Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12110


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Full Text
tmmmmmf^mm/mmimmmmmmmmatHmKtHKt
i
ANUO XLVI. NUMERO 104.

I

JPRA A CAPITA E LUfiiltf OIDE 110 SE FAC M*TL'
Por tre nejes adiantados................. OIOOO
Por seis ditos dem............ ...... 24000
Por uto awi3 dem...................... 2400O
Oda auaHiro avulso. ......, ".......* 920
'^' TERCA FEIRA 10 DE Mltfl DE 1879.
MOA DEITIO E TO1A DA HOVUOA,
Por tres mezes adiantado..............
Por sois dito* idea. .'............ .
Por aove ditos fon................
Por oca anuo dem................
6*7
J3QO
aOtfW
27(W00
V
Propriedade de Manoel Figueiroa de Faria & Filhos.
AO AOENTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filbds, do,Para ; Goncalves A Pinto, do MaranhSo ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; JoSo Mara Julio Chaves, do Ass ; Antonio Marques da Silva, do Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomw, na Villa da Peoba; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Aat5o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco lavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Altes, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparnbo do Bio de Janeiro.
PASTE OFFICIAL
Covern d :i provincia.
CSPACH DA PllESIDRNCIA DA PB0V1.1C1A DO DIA 4
DE MAIO DE 1869.
Coronel Alexaodre de Barros e Albuquerque.
Orno raqner.
Tente coronel Braz Nunes de Magalhies.A o
Sr. inspector da thesouraria de fmula com a por-
ua de-ua dau.
Bertioo Lopes de Araujo.Conceda-se a licenca
requerida.
G. de Lailbecar.-lntorme o Sr inspector da
ihesouraha provincial, ouvindo o administrador do
consalado.
fi-mandade^a Senhora Sant'Anna da matriz de
ravati Informe o Sr. inspector da thesouraria
provinaial. *
Msjor Joaquim Pereira da Silva Tintio.Ao Sr.
inspector da ihesourarta de fazenda com a portara
desta data.
Jos Vicente Lini de Barros.Informe o Sr. te-
n-'n te-coronel commandiote' do corpo provisorio
de polica. _
Alferes Jos Pires Ferreira.Informe o Sr. te-
nenUi-coronel comraandante do corpo provisorio
de polica.
Alferes Jos Zefirine de Vasconcellos.Pagos os
tliretos devidos como requer.
Padre Manoel Ferreira da Rocha.=Intormc o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Capilo Miguel Ferreira Velloso.Informe o Sr.
inspnctor da thesonrarii provincial.
Manoel Antonio Carnero Gaio.Pagos os direi-
to? da folha corrida, volte.
"Olindina Mara de Luna.Informe o Sr. prove-
lor da Santa Casa de Misericordia.
O E 6
Aquilino Jo.- de Guimares FerreiraConce-
da-se trnta das com ordenado somente, e outroi
tintos sera elle.
Alferes Cesario de Souza Leo.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Gandid* Emigdio Pereira Lobo.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial, euvindo o Dr.
procurador fiscal.
Ceciliano Augusto de Gusmo Lobo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Delphina Bemvenuta Maria da Conceico.In-
lorme o Sr. Dr. enefe de polica.
Joio Jos Rodrigues.Iritoraie o Sr. inspector da
thesouraria provincial
Jos Joaquim Florencio.Diriia-se ao Sr. coni-
mnndante do carpo provisorio de polica.
Joaquim Jos Gjnralves Bellro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Ferreira de Souza Braga.Informe o Sr.
director interino do arsenal de guerra.
Major Jas Joaquim do Reg Barros.Informe
j Sr. inspector da thessurana provincial.
Jos Goncalves Ferreira da CostoPassando re-
L'ibo, entregae-se. i
Lailhacar 4 C Dirijam-se ao Sr. Inspector da
thesouraria provincial, quem em 3 do corrente
se pedio ordem para o pagamento a que allude.
Bacharel Luiz Antonio Pires.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Maria Adelaide de Barros e Silva.Indeferido a
vista das informaedes.
Manoel Fernandes Carainha.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Manoel Raymundo Caminha Dirija-se ao Sr.
commandante do corpo provisorio de polica.
Pedro Alexandrino Machado.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Severino Jos da Costa.Requeira ao governo
imperial.
ThomazJos da Silva.Junte ao requenmento
anterior, que o supplicante allude, volte ao Sr.
director geral da insiruccao publica para infor-
mar. .
Bacharel Francisca Itibero Vianna.Ao Sr. ras-
peetor da thesouraria de fazenda, com a portara
desta data.
Joaquim Rodrigues dos Sanios.Informe o >r.
inspector da thesouraria de fazenda com a portara
desta data.
Bacharel Joao Vieira de Aranjo,Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Alferes Joaquim Nunes do Valle Nao tem la-
var o que requer, visto que o destacamento nao
tdmittt commaodo oficial.
Jos Goncalves Ferreira Costa.Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria provincial para deferir
ao supplicante, se nao houver inconveniente.
Jos Domingues Codeceira.Dirjase ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM t DE MAIO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. ACUIAR.
As II horas da manhaa, feita a chamada,
acham-se presentes os Srs. Vieira de Aranjo,
Bibeiro Vianna, Frmino, Reg Barros, Cavbante
de Albuquerque, Ges Cavalcante, Paes Brrelo,
Amaral, Cunha Figueiredo, Barros Wanderley, To-
lentino de Carvalho, Gaspar Drummond, Gusmao
Uno, Alfonso Ferreira. Gualter, Teixeira de S,
Felippe de Figueiroa, Correa de Aranjo, Eduardo
de Oliveira, Oliveira Andrade, Guedes Gondim,
Ferreira de Agniar, Pernambuco, Antonio Luz,
Manoel Arthur, Henrique Mamede, Pinto Jnior,
Augusto Costa, Mello Bego, Cunha Cavalcante, An-
tonio Paulino, Vieira de Mello, Joao Cavalcante e
Miveira Fonceca.
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
anterior. .
O Sr. Io Secretario da conta do seguinie
RPEDISNTE.
Umapetigo do bacharel Joaquim Jos de Si-
queura Varejo, protossor de desenho do gymnasio
provincial, pedindo que a assembla Ihe mande
pagar os ordenados que deixoa de receber duran-
te o tempo da suppressi) da cadeira que rege.
A" commissao de ordenados.
Oatra de Thomaz Caetooo de Souza, pede a mu-
danza da barreira do Giqui para a ponte dos Ato-
gados, mostrando a vantagem que disto resalta.
A' commissao de obras publicas.
Oatra de Joaquim Soriano Cavalcante de Albu-
querque, sachristo do cemiterio publico desta ci-
dade, pedindo augmento de ordenado.A' com-
missao de ordenados.
Sao lidos e approvades os seguintes pareceres :
A commissao de commercio, agricultura e
Vai mesa e < lida a seguinte indcaco :
< Indico i|iie pelo cofre da municipalidade ou
pelo da provincia, se a cmara municipal nao ti-
ver fundos, seja celebrado^im funeral pelo repou-
so eterno daquelles immortaes bravos que perece-
rain nos campos do Paraguay em defeza da honra
nacional.Cunha e Figtteiredo. >
O SR. CUNHA E FIGUEIREDO : Peco a pa-
lavra.
O SR. PRESIDENTE:En nao dou a palavra ao
nobre deputado, porque em vista do regiment,
tenho de remetter esta odicacao urna commis-
sao. O art. 108 do regiment diz assim : As indi-
caces s poderlo ser feitas pilos merabros da
assembla, por escripto e assignadas por elle?, e
liJas na mesa em da para isso destinado, como
os projectos serao independentes de votaeao, re-
mettidos commissao a que por sua naturezi
pertencerem etc.
Por consequenca o que tenho a resolver.
O Sb. Cunha e Figueiredo : Peco a palavra
pela orden*
O Sr. Presidente :Nena a palavra pela ordem.
O Sb. Cnha e Fioueibedo : Ped a palavra
para justificar a minha indicacio.
O Sr. Presidente : Nao posso permitlir isso,
porque nao est em discussao a indicacao.
O Sr. Cunha e Figueiredo : No sabbado nao
assisti sesso, tinha posto a minha indicacao na
mesa, nao sabendo do que se tlnba passado sobre
o mesmo assumpto, e pretenda justifica-la ; in-
formado, porm, de que ja foi apresentado aqu
um projecto para ser autorisada a cmara muni-
cipal a despender ama quantia com o objeclo de
que trata a miaba indicacao, eu pe?o para reti-
ra-la.
O Sr. Presidente :Devo dizer ao nobre de-
putado que a Cmara municipal j pedio a con-
sigoacao de urna quola para mandar celebrar um
funeral.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Pos bem ; a vis-
ta da intormacao de V. Exc. pego para retirar a
minha emenda.
Consaluda a casa, cousen te na retirada da in-
dicacao.
ORDEM DO DA.
Entra em segunda discussao o art. 1 do pro-
jecto n. to deste anno :
t Art. i. Fica transferida para a povoagao de
Petrolina a villa da Boa-Vista. >
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente, o pro-
jecto, que se discute, entende com interesses de
ordem religiosa; e segundo doutrina muito rece-
ida, pertinente a audiencia da autoridade ec-
clesiastica.
Um Sr. Deputado : Foi j ouvido o governador
da diocese.
O Sr. Gusmao Lobo : Neste caso, Sr. presi-
dente, V. Exc. se dignar de mandar lr ou por
outro modo communicar-me a intormacao.
O Sr. Presidente : Devo ponderar ao nobre
deputado que o art. 1*, que se acha em discussao,
na> trata de ereacao de freguezia; pode por tanto
ser disentido e votado em quanto se pede a in-
tormacao eretaria.
O Sr. Gusmao Lobo : Nao advert que sa dis-
cute o art. ; impressionei-me leitura do art.
2o que envolve interesses da administracao espiri-
tual. V. Exc. ser ainda urna vez benvolo para
desculpar-me a inadvertencia ; e ter presente o
meu requenmento na discussao de art. 2.'.
Encerrada a discussao, o artigo posto a votos
e approvado.
t Art. 2. Fica igualmente, transferida para 1 e-
trolina a sede da freguezia de Santa Maria Rai-
nha dos Anjos. da cachoeira do Roberto.
' (E' lida a intormacao favoravel do governador
do bispado a respeito dos arts. 2 e 3o do pro-
jecto.)
Posto a votos o artigo approvado.
Art. 3." A esta freguezia Qca pertencendo to-
do o riacho de Cortas, com suas aguas e fazen-
da?, e bem ssim a ilba do Pontal.E' approvado.
t Art. 4." Fica creada em Petrolina urna cadei-
ra de instruccao primaria para o sexo mascolino.
E' approvado.
1 discussao do projecto n. 60 deste anno,
creando nesta cidade urna cadeira aonde se ecsi-
ne escripturacan mercantil, theoriea e pratica.
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente, venho
dizer algumas poucas palavras por deixar bem
clara a idea do projecto.
A minha intencao, meus senhores, nao crear
um estabelecimento luxuoso, apparatoso, um ver-
dadero curso ; nao se trat de um estabelecimen-
to de insiruccao no p em que eu desojara tanto.
Nao porque nao tenha amor todos os cursos
possiveis de instruego ; eu os quizera bem, era
larga escalla, em todos os ramos, para todas as
proflssoes Iliterarias, artsticas e industriaes; mas
j que se nao pode fazer tudo, e com as desejaveis
energas de pensamento, tentem-se ao menos os
ensaios. A idea que o projecto consagra, a de
urna instituicao modesta que proporcione aos dos-
sos jovens do commercio, que se queiram habili-
tar para essa nobre carreira, de que dependem
tanto os nossos destinos, o raeio de aprender a
theoria e pratica das regras de escripKiracao mer-
cantil.
Nao me demoro em demonstrar de quanta van-
tagem pode ser a vulgarisacao d'estes conheci-
raentos. A escripturacao mercantil companbeira
inseparavel, e imprescindivel, da3 operacSes do
commercio ; nos livros" de cada urna casa de
commercio que o seu movimento pode ser estu
dado, que o seu balanco pode ser verificado, que
as suas operacoes se fundam, se combinara e se
resolvem.
Ora, o que muito se sabe, que as nossas casa
de commercio, pagando vantajosjssimos salarios I
pelo servico de sua escripturacao, ainda assim j
lutam com difflculdades para enjontrar auxilia-
res que reunam as devids babilitagoes. Nesta
parte, o nosso pessol do commercio extrema-
mente pobre e resumido. Ha ahi, entretanto,
um grande numero de jovens que, se podessem
frequentar um curso regular, theorico, mas ao
mesmo tempo pratico, para cuja frequencia nao
fosse exigida outra coniicao senao o deaeio de
aprender, aproveitar-se-hiam semnenhnma duvida
do meio que o projecto tem em vista proporcio-
nar-lhM. Esta classe de jovens aspirantes do
commercio sem conlestacao muito numerosa
como em todas as cidades commerciaes. As
perspectivas do commercio sao seductoras ; quem
o ignora ?
Eu faria votos, Sr. presidente, e daria votos em
abundancia por um curso superior de materias
commerciaes. O commercio nao a compra e a
venda: os aue fleam n'isto. exercem um mer-
os que
groa
ja tentn n'esto
cantilismo grosseiro. Mas, pois qae a provincia
sentido urna experiencia infrac-
abraTouMicas," precisa para dar seu parecer acer-ftaosa, isto devido causas que nao tem ponto
ca de um abaixo assignado de proprietarios e m>- discutir, enaie-se esta instituicao de resuitaaos
radares dos Afflicios e Arraial, que por. interme-
dio do presidente da provincia, se ouca a reparti-
co das obras publicas. ,
alallas comraiss5es, em 2 de raaio de 1870.
AntonioPaulino.-Felippe de Fiawira.
!' comfniso das obras pubhcas.Toi presen-
te a Delicio de Augusto Pater Cesar, que se pro-
poe a fuer a comwimcio feral <|e toda a estra-
da da Vietoria, ofltreceoo as bases em que de-
te asseutar o resptetivo contrato.
A' commissao precisa para fundamentar seu
parecer, que peles canae competentes, seja nti-
da a reprtelo da obra* publicas o qae remar.
Sala das eorainlssSes, era de maie le 1870.
Arto* Paulino.Felippe de Figuetra. *
Sao approtadas as redacoes dos projeews ns
3 destt auno e 74 de "
immediatos, de estado faeilismo.
A necessidade de pessoal habilitado para o com-
mercio j inspiren alguns cnmmercianlas a idea
de fnndarera um curso pratico destinado a es:
cripturaco mercantil. Scismo que a idea Qcara
em flor; a iniciativa individual, que o nosso
paiz pede lano, ha de ser ainda por muito tempo
o sonho de alguns espiritos.
Isto basto meu ver como justifleaeao ao pro-
jecto. Mat V. Exc me permittir que complete o
meu pensameuto. .
Repito que nio tenho em mente um verdadeiro
curso commaKial Quando em um dos artifes do
projecto, tai consagrado a autortsacJh de ser
contratado no paiz ou tora do pau um professor
devidamente habilitado, inquestionadamente habi-
litado ; crHaDdQ emwtro artigo screteu que.
o curso funecionaria noute ; fleu sem rebuco
o pensamento do projecto. O que tenho era
mente, a ereacao de urna simples cadeira protes-
sada por espirito reconhecidamente tersado ;
funecionando a noute, porque esta a parte do
tempo que os nossos jovens podem applicar sem
prejuizo de nenbura outro interesse, ao estudo que
se Ihes offarece ; ereacao modesta, desacompanha-
da d'esse cortejo de erapregados que nra esta-
belecimento de certa ordem demanda.
E faco d'aqni os mais sinceros tolos para que
o administrador, a quem possa cabero proviraento
da nova cadeira tenha particularmente em alten-
cao a especialidade d'este ramo de eonhecimentos
e a necessidade de ser' professader por pessoa que
inspire confianca por snaaptidao. E' toda a
minha questao.
Em todo caso, espero que em occasiao propria
o projecto seja digno de retoques e reparos que
o possam computar, corrigir e emendar.
Encerrada a discassao, o projecto approvado,
e dispensado o intersticio a requerimento de seu
auter.
1' discussao do projecto n. 20 deste anno, que
separa o trablhodos cartones do termo de Cim-
bres, funecionado n de orphos privativamente, e
sendo exercidos os demais oficios pelo esrivo
do civil.
O SR. G. DRUMMOND manifestase contra o
projecto, por julgar que tai elle offender direitos
adqueridos, e declara que lhe negar o seu tolo,
a menos, que se nao prove a justica e utilidade da
medida proposta.
O SR. GOES CAVALCANTE faz algumas consi-
derandos em sustentaijao do projecto.
Vai mesa e aprova-se o seguinte requeri-
mento.
Requeiro que o projecto seja remettido
commissao de justica civil e criminal. G. Caval-
cante.
O SR. G. DRUMMOND insiste as suas objeccSes,
manifestando-sS contra o requenmento, por j iga-
lo intil, e justifica, mandando mesa o seguinte
requerimento.
Requeiro que sejam ouvidos o juiz de direito
e municipal do termo obre a conveniencia do pro-
jecto.o. Drummond.n
O SR. VIEIRA DE ARAUJO. O orsdor obser-
va que constrangido toma parte no debate ; como
juiz municipal do termo cujos cartones divide o
projecto nao teria duvida em dar informacSes
sobre a materia, mas que tora de seu lugar e
como simples representante da provincia, tem
natural acanharaento em emittir o seu parecer,
mbora vote na questao e deseonheca mesmo que
quando .se trata dessas diwsoes de cartones nao
se possa prescindir na discussao do interesse in-
dividual que pode at certo ponto ter prejudi-
cado cora a adopeo de medid is dessa erdem ;,
entretanto deve declarar que vota pelo_ requeri-
mento que reraette o projecto commissao do jus-
tica civil e criminal porque a commissao pode,
apreciando a materia, offerecer ideas muito apro-
veitateis tradnzidas por quatqner modo, mesmo
em substitutiva que eomprehenda a ditiso feral
dos cartorios da provincia, que nio uniforme
ou mesmo 3d uiaiori dna termes, aue se achara
as condieoes do de Cimbres; sena aranera
aproteitavel a idea manifestada pelo Ilustre depu-
tado peto 3 dislncto. de baver destribuicao em
tolos os cartorios, porque nao se podera dizer
mais que se tirar vantagens de um serventuano
para se dar outro e arabos precisam igual menta.
Voto pois pelo requerimento.
O SR. WANDERLEY faz algumas observares
m sustentaco do projecto, manifestando-e fa-
voravel aos retinen meo tos apresentados.
O SR. G. DRUMMOND explica o pensamento qae
lave corabatendo o projecto.
Encerrada a discussao, approvada o requeri-
mento que manda remetter o projecto commissao
de justica civil e criminal, sendo rejeilado o do
Sr. Gaspar Drummond.
1* discussao do projerte b. 41 deste anno, que
aulorisa o governo a emprestar as cmaras mu-
nicipaes da provincia, a quantia necessaria para
proverem-se de ura padro de pesos e medidas
do systema mtrico decimal.
O SR. GUSMAO LOBO :Applaudo o projecto
na aspiracao, que elle traduz, de ver definitivamen-
te praticado e adoptado em nossas reUeoes de todo
genero o systema mtrico francez que faz era nos-
so tempo a volta dos dons mundos e ser com
pouco o regulador universal dos pesos e medidas.
Esta unitormidade, de cuja manifest vantagem
se mostra o projecto preoecupado, ser ao mismo
lempo um progresso nos costumes pblicos e um
real melhoramento; quando o uso das medidas
mtricas adoptado oficialmente um grande Ma-
neto de estados europeus e americanos e em mu-
tos outros, como na Inglaterra, recebido sem
prescripgo administrativa nos clculos-scientincos
e em todas as relac.5es scientificas, industriaes e
de commercio; reconhecese sem estorco que era
tempo de fazer substituir o nosso incompleto e im-
perfeitissimo systema de pesos medidas por esse
padr i universal que nos legou o tira do ultimo
secuto, e que assenta era urna unidade pedida as
dimensoes inalteraveis do globo terrestre.
Expirante como est o prazo em que a adopcao
do metro, e suas.derivaeoes, se far obrigatotia no
imperio; eontenho em que s cmaras munici-
paes corre deter de guardar em seus archivos um
padrao invariavel do systema.
E' o meio de evitar a fraude, a falsificacao, que
sao tonto para temer na pratica de um systema
novo e ainda ignorado. A Franca, quem se deve
a generosa iniciativa deste grande melhoramento
universal, guarda zelosa em seus archivos o pa-
dro modelo, o metro por excellencia, que foi ob-
jecto de to paelentes e laboriosas investigagoes de
urna commissao de sabios de varias nacionalida-
des. Agora mesmo pensa-se em urna commissao
internacional que proraova para os diversos pai-
zes, que tenham adoptado o metro por base de suas
medidas, a fabricacao de coplas daqueile modelo,
compostas com substancias incorruptivels e que
por esto modo otTerecam todas as garantas de ho-
mogenecidade. Por aqu se v que reputo excel-
lente medida a de ;e habilitaren! as cmaras da
provincia com padroes verificados que posean ser-
vir de aferidores qualqaer medida mtrica, o
que aeve alias contribuir muito para a vulgarisa-
cao e conhecimento do novo systema. Creio, Sr.
presidente, e o digo cora pezar, que ha municipios
era nossa provincia em que o metro ainda nao pe-
netrou.
Vou at aqui plenamente em accordo com as
vistas do projecto que corresponden) urna ver-
dadera necessidade muni ipai. Mas, parece-rae
intil a desproveitosa a autorisarao de um empres
timo s cmaras que as habilite premunirera-se
dos padroes do systema mtrico francez.
Quando eu me oppuuha, ha anda poneos dias,
ao que se dizia um melhoramento inaddavel de
urna importante locaHdade, ternero rae de ter pro-
ferido, pouco mais, pouco menos, estos palavras:
Opponho-me ao emprestimo de hoje com reeeio
do emprestimo de amanha, coto reeeio ainda
maior de que se faca do einprestimo um progiim-
ma.E' de urna til providencia que se trata, isto
terdade, moito verdade; mas que baja de tir
serapre, e inalteravelmente, o emprestimo da pro-
vincia como o meio inetitatel de acudir aos me-
lhoraraentos de que cabe a iniciativa s municipa-
lidades, em que nio posto convir. Compre que
as municipalidades procurem. hator-se s neces-
sidade* de aus municipios; ou entao nao creemos
municipios para tiver urna vida toda de empresti-
mo. At rtsto desojo, as cmaras urna existencia
mdepeiwjftnte.
Voltando-ipe para o projecto, tenho que as c-
maras podem por si acudir a esta despeza, qae se
Ibes taz necessaria, sem soccorro de emprestirao.
Um jogo da pesos e medidas do systema mtrico
oo custa um tal preco que seja irapraticavel ob-
tel-o, cada urna das cmaras da provincia, com as
suas proprias rendas. Fui informado agora mes-
rao, e por pessoa muito competente, que varias
co.narcas, o folgo de mencionar entre ellas a de
Pao d'Albo, j compraran) os necessarios padroes
do systema e aodam sollicitaraente empeabadas era
fazer triumphar o sea uso contra a velba rotina.
De outaas, assegura-me uns dos distinctos mera-
bros da commissao de negocios raunicipaes que
cuidaran) lo assumpto em seus ornamentos.
E' este, Sr. presidente. fundamento da respei-
losa impugnacao que ofereco ao projecto cujas
louvaveis inteocoes applaudo intimamente. Ful-
minemos este fatal systema de empresliroos; as
rendas da provincia nao sao por tal modo prospe-
ras, estao muito em distancia de um estado lison-
geiro, para que entejamos votar consignarles,
por pequeas que sejam, pira despezas que podem
ser feitas de outro modo sera inconveniente. As
cmaras munjeipaes tem as suas rendas; appli-
quem as di-cretamente e ellas bastarito.
. O SR. MANOEL DO REG:Confeccionando o
projecto em discussao tive era vista remediar urna
necessidade urgente.
O systeraa mtrico deciraaHest hoje quasi un
versalmente adoptado, e at a lei n. 1,157 de 26
de junho de 1062, marcou o praso de 10 annos,
decorridos os que sena elle obligatorio em to Jo o
imperio ; este preso deve (Indar-se dentro de pouco
tempo, e convm providenciar am de que as nos-
sas cmaras mnnicipaes vo-se habituando com
este novo systema.
O projecto trata tao smente de urna autorisa-
go, prevenindo a hypothese de que as cmaras
nao queiram tomar a iniciativa nesta medida, po-
dendo neste caso o presidente mandar comprar os
pesos e medidas do novo systema, distribuir por
estas, cora a clausula de indemnisarem opportu-
namente a provincia.
Se, por acaso as cantaras tiverera meios de com-
prar esse novo padro de pesos e metidas, e o fi-
zerera, claro que torna-se intil a autorisacao
consignada no projecto e entao a presidente nio se'
sertir della, pois as cmaras nao tero necessi-
dade do emprestimo.
Se porm, precisaren) as cmaras do empresti-
mo, devera obrigar-se inderanisar os cofres da
provincia, sem o que nao podero gosar deste fa-
vor, devenJo-se al exigir que se comprometan) a
consignar nos seus ornamentos fundos para paga-
mentos dos cofres provinciaes.
E' portanto evidente que nenhum prejuizo ha -
ver para a provincia, dada a hypothese do em-
prestimo.
Por ora as cmaras nao marcaram quantias para
a compra los pesos e medidas do novo systema
mtrico decimal.
O Sr. Gusmao Lobo : Informan)-me que mar-
caran). .- i. M
0"8r. MXnoju, do Rbuo-:Tenho examinado i
orcaraentos de algumas cmaras o nao tejo consig-
uana veru Um Sb* Depilado : A do r*.. a-aihc j tem e
a de Nazarethpedio no orcamento.
p Sb. M^-lTran ^r"" l-tO. presiileute da pro-
vincia em seo relatorio lembra este alvitre eomo
meio de evitar que seja ainda espacado o praso
lindo, no qnal o systema mtrico deve tornar-se o-
brigatario, e foi para satisfazer esta necessidade
que apresentei este projecto, no qual procurei evi-
tar que a provincia fosse prejudicada, no caso
de haver o imprestime.
Com effeito tratando se de urna simples autori-
saea, como j disse, e sendo de presumir que- o
presidente, o primeiro interessadu a resguardar o
interesse dos cofres pblicos, s se utisar, de
semelhante autorisacao, se as cmaras nao pode-
rem ou nao quizerem fazer acquisico com os seus
proprios recursos do novo systema mtrico deci-
mal, exigindo das mesmas garantas para o paga-
mento do emprestiuie, que por ventura houver
feito a provincia.
E' o que tenho a dizer em justificacao do pro-
jecto.
Encerrada a discussao o projecto posto a vo-
tos e regeitado.
1." discussao do projecto n. 44 deste anno, que
autoriza o presilente da provincia a abrir diver-
so? rreditos snpplementares.E' approvado.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente designa a
ardem do dia e levanta a sesso.
ERRATAS.
No discurso do Sr. A. Cavalcante publicado no
Diario do sabbado, alm de outros erros menos
notaveis, deu-se o seguinte; pagina columna
! linha 37, aonde se l-so as duas classes que
governam a ierra, deve lr-sesao as duas clas-
ses que mais mereceu as attencoes dos que gover-
nam o paiz.
No Diario de sexta-feira, tambera se deram os
seguintes erros no discurso do Sr. Manoel do Re-
g Pagina 1" columna 1* linha 127, depois de
qualro falt a palavra outros. Na mesma pagina
e columna, linha 132 em lugar de comparacao de-
ve lr-se consequenca.
de n. 74 deste auno, que concede urna gratiGcaco
quem edificar ura acude era sua trras.
A ordem do dia para hoje : I' discussao dos
Srojectos ns. 61, 63, 64,66\ 91 e 9i ; 2* dos de ns.
e 34 ; 3- dos de ns. SO todos deste anno. '
GUARDA NACIONAL.Por deliceracocs de 6 do
corrente:
Forara mandados aggregar: ao 1* natal hilo de
infamara do Recite, o alferes secretario do 44" ba-
tolho Frederco Columbiano da Silva Guimares,
e ao 2a batalho do mesmo municipio, o cap tao do
4* batalho do Cear-minm n. Rio Grande do
Norte, Paulino Carrillo do Reg Barros.
Foram julgadas de nenbura effeito as nomeacoes
feitas a 17 de marco de 1867, de Jos Ayres Vel-
loso e de Paulino Manoel de Sonza Oliveira, aquel-
lo para alteres este para lente da scelo n. 15
de reserva do municipio de Serinhem, visto nao
terem tirado as patentes no prazo da lei.
Foram nomeados, sob proposta do respectivo
commandanie, para a seccao de reserva n. 15 :
alferes da 1* companhia Bazilio Gomes Pereira
Bodrigues e Floriano Pereira da Rocha ; lente
da 2* o alteres Manoel de Araujo Barbosa: capi-
tio da 3" Miguel Alexandrino da Fonseca Galvo,
tenente o alferes Antonio Joaquim da Fonseca
Carvalho, altores Sebastio Mendes Bandeira Gui-
mares.
OBRAS PUBLICASPor portara da presiden-
cia da provincia, de 6 do corrente, e sob proposta
do chefe respectivo, foi trnsferido a 4" districlo
para o 2*. cuja sede na villa do Cabo, o enge-
nheiro Joaquim Galeno.
FESTEJOS EM OLINDA. = Domingo prximo
realisam-se os festejos pblicos pela terminacaoda
guerra, na cidade de Olinda, bavendo Te-Deum
na calhedral, no qual orar o Rvm. conego J. Fer-
reira dos Santos, passeiata e fogo de artificio.
NOVO ATHENEU. Domingo retmio-se esta
asso;iaco em sesso extraordinaria, tomando as-
sent depois de felicitados pelo Sr. Lemos orador
interino os socios effectivos Flix de Figueiroa Fa-
ria, Bellarmino Carneiro, Joio Americo Carvalho,
Feliciano Euzebo dos Prazeres e Luiz Barbosa Ma-
dureira Jnior.
O Sr. 1 secretario deu cont do seu expediente,
recebendo se com agrado as seguintes offertas :
o jornal denominado Minerva pela redaccaV. um
volume da lgica de Pinto Beal pelo Sr. Rodftgues
Cost, o romance Le pauvre diabie pelo Sr. Juven-
tino Lima.
Procedendo-se a eleieao para tice-presidente e
orador sahiram eleitos os Srs. Flix de Figueiroa
Faria e Vicente Simoes Pereira Lemos. Foi sor-
teado o Sr. Henrique das Mercs Jansem para de-
fender a seguinte these: A pena de raorte ser
admissivel era algum caso.
FERIMENTOS.No lugar Rio Doce, do termo
de Olinda, no dia 20 do passado, Maria Cabocla
ferio gravemente Auastaeia Maria de Brito, por
have-la osta espancado.
CAPTURAS.Pelo subdelegado do curato da
S de Otada fot preso Paulo Jos dos Santos, por
crime de entrada em casa alheia sem consent-
memo d n _ prlo delegado do termo de Flores, toi preso
orce Ferreira Lima, criminoso de norte e roubo.
MORTE3 CASUAES.Na praia do Rio Doaa, do
termo de Olinda, foi encontrado no dia 27 do passa-
do o cadaverde um menor de 10 a 12 annos de ida-
de, o qual fallecen de aspbyxia por subraersio. No
lugar onde foi elle encontrado, faz crer que seja o
polante da barcaca Leopoldina, que cahio ao mar
tri quando vinha ella para o Reeife, ha duas se-
manas.
Da cacimba do sitio das Mangabeiras, na ci-
dade de Olinda, foi tirado o cadver do preto
Luiz, escravo de Cypriano Antonio Rodrigues,
rendeiro do mesmo, no da 4 do corrente, o qual
falleceu de asphyxia por submersao'. Das indaga-
coes a que se proeedeu, verificou a autoridade
viver dito preto embriagado, e ter nesse estado
cabido na cacimba.
ASSASSINATO.No engenho Segredo, do 2 dis-
tricto de Gamelleira, Maniel Candido de Senna
assassinou, no dia do corrente, sua sogra Gui-
Ihermina Vicencia dos Santos. O criminoso foi
preso.
ACCIDENTE E MORTE.No da 7 do corren-
te, em Saato Amaro das Salinas, incendiando-se
urna poreae de massa para fogos artificiaos, fica-
rara queimadas Canuta Mana da Piedade e sua fl-
Iha Deodata Maria da Piedade. fallecendo a pri-
mcira no dia seguinte, e continuando gravemente
doente a segunda.
DINHEIRO.Os vapores Mandah e Corurip*
trouxsram as seguintes sommas para os Srs. :
Manoel Furtado. Antonio Facundes Rsende,
Francisco Femandes da Fonseca, Jacintho de Oh-
veira, Jacintho da Cmara, Antonio Correa, Jacin-
tho Pedro, Joslgnaco de Simas, Mariano Ventu-
ra e 3 filhos, Joao de Andrade, Joo de Braga Ma-
noel Bento de-Medeiros, Francisco Pacheco, Ma-
noel Furtado e sua- senhora, Francisco Pedro, Ma-
noel iie Jess, Francisco de Araujo Netto, sua se-
nhora e 3 Albo*, Joo do Reg, Francisco Lopes,
Jacintho da Triodade, Manoel Ignacio, Manoel Jos
de Fontes, Joo Jacintho Gallego, Manoel do Reg,
Antonio Ferreira, M^inoel doCouto, Joo Dias, Eo-
genio Pereirai Antonio Alfonso, Joaquim Furtado,
tfaria de Jess, Joo Pereira, Gregorio Muniz de
Mederos, Jos Muniz de Medeiros, Jos Jacinto da
Ponte, Joo da Costa, Luiz Botelbu mbar, Manoel
Mathf us de Aguiar, Antonio Pereira da Motta, Joa*.
Joaqoim de Mello, Manoel Jacintho da Silva, Rosa
Jacimha e 2 filhos.
Vindos de Goyannai no vapor brasileiro Afos-
sor .
AntonioDomingues-de Souza, Rodolpho Ladirce.
Jos Joaquim da Silva Barreto, Jos Baptista de
Araujo, Claudino A. da Costa e Jos Corrar.
LEfLAO. Fica transferido de hoje para ama-
nha a de pianos, movis, ferragem e velocipedes
annuriciado por intervencao do agente Pinto,
ra Nova n. 9.
CEMITERIO.-Obituario do dia 7 de maio de
1870.
Desiderio, Pernambuco, 3 annos, Santo Antonio ;
den ti cao.
Maria Francisca, Pernambuco, 60 annos, soltei-
ra, Recito ; desyateria.
Joaquim Antonio, Portugal, 54 annos, solteiro,
Bavista ; cerebrile.
Narciso, Pernambuco, 13 mezes, S. Jos ; interite.
Rufino Correa Bento, Pernambuco, 38 annos, sol-
teiro, Boavista; desynteria.
Jos Pedro Fefrpira, Pernambuco, 44 annos, casa-
do, Boavista ; desynteria.
Leonilia, Pernambuco, 10 mezes. Boa-vista ; den-
ticao.
Alexrndrina Maria da Conceico, Pernambuco, 36
anuos, casada, Recito ; espasmo.
8
Luzia Martinha de Meira Lima, Pernambuco, 20>
anuos, casada, Boavista ; tubrculos pulmo-
nares.
Antoi io, frica, 60 annos, solteiro, Santo Anto-
nio ; estupor.
Jos, Pernambuco, 12 anno?, solteiro, Santo An-
tonio ; estupor.
Josc, Pernambuco. 12 annos, solteiro, Santo Anto-
nio ; febre cerebral.
Cnula Maria da Piedade, Pernambuco, 40 annos.
sol Ira, Boavista ; queimadura.
Bernardina Mana da Concego, Pernambuco 40
anuos, solteiro, Santo Antonio ; tubrculos pul-
monares.

REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Hotem a assem-
bla approvou, em 1' discussao o projecto n. 55
deste anno, que autorisa a cmara municipal de
Olinda a aforar o terreno da. ra de S. Pedro Mar-
tyr Luiz Jos Pinto da Costa, orando o Sr. Rufi-
no de Almeida; o de n. 73 deste anno, autonsando
a cmara municipal desta cidade a despender a
quantia de4:0003 com a celebracao de>um oficio
solemne comraemoralivo dos bravos que fallece-
rn) em defeza da patria nos campos do Paraguay;
era 2* discussao, a emenda offerecida em 3' ao
projecto n. 19 deste anno, que crea municipio em
Bezerros e Panellas ; era 3a discussio, o de n. 33
deste anno,que retoga as les ns. 739 e744de 12de
iunhodel867; em3*discussao.ode n. Sdeste anno,
que transiere para a povoacao de Petrolina a sede
da villa da Boa-vista, e da freguezia de Santa Ma-
ra Rainha dos Anjos da Caxoeira do Roberto, de-
pois de orarem os Srs. G. Lobo e Oliveira Fonse-
ca approvou ainda em i' discussio, o projecto n.
Sudeste anno, autorisando a abertura fe diversos
crditos snpplemeotres e o de n. 64 deste anno,
que autorisa o presidente da provincia o regla-
mento do oemiterio publico desta cidade ; em 1*
dicussio o de n. 53-deste anno, autonsando o go-
verno a conceder ao bacharel Manoel de Siqueira
Cavalcante, escripturario da secretaria do governo
6 mezes de licenca com todos os vencimentos ; em
discussao, o de n. 24 deste anno, antorisando
a oonstruccao de urna ponte sobre q rio Una na
estacao terminal da estrada de torro e o i lanc,o
da estrada de Una Piraenteiras; em 3" discus-
sao. o de n. 31 deste anno, que mandt entregar a
ama commissao de pessoas residentes na cidade de
de Olinda o producto da* lotera concedida para as
obras da igreja de Nossa Senhora do Carino da-
quella cidade; em 1* discussio, o de n. 59 deste
anno,flue regula a forma da inhumacio dos ca-
dveres ; flcou empatado em 1' discussao o de n.
67 deste anno que concede ao ajudante do admi-
nistrador da caaa de detencao desta cidade, a gra-
dfleacio annnal de 30O1; approvou em 1' discus-
sio ode n. 50 deste arioo, que supprime o dis-
tricto da paz do Poco Comprido, no termo de Ga-
rao-hum, orando o Sr. Guarni Lobo, A. PaoUn
e Goe Ctalcaat e rafeitoa em i discussio o
Francisco Joio de Brrros Jnior 2:0003000
Joo Francisco de Souza i:2603000
Pocas 4 C. 1;200W
Bernardino da Costa Campjs 1:000*000
Antonio Goncalves de Azevedo 800*000
Veras & Barbedo 350*9J*
Bento E. de Souza Castro 1401000
Maia & Laudeloo 109*000
O vapor Gua)- levou as seguintes quantias:
Para o Natal 16:000*000
Para o Cear 6:000*00
Para o Para 987*000
BANDEIRA DE VOLUNTARIOS.A do batalho
42, ser levada hoje s 4 horas da tarde para a
calhedral de Olinda, e nao pela manhaa, como es-
tva annunciado.
RACT1LICACAO.A cora offerocida ao bata-
lho 42 de voluntarios, fe i dada pelo esquadrao
patritico fose de Setembro, composta dos socios
mslalladores d'esto sociedade. E de louros e as
fitas tem a seguinte inscripcao bordada a auro :
Ao bataiho 42 de voluntarios pelo esquadrao
patritico Dosede Setembr(k7 de marco de 1870.
A corda foi entregue pelo anio da Victoria, reci-
tando nesta occasiao o Dr. Lamenha urna curta
allocucio por parte da sociedade Dose de Settmbrc
HOSPITAL PEDRO II.O movimento desse es-
tabelecimento de % aS de maio de 1870, alm
de 236 doeotes-exstentes; eoSraram 45, saturara
18, falleeefl|ra 11, existem 252, sendo 131 homens,
e 101 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras uestes dias as
6 1/2, 7, 6 ME 61/% 7, ft 1/2, peto Dr. Ramos ;
as io! 10, 10 1/2, ii Vi, *A *0, 9, Pelo Dr.
Sarment.
. Fallecidos.
Eusebio Francisco Domingos; infeccao puru-
lente.
Maria dos Santos Coutinoo; cancro da mama.
Joaquim, entrate chronca.
Alina Maria da Conceico; insuficiencia das vl-
vulas da crotto.
Mana Joaquina da Cenceioo ; tubrculos pulmo-
nares.
Aogelica Mana Gaspar de Miranda ; entente.
Margarida Jesuina Gortonia; entorile chronca.
Prancelina Maria da Conoeicio ; congesto cere-
bral.
Rufino Correa Brito ; dyienteria.
Jos Pedro Bezerra ; dem.
Um hornera de cor parda que entrou moribundo.
LOTERA.A que se acha a venda a I46"
beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess d<
Passoe da igreja do Corpo Santo, a qual -corre.!
dia 12.
PASSAGEIROS.=*A escuna portafuza Dolpkin,
entrada'da 11 ha de S. Miguel, trouxe a sea bordo
os seguintes;
CHRONCA JtUICIARM.
TIIIIU1AL DA RELCELO.
jr.ovT.i; CiM buuiiio i?n IO.V.
rRBSOENCIA DO EXM. SB. CONSELHEinO CAKTANO
SANTIAGO.
As 10 horas da manrfaa, presentes os Srs. desem-
barg.dores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Doria. Domingues da Silva,
Regueira Costa e Souza Leo, tallando o Sr. des-
erobsrgador Guerra procuradora cora, abrio-se
a sesso. *
Pausados os felos, deram-se os seguintes julga-
[iienios:
Rcubsoscrimes.Reccorrente, o juzo; reccor-
ro, Francisco Paes do Reg.Relator o Sr. des-
erabargador Gitirana, sorteados os Srs. desembar-
gadores LourenQO Santiago, Motta e DoriaIra-
proc;dente. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Joo
Francisco Cavalcante.Relator o Sr. desembarga-
dor Gitirana, sorteados os Srs. desembargadores
Souza Leo, Domingues da Silva e Regueira Cos-
tImprocedente. Reccorrente o juizo; reccor-
rido, Antonio de Holanda Silva.Relator o Sr.
desembargador Lourenco Santiago, sorteados os
Srs. desembargadores Souza Leio, Domingues da
Silt. e Almeida Albuquerque. Improceden-
te. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Antonio Jos
do Nascimento.Relator o Sr. desembargador Lou-
renco Santiago, sorteados os Srs. desembargadores
Regbeira Costa, Almeida Albuquerque e Mot-
ta.Improcedente. Reccorrente, o juizo; reccor-
rido, Jos Goncalves de Figueiredo.Relator o Sr.
desembargador Almeida Albuquerque, sorteados
os Srs. desembargadores Lourenco Santiago, Sou-
za Leo e Regueira Costa.Improcedente. Rec-
corrente, o juizo; reccorrido, Francisco Ferreira
dos Santos.Relator o Sr. desembargador Almei-
da Albuquerque, sorteados os Srs. deseraltergado-
res Domingues da Silva,Motta e Doria.Improce-
dente. Reccorrente, o juize ; raccorrido, Manoel
Annnio Correa de QueirdtRelator o Sr. desem-
bargador Motta, sorteados os Srs. desemb irgadores
Souza Leio, Gitirana e Doria. Improceden-
te. Reccorrente, o juizo ; reccorrido, Joaquim
rXflbo da Silva.Relator o Sr. desembargador
Moi ta, sorteados os Srs. desembargadores Almeida
Alt uquerque, Regueira Cost e Doria.Improce- ,
dente. Reccerrente, o juizo reccorrido, Joaquim
Pedro de MelloRelator o Sr.desembargador Do-
ria, sorteados os Srs. desembargadores Mqtta, Re-
guera Costa e Almeida Albuquerque.Improce-
dente. Reccorrente, o juizo; receorrido, Jos da
Silva Lima.Relator o Sr. desembargador Doria,
sorteados os Srs. desembargadores Lourenco San-
tiai'o, Souza Leo e Almeida AJbuqdrque,Im-
procedente. Reccorrento, o jeizo; reccorrido,
Thomaz Bispo da Silva.Relator o Sr. desembar-
gador Eomihgnes da Silva, sorteados os Sts.des-
embargadores Lourenco Santiago, Souza Leo e
Almeida Albuquerque.Improcedente. Reccor-
rente, o juiso; reccorridos, Antonio Aigusto de.
Ficueirdo e antros.Relator o Sr. deseraparga-
dor Regueira Costo, sorteados os Srs. desembarga-
dores Souza Leo, Lourenco Santiago o Mot-
ta.Improcedente. Reccorrente, o juizo; reccor-
rido, Jos* Correa de Araujo.Relator o Sr. dss-
eaibargador Souza Leio, sorteados os Srs. desem-
bargadores Motta, Lourenco Santiago e Almeida.
Al blquerqae.-Improcedente. Reccorrente, ojui-
10; reccorrido, Bernardino Xavier de Carva-
lho.Relator o Sr. desembargador Souza Leao.
sorteados os Srs. desembargadores Regueira
Costa, Doria e Almeida Albuquerque.,Improce-
dente.
AppellacSes cbimesAppettante, o juizo ; ap-
pellado, Antonio Ramos da Silva.Improceden-
te. Appellante, o juizo; appelhda, Paulina Jose-
pha Club.Noto jury. Appellante, o juizo; ap-
Sliado, Raymundo Ramos da Silteira. Noto
iiry.
Jabras cobpus.Negou-se soltura a Levindo da
Costo Menezes.
Diligencia crimk.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justica: appellante, Joio Antonio Mar-
ques ; appellada, a justica. Appellante, o juizo;
appellado, Manoel Vieira Dantos. ApoaUante,
Francisco Jos de Oliveira; appellada, a insti-
,a. Appellante Joao Pereira Barbosa; appellada,
j. justica. Appellante, o juizo; appellado, Joao
llmmai da Sllta Reg. Appellaole, o loiao; ap-
tollado, Antonio Pinheiro dosJaaitos; ^ff"? '
6aSS?crrtx.^Ao ^3 ijaiP-
jellante, Joo Baptista da CosrtCojho, afglja-

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Ipdor pr

*


A^

tW81 3C W 31____________4JH3iario de Pernambnco TeV eira 10 de Maio de 1870. j-0L83ffUH IJX flW
("r
P
"tttrnaattodn Cimeiro da Albuquerque; app4tadtjJ
a faieuda.
PA5SA0BKS.
' Da Sr. ^JMWf^"" Grtirana ao Sr. deiera
Qargador (MMEa-AiHiellacag ctbI : aipelranto,
*aiioet JjilRhMfts; appolfada, D. Urania (tamos
Naves.
Ao Sr. dsiaaaairgador Lnurenco Santiago,Ap-
pellaeoes crines: apelante, u juizo; apelado.
Francisco n de Birr..* Amellante, o jftco; aT"
pellada, Manoel Fraucineo das Chaga?. AppellrtcL
i*el: apf/ellanie, a aeflda;*apdellado8, o toe
sooreiro # sens fiadurM.
o Sr. desembargado Loufanco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida AMaiqimrque. Ap
pelLiom civeis: apt*4u>nu', Fraarr-uo das Cbagis
BanA;ira de Melfu; appell.ido, Aatooin Lope* do
Atetillara. AppeMai.le, }u- Gi.tnaa Rudrigaes di
Aftuqncnjue; appHlad.*, Manuel, Mara e ou
tros. Appellante, AVxandre Wargaarj appellado,
M Ignac de Mendunca.
Do Sr. dtsembargadnr Almeida Albuqoerouo ac
Sr. deserabargador Motta. Appellac*> ciVel:
anpellanie, Antonio M-r.-ira dos Res; pellada,
FeOwima Mara Olv-Tinta.
Di Sr. d(-sembafgadur Molla ao Sr. desembar-
gad.- Dara.Anpellacoes civei: appellante, os
berdpirus ileGtiilhriiui Palriclq, Beierra Cavban-
le; appellaln, Manoet'Ferreira Majfnlhe-<. Appel-
lanie, I .s Francisco oV Andrade Jnior; appdla-
da, .i lateada. Appe.laiitn, Paulino Pires ralean;
ap|N me; appellantp, o juizo; appellaio, Manuel Frau
cisco d;i Muraos.
Do Sr. desemoargador Durla ao Sr. desembar-
gador Ootningues da Suva. Appeiliel. civel:
aapHiame,!) Aona rsula de Oliywra^ appellada,
D. F Do Sr. dttsembargador Dj. niegues da Silva ao
Sr. 4esa.iil*ir;.vtor Rogueira Gusta.AppelUcao
civel: apyellaute, Ernesto Augasto de Manguab*
Silva; app Vafea.
Ao Sr. de vei: appeliame, loa. Ferreira deCarvalho; appel-
ido, i -ao [' -lippe >U Cunta Uandeira de M.-lio.
Do Sr. de-aa! irgudor lUgueira Cosu ao Sr.
desembarg i.lor Soza Leao. Appellacii ciM
anpellaiiU, io* Guada* Ndgooira.; appellado, Jos
Antonio Paciere.
Do Sr. dsf.unargador Soma Leao ao "r. des-
emhtrgaikir Gtiraoa. Appellacoes civns: appet-
-Jaulo, Mano-1 Lua de Albuquerque PVss.ia; ap'
pellali, J..H Coelho dtSooza. Appellanto, Ja
quim Salvad >r de Seuneira Cavalcame ; appellado,
Jo Ditmiiigues Maia. Appellacoe* crinies: ap-
pcltantis, o juizo; appellado, Antonio Francisco do
SMHMMo. App dlante, Betlarmino Jos dos Pra-
zeivs ; appellada, a jnsliea.
Assignou-se da para jolgamento dos seguintes
ettes:
Appkllaqks civisAppellante. Joaquim Mon
lero 6ules Gon.iin; appellado, Virginio Horacio
uV ftvitas. Appellantn, Vicpnte Ferreira da Silva;
apfllad", Miguel le AlbnquTjae Mello.
Appkllacao cniMK Appellante, Joo Francisco
d. Santo-: appetU-la", a jastica.
A' I hora da tarde oncerron-se a sessao.
taoga ; apresenUda jia sessao de 17 d&
Dosparharara-se as petlcos de An?
Garueira Viaona, Antonia de Azevedo .
D. Omtntiaa Tkeodara da. Silva, Costa &.
Custodio Jos Alves da. Silva Guimaraes, o
rao Franci-eo de Barres Torr, Jos Lad RIboi
ro de Mendes, Jo Antonio \\ie* de Miranda Gal
uuries, Juauoiro Igoaaio dMWta?M|Kmeod
dor Joaa do efe Limpj-1 Hrein^B|Maced
Aii ir Bauco, Migual Anfl |jdjB- Manjjj
Mmoel Firmlno Ferreira, I. Mafia da Costa Molg|e"para a parri^o q'ueb5>sBirnTVai!rc*
teir Zonaahos la Fdnte, < fcaif, as hooaa que rae ES E afs^icUo
Srhigar RamnCMp#a .JPfMil ok <* raoito mSaT.e enratT* cSf ^ queme nS
iraraes, Thjtnaa de Gartalho Sere Brandao So- perteocea
affieW
brinho, e leraauii a saasao.
Ka AugtHt Genay da ^uatrMo
maior aarvirt de seeratarip a escwfi. BeMo
Jo*,' Cotia Junmr, prt-Drwlliente.-'-Drr /"Mr#
it Mhayde Lobo Hoscoso.Jt Mara Freir Ga-
meno.Caetauo Cyriaco da Costa ioieira. (f
nncio Vessoa da Silva.r. Prxedes Gomes it
Souza Pianga.-jDr. Joo Maria Sevt.
CMARA MUNICIPAL.
~ SESSAO ORDINARIA. AOS 29 DE ABRIL
DE 1870.
Mfe&IIHRrcU DO SR. OR. DAUR0S BARRETO.
Presente* os Srs. Dr. Piiaga, r. HoaeoM, Dr.
C tstaJuiii r, Gimeir.. a Costa loretra, abrio-se a
sas.-ai, e foi ida e approvada a acta da antece-
dente.
Li-se o s guate
ExrcniEXTB:
Vm nAkio do oagtoheira ordeadnr, infirmando
a lM*;u Ja Sebastin Lopes Guiraar^s, declara
H ii) ha inconveniente no que pede o suppli-
catte Cnncedeu-se.
O :!.>!. niesmo, informando o requerimento
<- Tnpn i .o Revende, tem a dizer que nao ha
.i.vnwi'jeitte no que pedo o supplicaute.Con-:
" -:i-s.-.
iirur.j do mesmo, informando o requerimento
na J .s Antonio Alv^s de Miranda Guimaraes diz
qn o ida lew a oppr, urna vez que ?e Irte d aeor-
leucjB para o muro que quer faier. Mandoa-se
crdear.
:rtr.. di eldadJo FntnejiM Libanin C-tls, olTe-
r.'vn'lo a mamara um Tn-Dnm que compoz para
- ter ninirao da guerra. Qn. se a ceite, e agra-
O'CI-S...
iiirodrt prnenra^r, informando a psticaodo
cTmtafdfey^^t^ Mm&&
r cebiniento do tres catacumbas de irmandade, na
luinorUncia de iOOO cada urna. A couimissao
resp.^tiva.
Ouiro do fiscal do Becife, informand j o reque-
riiiHjnto fie l* Luiz Itibciro de Moraes, jaclinatao
da igrej.i do Pilar, dejiara ser verdade ter sido
etieo prinieiro a dar signal do fogo manifestado
em nina ca-a Ja mafia mesmo nome, na noute de
31 de jaue-K ultimo.Inteirado.
Outo do memo, rewfttendo dous termes de in-
fri>-(;.ii, commtltida por Francisco BotelhodeAn-
drae e Innccencio Rudiigues Lima. Ao procu-
rador.
Outro do mesmo, informando o requerimento
uo Marcelino JnsGjncalvesda Fonta e outros, tem
a dizer que o muro feilo po lnnocencio Rodrigues
Lima, timdo si 1o derailido antes mesmo de con-
cluido, licon all apenas a base de menos de um
palmo de altura ; e que a mesmo lnnocencio j
fi.-..-ra desmaucliar, aehando-se por tanto a travs-
va disembaracada.Intoirado.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
i'.puTimento de Bernardino Gomes de Carvalbo.
l)>spaebou-e no sentido da informacao.
Outro do mesmo, informando o requerimento
do commndader Joo do Reg Lima, relativamen-
: as pe Iras de que Ihes.pertencem e que existem
no caes da ra do Bruna, declara quo- verdade
H'i*. a e-rada della* all uo embaraza o transito
> ibiico nein ao embarque ou desembarque, cora-
tudo uuai infeaccao da posturas, pas j deela-
ron jue aremovesse. smvlicanfe para fajer retirar as mesmas pedras
di lugar era que se acha.
Oatro do fiscal Jos Afogados, infermando a pe-
[h; .6 de Joaquim Alves Lima, declara que san ha
inconveniente no qne pede o supplicaute. Con-
cedea-se. <
Outro do fiscal de Jaboatao, pedindo que so lbe
iiiauda-sy pagar a quana de i*900, que despeo-
il.-u com o entrrame:!to de um cavado encontra-
do mono no da 18 de marco passado, na ra do
Reo Goto da Bwsma freguaeia.Que se passasse.
manJad-1.
l'.ram tpprovados tros pareceres da commissa
ilfl polica:
o pruniro que nenhuma providencia se poda
t-jinar sobre a reclamacao feita pela admin-trador
i'i cerauerio, relativamente ao augmento do sala-
ri i ios serreatat, lato como est marcado na lei
' orgaioeoto o (jae cada um vence.
O seguado qoe se difllra favoravelmente a peti-
->.> de Manuel Blbsro Bastos, raatidando-se que o
-procurador com elle eateuda se a respeito do preco
porque (jut consentir na desapropriacao.
0 terceiro finalmente, que se informe a pr si-
lencia que os talhos de que trata Belarmino Alves
de Arocha, em sen requerimento, esteverara em
Hra?a por varias vezes e nao haveado quera lan-
a;asa 80bre ejjjj^ a camOTa mandoa feixar.
Foi approvao tamliem ura parecer da coimnis-
sa le sade, oo Jentido de que se concedesse ao
subdito francez tton estabelecer ama tinturara
iia casa n. 2S da ra das Flores.
Poj igualmente approvada, em parecer da coin-
missao lo cemiterio com referencia a'ielicjto de
Manuel i-'rancisco da Barros Reg, procordor de
JVorberto Francisco das Chagas, arrematante da
.-bra \.>_catacumtai ltimamente construidas, a
ais o que a esponsibiliJade do mesmo nVi
pode deixar de existir toda vez a obra nao foi feita cara a seguranca que devia
Foi igualmente approvado ora parecer da com-
''-10 de edfica^ao sobreo requerimento de Jos
'.".deirodo Bego WntaB, entende queomeo a
i.r.ae pedir- a presidencia da provincia
jue se digne ouvir a reparticao das obras publi
ca a-erra do caft) de esgoto que passa na ta
a da Itibeira sarao cas.
"oi'apreseaiado ilota commissa > doedlflcacSo nm
jaricar no qual os membro della devirgiram en
ro <^ sobre a prelsne^o das herdolros do tenente-
nel Bernardo Antonio de Miranda, reativa-
... m ao terreno la rita da Aurora. Antes de
ca'tiara qualquer roso!oei) respailo
matdfl:i oavir ao 3ngenbem). O S>.. presid
')r. a-irros Bafreto. deu sa por ..nsueifo o
PUBLICACOES A PEDIDO.
i.......:-------------------1 i ---------.
ABILU. SR. JOS PEDRO DA SILVA
Inspector da Taesooraria Pretiatial.
ODK.
Ni i me ootorgarao as difiSceis Musas
Que cu. embocando a tuba alti-canora,
Uis Olindanos II -roes cante as Proezas :
A tersa espada livrc,
O" beps, o sangne, as vidas...
Discantar pode s potente Genio,
Cuja voz grande soe alera dos lempos.
Na D servir desvelado^e amar a Patria :
A Patria acorre, se ella opprossa gente ;
Gooabateo Despotisun, \
Arca por arca luta ;
B ou, na .r.i, triuinfa, ou bravo morre.
Quem, era taes ca*os, lbe denega estatuas 1
Erga poi cem Padrbes adamantinos
Vlaravilhoso o Vate, qne dos nossos
Difunda uo Orbe a luz do alto civismo :
O Despota dos anoos
" A voraz frtace quebr ;
E o Porvir, enlevado, loave, e siga
Da Liberdado, e do Valor exemploa.
Mas em tanta, que altivolo, e inaccesso
Sobe as novens do Ceo Cndor soberb,
K raro desee aos abatidos- Vales : ...
No Prado a Abelha colbe
Das flores perfamadas
Os suecos, que converte era doces favos,
Della, e do Povo seu, regalo, e orgilho.
----------------------------------------------------------- ----------------------"----------------------------------------------*M------------------------------"'-
erte comoosteu que S.S tapazde taes AiviHiMv 4o i 9 .
as: venho dar esta satisfacao ao illnstrado publico f
aapilil epm quanto estela persudalo que o
^prtiraanto,como cidadao brasilelro cm re^
gtreita Oo Paragoay, e em todas i
JaWqae-* naQo tem precisado de i
nos 'erviaat; oJiecido de muita gei
A'gum dos senhores que assignaran o
ibera raje qiiajjdoo gnverao,
lios pedinjo lo se^K
iraeiros qutae-ofereoea parff
'. dOraataa guerra; -
3Mt24U132
VIMNTO DA ALFANDJGA
atrado* co-nfatendM
dem com genero Wl
sstm a
Tolantes saidos com f atendx*
(aan idea cora geaaros
As-iui no Erado social colhendo
Eu voo suave das viventes Flores
A jsflca, a amisade, o esforc heroico,
Que vale ao Desgranado;
Doies, que sob a forma
Oo ApoIDnco labor eteroUados,
Um go::o, e gloria sao, nos, e i Patria.
Q-ie prater me enche o peito, Silva ingenuo I
De'toa Alma na flor encontr sempro
EjDaWea ^ociosas de amisade:
Do horror aascero ellas
Do tetro despotismo :
Culnmnias... catebougos... insolencias...
Retrgradas facanhas, (|no abominaas I
Gommovido notas-te, que nao teme
,Firme Inneceneia a chusma dos Malvados.
Afracao si'i os coroeoes pequeos.
Aos Mos, a nebre audacia
Das Victimas, aseosta-os...
Mas deixemos no immundo esterqnilimo
Esses vermes snmireai-so, inhumanos.
Da amisade, e pacificas virtudes
Cabe a ti, charo Silva, a palma insigne.
Comprovou-te a Razo (e-em bera, ijuo cedo l)
Que deste vario Mundo
Foge ao tumulto a Dita,
Se os Homens nao se tornao maluauente
Justiceiros, sinceros, e benignos.
A. J. db Meu.O.
i lou^tu,
O mea praredimento d'abi emdUnta foi semare
ccnltrmi-anda ^a ^ ?* Me ^r
preciso, (lrei saa r#lacao fiel: alo ceda a palma a
omgitem em patriotismo: ful dos prlmelros a
apresenur-me para ajudar a nfcao no que nodes-
se, etnaara o partid qoe me-laa a distrae*Venra
aame aeolhef.nenTa-qn certtmenle en na me-
reco, nao estlvesse no poder; e esse servfaa tem
Tite-Tustndo mnltos sacrificios e matos desgoflos:
nao atipareco agora quando se trata de festejar a
conchiso da guerra.
Por canseqaenoia repito a idea debita de pa-
trioTisrao' e amda cooi UtaH for^a a de'qof preterr- ^
te^r"T'a I1?* ap*?r** pom tfdq;Q.brillw a ^rcoaidemi
lorra dos Pernatobucanos': pelo coniratib pugna- vfroz com !
ret quanto poder, para que>e j>erpi.Ju.a memoria,
dos fetds tmmorredouros por elles pfatlcados na'
guerra do Paraguay, com nnYmonuineolo digno de
Pemambaco e dos Peruambucanos; e nao ha de
ser certamente com tijoHo dos Romedios ou pedra
d mnlatraha qne elle se ha de fazer.
A Provincia de Perearobaeo hade se mostrar
digna' de si mesma, e o dentroto 'ofBcial, e a c-
mara municipal desta cidade tambem fazem parte
da proviucia e estu certo que os sens .represen-
tantas nao-bao de ftcar iaactivos, vista do desejo
que ha. de se perpetuar a glora dos Pernambu-
canos, j por tantos ostros feitos rmmasoessivel.
Assevero ao respeitavel publico d'esta cidade e
provincia que nao desejo escureceV as suas glo-
rras; pelo contrario hei de concorrer quanto em
mim coober, para angmentai)|hes o brilho: e
nao f o tenbo feito seraprc qne tem sido preciso,
como protesto continuar a fuer sempre TJue hou-
wr preciso, e hei de dar provas d'sso.
Reclfe, 9 de maio ds 1870.
Dr. Pfr de Mhayde Lobo Hoscoso.
O cabo Xico dibo,
Mato o dibo Xico. ()
Gksa.
'juella grande Niftbo
Uue de forte se.-afaaava,
\;io sabia que eocontrana.
U cabo Xico diabo :
Este por' ser muito brabo
O foi cercar l no pico,
Oude afltou o grande Ntco
Qne se jolgava segaro,
Eoi3o elle s d'am palo
i Matou o diabo Xico.
GIom de otra Sra. de 70 annos, por oc-
casiao da ebegada da noticia de que o cabo
Xico diabo tina-a morto a Francisco Solano
;Lopez.
peaaarregam boje 10 de maia
Barea ragjeca Ilenriettamercadorlas.
Barca ingtoaZedora-idem.
Pataeb ataas-allemaoFeriadem
Barca poHaguezaSaphtra~idem.
Patacho I aaaja Helcctioidem
Paucho nart-alleraao-Afaria-lariBha da triso
Escuna iajm-Glimpseidem.
Briguo InglezJuditmercaidorus.
teWMW.YVu k arigae ingle, Iftaaifr* 4
toneladas, capiUo G Le Bro.-k, equipas em 11
carga farlnha de trfge e outros geaeit.; a
Tasso Irmao.
Rio de Janeiro13 mas, polaca hespaohola .ln-
#g da 209 toneladas, capito Juan Elaplista
aorea, qulpagrm 12;-carga 914,499 kilograra-
mas decrne : a Pvdro Marly Manry.
aeno>-Avres^sd' i-, ana ingle
i de 483 tonAas,raupitar, eaaj
I em lastro ; a Th -n NoV^li, d"M H-41*6* '"rt GleniitAe
.'> lonotada, capillo Dexter. eaaipagND 8.
carga 2, W| barricas cora bacalho,- a Joaaston
. Pater de K
Rio Grande dojSul-l. diaa, brigoa bratWro
: Sahy, de 10 fmaUdas, capttlo Joaquiri/ Per-
naudes Codlb, t-qnrp.gem t, caiga H,COar-
nihu du cima ,.,.;_.._-_
559
169
4Mt/
119
TABELLA nos- pRagaa dos oarnaas soaarroa a w
BEtTO DK EXfoRTACAO. SEKANA DB 8 A 28 DE
MAIO CU 1870.
Mercadorias: Umdaaes, Valores
^*!!?- *......dmia 300
Algodao era caroco.....kilog. 200
Ideraam rama ouem lia. ... 800
iros vivos.......um 4|000
- .. UOOI
casca. .... kilog. 68
dem descascado oa pilado 177
300
160
436
1*000
o*000
1

tima,
ou.
men-
litro
>
kilog.

Os mecas esto
Augusto F, d'Oliveira tendo d se-
guir para o Ro de Janeiro a liordo do va-
por francez esperado boje, e n3o podendo
por falta de teaipo pessoalmente despedir-se
de todas as pessoas a quem de-e finezas e
obsequios-, pede desculpa por essa falta
involuntaria, pondo a disposicao dessas'
raesmas pessoas o seu diminuto presumo
na corte.
AO PUBLICO
Coastando-me que se tem propalado a r ticia de
que eu, em conversa com o Sr. Antonio Pint, um
dos senhores que assignou o protestle vera pu
blicado nos diarios desta capital de 6 do crrente
pela- sociedade Doze de Setetnbro, ihe houvera de-
clarado que, como veredor da cmara municipal
desta cidade, havia de fazer opposieao dita socie-
dade, afnn de quo ella nao podesse effectuar o
inonomento que projectava levantar memoria
do9 feitos dos Pemambucanos na guerra do Para-
guay, vejo-me abrigado, somente em respeito
inuiias consderacoes que devo ao illnstrado pu-
blico desta capital, trazer ao seu eoaheeiroento o
qoe se pasaou entre mlm e o mesmo Sr. Jos An-
tonio Pinto e foi o segrale :
No da 5 do crreme mez dirigindo me, na rna
do Imperador, i casa de urna seolioraque se-acha
va doente, sabio-me ao encontr o Sr. Jos Aalmio
Pinto'. nao sendo pessoa de m nlia ntima amisade,
mas senda uaquellas com quem sempre tenhe en-
iretido as mais cordeaes relacijes de corlezia-pelas
elevadas qualidades que fazem o rnalo de sna pes-
soa, qne eu dou muito apreco, parei iramediau-
mente, e o Sr. Pinto fallou-me uo monumento, co-
mo coosa qne j eslava assentada pela sooielade
Doze de Setetabro; dizendo-me que a intervencao,
oa. a iniciativa, da cmara municipal linba produ-
cido urna grande contrariedade nos socios o na
populacao desta cidade que toda estava muito dis
i)osta a coadjuvar a mesma sociedade e que com o
edital da cmara municipal todos recusavam porqne
queriam gae o monumento fosse somente f.ito pelo
povo, enao entrasse nelle o element ofjicial, e de
sejavaque n^ vereadores declararemos qoe cons-
tando-nos que sociedade D .ze de SeWmbro que-
ra fazer o monumento por si s, nos Ih'o abando-
navamos
Respond ao Sr. Jos Antonio Pint iroe me pa
recia qne > alvitre que S. S. prnpnnha nao era
aceitavel; mas qne a sociedade tueste a cmara
um refiueriment) pediudo-lhe qo deixasse
si |0crtidai1o de levantar o monumento,-por que
par sso tinha os muios neee-ssartos, que eu por
miaa parte votara para qne a camera Consentirse,
e suppnnha que a maior parte dos vereaduiw an
cordana aissoe que acrediUaa que a mttnra
o que tmka a dizer era que ella se juigava muito
feliz p-r ver que 01 mus mmeipet pmsavam ano
ella, e que nao des/jando levantar o monumento
senaocom o auxilio do povo de Pemambuco, pon
pe elle era destinado para cnmmemorar os seut
tetloi gloriosos, desde que este mesmo povo quera
tomara es* trabaut a cmara Ih'o enttegmu
ae muito boa vontade e prolcstava ajada-lo seu
turno para tornarse em (acto real ets pensamento
patritico.
, ^Es aqui, meus respeitaveis senhores, o que se
passoDr eatre mim e o Sr. Jos Antonio Pinto
.termina ido por pedir ao mesmo senlr ,me man'
dasse fazer um requerimento n'esse sesudo e le
en o apoiar.a. '
Sabio e Sr. Jos Aotoaio Plato ao qoe me pare-
cen conformado com e meo modo de pensar e
no outra dia sarde o protesto da sociedada
Doze de Selembro, espalhando-se por ah o boato
de ser eu a causa de seroelhante desarranjo e de
nao mder a sociedade effectuar seu pensamento
e cada um foi invertende atfiUtrii, com o fim de*
chamar sobre mim o odioso.
Conbeco muito bem que Sr. Jrw Antonio Pln-
incapaz de fallar verdade to gao nr8 ,
gtMWO que lielmente acabo e relalar, maa
Alviraras 1 Alvi<;aras I leitwes
no ultimo furo!...
.^0 D. gorgea honoriana arripiou rarreira de-
pots de vararqnatro barri, estanaues de insultos
iBjuriosos, pede para discutir seriamente, e ha
descoberto... coitado!... qner brecha para es-
pecular em qnerxas de injuria crime, por vistorias
legaes em oens religioso;.. antro offleio.. .'des>
trua, se capaz, o qoesetero eecriptodis;ula
se quizer fse quizer) como fc convidado, ecom
direito proprio e claro, e nao se ernporte com
quem escreve. Nao perca tempbem descobrir in-
slles a cada canto, nem introdnza pedrinhas nos
3patos dos jnlgadoros-'-elles est3f> abrigados des-
ses embustes; contente-se com a miseravel intri-
gunha urdida nos autos com o digno exjuiz do
commercio e no tribunal; estas minas j foram
exploradas pelo C N. do L\ ramenlo, outros de
quem sois mre copiador, e nada consegaram.
Cnnonisui vosso gosta essa accao do larapio ;
ella digna delle e de quem appamde.
Estis dando desfrutes, acobertando-vos como
snpposto direito do dono <*- ^ saanaido com
esDfiw >- *:~' qne nnnea existwam e que, -o
eiisn- Sabei (que j tempn) a qnaslo nao o com o
dono da casa, se o fosse nao estaria ao tribunal
do commercio ; se a casa fosse do dono da pada-
ria nao haveria questao, ella nao a cobra de sele
cabecas. ella cifra-s no ^cratemata somno, la-
rapio por indole, entrou parapadaria por assenti-
raento de sen dono, e nao do da casa, dou* annos
Vp. i* foi escondido a Jlacei, alogar por mfis
lOOgOOO, a casa, deixando aqni o procurador do
intitulado dono della, e inenieando-sr l dono de
pa I aria, e obteve o arrendamento lindo era 1886.
Forestas artimannas cavilosas, dono da pa-
dai ia ? 1 dirieis estaveis em sen direito, assim pro
cedendo.
E porque nao foi Macei antes de entrar na
nadara 11... O qne ataca na estrada, tambem
djz omesmo, e mas honrado correodo o risco de
seu acto :esperem pelo resto da su-tentacao.
B...xelldt da F.
Protectora das Familias,
Associaco bra-ileira de secaros motuos
sobre a vida, approvada por decreto do
govorno imperial de 13 de jonbo de
1864.
Gerida pelo banco rural e hypotheeario do Rio de
Janeiro.
Essa associaco caminha as vias de prosperi-
dale, nao sem os oa.raves inherentes emprezas
novas.
Era 31 de dezembro di 1868 tinha efectuado
essa associaeao 5342 contratos.
I Inscripto um capital de 8 0i2:i0i#890.
Capital realisado 3 convertido em apoces da
divida publica nacional de 6 0/9 2,334:709*800.
At 31 de dezembro de 1869 tinha effectuado
essa associaco 7722 contrato.
Inscripto um capital de 11,837:350^580.
Capital realisado e convertido em apatices da
divida publica nacional de 6 0/9 3,774:700*000.
Para mais-esdaiecimenios dirigirse hao ao
eacriptori dessa associaco, ra do Livrameto
*. 19, andar. '
O agente.
yarcizo Francisco de Vidal.
COMMERCIO.
. UCA DO RECITE 9 DE MAIO.
DE 1870.
AS 3 1/2 HOBAS DA TAKM.
Cambio soore Paris-90 d|v. 38 rs. por franco.
(sabbado depcis de 3 horas da. urde)
inmoto sobre Portugal ptgavel em Loadres 90
d|v. 24 !,fi d. por i 000.
Cinhio sobreo Rio de Janeiro 8 div 3i4 Oif de
descont (hojei. '
^Tlftn^ Lohdres *'** 3I8 Pr
1*000 (hoje). f
Assncar mascavado brato como porgado270O
rs. por 18 kil.
oncallo Jos Aflbuso,
Presdeme.
Mes^uRa Jnior
" Secretario. '
Assucar brinco .
dem mascavado. .
dem refinado .
Gallinhaa ....
Papagatos .
Azeite de araendoim
dobirn.....
dem de edeo .
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baundha ,
Bebidas espirituosas e fermentadas:
Agurdente cachaca. .... litr.
Idea de canoa...... >
Idemgenebra.......
raemrestilada......
dem alcool........
dem cerveja ....... >
emvinagre.......
Jdem vinhode caj.. '. 1
Bolacha fina, comprehendidos os
biscoitos......... kilog.
dem ordinaria, propria para.
embarque....... >
Caf bom...... 1
Idem escoma ourestolho >
dem torrado 011 molde.
Cal branca........
IBem preta........
Carne secca ( xarqne ).
Carvo vegetal.......
Cera amarella....... .
Mera de carnauba em bruto. 1
dem dem em velas, .... >
Cha ......... ." a
Ceas seceos.......canto
Colla.........kilog.
Couros de boi, seceos salgados,
dem rdera espichados. .
Idem idem verdes ....
dem de cabras curtidos .
dem de onca......
poce* em calda......
idem em gela ou massa. .
dem seceos.......
Espanadores de pennas grades .
dem pequeos ......
lem de palha...... .
Ssteiras de carnauba ....
dem propria para forreen estiva
do navio........
Estopa nacional......
Farinha de ararula ....'.
Idem de mandioca .....
Feijo dequaluuer qualidade. .
Fumo charutos......
dem cigarros......
dem em folha bom
Idem em folha, ordinario ou res-
totho .......
dem em rolo e em latas bom .
dem, ordinario ourestolho. .
Rap .....
Gomma de mandieca. (polvilho).
Ipecacuanha ( raiz).....
^ngico (toros). ......
Ciibros ........
EJLxaras........
fi-echaes........
.ac.ti.tuua (vuucoeu*asa ...
Lenha em achas......cento
Idora em toros...... ,
JJnbas e esteios......nm
Ixiur s (pranchSes).....
Pao Brasil........kilog.
dem de jangada......um
Quiris ,........urna,
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. .
dem pranches de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
Idem taboado de menos de 23
millimetros de grossura .
Taboado diverso. .....
Tatajuba..... .
Travs .........
Varas para pescar.....dula
dem para aguilhadas ...
dem para canoas.....urna
Caverna de suoupira(em obra)
liixos de cicupira para carro. par
Mlaco.........kilog.
Mel de abelha.......
Milho.......... ,
Ossos......... <
Palha de carnauba.....momos
Pe''tiury.........kilog.
Podras de amolar ~
idem de filtrar ......
idem de rebollo r
Pennas deema. ......
Piassava.........molbos
Puntas ou chifrea de novilho ou
vacca.........cento
Sabio.........kilog.
Salsaparrilha.......
Sapatos de couro branco .
Sebo ou graxa em rama. .
dem em velas. ......
Soia e vsqueta......
Tapioca....... .
tlnaas de boi......,
Vassouras de carnauba .
dem de piassava.....
dem de imb. 1 .
Alfandega ue l'ernabrabuco, 7 da maio de 1870.
O 1. ce aferenteMantel C. Brrelo.
O 2." contorenteJoo de F. Barbota.
Approvo.A,ifandga 7 de mato de 1870. =Paes
de Andrade.
it.UibfibORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCCO.
tenuiraentodo dia 2 a 7 ... 11:457*2,"
lemdo dia 9....... 3:031*011
937
675
525
101
195
390
339
300
337
600
;oo
660
476
39
S7
258
168
442
., robas de cante ; aAmorka Irmae.
Rio de Ianairo-15 da, galera portugueza Ten-
tadora, da 676 tonelada, capitio Emedio Jese
geaeros ; a Carv-lh N-gu^ira.
, /finjo* sonido? no mesmo dia.
Rio Grande do Sul-Bar.-a brasileira Caiolina,
capilao Virginio L. da Mallos, carga assucar e
agurdente.
Laguaa pr Sania Catharma brigii-escana brl-
sileiro Jeartr, capitau Domingos A. dk Silva
carga assucar e imtroe gneros.
Portos do norte-Vapor brasHeiro Guar, com-
raandaaite capitao tooeme P. H Doarte.
7^ '' jAIA .g
se rm citados poreditos com am pra raaoaceL
nomeando-Hia na enrador ana -pot ellas asaata
aos termos deste inventario, at que se apreseaam
os eus respectivos procuradores fegajoaenle ceav
titaidos. As*im pola, pede a V. S. ffeieriroenax
. Desiribnida eaiopan dapaliiBa^aa esftrrffc.
am cojo eartorio se acha regi itrado o testamrnaf
oda. Edff
tampilhx.
idvogadb, Oa..
origiaaj so proc|d|B
lespaek do maor
ECITAES.
7
4*360
4*000
1*438
520
640
300
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24 000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
3*000
320
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
15500
sxooo-
95*000
3*000
12*000
6*000
0*000
. 103
3*000
6*000
um 16*000
>.
1
um
kitog.
>
duzia,

