Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12109


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Full Text
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mWO XLH. NUWEIO 103. onu jl o*k s o *,] ^ i ^ nss ^ ,8EGUIiD* FEIM 9 DE MAIO DE 1870.
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Por tres bmm adiasw
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fordm antro idear................!!..'
Cada muro avulae..............


320
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PIBA MITRO E POU DA TWUMttL
fot tres mezes adaatados .*,....
Por seis ditos dem....................
Por note ditos dem......... *......
Por om ano dem.......... .* .' .* .* .* .*
1780
134500
20*250
27*000
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Flhos.
----------,------.!------------------t----._______________

* Sr,. Gerardo Antonio Alves Filhos, no" Para ; Connives d Pinto, no Maralo ; Joaqaim Jo* de Otveira, no Cear ; Antoaio Lemoa Braga, n^Araca* ; Joao aria Mo Chavea, no Asan ; Antonio Marones da Silva, no Natal; Jos Jolino
Pere.ra d'Almetda, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Urna, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vita da Pnba; Belarmino dos Santo BolcSo, m Santo Ant3o; Doaingo* Jos da Costa Braga,
_____________________ftm Nazareth ; Francisco Tvares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinbo no Bio de Janeiro. '
-------------------------:----------------- -.____________________________________i______________________________________________ :

PAITE OFnCIAL.
Hlnlsterio da guerra.
Gontmando em chefe de Indas as forras brasileiras
na repuhtira 4o Paraguay. Quartel general em
Uumayl, 16de abril de 1870.
Ordem do da n. 47.
Em virlude do aviso do ministerio da guerra,
q'ie ora transcrevo, passo tiesta data ao Exm. ma-
rr-cttal de campo visconde de Pelotas o enramando
derte exercito.
Nao sem profunda emocao que me despeco
dos meus eompanheiros de armas. Estesentime-
to mistura-se hoje intensa alegra de poder re-
gressar ao seio da patria e da familia, e de fazo-lo
procedendo por pouco tempo aquellos de meus
.imaradas que ainda se acham nesta trra, e dei-
x.indo assim cumpridas as esperangas que a um
anno em igual data enuneiei.
Anuo foi esse de trabalhos para todos nos, e por
vetes de amargo* desengaos; mas nao flndou
sem deixar asegurado o descanco do Brail, e to-
Umunte aniii.|uillado o ioimigo que se tornara in-
compativel eom a paz e seguranga do nosso paiz.
.Soldados do exercito em operares uo Para-
guay I I Depois que vos me dingi em Luque,
multo tivestes ainda que trabalhar, muito que sof-
frer para conseg-.ir o llm que anhelavamos.
Vaos foram, porm, os obstculos que se tos
antepunham, quer os multiplicados pela astada e
actividade do vosso adversario, qner acuelles por-
veatura mals terriveis, que vos oppunha urna na-
tureza qnasi virgem.
Dezeseis milhomens leve o dictador do Paraguay
em armas no anno de I8ti!; elles desappareceram
pelos vossos osforcos, sem quasi deixarem vesti-
gios de si, nao comtudo sem abrir em vossas lilei-
ras claros, embora comparativamente poucos, por
demais sensiveis.
A desmoralisacoimpressano animo dos soldados
de L^pez por aquella I >n.:a serie de victorias com
que debaixo do coimnando dos meas benemritos
antecessores, havieis sabi lo enobrecer o nome bra-
sileiro, maito contribaio, sem duvida, para a rapi-
dez dos dossos trumphos neste ultimo periodo da
guerra.
De oada valeram ao tenaz dictador mais de 100
boceas de fogo, que, en: breves mezes, novamente
accumlra a saa ptirenetica energa.
O territorio at entao incgnito da repblica do
Paraguay foi pereorrido por nossas armas triom-
liames em todos os sentidos, e at nos seus extre-
mos mais recnditos.
De malo |a fevereiro fizeste recnar o inimigo
desde as portas de Assumpro deserta, desde as
barrancas com qne em Itapda elle domina o cau-
daloso Paran, al aquella regiid ainda inculta do
oosso Brasil, onde longe de toda a habitacio hu-
mana, tem suas oascentes o Apa e o Anhamsbahy.
A serra de Maracaj, aquella cordilbeira spera,
cujea serros medonhos airavessam em sen cun-
mment a repblica, em tres pontos distantes, foi
por vos Iransposla impunemente em S. Joaquim,
ao Espadim e no Chingelo.
Alguns de vos soffreram os fros de julho as
margens do Teb>quary ; maior numero arrostou,
atravz do dislricto da Conceigio, os calores op-
pressvos do verio da zona trrida; outros bebe-
rn) a febr com as aguas malficas do Jejuy.
A fome por vezes nao vos poupou, e comparti-
lliastes seus soffrimenlos com aquellos fragmentos
do infeliz povo paraguayo que, marchas forradas,
ieis arrancar aos rmos mortferos.
Mas vo-sa coragem foi sobraneeira aqnelles sof-
frimentos, como tora as cargas de lauras e me-
tralha.
Nesta hora de nossa separagao, mais urna vez
vos agradeco o muito que vos esforgastes pela
causa da no-sa patria ; a abnegacao com que offl-
i:iaes generaos, superiores, subalternos, inferiores
e soldados, quer em frente dos canhoes inimigos,
quer era freote ao sertao, cumpriram minhas or-
dena ; a immensa satisfaca que me dsles. Tara
bem as reparticoes nao combatentes de ;*ade e
d4 fazenda contribuirn) para o triumplm geral,
trabalhando a remediar os padecimentos inheren-
te guerra.
Na expresso destes sentimentos, nao esquero a
l isa benemrita esquadra que, privada, pela na-
tureza da nova phase da guerra, de compartilhar
qssos perigos. era por isso deixou de ser-nos
ara auxiliar tanto mais essencial e prestimoso
uanto nossas operacjjas tiveram c. abranger, de
um extremo outro, os littoraes do rio Paraguay
- Paran.
Muito devemos aitividade dos seus dignos che-
fes Elisiario e Lomba, boa vontade de seus offl-
ciaes em desempenhar o arduo quio montono
servido de transportes.
Os nossos alliados, sempre nos ajudando na me-
dida de suas forras, novamente nos deram provas
de sua constancia e bravura, e fizeram jus ao
nosso reeonhecimenlo. Mi comprazo em aqu at-
testa-lo.
Os mais esplendidos resultados coroaram este
concurso de esforcos pela mais legitima das
causas.
As hostes inimigas que se oceultavam delraz das
gargantas da cordiltieira de Ascurra, em breves
das se dissolveram ao impulso da vossa bravura.
Lpez, conhecendo que nao poda resistir pelas
armas, em seu orguibo peosou vencer-nos pelo
deserto e pela fome; raa?, gragas vossa^tenaci-
dade, o deserto e a fome se voltaram contra elle,
e ceifaram s centenas os seus desventurados se-
quazes.
Nao lendo j ao redor de si senao bem poucos
horaens dos ramios milhares que elle amara, cer-
cado pelos nossos, expirou; morreu, talve por
aao comprehender a generosidade do perdi of-
ferecido, perdao que elle nanea fra capaz de oa-
thorgar.
Livre do seu dominio, a populagao paraguaya,
que saccessivamente conseguiste* libertar dos
martynos da fome e das peregrioagoes forjadas,
recuperou seos lares voltou s oceuparoes da
paz, e, otaos vistos, renasce da lerhvel crise
porque passou, encaminhando-se, se fr sabiamen-
te guiada, para a futura prosperidade firmada as
coaquistas da cinlsacao.
Com ella foram por vos sobtrabidos dos mais
crueis soffrimentos aquellos dos nossos compa-
triotas que, aprisionados falsa fe, sobreviveram
s crueldades do seucaptiveiro.
Nao pencos cidados de nacoes amigas tarabem
foram restituidos ao mundo civilisado.
As repblicas nossas alliadas, nao menos inte-
ressadas do que nos na extincao de um poder qne,
ainda mais tal vez ellas dique ao Brasil, amea-
cra, na hora do triumpho unem as suas expres-
ides de jubilo s nossas, prenuncio certero de
urna era de solida concordia e fraleroidade.
O Brasil inteiro, por li n, para qnem eonquistas-
les a paz, exulta de vossos feilos. Exulta com ra-
zio por ver afinal voltar ao sea seio, trazendo os
louros da victoria, nao poucos milhares de seus
tilbos.
Ji perto de 7,000 voluntarios da patria, heroi-
camente desempenhado o encargo que haviam to-
mado, attingiram as praias do imperio ou para
ellas navegara ; mais de 3,000 dos denodados guar-
das nacionaes da provincia do Rio Grande do Sul,
cumprindo igual dever com nao menor valenta,
se eneaminham para o slo natal.
Dentro de breves das os mais os seguiro ; e o
valeote e resignado eruto de linba tambera nao
tardar, assim o estero obter. no remanso da pa-
tria, a compensacio gao unto merece sM pro-
longadas adigas.
Ao ler de separar-me de todos, resta-me a sa-
tisfacio de ver que eu pao poda deixa-los entre-
gues a maos mais sabias do que s do inelyto ge-
neral quem coube a gloria, por lodos os ttulos
por elle merecidos, de descrever a ultima pagina
desta guerra.
No socego da paz restituidos ao sai da socie-
dade civil, sabereis coucorrer com vossos conci-
dadaos para o desenvolvimento pacifleo dos ele-
mentos vitaes do paiz c das suas lberdades, levan-
do desta longa cruzada a lembranga da muita Tor-
ga que da a unio, e da grande cnse que a naci
brasileira atravessou inclume e airosa, gragas
duvida aos sabios lagos que prendera suas
differenles frages, e uniram em um comraum es
forgo os seus filhos espalhados na vasta zona limi-
tada pelo Oyapock e o Chuy.
Tenho procurado, noexercicio de minha antori-
dade, alliviar, quanto possivel, vossos soffrimentos
e fazer jstiga, na algada das minhas attribuigSes,
aos servicos de cada um de vos.
Ser-ine-ha a mais gratas das recompensas, se
reconhecerdes minhas intengoes e dolas guanlar-
des benvola lembranga.
Quanto a mim, em qualquer parte qne as cir-
curaslancias me cooduzam, hei de sempre ufano
couseryar a consciencia de que tive a honra de
vos guiar ao terreno de vossas provanjas, e a me-
moria, seja-me licito dize-lo, do que coravosco tiz
e do muito que vos devo ; e se por ventura minha
voz ainda tiver occasio de se fazer ouvir, nin-
gaem com mais empenho advogar os vosso* rn-
teresses do que vosso antigo general e contante
amigoGastao de Orleans.
Viva a nago brasileira
Viva S. M. e Imperad* r.
Viva a constituigao poltica do imperio.
Vivara o exercito e armada.
Vivam os voluntarios da patria.
Vivara os nossos alliados.
da 3
o ver no da provincia.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO
DE MAIO DE 1870.
Coronel Alexandre de Barros e Albuquerque.
Pode seguir viagem independentemente de licen-
ca, visto nao estar servindo no corpo de polica, e
sem prejuizo do direito que possa ter a respeito.
Andr de Abreu Porto.Informe a directora
da companhia dos trilitos urbanos para Olinda.
Abalxo assignados proprietarios e habitantes da
cidade de Olinda.Informe o Sr. engenheiro che-
fe da repartigao das obras publicas.
Carlos Stoeber.Informe e Sr. regedor do gvm-
nasio.
Heraeterio Jos Velloso da SilveiraDirija-se
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Mara da Cruz.Informe o 8r. inspector
do arsenal de marinlia.
Aatonio Augusto dos Santos Porto.Dirija se
ao Sr. engenheiro chefe da repartigao das obras
publicas.
Anna Monleiro de Lima Bego Valenga.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Alexandrina de Lima e Albuquerque.Ao Sr
director geral da ipstrucgao publica.
Candido Hermogenes de Mello Mascarenhas.
Fica expedida a conveniente ordem.
Firmo iCarneiro da Cnnha.Avista das infor-
magSes, subsista o despacho de 8 de margo ul-
timo.
Frederico Colombiano da Silva Guimaraes.
Seja aggregado.
Francisco de Carvalho de Andrade Brandio.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Francisco Antonio Rodrigues.Aprsente a saa
patente.
Guilhermina da Silva Cunta.Conceda-se a li-
cenga requerida por dous mezes, sem venci-
mentos.
Henrique da Cunha Torreao.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Herculina Candida do Araaral Lima.Remetti-
do ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
attender supplicante.
Ivo Pinto de MirandaConceda-se a licenga
requerida com ordenado smente.
Jgnacio Luiz de Brito Taborda.Exhiba certi-
do de baptisino da presa que allude.
Jos de Barros Pires Falcao.Informe o Sr.
tenente-coronel commandante do corpo provisorio
de polica.
Jos Theotonio Pereira de Carvalhe.Drija-se
o supplicante ao Sr. commandante do corpo de
polica.
Juvencio Antonio Gaia.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial, ouvindo o adminis-
trador do consulado.
Jos Antonio de Leao.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fezenda.
Joaquim los dos Santos Araujo.D-se.
Lucio de Souza Pereira.Informe o Sr. desem-
bargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Manoel Rainero de Barros.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Maximiano Bezerra da Silva.Informe
inspector da thessuraria de fazenda.
Padre Manoel Ignacio de Lima.Informe
inspector da thesouraria provincial.
Manoel Figueira de Pan.Ao Sr. inspector
da tnesouraria provincial com a portara d'esta
data.
Manoel Monteiro de Siqueira.Expeca-se ordem
para ser o supplicante engajado.
Severino Jos de Aimeida Leal.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Manoel Alves de Santa Anna.Os documentos
e requerimento que allude, foram remettidos ao
Sr.' inspector da thesouraria provincial, com des-
pacho de 31 de margo.
Jos Pereira da Silva.Informe o Sr. adminis-
trador da extincta colonia militar do Pimenteiras,
3ue deve logo consentir na construegio da casa
e qae trata o supplicante, se nao tiver motivo
jasto para oppdr-se ediflearao.
Jos Ferreira Colho.Ao conselho de compras
navaes, para lazer alguma alteragao no prego da
farinlia, trazendo-a ao coobecimento d'esta presi-
dencia pira resolver.
i Mara Salom dos Santos Dacia.Volte ao Sr.
Dr. director geral da inMrucgio publica, para in-
formar se a supplicaote tem sempre exercido e
bem 9 lugar de prefessora as duas cadeiras qae
tem eccapado, e se ha inconveniente na reraogao
que oede.
Antonio Gomes Netto.Informe o Sr. engenheiro
chefe da repartigao das obras publicas.
Tbomaz de Carvalho Soares Brandio Sobrinho.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda, ouvindo o da alfandega e o Dr. carador
fiscal.
o Sr.
o Sr.
INTERIOR.
RIO DE JtMllllO
30 DE ABRIL DI 1870.
Viva a naci brasileira I
Viva, Sua Magestade o Imperador I
Viva Saa Alteza o Sr. marechal do exercito con-
de d'fiu I
Viva a familia imperial 1
Vivan os hroes da campanha I
Vivam os vol otarios da patria.
Saa alteza o Sr. coade il'Eu, general em chefe
de todas as torcas brasflairas em operagoes con-
tra o governo do Paraguay, ehegou hontem esta
capitaf. Assim qae foi avistado o transporte Oalr
go, cojo bordo viniia o Sr. conde d'Eu, partiraot
ao sea encontr, como fra ofllcialmente annun -
ciado, duasdivtses navaes compestas dos encou-
racados Ama Barros, Cabra! Mari: t Barros e
MM* HtaPaBMMBV Mrttf- e Ptrnensrao man-
do do Sr. capitio de mar e guerra Joaquim Fran-
cisco de Abren.
A esquadrilba tomou a retaguarda do transpor-
te G7a,diminaindo a forpa das caldeiras, at
que suas Majestades e Alteza e seqnito podessera
passar para bordo do transporte. Seguiram-se de
paite da familia Imperial e do Sr. conde d'Eu, as
manifestagoes expansivas, abracando a sua alteza
em primeiro lugar Sqa Magestade o Imperador, de-
pois a serenissima princeza imperial e finalmente
Sua Magestade almaeratriz, Os Srs. ministros
da guerra, marinha, justlca e obras publicas,
acompanharam a bordo a familia irafeml. Alm
do prestito ofBcial, concorreram ao acto raui-
tas pessoas gradas das mais dentaeus elasses so-
ciaes.
Seguio o Galgo acompanbado da esquadrilha
e at fuodearam os vapores, eram os augustos
viajantes sandados phrenticaraente pela mari-
nhagen) e orcialidade de todos os navios sur-
tos em nosso porto. Foi ura espectculo impo-
nente ; as tripolagoos subindo s vergas erguiam
as vozes retumbantemente, agitando os bonets
entro vivas e hurrahs constantes e entusisticos.
Era urna immensa acclamacao de todos os la-
dos, acclamario exp^ntanea, clamorosa, indescrip-
tivel.
Os navios de guerra e as fortalezas salvaran)
festivamente; em trra snbirara turbhSes de
girndolas ao primeiro sigoal do canhao. Suas
Magestades e alteza imperiaes almibarara bordo
da era comoanhia do Sr. conde d'Eu. Urna barca
ornada galhardamente pelo emprezario da compa-
nhia Ferry, o Sr. Rainey, levou at as agaas do
Galgo as pessoas que quizeram asslstr a solemni-
dade do encontr. A bordo ia o Sr. director do ar-
senal do guerra, os Srs. ofilciaes, ama banda de
msica e immensos passageiros.
Quando o Galgo parou para receber Suas Ma-
gestades e alteza imperiaes, de bordo da bar-
ca Ferry, levantaram-se delirantes brados ao Sr.
conde d'Eu, ao som do magesloso hymno na-
cional.
Suas Magestades e altezas desembarcaran) no
arsenal de marinha, d'onde seguirra para a ca-
pella imperial, p. A comitiva de sua alteza o
Sr. conde d'Eu, era composta dos Srs.:
Coronis Joao Mendes Salgado, Dr. Francisco
Bonifacio de Abreu. Dr. Rufino Eneas Gustavo
Galvao, Agostiriho Marques de S, conego Serafira
Gongalves dos Passos Miranda, cirurgiao de esqua-
dra Dr. Joao Ribeiro de Aimeida, os majores Hila-
rio Mariano da Silva, Benedicto de Aimeida Tor-
res, Luiz Carlos Mariano da Silva, capitio Alfredo
de EscragnuiluTauoiy, eirargt-mor de brigada
Dr. Firmino Jos Doria, tenentes Joe Ferraira Ra-
11111-. Bellarmino Augusto de Mondonga Lobo o
Augusto Alves de Abreu.
O povo que enebia a ra Direita e o arsenal
de marinha, victnrlou de urna maneira cima
de teda a descripgio, o cbeTe do estado, a lm-
peratriz, a feliz esposa do principe e o conde Has-
ta i de Orleans, cojo nome a cha se ialelevel-
mente gravado hoje as paginas da historia na-
cional.
A multdao a tropela va-se, gritava, ergua vivas,
movia-se em redor do glorioso grupo imperial,
uniudo-se todas as vozes e lodosos sentimentos em
um s e n lisivcl brado de delirante enthusiasmo I
Foi realmente dlliril o transito at a capella im-
perial. O povo casto ceda lugar: tal era o de-
sojo, a anca, a-gloria que cada qual tinha de ver
de perto e victoriar, cora a alma nos labios elec-
trsados, o grande vulto do intrpido e honrado
principe.
A' porta da capella imperial foram Snas. Mages-
tades Imperiaes e altezas recebidas pelo Illm. Le
H.ni. cabido, sendo aspergidas pelo monsenhor
decano, o qual em seguida cotoou o Te Deum Lau-
damos at a capella do Santissimo Sacramento,
onde Suas Magestades e altezas fizeram oracao,
linda a qual retiraran) se por dentro da capaila
para o pago da cidade.
Do arsenal de marinha capella imperial mar-
chou o prestito do seguinte modo :
Na frente vinham as discipulas do conservato-
rio de msica dirigidas pelo maestro A. Fiorito,
cantando o Hymno da Victoria, ao som de urna
banda marcial. Seguia-se iramediaUmente o cor-
po ministerial abrindo passagera Suas Magesta-
des e altezas imperiaes. 0 Imperador dava] o
brago i Imperatriz e o conde d'Eu princeza im-
perial.
Os batalhoes 1", 3 e o" de infamara, 2o e 6o
de cagadores e artilharia da guarda nacional, as-
sim como um batalhio de voluntarios da patria,
fizeram alas desde o arsenal de marinha at a ca-
pella imperial. Depois que Suas Magestades e al-
tezas entraram no templo, os batalhoes marcha-
ran) para o campo da Acclamario e ah formaram
em linha, desde a ra da Constituigao at a c-
mara municipal, para fazerem as continencias
devidas a Suas Magestades e altezas imperiaes.
Sua Magestade a Imperatriz trajava vestido de
setim cinzento coberto com rendas de Inglaterra,
sua alteza a princeza imperial vesta ura toillete
de setim azul, chapeo da mesraa cor, com pluma
e longo veo.
Fechavam o prestito as escolas militar e central
encorporadas, ofilciaes superiores c subalternos ;
e personagens destnelos, ana qae foram a bordo
e outros que esperavam Suas Magestades e alte-
zas imperiaes no arsenal de marinha, ao desem-
barque.
Foi ao encontr de sua alteza o Sr. marechal do
exercito conde d'Eu, urna comroissio de despa-
chantes da alfandega, trazendo no centro grande
numero de senhoras vestidas de branco e ornadas
de fitas verdes e amarellas, sustentando, bandeirol-
las e estandartes nacionaes.
Duas bandas de msica, ama de sociedade par-
ticular, cujo nome sentimos ignorar, e outra dos
artistas aljamies, caranhavam frente da com-
mssio. Entre os estandartes e flmulas que Ire-
mulavara as mos das senhoras e cavalheiros,
avultava a bandera caracterstica da corporagio,
com a epigraphe em letras de ouro.
Depois de alguma demora no pago da cidade,
seguiram Suas Magestades e.altezas, em cirro des-
coberto, pelas ras designadas at o pago de S.
Cbristovao.
A corte imperial em carros de grande gala se-
gua o primeiro coche.
E' imnossivel descrever o Iouc enthusiasmo
publico durante a rpida passagera de Suas Ma-
gestades e altezas. De todas as janellas brillan-
temente ornadas e repselas de senhoras, choviam
em turbiihes flores sobre a augusta familia. Os
lengos agitavam-se (estivamente ; os vivas ao con-
de d'Eu, ao Imperador, i princeza imperial, i im-
peratriz, aos grandes hroes da grande campanha,
achavam cofera tedas as almas, partihdo de to-
dasas boceas.
Nao possivel era crivel que a jalma da mol
tidio expanda-se com mais energa e espontanei-
dade. A alegra qne coroava a familia imperial
alegra translozida nos seus semblantes animados!
era como qae um retlexo da gloria, do orgulh
do triumpho popular. O povo atirava-se s rodas
do carro, interceptava a marcha dos animaos
expunha-se a ser pitado, ego de delirio e alluci-
nado de pTazer.
A' espera 4 llumiuacio d noata, a multdao
a percorrer as ras e praeas deco-
\
continuou
radas.
A raa Direita, desde o arsenal de marinha at
a praja de V. Pedro II, estava cheia de bande-
ras, flmula e galhardetes, *iu atravessavam
de lado \ a lado, agitando-so aloiu disso em
tedar as janellas. O arsenal de marinha apre-
senton um curioso e deslumbrante aspecto.
A praga do CiNnmercio, foi nessa rna o edificio
mais oolaelinente.aformoseado. Dentro locava in-
cessantemente a banda dos mnsicos alternaos.
A praea estava atopetada de senhoras e cavalhei-
ros, desti cando-so os grupos graciosamente deaire
os lavores golhicos creados pela fantasa arts-
tica.
Em Trente i praca do Commerco, na fachada
da casa contigua ao Banco Ioglez, toi collocada a
vasta tela j conhecida do publico, Irabalho
do t>r. commenda lor Hoch Fragoso, que pre-
senta o retrato fiel de S. Exc. o Sr. niarqaez do.
Hervil, general Osario, perfil destnelo e glo-
rioso ntreos vultos mais salientes da guerra
do sul. O nome do Ilustre general era todo o
momento aeclamado pela miludio.
Destingnlrara-se alera dos edificios citados as
casas ondeifanocionam os bancos Inglez e Man,
elegantemente alomadas e illuiiinada.
Elevaramie dous arcos, um em face ra do
Ouvidor c outru fronteiro do Rosario. Ambos
de estylo romano; Iluminados a {lobos de crystal,
tendo no enme as armas impertes, sobpostas
estandartes auri-verdes.
No froutal do primeiro leem-se os nomes das
batalhas fcrdas de 6 a 47 de iewnbro de 1868.
As efflgies des aj^jos da gloria surgem por baixo
do dstico principal nos dous lados lo arco. Na
parte inferior das columnas mostram-sc dous
retratos, um do imperador e outro do visconde
de Tamanekr. No topo do segundo erguem-se
as armas Imperiaes sobpostas estandartes pa-
trios. Sobr# as cornijas das columnas que for-
mara a base dos arcos levantam-se ai estatuas
da/Fama.No frontal l-se :combate naval de
RIACHUELO PELO BAR.VO DO AMAZONAS.
Na frente da casa Careeller brilbava ama ful-
gurante cora nacional gaz, entre bandeiras e
estandartes alliados.
Na ra do Mercado foi levantado ura elegante
corete, lendo imagens syrabolicas no cirao, um
vasw lustre de pingenles de crystal no cuatro,
formando o trabalho artstico urna espagosa e bo-
nita sala. Por todo o crelo ondulavam gallar-
detes e bandeiras. N) frontal destioguia-se a se-
guinte parase : Vita o da 7 de setembro.
No lira da. mesma ra ergueuse um arco tri-
umphal era j-tylo gothco, tendo na fachada prin-
cipal os retratos em transparente de Saa Alteza
o Sr. conde dEu e do general Cmara, visconde
de Pelotas. No centro do arco um lustre, e as
paredes interiores designados os gloriosos comba-
les de S. Pedro, 11 de Janeiro de 1870, e de As-
entra, i de acost de 1869.
Os amblemos da Justica e da Verdade realg.a-
vam as races lateraes do monumento.
Na parte inferior das columnatas foram pinta-
dos os bustos dos quatro hroes da guerra : os
Srs. visconde- de Inhama, duque de Caxias, gene-
ral Osoro e bario da Passagera.
Na praga de D. Pedro II, em frente ao pago im-
perial, foi elevado nm magnifico crelo em estylo
gothico, representando urna extensa galera. Na
fachada via-se o retrato de Sua Magestade o Im-
perador e aos lados, direita os de Sua Alteza o
Sr. conde d'Eu e general Osorio ; esquerda os
dos Srs. daqne de Caxias e general Cmara.
A galera estava replecta de sonboras, e noute,
profusamente Iluminada, apresentava ura impo-
nente aspecto.
A' entrada da ra de D. Manoel ergaia-se urna
elegantissima columna, enlarala com festoes de
lamparnas de cores, fragindo' a columna marino-
re cor de rosa.
No meio da mesma raa fci construido ura corete
realmente digno de mencao especial. Represen-
tava um pngode chinez; circunda vara o urna fila
de palmeiras e de plantas variadas.
Os ldos da ra estavara adornados com festoes
de flre3 arti lices, presos mastros com ban
deiras.
A raa do Ouvidor foi das mais caprichosamente
adornadas. O quarterao entre as ras dos Ouri-
ves e Quitanda attrabia, mais de que todos, a at-
tengio e curiosidade publica, pelo gosto apurado
quo presidio aos ornatos.
Foram dispostos symetrcamente arcos com bi-
cos de gaz para a noute; Iluminaran sorprenden
te e deslumbrante. Presos de ura oatro arco
grandes festoes de flores artficiaes; pendentes do
centro dos arcos viam-se escudos com os nomes
dos hroes da campanha.
O quarteirio da ra da Quitanda at a raa Di-
reita sob difireme aspecto ostentava-se tarabem
garboso; atravessavam-n'o festoes de murta e
flores, entre globos a giorno de cores cambiantes.
Todo o rest i da ra do Oavidor estava luzido e
scjntillante. Entre as casas particulares destin-
guia-se a da pire Dame de Paris, em caja fa-
chada, r -amento Iluminada, sobresahiara dous
quadros, symbolisando um a Fama destribuindo
palmas e coras, sob o dstico : 1 de margo de
1870 >, e o oairo o anjo da guerra com a inscrip-
gio c A partida No centro da varanda fulgu-
ravam as iniciaes da princeza imperial e da impe-
ratriz, a gaz, e o destinctivo da casa, a igreja de
Notre Dame de Paris.
A illuminagao 'da Reforma chamou a attengan
pelo gosto e s'i.nplicidade com que feta.
O edificio da escola central apresentava o seguin-
te aspecto :
As escadarias e plataforma estavam ornadas
oom plantas e arvores entre bandeiras. Ni fa-
chada haviam tres figuras symbolicas, sendo a do
centro a America subjugando o Paraguay com
esta inscripric : < A' gloria do Brasil. > Dos lados
duas imagens de anjo : a Fama e a Victoria, tra-
zendo a epigraphe segninte : Aos marlyres da
redempro do Paraguay os acadmicos da escola
central.Aos hroes da redempcao do Paraguay
os acadmicos da escola central.
Antes de passarmos em revista a praca da
Constituigao, cumpre-nos mencionar as ras do
Rosario e Ourives.
Na raa do Rosarlo, entre a dos Ourives e Ura -
guayanna, elevavam-se dous grandes vasos de
murmore branco eontendo parsitas, sobre gran
des bases, em caja parte superior lia-se em escu-
do circular na frente o nome de Sua Alteza o Sr.
conde d'Eu e dos lados dous outros com os dos
Srs. generaos Gurjio e Victorino. *
At de Lruguayana era a raa eafeitada de
mastros com escudes, recordando as mais ola veis
aegas da guerra. Infiaidade de flores, bandeiras
e arandellas adomavam o mesmo espago.
Na roa dos Ourives entre a do Rosario e Hos-
picio erguia-se um bello arco triumphal em cujo
eime estavam eollocados dous escudos com os no-
mes de Saa Alteza o Sr. conde d'Eu e general
Osorio. O monumento representava ama grande
corda de louros ehtrelagada por ama fita encarna-
da ; as pilastras eram formadas por pecas pinta-
das, de cajos boceas, ebeias de balas, sahiam la-
gos de fitas unes e flores. Na parte inferior do
arco estavara alionados em varios escudos os no-
mes celebresBardo de PelotasBordo do Ama-
ztnat.
No largo do Roco entrada oriental do passeio
avultavara os retratos de sua alteza o Sr. conde
d'Eu e do general Cmara. Fesiges de floras, es-
cudos comineaioTativeB, bandeiraf, arcos, efe. etc.
A casa do Sr. Soma Braga estava adornada cotp
o fcato do costuras.
-
Na raa do Citanos havi om bello arco com os
nomes mais nrilhantes da campanha entre Abres,
symbolos gloriosos etc.
Na rna de S. Bfedro da Cidade-' Nova destinaui-
se a sociedade festival 7 de setembro, enjo edificio
estava ornado da segninte forma :
Tres aros acoromnados brimanteniente ornados
com apmbados, cortinas, flores e trophos de ban-
deiras naciraaes, eontendo nos vos de cada arco
um transparente, sendo o do lado direito com a
effigie de Sua Magestade o Imperador, do lado es-
querdo de Sua Alteza o Sr/ conde d'Eo e no cen-
tro com a corda nacional, e a legenda Vita a na-
fw brasilea e o titulo da sociedade.
Na passagem, os angostos personagens digna-
ram-se honrar a mesma sociedade, parando em
saa frente afim de ouvir os discorsos e poesas
(fue da mesma sociedade Ihes eram otfcrtadas.
Esta sociedade pretende encorporada compri-
men! .r i Sua Alteza o"Sr. coude d'Eu em nm do
dias do festejo.
O collegio Pioheiro, sito na praga Onze de Junho,
estava elegantemente adornado com festoes e ga-
lhardetes.
O eazometro apresentava urna grande cora im-
perial sobre urna almofada de velludo escarate,
Iluminada a gaz. O resto do edificio tambem gra-
ciosamente Iluminado, oslentavase no meio de
lluctuantes bandeiras muliieres.
Na rna de Estacio de Sa, ao lado de um bello
crelo, admirava-se um obelisco de puro gosto ar-
tstico.
A casa de correcgib apresentou-se exptendida-
mente ornada.
O senado mostrou-se ricamente ornado de col-
chas de velludo com franjas doourp; urna grande
bandeira nacional no prtico da entrada e estan-
dartes nacionaes.
A casa da moeda achava-se adornada com ex-
plendor. Na janella do centro, sob docel, avultava
o busto do Imperador. "
A cmara municipal tinha ero todas as janellas
sanefas de velludo; a porta principal enfeitada de
velludo franjado i oaro, as tres bandeiras alliadas
tractuaido sobre o edificio; symbolos e bandeiras
at a raa Larga de S. Joaquim.
Na roa do Lavrado o collegio de Santa Cruz
de-linguio-se pelo aparado gosto de seus adornos.
No caes da Gloria lev3ntava-se um arco de
triumpho e em todo o largo murtas, estandartes e
flores.
A ra de Guanabara, assim como todas as ras
do transito de Saa Alteza, estavam decoradas faus-
tosamente.
Nessa ra a illuminagao era de efeito admira-
ve! ; verdadeiras abobadas de luz sobre flores e
bandeiras cambiantes; era de um aspecto mages-
loso.
Em todas as ras celebas, folhas, bandeiras, ga-
lhardetes, flmulas, luces e cima de tudo o rego-
sijo do povo, unisono em sandar por todos os rio
dos o principe hese, que volte emfim ao seto da
patria agradecida.
em Assumpgio 9
tunato Flores traba embarrado
desembarcado em Esquina.
MINAS CEBES.
iNada oceorreu de importante. A presiden-
cia d.-i provincia tinha publicado as iostracroV^
para ima expostejto do productos agrteolas, ro-
dostr aes e de obras de arte d> provincia, no da
7 ue setembro prximo na cidade de Oto Preto.
O- DE JANEIRO-
>o da 29 do paesadu chegsu corte S. A. n
sr. conde d Eu. Sqbre saa recepcao damos, sob
arubvea Interior, a descripcao ralnaciosa.
h~ T ItnPerar conferie, em 29 do *.sa-
ao, a 5. A. R., mareeHal de ejercita conde d'Eu,
seu ramio amado e presa-j genro, a medalta i*
nenie militar croada por decreto n. 4,181 de tr
tLSSft de ,868' e,n' "l*> os actos d*
dsmKi'bravura por ello praticados, como eom
mandsoee em chefe de todas as fercae b'raziteira*
em>operaraesna repblica do Paraguay, no* com-
bates de Pirebebuy e Campo Grande.
For portara de 23, foi Borneado o engenhei-
ro fcdiurdo Jos de Moraes- para dirigirs obra*
ua MaiOB entre a columna D. Francisca e a pro-
vincia do Paran, com os vinomenios de enge-
nheiro *>* classe, c transporte pelo maxiro.v
2arM,^a,tabel,a 2922 de 10 de maio de 186*
Por cartas imperiaes de- 27 do crrante:
rorara nomeados senadores do Imperio:
Pela provincia do Rio-Grande do Sul o coBse--
ur) Aj"omo Rodrigues Fernandes Braga;
Pela do Rio-Graadc do Norte o conselheira-
trancisco de Salles-Torres Hornera ;
Pola do Cear o conselheiro Jronvmo Martioia-
no Figneira de Mello, e o deserabargador Domin-
an i lo?aeira Jagaaribe ;
I Ha do Amazonas o desembargador Ambrosio-
Leitao da Eunha.
Foram naturalisados os subditos portogueze*
Victorino Moreira Coelho e Antoaio Moreira Pinto
Foi Horneado sresidente da provincia do Ama-
zonas o coronel Jos de Miranda-da Silva fteis.
'or decretos da mesma data :
Fez-,e merc do titulo de v,sconde de Santa.
tierez. ao tenente general Polydoro da Fonceca,
(jiiinUailba- Jordao, em attengao aos relevante?
servigos prestados na guerra do Paraguay.
to nomeado o Dr. Eugenio Marcolino Rebell.i.
para inspector de saude do porto da provincia do
Paran.
DIARIO DE PEBHAMBUCO
RECIFE, 8 DE MAIO DE 1870.
Noticias do sol do Imperio.
0 transporte ltapicur, chegado sabbado da cor-
te, nao trouxe mala para o correio, a qual deve
vir pelo Guan, qae sabia no da Io do correute.
Ao obsequio, porm, de um amigo devemos o
rocebimento do Diario do Rio de Janeiro de 26 a
30 dopassado, dos quaes extrahimos as noticias
que vio no presente numero.
BIO DA PRATA.
' O vapor Galgo trouxe corte datas, de Bue-
nos-Ayres at 21 e de Montevideo at 23 do pas-
sado.
O que mais oceupa a attengio daquelles povos
o assassinato do general Urquiza. Alguns or-
naos imputara o facto ao proprio D. Lpez Jor-
dn, e sobre este objecto fazem diversas conside-
ragdes.
O general Emilio Mitre foi nomeado general em
chefe do exercito de observagao para vigiar as
costas do Uruguay, e no dia 21 desembarcou em
Gualeguaychu acompanhado de muitos volunta-
rios.
O presidente da repblica, o Sr. Sarmiento, nio
reconheoeu a nomeagio de Lpez Jordn, e dirigiu
seus concidadios urna proclaraagio, da qual ex-
tractamos alguns trechos.
Um general de entre Rios deixoa a espada
para brandir o panhal do assassino, e premeditou
urna morte, elegendo sectarios entre aquellos que
o crime tomou famosos, atravessou com elles urna
distancia longa, postou-se era ura lugar visinbo e
dahj enviou sicarios para assaltar a residencia do
governador da provin ia.
Nao preciso recordar vos os detalhes da tra-
gedia qae succedeu a isso, porque todos a guar-
dareis por muitos annos mpressa na vossa me-
moria.
f 0 governador de Entre-Ros foi assassinado
ao cahir da noute, no meio de suas fllhas que for-
cejaran) por snbtrahi lo aos punhaes, sem que a
presenca de ura s homem podes se dar a este acto
a apparencia de um combate leal.
A cmara reunio-se depois, sob o assombro
deste crime, estando presentes os que o haviam
commettido, e elegeu, i suas instancias, o general
Jordn governador da provincia pelo tempo que
falta va aquello quem mandn matar.
< O assassinato fra sinccionado por este acto,
como meio legitimo para a sueeessio no poder.
< Aquelle general acaba de dirgir-se ao presi-
dente da repblica, partecipando-llie a sua no-
meagio, e pedindo ao mesmo lempo ser reconhe -
cido como governador de Entre-Ros.
< Concidadios I Sabis quid pouers eram os
vnculos qae ligavam o general Urquiza aquellos
que governam a repblica.
f Nao a comnuoidade da causa o que ndu:
a condemnar a saa morte e a descoahecer o go-
verno de seos assassinos : sao as instiluigdes que
nos regem, o decoro e a dgnidade humana, o que
o governo argentino deve salvar cusa de todos
os sacrificios.
f O general Lpez Jordn nio ha de deter-se
ds praseaca do general Urquiza, nem sote o ex-
terminio de seus filhos.
a Nao ; Lpez Jordn quer chegar at onde cjie-
gou o seu antecessor, e se nio pode derrabar a
aguia ao seu vo, pretende, lodavia, subir at as
nuvens.
O Telegrapho Martimo publieou os seguin-
tes telegrammas, datados em 25, de Buenos-Ay-
res.
< O commandante de Cala pronuociou-se a fa-
vor da intervenido, pondo s ordens do governo
nacional snas torgas.
i Chegaram tres deputados dos que votaram
contra a nomeagio do general Lpez Jordn
< 0 general Caraballo reuoiu no Salto Oriental
1,900 homens.
< Foi preso novamente D. Leopoldo Arteaga, e
dndose busca em um vapor ds sua propriedade
encontraran) se dez caixdes de redes destinados
aos invasores do Estado Oriental.
i O vapor Venezia parti com destine s ilhas,
condozindoo batalhio provincial, para apoderar-
se de 200 invasores all reunidos.
i Em ama |oasa de Charcas appreheadeu-se
grande deposito de ansas.
t Foram presos qun dividuos do partido
blanco. >
i A Tribuna da Busnos.Ayres refere que For-
Foiam aposentados o chefe da secgio da se-
cretaria de estado dos negocios do imperio, Joa-
Quim Xavier Garca de Aimeida, por contar mais
de 48 annos de servigo elTectivo, e o 2 offleial Oa
mesma secretaria, Joao Gongalves de Araujo, por
cjntar nais de 34 annos de servir.
Por decretos da mesma data :*
Foi nomeado cavalleiro da ordem-de S. Bento
de Aviz, o capuo de infantera Roberto Ferreira
da Costa Sampaio.
Foram concedidas as segnintes penses, que
licaitf Demientes de ar>prnui?> a, ""Mi-r
Ao mareehal de campo visconde de Pelotas a
de 6:0004 annuaes.
A D. Listarda Emilia Corte-Real, m do tenen-
te-coronel Alfonso Jos de Aimeida Corte-Real,
morto em consequencia de fermeulos recebidos
em combate, a de 48| mensaes.
Ao tenente do 3>1 corpo de voluntarios da patria
Gervasio Ferreira Souto a de 423 mensaes.
Aos alferes: do 20 corpo de cavallaria da guar-
da nacional do Rio-Grande do Sul, Aulonio Mar-
tins Correa, do 24- dito de voluntarios da patria
Jos Augusto Barbosa da Silva e do 29* dito Ju-
vencio Rodrigues Cout'raho a de 3& mensaes a
cada un.
Per decreto de 26, foi nomoado 2o cirurgiao
do corpo de sade da armada o Dr. Antonio Au-
gusto Birbosa do Oliveira.
Por decretos de 20 :
Foi roconduzido o conselheiro Joao- Antonio de
Vasconcellos no lugar de presidente do tribunal-
da relatio da Babia.
'ora nomeados :
0 ju z de direito Antonio Augusto Pereira da
Cunha, desembargador da relarao do Mara-
nhio.
O bacharel Joaquim Jos Fernandes Maciel,
escripturarto senindo de secretario da polica da
provine .a do Espirito-Santo.
Foram removidos :
O juii de direito Sebastiao do Reg Barros de
Lacerda, da comarca da capital da provincia do-
Rio-Grande do Norte, de 2" entrancia, para a vara
corameicial da capital da provincia de Pernambu-
co, de 3' entrancia.Marcou-se o praso de tres
mezes e ajuda de custo de 4003.
O juiz de direito Joaquim de Paula Pessoa de
Lacerds, da comarca da Granja, de i* entrancia,
na provincia de Cear, para a da capital do Rio
Grande do Norte, de 2* entrancia.Marcou-se-lbe
igual praso e a ajuda de custo de 5004.
Foi designada a comarca da Granja, de 1* en-
trancia, na provincia do Cear, para nella ter
exercicio o juiz de direito Caetano Estellita Caral-
canti Pessoa.Marco-se-lhe o praso de qaatro
mezes e a ajuda de custo de 6755.
Foram removidos, a seu pedido :
O joiz de direito Evaristo de Araujo Cintra, da
comarca de S. Borja para a de Algrete, ambas de
1" entrancia, na provincia de S. Pedro do Rio
Grande do Sul.Marcou-se-lhe o praso de tres-
mezes para entrar em exercicio.
O juiz municipal e do orphaos Jos Francisco
de Araujo Lima, dos termos reunidos de Obldos e
Faro, na provincia do Para, para o de Pitanguy,
na de Minas-Goraes.
O jui.: municipal e de orphios Francisco Luiz
Correa de Andrade do termo de Santa Luzia do
Norte, r a provincia das Alagoas, para o de Flores,
na de Fernarobaeo.
O jai:: municipal e de orphaos Bento Cieilano
dos Sactos Ramos, deste para aquelle termo.
F<3z-se merc da serventa vitalicia :
A Ernesto Machado Freir Pereira 4a Silva, do
officio ce escrivao do juizo especial do commerco
do termo da capital da provincia de Pernaro-
buco.
Por decreto de 27, foram concedidas honras
de postes militares do exercito, em atteoeao aos re-
levante) servicos prestados na guerra contra o
Paraguay, aos segnintes individuos :
De n ajor, ao ex-major de voluntarios da patria,
Jorge Lopes da Costa Moreira.
De c.pito, ao capitio do extracto 39* de volun-
tarios da patria, Joao Antonio Villas-Boas.
De alferes, ao ex-alferee do 5. corpo dito; Jos
Mariano Baptista Machado.
Palo decreto n. 4512 de 27 do passado, foi 8-
xada a taxa de 5 0/0 para a amortisagio das notas
do Baiico do Brasil, no anno bancano de 1869
1870.
No dia 27 eomegaram as sessoee preparato-
rias das cmaras.
No senado haviam apenas comparecido ou avi-
sado que estavam na corte os Srs. senadores:
Antonia Luii Dantas de Barros Lette, Bario de
Muritilia, Jos Thomax Naboco de Araojo, Zacha-
rias d<: Ges e Vasconcellos, Jos Martins da Crox
Jobim, Jos Ignacio Silveira da Molla, Joab Pedro
Dias Vieira, Francisco Jos Portado, visconde de
Sapucahv, visconde de Abaet, bario das Tres
Bai ras,, Jos Pedro Dias de Carvalho, Finnino Ro-
drUuds da Silva, Francisco de Paola da Silveira
Loba. Bernardo de Souxa Franco, bario de Pira-
pama, Jai* Lactosa da Cunha Paranigua, escon-
de de Itabarahy, Antonio Pinto Chehorro da
Gama Francisco de Paula Negrairos Sajio Lmlo,
bario de Bom Retiro, Jos da Silva Mara, Ttscoa-


