Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12111


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Full Text
^kflHil
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ANUO XLVI, NUMERO 105
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HU A CAPITAL l HT6AM3 OTOE lid SE AGA NOTE.
V Iras meras adiantos......."
$\x mi utos o\sui .... "* *
*>rM asno dem.. .......... ..... S4AOOO
.........'.'.'.I'.'.'.', 320
66000
12)9000
atia numero avulso
PART FBM U M MAIO OE 1871.
PABA DESTBO E FfcJlA DA proviicia.
Por tres mezes abantados
Por seis ditos idwa. .
Por nove ditos idea .
Por um anno idem .
780
13,5500
20*280
27,5000
DIARIO DE PERNAMBUCO
t
Fropredade de Manoel Fiyueira de Fara & Filhos. "

40 ACENTO:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Connives & Pinto, no MaranhJo ; Joaqun Jos de Oliveira, no Ccar- ; Antonio de Lentos Ifraga, no Aracaty ; Jo3o. Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, m Natal; Jos Justina
Pereira d'AImoida, em ftfumanguape Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
ern Nazareth j Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Ma# los Alve, na Baha; o Jos Ribeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE II de MAIO DR 187a
Noticias da Europa.
Chegou hinlem pela manhaa o vapor francez
s -:Jh, trazenio dalas: de Hamburgo 20, Londres
23, Paris 2i e Li>boa 27 do passado.
P."\nca.Plebiscito a 8 de mato. Modificarles mi-
nisterial. Grves em differentes pontos.
Inglaterra.Diz se que o principe de (altes to-
mar parte activa nos negocios pblicos. Agita
rao irlandesa. Grites.
Wcut.k.Approvacao do schema de fide.
Luja. Crise ministerial. Descabella d'uma
'.msfiiracao.
Ai/.bk anha. Parlamento adnmeiro. Tenden-
cias unitarias no Wuitemberg, em Badn e em
(ene. Solurao ita crise ministerial austraca.
Progromma do conde Potocki.
Dinamarca. Demissao e substituiro do ministro
da guerra.
Rlsia.Vitigem do imperador e imperatriz. Acam-
pamentos militares.
i'.ascik.Salteadores. Anniversario da indepen-
dencia.
Turqua.Conflicto oom o patriarcha de Constan-
.' nopla.
Principados-Danubianos.Recomposico do gabi-
nete.
\\seanha. Cdnemnaco dK duque de Monlpen-
sur. Ledos contingentes para o exercito e da
ardan publica; discute-se a le eleitoral.
Am.iui \.Fixacao to numero dos representantes
do congresso dos Estados-Unidos. Pautas da al-
f.tndeja. Acolhido fnvorarelmente um pivjeclo
de expedalo contra Venezuela. Anda a MUNT-
rerlo do Mxico.
PjITUuM.. Minuciosa curt do correspondente.
FRANQA.
No senado romegou no da 18 a discusso do
itns-consultus. Guerronire defeadeu o plebis-
cito. Ddvisne apresenlou urn projcclj propondo
ves modicagdes no projecio de constiluigao.
Dizia-se que o principe Napoleo, leocionava fa-
zer enrgica opposigo ao projecto do senaluscon-
%uttns, mas parece que oSr. Olivier, e o proprio
imperador Ihe flzeram algumas observacues, que o
resotveram a desistir do miento. As aessoes dos
corpos legislativos foram addiadas at a primeira
quiutt-feira, depois de verificado o plebiscito.
Os deputades da esquerda publicaram um mani-
Tost dizendo que o governo nao tem deixado do
excitar urna opinio publica, e aconselba que vo-
trm com lista branca ou que se abstenham, decla-
raran que os signatarios do manifest 'nao vo-
larao. '
A fullia official publica um decreto convocando
j jwvo para o dia 8 de maio, e convidando-o a res-
ler com sim cu lo, as reformas liberaos in-
iroduzda na constitniro pelo imperador, com o
concurso dos grandes corpos do estado, desde 1800
para c, e ratificadas oe[o senntus-consultus de 20
de abril de 1870.
A fulha official publica tambem as circulares
des ministros aos funecionarios, dizendo que o im-
perad, r em 1852 pedia torga para fundar a liber-
dade; que volar sim colar pela liberdade; ver-
d-iduros amigos da liberdade marchemos juntos ;
'l'ie volar nao, seria fortalecer ageites que, com-
liitem a transformarlo do imperio, para destruir
a organisaco poltica o social, e que a Franca
ieut a sua grandeza em nome da paz publica e da
liberdae.
Gonelue com estas palavras: t Pedimos uni
k dos todos os vossos esforgos ; aos nossos nao
iransmittimos ordens, mas sim conselhos: tra
ta-se de assegurar a paz e a tranquillidade no
- futuro, afim de que no throno, assiin como na
mais humilde habilago o filho succeda em paz
c ao pai.
Alm do manifest di esqnerJa da cmara,
apareeeram tambem manifesios do centro direito,
do centro esquerdo e dos legitiniistas liberaes;
1 ltimos aconselham tambem a abstengao.
O partido republicano resolveu votar t'io, ten-
d; este voto por significarlo quJa do imperio e
o '.'stabeleciment da repblica.
Algunsjornaes aconselham a abstengo na vo-
t-v-.io do plesbicito. s jornalistas reuniram-se
para redigirem e assegurarem um manifest con-
tra o plebiscito.
0 Sr.de Lagierrenire sustenten no senado o
plebiscito e disse :
1 E' preciso nao s que a Franri seja forte, mas
- que a Europa acredite na sua* forra. O bom
xito do plebiscito desvanecer s illusoes de
alguns espiritos na Europa, que julgam a Fran-
< ra debilitada pelo moviinento liberal. O plebis-
'-ito ha de vera nossa torca no exterior e a con-
i demnagao da revolurao no interior.
r.a discussSo do projecto de reforma de cons-
tiueao no senado, o senado regeitou por 63 votos
vntra 47 o artigo 21, que estatuio que os so-
nr.dores serian nomeados em conselho do mi-
ni'lros.
O Sr. Olivier disso que a nomeacao dos mairer
partencia ao governo, mas que era intil que ligu-
raso na constituicao.
Foram concedidas as demissesdos ministros
Buffet e Daru. Sgri f ji nomeado ministro das 11-
ningas, Olivier foi encarregado interinamente do
ministerio dos negocio* estrangeiros; e Richard do
l"\'to de iostruegao publica.
O Jornal de Pars, referindose a retirada do Sr.
Baffot, rectifica algumas apreciacoes dos oulros jor-
naos que elle diz serem errneas.
Diz aquello peridico que o projecto da sealas-
ro isultus, nao modificava o artigo da constituicao
d? 1832 que, declarando o imperador responsavel,
Iba dava o direito de appellar directamente para o
pu'o ; mas acres:eni,i que os ministras nao julga-
ram que deviam aecuparse desje direito, especial-
nijnle nao se pensando enl*) em submetter a nova
conslituigo a sanego do povo ; dis, que s de-
pois, surgir a idea do plebiscito, e que o minis-
tro da faznda apezar dea ter comb.itido no gabi-
nete, nao vacillara em maioria dos seus collegas;
que nao (ora pois a questio do plebiscito que dra
lugar sciso, mas que o Sr. BulTot eslava no seu
direito de aceitar a qnestao do plebiscito comoex-
pcional e temporario, mas que desejava que o
imperador nao podesse, de futnro, recorrer ao ple-
biscito senao do cato de ser suscitada a questo
da dymnaslia e a do principio monarchico. Acres
renta o Jornal de Pars que nao tora a qnestao do
plebiscito prximo, a que motivara a sahida do mi-
nistro da fazenda, mas sim a dos possiveis futuros
plebiscito.
Parece que a retirada do conde Daru tem
p>r conseqaeocia immediata addiar a r'inessa para
Roma da nota Trance.
O Sr. Bamesville communicou oQlciosamenle a
nota franceza *) cardeal Antnelli, mas seta dei-
xar copia.
Assegnra-se que a Franca ni* tomar mais ne-
i...uma providencia a respeito do concilio porte-
rem serenado as divergencias que existiam entre
asdoMeortes.
Mokiplicam-se as grites. Em Pars consii-
tairam-e em arve os operarios fundidores de
ferro da casa Piat, e quasi todos oa da casa de
Caille, em Tourrhambault retMBlea outra que rae
tomando graviseimas proporedes.
0 gae di mais serios eakUdos, qtw eaas |r-
Tesnfosioordiiurta, isoUdu, ou parciaea, po-
lendo desama r-se o oferanos com pequeas
ponceiOea. Si movimeam, lmntameutos d
operarios manuaes, movimentos que ainda nao
sao graves, mas que tendem a generalisar-se, e
rujas explores sao evidentemente ainda entre si
por urna idactmmnm, consiente ou inconsciente.
Na > deve ser das mais insignificantes preoceupa-
?6es para o governo francez o aspocto quel v5i lo-
mando os grandes centros operarios, justaraento
qnando se vae proceder operago de plebiscito
Alm dos centros operarios cima citados con
lina o grve entre os mineiros de Creusol; no-
tam-se symptomas do agitacao entre os operarios
de Montluzon e Commeulry, e em Forterou. A
cidade de Laval ameaga urna grve geral do dille
rentes classes, em que se compreheniem surrado-
res, pintores, marcinoiros carpintelros, ele. No
Rdano havia terminado a grve por meio de um
accordo entre os operarios e os fabricantes. Em
Narbona, pronanciaram-se algnmas classes, pe-
dindo augmento de salario, e diminnicao das no-
ras de lrabalho< Em Santo Estevao cessou 9 pe-
ve dos serradores, tendo os patrdes annuido ao
que clles exigiam. Em Tournon os estampadores
voltaram ao rrabalho tendo conseguido ver satis-
feilos os seus pedidos. Os padeiros de Paris amea-
garam em se constituir n em grve para pedirem
augmento de salario; e a suppresso completa de
trabalhos durante a noute.
Diz-se que a familia de Vctor Noir se pro
poe entregar a urna junta democrtica de benefi-
cencias o 2o mil francos de indemnisagao que tem
de Ihe pagar o principe Pedro liona parte.
Fol condemnido a um mez de prisao um ho-
mem que ha poneos tetnpos quando o imperador
passava se aproximou da caaruagem imperial, e
se pois a gritar : Para Cayeona para Cayenna I
Layenna como se sabe um dos sitios para onde
sao romettidos os degradados. *
A polica encontrou em casa delle um retrato
de Napoleao III com a cabera cortada I___
Assegura o jornal \js Francais que foi no-
meado em Lisboa o Sr. Armand, sendo o marquez
de Montholon que actualmente se acha naquella
capital nomeado senador.
Falla-se de urna carta autographa de apo
leao III ao rei da Prussia, carta, que deve ser en-
tregue do plebiscito, ou por um de Persigny, ou
por Mr. Drouyn de Lhuys, e em que se propoe
quelle soberano a arbitragem, ou a reunio de
um congresso para regular amigavelmente as dif-
erentes quest5es pendentes, taes como a do Lu-
xomburgo, a do Schleswr, a de Badem, da Saxo-
nia, do Wurtembergue e da Baviera.
Falla-se tambem outra vez em desarmamen-
to europeu, e acrescenta-se que lara isso se reu-
nirao os soberanos da Franga, Russia e Pruss a
n'ua ponto que se designar, e afflrmar-se que a
conferencia se deve verificar de 10 a 30 de maio.
INGLATERRA.
Adquire certo crdito em Inglaterra o boato
la domissao de Mr. Bright, por motivos dedoen-
ga e arredita-se que se se efTectuar essa demissao
ha vera profundas mudancas no gabinete brit-
nico.
Alguns jornaes designara o Sr. Arrtoo comosuc-
cesspr de Mr. Bright. O Daily Neivs desmonte
porm o boato, affirmando que tlao depressa Mr.
Brigbt se restabelega volver o seu posto poltico.
Assevera-se qae a rainha Victoria est na in-
tengao do assocar sea filho, o principe de Galles,
aos seus trabalhos polticos'. interpreta-se neste
sentido a recepgo que o principe de Galles lti-
mamente deu no palacio de Saint-James previle-
gio que era reservado nicamente aos soberanos
reinantes.
Os fenianos principiam a convencerse de
que sao infructuosas todas as suas tentativas para
levantarem na Irlanda urna conflagragao geral e
por isso esto muito desanimados e divido-.
Dizem porm da Irlanda qne a situagao nao tem
melhorado alli.
Em Cork hoove um serio conflicto entre a tro-
pa e o povo de que resultou algumas rarrles e
muitos feridos. Os crimes agrarios repetem-se
com freqoenria. No condado Tipperans, fol morto
as pauladas Patnck Kirwan, que eslava ao servi-
go de din rico proprietario do condado.
Participa o lelegrapho que en Kanturk houve
na sexta-ftira da paixao urna rixa sanguinolenta
entre a tropa e os paisanos.
as minas de carvao de Wearmoulh, consti-
tuiram-se em grve 000 mineiros pedindo augmen-
to de salario, e recejara-se que muitos outros dis
tinelos mineiros seguissem o exemplo.
Entre as/ reformas militares quo prxima-
mente serio realisadas em Inglaterra aponta-se a
suppresso dos guardas do copo. Sao os 100 guar-
das da rainha victoria.
No dia 11 de Abril largou de Inglaterra,
para Lisboa o vapor Scouderia que conduz a seu
bordo a primeira secgo do cabo submarino entre
Falmouth, Lisboa, Gilbratar e Malla. O vapor se-
guio directamente Malta por onde comegar a
collocagao d) cabo. O Sconderia ser acompa-
nhado pelos vapores Edimburgo e Hibernia. O
vapor Investigador deve estar em Lisboa trazendo
o cabo que ha de completar a linha.
ROMA.
0 concilio approvou o texto da constituigo
da F por S16 votos e nenhura contra ; esto j
approvalos 83 paragraphos.
Dizem de Roma que alguns padres do concilio
seabstiveram de comparecer congregago geral
celebrada com o fim de votar Scliema contra os
herejes; outros padres acompanharam os seus vo
tos com declarag5es escripias, fazendo constar que
comquanto tenham votado o Schema, nao se en-
tende por isso, que approvassem o regulamento
synodal, segundo o qual se descutio o Schema.
O concilio contina a funecionr, as suas deci-
soes sao proclamadas e decretadas.
Os padres do concilio mostram alguma opposi-
cao, a que se suspendam os seus trabalhos durante
a estacao calmosa; desejam que a grande obra do
secuto XIX 9e conclua quato antes dando assim
ama prova ao orbe catholico da Torga da verdade
que concentra o catholicismo. Aclivam-se portan-
to os trabalhos.
Corre o boato de que o santo padre depois de
ter ou vid) os bspos hespanbes aconselbra o
clero catholico a que nao jurasse a constitui-
cao.
ITALIA.
A causa da crise ministerial foi o senado ita-
liano negar-se a ratificar a nomeacao de alguns
senajores feitos pelo governo. A principal indis-
posicao da cmara contra o ministre da fa-
zenda.
N canmra dos deputado* houve urna larga dis-
cusso quando se tratava do projecto relativo ao
exercicio provisorio do orgamento at o fim de
maio.
O deputado Sr. Ferrari tendo fallado das ultimas
tentativas revolucionarias, que condemnou o Sr.
Lauza manifestou a dizer de que taes tentativas se
nao renovaran), mas declarou que se cliegassein
a renovar serum reprimidas.
O Sr. Billix deputado opposicionista disse que a
causa de todas as desordens era o svstema polti-
co al alli seguido pelo governo. ste discurso
provocou muitas nterrupgoes e dea lagar a que
varias vezes o Sr. Billix fosse chamado a or-
dem.
0 Sr. Ciavanini pedio que se encerrasse a dis-
cussao, oom o pretexto de que tal projecto nao es-
lava dado para ordem do dia.
O ministro do interior o Sr. Lanza, demonstrou
que a cmara nao poda deixar de eraitiir o sea
voto para que se fortalecessem os elevados princi-
pios do governo.
Votouse o projecto relativo ao exercicio provi-
sorio por 178 voto contra 41.
Dizem de Florenga que a commisso da cmara
modificar as convengoes do banco, limitando a
operagao a um empre3timo de 122 mil hitas de
francos e dando por garanta obrigagoes sobre os
bens ecclesiasticos.
Descobrio-se era Milo urna fabrica de car-
tuxos.
Q an lo a polica investa a casa, nm dos lcala
ros dsparou um rcwolvcr sobre un agente de
polica que llcou gravemente ferido. O criminoso
ugio; foram presos quatro individuos implicados
nesta questao.
Foi apprehendida naquella casa nma quantda-
de tal de projectis, cartuxos e plvora que enche-
ram um carro.
O governo tem tomado as matares precaagoes
militares para impedir qualquer tentativa da par-
te di partido de aego.
Terr.-se descoborto mais depsitos de armas e
petrecho3 de guerra em differentes pontos.
ALLEMANHA.
E' negocio decidido o augmento das despe-
zas no orgamento da confederagao da Allemasha
do Norte
O conde de Bsmirk, que actualmente se acha
melhor de sade, justifica esto augmento de des-
pezas com a necessidade de dar desenvolvimenlo
a organisago do ministerio dos negocios e-tran-
jeiros e especialmente pela necessidade de enviar
por correios extraordinarios e especiaos as com-
municagoes ^ue exigirera segredo, por sso que o
lelegrapho nao offerece bstanles garantas do se-
gredo.
Comegou no dia 19 os seus trabalhos o par-
lament > da uno aduaneira. Os proteccionistas
pretendem pedir um augmento de diretos sobre
alguns arligos das pautas.
O partido allomatem tido em Stutgard nu-
merosas rcuniSes. Resolvea por unaniratdadeqne
ha motivo para manter a oorigacao nacional, qua-
to ao Wurtoaibcrg de concorrer para a protccto
da patria, c de conservar um exercito que como
as demais torgas dos outros estados allemaes, faca
parte integrante do exercito allemo.
Segundo as resolugoes lomadas a situagao que
provem dos tratados concluidos com a Allemanha
ilo Norte, deve ser ampliado at que se tenha lo-
mado ludo na mais completa e inteira comrhuni-
dade allema.
O partido allemo querse associar, sempensa-
mento reservada Allemanha j unida e declara
que o nico meio de assegurar e de garantir a
um estado allemo a parte que lia de tomar na
deuisao a respeito dos seu? destinos.
O principe de Badn declarou no seu discur-
so da cora, no acto do encerramento da cmara,
que considera como urna tendencia muito louvavel
patritica a de encaminnar lodos os esforcos
possiveis para realisar a manifestarle da Alle-
manha.
Este discurso produzio nat provincias urna re-
accao muito viva contra as ideas de aunexacao
que professa aqnetle soberano.
Houve nos dias 10 e 11 de abril reuniSes popu-
lares e adoptaram-se raensag-ms em que se pro-
clama da manrira mais enrgica a conservarao da
autonoma do paiz.
Na measagem redigida na reunio de Manh"im
pede-se da maueira mais formal, que esta questo
nunca seia resolvida senao por meio do suffragio
universal para que o povo possa francamente ma-
nifestar a sua opinio.
A corte de Berln vai receber a visita d)
grao-duque de Hesse, que alli era esperado ha
bastante lempo.
O grao-duque de Hes-e que memoro da con-
ederago do norte, tem se at hojeabstido defazer
ima visita ao rei Gnlberme visita que era pedida
pelas conveniencias, e porque mais do urna vez o
rei da Prussia havia passado por Damsladt, che-
gando mesmo a passar revista s tropas hessenses,
que fazem parte do exercito federal.
Este acontecmento m i ira urna mudanga as
relagoes entre as duas corles e considerada como
um grande triumpho para a poltica prussiana.
Como sabido, o elemento centralista no
partamento austraco, derrotou a opposigo auto-
nomista e promoveu a queda do ministerio que re-
presentava precisamente a direita Iradiceiona-
lisla.
O conde Alfredo Potok foi encarregado de or-
ganisar o novo ministerio e dirigise entre outros
ao.Sr. Rechbasser um do3 miis decididos autono-
mistas offerecendo Ihe urna pasta.
Esla solugb contraria s indicag5es consllucio-
naes, causou adrairago verdadeira por ter aquello
paz entrado sinceramente no caminho da liberda-
de constitucional ; entretanto as circumstancias
sao gravissimas.
A Austria acha-se enfraquecida cora a absten-
cao dos bohemios, que mais se tem aggravado
cm a renuncia dos seas mandatos, feita pelos de-
putados da Gallizia e das demais provincias sla
vas.
O novo gabinete acaba de publicar o seu ma-
nifest, em que concorda que a sua existencia se
nao funda era bases parlamentares, mas que o
resultado de circumstancias imperiosas, e de ne-
:essidade que decorreram fatalmente.
Diz que o seu fim conciliar em um interesse
geral as pretengdos rivaes dos diversos partidos,
mas que est decidido a nao empregar para o con-
seguir roeie alguin que o aflaste dos caminhos
constitucionaes, e que pelo contrario a garanta
da constituigo que bao de manter com todos os
seus esforgos.
O gabinete Potocki appella para a conlhnga
publica sBumindo toda a responsabiiidade da so-
lugao, sera recear urna opposigo, que j prev,
mas que s servir para estimular o seu z?lo pa-
tritico.
O imperador da Austria raandou chamar o prin-
cipe Carlos Auerspesg e o baro de Schmcrling, e
Ihes declarou que nao quera regular a questo
das nacionalidades, sem contar com os allemaes,
aos quaes, longe de os querer opprimir, tem dado
as mais formaos segurangas de que o progresso
das ideas Iiberae3 e dos principios constitucionaes
bao de prevalecer no futuro.
Parece que no dia 24 de abril anniversario
do casamento do imperador a Austria seria con-
cedida urna amnista geral, para todos os deudos
de imprensa. E' principalmente na Bohemia que
mais aproveila esta medida; as oulras provincias
do imperio contara apenas pequeo numero de
jornalistas presos por motivos polticos.
DINAHABCA.
O ministro da guerra o Sr. Itaasloff pedio a sua
demissao, por nao ter sido ratificado pelo congres-
so dos Estados Unidos a vendas das ilbas que a
Dinamarca tem as Indias accidentaes.
O rei conceden a demissao pedida, e encarre-1
gou inlerinamente o presidente do conselho o con-
de Frysenborg da pasta da guerra.
RUSSIA.
Vo viajar os czares.
O imperador panio de Ems no dia 17 de abril
devendo regsesarno principios dejunbo; tencio-
na assistir s manobras das tropas reunidas no
sarape de Krasno Slo, e far segando se diz ama
viajera de inspecgo que se deve estender at
Tiflis.
O imperador ir tambem a Berln onde se de-
morar poneos dias mas diz-se que nao tem esta
visita motivos polticos.
Tem attrahido muito a atlencio dos politico da
Europa, a formagio de alguns acampamentos mJ-
ltaree e especialmente de um que le acha estab-
lecido a*s proximidades da fronteira prussiaaa.
_ SMCIA. '
Uro bando de salteadores apoderoorsa m um
?mero do ,wmen* importantes, entro- os
qaaei flguram membros do corpo diplomtico. Os
salteador exigen imporlantissimo.i resgatos e alera
uisso Migem tambera urna ampia amnista.
Toidi os representantes das potencias estran-
gMra* ero Athoaas dirigir m notas idnticas, sobre
e-le asminpto ar governo grego; mas o governo
nao tem a forca necessiria para na contri- cm res-
peito, e receia que os salteadores fagam represalias
as victimas que tem em refens.
Entre os prisionriros ontam-so dous- secreta-
rios-das legagocs de Inglaterra e Italia, fres Ma-
jantes inglzes e duas senhoras; foi posto era li-
berdade lord Munrastre marido de urna das damas
e pai da oulra para tratar dos resgate dos outros
prsioneiros.
Cek-brou se nt da 6 de abril cm Alhenas o
49." anniversario da independencia da Grecia.
Houve um grande banquete na corte a qne assist-
Cam todos os veterants da guerra da independen-
cia ; a quera chaman agonis'ai, homens da
lula. >
O rei Jorge dirigi una carta ao Sr. Zimios,
presidente do conselho e ministros, iniciando o
pensamento de se elevar m monumento em com-
memorago daquelle faust* dia para todos os gre-
go, e convidando toda a nago a subscrever para'
aquella monumento.
0 annunciado eaiprostiM) de nove milhocs
de francos, j se nao levara a efTeito, porque o
representante inglez ejn AttmiM protestou contra,
lindando se era que o emprettirao outi ora contra*
liido pela Grecia com as garantas de algumas po-
tencias.
TURQUA.
A approvarao da 501)11111*- Porta ao ptejocto de
reforma judicial quo o governo egypcio Ihe havia,
submeitido o produzio o melhor clfoito cm Cons-
tantiuopla n no Cairo.
O embaixador da Russia em Constentnopla, o
gemral Igaalief apressou-se a declarar ao grao
vizir Aah-Pach, que o gabinete de S. Petersburgo
nao anuuiria completamente ao que se havia Ira-
lado, eru ter completo esqueciinento do cdigo de
processo que se acha em estados.
O patriarcha de Conflanlinopla regeitou offl-
almenle o firnram relativo questo da igreja bul-
gara dizendo que a Porta nao tem direito de mo-
dificar una situagao direito religioso.
Parece que em presenra deste acto o sultao res-
tituir o patriarcha.
O snllo offrecru ao vice-rei do Egyplo urna es-
pada de honra, que un rr.arjvilhoso hiedo ar-
tstico.
PRINCIPADOS DA.NUBIANKS.
O principe Cario encarregou o Sr. Yon Gbka
da formago de um novo gabinete; este porm
"nao encontrou estadista algum que quizesse tomar
a responsabiiidade de dissolver as cmaras em face
das difllculdades que aprsenla a situagao finan-
crirado paiz.
O tnneipe Carlos era vista dretas difllculdades
ronTa a emarrogar o anigo presidente do conse-
lho da recoinposigao do gabinete. O Sr. Gatesco
aprtsentou as cmaras o novo gabinete, e leu
urna menagem mandando encerrar a sessao, e
convocando omi sessao extraordinaria no dia 12
do maio para se proceder votagao das leis que
devem reorganisar a situagao Qnanceira do paiz.
HESPANHA.
O conselho de guerra que julgou o duque de
Montpensier conderanou-o a um mez de exilio a
10 leguas de Madrid e a 6 mil duros de indemni-
sagao familia do fallecido D. Henriquo de Bour-
bon.
O duque foi-se despedir do regente e parti
para as suas propriedades em Sevlha.
Foram supplieados em Barcelona 5 condem-
nados por. crimes pralcados quando faziam parte
de urna quadrilha. Esteban Soler y Forrens que
hava sido condemnado mesma pena, ainda nao
foi supphciado, sendo addiada a execugao.
Os fuzllamemos na Havana sj aos tres e
aos quatros. A ultima execugao leve lugar em
Matauzas sendo fuzillado pelas tropas hespanholas
tres irmos Rivero, e um individuo por nome
Garca, sendo o crime que se Ihes provou terrm
ministrado provisoes aos insurgentes!...
as corles Ochoa pedij os documentos rela-
tivos ao processo de Montpenser e Prim recu-
sou-os.
As cortes approvaram por 168 votos contra
37 a le do contigente para o exercito, e por 156
votos conlra 27 a le de srdem publica.
Foi regeilado por 96 votos contra 81 o art. 12
da lei eleitoral, tratando de incompatibilidades.
O Sr. Figuerola, ministro da fazenda, respon-
dendo a urna ntcrpellago do Sr. Perales, decla-
rou haver introduzdo na contribuigo industrial,
reformas favoraveis para os commerciantes.
As cortes proseguem na discusso da le elei-
toral.
Foram adiadas as eleigoes do Vich al ser
levan tado o estado de sitio.
A Gazeta tem publicado decretos transferi-
do o papel da magistratura.
Corre o boato de urna prxima demissao do
Sr. Rivero, ministro do Reino, fallando-se na for-
mago de um ministerio exclusivamente progres-
ssta.
O Sr. Mador apresentou diversas petgoes de
Catalunha para Espartero ser eleito rei de Hes-
panha.
O Echo de Hespanha, diz que Prim ser con-
trario s candidaturas de Espartero o de Moni-
pensier.
AMERICA.
A cmara dos representantes dos Estados-
Unidos adoptou o bil, fixando o numero dos Miem-
bros do prximo congresso em 375, sem contar os
membros dos estudos novamente admKlidos. A re-
Eresentacao dos estados da Nova Inglaterra tam-
em reduzida, emqoanto que a dos estados de
Oeste foi augmentada com mais quatro mem-
bros.
Discute-se o bil sobre as pautas das altan-
degas.
< A commisso dos negocios estrangeiros do
senado dos Estados-Unidos concordou em infor-
mar favoravelmente urna proposta, facultando ao
presidente da repblica mandar a Venezuela um
navio de guerra que se apodere de urna alfande-
ga, afim de se pagarem as reclamagoes dos cida-
dao americanos contra aquella repblica.
Os jornaes de Nova York pablicam despa-
chos anouncianjo que a legislatura de Nova York
adoptara por 19 votos contra 5, nma resolugo
favoravtI a nnio favoravel com o Canad.
No dia 19 de abril reunio-se em Nova York
nm congresso de feudanos perlencentes fraccao
O'Neil. Diz se qne essa reunio linha por fim ob-
ter a cooperacao dos insurgentes de Rivire-
Rouge.
A ultimas noticias recebidas do Mxico ain-
da nao dio por terminada aluda comegada ero
S. Lua de Poto* i, e continuada ero muitas provin-
cias daqnella repblica.
Os generaes rebeldes Huerta, Martnez, Cadena,
Toledo, Aguir.e e outros ainda esto em campo
com algunas forcas. Nao tem havido balalha algu-
ma seria desde 21 ao fevereiro ultimo. Os insurgen-
te fazem guerra de emboscada, tendo espalbado
suas torgas por todo o paiz. Ha serlos recejos de que
os insurgente ataquem a capital como o tem feito
s pequeas povoaedes. Tem sido roubadas va-
rias igreja, e tem havido algn edificios Incen-
diados.
POBTUOAL.
Damos em seguida a importante carta do
Doss correspondente de Lisboa, narrando aia to
o occorrido all por oeeaio de aber-se a noticia
da terminagao da guerra contra o Paraguas ; co-
mo as demais occornencias do reino :
Antes de refenr-Jhes qualquer outro assump-
to, permitame quo felicite os nossos leilores pelo
fausto suecesso das armas brasileras e pela hon-
rosa concluso da guerra do Paraguay.
O efTeito que esta noticia produzio em Portu-
gal, vcio ainda uvais urna vez confirmar o frater-
nal interesse com que os portuguezes assistiram,
arada que de looge-a essa gloriosa campanha que
tao brilhantomenie deixa assgnlalos os laslos do
Brasil.
A' 13 constara telegraphicaraenle em Liba a
lermmaga) da guerra e completa derrota de L-
pez e sua norte.
Na sessao. desse dia, da cmara dos deputa-
aos, o Sr. Pereira de Miranda observou, que cons-
^g Pr -etegrammas estar acabada a guena
do Brasil, noticia esta que to agradavel deve ser
para todos os portuguezes, apresenlava a segra-
te proposta :
A cmara dos deputados da nago portnguc-
za congratula-so com a naco brasileira pela
terminagao da guerra, que com tanta gloria das
suas armas e applauso do mundo civilisado sus-
tonlou coni o Paragu ly.
Moveu-se a discusso sobre a opportunilade
da congratulago, observando alguns deputados
que seria melhor aguardar pelas noticias offlciaes
Tomaram parte neste incidente os Srs. Freitas e
Oliveira, Silveira Vianna, Castilho e Mello, e vis-
conde de Valnior (Fausto Guedes) e votou-se i
adiamento da proposta do Sr. Pereira de Miranda.
A noticia telegraphica linha sido recebida de
Liverpool pelos Srs. minisiros do Brasil e Inglater-
ra e por algumas casas bancarias desta praga.
A entrada do Oneida a 15 veio ratificar a boa
nova, trazendo promenores da victoria alcangada
pelos brasileiros e completa derrota das torgas de
ex-dictador, bem como a meraoravel caria de S.
M. o Imperador do Brasil ao Sr. Paulino Jo- Soa-
res de Souza, ministro do imperio.
< E-ia carta produzio no animo de todos os
portuguezes a mais grata impressao, porque sio
as escolas popularos os monumentos que tero fu-
turo e podem influir eficazmente no progressivo
desenvolvimenlo das carnadas sociaes.
Esto procedimeulo deu theroa urna discus-
so na cmara electiva, propondo alguns de seus
membros que se felicitasse tambem o Brasil pe.
acto de abnegago de S. M. I., sendo transcripta
na acta a raobi'lssima carta do Sr. D. Pedro II
sobre, este assumpto.
< Ora a cmara j linha votado a congratulago
ana gao brasileira pelo triumpho glorioso de suas
armas, assim que, por declarago do Sr. Mendes
Leal, ministro dos negocios estrangeiros leve no-
ticia official deste suecesso, e nada achou curial
qne se duplicassem as felicitagoes e muito menos
que se apreciassem os actos embora altamente
louvaveis quanto no animo de cada um como individuo, se
Ine tribute o merecido applauso. A cmara re-
solveu bem.
a Em todo este debato, mais digno de mengio
o discurso do visconde de Valmr, ainda pouco,
encarregado de negocios na legaro de Portugal
no Rio de Janeiro, ( qual comega'mos a publicar
hoje em nossa oitava pagina.)
Na cmara dos pares na sessao do dia 20 tam-
bem foi votada por proposla do Sr. Fontes Perei-
ra de^ Mello urna congratulago ao Brasil.
< Ero Lisboa, logo que chegou a noticia, Ilumi-
na ram-se noute muitas casa*. No Porto grandes
festejos. Em Braga houve man festagoes festivas
chanda das noticias da victoria, e preparam-se
esplendidos rogosijos para condignamente a ce-
lebrar.
No dia 18 o Sr. conselheiro Lisboa, digno mi-
nistro do Brasil nesta corte, deu um jantar diplo-
mtico para solemnisar o feliz termo da guerra
com o Paraguay. Foram convidados todos os
membros do gabinete portuguez.
As noticias chegadas hontera (26) pelo Girn-
de, maior animacao ainda deram nossa praga,
pelo estado promettedor dos cambios, em virtude
des,se fausto acn'.eciment. Nos jornaes de hon-
lem lia-se o segrate aviso : Alguns brasileiros
e portuguezes que residiram no Brasil, desejando
solemnisar as victorias alcangadas pelas armas bra-
sileras na guerra que aquello imperio sustentou
contra o Paraguay, resolvern) em primeiro lugar
rogar a Dous pelo descango eterno de lodos quan-
tos pereceram naquella gloriosa lucia.
Para semelhante fi n mandou celebrar urna
missa de rquiem o Libera me, que dever ler lu-
gar oa parochial igreja da Encarnacao no dia 26
do corrento pelas 11 horas e meia da manhaa.
Desejasos, porm, de que aquellas pessoas que
nutrem iguaes sentiraentos os acompanhem nesta
manifestagao, fazem este aviso, convidando-as
assislir quelle acto de religio e caridade.
Outro annuncio dizia assim : Aos'Srs. sa-
cerdotes.Xa parochial igreja daEncarnago ha
missas de esmolas de 500, para se resarem
hoje 26 do correte pelas victimas da guerra do
Paraguay.
No magnifico templo da Encarnago esta va
todo o corpo coromercial, muitos Brasileiros de
dtstinccao, a legago do Brasil, o pessoal do consu-
lad), muitos dos nossos escriptores e jornalistas,
nao poucos membros das duas casas do parlamen-
to, alm de grande concurso de senhoras e gente
do povo.
r Em todos os jornaes, appareceu a seguinte
declarago :
Reunirara-se em casa do Sr. visconde da Con-
deixa alguns Brasileiros e portuguezes que residi-
ram no Brasil, para deliberarem sobre o modo de
festejar as victorias alcangadas pelas armas impo-
naes que acabara do por termo guerra-do Para-
guay. Resolveu-se que se promovesso urna subs-
crpgo, e que o seu producto fosse applicado: 1,
a cantar-se urna missa de rquiem pelas almas dos
bravos que suecumbirara, a qual se celebrar no
da 26 do crreme, s 11 horas da manhaa na
igreja da Encarnacao; f>, que no dia 3 do futuro
mez de maio se celebre na mesma igreja um so-
lemne Te-Deum, em aegao de gragas ao Altissimo,
do qual __ a parte musical ser executada pela real
associagao orpheonica de Nossa Senhora da Con-
ceigao; 3*, que finalmente, qualquer somma que
sobre, seja applicada, metade, para dar-se um bode
aos pobres recolhidos, e a oulra melado, Socie-
dade de Beneficencia Brasileira, ltimamente esta-
belecida nesta corte.
t Nomeou-se urna commfsslo composta dos Srs.
visconde d'Almeida, Joo Henrique Urich e Domin-
gos de Oliveira Gia, o primeiro para presidente,
o segundo para thesoureiro e o terceiro para se-
cretario. Resolveu-se mala que se pedisse aos
Sr. Antonio da Costa Carvalho & C, ra dos Ca-
pellislas n. 117, ao Sr. Antonio Jos Pereira de
Magalhe, na mesma ra n, 95, e Rodrigo da Cos-
ta Carvalho, no largo do Corpo-Santo n. 13, a per-
raisso de terem nos sen escriptorios urna lista,
na qual possa ro subscrever todos aquellas que
quizerem concorrer com qualquer donativo para o
indicado fim.
Deve ser urna funegao explendida, sobreludo
na parte musical, parqnanto a associagao orpheoni-
ca, composta do muitas damas e cavlleiros insig-
nes amadores de msica, j provou na festa da
Ressurreicao naquelle templo amestriada soa exe-
cugao e esmero no deaempenho.
< No da 29 do correte, anniversario da ou-
thorga da carta constitucional o destinado para
a inanguragao do monumento ao Sr. D. Pedro IV,
na praoa do Roci (testa capital.
< Os preparatorios que se tem feito para a so-
lemnidad*, sio em tal Mudez que mala parece
obra destinada longa durago que servir a
curto espago de urna larde. Todos- pasmanv rt.
grandeza o opulencia dos palantes e tribunas.
sendo certo.que -ludo poda fazer-se cora muiti-
maior dispendio. O monumento j cusa a somnvi
de %80-J8o0. Ora pelo relaloro da commiS.i
d monummilo, visa qua este importa em 74:300*;
ha pois, dispendio mais 2i:280ie0, E*eviden-
te que as despezas da naunirago nao sao inrlai-
das, pelo menos na tolahdade, na juella verba. Po-
de se concluir que a despeza excder muito 10
coitos de res.
Ev lempo de Ihes contar, proposito do aam-
goas previstas e imperitas, alguma cousa a res-
peito do furioso vendaval que na noute de 17
(domingo de paschoa) rebentoa no Ttqo, deixando
na miseria centenares de familia. Classificam-OA
todos de cydone, muito mais violento do que ess^
outro que visitn Lisboa em 1864
Pelas 9 horas da noule comegou nm vendaval
de socsle. Nao houve embareago pequea que
nao solTresse avaria. Mais de cem botes de ca-
traiar ficaram reduzidos hastilhas. Fragatas ou
barcos grandes de carregar e descarregar as mer-
cadnrias dos navios, perderam-se urnas 73, afora
grande numero de barcos varinos. Valeu pobre
gente de mar ser era noute de paschoa, pois se os
colhesse o temporal na pesca, muito maorea-se-
riarn os desastres. Apenas consta de ama vida
perdida. Muitos dos navios de alto bordo snrtos'
no Tejo, garraram. Na mauhaa seguinte era urna
lastima ver a niargem direita do Te.o, desde Sanu
Apolor.ia at Abantara, coalhada de distrocos das
embarcagSes, volumes do carga, carvao, ra'aslros.
lemes, alm de muitas fragatas atondadas aue x
enchente cobriar deixando apenas ao lumo u'agua
os topes dos mastros. Junle-se isto as lamenta-
coes dos pobres homens, os clamores e lagrimas
das muflieres c filhos, e a convcgo de que fica-
vam bracos com a fome e miseria pela perda dos.
instrumentos do seu qaotidiano trabalho.
O Sr. Nazareth, como chefe da alfandega,
coadjuvado pelos empregados da sua repartirlo
prestou relevantes serviros em toda essa deaaetro-
sa noute.
Urna commisso de capitalistas abri urna
subscripgo que j honlem hava subido quantia
de 7^297 200 (fortes) sem fallar em outras subs-
crpgoes abenas as redaeges de varios poriodicos
e outros estabelecimenlos.
O governo en tributo pelo ministerio do reino
cora 500 S., o que foi censurado por ser quantia
nsignitlcante quando tanto se despende em outros
ojectos de menas justificada urgencia. Ou nada
dsso e dexasse a caridade exercer-se nica-
mente por iniciativa particular. Dando, desse nma
somma que nao parecesse mequinha. O ministe-
rio das obras publicas apresentou na cmara urna
proposla para serem concedidas gratuitamente
todas as madeiras precisas das mallas nacionac*
para a conslruccao das barcas e botes, ticando a
djreccao dessas construccoes cargo da commi- -
sao philantropica. A offlcialidade da esqnadm
ingleza, e muitas casas comroerciaes rstrangeiras
lera contribuido para minorar os solTrimentos o
privagdes daquella desgragada gente.
< E' secretario da commisso o Sr. Antonio Jos
Gomes Nelto.
Em Setubal, Cascaes, Cezimbra e oulros pon-
tos tambem houve grandes avarias p, qaufra-
gios.
t O thealro da zarzuela Lespanlmla j deu lima
recita cm beneficio dos barqueiros. Todas as ou-
lras emprezas iheatracs, se propo? fazer outro
tanto.
i No parlamento fizeram-so muflas ncrepaeSe
aos ministros porque nao construram doras dn
abrigo para os botes e fragat is. Ora este gamaea
comegou a sua gerencia em agosto de 1869 o ja
havia de ter feito as docas que ha 16 annos a ira-
prensa de Lisboa reclama, e nomeadamento o Jor-
nal do Commercio, que em tempo levantou a
anlifonia !
Mas a pedra de escndalo para os deputados
ralerpellantes, sao as obras de aforraoseamento
do campo grande I Realmente a opposigo pri
meiro que ludo precisa fazer-se cora seriedade.
Pois cora o dinheiro cem que se faz urna surriba
ao Campo Grande e se combate aquella carcomida
e inhspita alaraida n'um parque, fazem-se as
dokas sufllcientes para abrigar as pequeas em-
barcagoi-s que navegara no trapiche e a elle con-
correin f O ministro das obras publicas disse en-
tre outras cousas, que > Lisboa precisava de um sin-
ti para passeiar.i Que foi o Sr. Lobo d'Avila pro-
ferir ?! Mais de urna duzia de catilinarias sobre
aquelie thema tem apparecido as tullas da oppo-
sigo, a proposito de tudo, quando realmente aprc-
veilar a phrase para motivo d'estas variagoes des-
cabelladas, nao passa de mera puerilidades-por-
que motivos sobram opposigo para ser vehe-
mente, ainda mal I
A lei de 30 de dezerabro de 1869 ("j d'estemi-
nisterio e dictaiorialmente decretada), sebre arro-
lamenlos, tem tido innmeras difficuldades na ori-
fica. Em theoria indispensavel que a proprie-
dade que deve pagar dous contoe, nao continu a
pagar smente duzentos mil ris; preciso que
nao pague s o pobre e o pequeo proprietario,
era quanlo o rico e o poderoso muitas vezts trazein
sonegada urna boa parte avullada dos seus bens.
Sem urna revisao bem feita, nao se podo emendar
e rectificar as matrizes prediaes, e o imposto ha
de ser sempre iniquo e desigual einquaoto essa
revisao se nao fizer, porque augmenta-lo aggra-
var antigos vcixames c desigualdades. Esla a
theoria, creio.
< Mas contra esta circumstancia que se tem
atoado varios conflictos, alguns d'elles muito gra-
ves, em varios pontos do paiz, e ha grandes sus-
peilas de que (como quasi sempre succede) os pe-
queos, o povinho seja movido e incitado pelos,
grandes, quem nao convm qne as cousas en-
trera n'ouro caminho.
a Insultada a tropa, esgotados os meio de re-
pressao passiva, a tropa faz fogo, e como a bailas
nio levam sobrescripto, quasi sempre sao victimas
os innocentes, muflieres, velbo?, criangas. E* o
prefacio de todas as insurreigoes.
c Em Ovar, freguezia de Aradas, ha dias hou-
ve grande motiro por cansa dos arrolamentos, de
que resultou ficar nao s o campo janeado de ,
monos, como escreviam pelo lelegrapho os aoffi-
bt da locahdade, mas um grande numero de fe-
rimentos e algumas mortes. (Urna s que fosse,
caso era esse para chamar a attengo dos poderes
pblicos.)
Era Castro Daire, S. Pedro do Sul, e mesmo
na cidade ou arrabaldes de Vizeu, segundo as ul-
timas noticias, tambem houveram serio* conflic-
tos. No Sabugal e em Rlvas lamben tem havido-
desordens. Ero algnmas partes teem os amotina-
dos queimado os papis da admimstracXo do coa-
selho, conservatorios e repartirse de fazeuda, ao
som do rebate de sino.
No dia SO houve em Amarante era meettng
para sa representar as corte contra os arrola-
raonlos Estiveram quatro mH pessoas de todas as
classes de illustrago e de fortuna. ('^^^H!
pacificamente, noroeaado-se urna ci
ir peticionar cmara municipal
sesead ordinaria, pan faeeHa lapce i
poder legislativo pedindo
de dezerabro de M9
t* da mesma lei d*J
do-se aa aova i
seibos e
teem de ser i
jaiapaa^H
W
m


