Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12112


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Full Text
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IIIIO XLVI.-NUMERO 106
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DIARIO DE
^_
QUINTA FEiT 12 DE MIIO DE 1870.
PA1A BEBTVWE F01A DA PBQVIICIA.
Por tres mesas adiantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos ittejo .
Por um aoDo idea .
W786
131500
201280
274000
Propriedade de Manoel Figiieira de Faria & Filhos.
. .
Os Srs. Gerardo Antonio AI ves & Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no-liarabio ; Joqoia Jos de OMrt, do Ceari ; Antonfc de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio'Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Atoxaodftao de Lisia, ae Patebyba ; Antoaio Jos Gomes, fli Tilla da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nasareth ; Frineieeo Tavirat di Coett, i Alssjees ; Dr. Jos Martina Ahf&na Baha'; e Jos Bibeiro Gasparinhono Bio de Janeiro.

EXTERIOR.
os exercito adiados. E' a homenagem devida ap tdoard
re, Jos.vr
AfiseMHpe. 13 de abril e
18tO.
l'ermida a ca'arr.itasa guerra do Paraguay, ereio
juo pone Irmresse podem despertar no Brasil
correspondencia* de Assumpca. Eatrelaoto nao
oeixarei de cuatorir o dever de dar aos leitores
aigumasjiolirias do thealro dos sangremos sacrifi-
cios doifilhos da trra de SaoW Cruz.
Itepni que o marochal vizconde de Pellas co-
rean taa brilhantomente a lorise obra dos Herval,
Polydoro, Porte-Alegro, Caxas e conde d'Eu. S.
A. Real, mudando o seu acampamento para Hu-
mayi, traten de aprssar o regresso patria dos
notaos bravos voluntarios. Abra da partida dos
uamas de que ja tenho tratado, mais don* se-
itiiram no da 8 do crreme, e a 16 partir orna
brigada, cominaudada pelo coronel Praodsce
.' iheiro Guimaraes, que tao relevantes serviros
prestado nesta tonga carapanha.
Saa Alteza, teodo recebido lieenca do governo
x.mirial para retirar-se do theatre de suas glorias,
veio Assunipeao, onde chegou antehonlem,
para, depois de conferenciar coin o Sr. conselueiro
Prannos e o general Cmara, tomar suas ultimas
providencias. Veio era companhia de S. A o Sr.
Itrincipe D. Felippo. Ao nosso ministro em raissao
a principes. Suas Altezas partirlo boje para Hu-
maftj donde seguirlo para o Brasil no dia 16 a
'.urdo do Uaasporte Galgo.
O generalvisconde de Pelotas fo por Sin Alteza
nomeado para snbstitiii-lo no cjipando do. exer-
cito. Admiramos a ablegarlo deste benemrito
oabo de guerra, que, doenie como est, e desfjoso,
como verJadeiru patriota e b un pai de familia,
de voltar ao seu paiz, nao se poupa ao sacrificio
de pannanecer por mau algam tempo no Para-
guay, prestando serviros a patria. Este general
chegou a Assorapcao no dia 10, acompanhado pelo
seu auxiliar o coronel Paraahu.
Alguns Brasileiros residentes nesta capial ofiV-
receram so dia 11 um banquete ao hroe de Cerro
Cor, Suas Altezas os Srs. principes conde d'Eu
e D. Felippe dignaren)-se comparecer a essa
festa, qual assistiram tambera os Srs. canse-
Iheiros Paranhos, ministro oriental D Adolpno
Rodrigues, generaos Victorino e Jos Anto, chefe
Loma, e muitos oulros distinctos Brasileiros.
A mais cordial alejjria reinou nesta (esta ver-
dadeirainente patritica.
Eotre os brindes, enthusiasticamente applaudi-
das, citarei, sera tentar reprodazir-lhes a integra,
M seguintes : do Sr. conselheiro Prannos, ao
herj de Carro Cora, o benemrito marechal vis-
conde de Pelotas do Sr. ministro oriental a
ruis virtuoso- dts monarebas, a S. M. J> Sr. D.
i'ddro II; de S. A. o Sr. conde d'Eu, leal adiada
do Brasil, a Repblica Oriental do Uruguay ; do
Sr. Dr. Sympbronio a S. A. R. o Sr. principe D.
Felippe ; de S. A. R. o Sr. eonde d'Eu, a oonsUn- ^
te adiada do Brasil, a Repblica A rjrentlna; do ^f'",..?**,.fr??!
Sr. general risconde de Pelotas, a S. A. o conde
d'Eu ; do Sr. Dr. Luiz Alvares dos Santos, ao sol-
dado brasileiro, degrao das glorias dos generaos
do Imperio ; do Sr. Dr. Symphronio, ao Ilustre
representante do Brasil, o Sr. ministro Paranbos ;
de S. A. o Sr. conde d'Ej, ao povo paraguayo ;
de um membro dacoramissao de Brasileiros pro-
ra i'ora da festa, ao inclyto marechal de exercito
Jaque de Caxias.
Terminou o banquete por ura brinie levantado
pelo nosso digno ministro ao primeiro brasileiro,
t S. M. o Imperador. O enthusiasmo com que
<;i saudacao fui acolhida nao se pode descrever.
Esta raaobaa seguio Sua Alteza para Hu-
inayt, donde partir, como tica cima dito, para
o Brasil, locando em Buenos-Ayres e Montevideo
Oeus conceda ao augusto principe, credor legitimo
por seas relevantes servidos da eterna gratido
m Urasileiros, prospera viagera para o seio da
patria e da augusta familia imperial.
Era minha ultima correspondencia (datada de
S9 de raari;.-j), annuncieu a prxima chegada do
liotenciario argentino. Cora effeito, no dia
10 fundeou neste porto o vapor Pacn, trazendo
u bordo o Sr. ministro Vrela. S. Rgfl. no
. i'guinte ao da sua chegada foi a:commettido
Je ura forte accesso de febre intermitiente, ano
prostrou completamente. Nestas circurastancias
resolveu o Sr. Vrela regressar para Buenos A\
res, tendo tido epenas urna conferencia com os
seas collegas, aos quaes proraetteu mandar com
.ir-viJade outro plenipotenciario, ou resposta do
seu governo sobre os pontos em que ha drvergen-
,-ia. O Sr. ministro oriental, que, segundo me af-
incara, est de completo accordo com o Sr. con*
-'iheiro Paranhos, aqoi flcou espera de urna
das duas solucoes promettidas pelo Sr. Vrela.
Nada tem transpirado a respeito da difficuldade,
3ue entretanto parece existir, para que os adiados
':)} a ultima demio na gloriosa obra para a qual,
t cto raro na historia das alliancas entre os povos,
souberam tao cordealmente cooperar durante
cinco annos A jalgar pela voz unisona da im-
prensa do Buenos-Avres, dir-se-hia que a difficul-
dade a que alludo' a pretendi extravagante
(perdoese-me a expressao) do governo argentino
de celebrar ajuste de paz (nao sei se preliminar
ou definitivo) sem que nelle intervenha o governo
de facto e de direito do Paraguay, que seja qual
for a origem ou forma do poder que o represente
tem de sujeitar-se lei (dura lex sed lexi do ven-
cedor. Os limites a que tenho circnmscripto as
minhas cartas, nao permittem que entre na aa-
ly-e de to imprtame assnmpto.
' O governo argentino, depois de em virtude do
accordo de Si de novembro, ter feilo retirar toda
i guarda nacional do territorio paraguayo, ordentu
o regresso de quasi todo o seu j reduzido ex-
ercito de linha. Ai oda ba quatro das seguio ca-
minbo da patria ama brigada, ficande apenas na
Assumpcao dous batalhSes (de 200 homens cada
um), destinados, segando ouco, a irem fazer parte
da guarnicio do Chaco, na villa Occidental. Muito
antes tomaram posae do territorio das Miss5es do
Aguapehy.
O governo desta repblica j pubcon a sna lei
sobre eleiedes. Para um povo i(ue nanea conhe-
titalo de repblica com que era alcanhado este
dgrabado paiz, nao est mil redigida essa lei.
Por ora legislou-se a respeito da eleicao do con-
gresso, ao qual competir a nomeacao do presi-
dente. A eleicao dos membros do congresso ser
directa e por voto vocal (talvez porque poneos se-
riara os votantes que soubessetn lr e escrever).
A inscripcao dos votantes coraecara na primeira
doroinga de maio e terminar na torceira. A
eleicao do congresso s poder ter lugar em
mnho, e a nomeacio do governo permanente s
em inlho ou agosto.
Grande o numero de candidatos que se apre-
?sentara presidencia do Paraguay, representados
ou antes apoiados por outros Untos clubs, cada
qual mais exaltado, o que nao de admirar n'um
novo que nlo pode ligar idea exacta palavra
liberdade,e cojos grilhSes acabara de ser despe-
dazado pelos heroicos esforcos de tres nobres na-
(des sudamericanas.
%MnMp?S, 14 de abril de
18IO.
Faz hoje um anio que escrevi estas palavras
para o Jemal doQnmercia. I fechar esta cor-
respondencia, quando ouoo salvas. E' a chegada
este porto do conde (TRii toe vera comraandar
coisorte da herdeira presuraptiva da corta db
Brasil, ap conde d'Eu, a um dos netos de Lnh
Felippe. >
El o neto dos reis que vem procurar pflr termo
a ama guerra por demais funesta em sna do-
Acao.
. tempo. Leva-nos s Cordilbeiras e d'pat
a America meridional. E" tempo, fllho d^ reis e
irmao do povo. Que coincidencia Miz! Ura anno
apenas se completa hoje, e o eonde d'Eu embarea-
va hontem no meio do estampido dos canhSes da
Qsquadra, e tendo anda alera deseas salvas ora-
ches, choando seos Ouvidos os gritos unni-
mes, os applausos estrondaaos de neionaes e es-
trangelros, que todds no frenes do enthusiasmo, o
aeompanharain em pomposo sequilo at o embar-
que do general vencedor, na cidade de Assmp-
cao. Santa a hora das benepes populares! Mag-
nifica homenagem de tantas nacionalidades Que
glurioso capitolio para o joven triumphador I
E' certo. Os vivas que se elevaran) at os eos,
as saudaedes espantosas,. os adenses de tantas
almas para um s homemo commandante em
chefe do exercito brasileiro,eram urna harmona
sublime, eram a mais eloquente epopa dos feito
do. joven general ne espaco de um anne. Nado-
tiaes e estrangeiros viam satisfeitos suas esperan-
cas, realisadas suas crencas. A honra do imperio
salva e vingada, a alliatiea justificada e trium-
phante, o Paraguay regenerado por tres nacoes, a
aurora da paz radiante e bella na America do
sul I Oh! que feliz a tua estrella, moco ge-
neril I
Sua alteza linha vindo de Humayt na manhaa
do dia I le Coi recebido ooa>a maier ofTuso de
alegra do povo, e com as honras officiaes que lhe
cabem. Na vespera, ao anontecer, chegara do
Rosario o general Cmara, qne teve urna receprlo
frentica, um callo immenso de vivas e saudaepes,
quando ao recebe-lo no porto, o conselheiro Pa-
ranbos, -que abi o fra esperar, levaniou um viva
ao hroe de Cerro-Cora, ao marechal Cmara, ao
visconde de Pelotas.
Una llanda de msica preceda o immenso se-
quilo que aeompinhou ao general Cmara, o qual
vinha ao lado do coosethelrw Paranhos, do chefe
Lomba e do general Jos Auto, e acompanhado de
compatriotas estrangeiros. Immensos foguetes
estouraram, unindo sen estampido s harmonas,
da militar s acclamaces populares, dorante
todo o trajelo do general Cmara at o quartel
da residencia do general Jos Auto, onde o hospe-
dou sen eompanheiro de fadigas e de glorias. '
Eu sou daqaeiles que aereditam que os aconte-
cimentos humanos alo fatalmente regulados pela
Providencia. Por isso ddn o que se chama vul-
gamente urna coincidencia, am carcter providen-
cial; urna importancia rrlaior do que acontece val-
gamente. Nesse caso coasidero o encontr oeca-
sional, fortuito, do conde d'Eu com o general
Cmara na cidade d'Assumpelo no .dia II.
Os dous bravos goerreiros qne identificaran) seas
nemes e seas feitos no gtorioso aeontecimento do
un ji esto hteaMJiiiwairaan a W
toria. A Providencia os reuna agora para recebe-
-era juntas as ovao.es populares, as bomenageos
eslrondosas dos cidadaos agradecidos, para mistu-
rarem as perolas refulgentes das cortas de sua
gloria.
A ordeui do dia do conde d'Eu, em que trata do
feilo do i* de margo em Cerro-Cor, um docu-
mento de abnegacao, de sinceridade que honra
tanto a elle como ao general Cmara. Na manhaa
do dia 11 esta va publicada nos dous jornaes desta
cidade La Regeneracin y la Voz del Pueblo
aquella ord6m do dia em original e traduzida para
o hespanhol. O povo lia e se eothusiasmava cora
a leitura daquelle documento, fazendo justca aos
dous elevados caracteres, o conde d'Eu e general
Cmara. as conversaepes, nos crculos, na inti-
midado da familia, as sessoes dos clubs se identi-
fica vam os dous nomes com a dupla cora de admi-
racao e respeito.
As 6 horas da tarde do dia 11 devia ter lugar
um banquete oferecido \ar alguns Brasileiros ao
general Cmara. Pela noute anterior, e na ma-
nhaa do dia il se distribuirn) os convites. Deus
trazia uaquella manhaa ao conde d'Eu e ao prin-
cipe Felippe. Foram convidados, bem como todo
o quartel-general que os acompanhara de Humai-
t. Era isso, se querem, um acaso providen-
cial. Iam identificar-se naoccasiao do festim os
affectos as homenagens aos dous triumphadores. E
se dentificaram. A eloqnente palavra do conse-
lheiro Paranhos, no brinde honra, soube prestar
brillante culto aos seus caracteres
Para dar noticia de-te festim traduzirei para
aqui o artigo da Regeneracin, que o traz assim
era seu numero de hontem:
. Banquete ao general Cmara.
Ante-honlem, s 6 horas da tarde, teve lugar
o banquete que os Brasileiros oltereceram ao he-
roico geral Cmara.
. Por urna feliz coincidencia, chegando no mes-
mo dia a esta cidade SS. AA. os Srs. conde d'Eu e
D. Pnilipe, comparecern) festa, honrando assm
os Ilustres personagens os louvores prestado ao
grande visconde de Pelotas por seus enthnasmados
patricios. Durou seguramente o banquete duas
horas, e esteve muito regular o servico.
Comecaram os brindes com o do conselheiro
Paranhos ao hroe festejado, ao general Cmara,
3ue da brillante e seductora palavra do conspicuo
iplomata brasileiro recebeu a justica que os (al-
gores da intedigencia fazem aos fulgores da espa-
da, terminando o orador por saudar ao chefe, que
soube fechar com chave de ouro a gigantesca lula
no Paraguay.
a Em seguida o Dr. Monz Brrelo, possuido do
fogo santo do patriotismo, e cheio de orgulho pelos
feitos de seu grandioso compatriota, reetou entre
applausos estrepitosos urna poesa que depois pu-
blicaremos. S. A. o Sr. conde d'Eu fez brindes ao
Estado Oriental, repblica Argentina e naci
paraguaya, remida pelas armas da civilisacao, e
digna hoje de entrar com as outras nacoes no mo-
viraento e as conquistas do progresso pela paz. O
Sr. general Cmara, agradecendo a manifeslacao
de seas patricios, e coberto de ama modestia
exemptar, pedio que chovessem lodos os applausos
e todas as alegras do triurapho sobre a pessoa
augusta do principe marechal, e saudou a S. A. o
Sr. conde d'Eu. O Sr. ministro oriental Dr. Ro-
drigues brindou a nac.ao brasileira e a sea illas-
Irado monarcha. O Dr. Symphronio durante o
banquete reetou tamben) ama poesa em honra do
here do Cerro-Cor, e entre os brindes qne fez se
destacou a saudacao ao conselheiro Paranhos. O
Dr. Luiz Alvares, com saa costumada eioqaente
e formosa palavra, brradoa s glorias do exercito
brasileiro O Dr. Gitahy responden, saudado as
esplendidas victorias da esquadra, no banquete
pelo chefe Lomba, e pelos capilies Wandenkolc e
Salgado.
c Depois de outros brindes, se fechou a funecao
com um magnifico e pomposo comprimentu feito
pelo conselheiro Paranhos s virtudes cvicas e
pessoaes do primeiro patriota, daquelle que nao
deixou nunca de animar seus subditos na guerra,
do imperador"edro II. .
a Terminando esta noticia nao temos mais quo
dizer que sempre grato imprensa fazer um re-
irospeclo de (estas, como a que se tez ao merece
dor e glorioso general Cmara. Comprimentamos
em nome da justica aos Brasileiros que promove-
r ra o banquete e que sao os seguintes: Dr. Adol-
pbo Lisboa, Cnamo R. Ftrreira, Jlo Totta, Luiz
Alves Pereira, Manoel Lopes da Silva, Jos Raphael
da Cunha, Freitas Travassos, Thomaz Lajauieira,
Joaquim Gome? Parracbo, A. Chaves Jnior, i
-Boa atusa
de Janeiro no i
Boarto de
do. Que n
o-'Jo**
la
-Pef
brasiretr
se acha al
va tarefa
da paz
5t
f Carlos Palba-
Ida Silva. Ti
Yiaoaa.
ra a curte do Rio
tocando no
[lole vi -
oe Janeiro
o receha nos
0 camlnho al o
se
ojum
ao cht do exercito
S. Exc caja sade
mpo, aceitn essa no-
um saerificlo m favof
ortens ib tt*tna impe-
rial. Kinguem cora effeito liona mais arelo a ir
agora descansar no seio da familia, das ladlgi* da
campanha. que cofnecou em Pavsaha. Mas tam-
bera nngura se aeha fia altara da importante
commfsslo que lhe fot coaflada. A intelllgenda,
o tino, as manelras delicadas do raesmo marechal
Cmara, o prestigio qae tem hoje seu nome entre
os alijados e no Paraguay sao garantas suficientes
para o desempeobo dessa importante tarefa. Saibt
o paiz reennhecer tal dedicacio-
A soluijao da guerra, o tratado preliminar de
paz. que era a cousa mais natural immediatamen
le depois da guerra, tem encontrado difleuldades
da parle do governo argentino, que tem suas ra-
zos oceultas para proceder assim. Sempre o
tem.
Apezar do tino e intedigencia do ministro brasi-
leiro, veio apenas no vapor Piesidente o Dr. Adol-
pho ilodrigues, ministro oriental, como j disse.
0 ministro argentino Mariano Varella, que s aqni
chegou no dia 30 do passado, vrado no Patn,
voltou 8 das depois por Buenos-Ayres, em razao
de una febre intermitente que o accommetleu
A molestia nao era grave, porm, foi pretexto snf-
Ocenle para o ministro argentino, cujo governo
nao quer tratar cora o governo provisorio, sob a
frivola allegacjlo de que nlo governo legal, adiar
a questo e irse embota.
Comprehende se que essa allegaclo nao pode
ter peso, porque o actual governo provisorio tem
sua origera na eleicao popular, tendo sido apenas
eleilos os tres mem>ros do governo provisorio de-
pois da eleicao eu. comicios populares de 23 elei-
tores qae escolheram os membros do triumvirato.
A este proceder junU-se a propaganda que es tao
Jazendo todos os jornaes da Repblica Argentina,
os quaes sustentara todos suas ideas na seguinte
toada mais ou menos.
A alanca est terminada, dijera uns jornaes.
Nao, respondem outros; os dos da allianca nao
estao satisfeitos anda que efectivamente a parte
miliante do tratado esteja cumplida, falta anda
estipular as relagoes do porvir sobre a base do
tratado.
Com quem se estipularlo esses tratados ? Com
o triumvirato? Nao, porque um governo de fac-
to, nomeado debaixo da pressio de 40,000 solda-
dos estrangeiros, e autorizado para objectos res-
trictos pelas circumstancias
- ^Tr pwttlHft, BMOflUfiO, rtUrHTOUft 09 pTOpS*
gaodistas, para tratar com o Paraguay que exista
um geverno legal, eleito livremeote pelo povo, e
sem a mancha original da influencia estranlia.
Para que isso succeda indispensavel que os exer-
citos estrangeiros se retiren), porque seu interesse
propro, tanto como o dos Paraguayos, requer a
existencia de um governo legal, sem cujo requisito
todo tratado seria nuilo.
Devem os exercitos voltar a seus respectivos
oaizes e antes da escodia de^se governo, e sera in-
tervir por nada nesta questao ? Nao, respondem
logo os bomens da propaganda, nao; porque
provavel que o triumvirato tratasse de prolongar
urna denominarlo, e despotisar ao paiz, se lhe fosse
possivel.
Em conclusao, dizem os propagandistas, os ai-
liados devem retirar o grosso do exercito, porm,
antes de sahir devera enlender-se cora o triumvi-
rato para que convoque o povo eleicao, e como
garanta neces3ario deixar em um ponto prxi-
mo do Paraguay urna columna de forcas adiadas
para fazer respeitar pelo triumvirato o qae se pac-
tue sobre a convocacao do povo.
Se isto nao se dzesse, a allianra (icaria burlada
pelos novos governantes que tanto empenho mos-
trara em exercer poderes discripcionarios. Essa
propaganda da iraprensa portenha tera dous tins.
0 primeiro (utilitario) chamar para um ponto da
Repblica Argentina (Corrientes por exemplo),
urna parte do exercito brasileiro, e com ella a cor-
renleza das libras esterlinas para ,a Repblica Ar-
gentina, cora fornecimento et reliqva, como at
agora.
O segundo (poltico) ter as forcas argentinas a 6
leguas de Assumpcao, na villa Occidental, hoje
villa de Bueno3-Ayres e considerada territorio ar-
gentino, ao passo que as forcas brasileiras Ocam
oem longe.
Assim podem os Argentinos influir como quize-
rem na eleicao dos depntados do congresso e do
presidente eeetivo, nao se deven do azer o trata-
do de paz seno com esse ultimo que ser creatu-
ra dos Argentinos e (ara tudo qae elles bem quize-
rem.
Esses dous fms se me patenteam pelo estado
que estou fazendo da propaganda, e pelo seguinte
facto.
Ha nesla cidade dous jornaes : ambos susten-
tan) aquella propaganda, com ama s differenca.
A Regeneracao, que toda paraguaya, quer a
retirada das (oreas adiadas antes da eleicao.
A Voi do Povo, qae jornal creado e mantido
pelos negociantes argentinos e de outras naciona-
lidades, quer que as forjas adiadas flquem anda
por milito tempo, antes, durante e depois da elei-
cao do congresso e do presidente eflectivo; para
o que j escrevem artigos editoriaes pedindo pro-
tec{3o armada ; e que se funde um cfqb de nego-
ciantes para fazerem ama petcao aos tres minis-
tros plenipotenciarios, afim de deixarem nesta ci-
dade forcas adiadas.
Entretanto essa mesma Voz del Pueblo sustenta
a propaganda portenha, dizendo que o actual go-
verno foi imposto pelos adiados, creatara delles,
e por isso nao podem os adiados celebrar com elle
o tratado de paz, nem o preliminar, nem o defini-
trumvjjlto nao invalida nem distre a origem po-
pular dsse, porque era ura vinculo necesssrio
para a Jonsagracao da nova autoridade paraguaya;
k)l o Monhecimenlo do governo novo e nada
mais.
Interesses actuaes dos vencidos, para
ago. o indefinida, inconsistente da pro-
da duvida pernicioso e (unesto.
direitos dos vencedores, os quaes nao po-
a merce e espera dos vencidos, por-
is santa lei da victor a a vontade do
para quera querer i poder.
Osso tem sido luteressantssima; po-
Sentir que nao tivesse o governo brasileiro
nesta cidadenma typ, graphia, como acn-
selbfliaib marco do auno passado. Se a redaccao
de la Wk del Pueblo naoijuizer mais publicar os
artigos de Unci Savo\a, nao os publicar, e (ara
sua pfflcaganda sem que ninguem a contrari.
Isso ffip acontecera se houvesse jornal perten-
cnte-ai Brasil.
uraas senhoras paraguayas representaran)
io provisorio ptdindo qae se tomasse de
Lynch as joias, porque Ihes pertenciara.
teve o descoco de pasear urna nota ao
Paranhos era tal sentido. Esse, na altura
lastrarlo e da digtidade de ministro bra-
espondeu-lhe brillnnlemente negndose
dimento.
a Linch publica hoje urna carta na Regene-
mvidando as ;enli*rai que assignarara a
subscpelo a provarem o direito de propriedade
das jolas que eila possue.
.Nao transcrevo aqui esses escriptos porque tor-
nara demais longa esta correspondencia.
01*1110 DE PERNftWBUCO
RECIPE 12 de MAIO DC 1870.
Noticias do sul e aorie do Im-
perio.
Amanbeceram hontem (undeados no nosso por-
to os vaporo? francez Amazonio brasileiro Arinos,
trazendo datas: Ro la Prata 1* do trrenle, Rio
Grande do Sul 27 e Santa Catharina 30 do passa-
do, Rw de Janeiro 6, Bahia 9, Parahyba 10, Rio
Grande do Norte 8, Cear 6, Maranha 4, e Pari
1* do correle.
REPBLICAS D0 PACIFICO.
No (hile flzeram-se as eleiees de deputados,
sendo renhida a lula entre os partidos. A oppo-
siclo ganhon em minias provincias; mas o go-
verno tioha maieria.
O congresso de Colnmbla proclamou presi-
dente da repblica o general lalgar.
Do Equader sabia-se ter sido descocerla
ama conspirarlo encabezada por um tal Soarez,
que foi conderanado morte e perdoado pelo pre-
sidente 4a repblica Picava este em Guayaquil.
-7 Ofltlegrnfho Martimo de 27 de abril pu-
blica nata earu de Arequipa, ao Per, datad* de
18 de marco, na qual se diz que em a noite de 13
houve ura evaniamento de pedes em Huasamayo,
de que resulten um combate que travou-se entre
chilenos, peruanos e bolivianos.
Esse combate (o muito encarnizado e san-
grente.
Os peruanos e bolivianos forma vara um total de
1,700 homens, quando o numero dos chilenos nao
exceda a 200.
Apezar d'esta desigualdade numrica, o comba-
te que se travou s 10 horas da noite, s termi-
nou pela manhaa.
Varias pessoas do lagar procuraran) apasguar
os nimos dos insurgentes ; mas nada poderam
conseguir.
A's 7 horas da manhaa retiraram-se os chile-
nos, e ponco depois chegarara alguns soldados,
que conseguirn) por termo lata.
Morreram cerca de 16 pjssoas, alm de 60 feri-
dos. As armas de que se serviram (oram pedras,
paos e alguns revolvers.
A sabida de quisi 1,500 homens de tropa com
destino Arequipa e (ronteira, (azia crer que se
iam encelar hostilidades contra a Bolivia pelos at-
tentados commettidos pelo general boliviano Ante-
sana na (ronteira e territorio peruano.
Constava que o ministro boliviano pedir expli-
cacao ao governo esse respeito; e diz-se tam-
ben) que essa forra tinha sabido da capital por
motivos de mora'idade do exercito e porque a
constrnecao dos ferros carris no sul, para onde
ira um numero consideravel de operarios, exigia
all a preseoca de forra armada.
Era Lima tinha tiavido um roubo em urna tasa
particular, sendo morte o individuo que capila-
neava os ladroes. Este (acto tinha causado muita
impressao.
Traba chegado Callao, procedente do Japao,
a commissao scientfica da embaixada austraca,
que durante mais de ura anno andn percorrendo
0 mundo.
PARAOUAy.
Alcancam 21 do passado as datas d'esta re-
pblica.
O general Caballero bavia-se apresenlado aos
brasileiros com 45 homens de tropa e iOofficiaes,
os qnaes achavam-se em Assuropclo.
O general Vedia (Ora nomeado ministro pleni-
potenciario do governo do Paraguay para tratar
com o ministros adiados, realisando-se no da 21
a primeira conferencia
Os partidos disputavam as eleicpes, mas annua-
ciava-se am accordo entre elles, d'onde resultar
a candidatura de Rivada para presidente e- de
Barreiros para vice-presldente.
Tratava-se de crear um banco de commissao,
sob a direccao de Carlos E. Solo.
RIO DA PRATAv
Com data de 23 de abril o governo nacional ex-
pedio um decreto em que, depois de alguns con-
siderandos em que esUbeleca, que hayia postarlo
oa provincia um exercito de observaclo tnica-
mente para, assegarar 0. cuiapriraeato das leis,
nao podendo reconhecer o governo de Lpez Jor-
dn por nao haver a legislatura deliberado livre-