>
cauto
kilog.

a
i
centro

kilog,
1

1
B
>
1
duzia
um

duzia.
duzia
1
kilog.
urna
Havendo a cmara municipal determi-
nado fazer lovaaUr um monumento que
sirva p*ra pnrpetuar a memoria "os feitos
nos campos do Paraguay, convida a todus
5*450 <>s seos municipes a concorrerem com seos
donativo para o lino destinado ; bam assim
convida-a todus os Srs. engenheiros para
apresentarem os di-zenhos precizos para
levar a effeito esta idea grandiosa.
Paco da cmara municipal de Recife, 2
de maio de 870.
Dr. BentO Costa.
Dr. Lobo Moscozo.
Dr. Jlo Maria Sove.
20i Jos Mria Gameiro.
4J6 Oaetano Oryaco.
42 _______'_________Dr. Prxedes Pitanga.
4.a seccao.Secretaria da presideueia'de Per^-
nambuco, era 6 de maio de 1870.
EDITAL
Peta secretaria da presidencia sao convidados
pela 3." vez as pessoas q ie qnizeirm contratar a
abertura e caaalisacao do rio Goyanna nos'termos
da le provincial n. 878 de 23 d<- junho do anno
passado, abaixo transcripta a aprtwentaremsoas
propostas em carta fechada ao Exm. Sr. vicepre*
sidente ra provincia no da 21 do correte ao
ao meiodia, as quaes sera abena* nsse memo
da e hora, o que se previne aos concurrentes
aiim de estarem presentes por si ou por preeura-
LEI N. 878.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
vicepresidente-da provincia de Pernamboco.
taco saber a todos os seus habitante*, que a
assemblea legislativa provincial, decretou e eu
saneewne renolucan sezninte.
Alt l." Pica o presidente da provincia aotori-
aado a contratar com Manoel Piviicarpo Moreira d
Azevedo, ou com qu m inelhores vantagens efife-
rec-r a abertura e canalisacio do rio Gortmta
si.b ass^gointes bases.
l. O contrtame ser obrigado a abrir e ea-
naiisar o rio Goyanna de modo a dar ingresen f-
cil e commodo aos vapores da companhia Pernam-
burana e outras embarcacSes de igual calado, de-
ven-w aquellos e estas chegar at a ponte da cida-
de, onde dev,- t,.r lugar o embarque, tanto das
mercadorias, como daj passageiros, realisandose
este com a maior commodidade possivel.
2. A abertura e canalisacio far-se-bae se*
gundo a planta da directora das obras publicas,
sendo toda a obra inspeccionada e dirigida pela
mesma directora.
3." O lempo para comeco e conclusao das
rafncionadas obras ser estipulado no contrato
de conformid.de com a npinio da directora
das obras publicas, devendo o contraanle ser
multado na qnantia*-de 4:000*000 se nie- princi-
piar e conetoir as me-mas obras dentro do lempo
que Ihe tor marcado.
Art i-O contratante gozar do privilegio pelo
.lempo de 30 anuos de cobrar aqu?nlia de 40 rs
por cada sacca de la e 20 por outro qoalquer
votante que tenha mais de 15 kilogramraos de
Art. 3. Ficam revogadas as dwposirdes em con-
trario.
Mando portanto a todas as autoridades a qnem
o conhecimento e execncao da presente resetoeo
pertencer que a cumpram e facam cumprir no
inieiramente como n'ella se contera.
O secretario do governo desta prrvioeia a faca
imprimir publicar e correr.
,, P?'^'0 dt,oven de Peruambuco 23 de jnnho
ae I6W.-48." da independencia e do imperio
L. S.Dr. Manoel rf Naseimento Machado Por-
tella.
Sellada e publicada a presente resolueo nesta
secretaria do governo de Pemambuco nos 23 de
junno de 1869.
O secretario,
. Dr. Joaquim Correa de Ara ajo.
iiegistrrda ajfl. do livro de leis provinoiaes. -
Secreuria do governo de Pemambuco 23 de junho
de loo".
O chefe da 4* seccao,
Framisco de Lemas Buarle.
O secretario interino,
Mas Frederieo d'Almeida e Allmqv.ecque.
Vii-enta Pertiraf^H
B. nesta petiflia'
guJia-
Com requere No 1 natouradar a Dr. Ammn*
da Carvallo, e daai|n o ascrivia ata e hora aara
a jusUficaiea.. requerida.
Reeife, 12 de abril de 1860. -.Afaiinio Tirares^
Em virtude deste meu deepacke foi feita a des-
trlbmco ao escrivo Domingo! ."unes FerrefT e-
qualassignou o dia 29 de abril deste anuo, pan
a inquericao das testemunhas, as quaes seado
aposentadas neste dia pelo snpplicante dt-aain
do juramento prestado no livro dos Santos Evaa-
gerbos, depozeram convenientemente acerca
auzenca dos lgatenos segrales .em diversos la-
gares da America Ingleza nao sabidos : Maa Ak-
nat, em Inglaterra. Todos os fihos de Aba Mana
de Atbnrkle (viuva Taylor) em Inglaterra. To*js
os sobrnbos residentes em territorio britanoic*.
qne nao estejam sugeitos a estado algara esina
ieiro, que sejam lilhos legtimos de irmaos vivo wa
allecidos do dito finado, constante do auto de m-
ventario e do respective testameate; pehr eaa o
escrivao depois deaejlar e preparar os auto< me
os ez coaclosaF) e nos quaes del a ssattatad.
theor seguime :
I lei por justificada a auzenca dos mpptfrtrfec,
ittente a prova produzida, mando que seiam-o*
mesmos citados por edites de 10 dias na frtuv'
querida, pagas as custas ex-caasa.
Recife, 4 de ma de 1860.Arminio Gonubait
Tavares dos Santos.
Em cuniprirr.i-i.io de-ta snlenga o respectivo.
escrivao que este -ubsevau, fez pasear'O presto-
te edital com o prato de sessenta da, pela iia*<
e seu theor, cham, cito e hei por catados aea re-
reridos herderos auzanlt s do dito Chrlstovao Staar
para que dentro do dito prazo companecant por m
ou seos procuradores ante este juiao, alegando
provando o que for a bem de seus dlveitos tym
tica sob pena de revelia.
E para que chegue ao conheeimaato da tod*.
inandei passar o presente, que sera afikado aae-
lugares docostume e publicado pela imprtnsa.
Dade passado nesta cidade do Recife d Pt-
nhrabnco, aos 9 de maio de 1870.
Eu Domingos Nones Ferreira, escrivao sotjs-
revi.
;______Anninh-ConolaiM Tatares dos Santas*
Adolpho Joo fiarata de Almeida, coras* com-
mandante do 2' batalhao de infantaria da goar
da nacional do municipio de Recife, e presiden
te do conselho de qualificacao da freguetta &
S. Jos, por S. M. Intpe-ador etc. etc.
Fago saber a quem interessar post, que eai.
virtude d-. art. 1 parte 2* e art. 9 do decreto, n.
1130 de 12 de maio de 1853, e mstroWtes de *!
de outubro de 1865, deverter logar no dia iS de
crreme mez, no consistor.o da igrwa matriz de
S. Jos a reuniao do conselho de quMific^cao para
a revio d s guardas naciooaes alistados na re-
ferida fregnezia.
E para que chegue aj eonheeimento de I do*
mandei allixar este nos lugares mais publicws, e
publicar pela imprensa.
Qoa-tel do commando do batalbio de man-
taria da guarda nacional do municipio d RecfV-
aos 5 de mai" de 1870.
RfMlMpho Joo-Barata ds Alnieid.

f
kilog.
>


cento
duzia
20*000
1442000
90*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
50
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*79ti
160
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
Francisco de Miranda Leal Seve, oflial da
imperial ordem da Rosa, teneote-coronel
commandante do 3o batalhlo de infanta-
ria da guarda nacional do municipio do
Recife e presidente do conselho de qua-
QcacJo da i'reguezia da Boa-Vista.
Paco saber a quem intere.*sar possa, qne cisco.(,a silva ^Sn- l^da mais se
de conformidade com o disposto no art. r* (,ita |entenca dada nos autos por bem
0 cidadio Francisco da Silva Reg, juizdtt
paz do segundo anno ea exercieto, d
freguezia do S.S. Sacramento do bairre
de S. Antonio da ctdade do Rocife pro-
vincia de Pemambuco em ttrtade da
lei etc.,
fuco saber aos que a presente carta de
edictos vireui ou della noticia tiverero, qrje
por parte de Zeferioo los da Costa Maa
me foi inderessada a petico do- Ibeor se-
guinte:
Illm. Sr. juiz de paz o> fregnezia deS.
Antonio, Zeferioo Jos da Costa Maia, mo-
rador nesta fregnezia, quer fazer etUr *
,Or. Francisco Pinto Pessoa, para na f*
deste juizo conciliar-s cota o suppbcanfci
sobre o pagamento da^uaatta de- i:SuOSO(K
de que Ihe devedor e. por que o suppli-
cado se acha ausente em logar qoe o snp-
plicante ignora,-por isso pede V. S., te
digne maudal-o ciUr por carUs de edital c
proceder na forma do estyto sob pena de
revelia e casta, assim pede V. 9. a deferi-
mento. Espera recabar merc. Recite.5
de maio de 18 r0.Zeferino Jos da Costa
Maia, estava com o sello de estampaba dr
2u0 rs.Na qual petico dei o despacho
que se segoe
Justifique, freguezia de S, Antonio du
Recife 4 de maio de 1870.Francisco da
Silva Reg. Em virtude do qaai despacho
se procedeu a inqniricSo de testemuabas
que deposeram sob o juramento dos Santos
Evangelhos a respeito da ausencia' n meK-
tpsa do lugar da residencia do Dr. W-
isco Pinto Pessoa, e seudo todo anthoado
e preparado me viera m os autos conclu-
sos e por mim lidos neiles prefer s sen-
ten? do theor seguinte :
Visto pr.ivarse pelo depolmentodas tes-
temunhas de folhas, que o justiheado Dr.
Francisco -Pinto Pessoa, aeha-se ausente era
parte incerta, hei por ju>t.ficada a sna au-
sencia f o escrivlo passa os editaesdo esty-
lo com o prazo de 30 dias pagas as costa
pelo justificante. Fregnezia de S, Antonio d*'
ctdade do Recife 7 de maio de i87o.Fran-
continba
-------------------^ v* v.ac'iyv-ofcj u\j Ol. 1 I g------------T- ivo nomo iJC tfCIl
parle t1 art. 9* do decreto n. I30 de m 1"al se passuu ao justificante o presente
- 14:488*261
CONSULADO PROVINCAl"
jiea fem do ia 9......, 7:435*521
35:139*992
' MOVIMENTO DO PORTO:
ClS r a "adera '******* **>'&*. Gd-T 1W tambem aue barata qua .cTupT.em
' ,, i 1 o da enredar e intrigarle quando Bao en-onira
twtipw de Vicente .fos do Olivatra, machln.sta do se de me^uinharh como esta "anda qoea*nutr,
..odiado urna granllcacao pefo o augmento da da se dmarcare ewja-se obVhjada a procurar
jde collocott na illummaelt). entras r'^urar.
t) Sr. presidente aomeou o^ Srs. Gameiro, Tjt. Eu nio desejo eacommodar ao Sr. Jos A. Pmt
ENGLISH _._ .
Jf Rio de /am?iro laaiited
Descoata lettras da praca ta a con-
'encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente hia
l raso fixo.
Saea vista oo a pran sobre as ctdade
jrracipaes da Europa, tem correspondente
ia Babia, Boenos-Ayre, Montevideo, xe*
i New-Orleans, e etnitte cartas de crdito
para os mesmos lugares.
RDA DO COMMER^O N. 36-
Ilbja
teuliamto
AI.FANDBQ*.
I
() FiauoiiCo Sol
lao Lpez.
m^mm
Navios 'entrados no dia 8
i<* de S. Miguel23 dlals, escuna portnguoza
ni*?' ^ ,J* toneladas, capitao Francisco
soar de Medeiro*, equipagera 9, cargo milho e
oatro gneros; Mactrado AAImeida.
Havre 32 das,, barca fr .acera FiSelidade, de 287
.nejada?, eapitao tenue, eqoipageffl 13, car-
S\ ,raifDd8 e ontre gneros ; Eduardo
une 4,c.
a a 1 Navios, entrdtos no H 9
JL*a.IW,ro-irdia, patacho brasilelro Be.lam-
[[^de241 toneladas, cpitSo Francisco Ber
no de Smua, eauipagem !*, carga 1,20o ar-
tJI. L0"*" *mormilrmao A C.
irwsie-oo '. >uar sueco Anna, de 212 tone-
i. 2M" 2J* barricas coa' artnba de1 trigo ;' a
^P{^,8-J,0^,I i*PV. rsaletro Wossor. de
Hada^emu
t Antonio Josd Fr

do marco de 1853, e instrucoes de 23 de
pulubro de 48SO, se teemde reunir no dia
43 do corrente mez no consistorio da igreja
matriz, o conseibo de.qualinVacao para a
reviso dos guardas naciooaes, alistados na
mesma fregnezia.
E para que chegne ao eonheeimento de
todos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e aflatada nos lu-
gares mais pblicos da freguezia
Qaartel do commando do 3o batalhao de
infantera, da guarda nacianal do municipio
do Rec, 4 de maio de 1870.
Francisco de Miranda Leal Seve.
_ Tenente-co-onel commandante
O Dr. Arminio Gori .lapo lavares jniz municipal da segunda vara do cristo e ci'
yol o proyedor da capailas e residuos, nesta ci-
dade do Recife de Pernamboco e sen termo por
sua MagesUde Imperial e Consutueioaal, que
Deus guarde. '
Faoo saber pelo presante que, Jorge Garland
sprr,-na qualidade de testaraentairo de (;tirito-
vao Surr por seu ad yogado, me dirigi a petico
do theor seguiote:
njm- Sr. Dr. provodbr de residuos.DiS Jorge
Oarland Starr. primeiro lestamenteiro de Christo-
vao Starr, morador que fo nesu cidade, on^e
possuia propriedades imporUates, que lende elle
ftllecldo as proximidades da capital da Inglater-
ra e havendo aiui chegado a inbutta utida d
sen ftllecm'enlo no Hia 2Tda mar^o prximo pas-
sado, sendo, ileixado em raao do snpplicante o te>-
^mento jupio por certidao revesrid. de todas t$
swlemnldides legaes, pretende, o Blasmo snpplican-
te para dar execu(,;ao as disposlcoes tostamaata^'
ras daqueHe Tallecido, procedor' o inventario de
toda sua fazenda por este jairo da provedoru, pa-'
ra oque vem rfequeter a V. S. se digne admittrr o
suplicante a proatar o Juramento do eptylo e pror
seguir nos termos ulteriores do mamo pjrenta'i
ib, citado o Dr. procurador n>eat, da tienda pro-
?! P01**?.6 os ,CP"3 entra'os,(jM5 o finado
testados dans benj, suj fazenda, al* do suppli-
2S [towa fllha Mara Arenet, sao' nomem-
?!I^,dent?.e,n diversos logares .America
"S*"! sabido?, reajior outro shnj> sarmii-
cama a V. S. qtte se digne de admitif-to rS iaaftr-
l car a auzenca dattas outros legatarios, afira da
edital com o prazo de 3 diaa, polo qwal-se
cbamaecita-se o referido Dr. Franettio l'ink
Pessoa, para que dentro dos 30 dias cojo-
pareca por si ou p .r seu bastete prncorav
dor para se proceder as termos con-
cibac3ona forma d petico e i qnirqper
outra pessoa para que lbe Cica saber dasta
mesma cilaco, para quenao iique tnde-
feza
0 porteiro deste joiso pablicar wtn.Do;
locares mais pblicos desta fregueaia.o r
afixar passando certidao em forma, ftf-
guezia de S. Antonio d) Recife, 7 de roa**
de 4870.
Eu Julio Cezar Pereira diV Bocha, escri- *
vao interino que subcrevi.Francisco d*
Suva Reg.
Ao sello 300 rs.- Valu* som- seo ta
causa .Silva Reg. Nada tmis se coaU-
tiha em dito original a qoe me. reporto s-
dou f.
Era nt supra. Soberevi asufeno.
, Julio Gezar fretro- da MUu
"a!, i 1 1 ,
DfaAMCMS.
Tribunal do emptam
,a- ______._. n
ItMa secretara fleam competentemenu at-
0 contrato de soe>>de a Bernardina Bajutn,
Gampus a Joaqoim Faraande da Suva Craac.*
estabelecflis nesta cidade com lojs de jbleet
lenca e 'i'raj mercadoriga, sob a Drwa&er-
drdino liuarte Campo* iCLto canital da
HKOOe*. dos quaes 2?:009* sSb etToo^aan,
O di-trato i,.- Joaquim Horeir Reja o Abimur
gomes de Miran^kObaaolvaad.' X
Mo.eira Res 4 C, coja tfqojdaejb fle> Carc
do ex socio Moreira Res.
O contrato de Joaquim i *>u laW
SilVerh^da Sonza, eHabHleei .0
aasa da*tueodas sdb a firma .1
de ouxa tteo capilul i!
necido por amaos.
.9 contras de Anteojo G^c>I.0 do Juevedo
<


'
1
ILE6HH


.J-.
* I


Dmit* cfc PfiTOn^aoo ftt^.'ijfaiu 10, de M^^ ^ jgj^
Ftotlmio*e com ma chistosa paralo-
*ad jiras e plateas.
*
tes da eaidprote
sJJJfft|-
* ontrai-!-~\...
ufeas paw seihor*.....
12*109
3Srat.rtfHtta*o>J*M|im atrita nona'
JJXF** d,! ',H1'J /Jgels 8 ^qk.j Jos de
frtiejvidos Tiesta Jiae >m
i ........>.........
** .-portas'--do '-circo abrem*eas
J??"'*' n0lMe dand j-e prracipiov-s'-oito
tfewo.
Burlo por Lisboa
Para
iialbab,
i brevidads o
tefr | raaior parle
ra o resto'
cora os onsignalari
ca para.jantar, 1 dito
temo de fcbideija?, gar
__H__Hi cutiere*
garr
de e*.sb de 'fa
Lulz de Oliveira Azevedo A C,"ra di Cruz n.
1" andar. _____________//^ /
ttiMldssmniereto oe "*iT.^eM, 'i"" Castro, C, e o capitai 15:40,)*
*>
JSSS!?* farth2' ***** B*n de Pereira &
KnjTire. ctna liquidarlo Rea rgo do socio Re-
MOHa.
_0 contrato de Antonio Goma* da OKveir e Sil-
5.t .^"" "1,1 Periin'i* Silva e Francisco
(Bandea de Araute/owabelscidiH nesta tildad* oom
*cmx da *'***lva, e t capilar de ftVMS*
o*, eodg t&lSDjftK) era cnraindita
dittrM de Lu* Antonia Siqueira o Francisco
vwra rerdtyao, dissolveni; sueiedade que rv-
w b c Ymkitf*il do socio Sitpietra, por
onr prrado o pvsao de. so t>4* recio ; fleando
~* do inesm > .ShjusjT.i o e ;:abaleoim mo o ?a
'***'* ptseivo.
distrito de |,,< Rodri^js Parraz e Jusiioo
Fnm-K',, H,:!rit,eii ^,,., ^.^.jwt ci-lade.
'-.Iiquilir.iilivi ;u'ir-i *) es-soeVl i . '* distrito .te ,<,. ,r, Simm m\ Tnte\i*f?iT
ira Uilur. iin|H<> F-i miilMj qtrOHrelr e
4.sr. I. Silva I. iv.i Jnnirt-, dissolvamiu a lirrai de
*t?da Siivj y,., Filho A C,>.>tet-*o flotad >
- r>rat*Tte raa-ttorseo, fie-ido .i " (-i!U.> a-Jtondai-i.
[q^fteJto 1^ Francisco d: Silva fiarlos^ c An-
rti*-t 0,3Vw# do 0:ivoira u ^Iva. ai>so>Waklu a su
c4iie.1f.!"flfl\>H sob a tirria il Gora-se SHva,
*Mja l^tMiicio :i -a i: ;.i d i ox-sucio Gjra-'s.
.>-Tcara d i tribunal d i cornmercio d- Per
Os seaiiorfls qap fpiiereni, podtrSo'eitar.er^
irult
Ififfa
hatera fuicco neirco.
QMrtto dH-J (IjnoaWtfsl'.Sg,jffj e ijs Do- Lf>orto no seas camamle.
To.Jas as qnarta--flifras, sabbUds e dornhtco^.
ivo. Paa o Jila-.'d J nei o
*'projto-w irrigue portug*z Jatik :< t/aern no
raesmo quizer carregar ou pasnafcens, trale cem
naeonslpiatarios Th3tna do .Vioino Foniera &
.. na roa -do Viyarlo n. Ifl, U(AlFANHIA PERNAIfCiA
DK
i appirolho
eW, compo
copos 1 g '
lo' outros
mia.
Oanta-feln ? de torio.
b ff o'prrftntflo do jente ?itli
^ PMncipia-a a 10 horas em po:lo.
da Silva, Jojno
{"Jordo ?fl* 'doii-
f
I!f933:0
O otariil-maii.r
tf-Ui? Guimare.--.
*rrtp-t*slu- rei toiisdiudo da
-'jHCria eHuiigTia em Per-
namiuco.
V.-ie-s',. qdofli poder dar milicias r*at*s do
-^ifadik ungaru puf nonie Jusi 7-iler, a annos che-
izado <> brasil, di- cornmunialas oeste consala-
O. ."Corno liubeni'tio i- davlda darnma recotn-
#wwa,ec fir pcevtso, pira obterem se mais fcil-
Witt: as n tiaa.s que se pfdTii senielhante ros-
6YMASI0 DRAMTICO
(ITo Mcmteiro)
so a DrnKccXo do artista
^abbado 14 do forrate
H>.|>!VM ovipi.aiiUrso Urafla-aacro de grande espectculo,
em 3 otros < 4quadrof, ornado .le msica e en-
Yd-iuecid,/ Jj traNf,.rm.if6os e visualidades inti-
tulado :
ou
OS MILaGRES de s. astomo
Personngeus Actores
Km Antonio religioso )portnguez Peregrino.
D. jstinx
Uraga.
Mtmga$do -coiitewpw vapor.
MifnariL'nap;.
O vapor Mandak, o>>mmandate Julio, seguir?
para o porto-cima no dia 1J 4o eorrnte a* 6
horas da larde. K"ffobl'afra:"en6wfffhendaipasa-
. rtfre e dnbeiA a'fretfl -W Mrras 'do di*
da sabida, no eseriptorio da eowiibii no Fft
< Mati'.s n. 12. ,
Hila de S._______
A esctlna portU(rueza Di, sejrne '^eVi*>9 'poneos
diis para o" porto cima e para o re*> da'carga,
e passuee'i ro.-f para os qaaes'tem bons coirtmodos:
trata-sc com o sea eoilfflfcoiurio oSb do Reg
.ima. roa do Apolo m. 4.
Pela recehi.'iloria de rendas internas peraes
^? Ihz publico, que mcMe correte mei de nidio
<7a se imd.i.o prazo era Miibuint.>s to
ii{i.st p-iffisl. relativo ao segundo semestre to
'xereicio crrente,'entro 09 q^raes 4e comr-ehen-
'i; m#i [m de fBfa-lo bocea d i cofre e
Lvhj u; 0OIIa, qqe lindo o referido praz.,, ser
(Arado ct a multa de 6 por rento.
fin na de Peruambtir.i. 2 de waio de 1870.
O administradlo,
Manofl Carnrir* ir Souzn .aseria.
itenti
casa da misericordia
do RedV
' i w rrewrij a santa afta de mtorieorlia Ido
ImshsMl j-iiI.okiuu o lm. Sr. tiicscureiro
- a* -*i.-tr ;:r- :-- -v : .- r"rm eooflad ;-. no d>a -, prtias (I hjfas da maoliaa, no salar, da casa dos
<>Xp.)>S.
Seeii'-: a da santa casa de misericordia do
t .-if. \ rnaio de 1870. ,
0 serivo,
__________Pedro Rodrigaesde irona.
!' ;| do film. .Sr. cwnseeio- iuspector
ihe-nratfcTle Tiiend d. c- ; ara eonhcclm 'n;o (.' q^em intresaar,
q .' i ; da tar.If do dia ti do .mrente
r i > -i pmrj para -, rem arreraauAw perante
junta !.i rnosina ttiewurarin. :r qnem por nw-
mivitos d" |ae prwisa a ponte de-
i'T.ia.'i:; StHe doSeiecpbro oreados em f>:908j710
r**tyritt o "remenlo i ulaania< espeeiae.* qne
J*"a". franqu-ad m a;s prete identes na secretaria
a dita tii.-on-aria. Os licuantes deverao se ha'
tai previamente, mtfttranio-o^ aotiiti-icamen-
' qnifn. tuno pira c ,u: a fa-
ne: w-*aiia da tln-s-m.'-tri,! Je fui-nds de Per-
"> Id maiode IS70.
Sirvin I de, olTI-lal-nijior,
( Mmu-1 J.is Pinto.
Juizc
dos feitos dafazendj
mici nal.
De Mtkm I' Illm. Sr. Dr.juiz dos feitos
^* r'":,' -i provincia fac,o publica que
^1 ..Vs e tois diligeacias relativas
> >;--.,' ecoapelado de Itarab. Mrancia-
?as i is alBxados ei <:> de diett-
}rt? do "i.- pttndo e em 17 de. fevereiro
  • *wl .. e 19 do dito mez e armo, e qua
    'i vtriBdtj (te annoncio inserto no fltario
    -' 17 ri r.T-eo ultimo foran adiadas, terao
    ty*r dia 17 do crreme em
    ii< fJttrca.s .le. Gyanm o ltaub,
    -o !(;! a.:-:,';'(j'w o pr.t/.o d<5 :{(> rjiasm'rca-
    d'is?; i :. jj.ri.'i laqoe!les e.Jit.ies aos'fes-
    -2?*.-iv(.-; jirwnatniitt's pata solicitarn S6M
    ras rio arrtgMcao su contar .do refeTr-
    dj dia i 7 d crranle a 17 de jorino ppo-
    Kitm ro. sob a tnesma pena jcom-
    inii.i i ti-Mlidade d;i arrcmabCSes cele-
    ??'"d .-., atini de que pos-am recome a co-
    *> da i^'Warm a Iwprtancia das rcestpas
    rrcraatt^tes em dirrtieir., .ou m letras,
    devec-l: os riAkaMntes a prazo1 asigna-
    rcm lircvianunUj as escripturas do hjpo-
    tbeca dos li.-ns com .jno prelendetn ^aran-
    r o s.'.a r'-s)'.ns:il)iiid
    d
    mato-de 1870.
    O eserivo.
    hw'z Francisco fa neto de Mmelia.
    CIRCO
    NO
    FAfiLHO DES. ISABEL
    CQMPANHIA
    JiOTsE (iilASTJJA E ACOBRATICA
    JWfECrOR
    1). Mareos CasaiL
    ? AWABA FUNCCAO
    'iiusra-Ceira 11 do corrate.
    oto'W-ratiem ponto.
    Pela PriuiMojra: neste eireo 9o execuUra .
    >ireijllc*i;wifo8 fcrramidae e da rasior da.
    IMe, pelos artistas Luir, Cesar e Vicente so-
    GabrielO Anjo Bom
    Lu*UolAfljoMao.
    Kzafcuoseahor de Venina/ g*>-
    fal do ereii do impera-
    d.r da Alemania,-Frdtri
    h ?J De-fflowitini.
    'Irei^fiias-ierM da mdsordos
    menores, qno sBCrodwi a ''S.
    Francisco o insiituikr da
    niekma ondem AbTeu.
    O sacristaomorde Santa Ma-
    ra de Padua. < Sorna.
    Pedroleigo, sen ajadante" Airosa.
    Ignaciodem Freitas.
    O cardealertviado por grego-
    ris IX a vl9ar o convento dos
    franciscanos Emiliano.
    Martim de Bulhoes, pai de. froi
    Antonio, mpreuado na casa
    dos seohores reil do lortugal Azevedo.
    Leonardorapaz do povo Kduaido.
    Bertha Sua mae D. Oiiinpia
    MarietePaduana rica D. Francisca.
    Olmasos fllha D. Joaquina.
    CleraentinaDonzella pobre de
    'Veroni D. Mara.
    Marco Aurelio\-endedor de co-
    mestiveis -Cahia.
    P.oiigiosos tnenores, gtierreiros, comitiva do car
    doal, povo de Padua e Varona, sentinellas, ira Jes
    etc.
    ' O sconario inteiramente novo e exeeutado
    pelu habilissimu seenographo o Sr. Adolpho Sal-
    daulia.
    iitachinismo, accesorios e todas as pecas de
    Taosformacoes, foram preparados eonveiinte-
    menle pelo Sr.'Haim I Tavares Pinto Porto.
    O vestuario fui confalo ao Sr. Julio da Rocha
    Ferreira.
    A msica ensalada peio Sr. Colas Filho.
    A direccao, proeuraiHlo lodos os taita a seu
    alcance, alini do illnstrado publico desda capital,
    tioder sera grande dispendio gozar os esMCtacu-
    los no Gymnasio drauntico, momierite amra que
    a rorapanhia so a cha reforeada com artistas de
    reeonlie^ido mrito, resol ven, durante os meies
    do invern, estabelscer .s prreos utilbetes do
    modo seguiote :
    Camarote cora 6 entrada? SOOO
    Cadeiras 25600
    Platea lf 000
    AVISO ESPECIAL.
    As (essoas que raorarem no lieeife e era toda
    a Imha frrea at ApttWeo, qaando compfareni
    bilbeiw de camarote, uu cadena, a direccao l!ie.-
    dar passergem gratis era wagn, antes depois
    do erjjeetaeirto.
    N.B.Os-liiltfttes adiaia-se desde ja, na est.-i-
    cao do Recife, na casa n. 3o ra Bella, ou no
    tliearro.
    Km continuar,3o e p r tqnvtySo
    Gftaade eacptttcao
    De potcelana. virlros. cosmos e inelaes,
    . icdnstanao ie copos, jarritas, corapotei-
    ras, cstices, ffn^eiras. chicaras, cate.
    - os, opparejros para H B rntr. aoir-
    ew* Wrvmffeb. e*ddi^rW)s faz.'jar.
    rosa ae imm etay|t9? serio apr$ Prin^iftra- as'lfXbiira,
    883tf*0
    7i#l00
    378*310
    ffiffliO
    l:075000
    1:128,5720
    1:722*800
    o p^tneho i n.icloiiaf Adefina.
    O agente PoBtnal competentemente aotorisado
    vender em leitao o patacho'nacional AMim
    con todos os seos pdrtences dos mtins existe a
    rftiaeo erainiio do dito agente, podendo desde j
    ser examinado o paraeho (que/se a>rha ancorado
    neste porto)' pelos licitantes.
    HO.JK
    No 1 andar do sobrado n. 2; a ra da Crnz,
    as 11 hora".
    'Das casas Jarreas-da ra da SSnta'Croz
    ns. 6 i e rifi e EotovHio edificadas
    em chao. propios, com- grande quintal
    motado, s^ado que os fundos das pri-
    metras .fi./ para os fundos da casa da
    na d i Cotwidb. com porlao,
    hMhiiIv l4doemil<' fi
    ,J^,(fnIe'Wi>-Vi(*NciJte arttorl^arjo Tara lai-
    ao das cass' .-term mencioa.las em nm'ou'nMN
    lotes, as miaes >tr tornara rscommen.ladtls por
    srwn erJih-adas em< tras ras. <*nir>s propraK
    e por ter ami dHla|k>aad,. soto ; 0 \^ia sera
    eftertnadoas It ti trae d dia aeihia dito no es-
    critorio do referido ayote.
    De 6 eaiadls com m |atas de
    DngnleasdeKI, N-e libras.
    HDje.
    O agente Pastan* tira lilio. por conta e risco
    de quem pertmi.-er de 6i latas com'linguicas de-
    sembarcadas ltimamente : terea-felra 10 A) cr-
    reme as II horas da manna no armazem da
    Annes.
    De SO barrcom banhade por-
    co de Baltluorc.
    I10JE.
    O = gente Pestaa far leltio por conta e risco
    de qnem pertencer de 50 barr s com banha de
    porcoas.hir da Ifandega : terca fe ira 10 do
    crreme a9 II huras da manbaa o armazem do
    ar. Annes defronte da alfandega.
    Em cantinuaoo
    Il'ije 10 de maio.
    Mgalhes Irmios coritinnarao por intervenco
    do agento Oliveira. o sen leilo d e perfetto softi-
    mento de fazendas anleriormente declaradas.
    Terr.a-fi'ira
    as 10 horas da manhaa, em seu armazem, a ra
    da Csdoift do Recite.
    LILI
    m DIVIDAS
    AVISOS martimos.
    COMPANHIA PERNAMBUGANA
    DE
    Navegando, costuro< por vapor
    Macei, escalas Penedo o Aracaj.
    0 vapor Qiqui, commandaue Cosa, segui-
    r para os portes cima no dia 14 do crente
    s 5 horas da tarde. Recebe carea at o dia'13.
    encomroendas, passageiros e nheiru a Irw
    at s 2 horas da tarde do dia da sabida, no es-
    eriptorio do Forte do Mattos o. 12.
    De 4tt latas grandes com Stnil
    sitias eaa cada.
    MOJE.
    O agente Pestaa fat leilao por conta e ris'-o
    de qnem perteneer deid latas graa tes rom sardi
    nhas .o cal la riodrs de Lisboa : h re as h b.
    rad* manhaaaoarm.jte di Ames defrVdte
    da alf.ndez.i.
    COMPIIHII
    'DAS
    lessageries imperiales.
    At o da 13 do correute mez espera-se da Eu-
    ropa o'Vsflbr francez 3indh, o qual depois da de-
    inorado ros'iume seguir pora Btienos-Ayres to-
    cando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
    Paracondicoe?, retes e paesagens trata-se na
    agem-ia roa do Commsreio n.'9.
    Ato-dia li do correute oez espera-se dos
    portos do sul o vapor fraWtaAmuzone, con;man-
    cante Joret, o qual depois da demora do costme
    seguir para Brdeos locando em Dakar (Gore)
    Lisboa.
    ; Para condieis.'Trtes e-passagens trata-se na
    agencia rua'-do Commercio 9.
    COMPANHIA *fiA MBL'G ANA '
    DK
    % aven aco cos elra por vapor.
    Parahyba, Nata'i.'Maco. Mossr,.Ara-
    caty, Cear/Mandah, Acarac '
    Granja.
    0 Tapor foiengi commandanu
    .Uevedo, seguir para os porto.'
    _ cima no dia 14 do corrate as 5 hora.'
    la tarde. Recebe carga al o di*. 13, enconv
    tnendag, e Otseagiros diaheird frete at a.>
    horas da tarde do dia da sahida no escripto-
    rlb do Forte do Matas n. 41. -
    do brigu8 Augusto
    A 11 do correle,
    O capilo II. S-huldt Tara leilaj por interven
    cao do jente Oliveira e fot sonta e risco de
    qnem pcr!en:er e em pre-enca do Sr. cnsul da
    confederarlo norte-allemaa nesi3 eidade, pre.-e
    dida a auiorisacao da alfandeji, com assitaticia
    de um empregado fiscal desta""reparliQo, do dito
    brigne norte-aliemao, com todos os seus appare-
    Hios, pertences e sobrecelbiites, nliimamento en-
    trado neste' porto, onde foi legalmente condemna-
    do em viagem que fazia procedente de Bnenos-
    Ayres com destino a Falmonth, e tal qual.jie acha
    fondeado neste ancoradouro, indo pode ser pre-
    viamente examinado e o inventario cora todos os
    accessorio- em mao do dito agente.
    Quarta feira
    ao meio dia em ponto, no grande sarao de entra-
    da da Associacao Commercial fteneftcenn desta
    praca
    LEILlO
    2L
    so-
    ifrtfire esvrrfto*, are tambor Aereo, pelo akie&
    WQGRAMMA.
    1.* Kvmpkonla.
    2.' Vltec, sobre o cauililo mosca, pelo artista
    .
    tVcita eqnestres, pelo artista Lniz, -sobre
    d:
    HSihtalf. ,
    - artrs
    7-
    anio
    ;lon invlslvel.interme-
    sias Cisar, Vicente Aldabe e
    tto nviitrado, apiesentado eo
    enborita Ana.
    ' ora jogador, scena
    re b ca
    do 7
    iUa Alda
    lO.Pel
    pela menina Juanita
    m .-avallo.
    vez o lamaor Aereo, peto ir-
    Hflo 'de -ffnnttr^
    Com este destino tenciona partir, o patacho na-
    Mocoi -Villa io Ctnie ; e para alguna carga a
    'frPte''(|rJe oeceesita, trata-se oom os consignatarios
    Amorira Irmos & C, ra da Cruz n. 3.
    Para Lisboa.
    ' Vai sabir com brevdade o brigue'portuguez
    Bella Figueireiue, capitio Carvalho, para carga e
    p*sa#rbs tratarse m 1. R. Ribello & C, rna
    do Commero n. '48. ^^
    ftira o Porto IIb-
    boa
    S^90JSWf>z *** baa-se proposto e
    reeotie rgir Vete : qnem to inesrao qnizer
    do Vtgario t. 19, 1" andar.
    OIWAlllA rtlWAMiGANA
    DE
    Vvtegajto eMtdta Pta- rta,
    Porto de Gallinhas, Rm Formoso e
    Tamaodar.