i



--
:-
v

-ateaaa.


I

["I
d Pwnambuco
Quavt* leira 11 de Maio de 1870.
segrales proposFns finaiiceiras^ehwvnlstro res-
pectivo A tncatiip
< Fixand.rO* etitribiiif-ao predial par.1 o ana'.
ec-no-mleo dn 1870 a IS71 para ite ti-
reino em iSCiOS^jiOi'-l i-. ; para ss has adja-
eentese A$tfc- .06*436 r. in>>eda insu-
lana, ni disWkrto Funi-nel ein 00:694*S6 rs..
tambera moeda insulana.
Bcler-Blaaudo que a-fuMar do I do ja mica.
le 1871, a eonli buico gredial fcer -de quol
vendo a purcentagem feral para u ecnitnwKe d>"
reina Mas adjaoentl ser voUda aim-iaUn-siile
(las corles sob pro-iosta d governo, sendo repre-
sentada pr uiiu verfta-Jiniea sen* addieioiac-.jj crevea tre
recalimd sobre, o reujiniftio eolfeciavel de ludas! ueiro p^lo
as prnprie.bules rustieas e uibanas.
< O mraistrf-iisse T-ua as infanta a^Bas %** tinha
era de que o ftirsttl da Baha safcra para o Rio
de Janeiro, ca xirluda de vm artigo da legislicio
qoe regia os tonsulartos, e afet esteve com o cliefe
da legaijo, o qnal etendeu conveniente su-pen-
dc lo das suas ronecoes. Que' ttntia mandado
averiguar, sperava a wndicaneia, o depois pro-
cedera conforme fosse de jtslica, licando certo a
cmara de que o gaveras eiu Ul conjugarahavia
de curoprir o reu derer,
0 sr.*essa agradeceu as explicacfles do Sr.
atende* Leal.
O Jornal do Commtrcio desta minhaa trans-
creven trechos d'unia carta viuda do fllo de Ja-
Girondr, entrada ante-bontem, onde se
r-
DeUrininaitiu quo coilrliui{Jn mdcstfial
ri poJer ser superior ;i SO', em interior a
1/1 / do- lucros te nos on nre-ornidos das in-
4astriaa, nraatades, ai es ou ofl^-io-.
Determinando que a porceotagem eampto-
mentar da eoulribuieao pessoal (.uvada pela carta
de le de M de uuUj de I80, que substituida
desde u 1" de Janeiro Je 1870 por uina laxa pes-
soal.
be registro mutuo do canitae*.
DelemiaauJii que a dividas fazenda nacio-
nal por cjalribuo-o's, rendas, "oros, juros deca-
pitaos mutilado-', ou qiwqjer entras Venei fas
ate .' de juilio do laCS lem ser pagos cum n
abatmieutj de )/., >e dentro do ptazo 'da 00
Vas, a contar d;t publicarlo da presente le, "orein 1
pajQ' bocea 'Jo <. fi --.
Wa (t-ar suj<-ti. ao imposto especial de iOfl
rt-ispr ueeiliiro, o arrui rodazido no continen-
te do* rano H illi.is adj.Kenles.
l)e..eriiiiiiaudo (pie ti imposto denominado
real o'agua, i ja eubrnda en Wd ii coritmente
de remo, se^unM a latieli;1 r.nnexa na lo;.
i'ara ser approvada a paula anuexa de dirci-
tossobre w guueros que eniiarem para eoanffn
.1. iiim lu cii i-uinvalla^ao da cidado.
> D'-le minando ijuo Iqoe SujeitO ao imposto
(Se (JOri? per decalitro o vinh, gerupiga, agur-
denle e vimgra que eMtrarin pelas Unrci ns ?c-
eus c uulliadas a eidade do I'rlo e Villa Nuva
de taia.
Har lerrevogado ) arl. i*da caria de !e de
13 de maio de lo na pane em que es! ibeleee o
inip.i.' :m;.i- para a veada de libacoS.
. rininando i|ue os empreados civis do
e-tad i po>sam ser apnseulados, a i'eqiKiiineulo
su, m por d. le min.-ieao do governo.
Creando na junta "le envido publieo ama cai-
xa que se d-.ni;iwiiar Caixa Gem 'lt I rp
a qual ser administrada pela mentad jnit.i.
'Js resultados que o actual minisfro da fiien-
da espera d n seu* prnjecl03 (qic > pragueuto-
dizeifl plagalo dos que os Ara. Das Kemira
u SamiiJaes de-xaiain lias lvelas da seeret.ina)
sao :
i> Aaginenlo na eoiitribuiesii predial 7-ii eonto,
na mdti-iii.il 40 cont*, no real d'afoa .170 eon-
Ijj, no i.ib.ic i. arroi e tiolui do Porto e 8ajla i'i
c ul.'-1, ee ii ida iris ap.isenla^oe- ;)0I) coWOj
aogmcflta do imposto (less^al mil cuntos. Pagando
:'f>irt.inols> o paz mais flitl contos de ruis o
difiut. sen U.ivii.K s ealeulos doSr U aaneatnp,
do-ceetti a U a 2i0 eonto-, e laucan lo inais
kOJ i [.*. de-imperto1* para que 08 eonselhos e
o* di-'.ri'to- pagaeiii a msiruocao patinarae ?e-
euiiddas -'i-'"'!' presos e tola a-viacS i
imiaK-ipal descera o ir/lcu a lHOl ou .OOJ
!'W. I)
> Duas palavras sobre a espeJiea i da Znobc/.ia
. i i,r. B' e"*i o ii ..-so infumlam, re-
i a .'. j hts renuourt iL!ovei I
a i\ d'i.te niel re;ebcu se emLWfcia a con-
li.'uiaeo di noticia le graplika viuda por vi i di
ludia, annuociando a retirada da exp-dieao por
i illa de viveros ou ames te oatregadnM I
traifp ulassein, e pelo grande numero de doentes
que o clima e a< priv.i'.s tinliam feilo na lepa.
Aseara publicadas prim joroae.-o ue Qtuii-
mane, datadas d:: H de uvureine ultimo, coui eir-
euMHiaoci.id i? e instes prometieres acerca da ex-
pedieao
\ bita do nrrefaderw. de tfit resolteu a
fa.l i de niilimea os, devida aos nios proeedi'
ineutis- da tropa para com eiles. guau lo a co-
lumna cb gou barra do Lupala ou Ganda!-, leve
una Maramijca eom pane da (otea Jo llmpa.
que f.-i p .-la em debandada, e obrigada a reco-
' i '
< o naa a,:)ai)ii!iar.Tn a tiro de espiagar
d la .nirija, mas bO mis :)) .-oldados que esla-
natn cunes de entrar em lago; o resto estar
dii estar no Bio o Sr, Pelxoto, deixando na Halda
o corra conular com desfalque de uniloseontos
de ri?, talvez nao meaos de.30, mas que o pro-
pria conaul da Bakia nao preeisa a cifra do al-.
canee, itin as p->.as em que elle leve fugar.
Que este estado de cousas teria licado onco-
borto por milito lempo, a nao ser a necisidade
que tove o cnsul de palntear o estado d> eofre
a rommissao consultiva, creada para^aeonipanliar
a a gerencia, depois das reclamacoe-. redas na
ewura dos debutados pelo Sr. Mello e Faro.
Que neslemesrno paquete (o Girondr) seguia
para a Babia o Br Dauiel da Sdva llibeiro, chao-
eeller da consulado do Rio, incumbido peh no isa
b>gae>j de synduar do estado do consulado da
Babia.
Qio seria boin que o governo d^se corita na
folha oi(L-ial do estalo em que tem adiado os di-
versos eonsuladis, segondras syndicancias a que
tem ni andado procede e que i mpren-a perg.ua-
lasse, perqu n teein ctdo punidos o- culpad s.
Que esla jrolcccao e dipeSiada con.-tantemenle a
arloi criminoso?, que ten dado lugares
focciojtarloi .
a .liu^o? de que os purtugaezes m Brasil tee-n
sido vicmis por muilas vezes.
- Lana iioa nava !-Va!ha-nos iss-, jaque osia
malla vai earregada de tantos que o nao -ai.
O yoveini dos' Eslados-lnido-, arbitrio esco-
lliido paia resulver a qne.-tao da uos-o direito d;
soberana sobre a ilha de IJol.ima, diredo que a
Inglaterra nos contestara, decidi-so aoossofavor.
A noticia ja ifllcial, Foi commuaicada Jo
paratiientu pelo ministro dos negocios csliangei-
r. A Je-i-ao acerca de B lama implica o re-
c-anlieimeoo di nissa soberana >m Balan
isio iio territorio on Jo lora ulliniamcuie arreada
a Bosta bnndeira por agentes nao auturisadas do
govtruo britnico, sendo valerosamente Mitaa-
rada p. JoS Uedi'J.
<> ilevd. eonego Augu.-to Antonio T-ixeira,
encarregou-sc da pra'tica que to da 3 Je maio
io a fesiiviJade en. aeco de racas pelo lr-
lnj Ai*m, chogado honfem de Wverpocii, faloo : \ ca sabe- que aprendomos eir
no da 21 do abril, na lat., N, 13*e 40' o long. 0.1 tica a nao ver ni principio da
de Greeawili ll\ com o brigue inplez Ckrishan cel Je odas as pussiveis jaran
r/wmoOM, inlo de Londres para SiJncv cim 14
das 4 viacem ; o a 2% na lat N. 16 o 10' e
long. O. iff' c 40', com o navio norte adema
H. M. G., indo para Elmina.
CONFRUUA DE SANTA RITA. E dade, no mi rancio na lugar coiepjten:o pobtipa-
do convida os irmSo para*-' difeasfii. d .vo
eowproiuiio, boju as o kora da. tarde, n con
Sklorio.
GF.NiUOS DE ESTIVA.0 vapor fnnrez SM
trouxe ose^ointe : 300 caixas vinno A. L. d-
Oivera Aievedo A C, i6 SaunJers Broinora <5t
C, 200 a A.'Sodre da Molla &-C, 400 ^rl
dem; 2tf caixa* sardinlns ordem ;..^' caisas"
uvas J. J. Goncalvos Ibdtr i ; 10 caixas de co-
aic C. A. Sodr da Milla & G. ; 50 a ordem ;
00 caixas licor ordem ; JO caixas queixos A.
Lopes Uodrigues, 40 Guimaraos & Alcoerade,
1 i Silva Joaqun Felippe. 17 llarbiTk C.:
33 Girga (rmaas, .16 Joio I. da Co.-ta. fi'i Car-
vallio Znba A C. lo feSe F. Ij^pes, 30 Maga-
Ibaes A Currol, 10 Fonseca A Sanio-, i Car-
rea Braga A C, 14 J. M. da Rosa A Filho, 0 a-
Jos Joaquim Alves. 20 J. J. G J ilves Bellrao,
|K i lama Silva A C.
piXUEIRa -E'S vap^r Ironxo 1.000 pan o
Sr. Feliciano Jo.' Gome<.
Para os portal do sul levua de nossa
liraea :
Babia 03:C90jflM
Rio do Janeiro d;-005(0
FND05 Br,ASILEIR03.-Eram assim cot#s
na praca de Lortdre-, a 2:5 do pnsnd i:
: % de IS-;-) O a 94.
.'i 0 de 1831 8'J'/i 89 Vi-
'i ", de 1831-33(50 82 a 8G.
4 ,'% de 18(33 79 a 81.
GB.XgROJ DO BRASIL!?aa praeas de Lon-
dres o L:verpoil os gneros de prolu'cao ito'Bra-
sil erara assim edtattos a 2ti do passado as lloras
da larde : '
Algod*!) inni!) frouxo aas precos J; II '/i
12 ", o de Pernamhuco, de II a 11" y o da Para-
hyba, Je 11 a II o de Maeei, II /j a 12
*.i o do Maraoso, de ll a/S^o dn llio
oran W do .\orle, do 11 < a 11 3/i 1' Cear.
O assjwar tambera frouxo de 24/6 a 28/o
bronco, e de 17/a 24/ o mascavaifo.
A borradla (irme c;:ii alfa de 1 d. A Tina
vende-se a 1,13.
NAVIOS C VRG.4.E n Lsboa-f. lia l e Re-
lampaij, no Pai-Social '; IVinmpho IdJjs para
PernamvKV.
X..v:05 CUE*GAQCi i' bbfta C/mamn
fvaporj da Caara. o Grz* > da Pernambuco a
iiaiplio aTeftfado pelas iropas brasileira. ti) Vi- jh, om Fam ':'.. do Mannlie a ti, Ucin'^e d
ragoay.
- Juutarei algamas paltvras ao que na outra
ininha calla Ibes cinta va das exequias que hon
l'i:i foram celtbrada,? na igreja da Encarnajao
|ie|jetiruo dcscauc > dos fallecidos na guerra do
Paraguay.
' Jimios sacerdotes coqcorreran para re.arem
missas pelas jlnade?. A igreja e-taya armada
com in.igui.1ceiK-.ia. Aomeio'do ton;lo eleva.'a-
-e ama grande c\i cercada par 10 i icheirus e 18
velas ein cascae de prati. A ca er;i,cab rta
eom um rico panno Je viulnb rdaJo a :uro,
tsudo moa Cora do perpctuis suspensa n'uai
lac-; da uta preta com o dstico-CccJeranl orles.
-i Esta cera era offerecila pela' csco!a=^Cari-
dndi' i- bi.'ir'i'ijcnciit da frgUezia da EncarnacSo.
Por ducii(a di respectivo prior, canina
mis-a o padr SiibOeS l.-ile. O prior laucn, as
Pernambuco i 2i.
NAVIOS SABIDOS.Ue Lisboaa 13 Julio para
Ptrnambao, a i'.l Jfcjr.iwAeW (vapo-) para o
Pata, a 21 /.'0**80 pao Pata, a 2J SeQl/ para
Pernoiiibuco ; d> Porto a 13 Adelante para o
Para.
IEROME PA3CJrt.Bsl< vapores das linbas
de Liverpool, deviam tocar este de 5 a 7 do cor-
ren:.; en; viagem para IVrnambtico, e aquello de
1 a 3 para o Para, Marairao e Cear.
SrffrHD.Esto navio, sabido da Lisboa a-2i do
passado. ,:ara o tk.ssd porto, iraz a seguinte car-
ga : 109 pipa* e 98 barris .abo, l0 dU>s e 8 pi-
pas Vinagre, W2 roiumos pedras de cantara, 17
caitas eoner'raJ I dita poleante, 9iW saceos s-
mea, 100 aneoretasin': >, SO inrris loncinhi.
Jl :.:o. '.:-u navio, sahJ de Lisboa a 13
Ires l)solri>De?. A msica compsjit de fio pro- [ijara o no?o parlo, iraz,: 33 meias pipase 101
fess ros, foi dirigida habilraautc pel Sr. Gardim, ijjrrit vinlu, l ditos e 3") pipas yinagr, 193
ie:n c nheido no Rio irande do Sufoque eeve ipeca fciiao, 1909 dilos.zareUa. 390 ancoreta a-
composico'es lertuas, barricas cera, 33 Shas ccv.ila, va-
1 I. .1.. i .->. *-. i I-A
rauitos aonos, o cni I.i-bJi npr saas
mosicas. A ltli#?a e libera m eram Jo Jom'cN
A oracSa fQ.'iebrc fji recitada pa Revd. pihr da
Ajada.' Assrslirain urna grande c> lidiada-de
padres a irmaqdades era grande numero, o
de S. Joao, a escola caridade, 8 alen das pesss
que na ouiracaita Ibes menoiiuei, os membros da
eommissSq, cmipo-tadas Srs. riscmde d'ABnoi-
da, Joio Ulrick, Domingo? Gaia, vlseonde e Car-
deixa. c immcnJadores Rodrigo da Cesta Carra
lito, Antonio J>>- Fernandos Oarfiraraes, Alfon-
see!, e Dr. Leal.
< Pr seguiudo hoje se noticias das desordens
per causa on pretez Jos arroiamenW.
4bor!sd?;d^
ein nossa escoli poli-
ordem seno o do-
s pussiveis garantas docidada.
I^HVt'^''^^ compromeltedoras. Era de i i fe i
lo dieej- de um >oluniario ine-, poupadn pola me-
allia I ni miga, viera calor em plena fest por
qnestiunculas de auplau'sos. X) Sr. Tavnra foi illu-
illdo em sua boa l'. Marlinbo da Silva, o n iii;'
do nossa pequoiw lieroe, esta ivstabeleei I do- I"
ves terimeotee que receben; ba das para que,"sera applicagio de uenhtim appare-
Ibo, sem que a sua rada, sem nenhirn incidente noiarel, tives.-em os
seos ferimontos a lerminacao que por sua natu
reza anmmciavam.
Mas a isto que o Sr. F. Tavora chama, com
nina corli licen^i I iterara que ninguem Iho le-
var a mal, om atteulado de Oaim contra Abel.
Caiin lia de ier por viade regra a indicia, para II-
car sendo Abel o Sr. Martinlia vobmtario, doqu.-m
diz o Sr. Tavora, que Lalos lourus conduzo e
wo nperecivel rome para as ierras da patria.
MOfl honrosa ha de ser ejia f de offlcio de Mar
linho, que ninguem anda vio !
O que sabemos defacto, .que Mirlinho reee-
beu erimeob)!-no momeuto em quo se atinira
i rato e aineicador. a um hainem d i povo que ele-
vava merecidisHicos ajiplausos ao invicto duque
de Caxis. Mas fos-o assim, mi Uf fosse, e dan-
do que nai e>teja oxaclamente a verdado om ne-
nliumadas versos que se te n feito correr, o que
nos punge, e iste arque vem eoni o n une a res-
pousabilidade moral do Sr. F. Tavora. que U' ihi
setenha extrahido moiivo para gritar plenos pul-
ulos do alio de sua mprcasa contra tuda c cra-
ira tolos, trazendo para o ca-o a phaiitasiaJa doge-
neracao poltica e cousas por este geito.
Para ipi-e om qaa li i esla- vial 'atas declama-
coes I Pois o Sr. F. faVorS ajftiza que iim part.
Jo forte, orgauisado, que sempre pruu iu pela oh
dioiiiia le c nr as insCtiiiciJea, rme de um
punlil o braco do sicario para ir embebe-lo de
sangue nopoili de un cidadiot O sea partido,
algutii da o aeeasamas de urna seaiollunt mons-
truosiJade ? E cutretanto, nao vimos em 20 de
abril levantar so ah urna pipubcjio inteira, leudo
a sua frente nota mocidaJo generosa, para pedir a
putiii;ao de um enme camaiettiJo ni pe>soa de um
moco aggretndo e esbordiado. da claro, em alea
publioiJaJo ? N.ia fi c.-st populaba> dispersla
cargas debiyonetifTiiizaJa. esmagada pela caval-
laraf Xao assisiimos todo? ao doloroso ijiccta-
culo de urna osteniosa coii;-'iUraeaa de foiQas na
rua.em que est a sc-rotana da pjlieia.e a cidaJ
lai< ira em sobresalto, grupos por todap vrte, rm la'
dabradas, quarleis e,:'i promplioe u.inajs qu-
uan vem ponto dizor ? Qaanlo ser labelecea
o soeego publico, qual de nos veio a imprensa gri-
lar-vos :assassints do pavo? Goudeananmos o
fado ; eilivoinos di lado Ja victimas; filiamos
una Iinguagem enrgica; mas quera de nos ten-
tn aproveilar o momento de delirio, explorara in
digna pao popular, ac;cntua-la e fazer da ameafa
um programma ?
Nao o cortamente o Sr. Frankn Tivora ; mas
anda-te fazenJo uuu esp'ciilaeiii torpe con essa
generosa moeidate acadmica, com) de mato se
especula com ptijue liaos factos cama se vai es-
peculando cora o silen-ia dis conservadores. O
uarlid que se acclama liberal, ie.n tima gran lo
iiiea, e c chamarse liberal. Ha m'mes pres-
tigiosos como ha pericos selucior. (jaanJo vos
qniiO.stes xtiamar progresistas, soniisles bem o
vacuo.
Com o lempo, ca u o progresso dos costamos
publicas, om o dcrram-raio Je instruopo, can a
prauca livre e de*a-sombrala das nossas bn-
insiituieoes, lia de flear urna crtica n espirito
publico : e que os conserva 1 ores -5a amigos de
'.odas as liaerdalos campaiiveis com urna robusta
oiaraaisiiei social. .
EnUaamj-nos. Nao vi.maj imprensa desaf-
ventar o S.-. tensnte-ftor.in*! Cineiro irae teaos
dr i;;, 817 ditos podra-i de eartttria,"6fl
caixas azulejos, 23 ditas con rvas, 200 ditas ca-
li.Ja I brrii touelchj c eiraes, 100 dnos
a-jio! aceite,
Ll"'.:"Ei"A. \ ueso acia a venda a LIO1 j.-
tien. ficio u irtuaadad! d i Seibor Boirt icsns dos e ""l^ calculadamente procuran) quebranta la,
corre no
B)
. C'arpo Santo, a qual
oa li.
P.VSS.-iui-;liC-l ViuJ;s do Mamanguape,
vapor Ci ..ii,.
Domneos lian, jaati-n EubJe, j.,, u '..lira/, Vicente (,l
Brar, Antonio .imana, Francisco Frazolla. l'iiiio
porque
sabida, me.- no porque urganirou a espedida) que
#. guajira contra os proles, f so faz vaflUje^ar
iiicnle com ir ios.
M i podeudo cercar a ai inga por falta de
gente e'manUmentos que faltavam quasi c-aiiple-
'.> :.:.-, augmeotando lodoj os das o numero
soldados doentes, convocou o commandant
ii coase.bo, coii.o Ib'o determiuavaiii as inslruc-
reaolveu o eonselho que se leitascos ba-
gageoe e materiacs ao ri i Todos assignaram,
ueaos o alferes Jos Augusto de Oveira, que nao
"piiou pela retirada.
OeoiiKfiaiidanto general era de parecer que se
basse har defron da aringa, na margem
iiireita do Zambere, e alli se esperassem os nianti-
man; quo deviam ir de Tete, mas teve que su-
j i r-e a opiniio do eoosetbo. issimulou a re-
trala e rom. ._ m-se o embarque com bastante
i- inasao. i) ba lho de caladores .'ou no Guen-
gu o a anliaria em Sena". O batalhao da India
t n para ijmlimaue, deixaudo um destacamento no
Ma-aro.
EsLi, pois. malograda a expedivao, consumi-
do uanimento mait diabeiro o tendp-se perdido
guias vidas, sem va na geni algunu.
i) Fystema devia ser (escrevem do l ) o de
aproi ::..r o auxilio das senhore^a e captaesmi-
i :;s qua dispoera de mHbares do preto; acostu
nados as guerras com o Bonga, e com os poyos
do terior. Sj esse syjteiM se livesse seguido,
lia minto que a arinca estara arrazada, ou sub-
metiidi.
estes ulliraoa das, porm, circulou o boato
de que a txpedieio se acabara de desorganisar
completa e uroaiuJiave'.mente por insubordma-
ei) los soldados. Li'.a m nolicia audou de
jornal em joroal, mas o governo na falla olDcial
!c liontem, le a seguinte declarapao, pela d rec-
ro geral dj ultramar do respectivo ministerio.
Tendo se divulgado noticias inexactas acerca
de urna su^iposla insubordinarSo das forjas expe-
dicionarias da Zambezia, estamos autorisads a
ii clarar que na secrelaria Je estado dos negocios
Oa marraba e ultramar se nao receberam anda
commumeacoes do governo de Mopambique rea
tivis ao maliogro da oxpodicao, nem telegramma
iiim, alai da parte expedida de ;7a em 2 do
crreme pelo govemaJor geral da India, partici-
iiaiiJo a retirada djs tioysas tropas ein cooso-
quencia da falla de vveres e da ddenca de mui-
tas prajas. o que condonado por um aviso da-
ta 11 de Quilimane em 1 de fevereiro d esta anno,
e li ije entrado na secretaria.
Fai nomeado priraeiro secrelarij da legado
piriugueza no llio de Janeiro o Sr. Dr. Beruardi-
no Antonio de Faria Gentil.
Per falleciraento do general Jos Cerardo
Forreira Passos, ralnis'ro.e secretario de estado
honorario e administrador da isa de Braganija,
"i. nomeaJo para aquelfe lugar o Sr Seuastio do
Couto o Castro Majcarenhas, ministro de oslado
honorario, e governaJ ir civil 4o porto. J f
exonralo d'aqaelleJugar administrativo para to
mar posse do cargo importante para ;ue el-ro o
nomeou.
Faia-se no pjf do reino Migas! do Couto e
Castro para govemador civil do Porto, lugar que
ba anuos exerceram muita circaoupeecao.
i Kan verdade que el re escrev!30 niaa ar-
ta ao- l>r. Rodcigues do Ainarai, govrnader d'An-
gola, convidando-e a acoeiiar a logar teneneia de
M"C..vM>ue. E'.-xasio eomludo qao o governo
ilie d-a ente encargo e ante*honte parti a crvela
Mente D, ilmvimu, para ir t?var o Sr. Ama-
ral, d Angola a Moe^Bitaque.
a As fainas de hontin do nolicia de ter falle
cilo om 9 aonos de Ulade ao da i. na saa ca
-a de i&irnos do Algod m, c eonsoraeiro Antonio
Bernardo da Silva Cabial, pae d-i conde de The-
da urna 'orea.
i Em Lanvgo tambora foi alterada a ordem bem
como em Vizen.. Em ambas as cidaJes se travou
lula enlre o povo e a tropa.
Em Lisboa corren que o Standard and ilail,
falla do Calinda Ba Esperanza noticiara a dor-
rota do Biaga. Ura jornal de luje diz que nao
pode ter fundamento tal noticia, pois a folha lo
Cabo de o de mar;o, isto >', refere se noticias
de Quilimane anteriores as que ja em Lisboa se
pi'.blicaram vmdas d'alli em dataJe 17 de feve
reiro.
< A 17 de fevereiro a expedir estasa dividida
parle era Teto, parte e;n Sena parte em Quili-
mane, o na estado de do-arpanisneao que relatara
as correspondencias publicadas. Oxal que tve<-
se fundamento a noticia dada pelo Standar*!'.
A subscripcao hontem ., iioite, pelos banquei-
ros do Tejo, cliegava a 7:39260O.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ASSSMULEAHIOVl.XCJAL-Na sesaodohon-
tem a assiuibla regeitou, era 2a discusso, o pro-
jecto a. 21 desie anno, que aulonsa o, governo a
despender a quaotia de .:0O0i com o- reparos de
que precisa a cadeia da villa do Drejo, orando os
Srs. 0. do Drunimoad, R. de Almeida, Cusmn
l-bo_ e Manuel do Kego ; approvou, em f dis-
cusso, o projecto n. 9. deste anno que flxa a
farpa policial, sendo dispensado o intersticio i re
ijuerimenlo do Sr. Vieira de Arauja ; approv.ai,
em Ia discusso, o de n. G7 deste anno, que man
da dar ao ajudante do almini.-tradnr da casa de
detencio a agratilicapo annual de 300 5, e o de n.
25' de tOl, que manda crear urna ca leira de
instrucfo elementar para o sexo femenino na
povoapao Je Allianca da comarca de MaatWn; em
3" o de n. de 2 deste anno, marcando b subsidio e
ajuda de custo dos deputados provinciae? na fu-
tura lesgislatura ; em t" o de n. 91 deste anno,
concedendo diversas loteras Santa Casa do Mi-
secordia desta eidade, e o de n. 63 deste auno cre-
ando os lugares da mdicos da polica nesta ei-
dade ; regeitou, em Ia discusso, o prwacto n. lio
deste anno, que autorisa o despendi de 30:00
oiq 3 annos para levantamento da carta corrogra
piuca da provincia, e o de. 30 dette anno que au-
toria a compra de urna casa na villa de Itamb,
e o de n. 38 deste anno, ameaniorisa a compra de
urna casa que sirva de cadeia na villa do Cabrobo;
apprev-w, em 1* di-cu&o, o de n. 39 Jeste aun
que antnviaa a eauura municipal-da villa de Pea-
leira a cuntralar a conalrucca do urna casa de
rissiiao do Alinoida, Jlo Mara Lopes de Azevr. 11,
Joa Uaptita ':: Vgnrar, Custodio flodr4ues Fer-
reira Maia, Hora "lia de Arapj) Villar, sua seoli i-
ra, i lilbi c .atadas, Jo da Costa Villar, 2 es-
era. a?.
Sabidos para anoio no vapor Guar
Miria Rosa Jo Silva, Manqel Iguacia d C-jta,
Mai :olno o Si.nao, Jaso Manoel Corra de Barro-,
Jai; GuvSa do Aranjo VaacodcTjos, Man iej J is
de Soum, painuiitos Francisco RW, Leandro
l'i j'.-i-.-a Nop .oir, Crldino Antonio da Silva
Freir, majorhonorario do ejercito Jos Verissi-
mo, Aoloaio Francisco Pestaa, Joanna Manada
r,or.:ci'.Tij>, i escravo Jo Francisco* Joaqnimde
Sooza, Alejandrino Antonio da Cjsta, Ignacio das
Vn.ons Pinto, Ai.iojiio Jos Loureiro, Francisca
Jos no Ri-eitW, Saluiino Rapiael do elle llego,
Joa Roberto da VrJadade, Manoel Jas Ignacio,
Lonnaice. Antonio Leeuterlello, Apoliuaiio Jos
de l'reas. Puri'.ro Antonio da Silva, capilo Josq
HayiriundoOorniae 1 criado*.
Viudos da Europa no vapor francez Sindh :
J. Gonpalves da Uoi-Li. Pbilipps, Massoula, H-n-
ry Wilmer, Mana Aag^la Arcella, losan, San Mar-
tin, Antoniu Mara Pisco, O. 0|)igez.
' Sabidos paia o sul no mesmo vapor :
Isidoro Belloc, Willian Henry W'iatt, Sopha
Wageiikneeht e S-fllnos u 1 criada, Augusto F. de
Oliveira e 1 cn.iJj. '
t.EMrrEf,lO.-Obitaario do da 9 de maio de
1870.,
Ri berto de Souza, PoruaniLuco, 28 annos, sol-
tena, boa Viga, tabcenlos pulmonares.
Prosopia, Pernambaco, 6 annos, Jos; be-
patite.
aria, Pernambu :o, 0 mezas, Reaife ; ceavul-
pdes
Antonio, Pernambuco, 5 mozos, Recie; tonvul-
poes.
Tlierozr. do Je^us, Pernambuco, Cl annos, sol-
toira, Santo Antonio; enterile.
Jbs, Pernambuco,! mrz, Santo Antonio; eon-
vuIqoos.
Damianaa, Pemambuco, 2 mezes, Recife; dizen-
teria.
Varia, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos; asthroa.
Juaquina Mana dos Saitus Muniz, Pernambuco,
73 aunes, viuva, Boa Vista; enlerite ebronico.
para o sexo, mase-lino na
PUBLICACOES A PEDIDO.
0 espincaraento do volun-
tario.
Leiuos hontem u Liberal, como lemos sempre.!
La vem nm pequeo artigo de .olhboracio do Sr.
fi
