo ao conheei
anoto de V. Exc. que, segundo consta das part-
eipaedes recebidas hoje nesta repartico, foram
recoIbJdos i casa de detencao, os seguintes indivi-
duos :
A' minha ordem, Antonio Lopes de Mello, vindo
de Santo Antao como criminoso.
A' ordem do subdelegado do Recite, Jos Pedro
dos Santos da Cunha, requesicao do capito do
porto, e Carolina Josepha Leopoldina, p >r distur-
bios.
A' ordem do da Boa Vista, Jos Ignacio do
Monte e Manoel Antonio da Silva, por crime de
furto; e Vicencia Mara Vieira por crime de ferl-
meoto.
Deus guarde V. Exc-Hlm. Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha,
vice-pre dente da provlocia. O ehefe de po-
lica. Luiz Antonio Fernandet Pinheiro.
PERNAMBGO.
ASSEMBLEA PBOVWCIAL.
SESSXO ORDINARIA EM 4 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO 8R. DR. .AGlIAtL '
Al 11 horas da manhia, feita a chamada, achara-
se presentes os Srs. Antonio Paolino, Goocalves
Lima, Vieira de Aranjo, Firraino, Goalter, Ges
Civalcante, Paes Brrelo, Mello Reg, Cunha Ca-
valcante, Henrique Mamede, Cunha Figueiredo,
Rufino de Almeida, Nicolao Toleolino, Manoel Ar-
thor Joao Cavalcante.Rego Barros, Augusto da Cos-
la, Guedes Gondim, Oliveira Fonceca, C>rra de
Andrade, Pedro Affanso, Eduardo de Oliveira, Felip
pe oh Figueira, F-rreira de Aguiar, Pinto J un i. ir,
Cavaleame de Albuqaerque, G. Drummond, Vieira
de Mello, Miguel Pernarabujo, Hermogenes, Cor-
rea de Araujo, Barros Wanderley, Ribeiro Vianna.
Abrc-se a sessao o lida e aprovada a acta da
anterior.
O Sr. 1. secretario d conta do seguinle
EXPRDIEfTET
Um offlcio do secretario do governj, transrait-
ndo por copia as infonnaces ministradas pelo
chefe da repartico das obras publicas, pedidas
em offlcio de 20 do mez prximo passado, sob n.
21.A quem fez a requisicao.
Urna peticao de Franklin Climaco Pereira de
Souza, carteiro da thesouraria provincial, pedindo
que se augmente sea ordnalo elevando-o a quan-
tia de 900 A' commisso de ordenados.
Outra da commissio administrativa da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia de Sinto
Antonio da cidade do Recite, pedindo a approvae.5 >
do seu comprmisso. A' commisso de legis-
laeao.
Urna representacio da cmara municipal desta
cidade, pedindo que a a-sembla decrete a demo-
licao das paredes do incendiado theatro de Santa
Isabel, afim deque se torne visivel de lodosos
pontos nm monumento ^pie tem de erigir no cam-
po das Prlncezas.A' commisso de pelicoes.
Sao lidos e approvados os segninles pareceres :
A commis*ao de fazenda e orcamento, para
dar o seu parecer sobre a peticao do Rvm. padre
Jos PorUro Gomes, precisa que se pega presi-
dencia da provincia as segrales informaedes :
1.a Se procedoram-se aos exames de que trata
o 16 de art. 63 da le n. 891 de 23 de junli > de
1869, as obras da capella de S. Jo.- de Taman-
dar.
t Jr Se desles exames resultou a certeza de
que o peticionario despendeu mais do que a quan
ta de 1.0004 em ditas obras.
Sala das cora issdes, 4 de raaio de 1870.
G. Drummond.1. Mello Reg.
t A commisso de agricultura, comraercio e
obras publicas, quem foi presente a peticao de
Tioraaz Caetano da Luz. relativa supressao da
barreira de Motocolomb e transferencia da do Gi-
qai para a ponte dos Afogados, nao ada cabiyel
emelhante pretncao, visto como nenhuma utili-
dade publica lera em seu apoio ; e por isso de
parecer que seja indeferida a peticao.
< Sala das eommissdes, 4 de raaio de 1870.
Felippe de Figuenva. Antonio Paulino. Joao
Cav aleante.
c A coramiso de ordenados, quem foi pre-
sente a peticao de Joaquim Soriano Cavalcante de
Albuqaerque, saehristio da capella do cemilerio
publico desta cidade, na qual pede augmento de
seus vencimentos, requer que por intermedio da
presidencia da provincia, seja ouvida a cmara
municipal, afim da raesma commisso poder dar o
seu parecer.
Sala das commissoes, 4 de raaio de 1870.
Pinto Jnior.Paes Bnrreto.
t A commisso de inslrucco publica, exami-
nan lo a requisicao que o regedor do gymnasio fez
ao presidente da provincia, para que se ternera
um aparelho de exerciclos gymoasticos quelle es-
tabeleciraento, de parecer que, vista dos arts.
122 e 130 da lei reglamentar n. 369 de 185-5, seja
altendida a referida requisicao; remetindose
commisso de orgamenlo provinml, afim de op-
portunaraente marcar quota para o mencionado
aparelho.
Sal das commissde, 4 de maio de 1870.
Goncalves Lima.Oliveira Fonseca.Manoel Ar-
thur.
A commisso de instrueco publica, entenden-
do que Ihe nao compete dar parecer sobre a peti-
So, em que o maj)r Antonio dos Santos Vital pe-
e qne um seu fllho seja admiltido gratuitamente
no gymnasio provincial ; julga que commisso
de pelicoes deve-se remeller a de que se trata.
Sala das commissoes, 4 de maio de 1870.
Goncalees Lima.Oliveira Fonseca.Manoel Ar
thur de Hollando.
L-se e approvado o seguate re pieriment :"
Requeiro que pelos canaes coimetentes, se-
jam pedidas com urgencia repartico das obras
publicas as seguintes nformacoes :
1." Se em annos anteriores foi votada alguma
quota para a construego de um agude na villa
de S. Bento.
t 2." Se a obra foi executada, e qual o seu esta-
do actual.
3.' Se ha plantas e orgamentos, remetindo-
se copia no caso afirmativo.
Sala das sessSes, em 4 de maio de 1870.A
Paulino.
ORDEM DO DIA.
1' discasso do projecu. n. 43 deste anno, que
approva artigos de posturas da cmara municipal
desta cidade.
O SR. MELLO REG diz que nao se adiando
impressas as postura? que se refere o projecto,
n) tendo a osa conhecim;nto da materia sobre
que va votar, convm que seja o projecto adiado.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
Requeiro adiamento do projecto at que sejam
impressas as posturas que elle se retere.J. Mello
Reg
E' approvado o requerimento.
1* discusso do projecto n. 44 deste anno, que
autorisa a cmara de S. Bento a contratar a cons-
troeco de urna casa de mercado.E' approvado.
! discusso do projecto n. 42 deste anno, qne
crea mais um lugar de tabellio na comarca de
Itamb.
O SR. G. DRUMMOND manifesta-se contra o pro-
jecto.
O SR. C. GONDIM sustenta o projecto.
O SR. G. DRUMMOND faz ainda largas conside-
raedes em opposico ao projecto, respondendo ao
deputado que o preceden.
O SR. C. GONDIM anda volta tribuna para
responder ao precedente orador.
Encerrada a discasso, o projecto posto a vo-
tos e regeitado.
1* discusso d) projecto n. 31 deste anno, crean-
do urna companbia de sapadores bombeiros, para
extineco dos incendios desta cidade.E' appro-
vado.
2* discusso do projecto o. 31 deste anno, que
determina que o producto da lotera concedida pa-
ra as obras da igreja do Carmo de Olinda, seja
entregue nina commisso de pessdas daquelle
lugar, nomeada pelo presidente da provincia. E"
approvado.
2* discusso do projecto n. 58 deste anno, auto-
risando o governo a emprest ir cmara munici -
pal da cidade da Victoria, a quanta de 5:006*,
com applicaco a con>trucc> de um cemiterio
naquela cidade.
Va mesa e apoia-se a seguinle emenda :
f Requeiro igual favor a cmara municipal da
cidade de Goyanoa. Tavares de Vasconcellos.
Encerrada a discusso approvado t projecto e
regeitada a emenda.
1* discusso do projecto n. 48 deste auno, que
crea o lagar de contador e destribudor no joizo
dos feitos da fazenda desta provincia., E' appro-
vado.
1* discusso do projecto n. 42 deste anno, que
erea o imposto addicional de tres por cento cora
applicaco emancipags fo creancas escravas,
{ando, preferencia a$ 90 exo femenino.
O SR. G. DRUMMOND,anplaudindo a idea capi-
tal do projecto, por entender que temle a acele-
rar a emancipar) do elemento servil, todava de-
clara qne votara centra o projecto, porque es.-a
idea ja existe consignada em lei permanente da
provincia, e porque o projecto tende a sobrecar-
regar com mais um imposto os contrib nnies da
provincia, ja por dentis onerados de impjisipries.
O Sr. Manoel do Ruco :Com admiracao vi le
vantar-se o nobre depatado pelo 3" distncto para
impugnar a idea consignada no projecto.
Tendo passado nesta casa sem impugnaco do
nobre deputado a ercaco de um imposto addicio-
nal de 3 % para e Asylo de Menlicidade, nanea
poderia suppor que am imposto idntico, sendo
creado para um lini mnito mais til, rauito mais
importante, na minha opinio e creio que na de
lodos os brasileiros (nao apoiados), podesse encon-
trar opposico.
O Sr. G. Druiimoxd :Nao me oppnz da de
V. Exc.; applandia-a at.
O Sr. Manorl doJIkco :A escravido, graeas
as luzes do seculo*ra qne vivomos, tem desap-
parecido de todos os paizes civilisados; a sua ille
gitimidade est na conscioncla de todos.
A liberdade, senhore*) e o dim .mais precioso
que nos outhorgou o Creador; aquello que nao gosa
desse bem, nao p le ser am ente c >mplotamente
feliz, e nesle caso est o escravo.
A escravido estabelece urna linha divisoria en
ir o senhor e o escravo, como se a philosogia
nao reconhecesse neste a mesraa alma que naquel-
le, como se a cor devesse ser um titul) de inferi-
ridade.
Alm disso, como legitimar-se a escravido?
Qual o ttulo em que ella se bisea 1 H >uvc ptr
ventura ilgum contrato primitivo entre o senhor e
o escravo ? nao do certo- nem pedera ter havido ;
o primeiro homem que disse outro : lu s es-
cravo, n) usou de um direito, abusou de seu po
der ; e anda quando tiveue ha vi lo esse preten-
dido contrato, nao seria elle legitimo, porque nao
podia ter havido livre arbitrio de urna parte, nem
boa f de outra. A escravido geralmente re-
provada, nao s pla civilisaco, como pela rcli-
gio, que proclama a igualdade absoluta. E at a
sciea ia econmica protesta contra a escravido,
proclamando a inferioridade do trabalbo escravo
em relacao cora o livre. Nada ha, pois, que possa
justificar a escravido; ella est irrevogavelmeot
conlemnada pelo tribunal da razo publica uni-
versal.
Com excepcao da ilba de Cuba onde, por um
decreto do governo provisorio de Hispanha, foi
declarado o ventre livre, o que deve trazer como
couseqoeneia a extineco da escravido dentro de
poucos annos, o Brasil infelizmente a nica na-
eao civilisada em que existe a escravido, o que
faz cora que os nossos desairelos na Europa nos
denominera por escarneode imperio esclavagista.
O Sr. M. Pkrnambuco:O pauperismo t peior
do qne a eseravatara aqui.
(Trocam-se maitos apartes).
O Sr. Manoel do Rroo : Devemos mostrar por
fados que todos queremos a extineco da escravi-
do. O qne nos divide, porm, a questo da op-
portupidade; pens, e creio que comigo a mainria
dos brasileiros, que nao se pole acabar de chofro
com -i elemento servil pois tal medida produziria,
em vez de benficos resaltados, urna verdadeira
ealaraidade as circamtancias actuaes, era que o
paiz, lendo acabado com urna guerra de cinco an-
nos consecutivos, que absorvea grande parte de
nossos recursos, acha-se de certo modo abalad <
no seu estado financero.
Mas o que incontestavel, o que est na conci-
encia de todos, qne conven tomar certas provi-
dencia, que insensivelmente prodnzam o resulta
do, que desejamos.
Todos os paizes, e;n que tem existido a escravi-
do, antes de exiingui-la completamente, tem pro
curado melhorar o mais possivel a sorte do escra-
vo ; o Brasil, porm, nada ou quasi nada tem teilo
este respeito. (Nao apoiados).
E' verdade que alguraas assamblas provincia?s.
dominadas de espirito philanthropico, tem votado
quantas para liberlaeao de criangas escravas, mas
quanta mnito diminutas que imperfetamente sa-
tisfazem o flrc desojado.
(Trocam-se apaes).
O Sr. Manoel do Reg :E n tempo nao raui-
to remoto, deve a escravido desapparecerdo Bra-
sil ; isio fado incontestavel, e quando nao o fo-
camos espontneamente, creio que seremos obli-
gados a faze-lo...
(Trocam-seuiuitos apartes).
O 5r. Manoel do Reg :Seremos obrigados, re
pito, como temos sidj com relacao outros nego-
cios, o que suceede iofelizmente com todas as ni-
cles fracas.
(O orador interrompido por grande numero de
apartes).
O Sr. Presidinte .eco a attencao dos nobres
deputados; nao posso consentir que a discusso
continu assim.
O Sn. Manoel do Bego : Mas nao veem os no-
bres Reputados que o Brasil constituo a nica ex-
cepcao entre as nac5es civlisadas, o qne n)
muito lisongeiro para nos ?
Como dizia, a escravido tem de desapparecer
do Brasil n'um prazo nao mnito remoto; nessa
occasio os proprietarios de escravos tm do pas-
sar por urna crise certa...
Um Sr. Oeputado :Os proprietarios e os nao
proprietarios.
O Sr. Manoel do Reg :0< proprietarios, os
que o nao sao, o paiz intoiro finalmente.
Eotendo, por Unto, qne mnito mais conveni-
ente que cada nm se imponha um pequeo sacri-
ficio de 3 % desde agora, porque isto far com
que para o futaro a crise nao seja tao terrivel.
O Imposto de 3 % sobre o total liquido que cada
contribainte lera de pagar fazenda provincial,
um imposto muito mdico.
Um Sr. Depctado :Com tres que j pagamos,
sao seis.
O Sr. Manoel do Reg :J existe, verdade,
o imposto de 3 %, mas o actual mais, muito
mais necessario, para nm flm muito ibais louvavel
do qne o que applieado ao Asylo, porque este
procura extinguir a escravido evitando um mal
futuro; com effeito clenlo que, com a totalidade do
imposto creado, se podero libertar por anno nao
menos de 120 a 130 creancas.
Um Sr. Dbpitado : Mas nao se evtingue a es-
eravatara.
O Sr. Manoel bo Reg .Dentro de 10 a 15an
nos, quando nao esteja completamente exmela,
estar sensivelmenta diminuida a escravido nesta
provincia, onde o sen numero j limitado em
relac > sua populacao livre.
Por tanto conseguiremos am resaltado muito
van'ajoso com este imposto, e nao sei como possa
haver quem se opponha semelhante idea.
(Ha um aparte)
O Sr. Manoel do Reg : Acho que a quanlia
de 20:000*000 muito insignificante para ara se-
mediante Ora; e creio que nenhuin brasileiro dei-
xar de concorrer de muito bom grado com a di-
minuta quantia de 3 % sobre o imposto que hoje
aga, para um lira tao proficuo como a extineco
i eseravatara, nem suppuz que nesta casa se te
vantasse voz alguma contra urna tal medida, quau-
do hoje as ideas do secuto tendera a oonderanar a
escravido.
Um Sr. Depctado :-.Tendem a diminuir os im-
posto lambe m.
O m. Manobl do Rroo : Este imposto lem por
flm evitar na mal futuro, e te sqppr qne nin-
guem t recusar do paga-lo, (ando a applioaco
que se Ihe perteo.de da.r; un) imposta que ha de
pasaar deaapqrcebido, e que traz a grande vanta-
gen> do extinguir a escrando sem abalo da socie-
dade.
J o diste, e repito, tendo passado sem contes-
taeo nesta assembla o imposto de 3 % para o
Asylo de Mondicidade, nao era de presumir que
encootrasse a menor opposico o imposto que a-
gora proponho, o q ial j'ilgo'maito nnis jaslifica-
vel do rjj.ii > aquello. (Nao apoiados).
Beta a minha opinio.
0 Sn. G. Drummond : Mas note o nobre depu-
tado qne eu nao me oppuz sua idea, apeaas
disse que j eslava prevenido. *
O Sr. M\moeldo Reg:Ea conhec/i que om
geral a idea de crear Bovos imposto*, impopular;
mas ha cortos casos, em qua nao podemos deixar
de lancor mo desse recurso extremo; e creio
que para o flm philanthropico que destinado
o imposto do que trata o projecto, nao pode deixar
de ser aceito; nem ponsc que apparecesse a
menor impugnacao este respeito
Quando um dos nossos partidos procura apre-
sentar se como propugnaior exclusivo da ex-
ncelo da escravatura, preciso q te mostremos
que felizmente todos os brasileires sao partidarios,
que n) ha neste paiz quem q-ieira a perpetra-
dade da escravio.
Um Sr. Diputado : -Quauto aislo nao ha du-
vida.
O Sn. Manoel do Jteoo :Convm, portante, que
JMjaawl alguma con que lodos os brasileiros se acham de accordo ; e
eu eotendo que devemos impor-nos cada um
um sacrificio qaalquer, para aleanQar o gran lioso
resultado qne todos anciosamente aspiramos. A
quantia de 20:000|000 que consigna o orcamento
nao o resultado d'am imposto especial; pens
que todos os brasileiros devem azer um pequeo
sacrificio para conseguir se o flm que alnejamos.
Um Sn. Deputado: Ple consoauirse o lira,
mas nao por iraposic >, pode fizer-se isto par-
ticulairaente.
O Sa. Manobl do Reg :Particularmente nada
se conseguir ; eu nao vejo genio palavras, re-
saltado, nenhum.; um ou outro facto solado.
Euiquauto a assembla goral ui estabelecfr
um imposto ou tomar qnalqner providencia que
traga como resultado immediato a exlincao da es-
cravido, con vera aue as assemblas provineiaes,
corapenetrandj-ie da necessidade de chegar esse
resultado, procurem impr todos um sacrificio
compativer com as rendas de cada um, mostrando
3ue querem concorrer para o grand o resallado
i oxtinco do elemento servil
Um Sr. Deputado : J damos 20:OfJ*>a.
OSa Manoel do Reoo :Eu quero que cada
brasileiro sug'ite-se um peqaeno sacrificio para
tal lia ; alias acho a quanta de 26:0001 muito
modjea para chegarmos a alcancar um beneficio
de taata mtgnilude.
V Sa. Dkpittado : Particalar.nonte da sa
muito mais.
O Sr. Manoel do Reg : E' preciso que todos
continuemos nossos estreos para conseguir esse
IIm ; tudo quanto flzjrmos nesse sentido nao
ser p r demais, Cada am om particular pode
dar conforme os seas bens ; mai creio que o im-
posto de 3 % sobre a contribaicao existente am
onus muito rasoavel, que pode fcilmente sor
supportad) poz todos.
Um Sn. Deputado :J se paga os 3 /
O Sr. Manoel do Reg> : Esta assembla tem-
fe mostrado to avessa creaeo d? impostos, que
eslou quasi couvencido de qne se tivesse sido actu-
almeute proposta a creago do impjsto para o
Asylo, nao eocontraria apoio, e ainda mais corro-
bora a minha convico o facto de ser impugnada
a idea, que consagra o projecto em discusso, da
creaeo de um imposto ilcntico, destinado um
n da mais alta transcendencia
Eu j disse e repito, que em regra son contra-
rio creaeo de impostos, mas quando elles sao
necessarios, como oque proponho, entendo que
nao se deve deixar de approva-los.
Diz se que j dam >s 20:0004 ; mas que sacrifi-
'io esie em relacao as circunstancias da pro-
vincia e ao flm que se destina ? E>sa quantia
tirada di renda total da provincia ; mas eu quero
um imposto destinado exclusivamente para a
manumisso, para provar que todos nos estaraos
disposlos a acceitar de boa vontade qaalquer sa-
crificio que traga como consequencia a desappa-
ricjko da escravido.
Un Sn. Deputado:-Os 20:000* j saem de
lodos nos.
0 Sr. Manuel do Reg:Mis eu desejo que,
alera disso, se estabeleca um imposto espccialj
imposto mnito mdico como quanto mira, o
de que trata o proj icto, de n )do que todos tenhara
cons^iencia de que cjncorrem com o seu qninho
para ajeancar um desidertum, que deve ser o
obJHCto de todas as nossas attencoes, qual a ex-
lincao paulatina do elemento servil.
O SR. M. PERNAMBGO faz largas consdera-
Coes sobr; o projecto.
0 SR. G. DRUMMOND faz anida largas conside-
rac8es, combinando o projecto em discusso com
a lei existente sobre o mesmo bjeeto, e mostran-
do a preferencia que no soa eotender deve ter
esta sobre aquelle.
Encerrada a discusso, o projecto posto a
estes o regeitalo.
Dada a hora, o Sr. presidente designa a ordem
do dia e levanta a sessao.
IMJII-^RKCEB W. *.
A eoirmisso de instrucc) publica, quem fo-
ram submettdos os projectos n. 46 de 1865, n. 76
de 1863, um substitutivo de igual numero e do mes
mo auno, o a. 58 de 1859, para sobre elles dar o
sea parecer,examinando com tola a atiendo que
a importancia de sua materia exige, passa a expor
o sen juizo respeito do assumpto.
O de n. 46, faculta a creaeo de escolas, colle-
gios e estabeecimntos do instrucc>> primaria e
secundaria na provincia, independente de prova de
capacidade e de liceoga.
O de n. 76 autorisa o presidente da piovincia a
reformar a instruceo publica, ficando recoobe-
cida a liberdade de ensino, tanto primario como
secundario.
O substitutivo estabeleceu con base da refor-
ma o ensilo livre, mediante outras restriegues
respeito ios professores e dos pas de familia.
O de n. 58 de 1869 estabeleceu igualmente o
ensioo livre, o maulou que os eoocorsos para
o provraento das cadeiras sejam feitos as co-
marcas. ^:
Em todos estes projectos acha-se bem visivel-
mente encarnado, com mais ou menos amplido,
o principia de liberdade de ensino, que, alm de
ser a base era que lodos elles assentam, nm dos
a*sumptos que boje mais preocupara certos espi
ritos entre n>s. Ser,* pois, conveveniente a ma-
nifestacao do juizo da commissio este respeito.
Esta propaganda, que mais se recomraenda pela
dooura das palavras do que polo valor da idea,
tendo teito proselytos em diverso* paizes da-F.uro
pa e da Amorca, nao poda deixar de explorar i
i mperio do Brasil, e nelle encontrar boas disposi-
edes n'aquelles que, alm da natural tenlencia
para o espirito de novilade, timbram em mostrar-
se p meo escrupulosos em materia de religio,
quando entendemos que esta se oppde ao des-
nvolvraento da liberdade.
Todos fallara em liberdade;de ensino, em ensino
livre, mas nem lodos comprehoudem do mesmo
modo o pensamento qne estas palavras expriaem.
IJns enleudem por ensino livre a faculdade para
cada um ensillar e aprender como e cora quera
melhor Ibecoovier; outro< querem que seja o direi-
to que cada ara tem de nao ser obrigado a fre-
cuentar escolas contrarias s suas crencas re-
ligiosas. Esta ultima indiligencia tem sido dada
nos Estados-Uailts e e:n diversos paizes da Eu-
ropa ; por onde se v que o verdadeiro senti-
do destas palavras aiada np est bem defi-
nido.
Q lattper que seja, porem, a id \ que se pre-
tenda ligar es-as phrases, a commisso bem que
nao desconheca os perigos de que sn^ceptvel o
ensino livra em geral, e os males que j tem cau-
sado alguns paizes em particular, entenle que
ociosa a apreciacao das vantagens e inconve-
nientes da sua ntroducc) entre nos, porque, sen-
do urna theiria opposta lei fu ida n ma i d > im-
perio, bastar mostrar sucintamente a sua inad -
missibilidade pelo lado constitucional, para que
seja recusada n tmine.
A religio eatholica, que a crenca de todos os
brasileiros, pela nossa lei constitutiva a religio
do estado. Ella nio admitteo ensino livre considera-
do debaixo do ponto de vista religioso, por que elle
tende a propagar o erro, que ella tem por espe-.
cial misso combater. Seria,pois, inconstitucional
qualqner medida legislativa, que admittisse entre
nos umt theoria profligada pela religio, qu-5 a
propria con-tuirao proclama e sustenta como re-
ligio dp estado.
P.irmais valiosos, piis, que pirecam os fund
montos com que os defensores desta propaganda
se propem inculca-la; por mais sinceros qua
sejam os seatmontos dos patriticos que os ani-
mara e os b ios desejos que manitestam, a consti-
tuico poltica do estado Ihes na permute enxer-
tar no paiz essa planta extica, cujo contagioso in-
lluxo tem corrompido e animado moralmente as
sociedades modernas, que a tem admittido como
elemento pe progresso.
Despertada, porm, a commisso pelos orados de
reforma aleados nestes projectos, procurou nao s
estudar cuidadosamente a legislaeo, que rege a
instruccao publica da provincia, como examinar
e estudar, nos diversos relatnos, que Ihe foram
apresentados e em outros auxiliares que pode oh-
ter, as necesidades mais urgentes desle importante
ramo de servico-publico.
Por este esludo entrou no conhecimento de que
o estado de ensino publico da provincia, tanto pri-
mario como secundario nao dos mais lisonge-
ros, e reclama sem duvida providencias que po--
sam de prompto satisfazer suas mais vitaes neces-
sidades, e evitar os abusos que nelle se ha intro-
duzdo oestes ltimos lempos.
Estas neeessidades, estes abusos, porm nao re-
velara na lei orgnica da instraeco publica detet-
tos capitaes e intrnsecos que, influindo sobre todo
> systema de estados por ella adoptada, exijara in-
dispensavelmente a reforma total e absoluta de to-
da a legislaeo qne actualmente rege esta mate-
ria. Simple* alleraces e raodirkaeu em alguma
de suas disposicSea relativas ao ensino primario,
e a snbstituicao do regulamenio do ensino secun-
dario, bastaro a remediar os inconvenientes de
que se resente o ensino publico e particular.
A lei n. 369 de 14 de maio de 1855, que deu ao-
va orgaaisaco instraeco publica, e anda hoje
a regula na provincia, foi elaborada com tanto
esmero e acert, que, no entender dacoinmissao,
urna das melhores leis neste genero. Se se resen-
te de lacunas e faltas, que sera inconveniente po-
den ser providenciadas por actos especiaos desta
assembla, contm sem duvida algumas, disposiedes
sabias e importantes, que devem ser raantidas em
loda a sua integridade.
E' por isso que a commisso, recoohecendo a
necessidi.de da adopcao de medidas destinadas a
melhorar o ensino publico e particular da provin-
cia, e tendo de submetler ao Ilustrado criterio
desta assembla um projecto de reforma neste
sentido, entendeu que devia limitarse as modifi-
caedes que Ihe pareceram bastantes para orase
guir este desidertum, sera alterar a parte daquel-
la lei que a experiencia ha quinze anuos aconselha
ser ainda mnito safficiente para continuar a reger
o ensino da provincia.
Em vista desdas ponderaros a coramiasode
parecer: 1* que se julgue nadmissiveis por n-
constitucionaes os projectos n. 46 de 1865, n. 76
de 1868, o substitutivo deste de igual numero c do
mesmo anno, e o de n. 5S de 1869; 2o que seja
submeltido discusso o seguinte projecto relativo
a instruccao publica e particular em subsliluico
daquelles.
1870projecto N. 9.
A assembla legislativa provincial dePernambu-
co resolve :
Condiroes do ensino primario publico e par-
ticular.
Art. 1. A instruccao primaria obrigatoria
nosta provincia para todos os individuos livres
maiores de 6 annos e menores de 15.
Art. 2. A obrigaco, que o art. 64 da lei n.
369 de 14 de maio de 1855, impde aos pas, tuto-
res, curadores, amos e protectores dos menores,
ser regulada por acto especial do governo da
provincia sob as seguintes bazse :
1. As pessoas sngeitas a esta obrigaco po-
dero curapri-la do modo que Ibes for mais suave,
oa dando o ensino primario aos seus subordina-
dos por si mesmos, ou em escola publica ou par-
ticular, como Ihes convier.
2. Os delegados Iliterarios fleam especial-
mente encarregado* : I* de indagar por ti e por
intermedio dos agentes de polica e do parodio
quaes os menores que, estando as condiodes do
art. !, dexam de recebr o ensino primario em
escola publica ou particular ; 2o de procurar por
meios brandes e suasorios despertar e insutir no
animo d'aquelles sobre quera pesa esla obrigaco,
o senilmente de cumprirem-a expontaneamente ;
3* de intimar-Ibes (se forem desattendides) que o
di'vero farer no prazo de 30 das, sob pena de
erem multados ; 4 a impor-lhes effeciivaraente
a multa, se nao obedecerem, podendo desta im-
posicao haver recurso para o director geral, inter
posto dentro do prazo de 15 das.
3.a A multa imposta aos infractores ser de
10* 50A, conforme as suas ereamstancas, e do
dobro na reincidencia, verificada no flm de cada
seis mezes, a contar do 1 de Janeiro.
4* Em todo o caso a multa s ser imposta
depois deouvido o infractor, que ser adraitudo a
provar no prazo de oito das algura motivo de re -
casa qae possa ter.
5. Sao motivos de recusa : molestia physica
ou moral do menor ; residencia maior distancia
de am qaarto de legua da escola publica fre-
quencia de escola particular, ou ensino na pro-
pria casa.
6.* Aos indigentes, de que trata o art. 60 ia
le n. 369, mandar o director geral, sob a iofor-
maco dos delegados Iliterarios, autorisar o for
necimento de vestuario decente e simples, que ser
pago pela thesouraria em vista de offlcio da direc-
tora geral, acorapanhado dos respectivos recibos.
Art. 3." E' livre qaalquer professor nacional
ou estrangero abrir escola ou collegio particular
de instfucco pi imaria, independente de licenca, fi-
cando todava sugeito:
t. A communicar imraediatamente o seo acto
ao delegado lillerario, declarando o local do esla-
beiedmento e o numero da casa, sob pena de 10|
a 40 de mull,
1 A apresentar ao director geral, por inter-
medio do delegado lillerario, os titulo* de sua hab-
litacao, dentro do prazo de oito das nos dislrictos
litterarios dacapltl.de 30 4U*M distancia de me-
nos de 60 liguas, e da 60das no resto da. provin-
cia, sob pena de 25 a BOJ de multa para aa os-
elas, e de 100| a 200| para os eoliegios, imposta
pelo djrector geral, o qual, se dentro de oito das
Ihe nao forem apresentados os respectivos doca
meatos, poder mandar fechar o eslabeleciment*
at a sua apresentaco.
A habilitaco para os profossore* e directores de
ensino particular, consiste na prova de maior da-
do, c apacidade e ir.oralidade.
A maior idade ser provada com eertidiode
i dade, e subsidiariamente com attestado do parodio
e de pessoas autorisadae.
A capacidade ser provada com carta oa diplo-
ma oblido em academia ou faculdade nacRnao*.
ou estrangeiras, ou em collegio* de humanidad, s,
ou com qaalquer titulo de habilitaco conferido
em virtnde de exame publico, e subsidiariamenfc-
com atlestados de dous professores, ou com infor-
raaco do delegado litterario, se este tiver algum
dos ttulos aqui mencionados.
A moralidade ser provada com atteslados das
autoridades locaes e dj parodio.
A folha corrida s ser exigida se a moralidade
do candidato for argida e posta em duvida.
Os profesores pblicos sero habilitados oa eon-
formidale da lei n. 369 de 14 de raaio de 1855, e-
n. 598 de 13 de maio de 1864.
3. A franquear sua escola ou collegio a ios
peccao recommendada por esta lei e pelo art.3."
1." da lei n. 369, sob pena de 104 a 40* de sal-
ta, e dod>bro na reincidencia.
4. A remoller seraeslralmenle aos delegados
Iliterarios, em janho e dezembro, infonnaces e
mappas que declarera o numero, nomos, fifiaco.
idade e aproveitaroento de seas alumnos, e quaes
os compendios adoptados, sob a mesma malta.
| 5. A dar-llii parte de qualquer mudanca de
residencia, sob a mesma pena.
| 6." A usar, para leitura de seus alumnos, de
livros approvados pelo conselho director, podendo
coratu lo escolher d'entre estes os que melhor Iho
parecer.
Classi/icaco e aproveiiamento das camras pu-
bcas de instruccao primaria e vencimentos de
seus professores.
Art. 4 Os dislrictos luteranos da provincia fi-
cam divididos era tres ordens, com a denominacb
de 1', 2' e 3' classe. Esta elassificac) ser feita
por acto especial do governo da provincia, segn
do a Importancia das localidades, nao s com rea
(ao aos dislrictos actualmente existentes, como a
respeito dos que forem posteriormente creados.
Art 5.a As cadeiras publicas de instruccao pri-
maria actualmente existentes e as que para -
turo forem creadas, tero a mesma classeoco
do districlo lillerario que pertencerem.
Art. 6.* Nenhum professor ou professora pubb -
ca de instruccao primaria poder ser nomeado ou
removido para cadeira de segunda ou tereaira
classe, sem ter exercldo efectivamente o magis-
terio pelo menos por tres auno* na ciaste anterior.
Alt 7.' O provimento das cadeira* da priineira
ctasse ser effectuado de conformidade com o dis-
posto na lei n. 369 de 14 de maio de 1855 e ins-
traeces de 11 de junbo de 1S59, oa por meio de
remoco nos casos em qae esla ordenada ou per-
mitiida por esta le.
Art. 8.* Creando-se ou vagando ama cadeira de
segunda oa terceira classe, ser posta einenrso,
pelo modo qae dispde a lei e instraeces mea rio-
nadas no artig antecedente ; mas s podero ha-
bilitarse e entrar neste concurso os professores on
professoras da mesma classe e os da anterior,
quetiverem o tempo.de servico exigido para se-
ren promovidos.
Art. 9. Apre.-entando-se no concurso um s
candidato, ser proposto para a cadeira, indepen-
dente de exame, e nao se apresentando nenbam,
ser prvido por meio de remocho feita pelo pre-
sidente da provincia, sob proposta do director ge-
ral, segundo o merecimento dos habilitados na.
forma d'esta lei.
Art. 10. O professor ou professora publica de
instruccao primaria que por noraeaco ou remo-
co obtiver urna cadeira de qaalquer classe, nao
poder obter remoco para outra da raesma classe,
sem ter efleclivameote exercido o magisterio na
primeira por dous annos completos.
Art. 11. O professor ou professora publica de
instruccao primaria que sem licenca do* governo
deixar de tomar posse e de entrar no effectlvo
exercicio da cadeira para que fra nomeado, no
prazo de. tres mezes, ser pelo presidente da pro-
vincia demiltido da cadeira, que ir de novoa
concurso, ou ser prvida por meio de remoca
na forma d'esta le.
Art. 12. Os vencimentos dos professores e pro-
fessoras publicas de instruccao primaria tkara re-
gulados do modo seguinte :
1.' Os de primeira classe tero o ordenado de
800000 e a gratificaco de 3O0JIO00.
2." Os de segunda classe tero o mesmo or-
denado, e a gratificaco de 4004001).
3. Os de terceira classe tero o mesmo orde-
nado, e a gratificaco de 5004000.
Estas gratifleaces nao podera ser percebidas
pelos que, por qualquer motivo estiverem forado
exercicio de seus empregos; e sao concedidas
sem prejuizo das que coocedem as leis n. 369 de
14 de maio de 1855 art. 28, e n. 598 de 13
de maio de 1^64 art. 27, como remunerarlo dos
bons servicos, que coatinuaro a ser provados na
forma determinada no art. 28 da ultima dest
leis.
As disposices deste artigo s comecaro a ter
execuoo no anno Qnanceiro de 1872 a 1873.
Dos delegados lilterarios.
Ar:. 13. Alera das atiribuicdes que tem os dele-
gad >s luteranos pela le n. 369 de 14 de maio de
1855, compete-I bes mais o seguinte :
1. Ai que Ihe sao outhorgadas pelo art. 1* %
i. desta lei.
2.* Communicar com urgencia ao director go-
ral a abertura de qualquer escola oa collegio
particular, qae tiver lugar no seu districlo. la-
zendo as indicacoeg declaradas no art. 3.* | 1."
;i.' Transmillir com a mesma urgencia ao di-
rector geral os documentos, que Ihes envlarem os
professores ou directores de instruccao primaria,
relativos soa habilitaco.
| 4.* Propor directora (smente nos dislrictos
fra da capital) pessoas idneas, qae sem demora
tubsliloam os professores pblicos de nm e outra
sexo em suas faltas e impedimentos, devendo oa
pronos tos entrar logo em exercicio.
| 5.* Remoller nos respectivos semetra* direc-
tora gerai as informacoes e mappas recebkas
das escola* e collegios particulares; e dar, ooor ve-
nda quer nao, circumslanciada informarlo res-
peito do comportaraento dos professores e direc-
tores, do adiamntenlo de seus alumnos, do ms-
thodo e compeadios adoptados para o ensino, de
indo quanto possa esclarecer a directora acerca
do progresso hilo n'este ramo de ensino.
6." Imperas maltas de que tratara o* $ 4*e 5*
do art. 3.* desta lei, dando parle circamstonciada
ao director geral.
7." Impr nos, easos de infraocio, aos profes-
sores publicoe e particulares de om e outro sexo,
e directores de collegios particulares as penas do
i din eslaco ou reprehensao, dando logo par t-
disso ao director geral.
Do* constikos de dislrictos
Ar. 14. Alm das attriboiooes concedidas pela
M n. 369 de 14 da maio de 1855 aos eonsclhos de
ditrictos',compele-lhe* ma* : .
l. As altribuices mencioBadaa no art. X. 5
! ns. 1 e 2 deata lei, a* qoae awao exercidas por
oada am de teas roembro eamalavameate eom
o dalegado Iliterario. ___.. .
| Bmlife o' a Jai noando a respeite dos
profewore* ou profesoras argidos de falta, P*-