1 mente sob a pressio. exercida par aquellas que,
tivo, e pede novo governo provisorio por eleicao tendo assassinado o general Urqoia, se apreseo-
popular de um congresso que o eleger, que das- uvam armados pan recolher-lhe a heranca poli
cutir e refrendara a censtituic&o da repblir.a, e
eleger o governo efeetivo.
Os intrates desses periodistas todos se me reve-
lara portanto. Por isso um Brasileiro muito dedi -
cado a sea paiz, dotada de muito patriotismo, to-
mn parte na polmica sob o pseudaaimo de Mucio
Sowoia, e tem discutido, escreveadft seus artigos
em hespanhol, com o redactor a Poz del Pueblo.
Como esse redactor mediecdp exercito argentino
e o polemicista bra3iteiro 6 tembem medico ao ser-
vico do exercito desde o principio da campanha,
e por isso se confcecenaeoruo collegas e amigos, a.
polmica est ppT ora na devida altura, e os dous*
contendores se. tratara ewr. muita amabilidade e
cortezia.
Os artigos da Jfecw Smola teem, perm, Ul
torca na 1rgumentt$s>0i urna lgica to cerrada, e
ul cooersao e terca. rj0 estyio, qae o adversario j
se vai fasotieautar o e perdendo a tramontana. A
arguo-jenta$Jo 0> Mucio Soevola se tem firmado nos
quato seguer*pontos:
1.* A safcey anja e independencia do altaal go-
verno. ptw i0r0, fllho do voto popular, por elei-
?a0 a^ e Portante capaz de firmar desde ji o
*' preliminar, senlo o definitivo de paz com
tica, declarou o raesmo Lpez Jordn e quantes o
aeompaBham em armas, reos de rebelliao contra
a naeao, maadou marchar para aquella provincia
as (oreas necessarias para submetler os rebeldes,
nomeou commandantes das mesraas (oreas o ge-
neral D. Emilio Mitre, e mandn chamar i ar-
mas a guarda nacional de Entre-Ros e mebilisar
as de Saota F e Corriehtes.
O general Emilio Mitre, que tinha s suas or-
dena os geueraes Geily y Ohes e Gonesa, contava
10,000 homens promptos, iocluinda ueste numere
as ooutingentas apresentados pelos chees entre-
ranos. Lpez Jordn n'uma proclamadlo por elle
mesmo assignada convidando os entrecranos a
unirem-se ellas, apenas se d rodeado por 2,000
cavlleiros.
Restas circumstancias a imprensa de Buenos-
Ayres nlo considerava duvidoso o exi'o da lula,
ue 00 entender d'-ella, nem mesmo poden a pro-
mgar-se.
Um dos batalhoes argentinos retirados do Para-
uay parea era Corrientes, outros segniram liara
aire-Ros, para ande iam anda marchar da Bue-
nos-Ayres o baUlhlo provincial e o regiment de
artilharia. Apezar de tuda isto, alo qeixava de
tt mioistro* das nates adiadas e vencedoras, haver algara recelo de que-o, elaraento federal na?
6 Q* (acto notorio. diversas provincias adharhwe ae movlmente 4e
*... O accordo entre os ministros e ps sleilaresdpi Lopes jorcan, e ficafl4q a 4, Bueo,os,Ayres. s em.
campo, nao podesse (acilmente sustenter a lula.
A hesitarlo dos gjtneraes argentinos em interna-
rem-se na provincia de Entre-Rlos, apezar da di-
minuta (orea dos rebeldes nlo era das cousas que
mais confianc.a inspiravam.
O governo de Baenos-Ayros toraava tambem me-
dida* de rigarentra o*-'hline*< crientaw, prw
dendo-os onde os aehava. No mesmo Estado-
Oriental os dous bandos pareciam (agir de virem
s mos, procurando cada um engrossar as suas
tileiras. ltimamente a gente de Aparicio sitiara
a villa d" Mello, tendo aprisionado uns 20 infan-
tes que apanhra (ora das trincheiras. Mximo P-
rez offlciava que ia correr em auxilio dos sitiados.
Prosegua a apresenlaeao aos generaos de che-
fes, enviados pelo governo nacional, que, nlo obs-
tante, contnuava a fazer marchar tropas para
aquella provincia, tendo ltimamente chamado s
armas a guarda nacional de Buenos-Ayres. l'.a
telegramma daquella rldade, ultima hora, an-
nuncia haver all chegado ura emissario da gene-
ral Emilio Mitre,' suppondo-se geral mente qae tra-
zia propostas de submettiroento fu i tas por Lpez
Jordn.
No Estado Oriental tambem nlo tinha mu-
danra sensivel. A gente de Apparicio depois da
Jemunstracao qne noticiamos (eila sobre a villa de
Mel, retrou-se, dizem as olhas de MonlevioVo,
sem ter podido oceupar a povoacao. O general Ca-
rabalo pela sua parte conserva-sc em Paysand,
onde tinha conseguido reunir ons 3,000 homens.
Dalli vigiara o rio Uruguay, sobre cuja margem
entre-rmna tinhara apparecido akguraas partidas
da gente de Lpez Jordn, ameacaodo penetrar no
estado vizinho.
Em Montevideo continuavam as cantaras a
discutir a lei Onanceira, bavendo agora espetan-
cas de chegar a um accordo entre ella e o gover-
no. Mais um batalhlo da guarda nacional havia
sabido para guarnecer a Florida.
A' ultima hora escrevem de Montevideo
t O goveruo nacional da Coofederacao Argn-
tica vai encontrando apoio as pessoas mais in-
fluentes de Eatre-Rios para derrocar a sitaaeao
creada por Lpez Jordn, depois do assassinato do
general Urquiza.
A esperanca que anda resta aquello chefe
que as provincias de Cordova, Salto, Jeju.Tucn-
nan e outras adhiri ao seu movjmento, o que
duvidoso. ,
c A' sorte da revolucao uaquella provincia est
completamente ligada a do partido blanco, no Es-
tado Oriental. Apparicio baten no dia 24 de abril
a divislo do departamento de Cerro Largo, qne
estava acampada prximo da villa de Mel, e con-
tava 300 cavlleiros e 100 infantes. A eavallaria
(oi completamente dispersada, escapando apenas
cenlo e tantos homens que entraran na villa, A
infantera ficou prisioneira, morreado o capitlo
que a commandava, e cahndo tambera prisione-
ros alguns officiaes. Depois deste triumpho, que
verdadeiro, os blancos pozeram sitio villa.
t Logo qae o governo teve noticia deste (acto
(ez marchar para a carapanha, no dia 28, o i* ba-'
tlalo da guardas nacioaaes, aeoropaahando-o
at Florida o ministro do governo (Unstamaote)
e ni lis algunas autoridades da repblica.
A questao bancaria parece chegar ao sea ter-
mo, por accordo entre senadores e deputados.
< Era esperado ero Montevideo o transporte
Princeza com madama Linch e seus filhos.
t Tambem se contava era Buenos-Avres, de um
momento para outro, eom o Sr. conselheiro Para-
anos, que seria all muito obsequiado pelo gover-
uo. Cousta por carta particular que o nosso minis-
tro conseguir negociar o tratado preliminar de
paz com o novo plenipotenciario argentino, gene-
ral Vedia.
RIO GRANDE DO SVL.
Pelo presidente da provincia e commissao da
praca do commereio da capital foram nomeadas
commissoes directoras dos festejos para a recep-
co do general visconde de Pelotas.
Na mesma capital e no edificio da Sociedade
Portugueza de Beneficeocia reunio-se graude nu-
mero de cidadaos portaguezes, presidido pelo vice-
cnsul Bello, e deliberarara dirigir a Saa Magesta-
de o Imperador urna felicitarlo pela teliz termina-
cao da guerra, e offerecer ao visconde de Pelotas
a coramenda de uraa das orden com que 6 con-
decorado. Para o cumprimento destas delibera-
coes foram nomeadas duas commissoes.
Terminarain no dia 23- os festejos cirnecados
a 23, ioiciados pela cmara municipal dr. cidade
do Rio Grande pela completa victoria das armas
brasileiras em Aquidaban. Nestes festejos tomou
parte o batalhlo 39 de voluntarios da patria, que
chegara a 2i no vapor Cwijpb.
Tratava-se de incorporar na referida cidade
urna companhia de reboques a vapor denominada
Diligente cora o capital de 120:000*. Ja estavara
tomadas acepes no valor de 30:000*.
L-se no Diario de 22 :
i Procedente de Jaguarlo chegou hontem o va-
por Guarany cora datas at 20 do correte.
t No da i% por ordern do delegado, de polica
daquelle termo, Hilaria Teixeira da Mello, fra re-
colhido cadeia civil o Dr. Severco Alves de Car
valho, juiz de direito da comarca de Piratiny : a
delegado qne dea camprimealo a essa violencia
achava-se pronunciado por aqaette Dr. juiz de di-
reito.
i A cidade ficava completamente agitada ; e o
Dr. Affonso Guimaraes Jnior, na qpakdade de
supplente do juiz de direito, nos dizem que expe-
dir ordem de habeas-corpus. em favor do violen-
tado ; porm at a saludado vapor o carcerero
nlo tinha anda dado cumprimento.
GOY.VZ.
Recebemos olhas da capital al M> de marep.
L-se no Correio Oficial de 5 :
i O Rvd. vigario da (reguezia de S. Jos do To-
cantins, Daniel da Silva Rocha Vidal, actualmente
nesta cidade, noticia oae a 7 de Janeiro ultimo, s
4 horas da urdo, sobes a matriz da mesma fre-
gnezia,amais bella templada provincia cabio
um rato, e qual estragando a cruz do frontispicio
penetrou no interior da igreja, abateu toda o te-
diado por onde passou e reduzio a fragmentos
duas figuras representando aojos, que adornavam
as columnas que sustentara a cor, urna das quaes
a da lado direito, ficou bastante arruinada.
A 19 do passado, na fazenda de Francisco Mo-
rena da Silva, distrielo do Rio Claro, (oi assassina-
do Manoel Pinto Bailo, por dous individuos des-
conhecides, os quaes suppoe-se veram da provin-
cia de Miaas-Geraes para commetter o eriroe. Os
assassinos lograran evadu*-se ; o respeslivo subde-
legado de polica, porm, trataya de descobn-los,
flra de que nlo escapem aecao da justica.
MINAS GERAES.
Temos folhas da capitel at 28 do passado.
O Conservador de Minas desta data diz, qne
refermdo-se a participacpes officiaes, que derara-
se algnns disturbios na cidade de Itabira por oe-.
casilo da recepcao do bacharel Antonio Cesario de
Faria Alvina, juiz municipal e de orpnaos daquel-
lo termo, que fra despronunciado.
B40 DE JANEIRO.
Abrio-se uo dia 6 do corrate a assemblea
geral legislativa, lendo S. M. o Imperador o se-
guate discurso:
t Augustas e digoissimos Srs. represeutantes da
naci.Possuido do mais vivo jubilo por achr-
ate rodeado da represenucao nacional, rendo gra-
cas ao Todo Poderoso, e cangralulo-me coravosco
pal feliz e gloriosa tennina$ao da guerra que sus-
tentamos, dorante cinco aaaos, sempre com hon-
ra para eossas armas, parara a ex-presideute da
republicalo Paraguay.
Realisau-se afondada esperanca que mam-
estei, na abertura da passada sessao legislativa,
de ver os noesas valeotes soldados condolidas a
victoria final sob o commando da ateo muito ama-
do e presado genro o marechal do exercito conde
d'Eu.
A oonfianca que depesitei na firmeza e pa-
triotismo dos Brasileiros foi amplamente justifica-
da, e a historia attestar em todos os lempos que
geraclo actual mostrou-se constante e inabalaw-i
no pensaraento unnime de desagravar a honra
do Brasil.
O-regosijo de toda a popularao do imperio
pelo gloriosos 9Ucessos, que pozeram termo lio
nobres sacrificios, o enthusiasmo com qae tem de-
monstrado seu reconheciraento aos voluntarios il.-
patria, guarda nacional, ao exsrcito e a armada.
slo homenagem devida ao herosmo e recompen-
sa merecida da dedicaclo que provaram causa
nacional.
A valiosa e leal cooperaclo de noss^s- bravos
adiados muito concorreu para os resultados obii-
dos na longa e porfiada lula, em quo nos erope-
nhamos.
Se o Brasil lamenta a perda de muito de
seas briosos filhos, resta-lhe a memoria dos eilo>
3ue praacaram, preclaros exemplos de civismo e
enodo.
< O'governo trata de realisar coma repblica
do Paraguay, de accordo com o tratado de allian-
ca da i* de maio de 1865 e protocollos aoaexos,
o* ajustes necessarics que nos affiancem a perma-
nencia e ae vaniagens da paz.
A iranquilMade publica contina maderavel.
Manlemos cora todas as potencias relaeoes da
mais perfeita araizade.
< O progrefiivo crescknento das rendas publi-
cas, prova evidente do que valera as forcas pro-
ductivas do Brasil, habilita o goveruo a apresen-
tar-vos urna proposta de orcamente, em que as-
despezas nao exeedem os recursos ordioarios do
thesouro.
.6 deseuvolvmeote moral e material do im-
oeria depende essencialmeote de deffandir-se a.
iustruccao por todas as classes da sociedade, da
facilidade das communicaces, do uuxlio de bra-
cos livres lavoora, principal fonte de nossa Ti-
quea*
Confio que prestareis desvelada atteacia es-
tes assnmpto, e bem assm a reforma eleiteral, ao
meihoramentada administrarlo dajuslica, orga-
nisa<> i municipal e da guarda nacional, decreta-
rlo de meios para levar-se effeito o reeensea-
raento de toda a popularao do imperio, lei do re-
crutamente, a ao cdigo penal e de processa mi-
litar.
Augustos e digoissimos Srs. representantes da.
na$ao.Se vessa dedicada e patritica coadjuva-
Sao aagoverno, rainistrou-lbe os-recursos extraor-
inarios que a guerra exiga, vossas-luzes e amor
da patria bao de dar vigoroso impulso todos os
meUioramentoa internos, que nos promette a nova
era de paz.
Est abarla a sessao.
Nacantara dos deputades (eram lidos e man-
dado imprimir os seguintes parecer tta roinmic-
ses i ...
t Foram presentes commissao de constitaiQao
a poderes as actas da eleicao a que se procedeu
em agoste da anno passado na provincia do Ama-
zonas para a lugar de deputado, vago por morte
do visconde de Inhama. fi'oram-me igualmente
presentes as authenticas das eleicoes primarias das
parochias da Andir. Barcelios, Moura, S. Gabriel
e Manicor, das quaes a de Andir se (ez por ter
sido annullaoa por esta cantara a primeira a que
se proceder no anno passado ; as de Barcelios,
Moura e Sl Gabriel, (eitas em Janeiro do mesmn
anno, nao trabam sido aiadn julgadas, porqua s.
agora (oram remettidas as respectivas actas : a
de Manicor freguezia navamente creada, sendo
esta a sua primeira eleicao de eleitores. Nao se
fez anda a eleicao primaria da paroebia de Tbo-
mar. apeaar da requisito desta cmara e das or-
dens do- governo.
Foi eteilo deputado a Sr. Dr. Leonel Martnia-
no de Menear com 81 votos, dentro 83 eleitores
que oompareceram.
a A respelo das eleicoes, tanto primarias co-
mo secundarias de Barcelios e Maura, nao houve
redamarlo ou protesto deprehendendo-ss das ac-
tas que o processo cosreu com regularidade.
c a eleicao da freguezia d Andir parece a.
commissao que se acha nuda por vicio insanayel
aa formadlo da mesa da as3robla parochial.
Nao havendo eleitores approvados nem supplentes
que (ormassera as turmas que deveriam nomear os
mesarios, nlo (ez o juiz de paz presidente o que
recoramenda a IL Consderoase coma (azendo
tambem parto darepertiva turcaa e com dous dos
tros juizes de paz-que Ihes erara inmediatos, vo-
tu na eleicao das dous msanos ; coostituio de-
pois com os seguales a turnia snbstituiva da do*
supplentes, detsaudo de eonaoaar o nano votado.
Comparecenda-so oitavo wtado, em vez de co-
mear este os dous mesarios- representantes da tur-
ma dos suppleutes, nao o fez, chamando o juiz. do
paz presidente tres outros cidadaos, ojie com esse
oilavo votado instituirn a turma snhslituitva
da dos suptenles e elegarara os dous outroa me-
sarios.
t Na jarachia de S..6abriel, qpe tambem a
ceminissao considera nalla, organisou o iuiz de
paz, por si s, a mesa.. Na (alta dos eleitores- sup-
pleutes aameou dous cidadaos para represaotarem
a turma dos eleteres, os quaes elegeram.as dou>
primeiros mesarios, a nomeou tres onteos, qus
subsiituram a turma de supplentes, e ehigaram os
dos outros mesaras.
Era Nossa Senhora das Dses de Manteare cor-
rea regularmente-a processo eleiloral PoK pe-
rm, presente a commissao uraa representacao de
Vctor da FonceoaCoutiohOyeleiterde Borba, d'on-
de (o desmembrada esta (reguezia, qnal reclama
contra o numere de eleitores marcado pelo presi-
dente da provincia, nova parochia. Com effeito,
teodo Borba seis eleitores nao poda marcar para
Mauicor, que do seu territorio se |desmerobrou,
um numero de eleitores igual, quanto mais supe-
rior, ao que dava e contina a dar a outra (re-
guezia, .
t Os votos dos eleitores da Barcelios, Andir e
Maricor* (eram na apura^ao tomadas em separa-
do. Acham-se englobados apenas os tras de S. Ga-
briel. _
Ero vista do ana flea exposto a commissao.
de parecer : .
Qae se annadeat as eleicoes primarias do
Andir, Manicor e S. Gabriel, oficiando-se ao go-
vorao para que mande proceder a outras
t 2 Que se approvem as eleicoes primarias do
Barcelios e Moura.
3* Que se approvem as eleiqes secundarias,
de todos os collegios, nlo se contndoos votos das.
tres parochias caja eleicao se aonulla ;
1 4 Que se otlcie ao governo para que deter-
mine ao presidente da provincia que marque da
novo o numero de eleitores que deve dar a nova
parochia de Manicor, tendo em vista nlo s. o na
mero de votantes com qae fleam as duas P31*0111*'
de Borba e Manicor, como a disposicio do Ajere.
te n. 1,982 de 18 de agosto de 1860 arl. i* H,
qual nlo permiti que as duas juntas dem nu-
mero superior ao qae tinhara quando oonsutuiam
m*5 Que de novo se mande proeader eleicao
de eleitores na parochia de S. Thomar,
a 6 Que seja reconbecido e declarado deputedo
o Sr. Dr. Leel Martiniano e Manear;
.Sala das commissoes, em *"'. de 7t-
-LAM Silva Nunes-MaMM Kasac-afO Qtc
rtiq.-J. M Fiqnewa de Mi, .
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i M.IIH.H
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A commissaV de palores quei tagm re
?rntes as actos dos calltsgos rleitoraos da i" u&-
tricto d>.frtioWia da Pathyba, o bem assjrafj
acta da spntfnjio tin.d feta pela cmara inuuiei
pal da capital, ionio examinado tuda o proresso
totoral, **HTitecendn que corrou geralmun'.e
sem a atener tougularidadev obtonu tilo* o*-Srs.
padre Francisco Pinto Pos-a M e padre Folip-
pe Benicio da P'incrca-Halvu 16 .rtioiarceit|ue
- approve a referida elekjno (tryre.niu. em |9 oo
aposto do aano pntno pana4 >, para preenrivr-
se a-vaga rima.la nafta augasia cama** pe Sr.
Minador sarao de Man.ingnap.', e quo teja decla-
rad) e reconherido diputado pula inesna jroncia
Sr. padre Francisco Pinto Pessoa.
Sala das c.hin6(!, 3da maio 4o 80.
Manar! Francisco Corren. L. A da Sato* Altane*.*
Foram prente a comnn--ao de oonstiiiiicao
o poderes a acta da jfpana^lo eral autlKu'ti-
vas de 10 collngios ileitoraes di t* Iwteto
firovincia da Paralaba do .Norte, onde emCde
narro do corrate atino se proroileu a eleirii para
iweenehiinenlo .da vaya proveniento da nmeaeao
do Sr. diputado lingo Velho Cavalcaule >le Alba-
qnerque pira o cargo de ministro e secretarlo de
estado dos negivcios da agricultura, commercioe
\Jiras publicas> e a me-ina commissao, depois de
- xamiaar accuradanionte a rcfaridW acias, uiUoh-
mente, e que a acta peral da pur*eaj rtsuuie,
Iteluiente o resultado ilas v,tac5ns indicadas as
acias parciaes, exeo?lu.mdo o colirio de Alhan-
dra ni razan do nio ter ido anda' reconheeid i
.por eia augusta cmara a respootrva deijio uri-
naria.
Sesga apara^ao gerat combinad t m o resnl-
taae das votacoen parctes, resurta que a 3r. c*n-
-elhetro Dioso Velho Gwtlrante d* Aibiiquero, ue
obvera 379 votos, uumeri igual ao dos leitofis
que cari.rreraui ans collegios.
Bmf los ra qucixas que poiiham sin davida o resollado'
ila eteican a c .m ms-ao de parecer qu seja re-
- conhecido deputari assembHia geral legislativa
do imperio o Sr. ciinsellieifo Diogo VelhnCaval-
cant* de Albuquerquu.
Sala das roiiuws-es da cmara.dos deputados
em 39 de abril d- 1*70.J. M. Fi/nen-n te MeHo.
L A. da Silva Mnnis. -Manuel Francitco Cor-
ra. *
F-iram prsenles x commissao de censtituieo
e ponieres as artas da eloicao a que se procedeu'
ein fi de mveintorn alllimo. nos (MMilM do Reri-.
fe, e l') d'Alho, que omstiluein o l* d stricto elei-'
toral da provincia do Pcinambuco, para ^reeorhi-
menM da vaga ifue deixou nesla augusta cmara
o vrscoode de Camaragib?, noueadu senador.
Na acta de rewtbinieiilo e apuraba i dos totos^
I coegio do fenfe, encontrare din protesto de
IBelertores, pelo atto de nao se fcawr procedidu
m recebimento das cdulas no mesMm dia em que.
se coti-tilur) a mesa, mas oo seginte, inando jn
mncliiid..s os aiabalhos eleitoraes no collesK) do-
Pao d'Aiho.
Ciutraprdte-tarid'>, allega a misa que, deudo
v oonclnido a acta de sita or$aM~a;i, como della.1
i:.)n-ta, depois das 4 V2 horas'da tarde, quatMo ja-
se, linha 11 retirulo quasi lodosos elcttoro-, lian lie
enmpria teroulro proredimenl; e nenhama in-
teacjki houye de protelacao para qual-pier Bin.
tinto |fle nao app.irecett rectamacSo algiwia por]
parte dos amores do protesto quando assigaaram
a arla da oiganisacao da mesa.
Sen m jnstiYaJo n procedimento da mesa cen-
tra o qn.tl se |H\rte nr.ntiuma ontra dnvida ; e erificando-se pela aeta
da apurara 1 geral que (*;ivecam o Dr. Antonio
Jjjqnim de Moraes e Siha Sil viitoe, o Dr. 'Ci-
priano Fenclon Guedes Alenferado 125, eoflr.
Olympi. Marques parecer :
1.* Que se approve aeieicao dos mencionados
cnHepis.
i.* Qae seje recnnbecidn deputado polo dis-
trioto ila prowjncia de Pernaiirtuco o Dr. Antonio
Joaqnin J.' Heraes r Silva.
Sala das coin.'!ii nana) F^incisco Ccrra.L A. 4u Silva AJmm.
< A commissao de cnostituicao c-poderes, tendu
pre-eute< as actas dos collegios do n, Seri-
nliaem, Kio-Fonnoso, Barreifos, Agua Preta/Es*
cada o Victoria, que oustitomi o i* ch'stnjti alai-
toral da provincia de Pernambuco. na eteica 1 a
que augusta cmara o cmseHro Jos Bento da Gur
nba Ptgnetoii, nomeado sonador, veriCcoa ter
ella con i lo regularmente era lud >s aquelles caUe-
io<, oluendo o bario le Aracay iid votos, o Dr.J
aspar do Monezes Vasconcolla* de Omnineod I0i
o Dr. Antonio Luiz Cavaicante de At^uqnerqae i,
o Dr. Manuel de Barros Wanderley 2, e o l>r. Ig-
acta de Barros Barreto t, cu:no oonsu da acia da
apur.T) geraL
a, ii>r tanto, a commissao de parecer :
!. Que se approve a eleico a qae em id de
nuvenhrj ultimo sa procedeu us {menoioBidos
collegios.
2. Que se|a reconhecido depofado pele dis-
trict 1 da provincia de Pernambuco o bario de Ara-
'^gy-
Sala das cominissSes 5 dp maio de !#.
Manoel Francisco Correa.J. Martiniano Finan-
re de Mello.L. A. da iklca Nuws.
Ja se achavaoi recooheridos deutrdr? : pelo
Amazonas, Dr. Leenel de Alinear; pa Parahyba,
roaselheiro Diogo Velho e padre Pinto Pessa ; por
Pernambuco bario de Aracagy e Or. Moraes e
Silva; |ielo l.io-Gradde do Sol," Dr. Ildefonso Lo-
pes; e por S. Paulo, conselheim Nebias.
Por decretos do 27 e 36 do passado, 3, i e 3
do corrente:
Foi removido bacharel Jos Hadrigues Pereira
Jnior, do lugar de juiz de orpRiue do tormo da
-ipital da provincia lo Para, para a vara mtwi*
ripal do mesmo termo, por asskn o naver pedido.
Fui removido, a pedido, c bacarel Joao Marta
de Moraes Jnior, ;nno da capital du Para, para a vara de orpbie
do mesmo termo.
Foi nomeado o bacharel Manoel Ambrosio da
SHvia Torres Portugal, para o lugar de juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo do Ip, na provin-
cia du Gear.
Foi concedida ao bacharel Joao Henriqne Mafra
' muuieipal
tSinl TIflU9bhrlA ie Pe^ambuo QuinU felfa 12 dfe Maio de 1870 0H3WUH VJX OftM
cMo Aattadtrs feJb, MflQamino,
leinissow que podiram do^servico do exercito.
Foi Borneado iesuurairo da direetaria geral dos
correkts Lulz Antonio Nogweira de Morae?.
Traoscrevemoa'do Jwnal*o Commercu: .
OSr tenente coronel cdmirtandnute Ihrin-
talhao da guarda aioinnal da corte, para senjmai-
sar a terminaeio da guerra e o regresso de S. A.
,i m- m-.royft-.i 1. ^v.T-ifn vn.ift a-En |ibe|n|M
M tritfgkia va fanWni, Mn de urna en
serava, sando este o "mtlir Olho da mesiuA
ora va qaejposa df imal NMcio.
Pul) mesmo Mtivo dea a saeklio Ultfrtm-
flo. da fregae d Sagln Antasto, cartasdlrU
o, do sexo fe-
alicat Gar
a.iqueetraps-
a ; Siria. >
a.wtwda
SdT5 ChCga
Iwrdade a orto caMivos. seas >
taino, o tocianMP Club V-s
tOWntJB a ama nunur, par l
crava del. Marta Jsi-iua-4e <
.i fleclwu-stf -kPliten m)
da do caraguay sob o connuando
Dr. Francisco Pinheiro Guimaries v
be talboe> i',ii o 4 > de voluntarios -vn pntrnc -
< A's i t|2 horas da tarde desembarcaran o?
batalboes no arsenal de mariaha. onde os espara-'
va S. M. o Imperador, aconipaahado de S. A. o Sr.
cumie d'Su o do seus setnanartor. e ajadantes de
ca.iip i. Na ireseniji A\# jaiwstr-ii ilcstado. do
inuitos olciaes generaes de mar e trra, de altos
[ (aoocioaarios puliliee t> xtrawiaario oMicurso,
do cidadios de todas as dasse*, S. M. o Imperaiior
urouuuciou as >eguintes aniaras t .,
Srs. ciuiimaudaatc da brigada e dos batalboes
de volntanos.
Ajwiai'aile ahrac/i para vqs e vossos cmara-
Jas. O recolijo aacional atiesta a granar de'xos-
sjs sorvicos em.prctda digflnlado da noss.agatri,
.0 eu tos satid escla^iando : Vrvam os yofaota-
rios da patri! Vivam o exerclto o armada nacio-
oa-js!
.. Kst-s Was .foram nth.uHlaieetnente_eurne-
pondijs poli novo, q.ue em seguida viclerioa i $.
M. u Imperador, a S. A. o Sr. conde d'Et, ao co-
ronel Pmaeiro Guimaries e aos vuluirtarios da
patria.
A-Sra. 9. Bclarmina Franco deS entrgou
entau au Sr. coronel PtoUelro tittimaraes as vene-
ras de brdbantos das onleqs jom qae calle con-
decorado.
< Por una cuuiruisso de Fluminenses foram
em segui4a oferecidas rtcas corpas d,o louro, ama'
a cada uui dos tre> batalboes asi t Os alumnjs e pVofessorea lo lyca
I encorporados felieitar a Voa&a JUtai!
nraaton pela onda da multidln^new
ment de uas almas, tyui o de *t
Voss Altera a profiitidiv adhesao qnl
prmclpe magnnimo o egregio, que
fezada honra nacional, soube eniandocr
noiony arifjB|L' no coEaaa^n
ro pfcultoflp^tavejJTsujr e*m
Mi Sr. enr,.; -llft ngrataan
dos pi'olesnares e altanar
tanta utUnd.'
ins de mn
1F"
-*Q cambio regula va : sobre Londres SiSAK
A t^iobre Parts 38{kreis, sobre llamburgo 710
Mi*,-* sobre Portngal 170 Ofi.
PAn.vHriA. ;
i*- Foram aposentados, seuflpdjd), os chotes
nVteecao de thesoaro Jos Mar Cesar, e o da
" secretara do governo Joao Fraweisjo de Mella
Barreto^e o feitor canTerento do consulado Sergio
lounn iaiJ'u**aa^_- ^-~^^f
noaieadoa :
seccii da ecretafvtglo gongrno,. I"
sij Vctor da Nailada.
lagfnascn J i do, fecioftaai'! 0s aesiaos prS-
fessoiinealuiiaios 'Unaram-nos a Jindka Je oarar
m l'RMie do noso .flnftbHnamentn, ido fcnMar-
nos caca pajavras de arrns*Je ajradeetnus. ,
Os artisus ilasofUcinas do machintoa do ar-
drto IhenHiro-farreira Ht
r'tJ