. &
i
- e*



0T8I 30 OlMI 3Q 6 IRI3\ QRUSIlWo de Pemambuco Sesuda feira 9 de Malo de 170. SOI 0H3MUK .11 Jl OKMA
v- '
-_t___
ii II. -II,
4a t> S. Vioeu, Cirios Caruata) deietepos, <- \ M- em eenlicoes W*iMftn4&r-se livre-1
==*


Bario do Rio Gran la.
numero opresideule respcctivo-j
v se
MrJMBWt-qae se ac' de faier-vAse que
prc idccesTaWeotes **
la
*\ CewVto^gaVque *-*-> e9l5,) preenrhidas
pretu-se o estado completo do seuadv eomeBto
de 58 sanadores. iJ
O K 29 do regftento inicuo rwnmmenda
que todos os senada compara eam DO l.ac< d .
senado, no dia 27 de abril, as 14 n.>r.s d* bj-rahaa,
imprelerivelmenta| para a/ sa-sie- preparatorias,
o art 30 dii (|6, estando presente o ouiaeru
suflfcierto, segundo o art. 23 da c.iii>'Hui0", para
abrir-sv a assumb'a goral, o senado da/apa ru-
co ministro do imperto pfdtndo . i-m -jue S. M. I. se dignara do neafeer dma depu-
to^io do seuado.
Nao estando presentes ua corte o numera de
cnadores prescripto no art. 23 da con>titui*;-*"-
*jih) nietade o mats um dos memoras -lo sead,
uk. jo pode ullciar au Sr. ministro ueste sentid-;
para na lins indicados, rosa sim para so participar
*-n nao lia anda ua orto numero suffici- ule de
So. sonadores e o mes-no ha de c. mniuuiear-M-
ii>!>.-m enmara dos Srs. depntados. t \
E' a prmeira vea queisto acontece.
Acaoiara dos depulados occupav**s8 com tra--
tuina -le cmninisse--, tunccianando eam 09 Srs
Fer.iandes Braga, Foutcs, Parantes Juuwr, Galvi.,
ftmarto. Amaral, Araujo Lina, Fausto de Aguiai,
4-Wrwa Vianna tamego, Aadrade Figuaira. Meli-
H-traes, Jo.iquim do Souza Rei\ Cndido Mendes,
-Jansen do Paco, Jo- d Alinear, Meueij Praio,
SilvaNunes, Cria,.Capaaema, B^que EstoaOa
Taixetra. Teixeira Jnior, Carneiro da Coalla,
Heiuiqnes. Theodoro Machado, Luiz Curtos e fi-
gu.ii: :i de Me','o
Lemos no Diario o Rio :
A' convite dos Srs, Francisca Joaquim roan-
court da Silva e Francisco Augusto de S reun-
rain--o bo (2(5) cui urna das salas do Ltioeu d
arles e efflcios os Srs. Drs. conselh ro Antonio
Flix Martins* Adolpho Bezej-ra de Menezes, J.-o
Baptistados Santos, Nicolao'Joaquim Moreira, Ma-
-noel da Gama Lobo, Antonio Francisco Fer.iude>,-
Jo$o Antonio Segadas Vianna, Amaro Manoel de
lloraos e Eduardo do S Pereira e Castro, Quiriuo
Aut.-.i. Vieira, Joo Antonio de Secadas Vianna
Luiz Ayaue e Jlo Jos da Gru Cotriu aQm de
promovern, por auxilio p--putar, a reajisacao de
um laodosti tmulo unde sejam eacerrdus os
iv;t<.s moraos tas Drs. Antonio F-neira Fmt e
Laurindo Jos da silva Rabello oscriptores eoake<
cijos e estimadus oo publico.
Estando todos awordes, em qaa se levasse a
elTi-iti ala idea, resolwu-se que os presentes re-
'preseatariam ama commissao ceatr-tl e que se di
ngissem cartas outros amigos desses illu>tres
talos, soHcWando o sen concurso o os de onira-
pessas que *jmzosera auxiliara i-xecuijo dtse
p 1,smenlo, com o que se perpetua o iioine dn
uous homeos not veis pelo sea laledto e saber.
O conselneiro Dr. Victorio, sua seuhora B.
.l|thina Manuela Victrio da Costa, sua tilba D.
Joanna Deipliina Y.cioro da Cosa, e seu .u
Euygdio .MulpliJ Victorio da Cita, para o-
leinuis.r a terminacao da guerra do Paraguay,
deram iiberdade a n..is de tres de seus esoravo*,
"Real, i escriptorarib da alftmdega da &r\e, a aoaf
I mente reconquista desse aonir, grand) e rico de senhon Q, Anglica Adelaide de Mitaa4a Cfirta
libi-rdade-e critiaacjin, (|nBWpre'Kntpai-RK te- Reat.libeftafain urna sua cria de nadie 'Upa,
va.tlirglo ile esptrar do sen governa jw-dia>t04 annos de tdade, sendo c-la a qaipta
EJ precisamente estp o.nosso fl;m unieo e a '(V^fJfM Ubettam.
m s arduo e'difflcil passo do cunimstliraentp^ftue O Sr?Maafel Joaquim V
inrti.aran o esiao dispostes a co9ondaf o pJItno- aeram liberdade sua nica esejrava de aorae
Usmn e o valor. ria, parda, de 48 annos de idade.
Por isso, iMwaaVa 4f> mirh erni-cienoia, O If: baAtfrS. J
i-r.nio ridatfli o con ?4diflo, nao vacillei em clarar] liv
uveitr a pofiejo naeliniwsa o laboriosa que-a que npsr
invocando % avie e a fuci-
QaeUnode Aibuquirtjue, e Mariano
'^qa fvrywji.
PRESO.Em regosijo pla '
erra, os moradores da ra de
Caasia fizeram qneimar hontem unV'
f o naquella
oante.
SjJjma,pr-.-tcabiada,de 13 annns,Adelina, parla,
=fiiln da prela Felicidade, nas'.:ida a 26 de outu-
ti: o de 1KC'.'. baplisada e torra na pa na matriz
do SacratnauUi a 19 de mareo ; Bentn, cre-uiVi
uascido a J, 1: forro na lue.-isa pa a 2 de abril
de 1871} : esU dous ultiioos licam a expensar
aa si-us amibos senbores.'*
O <:.. ob.o s-jbre Londres regulava a 2i J.
1 ;.i particular.
Sabio, a 8, para Pernambuco, o patacho
'M:mpat)0.
O va: ir Guar, chesaio hontem, trouxe jor-.
kW: da curia do dia Io, da Baba al ti, e de Ala-
(liar- ai-r 7 do corrente. Bus joruaes recebidos co-
10 j >) u ^eguinte.
KtO DA fRATA.
K .-Mar legi-jaRva da provincia de Enlre-
Ri-rs saiii-cionou o se^uitite decreto :
\n. i.1 E' nomeadogovernsdor provisorio da
lriviiic(a lo Entre-iti-s, para terminar o poriol-
1 ,; .1; :[ v i'.iitava ai anterior, o eidado ^eaeral I).
ii: "ard Lpez Jordn.
Ait. 2." Designa-se odia de boje s 3 horas da
urde, para que o pleito se aprsente- aa de pres-
ti iramento da lei.
Sala das aessSa* Uruguay, de abil d-
I.'370. Presidente, .-luc^io Zarco.
* Art. I." Saonoiueados miuislros goraos do go-
veon, Dr. D. Pedro Lacas Funes e o advogado
Jao A. Mi:otero.
5 Art. EmquanoosnomeadoJ nao coinmuni-
caifl que acoitaa os mencionados lugares, o 1."
uhlcia di ministerio geral D. Ignacio Baniiei au-
torisar as actos govuriiativos Lpez Jordn. >
Discurso pronunciado por Lopz Jordn :
So len 1 urna pahvra, um senlimento so para
reapuud r a honra que acabam de fazer-iM os re-
present sutes do povo entre- riano.
Essa palavra 6 franca e leal, e csso sent-
Bjeatfi pasea arden te e profundo no meu coragao.
* Essa palavra e e-se senlimento a constitu*
(Su, em nomo' da qual destru, rodeado do povo,
a tyrannia, um nonio e qujra quero que so me
ai!'|uii.e no dia em que descouiecer a conati-
lUHO.
" B" c:te, scuhores depulados, o meu program-
mi, e sao estes os seMiinentoa quo me nutrein
resumid >s todos naquella fonnosa bandeira do
|mtw Je libertado, de progresso e de civilista ,
a eaja -ombra trabalharei pelos verdadeiros iute-
rosses d 1 patria.
U.-,i-ro que os patriticos que se decidiram
salva! as instituieoe-s nao tivessem seguido outro
caiinnb.i im:ii dando a victima quo acaba de de-
sapparcer, mas na 1 posso pensar QID um tmulo
qgand ..-o auto meu? olhos os formoso? horison-
1 O-it |iovos livres e i'ezes.
B-* ireseutantes do povo, devo esperar de v-
iniia elliaz cuoperaca-i favor do9 preciosos inte-
1 e-ses da pruvinria.'que leein sido serapre para
inim uui pudafin le mau aara(ao.
> Scm o Boy*, seno o opaio da opinio publica
0* povernos ao pul a na deseinpenliar nunca o que
Ibes li im-.umbido, nem repre>entar outro fonti-
ii: -ato oaia do que a paixao pessoal.
< E no da em que en compreitender que o povo
na m<- corea, seiei o pnuieiro a doclinar da hon-
ra e,oe 9M faz-is.
Br -veniente vos remeiterei inais explcitamen-
te .1 nr-.".Tainma de meu governo, cuja syaltOB
no 1 itra s nao 1 constituicao, de que todus de-
ve nos -er zelosos suardas para felicidade dos en-
We-riamrs.Ricardo Lpez Jordn.
Ei.- a circular de Lpez Jordn, ua qual elie
.-is-iifiip poder, 10 mesmo dia do aseassinalo de
!.'r p:iz.-i :
< Ao :tn. Sr. iiiui--tr5 e secretario da Estado
na P'iiart.cfu do iolerior, Dr. Dalmacio Vele
Sii.iii-ld.
< Tenho a honra de communiear a V. Exo. que
fa 1 lat' U.tj- povern.i lur ;irovisorio di provincia,
le acnidico*ii o ari.^7 da constitui^ao, coufor.ue
vor V. Ble. pela copia legal pelusa.
Assuiuindo ao poder, Sr. mioiHrtt,lo com'o
in.ibalav.l proposito de maoter aordem em tixla
a orovmcia, caminhando na estrada da constitui-
do, que ser o guia uoieo do governo provi-o-
rto,
< As retacos com a autoridade^uacional liao de
ser >atonta-las con toda a fidetidade, giftndo
-mliH gnomos na espheratiacada pela arta
Xuiida'oenlal do paiz.
Foraoi estas, as ideas queaove/am inea acei-
tar as r< leas do governo, oa harmona com a
mir-ha ju -a siluifgiw arUna" do pa.2 eitgo.para
1.-o adi mtaroenWe progresso.
Co mnuoicindo a V. Bae. i'aoio da iBmha
v-oi-ac i, para qua te digne oieroce lo ao oonae-
rmenla loSr. presi lente da repblica e tpe {rato
liirir a V Exe. oe-gratottos da miuha dosuacta
r,nif-i,i(>ricao.
lle isgua rt iV.Ew fcurdlaezJbrduu.
A s,-:miuiu circular (ui din.^i la js aulorida-
u- '"-" vi-"rtioi
Circular. Uruguay, l de'abril de 1870.Sr.
D... Caoca-to 1 pi,vv enire-rianode sulrrr ilo
o ^'.' tero de oppressiio e homiihaceg, vealo qu
::->-.'.as i'berdades etinqniBiadas cwu unosso sjn-
.} sai-rtlicuM,es# Ousnososamepassados oram
. pnla lyraunfa, esws *)vot <* mplo de
pa^itucia e re Ignacio, qajz, eaiQia, aojo de~fral-
dar 1 just a b-gkiina {bandeira da revolugao do
nric>, lancandii por.taj/a am.gvvern^ que sub
u a pat-ia ao jugo domis iaeupporp.vel e
Hfcgr.-.dante lespotma
Des^rai ulummiao* palricas owfrekeode-
rim qn-u > jleviam Assjara/r q .casgoie desams
;isii:iiic.i"'>" pola iiiiiu^pci iraiiq.u;.la .daaidjas.e
UWj*/I v, o vuaio s eo.nttpi.idu- a t:<&m**
iv .ado Je travar urna tala sangfaaU e Oo-m-
.: Ji a lyratina, vbinfio nelia a ntj-.-r 4*
gr'neralrqpi^.
"ivo, portanto, reivmdicou pir meio da re-
? 3a es sana mais preciosos curatos, collocan-
revuim.-a-t roa 1111301, invocando a
ilde de Eatre-Hiov
< A-snn, pois. estnn decidido a aaRoptar o pro-
ira mira de or,1>m a .de direito da'^volu^-ao at
i|iie esfibolccam os poderes consturionaiea da
iirr-'-in-ia, gavai.tindo a -na livre epacitira accjao
ref;euer-.iiira.
.1 S !i taes w-anipios, en nomo da patria e de
quinto oHa tem diraiv a exigir de seus fllhos,
convido solemnemente a V. S. a lomar parte,
a idividade precisa," na fecunda obra de ki
ca e rehabililacao iniciada ueste memoravel oa.
. Para 1;negar a esae tim. V^S. convocar
far-se ha cercar de seus disciplinados, esperando
orden* da autoridade provisoria que realise a dea
los art?. 37 e 3-1 da constituida, eonservando-se
V. S. na expi cutiva sem esereer a mais leve eo*-
cao ante a manifesiacao expontanea e calm.i desse
ilnjjartamento,viiajido ofitttda-Wde tlaife-
tu Ilegitimo de vingarwas pnssoaes q.ue viciara o
pspirto e o sentimenU)' da wvOlcoo, jirdkifxrida
francamente em nome q, sub .a gide do direito
coii-.'i'uconal e da justica pnbflca.
As>iin po's, V. S. fura publica esta missiva a
Uidqs os seus qoacdailaos, para que comprehen -
dam o qse espera a provincia dos boas patriotas,
e quao copiosa ser, a coUieila quo- o utoro 1109,
reserva, conquistada ra n-iien, na paz,, na lei
b no prorusso, funtes da verdadeira civilisa-
caa
< Sauda o felicita a V. S. o amigo e inao U-
r.ardt Lpez urdan.
A tumba do general liVquiza achava-se em
3oenos-Ayres. i!,
Fallecer naqneilacidade oSr.Roault Colig
w, c iminandante da canlioneira franceza Bfftix.
Xn Paraguay brira-se o registro cvico para
os.-i i|'i;ao dos cidadaos votintes.
O governo provisorio ooinmissionra alguna nor-
te- amern-anos ara irem ao rm Mnduvii; levan-
tar os vapore- Paruam'iri, guar, p >ra, Vesudi,
Puebebeveeo P>uagu>iy, que Lpez nauAira
mellar a pique, alim do que na cabissem em po-
der de nossas tropas, il
PARAN. ,.
Recebem sjornae> a>'7 dopAssado-
0 Dezeime de Dezembro. de 2, da noliiia que
no lugar denominado Barro Branco, no termo do
Prineip-, Antonio Gmcalves Julio, por autnoma
sia Mafatdo, na Urde do dia Ii d marco, Afear
regou um golpe de fouce sobro Evaristo Bueno,
que logo falleceu. i
Este criiue fui aaotivado pur questoes acerca de
posse de terruos.
0 assassinoachava se preso, tendo o subdelegado
resjiectivo iiistaarado ocji npeten|e processo.
No Commercio do P .rau do 7, lfj-se o se-
vainle:
1 As noticias da cidade de Antonias sao atter
rodoras. .
t A epidemia de febre amareUa iovadio-a de
um modo horrproso. Segundo inlormacees que
inmos de posso fid^igna, o numero de enfermus
-ra relativamente extraordinario, porque ja exce
dia de lt),e cada.da se inaufestavam novos ca
Sos -niii ,-;n ai-ie-r fatal.
O povii se alarpasa, vendo-se sem medie.
nem botica por liaver fallecido o uuico que a Mi
existia.
O governo, perm. a vista disso, tompu enr-
gicas providencias, enviando d-ms mdicos para
alli, sob a dintelando Sr. Dr. Dias Bocha, o qua
tem procuradoUandml'war o- .uuinos, acosetywiide
o povo a adoptar medidas proervativas do mal, e
tndicando os ajaJM de ce-nbale-lo.
< Ja tinhnii fallecido diversas pessnas, e cons-
ta nos que se achavam outras em estado extrema-
mente grave.
Oeus permuta que o mai deeline sem ceiiar
novas victimas. ,
Em Miundiaquara o estado sanitario tambem
destavoravel. J se haviam dado 2 casos da
molestia remante, era segundo nos informa pessoa
au;on ala.
k Fazemos votos para que o-mal nao toauas
porporcoes que tem tomado em Autonina.
MINAS GKRAKS.
Lemos n> ConservvXjr, Ja HamraTiha da
Princza, d S7.de Abril;
. Escrevem-no> do Carroo da Ecaramuca
Nesta fregueza foi assassinada no dia 13 do cr-
reme (quarta feira de treva*!) Miqpellna de tal,
com tres canivetadaa no peitu do lado c-querdo,
por Joaquim Patricio, o qnaI tem os signass se-
i--uin.es: cabra, ailo, cabellos grenhes, tem falta de
um dedo na mao esquerda, lera de idade 36 a iO
annos, tem fal)a gros-a. Este mesmo Joaquim Pa-
tricio, tem sido camarada de tropa, e segulo para
os lados da Malaca onde tem alguns prenles no
lugar de nominado Buenose provavelinenle ir
para essa cidade onde tem tambem prenles,
s. PAULO.
Alcancam a 28 de abril os jornaes que re-
cebemos.
No dia 24 a H|2 hora da tarde ehegra a San-
tos o vapor S. Jos, conduzindo o 3o corpo de .vo-
luntarios paulistas:
-Narma da lei^provincial do anno passado, j
tmham sido iiberiadas duas escravas, urna que
pertoncia ao tenente-coronel Viegas e oulra ao
captao Henrique Luiz 'le Azeveilo Marques.
OCoete Paulistano de 22noticia o seguinte :
< O Sr. Jos de Va< ;on -ell >s de Aimeida Prado,
iazendeiro no municipio de Il, acaba de declarar
livres todas as criaucas do sexo femenino,.Ihas de
suas escravas, quo nasjerem do comeco d-; 1870
em diaute, tetidj j libertado urna que nessas con
dicoes nascera. >
Kefere o piano de 21 :
Ha mus em apparecido urna enfermidade
pelo bairro da Moea, a qual tem feito algumas
trinta e tantas victimas, sendo de notar se que s
agora chegasse ao no*so conhecimento, quando
esto lugar i lo perto desta cidade.
A molestia lem-se desenvolvido pelo lado do
corrego Guass.
A pessoa atacada dura de 6 a 8 das.
A Recula Comaereial de 28 noticia o seguinte:
No dia it. as 9 horas da no i te, ero urna das
estacSes das machinas Bx.is, na serra, dea-se o
aconteciinonto seguinte : urna mulher teolou as-
sassinar um individuo, empregado da estrada de
ferro, com .juem .viva, dando-lhe daas lacadas
mortaes, segundo pos informara. Acudirain al-
guns trabalhad ires, e oncontrai am a victima an-
da com vida, sendo presa a criminosa. A polica
lando ante hontem noticia do facto, ia expedir urna
diligencia, quando recebeu telegramuia da serra
participando a vindada mulher ao irem ordinario.
Foi enviada logo urna escolta que recebeu a presa
e conduzio-a a cadea desta cidade, onde se acha
ella recolhida. 0Tendido seguir no dia subse
queme ao fado para a capital, em estado deses-
parador.
E10 DK JA.M-41'.O. .
Pelo decreto n. 4307 de 20 de abril oi aberto
un crdito supplflmentar, ao miDisierio da fazen-
da, de Ii,710:i3200t) para asseguinies verbas do
or <;a ment-
que ni;
>por s,
os di*
rnaspoj 18 a
os Vi ktnos.
' dja 28 d -1*1
de n arinti. teva luil
i .rbeni como a,
feoieatao au
.NM-^ ^i&fae^iSWLiiS^
ra,
ac&oda
Bita de
de arttt-
illuftiiaaudo-n. -conveniente-
oommaiMRMte e mais cfllciaes
Om de Jnnuilaria
nis:
e,
quliiMf>'
k
asado, trwpela
ara bea^k) da nova