a'a- oa ejiita d- prestante I a Jai, Cilia nal
temas que ver com a oDoorijlidade das mttUda*
da polica que :~m podem ter sida inspiradas se-
no p ir um sin-oro amor da'ordem. Sao soraen
bordo (honrara).
Vlgouo da Parabyba 1" sor'.e 893 rs. por kil.
posto a bordo a feote de 3|8 (Hontem).
Aldo de Macei l'srte918 n. por kil.
posto a bordo a froto de I i c 5 00 (b-intem). ,
Algodo sean iuspec*;ao816 rs. por kil. (hontem),
"a obio Sobre Londres 90 dlv. 2i, 2i 3|8 por
H000 (nido).
Wt-r sobre dito -*>dv. i 1-4, *i *$. 2i 1(4
(hoje).
'iambio sobre l-aris90 div. 3Ja rs. por franco,
(boje).
Cambio sobre Lisboa 90 djv. 120 0|0 de premio
(hoje). T*
Cambio sobre o Port i90 l|v. 120 OjO de premio
(li .j.-).
t4inbio sobre Prtuaal pigivel em Londres 90
i\v. 24 l- p.r MOGO (hontem).
Descomo de letras9 0*0 ao anno.
uuncalio Jos Alfonso,
Presidente.
Mesquiti lunior.
Secreta rio.
ENGLISH BANK
)f Rio de c/aneiro Limited
Deseo ata leitrts da praca uia*a con-
flDciorjar.
Recebe dinbero em cont corrente hia
l raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as eidade;
rincipaes da Europa, tem correspoadente
ia Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo, Ne\n
i New-Orleans, e ernitte cartas de crdito
3ara os mosmos lugares.
HUA DO -COAIMERCIO N. 36-
ALFANDERA.
dem do da 10 ... ,
3%:2U*I32
318721: Oi
29:113#836
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
'olumes entrados com fazandas
dem dem dita gneros
/olnmes sabido? cora -'azendas
dem dem cora gneros
213
674
-----8S7
12-
G76
------ 801
Descarrecaro hoje 11 de maio
Barca ingiera llenriettamercaderas.
Barca in?ter.a Zriora -id-m.
Patacho nnrleallemaoVertaidem
Barca portuguesa Suphira dem.
Rscutia ingleza Glmp*efarinbaW'e trigo.
Bscana portiigtiezaWp/i/w-ineicadoria?.
Lugar suecoAiiRafninha le trjo.
Sumaca hespiilhoiaAmable Dniorcs vinhos.
Barca franceza-^-FJdV'e/e mercadorias.
Patacho ncrte-all maiCato mercadoria.
Rriga uglpzUntan -idem.
Brigue portasoe-s-Softeraiw lagedo.
Lugar ingl.z-Lune Freircanos.
>b.iuh;Bfc.lJ'.'i!lA HE HEJSDA3 .'.N.EILNAS GE-
BAES DE 1'KHNAMHrCO..
tendimontodo dia 2 a 9 ... Ii:i88l26l
tiem do dia 10....... 4J30i71
8:0385732
CONSULADO PKOVl.NCAl.
tcDimento do dia 2 a 9 33:139*991
dem do dia 10...... 2:998*982
38:138*977
aconaud o co n ti nerarla abuso da pdavra a to-
las as paXu'SS, os qtio padem ver. a .un'eica n.u
pruJcuiii e discretas providencias Ja ordi-m p>-
Itcial.
Na i a-a limis tamb :n por parte do Sr de-
embirg?Jor A-sis. Ello est mirra sobrancetra
mente collacaJ cima de-so iinpndico torvel inli i
le ms paisdes que o^ vossos paladinos revolve n
o explerm, para fu o loquera o vo-sos tnsul-
tis. Beduino-i pditico, das de que falla un
eminente es-riptor part'igaez, vos salteaes todas
as caravanas em que presents riera. Si*
o povo ; queris nobili'.a lo ; n con o insulto
grosseiro que servs a impres^, esse "oxn senti-
do dO p,vo.
Estos rae03 en juadran um partido pot'eo ?
Me li ai no assumpto.
Encanrinhamos nutro lim o quo ah Rea o--
friplo. K>re li n trai*parece. E' nao permittir
que circu om impunes essis Insonoras palavrosi
dades, que se dirigen um parirlo inteiroe^;
um partido J'io prezan poder os foro, qae 15o
Coforcadaraente defendoa na opposieoo.
P.ocife, 3 de mijo de 1870.
Devj una c::plcvata a< publico provocado pela
pnblicayo quo foz no Diario de hontem o Sr. Dr.
Pedro de A. I.'.bo Boscoso.
Nao Julgoei nunca que a imprensa so bouvess
de oceupar com o que se passou entre nos, pela
simples razo, de ser isso cousa de uenhuma im-
portancia para o pnblfco* entretanto na contes-
tando o que se passju enlre nos; devo declarar
ao Sr. Dr. Moscoso, qn9 no ten o culpa quo a
maleJicsncia liouvesse como aflrma o mcs'mo Sr.
dautor, se aproveitado deste fado para interpre-
tado a san molo.
O que, coiivm dar a razao porque logj depois
de me entender com o Sr. Dr. Moscas, appar icen
a dectaracao fe no protesto) da socield patrio-
ticu Doze de Setembro.
Logo depois que fallei com o Sr. Dr. Moscoso,
tnconlrei um outro mambro da cmara, que dis
cordeu do pinsamento do Sr. Dr. Moscoso.
E>ta divergencia de pensarainto desanimou-me;
entretanto quiz ouvir simia'um tercero ; c para
tl lim pracur-i um oatro camarista, sendo nesta
occasio acompanhado pelo Sr. Dr. Lamenha Io
secretario da commissao central e um dos mais
eaforcados em levar a e'eito a idea de levantar o
monumento.
Con vem notar que a commissao central nos lia-
via autorisado entendermo-nos com os membros
da cmara municipal.
Este senhor a quera tomos fallar declarou-nos
guina, era (icaria bem sua dignidade faz*1 -lo,
entendia'qae a cmara devia trabalbar de asordo
com, a soeiedade Doze de Setembro e no pedestal
do monumento leria a soeiedade a gloria de ser
inscripto sen nome junto do da raunicipalidade.
I'izemus ver ao tesmo senhor que isto nao era
ponsivel, nao s porque a soeiedade tinha con
trabido o tompromisso de fazer um monument i
a custa do povo e sem intervoncao oflteial, que
a interveneo da cmara nao podia deixar de ser
considerada orn tal, como tambera que a soeie-
dade prometiera ergaer urna ostatua de victoria,
e por iss i nao poda se sujeitar ao plano que a
cmara se resolvesse aceitar. Qne tambem nao
faziaraos questo de nome no pedestal do monu-
mento, pdrque nem a spciodaie nm a cmara
municipal tinliam direito a isto, o nienumeoto feito
a custa do povo s poderla admittir esta inscrp-
coO pnivo pornambucano aos hroes da guerra
do Paraguaypor consecuencia nao era essa glo-
mercado; em 2- ditovio o de n. 28 deste amo, FtU^^fSS^^S^RvTM3SS S-1***,??* Hw*ra-a Pro3fSai1,-Da emprera.
**^-t!L2&.*22!&!S!^ **** l* >> eV^ptwn & generosa- -Jf^,
nas, da c
Juo
Lre Ulb^
d* Cabial (j*aeiA>). e do Sr
Miprea trtbnnal dajustiea.
entra o pavo e sendo um
i sua aleta formou os
liwrs-Uda d i'odos,
*r alta* ciigoa m reca-
do termo d Cimbres; e ein
iste;
A onlein do da para boje i 1 di=cuss.-<> dos
prjijecius ns. G6. 63, 78, 82, 8i, 87, 92 e 93 2--
'dos.dans. 63 o 94; o S" Mo de n. 24 todos t>u
anno.
SEH:RETARIO DA RELACO.Para exercer
interinameflle o lugar de seeretawn da relacte
d'esta provincia, foi nonieado g Sr. Dr. Virgilio di
Gtjsm.1 Colho.
JI0SUMENTO FL'.NEBftE. Ai ha-se concluido
na uiatr7. Je Senta Antonia; d'ela eidade, o mo-
numento fnebre, mandado alji erigir p?ls estu-
danies do actual segundo anuo de^oossa faculda-
fle. e que oflercido Exma. familia do hado
Dr. Jeronymo Villela' de Castr Tavare?, Jeuie
ai d'kuala fauuldade.
EM; TftANSIlO.Coaa 8 recibidos e;n nosso
parto, levou o vapor francez Sinih M passagoi-
t para o sal do imperio, indo entre alies o Sr.
fir,. Jaia Manoel Perera da Silva, que veio de
nPWUMIWIO OAELLaO novo regula
(2ialarde)-Sa\m; reeadaipo -todo sell*,-
o, d, o o decreto n. iiOo de 9 de nbrd ul
j|^V( qne publicamos em os n-. 90 a 91 d'oele
M (Meatacao ter Diaiiat etweo/i a ter vigor na da 13 do cor-
oti'i
Wfc-^MW-t^^J*0 i t^VosVoWaw* d,t pa-
va* diseussaoo n. 4b tnn, harer ranecido ou estar, isto pelo itken em
buidordo juizodoa fe.tos da fazenda. \mimos diaSf recebera m Qm oni.cto dou |W
roj erirocnids.
Doen-ftos a dolorosa noticia. Par menos que o
tacto pdesse'ser (evado conia da poficia. expe-
rimentamos a mais desagrdavel irapretso, ao
saber que mais um crime' grave vinha ba>er
porta dos tniiunaes. Posse a victima ura bravo vo-
luntario ; fasse um artista obscuro ; um boim-ir',
qualquer qne fosse; diante do erime o nossoospffi
lo empanase sejnpre de luto. Esmamoso valala-
rw como esti-namos o artista : nc*us esimanarhos
anda mais, a todos os voluntarios, desarmaife dn
-abre -sobraeando os instrumento do trabalho.
Dm hornera de rspingarda ao hombro o om ho-
rnera de-Vnd > do seu destino. Si a patria beij* a
mao de agradecida os seas cavalbeirescbs defensp
res, nao seno porque elle Ihe trouxeram a
uv. de pro'emo. Isto vem para dhter rju a
n-ticia do Sr. Tavora nao nos vejo funda no
oraeart por que so tralassc de um vofaitario
Deqnom quef que fosse, fl-car nos hfa o mes-
mo sentrmento. aW que con-demnar o "eri-
me om t idas as sua* formas e possiVel ma-
nife1.taia>3, o Sr. Tavora nes ha de iaerftrr
que nao mis deixemos exceder por nenhntuiiWal
los mais adlantadOs. Sem ser liberal mi ni
m.'s.jqn* so confio em iirgar este noure
ainda o mesmo- senhor afirmar qne a
cmara nao ceda, e que qnando o resultado da
inscripgo ni fosse bastan te1, a assembta provin-
cial a pedido da cmara, dara 180:000* de res
para o monumento e que bavia de fezer-se.
Ora vista disto nada m. eiedade patritica ijne nao tinha ioteresse, nem
raza para abrir lula com a cmara municipal, em
lio patritico iniento.
Ca-nrannicamos isto a cammissao oentral, que
le a deelaraco quo se le nos jornae* do 6 do
corrente.
Bis o qu se passon o a raio porque depois de
estar eu com o Sr. Dr. Moscos, sabio logo no dte
eguinte a publieaco dakeoeiedado..
Nao sei se houve intriga era todo ieso; nao creio
que houvesse inleresse om faz-la, e disso mesmo
se capacitar o Sr. Dr. Moscoso, quandovir a ex-
plicaoo do (acto.
, .Agradec) cordealmente as lisongeiraa expressoes
que o Sr. Dr. MiMCueo eo?prega a mea rospeito e
IijnviH ana na I isa.o ni 1
barjiia, aJQrmo ao Sr. Taftra, e que inter^M
u esla qne com toda a sinecriedade me retrk
bao.
Reeife, 10 de maio.de 17.
Jom Antonio PmsIo.
M0V3MENT0 DO P88T0.
Nicioi 'ni'.rndos no (lia !!)
Mimanguape18 liara?, vapor l.raseiro Cmih-
>-, de iii toneladas, commandante Francisco
Forreira Bjrges, fqtiipagem lo, carga alg.do;
a companhia Pernambucana.
Bordeanx c p a-tos ititermedios 16 tijas, vapor
francez Sindh, de 1879 toneds, commandante
Mas'coet, equipagem 132, carga fazendas e ou-
tro* gneros; a Tiss, t Frerc.
Rio Grande do Sal 21 dia?, barca pirtugueza
Atiza, de 28^ toneladas, capHao Manoel i'erei-
ra Marques Junior, equidjom '.\, mrga 12,1 IV
arrobas de carne'; a Antonio Lu: do Oveira
Azevcdo & C.
Liverpool12 das, brijiu? ingle?, fry Agan, do
fft tonelada?, capul J.'R. Beamy, equipa-
gem 8, carga fizondas e onlros gneros; a
johnston Palor & C.
Rio Grande do Sal 8 dia?, escuna hollanden
Barend, de 138 tonelada?, eapitaa Malder, equi-
pagem 6, carga 10,303 arrobas do carne ; a
Araorim Irraio
Navios saludos no mesmo dia.
Bio da Prata e portos intermeJiosVapor francez
Sindlt, commandante Massenet, carga parto da
que trouxe da Europa.
CanalEncuna ingleza Estephaiiia, capito Sa-
muel Vivan, carga assucar.
BaicelonaSumaca hespanhola Carme, capito
Mateo Pages, carga alg oda.
BabiaPatacho inzlez Wolfcille, capito Gock,
carga parle da que trouxe de Ni-vz-York.
Rio da Peala Brigue brasileiro D. Aurelio, capi-
tal Profiro P. da Gasta, carga assucar e agur-
dente.
CanalBnguo iqgbs R. F. liel!, capito Parker,
carga assucar.
Observares.
Suspendeu do lamaro para Babia a patacho in-
gle* Glenlevet, capito Dexter, com a raesma carga
que trouxe de Terra Nova.
dem para Macei barca ingleza Zenia capito
Browm, com o mesmo lastro que trouxe da Baha".
EBITAES.
O Dr. Francisco de Assis Oliveira MaccL caval-
leiro da oVdera de Cbristo e juiz do direit) da
primeira vara criminal, substituto da do corn-
mercio em exercio n'esta eidade do Recife do
Pernambuco par S. M. I. e constitucional o Sr.
1). Pedro II a quera Deus guarde etc. ete,.
. Faeo sr.ber pelo prseme, que nos termos do
art. I.9 do decreto n. 1635 do 15 do setembro do
anno prximo passado, dentro do praso de 30 das
contados da publieaco d'este edilal receber este
juzo propostas por cartas techadas para a arre-
malaco.pbr venda de dous eseraves a qnem por
elles mais offrecer, sendo um de nora*i SarcoHno,
cabra, com dade de 2 aunos pouco mais ou
menos, avaliado por 1:300*000, c o outro de no-
me Pedro, creoulo com 28 airaos de idaJe pouco
mais ou menos, adotntado, avaliado por 1:000-3 ;
ambos penhorados por execujo de Joaquim Ma-
noel Ferreira de Souza, contra Francisco Thomaz
de Bajros Campello c ontros, c se acham em poder
do dito executador Francisco Thomaz de Barros
Campello.
E para constar mandei passar o presente que
ser publicado pela imprensa o atlxadee nos laga-
res do costurae.
Dada e passado nesta eidade do ilecfe de Per-
ambuco aos 2 de mato de 1870.
Bu Manoel Mara Rodrigues do Xaeoiaaento os-
criwo o subscrevi.
Recife, 2 de maio de 1870.
fr-nrijeo de Atsis Oliveira MacitC,
Joaquim Jos Silvaira, tenente-coronel com
mandante do I" batalhao do infamara da
guarda nacional do municipio do I\ecife,
e presidente do constlho de qualiDoagao
da freguezia do S. Antonio.
Faco saber a quem interessar, qne de
confjrmidde com o disposto no art. 1"
parte 2o e art. 9a do decreto p, 1130, i de margo de 1853, e instruccoes de i\
de outubro de l."0, se tem de reunir no
dia 13 do corrente tnez, ho consistorio da
igrej matriz, o consellKi de qualicacaopara
a rovizo dos guardas nacionaes, aislados
o bm eonceitaqjie fax de ineu carcter, delicado- [na mesma freguezia.
E para que ebugue ao conhecimenlo de.
tudas,.maade passar o presente, que seri
publicado pela imprensa e aunado ros lu-
gares mais pblicos da fregu a.
fttJartel do commando do i batalh5oJj|
----------- ,.. iafaaUria da guarda nacioial do note
*40A O J RtoFyp KMAfO. do Rftcife g d0iB|10 d
i lp amSr tad j Joaquim JosfSiteetra.
Assucar de Maeeio 2^737 por 13 kil. posto al Tenente-soronel commandante.
Havehdo a cmara municipal determi-
nado fazer levantar om monumento qne
;irva para per[)eUiar a memoria dos feHot
nos campos rio Paraguay, convida a todo
i'S seos muairipea a cocorrrem com seos
donativos para o tm destinado ; bem assim
convida, a lodos oa Srs. naaobeiros para
apresentaivm ti dezonhos precizos para
levar a e'eito esta id a grandiosa.
Pago da careara municipal de Recife, "i
de maio de 1870.
IV. Betito Costa.
Dr. Lobo Moscozo.
Dr. Joo Mara Seve.
Jos Mara Gameiro.*
Caetano Ceryaco.
Dr. Prxedes Pitangr.
Francisco de Miranda Leal Seve, ol!i:ial da
imperial ordem da Rosa, teuenfe-coronel
commandante o 3o balalWfo de infanta-
ria da guarda nacional do municipio do
Recife e presidente do eonselho de qua-
liftcacjio da freguezia da Ba-Vista.'
Faco saber a quem interesar possa, qne
de conformdade com o disposto no art. Io
pane Ia art. do decreto u. UJO de 1
de margo de 1833, e instruccoes de 25 de
outubro de 1830, se teerada reunir no da
18 do corrente mez no consistorio da igreja
matriz, o consellio de qualiicaco para a
reviso dos guardas nacionaes, alistados na-
mema freguezia.
E para que clicguo ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente, quo seri
publicado pela imprensa e allixario nos lo-
gare- mais pblicos da freguezia.,
Quarlel do commando do 3o batalhao do
Qfantaria da guarda nacional do municipio
do Recife, 4 de maio de 1870.
Francisco, do Miranda LealSccc.
Teneule-coGnel commandante
ODr. Arminii Corillano Tavares dos Santo*,
juiz municipal da segunda vara do" crme e 'i-
vcl eprovedor de ca-ictT's o residuos, nesta ei-
dade do Recife de Pernambuco e seu termo por
Sua Magestade lmnerial o Constitucional, que
Dens gnnrde.
Faeo saner pelo presente que, Jorge Garland
Siarr, na qnalida le do teslamenteiro de Cbristo-
vao Slarr por .en advegado, me dirigi a peticSo
do theor sgditite :
Illm. Sr. Dr. provedor de residuos.Diz Jorge
Garland Siarr, primeiro listamenteirb de Chrisio-
vao Starr, morador que .1 i nesta eidade, onde
poesfri pi'opriedades in|ortantep, que tendo elle
fallecido as proximidades da capital d.f Inglater-
ra e bavendo a,u ebegado a infausta noticia de
seu falle-m etilo no dia 7 de marco projtim nas-
sado, leudo deixado era mao do supplicanle o tes-
tamento jnnto por certidao revestido de todas as
idemnidadcs legaes. pretende o mesmo suppliean-
te para dar exectiijao as disposioSs testamenta-
rias daquelle fallorido, precederlo inventario rt
toda sua '-.'.eiida por osle juzo da provedona; pa-
ra o que vera re|iierer a V. S. se digne admtlir-o
supplicanle a prestar o juramento do estylo e pro-
seguir nos 'ermos ulteriores d mesmo' inventa-
ri i, citado ) Dr. procurador fiscal da fazenda pro-
vincial.
li porque ns legajarlos entre os quaes o finado
testador desies bous, ?ua fazenda, alm do snppli-
cante e do sua filha Mara Aie.net,sao numero-
sos e residentes em diversos lugares da America
Infrien aa ibidos, requer ouiro sim o suppli-
cunte a V. S. que se digne de admilti-lo a jnslili-
car aauzeii.'ia descoa uiiiro' legatarios, atim do
seren citados por edites cora um prazo rasoavel,
iionieanJi -!;!- um curadjc que p. r elles assista
aos termos dcstoinvinlaiio, al que se aprsentelo
os seus respectivos procuradores legalmenlc Cons-
tiluidos. Assim, pois, pede a V. S. deferimento.
Dcslribuida esta par. dependencia ,ao cscrivao,
eio cujo carlorio se acba regi-irado o te-lamento
original se proceda na forma requerida. B K. M.
Eslava -.lado com a respective t^tampilba.
Ili-cife, i de abril de 1SC0.Oadvogado, Dr.
Vicente Perera do llego.
E nesta petirao dei o dispacho do theor se-
gniule :
Como requer. Nomeo curador o Dr. Aminthas
de Carvalno, e dcsigue o escrivo dia e hora para
a juslilieaWioriqui-rida.
Uecife, 13 i le abril de 18G0.-Anr.inio Tavare-.
Em viitule deste raen despacb i foi feila a des-
IribtiQao ao escrivo D'iningos 'Viines Kerreira, t'
qual assignou o dia 'J do abril de'le anno, para
a inqnerjcao das totemunbas, as quaes Harto
apreseutitd.is nesle dia pelo supplicanto debaixo
do juramento prestado no vro dos santos Evan-
gelbos, depoieram c mvenientemente acerca da
au/.i-ncia dos legatarios sefmintes ,era divers- s lu-
gares da America Ingleza nao sabidos : Mara Aze-
net, era Inglaterra. Judos os lilhos de Anua Mara
de Albuckle (viuvaTaxloi ein Inglaterra. Tod.s
os sobriiibos residentes em territorio britannico
que nao e.-iejara sugeilos a estado algara estran-
geiro, que sejain lilhos legtimos de rmaos vivos on
fallecidos do dito finado, constante do auto de in-
ventario e do re.-p. divo testamento ; pelo qne o
esc i vio depois desellar e preparar os autos me
os le conclusos, e nos quaes dei a .-eutenca do
theor seguinte :
Hei por jn-lilicada a auzencia dos supplicados,
alienta a prova producida, c mando que sejam oa
mesmos citados por ediles de <0 diasna forma re-
querida, pagas as rustas ex-cansa.
llecife^i de maio do 1800.Arminio Coriolano
Tavares*1li)S Sant >s.
Em cumplimento desta seutenca o respectiva
escrlvao que este subscreveu, fez passar o presen-
te edilal com o prazo de sessepla das, pelo qual
e seu liifur, chamo, cito o hei por citados aos re-
feridos herdeiro' auzenus do dito Cbristoto Starr,
para que dentro do d.to prazo compareeam por si
ou seus procuradores ante este juizu, abogando a
provando o que fur a bem de seus direilos e jos-
tica sob pena de revelia.
E para que cheguo ao coubecimeniu de lodos
mandei passar u orronte, quesera afixado nos
lugares docostume e publicado pela imprensa.
Dado o passado nesta eidade do Itecife de Per-
nhmbucn, aos 9 de man de 1870.
liu Domingo- Kanes Ferreira, escrivo subs-
srovi.
Arminio Coriolano Tavares dos S talo-.
O cidadSo Francisco da Silva Reg, juj-i di
paz do segundo anno en exercicio, da
freguezia do S.S. Sacramento do bairro
de S. Antonio da eidade do R'cifc pro-
vincia de Pernambuco em Mrtude da
lei etc.,
Fhco saber aos que a presente carta de
edictos vfrem ondella noticia tivrem, quo
por parte'de Zefeiiao Jos da Costa Maia
me foi inderessada a pelico do theor se-
giinte:
Illm. Sr. juiz de paz da 'regueziti dS.
Antonio, Zeferino Jos di Costa Maia,mo-
rador rfesta freguezia, quer fazer citar'ao
Or. Fraricisco Pinto Pesso'a, para na l*
d. ste juzo conciliar-s com o supplicar-tt
sobre a pagameaio da quantia de i:5u0l00t>
de que Ihe dmedor o por que o uppli-
cado se acba ausetite em lugar que o sup-
plicanle ignora,, por isso pede l V S., e
digne mndalo citar por cartas de edtale
proceder na firma do estylo- sob pena de -.
revelia e custa, assim pede V. S. a deiferij
^rjenio. Espera receber merc, Recie .'
de maio de 18'0. Zoforinu Jo-. da Co*U
Slia, eslava com o sello de estampba de
l-'O rsNa qual pcljcSo dei o des|cJip
qos se Segu
Justifique, freguasia da S. Arito do
Recife 4 do maio de 1870.Fraocis
Si,va Reg. Em viriude do qoa i
ge procedeu a ioquirjco de te"
que dep iseram sob o juramento
Evam-alhos 3 respeito da ausenei
lesa do lagar da reside i
isco Pinto Pi
pajado os a*^^^^H
a por ti
len?a do theor seguim
Visto provar-se pelo depoimento das tes-
atoa



Dtmrio de fttagfebMo Qoart jfeira H de Aiwo de 1850
*
i
I del
_ maif si
oarfc rs autos
da qoal se paaaou ao jtistitic-aute o prsale
edltal com o p'ra'o de 3Cf'dias, pelcT^afse
chara J cila-se o referido Dr. o?raacsco Pinto
Pessoa, para parec por i oh p jr seu bastante proeora-
dor para e proceder aes termos da coa-
ctUacona forma da peticlo 'qnalquer
oatra pessoa para que llie faga saber desta
mesina citaco, para qoe nio iqaa iide-
feza
O portero deste juiso publicar este nos
lugares raais pablreos dcSta freg'tietia e o
aflixar passando certido em forma. Fre-
gtiezia de S. Antonio d> Recife, 7 de maio
de 1870.
En Julio Cenr Pereira da Rocbi, escri-
vo interino -que aubcrevi.Franoww da
Stfva Reg.
As sello 300 r*. Yalha om seJ/o. m,
*>ausa,Silva Rigo. Nada mais sa.motii
nlia ;m dito orignala qac me reporto e
dou .
Era ut silera. Subcrevi e assigrro.
Julio Cetr Pereira ito lincha.
11
DECLARACOES.
Imperial e re consulado da
Austria e Hanima era Per-
naoibueo.
i*>ede-e aquism poder dar noticias exacta- de
subdito uegan. por nome Jos Ziler, amos che-
Sado au Brasil, de euminuuiealas reste consula-
o. C uno tambem nao se duvida dar urna racom-
peas*, se for preciso, para abterern se raais faeil-
inenre as"noticu< que se pedem i semelhante res-
peito._________________i ___________
Pela reeebodoria de rendas internas geraes
se faz publico, quo ueste crrante mez de niaie-
que se (inda o prazn em que os coulribuinles do
imposf.) fessoal. relativo ao segundo semeslro do
exntelo corrente, eniro os quaes se coraprehen-
dein o- emprcgaJos pblicos geraes, provineiaes e
municipjtfj, Uem de u;ga-lo i bocc* do cofre c
tivre lie multa, e que fiado o Mferido prazo, ser
cobrado com a mulla de 6 por ueato.
Kewb.doria do PeriKrmbuco, 2 de nonio de 1870
t administrador,
Manoel Carneiro de. Su'uzn Laceria.
1.4MM\.
lili-13
artista Luiz, sobre
#.' &sr.
estrado, apMseata'Jo.etr,
ridio, pela scnliorila Afiia.
30TMfus, oto *W de um fgWor, s.
eotilerapnrauea,.. par Luiz, mitr mu cavado.
latervajjo de 30 minutos. _,.
8 As-postaras do challa pela menina 'Juanita
de 7 aaoss, sobre tim oawirflo.
9. PeWtiinein vea o tambor Aereo, pele ar-
tista Aldab >.
fp. Pefa l vez os tres Alcides, pelo artista Luiz,
Cesar o Tcente, sobre res wwalles.
11. Finalisando-se com ama chistosa panno-
mima.
0< bifheies de camarotes, cadiras o plateas,
vende-se no utesmo dSm>.
PIjKIOS
Camarotes com '6 entradas........ 12*000
Caaeiras-......,................. 2*00
Cadeirasf. avirWas pira senhor*..... 1*080
N. B.As' pdrlas' do circo abrero-sa s 7 (IW-
ras da ooute, dando-se principio s oito em
"PW'o- .v .
AVISO
OjtsfinbariB ;.jj.2; estar co-
bejlos os seus rama rules.'
Todas as niiartasfeira?, sabbados e domingos,
iaver funefa no Hreo.
COMP\NHIA
9
r.
VTcsacao ooNtfirn pr vapp
ParaiiMU. mdor^ovo, Ara-
caty, Gear, Mandali, Acarac e
Onraia.
O vapor Potetuji eonWiaBilanu
Azevedo, seguir ara o JprW'
. acuna ao da l do correiite as Sbora-'
, Recebe carga at dia 3, eneoaB*
, rp'ssagerfos o' djnhciro a ffete at a;
I horas da tarde do da ir sabida no eseripto-
rio do Porte do MatMs a. ti.
nefids,

Para Lisboa.
Vi stabip com breyiade o brigue portugnez
Bella Fgneiunie, capitSo Carvalho, para carga e
pas-ageiriis trnia-se coi E. H. Rabello & C, ru*
do Goinmercio n. 48. '_________________
. ^AfltiiA PltNAatBlj<^NA
Navegando cmtetr* por vapor,
Msmanguape.
O vapor Maniahu, commandaote JnKo, seguir
para o porto-arima no da t do corrnte as 6
nora da tird*. Recebe carga eocomraendas passa-
geiros e dtoheieo a fre*e at as-10 horas do da
da" sahlria, to escriptorio da compermia no Foite
d.. Mallos n. 12.