Em sessao da assemt.ia ger
.Mdente.o Dr. Antonio Fraaeisi-., Knhairn.; eine.
.bros do consedio fiscal Djimingus J*6 J)ia. y!,
noel Pmhc.tv Iiz de LaBucquefe Frlficisco V
oe Agolar e Suva." >
.Dr; Jo ^"m^PcoPaes deSoazaesoa w-
Dr. Sn>BMregf4j jnjjo pri!B>iil-*Brt
davidaiiMla legH|a3.intndo(]M i de Mana
da Tnunade, cuja ducaj estiHregi a sU
familia. ^
1/1
" -efleial, o amanuense Jet ir.arra Cav,
te de ntaquerqne.
AmaMnaose, o pratinanle JoaJaao-Soares Mera
PraMe.' Dnlcidio Augusn Cesar.
i-iela de seca.) da ina*uuraria pr<>vcial, e t
escriplurario Manoel EvangeKs de Vas^nncellos.
do Sr. corond seta), de marmha fucAm (incorporados Ifarecer A ,Jc cacriptarario_o .2 dit Anton Soares de
:s$r-izsiUB&sisrii *&&*",to- h*..m i
msica, os artistas sahiram do arsenal tarde, e Uo Natal e ere ve nosso correspondente :
ponorrerara as roas previamente desina*6Tca O estado sanitario da provincia um tanto
minhanJo em dnas alas em cujo i-on^UMiMMl l^aajrijfsgVr
a duas, mais de trintas meninas cornada"qe'rnsas Por ora grassa n'esta capital, no Cear-meriro.
aJcatida^neinya4aBd>iiKKl|:. npd^^a^-' Magajnyba. S. Jure ft-wf .w.^njiu ma ffhre tJ^Jd^r.,iJuH:'anr'CJhu,'ue aa m telnin:
tras lloaradas *e liam os oomes das provionias o carcter |iernicioso, queja lera feito diversas vic-
iinjieu-i e das priacipaes baiathas fendas a Pr*iis.
raguay. ma das ni minas carregava sobre urna Em Diinga ror.rudesceu a peste da bexigfc
Ser'recoli
Ira do ii na.nHiBttntios.
aUaotaUa >U_-vdltedo v^rda a tjonw m*o,iapr AI-
fereciila ao St. conde, e outra menina sobwalmo- videncias reclamadas, em taes circumsptancias.
fada svmethantslevara oa anun. ErarejiW" floatem foi recafAid i cadeia sta cidade,
te lindo o espectculo que aprsenla** aquelllc retaettiOo de Goyan/nha. o individuo de nurae.Ao-
ejnjmicto. "Mutos cperarlos do arsena'
pessoas acnmpanhartm n pfetKo, le
2J7:o785t9 rs.
Lemusna I inrio do Gram Para :
Coa* estova annnnciado teve lugar s 6
fMtWwB'domingn 24 do ronrente, o Tt-Deum
qnSdaireneaavel OrdemTerceira de S. Francisco da
_ Peuijeiicia, maud^ai caniar em siu capella a gran-
de instrumental.
t Antes deste acto oceupou a cadeira sagrada
o Rvil. Sr. Mango arcediago governador do bispa
. Ec, o4ft Dr. Silva* too tomado as, pro! a erdade ramfa o sanhudo governo da
curso fez realcar com vivas cores o orgulho bra
isiMiro pela, torios* tenenioapao da gaerra suslentaram bem da humamdade, da rjvilisacio
rep-
blica do Paraguay, demonstrando anda ser mais
uat triumpbo obitdo pelo clinstwnismo, no seeuio
19 pelo que professam alei Sanu do CrLuUkado.
as, a que o povo corre^pondia com
ate o palacio onde teve laear a offerta.
Os operarios da directora das constraccoes
navaes do arsenal de maj-iaha foram taialiem,' nn
forma do seo, programma, offerecer a S. a: o 6r.
conde d'Eu, o modelo do monitor Alagaos, que es-
tere ex posto no arenal durante os das de feale-'
jo, e foi ltimamente levado erapasseio per algu-.
mas mas da eidade; parando a eoramisstno qfie o
conduzia portadas casa* de residencia dos ex-
minmros da marioha Srs. OoBsethelros Piiito Lima
e AfTimso Celso-o do actual Sr. ministro da esoia
repartidlo,
Tcud pereorrido as raos mepcioaadas no
programma a commissfo dos operarlas ehe-
nraeas rcsunli's do.auigo 4S de voluntarios.
i Em sigual de rogosijo pela terminara i da
guerra e pelo feliz regresso ye S. A- o ^r- conde
3'Eu, acabam de conceder a cana de lifcerda o Sr.
r.iistudio Joaquim Moreira a una soa es:rava de
mai.ir idade, e o Sr. Audr Bonneau, subdito fraa
cez, su escrava Fratictlna, crioula, de 39 au-
nos iii! iJadc.
TiVeraifl lugar limiem J3J tarde brillantes
u?anifest;*cCie* de aareco o reconlteciineuto a S A.
o Sr. cunde d'Eu pelos relevantes servicos qne
prestuu a frente do exordio brasileiro nj Para-
gsay. i
, A cammi-so das sephQras que $e reuuiram
para offertarum coroa aoSr. conde pir'.iratu bon-
uoii s Iji horas da lardo da casada s^tedade
Pbilnarmuuica em cerca de 80 wniajcns, e, na
forma do seu prQgramma, dirigiraoi se na palacio
-abel, onde foruin amivehaeote rec.ebids por
Suas Alt-zas.
Enlregou a cora por parle da*. senhoras a
oven D. Mana Joaquina Carneiro Lean, e.arn se-
Suida nutra juven, a Sra. D. Sarja JosGoimbra
a Anjaral, dirigi a S. A. o Sr. cgude d'Ep a e-
gttine aUycu'io :
Senhor.Arrebatadas pelos byuni da vi-to-
ria, que nos elev a altura das maiores nagoos do
mundo ; deslumhradas pelos horicos e immcrtaes
feitos do n-'Sso exercito o armada, nos juntamos a
fste povo livre, independente, entbosiastico; e,
dietas de jubilo, orgulht* e amor da pairia, viemos,
o principe o valoroso chef do rsercUo brasilei-
rp I .ao vossj) encontr, para oflqrtar-vos a corOa
syinboii.u do triumplic.
.* Mubro e llorcsccnte estirpe dps Oritans I ber-
dado valor guiou vpssa aspaija : infammon-vos a
dedica rao dp anjo tutelar ijp Brasil, vossa extra-
tr.o espesa; acoiqpanliou-vos a-beo$5o da cari-
abosa mal, nossa virtuosa e bemfazeja Irapcratriz;
auxiliou-vos p patriotismo de um pavo rlente o
lirioso ; susienlou-vos na estrada da gloria a iuba-
balavel firmeza do e:;e!>) m marcha ameriv-an ;
abrio-vos, finalmente, .as portas qa immortalidads
a mi jutiseira, do Se.r Oniupotente.
t PrtBcipe! Essa fronde alfita, oj apnca em-
patlideceu Beta sp corou sob o pejo das aodada-
de balas que despejayaot os canhOes ini-nigos, a-
bate-se hoje para rtfceber das fllhas do povo os
vrenles Jouros da victoria.
Consenti que nos, peqnenioas c monestas fto-
bngada, e urna quarta corOa aos jucos offlciaes e* geu ao palacio Isabel, onde entregoa o mode-
lo do Alagm \ Soa Aluza, que. agra-ieeen a of-
feru.
i Iteunidos aos seus professores e aos alumnos
do imperial conservatorio de msica, os alumnos
da academia das bellas-artes. foratn tambenj,-n-
dar a S. A. real o Sr. omfe d'Eu pelo sen fer.z re
grosso a esta capital.
'vo ThaHm Lyrico, bouve um espectaculn ae
grande gala iuliemem regosijo pelo feliz regres-
so de Sua Alteza. 0 theaiKi eslava untado com
trpicos de bandeiras e escudos em que se Jiam
nomes do algamas das nossas principaes victorias,
eos camarotesacbavata se brilhantemente guar-
necidos d senbons, que trajavam gala<. k dje-
gada de SS M.VL e Alteza-, romped o hymno na-
cional, cuja letra foi cantad em scetta aberta por
todas as pessoas que toniavam parte na opera que
ttovw egatr-aa. IW^Mm-s -*, duas knUtn -|mh>-
sias, oo fia) do oatia ua d;w mjas.*e lovaiiurara
vivas, gpe fofa eottiusiastfcnmeate coarwn>ai-
didos.
' Tocou-se depois um bonito lijmno composto
pelo Sr. Jobo Thcodnro de Agaiar, para esta occa-
slao, e cantado tambero por oda a eoiapanJiia.
O Jtnrnno da pr:, este o seu non, tem un
movimento alegre o.(estivo, nrmcipalmento no cOn,
que diz as-jm
as deaias auvr d fu:m>
Jlnilia o Iris da 'Victjria !
o capbo inda braminda
Sadd da patria a giona.
res do ja.rdim social, cuja fraqueza tjao .permuta,
empunaarnios anuas em desaffronia da patria, te-
nhamos a subida honra de callocar sobre vossa
augusta cab' ca este emblema da gloria, este pe-
ni ir da gratida) de urna na rao, mai de tantos he-
resl
Cada sexo teta soa missao : para o ferie as
armas, os combates, as victorias ; para o fracs, as
a'leniU-a) que pedio do lugar de juiz
< de orpbof de Srrinhaem, na provicia de Per-
cainbueo.
Fi reconduzido o bacharel Antonio Josde
Ainnrim no lugar de*juiz municipal e de orphaos
do termo le Itaparica. na provincia da Baha.
Fez-se merre do oflicio de segundo tabi-Uue do
puWio, judicial e notas da capital do Paru a Aa-
lomo Firmo Das Cardse.
Foi creado am batalhio de infintaria i gnar-
das nacionaes no municipio de Boaviagera no Cea-
r, e nomeado para sea tenente-coronel eoaimaq-
dante o capitao Jos da Sva Bezerra.
Foram concedidas as demissops aae pedir.im : o
desembargador Diogo Teixeira de Moeedo.daeaj-
go de presidente da pmvinria do Rio de Janeiro,;
vo Dr. Jos Mara Correa de S e Benevides, dp
de presidente da provincia de Mhias-fieraes.
Foram nomeados :
Viva a virtuosa Imperawz.Yia candidapriq-
eep imperial-Viva o iris da paz, o iaclyo gene-
ral conde d'Eu.Yi/ao i.'sercUoe arma imperial.
Vivara as narjjes aliadas. *
% Ao raceber a curia, o Sr. conde d'Eu respon-
da que iniutj Ido yc:ibor..va a manifestado das
senhoras da corte, e a recebi como dirigida aos
bravos qae teve a fortuna de cummanJar e tu
brilhani n glorias colb^raoi para a patria em tan
porfiada lula, glorias que taaibetn coi:ipart:lhavam
lodos os seu* antecessores.
Em seguida as Sras. DD. Senbortnha Mello e
suas lilhas Lriie Bastos, Rachel de Almeida ou-
tras en toaran e bymno Conde X ffu, que, a pedido
das seflboras quo oifcrtarara a coi'Oa, coa poz o
distlncto professor a Sr. Artur NapoUii, atlm de
ser dedicado pelas mes utas se ahora a S. A. a
Sra. Pnoceza Imperial.
A paesia do h*moo composta peta Se Dr.
Fraoklin Doria,. a sugaine:
do Francisco, pelo que foi all procossado a for-
ma da lei.
A /canura manlcpal da vlfJa de Goyaninlia,
para felicitar a S. M o Imperador, pela-feliz ter
minaeao da guerra coolra o Paraguay, acaba de
nomear urna commi-so composu dos Exras. Srs.
conselbeiro Praaejsco de Salles Torres Hcniem,
deputados Octaviado Rapo-o e Gonx-s da Silva,
coromendador Benlo Jos Fernaodes Barroe e pa-
dro Joao Maaoel de C irvalho.
< 0 jornal Assuense a. 142 da noticia do segra-
te faeto :
No dia ,19, entre, as 3 e 5 (toras da tarde, ca-
hio sobre a casa de morada de Jos e Ca-fro
Urna, oo lagar da Caissara, na rwelra do fjpa-
uema, ara rajo, que causou grande destruicao oo
tecto, paredes e portas d- casa, ficando prosudas.
por efteito do m sidu raio, lodos as pessoas que
nella >e achavam, as quaes feijiraente loroaram
depois si ; ticando porm as.-s maltratada a
dona da casa, pela extraordinaria queda que dra
oa occasio de sentir o effeito sutiocante da mate-
ria ejectriva.
< Achara-se nesu capital, vio Jos do sertao, o
Rvd. vigario Antonio Joaqaiui, tenante-coronel
Jos de Borja, Dr. Das de Ucerda, Dr. Jerony-
rao Americo e capiSu Sebastlao Celino, que como
deputados eleitos, lera de lomar parte aos traba-
Ibas da assembla provincial, caja sessao ex ra-
ordinaria, .-eguudo Ihe dse, foi convocada para o
dia 15 do crrente.
No du 5 falleceu o maior Anuralo Jos d'Oli-
veira Fragata.
Rendeu a alfaodega no mei de abril.......,
17:176*1116.
A tbesouraria provincial 31:780*713.
No ultimo d'aquelle mez exista era cofre
dcsta repartico um saldo de.8o:80jj79.>
crahA.
Fo'am pomposas as fe?tas pela chegada do ba-
lalhu 16" de vr.|ontarius da patria.
Ja era condecido, na capital, o resollado des--e
e dos collegios de Marangaape, Aquiraz, Cascavel
e Arac.uy, lendo mais volados para diptalo?
provincia"* no prigseiru districto os Sr*. :
Esta eomposcao foi milito app|aadi<]n, 0 ora
seguida raut>u-* aopera irw, reiuaiido toda
a noiui animado e contafitamento eo;re os espec-
tadores, .jue em grande numero haviam. concurri-
do a esta linda aula.
O vapor Santa Cruz, ntcado aoateio l), dos
partos do sul, e>tevs.m risco de nrobrar a pou-
ca distancia da barra do Rio-Grande, donde saai-
ra a tt ilo pagado ao meio dia. Das 10 para as
l da iiite., descobrlo-se qao o v^par fazia muita
agua uo compartimento central do.porao por um
largo rombo, de cuja existencia uiaguom suspe*a-
va. A,;i;ua era t,mU que o vottitMs dn|b>ii{a^.".ii
dos passageaos licaram a uado e otratds na
ii ai or parte.
< A' s pBMS Uo cominaikiaot iican.' uto au-
xiliado por toda a guarnida.), dove-se a salvaran do
navio sm U-r havido alarma. O paquete pule vi
rar de :n*d-, e.otupregando-se durante a arriba
da todos os meto* possiveis de esgolo, iranpoz a
barra Jo .Rio-Grande na.inoobaa de 13, sen ter
havjdo perda algiiina do vida, nem.teriioentos.
t oao sollrerotn iwvoprg^.ao Su^ta Cruz tur-
ouu aahir na dia m Wda ranls soUreado duran-
te a viajjom.
Noticiamos iiooiem t4) actar-eo na costa do
IHtl.
Coacedea-se
Tu, de Orlsans desoendeale;
lia, bravo Je Tutuao I
Getbeete laurel vrente
Da patria aa defeasao.
Salve, lazara da goanra I
Iri beiadilo da paal .
Sonto brazilia ierra
Depats da.uta
Ao iataario araericano
Vingaste atiranta e teldie !
E dernftaodo um tyranao
Elevaste um peve inaio I
Saine, lateiro, te.
gleza Fatvti, precedente do P|j/flutb. -
As seuhuras.qnee reuuiram para olfertar a
5. A. o Sr. conde d'Eu urna ora, delioerarara
no sarao que levo lugar ante-bootera 6) nos >a-
Joas da PmMiariiioiucj, conforme ncticiaiiios, for
mar uioa sociejada, que sob a denominacao ds
VtHtc ( hjic ie Attrti, ilaja da coettada Oe Sun
AUeza am corta, tora por ca exciuivo ma
nuraissao. >
Bis as cotAyOos ufficiaes da praca no dia o :
< Cao**- VtA, W */, 4., 13 ^A d- por 1*,
a 9f <,tv 9oafem; tJ ft d. bancario, %i >t d., e Stl
JA > P-r Mioje; Pars 403 e 03 rs. por fr
liuntem. MQ c iW rs. por/r. 9tf d/v. boje ; Mar-
seiba 403 r*. por fr. a 0 d/V.; Hawturgo 344 rs.
por.
Metaw.Sobiiraoos MkjaOO.
A;oes.-Banco do nVasil 1744000. a
? 0,s wques pele paqoe* Ainazas* *omom :
Sobre Londre cerca de 426,000 a 13 V-"
ti dv papW bancario, a J4 y, 2, S V. "23
11*14,13 Vs -' lh i. Papel arcuiar.
* aobre taita cerca frs, 3 7O0,00 aos ex-
tremos de 390 a 407 rs. por fr.
Sobre Uamburgp oeroa de St 185,000 de 730
a 7fiOr-. pac.
> Sobre Lisboa e Porto regulou o premio da ia-
bella segurab): .
. m a 130 % vista
8.a, /, a30d>,
131 a ua/. a60d/v-
M3a JI7 */. aWaVff.
* O soberanos tiueram ajta nasuw ulfimos ua,
passand de I0#400 a 10*500, proco por qo nj
pe vi aderara aiguas lotea regularas.
As apolices iterans de 6 7. foram negociada* a
Vi 8fi V* e S7 *L 0 aa do anpresltnto
Dr. Gonralo DaptisU
Capiiai Gostavu 481
Dr. Soares 179
Dr. Mnura 176
Padre Bessa 176
Padre raveza 75"
MajorJjaoSe.ftrian* 475
Dr. Cornello 470
Dr. Portoaal 169
Coronel Mic ha do 168
Dr. Francisco Justa 156
Dr. Fiauhvlino uo
No da i do corrente fot recomida icalbetjral a
bandeira do 26" de volantarios, com toda a soletn-
nidade ; te ido lugar, no palacio da presidencia, o
baile olferocido ao coaunandante d'esse corpo,
sendo nessa oecasiao libertada urna escrava do Sr
Pauta Barro.
A directora da associacao commercial flcou
assun organisada :
Presidente, Antonio Gjncalvos da Justa.
Vice-presideute, Jas luaquim Carneiro.
Secretario, Manoel Januarin de Moora.
Thesoureiro, Antonio Fernanjes de Farias.
Directores. J. W. Sladart, Joio Ale Kee, Manoel
Francisco Albaoo.
A alfandeg readea nj raez de abril.......
90:543041 ri*, S6a0 :
Imperucao 67:651*292
Despacho maritimo 1:43*4100
Exporta?ao 16.36yir39
Interior 4:8iiaJI52
SanU Casa 28*938
Era alguraas localidades da provincia, Mara
Pereira, Ip, Lavras e Paca tuba, reioaram febres
de nao carcter.
Foram arrematado* os dijimos de tpiuncas :
da Barbalha por 6 OOO, do Ico por 4:030, de
Milagrea por 2:7223, e do Caind por l:i30*.
Lemos 00 jPedr II:
Do Grato commuuicara era 11 de abril o se-
grate :
0 criminoso Antonio de Mattos Favella, qae
capiuooava ama quadnlba de ladr&es no districto
de Santa Anua do Brejo-grande, levando em suas
correras o terror populagao d'alli, cercado na
manbaa do da 2 do corrate pela escolla que du
Craio parti, depois de ter tentado contra a .vida
de soa muther que oppunha-se sna resistencia,
a qul eorrendo escapan de ser victima de seu
puntjal, rompoe o cerco da escolta, e ao penetrar
na roatta qae.existe. as proximidades de soa casa,
.uispar-iu o ca vinote que conduzia .nos soldados
quo de porto Iha perst guiam, empregando toda
carga no peito do soldada Joao Aires de Olveira,
que morrea incontinente. Algn* saldados da es-
culta dispara rara as armas ao criminoso, produ-
zndo dos farimeptos, dos ijuaes raurecra poueo
.depois evitaran assim uoe anda usasseda pistola
e faca, qae tambera conduzia. 0 subdelegado pro-
cedeu o eooraetente corpo de dolido, a
Escrevera da Tena
que
uao sejam justos, emprcheiidirauVs nao podem
deixar.le triiunpbar.
A guerra que o Brasil se vio forcado a dr ob-
rar ao gi.verno do Paraguay foi justa,e por isso
Deus prounciou->e a sen fvnr.
*^.VaneravelOi que sabe comprebender os seutimentos de relgio-
sidado patriotismo, eorrendo aos degraos doal-
.tar a dar gr.c-s ao AJtissinw peso faci operad >
.tan gloriosamente para o Brasil no memoravol flia
I* de marco na* niarjjens do Aquidaban no Cerro-
Cora, nada mais fez qne re.petir os nobres poo-
s-tuentos que neU- abundara.
t A capelta eatava ornada com gosto e raagnifi-
ceocia o altar, em o'qual pur bauto de tropneus
ar.naOos cora bandeira* das oaces aliniiis
liam se os seguiutee disticos era elegantes qua-
dros. De um lado :
< Gloria Deasvivara as honras nactoaacs.
< Do antro :
Gloria a Deusvivan as nagoes alliadas.
A'porta do mmplo acbava-se postada urna
guarda de honra.
\ concuiT' ucia foi tspautosa : acharara se
prsenle* os Exm*. Srs. vie-presidate da provin-
cia, chele de polica, roinmandapie das armas,
caiiiiiiissas Je tudas as associariies existentes ties-
ta ciilaile, chefes de repartigoes, membrus da mu-
nicipalidade, oaciae* da armada eexercifo colle-
gios e ere.-cido numero de cavallieiros destinaos.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ASSISMBLKA PROVIXCIAL-Hootem a a*sem-
bla approvoo, em discussao, o prnjeclo n. 69
deste anno, que autorisa a cmara n unkipal des-
u cidade a cooirabir un emprestioaoi13iOO:OOlk
para conMruccao de um mercado publico, o de
o. 82, qae autorisa o gaverao da provincia a pro-
ver oo urna radeira vana de instruerao primaria
o professor jubilad> larcolino Antonio Xavier,
orando o Sr. Oliveira F misera.
Boira mi eui 2* diicussao o projeeto o. 3i deste
anno, que crea una companhia de-touibeirm', fui
approvado o art. Io, dpoi de oraren os Srs. l*e-
lppe de Figuninia, Gu-ino Lobo e AUWeira -Pon-
seca, inlerrumpendo-K a discussao, a requerimen-
to do Sr. R. d* Oiiveira, para diseutir-se o projeelo
de '.xara.i de forca pitficial.
Pasando se a tratar deste projeeto, em 2* din.
ea*so, nrarara os Srs. Cavaicante de Albaquerqnc
Pedro Alonso, Qcaodo a discussao adiada pela
har.
A orden do dia para hi je ; 4* ditcassao dos
proj-ttt ns. 68, 70, 81, 86. 88 e 96; 2- dos de
n*. 30. 50. o.A 36, 57. 58: 5, 63. 6. 67, N e
91. todos desto anno; 3 dos de ns. 33 de 164,
28 e 48 deste anno.
D1.NI1E1HO.O* vapores fraucet Amasme t
brasileiro Annos trouxeraro para a nossa prara
as snfminleR quantias:
Bank o| Ro de Janeiro 400:000*000
Tasso I ivmo 88:077*iO
Augusto F. de Oliveira A C. 70:080*000
Mar.|ues. Barros & C. 40:794*300
Thomaz Jtfferies 20:000*800
H. de la Grange 18:367*000
Oliveira Filho 4c C. 6:400*000
Msnoel Teixeira Bastos 6:000i000
Joaquim Jos(ionralves Beltrao 4:313*400
K. L. de Otivefra Azevedo it C. 4:800*080
Pedro M, Maury 4:000*000
Pereira Vlanoa A C 2:3005000
Melle, Lobo A C. 2:000000
Joaquim Gerardo de Bastos 1;384*690
Joaquim Vieira de Barros 1:100*000
Domingos Perreira Maia 1:0008000
David Perreira Bailar 1:000*000
Francisco Jos da Costa Guimaraes 748*000
Felppe Jos de Lima 300*000
Dumingns Al ves Matheus -.'i 15000
Dr. Jos Elisio de Carvalho Cont 200*000
mais as segrales quan-
O Aiino trouxe
tas :
Para a Behia 07:477*780
o Hio de Janeiro 816.033*810
sondo de3ta parcelia 200:714*470 para o thesoaro
nacional
ASSEMBLA GERAL.Cora dettiao corte se
gera no Ariwa os Srs. senadores Pompeo, Jagpa-
rlbe e Nones Goncalves, e depatados Serra Bel-
fort, Coelho Rodrigue*, Joao Alfredo e Barros Bar-
reto.
ACTO LOUVAVEL.--0 Sr. baro do Liviaraenlo
anda urna vez acaba do dar una prova dos seas
semimetoH humanitarios, olforecendo ao Asflo de
Meadicdade 30 saocas de farinha, 10 de l'eijo e
30 arrobas-de carne aecca.
No estado do carencia dos gneros, como est o
mercado desta cidade, o acto do Ilustre baro,
digno do uiaior louvor. e importa em grande aun
lio aquella imprtanle eetabeluoimento, digno do
dade, na vespera do Te-
ejipina-brifada composu
de um esquadrao e batalhoes palriolicns, se diri-
gir lo paed dn'famara. onde encontrara o retrac-
to deS.-M Imper*!. Csrtwspondidos os vivas a
\L M|gesiade, snw^lotinWnnlnnt ana 'armas allia-
as msicas, soblrao seis baldes e
les. D'ahi pas-
da cidade, at
-se.
da nianha ha-
mnuicipal.
iente a pfomessa
es.-IMpi a glorio-a ban
vos. nio se fan a nasseia-
1 fMontro aionte da TaonMha da poptflacao e
Malhoas^ patrtafcu% Ln^'i ,rt5rr'!<'<* o :e>*>lemaMla patri,
" ouondMWwi em-triunipluv afMdral. Tai \a-
hWd! "eT- m, '''"'cante templo pelas 10
Zl lslfad*0.ll,n- Sr coromendador Perreira
l ~tl assis."d" a o religioso o vene-
aV\-^J?, ?^?s r*'l"""es. seminarista e
ma., corporacOes ralosue a brigada patritica.
1 Jdas as igreja annnunclarao por toaues de
r0^Tii2n4lS t P-Jj!"". ?* como s
mjras aas iirmntnai^^s, dando prolongados repi-
A's botas da tarde, a brigada percorrer as
ras da craade, at as 8 da noate (repetinuo-se as
illummacoes), e as 9 horas conclulr-se-ho os fes-
Ujos por WR-lego artneal M targ. d-nrao
rei.resentandoeiiisoilios e acabamento da guerra
Depois deInVn-omnVn rtaflsj'peras de fogr.
appar<:ci>r.a>|MBf|i ellt*rn, apresenland
na lula enue estes e os nosso* encouracados a
queda que um dos nossas tiros dea no pavilbo
pMgua*o,-am sgi*i ubiri o navMfio brasi-
leiro, e logo um guanee balo bem ornado <
triumptavue.
FiMlmeate lera lagar um painel apresentaoto
era seu pedestal a ara da liordade,-urna nn <
tomada por dous amjes, ionio aos lados tro-
peos d armas.
No lado superior ver-se-ha a tyraanl de Lpez
siippiantada pelo ttrai-il, a margem o.Aquidaban,
(o aeabaaienlo da guerra) sendo a tiberdade do
povo paraguayo levantada pela-rain do Brasil. A
allegori ser representada por un dio, estsn-
deaao a mao a ana povo abatido ; tena* dabaiso
dos ps urna lera aniquilada. O regato Aquidabau
sera visto aos ps dessa aira, e na pane mais ele-
vada do quadro vor-se-lia a Santissima padroeira
do imperio.
Todas estas pecas fonra fabricadas pelo bem eo-
nheciflo artista Jos Francisco Alves Montero.
LOTERA.A qus *eha a venda a-MC"
neiwBao da kmamtade do Senhor Bom Jesos dos
Passos da igreja do Corpo Santo, n qual corre
hoje 121
LEILO.Gnforme est annunciado, effeclua
hoje o agente Pmt". o leilHo de movis, tonca, cris-
ues e nm_piano na casa da ra da Palma n. 87.
Amanha (13j deve tfr lugar o ultimo leio o>
louija, vidros e crystaes no armazem lia ra da
Cadeia n. 6, por intervencao do agent,Pinto.
LE1LAO.O ageole Martin?, efleela boje ik>
eaes da Liogucta, o Irilo de dous botes; s 11
oras do da.
RASSAGEIROSSatiidos para a Europa no va-
por fraileez Atitazone :
C Craraer e soa seuhora, Alerandre Jos da
Silva, Francisco Jos Regallo Braga, Josefina Ma-
ra, Manoel F Corpa Jnior, Joaqina da SilvaBai-
bosa, Luli Amavel Du4earcq, Antonio Amavel D.,
Benjamn Ilocart, Orico Ginvani, Btagjio Rata-
rsno, Alfredo E. de Sonto. Jos O. Tallos SalJa-
nna, Issac Kalm. Mara M. Teixeira, DernanliHO F.
Junqneira. Pedro R. de Oliveira. Alberto K, Jc-
qnesBloek, Joaquim Forrara Campos, Rapolpbo
H., Jacob G., Joaqnim da F. Maehado,Luit Dnmio-
fme* de Souza Mentnho, Dr. J. de |Aqrao Fooee-
^, sua ?enlirra e 1 HMto, Leonee Majer, Alnas -
dre Jos da Silva, sua senhore, urna fttha e uwa
ereada.
Vindos do* portas do sal'no vapor francez
Atnazone :
Pliuouga KmajaBtielle, Domingos Alvares Gui-
maraes, K. Xavier de Lima, Manoel ftomgstiqu
M. Manry Feroandes, Ignacio Gargel do Amara I o
Si.nza Espirito Santo.
"indos dos portos do norte no-ranor Afinos :
Joaqnim Amero de O. L. e 1 eserako, Jos Ri-
cardo Coollio Jnior, Antonio Moreira Sanrpayo,
Joao Jos dos Santos Lima, Antonio Goncalves da
Costa Paria. Antonio Colombo, Joio liamos, sna
sen ora e 1 criado, fr. Veoaorio Capuehinho, 2
esrmvos ao bario de Gnararaor?, S. Marta do*
Praieres o 4 filho, Benjamn Moeaet, Joao F. Foi -
rrira. Kaymundo Joa de Saoaa, J -ao L., Igoacio
Perreira de Assaotneao, Joao Antonio di Costa,
Francisco .los Gaftrinba, Franekco <6n Paula Ro-
drigues, Cuirin.lu Pereira Simas, Antonio Pinto *.
Moraes, Franci ?co de Assis Ramalho, Antonio VII-
leta de Moran, Augusto Gome da Silva, Manoel
(Morir. Cavaicante de Alhuquenjue < Joaqun
Pereira Maia.
Seguem para o sal :
Manoel Coellio de Oliveira, padre Antonio Tei-
xeira Serimbra, Dr. Candido I CaoleMo Branc
e sua familia, Dr, J. Gomes S. Betfer*, senador
Antonio M. Nones Goncalves, J. F. Nuims Henai
qaes, Raymondo Perdigio do Olivnlra, Dr. M. da
Franca Alencar, desembargador D Am Nogueira
Jaguaribe, snoailor Thvmaa Pompeo deScuia Bra-
sil, Jos da Stiva Moreira, tenente Raymundo Ro-
drigues Bayanno, 30 osera vos e-B-nortas.
Saludos para o Para na Inrca portugaeza
Despique :
Agosiinho San Mari n e Ignacio Rorifnes do
Carvalho.
CEMfTBRIO.-Obitnario do ata tO o* maio d
1870
Anoa, Pemambnco, 13'annos, solteira, Santo An-
tonio ; etica.
Silvina de Mendonca, Pernarnbnee, 70 nonos,
solteira, Bovi9ta; enierlte chrenioo.
Rosalina Amelia Raposo da Cmara. Pernambn-
ro. 18 aiiin's. solteira, Aff.irados; 'intec^&js put-
Recemnasrido Manoel, Pernamboco, IWelfe; te-
tan*.
Liberata, Pernambuco, Smezes, 9aoto Antonio ,
diarrhea.
Jos, Peroamboco, 6 aunos, Reene ; ^ongest6>-
pulmonares.
Mara dos Santos, oiulher de 400 annos de I apoto de toda a populacao desta cidade'
Vi "''i* u w qo presumo MCIO-
Presidente da provincia do. Bio de Janeiro o Dr. *ek> teu glandio guiado nal de 1863 078*. 97,51*. 980*. 984*000
Jos Mara Correa de Sa e Uenevidea. Ao combate assofador, KwangoVs do baog>*.,aw)panhia3 notaram.
1' vice-presidente da raasma provuwia odwiem- Gndavalante soniado s seguintes ureoos; Sfiefle./jnaii478*, 472*
hartado Manoel Jw de Preitaa Travassoa. '< Kodoplicou do valor I' *7o* e474*5 Banco Gtmmeraal 2* e 3* de pre^
Presidente da d SanU Galharina, o nacbarti Dio; .sfruda de Ferro V Retrepis 801; om-
fYaneisco Perreira Correa. -nn*ak>.lcisenB, ote. 'panbia do seguros Pidiidade t4* da premio *
(Dr. JaaqoB Core.' -de Araajo, late subunt' t A uxa,do descont no naneo do BrasiL i
'la facaldMta de diraito dontaciJa. ^npsdnpnr Mrnpa-aolio Xina semjalteracao a 9 (V. e na nraca 4' 8
Oamannenae dtsearetniaatta-^tad 4Af ego- ra&.#lma triainphnl: ,0%. Vm
.;os do imputa, &r. EufWMoAflgus. *? Minada -A..pan1ntten flapinMiot' .; A alfandega rendea de 4 a 5 dn corrn:... L
Montero de Barros, 2 oflicial da m sma secretaria XajustaV;ten.pnpMtatil 4SO:3J15!if57.
-le osudo. asm.
Foi natnralBude o sabditpontufue* Fraocta^o Saina, losetan, ele. -- A assetnbla, nrovinclal prosecuia e
Manuel da .ova. H _. trabilhos, os aaae uram nroro.ln at *t do
Foi nomeado oflicial da orden da Rosa *.*.. l, Eataadoo Jayn.lWV 3*. Uwa Amanda, .corrente.' ^^ P/orolot ate .1
oonsul dn l%tnai ea MaMarlba. Jonqoim J>into ^W** Dpria, epcegoa a po*a,o oiusica S. o comi rod o mez de abril
do Magaihes, de conforndade con o g 3a doar- WPr*aJ. 3:4fl839J rs. *^' '
uro dodaareie n. 833 de 7 do eiearaso *e ^^P^^J-^^^^i'^^^'St. -Acbavara-se na.parto,eroceepta.de, Ppf
sao., M M emaraodanuaaro4siceraaduSOO pambnco, o transporte UnolTT^Thf^ai-ll
^^Ii^ntaftteato altadas coin.HiaiHOide euua Tonelero
. interino '4*
o Dr. Evaristo Ladislao e
a D. Mara Francelma da Sllveira fitas, ara urna, de cojas puntas se va am retrato de f0 nomeadi nrorursdnr ni
j-uz, vmva do capitao de Infamara Francisco fli- Sua Alteza, e na ouSS u coroa bordada, sera-' tbesouraria detaaenda
*aro Cruz, naorto en combate, a, p.ai*ao tgenjal lhapdo a.queJaser, oBerecida, forara para os sa- Silva.
2-f?eraT fifi**i% Xa conforaidade das djsposices dpj 1 do art. s ru* per onde passon a oommissibl emssa '
L1".0:.648 l9 e*$V*n_ M 4*>ij foi con- 'velta^estavairt profasament ifluminadas.
t.Os prpfesares e alnranus to IjceV.de rlese I
oflcios, qne pceslara tao bons servcos aos flosaos beiro.
artistas o oporario. forara em eorporacao compn
mentar ao Se conde d*n en sea palacio. Alli o
3r. Betbepcaort da fiiva, seerntario perpetuo
do lyc), itrigio-se a Sna Alteza uos seguirnos
termos :
Serenissjmo Senbor.-^s fllhos do povo. os
cedida reforna ao aornwel do 18* batajhao de i(-
aataria Maooel Lopes Peceguejro, visto soffrer nw-
.esia ineurave), que o lora* incapaz de contmur
uo servico.
Na coufornuoade das disaqaicjfs do, art. .1* da lei
i!. 1,341 de 24 de acost da. ifC. fotnonjeado *
.irtirgiao do corpo de*adf%do exercjio o afamop
oo C-' anno da faeuldade e medicina da Baha,
Artliur Casar ak. iMaeos'do trataIho, aqoettes que ual vea b*je
Foi exooeradado eamowodo daj-arinwda pro-VrU|%os ronder a Vossa AUbki as hotnenagns de
vracia do Atnaaonas o teaecte-cexoiel ipdaado da so cops|derao, resnello e amor, sao aqnelles
corpo de estado malor do artUbana, Jeta Evang- ijae, sem ser ptsaV ao estado, eonstitm
lista Nery da Ftaseca, e notpeaWpAn o mes<4 a PlWWxa, a acxrridade e aelvHsaeao de o
lugar a coronel do atesrao cojpo, dpse. de Miranda prro.
daSvanSls. A mi calosa do oper* nifi'aliaga* iai-
Foram concedidas ao lente do corpo de engel' migo, era debaixo da veste onde ojnpracio do ar
slictros Jos Antonio Rodrigues, e ao al/ercs do 4 tis se aninba a lisonja e a adalacao.
dade, vi uva, e que aiada viva nu gosode.saas
taculdades ratellectuaes, nao obstante os uiutos
iissabores uoe (era passado pas fui inulhor de
nm borne B de roas precedentes e raai do eJebre
Luiz Rodrigues, um das mais csiebras (aeriaoras
d'esu trra, foi victima das poatas de urna vaco,
que no da 3 do corrente, no lugar Cardse, es-
pancou-a a wtremos de flcar por niorta, sofreado
alara das marradas, alguos ferimenlos, e 'entr
asJes, o, mais extraordinarios (orara : ter rasgado
a bucea, fracturado o osio do queixo, $ diznm fa-
raiou ventrett Ora se nao fnsse essa desgrana,
talvez a pobre Mara dos Santos anda cpBUnuaase
a viver cora sadde, sem embargos dos 100 janei-
ros que coala.
Ftateooa o pncwro tenente Orlas Ranal, oom-
anvlante da couipaoliia de apnodlaes mari-
Bheirns.
Pre*idente.-Aam"nYeT7mnOda*
Secreiario.Antonio Tavatei"lva
Foram nomeado promotores publicas : de S.
Gungalo, o Dr. Al/ceda Teixeira Meadas, e ita P,>
ranagaa o Dr. Joaqun Daamcann Nwguaica,
Lemos oo Piauhy :
Tnms vlsbi, urna carta de Jaicas do 7 do
mez tiasoado, era que se no diz o segatte :
C iBtiea e eontinsari a tome por aqyi, por-
que as ehvas test Idq rarisstaa e as planu-
MM qne se ha fuo ten se perdida todas, peto
hte 0'Bbuma esperaana ha do gneros alitnetti-
ekji, Lhi j se ter pissao o Untpo de taaera-9e
planujdes. ^^
A pobreza teri orsHrrelmente de morrer de
tone, so nio emigrar d'esto para outros muoici-
UVRO NOVO.Fonos obsequiados com nn
ejemplar de um novo llvro, publicado polo Sr.
Tbomaa A. Especa, contendo a comeda-drama
O minutarios da honm~c a comedia.4 viu-
va do met amigo, arabas *le sna composioao.
Quer orna, quer outta tr.-balho rognlarmeats
elaborado, e que denota no seu autor estados e
aptidio para esse genero de litteratura.
Agradcenos a offerta, e recommcodamos a
publico esse hro.
ESTATISrii'.A POSTAL.A admhiistraao d
crrela remellen hontem, pelo vapor franerz Atna-
zone, 3862 cartas e S77 massos de hirnaes : seo-
do : para Lisboa 1900 cartas e 477 masaos de
jomaos:para a Halia 43 cartas e 4 raassp para
Pafis 835 cartas e 80 massos para Bordean* St
cartas; e na mala da ultima hora 1042 canas e
169 massos de jornaes.
ANJHVERSARK).Araanhaa completa 78 annos
de dade Sua Santidade Pi IX
OOrTlWGENTE DE VOLUNTARIOS.-Espara-
varsk, na corte, a todos os momentos, um novo
Tbesoureiro. Camado Aojpajo. de Sottz* >- w nao flagUlaaos peta sesea
H* ajMMMirt
Viogaes. Jos Joaqwhn bet Botm. lLiM|4e Foi muite festejada a termipacio da raerr,
SWfbsS *^ FWtale WraSnW ^ w.Ofiftal,'iave qiversoTpontosTio lit-
-.Lomos no Jfrntil: ; Gomecavam a M d pasaao a icjsQes pre-
Os criminosos do ftr amda mrdia 4 doMfc paratorian db.assnarf6a pro^noisl.
.Pasaa.dc-Dmetteram mas wassaasinatojp7^ 4tar oeeasiio-da lenta 4-3- Bewdfeta, foram
tenda Umburana, da fi^06gF*Wambqra alforriadas 36 criancas da amaos owt seodo
tlTlll tenw* <*S5^i'*fc|MM|]df *-Mnd>swtwijH,e sl^enyntaZeidade
ulLl ?aJccff?0l?y*Wllf" *m^mmbm w**k-^CKsas ter.
mlSot I**3 CapMf' V^mkS^n^ jp nMMMrtlto,i.lm^ii.i,olu.Ao4onn IHa
...fC
contigtnte de voluntarios da patria, composto Be
batalboes de Sergipe, Alagas, Maranbao, Para e
LAraezonas.
kWWCA Este vapor da Compabia Pereambu
leana fteava, no di* 7 do corrente, descarregando
ino porto da Fortaleza, devendo em seguida sabir
raanao oerte.
M TRANSrO.Csm 36 receidos en non?
nmtDi Invon o Atmwont para a Buropa certa de
300 pa sagsiros.
i ll8WOPOLITA3Ja--Ao do Brasil foi declarado
no oathalogo oflkial, que compete o terreiro lugar
ontwos prinazes no presente concH do Vadea
noj par suaaoiignidtde na elevarslo ao primado.
AIBADE.Doclaroa-s* no catualogo offldal
,destribuan> aos hispas, relatandr qoera tem a-
aeoto no actual concilio, que o abbade geral di
,congreEasao benedictina m Brasil est comnledo
OWwb atrnoro,
va ^Sf^OS^E 0LI5DA;_A.ctaar Bunfcipa,
de Oltada resolveu mandar cantar ora 7>-Oraos
^caihodral^no ijia 43 do qnrentp, em acolo de
r*>s pela conelasad dagaerTA; e sea cooftlle
rntar-so bao os munlclpes ao'reaova^ao do'
"Oajwpalares uo indicado dia epela matwlnf
------itW:
! Urna illuminacao sera pqila a frente do paopi
tHROMl 1 Jl ItlIARR
TRIlll. VAI- DA ItII. Atl
SL'SSAO EM 10 DE M A10 DK 4R90.
?BSSU)ENCU
DO
CAavTAW.
BXM. SE. cossKuuoao
SANTIAGO.
As 10 horas da raanhaa, presentes osSrs.deseia-
oargadores Girana, Looreno) Saaiiago, Hotta.
Domingues da Silva, Regueira Costa e Souza Lea,
tallando os Srs. desembargadores Cuetra pracu-
radar da coroa, Almeida Albuquerqu e cria,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguales julga-
mentos:
Appajuironscaures.Appeuante, I*adLsJo Ca-
bral de Meadoaca ; tppcllada, a justica.Impro-
cedente. Apollaote, o jniw; appanad", Manuel
Aiitooio d'AteUtnpi^o.Impi te, o jnizo ; aupe/lado, Manoel Jos do Xa.-ciroeu-
toK' novo joa^f. Appettete, o jjuao; appelladrj,
Eogonio da < kwta Nones. >, novo jury. Anpel
tanto, o iuizo ; ppnllio, Mansoltno Jai.dos Pra-
ere*.-A'aovo jry. Appelfaata,.-) jftito; appef-
lado, Alexandro PortQoalo de MeOett-. aovo
jury. AppeUante, Eduardo Goocalvo 009 San-
tos ; appellada, a justica-r-Toanto morrido o re*
appeliant, ponha-oe perpetoo stanelo na cau-
sa. Appellante. Jos Bezerra Cavalcaute apnot-
lada, a justica.Nullo do f\. 40 era dame. Appel-
lante, Jos Pinto do Mesqoita, apnelada. a ja*l-
CaReformada para impar a pena no grao nn>-
mo. Appellante, Domingos Gomos fAguiar; aa-
Kaliada, a justira. Ficou adiado. Appalftnte,
eginaldo Jdse.de Soma; appellada, ajoso-
ca.Improcedente. Apoellante, Anuioio Jos*
aymando ; appellado, Agosboho Cabra! de Jo-
sas.Nao tomaram conoecimeojo.
raOnAMns,
Do Sr. desembargador Gitiraaa ao Sr. deseu-
oarggdor GuerrxAppella^ao dl: appellante,
Manoel Luiz do Albnfuerqae Pessea; appeuaAj,
Joao Colho de Sooza.
Do Sr. .dosembargadDr LouMpeo Santiago, ao
5r. deserab.li gador AlraeJda Alnuflpofque. Am-
pellaroes eriines: appellante, o julio: appelladii,
Francisco Jos de Barros. AppelUte, ojaup; an-
peflando, Manoel Francisco das fragas. Appelt
$ao fivel: appellante, Jos PrflH Oliveira ;
appellado, Domingos de Borros Brandao.
tV >. dnonthaiga* Moi^a o *f. di*ojnbai
gador DoriaApaojJMfotfi! appellante, An-
tonio Moreira dos mu f appellada, Fecjdade
80 8?ffinftargnder Sona Leo ao 'r. n-
wnbargador OltinaniAMalnt^ eiwl: aoi
larfte, Jos Antn* 4ONveli; ftppettado, Fr
celino Laorentioo do Bomflin,
LlKlll
*m.s
T
I