11 arinna, teva lo
ra, pekfjp-liri 1 do mestno hialbci couega'
cian MCarmo flompa Diniz, achando- a a-V
formada em prande parada. Nessa oceasiao foi
Soldado.* do batalhao naval.Ao entregar-vo!f
-esta bandeira, sobre a qnal o levita-do-Slonhor ha
punco nv >c.ou as bencao* do AltissiraOjJeinbrai*
vos que ella o agrado symbolo d HdK-uwb*
nnlid.de : e. pois, dever sosso defende-la al o
nllnno tfAnse e rft-* M ta^V#'.*H*a-
qualidade militan p civjca*. que a cjniaes de
nnla t/Hlnafrie mire rta, chfi (orU Micti obre
vos e a vjssa patria a
* E vos. Sis. nfllai**, eanilo-qttt-" e> pranelros-
em guiar vossns subordinados no ptdenc.biraenvi
desta nobre tarefit. poderosamente contribuais
cora o exempi-T e a palavra para a ana leaUsa^ao
Viva S. M. o Imperador; viva a famUiaieapa-
mk;iWiO'ovecna imperial; viv.oewrtto e
armada. > *
Aborde doavaperesftsaf/*;/. Vtu/mtn, Pir-
tiiente.t FJrfle clM-garam no da Orosbatalhees
7-, ;3- e i'i" de voluntarios da patria, formando
urna brigada tab 0 commaado do coronel Dr.:
Pinheiro ni maraes.
O cambie reulava : sobre Laadras tfc .
por 1106:) rs,. e sobre Pars 400 res por franco.
A alfaadeoa da curte rendeu no mez de
abril 1,902: 8iuil8.
BiHIA.
A asserabla' provincial prqsegaia em seos
trabatbos. : "
Cbey-ara 00 dia "> o transporte Marsio Dios
com o b .uilho .U'.- de .olnntarius da paire, sobe
commando do (uronel baro de Sergy, o qual
foi molla lestejad).
;Vo dia J iio rente foi basteado, no T>rreiro
de Jess e omnleuiaannun :udor dos festejos do
dia Dous de iulho.
No da 2 do pagado, ao dsslriato OoOro-
b, do termo do Umisao, foi encontrado nos mat-
hiseu-iNmos a mirada do subdelegado, o cadver
de Valen 1 do Jess e Araoju ; .verincou-se pelo
corpo de dbete chumbo e estar cadver n'aqselle lugar mai*
de .1 .us das.
A al'andefa retiJeu no mez de abril......
715:036^277.
O cambir regniav : sobre Londres 2o a 2o
1/4 d sobre far* 377 rm. sobre Hatnburgo 780
ris, e subreijsi.<:a 468'O/U- #
SBRGIPB.
A iredenrla da provincia resolvru man-
dar tirar dss quantias subseriptas para a bolsa de
caridade 1020*080 para ser applicao 7205OO
compra tu cereaes para seren destribnidos co
rao 3-mentes aos nlan't .id ores de Itabaiana, Si mao
Das, e N'S-a Sentir das Dores, eOOilOO com-
pra de gneros aiinie Minos para as pessoas
do povoido Je Pintos.
ln>iignreo-se, no da 2 do passado, a so-
eiedade26 de Ma-t.o. semlo elees para o censo-
Iho director os Sr. coronel A. J. Fenwndes Bar-
ms, presidente ; Drs Manuel Perelra Guimares
a Antonio T)i: s de l>ina Jnior, secnolnrios ; Dr.
Manoel Lmz rio Azo-wJi- Araojo, orador ; conego
Agi-s:inbo lVidrigues Br3ga, thesoorero.
ALATOAK
Na villa da Palmeira dos Indios grassavam
com iiitensidade, as .mar* de saugna
da guarda nacionl do Recite
intreduziram eni Con-tantinopla os priuielros ger
men* dessa'ricft manufai-tora,' tr.-izenilo d*db por
nrdem do imperador remano -Justinano "os ovos*
dos bichiis de sada, .metti.t'is dentro de seisboi
does.de peregriijo; os quatjs eiam. expresa? iu-nt(
oros para poder conter i maior quautidade pus
sivel.
Contam n^f
Chr~o de
radon-* o nm
preparar o-Bi
lempo o sagro
o^fm^(|i;.-*^BBnRiniis^tsBBP
(unir a 111 ilWile unjfc sepsp
mod do do- Wolv, r .: %-uUt
pi-
de
cnser indo a ilbina por tmiit >
ean rindo :- vaniaireni dVPe
e ilion |in|io v.-o a Grecia 'par
' das bichos iitre lu-
e reaiisartmsabbadC ura tautr dan-
ive muilo anknauo-e coneorrido.
BIOS CAPUCNMtS.R^00lheu-se
a 6 do corren*, aobbspiio da Peana, J ticipar daoois,-da iimun-ii-jco
no prefeito do misaipnarios capuehb Zl D ,r t<.M\, i-elig ,-o-.
provincia tret Sejapbim.de C.tania,; a induajfcda-art tul imr.oJazida na cilla
apos crea de qua tro tnezes de-Inhalos de mis-
sues ua pmviicia do Rio-Grande do Norta^sobre
algumas das quaes j nos temos oceupado.
en 1130 p-.fabrican! s grego- ; e no sano -e
^ninle a Italia-uiL-ri1iiiii..l e-imeoa a desenftlvHa*
passando dahi pira a He-panha.
A prinntrra manufactura foi fundada em 1470
i*f Loa l em T mrs, mas s em 1600 que a
Frttnca aprsenla t >do o desenvolviuiento le sua
T^^^^^J^^P" *^F VV^^^rT T 1* TI f V*
A Allemanba s d-p..s da revngaco do edicto
de Nanles que vein a conhecer essa ndu>tria,
yifipino enipre, foi o Ifabalhaproveileso alausa
a-Jgreja e 4a co multas ovelhas que andavam desvairadas em
meio da floresta do mundo, apenas ouviram 141a-.
lavra autrisada do sacerdote do Seohor, qu cla-
Jdfeva^Mundo-as a receberein o perdo das cul-
pas e o Ivido do pasado. Os baptismos, chrismas, par ai |PVadk p<;l. Huguen-tes f-.rara os nrui
cnttsocs luntbrm contd, elevan- -i^Mant^ frinr-z que em I68K ensiiraram n->
casameatot:
do-se agrande numero os entre!camentes o ini
migos e dasaffeetos, ceno o denlaram diwrus
jornaes dessa provincia que temos ldo.
,?1 da *SeS '^* "T'^S8D!l9rr praBWate3 dUa'e^TnlgarU
!ot?I? TlB fo*}\*toifofc>Vt*. NaKwofKitoieonhee.danoseclil-.
seus actos de abnegaco e aridade, e so'jretu.to-
pela lirmeza
que
Brandehurgo a crear p b9bo de seda e a prepral-
as ^nb'-iMi-nlds. "
.BUSSOLA^jj-Aisua invengan devida China
lili. l'. IlTlii -MVffl i'iluj An ..ra fiilniv
PERNAMBUCO.
I 2- Juros da divida interna
fundada.......... 7,730:034*000
4* Caira de a aortisaclo e
liii.1 da Babia........ 12i:i00#000
I S Pensionistas o aposen-
tad, ............ i70:6ti*32o
8' Juzo dos fritos da -
zenda........... 23:lbj000
s 10 Casa da raoed .... 94:1584602
I 16 Despega* 0veo.uaes.sun-
dJ Ifi&'iM oj para diiVeran-
cas de cambio, caleuUilas as re*
messas ao cambio medio de 54 ,83i:2i?#a7
[1.45 Premoa, deseontos de
brincia* da alfanJega, enmmis-
so -s, carretageus, seguros, juros -,
rec i procos, agio de moedas e
raelaes............ 1^6o'.:Jl/?4li
Adianumento da garanta de
i 0(0 provineiaes esiraua de
ierro do S. Pauto, ua furnia do
aviso Jo iniui-vrio da agricultu-
ra de lo de junho de 1867 e do
decreto n- 2*9 *i 29 de outo-
broda io9........1 WJ:il7#bO
Em signal de regesijo pala Icrrainaco da
guerra e ragres d*,nV A. o Sr. conde d'Eu coa-
edwam cartade pnaidads j
Q Sr- coBKnaiiador Josa Mura d urvaiijo J-
nior, sem condieves, um sen escravo de nmm
Hatmai fiadreiro, -
O Sr. Manoel Mandes, .4Co*a, e. sua opesa a
igaalmaate, sem retribuioao algama, liberdade ao
ejrttffayp- Qu*inff, ortoalo, 4a- anou de
idade.
0 Sr. Francisco Xavier Pereira de MeHo Corle
ASSEMBLA PBYiNCAL.-*-Nfc fnncclopon
-abbado per tat afi ocmero legal I* membros.
liUEiADA E iJtftEM3Ai>QUE.D(S VOLUNTA
BIOS.A buido do trauspoite de guerra itapi-
cur, che^araiu ssJMtado pela manhia ao nosso
porto os voluntarios Peinambncanos do 42" tu-
talhao, .10 mando do destinlo lenle cprouel Jo-
do Rep (tarro-.
Ao annonciar-sc no horisoqte 0 transporte, coh
o tl- ,rapho o paviluao nacional e a fortaleza do
Brum den os tres tiros conveneionaes.
A's 4 horas d,-. larde desemharcou n batalhao no
ar- na: do marinba, ni-ando as fortalezas, e a-
zendo-lbe as coniioencias iiiilitares um de nossos
balalboes da guarda nacional.
No arsenal estiverara SS. EExcs. o> Srs. presi-
dente da provincia, que sondou o bravo 42 com
elo juentes palavras dirigidas ao seu comman-
dante, e o cene* al commandante das armas o Sr.
Dr. chafe de polica, varios fonecionarios pblicos
e cresrido uu.ni.ro de pessoas de desnccao, alem
de Homoroso con.-nrso de povo, que atopelava as
ras adjacontes e caes que bordara as proximi-
dades do arsenal. Ai:', comparecen urna com-
mis-o por parte da sociedad? patritica 12 de
salembro o etierecen ao 42' batalhao de volunta-
rios urna cora de loaros, com fila pendentes or
dadas ouro a qual foi alada ao pendan fulgurante
d'esse denodad. batalhao, pronunciando o Dr.
A. Lamenha Lins um bello discurso Na lita
hivia esta .nscripcan : A tockdnde patritica
12 de setembro ao 42' batalhao de voluntarios.
Depois dos discursos e continencias do estyllo,
seguio o prestito na nnienvone guardn por oc
casio do desembarque dos outros coi pos aqui
aportados, e pelas mas qne formaran) o trajecu
d'esses corpas, indo mais em san segnimentooes-
quadrao de cavallaria da sociedade patritica.
O prestito fui ubrigadn a ller-se em varios
pontos para oovir poesas e d*cnrsos pabnolicos,
demoraado-se algn lempo em frente ao palacio
da presidencia, unde furain os volnniarios com-
primentar S. Exc. u Sr. presidente.
As ras do trajelo .estireram galbardami-ntp
ataviadas da bandera-, gal bardaos, pavjlhoes
nacionaes e flore-, iuvando em algumas arcos Iri-
umpfaaes.
O enthusiasmo as saudaees mais rsse pu-
nhado de bravos, qne volla das .inhspitas plagas
do Paraguay, tucou o ponto extremo que cha-
guo nos precedentes embarques. O p-ivo per-
uambucano -empre o mesmo, quando se trata do
semear de fl >res os bravos qne sonberam erguar
o nome brasileiro altaras mats elevadas que
tem subido as nacSes gneneins, defendendo os
seus bries e a sna ignidade.
A ciJade npite illuminou-se.
BANDEIIA DO 42 DE VOLNTANOS: F
AmanUs 7 horas do dia te' lugar a iraaladajao
de lo .gloriosa estandarte, do quartel das Cinco
Ponas nara'a cathedral de 0|inda. 0 disliuct
eoniiiandanto des tes bravos, uhteve do'Exni'. Pre-
skente da Provincia lic-iica, para com o h.-'lahav
levar seu de^li0J esse glotp>so stand-irl. que
tantos lauros alcaogaa nos campos do Paraguay.
E* de esperar que u brioso ppvo oVsla cidade pao
deixar de formar ora numeroso squito para mais
abnlbantar essa testa.
CMARA MUNICIPAL DO RCIFE.-Na'aeaso
de 3 do correte esta c- rpura^w numeoo ** tvm-
li-sOes parocliiaes para agenciaren! donativos
pa-a o monuiiKoie conimemorahvo das ultima-
victorias. As cuuunis0e8 caraui assias urgaai-
sadas .-
S. Fre Pedro SoncaJves.Bario do Uivirarooa-
to, Jos Joan da AtOnrim, M-naei 4a Silva Sai**
Lbiz Goncies da Silva e Pelippe Nw*".
Santo Atl-mio.Dr. Jos Joaqaim de Moraas
Semiento,.Alvar Augusto de Aimeida, Autonm
de M .ura f.ohm, Jo- Joaquim de Parias Maeliado,
e J >iquj Oiynibo Bastos.
S. J..s.Joaquim Lopes Marfaao, Joao Fer-
nandas Uims. teao Quinao 4* Aquilar, Mmoel
Jos Dantas o FrnMtsco de AlbnquerqoeMell'-
B-iariita.Dr.&v-*npbroniorCeair Gnultobo, Feli-
ciano Jo> Montes, Vicente e Paaia (ks Dlirmre
Volas Boas, Joo Lais Feretra Bibeuo, t Pedav
0-ti'rio 4e Ceaqueira. .
Poto da PaneJl.-4)r. ios* Bernardo Gal'-ie Al-
cuforadv, Francfcto Jfatnede de AJoaeida o Dr.
Frapcispo Jose.da wh\ ,am
Afugados.Tenente coronel Manoel Jna
Beg. e A|lu|u.!':,iut. Frauiaen Femeirtaamor e
Belr:mii ,U> lt.>,u-Barros.
_ e i'Aiiisiancia porque oecupam as ci
ritas da verdad-, mugando asedee fome daquel
Jes que desgarrados viviam a morrer em meii do
deserto da ignoraucia dp erro.
Felicltanio-l pela sua Jeuz volta.
CLUB PUPULAB.-No dia 6 do eoraaaJe nanni-
ram-se, em assmbla teral, rw membros dosla
associaoao, a'iin de proceder eleicao da nova di-
rectora para o anno social de 1870-1871, sahio
do eleitos os Srs.: Ploriano Correa de Brito, pre-
sidente ; Dr. Jos Joaquim da Aimeida riobre, vi
ce-preside .te; Mizaer-dv Silveira. Amaral e Anto-
nio Augusto da Frota Mnoezes, secretario ; Fran-
cisco Antonio das Chagas, thsoureiro; Apriaio
Jos da Silva, Antonio Ponee de Len, Joao C meio
(Jomas da Ssa, e Francisco F. de Drito, v.-gae-
da junta ; Daningos S jri.iuoCardim, Manoel Tbo-
maz dos Santos, Francisco a da llosa, Severano
Jos de M.Mira. Tbeophiio Pedro do.Bosario, Anto-
nio Pere-a mSouza, Manoel Prsa Mugalhaes,
Mano. I Perei'r* de Hollanda, Clorindo Ferreira C-
lao, T eme loaqukn Masoarenhas Ramos, Joaquim
Francisco Franco, membros do conselho.
PROCLAMAS. fram lidos bonrem na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguinte:
l.m denunciaclo.
Manoel Antonio da Azevedo Moreira, eom Vivina
Amalia de OUvera Cdst.
Jos de Brtto; com Josepha Bigneira Borsres.
Jos Joatnim Pinto Martins, com Hermina Perro-
ni lia Bibeiro.
Francisco Rom3o da Silva, cora Angela Vale-
riana da Paixao Miranda.
Leonilas Tito Loureiro, com MariaWanderley da
Fontonra Braga.
Gmlhf rmino Carneiro da Silva, eom Maria Leo-
poldina Pessoa.
Joan Tavares dos Santos, com Escolstica Vlr-
gem de Azevedo.
Jacob Verbist, com Aana Honorata da SHva
Ramos.
Jas Ferreira' Nunes, com Angela Maria d*
Silva.
J ao Ferreira Alegra, eom Maria Francelina da
Costa figneira.
Amonio Jos TeiXeira, com Amelia Francisca de
MeMntt.
Jos Gregorio Ribeiro, com Lortrenca Perira
Viauna.
2.* denunciacao.
Sabino Joao Climaco da Cr. eom Barbara Ma-
ra da Corree i ca-'.
Joo Maria da Cruz, com Leomlla Henriqueta
de Vascoiicefios.
Andr Saturnino Lages, com Eufrosina Maria
da Cmccico.
Izidoro Jos Pereira da 3flva, cora Damima Se-
nhorinba da Silva.
Francisco Candido Perc'tra Lins, cora Malina
Candida de Menezes Lyra.
Thomaz Brrelo Lins de Barros, com Maria Er-
melinla Paes Barreta.
Francisco de Asi9 da Paz, com Alenandrina
mbelina Carneiro da Cunha.
Joaquim Moreira liis, com Francisca Moreira
Rci-.
Flix de Pigneiroa Faria, com Thereza Amalla
dos Santos Bolean.
3.a denonci%cao.
Francisco XaVier da Silva'Gomes, com Anysia
Liberia do Nascimento.
Jo< Aueo-to Rosado de Oliveira,com Leopoldi
Qa da Silva Rosado.
Caetano Teixeira Bastos, com Maria Joaquina
Alves da Silva.
Francisco AI ves de Souza, com Gurmermina
Maria da Silva.
. Francisco Xavier da Silva, com-Maria Tbereza
de Jess.
Severino da Costa Lisboa, com Henriqueta Flo-
rentina de Jess.
Jos Pereira da Cunha Jun or, com Mana Mar-
tins dos Reis.
Ernesto Chrisliano Soares, com Amella Maria
Duarte.
Antonio Duarte Machado, cora Maria Rosa Mu-
z Tarares.
Firmino Jos de Lima, com Maria Thereza
d'Assumpcai.
FESTIVIDADE RELIGIOSA.A do Patrocinio
de S. Jos deve ser celebrada no Corpo Santo
domingo prximo 15 do crrante.
DIN'HEIRO.0 vapor Guar trouxe as s guin
tes quantias para os Srs. :
12:000000
10:286000
6001000
500,5000
J. biv. .,,: i > AntfiaiOida -Btiu La*
Manoel leiSou-Tfa-yo o ManonfvWarwirs.
. S. Lourctic- qo -i i-.s. -*- JiM Rranoiwo A-
Barros Hfgo. Ar luw 4 Hollxedc Ca-
vlteanti, e Br-niiti-.i o na Uirandda Alhujnarq 6.
Munbeca.Jos Tomat P.res Ma.bado Portella,
Pereira, Carneiro A C.
Bailar, Oiiveira & C. .
Antonio Gomes Nelto. .
S Leitao & Irma .
Tronxe mais esse vapor:
Para a Parahyba..... ZOO^noo
o Natal...... 200*000
o Cear...... 60 000
> o Maranbo..... 5:600000
v o Para...... 1:1805000
ALFORlila.Remetiem-nos o seguinte, pediodo
sua laililiraco:
Em plena sesso da lnja m.iconiea -Segredo e
Amor da Ordern, que tanto des tingoe->e por
acios de beneficencia, quer para Cora -os saus
membros nacessil d<*s, iier para com os infeliz, s
que leein reccoprido sua inumdcencia, era di-
versas oceasio-*s. no dia 4 do correte, e praticon
um disiincto n-gular-ando, em signal deregosijo
pela sua admisso naquella luja em 96 de abril
iiliuno, o acto vordadeiramente caridoso de lib-r
lar um seu escravo, pardo, com 3 anuos de idade
te nome Fructuoso.
Pn-sa este arto, cusa o qual o destnelo regula*
risanlo mais urna folba de hraro accrescentou re-
fulgente cura da mencionada loja, cojos meu.bros
de mod \ eloqoente r*-v. laram perlaita adhese
cansa da numamdade e civilsadto que professam,
encontrar incentivo as daiauts lujas do circulo
desta provincia, o qna para crr, to&) comr-iem
em seus seioa caracteres na toda bneranitarios,
esposando assim lo sama censa.
LEILO.Proeegue Hoja no armaaem a. 0 da
na da Cadea do vRealfa, pal agente Pinto,
o g*anda leilSote paraielanas, eradla* e bmea da
diversas qnatidades, mandadas vir da emita pro-
liria de una casa eoiumcroiel, qne aeattou, e ven-
didas pelo meiiir ^roco ffarCMd. E* ama as
melhore- occanoee da se cniflprar, eam punco di
oh Jiro, objecios diapeenaaeis Irategu de Wna
eaaa da familia, Indas de qnalnlaiSes.
VOLTA DO PARSGWAT.Lentos n'n^IJ, jorbal
da corte o seguinie.sobre os cornos gue teto vutla
do da guerra:
> J embarcaram para o Brasfl os bataTfi5es oVi
voluntarios da patria 17% 23, 2fl, 57', 30*. 33-,!
35*. 3>,'40 4f, **, Si, ^ nJB*; regijianrta
termo medio de um batalhao em MOObonieus, per
Win elles o tota! de 7.000.
Segtiiram para n Bra*il par te r> cornos
de ravanarla 8-, T, 9*. 1(>, H*. !?, 13, IV. f*.
W>, if, t 23 e iV; o terma tfidio defes d
njrior a 100 homens e pdrtanw o tlaT 3JI
Wbns.
Ficam existindp no Paragnay com'oroVns, po-
i vff drera na prmrtra opnortani lade os
f'de' vohintarios 31-, 36 $>. 30 o 3!-,.fi
m corpos de dkVallarla f, 8-, 49-;. 17* -, 29- q
IB.*
.' OSPUAL TOBTCfiLBZ -*ik'to .*auna nej-
te estahelecinianto o Sr. Antonio Lopes Braga
GAF.-*-fl| nadico aM* Prospero AJpiH oi
quern fez conhecer ero 1583 aos Europeo a ea
M bebida, rnopownendMdea celno nnito esto-
machi. I.
SEDA.No anno 555 da era vulgar foi qne dous
Sellada a oaea{o
o.seik eed)TMMe;v*lM.'-ai > i
De,Jo|o feronndes bufes, a Fqlr Perer
Suza* reg-tro de u pjsftatp. toriei.Vista a*.
seu caixeiro Antonio Teixeira dos Santos Junio, t-
co que jnnta.
r
masmo semto*
vares de Soma.
ro de- urna pun-
i da Silva Far-
Kuropa f*n oonhecida no seeul-> XH1. qn'rendo
alguns que fossem os rabes os priraeiros iutr>
tlucuires d'eHa.
8oa- prnprl dadas furam apreciadas pela Franca
e Venea em' 1W).
O sen uso fiii aperfeic "ado por Flavio Guia rio
ann> de 1302, mas as vaharnos na deciinacjL. da
agulha s f.ram observadas em 1500.
IMPREvSA. SuppSe-sa ser invenco dos Chins
peloaono^39 da i-r^ volgar, mas na Europa f-i
descubprUm Strasb inrgo eMiRuncia eir liiO.
attribiimdo Se pariicu'armente Gutiemberj; a sua
invenco; pnis os primeiros livr s, qne trazem
data de'pubhracao, sa-i de Ii57, 1159 e M60, e
foram impress is p.+ elle e Fust.
BIBLIA XOTAVEL.-Ha am tilinga urna biblia
compeleU, escripia sob/e 5376 folhas preparadas
do grelo da palmeira, papel em que na India ainda
seescreve.
PASSAGF.IROS. O vapor l.ratilei-e lnof,
entrado bHiitein d...- n^rtos d> sul. tronxe a s>u
bordo os seguntes: Joo Bapti-ta Raiberli, Felip-
pe S. tiovia, Jos Joaquim dos Bais, D. Marii Le
oolilina d B mposta. Leobioa Mana da Umi-eico,
Joaquina Si-plua, D Anua Maria Leopoldi ia das
Neves e 1 eriada, D. Maria Benedicta G. 4e tata
e 1 lilh i, Bi.aventura Jos de Castm a Azavado e
na familia. Jo Fel ciano Valadares, Vioaata
Capnal, Jos Muniz a> O-ia. Mara Joaqnma d.
Conceico, Aparicio Jun Muniz da Cunha, Manuel
Esleves Aives e 1 fliho, Mao el Pinto de Arawjo
Maria Francisca de Messias e 2 crifldon, Jm- Ma
ooel Baptista, Jos Rulngues da Silva, Jo Seve-
rino Duarte, fuaquiu Jo- de Araujo Vasii.ncel-
los, Antoni i Moeiro Rehallo. DeH'ma do Rnealte
Costa, Uanoel Jo- de Oliveira, Cosme Jo- da
Costa, Manoel Ferreira de An-lrade, Joo Cspi<-
trano Pir*is Barbosa, Maria ft>nifacia da Concei-
co, Guilherme L. Heidaran, Lauro Anirnsto 11.
da Silva, Jos Maria Garra, Anti nio Feli|>pe de
Souza, Manoel Goncalves Gomai".s, Joaquim de
Azevedo Maia, Jos Alves de Aguiar, e urna e.-cra
va a entregar.
Seguem para o nm te no mesmo vaipor, os
segrales : Antonio Patricio Torres, Fraderk'-o
Walter, Wlhelra von San.lt, Francisco Ferreira
Rabello, Carlos Augusto de Miranda, Henriqnet
do Carino e Souza, Jos Joaquim da Silva I-reitas,
Joo Jos de Araujo, Jo/> Elinaton. .
0 vi por nacional Purahya trouxe de Fer-
nando os spgojnias :
Dr. Ge.i vazio K. Cainpllo. Antonio Augusto Pe-
reira da Silva. 19 guardas nacionaes, i.) sentencia
dos militares, S -emendado* de juslica, ISiiope-
naes nivaese I iuferior, 4 linos de 6 a 10 anos
dos sentenciados.
0 vapor nacional Mandah trouxe dePe-
nedo e Ma 'rio os segLunti-s:
Pedro Ignacio' Cavbante de Allmquerqiie, Ma-
noel G L. Ferreira de Amorim, Manoel J. Maia, Jos Cor-
r.-aM-ll-', Joaquim M. da l-'onseca, Joo R. do-
Santo- Jnior, J ise F. Alhayde, J^io P. de Araujo,
Canos J. de Medeins.
ESTABELECIME.NTO D^ CAR1DADE.Mevi
ment do hospicio de alienados na Misericordia de
Olinda, do Io ao ultimo de abril de 1870.
Existiam 31 homens e 52 mulhores, entraram 1
hoiiiem e2mulheres, sahiram 2 uiolheres, tnerre-
ram 2 homens e 2 mulheres, exislein 30 homens
e 50 raulheies.Total 80.
Kxistem 10 empregados neste cstabelecinKJlo, 7
homens_e 3 mulheres, sendo: 1 regente, 1 medico,
1 capelln, porteiro e sachristo 1; 2 eufermeiros,
I barbeiro, 2 enfenneiras e 1 eosinheira.
Foi visitado o mesmo estabe|ecimeLi!o pelo res-
pectivo medico o Sr. Dr. Ignauio Firmo Xavier,
nos dias : 5, 8, 18, 21, 25, 27 e 30, as 10, 10,-, 11
II y, e 12 damanha.
Advertencia.
Entraram :
No dia 20, um homem, de nome Miguel Pedro
BaplUla, branco, soltero, com a idade de 40 annos
o natural do Recite.
No da 16, urna mulher, de nome Thereza Maria
de Jess, preta, vi uva, representa ter 70 anuos e
aatural do Recife.
Sahiram :
No dia 3, urna mulher, de nome Maria Thereza
de Jess, parda, vuva, com a idade de 61 annos e
natural o Recife, e entrn para este estaliele'i-
iii-nio no dia l de jolito do anno de 1855; a qual
loroou a entrar para o mesmo estabelecimenlo no
da 10 do corrente mez.
No dia 26, urna mulher, de nome Thereza Fran-
celina, paida, casada, cora a idade de 26 annos e
natural do Recife, c entrou para este estabeleci-
mi nto no dia 10 de agosto do anno prximo pas-
sado.
Morreram :
No dia 21, de estopor, um homem, de nome An-
tonio Manoel da Silva Guimares, pardo, solleiro,
com a idade de 46 annos e natural desta provin-
cia, e entrou para este eslabelecimento no da 14
da Janeiro do corrente anno.
No dia 25, de diarrhsa, um homem, de neme
Manoel Eerreira dos Santos, branco, solleiro, com
a idade de 29 annos e natural desta provincia, e
entrou para este eslabelecimento no dia 11 de maio
do aono prximo luido.
No dia 16, urna mulher, de diarrbea, de nome
Feliamina Donata da Silva, parda, solteira, cora a
idade da 28 annns e natural do Rto-Formoso, e
entrou para este eslabelecimento no dia i% de
agosto do anno de 1867.
No dia 26. de thysica pulmonar, urna mulher,
de nime M.ria J laquma, parda, solteira, cora a
idade de 27 annos e natural desta provincia, e en-
trou para este eslabelecimento no da 17 se julho
do anno Qndo.
Existem ueste estabelecimento 80 alienados, 4
que pagan) a casa a 76 a cuela da cardade.
.. Hosnicio le alienados em Olinda, 30 de abril
de 1870.
Orngeute,
Luiz d*fi*po Barras.
O merdomo de ase*,
A. J. Gowus do Cerreio.
o qu
si re .-ii
leming
ao
Reffctre-se.
De Jo- yatheu> feftaira,
eoracao de sin ccmlituinte
reir Jnior.Heti-tra-se.
De nlfrcd.) & Barbosa JunioR. successon-s dfe>
firma Alfredo 4.Cunha, para tBtnsferir--e-Uer
Copiador que partenceu a t?no extracta.Come
"requer ni.
De Vicente Ferreira da Costa ttjos Femi|m
da Costa, fazendo a declarago que se Ibes ei
por despacho de 30 de agosto ultimo.De
na forma do decreto n. 439i.
Be G- incalo 7o> Alfonso, apresentande*parir
registrado o conhecimento de lar paip o seguado-
semestre de 1869 a 1870 de imposto de seu oflkb-
tlecurroigr ger*).BeglsUe-se e son*egot-sa.
TJe redrb Jos? Pinto, apresentando igual eonbe-
ci.unto.Mtigi- De Joaquim Francisco das Chagas e Silva, bs-
sileiro de 34 annos de idade, commereianle d
iniudezas nesta cidade, pedindo nutnculi. -aeu-
attesiado firmado pelos commerciantes D..P. ViW.
Joaquim Monteiru. .oa Cruz, Yaz-4 Leal el
Frauciso SaLeitan.Oslo um o VmpeU.-Bfc-.
vi-to.0 ejmtiriuiouto de papel.
De Severano Bandeira de Mella, pera n>at>s-
lar seu caixeiro, Angelo Bjio Rumano de-Olivvira.
Registre se.
De .Alfredo Alvos Paicneco, roquerendo ser m-
meaUo amanuense da secretaria d'este tribunal.
Adiado.
De Bernardina '.'pruna de BIU\ Joo Frnnia,
d Rivoredo Fiatre o Jos llilx-im de Boto, *atis-
fasendo a exigencia que se Ibes ilzeca por ib-spa-
cho de 28 do mez prximo passado.R^gi-tre-eei^
de cooformidade com o decreto n. 4394, sendo qot
nao era n'uma linha em branca, que os soppl.
cantes deviain t.zer a daelaraco exigida, pelo pa-
recer ti-c.ii, e sin- ao tim do contrato.
De 1-ViaeiMv da Silva Cardse o Antonio Go-
mes de Oliveira e Silva, tambem sausazeado
exigencia qne Ibes fora leata por despacho da
quHla s*bredita dataRegistre-se.
De Manuel J lilhi Antonio Kiidrigues de Souza, viudo devida
mente s0ll*>da o disirato cujo registro peda
Vista ao Sr. desaiiibarttadoi fiscal.
BKiji.lSICoM 00 SK. DR. OFflCIM. MAU*.
Para se urdeitor pie. Souza A Ir mao inuluitetf.
a ssiampilha do seguudu .-.\eiwplar de seutsuato-
-so -ial.Procede a dnvida, e. sejain inalillsadas x
eslampilbas na forma declarada pela secretaria.
Para se neteriiuar que A^o.-tinbu Jue dee San-
tos e Lehman fieras, facam desapparacer o ang-.
ment de ptira-es que nao se eneontrMB no st~
sagundo exemplar de seu d-irato social uvandadf-
archivar.Procede a duvida da secretoria, enm-
prindo que sajara pelo rnesnto thaoi os Uiatrau-
j u n tes.
o mesmo Sr. Dr. ollicial-raaior, declaraaai uk
poder eumprir o desp;ieho exarado na peticae b
D lnilia da A---ampro lavares da Cunna, pes
se nao achar junto o documento a que el>a se re-
fere.Pro >de a d'ivida quanto prmeira narto.
devendo a supolicanle juntar a nomeaco para tez
lugar o regi-tro.
tuiAiio Di HKM0 ni; 7 i. das gui: sooeiaBKAjt
Summario \ utlicio contra o administrador a\
trapiche-^Cuuha, Jos Paulo da Fooseea.
Avista do queo'summariado allega em sua dt'eaa
o tribunal absolve o mesrtl sumtnariado, agir
por elle as cusios ex-uausa.
COH lnioi;ma5ao do su. prse.miurgadob Fir-CAf.
Reqnerimento de Pinheiro & Barlhelo, rtgi.-:t.
de seo controlo social.Regstre-se.
De Pacheco A Pinto, dem.Registre-se.
De Amonio Bernardo Vz de CarvaJbo, cuntra
pelo qual distra'ra a sociedade que Uvera mr
Miguel Pereia LealNao tem lugar o ragtn
se nao qua rulo constar a qu .ntia em liquidaco.
De Joo Nepomuccno Pereira dos Santos, mu
iricula de commereianle.
De loa juiui de Souta Silva Conlw, dislrato pela
sua retirada da firma Alfredo A Cuaba.tv-.-gi;
tre-se.
.[ De Jeronyino da Costa Lima, Jos Pao'o da
Fooseea e Joajoim lioncalves ViaoBa,-cnrat> hj
uial em negocios tendentes a trapiche.Sabsacan-
c parecer fiscal. ,
Inlormacao do Sr. deseniha-gador Bacal sebr-
pretenco da companhia de seguros marnee <
terrestres Phenix Parnambucana.Beuetta-se at-
Exm. Sr. vice-presidente da provincia.
Nada mais sendo submetlido despach i. S.
Exc. o Sr. presidente eucerrou a sesso s y ho-
ras e meia do dia.
SESSO
DE MAI MI
h. r. m-
JUDICIARIA EM
1870.
tttESrog.VCIA DO KtM. SR. DRSEMDARCAMK
BBTTI.
i Secretario, Julio Guinares.
Ao meio dia declarou-se abarla a sesso estando
presentes os Srs. desembargadores Silva Gaima
raes Res e Silva o Accioli. a os Srs. denotados Besa,
Basto e baro de Cruangy, (aliando o Sr. MirafV
Leal que pessoalmcnte scientiQcou ao F.xm. Sr.
presidente que nao poda assistir prsenle st-asn.
Lida, foi approvada a acta da sesso anterior.
ACCORDAOS ASSIGKAOOS.
Appellante Manoel Alves Ferreira &('.., appeUa-
dos D. Agoslinha Joanna & Filhns embargante*
os administradores da rr.assa fallida n> Jos dc-
Castro Redondo, embargado Joao Alves Pedrosa.
JULO AMENTOS.
Juizo especial do commercio : appeHMMs exe
quontes os. administradores da raassa fallida do
Joaquim Jos Silveira, appellados exaautadoa {f
herdeiros de Diogo Jas da Costa ; juicas os Srs
Silva Guimares, Accioli, Rosa e baro de Croan-
gy.Foi eoodrmada a sentenca nppetlada.
Appellante Joo l.ouranto Vinato d> Taseon
cellos, a|ipelbdos Jos Rodrigues'Pereira e -i..
mulher ; appellante Miguel Joaquim di Costa, ap-
pellados os administradores da maesa fallida V
Amortm, Fragoso, Santos A C.Adiados pedi-
dos Srs. depulados.
Appellante Francisco Moreira de Sonae, appella-
dos Francisco Ceibo da l-'onseca e Joo Antonio
do Amaral ; appellante Joaquina Salvador P. r-v .
de Siqneira Cavatcanti, appellado Salvador de Se-
queira Cavaleanti ; embargantes Manuel Nena*
Parreira ftC, embargados Tasso Irmos.N"-
fiiram propostos por nao esur presente o Sr. M -
randa Leal.
PASSAOBM.
Do Sr. desembargador Accioli ao 9r. drsdO!-
bargador Silva Guimares : appellnato Firroian
Jos Rodrigues Ferreira, appellmeo Jue-ios a
Silva Costa, testatuenioire de Antonio Jos Ib -
gueira.
rasisunvicois.
Ao 9r. desarabargador Silva Gnrmaries : ap-
pellanles os admimsiradores da measa fallida o-
Aatanio Maria OCoonrtl Jersey. appaiUuto Jos
Victorino a Raaende &C.
Ao Sr. desembargador Ruis a Silvac aribargaai-
tes JosoFrmcisi-eRiboiniilfaebado* ootres, tm
bargado Amaro Jos det Prmeres. -
A Sr. desembargador Arcbrti: enibargaato*-
Jbe Bvtngelista de Sae outRls, embargado Jo*
fVrnaaes Gentes.
. DKLIOHKCIJl.
Appellantes a viuva e berdeims de Diego J-'
da Coste, appellado Antonio Boarte Carnean
?tara.Vista ao Dr. curador gerat
%oonMm.
i Joixo especial o oommeroio : affravaeto o at
ministrador da masaa taluda de Manoel do Ane-
ciare Cajo, apgravados os credor danvanaa ew
ma massa fallida,O Exm. Sr. ptwiManie jan
--speicao e fai a tono apresentado ae Sr- dewro
bsTgador Silva uimaraes.
Encerron*se a sesso a ada kan oa toada, r
rniKi >i. da r#.i io
.SSSAQVEM 3 DE MAIO DE WTO.
immaatai. nb bx. aa.-oa^doBie eixru*
rtirrunn., y.
As 10 hars da maohaa,, prnsentoa os Sit.BB-
Sargadores Gitirana, Uurenco Sanuago, 11 aaiMi,
Aabaquerqne, Metto, Dona .D*"1*? dn,S*r.
Regneira i Guata e- SemnXeae, eltunKon^dh*-
emb.-MJiaar tuarrat .pauenradnr da TOrtMihrin-w
.tjSBadoe-e- (satos, derana-M t>s segnintos julga -
atentos;
BBarasocRiMR.-*-Becorreulei(o juizd; coarn
se no livro diario que pertaao! j unan de nY feal uta, Flo-aia Marta da ikcoja.heia jb Si
nade <*in- dwanbanadnr Ooatiages,ida Silva, ***
.


I
CIIRONK A JlBirURIJL
miBUMAI. DO (OMMIIUIO
DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 5 DR
BKKMNC1A
iCTA
MAIO DE 1870.
O EXM. SR. DBSBHBARGADQB ajm
francisco Ptr.BTTI. .
As 10 horas da raanha, prsenles es Srs. depu-
lados Rosa, Basto, Miranda Leal e baro de Cruan-
gy, bent con o Sr. desembargador fiscal, S. Exc.
o Sr. presidente declarou dbarta a sessaa
Foi lida o approvada a aota da sesso de 1 de
uni.
BWK}|EftE.
Aos Srs. depulados foram distribuidos es se-
tnintes livros
za, Diario de
O Sr. secra
lira junto
rcmeitido
t:ico san;
& Sjlya, dito
nra r'rm-
dnta, fez sen-
a inennvanian ^ia te ser
o oUieio : BBSPAries
Requer ment de Luiz ontingnei da Sr* Wou
traho, para registtar-se-iba dnaa-nrebutacrJM bs-
hruiaa.-RaiwMrc-8f.
De Jo- Bora Ramos de Ohveira, para ddbr*-
parte.de Ramos a Oiiveira 4 C, tuia suas transj^bns conimnrtaaat, cune socitf
solidario c
- De Anna Rodrigues da Costa, registro da ne
meaco de seu cai&siro guarda-brwa Jwuino Ma
daambaefndiir Oontiages,-da Silva, >t lanatma o*?
._ u**HP*r' *** 4lbuiiiVBnu
liquidante o Ib flrnw.-ODe-re-i l^it*to.-^atBcocadeoto.
Aocravos depetiqao.Aggravaata. Ant'nio Mv
seira dos Reis; a grado, o Suizo. K- la u.r o Sr.
desembargador Dona, sorteado o* Sis. desembar -