Das casas terrijas da roa 'da Santa Gru I reir "a s'va santos, Juo Pe*Da0-
ns. Oie fj6eoto\elp n. %, edificadas A
eaj cbKos proprios, coro grande quintal
mralo, sendo que os fundos daspri-
que os .
meiras dao.para os fundos da cata" da
na do Colori, com porto,
Saltba4 t do carrate as 11
- fctfraMi^ .
O Menta Pialo legalrnerite autopiado fori Iei-
30 aas w*88 cima menooiiadas em umounias
lotes, as quaes se .tordaoi recoratnendadas por
serem edificados m bna*. ras, chaos proprios
eJwr ter urna deltas grande splo ; o leilo ser
elTectuado as II Inras (fu a cima dito no es-
iptorw do referiflo agente.
des Bautista, Mnotl Jos de Faria.
J. P. Adodr At., Franefeeo Jos
f-.m&w
:1S^73
Limito
"^^.^*T
liba de S. Miguel.
A escuna portuguesa Oku, sepue uestes poneos
diis patailjKato aeiaa! paraa resto da carsra.
e pas>ageirus para os quaes tem bons comm
Sitase cpm seu consignatario /o&o do llego
ma, ra do Apollo o.. ;
THEATRO
GYHR1SI0 BRAMTIGO
1 (No Monteiro)
K6B A MUegAO DO ARTISTA

O rtdftrinlsfrador da recebeduria de rendas
iateniac treraes faz pubtieo que, em viriude da
oreoUr n. 1 do minisierio da fazenda de ti do
abril uliiiuo, o novu regalameato para arrecada-
io d" imoosto do solb a que se refere o deureto
n. 450.") '1,'i do mosir.o me. e tue j fui publ w-
nn. Bimiot de Permamm^i ns. 0') e!)l de 2J c
-3 do referido mez, duve ter tsataeaa do dia 19
d) correte em J'.ale.
Rvibedorb de PeraamBjCy. 10 de maio do
________. M'i),(/ C i-iiciio i/- Svizti {acerad.
Tribunal do cooisuercio.
Pelo preseni! se faz publico que o merelissimo
tribun::l do commer i) designou o dia 31 do cor-
rente para a prova de labil.t.i ;i,: e comiortaoien-
co dos preteadentes d i lagar vago du amanuense
' testas t laria, devundo para, esse U
os mesicos preiendeales compirecerem nestase-
r.-tari.. a-i 10 h iras de mubaa do rer-iilo dia.
Sderetacia d) tribua! d-i euomercto de Per
naaibue.1,10 do rnaw di
De-Giovanni.
Abreu.
1.S7.
i) o] 'ial-i iaor
JtiUo GuimarHes.
Con$e!SG de combas navaes
O prowww no dia 18 do cirronto mez
vista '.,: proposias recibidas ;.< as )1 horas da
oaanl i>- ,\, estro, dos
objed da armada seguimos : 20 al-
nto i para si :", i-1 earrinbos de mi.
1) ':t-.:,' iu:re i'.' de fcrro de lJ polecatla
reforca la, i; f [' n ,! tas tendo ca i um 8 ps de
comprimento c es de ferro de
<|i d i, G pos d a a4 de I tr
lie le a:: i ;.: | as le amolar de .'!
9 de grossura, 4
arrol sos de
folia > i '.i. ; i dvzias de laboas de
P'dho 3 iDlegidas, 10 duzias de ta-
!' '' cara i de 1 nolegada, i pecas de tape-
te, 1 del C v ; oteas d'e pinito pa-
ra p : n lodo co oprimeaiq :>'> ps
rp nidio 7 | logadas de diaicetr-.e 6
: de pinho pira mastros de escalercs,
tonfl sato :-,i ps e grossura do moio
6 liJ las di di .i
': i o cooselho do meneloiiado dia c par
I I .na contraa os Srvije* de barbeiro a
nfei 11 narinha no crrente trimestre, e o
fornecim mi durante elle aos navios de armada e
.nenio de marinha, de velas sicarinas de
ei ; r prias para lant-jrn s.
de conTpras'narae?
JO de mai i de 1870.
o seeretario,
AlexanJre ltaJrigues dos Anjos.
Juiz; dos Mos dalazeiid-j
naci. ?nal.
D crdem h Illri. Sr. Dr.juiz dos feitos
da fp/.eoda desta provincia faco ptiolico que
ys; .oes e mais diligencias relativas
o e\:ii!r!oencapelado do Ilamb, annuncia-
das rio;, edrtaea affi^ados em l de dezem-
* Itro do armo paasado e em 17 de fevereiro
do corrent?, publicados no Diario de Per-
na le 10 d > dito mez e auno, c que
eva viriude ih anmincio inserto no Diario
di! 17 de margo ultimo rbram adiadas; terao
lugar agora d.j dia 'V du crreme em
dianto as coatarcas de (oyinn i e Itanh,
t>ei qie o -.un d; :o diasm rta-
dos do segn 'i'inics editaes aos res-
pedivo aiTematanles para solicitarem suas
carias ic arrematarai) se contar do referi-
do dia 17 do corrate a -17 de junho pr-
ximo vinlotirc. sob a mvsma pena jcom-
minadj de nullidade das arrematacoes cele-
;fim de qio nossam -rccolber ae .co-
fre da titeo.r.ina a importancia.da^ mesma$,
arremsbeoes em dinhain on om letras,
dev, -rrer,^ia:ites a prazo assigna-
rem previamente s escipturas de liypo-
tueca dos bens com jee pretendem garan-
tir a sua'respensabilidade.
Kocife, 4 d*j maio de 1870.
O eseiivfio,
Luiz Francisco Uarrclo de Almejda..
i______!,
CIRCO
NO
PAVIODSS. ISABEL
EQUESTISOnmifiAmiTItA
D. MarsM Gasali.
VAKIAA FONCCAQ
4|anrta-fefra 1 :|i;crreate.
As oito h ra n ponto.
Pela r*i'n-.ra ?e exeeotar os
irez Miar diffl
Aid.
^al>b:iiit> 11 do eorrenie
Represeanr^e-ba com lodo 6 t-smeru possivel,
o apparato.o drama sacro, de grande espectculo,
em 3 actos e 4 quadros,- ornado tle tmisica e en-
requecido de iraasfurmacos e visualidades inti-
tulado :
GABRIEL E Ll'SIIEL
ou
OS MaUIIES de s. ayo.mo
Personiffetts Actores
Frei Antonio religioso )porluguez Peregrino.
SabrielO Aojo Bom D. Justina.
I.usbelO Anjo Mo. Draga.
Ezclinosenhor de Verana, ge-
neral do exercilo do impera-
dor de Alemauha, Fredtri-
co II
Frei Eliasgoral da ordem dos
menores, que succedeu a S.
Francisco o instituidor da
mesina ord;:n
O sacristaomorde Santa Ma-
ra de Padua.
Pedroleiio, seu ajudante
Ignacioideni
O cardealenviado por grego-
ris IX a visitar o convento dos
franciscanos
Marlim do Bullioes, pai de froi
Antonio, empreado na casa
dos seuhores reis de Portugal
Leonardorapaz do povo
UerliaSua me
BarietePaduaoa rica
Oliviasua lillia'
ClemeatinaDonzclla pobre de
Veroni
Marco Aureliovendedor de o
mosliveis
Reiigiosps menores, guerreiros, comitiva do car
deal, povo de Padua e Veroiia, sentinellas, fraJes
ele.
O scenario iiit* iraraei.tc novo o execuiado
pelo habitlssicaj bccildgrapho o Sr. Adolplw Sal-
ilanha.
Diaohinisnio, accesorios e todas as pegas de
transformado, foram pn-pirados conveniente-
mente pela Sr. Mano I lavare* Pinto Porto.
O vestuario foi clnflajo ao Sr. Julio da Roclu
Ferroira.
A mu;iea ensaiada pelo Sr. CohiV Fillio.
A djreeeio, ar< sarando idos os -roeiot a seu
alcance, alim do ilustrado publico desta capital,
poder ge ;n grande dispendio gozaros espectcu-
los no Gymnasio dramtico, mormente agora que
a eompaniia se acba reforcada com ai listas de
rcconue:ido mrito, rdsolveu, dqrante os mezes
do invern, Btjtabelacr os preces das bilhetes do
modo seguinte :
Camarote com 0 entradas 1S000 i
Cadeiras f3O00
Platea IjOO
AVI SI) ESPECIAL.
As pessoas f|i!c niorarem no Itecife c em toda
a liaba frrea at Apipuco3, quando comprarem
bilhetes de camarote, ou cadeira, a direcijao Ibes
dar pnssagcm gratis em wagn, antes depois
do espectculo.
_N. B.Us bilhetes acham-se desde j, na esta-
o do Recife, na casa n. H) ra Bella, ou no
thealro.
lEILOES.
".
Sonsa.
Airosa.
Frcitas.
Emiliano.
Azevedo.
I'"du3.'>.
i), i vu,jia
I). Francisca.
U. Joaquina.]
D. Mara.
Baha.
----------
do brigue Augusto
A 11 do corrente,
O capiuo. H. Scbuldt far leilo por interven-
cao do agente Ollveira e por conla e risco de
qitem porlenser c em pre:enca do Sr. cnsul da
confederacio norte-allemaa nesta cidade, prece-
dida a auiurisaco da alfandega, com assitencia
de um empre^dujiscal desia reparlicao, do dito
briguo norte alterna >, om todos os seus appare-
llios, pertfnees* sobracelleutes, uhimamento en-
trado ueste/ porlo.onde foi legjlmenle eoml> mna-
do eui viagein e,!^ f.-zia procedente de Buenos-
A y res com destino a Palmouth, e Jal qual se acha
f'indeado ne?lftnncorUonro, mle podo ser pre-
viamente examinado o o inventario com todos os
acoessorios em mao do dito ageaWi,
IIJE. .
so meio dia em ponto, no grande salo de enlra-
d:. la Associai.ao Commereial -Beneficc-nu desta
praca.
Da armavo, eaeres e uiafaaer-
tent-es exfeteatea na tafcerna
*'*** ********* *
Segundr-fetra tS do corrente.
i ^a*lle p6"nw IsgaiaaBt autori-adje- far
lamo dos genoros, armaclo e mais uteneilioexis-
te.-jes na taberna da ra Augusta n. 1,'garate-se
a caave i quem comprar, tm poui:os'fmjdos c
exoMlentc fregueaia, lo balauyo achase em" mao
do agente e o leilio Hr-i lugar secunda-feira 16
dojcorrente as 11 horas da machia ha mesma
taberna.
Pianos, movis,'ferraueos e velocipcdc?.
A SABEI! :
3 superiores e b >n.t >s pfsaoj' fortes do 3 cor-
das e d>: aiataiiu (lavo.)
42 caixas ctn m duzias de tnico para ca-
bollo.
100 duzias de ps de ferro (americanas) com
cabos curise eurr-pri-Jnsproprias para a^.-ul-
lur.
38 duzias de macb,.tdjs americanos ctl'ados
d'aco e com cabos.
12 velnclpedej de 2 r.ihs.
1 caixa eaai bo.nt),-.
80 caixas com caiides para segurar ronpa.
O duzias de cadeiras com assento de pailiinha
e de pao.
. 10 cunhetes com laxas proprias ara seleiros e
ainanqueiros.
caixas com preps para barricas c outros
muitos artigosque estar j patentes na occasio
do leitao.
Todo ser vendido sm reserva de prejo e ao
correr do martello.
HOJE
NB armazem da rui Nova n. 9.
Por iyti'rvencio dj? agente Pinl".

GOMP.VNHIA PERNAMI5CCANA
DK
^ Navegagdo costara por vapor
Macei, escalas Penedo e Aracaji.
O vapor Giqui, commandanto Costa^ segui-
r para os portos cima no dia li do corrente.
is *i horas da tarde. Recabe car^a at o dia 13,
encommendas, pas;ageiros e t.iheiro a fretc
at s 2 horas da tarde do da du sabida, no es-
criptorio do Forte do Mittos n. 12.
Para o Porto e Lis-
LlLA
Do dous hotos -com os c-jpetentes remos
senoo um dos bolo; grande o o oulro
menor.
O agente Marlins far leilj por ordem do Illm.
Sr. Dr. Claudino de Arujo Guimaraes consol Portugal dos boles cima, pertencemes ao ali-
nalo J.js da Silva Pires, ser. h qtro o sol i grande
- cha fondeado na cooa dos Passarinhos e o
pequen; em um estaleiro no caes do Ramos.
Quints-feira i di Brrente.
As II h >ras di dia no ces da Lingraeta.
L1LW
BE DIVIDAS.
O agente Marlins compcienleuiente autorisado
pelo liquiJawe da Caixa Filial do Banco do Brasil
rara leilao, na dia 16 do cerrante, as 11 horas do
da das dividas adianle descriptas, cessando desde
o momento da arrematar) toda o qualounr res-
ponsabihdade d dita caixa. As dividas serlo ar-
rematadas juntas o separadamente conforme a
vontade dos pretendemos.
OJeilo lera lugar no predio aondo foi a Asso-
cuc;io L.-Komercial..defwDte do Corpo Santo.
Joan Paulo de S-uza, Joao Tbeo-
toniu Bezerra, Siveritt Joaquim Ma r-
Hns dos Santos.
Joo Paulo de Sonznr Sebtstiio
Antonio da Sil-aBaxi b.lveiio Joa-
i|umt Martjns dos SaiMo^
Manuel J.v- Fenviu Gusnao,
l'au.-lii.o iq G uto; da slva liego,
Joao Paulo doSoiua.
Mannel Jos Ferreira Gusi\aj, An-
tonio Jos Ferreira .Jnior, JAo Pau-
lo do Sonze. \
Ji5) Paulo de Soaza Mi noel Rav-
munJo Perrha Forte, ThoradJoa\irfm
Ma->carenhas llamas.
Joao I'.iiihdc Souz.t, thbm Jia-
qnim M.scarenhas R.::ios.
- Joao Paulo a Souz i. Jorge Fer-
reira Fernandes do Sioueira, Mauoel
Jos Lee
J'So Paulo de Souza, Tboro Joa-
quim Mascarenhas Hamos, Manta
Jese Leite.
Antonio Pereira da Silva. Jo l l'.a-
zeniro da Uva Machado, Manoel
Zeferino, Din llarreto.
fon Felippe ib? Sjuto?, Igaacio
A. i y Ferreira.
Jcn :'zen,iro da Silva Macharlo,
Antonio Jusliniano Raes lltrreto, M i-
noel Z ferino Dias Barrete.
i'. ..i.ito & il.. Joaquim Jos Bap-
st.o, Jcaqmm Ferreira de Souza.
Massa fallid^ de Joaquii Lucio
i da Fr.mca, Joao Paulo do
Souz;*.
Siqoeira eVrererra, tM Prancisc i
PeVeir* da Silva, Candido l'ereira
M;nleiro.
Aniii vives da Fousecn,
Squera A P.-reira
Massa fallida do Joa^tmn Lucio
MoBteira da Franca, Joao Paula de
i a.
i aa & Pereirr., Jos Lu'z Pe-
~ teir, rjrfndd Perei i Monlciro.
Siqnerr i A Pereira, Ji ao G mes de
i.
Hassa hl\\s de J olm Lucio
M .' ir la Fraa ra, fose Soares
Pinta Ocrea.
Francisco Cavalcant do AAfl
que, Candido Pereira Hpnteiro.
Ventura Pereira Pwna, Joaquim
Jos do.- Sanios A '
Siqueia e P. reir.'
Si | iclra & Pereira, Baymond i de
Ara i Lima.
Patacho porloguex Se/xas / acha-se proposto e
recebe carpa a frete : qem no mesmo quizer
carregar oulr.dc passagem, dirjase aos consig-
natarios Tbom'ax de Aqu no Fonscca & C, na ra
do Vigario n. 19, 1" audar.
C'ompaaala amerlcaaa e brasi-
Iclra de paquete* a vapor.
At o^dia lo do correte esperado de Nw-
York por S. Thimaz e Para, o vapor americano
Men-imack, o qual depois da demora do eos tumo
seguir para os portes do sol, para (retes e pas-
sagen- trata-secom o? agentes Henry Forster &
C, ra do Gommercio n. 8.
E5e in>veis. louca crytries e i
eofee.
A SABEI1 :
Urna mobilia com 1 sof. 1 mesa, 2 consolOs e
II cadeiras, 1 candieiro a az, 3 pares de jarros,
escarraJeras, 1 tapete de sof, C ditos peque-
os, 2. lavatorios, I secretaria, 1 cama de ferro, 1
cofre, 1 guarda loue>envidracado, 2 apparadores,
1 apparelho de louga para jamar, 1 dito para
cha, compoteiras, 1 torno de bandeijas, garrafas,
copos, 1 gallieteiro, facas, garfos, coieres e mui-
tos outros artigo3 em borii estado, de casa do fa-
milia.
Quiota-feira 12 de maio.
Casa la na da Palma n. 29.
Por inlorvencao do agente Pint >.
Principiar as 10 horas em ponto.
LEILlO
Em continua^ao
A 12 do corrente,
Mgalhe Irmaos continuarSo par inlervencao
do agentelireira, o sen leilo de perfeito portl-
inento de foseadas anteriormente declaradas.
Q;iHit;'.-feira
as 10 eras da roanhi, em seu armazem, ra
da Caleia do BeCift.
006*932
8281000
918J683
8238793
l:8o780o
3:0J.JJ370
2:261 i7i
lAUVlOS
2:93G$::00
2000
3:o(J05000
t^MOfOOO
1:738*0 10
1:4672S7
2>.42I7000
4:718312
1:7^1 ,70 1
8921510
4.*i20
1:0811331
;3l8932
2:142*000
COJIPAlHIl
DAS
Messageries imperiales.
At o dia li do corrento mez espera-se dos
porto* dd sal o vapor franeez Aviazone, comrnan-
cante loret, o qual depois di demora do cosame
seguir para Brdeos locando em Dakar (Goree)
e Lisboa.
'Paracondic*!ts, freies o passagens tratase na
agencia ra do Gommercio a. 9.
Para o io d J nei o
propoese o brigue portuguez Judtlh : quem no-
^^bo qaizor eaiMgar ou passageens, trate com
artsta oaeonsiguuariog.Thomaz de Aqnino Fonaew 4
C, na roa do faario n. 19, i andar.
Em cootinuaco e por liquidacao
Granda posi?ao
De porcelaaa, vidros, crystaes e metaes,
constando de copos, garrafas, compotei-
ras, castigaos, 'fruteiras, chicaras, cane-
cos, apparellios para cha e jantar, guaj.
nicoes para toilets, candieiros a gaz, jar*
ros e vasos para flores, figuras", eafeites
de mesa e muitos outros objectos qoe
sarao presentado*.
exta-felra 13 de malo.
Por intervengo, do ageote Pinto, no armazera
da ra da Caaea n. 6.
Principiar as 10 .-toras.
Do patacho nacional Adelina.
O agente Pontual comoetentemente autorisado
vender em leao o patacho nacional Adtima
coa ledos os seus pertences, notando se que o
dito patacho tem fundo de prato, furrado de co
bre e muito veleire e pega 12 rail arrobas.
Os Srs. protegientes o poderao examinar den-
tro do Porto- nao He aehase aocerado e e acor-
rerem ao leilo.
Sexu^eira 43 do eorrenie.
As II horas na Asocfe?ao Commereial.
S8G$32o
.. PeKira.CaBiiuerei-
1:70
SI : ''ida de Joaquim '..
HoBleira da F/ansa, Joo Paulo . Jo.-e Seai a Pinto Correr. -1:7923631
Luiz Pereira. SiqueiraetPe-
reira, bandido Pereira Monteiro. 1:460*700
Btyueira A Pereira, Auto.nia de
L'iit.Lyrt. 801*uG8
Teixera & Leao, Candido Pereira
Mouteito. 4-20000
Andr Aires da Fonseja, I: 1*178
Siqueira A Pereira. 0:1 i.. 1300
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Ale>:au-
drino da Costa Machado, Francisco
Xavier da Fonseca Coutinh... 1:932*!93
as Lniz P reir. 70i
Si.ueira & Pereira. 1:30C*|JOO
' Gamillo A C, Ignacio de S I. a
Fernandes, Juquim Ferreira de
Souza. I:30000
Hassa fallida do Joaquim Lucio
Moaturo da Franca, Btlarminu Al-
vs Arobxa, Fianci-jo Xavier da
Fonseca Couilnljo. 2:0O0'JO0
Jos Luiz Peo ira, .Narciso Mara -
Carneiro, Candido Pereira Uoateiro. 2;737"iOO
Jos Francisca Pereira da Silva, Jo-
s Luiz Pereira, Candido Pereira
Monteiro. 2:677*"JO0
Jos Luiz Pereira, Narcizo Mara
Carueiro, Candido Pereira Monteiro. 2:677*300
Massa fallida alo Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Fraci.-eo Xa-
vier da Fen.-eca Coalinho. 2:000*000
Massa fallida de Joaquim Lucia
Monteiro da Franca, Belanuiao Al-
ves Arouxa. I:i00i06'
Massa fallida do Joaquim Lucio
Monteiro da Frauea, Pedro Alexau-
drin-i da Costa MaXhado, Francisco
Xavier da Fonseci Counho. 1:391*191
Jjs.Luiz.IVr. ira. 1:130*813
Ignacio Nery da Fonsc:a, Joao
Francisco de Barros. ,r 13:000*000
Justino Antonio Pinto, Joaquim Pe-
reira da Silva Saote, J irdg J i.- de
Oliveira.. Joao Fernandes BaplL-ta, 1:732*740
Joaquim Pereira da Silva Santos
Manoel de Almeia Nogueira. Juili-
no Antonio Pinto,Fortunato Jos Fer-
nandes Pereira. 46i*6i0
Joo Fernandes Baptista, Manoel
Antouio Ferreira da Silva, Jord-o Ju-
* de Oliveira, Justino Antonio P.nlo 378*310
Justino Antonio Pinto, Joao F< r- '
Bandee Baptista, Jordo Jos de OH- i
veira. r 1:884*800
Joao Fernandes Baptista, Josv Pin--
roira da Ci.u, Ju>iino Antonio Pin-
t >, ordao Jo> de Oliveira. 580*010
Joo Fernandes B 'ptista, Joao Vic-
torino das Naves, Justino Autonio
Pint.., Jordo lit de Oliveira. 911*066
Joa-. Fernandes Baptista, Manoel
Antonio Ferreira, da Silva, Justino
Antonio Ptnio, Jordo Jos de Oli-
veira. 1:198*370
Bi(ilt*t% Fran
d*Suv.i Fe. i,-ira, Juttno Ai.Ionio
Pinto. J.rd> J.s* de Oliveira. 685*7J0
J.o Fernandas Baptista, I-mai>l
itmo dos SW>w, I .rdo J,\.-6
.leOhvoira, Jii*tin,i vuBvdo Pinto. 781*100
Forujnle- ftaplisti, \fc.noel
Ferrein
378*310
2:397*450
1:973*318
1:000*000
3:521*400
4/1*220
4:527iS47
1:871*130
1:733*100
727*S90
l:fi30*<00
1.983*310
730*900
81930(1'
113*177
971*33
6:107*28
4803691
t0)99*700
(43*725
4:851*000
12:11
- 7i*975
918J792
1:617*000
610180o
7-20*000
972*216
l:i*000
067aua
1:834*50)
2:02J 0SQ
84*oS6
l.'70MB60
6:21:1^...
4:0I
., 1*200
341*218
1:771*008
8:657*400
1:848
13:7503000
710*770
10:5l0jo00
l:fl8*Hro
7-103*600
1:031*920
K):84
f7:82*500
1:043*000
1:886
1:963*300
Rodrigues Bastos. 883*164
J. P. Adeur & C, Brito A C. 645*780
J. P. AJour A C, viuva Das Pe-
reira & Avellar. 726*660
Eduardo Adour, viava Das Pe-
reira AveJJar. 2:381*030
Antonft de Azevedo^la Silva Cam-
pos, Joo Fernandes Baptista, Justi-
no Amonio Pinto, 875*150
Justino" Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandos BaptlUa 1:!08*500
Joo Femandes Baptista, Joaquim
da Silva fiamos, Joaquim Pereira da
Tsilva Sanios, Justino Antonia Pinto. 1:087*105
Joaquim Pereira da Silva Sanios,
Justino Antonio Pinto, Fortunato Jo-
s Fernandes Pereira. li08*400
J. P; Adour & C, Brito ^ C. 1:435^66
J. P. Adoil'r A C, Francisco An-
tonio do llego MeHo. 253*188
J. P. Adeur & C, Ribeiro A Lobo. 2:032*740
Eduardo Adour AC, E. Broua-
sonsseAC. l:-799*830
Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brandfto, Antonio Jor-
ge Guerra. 1:698*323
Machado A Souzn. Cirdozo A Son-
za, Antonio Joaquim Machpdo Bran-
dao.
Machado & Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando.
Jos Victorino de Pai va, Silvestre
Lins de Barrds, J. P. Adour A C.
Antonio Jorge Guerra, Jos Fer-
nandes Vieira de Meilo, Jos de
Aquitu Fonseca
Silvestre Pereira da Silva Guima-
raes, Jos Francisco Correa da Sil-
va, Bernardo Joe do Barro*
Machado A Souza, Francisco Jos
Correa Marques', Cardoso A Soma
Machado A SoUza, Antonio Joa-
quim Maciiado Brando
Machado A Souza, Jos Duarte
Coulinho
Machado A Sopia/Estanislo Dan-
las Galera
Machado & Souza, Francisco fcs
Correa Marque, Jos Antonio Pinto
da Costa
Machado & Souza, Antoaio Joa-
quim Machado Brandao, Jos Anto-
nio Pinto da Costa
Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Braitdo
Manoel Peres Caropello Jacome da
Gama
Joaquim Cordeiro Ribeiro Campos
Antonio Jos Morera Pontes, Gui-
llermo Jorge dos Santos Passos J-
nior, Manoel Joaqun Dias de (lastro
Amorm, Fragoso, antos A C.
Amonio Jos M rera Pnntes, Pe-
dro Jfarlinlio dos Santos Jnior,
Custo'lio Ferreira Mcutinho, M.v
> el Joaquim Dias de Castro.
Augusto Pinto de tarcos A C,
Bistos A Lomos
Fancisco Alvos de PbIio
Viuva Amorm A Filho, Guilb'r-
mo Carvalho A C.
Seve, Fi flios A C.
Joaquim Francisco de Mtllo San-
ios, Guilhrir.e Carvalho A C.
Amorim, Fragojo, Santos A C,
Antonio uQiio Aranha
Guillierr.ie Garwdho A.G, viuva
Amorim A F.II10.
Amorim, Eragoso, Santos A C.
Barios Je Lemos, Bernardo Jos de
Barros.
Manoel Ferreira Pinheira e Silva,
Coetodip Ferreira Moutinho, Manoel
Joaquim Dia< de Castro.
Guilhcrme Carvalho A C.,' Joa-
quim Francisco de Mclk) Santos
Custodio Ferreira dos Santos J-
nior, Custodio Ferreira Moutinho,
Man >el Joaquim Das de Castro.
Joaquim Francisco de Mello San-
ies, Travasso Jnior & C.
Viuva Al 'lim .' FHhO, Tra
r & C, Gilberat* Carvalfi
k c.
Viuva Amorim A Filo, Travasso
Jjiii ir A C.
Travasso Jnior A C, Guillierme
Carvalho A C, viuva ^Amorim & Filho
Amorim. Frtrgoso, Sant k & C.
Bastos A Len s.
Seve, Fillius A C.
Francisco Alves d-' Pinli>.
Guiihernje Carvalho A C, viuva
Amoro A Filho.
Seve, Filaos A C.
Guillierme, Carvalho & C., Dernar-
dino Dtimiogaos Moreira, Amorim,
Fragoso Santos & f.
Guilhcrme. CaKaHto A C, viuva
Amorim & I
Bastea k i. es.
Apgnsl 1 Pinto de Lemos A C,
ngos Jos uis do Oliveira, Jos
Joaquim fle Souza.
Viuva An-orim A Filho, Guillier-
me Carvalho A C
Viuva Amorim A Filho, Travas-o
Jnior A C.
Seve, Pilhos A C.
Antonio Jos Mreir.1. P nles, Tra-
an 1 Xavier TiaMro Jnior, Manoel
J iniq Dios 'i Cistro.
Qneinj A C. (socios d exlincta
Arma d Brito, (Jneiroz & C.)
Has!os A Lemos.
Travasso Jnior A C, Guilherm
Carvalho A C.
Viuva Amorim A Filho.
Viuva Amoriei A Fillt., Guilherm
Carvalho A C.
J laqtiim Franci-co de Mello San-
; i lato Pereira Lima, viuva
Amorim A Filie..
Amorim, Fragoso Santos A C.
Guilherm Carvalho A C., viuva
Amorim A Pi.l
Viuva Aaioriui A Filho, Travasso
Janior A C.
Joaquim Frauc.-co Je Mello San-
!, Liud !lio Gomes de Leiros, viu-
va Amorim A Filho.
.Seve, FiHios A G
G fflierme, Carvalho 4 C.,Trav"sso
Jnior A C. 860*230
Viuva Amorim A Filho.Guilherm,
Ci.rvalho A-C. 2:141*500
Travas-.>-Jun;i r A C, viuva Amo-
rim -A Fillio. riri' 981*000
Ro-trou Rockfr A C .Miguel Viei-
ra de Mello. 1:247*160
Boston Roocker A C. 771*740
Martinh> de Oliveira Borges, los
Antonio Alves de Carvalho. 618*13
J s Joaquim Lopes de Almeida. 11:059*000
L;.uriano Jos do Birros. 38*>300-
Sebastiao Jos da Suva. 3:021*963
Viuva Amorim A Filho, Guimaraes
A 1 ('ocios da exiineta Orina do Da-
niel, Guimaraes A CJ 17:824*831
Guimaraes A C. (socio da exncta
lirma de Daniel; Guimaraes & C.) 1:037*000
Amoriio, Ecagoso, Santos A C,
Gniraarlies A C. (socios da extincta
lirma Je Dmiel, Guimarae3 A C. 6:336*017
Amorim. Fragoso, Santos A C. 162:610
Diminios FrancrscoTvares. 4"2:15i*3l4
Claudio Qnbfijx o mesmo con-
formo cima.)
Jas Valtos- Soares o mesmo con-
fvsTm7O:iniw06Ko imiu*-
lla\, 1 scsso ordinaria (in^ite-fefr?, 12 '
tto correnlc maio, pelas II oras fe bu-
nb5a.
ORDEM DO DIA ,4 ,:<
Abertura solemne de ora, escripfc/il Sr.
Dr. Al.mso d'Aiboqurque Melro. lacrado tv
enviado por elle ao Instituto ha dots annoa
para i-Qientc ser aoerto quando a ffBerra
c m o Paragoay tivesae firo ; ^BBSP
DiscnssHo do^rcarrnto que tem fe vi-
gorar de. 1870-7! ;
Pureo.'i'es e mais tratalho de -^om-
misscs.
Secretaria do instituto, 8 4c iak) da
1870.
Jos Soan* d'Azededo.
________ Secret-ria perpe^.
Vogo nellas!
Trr-z mi! linguas f... 40 rs. cada
urna!... E ceblas a 800 rs. restia ?t
S rjo- armazem do Campos xua 4o Im-
perador n. 28.
Chrga a todo?. FOGO NFXLAS f....
Ao Campos.
"' 'va i!...ilhada de.judov seu-
o a Liobioa uo iaia, c a saia propalada ife fcdo :
cu n quizer dirija-so a ra eslreita do Rosario
v-[_____________ i'TT
O abaixo assigmado para prevenir dovidas
ECMiitifiea ao Sr Francisco ILbeiro da lincha, mo-
ndor no engeiibo Una, em Barreirct, que t pa-
?0e ao me-mo abaleo assignado uma lelr" eom
qjatro mezes de praso, a vencer no dia 27 do cor-
rente mez, de principal rs. 147*160,-ti^toi- referida letra se olravii.m com o saque em bran-
. Recife 10 de maio de 1870.
Manoel J < Luiz Ribeiro.
PEDIDO
ma
Pek-se aos administradores da mnssa fiBida de
Antonio Pedro de Mello, que hniam de recomer
r.m banco, onde pos-a reuder agnmjuro, a nao
pequea ijnnna de mais de 10:000*, de que estao
na posse mansa c pacifica, rnja cuntinuacao
urna amosca expre si va de nunca mais iciminar-
s a liquidacao da infeliz massa em que tem tam-
bem seu (uinhao.
^^^^^^^^^ Um c redor.
AVISO"
Hotel rguia n'curo, a!
esr ifci dr> K0sni*it n.
Xcste estableci.'icnto >o contina,^ preparar
omedonas com asseo e promptido' por jireco
commodo, nao y p.ira aquellos ppsoas uce qni-
z.rem mandar .buscar, como para aquellas qu
ah quizeretn ir, lul-.a bosta e eoniento de seus
iie.ei; /."-. H.ivei a boa mao de vacca todos os
dominis e dias santos j ir uo conbecida ueste
e-i;.l.'!.' -'iienm, assint .como papa, das 6 horas da
inanbaa em ajante, le faj-inha do Maranbaa ; co-'
rvo o b 111 serve1 b tud -s os dis as 5 horas da
l.-rde, das melilotos u las do mereado, .para ga-
ranta o piroviiiaii 1 deste clabeleciinento Jos
Marlins I) a ,1 !nr-sc-lia
be asslgnatuias pa
ha empro prsenle. Rece-
re fi'ir.'.

Precisa se arag^r uma am qno sirva para o
- Tvr.) tenlo o e-torno de 11 -;.-o de rejuen.i
f nidia : a tratar no i" andar do stbrado n. 1 da
ra Augusta.
A irmandade de .\. '. I Coiicica. lilares nao iwdentfV) mandar fizer em'ofruioso-
I- ii;i.! pe- ii-11 ram 110 Paraguay,
por se achar em obra* a i;:, ja de sua Excelsa Pa-
droein, resolv n m,-: 1 lar c lebrar mfsws em te*-
'' 1 li me 1 "; i: -. na i '"i-o tli rresma
igreja, o dia Udoi enlr, pelas 7 horas da
i ]. para : -i;: I is c ravida a l : t ..,> r-
1; aos.
Precisa e de .na ana para C07inh r *_
se bem : na 1 ia de II ras n. I.
a33f!D^!]i\
PA
269*37'.)
:382*0'r2
1:723*000
1:M3*389
264*973
ii: 393 000
forme-cima.)
44:277*310
8:4n9*410
Jo-
AVItOS DIVERSOS.
Mndanpa.
O Dr. Owaltao Fraaeiseo du Lila Santos mu-
iou sua ponencia e con' ultorio para ra do
impiTiidor n. 87, 2 andar do sobrado cuio arma-
onserva anda hnje o aonic- de Allanta,
1 a entrada, quo palo lado da ponte Set de
v'!,'o.br., numero 57, da frente. Ahi,
ornando o tito r. no exereieio de sua pro-
1 a da operador. pSe ser procu-
rado a do da e da noote.
Jcravo cosinheiro e copeiro :
-e a praca da Boavisu nu-
GUERRA 00 SBAS L
CONTRA
AS REPBLICAS DO URUGUAY E PARA-
GUAY.
Acaba de "!!!. iva do Crespo 11. 2, i'i-f.-'.mu; do are 1 de :>
.'..-.; -..i i, onde se con' ... rfceber assisn tn-
r.13 pan a mema cl.ra.
JLltSPPilfiEVfJli I0MHER6AL
COLLECCAO
De tolas as proferidas, -em grao
d.; revista
Pe 1 supremo tribunal de j'istica e accordSos
revis es dos tribunaes do cominercio
poa
FilXCISaO B4PTISTA MAllQUES PINHFIIIO.
Acaba de chogar esia ole.', (p tblicada esie an-
11 ). e ven Je se na liviaria econmica n. 2, rUa do
Crespo, preco OjOOQ.
Prepsa-sodf um* vn/i do leite : na praca
do Corpo Santo n. 17, annafoun.
Us abaixo assignados .1. clara.u ao publico e
eom especialidade a > corp 1 da c .mu;ercio, qno
imigavehnento dissolveram ne-la dala a sociedade
q te tiiiba.;i 111 1 ..-' 1 c il .le maulados sita
a ra Imperial n. 17 >, que pyrava sob a hia de
acello- & rmaq, retiran.! -se della oex-so-
cio Antonio AlMWto de Vasconcellos, p:^o o sa-
li.'feito d^ seu capital, e lucro?, e desenerado da
extincta lirma, i;-n.!i oex-sncio Joaquim Anto-
[e V roerlos, re-pensav:l pelo activo c
o --vi da mesma lirma.
liecit ldi abril de 187J)
Joaquim Antonio de Vascaaceiios.
'Antonio Augusto do V.scouceRos.
Quem precisar de urna negrmb delf a 13
aanos, para servieo de p iras deTnV ou para
c rregar nienino,"drij*-se a* ra da Santa Cruz
numero 12. -
Precisa-se de 3:000* a juros, daadb orno
garanta valor superior: quem quizer fater esta
hogocio, deixe carta ne>la lyoographia eom as ini-
eiaes G. F.
Precsvsode uma mulher quo seja de meia
idade para casa de fainili.i constando do (hjas pes-
soas : a tratar na ra estreita do Rosario 25,
lija de funileiro._________ ---j.,'
senhor quo fez o obsequio de emprestar um
e rapo do.sol no dia 27 do miz passado auma se-
nil ora na esta iio da rni l'oroiosa, queira manla-
1 recebar na ras da Aurora rl. 38,-por-se igno-
rar a se moraba.
Aforamse ou vend'.u se toireaos tes emBe-
b?ribe, n um q jarlo do leg.U da povoa^fo, eami-
nho do lugar chamado Meruoira por hu tad", ei
por ouiro riacho Lava-tripa. Esses tercaaea sao
en ptimo barro para o planto da cauua, od-
1 ios insieres da agricultura, e de uma cteBcao
de 400 palmos, onde se eocootram divecios ctirgcx
a inaneira de riachos e madeiras propcjan par*
canstruecao ; quem pretender, pola, fMMf eB
negocio enire laes terranos, apparega iB* a*
ll'SQicio n. 70, que achira com qa^^^^B^S:
isa-se Ue um io dn laTrador patm-oma
de asaasar.
btiver
Pr.
pessoa que garante plantar
a quer se bom
I A G, ott airfa-
n 1 junio itqS^H^^
1 1 .
Caixeiro
de um
Sratiea de taber a oa-
aBaaBBBi
-' t-
*"""' ~"
r
%



Diario de Perasmbuco QtMfta feira 11 de Maio de 1870
Pitra'o mez Mariano
Na roa Estreita do osario n. 3S, propa-
la-* flores artifiriaes para enfeitar os al-
iares e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas Tosas, e palmas para o al-
tar, bouquetese-bugias enfeitadas com llo-
res de cera para eneitps de altar, todo com
prestesa, gsto e barato, faz-se toda en-
eommenda para fra, e tem j propla8'
rosas, arces e spontas.
0#S :
>K Dr. Manoel Enedino Reg Valen?* con- MX
JB tina a prestar seus servicos mdicos *
j ra da Gamboa do Carmo n. SI, andar.
LA VILU DI PARS.
-Run 4la Imperatriz20
GEHTIAL
Parla 6 Lessa.
INoos a honra-de participar ao respeitavel pu-
Mieo que ilienses tesiinguir a nossi hom /*" de
fazendas final com o elegante liluloLa I itte de
Pari$; animadas como estamos pelo desejo de
corresponder a melhor vopiade dos freguezes, po-
demos asseverar sem receio, ao publico em geral,
attendendo aos preeos e qualidnde da fazenda, e
mudamos nas casas das Exmas. familias qual-
jaer fazenda para melhor eseolherem; darnos
abaixo os presos de varias pechrachas, que serio
-o bastante para justificar a nossa sineeridsde j
por algueni reconhecida : saias brancas com ba-
bado frisado pelo baraiissimo preco de 3*000, ri
vm eorpinbos bors, objecto do lii, pelo pre-
rs., chitas tinas elasa* e escuras a 300 rs. o eo va-
do, eambraias orgaudvs a 610 a vara, raandapUa'
tiaoaOi a peca, toa! has felpudas para roso a
tf* a duzia, lencos de cambraia a 29500 a duzia,
:aaibraia vicioria fina a SJ, 5*500 e 6, completo
rtimento de grosdenaple preto, popelinas de seda
o que ha de melhor, ditas de laa, e varias quali
lados de alpacas brancas e de cores, cambraia im-
tperatrz, completo sortmenlo de chitas, madapo-
lao e algodaozinbo, bramante para leuces, es-
uiao, fustoes para vestidos e roupas de meninos
camisas, ceroulas. meias, grvala*, colarinhos, e
vatros muitos objeetos qne deixamos de mencio-
nar, ludo por commodo? preco*.______________
PHARMACtt
Ra do lacerador n. 38
Xarope de lactucario d'Au&ergier, e de
ibery decio d'Abbadia recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nSe pode osar 4o opio e de seas >prepara-
dos, e mui convelientes para as-enancas
nos -espasmos e coovulses.
PHATtMAGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados Valcatrao em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IJPERA-
BOR N. 38.
Pillas de VaUet.
Pillas de Blancard.
Plalas de Bland.
JJarope .furraginoso de Blancard.
Confeites de laotato de forro..
Pdulas de carbonato de ferro,.laclado de
ferro, iodureto de forro com mageezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
de mauramore, roa das Crines
a. 11.
O artista Gawitlo acha-se estabelecido na cata
cima, onde poda ser procurado para todos os
roisteres de sua prociasao.
CURA RAMDA E INFAL1VEL DOS-CALOS
prlA
POMADA GALOPEA!].
ftcpoMito especial
Pharmaoi de Bartholumtu $ C.
34Ra larga do Rosario34.
Precisa-se
alogar um moleque de idade de 12 a 11 annos
para servido interno de estaminet, paga-se bem :
na roa do imperador n. 32.
CBTONIPIMTIYOEBEMAWO
DE
CHAMBA III.
CompoMo das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais levados, o ek
toni-purgativo de Chumbar, possue um gosto sa-
boroso e um aroma soavissimo, e as propriedides
5s mais uotaveis sobre os embaracos do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobstruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, tefresca o sangue depurando o.
O uso do ch-Chamburd pode ser continuado
por mallo pampo sem o menor receio e sem in-
commodo nem madanc no modo de viver.
NICO DEKKrTO EM PERNAMBUCO
NA
^PHARMACIA E DROGARA
DE
llartholonien 34RA LARGA CO ROSARIO34.
AMA
Precisase de urna ama para casa de duas pes-
roas : a* ra das Calcadas n. 26.
Di-se 300 a juros sobre hypotheca de pre-
dio oa escravo : quem precisar dirjase a ra de
Santo Amaro, taberna junto aos trilhos urbanos,
qne se dir quem di._____________
PHARMACIA .CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e kdiarthare,
eicellente tnico para auxiliar as digestoes
difflceis os casos de debilidade 4o esto-
mago.
PHARMACIA CENTRAL RA BO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua bemostbalica de Lecbelle, mui re-
commendada em qualquer caso de bemor-
rbagia, e principalmente na tbysica pulmo-
nar, e nas hemorrbagias uterinas.
PIIARMAQA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado expeliente com-
binac-So do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbucas.
Este xarope wnpregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s5o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
1.
HOMEOPATHA
MUDOUSE
Par-a roa %o\ a. JA.
Antiga-residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. 0. Pinho.
Consaltas lodos os dias das 10 hora-; Ja
manha ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora do dia ou noute.
Gratis aos pobres. ,
43-Ra Nova-43
m
m
g
AMA.