    Osar o V;<**.,: -dir iref'csnllos.
    pilo artista lili
    DE
    Pianos, movis, ferrageas e velocitedes.
    A SABER :
    3 superiores e bonitos pianos fortes de 3 cor-
    das c do armario-Znovo.)
    42 caixas com 98 duzias de tnico para ca-
    telli.
    100 auzlas de ps de ferro (americanas^ com
    cabos curtos e edmpridos proprias para agricul-
    tura. '
    38 dazias de machados americanos calcados
    d a0 e cora cabos.
    12 velocipedes de 2 rodas.
    1 caixa com biombos.
    80 cixas'eom cabides para segurar ronpa
    50 duzias de cadeiras cora assento de palhinha
    o.depSo.
    10 cunhetes com laxas proprias para seleircs e
    tamanqneirat.
    0 caixas com pregos para barricas e ontros
    muitos a rtigos. qne etarao patentes na ocrasiio
    do leil .
    Tudo ser vwdido sem reserva de preeo e ao
    correr domartello.
    ^oart-aira M tf tmo *w ?e-horas.
    No armazem da roa Nova n. 9. ->
    Por interVencio do agente Pinto.
    De dbus botes cm os comrVetentes reinos,
    senoo um dosboles grande e o otitra
    menor.
    c> ojle Marthw far leilao por ordem do Illm. Fra'k'isrO ;do fifrros
    Sr. Dr. ClaudJno dfi^Ajujo Gumar5es cnsul de
    Portugal, dobjbt# 'vnij> tencenles ao alie-
    nado Jos djgS Pi*j,4eadff que o bote grande
    se acha fundaalbSia fords foo* Passarinhos e
    pequeo era nm eStateiroTWies do Ramos
    Qaint'ireira-lf do eorrnte.
    As 11 hljfts dodlaK ces a Mogueta
    DOGJ932

    528^900
    918/083
    823J793
    lAWlgoo
    :0:m5:!70
    2:2Gli7i
    l:i4;ii,302
    2:9fM>55Q0
    2:>n.J0O0
    3:i005000
    IriOJOOO
    4:Gli")0
    I:738oO'.)
    1:4675287
    2:1217000
    4:7io'j812
    1:7503700
    8:!510
    4
    455020
    1:6815331
    2:315593*
    :li2000
    2865S25
    1:7993500
    1:7923631
    1:6895700
    8045568
    '4MW000
    1:421 75
    6:H25S0
    11932S!93
    7045488
    1:566=501
    1:5504000
    O agente Marns compertnlemenie autortsado
    pelo lucidaitie da Caixa Filial d. Raneo do Bra-il
    raleilan. no dia 16do'Cirrente, as II horas do
    da das dividas adianto describas, cessandodesde
    o momento da arreinaiac- lodA e qualuuer res-
    ponsabilidade da dita caixa. As dividas serao ar-
    rematadas juntas m sopm.fci(ivine conforme a
    vontade dos preteodenles.
    O leil., lera lugar n-. predio aoude f..i a Asn-
    ciacao Gbroinerciai. defronte *. t^rp,, Santo
    Joao Paulo de Souza, Joo JIwo-
    tonio Bezerra.Silverio -Joaqumi Mar-
    tins dos Santos.
    Joo- Paulo de Souza. $9fc.sia
    Antonio la .-silva Baixa Silveno Joa-
    qun! Martin- .1 .s Sanios.
    Manoel J.M- Ferreira Gtwmlo,
    Faiislin.) Jim G-.iii.-. da Silv Rvm,
    Joao Paulo de Sonta.
    Manuel J' ferreira Cusma.., An-
    tonio Jas l-Vra-ii-a Jnior, JooPju-
    lode Smiza.
    )q&< Paulo Je S.raza. Manoel Rav-
    mundo IVimi.i Forte, Tiioo; Joa/fuim
    Mancare ola Ram.is.
    Joo Paulo de Buua, Thom-Joa-
    quim M;M-:reo!ia< H.iios.
    J.^io Paulo de Souzi, Jorge Fer-
    reira Fernamles de fcgneira, Mai.iwl
    Jn Leite
    J lao Paalu oV Sana, Tbo-n .Vja-
    quim Mascarcnlias Rani... Manoel
    M* Leite.
    Aotumq Peveira da Suva, J..S i fe-
    zemlrii d.i Silva Machado, Manoel
    'i'- io-v'Ji-.slVarreiH.
    ao Foimn* dos isintos, Ignacio
    .Nf-ry_ nlrrej
    Joa.. f:>.7.e:niro da Siiv. rhaili,
    Anl .lio J-.-siiieaoii P.tssBarrYto, Ma-
    n...i Z.'ferin Bisa Barram.
    Gao. i ,v i... Joa joiai Jn.- Bap-
    lisia, Joaquim Fen-ir.. oV Sonza
    Mas-a fallid" de Joai|uim Lucio
    Honteiro daj-'r^m-a, Joao Paulo de
    Souza.
    Siqucira & Pl reir, los Francisco
    PWeira da Suva, Candl>iu i'ereira
    Momear'.
    Andr AI ves da Fon'eca,
    Siiin- Ira A Pereira
    Missa fallid., de J..:i:'iiiiii Lorio
    Koolero da Franca, J..i. PaoJude
    So Ma.
    Si Deira A- P'reira, Ji>- l.;i!z Pe-
    reir, Candido PVreira Mouleir >.
    Siqueira & Pereira, Joo Guinea de
    Almeida.
    MaSSa fallida de Joaipiim Lucio
    Moirteifo da Fran-j, Jos Soares
    Piolo Cofia.
    Francisco Cavnlcante de Albnqnjr-
    qne, Candil*'. P**rtira Monteir.
    Ventura Pereira Pdnna, Je.iquim
    Jos dos Sanios ATtdrade.
    Siqueira e Pereira.
    Siqueira i Pereira, Raymnndo de
    Araujo Lima.
    Siqueira & Pereia, Candido Peiei-
    raMouteiro.
    Massa fallida de Joaquim Lueio
    Mcnteiro da Franca. Jnao Panto de
    Souza. Jos Stares Pinto Correa.
    . Jos Lulz rereira, Siqueira t Pe-
    reira, andida Pereira Moiteir...
    Siqueira o: Pereira, Anium.i de
    Brito L>ra.
    Teixeira A Lea., Candido Pereira
    Monieiro.
    Aor Alve< da Ponseea,
    Siqueira A Pereira.
    Massa fall la de Joaquim Lacio
    Monteiro da Franca, Pedro Alejan-
    drino da Costa Machad.., Francisco
    Xavier da Foiiseca Coutinh...
    Jos Lniz I'ereo-.i.
    Siqueira A Pererra.
    Gainitto & C., Ignacio de S Lopes
    Fernandes, Joaquim Ferreira' do
    Souza.
    Massa fallida do Joaquim Lucio
    Monteiro da Franca, B^larminu Al-
    Fonseca Couimh..
    los Lniz Pereira. Narciso Marin
    Garneiro, Candido Pereira ."rfnnteiro.
    Jos Francisco Pereira da Silva, J..-
    -' Lniz Pereira, Candido Pereira
    Monteiro.
    Jos Luiz Pereira, Narciao Maria
    Carneiro, Candido Pen-ira Monteiro.
    Massa fallida* de'Joaquim Lucio
    Monteiro dafWnea,-'Frtbcivco Xa-
    vier da Fonseca Coatlnbo.
    Massa fallida de loaron Lacio
    Moateiro da Franca, Beiardiino Al-
    ves Arouxa.
    Massa fallida de Jbamiira Lncio
    Msoteiro oVPranca Pedro Alexan-
    drlnoda Costa Macitado. Francisco
    Xavier da FBseoa.diWiub. 1:391|I9I
    Jo iJiitroreira. 1:130*813
    Fernandes Baptistj; Franclsro
    dalva' Ferreira, 'JnMmo Antonio
    flinto, Jordau Jos de OHveira.
    Joao Fernandes apUsta, Ismael
    CTnjentino dos Santos, Jjrqao Jos
    flBlwelra;'Jtisrao Antotilo Pinto.
    'loio fernandes Bsptlsta,1 Manoel
    AqijWioi Ferreira d Silva, Jordo Jo-
    s de Olivira, Justino Antonio Pinto
    Antonio d^Aartedo' da Silva Cam-
    po*. Joao Fernandes Baplista, Josli-
    M Antonio'Pinto.
    Justino Antonia Pinto, Mbnocl Jo-
    s de Faria,.Joo Fernandes Baptista
    Joa. Fernandes Dautlsta, Manoel
    Baptisra A!ve.-, Joaqurm Pereira da
    silva Santos. Justino Antonio Pinto.
    JosTTrfo .Antonio Pinio. Joaooim Pe-
    reira da Silva Sant.x, Joo Fernan-
    des Baptisea, Manoel Jos de Parfa.
    J. P. Ad.ur A C, Franciaeo J.js
    Bodngues Bastos.
    J. F Adonr 4- C, Brito A fl
    J. P. Adopr A C, viuva'Dias Pe-
    reira & AveWjr.
    Waardo Atoer, vinva Das Pe-
    rehra Avellar.
    Antonio do Azevedo da Silva Cam-
    pos-, Joao Fernandos Baptista, Justi-
    no Amonio Pinto,
    Justino Antonlojrlnto, Manoel Jo-
    ite-Fari, Jo.vF*rnandes'Bapti*u
    Joa Fernandas ftipMsta.U .aquim
    da Silv^ H:hi,s, Ju,>j,i,H Pereira da
    aitva Sanio-, JoSIino Aotowte Pinto.
    JoafqttT Pereira-da Silva fcanfos,
    JtMdino iMotiin l%ntrf jrtaMi.i Jo-
    s Fernandes IVreir*. *: 508*400
    J. P. Auur & C, Brifti A C. 1:4.35*960
    J. P..-A*wr-Ar.. Fuaniri-ico An-
    tonio do +.> Mello. 2.f3i488
    J. P. Adeor A C. Ribeiro A L>fto. 2:052*740
    Eduardo Adonr A C.r E. lfBW-
    sonSft&'~, l:7t>9*830
    Machado A Soaza Antonio Joa-
    quim Machado- Hrandao,'.!itonro Jor-
    ge Guerra.
    Machado A Soma, Cardo & Soo-
    Mj AotonroJ.tiiniri'Mache*) Bran-
    uao.
    Amos

    726*660
    2:.'W 1*0:10
    '875*130
    1:10*3500
    1:087*103
    iwiiTTo A^WuJfio e tsaamm
    i uMMoMIalli
    Haver sesaSo ordinaria qomfV-Jeira, 12
    Jo cwiwtoiroK),pelas fl'frotas 'da ma-
    nilla.
    OBDEll DO DIA
    ^ Abertnra solemne de om esertto do 9r.
    Dr. Alfonso d'AlbnrfTOrdfr^lo-.Hacrad
    enviado por He ao Instlo lia dois anrv*
    para soawoteaer aotti qujndo >* guerra
    c< ni o Paraguay tivosse fim ;
    Discnsslo do orcameoto ms tsw de vi-
    gorar de 1870-71;
    Pareceres e-inris traballn de em-
    HPMM.
    Secretaria do IrrMttuto, 8 de maio da
    1870.
    Jos Soctrcs d'Azevo.
    _______Seoret^o perjiftijo.
    Mudanza.
    'O Dr. Carolino Fraaeisco de'4jima Sames om-
    oou sua residencia e eomdttorio para a rna do
    Imperador n. 57, 2" andar do jpbrade cnii anna-
    iem conserva aimla b.d R.,me de -Arianca,
    tndo a entrada, que pelo Inte da pomo Swe do
    setembro, u mesm.. numero *7, da fres*, te,
    laaud> o dito I)r. m. ixemeio >'*nro-
    ssao de medie e de operador, poda ser-prtru-
    a'qna!qni-r b'.ra di dia o da niite
    rnd
    Fcgo nellas!
    2:090*000
    2:737*500
    2:677*560
    2:6775O0
    I^WOOOO
    4WS065
    Ignacio, i>orv da Faoseca, Joto
    De moris.

    >F*tae e
    eofre.
    A SABER *
    v
    treparan^
    Justino Antonio Piulo, Joaquim Pe-
    reira d Sla'Siotos, J (itHu J-.so de
    Oliveira. JoSo Fernandes Sapsta.
    Jnirtioim Pereira da Silva Santos
    anoel do Atmelda Nugneira. Josti-
    . ..> Aiitooio^Pteto, PounatJiise. Fer-
    MHndes Petetr*.
    Joo Fernandes ltayti-*. M.nnel
    Antonio *errofr.fd:sil n .le Oliveira, Justin,. Ani.ini) Pmto
    Justino Antonio PiHto, Jo*. t/>r-
    nsndes Brtptista, Jortlw fcr-i-d* Oli-
    veira.
    Jiio Fernandes RfpiWiy. J, Fer-
    reira thC-sta. lu-llfi V
    to.Jordo Jos le Oivetra.
    Joo.Fernwd.'s B-bmM**! Wc-
    . hs n v -, Ju '-..-- Antonio
    lao J..sdeiMivn'ira.
    i pernstiae* Baptiza, llanoel
    ISfOOflOOO
    1:731*740
    1
    378*310
    1:88458*1
    .880*616
    944*0^
    Machado A Su, Antonio Joa-
    foim Machado Bnnido.
    Jos 'Victorino de Palva, Silvestre
    Los de Barros, J. p. Ad.mr A C.
    Antonio Jorge Guerra, Jos*- Fer-
    nandes Vieira de Mello, Jos de
    Anuin) Fonseca
    jSHresire'Pereira 4a Silva Giima-
    nes, Jos Pmneweo tarrea da Sil-
    va, Bernardo Jos de-Barros
    Machado A Souz3,'Francisco Jos
    Corrta Manpies. Cantoso A Sonra
    Machado (t Sotua, Antonio Joa-
    qnim Maciiado Branda
    Machado A Souza. Jos Dnarto
    RoHiinbo
    Machado A SottM^Ealawio Dan-
    ta Ga feria
    'Maebado i Si^jzi. Francisco-J.s
    l-orrti Manines, Jos Aiaonio Pinto
    da Cosa
    Machado A Soasa, AdIodo Joa-
    quim Machado ranino, Jos Anto-
    nio'Pinto da C.sta
    Machado A Sonza, Antaoio Joa-
    quim Macbaili, Brand.o
    Manoel Peres Camocllo Jacome da
    Gama
    JbaiiTfin Cordeiro Riheiro Campos
    Antonio Jos Moreira P.rales. Gui-
    Iherme Jorge dos aantos Pasaos J-
    nior, Manoel J ia (iiiiiiD.as Oe Castro
    An4orim,'Fragisi,i. Sanios 4 C.
    Antonio Jos Moreira Pontes, Pe-
    dro Martwibo dos Santos Jntfor,
    Custodio Ferreira Mootinho, Ma-
    oel Joaifinm 6ias de Ca*lro.
    Aagusto Pinto de Lemos A C,
    Bastos ALeinos
    Francisco Alves de Pinho
    Viuv.i Amonm A Filho, Gailher-
    me Car.r.lho AC
    Se ve, Pilli.* A C.
    Joaquim Francis.-.. de M*llo San-
    tos, Guilhenne Carvalho & H
    Amorim, Fragoso, Sainos A C,
    Antonio HnfuM ranha
    Guilhemie Carvalbut & C, viaaa
    Amorira A FiIId.
    Amorim, PrMjpHR. Santos A C.
    Bastos ArXettaOS, Bernardo Jos de
    Barros.
    Manoel Fem.ira I inheiro e Silva,
    Custodio Ferreira Moutmlw, Manoel
    Joaquim Das de Castro.
    Guiliierme Carvalho A C, Joa-
    quim Franeisc. de Mello Sanios
    Cusi-vJio Ferreira dos Santos lr-
    nior. Custodio Ferreira Moutiuh...
    Manoel Joaquim Dias de Castro.
    Joaqaim Francisco de Mello San-
    tos. Uavass,. Juni.r A- C
    Viuvu Amorim A Fiiho, fratasso
    Jnior A C, Gimbenre Carvalho-
    A C.
    Viuva Amorim A Filho, Travaaso
    iooior A C.
    Travasso Jnior A C, Goilhermo
    Carvalho A.C, viuva Amorim A Filho
    Amorim. Fraguo, Santos A C.
    Bastos f Lene s.
    Sere, Filhos A C.
    Pram-isco AI ves Guheriue Carvalho A C, vltiva
    Amorim & Filho.
    Seve. F,|ho< & c
    Guilherme, Carvalho A C, Bernar-
    dino Demingues Moreira, Amorim,.
    Fragoso Santos A C.
    Guiihrme. Carvalho A C, viura-
    Amorim A Filho.
    Bastos A t-raos.
    Augusto Pinto de Lemos & C,
    Doinmgos Jos Dias de Oliveira, Jos'.
    Joaqun' de Sonza.
    Vintti Amorim A Filho, Goilher-
    me Carvalho A C.
    Vinva Amorim A Filho, Travasso
    Jnior A C".
    Seve, FilhosrA C.
    Antonio Jos Moreira Puntes. Tta-
    jan i Xavier Pinheiro'Jnior, Manoel
    Jnaqim Dias de Castro.
    Qneiroz A C (socios da exliaota
    firma de Brito, O^ielroz A C.)
    Bastos A Lemos.
    T/MQM60 Jnnior & C.CuHhermo
    Carvalho A C
    Viuva Amorim A Filho.
    Viuva Amorim A Fifho, Gnllherme
    Carvalho A C
    Joaquim Francisco de Mello San-
    1:6985323
    2:397^450
    1:973*318
    1:0003000
    3:321*460
    47I522O
    1:527*847
    1:871*130
    :735*l00
    727*^90
    l:C5t3S00
    i.pftowq
    736*SOO
    8-19*664
    11-3*177
    97**3.-
    6-107*2
    MMjaai
    10:009-371 >0
    4:8.51*000
    1-2:11^*060
    7213075
    918,5792
    1:617500
    6MI3805
    720*00
    Tiz mil liigwas!... 240 rs. oda
    urna!... E cublas a $00 n>. a restia Tt
    S no arome j Campos roa do Im-
    perador n. 28.
    . Chega a todos, FOGO NELLAS f....
    Ao L o Tirpo*.
    Aloes-so una Casa m.bithada de'lWdo, Sen-
    do a mobilia dofaia. ca sala preparada d.- indo
    qoern qnizer diriia->e
    n.10.
    a rna estrella do; Rosario.
    VIVA A NACO BHASILCHA7!
    Esquadr.o patritico Doze doS<-tBibro.
    Sao convidados os sensores qoe lan-m parte
    leste esonadrao a se forrnai em'no largo do Hospicio
    hnfcjas 3 horas da tarde, pan ncoraptdiArm a
    bandeira do bata I han 42 de voluntarios eimute do
    Obnda.
    Scrretoria do esqnadra- 19 de maio de 4871).
    Lniz GattealVes da Sdva.
    Secretario.
    Oabaixe wsfgnaoo wr prevenir dundas
    scuntibca ao Sr 'Francisco .ir.berro da Roena. mo-
    rador no engenho una, em Barreiro?, qne npa-
    gue ao mestiio abaixo assignado urna letra com
    qpatro mezi-s de prasn, a vonorr n.. dia 27 do Cor-
    rente me, de piinripal rs. 149*169, trato ipjp.v
    referida Mn se estravion nm o sane em bran-
    C.'. ftfi,' 10 de maio de iSTfr.
    Mam*! J-> Lniz Rilieira.
    Peile-se aos administrad.n.s da maesa falKda de.
    Antonio ledro de Mello, qne hajam de reciera
    DO banco, onde pos-a render algnm juro, a nao
    pequea qnaniia de niats de lO.fwr)*, de qne siao
    na poSN 9*msu pactfea, cuja rontinusfin
    urna ame:.." xpre sivn de niin;t> nmis termwar-
    se a liqu.i.-.e.. da infeliz massa em qoe leu tam-
    bera seu qainhSo.
    __________ ''"' fr<^ter-
    Hotel
    n'uia
    97S31S
    ic 144*000
    667*142-
    !:534:-
    isa n',\m\ a' ra
    estpite do Rosana n. 23
    Neste r5talel*CJn-eiiio --e-contii^i a ^rVpHtr
    comedorias Cftlll BSSeio e prom;.li('a.> ]*t ynn;.
    commodo, rao s oo-.i aquellas i-s-oas qn- hoV
    seren macda : osear, '-orno pr.i afncMoii (iw
    ahi qoizerem ir, todo u si.. e ...(.i..'.. w -,>s
    fregmzes. Ratera a !* a mao le '.u-e.i lodos (M
    doiramrcs e das sanios h n uito eoi her Id a neste
    eslat)de-.'i:;v'i:(>, assim r....., ipa, i;iS f, |, ,MS ^
    manh.aa era aianle. 1-- brmba d. Muran ha.. co-
    mo bom sorveie tod'-w os '*s ;.< 5 i. ra- da
    tarde, das nhdbores fra.-ia- di merent,. p.n p.-i-
    raniia o profrietarlo d^te e*l3BHiM4nlMbi j'-
    Manins Das achar-se-ha -empre pie>.-ntc. B*>v-
    be-se asaignalnras nara fon.
    AMA
    Precisa-se alngar nina aun (,.!<> snv.i para o
    . servico interno e.k'rno de urna. -a>a de (leqnenA
    " ,J> v familia: a tratar no 1-andar do-sobrado %'l da
    984*06t>' fua to**-_____________________________
    A mnaiidade .i., a. ,n. da 0ci4r. o- Mi-
    litares nao Mxlemio mandar rzer um* ofhcio >o-
    IcrOne pelo* Irmos que f*iten>ram no Paragnav.
    por se acbar em Obras a Ipreja de um Excelsa Pa-
    droeira. resolveu m.-inlar celebrar missaaiii teu-
    co dos nieJinos iinos, na sachrisria da me>ma
    iurela. en d 12 do er/eii. pelas 7' hora* da.
    manhaa ; e para as-istilas Mwida a tod.s os ir-
    maos.
    ------------- i j
    para crttinhar e-
    de II ..-.> n. I.
    t :708i5W>
    i518*i
    k200*0BO
    3:021 -5OO
    34li'15
    rc77i*nt
    5:647
    461 *328
    l:848*0fH>
    i-;:7aiatw
    746*770
    10:510*500
    1:918*800
    7-403*600
    '4:031*920
    19:544*400
    27:368*000
    1:045*000
    1:380*300
    1:963*500
    tos. Lucidato Pereira Lima, viuva
    Amorim A Filho.
    Amorim, Fragoso Santos A G.
    Guiliierme Carvalho A C, viuva
    Amorim A Filho.
    Viuva Amorim A Filho, Travasso
    Jnior A C
    Joaquim Francisco de Mello San-
    tos, Lindolpbo Gomes de Leiros, viu-
    va Amorira A Filho.
    Seve, Filhos A C.
    Guilhhrme, Carvalho AiL.Trawss
    Jnior A C.
    Vipva Amorira A'FilliayGnilbermc,
    C;.rvalho A G.
    Travasso Jnior A C, viuva Amo-
    rim A Filhd.
    Rostron Roocker A C.Miguel Viei-
    ra de Mello.
    Roston Roocker' A C.
    Martinho le Oliveira Borges, Jos
    \atonio Alves'Ae Carvalho.
    Ss-dosqaim Lopes dVAIneida.
    Latiriano Jos de Barros.
    "Sebastin Jos da Silva.
    Viuva Ara .rira A Flqo,Guiraaries
    A :. (socios da extinCta orina de Da-
    niel, Guiraares A CJ .
    Guimares A G'(**lo'4a extracta
    linua de anwl.^rWirles A .)
    v ioHn<-Mra^lso^bnSba-.* .,
    Guimares A C^ocios >da wttaota
    lirma de Dinlel, Gaiaiarae A C.
    Anwrim, Fragoso-, Santos A C.
    i' uningos Franstseo Tavares.
    Ah^.bio ^ououiV>s-Forrotra Cas-
    aro e cnatas 4* liao-
    ca ao ex-Mies>>uroiro Tavares.
    idioDnbenx (o mesaos-
    oa.) -
    Uoso'Soares otoestaoroa
    Bhm.)
    269*379
    5:3825042
    Prensil se comprar, pagarse btom : na flr.i
    zm>mm
    4:725*000
    1:823*589
    264*973
    5:395*000
    869*250
    2:441*500
    984*000
    l:47*li60
    77U40
    618*431
    ll:639060
    38*800
    3:024*963
    17:314*831
    lh03r*000
    Precisa-se de orna ama de leite
    do Cerpo SanP) n. 17, arm^zno.
    GUERRA 00 BRASL
    COTIl ,
    ASREPURLfC\S f)0 ITrUWUAY "E PARA-
    GUAY.
    Acaba de chei;ar o 1 volnrae livnria eonno~
    mica, roa do Cre-po n. 2, dfl".uie do areo de San-
    to Antonio, onde se i-ootiua a receber assign-tn-
    ras para a mesma obra.
    COLLiCCCAO
    'Oe lo jas as senteoges proferidas em Jrtt>
    d EHV.St.1
    Pelo supremo4ribtitil de justica e acooHUSos
    revisares dos trtl.tn.Tfs do Commercio
    pon
    FRNCISCO BAPTISa MARQUES PINHEBO.
    Acaba de chegar esta obi a (publicada esto p-
    noj, e vndese na livvaria econmica o. 2, roo.d
    Crespo, proco 6*000.
    na >lca
    Os abaixo assignados declaram ao pobtiro e
    com especiadato aa corpo do commercio, qoe
    amigavelmenie dissotveram neu data a sociedado
    que tlnbam na casa commercial de motilados sita
    a ra imperial n. (75, que gy*va sob a firma de
    Va-.rmtellos Alrmo. reiiraride-se dola o ex-so-
    cio Antonio Augusto do Vasconoslios, pago e -
    1i3feito de seu-capital e loeros, e desooerdo da
    extmeta Orina, tirando o ex-socio Jeaquim Anto-
    tonio de Vnseoncellos, responoavet pelo acnvo e
    passivo da mesma Arma.
    Recifo 1 de abril de 1870
    Joaquim Antonio do Veseoneellos.
    __________Antonio Angustit-Me Vaseoneellos.
    Quera precisar de urna negnnha do 41 a ~
    annos, pira servico de porvas dentro ou nara
    carregar menino, dirija-se a ra da Santa Croa
    numero 12. '
    Precisa-se do 3:00o* ajaros, dando 6u
    garanta valor superior : quam qnizer taaar este
    negocio, deixe carta nesu typocraphla cWd oaini*
    ciaes G. F. r
    Precisa se de npi mulber qoe sin>'Ae rooia
    idade para casa de familia constando de dtu pos-
    ms : a tratar oa ra eslreiu do Rosario, o. SKk
    loia de lunilelro.
    --------------------,,. ...---------------... >/ jm* o
    Alaga-so am escravo cosinhetrAls __****'* -
    "* quera precisar dirija-se a praca ds'lhs^BMa aa-
    mero 8.
    144:177*340 O senhor que fez o obsequio do illpi'MWir r
    chapeo de sol no dia 17 do mea poesado alua so
    H:2T7i310 nlnraaa esta io daVua PanaoivojBqira,atB(la,-
    U recober na na da Aurora o. 38, por se igu>
    H'.4ft*4M) rar a yrua morada
    J
    ranVUI ble
    .-.
    \