MI

B\mMid*Pmm^w~Qu'mt4;{$kL}z & Mm,
Ast'nou--t djuu-Mga meato
Appkllaqoes
vador de
Domingues
zerra;
vr-7*. .
RabrM ae Illa. Sr. atapaetordatliaKio-
rana da fazenda da provincia das Alagoai.
se digne praolar att<*co sobra ia **tbc-
#ffdas lotpriv 4a omsi ptovip, que
esto sendo por una plano publicado no dia-
rio-das AJagas de 5 de feverdiro do cor-
rente anno, sena que observe o dsposto no
f 8 do arl. 14 da .Mi feral n WOt de Sfc
'le setembre de 1867, qoe oataftrtoce oa
poeto de 20 7, sobre o capital fe cada lo
teria.
Recife H de maio d 1870.
A' memoria de meas pais
L nos ceus ja descaqpanr do latnr
Ltesta vida tau cheia de trnUra.
Os brindes desprertudo da natura,
Pelos sacros encantos do Senhor.
Nem Ihes paasa na mente o desabor
Bfesta v.da qo", se haUta de atiMrgonr
Neste mundo onde apenas ba v. ntara
Me certet de baver um Salvador.
Qual roroeiro cansado sem guarida
Onde ae nenes postra pertKad
Sua fbrgr aietar j cotisanaiJa ;
Eu sajna inda vou triste calcando
Os deaeitos da minua amarga ida;
Ao baete -da-iiKfigeBCffl ae arrimando.
RccifeH70.
M. Venancio A. da-Fonnca.
Oh que omo mea DeaI nem ti* se falla.'
Sem noticias se quer d'elie pede I...
Que caso ser poli o que accede
1) vida o caso ? morte iguala '.'
E de mora qae o durp oraoe e .talla !
Marcos nio respeitande. a nada cede?-:
PorMarcosa vida humana qao se mede
Pode IinuadaIlibeiruatabafaia.
Qtem poa a um Ribeinmundo, escuro,
Marcos |>ara ai mundicias evitar
PerdeMarcos-*) ar sempre impuro.
Qae trigsimo dial... a lastimar
aiiii'iniolibeiro-no monturo
reIhrcosam peixe quiz malar.
HVPOBJO.
\no 4*i i.
, vapor brasi-
com mandante
uto gnete;
f raacr afiance*
JUpfnffoiaJ?
Trentesufaneros;
diS," rige tftiJta Tretis -friten, de
fcto toeeJad;*, capota RrtlaB, eqwpagem 9, car-
ga. diflwaaUv< poueroe a TUwt Frere.
Jvuf 'os salados montesina da.
DarJeaur portwi intermediosVapor francs
Anazont, commanarae Joeei, carga a amia*
qoe irouxe ilos uorf'j do Sul.
ParaBarca pormgueza Despique, 2* capito Pana,
ta Jto da- Camino, carga assuear a omros
gneros.
aitar-Patacho belga Helcetie, capitio P. R. Neyt,
carga parte da qu* tfoivxa de-Aiacrs,
SantasPauctto n^rte alterna-'* Bermwd, cajiitao
Kramer, carga asacar.
Cear-IIiate brjsilero (kiruldi, capitio fluskvlio
Jtt Vianna. carga varios genera.
fbrra NovaBrigue rahlez eva, easit$e leatino,
em lastro.
CaaslBricue ieglex Sigana, capitas Scarader,
carga algodao.
p sellad f.mi.c
arma*
>rvnn-.
:.:( r.
mo;
iiaMBr*r
{MJ-irt-1/ ii*0i
'ia ua gu.irl
de inaio da
r- o inapectpr intarl da al-oea te dUC\
yojm totee* Ppsss e>pK*l-,,2&A,'3'
Si?egi3*? deertfft wlAfSilm-
ximo pa.ssado, prlnclpiaro a va>jrar do f* de
julio viodouo, wedianie coma displf -1 clrcnjar
n. 9 de f? da referido mez. devendo cantinaar a
ssr observado o dfcposlo na citeular n. I de 11 de
iaceifo deste atino, a respclto da cebraaga dos
drreltos da cara ecca (charque) e do baoalbo.
Alfaoaeg^ttaPernanbu.^ l da roaio da 1870.
' Otopeetor ieterino,
UdaC, P*.rtMdrade.
catan watt.
inenorp.-, qUrt sujscedetf a S.
vmarif.o 0 fcajiout-. da
ns/H-i orill ]"
ajeante
^S^!f%nta,Mie>/tci
Amonio, ompregado ua cas
i J" .*?bare 'ts de Portm! Aevedo.
'1I> f-J '^**JU
jaron.
Freitas.
Bayiitno.
Portnsal, los bojes aeiaV, pertenMU'cs no alie
nado J,) df^lVa Ity*. sat*k> ,^\f o b\ 'e raiw^
.se ;.i,!ia fundeid-1 na orea ?>* j'iwinu)-
pequ no .; n u/n tai',ir UOJE.
A U bwraad da *o caes da Liogueta.
. Fraacisea.
li, Joaquina.'
D. Hara.
Hecife, 12 daiT:aio de 1870.
>
Monta po portuguez
Temis Hilo cora attencao, nao pelo seu valor
Iliterario, mas pelas verJaiie que encerram, di-
versas publicajdes, que tem sahido no Diario de
Peramb.icv, em relaja) a falta de oLservancia
pela direcloria do Monlc-pio portuyiicz, dos art-.
St, 18, o 20 e lila parte do 2/ do a t. 40.
Fazatoo, como bremos, caua commuin, em tii
justo flm (o cumprimeno da le), cjrn o autor das
publicado' -s. nutramos a esperanca de qne a di-
paetoria, compenotrandi.-se do seu rigoroso dever
tratassH de dar com a mxima brandada, fiel
cumpri:iK-n!o ao i|ur preeeitaa a qpotrioa dos su-
pracitados artigos, na viesse ao m?nos dizer qual o
imperioso motivo que a ha levado a proceder da
forma porque lia procedido.
Bailada esoeranca 1! nem umanom outra cousa
se dlgnoo a iHuslre dirortoria fazer.
E.n coi ipeasacao, aprja tivemos a satisfacao
de a; r;r, ,r i > Diario de 9.do corrate, una mo-
uomeatalebr. littcnM, assignada porum ucio
hwaHadoT.
Em ta-1 importante tnbalho, no procaron
illutre socio in .-!'.'. o proeediataato da diree'.oria; es'orcoU'Se
pofm, e - in intelleci tawiraaf (mgnSo iem as sois res-
goardi da >) i :^>i.-1.- o i amor das publicaros*,
a flm de enxe r-se.
Suj !!! Quaado so procura aumentar o pes-
soat daaoci lade,nw se pcrguuta ao protendente
todisp oii ni) e recnrsos inteliecuaes;
apenas se edaga se elle dispe mais ou menos,
dafluillo c :d q ie se sampra os mcdOes;
guando, porai, algons dos nssiK'iados procu-
pneuram cora iucooteslavel direito, lazer com
que a lei fundamental fia soci^dade eja cbserva-
da, e iu urgealguem dobaixo da 'capa de___
i" i socio instalador, bradaulo:enxergai-vos.
AinJa mais urna vez sublime !!
Admira-nos que o Ilustro socio in-tallador,
eateuaiJo corno se presume ser, disp.indo, como
p ir c de .Tan le souiraa de recurros intelloetuaes
,'' aiudados pelos auxiliares de que constantemente
faz u ) nao liaja cnxergido quen2o nada le-
gal coaservar-aa no poder urna admiuistracao.
sem dar conta aos aocia 's n > "spa^o de cinco
anno?. quan lo a lei pres?reve u^n !
Nada ; tal cousa na>. pn.liao illustre sccio en-
xergar. \> rque como bein o disse : o homian nao
conkece eai si os defeitos, e esta espacie de ne-
voeiro onruhre tarobem os amigos; nao poda
portante o illustre socio saxergar as fcltas com-
mettidas pelea secs amijos da directora ; sendo,
por n '-:, ,le vez om quando soce^ada, veoo Mlus-
treso ;io in .tallador impMDsa, nao como ja disse-
mo.;.ajuiifica-la nem tai poaso ontestasai ver
ih'lc- x irada, ras diversas publicares, mas tao
s iment-? polemiaar em negocios de ccnhechnentos,
habilitaes etc. etc.
Aeh^ndo-nos com.reii3ndidos no numero da-
dispojra de |)oucos recursos inleUec-
i send aso Ora sast-ntar polemices
dMalnali zi, p is i iiipodemiieressara queir.
ao .>. ni mos :\ sociedade Mnnle-pio por-
tugun i,."' estai ds eesUrri*, cavacar com o
III taire oci i'ist^llafpr.
U que p- demos afiljapcar sem aMedo de errar
(".p : i"! a na ;i na hv.j d ? socio? do oute-pio
porta inetraMaaaaare quecima das
i- ,i ra io lividuaes, se aclnm ^s considera
; c i- iteress 's gu-aes da sacie/lsUej ta
riam ha ruuito po t em .Tatlca o '}uo preceitua a
dutrina da s?g.mla pirte do art. !(: tomos
dito.
Alnuns socios ins'.allil^ t.
..ETAES._______
Jbaquim Jos Slveir, tenentd-oronel com-
iBandaota do 1 bitalhode infanlaria da
guarda naeional do mumcipk do Recife,
e presidente do cooselho do quaoaco
da fregnezia de S. Antonio.
Fa^o saber a quem interessar, que de
coaarmidadfi oom o disposo no art. Io
parte 2o e art. 9o do decreto o. 1130, de
de marco de 1833, e iustrocgQes de 2l
ta outaibro de-loO, se leas de reiwir no
dai 15 do corrate, met, no consistorio-di
igrt'ji raatriz, o conselho de qu;tlificac*"pr;t
a reiiaa dos guardas nacionaes, alitialos
na raasina freuazia. -
E paca que ebegae ao conheetmento de
todas, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensae affiad^ nos lu-
gures mais pblicos da fregu/ia.
Qaartel do roiumando do Io bataibao de
infantaria da guarda nacional do mnnicipio
do Recife S de maio de 1870.
Juaqitim Jos Silvelra.
______Tenente-soronel' coromandante.
llavendo a amara muniapal determi-
nado fazer levantar um monumento que
sirva para perpetuar a memoria dos feitos
nos campos do Paraguay, convida a todos
os seos municipes a concorrerem com seos
donativos para o flm destinado; bem assim
convida a todos os Srs. engenheiros para
apresentarem os dezenhos preoizos para
levar a efleito esta idea grandiosa.
Pico da cmara raunicipar de Recife, 2
de maio de 1870.
Dr. Bento Costa.
Or. Lobo Moscozo.
Dr. Jo3o Maria Seve.
Jos-M tria Gameiro.
Caetano Geryaco.
r. Prxedes Pitanza.
Itaspee auarlnhau
Facrsa.nuiflieo que a coinnnsie de peritos,
examinando ua fiinna determinada no regulaaieaU'
annexo ao decreto n., 13% de 9 de fevrero d>
18ft, casco,, rmactiina. caldaira, appareio,
mastmeio, vtame, amarras e aaeotas do va-
por Pidciigi da AnyV^^a Pernaiubucan* de
naveita^ae rtmin, ach^a tadep estado de pod* vajxar n-epr. -
Inspecco da aeaal pia|(#> Pernambu-
co 10 do matad* I81p,
n\ li- itapsator,
A. Barbosa de, Almeia*
mtcuxrssssJ
9&XRJf#. JlrthTftiRaat
Obras pnblicok
De ordem do IIIm. Sr. engenheiro, cjiafe da re-
parocao das obras publicas, se ciiuyida a> pessoas
que quizerem exueutar a obra de platn idas por-
i.-u e caixilbos da frente do ediQcio do Gymoasio,
comparecera nesta.reparlicao com suas pro*
pata* em carta tediada no da 35 do corren*,
pjdifdo os pretndanlas ex^roinaNra previameute
a obra e as eondijes da.execucao.
Necrtaria das obras publicas 11 de maio de
I87D.
0 secretario,
_______________ Feliciano Rodrigues da Suva.
t^MERCIO.
ALFANDESa.
'> i*''di2a-!0. I2fr!13l836
Bis 11.....43:"43;33
"
*7*74369
XOVUfttNTO DA ALVANDEGA
Volprnea e:U-ados co-nfazend^ 158
dem tina wua 4*a>eroe 1492
Voiiiitdj j?udoscotn (aseadas 173
dem iiam com gneros 1030
1203
Dea-jar ac. hoja f maio,
Birca in^rt-^'/ nrigamercalorias.
B'.rea inr-zei' -lldi/rte-mercadorias.
Ewuna p-3igaeM->fp*-raerca1orias.
Barca inglezaZviorn id;m.
Brlgiv! i agft-Lr mwhV-n ,
Escuna ingiera- m Lugar suecoAniwtarinha de trigo.
Sumaca he;,)'.... ,!a-iut^ /)V>r-vWhpi
RECiiBEDOjv-l D* ."E.^AS GE-
lrU0&4fi-PBRA*ttlQQ-t' -.
RenSmatv-H) t a l(V i < -fi:3M73t
13amc. d... u...... 3:408*770
{'
GONSIILADO PROVlNCL
''.al.
" .1
Dr. Arrainio Goriolano lavares dos Santos,
juir municipal da segunda vara do crime e ci-
vel e provedor de capellas e residuos, nesta ci-
dade do Recile de Pernambuco eseu tormo por
Sua Magestade Imperial a Constitucional, que
Deus guarde.
I-'.ico saber pelo presente que, Jorge Garland
Surr, ua qualidi.de de testamenteiro de Gliristc-
vo Starr por seu advogado, me dirigi a peticao
do tbeor seguinte:
Illm. Sr. Dr. provedor do residuos.Diz Jorge
Garland Starr, primeiro testamenteiro de Christo-
vao Starr, morador que foi nesta eidade, onde
possuia propriedades importantes, que tendo elle
fallecido nas proximidades da eapiuu" da Inglater-
ra e bavendo aqui ehegado a iofausta noticia de
sea fallecioienlo no dia 27 de marro prximo pas-
sado, tendo deixsdo em-maudo su'pplicaa'.t; o tes-
tamento junto por certido revestido de todas as
solemmdades legaes, pretende o mesmo appplica-
le para dar execucio as disposwoes testa'Denta-
rias daquelle fallecido, procederi o inventario de
toda sua fazenda por este juizo da provedoria, pa-
ra o que vem requerer a V. S. se digoe admiuir o
supplicante a prestar o juramento do estylo e pro-
seguir nos termos ulteriores do mesmo inventa-
rio, citado o Dr. procurador fiscal da fazenda pro-
vincial.
E porque os legatarios entre os quaes o finado
testador destes bous, sua'fazeoda, alm do suppli-
cante e de sua lilba Maria Azeuet, sio numero-
sos e residentes em diversos lugares da America
Ingleza nao sabidos, requer outro sim o suppli-
cante a V. S. que se digne de admitti-lo a justifi-
que se digne ao aamitti-to a j
I car a auzencia desses outros legatarios, afim de
"serem citados por editos rom um prazo rasoavel,
nomeando-Ihes um curador que por elles a^sista
aos termos dosto inventario, at que se apresentem
os seus respectivos procuradores legalmente cons-
tituido?. A^im, pois, pede a V. S. deferiraento.
Destribuida esta por dr-peudonna ao escrivao,
em cujo cartorio se acba registrado o testamento
original se proceda na forma requerida. E R. M.
Estava sellado com a respectiva astampilha.
Recifo, 11 do abril (!e 1860 O advogado, Dr.
Vicente Pereira do llego.
E nesta pe^o del o despacho do theor se-
guinte :
Como reqoer. Nomeio curador o Dr. Aminthas
de Carvallio, e designe o escrivao da e hora para
a jnstiliaacao requerida.
Recife, 12 de abril e 1880.Arminio lavares.
Em virlude deste meu despacho foi feita a des-
tribicao ao escrivao Domingos unes Ferreira, o
qual assignou o dia 29 do abril d<-ste anno, para
a in|uericao das testemunbas, as quaes sendo
aprosentadas neste dia pelo supplicante debaixo
di) juramento prestado-no hvro dos Santos Evan-
gelios, depozerara onvenieatersente acerca da
aazencia djs legatarios seguales em diversos lu-
gares da America Iaglez* nao saljidos : Maria .-Vie-
ne!, em Inglaterra. Todos os (Hhos de Anna Mana
de Albuckle (viuvaTaylor) em Inglaterra. Todos
os sobrinhos residentes" em territorio britannics
que nao estejam sngeitos a estado algum cslran-
geiro, que snjam ilhos legtimos de irmaos vivos ou
ialtecidos do dit) iinJw, consiente do auto de u-
veutario e do respeclivo testamento ; pelo que o
aacrivao depois iJe sellar e preparar os autos me
t* fez conclusa?, o nos quaes dei a sentenca do
tbeor seguinte : ^
Hei por justilicada a auzencia dos supplicados,
atienta a prova produzida, o mando que sejam os
aiesmos citados por editos de 60 das na fcrma re-
querida, paguas as cusas ex-causa.
Recife, 4 de maio de 1880.rminio Corolano
Tavaees dos Santos.
Em cumprimento desta sentenca o respeclivo
escrivao que este subscreveu, I >z passar o presen-
te edital com o prazo de sessenta dias, pelo qual
e seu theor, chamo, cito e hei por citados aos re-
feridos herdeiros auzenttg do do Chrislov Starr,
para fue dentro do dito prexo compareoam por si
ou seas procuradores ante este juizo. alegando e
IKO provando a qae for a aem de seus dlreites e jus-
tica sob pena de revelia.
E para que chegue ao coohocimeato de todos
mandei pasiar, o prsenle, ue ser alisado nos
lugares docostume e publicado pela imprensa.
Dado a passado nesta eidade ao Recite de Per-
nbmbuco, aos 9 tie maio de 15*70.
Eu Domingos Nunes Ferreira. escrivao subs-
srevi.
minio Corilano Tarares dos Sanios.
JosF anetftoo F-iras, otnaial
da Rosa, lente -coronel
da imperial oTdam
_ ommanante do 4o
iMalhao de iokntaria 4a guarda hactonaj o
municipio do Recife i ^iaaa
Fac saiMr qu*. em vinude da lei j. 102 da 19
aeeemafo de-1850, e do que diapoe^ decreto n.
. m 1130 de 12 de marco de 1833, tem de reunir-se
JJIO "6tTr^^."^4AWi carime os eontelhos d>nftaii>J
"MlfSDi qiliBcacao dos oardas ncionife dae'fregnezBP
Tribunal do commercio.
Pelo presente se faz pirtlko qne o merellssimo
tribunal do commer io designou o dia 31'do cor-
rente para a prova de liabjlitacao e comporumen-
to dos pretendeniesA) lndarago de amanuense
archivista den* saeataria. devendo, para esse fim
os mesmos prcfdees coalprcefen nesta se-
cretaria as 10 horas da maufcaa do referido dia.
Secretaria da tribunal do commarcio de Per-
nambuco,10 de mai de J87t.
O ollicial-maior
_______________Jubo Quinaran.
loflsHho de compras navaes
O eonsalho proraoveno dia 18 do farraate mez
a vista d propostas recebidas at as 11 horas da
manilla, a coupra-sob as condignos 4) estvlo, dos
objpclos do material da armada seguintes ;'2 al-
motolia de-folba paraazelte, 12carririlios de mao,
120 bracas de crreme de ferro de 1|2 polegada
refercad*. C foles ngl tzes tendo cada um 8 pes de
couiprimeoto eG de largo, 20 lentes de farro de
lf4 degrowura, 6 p* de compriniento e 4 ae lar
go, 2 ocules 8e:alcane. 12-pedra de amolar de 3
ps de dimetro e 8 a 8 porgadas de grossura, 4
arrobas de plvora fina, 108 pratos trave.ssos de
fjllia, 600 remos de l'aia, 10 dvzias de taba de
pinho de reztna de 3 porgadas, 10 duzias de ta-
boas de pan carga de l1 polegada, 2 pecas de tape-
te, 1,000 ajlos d fogo, 6 vergonleas de pjpliQ pa-
ra pes de cutello. ti-ndo de coinprimanto 3.'! ps
e gS)apura nonneio 7 polegadas de dimetro, e 6
vergnnteas de piplio para niastros de escaleres,
tendo de comprimeolo 53 ps e grossura no meio
G 1|2 polegadas de dimetro.
Tambem o conselho no mencionado dia e por
igual forma contrata os sjrviru- do barbeiro i
enfermara de marinha no crreme trimestre, e o
f irneeimento durante elle aos navios de armada e
estabeleciinentos de marinba, de velas stearinas de
8 em libra proprias para lanternas.
Sala das sesadas do conselho de compras "navaes
10 o maio de 1870.
O se :rotario.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Juizo dos feitos dafazenrh
nacional.
De ordem do Illm. Sr. Dr.joiz dos feitos
da fazenda desta provincia fa<*o publico qne
as arrematacoes e mais diligencias relalh'as
ao extincto eni-apelado de Ilamb, anntincia-
das r.os editaos aflixados em 13 de dezem-
bro do anno passado e em i" de fevereiro
do correte, publicados no Diario de Per-
nambuco de 19 do dito mez e anno, e que
em virtuda do annuncio inserto no Diario
de 17 do marco oitimo foram adiadas, tero
lugar agora tb dia 17 do corrente em
dianlo nas comarcas de Gojtamta e Itamb,
e bem assim que o prazo de 30 dias marca-
dos no segundo aquelles editaes aos res-
pectivos arrematanies para solicitarem suas
carias de arrematfo se conUr do referi-
do da 17 do corrente 17 de junha pr-
ximo vindouro, sob a mesma pena j com-
rainada de nullidade das arremalaces cele-
bradas, afun de que pos^m recolber ag co-
fre da tbesourana a importancia das mesreas
arremataces em dinheiro, ou em letras,
devendo os -arrematantes a prazo assigna-
rem previamsote as escripturas de hypo-
lueca dos bens com que pretendem garan-
tir a 3ua responsabilidade.
Recife, 4 d; maio de 1870.
0 escrivSo,
Lttiz Francisco Brrelo de Almeida.
Administraco dos correios de Pernambuco
12 de mai) de 1870.
Jifa/a pelo vapor Arinos da companhia bra-
sileira.
A correspondencia que tera de ser expedida boje
vapor cima mencionado, para os porios do
Olivia^nVfllba
Clemenan-.Dona8lla pobre de
Marco Aureliovendedor de eo-
nengiosoa aieoeres, gaerreirm, comiUra do car
jjgUwvo de Padua a. ?Wl, IBtaeflas. frade*
? J^?"0 it*)rament noyp e exeeutade
ghUMi|toMoafn^aaalQ e .^Adlpbo Si-
9 vent
Mreira.
A inwea 4. easafada pelo Sv. Ool FHho.
A IreWao, precuraio lodos os meios a aea
ajeance, ahm, io irostrado pqMteo desu capiik
P"e'"?raode dispentia) goearos espec.taao>
loa jk> OVroeasio ramatioo, mrmente agora
a tompanbia se acba reforcada conT arthtas
raapnhesido mrito, resorvea, dorante os mease
(Jainvcrne, estabelscer os precos dos bilhetos da
reodu seguinte:
Camarote com 8 entradas 12*000
Cadeiras 200
llatea i00O
AVISO E6PJSCIA&.
As pessoas que morarera no ecife o em toda
a Knha frrea al Antpucos, .qna|Hte compraren
bilhetos do camarat, o catira, a drecco Ibes
aanpatsatjem gratis era wagn, antes depois
do espectculo.
_Pf. B.Os bilhetes acham-se desde j, na esta-
cao do Recite, na casa n. 3rj ra Bella, ou no
iheatro.
LEIUO
e anaTels, Ion*a erjjataes e l
Malve.
A SABER :
Um mobilia com l sof, masa. 2 coaaolO e
l caelras, 1 candicro a z, 3 pares de jarros,
2 escarrao>lras, 1 tapete de sota, 6 ditos peque-
nos, x (avaiorio*. I secretaria, 1 cama de tare, li
ft^,jiawa louga envidracado, 1 apparadores,
1 apparemo de loq^a para Jantar, 1 dito para
cha, compotelra?, 1 tero de baadeiias, garraaa,
cepos, 1 jjauwiieiirQ, fltas, farfe, comeres e muir
tas oniro3 artlgioi em born estada, de casa, de tu-
m BOJE
Cawa da roa 4a Palma i
Per letorreapo d anate Koto.
Pneeipiaraa Wboraa em ponte.
inifl l,i Fer/eira Jnior, J-jiCaur'
lo o Son.
y 11 Jimio de S.,Uzn. Hhtrnf.^tr
iiiOiwi P-nna K.ri!', T-lio;siJj|MUiMiit
-Mj-carenlia Ramos.
Jlo Pan lo de Suma, Themdov
tjuim Msjcareihas Ramos,
Joao Paulo de Soma, Jorffe ffcr-
ralra Fernande de Siqueira, Maaeat
Ibio Paulo fle Ronza, Tkfim oa-
Wim Mascnrenbas Hamos, Mafioal
Jone Leite.
Antonio Pereira da Silva. Jlo Ca-
zenvto da Silva Machado, Uaaoel
Zef?rlno Das Barreto. ^^
.Iomi Felippe dos Santos, taaacio
erv Ferreira.
J
AVISOS MARTIMOS.
Em continua A 12 do correBte,
Mgalbes Irmaos conlinuarao p;r interteae?o
evaHPtaOHveHia, o sen. leHo de prfeito sorli-
meoto de fajendae amojriornwote declaradas.
^h WMWK
as r nvras da manhaa, em seu armazem, roa
da Cadeia do Recife.
Para o Porto e lis-
boa
Patacho portugus Seifat / aoha-se proposlo e
recebo carjra a frete : quem no mesmo qulzer
carrecar on ir do passagem, lirija-se aos consig-
natarios Tbomaz de Aqu no Ponscea & a, na ra
de Vigerio n. 49, 1 andar.
Companhia amerlca ;a e brasi-
lera Ir raaqnrtei a vapor.
Al o York por S. Tbomaz e Para, o vapor americano
Menimuck, o qual depois da demora do coslurae
seguir para os portes do bqJ, para fretes e pas-
Jagens trata-se com os agentes ilenry Forster &
C, rtia do Commercio n. 8.
Para o Jfio d J nei o
propSe se o brigue portuguez Judtth : quem no
mesmo quizer carregar ou passageens, trate com
os consignatarios Ttnmaz de Aquino Fonseca 4
C. na ra,do Vigarjo n. 19, 1 andar.
GMPANH1A PRNAMiJL'laAKji
ofcrtei
um piano de armario
Hoje 12 de maw
por imrveneao do agente Pinto, na casa da rea
da Palm* n, 27, ondo ha leile de movis, louca a
crystaes.
:ivc:i$3o eostesra por vapor
Parahyba, Natai.llaco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, "Acarac e
Granja.
..-*>., o vapor Polengi commandanu
?'. j-K Arevedo, seguir para os porkv
'.'-*B| cima no da 1 \ do correte as 8 Lora'
s tarir^'Recctie-' car?? at-5 o lf 13, tueonn-f*
rendas, e passaceiro< e dinh'iro a frele ate a.'
i horca ca tarda do da da sabida no escripto-
rio do Forte do Hut^sn. 12.
pelo
sul, ser recibida pela forma seguinte .
Macos de jornaes, tmpressos de qaalquer natu-
Para Lisboa.
Vai sahir com bre.vidade o brigue portugnez
Bella Figueirense, capitiH^arvallio, para carga e
as o Commercio. n. 43. *
COMPANHIA PERNAMGKA
R
Navegando ctkfteira por vapor,
Mamangoape.
O vapor Cumripe. commandante Julio, seguir*
para o porto cima no dia 12 do corrente as 6
hora- da urde. Recebo carga encoramendas. passa-
geiros e dinheiro a frele at as l horas do dia
da sabida, no escriptorio da comp^uhia no Forte
do Matlos n. 12.
Em continuajJo e por liquidado
Grande exposicSo
De porcelana, vidros, crystaes e metaes,
constando de copos, jirafas, compolei-
ras, casticaes, fruleiras, chicaras, cae-
eos, appareibos para ni e jaotar. guar-
nicoes para toilets. candieiros a gaz. jar.
ros e vasos para flores, figuras, eufeites
de mesa e muilos ootros objectos que
serao apresentados.
Sexta-felra f s de malo.
Por raterveacao do agente Piulo, no annaiem
da ra d Caaeia n. ft.
Principiar as tO- harat.
LEILAO
Do paiacfco nacional Adelina.
O agente Pontual comoetentemente autorhado
vender em leilai o' patacho nacional Adelina,
con todos os seus parteaeo, notando se que o
dito patacho tem fundode pralo. forrado de co-
bre e dmuito velein e pega 12 mfl arrobas.
Os Srs. pretendentes o podero examinar den-
iro do Porto onde elle acha-se ancorado e c.ncor-
rerem ao leilo.
Sexta feira l.'J do corrente.
As 11 horas na Associacao Commercial.
de 50 caixas com vi-
nho Bordeaux
Sexta-feira 1-3 de maio ao meio dia
por intervenco do agento Pinto, oade bftvara an-
teriormente lilo de louca. vidros e crvstaes.
Ilha de S. Miguel.
A escuna portugueza Das, segu sestea poucos
dias para o porto cima e para o rosto da caraa,
e passafieims para os quaes om boas eoQHBodos:
trata-so com o seu consignatario Joao do Reg
Lima, na do Apollo n. 4.
Recebem-se propostas em carta fecha-
da dirigidas ao capito Slephen Goodmah
da barca inglesa Ores at o meio dia de
sabbado li do corrente para os concertos
do que precisa o dito navio para poder se-
guir v.'ageai a seu destino o porio de Li-
pool com a sua carga.
Os concertos de-em ser feito-s.emconfor-
midade com as ordens da vistura qae pode
ser encaminrada no iiesmo consulado ou na
ra do Vigario n. 3.
lenders ad dressed n Sepjen Good
man ma.ster fo the brittsh barque Ores witl
be recei^d at A. B. n's cousulate up to
reza, e cartas a registrar, at ao meio dia, cartas midday of satH'day Ihe 1 i iostant. for tho
ordinarias at as 2 horas da urde, e estas at repairs required tenabla lh
2 1|2 pagando porte doplo.
As cartas e joruaes que forem dirigidos ai Rio
da Prata pagarlo prviamenie, aquellas a tasa de
300 rs. por 4o gram.nas ou fraccao de 15 gram-
mas ( oilavas), e e>tes 40 rs. por 40 grmma> ou
fracgodi-.40grammas (11 oittvas), ua oreares-
sao estabelecida nas tabellasC e D annexas *
ins'.rucfSes do Io de desembro de 1866.
O administrador,
Alfonso do Reg Bairos
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A niRRCCAO DO ARTISTA
BHIOVAOI.
Sabbado i A do corrente
Representar se-ha eom todo o amero possivel,
o apparatoso drama sacre de grande espectculo,
era 3 actos e 4 quadros, ornado de msica e en-
requecido de traostormaedes e visualidades iati-"
tufado :
GABRIEL B LSIEL
ou
OS ttliAHES E S. ANTONIO:
Personagens Actores
Fre Antonio religioso )pouguez Beregrluo..
====' do*Poco da Panel ia e Vanea, os quaes upciona
rio nos consistorio* das tgrejas matrizas iae mes
xlas; dando principio a seus tcabaiaos
da miirhaa do referida dfc.'
que cbegol Ia conhecimeaao dos inte-
'maniai patear o presenje, q_ue vai per
Gabriei-Hp Aojo Bom
UusbetTT*) Aojo Mo.
Bteliiosoner de Varona, ge-
neral do exereito do impera-
dor de lemanha, Fretri-
ee H
Fre Bifesgeral da ordem ios
Justina,
De-GJovana.
said vessel to
proceed ou ner voyage to Liverpool with
ber cart:
Ihe repairs are tD bein con/ormily with
the reconvnenJations of the-sarvey "which
gacji be seea at tlt obove consalate or in the
ra do Visorio n. 3.
Liverpool, Ui-asil & Ruer Pate Mai! S'ea
mers.
Espera-se do sul qu ilquor momento o vaoor
inglez Flamuteed, de 1,400 toneladas, o.ue se^nir
depois de indispensavel demora para Liverpool,
por virdoLbOa.
Este vapor >em excellentes commodis para
passageirus. para os qu es e (rete trata.-se com ot
agentes Sauudecs Bioters & a, largo do Corpo
Saato.
)
ftira'o'referido pena pirfendfr segnrr com mal-
ta bie-idade o p.Uaoiio perMgoez or* Sorte, por
tor a raaiiT nirte de seu caireganje to tetado, e
para o penco qoa %u fa!t, coimoio, traia-se com o consignatario Joaqiim
Jos-fiouQ^iveiBeilrio, raa do Cimneraio'i'U-
mero f*.
do brigue Augusta transferido para 14 do
corrente.
Em couseqiinneia da iue H do vapor fraocez do sul era viagera para a
Europa, Ikou transferido o leilao do dito bricrue
norte alieraao para
Sanbado
ao meio diaem ponto, quando ser effectuadi por
intervenco do agente Oliveira e conta e risco de
quem pertencer, no lugar anteriormonts designa-
do do grande salo de entrada da A;so;iaco
Commercial desta praea.
Das casas terreas da ra da Santa Cruz
ns. 65 e 66 e Gotoveio n. 2, edilicadas
em chaos proprios, com grande quinlal
murado, ssndo que os flindos das pri-
meiras do para os fundos da casa da
raa do Cotovelo, com portao,
tabbado 14 do crrente ss li
lloras
0 agente Pinto legalmente autorisado far Iji-
po das casas cima mencionadas em um ou mais
lotes, as quaes se tornara recommendadas por
serem edificadas em boas ras, chaos' proprios
e por ter urna deltas grande soto ; o leilao ser
effeetnado as 11 horas do dia cima dito no es-
criptorio do referido agente.
LEILAO
i>a armaeo, gneros e mataper-
tcnces existentes na taberna
si a na rna Angosta n. 1.
Segundr-feira 15 do corrente. ,
O agente Pestaa legalmente autorisado far
leilao dos gneros, arruaeao e mais utencilios exis-
tentes na taberna da ra Augusta n. 1, ^arante-se
a chave a nuera comprar, tem poneos" fundos e
xcellente fregneziv ;o balaneo achare em mao
\ili agento e o leilo lera lugar segunda-feira 16
do corrente as 11 boras da machia na mesma
taberna.
; ----------------------------------- ._----------------
DE DIVIDAS.
ILtlES.
O agente Mfcrtms aouipetentemente autorisado
li imlante da Cixa Filial do Banco do Brasil
f.tra leiti), no tHa 16 do eofrente, as 11 horas do
din das dividas adianto descriptas, cessando desde
o momento'da arr.matac5o toda e qualquer res-
portsiMIi hdd da dita caixa. As dividas sero ar-
r"matadas utntns un cAy^ vjovide do O lulo teca lugar no predio aoade fui a Asso-
1 r-arao C*immerciai^fifrooiB da Corpo Santo.-
Jo-k PadIo.de Sousa,. Joao Theo-
nio Roze/ra, Silverio JaaqaimMar-
tinsdos -santos.
.loap Cazemiro da Silva Hachado,
Antonio Jnstiniano PaesBarata, Ha-
no-'! Zeferino Dias Barreto.
lamitlo & C, Joaqun Jos* fian.
tisla, Joaqoim Ferfeira de 8eaza.
Massa fallida de Joajana Lacio
Moitero da Franca, J3o Paahrde
Soua.
Siqueira ; Preiea, Jos Fnneiseo
Pereira da Silva, Candido Pereira
Monteiro.
A adre Alves da Fonseca,
S'qneira & Pereira
Ma.-*sa fallida de Joaqpim Loaio
Monteiro da Franca, Joao Paale a
Sonta.
Sequaira & Pereira, Jos Luir Pe-
reir, Candido Pereire Monteire,
Siquejra & Pereira, Jo5o Gomes de
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Jos Sojree
Pinto Correa.
Francisco-r^valcante de Albuuqcr-
que, Candidt Pereira Monleiro.
Ventura Pereira Penna, Joaquim
Jos dea Santos Andrade.
Siqueira e Pereira.
Siqueira & Pereira, Raymando o
Araujo Lima.
Siqueira & Pereira, Candido Perei-
rl Monteiro.
M isa fallida e Joaquim Lucio
Mon'piro da Franca, Joao Paulo de
Sonza, Jos Soare Pinto Correa.
Jos l.uiz Pereif, Siqueira A Be-
reirsi, '-andido Pereira Mmteiro.
?Kjueira ix Pereira, Antonia 4
Brito Lyra, ,
Teixeira & Leao, Candido Pereir*
Mbnieiro.
Andr Alves da Fonseca,
Siqoeira A Peseira.
Massa fallida de Joaquim Lucio-
Mbnteiro da Franca, Padro Alexan-
drim da Costa Machado, Francisc
Xavier da Fonseca Coutto.
Jiis Luiz Pereira.
Siqueira & Pereira.
GflmiUo & C, Ignacio <\t S Lope
Peruandes, Joaquim Ferreira de
Souea.
Massa fallida de Joaquim Luci
Monteiro da Franca, Btlarminu Al-
ves Aronsa, Francisco Xavier da
Fonseca Conlinhn.
Ies Luiz Pereira, Narciso Maria
Garrara, Candido Poreira osteirc.
Jos Francisco Pereira da 3ilva, Jo-
sa Luiz Pereira, Candido- Pereira
Monteir-i.
Jom! Luiz Pereira, Narcizo Maria
Carneiro, Candido Pereira liionleiro.
Massa fallida de Joaquim Lucio
MonleiM da Franca, Franciico Xa-
vier da Fonseca Coutinho.
Massa fallida de Joaquim- Lucio-
Monteiro Ua Franca, Belaraueio Al-
ves iUouxa.
Massa fallida de Joaquim Lucio-
Montiro da Franca, Pedro Atexan-
drino da Costa Machado. Francieeo
Xavi.-r da Fonseca Coutinho.
Jo Luiz Pereira.
Ignacio Ner.y da Fonseca, Jo*--
Francisco de Barros.
Justino Antonio Pinto, Joaipiim Pe--
reir da Silva Santos, Jordo Joa-de
Oliveira, Juan Fernandes Bapsta.
Joaquim Pereira da Silva Santos-
Manoel de Almeida Nngueira. Justi-
no Antonio Pinto, Fortnalo Jos Fer-
nandes Pereira.
Joo Fernanles Bautista, Slanoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordao Jo-
s do Oliveira, Justino'Antonia Pinto
Justino Antonio Pinto, Joao Fer-
nanda Baptista, Jordao Jos Jo Oli-
veira.
Joao Pemandes Ha)tst.% Jos Fer-
reira daC'Sta, Justino Antonio Pin-
11, Jordiin Jos de Oliveira.
Joao Pemandes B-ptista, Joao Vic-
torino das Noves, Justino Antonio-
Pinto, Jordao Jos de Oliveira.
Joao Femaudes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira da Suva, Justino
Antonio Pinto, Jordn Jos ae Oli-
veira.
Joao Fernandes Baptisti, Francisco-
da Silva Ferreira, Justino Antonio-
Pinto, Jordao Jos de Oliveira.
Joao Fcrnandes Baptista, Ismael
Clementmo dos Santos, J arduo Jos
de Oliveira, Justino Antonio Pinto.
Joao Fernandes Baptista, Manoel
Autonio Ferreira da Silva, Jordao Jo-
s de Oiiv-ira, Justino Antonio Pinto
Antonio de Asevedo da Silva Cam-
pos, Joa i Fernandes Baptista, Justi-
no Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joio Fernandes Baptista
Joao Fernandes Baptista. Manoel
Baptista Alves, Joaquim Pereira da
Sil* Sanios Justino Antonio Pinto.
Jcsno Antonio l'inio. J itqnim Pe-
reira da Silva Santos, Joao F.rnan-
Jes Baptista, Manuel Jos- do Faria.
J. P. Adeor & C, Francisco Jos
Piodrigues Bastos.
J. P. Adour A C, Brito k C
J. P. Adour A C, viuva Dias Pe-
reira A Aveliar.
EduaeJo Adour, viuva Das Pe-
reira Aveliar.
Antonio de Azevedo da Silva Cam-
pos, Joao Fernandas Baptista, Justi-
no Amonio Pinto,
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Joao Paulo de Souxa. ^Sebastiao
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Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandes Baptista
Joao Fernandes Baptista, Joaquim
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Silva Santos, Justino Antonio Pinto.
Joaquim Pereira da Silva vmtos,
Justino Antonio Pinto, Fortuna! > Jo-
s Fernandes Pereira
J. P. Adour AC^Brilo A C.
J. P. Adear A C. Francisco An-
tonio do llego Mello.
J. P. Adeur A C, Ribero A Lobo.
Eduardo Adour A C, E.'Brous-
sonsse A C.
Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Antonio Jor-
ge 'Guerra.
Machado A Souza, Cardozo A Son-
za, Antonio Joaquim Machado Bran-
do.
Mchalo A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando.
Jos Victorino de Paiva, Silvestre
Lins de Barros J. P- Adour A C
Antonio Jorge Guerra, Jos Fer-
nandes Vieira de Mello, Jos de
Aquino Fonseca
Silvestre Pereira da Silva Guima-
res, Jos Francisco Correa da Sil-
va, Bernardo Jos de Barros
Machado (c Soaca, FraociseoJos
Corroa Marques, Cardoso A Souia
Machado A Souza, Antonio Joa-
qun Machado Brando
"Jachado A Sonza, Jos Duarte
Coutiaho
Machado A Soza,"Estamslo Dan-
tas Galera
Hachado & Souza, Francisco Jos
Correa Marques, Jos Antonio Pint
da Costa
Machado A Sonza, Antonio Joa-
quim Machado Brando, Jos Anto-
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Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machad Braadio
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Joaquim Cordero Btbeiro Campas
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1:732*740
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i>80*616
944*0"6
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781*100
378*310
873*150
1:075*000
1:128*720
1:722*300
583*164
615*780
726*660
2:381*030
875*150
1:108*500
1:087*105
1:508*400
1:435*960
253*488
2:052*740
1.799*830
1:698*322
2^97*450
1.973*318.
1^00*000
3:521*460
47Lji
4:527*847
1:871*130
1:735*100
727*890
:65)*?00
1.983*310
736*900
819*664
113*172