,


&*?<^%m*k*i* *#* *o4tJfcp > i*'
f

^arf
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de *
B, n.i dnvid
ideri ei*ad'
rar o pro-I
^tSKiia!?^^
S5ttteftii\J <*<--.-Vi flftdW&ifpd^ uro'' WaS56fc"?
I iUUt>, t ltt>patti|e, *3a<.ap*ll*l*i
tido todrgr.es Rezerra. Appellante, o jui}
^MPE'""f* *< '- -A ?Wiute, Jos Francisca dMllitftra ;-" oaiingos de Burros Brandan.
PASSA6M8, .
Ofl fir. dcscmnargadr Gitflrana ,io Sr. desem-
mador Gerra.r*-AM|etfMo, cual,: j^alUttia,
Taeaz de Atiuino Camello ; apppllado, H*uoel
Jtx Sr. deaewlKirgad ir Lmiranfo Saajiagfi, ao,
fc. eseinbarfanw. Alinala AWif^TW- -^A
Vellacaes civ i- : apjvIUnie, llanoa. de Souza Sirta
'Sfwdio- mahanVs. -.Praaateco Pereira, ou
ApirtllsiH, VitaW*; Ifcrroira x Su
Hfcria<>iymt,ia.
Da Sr. desam
ilo,liacJ d* All1!'-1 tiu Mi'lt'- Appell i-
nt nio flRrerr tos itms; vopattidn, F*h>iami
lin*
;
>
r*
inr..
''(.
iaargadoj|
ir. desoinbaryador
ap^Naifi-. ;i fazaid.1 :''-Jp1!>'WM!***Aft> .\WW
'nimtt. Ol
la Sr. diwrmharfnd.ir Mo'.ta .11 Sr descmbar-
4c .Djiia.:-Appellacr.es rivejs:" agpsnSrifle, o
mri aartatuet; i(r'> 1 ***'' "'VV'ia
&ft;ivcjf0Qa-). A|yWia!tw,J.>aq'um Wfw
Moran* e (luiros a,iwPjflo; aune! PeTfifa
ati*>ft&esutrvs.
. A*.8rrdesenr.rfad,r Guiirra.-Aopellacao c'"
urt; apif(4ilB,Juiiaiw.,ia-- >laJj, .Va ud Xiiut.dfl'ili.-U'i.
*>> Sr: a>set*.lftrtd ir Oomntww d* Si
porto le i
de MaceiaafU
4'*IH PTa o ioem wl J7]
WaaaJjaof.aaai 2.\
wuyapl a Ji/e o Vi tatu, efare-^Canal
^^V^^ a
^^B ordinaria
TTV.T-T
.iP
t.
uiesL-gahaente di:naelndQS : e o nvJ?mo
tribunal
-*->0*b mal (nhiia qM;;saaiRiteaoveoBnB*.
a -v,ii da dar eonasif** tom*ifa>1prArt<' uai agota dtt jw lmi|scimonaAw,.depa*adp
imr Arnnaga A Filhn, h?'in ama-en, t>ce.(. ao inspector presi-reve o 17 du art. IV> do rfpia-
iviiiwe. e d q<> d^temiinam s ordn* i- 120
de 1S de s<.>tAjlteD. ile 1 lM att. d*ejjt>
m.m183i; deyemo a in$P"*"ri*Hm> PM5*'(^'
< da cosi!la.^(H;i(r coitf^TOiMfar.* *'
riin jurtra, dexando orte o Tbetnso para o
Mwsoon, fjwandy eulondprc|Q..lte rofrawa a
denslo.e rewrnen4 -ftieio,, ^l^^n^>al(k>-|^r,
44-arl 7<>* amiesmo re?nlanii '-' i ? Qu, vcn.J"--e. ciiirefantA dos papm'rc-
metdos. qii*Ol a^iOeMWldWdM*'da (Wa'j-
tittavda*rasas de salpico, giipreMiiyu*?!?1!
ci'i a, LtS4>ufW4 i9 *u devisan ravoravur a part-;
k fswt^ff '''. sua alCa ''..ii-i rn.fi_Xnti'ltaeJD "trttrenrrr -vcnladRinr e tio
HjrEWrch.*e-.
uu. Hi^* Uu A)buip\enjue
.!lhd^.X)o'(r->3m''>i1'5S'-nia.
Ao S*ai^;luoa*lilor1)t>#J.-T<*^lls,.*'c,
w!<: apt*itrrtiie-. o iuizvf\?r;rtorf d.iricalrerP.
mm e^at appfHadoH, oju< GooUhu.Go-
SHlvePreitikdal4iaha... ,
m Sr. .lescni'-ariT.dor Rsgaeira CnMaosr..
4*'Hfrarfrd(>r S.)iin L--i.> An;*ara- eid :
Hot>wh;> loifUi >i Sv;J ir Pe d* Atbaq*^
JM GavaltMQte; ppetla*, Jo^ Doniqpw
luis. .
I*. Sr. .l:^iartnildr StHi 1A ao yr. de*-f
in}arp-;lt..rGiMilia^-Appella-t^ cn>i<: aa^el,
MHe, J.'-' Ltiunle Lima; anp-llauo, IVdro (uej
-4e* SMinantow Appflaalfl. Mamitl Jii a*>9 \
-tjiflfr.ili. D. fliiraria llantos Ne.c.s.
As.-H!W;ii-tfe di i par* j ng*rmuit.> do*egninte?
VfPrxt^KS orimf.s.Vppellattc, ojuir.; ap-
.-.Vi: .! -' F'-iifier-i do Lvra. App-Hatit, A
ii,i vi- me il s Saot..-; aHTlt*do, o JHo. Ap-
<9fm< NH; appe"*l". GoM^ e-cr.;v.k
A u' hfli o t J-i tarde eoi-errou-so a
iiww in-Vftil^fjie^V citados I do art. 763.
r il'~|)i*to oa. me>uio artigo ; e timando conhcci--
memo ta oecisa i. eni virtude da,suprema adni-
ifc-uyinw fl'i-v -tViH* m wty*'"* ,l:1 fw*1 '"*-'
oiiiti iviii i cjiliiN'PD o as leK wnfi'rroej Fui
de,-!anr!fl' na- ordwn rcforiBaa-Jiia IfeiLi, qfi Iwpvft por ordinaria.-
da Ailemanlia ,is dssas de salpleo em quest3o,
:uafurmaoiJ, 4a, i'^nKiiitfaj da.u-
rl ijao as (|ualln-:ir,i imitaran das rraneets*,,
le conformidad* rom o art. jU7'dfl;tftrifciri}a|
fi "TUTO CIHHpade<-'C CMtl *(
odMWfe"
[HJt.ltfPQ
mxp.
as '!
fttja a caide tl% r
"ift'tri i.
A
-
yygOACOE A P8M0.
Monte po portugus
l lie lett) Ifdp varias publicamos eeM
tVha fi ten l|" l1':i:- Pl"""'' Atorsos u^eud^nv'
Wws. "end'i a tiliima nos di irios d(r sexta Teira e
MHhad-i: tnmdww BlHtado de ler disparates i
onHu m''' ii:s.'ii.-as. de atscara .am ebrios
v/.jr, ^. | i,, vina n> >e.u tUega n. 71'i (tyfi
o'cc'ii b. nra. non a fintade jewnjieeer pe*
ikA a para !he ra r blgaml oG*er%*$5<.
S (; Wo s h Ithefl o iijfaa!ey ler un,
r i -i i l -o,- tuitros. rai^'uno con-
m
daj
asi
itejaui proci'dtejb daTAflttBlha, iiasSiHam-'
b.-iu i'jaui (irjhti.iria.'( e ttti iuntacao da- fr.m-.
Pt-ns ; senil i nue a 1t,?ii?nn'-, da 2' par' fHrilii
r! ;>D7 da :arifa-^l.' laiiqu-T oitea|(|Ua!idai|.\
IraiMHMs ou a>hn-itnftac;- coinfirehemle na i.'
liv|Hi(h.xt' as cassi i*itriipav o/ija.^em conn
na t!|Uina,Mdas ^uaes-quei; sera embargo do ]ro-
cod 'ncia, que forem imrtacSn d.is frarreezaav -
3." jMc. provuda, eorrto se aelA/a-Mdadc
da disirieui^a^ do.depach>.e'da as*igntara do
ajiidante interino da inspectora pelo caixeio de-
pauhante Jos Domingues d Santos, iao^evia a
inspectora, ixaitnf mi suplica (o a> art. 779, es-I
pocialpara o caso ; n;l i soodo proeeJenles as dn-
vWas exposta de ter o Hitspaeho passaao por to-
dos os tramites lgaos, e sdtia verba final do> ins-
pector a:har-so fajsigcado,; pctrquanlo, para que.
dova ser considerado falso ou falsilioado un docu-
mento, segundo o art 167 4 ooJtgo criminal, nSo
iiiistorqueodO olite acliecontraf'ito, bastando
q,ae em parle o esteja, nwnnenie .quando, como
ni caso se dora, a faUidade lora pratleada sobre
um dos principaes tramites por qne' |>essm os
dwpacbos, o da conferencia da sahida das meira-
dorias, versando alera disso sobre nm auto da ad-
luimslraca'. lujorior da alfandega, cuja rubrica
fora contra feit.
t." Finalmente, qto o prncediinento qne *
a insopctoria ler no raso -obre que consultou fica,
traoado nos paragraphns anu-ocdoeies. do oppf"r-
undade cora o di*p\>to no art. 77fl do regula-
'ii'-nto. cuja observancia milito oonvm-aos inte-
re*so.~ da hienda que soja rigor isamente monti-
da ;.cot|iprindo q ae a rospiito do caixeiro des
io lahido nafa A
l.e Bahia-^Tran?KrM n.icioDal ara
i:/c!. coMiaiandtnte o capitn teaantr
Rio dfl'iiinlro"7 das,' ifyior Bralfeiro 1tapiour,t
de tWt toynf^^epmm/BliMiff-^iienente Carlos'
Gomes, q'upageni '61: a AI-, de r>- Azevedo
& C Twjixa o b^anlki ASrfdtLjfflteBtarins da
paUii.flefflWlllW\W|MIV,rt -
ottonadrf *i'r*Ma, MMm^aHi* Ar
da M(rtU oqi i aW; rn>qeim<>*,0i
Buenos Ayres38 das, liara:!.S***- *
3i:t fneada*, cpi*'' Wilriasi SwB) eqntpa-
gem T. eni ratro : a ffoViif. -ShgW' para S.
Thouu,, .. ;
Rio deJ:inefn>-1>ll(a<, tmara hesnaatMto IV-
reti, de Mn't.mtMIiih^- fcaoUa IVuto-o Es>tder.
qti4p-i?'"! f. ew IMttk PPrelr*.Cfloiei*-O.i
Peneii* e 'rjrfr*- ralwinefMos--Jfl dis, tap>r hfa-
'sdelro *fin*H.(*.-'>'.,?i'riel'-i>la,-iKm*i>da[i-
je Mello, equipagem 4S, rai%a-algadio; VCam-1
paasriPeroiHiiiu; i {
lii^WiiFrmiwte^<**was, rapor t^rawWira.Pnv
rahyba. de iO'i tonel a las, oooiaiHWliinV1 J. 1P- SrtTa, eqtJipnj^ra H. cargn e nm'.ommcndar-; a
GompaLlHa41**i^n^a|.x f i k'
AWib -xiHoli p nf m *
Valparalxo6gr ih^e- Jle^iil J% HOJ.
ar do solwa a. |, i na dn Crorj
lessajn imperiales.
I tM <\ dw.l du ccirreut'* imat tspera-se En-i|
>opa o TSpor ffaocez SmdS> o 4ual depoff da.d-
xootaoV f'siume .PKiur jt .n Bji,ni>*-Ayre.' lo-
AiniT titania. Rio o> Janetr e Montandeo.
Pan ei'H-5*. jreles o. ^as^goss trata-sena
apncia rt iuj Konicaercij n. 'J.
: At o noftos do snl o
Snie JoRrClf
aatuir para
eLisboa.
Hrar,.e''ndlt'*
K^nOi's Pfft 0>
il'tfwz "spera'-e *
ikytmtKonr, eoremlp--
ntiK (GolC}
Pirata;- m
(Mtwi. \mi\m.
de fiumda* fferaes.
1 "w* A 0 n> Correuff.
Bf8$ai1n1'* Irmaos farSj lerUb pr fatorvetio-lo
do a.^erttt'0rTeir61 deporfi-.ilo sartfmemo de fa
rendas oVah^wl;'!!1, lialrn, la o de scli (inrtusivo
peo dV flihVrcab'S quajidados todas proprias
' metradV-'.
na
asO Xntards nwnV'aa, etn sen armaze-n.
W&tiVfr**_____
Grande eacpasipao
Oe pprceri;' vitfr'tw, ctyraus e metirs,
' ciwj<#Qf1 depo. gamCts. cswpotei-
ras, .wi?>M,'fruleiras. elwwras, catie"
eos. appf*Hv>s para cliae joritar, gfoar-
rrcr>! para toilets. candiciros a garjaf
ros e vaso para flores, figuran, eufiU;
serao apresntado8 em
Leilao etn coiitiuiiacjip
?i
JW
OPaquftea a xrapori
C!.tas>en..n|r saf^Arr
Ro de JaneiroPatacho b'rasilein Protector, tu-
pi:ao Je-aifpMi d Sn>a SoeAk'carga sauoan
MaeeJi-ttitleVa, infite* fflbiMiwaY, 4apH8o Jflw
fHify, n IhsirfT de jJsswHr. \
PeHeUo' prfPwjelA Vrtfor-braWeiro Potongi,
Natrt t/ivw/o i (tt A
Rroe laneiro e porios interraedosT das, va^
por brasileiro (huir, 9M- obeladas, cora
mandante eapitSt.-tenentePedro II. Duart*,equi
naem W, carga -varWs gneros ; l'A Jl. de Os
AtewedJ&tL
.ViM'/e imMsV io litesmo Aia
Rlo--Wals dii SulRrrgue bfa*tftro 7.'Jr?mW-,
cib. eapitao Constancio Vot da! 'Silva Hunta J-
nior, cirtra a'sucar.
tytilTKirv's.
' ftindeou na lawiro nina galera porhgueza,
anas oa^ tevr cnirrttniparlo com acierra. Appa-
refcom *i norn; nina barca frani^ts, e urna eseure
portugueza, ura brigue e tima barca1 ao *nl igno
randn-sea naci por,no arem bandeira.
. _Dii'pori<'s do noria osporadr
ti da '.' do CWrrtrte n raaor
ino," roiimfoodant b f*taetro
tente Jbsd C Dcarte, o- qnal
dcpwis da deMora. do costn*
L^Hirpar* i^cr|0' do, snl.
BSj^
Por Jni'i^vneSr <\o a do ni d&ifam o; A
Prtoeit. ra s i hura*..
armnzem
-.f;,i rwiiniecr- -o (\w o autor o seuipro o
iih'.sA: isii P'"' SlT lMWaval, mas s vezi-s a
5-:or^p?ia deci*n::i ".inoivinania, e eu ptcnli-
.TneWz,) iilQrtre colio.ua para o considerar sem
iife;ts3,aT!yfadtdesM inwmimolitiva molestia :
-. ;:'^^>e !. ii.. dar lile nra consolho.Tecommen-
f|0'' PrtOJfiss) ntai? o* cobre<. porque
^rmmaK esia lado tai caro!
as- I e Ite'', a prmcipalW-
;; .iMmW deagoverB de sua bolsa,
rsos coavoncijoi de qu' perdo n-
i- ,-n tonrpo. '*
nifO, fir.iu fe < callega conliecesse
qss, directora, qual
i(*ns.i, de loribolo na nao, ora
vitupera -ora amaior sena-eerimo-
wi;i. I,-.fia da sabor (|nu olio, intoiramenle
! nis seas loivoi-"; como s su as da-
hie.. Goaipr o son deve'tieU conseiencia
dVi-se. tneamo dewer: so anda nao convocou a
assoi-io ", .T.-al pnra Ihs prestar coatas de sua
eretie ''.< urna v /., para s-mpre licar livre
de vi: -: s. oroa (estou disso bera informado)
Aj.i,"'' ,i .r r a ll aioda pidido faze-K. mas falo-
ti.-i lalvei piando o nobre s icio menos o esperar.
nada ine ioportand > a gritoria com quo o colle-
. a v.io aiirdi-.i.i, tdvez per nao poder
r o jir-.fr.lo (defto-me antes dizer
t. para mo entaider nielhor) de ligarar
.'.k Itltif /'rf<: di >" o-ljitaj- como campead
do mol i .1 as Interesses sociaes. pas ora' se
. declarar o seu nome, que a oinguem
. tlirectooa importa conheeer, segundo
tu pens". ora. c#nfno sea ultimo annuncio, va
diceudo i| . i realadc o- rus rc/fO nnqutfto
aaea.'o di .".rvfio da assembta geral rray
n. 7IS ? I. i:i inaus ? deise se de aeiras.
('.'i que i: snu ara grande tlo, am grande
teXa t wi a na)nl|*a>lestia ); titas, tenas
para.-' paroca me qe o cdlog anda rae lea
gran inageaa,
. o c >lga na> cmoende cua so, mas
Ti i'*v-:l.eqae auiiiea causa a eur* ina diffl
r-ail ca la ura sj cenhecer a.s propri.i;
ca o.to .;:, prnenrj eonhecer-se e eropr'fiara
a!l. oi?u dinhoiro do que em azetr giwlwr os
P..s sa realmente o colloga desejava ser apro-
ft.i.fa ven ahjamn r...uiLW)rquu nao ee dirl-
(H p-.-iiciarui'-m- a Jlieetoria i segundo mean-
- na) vc-i i .i-er ,spaHfato pelo Oinrh *^ !
m-onscTfcjfc 'l1'6 os vf'rT,S0*f,.
qne fuerero a prestar pofcra ser utdisadft ,'
\r> ai i 0 eWlega nao be que netn para
- .fin serven Poisjpnad abe,' peepn-
'^ij..r!a. mi 'olnr algfffW*tousa da materia, e
c Hit la.; (izom .ogo que, se a directora
o. Ui'Uc.-.,,; ;. ravo odivripgao de Ihe cunliar
ajf ara trababalbo, para ml- Jardo ai*la hcana
i..'oa,. da assembla garal, po/WJeria de
lazer '<* mandar faz'.-r do iww eaae trHuo.
Se, pois, corlan qm-r prestar um grande ser-
veo ;. oociod.idoe directora, cale-se, e nao mas
r.e c..n e nutro eixn puldii5e* na if/te a
f*ha de <% -ei.so eprre piCemas mu a saa
' I fazer btlha, e rerre-e p#r a* ai-
eral apr^rar quinlts (pienij, latno-
rase ItaMieoesanauparocatv' pocqu'.ia, e So
t, j.i i i. rae consta, a directora Ihe dar ea-
tiaj i*^ e int a<-ira satisfar as kiferpeila-
^aVaaJivUii e tpMluo r ,>ei.
'. "Io, pec/i-ihc que. desculpe a fran-
^^Mft"- "* f|rea. P1* *PouAor -ptj-
n sertte^ em nao-'nte oampadeeer
d^iAar.arJirwiwi : ,i a-sim como eu Ibe con-
vaf**, .xroutriaaJe uVo. nm gra.de e(np>-
or offendidp, porqoe ito edito de
Ta.rwrl
E01TAES.
----------
Adolpho Joio Rarata do Aliaeida, coronel cora-
mandante do aV bataUtM de nfantaria da guar-
da nacional do munioip o do Reoife, e presiden-
te do conselbe do qoalditacaO da freguezia de
S. Jos, par S. M. loipe ador etc. etc.
Faco sabor a qtiam iutorepsar nos*a, qne em
virtude do art. i- parlo c art. O do decreto n.
1130 -I- 1^ do mai de 183I,- ein^ruceoes do 2
d-' ontnbro 'lo. liftt, ovna irr lugar m> ha lo d .
corronto mu,,p-itflii.istjr.o da igreja matriz de
S. Jc.se a vobui do QoDsetnn de qp il#o;cii para
a revi-io d s guardas uacio'ae-i alistados na re-
ferida Ireguezia.
io chegne a i conhecmeitta 'lo t dos.
sargatjnw
Jas e dinhe-o afrew#aikis iwras do da eV
iu sabida. -T
Ntiese rw>efewBon> eacotmoeattan- aabie-ok-
ieflto? do pequaw vaii-r eiie ai" scodam S
*iTobaa-oV-|'-Mo on^paku* cuaicoa de i**aV
Vo. i
Tao que passar destes limtle evercs
..Uliarado COttip carga.
Rr^nno-soapi Sr.-. passagcro:, qne anas.; passa,-
^ens so se rocohem na afcaciau-iU dACHu.iu 57
t* a.hr. iwcrifjorii do .\nionVi l.ui'z ife-OliTeir
Xzevd*. A f..
d pieutpefiettfte*-Je SKXcaixas cimbolas cl:e
'das a swi9ia pa-,sii3a e serao vwdidas ftfije as
II tiiirasd* rsansao-no aTuiaiein do'Aunes do-
ilr%t<> da alfiadpga. .
para q te eiiogiie ai .................
achante Jos-Uotiiin^ues dos Santos proceda tain-j mandei ailar esta nos lugares ma pblicos, e
ios torros do ar!. 638 do mesmo regida- putliea pela l
Ca^^HIMI'H1 la^SJMa* cfJtVfHto W* ., apr"
r'arhyba, Nata^-MaGio, JijsBOfOj-Aja-
catv, OearA, .MandaIra, Aearae e
- Gratja.
O' -vapor Pstbirji tommandaatf
Azevedo, beguita para, os jportof
*^P(r 'iw.uo o-ta d la tajrdt, #eoeb| 'iarga. al- o di* M,..enconi-
nenpsop:issahftis eflilifrc. .t frote at a;
i linflas-da-tarde a da da -afceia no scripto-
rio do Forte do att*s n. 12 _____________
Po to p'.ir Lis oh.
!)" e'.'Kir :':ipreter!v.'l.n- i'le al o da 3 do
curenlo a b-.r--a pnrtugeza vtvi Sympmkui, de
I1 classe a niau-.lia por ja Mt a U irdo quasi toda a
sna cari'a*: par- flpirnn q"e anda pode -rereber
o era ahn |yr.l pj-sigetro, qn es effereeo
rieos e exe inrs coh'mi'iVk. trata-se e>m Ral-
tar. CMivaira A C, ra du Vicario n I, |>rinieiro
andar.
LEILAO
Do patncho mtctoiK! Adelina.
(i'aente Ponriwl coraocptuimenle auterisalo
ienJer era leilS o patacho naeiolM, Adelina.
con lodfis os scu? pertences *> quaes existo a
rel,ai;o cni man do Jilo agente; porTendo- desde j
ser examinado o patacho (quo se arla ancorado
neste porU pelos Itetanws.
T'n.v. foifa 10 do r rrento.
Jfc i andar d subrailo n. 62; a ra da Cruz,
avM hora*: s
jora nos
ntetttn.
O que coinrminlco V. S. para, soa intelli-
oencia e devida eeocSo.
l).-us guarde a V. S. Visconde de Albuquer-
que.Sr. conselheiro inspector da alfandeg i da
ci'irt.
PRAJA D- RBt'JFB 7 DE MAIO.
DP <870.
AS 3 l/ HORAS JlA TAJIDE. '
Aleodo dp Mace, 1'sorte 905 rs. por kil.
posto. bardo afrete de 3|S e ."> ()0 -
CamPio sobn landres ^ d.'v 2i i\~2 d por
U000
oneaHe Jos^i Alfonso,
Pro.sieni c
Mesqait^ Jnior,
Secretario.
ALFANDEGA.
fteadiaeato de d*a 2 a C 285.350 j 103
dem do di 7...... 48.640*25
pola iraprci^a.
Quafe do caihioin lo do
iari:ila\feuard nc'Hiiiil do
aos 5 dP Jii diyiR7a
ftdvtybn iua i R-.raia di Almeid.i.
2*batilhai miiiiicpio dj l'ocifo
i cidado hYaawisno da Sivm tt%'0, jutz du
paz dd sentir.-11 aun> e n oxerricio, da
frcgue'/Ja do S.S. Sicramo'ito do Nitro
de S. Antoitio da cid ule tk> 8:cire pro-
vin- dd IVrn.tm'ja.o efa tirttide dt
le et'1.,
l'\i/> s.ahnr sus ;.os vil*-, i, ou tI'!la.iPit:-ia UvrirOU, qK
poi't>Hrtorte oferte* fts* >h Uosl Maa
roe f"i ::::'s;-:!i ; ),dor,i du theor se
giiintc:
Etlo tic ianeir
O.ni pst* d-siaio tencin partir o patacho aa-
cnioal [''//o -lo Cunt ; e para .algiuna Barga a
lr>te pie oei -ssita. traa-sa cpm os consignatarios
tnuriiii Irma >s A'r... ra da Crnt n, 3.
r.
0c cafxa* com Acholas,
IIOJE..
Desde ^e*ebfltr^ aas^a^irw.e eaaart o ss / f ,'-
rga v*t > Tsppr P^t-r rn^tr^.-opwi-lWi: v O gente Pestaa r.rakilae par
canta e rise
S>ir. carlvn e*ai 4 lata* de
llagnieas <1 1 s e lftt ^
Trca-i*'ira }0 do correte.
O.agMtA Pesiant fir.ilelo por conta o risei>!
da ojuera perteneer de di atas com liagokaa de
semftensadas uUiuiaotente ." terca-feira 10d> m>r-
rent-i as lt horas da niMna na armaaet do
Annes.
!
Para Lisboa.
I.ngue
Val sahir cmi bravid.oio
Bella FU/iiein-nne. caiv.'.ao ijciIIh, para carga
pas-arreiios irata-s* i'um I-" f'. Hj'joIIo t C, I
do I'. >ni liereio II. 8.
portugnez
e
ra
333:9U0i357
JIOTIMBXTi') DA ALFANDEGA
/olumej entrados rom fazeudas
dem dem com gneros
?oloreos sabidos cora fazendas
dem iem com gneros
500
100
----- 600
108
623
------ 73
Desearregam hoje 9 de maio
Barca ioglezaHerniatamorcadorias.
Barca ingiezaZedora idein.
Patacho inplezWoolpede dem.
Brigue portasuezSooeranf-^idm.
.Patacho 'nort8-allemaoFerueJ*-idem
Barca portugnezaS(i/i///i'rJdeiii.
Patacho belga//e/cefioid*m-
Patacho norteallemio.'ir4-#inha de trigo.
Ecuoa iogkezafi.'/i/),fciijem.
Patacho ioglez Mngdaleiie vtnne^mercadorias.
Barca ingiezatfefcii /inM-bacalliao.
acaeslwuiA de henda istehnas <,e-
HAJ2SEP8WIAIIBW. .-.,_
aaatdimeufodo dia 2 a -6 *-?"**S
de do di 7 ..... *to0802a
tt;457*250
13 7891012
3:9J5i45i>
27:701*371
CONSULADO PMWfiCAL
ttaninaento do dia ai
aoea do dia 7 .. .
t
PRAQkiDO-RECIFE
d^ |?70,' as 3
y
>.M

3
t o odlicd^M^OTte-p ^>^
m amo QtsTa praca saDer querfie
-da casa oomnwcttr Te^Iaia tS-Espinlo
'JWOI!^1*^
DE MA10AB Wm-AS J HOIt.\s .\ TAHDI?.
Cambios.Sobre Lftridrs Hzerau-seiransareoos
durante a semana de 2i 1/2 a 24 5/d 4 por l i. O
totul dos salines, ejevoo-so a 75,000. ,
Ai-ooio.egukiu o de l'ernarabueo escolhido
e regular a 11M00, sem iuspeera a 12*500, 1-
orle e o de Maesi, posto a bordo, a 13*40.) por
arroba ou 1S kilogrammas. ,
A,M>i:\a.Veodeu-so de 250 a 2900 o raas-
eando purado, do 2*330 a 2*i0 o bruto, o do;
J#I00 a 2 W o do Canal.
Annoz.-O piado da India- taadeu-ae a o*200
* SE-iH.~Vid-ae^ de LftnoA a 3*70O|
^LGvAvo,-.Neoc)UTe em atacado-a 20*00
e a Malte da.dW al* ft.barrjca.
3/jiha dk.poBo. Vendeu-se a SW) rs. ai
' BATATAs.-Yenden-se a 1900 a arrobe.
B.ch4? Ida A-54.a baTlulQhjV^
Sf>-Vandeorse da 3* \ 6|WU a arroba.
Ci.-Idem de 2*200 % 2*500 a libra.
..aavimttftenvda mqp/a 8#Ql)*4uai*de
nrnas otTbiriias. ',' i__
J^Miss^-ycfldu-sa i 7AWD a la de cinco
n!5A.^-Vendeo,-se.a iogleza a iOOrs. por cento
^MPffi??,a^ente de *#1W a
oJQaiOr.
Oleo dk LiOTACA-dan a U*X> tor jalao.
2*200
Ji|>. S-. j-i". ln paz da frjQft8? Antoniu, Z-ferio i J>s di Cla ttiHH mo-
rador nusta t't.giio/.ia( quer faer citar ao
Dr. Francisco Pinto Pessoa. para na i*
-. ste juixo concillarse com o Mipplioaato
sobre o'pngafBuntodarjinnia de que llie o d^tCdOC e por qne soppli
cadose ac-ha avsenlo etnv.lu^ar qne o sup-
piteante hori'., por riso p-1" a V. S., su
di^reiaandal-o ti por carta? de edt'.al
proceder na i'/rraa do estylo sob pena il
reverla e cusa, assim pede Y. S. a deferi-
mento. Hua nceber mera'1, Recie 53
.Je mato da 18 0. -Zelerioo Jos da Gosta
Mata, eslava com t> sello (te estampililtt du
2)(t rs.Na qaal petioao dei o despacho
qne se segu '
Justifique, fre.giiowa a S. A domo io
Recife 4 du maio de 1370.Francisco da
Silva Etygtr, Em virtttde do qua despacho
se proceiteit a iptirJco di tstemunha.a
que deposeram sol) jurimenlo dos-S-ra'os
Evangelhos a respeilo da aisenola e incer-
tesa do lugar da residencia do Dr. Fran-
cisco Pialo Possoa, e sendo ludo aulhoado
e preparado me vieram os autos conclu-
sos e por mim IMos nees profer a sen-i
tena do theor segrate :
Visto provar-se pelo depoimento das tes-
tomtinhas de folhas, que o justificado Dr.
Francisco Pinto Pwssoa, i-,ha-se ausent em
parte incerta, het por justificada a sua au-
sencia; o escrivo- passa os edilaesdo esty-
lo com o israzo do iO (lias pagas as costa
pelo justificante^ Fregnesia de S. Antonio da
cidadedo Recift 7 de-maio de 187'.Fran-
cisco da Stiva-Rego. N1a maisse eontinha
otudita senwiMja dada nos autos por tietw
da qtra se passou ao jtnstilicante o predite
edital com o prazo de 30 das, pilo qual se
chama e cila-se o referido Dr. Francisco Pinto
Pessoa, para (fue dentro dos 30 dias com-
parec por sioo 0M; setj bastante procura-
dor pura se proiseJer-aa* termos (te con-
cillac5o M ftfWBt>43 petalo e q*ilquer
ontra pessoa par.i que Ihe faca saber (testa
mesma citaco, para-tpieMo .fique. iod-
fo*a
O porleiro derfe joise publicar,ete nos
UfidiCes maia pblicos dejta freguezia o o
aflkara passando certidao em forma. Fre-
guezia de S. Antonio d > Recife, 7 de mi
de 4870. ,
, ,J^u..,Jolifi.CeV Pereira da Rofba. escri-
*>.interino que ^pbaevL-^PtariCi^o da:
Porto por Lisboa
Prrra ^s portr.f rii !"< ''> -om pTeviJade o
iialhaji'n-iu.oiez Z-vir.t, taina maor parte
11 s* ((arre: i n' '. i,;:M r,"u'1 'I!lfl
Iho r.irla irat.--.- e-iji i>s c.mtisroiitirl^s Antonia
L".iz 'e Oiiv-ira \?.'V\> A C., tv..\ ila Cruz n. ."7,
I"-alula'.
Pirra i Ki> i nei o
;)ropo-> e o briji" |i Tf.i?UPZ Jn IMi : ipiem ni
m smo iiiiM-po^rm ua/sagwii*, trale tont
os otisi^iiatares 'la nn,i/. di Aquia PonB06a.(S
C na roa dn Vigarkj u. 10. I'1 oidar._________
Para o Porto" e Lis-
boa
Pataolu n^'u.sW'z Seixi< I a -i.a-so pmpo ,- ',. ,-.:: -... ,i re : (|uoni u<> mesnio qaizef
'carro.'O-oi irdo pssayiin, dirija se aos coqsig-
n i!.oa. T l Aiaino iMtiMCt A O, na ra
do Vi:;:.ia.. n. I", r indir. ____,
P
fLd >J 13J/
DcO baTtetm baahatlcpor-
<:i tic R:ttiaortv
Tierea-loiia tO.lo corrent,
.Oo-sonle Pipiana far loii pervoita o risc>
do ipiem prtennor ita O barrts com banha de
porro-a sjHi da ; lian-loca : terca fcira 10 do
oorrente s 11 beras du maoliaa no amaaan do
Sr. Armes newWHdn alland^a.
~npo
do brigue Augusto
A 10 do corre-it,',
J) capiao H. ScraMi far lefu por nuefren-
e5o dn.agonie Olivara o iir canta o wi d
qijeni porieiuer dtt-diU) brigue norte shomo. ul-
liniairtonto entcAdo eoiB asua nberta Resta porto,
onde (o Ingatnmate eonda>nadn en ifagetn fazia peoeodenit de Uuonos-Ayi's eutn destino a
Falmomh, e tal qual se acha tiente an/or^donre,
>nde pode sor previamente examinado e o inven-
tario oom lodos os sobrecellentes em mao do dito
agente.
Quaita foia
ao meio-dia em ponto, no grand sttiaa do entra- i
dt. da Assoonca Coiiiuiereul Itenefieenti desta j
praca
__._______t-
DK
a rapor.
1) is pioi>s .loj-.i! i.-sparadil
a ii dia ft do oTieato o vapor
QftarjL c laimaHilanto o Bapttd
: Pedro II. uarte, o qual
^ depois da de:inT;i do cosame
a'nara o- portas do noit-.
Desde j raobern-e pasMoiroa e engaja-se a
arga ier embarcada no da de suachesada. Kacommen-
i las e. dinhero a frute at as i horxs do dia da sus
Nao >e roeobem oino cncommondas senao ob
otos de Di o'iono valor o niieno excodam a dua;
irn i-as do palo ou S- palmo cbicos de medicao
rudo que pastariiestes. injes dever ~er embar
ado como carga. i
Previno-se aosfeohore passas'iros quo na-
pas.-agens so se recebem na nfeocia, raa da Cri
n, J7,1* tp'l-ir, escrintono de Antonio La
wiiveira Am'vjii & u_________
CO^IPANilA 'KRINA^H'-UtlANA
Das casa3 terreas da rnn da Santa Otra
ns. 04 e 66 e Cutoveio n-; 2, edificadas
ero cffifs pfonftles, crm grind*. qninlal
morad', sendo qtr. os fundos Das pri-
meira do'-pnra os fondos da casa da
rrta-doColoTelo.com porlo,
iabbado 14 do e ir reate -s- J J
hora.
O agente Pinto legalmente antnrisado- far lei-
ledas casas cima mencionada* em um ourrai-
lotes, a& miau* >o tornam recommeaidadas por
seren cdilieada? era boas ras, chaos praprios
o |or ter urna dellas grande soto ; o leilo ser
i'ffoctuado as II Horas dd din cima dito no ev
criptorin do referhlo Agente.
de
DE
*avega?5o
?ad superior
ontan pontos.
Saj

Smo.
i inglez regaln a 18 rs. por libra.
TutAr.ae0 de Portugal veodevH JJXtla
Teoderam
F
pma.
deram-se de
Suva Reg.
Ao sello.^y
causa Silva
oha-em-dt or
den f.
Br Btipra.
rosteira ior vapor.
P.irto du GaUinbas. Rio Formoso e
Tamandar*.
O vapor Pnrkya,-sJtijiraopMra- o portosiad-
ma no dia 10 do curren*-, ineianoite. teeebti
carga, eneoramendas, passagnioos e-dinlieiro aifre-
ta no escripiorio n Furte deNfotns n.lti
COAfPANHlA PERNAMUUCANA
DK
Navegando co.ttetraptr vapor,
Mamatiguap*-
O vapor Mandaky coimnandanc Juho( segnir
para o porto-acra no dia ii do crranle a* &
hora-: da ttrde. Reoobocarfaentommeodaspaa-
gtaros e doheir a frete at.as W horas do lia
da sahida, ao esCriptorio da eonpnhia no Parte
do Mattos n. 11 -
U, que.
aero sello ex
'iftals se conii-
tne reporto e-,

Sdbcrafieaasigno.
fatio&tbr V&ira to- tcha.

Iiha A escananartuffuein Otah sttre.neMe* pouocfi
dia*a ooptirto aowa. pwai* t&to da arw.j
H.paeaiaairas aara os quaes topa tons couimoAWs:,
trtja-sftojom o sen min>:mWtanio Jo*) 'egi>-
Lima. roa ..................... i .....j
LBLQES.
DE DIVIDAS.
O agente Maros competentemente anlonsado
peln liquidante da Oixa Filial do Banco do Bra-il
taT'ieiijo no dia W do crrente, a 11 naras d
dia das iiviiUs adunta descriptas, eessaadu desda
o momdhto da atreioatfo toda e qualquor ros-
ponsabdi ale da dita raixa. As dividas serao ar-
rematAdas juntas ou separadamente conforme a
Tontada do* pretendemos.
leilao lera Inua/ no pr*do atindo foi a A&so-
Siaco pimmercial. defronto do Carpo Santo.
Juao Pul'l do Snoza; Joo |fteo-
tianioBwerr,Sllwrkt JoaqtilmMar-
tins dos Santos.
Joao Paulo da ouza, Sebastiao
Antonio da Silva Baixa. Silverio Joa-
quina Martifti-dus. Santos.
Manoel Jos Pcrreira (iusmao,
r ni 11III TOlflJv da Silva Reg,
Maooil JVisi J%rtira Guaao, An-.
ionio fcse ferrelra lunter/ftao Pin-
to de Sotrza.
' Jeo Paulo de Soura, Manuel Ray-
mundo Penna Porte, BOm" Jbaquhn
Mascarenhas Ramos.
Joao Paulado Soaia, Taoai Joa-
quim Mscwenhas Ramos.
Joao Paula da Soma, Jorae Fer-
reira Fernandos de Siqueira, Maaoel
TOTO"Xi61t6
Joao Paulo de 8eQU, TaoaaA Joa-
A*moistfttla'Brnnl)>u
d^,uttffdl^Plf|7>.
ta '^VlMAi ^

A coirspondencijw
vaoor_aontt
de ser exaadBa
para os por.rw di
wmi-\wrtl* quince* a**
Afr^W
reaM#ra* IkVbidaa
*a-HA#-a*tgi
Sm
-(fias
para, a
iia Mascarenhas Ramos, Manoel
je "LdIo.
Aotunio Pereira da Silva, Joao Ca-
zereirn- da Suva Machado, Manoel
Zeferino Dias Barreto.
Joao Felppe dos Santos, Ignacio
Xary Fo/retra.
, Jo Cazaoii 4a, Silva Macaado,
Aatcoio Jiisniaio Pati Batraip, Ma-
aoM ZfofiBo DiasuBa/reto.
Gamillo & (L Joaquina Jos -ap-
isla, JoaTOhtr^ei
'Maasa faUlla
lonteir dS Prana; JUnT!o'lJde
da Foasea. Raotj
loatjBfl) Gomes.
Slqarlra A'Pprelra
M*ia ttilida de Joaquina L
Mou Soma. H|8R
S.lucir & PererV% Lah P-
rejni, Candido Perlr BwtitVlr-r f:73G700
Slqnerra & PereiraJoao Gomes de
Aln.ei4. 5SM)
Wtssa fallida da Jqaquim.' Lucio-
Moniciro da Fraoca, Jtjs Soares
Pinto Correa. t^Wd
Francisco Ca valcaaM de Alboimer-
qne, Candido Pereira MonUsiro. 1:'"*31
VtiHara Pereira Penna, Jonqnlu
Jos do Santo Audrade. ?:3Wf#.'
Siquoira e'Pereira. r.t&tfHO
Siiliioira & Pereira, Raymnn/le de
Aranjo Lima. gfJ58i5
Siqneira APereirg, CtndidoPorei-
ra Mo.'iieiro. l:?09S!5ff
M?s*a fallida de Joaquico Lacio
Uontsiro da Pranra, Joio Paule de
S'Hizi, Jos Soares Pinto Correa. I:781$ Jos Lair Pereira, Sijqeiraif Pe- _
reir, andido Penara Mmiteiro. IrMt^OO1
Siqejra de PVreira, Atiionia de
Britu Lyra. 9MMB
TeiiCeira & LeSo, Caadido Pereirat
Montitro. 4MIJM61
Au-lt Aire? da Pewsroa, Benio
Jo.aquim Gomes. !*4JflWS
fttqneira A Pereira. (i: 11 Massa fallida de Joaquina Lodo
MmKiro da Pranea-. Pedro' Alexan-
iliino da Costa Mariia>to, Pranrtsi-o
Xavier daFonseea t>)utmhn. 1jW9#!!KI
I li Ltiiz Pereira. *>
-quetr* A Pereira. jS*HWIa-
Gamittp & C, Ignaero de 5 Lop*
F-iri^indes, Jo.Kiuim Perieira de
Souza. l:SfiJt)u>
Massa fallida de Jtoqu'/ti Laela
Monteinida Franca, Jitlarminu Al-
ves Aroima, Francisco Xver d
Fouseca Coutinho. t:W63tG&
S Carneirn, Candido Partir Mnteiro. *:737a500-
Jesi FraiieisroPretra-^a Silva, to-
s* Luiz Pereira, Candido Ptreite
MnieiM. T n&rtfm -
Jos Luiz Pereira, Narciz > Miria'
Carneiro, Cartdirtn Perrira slonteirf. f*f J500-
Massa fallida de Joaquhn Lucio
Mouti.'iM da Franca, Franci.cn Xa-
vier da Ponsera Coutfno. *8H*800
Mossa fallida de Joat|uim l.wo
Slontein da Franca, BeJariuiuo At-
ves .Irouxa. l^M/Ui
Masaa fallida de Joaqnin Lneio
Monlciru da Franca, Pedro Ati-xan-
drino da (3osta Machado. Franciseo
Xavier da Fonseea i-atinho. l:391*l'l
Josr mil Pereira. I:l38*8i.*l
Ignacio Nery da Foaseeaf Jo&>-
Francisco fie Barr"-. :0003800
Justino-Antonio l'iatajJoaipiiin Pe-
reira da Silv Santas, Jordn Jos do-
Oliveira. Jiiau Fernando- BaphsU. 4:737iO
Joaquiai Pereira da 8Hta Santa*
Manoel de Altnwd.i Nnpiveir.-v Jui-
nu Antonio Prnte^ Piirtatro! i J-is Fer-
nanaVM Pereira. 4ttf40
Joiio Fernandas Bapli-Sa. Manoid
Antonio Poneira da Silvv.Joraau Jo-
s de Oliveira, Jirttino AutoiNii Pinl" 37*9:110
Juslijjo Aotoni.:> Pinto, J"So Fer-
nandes Hapneta, Jordn Jos de Oli-
veira. t:SS400
lelo Fernaades Haptista, Jos Fer-
reira da C isla, Justino Anldio Pin-
to. Jordn Jom de Olivpra. 5806I6
Joao Fernaml's B*Ofsla, Ja*W--
tormo das rfcves, Justino Antonio
Pinto, Jordai> ,!.sp Je '.ll.voira. 9**3086
Joao Fernandvs B.i>l.>(:i. Manoel
Antonio Perreira da Silva. Justino
Antonio Pinto. J-irrto Jos de Oli-
veira. 1:193^70
Joo Fesnaadav .a>a>a'J. Piaaeiaea
da Silva Feia-ij-.i, Jtino Amonio
Pinto, Jordao Jos deiiv. ira. fiHo'iJTiO
Jv>jio* Fernaades Bapo-ia. Ismael
Clenieiiiino dos Santo-, J r-lao Jo?
de Oliveira, Justino Amonio Pinto. 781510O
Joo Feraandes itapilsia, Manoel
An: mii Ferroira da SiUii, JanlS la-
s <-ii' Oliv ira, JUstiaa Ant.m l-'mt> 3783310
Antonio de Asavdo da S va Cam-
pos, Joao Femardo Bttptista, Justi-
no Aotonio Ptittoi
JMs'tinO Antoniu ''i'Ko. Utaii'iel !>-
s de 'aria, Joan Ferjiandi'- Itaw^tn
J. ao PeraaBiies njpi^la. ik.iioel
Baptista Alvos, iia^uini Ivnirn da
Sil>a Santos J.i-ur.o A'ooiiUPHit^
J:;s.i!hi \nlonio Pitiuj. JoaiflRnt Pr
rcin ra Silva Sabios, i....o Fernn-
des Ha prista, Mm>| .'o de l-aiia.
J. P. Adonr -. '., Priticism ot*
Rodrigues i:..-;. -. >
J. P. AdO!1 C-, Hrito A C
J. P. Adour i C, vuiva Das Pe-
reira A Avallis
Kduardo Adour, >i!iva Das ?o-
! reir.i'Avallar.
i AlHonio do Aarvoio da Silva Cam-
! pos. i-A Fcioa" o.- Baptiza, Justi-
u.i Amonio Pililo,
Justino Anumio Pinto, Manuel- Jo-
I s de Paria, Joo Fcrnaniles H.'-pti'!'
Joo Peinanfcs Baptisu, Joaqninn
da Silva Hamos, Joaqun) Peretia A
Silva BaaMMi Js!iii' Antonio i'inlo.
J^aqnira Pereira da Siivu Santos
Justino Antonio Plata, Fortunato Jo-
so. l-\ r.mmles Pereira.
J. P. Actnnr & C., Briti- A C. -
J. V. Adour x C., Fratiui.-oo Anr
tanto do Naga Moli.
J. P. Adeur & C... RiMm t* Lobo.
Kdmirdo ABi \C, B. roiir-
SO'I-.,'. t C.
Ma-hado & Souza. Anlumo Jjna-
qui.n Machado liraudo. Amonio Jir-
ge Caerra.
Macliado <3k Souza, OudozoA Soa-
za. Atonio-onquin. Macl.ado lran-
do.
Machado & Souza, Antonio Jwa-
quiui MaeiaOo DcandA
Jos Victorino do Paiva. Silvestre
Lias do Barros, J. p. \ ma A C-
AutoUio Jorge Guerra, i-sw Fer-
nand.-s Vieim' de Mello, J do
Aqquia Plmsoca
Silvestre Pereira da Silva Guima-
raes. jvs Franci- o Correa Oa Sil-
va. Bernardo Jos afcRajros
Maoliado & Sooi-a, Fi aneiseu Jos
Corn:a Marques. C-irdoso & sania
Machado'A iBa, Aiitmiia Joa-
quim Machado Brandan
Machado & Suur.a, J Dnanb
t'.uuiinho
Mediado & Raoea.'Estaaislaa Dan-
tas (.aieria
Machado S Sonza. Francisco Jos
Correa Marqaas. Jote Aatonio.Pinto
da Costa
Machado & Souza, Antotiij|j|oa-
qiiim Machado Brandao, Jos Anto-
nio Pinto du Costa
Machado A Sima, Antonio Ji.ar
quin: Machada Braadao
Manoel Peres Campallo Jasoroa da
Gama
. Joaqoim Corieiro Ribeiro Cavos.
Anlunio Jvs Moreia Pontea, m-
Inerme Jorga dos Santos Ptesoa, J-
nior; Maaod Jaaquim Das 4e Castro
Amorim, Fragoso, SaaM A C.
Antonio Josa'Moroira Ponis, Pe-
dro Martintii dos Santos Juntar,
Custodio Ferrelra Montineo, m>
uol Jdaqnmt las de Castre.
Augusto Pinto de Lcmos & C,
Basts A teios
Pianoisco Alvo de'Pioho
V uva Amorim & Pdno, GoBfcef-
me uarvafto 'A C.
Sive, FWs tfC
t:98SS0 Joaqnim Fraucisco de M-Ji San-
tos, iiuilhernje Carvalbo & II
SJOiOOO. Amorfrn, Ft;>o, Sa A C,
Ant mo lta!tad*AintHa
Giilherme
3;3O0*000 Amorim A Fil
Aaiorim, F|
1:400*600 Bistosila
Barros.
H75-S150
-i: o: rjyioo
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;:7?noo
t)i-id7u
7*6jHK0
2:381 #B30
87o.Jl.TO V
9064932
3J8900
. 9I8>083
S55793
l:857gOo
3t55370-
*:261J*
iAuaoo
1:738-300
vlava
l:10S5-iOO
1:0875105
l:3f4
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2:0*740
1:7o8>*I0
l:60Ria*3.
2:397*450-
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1:6175000
6*0*803
7*000.
^1