GUSTAVE
CABELLEIREIRO PRANCEZ
51Ba da Cadeia do Recife51
Chama a attencao dos seus innmeros fregueses, e do respeitavel publico e
geral, para a segninle tabella dos procos de sua casa, os quaes s5o vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
GABINETE MEDICO CIRUKGICO
DO
Dr. Ignacio Alabiada Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora, do da ou
da noite, prestando se a de, com toda a promptido. Pratica operac^ies.
Da consultas das 6 s 9 horas da manhaa, na
roa Nova n. 45, 1* andar.
Cabelleiras para senhoras a 250,"
300, 350 e......400000
Ditas parabomem a 350, 400 e 500000
Coqnes a 120, 150, 180, 200,
250, 300 e.....500000
Crescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e.....320000
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
60, 70,. .80, 90 e. 100000
Tranca de 'cabello para annel a
500 6:' .... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150,200, 25 e .
Cadeias para relogio a 50, 60,
70, 80, 90, 120 e. IttfOOi
Corte de cabello, ..... 50
Corte de cabello com frieco. 501
Corte de cabello com lavagem a
champou...... 10001
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
10001
501
251
Precisa se de um amassador o um retina-
d jT : d* ra da Senzalla-nova n. 30.
O abaixo asignado previno pelo presente
ann:ncia (|ue pessoa alguma fassa negocio com
ama pequea fabrica de sabo, na ra Imperial
pertenienie a Antonio Joaquim de Sant'Anna,
em que se entenda com o abaixo asignado alim
de evitar qucsties.
Recife, II de maio de 1870.
Antonio Kavmundo Paes de Lima.
Precisa-se de urna ama boa engommadeira para
vir as 6 horas da manhaa e sahir as 6 da tarde
paga se bem, na casa nova junto as oflkinas dos
trilhos urbanos de Aplpucos : na ra da Senzala
n. 38, escriptorio.
Era S. Jos do Manguind, casa n. i, antes
da igreja, precisa-so de duas escravas, sendo urna
para engowmar e ensaboare outra para costura e
servico domestico ; pagaseCom alugel agradando.
Ra da Cadeia n. 59 precisa-se de um cria-
do para servida de urna asa, prefere-se sendo es-
cravo.
Pela primeira vea se expde venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mis
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rarse a lindeza de algumas pecas desse artefacto
A novidade e esquesiiisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O mdico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commisfo alera do primitivo custo da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do preco esleve lio junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certificar-sede
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Metta & C., a ra da travessa da Ma-
1
CRIADO
Precisa-se de um que lenha alguma pratica
do bolear : quem se aerar ero condicoes, dirja-
se ao caf imperatriz para tratar.
-se a juros a quintia de 1:0004000, sob
a garanta de dous moleques, Gcando os servicos
por conta dos juros : ra daj Cruzes n. 0, 3.*
andar.
Estribeiro.
Precisa->e lar: tratar na ra da Cruz n. 42, segundo andar,
das 10 horas as i da larde.________________
Uopeiro
Precisa-se de ;i1, no hotel de Franc ma do
CoawMveto.
Prec.isa-so d'' urna preta escrava para >er-
vico d-> ra : na ra das Nymphas n. 7.____
( ub ptpula-.
Qoiata-ieira 12 d> corrate haver sejfSo fa-
miliar newa icidade.
Recife, 10 lio maio de 1870.
O 1' secretario provisori),
Jos Joaquim de Alnn-ida Njhre.
Jiobilms ce alague!.
Alugam-se muliilias completas e qualquer tras-
to separado, a tamliem se alugam cad ir..s em
grane porcSo para fest.s, ou offlcios fnebre',
por menos do que em qualquer outra parto : na
Ncva n. 57, armazcm do Pinto.______________
Importaut aviso paraosSrs. de
engenhos e fazendeiros.
Pratica, paciencia e adiaulamento em
muito pouco lempo.
l'm estrangeiro cem pratica a mais de dez an-
uos olTerecc-se aos senhores cima, nao s para
r cnsinar as primeiras lelra> como o fransezcom
serfe^ao em poseo enipo : quem pretender dei-
xe ficar cara fechada na ma da Trineoeiras n.
."10, ou na travessa da Cadeia nova n. lo, enderes-
ada ao Sr. Monncss, com as miciaes B. A. B. para
ser procuiado. _____
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N 38. .
Variado sortimento de chocolate de ban-
Lilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada ofQcina de Menir.
Sabonctes d'alcatro, d'aCido phenico, en-
xofre e camphora, recommendados para as
molestias de pelle como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muitautili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
Precisa se de ama ama para casa de )ou:a
familia : '.ratar na ra do Amorita n. 15, an-
dar^___________________________________
Ycneravcl c mirarla de sania
11 la de Cas*'a
Por d-'lil.oraoao da mesa regedora convido todos
ns irmos se'reunirem lioje as 5 horas da tarde,
BO consistorio de nossa igreja, para em mesa ge-
ral discutirsa o novo compromi.-so.
Consistorio da veneravel confi aria de Santa Rita
de Cas-ia 11 de maio de 1870.
Jeronymo da Co*la Lima,
E GBAMMAT1CA
E
Urna pessua corapaenlemente habilitada, loccio-
na a materias supra, nao s em casa de na re-
sidencia, mas tambern por casas particulares : a
'ratar na encadernaco do becco da Oingregaco
Cozinheiro
Aluga-se um escravo peritorozinheiro, Je mul-
to boa conducta, nao bebe, muito Qel e de muito
bous costoes, tambora bom copriro, muito pro-
prio para casa de grande familia ou hotel : a tra-
tar na ra do Queimado n. 3, 1 andar.
COPEIRO.
Preeisa se de um copeiro de li annos, quo seja
de boa conducta, para casa do pequea familia, e
jiaga-sc bom aluguel : no caes do Apollo n. 71.
' O Sr. Jos Claudio Dubcux ttnhi a bondade
le apparecer na ra do Queimado n. 7 a negocio
que nilo ignora
ATTENCAO
Fugio do engenho Sanl'iago do termo de Igna-
ras, o escravo creoulo de nome Antonio, idade
18 a _0-annos, estatura regu'ar, cr preta, nariz
v.ta por.co chato, tem fallas de denles na fronte,
os ps nas ponas sao um pouco vrtadis para
dentro. Presume se que for seduzido e guiado
por um individuo de ni mo Bernardino on Secun-
dmo, qne morando n'aquelle engenho deeappare-
ccra-ao mesrao terapo ero quo ansentou se o re-
ferido escravo, e que fe dirigirm para ts lado
le* policiaes, ou a qualquer pepsoa que d nha noiteia, qne o fatm un nder e c nduzir ao
tea senhor Adriano Jg- do Reg, que presente-
ment se ach morando no engenho Araripe de
cima ilo mesino teimo de Ignaras?ii. que recom-
pnsala gemrosameo'e.
riaa>dade do iUvoo i:,plr to
4aato da Igreja d rellegfo
Ve coform ida de com o ex posto pelo art. 68 da
)ei que na* rege, convido a todos os~nosaos innaos
inembro do coafeihu llscal, a r sistorio de Dosfu igreja no din 12 do corrento pe
las 6 horas ca larde para o fnu designado pelo
art.
O procurad r geral iitP-rUio^
Manxl Ptreir* ic bimego.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp:
Oleo vernifugo.
Tudo de melhor qualiJ.de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 3*.
Variadissimo sorttatento de fundas de
excellentcqualidde.
PHARMACIA CENTRAL RCA DO IMPERADOR
. 38.
Pasllias i4e balsamo Je tol e^de seiva
de piado martimo, pura aj affeccfSeS chro-
nicas d >s putmes.
Plililbas de tlieryducio e louro cerejo
para as losaos agudas, e de carcter nervo-
so, o para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Paitiihas do liyp"phophelo de ccl mi
uteis na tbysica pulmonar.
Pastiibas de angico naf, e Je Rrgoaolt,
do hortea, pimeiila, e de Vicclej, de pe-
cacuanlia e de Rermo?.
O bacharel J#aquim Francisco Paes
Bar reto tem o sai escriploiio de advoga-
cia ra estreiu do Rosario n. 6, I* an-
dar, onde pode ser procurado das 9 horas
da manhaa ao meio dia, e das 3 s 5 da
larde.
Frisado ingleza on francesa.
30(5000 Barba.........
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de ponteados para casamento
Bailes e solre
0 dono do estabelecimento previne s l Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um, PONEZA para enegrecer os cabellos e bai
sallo para tintura dos cabeos e barba, as- b. D admittida na ExposicSo Universal
I como tio prejudicial a saude, por ser ve
sim como um empregado smente oceupa-. jai, analysada e approvada pelas aca>
do nesse servico". I mias de sciencias de PARS E LONDRES
dre de Dos n
t
II.
PM'M
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
BiUietes garantidos.
A ma do Crespo n.23 e casas do costme
O ataixo assignado, tendo vendido alm de ou-
;ras sorles, 1 meio n. 2116 com 5-.U00J da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio d
igreja de Santo Antonio de Itamb (lio*), convida
aos po3suidores virem receber na conformida
de do costume sem descont algum
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 2* parte :da lotera beneficio da ir-
mand e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
triz do Ccrpo Santo (110*), que se eitrahir quin-
ta-feira 12 do corrente mez.
Procos03 do costume.
Manoel Martins Fiuza.
AMA
PHARMACIA CENTRAL RIJA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, escolente
laxativo, e reigerante, que se pode usar
repetidas vez s sem irritar os intestinos.
~1
Na travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnnl for a qoan-
lia. Na mesnia casa com-
pram-se os iiu-smos nie-
laos e pedras.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar :
na ra da Cadeia do Recife, loja n. 56 A, se dir.
Attenpao.
MU e quinhentas duzias do fogos do ar de um
tres Lombas: na ra Direita n. 53, loja de fer-
agens.
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIA.NI.
Acha-se venda o lvrinho da vida desla santa
serva de Dos, traduzdo do italiano em portuguez
a 14600, o resto d s exemplares que exislcm na
livraria universal, ra d Imparador n. 51._____
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses & Irmao propietarios de?le bem conhecido e acreditado estabelecinente
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente refoimade dito
estabelecimento acba-se completamente sortido e em condicoes de bpm servi-los doa
seguintes arligos:
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros oe
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de m*-
Iiali a e
Pedido.
Pede-se encarecidamente (s assim) aos senho-
res abaixo mencionados so dignem por especial
obsequio de virem realisar aquillo que leem pro-
metlido por diversas vezes, pois j tempo, e vis-
to que o noseo negocio de interesss para os
mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo porem, que nao retiramos osle
nos$o pedido sem qve nao comparecam a ra do
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino de Jezus Bandeira.
Jos Luiz de Souza,
Jos Antonio Mirauda Guimares.
Luiz de Franca Belem.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cara a phthvsica e todas as molestias do peto.
*a'*a pnrrllha
Cura ulceras e chagas amigas, impigen; e dar-
tros.
Tonteo
Ccnserva e limpa os cabellos.
Pilula., -al ti rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
i5es, curam e purificara todo o systema humano
Vende-so eVfccvamente em casa oe Samuel P.
hnston A C, ra da Sanzalla Nova n. 4.
Na praca da Independencia # n. 33 se da di
heiro sobre penhores de t)uro, prala e pedra
ireciosai, aej* qual for a quaclia ; e na mesms
281 -e compra o vendo objectos de curo e prata,
i igualmente sa taz toda e qualquer otra de en
x.mmmia, e to? ? qualquer cowrki tenaqntt
i mesma arte.
Manoel Martins da Cunha, com bja de fazendas
na ra Nova n. 48, previne ao publico e especial-
mente aos seus freguezes, que detjiedio d su
estabelccimiito o Sr. Lourenco de Krei'as Cut.la-
raes no dia Io do corrente; por isso avisa qne
ninguem pague ao mi-sino liuimataes qualquer
conta ob pena de nullidade. Otro sim, declara
que nunca autosisou o niesmo seu ,ex-c?.ixeiro a
pedir quaesquer quanlias emprestadas em seu
nome.____________________________
Cao damnado. casca-
vel, lacro, etc., na-
da disto mette hor-
ror.
Depois de quasi um anno d espera, veaho cum-
prir a promessa que liz ao publico, de expr
venda a pedia de oxlrahir venen o, a qual deno-
mino Imn do veneno. Xo espa.o de i annos
tenho applicado tsta pedia a pessoas e animaes
mordidos de cao damnado> cobra, etc., etc., que
3eria enfadonho eaumerar : tendo obtido em todos
o mesaio resultado, isfo a cura inallivel.
O publico es ceito de que, anda nao lia muito,
foram curados seis caixeiros das ras da Cadeia e
Encantamento, m .rdidos de o damnado,_ cujos
nomes dcixo de publicar, nao so porque nao pro
ciso de attestadoa para prova da verJade, como
porque elics terao o cuidado Je o faier patente a
todos. |
O man do teneno, aitadd a primeira vista, pa-
rece que nada mais que um pedaco de chire
queimado ; mas engaase o letor se assim pen-
sar. Se fosse tao fcil romo parece, a fabricado
do intin do veneno, eu ao levara ;.\nU tempo a
prepara-lo.
Aos fazendeiros. senhores de engenho e '.avra-
Jores deve utilizar ti '(H(ui do reamo mais que a
pessoa alguma, pelo faoto de perderem esses se-
nhores r-esanas de suas familiis, escravof, bos e
cavallos mordidos por caes damnados, ascaveis e
outras cobras, para cujas mordeduras < o unan
do ceneno tao prompto que, em poucas hora?, faz
a cura, ainda que a pessoa ou o animal mordido
2steja prestes a suecumbir.
Advrto ao publico que a clfica:ii do imn do
veneno est em extrahir o veneno da mordidura
do rao damnado ame! de a pessoa damnar-se.
Esta pedra pode durar de 30 a 60 annos, dan-
dose-lhe o tratamento proscripto em um impres-
so, que acompanha a mesma pedra ; e tao caro
e explicado, que qualquer pessoa pode u:ar sem
perguntar a ootrem.
Recommendo mnito ao publico que tenha todo
o cuidado com os falsificadores, pois_ j ha por ahi
quem diga que sabe fabrcalo, eu nao me respon-
sabiliso pelo resultado sinislro que o publico ve-
uha a ler de ama tal falidade, por isso declaro
que o litan do veneno s est a venda na loja da
Boa Fama n. 3o, ra do Queimado, pelo prego de
30| cada urna ; assim como esiou rompi fe-
zer qualquer cura em oessoas mordidas de cao
damnado ou cobra, em minha casa i ra da Praia
Je S. Fransisco em O'inda.
Pelippe Manoel de Chrsto Leal.
ll-im-liM18M
tinturara fmsceza
55-Kua daImpeat'iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamato-
ta se, com a maor perfeicao, fazendas em
pecas e ein obras de todas as qualidaJes;
como sejun : seda, 15a, algodao. linbo,
chapeos de fellro e de palua etc."etc.
Tira-se no loas e limpa-se a secco setn
reolhar os tecdos, conservando asim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta nas tercas e sextas (li-
ra'.
l
Aluga-se.
urna neeriobade 10 para II annos do ida!; : ni
ra do Hospicio n. 9.
Roga-se a pefsoa-iue lev^u por em-
prestimo a collecc9o de. Diirim de jalho a
dezembro de i838, quera mandar razer
a lypograpliia.
ADMIREM
Grande liquidaqao na loja e ar-
ma zem do
LE til DE III110
Ra da Imperatriz n. 52, porlaes encamados de
Parades Porto, junto a loja de ourives.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Grande porcao de chitas.
Grande porcao de chitas.
Grande porcao de chilas.
A 200 e 0 res o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 res o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
Para acabar depressa.
Para acabar d^presa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender ratita.
Vende barato para vender muito.
A pessa com 42 1)2 covados a 9 e 10*
A pessa com 42 l|2 covados a 9 e I0
A pessa com 42 1|2 covados a 9 i o 10
A pessa com 42 1|2 covados a 9 e 10*
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Amira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
No leo de ouro,
No leo de ouro.
No leao de ouro.
Hua da Imperatriz n.'.>2.
CASA DA FE.
Aos 20:0C0(000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 2
rende Vieira & Rodrigues.
Fugio no dia 29 de marc,o do corrento anno
o escravo de nome Floriano, cabra, de 43 annos
pouco mais ou menos, bem alto, anda bem espiga-
do, corpo regular, pesebeo comprido, nariz chato,
ventas grandes, cabellos carapinhos, barba ser-
rada, rosto descamado, olhos empapussados, ps
graade?, e seicos, tem no meio da cabeca urna co-
ro:! ; dito escravo intitula-se ser lvre e tem sido
v-to por pes>oa que c condece na Roa-vista e
seus arrabaldes onde seu senhor tem a probabili-
dade de estar trabalhando em algum sitio, ou co
mo servente ein alguma obra de pedreiro ; roga-
se porlanto as autoridades policiaes e capilaes de
campo a captura do mesmo e leva lo a seu senhor
na ra Imperial n. 114, que serao recompensados.
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo
Rio de Janeiro ele.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 3(51500 a 7*500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauity.
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque d>'
Caxias, Gandon etc.; de papel, de ftmo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba. Montevideo, Orientaes, Baependy e
muitas outras qualidades.
linos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
a 2)5, de 20 para cima a 108Oae em maior
porcao 10300 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 640 e 300 rs., e outras
muitas qualidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal
etc. etc.
deira (raiz) de 30 at 60, a duzia e de cu
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados melhores qne
ba neste mercado a 30 e 30300 a duzia, t
com grande abatimenlo em maior porc5o,
ditos de loiica, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTE1RAS para cigarros de todos os
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em cafras de to-
dos os tamanhos, de seguranca a bal5o etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-i om, Pe
san, pintado, oe linbo etc. palha demilho de
Fernando a melhor possivel.
\lm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outras mudos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presengas
serlo satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz-
13
Fugio do engenho Braco do Meio, fregyezia
da Escads, no dia 20 di abril prximo passado o
escravo de nome Marcos, crioulo, offlcial de cara-
pina, idade 23 anuos pouco mais ou menos, boni-
ta figura, cor fula, alto, rosto regular, tem falta
de um dente na frente e os outros limados a ferro,
anda de calca e palito!, chapeos de baeta Ga-
ribaldi, deve' mudar de trajo porque levou palito!
braneo e preto e leva urna regua do 4 a 5 pal-
mos de comprimento, conduz um bah de folha
com alguma roupa e um par de borteguins e sa-
nio com urna creoula forra de nome Francwca
tambem de cor fula e lera os beicos grosos por
defeito nos denles, esta vai do vestido de chita,
acento braneo com flores de rosa: pede-se as
autoridades e captes de campo a captura dos
mesmos e leva-Ios ao dito engenho, ou na ra do
Livramento n. 20, em casa de Correa & C, que
ser recompensado.____ _______
Moriedftde Concillado
De ordem do Sr. presidente da directora pro-
visoria sao covidados os membros do conselho di-
rector para reunr-se no dia 11 do corrente, pelas
6 horas da Urde, na sh de suas sessdes, para se-
rem presentes os estatutos da socielade que foram
approvado pelo governo imperial, e tralar-se de
medidas uagentes consignadas nos referidos esta-
tutos.
Recife 7 de maio de 1870.
Joao Joaquim Alves,
Secretario iolenoo.
SITIO
Precisa-se aragar um sitio perto da praca, com
boa casa, o que fique prximo doa irilhos urbanos
do Recife a Apipucos, ou urna boa casa com gran-
de quintal; quem lver neatas condicois annun
ci por este Diario. w ____'
Caixeiro
Precisase do ana caixeiro para padana, anda
mesmo sem pratica, porra que attesle a sna con-
ducta-: na padaria da raa Direita n. 84.______
Em casa de THEODORO CHRISTI-
ANSEN, ra da Cruz n. 48, encontraiM
flectivamente todas as qualidades de viobr
SordeacT, Bourgogne edo^heno.
BAZAR DA IBA
--RU4 \0VA
M
Os abaixo assigoados proprietatics dests eslabetecimento, pailicipam ~
que, oontinuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de g
mkidezas da melhor qualidade chamam a altenco dos Srs- coinmerciaucs W
de retalho afira de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont de y&
10 Ojo pagamento realisado no mez da compra. 0
S Jttt de Souza Sanres & C. $
i
**
9
i
9
S
15
loja m JOIAS
DB
IC.
Este antigo estabelecimento, complete-
aente reformado de novo, est nas condi-
?6es de servir vantajosamente os seus fre-
fnezes, visto que acha-se prvido com um
ofendido sortimento de obras de ouro e
>rata de lei, assim como brillantes, e ou-
ws pedras preciosas, oujos presos sao os
nais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas neste casa recebem-
le em troc* ou compram-se com pequeo
^bate. ,
R 5 WJAM CABIGA15
f
I
N