BMWi
^~
i
Diario de Pernambttco Quinta fera lt de Ma 4e 1870
*jp
S
Inerme Jorga dos Santos Pasaos J-
nior, Manoei Joaqim Dias de Castro 971*35
Amorira, Fragoso, Santos & C. 6:107*28
Antonio Jos Moreira Pontes, Pe-
Aro Martinho dos Santos Jnior,
Custodio Ferreira Moatinho, Ma-
ce! Jonaaim Das de Castro. 488*691
Augusto Pinto de Lemos & C,
* Lemos t0:0Mj7t0
Francisco Alves de Pinho 1434725
Vint Amorira & Filho, Guilher-
qk Carvalbn & C. 4!85IJB00
Ser, Filbos & C -.8*000
Joaquira Francisco de Mello San-
ios, Guilberme Camlho & C. 711*975
Amorim, Fragoso, Santos & C-,
Antonio Hufmo Aranba 18*792
Gnttherme Camino & C, viaw
Amorim & Filho. 1^17*000
AmoriBi, Fragoso, Santos & & 540*805
Bastos & Lemos, Bernardo Jos de
Barro*. 710*000
Manoei Ferreira Pintaeiro e Silva,
CiModio Ferreira Moutioho, Manoei
Joaquim J3ia> de Castre. 972*216
nJtnerme Carvalbo* & C, Joa-
qnim Francisco de Mello Santos 1:144*000
Custodio Ferreira dos Santos Ju-
ntar, Custodio Ferreira Moutinbo,
Manoei Joaquim Dias de Castro. 667*442
Joaqun Francisco de Mello San-
tes, Travasso Jnior A C. 1:534*500
Viata Amorta & Filho, Travasso
Jnnior & C, Guilberme Carvatho
*C. 1:021*250
Vtova Amena 4 Filho, Travasso
jnnior A C 984*000
Travasso Jnior & C, Guilberme
Carvalbo & O, Tinta AraorimAFilho 1:708*500
Amorim. Fragoso, Santos C. 6:213*254
Bastos 4 Lemos. 4:200*000
Seve, Filbos k C 3:011*200
Francisco Alves de Pinho. 341*215
Guilberme Camino 4 d, viuva
-Amorim & Filbo. 1:771*000
Seve, Filbos A C 5:627*400
Guilberme, Carvalho 4 O, Bernar-
dino Bominrues Moreira, Amorim,
Fragoso Santos 4 C. 461*338
Guilberme, Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho. 1:848*000
Bastos A Lemos. 15:750*000
Augusto Pinto de Lemos 4 C,
Domingos Jos Dias de Gtiveira, Jos
Joaquim de Souza. 746*770
Viiwa Amorim* Filho, Guilher-
mei:arvalbo 4 C. 10:510*500
Viuva Amorim & Filho, Travasso
Jnior *C 1:918*800
Seve, Filbos 4 C. 7403*600
Antonio Jos Mereira Pontes, Tra-
jano Xavier PinheTro Jnnior, Manoei
Joaqwm Dias de'Caulro. 1:031*920
Queiroz 4 C. (socios da extincta
firma neBrilo, Queiroz 4 C.) 19:544*400
Bastes 4 Lemos. 27:5625500
Travasso Jnior 4 <'.., Guilherme
Carvalho 4 a 1:045*000
Viro Amorim A Filho. 1:580*300
Viuva Amorim 4 Filho, Guilherme
Camino 4 C. 1:963*500
Joaqnim Francisco de Mello San-
tos. Lucidato Pereira Lima, viuva
Amorim & Filho. 269*379
Amorim, Fragoso Santos 4 C. 5:388*012
Guilherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho. 1:725*000
Viuva Amorim 4 Fimo, Travasso
Jnior 4 C. 1:823*589
Joaqnim Franjeo de Mello San-
tos, Lindolpho Gomes de Leiros, viu-
va Amorim 4 Filho. 264*973
Seve, Filhos 4 C. 5:395*000
Guilherme, Carvalbo 4C.,Travasso
Jnior *C. 869*250
Viuva Amorim 4 Filho.Guilherme,
Carvalho 4 C. 2:441*500
Travasso Jnnior 4 C, viuva Amo-
rim 4 Filho. 984*000
Bostron Itoorker 4 C.,Miguel Viei-
ra de ello. 1:247*160
Boston Rooeker 4 C. 771*740
Martinho de Oliveira Borge, Jos
Antonio Alves de Carvalho. 618*431
Jos Joaquim Lopes de Alraeida. 11:659*060
Lauciann Jos de Barros. 38*800
Oennanlu Jos da Silva. 3:024*963
Viuva Amorim & Filho, Guimariies
4 1 (sm-,io- da extincta firma de Da-
niel, GnimarSes A CJ 17:824*831
(binarias C (socio da extincta
liruia <> Dani-"i. Guimares 4 C.) 1:037*000
Amorim, B'agoso, Santos 4 0.,
uimarSes 4 C. i-ocios da extincta
lirma de Dmiel, Guimaraes 4 C. 6:336*017
Amorim, Fragoso, Santos 4 C. 162:640*336
Domingos Krancico Tavares. 153:134*314
Claudio Dubeax 'o raesmo con-
forme cima.; 11:277*310
Jos Velloso Soares o mesmo con-
forme cima.) 8:4o9*4IO
GMb popular.
Mojo (12 de nraio) havsr-seesio familiar nesu
-sociedad.'. Beoffe 11 de maie de 1870.
O l'-secrerio provisorio,
1 los Joaqun de Almeida Nobre.
Pi-ecisa-8e4enMMUIkT#>u escrava pa-
ra coiiubar ent'Oasn de Jbun* familia : na ra
das Larangeime*. 6. ________1
Precisa-se para ajudante de goarda-livtne,
um motp de *S annos, jue tenha bonita letra e
alguma pratca de eserifturaco : tratar na ma
Nova p. 5.
Fugiono dia*4 do corrate o mulato Satnr-
nino, oiricio decarreiro, cor avermelhada a espe
eie de ac por ter os-cabellos vermelhos, estatura
media e forte do eerpo, cara ou testa nigosa,
falla apenando os cantos da bocea, idade 35 a 30
annos, ps chato, vestido com cerola e camisa de
panno de alcodao trancado de cores, e na
tural dt sertio. -anno passado este mulato ia
estove fgido -1 meaos e fei pegado no engento de
S. Joio de Po-d'Aiho' depois de ter vagado as
ras esta eidade por bastante lempo, lem eonbe-
cimento na ra. da Senzalla etc. Pede-se nos ca-
pities de tura do mesmo para ser entregue a sn sensor
no sitio da Sapucaia em Beberibe.
de
OfFICIl
marnmre, ra dan Cruzas
. 11.
O artista Gamitto acha-se rstanetecHo un casa
cima, onde pode sor procurado pan tolos os
misteres do sna procissao.______^^
CURA RPIDA E 1NFAUVEL DOS CALOS
PELA
POMADA GALOPEAD.
psito enpeclnl
Pharmacia de Bartholomeu $* C.
31Ra larga do Bosario34.
Precisa-se
alugar um moteque de idade* de 12 a 14 anoos
para servico interno de eslaminet, paga-se bem :
na ma do Imperador n. 33.
Capel Ifio.
Precisa-se de um nacroste para capelln de
urna cf pella disunte desta praca 11 legoas, o lu-
gar hygiettico, perto da estacao da vil frrea :
a tratar com tFr. Bento do Monte Carmello.nO con-
vento do Carmo.
'Precisarse de um hornero para iratoaMur ni
m eitio : tratar na ra Nova n. 49, ou na ra
da adeia-do Reoife n. 64, toja de lonoa.
I.ava-se eengommase cora perfeicao e as
seio, por .prejo commodo : na ra dos Martyrios
i. 34.
AVISOS DIVERSOS.
Mudanpa.
O f)r. Carolino Francisco de Lima Santos mu-
aoa sua residencia e consultorio para ra do
Imperador n. 57, 2o andar do sobrado cujo arma-
sem conserva ainda hoje o nome de Allanen,
:endo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
Seteml.ro, o mesmo numero 57, da frente. Ahi,
ontinuantl'i o dito Dr. no exercicio de sua pro-
ssSo de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qual'iuer hora do dia e da noute.
Alugae um escravo cosinheiro e copeiro :
quera precisar dinja-se a praca da -Boa-vista nu
mero 8.
ISSTITCTO ARCUELOGICO E GEOGRAPHICd
?EB\AMBLCA\0.
Haver sesso ordinaria quinta-feira, 42
o correte maio, pelas 11 horas ^la ma-
nhaa.
ORDEM DO DIA
Abertura solemne de ora escripto do Sr.
Dr. Alfonso d'Aibuquerque Mello. lacrado e
aviado por lie ao Instituto ha dois asnos
para smente ser aberto quaado a gaerra
amo Paraguay tiveese fim ;
Discuss5o do orcamerrto que lem de vi-
gorar de 187071 ;
Parecores e mais trabalhos mmes.
Seeretaria do instituto, 8 de maio de
1870.
Jos Soares d'Azevedo.
Secretario perpetuo.
Fogo nellas
Trez mil lioguas '.... i 340 rs. cada
t?nu!... E ceblas a 800 r. a restia ?!
S no armazem do Campos ra do Im-
perador n. 28.
Cnega a todos. FOGO NELLAS.!-----
Ao Campos.
Aluga-so urna casa mobilhada de tado, sen-
do a mobia de tata, e a sala preparada de ludo:
luem quizer dirija-se a na estrella do] Bosario
n.10.____________ ,_______
O abaixo assignado para prevenir duvidas
oiantiflea ao Sr. Francisco Bibeiro da Bocha, mo-
rador no engento L'na, em Barreiros, que s pn-
goe ao mesmo abaixo assignado urna letra eom
inatro mezes de praso, a vencer no dia 37 do eor-
rentemez, de principal rs. 147*160, vinto que a
re/erina letra e estraviou com o saque em bran-
eo. Reeife 10 de maio de 1870.
Manoei Js Luiz Ribeirj.
O oficioso da publicacao pedido na Re cil-
la Diario de 9 do crreme, declaro quaes os adfe
ton de beneficencia e humanidade da augusta
otorana loja Segreda e Amor dm ordem, que tanto
Jardea, nao se esqueeendo de mencionar o que
nttmiainente se proceden para com o segundo
fraccionario d'ella, proced ment qne muito real-
coa a cora de loum que destingue,
(sto pede,
O Demetrio.
O. P. Wild participa ao commero ue nesta
data admitlio como socio de sua casa -couvnercial
a* Sr. Alberto Kftuelnr, e que a Arma social gy-
rar sob a razio de D. P. Wild A C. Recite 1* de
ozintoar
malo de 1870.
- Precisase tfe urna ama
comprar, paga-se btn : na ra
h<
Korlasn. 1.
KMN
Pede-se aos administradores da massa fallida de
Antonio Pedro de Mello, que haiam -de recolher a
um banco, onde possa render algum juro, a nao
pequea ^oantia de ais de 10:000*, de que estin
na posse nuytsu e pacifica, cuja oontinua^ao
urna anteaba expre-siva de nunca mais terminar-
se a ijBtdaao da infeliz massa em que tem tam-
bem seu quinbae.
_________________ Um credor.________
Trabalhador.
Preuisn-se de um servente: ne hotel da ra das
Crnzes n. 39, paga-se bem.
CBi^ftlGATnOlliPLllitllO
DE
c ii a n B VfilK
Composto das plantas a mais odorferas e as
mais vfrtuoaas dos montes os>mais elevados, o eh
toni-pmrgativo de ChambarrL possoe um gosto sa-
boroso e um aroma suavishno, e as propriedades
as mais nota veis sobre os ambaracos do estomago,
dos intestinos e do ngado o desobstrnente por
excellencia na constkpaoao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial directo da'bilis e dos bu-
mores, tefresca o sangne depurando-o.
0 uso do cad-CnamNrd pode ser continuado
por multo tempo sem o menor receio e sem m-
commodo nem mndanca no modo de viver.
NICO DEPOSITt EM PERNAMBUCO
NA
IPHABMACIA E DROGARA
linrtholoaen ek C.
34RA LARGA CO ROSARIO3i.
IM.SJ
IOIIEOPATHA
MTJDOUSE
Para rna Xova n. 43.
Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. 0. Pinho.
Consultas todos os das das 10 horas da
dianhaa ao meio dia; e chamados a qual- S
| quer bofa do dia ou noute.
B Gratis aos pobres.
m 43-Rua Nova-43
m
SJUBM i
Copeiro
Precisa-se de um, no hotel de Frang ra do
Commercio.
Estribeiro.
Ama.
Prccisa-se de urna ama
Pescadores m. 38.
de lene : na ra dos
No dia 7 do corrate ausentou-se da casa de
sua senhora a escrava Cosma, de 25 annos de ida-
de, pouco mais ou menos, alta, cheia do corpo,
lem-urna bellide no olho direito e urna cicatriz na
nuca proveniente de nro caustico, levou entre ou-
tra roupa urna saia e casaco de cOita rdxa, o que
de suppr que mais far nso, costuma andar
pelas ras da Boa-vista.: roga-se as autoridades
peliciaes e caprtaes decampo a apprehensao da
mesma e levar Capunga, ra das Creoulas n.
47, que serao recompensados^______________
Precisa-se de urna ama para comprar, cozi
nhar e engommar para urna possoa : na ra es-
treita do Bcsario n. 27. andar.
Precisa-se de um criado escravo ou livre :
na ra da earoboa do Carmo n. 21, Io andar.'
Ama.
Preci>a-se de urna ama para cozi nhar em casa
de familia : na ra Direita n. 20, 1 andar.
CL DE B...
Para t-ia casa acaba de ebegar pelo paquete
francez de 9 do cotrenteum variado sortimeuto de
perfumarias e saboneles finos dos mais acreditados
fabricantes do Paris, que se est vendendo muito
barato, no deposito particular da mesma casa,
ra da Gamboa do Carmo n... ; onde tambem se
vende exct-llente massa batida para boscaps, ta-
bocas e mandioca molle, -etc. etc.
Cabellera* o.
Randa Cruz n. 21 1 indar.
por cima da botica.
Antonio Rodrigues Bamalho acaba de abrir a
concurrencia publica um espacoso e acceiado sa-
lao pira barbear e cortar cabellos, e affianca que
nelle encontrarao seus amigos, anligos freguezes,
e em geral todos os que quizerem frequenta-lo,
agrado, actividade e bom desempenho do trabalho.
Precisase alugar para pequea familia es-
trangeira urna casa no bairro da Boa-vista ou nos
arrabalJes prximos : pode-se entregar ropostas
sob letra X nesta typpgraphia.
Precisa-se de urna ama que seja de boa con-
ducta para o servico de urna casa : na ra do
Apolla n. 49, 2 andar.
Precisase de um feilor para o engenho Po-
co, fregueaia de Agoa-preta : a tratar na ra de
Santa Bita n. 83, ou na ra da Praia n. 43,
Pedido.
Pede-se encarecidamente (s assim) aos senho-
res abaixo mencionados se dignem por especial
obsequio de virera realisar aquillo que teem pro-
mettido por diversas vezes, pois j tempo, e vis-
to qne o nosso negocio de interesse para os
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais,
breve, advertindo porem, qne nao retiramos este
nosso pedido sem qve nao compare;am a ra do
Crespo n. 7 A, loja do Passa
Albino de Jezus Bandeira..
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Miranda Guimaraes.
Luiz de Franca Belem.
Precisa-se de. urna ama de leite : na praca
do Corpo Santo n. 17, armazem.
Os abaixo assignados declarain ao publico e
com especialidade a) corpo do commercio, que
amigavelmente dissoiveram nesta data a sociedade
quetioham na casa commerciai de molbados sita
a ra Imperial n. 17S, ue gyrava sob a firma de
Vasconcellos A Irmao, retirando-se delta oex-so
ci Antonio Augusto de Vasconcellos pago e sa-
tisfeito de seu capitel e lucros, e desonerado da
extincta firma, ficando o ex-socio Joaquim Anto-
tonio de Vasconcellos, responsavel pelo activo e
passivo da mesma firma.
Reeife 1* de abril de 1*70
Joaquim Antonio de Vasconcellos.
Antonio Augusto de Vaseencellos.
Quem precisar de urna negrinna de 12 a 13
annos, para servico de. portas dentro ou para
carcogar menino, dirija-se a ra da Santa Cruz
numero 12._____________________________
Precisa-se de 3:0004 a juros, dando como
garanta valor superior : quem quizer fazer este
egocio, deixe carta nesta typographia com as ini-
ciaes G. f. .
Pregase de urna mulber que seja de meia
Idade para casa de familia constando de duas pes-
soas : a tratar na roa estreita do Rosario n. 25,
Idja de funiWro.
Aforara-se ou vendem se terrenos sitos em Be-
beribe, a um quarto de legoa da povoacio, eami
nho do rugar chamndo Merueira per um Jado, e
por ouiro-riacho Lava-rripa. Estes terrenos sao
em ptimo barro para o planto da canoa, e ou-
iros n isteres da agricultura, e de urna extencao
de 406 palmos, onde se encontram diversos corgos
a maneira de riachos e madeiras proprias para
eestruc(ao: quem pretender, pois, entrar em
negocio entre taes terrenos, appareca ra do
Hospicio n. 70. que achara com qnm entenderse.
Precisa-se de um estribeiro para casa parcu
lar: tratar na ra da Cruz n. 42, segundo andar,
das 10 horas as 2 da tarde.
Mobilias de aluguel.
Alugm-se mobilias completas e qualqner tras-
te separado, e tambem ss alugam cadi iras em
grande porcio para testas, ou oficios fnebres,
por menos do que em qnalquer outra parte : na
Nova n. 57, armazem d Pinto.
GAJMNETEjiiEDICO-CIRUKGICU
M
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer bora do da ou
da noite, prestando-se a >s chamados fra da cida
de, com toda a promptidao. Pratiea operaedes.
Da consultas das 6 as 9 toras da manhaa, na
ra Nova n. 45, 1* andar.
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ru* da Cadea do Reeife51
Chama a attenrao dos seas innameros fregaezes, e do reipeitavel publico e
geral, para a segointe tabella dos precon de sna casa, os qnaes sao vate por cents
mais barato do que em outra qualquer parte:
Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel e mais lindo possivel, desde o mis
simples e modesto ate o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preeiso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pe?as desse artefacto
A novidade e esquestisse dos arabescos, o mimo
dos desenbos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O mdico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commissao alem do primitivo custo da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc.
Nunca a modicidade do prego estove tao junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certificarse de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Molla A C, a ra da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14.
Cabelleiras para sentaras a 256,'
304, 35/ e......40*000
Ditas para hornero a 356, 406 e 506000
Coques a 124, 154, 184, 204,
254, 306 e.....504000
Crescentes 124,154,184,204,
254, 304 e.....324000
Cachos ou crespos a 34, 44, 56,
64, 74, 84, 9# e. 104000
Tranca de 'cabello para annel a
500 e. .... 14000
Tranca para braceletes a 106,
154,204, 25 e 304000
Cadeias para relogio a 54, H,
74, 84, 94, 126 e. .
Corte de cabello,.....
Corte de cabello com fxiccSo. .
Corte de cabello com lavagem a
i cbampoo......
Corte de cabello com limpez da
cabecn pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingieza ou i franceza.
156001
501
10*
*400
16001
501
25f
Importante aviso para os Srs. de
engenhos e fazendeiros.
Pratiea, paciencia e adiantamento em
muito pouco tempo.
Um eslraogeiro com pratiea a mais de dez an-
nos offerece-se aos senhores cima, nao s para
ir ensinar as priaeiras letras como o francez com
perfeicao em pouco lempo: quem pretender dei-
xe flcar caria fechada na ra das Trincheiras n.
50, ou na travessa da Cadea nova n. 15, enderes-
sada ao Sr. Meoness, cora as miciaes B. A. B. para
ser procurado. ~_____
Precisa se de urna ama para casa de pouca
familia : tratar na ra do Amorira n. 35, 2o an-
dar.
GRAMMATICA
L E
Urna pessoa competentemente habilitada, leccio-
na as materias snpra, nao s em casa de sua rae
sidencia, mas 'ambem por casas particulares :
tratar na encadernacao do neceo da Congregaco.
Cozinheiro
Aluga-se um escravo perito cozinheiro, de mui-
to boa conducta, nao bebe, muito fiel e de muito
bous costume?, tambem bom copeiro, muito pro-
prio para casa de grande familia ou hotel : a tra-
tar na ra do Queimado n. 3,1 andar.
i>&rj\
COPEIBO.
Precisase de um copeiro de 14 annos, que seja
de boa conducta, para casa de pequea familia, e
paga se bom aluguel : no caes do Apollo n. 71.
O Sr. Jos tlaudio Dubeux tenh*
de apparecer na ra do Queimado n.
que nao ignora________________
a bondade
7 a negocio
ruiandade do Divino I>spir lo
Santo da Igreja do (ltalo
De coformidade com o exposto pelo art. 68 da
lei que nos rege, convido a todos os nossos irmaos
membro do comelho fiscal, a reunirem-se no con-
sistorio de nossa igreja no dia lz do correte pe-
las 6 horas da tarde para o fim designado pelo
art. 92.
O procurador geral interino,
Manoei Pereira de Lamego.
Cao damnado. casea-
vel, lacro, etc., na-
da disto mette hor-
ror.
Depois de quasi um anno de espera, venbo cum-
prir a promessa que z ao publico, de expr
venda a pedra de oxtrahlr veneno, a qual deno-
mino Imn do ceneno. No espaco de 42 annos
tenho applicado esta pedra pessoas e animaes
mordidos de cao daranado, cobra, etc., etc., que
seria eafadonho enumerar : tendo obtido em todos
o mesmo resultado, isto a cura infallivel.
O publico es certo de que, ainda nao ha muito,
foram curados seis caixeiros das mas da Cadeia e
Encantamento, mordidos de cao damnadot cojos
nomes deixo de publicar, nfio s porque nao pre
ciso de allestados para prova da verdade, como
porque elles terao o cuidado de o fazer patente a
todos. |
O imn do veneno, oihado primeira vista, pa-
rece que nada mais que um pedaco de chifre
queimado ; mas engana-se o leitor se assim pen-
sar. Se fosse tao fcil, como parece, a fabricacao
do imn do veneno, eu nao levara tanto tempo a
prepara-lo.
Aos fazendeiros. senhores de engenho e avra-
dores deve utilisar <> man do veneno mais que a
pessoa alguma, pelo facto de perderem esses se-
nhores ressoas de suas familias, escravos, bois e
cavallos mordidos por caes damnados, cascaveis e
ootras cobras, para cujas mordeduras o man
do veneno tao prompto <{ue, en poucas horas, faz
a cura, ainda que a pessoa ou o animal mordido
esteja prestes a suecumbir.
Advino ao publico que a effica:a de unan do
veneno es-em exlrahir o veneno da mordedura
do co damnado ante: de a pessoa damoar-se.
Esta pedra pode durar de SO a 60 annos, dan-
do-se-lhe o tratamento prescripto em um impres-
so, que acompanha a mesma pedra : e to claro
e explicado, que qualquer pessoa pode curar sem
perguntar a outrem.
Reeommendo muito ao publico que tenba todo
o cuidado com os falsificadores, pois j ha por ahi
quem diga que sabe fabrica-lo, eu nao me respon-
sabiliso pelo resultado sinistro que o publico ve-
una a ter de urna tal falsidade, por isso declaro
no iwtan do tenemj s est a venda na loja da
Fama n. 33, ruado Queimado, pelo preco de
50f cada urna ; assim como estou promptp fa-
zer qualquer cura em pessoas mordidas de cao
damnado a cobra, em minba casa ra da Praia
Je S. Francisco em Girada.
Felippe Manoei de Christo Leal
Mil e quinhentas duzias do fogos do ar de um
tres bombas: na ra Direita n. 53, loja de fer-
jagens.________________________________
ATTENCA
VIDA DE SANTA VEBONICA JULIANI.
Acha-se venda o livrinbo da vida desta santa
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a U600, o resto d s exemplares que existom na
livrana universal, ra do Imparador n. 54.
Barba.........
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
0 dono do estabelecimento previne s l Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar*
sal3o para tintura dos cabellos e barba, as- ba onM dmittida na Exposiclo aiyenal
w como n3o prejudicial a sade, per ser voi
sim como um empregado sement oceupa- iatii, analysada e approvada pelas acadnj
do nesse servico. i mias de scieocias de PARS E LONDRES'
ADMIREM
Grande liquidaqo na loja e ar-
mazem do
LtO DE MO
Ra da Imperatriz n. 52, portaes encarnados de
Farades Porto, junto a loja de ourives.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Grande porcio de chitas.
Grande porcio de chitas.
Grande porcio do chitas.
A 200 e 40 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Vende barato* para vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender moite.
Vende barato para vender muito.
A pessa com 42 1|2 covados a 9* e 10
A pessa com 42 1)2 covados a 9 e 10J
A pessa com 42 1|2 covados a 9j o 10f
A pessa com 42 1|2 covados a 9 >' 104
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
No leao de ouro,
No leao de ouro.
No leao de ouro.
Ra da Imperalriz n. 52.
CASIA DA t'Ii.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 1
vende Vieira A Rodrigues. ________
Precisa-se de um sitio ne lacrador para urna1
pessoa qae garante plantar 409 pies de assn-ar,
porrri quer-se bom arcado e oa : quem tiver
annuncieou deis*.carta fechada eom as iniciaos
I A G, ou dirjanse i tat de Santo Amaro, uber-
na junto aos trilhos n/banos. _____________
- Na praca ida tnleMafeacis n. 33 seaTdi
iheiro sobre penhflres de oor, prata a pedra?
Jtackwas, seja qual fcr quantia; e na mesms
xsa se compra e vende objeetos de ouro e prata,
* igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
pmmend, e todo ,e qualquer concert tendenu
i jnesm* arte.
M ao
Si
TimiARIA FBASCEZA
55-R iia da Imperatr iz-55
Tinge, lava, mpa, lustra e acbamalo-
ta-se, com a maior perfeicao. fazendas em
pecas e em obras de todas as qnalidades;
como sejam : seda, 15a, algodio. linno,
chapos de feltro'e de pal ha etc. te.
Tira-se neioa.s e limpa-se a secco sem
molbar os teeidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as ter;as e sextas fei-
Sociedade Coaelllaeio
De ordem do Sr. presidente da directora pro-
visoria sao covidados os membros do conselho di-
rector para reunir-se no dia 11 do correte, pelas
6 horas da tarde, na sab de suas sess5es, para se-
rem presentes os estatutos da sociedade que foram
approvados pelo governo imperial, e trtar-se de
medidas U3 gentes consignadas nos referidos esta-
tutos.
Reeife 7 de maio de 1870.
Joo Joaquim Alves,
Secretario interino.
Em casa de THEODORO CHRISTI
1NSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-st
iflectivamenle todas as qualidades de vinht
Bordeaux, Bourp;ogne edo Rheno.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sortee, 1 meio n. 2146 com 5:0004 da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio dt
igreja d Santo Antonio de Itamb (145*), convida
aos posMudores virem receber -na eonformida
de do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 2' parto (da lotera beneficio da ir-
manda !e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
triz do Corpo Santo (146*), que se extrabir quln-
ta-feira 12 do corrente mez.
PrecosOs do costume.
Manoei Martins Pinza.
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar :
na ra da Cadeia do Reeife, loja n. 56 A, se dir.
Attenpao.
Aluga-se.
urna nearinhade 10 para 11 annos "de idade :
roa do Hospicio n. 29.
Manoei Martins da Cunha, com loja de fazendas
na ra Nova n. 48, previne ao publico e especial
mente aos seus freguezes, que despedio de sen
estabelecimento o Sr. Lourenco de Preitas Quima-
raes no na I* do eorrente ; por isso avisa que
ninguem pague ao mesmo Guimaraes qualquer
coma, tob pena de nuliidade. Outro sim, declara
que nunca autosisou o mesmo seu en pwir quaesquer qnantias' emprestad* em seu
nome.
na
Roga-se a persoaque levou por em-
timo a collecio de Diarios de jamo a
eiembro *e 1838, quera mandar traeer
a typographia.
Dase a juros a oawtia de 1:0001090, sob
a#arantia de dous moteques, fleaude os setrieos
eonta dea jaros : roa das Crasas n. 20, 3.*
ar.
. Im S. Jos do karinuinho, casa t, antes
da igreja, precisarse de duas escravas, sendo nma
para engomoiar e ensabVe outra para costura e
sej^-ico dqmes/leo; paga-se Um aluge agradando
BAZAR ACADMICO
13 Eua da Imperatriz 13
Ba da Imperatriz
Ulysses & Irmao propietarios deste bem conbecido e acreditado estabelecimenio
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos fre-
guezes, tanto desta prai;a, como de fra, qae tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acba-se completamente sortido e em condiefes de b^m servi-los dos
seguintes artigos:
(IIARITOS
saperiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarro s
de palha de S. Paulo, de 30500 a 7(5300,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy,
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Caxias, Gandon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muitas outras qualidades.
fviios
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 1)5400 rs. a libra, em pacotes
a 2<5, de 20 para cima a 1#800 e em maior
porco 10300 o pacote de 1 libra, dito
em "latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam: Daniel.do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros oe
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espnma, de ma-
deira (raz; de 30 at 60, a duzia e de ou
tras qualidades a retalbo.
DITOS p de gailinhados melhores que
ha neste mercado a 30 e 30500 a duzia.fc
com grande abatimento em maior porco,
ditos de louca, gesso, barro, etc. ,
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e presos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em caixas de to-
dos os tamanbos, de seguranza a balo etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-rom, Per-
san, pintado, de linbo etc. palha de milbo de
Fernando a melbor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrado nossos freguezes outres muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalbo e que com suas presencas
serlo satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer eD-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
lEua da Imperatriz13
BAZAR BAMBEA
50-m um-sa
Os abaixo assignados proprietarios deste eslabetecimento, participara
que, eontinuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
miudezas da melbor qualidade chamam a attenclo dos Srs-commerciat:tes
de retalbo afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont ce 0
10 Ojo, pagamento realisado no mez da compra. Q
Jos de Souza Soares & C. $
A ESMERALDA
*
s
9
0
LOJA DE JDIAS
DB
MOREIRA BDARTE & C.
Este antigo estabelecimento. completa-
aente reformado Je novo, est as condi-
>oes de servir vantajosamente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
ixplendido sortimento de obras de ouro e
jrata de lei. assim como brilhantes e ota-
iras pedras preciosas, cujos presos sSo os
aais mdicos que se pode encontrar.
As joias comprada* nesta casa recebem-
le em troca ou eompram-se com pequeo
ibate --in^
. o B114 DO C4W1GA N. 5