Jaaqtrtm Ur*
Fraawco
"" "" "
das Santa ta-
>



/

r-
i

mor. Custodio Ferreira Mooltaho,
Manoel Joaqaim Oas de Castro.
Joaquina Francisco de Iftllo San-
ios, Travasso Joiiior & C.
VUn* .amorim k Filho, Travasso
Jnior 4 C, Guilherme Carvalbo
Viuva Amorim & Filho, Travasso
janior A C
Travasso Jnnior & C, Guilherme
Carvalho A C, viava Amorim & Filho
Amorim. fragoso, Santos & C
Bastos A Lemcs.
Seve, Pilhos 4 C.
Francisco Alves de Pinho.
Guilherme Carvalho & C, viuva
Amorim & Filho.
Seve, Filhos & C.
Guilherme, Carvalho & C, Bernar-
iino Domnguez Moreira, Amorim,
Fragoso Santos & C.
Guilherme, Carvalho & C, viuva
Amorim & Filho.
Bastos A Lemoe.
Augusto Pinto de Lemes di C,
Domingos Jos Das de Uliveira, Jos
Joaqun de Souia.
Viuva Amorim & Filho, Guilher-
me Carvalho 4C
Viuva Amorim & Filho, Travasso
Jnior 4 C.
Seve, Filhos 4 C
Antonio los Mereira Ponles, Tra-
jano Xavier Pinheiro Jnior, Manoel
Joaqaim Dias de Castro.
Qoeirez & C (socios da extincta
Irma de rilo, Queiroi 4 C.)
Bastos <& Leaos.
Travasso Jnior 4 C, Guilherme
Carvalho 4 C
Viowa Amorim 4 Filho.
Viuva Amorim 4 Filho, Guilherme
Carvalho 4 C
Joaquim Francisco de Mello Sao-
ios. Lncidato Pereira Lima, viuva
Amorim 4 Filho.
A^wriro, Fragoso Santos 4 C
Guilherme Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C.
Juaquini Francisco de Mello San-
tos, Lindolpho Gomes de Lciros, viu-
va Amorim 4 Filho.
Seve, Filhos 4 C.
Guilherme, Carvalho 4 C.Travasso
Jnior 4C
Viuva Amorim 4 Filho.Guilherme,
Carvalho 4 C.
Travasso Jnior 4 C, viuva Amo-
rim & Filho.
Bostron Roocker 4 C.Miguel Viei-
ra de Mello.
Roston Roocker 4 C
Martinho de Oliveira Borget, los
Antonio Alves de Carvalho.
Jos Joaquim Lopes de Almeida.
Lauriano Jos de Barros.
Sebastio Jos da Silva.
Viuva Amorim 4 Fimo, Guimaraes
4 C (socios da extincta Urina de Da-
niel, Guimaraes 4 CJ '
Guimaraes 4 C. (socio da extincta
tirina de Daniel. Guimaraes 4 C.)
Anta, Emgoso, Santos 4 C,
Guimaraes 4 C. (socios da extincta
Tirina de Daniel, Guimaraes 4 C.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C.
Domingos Francisco Tavares.
Antonio Goncalves Ferreira Cas-
cao (principal, juro e custas da Bao*
ja ao ex-thes/mreiro Tavares.
Claudio Dubeux (o mesnio con-
forme cima.)
Jos VelloM) Soares lo mesmo con-
forme cima.)
667J42
1:331*500
10MJI50
98i*000
1:708*500
6:213*2
4:200*000
3:021*200
341*215
1:771*000
5:627*400
461*328
1:818*000
15:790*000
746*J70
W:ol*500
1:948*800
7 :83*600
r:031*920
49:544*400
37:562*580
1:045*000
1:580*300
1:963*500
269*379
3:382*042
1:725*090
1:823*389
264*973
3:393*000
869*250
2:441*500
98U000
1:247*160
771*740
618*431
H:6a9*000
38*800
3 17:2i*83i
1:037*000
6:336*017
62:610*356
o 154*314
11:277*3W
11:277*316
8:ic9 5iHl
ATTENCAO
AVISOS DIVERSOS.
Mudaripa.
O Dr. Carolino Franeisco de Lima Santos mu
ou sua raudeoeia e consultorio para ra do
imperador n. 57, 2* andar do sobrado cojo arma-
Mi conserva anda hoje o Bom>; de Alianga,
teodo a entrada, qne pelo lado da ponte Sete de
Setembro, o mesmo numero 37, da frente. Abi,
continuando o dito Dr. no exercicio de sua pro-
tssao de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qualquf r hora do da e da uonte.
Estrada de ierro n Kecit'e a
Oliuda.
Compram-se dormentes de madeiras de reco-
nhecidrr duracao para a constru rao desta estrada:
trata-se na ra Ja Aurora, escriptorio da su|>erin-
tendeneia, das C horas da manha s 6 da tarde,
nos dias uleis.
O superintendente,
Andr de Abren Porto.
0 pai Roma torna vir imprenta manifestar os
escanlalos do vov passarinho, pede a qualquer
pessoa que pegue o meu gado que elle paga, to-
mo muitas vexes foi visto tirar-se do meu -tio,
como succedeu no dia 28, qne mandou tirar, como
provo cora duas teslemunhas, no dia 29 mandei
pagar.com e escndalo da guia que elle vovd man-
dou, cobrando a mulla de um boi 24*009 ; tanto
qne o secretario da cmara de Olinda nao quiz
receber mais do que 16*, como provo com o co-
nhecimento da folha n. 122, Unto que o secretario
declarou perante a testemunha que foi pagar, que
s quem pagava daquellas mitas era eu. Per-
puma o pai Roraao ao vovd, s o gado e os cavallos
qae distruiram a baixa de capim do litio do relo-
gio se foram meus ou senao foram dos sena ami-
gos,os cavallos, qne botarem deutro do sitio-do Sr.
Ignacio que tem botica na praca do Conde d'Eu ?
do pai Romao o gado qne anda dentro da baixa
do Sr. Francolino de Sania barros t do pai Ro
mo urna vacca turina que se conserva dentro do
terreno do Sr. Joao Bombo? do pai Romo o gado
que anda solt na estrada de Agua-fra estruindo
quantas lavouras Iva 1 e o tarugo da estrada do
pai Romao ? quem receben 8*000 da multa de um
cavallo de urna nulber chamada Bernardina, que!
nao deu nem o recibo do dinheiro e nem o conhe-
cimento, foi o pai Romao ? quem foi que receben
e dinheiro de ares 'mullas do Domingos qae tem
dous conherimentos e faltando um que nunca
mais deu nem recibo nem o conhecimento, fai o
pai Ramao ? se -o pai Romao blasona do voto
porque a fama delie faz terror, porque o vov
quando eotenta qualquer cousa fai a desgraca,
assim como faz aquella que mora no becco do
Fundao. Bu nao delendo os habitantes de Beberi-
be, s dotando os meus semeMiantes, ssim como
se deu no dia 29, pelas 8 horas da noke, mandou
amarrar o meu trabalhador per nome Jaime, que
dorma amarrado com cordas de croa eos ps nos
ares feito tronco, orden para botar agua as
cordas, e orden para o ofleudido nao publicar nada
do qne se passou com elle, se dissesse qualquer
cousa ir amarrado para a cadeia de Olinfla, se for
preciso o offendldo vira em presenta de Sr. Dr.
chefe de polica para publicar tudo qnamto se pas-
son com elle. O pai Romao goza de dons direitos,
um <" ser cidadao e ontro de ser proprtetario, tan
to entro de Beberibe come nesta oidade, e o ru-
mo o mesmo porque la tenho bens de raiz.
Governador de Bengnella.
de
li
Diario de PeniMnlmc* Se .gun.Sfeira V-TWa d 1M0

daa
Criare
mariuore, roa
0 artistaGaraifcsahase esta'j-ji-jcj,}-, na casa
cima, onde pode ser procora'jo pan todos os
mis te res de sna procissao.
CURA RPIDA E 1NFAI JveL DOS CALOS
ML1
POMADA GALOftEAU.
Bepoalto especio i
Pharmacia de Rurtholorneu # C.
34Ra larga do Rosario34.
Precisa-se
alugar um molequa de idade de 12 a 14 annos
para -ervii;o interno de estaminet, paga-te bem :
na roa do imperador n. 32.
s
s
O abaixe assigaado, teodo tomado por troca
a alguem, um me>o biinele da lotera o. 145 da
provincia, que se Ibe dizia haver sabido o mssmo
dinheiro, acontece que ao depeis examinando en-
c ntrou dito bilbete premiado com quant a supe-
rior, e porque qaeira restituir o excedente, ro-
ga a quem direito tver, a comparecer no arco da
C mceico, loja de ourives, para o fim indicado.
Ladislao Be ven uto de Barros.
O senhor que fez o obsequio de emprestar um
chapeo de sol no dia 27 do mez passado a nma se
nhora na estacio da ra Formosa, qaeira mand-
is receber na ra da Aurora n. 38, por se igno-
rar a sua morada.
Milita attenpo
O abaixo assignado tendo lido no Diario de hoje
(6) um annuneio ero trma de intimacao, no qual
seu irmao Joaqaim Salvador P. de Siqueira Caval-
canti reclama a puhlicacio de urna sua celebre
carta, que na realidade causa sensacao e pa-mo
aos que lerem, pela afouteza, (alta di cortezia e de
respeito, e abundancia de sarcasmo com que um
filho escreve a seu veiho pai, nao poupando mes-
mo urna ameaca arteiramente desfarcada, vera de-
clarar que nao est disposto a ser o canal por
onde o publico venha a ter conhecimento de um
libello de ingratido e de miserias
Se quem o escreveu tem pressa de ve-lo en-
tregue ao dominio do publico, fcil dar a im-
prensa o borro ou copia, que tem de tao triste
documento. E se acaso is&o Ihe falta (o que nao
crivel. alienta a importancia que liga aquello
iinmuno papel), o abaixo assignado poder ferne-
cer urna publica forma, que para esse fim far ex-
trahir do proprio original ; e assim o annunciante
saciar sua gana. Recife 7 de maio de 1870.
Salvador de Siqueira Cavalcant.
0 DR. MELLO
HOMEOPATH A
HUDOU-SB
Para ru !\"ova o. 43. m
Amiga residencia e consultorio do Dr. Sa- S
bino L. 0. Piiho.
Conraltas todos os dias das 10 horas da 1
manhia ao meio dia; e chamados a qual- 5
qoer hora do dia ou noute.
Gratis aos pobres. tgk
43-Rua Nova-43
Bolifiro
Precisa-se de um criado para boiieiro de me
dico, tratar 'na ra larga do Rosario n. 50, ou
na ra do Cabug n. 4, do muzeu de joias.
AMA.
Precisa-se de urna ana boa engommadeira para
vir as 8 horas da manha o sahir as 6 da tarde
pagase bem. na casa nova junto as offleinas dos
trilhos urbanos de Apipucos : na roa da Senzala
n. 38, escriptorio.
Em S. Jos dJ Hanguinho, casa n. 2, antes
da igreja, precisa-se de duas escravas, sendo ama
para engommar e ensaboar e outra para costura e
servco domestico; paga-se bom alngel agradando.
ALUGA-SE.
Na Magdalea, entre as duas pontes, urna boa
casa, com du:s sallas, quatro quartos, gabinete e
cosinha, tendo ao lado porlao e no quintal dous
quartos : quem pretender dirija-se a ra da Im-
peratriz n /.
ATTENCAO
Urna senhora ingleza acostumada a ensnar. of-
ferece-se a ensnar a lingua ingleza a meninas em
casas particulares ou em collegio por preco razoa-
vel : quem precisar annuncie por este Diario a A.
B.C.___________________
Ra da Cadeia u. 39 precsa-se de um cria-
do para servicj de urna casa, prefere-so sendo es-
cravo.
Precisa-se de raa ama para casa de peque-
a familia : na ra das Cruzes n. 4.
iA.1
Xa ra da Cadeia n. 4, 4o andar, precisa se de
urna ama para cozinhar.
O bacharel Joaquim Francisco Paes
BS. Barreto tm o seu eseriptoiio de advoga-
S ca roa estreila do Rosario n. 6,1* an-
| dar, ondepde ser procurado das 9 horas
M da manha ao meio dia, e das 3 a 5 da
S tarde.
Cao damnado. casca-
vel, lacro, etc., na-
da disto mette hor-
ror.
Depois dequasi um annode espera, venho cum-
prir a promessa que fiz ao publico, de expr
venda a pedra de oxtrahir veneno, a qual deno-
mino man do veneno. No esparo de 42 annos
tenho applicado esta pedra pessoas e animaes
mordidos de cao damnado, cobra, etc., etc., que
seria enfadonho enumerar : tendo obtido em todos
o mesmo resultado, isto e a cura infallivel.
publico es certo de que, anda nao ha muito,
foram curados seis caixeiros das ras da Cadeia e
Encantamento, unrdidos de cao damnado, cajos
njmes deixo de publicar, nao s porque nao pre
dan de a'.testa do* para pro va da verdade, como
parque elles tero o cuidado de o fazer patente a
todos. |
O imn do rauno, olhado prmeira vista, pa-
rece qae nada mais que um pedaco de cbifre
queimado ; mas engana-se o leitor se assim pen-
sar. Se fosse to fcil, como parece, a fabricacao
do man do ceiwno, eu nao levara tanto tempo a
prepara-lo.
Aos fazendeins, senhores de engenho e lavra-
dores deve utilisar o imn do veneno mais qae a
pessoa alguma, pelo facto de perderera esses se-
nhores pessoas de suas familias, escravos, bois e
cavallos mordidos por caes damnados, cascaveis e
nutras cobras, para cujas mordeduras o man
do veneno tao prompto que, em poucas horas, faz
a cara, ainda qae a pessoa ou o animal mordido
esteja prestes a suecumbir.
Advirto ao publico que a elHca:u do unan do
veneno est em extrahir o veneno da mordedura
do cao damnado antes de a pessoa damnar-se.
Esta pedra pode dorar de 50 a 60 annos, dan-
do-se-lhe o tratamento preseripto em um impres-
so, qne acompanha a raesma pedra ; e tao claro
explicado, qu qualquer pessoa pode corar sem
perguntar a outreo.
Reeemmendo muito ao publico que tenha todo
o cuidado com es falsificadores, pois j ha por ah
quem diga que sabe fabrica-lo, eu nao me respon-
sabiiso pelo resaludo sinistro que o publico ve-
nha a ter de nma tal falsidade, por isso declaro
qae o imn do veneno s est a venda na loja da
Boa Fama n. 35, ra do Queimado, pelo preco de
SO* cada ama ; assim como estou prompio fa-
zer qualquer cara em pessoas mordidas de cao
damnado ou cobra, em minba casa i raa da Praia
de S. Praiicisco em Olnda.
_____ Felippe Manoel de Chrito Leal.
OlTerece-se um homein para administrar en-
genho, do qne tem bastante pratica porque jjtero
sido por diversas vezes : qnem do seu presumo
se quzer otilisar, dirija-se ao pateo do Terco n.
2, que se dir quem pretnde.
Desejase fallar
e bacharel M. dos A.
aosSrs. E. J. F., J. R.doN.
B. ; na Soledade n. 80.
Furtarara no dia 5 do correte do lugar Bar-
balho, fregueza do Poco da Panella, um caval o
ruzlho com os segrales sig aes : na orelha es-
querda com a ponta virada, o olho do mesmo lado
com urna Leude anda pequea, os quatro ps
brancos, urna estrella na testa, no lado direito no
lugu do ferro urna marca de corda que a carne
ficou mais baixa do que a do lado opposto, quan-
do anda parece que manco, e no ospinhaco urna
marca que nao cria caballo : quem o pegar ou
der noticia leve ra do Imperador, loja de cha-
peos de Jos Joaquim da C. Mala, que ser recom-
pensado generosamente.
Monte Pi Portuguez
A directora, antes de prestar contas de sua
gerencia assembla geral dos associados, o para
que nessa occasio melhor possam estes emittir o
sen juizo acerca do re'atorio e contas que tero de
loe ser apresentados, convida todos os senhores
socios a reunirem-se em assembla geral domingo
15 do corrente, as 11 horas da manha, no Gabi-
nete Portuguez de Le tura, para se eleger a com-
misso de exame de contas.
Secretaria do Monie Pi Portuguez em Pernara-
buco 9 de maio de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos.
Secretario.
&
wmmmmwmni
CASA DFORTIM .
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
i ra do Crespo n.23 e casas do costnme.
O abaixo assignado, tendo vendido alera de ou-
;ras sones, 1 meio n. 2146 com 3:0u0f da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio da
igreja de Santo Antonio de Itamb (143*), convida
aos possuidores virem receber na exnformida
de do costume sem descont algum.
Acham-se a vonda os felizes bilhete? garan-
'.idos da i' parte rda lotera beneficio da ir-
mand e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
triz do Ccrpo Santo (146"), que se eitrahir quin-
ta-feira 12 do crrante mez.
PrerosOs do costume.
Manoel Martin? Fiaza.
TOII PURGATIVO B BEPURAtlYO
- DE
CHAOTBARD.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
toni-purgatito de Chambaril, possue um gosto a-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedadea
as mais notareis sobre os embaracos do estomago,
dos intestinos e do flgado o desobstruente por
excellencia na constiparlo do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurandoo.
O uso do ca-Ck&mbard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sem in-
commodo nem mudanca no modo de vi ver
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO '
NA
. 1PHARMAA E DROGARA
DE
Rartholomen A C.
34RA LARGA CO ROSARIO34.
Preeisa-se de ama criada qne seja perfeita
engommadeira, para casa de pouca familia : na
roa do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Crespe
n. 8, loja de 4 portas.
. GABINETE MEDICO-CIRURGICO
no
Dr. Ignacio Alabiados Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
danoite, prestando-se ais chamados fra da cid a
de, com toda a promptido. Pratica operaedes.
D consultas das 6 s 9 horas da manha, na
roa Nova n. 45, Io andar.
Precisa-se de um criado de 10 a 12 annos,
livre ou escravo, para compras; quem o tver di-
rija-se a raa da Palma n. 34.
Pela prmeira vez se expoe venda nesta pro
vmcia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivei, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivei, e pro-
pino para forro e guarnico de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E' preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pecas desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
dos deseohos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O mdico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, qne apenas ser obrigado a dar urna peque-
a comraisso alem do primitivo rusto da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do preco esleve lio junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certificarse de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber
to Sodr' da Motta & C, a raa da travessa da Ma
dre de Dos n. 14. .
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
comprar e fazer todo servco de nma casa.
Aenou-se urna corrente de ouro para relo
gio: a quem der os signaes cortos e pagar as des-
pezas do presente annuncio, ser-lhe-ha entregue
na estrada dos Afilelos, sitio n. 35.
pmm
Mil e quinhenlas duzias do fogos do ar de um
tres* bombas: na ra Direita n. 53, loja de fer-
agens.
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIANI.
Acha-se venda o livrinbo da vida desta santa
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a 1A600, o resto d s exemplares que existuu na
livrana universal, ra do Imparador n. 54.
Milita attenco
0 abaixo assignado roga encarecidamente ao seu
irmo Salvador de Siqueira Cavalcanti a publica-
cao de urna carta que diz ter era seu poder, pro-
palando ser esta um composto de descomposturas
pessoa a quera se ella diriga.
Esmagado, dever por certo, ficar o abaixo as-
signado com a publicaro de semelbante Instru-
mento, se com effeito elle fiouver o que afirma
Salvador.
Publique meu irmo essa interesante peca, e se
o nao fizer. claro que ella s rae deve muito
honrar e acreditar, causando porm sensacao e
pasmo aos que a lerem.
ioaquim S. Pessoa de Siqueira Cavalcante
AMA
ADMIRE!
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar :
na roa 1a Cadeia do Recife, loja n. 56 .A, se dir.
Precisa-se de urna ama para cozinhar:
ra do Caldeireiro n. 68.
ua
Attenpo.
i j( *v }N
D. Mara Francisca de Almeida Gomes,
convida pelo presente a todos os seus p-
renles e amigos e dos de sea finado e sem-
prelembrado marido Antonio de Almeida
Gomes, para ouvjrem a missa qae se
tem de rezar por sua alma, na segunda
fera 9 do corrente s 7 horas da manha,
na igreja matrii de S. Frei Pedro Goncal-
ves, f' aniversario de sea fallecimento, e
desde j se confessa grata a todas, as pes-
soas qae se dignarem assislir a esse acto
de caridade,
Manoel Martins da Cunha, com loja de fazendas
na ra Nova n. 48, previne ao publico e especial-
mente aos seus freguezes, que despedio de sea
estabelecimento o Sr. Louren$o de Freilas Guima-
raes no dia Io do corrente ; por isso avisa que
ninguem pague ao mesmo Guimaraes qualquer
conta sob pena de nullidade. Oatro sim, declara
que nunca autosisou o mesmo seu ex-caixeiro a
pedir quaesquer quantia; emprestadas em seu
nome.
Grande liquidac-o na loja e
do
ar-
mazem
AVISO
Precisa se de urna ama que tenba bom leite
para amamentar urna crianc e cuidar unicamen
te nella : a que esliver nestas condiges, pode-se
dirigir roa do Crespo, loja n. 7.
100#000
Contina a estar fgida desde o dia 18 de Janei-
ro do corrente anno a escrava Sveria, crioula, de
idade de 2o a 30 annos, com os signaes seguintes:
altara regalar, beicos rossos e rebitados, rosto
saliente, orelhas pequeas, falla mansa, corpo det-
onando anda cocheia, foi escravo na villa do
abo do Sr. Joo do Reg Barros, foi vendida nes-
ta cidade pelo Sr. Plexe, como procurador do dito
Barros, j foi vista para bandas do engenho More-
nos em companhia de um cabra ex-praca de ca-
vallara, julga-se que o seductor e que elle diz
que a dita escrava se tinha forrado : roga-se an-
toridade policial e capites de campo a captara da
mesma, e leva-la roa da Soledade n. 86, ou roa
do Amorim n. 64.
UtO HE (IIIIO
Ra da Imperatriz n. 52, portaes encarnados de
Parades Porto, junto a loja de ourives.
Admrem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Grande porcao de chitas.
Grande porcao de chitas.
Grande porcao de chitas.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 240 reis o covado.
A 200 e 2i0 res o covado.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muito. .
Vende barato para vender muito.
A pessa com 42 1|2 covados a 95 e I0
A pessa com 42 ii2 covados a 95 e 105
A pessa com 42 1|2 oovados a 95 o 105
A pessa com 42 1|2 covados a 95 e 105
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Admira a 280 e 320 o covado.
Admira a 289 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
No rfeao de ouro,
No ie.lo de ouro.
No leo\le ouro.
Roa da Imperatriz n. 52.
eledade Conellla^o
De orden do Sr. presidente da dir loria pro-
misoria sJfo coviddos os membros do conseibo di-
rector para reunir-se no dia 11 do corrente, pelas
horas da tarde, na saU de suas sesses, para se-
ren presentes os estatutos da socieiade que foram
approvados pelo governo imperial, e lrtar-se de
medidas uagenleii consignadas nos referidos esta-
tutos.
Aosife 7 de maio 4e J870.
Joao Joaqaim 'Alves,
Secretarte interino.
Precisa-se de urna ama de boa conduca,
que saiba bem coser e engommar, para urna se-
nhora viava com um filho : a tratar na ra do
Amorim n. 35, 1* andar.
Aiuga-se
Grande sitio "na Torre : tratar eom Andr de
Abreu Porto, na ponte de mesmo lugar,
Precisa-se alagar um sitio o** da praca, eom
boa casa, e qae fique prximo 4*f.trillos urbano*
4* Recia* a Apipucos, ou ama boa cas com gran-
de quilla!; quem ;iter nestas cond^oos annuft
eporesfc Diario.
Alitgwe umi boa ecorava para .orvico do-
xaestoo : na roa Direito n. 10,1* indar.
Precisa-ee de urna ama
liubar em casa estraogeira :
mero 46.
para comprar e co-
tia roa do Bram na-
frecua-se alugar urna escrava para o ser-
vicn interno de nma casa de ponca familia, asem
como tambera dous molequ-s para o servico inter-
no de orna fabrica : a tratar na mesma fabrica,
ra do Brum o. 74.
Aloga-se um escravo cosinheiro e copeiro :
qnem precisar dlnja-se a praca da Boa-vista nu
maro 4 ________
- Prejisa-ae de mu ama para cosinbar e com-
prar : na praga o* iodepeodeocia ns. 18 e SO.
Na ra Augasta, sobrado i andar n. 67,
precisa-se de urna ama para o *rrim 4nterno de
pouca familia.
Fugio no dia 29 de marco do corrente anno,
o escravo de nome Floriano, cabra, de 43 annos
ponco mais ou menos, bem alto, anda bem espiga-
do, corpo regalar, peseoco comprido, nariz chato,
ventas grandes, cabellos carapnhos, barba ser-
rada, rosto descarnado, olhos empapnssados, ps
grandes, e seceos, tem no meio da cabeca urna co-
ra ; dito escravo intitula-se ser livre e tem sido
visto por pessoa qu c conhece na Boa-vista e
seas arrabaldes onde sea seuhor tem a probabili-
dade de estar trabalhando em algum sitio oa co-
mo servente em algara a obra de padreiro ; roga-
se portanto as autoridades pohciaese capilies de
campo a captura do mesmo e leva-k a seu senhor
na roa Imperial n. 114, qne sero recompensados.
Fort do engenho Braco do Meio, fregueza
da Escada, no du 20 di abril prximo passado o
escravo de nome Marcos, crioulo, oficial de cara-
pina, idade 23 annos pouco mais oa menos, boni-
ta figura, cor fala, alto, rosto regalar, tem falta
de um dente na frente e os outros limados a ferro,
anda de calca e palilot, chpeos de baeta Ga-
nbaldi, deve mudar de trajo porque levou paltot
branco e prelo e leva ama regua de 4 a 5 pal-
mos de comprimento, oenduz um bah de folba
com %uma roapa e aro #*r de boriegains e sa-
hio com urna creoula forra de nome Pranesca
tambera de cor Tala e tem os tleos gros-tos por
defeito es denles, esta vai da vestido de chita
acento branoo eom floran de rasa: pede-se a
aotoridades e -capites de campo a captura des
mesmos e leva-Ios ao dito engento, ou a raa do
Livramento n. 20. em casa de .Gorrtta C, eoe
sera r;compensadQ.
CASA DA FE.
Aos 20:000^000.
Biihetes do Rio venda : ra do Cabug n. 1
vende Vieira A Rodrigues. _______^^
Roga-se a pessoaque levou por em-
prestimo a collec^So de Diarios de julbo a
dezembro de 1838, quera mandar trazer
a typographia. ________________
Ama*
Precisa-se de urna ama para o servico externo
de ama easa de pequea familia : a tratar ea raa
do Imperador n. 79. loja._________________
Cabo at Escada.
Precisa-se de um sitio de Iavrador para ama
pessoa que garante plantar 400 pes de assucar,
porm, qner-se bom cercado e casa : qnem tver
annuncie on dirija caita fechada eom as inlciaes
I. A. G., ou na ra de Santo Amaro, venda jus-
to do machambomba
GUSTAYE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Recife51
Chama a atiendo do seos innmeros freguezes, e do respeitavel publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes s3o vinte por coila
mais barato do que em outra qualquer parte:
Gabelleiras para senhoras a 25-5,
30*, f e......40.J000
DiUs para homem a 35<5, 405 e 50*000
Coques a 12-?, 15-5. 18(51, 200,
25, 30-9 e.....50-5000
Crescentes a i U, 15*5,184,204,
254, 304 e.....324000
Cachos oo crespos a 34, 44, 54,
"64, 74, 84, 94 e. 104000
Tranca de -cabello para annel a
500 e....... 14000
Tranca para braceletes a 104,
154, 204, 25 e 304000
Cadeias para relogio a 54, 64,
74, 84, 94, 124 e. '. 15-|00o
501
8
Corte de cabello......
Corte de cabello com friccSo, .
Corte de cabello com lavagem a
i champou...... i|0OI
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
Barba. ,......
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
sotres
140M
501
Bailes e
0 dono do estabelecimento previne s
Eunas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
salao para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um empregado smente oceupa-
do nesse servico.
Recommenda-se a superier TINTURA 3k
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
ba, nica admittida na Exposifao Univem)
como nlo prejudicial saude, por ser vot
latil, analysada e approvada pelas aca^
mas de sciencias de PARS E LONDRES
BAZAR ACADMICO
13
estabelecimento
13 Ra da Imperatriz
lysses Irm3o proprietarios deste bem conhecido e acreditado
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sid,o elegantemente reformad dito
estabelecimento acha-se completamente sonido e em condicoes de bem servi-los dos
seguintes artigos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
depalha de S. Paulo, de 34500 a 74500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy.
Imperiaes, Tenenles do Diabo, Duqne de
Caxias, Gandon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muitas outras qualidades.
Fimos
Afamados de BAEPENDY em caix5es ele
20 libras 14400 rs. a libra, em pacotas
a 24, de 20 para cima a 14800 e em maior
porgo 14500 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros d*
lodas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raiz; de 34 at 64, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados melhores que
ha neste mercado a 34 e 34300 a duzia, e
com grande abatimento em maior porcao,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTE1RAS para cigarros de todos os
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em caixas de to-
dos os tamanhos, de seguraoca a balo etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-i.om, Per-
san, pintado, de linbo etc. palha de milbo (le
Fernando a melhor possivei.
Alm dos artigos mencionados encontraro nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
sero satisfactoriamente bem servidos: h'm como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linbo, etc.
13B,ua da Imperatriz13
0

i
BAZAR BA MODA
-RU4 NOVA
Os abaixo assignados proprietirios deste eslabetecimento, participam
que, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
miudezas da melhur qualidade chamam a attenco dos Srs- commerciantes
de retalho afim de comprarem o que lhe for conveniente ; com descont de
10 0(0, pagamento realisado no mez da compra.
Jos lie Souza Soares & C.
A ESMERALDA
L0J4 BE JOIAS
DE
ac
Alaga-te urna prata qae lava e engomm-
bem e cosinha sollrvolotete : quem precisar di
rija-se a ra das Flores b. 7.
Na ra do Duque de CaxiaVoutr'ora das
Cruzes n. 6, primeiro andac, ba para alogar-se
una eacrava maca, que se copa em servico
dooteafleo e de ra.
Amu.
Precisa-ee de orna aa torra -m eqrava para
o itrvHQ de urna ca*a coa potan anaitia, a raa
Nova o. 5, i* aodar.
Este antgo estabelecimento, completa*
nente reformado de novo, est as cndi-
los de servir vantajosamente os seus fre-
jnezes. visto qne acha-se prvido com nm
jxplendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brilhantes e on-
:ras pedras preciosas, enjos presos sao os
nais mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta tasa recebem-
le em troca on compram-se com peqneno
ibate.
15 RlIA BO CABII6A N. 5