'*
.~


u.
nr-.-.-n
Ortl IB OBMi'J U _MI31 ATXJtri, d fear*b s^fcta la a. Maio de 187 TOS 0H3MH,; #J)[ OHA
las quaes tenham de responder porante
,7)as,jfrHf. Aru 15. I ftaV-o ordinaria do consom
director mi di.' cada raes, ou no antoceden-
*e se ajiielo |*"ftS*l >; e p-'dor havor as *es-
^3M extraordinarias que o director geral julgar
convenienie, precedesd > raspe i lo desta*. aviso a.y^,OJ|
lodos os saos mombros por-Tow-inadia- do relP 'empfoHK
-rio da instruccao. adrGisjlh <\
Art. 16 NSi comp iraeeoflo o director geral oV-n-
tro de meialior.1 dcpoijda-inareada para qualqfcci'
sessao ordinaria o.i extraordinaria, ser -iibsiitni-
do na presidencia do consejil' pelo director da es-
cola norin.il, c na falta dsle pelo flje-Jor dtff^n-
nasio.
Ari. 17. Na* sosales extraordinarias. Jepos de
iraur-so do as-umpto i*'" f** objeeta da eeflvo-
caco, poilor ser submetli.ii sua 'Hpi-aciaeao
qaalquer oulro da aiinbjieio d i e.m*w"*hn,_ profe-
linio-.-* os queja H-aram adiad-s das sessdOs an-
teriores.
Arl. 18. O conselho director organizar um re-
giment imwua-para regularos tran-tthes deena
sessoes.
Art. 19. Nos procesaos disripHaares sugeitos ao
conheei i.enio do c^ageib'* difretur, de,i ds da res
posu do acensa-"!-', on de dearrido a praso pafra
i** assigaado, o dreictor geral onvir.i sjhte a ma-
teria ao conselai de de-tricto, ciija Infornapia
ni indar jiuitiT ao re-pecti*'proeesiso, antes que
esto seja de novo sub.aeitido ao Cuiisellio pfi pro-
ferir o ean iiixo.
lt tmfK&tt e Bfta ilis tSfitdl t cottegios
Art SJ. Fea creado' um lugar.do inspector-do
'nsini primario con q arti)*BO de r.OOOiOOd,
ateta gratificaran de oWi'.HK) e urna ajuda de cus
o, que llie sera arbitrada pelo prest-lente da pro-
vincia Mib iofinu i gao do director n-.-ral, segund <
jw distancias que percorror pe > caramba mais
curt, a* iii do SjfJO pir cada d-z leguas, do
di e volta. .
Art 21 A oomeacao e itraissao desie funccio
narin emipete o governo da provincia, e recahi-
r ni pess-.M do reeonheci Jo saber, zelu e doaei-
!ide para o bom de^empeaho das arduas ut-ri
baicos d steorgo. Sera sub-lituido em ses im-
pedntiMitos porquero o goveruo dosignar, perce-
b^n lo nesie caso a gralrticacio do eltectivo, o a
ajuda 4 casto, se twr de fiiervi?ita e inspeci;;io
no interior da provincia.
Ari. ti. Ao inspector do eosino primario com-
|iflo :
'i I,." Visitar e inspeccioiar nuinsalinenlc na sa
pid todas as c-otolas e olle?ios de instrup(.3 >
primaria publi ra, e particular de un e outro
sexo. ^
8 i.* Percorrer a pruvincla ordjiariamen'.e una
vea ein ojaia anuu do juloo <>utubro, c oxti.io-
dinanamanl-'! q-nido o goveruo e o dirertur goral
iilgar>oi c.inveiiioato, para visitar e inspeccionar
todas as oslas o collegios pblicos o isrticulai'o-
4o inti-i lor.
VttlMfw ii'K^'^Hi^MS^ )mlm *cfiptc*to}'-
. % 3. Lavrar ter n> no livro do matricula jas
s 'olas publicas declarando u ertado matorial.ec
inoi;.-. i o iiMial da escola, a ssidaidade e corn-
il irtai.cnio jc, |)roe-sv>r e o apruveitamonto dos
.iluomis, cipeciicaiiln o atunero e os nomes d*
q:io >e aclum b ilol'alos para exaina no n do
aun-'.
4.* Reunir, sob su'i.preaidencia, c com assia-
leu a ij dwgad ItUerart >, o consellnde di*-
tncto, propor-lho a inodidis quo julgar C'>nve-
nioute aos jp.-re?ses do poaino publico e particu-
lar do di-tnei'. ouvilo acerca da iiecessidallo da
c.o.icio do n ivas eadeiras, e dispertar em cida
hu.do snis inoinbr>s o inaior iuterosse quo deve
ter p.'l) aiigmeato da instruoijo priQaria nos
seas domicilits; lavrando termo de tud') quuiM
occmrer, o jutl >er escripto p ir uro de seus
me nliros e p .r tdos assignalo
^ 5' Exlrabir copia.dos termos mencionad os
nos ili'iis proc^deuto- .^, para sjrvir de base o
ii'Utori cm que ixpor uiinucinsameite ao di-
rector ge.al, ligo que se recollier capital, o ns
tade- di ins:roc.'io primaria cn todi a provinc/a,
t- d.llerc.iQas qje observar e;n rel*,'.io" visita
anteriiir, e as urdidas quo julgar adoptavei-, quer
ro-,>,'it i Jas esntilas, quer dos prufessores, quer
ios alomaos.
5 C." Consignar ne.^se relatorio a oeoipsidaie da
i ac I'. nayas ca ieiras, declarando os .jugares
: o Rumoro d> alunnos quo as poderao f.-cqaen-
lar.
>i 7. Iiif-rinr sicciuUnienie no mostnb rea-
l no a direct uia geral sobro o e-t ido das esjo-
lis c colegio particiilaros e sobre qualquer me-
il'-la que a respeito d;!los se deva tomar.
^' S". iiifji'ii.ar circumstanci iJinneute ao di-
rojti geral, on no relaLrio ou em i'cStrvado,
acerca ita modo porque os. delegados Hiranos
r.-.noraoi os sem deberes, declarando juanias
vi- tas lizoijins re.-pectivas escolas, qaaulas va-
zc< reu i ram o eunscllio de districto, quf servi
50S p.-osuram u'elle p. (ora delles bem do ensi-
llo publico e particular de seus di-trietos, c li-
mlinente >e convm -er conservados e no caso
contrario por quem devoran ser substituidos.
Do director geral.
Art. 21 O cargo de director geral da nstrucoao
pabca lico soudo ineompativel mo\ oulro qual-
qa-T o.nprego geral, provinal ou municipal, e
o- seas veneimentos elevados a i:OOpfQO res,
soilo 2:7003000 deordenado e l:300i000de gra-
US -iN.'a 1.
Art. 2i. Ao director geral, al:n das atlribui
iM (pie j tem pelas disposicSes em vigor, com-
peto :
; I." i'rop n ao presidente da provincia a no-
iiiuacaj o remi.ao dos professores ou professoras
I ;'. de verlo prettacber as vagas mencionadas no
jo fl" desta lei.
: 2." l'ropor igualioente, oavinlo o conselle) di-
rect r, .1 rajMfa) dos pro/essores e profess.iras
que esliverein as conJicoes do arligo 25 ^ Io des-
la lei.
5 l0.Informar e solicitar do presidente da pro-
viaei ((-id seja deMiluido da caJeira o proossor
ou iinfossora uue se adiar comprehendido ns
disoosicoea do art. II desja lei.
i. Tomar conliecimento das proposus de pro-
Art. 26. Pica aaiorisado o governo da provincia
a dar nova* ofgaalsacJlo 'ao gymnasio provincial,
poVndo para tswalerart nnmoro de eadeh,as,'
orJem dasjnalorifw,'o sy.stema dos estados, oirn**
hodo 4'>s examo, as attribaic5ej e sabstituicii|s-
dosprotessores, o numero e condicSes _dos repeti-
dores, onuinoro, atlribnici'ios e vencineqto dos
T do.eatlbllMn6lWR|s elMti de
os alnmni.f, su* poWJjL 'disiplhn o c;i-
teclie; e tudo qnanto lor relMflo ao rgimen e^
di-.-ipftna,*jo Instituto, e eu mbloe.nto Inerni.
Art tr. 0 reglamento, expedido em vlrlude di
autorisrSo do arligo artteeedeite, nfr ora^execr/p
ludo aenvpr viudal.
Arl.' M.' \o exercido desta **m*ui<;ao poier o
[iie.s, dente -da p/ovi nria n*>- derpinir osprofll
!H-e.s -qffe liverem mil comprfrlo os seus-devere
por falta de inteligencia, assiduidado e zelo, enmn
aposentar os ifue, estando nestas condigoos, ti'-
vere.n adqniri lo direito vitaliciedade; nonawi-
do em qnal 1 er dos casos pessoa idnea para pre-
enener ti fjfiadre des prolessercs eff'^fiiv-is. rel-
ias estas nomeacoosai eadeiras que Jepais vaga-
ren s poderao ser providas por concurso.
ArL 29. 0 presidente da provincia padera man-
dar adiuHKr grta^hfnte nd gymrfi'sw, oavlo'd
respectivo regedor, al 10 meninos pobres cijid
alumnos internos, e oalroS fanlo*i'cnil*f exlrnrft:
c-t?h lamo que saiban ler eescrevor, sojarn d"
provada intelligoncia o pertcn'irn iamfliS*AoJ
neslas.
Art. W. Tica creada uina'aull de nnsica .11-
no'xa ao nuil 'iro aiM I da esa d nirnsal, a qaal
farpfrie di* materiu ipwahl se ensmain, s;r
requenta la pelos aiumnos-mestres durante totlo n
period r de sen euro. O nrasidento da provincia
0 wneara uoi profe-sor com a granilleaco de'SOOi,
que sd perfi-ber estando eni cfTectivo exereiei),
(iassml 1 em seas i-nnedn4iits rfM o H**ft*l)-
tu|r; e determinar o modo pradofi do eosino edi
exame.
Arl. )l Tros annis depois do provimento desil
cadnira, o erfsino d* mabiea ser obrigaurio na-
erlas publi-as de Id-unt-eo primaria, e.xereida<
ael is professores ou profesj'ira nomcalas depois1
defse periodo.
Arl. .'l. OS alumnos-mestre.-', approvados no 3''
ann > da jscola normal, eslao habilitado? a exer-
oer inierinamonie crmigisterii; eo sanearse para
$ "ideiras apenas ser ir para gradnar o merilo
dos cancorrenles.*
Art. :|:|. A's escotas ecohejioi particulares d*
in~ti nceo se-andaria sao applicaveis as Jispo (jo's do art. 3" e seas^, art. 13 Ift, 3.*, o0. 0."
e 7., e art. 2i $$ 7.', H. e 9." Ie4& lei.
I):*niirfi KioMMn
1 Art. 3'. Fica autor isa do o presidenteda provin-
cia a rom ivev a* pr-dtsloreJ n professoras pnli-
os de hisiruireo |iriin,iria, nao s s-u podido
(nao luvendo' ineorrvdiientei, mas tambem njs
casos D'OViHtoS nos ans. 9.' e 2-'i g l.* ddM leW
Art. 35 Fi;a n presidente da provincia aaiori-a-
do a dar regiiaoienti r'partiei da in tra.v.Vi
pablica, lic.indo iles;f j o portoiro enairregd 1
do archivo, e passando s fanecoss deeontinuo
para o servente.
Art. 3ri O empregados da ropartieao da ins-
tni-yw paWua.1, alen dos sena ordnales, teri
oiaja urna gMttMRcie a sab*r: o secretario I
3065. e cala nn do, ontros emprsgados d 150S.
inclusive o continao. Spaderao percebera grati-
licaQao qiand estlverem'notffectivo exereico.
AH 37; Os prd-isores pnbHcos interinos de
in!rucro primaria de arri e outro sexo, nlm da
;iMtlflcarnii deO'J qao aetniIntente pjrc--bm,
tero ma"is a r|ne dnixar de revieber "3 respeetrvj>
profe-cires. Sa tivtToni entivaii) em exerrisi, em
virjnB de proposta rkH delegados lilterarios ap
[provada pelo pre-i lote da provincia, percebero
seus venr.imentos da data do exercici.
Art. 38. Os professores e professioras pbljas
Jo instru"cao primaria qae, bavenio coaifdera lo
finco annos de servii-Vi eifoclivo, quizerem obier o
ndoiiheeiinenlo do'sao'direrto de vltaiiraeJ 1 !
Jever 1 :ir ivar perante o director geral a ecei-
vidijo do seu exercicio, e etmi cs-^a prova e iof >r-
ma^io'd) inesino director reqaerer ka prwdwle
Ja provnola mn declarar em apistla emseus
titulo?. Este servico.'ser leitogratuitamente.
Art, 39. A nflmajab dos exi;nmadores, que
com o director formam 'a com;nissao de tanate
nos concursos para as cdeiras-de um o sc. feita'po. pwaideMe da provincia qnern o
director geral far previa requisitorio.
Art. 40 Os professores e iirofessoras publicas de
nslracoai prinnria podarla aloplar para (pitara
Je seas alumnos, o Irvros que l'acs pareeffl d'entiv
os approvailos pelo consclbu dirc-"tdr, lieanio ad
geitos as tres nrimeiras penas ineneion.idas no arl.
91 da lei o. 369 de 11 de iniio do 1800 se usa-
rcm do outros.
Art. 41. O director geral far.i imprimir antea
talego de todos os livros approvados pelo^ conselho
dirjetor, o destribuir pelas dclwgacias lilterarias,
alim de ter a djfiia puhiicilade e n l"dos osdis-
tritos lilterarios da provincia. Esia despera ser
fasfeila pela thesouraria em vida.'da cunta e re-
cibo do mpressor eofltio da dir ".loria.
, Art. 12. O processs disciplinares, sugeit s ao
eonhecimento da consellio director, poderlo orne-
gar por queixa ou denuncii dala porante o dire;-
|or goral, ou cx-olicin, e seguiraj o corso doler-
minado no art. lOi o seguintes da lei n. 369 de
11 Je maio de 839' indepedenie do ha ver oa nao
aceusaco no juizo criminal contra os respectivos
professores.
Arl. II. As maltas de que. tratamosarts. 2"e 3
desta lei,, e 9i di lei n. 300 spro arreeaJadas
pelos agantps liscaes perante o juiz dos fjitos da
faseola. Para isso dever o direstor geral co;n-
municar ao respectivo inspector, tanto as q-io ana-
ver imposto, com i sa ;nposla4 por seas delegadas.'
Art. ii. Ficam revogndas as disposiroes em
contrario.
Sala das sessoes, 5 de maio de 1870.Goncalves
jukVL J. de Ohveira Fonceca.Hanotl Arthur
de ti. Caoalcanti.
professores. Ah se. acha eslaholeiido, como regra
inyanavel. qno^oa prressore. de qualquer clasae
i-ESjSio .?tr "i cla83rt ^i^' ''"' w*
^'jty*?' de servico efTectivo ns elasse
1 EfUcrfedida,-lia-muilo e reclamada p^saie*1
cessidades daastrucgSe publica, ja como garan-
jJa.da effectividndodo encinoas localidades m; is
n.r-<- r*m*Tl:< *,'n'"BB* raffclTfP"
0 dosj wi 50*1 Bos profess-irei. o profe
1 tiverrvido-ern un* elasse jfe teittp.i exig
m WbiMaolparf-Aar4air.i, -nlcoatra
medldaomeio de mlhorar de lugar e de
veanimenffcsv que de cerr)mne"hnn compen
aasemW* pr.r- sr.ca de setta-crvicos. A garaotia do ensToo
uas lecalidades esta em nSo poder o profe.ssor, no-
meado para urii cadeira de *]' elasse, passar oa
tra diiuesma; ou lo itilferemo elasse sem harer
exereide o magister* - tempo.
suita da facilidade com qnn lio removidos os pni-
essere pelo ystema- actnaf.- Ha-waias eadet-
ras 110 alto serta > quo, ten lo sido provlda 3 4 4j
A reWrma do gyranaslo ama neaessidade ha
mui sentida por todos aquel les que tem estaio
na direcr.il dos egocio pblicos da provincia
desde 1981. Nesia poca. a. Jei provincial ti. 5il
dtt-18 de junho, autorisou o presidbnr>r* da pro-
ronia a dar 11 >vo regulamento quelensiiiuto, o
mala tarde (e j no dominio de ontro parilde) essa
aulonsacao fot reproduzca na lei n. 598 de 13 do
haio nr
O professt dorpolitico?-;
le esse-perM
nldriAa, b
um modo
A cmm!
si 111, na) si
(D'onde se vd qne arabos, oa,
"o se succederam no ptiJer'
feconheceranra neee*id
, a nao a neuvVssem ani
mplo como o ha o projcto actual,
entendeu qua d*m proeedw as'
_ue a pxperiencf tem tornado cada
vez mais pteiKc esta necessidade, temo porque
03 abusos inWu.'.idos no eosino, rgimen, pol.ria
'e paonoma'd*Kfielle estabdclmento revelam de-
Jfeitos na lef-or-ranica, que s poderao 9 r extirpa-
dos por meie de urna nova or^anisacaj, escoimaJa
dos ridns innerenies a fanisaco urimniva,
Aris. 30 e 31.r>;*iudodahmuiee d>omavaO'.
taffirn inconteslavel para todas a3 classes da so-
ciedade.
A inlluen_cia benfica quo a maslaa exorco sj
OSi. n'r. Bptislall,q{Uoi^peltaa-p-Javra
declara, que o Sr. l)r. Aprigio Guitaaries o. in-
cumbir do scienliiicar ao mtlati, que por doen-
te delxava de cornparerprInteirado.
Vem moea Rrna*prop> parasoeio corres-
PP lileuto, a qoal vai. comoiissao respeetina.
h' lida p approvada ana proposta d) Sr. major
Salvador Henriquiy para quese nome una com-
isSo de meuibrts dj i;>*it>,residenle*fnaMr
do euitpniioMar e lelrcltar *.*. o Sr.
0111 i En, pelos-triumt*os que a'aba"fle alcaa-
caV c n. gpueral'eai ehel>doS'e*;rcito* lliados ;
sendo nomeadoy me nbrosilessa^cnminlfsao osSra.
eoose heirosJuevB-nlo da Cnnlia Figaelredo a
loto Lastosa da unha PaMnagu,* Drs Joa-
Tm Pires Mchalo Portilla, Jo|o Alfreda ibrra
Ohveira Andrada c Joaquim de Souaa-ieis.
,-------.-------,^-------*--------------------
De Francisco de Miranda Lr-ai Sove, mostrando
com e conheeimetiip qnejOWa, ter pago o impos-
tor do ofjlcio de correo* artl do segando se-
mestre do correte exereico.Regiire-e e en-
De Jos* AlexandW R^ir**eliffl*cNe**mir*
Maia, pharmaceolieo, apresentando re|iHeo o
sea cagfatq seaiaJ e.n tripsad Vista ao Sr.
desemlBaor ifM M
Detaft Frandwar de Man-O** apreseDtando
igualMgnto a r-gistt*c ajsrtcuracSo bastante que
Ihe oatorgara .Antn* PIMande le Figueiredo
Faivf.Iptisire-n.
De*s*iiflo Accioli de Axatedo e Siva, pedindo.
ser aeMttido a conenrso para provioienlo do lo-
gar de amanuense da seeretana d'este tribunal.
Sedw'* I ~De Aona rtodrlfaea da Cot-ta, pediado qae seja
vesos desd a ssa cruaco, nunca f >raa; ocdij** re as i.ihrGes, os bons sentimenlos que inspira e
(Jas pelos respectivos professores, que nunca l fo
ram, riems^ira'!) desta capital, ale qae tiveram
reinocap par nuPlores Iqgares, eaa eadeiras paraJ
que foranl orimeirameni nolMnins' tiinlt luje
se a'lian vagas. Estoioeinveniente oxigo sem
ilavid'pwmpy elraz prtlViJbcla para quo' o
ensino primario nao coulinuu a .ser una bar?.
em Tjjjtmj litgareT, ond: o rr.nglstorio ippnavtcm
s dopxercili por professores intterinos, que com >
4 sabido nao sao os mellidroi. A directoria-goral,
que nesla materia falla enai tola a expenencia,'
tem ineessantemerite socitado" pvovidencias aesse-!
respeito en san relatorio-.
0 art. 13 e seus J}.' marea os vdneimentos dis
prtifessore', de accords com o novo syslema de;
dirisio de classes, no qae nao ha grande differen-
e.i d 1 systeaia actual. Cnn ludo, aliento o mo
esta lo dos cofres provinciaesj que taltez nao possa
comportar actnalmente este p.qneno ogmeoto do
desposaj a coinmi-so pode no ultiini %, qno adis-
po.sico dest i artigo s comoee a vigorar no anno
IMnoeeiro de 1872 i 1873.
O; art: I.! e I i maream as aitribaicdes dos de-
legados Iliterarios e das consoihes.de dislricto, de
hirnionia com as ideas do novo syStema do pro-
ferto.
O art. l.'i divide as sessoes di conselho director
ero ordinarias c extraordinarias, e manda qae
aquellas sajara celebradas no da 15 de cada mes.
e estas qaando o director goral julgar eouv-
nieate.
Bala mecida lanbem necessaria. Sao maitos
e do grande importancia os negocios sabmettidos
1 a;>rcc,ii\ri do '.onselbo diree>r. Alm de ser
de interes-o publico, nm direito das partes que
Riles iei!rrarrrpripiiip:a s>lncao: o OJM ies,rai!a(t.i-
menio n.Ti acontece pela rrregalarida lee dem tra
de ama a 011 ira ses.-:lo. Negocios argentes, como
silo as peti',oes das parteo, os promsos di rer_ e o-jiros que d-jvem correr com celndad1,
e-t.ii m vasas roetes e annos affectos ao conselho
se 11 s.lucai. E' fcil de ver |aanlo inconvenien-
te va i n*jo. Entretaalo a medida proposta pare-
ce remediar o mal, porque augmenta e regula o
rmsoera dis sessSes, e dispiioai toelliir os in m-
Iids do o:1 sel lio para darem prompto expe-
diente a^s negocios, que lito orem alfcetos.
O art. Id designa o snbstiiuto do director ge-
ni na presidencia do conselho, o quo parece ras-i-
to convenieule, parqoe ha venda necessiilaile de
dabea proxnnas urnas as oulras, como est m Jiiitrado, nada mal natural do- que dar-se tab*
fHdto i< laiielle cuja lilla seria oiotKo para que
no hoavesso sessao.
A conveniencia da-disposioSo do art. 17 est
jn~le.icada porsi mesma, por que tem por iln dar
andamonM aos negocio, qae pendem do decislo
do conselln.
as moJificac5e3 qae opera nos c >siu:ne., sao,
aldi d mbitaJ, eolras' vamagen qtte a tornan
indispensavel n) ensino primario, como elemento
d"rtviM ruaravilhoso 'le ella tem produzido nos palies,
oade'o seu ensirto faenarte di InsthK'cit)1 priiha-
ria, para conhecerse a necessidade ue torna-la
obrigatoria entre n?.
Ha muiro que V) tnsino da'musdua rjermittid >
pelo art. 47 da lei n. 369 de iideinaio de 1855.
0 que era necesaarie era, em visla da utilidad
que-d'eKe resalla, torOa-lo obrigalorie as esco-
las primarnsje crear urna ada especial para ha-
i> lila cao dos professores. E' esta a providencia
dos iris. 30 e 31;
Arts. 32 e 33. As raides que juslllicara as fran
quezas concedida ao ensino primario particular,
aaluam igaalmente e com mais forca favor do
ensino secundario.
A dupla providencia do art. 35 necessaria. Em
qu.'into 4 primeira parte basta saber que, enstindi
lessores e professoras pblicos interino?, fe das. pe-
los delgalos luteranos; solicitar do governo da
provincia sua api>rovacao, se se conformar com el-
las, o no caso coutrano propor quem Iho ptrecer
mais idneo.
>; i. tilden ir que o inspector do ensino siga
extraordinariamente para o ponto que Ihe indicar,
p. designar Ihe a..eommjssao que alo dever des-
up.aihar ordem sua ou do presidente da pro-
vi ua.
0. rjoabecet da habilitagap dos ptofessore e
tiirectorrs de escola e collegios particulares, nos
tero >s da 2- parte do | 2 do arf, 3* desta lei.
7." liopor as mullas de que trata o art. 3*
2' desta le, o conhaeer, das qae Ibrem imposus
p ir seas delegados, suslentaodo-as, mdificaado-
as ou revogindo as.
8 o U indar lechar a escota on'calr^io parti-
cular de instruccio primaria, enjo professor ou
direetor; oito dis depois que Ine fr imposta a
mulla do art. 3| 5' 2*>, nao exibrts documentos
de sua BabilitafSi); c's.nd, porm, os ertfeitos es-
ta pena, logo que scjaia apresentados taes docu-
jalnados valiosos.
% 9.' Mandar fechar igualmente, oqviod o corf-
selhodirertor, a escola oeolleitt-rllBarar -le
eisiao primario, onde se ettshoSm danlriAs per1-
nic'msas e contrariasii relimad c*nTetM,es riti-
tuifles do paz, ou se c^^efrerew ets iride.
cenes e offensivos d moral o boVls'eesWrmB., oti
se provar que seus professores u" aTreetores nao
tem (na eonducla.
10. Remellen pdr mlei^dWdi Bieretaria da
presidencia, a? 1* swreM):id1f%f*rMI*a (frOVln-
c-al, logo qne estej* insuflis,*unj breve irifr-
nueao : 1* sobre as lttaTOkM aWr|'ffle pare-
per necossrf a cre*aj**e 44 'rjfas atfira* de iris-
trmea primaria,' cofe deelanrWto ort nmero de
alumnos qhe" as pdi^*freq*tr : i" sobre a'
uecossiBde de ser sopwimfda ou rem ivirlA len-
in.-i das eadeiras e*xWtW8; 3S sobre as mais ur-
gentes rtWe>fla>>l^d''eo*saor^rnario cjaapro-
vidnefas e^fcrflm.daa8Bra}ila provincia!.
Dt;faiksrd3pr^mrs. \
Art. 25. Os* prpresliros ot rjrpfessdraa de ins-
tr-.ceao primana',' Mm inpnslas pela ler O. 369 de !f derakir'd 186* e
regulamentos respectivos, fleam aiffrW sgres:
g,l. ft' de romryan : l.3ehbrjverBift sidodias
r-.vo3 multados, ou urna vez ssprts'i? por falta
de. .amprimemos de Jveres; 1 se se envotv-
rem em'qtMfBes- e exercerem o magisterio 3 .se>Yalli 'Jefreqoea-
ciadesua escdfM HrfjMtWfM tr mos actos
d- pnfessor; mt pelo neitrinr' aprdetoiirrtni
ala a ..i!. A nrhwrSo'r-W poderft' set'Mfe'rhra'r.t-
in da niesm.i elasse da dos totes-sores.
- A' pord; di calofra : i' se'tlvI^ranY eS-
bejecimento cdmofMI^ oo: a" arf-* moa
usaren lesfet \ti9dimMl6 In^l^^alW'ciHdlrts ;'
* *c exercerem aaalgaer oalrp -WlWilrl rlae os
iitbiba do etiAi e^*M6r e- se jb devrbs;
3.'se. sam cao? i nmmi, fcPJMatSsjom aftas ea-
deiras, fjterrooipen'Io o casina daraole o praso de
Olerecendo considerado da assetnbla este
projeclo, acommiso julg'ou dever juntar-II13 al
guias palavras para mostrar, bem qae perfunelo
rimcnle, os motivos de sua utilldade e eonve-
niencia.
O art. i.' consagra o principo da instruirn
obrigatoria em toda a provincia, para os que esti
v>ram as ,:ondic-.-.. ahi menciooadas.
15ata providencia, alm de fundar-se. no -direito
ou antes na obrigacao que tem o estado deder
rimar a instruccao primara por.todas as classes
da sociodade, alm de nao ser ylT-.msiva da Ijb r-
dade, porque a liberdade nao da direito a > homem
para conservar-se em completa ignorancia, alm
d1 ser adoptada em muitos paizes da Europa e da
Aifnertea, como na Prussia, em' Saxe, mover,
Bad, Weimar, aviera, Austria, Wurtemberg, Di
namarca, Snecia, jMoruega, Suissa, em grande par-
te'dos Estados Unidos, e outros lugares, nao
nova entre nos, porque j foi estatuida oa lei n.
169 de 14 de maio de 1855,, e rprodnzida neate
projeclo nao s como um estimulo para aquello
que por falla de luies nao tem o gosto quedeve-
rira ter pela instrueea, mal de qae se resentem
especialmento as populacoes que vivero mais
ahuladas dos grandes oentroa da eivisaco, como
por ser urna das. ideas principae do systeina que
a eoramisso adoptou, se pmp dar desenvorri-
mate e rases appaetean entre nos.
Os diversos j do art. 2. astabeieeem as ba#e
em que deve assenlar o arfio do griveroo, que toio
irfcirdgujar o modo jtwse de levar effeito ocam
primsnio desta obrigaoo. A. cornmiaao, ansa 1
dop.owsmosi S| se v, fez quanto arfava da Ma
parte por tornar-este opas, aae repata neoessa-
riiL.D mais saave' possivel iqrwlres sobre qaarrr
elle pesi.
p : O *ft. 3. d matefrabqtidias ao eisiho pnrtfcu
larf, libetrando-o das peas qae embarfceam a aBer-
tara deeserdas, abnhdo maior esp'a'eo eytnbr-
ii|eiiei'o facilitaado o desentolvirneAto eprogresfr
desreimportante ramo de instruirlo. f> riH, o enlno Hvreta'pdae ser dmettiid entre
ti-is, comp est demonstrado, era mister lixar lim.
ws ao arbifrie, resfrrBtlado'o por mel da inspec-
i{Ko legal, de eonAwmMadecoA as nssas iri-titai
e/ies. B" so qtte- se ana prdvldnei*dcr nos
ver.*os } d"eto arHgq.
Etreoensin'olrvre'.c'ensoado-nn parecer snpra,-
d as frinqo-.r sqoi perfnrt-Mfci, na considetavel
difet^nfia. AFli cetUaron a commisslo o eesttM
Irtreia litferdide dei eAiino,- qrtc, segundo exjiri-
moi as mesms prtbvras, pdi Cmiprehender o
Ijvre exercicio, 9 exercicio semlrmtes desta inflas,
tria.laofo por pifi dos qfldeosln%m, cont dliS
qu^lbfetweri, rfti **' jstarhe'nie se opp5e
uossloi Mdamerital, e* TOlIglfw do estado. Anal
b ha ensino livre, ha liberdade no eW-ino/e
O art. 18 de gran le necessidade. O eon-elto*
dijeetnr danta \nje gran le num>ro do membros, e.
na*, pode haver toda 11 regularidad na direceao
dos trabilhis, na des'.ribaicao' dosorvie.o o ord-'m
d is deci-" ;s de um eorpo colleetivo, seo nm ro-
i nenio inlcrm quo os regule.
A materia do art. 1!> parece dever ser admitir
N un > ira elemento auxiliar do conselho, no eo-
nhecimento da verdade.
O- art 20, 21 e2, crean) um inspector para vi
sitie e ins;mceio'^r ladea M eieolas e coltegios do
rnstruco primaria, pabtieos e particulares, de-nm
e outro sexo 11provincia, e marea osseusvenci-
mcnios o aiiribji^"-)*
A nocassidade destf providen'"4- geralmenie
- Jlida, mxime nos dislrictos lilterarios maia dia-
laiitos 1I1 a; ao do SMvorno e do director geral,
qup por isa mesan a recoinmenla e soircita ein
jus re'itorws.
0* delegados lillerai ios, resldido nos meamos
Mffares ijao os professores, nem senipre sao es-
tr -.alio- as paixo-'.s e interesses locaes em que os
mesmos professeres nao poueas vezes se a'li.iai
mais ou roaos envolvidos, il'onde resulta que
estes taaci in iri n -ah' 1 honrosas excepcoes) se
algunas v.i.cs iivaJos por considerar^oos parta-a
lares acomprometler o cargo que jcupam, ou
leU-tnda de exercer som criterio a oieoessariains-
Vi sobra as escolas e seus professores, ou dis-
pe.. em prejuizo do eruioo. O nico correctivo desle
stii-0 a creacao do um fuhecionario estranh 1.1
essas pai'des e inleresses lcaos, que pereorra lo
da a provine; i, inspecfiooe tod.is as escolas, exa-
mipe o modo porque os professores e dolegaJos
litt'prarios caaipreai seus devores, e informe a di-
rectora do verda-Ueri estado da instruccao em lo-
dos W pcotos da provincia. A despeza. alias pouca
c.rescid 1, quo se h com este, empregalo, ser,
Como diz o director geral en seu relatorio, larga-
mente compensada pelas vanUgens que se co-
in rao.
0 art. 23 incompabilisa o cargo de director
goral com qualquer nutro emprego, e eleva os seu;
veneimentos .1 \:0.H), sendo 2:-700| de ordenado
e 1:2003, de gratificaran.
Ambas as ideas parecem convenientes. A l1
porque, sendo esto cargo |tor sua nalureza impor-
lantUsimo, exigindo ("rande*' oaludos e muita al-
teneao, nao poder ser bem exereido p>r aquelle
qtio se destrahir com outros empregoa. ou commis-
oes. A t' porque a mesma importancia e peso
do cargo, presupona a condicc de nao poder
haver accumulacao, sao razos valiosas para qae
ja bem compensado aquelie queo exerce. Alem
iIis-j 1, ama aneaialia que o director da escola
Horma! e o regedor do gymnasio, omoregados
subordinados so director geral, lenbam mais eleva-
dos vpncinipntos do qaeesles.
jO art. 2i marca as attribuiroes do director ge
ral, segundo o novo sysiema do pndecto, o que
parece a commisso de absoluta necessidade para
desempenio dis deverw, que so Ihe eommette em
Virtudo das alterarois feius pelo mesmo sya-
Ihema.
O art. 2G a.ulorisa o governo da provincia a re-
mover os"pfi.fesore do enslnif primario, on sea
pedido rJeterailiiaJos no projeeto.
A remuco dos pn^essores de instruceo primar
na em alguns casos urna necessidade reclamada
pelo servico publico no interesso do eneinn, como
1 reeohece o proprio director geral era sea rela-
torio do anno prximo pasado, onde pede provi-
daneias>ortira Os abusos que este respeito s
cortmltem.
E co'meffeito bom serarJtal e inconvenwnto de
ser o presidente da provincia mero espectador da
artas oecorrenclas, qne se dio- no nu%iste'rio puJ
Wieo, om d;. m.i ro ensino primado,; sem peder de
pi*uim)to rembd!a-io por meto de um* provldeita
remoco. Se ha perigo em coneoder-se-lh* iod<>
O arruino nsia materia; ha sera davida imWees
vantaeem e faef -sOMn* a concessfio, raemaofe
certas eerratije***?ctivas desie arbitrio
E" justamente issb que se aflh pfOveaidi aas tre1'
hypot eses f ^ do Wl. 28. E"qtfaloef der-
las d-sa' da parte d profsssor nfc certa infrac-
*a vanragm de'nlo rfodf ser applicada sm ser pro-
nos peto director geral, ouvido o eoselno' aire
tor, como esla'provideflclado nos artl '24 o 23
Com relajo s perras do --2* dOWesmo wW
aaclara a commissaon* a cus'mals'rferalme*
emiheeij, como mo*ra da reiilifiQ-dlialramas
escolas dp irtterujfj lfff}e*f*^nVe*rme^b urt,^.
co oa' algumaotrlrli tdosfria eXerma pelo ro-1
fessores, que os disirane do eumprimelio e hm,*
defvre$. Profesores fca-' ff-96 Bdoe* '6^r%a#i
n is uromptos, nunca priced^ma'eime'em stia
escolas, e nanea cUfiVprirm seos deeefs, vlvendo
paWfea e escalWiaBfenlB' enudi WFftfl'
cdmaWrde; por oiiW^ flz%rk'fld*,'sWfMjjf
vi>-trtlirja dKxar'rn'B'tel' ftcot'atrMI'. dfe'*rt
naquella repartipao 1 seiretario, 2 am-innensei. 1
porteiro que-accumula as funecdos de contiaao e
1 servente, nai haalji meio algum-de regalaros
seas servio*. Todos ellos pp-am sobre o societa-
rio' que, para alliviar-se, os deslribao com enteij-
de pe >s mais empregados, sem que iieonnm des-
las saiba oque Ihe compre fazor, e que e-t
abrigado, o que s poder ter loar por meio de
um rer;ulamen|.o esaeeial.
A segunda proviJeneia deste artigo solieitaia
pelo director geral, que o mais h ibihudo para
cortbccer a saa conveniencia.
Arl. 36. E' de toda jas tica a drsposicfio deste
artigo. A repartieao da tnslrueco publica fue
ciorra diariamente das 9 horas da manha s 3 da
larde. O servici Mrgo de seus empreailos,
principalmente do siicretario sobro quem pesa n
maior responsabilldade, ainda qae onemso, folio
com aetividnde e selo. O ordenado destes faccio-
narios inleiramente mesquinho, em relaoao- ao
servico que prestara. Portanto este pequeo aug-
mento apeaos uda fraea eoopeasacao, que neai
mesmo est lera proporrao coai e onua que sobre
elle pesa.
O que dlspoe o art. 37 nao 6 menos justo, E#-
les'empregadoa embora interinos exereem as mes-
inas funcedes que os proprielaros, ten o mesmo
trabalho, esta*sugeitos aomc-raoonu- e.atoas
mesmas penas, nao podem (tarante seu exercicio
ncciipar-se do oulro meio de vida, e sao l' nal
pgw qne a peqaona grBlicaco que percebe n,
nao Ihos ehega para naoai Urna vez qae os pro
prielaribs d is eadeiras; estamlo lona do exercicio,
ni pidem pureeber a graticac >, segunlo.se
dispoe no proface, nada mais natural do que
passar es'vaos imerific, qae deste 1110Jo lioaro
melhnr compon ados.
- A -dispesicjO d> art 38 e*tabelecida pelo direc-
tor geral como um meii de tornar effectivo o re-
conlieeimeato fessores.
Arl. 39. A' respeito'deste artigo camprv decla-
rar que a attribuiaao, qne aqui se concede ao
presidente do proviucia, senrpre Ihe eoinprtio era
va la Jo di lei n. :i i-i do 14 de majo de 1855 qor
foi alterad pelo regalameoto d ese-Ha nermalj
que a passoupara o director desta escola.
Esto tuaecionario, pelo coniacto e lacnediatis
relacoes em que est com. 03' peofesov** desto in*
titulo, est sem duvida habilitado a fazer b desig
naca 1, al porque meihor (|ue qual]Ucr outro pd-
saber quaes os qne estao no ca-o de prest*r-s..
cale servico na occasio em que leila a escoma
da designa cao.
Al!es[a-se, pirm, que a doslgnaci um aelo
Je tama magaitude, qae o interesse publico epar-
Pealar exige que seja confiada primeira autori-
dado administrativa da |iroviaeia, que, alm de ser
a mais interes-ada no engrandecimento da instrac-
eo pibci, a. qae offerece mais garan-
tas Je independencia. Neste sonlido pouo mais
ou menos pronuncia-sa o director geral interino,
que insta por esta providenoia o.d sea relato-
no. E n vista dessas razfies e para por salvo de
piaesquer supeilas a repta<;ao do director da
asela normal, enteudeu a commissai dever pedir
sata providencia.
A' respeito di art. 40 entende a commissai que,
assim coma pretexto Je uniformidade no ensino,
nao so pode iaipr todos os professores o uso dos
meemos liento, tambem nao se Un; pode permit-
tir seni o aso daquelles que tiverem sido appro-
vidos pelo eonselno, que alias j sao em lo gran-
de numero que o permitir a livre escolha dos
approvados ama larga concessao, era qae nao ha
inconveniente contra a librdade:
A dispoieao di arl. l o urna consequencia do
que s 1 dispe no artigo anterior. S se p a Jen
do usar as escoras de livros approvados pelo con-
selho, indispensavel facilitara! recooliecimento
de taes livros por meio da medida proposta.
Com relcao ao art. i2 cabe dizer que, vogando
no conselho direct ir aopiniao de que,.era vista da
lei n. 369, se nopie corthecer dos procesaos dis-
ciplinares dos professores sem que estes spjam pre-
viamente acensados perante ojuizeriminal, como
declara o director geral em seu relatorio deste
auno ; e hawndo nisso grande inconveniente,come
fcil de ver, e observa o mesmo director, era de
miater explicar a lei de 1355, e mostrar que o pro-
c -si ple seo instaurado e ter andamento o deci-
sao, independentc de acensa ;ao no juizo-criminal,
que foi o qae tez este artigo.
Finalmente a disposicao do art. 43 de ntilida-
-do: .porque se necessaria a sua effectiva arre-
cadarfio, o meio que para sao mais garanta
offerece sem duvida o da arrecadacao fiscal pro
posta no artigo.
I A commisso, nao tendo em vistas fazer una
exp cao regular e circurastaniada sobre cada
artigo do projeclo, porque nem tanto sera neees-
sario, nem a urgencia da materia Ih'o permiuia,
limita-se estas ligeiras eonsideracoes, que alias
ihe parecem bastantes para re-omniendr a saa
uiilidade na primeira discasse.
Paco da assombla legislativa provincial de Per-
narabueo, 7 de'maio de 1870..GmcAbX$ Li
m.-J. J. t OHodra Fon-xca.Manat Arthu-
de HoUnna Otn*liatiti:
i ASSEiteLA PROViNCIAL.Hontem a asseoi-
Wa lou,.refUerirriei-U<> d Sr. Gasatao Ldba'i
a 81 oiseussaoa projeeto n*.9A deatoaano,'sobre
fixaieao do foroa-poiicial, anianreseut-ir-se o casa
0 Sr. deputado polo 3* distrijlo que assigaou essa
prbjioto.
1 Preseguio a 2* discii.sea-a d* projeeto n, 3o jaste
anuo, que orea groa eompaahiade sapaaores bom
teeiros, sendo appmvado-o-artf 9 ideusiae.
Cootinaan*) a 2* disonsia-'dO peojeeto dedha-
c6 de fi.rca, orou o Sr. Gusmo Lobo, licaado a
discassi adiada! pela hora.
Aordmdo diapara'hoje, contionaeo da aiir
esdedenSfi; l o"r*cassao dos Brujeles ns 3fi, 7-
7d, 77, 83, 89 e: 98; contmraaefio da > dtsoaseao
00 projeclo o. 94.
J-NSTTTO AHCHEOLOCICW ET GBOQIWPHI-
dencia da BtK' ciJnilefBOle' nwovrrfioi' MbaSV
TaVarea ecora assi%W
.OaMMe (JaM^MUnM M".
th1 Sarnoa. InftoeehcW"
ha ensino livre, ti3 liberdade no ..
il-dWfl1 I** lifnitadK pl InSpeccie legaf, pela' cober us vebclrrt*nl*'K
te^denisW Iw^xTOfesseres"!-1 po-rinrtras retrie- 'los de frequencia passados'i
mPMpk4m rtgei*' pldMi-jp^to dos dive- ""- ""-
*sWriHlrt.'
' O tu. k a fj* vldeW p1lf'treis lterafios e
as cadolfas n'ellesexUtentsem tres classes: I, 2*
3 -.'to* arts. & e seguinlcs al H estabelecem
o modo pratico de serem providas a3 eadeiras de
cada elasse, e nomeados e removidos os respectivos argente necessidade d'esta medida
att-jt*
afMtes para "$}
rios, (irvss qad pdr' Si ?&
posssm sur apoeotados.
i Sh isso urna desgra;a tsrfibeW
una verdade, qne compre rWSWir
mesmo tempo a sol rtr^rotiela'no
Os arts. M. 27, 28 c 19 estio justificados pela
-ssasABr"*
nco -al VsHatO**'
... dd AleJ-.; W. 'Irtf-MnU
M
Todas estas ofertas sio re-ebidas com agrado,
o mandam-se archivar.
abertura do document" Jo Sr. Dr. AHftso de Al-
buquerque Mello.
Esto senlior,'pedindo a palavra pela ordem, pro-
lenta contra a abertura de seu documento, fazen-
di) vanas con>ideracoe", e concluindo por-asseve-
r*r nvr estar a ijirrra acabada.
Em seguida tunara parte na discusao os Srs
major Salvador Henrique, e Drs. Seraphico e Fop
coca de Albuquerjue, ime epinaratn para que
fos-e arjerto'o referido'd.)rum'nto.
.0 Sr. fr. GaupeJIo, tomando parle na discus-
!sao, manda-i nfcs hm Tquerimerrto, para que se
consulto casa se devia -er discutida a questo de
p HeV e dever o Instituto abrir hoje o documento
quo Iho foi Confiad*
Fallara anda sobre a materia varios aenhores,
depois doqee retirad o re lacrmeme pedido
do seu autor, ser/do subiitiwd<> por urna proposta,
em" que comlgiiira a Idea de sor eatrerre ao Sr.
Dn Affonso'o seu documento.
O mesmo Sr, Dr. Affinso declara que nao acei-
ta essa generosidade, pcquerendo em seguida que
isto mftido' foss* declarado na arta da presenta
s'essao.
Posta em discusao a proposta doSf. Df. Cam-
pello. e depbis do sobre ella fallrvm diversos se-
nhores, regeftada.
C Sr. secretario perpetuo, depois de mostrar
qup o documenti eslava inlaeto, abrindo-o, pro
ceden sua leitura sendo oavida com attencao.
Lpvanton-sc-w se5s5n.
DlNlO.O vapor b'-asileirb Artnos, levou
hontem Je nosaa praca: 7:0005 para Macei,
30d:0-X) para o Rib de Janeiro, sondo 200'0nfl
em olas iaati.iisa las para o thesouro nacional.
DfSSOLI'i'.O DE RATALHO.Hontem foi dis-
solvid 1 o 42 > aaialh 1 ile voluntarios da patria.
BATAL4D DE VOLUMTAH103.No arto da
{entrp'gi da baodeira do 42" hatalho de voluntarios
oa cathedral, prnmrnciba o aen commandanto o
lente coronel Jos do R^go Barros o seguinte
discurso, depois de abrffin la jua'ameute com reas
6lfli"ips:
Entreffando esta b.indeira, s'nto-me obrigado
alladir oS'snas triumphos.
a Cata um de spOs buracos (aira do urna victo-
ria ese qnizesse guardar de toda esta eampanha,
um syinbolo do nos-vi patrininsmo, Instar* guardar
esses farrapo'gloriiso, sagrados por tantas ba-
talla*).
Cinco annos sao passados desde o diada or-
ganisaeo do'42" de voluntarios cinco annos con
laoVs por sacrificios, cinco sao os contados por
glorias, n'essa campanha, que se durasse mais
um anno roa baria dn batalbo o nltmo dos sen-
soldados; sim. plaque na vanguardaserapre e ti-
remos; porque' em 'nenhan mais, qnn ho nosso
seio, fez a marte horrenda devastarlo I Empe-
nhad na>< gra mi'S lulas ria campanha, sahia erle
senpre com claros abertos pela metralhai nadir
entretanto impedio sua mfrrcha, e dando as bata-
mas e a imjio victimas sem nmeros, conseguio
eile aempro contar para si nm da de gloria raasat
mar "lia pira eHe de 4 annas, coinegada- na eonfe-
derago-.-ip^eniina e lerminai'a nos cmbales de
dezemhro : o ijunml 1 rlente de enSiasiasm qne-
ria elte enirar ootn sua bandeira o seos tfhefea-nas
expsdicoA* las ordillieiras, conlaitd'se'p numero,
de soasbravos. nen ai-se quo ello | 'ah* perdido
muitas-dir sn.is Uletrasv
v Contar a (lisiara do 4* de voluntarios | seria
coiitur-aiiiitoria dar guerra, seria querer n'nni
iimnealo-rror patpnts adfniracf de to'dos; fei-
B sem nameros de um heroisrao incrivel.- Como
Pernambneano. eoma Rrasileiro, como eoiniaab-
dantei dd 42 agir que olho para os grandes fol-
ios e'Os grandes homens da campanha, quero ds-
tacar um: ao gener. I Victorino : e elle a quem se
devo a reorganisar' do ba'.aiha, etlerjnesearlKiu
para isso aa symp ithia do joven general ao qnal
ieverte a gldrt'dawrnimaca d'esta guerra, glo-
rk'pirlilbada par elle na historia com o general
de quem fallo, e Com essa leo do deserto para-
guayoo gneral Cmara) elle, o general Victur-
no tirtha-o direito de ser lembraJo n'esteaetoem
t|uese falla de uma bandeira sanlilicada pelosajgne
pernambbeno. Ao entrega-la, ao dep-la eu pe-
go que seja gnardada : uma reliquia de esperan
ea para o futuro da patria : nm ymbolo do he-
rosmo perrtainbuCRno, e testomunha de vnssa lira
vuraf; um dia ella fallar do legendario batalho
42* de voluntarios. Ella vos entregue em no-
me desses bravos quo- terminaram sua rntasfo:
possa ella iota river eternamente como palladium
da'honra nacional.
Vlvi a ndssa santa relg3o.
Viva a nafo brazileira.
1 Viva S. M. o Imperador.
< Viva o exercito e armada Lra3ileiros.
Vivara os Voluntarios da patria.
Viva o povo pernamhneario.
COMPA.NHIA PERNAMBl-CANA.-Iloje o ul-
timo d a em que recebem carga os vapores Poten-
g e Mnndafw para os portes da norte c sul; con-
forme o annancioda mesma enmpanhia.
LOTERA.A que se acha a venda a 147"
beneficio da irmandade deNossa Senhora de Bom
Parto di eidade de Olinda, a qaal corre no da'
20 do correte.
CEMITERie.-Obituario do dia 11 de maio de
1870.
Foliciaai, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ;
diarrhea.
J0S0. Pernambuco, cinco mezas, S. Jos ; eS
pasmo.
Frahcelina, Pernambuco o mezes, R6:ife; pneu-
mona.
Escolstica, Pernambuco, 00 annG?, solleira,
Sanio Antonio; apoplexia ilumnente.
Mara Euzebiadis Santas Eerreira Ramos, Per-
nambuco, 30aunos, casada, Sanio Antonio; af-
fccao purulenta.
Leonor, frica, 48 aunos, solleira, Saato An-
tonio ; diarrhea.
Roa, frica, >'.) annos solleira, l)>a-vista ;
pneumona.
Jos Roberto, frica, 28 annos, Boa-vista; peu-
Wnia.
Maooel,'Perna mbueo, 18 mezes, Rclfe ; bt
chites.
Joo Marinho de Alboquerquo Melloy Pernam-
buco, ,26 annos, soUairo, Popo; lisien
Antonio llamos das Virgen?. Pernambuco o"
annos, casado, llecife ; hydn pesia.
Antonio, Pernambuco, l annos, > dleiro, S.
Jas5 fubre perniciosa.
Anna Joaquina Secundina da Sirva, Pcinambu-
cbi.47 anuos, solleira, S. Jos; l*iea nntnio-
dar
U
Manoel Joaquim da Silva, Pernambrieo ioanabs
solteiro Boa-visU; hepatile.
Autenio Jse Goimara?, MaraobSo, '40 anos,-
solteiro Boa-vista; tsica.
dmiltdo matricula o seu gunl fivros'Jesaino
Machado Malheiro Braga.-Registre-se.
De Jeorge Patchett, corretor geral, pedindo o
registro do conhetimpoto de ter salisfeito o im-
poatode seu oflicio relativamente ao segundo se-
fnesff do'exercicio vigente.Regstrese e entre-
guc-se ao supplicante
De Joaquim Francisco das Chagas e Silva, vin-
do sellado cunt.aiaia uma estampilha, pedindo ma-
tricula de coRimerciante:A segunda estampilha
?ue o supphranta collocou na toa peticao, nao o
dispensa da revalidado em que incorreu, por nao-
ser a primeira estampilha equivalente ao sello que
Jevia ter pago.
De Pedro Antcnio Fcireira c Joaqnim Canado-
da Cruz Siquaira, submetteudo a regi?lro o con-
-tiato que cSrlrtiraram sob a lirma deFerrfa &
C, p.1ra fabrir/.rem espirites t bebdas fumentlda*
o.atcosliea.Vsia ao Sr. desembargador fiseal.
.' De Saunders Ureiliers 4 C, aprescutandoi re-
gistro tres prorararoes bastantes.Rrgistrem-se.
De AiMotiki Goncalves de Ateredo, pedindo' que
se Ihe registre a propuraoao bastante que junta.
Regi-ore-fe.
De Antonio Bernardo Vaz de Carvalbo e Miguel
Pereira Leal, scrkts da flrm commercial do Vaz
Leal; satisfazendo a exigencia que se Ihe rlae-
V declarando l-r o socio Leal de receber.......
l/d:384*300 rs., confrmela segunda condieaodo
distrato junto.Feila no distrato adeelaracao qne-
consta da presente peucd, volte esta depois de sa-
tisfew o sello conforme a yiesma drciaracao.
Sumroario ex-offirio cootra o trapieheiro *na-
jlto Jos de Mallos, vtado com a defeza dx par-
le.Vis a ao Sr; desembargador fiscal.
con Btre-rtMACAO do sn. desrmbarovdor rrsr.ffl..
Reqaprimpnio parn o rpgistro do distraa-e-Ma-
noel Joaquim Rodrigis de Sonza e Antonio Ho-
drigues de Souza.Registre-se.
De Antonio de Sonza Bras e Loarenoo Paggi-.
istre-e.
De Joo Ft mandes Lopes e Flix Pereira de
Souza.Fago o sello da quamia recebida pek so-
cio que se retiren, volte a petAcao.
RESOL !:f>KS
O tribunal designeu o da 31 do corrente s 10-
lilas da mr.nlia para os prelendeoles ao lugar
de amanaense comparecerem na secretaria do tri-
bunal, alim de mosirarem as suas habililacoes i
pardo procedimerrto que devem ter.
Decidi que o registro des distraios das socieda-
des Xogueira tV C. e de Jos da Silva Loyo, Filho
4 C, deve ser felto no livro avulso, at qne se de-
iJa a qiroslSo relativa ao sello das respectivas li-
quidac^es con. ns declaracesqueopporiunamente
deverr fzer os referhto commerciantes.
Nada mais sendo submettido deapaeho, S.
Exc. o Sr. pn'sidente encerrou a sessao s il ho-
ras e meia do dia.
SESSAO JTMCIARIA EM > DE MAIO DE
1870.
fBKSIDEaCrA DO BXM. SR. F.SEMBABGADOR A. T. TS-
Bcrn
Secretario, Julio Guinnres.
Ao meio dia declarou-s aberta a sessao estando-
preseutes os Srs. desembargadores Silva Guhna-
res Reis c- Silva e Aeclolf, e os "Srs. deputados Rosa,
Sarsto, Miranda Leal e baiao de Crnangy.
Lida, roiapprovada a acta da sessao anterior.
O escrivj Aiouquerquc regisfrou o ultimo pro-
testo do le-ra .-** do preoo!o mea, sob o a. 3P37 ;
e o escrivi Alvos de Brio a 30 do dilo'mz, sol
o n.- 3094. '
AOCOBDAO ASSIGlADO.
Aapellantes os adniioietradorcs da mas? allidn
de Joaquim u> Slven, appclladas osnerddiros
de Diaga Jos da Cofia.
JULGAME.NTOS.
Juizo municipal do cenithercio de Btanle :
appellanes executados Francisco Moreira de Sou-
a p sus nmlher, appellados exqaentes Francisco
CoHifl da Fi.nseca n Jc-io Amonio do Amral;
juizea os Srs. Silva Guioiares, Accioli, Miranda
Leal e barao de Craangy.Foi confirmada a sen-
leara appellaJa em parle e om parte reformada.
Juizo especial lo cominerio : embargante a,i-
pcllante -autor Joaquim Salvador Pessoa de S-
quera Cvakanie, ..embargada appellado reo Sal-
vador de Siqueira Cavalcanli ; juize> os Srs. Res
i Silva, Acciol, Rosa e Miranda Leal.Foram
reebidos os embargos.
Juizo especial do coaimerco : embargantes ap-
pellados'reos Manoel Xup.es Parreira & &, embar-
gados appeilanies autores Tasso Irtros ; JoJies
os Srs. Acciol, Silva Guima'raes, Baslo e Miranda
Leal.Foram recebidos o embargos, sendo voto
vencido o Sr. deputado Le!.
Juizo municipal e do cotnmercio ds Battiril :
ippellanle uxequenle Joo Lonreneo ViriatO de
Yasconcellos, appelladas preferentes Jos Rodri-
gues Pereira e sua mulber ; juizes os Srs. Acciol,
bilva Guimares, Baslo c bario do Craangy Foi
relormada a sentene'. appellada, sendo voto venci-
do o Sr. desembargador Silva Guimares.
, Appellante Miguel Joaquim da Costa, appeLado*
ns administradores da inassa fallida de Amorim,
IVagozo, Santos & C. ; appellanes a viuva e her-
deiros de Manoel Goncalves da Silva, appellada D.
Sandioa Senhorinh Viera de Carvalho.Adia-
dos a pedido dos Srs. deputados.
PASAGEKS.
O Sr. desembargador Si'va GuirearJes jurou
'ospeico e passou sem v.'r ao Sr. desembargador
Res o Silva : appellante Firmiatio los Rodrigues
Ferreira, appellada Joaquim da Silva Costa.
Do Sr. desembargador Accieli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares : appellante Di Mara- Je-
ronyma Vielri Ponte*, apptllado Antonio Jos Al-
varesi
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
tador Reis c Silva : appellante 03 administrado-
res da massa taluda de Antonio Jos de Figueire-
do, appellada D. Paulina Atajas de Godoy.
AOCRAVO.
I Juiz especialdo cominerco : aggravante o ad-
lioislrador da massa fallida de Manoel do Am-
paro Caj, aggravado Miguel Archaujo de Piguei-
rtlo.
i. O Sr. desembargador Silva Guimares negon
prbvimenla.
Eacerrou-se a sessao uma hora e uro quarto'
lo oa tarde.
PUBUCACOES A PEDIDO.
nds. solteiro, Santo Antfrtii ;" "attWWmb# c*
rebral.
Dx mingos. Peroaraboco, 6 mezes, Stft Anto-
nio ; co'nvucoes.
lievo urna efJcaeod ao poblico pfovocfMio
tem o Sr. Dr. Pedro de A. Lobo Hos-
coso. (.)r
* ^oj^Jguo nunca quo a imorensa' se* rouvesse
sle occ'upar com o que b passou eolro nos," peia"
wn^j-i 1 / iiaial razao do ser isso- cousa de ner**j'ma h*i-
fc^fc LT'Je&Ja^^l^>m^ pmopublic; entreunu. ^contes-
CHRONICAJlDirrARIfl.
riUBu*Ai im eoiiiicio
CTA DA'SESSxO A-DJfr-nsnWTVA DB 9DB
MAIO Di fem'
HasnntiWrtA w rJa. sa. DfcstaiiBABiiAfeer* Ansieuie
taAMcneo (afrrt1
'' s 10 horas da mauhaa, presentes os Sr.'dtoti
trdirfW)aii3ajitd,Tii^d LeltaAo deCruan-
gy. .$ Me-' 0'8r: r*e*ll*int declaron- aberta: i
W'Hdk' e aprrovada'- acta d sessio de 9.-
EXPEDIENTE.
Offlcio db presidente e secretario di jrmta d
eqrr%tres, flrWadd do 7 do crtente! a'prsritn-''
d o Braftolm'>tr>rfl-towirda senada mssarJ.'-Ay
arcolvo.
, Foram a rubricar es. seguintes livros: Copiador
^litqiO da'Sffvl AfituheS, *0iarid de: FrarrlrcO
ilieWa BaAfJa.' GdWadar ^DiSrlo de 'Jfo .Xd-'
oOrMWMo #ereiri''aW$tntos.
Assigoou-se a carta de matrcula do coipmcH
cianK maK9i^iiAMMft'^i)ia^,:
ReqaermenlO'de Pereira Visnna A C, IMt/M
0 registro de ama procoraaio bastante strji1!!1
assignada pelo commerciante roatriculado Manoel
Francisco da Silva Novaes.Registre-se.
lahdo o uue se passou entre ns( devo declarar ao
ir. Dr. Mu-coso, qne nao tendo culpa que a maje-
c cenca houvessa, como afflrma o mesm6 'enficr
b1 seu modo.
0 que eoni-m .dar a raiio pwque lg o>-
rois de me entender com o Sf. Dr. Hoscoso, app>-
f*eu ai dplaraca (e. o protesto) da sDweaade
patritica Doze de Setemb'ro.
1 Logo depois que fallei cora o 8r Dr..Moeeoss,
edcoutrei um outro membro da cmara, qae dfit-
cirioo de pensamonto do Sr. Dr. Hoscoso.
Esta'divergencia de pcsame'nto desanimou-ae;
erttrelanto quiz ouvir anda um terceiro; e para
t I nV procurei um outro camarista', senda nesla
oecasiao acompanhado pelo Sr. Dr. Lamenha, i*
secretario da commissio contra, e ura (tentis
e:rforcado3 em levar idea d levantar o monrt-
vila auiorsad^eiM|k^a|^^|tti^"lAbros
da cmara innaclpT
L'ste senhor, uuem fomos fallar, declarou-nos
qbe a ramar mumciard iloceifl>* fftrma ai-
lama, nem (icaria bem sua (Tignidad taze-le,
wteadia qte'a caniari devft (rMkfln'ifr de cerdo
com a sociedfda Dexe'dn Seteeabre e na aedestal
*) medamerMo tena a sociela*e a gdara d-wi
rjs-Tpto sao nomo jonto ao da muoictpalidwde.
() rVinovo puWicames o* apeflid >s cima flor
hiver sido feito com multas faltas na norrereio.
Os redactores.