mmmmmmmm
miwn'tiii. i -
Mi'
**
Diario de Pernambuco Quinta feira 12 de Maio de 1870.
COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos &L
DE ____
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. H-RUA NOVA-N. 11
e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de., instrumentos^para musi-
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade
sijacaba de chegar um grande e eiplendido sortimento de
O que na de mais moderno, de teclado fixo e mobile, e com transposicJoon sem ella,
lanudos t bem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados CnestaJcdade,como sejam :"os
Monte pi portuguez
Alerta senhores socios f I (...
E' domingo 15 do corren!* que era asserabla
geni tem de eleger-se a commisso de exama de
contas, lealdade, raoquea, honeslidade e tiraieza
de carcter sao os principies reqaizitos que de-
ven) po-sur os cavalleiros que tem de compor a
respectiva commis scieocia que devora sobre tudo prozidir a estes
actos, tomamos a liberdaJe de lembrar alera de
oatros rauitos socios que reeonhecemus possuir
aqaelles ^equisi^08: o films. Srs. Manoel Teixei-
ra Bastos, Antonio Augusto dos Santos Porto e
Thoroaa Perwra de littos Estima._____________
Precisa-se do dous amasadores : na pada-
ria di ra do Raogel o. 9., *
COMPRAS.
Casa terrea.
AFFONSO BLONDEL
de Paris, de qaem o annanciante o nico agente nesta cidade, cerno prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paii, sSo os nicos que offerecem ama garanta segura de soa duracio. EUes sao aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
saja necssario insistir sobre sua superioridade. As saas voies sao muito flautadas e melodiosas. EUes possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
senhores pianistas. _
Todas m pessoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de ongem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
lutencidade do numero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. Aiphonse Blondel, fabricanto de pianos em PARS, deeclar ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
do Recife, i RA NOVA N. 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que todos os seus Ipianos rao accompanhados de um certificado de origem assig-
nado por mim.
Pars, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphonse Blondel
0 annuciaile umbem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimento^ de novos pianos.
MSICAS PARA PIAMOS
As quaes recebe directamente dshEuropa e do Rio de Janeiro ; das acreditadas casas dos Srs, Felipone A Tornaghi. Narciso, Arthur NapoleJo & C,
etc. Tambem tem grande sortimento de papel para msica e desenho; cordas para todos os instrumentos, ricas gravuras e quadros para ornamentos de uto, oleados para
issoalho de salas, ricos espelhos doorados, qudrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
erpelbos de todos os tamanhos, talagarca, lias e agulhas para bordar, e mnitos outrosartigos que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
abarlo todos os dias at as 9 horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos.
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No arra.'i"<"m da travesa do Gorpo Santo
sempre um completo
.-raudos e muito boas.
sortimento ile objectos para carro, e que se vendempor precos muito rasoaveis, como
sejam:
Vaquetas de lustros,
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lusiro o que ha de melhor.
Guarnicoes de tino latSo para arreios, completos.
Lanternas e vellos para as raesmas
Eixos patentes para sebo.
Jmquim Lopes Machaco < C.
Estrada le ferro do Iteelfe a
Olinda
Gompraro-e dormentes de madeiras de reco-
abecida duracao para a constru a'ata-ie na roa da Aurora, eseripWio da superia-
;eodencia, das 6 horas da manhaa s 6 da tarde,
nos dias utets.
O superintendente,
Andr de Abren Porto.
Ama*
rrc
?ede-se ao publico e principalmente aos renho-
res relojoeiros e ourives o favor de apprehenderem
uto relogio de ouro patente suisso descoberto n.
83130 e levaretn no a sea dono, na ra do Fogo
n. W, que ser generosamente gratificado._____
Moflna-
Precisa-se de urna ama para o servido externo
de ama casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
preere-se as roas do Sebo, Pires e raesmo na
Soledade : a tratar na ra do Livrameuto n. 10.
LA i iij;
PiSga-se ao Illm. 9r. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Mazareih desta provincia,
o favor de vir a ra do Imperador n. 18, concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em tins
de decembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
; por este motivo de novo chamado para o dito
flm, pois V. S. se deve lembrar nue este negocio
de mais de oito anno, e quanao o Sr. sea lilho
se a 20Ru.i FarJ a- Lessa.
Temos a honra de participar ao respeitavel pu-
blico qne filemos destinguir a momo noca loja d
fazenias finas com o elegante titulo La VUU de
Pars; animados como estaraos pelo deaejo de
corresponder a tnelhor ventado dos fr^uezes, po-
demos asseverar -em receio, ao publico e:n geral,
que nao ha vera quem possa vender mais barato,
ftttendendo aos precos e qualidade da fazenda, e
mandamot na* casas das Exmas. familias qual-
quer azenda para meUior escolnerem ; damos
abaixo os precoz de varias pecbiaehas, que serlo
o bastaste para justificar a nossa sinceridade j
Eor algaera recouhecida : aias brancas com ba-
ldo frisado pelo baratissimo preep de 3*6*, ri-
cos corpiobog bordados, objacto de l, pelo pro-
co de 5f, cassas de cores, liados padroes, a 240
rs, chitas finas dars e escuras a 300 rs. o cora-
do, cimbraras organdy^ a 640 a vara, mandapolao
fino i. 6i a peca, toalbas felpadas para rosto a
8| a doria, lencos de cambraia a 2500 a duzja,
oambraia victoria fina a 3|, S<300 e 64, completo
sortimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o qoe ba de melhor, ditas de loa, e vanas quali
dados de alpaeas braaeas de Cor-w, cambraia inv-
peratriz, completo sortimento de chitas, madapo-
lo e algodaoiinho, braraaate para Jences, es-
guo,tasines para voMidos e rompas de meninos,
camisas, cerouLas. meis, gravaUs, ooUrinhos, e
outroa aiDitos objectos qa doixaraos do meacio-
nar, toio^or conHnodof pwffl*-
M Dr. Manoel Enedino
rlVfa
S tina a pnNtar seas servaos mdicos a
JJtroa da'(>Bba de Carmo a. 51,
W W&wMKmUlX
Valenc eon-
ledicos
Ia andar.
Precisa-se de fallar cjii Sr. A. Alencar :
ra do Vigario n. 12, a negocio que ja se fallou.
Para'o ngLez MnriHno
Na ra Estreita do Rosario n. 35, prepa-
ram-se flores artificiaes para enfeitar os al-
tares e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
tar, bouquetese bugias enfeitadas com llo-
res de cera para enfeii>s de altar, todo com
prestesa, gosto e barato, faz-se toda en-
commenda para fra, e tem j promptas,
rosas, arces e pentas.
Precisa se de um amassador e um refina-
dor : na ra da Senzalla-nova n. 30,
, O abaixo assignado previne pelo presente
ann ncio que pessoa algoma fassa negocio com
ama pequea fabrica de sabio, na ra Imperia
porten:enta a Antonio Joaquim de Sant'Anaa,
sem que se entenda com o abaixo assignado afim
de evttar questoes.
Becife, 11 de maio de 1870.
Antonio Raymundo Paes de Lima.
AMA
Precisase Jugar urna ama que sirva para o
servico interno OAterno de urna casa de pequea
familia; a tratar oo 1* andar do sobrado n. 1 da
roa Augusta.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro que tenha alguma
ortica de taberna e d conhecioento a soa con-
ducta : oo pateo do Terco o. 32-
60RUA IIVCADEUDO RECIFE-60
O proprietario deste estabelecimente tendo ae partir no fim do corrente H
mez para a America pela Europa, faz inteiramente completa liquidadlo para ac- S
bar; e fazendose por conseguinte grande abatimento, como : cortinados para |
camas e janellas, cobertores Unos ingiezes, calcado de panno, bijoteirias d'oero ^
de 18, como rosetas de brilha> tes, anneis, oculos, lunetas, trancelins, apparelbo 5
de metal do mais fino que ha para almoco, bandejas, ele- ; perfumaras de diffe- 5
rentes fabricantes, diiferentes caixinhas vasias com enfeites muito proprias para
presentes; caivas de msicas, ditas com pertences para costura, ferro de en-
gommar nao sendo preciso carvao, nem fogareiro, machinas de delir batatas, ^
ditas para preperar a carne para guisados, ditas para bater ovos e bolos; jgg
grande variedade de porcelana, como sejam: H
Vasos paraftoilette, apparelhos para mesa, etc.; differentes objectos
de vidro, como sejam: lustros e globos para saldes, lanternas para cima de |
mesa, escarradores, etc.; excellente cofres de ferro, espelhos de diversos ta- I
manbos, de moldura dourada e preta, molduras para quadros, excellentes ca- ^
xas para retratos, ditas com cheiros preprias para presentes, mesas de charo, jj
bandejas de dito ; estampas linas para quadros, talagarsa bordada para almofa- c
fadas, ditas para tapetes e para deitar vasos em cima de mesas, relogios para |
cima de mesas, ditos de parede e de ouro para algibeira; stereoscopos de di- ||
versos tamanhos. c smorama, lanternas mgicas para devertimentos em salas, I
quadros com finas figuras de porcelana, ditos com movimentos, figuras bron- j|
zeadas para enfeites de mesa, salva-vida p|ra se tomar banhos no mar ou no jgg
rio, lencos de linho finos para algibeiras, gravata de -seda mui ricas, variado c
sortimento de mindezas e brinquedos para criancas, etc., bengalas, camas de |5
ferro de differentes tamanhos, lavatorios, etc,, etc., que serio patentes ao com- |g
prador, e muitos outros artigos que se vendero muito barato para, ioteira- H
mente acabar, no armazemEM'OSIOAO EE LONDRES.
LEO DE OURO
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peratriz n. oi junto a loja de ourives.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palilot de alpaca preta e de cores a 3000, 3500 "000, ditos mirin preto
de 74000 at 255000, ditos de cisemira de cores finas e ordinarias, de (55, 165000,
ditos de panno tinos de t 8> 105 e 2< 5u00. sobrecasaco dito de 205 a 305000.
Completo sortimento de calcas de brim pardo de 15600 a 65000, ditas brancas
de 25- 105000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de 55, 125000,
ditas casemira preta de 65, a 165000 superior, dita de merino diversas qnalidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de cuteles de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 15600 35000, e de
linho.de 385000 a 705000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodo de 15600 a 25500,
ditasde bramante a 15800, 25500 e 35000, ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 255000 a 355000 a duzia. Sortimento de colarinhos de algodo e linho, etc.,
assim como meias de algodo para homem de 35, a 105000 a duzia, gravatas de mui-
tas qualidades*. Na ra da Imperatriz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos ingiezes cabo de marfim.
Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTEN'CAO.
Neste estabelecimento encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da officina, que se encarrega do trabalho
com perfeico e ponlualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 210 rs. o covado ou 105000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs.. e outras moitas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegaram, urnas bonitas {chitas da
victoria com barra, a qital para flhos ecompetente enfeite para corpinbo. Cam-
braia lisa de 35, 45,55 e 10500 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
ALGODO E MADAPOLO AVARIADO.
A 45000 o algodo, e 45-500 omadapolSo, e tambem chita escura boa 240 o
covado por ter grande poroo, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
Lefio de Ouro.
Compra-se urna casa terrea
da Madre de Deus n. 16, loja.
tratar na ra
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilizadas,
Drilhantes e mais podras preciosas : na loja de
jurives do arco da Conceicao, no Recife.
Ama i Monte Pi Portuguez
Na ra do Duque de Caxias, antiga do Qaeima-' A dire,oria- i1)*9 fcJg*rgg! d0e "''
do, n. 46, loja, precisa-se de urna eserava |,M e.?'a !22&M SLS'ijffi
zinheira e bons costaones.
que nessa occasio melhor possam estes emiuir o
------------seu juizo acerca do re!a'.orio e contas que tero de
nOlllAltl'Pia flOR ann n-l yac she ser apresentado?, convida todos os senhores
DUIllUlUUld UU dIJilUdZeS I ociog a reunirem-se em assembla geral domingo
na prezontos de superior qualidade, ditos em nete Portuguez de Leitura, para se eleger a com-
i missio de exame de contas.
Secretaria do Monie Po Portuguez em Pernam-
buco 9 de maio de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretario.
fiambre.
Amassador.
Para o Rio Grande do Norte
mestre de masseira : a tratar
das Nevos.
precisase de um
com Jos LHiarte
Roa da Cadeia n. 59 precisa-se de uro cria-
do para servico de urna casa, prefere-se sendo es-
cravo.
CRIADO
Precisarse de um qoe tenha alguma pralica
de bolear ; quem se actur em coadic/}**. dirja-
le ao caf imperatriz para tratar.
AMA.
Precisa-se de ama ama
Cruzei o. 39.
no hotel da rus das
Precisase de urna ama
ziuhar em casa eslrangeira :
mero 46.
para comprar e co-
na ra do Brura nu-.
Na roa Augusta, sobrado 1 andar n. 67,
precisa-se de ama ama para o servico interno de
poaea familia.
Desoja-se fallar aos Srs. E. J. F., J. R. do X.
e bacharel M. dos A. B.; na Soledade n. 80.
AMA
0 muzeo de joias
Na roa do Cabag n. 4 compra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos do
jue em outra qualquer parte.
Wnl-SIETfifir
ESCEAVOS
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
1 dentro da provincia escravos de todas as idades,
iores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
terceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzet,
freguezia de Santo Antonio.__________________
muito maior vantagem
s preciosas e n ob
Coracao de Ouro o. 2 D, ra do
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velhas: na
loja de joias do
Cabug.
ATTENQIO
Comprase urna escrava que ?aiba cozinhar e
engommar, que seja sadia : na ra do lirum nu-
mero 5i.
Attenclo
Na iua do Imperador n. 9 compra-se um escra-
vo de meia idade que' sirva para servico de co-
cheira. '.
Compra se urna casa terrea nos bairros de
Santo Antonio ou Boavista, mais ou menos no
valar de 2:000 : quem tiver dirija-se ra Nova
n. 41.
Precisa-se de ama ama para casa de duas pea.
soa? : ua roa das Calcadas n. 26.
i-se 3O0J a juros sobre bypotbec* de pre-
dio ou eseravo : qaem precisar dirija-se a ra de
que t dir quem di.
VrN0AS.
Cabriolis.
Vende-se dous cabriolis, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : ni eccheira de Tho-
maz Lins, ra de Santo Amaro.
Vndese urna carroca de molla para cavallo
com os pertencentes arreios: ra do Brum nu-
mero 79._______________________________
Vende-se um terreno murado com 150 pal-
mos de frente e .'00 de fundo, e com uns 10,000
tijollos, em um dos melhores arrabaldes desta ci-
dade: tratar na ra do Imperador n. ti, 2 an-
dar.
vende-se ou troca-se por ca:as nesta praca
o sitio denominado dos Boritiz, antiga casa da la-
vagera de roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua corrente, baixa para capim e
grande terreno para plaotacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Indenendencia n. 3:.
Vende-se um boi e cano proprio para car
regar assuear ou gneros : a tratar no caes de
Ramos n. 22, com Antonio Jos Farruco, por es-
tar para retirar se para Europa.
Attenpo
Vende-e urna ;\p'gmphia completa, com um
prelo de ferr'. varias foctes de typjs, etc. etc. :
tratar na ra lureita n. 21.
Vende-se um e*cravo de meia idade ipe
cozinha perfectamente mais que o diario de urra
casa, um cabrinha d 12 annos, bom copeiro e
cora principio de co:inha, urna cabrinha de 15
annos, de mu bonita figura, com principio de ha-
bilidades, e outros moleques pecas: no 3 andar
do sobrado n. ')(> da antiga ruadas Cruzes, huje
Duque de Caxias.
Vende s-; a casa terrea n. II. em chaos pro-
prics, sita em Olinda ra no oitao do Ampar 1,
com i quartos, corredor ao meio e duas salas : a
tratar no Io andar n. 3 ra di Cadeia do Recife.
Vende-se por 9U0| 11 m moleque di 15 an-
nos, com principio de eflkio de sapateiro, e isso
somente por ter um defei'.o era-nma peina, mas
que nao o priva de seoecupar em differentes ser-
vicos : no 3 andar rio sobrada n. 36 da antiga
ru?. das Cruzas \v\<> !>:iqne de Caxias
Cimento-
Vende-se superior cimento em barricas grandes
pelo diminuto pfeep de 85OOO a barrica : na pra-
(a da Concordia, armazem de cal preta e branca
ITTENCA
Una familia que se retira para tora da provin-
cia, vende urna motilia de Jacaranda em bom es-
tado, constando de 18 cadeiras de guarnirn. 4
ditas de braco, 1 sof, i consolos e 1 jardmeira
com tampos de pedra : quem pretender dirija se
roa da Trempe, casa terrea n. 11, para ver e
tratar.
k mu mm
A ra do Duque de Caxias n 2L.
1 (ntica ra do qoeimaso)
Nao /oi sem fundamento ESPERANCA tem deixado de l'azer os seas
annoocios, a razSo simples, ella entenda
qne tudo em demasa aborrece... por ssc
como ji tinha dito e scienlitcado i soa b
freguezia o qoe constantemente ia recetes-
do, ou livesse feilo muitas vezes, reoetoe
tornar-se massante, assim pois rrelheo-e
um poeco ao silencio, mas nunca deisand
d'ea pregar os verdadeiros esforc*, j cao-
tratando maior numero de correspondeotes
na Europa, j descobrindo .bjettosdonaa*
apurado gosto e finalmente assignandoc
Jornal das Familias, o qiial vem seapic
ornado com igurinos, modernos molde* para
vestidos ele,, etc. para desta forma mt&er
servir a sua constante freguezia; e cont -
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANZA ufanase em offerecer-ifce
seus serviros, apressando*se desde j *
declarar que tem recebido ultimaeteMc
entremeios e babados bordados transparea-
tes e tapados, chaposinhos de setim para
baptisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para crias-
fas.
Dedaes d'osso, marfim, ac e aadrep*-
rola.
ptimas na val has, a liad ores o massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o roito e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, setnia
com salto, para meninos e meninas de de*
a doze annos.
Boas lentes com cinco rodrmelros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar-vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de la para liomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias. .
Fil de linbo e de seda, sendo preto t
branco, liso e de sal picos, e onlros mui?
objectos expostos a venda na Bo'joc
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MUTA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a ra Duque \
Caxias n. 21, acaba de receber umita per-
fumaria dos melhores e mais afumados fa-
bricantes, como sejam finos extractos parar,
lenco, essencias concentradas le mukas qua-
lidades, olhos de agradaveis cheiros para ?
cabellos, e bonitos vasos com boa banita, Ifc-
dissimos vasos com pos de arroz, sabonetes
de dilTerentes qualidades etc., etc., assiat
pois os apreciadores do bom, vfubmeatis-
fazer suas paixdes na NOVA ESPERAN*"'..
PABA ALVEJAH E CONSERVAR OS DE.VTtf.
P de carvao de rosas : vendem-se i rea
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPF-
RANCA.
Para acabar com as sardas oti pannos
recebeu a NOVA ESPERANCA, 1 na Du-
que de Caxias 11, 21, o verdadeiro lite de
rosas brancas.
Mabo ralcatrito.
Wnde-se na rtia Duque de Caxias n. 2>.
PARA LUTO.
Rrincos. broches, voltas, pul eiras. fr.tl-
las, (entes, boioes para punoos e caderas
para relogios.
A NOVA ESPERANCA/ qaerendo satisfa-
cer sua freguezia. namente ira objectos
d'alegria ou de laxo, quer tambem aeon-
panbar aqueiles. qoe infelizmente perden-j
alguem de sua familia, 00 a'gtun de sea
amizade. precisam ile laes objectos, assiet
pois a NOVA ESPERANCA, mandou viro
que.ha de nieior neste genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade. nao somente tornam**
tristes como al repugnantes, o oue c
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. pr
que apenas exprime o sentimenio pela edr
porem como que Iras um lenitivo pelo gos'.j
e perfeicSo com que laes objectos s5o tra-
balliados.
Vende-se urna mulatinha de 9 a 10 annos
de idade, sem vicio nem achaque, a qual serve
para andar com meninos, e com muita caricia por
ter pratica : quem a pretender, dirija-se esta
tvpographia, que se dir quem vende.
, Venda de terreno na cidade
ra Vae a pra<;a do juizo dos orphaos, na
segunda-feira prxima (16 de maio cor-
rente) depois Ja audiencia por volta de
Sfi 1 hora da tarde e na sala lubliea na
w5 do Imperador, o excellente terreno fo-
5K reiro, que deixon o finado Henrque Jor-
ge, na na do barlholorueu eni fieote ao
- caes da Detencio, medindo 133 palmos
*SK de frente e 9'i de

Joaquim Roti* ^uesTa- ^
vares de Mello,
Praca do Corpo Satilo
N. I?.
Tem para vcicr:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux de 1.
qualidade.
Farinha de man-
dioca.
FareHo de Lisboa.
FMmm
Vende se o engenho S. Pedrow comarca
de Porto Calvo, provincia de Alagas, co
excellentes trras para dois mil pies de as-
suear, extensas mattas, magnifica casa ik
vivenda, situado a tres quartos de leguas de
porto de Gamella de Rarra Grande, distante
desta capital poucas horas onde tocarlo
tudo avaliado por 2:985*.
fundo. A arremata- .
>M cao sera por lotea a saber: 4 de trinta A brevemente os vapores da companbia per-
S palmos cada ;im, e 1 de trinta e tres pal- g' ,..m\.ni..n!k r
Yeude-se
Urna niacfima coajpleta. de fabricar aguas ga-
zosas, cqm todos os seus apparelhos, ha pouco,
fomprada^nas caletres offlciuas db Sr. Malheps
de New-York. A machio forrada de porcela-
na, com urna dpacidade 'de 80 m didas, mafs que
sufflcienl.para produzir 100 duzias.de garrafas
por dia. Esta actualmente trabalhando na corte,
na ra do Cavradio n. 63, onde se pode examinar.
Pan inlorraacoes dirijam-se ru de S. Pedro n.
28. no Rio de Jaaeiro.
Vende-se
orna machina de costara propria de coser
couro : na ra da AssumpcSo n. Hf.
Vende-e um mulato caro l aaaiw de idade>
da multo boa cxidusia e proario A
da Cadeia a/4.

a tratar na raa
Cavallo.
Vende se u..i oonito cavallo meso, bom para
abriolet, para ver e,tratar na coxjira de Antonio
Baflnador : a roa da Palo.
nambucana.
O engenho de animaes, porm com
urna despeza de dous og tres cintos deris.
pode ser transformado* em engenho d"aguts
copeiro. Os partidos esUo as poitas do
eogenho'.que pode ser manejado suavemente
com q inze ou vinte trabalhadores. E' tido
pela propriedade de melhores trras da lo-
calidade ; e vende-se por prego muito co-
modo: tratar na ra do Vigario n. 31.
Vende se cerveja branca Bass verdadeira
preta do Barolay de superior qualidade, em boti-
jas e meias-ii'tij's, no armazem de Eduardo Feo-
tn na ra do Commercio n. H.
Attenpo.
Vende-se na rna do Duque de Caxias (antiga
ra do Qoaimado) n. 19, chitas de bom paono e
bonitos padrees a 200 rs. o covado. pechinotia.
J?ian".
Vendo- se nm piano da mesa, bom e afinado, por
reo commoda/: na na da* Larangeiras n 19.
- Na i a da Imaeratri n. 30, padaria france-
u, vende-se ama landeJeira e um raasjer, t>r&
pria para um priacipiante; assim como urna iwf-
cao de ferro velbo__________________
Vende-se urna carteira de ama relio com at-
gum uso, propria para escripia,: a ra d.-S. Fcain
cisco a. Si
^1


Diario

de Peiambuco Quinta
feira
Maio de 1870.
_____ j <) ,;lwU
A
55
de
Ra Duque de CaxiasD*
Na loja der por baratsimos precos lodos os artl-
gos de miudezas e perfumaras do sea
grande e variadosort m-nio,para..lindo aos
compradores toda a sincoridade.
- Liadas boifecas de cera o niassa por b#
ratissimo preco.
i&peiios dourtdoi para pendorar a
160 re..
Agelhas de osso para crox i 200 rs.
V.ats fines, piara segurar cabello, a
580. rs.
Obamins para gaz a 320 rs.
Garrafa cora lila al izarme a 14000.
biu cora agwt florida a l00.
Dita coa dita dita a 1 ->LK 0.
Tunieo de Jayme a lfioU ofrasco.
Frasco coraoleo expresso de babosa,
4 a CiO rs.
Do com agua de Colonia ds 300a 10000
Dito cora extractos fios a 16000.
Dito cota sndalo vordadeiro a 16200.
Latas com bauuj muil* Uua da 120 a
240 rs.
Shonet?slanito finos e diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Fins escovas para dantas de 320 e 503 rs
Dits para fado de 500. e 600 rs.
Ditas para caballo a 500 rs.
Peritas para alisar cora costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo a 240 e 320.
Pentes para tarar piolbo-de 160 e 240 rs.
Parios tora gai, da a 240 e 320 re.
brincos de coral, uiteirameute moderos
de 100 o 140 rs.
Penaas caligraplticas moito finas a 16400.
Dirs de lauca c raaosiaha a 800 rs.
Lindos babadinbos e entrometas de 500
e 16500.
Grosas de botfces de lonca de 160 c
2D0 rs..
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caiaa com pap-3l amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obrejas a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Tbesonra pora costara a 240 rs.
Liona de raaica caita a 230 rs.
'.irritis de Habas deAlexarjdre den. 70
a 200 a 10 rs o
Graspos muito finos, com passarinhos du-
zian 00 rs.
Cartas francesas para jogar duzia 36000
Ditas porttigitezas, duzia 16400
Pipel almaco si.peiior qualidade resma
Lara mu i lo fina pira bordar libra 66500
Fitas para debrum desapato, pessa 100 rs
Ditas de lam para dbrum de vestido peca
40) rs.
: 'vetes pr-ndes com mol'a a 400 rs.
Ditos grandes cono 2 rotosa por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par OO rs.
Trancas de lam da caracol branca e de
corea d i 10 a t rs.
Fitas para cs, peca 480 rs.
Ai.ji-tos de lati, caria 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanga de 400
{.iraTutw no^scam' pfct^ de* sfHr*rrtWv^w;
Dius Je crtixo, orticas e de cores 3U6ri.
Dita de gorgor! de cores aCOU-nt
JVa Verdad kriw DiaqaM de Ca-
. **<
Estampilhas.
Vendo-sena tm daroxn 8.
I* sari.
------r
'da rimilo awMtadt'roare >nyreeHlo frC de
cognac. nico depwl mi PiWnpmfeae*, era M
di Cario P. d LeauM C, ra do Vigaflo nu-
mero 10. t
Milho e arroz b casca
Vende-se miltKfewTSiOe MWj novo ern ac-
tos, no trapiche da compantifs: a untar na roa
da Cadeia-veKm, etn to I, 2- andar.
Milho das ILhaa
E
Feijo do Porto
em saceos grandes, das qualithde* ahaao men-
cionadas, e por menos m-ecu do parte.
MILHO XOV
Feijao matatiiiho IVijo preto.
Dilo braneo DiM roado.
Dito amarello Dito frade.
' VENDEI
Jos do RegoB6ryes& (1, a nin de Vigarto n. 1 1
Bichas hamburgnszao
Neste novo deposito recebe-so por todo* o* pe
qaetes translanticos bichas do qiwlidade suportar
o venden) se era caixa ou purcao mais pequea,
o mais barato do que era outia qualquer parte :
na ra da Cadea do Rocife n. 51, i andar.
Cigarros da imperial
fbrica de S. Joo
de NictUeroy;
nico deporira en tornambaca caes da altan
dega velha o. 2, 1* anda.
BENTO MACHADO *
J
COSTURA
A ACUIX NEGRA" animada com u bom accolhimeutu qa te ve eui setfs anfren-
: ios, vem'oovo participar a sous freguezes que, joba-d* ambu. uia variado sorti-
neoto deobjectos de gosto os q&aes serSo venaHofcpsr nRc9*|suife tzoawi, |Ps
guando fez os seus priraeiros annucios, foi o qp^4ie||^!,.'ftnfita Ktrqae como j disse osla interesses ligada a a cita iiip!nHaHr*o*t pw?*, e
por isso poder tertudo es|)ecial o vender por#iPiax)lBi|fc.-~ga. aaHlo-
i de jeaw-ft-egdtaes pafa-fl*iart%ot possd daetrever :
Lirros cora o taapH' da marfim, aadm- Um variado soriimeats J& cbaruteiras e
ote* ttaraa, pwpries>para*lsja.., [patticeirode porcelana;
Garafiohas vazias proprias para presentes I Tcntos para voltarete.
omaidv-goattt-
b.dispensaveis le palinha e de couro pro-1
mol para senboras e meninas Irazor nos
rs.
CatcadeiraB
a 40 rs.
Vende-se urna preta criona de idade d 03
annos, muito robusta e sadi*, sabe cozinbar algu-
ma coasa e lava bem, compra na ribeira c
quitandeira, e propna tanl):m para serviro de
campo, porque foi do mano o trabnlha de trha-
da. Um negro de idade de 9) annos pronrio pr.ra
engenbo por ter sido do matto : na ra da Pxi,
amigamente ra do cano n. 3i.
irados.
Bioocolos da nadreperob', m.viim e tar-
iru^a todos esmaltados.
Bengal's com marflm, consa espeefaf.
Sabonetes de alcatrao. ,,
Cofres de foihas para dtahatrb.
Liadas caixas para costura.
a do Imperador n. 26
()4*spatavcl publi.o encontrar oesle
estiHilfoalbiinto diarismeme um completo
soffimoab de pastelaria, bollos ioglezes
podios,' pds-del, prgseolos dos altimos
ebegados ao mercado, salame de fioo, bo-
linlios finos de todas a qualidades para cb.
amiADdoas c 'nfeitadas, coofedos, bomboins,
patilbas, chocolate 'ram-ez em Ibras, pas-
'tilbas do rtesmo .cartbxos e carteira com
sei: chardtos (fV . i sorlimento de cbscoiate do mais acredita-
c^rrftgar ? RAiDE BAZAB ,do fabricante de Pars e o melbor que at
UNVEfteAL, rw.Nova o. n^MNtm!^ tem Jg^ a0 mmi(l0i
viANNA-em completo sorumento de a,. y,^^ po^M^ .fignairatnautosept-
'^Hl3?1 c^ir8' d*s tr*^co-1 ri0|. 0s mais D08 superiores vS
f*^1*8^ ItJL era'e!?f:1AC'*'Df' dl) Porto, moscatel e Setobal, o illostrado
!"f!E ^^uf Tmi *** T^Sf" Vayiw encontrar neste esUbeiecimento
MSJ to"teH1 ^sina-sc comfeagifo p.orcomroodos precos, fazeodo-se abatimen-
S22 nl^n trRl a," ao ? ^ ^'l I**w de todas as quWades, wWal
raMidlana!Mtite;e a soa pertoca.1 6 tai \m$ mr(l elles< o afeando Afapaoa, este
\!llcer # nws saboroso e soperior, -at#
, hoie cotihecido. Xarop^s df groselbe. rosa,
| ntaa^quj OMio ftn-tfai miar aos preten- | mm]i caj ^ siUoi db Bordeaux de
W!ks as marcas, o mais superior |tw e
pode ene mirar, champagne de Chvernt
muito superior, os mais tinos e superiores
coate 'ria-mwtftar ixwt'ireim du Pars,
sentam-s
trabalhos exi-cutados pelas mes-"1
dentes.
O li vto para o mez de maio
Acba-sp venda na rna do Imperador n. 18 o
bem eonheeido livro do moi O- mrte, conterdo coacs francezes, old-tom, de tod-s as be-
rintasTlarani ,t Sm ecna inWan Uat mmfHt *ortinBlo do lava de pe- olm 4o MiJi verS0f> efc e utfobl.m c,dernos bk|a9 iioo.sa,, < esta). a.< mais saluUr para
L.1DIOS UrgOS Oe Stltm, COUSa inteiraaien- ,- d nronrios nra a hmu devoeao. nilida i cffra rfr, a^t,.m..^
nova.
Fitas de sarja de todas as cores e larga-
os para tacos.
,lica,
Talagorcc para-bordar.
Um completo sorlimento de enfites de
de versos proprios para a mesma deo^ao, ntida quem soffre do estomago,
impiegyo, e prey muito commodo.__________ j C(niserva8 & legonws, portoguezas, fran-
Officina e armazem de eza,8 ^.^ihos mostrada etc.,
vrMWAu v m<.mmwu. ^*v fruclas seccas cnsiahsadas e em calda, na~
Toucas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vesTtd*:- "mft.v'TTiOrA 'cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
jeftence para bapwitos: Perrnmarias d todos os aotores os mais' a*ac? uivi o deS; CDamtos fl(,s mi% acreditados fabri-
Piias com inscripco ptopHrs *fa* be*-: acreditados em oxtracto?, pomadas e oieos Caes Virrte e dous de notembrtt n. 57, cantes da Babia e fllode Jauem, cigarros?
ra de ooiva, .efioaimente outros nraitos' obyectos qvertio (oetr'ora armazem allianca) de 9. Panto e Rio de Jaiieiro, moitos sa-
Ricos vasos conr ptf-do arrot. possivel mencionar ; mas com a' visura Ha para wmier pedraa marmores de todos os per0rWi e flnamentc todo qoaoto se dese-
Um variado sortimente do jarros de por- certificarao do sortimeotrj Ueste estbete* 1S!^MnTSBSrm!m eomTsolS 8r tendente-rf este genero de irepoeio coe>
eiana. 0! cimento. ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con- prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
Agnia Kegra, ra do Cabug n. 8.
Azulejos
Vende-se no armazem de
rna da Crn n. 26.
J. Moreira Das:
A ella, aates Na ra l>ireita n. 9 tem la a de todos as cores
para bordar, pelo diminua preco de l|G0O a
libra.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Araia-
aba. Cear: ra da Cadeia do Itecife
n. 5. ________
Nao mais cabellos broncos.
A tintura japoneza para ngia os cabellos
da cabera e da barba, foi a nica admittida
Exposito Universal, por ter sido reco-
nhecida superior toda-, as preparaces at
boje existentes, sem alterar a satide.
Vende-se a 000 cada frasco na
Rna da OadSa
iraii-si- e fz-e qualquer obra, como monu-nen
tos, lomnloii. ertatnas, pias, lavatorios, masas e asseio *
todo o mais tendente mosma arte, por mdicos
prcos.
Vende se una nn:l n.uli;- recolhida, de ti
para i.'i annos de idade, o com principio de habi-
lidades, nfopria para ca
ecco
da matriz de Santo Antonio, casa n. 3. flfa mc-
ma casa se compra urna escrava que saiba cozi-
nhar e enenmmar bem.
AOARM/ZEl
i
Chego ao antigo deposito de Henry Porster t
., ra do Imperador, um carregamente de ga
de primeira QBalidade; o qual se vende em partida'
e a retalno por menos preco do que em outr qn? i
quer parte
XL 51,
andar.
ir.7 Ra Nava N.--7
Acaba de Cfttgar ete montado estabelerinrerit novo sorlimento de I
bom calcado para homens, para senboras, para meninos e meninas, c.-colhido &
U2S mais importantes e ccnhecias fbricas pyeorfadas de Paris. esquisita o fina
perfumara de Coudraye de Piveruvas de pellica de Jonvin, osplhbs, e- ISi
ques. obras da onro, caixinbs de castora*, eura sem numero destas c oolras ^
quinquilliarias frar.cczis de maito go?lo e phantasia. e a mais intsres-ante va-
iedade de biioqoedos franceaes e aitemass para en'rptimento de criaojas ^
mmm*sm
PORTLAND.
Vende-?no arroHiem amarello de Vicente Fer-
roira da Costa 4 Filho, defronte do arco da Ccm-
ceifp.o, em Larncas grandes
Vem!:-se nina parle do cnirenho Pnrgatorlo
de grande prr.ducrao para apricullnra, sil) na
fregueziadaltiiarass, a^sim como se vende o-
tra parte du engenho Curte de Cima, annexo ac
purgatorio, que muito convem comprar ambos : 3
tratar no Remedio com o Sr. An onio McneiioCor-
deiro de GudSo.
"Z'r
fsm
;--'-
^L .&

Veno-M urna easa terrea em chaos proprios
na freguezia de S. Jos : na. ra de Aortas n. ZO
se dir quem vende.
qoer encommenda com a maiot promptido
Como sejam para raseflJtOS,
baptisados baiics etc., tambem se receben
encommspdaa de pues de 16 ou bollos de
qualquer especie enfeilados e decoradas,
b.'indeija d boliahos com armagao de aa-
sucar, asw'fB como de papel, pecas ntonta-
das, gell&nas de frnctas, autendoas, leite
etc..
Os dono.> deste estabelecimecto n5o se
tem poupado a despezar para melbor me-
recerem a acoadjuvacao do Ilustrado pu-
hlico. ____________^_______
Te I has de ferro.
Na ra do Crespo n. C, ha para vender
por precos mnilo lzoaveis um grande sor-
timento de temas de ferro galvanisado, de
diversos tamaitos para c*brir casa e le-
lbeiros que alm de ser mais barato do
que as telbas de barro e aformosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
Gal nova de Lisboa
descansada bofe do patacho Naria ; evend
Joaquim Jos Ramos, na na da Cruz n. 8, pri-
rr.eiro andar.
Vender por necssidade urna negrinba de
13 a 20 annos. com todas as habilidades : na rq
de Hortas n. 9*t, sobrado.
.N'.'-:.1 grande estabelecimeat encontrar
otra qaalq*?r pari, \i-;t> que oj noves sncioadesta I
ip ler-j fazer os mus sortimentos pelos mesmos presos'que comoram as casas estraifeiras.
a escrdbcr.
Cauaibraiia siaissa de 125000 rs. toda um. rechiacba.
B PALMOS DE LARGURA A 1:600, CA5EAHRAS ESG08SEZAS.
2:G00 e 2:506 KS. o Pav3o tea bonj as casemiraj escosse-
Cbegaram as fnissi-aas caorbraias soissas zas eojpa quadros granados e mi ios e outras
ireotes, sendo o que ba de mais bao lisas mu listras ao lalo, sendo fazendo
pa :' < Vi '-1 "; peto barato prego moito fina que se vende mais barato, por
de :!._ du e 20500 o metro, tendo hnver graode porcSo.
1 ibaaa das mesmas, porm nuezas-com CORTES DE CASE VIRA PRETA A 4:500,
a cu mu !" ira que se vendem a l50v0,| 0 Pavo tem os superiores corles deca-
80o nvro, sendo apenas precisos des- semirai >riasenfeta las pelo oarato preco
60RA DA IMPERATRIZ
____ DE
o respeitavel publico, u u gratide sorlimento de fatendas, do mais apurado gosto assun como de todas as de primeira necessidade que se Ihes promette vender por presos muito mais barate
.a adoptaran o sptema de s vennderem a DlSHSlftO ; para poderem vender pelo costo, li titando-se apenas a ganbarem o descont. As possoas que egociam em menor oscaHa, nesta L
Paramaior commodidade das Eimas. familias, de todas as fazendas se do es litros das amostras, ou se mandara levar emsuas casas, para melbor rx-
la : ida para se fazer um vestido
4 ou i 1/2 metras, pechincba,
SAIA8 BORDADAS
Vende-som bonita sortimeatn de salas
i co :i '1 pannos, assira como ditas
i' pro Tillas, do lasinba, enejadas com
. 1 barras bordadais 13a por precos
inuilo em conla.
PANS I PARA SAJAS A 1-5000, 12S0 e
^OO RS.
Vende-se bonita", foseadas proprias para
to com bordad e pregas 3 um
lado, dando a largura da fatenda o compra
i barato preco
I, WJ^Oi e 1J300, eada metro sen-
t e iso le tas ;> ou 3 i/2 metros par.t
-.'.; e pacbio
5 a aos e c^asenalraa preias.
O P.-v5o vende grande por^So de pannos
' do mais baixo at o mais fino, por
frJe a'. orf, assim como um gra de
m to 'i casimiras pr tas para calcas
: por pre;o mais baraio do que
t .
Vis'S-lS h"n:\9a a fi3$U30 rs.
O i flajesimos cortes de ves
f ic camb-aia r^pca. ricamente bord*-
iSondn p'd baraU preoo
PANNO DE LINHO. '
1 ora s irtimnto de pecas de pan
no C m i do Pono, qije so vendom de
do 45500 n>. o cort,
CASEMiRAS RISPADAS A 800 RS. O CO-
VAO.
O Pavjio ^ende cxcellente fazenda de pora
la com as cores escudas muito proprias
para calcas, paiitots, colletes e roupa para
meninos qne frequmtam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de maita dura-
co, pesbincba^i 80o rs. o coada ou a
2?8't0 o corle de calca para hornero.
FINAS BAREGES A CO IS. O 'OVADO.
0 Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo m;ias irataparaates, com urna
s cor, tend: lyrio, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito b ja largura e 'qui-
da-se por 640 r. o covado, por se ter fei-
to orna grande compra, as:-im como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras a
imvtacao de seda a 560 rs. o covado, e pe-
cbinrh.
ALGODOSINIIO A.8^1900COM 21 JARDAS
O Pava i veade pecas da superior algo-
dosinho largo proprio para todas as obras
p'or ser encorpado e fino, pelo barato pre-
Jcode8OuO. c pechincha.
PEQAS DE MADAPOLO A 3500.
O Pavo vende; pessas de muito.bom
madapol*),-tendo i2 jardas cada orna, pelo
barato preco de 30500.
rSGHIN'CHA EM ALGODO A 45000 RS.
O Pavio est veodeodo pecAs de algodo-
700 rs. rl I-500O a vara, garantindo-sa sinho francez, tendo 4 palmos de.largura e
n fazenda t li:tbo nSa ba oada melbor com W metros cada peca, polo barato pre-
;em m^s proprio para laoces e tfialhas. de_43jOOO rs.. 4
'A 4OOO,.A PEQA.
A 10/5010.
O Pava;) fez urna grande compra de cha-
CROQIE-S PARA CADEIRAS E SOFA'S. 1GHETOXES COM 10 PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SED V
0 Pavo tem um g.-ande sorlimento dos| 25000 RS.
mais bonitos crocbs para cadeiras, sos^ O Pavoo tem urna nova remessa aamui-
mesas, almofadas eW,., proprios pan so
brir presents e vonde-se mais barato do
que em outra o ia!quor parte.
Vend-se urna grande porco de al^odo f preciso apenas para um lencol um metro e
sinho americano com 8 palmos de largora, toma quarta ou metro e ra'eio.
proprio para lences e toainas, tendo liso e
trancado, que se'vende por preco muito em' flW5u5u5 P-aET0S D! i5G00 ATfi 7,5m>
cont^ H F l v f Na ioja do Pavao encon'.ra o respeitavel
CRETONffl MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640! Pllb,!ico nm ?rfde sorlimento de grosde
c enrt iic 1 napies pelos de todas as tasgqras
CORTINADOS PARA CAMAS E^ANELLAS
de 85. 10$, {IB e 1GOOOU
Chogou para a |ojdu Pavo um grande
1! j i os bonitos c-ricos cortinados
l.):,: idos, proprios pirr camas.-e jaoellas,
vendem de 8500") o par. at ornis
veri ao mercado, e vendejas mais
, m outra <|ii:\lqoer parte.*
CERA DE C4RI4MJBA.
le-se soperior crn de carnmba em
. mais barato do q'te etavputra qnal.
re, na ra da Impenfi-rz n.,60,
loja do Pav-o.
de 45000 rs.
CArfBltAlAS BRANCAS
S o Pavao vende pecas de carabraia
branca traajparoate, tendo mais de >ra de
largura, com tO jardas'cada peca, fazenda
que sempro se vendeu a 75 e 8}000, liqui-J
da-se pelo-birato preco de 46000'.
Aosi dez mil colados.
De lasmbas a 400 as.
E 800 RS,
Para o Pavo ebegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, .roopao, cbambres etc. que.se
vendern 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos o mapas de meninos a CO
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo o mercado.
03 SETiNS PO PAVAO
Veade-se os mais benitos e'ii? de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LAAS ESCOSSmS
LAS RSCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS .
A 560 rs. o coy;
Chegou para a loja do Pavio, o aja
elegante sortimento das ma:s bodas lazi-
nbas escossezas com fios do seda, -as quaes
far^m o mais delicado ffin, para vesiido.-
de duas satas, d vendem'-se, pelo baratisst-
nio preco de 560 rs. o corado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D" LISTA
SEDAS DE LfSTA
a 25000 O CQYL.U.
Chegou para a! -ja do Pav3o tr graode
e bonito sortimento das mais tmdas sedas
de listas com as mais debed^s coros, tendo
entre ellas alguraas que servem para latr, e
vendem-se pelo barato preco de 2j)k)00 o
covado, pechincha..
ROPAS PARA IIOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande eslabelicimento encontrar
o respeilavel publico um grande sorlimento
de roupos, sendo p.i'its e sobrecasacos de
panno preto azemira, calcas e coletos de
brim braneo e de cores, que ludo se vende
mais barat do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sorlimento de ca-
rnizas fraucezas e iqglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
limtnto de meias cruas.
e qua-
lid.ides," tendo de 1(5300 o ovado al 70UOO
e 8>00), que se vende por preco muito
em conta.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavao vende-se bonitos en-
cbovaes para baptisados.
Cortes de elsflas.
cm 10 covados a 3^030.
Vendo-so cortes di c!t"tas fias tinelo^ O Pavo vende urna grande porco de
escaras 0 alegres com cores flxas, sendo cortes de vestidos indianos, tendo duas
fazenda de muito mais dinheinf, p?lo bara-'saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
to preco de 350r0, tendo 0 covados cada tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
uro, pe.hincba, para acabar com o resto.!a '550C0> tendo ceda um seu competente
1 VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
GASSAS Fl'.ANGFZAS.
; Ogurino.
O Pavo vende polo barato proco de 400
rs. o covado, urna grinde porco de lai-
nh?s com liHraa-miodiohas todd as mais
lindas cores, e Igstros imitar to de pouoe-
lina de seda, jicolncha,
A
loja
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVAO
Eocontra o respei-tavel pnblico neste es-
tabelecimen'o uru graude sortimento dea-
zeodas pretas, cono sej.im cassas franoe-
zas einglezas. ciii as pretas de todas as
qualidades, fazamk's de ISa de toda* que
tem vindo, proprias par luto, sendo laasi-
nhas alpacas lavraiase lisae, cafio, bom-
basinas, merinos, fije, qu-tuo. se vende
ba/iito.
por preco
do Bavo est eonstamtv
Cjegaram para a loja d) Pavo ns mais 'cASEMIRAS MESCLADAS A 35 0 COVADO
(anas cas-as fraocezas com delicados pa-.
Iroes, tendo pira todos os precos e qna- 0 Pavo tem para vender booitas case-
dades, daodo-se todas amostras,; ssim como miras mescladas e bastante encorpada para
uro Bonito sorlimento das mais lindas chi-. roepa de homens e meninos pelo barato
tas fraoceaas escuras e alegres, qne se ven- prego de 35000 cada covado ou 5#)0O o
dem Pinito em coota, e tambem se do corle de calca para homem.
amtrts.
Coi los de casemira a 45000, cada am. PAnno nnr ma^/Q
Vende-fie bonitos cortes de easemiras JX\Jly claras e escuras pelo barato preco de 4,'..,.,_ ,
ou a 25iO o covado, tendo duas larguras. -Na Jia ,do Pava0 ^isse fazer qualquer
i peca de obra a vootade do (reguez, para o
^ECHIICHA Quti !sin um Perit0 alfaiato, respoosabelisao-
do-se os doDOS do estabelicimento por qul-
EM CAMB VS UO PAVO A 45500 RS.' quer falta qoe possa baver, quer por de-
Vetde-sc nm bborto sortfinnto de muito, mora, quer por qualquer defeito.na obra;
finas enoeruas camisas inglezas com pei-Je para istp eocootra o respeitavel pnblico
10 e a,- !*>os ti, inbo e punhos,' pelo: om grande sortimeoto de todas as fazendas
baratissimo preco de.4*500 rs. cada orna,que desojar,
e aos fregpcses que compi-arem dnzias se BRAMANTE A 1800.
Iba liira um abatimente, gar->nndo-se que
fazenda ,;. val; m'iito mais dhheiro, Vende-se superioc beamante com 10 pal-
liqnld-sa por sfc
urna ^cindo co
um b:u
e ter feito mos de largura, procrio
o se veode do a largura d'esta Da
rara lences, dao-
fazenda o compri-
m b:u:'o ^ timentodeditaa taqtbemcom ment do eogol, sendo prscisovpara cada
r>ito de 'inhoh rda-laa e ditas d algodo um apenas 1 e i/2 metros oa te 1/4 pe-
4 toik-s os prt
o aberta, das
-ftiocba pelo preco.
da manha s 9 da noute
ALPACAS LAVRADAS A 640, SOO B
1,000 RES.
Chegou para este grande eslabelicimento
o mais bonito sorlimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas 3S cores, 01 m
se vendern a \$, 800 eG40 reis o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas di todas as cores
Basquinas.
Chegaro as raai modernas basquinas
ou jaquetiohas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos o raodellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POPELIXAS DESEDA
POOPELNAS DE SEDA
POUPELINAS DE EDA
a 2;$O0O o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ta-
gante fortimento das mais lindas verdade-
ras poupulinas de lioho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo aotner-
cado, ter.do entre ellas edres pabprfes pfcra'
al triar luto, e veade-se pilo barita poeco
de 1000 cada covado, peekaha. '
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimeoto das**
Ihores cambraias tanto victorias como trans-
parentes teodo de 35500 peca at a mais
fir..a que vem ao mercado..