(


*
Lr*~


'
Diario de Pernambuc Segunda feira 9 de
io de
u<
1870.
h
SLEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos "
de yt
JOS DE AZEVEDO
N. 11--RIJA NOVA-N. 11
e das mais provincias visinaas, que o sea grande e bem acreditado armazem de instrnmentosjpara mosi-
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro brasileiro qn( tenha
pratica ce taberna, de idade de 11 a 10. anuos :
tralar no becco do PocdIio n. 7. ,
Precisa-se alagar ama preta para nervico
interno e externo de casa de pequea familia :
na roa da Cruzer n. 4._______________
Precisase de uro preto para o servico in-
terno : no hotel do universo, Praca do Commercio
n. 3.
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade
sijacaba de chegar um grande e explendido sortimento de
0 que ha de mais moderno, de teclado fizo e mobile, e com transposiclo ou sem ella, de autores os mais
maos e bem conhecidos pianos da fabrica do Sr.
is acreditados [nesta
]|cidade,|Ecomo sejam Tos
Ao commercio.
Jos Domiogues Pereira e Jos Gjncalves
Reguffe, fazem publico de que no dia 31 do mar-
50 prximo lindo, dissolveram amigavelmente a
sociedade que Unham na taberna n. 8 na da
Boia, fleando a cargo do ex-soeio l'eguffe, todo o
activo e passivo do dito estabelecimenio o este
conforme o balanjo a que procederam sujeito afl-
nal embolso do ex-socio Pereira.
1 m\
A ra do Duque de Caxii
AFFONSO BLQNDEL
1
f
da Parts, de qaem o nnunciante o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cmos espeaalmente para o clima deste paiz, sao os nicos que otferecem urna garanta segura de sua doracJo. EUes sJo aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
-2.^r9^n.m8' sobre 8U* 8uPerioridade As soas vores s3o moito flautadas e melodiosas. Elles possuem um tectado que se presta a todos os caprichos do
seooorea pianistas. > r
.- a a a Tod H P8880*8 I06 comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certifleado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
atencidade do numero de mano com o de certtcado. F
AO PUBLICO
ia ku i. dit mAi iphoase Blond^' kbricanto de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel' publico de Pernambuco, que .o nico deposito de seus pianos na cidade
dn "' trnwzem (le Ant0uio ,ose A* Azevedo. Outro sim que todos os seus Ipianos irao accompanhados de un certificado de origem assig-
Paris, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphonae Blondel
0 annociaBte tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimento! de novos piauos.
MSICAS PARA PIANOS
t -a quws recebe direcUmente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone A Tornagui. Narciso, Arthur NapoleJo C
nji tem.^rande sortimento de papel para msica e desenbo; cordas para todos os instrumentos, ricas gravuras e quadros para ornamentes de sal?s, oleados para'
iMoaiQO 00 salas, ricos espelhos doorados, quadrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
!2-? a i S t'man08 klafarca. Has e agulbas para bordar, e muitos outrosartiges que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
aberto todos os das at as 9 horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos. ". qum v**
Acha-fe justa e contratada a casa n. 16 da
ra Direita dos Aflbgados, se alguem se julgar
com dlrelt* a mesma, oestes tres das ententenda-
se di ma das Trincheirss n. 50._______
Pracisa-se de um cajxeiro para taberaTde
,s a i* annos: a tratar no pateo do Terco nu-
mero 63. *
Tbomaz Teixeira Bastos e um criado vo
America pela Europa no vapor do flm do corre-
te mez.
Thomaz Teixeira Bastos vai a Amrica pela
Europa, no vapor do flm do correte mez, e deixa
como procuradores de tod)s seus negocios o
IIIti. Srs. Domintros das Neves Teixeira Bastos,
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina, Manoel Davt-
no (as Neves Teixeira Bastos e Candido Alfonso
Moreira.
Precisa-se de urna ama que cozinhe e en-
gomte : na ra da.Gadeia n. 10.
COMPRAS.
Gasa terrea.
Compra-se urna casa terrea
da Madre de Deus n. 16, toja.
tratar m. ra
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No anaatem da travessa do Corpo Santo n. 28, ha sempre um completo
sortiment de objectoa ptra carros, e que se vendempor pre?os muito rasoaveis, como
sejam:
Vaqueta de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ba de tnelhor.
Guarnieres de'fino latSo para arreios, completos.
Lanlernas e vellas para as mesmas
Eixos palales.para sebo.
Joaquim Lopes Machado AMA
Na ra de Queirnado n. 46, loja, precisa-se a!u-
gar traa ama <|u saiba cozinharcom p.;rfeieio.
para casa de rapaz solteiro. paga-ee bom aloguel,
Precisa-s um sitio : a tratar na ra Nova n. 49 ou na ra
da CMete do fecife n. rfi, loja de lonca.
oKttheiro
Precisa-se de um coanneiro que seja activo :
no hotel do universo: Praca do Commercio n. 2.
lfl&OOO de gratificado
Perdeu-se urna luneta de oaro : quem a
achado e queira restituir, dirija-se a ra do Cres-
po, loja n. 12, que ser recompensado com aquan-
tia cima mencionada.
ti ver
I60RUA DACADEIADO RECIFE 60
0 proprietario deste estabelecimente tendo ae partir no fin do corrente
mez para a America pela Europa, faz nleiramente completa liquidadlo para aca-
bar; e fazendo-se por conseguiate grande abatimento, como: cornados para
camas e janellas, cobertores fiaos inglezes, calcado de panno, bijoteirias d'ouro
de 18, como rosetas de brilbafrtes, anneis, oculos, luneUs, trancelins, apparelho
de metal do mais fino queba para almoco, bandejas, etc.; per/umirias de diffe-
rentes fabricantes, differentes caixinhas vasias com enfeites muito proprias para
presentes; casas de msicas, ditas com pertences para costura, ferro de en-
gommar n5o sendo preciso carao, era fogareiro, machinas de delir batatas,
ditas para preperar a carue para guisados, ditas para bater ovos e bolos;
grande variedade de porcelana, como sejam:
Vasos parajtoilette, apparelhos para mesa, etc.; differentes objectos
de vidro, como sejam: lustros e globos para saloes, laBternas para cima de
mesa, escarradores, etc.; excellente cofres de ferro, espelhos de diversos ta-
annos, de moldura dourada e preta, molduras para quadros, excellentes cai-
X8s para retratos, ditas com cheiros proprias para presentes, mesas de chario,
bandejas de dito ; estampas finas para quadros, talagarsa burdada para almofa-
fadas, ditas para tapetes e para deitar vasos em cima de mesas, relogios para
cima de meses, ditos de parede e de uro para algibeira; stereoscopos de di-
versos tamanbos, esmorama, lanternas mgicas para devertknentos em salas,
quadros com finas figuras de porcelana, ditos com movimentos, figoras bron-
zeadas para enfeites de mesa, salva-vida para se tomar banhos no mar ou no
rio, lencos de linho fiaos para algibeiras, gravata de seda mui ricas, variado
sortimento de miudezas e brinquedos para criancas, etc., bengalas, camas de
ferro de differentes tamanbos, lavatorios, etc., etc., que sero patentes ao com- I
prador, e muitos outros artigos que se venderlo muito barato para, inteira- 9
mente acabar, no armazemEXPOSklVO EE LONDRES. ?j
LEO DE OURO
Grande estabeler.imento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peralriz n. 32 junto a foja de eurives.
Tueste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 35000, 3)5500 7^000, ditos minino preto
de 7QQ0 at 2oS600, ditos de casemira de crrs finas e ordinarias, de 60, 16-jOOO,
ditos de panno finos de tf 8 10$ e 2< ->u00. sobrecasaco dito de 20^ a 50^000.
Completo ertimento de calcas debrim pardo de 1^600 a 6($000, ditas brancas
e t#, 10,{kJOO o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de U, 12(5000,
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, oaro e prata em obras inutilizadas,
brilhantes e mais pedras preciosas: na loj de
ourives do arco da Cimceicao, no Recife.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, |>rata
i pedras preciosas por preces mais vantajosos di
me em outra qualquer parte.
gompram-IFe ni-sr
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
den^) da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
freguezia de Santo Antonio.
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras vebas: na
loja de joias do Co-acao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
ATTENCflO "
Comprase urna escrava que saiba cozlnhar e
engommar, que seja sadia : na ra do Brum nu-
mero i.___________
Atten9,o
Na ma do Imperador n. 9 compra-se um easra*
vo de meia idade que sirva para servico de co-
ebeira.
V1HDAS.
Cabriolis.
Vende-se do'us oa hnolets, sendo um coberto e
de quatro rodas outro Dogeart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : n.t cocheira de Tho-
maz Lins, ra de Sanio Amaro.
Carta.
A Sra. D. Virginia Candida Ribeiro e Costa
tem urna carta na ra da Madre de Deus n. 18.
Artenda-se o engenho Mozambique, sito na
freguezia de S. Lourenco da Matta, eem boa casa
te vivenda, c purgar e de destiladle, sendo e
eu alambique de eapacidade para destilar 60 ca-
adas de agurdente por dia, machina a vapor,
terrenos para s ifrejar para mais de 2000 paes de
acucar, moenie e crreme e eom a safra creada
o* sem elte : tralar aa estrada do Caieiro si
tio. 3.
Mudanga de -escriptorw
Os ^advegadcis Dr. Vicente Pereira do Regd, e
hachareis Jaeiu; ho Pereira da Reg, e Migad Ar-
ehanjo Pereira do Reg, nradaram o seu escrip-
torio da casa m. 46 da roa do Duque de Caxias
(oal'rora do Qaeimadu) para a de n. 28, 1 andar,
na mesma roa.
Antonio Vasco Cabral faz sciente ao repeita-
vei publico e eom especialidade ao corpo do c>m-
nwrcio iyie da presente data em diante se assig
ara Antonio Vasco d Algonez Cabra!.
Hecife, 2 de jaaio de 1870.__________
Veiidem-M duas boas casas reunidas em
urna f, bem construidas, em chaos proprlos, eom
grande quintal e cacimba com boa agua, tem de
frente 180 palmos e de fondo at a barreifa de S.
Joio. sitas em Cunda ra do Bom Successy, se-
gunda clepois na biquiniu do Rosario : a tratar
na ra do Brum n. o3, uto nos das ut is, o nos
santificados na mesra asa, em Olmda.
ATTENCAO
Acha-se asente desde o dia 2 do corrente a es-
crava Barbara, crioula, de 43 annos de idade, mui-
tos cabellos fcraBCos ua eabeca, e na cara pare-
cendo que (ac a barba, estatura alte e corpo regu-
lar, costamando iraser panno na eabeca como
usam as bahianas, a qual indo ao Peixinho ver
urna porcao de roupa lavada eotregou all ao ca-
noeiro que cfiamam barba de ourq, e este a en-
tregou no porte do Racfe preta de nome Snza-
na por ser-Inepta onhecida, e nao do aquella para a receber na terea-fpira de ma-
nha, 3 do crranle, tem sido vista, per vezes as
ras desta cidade : roga-e pois a apprehenso da
mesma e df algama ronpa (|ue falla, e leva-la ou
dar noticia ra do Brum, no Recife, n. 100, mu:
ser generosamente recompensado.
AVISO
Na ma da Senzalla yait a n. 13$, primeiro
dar, preci#a-se rallar coa o Illm. 6r. Joio Bap>
*jg*_joRego, aar negocio de interMge.
Offeree*e
Um hornera pan fallar, Mr* k para naatto
> ptadea: i tratar aa^rtu da Con
oHian. 5, vidt
Pedeseaopublicoeprincipalmente aos renho-
res relojoeirose ouries.o favor de appretienoerem
umjelogio de ouro aatente suisso descotwrto n.
83130 e levarem no a seu dono, na roa d Fogo
n. W, que ser genTosainunte gratifleado. .
Aliiga-se urna sala e uui quarte de una loja
independente: a tratar aa raa Velha, casa terrea
numero 32,
de
ditas casemira preta de 6,5, a M0OOO superior, dita de'merin diversas quaidadespara
luto. Assim.como um bonito -sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas frencezas de algodo, de 4,5600 3,5000, e de
linho de:38f9fOOO aTO^OOO a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodSo de 1,91600 a 2^500,
ditase bramante a 15800, 2^500 e 31000, diUs de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 23,5000 a .335000 a duzia. Sortimento decolarmhos dealgod5o e linho, etc.,
assim orno meias >1 algodo para homem de H, a 105000 a duzia, grvalas de mui-
tas quahdades. Na ma da Imperatriz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalhas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
Xwte -estabelecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer abra por medida
e paraesse fim tem hnbil mestre encarregadte da officina,. que seencarrega do Irabalho
com perfeicao e pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Cbrtas-de 240 rs. o covado ou 105000 a pessa com 42 covados, ditas mtudes
para camisas -e tim3o de menino 200, e 80 rs-, e outras nwitas qualidades de 320, 360
e +00 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegaram, timas bonitas ^chitas da
jetona eom barra, a qnal i para flhos ecompetente enfeile para corpinho. Cam-
braia lisa de 35, 45, H e O5O0 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades. H
' i ter,n ALGODO E MADAPOLO AVARIADO.
A 4#O00k) algodo, e 45300 omadapolSo. e tambem chita escura boa 240 o
covado por ter^jcande porcSo.Jia ra da Imperatriz n. 52, loaom portaes encarnados,
intitulado
Leao de Ouro.
Na ra da liuperalriz n. 50, padaria france-
za, vende-se urna tondereira e urna masseira, pro-
pria para um principiante, assim como urna por-
cao de ferro velho.
Vende-se urna earroca de molla para cavallo
com os penenoente- arreios : ra do Brum nu-
mero 79.
Vende-se ou permutta-se por predi s ntsta
praca ou seus >uburbios. o engenbo Mocambii ue,
sito na freguezia de S. Lourenco da M'atte, rom
boa casa de v venda, de purgar, e de destilai.ao,
sendo o seu alambique de capacidade, por desti-
lar 60 caadas de agurdente por dia, maquina
de vapor, terrenos para safrejar para ma: de
2000 paes de assucar, moenie a corrente ; nego-
cindole com a safra creada uu sem ella : tra-
tar em Santo Amaro, sobrado junto do cemiterio
nglez.
o engenho Sebastopol na freguezia do Cabo, com
as commodidades 5eguintes: bom d'agua e prexi
mo a duas estacoes, sendo pouco mais de urna
legoa a viHa, e pouco irais de um quarto a estacao
de Ipojuca : quem pretender dirija-se ao mejmo
tratar com seu dono.
as 21.
(ANTIGA RIJA DO QUMALO)
Nao fol sem fundamento que a NOVA
ESPERANZAiem deixado de fazer os.aefls
annuncios, a razo simples, ella entente
ate Indo em demasa abnneee... por isso
como'j tinhadito e scienlicado sua lM.a
freguezia o que constantemente i;i receba-
do, ou livesse feito muitas vezes, recen u
tornar-se massaute, assim pois rtcolheu-se
um poeco ao silencio, mas nunca deixanu*
d'etrprega,- os verdadeiros eslbicos, ji con-
tratando maior numero de correspondentes
oa Europa, j descobrindo i,bjeetjs do mais
aparado gosto e fin'almente assignande o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma melbor
seivir a sua constante freguezia; ecom es-
pecialidade ao bello seso, i quem a NOVA
ESPERANCA ufana-se em offrrecer-Ifee
seus servidos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ullimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhos de setim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para crian-
zas.
Dedaes d'osso, marflm, ac e madrene-
rola.
ptimas navalhas,afiadorescmassa pwa
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Ronitos sapatinhos com biqueira, sent
com salto, para meninos e meninas de do s
a doze annos.
Roas lentes com cinco melimetros, pa:a
contar-se os flos de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costaras.
Ronitos tioteiros de novos moldes,
Meias de la para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linbo e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpicos, e outros muitos
objectos expostos a venda ra Duque
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MUTA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a ra Duque de
Caxias n. 21, acaba de receber muita per-
fumaria dos memores e mais afamados im-
bricantes, como sejam finos extractos para c
lenco, essencias concentradas de muitas qua-
lidades, olhos de agradaveis cheiros para os
cabellos, e bonitos vasos com boa banha, Ih.-
dissimos vasos com pos de arroz, sabonetas
de difl'erentes qualidades etc., etc., assim
pois os apreciadores do bom, venham satis-
facer suas paixoes na NOVA ESPERANCA.
PARA ALVEJAR E CONSERVAR OS DENTES.
P de carvo de rosas: vendem-se rua
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESP>"-
RANCA.
Para acabar com as sardas ou patm< s
recebeu a NOVA ESPERANCA. ma Du-
que de Caxias n, 21, o verdadeiro leite -i
rosas brancas.
ftaho d'alcati'o.
Vende-se na ra Duque do Casiasn. 21.
PARA LUTO.
Rrincos. broches, vottts, pu! cijas, fivei-
las, gentes, botos pari puchos e cadete-:
para relogios.
A NOVA ESPERANCA. qom-ndn sasfa-
zer sua freguezia, .iiosmente rm objecics
d'ahgria ou de luxo, quer tambem acom-
panhar aquelles, que infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ua a'gtiim de sti
amizade, precisara de taes objectos. assim
pois a NOVA ESPERANCA, mandou vir o
que ha de melhor neste* genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade. nao soment.! lornam-se
tristes como al repugnantes, o que o3
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime o sentimento i'iela cor
porem como que traz um leoitwpeio gosto
e perfeigao com que taes objectos su ira-
baihados.
Vende-se um terreno murado com 136 pal-
mos de frente e 30") df fundo, e com uns 10,000
tijollos. em um dos melhores arrabaldes desta ci-
dade- tratar ua ra do Imperador n. 27, 2 an-
dar. .
leudes la estrada de ferro de
O linda
Vende-se 2!i ac<;oes, na ra da Cruz u. 26, ar-
mazem.
Ama
-- Alraz da matriz da Boa-vista, n. 6, primairo j
andar, aluga-se ama escrava robasta para servir
em casa de familia por ter j bastante pratica. i ^_ .
que eosinha e engomma. Precia-se a lugar urna ama para lazor compa-
l nhia a naia senbora, faze-r compras na ra e ce
zinhar, que tenha boa conduela : qaem es ti ver
nestas circunstancias procure na ra velha de
Santa Rita n. 66, que se dir quem precisa.
abaixo assignado faz publico que vendeu
o Sr. Or. Alvaro Camioha Tavares da Silva a aa
pharmaeia sita ra da Cadeia b. 12, livr. > de*
setnharacada de todo e qualquer cus. eeie 7
de malo de 1870.
_____________Manoel Arthur de Azevedo.
Alaga-se o armazem n. 32 na Ponle-velna,
para algum estabelecimento.
Mofina.
Ama
Precisa-se dejama ama q; cozinhe, m roa
do Inspirador ti. 83,3* andar.
Rogase ao fllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
eserivo na cidade de Dfoaretn desta provincia,
fcror de vir a roa do Imperador n. 18, concluir
aquelle nogada no V. S. se.eomprqmeitou ali-
sar, pela lercetra chamada desta joanaj. em nos
dedezembro proxjmoMifdo, e dopois para ja-
a' por it^otwTd'Svo etanalo pm
flm, pois \..S. se deve lembrar que este
de mais de oito annos, e qaando
m achitva ao etudo n'esta cidade.
,.. -|*,- i -
Caixeiro
ao respeitavel, Precisa-se de um caixeiro : na ra do Rangel
corpo ^mmorcial d. 6 : que leona pratica de taberna, de idade de
qae nao existe nesta praca e em fora dea letra 15 a 18 annos
de seu aceite, aseim como Ututos ou doenmflntns ------ki------r
Os abaixo assignados prcrinem
publico e com especialidade ao
de quaesquer aatureza
ou documentos
. cora ludo se alguem se
julgar com d.reitos por taes litlos, ter a bonda-
de de os apresentar no pr^so e 3 das, a eenur
dadaudo presente antroocio para serem verifica,
dos. Reeife 4 de malo de 1870 U
Gaimaraei & Freitas.
D-se algum dinheiro a premio sobre bypo-
iheca em podrios n'esta cidade : a ra do Crespo
n. 12 toja, se dir quem d.
negocio
o Sr. sea fllho
v_ Precisa-se cemprar atoa easalom^ulnlal
X&FaV K. m d0 Scb0' p* melmo na
Soledade: a tralar na rna do Llvramenin n 0
Copeiro
Officina e armazem de
maTinore
Caes Vinte e dous de novembro n. i7,
(oatr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras marmores de todos os
tamanbos e gr. s>uras, tijolos de diversos l-
mannos, soleiras e accadas, ssim como solei-
ras e saccadas d pedra de Lisboa. Tambem con-
trata-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
tado o mais tendente mesma arte, por mdicos
pracos.
Vende se u>ia niuiatiolia rece>lhida, de Ti
para lo annos de idade, e com principio de habi-
lidades, propria para ca*a de famiiia : no becco
da matriz de Santo Antonio, casa n. 3. Na mes-
ma casa se compra urna escrava que saiba cozi-
nhar e engommar bem.
Telhaa tle ferro.
Na ra do Crespo n. 6, ba para vender
por precos muito razoaveis um grande sor-
timento de telhas de ferro galvanisado, de
diversos tamanbos para cobrir casa e te-
Iheiros que alm da ser mais barato do
que as telhas de barro e aformosear mais
qualquer obra muito mais limpo.
100 milheiros
De telhas e tijolos de todas as qualidades, ven-
de-se por menos 5**000 em milheiro do que em
outra qualquer parte: na olaria da roa dos P -a-
zeres n. 52, de Jos Carneiro da Cunha.
AVISO

* Precisa-se de um bom cozinbeiro, scadolivre
para alagar, e sendo captivo compra-so- ou* *taga-
e. na roa da Cruz a 48, armazem.
Precisa-se de um criado bom copeiro, e que sejaJ
escravo. paga-se bem : na roa do Comuercur
numero
Ama
Na ruadePaque de Caxias, amiga do Queima-
do, n. 46, toja, precisa-se de ama escrava boa co-
zinheira e bola portamos.
BonfetaA dos mmms J,s^
Haa da Ora l
Ha prezMtoi de toparior qualidade, dito em
aunare,
Acede da entrada de ferro do
Ilmda
Vende-se LO aceces, aa roa da Cadeia do lie-
cife n. 28, armazem. _________ .
Vende se a casa n. 10 do becco do Ca|abc~
co velho, por detraz da ra Nova, lado do nort>:
a tratar na mesma ctsa.
Vndetemjkriaira de amirbHo com aT
gum oso, propria pira cripta: i roa do S. Fttn-
JoaouiuEodr .mies la-
vares de 3elIo,
Praoa do Corpo 8auto
M. 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa pafiussia,
Vinho Bordeaux de 1.
qualidade.
Farinha de man-
dioca. j|
. Farello de Lisboa. tt
&0M0IM OMMOtOMQi
ENGENBO
Vende se o engenho S. Pedro na comarca
de Porto Calvo, provincia deAlagas, com
excellentes Ierras par, dois mil p5es de as-
sucar, extensas maltas,* magnifica casa de
vivenda, situado a tres quarlos de legaas do
porto de Gamella de Barra Grande, distante
desta capital poucas horas onde locarao
brevemente os vapores da companhia per-
nambucana.
0 engenbo de animaes, porm com
urna despeza de dous ou tres contos de ris,
pode ser transformado em engenho d'agua
copeiro. Os partidos esto as portas do
engenho.que pode ser manejado suavemente
com q inze oo vinte trabajadores. E' tido
pela propriedade de melhores trras da lo-
calidade ; e vende-se por prego muito com-
modo: tratar na ra do Vigario n. Si.
Bom negocio
Vende-se orna taberna no Barro, mein.o na
Praca do Capim, oa fomente a armaco e uten-
cilios, come coivier ao comprador : ao qual se
dir o motivo da venda ,
1flfc
IbVHB^bW
Vende-se uro p.ano de meia. bou a
preco. cotamode; na roa ftu

Vende so cerveja branca Bass verdadeira
preta do Barolay de superior qualidade, em boti-
jas e meias bvnjas, no anulara de Eduardo Fen-
ton na rna do Commercio n. ti.
Atten^ao.
Veode-ie oa ra do Duque de Caxias {antigk
roa do Queimado) n. 19, chitas de bom panno o
bonitos padrOe a >00 rs. o covado. pechincha.
Vende-se orna negra de meia idade, sabe
cosinhar e comprar, por preco cooxdoo : na
ra da Soledade a. 70 em casa de 1*. lana ola-
aoaia rereir.

J




-


'..

RDADE
de Casias d. 55
fuque
Ns loj'.
  • ntinn\ia-se a ven-
    der po. banssiians prefos lodos os artl-
    gcs ce miujeaas e perfumaras do seu
    grande o va/iado sortim-nto, garautindo os
    comorad r,1-, (oda a sinceridade.
    L;iid"s bonocas de cora e massa por ba-
    ratsimo pr;co.
    femnos dourados para pendurar a
    160 rs.
    Agrlhas de osso para croxe a 2C0 rs.
    Pon-es finos para segurar cabello, a
    320 rs.
    Cfefei 96 para gaza 320 xs.
    titrr. 'a ora tulla alixarioe a 1 Diu cosa atpw Amida a t jfii.O.
    Du citm iiita-di idi-Hi
    Tonco da Jayme a lJ**0 o irasco.
    Fr.'-'.ocoaioleoexpresso de babosa, de
    240 i (lio rs.
    Di o rom agua da Colonia de 300a i<5OO0
    Do com extractos finos a 10000.
    Dito cora sndalo verdadeiro a 1J200.
    LaOsetia bauti! inuito una de lO a
    240 ra.
    ."i.j.'.netcs muito fin"" e diversas qcaii-
    dadr-s a 80,160, 2i0e 320 rs.
    Pinte o en vas para denles de 320 e 509 rs.
    Ditas para facto de 5;K), e 600 rs.
    Dfttf para cabello a SOO rs.
    Peales para alisar cun costa de metal a
    320 rs.
    Ditos ditos ditos de bafalo a 240 a 320.
    Peines para tirar piorno de 160 e 240 rs.
    Pivmb pan faz, daa a 240 o 320-rs.
    Brionea de corea, iatairaraente modernos
    de 100 e ?43 rs.
    P.nnas ligraphicas muito finas a 16400.
    Ditas de-tanca e mosinha a 800 rs.
    Liadas babadinhos e entremeios de 500
    e 10300.
    (irosas de boinas de loaca de 160 e
    200 rs.
    Ditos ditos para calca a 240 rs.
    Caita cora papel amizade a 700 rs.
    Ditas coa envelopes a 480 rs.
    Ditas coa obre, as a 40 rs.
    Ditas com agulhas furfdo dourado a
    280 rs.
    T.esoua para costera a 240 rs.
    Liaba da marca eufta a 280 rs.
    Carril* is de Habas de Alejandre de n. 70
    a 00 a 10 rs o
    & ampos muito finos, com passarinhos du
    ziaii 00 rs.
    Cartea francezas para jogar duzia 3|M0
    Ditos po.Migiitzas. duzia I #400
    Papel afmaco superior qualidade resma
    l&IOO.
    Lhi amito Boa para bordar libra 63500
    (KiHBtim-iK f=ed>>pwt-> 400'oWff wt
    Dius de croxe, branca* de i ores 500 rs.:
    Dita de-gorgorito d cores a 800 rs.
    Xa Yerdarfe A rn* oque de -Ca-
    llis a. a*.
    Estampilhas.
    Vendo-sena rna da Crutn-8, t aato.
    da mni**)l cognac. nico dt-pwito nj'eraamtmrn, n ca
    de Carlos P. ele Lemos d> C,
    mero 10.
    ra-do Vigar') nn-
    Milho e arroz de casca
    Vode-se milho e irru de casca novo ere aar>
    (o?, no trapiche da coinpanlm : a tratar na ra
    da Cadwa-vrtba, casan. I, 2* andar.
    Milho das lias
    E
    Feijao do Porto
    em saceos grandes, das iiualidades aliaiw meo*
    cienada*, e por nos prM4*-q'aKlra
    pane.
    MILHO NOVO
    Feijao mnlatinhe F^ijo preto.
    Dito branco Dito mu.
    Dilo amarello Dito frade.
    VBNDEM
    Jos do Kego Borgfts ir C, a roa do Viparw a. H
    Travessa do Corp o Santo n. 25.
    O atreditados cylindres americanos-para- padjria. por dous difiranles systemas.
    .- Machinas para desqaroear a|gqdo-pelos majhoiv.s fabricantes de New York.
    Machinas de vapor systemn de locbmoii ;;i e polias para as mesmas.
    C: xis #203veS;
    TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
    JjiTum Kope tlicfinio b C.
    L
    ios,
    BETO lUOUJXk- -,
    A AGOTA NEGRA animada cora Amo accolhmento qne leve em seas anmm-!
    vem novo participar a seos freguezes que^ caha de. rbr mu variado.sort- i
    nento de objectos de gosto o^ qaaes sero veudos pvn prepon muito razos\gajrp"s
    mando fez os setis primeiros annucios. Ibi o a)u> assegorou; a s*n mudo 4MIrar,
    wrqne como j disso osla iteresses ligada, ar'iun< oas* nopwad;irfideila anta, _
    wr isso poder tertado espacial e vender ptr GWfcHtadaw-aveis.Gastos pftiSabiten-1
    ao do senr fregaezes paara os rttg96 pos* ilBsorever :
    Livros com o tampn db;BWlrtoiwadre* Uatvarwo sorowats .de caarateiras e
    Bichas hamburgnezas
    Nest novodeposito recebe-se por tedes-osi*
    qnetes iranslanlieos bichas de qualidade superioi
    e vendem se em cnixa va porcao mats peqnw,
    e mat* barata do que era nutra.' qaalquw n*ft :
    na ra da Cadea do Recife n. 51, 1' andar.
    Cigarros da imperial
    fabrica de S. Joo
    de Niclheroy.
    nico depo-ito em Pernamlwcf> caes da
    dega velha n. 2, I* anda.
    aifaD
    >erokl'e"tarlafwga*. pipris*,wa!fintt8a.
    Garafinhas vazias proprias para presentes
    ansa da gpsto.
    Indispensaveis de palitma e de conro pro-
    >rios para senboras e meoiaas trarer nos
    rseos.
    Binculos dimadreperola, m?rfira e tar-
    ;rn?a todos esmalados.
    Cintos largos de sem, ccusl inteiramen-
    4 oeva.
    Frtas de sarja de tedas as eores e taTfrn-'
    as para Jacos.
    pallitiiros de porcelana,
    Tentos para voltarete.
    Bengitas com msrflm, cousa espetial.
    Sabonetes de alcatrSo.
    Cofras de folhas para dinsteko*
    IJndas, cairas, para costara.
    Utn completo sortimento deslavas de pe-
    j iica,
    Tahftorw-parabotdsr.
    Cortes de vestidos de
    blond.
    Acaba de chegar i loja des arcos ra Crespo n. 20 A. de Alvar) Angu ' & (!., os mais ricos cortes de vestidas de McoA
    que tcm vindo a este mercado para casamento*,
    ! ass rn como cortes de vestidos de seda de cor dn
    gnst'os njiraiiienie novets, tambera um graaSr
    I sor'.imento de chapeos de velludo par senioras
    Veadts na wse par OBMi nesia prefa
    i o sitio denominado dos Bcritis, autiga casada la-
    jVagemde.roppa, com pande casa de vivenda,
    ; eniala para preto?, estribaria, banheiro de pedra.
    e cal om agua corrento, baixa psra cafnn m
    grande terreno para plantacoes : qnem o preteo-.
    der dirija se ;i praca da Independencia n. 33.
    i Vende-c utn boi e cairo proprio para car
    ', Ti'pnv assoear na gneros : a tratar no cae do
    ! Ramos a. 22, conyAntonio Jos Farruco, p*nt-
    tar psra mirar se para Europa.
    U^c*?6 fbegaf i QKkZm MZA ~- Ven^s.ma Ierre, era ebios proono,
    iL.,^ UN1TERSSL. 4' roa Nova n. 22carneiro ^ fre#Ueaade S. Jos : na rea de nonv n.
    eOfHtW ae yuNNr-nm Cdmple.tO SOItimentO de mS- se dir qnem vende.
    dos actores mais co-

    mm\m para
    i
    Venda,
    Vende-sc a bareaca denominada Aradmin, n>
    va de primeira viagem a osle p' rt> e de lotaco
    de 6000 arrobas, qnem a pretender derija-se ao
    ejeriptorio de Alfredo & Barbwa Jnior, no (ar-
    po do trapiche da companhia.
    Azulejos
    rjm-cMwpteto sortlwato de
    Toacas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vestklo. chinas para costara,
    rtenees para baolwdo. I porfamarias de todos os autores os mais nacidos, a* quaee eslao em exposicao uo
    Fitas com inscrip^spmwapawboo-acreditados em oxtractos, pomadas e-leos mesara Bazar ganmtodo-so a soaboiqu>
    roet de noivaj e ftnalmente outros raaitos objertos-qs nao udade. e tambera en ,na-se com. perfeitao
    Ricos vasos coro-podoamrz. k possiVet menoionar ; mas com a vista se a todo os compradm-es.
    Um variado sortimeno de jarroa.de por- certificarlo do sortimento daste estabete-
    -.alaoa. i cimento.
    Aguia NegTa, rna do Cabug n. 8.
    Vende-s a loja do funilfiro da ra Direito
    n. ;I8 : a;tralar rraffleama roa n. 31.
    Gal nova, de Lisboa
    desfarrejtaS heje- df pataetm Marta ; e venS*
    sao iguaes ho seu trabaliio ao de 30 costu-, Jsaquira Jos Ramos, na.na Ja Oiu n. 8) pri-
    reiras diariamente), e a sua perfeico e tal ireiro andar._________________________
    Cano da miltKtr-eosti]reir de Par4s. Apre- Vk)-s-ui parte do engenno Pnrjratorio
    mps- .e grande prodacc^o para agricultura, sito na
    seatam-se Uabaibos executados pelas mes-
    mas, que milito devem agradar aos preten-
    dentes.
    Yend#-se no armazem e
    rna da Cruz n. 26.
    J. Moreira Da*:
    Pitas paro debrorn desapato, possa iGOrs
    Ditas de la ai para dobrum de vestido pega
    400 rs.
    Caivetes grades com molla a 400 rs.
    Oiiu; grandes com 2 rumw por 30 rs.
    Rosetas pretas para lato, o par 100 rs.
    Trancas de, iam de caracol branca e de
    Cfi s de (O a 500 rs.
    l .;s para cus, p?ca 480 rs.
    lifinetes de laliin. caria 100 rs.
    SapatisAts de Iam para cranla de 400
    a 800 rs.
    Caicadeiras a 40 rs.
    A ella, ante que se nealie
    Na ra Direita n. 9 tem ia de todr.s as cores
    para bordar, pelp diminuto pivp de 1600 a
    libra.__________________________________
    Caf do Ceara'
    Vende-se ptimo caf da serra d'\raia-
    nha, Cear: ra da Cadftia do Hecife
    n. 5.
    Nao mais eabcos brancos.
    A tintura japoneza para tiogia os cabellos
    da cabeca e da barba, foj a nica admittida
    Exposifo Universal, por ter sido reco-
    fregnezia defgnara'ss, assim como se vende- oti-
    tra parte-do engenho G'irle de Cima, aDuexo ao
    purgaiorfo, que muilo omvem comprar ambo: a
    tratar uo Remed com o Sr. An onio MenelioQpr-
    deiro de Goman._______________________
    PARA A FEST
    3 portas, t'ja de frr&gem
    53-Rna Direita-58
    Neste pande esiabelecimento, ha para vender
    om terreno na Torre com iflO palmos de frente e' ?n> completo sortnento de ferragem, e mindews
    320 ne fundo, em bom local por Bear com a fren- "nis e grossas, como sejam bandejas chine
    te pan o oaseeme, e em quina de urna ra e pertu quadradas e ovaes, facas e garfos de 1 bo-
    do bando : a iralar oo arusiem da ra do Irape- Ses, balaacp rateiro e t/i balanco; paneas, eto-
    O livro para o mez de maio
    Acha-sA .venda na ra do Imperador n. lo o
    ben conhecid livro du inoz de maio, conlendo
    alm do mais. versos, ele, e lambem .* cadernos
    de verso- proprias para a mesma de,/ocio, ntida
    impieao, e preco muito cemmodo.
    .Vende-se
    rador n. 16.
    3
    N.7 Ibia Nova N.7
    Acaba de chegar este motilado esiabelecimento evo
    da
    nbecida superior todas as preparacoes at l>nm calcado para homens, para senboras, para meninos e meninas, esc
    hoie existentes, sem alterar a sade. < as mais importantes e cormecfts fabricas premiadas de Paris. esqu sita
    s.'irfimentn de ^
    escolbido jw
    i e fina $
    perfumara de Coudraye de Piverlavas d pellica de Jouvirk sp!b<>s, le- ^
    n. j_ n.^s. c-a K ques. obras rre miro, raixinhas de eistnra. e nm sem numero destas e ontras i
    j&lUi ?I.a VaClfS H. Ol qninmiilliarias franceras de tornto gosto e phantasia. e a mais interes^ante va- w
    o ^J5 t pdade de brinrmedos n*?nw7.es e ailemes para en'retimento de crianzas ^(
    Vende-se a 1^000 cada fra^-o na
    L and
    Q"|f*
    firnme armazem na rea
    Impe a
    iz n. SI
    Neste grande armazem vende-se krnca ingleza
    fina^ m ordinarias, apparcPas de porcelana para
    jantar e para cha. jarros para (lores os mais boni-
    tos e de gostos modernos ; assim como grande
    ^rtimwilo de vilros tinos c ordinarios, que tudo
    se vender lauto a retalho como por atacado pelo
    m:us barato prego que em ouira pualqoer parte :
    chamamos a aiienrao dos fregaezes, qne seo
    convenienlementit rrvidna lano nns c< m:a id -
    prceos como na boa Iheiras, caearoilas, frigideiras, assaiieiras, tanu
    i de ferro como de porcelana, moinhos para cal d>
    diversos lmannos do fabricante Japy, pesos kito-
    graximos, tanto de ferro como de latao, merro
    para medir fazenrla tanto de ferro crino de !Mir>.
    saltre, brea, barbante, enxofre, papel marca vi-
    ' do. do verdadeiro Picardo, machinas pera we*-
    ' roear algodao; alem de outros an:gos de \vm.-
    getn, miudezas cutilr.riar. finas, que s com a .vis-
    la 3e verifica; na rna direita n. o loja de 3 por
    ta* de Mnfil a-nto m m taz
    Chegou ao amigo deposito de Henry Forstar *
    ., ra do Imperador, um carregaroento d a:
    de primeira qualidade; o qual se venitu em partica
    e a retalho por menos prsco do que em outra qoii
    quer parte
    60RA DA IMPERATRIZ
    DE_______
    ilGDEIRlliO & C
    o de faieodas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade qmi se ibes
    Dl\5I2;iKO ; para poderera vender pelo casto, lixitando-se apenas a ganharem o descont.
    W's!. trade estabelecimonti) encontrar o respeit:ve! publico, u a grande sortimento (te fajeadas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se Ibes promete vnder por preces muito mais baratos <^o que
    ; a mtra ipialtfosr parta, sfate que os novos imns festa fjr.Da adoptaran! o systeraa de s vennderem DIXlISIAO ; para poderera vender pelo casto, lixitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociara era menor escalla, tiesta leja
    e armazem pnderSo fesar os se is son merlos pelo* mesmos presos q:t; comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se d3o os livros das amostras, ou se mandam levar em.snas casas, para melhor po-
    dorem escoiber.
    Cam3!'.!?a jsa de 12^000 rs. cada am. pecbinclia.
    COM al PALMO.-? DK LRGR A 1:000, OASE&UrUS B6C0SSKIAS.
    "tOO.i '. 2:50. RS. j O Pofo tem boni as easeitiaas escos-e-
    C'.icgaram as Bnissioas catnbraias snissas zas com quadros grados e raidos e outras
    trariparrites, sendo o que ha de mais fino lisas com listras ao lado, "sendo fazendo
    para vestidose vende-se p^!o barato preco muito lina que se vende mais barato, por
    u l#80^, 2)000 o 2;J\)0 o metro, tendo haver grande porcao.
    ttmbem das nsesmas, porrn inglezas com CORTES DE CVSEVHU PRETA A 4:r>00,
    amesma largura q.te se vendem a 150(0,1 O Pavo tem os superiores cortes deca-
    e 14280a metro, sendo apenas precisos des- 3emras pratas enfeitatas pelo oarato preco
    ta larga far.pn-ia pan s" fazor nm vestido
    4 on i l/i metros. pe -hincha,
    SHAS BORDADAS
    Venta se am bonito sartimento de saias
    bordadas com 4 pannos, assim como ditas
    pnmptas, de Qasioha, enesgadas com
    rtoiiitas barras bardadas a lia por precos
    tc-iit' em coata.
    PA.W) PARA SAIAS A 1.^000, 1,4280 e
    1*300 ItS.
    Vende-se bonitas fatoadas proprias para
    saias sendo com bordados e prega3 a am
    ledo, dando S largura da fazenda o compri-
    menio da saia veade-se Dlo barato preco
    de 1*000, St$f8 H HWX), cada metro sen-
    do preciso apenas -\ ou 3 1/2 metros para
    cada sala pastasba.
    ... i'iiauos e casenairaft pretas.
    O Prvo vende grande porfo de pannos
    ratas do ras ba: preooejas adssfri. assim como um grande
    sortimento de casemiras pretas para calcas
    qoc e; vendo por proco mais barato do que
    cHtidos !>r.uco>* a 1 *00 rs.
    O l'avo vende linissimos cortes de ves
    dos de cambraia tranca, ricamente borda-
    das o com muita fazenda pelo barato preco
    PANNO DE LINIIO.
    Cbegou um sortimonto de pecas de pan-
    no de liuho du Porto, qae se vendem de
    700 rs. at 10000 a vara, garaotindo-eo
    de 45o'XI rs. o cort,
    CASE MUJAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
    VADO.
    0 Pavo 'ende expeliente fazenda de pura
    la com as cures escoras muito proprias
    para calcas, palitots, colletes e roupa para
    meninos pie frequ.^nlam a escolla por ser
    ama fazenda leve, escura e de mnila dnra-
    Co. c pechincha a 800 rs. o covaao ou a
    28imi o corte de calca para homem.
    FINAS BARC1ES A GiO RS O OVADO.
    O Pav5o tem as mais lindas bareges de
    la sendo amas transptrentes, rom urna
    s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
    roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
    da-se por 640 rs. o covado, por se ter l"ei-
    to ama grande compra, assim como ditas
    mais estreitas de urna s cor com listras
    iinitaco de seda a 560 rs. o cvado, e pe-
    chincha.
    ALGODOSINHO A 80900 COM 24 JARDAS
    O PavS) veude pecas di superior algo-
    daosinho largo proprio para todas as dbras
    por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
    co de 8#0o0, pechinctra.
    PECAS DE MADAPOLO A 35500.
    O Pato vende pessas de muito bom
    madapolio, tendo 12 jardas cada urna, pelo
    barato preco de 31500.
    PECHINCHA EM ALGODAO A 4#000 RS.
    O Pav3o est vendando pecas de aljodo-
    sinho francos, sendo 4 palmos de largara e
    CROCHS PARA CADEIRA5 E SOFA'S. i CRETOXES COM 10 PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10#000.
    O Pavo tem am grande sortkne'jto dos| 2*000 RS.
    mais bonitos crochs para cadeiras, so fas i O Pavo tem urna mva remessa aamai- ,
    mesas, a.mofadas etc., proprio, para co- to acreditada cretoae. propria para lences n?d^n1?nSeTnS
    brir presntese vende-se mais barato do tendo 10 palmos d largura, dando na lar- S^A^L !S."?.";f
    que em ontra qaa'quer parte.- gura o comprimeuto do lencol e vende-se
    Alg"l* enestasl. pelo barato preco de 2$000 o metro, sendo
    Vende-se orna grande porcao de algodo preciso apenas para um lencol um metro e
    smho americano cim 8 pa'mos de laignra, juma quarta oa metro e meio.
    trSoPaue'setnde t^Tmtamg0sdenaples pretos de ugoo at 7ooo
    trancado, que se \ende por pieco muio em j Na |eja do pavgo eHCOnlra 0 respeitavel
    CRETNES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 610..' Pub,IC0 um ?rf,1e SOrtimentO de grosde
    E800 US, i naples pretos de todas as larguras e qua-
    Para o Pavo chegaram es mais bonitos \ lidades, tendo de 1-5 >00 o covado at 75000
    qne em fazenda de linho nao ha nada melhor [ com 11 metros cada peca, palo barato pre
    nem mais nroprio para lences e toalhas. de 4^1000 rs..
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
    do 85. 10,f, I** e 16^000.
    Chegou para a loja do Pavo ara grande
    i ilimeot 'los bonitos e ricos cortinados
    bordados, proprio para camas e janellas,
    qu no de SfiOW o par. ate ornis
    i ico (ios vem ao mercado, e vende-se mais
    barato que em outra qnalquer parte.
    CERA DU C4RNAURA. OR
    Vende-se superiw cera de carnaaba em
    sacca i, mais barate do qae em outra qnal-
    quer parto, -a roa da Imperatriz a, 0,
    loja do PavTro.
    crotones oscuros matizados, proprios para
    vestidos, roupo, chanabres etc. que se
    vendem 800 rs. o covado. assim como o
    mesma fazenda cem padroes claros proprios
    para vestidos e roupas de meninos a 640
    rs. o covado, sendo ns padres mais mo-
    dernos que tem vinlo ao mercado.
    OS SETINS DO PAVO
    Veade-se es mais bonitos setin de cores
    e mais encorpados, proprios para vestidos
    leudo de diversas cores.
    LAS ESCOSSEZ.AS .
    LASESCOSSEZAS
    LAS ESCOSSEZAS
    A 560 rs. o covado.
    Chegou pa'a a loja do Pavo, o mais
    elegante sortimento das mais lindas lazi-
    nhas escossezas com dos d( seda, as quaes
    fazem o mais delicado eifeilo, para vestidos
    de duas saias, e vendeai-se pelo baratissi-
    rao preco de 560 rs. o covado.
    SEDAS DE LISTA
    SEDAS D" LISTA
    SEDAS DELSTA
    a 25000 o cavado.
    Chegou para a I ja do Pavo um grande
    e bonito sortimento das ovis indas sedas
    de listas eoai as mais delicadas odres, tendo
    entre ellas algnmas que servem para' Into, e
    vendera-se pelo barato preco de 5000 o
    covado, pechincba.
    CAMBRAIAS BRANCAS A 4SD80, A PECA.
    S o Pavo vende pecas de cambraia
    branca transparente, tendo mis de vara de
    largura, com 10 jardas cada peca, fazeoda FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
    ue sempre se vendeu a75 JgJJ0. qm-i Encontra o naspokavel publico neste es-
    se pelo barato preco de 4#w0. i tabelecimen'o om grande sortimento de fa-
    Ao de* smtlvado. zendas pretas, comu seyu* c-s*^s rraur.e-
    De laasnhas a 400 rs. | zas einglezas. chitas pre'-as de todas as
    compra de cha-
    com as
    os
    melhores que tem vindo ao mercado, e li-
    quidam-se cada um pdo preco de 10$000.
    ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
    OS PRESOS.
    N'este grande estabelicimento encontrar
    o respeilavel poblico nm groada sortimento
    de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
    panno preto e cazemira, calcas e colotes de
    brim branco e de cores, que ludo se vende
    mais barato do que em outra qnalquer parte ;
    assim soioo usa grande sortimr-nto de ca-
    rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
    de linbo como de algodo e abundante sor-
    timento de meias cruas.
    VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
    e 85000, que se vende por preco muito
    em conta.
    PARA RAPT1SAD0S
    Na loja do Pavo venoe-se bonitos en-
    cbovaes para baptisados.
    Cortes de ehitas.
    com 10 covados a 35000.
    Vende-se cortes de chitas finas tendo. O Pavo vende urna gr.inde porcao de
    escoras e alegres com cores fixas, sendo cortes de vestidos indianos, tendo duas
    fazenda de moito mais dinheiro, pelo bara- saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
    to preco de 330-0, tendo !0 covados cada tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
    ara, pechincha, para acabar com o resto, a 5J00O, tendo cada um seu competente
    CASSA6 FRANCFZAS. jigurino.
    Chegaram para a loja do Pavo as mais CASEMIRAS MESCLADAS A 3 O COVADO
    lindas cassas francezas com delicados pa-
    dres, tendo para todos os precos e qnali- O Pavo tem para vender bonitas case-
    dades, dndose todas amostras, assim como miras mescladas e bastante encorpada para
    um Bonito sortimento das mais lindas chi- roupa de horneas e menino pelo bara'.o
    las francezas escuras e alegres, que se ven- preco de 3tt00 cada covaqp ou 5-5000 o
    dem moito em conta, e tambera, se do corte de calrja para lomera,
    a rastras.
    Corles de caseraira a 4iSO0O, cada am.
    Vende-se bonitos corte* de casemiras
    claras e escuras pelo barato preco de 4$,
    on a -'-SlOv e covado, tendo duas larguras.
    Roupa por medida.
    PECIinCHA
    Na loja do Pavo manda-se tzer qualqoer
    peca de obra a vontade do fregaez, para o
    : que tem am perito alfaiate, responsabeisan-
    . do-se os dno8 do estabelicimento por qual-
    EM CAMISAS DO PAVO A 4,5300 RS,' qaer falta que ptrssa haver, qaer per de-
    Vende-se om bonito so.timento de moito mora, quer por qualquer deCeito na obra;
    fioas modernas camisas mglezas com pei e para isto encontra o respeitavel publico
    to e coharinbos d* linbo e puBbos, pete am grande sortimento de todas as fazendas
    barattssimo preco de'AOO rs. cada ama qae desejar.
    e aos fregaezes qoe eomprtirem dozias se' RRAMANTE A 1800.
    he /ar um abalimento, garantindo-se que c^^:
    faztmda que vala muito mais dinheiro, Vende-se supefldH rtWWle com 10 pal-
    OPavJo vende pelo barato preco (le 4001 (fiiatirlads. fazendas d'n 13i de todas qne Wo.'i'dse por ste ;>reco ior se ter feito mos de largura, proprio para lences, dan-
    rs. o covado, ama grande poroso de laVi-!tem vind... propaiai^ara luto, s*?ndn I5ai- una anude compra: assm como se venda do a largura d'ests o6a fazenda o compri-
    ohas com'T'rstras miudiabas loado ns auisjnhas lpicas fttvralasw fc\as >'^.. -., bjun um benito soni|iienisdo;d|a8 tambem rom meato do lencol, sendo preciso para cada
    lindas cores e lustros i imftaclo de peuoe-| basina*. mriu* ote. qun tudo. se vude i pi'to de Th> bordadas e pitas de algodlo '.um apenas 1 o 1/2 metros, oa le t/i pt*
    boa de seda, peenmeba, l por preco harato. I para todos s precos, Icbincha pelo preco.
    A loja de Pavo est, oonstentemeileaisrta, das 6 horai da manhfla 4a 9 da noute
    ALPACAS LAVRADAS A 640. 800 E
    1,000 RES.
    Chegou para este grande eslabelicimetuo
    o mais bonito sortimento das mais r.".oder-
    nas alpacas lavradas de todas as cores, que
    se vendem a {&, 800 e 640 reis o covado,
    assim como um grande sortimento de alpa-
    cas lizas d? todas as cores
    Basquinas.
    Cuegarao as mais modernas basquina
    oa jaquetinhes de seda preta, ricamente
    enfeitadas a vidrilbo, tranca e setim preto
    tendo de todos ot modellos, os mais novos
    que tem chegado e vendem-se por precos
    muito razoaveis.
    POUPELTNAS DE SEDA
    POPKLINASDESEDA
    POUPELINAS DE fiEA
    a 2^000 o covado.
    0 Pavo acaba de receber o mais ele-
    gante sortimento das mais lindas veidadei-
    ras poupelinas de linho e seda com os pa-
    dres mais delicados que tem vindo ao mer-
    cado, tendo entre ellas cores proprias para
    alliviar luto, e vende-se palo barato preco
    de 20000 cada covado, pechincba.
    Cambraias branca
    Vende-se um grande sortimento das me-
    lhores cambraias tanto victorias como trans-
    parentes tendo de 3/1500 peca at a mais
    flea qoe vem ao mercado.
    ESPAHTILHOS A 5*000.
    Vende-se um bonito sortimeata dos ala-
    mores e mais modernos espartimos tendo
    do barato preco de 500O at 8000.
    CHITAS FINAS DE 320 A 500 US.
    Vende-se o mais elegante sortimento da
    ms modernas e bonitas chitas tanto mia-
    da i como gradas, com cores claras o ca-
    caras, daado-se de odas amostras.
    FUST8S BRaWCOS A W, 800 E HM0.
    Vende-so moito bonitos fustoes brancos
    muilo flexivel proprjes para vestidos de
    setmonu e roopa para-a>euao& a vendaval
    a 40 800 o l#20t> r* a coaado.
    caaaaa s>4* ta.
    ^ftvloesaitaadandobeaitas cassas da.
    cara fttas i4* M J*rt e w^dx
    am&