T-nrvnnrw
QMp.# J^iaj^uw ^iSexla>ira 13 de jfygif ^ }o.
Piremos ver w mesmo icnhor rme isto da oa
pjssive, nao^-pB^nraiiedade linha confrahr-
Vpyvo o. Ma JjUerVBodo offlci Wr qu, aanter- Par
voacao aa cmara, nao poau deixar ja ser e*w. ,mmM;
dMadi-ttmo Ul., eomcItiSSmqmitsoelSSdr "
^K^IW|sMm, la Victoria, apar
isso nao poda se snjiltar ao piano que a. cmara
2? 5?m **W<,WnM mar rauicip*i
ha direitua uto; yiShuaiento feito custftX
>** *i **'* *4ot*ir .*a,weriW6o-*0 popo
iwn*fi o Aeran da fnnra Jo.ftar|wiM
-por ccrasequeocia naaera*sia|Mta uom
^w^i a prosfgnic na emprwa.
* .*
inalalfeanda AmesmaiiUio^'sm afflrraar>qiei
M-hiiworfltr-fcH empre' orno be}*, lira-
P'. mogaom conrs raas e u- Dmn %fcini9 mj,,
; &tta -d* wnyreo ? leras a teu ledo rostn'-
:lu>eata,para.ta nalgar beuj-eaJfadu.-G tem antl-
go camaiaaeiro,
BaboJvo. *-
A*Vftnurf 3. fixcr.-icios ithtfg um
V.5fSlJL*>0 RtmWi
flQwdo. o Bu. 8r.praeMente 4a provine se
tota-ico do Almeida -e -'dei-
77mT^Sri}3- *** "o Alweida 'Albaqaerqne era
a!2u2*f^P ai'a?Oflyanu*9Wol-moso por ter eu-elig -
**BF- nao eedia, e que quand
SM fe*s bastaata a
diriq da Miniara,, dar
TE: Mu fe^^ifk.h* l?*"!?"*: w^'^s^s7* w
RriS 2 ^ tKim,,,h,e,p,t'' "S. ^ julgodemeu dever
feaaaiaaftammTfa i raminik^i/o..ir.i .. T a ""P10* emear Sflnelhante equivoca, quo
InTSSE&SE se Id^a^ia'ft^ **? Ss* altril,uir Mni0 a *T0 acreUH ;
correute*8^ *e **jalWe* 4e 6 ^8 ff n" proaestt, que abiio fac-rpobtirar,
JB o 41W j. oasson a rarfo por,que dvote'de ** ?^da,lf" ',M ""rOS po,,,,ri*n' *"" ,rto 0i
ww cora o Sr. Dr. Moscoso sahio logo no dia
. -egrosfora. 6 pdecoraptlrentoei e-lar-
ieidS9 [atario^ entre o*aoMs, o (RadoJ,^ 2 ocfej'de amanse, 4%.V&ras de amalar-do 5
Se S? T' M^Sl"? dtf PPl e dimetro e6 I pW&s de grosura, 4
ww e ae ja Ha Mana AiPijei, sao naie arrobas {"
n .^"i** \wdps W.iia.i2
Bamaj da, nge' figli; Sandio, de 836 ton*-
lads, capitio >RabiawB. .aquipaftem 10, em
''"tro ; Simpon-Oirter;* C.
IWo-6ran#^iifi-W^i4biitartHlWra Litara
d*JC lonehas "catytt<-Antonio TbeMMo da
Silva, eciuiuagern 13, cara-1VHW0:'t*hs^d
"W'W pablics^ao di sociedad*!
fo s drel
,2e,hoa^ ieteresse ejn fitaeHa c dfeso mebtoe
52SKd3 Dr'Aj9!let,S0 <'uand0 vr *,ex-
"Ajrade^rt cordealfnetrte as lisoageiras eXp/eaSoes
bacn conceito que tai do-meu earaeter, delica-
eta esta qao -eom toda asineeriitad Itia reiri-
amo.
Heelfe, 10.de aiaioide^WO.
Jpti Antow ftn/o.
Monte-pio Portuguez.
Um sncio que tem lido varias pubiea^oes afiela
.toma acorra da oioale pi, sob Jtver*o* psoaao-
ymos, end nm* msJKartos de seirta-feir^
"e sabbado j'aWwado-se btigado de ler disparates
o doclamacoes io=ossns, de mistura cora elogios e
vituperios,,.pede veffla ao seu collega n. TtS (>we
nao tem a honra, nem a vonude de conhecer pe-
oalmeet?) para he laier algaraas otservacSe?.
e pelo dedo se conbece o gigante, ler ain-des
es anigos e ler t*aos os outros, traz como coBre-
^nencia reconhecer-se que o autor sempre o
netino :_ uto; pode ,ser loutavel, mas. s vezes a
pertinacia degener* em monomana, e euipoc>) lt-
eo^a ao 'lustre ooilega para o considerar, ara
Iwnsa, a/Teeudo dessa i neo nmodaliva molestia :
se meiosse licito dar Ihe ura consellio, recoraraen-
ar-lhehia que ponpasse mais os cobres, porque a
juadia vai de ecuomias: est tndo tao caro !
K _aiio diio, inoansavol oollega, a priaeip il xao de me wr lastimar o degoverno da sua bolsa,
pnr elrdc v^ras cmvencido de uue perde in-
teirainfntp o tea lempo.
1 eu Ihe digo porque se o oollega cooboeesse
nwtlior os njcmbtos dessa dire?toria, qual ora
pei e vitupera oou a maior sem ceremonia, ha-
via dj saber que eHa Inieiramenio insensivel aos
seus l-uvores como s suasdiaibres.
"Jkimpra o sen dever pela conselencia desseraes-
mu derer: se ainda nao obhtooou a assembla
geral para Ibe prear ontas de sna gerencia, e
4e urna toz para siupra flear livres do encargo-,
reia (esiou disto bem informado) qne por nao
er anda podido lxelo, mas falo-ha lalvezquando
o DflbtWiSoftio meses o eserar, nada llre impor-
t;mil i a gritara com que o ecMega busca en vo
atordna-fo, tal vez per nao poder nwis snpporlar o
praridu i :eixe me antas dizer as cocegas, parame
ont.'nJor ntclliar) de fignrar < letra redonda e
de se i steptar como campead denodado dos inte-
resaes sociaes, pois ora se oferece para declarar o
seu Bome, que ninguem, c menos directoria
importa conbeoer, seguodo u pens, ora, camo no
* a"in, annncio, vai dizendo que 6 o socio n.
715, e 'que efferece gratuitamente e de boa vontade
os seas servicos naqnino que posta ser til para o
promptv e activo 'indumento da convocaran da as-
semi.i'.u eral.
Prar
etiwesnne tensaran a presidaneia .nio- on-
tratrar coraigo, mis nunca o oencionado ao-re-
^torv.aTB-.-abJn de aexaeto, de ntima forma
.ma-faz, nidesap, pWfir.
Ealaleele daBam Br. presidenierDwWo-A Per-
namhuco daOde abril.
^iVe3*8?tes em '"wsos lugares'da Am.
Jtr Iff))t*l90i> Te(iw ototo iDi o suppii
2r a Up te digfte de adoitttf-lo a jEiifl-
ff,a*au-f*2?ia dg80I' t22S i'8^* por ^w com m prizo raioarel,
nomeando-lhes ara carador, 400 per elles ksajiiti(
n^frni0* estel0Tentafto/4 fiu3 e Preseatem
catnu : a Rezando A G." _j ltUl .
"oneladas, corainaodante Oliveira, qoi-
14, em hstro, a etnVdhla Pernambu-
, ofkinal se tfrocedana rfa h$r
KslayaseliadoMm a respectiva oafl
ywote Perelra do Reg,
urato*** P' *' *ftP4*ho *>*eor ae-
Ahotta^pela segunda vez a concorreuaia nar;
pira Otnd.i, Goyanna. e "Ri(
^riramlnacao gaz pira Otind.i, Goyanna e^Rio
trmoso^por eal da 28 de abril da 1809, dei-
xei de aceeitar as prjpostas de Adolpho Caval-
cante, William nrrtnrts e Carneiro Mmtein, a
1" por ter sido apreseotada ter do temao, a1 do
por exigir pagamento conforme o ambieeju-
ros pela nwia, e a d 3 por nao marear as horas
a uluminasao, o fixar um numero do combusto-
res aas.oidades de Goyaoua. e Ric-Forrooso, pe-
r.wr 0 d*termina,|n na lei n. 33 de.2id*maio
do 18b8, o tnaqdei abrir aova coucorreacia por
edita)' e 15 de dczembrc
Profwsu apresentaia no dia 31 de malo de
4o69.
O abaixo assignado propoe-scT-l0 a iluminar
gaz ,a nidada de Oliuda c >m 190 com'oiiitores,
Goyanna e Rio Formoso com 60 combustures em
ada urna.
Le pnivincial n. 833 de maio de 168.
An. l-.*-Piea o presidente daprovinsia antorisa
a cootratar com Joafluira Pires: Carneiro Moateh-o
ou oom quemmaioFas vantagens offerecer, a Hlu-
mmco gaz das cidadas de OlinJa, fioyanna e
Rio Formoso, sob as segnintes bases :
Art. 3." A cidadede ftlindi dever ter al cento
e cincoanla (130) combustorej. e as de Goyanna
e Rio Formoso at sessenla cada urna.
O engenlieiro Carneiro Urnturo.
de lili toneladas, corara ndante 7ffi%, eqoi- 'rf-%?J2?aeri X0"* carador o Dr- Amnjbat
d*^ate*deWao8rti8f)-d(ae.hra para
a.pjtiftelcS,rLqueTia;
pagem
caa.
navios aludos na memo dia.
Rio do Janeiro e pbrtds%itermedos Vapor %ra-
slairo Annns, caminiMante C. Duarte, ctirga
diiTerentes generes,
i lio ita 1 Praia Pata cho ortieguenee Fanarete,
capilao I Jmebrw-htse, earga a*anear.
RiJ Grande do 5f>J-tePatacho itttfn Otide,
pulo Dendaeyj f m lasa-o.
HWT*ES.
O inspector interin da alfandega faz publico
plf,-'h*" J lflO.-minio-?avarw.,
fc,n i'ctBdBAsta oiei},du4>*cn f>plaila a es-
tnbuicaoa escfrvjo; itmiogos Janes Ferreira, o
^alassignojn o- a 29 do-abril dee a.utao, para
a loqnericao n testemnih;?, a* quaes s*ado
', Mreaeiitlds nete'ia pelo, supplicantu dsnaiao
*> *:Jrameno priado no Ij'vro dos Saritus Eiran
is de plvora Una, CW ralos travossos de
tha, 600 remos de fala; Wvzis de taboas de
ploho de, rexina de 3 polegadas, .10 dozias de la-
boas de o carga de 1 aplegada, i pecas "de lape-
ter 1,008 lijlos de fogo. 6 vergontes da pinh ja-
ra 'paos de cntello. lendo de coropriraeato :t) |is
e.gr vergBieaa de piano para maaros 'de ascafers,
tendo de corppriinealo S fies e-grossura ni meio
liJ pofegodas de dimetro
Timbem o conselho no mencioaado dia o pjr
igacj forma cntrala os sirvios % ^arbelro
enfermara s mariulia iu crrente (rimestre, e o
forneciment iforanie elle aos navios oV armada e
estabelecimentosie marinha, de velas tlearinas-l
8 em libra propr'aaa aara laniarnas.
.Sala das sessoe* do donslliode compra'_nava(:.
10 de maio de leW.
O secretario,
,, Alfxandre Rodrigues dos Anjos.
daizo dos ftitos da fazentl?*
Ctfall era os o, pe*
Mito ffeflhtn
i". C":|,WJ Mwllto Peto rtowos.
5.' Paulo a Viraifltaj -Ha ejen/forka
Sr. Lwz, sobre dous cavlloy.
6."
e
Domingo 15 de maio
geRtos, denoieraiw )ttvenientomehter acerca da
auzencia dos legatasros seguktes em diversos lu-
gares da America/rtek'za nao sabflos ; Jfcria Ate-
2e. ep> Inglaterra. JWos os fllhos de Ama Maria
ftAluckle (viuvTaylor) en, Inglaterra. T-odos
os sobnnlios residentes- em territorio bwtannico
mesmos cita_dos por dils de t'9 dias na forma re- PeeMV0S ^rematantes para solicitarem' suas
n. 715, saL-e que mais? deixe-se de as
neiras.
Gibe que eu soa um gran le tolo, um grande es-
tupido (bem v a minha modestia) ; mas, tenha
pactaren, parece-me que o collega ainda me leva
grande vanlagem. Tal vez o collega na) concorde
com is-n. mas pos-=o alancar-lhe que a nica cau-
sa a ( .trema dliculdade da cada um se conhe-
cer a si prop:*to : faca como eu ; procuro conhe-
ccr se, o emjiregara'entao melhor o seu dinheiro
do que ero fnzer geraer os prelos.
Pois se realmente o collega desejava ser aprovei-
tdaio para aljuma couza, porque nao se dirigi
paMiooiaMMMB a direeloria (sgundo rae infor-
man c v^io fazer aspalhafata pelo Diario ? O col-
lega acredita om eoasejencia, qne os servicos que
se oftarcee a prestar podem ser utilisados pela di-
recio-ia ? O oollega nao sabe que nem para sim-
ples copista serve 1 Pota se naa sabe, pergunte a
queraCBUtoder alguma couza da materia, e vara
ouno Ibe dizmn lago que, se a directora comraet-
tesse 1 gravu ndisenpeao de Ihe confiar algum
trabalho, para mnis tarrle ainda linaria aconvoea-
cac de assembla gera!, porque leria de fazer ou
mandar fazer de novo esse trabalho.
Se, pota, o collega quor prestar om grande ser-
vido sociedadee a directora, cale-se,e nao mas-
e uriu e oulra coa publieacoes em que a falta de
bnm sen 10 corre parelhas com a sua vontade de
fazer bulha, e resrvese para na assembla geral
apreseoiar quantas queixas, tamurias c lamenia-
eej raes part consta, a are^toria Ihs J.ir cabal resposia, e bem
assim satisfar as interpella;003 de todo e qualquer
socio
CdUega n. 71-5, peco-llie que desculpe a fran-
queza eom quo me expresso, mas supponho pres-
tar-lhe um bom servii;j em nao me compadecer
do sea auiar-proprio : e a;im como cu Ihe con-
fesso ser um grande tolo, um grande estpido,
no se d por oflfendido, porque i*to dito de boa
mente ; e se Ihe parecer, toque, faca como eu, que
teoho estado calado, e flea ludo acabado.
!>!' Ihe d mflito boa sade.
Um tocio inslallaior.
O ab xo assignade, faz sciente aos seus cons-
tituintes, que durante a sua curta ausencia, ficam
fazendosuas vezas seu inanoDr. padre Antonio da
Cunta 1- I'igueiredo eseulilhoo bacharel Walfrido
da Cunha o Figueiredo, aos quaes tem encarrega-
do d' todas as caucas do seu escriptorio. E apro-
vaha accasia nara.pedr mirdescnlpas aos amigos,
de quera nao pode pessoalmente desdedirse, olfe-
rece ido-tbes seu diminuto presumo na corte.
/ itecife 12 ile maio de 1870.
Jos Bento da Cuuka e Figueiredo.
Os homeus de b?m ho visto com desgosto a
audacia com que um despresivel cargueiro, que
ijr abl anda toJo eraporciliado c salgado, se alira
como cao d imnad ,que sobro todos qnantos con-
tistam o direito qne elle presume ter a roubar
tudo que !he possa car uas a lunicas unhas, con-
liadv-cortamente, qui- todos se envergonharao de
mersecom um eate de sua estdfa; curapre
porm conveneo-lo, que ha anda quera se julgue
capi7.de o metter em sal mora para por cobro a
sua ousadia.
Vou pnrtanto, salgar bem salgado esse raaladrim
e se elle nD se aoom.nodar, applicar-lnemei'
um c.......de pirauntas, a er se Ihe arranco o
al com que Iras os boles salgados, nedindo por
-esta jnjeha Beaolocao ao Sr. Macdo de deixar a
minha contaes ente indigno de que &m ello se
oceupom os que lom urna condecida posicao so-
cial. ,
lntregjem esse pobra diabo a minha coala qne
son como de um spu uiiga,j empro salgado, e
que nlo nos deitam-wria silgadiira.
Principio pois a uiulu salga e^sraado salmo-
riar bem o meu traame, visto que o nao quero
salprezo. rsto pouco saldado, a sun muito sal-
gado.
Quem rouhnu urna padaria a um allemao, vn-
do este a aurTff p^l abalo que Ihe cauzou urna
J tai salg^deira. *'. \ 1 a ,
Quem roubou, com uotavel abuso de conflanca
a Camilla do fallacido Oirveira?
Quem rout.tm a A. i', por caja roubo cnu ina-
bilitado de ir a Escada com medo de ser salgadq,
e bam iSigw! ,,,,
qu c- ida 2:000 Sao
Sr. tnente-ciaoel A. Luiz, quando este apenas1
lbe devia 700ftft
Pensas, tmmM
pontat'qoe (leste -r
amor de tuas devassi^o, o qaa lot cania dess
virtuosa seuhira rdirar-se para a oa3 de seas.
ItroS -r
Ia* fiMiUMi ita ftift^/Qii 11 0 Rio P >rmosay
tr^MaWefous mezes e dias.
,-.fjoe estamos esqnecdos dbn flarea-fraceia-
em tua proprta rauloer, por
e poroae wj1' amaaam'yw^* u
csundo na prito tan uaiseravelioante, que- qua?t Mm-wjm-ifni Agatrmereadef
morrea i- lema? iTOgne^jtes--P>ow Fire-ld,9m.
O ascriT* ia la/enil inoioai I
c o eorrespnndeatc do .i*r-
ual do Coaavercio.i
Teodo-me obrigado, na minha correspondencia
inserta no- Jornal do Recife e Harto de Pemnm-
buco de 26 de abril passado, a provar com o tes-
temunlio do ;Sr. raajor Augnsto Genuino do Albu-
qnerqoe Gusmo, procurador ba.la/ite do Dr. Lins
Cayalcanti, que nao recebi do mosmo major se-
nao as cuitas contadas no respectivo regiment
pela arrematacio da cOmpreheaso denomiuada
l'o Amarello, e nao quatrocentos e tantos mi
res, como disse 0^ eorrespondeme do Jemal do
Commenio, abaxo'pablico a carta que este
respeito me dirigi o dito Sr. major, assim como a
declaraco do proprio Sr. Dr. Lins. ficaado d'esta
maneira completamente provada a falsidade do tal
mputaeao.
Recife, 12 de maio de 1670.
Luiz Francisco Brrelo a" Almeida..
Recife, tS de abril de 1870. Jllm. Sr. major
Augusto Genuino de Albuquerque Gusrao. -Ten-
do o correspondente d'esia cidade para o Jornal
ao Cutnmercio, em sua correspondencia exarada.
em o n. 97 ao mesrao jornal me decusado de ha-
ver commettido extorsSo contra os arrematantes
dos bens do vinculo de llarab, por ocoasmo das
rospeeUvas anvmatacas, que tlveram Hugar em
abril do auno passado nessa comarca, citando o
nomo du Dr. Lins Cavalcanti, como um desses ar-
rematantes, e increpando-ene de haver eu exigido
J'elle quatrocentos a tant is mil ris de cust.is -
mente pela arrematarlo da comprehenaoPao
Amarello, o como quer que fosse V. S. quem me
pagou as cuitas do juizo por essa arrematacao, na
qualidade do procurador do mesmo Dr., vou.ro-
gar-lho que, a bem da veVdade, se digne declarar-
me ao pe d'esta se me pasrou semeihaute qnantia
de quatrocentos o tantos mil res, ou smenie as
cusios contadas, segundo o regiment de rustas;
permiltindo-rae fazer de sua rtspostao uso que
me couvier.
Sou com toda a ostima e consderacaoD3 V.
S. criado obrigado tiw'; Francisco Brrelo de Al-
meida.
Illm. Sr. Luiz Francisco Barreto de Almeida.
Em resposta sua carta, tenho a dizer-lhe que
pelas arrematarles de que rae falla, paguei t-
menle a qnantia contada, segundo a le, sendo
portanlo falso que s pela arrematacao do Pao
Amarello se Ihe dsse a quantia de quatrocentos
mil res.
Poda fazer d'esta resposta o uso que quizer.
Sou de V. S. venerador e criado, Augusto Ge-
nuino de Albuquerque.
Keliro-me ao que disse o meu'procurador, por
ser a pura verdade, e pode fazer o U90 d'esta,
como Ihe cenvier.
Pedras de Fogo, 2 de aio de 1870.Joaqulm
Francisco Cavalcanti Lim.
Keeonheeo verdadeiras as firmas supra serem
as proprias do major Augusto Gonuino de Albu-
querque Giumao, a do J)r. Joaquina Franciso Ca-
valcanti Lins, por ter dallas inteiro conheciment.
Villa de Pedras de Pogo, 2 de maio de 1870.
Era testemunho de verdadeR. P. C. A. 0. tabe-
lio publico vitalicio Romualdo Primo Cavalcanti
de Albuquerque.
fe
"al
ventano e do rospeevo'tesSmento"; pelo
scj-ivao depois de setjar e prepa/ar os a#os me
os fea oqftuaas, e nos '.inae de a sentenca do
tneor segilinte:
. publico gne nao esteja'm stgilos 'a estado .aleara' esttan-
2.**J^ ^^a,r.('.tornm2?U,:dooll" W^3ae i1"111 fllhos te*"H4e irmaos rWos-ou
jfeetoa abaixo -deMrados para o pedlenia desia fallecidos d* dUo finado, eoolanie do auto de in-
repartuae. a principiar do 1- deJdfto-a 30deju- ------
ano de H701- a 1871. sao convidados os preten-
antas a apreentatem suas proposias em.tb'rta
fechada, acompanhada das reapeetta am^lras,
at o da t de jnnh Para ** ex'peranie das seccoes.
rea prata a azul, ca'argo de algodao lirgo
ou estreito, caneta para peanas, lapis pretos, ditos
de cores, obras pequeas e grandes cortadas,
papel do Ujlladda pautado, dito dito'liso, dito dito
grave branco, dito dito de llnbo, dlrb raata-boitlo,
avaHvehe, raapaddtaas, pdaas -de qo ditas de ave,
rago*s de maielra, thiu preta, diu rxa, frasqui-
ubos de lima oarmim.
tara a guarda-riuria.
Qbjecios :
Lonas, brins, bndeiras nacibnes d? dous e
tres papaos, ofeo de liahaca, tintis preparadas a
oleo, ditas era p, bren, akatrao, verniz, fio de al-
godao, lijlos para limpar ferragens, plassava, es
tpa, pregos de dluVrentes tamanhos, de cobre
ditos, graixt de sebo, aera- em gruiue, cadarco es-
treito, azarean, falxas de bomba, cabo9 de dilTe
rentes qualidadese groasns, azeito de carrapalo
e de coco, lantemas ou,rphar?s, torquetas de fer-
ro, correnles de dm*er%ntes prossura, ferros de
differentes tamaDhos, remos de 12,11 e 16ps,
louea de mesa e rosinba.
Para o srvico da capitana.
Livros >m bronco para os armazens, azeite doce
para os guindastes, lima roso-ierra em p, bro-
crlas psra pintaras, vernii de carvo de pedra.
Ala.ndega de Pernambuco, 12 da maio de 1870.
O inspector interino,
l. de C. Pues de Andrade.
nacional.
De ordem do Illm. Sr^ Dr. juiz dos faltos
da fazenda deita provincia- fa?o pufblico que
as arremataceg mais diligeocias relaliv
ao eslfneto encapelado de Hamb, annancia-
da nos diiaBj affixados era f3 de dezem-
hro do asno e em iT.'a Teveriro
do correle, panucados no Diario de Per-
aamtiuebde 19 do dito mez e-amo',- e qw.
em virtmle do aununcio oserto no Diario
de 17 de rtwrfo ultimo forara adiadas, terc
lugar ayer* do dia 17 do corpente em
diaot as comarcas de Goyanoa e Ramb.
e bem assim ifje o prazo de 30 dias-mirca-
Vicente.^^'^-P^^WjfcM^art
7.* Mr. e Madama Danta, aoeax fcabsa mtm ar
listas Luiz, Cesar o Aldabo, aobrdM? csMIot'
/atervalto de 30 minutos. <^m.
8.- 0/dcnflo dos volteadores sdtr a batmf
americana, por Cesar, Aldabo. Lata, Vicente
. 0.* A jafdinerra Oortsa, ajena paatoril'Mh me-
nina Juanita, sobre ura cavallo. **m*Jr",*U IBB-
10. A barra Ota, ejercicios de aatudaie or
Cesar.Aloajm, Vicente o hunio. *twmit' W
11. Urna hov: panlamima Inlituada : Oa tve
ara-ames burlados.
%
rifoair vez.-a vp|tas dWarnipodas,
Vieem-, nobre um tatla
Audi alteram parten
O offlcioso, que so refere o pseudonvmoI)
metrio=, na sua publicacao do Jornal do Recife
de hontem, declara que a consciencia do dever e
a prudencia Ihe aconselhatn o silencio, como digna
resposta t-xigenoia, que, to intmativamente. lbe
feita acerca dos actos de beneficencia da luja Se-
greda e Amor da Ordem, os quaes esto fra de
89u poder individual, peto respailo que Ihe inspiram")
as nbrigacoes juradas.
Nao seja, porm, esse silencio, era que nao ha
acrimonia, lomado ma parte pelo carcter real
daquelle que, sob a mascara do anonymo, parece
ter pretendido lancar o ridiculo sobre urna entidade
moral, que deveria merecer-lhe acatamento o ve-
neracae, mas simplosmente como o anico e melbor
expediente adoptavel em assnrapto que, por sua
natureza, nao pode ser trazldo arena jornalistca,
sera o risco de gravee inconvenientes.
Sirva isto para destruir falsa impresso acaso
produzida no animo dos mac.\ sinceros, pelo-met-
culoso arliguinho, que responpe-ee, os quaes de-
sejamos tenharo por certo que a noticia dada na
Revista Diaria de 9 do eorrehte, a manifestacao
externa da generosa apreciacao individual de um
obscuro enlhuslasia das boas obras, -qnal rolei-
ramente estranha Loj. Segretto e Amor da tr-
dem, enjos actos, seja dito, em'conclusio, nao sendo
de ostentamo e vaidade, que s pelo orpumo de
quem faz, cebre e re gonha quem recibe, deven
pcar em absoluto senredo:
O Justienro
COMMERCIO.
ALFANDEGa.
lendiment do dia a 11, .
-dem do dia 12.....
472:857*31
38:537483
811:413*408
MOVIMBiVTO DA ALPANDBJA
ranunes entrados mi fazendas 84
Ideaa dem com gneros 443
rotreos atfMev eom razndas 142
Mena idetn oro gneros 260
'32
Dascarrocam hoja 13 de maio
.acezaPMMf/e*-mereadertae;
Barca ragleza ledoradem. '
BHgue iHglCTVnhlo -lilem.
Barca ingfeaH*4l*ttaferro.
aaMa giaa^GtoipM-lariha de trigo.
bagar sadAn+alarinha de trigo.
Escuna portugueaZ)e/pAimpedras.
'' mereadoriag.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, oflicial
da Imperial ordem da llosa, e juiz dos
fcitos da fazenda nacional desta provin-
cia de Pernarobuco, por S. M. Imperial e
eoolituiciooal a quemDeus guarde, te.
Faco saber que em \iriude no art. 6o de
ordem do thesouro de 13 Je dezembro de
186K em quanto n5o tiverem deslino os
lerrenos da povoac3o de Timbaba e Comu-
tanga e da villa de Itamb, periencentes ao
oncapellado deste uomo, sero elles arren-
dados em hasta publica, por espaco de 5
annos na forma do art. 4 das instracc&es
de 30 de dezembro de 186K, segundo a
avajiaco que previamente lera lugar, deveo-
do ser feita a mesroa arrematacao por lotes
na villa de Itamb a contar do dia 15 de
marco prximo futuro em diant, e quanto
a compreheeso denominada Carie proce-
der-se-ha a sua divisio em diversos e me-
nores lotes, segundo for mais conveniente
aos interesses da fazenda, isto em virtude
de autorisaco concedida pela presidencia,
de conformidade com o | 4o do art. Io
das instrueces citadas.
Outro sim na arrematacao que prxima-
mente se ha de fazer das comprehensoes
ecgenho Novo, Pangau e Cumbe, no dia
13 do mesmo mez, e acceitarao, nos.ter-
mos da lei de 15 de selembro do anno
prximo passado, propostas para venda dos
escravos, Bnzih'o, pardo, com 26 annos de
idade, carreiro, avahado por l:C0OO00,
Concordia, parda escura, cora 15, avahada
por 600SOOO, Aquilina, parda, com 4 annos
avahada por 00000, Damiana, parda com
6 mezes de idade avallada por 100*000,
todos perlencentes ao dito encapallado.
E cumpriado concluir-se as arremataces
que tiveram lugar em abril do anno passa-
do, as quaes foram ltimamente approvadas
pelo governo : faco igualmente saber aos
arrematantes n praso que dentro de 30 dias
contar de 15 de marco prximo futuro,
devem elles, para poderemobter as compe-
teotes cartas de arrematacao, prestar hipo
tbeca convencional, a qual ser celebrada
por escriptura publiea, e inscripta no logar
da situac5o dos bens hypothecados, nos
termos da supradita ordem do thesouro,
exhibindo os mesmos arrematantes previa-
mente, peranle este juizo os documentos
necessanos que p'rovem a idonidade e
sufficiencia dos bens que dio para garanlia
dos valores porque sao responsaveis e isto
sob pena de flearem sem effeito as mes-
mas arremataces.
Cumpre tambem que. os arrematanles a
dinlteiro, dentro do mesmo praso e sob a
mesma comminaco, recolbam a estacao
competente o restanto do preco porque
compraram as comprebenses de que se
acham de posse solicitando as respectivas
cartas de arremalaco,
, E para ojpe negu ao qgnhqpimento de
todos juandeijiassar o .|>re$Bnt# edital que
ser publicado pela impYen e*ffixado nos
lugares do costume, be como as contar-:]
cas de Goiauna e, Itamb, eseus povoados.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pornambuco, aos 17 de evereiro de
1870. Eu, Luiz FranoJsoo Barreto d* Al-
meida, escr i vao o escrivi. Pagar tunal
400 rs. de lio.Luiz de Almeida.
AMfo Jos Tavar*$ da St'ft.
querida, pagas as cusas ex-cau-*a.
Recife, 4 de mam de 1860Arminio Geriolano
Tavares dos Sant >s.
Em cumprimento- desta stnlna o respectivo
eserivo que este su!>screveu,fezpasi3r p presen-
te edital cora o prazo de ssgala, i*3s pelo qual
e sen theor, chamo, cito e he'i por cKadus aos re-
feridos herdeiros uzntes do do Qirislovo Starr,
para que dentro do dito prazo comparecm por si
ou seas procuradores ante este jizo, alegando e
gravando o que for a bem de seus direilos e jus-
lica sob pena de revelia.
E para que chegue ao conhecimnto de lodos
aandei-pastar o presante, quesera afixado nos
lugares docosturae e pubficaij.) pela imprensa.
D*do e passado nesla cidade do Itecife de Per-
ntunbucn, aos 91 de maio de 870.
En Domingos Nunes Ferreira, oscrivo snbs-
srevi.
______ArminioCor tolano Tirares dos Smtos.
O Dr. Fram-isco de Carvalho Soires Brando, juiz
de orphaos do termo do Recife por Sna Mages-
tade o Imperador, quem Deus guarde etc.
Faco saber aos que o prsenle edital vrem e
detle noticia tiverem, que na praca deste juizo,
depus de anisado e pablicado este, ir de novo
praca de venda o terreno foreiro. silo ra do
Bariln jlumeu da freguezia de Santu Antonio, com
153 palmos de frente e 93 de fundo, pela n,esma
quantia de 2:2&S000 porque foi avahado, preco
este que servir de base para a arrematacao, sen-
do dito terreno |*rtencente aos bens do flndo Ilen-
rique Jirge, eqne vai a praca de venda para com-
selo pigamonto dos credores do dito tinado.
Dado e passado nesta cidade do Itecife, aos ein-
co dias do mez de inaii de mil oitoceatos e seten-
ta.'quadragesimo bobo da independencia e do im-
perio do Itrasil.
Eu Joo Facundo da Silva Guimaraes. Escrivao
o subs^revi.
Hecife 5 de maio de 1870. Eslava, impressa a es
timDlha do sello de 200 rs. competentemente inu-
lineada.
______Francisco-de Carvalho Soares Brandiio.
Parante a cmara iiuini.-ipal desta cidade
estar em praca nos dia< i", 16 a 18 do corrente,
para seroaa arreraauados por mera maior prejo
olTereeer os alaguis ilos ulhoi do acougue publi-
co da rbelra da fregnezra de S. Jas na, 10 II,
12 e 13.
Os preteadenie? deverao se habilitar na forma
da lei para poderem licitar no mesmos talhos
PriC) d-i caraira manibipal do Recife 11 de malo
de 4870.
Rento Jos da Costa Jnior,
Propresidonte.
Augusto (i. de Fig-ieiredo,
____ Offkial-maior serv-ido de secrataro
carias do arrenwfacao se contar do referi-
do da 17 do correle a 17 de junbo pr-
ximo vindooro, seb a mesma pena j co-
minada de nolldade das arremataces cele-
bradas, aHm> de qne possam recolher as co-
fre da thesowama a? importancia das mesrraa
arremataces em dwbeiro, ou em lelras'.
--------------, u^imi',1
deveodo os'arremetatrtes a prazo assigna-1Cadeiras
as e.foihltrns-fnaefc
As M|3^da -tarde eaetd^i^d^noote.
Eipecteculo de Jcrm
*8*j2da;tJHe,
PHOGHJA.
i.4 Symplionfa.
2. Pela,pri;i
ipalo -inista Vi
, 3 O galio e 3 gafena7pelo ars'uAi'feto
paihaco.
4. Salivan, cavallo me*rado, aprese^bdb pete
pi-Niieira vez pelo-recior. .7^^
3^ Eyolucfi ;s eipiestre*. pela, menina- toemtU
ae e annos, sobre am cavallo.
"* 'rapesio, pelo gymnasfa Vicecte.
T-- Mr. Ronolete e Pasiraro, setu*JoiRisa ebr-
ie-,ca exeeulada pelos artlstos Lm'z, Cjsr o" Vi-
cente, sobre 3 cavallo,
Infervallo de 30 imputes.
8.'O'desafio dos saltadles, sobre a batada>
ameneann, peles araas Cesar, Aldabo, LoizT H
cenle e Juanin
?a Y?'.tei0. raPld0 Pela uberiia Auna.
10. o triplo irapezio, pelas avamasias AkUb..
Cesar e Vj.nate.
II Os Tunelros de Saint f>w*eom transforma
(061.
N. B.As'S"l|t da noate liavtr o mesmo es-
pecia culo.
0^ bilbetes-de camarotes, cad,-iras plateas
vendem-se no aesmo circo.
PRICOP
f Camarotes com 5 entradas........
rem previamente p* eseripturas de hypo-
theca dos bens- eum- qoe pretendem garan-
tir-a, suqrcsponsubilidade.
Recife, i de maio de 1870.
O escrivao,
Lu: Francisco- Brrelo de Alineida.
Ilelacao das cartas registradas procedentes do sul
e norte do imperio existentes na reparticao do
correio era 11 de rm jo de 1870.
Antonio'F. Rodrigues de Andrade, Antonio Lo-
pes Rraga, Benjamim Constancio de Moura, Caro-
lina C da Gama L Pires, Feliciana Maria do Reg,
Frppe Thiagn It: Galnrtio (i), Prncisca da Cu-
oha Castello Branco, Francisco d.i Costa Haia, Je-
zumo Augusto dos Santos- Mello, Jos Carlos C.
Machado, Josepha Maria da Coneeico, Lniz de
Almeida Arujo Cavalcanti. i,o Perelra Reg,
LurzE. Rodrigues Vianna, Mhnuella, Manol Fer-
reira da Silva, "Mria de Albuquerque H Cavalcan-
ti, Mathias Leal de Lemo?, Rozendo Martins de
Lima, Virginia Frnandes Prreira.
O encarregado do registro,
Marwel dos Pa9os Miranda.
ttfOOO
2^000
200
I 000
Cadeiras a valsas para senhora.....
Geraes..........-...............,
N. B.As portas do circo abret-s s 7 ho-
ras da nouto, dsnto-se principio a oito em
ponto.
Os senhores que qaiaerem, poderSo- estar eo-
bertos nos seus camarotes.
Todas as quartas-feiras, sabbados o domingos,
naver fuucco uo circo.
.'_______L__JJ__' J._lL!lj
AVISOS MARTIMOS.
Para o Porto
boa
es-
da Imperial ordem
commandante do 4-
guarda nacional do
Jo- F anetaco Pires, oflicial
da Rosa, lente coronel
batalhao de infamara da
municipio do Recift etc.
Fa-:-. faber que. em virtude 4a lei n. 602 de 19
de setembro de 1830, e d,) qne dkpoa o decreto n
1130 de 12 de mareo de 1863, tem de reunir'-sc
no dia 13 do crreme os conselbos de revisan da
i|iiallicacao o< guardis nacionaes Uas freguezias
do Poc-i da Panelta e Varzea, os quaes fuacciona-
rae nos consistorios das (grojas raatrizes das mes-
ma freguezias; dando principio a seus trabalhos
as 9 horas da mannaa do referid, dia.
E para que chegue ao conhecimnto dos inte-
ressados, mandei pass&r o presente, que vai por
ralin assignado, e sellado cora o sello das armas
imperias.
Quartel do commaiiJo do 4 batalhao de infama-
ra da guarda mcional do municipio do Recife 6
de maio de 1870.
Jos Francisca Pire?,
Tenenle-coronal commandante.
ODr. Arrinio Corhlno Tavares dos Sanios,
joiz rarAliilpalTda segunda adrado erime e ni-
vel e provdor Je capll9 e residuos, esta ci-
dade do Recale fk |brn|mbuco e seu lermo.pwr
Sua Magesiade Bnperial
Deus gua
11"
i
vo Starr
0 inspector interino da alfandega faz publieo
a quem interessar possa, especialmente ao com-
mercio, que asalleracdes fetas ni tarifa das al-
fandegas, pelo decreto n. 4499 de 2 de abril pr-
ximo passado, principiara,, a vigorar do 1 de
julho vindouro, mediante como dison a circular
n. 9 de 22 do referido mez. devendo cootinaar a
ser observado o disposto na circular n. 1 de 11 de
Janeiro deste anno, a respeito da cebranca dos
direitos da carne secca (charque) e do bacalho.
Alfandega de Pernarabuco 11 da maio de 1870;
U inspector interino,
L. de C. Paes de Andrade.
DECLARACOES.
consolado tta
ia em Per-
Imperial e mti
Austria eH
na u 1 buco.
Pede-se a quem poder dar noticias exactas do
subdito ngaro por nomo Jos Ziffer, annos che-
gado ao'Brasil, de caimaaiea-las neste consula-
do. Como tambera nao se duvida dar urna recom-
pensa, se fjr preciso, paraobterem se mais fcil-
mente as noticies quo se padem somelhante res- Boo ^^^q :
pelto.
Obras publicas.
De ordem do Illm. Sr. eugenheiro, clwfe da re-
particao. das obras publicas, se convida a pegsoas
que quizerem ejecutar a obra de pintura das por-
tas e caisilbos da frente do edifrco do Gymna;i,
4/omparecorem testa repartieo com snas pro
postas em carta fechada no da !'> do correle.
pjdendo os pretendemos examioaiein previanicaiu
a obra e as conaijOes da eju-cac^ib.
Secretaria das obras puBllcas 11 de tnio de
O secretario,
F&iiciano Rodrigues da Sl^a.
THMmal do eoBUnercro.
Pelo presente se, faz publico qne o mcretissimo
oribunal do itommercio dejignou o dia 31 do coi-
e Constitucional, qne
Faco sbe#petol*i'e8ate que, Jorge Garland
SiTt, na Mlidade de-tecUmantMro de ChrfcR^U--
archivista, 'lesj,a, secretan:!, devendo para assa flm
'^3s rr,smos prfonaeniea ooniparccerem nost se-
creuria^a 10 boras da manhaa do referido dia.
Secretaria do th'rbunaj de co.n n.-rcio de Por-
namuhco,l0 de malo ^e 1870.
da tbeor seauiaae
llm.Sr. Dr..provedoT
392 Garland StA
vo Starr,' o*
paasutofw;
idaos.-=Dn Jerg
alairo de Chrlste-
idade, onde
P*r*Mes*qne u|*do elta-
: Wlecldo'nas proxnnMades da oapiui da Inaiapjf*
ra a ba^ndoequi cheoado a iafaum aatwia de
-tnHeciTiinlo no dia 13 de marco pristi pa
1 tendo tfetajdo em mo do supplieante d le--
ntr>jauto ^r oenio raveeUdo da >dns as
...rtmtdadee-legae, pretende o eaesmo aoppliaan-
te para dar exaaaraio as dtapoaifoae tasumenu-
rta *Mra#lle tdteoMo, proceden o
,0