ESPARTILHOS A 5000.
Vende-se nm bonito sortimento dos me-
lhores e mais moderos espartilhos tendo
d(> barato preco de 53000 al 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o majs elegante sortimento da
m;tis modernas e bonitas chitas tanto Blin-
das como gradas, com cores claras e es^
coras, dando-se de todas amostras.
FUSTOES BRaNCOS A 640, 00 E USO.
Vende-se muito benitos fastes braocoa
muito flesivel proprios para'vestido* %
senboras e roupa para meninos e veade-s;
a >540, 800,e ItfDO rs,.o covado.
Casas a **
O Pavio est veodeodo Jnitts ca^ai ijft-

1 IHJHl i

DATA INCORRETA


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Diario de Pernambuco
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ainla Jeira .16 e Ma de 70.

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nliiH) !l
a:
a bija ha mira
l^uifldaru*vda Auqwa, biw frente do caf Impertrtrfe.
*~nu. *NflSc?OV0 e M.tf^8fi estabmnansato de firaenitas encontrar*) se -tomas.
!5! 3u*ntof,*sam'ta8eiai:.taatoeui artigas domis rigoroso, los, como en todas
a iuis. qudiiuuios ile uzeadas,
anr tAv rA^ d,e "^m prvidos do qos ile melhor se enettMra ueste mercnfa,
ifJ^Ti '^^^ ** Ecopa. rcebe.n dirntao.^e o queera HJh de modee
*L?^Xrr-gQ&t?'*e eacau^ em Paris, o que rom cada dia angmwtar S propor-
(ficc dei^ftl^^este^stJbeiiMgwftto para hem servir sua wraerWfrefWzia.
JE* rtfc.
Algodo largo jPrt. tenses aa quadade quoftostaaa^ir ao mer- da inteiramente nova para vestidos da baile.
m<^ w. j Gr.ivatas pra senhoras e amens, o mais
?'wos es ptdres e quatida- completo sortiioenlo .que se pode desejar.
tfAcau
.
Ii^JA
IflW il-iycr
&o CttrttA^
pode desejar,
diversas, largu-
^f{P?c o quar ra- completo SOfUDD
varonas que so nao podem descreter. Guipare preto e branco,
Aioascommasicas para ootacar retrates, ras e tlifferentes gostos.
antade presente para qualquer pessoa de Golas e punhos bordados parascoaoras.
**a- ,. Guardanapos de Uoho pequeos e gran-
oathado de linio e algodio, branco c des.
o sores proprios para tortitas. Gorguro de 6eda preto e de cores.
rm... a, .i2* Gros'(kmaples preto ede cores, baven-
vasprnas de seda prates enratto moder- q diversas qualidades agostos.
8, bem como de crochet, ludo de apurado ,-rj-
casto.fetiow i Japonczes para senb.iras, omelhor cos-
to"** de musselina, roadapolSos areos to, e fazenda propria para as festas nos-ar-
t de cos, para senbora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento. rr^
Babadinbos ou tiras bordadas em todas as' Lazinhas de todas as qualidades, cores
**&*. e gostos, nao flcando nada a desejar, tal
Beftutma ie todas as cores. ,o sortimento qoe existe para escolher.
Betaaa de tapete para tiagenj. grande' Leucos, tudo quanto pode havar desde
tanadade detamantios e gostos. esgniSo ao algod5o commum.
Bombatma prela de todas as qualidades. leqnes de madreperola e osso, o mais va-
Bramaote de tnho de 1 i palmos de lar- riado sortimento.
ton, e todas as mais qualidades. Ligas d seda, bordadas, para senbora.
Bretanbas de linbo e algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, ebegadas por todos as va-
**y^- pores, sempre novo sortimento, qner em
Bnns de mbo branco e de Ores, do mais pellica parahomens e senhoras, quer emjfio
comaedo ao mais caro em qualidade*, affian- d'E^cocia, brancas e de cores.
ando o- que ha de memor na especie. i yr^
Brins d'algodSo completo sortimento e Madapoln; indescriptivel o grande sor-
?ariedade de pre;os. tfmento que ha neste genero, desde o mais
_ (3B elevado pre?o ao menor, que se vende em
Lassas de cres. o maior soriimento, pri- prca e retalho por menos do que em ou-
atando pelo aem gesto e barateta, atientas tra qnalqner parte.
aqoalidadM. Mantas de blunde para noivas: o apurado
Lambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto doa nossos correspondentes, em Pars
es da todas as qoaintades e pre?os. habilita-nos a dizer qne temos em nosso
Lamisinhas de eambraia de finho e cassa estabelecimento o que de melbor se dese-
ordadas ricamente rfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para borcens e meninos, to va- Mantas pretas de blond.
mm miiiabe
Quaade a AGUIABRRiNGA, mais .prensa soieotiflear ao raspaftavel BoWHwen)
geral, e em particular a sua boa freguesa, 4a ianaaosidade de 6bje4tos qae ulttoamen-
tetem nfcebido, JBStameatelqBaBilo lia menos podefazere porqueaeaa faUa 44ovo-
luntariaella confia e espera aa benevolencia de iodos qao Ih'a atteodero e relevarao
continuando porno a dirigiraib-sa a beQ>cocBecida4ja da AGUIA RANGA roa-d
Quaimado n. .ande raapne actorio abundancia ie lonimento i de. saperwridade em
entidades, nodicidadeem pre?oe o sen nanea desmentalo AflBADOB-SINCERIDADE
Do qne ackna fica dito dispor, empregado apezar de seos costos: no desempeo o de bemservir a aquelles que a
noaramprocurando proveivse em dita laja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar osobjectos que por ana atuneza sao mais conhecidos aii, ella resumidamente indi-
car acuelles nja importancia, elegancia e oovidade os tornara recommendaveis, como
bem seja :
nado sortimento que vai do mais ordinario
madapollo ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flaoella, braneas e
'e cores para bomem.
Casemiras pretas e de cores, o melbor
Mantas para carros, eom lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de c&res, lindos e va-
riados padres.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
o^ie se pode imaginar, sendo d'isso a rae- barato ao mais superior, por preco muito
.or prova o grande eonsummo dolas na c<,miodo.
ofBcina da casa.
Capellas de llores, para aoivas e bailes,
4ede a mais candida flor de larangeira at
i mais interessante griaalda.
Cbapelinhas no melhor gosto,de todas as
*&res hoje preferidas peas senhoras de
caais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
altirao gosto de Paris.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
de todos os pre;os e variados gostos.
Chaij comJacos padroes para vestidos.
Chaes de todas as qualidades, avultado
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-1
godo para camisa.
Princetas pretas e ^e cures.
Popelina do seda e linho, com listras e!
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do altimo
gesto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melbor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e .de mais fcagaatei
Corpinhos de cambraia, prini o re smente
enfeitados com fitas de sem e obras eseas
cuja navidade de molde e perfeic2o de ador-
nos os tomam apreciados.
Fitas mni largas da diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqoes uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosameote
por suas qualidades, coree e desanos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de efiegar, mas paranSo massar o preteo-
dente se Ihe apresentara o qne poder de
melDor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodao cora flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camismbas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
seropre melhor qoajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas cora ditos aromticos.
Bdnitos e modernos pentes aVrarades
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adereces e brincos de madreperoir.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas para bal So.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes san movidas por uin machiBismo
urnas substitoem as ontras.
Vistas para stereoscopw.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Sitas de readeira enveraisada com vspe-
ras com domus.
Boltas de borracha para brraijuedo de
crfencas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeies de mesa e de lapwmas.
NOS GRANDES
DE SKeDOS
E fiOLHAftftOS
-nmero e a2o menos variedade de gostos, e suave no olphaio, tem o PAVILIIAO DA
Chitas, impossiveldescreverosortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
:o e variedade de padroes e novos gostos,; da at o mais fino Bouquet d'Amour., finis
r.a neste artigo tudo quanto se pode desejar.! mente tndo quanto deve eccupar o touca-
Cintos para senhoras o que se pedo raa-1 dor de urna seahora de gosto.
iaar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enlei-
:es, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
'ado gosto e lavor.
Ditas de fustao branoo e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
tl,o que de melhor se pode desojar.
Colariohos de linho bordados e lisos, o
taior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
.indas cores e ricos padroes.
ai
Espartiraos bransos e de cores, para se-
nhoras e meninas, o melhor neste genero ;
aenhuma Sra. deiaar por corto de muir
se de to precioso auxiliar perfecao de
am corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Eneites para cabeca, ultima moda de
Paris, receida no ultimo paquete.
Esguo de linho, completo sortimento de
'.odos os nmeros.
Pites larjas escocesas pira cintos, aarie-
4ade de gosios e lindos padrftes,
Fl^s de crochet, modernos com cutos
capas, e que ha de melbor.
Fil de seda, linho e algodao, de todos
as gostos e padres.
Fustao de todas as coras e qualidades
grande sortimento.
FlaneUa branca a de odies.
Flores, o qae ha de mais rico, qner
id
Saas bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cres.J
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cures e qualidades.
O?
Tapetes grandes, lindas pintoras para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho aa mais barato.
Toalhas de linho e algodao de lodos os:
tamanhos, Usas e felpadas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fustao brancas e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tea vmde a
esto mercado.
Vestidos de la esaoceza de 2 saias.
novidade pelo padro, gosto e turma; ditos
de linho com barras de cores, e d cam-
braia de cores com 2 saias, ando inte tra 1
novidade, trazem os modeltos juntos paraj
raosrar a forma de os fazer.
Veos do blond para noivas a pretos para
luto.
Vestidos de blond para aoivas: podemos
assevarar as nossas Eimas.
somos os nicos etn
mos oierecer ao
m COMPLETO
AR9IAZE1S
I
N. 23Largo do Ter?o.N. 28.
DE
S1MA0 DOS SANTOS a C.
CALLO VIGILANTE
Ra do crespo n. y
Os propriKarro* dest fcew eonheritio estahete-
cimente, alm dos muitos objectos que Unkam ex-
paaMs a ap'eeiaoso do resyeitavel puilico, man-
darara vir e acaoain d<5 receber pelo ultimo vapoi-
da Europa ara completo e vanado sortimento de
ftnas e mu delicados especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu costme,
Jnr preco nniit baralinho e corumudos para to-
as, com tanto que o Gallo...
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui litwlas cores.
Mni- boas e bonitas goinhas e pannos para se-
nliora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga paca coques.
Lindos e riquissmos en/eites para cabegas dar
ramas, senhoras.
Saperlores trancas pretos e de cores com vMri-
Iho e'8m elles; ea tazeuda o que pode haver
de mel/Hir e nui bonito.
Superiores e bonitos loques de madrepefola,
martim, sndalo e osso, sendo aqnelles brancos
can lindos desenhos, e estes pretos.
Muto superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendexau por 300OC
a duza, entretanto qae nos as vendemos por 20,
aiem desta, temos tambem grande sortimento de
ontras qoalidades, entre as quaes alenmas muito
nnas.
Boas belgalas de superior caima da India a
casiao .le martim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, nusto genero o que de melhor s
pode desejar ; alm destas temos tambem erand*
quantldade de oatras traalidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitas e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as 4oela.
Boas mvui,< de seda para senaora e para meni-
nas de 1 a { anoos de idade.
Navalhss cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba; s5a muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por noaaa vez tam
bem asseguranws sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas paca noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox
Lmha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrinthe.
Bons baralhof de cartas para voltarete, assim
como os teutos para o mesmo ni.
Grande e variado sortimento das melhore3 per-
fumarias e dos memores e mais conhecidos per-
ramist09.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulso, t
t>ihtam a dentigo das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por tOBM o*
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
eomoij tam acontecido, assim pois poderao aquel
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
filante, aoade sempre encontraro destes verda-
ros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para qne b5o applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixanu*
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gall>>
Tigatante. ra do Crespo n. 7.
3 portatf, jft -de to agem
53-Rua Direita--53
Neste grande ettateleeimento, ha [.ara vendar
am completo sortimento e torrnpfi. eueza
finas e gressas, como sejam b.iiiJejas ebtezar
quadraas e ovaes, facas e garios e i 2 bo-
ma balarlo inteiro e t/S balanco: pem*aa, chi-
Ihciras, cacarolla3, frigideiras a*r.denw, tantr
de ferro ctxno de porcelana, moirhos pura caf diversos tamanhos do fabricante Ja;.), pesos kiio-
gra.irr.09, tanto de ferro como de Istao mtlru
para medir fazenda tanto de ferro como d? i; l
sanare, tiren, barhante. enxafre. papel marea via-
jo, do yerdadciro Picardo. machina ^para t!e?r.-.-
rc?ar alg(ao; alm de cntros artigas ue tem-
gem, miudezas entilaras anas, que foccm a y-
? ^J6"^ j ? Ja ireita n. B3 K:.-. e S per-
Cortes de vestidos de
blond.
Aeaba de che?ar loja d*s arena ;i ni* io
Crespn. 20 A. de Alvaro Augu.-h. de Alincia
e C, os mais ricos crtft-: de veau'do de 1.1. ni
que ttm viudo a este mercado para ersanveirt-.,
asfini como cortes de vestidos de seda de ccr oe
gistos Itrteinmerrte novos. e tombem r.m praiMe
si'rtimento de chapeos de velludo para um hsras
ESCfiVOS FUEISSS.
Fugi > no o escravo pVanciwo. rabra, d Ukn SU amm
com os sipnacs wgnintea : eafaMan raanpial i.
rosto descamado e com marcw uv bebifi im-
lula se ser hvre, h-voq ealeai brancas, palito)
upara de cor e chapeo do CIhI-. ,:- natural d.
Parahjba. e fui romp .I ao $r. l,liiiiro Abres
Maia, morador na Paralaba p ji>!-.-i > ter i4o
para o mes-nio lugar : (leje j ptotefta-H corara
a_ pessoa que o livor ocultado. Etoga-s* ;. oapi-
laes de campo, assim como as antoridadeii poli-
ciaes que r, tragam raa Direita rj. I, que serlo
gnieroamenle grabflftdn*.
Cuatbnna a <->ur rnpiki o inolejoc Uiejiono,
de 17 wnes de idade, crioulo, eom alta do den-
tes na frente, testa, redonda, olhos vivo, e >;n hu .
marca de queunedurana barriga, e, outaa n
ce urna eslrepada j antlga ; gorta de indar c eaximbo : quem o pegar pene levar ao eagMibii -
California em Serinhaem, a seu srahor Joa.'. Plo-
reotino O. de.Albuqiiirque, ou a roa d.i Praia u.
31, que ser bern rironitH'nsado.
10
16
Pateo (la Peiha
M
SAHIOg & FERRE1R4
Os propnetarios destas hem sortide^ atmaziuis participam aos sras innmeros
freguezes tanto deata prapa eomo do matto que teodo feito grande tliminuigo de pre-
cos oas suas moratorias etaipwoso rosofritlos a vender por meoot de to e iti %,
4o que ea. outra qualqoer parte, garantimiD-se porunto a s penior quadade d qual-
quer genero comprado uestes dous esiabelecimantos. Mencionamos algons dos nossos
gneros e a vista de6tos sa compraendidos os ouros, porque enfadomio seria men-
cina-los.
Se alguem dnvidar venlia ver.
Vinagre branco mandado vir por conta Gaz amoricaao marca Decaes a 6}fcQG a
propria viudo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem timo Figoeira, 'Lisboa Porto ai
320,280, 240o 300 rs. a garrafa* 480 300
rs. a litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estrerto
1 ta., SO rs. a garrafa e 560 o litro.
Aseite doce de Lisboa a 900 e i .->(XK) a
garrafa em^orfao faz-se grande aiatimen-
lo.
Cafetn carocs a 220, 240 2S0, a b-
a 'i60, 30D480 400 a garrafa litroV*!,1)ra fc'togfanwno 40. 6* 000, j
700,720 e 00. 7#000, *&* b 800 .arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 040 560 Mimoaipista 200 rs. a libra 440 oki-|
a garrafa, em porcao ba abatimento. rogramma e "SIBOO a arroba, em porcaa -ba
CEMENTO
O verdadehro portiand. S se veade n
ra da Madre de Deus n. 22, armajem d
Joo Jartins dn Barros.
ioIUs, quer em ramos, tero, o PAVILHaO Paris, podemos garantir qoe tuagnemoeslf
04 AUROUA a pe-maneota jardim a'geniro o possne nemor, oe mas ea
dispoaieSo das Exmas. aibas. I coata.
E' dispoodod to graade e variado sortimento qae os proprietarios do PA-
^LHAO DA AURORA so apresentam ao publico dedarando desdo j que a ancerida-
e o bom goatao novel qqwo de. seas negocios.
abatimento.
Qneijos fresos do ultimo vapor a 3 e 3#40 cada am.
Aleiris. raaxarra, tslbarim a '00 rs. a
libra a A&OO o kilogrammo em caixao ba
abtimento.
Sabie massa de P e 2a qalidade a 220
e 240 rs. a Uara eaa cansa ba abatimento
Toaombo de Libaa mnrto afro a 00 rs.
a libra e 880 o ki'egrammo, em arroba foj
grande diSerewca.
como ha oatras muitos generoe, viabo em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de drversas marcas, marmelada, bolacbinbas de todas as
as E*m*. fnew'zas, que|'^JCSLSSSrS^i: **. soda Fancy-Bicnac. pa-,
illaatrada pnMco, aYjSBi^SllS; S t^aT' phosI*or 6yc7t. Cogaae, cha-da drw-
apurado gosto em semelhaote materia, gna- G b^dT^as^ nnairSSf.rh^0' '"**" pGmatlt' eBSOfre' ttm' t***
cas ao bom gosto do nosso forneoador m|T 51 Z^"! I"fJ'8' .feha m""> emerrcwa, gnmdes momos de sebof-
Vioho do Porto, engarrafado das melho-
,res e mais-acretadas marcas aliSOOOeUaOO
l^iO e U a garrafa.
dem Borde aux, Hedoc e St. Jobea a
7*500 00300, a deaia e 6 rs. a garata.
Genebra de Holl nda e laranja doce aro-
matioa a 6#W0, 7f, H-SOO; a 'fraaqoeira.
Serveja Boss, Ulerea Be a ty9M.flo-
aia-em porfo ha grande abatimento.
idem m -rea H e T e ovaras marcas a
3500 e 05, a dnzia e 900 rs. a garrafa.
Assim
bais, coto grandes partidos t paal
Prvidos da iodo e paomptos saaapre a prover-se do qoe por fentora Iwi maaaap i roda da moeada, matto* mango*
*a necessario, oa praprietarias -deata somptuose estabelecimento reooromeDdam-se
en reeew de sorem coatradictos e protestan eaforcar-sa por contianar a nanear
protcao que ae Ibes tan -dispeasade; ertos de qoe do seu esUbeteciacmo nao saara
o frofuea desooBteote.
Coatiooa sempre a oficina de alfaiate dirigida por nn do mais habis artis-
^.prompto ese<^ Dfonptidloe bom gosto qoalquer trabalho ana te teja
SaSftirioi'o. r'u P"**to occopad m trabalho* doPAVftdiEo D^ AU-
uOBA, difiga os qae iba sao coocementas, garante par seu apurado gosto e nvontidao
ca eiecocao e a nats compleu parfeicaolas seos tnAalbos
. fltf A ^ a un!!rosa egaezia W Qos hoora tan prova de qae -
**>que se d^pem* aonc^esUbelecneato. ceneeito qwofoenWemaTfinr anda
parabtnJ^^tatls^ ta *-* **>
-** r ^*iDM*#'Pontt "es apresentanos padindo a preteccao da iltetrado
^aL^Lfl?E5?J!2rt0 ^vidamoss exoeUantisnt*aaT?
^l^JS**"*1*' "^ ^^^a nelle peto menor preco posare-
T* pouen oaaoi ar.
para aadeira oecassaria, bem pasto, etc.
a tratar jia ra d'Atwora n. 2$, en na di
teperader ,n. 20.
Mandaremoa caisairos lenr m fazandas eamoitraa onde ferem pedidas, visto
nao pdennos especificar ante qnmto temos. "" *"*IWB P^ *
JaoM,SobriHkft<.
Aberto das 6 s 9 horas da note.
i__ "---------- "^ *i*hii ctuui Italia, Hiaruuno ji/iiJUa uc aa
Us neptes dous armaseas eitste tambem grandesortimento de loucas proprras para ne-
yooio, qoe pelos seas onnnwdos preco faz vantagem os rompralores
VENDC-SB oa lu'nndiasa i t^toni
S. Gaspar, site a fregueata de fianobaen
^onanadoUoFofimoso, prasbue-doem
Venda de lampeoes
p ra iliumiBJHjfco.
mTm,~ IT^1" fr f-T^nm sti intiTZ:
iqwt/U Vich* ommmpm :
Apja Sonrce Celestirj.
Dita dito Hautrive. *
ta CbBMdra ato. etc.
wb da Miebfr van baoboa.
, -Pasiuhas de iahy ete. ata, tudff s*f proco n,i.
^ to en conta, em ca de Tie frre, nudo Cunj-ii
masmoa n pata vener fl|Me nperior, al
vino dStdiTenaa qualidades.
ti Jaj da na-ta*eaBa da roa .do Vtgarle m. % tara para na J
der 300 a 400 buaperjes fpUnmpfaaj uia ocoaa-
mtcos por aereo) para gao. liquido, e dio pellen-
te lux : erles antes qae se acaben, senbores en-
re|adDdeiinantoacV*,aoe4o oaraiss.
0 cordeiro previdenn
Raa do Q ii clin .id o n. 16.
Novo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objectos.
AJm do completo sortimento de perli
manas, deque effectivamente est prvida
toja do Cordeiro Providente, ella acaba c
receber um outro sortimento que se torc
aotavel pela variedade de objectos, snperio'
lade, qualidades e commodiades de pr
{os; assim, pois, o Cordeiro Providente pe
e espera continaar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico'em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afa.
undo elle de sua bem conhecidamansidi
i barateza. Em dita loja encontraro e
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita fie Cologne inglesa, americana, ira:
ceza, todas dos melhores e mais acreditad!
fabricantes.
Dita .de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiet.
Elblir odontalgico para couservacJo
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qcadade e ch
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transpareni
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanoi
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cht
ro de violeta.
Oatras concentradas e de cheiros i^ua.1
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad-
com escomidos cheiros, em frascos de difl-
recteslamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mSos.
Ditos transparentes, redondos e em ngx
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetas imitaa
fructas.
Ditas de nradeira invernisada contando f
oas perfumaras, moito proprias para pr
santes.
Ditas de papeilo igualmente benitas, tan
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e I
moldes novos e elegantes, com p de am
lJOMO.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differenti
quadades tamban para dentes.
Tnico oriental da Kemp.
RSUL4
Em fuga para o Ico, donde
untura!.
Aomtta-f* d?de o da 9 de abril do rorMBto
auno, a mulata acainf alada lirsula, de dade pnn-
co inais oa nicn.-s 'o lamos, cheia -< nwpo, ca-
bellos corridos, tem os denles da fr^nt.- p. rfeito>,
falla dpseancada e o maior sigu.il urna impigen
em um dos bracos de>de o rotovriu, ate a mn-
obrada roao, so|i|'Oe-se ter eiiiii!'> para o Iro
donde natural, levHI vestido de chita escuro
com listas encarnadas, acastaada a dar-lhe a
BuMa : quem a pegar l^vo ra i!-: Hatrfi i4.!
Boa-Vina n. 46, ou ra da Ou? n. >{>, >;:\e rratlflcado.
Fogio de casa de seu senhor da rii!;,d.' da Vk-
teria, o escravo Luiz. ida.ie io ancos, cabra i*cd-
ro. meio coreando, ro>to c miprido, oibn i.: ud< .
cabellos enroscados, mas nao pichairn. ,...,.' bar-
ba, bocea regular, beic.os nm anio gm-Mis, crpo
cheio, p> feos e com Tachadura.-, g Mi de l.< btr,
falla manso e um tamo pin, nariz um rn ufo afi-
lado, levou ve.-tido camisa rxa j nsm'a. i il ii
brim pardo, chapeo de (Miro verbo j;i.- ni o fun-
do fu>ado. presume se tenha viudo para irla n
dade, ondep-m nm parceiro, elle do appareriu ;.*
noite de 90 do p'oximo passa^lo tuez: qiuin pa-
par e levar ao largo da ajludega, arnaan dn
Frago & Rocha, ser genen.-amenie
sado.
50^ de gratificocao
Ftigin no da 21 c!e abril prxima paaaan indo
a um maDdadn oa Oponga, o Mnm da abax'i
asi nado, de nsme Loiz, de n cao da Co-ta, con
os signaes seguimes: alto, cor pri ta s<%o do
ci-rpo. com alfana falta de dtntes na frente, a
linguagem algum ennsa atrapalhad.i. representa
rellexo de vi.-ta meio encandiado. tem i! nm la-
do do peito una marca de eanatteo que iev-i: ha
pouco tempo por ter estado dnenti-, lavan calca
de casemira de Cor, camisa de algudao azu', cha-
peo de palha velho, jepresenta ter Nmo n
provavd que tenha mudado a roiipa, este escr.iv.>
foi comprado ao r. Pintio procurador de can-a ;
roga-se por lano, as autoridades policiaca, asim
como aos capites de campo a prSo : ten ado
visto em Sanso Amaro e em Agua Pria : i entre-
gar iki ra Direita n. 30, Recite 6 de mam dn 187C.
fictudo Jo.-v Gomf dtt (',.<,.-,
AVISO
oosooo
Contraria a estar fgida desde o dia 18 di- Janei-
ro do correnle anuo a escrava Sveria, rnoola, de
idade de 25 a 30 Moa, com os signao- si-quintes:
altura regular, beicos rossos e Ifbitadn, roalo
saliente, oretbas pequeas, falla mansa, corpo del-
gado, quando anda cocbea, foi escravo na villa do
Cabo do Sr. Jcao do Reg Barros, foi vendida aes-
ta cidade pelo Sr. Pleie, coreo procurador do (!u<>
Barros, j foi vista para, bandas do eogenho M- te-
os em compauhia de um cabra ex praca ''e ca-
vallaria. jolga-se <\m o o sedoctor e qqp ello que a dita screvaae tmha forrado : mease u-
toridade poicial e capitaes de campo a rapta a ila
mesma, e leva la ra da Soledade n. 8C, t.o roa
do Amorim n. 64.
AVISO
En can de MlHi Lanam & C, rea da Crn n
36. wodea-e tibes de ferrogalvanalaD.
Vaadne ana ureu qoe ootiaba e lava~benT
lamnje-aefl^ier vicies aam acbagaa na ra
JJtwita j.,3, ittydar.
Gaatkns e bjnaiBos davotoa para e nez
oaaro,
lin ntida volme ocadenudo de oooro
De nniToquim dourafc .
fWtWa flBANCfiZuL
Cn outro sormsnto de normes de m
vos s benitos moldes .com-filets de vidrilh-
s algn d'enes ornados de flores e fita.
esto lodos expostos i apreciacio da qutf
os pretenda comprar.
GOLLCVHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de omito gosto e perfeifJo.
Pfvellas e fitas para datos.
Bello e variado sortimento de taes objsr
tos, flcaado a boa escoma so gosto do coa
jraoor.

Sijfcrtar Yiubo Budena
St. Boatte S.&. Mm:oa ras ens do
Recita naroero g
Admirenx!J
100 milheiros
i40 r covad*. m KOS
auendeodo a quajuidade reaui
este preco. E-tio aaabaodo-M
otm doevadof,
|ilelbseigolosdaaiiaaaaaddL vm-
da-ae #or nmo* .f SOCO m m\k^S%T
irea n. 62, de Jus Carneiro da Conha
ratrii o.* lili^an
Inada evivm.
faoSa-ae una bem uSernv bada
da, com peotas
ra das Larangafras o, 16 a
Cruies n. 33.
LOUCA
rande araoazein no ra ala
Neate graafle armaiam venfchge togjja injteai
naede goales aMdarnoa ; aesiin
ronde
."J"2?Sir *1*ttm*'e *w49 Mteacios, oe tudo
banuo
um* tataneoonojior atacado etn
i foao qm*m+uam ttunaer pan:
rSm^jm Jan^J,Pi5c
nwan #wntpt mu o, mmumm
tmtm >wdnnsnc4aanila.
Vende-so a toja de fonfleiro da ra direita
n. 38 : a traur sesma ra n. 3t.
Hontem 9 do coprente desappaieceu o es-
ravo Nciifao, nonio, com 30 ann< de idarto.
altura regular, .< btta de dentes, cheio do MO-
DO bastante barbado; o corpo um tinto esmore-
cido por ter andado um tanto doenn- ti eawaraa
de saogue ; tem os ps uro tanto giossos prove-
niente de eravos, doentefde ambas .i canallas,
tendo eaa ama d'elracsma cicatriz bastante gnm-
tde em on*eqaneia de ma boba, e na outra sig-
oal de tor quebrado a. perua. da qnal pu>a alguna
cousa : roga-se, porunto, i todo* capnaes &
campo e autoridad* oompeteite a snu capta-
ra. qiw se gratitpar. aa wia Nova n. Si.
ftig eagWibo Braja do Oein, fr gtiezU
da Bseada, no dia 1 di abril ppMnto passa ln <.
aacraao de orne Mareos, e/iouto, official rfe cara-
pina, idade 23 aa&oe pwco mais ou menos, b ni-
ta figura, cor.*ola, aflto, resto- regular, tem futa
'de om deale na /Tenia e e* outros limarte a f itb .
da de cale/ e patilot, cbapo de haeta fia-
nbaldi.deve mudar de traju porque Invou pantol
branco e preto e leva una regoa d> \ a :> p.|-
mes de mprimeoto, candar m bahii di Fotha
com alguma roana e um par de b.T'agOw p ,,.
bio com uroa creoula iorra de ivmp Kranci--^
tambem do rOr fuhv e ton os belc/. gr.i"ov ,, .i
^oMi* ne dew>s,'OOvti de vm,|o de rh ta
aeeanp bracee on flores de ma : pede-se as
autoridades e capities de campo a captura dus
mesnaos e leva-ioa dito engenta->, on na ru:. do
'Livramenio n. SO. sn casa de Corma & C, ,iUo
seta recompensado
Arrwio~
Fugio do engenho SaarnpVdo ter-no de frt-
oassd,oesoravoareoQo de aome Aowoi,
18 a Jfl'annos, ennora regular, cor nreta, i
um potro ebate, teOrSettat de dente* n fr n'".
saann paai-sn) on poaeo v dentro. Presume se que fora sednaii" a guiado
perom individao.de n dlno, que morando afnjDeSe engenho dpappaiv-
cera ao mesmo temo *n qoe aaseni> fcrido rarrawQ, e ose ee dirigirn para os lados
de.Santo Anuo mi Recita. Pede-se a< a>it r-da
d policiaes, on a ondqner p< ssa mi'
nba adlfcia. qne o fteam prender e cnnduzi'
seo senhor Adriano Jo>d*do Ref, 1np pee^ento-
nean-seaea* meraaiO no engenh a i
rima do mesmo temo de Ignaras, que reco
pensar generosameaie. i
i
lUfl
DATA INCORRETA


-----1__
Diario de Pernambuco Quinta feira
lK,.i~a_
J.
-i.
-*-
12 da Maio
.i-.tftfu.nrmfi
de 1870 3
_
_u
LITTERATEA.