    /
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    0T8I ai> 1 thiw&H -1 onadmaqA'slt oiaO
    Diario k PwQHiitm $egt*4Y &ira t> de Maie de 1870.
    fOttl
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    MI
    a-u* ia ffinMEnitrnii *K
    Esquina da ra ita Aurora, N'fcste novo e sumptuoso laiatoleHjtttnm c farendlrs efdtbtftrairo as1, Exras.
    natas iodo iuaatw^MibimdeMjar.ianioietn artigos oiis rigoroso 'luso, como em toda
    s mais qaalidadcs do fazendas.
    Alera tase aebareoi prvidos do me d<-, m^,or soencontr'nostv. Hi-rcalo,
    igr-tedoso {Ki^ueted da Europa,.recfloem directamente o oufa r-m arlaos de "i.'-"
    * **s 'Parado g*.)Sto. encentra eoi Maris, o ^de vem.cada'dia augmentar p.
    -iWesle que diipSe esie.estaaeieciiBenurpara bem servir stunwmeTosa frefiotai.
    JMgoaso largo' para lences e loalbas de Gase comlistras.de.sida e floras, /aaeu-
    lodarw_qoalidadcsquecostuma viraomer- da iotoiranealoaova pana vesiidoedebaile.
    ^~" Gravaias p-ra saniwas e aoini-os, o mais
    Alpacas 4a tatji o padioes e quaiida- *^uejo humete' qao.se pode desejar.
    wsto variadas qw-setSo-podemdescrever. Guipure p; et e branco, diversasiargu-
    Albons com msicas para col|ocar rtiratos, ras e diftterues gostos.
    delicado presente para qMqutr pcssoa de Gallas,e [*hos bordados para sermoras.
    ""i?- i Guardanapus de iudio perneaos egrao-
    Atoathado dTmh e ateodSo, branco e dos.
    "lar&res propries para toa&a,s. Gorgoraode seda preto ede coro.
    _,, 533 Grosdwnapl.es ireio ede cores, baven-
    Bas minas de seda pretas e muito moder- fa diversas qualidades e gustos.
    aas, bem como de erocbt, tudo de aparado ^jf
    tasto e feitio. Japoneses para saub .ras,dwloor gos--
    Balees de muselina, madUpoSo, brancos to, efazenda propria para as feslas nosar-
    '. Bareges de cres variado sortimento. j-as,
    Bbadinhos ou tiras borda das em todas as Liazinhas de todas as qua;idades, cores
    largaras, e gustos, rp litando nada a desejar, tal
    BlbiHina de todas as crea. o sortimento oub e.\i.-te para escolber.
    Bolsas de tept-le para viagem, grande Lencos, tuuo qaauto pede, haver desde
    ariadade de tamanbos ft gostos. esguiao ao lgudo cummum.
    Bombazina preta de todas as qtiabdades. JLeques de madreperla e osso, o mais va-
    Bramante de linho de 11 palmos de lar- riado. sorlimento.
    fnr, e todas as nais qualidades. Ligas de seda, bordadas, para seahara.
    Bwlanhas de linho e algodSo, grande sor-' Lavas de Jouvin, ebegaaas por lodosos va-
    Diento, pores, sempre aovo sorlimento, quer em
    Brins de linbo branco e de cores, do mais pellica para horneas e senbras, quer em,fiu
    emsjodo ao mais caro em quadade, affian- d'Ivscoua, braacas e de cores.
    fdo o que ha de melhor na especie. aja
    Bros d'algodao completo sorlimento e Madapolao; iadescriptivel o grande sor-
    -ariedade le prejos. tiraento que ha neste genero, desde o mais
    CB elevado prego ao menor, que se vende em
    Cassas de cores, o maior serUmento, pri- peca e i retalho por menos do que em ou-
    ando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
    w qaalidades. Manas de blonde para noi\as: o apurado
    Cafilbraias brancas, tapadas, e trawparea- gosto dos nossos corrrspoodentes em.Paris
    -.es de todas as qualidades e preoos. babilita-nos a dizer que temos em nosso
    Camisinhas de cambraia de linbo e cas.sa estabelecraento o que de mediar ^e dse-
    bordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar ama noiva.
    Camisas para hrreos e meninos, tSo va- Mantas pretas de blond.
    iado sortimento que vai do mais ordinario Mantaf P"""3 c-"" ras, com lindas pintaras,
    tadapolao ao mais perfeito bordado de li-
    i

    ^0 CllMAfi6
    Camisas de meia, de flanella,
    de cores para homem.
    Casemiras pretas e de cores, o melhor
    , sendo d'i
    consommo deltas na
    Merias pretos, trabados e lisos.
    Mussena branca e de cores,-lindos e va-
    brancas e' r'ados padi oes.
    ! Pannos pretos e de cores, desde o mat
    cae se pode Imaginar, sendo d'isso a me- baralao mais superior, por preco muito
    aor prova o grande consommo deltas na camodo.
    >!ficina da casa. Pannos de crochet, para cadeiras e sofas.
    CapeHas de flores, para noivas e bailes,' Ditas de casemira muito finos para
    esde a mais candida flor de larangeira at ^CS3-
    i mais inipressante griaarda. Peitos bordados de linbo, Hsos e de al-
    Chapelinbas no melhor gosto.de todas-as. godo para camisa.
    ores boje preferidas pelas senhoras de, Pnncetas pretas c ^e cores,
    cais apurado rigor na moda. Popelina do seda e linho, com listras e
    Chapeos pretos de velludo, para senhoras,. flores; faeoda lktdjssima.
    dtimo gosto da Paris. Pelheriaas para seBhoras, do ultimo
    Chapeos de sol, para senhoras e homeus, gost<.
    de todos os pre;os e variados gostos. Perfumaras -T os mais finos extractos o
    Chaly com rios padrees para vestidos, que d melwr e mais agradavel se pode
    Chales de todas as qaalidades, avaltado encontrar oeste genero, e de mais fragante
    amero e nao menos var'redade de gostos, e suave no olphato, tem o PAV1LH0 DA
    Chitas, impossivel descreverosortimen- AURORA, desde a verdadeira.agua Flori-
    .0 e variedade de padrees e novos gostos, da at o mais fino Bouquet d'Amour, Anal-
    ta neste artigo tudo quanto se pode desejar. mente tudoquanto deve oceupar o touca-
    Cintos para senhoras o que se pedeima-.dor de urna seahora de gosto.
    paar do mefbor. =3 #
    Coques, o melhor no gosto e nos enei-'. Saias bordadas, brancas, lisas e jss, varios (amanaos. 'oom folhos e sera elles, o melhor. possivel,
    Colchas do seda com borlas, o mais apu-, Sahidas de baile, de todas a9 cores.
    radoi g-sto e lavor. i Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.,
    Ditas de ftitab branco e de ores por de listras de todas as cores e qualidades e
    grecos commodos. o mais barato possivel.
    Corpinhos de cambraia, ricamente borda- Sargelim de todas as cores e qualidades.
    M para senhoras. 'S*
    Cortinados de cambraia bordados e dej Tapetes grandes, Modas pinturas para 8
    i.o que de melhor se pode desejar. cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
    Colarinhos de linho bordados e lisos, o tnanhos desejaveis, c em pe?a para co-
    aaaior sorlimento. j vados.
    -.-,. ,_ P% Toalhas de labyrintho, do maior 6 mais
    Damasco de laa de 9 palmos de largura ;fino lrabaIho gomis barato,
    .adas cores e neos padrees. Toalhas de iinho e ^god-&0 de todos os-
    ^^ tamanhos, lias e felpadas.
    Espartilhos brancos e de corea, para se- j Tarlatoa branca com palmas e de cores,
    toras e memas, o melhor oeste gejjero;, fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
    oenbama Sra. deixar por certo de manir pria para baile,
    e de to preci )so auxiliar pedeico de i -^
    am corpo delicado. Vistuarios bordados de fusto brancos e
    Entre-aems bordados. decores para meninos, de cambraia para
    Escomilha pr-'ta. bapti.'-ado?, o que de melhor tem viudo a
    Eoeit fufo, recebida no ultimo paqnete. j Vestidos de lia escocesa de saias,
    Esgmao de linho, completo sortimento de novidade palo padrao, gosto e forma; ditos
    todos os nmeros. j de inn0 com barras de cores, o de cam-
    ^^ braia de cores com 2 saias, tudo mteira
    Fitas lamas escocesas para ciutos, vario- novidade, trazem os modellos juntos para
    Cade de gosto?. e lindos padroes, mostrar a forma de os fazer.
    Fi;hbs de crodit, modernos com cintos Veos de blond para noivas e pretos para
    e capas, o que ha de melhor. luto.
    Fil de seda, linho e algodSo, 4e todos Vestidqs do blond para noivas.: potamos
    -as gostos e padrees. asseverar as nossas Esmas. Ireguezas, que
    Fosto de tedas as cores e qaalidades somos os nicos em Pernambuco que pode-
    frande sortimento. mos offerecer ao illustrado publico, o mais
    Flanella branca e de cores. apuradogosto em semelhante materia, gr-
    Floree, o que ha de mais rice, qaer cas ao bom gosto do dqsso foraecedor em
    fritas, quer em ramos, tem o PAWLHaO Paris, podemos garantir que ningaem neste
    DA APiORA am permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
    afsposicao das Exmas. (amibas. tonta.
    E' dispondo id lio grande e variado bortimento quoos proprietarios doPA-
    OLA.0 BA AROIU se apresentam ao publico declarando desde ja que a smcevida-
    bom gostoo aaovel nico de seas negocios.
    HmHm do odo o promfptos sempre a prover-se do que por ventara lbe
    a aecessario, os proawietartos deste sumptuoso estabelcimento recommendam-se
    aem roceio de sorem contrdictos e protesum esforoar-se por contiBoar a merecer
    3Toie5o que se es em diapewado ; certos do que do sen estabelcimento n3e saMra
    a regoez deseftotBate. <
    Cootiima sempre a offiema de aliante dirigida por am dos mafsiabeis rtis-
    as, prompto oxecntar com promptidio e bom gosto qualquer trabalbo oe Iho s^a
    -joafiadi). Urna modista especialmente occopada nos trabalhos do PAVILHAO DA AU-
    aOBA, difigo os <|ue tbe sao couoernentes, garante persea apurado gosto eprcmpfidao
    ii execuco e a mais completa perreioo nos seus trabalhos.
    % numerosa fregnesa qoe os honra uma prova de qoe 'merecemos ocon-
    .tiBoajae se dhipensa ao nosso osabelecimento, conceito ao yrocararemos firmar ada
    et mais. Para /acuitar anida a cooceeocD do Sm quinos proporaos, temos ao nosso
    stabelecimento os ulUmos flgurinos de Paris, que recebemos por todos os paqoetes, os
    fuaes enviaren os para serem vislaaas familias nossas fregoezas, aflm de escolherem,
    no padreo da fswnda e gasto no torma.,
    Na officiBa de al/aiate, junto ao estabelcimento, ha igualmente os garmos
    rhomeno-f fr todo* as vapores se recebem.
    ' MtD.-nmdo porque nos aprseentamos podiado a protcoodo lnstrado
    o Oom o mam profaodo respeito eos^idamna ir atseUentissimaS Sra*. a visi-
    o uosso estaaeecimaato, cartas dabcoatrarem neMe palo menar pfero possfve-
    todo que podeui desejar. ?. ^t;'j
    Jwdaaomoa caiaairos lavar as fazendas e amostras onde forem pedMai, avisto
    ai-Hiinaoa flspiclicar tado iqaanto tomos,
    Jjqiaio, bWa das 6 s 9 horas da noite.

    Qaando a AQUIABRRNaA, msis precisa seienttficar ao rft8peha\el publico m
    Tral, e em particular a sua'bea freguefcja, da tm'mensitiide de objettos qoe oltimanfen-
    te tem recebido,' justameritf!*it>andd"*fa menos o potle fazer e porqoeessa falta invo-
    luntaria ;eHa confia e espera na benevolencia de todos "que ttr'a attender5o e relevarao,
    continuando portanto a dirigirem-se a bem feoatrecida'Ir ja da AGL BRANCA ra do
    Qaehnao h. 8, odie sempre achatiao ^boadaftefa- <;n sortiraehto de snperioridade em
    qualidades, modicidade em precos e o'astanuraaa^s'nieottdo AGRADO ESfNCERIDADE
    Do qoe cima tica dito s cVtthece qoexrteutpo de qw a'AGUJA BRANC V pode
    dispr, empregado apezardeseus castos no d-smpenho de bem servir a aquelles que a
    honrara procurando prover*sp em ditloja-do-que necessitam, entretanto sem enname-
    rar os dbjectos que por soa natureza s3o u&ais condecidos ali, ella resumidamente indi-
    car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
    b. m seja
    Corpinhos de cambraia, primorosamente
    enfeitados cora fitas de setim e obras essas
    coja novidade de molde e perfco d ador-
    nos es tornara apreciados.
    Fitas mni largas de diversas cores qua-
    lidades para cintos.
    Loques uesse objecto muito se poderia
    dizer qaerendo descreve-tos minuciosamente
    por suas qualidades, coree e desenos, tal
    o grande t variado sortimento que acaba
    de chegar, mas para nao massar o pretn-
    deme se Ihe apresentar o qoe poder da
    melhor.
    Entremeios em pecas de 12 tiras.
    Guipare branco e preto'de diversas qua- lidades e desenbos.
    Ditos'de algodo com flores e lisos.
    Veos de seda para cbapeliaas e mooa-
    ria.
    Metas de seda para noivas.
    Ditas abertas de fio de Escussia.
    Costumes oa uniformes para meninos. '
    Eniovaes completos para baptisados.
    Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
    e meis para ditos.
    Camisinhas bordadas para ditos.
    Capellas brancas para meninas.
    Grandes sortimento de flores finas.
    Fil do seda, preto.
    PERFUMARA
    Gtande e constante sortimento de dita,
    sempre melhor quajidade.
    Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
    Caixinhas com ditos aromticos.
    Bonitos e modernos pentes dourados
    para circular o coque.
    Bonitos brincos de plaquee.
    Aderecos e brincos do madreperolr.
    Caivetes finos para abrir latas.
    Thesouras para frisar bbadinhos.
    Aspas para balSo. *
    Novss stereoscopos com 48 vistas, as
    quaes slo movidas por um macbinismo
    urnas sobslUuem as ootras.
    Vistas'para steeoscopos.
    B3ntas caixinhas dovidro enfeitados com
    pedras.
    Ditas de madeira envernisada com vispo-
    ras e com dminos.
    Bol'de borracha para brinquedo de
    .criancas.
    diversos objectos de porcelana, proprios
    para eneites de mesa e de lapinhas.
    Roa rio Crespo n. ?
    O propnctarios de^te bem ixmhecidu estatwje-
    omeote, alin dos muitos obleetos'que ticham ex-
    p8tos a apreciadlo do respuitavel publir.0, man-
    uaram vir e acabaiu de receber pelo aliiino vapor
    da Europa am completo e vanado sortimento de
    finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
    li resoividos a vender, como de seu cosiume,
    por precos inuiio baratinhos e commodoe para to-
    do*, cor -tanto que o Gallo....
    Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
    cas e de mu liucias cores.
    Mat boas- e bonitas golliuhas e punhos para se-
    nhora, nesto gcmtro o que ha de mais moderno.
    Superiores pontea de tartaruga para coquea.
    Lindos e riqusimos eneites para caberas da-
    Exmas. senhoras.
    Superiores trancas pretas e de cores coai vidri-
    thos -e sem fes; esta fazeuda o que pode haver
    de melhor e meis bonito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola.
    ruarfim, samlalo e osso, sendo aquelles brancot-
    com lindos desenhos, e estes pretas.
    Muio superiores meias rio de Eseossia. para se-
    nhoras, as quaes sempre se vendoram por 30iKm
    a duzia, entretanto que nos as vendernos por i,
    aim destas, temos tambem grande sortimento de
    outras qualidades, entre as quaes algumas muito
    finas.
    Boas bengalas de superior caima da India e
    casto de uiarfim cora lindas e encantadoras figu-
    ras do raesrao, ncNte genero o que de melhor s >
    pode desejar ; alMii destas temos tambem grand'
    ouantidade de outras qaalidades, como sejam, ma-
    deira,- baieia, osso, borracha, etc. etc. etc.
    Fiaos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
    do outras qualidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as muas.
    Boee meifls de seda para sen hora e para meni-
    nas de t a li annos de idade.
    Navaihastabo de marfim e tartaruga para fa;:ei
    barba; sao uiuto boas.e de mais a mais sao ga-
    rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ver tam
    bem asseguraiiK* sua quadade e delicadeza.
    Liadas e bollas -apollas, para noiva.
    Superiores aguluas para machina e para crox
    Linha rauito boa de peso, frouxa, para enchei
    laivrintho.
    Bons bxnlbor de cartas para voltarete, asim
    conio os tantos para o mesmo lim.
    Grande e variado sortimento das m;lhores per-
    famarias e dos methores e mais conhecidos per
    fumistas.
    COLARES DE ROER.
    Elctricos magnticos contra, as conTulsoes, e
    fa/-ilita?j a dontkao das innocentes criancas. So-
    mos desde muito recebedores destes prodigiosor
    collares, e contmaraos a recebe-los por toaos o*
    vapores, afim de qne nanea faltem no mercado,
    tomo ja tem acontecido, assim pois podorao aquel
    les que deltes precisarem, vir ao deposito do gall>
    vigilante, aone sempre encontraro destes verda-
    deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
    para que ;.5o applicados, se vendero com um mu
    diminuto lacro.
    Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamo?
    declarados, aos nossos fregnezes e amigos a viren
    comprar p*r precos muito razoaveis toja do galli
    vigilante, roa do Crespo n. 7
    N0S GRANDES
    DE SKCCOS
    nai iiAnos
    N. 23Largo do Ter?o.N. 23.
    DE
    SIMIO DOS SANTOS i C.
    10 -Patto Ja Petha 1>0
    DE .
    S A R T fv S & FERR IRA.
    Gs pwprietarios destes bem*sortdo'8rmazeBs partrctpam aosseiis innomeros.
    t'regoezes tanto desta pra;a como do matto qoe4endo eito grande diminui^ao depre-
    oos as suas mercadorias est3o por isso resolvid>s a vende- por menos de -10 e 20 %,
    do srae eo. oaira qualquer parle, garaBtrndose portanto a s p^rier qaa idade de -qtial-
    qo3r genero comprado ueste' 4ea$ estabelecNneatos. Meneionamos algeos dos nossos
    gneros e a vista destes sao comprehendidos os oatros, porque eofadonho seria men-
    oioa-los.
    Se alguem duvidar venha ver.
    Vinagre branco mandado vir por eonta Gaz amane, no marca Deves a 8)J800 a
    propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e oon A ...
    48j 0 jtK) 5 bta, 380 rs. a garrafa e 560 o 1 tro.
    dem tinto Figqeira, Lisboa e Porto a^zeSe doce de Us]?0* a ^ e tWl
    320,280, 2*0 e 200 rs. a garrafa e 480 300 *" em Pr^>ZrS& 8n,nde abalimen-
    rs. o litro. |t0-
    Viobo Figoeira, Lisboa, Porto e Estretto K Caf,e,m csro a ^f^fj 2"0,' H
    a 560. oOO 480 e 400 a garrafa litro a 840 ^,2E5"!lJff J? 6 6
    760, 720 e 600. 7(G0O, 7^o('0 ed800 arroba.
    Violto branco puro de Lisboa a 610 S60 m^ lP'sta 200 rs- libra e 44 ki
    a garrafa, em p'nrcao ha abatimento. logramma e 5*800 a arroba, em porco ha
    Viho do Porto, engarrafado das taelho- abatimento.
    taaaoaiaacratidasniaieaaalioeoe-lftaoo fi SX^ '^ ^"
    *50 a U a garrafa. [ 3**00 U(la uia-
    dem Bordea*, Medoc e St. 'Jfilien a Aletria macarr3o,talharim a 00 re. a
    libra e M00 o kilcgrammo em caixao ha
    abtimento.
    Sabo massa de 1* e 2* qoalidade a 220
    e 240 r. a libra em caixa ha abatimento
    Tnuciiiho de Lisboa muito alto a 400 rs.
    e St. Jfiflieo a
    7*5500 e 63500, a dozia e 40 rs. a garafa.
    Genebra de Holl nda e laranja doce aro-
    mtica a 6/HOO; U, I lW0, a frasqneira.
    Serveja Bass, Hiere d BeH a 9^800 du-
    zia em porco ha grande abatimento.
    dem marca H e T e nutras marcas a I a libra 0 880 o ki ogrammo, em arroba ha
    o500 e 6$, a duzia e 300 xs. a garrafa. grande differenca.
    Assim como tra oatros muitos gneros, vinho em accoretas, azeitonas,
    passa6 e figos, charutos Gaos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
    qualidades, perola, Francy-^cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Faucy-nic-nac, pa-
    lacede Varietes, combination, Britania, doce de goiaba fina, cbooricas, manteigas finas
    franceza e ingleza, banba de Baltimor, phofiphoros de Sycuryt, Cognac, cb de diver-
    sas qualidades, Oanefla, pfmema do reino, ervadoce, pomada, eoxofre, breu, peie
    em latas de todas a qaalidades, farinha de mHio americana, grandes molhos de sebol-
    las, nestes dous armazens exista tambem grand-sorlimento de laucas propjias para ne-
    gocio, que pelos seus cnmmodns preco f^z vaotagem ans <:ornpri)dorfs.
    COGNAC.
    BRACO DE OTJRO,
    Ra do Imperador n. 26
    O r.speiU-y.1 pnbliio eocoPUa^ rjpstn
    ' t;iU|icinvLto diarmeme um ccmpleto
    f-oi tiiiinitn (1,- nastelaria, boiios iottfne
    podios, pSds-dt prgSeoto d.b uhjmos
    ch ged08 ao Diercado, slame de-' 'ioa, bc-
    liiihos bnosde tortas as qualid -k.; pire CD,
    amen ioas c nffitadas, cont t/, b.-ruboins.
    pastilha, chjColate francez em 1 Ira?, pas-
    iiltiis do msmo .-artoxos e ar^ira com
    sris rharnios te cjbo :ilute ad urna, este
    sortimento de rhsrolute do m;s acredita-
    do fabricante de Paria e 6 o melhor (jue ato
    boje tem vindo ao mn'cailo.
    Vniims portugoezes, figueira initorfope-
    nor. Os mais genuinos e superiores vincos
    i Porto, m iscatel e Setubal, o iiius'.rado
    publico cnciaitiara ntsie estabcectcnt)
    porctmmoijos pivros, faactid --si- abniiojea-
    lo a qjem oinprar cm poroto.
    Licores de t>d;:s as quarades, a< insis
    fin^s, en're. elles o afamado A;ap:ma, este
    licor e u mais s*0r*>S0 t' t>p* or, at
    boje coiiliec.iiln. Xarop s de groM Ihe, losa,
    niaii-ciij, caja etc., vii!i'-s di- ftoidtanx de
    toda* as marcas, tytoais f;-.[>eiior qoe se.
    pode ene nlrar, c<>mpag(i de Clii-vernt
    amito superior, os mais tius e gimcriores
    Cognacs fianctzis, oJt:to.m, Of ttd s as be-
    bidas -lempas, este a mais saiular pan
    qut-m soffre do estomago,
    Conserva^ de legumns, portognezas, fraii-
    cezas o inglezas. mlhos m airada etc,
    fiu laaseccas cristallsadas e em all. oa-
    cionaes e estrang< iras d>' todas as iju;-iiiia-
    des. chaubi' dos mais acreditados lab.i-
    canles da Balda e Rio de Jane ro, cigarros
    : S. Paulo e liio d Janeiro, im tos 80-
    acriorea, e finalnn Lie tul<> quanto s>< (t'se-
    jar tendente este genero de negociorom-
    promeiemo-nos as. tisfazer Inda e qual-
    quer enc< mu enla com a maioi ptnimilidSo
    e asseio : Como sejam para lasameoios,
    bap'iVados baiies etc., tambem se ,ci b m
    ene mmendas de p s de lo ou b"!l"S de
    qualqm r especie enffitad'is e decorados,
    bandejas de bolinhos com armaban de as-
    sucar, assim cumo de papel. pt-?a> moaia-
    das. gellatinas de fiuctas, au-eni.'oas, leite
    etc..
    Os dono* deste estabelennai-cto aSo se
    lem apupado a despeah para mlh r me-
    r> c-1 em a acoadjuvaco do ilustrado pu-
    bliio.
    De superior qualidade da mui accredit}
    da fabjea de Bisquit Dubouch d C, en
    cognac ama das que mais agurdente d>
    cognac, fornecem para o coosummo d'
    Reino-da Inglaterra.
    VeEde-se n casa de Th. Just. ra d
    commercio n. 32.
    Venda de lampeoes
    VENDERSE oa arrwifla-se o Bgeoo
    S. Gaspar, silo na fneguezia da Sermbiem
    comarca do Rio Formse, prostoto do Sffl^SSS^iEI ml a I^dlfronlldh-o de AdtoBo W.reira Pinto,
    massap flwda-damoeoda, mallos mangue travos rta roa do Vibrio n. 3, ampara ven
    para madeira necssaraa, bom pasto, etc.: d^r 330 a 400 lampcijes prnmptog, muio peono
    tratar na roa d'Aorora a. 26, oo na.dt ?"?Pr*;roi para garliqaido, do excellen-
    Impf rador n. 20.
    Vfos* effMm^hs prouetm a companhia das
    aguas de Vkkir.cmo yam :
    Aaua &Dr-- G-lesiioa.
    Dia dito Hant-rve.
    Dita Chatetdon- etc rtc.
    Sa?s de Virhy para nanho*.
    Pastilhas Oa-'Viohf t ero conta, em easa de Tissetrtrras, raa4o Cmb-
    mercio n. S.
    te luz I elles. antes que se aeabem, senhnree
    errprfli de'illomnaffle?,aoe ?5> baratos.
    fl
    Clonas liydfnos devotos ara o roer
    to Mara.
    -. Mara.
    m laudo ViianB eaeatieraado de coura.
    De raarroquim donrado
    1 1/WA*A FfWNCK.
    <* roesmos teem para vtorier cognac sunrlor, e
    r
    ui -
    isli
    Em ca>a deMiK L*am & C, ra da trlriL
    38, veodeta-e folaas te ferva-falvanido. ^~
    "SUS
    erna
    -VBde'ie^natahernai.0
    8l,ctHo%'-0!-'fiidos
    trra, propria para qualquer pric
    ar na mpsma.
    .........P!
    St. Esu^hslfcsa JoKm :
    ecife nwaitfro ^ ;.
    na fu la Cadera do
    0/ ,
    %# V

    ' 'f.hiua ,..eb9, *!<*# *0*. iU rs oomqaHi oa.MQiQQa.caia 41 ovatio,
    LJwmJ ., '' a qiantidade resiiveu-se a vender-flof
    erna ap pateo d.- i j, -^Rjjj
    **'*rtlft^rtilcpl.yi, tofo 1
    a-ir- -UWi.'ic!*,,*
    ^1^_

    W- V.ini. s> urna boa tahprna benn hfrtvnvya
    %STfl*JJ,em nem acha(^aes : na rua '" ,lils ^ngeirea n. a tratar na roa daS
    fireua u. i, r andar, Cucs n. 33.
    CEMENTO
    O verdadeiro portland. S se vende n
    rua da Madre de Deus n. 22, armazem
    Joo Martinsde Barros.
    J eordeiro prevdenu
    Roa o tueimado u. .
    MovO'O vahado sortimento de perfumari
    finas, e oatros objectos.
    Alm o completo sortimento de per-.
    mafias, de qoe efectivamente est pro vid;
    loja do Ocrdeiro Previdente, ella acaba ,
    reoeber mn outro sortimento que se ton
    otavel pela variedade de objectos, superior
    iade, qualidades eeommodidades de pr
    ios; es pera eontimianr. a merecer a aprecia?'*
    -lo resoeitavel publico em gera! e de st
    oa freguezia em particular, nao se ais
    lando elle de sua bem conbecida maosidi
    -barateza. Em dita loja encontraro
    apreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coudray. *
    Dita veradeira de Murray t Lamman
    Dita de Cologne ingleza, americana, fra
    ^esa, todas des memores e mais acreditad-
    fabricantes.
    Dita de or de laraageiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
    Elixir odontalgico para coaservaco <
    asseio da bocea.
    Cosmetiques de superior qualidade e che
    os agradaveis.
    Copos e latas, maiores e menores, coi
    pomada fina para cabello.
    Frascos com dita japaneza, transparen
    i ou'.ras qualidades.
    Pinos extractos inglezes, americano
    francezes em frascos simples e enfeitados.
    Eseencia imperial do fino e agradavel en.
    o de violeta.
    Outras concentradas e de cheiros igna
    nente finas e agradaveis.
    Oleo pbilocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qnaiidaO
    ix>m escoibidos cheiros, em frascos de diS
    entes tamanhos.
    Sabonetas em barras, maiores e menor
    jara mos.
    Ditos transparentes, redondos e em fig
    ras de meninos.
    Ditos muio finos em caixinha para bar)
    Caixinhas com bonitos sabonetas imitant
    'roctas.
    Ditas de madeira mvernisada contando t
    aas perramarias, mtto proprias para pr
    entes.
    Ditas de papel ao igualmente bonitas, tu
    iem de perfumaras finas.
    Bonitos vaeos de metal coloridos, t
    moldes novos e elegantes, com p de arr'
    a noneca.
    Opiata ingleza e franceza para dentea.
    Pos de camphora e outras differeat
    madades tambem para dentes.
    Tnico oriental de Kemp.
    Aluda aua c^aea.
    Um outro sortimento de coques de tu
    vos e bonitos moldes com fflets de vidriuY
    a algtms d'ees ornados de flores e fita
    stao todos expostos apreciaco de qua
    ib pretenda comprar.
    WLLlfniAS I^*B0bAl)0.
    Oblas de muito gosto e perfcClo.
    Fl ve I laa e fitas para tlt, ,
    Bello a vanado sortimento de ttea obja<
    toa, ficando a boa escoma ao gosto do coa
    fta ma da Imperatriz n. 30, paila" frnge-
    la, vende-se urna tfiide.leira e uini ma-swra, (iro-
    iria oara um principiante ; assim cuno urna por-
    irla de ferro vi-lho.
    \b da VfcaHia %>
    reir da Costa & Pilbo, dafrente do arco da Coa-
    ^io, sm barricas fraudes.
    ESCRAVOS FUSICOS.
    Fuirin do enjrenhn Macaoa'wiw'nbn n> dia
    ?8 <1p abril de lf*70 o Mfravii FVlipra rm i< re 22 annns notno niai? .u IWBiw r< m i vi es
    ppuiutes : pn to. altura regular, sados, denles limal>s. ps fame*. ebria n fr-
    p>, levnu vestido alca do brim de qu<1fw. ra-
    misa de r ad^pi-la. raspeo do Ch !i-. e un a p>s-
    uilla de espoleta ; qnem o pesar ni dra Niinaar
    no dito entienh'i quesera recompcn> ide^OBM rua
    do Livramentn n 20.
    Fupi un dia !t le mar,*o V. fdirenle ?nnu
    o eseravo Francisrd. rahra, e W?de 30 anrms
    rom pManafS egninlfs : rabel! rararinlhie,
    rosto desenmallo e nm marras itr Densa?, ititi-
    ftila pe ser livre, lev u -algas Imi.i-as. palilol de
    al|iara de cor e rbapo do Chile, p ml> ral .<1a
    Parahyba. e fui comprad ao Sr Delmirn AKeA
    Maia, morador na Parahyba e jnlf.i se ter ido
    para o mesmo lugar ; desde j pjkriJ se ro ira
    a pessoa que o tivi-r ocultado. R<>sa-se ao- c;.|ii-
    'aes do campo, assim como as auli ridade- poli-
    ciaes que r. Irag. m rua Direita n. IC. que s-rao
    geoprosamenlp grat (ic-ilos.
    Coiiiiinia a estar rugido o ataque Gregiirk),
    de 17 mnos de idade. crii.ulo, con, falta I- d- n-
    tes na frente, lesla redonda, ollms vivos, c rn orna
    marca de qoeimi-dnra na barriga.* wiipi n. xa
    o urna estrepada j antlga ; ?o casimbo : qui-in o ripgar poda levar ; > engenh"
    California em Serinhaem. a sen senhi.r J. a Flo-
    rentino 0. de Albuquprqup, ou a rua da Piaia n
    ^3t. que ser bem r- compensado.
    Fngio do rogenm limbd n* c marra da
    vil'a do Cabo n i dia Si de abril 0 eci :*< ermnln.
    acanralhado. de m me Pedro, de idade de (8 a to
    annns, ponen mais ou nienos, con> -s sigoaes se-
    guintPf : altura regular, bem l'eilo .le r< n.o, io>to
    nm tanto comprlo, irilMM1 grandes, Miir auii rieci-
    do, foi agarrado no dia 25 d cnrrenlr i-a esiiada
    de Santo Anfao, tendo-se evadilo das mam dos
    portadores, julga-se hup seguio novam.-nte nies-
    ma estiada, indo em seguimenio paia S Bento no
    lugar denominado Pao d'Alho, aonde wn< n.ai. ir-
    inaos e al amigos s-nhor^ : ptdft-sr a< au- nda-
    de> pol^a s e capitaes de campo < captura o
    mesmo eseraw e enlrega-ln no nu sn. ei-eenhn a
    sen senhor, Doming. 3 Mnniz Pereu.. M- nii'-, nn
    noKecie na rua da Moeda B. Swgomto andar
    eseriptiirio de Manuel Alves Fern;nde> t C, que
    sern generosanente recompensad..
    IRSUU~~
    Em fuga pira i Ico. ane
    natura!.
    Aorenr>n-se desde o da 9 de abril do Nirrente
    anno, a mulata acabocnlada Urnla le Marf- p b-
    eojuais u niims 30 annos, rbeia d. ije. <-a-
    lipllns corridos, lem os denles da fr.nte p rf i.,
    falla descanc^da e o maior sigual nn.a ini|>ig< m
    em um dt br.ciisde?de o cotnvi Un ,tc a un-
    ohra'da m3n,.sn|i|ioe-se ler segui' naia b-o
    donde natural, lev^q vestido de rain lPtm
    cora listas encarnadas, acostum>da dr, .q* g
    g.aia : quem a pegar |.ve rua da M;.lr7 da
    Boa Vista n. 46, ou rua da Crm n JfS. (no -era
    gialificado.
    TffiCAT
    Pngio de rasa de sea. seabor da cinv>d- da W
    toria, n escrav.i Lui?. idade 40 annos, i-.-.hr escu-
    ro, meia oorcundn, ro^to c imprido. nb- i a> nd.,
    cabell.s enroscados, mas nao pichain jwir. bar-
    ba, bocea regfllar. beiijs nm tunto (r -s. s, c rf
    che i, pi-'lbns coan rachadaras, r i. de | ( r_
    filia manso emlawo gago,, nariz.om re-too
    lado, levoo veslido rmia roja ja usa la, -..l. a de
    brim pardo, chapeo de feltrn velh j m o fin.
    do filiad, presume se tenba vindo p,,- -ta ci-
    ilade, oiidetm nm patreiro, elle de *( partee r*
    noKe d 30 do p-osmio ga-sado mez: qnem rf(r
    gar e fpvar ao largo da alfandega. arn.;'zn. de
    Frago A Rocha, ser generosaroeme
    saw._____________________
    504 de gratificla
    tifio to dti H d* atirtl prxima p--.
    a nm ms*diS<> n Gagtaftga, e eci iHfe
    ssm nado, dame Laiz. le o fio Cn-U, *<>
    os sgnaes evoinies : alio, er pr. t:i < r,- ,.
    d rpo, ci4n alguma faJla de dmtes n i .
    tinmmgem' flgWBa W a*rpalh.
    reflox" de vMa wM Hiotndiadn, |. m de n.o |v
    do do ppfto um n-art dn canMic- ^n lev u ka
    Suc teBipopor ler atado d**)', lev.u roles
    e caae'mira de cor, camisa de Jgod.i. au'..rb.i-
    l^o e patb* VefluV, rtWe-enta ter .....
    pwavrt aB KflHM iwlfcdo 'a iwok ~
    foi comprado ao Sr. Pmtao prnrnrao
    Xse por fnnhs as,autoridades ft.Jimai-.,
    a* ripitas de campo a pif-i
    visto em Santo Amaro e em Agua F
    gar n*ua Direita n. 30, RerICe fi de <
    Ricwro in Gmm a Cmz,