laipr
-
Cuhsih ae. fompras navaes
1 neih'iirtv:i)--.ve U di' i ,.
4e prono^l^s loceli.
tavejMario de maniiai, a m npra sb v
TBEATRO
GYMNASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A niRECf,O DO ARTISTA
DE-GIOVME
Sabbado M do- corrale
Representar se-ha cora toV> o esmero possival,
o apparatoso drama sacro de grande espectculo,
em 3 actos e 4 qadros, ornlo de msica e en-
requecido de transformaeoes e visualidades inti-
tulado :
BRiEL E. L1ML
ou
OS SILilCHIES DE ;i ANTONIO
Patacho pertugnez ei.au I acha-se prepoto e
recebe carga a frea : qeom no mesrao quizer
carrejar ni ir de passagem, dirija-se aos ewnsig-
.aalaMos Tlioniaz de Aquino Fonscca & C, na roa
do Viga'rio n. 19, 1 andar.
Compatihla anerloaoa e braal-
lelr* de paquete* a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de New-
York por S. Thoraaz o Para, o vapor americano
Merrimack, o qual depois da demora d> cosame
seguir para os porto; d;j sul, para fretes e pa*-
jagens irata-secomoi agente* Henry Forste-: S
C, ra do Commarco n-, 8.
Actores
Peregrino.
D. Justina.
Braga.
De-Giovanni.
Prrceiuumi
Frei Antonio religioso )porngnez
GabrielO Anju Bom
LusbelO Anjo Mo.
Ezelinoseihur do Venina,.ge-
neral do exercito do impera-
dor de Alemanha, Fred; ri-
co II
Fre Eliasgeral da ordem des
men-jres, qne succedeu a S:
Francisco o instituidor da
mesma ordem
>sacristao mor de SaWa-Ma-
ria de Padua.
Pedroleigo, seu ajudante
Ignaciodem
0apdealenviad por grego-
ris IX a visitar o convento dos
franciscanos
Martiin do BuIhSes, pai de froi
Antonio, empregado na casa
dos senhores reis de Portugal
Leonardorapaz do povo
BertbaSua mae
MariatePaduana rica
Oliviasua fllha
CleraentinaDonzea pebre de
Verana,
Marco Aureliovendedor de co-
mestiveis
Reigiosos menores, guerreiros, comitiva do car
deal, povo de Padua e Verana, senflnells, frades
etc.
O scenario intairamente aovo e execatado
pelo habiKssirao scenographo o Sr. Adolpho Sal-
danha.
O machinismo, accesorios e todas as pecas de
transformagoes, mram preparados conveiente-
raentapelo Sr. Mano-i Tavares Pinto Porto.
O vestuario foiconfiado ao Sr. Julio da Rocha
Ferreira.
A msica ensaiada pelo. Sr. Colas Filho.
Abren.
Sobza.
Airosa.
Frei tas.
Emiliano.
Azevedo.
Eduardo.
k>. Olympia
D. Francisca.
D. Joaquina.
1). Maria.
Bahia.
G0MJANH1A PEitNAMBUCANi
en
Vare^a^o cosc!ra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-'
caty, Cear, Mandahu, Acarac e
Granja.
O vapor Poiengi commandanif
Aietedo, seguir para oa po.-tos
cima no dia 14 do corrente as 5 hora*
Recebe carga at o dia 13, encom-
passageirqs a dioheiro a frete at as
sabida no esc ripi-
la tarde,
mendas,
i horas da tarde do dia da
rio do Forte do Mans n. 12.
Para Lisboa.
Vai sahir cora brevidadeo brigue portugaez
Bella Figueirense, capito Carvalho, para carga e
passagelros trata-sa cora E. R. Rabello t C, ra
do Commercio n. 48.
Hha de S. Miguel.
A escuna portugueza Dhis, segu nestes pouco
dias para o porto cima e para o resto da carga,
e passageims para os quaes tem bons commodbs:
tratase cora o seu consignatario Joo do Reg
Lima, ra do Apollo n. 4.
Rfioebem-ss propostas em carta fecha-
da dirigidas ao capito Stephen Goodman
di barca ingleza Ores al o meio dia de
sabbado 14 do correte, para os concertos
do que precisa o dito navio para poder se-
guir viagem a seu destino o porto do Li-
pool eom a sua carga.
Os-concertos devem ser feitos eBiconfor-
mi'kkle com as orcloas da vistoria que poda
ser encaminhada no oaesmo consolado oo na
ra do Viga rio n. 3.
lenders ad dressed to Stepaen Good-
taan master fo tbe britisb barqu Ores will.
be received at A. B. n's coasorale up to-
midday of saturday the 14 instant, for the
a direcc^ao, procurando todos os meios a seu repaire requiro to enable tho said vessel lo
>ai. nflm iln illn..lAl/. Vkavkls^ iliuia aa^IiaI 1 i t k
proceed on her voyage to Liverpool wth
ber cargo :
lbe repairs.4tr* to bein conformty with
the recomraeadations of the survey which
may be seeo ai the obote consnlate or in the
ra do Yig-ario n. 3.
alcance, alim do ilustrado publico desta capital,
poder sera grande dispendio gozar os espectcu-
los no Gymnasio dramtico, mormentc agora que
eompnhia so acha reforcada eom artistas de
reconhecido mrito, resolveu, durante os meses
do invern, establecer os preieos dos bilhetes. do
Camarote com entradas iijOOO
Cadeiras 2*000
Platea 10000.
AVISO ESPECIAL.
As pessoas que laerarem no Recife e em toda
a linfea frrea at Apipucos, quando comprarem
bilhetes da camarote, efl eadeira, a direoc,ao Ibes
dar passagem gratis em wagn, antea a depois
lo espectculo.
N. .Ste bilhetes acharase desde j, na esta-
cao do Recife, na casa n. 30 ra Bella, ou no
iheairo.
Liverpool, Brasil 6 Buer Plato Itait Stea-
mers.
Espcra-se do sul qualqunr momento o vapor
ingles Fkmsteed, de 1,400 toneladas, que seguir
depois de indspensavel demora para Liverpool,
por via de Lisboa.
Esto vapor tem excellentes commodos para.
passagelros, para os quaes e frete trata-se cora os
agentes Saunders Broters & C, largo do Corpa
Santo.
tfWBZ
das
?AVILH||SJSAfiEL
EQL'ffilU dwm E AMA-TICA
U1HBCTOH
D. Marcos Oasali.
VAl'.IAA FUNOgAO
sabbado C4 o torrale
As oiwlnw av drjhfo.
- FBOGlUlteA. lj-t
1 Urna linda waUa, obnada o fistao, toca-
da por Luiz.
Para o referido porto pretende sefutr Boni mui-
ta brevidade o patacho paMnfaea JVmiiflB. por
ter a maior parte de seu oarmpama iw tratado, e
para o pouco qoe Ihe taha; que laaaW a Arate
commodo, trata-se eom o. omsignaiafi Jaaqoim
Jos Goncalves Beltro, ra do Bamardo as-'
mero 17. __________^.^^^
Nave$a$do cg Maoei, BaC*li&, Pendo e ArMai.
O vapor Mandak, seguir pira owmtto. aama.
no dia 14 do corraf te as S horas da UMh Re-
cebe cargait o dia 13. encommenias. paasagei-
Ss e dinheiro a frete at as 3 noraa.. da larde do
a da sabida, na eacnptoriodo Pqgiao Hattoa
n. 11
o
L...
r
V
,-t


m
fi
Diavie de Pemambuco Sexta iein 13 de Maio de 1870
------------------'i---------------------------- "m- ,________________________________
2L
COMPANHIA PERNaMBUCANA
eestelra por rapor.
Goianna.
O tape r Httkyba, seguir par f
porto cima na dia 16 do corralo.
w ai boras da norte.
i*eobe carga, eucomraendas, passageiros e di
Mr a frota no escriptorio do Porte do Manos
.________________________________________,___________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Wavegacio stelra por vapor.
Port do Gallinbas, Rio Fornioso e
Tamandar.
O vapor Parakj/ba, seguir para os portos ci-
ma 10 dia 20 do corrente meia noite. Receb
arfa, encommendas, passaeiros edinheiro a fre
e no escriptorio do Forte do Mattos n. 11
J a.