POUCO BE TITDO.
tfORTUGAL.
1 (fionclus&).
*fo cansarei i cmara a respeito dos
nsgos de valor milit.tr e le bono patriotis-
if>, que bootein ouvi elogiar n'esla cas3
om relajo a Legez.
Seja-me porm licito dizer, quanto
aaa valenta, que d'icante cinco annos, pois
bolos tem durado a guerra, nuoca Lpez
appareceo n'um combate. Para o provar
tt esli as pubeaces de todos os das, e
sproprias dedarages de muitos dos sous
aago's e companoeiros.,
* Nao apoareceu Lpez em pessoa a
tomraandar ; nao combata; conserva va-se
sempre longo d.i alcance das balas. O que
?fie sab a era sacrificar os filbos do seu
paiz, fazer ta ar os campea, devastar tudo.
JUbia matar mulheres mdefezas e enancas
iaonocentes ; mas arriscar a sua pessoa nom
ima nica vez o fez.
Algumas das ultimas noticias que trou-
le o vapor Palagonia entrado hontem, re-
frrem que Lope/, fra morto no campo de
oatdha ; mas note a cmara que Lpez foi
?.-prendido, dizein-n'o as noticias publica
i>s nos jornaesd boje. Nao houve pois
6"este ultimo episodio da guerra um com-
sate franco e preparado. Nao espern Lpez
i frente das Mas tropas o ataque do inimi-
go. Nada d'isso. Elle nao esta va prepa-
rado, jiilgava-se Seguro no seu esconderijo,
foi completamente sorprendido pela maneira
porqoe o re.ferem os jornaes, e nem se
juer leve tempo para disparar dons tiros.
Creio, Sr. presidente, que nao se po-
er nunca citar este facto como prova de
valenta e de coragenvl
Qjant-t ao seu patriotismo, sabemos to-
d.>s.qual foi o pro edimento de Lpez. 0
uzrts ment de- sus proprios irmos, as tor-
taras qne infligi a suas rmas, e os sa-
'j:ficios-constantes de homens, mulheres e
riaBcas-. fallam mais alto do qoe quanto eu
poderia dizer cmara.
t A parte masculina da populaco para-
guaya quasi que desappareceu. Eo estive
na Assumpgo em Janeiro d'este anuo, e
josso asseverar cmara que quasi nao
iavia ar senSo mulheres. Eram cer;a de
vte mil mulheres, e todas ellas baviam
uado exiladas pelas selvas d'aquellas para-
jeas incultas, morrendo de fome e de mise-
ria, aprovoitaodo-se dos sapos, cobras, lagar-
tos s torsoja-azeda. que eram o nico sus
tent que por la encontravam. Por muito
Mizes se deram as que foram salvas pelos
adiados, porque railhares de suas compa-
aeiras fjram lanceadas pelo tyranno, so
jira que nao cahissenvprisioneiras do ini-
31*20.
* Sr. presifente, nunca se vio urna bar-
Laridade assim I Se este- o patriotismo
a;ae elogia o Ilustre deputado, semeluaue
patriotismo nao o quero en para nenhum
yortuguez (apoiados).
' i ftrdin me a cmara por Iberoubar al-
tera tempo.
i as circumstancias porra em que me
icho, nao s porque acabo de chegar do
rasil, mas tambein porque visitei as repu-
deos do Rio da Prata e do Paraguay, pro-
arando estofar por mim proprio o conhe-
itr a verdade dos successos d'esta guerra
e do muito que se tem escripto por um e
tro lado, eu tiuha rigorosa obrigago de
rsporas razes do meu voto, e as minlias
as cooscienciosas sobre oassumpto.
f Mando para a mesa a miaba mogo de
rdeta, na qnal proponho o-que me parece
ser mais rasoaved e curial.
i Eustjm sobre a mesa differentes pro-
postas, urnas rom urna idea, outras com ou
aras, e urnas tres ou quatro no mesmo sen-
!'->. Parecia-me que o melhor era sub-
BC-itermos lodo commisso diplomtica,
pan sobre ellas dar o seu parecer devida*
iente meditado ; porque, desenganemis-
BOS preciso reflectir n'esla ordem de
zuestes ; estes assumptos nao sao nunca
Bi pooca importancia. Quando a cmara de
sna paiz se dirige a outro paiz, se dirige ao
mundo, precis de pesar as suas palavras,
<: ver o que faz. E n'este ponto deu-
0 Brasil urna Ikfio ptima, que nos de-
rvir de exemplo.
c Em Janeiro de I86) votaram-se duas
aao';Oes n'esla e na nutra casa do parla
to, felicitando a nacao brasileira pelas
dorias alcancadas em 1868. Votamos,
mo costumamos aqni fazer,. por acclama-
o. Nao sei se horas depois j havia du-
x'das sobre a redaecSo das moges. E o in-
:inveniente das acclamaces precipitadas.
Que fez o Irasil ? O Brasil recebeu
*s ni)?s.is "licitaces ; as cmaras abriram-
a maio, e s mezes mais tarde que
ondenm s felicitacoes das nossas
edrte. Qmt dizer que as cmaras brasi-
leras re&beram as parlicipages e pensa-
ra com prudencia e juizo ; remetteram-as
y. commisses diplomticas para serem exa-
isadas. e s depois votaram os agrad.ci-
ealas s cortes portuguezas.
* Creio que este um bom exemplo a
'.guir.
. (faterrupeo que se nao ouvio.)
c Eo posso lesterounhar n'esla occasio,
jarqoe me achva no Rio de Janeiro na
laalidade de encarregado de negocios de
Portugal, qoe a satisfazlo que cansaram as
^xigratula^bes das corles porluguezas n8o
fodia ser excedida. O brasileiros estima-
ran intimamente que os seus irmios de
lira mar se tembnssem de os felicitar
a'ama occasiio de prazer e regosijo.
e Nao bou ve desconsideracSo na demora
ja resposta. A demora foi porflue quize-
rm mudnra e plcidamente examinar a
aaaeira de agradecer, e de o fazer o mais
tMieadsmente
Peco a V. Exc. que consalte a cmara
aobre se admitte a discusso esta minha
ofio, que mando para a mesa na forma
regiment.
Leu-se na-msa a seguate proposta :
Proponho que as moges de feicitacio
Brasil pela terminacho da guerra do Pa-
raguay, sejam remettidas commissSo de
Aolomacia-, afim de que esta baja de dar
sobre ellas o seu parecer.
c Sala das sessoes* em 20 de abril df
870.O deputado, Viscoo.de de Valmr.
OSr. Freilas e Olifsira : Essa pro-
Tost jfoi rejeitada.
O Sr, Secretario (Holbecha): Enl3o
ioa admitan (apoiados).
O Sr. J P. de Magekies (para um re-
fserimento) : O mea reqaerimenlo o
segaiote, e desejo que seja transcripto pelos
Srs. tachygrapBos :
& V'jto que toda a caara, sem excep-
tu de uras merobro. est accorde as e-
licitfas ao imperio do Brasil pela termi-
nacho da guerra com o Paraguay, e sendo
intil toda a discussio sobre este assumpto,
regaeiro a V. Exc. qoe coosolte a cmara
sobre ss julga esta questio discutida.
O Sr. Freilas e Olivira : Isso no
pode ser; anda nao fallou o autor da pro-
posta (apoiado-).
O Sr. Thomaz de Carvalho : Pego a
pslavra sobre a ordem.
* O Sr. Presidente : Ha o requarmen-
lo do Sr. Pinto da Magaihaes, e eu nao pos-
so deix.ir, em conformidade do regiment,
de o por votagSo.
O Sr. Tliomaz de Carvalho: N5o
sou como alguna membros d'esta casa que
se lembram das disposigoes regimentaes ;
estou completamente esqaecido d'ellas. e
entio perguntava se o requer nenio nica-
mente para acabar com as questos de or-
dem e entrar-se na materia, ou se sobre
a materia que se nao discuti. Nao sei se
sto do regiment, mas sei que at agora
por urna irregularidade, que nao quero qaa-
liicar, a proposito da questio de ordem,
lem-se tratado i materia. Confesse-se
isto, porque de facto todos fallaram sobre
a materia, apresentando mocoes de ordem
inventadas nicamente para inverter a or-
dem da inscripgao.
R mito, o reqiierimjato tende a acabar
com todas as moges de ordem, ou so-
bre materia das propostas que esto na
mesa.
Custa-me sto, porque me parece qoe
a cmara nao deu a devida attengio aos
lermos em que vem redigidas algumas das
propostas, e que necessario por bem a
claro o que nao podemos fazer sem ouvir
os seus autores .
t O Sr. Presidente: O requerimento
doSr. Pinto do Magaihaes creio qoe com-
prehende a materia em geral, sto a con
cius5o d'esla discuss5o, e pego ao Sr. de-
putado o favor de formular o seu requeri-
mento e manda-lo para a mesa.
t O Sr. Pinto de MrgalhSes: V. Exc.
e a cmara sabem que a pratca constante
n'esla casa o dscutirem-se as luoges de
ordem conjunctamente com a materia, e o
fado que a cmara acaba de presenciar o
contirma. As moges que so mandaram
para a mesa serviram de pretexto para al-
cancar a palavra com preferencia.
a questo muito simples. Todos
disseram : felicitemos o Brasil, mas todos
quizeram fallar na guerra; por consequen-
ca, como lodos estamos de accordo em que
se felicite o Brasil, para que havemos de
estar agora a discutir a maneira de felicita-
co ?
Pego portanto a V. Exc. que consulte a
cmara, se julga sufficientemente discutida a
materia, sobre todos os incidentes em rela-
go ao Brasil
Vozes : Deixem fallar o autor da
proposta.
O Sr. Presidente : O que tenho de
fazer por votagSo o requerimento do Sr.
deputado Pinto de Magaihaes.
c Posto votago foi rejeilado.
O Sr. Telles de Vasconcellos: Ped a
palavra j por urnas poucas de vezes, e V.
Exc. ainda nao se dignou conceder-m'a.
Nunca fui desattendido, e sinto V. Exc. o
fizesse, talvez porque eu nao fosse bem
ouvido ; pego que me inscreva, porque
desde o momento que vejo que se despreza
o regiment, desprezo-o tamhem, e fallo
sem ter a palavra.
c G Sr. Presi Jente : = Para que senSo
despreze o regiment, que estou pedindo
aos Srs. deputados que se mantenham na or-
dem, e me deixem dirigir os trabamos. O
Sr, deputado o nico que a:aba agora de
infringir as prescripges do regiment.
t O Sr. Mariano de Carvalho: Nos
poucos das que esta cmara est constitui-
da tem-se dado aqu fados singularis-irnos
que nao tem semelhantes em nenhum par-
lamento do mundo.
Urna Voz : Ora essa !
O Orador : Nao essa, isto, o
que est succedendo. Outro dia procedeu-
se aqu, naturalmente por inadvertencia,
fago esta justiga cmara, por tal forma,
que a materia foi julgada discutida, ainda
autes de se discutir. Eu o demonstro.
Na penltima sessi.) o Sr. Pereira de
Miranda apresentou urna mogao de ordem
felicitando o Brasil pela lerminaro da.guer-
ra. A discusso que se levanlou foi breve
e reduzio-se a explicages de que era inop-
portuna a felicitago, porque nao havia no-
ticia ofcial de ler terminado a guerra. Re-
solverse adiar a discusso at ebegar essa
noticia. Nada mais.
Na ultima sesso o Sr. Pereira de Mi--
randa perguntou ao Sr. ministro dos negocios
estrangeiros se j havia noticia ofcial a este
respeito ; o Sr. Mendes Leal respondeu que
sim, e quando varios depulados, sendo eu
um d'elles, pediram a palavra, a cmara an-
tes da mnima discusso julgou a materia
discutida (apoiados).
i O Sr. Pereira de Miranda: Pego
perdo ; o Sr. ministro dos negocios es-
trangeiros declarou que tinha recebido as
noticias oficiaes e aceitara a proposta.
t O Orador : O Sr. ministro dos ne-
gocios estrangeiros declarou de feito que as
noticias recebidas do Brasil pelo telegrapho
e por via de Inglaterra estavam confirma-
das, e que por parte do governo aceilava a
mogao, e que nos como homens, como por-
tuguezes, e como pensadores a podamos
volar; nunca como deputados. Mas nem
por parte do Sr. ministro, nem por parte
dos memhroj d'esta cmara houve discus-
so. Surgi o apagador official, levantou-se
a maioria da cmara e votou a materia dis-
cutida sem se ter dado a palavra a nenhum
dos que a tioham pedido (apoiados). Esta
a verdade.'materia julgada, discutida sem se
discutir.
Ainda agora o Sr. Freitas e Olivira
quiz increpar-me ; e eu aproveito a occasio
para lbe agradecer os immerecidos louvore
que me fez, por eu ter vindo perturbar a
prdera dos trabalbos d'esta e roobar c-
mara o tempo necesario para o applicar aos
objectos de interesse publico qoe lhe esto
commettidos.
t Pergunto : quem teve a culpa d'este
facto ? Fui eu T Nio I Foi a cmara
pelo seu procedimento irregular, julgando
sufficientemente discutida urna proposta an-
tes de se disentir /apoiados).
c Nao sou o responsavel, nao son ed
que pretendo levantar embaraeos ao gover-
no. E se de mim se podesse diser isso,
porque son alcunhado de depntado da op
posigo, qaando sou deputado do paiz, o
que se pode dizer do Sr. Gbira que al-
cunhadodt deputado ministerial e que apre-
sentou urna proposta idntica '
t O Sr. Pereira Das
di nao intervengo. porque, para applaudir
t INslMasmnavamos o Paraguay, julga-
vaesos da ndole a da illustrago do seo po-
ve, e da forma do sea governd. Uto coa
Ira o principio da nao mtervencao, e nos
que somos pobres e pequeos, devemos
zelar esse principio, e mant-lo, porque
boje a nossa onica salva-guarda, contra o
poder da forga.
< Nao apreciis guerra, nao quiz saber
de que lado eslava a justiga ou iojustiga.
Emitti a minha o )inio singular como depu-
tado da nagcr poriugueza, sobre urna vola-
(3) desta casa, opiuiioque eu teria enjilli-
do antes se toe doixassem. Se esta in-
contestavelmente a verdade, cahem por tr-
ra todas as arguiges dos meas Ilustres
contendores.
c proposito de toda esta questo o
a minha
Sao diversas.
i O Orador : fila redaeco podem ser [se tamben qoe naqoella mogao do Sr. Pe-
diversas, na essencia nio. reir de Miranda eramos contra o principio
c Pretendo pelas considerages que vou
exporafastar ainda lmai&,4#ji{m ajicc^ai
cao de que veabe perturbar os trabalbos da
cmara e desvia-la do verdadeiro xeroicio
das soss foicfes.
Nio cfreco de fundamentar a minha mo-
gao. O meu (lastre amigo e collega, col-
lega duas vezes, aqni e na escola polytech-
nica, o Sr. Gbira, qaando fundsmenton ex-
celentemente a sua proposta apresentou as
razes que eu poderla dar e maito melhor
do que eu o fe na primor da phrase, por
tal arte que ea nao teria duvida em accei-
tar a sua mogo retirando a minha, porque
era igual na essencia.
c Se havia differenga era na redaego.
< Estou, pois, dispensado de a presen tar
os motivos da minha mogao, que alm dis-
so de si sao obvios.
< Um dos primeiros monarebas do man-
do civilisado, 4oe assim lbe posso chaar,
o Imperador do Brasil, apresentou.um no-
bilissimo exemplo de illustrago e espirito
liberal (apoiados), preferindo a monumentos
ostentosos o completamente notis, o der-
rmamelo da instrueco publica, porque
ella o fundamento eseencial sobre.qoe as
sonta todo o rgimen liberal, e porque sem
instruego publica nao s nao pode baver
liberdade, mas tambem o systema represen-
tativo um sophisma como em toda a par-
le temos visto, e particularmente em Por-
tugal. E se o soberano do Brasil procedeu
de urna forma tal que podemos apresenla-lo
como modelo e espelho a ttdo< os sobera-
nos do mundo, se nao quiz ao lado do mo-
numento em sua honra o negro escravisado
e o branco opprimido. pergonto eu porque
nao havia a cmara dos senhores depulados
da naco poriugueza, quando congratula va
o Brasil por urna victoria, congratulado
tambem por ler una lo digno soberano ? f
< Enteodo que se as duas moges se ti-
vessem reunido, e se se nao tivesse, antes
de se discutir, julgado a materia discutida,
eslava preenchido o fim que eu tinha em
vista. ^
Sr. presidente, nao tendo portanto que
fundamentar a minha- mogo, sou apenas
obligado a replicar a algumas observages
que aqu foram follas, e dar explicages so-
bre as palavras que profer nesla casa.
< Hootera, quando tive a honra de fazer
algumas observages cmara, nao indague
as causas da guerra entre o Brasil e o Pa-
raguay, nao quiz saber se o Brasil usara dos
seus legtimos direitos, empenbando-se
n'uma guerra contra aquella repblica ; nao
inquir se o Brasil, com ao suas victorias,
tinha realmente feito no Paraguay um ser-
vigo civilisago: nao condemoei as ma-
n festagoes de regosijo que em todo o nosso
paiz se faeem pelo triumphodas armas bra-
sileras e pela termiaago da guerra, e at
nao poda conderanar essas manfestages,
pjrque como jornatista me aseociei a ellas.
Drsse que a cmara dos senhores de-
pulados da nago portuguen, que se de-
clarara neutral nesta guerra entre o Brasil e
o Paraguay, nao devia ba dous annos ter
aqui volado urna mogo congratulatoria ao
Brasil peto acabamento da guerra, e muito
menos boje o pode fazer, porque a guerra
est terminada com completa derrota de
urna das partes contendora. (Apoiados). A
cmara, procedendo de um modo diverso,
foi de certo muito pouco generosa, e con-
trariou a mdole do nosso povo.
Se nos declaramos materialmente neu-
tros, deviamos tambem ser neulraes moral-
mente, porque o voto desta assembla res-
peitavel nao poda deixar de ter peso moral
na opinio, e portanto de favorecer on pre-
judicar aquello entre osquaes nos dissemos
neutros. E tanto esta a verdade, que o
Sr. visconde de Valmr, tendo estado no
Brasil, confesson ba pouco que qaando, tan-
to nesta cmara eomo na dos dignos pares,
se votou urna mogo congratulatoria ao
Br;sil, essa nago exultouv e naturalmente
se exultoa pela manfestago de apoo mo-
ral dado por urna nago civilisada. (Apoia-
dos). Portanto i nos demos forga moral ao
Brasil para continuar a guerra o talvez para
ser mais exigente as condiges da paz.
t O Brasil estava dividido em dous par-
tidos : um era favoravel gaerra, o outro
quera a paz, julgando j a honra satisfeita;
e por consequencia a mogo congratulatoria
que esta cmara votou, tendo ido dar forga
ao partido da guerra, infoio na direcgo e
na sorte desta. Deixamos de ser neotraes
moralmente, faltamos palavra que solem-
nemente deramos. (O Sr. Sarava de Car-
valho :Apoiado).
t Tambem hontem lamentei, Sr. presi-
dente, a falta de generosidade que bavia
para com os vencidos.
Eu nao disse, Sr. presidente, que eram
de louvar todos os meios de que Lpez se
servir para conseguir os seas fias; nao
sympatbisei com o seu carcter; nolo*ve
os seus actos; nopodia,emboradefendes-
se urna causa santa e generosa, applaudir a
sua forma desptica de governo. O que
disse foi qoe Lpez cabira nobremente entre
os seus soldados pelejando pela indepen-
dencia da sua patria, pela qual empenhra
todos os esforcos humanamente possiveis e
Qzra os maores sacrificios at o da pro-
pria vida. Anda esto quentes os seus
restos e j aqui o aecusam de cobarde, affir-
mando que sempre fogira dos combates,
fiando-se cegamente as participaces brasi-
leras, naturalmente suspeitas e parciaes
Nao se lembram que elle sustentou em pes-
soa todo o bombardeamento de Hamayt e
esteve em quasi todas as batalbas Queriam
que elle combaiesse as primeiras fileiras
como simples e obscuro soldado! Qual ge
neral procede assim ? Uns sao os deveres
do chefe, outros os do soldado.
O que disse foi qae Lpez e os que
combaliam a seu lado combatiam por urna
causa santa e generosa. Podiam estar en-
gaados na maneira de proceder, podiam
para se defender usar de meios qae a mora
condemna, mas arrscavam as suas vidas *
os bens mais preciosos pela sua patria. De-
viamos respeitar-lbe o valor e o infortunio.
t Esta' a verdade, porque, nao se diga
qae os paraguayos repelliam contra sua von
lads os exercitos brasileiros, coagidos pelo
terror qae Lpez Ibes inspirava! Como se
pode acreditar que Lpez s pelo seu po-
der levasso alraz de si toda a populago
talasse os campos, incendiasse as povoagoes
sendo a popalaco hostil causa que elle
defenda ? Como se admitte qae todo o
exercito.do Paraguay nao se levantaste como
um s homem, qaando o obrigavam a com-
bater contra os seas desejos e seas inters-
ses ? Essas allegages sao contos de emba-
lar criangas. Os paraguayos seguan* Lpez,
porque este era para elles o syabolo vivo
da sua patria o da wa independwcii- W-
mea amigo o Sr. visconde de Valmr aven-
toa diversas asserces a que preciso re-
plicar.
Disse S. Exc. que contra a minha re-
pugnancia de votar ama mogo congratula-
toria ao Brasil, se levantan) as testas que
se fizeram no Porto e os festejos que se
preparavam em Lisboa. Basta-me s lem-
brar a S. Exc. que os cidados deste paiz
que festejam as victorias do Brasil sao ci-
dados e podem em tal caso proceder como
quizerem. Na qoalidade de cidad e de
portuguez me assecio a elles. Mas aqui
somos deputados, e nao podemos proceder
do mesmo modo. As manfestages dopo
vo sao livres e nao se podem comparar com
urna deciso da cmara dos deputados da
nago portugueza que se declarou neutral.
Os illasferas deputados, os Srs. Freitas
e Oveira e visconde de Valmr, decidirn
que nao podamos declarar-nos neotraes.
porque o Paraguay nao era orna nago, ero
urna nacionaldade. Espanta-me a assergo
e admira-me a eoragem com que nos arvo-
ramos aqui em arbitros do meado e sopesa-
mos a balanga onde se pesam as nages e
as nacionalidades. O Paraguay nao era na-
go Porque o reconbecerara ento todas
as potencias, e ne entre ellas, como nago
h'vre, independente e senhora dos seus des-
tinos ? Nao era nacionaldade Qae mais
vivida e robusta a queriam, do que tendo
resistido largos anaos e com urna tenacda-
dedigna de melhor sorte aos esforgos reu-
nidos do Brasil, Montevideo e BUenos-Ay-
resf Nao comprehenlo que pretendam roa-
bar-lbe os seus foros, s porque hoje jaz
vencida aos ps do seus innaigos pode-
roso.
Mas o Paraguay nao se poda conside-
rar potencia belligeraole, ouvi eu dizer,
porqoe Lpez mandou assassinar o nosso
vice-coosol, e portanto justo qoe felicite-
mos agora o Brasil, nao s pelo acabamen-
to da* guerra, mas tambem porque nos des-
affrontou da injuria sangrenta qae o Para-
guay nos inflingi!
t Nao admilto, nen>por um momento s,
qoe Lpez maadasse assassinar o yice-con-
sul sem motivo nenhum e s per sede de
sangue, como disse o Sr. visconde de Val-
mr. inadmissiveL porque contraria a
razov Lpez, como muitos acreditan) por
ahi, era especie de vampiro sedento de san-
gue, e assassinou o vice-coasul portuguez
s para saciar essa sede. Pode* ama as-
sembla illostrada dar o minimo valora se-
melhante assergo ? Mhs suppunhamo-la
verdadeira. Qae resolta? Que a nago
portugueza recebeu na face esea affronta
com que Lpez a ferio, altentando contra a
pessoa do nosso consol. Clamo-nos cem
ella, soffremos resignados, o s quando
Lope cabio fulminado pelas-balas brasilei-
ras e- qae nos lembramos da offensa para
felicitar o Brasil, que nos desaggravou!
Nao tivemos a eoragem de pedir a L-
pez, quando vivo, reparago do insulto que
nos fez; boje que est morto que nos
ebega o sentmento da offensa e vamos
agradecer ao Brasil oler-nos- apagado da
face o rubor do golpe-com qoe o Paragmy
nos ferio 1 Abi esto as coosequeocias da.
argomentago vicios dos Ilustres depula-
dos. Qoerem-nas ?
* Repito, porm, que nao sei se Lpez
teve ou nao motivo para mandar justgar o
viee-consal portuguez-; por emqaanto o mo-
tivo que se aprsenla, s de sede de san-
gue, para mim suspeito, e vem de docu-
mentos suspeitissimos. N3o creio que um
homem inteligente e Ilustrado, enrgico e
valoroso, como elle era, raandasse assassi-
nar um homem s por sede de sangue. Nao
acredito, nao pode ser.
t Tambem para justificar a votago desta
cmara, e me combater a mim o Ilustre
deputado, o Sr. visconde de Valmr, troaxe
para a discusso outros pjntos enk que eu
nao tinha trocado, como por exemplo as
causas que deram lugar gaerra do Para-
guay.
Nao tinba tratado de semelhanle ques-
to, mas, chamado a este terrenoy preciso
mostrar ao Ilustre deputado que tambem
tenbo conbecimento dessas causas, e que
nao exado o que S. Exc. nos oolou.
c Disse o Ilustre deputado que esta
guerra comecra em virtude de Lpez ter
tomado um vapor mercante brasiieiro, que
estava ancorado em Assumpgo, e a bordo
delle aprisiooou o presidente da provincia
de Matto-Grosso, e torturou-o at que mor-
reu de molestia. Porque nao dizem que o
assassinou tambem por sede de sangue ?
t Accrescentou S. Exc. que Lpez se pre-
parava bavia muito tempo para esta Iota,
armando-se at aos dentes, quando o Bra-
sil, Montevideo e Boenos-Ayres estavam in-
teiramente. descansados, sem conbecimento
algom deste facto, e todos entregues s li-
des pacificas de trabalbo e da civilisago.
Pergonto se isto se pode acreditar ?
A republiqueta do Partguty preparava-se
ostensivamente para conquistar o Brasil im-
menso, Montevideo e Buenos Ayres. E es-
tas nages nao viam nada, dormiam no re-
manso da paz 1
i Os fados nao sao estes; os motivos da
guerra do Paraguay nao sao s os que o il
lustre deputado apontou. Houve causas
4prximas e cansas remotas. O apresamente
do vapor brasiieiro e a priso do presidente
de Matto-Grosso, qae o nobre deputado
apontou,tnao foi cansa prxima nen remota;
foi apena's um dos primeiros incidentes da
Iota,
c Urna causa remota foi a secular riva-
lidade entre as ragas portugueza e hespa-
nbola na America do sul, rivalidade qae no
seclo decorrido tambem nos cansou serias
difficuldade* n'aquella parte do mundo. At
ha pouco as repblicas de Montevideo, Bue-
nos-Avres 6 Paraguay, unidas, mantinham
como representante* da raga bespanbola o
equilibrio contra o Brasif. Esse equilibrio
rompeo-se a tipa fo do Brtifl, casta-me
dize-lo, mas obrigam-me. Reberrtou urna
rev.jiia em Montevideo, e o Brajil, alindo-
se om refclla'los conira o governo legitimo,
invadi de recente o territorio montevido'
no sem nenburna declarago de guerra. Cqm
este auxilio inesperado os revoltosos trium-
pharam e ao governo qoe constituiram exi-
gi e iapoz o Brasil a soa allianga, i qual
depois attrhio Bueoos-Ayres. Assim o Pa-
raguay estrva solado e ameagado porque,
segundo causa remota, o Brasil ha muito
desejava seahorear-se da navegago dosrios
Paraguay e Pirana, eTabrir facis communi-
cages da provincia de Matto-Grosso com o
mar. Lpez previo o perigo e quiz conju-
ra-lo com um golpe de audacia e de arroja-
do valor. Para se defender invadi o ter-
ritorio inimigo como at em gaerras defen-
sivas licito e uso. fazer. Depois teve que
recuar, porqoe foi vencido.
Esta a verdade histrica por todos
sabida.
Isto ama questo incidente de qae eu
nio quera tratar, mas a que fui chamado;
o qoe discuta, o qoe aprecia va no exercicio
do meas direitos como deputado, era o pro-
cedimenfo desta cmara. Nao me pareca
bem pprovar a m^gj do Sr. Pereira de
Miranda por causa das palavras < con ap-
plauso das nages civiFisadas porque isto
era desconsiderar o Paraguay, era julgar o
seu governo e o sea povo, para o que nao
temos direitp.
Ainda veio tambem o Sr. visconde de
Valmr com ama comparago entre as ori-
gens da guerra peninsular e as origens da
guerra do Paraguay, perguotando : que com-
parago ha entre a nvasode Portugal pe-
los francezes e a do Paraguay pelos brasi-
leiros ; onde se vio na guerra ha pouco
finda algum tratado secreto como o deFontai-
nebleau, qae nos expoliava e nos riscava do
numero das nages ? Ha toda*. O parallelo
completo, at nos tratados secretos. Ao
de Fontainebleau opponho o tratado secreto
de Buenos-Ayres, pelo qual o- Paraguay era
expoliado, e se lhe pretenda impor condi-
ges opprobriosas. Este tratado foi conhe-
cido por urna indiscrigo, e contra elle se
levantaram protestos enrgicos, entre os
quaes citarei o dos Estados Unidos. Alm
disso Junot, entrando em Portugal com o
sen exercito, proclamaba qu nos vinha ci-
vilisar, libertar e tornar dignos de entrar no
convivio das nagr.es cultas, como os brasi-
leiros allegavam qoe iain fazer igual bene-
ficio ao Paraguay. Os fados e os protes-
tos sao equivalentes-.
Eu estou fatigado, nao me parece
mesmo que o objecto raerega maior discus-
so, mas declaro que nao retiro a minha
mogo, porque acbo dignissimo da cmara
applaudir o illustradoe''iiberal procedimento
de D. Pedro II; dizem-me que urna ques-
to de polica interna em que nao devemos
entremetter-nos. Mas tambem nao devia-
mos entremetter-nos em julgar a guerra
entre o Brasil e o Paraguay; tambem. nao
deviamos condemnar o governo e o povo
do- Paraguay. Para nos tambem esta era
questo estranha, se tal devesse considerar-
se o assumpto da minha mogo. A instruc-
go publica e os esforgos em prol da sua
disseminago importam a toda a bumani-
dade e nao a um s paiz. Sao as- ques-
toes- geraes e nao particulares a este ou
aquelle paiz. Em todo o caso ante quero
applaudir um acto nobre e generoso, que
a morte de Lpez e a derrota do seu exer-
cito e do seu povo.
Estou um pouco fatigado e nao quero
cancar mais a attentago da cmara. A mi-
nha mogo nao preciso defende-la porque
inguem a atacou. Para o fazer tomare i de
novo a palavra, se for preciso e m'O per-
mittirem. Declaro-porm que nao a retiro,
porque entendo que faz honra cmara.
Mas como a essencia tudo e a forma pou-
co vale, declaro qce aceito qualqper redae-
go incluindo a que o Sr. Ghira leu sua
mogo. Entre a minha e a delle ha com-
pleta raridade de ideas, e ambas esto se-
paradas por um abysmo da que o Sr. Pe-
reira de Miranda apresentou.
O Sr. Thomaz- de Carvalho uVisto que
se trata de congratulages, permitta-me V.
Exc. que nos congratulemos todos (apoia-
dos) por ter sido- concedida a palavra ao>
Ilustre deputado autor da proposta, que
acaba de fallar. A cmara fez-rae um
grande obsequio em ceder aos meus dese-
jos porque, como ella ouvio, comegou o
digno deputado- por aecusar a intolerante,
quando creio que ella dea a maior prova
de paciencia, ouvindo o seu longo discorso
sobre a guerra do Paraguay I (Apoiados.)
O Sr. Mariano de Carvalho:Nao du-
rou quatro horas...
O Orador:Nao poda ser mais longo
fazendo-nos- um resumo dos boletins- que
vieram peto-ultimo paquete. Nao era isso
o que estava em discusso. S. Exc. sabe-o
perfeitamenle, e veu con a clarissima intel-
ligencia que tem.
De que se trata va era de justificar a
proposta qoe S. Exc. envin para a mesa,
e qae ea pego a V. Ex&. o obsequio de me
mandar* porque quero mostrar cmara
bem claramente quaes sao os termos em
que ella redigida, e qual pode ser o intuito
dessas phrases (apoiados). (Lea.)
c A' to solemne assembla, como urna
cmara de deputados, representantes do
paiz, nao comprehendo que se aprsente
mais inoppurtuoa nemjmais inslita proposta
(apoiados.) Pego a attengo da cmara para
a seguate phrase, faustosas e inuteis es-
tatuas de bronze t Nao sei se todos lbe
deram o valor necessario e preciso. Basta
porm o valor grammatieal.
Faustosas e notis estatuas de bronze!
Parece que alguma cousa atraigoou o espi-
rito oa a mo do autor da proposta ; o es-
pirito de certo, a mo foi inconsciente.
< Querendo fazer um alto elogio ao im-
perador do Brasil, diz qoe elle rejeita mo-
numentos faustosos inuteis. E' realmente
grande gloria'fazer taes rejeiges III fMui-
tos apoiados).
t Mis a questo mais alta I (Apoiados.)
c En no quero, nem de certo a cmara
Loeseja, dar a esta discusso urna grande
solemnidade ; orna solemnidade qne ella nao
comporta. As congratulages esto feitas.
Nos felicitamos a naci brasileira, por terem
terminado os desastres que opprimiam a-
quelle grande paiz; e n'essa felicitagao,
comprehendemos o magnnimo imperador
que representa a nago na sua suprema
magestade. As felicitages esto pois feitas,
intil insistir n'ellas: portanto a proposta
por este lado nao s mente inopportona e
escusada, mas veio contrariar o andamento
regular dos trabamos da cmara, e dos ne-
gocios que sao de importancia immediala.
Esta proposta ainda tem maior alcance
pela maneira por qne est redigida. Qaando
eq oqvi qae o Ilustre denotado pedia a pa
lavra para am reqaarimento, TegosIJei-me
comigjjMsnm parr eaaerejsjor ammo-
ses. IftoteJe que? eanlo'fohoflies
oenbunMs, nem pessoses nem psiticas, para
contrariar o iliuitre dspofjdo; alas misiles
termos comprehendia eu que baviam de
necessariamente offender ferir os senti-
mentos artsticos de S. Exc., e s por um
descuido inconcebivel podiam ter sido es-
criptos.
c Aquellas phrases significara a negago
de todo o progresso e de toda a civilisago ;
significan) a negago da historia de todos os
povos e de todos os tempos.
c Faustosas, diz assim a proposta, faus-
tosas e inuteis estatuas de bronze! > Inuteis
os monumentos que servem para conme-
morar o nome dos grandes homens ou a
historia dos grandes feitos f
Se S. Exc. nao fosse lio Ilustrado, se
aomens nao tivesse cursado os rudimeaSo
dos lyceus, eo poderia fazer-lbe algumas
observages a respeito da historia antiga e
moderna para lbe mostrar quanto as artes
sao elemento solido e inabalavei da civilisa-
go dos povos.
Nao sabe elle porventura que em Ame-
nas havia urna ra tmmeosa feta de esta-
tuas smente, para commemorar os nomes
do hroes da sua historia, e tambem para
apresentar ao povo figuradamente a imagem
dos seus deuses do Olympio, protectores
da repblica ?
c Roma povoou de estatuas e de monu-
mentos a cidade Santa ; e era all, all so-
mente qoe o romano ia> aprender a signifi-
cago d'aquelle verso do grande epieo, to
erande como o povo a quem era dirigido:
Tu regtre imptrio popultx, romane, mrmento.
O Sr. Mariano de Carvalho: E ao
lado a escravido, que nao convinba Ilustrar.
O Orador: Porventura a escravido
diz alguma cousa contra os monumentos ?
Nao me consta que essa instituigo venha
contrariar o instindo do bello que existe
no corago do homem. (Apoiados).
c Sabe mais, pelos mesmos rudimentos
que cursou e que depois esquecen, segundo
parace ; sabe perfeitamenle que, se o scalo
do renascimento tomou o aome de Leo X,
foi nicamente porque este-grande principe
da igreja, este summo pontfice pro'.egeu,
anvparou e dasenvolveu as artes e as sciea-
cias. O secuto tomou o cerne do homem
qoe o consubstancia va. s
O proprio Luiz XIV de certo nao ser
lemorado na historia mais- pelas victorias
dos seus invictos marecbaes do que pelo
desenvolvimento que ao progresso e civi-
lisago do seu tempo deram as artes e as
lettras, que elle igualmente protegeu e aca-
paro u.
O Sr. Mariano de Carvalho :E que
opprimra. vilipendiou e enforcou, tolbendo
e progresso das artes e lettras, porqoe outra
cousa nao conseguem os dspotas quando
se mettem a proiege-Ios.
O Orador:Este o peior dos syste-
mas ; o systema de ver smente o mal
(apoiados). Nao ha espimlos que sejam
mais atormentados do que os que nao veem
as cousas seno pelo peior lado. Parecem
aborrecer a luz.. Esto sempre a olhar para
o poente. tristissimo.
t A final bom haver de tudo (riso).
Se nao bouvesse d'estes borneas, nao bavia
opposigo, nao- as vamos nos n'esta casa
(riso).
Enteoda o Ilustre deputado que se eu
lhe fago estas observages, nao porque nio
crea pamente qoe elle tera os mesmos sen-
timentos que eu tenho.
Outros foram os seus otoitos, e ea nao
quero entrar n'elles, mas fego-lbe a justiga
de acreditar qae elle er- como eo a respei-
to das artes,, das lettras e das sciencias.
Nu podemos ter duas opinies a este res-
peito.
S. Exc. sabe perfeitamente que nem s
de pao vive o homem. Di-lo o grande
livro, o graade monumento; o livro, o mo-
numento porexcellencia. Sabe perfe tamen-
te que todos temos dentro de nos alguma
cousa que vive em outras regios mais altas
que adora o grande, qoe adora o bello, que
adora o sublime : e em nome d'esse prin-
cipio, de cuja existencia o meu collega est
dando todos os dias to claras provas no
seu jornal, que eu lhe pego qae, retirando
a sua proposta, faga mais jastiga sua in-
telligencia, e faga tambem justiga digoida-
de da cmara, que se acha offendida com
as citadas pbrases.
c Propostas assim nao sao das que se
rejeitara, nem das que se approvam; ou-
vem-se e eliminam-se. E d'este modo qne
costuraam os parlamentos, que costumam
as grandes assemblas considerar propostas
semelhantes, porqoe sabem perfeitamente
que ellas nao podem exprimir o pensamen-
to d'aquelles qoe as apresenlam, nem da
corporago a que foram dirigidas. Tenho
dito.
Vozes:Muito bem, muito bem.
TRATADO. DA INGLATERRA COM A
CHINA.O Times d a oetcia de ter sido
assignado um novo tratado entre a Inglater-
ea e a China. As modifkages mais impor-
tantes > que respeita este tratado sao re-
lativas ao direito de transito, abertura de
novos partos e autortsago para navegar
as aguas do interior, estendendo-se semen-
t aos navios de vela, e asseguram aos es-
trangeiros o direito de residirem en qual-
qoer ponto do paiz.
Os partos designados para serem abortos
sao os de Wacban, sobre o Yauach infe-
rior, e os situados entre Ning-p e Fuche-
okar.
O governo chinea prometteu, alm d'isso,
encarregar um jurisconsulto cbinez da re-
daeco de um cdigo de commercio, sendo
acompanbado n'esse trabalbo por outro,
nomoado pelo governo inglez.
Todos os procseos civis, qae tenham
carcter internacional, serlo decididos por
um supremo tribunal de justiga.
Finalmente antes que este tratado co-
meen a ter execoco devera ser acceito
pelos governos estrangeiros.
DIGNA FILHA DE DANAO. Um diario
de Brnxellas, a Ittdependtncia belga refere
Jim facto succedido em Saint-Ioelten (Aus-
tria) que nos faz lembrar dos tfimpos my-
thologicos que allodunos na epigraphe.
Foi all capturada urna campooeza da
idade de 36 annos, acensada de ter suc-
cessivamente envenenado tres maridos ; e
proesdendo-se urna basca domiciliaria,
na sua habitago, foi ainda encontrado o
cadver de um joven de 24 annos de idade
aproximadamente.
T9. DO OAW0.S RA, DV^ltf *"bAXU3




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