Diario de Pernambuco Ouarta eira 11 de Maio de

ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RUA NOVA-N. 11,, ....
Partecipa ao respeiUvel publico desta cidade e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bom acreditado armazem de instrumentos, para mos.-
si.Jacaba de chegar um grande e esplendido sortimento de
O que ha de mais-moderno, de tecladoli^e moMeTTcoorir^slosicao ou sem ella, "dTartores os mais acreditados CnesUHcidade.lGcomo sejam :>
lunados e bem couhecidos pianos da fabrica do Sr
AFFONSO BLQNDEL
Todas a? pessoas que comprarem pianos nesta casa, s5o rogadas a exigir* o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
Q3 rana, ae qaem o annunciante e o nico agente nesw uuau, wwu P w._ ^W1-^r"r.--"^ZT^r ~" ^m_ rstante uinhatidoa desde 1844 oaraaue
dos especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que offerecem urna garant.a segura de sua duracao ENes ^ ^J^J^^^^J1^^^
saja necLario insistir sobre sua superioridade. As suas votes s5o maito flautadas e melodiosas. Elles possoem um teclado que se presta a toaos os capncnos ao
seahores pianistas.
lutencidade do numero de piano com o' de certificado.
Mr Aranoase Blondel, fabriranto de pianos em PARS, deeclara ao respeiUvel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus Dianos na cidade
da Recito, i RA MVaT^.Y^ de Asevedo. Outro sim que todos os seas Ipianos irlo accompanhados de um certificado de origem ass.g-
mdo por mis. ...________*__. __*_ .
Pars, 24 de raltao de 1869. (Asssignado) alphonse Blondel ___,.__,_. _- _. a
O anntciante tambera troca e aluga pianos. E tem o maior e mais esplendido sortimentor de hoyos piauos.
MSICAS PARA FIAMOS k .
As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone 4 Tornaghi. toroso, Arthur Napolelo 4 C
Tambera tem SSZZS* de papel para usica'e deseoho; cordas para todos os instnraentos ncas gra^ras Pedros panoTM^tolJMjfr. oleados p
caixinhas de costura com msicas sem ella, estojos para viagem, relogios cora despertador, vidros para
o qual estar
te.
qudrados e oyaes
as e agulbas para
abarlo todos os dias at as 9 horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reas pianos
:Sfc*tfcMSEt5S t^Pi^fS^seBisss^iss^ *_- __*< _*. **
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea
da Madre de Deus n. 10, toja.
a tratar na ra
Compram-se moedas de ouro e prata de io-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
iiilhantes e mais pedras jjrwwsas: na loja de
iiirives do arco da Conceican, no Recife.________
O muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosoa do
\w em ontra qualqner parte.
Compram-se e vendem-se diariamente para fura
t dentro da provincia escravos de todas as idades,
aores a sexos, com tanto que sejam sadios: no
.erceiro andar do sobrado n. 36, ra dai Cruzes,
freguezia de Santo Antonio. *_______
U>m muito maior vanlagem comprara-se
ouro, prata e pedras preciosas c n obras velhas: na
loja de joiaa do Co _eio de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug. ____________________________
ATTENC&O
Compra-se urna escrava qne saiba coifnhar e
engommar, que seja sadia : na ra do Brum nu-
mero 54._____________________________
Attencilo
Na i ua do Imperador n. 9 compr
vu de meia idade qne sirva para
ebeira.
Airencao
do Imperador n. 9 compra-se um escra-
ja idade qne sirva para servico de co-
O'mpra se nm a casa lerrea nos b.. ir ros Je
Santo Antonio ou Boavista, mais on menos no
valar de 2:000 : quem ti ver dirija-se ra Nova
a. M.
VrNDAS.
_______ whuni-S
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2.5; S u
U-K U A U
O (D
GRANDE UmHUI
60RUA DACADEI4D0 RECIFE 601
O proprietario desie estabelecimente tendo de partir no flm do corrente g
raez para a America pela Europa, faz inteiramente completa liquidacSO para ac- 96
bar; e fazendo se por conseguinte grande abatimento, como : cortinados para
camas e jinellas, cobertores Anos inglezes, calcado de panno, bijoteirias d'ouro B
de 18, como rosetas de brilha tes, anneis, oculos, lunetas, trancelins, apparelho SS
de metal do mais fino que ha para almoco, bandejas, etc. ; periimirias de dille- S
rentes fabricantes, diferentes caixinhas vastas cora enfeites muito proprias para *
presentes; carsas de mosteas, ditas com pertences para costura, ferro de en- S
j gommar nao sendo preciso carvo, nem fogareiro, macbinas de delir batatas, )g
ditas para preperar a carne para guisados, ditas para bater ovos e bolos; gg
grande variedade de porcelana, como sejam:
Vasos para|toilelte, apparelbos para mesa, etc.; differentes objectos S
de vidro, como sejam: lustros e globos para sales, lanternas para cima de ^
mesa, escarradores, etc.; excellente cofres de ferro, espelhos de diversos ta-
manbos, de moldura dourada epreta, molduras para quadros, excellenles cai- W
xas para retratos, ditas com cheiros preprias para presentes, mesas de charlo, gg
han-lejas de drto ; estampas finas para quadros, talagarsa b; rdada para almoa- ag
fadas, ditas para tapetes e para deitar vasos em cima de mesas, relogios para 9
cima de mesas, ditos de parede e de ouro para algibeira;" stereoscopos de di- |
versos lmannos, c smorama, linternas mgicas para devertimentos em salas, |
quadros com linas figuras de porcelana, ditos com movimenlos, figuras bron- |
zeadas pard enfeites de mesa, salva-vida para se tomar banhos no mar ou no
rio, :en<;os de linlio linos para algibojfas gnivata de seda mui ricas, variado ga
sortiment) de mindezas e brinquedos para criancas; etc., bengalas, camas de
ferro de diiereutes tamaitos, lavatorios, etc., etc., qne sero patentes ao com- <*
pradjr, e mtiitos oulros artigos que se vender muito barato para, iuleira- 1
mente acabar, no armizemEXPOSICVO EE LONDRES.
Cabriolets.
Vende-se dous cabriolis, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com lo-
dos os arreios e pertences : n;i cocheira de Tlio-
maz Lins, ra de Santo Amaro.
Vende se urna arroca de molla para cavallo
com os pertencentei arreis : ra do Brum nu-
mero 79.
o engenho Sebastopol na fregueiia do Cabo, com
as commodidades scguinte9 : bom d'agua e proxi
mo a dnas estacoes, sendo pouco mais de urna
legoa a villa, e pouco tr ais de um quarto a estacan
de Ipojuca : quem pretender dirija-se ao mesmo
tratar com sen dono.
Vende-se um terreno murado com 130 pal-
mos de frente e 300 de Tundo, e com uns 10,000
tijollos, em um dos metbores arrabaldes dcsta ci-
dade: tratar na ra do Imperador n. 27, 2 an-
dar.
leudes da estrada de ferro de
OFIuda.
Vende-se i'J aceites, na na da Cruz n. 20, ar
mazem.
mmw&wmmssmmwmmmmmt
\m
DE OURO
No arm .> m da traversa do Corpo Santo n. ha sempre um complete
sortimento de objeetos para carros, e que se vendempor presos muito rasoaveis, como
gejam: #1 .
Vaquetas de lustros, grandes t minio boas.
as i lem dito.
Oleado preio e de cures.
Colleras de lustro oque lia de melhor.
GoarnicQes de lino lati para arreios, completos.
Linternas e vellas para as inesmas
Eixos patentes para sebo.
Jaaijium Lopes Machado & C.
lastrada de ferro do teeli'e a
OUnda.
Compram-se dormentes de madeiras de recj-
ubecida dura^o par.-, a constru a) desta estraJa:
trata-36 na ra da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia, da= C hora-; da manhaa as 6 da tarde,
n>s diasutei-%
O superintendente,
Andr de Abren Porto.
i ai1
Na ra da l'.adeia n. 4, 4o andar, precisa-se de
nma ama pa*a cozinhar.
Ama.
Precisa se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja. _____________
ATTENCAO
o
Aeha-se ausente desde o dia 2 do corrente a es-
crava Barbara, erioula, de io annos de idade, mui-
tos cabellos blancos na caneca, e na cara pare-
cendo qne faz a barba, estatura alta e corpo regu-
lar, costumando irazer panno na cabeca como
usam as bahianas, a qual indo ao Peixinlio ver
urna porcao de roupa lavada entregou all ao ca-
noeiro que cbamam barba de ouro,' e este a en-
tregou no porto do llacife prola jie nome Snza-
na por ser-lhoosta conhecida, e nao ter appareci-
do aquella para a receber na ter?a-f<>ira de ma-
nhaa, 3 do corrente, tem sido ras desta cidade : rogase pois a apprehensiio da
mema e d alguma ronpa que falta, e leva-la ou
dar noticia roa do Brum, no Recife, n. 100, <[ue
ser generosamente recompensado.
Alugi-su ama boa escrava para servico do
i.i estico : n ra Direita n. 10, l" andar._______
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-ss as ras do Sebo, Pires e mesmo na
Seledade: a tratar na ra do Livrameu'.o n. 10.
Thomaz Teixeira Bastos vai a America pea
Europa, no vapor do 'lm do corrente mez. e deixa
como procoradores de tod >s seus negocios os
lllms. Srs. Domingos das Nevos Teixeira Bas'os,
Joaquim Augusto Ferrei-a Jacobina, Manoel Davt-
no (as Nev* Teixeira -Bastos e Candido Affuno
Moreira.
Furtaram no da 3 do corrente do lugar Bar-
balho, fregneiia do Poco da Panella, um caval o
ruzilho com o sejaintea sig aes : na orelh.i es-
querda com a ponta virada, o olho do mesmo lado
cora urna belide amia peqnena, os quatro ps
brancos, urna estrella na testa, no lado direito no
jugar do ferm urna marca de corda qne a carne
ficou mais baisa do qne a do lado opposto, qoan-
io anda parece qne^i maneo, e no ospinhaco urna
marca qne nao cria cabrito : quem o pesar on
er noticia leve ra dy Imperador, loja de cha-
pos de Jos Joaquim daC. Main, que ser recom-
pensado generosamente.__________
Honteni "'da coprente ilesappare:eu o es-
travo Nicolao, cnoulo. com DO anuos de idade,
altura regalar, moi. falta de denles, cbeio do cor-
no, bastante barbado ; o corpo nm tanto esmore-
cido por ter andado um tato doeote do cmaras
de sangue ; tem os ps um tanto grossos prove-
niente de era vos, doentes de ambas as canellas,
tendo em urna d'eHa ama cicatriz b9lante gran
de em conseqanncia do urna boba, e na outra sig
nal do ter quebrado a perna, da qaal pus a a]guma
cousa : r.ga-sp, porunt-, lo 1 n os captacs a
AVISO
Pede-se ao publico e principalmente aos renda-
res relojoeiro e ourivea o favor dn apnrehenderem
um relogio de ouro patente suisso de.-coberto n
831oO e levarem no a seu dono, na ra do Fogo
n. 20, que ser generosamente gratificado.
Aluga e urna s.ila e um quarto de una loj.i
indepenuenle: a tratar na ra Velha, casa lerrea
numero 32,
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peratriz n. 'ii unto a loja de ourives.
Ntste estabelocimento encontrar o rospeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca prea e da cftrs a 3$O00, 3,5300 7^000, ditos muino prcto
de 75000 al 25.5000, ditos de ciseraira de cr^s finas e ordinarias, de 65. 165000,
utos de panno linos de 65 85 105 e 2 5u00, sobrecasaco dito de 205 a 305000.
Completo sortimento de calcas de brim pardo de 15600 a 65000, ditas brancas
de 25, 105UGO o mais superior, dilas meia casemira, ditas casemira de 35, 425000,
ditas casemira prcta de 65; a 16*000 superior, dita de merm diversas qualidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de rolletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazeada superior.
Sortimento completo de camisas" francezas de algodo, de 156CO 35C00, e de
linho de 385000 a 705000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodo de 1^600 a 25500,
ditasde bramante a 15800, 25500 e 35000. ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 255000 a 335000 a duzia. Sortimento de colarrahos de algodo e linho, etc.,
assim-com) meias de algodo para hornera de 35, a 105000 a duzia, grvalas de omi-
tas qualidades. Na roa da Imperatnz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toabas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTE.V.O.
Neste eitabelecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da oficina, que se encarrega do trabalho
com perfeico e pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado oa 105000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas o limo de menino 2G0, e 280 rs., e outras moitas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimonto chegarara, urnas bonitas (.cintas da
victoria com barra, a qnal para flhos ecorapetente enfeite para corpinho. Cam-
braia lisa de 35, 45, 55 e 10500 a pessa, e outras muitas tazendas de todas as quali-
dades.
ALGODO E MADAFOLO AVARIADO.
A 45000 o aluoduo, e 45500 omadapolo, e tamben chita escura boa 240 o
covado por ter grande porco, na ra Je Imperatriz n. 52, luja com portaos encarnados.
Intitulado
Leo de Ouro.
Mona.
Officina e armazem de
ma'more
Caes Vinle e deus de novembro n. 57,
(outr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras marmores de todos o<
lmannos e grs^uras, lijlos de diversos ta
manho<, soleirs e saccadas, assim como solei-
ras e saccadas da pedra do Lisboa. Tambera con-
irati-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tudo o mais tendente mesma arle, por mdicos
prc/'s.
Vende se una muiatialu recolhida, de l\
para 13 annos de idade, e com principio de habi-
lidades, propria para oa-a de lamina : no becco
da matriz de San'..' Antonio, casa n. 3. Na me-
ma casa se compra ama escrava que saiba cozi
nhar e engommar l>em.
Te I has de ferfj.
Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
por precos muii: razoavej um grande sor-
timento de telbas de ferro galvanisado, de
diversos tamanhos pura c brir cosa e le-
Iheiros que ilm de ser. mais barato do
que as telbas de barro e afurmosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
Aevtvs d:t etratla dv ferro de
OHnd.i
Vende-se 10 ae'.oes. na ra da Cadeia do Re-
cife n. 8, armazem. &
Attenpao
Vende se urna typographia completa, com um
prelo de ferr-, varias fontes de typ;s, etc. etc. :
tratar na ra liireita n. 21.
Vende-se Din escravo de meia idado que
cozinha pnfdlamente mais que o diario de uira
casa, nm eabrinha de 12 annos, bom copeiro e
com principio de coiinba, urna cabrinha de I j
annos, de mui bonita figura, com principio de ha-
bilidades, c uniros moloques pecas : no 3 andar
do sobrado n. 36 da anti;a ra das Cruzes, hoje
Duque de Caxias.
Rogase ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escrivo na cidade de Xazarelh desta provincia,
o favor de vir a ra do Imperador n. 18, concluir
aquello negocio que V. S. se compromelteu rea I i -
sar, pela terceira chamada deste jornal, em lins
de dozembro prximo pas-do, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro o abril, e nada cuuinrio,
a por este motivo de novo chamado para o dito
tiro, pois V. S. se devo lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sea filho
se acha/a no esludo n'esta cidade.
ATTENCAO
i'.mdida Tbercza de Jozus, mulher de Francisco
Gonjalves Fortes, doctora ao publico qne sea ma-
rido Portes deixa-a entre quatro paredes sem ter
o que comer nem onde dormir com sua lilua de
idade lo annos e um lilho, para estai na compi-
nhia de unta mulher velha qne a chamara Joanna
raandio.: mol.'.
----------1, ..--------------------------------------------------------------------------1
campo em autriaadorcroprtenles asoa capta- Preeisa-se de faHar eam Sr. A..Alee .
ra; qne se graflar, oa ra Sora n. ti. a ra do Vigano n. 12, a negocie que ja se falln.
Ama Monte Pi Porfcuguez
v n ,, n A directora, antes de prestar contas de sua
Na i ua do Duque de Laxias, amiga do Qofeoia prenda assembla geral dos associados, e para
do, d. iC, loja, procisa-se de urna escrava b>a co- que neJSa occasiao mellior ppssam estes emiilir o
zmheirae hons coslumcs.___________________ sea ^il0eerca ^ reiaor0e Cl)Ula3 que teao de
BoDeitaria dos ananazes
Hcia da Crz u. Kt
Ha prezuntos de soperpr qualidade, dixis em
fiambre.
Vende-so a casa lerrea n. II, em chaos pro-
prios, sita em Ooda i ra no oito do Amparo,
com 4 quartos, corredor ao moio e duas salas : a
tratar no Ia andar n. 'i a raa da Cadeia do Recife.
Vende-te por necessidada urna negiiuha de
15 a 20 .Minos, jom t)das as habilidades : na ra
de Hurtas n. 9, sobrado.___________________
~^- Vende-se por 300* um moleque d 15 an-
nos, com principio de effido de sapateiro, e isas
somente por ter un defei'.o em urna perna, mas
que nao o priva de seoecupar em differentes ser-
vicos : no 3 andar do sobrado n. 36 da antiga
ru?. das Cruzes, h >j-> i';iqne de Caxias_______
A juti
A ra do Duque de Caxias u_2 L
(ANTIGA RA h ODEIMALO
Nao foi sem fundamento que a NOVi
SPERANCA lem aVisado de at os seus
annuncios.'a nolo simples, -Ha.etrknde
qne tudo em demasi rbornce.. ifffp-i6t
como j;i tinha dito e .*( ienlilicado ;i tia boa
freguezia o que consiantenitritc ia rea Lin-
do, ou livesse feilo muilas v_es. recei<'
tornar-se massante, assim pois rrcolheo-se
um potco ao silencio, mas nnr.ca deixand*
d'ei pregar os verdadeiros esfureos, j cor-
tratando maior numero de convspondentes
na Europa, j descobrindo i hjoctos do mais
purado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc,. etc. para desta forma melhor
setvir a sna constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, i quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em otferecw-ihe
seus servicos, apressando-se desde j ora
declarar que tem recebido ltimamente
enlrtme09 e babados bordados transparen-
tes e tapados, chapcosinhos de setim para
baplisados.
Finas tuticas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para enan-
cas.
Dedaes d'osso, marfim, ve c madrepe-
rola.
ptimas navallia, aliadores c massa -para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqurfr, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco melimetros, pspa
contar-sc os ros de qualquer fatenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar nuble* di venidos
Mollas para segurar csluns.
Bonitos titdeiros de Botos mldc?,
Meias de la para homens cpenboras.
Finas c bonitas ligas para mtias.
Fil de linho e de seda, sendo' prdo e
hranco, liso e de salpicos, c outros muito.
objectos expo.stos a venda ra Duque
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MlTA PER FLM ARIA.
A NOVA ESPERANCA, a ra Duque d
Caxias n. 21, acaba de receber muita pe
fumaria dos mclhores e mais afamados fa-
bricantes, como sejam linos extractos para
lenco, essencias concentradas de muilas qtn
lidades, olhos de agradaveis cluiros para os
cabellos, e bonitos vasos com boa_an_a, lin-
dissimos vasos com pos de arroa, sabefletei
de differentes qualidades etc., etc., assim
poisos apreciadores do l'm, \rt)h;ms;ts
fazer suas p.iixoes na NOVA ESPERANCV.
PARA AI.VEJAU E CONSERVAR OS DENLES
P de carvo do rosas : vendem-se ra
Duque de Caxias n. 21 na OVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as sardas m pannos
recebeu a NOVA ESPERANCA, na Du-
que de Caxias n, 21, o verdadebo loilc ti
tosas brancas.
MalKo l'ulenlro.
V. nde-se na roa Duque dr Casias n.'21.
PARA LUTO.
Brincos, brcdies, vultai, ptd elas, fivd
las, lentes, bolCes para puobos c cadt
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, quemla satufa-
zersoa freguezia, tiafomento un irl"jec"o
rl'alt-gria ou de luso, quer tarabem acotiv
^lanliar aqoelUs, qun iilili/mente perd nd*
algiiem de sua i', intlia, i u a'gm m de #t(a
amizade, precisam de lacs objectos. assim
pois a NOVA _SPEBANC.\, rnaaduii vfiti
que ha de roellior neste genero, porque
sendo laes objectos de r6r negra, sendo
de ma qualidade, nao oraente iv.;;
tiistcs como alo repugnantes, o que i
acontesce aos da NOVA ESPERANCA, pr
que apenas exprime o sentimenlu pela rr
porera como pie tnz um lenitivo pato goslu
e perfeico com que laes objeetos s5o Ira-
mmmrWf mmmm
S JoaquimEodr iuosTa- $
vare* de Mello,
_$ Praca de) Corno Santo
m v i i
m Tem para vender:
| Cal de Lisboa.
S Potassa pallussia.
ffi Viuho Bordeaux de
^ qualidade.
Farinha de man-
g dioca.
$ Fuello de Lisboa.
0
i
de I.
Cimento
Vende-se Bipeiior cimenta em barricas grandes
pelo diminu pre.;o e 80.10 a Iwrrica : na pra-
ca da Concordia, armazem (fe cal preta e branca
Vende-ce ama cama .iberia propria para
condnzir grande familia ou para capim, est re
parada do novo, e se mo apparecer comprador
aluga-se : tratar ua raa Nova n. 61, ou nos Af-
fogados ma Direita n. 50.___________________
v Offerece-se um homem para adniBisirar en-
ginho, dt que tem bastante pratica por.jue jn!t-n
silo pvir diversas veres : qnem do seu pre-timo
se ijolzer utilizar, dirija-se ao pateo do Ter--o n.
2, 'ine se dir quem pre.'nJe.
vio ser aprseulado?, convida todos os senhores
o cios a reunircm- se em assembla geral domingo
13 do corrtnte, as II horas da manhaa, no Gabi-
nete Porluguez do Loilura, para se elegf r a com-
misso de exame de contas. K
Secretaria do Uonie Po Portuguez em Pernam-
buco 9 de malo de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretario.
Aluga-se o armazem n. 32 na
para algum estabelecimento,
Precisa-se de urna ama de boa conducta,
________' pie saiba bem coser e engommar, para nina >e-
Ponte-v ,'lr.a, ahora viuva cora um lilho : a tratar na roa do
' Amorim n. 35, 1* andar.
Dous acadmicos da facnldade de dii
convidam p^lo presente a Exms. familia, parenfes
do Exm. finado Dr. Rraz Florentino Heiv
Alug'i-se
e amigos do Kxm. llnaao ur. Hraz Florentino-Hen- j Grande sitia na Torre : ;i tratar com Audr de
riiwe de Souza, lentes da faculdade c todo o twrp* a-rea Poft, na ponto do mosm, lugar,
acadmico, para assisiirem a urnas missas ?ue
bao de ser celebradas pela alma o mesmo finado,
no dia de quinta-feira li do corrente. as 8 horas
da manhaa, na m.itrizda Bo.vvi,ia.
Araassador.
Para o llio Grande do Nono
mestre de inaseiri : a tratar
das Nev*.
prcci com J<
Precija-se ds urna ama
liuhar em casa cstrangoira :
mero 6.
para comprar c co-
ca ruado Brum nu
Urna familia que, se retira para fora Ja provin-
cia, vende urna roubUia de Jacaranda em bom es-
tado, constando de-18 cadeiras de guarnidlo, 4
ditas de braco, l sof, i collos e i jardineira
com tamps de pedra quera pretender dirija se
ra daTremp'-, casa terrea n. 11, para ver e
tratar._______________ ________
Vende se urna niuiatinha de 9 10 ar.no>
de idade, sem vicio nem achaque, a qual serve
pura andar com meninos, c com muita caricia por
ler prara : quem a pretender, dirija-se esta
tvpographia, que se dita qnem vende.
0 Venda de terreno ua cidado*
g Yae a praca -S juizo dos orphlos, na jB
X segunda-ftir prjxim (lo de mato cor- ^
M
ira ur
)is da
ENGENHO
Venele se o engenho S. Pc-ln na comuna
de Porto Calvo, provincia deAIagoas. com
excellenles trras para dois rail pues de as-
sucar, extensas maltas, magnifica casa de
vivenda, situado a tres quartos de leguas do
porto de Gimella de Barra Giande, distante
desta capital poucas horas ende locafao
brevemente os vapores da companljia per-
nambucana.
O engenho le animaos, purm ron.
urna despeza de dous ou tres o utos de ris,
pode ser transformado err. eogtfho d'agua
copeiro. Os partidos esto as pet tos do
engenbu.que pode ser manejado suavemente
com q inze ou vinle trabalhadores. _' lido
pela propriedide de melhores turras da lo-
calidade : o vende-se por preco muiti- cu
modo: tratar na ra do Vigano :.. 3I_.
Vdil* se cerveja branca Basa ardadeira
prtta do Bi rula y de superii r qualidade, en: boti-
jas e meias li ton na ra du ommercio n. 89.
Attenpo.
Na ra Augusta, sobrado 1* andar n. 67.
"fiisa-se de urna ama pira o servico interno de
|. uca familia.
Deseja se fallar a is Srs. E. J. F., J. R. do N.
e brififaarel M. dos'A. B. ; na^oledade o. 80.
renl.) depois da audiencia por volt > de- ^
1 hora da larde 8 na sala ublica a ra jj|
do Imperador, o -xcellente terrano^fu- j.
y& ret, qne deixou o finado Henriquc Jor- W
g.> na ra do Barliiolomeu eni frente ao i
av cs da Dte**** medioio 133 palmos J
m do frente e 93 de tugte A arremato- 5
'JU co ser por Uea *J> 4 de nula ig
Hf palmos cada um, de Irmla etres
'fk mo?; tudoa.o i.o.*
ial-
l
Veode-se na roa do Duque de Can;,
ra do Queimade.) n. 19, chitas do cm paiimi
gnitos padres t MO rs. o eovado. o pe-l-.-.*_
F an'.
ije .;um piano de n
eco conimodo : na ra <
. fa rna da Iraperatri/
za, vende-se urna len
pt'ia para- nm principian!'
c.au a.
Vtde se urna amarellr'
gumuso. ipla: i i
cisco o. 34.
-___


6
Diario
de
Peiiiambuco
Quarfa elra 11 ,le
Maio d
1870.
i
A
Rna Duque de Caxiu-sji. 55
Na toja di VERDADE cootnna-se a ven-
dci por baritis-iimo precos todos os arti-
gos le imudeza.*. e perfuma!as do seu
grande e variado sort na,: nio, garat tiudo aos
compradores toda a sma.ridado.
Lindas buaecaa de cYa e massa por ba-
rassimo proco.
Espalos lloarados para peudyra4- a
lors.
/ipnlhas de osso para crox a 2C0 rs.
Pentes finos para, segurar cabillo, a
-3o r*
Gtuuaios para gaza 3-0 rs.
'.irrua com tinta aluarine a 10COO.
Dita cora agua florida a l->"..0.
Dita com dita dila a I->0 U.
Tiinicu du Jaune a 15300 ji frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 040 rs.
DKji com agua de Colonia de 300 a-15900
iLo cora extractos finos a 15000.
D lo wm sndalo verdadeiro a 15200.
Laascotu banhi muito Una do lO a
240 rs.
'..-.".'ti's muito finos e diversas nnali -
dadas a 80, tO, 2ie 320 rs.
I ;as pscov is p:ra denlos de 320 e 503 rs.
DitiS para tacto de 500. eoOO rs.
Ditas para cabello a EtCO rs.
Pintes para a'isar com costa de metal a
320 rs.
i>.: is ditos ditos do hlalo a 240 e 320.
Pautes paca tirar pioibod 1(50 e-iOrs.
?'.-. ios para gac. d.-izia a 240 e 30rs.
Briaeos de coros, inteiramenle moderaos
de 160 e M is.
Peonas caligrficas mnito linas a 15*00.
D.js de lauca o tnaosinba a 800 rs.
Lindo babddinhos c ontronieos de 300
-e 1530.).
Grasas de bnojs do louca di 103 e
SCOn.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
ti i com papo! amizade a 700 n.
tas coja eaveiope) 480 rs.
oiii obre'as a 40 rs.
Di" ts com agalaas fundo dourado a
280 rs.
mra para costara a 240 rs.
L'nha pe marca eaix.i a 190. rs.
t rutis de ikiac da Alexaoelre de n. 70
... I :: LO rso
Gi ampos muito Eqo3, com passarinhos du
. : rs.
Carias Ira-vezas para jogar dozja 3000
' luguezas, doaa -jiDo
Papel almaco scpeiior qualidde resma
10.
' fina para bordar libra G:;
' ]' ; ira d ...; dj$fipalo, i issa 160 rs
bi um de '. lid i :
40J rs.
. i/'. m en lia i I K) rs.
- bas poi 320 rs.
lato, par 460 r&
; I cacaeo! branca e de
; '. 100 rs.
11 LOO rs.
de i m p ra ei le loo
Grvala* 4o eoa prete de 400o*QO r
Ditas de ortx, branca e de toros 500 rs.
Da de gorgurito de cores a 800 rs. ]
Na Yerdadc A rnn Duque de Ca-
__________*Ua ai. Btth.
Estainpilhas.
Veado-son ru f.raz n 8. 4.andar.
NEGRA
<5a uaito ucrediada marcat Ooayor Guiilel A C. de
cogaac. Uoieo deposito eui PeriHiubucu, eui casa
de Carlos P. de Lemos C., ru *) Vigario nu-
niero to.________
Milbo e arroz de casca
Vende-ge mijho e arroz de casra novo ein sac-
io?, no trapich da eompanta: a Halar ua ra
da Cadeia-vetha, casan. \, 2* andar.
0
Miiho das lihas
E
Feijlo do Porto
em Raeeos srandes, das qu-.idad.;s aluixo men-
cionadas, e por menos preco do oae em ouira
pane. -
1I1LHO NOVO
Feijao mulalinha l-'eijo (.reto.
Di lo braneo Dito rosado.
Dito amarollo Diiu fraJ.
VE.NDEU
Jos do RegoDorgos & C, a ru,i do Vigario n. I';
Bichas hamburgnezas
.Veste novo deposito recene-se por todos os |>a
qnptes translanlicos bichas do qanlidade tapWior
' vendem se em caixa ou porcio mais petnlena,
o mais barato do que em ouira* qualqur parte :
na ra da Gadwa dj Recife n. 51, f andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de iNicllieroy.
nico deposito em Peroam'uueo caes da alfan
dega velha n. 2, anda.
2
S
5
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os-jiereditadoa cyliodros americanos para padaria, por d0Us differentes
Mbinas para tlescnocar algodSo pelos aelbores fabricantes de New
Machinas do vapor systema de locomotiva e polias para as r.esmas
Garrtobos americaoos para transportar volamos em armazprs Ti'i
<;o razoavtis. /
systemas.
York.
Tudo por pro-
TRAVESSA DO CORPO SANTO H. 25
Jnjm Kopss ti:\vh C.
I
MACHAD-r'C,
A ACUIA NEGRA animada com o bom accofhimento qte te ve era seas amian-
tos, vem novo participar a seus freguezes Qye. atabu de jrecber um variado sorti-
oento de objeclos de gusto os qnaes sera: vendidos p>r pfecos muito razoaNeifl, pois
jaando fez os seas primeiros aunucios, fui o fue assegnfoo, e sem indo de errar,
jorque como disse osla interesses ligada a itfa casa importadoiadesta piara, e
I ior isso poder ter ludo especial e vender por pwcos admiraveis:Cliama pois a. lten-
lo -de seus fregueses para og- arlaos oossj d^screver :
Livros com o lampo de marfco, mad- m variado sortiments de charoteiras e
erla e tartaruga, propriw para missa. (paiteiros de porcelana,
GaYafinhas vazias propnas para presentes
Vende-se nma prota cri..til;i de idade do 01
annos, muito robusta e sadia, sabe cozinbar algu-
ma cousa e lava bem, comnra na rineira e
quil:indeira, e propna tainb.-m para serviro de
campo, p.irque f,, do mallo e trabalha de eiicha-
da. Um negro de ilade de 2() annos pnoprio p:.ra
o:'sa de gusto.
biispensaveis ie palinlia o de couro pro-'
tos para senhoras e meninas trazer"nos!
rseos.
ilinoculos d madreperola, marim e tar-1
iru^a todos esmaltadas.
Cmtos largos de setim, cousa iteiraracn-
4 nova.
Tenb>s para voltarete.
Bangallas com raarfim, cousa especia!.
Sabonetas de alcatrior
Cofres de fulhas para efinbeao.
Lindas caixas para costar.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de eliesrar lj,i doi are* ra do
Crespo n. 20 A. de Alvarj Augu.^r de Almeida.
&C, osimis ricos corle.- de vestidos de blmd
! que tein viudo a esta mercado para cjsamentos,
assim como cortes de vestidos de seda de cor d
gjslMS iiiit'irair.CKlc novo, a lambem um grande
sortiinento de chapeos de vctludo para seolbras
i v onde-se on (roca-se por casas nsta praca
o sitio d: nominado dos Porniz, anlua casada la-
: vagem de roupa, com m,n*> rasa de vianda,
, scmala para proto', estribara, banheiro de iiedr
'al com agita correnfe, baixa pr eapfm e
[Brande terrena para panisces : qnem.o preten-
der dirija se prac.a da Independencia n. 33.
COSTURA
Fitas de sarja de todas as cores e larga-
as jiara lacos.
Um competo soriimento de tovas de pe-!
tica,
- Krtrj,p Acabara de ebegar ao GltANE BAZA?.
Talagnrcepnra bordar CWVEBSAU roa Nova a. '22-CABmo
Ihn comptoto sortimen.o 9 rjfcites de Vja>\\aum completo soriimento de ma-
Toacas, apatihos meias de seda e mais seda para vest*). clijias para coetora, don a-atures mais co-
rtences para baptisadns. s perfumaras de todos os 'aofores os mais nheidos, as qoaes estno cn> exposio5o no
titas com msenpr.ms primas para bou- acreditados em (tractos, pomadas e leos mes-mo Bazar, garantindo-se a suabaqua-
jaet de oom; e finalmente outros muitos objectos que nSo bdatte, e tambo ensina-te com perfeicao
Ricos vasoS com p do arroz. possivel mencionar ; mas coro a vista se a todes os compradores. Btas machinas
Um variado ortimeot de jarros do por-'certifkarao do soriimento desle cstabele-
!ana. cimer>to.
Vende-se um hni e carro proprio para car
regar assnrar ou gneros : a tratar no caes do
i Hamos n. 22, eom Aplomo ios Prroco, por es-
: lar pira retirar se para Europa..
Vende-se una ca-a terrea em chaos proprio
na Irrguezia de S. Jof : na roa de Ilorlas n. 30
se dir quero vend-,
Vende-sa a toja de funilnn, Ua ra Direira
I. 38 : a tratar fa nesma ra n. 31.
Cal nova de Lisboa
engeuh) par tur sido do mallo
amigamente ra do cano n. 34.
Agjiia Negra, na do Cbug n. 8.
sao iguaes no seatrabalho ao de 30 cosht- SafSEtt ISmofna'rS'la Cu?
reirs diariamente-, o a sua perfeico tai metro andar,
enmo da melbor coetareira de Pare. Apre-
e vecd
8, pri-
ii ra da
B8S83E$8&'3)BS8 ^**^.*
Azule|o3
de J. Uorcra Uia?
Vende-se no armazem
ruada (Iruz n. 20.
% eJa, a ules sese se acaTe
Xa ra Dimita n. 9 tem laa dq todos
para bordar, pelo dimioula pre'e do
libra.
as cores
1600 a
*#5
rs.

eara
Vend-'-se ptimo caf da sorra d'Ara a-
n!ia, Ceaf: ra da Cadeia do Recife
iV-o inais cabellos hraucos.
A tintura japoniza ps; |ingfa os cabellos
la pabe?a e da barba, foi > nr.ica .iduilida
f Universal, por h.r s;cio roco-
irior tod sncrjes'at
Q< : existentes, a m a la.
Ven cada I q na
Vende-se nina parle do en?cnho rNargaiono'-
scniam-se traballios executados pelas mes- QC (waiide prodaecjto pira agricultura-, sito na
rnas, que muito devem agradar aos preten- !g**2a i,e ftarass". assm como se -^ne ou-
APniJ ,r;l P",ti! o openho (ap. de Cima, amiexo ao
purpitono. que mullo con-;em (fomijrar .-robos : a
O litro para o mez de maio
Acha-so venda"na rna do Imierd> bem eonhecido Irvro do nioz de niaio, conlendo
alis do mais, versos, ele r e tambem os cadernos
de versos proprt para a meima dem^io, ntida
impiessao, e preco mudo ermmnd >.
Vende-se
tratar no Remedio com o 3r. An onio MenaJioCor-
derrodeGu-nao.
paiXa'festa
3 portas, 1 ja de feragem
6a-Bua Bireita53
Xeste ?:;tnde estabeleciraentc, ha para vender
um terreno m Torre com >.i palmos de frente e m compl 10 sortimenlo de ferrr.gem, e mMeza?
::ji iie fomi 1. em bom local por (Icreom a- fren- m'as e grossas, como sejara bandejas chineza
te para o nascenie, e em quina da una ra e p rt > qoadradas e ovae?, facas e (mTos de 1 2 bo-
llo banno : a tratar no ama
rador n, Iti.
de
Iffova m,7
.'.rio -je i!;rar es>; mprftado estabeJe i;
:o\n sorthjielo do
L\y u lie
Ci*aade as'iojazcn na rs:a ta
Eaaiicafpz n. S
nina de urna roa e pjrto quauraaas e ovaes, facas e ftarfos de l 2 \*>-
azem da ra do pe- ll"'-S balar.'; inteiro e 1/2 ba!;m.,u; paneas, cba-
____ '>: 'i^trollas, frigdejrasv assadelras, tontc
V s-* M do ferro cobo de porcelr.m, iss-hos para caf dt
' di f: L-ric.int3 J. pv, p a<*.fcjl .-
:"-: r ; ; adera de cairos
arj s do Ierra-
a V.) rs.
.1

a n,
,
^S.om e 1 para.homens, para santeras,, para meninos 0 meninas eclhido
r< as mas importantJS e irr> Phferfcas premiaos de Pars, smi'siia o fina
;o> perfumara do C-unlray*- j de Pi ftrlavas (fe ptlic I;; luovin ios -
te grande rmazea vende-je lifca mgteza l'fs' Q* ,s0 c'!" *
e ordin rp, a'pptelh de porcelana pa a ; :;::'a .n-:;! "^ 'i? 3 Pc'"
intar e para r;n. jarros para fl.rres os mais beni- "" "-121". dmif Praaaft fi; -
m m m
1 o d gostos moderno*; ; 1 como grande
rtmento do wlros finos o ordinarios, que tnrf
<

deporto de Beary fdmn
.ir, ato carrej ,.tf ps.._-
nialMade;oqtud sevonde :r pardi
menos preg- do que em cutr* aca
>

.
T--
asi b

: : ; !-M /
RA -DA

m
'K' i-'el publico, bu ,'.!; Bortimeato de a toadas, do mtis apurado costo assim c*.
w osbov :; .,.-.. w de svennde
V.->4e9i
procos compram-aas casas estr
Ca j sibI
. .1 A I: I ,
:509RS.
'
: ['Je le mais fino lisas com listta ao la Ib, sendo razendo
m se vendo 1 -. pop
': C.15E IIR.\ PB8TA A i:50,
o a :.:3i3;pira podereih vender polo cu-
l'aia iiiiiur commodidado das Eimao. familias. 1!; 1
' barato p
1
; 1 co.,1
a '..-i.
e'
1
''. 12$ 03 r.i cada n n, 6 wbtncha.
- iEZAS.
0 ;' .. ti as miras escosse-
; ^os graadose c ouiras
lisas
OPavSo tem >>* superiores oarlos daca-
t!iasprt(Ssosd-)s-jsemira3 pr^taaifeitaias pelo aarato preco
s-i fazer mu voj KKWlrs. n eort,
CA ;. IIJLVS RASPADAS A 830 R3. 0 C0-
' 'DAD VADO.
na lo de sa;ss
assi r c imo di*1.--
:.; com
- tas" a Lf por : i

l\ S.VA^A l000, 1,^280 e
.
fas I jfbprias para^
tidoa e
inda-a ce


do preciso Mas 3 I ': na I
1.
as e ca {retas.
jraj
.
, p 1
q<:' j uue
_ 0 Pava > njnd; excedente fazenda de pura
13a com-as cores escobas muito pruprias
pira calcas, palit its, codetes e roupa pira
meninos qjie frequmtam a escolla nrser
umi faznda leve, escura e do nanita dura-
CROCHE-S PABA CADEIUAS E SOl'WS. 1 CRETO.XES COil- 10 PALMOS DE LARGURA A
O Tavao tom um g-ande sortimentu 23000 ns.
mais bonitos croelws para cad 0 PavCo tem orna iv.vn raroesna aamai-
me8a3, atmufedas ec, proarioe pe a co- to acreditada a tone, proprla para Icncd03
BnrpresaatM o \ ode-se mais barata de teods 10 palmos do largara, dando na ar-
qae em o tira q 1 ; ier parte. garaocorapi d 1 kmeol o veaSo-se
Algalia e^!sat4tS. ,- pelo barato preco de 24600 o metro, seTido
Vende-so nma grande pot^So da algo 13o pr.'ciso apenas para um lencol um metro e.
smiio atterioao com 8 pateaos de largura, juma qaarta ou metro e maio.
proprio para leocas e Loalaas, tendaliso e '',
trancado, que su vende por proco tfailo em GUS!D1,5?AK fFm i):; nm kT& nm
coala. a toja do Pavo encoBtra o respeitavel
attiTONES matizados PARA VESTIDOS \ CIO Pu!j'lc'J "m gran le soi'liuvjio do grosde
e 8o ns, aples pretos de todas as largara* e qpa-
- ara o Pav3o ch:garara os mais benitos lidades, tendo d; I#i00 o covado al 7
00), que so vende por preco muito
em coala.
-:;".: pnin,ra 3ce^s.dade que so Ibes p*>m ite vender por pr ros muito mala baratlo ar
sto,h ita^do-sa apenas a gaabarem o descont. As pessoas que neg hSSJ
todw as bn r, ps fros das amos is. oa so mandara I 1 [\3SiZ
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A tOJO-OO.
O Pavao fez urna gr
eretones escoros mitizados, proprios para
dos, rqopo, chambres etc. que se
o covado. assim como o
vendem 8JU
mesma fazenda com padi proprios
para vestidos o roupas de miomas a GiO
rs. o covado, send) os padro.s mais mo-

.
&^O9 rs.
0 cor! is de vea
I jrd -
A
Cao, e pecbi a 8QJ rs. o : > ou a
-ivs .1 e cene do calca para homem.
FINAS BARGES A 640 B& O OVADO.
0 Pavita tem as mais lindas baragos del^nos que tem vindo ao mercad^.
I3i sendo msias iraaspareatos, com umaf 03 SETiNS DO PAVAO
s cor, leudo : lyrio, azu rasa Bismarck,! VeQde-se 0.; mais bonitos seos da cores
rox>, etc., lendb muito boa largin-a e liqui-e mais enaorpados, proprios. para vestidos
da-se por 040 ts. o covado, por- se ler "^-loado de diversas cores,
to urna graide compra, as ira coipo ditas
mais e.strciias da urna s cor-coa) lislras
imiaco desL'J.i a 500 rs. u cov,,d 1, e pe-.3
ebinebi.
ALtlMAOSINO A WOOJDOM 2 i JAHD.VS
O PaVth voade pecas dj superior algo-
inho largo proprio paia todas ai obras
lor ser eacorpado e Tino, |
co d 8,5 o pecaiacaa.
PECAS DE MADAPOLAO A 3/fJOO.
0 PauJb vcd de p.>,s8as do mu i lo bom
toco madapofo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
PAN7K>.D1 LFN '. baralo preco de'35500.
LA4S ESCOSSE2A3
I.AASKSCOSSCZAS
LAAS ESCOSSEZ.tS
A f60 rs. o cavado.
_ Qftgon pa-a 'a foja do p v;;. o miis
gante soriimento das mais lindas ISazir
arto ra-p- rhaS-esc08S?zas : Bos de s .ii. Is riuae
Pe fezem o mais delicado eftiD, para vestidos
de duas saas, u vendam-se pelo baraiissi-
s.u.nu c impra de cna-
!' sol de pura seda, ':. es, com as
paragao. sendo neste geoero os
ores que tem viudo ao mere di.' o li-
qoidam-se cada um pele pi ,- ICMWOO.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS,
OS P1U-C0S.
N'eote grande estabclicimento encontrari
ipeUavcl publico um grande sortirnento
do roupa?. sondo priliis e sobreeasacos de
pajino IreBa e. azeauaa, calcas o catetes de
brim braoco e do cecea, qoe Indo se vende
mais baraiodo que ora ouira qial jner parte ;
assim como uai grande seflimente de ca-
rai2as frnpezas e inglezas, e ceroalas tatito
de nlio como de algodao c aboadante sor-
tirnento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS CO.MDUVS SAIAS.
qot
pr>
ALPACAS LAVRADAS A 6O, 800. E
1,000 RES.
Chegoq para esto grande eslaliecimenm
o mais benito sortirnento das mais moder-
na:, alpacas lavradas do todas as cores, que-
se vendem a I ;, yeo o OiO reis o covado.
assim como um.grande sortirnento de f pa-
cas lizas d lodas as cures
Basquinas.
PARA BAPT1SADOS
N.i toja do pjvf' > vende-se bonitos en-
cbovaes para bipttsados.
Corees de* ehltas.
c^m 10 coyados a 35000.
Vend.'-s' cirios rh c'.'f :s finas,teno O Pavaa vende urna grano porc3o de
escaraoalegres com cores Osas, sendo'cortes Tde vasddos inditms, tendo daas
rweirda ^ ,,,h mais dtnheiro, p lo bara- saias e tendo bastante razeada.eom os gos-
.0 preco .1 ') 0, tendo lOcovados cada tos mais aovos que tom viado, o liquidase
a, e pe bmtba, para acbar com o reslo. a 85000, tendo cada um ceu competente
CASSAS FANCFZAS. II i iiiO-
Cbogaram para a !.i do Pavo as mais rvsFMmis VFsn tn^i ixnrnvanii
hadessas fraiicezaa com delicadojpa- UL';U1*5> tbLLADAai A ->> o t\ADO
jcas de pan-
1 Piifto, qua sa vondem. del
10 preco de 30f
PSCHIMCHA EM ALGODO A UOOO 113.
O Pa.ao c l vendeado pecas de algodao-
fo.sa siaho francez, tendo 4 palmos do largura e
0 a
; hastiada De^ot cora 11 metros cada pjja, p-!o barato prc-
is proprio para lencoes c toalhas. de 4^000 rs.
CAMBItAIAS BRANCAS A 400f>, A PjBCA.
S o PavSo vendo pegas do camb.aia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, cora 10 jardas cada peca, fazenda
que sempra se venden a 74 o 85000, liqui-
da-so pelo b.rato precd de 4-5000.
Ao* dez mil eoTdaa.
De lasinbas a 400 rs.
O Pava.) vende pelo baraio preco do 400
rs. o covado, uma grande p rc 1 de i;l:i:-
nhasNcom lislras miudinhas tendo as mais
lindas cores c lustrosa imitado de poape-
lina de seda, pecincba,
A3 F jANELLAS
$.105,1 :
j 'd-f !..>;. 1 om .
icos cortinados
' f sarnas e an
> i ; li m de 8^003 o par. ale o mais
lO, C Y..M|i|.-
11 cir ouira rpni'pier parte.
w\ DE C\fiNABA.
ni ir cora de carnauba em
rato do que emoulia quaj-
1, ra ra da loiperalriz n. 66,
V
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS 1)-. LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o envaro.
Chegou para a I ja do Pavo um grande
o bonito soriimento das mais Hadas sedis
de listas cora as mais delicadas cores, ton I)
entre ellas algumas que servem paia tato, e
vendem-se pelo barato prejfj de 2-5,00 o
covado, pecbincha.
FAZENDAS PAR\ LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respei-wvol publico neste es-
tabeleciraen'o ura zendas pretas, como *x*$s c^ssas fra. -
zas e inglezas. chitas pre'as de todas as
cualidades, fazeitdas d^ la de toda-' que
lenf viudo, proprias para loto, sendo liasi-
nhas alpacas lavraiase lisas can' b
bisinas, merinos, eu-, que tod -
dr5es, tendo para tod
dados, dando-,o todas amostras,
a'-, O Pavaa tem para vender bontas casc-
; ssim como mr3s mescladas e bastante encorpada para
chi- roupa do homens e meninos peto Sbara o
OU 5.-)0JO o
Roupa por medida.
las francezas escuras e ;s. qie se ven- preco de 3u00 cada covado
dora ramio em canta, e tambem se da). corte de calca para homem.
amstras.
Cdrtes d? casemira a S60, cada um. .
Vende se bonitos corles do casemiras
claras o escuras pelo b.rato pceco de 45,
ou a 2.J 40 J o covado, lando duas larguras, Na ,0' do Pavao manda-Si fazer qnalqucr
i peca de obra a vontade do freguez, para o
B)dv%/JHkA. ,;(jue lOm ura perito alfaiate, rpsponsabosan-
\ do-se os donos de estabelicimonto por qual-
EM CAAIb^S DQ PWAO A 45500 BS.Jqrjer falta que possa haver, quer por de-
Vunde-se um bonito sort'mento do.muito mora, quer por qualqucr dcfoio na obra;
as emodernas 01 iglens com poi-'c para isto encontra o respeitavel public
l-ErsasffCijL
lo e cobarinhos d nbo
..,,. poi? c para isio encontra o rospeitavel publico
e juinhos, pelo um grande sortimonto de todas as fazendas
baralissimo proco de 45300 rs.' cada urna que desejar.
e aos frcTruozes qu arom^duzias se
oiudose que
fazenda que vale moito mais dinheiro,
liq nd.;--o |, t sta proco por se ter feito
BRAMANTE A 1800.
Vende-se soperior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lonfes, dau-
por preco baraio.
A loja do Pavao est constanteme
Chegaro as mais modernas basqi-mas
ou jaqaetinhas de seda pret3, ricamente
eofeitadas a vfdrilbo, tranca e setim preto
tendo de todos o* modellos, os mais novos
quo tem ebegado e vendem-se por preces
muito razoaveis.
POUPELIN'AR DE SEDA
1>L'I>KI.I.\AS DE SFD'
P0UPEL1NAS DE .EBtt
a 25000 o covado.
O Pava' acaba, de receber o mais ele-
gante sortirnento das mais indas veidadei*
ras poupelinas Co linlio e seda com os pa-
drSes mais delicados que tem vindo aomer-
cado, loado entrd ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-so pilo barato preco
de 25003 cada covado, pechincba.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortirnento das me-
Ihores cambraias tanlo victorias como trans-
parentes tendo de 35500 peca at a mais
lina que vem ao mercado.
ESPART1LIIOS A 5*000.
Vende-se um bonito sort:mento dos me-
llares e mais modernos espartilhos tendo
do barato prego de 5500Q ate 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 300 RS.
Vende-se o mais elegante sortirnento das
mais modernas e bonitas chitas tanto anu-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-so do todas amostras.
PUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 1*200.
Vende-se muito bonitos fusloes blancos
muito flexivel proprios para vestidos da
senhoras e roupa para meninos e venda,-sa
a 640, 800 e 1500 rs. o covado.
Caaaaa a ra.
O Pavaa est vendando bonitas casss da
ceres fixas a 240,, $0 Q 300 rs. o covado

O
:ili


Iv
l..
Diario de Pemanabuco QMla. Mea. H de Moie. de 1870.