    /,
    8

    IOTRATRA.
    Diario
    de Peraambuco Segunda (eir 9 de Maio de
    1870
    k.-----------------
    l'
    PAGJNAS DE l'M.I. HISTORIA YKRDADEIIU).
    I
    A mulker., ,
    Suzana era ama fiada mulher de vmte
    annos.
    Bella, sublime inesmo pela oleMigenca;
    de, urna altivez a 'miravel,' doce as vezes,
    positiva so mesmo lempo e sempre bella-
    mente audaciosa, levantava tanto sua alma
    r.as azas de urna arrogancia seductora, que
    fjzia empallidecer. ainda mesmo os que nas
    horas de reflVxao. puniam nella, o arrojo
    d'agoia que na volta de seu 'vo, lenta Ira-
    ser no bico inais brlhante raio do sol! *
    Dir-se-hia que Suzana ama va a loucura.
    C s vezes essas loacuras que ella pra-
    licava, eram tio sublimes, e s vezes essas
    oucuras eram rasgos de ama malher tio
    original, que se nao podia nanea deixar de
    contempla los, de adora-los at, sendo-se
    inda mesmo urna dessas creaturas estpi-
    damente placidas, que o bom senso do Hun-
    do chama de sensatas 1
    A cada passo ella gosava' da honras de
    orna contemplado, de urna contemplo
    que se ternaria illimitavel, s pdr ventura
    . Suzana podesse dar urna eternidade cada
    uta desses seus momentos de loucuraper-
    fumada sempre e sempre por alguma coasa
    que talvea se nao podesse defin r; masque
    agradava, que seduzia e arrebatava ainda
    mesmo a alma loma 'da vestal mais reca-
    uda !
    De um todo extremamente sympathco,
    pode fazer-me admirar a imagen de seu
    rosto, como que envolvido na lina e snbtil
    gazede urna belleza legtimamente ameri-
    cana, e eu nao pude resistir ao desejo de
    medir a particular vocagio de seo espirito,
    tela macia tscala de sua soberba forroosu-
    ra. Fui de javamente casa da familia,
    oade (7/d era hospede, e procurei sorber a
    fragrancia de suas palavras'quasi sempre
    ungidas da eloquenda que revelava aquella
    fronte sobrancera e radiante, como urna
    tasas cintas de luz, qu ao romper d'al-
    wada se estampara na limpida e azulada
    : fice do horisonle.
    Sentei me ao p della, e conversamos.
    Suzana. depois de ser um espirito supe-
    rior, tmha adquirido urna tal ou qual illus-
    Iracao.
    Mnito espirituosa, fallava com um desem-
    baraco adrairavel. Gostava de disentir so-
    bre tudo. mas com preferencia poesa.
    Qnalro versos para ella vahara bem urna
    biblhtheca de prosa. E sendo assim urna
    adini adora das musas, nao s consagrava
    urna grande p.-edilecco ellas, como tam-
    bera liaba s vtzes ama verdadeira alma de
    poetisa, eiabora quasi sempre fosse um
    vermeurna Phrin vestida de urna nuvem
    perfumosa.
    No meio dessa conversagio, ella me (lis-
    ie que j tmha lido versos meus :qne eu
    (lie mostrasse mais alguns.
    Todo o bomem que faz versos, nao ser
    desses que nunca os passa d'alma para o
    papel, nao ser o camponez que s os re-
    cita pelas so I5es. perto das flores e junto
    das fontes:;i n3o ser assimtodo o ho-
    mem que de.-Tere as sensaces melodiosas
    do sua harpa intima, gosta de que todos
    ouram os seus cantos, embora estes tenham
    harmonas semelhantes s do espinheiro
    acontado pelo vento.
    Eu, appzar de s escrever versos para
    Bim, tenbo o mee costume de muitos. Su-
    zana pedio-me versos, e euou porque
    quizesse faz-la escutar as melodas de meu
    confio de moco, ou porque devesse sa-
    v. razer aquelle pedido, to doce para mim,
    depuz em suas mos, urna serie das (lores
    da minha mocidade.
    A voz de Suzana era a estrophe mais linda
    do doce e correcto poema de sua formo-
    mra.
    OovMa fallar, ouvi-la dar nm grito de
    a.tmingo, ungido da inexplicavel fineza de
    sni arrulo, acariciado como por um echo
    de urna phrase de anjo balbuciando urna
    prece, nina oraco enternecida, oh er< o
    mesmo que escutar urna cousa nunca ouvi-
    FOLHETIM
    OS DRAMAS DA ALDEIA
    POR
    Ponson du Terrail
    (Continnago do n. 102).
    XXII
    0 Mulot aranrra i muito annunciando a
    yenda do palacio de Misseny. Nmguem
    .tuda fallara em tal. Nunca Anatole se
    hmbrra de so despojar do solar de seus
    pas, ainda que Ih'o pagassem a peso de
    ouro.
    O Mulot, porm, era como todos os ho-
    mens ricos de ba pouco, que acreditam no
    poder absoluto do dinheiro.
    Como foi, pois, que se Ihe suggeri)
    jjjella idea ?
    E o que vamos contar, retrogradando ao
    momento em que elle, escarranchado no
    moro do presbyterio, vio Pamella sentada
    junto de Anatole.
    Desde a vespera, em que observara pela
    i .nella da escola, convertida em joven for-
    mosa de vmte annos, a crianga que elle vira,
    em pequea, a saltar no pateo da Rapo-
    sera, assaltaram-lbe a cabega ideas tempes-
    tuosas.
    Baseando, pois, todos os seas planos no
    dinheiro, disse comsigo :
    Agora eston rico e se-lo-bei mais
    loando eu quizer, visto que minha irma
    b5o pode negar-me coasa alguma. A pe-
    quea pobre e acceitar o convite de
    amento, se en Ih'o fizer.
    Quando cfaegoa a casa e encontrou a Ca-
    brita, vio oe seas planos um pau:o trans-
    nados ; mas, tendo-se esta retirado, dan
    aovas largas quela idea.
    Na noute seguinte, presenciando a inli-
    mdade de Anatole com o cura e Pamella,
    vio as coasos mal dispostas e leve idea de
    dar cabo do seu rival, mas lembrou-se que
    seria asneira metter-se n'isso em plena po-
    voacio, onde de certo nao faria a coasa a
    topo.
    Saltando, pois, do moro abaiio, foi for-
    mando seus planos e voltou ao botequim,
    onde j Dio estava Juval.
    Os frequentadores que oa sua ausencia
    llie tinham mordido para lisongeiar Javal,
    acercaram-se agora i'elle, dirigindo-lhe ob-
    sequiosas palavras.
    O Malot raessamira a soa presenta de
    aapirito.
    da, neiWmesme pelas aoras. qaem s
    dado entender a lingoagem dos perfumes.
    Ella lia os roeus versos, e Os recitava
    com orna voz to doce, to macia, tio bella-
    mente apaxonada; exprima tio bem os
    sentmentos de qne el.es estavam satura-
    dos ; revestia-os de urna como quo fragran-
    cijLavelludada^qoe eu. mesmo nio doso
    explicar o otgwo de que ficava possuido,
    toda a vez bravo /ardente e acompanhado pelo es-
    plendido raio de um sorriso angelical.
    Passadas depois algumas horas: tendo
    Suzana lido e relido o que eu escrevi sem
    nunca pensar qne um dia bavia de ser pro-
    ferido com.tanta amenidade de flor que abre
    o seio para acolher as perblas do co,le-
    vantou-se e foi debrucar-se sobre urna va-
    randa que deilava para onde ouir'ora bou*
    vera am jardim. E eu, nio sei se porque
    via que aquella mulher por onde passava
    abra um caminho de flores, caminhei para
    ella, e desprend am sorriso que foi incitar
    um oulro em seas labios purpurinos.
    Ao deorucar-me tambem sobre a varan-
    da, olbei para ella e vi-a como se esforzan-
    do para cahir: admirei-me de v-la assim,
    e perguntei-lhe :
    Est com vontade de atirar-se d'aqui
    em baixo 4...
    r Naoresponden sorrindo.-- Mas se eu
    fosse a cahir, me aparava ?..:
    S se nao podesse respond tambem
    sorrindo e corando ao mesmo lempo.
    Est mentindo !... -retorquio gra-
    ciosamente.Aparava antes, se -eu fosse
    aquella mulher linda, que Ihe iaspirou todos
    aojiielles versos.
    Aquelles versos, minha seohora, nao
    nasceram pelo poder da inspiragao,aialhei
    rae importando mais em dizer-lhe estas pa-
    lavras.Aquelles versos foram escrplos
    como muita gente os escreve por ahi: sao
    urna serie de mentiras, de adorages falsas,
    que a minha consciencia pune com acert.
    Eu nunca amei I nunca achei urna mulher
    que podesse sentir igual comigo.
    Que penaexclamou Suzana com
    ternura.Se eu nao tivesse um marido,
    affirmo-lhe que poda Ihe dizer : Vem I t
    encontrars neste corago um amor igual ao
    leupuro assim mesmo e grande talvez
    como o infinite!
    Este pouco .'acud sorrindo quasi de
    estupidez, porque j me senta dobrado
    magestade de Suzana.Este pouco I Nada
    menos do que dons bragos de ferro nos
    atirando um longo do outro!...
    Mas que tem, meu Deus !exclamou
    ella impaciente e bella.Quera nos poderia
    condemnar, se por ventura em oossos cora-
    goes existisse o amor de Julia eRapbael ?...
    Eu j me n5o lembro das palavras com
    que me serv para responder Suzana. S
    me record de ter fallado muito, e de dei-
    xar escapar por diversas vezes, o que mui-
    to bem se poderia constituir urna certa re-
    velando de minha parte.
    Eia me ouvia com urna delicadeza de
    anjo. Sorria, quando eu descrevia as m
    nhas illuses estravagantes; confirmava o
    que eu dizia, toda a vez que as minhas
    ideas estavam de accordo com as suas; abria
    de levemente a bocea, como para tragar as
    minhas palavras, toda a vez que desconfia-
    va que minha alma inspirada nessa occasio
    fosse proferir alguma cousa que viesse or-
    valhada de um mel que Ihe adogasse os la-
    bios seqniosos de um contacto ; pegava em
    minha mao que penda ateamente, e sem-
    pre enternecida diza que jamis poderia se
    esquecer de mim, ou antesde qaem Ihe
    tioha inspirado o que nunca, com tanta sua-
    vdade, bavia experimentado no fundo de
    sua alma: urna amizade to sincera, to
    para, que ella mesmo nao podia definir!
    Poucos momentos depois, sahimos da
    varanda, e fomos nos sentar junto de um
    sof que bavia perto de urna janella.
    Aps algumas palavras que nao valem a
    pena de commentar, ella levou a mo de
    rainha urna cruz de. brilhantes, que pen-
    da de um collar negro, engastado no pes-
    cogo de cysne, e me disse pezarosa e com-
    movida :
    Que pena eu tenho de riao levar a o
    menos dous versos seus fetos a mim 1...
    Oh I minha seobora I exclamei dcil-
    mente e como querendo gracejar.-Nio le-
    va tantos ? Dispon ha de lies como seus.
    Mea Deual..e
    talvez nunca exclamas*
    mesmo nas horas ota qae a sua voz en HHIHb do Suzana, era n'esse tempo
    gemer de harpa divina modulada pelos ^wr prazer de minha vida.'
    no iio7 nnrim ntn r...
    rMSBX
    * a sua vo* en i
    a alma profera nos mementosatis lin
    s de sua existencia apaixonada; mais
    anda, alguma cousa vaga e soberbaaaaaeav
    rescendia o doce perfttm
    Ninguem procurou saber d'onde elle vi-
    nha nem elle se dispoz a declara-lo.
    Para o lsongeiarem comegaram a dzer
    mal de Anatole.
    urna especie de padre ; o que Ihe
    falta a sotaina disse o tio Booteville.
    elle rico ?perguntou o Mulot
    Pois n) ? acudi, chacoteando,
    Routevlle Quando apanba alguma moeda
    de viola francos, nao Ihe falta em que a
    applicar.
    E nao bebe vinho todos os dias 1
    acudi tio Ulysses, rindo se.
    E quando mata a sua pega de caca
    disse um terceiro ento que ha em casa
    abundancia de comida !
    Estas informagoes quadravam ptimamen-
    te ao Mulot.
    E, ainda assim, tem dividas ?per-
    guntou Bouteville.
    Isso que eu nao se respondeu o
    tio Ulysses.
    Jomou a palavra o raestre latoeiro.
    Devo dizer-lhes que Jambert, o ren-
    deiro da berdade dos Ramnhos, tinba sobre
    o palacio urna hypotheca de dous mil escu-
    dos. Estou certo qae, se elle exigisse o
    pagamento d'elles, Anatole se veria atrapa-
    Ibado.
    Quanto valer o palacio ? pergan-
    tou o Malot indifferentemente.
    a casa, granja, vinha, os pertences e
    utensilios,responden Booteville poder
    todo orgar, o moito, a qaarenta mil francos.
    O Malot nao Ihe escapou palavra e mo-
    mentos depois sabio do batequim.
    Pelo caminho foi dizendo :
    A Martina j dea sessenta mil francos;
    pode dar oatro tanto. Trata-se de ne-
    gocio de mea interesse ; nio vale a pena
    chorar dinheiro. O qae me convm agora
    por o tal fidalgo ao fesco. O homem est
    em baixo ; se eu lbe offerecer cinconta
    mil francos pelo qne vale qaarenta mil, ain-
    da me ficar agradecido, e a pequea ha de
    gostar de habitar depois o palacio, quando
    for minha esposa.
    Acariciando estas ideas, adormecen elle
    n'essa noute, em qae sonhou qae j habi-
    tan o velho solar e qae Ihe chamavam se-
    nhor maire.
    Ao romper do dia j estava de p.
    A questo agora era se ira primeiro fa-
    zer a proposta de compra a casa de Anatole
    ou rallar Martina.
    Optou pelo segando alvitre.
    i* sabemos o qne se passou entre elle e
    a irmSa, e como tal entrevista terminou,
    aasentando-se o Mulot arrebatadamente, mas
    jos.Epensa que isso bastante p
    lisfazer o meu desejo ?
    EntSo qner nos versos positivamente
    escriptos senhora ?
    Quero, sim l'.
    E proferio aquellas duas palavras, como
    urna menina liada e travssa, qaat seper-
    guntasse se quena nm brinco, ama flor,
    ama caricia de enanca.1 .1 _
    Mas nao sabe que nem tolos os sen-
    tmentos podem desprender-se do sigilo qae
    os prende ?
    Embora 1 Escreva o que sentir. r
    Suzana pesou as minhas palavras, e cui-
    dou que eu tema dizer-lhe que senta por
    ella talvez o amor dos vate annos.
    ?Vaidosa, como ordinariamente sao todas
    as mulheres, orgulhava-se tanto quando re-
    cebia um coito, ama bomenagem, que mni-
    tas vezes inspirava a dizer-se que ella pro-
    curava ser amada por am moco, para de-
    pois ter o direito de ouvir deste o que s
    se ouve de um amante que desbreve a ima-
    gem pura da belleza de seus sonhos.
    Eu, porm, nao me importei com esse
    esmero de suas illuses. Antes gostoi
    porque ainda mais bella acbo a mulher qae
    linda, e que naturalmente inflamma a luz
    de sua belleza, quando urna onda de intenso
    deixa-lhe no seio o doce effiuvio de am or-
    gulho estimulado.
    Pois bemdisse-lhe eumais tarde
    virei |razer-lhe o que vou escrever.
    Ella agradeceu-me, e eu me retirei, pou-
    co depois.
    II
    Ella e Samuel.
    Segundo eu disse, a voz de Suzana era
    urna msica privilegiada.
    Fallei do orgo divino, que um anjo pa-
    reca ter depositado no fundo de sua alma ;
    mas ainda nao Gz ouvir urna especie de es-
    tribilho, que ella entoava bella e plangente,
    todas ou quasi todas as vezes que modulava
    o canto sublime de sua voz encantadora.
    Meu... Deus ...
    Essas duas palavras proferidas por Su-
    zana no momento della levantar-se no auge
    da ternura ; aquellas duas palavras atira-
    das bellssimas no meio das lindas descrip-
    ges que ella sabia fazer de tudo ; aquellas
    duas palavras, erafim, eram na bocea de
    Suzana um como que o echo de sua belleza
    pelo rosto, de sua omnipotencia pelo amor!
    Lancei mi da penna, e escrevi as se-
    guintes estrophes, singularissimas estro-
    phes, que por muito valeriana um suspiro
    do objecto que as inspirou.
    Ei-las:
    Oh! um dia eu nao sei se fra um aojo
    Que bem perto de mim canges trinava!
    Oh! eu mesmo nao sei, porque a harmona
    Daquella voz que o co ri va lisa va...
    Meu... Deus I...
    Harpa de anjo a vibrar notas sentidas;
    Juliett a chorar quando sonhava;
    E esse aroma do co quando dizia...
    E essa voz de setim quando exclamava...
    Meu... Deusl...
    Oh 1 erafim, tanto amor nessa ternura;
    Tanto mel nessa voz qae eu escotan !...
    Universo me er por um momento I
    Oh! nao era mulher quando fallava...
    Meu... Deus !...
    De tardezinba, quando sabi, fui levar-lhe
    esses versos, e i-os em sua presenga, imi-
    tando ainda que de leve o pronunciar lindo
    daquelleMeu Deusque era nicamente
    propriedade sua.
    Ella sorria de urna alegra encantadora,
    toda a vez que eu acaban de recitar urna
    estrophe, e por duas ou tres occasies, pro-
    ferio aquella phrase, como que applaodindo
    nella, nao s a gloria de ser nimiamente
    contemplada por aquelle primor de sua vi-
    da ; nao s a importancia que eu bavia li-
    gado aquella fervorosa e curta prece que
    (WBTvez, porm, nao pude demorar
    me muito, porque tinba deveres acumprir.
    Sai, dizendo-lbe que apparecia noite,
    fui doodamente gastar as horas que me
    obrigavam a estar ioogs de respirar na ln-
    guida afnmosphra de seo coutracto macio.
    Quando vi-me de todo desembaragado
    dirig me ao seio dessa amor, at ento en-
    volvido em am certo veo de respeito e cas-
    'dade..
    A familia que hospedavj Suzana, era para
    mim o que talvez s o fossem os auctores
    de meos dias. Entre nos existia a obedi-
    encia dofilho, a lealdada do irmo, e a fran-
    quia do amigo. Quaiquer acto meo, por
    ventura condemnavel, nao inspirava seno
    a bondade e a complacencia do coragio be-
    nigno e ama ve I.
    A sala estava coroada de senhoras, entre
    as quaes, apparecia Suzana ao p de um
    moco que Ihe fazia urna corle pouco mode-
    rada.
    Conversava-se, e o motivo d'isto era urna
    mulher perdida.
    Samuel, o mogo que se achava junto de
    Suzana, estudante e filho de urna familia
    destincta, tendo um dia se apaixonado por
    urna jorem traviala, pode conseguir vi ver
    por algum tempo com ella ; e talvez porque
    realmente essa mulher fosse urna Margarida
    Gautier; oa porque fosse coroada com o
    duplo diadema da juventude e da ternura,
    Samoel Ihe bavia consagrado urna affeigo
    de Armando Duva; e toda a vez que se
    pfferecia occasio de fallar della, nao con-
    senta que se dssesse seno que Fernandi-
    na era um anjo que tinba as vestes rebol-
    cadas do lodo de urna sociedade corrompida.
    Suzana, no meio de seos vos altaneiros,
    havia esperimentado grandes sensages, es-
    tando ao lado de Samoel! Terrivel, louca,
    tinba j ebegado ao ponto de abrir o seio,
    e mostrar-lhe ahi, n'um delyrio de amor, o
    retrato que elle lbe havia confiado I i
    Surgindo, porm, a crise por que pas-
    sa vam todas as suas paixes ep'hemeras,
    abandonon Samoel; e pendendo para mim,
    nao se lbe emportava nem mesmo de atirar
    urna zorabara face de quem outrra me-
    recer d'ella, palavras e segrdos profundos.
    N'essa noite, ella estava de urna vea para
    fallar, que admirara.
    A questo ja tomando nm carcter serio,
    e Suzana fazendo sentir o grao supremo de
    sua originalidade, nao consenta que Samoel
    fallasse, fazendo-lhe ver que nunca urna
    prostituta podia uoivelar-se com quem pos-
    suia urna grnalda de virgem, ou presava
    a fronte angosta deum esposo; porque Sa-
    moel na exaltago de seo delyrio, dizia
    muitas vezes que Fernaodina era urna ere-
    anga lamentada por quem admirava a palli-
    dez de sua vida, e to pura, co no militas
    qae anda conaervavam a fragrancia das rosas
    de sua alma.
    Nao v como estou com pena, Sr. Sa-
    moel 1 dissd ella com o raaior sarcasmo da
    vida, depois de ter ido um quarto e viada
    enrolla em ama looga e negra capa de me-
    rino.
    E comprimindo ama gargalhada irnica,
    olhou para urna das senhoras, e prosegaio :
    Quando eu chegar a Santa Catharina,
    D. Izabel, prepare-se: bei de Ihe mandar
    todas as lagrimas que d'esde j principio a
    verter por essa mopa. D'aqui at l, bem
    provavel que possa conseguir uns dez fras-
    quinbos..........
    Samoel mostrou-se nm pouco massado,
    e os motjos fricantes e as risadas algumas
    vezes frivolas, continuaran) at que um mo-
    tivo abri o parenthesis da seriedade n'essa
    conversago de mogos. Era o Sr. Digo, o
    dono da casa, homem de seos trinta e oito
    annos, pacifico como um cordeiro. Vinha
    sobndo as escadas, como um octhogenario,
    e cantarolando sem saber os dois primeiros
    versos de urna modinha desenchabida.
    Reappareceu o silencio.
    Poucos momentos depois, como automa-
    tomando nota *das palavras vagas da Mar-
    tina.
    Que remedio tem ella seno resolver-
    se Idizia elle pelo caminho.
    E, tomando por nm atalho que ficava
    prximo casa da Rosa Ceifeira, foi reflec-
    tindo.
    Para que hei de ea pensar mais no
    dinheiro ? E como se j o tivesse na mo.
    Oque resta agora fallar com Anatole;
    E, pondo a espingarda ao hombro, alar-
    go u o passo.
    A noute estava clara e a la osteatava-se
    brilbante.
    Pareceu-lhe ver a sombra de um homem
    que saltara am fosso e disse comsigo rin-
    do-se :
    Ali est um camarada na sua tarefa,
    a quem eu incommodei agora.
    Era sem duvida alguma cagador furtivo
    que andava armando os lagos.
    O Mulot coavertera-se em Sr. Maarel,
    que agora ia pensando em adquirir o palacio
    de S. Florentino e n'outras cousas mais,
    porm a qualidade de cagador furtivo jamis
    elle a perder e os seus collegas n'essa
    arte de rapia eram sempre collegas.
    vfetteu, pois, os dedos na bocea e fez
    resoar um assobio d'esses qae oem os gen-
    darmes nem os guardas da floresta ainda
    poderam imitar.
    Era o sigual de reunir.
    Q homem qae saltara o fosso ergueu-se
    rpidamente e o Mulot disse-lhe em voz
    baixa :
    Nio haja medo, camarada !
    O bomem approximou-se, mas, aoreco-
    nhecer o Mulot, estremecea.
    O' l I Temos o canalha do Rouxinol 1
    exclamou aquelle, recuando am passo
    Poete a andar, assassino I
    E Rouxinol, sem se mover, disse-lhe :
    Tambem o Sr. Maarel como os ou-
    tros ? Agora, qae est rico, nio seja ernel
    para com os pobres. Ha dons dias que
    nio tenho qae comer e nem am coelho apa-
    nbei.
    - Toma l dez sidos e safa-te.
    Rouxinol estendea a mo e disse :
    Deas Ih'o pagar, Sr. Maurel I
    Fez acgo de retirar-ee ; mas, voltando
    atraz, prosegaio em tom hamilde :
    Se qaizesse levar o sea acto de cari-
    dade ao ponto de me dar am pouco de la-
    baco,,..
    O Mulot bem sabia qae Rouxinol estava
    innocente, mas nio dn convinha dar indi-
    cios d'isso :
    Se eu fra jurado,[disse o Mulot
    ter-te-hia feito fumar deveras, meu santar-
    ro !
    Rouxinol nao deu cavaco.
    O Mulot (iron do bolso urna charuteira e
    passou-a a Rouxinol.
    Este encheu om pequeo cachimbo dene-
    grido e o Mulot, fazendo o mesmo ao seu,
    disse Ihe :
    Agora von dar-te tambem lme.
    E fez sciotiilar um d'esses grandes phos-
    phorosque ardem ao vento ; mas, como a
    caridade bem ordenada comees por nos
    mesmos, o Mulot accendeu primeiro o seu
    cachimbo.
    Ento a chamma do phosphoro allumiou-
    Ihe O rosto, o qual Rouxinol observou at-
    lentamente, dizendo depois :
    Ah o Sr. Maurel perdeu urna argo-
    la da soa orelha ?
    Ha que tempos! redarguio este
    K passou o cachimbo a Rouxinol.
    O Mulot, como muitos homens do cam-
    po, tinba desde pequeo as orelhas faradas
    e nsava argolas-
    _ Havia talvez am anno que perder urna
    d'estas, provavelmente n'alguma excurso
    venatoria, d'aquellas a que elle se dan n'on-
    tro tempo.
    Rouxinol, tendo accendido o cachimbo,
    desfez-se em agradecimentos.
    Se foate tu quem deu o golpe,disse
    o Mulottveste fortuna.
    Estou innocentereplicou Rouxinol.
    Historial!balbasiou o Mfllot.
    E affastou-se, em quanto qae Rouxinol
    tambem desapparecia no bosque.
    O Mulot, que comecra a cantar ama
    cango de caca, calou-se sbitamente para
    fazer a segainte reflexo :
    ' Porque diabo notara elle que eu nao
    trazia seno orna argola ?... E disse-me
    isto com um ar exqois to I..
    Duas horas depois o Mulot entran em
    casa meditabundo.
    Como na vespera, pensou elle largamen-
    te em Pamella e repeli os planos de com-
    prar o palacio a Anatole, que se daria por
    satisfeto com os dez mil francos de lucro,
    debalde, porm, tentou embalar-se tran-
    quillo n'estes sonhos e ainda no de .se ver
    cingindo a facha de maire, por quinto a
    tudo sobresahia urna idea que o persegua
    incesantemente e Ihe fazia perguntir a si
    mesmo :
    Porque seria' que Rouxinol notou ter
    ea perdido urna das argolas das minhas ore-
    lhas ? *
    XXIII
    Havia dous dias qae a Sra. dt Misseny
    ticamente, SamoeleSuzana foram pan orna
    das va;andas da sala-da frente.
    Eu, dorante a convergi, havia fallado
    ama vez apenas. Tinba estabellecido am
    dilogo, porm .eomigo mesmo. Interroga-
    va minha consciencia pelo nome qua devia
    de dar i Suzana.
    Demorava-me por algum tempo sentado.
    Porm depois, como tendo chegado ama
    terrivel impaciencia, levantei-me e fui con-
    versar com ama das senhoras respeito
    de Suzana. Mas quando esta j por demais
    se demoran ao p de Samoel, um excesso
    de ciume inexplicavel atirou urna Ima
    minha face I Fui sobre ella, como um leo
    esfaimado, e apanhei-a I
    Segui para a sala; tirei am charuto,
    acendi-o ao calor de um candieiro de gaz,
    e olhei furto para o lugar, onde nessa oc-
    casio pareceu-me estar-se consummando
    am novo sacrificio....
    Ambos voltaram-se para mim, e Samuel
    acabando de proferir duas ultimas palavras"
    seguio para a outri sala, pretexto de beber
    um pouco d'agua.
    Eu fui varanda, disse Suzana que me
    esperasse all, qae eu voltaria em bren, e
    dirigi-me a<^ encontr de Samoel.
    Tomei-lhe o brago, porque tinba com
    elle muita ntimidade, e pergantei-lhe sobre
    o que tioha conversado com Suzana.
    Ladro 1...exclamou elle em meia
    voz, tapando a bocea com um leo,go, para
    suspender ama risada.
    Deixa-te de gragas!repliquei sorrin-
    do e apertando-Ihe o brago que se enlagava
    com o meu. Conta-me o que disseste
    ella, e o que ella te disse : anda, conta I
    Nada, acreditaacudi ssudamente
    nada, que merega a pena.
    E porque levaste tanto tempo na va-
    randa ?
    Nao facas caso ; a menina j nao quer
    a minha corte T agora, sim!estaes
    na pasta. O ministerio para mim j se aca-
    bou.....
    largando-me o brago, foi sorrindo e
    apressado ter com a senhora que havia ha
    pouco acabado de conversar comigo, e to-
    mando a mo desta, apontou-me n'uma ga-
    lhofa interesressante, me indicando como o
    novo conquistador do reino que outr'ora ha-
    via sido governado por seu sceptro.
    Eu sorri apenas.
    Dei duas voltas pela sala ; arranqaei urna
    folha de umramo de flores, que existia den-
    tro de um copo cora agua; mirei essa
    penna da aza verde da natureza; aborreci-
    rae disto, e fui de novamente varanda,
    onde Suzana me esperan. A sala estava
    absolutamente s.
    Colloquei-me ao lado de Suzana ; ricei
    os cabellos, como se fra a repellir urna
    nuvem de fogo, que surgisse de minha alma
    e pousasse ardente em minha fronte ; vol-
    tei a cabega para nm lado, e exclamei qaasi
    sem ter consciencia do que elisia :
    E' urna menlira!...
    Ella chegou-se mais para mim ; debrugou
    um pouco o lado do corpo sobre a varanda ;
    deitoo a mo obre a fonte, amparando a
    cabega que penda, sorrio de um medo amo-
    roso, e pergunton-me:
    Disse-me alguma cousa?....
    Naorespond com urna franqueza
    exemplar.
    Mas nem fallou, meu Deus! ?. bal-
    buciou estremecendo de ternura.
    Creio que sim; porm j me nio lem-
    brodo que disse IE' um mocostumemeu:
    quando estou s, ou mesmo em presenga
    de alguera, deixo escapar palavras de um
    modo to esqaesito, que muitas vezes coro
    de arrependimento.
    Acontece isso talvez nas horas em que
    o Sr. nao pode deixar de dobrar-se aos
    sentimentos de ua alma, nao ?diga,
    diga!
    . E encoslando seu hombro junto ao mes,
    apertou a minha mo.
    Eu sei!respond tremul-o e fri
    E' talvez o effeito de muita duvida que te-
    nho em raen espirito.
    - Nao 1atalhou ella de urna languidez
    hespanhola.N5o esteja por esse modo a
    querer revelar o que nao sent. Diga an-
    tes que me ama! diga antes que j sent
    notava a pouca permanencia de seu sobri-
    nbo na sua presenga.
    Em compensago, o cura Duval recebera
    duas vezes em vinte e quatro horas a sua
    visita.
    Os meios a empregar em beneficio do
    infeliz Rouxinol era o pretexto, pelo menos
    ostensivo, d'essas visitas, e para ir a casa
    do cura fazia-se caminho por defronte da
    escola.
    No da posterior visita nocturna ao
    presbyterio, quando Anatole passou ali, vio
    todas as janellas da escola abortas; a criada
    andava no servigo e junto de urna d ellas
    estava Pamella a trabalhar em costura, es-
    perando pelas discipulas.
    Anatole cumprimentou-a e ella correspon-
    deu-lh.', corando.
    O mancebo seguio seu caminho.
    Na volta j ella l nao estava, mas sim j
    no jardim.
    Anatole approx'mou-se, hesitando, do
    moro, que era baixinho, e cumprimentou-a.
    D'esta vez nao foQs ella que se fez cora-
    da : elle mesmo trema como urna crianga.
    Trocaram entre si algumas palavras insig-
    nificantes acerca de jardinagem.
    Anatole disse-lhe que tinha boas ceblas
    de tulipas e podio-lhe licenga para offerecer-
    Ib'as.
    Pamella nao se alreveu a recasar, e. fa-
    zendo-se cada vez mais corada, disse qae
    acceitava.
    Anatole saudon-a e retiroo-se.
    Na maaba seguinte volteo a casa do cora
    mas foi menos feliz, porque talvez Pamella
    ainda estivesse na cama por se ter deitado
    tarde ou mesmo nio abrisse a janella por
    estar nevoeiro.
    Anatole recolheu-se a casa tristonho.
    O qae tens ? perguntou a velha tia,
    vendo-o .melanclico.
    Nada minha tia.
    E Anatole den um suspiro.
    fin sei o qae tens.
    Anatole ficoo sobresaltado.
    o caso de teres os teus vinte annos
    e comegas a achar um vacuo em nossa
    casa.
    Ora, minha bal...
    A acha-la triste e solitaria.
    Mas o qae ha aqai de menos qae
    d'antes ?balbuciou o mancebo.
    A boa senhora sorrio-se maliciosamente e
    proseguio :
    Sem duvida, mas se viesse tomar lu-
    gar entre nos ama joven e formosa meni-
    alguma cousa por mim,qoa tambem a-as-
    timo, qae tambem a amo, como tarrjf o
    Sr ao \mm%ahim'.
    lima rajtf&liamb pedindo ali
    misioha que a ama ; o rk) mam f
    correr charoso pelo despostar df:
    da: nma virgensinha candida, mimosa,
    inoxperiente, aoragada i om eruciflcio e
    snpplicando elle, em nome do co, ama
    ventura para seu amor dos qoinza annos,. -
    oh I talvez par de Suzana, nio tivessem
    mais sublimidade do que ella, no momento
    de me pedir para eu confessar o que sen-
    ta I t m
    Era bello, realmente I era o aojo da
    paixao rasgando de todo o seu seio de per-
    fumes I era o amor arroado e ardente.
    fervendo inteiro no. germem de urna mo-
    cidade encantadora I
    Joo Candujo.
    (Contitiuar-se-ha)
    VARIEDADE
    Tramways de ra.
    I.
    Lord Redesdale. pensava que boje qaasi
    todos sao de opinio que se na introduego
    de estradas de ferro tivesse bavido um in-
    querito geral, se se tivessem feito dispo-
    sicoes relativamente ao modo por que as
    as linhas deverio ser construidas e se hou-
    vessem aprese otado planos, ter-se-bia asse-
    gurado orna grande vantagem publica, e
    evitado muitas despezas inuteis em liabas
    desoecessariasecontestages parlamentares.
    Ora a ter-se de assentar tramways de roa
    extensamente, convinha resguardar-nos do
    mesmo erro, e desejava elle chamar a at-
    teneao da casa do governo para o assumpto.
    nao esperado porm deste resposta inme-
    diata.
    Em 4867 passou urna le sobre os tram-
    ways em Liverpool, e na seso passada
    foriio promulgadas tres sobre tramways na
    metropole.
    I'oro apresentados nesta sesso 24 pro-
    jectos, e o relatorio .do Board of Trade
    mora que o capital social destes pianos
    eleva se a tres milbes de libras.
    Sete destes projectos sao relativos me-
    tropole, sendo o seu capital de 1.1000.000 &
    com a facaldade de contrahir emprestimos
    at a quantia de 400.000.
    Cumpre lembrar que os promotores nao
    tencionavo fazer despeza alguma com a
    compra "de trras, mas propunho-se a
    tomar posse parcial das estradas publicas,
    obrigando-se a conservar em bom estado
    as proporgoes de que se apropriassem, nao
    Qfferecendo ao publico nenhuma outra van-
    tagem alm desta conservagJo. e a commo-
    didade que ministrario. A dimanso pro-
    posta era em alguns casos de 5 ps e 3 po-
    legadas, e em outros de -4 ps.e 8 i/2 po-
    legadas, no'se tendo determinado urna di-
    mensao uniforme ; mas dissero-lhe que ef-
    fectivamente nao havia grande differenca,
    sendo algumas medidas pela parte de dentro
    e outras pela de fra.
    Os actos promulgados na sesso passada
    dispem que se dentro de um certo tempo
    conhecer-se que quaiquer tramways peri-
    goso ou inconveniente, pode appellar-se
    para o Board of Trade, e se a objeceo for
    confirmada o tramways deve ser removido.
    Mo.Ura isto que todo quanto se tem feito
    puramente experimental.
    'Segundo informagoes que. tinba, alguns
    tramways autorisados na sesso passada
    sero abertas no decurso de outro mez, de
    maneira que em breve se podia conbecer
    pra ticamente a operago de I les.
    NSo se propunba conduzir bagagens alm
    de urna pequea porco de bagagem de
    possageiros e nio havio regulamentos para
    o prego das passagens, nem de sua largura,
    nao obstante em muitos casos ways de oceupar muito grande porgo da
    ra.
    Em Oxford-street, um dos principaes ar-
    ralares da metropole, propunba-se assen-
    tar um tramway assim como levar trams
    por cima das pontes.
    (Continnar-se ha)
    Anatole julgou-se pilhado e fez-se cor de
    escarate.
    Vamos ; trataremos d'isso.
    Minha ta..
    Vou escrever aos nossos primos do
    Blois, que a trra das herdeiras ricas.
    Que se importara comigo as herdei-
    ras ricas... comigo, que sou pobre ?
    Mas s da nobreza antiga e isso vale
    alguma cousa.
    Anatole calou-s : nao era em herdeiras
    que elle pensava.
    Com o fino tacto que possuem as snho-
    ras para se calarem a tempo, a fidalga de
    Misseny corteo o assumpto por este dia e
    disse Ihe:
    Nao vais boje dar um gyro caga ?
    Nao posso deixar de ir.
    Sim ?
    Prometti ao cara Duval procurar Rou-
    xinol e para isso devo percorrer talvez a
    floresta.
    Anatole calgou as polainas, poz a bolsa
    de. caga, pegou na espingarda e assobiou
    aos caes.
    Dea am beijo na tia e sanio.
    Urna hora depois achava-se em^plena
    floresta e os caes atacavam om ponto qoe
    necessariameote devia ter lebre dentro.
    Poz-se espera, e j a caga, batida dos
    caes, se diriga para o lagar onde elle es-
    tava e elle mesmo ia a meiier a arma
    cara, quando se ouvio um tiro e logo sabio
    um bomem da matta, trazendo peodurada
    pelas orelhas urna lebre, que esperneava
    ainda.
    Este homem, em vez de se occoitar, co-
    mo quaiquer cagador furtivo, encaminboa-
    se para Anatole, saudaodo-o.
    --- Descuipe-me, senhor, e creia qae nio
    foi mea intento descoasidera-io. Jalguei
    que os seas cies eram os meus, e por isso
    fiz fogo.
    O homem qae assim se desdDpava era o
    Malote, o qoal simulara dm ar de tanto
    respeito, que desarmou a colera de Ana-
    tole.
    Permitta-me qne lbe entregue a peca
    de ;aga que lbe pertence prosegaio o Ma-
    lot.
    Anatole recusou-se aqceita-ta.
    Ento, se quizer, podemos atacar am-
    bos outra peca de caca* Aqu. Fiam-
    b 1 Aqui, Ranude J gritou elle aos
    cies.
    Mu, senhor, observou Anatole
    aos so saber a* qaem tenho a honra da ,
    faflijv?______________(Continwr-te-ha)
    TYf. 00 PUaO RA WQUT DB CaIJ"
    (


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