    _r


    ir
    Bivio Peraamlroco Ten* feira 10 4 Maio d 1810
    -. "'Ok.
    jr
    WSWJME'lNEXTINGIViL.
    Pa*A 4 LENpOi ToOCABOR, E AWHO.
    iHUI AFAMADA
    AGA DE FLORIDA,
    M
    MI RBAI LANMAW.
    He o mis delicado e mimoso -e .ao mes-
    mo tempe 04sais estavel de todos os per-
    fumes, ecerra em si, no seu maior auge
    de excellentia, o proprio aroma das verta-
    deiras llores, (piando ainda na eua flores-
    cencia e fragancia natural. Come ummeio
    seguro e rpido allivio contra as dores de'
    cabeca, nervosidade, debilidade, desmaios,
    flatos, asaim como contra todas as formas
    ordinarias de accidentes hystericos; de
    somata efficacia e nao tem ostro que o
    iguale. -Igualmente, quando tlestemperada
    com agua, toma-se um denfricio o mais
    agradavele excellente, dando aos dentes,
    aquella alvura e aperolada apparencia tao
    altamente apreciada e desejada pelas Se-
    nhorts.
    Como um remedio contra o mau hlito
    da boca, depois de diluida em agua,
    sumisamente excellente, faz remove/e neu-
    tralirar todas as materias impuras que se
    criam roda dos dentes e das gengivas,
    tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
    escamada. Quanto a delicadeza, riqaeza
    e permaneca do seu fragrant aroma, ella
    por certo no tem igual: e a sua supe-
    rioridades sem rival. Ella igualmente tor-
    na-se am meio mui excellente, para fazer
    remover de sobre a pelle do rosto, toda a
    quadade de brotoejas, ebulices, sardas,
    pannos, manchas, impigens e espinhas.
    Quando se queira servir della. como reme-
    dio para fazer desaparecer qualquer um
    destes disguramentos, e que tanto desfei-
    amalindas feicoes do bello sexo; devera-
    se usal-a n'um estado de dilluico, destem-
    perando* n'uma pouca d'agua ; porm no
    tratameato de qualquer espinha, usar-se-ha
    della pura em toda a sua forca. Final-
    mente como um admiravel meio de com-
    municar as feices trigueiras e paludas,
    urna pelle macia e d'uma transparente al-
    vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
    para um tal lim, ella leva a palma a todos
    os perfumes que se teem inventado at ho-
    je, e existe em plena soberana sem rival.
    Bem entesdido tudo isto se refere nica-
    mente a Agua i>e Florida de Mcrray
    Lanman.
    As imitadles que se tem feito na Franca,
    Allemanha, assim como em outras partes;
    sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
    tante recommenda-se mui especialmente
    s senhoras, que tenham toda a precauco
    e cuidado, de quando comprarem, estejam
    certas que compram.
    A Genuina
    AGUA DE FLORIDA
    D
    MURRAY & LANMAN,
    A. qual preparada smente pelos nicos
    Proprietarios.
    LANMANN i KEMP, DE OVA YORK.
    Acha-se a venda nos estabeleciinentos de
    A. Caors, J. da C. Bravo, A C. P. Mau-
    rer A C. A. A. Barbuza Bartholomeu. d- C.
    Pra o mez 3L rino
    Na ra Estreita do Rosario n. 35, prepa-
    ram-se flores artificiaes para enfeitar os al-
    tares e oratorios do mez de maio, arcos,
    palmas capellas rosas, e palmas para o al-
    tar, bouquetes e bugias enfeitadas com flo-
    res de cera para enfeitps de altar, tudo com
    prestesa, goslo e barato, faz-se tuda en-
    commenda para fra, e tem j promptas,
    rosas, arces e pontas.
    Dr. Manoel Enedino Reg Valenca con: JOS
    tiaa a prestar seus servidos mdicos 35
    ra da Camba do Garmo n. 21, Io andar. SL
    G 0&0: & I $&**$&
    O CIRLRGIAO DENTISTA
    Frederico Maya
    Tem a honra de scientificar ao respeita-
    vei publico em geral, e aos seus clientes
    em particular que elle mudou o seu gabi,"
    netede consultas da ra Direita n. 12 para
    a do Queimado n> 31 prmeiro andar, com
    a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
    de ser procurado para os misteres de sua
    profisslo, todos os dias uteis das 9 horas
    da manhaa s 3 da tarde.
    Tarabem previne, que contina a prestar-
    se a vontade dos clientes nao s na cidade
    como nos seus suburbios, para onde as
    idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
    rante o bom desempenho e a perfeic3o de
    seos trabalhos, o que j bem condecido,
    assim como as commodidades dos precos.
    PHAffliCIA CEnTUL
    Rna*4o Imperador n. 38
    Xarope -de lactucario d'Aubergier, e de
    thery deeio dAbbadie recommendados,
    como calmantes para os ctsos, em que se
    no pode usar do opio e de seos f repara-
    dos, e mui convenientes par as efiancas
    nos espasmos e convulsfles.
    PHARMAGIA CENTRAL RA *(* IMPERA-
    DOR N. 38.
    Preparados d'akatrio em capsulas, licor,
    e xarope ferruginoso.
    roa da cruzas
    n. ti.
    O artista Gamitto acha-se estabelecido na
    cima, onde pode ser procurado para todos1
    misteres de su* procissao.
    CA RAPU)A E INFAUVEL DOS CALOS
    POMADA GALOPEAU.
    Deposito especial
    Pharmacia, de Bmtholumeu 34Roa larga do Rosario34.
    PHARMACIA CENTRAL TOA O IMPERA-
    DOR N.38.
    Pillas de Vallet.
    Pillas de Blancard.
    Pitlas de Bland.
    Xarope furrugiooso de tBlancard.
    Confeites de lactato de ferro.
    Pilulas de carbonato de'ferro, laclado de
    ferro, iodureto de ferro com magneiia.
    Ferro de Quevenne.
    Assucar ferruginoso.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    D0RN.38.
    Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
    excellente tnico para auxiliar as digestoes
    difflceis nos casos de debilidade do esto-
    mago.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    DOR N. 38.
    Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
    cofflmendada em qualquer caso de hemor-
    rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
    nar, e as hemorrhagias uterinas.
    PHARMACIA DENTRALRA DO IMPERA-
    DOR N. 38.
    Xarope de rbano iodado excellente com-
    binacao do iodo com o sueco de plantas
    anti-scorbuticas.
    Este xarope empregado com grande
    soccorro contra as molestias da pelle, os
    engorgitameotos escrofulosos, o rachitismo-
    cachloroso. *
    O vinho iodado deoly,e oleo iodado de
    Personne, s3o recommendados para os mes-
    mos casos, e enopntram-se nesta pharma-
    cia.
    Precisa-se
    alagar um moleque de idade de 12
    para servido interno de staminet,
    iu ra do Imperador a. 31
    14 annos
    paga-se bem :
    DDR. MILLO
    IIOHEOPATIIA
    MODOSE
    Para rsui Nova n. 48.
    Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
    bino L. O. Pioho.
    Consultas todos os dias das 10 horas da
    manhaa ao meio dia; e chamados a qual-
    quer hora do dia ou noute.
    Gratis aos pobres.
    43-Rua Nova-U
    8
    8
    m
    8
    kfrU^lKJSfRO 1 PIMWO
    D
    (HAHIBARD.
    Composto das plantas as mais "odorferas e as
    mais vrtuesasdos montes os mal elevados, o eh
    tmi-purgdtto de Chambard, possue um gusto sa-
    boroso e sm aroma suavissimo, e as proprledades
    as mais sotareis sobre o embaraces do estomago,
    dos intestinos e do flgade o desobstruente por
    excelteBCSv na constipacao do ventre e nao tem
    resguardo nenhum.
    Depvravo especial e directo da bihs e dos hu-
    mores, efresca o sangue depurandoo.
    O uso do ch-Chambard pode ser continuado
    por nMiito tempo sem o menor receio e sem m-
    commooo nem mudanca no modo de viver.
    ONICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    S
    Bsrtholomen k C
    84RA LARGA CO ROSARIO34.
    GABINETE MEDICO-CIRURGICO
    DO
    Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
    Pode ser procurado a qualquer hora do dw ou
    danoite, prestando-se aos chamados fra da clda
    de, com toda a promptldio. Pratiea operajoes.
    D consultas das 6 s 9 bofas da manhaa, na
    ra Nova n. 45, Io andar. ___^_______
    CABELLEIRE1R FRANCEZ
    51Kua da Cadeia do Becife51
    Chama a attencSo dos seos innmeros freguezes, e do refpeitavel publico ea>
    geni, para a segnmle tabella dos precos de sua casa, os qnaes s5o vinte por ceoii
    mais barato do que em outra qualquer parte:
    Cabelleiras para senhoras a 25(5,
    30*. 35(5 e......40^000
    Ditas para homem a 355, 40 Coques a l M, 180, 200,
    250, 300 e.....500000
    Crescentes a 120,150,180,200,
    250, 300 e.....320000
    Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
    60, 70, 80, 90 e. 100000
    Tranca de 'cabello para armel a
    500 e. .... 10000
    Tranca para braceletes a 100,
    AMA.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    DOR N. 38.
    Variado sortimento de chocolate de ban-
    Dilha, salepoararuta, ferro, ede sade, da
    acreditada officina de Menir.
    Sabonetes d'alcatrio, d'acido phenico, en-
    xofre e camphora, recommendados para as
    molestias de pelle como sarna, panos, em-
    pingens etc., sendo o ultimo de muitaolili-
    dade para o uzo do toilette, por preservar
    a pelle de ser manchada das maculas, que
    costumam accomettel-a.
    Precisa-se de ama ama boa engommadeira para
    vir as 6 horas da manhaa e sahir as 6 da Urde
    paga-se bem. na casa nova junto as oficinas dos
    trilhos urbanos de Apipucos : toa ra da Seniala
    n. 38, escriptorio.
    Em S. Jos do Maiguinho, casa n. 2, antes
    da igreja, precisa-se de duas escravas, sendo urna
    para engommar e ssatoar e outra para costura e
    servico domestico; pagase bom alugel agradando.
    Ra da Cadeia c. 59 precisa-se de um cria-
    do para service de una casa, prefere-se sendo es-
    cravo.
    Cadeias para relogio a 50, 60,
    70,80, 90, 120 e. .
    Corte de cabello,.....
    Corte de cabello com fricejto. .
    Corte de cabello com lavagea a
    4 champon......
    Corte de cabello com limpez da
    cabeca pela machina elctri-
    ca, nica em Pernambuco. .
    Frisado ingleza on franceza.
    150001
    501
    501
    10001
    10001
    501
    25#
    Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
    vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
    perior papel o mais lindo possivel, desde o mais
    simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
    prio para forro e guarnlcao de salas, gabinetes,
    capellas e santuarios. E' preciso ver para admi-
    rar-se a lindeza dealgumas pecas desse artefacto
    A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
    dos deseohos, e o capricho do doirado, encanta os
    olhos e convida a cmpralo. O mdico prego
    por que se vende sorprende ao senhor compra-
    dor, que apenas ser abrigado a dar urna peque-
    a commissao alem do primitivo custo da fabrica,
    addicionado eom a importancia dos direitos etc.
    Nunca a modicidade do prego esteve tao junto da
    belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
    respeitavel publico convidado a certifiear-se de
    todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
    to Sodr da Metta & C, a ra da travessa da Ma-
    dre de Dos n. 14._______
    150, 200, 25 e. .... 300000 Rarba. ,,'...
    ASS1GNATURAS MENSAES
    Especialidade de perneados para casamento
    Bailes e soltfres
    0 dono do estabelecimento previne s I Recommenda-se a superior TINTURA JA
    Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
    ala para tintura dos cabellos e barba, as- ba, nica admittida na ExposicSo Universa)
    F como no prejudicial saude, por ser ve i
    sim como um empregado smente oceupa-1 iat.il, anal)sada e approvada pelas acaev
    do nesse servico. 1 mias de sciencias de PARS E LONDRES
    BAZAR ACADMICO
    - Ra da Imperatrz
    0 bacharel Joaqoim Francisco Paes
    Barreto tem o seuseriptoiio de advoga-
    cia ra estreiu do Rosario n. 6, i* an-
    dar, onde pode ser procurado das 9 horas
    da manhaa ao meio dia, e das 3 s 5 da
    tarde.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    DOR N. 38.
    Os melhores vermfugos para criancas,
    Pastilhas de sanctonina. .
    Ditas de Kemp.
    Oleo vernifugo.
    Todo de melhor quadade.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    DOR N.3.
    Variadissimo sortimento de fundas de
    excellente qualidade.
    PHARMACIA CENTItAL MJA DO IMPERADOR
    R. 38.
    Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
    de pinlio maritimo, para as affecces chro-
    nicas dos pulmoes.
    Pastilhas de therydocio e louro cerejo
    para as tosses agudas, e de carcter nervo-
    so, e para os vmitos durante o periodo da
    gravidez, e qualquer affecejo nervosa.
    Pastilhas de bypophospheto de cal mui
    uteis na thysica pulmonar.
    Pastilhas de angico naf, e de Regnault,
    de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
    cacuanha e de Rermes.
    PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
    DOR N. 38.
    Cha purgativo de Chambard, excellente
    laxativo, e refigerante, que se pode usar
    repetidas vezes sem irritar osintestinos.
    CASA DA FORTIM
    Aos 5:000$
    Bilhetes garantidos.
    ^ ra do Crespo n.23 e casas do costume
    O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
    ;ras .sortes, 1 meio n. 2146 com 5:000f da lo-
    tera' que se acabou de extrahir a beneficio da
    igreja de Santo Antonio de Itamb (lio*), convida
    aos posadores virem receber na conformida
    de ao costutne sem descont algum
    Acbam-se a venda os felizes bilhetes garan-
    tidos da 2" parte da lotera beneficio da ir-
    manda-e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
    triz do Ccrpo Santo (14t*), que se extrahirquin-
    ta-feira 12 do corrente mez.
    PrecosOs do costume.
    Manoel Martins Fmza.
    vmsi
    13
    13
    Ulysses A Irmo proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
    tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos fre-
    guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
    estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicoes de bem servi-los do
    segnintes artigos:
    \MA
    ESCOLA
    de
    Instrucqo primaria.
    129Roa Direita129
    * andar. j
    Auna de Queiroz e Albsquerque
    Professora particular.
    Joaqnim Jos Gon-
    calves Beltrao
    RA DO TRAPICHE N. 17, !. ANDAB
    Sacca por todos os paquetes sobre o Bao
    co do Mmho, em Braga, e sobre oa sesuin
    te logares em Portugal:
    Lisboa.
    Porto.
    Valenca.
    Guimaries.
    Coimbra.
    Chaves.
    Viseo.
    villa do Conde
    Arco de Val de Ve*.
    Vi urna do Castello.
    Ponte do Lima.
    Villa Re;d.
    VilWova de'Famalicio.
    Lamego.
    Lagos.
    Covilhfi.
    Vatul (Valpasso).
    sfrsndellr.
    Bija.
    Barcello!.
    Na travessa da roa
    das Crnzes n, % pri-
    mero andar, da-se di-
    nhelro sobre penhores
    de oro, prata e brilhan-
    les, sejaqeal for aquan-
    tia. M mesma easa com-
    pram-se osmesmos me-
    taes e pedras.
    i
    Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
    casa de l'amH, que saiba cozinhar e engommar :
    na ra da Cadeia do Recite, loja n. 56 A, se dir.
    Attenpo.
    Manoel Martins da Cunha, com loja fazeniTas
    na ra Nova n. 48, previne ao publico e especial-
    mente aos seus freguezes, que despedio de seu
    estabelecimento o Sr. Lourenra de Freitas Guima-
    raes no dia Io do corrente;" por Uso avisa que
    ninguem pague ao mesmo Guimaies qualquer
    coma, sob pena de nullidade. Outro sim, declara
    que nunca autosisou o mesmo sea ex-caixeiro a
    pedir quaesquer quantiai emprestadas em seu
    nome. ___.
    Mil e quinhentas duzias do fogos do ar de um
    tres bombas: na ra Direita n. 83, loja de fer-
    'agens.
    ^TTElMT
    VIDA DE SANTA VERNICA JLIASI.
    Acha-se venda o livrinho da vida desta santa
    serva de Dos, traiuzido do italiano em portuguez
    a 1J600, o resto d s exemplares que exist&m na
    livrana universal, ra do 1roparador n. 54.
    CHARUTOS
    superiores de Havana, Hamburgo, Rahia e
    Rio de Jaoeiro etc.
    Cigarros
    de palha de S. Paulo, de 3,5500 a 7(5500,
    o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity.
    Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
    Casias, Gandon etc.; de papel, de fumo
    Conde d'Eu,
    de Daniel, General Osorio, u.uu ba neste mercado a3(5i e 35500 a duzia,
    Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macnam- pftm A ah,.m0niA VVRIEDADES
    PONTEIRAS para charutos e cigarros de
    todas as qualidades gostos e precos.
    CACHIMROS de superior espuma, de ma-
    deira iraizj de 35 at H, a duzia e de ou
    tras qualidades a retalho.
    DITOS p de galliDhados melhores que
    Pedido.
    Pede-se encarecidamente (s assim) aos senho-
    res abaixo mencionados se dignem por especial
    obsequio de virem realisar aquillo que teem pro-
    metido por diversas veces, pois j tempo, e vis-
    to que o nosso negocio de interesse para os
    mesmos senhores, por isso os esperamos o mais
    breve, advertindo porem, que nao retiramos este
    nosso pedido sem qve nao comparecam a ra do
    Crespo n. 7 A, loja do Passo.
    Albino de Jezas Bandeira..
    Jos Lulz de Souza,
    Jos Antonio Miranda Guimaraes.
    Luiz de Franca Beleni.
    Cao damnado, casca-
    vel, lacro, etc., na-
    da disto mette hor-
    ror.
    Depois de quasi um auno de espera, venho cum-
    prir a promessa que tiz ao publico, de expor a
    venda a pedra de oxtrahlr veneno, a qual deno-
    mino linan do veneno. No espaco de 42 annos
    tenho applicado esta pedra pessoas e animaes
    mordidos de cao damnado, cobra, etc., etc., que
    seria eBfadonho enumerar : tendo obtido em todos
    o mesmo resultado, isto a cura infallivel.
    O publico es cerlo de que, ainda nao ba muito,
    foram curados seis caixeiros das ras da Cadeia e
    Encantamento, m rdidos de cao damnado,_ cujos
    nomes deixo de publicar, nao e porque nao pre
    ciso de attestados para prova da verdade, como
    porque elles tero o cuidado de o fazer patente a
    todos. |
    O imn do veneno, olhado pfimeira vista, pa-
    rece que nada mais que um pedaco de chifre
    queimado ; mas enpana-se o leitor se assim pen-
    sar. Se fosse tao fcil como parece, a fabricacao
    do irnan do veneno, eu nao levara tanto tempo a
    prepara-lo.
    Aos fazendeiros. senhores de engenho e lavra-
    dores deveutilisar imn do veneno mais que a
    pessoa alguma, pelo faeto de perderem esses se-
    nhores pessoas de suas familias, escravo?, bois e
    cavallos mordidos por caes damnados, cascaveis e
    outras cobras, para cujas mordeduras o imn
    do veneno tao pr&ropto que, em poucas horas, faz
    a cura, ainda que a pessoa oa o animal mordido
    esteja prestes a suecumbir.
    Advino ao publico que a ffica:a do imn do
    veneno est em extrahir o veneno da mordedura
    do cao damnado antes de a pessoa damnar-se.
    Esta pedra pode durar de 30 a 60 annos, dan-
    do-se-lhe o tratamento prescripto em um impres-
    so, que acorapanha a mesma pedra ; e tao claro
    e expli:ado, que qualquer pessoa pode curar sem
    perguntar a ontrem.
    Recommendo muito ao publico que tenna todo
    o cuidado com os falsificadores, pois ja ha por ah
    quera diga que sabe fabrica-lo, ea nao me mpon-
    sabiliso pelo resultado sinistro que o publico ve-
    nha a ter de urna tal falsidade, por isso declaro
    que o imn do veneno s est a venda na loja da
    Boa Fama n. 35, ra do Queimado, pelo preco de
    30# cada urna ; assim como estou prompw fa-
    zer qualquer cura em pessoas mordidas de cao
    damnado ou cobra, em minha casa ra da Praia
    de S. Francisco em Oiinda.
    Felippe Manoel de Christo LeaJ.
    Agencia em Peraambuco
    Do Dr. Ayer
    Peitoral de Cereja
    Cura a phthvsica etodas as molestias do peito.
    NalM parrllha
    Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
    tros. |
    Toalco
    Conserva e limpa os cabellos.
    PlIalM catbarilcas.
    Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
    z6et, coram e purifleam todo o sysiema humano
    Vaade-se effectivamente em casa de Samuel P.
    huta A C, ra da Sanzalia Non n. 41
    Na praca da Iodepedencit n. 33 se da di
    ahdroiobra penhores de ouro, prata e pedral
    preciosas, eej|MpMl for a qoantia; e na mesma
    m seeompwe vende objectos de ouro epratk,
    igualmente se tu toda e qualquer obra de eo-
    sommenda, e todo e quslqtwr concert tend
    i meflma arte. ^
    ADMIREM
    Grande liquidaqo na loja e ar-
    mazem do
    LEAO DE OURO
    Ra da Imperatriz n. 52, porlaes encarnados de
    Parades Porto, junto a loja de ourives.
    Admirem admirem admirem.
    Admirem admirem admirem.
    Admirem admirem admirem.
    Grande porcao de chitas.
    Grande porcao de chitas.
    Grande porcao de chitas.
    A 200 e 240 rei? o covado.
    A 200 e 240 res o covado.
    A 200 e 240 reis o covado.
    A 200 e 240 reis o covado.
    Para acabar depressa.
    Para acabar depressa.
    Para acabar depressa.
    Para acabar depressa.
    Vende barato para vender muito.
    Vende barato para vender muito.
    Vende barato para vender muite.
    Vende barato para vender muito.
    A pessa com 42 i\i covados a 9 e 10*
    A pessa com 42 1]2 covados a 9f e 10
    A pessa com 42 1|2 covados a 9 o 10*
    A pessa com 42 1|2 covados a 9* e lila
    Alpaca de cores escuras e claras.
    Alpaca de cores escuras e claras.
    Alpaca de cures escuras e claras.
    Admira a 280 e 320 o covado.
    Admira a 280 e 320 o covado.
    Admira a 280 e 320 o covado.
    No leao de ouro,
    No leao de ouro.
    No leao de ouro.
    Ra da Imperatriz n. oz.
    CASA DA FE.
    Aos 20:000S000.
    Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 1.
    vend Veira Rodrigues.
    Fugio no da 29 de marco do corrente anno
    o escravo de nome Floriano, cabra, de 43 annos
    pouco mais ou menos, bem alto, anda bem espiga-
    do, corpo regular, pescocp comprido, nariz chato,
    ventas grandes, cabellos carapinhos, barba ser-
    rada rosto descarnado, olhos empapussados, ps
    grandes, e seceos, tem no meio da cabeca urna co-
    rito ; dito escravo intitula-se ser livre e tem sido
    visto por pessoa que c oonheee na Boa-vista e
    seus arrabaldes onde seu senhor tem a probabih-
    dade de estar trabalhando em algum sitio, ou co
    mo servente em alguma obra de pedreiro ; .roga-
    se porlanto as autoridades policiaes e capilaes de
    campo a captura do mesmo e lvalo a seu senhor
    na ra Imperial n. 114, que serio recompensados.
    Fugio do engenho Braco do Meio, freguezia
    da Escada, no dia 20 di abril prximo passado o
    escravo de nome Marcos, crioulo, oficial de cara-
    pina, idade 23 annos pouco mais ou menos, boni-
    ta figura, cor fula, alto, rosto regular, tem falta
    de um dente na frente e os outros limados a ferro,
    anda de calca e palitot, chapeos de baeta a Ga-
    ribaldi, deve mudar de trajo porque levou palitot
    branco e preto e leva urna regua de 4 a 5 pal-
    mos de comprimento, conduz un> bah de folha
    com alguma roupa e um par de borzegums e sa-
    bio com urna creoula forra de nome Francisca
    tambera de cor ral* e tem os beicos gro9soe por
    defeito nos dentes, 'esta vai de vestido de chita,
    acento branco eom flores de rosf: pede-se as
    autoridades e capites de campo a captura dos
    mesmos e leva-Ios ao dito engenho, ou na ra do
    Livramento n. 20, em casa de Crrela & C, que
    ser recompensado._______________________
    cigate cellla<*o
    TIimiARIA FRANCEZA
    55-Rna da Impeatiz-55
    Tinge, lava, limpa, lustra e acoamalo-
    8ta-se, com a maior perfeicio, fazendas em
    pecas e em obras de todas as qualidades ;
    como sejam : sed*, lia, algodao, linbo,
    chapeos de feltro e de palha etc. etc.
    Tira-se neJoas e limpa-se a seecosem
    I molbar os tecidos, conservando assim to-
    do o brilho da fazenda.
    Tintar* preu n*l tercas e sextas fei
    wm ao i
    5 T
    ras.
    n
    Aluga-se.
    urna negrinba de 10 para M anuos de idade : na
    ra do Hospicio n. 29.
    Roga-se a pessoaqoe levou por em-
    presumo a collec(3o de Diarios de jalho a
    dezembro de 838, qoera mandar trazer
    typographi.
    bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
    muitas outras qualidades.
    Finos
    Afamados de BAEPENDY em caixes do
    20 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
    a 2, de 20 para cima a 1(5800e.em maior
    porcao 10500 o pacole de 1 libra, dito
    em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
    muilas qualidades como sejam: Daniel do
    Rio Nevo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
    etc. etc.
    com grande abatimento em maior porcao,
    ditos' de louca, gesso, barro, etc.
    BOLSAS de borracha e couro de diversos
    gostos e presos, para guardar fumo.
    CARTEIRAS para cigarros de todos os
    systemas.
    PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
    dos os tamanhos, de seguranca a bal5o etc.
    PAPEL de miltao, de arroz, san-: om, Per-
    san, pintado, de linho etc. palha demilho de
    Fernando a melhor possivel.
    4Jm dos artigos mencionados encontrado nossos freguezes outros muitos nc ge-
    nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
    sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
    commendis de nessos cigarros de seda e linho, etc. #
    13Ra da Imperatriz13
    * BAZAR! MODA |
    50-RA NOVA-58 s
    Os abaixo assignados proprietarios deste estabetecimento, participara
    que, continuara, a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
    miudezas da melbur qualidade chamara- a attencao dos Srs- commerciaLtes
    de retalho afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont de
    10 0|0> pagamento realisado no mez da compra.
    Jos de Souza Soares & C.
    k ESMERALDA
    De ordem do 8r. presidente da dirastori* pro-
    visoria sao covididos os membros do conselbo di-
    rector para reunlr-se no dia U do corrente, pelas
    6 horas da lardera siU de suas sessoes, para se-
    rem presentes os estatutos da sociedade que foram
    tnrovados pelo governo imperial, e tratar-se de
    medidas uagenles consignadas nos referidos esta-
    tutos. ---
    Recife 7 de maio de 1870,
    Joo Joaquim Alves,
    Secretario intenoo.
    SITIO
    Preoisa-se alagar um sitio perto da praa, com
    boa casa, e que fique prximo dos trilhos urbanos
    do Recife a Apipucos, ou urna boa casa com gran-
    Je quintal; ci por este Diario._____'_______
    Z CliXCM
    Precisa-se de um c*4xira para padaria, anda
    mesmo sem pratif*, porm que att^sle* sua co*-
    docta : na padaria da ra Qireita m. o*._______
    Ea em de THEODORO CHBJSTI.
    AKSEN, roa da Cm b \, encontMi
    jflectivamente todas as qualidades de vmhr
    ordeaux, Bourgogne e do Rheno.
    I
    i
    e
    4
    m

    LOJA DE JOIAS
    DB
    H
    Este antigo estabelecimento, complete-
    aente reformado de novo, est as condi-
    i5es de servir vanmosaraente os seus fre-
    fuezes, visto qne acha-se prvido com nm
    plendido sortimento de obras de ouro e
    rata de lei, assim como brillantes e on-
    iras pedras preciosas, enjos presos sao os
    nais mdicos qne se pode encontrar.
    As joias compradas nesta casa recebem-
    ie em troca on compram-se com pequeo
    ,b,teN: 5 BIA M CAIIIGA N. 5
    J

    I;


    Diario de Pernambuco TWqa eira 10 de Jlaio de 1870.
    5
    w

    LEPHANTE COM DOTAS
    Grande armazem de pianos, msicas e iastrumentos
    ____ DE
    ANTONIO JOS DE AZEVEDO
    N. 11-RUA NOVA-N. 11 W
    *- Thomax Teixeira Bastos vai a America pola
    Europa, do vapor do lin do eorrente mez, e deita
    i procuradores de tod seas negocios ns
    Domingos d.is Neves Telxeir* Bastn,
    como
    Illros
    Joaqnim Augusto Ferreira Jacobina, Maoei"Davt-
    no (as Neves Teixeira Bastos e Candido AITon'o
    Moreira.
    Partecipi ao respeitavel publico desta cidade e das mais
    si,]acaba de cbegar um grande e explendido sortimento de
    provincias visiahas, que o seu grande e bem acreditado armazem de MtrnmentoiSpara mnsi-
    i
    0tw>.A~ fc P 9?e ha de mai> moderno, de teclado fixo e mobile, e com transposicao ou sem eDi, de autores os mais acreditados Cnestalcidade.lflcomo seiam -'os
    Jamados e bem conbecidos pianos da fabrica do Sr. "^ ,M^ -
    AFFONSO BLONDEL
    Furiaram do da 5 do crrenle do lugar Bar-
    balho, freguezia do Poco da Panella, um caval o
    ruzilho com os secarales sig aes: na orelha es-
    querda com a pouta virada, o olho do menio lado
    com urna belide anda pequea, Os quatro pi>>
    brancos, un estrella na testa, no lado direito do
    lugar do ferro urna marca de curda que a carne
    fleou mais baixa do que a do lado opposto, qoan-
    do anda parece que manco, e no ospinhaco urna
    marca qne nao cria caballo : quem o pejar ou
    der noticia leve ra do Imperador, loja de cha-
    peos de Jos Joaquina da C. Maia, que ser recom-
    pensado generosamente.
    COMPRAS.
    Casa terrea.
    de Pars, de qaem o annunciante o nico agente esta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
    caaos especialmente para o Cuma deste paz, s3o os nicos que offerecem urna garanta segara de sua duracao. Elles sao aqu bastante conhecidos desde 1844, para que
    seja necessano insistir sobre sua superioridade.
    senhores pianistas.
    As sais vozes sao muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
    Todas a? pessoas que comprarem pianos nesta casa, s5o rogadas a exigirem o certificado de origen assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a
    tutencidade do numero de piano com o de certificado.
    sua
    AO PUBLICO
    UB ., ^Aipb?ase Blonde1' fabricante de pianos em PABIS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
    uoitecn, e a RA NOVA h. II, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que todos os seus Ipianos irlo accompanhados de um certificado de origem assig-
    Pars, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphonse Blondel
    O annuciante tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimentof de novos pianos.
    MSICAS PARA PIAMOS
    iuaes recebe d,reclamen,e da Europa e do Ro de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone 4 Tornagbi. Narciso, Arthur Napolelo dYC
    ih m 1 tem.^rande sortimento de papel para msica e desenho; cordas para todos os instrumentos, ricas grvuras e quadros para ornamentos de salas oleados para
    U^ih a a' ncos 8PeJh08 doowdos, quidrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
    P f c f- os ta[maD0S' talagarca, lias e agulhas para bordar, e muilos outrosartigos que o respeiuvel publico encontrar sempre neste armazem, o anal estar
    aberto todos os das at as 9 horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos. 4
    a tratar na ra
    Compra-se urna casa terrea
    da Madre de Deas n. 16, loja.
    Compram-se moedas de ouro e prata de to-
    los os valores, ouro e prata em obras inatilisadas,
    aniantes e mais pedras preciosas : na loja de
    mnves do arco da Conceicao, no Recife.
    0 muzeo de joias
    Na roa do Cabug n. 4 eompra-se ouro, prata
    1 pedras preciosas por preces mais vantajosos do
    rae em ontra qaalqqer parte.
    gompram-sTb mhe
    Compram-se e vendem-se diariamente para fra
    dentro da provincia escravos de todas as idades.
    cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
    lerceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
    freguezia de Santo Antonio.
    Lom muito maior vantagem compram-se
    ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
    loja de joias do
    Cabug.
    yg^s-fas

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    2. a *
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    b a.- a>
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    6>- N M ft OS
    Sg
    No arro3z sortimento de objectos para carros, e que se vendem por presos muito rasoaveis, como
    sejam:
    Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
    Solas dem dito.
    Oteado reto e de cores.
    Coeiras de lustro o que ha Guarnicoes de fino lato para arreios, completos.
    Lanternas e vellas para as me-imas
    Ehios patentes para sebo.
    Joaquim Lopes Madtado & C.
    AMA
    Na ra de Queimado n. 46, loja, precisa-9e alu-
    gar urna ama que saiba cozinhar com perfeicao.
    para casa de rapaz solteiro, paga-se bom aluguel,
    Precisa-se de um uoraem para trabaihar em
    um sitio : a tratar na ra Nova n. 49 ou na ra
    da Cadeta do Recite n. B4, loja de louca.
    Cozinheiro
    precisa-se de nm cozinbeiro que seja active :
    no hotel do universo: Praga do Commercio n. 2.
    Carta.
    A Sra. D. Virginia Gandida tibeiro e Costa
    tem urna carta na rna da Madre de Deus n. 18.
    Muda-ira de escriptorio
    Os ladvogaes Dr. Vicente Pereira do Reg, e
    hachareis Jacimho Pereira da Reg, e Miguel Ar-
    cbanjo Pereira 4o Reg, mudara m o seu escrip-
    torio da casa n. 46 da ra do 'Duque de Carias
    fou'.'rora do Queimado) para a de n. 28, Io andar,
    na mesma na.
    ATTENCA
    Acha-se aasente desde o da i do eorrente a -
    era va Barbara, crioula, de 45 annos de idade, mui-
    tos cabellos brancos na eabeca, e na cara pare-
    cendo qne faz a barba, estatura alta e corpo regu-
    lar, costumando irazer panno na cabera como
    usara as babianas, a qual indo ao Peixinho ver
    urna porcao de roupa lavada entregou all ao ca-
    noeiro que chamara barba de ouro," e este a en-
    tregou no porto do Racife preta de orne Suza-
    na por ser-lbe osta eonhecida, e nao ter appareci-
    do aquella para a receber na terca-Mra de ma-
    nhaa, 3 do eorrente, tem sido vista per vezes as
    ras desta cidade : rogase pois a apptehensao da
    mema e di alguma ronpa que falta, e leva-la ou
    dar noticia rua do Brum,o Recife, n. 100, que
    *era generosamente recompensado.
    Antonio Faco Cabral faz sciente ao repeita-
    vei publico e com especialidade ao corpo do cwi-
    mercio que da presente data em diante se assig
    nara Antonio Vasco d'Algonez Cabral.
    Recife, 2 de maio de 1870.
    !?a rna da Sertzalla velda n. 138, primeiro
    andar, precisa-se fallar cora o Illm. Sr. loo Bap-
    tista Oo Reg, para negocio de inleresse.
    AVISO
    PedeseaopuWicoeprineipalnente aos renho-
    rea relojoeiros ourives o favor de appreheoderem
    um relogio de ODro patente suisso descobto n.
    83180 e levaren no a seu dono, a ra do Fogo
    c. 28, que ser generosamente gratificado.
    60 RA DACADEIA DO RECIFE 601
    0 proprietario deste estabelecimente leado ae partir no m do eorrente f
    mez para a America pela Europa, faz inleiramente completa liquidacSo para ac- i
    bar ; e fazerjdo-se por conseguate grande abatimento, como : cortinados para jj
    camas e janellas, cobertores finos inglezes, calcado de panno, bijoteirias d'ouro |
    de 18, como rosetas de brilba .tes, aunis, oculos, lunetas, trancelins, apparelbo
    de metal do mais fino que ha para almofo, bandejas, etc.; perumirias de diffe- 2
    rentes fabricantes, differentes caixinhas vasias com eofeiles muito proprias para \
    presentes; caixas de msicas, ditas com pertences para costura, ferro de en- I
    gommar nao sendo preciso carv5o, nem fogareiro, machinas de delir batatas,
    ditas para preperar a carne para guisades, ditas para bater ovos e bolos;
    grande variedade de porcelana, como sejam:
    Vasos parajtoilette, apparelbos para mesa, etc.; differentes objectos
    de vidro, como sejam: lustros e globos para saloes, lanternas para cima de g
    mesa, escarradores, etc.; excellente cofres de ferro, espelhos de diversos ta- S
    manbos, de moldura dourada e preta, molduras para quadros, excellentes cai- $
    xas para retratos, ditas com cheiros proprias para presentes, mesas de char3o, I
    bandejas de dito; eslampas finas para quadros, talagarsa bt-rdada para almofa- E
    fadas, ditas para tapetes e para deitar vasos em cima de mesas, relogios para I
    cima de mesas, ditos de parede e de euro para algibeira ; sttreoscopos de di- |
    versos tamanhos, c smorama, lanternas mgicas para devertimentos em salas, i
    quadros com finas figuras de porcelana,, ditos com movimenlos, figuras bron-Jj
    zeadas para enfeites de mesa, salva-vida para se tomar banbos no mar ou no i
    rio, lencos de linho finos para algibeiras, gnvata de seda mu ricas, variado
    sortimento de miodezas e brinquedos para criancas, etc., bengalas, camas de 5
    ferro de differentes tamanhos, lavatorios, etc,, etc., qae serio patentes ao com- *
    prador, e rnuitos outros artigos que se vender3o muito barato para, iuteira- I
    mente acabar, no armazemEXPOSICAO EE LONDRES. M
    iFflR?""
    (.rande estabeler.imento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
    peratrz n. junto a loja de ourives.
    Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
    rbupas de todas as qualidades.
    Palitot de alpaca preta e de cores a 30000, 30300 7(4000, ditos mirin preto
    de71000 at 235000, ditos de cisemira de cores finas e ordinarias, de 60, 160000,
    ditos de panno finos de 65 80 100 e 2* 0000. sobrecasaco dito de 200 a 300000.
    Completo sortimento de caigas debrim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
    de 20, 100000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de 50, 120000,
    ditas casennra preta de 60, a 160000 snperior, dita de merino diversas qnalidades para
    lulo. Assim como am bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
    ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para loto fazenda superior.
    Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 10600 30000, e de
    linho de:"}80OOO a 700000 a duda.
    Sortimento completo de ceroulas francezas de algodo de 10600 a 20500,
    ditasde bramante a 10800, 20500 e 30000 ditas de amburgo, francezas, fazenda su-
    perior de 230000 a 350000 a dozia. Sortimento decelarmhos deartgod5o e linbo, etc.,
    assim como metas de. a!god5o para homem de 30, a 100000 a duzia, gravatas de mu-
    tas qualidades. Na ra da Imperatnz n. 52, loja do
    Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
    Toahas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
    ATTBWCO.
    Neste estabelecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida
    e para esse fira tem hbil mestre encarregado da oficina, qua se encarrega do trabalho
    com pcrfei;o e pontualidade.
    SORTIMENTO DE FAZENDAS.
    Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
    para camisa* e timo de menino 260, e 280 ra., e outras rauitas qualidades de 320. 360
    e 400 rs. o covado, neste raesmoestabelecimealo chegaram, urnas bonitas gehitas da
    victoria com .barra, a qnal- para flhos ecompetente eneile para corpinho. Cam-
    braia lisa de 30, 40, 30 e 40000 a pessa, e oatras muitas fazendas de todas as quali-
    dades. '
    ALGODO E MADAPOLAO AVARIADO.
    A 40000 o algodo, e 40500 omadapolSo, e tambem chita escura boa 240 o
    cwiado por ter grande poieao.iia ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados.
    nWulado
    Leo de Ouro.
    ATTENQXO
    Comprase urna escrava que saiba cozinhar e
    engomraar, que seja sadia : na ra do Brum nu-
    mero o._________
    AttenoSo
    Na i ua do Imperador n. 9 compra-se um escra-
    vo de meia idade que sirva para servico de co-
    cheira.
    VENDAS.
    Cabriole ts.
    Vende-se dous cabnolets, sendo um coberto e
    de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com lo-
    dos os arreios e pertences : ni coebeira de Tho-
    maz Lins, ra de Santo Amaro.
    A ra do Duque delaxias n 21.
    (ANTGA RA DO QUEIMADO)
    Nao foi sem fundamento que a NOVA
    ESPERANZA tem deixado de fazer os seos
    annuncios, a razao simples, ella entena*
    qne tndo em demasavab(rrfce... por isse
    como j tinha dito e scientiricado i sua U,i
    freguezia o qoe consiantemente ia receben-
    do, ou livesse feito muitas vezes. receicn
    tornar-se massante, assim pois recolbeu-se
    um poeco ao silencio, mas nunca deixanto
    d'eapregar osverdadeiros esforros, j con-
    tratando maior numero de Correspondentes
    na Europa, j descobrindo objectos do mais
    apurado gosio e finalmente assignando o
    Jornal das Familias, o qual vena sempre
    ornado com gurinos, modernos moldes para
    vestidos etc.. etc. para desta forma melbcr
    servir a sua constante freguezia; e com es-
    pecialidade ao otilo sexo, quem a NOVA
    ESPERANCA ufana-se m offerecer-lbe
    seos servicos, apressando-se desde em
    declarar que tem recebido ltimamente
    enlremeios e babados bordados transparen-
    tes e tapados, chaposinhos de setim para
    baptisados.
    Finas toucas de cambraia bordada psra
    o mesmo fim.
    Meiasde sda'e fio de escocia para crian-
    Cas.
    Dedaes d'osso, marfim, ac e madrepe-
    rola.
    ptimas navalhas.afiadoresemassa para
    as mesmas.
    Finas esponjas para o rosto e para ba-
    nhos.
    Bonitos sapatinhos com biqtieira, seni'O
    com salto, para meninos e meninas de do!s
    a doze annos.
    Boas lentes coin cinco melimetros, para
    contar-se os fios de qualquer fazenda.
    Tesouras para frisar vestidos.
    Carretas para tirar moldes de vestidos.
    Mollas para segurar dsturas.
    Bonitos linteiros'de novos molde?.
    Meias de la para homens e senhoras.
    Finas e bonitas ligas para meias.
    . Fil de linho e de seda, sendo prelo e
    branco, liso e de salpicos, e outros muitr-s
    objectos expo>tos vend na Duque
    I de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
    MUITA PERFUMARA.
    A NOVA ESPERANCA, a ra Duque de
    Caxias n. 21, acaba de receber muita per-
    fumaria dos melhores e mais afamado? ta-
    bricantes, como sejam finos extractos para o
    lenco, essencias concentrada? de muitas qua-
    lidades, olhos de agradaveis cheiros para os
    cabellos, e bonitos
    o engenh,o Sebastopol na freguezia do Cabo, com
    as commodidades seguintes : bom d'agua e proxi
    no a duas estacoes, sendo pouco mais de orna
    legoa a villa, e pouco mais de um quarto a estacao
    de Ipojuca : quem pretender dirija-se ao mesmo
    tratar com sen dono.
    Vende-se um terreno murado com 150 pal-
    mos de frente e 300 de fundo, e com uns 10,000
    tijollos, em um dos melhores arrabaldes desta ci-
    dade: a tratar na ra do Imperador n. 27, 2 an-
    dar.
    s vasos com boa banlia, lin-
    Vende se urna carraca de molla para cavallo (lissimos vasos com pos de arroz, sbemeles
    m osgpertencentes arreios: ra do Brum nu- de differentes qualidades etc., etc., assirs
    pois os apreciadores do bom. ventemsas-
    fazer suas paixes na NOVA ESPER\NCV
    PARA ALVEJAR E CONSERVAR OS DENTSS.
    P de carvo de rosal: vendem-se rea
    Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPF-
    RANCA.
    Para acabar com as fardas ou pannos
    recebeu a NOVA ESPERANCA, ra Du-
    que de Caxias n, 21, o verdadeiro leite fie
    rosas brancas.
    Mabao d alcatro.
    Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
    PARA LCTQ.
    Brincos, broches, voltas, pul eiras, five'-
    las, gentes, botoes para pucho? e cadeia
    para relogios.
    A NOVA ESPERANCA. qoerendo sathfa-
    zer sua freguezia, nSusmente fm objectos
    d'alegria ou de luxo, quer tambem acom-
    panhar aquelles, que infelizmente pentodo
    alguem de sua familia, ou i'goem de sua
    amizade, precisam do taes objecto?, assim
    pois a NOVA ESPEBANCA, mandn vir )
    que ha de melhor neste genero, porque
    sendo taes objectos de cor negra, sendo
    de m qualidade, nao somente toraamS6
    tristes como at repugnantes, o que uro
    acontesce aos da NOVA ESPERANCA. por
    que apena? exprime o entimeiito pela ct
    porem como que traz um lenitivo pelo gosto
    e pcrfec5o com que taes objectos sao tra- -
    tomados.
    lefftes da estrada de ferro de
    olinda.
    Vende-se 25 accoos, na ra da Cruz n. 26, ar-
    mazem.
    Officina e armazem de
    Caes
    ma (inore
    Viola e dous de novembro
    (outr'ora armazem allianca)
    n. 57,
    Ha para vender pedras marmons de todos os
    tamanhos e grasuras, lijlos de diversos ta
    mannos, soleiras e saccadas, assim como solei-
    ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
    irau-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
    tos, tmulos, estatuas, pias, lavalorios, mesas e
    ludo o mais tendente mesma arle, por mdicos
    prjfos.
    Aluga-se uma sala e am
    indepeadente : a tratar na ra
    numero 3i,
    de ama loja
    eBu, casa terrea
    temo
    al
    Preeia-se de nm- preto para o servico in-
    no hotel do universo, Prac^ do Commercio
    l.lrdx de ierra do Reelle a
    rnmrn.
    ConpraoMM dormentes de madeiras de reco-
    noecida duracao para a eonstru (.lo desu estrada:
    trata-se na nu da .turara, escriptoro da superin-
    teo4encia, da 6 horas da uianha s < da tarde,
    nos dias ute.
    O superintendente,
    Aodr de Abren Porto.
    Ma ra da Cadeia n. i, i andar, precisa-se de
    - ama para cozinhar.
    O abaixo assignado faz publico qoe vendeu
    ao Sr. Dr. Alvaro Caminha Tavares 4a Silva a sua
    pharmaeia sita a ra da Cadeia. n. il, livre e d-
    sembaraeada de todo e fualqaer onue. Recife 7
    de maio de 1870.
    gManoel Arthur de Azevedo.
    Vende se urna mulatinlia recodada, de li
    para 15 annos de idade, e com principio de habi-
    lidades, propria para casa de famiiia : no becco
    da matriz de Santo Antonio, casa n. 3. Na mes-
    ma casa se compra urna escrava que saiba cozi
    nhar e engommar hem.
    Telhas de ferro.
    Na ra do Crespo n. 6, ha para vender
    por precos muito razoaveis um grande sor-
    timento de telhas de. ferro galvanisado, de
    diversos tamanhos para cobrir casa e te-
    iheiros que alm de ser mais barato do
    que as tenas de barro e aformosear mais
    qualquer obra muito mais limpo.
    Aeees da estrada de ferro de
    Olinda
    Vende-se 10 accoes, na ra da Cadeia do Re-
    cife n. 28, armazem.
    Vende-se umararteira de amarello com al
    gum uso, propria para escripta: ra de S. Fran-
    cisco n. o i'.
    Piano.
    Vende-se um piano de mesa, bom e afinado, por
    recocommodo : na rpa das Larangeiras n. 19.
    Molina.