A RITA DA 9 JIPERITRIK 5T.
Esquinaduruada Aurora, eiu frente do cuf Imperatriz.
N'estc nrtvo e sumpluoso esiabelcciraenio de fazendas encontraro os Eimas.
familias tudo quanlopossarn desejar, tanto m ariigos do mais rigoroso luso, coinoerntodas
s mais qualidades de fazendas,
Alm de se acuarem prvidos do que da melhor se encontra noste mercado,
por lodos os paquetes da Europa,, recobcm directamente o que ein aitigos.de moda e
4o mais apurado^ gosto so enconlra era Taris, o que. vera cada dia augmentar s propor-
eoes de qurdispoe este estabeleciraento pata bem servir sua numerosa freguezia.
.1 ir I ^"^ (3^'
Algodo largo para lenges e toalhas de Gase comlistras de seda e flores, fazen-
wdas as qualidat-js que costuma vir ao mor- da iuteiramente nova para vestidos.de baile.
^o. Grvalas para senhoras e homens, o mais
Alpacas de lodos oj padrees e qualida- completo sortimentp quo so pode desejar.
4es io variadas quo su nao podem descrever Guipare preto e branco, diversas largu-
Albuns cota msicas para collocar retratos, ras edifferentes gostos.
delgado, presente para qualquer pessoa de Gilas e punlios bordados para senhoras.
s.ia. Guardanapos do linho pequeos e gran-
Atoaihaao de linho e algodSo, branco e des.
4e orea proprios para loalhas. i Gorguraode seda preto ede core?.
G*J Grosdeitaples preto e de cores, haven-
ftas pupas do seda pretas e muito moder- do diversas qualidades e gostos.
aas, bem como de crochet, tu o de apurada r vir-
oslo e feitio. i Japoneses para senbora9, o melhor gos-
BalSes de roussclina, raadapolo, brancos to, e fazenda propria para as festas nos a.r-
do cores, para senhora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges,do cores variado sortimento. i ?~>
iabadinbos ou tiras bordadas em todas as Lazinhas de todas as qualidades, cures
arguras. e gostos, n5o ficaodo nada s desejar, tal
lielbutina de todas as cores. o sortimento que existe para cscolber.
Bolsas de tapete pra viagom. grande Lencos, tudo quanto pode haver desde
?ariadado de tamanhos e gostus. esgniao ao algodo commum.
Bombazina prat de todas as qualidades.
Bramante de linho de 11 palmos de lar-
tara, e todas js mais qualidades.
Bretanbas de linho e algodo, grande sor-
tmento.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo soK-imeolo, quer em
Bros de linho branco o de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em'Qo
'.ommodoao mais caro em qualidade, allian- d'Lscocia, brancas e de cores.
*ando, o quo ha de melhor na especie. S23t
Bros d'algodio completo sortimento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
iariedade de pro^S. timento que ha neste genero, desde o mais
cji elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sortimento, pri- pega e relalbo por menos do que em ou-
ando pelo.bom gosto e barateza, attentas ira qualquer parte.
48 qualidades. Manas de blonde para noivas : o apurado
Cambraias brancas, tapadas, e trar.sparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
es de todas as q.talitiaties e presos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinlias de eambraia de linho o cassa estabelecimenlo o que de melhor se dese-
6ordadas ricamente enfullados para Sras. ja para vestir e ornar orna noiva.
Camisas para homens e meninos, to va-
nado sortimmto que vai do mais ordinario |
aiadapolo ao mais perfeito borJado de li-j
Camisas do meia, de flanella, braneas e.
de cores para hornera. I
Casemiras pelas e de cores, o melhor1
.Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Mosselina branca e de cores, lindos e va-
riados padrees.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Poitos bordados de linho, lisos e de al-
one se pode imaginar, sendo-d'isso a me-
nor prova o grande consmalo dellas na
alucina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
4esde a mais candida flor de larangeira at
t mais interessante griaalda.
Chapelinhas no melhorgosto.de todas as godo para camisa.
<:ores boje preferidas pelas senhoras de Princetas pretas c ^e cores.
ca3 apurado rigor na moda. Popelina do seda e linho, com li-lras e
Chapirs pretos de velludo, para senhoras, j flores; fazenda lindissima..
- limo gosto do Paris. Pelherinas para senhoras, do ultimo
Chapeos de sol, para s-nhnras e horneas, gosto.
de todos os pre;o$ e variados gustos. Perfumaras; os mais finos extractos^ o
Chalv cora ricos padres para vestidos.' que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as qualidades, avultado! encontrar neste genero, e de mois fragante
amero e nao menos variedade de gostos,'e suave no olphato, tem o PAV1LII0 DA
Chitas, impossivel descrever o sortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
:o e variedade de padrees e novos gostos, da at o mais nao Bouquet d'Amour, Anal-
ta neste artigo tudo quanto se pode desejar. mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se pode iraa*
fioar do melhor.
Coqoes, o melhor no gosto e nos entei-
s, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de rosti branco e de cores por
prego? commodos.
Corpinhos-de cambraia, ricamente borda-
os para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
l,o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
caior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
andas cores e rieos padrees.
oa
Espartilhos brancos e de coros, para se-
Qhoras e meninas, o melhor neste genero ;
eenhuma Sra. deixar por certo de muir
ce de tao precioso auxiliar perfec3o de
cm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enfeites para cabeca, ultima moda de
Faris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento do
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padrees,
Fi mus de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o o que ha de mais rico, quer
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e seni ellos, o melhor possivel,
Sahidas do bailo, do todas as cores.
Sedas pretas, do quadros, lavradas, lisas,
de lisiras de todas as cores e quididades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e. de todos os ta-
manhos desejaveis, e em pega para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho o algodo de todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
,aj* ^fSfU^te.
Vistuarios bordados de fusuo brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo-a
este mercado.
Vestidos de la cscoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. frejsuezas, que
somos os nicos om Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Alustrado publico, o mais
apurado gosto em sememante materia, gra-
cs ao bom gosto do nosso fornecedor rm
6 $tllSlfl
GRANDE
Quaudo a AGUIA BRRNCA, mais precisa scwnlificar ao resneitavel publico em
geral, a era particular a sua boa freguezia, da iramensidade de objeetos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque qssa falta invo-
luntaria ella conlia e espera na benevolencia do lodo* quo Ih'a atlendeio e relevarle,
continuando por-tanto a dirigirem-se a bem conhecda~l< ja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n-8, onde sempre acliarSo abundaucia em sortimento de suparioridade em
qualidades, modicidade em procos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SLNCERIDADE
Do que cima fica dito se couheeeque o tempo le que a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar deseus cusios no desempenho de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja, do que necessitam, entretanlo sem ennume-
rar os objeetos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornara rocommendaveis, como
b< m seja
Corpinhos do cambraia, primo re samen te
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os ternam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objeclo muito se poderla
dizer querendo dcscreve-lus minudosameate
por suas qualidades, coree e desenos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
do chegar, mas para nao massar o preten-
dento so Ihe aprcsenlar. o que poder de
melhor.
Entremeios em pegas de \i tiras.
Guipure branco o preto de diversas qua-
lidades e desenos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelmas e monta-1
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meDiaqs
Errxovaes completos para baptisadosy
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de llores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARLA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caisinhas cora ditos aromticos. *
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adorecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babaHhuos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 8 vistas, as
qaes sao movidas por urn machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas eaixinhas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de madoira errvern'.Sda com vispo-
ras e com dminos,
Borras de., borracha, pata brioquedo de
Touquinhas de Mi, sapatinbos bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objeetos do porcelana, propriosf
Camisiohas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbas.
NOS GRANDES
DE 8KCCTOS
llttIAZEMS
K MOI/filAll
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Tero.N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS a
PROGRESSO
10
10
Pal.o da Penha
DE
SANTOS & FERR IRA.
Os proprietarras destes bemsorlidos armaztns partieiim aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do mallo que tendo feito grande diminuieao de pre-
Cos as suas mercaflorias esto por isso resolvidos a vender por meos de O e 20 V
do que oa ou'.ra qualquer parte, garantindo-se porlanlo a s p rior qua idade de quaU
quer genero comprado iieslt> dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque cnfador.ho seria men~
cina-los.
Se alguem duvidar venka ver.
Gaz amerjoano marca Deves a 8800 a
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vimlo do Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 o 2U0rs..a gal-rafa c 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 300/600 480 o 400 a garrafa litro a 840;" .
7G0, 720 c 600. \7,000- 7*5CO e S^800 arroba'
Vinho branco puro de Lisboa a GiO 560', Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki
a garrafa, em porco ha abatimento.. logramma e o^800 a arroba, em porcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melljo-,a ^m*n;
res e maisacretadas marcas a 10060 e t:>200
l 13, 380 rs. a garrafa o 560 o ltro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e l^iOOa
garrafa em porco faz-s9 grande abalimen-
to.
Caf em earoco a 220, 240- e 2*0, a li-
bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
3#2GQ
Queijos frescos do ultimo vapor a
e 3^1400 cada um.
i
Aletria> macan o, talharim a OO rs
libra e 10100 o kilogrammo em caixo ha
abtimento.
Sabo massa de Ia e 21 qualidade a 220
e 240 rs. a libra era caixa ha abatimento
Toucinbe de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ha
grande din*eren?a.
gneros, tinho em ancorlas, azeitonas,
citas, quer em ramos, tem oPAVILHaO Paris, podemos garantir que ninguent neste
A AURORA um permanente jardim a genero o possiA melhor, nem mais em
tisposico das Exmas. familias. : conta.
E' dispondo d Uo grande e variado fortimento que os proprietarios do PA-
v'LHO DA AURORA se apresentam ao publico declaraado desde j que a sJMeri-
e e o bom gvstoo raovel ubico de seus negocios.
Prvidos de todo o promptos sempre a provor-se do que por ventura rae
teja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
aem receio de seren contradictos e proteslam esforfar-se por conDU&r a merecer
rroteco que se Ihes tem dispensado ; certos de qua do seu estabelecimento nao satura
a freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artig-
as, prompto executar com proroptido e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
onfiado. Urna modista especialmente oceupada nos trahalhos do PAVILHAO D V AU-
ORA, dirige .os que lhe sao concejyeates, garante por sea aparado gosto eprompudo
ta execuco e a mais ompleu. perfeico nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia qae nos,honra uma provade que merecemos econ-
oeito que se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
* 3z mais. Para facilitar ainda a concecuc5o do fim que nos propomos, temos no nosso
tstabelecimeoto os olliraos figurinos de Paris, que recefeemoi por todos os paqaala, os
^uaes enviaremos para serem vistos as familias nossas fre;uezas, afim de escolherem,
om o padro da fazenda o gasto na forma.
Na otfictM oe alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente oa figurinos
#ara homens que por lodo os vapores se recebem.
E' aHoo modo porque nos apresentamos pedind) a proteccao do alustrado
publico e com o auus profanda reopeilo convidamos s liicellentissimas Sras. a visi-
Ureqio noaio eslabetocMOte, corta* de encontrarem nelle pelo menor preso possive-
lodo que podem desejar.
Maodaremoii caixeires levar as fazendas eajQMtrss onde terem pedu, visto
to poderMoi espocifitar todo quanto temos.
Jmo Imx, Sobrmho C.
Aberto das 0 s 9 horas da noite.
t500 e 20 a>garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
70500 e 60500, a dnzia e 6M> rs. a garafa.
Genebra de Holl-oda e laranja doce aro-
mtica a 60500, 70, 110500, a frasqueira:
Serveja Bass, Illers A Bell a 90800 du-
zia em porc5o ha grande abatimento.
Idi^m m rea II- e T e outras marcas a
50300 e 60, a dazia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros rautos
passas e figos, charutos finos de diversas mareas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualid-des, perola, Fraecy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed. soda FancyMMC-nac,- pa-
laee de Vaneies, combination, Britania, doce de goiabafina; chouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banba de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac,- cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta. do reino, ervadoee, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, fariBha de milho americana, grandes molhos.de bol-
las, nestes dous armazens existe tambera grande, sortimento de loucas prepnas pira nc
godo, que pelos seus commodos preco faz vantagem ans eompradores.
VNDESE ou arrenda-se o engea
S. Gaspar, sito na freguezia de SermUem.
comarca, do Rio Fornwso, proamo do e-
ba/qua, com grantks partidas do peal i
maesap i roda da moend, mallos mangue?
para madeira necssoria, bom pasto, etc..
a tratar na ra d'Aurora o. 26, ou na d(
Imperador o. 20.
Deposito effectivo dos proinettt da contpttnhia dtt
aguat ie Vichy como $*j-im :
Afru Sonre Celeslios.
Bita dito Hantprive.
Da ChatetdoD ele {te.-
Saes de Virhy para tauhos.
Prtilhas de Vkby etc. etc., todo por precas mui-
to era cunta, em cas* de Tisset frres, ra do Coni.-<
me/eio n.9.
O* mesmo teeei para tender ognac snperio, e'
vinbci de diversas qualidadei.
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo o. 9
Os proprietarios do*te bm conhecido esiabcle-
cimente, alm dos mukos objeetos qae tinbam ex-
postos a anrnciacao do respeitavei publico, man-
daram vir e acaham de receber pelo ultimo vapor
da Europa un completo e vanado sortimento de
finas e raui delicadas especialidades, as qaaes es-
li resolvidos a vender, como de seu costnme,
Sor presos muito baratinhos e commodos para to-
os, com tanto qpe o Gallo....
Muito nperiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lindas cores.
Mui boas e bonitas goltinbas e puniros pitra se-
nbiira, nes;e genero o que ha do mais modorao.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para caberas da.-
Exmas. senhoras.
Superiores trancas -pretas e de cores com vidri-
fhos e .em ellos; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos drsenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, as quae sempre se veoderam por 30^000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
atm destas, temos tambem- grande sortimento de
outras >iualidades, entre as quaes algumas muito
linas.
Boas bengalas de superior canna da India e
casto de marQra com lindas c encantadoras figu-
ras do mesmo, n<;sto genero o que de melhor s
pode desejar ; alm destas temo3 tambem rund
uantidade do outras qualidades, como sejam,ma:
Eira,-baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos cairosos chicolinhos de cadeia e
de" outras qualidades.
Lindas o superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de raarfim o tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurams's sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, fiouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhor de cartas para voltaretc, assim
como os lentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Electrices magnticas contra as convulsSes, e
fanlitam a dentielo das innocente erraneas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigioso?
collares, e continuamos a reeebe-los por todesos
vapores, afim de que nunca fallera no mercado,
tomo ja tem acontecido,.assim pois podero aquel
ie delles precisarcm, vir ao deposito do. gaUV
vigilante, aonde sempre encontra rao destes verda
deiros collares, e os quaes altendendo-se ao te
ara que jo applicados, se renderao com um mui
iminuto lucro.
Rosamos, pois, avista dos objeetos que deixamci-
echmtdos, *>s nossos freguezes e amigos a virem
comprar por creeos muito razoaveis loja do gall<
vigilant. ra dd"lN>n n. 7
\c.
De saperior qualidade da mui accredit*
da fabrica de Risquit Dubouch & C, et
cognac uraa das que mais agurdenle di
cognac, fornecera para o consummo >
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa do Th. Just. ra d<
:ommercio n. 32.
ClHliiTO--""
X) verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem
Julo Martins d^ Barros.
Venda de lampeoes
P ra iumiiiaqao.
Na loja de-fufliJro de Antowo Moreira .Pinte, OBtes.
na tratessa da ra do Wgario n. 3, tem paia ven-
der 300 a 400 lampeSes promptos, muito econ-
micos por serem para gaz liquido, e dao excelen-
te lu: a elfes antes que se acabem, sntrores en-
esrregados- de illmaincOes, eme fi baratos.
Vende-se ans preta que rozinha e lva (ra
garante-se nao ler vicies nem achaooes : na r'n
DiTf U a. 3, *> andar^.
Em casa de Mills Latbam & C, ra da Cruz a.
38. veodera-fo fulhas de-ferro galvamtadaa
100 milheiros
De telhas lijlos d* tuda a* qnlklides ven.
de-fg.por mano OOO ena milhejro da qw ou da, cont^iBUcas.liiodO!,
outra quiiiquer parte: na filara da ra dos Pra- ra das Larngeiras n.
zeres n. 52, de Jos Carneijo da Caoba. Grate n. S3.
Meg de Mara
Cnticos e bymnos devotos para o mez
de Maria.
Um mtid) volante, eaeadernado de eouro
1*6;0,
De marroquim dtJarado
S*5(!0
L VRAR'A, FRANCEZA.
Superior \inbu Bordeacx
St.Estepke A Si Jnlien: na raa da Cadia do
Ret fe numero 5. "
----------------------------------.--------------------------------------ii--------------1-------------
AdmiremlH
Chita escaras, eores seanraa, qn^taveodema
210 rs o covado, ou 10*080 cun 4S covados,
altcndendo a quaatldade resalveu-se a vender por
este preco. E>to acabndose : na roa 4* hape-
ratrit-R. M, lJa eu:o tiiola- lele, jok a tu
la^da^jifi'te.__________
Vemtow wmcOvuftrKl,>taM
J cordeiro previdentt
Una do Qneiuiado u. e.
*ovo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objeetos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de que elfectivamente est pro vida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba
receber um outro sortimento que se ton
otavel pela variedade de objeetos, superior
lade, qualidades e commodidades de prt
jos; assim, pois, o Cordeiro Providente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavei publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afa'
lando elle de sua bem conhecida mansid
d barateza. Em dita loja encontrarlo c
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fr:..
ceza, todas dos melhores e mais acreditad'
'abricantes*
Dita de 11 or de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para cnsemelo c
isseio da bocea.
- Cosmetiques de superior qualidade e ci:-.
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita iaponeza, transparem
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igna.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escolbidos cheiros, em frascos de difl-
rentes tamaabos.
Sabonetes em barras, maiores o menor
paramaos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras* de meninos.
Ditos muito fios em caixinha para barb.
Cainhas com bonitos sabonetee imitan
fruclas.
Ditas de madeira inveruisada contendo t
aas pertMBarias, auto propriae para ^
Ditas do papelo igualmente bonitas, tai
oem do perfuaarao anas.
- Bonitos rasos de metal cokridot, o
molde si novos e elegantes com p de urc
ebpoeca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora a outras differeaii
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
?.luda Mi coquea.
Um outro sortimento de coques de &>
vos e bonito moldes coja filis do vidrb
e alguns d'elles ornados de flores e ita
wto todos expostoe i apreciacad do qxw
oo pretead comprar.
G0LL1NHA& E PUNHOS BORDADOS.
Obrat de muito gosto e permicJO.
Ftrella e Itaa Mura ahatoa.
Bello o vanao sortimento de taeo objet
loa, ficaodo a boa ascolna ao gosto doooa
Por-

BRACO DE OLIO,
tua do
Imperador n
publiro cnconl:
diar.amcn'e um
26
nesto
O respeilav
estahel cimeiit
eotimento de pastelaria,- bollos inglezes
podin?, pids-de!, prgsenlos dos u'."' s
ebrgados ao itiercado, salame de liou, I
linbos I'Iids de todas as qualidades para ca.
amen 'oas c nfeiladas, confe los, bumboirs,
pastilttas, chocolate francez lilhas do mesmo ,cailuxos e carteiras com
seis charutos de cite oale rada i;ma, <;.
sortimento de cbscolale 6 do mais acredita-
do fabricante de Paris e 6 o mellior qne
hoje tim viudo ao mercado.
Vinbos portugu'ezes, figueira muito supe-
rior. Os mais -genuious e sopoilores abes
d Porto, moscatel e Sctnba, o illostrad >
pubco encontrar msic cetake ecatonto
por commodos preros, fazendo-sc a!"iiir eri-
jo a quero omprar em porcao. /
Licores de tudas as qwlicades, as Hall
linas, entre elles o afamado Aapana,/cste
licoi e o mais saborso e superior, a'-
boje conbecido, .Virup sle cn-si 11, i
marcoj, caja ele. vjobos de Bu/oeaoa oe
toda- as marcas, u rcais sr.peiibr nt-e re
pdeme nlrar, champagne d (lievemt
muito superior, os mais DQOS e supcriemai
cogii; es fratictzes, o.'d-'.om, de/t"il s as !
bidas Icnosas, este a ma*a!ntar para
qui'in soffre do estomago, { %
Conservas de legumes. portRoezaS, frsu-
eczas e iuglezas, mlbos m^ii^ila ete ,
frailas seccas cristalizadas e em rada, na-
ciotir.es e estraog^iras de todas sexualida-
des, chai uto- dos mais arrp.d*lalo tlni-
Cantcs da Babia e Bio de Janeiro, ncarros
de S. Paulo e Bio de Janeiro, moiiiA sn-
p-'i ores, e finalmi-ntc ludo quanto se d
jar lendi-nto a este genfro de negock
promeiemo-nos a s-tisfazer toda o qoai
quer eticmnciila cun a maioi pri.mpi i
e asseio; Como st-jam i ara i asame^us,
b;ip>ados baitcs etc., tambera fe recebem
ene immendas de pite de lo ou bufbis de
qualquer espacie ctifeftad'is o uVrofaer ,
bandi-ijas de bulinbits com armonio de n V
sucar, assim como de papel. r?sw mo',1;;..
das, gellalinas de l'rucia>. aaendua?,-, j
etc.. '
Os dono* deste Pslabelecimr-ct/T uSo s.1
tem poupado a despt-zai para/mi lh< i ::e-
rec rema acoadjuvaco do alustrado j.-
blico.
i*.
Fnsii do enprah MhraQa 28 de iliril de 1K/0 i.-ecrav"i tVlipic om wlado,
de 22 .mus podco inJ on rrenos ci n
seguirilt's : preto, altura Tffahr. hUk-s (i'i:!j -
sadi'S. denles limados. pi> prnnile*. thrin (!
po, Irvui vctiiio ral di- briin de quailro*,
m1*a de n arl.--p< io, "hapOa n l lu'. t urt a
olla de c>p"liia ; qoemn pecar peder <\... ..
ni dito enpi-nh i qoesfir reci mp< nsade: ou i na
do Iiivrninpnti) n 20. '
Fnci i no ilia 11 de marco do forn
o o^ravo rranri?co. cbra, do idade 30
cen rs siguacs s(puint( : cabello rarai
mito descarnado e c< in^m.ircr's de beii|
lula se S' r iivro, li-vi u ralr.is hranra. palito!
Ipara ie cr e Khapo d Chile, nal, ral d.i
Parahvba, e fo romprad an ir. Debnim Ai
Miii, 'iir.radnr -na iViinliylia e julp-f'r !. r i I
para e mpsmo lupar ; desd ja prolVta-o ronlri
a pessoa i|ne o livor oaill.-ido. Ropa le ans i.
laes la campo, assim romo s sutiriil.nl.'-
ciaes que r. iragam roa Dlreita u. Ki. (|ne
griierii-anunie prat lierdi'S. _____
(.niiiiinia h litar i'npidii o DKibquc Urifi
de 17 IDQOS de idade, criulo, com ftla !!' n-
les na fente, testa ndonda. olhi vi*os. c m
marca de qneimednra na barriga, 8 ouli na
oe urna estnpaila ja antipa rpn-t.i de anilai \
raxintbo : (|ucm i> pepar poue levar su cnp
Califnrnia em Si-rinliarin. a seu Ffnhor J :"i Fio-
renlino O. de Albuijiicrque, on a ra da Craia n
31, que aera l;em r'compi>adfl.
UKSIIL4
reirada Goeta A RlhoTdefrente do arco
cilicio, m itaraca grandes.
Em luga para o Ico, dondft
natural
Auzennu-se desde o da ) de abril o ;: '
anno, 3 mulata acabnculada L'r*nla, dr i' 1 ;
co mais ou menos ;0 annos, lini-i do rorpo, ra-
helios corridus, tem os dpntes d fn-nle p ii
falla descansada e o maior rignal orna
cm um dos bracos de?d o coluv. Un tf a 11 n -
Dhca da iiiHo, supi'oe-sc ter sepoM donde natural, levi-a vestido deshila '- '
cen lisias encarnada?, acostum?da :i ria-'i.
pulla : qui-Hi a pipar I-ve Boa-Via n. 46, ou ra da Cruz n. 2l. ;
gratificado.
TTECAl
Fujio de casa de sen senhor da eidade V
loria, o escravu Luii, idade 40 annos, robra e pe-
ro, m.'io corcundo, rtn eomprUn. ihos 1 ai 1 '
cabelles enroscados, mas nao pirliann. pun bar-
ba, breca reputar. bei^'S um lano pr ->' s, r
chein, ps feos e com Tachaduras, p Ma d.> I" tu 1,
falla manso e um tamo papo, nariz um { n->i .<:
lado, ievou vestido cmi>a rxa j iiala. <*!
brim pardo, chapeo de feltro velho j ri-m n fon-
do fui ado, presume se tenha viudo par erte ri
dade, ondetpm um parceiro, elle dp a| ptre t-r*
noite je 30 do p>uMmo pausado mez: gn. m :
par e levar ao largo da alfandepa, ano; ?. 11. ;
Frago & Hocba> ser generosamenlo
sado.
50^ de gratifiece
Fii};io no dia-l de abril proxinia p>--11< W
a nm mandado na Capn'nga, o e^i-r.v-,. d" A<<\\
assi nado, denleme Loiz. de n cao da ('.<> la.
08,8i,nae8 eauinies : alto, cor p" lo I .
ci rpc, com atguma faita du d> nti na f
linfu.igc-m algwna cuusa atrxpalharia. 1
reflexode vista meioencandiado, um i. mi N-
do do ppito um marca de caustic qiv Iw I
poncti tempo por. Ir estado doenP ,U v
do rasemira de cr-, camisa de'algodao a-n .
poepalfia velho, reprsenla ter ."
provavel que tenha mudado a miv a.
foi comprado ao. Sr. Pinlao proenrad
roga-se pw.lanU, w autoridades pi tii
como sor canilles de campo a pi i-a :
visto ,-m Santo Amaro c e'm Apna I'
gar na ra DiTeft 0.30, Recite fi rp \u<
fictitJo Jfiti Gome dn c <
100^00
tojitina a estar fgida desde o oia
ra. da forrete moq a eanrf i Si'v^i i >
idade de U a 30 annos, com os
aliura repula/, beicos rossos e
nte, ordha? peqnnas, fal1
ado, qnaodo anda' orUet, foi
Gatoq do Sr. J-an rg-> Brr,
gde pelo Si
nos m eompanbia d-
vattatna, julga-se qc
qu# a dita earrav e linha fon
/

,1 a .-iti-L
m
do AiBorim n. w*.


Diario de Pernambucd Quara felfa 11 de Maio de 18?