-,-------
LEILOES.

Em continoacao e por liquidado
Grande exposipao
Da porcelana, vidros, crystaes e metaes,
coosUndo de copos, garrafas, compotei-
ras, castices, fruteiras, chicaras, cane-
cos, apparelhn? para cha e jantar, guar-
nieses para to.k'ts. candieiros a gaz, jar*
ros O ^asos para flores, figuras, eufeites
. de.mesa e muitiis outros objectos que
sero apre sentados.
HOJE
Por intervencao do agente Pinto, no armazem
da roa da Caaeia n. 6.
Principiar as 10 horas.____________________
LEILAO
Be> patacho nacional Adelina.
O agente Pontaal competeutemente autorisado
vender em ieilo o patacho nacional Adelina,
cok todos os seas pertences, notando se que o
dito patacho lem fundo de prato, forrado de co-
bre e omito veleiro e pega 12 mil arrobas.
Os Srs. preteodentes o podero examinar den-
tro do Porto onde elle achase ancorado e c ncor-
rerem ao lello.
HOJE
As 11 horas na Associaco Commercial.
de 50 caixas com vi-
nho Bordeaux
HOJE.
por intervencao do agente Pinto, onde haver an-
teriormente Irilo de louca, vidros e crystaes.
LELlO
Em continuapo
Hoje 13 do torrente,
Mgalhcs Irmos continuarn por intervencao
do agente Oveira, o seu Ieilo de perfeito sorli-
luemo de fazendas anteriormente declaradas e 'o-
das propriae do mercado.
Sexta-feira *
as 10 hera da manhaa, etn seu armazem, a ru
da Cadeia d-> Recife.
O
litigue
LEILAO
14
do
Km coo;>
Augusto transferido para
correnle.
urncia da ine-perada chegadano dia
ti lo Tapar francez do sal em viagera para a
Europa, l ,u transferido o Ieilo do dito brigac
norte alkmao para
Sai bado
ao moio dia em ponto, quando ser effeduado por
ntervecco do agente Oliveira e conla e risco de
quem pertencer, no lugar anteriormente designa-
do do grando salao de entrada da AssotiacSo
Commercial Jesta praca.
Das casas terreas da ra da Santa Cruz
ns. O i e GO e Coto velo n. 2, edificadas
in cbaos proprios, com grande quintal
murado, srndo que os fundos das pri-
raeiras 15o para os fundos da casa da
roa d i Cotovelo, com poi 13o,
afeitado 14 do ejrreute sil
horas.
O agente Pinto legamente autorisado far Iei-
lo das casas cima mencionadas em um ou mais
otes, as i|uaes se tomata recommendadas por
seren edilicadas em boas ras, chaos proprios
e por ter urna deltas grande soto ; o Ieilo ser
effectoado as 11 horas do dia cima dito no es-
criptorio do referido agente.
LEILAO
a arnaacSo, gneros e na.Vsper-
teaees existentes na taberna
alfa na rna Anguata u. 1.
Segundr-feira 15 do correte.
O agente Pestaa legalmente autorizado far
Ieilo dos gneros, armaco e mais utencilios exis-
tentes na taberna da ra Augusta n. I, ,'garante-se
a chave a quem comprar, tem poneos fundos e
excellente freguezia, o halanco acha-se em mao
da agente^ o Ieilo ter lugar segunda-feira 16
do-correte as li horas da minha na mesma
taberna.
DE DIVIDAS.
O agente Martina competentemente autorisado
pelo luiuiJante da Caixa Filial do Banco do Brasil
far Ieilo, no dia 16 do correnle, as 11 h ras do
dia das dividas adianto descrilas, cessando desde
o momento da arrematacao teda e qualquer res-
poosabilidade da dita caixa. As dividas sero ar-
rematadas juntas ou separadamente conforme a
vornado dos pretendentes.
O Ieilo tera lugar no predio aonde foi a Asso-
ciaeao tCommercial, defronte do Corpo Santo.
Joa Pablo de Souza, Joo Theo-
teuio Dezarra, Silverio Joaquiro Har-
tis dos Santas. 906*932
Joo Paulo de Sooza, Sebastio
Antonio da Silva gaixa Silverio Joa-
quim Martins dos Sontos. .'28*900
Manoel Jos Ferreira Gusmo,
Faastrno Jos Gomes da Silva Re ge,
Joo Paulo de Souza. 918^683
Maawet Jar Perreira Gustso, An-
tis Jce Perreira Jnior, Joo Pau-
lad Sania. m793
Joao Paulo de Souta, Manoel Ray-
mando Peona Porte, Thom Joaquiui
Mseanrtias Ramos. I:87is0n
Jola Paulo de Sonza, Thom Joa-
t/m Mtscarenhas Ramos. 3:06.>370
Jlo Paulo de Souza, Jorge Per-
reira Fernandes de Siqaeira, Manoel
Jan* Leite 2:2614171
WJaao de Soma, Thom Joa-
nim Kaaeaimhas Ramos, Manoel
JoataUe. i.wttm
Antonio Pereira da Suva, Joo Ca-
zenfero da Silva Machado, Manoel
ZeferiM Dia Brrelo. 2-.83*f 00
Joilo-Felippe dos Santos, Ignacio
Ner-y tFerreira.
Joiio Catemiro da Silva Machado,
Antonio JasUniano PaesBarreto, Ma-
noel Zeferino Dias Barreto.
-Gamitto & C, Joaq"im Jos Bap-
tista, Joaqnim Perreira de Souza.
Hassa fallida de Joaquim Lncio
Monteiro da Pranca, Jlo. Paulo de
Souza.
Siqueira & Pereira, Jos Francisco
Pereira da Silva, Candido Pereira'
Motveiro.
Andr AI ves da (onseca,
Siqaeira & Pereira
Massa fallida de Joaqnim Lacia
Monteiro da Franca, Joo Paulo de
Souza.
Siqueira & Pereira, Jos Lniz Pe-
reir. Candido Pereira Monteiro.
Siqaeira & Pereira, Joo Gomes de
Almeida.
Massa fallida de Joaquim Lnoto
Monteiro da Franca, Jos Soares
Pinto Correa.
Francisco Cavalcanta de Albuqner-
que. Candido Pereira Monteiro.
Ventura Pereira l'enna, Joaquim
Jos dos Santos Andrade.
Siqueira e Pereira.
Siqueira & Pereira, Raymnndo de
Araujo Lima.
Siqueira & Pereira, Candido Perei-
ra Monteiro.
Massa fallida de Joaquim Lacio
Monteiro da Franca, Joo Paulo de
Souza, Jos Soares Piolo Correa.
Jos Luiz Pereira, Siqueira & Pe-
reira, 'Candido Pereira Monteiro.
Siqueira & Pereira, Antonia de
Bi-itu Lyra.
Teixeira & Leo, Candido Pereira
Monteiro.
Andr Alves da Fonseca,
Siqueira 4 Pereira.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coatinho.
Jos Luiz Pereira.
Siqueira t Pereira.
Gamillo A C, Igo&cio de S Lopes
Fernandes, Joaquim Ferreira de
Souza.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Btlarmino Al-
ves Arouxa, Francisco Xavier da
Fonseca Coutinno.
Jos Luiz Pereira, Narciso Maria
Carneiro, Candido Pereira Monteiro.
Jos Francisco Pereira da Silva, Jo-
s Luiz Pereira, Candido Pereira
Monteiro.
Jos Luiz Pereira, Narcizo Maria
Carneiro, Candido Pereira Monteiro.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Franci-co Xa-
vier da Fonseca Coutinbo.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monleiro da Franca, Belarmino Al-
ves Arouxa.
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coutinno.
Jos Luiz Pereira.
Ignacio \ery da Fonseja, Joo
Francisco de Barros.
Justino Antonio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Jjrdo Jos de
Oliveira. Joo Fernandes Baplista.
Joaquim Pereira da Silva Santos
Manoel de Almeida Nogucira, Justi-
no Antonio Pinto, Fortunato Jos Fer-
nandes Pereira.
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordo Jo-
s de Oliveira, Justino Antonio Pinto
Justino Antonio Pinto, Joo Fer-
nandes Baptista, Jordo Jos de Oli-
veira.
Joo Fernandes Baplista, Jos Fer-
roira da C sta, Justino Antonio Pin-
to, Jordo Jos de Oliveira.
Joao Fernandes Bplista, Joao Vic-
torino das Neves, Justino Antonio
Pinto, Jordo los de Oliveira.
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Justino
Antonio Pinto, Jordo Jos de Oli-
veira.
Joo Fernandes Baptista, Francisco
da Silva Ferreira, Justino Antonio
Pinto, Jordo Jos de Oliveira.
Joo Fernandes Baptista, Ismael
Clementino dos Santos, Jordo Jo>
de Oliveira, Justino Antonio Pinto.
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Sijva, Jordo Jo-
s de Oliv ira, Justino'Antonio Pinto
Antonio de Azevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernandes Baptista, fastf-
no Antonio Piulo.
Justino Antoaio Piulo, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandes Baptista
Joo Fernandos Baptista, Manoel
Baplista Alves, Joaquim Pereira da
Silva Santos. Justino Antonio Pinto.
Justino Antouio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Joo Fernan-
des Baptista, Minoel Jos de Faria.
J. P. Adour & C, Francisco Jos
Rodrigues Bastos.
J. P. Adour & C, Brito & C.
J. P. Arlour & C, viuva Dias Pe-
reira 4 Avellar.
Eduardo Adour, viuva Das Pe-
reira Avellar.
Antonio de Azevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernandes Baptista, Justi-
no Amonio Pinto,
Justino Antonio Piulo, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandes Baptista
Joo Fernandes Baplista, Joaquim
da Silva Ramos, Joaqnim Pereira da
Silva Sanios, uslino Antonio Pinto.
Joaquim Pereira da Silva Santos,
Justino Antonio Pinto, Fortunato Jo-
s Fernandes Pereira
J. P. Adour 4 C, Brito 4 C.
J. P. Adour 4 C, Francisco An-
tonio do llego Mello.
J. P. Adeur 4 C, Ribeiro 4 Lobo.
Eduardo Adour 4 C, E. Brous-
sonsse 4 C.
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Antonio Jor-
ge Guerra
Machado 4 Souza, Cirdozo 4 Sou-
za, Antonio Joaqnim Machado Bran-
do.
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando.
Jos Victorino de Paiva, Silvestre
Lins de Barros, J. P. Adour 4 C
Antonio Jorge Guerra, Jos Fer-
nandes Vieira de Mello, Jos de
Aquino Fonseca
Silvestre Pereira da Silva Guiraa-
res, Jos Francisco Correa da Sil-
va, Bernardo Jos de Barros
Machado 4 Sooza, Francisco Jos
Correa Marques, Cardoso 4 Soma
Machado 4 Souza. Antonio Joa-
quim Machado Brando
Machado 4 Souza, Jos Duarte
Couiinho
Machado 4 Souza, Estanislao Dan-
tas Galera
Machado & Souza, Francisco Jos
Correa Marques, Jos Antonio Pinto
da Coala
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Maehado Brandad, Jos Anto-
nio Pinto da Costa
Machado 4 Sooza, Antonio Joa-
quim Machado Brando
Manoel Peres Campello Jasme d
Gama
Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos
Antonio Jos Ifctfeira Pontes, Gui-
Uierme Jorga dos Santos Passos J-
nior, Manoel Joaqnim Da* de Castro
Amorim, Fraooso, Santos 4 C.
Antonio Jos Horeira Pontes, Pe-
dro Martiaho d Santos Jnior,
Custodio Ferreira Montinho, Ma-
oet Joaquim Dias de Castro.
Aagast Pinto de Lomos 4 C,
Bastos 4 Lamas
francisco Alves dcHpho
Viuya Amorim 4 Filho, Gailber-
me Ctrnm 4 C
Seve, filhos 4 C
Joaquim Francisco de Mello San-
tos, Gllherme Camino 4 C.
Amorim, Pragoso, Santos 4 C,
S80*00d
3:500*000
1.400*000
4:644*300
l:738*oW
1:487*187
1:4*1*7000
4i718*8ii
4:790*700
831*510
-455*010
1:681*331
2:3lo*932
S:*41*000
286*815
1:799*500
1.792*631
1:669*700
804*568
410*000
1.411*275
6:111*800
1:931*293
704*438
1:566*000
1:550*000
1:000*000
1:737*308
1:677*300
1:677*500
2:000*000
1:400*063
1:391*191
1:130*813
13:000*000
"1:732*740
464*640
378*316
1:884*800
380*616
944*036
1:195*370
683*720
781*100
378*310
873*130
1:075*000
1:128*720
1:722*300
383*164
645*780
726*660
2:381*030
873*150
1:108*500
1:987*105
1.308*400
1:435*960
153*488
1:052*740
1:799*830
1:698*323
2:3975130
1:973*318
1:000*000
3:511*460
411*120
4:527*847
1:871*130
1:735*100
717*890
1:630*800
1:983*310
736*900
819*664
113*177
Antonio Rufino Aranha 918*7|
Gaiiherme Carvalho 4 C., viuva i
Amorim 4 Filho. ^K|O0Od
Amorim, Fragoso Santos 4 C 640*8081
Bastos 4 Lemos, Bernardo J de
Barros. 720*800
Manoel Ferreira Pinheiro e Silva.
Custodio Ferreira Moutinho, Manoel
Joaquim Dias de Castro. -971*116
Guilherme Carvalho' 4 C., Joa-
quim Francisco de Mello Sanios 1:144*000
Custodio Ferreira dos Santos J-
nior, Custodio Ferreira Moutinho,
Manoel Joaquim Dias de Castro. 567*441
Joaquim Francisco de Mello San-
ies, Travasso Jnior 4 C 1:334*500
viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C, Gaiiherme Carvalho
4 C. 1:021*150
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
unior 4 C. 984*000
Travasso Jnior 4 C, Guilherme
.Carvalho 4 C, viuva Amorim 4 Filho 1:708*500
Amorim. Fragoso, Santos 4 C. 6:213*134
Bastos 4 Lemos. 4:200*000
Seve, Filios 4.C. 3:011*100
Francisco Alves de Pinh. 341*115
Gaiiherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho. 1:771*000
Seve, Fimos 4 C. 5:627*400
Gaiiherme, Carvalho 4 C, Bernar-
dlno Domingues Moreira, Amorim,
Fragoso Santos 4 C. 461*328
Guilherme, Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho. 1:848*000
Bastos 4 Lemos. 13:750*000
Augusto Pinto de Lemos 4 C,
Domingos Jos Dias de Oliveira, Jos
Joaquim de Souza. 746*770
Vinva Amorim 4 Filho, Guilher-
me Carvalho 4 C. 10:510*500
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C 1*18*800
Seve, Filhos 4 C. 7-403*600
Antonio Jos Mereira Pontes, Tra-
jano Xavier Pinheiro Jnior, Manoel
Joaqnim Dias de Castro. 1:031*920
Qaeiroz 4 C. (socios da extincta
Arma de Brito, Queiroz 4 C.) 19:544*400
Bastos 4 Lemos. 27:562*oOO
Travasso Jnior 4 C, Guilherme
Carvalho 4 C. 1:045*000
Viuva Amorim 4 Filho. 1:580*300
Viuva Amorim 4 Filho, Guilherme
Carvalho 4 C. 1:963*500
Joaqnim Francisco de Mello San-
tos. Lueidato Pereira Lima, viava
Amorim 4 Filho. 269*379
Amorim, Fragoso Santos 4 C. .5:382*042
Guilherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho. 1:725*000
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C. 1:813*389
Joaquim Francisco de Mello San-
tos, Lindolpho Gomes de Leiros, via-
va Amorim 4 Filho. 164*973
Seve, Filhos 4 C. 5:-395000
Guilherme, Carvalho 4 C.Travasso
Jnior 4 C. 869*250
Viuva Amorim 4 Filho,Guilherme,
C: rvalho 4 C. 2:441*300
Travasso Jnior 4 C, viuva Amo-
rim 4 Filho. 984*000
Itostrn Roocker 4 C,Miguel Viei-
ra de Mello. 1:247*160
Rosten Roocker 4 C. 771*740
Martinho de Oliveira Borges, los
Antonio Alves de Carvalho. 618*431
Jos Joaquim Lopes de Almeida. 11:659*000
Lauriano Jos de Barros. 38*800
Sebastio Jos da Silva. 3:024*963
Vinva Amorim 4 Filho, Guimares
4 C. (socios da extincta lirma de Da-
niel, Guimares 4 CJ 17:824*831
Guimares 4 C. (socio da extincta
Arma de Daniel, Guimares 4 C.) 1:037*000
Amorim, Eragoso, Santos 4 C,
Guimares 4 C. (socios da extincta
lirma de Dmiel, Guimares 4 C. 6:336*017
Amorim, Fragoso, Santos 4 C. 162:640*356
Domingos Francisco lavares. 432:154*314
Claudio Dubenx principal, juros e
cusas da flanea ao ex ihcsoureiro
Tavare>. 11:277*310
Jos Velloso Soares o mesmo con-
forme cima.) 8:4o9410
LEILAO
de fazeirdas geraes.
A 16 do correte.
O ageste Oliveira far Ieilo por orem dos Sr*.
Frrreira 4 Malbea de grande variedade de fa-
zondas, sendo reroanescentes da extincta firma d s
Sr?. Lopes 4 Oliveira, e out-os, as mais proprias
do mercado.
Segundi- feira
as 10 horas da manilla, no armazem dos referi-
do Srs. Ferreira 4 Matheus, ra da Cadeia.
LEILAO
.V. Danheisser estabeiecido com casa de penho-
re na travessa da ra das Cruzes n. 2, far Ieilo
terca feira 17 do correte no armazem da ra di
Imperador n. 16, por uterveoeo do agente Ma
lins, es objectos dados m i enhores sob a? cau-
telas n>. 10, 37, 71, 96, 114, 123, 119, 157, 180'
199,102, 214,230, 342, 259, 279, 281, 196, 300,
344, 357, 364, 374, 376, 378, 411, 411, 427, 440,
460,463, 481, 484, 510, 7 A, 8 A, 18 A, 23 A, 16
A, 35 A, 58 A, 63 A, 99 A, 103 A, 104 A, 103 A.
As pessoas que quizerem resgatar on reformar
seus penhores vencidos pagaedo o respectivo juro
podero laze-lo al a hora do ieilo.
a posee, bemfeitorias composta de ama casa de
madeira caberla de telha, e amitos amredos, em
um sitio n estrada do Arraial, defronte do sitio do
francez o Sr. Pedro Ginja, par um preoo bem com-
modo< a tratar na Boa-vista, roa Velha n. 10,
i* andar. _________________________________
Batatas a 1^500 o
' '?**: sigo-
Vndese ni ra da Madre de Dos n. 7 ; a el-
las, antes que se acabera, pois sao desembarcabas
de hoje.__________________
Leite puro : no pateo do collegio defronte
do cbafariz, da) 7 boras da manhaa em diante,
tod s os dias, a 310 'rs. a garrafa, a principiar de
15 do c:rreote.
Mho novo e barato.
Mais barato do que em outra parte : para ver
no trapiche do Dantas, e tratar a ra do Apollo
numero*.
lijlos
Ua effectivaraente para vender-se,, e por menos
do que em outra parte, porcao de lijlos de todas
as qualid.ides : na ra do Jasmim n. 17.
Cabellos
Vendem se cabellos de todas as cores, qualquer
compriniento, qualidade superior, em caixa ou
porco mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 51, 1 andar.
Vende-se urna carleira de amarello com al-
guno uso, propria para escripta: roa de S. Fran-
cisco n. 51. j ,______
Precisa se de urna ama forra ou capUva para
servico de urna casa de pouca familia : na roa
Nova n. 51, 1 andar. _________j.
Aluga-se
n armazem da roa Imperial n. 144, caiado e pinta-
do de novo, proprio para qualquer estabeleciraen-
to por ter desembarque no quintal: a tratar no
armazem da estrella, largo do Pa*aizo n. 14.
Iraaaadaile do Divino Espirito
aoto da Igrja do Collegio.
De conformidade com o art. 68 do c impromisso
convido a todos os nossos irmos, membro do
conselho fiscal, a reunirem-se no consistorio de
nossa igreja no dia 15 do crrante, pelas 9 horas
da manba, afina de darmns execucio ao disposto
pelo artigo 97 ; coja sesso de urgencia.
O procurador geral interino,
Manoel Pereira Lamego.
AVISO
O abaixo assignado faz scinnte ao respeitavel
publijo e cam especialidade ao respeitavel corpo
do comraercio, que mudou sua fabrica de cigarros
e charutos da ra Direita o. 50, para a mesma ra
n. 38, onde se acba prompto a servir a todos os
seas freguezes e mais pessoas que o quizerem hoo-
rar.
Francisco Jos Ribeiro" Braga.
Troca se urna morada no i* andar da casa
n. 19 da roa do Vigario. por outra morada em
casa terrea, sendo no bairro de Santa Antonio, S.
Jos ou Boa-vista : a tratar na roa do Cabug n.
IB.
Precisa se de urna ama para comprar e co-
zinbar, dando conhecimento de sna boa conducta :
na botica da praca do Conde d'Eu n. 19.
MUDANCA DE ESCRIPTORIO.
Os advogados Dr. Vicente Pereira do
Reg e hachareis Jacintho Pereira do Re-
g e Miguel Archanjo Pereira do Reg,
mudaram o scu e?criptorio da casa n. 46
para a de n. 18 da ra do Qaeimado, ora
do Duque de Caxias, i anJar.
Mude
langa.
Jos Joaquim Lima Bairo mudou o seu escrip
torio da roa da Cruz n. 18 para a roa do Vigario
n. 17, 1 andar.
SERVENTES
A ra do Livrament) n. 6 precisa-se de
serventes e pedreiros.
Ama
Precisa-s de uma ama perita]cosinheira
para casa de homens solteiros:, ra do
Livramento n. 6, hija.
AVISOS DIVERSOS,
Mudanza.
0 Dr. Cafolino Fraieisco i-. Lima Santos mu-
Jou sua residencia e comuhorio para ra do
Imperador n. 57, Io andar do sobrado cujo arma-
tem conserva anda hoje o neme de Aanca,
tendo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
Setetnbro, o mesmo numero o7, da frente. Ahi,
continuando o dito Dr. no exercicio de sna pro-
flseo le medico 8 de operador, pode ser procu-
rado a qualquer hora do dja e da noute.________
Aluga-se um escravo cosinbeiro e copeiro :
quem precisar dinja-se a pra'.'a da Boa-vista no
mero 8.
COMPANHIA
DOS
971435
6:107128
486*691
10:099#700
143715
4:851*000
l!:.l 18*000
71W75
TRILHOS URBANOS
ToO
RGC-IFE A* Ol IVIIA.
Por ordem da directora sao convidados
os senhores accionistas para, oo prazo de
10 dias contados do dia 16 do crrente,
eflectuarem a 9a prestacSo de suas aecce* a"
razio de 10 V0.
Para ajo lim ser eocontrado o Sr. the-
soureiro, das 11 horas da mannaa as i da
tarde de todos os dia?, no escriptorio da
companhia, roa Nova n. 35, Io andar, entra-
da pela ra das Flores, n. 14.
Recito 12 de maio de 1870.
Joo Joaquim Altes,
Io secretario.
Monte pi portuguez
Alerta senhores socios! I !...
E' domingo 15 do correte que em assembla
geral (em de eleger-se a commisso de exame de
contas, lealdade, tranque: a, honestidade e firmeza
de carcter sao os prinripaes requizitos que de-
vem posuir os cavali s que tem de compor a
respectiva commisso, nao invadindo vossa con-
sciencia (,ae devem sobre ludo prezidir a estes
actos, tomamos a liberdade de lembrar alm de
outros muitos socios que reconbecemos possuir
aquellos requisitos : os Illms. Srs. Manoel Teixei-
ra Bastos, Antonio Augusto dos Santos Porto e
Thomaz Pereira de Mattos Estima.
Precsa-se de uma ama forra o eserara pa-
ra cozinhar em casa de pouca familia : na roa
das Larangeiras n. 5._______________
Precisa-fe para apodante de gairda-livroe,
um moco de 16 annos, que tenha bonita letra e
abruma pratiea de escripturaco : tratar na rna
Nova n. 5.________________
Fugio no dia 4 do correte o mulato Satur-
nino, offleio de carreiro, or avermelhada a espe
ci de ac por ter os cabellos vermelhos, estatura
media e forte do corpo, cara on testa rnsgosa,
falla apenando os canto, da bocea, idade 25 a 30
annos, ps chato, vestido com cerola e camisa de
panno de algodo entrancado de cores, e na-
tural do serto. O anuo passaio este mulato i
esleve fgido 2 mezas e fei pegado no engenho de
S. Joo de Pao-d'Albo' depois de ter vagado as
ras desla cidade por bastante lempo, tem conhe-
cimento na ra da Senzalla etc. Pede-se ios ca-
pitaes de campo e as autoridades policiaes a cap-
tura do mesmo para ser entregue i san nenhor
no sitio da Sapucaia em Beberibe.
Capello.
Precisa-se de um sacerdote para eapellio da
uma capel la distante desta praca 11 legoas, o la-
gar bygienico, perto da estaco da via frrea :
tratar com Fr. Benlo do Monte Carmello, no con-
vento do Carmo.
La va-se e engommase com perfeico e as-
seio, por ore o commodo : na ra dos Martvrios
n. 14
Trabalhador.
Precisa-se de um servente: no hotel da ra das
Cruzes n. 39, paga-se bem.
Ama.
Precisase de uma ama de lene : na roa dos
Pescadores n. 33. _____
No dia 7 do correte ausentoo-se da casa de
saa senhora a escrava Cosma, de 15 annos ele ida
de, ponco mais ou menos, alta, ebeia do corpo,
lem ama bellide no olho direito e ama cicatriz na
nuca proveniente de oro caustico, levon entre ou-
tra ronpa ama saia e casaco de cOita rdxa, o que
de snppr que mais far uso, eostuma andar
pelas ras da Boa-vista : roga-se as autoridades
policiaes e capites de campo a apprehenso da
mesma e levar Capnnga, ra das Creoulas n.
47, qne sero recompensados.
Precisase de uma ama para comprar, cuzi
ohar e engommar para uma possoa : na roa es-
trella do Rosario n. 17, 1' andar.
Precisa-se de um criado escravo ou livre :
na roa da camboa do Carmo n. 11, 1 andar.
Ama.
Preci?a-se de uma ama para cozfnbar em casa
de familia : na ra Direita a. 16, 1 andar.
C... DE B...
Para esta casa acaba de ebegar pelo paquete
francez de 9 do correnle um variado sortimento de
perfumaras e saboneles finos dos mais acreditados
fabricantes de Paris, que se esl vendendo muito
barato, no deposito particular da mesma c;isa,
ra da Camboa do Carmo n... ; onde tambem se
vende excellente massa batida para boscaps, ta-
bocas e mandioca molle, etc. etc.
Cabellera o.
Ra da Cruz a. ti 1." andar,
por cima da botira.
Antonio Rodrigues Ramalbo acaba de abrir a
concurrencia publica um espacoso e acceiado sa-
lo para barbear e cortar cabellos, e affiao'ja que
nelle encontraro seus amigos, antigos freguezes,
e em geral todos os que quizerem frequenta-lo,
agrado, actividade e bom despmpenho.do trabalbo.
Precisase alugar para pequea familia es-
trangeira uma ca;a no bairro da Boa-vista ou nos
arrabaldes prximos : pode-se entregar propostas
sob letra X nesta typpgraphia.
Precisa-se do urna ama que seja de boa con
duda para o servico de urna casa : na ra do
Apolla n. 49, 2 andar.
Precisa se de um feitor para o engenho Po
o, freguezia de Agoa-preta : a tratar oa roa de
anta Rita n. 83, ou na ra da Praia n. 43,
Pedido.
Pede-se encarecidamente (so assim) aos senho-
res abaixo mencionados se dignem por especial
obsequio de virem realisar aquillo que teem pro-
metido por diversas vezes, pois j tempo, e vis-
to que o nosso" negocio de interesse para ds
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo prem, que nao retiramos e?te
nosso pedido sera qve uo comparecam a ra do
Crespo n. 7 A, loia do Passo.
Albino de Jezus Bandeira.
Jos Lniz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimares.
Luiz de Franca Belem. ____
Precisa-se de 3:0004 ajaros, dando como
garanta valor superior : quem qaizer fazer este
negocio, deixe carta nesta typographia com as ni-
ciaes G. F.____________________^________
Precisase de uma raulher que seja de meia
idade para casa de familia constando de duas pes-
soas : a tratar na ra estreita do Rosario n. 25,
loja de funileiro. __________^^__
Precisa-se de dous amassadores: na pada-
ria d ra do Rangel n. 9.___________________
Vende se uma mulatinha de 9 10 annos
de idade, sem vicio era achaque, a qual serve
para andar com meninos, e com muita caricia por
ter pratiea : quem a pretender, dirija-se esta
typographia, que se dir quem vende.
Fogo nellas!
Tivz mil linguas I... 240 rs. cada
uma I... E ceblas a 800 rs. a restia ?!
So no armazem do Campos ra do Im-
perador n. 28.
Chega a todo?. FOGO NELLAS I-----
Ao Campos.
D. P. Wild participa ao comuiercio que nesta
data admitlio como socio de saa casa commercial
ao Sr. Alberto Kienzeler, e que a firma social gv-
rar sob a razo de D. P. Wild k C. Recite 1" de
maio de 1870.
o
Aforam-se ou vendem se terrenos sitos em Be-
beribe, a um qnarto de legoa da povoaco, cami-
nho do lagar chamado Meraeira por um lad< ,e
por outro riacho Lava-tripa. Esses terrenos sao
era ptimo barro para o planto da canna, e ou-
tros n isteres da agricultura, e de uma exlencao
de 400 palmos, onde se encootram diversos corgos
a maneira de riachos e madeiras proprias para
censtrueco: quem preUnder, pois, entrar em
negocio en re lae- terrenos, appareca ra do
Hospicio n. 70. que achara com quem entenderse
Pre.isa-se J um sitio do larra-lor para urna
pessoa que garante plantar 400 pies de assiwar,
porm quer se bnn cercado e casa : quem liver
annuncie ou deixa -^arta fechada com as iniciaes
I A G, ou dirija-se ra de Santo Amaro, taber-
na junto aos trilhos urbano*.__________________
Precisa-se
alagar um moleqne de idade de 12 a li annos
para trrico interno de estaminet, paga-se bem :
na na do Imperador n. SI
Copeiro
Precisa-se de um, no hotel de Franca ra do
Commercio. _____
Estribeiro.
Precisa-se de um estribeiro para casa particu-
lar: tratar na roa da Cruz n. 41, segando andar,
das 10 horas s 1 da tarde.
Mobias de aluguel.
Alugam-se moliilas completas e qualquer tras-
te separado, e tambem se alagara ead< iras em
grande porcao para festis, on offlcios fnebres,
por menos do que em qualquer outra parte : na
Nova n. 57, armazem do Pinto.
Importante aviso para os Srs. de
engenhos e fazeruleiros.
Pratiea, paciencia e adiantamento em
muito pouco tempo.
Um estrangeiro eom pratiea a mais de dez an-
nos offerece-se aos senhores cima, nao so para
ir ensinar as primeiras letras como o francez cora
perfeico em pouco empo : quem pretender dei-
xe flear carta fechada na roa das Trincheiras m
50, on na travessa da Cadeia nova n. 15, enderes-
sada ao Sr. Menness, com as iniciaes B. A. B. para
ser procurado.
Precisa se de ama ama para casa de poa:a
familia : tratar na roa do Amorim n. 35,1 an-
dar.
GHAMMAT1CA
Mi e
Uma pessoa competentemente habilitada, lecco-
na as materias supra, nao e em casa de sua rr.e
sidenna, mas tambem por casas particulares :
tratar na encadernaco do becco da Congregado
Cozinheiro
Aluga-se ara escravo perito cozinheiro, de mui-
to boa conducta, nao bebe, muito fiel e de muito
bous costones, tambera bom cop iro, mnito pro-
prio para casa de grande familia ou hotel : a tra-
tar na rna do Queimado n. 3,1" andar.
COPEIRO.
Precisa se de um copeiro de 14 annos, que seja
de boa conducta, para casa de pequea familia, e
paga se bom alngnel : no caes do Apollo n. 71.
O Sr. Jos Claudio Dubeux teuhi a bondade
de apparecer na roa do Queimado n. 7 a negocio
que nao ignora._____________________________
Roga-se a pessoaqoe levou por em-
prestimo a collerclo de Diarios de julho a
dezembro de 1838, quera mandar trazer
a typographia.
CRIADO
Precisa-se de um que tenha alguma pratiea
de bolear : quem se adiar em condc,5es, dirija-
se ao caf imperatriz para tratan
Precisa-se comprar uma casa com quinta1,
preferese as roas do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na roa do Livramento n. 10.
SJ Precisa-se de um irabalhador para padari
assim como um cylindro americano em segunda
mo : a tratar na ra das Cruzes n. 41.
AVISO.
Hotel aguia d'ouro, a' ra
estreita do Rosario n. 23
Neste estabeleci ment se contina a preparar
comedonas com asseio e promptido por pn >
commodo, nao s para aquellas pessoas que qui-
zerem mandar buscar, como para aquellas quo
ahi quizerem ir, todo a liosto e contento de seus
freguezes. Haver a boa mo de vacca todos us
domingos e dias santos j muito conbecida nesle
eslabelecimento, assim como papa, das 6 horas da
manhaa em diante, le farinha do Maranhaa ; co-
mo o bom sorvete todos os dis as o horas da
tarde, das melhores fructas do mercado. Para ga-
ranta o proprielario deste estabelecimento Jo--
Mariins Das acharse-ha sempre presente. Re Je-
be-se assignaturas para lora.
D-se a juros a quautia de 1:000000, sob
a garanta de dous moleques, fleando os serviros
por conta dos jaros : ra das Cruzes n. 20, 3.
andar.
Era S. Jos do Manguinho, casa n. 2, au'.es
da igreja, precisa-se de duas escravas, sendo ama
para engommar e ensaboar e outra para costura e
servico domestico ; pagase bom alugel agradand
Luiz Domingues de Souza llout nho retira-
se para Europa, e nao podendo despedir-se de io-
dos os seus amigos pela rapidez de saa viagem
pede desculpa desta falta involuntaria, offerecen-
do-lues seus servicos em qualquer parte que e
ache.____________________________^^__
Na rna Augusta, sobrado 1 andar n. 67,
precisase de uma ama pjra o servico interno de
pouca familia._____________^___________
Bo'fritara dos ananflzes
Una da cruz a. l
Ha prezuntos de superior qualidade, ditos eio
fiambre.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro que ainha algu'..a
praiica de taberna e d conhecimento a sua con-
duela : no paleo do Terco n. 32. ___________
AVISO
AMA
ftaetealaato Iteereat ? Terpal-
ehre
Por ordem da presidancia convido os snhoras
socios a reunirera->e hoje 13 do correnir as 7 ho-
ras da tarde, 3ra assembla geral extraordinaria,
aflm de ejeger-se algnns membros da presidencia
a tratar-se de outros assumptoi oneerneftw a a-
taal presidencia.
Secretaria da svcieda.de 13 de maio de 1870.
Eduardo Moreira,
_______~- secratorio.
!a ra da Imperatriz, easa n. K, t andar,
ha para,alagar-se uma e/era va que eose a defem-
rha softrivelmenJe o-sejrvieo interno de urna e*
familia,
Precisa-se alugar ama casa terrea, on troca-se
- morada da mes na pur uma outra na freguezia
de Santo Antonio, oa mesmo compra-te se necas-
sario ror; por toda rna Imperial, desde o sobrado
da ex-fabrica de vinagre at a estrada da Caban-
ga : tratar roa das Ossos ns. 11 e 14, a qual-
quer hora.
M Dr. Manoel Enedino Reg
S tina a prestar seus servicos imedicos
JR roa da Gamboa do Carino n. 11, I* ai
, eoh%-'.
AMA
Precisase de ama ama forra on captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar :
a roa da Cadeia do Recife, loja n. 56 A, a* dir.
Attenpao.
Manoel Martins da Cunht, com loia de Cateadas
na ra Nova n. 48, previne o pabtoo e especial-
mente aos anos freguezes, que despedio de seu
ttaMecimento o Sr. Loorenoo de Preitas Guima-
res na dia i* do correnle ; por isso avisa que
ninguam pagne ao mesmo Goimares qnalquer
coarta. b pana da natlidade. Oulro sire, declara
qne nanea antosisou o mesmo sea ex-caixeiro a
pedir ae?oer quantias emprastadas m .-sen
norue. "
Precisa-se de ama a-na para casa de duas pes-
soas : na roa dss '".airadas n. 26.
Da-se 300* a jaros sobre hypotheca de pre-
dio ou eseravo : quem precisar dirija-se a ra de
Santo Amaro, taberna unto aos trunos urbanos,
que se dir quem d.
Molina.
Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de 3azareth desta provincia,
o favor de vir a ra do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela lerceira' chamada deste jornal, em lins
de dezembro prximo pastado, e depois para Ja-
neiro, passou a feverairo e abril, e nada enmprio,
9 por este motivo de novo chamado para o dito
lim, pois V. S. se deve lembrar qne este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sea filho
se acbava no estado n'esta cidade.
Precisa-te de tallar com Sr. A. Alendar :
i ra do. Vigario n. li, a negocio que j se hlkia.
AMA
Precisa-se de urna ama livre ou escrava : na
roa estreita do Rosarlo n. 43, 1 andar.
Monte Pi Portuguez .
A directora, antes de prestar contas de roa
gerencia assembla feral dos associados, a para
que aassa occasio meihor possam estes emitiir o
sen jnjto acerca do re'aorioe contas que lero de
she ser apresentados, convida todos os senhores
ocio a reunirem-se em assembla geral domingo
15 do correnle, ai i 1 horas da manhaa, do Gabi-
nete Portuguez de Leitura, para sn eleger'a com-
missio de exame de conta.
Secretaria do Moma Po Portuguez em Peraara-
buco 9 de maio de 1870.
Joaqnim Gerardo da Bastos.
Secretario.
*fi:
Precisarse de- ama ama pan.
ziuhar era casa esirangeira : na rna
mero 46. _____________ ___
Precisad de ama ania par cof.ipn.ire
comprar, pagarse bem : na ra de Horta? n. I.
Pede-se ao publico e principalmente aos renho-
res relojoeiros e ourives o favor de apprehendere;n
um relogio de ouro patente suisso descoberto r.
83150 e levareui no a sea dono, na roa do Fogo
n. 20, que ser generosamente gratificado.
Precisa se de um amassador e um refina-
dor : na roa ds Senzalla-nova n. 30.
O abaixo *s*igaa ann -ncio que pessoa alguma ^ fassa negocio com
ama pequea fabrica de sabo, na roa lmper.a
perten;ente a Antonio .'oaqaim de Sani'Anm,
sem que se entenda cora o abaixo assignado afim
de evitar quesloes.
Recife, II de nnio de 1870.
__________Antonio Haymundo Paes de Lima.
Amassador.
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de um
mestre d masseira : a tratar com Jos Duane
das Neves._________________________________
Estrada de ferro do Iteeife a
Ollatda.
Compram-se dorraentes de madeiras de rem-
anecida dura^o para a constru ca desta estrada:
trata-se na roa da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia das 6 lloras da manhaa s 6 da tarde,
nos dias atis.
O superintendente,
Andr de Abren Porto.
Ama.
Precisa-se de uma ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia i a tratar cama
do Imperador n. 79. leja. ^______
Ama de late.
Preoisa-se de uma ama de Wfcs, paga se bem :
no caes de Capibaribe o. 30. ______
Precisase do doas ama, a" J ta* p
tra secca : na roa Dn-ojtaa. 99, renda._________
- Peda se ao Sr. ***&&? JT/.
da apparecer na roa do Comnairoo a a .
gocio qoe Ihe dia respailo. Caixcirt
Precisan de um caixeiro de 11 a 14 anuos
coSSc? de taberna: na rna das Cinec-Pon-
las n. f ________________
Beflna^o.
Ka roa da Senzalla-Nova n. 4, prrr
trabalhadores livres, on captivos.
i