    .alma.
    Pwcisa-se de acia ama para o servica temo
    ae ama casa de pequea familia : a tratarla ra
    do Imperado) n. 79 loja.
    Atagalle tima boa escrava para servico Ao-
    iBKK0; ia nu Diteita o. 10,1* andar.
    t
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
    escrivo na eidade de Nazareth desta provincia,
    o favor de vir a ra do Imperador n. 18, concluir
    aquello negocio que V. $. se comprometteu reali-
    sar, pela terceira chamada deste jornal, em Une
    de dezerabro prximo pasfido, e dpois para ja-
    aeiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
    e por este motivo de novo chamada para o dito
    nm, pois V. S. se dee lembrar que eate negocio
    e de mais de oito annos, e qnando o Wm fllho
    se acnava no estudo n'esta cidade.
    ^SS^StI^Si. *tZ% i Honte Pi Portuguez
    em casa de familia por ter ja bastaste pratiea, | A directora, antes de prestar conUs de sua
    que costaba e engomaa. ^ gerencia assembla geral dos associados, e para
    Preci*a-se comprar urna casa com quintaljifl06 nes*a occas'5 melhor possam estes emiltir o
    prefere-se as mas do Seboy Pire? e netmo tA MU Jaizo acerca Na ra da Irtperatriz n. 50, padaria france-
    za, vende-se urna tendedeira e urna masseira, pro-
    pria para um principiante; assim come urna por-
    Cao de ferro velho.
    Vendem-se duas boas casaa reunidas em
    urna ?o, bem construidas, em chaos proprios, com
    grande quintal e cacimba com boa agua, tem de
    frente 180 palmos e de fundo at a barreira de S.
    Joo, sitas em Olinda i ra. do Bom Sueeesso, se-
    gunda depois na biquinha do Rosario : a tratar
    na ra do Brum n. 53, isto nos dias ut la, e nos
    >antil ados na mema casa, em Olinda.
    VenaVe urna preta crioula de idade de 30
    annos, muito robusta e sadia, sabe cozinhar algu-
    ma. cousa e lava bem, compra na ribeira e
    quitandtiraf e propria tambem para servico de
    campo, porque foi do matto e trabalha de fincha-
    da. Um negro de idade de 30 annos proprio pr.ra
    engenbo por ter sido do matto : na ra da Paz
    amigamente roa do rano n. 34.
    JoaquimPioiir ftuesTa- S
    vares de Mello,
    Prucji do Corno Sanio
    Tem para tender:
    Cal de Lisboa. |
    Potassa pafussk $
    Vinho Bordeaux de ].' 0
    qualidade.
    Farinha de man- $
    dioca. ^
    Far ello de Lisboa. $
    1
    Soledade: a tratar na roa do Livrameuto 10.
    J
    AVISO
    Precisase tallar com o Sr, Manoel Pacheca de
    IWIo, a negocio qne nao ignora : na ra das Cin-
    co-ponta9 n. 88.
    Cabo at Escada.
    Precisa-se de um sitio de Javrador va urna
    pwm qa? gnate pintar 40 pes de aataear,
    poretn, qner-se bom cercado e casa : quem JlTar
    annuncie. ou dirija caria fechada eom
    I. A.
    ; Ute ser apresenudos, eonvida todos os senhores
    socios a reanirem-se em assembla geral domingo
    15 do eorrente, as H horas da mannaa, no Gabi-
    nete Portuguez de Leitura, para se eleger a com-
    missio de exame de contas.
    Secretaria do Monle Po Portuguez em Pernam-
    buco 9 do malo de 1870. N
    Joaquim Gerardo de Bastos.
    _______________Secretario.___________
    Precisa-se de ama ama de boa conducta,
    Jia ra do Doqoe de Caxias, attga o'Qdeima- aue saiba bem coser e engommar, para urna se-
    do, n. 46, loja, preetea-se de orna escrava boa co- obon viDva com ara fi,D0 lrar ru* &>
    zinbeira e bons costuoies. Amorim n. 35, i* andar.
    Ama
    Bofeitaria dos ananazes
    Haia da Cruz n. i
    Aluga-se
    Grande sitio na Torre : tratar com Andr de
    Attenpo
    \ ende se urna typographia completa, eom um
    prelo de ferro, varias fontes de typjs, etc. etc. :
    traur na ra Direita n. SI.
    Vende-se ra eseravo de meia idade que
    cozinha perfeilamente mais que o diario de una
    casa, um cabrinha de 1S annos, bom copeiro e
    com principio de coiinha, ama cabrinha de 15
    annos, de mui bonKa figura, eom principio de ha-
    bilidades e outros moleqoes pecas; no 3 andar
    do sobrado n. 36 da anlifa ra das Cruzes, boje
    Duque de Caxias.
    Ha prezuntos de superior traalidade, ditos ero Abren Porto, na ponte do mesmo logar,
    ambre.
    Offereee-se um heoem jara adinmistrar eiv
    genbo, d) que tem bstame pratiea porque jttem mtT0 46,
    Ido por divecas vetes: qnem do sea prestimo ^- N'raa
    Precisa-se de ama ama para comprar e co-
    zinhar em casa estrangeira : na ra do Brum nu
    Angusta, sobrado i andar n. 67,
    : quem tirer e ihwf utisar. dirija-se ao pateo do Terco n. pecisa-se de ana ama para o serrino iaterno de
    tm as inieiaea qae se dir quem pretnde. pouca familia.
    i., oa na roa de Santo Amaro, venda joa- Alura-se
    to do machambomba l^ ^ 5UUlilo
    Ponto-velha, Deaejaae (aliar aos Srs. E. i. F., J. R. do N-
    eb
    - Dsela-i
    acfaanlM.
    dos A. B.; na Soladade n. 80.
    Vende-se a casa terrea n.^1, em diSos pro-
    prios, sita em Olinda roa no oitao do Amparo,
    com 4 ijoartos, corredor ao meio e duas satas : a
    tratar no t' andar n. 5 rna.da Cadeia do Recife,
    Vende-se por naeeasidade una negrinba de1
    15 a 38 aaaos, com tedas as habilidades
    *s Hortas c. J>4, sobrado.
    Wendese por 5004 ata ujoleque' da 15 an-
    nos, cora principjo de effl'io de sapateiro, e isso
    somente por terTim defeito em ama perna, mas
    que nao o* priva de se oceupar em dlfferantes ser-
    rico?: no 3* andar do sobrado n. 36 da amiga
    ra dii Ciujm, hoja Duqae de Caxias.
    na ma
    E1NGENH0
    Vende se o engenho S. Pedro na comarca
    de Porto Calvo, provincia de Alagas, com
    excellentes trras para dois mil p5es de as-
    sucar, extensas mattas, magnifica casa de
    vivenda, situado a tres quartos de leguas o
    porto de Gamella de Barra Grande, distante
    desta capital poucas horas onde tocarSo
    brevemente os vapores da companbia per-
    narabucana.
    O engenho de animaos, poron cota
    urna despeza de dous ou tres cintos de ri?,
    pode ser transformado em engenho d'agua
    copeiro. Os partidos esto s portas do
    engenho,qo pode ser manejado suavemente
    com q inze oo vinte trabalbadores. E' tido
    pela propriedade de melhores trras da lo-
    calidade ; e vende-se por preco muilo com-
    oioflo: tratar na ru do Vlgario n. 31.
    Bom negocio
    Vende se urna taberna no Barro, mesmo ca
    Praca do Capim, oo somente a armario e ote-
    cilios, oamo conrier ao comprador : "ao qual e
    dir o motivo da vrnda.
    Vende se cerveja branca Bass verdadeira
    preta do Barolay de superior qualidade, em boti-
    ]as^ meias bntjas, no armazem de Eduardo Feo-
    loo na rna do Commercio n. 21
    Attenpao.
    toque de Caxias (antifi
    Vende-se na roa do Dne
    na do Queimado) n. 19, chhas de boa panno e
    iKinitos padrde iMBrto covado, pechincha.
    sabe
    : ta
    Ma-
    Vende-se ama negra de meia idade,
    osinhar e comprar, por preco eomroodo
    ra da Soledad* n. 70 en casa de D. Mara
    noela Perein.

    - i



    -

    Diario de Peinaqabuco
    ____
    Terca eira 10 e,Maio re 1870 '
    i T (1
    A V18MDI
    Rna Duque de Caxiasn. 55
    a Toja da VERDADE contitma-se a. ven-
    er por baraiis>imos prveos tidos os arti
    0f> de miudecis e perfumaras do sen
    grande e variado.sort:malo,g*ra*Undo ios
    oiBpradjres toda a siu;eridade.
    Lindas bonefias de cora e wassapor ba-
    ftlisHimo preco
    Esperaos dourados para pendurar a
    tOrs.
    Agulbas de osso para crox a 200 rs.
    Putes irnos para segurar cabello, a
    320. rs.
    Charoins para gaz a 320 rs.
    Garrafa coto tinta azahoe al #000.
    Dita com agua florida ? !< 0.
    Dita com utta. dita a t o U.
    Tnico de J.iyme a I >QO o frasco.
    Frasco coru oleo expresso de babosa, de
    %o a 610 rs.
    Dito com agua de Colonia de 300a 1($300
    Dito com extractos linos a 15000.
    Dito com sndalo verdadeiro a 4(5200.
    Latas com betn mono una de 120 a
    40 t.
    Sabou2tes milito finos e divergs qna-
    dades a 80, 160, 240 e 320 rs
    Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs
    Ditis para fado de 5'K). t-,600 rs.
    Ditas para cabello a 5G0 rs.
    Pentes para a'isar com costa de metal a
    320 rs.
    Dtos ditos ditos de bafalo a 240 e 320.
    iVit-'s para tirar piolbo de 160 e 240 rs.
    Paviospajagszfdm'a a 240 e320rs.
    torneas de cores, ialeiaaie ute modernos.
    oV 160 e 24') rs.
    Pinnas caligrarhica?.m!iitr) finas a 10400.
    Di .as de tanca e mosinha a 800 rs.
    Liados babadinhos e entremeios de 500
    e i$m
    G:osas de botois do lon?a de 160 e
    20rs.
    Ditos ditos para cica a 240 rs.
    Caixacom papM amizade a 700 rs.
    Ditas com envelopes a 480 rs.
    Ditas com obrots a 4 Dius com agulbas fundo doarado a
    28:i rs.
    Tbesonra para costura a 240 rs.
    Linha de marca cusa a 280. rs.
    Carritos de >inhas dn Alexandre de n. 70
    a 200 a 10 re.fj
    Grampos nimio finos, enm passarinhos du
    lia a 200 rs.
    Cartas francesas para jogar duzi.i 31000
    Ditas poringoczas, duzta #00
    Papel almajo superior qnalidade resma
    |#MQ.
    lata milito lina para bordar libra 6,$500
    Fitas para dteos desapato, pessa 160 rs
    Ditas de kim para datara de vestido peca
    40:i rs.
    Caivetes gr ndes com molla a 400 rs.
    Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
    Rosetas pretas para loto, o par 100 rs.
    Trancas do flan de caracol branca e de
    cores d 40 a 100 rs.
    Fi'as pira t*, pe$i 430 rs.
    Alftnetea de lafo, carta 100 rs.
    Sapatinbee de lam para creanga de 400
    3 80) rs.
    Calcadeiras a 40 rs.
    Gravaas-de-teda preta-de *&-60-Te.
    Ditas de croxe, brancas e de obres WO rs.
    Dita de gorgurio de cores a 8O0ts.
    Ra Veriade ro* DaqaedeCt-
    xlas n. &
    Estampilhas.
    Vendo-so na ra da Crutn 8. i anflaY.
    1'
    da. muiw acrediuda marca Rouyer Guillet & C. de
    cognac. nico deposit em PeMaraUuco, era c
    de Carlos P. de
    mero 10.
    Lemoi C, rna do Vigano nu-
    Milho e arroz de casca
    arrea-de case*uwn'erafao-
    tos, no trapichaba eorapanhia: a tratar ua ruh
    da Cadeia-velba, casan. I,'*' andar.
    Milho das libas
    E
    Feijao do Porto
    em saceos grandes, das qnalidades abatan men-
    cionadas, e por menos prijca do qnc em ontra
    pane.
    MILHO rovo
    Feijao mnlallnho Feijao preto.
    Dilo branco BKa rosado.
    Dito amarelto Do frade.
    VENDEM
    Jos do Reg Borges A C, a roa do Vlgario n. 14.
    RENTO MACHADQ*
    Bichas hamburgnezas
    Neste novo deposito recebe-se por todo os pa-
    quetes translanticos bichas di- qnalidade superior
    e vendem se em caixa ou porcao mais pequea,
    e mais barato do qne em outra qnalqner parte :
    na ra da Cadea do Recite n. 51, "I* andar.
    Cigarros da imperial
    fabrica de S. Joao
    de Nictheroy.
    nico deposito em Pernambaco caes da alfan
    dega velba n. S, 1* anda.
    Venda,
    Vende-se a barcaca denominada Academia, no-
    va de primeira viagem a este pi rio e de lot c.o
    de 6000 arroba?, qnem a pretender derija-se ao
    escriptorio de Alfredo A Barbosa Jnior, no lar-
    go do trapiche da companhia. j
    Travessa do Corpo Santo n. 25.
    Os acreditados cylindros americanos para padara, por dous diferentes systemai.
    Machinas para descaracar ajgodo pelos meores fabricantes de1 New \ork.
    Machinas de vapor systema'de locomotiva e polias para as mesmas.
    Cajripbes americanos para transportar volumes em armazens. Tudo por pre -
    fiVESSA DO CORPO SANTO N. 25
    Ji)iq-tin-K9fMS Mtok-lfo-i C.
    Cortes de vestidos de
    blond.
    Acaba de che?ar luja dos arco? rna a
    Crespo n. 20 A. de Alvar > Angust, de Almeid
    & C, os mais ricos edites de vestidos de hk.ml
    que tem vindo a este mercado para casamento?,
    assim como cortes de vestidos de seda de cor de
    gastos inteiramente novu, e tamttem um grarfMe
    sortimento de chapeos de velludo para sebnas
    Vpnde-se cu troca-se por e*as n'*a iMte
    o sitio denominado d- B'.rttiz, antiga ca**d* ta-
    vagem de ruapa, com -grande casa de vivenda,
    senzala parapretos, estribara, baoheiro de pedra
    e cal em agna eorrmti>, haixa psra caphn'
    grande terreno para planfacSes : qnem o preten-
    'der dirija se orara da Independencia n. 33.
    Vende-se um bui e tarro proprio para car
    \ regar assurar on gneros : a tratar no caes. ov>
    j Ramos M 2?, com Antonio Jos Farrnep, por.Vs-
    _ ,tar mra retirar se para Enropa. u
    Acabara de chegar ao. GRANDE BAZA* -----=-r----------------------' ..a-.
    mmn'hP.t ., ^ jj .,.r..' VenVs*orna casa terrea emchan propnoa
    UNIVERSAL, a ra Nova n. 22^-CAB|fElR0 Ba tr^^ de S. Jos : na ra de Hortis n. 30
    sortimento de enrenes ae ,Vunnaom completo sorumento de ma- Fe dir qnem vende.
    Toacas sapatinhns meias de seda emais seda para vestido. chinas para costura, dos autores maisco-i veades> a loja de taottem da roaireito
    .ertences para 'baMhad&s. i parftimarias de tridos ns'aittores os mais ntiecidos, as quaes esto em expsito no n a : a tratar M venia ra n. a
    Fitas com inscrip^sprop^ pira-bmi- acreditados em oxtratos, pomadas e leos tobo BaEar,jrarant*ndo-se a suabaqoa-
    e finalmente cwtros muitos objectos qne n?o hlhde. e tambera ensma-se com perfeicao
    i
    A AGOTA NEGRA animada com o bom accolhimento queVe've em seas Miran-!
    ios, vem novo participar a seos fregnezes qu. -acaba.de..WMbar aai variado.sort-;
    nento de objectos de gosto os qtvaes sero veidos por /.precog'iroaio razoaviis^pois
    raando fez os seos primeiros anuncios, fui o ^|iie-s3garou,fetsn>it*:do flerrar,
    wrqoe como j disse osla interesses ligada a ama :asa dBjrjrtttioradetta prtea, e
    xtr isso poder tertudo especial e vender por;pces ltireis.-CJMma ptiscaitten-
    lo do cus fregaezes pnraos artt^os posaa duserevor : i
    Livros com o Urapo.deniifim,.Hlre- fflaMfd sortimettts .de coaruteiras e
    lerolae'tartaroga, ^roprios paraiantsaa. jpaHiteiroside poroelaoa,
    Garafinhas vazias propria? para presentes' xentos para voltarete.
    *** ff*0.- ...., 0 A(,,,nrn j Bengalls com maffim, consa especia!.
    Iudispensaveis ie palmna e de conro pro- &
    irios para senhoras e meninas trazer nos. Sabnnetes de alcatrao.
    irados. i Cofres de fulhas para dinheiro.
    Bibocnlos d> roadreperola,- mariim e tar- Lindas caixas.para costara,
    .anwa todos esmaltdos. Uin ompiato sortimento de loras de pe
    Cintos iargos de setim, ecusa sateiramen- yca
    COSTURA
    Filas de sarja de todas as dres e larg-
    is para lacos.
    Tahigorce para bordar.
    Um completo
    Vende-se no
    roa da Cruz n.
    Azulejos
    armazem de
    2fi
    J. M'ireira Das
    A ella, antes qne se acabe
    Na rna DireiUt n. 9 tem la de tudos as corea'
    para bordar, pelo diminuta pre?o de fteOO a
    libra.__________________________________i
    Caf do Ceara' |
    Vend^-se ptimo caf da sorra d'Ara'a-
    nha, Cear: ra da Cadeia do Recife
    n. 5._________________________________'
    Nao mais cabellos broncos.
    A tintura japoneza pa:-a tiricia os cabellos
    da cabera e da barba, fu; a nica admittida
    Expofo Universa!, por ter sido pcco-
    ohecida superior todas as preparacocs at
    hoje existentes, sem alterar a sade.
    * Vende-se a 4^000 caa frasco na
    Rna da Catta n 51.
    raet de-Doiva,
    Ricos vasos com -p do arroz. -possivl- mencionar ; mas com a vista se
    m variado sortimente d3 jarros de por- certificaro do sortimento deste estabele-
    ;9lana. cimento.
    Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
    Epfli
    a todos os compradores. Estns tnacainas
    s3o ignaes no SQU'tTflbalhoao de 30 costo-
    reiras diariamente, e a sua perfeico tai
    como da melhor costureira de Paris. Apre
    sentam-se trabalhos ejecutados pelas mes-
    mas, que muito devem agradar aos preten-
    dentes.
    O,. iraiar no nemeu,
    hvro para o mez de maio deiro deGn>mao
    kcha-svenda na ra do Imperador'n. 15o a*j
    Gal nova de Lisboa
    descatrer;da h>^e do patacho Mara ; e vetid
    J aquim Jos'fiamos, na rtta da Cruz a. 8,' ph-
    meiro andar.___________________________
    Vends-se urna parte do en?enho Pnrpatorio
    de grande produe^So para agricultura, sit> -b
    freguezia de Igiiarass, assira con se vende o-
    tra parte do engenho Corte de Cima, annexo ao
    purgatorio, ne muito convem comprar ambas: a
    tratar no Remedio com o Sr. An onto MeneiioCor-

    Acha-sesr venda na ra do Imperadoi
    lem eenheeado livro do moz de maio, contendo
    alm do mais, versos, etc, e tambem es eadernos
    de versos propri>>spara a mesma deoc3o, nitida
    tmpressao, e preco mnilo eommod\__________
    Vende-se
    um terreno-na Torre com 100 palmos de frente e
    3J0 d fundo, em bom loeal por ficar com a fren-
    te pra owcenle, e em quina de urna ra esperto
    di
    rad
    1. andar.
    ]f.7 Ra Nova N.7
    A*ba de etiegar este montado estabelecimento novo sortimento de 35
    bom calcado para homens. para senhoras, para meninos e meninas, cscolliido jK
    as miis importantes e conhecidas fabricas premiadas de'Pars. fsqn:sita e fina $
    perfumara de'Goudraye de Pi'erlavas de-pellica de Jouvin, ospslhos. le- JK
    ques. obras d" odro. aisinhas de castora, e um sem'numero deslHS e mitras ^
    ?5 quinqnharias fra'cczas de mnilo goto e phannsia. e a mais interesante va-
    ?^ edad: de brin'Tidosfr:n<5eres e aHemas para entretimento de craofiai ^
    PIHA A FESTA
    3 portas, 1 >ja de furragem
    53-Eua Direita-53
    Neste grande estabelecimento, ba para vender
    nm completo sortimento de ferrugem, e mindeu*
    Qnas e grossas, como sejam bandejas chiaeta
    quadradas e ovaes, facas e garfos He 1 i bo-
    s^s sacras -c Sssa? ugsnass^
    de ferro como de porcelana, moinhos para cal o>
    ;diversos lmannos do fabricante Jopy.pesoskilo-
    graimos, tanto de ferro como de laao, melro
    ! para medir fazenda tanto de ferro como de tao.
    o i salitre, bren, barbante, enxofre, ppel marca via
    (-,-jp Mi-nnreni im rna dn do, do verdadeiro Picardo. mchicas para dejea-
    .ranne armazem na rna a .^^ z^lo. aira de oolros arllg08 de tmu.
    impc atri. n. em mndezas entilaras finas, qne soco a vts-
    Neste grande armazem vende-se lon^a mgieza
    futa* e ordinarias, apparelhos de porcelana para
    jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
    tos e de festos modernos ; assim como grande
    wlimento de vidros finos e ordinarios, que ludo
    se vender Unt a retalho como por atacado pelo
    mais barato prei;o que em outra pualqner parte_:
    chamamos a atteni;o dos freguezes, qoe sera>>
    convenientemento servidos tanto nos commodos
    precos como na bda oualidade das fazeadas.
    LOUCi
    ta so verifica: na ra direila n. 53 loja de 3'per
    ta' de Mannel Tentr. de Oiiveira Brasa* C
    GAZ (AZ AZ
    Chegon ao antigo deposito de Henry Porsier *
    C, rna do Imperador, nm carregamento de i,
    de primeira qnalidade; o qnaj se vende em parta.,
    e a retalho pr,r menos prei;o do qne em outr"Ba
    quer parte
    6 0

    RA DA IMPERATRIZ
    DE
    rraade estabelecimento eu-vjotrar o respeitavel publico, o u grande sortimento de fatendas. domis aparado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se ihes promette vender por precos
    visti que os novos indos JesU firma adoptarara o systema de so vennderem ia\!li;iitO ; para poderem vender pelo custo, li nitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociam em menor escalla, nesta loja
    muito mais barateado que
    Nfodj
    mt >h:'.r.\ j i' rr p:trle.
    e tnaanuo poderlo fazer os se is sortimentos pelos mesmos presos quo compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se oao os vros das amostras, ou so mandara levar cm^suas casas, para melbor po-
    derem escolher.
    OamnraZa K:i3*sa de l-VlX) rs. cada una, perbtncha.
    W: a PALMAS Bfi LAHUUItA A *!G00, CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
    9bQ60 e Ziaj RS. j O Pavo tem boai-as ca^emiras escos>e-
    Ctegaram BM cambraiassuissas n quadros grados e miados e ou'.ras
    tranparent^s, sendo o que ha de mais fino lisas con listras ao la io, sendo azendo
    prra vestidos e vende-se pelo barato prer^o raailo iim qoe se vende mais barato, por
    de 1/liO), 2.-J030 e 2^00 o metro, tendo haver grande porfo,
    tambem la ovsmas, porm inglezas com CORTES DE CISEtfIRA PRETA A 4:500,
    a mesma largara qne se vendem a ItJOt 0, i O Favao tem os superiores cortes deca-
    el^iS)o m<^iro, setdoapenas precisos des-1sem:ra> pratasenfeitalas pelo barato prefo
    ti larga far.^nd i para s>. fazer um vestido
    4 ou 4 i/ met-o-i. pe 'hincha,
    SATAS B>')RDAD\S
    Vende-se um bonito so'tiinenlo de saias
    brdalas cot 4 paaaos, assim como ditas
    s promptas, di liastohi, ene3gadas com
    Bonitas barras bordadas a la por prsjJM
    rcnito em conta.
    PANN ) PARA SATAS A UOOO, 1^280 e
    10300 RS.
    Venle-se boniias fazendas Jproprias para
    aias sendo com bordidus e pregas a oro
    lado, dando a largura da fazenda o compri-
    raento da Ma e veade-se Dlo barato preco
    de lfO.10,152^D e 1550), cada metro sen-
    di preciso 8pe'ias .'! ou 3 i/i metros para
    cada saia e^pecliiii^ha.
    Pannos c eieenras nredsrs.
    O l'i'vlo vendo grande porf ? de pannos
    pretos domis b'ti^o at o mais fino, por
    preco qnj a1 aira, ?.;m como om gra de
    ortmieotn di casemlras pr-tas para calcas
    qne ?e vead i por preco m^is barato do qne
    em nirtra q'uqoor parte.
    \reMlAa brsaeos a 134kO9 rs.
    O Fjvo vende o.-iisanno^ cortes de ves
    tios de cambraia tranca, rirament bord<-
    das e c,ora murta ;Cazenda -prto barato proco
    l'ANNO DE LINHO.
    (Svegon um sprtimerrto d pecas de pan-
    no de liaho flo Porto, que so vendem de
    700 rs. at liWOO a vara, garanttodo-so
    de y."00 rs. o cort,
    CASEMiRAS RASPADAS A 800 RS. O C0-
    VADO.
    0 Pava o ;cnde excellente fazenda de pora
    la com as cores escu as muito praprias
    para calcas, palitos, coates e roupa para
    meninos q-ie frequ ntam a escolla por ser
    urna fazenda leve, escura e de muid dora-
    Cao, peebincha a SOM rs. o covado ou a
    8'M) o cort1. de calca para hornera..
    FINAS BARGES A 610 RS. t) OVADO.
    0 Pavo tem as mais lindas bareges de
    la sendo m>ias transparentes, com urna
    s cor, tendo : ly;io, azul, rosa Bismarck,
    roxo, etc., tendo muito boa largura e liqni-
    da-se por 640 rs. o covado, por se ter f.-ii-
    to urna grande compra, assim como ditas
    mais estrellas de urna s cor com listras
    iinitacfr de seda a 560 rs, o covado, e .pe-
    chincha.
    ALGODOSINIIO A 8*000COM 2i JARDAS
    O Pavo vende pecas d superior algo-
    dosinho largo proprio para todas a obras
    por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
    so de 8^0'K), peebincha.
    PEQAS DE MADAPOLO A 3-5500.
    O Pavao vende possas de muito bom
    madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
    barato precede 3#500.
    P2CHINCMA-EM Al/JODO A 4J000 RS.
    O Pavao est vendando pecas de algodo-.
    sinho francez, tendo 4 palmos fie largara e
    qao em fazenda di linho n>ha nada melborcom 11 metros cada pesa, polo ,barato,pre
    iwm mais proprio para lences e toilbas. de 40000 rs.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
    de'8. KM.-l^e *(WW00.
    Chegon para a lojidu Pavio om grande
    jortiment'. do> bonitos e ri(.os cortinados
    Lord dos, proprios para camas e jaoellas,
    jjae so tenlei de 8500-1(0 par. ate o mais
    ro q" vem o 'mercado, e vende-se mais
    burato cue eni otttra qualquer parte.
    CERA DE CARNAUBA.
    Vendase superior cera de carnauba em
    saccai, mais tarah 'da. qne em outra quab
    mor parte* pa ra da, Imperatriz n, .60,
    4mJo Pavir.
    ooe'
    da-s
    CROCHS PARA CADEIRASE SOFA'S.
    O Pavao tem um g'ande sortimento dos
    mais bonitos crochs para cadeiras, 6ofs
    mesas, almofadas etc, proprios para eo-
    brirp'-esi'ntes e ve,nie-se mais barato do
    que em outra qualqoer parle.
    Al2dl*o eafes4dli>.
    \"ende-se urna grande porcao de alg^o
    sinbo americano com 8 piamos de largura,
    proprio para lences e loalhas, tendo liso e
    trancado, que sevende por preco muito em
    *(V)t3
    CRETNES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
    E 800 US,
    Para o Pavo chegaram os mais bonitos
    crotones escuros matizados, proprios para
    vestidos, roupo, chambres etc. qne se
    vendem 800 rs. o covado. assim como o
    mesma fazenda compadros claros proprios
    para vestidos e roupas de meninos a 640
    rs. o covado, sendo os padrees mais mo-
    dernos que tem vindo ao mercado.
    O5SETINSPOPAV0
    Vende-se es mais bonitos setins de cores
    e mais encorpados, proprios para vestidos
    tendo de diverses cores.
    LA AS ESCOSSEZAS
    LAS ESCOSSEZAS
    LAS ESCOSSEZAS
    A 560 rs. o covado.
    Chegou para a loja do Pavaj, o mais
    elegante sortimento das mais lindas |faz-
    nhas escossezas com fios de seda, as quaes
    fazem o mais delicado efieito, para vestidos
    de duas saas, e vendem^e pelo baraiissi-
    mo preco de 500 rs. o ovado.
    CRETOXES COM W PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10K)00.
    1*000 -RS., | .
    O Paifio tem um. nova remessa oamui-^ Pava0.fe,z Dma grande wmpra de cha-
    j-. a T~" neos de sol de pura seda, ing ezes, com as
    to acreditada cretone proprta para lences J ennH(1 'nJa n^rn ns
    tendo-10 palmos da largura, dando na lar-
    gura o comprimento do lencol e vende-se
    pelo barato prefo de 25000 o metro, sendo
    preciso apenas para um lenco! um metro e
    urna quarta ou metro e meio.
    GROSDKNAPLE3 PRETOS DE 15500 AT 7J000
    Na loja do Pavao encontra o respeitavel
    publico um grande sortimento de grosde
    naples pretos de todas as largura? e qna-
    lidades, tendo d31# >00 o covado at 75000
    e 8'$O0j, que se vende por preco muito
    em conta.
    PARA BAPTISAD0S
    Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
    chovaes para baptisados.
    Caries de chitas.
    com 10 covadus a 3/SOOO.
    Vende-se corles de chitas finas tendo
    escoras e alegres com cores lixas". sendo
    fazenda de muito mais dinheiro, p-)lo bara- saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
    to preco de 340>0, tendo 0 covados cada tos mais novos que tem vindo, e liqoida-se
    um, pe^hiftcha, para acabar com o resto, a 5000, tendo -cada um seu competente
    CASSAS FRANCFZAS. figurino.
    SEDAS DE LISTA
    SBDAS D LISTA
    SEDAS DE LISTA
    a 23000 o cova Chegou para a I ija do Pavao
    CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PEg.A.
    S o Pav3o vende pecas de camb.-aia
    branca transparente, tendomaw de vara d
    largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
    ue' sempre ?e venden a7# e 8r>:KiO. li jui-
    se pelo barato preco de 4^'JOO.
    Ao* dez mil carados.
    De lasinbas a 400 rs.
    O PavSo vende pelo barato pre^o de 46
    rs. o covado, ume funde porf^o-.de llisN
    tibas com listra mitirdihas tendo as mais
    lindas cores e lustros iajiticto de pouoqj
    Hna de seda, peebiaebe,
    um/granoe
    e bonito sortimento das mais Tmdas sas
    de listas con as mais delicadas cores, tendo
    entre ellas algumas qne serven para lato, e
    vendem-se pelo barato preco de 4^100 o
    covado, -peebincha.
    FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
    Encontra e respekarel publico oeste es-
    tabeleciraen'o om grande sortimento de fa-
    zendas pretas, como st^am cassas rance-
    zas e inglezas, chitas pelas de todas as
    sendo neste genero os
    melhores qne tem vindo ao mercad i, e li-
    quidam-se cada um pelo proco de 10#000.
    ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
    OS PRECOS.
    N'este grande estabelicimento encontrar
    o respeiiavtl publico um grande sortimento
    de roupas. seudo-pats e sobrecasacos de
    panno'pfetole>^azemira, calcas e coletes de
    brim branco e de cores, que tudo se vende
    mais barato do. que em outra qnalqner parte ;
    assim como um grande sortimento de ca-
    rnizas francezas* e inglezas, e cerolas tanto
    de linho como de algod5o e abundante sor-
    timento de meias croas. *
    VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SATAS.
    0 Pavo vende urna grande porc5o de
    cortes de vestidos indianos, tendo duas
    Cb-garam para a loja do PavSo as mais casemiras MESCLADAS A 3 0 COVADO
    lindas cassas francezas com delicados pa-
    drees, tendo para todos os precos e qnali- O Pavo tem para vender bonitas case-
    dades, dando-se todas amostras, ?ssim como miras mescladas e bastante encorpada rftra
    om Bonito sortimento das mais lindas chi- roupa de homens e meninos pelo barato
    tas francezas escuras e alegres, que se ven- preco de 3dU00 cada covado ou 5;>00 o
    dem muito em conta, e tambem se dao corte de calca para bomem.
    am C.tesdecasemraa450t0, cada ora. PAlirkQ nnr maA\a
    Vende-se bonitos cortes de casemiras -UU.|Hl JIUI UlCUlUa.
    dars e escuras pelo barato preco de 40, .,,.,, j i..
    oa a 25*00 o covado, tendo duas larguras, j Na loja do Pvo manda-se teer qualquer
    / T>eca de obra a vontade do fregoez, para o
    IFEClHi&'ClI A q0 tero um perito alfaiate, responsabetisan.
    .lise os donosdoestabelicimento porqual-
    EM CAMISAS DO PAVXO A 45300 RS. quer falta que pana 'bavir, quer por de-
    Vende-se nm bonito sortimento demnito mora, $uer por qualquer dfeito na obra;
    finas e modernas camisas inglezas com pei- e para isto enfottra o respeitavel pnblico
    lo e colarinbos i* -lbe e punhos, pelo um grande sortimento de todas as fasendas
    baratissimo praco de 4,5500 rs. cada rana qne desejar.
    & aos fregaexea qae comprarem dozias se
    rae ar um abalimento, garantindo-se que
    fazenda quo vab multo mais dinheiro,
    BRAMANTE A 1800.
    Vende-se superior bramante com 10 pal-
    basrnas, mefios. etc. que tado so vmde |R. ^ 'nh bardadas e ditas de algodlo, um apenas 1 e 1/2 metas au i e 1/4 h pe-
    por preco barato. ,.par* todos ns procos. chincha,pelo preco.
    A loja do Pavao estA constantemente aborta, das 6 horas da manMa A 9 da nonte
    ALPACAS LAVRADAS A 6i0, 800 E
    1,000 RHS.
    Chegou para este grande estabelicimenu
    o mais bonito sortimento das mais moder-
    nas alpacas lavradas de todas as cores. qo%
    se vendem a 1$, 800 e 640 reis o covado.
    assim como om grande sortimento de alpa-
    cas lizas d todas as cores
    Basquinas.
    Chegarlo as mais modernas basquinas
    ou jaquetinbas de seda preta, ricamente
    enfeitadas a vidrilho, tranca e setim pret
    tendo de todos os modellos, os mais novos
    que tem chegado e vendem-se por preco*
    muito razoaveis.
    POPELIXAS DE SEDA
    POUPKLIXAS DE SEDA
    POIPELLNAS DE.A
    a 2^000 o covado.
    0 Pavo acaba de receber o mais efe-
    gante sortimento das mais lindas verdade-
    ras poupelinas de linho e seda eoro os pa-
    drSes mais delicados qoe tem vimloao mer-
    cado, tendo entre ellas cores proprias para
    alliviar luto, e vende-se palo barato preso
    de 2 Cambraias brancas
    Vende-se um grande sortimento das tue
    lbores cambraias tanto" victorias como trans-
    parentes tendo de 34500 peca at a man
    fina que vem ao mercado.
    ESPRT1LHOS A 5*000.
    Vende-se om bonito sortimento das me-
    lhores e ma* modernos- espartimee tanto
    do barato preco de 55000 at 8000.
    CHITAS FINAS DE 320 A 500 S.
    \'ende-se o mais elegante ?unwnt das
    mais modernas e bonitas rtt tanto mi*-
    pdas como gradas, com cort* r*s e **-
    curas, dando-se de todas amow**-
    FUST6ES BRaRCOS A 0, 00 E !**.
    Vende-se muitt lis fostoes brancos
    muito flexivel propias para vestidos da
    senhoras e roupa.p#i Meninos e vende-
    a 640, 800 e 10200 ts. e covado.
    cassas wu
    O PavSo est vendnd- bonitas, cassas d
    cara flx a 24O,H'*^00 rs, o covado