___ IJffEIATnRiL
" 'i.. > i w>
POCO DE TUBO.
PORTUGAL.
Desojando satisfazor aos leitores, damos
ea seguida a sesso de 20 de abril da c-
mara dos depulados, aparlo em que se
tratou da Wiol i ii ao Brasil pela termJaa-
(5o da ^norra contra o Paraguay:
Depois de di prs.i? quesloes de ord-m
I idas as,seg lintea propostas e re<]neii-
mc-ato>. entrara em discusso :
A camin dos d putidos da naco por-
i mu,, congratulando-se cora o Brasil p.-la
terminaco- da guerra, queom tanta gloria
das.soas arnus suslentou contra o Para-
guay, felicita respeitosamente o augusto
efe da nacSo brasleira, pelos senlimenlos
patriticos e aflmente civilisadores, que
pjr-esla oaeasio manifestou em favor do
desenvolvimento da inslrnccao popular.
Sala das sess s. em 20 de abril de
IWCJiAnMUw Giro.
A cmara dos depulados da naco por-
togueza, congratulndose com o Brasil p.'la
t rminaco da guerra contra o Paraguay.
fcnala nao menos o grande imperio mod-
esoo por Itr ; frente dos-seus deslinos to
alustrado e m;ginnimo soberano, como
apollo u/w .i l.n>tosas enuteis estatuas
'i bronze pn fere monumentos mais perdu-
'veis e mais gbriMoa levantlos em honra
> pan mais a.upli e melhor dilfuso do en
1 publico A cmara resol ve que seia
atipta par a sua acti a nobilissima
E irta de S Mt o Imperador D. Pedro II
acerca dest.- assumuto.
S:di dis ressff*,. io de abril de 18/0.
0 deputa.!.1, Jinoae Cijrillo de Cor-
' 1*4, /
Pc'co ipip l(ia moco que apresentei
1 1 n, undy se diz congratulando-so
' 'ligaletMo-se congratulado.
Raquera que as duas moces gratula-
tortast cm./iSL'tiso, "jam enviadas com-
mmx) diplomtica, para sobre ellas- dar o
s?a parecer.
Saladas sesguea, lOde abril de 1870.
-Mariano de Carmlio.
O Sr. Quaranm :~0 requerimenlo
re acaba de ser lido tem duas partes: na
nriineiri, pede se que so emende em una
da.? propostas o que l est escripto; na
outra^ede-se para irem commisso diplo-
i--+ias propostas em discusso. Portanto
.--quciroNS V. Exc. que ponha votaco da
cajoaotoni; um dos pedidos separada -
note v
O Sr. \'ic,?e de Valmr:Eu peco
5 v. Exc. quemo j" a pairara para um-re-
limento antes deSe votar a mocao a pre-
sentada pelo Sr. Mariano de Carvalho.
0 Si'. Pi OSr. esconde de Valmr:Nao me.
, iraca QU a moe38 mandada para a mesa;
I e o Ilustre deputado seja) um. Bftinrir
;4J \ia.
Unw.w.:Peco ordem
1 Vnes: lito nao pode sr.
O-Ora 1 r; -Mas eu predio dizer duas
trias-tabre a moco que rdanlou para a
Baaa o Sr. Mariano de Carvalho. Essa
mocSonio 6 Bfl requerimenlo ; urna pro-
osla., e nos etsmosi aqui a inverter todos
es das o- termos e a trocar os romes s
! rasas I Isto que nao pode ser. (Apoia-
emlim a palavra. e obedecendo s sensatas
observacocs do Sr. Jos de Moraes. vou
cumprir o regiment, formulando a raihha
moco de ordem, qoe a seguinte :
A camira leudo se j congratulado
com o Brasil pela terminaco da guerfa com
o Paraguay, res Ive n) tratar mais deste
assumpto e passa ordem do dia.
A-sim termina a discussSo. Agora
vou motivar a minhvproposta.
Se eu tivesse autoridade bastante para
com os meus illoslres autores das propos-
tas, e sobretodo para com o mea collega e
amig) o S-. Mariano de Carvalho, pedir-
ibe-liia que rerassa a sua proposta.
< O talento de S. E.u\ para muito
mais do qoa para levantar embaracos aos
trabalhos regulares desla cmara, com urna
materia, que, aparte as pessoas e a naejo
que ella envo'Te, nio me parece que seja
digna do talento e da posifSo do Ilustre
deputado.
Vo apresentar-se dentro em pouco a
asta cmara as propostas do governo, e en-
to tari S. Exc. campo vasto para poder
fazer opposicao, para crear embaracos e
para apresentar contra as medidas do go-
verno as suas propostas que a cmara ava
liar com a ltenlo que ellas merecen).
Nos nao podemos estar a tratar duas e
tres vasas o mesmo assumpto.
Ha dous aanos congratutamo-nos eom
'< Brasil pela prxima lercnirr3o da guerra
com o Paraguay.
Fizemos em urna das sess&es- passadas
9'
Vea honlem o Ilustre deputado fazer
_..n moflo de congratulacocom o Brasil;
I. .je propoV que essa sua mogo, com na-
rra qua tambera j sa apresentou, vcom-
aisJSu diplomtica. E chama-se a ato um
jquerimento!
Peco que se de o verdadeiro nomc s
Musas. Aqui nao ha reque ment; por
. iiisequencia. ivjueiro- a Y. Exc. que nao
::onsiiita que -e tome como requerimenlo o
nue verdadeiramenle uina proposta. ( 4ui-
'. apoiados'1.
t Vasto .ue h uitem o 'Sr. Mariano de
irvaibvteve a pitavra e apreciou lrga-
te (.ccassos e fados relativos guerra
do Farageay, pessoa de L>pez, etc., etc..
rmritvse qoe lambeta- nesta casa se le-
i ante ama 7, contra as assercoes, a meu
inexactas, que o illusire deputado aqu
lio snsteolar 'orante o paiz. (Apoiados).
Volar-se agora de chlre um requer-
ment para qt:o aquella moc5o v com-
Bsio diplomtica, o mesmo que techar
; diicusso 3obre esta assumpto, e deixar
: opmiau publica ideas que nao devem
aella existir nem um momento.
Sr. presidente, nao sou eu que me le-
vaoto contra as apreciaces do illusire de-
rtado, o |>:z inteiro. Provam-no os
^egoaijos da cidade invicta, as manifestaces
ajue se preparara em Lisboa, o as que de
toda a parte se levantara espontaneas, e
|ue esto ei.T completa contradieco com as
proposKoes aqu apresentadas pelo Ilustre
otado. (Apoiados). Uespeito muito o il-
hislre deputail >, o seo carcter, ntelgen-
tia e Ilustra 5 mas peco a S. Exc. que
seja justo e imparcial. N5o abafe a discus-
(Apoiado.-).
1 Cecluindo, pe?o V. Exc. e caman
osla quesla se discula larga o placida-
1 te.
0 met reqieriment, portanto, para
aao V. Exc. c nsulte a cmara se, sobre
ste a-sumpto que eu julgo grave e impor-
tiote, nos devoraos conceder a palavra aos
aradores que a pediram, ou se queremos
fechar a porta discuss3o e mandar j para
a commiss3o diplomtica estas propostas,
caiido assun. na gaveta da commisso e sera
resposta ludo quanto hontem o Ilustre de-
putado aqui pronunciou I
Kequeiro a V. Exc. que consulte c-
mara se quer entrar desde j na discusso
desla materia.
*. 0>'Sr. Presidente:Em quanto nao
consultar a cmara sao inopportunas todas
a considerac s.
t Vamos dar seguimento proposta, re-
a^eriraento ou como Ihe queiram chamar,
aoresentado pelo Sr. Mariano de Carvalho,
e a cmara resolver como entender.
t 0 Sr. Bandeira Coelbo:Creio que
nao ha duvida em considerar como requer
ment a primeira parte da proposta do Sr.
Mariano de Carvalho.
s A primeira parle do requerimenlo foi
-iderada como emenda,' e^or isso nao
bouve votaco sobre ella.
O Sr. Jos de Moraes (para um re-
jeriinenio):Para ppupar lempo e tirar-
se algum resultado desla discoaaSo, lembro
a V. Exc. a leitdra do idditamento ao art.
37 do regiment, que prescreve qoe o de-
putado qua falla sobre a ordem comece por
a sua rooca de ordem.
c esta resolucJo que desejo ver cura-
jtfida pela cmara.
O Sr. Freitas a Oliveira:Cbega-me
ontra cofgratolaclo por se ter realsado o
motivo da primeira proposta. to por
ter terminado essa guerra. Nao podemos
ir mais longe.
Nao podemos aqqi tratar de asaomptos
que nao sao objeclo das deliberacoes de um
parlamento.
O Imperador do Brasil poda qserer
ou nao qurer que se Ihe levantasse ama
estatua, poda escusar-se a essa honra *jue
he quera faz r a municrpadade do Rio de
Janeiro. Isso nao objeclo que discuta-
mos aqui. (Ap)iados). Nos podemos lo-
var, como homens particulares, a resolucao-j
de S. M. o Imperador do Brasil, mas n5o
pode a assembla tomar deliberacJo nenhu-
ma sobre isso.. (Apoiados). Isto absurdo,
permtia-me o illusire deputado, salvo o
respeilo que devo s suas palabras.
A outra parle da proposta do Ilustre
depulado considera o Paraguay como nacJo
bellgerante. Permilla-me o illoefre depu-
tado que digaque a eamara do deputa-
dos da nacao p >rtagueca nao pode por for-
ma nenhuma consentir que passe sem repa-
ro urna proposla desla ordem. K)iso Pa-
raguay, que assassiBou o consol portoguez,
pode ser considerado como urna fta^io bel-
liger.nle pela cmara dos depulados da
naro p^rtugueza ? Se naquella goowa nos
devesssiaos ser alijados d algueny era do
Brasil (muitos apoiados), porque aos traba-
mos taurbein obrigafo de ir afli toraar sa-
tfefacSo da offensa que se nos fez, lo gravn
como foi feita ao Brasil, como foi ea s
oulras nacoes, porque linbamos alli. om
cnsul que Lpez brbaramente Baaadou
assassinar.
esta a minba moco ; vou manda-la
para a mesa por escripto, e peco a V. EXc.
que a ponha votico primeiro do qiie
qualquer outra, porque, como para se
passar ordem do dia, prefere.
que a mocao do meu nobre amigo e Ilustre
deputado, o Sr. Freitas e Oliveira, fique em
discusso conjunctamente com as duas que
ja o estavam.
Leu-se na mesa, foi admiltida e flcou
em discusso cora a materia, a seguinte
proposla :
A cmara dos depulados, tendo-se j
congratulado com a naco brasiteira pela
terminaco da guerra jom o Paraguay, re-
solve nao tratar mais deste assumpto o pas-
sa ordem do dia.
Sala das sesses, 20 de abril de 1870.
Freitas e Oliveira.
O Sr. Chira : Eu tenbo mais quedar
algumas explicacoes cmara do que entrar
propiamente na materia.
Na sosso de segunda-feira, por occa-
sio do Sr. Pereira de Miranda fazer urna
proposta de c -ngratula^o p3ra com o Bra-
sil, ped eu a palavra para Ihe fazer um ad-
dilamento.
c Nao seria eu que trouxesse aqui esta
proposta de congratulaco; entenda mes-
mo que se poda bem prescindir dola sem
offensa do Brasil, nem mesmo desconside-
raco; mas urna vez que se apresentou
aquella proposla, urna vez que a cmara a
approvou, eu pela minba posico especial,
seguiudo os dictames da minba conscencia
o coherente com o que tenbo praticado sem-
pre ha uns poucos de annos, nao poda dei-
xar de tomar a palavra e pedir que a essa
proposla de congratulaco se addicionasse
aquella que olfereci.
Ha a'guns annos que dirijo um distric-
lo luerario. Nao suu coniecido na cmara,
mas sou conhecido em todas as associaces
de Lisoa onde se trata de instruccJo pri-
maria. (Apoiados).
Cada vez que vejo alguem levanlar-se
e propor alguma cousa em favor da instruc-
Co primaria; cada vez que vejo um indi-
viduo qualquer pugnar pelos interesses da
iostrueco primaria, anda na associaeSo
mais humilde e mais obscura de Lisboa,
nao tenbo deixado de levantar a minba voz
pondo em relevo esse cidado; que entendo
que prestante e bem merece ao seu paiz.
(Apoiados).
c Nos qucixama-aos de que nao nos go-
vernaraos bem, constitocionalmeote. Quei-
xamo-nos continuamente de que o nosso
povo raoslra reluctancia em dar esclareci-
mentos para a estatistica, para o orcamento
do estado, para os arrolamentos, emfim a
prestar-se a todas as exigencias que sao ne-
cessarias no syslema constitucional; pois se
reraontarmos origem dessa reluctancia ve-
remos que olla nasce da falta de instruc-
?3o. (Apoiados).
c Um paiz constitucional, nn paiz em
que a naco governada pela naci, ne-
cessario, nio que seja om paiz de sabios,
mas um paiz esclarecido, um paiz sufficien
temente instruido.
c por estas razos que eu, vendo que
se fazia urna proposta de congratulaco pela
terminaco da guerra do Paraguay, e ha-
vendo um fado que se ligava tanto com a
terminaco da guerra, como era aquello de
na ver o chefe da naco brasiteira destinado
amas somraas que se offereciam para se Ihe
levantar um monumento, e qae fossem des-
tinadas para a construyo de casas para es-
colas, e para o melhoramento dia alfaias
escolares, enteo ji qoa ara coherente com
e meus principios, porque sempre tenbo
levantado a minba vox-'a favor da caqsa di
instru:c5o primaria, entend que nio ma es-
lava mal associar me tambem a urna raaul-
festaco ao augusto ebefe de um estado qae
tinha propugnado pelo desenvolrimentj do
ensino popular.
Nio quiz adular aqui a realeza, nao ia
buscar exemplos alm do Atlntico, porque
se quizesse linba-os as nossas familias rei-
nantes antigs, e at na actoal (muitofl
apoiades); porque as familias reinantes por-
luguezas teem sido inonsveis em fundar
hospitaes, em crear escolas e concorrer por
todos os modos para o melhoramento das
condicoes physcas e moraes das povoac5es
desvalidas. (Muitos apoiados).
Nao v aqui o fulgor da cora imperial
nem o brilho do mooarcha, va urna aeco
digna, Ilustra Ja e nobre, equo entendo que
deve concorrer para o engrandecimento e
auspicioso futuro do Brasil.
Aqui esto, pois, as razies qae me le-
varam a propor aquello adiaroento ; a voo
terminar, pedindo cmara que o considere
como urna declaraco coBSciencioaa do meu
voto. %
Aqoelle additamento otiiz dizer que eu
votei a proposla do Sr. Poreira de Miranda,
segoindo-se as palavras qaa eu eaerevi.
Nada mais, e nada menos.
N3o quiz impor cmara o meu addi-
tamento.
N5o quiero considerar se t q^esiao
opportuna 011 moppormKi, nao fui e q>r
a levantei, tomei-a aa> aflara em que a c-
mara a poz, e qtiiz afnas nraofeslar o meo
voto, dizeiKfsalgumaypalaTias em fevorda
santa causa da- instrucclo popular.
Quem pd% levar-ma- i^to a mal? Hiem
podo estranhar que eu dfcsfju que qae a
reinita declaraco na acta f Aijuelle addi-
tamonto seja consHerado s^oomo urna ex-
Sft
'a^^fc"
potas 6 que exigem ou conseotem que em
soa vida Ibes ergam monumentos, ee>ses
sabem bem o motivo porque o izem.
> respeto porra nao farei mais
cooJideracSes. Se o Sr. depulado qua apre-
sentou a proposta insistir n'ella e a funda-
mentar, pedirei a palavra e diret ento o
que julgar opportuno.
Leu-se na mesa e foi admiltida a se-
guate proposta :
A cmara tendo volado unnimemente
por acclamaco a conlratulaco ao imperio
do Brasil pelo glorioso xito da guerra do
Paraguay, jolga mopporluna esta discusso
o passa ordem do dia.
Sala das sessoes, Ode abril de 1870.
Ignacio Francisco Sleira da Mota.
t O Sr. Pereira de Miranda (sobre a or-
dem) : Tenho a minba moco de ordem
para cumprir as dsposc<5e* do regiment,
mas declaro francamente cmara que nao
vou fallar sobre a materia, mas simples-
mente dar urna eipl;acoes qrae me pare
cem indispensaveio depois do qae se tem
paesado n'esta casa,
O meu Ilustre eollega, o Sr, Mariano
de Carvalho, fez hoolem varias coasidera-
Coes a proposito da mmba moco de or-
dem qae foi approvadav e ea preciso* exp
car as ra5e3 que ti ve paira apresentar essa
moco da forma porque estava redigiiiti.
t Noaformulei ao acaso, pensei antes
de a redrgir e o resoltado* do meu pensa-
ment traduw-o naquella proposta.
Nos os portoguezes torirmos na guerra-
entro o Brasrt e o P .raguay a posico qae
todas as consideracoes poltica uos aconsc-
lhpv-am, a pos4<}ao de neutro, o conservamos-
iaHeravelmente- essa posicJo, mas Gnda a
contenda temo o-direito de apreciar como tivo o sem elle, Iratev&x
homens livres o* intuitos o resultados d'ssa direilos de sua patria-;
tola a parte (apoiadoj), So as iHutriinacoas
esp iitaaeas e outraj manifestacOes d-3 1-
gosiji <>id apparecem nt. cidade do Porto,
e as quj ae esto preparando n'esta cap
tal (apoiados). Mas eloquentemente, do
que as minbas pabres palavras, fallara
essas manifestaces de satisfaco geral e de
intima alegra. Contra as asserc5es do fi-
lustre deputado levantam-se a historia e a
vordade dos fados (apoiados).
Nem se diga, Sr. presidente, que 6 o
interesse, que sao as questes coniraerciaes
q 10 sao s vantagans para Portugal, que in-
lluera na opinio publica, porqus o paiz nio
pensa assira (apoiados). A naco portogue-
zi nao se move as suas affeicoes oa ten
dencas pjh espirito do mercantil-frao
(apoiados). Se Portugil se re.?03 ja3se com
o aeabamento da guerra do Paraguay por
motivos de mero mteresse, faltara ao seu
honr.wo pausado (apoiados).
Nunca Portugal, senhore, foi ama na
eOQjue penjasse de al maneirai (apoiados).
Se o trvesse feito tal vea jodesse estar boj}
em oulra posico cora relacojao mando ;
talvez podfesse estar aindb boje superior i
primeira natjocommerciaj da Europa (apoia-
dos).
Nao pois- o interesse que nos aove.
E' que todos- rocoohecem que a guerra1 feita
pelo Brasil ao-Paraguay era justa e amM
(apoiados); era'o-combate entre a civilisa-
Co o a barbaria*-entre a liberdade o o des-
potismo (muitos- anotados.).
Disse o illuse deputado que o Para-
guay sustentava e atara pelo drreito contr*
a furca...
' OSr. Miriano de Carvalho.Nio disse
so. Disse que os paraguayos, commo-
de defender os
pressc-do meu vyo, com isso me satisw-1 lula (pe entre aqiwBes piizes se-bavia tra-
CO ; e era conclusao, peco Ifeenca cmara j vado 'apoiados 1.
para retirar o adttamento, atkn de qeej K- digo mais r nao posso admitir nem
esta quesfo nao denigre era prejudique
outros assomptos iraportantey.
1 Voae: Moito* bem.
Consultada a
vamenle.
0 Sr.. Perreira de- Millo : -Qaando
pedi a palavra sobre a ordem aiadA' o *r.
iFreit'as e Oftpoius nao 3oha apreseotado a
sua- mocao.
A mialv proposta segainte-^oo).
A obser^coes com |e o Sr. freitas
tenbo
comprehender que- oh assumptos d'esta or-
dem se d*sconbecao!'os actos e se esqaeca
a historia. O Paraguay nunca foi wm na-
camra, diddio'atlirinati-cionahdadt, nunca couoiituio ums-naco.
. preciso encarar as cea*** como sao-, o+har
para o passado, para- a antigs raisees
Jisseminadao por aqutHe lerritorio, e ver
aft a forca'd'esee vultsv negro e sombrio da
conapanhia de Jess e aotar como el!oaa-
nieton e cenverteu boman wu escraves- e
os-reduzio condigo de lima as mos do
operario, cerno dizem es- esaintos da or
dena e assi maaietados oa entregou no
bra^ps dos drolaores, \:'mik> nos ultimo
lempos a cabir sob a dortinoc* de Lopes
pai, qae os. transmitiio ao liho. De modo
que quando o- dictador Lpez fiiho ba peu-
cos lias morrea no campo de balalba, rJo
cabio-cora elle- tima nacionaftdade, antes-
tal vez. do sang-ja d'lle que broia utaa
nacionadade, porque a espada brasiieka
foi rasgar novos-bjorisontes para progrec-
so e entregar ce povo al ao sequestradO'
ao movimenio geral da civiltsaQio.
Ifczes :Maito bem.
Foi por issoxjaeforinulei'afianba pro-
posta seb a idadoque devemo congr.tu-
lar-ncecom todos os outros gp*M civilisa-
dos petos resalladas d'aquella guerra. Agora
opnie*j! mando a mocao para a mesa.
Ma:noU c I^eu-se na rnasma e foi admita, da a se-
0 Oliveira motlroo a su** proposta
aprraas a accressentar duaa- palavra
* \ssocio-ae de lodo o Gwraco, ecomo
mHof prazer, v congratula^o que ia* vez
se rotou na^5 brasileira por ter termwa-
do a< guerra com.-o Paraguay; mas votada
un vez essa eongratulacOi creio que-lija-
ran completamente expresse os verdadei-
ros sentimento nao s da oaoaara, raaaa^
todo o paiz (apoiidos).
Um assumpo-d'esta oniam"nuca pod>.|
vir tim-ir o ten>jo 3 urna assembla fegia-i
ativai.quaBdo esse lempo a- iasJispeusavel
para o sludo de-qvestes graws e inapor-
tante, para a resoluta de goeios interno
de que precisames-tratar qoant antes. Mb>-
nifesimos os noesea sentiaoentos, estacaos
lodos-d accordOj nao ba sua discutir.
tespeilo o oais possivel as
emittida pelo me*.i.collega, o Sr.
Gbirav part modas-saas idee como bo- guite proposta :
mem pwlicular, eom* cidade. d'este
e at como membfo-da.bumaBidade.
Jiv
_E.seu.pre para louvar,. parta d'Mdlai dia.
Acamara ouviado as exp^Uac'^ss dadas
pelos diversos ora-lores passa 4 ordem do
partirlo desejo do eagrandecimeoto da in-
IruccJo popular, qaer seja do primeirey di*
segundo ou do lerceiro grao ;: mas ns> nao
podemos-trazer pana a discoasio o tornar
objeclo das votacuas de urna-. assemb'a 09
nossee-sentimento indrvidud>per mais -
beraes queches sejam.
Mando a minaa moco de ordem para
a mesa^nicamente para provar a V-.-a.tc.
e cmara que ji^> a haviai redigidev mas
considero-a representada aA.do meu parti-
cular amigo o Sr. Freitas eObveira i qual
me associo.
Leu-se na mesa e coR*iderou-se jreju-
dicada a seguinte propossa :
A cmara, tendo manifestado os- ver-
daderos senti montos de todo o paki as
congratulaeoes votadas naco brasileira,
passa a ordem do dia.Ferreira do Mello.
O Sr. Silvoira. la Mota (sobre a ordem):
Sr. presidente, para comprir as prescrip
Cues re.gimentaes leio a minba raocio de
ordem, que t- davia jutgo escusado mandar
depois para a mesa p-rqne ella se confor-
ma na sciencia cora a que apresentou o men
amigo e coJlega o Sr.Freitas e Oliveira (leu).
Direi pouquissimas palavras, n) s.
porque assim o tapia em quatquer caso,
mas tambem porque, nao -tendo sido esta
proposta anda defend Ja, intil se lozna
qualquer impugnaco depois do queja, dis-
seram es Ilustres deputados que me pi"ece-
deram.
Se eu estivesse presente na occasio
em que meu amigo o cellega, o Sr. Ptreira
de Miranda apresentou a sua. proposla feli-
citando o Brasil pelo gl> rioso ejut de urna
nobre empreza, teria juntado a araba hu-
milde voz a essa manitastaco da contena-
ment por ter terminado a guerra do Parar
guay, porque, se ha duas nacoes que pos-
sam chamar-se alliadas, amigas e irmas,
sao de certo, mais do qoe nenhuma outra,
Portugal e o Brasil.
< Separadas politicamente nao s pelos
acotecimentos qur se realisaram no primeiro"
qaartel do secuto em que vivemos, mas
anda pela lgica natural do progresso das
sociedades, Portugal e o Brasil acuara-se
todava ligadas por afindade de liogua, de
costames, de civlisaco, deraca, de familia.
Sao dous povos da mesma origem.
situados quem e alm do Adritico; ha para
el les communidade de interesses e de peri
gos, de boa o de m fortuna.
Persuado rae pois qoe fielmente tradu
zimos o voto do povo portoguex, cujos re-
presentantes somqs, com a approvaco da
proposta do Sr. Pereira de Miranda (apoia-
dos).
No mesmo caso nao me parece que es-
teja a proposta do Sr. Mariano de Carva-
lho. Nos, conectivamente, nao podemos
aqui apreciar, nem com louvor nem com
censura, os actos de poltica interna de urna
naco estranba (apoiados).
O imperador do Brasil, o illustre filho
de D. Pedro IV, prndese aos homens do
futuro com elos, que as tempestades politi -
cas de certo q9o bao de quebrar, sauda com
os sous mari ilustrados subditos a marcha
da civlisaco. Nao era necessario, porm,
nem de sua alta lolelligencia, nem os seas
longos e severos estudos, nem ls nobres
virtudes do seu carcter para rejeilar ama
estatua. Para isso bastava modestia ebom
senso, e cousa alguma se pode notar da
extraordinario ao acto ltimamente pratica-
do pelo imperador do Brasil. S oa des-
Sata das sessS-js, 20 de abril de 1870.
Pereira de Uada.
8'Sr. Visconde de Valmr :-^-Segundo
as prescripcoes-do regiment voa lr a
minea moco do ordem, e ota conformida-
de com as mesaos prescrpees tratarei de
a sustentar: (lea).
Anda mal que asta quesKo vottou ou-
tra -eia esta tasa do parlamento. Era urna
das. sessoes passada apresentou o Sr. Pe-
1 ei."i de Miranda urna proposta de eongra-
tulaco com o BcasU, e esta proposta foi
apptovada pela cmara. Admira-ma que
no dia seguate se kevanlem duvidas sobre
a votaco da cmara, e se eoteada que ella
pede dignimente ceconsiderar o qfae havia
fito. CondemnoB* o Sr. depulado Mariano
de Carvalho hontem a.moco votada anteri-
ormente, apresentoa urna nova mo;o, e
q,uer que esta vcalia substituir aquella.
Ora, Sr. presidente, isio. tado irre-
gularissirao, e ata indecoroso-para esta c-
mara.
E note V. Etc. que eu.soui imparcial
n'esta mi iba opinio, porque na occasiae
em que se tratou da proposta do Sr. Perei-
ra de Miranda, fui de parecer que ella nao
devia ser votada s cegas 9 precipitadamen-
te como se fea, e pedi a V. Exc. que nao
a pozesse -votaclo, e qne-coosenlisse que
houvesse discusso sobre ella.- Pedi mes-
rao cmara que, havende negocios de-in-
terasse mais- inmediato a,tratar, se Jeixas.
se para outro dia a dissusso da proposta.
A proposta porm, foi votada, o esta
do va discusso extempornea. 0 mal esta
era se baver consentido- que esse assampto
voltasse novaraente discusso.
Mas., Sr. presidente, bem ou rail, o
assumpto est aqui outra vez, e ha de dar-
se-lhe urna sai-la. .isso oqm eu venho
propor com a minba moco soore- a ordem.
. Nao tenbo ouj.ro remedio senV) tomar
mais alguns minutos. cmara. Nao por
culpa minba que- se suscitou esta nova dis
eusso, que eu nao approvo. Mas desde
que ella aqui ost eu nao posso deixar do
tomar parle amella. Nos vemo-nos obriga
do a aceitar- as questes conforme ellas ap-
pa ecem, ej hontem quaodo o illusire. de-
putado apreciou a gaerra do Paraguay, Ss
suas causas e relaces, eu havia podado- a
palavra por me acbar em diametral oppo-
sicao com as ideas aqtV apresen adas sobre
0 assumpto.
Disse aqui o illustre deputado que a
moco de ordem do Sr. Pereira de Miranda
1 be pareca nio corresponder ao flra que ti-
vera em vista. Sustentoa que Lpez,
testa dos paraguayos, defenda a indepen-
dencia da sua patria e a autonoma da sua
naco. Fallou em ataque ao principio da
neutralidade. Referiudo-se a algumas pa-
lavras que ea havia proferido em sesso
anterior, fez o elogio de Lpez, como mili-
tar e como patriota. Nao sei mesmo se se
ouvo n'esta casa orna coraparacao entre a
guerra feita pelo Brasil e as invases fran-
cezas ora Portugal no principio d'este seculo.
E, fin-lmente, disse majs o nobre deputado
que, aceilando-se aquella moceo, a cmara
ia insultar os manes de nm bravo e de um
hroe, que acabava de morrer no campo da
baUlba.
Sr. presidente, disse eu ba pouco, e
exacto, qua nio sou ea que me levanto
contra as opinies qae hontem iqui se pro-
duziram, Portugal inteiro (apoiados), sao
as manifestaces qoa $9 esto vendo por
O'Orador:Mas o illustre dapntado
deixou du*das sobre eate ponto...
r O'Sr, Mariano da Qarvalbo:NSe dei-
xei'diividaenonhuraas.
*v O Orador:Percefeera mil... mas
eu ouvi Sv Ese. declara? hoolem aqu'qu
Lpez sustentava a indep3ndencia- de-son
paiz; e qoe os- paraguayo* -defendam a saa
nacionabdade-.
lita nao- -exacto, Sr. presidehte ; e-evi
oue na queri* tomar lempo 4t cmara, vej-
me focado a ex-por os mcWoee a origem
deslagoerra. PlTjenrarei resumir me em
poucas-palavras.
Eraquanto-qoe o Brasi;- socegado m
remanso-da paxr se entrega7a'ao desenvol-(
vimento da civiliease e do progresso, o Pa-
raguay pensava de ha muisoj aaoos aaa
tentar coRquistas-,.armav-se at-ao* dentes,.
e preparava-se paii se engraadecer, mesmo-
em lerritorio.
N'um-bello dia acorda napes de um
mo sonho/e sem mais nen menos, sem
otra explleacoes-otiireclamacesv sera pre-
via declaraifo de guerra, ratnda aprisionar
em Assuropoao o-vopor brasilairo- .Vzquez
de Olinda, que passaodo all segua seu
caminho para a prtH-ineia braseira de Matto
Grosso. Note a cmara que era um vapor
de commercio,- que ooofiindo nos- tratados
existentes, suba desarmado o desprevenido
o rio Paraguay/
Sem previa ded&caco de guerra, L-
pez aprisionou c 'Vapor, rouboolbe a earg 1
e as avalladas somraas- dedinhetw- aioe le-
vava; encareerou o fioelmente torturou at
a morte os inflizes- tripulantes o- passagei-
res que elle conduziev entre outres o novo
presidente Gamaim de Campos,. nomeado
para a provincia de Mbtto-Grosso, e irmSo
de nm dos ministros- d'siado de Brasil I
<, Eis o qae deu origem e principio ;i
guerra do Praguayc
Taes sao os factor; e a caiwra avaha-
r de que laJoestavaiodireito^de-qiaelido
estava njuslja !'
O Brasil levanlou*-se coma ura s ho-
rnea, Milharesde voluntarios se apresen-
is- taces do grsndj impe-
rio.. E o gc-vemo brasileiro anniuindo
vontade da opinio publica, n o luz mais do
qua cumprir um-.dever sagrado,
Sr. presidente-, onde est aqui o direi-
to? Porventura o Brasil, panind) severa-
mente a affrcnta que- recebra,. vwlou OA
principios da-direito das gentes?
Onde est aqnii a prepotencia do torta
sobre o fraco,.e a ka entre o direito e a
Corea ? t
Onde est aip* o ataque :i aoJopendea-
cia do Paraguay, > a guerra a autonotaia
d'aquelle paiz Tt
Tanto nio hivia seaelhaotas intuitos
por parte do.Brasil, e to jvslo parece o
destorco que Ihe enmpria tomar, que as
proprias repblicas do rio da Prata, iaimi-
gas figadws do Brasil, o ntaressadas mti.s
do que ninguem na consorvaco da saa in
dopendeacia, nSoduvidaram colligar-se com
o imperic.-para castigarem, untoso infractor
de todoa-os principios do.dtreito e da jns-
tica.
O- tratado de allianrs celebrado entro
o Brasil a aquellas repblicas antes da
guerra^.estipulou expressamenlc a inde-
pendencia, do Paraguay, e a sua autonoma.
Era todas as occasioes o Brasil den teste-
mur.-ho.de que nao buscavaengrandecimento
de territorio, que nao precisa mas s-
msate a desaftronta do insalto> recebido, b
a regeneraco de um povo tyrannisado. Eki
1869 logo que os alliados oceuparam a ca-
pital do Paraguay, aprossaiam-se em fazer
eleger livremente ura governo provisorio
para aquella repblica. E foi devido aos
esforcos de um illusire estadista brasileiro,
o Sr. consolhoiro Paranhos, cora q em tive
a honra de conviver era Assiimpcaj, quo
all se estabelecea efectivamente -o actual
governo provisorio do Paraguay.
Ora, se sao estes os tactos, (actos pal
paveis a de todos conbecdos, como que
se vem dizer que Lopai sustentava a inde-
pendencia do seu paiz, e qae era justa por
consequencia a sua causa ? _
Quem atacava a independencia do Pa
raguay ? Quem Ihe araeacava a autonoma f
E porventura vem aqu a proposito
lembrar as invasas francezas em Porlu
gal ? I
Porventura ha paridade entre a invaso
do Brasil do Paraguay e as da Franca no
nosso paiz ? I
Porventura ha paridade entre a invaso
levada, a effeito polo Brasil, que procurot
um desforco do tyranno paragpayo, que ha-
via altamente ultrajado o imperio, e as te-
nebrosas cogitac5es de Napoleo em Fon
tainebleau, e o tratado por ella celebrado
com a Hespanaa, pelo qual se fazia desap
parecer Portugal do mappa da Europa ? 1
Nada mais direi sobr este ponto.
Mas a neutralidade ?! Exclamou o il-
lustre deputado. O grande principio da
neutralidade ? t Pois dos, que dos declara-
mos neutraes na guerra do Paraguay, como
vamos ag>ra apreciar os resultados da guer-
ra, dos quo, como (reos qHio somos, devo-
raos pugnar sempre peto dirito, que a
nossa arma ?
Pareceu-me ouvir isto nesta casa, e creio
q-ie a idea do illustre deputado.
< Nao me parece, Sr. presidente, qoe a
redaeco da proposta do 9r. Pereira de Mi-
randa possa oflerecer taes duvidas. Mas
nao entro nessa apreciacao.
Mas quaodo mesmo houvesse lu,
para duvidas, baja-as oa nao, pela miha
pirte, Sr. presidente, eu desejo declarar
aqui,valto e bom som, que me regosijo, e
exulto cora a victoria do Brasil, que me re-
gosijo e exulo nao s pela terminaco da
guerra, mas pela derrota do tyranno Lpez.
Nao a sua morte que me alegra e sa-
tisfaz. A morte de um boraem sempre
ama desgraca.
e Begosijo-rae sita pelo aeabamento* da
guerra, porque vej? nelle, como disse ha
pouce, a victoria da ivilisacSo sobre bar'
bariay e do progresso sobre o rotrotesso.
Estimo a victoria dos- nossos irruios-do
Brasil, obreiros de progresso sobre a auda-
cia de ana despota, sacriOcador do seu
povo.
Mas aSo s isto, Sr. presideote, como
portuguez en exulto e regosijo-nae cora o so-
lemne castigo infligido a om'hornera, que
In.'ia igualmenteatf'-onlado a na-jo portu-
gu;za f Cusiava-nne a crer, Sr. presidente,
que se houvesse esquecido o faietb impor-
tante, a que aqui alludio ha pouco- a muito
a proposito, o-Sr. Freitas e Oliveir.
Lpez com relajo a Portugal rfto era
j* bellgerante. Se os neutros teem obri -
gao de respehar o principio da- neolrali-
dade, muito mais a teem as potenalas-IIli-
gerantes. E Lpez- timba sido o primeiro
a rasgar a neutralidade com relace-a-Pnr-
togal.
Lpez encarcwou- o gerente do consu-
lado portoguez, Lejto Pferaira, eo yi^eo-
su* de Portugal envAssumpco, Vascowei-
los.. I>epois torturoaes-, e maadon-os fu-
zijar-';: o mesmo fz'a moiaos ontros snb-
ditos- porluguezes, residentes no Paraguay
Os tactos sao bem- conbecidos. M.
WasAburn, ministro dos Estados Unidos no-
Paragnay. n'aqueila epech, publicou exten-
sas notas qoe sao conheca de todo o
raundbi' e dae quaes se-v qjiealle empre-
gra grandes deligeneias pana salvar das
guras- de Lpez aquellas-dote- individuos,
representante do governo portufuez, mas---
que tedas- os seus esoros- laran inuleis f
E qaal fot oraotivo-d'fcsteprocedimen-
to de f^pez t Quaes a> rasea- qpe deram
causa aprisa; torturas-e faailioiento de
Leite Pereira e de Vasoonceltoa?'
Nenhma,Sr. presidente.
< E o mesmo Mr. Washbarnv iodi viduo
qae pela- sua. posico merece todo-o crdito,
testemunbay presencial das aetoy e eomo
minislro dos- Estados Unidos mais- natural-
mente intimado para a roptbliaa. do Para-
guay do que para e imperio do Beaatt, quem
aos assegara o/ae nenhura- criraa tinJaam os
deis reprasentaAtes do geveroo portuguez,
e que o proeedHMnto de Lope ao podo
ser attribnido a saalvades^de sen carcter e
>-sua sede de-saoajue 1
Ora, Sr. presidente, quaodo {-ms con he -
eemos estos- facas, e temos d'eHes docu-
mantos, Gofipretwnde-so porventura que
rao sejamos- todUo unnimes em.aos rego-
sijarraos pelas vktorias du Baaail oootra o
Paraguay-?1
_-Todo6 sabeaa que os sepreseAtsnies das
?aces estranaeiras, rai ni ataos ou oonsules.
gosam de- immtXHdades e privitegics, e sao
iuviolaveis, segundo o direito das gentes.
."iilas Lpezatteotou contra4odas-aa-immu-
aidadas o privegios das autoridades, porta-
fijezas, parque- para elle nio havia direito
ia genio, havia s odios-a raalquerencas !
Insultou. Lpez a nacao portoguez a
V
taraanao governo itesejosos de-lavar to pela manara mafebarbara-que daV,e pode.
inaudito iasu!to di ftices do grsndj
Urna voa::Parce sspulw.
O Orador :.Bem se sabe, o-eu j o
disse bapoueoy que nao folgo cem. a morte
d'aqueHe homeo; consi .'ero. a morte de
um haiaam sempre como urna desgraca.
Mas corno cidado de um paiz Uh, e como
individuo era> relaco bumanidade, tenho
o direito da apreciar os horneas- pblicos.
E quando vejo qoe o chefe da um estado
desacata todos os principios, bodas as leis
divinase humanas, r un a moior energa
que- eu raa insurjo conira tal pracedimento.
( Apoiados).
Comprehender-se-hia, S*.. presidente,
qoe se pedissom e.^licacoes. ao governo.
por aquailes factos. Compfbeader-se-hia.
que proeurasse saber qual foho.desforco qne
o govecuo portuguez lirou.de-oa allentado
to grave.
O) que seno comprenonde que nao
exultemos todos com a derrota da causa
de Lpez, e que depois dos. faetos qne aca-
bo de expor anda se invoque o principia.da>
neutralidade, para nao tocarmos nos manes*
de um hornera, que to.gravemente insultou
a naco portugueza! (Apoiados.)
Era do dever rigoroso do goverso, por-
toguez exigir do dictador paraguayo- a ro-
paraco de to, graves crimes.
Pois fuzila-se o. cnsul portuguez. do
Paraguay, e o governo porluguez Gnoza os
bracos diante de om tal allentado ?
Se em vez de por duvidas moclo do
Sr. Pereira, de Miranda, e em vez de vir
defender como a um bere o iodivjdao qne
tantas atrocidades commetteo, a to grave,
mente iasultou os nossos bros, o illuatre
deputado viesse exigir do governo as mais
serias explicacoes acerca oVastea factos. de
bom grado eu applaudiria a procedimenta
do illustre deputado.
NSo peco eu ao governo taes explica-
coes. Sei bem que ra'as, dara completas e.
satisfactorias.
Sei que se deram aquelles factos. em
1868, quando Lpez j sa achava internado
nos mallos do Paraguay e bloqueado u rio
pela esquadra brasiteira.
Nao sei o qua fe o governo portuguez,
mas o que sei que pouco ou nada poda-
fazer em Ues circumstaheias. Para mais
tarde tinha elle por certo o dever da exigir
de Lpez as mais serias e satisfactorias rfr
paraces.
< Ora, estas explioacOes e exigencias
comprehendera eu que se dirigiaam ao
governo.
< O qoe eo nao compreheodo, o erad me
custa a crer, e o qne me de profundamen-
te que anda baja sentimentos de tanta
dedicado, e at de admiracio para com
um bornea que assim tratou o nosso paiz
(muitos apoiados;,
Co#himr*eka).
TYP. DO .WAWO BA DQl'E WJ CAXIAS





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