_.-,,..,, .,..._,.. r. :,.,.. .--.,. .
Diario de Pernambuco Slta eira 13 de Maio de 1870.
^qFPCFac
Antonio Pereira de Oliveira Maia avisa aos ,
."USE?? re*uezes 0lt contina a ter em sea es-
JWjgfwnto os soperiore larnaaeos hinello
aporto, propnos par a chava ; aasim como
Me sapatos de irania portugueies, francere*,
para, hornera e senhora, ditos de pete, fura* da
paftu, dito da terra em folha, e es opa para cala
feto do navios : oa raa da Sentalla-Nova n. 1.
Aluga-se o arraaiem o. 3 da Pontevelha,
para algara estabelecimento.
latir o mez Mribno
Na roa Estreita do Rosario n. 33, prepa-
ram-se flores artficiaes para enfeitar os al-
tane e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
tar, bouquetes e bngias enfeitadas com flo-
res de cera para enfeites de altar, todo com
prestesa, gosto e barato, fas-se toda en-
commenda para fra, e tem j promptas,
rosag, arces e pontas.
*
ATTENC&0
Comprase urna escrava que aiba cozinhar e
Bgomraar, que seja sadia : na raa do Brura nu-
mero 5*.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se ama casa terrea
da Madre de Deus n. 16, loja.
tratar na raa
Comprase apoliees do governo, de t:000i
por 800 J, qusm a ti ver comparece na raa do Im-
perador, armazem de molhados n. 40.
VENDAS.
Venderse
Urna machina completa de fabricar aguas ga-
zosas, com todos os seas apparelhos, ha pouco
comprada as celebres oficinas do Sr. Mameus
de New-York. A raachini forrada de percela-
na, com ama capacidade de SO medidas, mais que
safflcieate para roduzir 109 duzias de garrafas
por da. Est actualmente trabalhando na corte,:
na roa do Lavradio n. 62, onde se pode caminar;
Para informales dirijam*se ru de S. 'Pedro n.
28. no Rio de Janeiro.
Vende-se |
ama machina de costura propria de coser
couro : na ra da Assn ropero n.'Si.
Vende-*e um mulato com 18 annos de idaJ<>,
piiro : a lratar na raa da Cadeia n. i.
(Ja val lo.
Vende-se um bonito cavallo russo, bom para
cabriolel, para ver-e tratar na coeira de Antonio
Refinador : a ra da Palma
A BA DA IMPERATRIZ JT, *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'esfe novo e sampKioso estabelecimento de fazdndas encontraran as Exmas.
nautas tudo qutntopossamdejar.tnto em artigos do mais-rigoroso laxo, como em todas
is mais qualidades de fazendas,
Alero dse acbarem prvidos do que de raelhor se encontra neste mercado,
jor todos os paquetes da Europa, recebem directamente o que em artigos de moda e
to mais apurado gosto se enconlra em Pars, o que vem cada dia augmentar s propor-
oes de que dispoe esto estabelecimentrjpara bem servir sua numerosa freguezia.
Algodao largo para lences e toalbas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
odas as qualidades que costuma vir ao mer- da inteiramente nova para vestidos d baHe.
**> '. i Grvalas para senhoras e hemens, o mais
Alpacas de todos os padriSes e qaalida- completo sortimento que se pode desejar.
tes tSo variadas que se nao podera descrever. Guipure preto e branco, diversas largu-
Albunscom msicas para collocar retratos, ras e differentes gostos.
lehcado presente para qualquer pessoa de Gollas e punhos bordados para senhoras.
a urna. i Guardanapos de linbo pequeos e gran-
Atoalhado de linho e algodao, branco e des.
le odres propries para toalbas. Gorgorito de seda preto e de cores.
_ OB Grosdenaples preto e de cores, haven-
Basquinas de seda pretas e muito moder- 0 diversas qualidades e gostos.
tas, bem como de crochet, tudo de apurado jp
(oslo e feitio. j Japonezes para senhoras, o melhor gos-
Baloes de masselina, madapolio, brancos lo, e fazenda propria para as festas nos ar-
i de cores, para senhora e meninas, rabaldes e passeos a larde.
ACBU
h
m
, Lazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, n3o ficando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguiao ao algodao commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bareges de odres variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
trguras. ~
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
triadade de tamaitos e gostos.
Bombanna preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de H palmos de lar- riado sortimento.
jura, todas as mais qualidades. \ Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linbo algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
merrto. pores, sempre novo sortimento, quer em
Bros de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em^fio
omuodo ao mais caro em qualidade, affian- d'Escocia, brancas e de cores,
ando o que ha de melhor na especie. I arr-f
rins d'algodlo completo sortimento e Madapolao; indescriptivel o grande sor-
ariedade de prefos. limento que ha neste genero, desde o mais
CJ& elevado preco ao menor, qoe se vende em
Cassas de odres, o maior sorttmento, pri- peca e retalho por menos do que em ou-
oando pelo bem gosto e barateas, atientas tra qualquer parte.
is qualidades. Mantas de blonde para noivas: o apurado
Cambraias'brancas, tapabas,etransparen- gosto dosnossos correspondentes em Pars
es de todas -as qualidades e preces, habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinhes de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se desc-
ordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna ooiva.
Camisas para horcens o meninos, Ufo va- Mantas pretas de blond.
PARA A FESTA
3 portas, l 53~Rna Direita-53
Neste grande estabelecimetto, ha para wndei
nm completo sortimento de ferragem, e mindeza
finas e grossas, como sejam bandejas efeineza.*
quadradas eovaes, facas e ^arfos de I 2 bo-
toes, balando inteiro e 1/2 bataneo; panettas, cha-
Iheiras, cagareas, frigidera*, assadeiras, tanu
de ferro como de porcelana, moinhoa para caf di
diversos tamaitios do fabricante Japy, pesas kilo-
graxiraos. lairto de ferro como de latao, metroi
para medir fanenda unto de ferro como do lato
salitre, bren, barbante, enxore, papel marca via
do, do verdad:ro l'icardo, ra&chinas para desea
rocar ajgodo; alara de outros artigos 4b ferra-
gem, miadezas catilaria^ finas, que s coa a vis-
ta, so verifica; na ra dirata n. 53 loja de 3 por-
tas de Manoel Rento de Oliveira Braaa& C.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba d hsgnr lija dos arcos -ra de
Orespo n. i A. de Alvar/ Abromo de Almeida
A C, 05 mais ritos corte* de vestidos c blond
me tem vindo a este mercado para easaraeiitos,
assim como cortes de vestidos de seda de cor de
gostos interamea sortimento de chapeos de vetkdo para senhsras
ENOENHO
Vndese iqo S. l-'ir.inacociarca
de Porto Ijtfvo,'prov.ii'ia ' xcellenti's tenrtt para ok mi! paos de as-
sucar. exti-u^s tnattas, ai^iiiii:a oasa de
viven>l.i. sitttaaVfti tres ijuartos de leguae do
porto de (Hflkellide Bair.n,-rande, distante
desta capital poseas hora:-, onde toccrSo
brevemente os vapores .ia mpanhia per-
nambucana. ,
O ergenho ^ auimaes, _porm com
ama deopeza dedous ou tresoontos de rete,
pd"e set transformado err. eogenho d'agua
copeiro. Os partidos est3o s portas do
engenhOflue pode ser manejado-suavemente
com q inee ou vinte irabalhadores. E' tido
pela proptiedade de melhores torras da lo-
calidade.; e veode'-se por preco muito com-
inodoj tratar na ra do Yigario o. 31.
iado sortrmento que vi do mais ordinario
nadapotao ao mais perfeito bordado de li-
te cambraia.
Camisas de meia, de flanella, brancas e
le edres para homem.
Casena'ras pelas de cores, o raelhor
ue se ^pde imaginar, sendo d'isso a rae-
bor prova o grande consumme dellas na
ificifia da casa.
Gapelas de flores, para noivas e bailes,
(esde a mais candida flor de Itrangeira at
i mais inleressante griaalda.
Obepelinhas no melhor gosto, .ores hoje preferidas pelas enhoras de
nais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,:
iltitto gosto de fleris.
Ctapos de sol, para senhoras e horneas,
de todos os pre;os e variados gostos.
Mantas para carros, cora lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Masselina branca e de cores, lindos e va-
riados padrSes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
bapato ao mais superior, por preco muito
c<*mmodo.
"Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de case mira muito finos para
mu.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
-godo para camisa.
Princetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
GRANDE N0VID4DE
Quaudo a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientifkar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, jastamentofqaando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attenderlo e relevario,
continuando portanto a dirgirem-se a bem conhecida k ja da AGUIA BRANCA raa do
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmeottido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bem servir a aquelles que a
bonram procurando prover-se em dita loja do que oecessilara, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza s9o mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles coja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja :
LIMA
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
os os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de cnegar, mas para nao massar o preten-
dento se Ihe apresentar o que poder de
melhor.
En treme ios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para cbapelinas e monta-
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinnos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas^ara meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
No vos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e cora dminos,
Bollas de borracha para brnquedo de
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
' para enfeites de mesa e de lapinhas.
SORTHlEMft COMPLETO
AR9EAZEXS IE
GRANDES
SECCOS E
MOLHADOS
Cialy com ricos padrees pera vestidos.; Chales de todas as qualidades, avultado- encontrar Deste genero,'e de mais fragante"
najasro e nao menos variedad de gostosJe suave no olphato, tem o PAVILHO DA
Cfeitas, imposc-tvel descrever o sortimen-
to e variedade de padres e aovos gostos,
*iaeste artigo tuto quanto se pode desejar.
Cintos para sehoras o que se pode ima-
noar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
ses, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, mais apu-
rado gosto e lav Pian<>.
Vende-se uoa^iaiii) de masa, bom e atoado, por
Sa ra da mperatrii n.~^, padan franee-
za, eude-se urna j^ndedeira o man massera, pro-
pria jura um principiante ; a~,lm como unu por-
;ao le (erro velho.
Vende-se ou traea-se per ea^as nesia praca
o sitio iejiomioiv) dm Boritiz, auliga casa da la-
vagem de rnupa, com grande casa de viveda.
senzala para pretos, estdbaria, basbeiro de pedra
e cal com agua cnrremte, baixa pra capim t
grande (erreiM para plantatdes : juera o preten-
der dirija se a prae;i da Independeacia a. .'<:!.
Vende-se tuu boi e cirro proprio para car
rojar assucar ou gneros : a tratar no Ramos n. M; y>m Antonio Jas Farruco, ^or es-
lar para retirar se gara Eivapa.
Vende-se a e5 terrea n." Jl, em cliSo'pr rios, sita em Olinda raa no aitn do AmpSr.i,
com i /|uaFtn<, corredor ao boio e duas salas : a
ratar oo Io tildar n. o raa da -Cadeia do Reeife.
umims sissm
[Venaa de terreno na cdad
Vae 3. nragj do juizo dos orptiio, na
segunda-eira prxima 6 de malo or-
rente) dp i hora da tarde e na sala .ubllca raa
dolmpetadw, o exceHeate terreno /o-
reao, que deixon o Tinado Manrique Jor-
jrecos commodoe.
Corpinhos de cambraia, ricaiente brda-
los para senhoras.
Cortinados de embraia bordados e de
l,o que de m-"lhor se pode desejar.
Colarinhos de nlo bordados e lisos, o
naior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de argura
indas cores-e ricos padres.
Espartilhos branwfi e de cores, para se-
horase meninas, o raelhor neste genero ;
lenhuma Sra. deixar por certo de muir
ie de tao precioso afiliar perfeitfe de
tm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomifha preta.
Enleites para cabina, ultima moda 4e
aris, recefeida no ultimo paquete.
Esgui5o de linho, completo sortimento de
odos os nmeros.
Fitas largas escocesas paca cintos, rare-
tade de gostos e lindos pares,
"i;hs de crochet, moderaos com ciato
i eapas, o que iia de melhor.
Mo de seda, nho e algodCe, de todos
>s g*stos e pad*5os.
F*w5o de todjs as cores -e cualidades
(rande-sortimento.
Flanella branca e de cores.
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais Uno Bouquet ifAmour, final-
mente tudo qnerito deve ocoupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
S3
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com fulhos e sem ellos, o melhor possivel,
Sabidas de tbaile, de todas as cores
Sedas pretas, de quadros, lavradas, Iteas.
r>iuis de fusto manco e de cores por,: de listras de todas as cores e qualidades e
ge, na na do Rartholoaie.i em frente ao |
caes da UMenein, medioij 133 palmos "
de reni e 91 de fundo. A arremata-
cao ser por I 'tes a saber: i de trinia
roo cada um, e I de tnnta e tra pal-
" tudo avaliado por 2:985*.
a mMnaaui
ATTENfJA
Urna familia que se retira para /ora da provin-
cia, vende urna mobilia de Jacaranda em bom es-
tado, constando de 18 fadWras de gu.irnlcSo, 1
ditas de bra^o, 1 sof, i eonsolos e 1 Jardiner
com Ump'W de pedra : quem pretender dirij.i se
a raa da Trampe, casa terrea o, II, para ver e
tratar.
-Vestuarios bordado* de fusta brancos e
decores para meninos, de canAraia para
baptizados, o que de melhor tea vindo a
este ioeivu.ii>.
Vestidos de 13a osesceza de 2 saias,
novidade pelo patlrio, ^osto e fraa; ditos
de linho com barras de corea, e 4e cam-
braia de res com i saiat, tudo inteira
fovidade. trazem os modeUos junto* para
.mostrar a forma de os fazer.
Veos de fciood para noivac e pretos para
luto.
Vestidos de blond para norvas : podemos
asseverar as oossas Exmas. freguazas, que
somos os unicoc era Pernambuco que pode-
mos offereeer ao Ilustrado publico, o mais
apuradogosto" em seraelliante materia, gra-
Jlores, e o que ha de mais meo. quervas ao bom gosto do nosso fornoceor em
SlaalSiM ra'n*3' '"o^Wt'HAOiParis, podemos garantir que ningnera neste
JA AUHORA um permanente jardira a genero o possue raelhor, nem mais em
hsposicSo das Exmas. familias. I conta.
jxr um i*FS520 ,, l3 gran(te variado -'Ortinento que os proprietarios do PA-
yiLHAO DA AtORA se apresentam ao publico declarado desde j que a sincerida-
e o bom gostoo motel nico de eus negocios.
Prvidos de tudo e promptes sempre a prover-se do que por ventura Ihe
aj necessano, os proprietarios deste umptaoso estabelecimento recommendam-se
tem receio de serem ^ootradiotos e protestem esforcarse bor continnar a merecer
otetao que se Ihes tm dispensado ; certos de que do sea estabelecimento n3o sahira
o freg^ez descontonte.
Contina sempre a offleu de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
'JCi918^?! 6ecat,a.r um prompdlo e bom gosto qualquer Uabalho que-lhe seja
f*, Vm ao,if* especialmeate oceupada pos trabalhos do PAVILHO DV A-
?'/i??.0* qUe M ^ Marmotos, garante* -por seu apurado gosto e promptidSo
ja eusosao a mais completa perfsicJo nos mus trahaih. F v
"O mais barato:possivel.
Sarcrelira de todas as crese qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para S
cadeiras, tnsis pequeos e de todos os ta-
SMnhos desejavtis, e em peca para -co-
rados.
Toalhas de labyrintho, doaior e mafs
fico"trabalbo ao mais barato.
Toalhas de linho e algodao le todos os
tamanhos. lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palm-K e de eres,
faseda muito nova, e gostos delicados pro-
prs para baile.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Tenjo.N. 23.
DE
SIMO DOS SANTOS C.
PROGRESSO
10 Pato DE
SABIOS & FERR IRA .
Os proprietarins destes bem sortide s armazens pai ticipam aos seas innmeros
freguezes lano desta praca como do matto que tendo feito grande diminuico de pro-
cos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 0ju,
do que ea. outra qulquer partea garaatindo-se portanto a s ptrior qua'idade de qual
quer genero compi^do restes dous estabetecimentos. Mencionamos alguns dos DOttOfl
gnerosea vista desies sao comprebendidos os outros, poique enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguem dnvidar venha ver.
Gaz arae-ricHio marca Deves a 84800 3
Vinagie branco mandado vir por conta
propria windo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figoeira, Lisboa e Porto a
320,260, 240 e Qftv. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho figoeira, Lisboa, Porto e Estreito
hU, 380 rs. a garrafa e 560 o Uro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e l-yKIO?
garrafa em porc3o faz-se grande abatimen-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2 0, a li
a 560,800 480 eMO a garrafa^itro c840|$" ki'0/J/mmo a 480, 540 e 600, e
"* '7^000, 705GO e 8,J800 arroba.
700, 720 600.
VinhO'branco puro de Lisboa ai0-5t>0
a garrafa, em porco ha abatimertto.
Milhoalpista 200 rs. a libra e 440 o ki
logramma e 5800 a arroba, em porc5o ha
Vinho do Porto, engarrafado das raeiho-:abalimento-
res emaiMcretadasmarcas alffM06l 500 e 2 a garrafa. 'e m'
no
GALLO VIGILANTE
Raa dio C respe-a. f
Os proprietarios deste bem conheci4o tettlufl
cimente, alera dos muitos objectos postos a apreciacao do respeitavel publico, au*-
daram vir e acabara de roceber pelo ultmw.j|r
da Europa nm completo e variado sortiroeLioe
finas e mni delicadas especialidades, as 4&se*fc-
tao resolvidos a vender, como e sea oeeiise.
Sor precos multo baranhee e commodoe (tara afr-
os, com tanto que o Gallo__
Muito superiores Invas de peluca, pretas; Ir*--
cas e de mni lindas cores.
Hui boas e bonitas foiiinhas e pimho pan s-
nhora, neste genero o que ha de mais luoMffn
Superiores pentes de tartaruga para eoqae*.
Lindos e riqusimos enfeites para cabfa* car
Exmas. senhoras.
Superiores trancas preta-de cores een Av-
Ihos e sem elles; esta fazenda o .que pede fanaer
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreiMBuk
marffm, sndalo e osso, sendo aqnellee brame
com lindos desenbos, e estes. pretos.
Muito superiores meias fio de Bscoesia. paa t~
uhoras, as quaes sempre se venderam por 34JBM
a duzia, entretanto que nos as vcndentos..por SIL
aim destas, temos tambem grande sortnem *
outras qualidades, entre u quaes algunos safe
Anas.
Boas bengalas de superior canoa da bSa*
castao de marflm com lindas e encantadoras flpt-
ras do mesmo, neste genera o que de aetSiorw
pode desejar ; alm destas temos tamben ras
ouantidade de outras qualidades, como sejaa, -
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e airosos chicotinhos de o\
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e-berr* ;:
para segurar as meias.
fioas meias de seda para senhora e para ba&-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga pan fe*w
barba; sao muito boas, e de mais a mais sk< ga-
rantidas pelo fabricante, e ns por n bem assegurames sua qualidade e deliCAdeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina epara c- Linha muito boa de peso, frouxa, pan XkdMr
labyrintho.
Boas baralhos de cartas para voltarete, i&m
como os tentos para o mesmo fira.
Grande e variado sortimento thts ToSlnon rt*-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos ptv-
fumistas.
COUltES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulso, *
facilitam a denticao das innocente crncas. Pe-
rnos desde multo recebedoree destes prodiratt*.
collares, e continuamos a recebe-los por teJus-ar
vapores, allm de que nunca faltnm no mtrcjx-,
tomo j tem acontecido, assim pois podeta-f.-
les que delles precisarem, vir ao deposito do &2>
vigilante, aonde sempre encontrarao dostes venb -
deiros collares, e os qnaes attendorklo-se-v, x
Sara que too applicados, se veuderao-com um wqi
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosohjacios que.ieixaaane
declarados, aos nossos freguezes- e-wnigos a vires
comprar por precos muito raaoaveis loja do gs:*
vigilante, ra do Crespo n. 7.
CEMENTO
0 verdadeira cpo'Ftland. S se vende t.;
ra da Madre de Deus n. 22, sflMQPi c<
Joo Martins de Barros.
agradare; cu* **
dem Bordeau*. Medoc e St, loiien *}
71500 e 65500, a dozia e 640 rs. a garafa.
tienebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 60*00, 70, 11*500, a frasqneira.
Serveja -Bass, Illers & Bell a 90800 du-
zia en porco ha grande abalimento.
Jdea marca Al e T e outras marcas a
50500 e 60, a dazia e 500 rs. a garrafa.
Aletria, macarrSo, talharim a 500 rs. a
libra e 10100 o kilogrammoem caixaoba
a b ti ment.
Sab3o massa de 1 e 2a qualidade a 220
a 240 rs. a libra em caixa ha abalimento
Toucioho de Lisboa muito alto a 400 rs.
;a iibra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
grande differenca.
AsHiD como ha outros muitos geaeros, vinho em ancorlas, azeitonas,
passas e figos, Aarutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualidades, pnala, Francjwracyne!, a, b, c, Mdium, miied, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace deVaneiesf franceza e ingleta, banha de fialtimor, ^hosphorat de Sycuryl, Cognac, cha oe diver
gas qualidades, Caoella, pimenta do remo, ervadoce, pomada, ensofre, breu, peixe
etn latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de seboi-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas propr as para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagera aoe eompradres.
VENDE-SE ou arr^nda-se o eogenot
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinh3em
comarca do Rio Formoso, prximo do em
barque, com grandes partidos de pal <
massape i roda da moenda, mattos margnei
para nadeira neeesria, bom pasto, eic.. ; der do a ioo lampeos pnmptosV mii'iio"'ecno
a tratar na ra d'Aurora n. 2*, ou a d< I ff0* ** ^rem Para lil H^do, e db exceilen-
Imperador o. 20. 1*^JL?%^^ }^.> ***** en"
Venda de lampeoes
p ra iJluaiiia(,'o.
Na loja de funileiro de Antonio Moreira Piolo
travessa da roa do Vigario n 3, lem para ven-
raplea perfeivao nos seus trabalhos.
fe.*n aamerosa freguezia que nos nonra urna prova de qoe merecemos ocon-
SmS pffii0rS*Siabe,eC"T^ T^ V Proejaremos firmar cada
r.hoo.nqof^^r^va'por ** *>**
,io poderm^s^m^t^ %!*" ""^ "* k ^did"' *
jfo Luiz, Sobrinim C.
Aoerto das 6 s 9 horas da noits.
Uepoiito effectito dog vrouetat 4a comparti i< .<
aguas t- Viohy c9>m trj-tm :
Agua Souree Celestas. "
Diu dito Hantt-rlve.
DiU Cbateldon etc. etc.
Saes de Vichy fiara baulios.
Pastilhas de Vichy eic. etc., tudo por precos moi-
lo em conta, era casa de Tiseet frres. ra do ^opi-
mercio n. 9.
O meemos teem para vender etpac riperior. e
vinhos de diversas qualidade?.
i -'arregados de illurainacoes, que sao baratos.
Mez de Mara
Cnticos e hymnos devotos para o mez
i de Mara.
l'm titido roame eocademido f con)
f-0."
De marroquifli doursdo
.um
LVRARfA FRANCEZA.
SHptrior vinho Bordean
St. Estephe i, St Julieo : ua ra da Cadeia do
tecife namero 5.
tao r. ---------------
Admirem!!!
Chitas escuras, eores seguras, que e vendem a
240 rs o corado, oa KWWI0 cora 4S cevados.
atlendendo a ouantidade resalveo->e a vender por
este preco. E>tie acabando-te : na ra da fmpe-
ratrii n. Si, loja em o titulo de leo, iunw a urna
l"ja de ourives.
Era casa de MiUs Latham & C. ra da Gru n.
38, vendenwe (eshas de ferro gavanisadao.
Vende-'TC orna preta qne ozinha e !^a bem,
garante-se nio ter vlelos nem acfcaotws : ca roa
Q'reita o. 3, r aedar.
100 milbeiros
De telhas e lijlos de todas ? qnlfiadn--. ven-
J cordeiro previdenti
Raa do Qneimado a. IC.
Movo e variado sortimento de perviaara
finas, e outros objectos."
Alm do completo sortimento de petfe
manas, de que efeclivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdents e'ia acaba I
receber um ouiro "soi tmenlo que se tan?
aotavel pela iwiedade de objectos, snuei
lade, quaijdades e commodidides 08
eos; assim, poj?.o CordeiroPre\dente ;-i?.
e espera ceminuar a merecer a apieci < '
Jo respeitavel ptjjco em ge;ai de sai'
boa freguezia -em partealar, nao se :'*.
ando elle de sua bem ccuht-:idam::;i,"
i barateza. E:a -ilila U,\ encontrara # *
ipreciadores do.boin:
Agua divina devE.Condray.
Dita verdadeira ila-Mmvay 5c Lamrna
Dita de Cologne bjglffa, 'HmiflW, fw
eza, todas do aeiflores e mais acre* H*.
fabricantes.
Dita de flor de arangeiraa.
Dita dos Alpes, o vilete p Elixir odonta'igloo para oooservavao
-sseio da bocea.
Cosnieiqus 3e superior qnalidade e che
.vis agn'd-.vijic,
Copos e lilas, 3i!flt ^jnenores.
(MBUOI fai ?3'-. Q&L
Yv3&i-> com dita Japona*, lrapa-ef
i outras qualidad'*.
Finos cslraotos inglezes. amerijjmor -
francezes *m fn>eras.siaipies e enlbitad-,.f.
Essencia imperial-do fino e sgradavei cat
o de vilela.
Ofltras concentradas e e thwros ira*
mente finas e agrada veis.
Oleo phHecome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnaada**
oom escolhidos ebeiros, em frascos de i entes tamanhos.
Jabonetes em'barrae, maioras.e Bejt9M
tara ni Sos.
Ditos' tfiESpai eis, redoado* etv ye.
ras de-meninos.
Ditos muito fios em caixinha para bar,
Caixinhas com bonitos sabooetes nitau-*-^-
fructas.
Ditas de madeira inwrniMda coatend t ~
aas perfumaras, muite proprias para o*
entes. ^
Ditas de papeJ5o bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal, colorid, *t-
moldes novos e elegantes, com pe fc vrv *
9 boneca.
Opiata ingleza e francesa para deatee.
Pos de camphora e ontras flf8.x?'i
jualidades tambem para debtej.
Tnico oriental de Kemp.
Anda .avala oosiaiej
m ontro sorlimento de ceqes '^^- -
os e bonitos moldes com SJets de tidrflV-
s algi.ns d'elles ornados de f0f^ % *,
tao todos expostos i pee* aco de rav *'
os pretenda comprar.
GOLLINHAS | PL^HS BWftA'Dnfi-
Obras de nuitojosto e perfeicao
FlTellaa e fila, pm J^t99
Bello e vanado sortinento de taes d^i
tos, ficando a boa escoma ao gosto do owa
orador.
IOUCT~
fcraade iraiaica aa rna da
lHcratrlx
Neste grande armazern veade-se kmfa :ngki*
finas e ordinarias, apparelhos de porcelana para
jantar e para cha, Jarros para dores os mais hon-
tos e de gestos modernos; assim como grauii
sortimento de vidros finos e ordinarios que ir,4 *
se vender Unto retalho come per alar-
mis barato precu que ero outra pulique i
chaniamos a aitenfao dos frecuot?s, qu.' *rli
ronv-i-menlemente frvidos tanta nos cimaeto
precos como na boa onalidadc das faier,
Vendess a loja de fnnOeim da r
n- 38 : a tratar na anana roa a. 31.
i Wil


6
Diario de Peinambuco
___!_______________i____
---------
Sexta eira
_----------t-------
13 Je Muio de 1870.
'' inl.i
a 2001 rs.
cabello, a
1&O0.
A YERDADE
Rna iluque de Casias n. 55
Na loj da VERDAftfi caatinna-se a ven-
der por batatissimos precos ludes os arti-
gos de miudeaas e perfumaras do seu
grande a variado sort.nratu, garautindeaos
compraderas toda a ainciridade.
Lindas bonecas de cora e aiassaporiba-
rali simo preco.
Kspelhos dourados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox.
Peales linos para segurar
320 rs.
Chaaiius para gas a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarina a
Dita com agua .florida a i500.
Dita cem dita dita a 100.0.
Tnico de Jayrae.a W500 o frasco.
Frasco cota oleo wprcsso de babosa, de
2iO a GiO rs.
Dito com aguace Colonia de 300 a lJ00
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
LaUs cora banha^muito tina de 420 -a
240 rs.
c .s~?03 TO1jit0 gnos 0 diversas qaali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas eseovas para deates de 320 e 503 rs
Ditas para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 5C0 rs.
Peutes para alisar com costa de metal a
320 rs.
I).Us dos ditos .de ba/alo a 240 e 320.
Peales para tirar piorno de 160 e 240 rs.
Y avin para gaz, dtzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
,Peonas caligraphicasranito finas a I $.400.
Ditas de lauca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
o l;53O0.
Grosas'de bal03s de baca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Oriza com pap! amizado a 700 rs.
Ditas com euvelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 is.
Thesoura para costara a 240 rs.
Linha do marca euxa a 280. rs.
C.irriteis de lidias de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Grtanos muito finos, com passarinhos du
ziaa 20 J rs.
Cartas francezas para jogar duzia 36000
Ditas purluguczas, duzia l#iOO
P.pel al maco superior qualidade resma
4*000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fita para debrum desapato, pessa 100 :s
Ditas de lam para debrum de vestido peca
100 rs.
Caivetes gr. rotea coa molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 fnlhas por 320 rs.
Rosetas pretas pora luto, o par 100 rs.
Traeca de lam de caracol blanca e de
cores de 4Q a 100 rs.
Fi'as para eos, peca 430 rs.
Alinees de lalo, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanca de 400
a SOO rs.
Calfadeiras a 40 rs.
Gravitas da Poda preta de tOO a 800. as.
Ditas ae croxc, brancas e de cores SOOrs.
Dita de gorgurSo de cores a 800 rs..