    V
    1
    V




    . >T< rtt I" ___ avli*far.ia.'I ,1
    Diano de Pernambuqp Terqa fera 1 de Maie de. 1870.
    E^uin-da ra di Aurora einniHiMtetJo caf Imperatria.
    tai*** i..fWiN^S-!,n^U08ft ftWecirnent Je fazendas encontraro as Exmas
    or odos os^^tesVaTZJ^JS* d E de meM*r Sfi enconlra aeste **
    mais apiado fsto,2fVrWre,li ^"incote *"<* arti*oe de-moda e
    ^
    servir sua numerosa fregnexia.
    IOJA
    >*
    ^aliSida.C J680^8 e t0",has d Gase com ,stras ^eda e flores, fazea
    Hidades que costuma wao mer- da inteiramente nova para vesdos d 3.
    Qafoi
    ASMS .d t0(l08 0J padrees e qualida-
    f V4m jMMB8eiamtisicas para collucar retratos,
    "lo-, presenta para ooalquer peasoa de
    AtoaMdo de liuho e algodo,
    4**frfcs propnos para toalh&a.
    Gravotas p.ra senhoras e homens, o mais
    completo sortimento que se pode desejar.
    Guipure preto e branco, diversas largu-
    ras^ diferentes gostos.
    Collas e puobos bordados para senboras.
    - Guardanapos d liu'bo pequeos e eran-
    branco e des.
    GnrgurJo de sera, preto e de cores.
    Grosdenaples preto e de cores, haven-
    mm ivii) iDE
    BtMuinas de se,etas emuitomoder-'do d^' oa,,S exlT*
    , beca como decrocht, ludo da apurado qualidades e gostos.
    nss,
    COto e
    eio.
    Japonezes para'senb >ras, o melhor gos-
    ^^nT,*ltn'JSS11001 tolLe. a*nda PPri Pra as.festas nosar-
    rabaldes e passeios a tarde.
    a
    LSaembas de todas as qualidades, cores
    e-gostos,naoOcaodo nada a desejar, tal
    o sortimento que existe para escolber.
    Uncos, tudo quanto pode haver desee
    esguiao ao algodlo coinmum.
    Leques de madreperola e osso, o mais va-
    nado sortimento.
    Ligas d seda, bordadas, para senhora.
    adec6res para sentara e meninas,
    Bareges de cores variado sortimeoto.
    Babadiubos ou tiras bordadas em todas as
    guras.
    Betoutina de todas as cores.
    Bolsas de tapute para viagem,. grande
    variadadea da tamanhos e gostos.
    Bomtam'na preta de todas as qualidades.
    Bramante de linbo de. ti palmos de Jar-
    ifa todas as mais qualidades.
    ^taobas de iinko e algodo, grande sor-' Lovas de Jouvin, cfaegadwpor todos oVva-
    nrins'no i k k j P0!*8' semPre novo sortimento, quer em
    J2 J branC e de Crr d0 mm **"" Para homens e senhoras, quer em'fio
    Maaodoao mais caro emqual.dade, affian-. d'Escocia, brancas e de cores
    ando o que ba de melhor na especie. i s-r
    Brins d'algodao completo sortimento e Jftdapollo; indescriptivel o crande sor-
    'edade de pre;os tinento que ha neste genero, desde o mais
    r.. Ha a elevado preco ao menor, que se vende em
    aSffffJ leS' maiorKSOrmeDt0' pri- peca e retalho por menos do que em Z
    lift g0SU> e baraleza' atteQtas tra qoalquer parte. 4
    **r^hf!Sk Man,as de b,ond P9 vas: o apurado
    Jd?3? IT faPid*8,6 ^P*- PJ dos correspondentes em Paris
    rS'Jl^ ^ S/ ?rekC0S- ha>iia.nos a diajr quitemos em nosso
    Caawiobasde cambw.a de Imho e cas^a estabelecimento o que de melhor se dse
    Midas ricamente enditados para Sras. ja para vestir e ornar orna noiva.
    Camisas para hceos e meninos, t3o va- Mantas prelas de blond.
    nad* sortimentoque vai do mais ordinariot Manl^s para carros, com lindas pinturas.
    Merinos pretos, trancados e lisos.
    Musselina branca e de cores, lindos e va-
    Quaudo a AGUIA BBRNC.^,.maisprecsa scieotifiear ao respeitavel publico en
    geraL e em particuUr a sua boa freguesa, da immenswlede de objectos que ltimamen-
    te ten recebido, justamenta/<|oando ella*meaos o jwde/azer e.poraoe essa falta invo-
    ' Iuntaria.ella confia e espera na benevolencia de todos que Ib'a aiLeodero continuando portanto a dirigirtm-se a.lbem conhecidakja da,ACUA BRANCAS ra d
    yueinado n. 8,45nde sempre aoherao abunaucia em.,soiimonto de .superioridade em
    quadade, modicidade em preeose o sea nunca deamenttido A6BDQ E'SINCEBJDADE
    . Do I*8 acim* Ac dito se couheceque tmpor, empregado apezar de seus cusios no desempenho de bera servir a aquelles que a
    honram procurando prover-se em dita toja.do que necossitam. entretanto sem nnume-
    rar os objectos que por sua natureza So mais conhecidos ali.ella rosumidaraente indi-
    cara aquelles cuja importancia, elegancia e. novidade os toraatn recommendaveis, como
    Corpinhos de cambraia, primorcsmente
    StJ
    nua do crespo o. f
    -' Os proprntarios ilctte beni conheoido esiabele-
    eimeote, alm dos muitos objectos que linham cx-
    pasto g apreciado do respeitavel publico, man-
    aaram vir e acabara de receber pelo ultimo vapor
    da Europa ura completo e vanado sortimento de
    finas e niui de'ica Jao resulvidos a vender, romo de seu costume.
    por presos muito baratinhos e commodos para to-
    dos, com tanto que o Gallo....
    . Muilo superiores iuvas de pellica, pretas, bran-
    cas e de mu lindas ores,
    i alui beas e bonitas golliuhas e punnos para se-
    nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
    Superiores pentes de tartaruga para coques.
    Lindos e riquissimos eneitos para cabecas da.-
    Exmas. senhoras.
    . Superiores trano pretw e de cores com vjdri-
    uaos e sem ellos; esta faieuda o que po de melhor e mais bonito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola.
    marnm sndalo e osso, sendo aquelles braneo
    comjmdos doseohon.e estes pretos.
    Muito superiores meias o de Escossia para se-
    nhoras, as quaes sempre se venderara por 30iXX>
    tuia, entretanto que nos as vendemos por 20
    mdestas, temos tambem rande^sortin^mo d por Ccmmodos preos"."huitiZ*
    lo a quem iinpr;ir om porco.
    outr.is quahdades, entre as quaes algumas muito
    lliHS.
    BRACO DE OURO,
    Ra do Imperador n. 26
    O respeitavtl publiso eocoatrari neste
    estabLlK-imti.to dianameoie pm comuleto
    soitimtiUo de pasWtena. bJlios rigieses
    podins, pads-de, prgsentos (k>s utiimas
    cnigados ao mercado, sal me de' lioo, bo-
    liubos tinos de todas as qnajidudea par?cbi,
    anivnloascDft-itadas. coafe-tos, b-mboios,
    pastilhas,- chocolate" trancez em 1 bras pas-
    tilhs do mesmo .cartoxos e carteiras com
    st is charutos de co dale i add urna, este
    sortimento de discolate do mxh acredita-
    do fabricaote de Parise o melh-jr'que at
    boje tem \ indo, ao mareado.
    Vinhos portupuezes, figueira muito sope-
    i ior. Os mais genuinos e sope iqres \nbos
    d> Porto, moscatel e Setnbal, o illusirade
    ublico enrnntrar msie fst^be^cmento
    jea-
    \
    enfeitados com flus de setim e.obras essas
    cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
    os os ternam apreciados.
    Fitas mni largas de diversas cores e qua-
    lidades para cintos-
    Leques uesse objecto muito. se poderla
    dizer querendo descreve-los miauciosamente
    por suas qualidades, coree e desenhos, tal
    o grande e variado sortimento que acaba
    de chegar, mas para nao massar o preten-
    dente se lhe apresenlar o que poder de
    melhor.
    Entremeios era pecas de 12 tiras.
    Guipure branco e preto de diversas qua-
    lidades e desenhos.
    Ditos de algodso com flores e lisos.
    Veos de seda para chapelinas e monta-
    ra.
    Meias de seda para noivas.
    Ditas abertas de fio de Escossia.
    Costumes ou uniformes para menioos,
    Enxovaes completos para baptisados.
    Capellas brancas para meninas.
    Grandes sortimonta de flores finas.
    Fil do seda, preto.
    ' PERF'MABJA
    Grande e constante sortimeoto de dita,
    sempre melhor quajidade.
    Lindos vasos cora p de arroz e pinsel,
    CairJi.has com ditos aromticos.
    Bonitos e moderaos pentes dourados
    para circular o coque.
    Bonitos brincos da plaquee.
    Adereces e brincos de madreperolr.
    Caivetes finos para abrir latas.
    Thescuras para frisar babadinhos.
    Aspas para balo..
    _ Xovos stereoscopos cora 48 vistas, as
    quaes sao movidas por un machinismo
    urnas substituem as outras.
    Vistas para stereoscopos.
    Bonitas, caixinhas de vidro enfeitados com
    podras
    Ditas de raadeira envernisada cora vispo-
    fas e coro, dminos,
    Bollas de borracha para brinqoedo de
    aaadapelo ao.raais perfeito bordado de li-
    Camisas de raeia, de flanella, brancas e rados padrSes.
    de cores para bomem.
    Caseairas pretas e de cores, o melhor
    23
    Pannos pretos e de cores, desde o mais
    |ue se pode imaginar, sendo d'isso a me- barat0 ao mars superior, por preco muito
    .or prova o grande con6ummo dellas na, camodo.
    Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
    i de casemira muito finos para
    oficina da casa.
    Gpellas de flores, para noivas e bailes,
    para senhoras, do ultimo
    Jesde a mais candida flor de larangeira at mesa
    1 SlLnlerssaot gfQalda' Peitos bordados de linho, lisos e 'de al-
    Oapelmhas no melbwgosto,de todas as godlo para camisa.
    tfres boje preferidas pelas senboras del Princetas pretas e ^e cores
    ^S/rffJ"'?!" nan!?da-- I Popera do seda e linho, com listras e
    LOapeos pretos de velludo, para senhoras,, flores ; fazenda lindsima.
    iltimo gosto de Paris. Pelherinas
    Chapeos de sol, para senhoras e horneas, gosto.
    de todos os pre;os e variados gostos. Perfumaras ; os mais finos extractos o
    Lftaly com ricos padrees para vestidos.I que de melhor e mais agradavel se pode
    Cuates de todas as qualidades, avallado i encontrar neste genero, e de mais fracaate
    omero e nao menos variedade de gestos, e suave no olphato, temo PAVILHO DA
    Untas, eimpossrveldescrever o sortimen-; AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
    o e variedade de padrees e nevos gostos,; da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
    a neste artigo tudo quanto se pode desejar. \ mente tudo quanto deve oceupar o touca-
    Linios para senhoras o que se pede ima- dor de urna senhora de costo.
    jiaar de raalhor.
    Coques, o melhor no gosto e nos enlej-
    es, varios tamanhos.
    Colchas de seda com borlas, o mais apu-
    *ado gosto e lavor.
    Ditas de fust5o branco e de cores por
    procos commodos.
    Tonquinhas de fij, sapatinbos bordados enancas.
    6 SS2? dlktosi ,- Diversos obJectos de Porcelana, proprios
    camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbas
    S0RT1MEVT COMPLETO
    i: iiOLiiiiios
    iHW4ZE\S
    NOS GRANDES
    DE SKCX'OS
    T
    SEL
    Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
    cora folhos e sera ellos, o melhor possivel,
    Sahidas de baile, de todas as cores.
    Sedas pretas, de quadros, lavradae, lisas,
    de listras de todas as cores e qualidades e
    o mais barato possivel.
    N. 23Largo do Ter$o.N. 23.
    DE
    S1MA0 DOS SANTOS ft
    Boas bengalas de superior canna da India e
    easlao de nurfim com lindas e encantadoras figu-
    ras doi mesio, neb^ enero o que de melhor s>
    node desejar alm dektan temos tambera grand.
    quantd*d* de oairasqualidades, como sejam, ma-
    deira, baieia, osso, borracha, etc. etc. etc.
    Fms, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
    de outras qualidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as uieia?.
    Boas meias de seda para senhora e para meni-
    nas de 1 a 12 anuos de idade.
    Xavalhas eabo de marfim e tartaruga para ftzer
    barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
    fiMidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
    em assegiirams sua qualidade e delicadeza.
    Lindas e bellas capellas para noiva.
    Superiores agulhas para machina e para crox
    Lmha muito boa de peso, frouxa, para encher
    labyrmtho.
    Bons baralbof de. cartas para voltarete, assim
    como os lentos para o mesmo tim.
    Grande e vanado sortimento das melhores per-
    fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
    fumistas. r
    COLARES DE ROER.
    I Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
    ll^ra / dentic>0 Jas innocentes criancas. So-
    mos desde muito recebedores destes prodigioso
    collares, e continuamos a reccbe-los por todos o.-
    vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
    tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel
    les que delies precisarem, vir ao deposito do gall
    vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
    deu-os collares, e os quaes attendendo-se ao flm
    Sara'que t,ao applicados, se venderao com um mui
    iramuto lucro.
    Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
    aeclarados, aos nossos freguezes e amigos a viren)
    comprar por precos muito razoaveis toja do ealk
    vigilante, ra do Crespo n. 7.
    para
    COGNAC.
    l(r

    Patio da Penha
    de
    10
    Corpinhos de cambraia, ricamente borda- Saraelim de todas as cores e qualidades.
    los para senhoras.
    Cortinados de cambraia bordados e de
    fil.o que de melhor se pode desejar.
    Colarmhos de linho bordados e lisos, o
    naior sortimento.
    Damasco de la d?9 palmos de largura \\
    laidas tres e ricos padroes. fin0 trabalho ao raais barat0-
    Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
    cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
    manhes desejaveis, e em peca para co-
    vados.
    Toalhas do labyrintho, do maior
    Toalhas de linho e algodo de todos os
    J^SiS^iLS T Se"' tt^fe.. cores,
    unas, e o melhor nes.6 genero; fa8eoda muito nova, e gostos delicados pro-
    aeohuma Sra. deixar por certo de muir
    e de to precioso auxiliar perfeieSo de
    Gmcorpo delicado.
    Entremeios bordados.
    Escomilha preta.
    Enfeites para cabeca, ultima moda
    r*aris, recebida no ultimo paquete.
    ; pria para baile.
    'var-
    Vistuarios bordados de fusto brancos e
    de cores para meninos, de cambraia para
    ; baptizados, o que de melhor tem viudo a
    de este mercado.
    Vestidos de laa
    jsrs'^s? "*'**'- d' -:= ~5rp? .h&
    33k
    , de linbo com barras de cores, e de cato
    ; braia de cores com i saias, tudo inteira
    Ju.uSEL8??5?* P|?Jlcintol vare- novidade, trazem os modelos juntos para
    ^de de gostos e lindos padroes, mostrar a frma de os faaer.
    . Xtqr>v^& t****^**** wQd para oivas e p*p
    Jm^ 8IS?.6 algd3' de t0d0s '< VestidS de blond Para noivas = podemos
    iS22fiifS i aseverar. aossas Exmas. (recuezas, que
    JSJSJ2S? M treS e1ualdailes somos snicos emPernambucT que pJe-
    El fc T* l C*r6S apurad0 g0to semelhante materia, gra-
    Flores, o que ha de ma.s rico, quer ees ao bom gosto do nosso fomecedor era
    Mitas, qotr era ramos, temoPAVILHaO Paris, podemos garanr que ningoem neste
    anete jardim a, genero o possue melhor, nem nuis em4
    conta.
    3k AURORA*
    disposico das Exmas. familias.
    TnnA nFite?d0d ** grand* e variado rtBeDto ^eoi proprietarios doP.V-
    iluau UAViJHORA se apresentam ao Dublieotdeclaracula dasd i >nm .i^
    apresentam ao publico declarando desde j que a 'titicerida^
    Prvidos de tudo e proraptos sempre a; prover-se. do que. por. vantara lhe
    en recejo de sarera .coutradictos e preteslam esforcar-ss por contmur- a merecer
    fS!? qT l?e8'tm ^Spensado; cortos de que do seu estabelecimento nao saaira
    o rreguez descontente.
    --,. ^ Contina sempro a oBcina dealfaiate dirigida por ora dos mais> habis artis*-
    ^sprompto execiitarcom promptidJo e bom gosto quaiquer traaaibo qw lhe seja
    Si rf Y^TT* ..wka, auige os qne lhe s5o concernentes, garante por seu apurado gosto e promplido
    ^a eaecueSo e a mauvcompleu pefercao nos seus trabalhos. :
    *i. ,a M aaar fr8ue** qpe nos hdnra urna prova de que rnereoeosos o coi>
    '^^fr^^^Wecimento, oooceito qm procuraremos, firaurcada
    ?ah? Ffa'ac"tr rMU a couceoucao do fim qoe nos propomos, tetoos no nosso
    ^ee^rfM UllUnS ***** de^ri8' ^!^Pa^fO^tes,oS
    ^flseuviareuosipara serern vis*osas, famnias nossaa.reguezas, atdeScherem
    wm o padrao dAfcwdMjpto ua forma. oeesaotaerem
    na oticiria de alfante', junto ao estabelaeimenUL ba iinasbuiisii as faaaw
    ^raiiomena qoe >porodos os- Vapores se recbeme W
    --ihfl ** ;^ZT e coin ma,s prosudo respefto convidamaa as ezteiieatjsstfnas Sra a vk*
    ^qM^m"ffltawipwwposshi,
    ^ **hJ!SlV8l!!2l c"16^06 tvar as tanto* eaa6tjt9.ondwder pedidas, TistoJ
    to p ^>erto *tr 6 s 9 horas da note.
    AHTJS & FEHREIRA.
    US proprietarios destes bem sortide* armaztos {urticipam acs seus innmeros
    freguezes tanto desta praga como do mallo qcelendo feiio grande diminuico de pre-
    cos as suas mercaduras estao por isso resolvaos a vender por meno* de Ifte 20 r
    do que eo. ou;ra qualquer parte, garanliado-se prtauto as perior quaidade de qual-
    quer genero comprado i.estes Jous estabtkcimenlos. Mencionamos alguns dos aossos
    gneros ea visU.destes sao comprehendidos os outios, porque enfaonbo seria men-
    Se alguem duvidar venha ver.
    Vinagre branco mandado vir por corda I propria vmdo de Lisboa, a :tO a garrafa e'
    480 o litro. |l--ts, 380 rs. a garrafa e 500 o litro.
    dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a Aze'ie doce de Lisboa a 900 e 10000 a
    320,280, 2i e 200 rs. a garrafa e ihO 300 ?3rr^ e porcoTaz-se grande abatimen-
    rs. o litio. to-
    Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estrello t V em. enroco a 220, 240 e 2-0, a li-
    a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840bra W'ogrammo a 480, 540. e 600, e
    760, 720 e G00. 7,5000, 7tfoC0 e.8800 arroba. .
    Vinho branco puro de Lisboa a%40 560 M11 alPista 200 rs. a libra e 440 o ki
    a garrafa, em porclo ba abatiraento. ogramma e 5^800 a arroba, em porcao ha
    Vinho do Porto, engarrafado das melho- abaimento.
    res e maisacretadas marcas a 14000 e 1200 ^iei]os frescos dd ultimo vaPor a 3*200
    1*500 e 25 a garrafa. je W80 cada u-
    dem Bordeaux, Medoc e-St. Jnlien a i -^etr:3 macarro, talharim a 500-rs. a
    De superior qualidade da mui accrediu
    da fabrica de Bisquit Dubooch d C, en
    cognac urna das que mais agurdente d>
    cognac, fornecem para o onsummo i>
    Reino da Inglaterra.
    Vende-se em casa de Th. Just. ra d.
    ommercio n. 32.
    Licores de todas as quiiiicades,
    finas, entre e!!cs o afamado Aiapana, este
    licor o mais 9aWvSo e superior, ate
    boje c-.iiliccii!,). xai-up s de gn^lhe, na,
    maricoja, caja etc.. vinims de Bordcaox de
    toda- as roanas, o mais sapfjor oue se
    pode ene.miar, champagne de Cheverot
    mnito superior, ^s mai> imos e superiores
    eos cs fiancczes, old-tom, de toa s as lie-
    bid.is lcu.sas, 6 este a mais salnlar
    quem si.lre do tsiuuiaj,u,
    Conserva? de legumes, porluguezas, frau-
    cezas e iuglezas. mlhos m.striida etc.
    fin. las suecas cristasadas e tm calda, na-
    Cioosas e estrang iras de toda.- hs qualida-
    des. cha uto- dos mais acreditados bbri-
    canics da Babia e Rio de Jane ro, cigarros
    de S. Paulo e P.io de Janeiro, mohos su-
    periores, e finalmmjte ludo quanto se dese-
    jar tend nte ,i este genero de negucio coaa-
    prometemo-nos a satisfazer l< da e qoai-
    qner enci-mn enda cora a maior prompirtlt
    e asseio : Como sejam para casamentos,
    bapisados baiics etc., lambera .-e rectora
    ene mimendas de p3es de l ou bollos de
    qualquer* especie enfeitados e decorad, s,
    handeijas de bolinhos com armac,ao de as-
    eocsr, assim como de papel, p. cas mon'a-
    das. gellatinas de (roelas, aii tndoas, leite
    etc..
    Os donos deste eslabelecimecio nao se
    "em poupado a despeza* para melh-r me-
    r>c-rem a acoadjuvato do illuslrodo pu-
    blico. *
    ESCRAVOS FGIDOS.
    CEMENTO
    0 verdadeiro portland. S
    ra da Madre de Deus n. 22,
    Joao Martins de Barros.
    se vende n
    armazem d
    7?5500 e 65u0, a duzia e 40 ts. a garafa.
    Genebra de Holl nda e laranja doce aro-
    mtica a 6-S500, 7*. 11,5500, a frasqneira
    Ser\-eja Bass, Illers A Bell a MWOO du-
    zia em porrjo ha grande abaimento.
    dem m rea li e T e outras marcas a
    56500 e 6<5, a duzia e 500 rs. a garrafa.
    Assim como ba outros maitos
    libra e I*JiOO o kilogrammoem caixaoba
    ablimexito.
    Sabo raassa de 1* e 2a qualidade a 220
    e 240 rs. a libra.em caixa ha aba tmenlo
    Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
    a libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
    grande differenca.
    gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
    Venda de lampeoes
    I VENDESfion arrenda-se o engenu,
    S. Gaspar, sito na freguezra de Serinbaem
    .comarca do Rio Fortnoso, prximo do em
    barque, com grandes partidos de panl P"ra.ilsHminado.
    oassap i reda damoenda, manosmanenei:. .a ,op--fullLe,0 4e A"toB<> creira Pinte,
    irraiar na roa a Aurora n. 26, oa na d( "P orjerem para gaz liqqido, e dao exceUen-
    nnperador n. 20. te tnr- amelles antes qiio se awbem, senhores en-
    Dtpotto e/falto dos productos & compt-h^^' ^"t"*4' Junna^ aw ao baratos.
    aguas de Vicky como svjar* |
    ti
    Aru Source l'elwtios.
    Dita dito Hant^rive.
    Dita' CbataldiMi ete. de.
    Saes de Vichy para banhos.
    Pastilhas de Vichy etc. eic, tudo p.v precos rnui
    to em cunta, em cas* 4e Tisset ftres, roa da C
    O mMntoe teeo para vender cegaoo saferior *
    vmhos de diversas auahdades. '

    Mea de Mara
    -r
    Cnticos e hymnos devotos para o n*i
    dttlfcrifc
    lu mudo vuiBma eocaderoaiio dacouxo
    U6(0.
    Beinarroqnim donrado
    2*500
    . .u,LVRARU FBANf.EZA.
    -J~
    T
    U
    Supw ytadm Bordcanx
    Em asa d Mills Lajanr A C, ra d Gtat-n '
    |Vet*tjMseftjltas^fertogaJviuiiiSlia0j
    .tendte-.se'un> pTeta ao.' coiHbaTm
    jmrante-se nao ter vicios nem acbaopej
    Direita. n. J, 2, andar.
    '^JWfPpe 4SU JuJbb: na roa, da Cidei* da
    Itecifennwero.a.
    I
    ra.
    [105S^ros
    _ o ii
    da-sa por. ro*a>

    Arlinirem!!
    ,' Chis escoras, cores segaras, que se ven
    240 n .. nvadov MWM.cwo, W.^atoT
    atund^flo-a qaaou;da* res^veu^a a vejKJwDar
    ete prec^ e t K4bas. o lijos d Ma a* nmlWad/
    irnMavs .ilflBO.aaj.HiUI.afro d,. ,
    ctatrs litonpr part^: n nlana ds ra dos
    re n. S, de JWs Carnelro da CuSi
    rWit.a>l{.ia euoa* Mojo Je
    Iape-
    juaiotainan
    urna bMUaduna. baatuHaeaaaai*
    o [nado, enaaoa- otaa>|oyi
    oirs il. tratar MTna das
    . Ui Uit i. w.
    Jcordeiro previdente
    i Ra di Utiemarfo o. 1.
    Novo e variado sortimento de perfuman
    finas, e.outros objectos.
    Alm do completo sortimento de peri
    manas, de que effectivamente est provida
    oja doCordeiro Previdente, ella acaba o
    receber um outro sortimento que se ton
    aotavel pela variedade de objectos, superior
    iade, qualidades e commodidades da pr-
    ios; assim,pois,oCordeiroProvidente pee
    a espera continuar a merecer "a apreciaci
    do respeitavel publico em gerai e de si
    boa freguezia em particular, n5o se afa
    tando elle de sua bem coubecidamansid
    a barateza. Em dita loja encontrarSo f
    ipreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coudray.
    Dita verdadeira de Murray Lamman
    Dita de Cologne ingleza, americana, fra
    ceas, todas dos melhores e maisacreditaa!
    fabricantes.
    Dita de flor de larangeiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toiiet
    Exir odontalgico para conservado i
    isseio da bocea.
    Cosmetiques de. superior qualidade e cb
    ros agradaveis.
    Qopos e latas, maiores e menores, ce
    pomada fina para cabello.
    Frascos com dita japoneza, transparen.
    a outras qualidades.
    Finos extractos ioglezes, americano
    francezes em frascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e agradavel ch
    ro de. violeta.
    Outras concentradas e de cheiros igcj
    mente finas e agradaveis.
    Oleo philocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qaaiidad
    com escolhidos cheiros, em frascos de did-
    rentes tamanhos.
    Sabooetes era barras, maiores e menor
    para mos.
    Ditos transparentes, redondos e em fig
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em caixinba para baro.
    Caixinhas com boratos saJK>netes imitaut
    lonetas.
    Ditas de madeira invernisada contendo i
    oas ftBttnnarias, mnito proprias para, pr
    entes. .
    Ditas de papelio igualmente bonitas, tai
    bem de perfumaras finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, e *
    moldes, novos e elegantes, com p de arn
    a boneca.
    Opiata ingleza e francezapara dente.
    Pos de campbora e outras differaat
    filidades tambem para denles.
    1 Tr^orieotaJ de.Kemp.
    Aladul aal coque*.
    Um.ouiro-sortimeoto de ceqpa, de nv
    t)s.e honios moldes com fllets de vidrfla*,
    i ajgnns d'ees ornados de flores e.fi*..
    esto todos expostoe i apreciacSo de qiw
    06 pretenda comprar.
    GOLLESHAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obras-de muito gosto e perfejoio.
    PlvaHaa Ota* pura tmim.
    Bello e- veriadesortimeato' e taes erb^
    tos, fleando s boaasnaai ao gosto do ees
    orador.

    Fiiftio do eneenho Mc-aii.^i^iiho no da
    8 de abril de 1R70 o escravo Frli{,|.e ci>m idade
    c 22 anaos imnrii mais cu meoof ci m hs ifPaas
    tacnintea : pr>to. altura recalar, .ih.s rapapaa-
    sadi's, denles limados, ps grandes, chala du m r-
    p<>, levu vestido ral^a d.' brim .e quadros, ea<
    pus de r adapriiSo, rbafD d<> Cfu|e, e un a p~
    "olla de e*p'.|i-ta ; quem o popar pdrra cnuvgar
    nn dito pngHpha qnesur reeumpaatada: aaaa fu
    do Livranienlii n 20.
    Fnpii no da 11 de oiareo dororrente armo
    o Pcravo Francisco, cabra, de Idade 30 api t
    com os signaes scguinlfs : cabello rarapiib -.
    rosto descarnado e ron uiarcas Vte^Kas, inti-
    mla se ser livre, levi u .'alcas hraocas. oaliiot d^
    atoara de c>> cbap,, do CMer natnrat-da
    Parabjba, em rboiprad a Sr Dilmir Aive?
    Maia, morador na Parabyba e jclpa se ter ilo
    para o mesmo lugar : desde j pn.ii -ta-se contra
    a pessoa que o liver ocultado. Hopa se a.-s taai-
    laes de campo, assim como as aul. ridade- pot-
    naes que c Irag; m rti Direita n. 16. i|ue s^ro
    giMiern>an>nle yrat'fioados.
    Ci.utina a eslar libido o BDobque Gregorio
    de 17 laaoa de idade, crirulo. caro faa ded.-n-
    tes na frente, tesla redonda, otaos vivos, c m nnu
    marca de ((ceimedura na barriga, e ouip na cxa
    ce urna esliepada j amiga ; fosta de andar rm
    caximbo : quiin o pegar oae levar ao riigi-nho
    California cm Serinhaem, a seu ser-h..r J,a. Flo-
    rentino O. de Albuquerque, ou a ra da Piaia n.
    31. que ser bem ricompen-ado.
    USDU
    Era fuga para o Ico, ionde
    natura!.
    Auzent .use dant o da 9 de ahni do correte
    anoo. a mulata acabnculada llrsula de idade p,(j-
    eo mais ou minos 30 annos, chela di. rnrp, ca-
    bellos corridos, lem os denles da frente |> rf bu
    falla descansada e o maior -igual nina inipig-n
    Tx imA Dri,os de'de cotovello al a rnu-
    nhca da roao, supi'Se-se ter seguii. paia o Ico
    donde natural, |ev>o vesiido de chita .siu; i
    com lisias encarnadas, acostomsda a da'-lhe a
    guita : quem a pegar leve ra da Matriz da
    Boa Vista n. 46, ou ra da Crui n. 2(i, me sera
    gratificado.
    '"'------n+
    JcatlLaHl.
    Vende-se no armazem amarello de VksMSvVr-
    rain da Cosu a Fllho, defronte do arco da Gon-
    eico, em bameaa graadea.
    ATTENCAII
    Fugio de casa de seu senhor da rtaat da Vic-
    toria, o escravo Luiz, idade 40 annos. raen, e cu-
    ro, meio corcundo, rosto eomprido. oh- i ai od-a
    raliellrs enroscados, mas nao pichaiio. pone;, har'-
    ba, bocea regolar. beicos um tanto ir *, c n
    cheio, ps fetos e com racbaduras, p sta de'h h- r,
    falla ma oso e um tamo gago, oarii um pouro afi-
    lado, levon vestido camisa rosa ja usada, mica de
    br.m pardo, chapeo de fellro velho j eom o fun-
    do faiado, presume se lenha vindo par e-i ci
    ilade, onde tem um parceiro, elle de alaararTu n*
    noite de 30 do px.ximo pafsado mez; qui m (-
    gar e levar ao largo da alfandega. .rm.zim de
    Frago 4 Rocha, ser generosamente
    saiio.^______^^
    50jr5 de graticoQao
    Fugio no da 21 de abril prxima pi^Mfti iniU
    a era mandado na Capunga, o e>crv. o> aoaixa
    assi nado, de nome Luiz, de o-fo da Ota......n
    o signaes *eguio;es : alto, cor preta s re da
    cupo, com alguma falta de d*ntes na fr. me, a
    liniuiagem alguma cousa atrapalhada, r.j>m eota
    reflex do do peito urna marca de caustico que lev u ha
    pouco tempo por te estado doent', lev u palca
    de casemira de cor, camisa de algodan a'ii, cha,
    peo de na Iba Velhp, representa #r r a >. e
    brovavel que traba mudado a renp. i*sti i-rao
    foi comprado ao Sr- Pintao procnradnr de ca,
    r-ga-se por tanta, as autoridades p ..ra
    como a'^i capjiaes de campo a prisa .i ; tom*e't
    visto em Santo Amaro e ero Agua Fn.i : a < mia-
    gar na ra Direita n. 30, Berite 6 de mao: d '70
    kardaJflst Gome* dmCtia.
    ------:--------------r--------------------------------rr-,---------- .
    100*000
    Contina a esur fuga o>dr o rfia 18-de jr,n,i-
    ro do rorrete aooo a scrav S'wn cndal a. .
    ida allnra regUr,beipi ro^
    saliente, orelhas pequeas, falla mari- vj
    gdvqu|ndo anda cocheia, foi e>cr> h>
    Cabo do Sr. Joio da Reg Barro*, fi v.'i.rtoU
    ta cidadeipalo tSt Plexe, como procurad, i
    Barros, j, fui vista, para banda do en
    has em compaubi de QU> cabra ex i
    val ina. jplga-se aoe o sednetor e qa- elle diz
    aaaa dita esrazv* tiaa forrado r.^ra
    tiiriilade fM irial e oapaiaB da can p a raj.i
    mesma. a leva la ra da Sbledade n. 86, uo
    do Anjorim n. oa.
    rPATA