Btefam
Vendo-sa na riu-ir*n-8,:4n#r
-r-
da muio acrelitada ante* StooytrQ#i*tei-& O. cognac. Unicemfilo ,env>*
; de Carlos
: mero 10.
P.4aUmm*C-,
Milho e arroz
,rmiajnlabelec)fmb de f.-ized.i? c rotunas eitas. e.por. medida, rund Iia-
j^WljJaun.^jillHa **V 1 lili i lB| 1 '
fottaWd^'- a P^la e -, cor** a Wd, 30500 75000, ditos mjrifj preto
. "os -jf, 8-1 lo.J e \$JOb. si.ltre.-asaco dio d.- 205 a 50COO.
i^mpleto *o*tt<>lr*i'> 'J'-' calcas ae brim pardo de 10600 a (55000, dUas brancas
dejt#, ytlpGO/t^ais superior, dit.i.i m-j.i cwjmir; -litas evemira de-5;J, !20000,
Uitfg*asmFra preta de 65, a 1630 Ospii >r. il$j de merino diversas qualidades para
Tlulfj. Assim como um bonito sortimerio de <>ii't'-- de bnm de cores, ditos brancos,
Vende-ge milho e arroz de casca uovo em sac- ditos de casemira de cores e pretas, ditos do merino para futo fazenda superior.
I
(os, no trapiche da o
da Cadeia-velha, e
nbia :. amuar, ua na!
l,4..an
Miiho das
Iras
BRACO DE O,
Ra do Imperador n.i26
O reapeitavel publico encontrar .jaesle
eslabelecmento diammen;e m-eempleto
sorlira'enti) de pasjtlaria, bollos Jaglezes
podins,.pids-lfti, prgsentos dps "fluimos
ebegados ao mercado, salame de lion, bo-
linlios finos de todas as f|wHddes,para cb,
aiaen Joas c .nffitadas, ron fe los. ..bqiKboins,
pa>lJbas, ciiocolale rancez em l bras, pas-
tillias do mesmo .caitoxos e earteirascora
seis cliar.uios de dio.oale cada rpa este
Acabam de chegar.,o. fiRANDE BAJB ^*!^0'****
NIVeUSAI. .niNAvari .M_n.u.v.,f' "O DI (USB UD fdtlS
IIIMS l'ARA
COSTURA
^oitiiuenio. completo de camisa^ francezas de algodg, do 1/3600 30OOO, e de
ijio e WmO 70(5000 a duzia.
SwU|wrVj diUsdoiwnjanl&a 44800-45500 e 35#0i?id6-is de JJaoiBu^o, ranezas^fazenda su- yiannaum completo sorthnonto de ma-
; rfianor de 25^5000 a 354000, duiia.^iili|tMi^-.4e-6lfiaiW8 *#algod5o o linbo, eic, chinas para costara, dos autorea mais, co?
O iO x^rtO jasaim cwne metas dft.ag#45a .para bcmpm',d:35, -a 104000 a'duzia, grolas de mu- naecidos, as quaes esto em exposiflici no
em-aaseo praoSs, das.cjiaiiifades bIuxo men-las quaWades. ..Na jfiw.^itperaU.iz p. 52, toja do meamo-Bazar,, gnrantindo-se asuaMaqua-
ciDaiav-ei4or menoe preSo da^io einoutra SttftimeBto.de ci^peos.de^ol d^ ipBCave sda, losiigk'zes cabo d marfim.' dade, e Umbet ensina-se com peifejcao ..
"' TittU^miiPS^MnMM^ a todos os compradores. stafainas ^^^^J^^^^^^^
Feijft
E
e o meJUor que at
boje km vindo ao mercado.
Vinlios portnguwes, jpgtioira muito supe-
rior. Osvflrajs do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar T fste estabe'ecimento
"MICHO WVO
* ftqa miriaiaha J'l)o pra.. '
filio iH-aneo ,uno tufado.
. Dito .amarello pito Iradc.
YENDEM
lo? dfl-Ttey Borges A C.; a na do Viyario n. \\
Bichas hamb ur g*n ezaj.
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa
qaeles translamicos WWas do qualidade superior
e vendem se en c.-.ixa ou percao mai.pequea,
e mais baratojln qoe tu outra" qu.-l.|upi- parte :
na ruaxla Gadaia do Reoife n. M, ?* anear.
Cigairos & imperial
fabrica de S. Joao
^de Nicthepoy.
nico deposito enl Pemambnco caes da lan
dega \\.lha o. i, i" anda.
Vndese urna preta CFioula de idade de0i
annos, muito robusta a sadia, sabe coimtlar algu-
ma eooea lava bem, compra na rtocira e 6
quitandeira, e propna lamlinn para.. Mrviro de
campo..p.rqne fui do mallo otrabalha da. Ura negro de idade de 20 annos proprio p^ra
engenho pi>r ter sido do matto : na ra da Paz,
amigamente roa do cano n. 3i.
Azulejos
Vndese no arraazem de
ra da Ciui n. 26.
J. Mureira Dia.- :
A ella, antes que se aeabe
Na ma Direita n. 9 tem laa de todos as cores
para bordar, polo diminua proco, de 1*600 a
libra.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Ara'a-
nha, Cear: ra da Cadeia do Becife
n. '.
;A|TTEt,AO.
Naste. stabBlecjnieTUo etwinTega;se de puaJai; azer qu al que cabra par medida
e para esse ftm tem.habil orcstre enca.rregadQda ofliciua, que so.oncar-rcga do V-abalho
cora perfeicSo e ponoalidfide.
30mE?irO DE FAZENDAS.
Cbilas de iiO.rs. o corado ou 104000 a possa co para camisas e limo de menino 200, e;280 rs., e uutras muiUsqualidades de 20, 360
e.400 rs o. cavadpv.neste mesraoestaboleeimcnlo ehegaram, iu viciocia.com barra,. a,qnal 6 pafaojlns ecompelente enfeile para corpinho. Cam-
braiaJisa.de 34.. 44; H eOJOO a pe*a( e-ouirasmuitasa^ndas de ttidas .as quali-
dadeX \
0ito:I MADA^OLO AVAllIAOO.
A 44000 o algodo, 44500 omadapolSo. o lambem chita oscura ba a. 240 o
cenado por ter grande,por^o-, Ba-raa da^nperatrii n. 52, luja com por,laes eitcamados.
intitulado r-
o iguaes no seu traballuvaode 30 cost-
lo a Jje^de O.uro.
como da melluir CQturpira de Paris. Apre
sentam-se trabadlos ixotu(ta)n pelus na
isasyque muito tlevi-m agradir ao-; prcten-
dentes. __________________
O livro para o mez tle.maio
Ac'-a.su vda na ra do Imperador n. ;I5 o
bem conhecido livro do moz de maio, conieodo
aln>do mat, versos, te, e lambem 9 eadeioos
de Tersos proprios para a mesma derocSo, ntida
rnipressao, e yiexv mullo cfroaagd^.________
fficina e armazem de
mannora
Caes Viole e dous de novembro in.57,
i (outr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedra marmrea d^.todos os
tijjlos de diversos
icor e o mais sabor^iao i e superior, at
buje coiiliecido. X-irop^g de grosejbe, rosa,
marzcuj, caja ele,, vinhos de Hordeaux de
toda* as marcas, o otis seperior qoe se
pode enf; r.irar, ^iiampague de Cbevernt
muito superior, os mais Unos e superiores
cognacs fianeezfs, iild:tom, da tods as be-
bidas lcaoas, este a- mata aarutar ipara
\jnwn sr/ffre do estomago,
V^wowrva^de legnm^s, poriagMoaaB* fran-
cezas e Bglezas, indlbos mostrada etc ,
\fructas seccas crislaHsadas e em eaWa, na-
ciones e e des,barutps dos mais ^cceditados fabri-
cantas- da aliia e;Rio de Janeiro, cigarros
de SvPanlo e Rio de Janeiro, moitos su-
noj o tijolos de diversos ta- periores, e Haalmenle judo qoanto se dese-
manhos, soieiras e saccada?, assim como ole- jar tQpdetjto a este genero de negocio com-
rase accadas di pedra de Lisboa. Jambem,con- prqmeiemo-nos a satisfaaer toda Q qual-
querenccmnieBda com a.maiorproaaptidSo
trati-se e Taz.-se qnalqucrobra, coma monumen
tos^ luioulos, slatuas, pias, lavatorios, mesas c
tudo q mais tendente mesma arte, por mqdicdt-'
pr jcos.
Cabriolets.
Nao mais cabellos byanoos.
A Untura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
Exposicao Universal, por ter sido eco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem. alterar a sado.
Vende-se a 1^000 cada frasco na
Rna da Cada n, 51,
0 andar.
Com este titulo acha-se aberlo e inteiramente transformado este antigo
eslabeleamento de joias, onde os fre{?uezes e amigos encontrarao indo quanto
a moda e obomgosto tem intentado na arle de otuivesariH, o Collar de (Juro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que. o raspeitavel publico venba ver o que exisle de melhor em
aderocos de brabantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereoos, pul-
ceiras, brincos, ajflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas c oulros ninilos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras linas, pormaior preco do
que em outra qna'quer parte, treca-se e concerla-se todo o qualquer objecto
portencente a esta arte.
m
mm
mmmmmwi
m
MI
Vende-se dous cabriolets, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro ogeart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : ni ercheira de Tho-
raai Lins, rna de Santo Amaro.
tl GAZ (aVZ
Qhegou ao antigo deposito do Henry Forster t
C, ra do Imperador, um carregamento de ga
. de primeira qnalidade; o qual se vende em partida
e a reulho por meno3 preco do que em outra qn
quer parte
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no arniaem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defrente do arco da Con-
eeicao, em barricas grandes
Vende-se uina parte do engenho Purgatorio
de grande produccao para agricultura, sil) na
freguezi.i dolguarasil. assim como se vende ou-
tra parte do engenho Corte de Cima, annexo ac
purgatorio, que muito convem comprar ambos : :.
tratar no Remedio com o Pr. An onio Menelio Cor-
deiro de Gosmao.
Vende-se urna casa terrea em chaos propriot
na freguezia de S. l<$ : na rna de Hortas n. 3(
sediiquem vende.
e, assaio : Como eejam para casamntos,
baptisados baiies etc., tambera se reoebera
cncommc.ndas de paes de l ou bollos de
aualqner.' especie enfeitados e idareaados,
bandeijas do bolinhos com arraacSo de as-
sucar, assim como de papel, pegas monta-
das, gellatinas de /rudas "amendoas, leite
etc..
Os dono* deste estabelecimecto nSo se
tem poupado a defpezai para melbcr me-
recerem a acoadjuvago do Ilustrado pu-
blico.
Telhas le ferro.
. Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telbas de ferro gdvanisado, de
diversos tamanhos para cobrir casa c te-
llieiros que alm de ser mais barato do
que as telbas de barro e aformosear mais
qnalquer obra muito mais limpo.
Cal nova de Lisboa
descarregada hoje do patacho Mara ; a venda
Joaquim Jos Hamos, na ra da Cruz n. 8, pri-
ir.eiro .indar.
n chaos proprios Vende-se por necessidado urna nogrinha do
de Hortas n. 96119 a 20 annos. com todas as habilidades : na ra
de Hortas n. %, sobrad
60RA DA IMPERATRIZ
53*2^ fMr S SeUS 8rllfflent0S Pel0< meSmS Pr6C0S **** naS "^^ Para commodidadePdas E.mas.tmiS X*T*^*g aSas, tu TZS WS^^WftS
I CROCHS PARA CADEIRA9 E SOFA'S. ICRETOXES COMI PALMOS DE LARGURA A CHPPOS DE SO DESFDl VIO^O
O Pavo tem um grande sortimento dosj 2ooo 'RS. I A lOaOOO.
mais bonitos crocites para cadeiras, sofs 0 Pavoo ten urna mva remesa aamni OPavaofez ama grande compra de cha-
mesas, almofadas etc.,
brir prsenlos o vende-
a),I8PAI.M05Dh IAR.1UIU A 1:600, i CASE-MIRAS ESCOSSEZAS.
2:000 o a:M0 RS. j O Pavao tem boni as casemiras estosse-
Chegaram as fiaissunas cambraias suissas zas com qiiadros grados e midos e outras
iraoparentes, sendo o que ha de mais fino lisas com listras ao lado, sendo faendo
imS SUR%i br".'a, W,0^0 "f" ^ vende mais barato, por
da 1*800, 2^000 e 2.5oO0 o metro, tendo aver grande porco.
lambem das masmas, porm ioglezas coai CORTES DE CASEMRa PRETV A 4-500
a rnasma largura que re vendem.a 150(0, O Pavo tem os superiores cortes de cal
e lj5.80o metro, sendo apenas precisos des- sem.nu pretas enfeitaas pelo barato preco
ta largafateada para s fazer um vestido de i-$500rs. o cort ^
1/2 metro9, pechincha, C\SEMIR\S RASPADAS A 800 RS. O CO-
SAIAS BORDADAS
Vende-se ura boalto sortimento de saias
bordadas com 4. pannos, assim como ditas
j promptas, de iasiaha, enegadas com
bonitas barras bordadas A 15a por precos
muito em conta.
PANNO PARA SAIAS A 1,5000, 1#280 e
1,5800 tlSS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a lar-jura da fazenda o compri-
mento da sata e vende-si pero barato nreco
de 11000, i.526'0 e 10300, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou !J i/i rnciros para
cada saij patalncha.
Ganaos e asensfras pretas.
O Prvao vende grande porc5o de pannos
pretos do mais baixo al o mais fino, por.
precoqe aiain, i's'm como um gra.da
aortioaeoto' da casomiras pretas para calcas
: se vend por preco mais barato do que
outra ([alquer parte.
alijos braveo^ a I S*>9 rs.
D l'jvjo /ende flnissiraos cortes de vs
de cambraia ranea, ricamente bordj-
com mnita faotoda palo barato proco
PANNO DE UNHO.
Cbegoq.um sorlimonjc de pecas de pan-
no le tinlio do Porro, que so vendem de
VADO.
O Pavo vende excellente fazenda de pura
la com as cores escudas muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roppa para
meninos qoe frequ^ntam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura o de Mafia dura-
Cao, pechincha a 80i) rs. o covado ou a
5800 o corte de-calca para homem.
FINAS BARGES A GIO RS. O COVADO.
O Pavao tem as mais lindas bareges de
laa sendo mias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo maito boa largura e iqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter Cai-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitacao desuda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
ALROD0SINH0 A WOOO COM 24 JARDAS
0 Pava vende pjcas i superior algo-
daosinjio largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
Co de 8^000, pechincha.
PEQAS DE MADAPOLAO A 3,5500.
O Pav3o vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato preco de 30800.
PSCHINCHA EM ALGODAO A 14000 RS.
O Pavo est vendeado pecas de algodSo-
que em outra qnalquer parte.
Alf aio entestado.
i/aid uouciius, ov.as^ u i'a\uu leal umaniva remesa aamni- rav^icc vn,\ graiiue couipra ue cua-
ki proprios psra co- to acreditada cretone, propria para lenres p6os de s' de|Pura se(ia inglezes, com as
e-se mais barato do tendo 10 palmos de largura, dando na lar- ,,asPras parafjap, sendo neste genero os
uer parte. gura o comprimento do lenco! p vpndt>_A melhores que tem vindo ao mercado, e I-
gura o comprimento do lenco! e vende-se
pelo barato preco de 20G0 o metro, sendo
Vende-se urna grande porco de algodo \ preciso apenas para um lencol um metro
sinho americano com 8 palmos de largura, puna quarta ou metro c meio.
proprio para lences, e toalbas, leadoliso e LAOov,nt,, ,
trancado, que se vende por preco muito em' Gno.SD.R*APF conta. a teja do Pava-3 encentra orespeitavel
publico um grande sortimento de grosde
naples pretos de todas as largaras e qua-
700 rg. at 1AO00 a v;tra, garantin.lo-so sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
(| 10 fazenda de Ihho niJo ha; nada melhor ceaa II metros cada paca", pelo barato pre-
: mais' proprio nafa lenres e toalhas., de 4)5000 rs.
f tKTINVDOS PARA CAMAS E JANELLAS
de H. m, m e 16,5000.
f hegiai para a, Iqdo Pavao om grande
'loi,bonlai a-ricoa cortinados
CAMDRAtAS BRANCAS A 43000, A PECA.
S o Pavao vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo m,ais de vara de
largara/cort 10 jarips cada paca, fazenda
imaa e janeUas,' W9 semPrc se vendea a 7,)'e 85000, liqui-
*W:) o par. al o mais' da'se Pe:>0 ,)arato Pre de 4*0-
PARA BAGADOS
Na loja.iJo Pav3o vnde-se bonitos en-
chovaes TpMU#&oi.,
Cortes de casemira a 4,010o, cadi m.
Vende-se bonitos corles de casemiras
claras e escuras pelo barato 'preco d'45,
a 2$too o covado, t^ndo das larguras,
ios, pr itrios
. ilom di*
.1 s vea ao meroado, er^eiidewa mais
1 ot (1 outra ovajaalr parte.
CERA DE CARNAUBA.
V.M'le-sesoperlor cUra to earniuba em
. mais tiarato do'que ein outra qual-
de, a ra da Imporatriz a. GO,
o patito
conta.
CRETOiNES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 040
E 800 S,
Para o Pavo ebegaram os mais bonitos
crotones oscuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padrees claros proprios
para vestidos e roopas de menioos a GiO
rs. o covado; sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SETINStX) PAVO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo do diversas cores.
LA AS ESCOSSEZAS
U.iS ESCOSSEZAS
IAS ESCOSSEZAS
A 360 rs. o covado.
Cuegou para a toja do P.ivao, o mais
cegante soFtimento das mais luidas laa/J-
mias escossezas com dos de seda, as qaaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e veadem-se pelo baratsi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE USTA
SEDAS DR'LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covado.
tnegou para a 1 .ja do Pavao um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
ae listas comas mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servara para luto, e
vendem-se pelo barato preco d 2lQ00 o
covado, pechincha.
lidades, tendo di 1)5)00 o covado at 70000
e 8|00), que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRAXCPZAS.
quidam-se'cada um pelo preco do J0,-?000.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
08 PRECOS.
N'esle grande estabelicimento encontrar
o respeilavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
paano preto c cazemira, calcas e colotes de
brim branco e de cores, que ludo se vende
mais barato do que em outra qnalquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ccroulas tanto
Chegaram para a toja Ao Pavo as mais de linlm como de algodo e abundante sor-
iiKias cassas francezas cora delicados pa- timtnto de meias auas.
dres, tendo para todos os precos e auali-' VF.cTinne rvmwfK rminrte dades. dando-setodas amostras, rssim como i Vb>fIUUb INDIANOS COM DUAS SATAS.
um B-jnito sortimento das mais lindas chi- o Pavo vonde orna grande porfi de
tas francezas escuras c alegres, que se ven-
dera muito em conta, e tambera se do
amstras.
CHITAS A 2ORS.
Na luja do Pavo vendem-sa bonitas chi-
tas Irancfzas ciaaaa e escuras e cdcealfius
4p rs..o covado, e pecliiitcLa.
ALPACAS LAVRADAS A
1,000 RES.
640, 800 R
Chegou para este grande eslabelieimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas larradas de todas as cres, que
se vendem a 15, 800 e 640 reis o covado,
assim comoum grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
o
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazende, wm os gos
Cliegaro as mais modernas basquinas
ob jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modeflos, os mais oovo
qoe-tem chegado e vendem-so por precos
maito razoaveis.
POl'PELINAS DE SEDA
POUPELtVAS DE SEDA
POPELINAS DE EDA
a 2j5000 o covado.
O Pavo acaba de recebar o mais ele-
gante sorlimeoto das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
tos mais novos que tem vindo, e liqorda-se droes mais delicados que tem vindo ao roer-
a \Ji l\ tanrln ,"i a 56000, tendo cada
figurino.
um seu competente
CASEMIRAS MESCLADAS A 3:5 O COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
roiras mescladas e bastante encorpada para
cado, tendo entre ellas cres proprias para
alliviar luto, e vende-se palo barate preco
de 2000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me
Ihores cambraia tanto victorias como trana-
LAUNHAS a -m.
LAASINHAS A 3O
' LAASi.xu.^s a 320. roupa de homens e meninos pelo barato "'""",oTt^T^T^AT^'CT mn?
Na luja do Pa .2o vendem se. elegante sor- preco de 3*000 cada covado ou 5*000 o' S!^8 l^Jl?^ pecal a ffiaw
tnosoto d3S mais lindas laasiuhas lustrosas, corte de calca para homem. 10>
cora listriohas a imitacao de poupelinas de!
seda e com as cores mais li;nlis
vindo ao. mercado, sendo fazeoda
m.ito. ra-is
que tem
que vale
dinheiro, e iiijuiJam-sc a32)
Roupa por medida.
A,
A lja do Pavo est, coas
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encntra TOsneUaiel jublico neste es-
tabelecimento ato'gran lo. sortimento defa-
zendas pretas, cpajio cejara cassas france-
zas e inglezas, clutas pretas de. todas as
qualidades, fa^endas. de a de toda que
tem vipdo, proprias para luto, sendo lasi-
nbas alpacas lavradase lisas, -canta., bom-
basinas, "merinen. etc. que tudo se vende
por proco baraJto
rs. 0 cov..ilo, p;ciiinch;i,
Na loja do Pavao manda-so fazer qalquer.
peca de obra a vontade do Treguez, para o
qnc tem um perito alfaiate, responsabelisan-
. do se os donos do estabelicimento por qual-
EM CAMISAS DO PAVAO A \$sm RS.! quer faa qOe possa ha ver, quer por d
Venden um bonito segmento demnito mora, quer por qalquer defeito fia obra;.
finas morT rnas camiss"! inglezas com pci e pira isto encntra o respeitavel publico
to e cormb's d.i linio o prmhoj, pelo'tan grande sortimento de todas as fazendas
baratis^ifii ""co da 14800 rs. cada urna que desejar.
e aos froguezos que comprarem duzias se! bRamntit l ioaa
Iba r; I .,mbatimento, garantin*).M que! amanIh A 1800.
6 fazviiub que tala tuuio utaia liiubelrb; Vepde-so superior bramante com 10 pal-
ljoida-w por esle preco por se ter feiiVrjios de largura, proprio para lences, dan-
Hma grande compra: assim como se vende do a largura d'esta boa fazenda o compri-
nm bomtA sortimento de ditas tambom'-om ment do lencol, sendo preciso para cada
p::to de linho bardadas e ditas de algodJo.um apenas 1 e i/2 metros oa 1 e i/4 De-
para toos os grecos. chincha pelo preco. "
| para toos os grecos. chincha pelo preco. '
fe abci'ta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
ESPARTILHOS A 5*000. ,g
Vende-se um brjnito sortimento dos me-
, Ihores e mais modernos espartilbos tendo
do barato preco de 55000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanto nji-
das como gradas, com cores claras tNes-
curas, dando-se de todas amostras.
FSTES RRaJCOS A 640, 800 E.'tfl.
Vende-se muito bonitos fuates acantos
muito fleiivel proprios par ?estfoYr* da
senio/as. e roypa para ipaninas. e,vende-sa
a fiO, 00 e l^OOn. 0 wado.
Oassas a MM0 *a.
O PavSo est vendeado bonitas cassas da
cres fixas a 210, 280 e 300 rs. o coTOflo.
.tiioa
8



(
oii.K!
i


.
NTO MCttAM-ft G,
A A GUIA NEG U animada com o bom accolhimento que te've era seos annnn-
tos,, ven novo participar a sous freguczes q. acaba de recener um variado sorti-
nerito. de-objectos de gusto os qaaus sero vendidos por presos muito razoa\eis, pois
?uaodo feaos seas priuicirDS auuucios, foi o que asiegurou* e s$m mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna u&a. inijwfiloradesta. pjaga, e
por isso podr ter ludo especial e vender por' precos admrnawei.hoi fot* a atten
<5o de seas' reguzes para os artlgos pjssa descrever:
ivro com o tampo de marim, madre- Um van ido sortiinents-.de charuteiras e
Mrok-e tartaruga, proprios para missa. paHiteiros de uurodau*,
.awfinnas vaaiaspropnas para presentes j^ para voIlarele.
Rungallas cora raarfira, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Ccffres de foibes para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo'sortimento1 de lavas depe-
lica,
ousa de gosto.
fodieoeusaveis le palinlia e dcouro pro-j
ffoi pare seaboras e ineuinas traer nos,
reos.
Binculos dd madrepe(X)la,mailme tar-
t traga todos esmaltadas.
Ciatos largos de setim, cousa iateiramen-
* nova.
Hlnde sarja de todas as cores e larga! Taiagoroe parabordar.
?8 par lacos. Um completo sortimento de enfeites de
Toco, sapationos meias de seda e mais seda para vesWo.
certenoes para baptisados. | Peramarhs de todos os autores os mais
Fitas com inscnpcoes propnas para bou. acreditados em oxtractos, pomadas e leos
*n ae noiva, | H iaaimente outros maitos objectos que nSo
Ricos vaste com p do arroz. e possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por- oertiScarao do sortimento deste estabele-
< cimento.
Agnia Negra, rua do Cabug n. 8.
O armaaom do VAPOR FRANDZ nwa nova n. 7, lembra e offerece por comrao-
do preco aos dignos moradores da rua do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de-
papel de cores : verdes, amare los, encarnados, e-con d vafandas e abu luntarvareimia beWa e grande ijiuninacao qne. teiHionain Jiizer, que por
maior que ella seja.nao dispensar do ser unalcad com as iflorentes cores dos men-
cionados globos.
7Rua do Qneimatlo-
DE
a a c-a a.e
w e c -s' o
O O J -t, TL*
Cbcgpu.pelo ultimo vapor da Europa,o mais bello sortiment diUazendas preta
:otno sejaxa:
Grosdenapjes pretos de todas as lrguraae qualidades,.
Gorgurao preto para vestidos, oque tem viudo de mais superior nesta fazenda.
Pcquin da China, de seda pura preto com lislras de seiiut-.o que ha de mais
moderno em fazenda preta para vestidos.
, Mantilhas brasHeiras de renda de seda preta o qne tem vindo de mais moderno
* este- mercado.
Meteroiques de croch preto com ricos la$os de setim e de modcllo completa-
.mente novo. .,_.
Casacos de croch pretos, compridos cora grande roda e de regaco que finge
segunda saa sobre o vestido.
B Bicas mantis pretas para cabera de senboras.
Um grande sortimento de filo preto de seda com flores, neste mesmo cstabele-
cimento tambera ha um grande soriimeuto de poupeltnas de ricos gostos, sedas lisas de
lindas cores, saias bordadas, finas para senboras, luvas de Jouvin de todas as cores
para homens e senioras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e janel-
las, tapetes para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas eslei-
rs da India para forrar salas, s existe na rua do Q eimado n. 7.
Leja do Triumpho.
aricantes, como sejam finos extractos para o
feaco.esswicias conceKradas demuilas (jtia
Ift^arttfe.-elhes d^ngrHlaveis MfHrus paraos
cawHes, el^wtos-vasos-eom bflb?rrha, lin-
diismws vasee-'Ctm'ps- de -arroz, ssijonete?
ifelilfeW^tes-^ualidades ttc, etc., assim
"pe* oaiprewd6rtsB- d1wm, vetibamsat>s-
faaer&** paiso-s-na NOVA BSPBRANCA
PARA ALYB/\a E CONSEQVAH OS DEMKS
i P de carvao da rvtasi: ven Dilioe de Cawas o. 2i na NOVA ESP-'
BANCA.
Para acabar com as -ardas cu panaos
receben .NOVA ESPERANZA, rna Diw
que de.Cawas n, ai, overdadeiro ioite.de
rosa* btincas.
a|>io ralcati-fio.
Vmde-se na roa Duque, de Caxias-IL 21
PAliA LUTO.
Brincos, broches, vollas. pul eiras, fivel-
ilae, i entes, botoes para puiibos e cadetas
para ietugios.
, ANOVABSPEBANCA, quertndo saliffa-
zer suairegufija,. naosniente tro objecos
d'ab^na ou aei.iuse, quer i.imhci acoro
panhar aquelles, qn- infelizmente perdoindi*
aJguetn de ^ua familia, ou algutm de sua
amizade,prisam de taos objectos, assim
Itois a NOVA KSPEBANCA, mandou vir o
que ha de melhor ueste genero, porque
sendo lats. objftclos de c6r negra, sendo
de m qualidade. u5o somento tornam-si-
tristes como al repugnantes, o que n3o
acntese.), aos da NOVA ESFEBANCA. p-.r
que apenas exprime o sentimento, pela cor
porem. cdsu ,que traz um lenitivo .pulo gosto
e perfeico com que taes objectos sao Ira-
balliados.
oxtd
natural.
Auzentoa-se dpsd* h fl de hforil do correnle
arnio, a mulata acabotutad.rsula, de idade pou-
co inaia < u menos 30 nnnos, ebeia do corpo, ea-
BeHOs corrih, lem os denles da frenle p.Tfeitos,
ralla descansada e o maior Mgnal nnw impifein
T/Uin (,os- ^M^s (kde o coiotello atamo-
nhf i-a d;i mao, supji5e-se ler seguido para o ko
donde 6 natural, lev, u vestido de chita, escuro-
tom liSia encarnada?, acostnnuda a dri'-""- a
otta : quem a pegar Uve roa- da Matiiz da
Boa Vista n. 46, ou rua da Gru n. 26, que gen
cualificado.
Fugo no dia 11 do marco do correnle anuo
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 anuos
com os signaes fegninics : cabello? carapinbos,
rCNo descarnado e com marcas de beiiga?, inti-
tula se echara, levou!calcas i brancas, paloC oV
alpaca de, cor, e cliapodo, Cbile, natural da
Paraliyba, e.foi -umprnd ao Sr. Di'lmiro Aive,
Maia, morador na Parahyba e julg.i-se ter ido
para o mesmo lugar ; de=de j proicsta-sa contra
a pc?poa (pie o livor ocultado. Roga-ae aos eapi-
iles de campo, assim como as autoridades poli- ^
claes que c tragim A rua Direita u. ji, que serao
generosamente gntt'ficudos. ?
Contiua a estar i'ugido o niolique Gregorio,
de 17 innos de idade, croulo, com falta de don-
es na frente, testa redonda,, olhos vivos, com urna
marca de quein dura na barriga, e oulp na cxa
ae urna estrpada j antiga : gosta de andar com
^axinibo : qum o pegar |ae (evar ao engenho
California em Serinliiem, a sen tronar Joo Flo-
rentino O. de. Albuquerque, ou a rua da Eraia n.
3t. que, ser bem rtc
ii S 2
- 5 a> O^ ft

o < > (
B?3
crcj -
=T5 Sru o
s
i s
o
OD "
C-.T3
o u
o.

5 2.
' 3
s. 3

ar'eoS 'S
o
ag: 3
9 Z'Ja "'J
II

o
i
a>
2.
o
co
0>
DO
3 w =.
g o w.
S c 3 i g
,48BS '
"Sre
\
sa
o 3
aj di-a _
=.oit0
>2 a.ig.3
,03 S O
a*
O cu
te-N f (D p
IOeposito
No armazera da travessa do Conpa Santo n. a, ba sempre um completo
jortimnto de objectos para carros, e que se vendem per precos mtito rasoave, comt
sejam:
Vaquetas de lustros; grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ba de melhor.
Guarnieses de fino lati para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as inesnaas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado C.
k Mi
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fitn.
Meias de seda e fio de es:c;ia para crian-
cas.
! Dedaes d'osso, marflm, ago c madrepe-
rofa.
A rua do Duque de Casias n 21.
(ANTIGA RA DO QUMALO)
Nao foi sem fuudamento que a NOVA,
KSPEIlAN't lem deixado de fazer os scus" ptimas navalbas, afiadores cmassa para
annoocios, razao simples, ella entende asmesmas.
que tudo em demasa aborrece... por isso Finas esponjas para o rosto c para ba-
como j tinba dito e scientilicado sua boa Hitos'.
'fregueaia o que constantemente a receben- Bouitos sapatinbos com biqueira, sendos
do, ou tivesse feito muilas, vezes, receiou com sallo, para meninos e. meninas de dois
trnar-semassante, assim pois recolheu-se a doze anaos,
um poeco ao silencio, mas nunca deisando Boas lentes com cineo meme'tros, para
d'eatpregar os verd.adeiros esorfos, j con- contar-se os fios de qualquer. fazenda.
tratando mnior numero de correspondentes Tesouras para frisar vestidos.
Joaquim Rodrigues la-
vare* de Mello,
Praga do Corpo Santo
Na 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRusBia.
Viubo Bordeaux de 1."
([ii.ilid;i le.
Farinha de man-
dioca.
M Fa? ello d,^ Lisboa.
Cimento-
Vewle-se superior cimento em barrieas grandes
pelo diminuto preco de 8*0D0 a Itarrica : na pra-
ca da (Vn.cotdi.-i. armazem de cal preta e branca
Vende urna carroca de molla para cava lio
com os pertepcente* arreios : rua do Brum nu-
mero 79.
ATTENCAO
Fugio de ca?a de seu.senbor da (idade da Y"*-
Im, bocea regular, ktifna nm tanto ftma, corpo
cheio, pe eips e com Tachaduras, gusta de lientr.
ralla manso e um tamo pago, nariz um poueo ali
lado, levou vestido Camisa rdxa j osada, caica d.^
brim pardo, chapeo de feltro velho j com ofun
ilo turado, preFuiue se techa vindo para esta ci
dade, ondetpmum parceiro, elle de-appareceu n
noile de 30 dp prximo paseado mez: quem pe-
ear e levar ao largo da alfandepa, arma r d
l'Vago & Rocha, ser generosamente
sado.
50$ de gratficoco
Fugio no da 21 de abril prxima passado lid.)
|i um mandado na Capunga, o en-iav" do abaixo
assi njdo. de in-me Luiz, de n?eo da Costa, coa
os signaes. seguinies : alto, cor preta, s> eco d.>
iv rpo, c(.m alituma.falla de dtntes na frente, a
MllIfllu alguma cerusa atrapalhada, repnjsenta
reflezo de vista meio rncandiado, tem de um la-
do do peito urna marca de caustico que levou ba
pouco tempo por ter estado doente terna caira
ile casemira de cor, camisa de algodao azul, ch-
I'o de palha velho, representa ter 36 anno?.
provavel que lenta modado, a reupa, este u-cravo
foi comprado ao Sr_ Pinlao procurador de c;. ;
r> ga-se por tanto, as autoridades pnlicae?, as*i i
'orno aos capilaes de campo a priso ; lem sido
visto em Santo Amaro e em Aj un Tria : entre-
gar na rua UireiU o. 30, lleeife 6 de maio de 187U.
Ricardo Jt>s Gomes da Cor..
FUG1C0S.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonos tinteiros de novos moldes,
Meias de la para homens senboras.
Finas *bonitas ligas para meias.
Fil de ludio c de seda, sendo preto e
PILULAS
PH1 2 RE eASTIGLINE
PAR I S
P. IHAUKEIl et C'% em Pernambuco; JOS BELLO, em Pono Alegrt\
SILVA LOPES, en Baha; FERKEIRA ct C1", em Maraahao.
oa Europa, j descobrindo objeetjs do mais
tapurado gosto e iinala.ei.te assignando o
Jornal das Fatiiilias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos ele,, ele. para dest forma melhor
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem aKOVA brancu, liso e desalpicos, e outros "muitos
ESPERANC.V ufana-se em offefecer-lhe objectos expostos a venda rua Duque
seus serviros, apressando-se desdo j en- de Caxias n. 2J, na NOVA ESPETUNt:A.
declarar que tem recebido ultimajnenle MUIT PERFUMARA,
enlremeios e babaiio* bordados tran?paren- A NOVA ESPERANCV. a rua Cuque d*
tes e tapados, cbaposinbos de sobra para Caxiaa.o. ., acaba d receber muila per-
ilbaptisados. fumaria, dos melbores e mais afamados fa-
Hontem 9 do eoprente desappareeen o es-
sravo Nicolao, oriool. com 30 annos de idade.
altera regular, sem falla de denles, cheio do cor-
po, bulante bnibaio ; o coi po um .lano esmore-
cido por ter andado um tanto doeute de cmaras
desangue ; tem os ps um tanto grossos prove
niente de crvos, doentes de ambas as canellas.
tendo em urna deltas una cicatriz bastante gran-
de em ennaequencia de urna boba, e na nutra sig-
na I de ter quebrado a peroa, da qual p.uxa alguma
cosa : roga-se, pnrtanto, todos es capitaes de
caaipo e as aiiinridi*>s eompetenie a sua caplu
tzt que se gratifiear, na rua Nova n. 2i.
ATTp~
Fugiq do eugcnhti Saoi'jago do termo do Igoa-
rass, o escravo creoulo de nome Antonio, idade
18 a 20 auno?, estatnra regular, cor preta, nariz
ora pouco chato, tem faltas de denles na fr nte,
oj ps as pontas sao um pouco voltados para
dentro. Presme se que for sednzido e guiado
por um individuo de nome Bernardino ou" Secun-
dlno, que morando n'aquelle engenho desappare-
cera ao mesmo lempo em qne auscnti u se o re-
ferido escravo, e que se dingiram para os lados
de Santo Antao ou Kecife. Pedp-se as autunda-
des polujiaos, ou a qualquer pruss qne delle te-
nha noitcia, que o faQam prender e conduzir ao
seo senhor Adriano Jo- do Reg, que presente-
mente se acbe morando no engenlm Araripede
Cima do mesmo termo de Iguarass, qne recom-
pensar geoerosa mente.
VVISO
1003000
Contina a estar fgida desde o dia 18 de Janei-
ro do enrente anno a escrava Silveria, crioui:,. de
idade de 25 a 30 annos, com os signaes segointo
ahora regular, beicos rossos e lebitado?, i -
saliente, orelhas pequeas, falla mansa, corpo <|,|.
f:do, quando anda cocheia, foi fem'vona vi' r, d>
tiatio do 8r. Joo.dn Beg>arro<. foi venda.. -
la cidade pelo Sr Plexe, como procuradur do >.
Barros, j fi vista para bandas do engenho Mur-
os em companhia de um cabra ex praca Se ,.
vallarla, julga-se qtie o seductor o que elle r:<
que a dita escrava-.^ linha forrado : rogase au-
toridade po.icial e capitaes de campo a cantara da
mesma, c leva la rua da Soledade n. 86, Cu rna
do Amorim n. 64.
Fugio do eDgnho Braco do Meio, frpiiczia
da Escada, no dia 20 do abril prximo pa-sado .
escravo de nome Marcos, crioulo, iflin'al de eara-
pma, idade 23 aoaos pouco mais nu menos, boni
ta figura, eor fula, alfo, rosto regular, tem fai;
de um dente na frente e os outros limad n t '::
anda de calca e palitot, chap,is'"de baela G..-'
rihaldj, deye mudar de trajo porque leven palit. t
branco e prelo e leva urna regua de 4 a pj-
fuoa de comprimeoto, cpnduz um bah dt fol:a
com alguma roupa e um par de bartefuins e ss-
hio com urna creouln forra de nome Franela
tamtiem de cor fula o lem os beicos proseo-.- i
defeito nos denles, esta vai de vertido de ctut
acento branco com flores de rosa: ped-te as
aotoridadoa e capilaes de campo a raplora d.
mesmos e leva-Ios ao dito engenho, ou na rua d i
Livrameoto n. 20. em casa de Cotrea & C, q
ser recompensado
2.
LISTA
140.
DOS PREMiOS DA dt. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVNOAL N. 370,, A RENEMCIO DA. IftMANDADE DO SENHOR BOM JESi D.OS PA^SOS DA MATRIZ DO CORPO SANTO, EXTRUHDA EM 1,2 DE MA0 DE 1870
" __________________________ ~~~ ~* ~" ~* ^ ---- i- -.. --i...i ..... T i., .i --------- i __________________
',".', '-*7-
Ci

m
6
199
207
14
21
22
13
28
29
30
t
49
49
57
< 61
63
' 65
66
69
71
78
81
87
88
60
303
H
12
18

S
32
34
8
42
47
49-
50
62
65
66

75*
76
6*
10*
91
384
89
93
94
97
462
4
10
I !ft
k;
22
M
28
' 31'
40
4
46
4?
*8-
70'
71
75
76
77
: 78
01

86'
87
86
6*
JUS, PREMS. NS.-PREMS. SH. PREMS. US. PREMS. RS. fREMS.
2
3
4
10
13
19
2f
24
26
3T-
3f
M
44
4
57
m-
o-
as
7#-
U.
761
8*
89
91
M
m
7
t
n
39
4*
W
60
i
3
67
*
78
N>
m