    -

    MM'
    V


    8
    Diaria de Pernambuco Ter
    ^
    i ; '
    _*_
    i
    LnTERATBBA.
    Al! (hlqalU
    A'....
    Se ea podesse ana tranca cheirosa
    De teus negros cabellos cortar,
    E, trazendoi no peiio, ufanos j
    E polcase o ciuraa ex. tar:
    Ai! Chiquita, ra seria ditoso,
    ,5im, ditoso o feliz namorado ;
    Ai! Chiqu r; Chiquita, Chiquita,
    filo me negues o bera suspirado.
    Se en podesse na flor de teus labios
    CJm beijmho era segredo furtar,
    sentir-lira os ressabios goslosos
    ?ara sempre em meus labios tica:
    Ai! Chiquita, que goso eu teria
    Sim, que goso inefavel de amor
    , Ai! Chiquita, Chiquita, Coiqnita,
    N3o me occultes dos labios a flor.
    Si eu podesse com bracos de amante
    Teu corpinho gentil enlatar,
    K sentir em teu seio moreno
    Doce favo de amor palpitar:
    Ai! Chiquita, eu seria ditos i,
    Sim, ditoso e feliz namorado ;
    Ai! Chiquita, Chiquita, Chiquita
    Nao me negues o bem suspirado.
    Se eu pedesse em volopias de amor
    Bu teus olhos meus olhos fitar,
    E a capella de rosas que tinges*
    lomo esposo eu podesse esfolhar:
    Ai! Chiquita, que goso eu teria,
    Sim, que goso inefavel de amor
    Ai! Chiquita, Chiquita, Chiquita,
    Vem por Deus apagar meu ardor.
    Maio de 1S70.
    ???
    uzana.
    (PAGINAS PE UMA UISTOBIA VERDADEIRA).
    II
    Ella e Samuel.
    (Continuaco).
    Eu nao sou tan mo assim, rainha se-
    ahorarespond timidamente, procurando
    encarecer o coraco ; porque nesse mo-
    mento urna reflexo fugace acordou em mira
    os fortes estmulos do dever.Se entre nos
    podesse existir o amor de dous amantes, e
    eu a.amasse. com effeito, creia me : eu nao
    seria" to orgulhoso ou to vil, que lhe pre-
    teiidesse occuilar essa belleza de mmha
    alma.
    E nao me ama ? !..perguntou-me
    n'QDO delirio.
    Se deseja de mim urna amizade de
    irmo, om amor emfim, que lhe nao faca
    corar perante a sociedade... disponha
    delie: seu !
    Sim!reflectio ella, deixando sua
    a.ma apparecer viva as formas de seu ros-
    to, e illuminaudo-a com os esplendores de
    um sorriso de ventura.Sim 1 Eu quero
    MM amizade santa de sua alma; quero esse
    amor abencoado pelo co! De hoje em
    d.ante, nos seremos um para o outro, o que
    s pode ser um irmo para urna irma.
    Unidos, presos, como por urna cada de
    flores, nos correremos este mundo. Dor-
    miremos urna v. z junto ao lago sereno e
    calmo, como a rede do selvagem de leve-
    mente embalada pela brisa macia dos ser-
    toes ; e outra vez, deitados no chao de um
    batel vogando pelo ocano em urna tene-
    brosa noite de tempestado Eu assim como
    amo a vida camponeza, gosto tambera de
    ver em alto mar o raio infrene repellindo o
    negror da escondi! Gosto de observar
    aquellas ondas encapelladas e afiladas pela
    i ,'uda borrvel do pampeiro! gosto! Meu
    corpo de mulher; porm meu genio e de
    gigante! Nio nasci absolutamente para ser
    esposa de um rabe! nao nasci para gyrar
    no'circulo estrello, que este mundo infame
    Ira ;a cada homem; nao Eu preciso de
    uver urna vida dilerente ; preciso de amar
    um coraro igual ao meu ; preciso... oh
    quero... quero essa amizade pura de sua
    alma I
    Eu ouvia Suzana fallar; e admirava urna
    grandeza, qualquer que fosse ella I
    Como que seotindo o calor qae ressam-
    brava de sua magioac> enfebrecida;'ainda
    enthusiasmado por aquelle sublime requinte
    de loucura, olbei sorrindo para ella, e per-
    guntei-lhe: ,
    E n3o ser isso um delirio, uma lou-
    cura?...
    Jorque ?!ioterrogou-me ella admi-
    rada, e como uma douda divina, correodo
    ligeramente a mo sobre a fronte, onde pa-
    reca que brilhava uma estrella.
    J se nao lembra?.
    _ Nao!acudi soffrega portraduziro
    meu mysterio.
    EntSo, j se nlo lembra de que todo
    esse manto de purpura vai se tornar paludo
    como o sudario de uma campa ?...J se
    nao lembra de que amanha, dnas lagrimas
    e um adeus !tao de sellar os ltimos mo-
    mentos de todo esse amor condemnado
    morte prematura da bonina ?.
    Suzana ia partir no da seguinte para a
    provincia de Santa Calbarina.
    Como que acordando de um somno pro-
    fundo, sentio apagada nos borisontes d'al-
    ma a luz diaphana dos sonbos, e as azas
    de um suspiro fez voar essa melancola de
    rola chorando no deserto :
    Lembrome, sim! letnbrome agora
    de que tal vez em breve at mesmo o meu
    nome se ha de apagar para o senhor!
    E com uma resignacSo evanglica, conti-
    nuou :
    Mas nao importa I Eu nunca mais po-
    derei me esquecer de quem me tem feito
    proferir o que eu ainda nao disse, nem
    mesmo esse homem que prestou comigo
    um sagrado juramento !...
    Porque me offende assim ? Porque
    nao ha de acreditar ao menos que eu hei de
    me lembrar da seihora, todas as vezes que
    Icr aquelles versos, onde me parece que a
    sua voz est prferindo aquella phrase en-
    cantadora ? Porque me ha de chamar de
    to ingrato, quando eu sinto, e sinto pro-
    fundamente que hei de ter recordacBes des-
    tes momentos, e derramarquem sabe ?
    uma lagrima de dor e de saudade ?
    Meu... Deus!... ezclamou ella,
    deixando todo o coraco correr estas pa-
    lavras.E porque uma sociedade infame,
    i ifame como so ella o sabe ser, nos ha de
    impor um paradeiro este amor.. sim!
    este amor, porque tambem amor se cha-
    ma o sentimento que me consagras ?.
    Nesse momento Samuel vinha da sala in-
    terior e se approximava nos.
    Calemo-nos! murmurei em meia
    voz.Alguem se approxima.
    E erguendo a cabeca para o alto, z que
    conversava sobre as beHezas pbysicas de
    nossa trra, e profer:
    mesmo! O co do Brasil s se po-
    de comparar com o da Italia.
    Sim. Eu creio que a noite deve ser
    de muito frifallou Samuel, desusando
    um sorriso malicioso0 terral j principia
    a desenvolver-se.
    que vem ato ?perguntei-lhe.
    Nao olhavas para o co ? Achei que
    eslavas perscrutando os mysterios da noite.
    Naoacudi Suzana.Nos estavamos
    con-ersando acerca da prodigiosa mo da
    Providencia, que Qrmou to bem a sua gran-
    deza, tracando em relevo essa natureza po-
    tica de nossa trra.
    Ah! sim I muito bella essa natu-
    reza que se ostenta rsonha e magestosa.
    Rubens. se fosse filtra do Brasil, tai vez que
    podesse escrever com lettras de ouro o seu
    nome no grande livro da posteridade, to-
    mando o seu divino pincel e retratando
    uma paysagem, cujo original florescesse em
    nossos campos.
    Eu limitei-me a proferir ummuito bem
    sem vida, sem animaco, e Suzana des-
    liando um sorriso de irona, disse para
    Samuel:
    K verdade O senhor um artista!...
    um verdadeiro pceta !
    Eu creio que. ha um engao de sua
    parte, rainha senhora.
    Eu tambem creio que sim !ajuntou
    Samuel applaudindo a minha lembranca.
    Porque ?nterrogou-noi ella.
    Porque eu tenbo desconfiado que o
    meo amigo pende mais para o materialismo
    do que para o esplritualismo da vida: gus-
    ta das realidades. N3o admira urna som-
    bra, nem mesmo nunca teve o ideal, dos: 4* n*p* pensamentos
    nao conhecem a msica 4o sentimentotal-
    lei en procurando gracejar com ambos, e
    correnob ocultamente a m< sobre a fron-
    te, como para acbar nn noite de um soffri-
    ment'o vago, qae me affligia, uma alvorada
    FOLHETIM
    OS DMMS DA ALDEIA
    POK
    Ponson du Terrail
    n. 403).
    vinte' anuosacud, desenbandb Samuel em
    quatro palavras.
    Sim! Eu gosto mais, ou antes prefi-
    ro tudo que est cima de chimeras. E
    pode crer: eu nao me qoiz mostrar como
    poeta, tecendo um elogio minha trra.
    Fallei, como bem me acudirn) as palavras,
    nesse momento. Nlo tenbo o mo costu-
    me da poca: nio me proponho nunca a
    dizer alguma cousa sobre as flores embala-
    das pelas brisas matutinas, para ter ptr
    isto o louco direito de ser contemplado
    como um dos cysnes do Parnaso.
    Decididamente t nao tens geito para
    a poesia ?...
    Nao! Son mais predilecto da poetia
    do dinheiro, da poesia metallica, da poesia
    dos cofres e thesouros. Isto qoanto i gra-
    vidade da vida real das algibeiras. No
    amor ?... Ora Gosto de uma mulher bo-
    nita. Amo-a por alguns dias, ou mesmo
    horas, e se ella por si recolhe-se desilludida
    e triste... que fortuna Sou a mesma bor-
    bolta, e nunca cbego a ser dos que mor-
    rem pelo amor de uma faceira I...
    E, tirando rpidamente uma umaca do
    charuto que fumava, franzio os labios, sus-
    pendendo a impetuosa torrente de uro sor-
    riso que Ibe inspirou aquella revelaco de
    certo magna.
    E era assim. Percebia-e perfeitamente
    que Samuel naquellas ultimes palavras, di-
    riga um acciote quem uma vez descorS-
    nou as rendas de seu seio, e Ibe moslrou
    ah, como n'imj templo, a sna copia reco-
    mida.
    Suzana assim como era urna mulher que
    sorria para os labios que mormuravam a li-
    songeira phrase do elogio, tambem era ca-
    paz de atrar m forte insulto face de
    quem pretndese machuca-la em seu or-
    gulbo de moca, bella e espetialmente se-
    ductora.
    Arqueando um dedo, e o atirando com
    desdm sobre as ptalas de uma flor que
    ella fazia gyrar doudamente com a mo es-
    querra, olhou para Samuel, e Ibe fez sentir
    a falta de uma correcco.
    Mas o senhor nao dizia isso, quando
    pela primeira vez conversou eomigo!...
    Est-se comproettendo horvivelmente i
    est-se cobrindo de tanta lama, que eu j
    cbego a recriar orna nodoa ero meu ves-
    tido !...
    Que mulher vulgar teria nesse momento
    solemoe, tanta audacia, tanto arrojo Seria
    porque Suzana nao temeu cahir da eminen-
    cia em que se bavia coMocado 1 E ella, essa
    mulher rebelde, nao teria consciencia de
    um dia haver-se degradado em face do ho-
    mem que. nesse instante, fra por ella ad-
    m estado acremente, fazendo utr'ora o
    olhar deste examinar larga os mysterios
    de seu seio adultero e perjuro?!
    que o orgulbo do talento firma-se na
    forca dos proprios recursos. Era qae
    Suzana traba f no desrombramento que pro-
    duzia a scentelha elctrica de seu olhar im-
    perioso.
    0 espinho da ironia rasgara a melindrosa
    fibra de sua pooca modestia, e nao tardn
    muito que uma lofada de sangne fosse en-
    rubecer as faces de quem com tanto esme-
    ro despedir aquella especie de setta vener-
    nosa I Samuel corou.
    O grito rouquenho do ataque reboou em
    seus ouvidos, e o alarma da vinganca fez-se
    ouvr tremendo e forte! Samuel estreme-
    ceu.
    Para ella, a raiva de se sentir escarnecida
    por um homem, e a confianca que tinha em
    sua audacia, eram armas violentas Samuel
    cabio vencido.
    Suzana f-lo at esquecer-se de que a
    elle assistia a grave e justa ousadia de um
    direito: desse direito que lhe dava o atre-
    vimento bastante, para affastar-se della com
    desprezo, e mostrar-lhe que sem ser por
    elle desfolhadaa negra rosa da infamia ti-
    nha deixado nodoas ndeleveis nos refolhos
    de seu seio t
    Elle, minha senhora, um dos que
    Iacudi ella n'um suspiro, e com
    o gesto de quem profundamente conrmava
    aquella sentenca.
    Samuel sorrio, como para occuilar o pe-
    zar de ser esmagado por aquellas palavras,
    e deixou-e dcar em p, abysmado na con-
    tejnplaco desse acto inesperado.
    Suzana paroo, depois de ter sabido de
    nossa presenca, como uma soberana; olhou
    para mim, e fazendo s-mfir Samuel, qu
    prefera a minha companbia, perguntou-
    me :
    Nao vem ? .
    Eu segui-a, deixando Samuel, depois de
    t-lo convidado tambem, e ramos ambos
    pan a sala, onde se achava a familia re-
    unida.
    Emilia, a senhora eom quem eu eostuma-
    va gracejar, 'sentada o'uma cade ira e recos-
    tada cororoo da mente no braco do sof, ape-
    nas me vio, ergueu-se. Olhou-me eom at-
    tenco, desprenden do um sorriso que era
    uma critica formal meu proceditmnlo ;
    volveu depois os olhos para quem me
    acompanbava; fez para mim um gesto que
    significava uma segunda reprovaco, mas
    esta fulminada na pessoa de Suzana, e eon-
    teve-se.
    D. Cabiana, a dona da casa, coraco ge-
    neroso, porm severo, quando tinha de cen-
    surar ou castigar, deixando primeramente
    que nos tomaseemos assentos, pergontou-
    nos cora ama certa impaciencia graciosa:
    Minha gente! o que era que se con-
    versava que exiga tanto a sombra de um
    segredo f...
    O que bavia de ser!acudi Emilia
    lazendo-se ignorar o que sabia.Versos!...
    Nlo se sane como acabos sao apaixonados
    por el les?...
    justamente .'declamo D. Fabia-
    na.Esto perdido*!... E se D. Suzana
    Ibsse solterra eu era capaz de aflirmar
    qde por abi anda va bregeriee...
    Meu Dens!exclamou Sozana des-
    preodendo uma risada.E porque, D Fa-
    biana?...
    De momento, o tero daquella alma pas-
    sou a ser mimosa poraba de brinquedos in-
    fantis 1
    Era singular o espirito de Suzana!
    Eu se c !.. respondeu a critica
    prisante, oceeltando om sorriso e sungan-
    do os hombros, em signal de um despreso
    gracioso.
    Meu Deus !...
    Eo dou-lhe, porem-, um cooselho, D.
    Suzana fallou Emilia. Nao converse
    muito lempo com esse, homem nao, diri-
    gindo-se mimElle s vezes me conta his-
    ;Uias, que eu chego a ter medo r
    E* tal qual!pronunciou D. Fabi-
    anaA senhora uo tem. visto como s ve-
    zes elle fica pensativo ? Jess! Est rode-a
    do de pbantasmas!...
    Est pensando no modo de viver com
    a mulher, se chegar a ser casado.
    E' isto mesmo. To maluco, que
    ebega a pensar que baja mulher que se su-
    jeke a ter por alimento os favos das rosas,
    que os beija-flres sugam nos jardins !
    To maluco que diz:A < minha
    sania ha de ter por grinalda de noiva
    ama cora de estrellas, e por vestido bran-
    couma dessas nuvens de jaspe, que se
    coalham no co, em noites de luar!
    As minhas utopias, cuitadas! as minbas
    illusoes, as minhas rosas, meu Deus I nesse
    dia \ieram todas praca publica do redi-
    culo i
    E nesse momento, por Deus Uve dese-
    jos de chorar l Tive desejos de sentir as
    minhas faces regadas pelas agms dessa co-
    rda de lagrimas, com que nesse instante a
    dor cingio-me o coraco!
    Aquellas palavras, aquelles gracejos de
    Emilia e D. Fabin a, encutiram em mim um
    nao sei que de acre e de amargoso, que eu
    mesmo nao posso explicar como pude con-
    ter o pranto que a recordaco pesada de um
    passado fez refi'ir do seio de minba alma
    agooisante 1
    Ma9, como e faco qaasi sempre: preci-
    sando, de chorar, de chorar muito, desfo-
    loti *s lobios a fbrioha de um sorriso, e
    emquanto nessa noite intima, nio brilhava
    o mais escasso raio de uma luz,- no meo
    todo apparentemente calmo, azulava se o
    rante prisma de uma alegra, fervorosa,
    durante o tempo em que Emilia, Suzana e
    D. Fabiana davam gargalbadas, de accordo
    com mais duas seoboras, que sem fallar,
    applaudiam tudo que se dizia meu res-
    pe to.
    Um momento depois, Samuel aproximou-
    se e sentou-se perto de Sazana. Esta fez-
    se ouvir:
    ... Mas nlo admira elle, D. Fabiana
    Faz-se notavel mim, qae nio tenbo
    alma de poeta, e nem ao menos faco ver-
    sos.
    Samuel comprebendeu que se fallava de
    mim, e tambem dea a sua risadinba.
    Suzana volveu-se para elle, e lhe fallou
    como se a mais religiosa pazrtinasse entie
    ambos:
    Creia Eu s vezes sou lio exqoi-
    tat... pens em cousas to extravagan-
    tes!... Meu Deus1. Uma douda nao me
    ganha t...
    E dirigindo-se para t'idos que a escutavam,
    perguntou se queran ouvir uma historia-
    sinha que confirmava muito bem o que ella
    acababa de dizer.
    Cont, contacudw Samuel consti
    tuindo-se uma parte que valia pelo todo.
    Eu quando tinha treze annos, amava
    um moco muito parecido com o Sr. Sa-
    muel. Aiiiava-o com tanto coraco! quera
    o com tanto desespero. Meu.. .Deus I..
    Era umalouca verdadeira! E um dia, que-
    rem saber o que fia? Meu. -. Deus!... J
    martyrisada pela offreguido, e pelo ex-
    cesso, lancei mo da peona, e escrevi esse
    moco : Theobaldo.Eu sei que tu me
    amas. .Mas esperai mais um dia seqaer,
    pela realisaco de minhas esperancas, ser
    para mim uma eternidade de martyrioMi-
    nha mi, como sabes, nao quer que eu
    seja a companheira de teus dias; nao quer
    que eu seja a tua esposa,nao assim ?
    Pois bem. Levanta-te as azas desse amor
    om que me amas, e ea te juro que sempre
    serei tua, entbora a rain'ia grinalda de noiva
    seja uma triste cor 6a de cypreste, e o meo
    vestido brancoa tnica sombria do cada-
    ver.Hoje, meia noite, quando a la des-
    maiar em face do ocano, tu deves ter um
    batel beira-mar. Arcando com os gri-
    lb5es que te roseiam os pulsos, viras meu
    encontr, e ento como dois cysne, nos
    iremos vogar pelo ocano, at que chegue
    a hora de medirmos a profundidade desse
    abysmo mmenso e bello como este amor
    que me engrandece o- coraco.Eu j nao
    desejo viver t e se tu queres comigo dor-
    mir o ultimo somno na mesma sepultura,
    vem: eu te espero..
    Era uma estatua cada uma das pessoas
    que escutavam a descrpeo desse episodio
    da vida de Suzana! Era um tmulo ; por
    que passaram todas pela immobilidade do
    marmore !
    qual roi a resposta que obteve ?
    perguntou Emilia, depois de arrefecido o
    pasmo.
    Sim e o resultado ? ajuntou Sa-
    muel
    E' verdade: e o quelhe respondeu ? in-
    dagou por sua vez D. Fabiana.
    Reinava soffreguido. Mea... Deus
    proseguio SuzanaMandoo-me dizer que
    eu estava completamente douda, e que se
    nao submettia caprichos que s prejudica-
    vam!
    O Sr. nao proceda assim, que acha ?
    indagou de mim, D. Fabiana rindo-se a
    perder.
    Houve uma exploso de gargalbadas.
    (Continuar-se-h)____
    VARIEDADE
    (Crin'inuacaojdo
    XXIII
    Chamme Maurel e sou o seu visi-
    nho que cunprou a (quinta da Bella-Vista.
    Muito bemdisse o mancebo.
    E em seguida proseguio com uma espe-
    cie de hesacio:
    Ignora talvez que estamos n'um t-
    lalo privilegiado do duquedeS...?
    Por certo que nao.
    E tem alguma licenca, como eu, para
    cacar aqu ?
    Nao teedra respondeu o Mulot arro-
    gantemente. Aqui para nos, ea dou-lhe
    poaca importancia.
    Mas exp&e-se a um processo.
    Pouco me importa isso.
    Anatole estranhon aquella linguagem.
    O Mulot proseguio :
    Nos temos tambem florestas na Ra-
    poseira, eu e minha irma.
    Anatole estfemeceu : a palavra Raposeira
    deu-lhe idea do individuo com quem fallava,
    e por isso o tomou pelo irmo da mulher
    que desherdra Pamella.
    O Mulot conWnuou :
    Temos florestas e o duque de S...
    nlo se cohibe de l entrar em persegoico
    de qualquer javali. Se Ibe flzessemos um
    processo de cada vez que l tem entrado,
    estava elle arranjado!
    Estas maneiras de boteqoim e o ar arro-
    gante com que fallava acabaram de indispor
    o animo de Anatole.
    Por consegainte,continuou o MulQt
    nao tenbo qae me acobardar. Se qui-
    zcr, podemos buscar ama lebre, ou alias
    desceremos s encostas da Granja-Perdida,
    oude aerta ama bandada de cabritos. Os
    seus cies sao fions; ,no ha melbor raga :
    o meus atwla-los-hei, se Iba parecer.
    Todo isto fot dito de om folego, sem que
    lsseny podesse, tomar a palavra.
    Afinal o mancebo, sorrindo-se e recor-
    reado qaelle ir de desncelo proprio da
    verdadeira no ireza de sangne, disse-lhe :
    Eu teria o maior prazer, Sr. Maurel,
    e cacar em sua comnanhia, tanto mais qae
    excellente a sua reputacio como cacador,
    mas vejo-me em grande embaraco...
    Falta-lhe talvez o tempo ?
    Nao isso. Permitta-me que eu m&
    explique. 0 duque de S... teve a bona-
    de de autorisar-me a cacar no seu talho.
    Nao sou guarda nem gendarme a quem
    compita impedir qualquer de cacar ; porm,
    se o duque soubesse que andavamos aqui
    juntos, poderia estranhar o meu procedi-
    mento.
    0 Mulot ficou derrotado perante tio boas
    razoes, mas disse ainda :
    possivel. porque, emfim, am ce-
    lebro o tal duque.
    Anatole, como para modificar o effeito
    da sua recusa, addicionou o seguinte :
    Se, porm, n'outra occasio nos en-
    contrarmos no campo ou mesmo aqui, se o
    duque lhe conceder permisso, creia que
    terei muito gosto de o acompanhar cafa.
    E, saudando-o, retirou-se.
    0 Mulot ficou estupefacto; mas, cobran-
    do animo, gritou :
    O' l, senhor !
    Anatole voltou-se.
    0 Mulot correu-lbe ao encontr e disse :
    Ha de desculpar-me, mas nos somos
    visinbos.
    J m'o disse.
    Talvez tenha um negociosito a prc-
    por-lhe.
    A mim ?
    Sim, senhor.
    Muito bem replicn Anatole. Se
    quizer procurar-me em casa noute ou
    amanba de manhia, poderemos fallar.
    E, saudando-o novamente, retirou-se.
    O Mulot assobiou aos ces, e, entrando
    outra vez na matta, foi dizendo comsigo :
    Com todo isso, ea sempre fi jaei com
    a lebre. Abl senhor bario, d'aqui a dous
    mezes te-lo-hei posto a andar Elle or-
    gulhoso, mas isso nio faz ao caso ; qaan lo
    se nio tem dinheiro, de pouco serve o ar-
    gulho.
    ...../.......
    Um quarto de hora depois os cies de
    Anatole andavam de voita com nova peca
    de caca e ao raido qae elles faziam appro-
    ximava-se-lbes um homem..
    Era Rouxinol. '
    Procarava-te, amigo disse o man-
    cebo.
    . Tambem eu acudi o desgrasado.
    Quando oqvi os seas des, logo rae corri
    ao encontr.
    XXIV
    Rouxinol tinha aphysionomia mais des-
    feita anda do que habitualmente. 0 falo
    estava todo rasgado e cheio de lama, e todo
    n'elle indicava a suprema miseria.
    Entretanto bavia n'aquelle olhar como
    que um raio de esperanca.
    Meu rapaz, disse-lhe Anatole es-
    Uve com o senhor cora e fallei-lhe a teu
    respeito.
    = O senhor muito bom redarguio
    Rouxinol.
    E elle escreveu a um seu amigo dos
    lados de Malesherbes, que te receber e te
    arranjar trabalho.
    muita a sua bondade, senhor.
    Podes, pois, vir esta "noute a S. Flo-
    rentino, mas um pouco mais tarde, para
    que te nao vejam. Fornecer-te-hemos meios
    de fazeres a tua jornada.
    Senhor; repetio Rouxinol pela ter-
    ceira vez grande a sua bondade, mas a
    minba idea outra.
    Anatole estremecen.
    Ento porque ?
    Porque, senhor, se eu me retirar
    d'estes sitios, dir-se-ha que estou culpado,
    e to verdadeira a minba innocencia como
    claro o dia que nos allumia.
    Mas lembra-te que aqui te expulsam
    de toda a parte e que andas morrendo de
    fome.
    Tudo isso verdade, senhor.
    Ento de que vivars f
    Pareceu ao mancebo que o rosto do infe-
    liz se transfigurara. Aquelle rosto paludo
    como que se illuminou, fixando om olhar
    altivo em Anatole : tal era a forca da sua
    conviccio!
    Senhor,disse elle um desgracado
    como eu, que nio sabe 1er nem escrever,
    nem tem ama polegada de trra sna, e a
    quem todos recusara dar trabalho, cousa
    que pouco vale, nio verdado ? Cam tudo
    este desgracado lembra-se de qae toa mi,
    quando elle era pequenino, o mandava ou-
    vir a explicaco do Catbecismo, e que 0
    padre dizia que todos os. homens eram ir-
    mios, que Deus era bom igualmente para
    todos, e que para remir a todos, Unto po-
    bres como ricos, que mandara sea filtra i
    trra.
    Anatole estava espantado de ouvir aquel-
    la linguagem e Rouxinol proseguio : .
    Eu acredito o qae dizia o padre qae
    ensmava o Cathe cismo, porque o oabello
    brancos nio mentem e elle era bem velho.
    Creado, pois, na bondade de Deas, Dio
    Trama ya de na.
    (Continuaro,)
    Senta o orador emb-racar aos que se
    apresentavo com especulaces para melho-
    ramentos pblicos, mas era. de certo, con-
    veniente que primeiro se fizesse um inque-
    rilo> oficial, e se este mostrasse a necessi-
    ckide 4o addiameot de legisla** para a
    prxima sesio, eh> aeon*ha|b que se
    nisgutrdaes os oromoloret contra quaea-
    q?erprjaMO relativnmeBteBdespezas que
    htravMMO) ftito. (lonsMertodo a sua ex-
    periencia em legislaco particular jnlgava do
    sea dever chamar a attencio para a assump-
    to e esperava que o goverao o tomar a na
    devida eoosiderac.o, porqoe acreditava que
    nenhum prejuzo resultara, se adoptasse
    a medida por elle soggorida. (Oofio, oueio).
    0 conde de Kimberlly eslava certo que
    SS. SS. agradecem ao seu Twbre amigo
    ledas as vezes que elle aprsenla qualquer
    materia relativa legislaco particular, es-
    pecialmente quando, eomo nesle caso, ella
    refere-se a projects de carcter algum tanto
    novo. O orador nio livera opportonidade
    de communicar-se com o presidente de Bo-
    ard of Trade depois qae o seu nobre amigo
    den a sua noticia ; mas teria o cuidado de
    fazer com qae fossem devidamente conside-
    radas as suggesloes por elle olerecidas.
    Nio seria conveniente entrar mais na
    questo presentemente, mais podia obser
    var que estes projeclos devem ser antee
    assompto de interesse local do que, como
    as estradas de ferro, de interesse nacional,
    e cada um deve determinar-se- por suas cir-
    cunstancias particulares. Estava informado
    que em Liverpool es tramways trabalhavo
    com bom successo e tinuio sido projecla-
    dos novos trilhos, que evita vio a inconve-
    niencia e objeccio qae tivero os trilhos as-
    sentados por Mr. Train.
    01 conde Grey esperava que o governo
    nao s considerara a questo se ero con-
    venientes os tramways, mas tambem se no
    caso afirmativo, de vi ara elles ficar as mios
    de companhias particulares, ou se as da
    autoridade municipal ou outra. Elle deve
    ser escrupuloso em. dar um monopolio em
    Londres ou em qualquer outra parte, a
    companhias particulares^ porque esta poli-
    tica pode tornar-se extremamente inconve-
    niente.
    Foi adiada a materia.
    II.
    alguma cousa o ter-se prudencie post
    factutn, posto que essa prudencia nio seja
    usualmente considerada de muito alta qua-
    lidade. Lord Redesdale ebservou com per-
    feita exactido que teria sido de grande van-
    tagem para o publico se na primeira intro-
    dueco de estradas de ferro se tivease or-
    ganisado todo o system sob principios se-
    guros Daseados em inqueritos preVOs, e
    acrescento com igual acert que sobre
    este ponto nio ha boje duas epinies.
    Sendo isto aesim, que poltica convine adop-
    tar-se na oeeurrencia das condiebes alludi-
    das ? .
    Acontece qne actualmente nos acharaos
    em vespera de um novo systema de com-
    municacoes, qne pode desenvolver-se as
    mesmas proporces do proprio systema de
    estradas de ierro. Elle teve origem no
    mesmo districto : a primeira estrada de
    ferro foi construida entre Liverpool e Man-
    ebester, e j funecionam em Liverpool os
    primeiros tramways de ra. O systema
    ganha terreno com rapidez. Na sesso pas-
    sada foro votadas tres leis para tramways
    aa metropole : nesta sesso foro apresen-
    tados nao menos de vinte e quatro projec-
    ts, dos (jaaes sete sao ainda relativos -
    metropole. com o capital de 3 milhes de
    libras.
    E obvio que em breve presenciaremos de
    novo o pbenomeno de extensao de estradas
    de ferro, e a questo portanlo : nao po-
    demos aproveitar a passada experiencia de
    raaneira a dirigir-nos, por inquerito aos
    verdadeiros principios de legislaco, em-
    quanto o tempo o permitte ?
    A esta razoavel suggesto foi apenas res-
    pondido por parte do governo que os tram-
    ways ero emprezas mais de interesso local
    do que nacional, e que portanlo era propor-
    cionalmente menor a necessdade de inque-
    rito preliminar ou comprehensivo. isto
    exacto, nao obstante poderraos observar
    que as dimensoes da metropole sao de certo
    bastante vastas para exigirem a mais cuida-
    dosa organisacao. Hoje achamo-nos as
    trevas sobre o assumpto.
    [Continnaise lia)
    posso conceber como seja possivel que elle
    continu a permittir que se culpe o inno-
    cente, em quanlo se sauda por toda a parte
    o culpado.
    E tu sabes quem elle ?
    Talvez, senhor. 0 padre tambem
    dizia que Deus nao ajndava seno os que
    irabal'nassem; por isso que aqui estou e
    ando no rasto do verdadeiro assassino, e,
    se Deus me ajudar, apanha-lo-hei e leya-lo-
    hei aos gendarmes, dizendo-Ihes : Aqui est
    o assassino de Saurn !
    Mas ser preciso apresentar provas
    d'isso.
    Fornece-las-nei.
    Isso outro caso.
    Tenho talvez muito que esperar, mas
    a paciencia minha conhecida; estou affeito
    a passar trinta noules seguidas sobre uma
    arvore espera do Javali, consegrando ma-
    ta- lo. Em quanto nao descobrir toda a ver-
    dade nada direi, mas logo que encontr o
    assassino nao o perderei de vista um mo-
    mento.
    Anatole comprehendeu por estas palavras
    que Ronxinol nio descobriria o seu segredo,
    e por isso disse-lbe :
    Entio nio queres partir ?
    Nio, senhor.
    E como viveras ?
    Como poder.
    E esta resposta foi dada com admiravel
    resigoacio.
    O mancebo tirou da algibeira uma mon-
    da de cinco francos e deu-lh'a.
    Rouxinol, arazando-se-lhe os olhos de
    lagrimas, disse :
    J v, senhor, que nio posso deixar
    de acreditar na bondade de Deus, visto que
    se me depara uma alma demfazeja como a
    sua! .
    Quando te faltem os meras, yai a S
    Florentino, e ea oa o senhor cura te soc-
    correremos.
    Deas lhes dar o pago redarguio
    Rouxinol.
    E, assim fallando, desappareceu atravez
    do arvoredo.
    Desgracado exclamoa Anatole
    Nio so o cara Duval qne est convencido
    da tua innocencia. O crime nio se expri-
    me assim !
    Anatole recolheu-sd cedo n'este da.
    I* As tres horas tinha acabado a cacada.
    Apenas ebegou a casa, fez recolher os
    cies, pendaroa a espingarda, e, sem mesmo
    r cumprimentar a Sra. de Misseny, tornou
    a sahir.
    Seguio o caminho de S. Florentino : tinha
    que dar errata ao cura do que passra com
    Rouxinol.
    Delronte da casa da escola parou e olhou
    para as janellas.
    Era hora de aula, e por isso Pamella nao
    ap pareceu.
    Anatole den um suspiro e passou adianto.
    Teve o gosto de saber que o cura estava
    ausente. Tinham vindo ohama-lo para um
    doente per goso.
    Voltarei noute=disse comsigo.
    Mas ao passar por defronte da escola
    experimentou uma sensaco desagradavel :
    vio um homem do outro lado da ra, o
    qual pareca vigiar .igualmente as janellas da
    mestra.
    Este homem era o Mulot e trazia anda
    s costas a espingarda.
    Quando vio Anatole, voltou costas e foi-
    se a passos curtos para a Relia-Vista.
    Anatole entrou em casa apoderado de
    uma impaciencia que nao podia explicar;
    mas, recelando que a velba senhora reno-
    vasse a conversa sobre casamentos, fez a
    deligencia por se tornar jovial.
    Ceiou depressa; como quem tinha urgen-
    cia de voltar a casa do cura ou antes de
    contemplar essas Janellas, atravez das quaes
    contav ver o meigo rosto de Pamella; mas,
    quando se erguia da mesa, a criada abri a
    porta da sala e annunciou o Sr. Maurel.
    Anatele lembrou-se entio do que aquelle
    lhe fallara n'uma entrevista, mas o objecto
    d'ella era-lhe mysterioso. Em todo a caso'
    resolveu recebe-lo com boa presenca, pro-
    mettendo-se, todava, de o despachar breve,
    e mandou-o entrar para um gabinete ao rez
    do chao. **
    Quem esse ,Sr. Maurel ? pergan-
    toa a tia admirada.
    o novo proprietario da Relia-Vista
    responden o mancebo.
    E, retirando-se. entrou na sala, onde j
    se achava o Mulot recostado n'uma cadeira
    de bracos com a importante altitude de
    quem tem a consciencia do qae vale.
    Para este acto solemne se prepara elle o
    mais aceiado qne pode : vesta sobrecasac,
    collete de xadrez vermelho e at (razia lavas
    pretas bispontadas de branco.
    Anatole, apezar da sua. preoecupaco,
    conteve a casto am sorriso e disse-lhe :
    Fez me a honra de pedir-me ama en-
    trevista ?
    verdee, scabor,
    Estou s suas ordens.
    Misseny sentou-se.
    Devo declarar-lhe comecou o Mutot
    com- ar importante que, quando me pro-
    ponho a obter algum fim, corto por todas
    as difficuldades. Desejei, pois, possuir a
    propriedade da Bella-V'ista ; tive que a pagar
    cara, mas nao me pesa por isso.
    E que mais ?
    Quero dizer que uma cousa qae valha,
    o mximo, quarenta mil francos, nao duvido
    paga la por cincoenta mil, convindo me.
    Ah sim, generoso... Mas a que
    proposito me faz esta declaracio ?
    Desejava que entrassemos n'um ajuste.
    Sobre que ?
    Dou-lhe dez mil francos de lavas.
    Anatole franzio o sobr'olho e redarguio
    framente:
    Nao posso comprehende-lo.
    Eu me explico. Pagando-se-lhe por
    quareiita mil francos a sua propriedade. creio
    ser bom negocio. Eu dou-lhe cincoenta
    mil francos por ella.
    Anatole levantou-se estupefacto e res-
    pondeu :
    A minha proprieda, senhor, nio se
    vende.
    verdade, mas dez mil francos de
    luvas nio cousa para despresar.
    Anatole, que ao principio flera sorpren-
    dido, tornra-se indignado; mas, contem-
    plando aquella figura grutesca que assim lhe
    vinha propor a venda do solar de seus avs,
    levon o negocio para o lado do ridiculo e
    respondeu-lhe com uma estrepitosa garga-
    lbada.
    Entio o Mulot ergueu-se desorientado e
    disse :
    Nao est disposto a |cceitar ?
    De certo que niorespondeu o man-
    cebo n'uma altitude de quem o despeda.
    Pois faz mal!
    Anatole nio lhe redarguio.
    O Mulot pegoo Jno chapeo e dispoz-se a
    sahir, maa antes de transpor a porta vol-
    tou-se, dizendo :
    Oibe quetalvez se arrependa I
    Anatole, sem dar resposta, acompannou-o
    cortezmente at ao vestbulo, e, saudando-o
    voltou para dentro.
    Nos o veremos !resmungou o Mulot
    retirando furioso.
    (Gt%tt*ar-u-k-J
    TYP. DO DIARIO KJA WJQUK 06 CAXIAS


    1
    N
    I "


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