M>*
6*
to#
oaJ
6#-
502
3
16
17
19
20
41
343
47
50
52
56
60
62
63
6'i
67
69
70
71
72
77
80
81
82
85
87
89
91
609
19
'23
39
57
59
eo"-
63
66
68
72
73
73
79
81
8f
88
9
9$
m-
19
JttEliS. H. PREH6..NS. Wm m. PRBMS. NS. PRBMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS
6* 3190
92
93
94,
97
3200
3
5
17
24
X
27
3*
49
54
5? t
62,
64
74
78,
6*
2004
i
m
u
ni
m
Ai

y
89
Mil
91
96
3306
8
11
**,
17
19
M6.,
.17' --
34
m
45
49
ai!
53
5t
so;
65
3368
80
85
88
91
94
97
3404
7
15
2.1
29
34
44
47
0
e
65
6*
20*
6*.
**
A,
.
Hl
-t
'*#6J
mi


10*
84
87

3501
6
10
20
25
37
30
31
37
49
41
83
63
*
79
83
87
90
M
3600


1HH
Diario de
Pernambuco
Sexta feira 13 de Maio de 1870 1
ib on'fl
LITTERATORA.
,-----------------.._-----------------------
Smaaaa.
Faginas de uhA historia tehdadeira).
N
EBa>t Sam-iel.
(Gnntlhuaglo).
Obrigidf acuito esta, resplandor
ralade alegra.
b8o era dito e feito !acompanhoo
3aamerA demora eslava em cheg; a
aaemoravel iieia noute.
K por mars alguna instantes isso foi o
fe*mada conversac>>,
A"4 dez horas da noite, eu me retira va,
atompaobado por Samuel, que estava doudo
ftr conversar comigo, respeito de Su-
xaai.
Nao, por certo decid tambem sor-
rodomormenle sendo o pedido feito por
ma> menina; d tct-ze annos, e bella como
*I>. Suzana.
III
O passeio.
PTtja noite, eu soffri urna insmnia hor-
r:i*r-
Cora eihiM injertados de sangue, vi o pri
fn> raio -d'aurora assomar uo Iwrisonte.
Ajan;lla de ni hi qiarto estiva aborta e
irada de-fronte fobril-e escandecida, pre-
i:ie'OfrprHUninmovim,nt'8 da nalure-
*que eordava, entornando s mos cbeias,
iaesuuros de perfumes e bollsas.
\. eiuti o iiltiiUi charuto, e fui il<> mais
?rto, experimentar o contacto da aragem
ks 8- porfmnosa.
O somno comee->u a pesar-me ni cabga.
S cjusac/.i dolor -so que resulta de todas as
vgfias tormento as, alquebrava-me o corpo
> entorpeca me o espirito fraco e abatlido.
$hei para ceo. mirando a estrella d'alva
ape se &sten av- e-u todo- o esplendor de
aja belleza, e fui tonto de sofffimento repou
mt nm pouco sobre o leito, o mesmo que
vajueans hora*- antes p recia repellir-me
Ornado accordei, era alto dia j. Plli-
), eom o rosto cheio de soleos, pareca me
ao proprio exarne, ter atravessado iui S'-
&> a agonus.
jiih depois, e o-mais cedo possivel, suba
, estadas da casa d D. Fabiana.
E j s i auproximam as horas da minha
tda! exclamnu Suzana para mim, aps
baga conversagao, qaasi s elaborada pola
adteirago que produsio ornea rosto demu-
*do.
E porque vai hoje ?
Mbo Dos! Eu j mandei dizer ao
spilSo d navio, que me mandasse o bote
*> qoatro e mera h iras da tarde.......
E o que tem is?> O navio nlo parte
*; nao depois de amanha; manda dizer-lhe
sus tica sem etTeito a primeira ordem, e
ftae ha uin motivo, pelo qual nao pode ir
seno amanilla- de manhia, pelo menos.
K porque me pede que eu fique ?
Para goza par mais tempo de sua
MBpanbi.
S?....
Nao : para dar-mos um passeio, hoje
r ooite. Nao quer ?
Q&eru V
Ento iioa ?
Fito !
Satisfaz de to boa vontade omw
p dido!
Porque nao f O que ser que me peca,
9e en nao Ihe faga ?
Tbdo ?
Tudo fConfirmou sorrndo.
Pois bemdisse-lhe eu tamhem sor-
Bjio Hoje noite, ha de me dar a es-
.,?!, mais bonita que apparecer no ceo
Doce rrapdMsate ella acariciou-me a
fjee- eom a mo; sorrio, como' si nesse sor-
ras > incloisse a resposta qae deven de me
dar. e correo em basca de Roberto, seo
.todo, para mandar nova ordem ao capto
do navio.
0 dia passoa se no maior auge da ven-
tura.
Dand j expanslo seo genio original pelo
exquesito, i ello pela franqusa de se re-
velar, e grande pela audacia,ella s nao
sacuda um punhado de sua alma no seio
da minha. quando alguem se collocava
nosso lado, e se constitua, quas sempre
involuntariamente, o aojo mo de nosso ceo.
' Q jando a noite desenrolou seo manto da
trevaf, orvalhado do pranto de fgo que
chora o firmamento, desenroloo-se tambem
o rosco veo de nosso projecto nocturno :
sa-moi para passear.
No momento de o braco de Suzana en-
lanr-me com o meo, sent um calafrio.
Dir-se-ia qu > urna voz mysleriosa profe-
ria meos ouvidos os deveres da honra e
da virtude ?
Dir-se-ia que eu escutava um brado de
minha consciencia ?
No!
Era que eu eslava com urna mulber se-
ductora no cme de um dispenhadeiro !....
Era que eu tema a mao fatal do demo-
nio o aromtico veneno de belyotropo sel
vagem I-----
Onde chegar este passeio ?pergontei-
Ihe depois de muito reflectir, depois de
milito receiar interrogar-Ihe per alloma in-
significancia.
Ao infinito Com tanto que se cami-
nhe jlos erraos.
Gosta assm da solidao ?
Muito f E depois d'isto, preciso qae
licuemos um pouco affaslados do mondo.
Q tal seria o alcance d'esse procCimento
de Snz >na ?
Voltemos a flha.
Q lando j tinhamos caminbado alguma
cousa. e o mundo, na phrase d'ella, j se
ia a Gastando um pouco denos, urna voz
maviosa soou meos ouvidos:
Como doce, quaudo se ama, e que
se tem um momento de eslar-se juntos, bem
untos, assim como nos estamos agora!-----
Tudo que se pode imaginar de mais b lio,
da-se em espectculo a Ue os nossos olhos ;
tudo que o poeta sonha de miis soberbo,
levanta se em myragens seductoras no in -
finito de nossa alma !
Foi talvez um acto de espirito pequeo ;
foi um erabecil resultado de sensaees de
idiota ; f i tudo, enfim I mas levantei-me
terrivel n'esse momento I
Estava em aeco com toda a realeza de
um re pela virgindade do amor; tinha o
coraco puro de todo e qualq 1er senilmen-
te aviltante, e se soubesse que o de Suzana
se delinha justamente em opposico ao
meu, era capaz at de mata-la I
Mas ss3 nao ser urna infamia ?re-
torqui.
0 que ?!...
0 que nos estamos pra cando I A se-
nhora, por exemplo, ter um marido, e di-
zer mim, que doce e muito doce estar-
se junto de quera se ama !... Nao ter islo
tudo, por ventura, urna breve explicado ?
Meu... Deus I acudi ella n'um
desespero.E o senhor pode crr que as
ininlias palavras tragam occuitaraente o sello
de urna infamia ? t E o senhor pode crr
que se n3o fra em sua presenta, eo atira-
va to ao longe a agoa de meu genio I Fe-
licidade! Desde o momento em que eu sou-
besse que o seu corceo nlo nutria senti-
mentos puros para comigo, o seu hombro
au continuava a unvelar-se com o meu !
Gu o atrava para distante de mim, como
um verme desprezivel, e procurava fugir
at de sua sombra Nao sou t3o vil como
talvez pensa ; nao I Tenho milita esperanza
de nao ver o dia em que eu beije o rosto
de meu filho, e siuta o rubor miseravel su-
bir s minhas faces. Nao Depois de mi-
nha honra, posso um marido que me tem
dito muitasvezes: Filha: s boa sempre
para mim ; eu te amo. Lembra-te sempre
deque sou teu marido, e que a mnima gotta
de lama que tu lances sobre mim, dar oc-
FOLHETIM
m DRAMAS DA ALDEIA
sobre ti, fazendo-te pedir esmola, ou be-,
bondo o teu proprio sangut, aot golpes de
um puuhal justiceiro como o co!
Essa mulber seria tifo louca, qu nao te
messe a hora em que a ousada mo da jos-
tica arrancasse a mscara com que ella se
aformoseava caotamete ?
Seria to mbeci, que pensaste que at
para mim tinha valimento a pobre arte do
sophisraa, cora que ella pretenda esmagar
sempre !
Nao!
Era que Suzana se tinha deliberado a dis-
cutir, a esgotar os ltimos recursos de sua
intelligencia, cora tanto que nao fosse a pri-
meira a despedagar o manto de sua hypo-
crisia I,
qae eu creio na pureza de sea ge-
neroso coracocontinuou ella apertando a
minha mo. que ea sinto pelo senhor o
que deve sentir a aragem pelo aroma, o-
campo pele flor, a noite pela luz, e comilo
at que seus labios se toquem com os meas ;
porque tenho plena certeza de qae estes
beijos sero o paro mel do que nos tem mu-
tuamente penborado, e nloo veneno da
paixo que mata e que amesquinba I
Poucos momentos me faltavam para po-
der dizer Suzana o que qaizesse. Tomer-
Ibe a mo e beijei-a.
0 logar em que estavamos era qoasi om
deserto. Ravi algumas casas, porra dis-
persas e um pouco affastadas de nos.
N'um.i ponte, quasi de nenhum transito,
divulgando s vezes ao longe om vulto, urna
sombra, podamos sem receioestar de fren-
te livre : encostamo-nos sobre a grade e fi
tamo-nos.
Suzana estava lvida. Tinha o rosto en-
volvido no transparente e doce veo da lan-
guidez e a aragem branda de um sorriso
abra de levemente a rosa de seus labios.
To bella, meu Deus f profer cor:
rendo a minha mo sobre a sua fronte orva-
Ihada pelo sereno da noite.To bella e
locomproraettida...
Porque ?... pronunci >o ella atoa-
mente e rae beijaudo e me acariciando e
fazendo com que eu chgasse a ser am bru-
to e nao respetasse um altar, perante o
qual ea s devia dizer urna oragio !
Porque eu te amo frespond quasi
s para ter o que dizer; eedendo ento
realmente um vebemeote impulso de mi-
nha alma; e collando mens labios com os
seus, e querendo ser a parsita desse lyno
sublime de um perfume venenoso, que me
nao deixaria ser urna flor talvez mais bella
do q ie elle, se por fimorna reflexo su
prema me nao tornasse hornera e me obri-
gasse a nao praticar urna dupla immo-
laco t
Tinha comprehendido Suzana.
Vamos, vamos f bradei n'um delirio,
travando-lhe do braco para seguir.Ea nao
quero sentir-rae enlameado, para encostar-
me ti e nodoar mais as tuas vestes I
A sua perspicacia deu Ihe conhecimento
pleno de que eu procurando o lado miste-
rioso de seu espirito, o tinha encontrado
naquelle momento.
Sungando o vestido, e attribulada como
a victima fugrado das mos do oppressor,
olhou desvairadamente para todos os lados,
de um s lance de vista, e ajuntou balbn-
ciando:
Vamos!
Caminhamos.
O braco de Suzaa enlacado com o meu,
era como urna cada de ferro, que me aper-
lasse o coraco.
Em seu contacto, eu experimentava um
abrasamento de atmosphera. Queimava-
me ardia em si ara fogo que pareca con-
sumir-me.
Era um i insania I
medida que crescia em mim o desejo
de atirar-me no infinito : o desejo de fugir
da presenca de Suzana, levantndome de
todo as duas azas de anjo, que se balou-
caso a eu derramar toda a minha colera- cavam no seio de minha alma, avallara
|ejH olhos a quasi irrevogavel obrigago de
contMutr por mab alguns momentos, par
detsa mulber!
eu camlnhava.
Desvairado quasi pelo desespero de su-
geitar-me to grave circumstancia ; sen-
tindo s vezes subir-me dos ps cabeca,
urna dessas explotos de sangue, que pare-
cera deixar raios de estrellas cravados no
<'erebro, eu s tinha in mente, adiar o mar-
co que me fizesse destacar daquelles rmos
raaldictos I
IV
Comcga o infortunio.
Quando pozeraos o p no ultimo degro
da casa de D. Fabiana, urna senhora atra-
vessava o corredor.
Era Emilia.
Parou de sbito, e veio receber Suzana:
Oh muito agradavel foi o passeio :
que diz ?
Qae mo de fogo esbofela nessas pala-
vras o pjo de Suzana !
Mas que nem ao menos ella se contra-
dio por um momento siquer f
Maior vanlagem Ihe resultava em dar ou-
|tra inierpretacad quelle sacodimento de po-
dras aos labios de Emilia! Sorrio, e inti-
mamente rebentou na gargalhada do escra-
vo que escarnece do grilho, por oo poder
morder a mo que tanto o redoziof
verdade. Gostei muito do passeio.
Pemambuco magwfico f A menor cousa
delle urna precio-sidade.
E Mguiram pora a sata, onde se aeiiava
Samuel acompanhado peto resto d fa-
milia.
Eu nada disse. Entrei, e procurei sen-
tar-me om pouco affastado da luz. O que
se passava em mim... sb Deus podia sa-
b-lo f
O effeito da mais profunda admiraco r-
nava em todos os semblantes.
Outro tanto, porra, nao aconteca con*
Suzana. Prasenteira como seare, desata-
va com tanto desembaraco as fita* do cha-
peo, e to di posta a> tomar urna cadera e
fazer a descripeo do um lindo passeio, que
neo ao menos mereca que sobre eila se fi-
zesse pesar a suspeita de por roaie urna vez
ter sido infiel seu marido t Apenas dava
lugar e diaer:Imagine-se o charco
coberlo de fres, um inferno povoado de
anjos, o crime que desprentle oo risos da
innocencia: Suzana nessa occasio eslava
em tudo isso f
Superior tsdo que exeree o seu domi-
nio sobre ootrem, essa mulber bem poucas
vezes sabia trepidar! Nos momentos de er-
rar, nao era capaz de dar demonstraces de
qae tambem se senta ere disetisso no tri-
bunal de si sesma !
Dir-se-hia qae ella nao tinha consciencia!
Mas D. Fabiana se nao pode conter. De-
pois de em cada olbar que lanca va sobre
ella, fazer umjuizo desagradavel do com-
porta ment de Suzana. perguntoa-lhe :
A senhora quando se fr embota, de-
ve de ter muitas saudades de Pernambuco,
nao assim ?Tem-se divertido bem, pas-
seado bastante com os mogos.. -
Oh I muitas, muitas saudades!acu-
di ella com ga anteio, e lomando assento
ao p de Emilia.Esta provincia reduz o
mando ao mais completo captiveiro! E mes-
mo um encanto!
E sem qae alguem instisse para ou vi-la,
fallou por mailo tempo de todo e de todos.
Samuel levanlou-se da cadera em que
estava, e veio sentar-se junto mim.
Perguntou-me por differentes cousas, e
eu Ihe respond apenas por duas ou tres
vezessira, ounao. O tedio me devo-
raba! A vehemencia do njo ressumbrava-
me por todos os poros. Suzana era como
que o vaso onde se depositava o fel que se
me coava do coraco.
Alguns instantes depois, urna escrava da
casa annunciava a chegada de ama pessoa.
Quera ?indagou D. Fabiana.
Ea nlo sei, nlo, senhoraresponden
humil lemente a pobre serva. om moco
# barbas brancas.
Mande que entreordenou D. Fabia-
na, nlo contendo urna rilad i pelo appareci-
mento de tal celebiidadeummdfo dt bar-
bas brancas I
Suzana levantou-se, applaudindo e acom-
panhando as gargalhaas, e chegou at
varanda.
Ah o Sr. Tenorioexclamoa D.
Fabiana vendo apparecer sua visita.Pode
sent; r-se. Cuidei que era alguem de mais
ceremonia.
E o Sr. Thnorio sentou-se, depois de
fazer e receber os devidos cumprimenlos.
Suzana rollando, tomou lugar ao p do
nosso hornera. E, segundo me parecen
logo, destinoo se a constituir delle um mo-
tivo, para bem terminar a cooversago des
sa noite.
Satyrica, frisante tambem s vezes, ella
sabia zorabar com sublileza, e s de roman-
ces e versos foi fallar nossa sympathica
velhice prematura.
Continuar-se-ha)
POR
Ponsnn du Terrail
(Con'imngao do n. iOi).
XXV
Dorutha, a criada de Maurel, erguera-so
do, como cosrnmava, e dera orna varre-
teia na sua cosinba.
O Mnlot, depois que era figuro, levan-
Sfi se larde
Erna boa cama nao cousa para ser des-
jrtSrida por-quem" durante longos anno* s
s tete de Mhas seccas revolvidas pelo ven-
a ao centro dos baques e os gosos da
jrepr.mlad torneara o Mulot indolente.
Quando elle satiia do quarto, \\ a criada
Tafea babiluaTnenle fito lodo o servgo, mo
\o porque Bcoa admirada n'esse dia de
aevir ruido no quarto d'e'le antes das sete
aseas e anda mais vendo-o apparecer d'ahi
* vtu quarto de hora, preparado em termos
Jb viagem.
Madruga hoje o senhor! disse a
oda.
Estou de partida.
Vai longe ?
Para alm do Nbelle, prximo a Cbe-
auttit.
Ob t meu Deus, sao mais de dez le-
pas 'aqui !'
Pouco mais ou menos.
Posso saber o qae o leva l ?
Vou procurar um rendeiro chamado
fcubert. Conhece-lo ?
Ser o caseiro da berdade dos ftimi-
am*>, pertencente ao Sr, de S. Julo ?
Talvez.
Entao vai ali cagar ?
Voa respondea o Mulot mysteriosa-
Rao votta hoje por certo ?
S amanha.
Tanto melhor.
Porque ?
Poderei ir Raposeira ; anda l te-
afeuma roupa.
Pos simdisse elle distrahidamente.
Dorutha. deu-se pressa em por o caf ao
e, nao tardando em lh'o servir.
fr Mulot, que se conseavra aquecendo
k fb ao lume, accendeu o cachimbo e
fitst a fumar.
- Vai a p, Sr. Maurel f perguntou a
Tonho boas pernas e seguirei os ata-
da floresta.
- Pareca-me'que faria melhor indo na
do caseiro. Oeste modo, fazendo
caminh > ela Raposeira, poderia deixar me
ali.
Pos nao dizes mal.
E Dorolha de um pulo achava-se par-
lamentando com o caseiro, qae, empenhado
em obsequiar o proprietario, tratou dear-
racoar a alimaa e atrela la ao carro,
o patro quem guia ? perguntou
elle.
Guiare eu acudi a criada. En-
tendo -me bem com isso.
Urna hora depois o amo e a criada se-
guiam o caminho da Raposeira, installados
na carroca, que dava solavancos capazes de
causarem verligens.
Anda nao erara dez horas quando che-
garara Raposeira.
A Martina, vendo apparecer-lbe o irmlo,
ficou pouco satisfeita.
O Mulot curaprimenlou-a amavelmente e
disse-lhe :
Se ne fosse a Dorotha, nao me ve-
ras boje aqu.
Ento a criada encarregou-se de explicar
o motivo de condescendencia pelo qual o
Mulot se deliberara a fazer por ali cami-
nho.
Que vaes fazer a Chemault ? per-
guntou a Martina.
Vou comprar om par de caes de caca.
A Martina poz a mo na anca do sendti-
ro e disse :
Isto foi apertar de mais com o ani-
mal !
Tem muito genioacudi a velha.
O chicote qae tem muito peso !
redarguio seccamente a Martina.
Dorolha, que passra dez annos a tre-
mer em frente da Martina, nao deu res-
posta.
Parece-me qae deves agora seguir o
caminho de Nbelle disse a Martina, vol-
tando-se para 'o irmo eo verdadeiro
tomar aqu outro cavallo, em qnanto este
lica em descanso, .\manbla, na volta, re
tomars a Dorotha, carro e cavado.
Est dito redarguio o Malot.
Miguel, que se tornara o mais humilde
criado de Martina, foi, em quanto o Mulot
almocava, sellar o cavallo qae fra do de-
funto commandante Ricardo.
Durante o al mogo o Mulot conversn bas-
tante, mas nem urna palavra acerca do pa-
lacio de S. Florentino.
A Mirtina disse Ihe:
Ests com os leus vinte e cinco annos
e nao tratas de mudar de estado.
Veremos isso.
Nao deves perder urna conveniencia
que eo tenho em vista.
Qoal 1
A filha do tio Vicente, com os seus
quarenta mil francos. Creio que t'a darlo.
Tenho melhor qae isso'
Quem T
Isso comigo. Depois o sabrs.
O Mulot nao deu mais explicages e a
Martina nao insisti, mas franzio as negras
sobrancelhas com que tantas vezes fizera
tremer o commandante Ricardo.
0 Mulot tomou ainda um copo de vraho,
despedio-se d'ella e do pequeo Augusto,
recommendou Dorotha que estivesse
prorapta no dia seguinte para partir ao pri
mero signal e metteu o p no estribo, de-
pois de ter assestado a espingarda n'uma
bainha de couro, suspensa no arelo da
sella. D'ahi a pouco viara no sabir da ber-
dade e dcsapparecer a galope por urna ve-
reda do bosque.
Eolio a Martina disse a Dorotha :
Sobe ao meu quarto ; temos que fal-
lar.
Momentos depois ali se acbavam arabas,
tendo a Martina fechado a porta por dentro.
Sabesdisse esta qoe te colloquei
em casa de meu irmo para me dares conta
de lulo o que ali se passa ?
Dorotha senlo-se estremecer de susto,
mas comprehendeu logo que nlo tinha re-
medio seno acceder vontade de Martina.
Contou, pois, ponto por ponto, hora por
hora, todo o viver do Mulot na Relia-Vista,
as suas freqnentes digresses ao botequim,
o esmero om que na vesp ra se ataviara i
a visita qu i fizera a disseny ; nlo Ihe es
queceu tambem a scena da Cabrita.
A Martina linha pouco conhecimento da
ligago do Mulot com aquella rapariga ; mas
deu-lhe que pensar a attitude submissa que
elle tomara na presenca d'esta, segundo o
informe da criada, e, terminado o rela-
forio, disse-lhe imperativamente :
Agora vai para a cosinh*; jinta
vontade e arranja a toa roopa, porque e ta
tarde partir nos.
Est gracejando a senhora ?
Partimos esta noute repetio a Mir-
tina com a sua habitual intimativa.
Mas para onde ?
Para S Florentino.
Mas, senhora, acudi a criada o
Sr. Maurel volta amanhla...
Bem sei.
E vem por aqu para me levar.
E entio ? Dir-se lbe-ha que partiste
esta noate redarguio a Martina n'um tom
qae nlo admittia replica.
VARIEDADE
Trama. t roa.
(Cowcfa**)
Nao ligamos muita importancia oppo-
sico feila aos planos propostos, porque
oppor se precisamente a mesma especie de
resistencia s preprias estra&s de ferro era
seu comeco E' mdubitivel que anda hojn
entretesa-se fortes, e a alguno respeitos nlo
desarraaoadas objeeges ao novo systema, e
em todo o caso seria prudente reduzir seus
inconvenibntes a nr* mnimo edar s suas
vantagens o maior desenvolvoento pos-
sivel.
Lord ftedesda e obeervou que poda te-
mer-se un conflicto peior do que a famosa
batalha das medidas, porque a Ibrgura dos
tramways propostos dMTrem em eert< s ca-
sos em ne-menos de sete pollegadas, pos-
to observasee, para mostrar a obecuridade
do assumptor que a variaclo poda talvez
ser devida adopgo de medida> na p rte
interior em um caso e na exterior em
ootra.
Parece que se nlo propuzerarr regula
aientos ge raes acerca \>9 pregos des pas-
sagens, ou sobre outra materias de inte-
resse publico- directo. De feito, todo o sys-
tema f i considerado to puramente experi-
mental, ha apenas 1 i meses que os actos
da sessl > passada contera disposices- para
remover os tramways no caso de conbecer-
se que as des-vntagens dosystema escedem
s suas vantagens. Sendo tal o estado da
queetlo. nao seria prudente hesitar e-ioque-
nr antes de arar nos immediatamente no
raslo da empueza de tramway, com a pers-
pectiva de arre pendemos vagarosamente
daqui a alfans annos ?
Tudo isso representa sem duvida um
cooselho mnito sensato, mas o que verda-
de que talvez. nlo poseamos carainhar to
erradamente como o fizemos em assumpto
de estradas de ferro. A mesm i disposico
comida nos actos de tramways par desfa-
zer discrtpgao o que so fez, mostra quo
pouco de irrevogavel a questio involve:
compre ao mesmo tempo confessar que
ha grande margem para successo ou insuc-
cesso, conforme o systema porque fram di-
rigidas as operagoes.
Na terca-ieira passada observou-se m sa-
christia deMarylebone que os tramways
propostos para cenas ras dessa freguezia
nao deixariam espaco para que os vehculos
ordinarios passassem por arabos os lados
dos carros do tramway, de maneira que o
trafico dos novos trens expel ira das ras
qnalquer outro trafico. O mosmo receio
transparece na objecgao feita introdcelo
de tramwav em um becco j moito aperlado,
mas sobre-este ponto cumpre lerabrar que
mm grande propor.io do trafico seria ab
orvido pelo proprio tramway. Os carros de
am comboi, bem conslraido e conveniente,
cooteriam qaasi Untos pKsageiros, qoantos
poderiam conter todos OS vehculos de ra,
e e-tievacuaco perpetua deve ser tomada
em conta ao orcar-se o resaltados prova-
veis Nlo se supponha que a nossa experi-
encia do systema to ligeirJ cerno se a
tem representado, E' certo qae em Lon-
dres temos pouco conhecimento do systema,
que alias est era effectiva operaco em Li-
verpool : elle foi adoptado na America, ba
muito tempo, e j se tem introduzido gran-
des raodificoc&es nos provectos que, ha al-
guns annos, chegaram ao conhecimento do
publico.
O que parece ser verdade que dent r
de certos limites e condices o systema d
tramways deve ser am grande mero para o
pubtico, mas que, como usaalmente succe-
intereses particulares ou locaes. Fallamos
boje de tramways no sentido especial de li-
nhas de ra. Como o leitor sabe, ba tram-
ways de outra especie destinados provavel-
mente para serem empregados em grande
escala e dentro em ponco tempo como- ali-
mentadores de estradas (te ferro, onr com-
raunicacoes entre nm e outro lugar nos dis-
tridos, onde nao poder snetentar-se ramaes
deestrad:de ferro; mas- hoje considera-
mos nicamente as linhas de roa, e obvio
que se a especulago tomara forma d< ama
inania, as coneequencias podem ser assusta-
doras. Conforme observoa lord Redesdate,
umacompanhta de tramways tem pouco tra-
bahlo comparativamente nao tem de con-
ciliar proprietarios de trras, nem de aprom
ptar o dinbeiropara a compra, e nem prem-
bulos contra a opposigo de- proprietarios
em serem desepossadas.
Ella pretende simplesmente tomar posse
parcial de ama estrada publica obrigando se
envcompensaglova conservar enrbom esta-
do a porgo apropriada.
At certo ponto-haveria sem duvida urna
certa economa na obrigaco V conservar a
estrada ; mas esta a extensSo- da berga-
nha entre a companhia e os encarregados.
Tudo o mais asestad de grabo- resaltante
do tramway ou de perda pela inconveniencia
que lbe incidente. Acreditamos que na
maior parte dos casos o resudado seria fa-
voravel, mas ha cortamente maior probabi-
lidade de obter-se-este fim, penaando-se pre-
viamente um poueo.
Lord Grey estabeleceu outro ponto, per-
guntando se os tramways nao* devem ser
antes-de propriedade publica do que de
particular; e de certo, considerando-s o
que recentemente Ibidemnstrado relativa-
mente nlo s s estradas de trro, como
aos supprimentos de agua e ga*. a questio
merece nem um astodo. E' melhor colloca-
los logo as melbores mos do-que cmpra-
los depois, como os- telcgrapbos, com um
premio monstruoso.
Se os tramways de Looitnes devem fi-
car sob a administraglo da aotoridade mu-
nicipal, ou de qanlqner outra aotoridade
publica, tempo de collocarws neste p.
Sao estes os pontos- (e nao meras recom-
mendaces ou deseontos do proprio syste-
ma), para os qoaes se deve-chamar a atten-
Coda legislatura. Acreditamos que pode
ter-se, como certo que tramways bem diri-
gidos serlo urna grande commodidade para
o publico : mas as conaniodipades podem,
certamente ser maiores ou menores, sendo
igualmente maiores ou menores os deseon-
tos medida que se d& urna organisaco
aecurada e judiciosa ao systema, brje ainda
ua sua infancia.
noutinha, com effeito, estava prompta
a carroca e Martina com Dorotha saltavam
para dentro d'ella.
Aquella, antes de sabir, disse a Miguel:
Pela noute adiante has de preparar o
trem ;.seguirs pela estrada real de Fay-
aux Logese em sendo meia noate espra-
me entrada da aldeia da S. Florentino.
Tenbo comprehendido disse Mi-
guel.
i Dorotha qae alo comprehendia todas
estas extravagantes ordens, mas a Martina
nao era mnlher de quem se podesse solici-
tar explicages.
Tres horas depois davam ambas ent'ada
na Bella-Vista.
A Martina puchou do relogio e lanterna
da carroca vio que eram nove horas.
Os caseiros dormiam j.
Acommoda o cavallo como poderes
disse ella criada e d-me as chaves da
casa.
Dorotea obedeceu.
A Martina senta fri e accendeu o lme
para se aquecer.
Quando Dorotha vollou, disse-lhe :
Conheces-mo bem, nlo verdade ?
Se conheco, senhora responden a
criada, tremendo.
Sabes que posso fazer-te bem ou mal,
como eu quizer ?
Mas a senhora sabe que eu Ihe sou
dedicada ?
preciso dar-me provas d'isso.
Q le tenho a fazer, senhora ?
Amanhla, quando meu irmo vier,
dir-lhe-has que se te deparen o ensejo de
regressares e que o aproveitaste para nao
deixar a casa s, mas acautela-te de Ihe
dizeres urna nica palavra acera da minha
vindaaqui.
Dorotha fez um signal affirmativo.
Aonde dorme meu irmlo ?
N'um quarto do primeiro andar, for-
rado de amarello.
Dorotha dispunha-se a allumiar-lhe, mas
a Martina disse-lhe que nlo era precjso e
que fosse deitar-se.
Dorotha obedeceu.
Eolio a Martina disse comsigo :
Ainda que eu baja de demolir a casa
hei de achar aquillo que elle diz ter quei-
mado, mas que guarda, como instrumento
para me subtrabir dinheiro I
E, pegando na Inz, sabio ao quarto do
irmlo, dizendo :
Se nlo encontrar a chave da secre
tra, arromba-la-hei Depois, qae me
importa o resto ?
XXVI
Entretando o Mulot estava em Chemault.
Chemault mais .um logarejo do que al -
deia.
Ao norte da floresta ha mullas granjas,
que per lencera a proprietarios dasvisinban-
cas.
Aquella aonde o Mulot so diriga chama-
va-se a dos Raminbos.
Pertencia ao Sr. de S. Julilo e anda va
arrendada ba mais de cera annos de paes a
filbos, a honiados cultivadores chamados
Jaaberts.
O av do actual resgalra em 1793 por
mil escudos de prata esta herdade, vendida
l titulo de bens nacionaes,
Depois, restabelecila a paz, entregra-a
ao av do Sr. de S Julilo.
Os homens degenerara.
To desinteressado e cavalheiro fra o
av como avai-o e mesquinho era o neto.
Nunca se atreven a despedir aquelles
ronieros, que to dignamente Ihe bavam
conservado orna propriedade que valia mais
de setenta mil francos, mas foi-lhes aug
mentando a renda todos os annos.
Di) forma que, na aclualidade, nlo bata
proporclo alguma entre o valor e o rendi-
mento d'ella, e o to Jaubert j deva de
atrasados cerca de doze mi! francos, ma
nascera na herdade, e seu av e seu pai
ali tinham morrido, e por esse tuotivo sof-
fria tudo.
Tambem o Sr. de S. Julilo fizera o se-
guinte calculo :
Os rendeiros tem magnificj trem de
lavoura e bellos rebanhos de gado. Quando
nlo possam pagar, far-lhes-he vender tudo
e anda ganhp no negocio.
Este calculo explica a mansido com que
o senhorio ia recebendo os juros das rendas
em atraso.
N'um bello dia, porm. o Sr. de S. Ju
lilo desmascarou-se e enviou aos caseiros
um procurador para 'hes significar que que-
ra ser embolsado.
O Jaubert actual era hornera dos seus
sessenla annos, ainda fresco, activo traba-
jador, e que, apezar das excessivas ren-
das, de certo se teria libertado de emba-
ragoj, a nlo ter a infelicidad** de aptnhar
tres colbeilas escassas successivamento.
Traba tres (ilhos e duas filhas : sua ma-
Iher cegara, o filho mais vlho terminara o
servgo militar e a filha mais nova a casar-
se com om lavrador de Nbelle, que tinha
de sou e espera va tirar o sogro de emba
reos.
A visita do procurador do senhorio foi
como om raio que cabio n' aquel la casa e ti-
vera ella lagar horas antes da chegada do
Mulot.
O pai e os filhos achavam-se extrema-
mente consternados.
Est decidido Idizia o pobre pai
Se o Sr. de S. Julilo exige que se Ihe pa-
gue de prompto, nlo ha remedio senlo
buscarmos ootra vida I
O filho mais velho disse:
Tenho ama idea, mea pai: vou con-
tratar-me para o servio novamentr e oble-
rei talvez tres mil francos. Pode ser que o
senhorio accede esta somma conta e es-
pere aljum t-mpo pelo rosto
Este senhor nlo como seu defuntn
paiacudi o velho, meneando a cabeca.
Uma vez que so dispoz a reclamar o seo
dinheiro, ba de pagar se-lhe por forca.
Mea pai,disse o filho immediato
tambem, se nos qoiaerJOQ? exigir que se
nos pague o que nos devem, estamos no
dreito de o exigir.'
Cala-te, rapaz acudi a velha mli,
que estava a i canto da chamin. Bem sei
o que queres dizer, mas...
E porque nao havemos nos de recia-,
mar o que nos pertenre, quando os mais
exigem aquillo que seu ? daia o outro
filho.
Cala-te !repetio a pobre cga.
Ante8 eu quera abandonar esta her-
dadedisse o pai do que exigir do Sr.
de Misseny os seis mil francos, que nos deve
e dos quaes nos paga integralmente os
juros.
O filho resmungou um pouco, mas afinal
cedeu. *
Como que Jaubert era credor de Ana-
tole?
Vamos dize-lo em poucas palavras.
A mi Jaubert, que al vimos cga e
que tinha alguns annos mais que o marido,
nascera em S. Florentino e fra irma col:a-
ga do pai de Anatole.
O av d'este ultimo, em tempos de abas-
tanca, tinha estabelecido ha mais de sesenta
annos am dote de mil escudos irma col-
laga de seo filho.
Chamava-se ella Mariana ; ficara no pa-
lacio como criada e tinha trinta annos
quando casou.
Desgragadamente, morrera o av de
Anatole e a carencia de meios comecou a
invadir a casa, tornaodo-se desde logo diffi-
cl, seno impossivel. o pagamento dos mil
escudos.
Marianos nlo reclamava o seu dinheiro,
mas o pai de Anatole era de urna probidade
rigorosa : quiz que a divida fosse legalmen-
te constatada, ficando o marido de sua ir-
ma co'.laca a receber bypotbeca sobre os
seus bens, e obrigou-se a pigar-lbe juros.
Decorreram assim trinta annos, e Anatol?,
que considerava esta divida sagrado, pagava
religiosamente os juros, mas viva tranquil-
lo com respeito ao capital, que tinha a cer-
teza de nunca lbe ser exigido.
Effectivamente, pelo que ouvmos velha
Mariana, tinha Anatole razio em contar com
a delicadeza dos seus credores.
Chegoa ojMu'ot no momento em que a in-
feliz familia buscava um meio dj aparar o
golpe terrivel que a ameacava.
O Mulot tomara um pretexto capis
plausivels para se apresentar na hertiade.
Os Jauberts erara catadores epossounn
de ba moito urna raca apurada decies de
grande nomeada.
a Mulot sabia isto e mujUS ootfls cou-
sas mus.
(Continuarte ka)
TYP. DO BiAWO RA DUQUE DE CAXIAS


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ERXVMHZAM_FYM7TO INGEST_TIME 2013-09-14T00:40:35Z PACKAGE AA00011611_12113
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES